Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07283


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Full Text
mm
Anno XXVIi
Quartafeira 10
de Dezembro de 1851.
N. 279.
FERY4MBTO0.
rtizqo A sunonirr/io.
PlOlMINTO A&UflTlDO.
por trimestre............
por KMMlrt. c.........'..
Por anuo...... -......
Paoo diktio butiihebtiii.
Poi rniartel.............
oticia do mnnio
I*H >A uim ACDIZWOl A Para...- 15 deNovbr.
MaranhSo 19 de dito
Cear... 2i de dito.
Parahiba. 28 de Nobr.
Mina... 15 de
S.Paulo, a de
R. de/.. 25de
Babia... Ida
43/000
8/000
UPN
4/50O
etbr.
dito.
Novbr.
Deibr.
8 Seg. 1ff^< Concalciio
de N. Seobora.
9 Tere S. Leocadia.
10 (Juan, S. Melquades
p. m. ;
11 Qulnt S. Dsmazop;
H Srit.S. Jutflno m.
13 .Sab. S. Lala v.m.:
14 Dora. 3." do drenlo
S. Angello.
Jm'iod OrpUoi
2. e5.it 10 hora.
vara do eitel.
3. 6. io melo-dia.
Psmala.
3. e6.il 10 horai.
2. tura do etvsl.
4. e sbado* ao melo-d.
blfio.
Tercas e sbados.
KraaiiBElDU.
Creicenle 30, as I horas e 55 minuto da ra.
Chela a 8, a i hora e 8 minuto* da I.
Mingoante 15, as 3 horas e a minutos da m.
Nova 22, a 1 hora e U minutos da tarde.
PBBAMA B DI MOJ
Primelra i 6 borai rM minutos da manbia.
Segunda s 7 horas e 18 minutos da tarde.
PABTIAa DOS OOBBKIOS.
Golanna e Parahiba, as segundas e seilas-
feiras.
Rlo-Crande-do-Norte, todas as qulntaa-feiras
ao nielo da.
Oaranhuns e Bonito, i 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, a 13 28.
Tlctoria, s quintas-felras.
Ollnda, lodos os das.
NOTICIAS IBTnANCEIBAa.
Portugal. 14 de Ontbi
Hespanha. 8 de dito
Franoa ... 8 de dito
Blgica... S de dito
Italia.. .. 3 de Outbr
Alemanba. 5 de dito
Prussla ... 3 de dito.
Dinamarca 3 de dito
Russia... de dito
Turqua. 24 de Selbr
ustria.. 3de Outbr
Sulsia. .. 3 de dito.
Suecla... I de dito
Inglaterra 9 de Outbr.
F..-Unidos 24 de Setbr.
Mxico... 15 de dito,
California SO de Agosto
Chill 26 de Abril.
I'lenos-A. 2 M Setb.
Montevideo 6de dito.
CAMBIO* DI DE DEKEMBBO.
Sobre Landres, a 29 d. p. 1/000 Firme
Paris, 333 por fr.
Lisboa, sena transaccoes.
METAES).
Ouro.Onj as bespanhola*....
afoedas de B#4(lo relbas. 16/000 a 16.
> de 6J400 oras. 16/000 a 16/200
> de 4/000....... 9/000 a 9/100
Prata.PatacSes braslleiro*.. 1/940 a 1/941
Pesos columnarlos... 1/920 a 1/911
Ditos meiicanos..... 1/740 a 1/750
PARTE OFFICIAL
noel Tho-
TRIBUCUL DA RELACv-.
SESSaO DE 29 DE ROVEMBRO DE 1851.
Presdetele! do Ex Ai 10 horas da maiilila, estando presente
os Srs. dse ai barga do res Villares, Bastos,
Lelo, Souzs, Rebollo, Luna Freir, Telles
Pcrolra Hootoiro, e Valle : o Sr. presi-
dente declara aborta a scssSo.
JULGAMS.1TOS.
Recorrente, o julzo ; recorrido, Trsjano
Baptisla da Silreira.Julgaram improce-
dente o recurso.
AvpeUuctiei crintes.
Appellante, a juslica ; appellado, Joo Do-
mingues de Araujo.Mandaram a novo
jury.
Appellanto, o julzo : appellado.Candido I'er-
reira de Oliveira Mandaran) a novo jury.
Appollaote, o juizo; appellado, Fioroncio
Martina Veiga.Mandatam a novo jury
Agravo.
Aggravante, JoBo Vieira da Cunha ; aggrs-
vado, Francisco Jos da Costa.NSo to-
maram conbecimenlopor nSoser caso de
sggravo.
AppellacOes civels.
Appellanle, Filippe Santiago Vieira da Cu-
nta; appellado, Thomaz Lins Caldas.
CooflrDisrsmosenlotica.
Appellanle, JoSo t.arol; appellado, Cristo-
vio Sthair.Confirmaran) a sentenca.
Api ellanlc, a fazenda ; appellados, Juilu Da-
niel wolphoppoz Companhia.- Conlirma-
ratn a sentenca.
Appellanto, Jos Alexandre Correia de Me-
nezes; appellado, Antonio Ferreirs Lus-
loza. Conlirmariini a sentenca.
Appellantes, Mignel Goncslveu Rodrigues
Franca e outros; appellados, Jos Human
Goncalves Muniz e outros.-Julgaram nul
lo o procesaopor falta de conciliac,1<).
Appellanle, Antonio dos Santos de Siqueira j
Cavalcanti; appellado, Eslevao Jos Paes
Brrelo. Uesprezaram os embargos. ,
Appellanle, Domingos Francisco Cavalcanli;
appellados, D. Ignez Matia das Neves o
outros.Desprezaraai os ombargos. i
Appellanle, Antonio Jos Pimeala da Con-
ceicSo ; appellado, Joaquim Marlinhoda
Cruz Correia.Desprearam os embsr-
gos. i
DILICBHCUS.
Appellanto, a administricao do pilrimonio
dosorphSus desla cidade; appellados, Fi-
lippe Mena Callado da Fonseca o outros.
Mandaram com vista ao curador geral
e so Sr. dessmbirgador procurador da
coro*. ....
Appellanle, Joaquim Francisco da Alora por
si e como tutor do seu fillio; apellado, o
iuiao. Mandaram com vista au curador
geral eaoSr. desembargador proourador
da coro*.
Apiellsotes.Jos Maria Ramos Curjaoe ou-
tros ; apuellados, Joaquim Francisco Du-
arte o ouiros.
DBSIGMCB-1.
Appellaote, Francisco Cavalcanli do Mello;
appellado, Jos Francisco Concalves.
Appellanle, o juizo; appellado, Jos Con-
calves do Paco.
Appellantes, Joaquim Pinto de Miranda Sea-
bra e outros ; appellados, Firmiano Soa-
res Villola e outros.
aivisfles.
PassaramdoSr. desembargador Villares
aoSr. desembtrgador Bastos as seguintcs
appellacOes em que silo :
Appellante, Jos Pereira de Castro; appella-
do, o juizo.
Appellaote, Manoel Alves Guerra ; apptlia-
do, Gaspar do Uenezes Vascoucellos de
DrumonJ. .
Appellantes, Bernardino l.uiz Ferrei'S e aua
FOLHETIM
multier; appeHados, Pat
m Caboato a so* mulher.
Appellante, o juiW; appellado, Ignacio Cor-
rea de Mello.
Ajpellante, o juia; appellados, Manoel Pi-
res Ferreira ootjb.
Appellante, o juioj appellado, Jos Jerony-
mo Mooteiro.
Passaram do Sr/desembargador Bastos
ao Sr. desembargador LeSo as seguintes ap-
pellacSes em quesSo :
Appellante, a juslica ; appellada, Rosa Ale-
jandrina do* Pfizeres.
Appellante, Maria Tbeodora da CunceisSo;
appellado, Aleixo Jos de Oliveira como
tutor.
Passaram do Sr. desembargador LeSo ao
Sr. desembargador Souza as seguintes ap-
r~iiiriitnji*\ m il"
A|>pellanTw,~MTo Concalves dos Santos e
oulro; appellados, Marcolino Antonio Pe-
reira eoutro.
Appellante, D. Candida Aguslinho do Bar-
ros ; appellado, Jos Candido de Caryalho
Medeiros.
Appellante, Antonio Joaquim doi Santos
Andrade ; appellado, Joaquim Mendes
Freir.
Appellante, Diogo Jos Leite GuimarSes;
appellado, JoSo da Silva Braga.
Appellante, Florencio Jos Carneiro Mon-
leiro ; appellados, Manoel Caetano Soares
Carneiro Mooteiro e outros.
Passaram do Sr. deiombargador Souza ao
Sr. desembargador Rebello as seguintes ap-
pellsr,i5es em ques9o:
Appellante, o juizo; appellado, o africano
Miguel.
Appellante, Marcellino Jos Lopes; appel-
lado, Francisco JoSo Carneiro da Cunha.
Appellantes, Manoel Pires Ferreira e outros ;
appellado, Domingos Caldas Pires Fer-
reira.
Appellanto, Manoel Jos Soares de Avillar;
appellada, Manoela Francisca Monlelro
Regadas.
Passaram do Sr. desembargador Rebello
ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
guintes appellac.oes em que sSo :
Appellaote, Joaquim Ferreira; appellado,
Jeronymo Joaquim Ferreira de Oliveira.
Appellanle, Vicente Ferreira da Costa ; ap-
pellado, Manoel de Sena Pereira.
Appellante, Pedro Fernaodes da Silva ap-
pellada, Mina de Jess Coutinho Lisboa
Jnior.
Passaram do Sr. dosembargador Luna
Freir ao Sr. desembargador Telles as se
guintes appellacOes em quesSo:
Appellanle, Innocencio Jos da Cosa; ap-
pellado, Ignacio Alves fritla.
AppelUnsnle, HermenegilJo HduarJo do
Kego Minleiro; appellado, Antonio Jos
Alves de Amoriin.
Passaram do Sr. desombargador Telles ao
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Al-
ves da Silva Oliveira.
Appellante, o juizo; appellado, Ignacio
Jos Gomes e oulro.
rHOduuiglK.-.
Ao Sr. desembargador Bastos as seguin-
tos appellac,0es om que sao:
Appellante, o juizo appellado, Prxedes da
Fonseca Coutinho.
Ao Sr. desembargador LeSo as seguintes
appellacOes em que sSo :
Appellante, o juizo ; appellado, Prxedes
da Fonseca Coutinho.
Ao Sr. desembargador Souza as seguin-
tes appellafOea em que sSo:
Appellante, Joanna Maximilia da ConceicSo;
appellado, Jos Epifanio da Silva.
Ao Sr. desembargador Rebello as seguin-
tes appellafOes em que aflo :
Appellante, o juizo; appellado, Caetano
Correia de Ainorim.
Ao Sr. desembargador Luna Freir as se-
guintes appellafOes em que sSo :
Appellante, o juizo; appellada, Anna Maria
da ConceicSo.
Ao Sr. desembargalor Telles as seguintes
appellacOes om que s.lo :
Appellantes, CbiislovSo Luiz do Mello o aua
mulher; appellalos, Francisco Xavier de
Albuquerque e sua mulher.
Levantou-se a sessSo ss 2 horas.
PERNA
WBUI
r.vnos Pl
co
ELEICES DE DEPUTAOoTT>ROVINCIAES
PAKA A LEGISLATURA DE 1852 E 1853.
COLLEGIO DO LIMOEIBO.
7* eleitoret.
04 Brs. VOTOS.
Dr. Jus Francisco da Costa Gomos 66
Vigario A. F. Goncalves GuiaiarSes 65
Dr. JoSo Francisco de Arruda FalcSo M
Hr. P. F. de Paula C. de Albuquerque 63
Tenenle-corooel JoSo do Reg B, FalcSo 62
CapitSo Manoel Antonio Martina P.
Desembargador J. M. Figueira de Mello
Padre Joaquim Pinto de Campos
Dr C.Xavier Pereira de Brillo
Tenonte-coronel J. Francisco Lopes L.
Dr. F. A. de Oliveira Msciel
Dr. JoSo Jos Ferreira de Aguiar
Dr. Ignacio Joaquim de Souza I Co
Dr. Affonso Peros de A. MaranhSo
Dr. Alvaro Barbalhu Ucha Cavalcanti
Dr. J. P. M. Porlella
Dr. Francisco do Caldas BrandSo
Dr. Jos Rodrigues do Passo Jnior
li A. Justiniano da Silva Guimaros
Dr. Joaquim Gonjalves l.i::ia
Dr. Joaquim Manoel Vioira de Mello
Dr. Francisco do Rogo Barros Brrelo
Dr. Manoel Firoino Ja Mello
Dr. M. Archanjo da Silva Cosa
Dr. Manoel Joaquim Carueiro da Cunha
Sr. dosembargadr l'ereir. Monleiru as se- Major Florencio Jos Carneiro Monlairo
guinlcs i(>|>olIhijOi's om qu sno :
Appellante, Manoel Alves Guerra ; appella-
dos, Jos Miculao Rigueira Costa e sua
mulher.
Appellante, o juizo; appellados, Francisco
Jos Mendes e sua mulher.
Passaram do Sr. desembtrgador Pereira
Mooteiro ao Sr. desembargador Valle as se-
guiulos appellacOes em que sSo :
Appellanle, Jus Antonio da Costa; appella-
do, A uloii i o Jo-e de Mllenos Bllancourt.
Appellante, Jos Francisco da Silva Amaral;
appellados, JoSo Baptisla Viaoa & Com-
panhia.
Ao Sr. desembargador Villares as seguin-
tes appellacOes em que sao
Appellantes, os indios de Arranches ; appel-
lados, os liordoiros de JoSo da Costa Al-
lano.
Passaram do Sr. desembargador Valle ao
Sr. desembargador Villares .as seguitKes
appellacOes em quosSo: ____________^
Mr. Jos Maria Moscozo di Veiga Pessoa 22
Dr. Francisco Alves da Silva 22
Coronel Jos Pedro Vellozo da Silveira 91
Dr Domingos de S. LeSo 31
Dr. Jos F. C. de A. I ins 20
Dr. Jos Ignacio da Cunha Rabello 20
Dr. Cosme de Si Pereira 20
Dr. Antonio I-; .aminon las do Mello 1
Dr. Francisco JoSo Carneiro da Cuuh* 18
Dr. J. d'Aquino Fonseca 17
Professor A. P. de l'i-n >ii"'lo
CapitSo Urbano Jos Jo Mello 16
MsjorJoSo V. Villela 15
Dr. Anu' lo Henrlques da Silva 15
Dr. I.'iur >co Bezerra Carneiro da C. 15
Commendador D. Malaquias de A. P. F. 11
Coronel Jos Antonio Pessoa de Mello i'
Majpr A. J. de Oliveira <
DrrUnlonio Baptisla Gitirana 1
Dr. JoSo Francisco Duarte Jnior
Dr.Francisc i Xavier Paes Birrclo
Dr. J. F. da Silva Bllancourt 13
Dr M. F. de Paula C. de A. I3
Coronel Francisco Jacintho Poreira
E'crivSo Francisco de Barros Correa
Padre Luiz Carlos CoMtio da Silva
Dr. ChrislovSo Xavier Lopes al
Dr. Frauciseo Poroira Freir
Florencio da Silveira C. do A. 1
Tenenle-coronel R. JoSo Barata do A. 9
Dr. Msrcos da Cmara Tamarindo 6
Dr. F. Mena Calado da Fonseca
Dr i. DiasCoitinhode A. P.
Antonio Luiz Pereira Palma
Jos Ignacio Soares de Macedo
Padre Francisco Rochael P. de B. 8
Dr. J Eduarlo Pina 8
Dr. Manoel Mendes da Cunha AzcveJo 8
Dr. Jos Carduzo de Queirnz Fonseca 7
Dr. Joaquim Villola de C. Tavaros
Dr. Flix Theolonio da Silva GusmSo
Dr. Hesbello F. Correia de Mello
Dr. JosFelippedeS. LeSo
Padre M. do S. Lopes Gama
Antonio Marques de Amorim
Dr. A II de Souza llandeira
Dr. Jeronymo Villela de Castro Tavaros
Dr. Ignacio do llego Barros
Coronel LeonarJo II. de S. C.
Dr. Di'lliuo Augusto C. d 1 A.
Dr. M.. Carneiro l.insde Albuquorquo
Dr. A. Joaquim de Moraes e Silva
Tenonte-coronel A. Carneiro Machado R.
ProfessorS. Ilenriques de Albuquerque
Ignacio Correa de Moli
44 JoSo Joaquim do Reg Barros
?2 Mein 11,.,> percria do Lucena'
* Dr. Pedro Gaudiano de Ratis e Silva
39 Dr. Manoel Claro Goncalves G. 5
39 Dr. Lj Correia deQueiroz Barros 5
3* Dr. Alexan lio Bernardino dos Reis e Silva 5
38 Dr. U S P. do Millo 5
37 Dr. |vo Mequehno da C.S Maior >
37 Dr. JoSo Vicente da Silva Cusa 5
37 Dr. Jos Maria de Albuquorquo eM. 5
aasa&wiO'-tJ' a>'jj3,aj33a33
OU
iTEMORIAS DE Uffl MARIDO. (*)
POB XCENIO SUE.)
Vil.
A' medida que Raymundo e eu nos iainos
anproBimando da casa de minha av, senta-
nle niais euibaiacudu pelo iu... que mcu amrgo
ia achar all. (E de que elle fallarla sem duvlda
a sua mal.) Km una palavra, eu tinha nesse
momento vergonba de nossa riqueza, como
Untos outros se envergonbam de sua pobreza.
Eu comparava a austera slmplicidade da vida
de madama Bajmundo, sua raso.seus cenae-
Ihos iudlciosos e lernoa, com a alegrli benigna
de minha pobre av, sempre tao prasenteiraeu
dira quasl tao ourudammir terna para mlm,
pois em aua vida nao linha ousado nunca fazer-
mea menor esprobacSo; por Isso pouco tem-
po antes de entrar em aua casa, eu disse a Joao
com urna certa hesiiaco :
Talveaclies.... nossa casa ridicula.
Ridicula? repello Joocoinar de espanto,
c porque?
Eu vou dlier-le; minha boa avo (e deve-
seperdoar mullas cousas a una mulher de sua
idade, na >i he, Joao? J minha boa av gosta do
seu coininodo, e de ler numerosos criados; sua
casa be suinptuosa, sua mesa lauta, flnalmeote
accrescenlel eu dando uro suspiro, ella gosta
de viver multo grande.*
Tein toda a rasa de faser Isso, visto que o
pode, respondeu Joio. Que queres t que eu
acbe ridiculo em ludo Isso?
He que, disse eu com embaraco, be que...
en cria.... que como era tila casa... em casa
de tua mu.... eu....
Ande la, pare I disse Joao sorrlndoe le-
vantando os hombros porque eu me linba In-
terroinpldo ; dise pols francamente teu pensa-
ment. Cris acaso que como sou pobre, acbo
ridiculos aquelles que sao ricos? Cris que mi-
aba mfil me criou nestas lelas ?
Oh I nao, exclame! eu, nao ha no mundo
urna mil melhor que a la. Esta, bem o sabes,
fol a primelra palavra que profer ao sabir de
tua casa; por isso olba, Joao temo que inlnba
av....
Eu hesite! ainda em acabar, Joao pareceu
mpaclentar-se; por isso eu dei-me pressa em
ajuntar resolutamente:
a- Vamos, eu paro, como t dizes. Esta bem!
temo que comparando tua mal com minha av,
tu acbe* esta de urna fraqueza ridicula para
nini: pols iee tein sempre terrlvelmente per-
dido, fatendo-me as vontades.
. Mcu boro Fernando, tua av te adora, ella
(*j Vid o Diario 276,
me convida para sua casi, ella he de runa ida-
de que indio sempre aprendido arespeitar;
cu a conheco at aqui por sua ternura para
com ligo, epoi sua benevolencia para comigo.
Como poderla eu fazer m opiuio della ?
A proposito, Joao Ihe disse eu poucos ins-
tantes antes de entrar em nossa casa. Cuui-
pre que eu le previna de utn famoso enfado
Que queres dizer.
Tenho duas primas Hermanea e Julia,
duas laparigas de dozc e treze aunos: todos os
domingos ellas veui jantar em nossa casa. Mi-
nha av me recoinmenda sem cessar que re-
presente com ellas o cavalbelro francez, que
seja gallante..... emliui he fatigante; ella be
capaz de querer lambein fazer-te representar o
racalAiiro franca, e pr-tc na mesa ao lado de
una ou da outradestas raparigas; queres que
eu diga que isso me enfadarla a ponto de
morrer.
Fazer de cavalleiro francez e de galante,
respoudeu-inc alegremente Raymundo. Isso
noasseuta em miiii mais do que em II, porm
urna vez nao he costume, e eu me sacrincarei
antes que arriscar a contrariar tua av.
Nos 1110r.11 amos em uina bcllissima casa no
ilaraii. Esta morada edificada por meu blsa-
v, rico preboste dos negociantes, leiubrava a
sumptuosidade do ultimo sceulo. Uinha av
EscrivSo F. C. de Bntto
Dr. S. A. Mavignier
Dr. Fiancisco de P. Baptisla
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva
Dr. Guilhermino C. M. Bacalho
Cunselnoiro A. P. Maciel Monleiro
Augusto Fro le ico de Oliveira
Coronel F. Antonio de Barros e Silva
HarSo deCapibaribe
Dr. Manoel de Souza Garcia
Dr. Jos cciiiiiiuo de Castro LeSo
Dr. Caetano Estelila Civalcanli P.
Dr. A. dos Santos Siqueira C. Jnior
Vigario Venancio Henrique de Rezende
Vigario Nouiuzio de S. JoSo Gualberto
Dr. A. F. P. de Carvalho
Dr. II. J. V. da Silveira Jnior
Dr. Rodrigo Castor de A. MaranhSo
Dr. Victoriano de S Albuquerque
Vigario geral L. A. Meirallenrique
. Gaspar de M. V. de Uro moni
Dr. JoSo Francisco da Silva Braga
38 Dr. Luiz Duarte Pereira
35 Dr. I. A. Cavalcanti de Albuquerque
3* Dr.J.M. C. da Rucha Wanderley
33, Jos Pires Ferreira
2q > Manoel Carneiro de Souza I.cenla
Dr. JoSo Lins Cavalcanti de A.
Dr. J. P. Monteiro de Andrade
Dr. M un ei Teixeira Peixoto
Dr. V. Juslinianu de S. Cavalcinti
Dr. Joaquim da S. Reis
Joaquim de Bar'os Correia
Silvestre A. de Oliveira Mello
Jos Pedro da Silva
Padre Francisco Muniz Tavares
Dr. M. A Monleiro de Andrade
\eodo*nos entrar, Joao e eu, a excedente
mulher disse-me estendendo-mc os bracos :
Ronsdias, meu Fernando, bons das.
E diiendo isso, abrafou me ternamente no
ineio de uina ligeira nuvem de p, causada pe-
la vivacidade de seus movimentos que machu-
cavamseu loucado, ao depois ella accrescen-
lou rindo:
tlh.' estou cobrindo-te de p Inanco, mcu
pobre Fernando: mas tu leus os cabellos lio
pretos que juro isso nao far mulla diUcren(a,
Dirigindo-se entao a Joao, ella disse:
Agora venba c Mr. Fernando, nao por-
que eu quelra lamben) pinta-lo de branco, nao
teuha medo disso! quero smeote dizer-llic
.|iii"i" folgo de receber aqu o melhor amigo
do meu Fernando, dease marolo, accrescentou
ella alegremente aponlando para miin; mas
jusilla si-ji feila, Mr. R.ymundo; se meu Fer-
nando he um preguicoso aboininavel, pelo DM*
nos lem a disurico < o bom gusto de prestar
hoiiienagem aquelles que trabalbo tao assi-
dll menle en.no O Sr.
Joao inclioou-se, minha av coutinuou com
sua i "lo 10o d.ide natural.
Ha com ludo urna cousa na qual o meu
Fernando he pelo que parece, tao forte quanto
Vine, Mr. Raymundo. .bao as revollas. Ah!
Mcu Dos! quanto elle me tem feito rlr (e mi-
ox-se a rirde novo a esta leinbran(a);
consuminou po-----
reiauracozlnha, fazendo dourar de novo, pio-
lare alfaiar sua casa, couservando-lhe escru-
pulosamente sen carcter Luiz XV.
Nao teniendo mais as criticas de Joao, eu ei-
perimentava (sem embargo de meu recente en-
thusiasmo pela austera simplicidad.- da casi-
nha do bairro de Santo AntonloJ eu experiinen-
tava urna aecreta vaidade ao cuidar na surpre-
za que visla de nosso palacio ia causar a meu
amigo, por Isso Mquei singularmente admira-
do, on antes quasi indignado.... da indirteren-
ca de Joao. Subimos a grande escada de mar-
more, cujo lecto eslava pintado a fresco, de-
pois atravessainos a vasta antecmara de col-
lumuas de estuque que preceda mullos saldes,
e Joao nao mostrou nenbum enlhusiasino a
vista de una inagniQceucla. Tainbem nao vi
em seu rosto esta srte de reserva iuvejoaa que
se calla para nao ter que admirar; nao, Joao
pareceu-uie tao pouco cuidadoso do esplendor
de nossa caaa quanto da modesta slmplicidade
da morada de madama Raymundo.
Gbegiuus ao camarita, 'oaspod'Mr, onde mi-
niia av ordinariamente eslava. Achamo-la
enin elh-iio ain, leudo na rabeca, segundo seu
costume, um loucado de rendas de llores, seus
cabellos esiav.nn rleados e empoados mare-
cbal. Seus olhos pretos pareciam mais brilhan-
tes aluda pelo contraste do p c do reblque
que llie suba quasi ale spalpebras; ella Ira-
java, como sempre, um vestido de selim escuro
lavrado de branco, bem justo no corpo, o qual
era esbelto e anda direlto nao obstante a sua
idade.
ah meus Albos, Isso ainda heinuito|cedo, talvez
lenliaui fome. Fernando, tu ests aqui ara la
casa, meu rapaz; fase porianto as honras da
casa a teu amigo. Einquanto nao vein o jantar
be bom que toinem um dedo de vinho de Ma-
deira ou de malvasiae um biscoito, toca pois a
campanilla, Fernando.
Fleo-Ihe muito obrigado, senbora, disse
Joao; pela minha parte nada acceilarei,
J comemos alguma cousa em casa de
madama Raymundo.... accrescenlel eu
Dr. Cypriano Feoellon G. A.
Dr. Julio Barboza de Vasconceilos
Padre Joaquim Rapliael da Silva
Padre JoSo Capristano de Mu tonga
Padre Manoel Thomaz de Oliveira
Padre Joaquim Francisco de Farias
DeSn F. J. das Chagas
- E minha ...ai. senbora, encarregou-me del'" nao ve e.u toda^ a parle senaoro
iserlhe que Ihe agradeca multo o convite "!>a mai v de outra sorte e oulira
u. teve ."bondade-de f.zer-me. accrescentou ^'S. ^^""leTi,
Toquei ligeiraiiien(e no p de Joao ; cliegava-
moa ao lugar do cavallfiro frtncex, c rcipondi:
Mu, lulnlia av, ei.
Tive uina boa Idela, meus filhos, foi por-
vos todosqualro cin uina mesa separada na sa-
ltaba de Jaotar, enliio vosses (eriam rido e con-
versado lindamente com estas raparigas, mo
be a,si 111 patlfes? mas minha cuuhada no
qult entar por isso; ser pnrtanto preciso ineus
lllbos que se resignem a comer mesa gran-
de.... nao preciso recouunendar-lbes que se-
jaiiigallaotes para com estas mocas.... que se
mostrem einBiu verdadeiros caua/eiroj [rane-
te*.... sao desses geolis hbitos que se deveiu
tomar quanto antes; porque, meus amigos,
mais tarde, de nada servem.. Ah I eu c me
euieudo, mas espero bem que vosses nao me
rn.i'iiil un completamente.
A chegada de muitos de nosios convivas in-
terrompeu nossa conversaciio com minha av";
panamos todos do cimariiu a um dos saldes;
eu Aquello por um momento com Haymundo;
linba o coraco perlado, sentia-ine bumilha-
do; miuha pobre av apegar da excellencia de
seu coracao, tinha necesariamente, se assim
se pode diser, fallado sempre falso ao espirito de
Joao ; ella eslava em continuo desacord com
seus pemameotos secretos. Qual nao foi mi-
aba sorpreza, minha alegra, quando elle me
disse pelo contrario com sua sinceridade habi-
tual.
Que excellenle mulher he la avo: ter
conservado em tao vaneada idade esta alegra,
eata mocidade de coraco!....
De veras? disse eu a Joao, inuilo alegre;
estas contente della?
-- Certaineute, me respondeu Raymundo
sorriado ; eu Ihe darei, se qulieres um satis-
feeit
-- Nao te cscandalisaraui suas idelas*?
Porque me terla eu cscaodalisado ? De-
mais que exie ella :' que a mocidade seja feliz?
fcmt.1.1 suas idelas nao sao as de tua 111,11,
mu louge dissu*
He rerdade, Fernando, me respondeu Joao
cora um sorriso melanclico; ininha mal pen-
sa ditlereoteinente de tua av; esta nao tem
1 colbido seno roas ua vida, como ella diz, por
nao rosas. Mi
causa.....
velkoe fiis,
a os chatnava, tinham outr'ora
^e!k&rS?JSSl o|p.a.'-,a.,c do,cia.do,,riqueza,
nos velhosf he que a ou a amiga magistratura ; alguns. em mu. pe-
aiulgos
que he que queremos.
mocidade se divina e seja felis omalsquefor
possivel. Oh: he tao bello ve-lasaltaudo ale-
gre e contente, como cabritlnho no inez de
uiaio !..., Ah a vida ja nao he lio longa como
outr'ora, e a velhlce chega tao depressa Im-
poita pols aproveltar a primavera, e aprovei-
ta-la famosamente....^ nao he Mr. aayinundo?
As rosas nao tem seoo urna cstaco, como se
diria em meu lempo: importa portanto colucr
com cuidado estas bellas rosas da mocidade. O
sabio uo deia jamis um prater para o da
queno numero, a nobreza de espada ; excepto
dous ou tres desles ltimos, uem uiu dos vtlhos
fUii do minha av tinha emigrado,sem com tuuo
deuar deamaldijoar a revolu colberain com eiithusiasmo a primelra e se-
gunda restaurado dos Hurbes. Havia aim
Ue oulro, eutre esles vclhai/ieii um certocoude
de La Hussire, entao segundo commaodante
dos pageos, que assislla ao |ar.tar de que fallo,
eque UesculpoU'Se unn niiulii av por apre-
seutar-se em sua casa de uuiforme, pois era
a Ir depois s Tulberias
em jantar todos os domingos aqui com tua lia? J fes sensacao no salao, quando appa
Dr. Francisco ItodriguesSete
Jos Ignacio de AbreueLima
COLLECIO DE PAO D'ALIIO.
Dr. Antonio llerculano de S. Bandeira
Dr. Cosme de S Pereira
Dr. Inaquim Pires Machado Porlella
Dr Ca i.ei miiin C. Marques Dacalho
Anl >in>i Jos de Oliveira
Dr. Antonin Moreira de Karia Neves
I nb Ini Cueles de Mello
Dr. Pedro Francisco de Paula C.
Tenenle Coronel Juo do Reg H. F.
Vigario Anlonio F. G CuimarSos
Dr. Caetann F.stellita C. Pessoa
Dr. Csetano Xavier Pereira de Brito
Dr. Joaquim Goncalves Lima
Dr. AiTonso de Albuq. Peres MaranhSo
Major Florencio Jos Carneiro Monleiro
Dr. Antonio Baplista P. de Carvalho
Dr. Joaquim de Aquiuo Fonseca
Padre JoSo Capislrano de Memlonoa
Padre Joaquim Cinto de Campos
Dr Franci-co Kaphael do Mello R^go
Dr. ChristovHo de Barros Lima
LenleAntmiio Pedro do Figueircdo
Dr. Manoel de Albuquerque Machado
Jof Pedro da Silva
Padre Viconto Ferreira do Siqueira V.
Dr. Miguel Aichanjo da Silva Costa
Dr.Joo Luis Cavalcant do Albuquerque 26
Dr. Francisco do Reg Barros Brrelo
D-. Anluniu Baplista Cilirana
Major J.i.Vi V i| mi' iii Vil. lia
Capiao Msuo'l Antonio M. Pereira
Dr. Gaspar de Meneies de Drumond
Professor Silvestre Antonio de O. M.
Dr. Francisco Jos de Medeiroi
EscrivSo Floiiano Correia de Brito
Dr. Manoel Joiquioi Carneiro da Cunha
Dr. Antonio Epaminondas de Mello
Dr. Jos Filippe de Souza LeSo
Dr. Francisco do Assis Oliveira Maciel
Dr. Ignacio Joaquim de Souza LeSo
Desembargador J. M. F. de Mello
Hr. Manoel Francisco de Paula C de A.
Dr. l.uii'iMieii Bizarra Carneiro da C.
Dr. Josquim Manoel Vieira de Moli
Dr. Manoel Jos da Silva Neiva
Teneiita Coronel Jos Francisco L. L.
Dr. Joaquim do Souza Reis
Dr. Jos Raymundo da Costa Mooozos
Dr. Manoel do Olivoira Cavalrante
Dr. Jos Cardosif de Queiroz Fonseca
Profe-sor Salvador Henrique de A.
Domingos Malaquias de A. P. Ferreira
Tenenle Coronel Mutoel Lucas
Dr. Flix Theolonio da Silva GusmSo
Dr. Jos Francisco da Costa Gomes
Anlonio Marques do Amorim
Dr. Jos Quiiliuo de Castro LeSo
BarSo de Suassuna
Dr. Cypriano F. Guedo* llcaiiforado
T. C. Rodolfo Joa>. Barata de Almeida
Dr. Jos Rodrigues dos Passos Jnior
Coronel Francisco J-icinlho Pereira
Proessor Antonio de S. Cavalcanle
Dr. Domingos de Souza L"3o
Antonio Valeiitiui da Silva Barroca
Dr. JoSo Francisco Duarte Jnior
C*>mnia,iilanle superior Z. da C. Bastos
Vigsno Pacheco
Dr. JoSo 1>'i.ni i-e i da Silva Braga
AJogadoF. M. Calado da Fonseca
Dr. JoSo Francisco do Arruda FalcSo
Dr. JoSo Vicente di Silva Cosa
Dr. Me,n, leiin Velloso da Silveira
Tenenle Coionel A. C. Mschado Bios
Coronel Jos Antonio Pessoa de Mello
Dr. llerculano Goncalves da Bocha
Dr. Francisco Alveres da Silva
Dr. Joaquim Eduardo Pires
Dr. ChristovSo Goncalves Lopes
Dr. l, nireneii Francisco de A. Citando
Mr. Francisco JoSo Carneiro da Cunha
Dr Manoel de Souza Garcia
Tenenle Coronel Francisco J. de B. C.
Or. Joaquim Vilella de Castro Tavares
1 Dr. Jos Maria Moscoso da Veiga
I Reverendo Francisco de Aasis
Dr. JoSo Antonio Cavalcanti de Albuqr.
Francisco de Carvalho Paes de Andrade
Carlos Jos Cavalcanti
Dr. JoSo Francisco Cavalcanti de Albuqr.
Dr. Jernimo Salgado de Castro Acioli
DosembarRador Firmino Pereira Monteiro '
Dr. JoSo Mauricio
;'!'. Dr. Antonio dos Santos Sequoira Cvalo. '
39iDr. Jos Francisco de Paiva*
17 Dr. Jernimo Vilella do Castro Tavares 3
Dr. Augusto i-'re leiu'.i de Oliveira
Manoel Francisco de Mello
Dr. Joaquim Canuto de I'izjeiredo JuniTr t
Dr. Marcos Correa da Cmara Tamarindo '
nra
DrVietoriano de S n Albuquerque
CapitSo Joaquim do Rogo Barros
Coronel Francisco do Rgo Albuquerque
D". JoSo Paulo do Miranda
le. A. Joaquim de Figueiredo Seabra
Dr. Simplicio Anlonio Msvigner
N. Antonio Ferreira de Amorim
Dr. LuizConi de un/. Barros
Dr. Joaquim de Siuza Res
SebastiSo do Rogo Barros
Antonio Peregrino Maciel Monteiro
Cononel Francisco Jos de Barros da Silva
Dr. Joaquim llygino da Motta
Dr. Vicente Goncalves Lima
C ii'i'.l i Antonio Car luso de Quelroz F.
Francisco Jos de Albuquerque
Mauricio Francisco do Li.na
Manoel llorflrio Tavares Coutinho
Dr. Manoel Firmino de Mello
Dr. JoSo Francisco Coelho Bitancourt
Ignacio Corri de Mello
\dv. Francisco dos Keis Campello
Vigario Bazilio Goncalves da Luz
Major Francisco de Paula Paes Barreto
Padre Vicente Ferreira de Albuquerque,
Vigario Joaquim I. Goncalves da Luz
Thomaz de Aquino Fonseca
Padre Jos da Silva Birreto
Jus Ignacio Soares de Macedo
Dr. Francisco Rodrigues Sete
Dr. 1 li ni.e Fernaodes Madeira
Padre Luiz Carlos da Silva
Padre Joaquim Rafael da Silva
Conego Bernardo Raymundo de Souza B
Vigaiio geral Leonardo Antunos Meira
S'verino Gaudencio
Tenento-cornnol LourenfoC. de Albuqr.
Major Francisco Cavalcanti deAlbuquerq. 1
BaiSo 'ia Boa-Vista
Mr. Loredo
Mr. Francisco de Paula Baplista
Coronel Tiburtino Pinto de Almeida
Mr. Antonio Teixeira .le Itorba
Dr. Alvaro Uarballio L'clia
Dr. JoSo Jos Ferreira de Aguiar
Vigarp) ChristovSo de II > un ia
Jos Pedro Velloso da Silveira
Mr Francisco Xavier Paes Brrelo
JURY DO RECIPE.
SESSAO ORDINARIA, EM 9 DE DE-
ZEMBRll DE 1851.
Presidencia do Sr. Dr. Neiva.
A'sonze horas da manhSa, Taita a chama-
G da acl.am se presentes 39 Srs. jurados.sendo
G i multados em 0f tojos aquelles que deixa-
6 i .un do comparecer sem escusa ligitima.
0 l) Sr. Presidente abre a sessSo.
6| SSo apreseutadospelojuiz preparador os
6 seguintes processos :
6 Presos,
6 Custodio Ferreira de Mello.
G Manoel Antonio Arantes.
Marcolino Forreira da Costa.
Jos, escravo.
Af/iancadoi,
Antonio F'errcira do Monte.
Petro Antonio de Cirvalho.
Depois, feita a chamada dos reos e les-
iinniiiiii.K, e actando-se a hora bastante
adiantada,
sua bTi'lIantTfarda encarnada, bordada de ou- vis!e educlora. propostasque Mr. de la Bus-
sua uriiiiaiiic uiu. v" ,.,., t.,__, sicre me fai.a, cuquizrra rellecl r,
ro. como a do. pageos de I.ui. XHII Este u __ ^^ ^ 1 ,_ Como, he|f.
- Sim, minha avo, he cucantador l
I1 'i-, iii-in, meu charo Kernando! disse-me
- ii i ii ii Mr. de la Hussicrc, as suas mos es-
t ter um semelhante.
Como assim, Sr.?
cidade soubesie... nSo he Mr de la Huisslerc ?
A chegada de minha lia e de mlnbas duas
primas loierroinpeu esta conversacao; eu
aproveitel a occasiiio para aproifmar-tne de
meu amigo, teniendo sempre que elle tfvesse
ouvldo o lereclmcnlo de Mr. de la Uussiere,
OSr. temquime annos c meio; se raada- Assim nao liujia accontecido, porquanto Joao
ma ds Francheville perinittir que cutre no nu- disse*ine;
mero dos pagens de S. Magestadp, ter um uni- Quein he este senhor de farda encarnada
forme tao bonito como o meu, cucar debaizo bordada que conversavacom tua avj
de minha tutela lie o segundo commandanle dos pagens.
De veras, Mr. de la Hussire, respondeu -- Deque pageos?
minha av, o Sr. falla seriamente ?
-- Mu seriamente, senhore, esequiterpor
em pralica esta ideia, fallart-i ao pilmeiro gen-
lilhomem da cunara, o fti.il he muito mcu
amign.e cont desde j com o leuconseotimen-
lo. O re animado dr um cipirito de fusao
nul liberal descji lambem que spjam admit-
Ol! Joao! dos pagens do re.
Pois que, Fernando, uo tempo presente
os re utid icm uriKtiis.
Cerlamente; mas para que ris tu assim?
Parece-ine engrajado que o re ache quem
ijueira preslar-se a este oflicio singular.'
O olliciode pagem... um otAclo singular.'
lidos em sua guarda ilc honra alguns mocos ri- disse eu a Haymundo com urna vivacidade n-
cos d'eutre a aiaclaise dos ciddos. voluntaria; ui^s os pagens sao da corte... os
-Que penias sobre isso, Fernando? per- pagens vao corle,
gunlou-mc minha av; falla rapat, parece-me -- Oh 1 ohl respondeu Raymundo com um
que te estou veudo j com este bonito noifor- sorriio de desden^ mofalor, hcdiRerente! eu
me. nao haver pa^fm mais leslo uem mais ign >rava todas estas bellas cousos; perdoa
travesso que tu ', tu nao fazes graude cousa no meu pobre Fernando, bem sabes que sou utn
Santa barbara ; isso sempre te divertira mais verdadelro seltagem.
qua o enfadonho do teu latiin. Eu guarnece- Por minha felieldade, poii meu embaraco
ra bem la bolsa, e tu seras dos mais casqui- era extremo, mluha avo chamou-iue ; minha
Ihos,... Oh' meu neto feito pagem!.... conli- lia acabava de ebegar c desejava ver-me. Dei-
nuourindose minha avd, he slagular! parece- Sel Haymuudo para Ir ler com miuhas duas
me que isso me faria viute anuos mais moca ... primas e com sua mi.
e dcmals tu teas vocaci> para iisn, accresceu hermanea tiuba doie annos, Julia tinha tre-
tou madama de Francheville com um ar irium* ze ; a primeira era de urna (gura smente
phador. Sim, meu charo Mr. de la Hussire, agradavel, a secunda prometlla ser mui boni-
elle tem vocayo, pois nao est vendo, he um U ella ajuntava a este futuro de belleza um
verdadeiro demonio, quando nato pensa. t!ento notavefmenie desenvolvido para a sua
Nao he bom dizer-me isso de anteinao, se- idade ; ella desenhava entao os retratos de dif-
nbora, respondeu alegremente Mr. de la bus- ferentes pessoas de nossa familia; lembro-me
sicre, por ventura nao sou o futuro co muan- que o de miuba av era uin primorzlnho de
dantede Mr. Fernando? graci. de delicadeza, e de fina observacao. Em
-- Ah sim. he verdade, respondeu minha hm Julia, ape.ardesta precocidade de tlenlo,
av, mas, continuou ella, agora reiclo, nao l.uha permanecido menina, anda mais doque
seria Isso pelo menos urna oceupaciio demasa- PinlU su. Idaie : a bonecra. o jantar.inbo.
a......o La, rf.m..l.rt.m.nT: ;.p(.iv..i ra e-*-. eram aiu.l. o prater de seus recreios ; ella
damenie rude, demasiadamente peulvel para
me insplrava. bem como sua irmaa (de um la-
o que ha de mala penlvel no servito de um na.ue ua iuieiiiscnc,a uc ... >m--
pagem, responden Mr. de la Bu.siere. Bem v. m.lhav um pouco. ,,or tanto a^ava-uie ra..
ierThora, que seu charo Fernando nao seria avoutade com Uerra.nea a qual escolbi para
er mulla visiutiade mesa.
,O.:lpe,0 coatrW.-.. he enc.n.ador.... Em- Vieran, annunclar a minba Vd que a me.a
bora. se pelo menos urna carreira em que o de- e.tava posta. ,,. M. ..,...
ver he un. pra.er de cada da, uina fes.a per- -- Vamos, meu filho, me disse ella, M tlUu
petua.... Falle-mcdlsso! eiclamou minha av. amigo sede galantes. Mr. Bar mundo dar.o
Entao, meu filho, o que dites agrada-te a pro- braco a tua prima Julia, tu a tua pruna uer-
posla r" crea que sim. mauea.
-- Hiiiln av... decldir-mc... assim.... iin-
...cdiatameuU'.... disse eu com embaraco. te-
iiieiido que Joao, o qual eu via pucos pasaos
distante de ".lili etaminaudo um quadro, ou.
[ConUntmr-ee-ha.]
ILEGIVEL


O Sr. Presidente decan ad lia la sessffo
para hoje 10 Jo crrante, ii nove je m c i a
horas damanhfla._____________
Communicado.
l'.HA VIACEM INESPERADA.
No vapor Parense, que diqui parti
para ot portos do gal, embarcou pifa a cor-
te chamado pelo governo imperial o meu
o llega e amigo Dr. Pedro de Attahy.li> Lobo
Nocoso, prime i ro clrurglfio do corpo de
saude do exercito.
Achava-se elle no gozo de licenca por um
ano, que o mesmo governo Ihe havia con-
cedido pare tratar de sua saude, quando
aem maia nem menos he intimado para no
praso de 94 horas embarcar. NSo Ihe per-
mlttindo o rigor da disciplina militar, qae
cortamente (seja dito de pasaagem) nBo est
em harmona com as luzesdo seculo, oppr
quaesquer razOes, que polessem obstar tSo
rpida partida, uBo Ihe restava senSo, ou
obedecer a orden), que Ihe foi intimada, ou
ir preso para alguma da* fortalezas! Bem
terrivel que he essa colllsHo ; mas ella po-
derla linda ser tolerada se se dsse com to-
dos os cirurgiOes do exercito. Infelizmente
assim nflo acontece; e be de notar que
aquellea cirurgiOas que adoptam a homceo-
pathia, sOo os nicos perseguidos, como
aconteceu no Aaranhflo com o Dr. JoBo da
Cruz Siutos, em Hacei com o Dr. Pedro
Tito Reges, e agora em Pernambuco com o
Dr. Moscoso.
Sella aos olhos a perseguirlo, que se taz
a lionlCBopathia oa pessoa dessesseus apos-
tlos do corpo de saude! A tiomeopathia,
que na pbrase de um sabio medico allopa-
the oDr. Hiici- i, Decano da universidado de
aples, he o apogeo do ciencia medica, ou a
a verdadeira ciencia medica, em lugar de
encontrar no governo do Brasil toda a pro-
teceflo, apoio, visto que o bou senso publi-
co ja a lem adoptado pelos incontestavois
resultados, que diariamente se manifestam,
s dalle tem recebido um desprezo tanto
mais imperdoavel, quinto os homens do
governo a adoplam particularmeale para
curar suas familias, e alguns at a exercem
em beneficio dos pobres! O tempo, que lu-
do esclarece, ha de um dia abrir os olhos
dessa sent, e deixar-lhes conhecor o mal
que fazem a humanidade por sua persegui-
do ollicial mais bella e til descuberta
dos lempos modernos.
Se a urgencia do sorvico militar foi que
occasionou a chamada do Dr. Moscoso que
eslava gozando de urna licenca dada pelo
governo, porque razSo se nBo lembraram
dos Srs. Drs. Jos Sergio Ferreira, e cirur-
giSoJoBo Diogo Duarte, que nSo seacham
munidos de licenca, e 14 estBo no MaranhSo
em perpetua tranquilidade? Ese tal urgen-
cia nBo existe de sorte que esses senhores,
que estilo em servido activo poderSo ser dis-
pensados de commissOes fra daquella guar-
nido, porque razSo so cassou a licenca do
Dr. Hoscoso, reconhecido doente pelo go-
verno, e se o arrancou do selo de sua fami-
lia I (juera nSo ve que essa odiosa parciali-
dade he urna calculada perseguido ho-
meopathia, e urna satisfagBo de odios mise-
raveis? Atquando ser letra mora o ar-
tigo da constituido que diz ser a le igual
para lodo quer castigue ijuer proteja P
Deposito toda a confianza no bom senso,
imparcialidade, illustragflo, o patriotismo
da mocidade brasileira, dessa mocidade
amiga do progresso, e felicidade de sua pa-
tria, dessa mocidade, que em breve tomar
cinta dos destinos do paiz, o o levar por
melhor caminho do que tem andado at
buje. Nella ni de encontrar a liomcopatliia
odesciivulvimenl i, e o brilho, que os vellios
governantes, salvas honrosas cxcepeea,
lem querido abafar, ompregando para cun-
seguir esse flm, quinto abu->o se pJo ima-
ginar. Tcnhuios nos os humoupalhas mais
un pouco de resignaeflo, paciencia ces,o-
rangas, porque Dos nos nao ha de abando-
nar, porquo a uossa causa he a da verdade,
e esta ha do ser combatida pelo erro, mas
nunca sera vencida,
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
P. S. Por pedido do Dr. Moscoso tomci
conta de sua clnica particular, echndo-
me de posse do seus livros de mscripgOes.
sdoentes, que estavam em tratameoto, e
mesmo as pessoas, que o costumavam con-
sultar, podem dirigir-se ao man consulto-
rio desde as 9 horas da mandila at as 2 da
tarde, na ra do Trapiche Novo n. 15.
Os pobres conlinuarSo a ser tratados gra-
tuitamente.ODr. Sabino.
ajuste do contn le nBo podesse fazer entre
inimigos:j era muito que cegos, e allu-
cinoJos tivosaem podido conceber O louco
rajado de ventaren a opposioSo a mais
ajusta o obstinada que se pola imaginar,
dirigida expreisamnnte fazer triunphar
urna verdadeira extortao; e qne Ihesserr)
elles meamos garbo, e oateotegBo de terom
comprado a jestiga, edoestarem no propo-
sito de esgolar no pleito oa 28 conlos que
confessam (levemos, como consta de urna
carta a nonyma que noaacabam de dirigir,
escripia pela propria letra do Sr. Lobo ;
mas cima de ludo islo, e como utlima pro-
va de depravarlo, e cinismo est o quere-
rem compar anda hje de boqrados e ho-
nestos, em presenta desles dous Tactos da
escuna Elisabelh, o do brigue Elisio; em pre-
senta de tudoo mais que se Ihes laogou em
face na ultima resposta do Sr. Soares Bar-
boza, o que elles oonfessaram pelo seu si-
lencio !
O publico que nosjulgue : he esse o nos-
so desejo, e ser esse o nosso Iriampho pi-
ra j ; porque mais tarde bavemos de tri-
umpharf mare de Dos) perante os tri hu-
mes do paiz Ilustrados, e ncorruptiveis
at onde nBo pode chogar a infiluencia mal
Sanha, e peior austenlada dos negociantes
escridos, e calumniadores, que se gabam
de ter comprado ao juiz que os absolvo, e
que nos defenderemos, repellindo o labo
de corrupto e venal, o acreditando, como
acreditamos, que se errou foi por falta de
informagOes, ou por confiar demasiadamen-
te as que Ihes deram nossos inimigos.
baha 22 de novembro do 1851.
Joaquina l'ereira Marinho e C.
N. B. Para melhor aprecala" dos factos
reproduzimos ein seguida a provocadora ca-
minara esentenga absolutoria dos Srs. Lo-
bo e ilarboza, extrahida do Mercantil
n. 260.
Correspondencia.
A' PRACA DA BAHA.
Constando aos abaixo assignados, nego-
canos da praga do Rio Grande que os Srs.
Joaquina Pereirj Marinho e C. propagaran)
que os abaixo assignndos nBo queriam che-
gora umaccordo do ajuste do contas com
os mesmos Srs. declarain que he falso, e so
se negararam e negam a faz-lo com o seu
procurador Domingo- Soares Baiboza(o
bem conhecido Le-Roy ou outro de igual
carcter) como j declararam no Rio Grn-
deme n. 59 de 13 de margo do corrento an-
no, e aqu o tornam a repetir.
Lobo 4 Barboza.
01 abaixos assignados lendo a cerebrna
corresponda do bem conhecido Domingos
Soares Barboza publicada no Rio-Grandense.
de hoje, nBo desconhecem queofim da pu-
blicado he incutir a desconfianga na praga
locaule ao crdito dess casa; porm fe-
lismente os fictos Ibes garamtem a cont-
nuago da honrosa reputagSo de que go-
zara, de lealdado e lizura as suas transac-
gOes, e promptidao nos seus pagamentos.
para mostrar quanto Domingos Soares
Barboza he incompetente para insinuar o
contrario, uevelarBo (a seu pezarjaopu-
hlico, que este individuo tflo bom cobrador
ne o mesmo que sempre levou mais de a-
ilo a pagar-Ibes, e ainda a ultima conta que
mes saldou era oulubro de 18*9, cootinba
urna addgBo de sal ( genero pagavel visla J
que remontava a abril de 1818, urna rdicu-
lana de 18 inezes! Declarara mais que non-
huma duvida so ihes oflerece em ultimar as
suas cuntas com Joaquim Pereira Marioho
e C, porem directamente com aquella casa
da Babia o,i por intervongflo do um homem
de bem, mas de maneira nenhuma se enten-
derio com o despresivel aulhor da desin-
telligrncia q^e se suscitou : isto he bem
uotorlo a o dito Domingos Soares Barbosa,
c mi quem so podero tratar dajla materia'
judicialmente. O nomo do nosso amigo o Sr.
J>i) Antonio Uorei'o invocado pelo nosso
gratuito .iggrcssor, em negocio para o mes-
mo Sr. completamente indll'ereiife be mais
um meio torpe de qu.irer apadrinliar com
um none respeitivel as suas biixas mai.o-
uras. para ver so se tirava som dcsar da o-
diosa posicJo em que se collocou. He para
esclareciuieuto do publico sinsato o que os
abaixo assignados julgam dover narrar, por
quanto cnteiidoin que os negocios particu-
lares de urna casa nBoso do dominio das
rcunioes de ociosos. Pode portanto o rifa-
ndo Domingos Soares Barboso revogar os
seus das de graca, que nBo precisara da sua
clemeocia. Rio Grande 12 do margo de
LA VAI PEORA A QUII TOCA.
Sr. Rodador. Achando-me ha tempes
munido de poderes suOlcientes par cuidar
da liquidagode contas dos Srs. Jaquim Pe-
reira Mannho e C, da cidade da Baha, com
o( Srs. Lobo e Barboza, do Rio Grande, le-
nho procurapo todos os melos de vir a'um
accordo aaiigavel, mas ufio o lenho podido
conseguir; porque os Srs. Loboe Barboza
parece terem entendido qae no desenvolv-
ment d'esta missBo s h 06 minha parle
capricho, e prtenlo a nada se quer en pres-
tar amigavelmenUrt preferindo lotes, em
prejuizo de seu proprlo crdito, que tal li-
quidagBo se faga judicialmente. He pois
provavel que eu tenha, em ultimo caso de
recorrer a semelhantes melos, mas pira que
injustamente eu Dfio seja acensado de nBo
ter promovido esta quidacBo por termos
pacficos, rogo-lheo favor de dar publici-
dade 4 carta inclusa, que em 21 de Janeiro
do corrente anno dirig ao Sr. Jos Anto-
nio Moreira, em occasiBo em que o Sr. Lobo
se achava nesta cidade, e da qual at o pre-
sente nflo tenbo obtido respoita alguma,
aem embargo de pessoalmente l ter por ve-
tes procurado,- o Sr. Moreira. porem, diz
que, tendo dirigido a minha carta ao .s'r.
Lobo, nunca elle a respeito d'ella, Ihe dera
resposta.
Ora, observen) os feitores bem o contedo
de minha carta ao Sr. Moreira, mediten- so-
bro o estilo em que est escripia, e vejara so
2
^SftL
Sr. redactor. Tendo viste hoje no Rio
OranrJenaeuma thoorias, produzdas pelos
Srs Lobo e Barboza, sobre urna quettao re-
latiuamenteao Sr. Domingos Soares Barbn
nflo pude deixarde revollar-me vendoapouv
ca discrioBo.com que aquellos Srs. serpft-
rem a uran'correspondencia inserida honten-,
no seu jornal, do dito Sr. Soares Barboza
bem longe est este Sr. de merecer assim um
tratameoto tSo burlesco e s proprio de
seus autora*: porm reata-mea porsuagBo
quo iaso nB passa de bravatas, por quanto,
he preciso que sajamos mui miopes at mes-
mo insensatos, para julgar-mos que aquillo
nflo sejatn consequencias da mais aquilatada
pobreza-de espirito.
Tenha pois a bondade de consentir estas
linhasjem seu conceituado peridico; alin-
de quepublicoajuizequea pessoa do Sr. Do-
raiogos Soares Barboza, sempre souba tor-
nar-se digno do conceito que at agora nel-
lese acha estabelecido e que nunca mesqui-
nhas vingancas poderlo entorpecer a mar-
cha de seus principios de honra e prohibi-
dade. Seu amigo e criado.
a agoa fria.
a> '
Os homens na socledade re-
presenTao aqulloquesBo, e
nSo o que os estpidos Ihes
ebimam.
Sr. redactor.Lendo no RioGrandenee n
-- 59, de 13 do corrente, a resposta que os Srs.
alioal he possivel tirar-seuma conclusflo Lobo e Barboza deram a miuha correspon-
quo uesdouro o meu carcter, ou desculpe, jencia de 8 do mesmo dquei completamen-
o procedimento dos Srs. Lobo e Barbnzi i te su.-prehendido, nBo da forma porque ali
querondo anda evitar qualquer motivo de sou tratado, pois que na sociedade cada um
desculpa da parte dos Srs. Lobe e Barboza, procede conforme a educagflo que recebeu,
e declinar de mim toda a respbnsabilidade mas da corigem com que aquellos senhores
Por falsas ">-* >'-------' ---ui
Com. com, Lobo aliarbosa tinhlo aqullos
ordenado ao sou corres, ondele de Lisbia.
a comprada umearrogamento de^vinh 4 de junHode 1850.-Amigo esenhor : J'DOr
aal que devia ser dirixido Loba )a|ho* stelirlgue levamos a Vm. escripto, p0rm
efessa praga, mas oceorre(do ocumaM^l
das que alteraran) as relaaflls estaDelecbJafc
e lendo os Srs. Lobo e Barbosa perdido-a
confninga de Marinho e Coma, tranamitti
rarn-m estes as suas ordeus prevortindo-me
competentemente para o'u tqnlr toalla do
ca'rregmentoda escuna UisaMth quando
aqni aportasse, passando a meu *der urna
ordqm para ocapUSo me entregar o carro-
lamento, cuja ordem liz chegar reaenga
do mesmo, capiada com oarta minba diri-
gido d'oita cidade, e que Ihe foi entregue
na villa de S, Jos do Norte no dia 2t de so -
tembro do anno passado pelo Sr. Antonio
Jos Soares Vianna, em presenga do Sr. JoBo
Agostinbo do Espirito Santo, que desprop-
sito convidou para traduzir a minba caria
ao capitSo uujez, o qual depois de bem en-
tendido, voltovj.a bordo da sua escuna, le-
vando por companhia os Srs. Vianna eJoSo
Agostinbo e ahi Ibes fex entrega da corres-
pondencia que dizia rosp'eito ao carregi-
menlo reclamando pungencias para que
quaulo antes se descarfUfssoa escuna, por
estar fazendo muila agu.
Em consequencia do que se abriu, logo a
seu bordo a correspondencia, e se deram as
providencias precisas para eomegar a des-
carga o em seguida pediu o capilflo da es-
raisas imputagOes declaro mu positivo aeatreveramaassignar una collegflodedes.
anda metacho d.sposto a oumpnr tudo propsitos que s parecein escriplos para
nto naque la minha carta expuz aoSr. descrdito de sous autores.
que
qua
Jos Antonio Moreir
se os Srs. Lobo e Bar-
Sr. redactor. Sorprehende-nos a cora-
gem.e impavidez, com que os Srs. Loboe
Barboza, do Rio Grande, se lembraram de
mandar reproduzir em seu jornal urna cor-
reeeondencia j publicada em 13 de margo
do corrente anno no Rio Grandense,perio-
dloo d'aquelia cidade, e que victoriosamen-
te refutada pelo nosso amigo, o Sr. Domin-
gos Soares Barboza, servio bem de Mimar o
JUZO publico 4 rospoito da deslealdad, fal-
ta de f, e,de honradez, com que esses Srs.
se bouveram nasrclagOes commerciaes, que
infeliz, e destacadamente mantivemos !
Por generosidade, e compaixSo, tinhamos
deixido de levar ao conhecimento do pu-
blico, e especialmente do commerco desta
praga, esse vergonboso abuso de confianga;
cssa traigoeira maneira de proceder dos Srs.
Lobo e barboza ; porm agora altivos, o or-
gulhosos, como se elles apreseotam, secun-
dados pelo Sr. Bernardo Rodrigues d'Almei-
da, agente, medianeiro, ou instruanlo da
dita publicagflo, s pelo ophemero tn'um-
phc obtido (comprado dizem elies; de urna
autnoridade talvez fraca, ou condescan lo-
te, he indispeusaval abater-lhe a ousadia,
nSo com calumnias, porque islo seria indig-
no de nos, ooim rana verdade dos factos
I So temivel, e aterradora, que esses Srs!
procuraran) embaragar com empenhos a pu-
bhcagflu d.-lla, c nflo oconseguindO toma-
ran o part-lo de calar-se como verdaderos
reos confessos. Portanto tenha o Sr. Redac-
to) a bondade de publicar em primeiro lu-
gar a correspondencia do Sr. Domingos
Soares Barboza de 8 de margo de 1851 que
deulugar essa calilinara dos Srs Lobo e
Barboza de 13 domesmo meze anno, e agora
reimpresas: em segundo e terceiro lugar
as correspondencias de 13 e 14 de margo as-
signadas por tm amigo ausente e o
Agoa finqese publicaran) no Rio Gran-
dense, e Diario do Rio Grande deseas mesmas
datas com o (Ira de re vindicar a honra ul-
trajada dapuelle noaso amigo o Sr. Domin-
go* Soares Barboza ; eetnquarto e ultimo
Jugar a resposta deste Sr. publicada no re-
ferido Diario de 18 de margo, e que nada
delxa a desejar nem como defesa para o
crdito delle, nem como prova do quanto
temos soflrido dos Srs. Lobo e Barboza, e da
injustica que acabamos de recebar pela sen-
tenca lamben) publicadada em seu jornal.
Ja era muito que esses Srs. descoobecen-
do todos os principios de honradez, o ho-
nestidado que caracterisam o verdadeiro
1851.
Lobo <\ Barboza.
Mulenga proferida e publicada em audien-
cia na questfio do ajuste de contas que
promovern) Joaquim Pereira Marinho
e C. por seu procurador no Rio Crande
Domingos Soares Barbosa i o bem conhe-
cido Le-Roy. )
Vistos estes autos ele Pediram as autores
Joaquim Pereira Marinho e C., pela presen-
te acgo, que os reos Lobo e Barboza fossem
citados para no praso de dez das assigna-
dos em audiencia, apresentarem as contas
relativas aos gneros que receberam sua
consignagBo constantes das facturas que of-
fereceram sob os. 1 a 2 e cartas de ns. 1 a 4
que se acham a fls. o fls., ou fazerom a com-
petente irupugnagSo sob pena de lancamen-
lo e sor a lirma social condemna la por sen-
lenga a pagar aquantia de 28:184,242 rs
Instarala assim a acgBo apresentaram-se
os reos contestando-a e ofTirecem a conta
de lis. acoipanhada das oulras parciaes de
fls. o fls., ocenparam-se em demonstrar,
que longe do serem deveveJores ao auto-
lores, eram pelo contrario credores desles
pelo saldo do 8:386,276 rs., e o exigiram
por via de reconvengJo. Allentando-se
porem na petigflo inicial, ou pepido dos au-
tores, v-se que com a apresenlagflo das
contas ficouesse pedido satisfeto urna vez
que elle nSo se estn leu a mais, e conse-
gniutemeiile loda a discussflo quesosegulo
foi sem fim proposto, e processada sem or-
dem, nem materia sobre a qual se lenna de
julgar; porque devendo a senlenga confor-
me as regrssde direito assentar sobre o po-
dido dos autores, quer este quer a replica,
alem d'aquelle j satisfeito, nSofizeram ou-
tro, nem trataram de materia aobre a qual
possa juridicanvnta proferir-ss urna deci-
sBo cenJemnandoou abselvendo nos termos
do artigo 231 do regul-mento d-25 deno-
vemqro de 1850, e conforme praxe estabele-
cid pela leginlagBo anterior ord. liv. 3' lit.
66 I., nem outro sim se deu a acgflo in-
tentada o caractir de nenhuma d'aquellas
que eslabdece o meimo
mo
minha correspondencia, nin
provocasseda
nina seine-
esta he ne-
0 '"'----------------- "" '------"" cess"i coufessar q"ue elles desoonhecem
i,UlV,''o ... inleiramento o que devora a si e a sociedade
Pellas, 8 de margo de 1851.Domingos em ger,
T",*Sr?".a-. ., .-.' Nunca foi minha inlengflo desacreditar os
i,.irnfi An'onio Moreira Pelotas, 21 de Srs. Lobo e Barboza, nem 13o pouco entrar
dn ,rnp.,r -^ODapadree amigo. Ten- com elles em urna polmica desigual (digo
nuiS eximir-me de entrar na li- desigual porque descouhego as armas on-
raT-UrinJ.decnUsdo,' Josquim Pere- cessarlas para rebater insultos e sarcas-
lohn-H kC ComD->. BWi comosSrs. rnos>; mas jaque assim o querem hflo de
roo ilarboza, do Rio Grande, nflooteuho arrepender-se JaaVwsoirameiilcabocanbar
l^?i!SftUir' Pe,a1r.,''>ver ji por quera a troco delnsullos o groaseirias Ihes
d m.md Par* UaDla a -8Ce9sid,de onereceu amizade e sincera mediado.
nn' .S25L"S"' um PMS0 <>e sua con- Seoobjedo de minha correspondencia
5rSi0iw re semoln,nt6 pojlo,- os f6ra, como dizem os Srs. Lobo e Barbosa,
no.' ?, ?. ^0n,p- p0nm lnslsteal em promover o descrdito de su. casa, bem sa-
nM .s"l,lcienle 1ueeu Promova a term- bem elles que eu tinha para isso motivos de
m,LL negocios, o concluem por sobra ; mas outro era o meu fim, mais no-
?"!.' P a ;emeln*n.l,e nm ?u" com- bre minha IntengBo. IVra abaterem o
mn uS!l22Su3ft* manifestando ao mes- neu orgulho, dizem os Srs. Lobo e Barbosa
nad. mff.vim ?qUB lud0S?Ja lern"- quelavei muito tempo a saldar-Ibes urna
m,.Lf,Tr?ae,IDente com Preferencia a conta, masconfossam que estamos quites
So.i?o. ?V.6 COm, "lCS S9"" ,e se onlinu.ssam nossas transacgOes esti-
ha^MW2SqaS5^^i!i!!* -iamos anda boje de conUaberta), ea B.
ar'Jm-'i-P.k os'^'ocerosneees- nal chamBo-me o despresivel autor de suas
'To^ZT^^rJ^Z't^,. -i-W"!.-^!'-.. recordarem que
tem
co
pi
ciaamn,ieT.,ndg/in- IliJ '&*$ ',0 'a P^rfedade""tem dalo" Te'm mTrecido
^ttS^f^SS3AS^,,ll& tifio ^ Historia criminal de Lobo e Bar-
unsdo oulros, so urna torceira pessoa pode Losa
lamhem "lh ?ViV?,""1?"'" bJ.eCl;e ""u" A onducta ommercial dos Srs. Lobo e
Meu2ni^ei2hr/H!!?i Saber Barbo*aiUo heobjeelo particular, est no
osd-seia E. mSBCarode1l.uen dominio do publico, o corre improsso cm
amito de ?odn, ,'.. tTJ^! d divarsos fulhelos 1ue andaB- P" "> n.Bo
reeua afuim \ embar deou-- emmflo por orapanhos, onde pode sor bam
uZlrm ', qU8.'ral,8'nSepri)- apreciada, d'ella sa colige, nSo s a razSo
&r uKfclTa """.'T Porque o Sr. Lobo fugio d'a B.hi. para o
'mdnrrm ..i??- t',d0SS't'Sfa5?- i'^'-onue, mas tambera se coneluo que
invado porem eu de dingir-me pessoal- nBo podo liaver maior inur.to
EHkcS
^z^iirr^rs^SiZ ttlsxf***'**provV
cuna quintia de 100,000 rs. por conta dos
fretes que eOectivamente Ihe foi entregue,
passando d'ella recibo. Quem pois vis-
ta do expendido poderia acreditar que os
Srs. Lobo e Barbosa se apresentariam em
publico reclamando pelo intermedio do
consulado de S. M. Britaunica o impedimen-
to da descarga, e n'alfandeg proprledade
dos gneros que deixaram ds despachar,
porque os imped legtimamente de leva-
rema effeito urna acgBo indigna de nego-
ciante probo e honrado ? certemente nin-
guem ; inaa o caso he que o facto he ven -
dio, e os documentos obaixo o compravarn
Rio Grande, 5 de outubra de 1850.Des-
pacho para Domingos Soares Barbosa o se-
guinte genero eslraugeiro viudo de Lisboa
na escuna ingleza Elisabeth, enviado em 27
do passado : C. S. 274 duzentas e setenta e
qualro barris de vioho tinto; 5 cinco pipas
de dito Joaquim da Costa Torres.
DeipacAo. Apresentando nesta data os]
Msrinho e C, enmo claramente se vai i,..
Sr. Demingos Soares Barbosa__Bahi. i
o tecehiment de cartas dessa nos faz ir
v|mente sua presenga. Da correinon
dencia que existe entre nos eos Srs. Lobo
Barbosa ( que Ihe faremo* conhecer na ori"
melra occasiao j temos conhecido que asu
homens, ponde de parte tudo o quo he nuns
donor, meios honestos que devera ter todo*
os commerciantes, procuraram acintos>S
mente tazer-nos passar por um nflo peone
no prejuizo l nfio sendo,.o primeiro de aun
somos victimas com o mesmo navio ele i
com o Elisio, surto nosse porto ha immens
tempo! Este proceder, pan core nosen
principalmente, que somos quem desta ora
ga Ibes demos os primeiros impulsos o
quem temos tratado deforma que elles'nBo
mereciam, he odiosamente reprehonsvi
e ontSo fomos obrigados a mudar de cor
respndante, e o fazemos a todo o custo
Vamos, pois, comraelter-lhe de tomar
Vmj conta doa nossos navios, vender seus
carregamentos nessa, e carrega-los.de xar-
que" -na conformidade de nossos avi-
sos. Se aceitar o que Ihe propuzemns
em resposta, a urna outra sua resposta
estamos de accordo a mandar os tres navios
( e nflo s os dous), sendo os dous avisados
e o Marinho II, que foi desta carregar a
Hacei, d'alli 4 Lisboa, pan deste uli.
mo porto lomar sal, algum vnho, ele, e
para ser dos primeiros a carregar. Alm
d alguma carga de Lisboa, ed'alguma agua-
ardente e assucar do Brasil, pouco ir qua
nflo seja sal e dinheiro, e eotflo nSo cuita-
ra muilo a vender semelhantes artigo*
por isso, quando mesmo nBo Ihe convenh
lomar parte nos carregamentos de xarque,
nao se devora esquivar de carregar-noa os
navios, vender o que para essa mandar-
nos, etc., etc.
Aqui offerecemos urna carta para o cap.
So do brigue Elisio para pr-se i sua dia-
IposigBo, se acaso ainda nflo estiver carro-
gado; e se isto acontecer, sirva-se dar-'
Ihe um carregamente ainda sendo o
que pedimos apromptasse para ottaiinko-
e entflo para esta daremos outrss providen-
cias, logo que saibamos que o Elisio toma
esta carga, para a qual applicar os ris
10:000/000 do saque, e asoogas que levar
polaca. Se, porm, o Elisio estiver car-
negociantes Lobo e Barbosa notas iguaes, regado e sahir com carga dada pelo Sr. Lo-
prsenle, pelas quaes pretendem despa- bo, oesse caso s cont com a polaca a car-
regar nesta tarde.
Tambera deve ahi aportar um navio c>-
trangeiro ( quando soubermos qual be, o
avisaremos ) que destinava carregar em Lis-
boa com sal e 120 pipas de superior vinbo
n noal ao tnr ah la- inl. ..J-_____i.
char os mesmos gneros, prove o suppli-
canie com documentos, na forma da lei
que estas gneros sflo de sua propriedade
ou c jnsignaglo, e nflo dos ditos negocian-
tes.
Alfandega do Rio Grande, em 5 de outu-1 o qual se or ahi ter, ainda sendo consigna-
bro do 1850.No impedimento do inspec-| do a outro, deve Vm. apresentar-sa a tomar
tor, Espirito Santo Araujo. d9"e conta, e mesmo prevenir desta ordom
lllrn. Sr. inspector da alfandega, Domin- aos Sr. Lobo e Barbosa,
gos Soares Barbosa, tendo sido obrigadol Para Lisboa vamos j dsr ordem, afina de
por V. S. a apresentar documentos que pro- ser-lbe consignado o Marino II.
vem sa o supplicanta est ou nflo aulorisado I Como j dissemos, se resolver-se a tomar
a despachar os gneros que nesta alfandega' parte nos carregamentos dos nossos navios
doram entrada, como propriedade de Joa-1 abriremos o crdito no Rio, sendo estabe-
quim.Poreira Marioho e C, da cidade da leci las as commissOes do parle a parte, as.
Baha, aprsenla como documento a mes-
raa carta de ordem de Marioho oC, da Ba-
bia, competentemente sellada e reconheci-
da, e desde j protesta contra a violencia
de V. S., se por ventura continuar a negar-
Ihe o direito. P. a V. S. haja de deferir-lhe.
E R. M.
Despacho.O documento que o supplicsn-
to exhibe nflo destroe o direito que assiste
sim como os fretes devem ser por Vm. cona-
cienciosamenle regulados, segundo as po-
cas de carregar, se, porm, nlo quizar
aquello negocio, nBo se negar a ser nosso
correspondente, attendendo a que Ihe da-
mos a preferencia pelo conceilo que nos
merece, e porque estamos conscios de que
nos serve bem. NSo deve ter o menor es-
crpulo em aceitar o negocio, c tanto mais
a Lobo e Barbosa para serem considerados! 1uo "9 impossivel quo ninguem, e menos
perante esla inspectora como legtimos| 9uem tanto nos conhoce como o Sr. Lobo,
consignatarios dos gneros cm questSo, ainz8SS0 oque tem feito, sem outro intento
elles, ou sua ordem directamente remet-'.oo "5o fosse de procurara desligagflo de
tdos do Lisboa, como do respectivo man- nosaas relagfles.
fasto e conhecimento a elle apenso. Alian-, Conle quo nada nos faz mudar depro-
dega do Rio Grande, 5 deoutubro do 1850. Posilo, e sentiremos profundamente que
No impedimento do inspector, Espirito San- So aceite qualquer das nossas duas pro-
to Araujo. postas.
Illm. Sr. inspector da alfandega, Domin-' Desejamoa-Iho melhor saude e felicida-
peudidas, ealem disso, conhega e manifes-
t quanto he vantajozo para todos que
questoesdetalnaturezaso liquidara parti-
cularmente. Ora, quando haja indisponi-
gao para tratar directamente comigo.fica
este obstculo removido entendendo-se el-
les com Vmc, eo compadre me transitlirt
o resultado de suas conferencias, para eu
lomar o accordo necessario em harmona
com as ordens quo tenbo. Querendo porem
desde ja dar comego a obra, devo dizer-lhe
que a primoira cousa que lenho a exigir sSo
as coolas de venda que aquellesSrs. falta
dar, depois dss quaes devem elles formar
sua cotila corrente, para a vista d'ella pro-
crennos remover todas as duvidasque se
olierecerem para chogar-se a final a um ac-
cordo satisfatorio que eu enlentendo nBo
ser mui dillicil de conseguir, se me acompa-
nharem em desejos. Tenha, porlanto, o
compadre a bondade de prestar-se a este
servigo, o acreditar na estima que Ihe de-
dica quem heDe Vmc. compadre, amigo
o obrigado. Domingos Suara Borbota.
Sr. Redactor. Quando houlem mqjlis-
seramque a correspondencia do Sr. Do-
mingos Soares Birhn/a. inanrla nn fe. .
Gradonse dessa mesmo dia, e reproduzid
do Uaiio do hoje, havia incen lalo o genio
fogoso de um dos socios da lirma commer-
cial Lobo e Barboza, e feito sahir do serio
ao outro socio, me persuad que nflo passas-
se isso de um desabafo contra as muito pru-
dentes raflexdes doSr. Soares Barboza ; a
ancioso aguardava a leitura das folhss de
hoje para ver emqual dellaa sabia a res-
posta que os Sis. Lobo e llorboza protesta-
vam dar, em defaza do seu creJito commer-
cial, que supponham compromettldo. Essa
resposla sabio com effeito no Rio Grandon-
se ; mas, cm vez de defeza, nBo he mais do
que um aponluado de insultse phrases as-
querosas, que polem de alguma forma ser
iido de todas as circunstancias, alim deaue
a onalh.nl. .. n
relevadas ao genio, ao carcter de qualquer
que tenha entranhas de Lobo, aflo por do-
mis improprias de quem, por indo-le e
piiiirae.iu. parece um inoffensivo coelho.
Para que os Srs. Lobo e Barboza pudes-
sem ter direito 4 benevolencia do publico
e do corpo commar-
rogulamento, co- P"* quem escrevem
lo se reconhece do procesao adoptado do Cl"'> a quem diz respeita a quesillo em que
ual resulta o verdadeiro caos em que cabio so achilo envolvidos, fra de mistar que, em
sta causa. Alem disto examinados os su-.voz de recorrerem ao sarcasmo o difma-
los por outra parle, v-se que sendo esta (3, se limitassem apenas defeza contra
causa commercial fji ella admittida em jui-'a accusagSo seria o regular que Ihes faz
zo com manifesta violagffo da lei, porque,"quelle a quem o simples procedimeuto nue
conforme dispeo art. 19 do regulamento ora tem para com os Srs. Lobo e Barboza
que baixou com o decreto n. 361 de 15 de seria bastante para eleva-lo na opiniSo pu-
julho de 18(4, nem os autores podiam in-!D"ca, sea esta j nSo tiveaae por ai, muito
ten lo I-a nem os reos defederem-so sem que tempo antes de serem aqui qualquer cousa
previamente moslrassem que se achavam os Srs. Lobo e Barboza, boje tambera confie-
quites pelo que toca ao imposto do ultimo cidos, a cuja lealdado e lisura commercial
anno relativo a casi commercial, escrip-'sBo mais que muito proverbiaos.
torio etc. a que respeita a questSo. O modo porque tflo inslitamente he alas-
Por tanto, e pelo mais que dos autos salbadaa reputagBo do Sr. Soares Barboza
negociante; ingratos, e traidores 4 nos quo constaedisposiges do direito com que me exiga quede prompto os seus amigos o
lhesdemos posigo, o crdito, nos quizas- conformo, julgo Ilegal e nullo todo o pro-'repellissem :ho isso o que fago, primeiro
cessado, deixando porem o direito salvo as'que o offendido venha confundir, com a ir-
partes de promoverem pelos meios edmpe- resistivel forga da sua consciencia honrada,
les a liquidagSo das contas, pagas as cusas os Indiscretos que lio injusta como viru-
accomoioJafSo, com o frivolo pretexto (que ( pelos autores em quo os conJonMO. Rio lentamente o provocaram.
ainda se animara a reproduzir) de nflo se- Grande 21 deoutubro de 1851, Sou, Sr. redactor. Um amigo ausente
rom amigos do nosso procurador, como sa Assignado- Manoel de Soma Attvedo. Rio Crande, 13 de margo de 1851.
por ventura o fossem nossos, ou como sa o __^___ __________
sem extorquir mais de 28:000,000, obrigan-
do-nos um pleito judicial, depois de re-
goitarein lodo* o* meios pacficos de urna
i -m ii la-ffn iivm > friunlA llfnlatvln f_i_>_ I
a semelhanle respeito nflo s se rmam as
ideas mas lambem se decida se ficou muito
airoso aos Srs Loboe Barbosa apparecerem
erpublicoempregandomeiusdetomarconla
de um carregamento que seu dono nflo quiz
consignar-lhese alm disso se ha muila ho-
nestidade na injusta queixa que os mesmos
movem por nico desorgo e vinganga con-
tra o Sr. Antonio Jos Soares Vianna, a
quem nessa cidade devem obsequios nflo
s de grande consideragflo, mis di natureza
d aquelies para que nflo ha outra recompen-
sa alm do sincero reconheciment, mas os
Srs. Lobo e Barboza, corridos e envergonha-
dosdeseu reprehensivel procadimento, ca-
reciam para seu desafogo sacrificar urna
victima ao sou resonlimenlo, o folhos de
meios aproveltram-se de frivolos pretex-
tos que sua propria consciencia recusa, pa-
ra mover urna acgBo criminal contra aquel-
lo que alm de haver exercitado por longo
lempo os deveres da hospitalidade cora o
Sr. Lobo, correndo o grande risco de com-
prometter-se, nflo pouco s6 esforgou para
iivra-lodeincommodosque parto estavam
ue chama-lo aura penoso soffrimento: mas
oido oSr. l.oboera amigo de Antonio Vi-
anna, porquo dependa de seus bons servi-
gos;noje Vianna nBo podo merecers sym-
palhiasde Lobo, porque este satornou um
ingrato.
O Sr. Lobo e Birbosa, esquecendo-se de
aiedaclassea qua pertencera, aliraram-se
ao pantano e agora, por mais esforgos que
fagan), poderflodesatolar-ae, mis nunca sa-
bir limpos; porque o crdito de ura ne-
gociante he igual a honra da doniella, que
urna vez maculada, por maior que seja seu
arreaeudimonto, nflo pode mais purili-
car-ae. r
Vamos poiis esclarecer o' publico acerca
do decantado cirregamento da Elisaib,
que tama bulla tem feito n'essi cidade pe-
las extraordinarias occorrencias a quo tem
dado lugar, allm, deque com conhecimen-
to de causa s.i (Irmem opniesdivergentes
e por urna vez se decida quem com jusliga
d'elte devia tomar conta.
Uxtadesintellgencia entro os Srs. Joa-
quim Poreira Marinho o Camp., da Bahia,
e Lobo e Barbosa, d'essa cidade, trouxe a
neu po ler as consignagOes e desempenho de
ordens dos Srs. Marinho e Camp. ora sabe
todo o mnn Jo o que a semelhante respeito
pralicaram os Srs. Lobo e Barbosa, e que of-
fendidos de samelhante procadimento, nflo
sosa negaram a concluir o carregamento
dobrlqueElisio.de propriedade de Mari-
nho, mas quizeram ainda tirar-lhe a carga
qne no mesmo havia mandado deitar, o que
a nnal se nflo verificou; e em ultimo resul-
tado, abandonando-nao o brigue em meia
carga, fui eu que conoluie o seu carrega-
mento, recebando em seguida todos os bur
eos dos Srs. Marinho e Comp, em eonsigna-
gflo. Em consequencia pois, nflo ha pes-
soa que ignore que os Srs. Lobo e Barbosa
deixaram de ser n'essa praca os correspon-
dentes da casa Marinho da Bahia, e que em
seu lugar me acbo competentemente aulo-
risado para o deiemponho de suas ordeos.
NBo lia duvida alguma que antes do in-
etrrompimento de relagOes de Marinho e
S. se sirva deferir-lhe. E R. M. I de agosto de 1850. Amigo eSr.-Sem ter-
oespacho.Quanto a pnmeira pa'te, re- mos cartas suas a que devamos resposta,
queira por carlidflo; indefenda a segunda, cumpre-nos ir a sua presenca para dizer-lhe
Lrut ut retro. Araujo.
Domneos Soi
do
ui ut retro. Araujo. que em 20 de julho estiva quasi carrejada
Domingos Soares Barbosa quer a certidflo do nossa conta em Lisboa a escuna ingleza
oondecimento annexo ao manifest da 'Elisabelh, capilflo R. B Tronsuale, na qual
mina mn n.. l,-/.v..l.ntf. a.. ..... .1m>i.. -__. .. -
escuna ingleza Elisabelh, ou que simples-
menle se Ihe declare se pelo conhecimento
indicado consta, ou nflo, serem os gneros
que o supplicante pretende despachar, de
legitima propriedade de J. P. Marinho efj.,
da Bahia. E R. M.
Despacho.O Sr. escripturario, que ser-
ve do escrivo, passe a certidSo, ou faga
a simples declarflgflo exigida. Alfandega,
5 de oulubro de 1850. Araujo.
Certifico que do conhscimento n. 1 apen-
so ao manifest numero quarenta e seis,
com que deu entrada na alfandega do Norte
no dia 1 do corrente mez, a escuna ingleza
Elisabeth, procedente de Lisboa, consta que
as sessuta pipas o tresentos barris da quin-
to com vinho tinto foram carregados no
dito porto por Bernardo Miguol deOliveira
Borges por conta de J. P. Marinho e C da
cidade da Bahia, a entregar a Lobo e Bar-
bosa, ausentes sua ordem. O referido he
verdade, e ao sobrsJito conheciiueulo mo
reporto Alfandega do Rio Grande, 5 de
outubro de 1850. Pelo escrivBo, Fernando
Ferreira da Silva. D. 320 ris. Recebl. B.
da Rocha. N. 4. Langada a II-. 4 v. Ar-
chanjo.
Illm. Sr. inspector da alfandega, Domin-
gos Soares Barbosa requer a V. S, haja por
bom declarar por despacho se o supplicante
Ihe apresentou ou nflo urna carta de ordens
de J. P. Marinho o C, da Bahia, competen-
iam 120 pipas com superior vinho de Lis-
boa, e o mais sal ; e este afretamento levou-
se a effeito por nflo chegar contra ordem
para essa carga ser embarcada no nosso 4fo-
rinho II, por isso conta daqui a pouco tem-
po, islo he, por todo o mez de outubro, com
outra, carga de vinho linto, branco, vina-
gre, sal, etc., etc.
Esta escuna ha de ir dirigida a Lobo
o Barbosa ; por isso tome Vmc. todss as me-
didas para o navio encontrar as providencias
precisas antes que aquellos senhores sejam
procurados pelo capilflo. O frete do navio
he de 24schilings por pipa, que ao cambio
de 27 ds. faz 10,742 rs. moda deste impe-
rio, e a tonelada de sal foi tratada a 22 l|2
sch., que ao mesmo cambio produz 9,818
rs. ; he porm mistar que alteoda as condi-
goes do fretamento, porque parece ter a ti-
rar urna commissfio.
Mandamos esta triplicada para chegar-llie
mao breve alguma via.
Desejamos-lhe saude por sermos de Vmc.
amigos, etc.Joajiim Pereira Marinho e C.
N. 35. Rs. 160. Pagou cento e sessenta
ris. Rio Grande, 4 de outubro de 1850.
Fr Coulinho.
Certificamos que a assignatura cima he
a propria e verdadeira de Joaquim Pereira
Marinho e C. da cidade da Bahia, pelo co-
nhecimento que dellas temos: Outro sim,
certificamos que Domiogos Soares Barbosa
lamente reconbecda e sellada, autorisan-1 he nesta prag'i o verdadeiro consignatario
do ao supplicante a lomar conta dos geno-1 de Joaquim Pereira Marinho e C. e se acha
rosque de conta dos mesmos Marinho e C. competentemente autorisado para tomar
importou de Lisboa para este porto a escu- conta de todas as suas consignagOes. Rio
na ingleza e;/ i'Wi. E R. M.
DeapacAo. Sim, e vai por mim rubrica-
da. Alfandega do Rio Grande, em 5 de ou-
lubro de 1850. Araujo.
Domingos Soares Barbosa, requer a V. S.
haja por bem declarar quai a rasflo em que
se funda para impedir que o aupplicante
despacha os gneros em questflo, quando
reconhece sarem elles de propriedade de
Joaquim Pereira Marioho eC, e osuppli-
raote competentemente autorisado a despa-
cba-los.
Despacho J defer. Alfandega do Rio
Grande, 5 de outubro de 1850. Araujo.
A' vista desles documentos ninguem po-
llera dovidar que os Srs. Lobo e Barbosa se
spresentarflo publicamente demandando a'
posse dos gneros contra expresas ordem de
seu dono, a qual em tempo competente Ihe
communiquel, e mu claramente se mani-
festa no documento seguinte, a que dou
publici lado, nflos para demonstrar que nSo
commelti a indignidade de procuraras re-
lagOes dos Srs. Msrinho e C, sendo desleal
aos Srs. Lobo e Barbosa, com quem eslava
em perfeila harmona, mas tambem para
provar a injusliga com que aquellea senho-
res me condecoraran) com o indigno titulo,
de despresivel autor de sua desintellgencia.
Grande, era 5 de outubro de 1850.Paivae
Vianna.Francisco Manoel Barbosa. -An-
tonio Ferreira Pontos.
Recoohego as firmas supra. Rio Crande,
em 5 de outubro de 1850. Em teatemunho
de verdade,Jos Luis de Mosquita.
Ora-, Sr. redactor, vista de documentos
desta natureza, quem poderia ao menos sus-
poitar que os Srs. Lobo o Barbosa se atre-
vessem a disputar-me a posse dos gneros,
para os vender por conta de um correspon-
dente que ha tres mezes Ihes bavia negado
sua confianca? Certamente que ninguem,
mas o contrario succedsu, e os Srs. Lobo e
Barboza davam publicamente como causal
serem-lhes os Srs. Marinho e C, devedores,
e temerem que Ihes nSo psgassem. Em pri-
meiro lugar posso afllrmar que os Srs. Lobo
e Barbosa por documentos existentes em
meu poder sao devedores a Marinho e C. de
muito mais de 20:000/; mas ainda quando
fossem credores, nflo ha lei que mande o
credor pagar-se por suas niflos, apoderndo-
se irregularmente de um carregamento para
vender por conta de quem o nflo quer con-
fiar a aua muito recoohecida probidade,
cujoa factos Ibe garanten) a continuagflo
da honrorosa reputagBo que gosam, de leal-
dado e lisura, as suas transacgOes,e promp-
Quemsoparou a casa Marinho dos Lobos e'tidflo nos seus pagamentos.
Goelhos nflo fui eu, mas a constante irregu-t Em verdade, Sr. radaelor.'acho esta lirada
laridade de conducta dos Srs. Lobo e Bar-I da correspondencia d% mena nobres conten-
bosa no desempenho das ordens dos Srs.(dores muito linda, os ainto que alm del-



T

y/

les ninguem mais por or o afOrme, m con-
tra-posicio fio que est demonstrado nos
folhetos dosSrs/Marinho eC
Jt outra raafio davam anda os Srs. Lo-T ALFANDEQA.
, Barbosa para apoderarem-sc do carre- Peiidjrn*fcto da da 1*510,7*
iscarregam Ao; 10 de dezimbro.
bo -
ment da Elitabilh Contra tonta le de
quein os bavia destetuido de seus poderos, o
tem a ser: terein uceado contra o corres-
pondente de Mirioho no Rio urna letra de 6
contos deris porconti deseas commitlon-
tes, que depois de aceitar deram ordem pa-
ra oSo ser paga ; o que fui exacto, mas ao
mesmo lempo que os Srs. Lobo Barbosa
conla vam a negativa do pagamento da le-
tra cilinm a sua origem ; portanto alguem
lhcs dsva raslo ; explicarei eu a verdadeira
causa, e o publico esclarecido decidir de
que parte est a rasSo.
Era 19 de junho do auno passado avisaran)
os Srs. Lobo e Barbosa a Marinho e C. te-
rem aaccado para o Rio de Janeiro contra
seu correspondente urna letra a 90 dias .de
6:433/010. por conla docarregaoiento do
brigue Elisio, accrescentando que, para nSo
augmentar o saque aguirdivim o recebi-
mentodealgumas quanlias; em 2 de Julho,
que linham comprado o carregair-ento do
' xarque para o musmo brigue, mas em 17 do
mesmo aban jonaram-mu o dito brigue em
meia carga, nfio lli'a tirando toda porque
os imped de faze-lo ;'e em 20 escrcviaui el-
COMMERCIO.
Batea ingleza --' Linda mercadorus. *
Barca portujuea Boa Viagem batatas*
cebollas.
Harcr belga, Louise mercsdoriis.
Brigue inglez Queen bacalho.
Escuna hollandeza ibirt -- mercadorias.
Brigue brasileiro Rio Ate fumo esabfio.
Hiate brasileiro jun-- generus dopiiz.
Hiate brasileiro .S. Jola dem.
Paticho brasileiro Bella Annita dem.
lmportaca&.
Barca belga Louise, vinda da Antuerpia',
consignada a N. O. Bieber & Companliia ,
manlfestou o seguinte :
45 barris pregos; a Crocco & Companlia.
1 caixa livros e 3 ditas diversos tecidos ;
aJ. Kellor &Companhia.
100 barricas (arlaba de trigo, 7 ditas, 108
caixas e 6 fardos forragens, 66 caixis armas
e ferragens, 60 barris pregos, 67 caixas pa-
pel, 4 ditas tapetes e 6 ditas podras marino-
re ; a Rrander a Brindis.
1 picote ignora-se ; ao cnsul da Blgica.
55 caixas papel ; a Kalkminn IrmSos.
6 barris pregos; C. J. Astley & Com-
Fes para a Babia ao Sr. Bernardo Rodrigues 'panhia.
de Almeida o que se v no Um da seguinte I, 26 ditos ditas e 12 caixas armas; a orden,
carta, e quedeu logar negativa para paga-! 16 ditas ditas e ferragens, 12 barris pre-
mento de sua letra, que comtudo se nSo ve- gos e 3 cifxai livros ; aos consignatarios.
rilcou.
Srs. Lobo e Barbosa.Babia, 7 de agosto
de 1850. NSo tenho cartas suas, respeito
0 resto da carga conduz para a Baha.
Hiate brasileiro Aguia Brasileira, vinda do
Acaracu', consignado a Manoel Goncalves da
ios negocios nossos s seu carg, fazemo- Silva, manifestou o seguate
Ibes saber que vem a nosso conbecimento o 3 picotes redes, 6204 meios de sola, 237
seu proceder respeitosocarragameutocom- couros silgado, Hsiccas gomma, 190 roa-
prado por nossa conta, como de sua carta eos couros miudos, 1 fardinlio camua, 2
de 1 de Jnlho pesiado, para o nosso bergan- pacotos carne, I barril toucinho, 1 sacca ar-
tim Klisio. Deixamo-lhes avaliar a respon- roz, 2 ditas farinlia, 2 malas e 1 canole car-
sabilidade e consequencias do seus actos, ne e queijos ; a ordem.
cortos porm que Votes, faltanm aosseus Brigue brisileiro Rio Ave, viodo do Rio
deveres em ludo e por ludo, pelo que pro- de Janeiro, consignado a Novaes d Compa-
leslamos por qualquer acontecimonto que ahia, manifestou o seguinte :
ao navio a cirga possa sobrevi', prevenin- 270 rolos fumo, 1250 caixas sabfio 1 dita
do-os outrosim, que Vmcs. por estes eou- espeoies medicinaos ; aos consignatarios,
tros passos se tornan) a nos rosponsaveis, n 2 barricas farinha de mandioca ; i Co-
nfio Ibes servirfio de defesa as intrigas do mes do Correio.
202 saccas caf ; a Amorim IrmSos.
120 rolos fumo; a M. M. Guedes.
1 caixa garrafinhas ; a M. B. de Houra.
3
verno Ihedar toda a publicidade para co- Sendo pois ivultidissim a somma das
nhacimeoto das partesinteressadas.
Art. 32.
Osdinhelros deauzentes, cujopigsmen-
.to.nfio for reclamado^lentro de trinti annos,
.contados do da, em que lioujerein entrado
nos cofres do thesouro,e tbesou/arias, pres-
creverfio em beneficios do estado ,* ji I vo
se, por qualquer dos meios, e ni di resto ad-
mitidos, tiver tido enlerrompidaa prescri-
bo. Quanto aos dinhelros desla origem,
ora existentes nos referidos cofres, de cuja
entrada j houver decorrido praso de tri-
la anuo, fleam marcados mais tres annos,
contados do-i da Janeiro de 1868. pira que,
dentro dclles, posBlo os intersaselos recla-
mar o seu pagamento, dizendo o governo
dar toda a publicidadoa esta disposi;9o pa-
ra conheclmeoto dos mesmos. Societaria
da thosouraria de fazenda de Pernambuco
6 de dezembro de 1851.Ignacio dos Santos
da Fooseca, oBIcial-Maior.
eclarajes.
26 saccas farinha de maodloca; a ordem.
42 rolos fumo; a Manoel da Silva Santos.
20 caixas ignora-se; a Oliveira Paiva &
que os fazem victimas alguns espartos.
\s -eslavamos no nosso direito rotirar-
lbes nossos negocios toda vez que linhamos
motivos, ou anda nfio os toado ; Vmcs pa-
ra obrarem o que obram tornam-se indig-
nos do nomo que deve procurar ter no com-
mercio qualquer homom honesto e de hon- Companhia.
ra. Esse pretexto que procuran) do brigue 2 ditas oleo ; a L. Bruguire.
Viajante ufio os justificara em nada, eterSo 2 ditas lanternas o papel de copiar, 2 bar-
de se eovegonbar, se se informaren) da ver- ricas ferragens ; a E. II. Wyatt.
dade, e entraren) no conliecimento que at 8 caixas o 10 pacotes especiaras ; a An-
a ultima hora da sihida do navio emproga- Ionio Joaqun) de Suuza Ribeiro.
mos meios para elle ir por sua conta e do 6 caixas fazendas ; a J. Keller & C."
Balthazar, e que so urna pequenez d'alm4
do capilfioevilou que isso acontecesse, o ja-
mis outra cousaque mal lhe fique.
Poitanto mocam as consequenctas do seu
proceder, ese Ibes resta vislumbre de hon-
ra, envergonho-se dos meios quo empregam
1 embrulbo ditas ; i II. J. Adour.
18 pecas cabos de cairo ; a C G. Gosta
Moreira.
10 barris salitre ; a J. Soum.
I caixa chapeos ; a Manoel L. Vieira.
Escuna hollandeza Albert, viada de Rol-
co'ntrs nossos inlereises, e i favor de qem lerdam consignad! Brandar a Brandis,
jamis tora a probidade que temos ; ieto manifestou o seguioto :
Ib'o sustentamos na cara. 873 caixas queijos. 50 barris raanteiga,
Nesta occasifio, e porque Vmcs. nSo sa- 100 barricas, 150 caixas genebra, 100 pro-
bemos se pelos ciminhos legaes, receberSo zuntos, 200 botijas oleo de linhaca, 20 sac-
do Sr. Barbosa um dinheiro que sdeviam cas especiaras,30 ditasalpista, tboceta,4
tomar quando demoustrassetu que Ihes era- caixas e 1 barril provisOos e merceana ; aos
mos devedores, pedimo-ikes para entrega- consignatarios.
remaoSr. Domingos Soares Barbosa qul- CONSULADO CERAL
quer quantia que do nossa conta tenham Rendimento do da 1 a 6 .
apurado, e venham a apurar, lomando del- dem dodia 9.....
le recibo e remetiendo-nos, cerlosque nfio:
prescindiremos dos juros com mor caos des-1
sa praca ; so outra cousa obrarem.
Tinhamos a iniciativa de nSo paganinis
a sua letra no Rio, que ainda se vence om I9
deoutubro; porm nSo os queremos imi-
tar, e ella ser devidamente paga.
Talvez quizessem, com nfio passarem o
reoibo por saldo dos carregamontos, do Cas-
ro /, llrce, fazer por em duvida nossa
conta, a vista do Sr. Barbosa ; isto mesmo
Ihes perdoamos, porque a paixSo e a colera
os cega I
7:661,901
1:010,483
8:672,384
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do dia 1 a 6.
Idea) do dia 9.......
412,919
40,153
453,102
Exportarlo.
Lisboa, birca portugueza Ligeira, dc36l
1)2 tooelladss, conduzio o seguinte: 2972
saccas, 5 caixas e 6 barricas com 15,192 ar-
lle do que serve a presente carta, lermi- robas e 10 libras do assucar, 80 saccas com
ndo com assiguarmo-nos de Vmcs. [458 arrobas e 22 libras de M**"0 "
Somosaoto. fquetas, 374 couros salgados com 12,007 Ii-
Vimos abrir pelo Sr. Bernardo Rodrigues I bras, 19 barricas ararula, 51.dllM,Pl0,"','iJ
de Almeida, eem seu irmazem, a sua cor-lditisrezina de cajueiro, 1 dita Otra,,i caixi-
respondencia pelo vapor ; elle todo se con-.nha gomois. 1 dita conlas do marisco, 103
fundi quando vio nella o effeito de susslcourinhos de cabra, 7 prancboes de oleoe
calumnias, isto porque nos o observamos ; 14 taboas de costado. ivrciiNaqrF
nfio podando ver oulra cousa, vimoselle HECEBED01UA DE ggg^SwMT
Reodiment'o do dia 9..... 480,190
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 9.....1:557,417
ler-nos o principio do accressimode20 de
julho, em que Vmcs. principiara assim :
O Padre //ainda esU na barra. O S. Pedro
est com 2 ou 3 hiales de muito boa carne,
da que tinhamos reservado para o Elisio,
etc., etc. E entilo he isto infame, ou nSo,
Sr. honrado Lobo ? Pois boro, he preciso que
oom a tanto nos submeltamos ; pdem dar
as suas ordens para o Rio para pagarem sua
letra, porque ordenamos que nosse corres-
pondente o nfio fari, e protestamos de novo
contra todas as consequencias de seu illegal
proceder.
lio do que serve a presente, terminando-a
assignando-nos de Vmcs. atlentos venera-
dores e criados.
Joaquim Pereira Marinho e C.
Ora, vista do expendido, poder* alguem
duvidir que os Srs. Maiinho eC. tiveram
nsfio de sobra para negar o pagamento da
letra f Pois os Srs. Lobo e Barbosa nfio de-
ram causa a aemelhante negaliva com seu
reprovadissimo proceimento de traspassar
para o brigue S. Pedro, do Sr. Bernardo Ro-
drigues de Almeida, o xarque que haviam
comprado para Elisio de Marinho e ('.. ? Eu
creio que sim, o at presumo que ainda bo-
je silo responsaveis pelo comprimonto de
sea aviso, assim como por perdas o dainos
que tiverem causado com o seu louco e ar-
bitrario procedimento.
Agora, om presenta de lodos estes escls-
recimentos, decida o publicoquem lem ra-
sSo, e se na motivo sufilciente para os Srs.
Lobo e Barbosa perseguirem judicialmente
ao seu amigo e bemfeitor Antonio Vianna,
por Ihes ter aborto ama correspoudencia
que, apelar de Ibes ser dirigids, mu bem
sabiam Ibes nfio partencia, nfio so ror
estarem avisados ha tres mezes de havo-
rem perdido a confianca de Marinbo e
C, mas porque elles mesmos baviam de-
miltido de si o mandilo, recusando-so ao
cumprimento de ordens de seu commiten-
te, o que evidentemente prvido pelu aban-
dono que me iizcrauj o brigue Elisio em
meii carga em 17 de julho : depois do qual,
outros contiuuei a receber em consignacSo,
sem nio disputaren) o direito, reservndo-
se s a faze-lo em outubro ao carregamento
da escuna Elisibeth, porque a Importancia
deste milito os satisfazla para darem urna
reconhecida prova de sua plena probi-
dade .'
Termino aqoi, Sr. redactor, e approveito
a opportunidade para agradecer, a lodos a-
quelles seohores que tiveram bondade de
tomara minha defesa, os valiosos servicos
que me me prestaran). Sim, senhores, ao
mesmo lempo que as setas da maledicencia
procuravam ferir a immaculada bonra de
quem as nSo havia provocado, vos, debaixo
do incgnito, me minislrastes o balsamo
consolador do vosso apoio, e os fizestes re-
verter para a origem impura de que bavia
emanado; licai, pois, certos que heidolo-
nar-me digno de vossa considerado, assim
como vos o sois do meu eterno reconbeci-
menio. Domingos Soares Birbosa.
Pelotas, 15 de marfo do 1851.
(DoUmmUildaBaMii.)
Movimentodo porto.
mm
Navios entrados no dia 9.
Babia 17 dias, hiate brasileiro S. JoSo, de
41 tonelladas, mestro Jos Antonio Fer-
nandos, equipagem 6, carga charutos, ca-
f o mais gneros; a Jos Antonio da Cu-
nta Irmfios. Passageiro, Joaquim Jos de
Souza,
Micei Sdiis, galen ingleza Bonita, de
299 tonellidas, capitSoW. Wellax, equi-
pagem 17, carga algodSo e assucar; a Do-
ano Vinillo & Companhia. Passagoiros,
Jos Marques Parearos e sua senhora, Ma-
noel Hypolito da Costi. Veio receber
ordens o seguiopara Liverpool.
Assu' 13 dias, bilgue brasileiro Santa Bar-
bara Vencedora, de 232 tonelladas, capi-
tflo Jos Victorino de Avellar, equipagem
12, carga sal e palhas ; a Amoro Irmfios.
Veio largar o pratico e segu para Macai.
Babia 6 das, barca ingleza Pricilla, de
218 tonelladas, capitfio II. Crone, equipa-
gem 11, em lastro; a Jones Patn & Com-
panhia.
Rio de Janeiro 23 dias, baica ingleza Bo-
bert A, Pailt, de 389 tonelladas, capilfio
James Me. Water, equipagem 13, em las-
tro ; a l'.i.lwav Robiliard & Companhia.
Lisboa 36 dias, brigue portuguez Novo (
Vencedor, de 166 tonelladas, capitfio An-
tonio Pereira Borges Pestaa, equipagem
13, carga vinho e mais gneros ; a Tno-
maz de Aquino Fonseca & Filho. Passa-
geiros, JofioCoelho de Oliveira Cintra e 1
criado, Antonio Duarle e 1 criado, Anto-
nio Jos RoJriguese 1 criado.
Santa Cilharina -35 dias, brigue brasileiro
Bolina, de 244 tonelladas, capitfio Mauoel
Moreira da Silva, equipagem 13, carga fa-
rinha; a Amorim IrmSos.
Navio sahido no mesmo da.
Emcommisso -- brigue escuna de guerra
Ganopo, commaodanle o primeiro tenen-
le Jos de Mello Christa de Ouro.
EDITAES.
- O lllm. Sr. Inspector da thosouraria de
fazenda, em cumprimento de ordem circular
n. 36 de 17 de novembro p. lindo manda
fexir publico as soguotes disposicOes da lei
do ore imeiilo ii. 623 de 17 de setembro do
corrent') auno .
Art. 13 < 16.
Reduzir a dinheiro os objectos de ouro, e
prala, e joias, que se acharen) em deposito,
nos cofres pblicos,quando nfio sejam levan-
tados, dentro do prazo de 5 annos, e isso
se nfio opponhfio as parles intereisadas. Es-
si disposicSo sor executadi do 1." de Ja-
neiro de 1852 em diante, a respeito dos ob-
jectos, que existirem nos ditos cofres, quan-
do for publicada a presenta lei, estando ja
completo o praso 8 cima marcado; eogo-
Pela subdelegada de San Jos fdraa-
prenendido,e competentemente depositado,
umquarlSo magrojfCastanho, que vagava
pelas ras desta frefuezia sem destino, com
urna cangalha nova : quem for seu dono
procure-o, para lhe ser entregue, pi ovando.
Subdelegada de San Jos de Recife 9 de
dezembro.de 1851. O subdelegado, Frao-
cisco Baptista de Almeida.
Pela 2.a sessio da meza do consulado
provincial se annuncia, que no dia 1.' de de-
zembro prximo vindouro, se principia a
contar os 30 dias para o pagamento a boca
do eolio da decima dos predios nrbannos
desta cidado, do primeiro semestre do snno
financeiro de 1851 1852. e que lindo este
prazo incorrem todos os quo deixarom de
pigir,na mulla do 3 por 0|0 sob o valor de
seus dbitos, e serfio do promplo execu-
tados.
TUEATRO E S1ZABEL.
25.* RECITA DA ASSIGNATURA.
Quartafeira, 10 de dezembro de 1831.
Depois da oxccucSo de urna dasmelhores
ouvertura's pela orchestra, representar-se-
iia a iuteressaole e muilo applaudida opera
brasileira em 3 actos,
O Fantasma Bronco.
No intervalo do segundo ao terceiro acto
as senhoras Lauda e Carmela Lucci, cauta-
r,'i i o bello duelo da opera
Norma.
Terminar o espectculo com o ultimo
acto da opera.
Come cara > 8 horas.
Os bheles acbam-sc venda no lugar do
costuuae.
Beneficio da artista
MANOELA CETANA LUCCI.
Sabbado, 13 de dezembro de 1851.
Depois de urna escolliida ouverturs, subi-
r soena pala primeira vez o novo e muito
interessanle drama em 4 actos, intitulado
Sonho ou o lerrive-1 li i do
Uzurpador.
Personagens.
Eduardo, conde de Glentorne, o Sr. Ger-
mano.
Alfedro, sobriabo do conde, o Sr. Bezerra.
Lord Sterson, o Sr. Coimbra.
Rodolpho, capitfio das guardas, o Sr. Pinto.
Poly, (ilhade Rodolpho, a Sra. D. Manoela.
Ricardo, valido do conde, o Sr. Iteis.
Times, sargento das guardas, o Sr. Cabra!,
lledoizes e Joas soldados, o Sr. Minleiro o
Raymundo.
Jacquus, pescador, o Sr. Alvos.
Soldados, povo, etc.
No fim do drama as Sras. Landa e Carmela
Lucci, cantara o muito applaudido dueto
da oiora
Anna Bolena.
Terminar o espectculo com a muito
graciosa comedia em 1 acto, composiefio do
Sr. Peona
O caixeiro da taberna
A beneficiada pela primeira vez espera
merecer protecgfio do Ilustrado publico
desla capital.
Osbilhetes acham-soem casa da benen-
ciada na ra da Gadeia n. 7, e no dia do es-
pectculo no escriptono do theatro.
Theatro de Apollo.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Sabbaio, 3 de dezembro da 1851.
Depois de urna nova o escolliida ouyerlu-
ri tocada em grande orchestra, subir pela
primeira voz a scena nesla cldale, o magni-
licoe pomposo mysterio, adornado demu-
zicae cinto, em -5 ictos divididos em 7
quadros ea intermedios, di hbil penm do
eximio poti franco/. Alexandre Domas, in-
molado :
D. JOAO DE MARAA,
ou
A Queda de um Adjo.
Personagens e actores-
D. Jofio deMiranfi o Sr. Gumarfies.
D. Jos de Maranfi o Sr. Amodo.
D. Mortez -- o Sr. Miranda. .
D.;Christoval o Sr. Telles.
I). Manoel o Sr. Conrado.
D. Sandovald'Ojedo -- o Sr. Gyrillo.
D. Pedro o Sr. Jorge.
D. Hcnriquc o Sr, Figueiredo,
D.Tradique o Sr. Caetano.
D. Snchez -- o Sr. Senna.
0 Anjo Mao -- o Sr. Mello.
O conde de Maranfi N. N.
O Senescal--N. N.
Gmez o Sr. Santa Roza.
Ilussein, criado, pagemo Sr. Euzebio.
Um Anjo o Sr. Doniellas.
O bom Anjo,
poldiui.
Tlierezina a Sra. D. Joanna.
Ignez a Sra. D. Carolina.
Victoria aSr. D. Josephina.
Paquita a Sra. D. Soledad.
Ca olma a Sra. D. Anna.
Joanna a Sra. D. Luiza.
Sozor rsula a Sra. I). Luiza.
UmAnjo N. N.
Pageos, soldados, cavalleiros, etc., etc.
Quadio primeiro.O Caalell dos MaranSs.
Segundo.Castalio de Villa-Mar.
Primeiro intermedio.O Co.
deapezas feitas pan este Mysterio o empre-
sario v-se ni rigorozi nacessidide de nfio
sdobrar os precos, como tambem vender
osbilhetes para trezooites, sendo a primei-
ra na do dia 13, segundi na do dia 17, e a
tercoiri ni do dia 20.
Prepet.
Geral. (,000 rs. pan if trez noiles.
Caiieirii. 9,000 rs.
Camarotes. 30,000 rs".
Os Srs. assignanlos porm nSo solTruram
Iterjcfio alguma nos" pregos de seus cima-
rotes, e bilbetes de cadeira.
Entende-se por geral os sssentos que (i-
cam por baiio da primeira ordem, o por.ca-
delrs, todo o centro da salla.
Cniocara aas 8 horas em ponto.
Os Srs. queja bavifio encommendado ca-
marotes; queiram novamenta dirigir-sea
casa do emprezario ra do Apollo n. 27, se-
gn lo andar, ou ao thealro com anteceden-
cia.
Os bilhetes verdes, tanto de platea geral,
como de cadeira e camarote servirn para a
1." uoite os azues, para segunda noito;e
os amare los, para a terecira noite.
Avisos martimos.
O hiate brasileiro Olin la, confare para
oCear at sabbado, e seguir para esse
lugar com o que tiver a bordo;]para a car-
ga, a tratar com Manoel Diss, na ra da
Senzalla-Vellian. 18.
-- Para o Rio Grande do Sul, seguir em 32. Anna Mara da Conceicfio Roia.
poucosdiM, portera maor parle do seu o bachareUofio Vicentto da Silva Cos-
carregamnto prompto.o brigue nacional | ti avisa a08 sous prenles e amigos, que
Carlos, capitfio Jos Joaquim Soares : quem; podem procura-lono bairro di Bia-Vista,
no mesmo quizer carregar ou hir de pas-| n d, s Cruz 6-
suas fadigas, por tanto lempo e tfio assidua-
mente ixercidas, na escola pratiea de Pa-
ria, onde obteve atteslados que muito lhe
honran). E o que esteja a seu alcance para
soccorrer a pobreza elle o far, j gra-
tuitamente dando consultas em sua casa,
que serfio das 7 as 8 e meia horas da nu-
nlifia ; ja mesmo visitando gratis aos po-
bres que por ventura nfio posaam l ir ter :
no aterro da Boa-Vista, casa n. 34. Dr.
Carolino F. de LimaSinlos.
Euabaiio assignada, faco scienle ao
respeitavel publico, que sahindo na midru-
gada do da 8 do correte (ara a rnisss, da
penha as 4 huras, achti a porta da ra
aborta a gazua, o a foichadura da gaveta da
commoJa arrancada,da qual roubaram-me
os pinhores que tinlu ompanliadj, que sfio
os seguintes : cordOes 5, me.mitins 2,
lavradas, e mais 3 lizas com diaman-
tes, brincos 8 pares, entrando oeste nume-
ro 6 com diamantes; allinetesde abertu-
ra sem diamantes 3, o mais 1 quebrado, fita
de lii'.ic'i I par, pulceira 1 dito, aneloes 9,
moeda do valor do 1,000 rs. 1, continhas
do Rio de Janeiro. 1 maco ; pecas do braca-
Ibetes6, cruz 1, liga 2, argollas lizas 1 par,
solitario de podra I dito, sen lo estas obras
todas do ouro, o as de pratasfio as seguin-
tes : coreas 2, bandeira do menino Dos 1,
colheres grandes I, pequenaa2, resplando-
res 6, h iliu-.mli i de tartaruga 1, 1 dito de
aogico, pequeo; bocta de pinho 1, ba-
lanza de pezo 1, o 1 marco, e dioheiro de
sedulas 20,000 rs. : quem delles tiver no-
ticia, dirija-se a ra do Kagundes cass u.
sagem, para o que lem mu excellentes
commodos : diilja-se a Bailar & Oliveira,
na ra da Cadeia do Recife, armazem n. 12.
Para a Baha o patacho Aracaty por to-
da esta semana; lem o carregamento promp-
to.recebe apenas alguns volumes pequeos ;
trali-se com Manoel Dias ra da Senzala ve-
lba n. 131.
- Esta frete a barcassa Aurora feliz pa-
ra qualquer porto,sendo pin o Sul at o Rio
de S. Frinciseo e pari Norte at o Ass.
Esta baicassa fui ltimamente construida,
0 abaixo assiguado, moridor na co-
marca de Caruaru", desoja saber aonde re-
sido sua mana Bit i Isidora,da qual deixou
de ter noticia e do a ver desd 1819 a 1820 :
tonha uois a mencionada Sra, a bondade
de declarar por esta follaj, o logar do sua
residencia, a negocio que lhe diz respeito,
e do seu inieresse. Purcouo Jos da Ser-
queira.
-- Podo-so aos dcveoros da casa do fi-
nado coronel Joaiiuim Jos Luiz dd Souza,
- que tenham a bou lade de satisfazerem os
esta muito segura, he boa de vola, o pega saus Jeullosnesleg(5 dM< g,.ao quara m
no peso de 40 caixas com SMUOSr : para tra- > ver seu4 |100les estampados nesta folha.
lar com o mestre da mesma no Forte do |craell1B ni) dia 8 Uo corront8 desdo
Mato, onde ella esta ancorada, ou na ra do, pri)(;il a uoa-Vsta at a ra da Cadeai
llangel n 56. Ido Rccifie urna pulseira de ouro com um
l'Ali\ RIO iJL JANL1UU. diamante, o esmalte quem sobar leva a pra-
Sahecotn a maior hrevidade DOS-, da Boa Vista n. 8. que se gratificar,
. Precisa-sede urna ama para cosinhar
Sivel por ler parte de seu carrega- plra urna familia i na ra larga do llosa
ment prompto, o veleiro brigue
o veleiro
nacional Rio Ave : quem no me*-
rio ii. 21, na taberna da esquina que volta
para o quartel,
-- Aluga-sc um sitio que tonha cisa de vi-
mo quizer carregar, ir de passa- venda o commodo para pastar 12 vacas : ni
- -..ll >"ua do Bangel n. 56.
Alugi-se pelo lempo da festa, urna casa
no largo de Apipucos bastante grande e do
lado do rio, quem o quizer, dinja-sea ra
das Larangeiras 11. 26.
-- Roga-se encarecidamente o nume da
scena Pernambucana o lllm. Sr. Germano
Francisco do Oliveira o especial favor de re-
petir em scena osaudosodrsma
A Grdca de Dos,
muito desojamos tornar a ver a campone-
sita e o ingragado Pedrinho cantar o doto
da Saloia : conllamos muilo na bondade de
S. S*. para atlender o nosso pedido visto que
o seu nico desejo he s de agradar o publi-
co.isto pedem. Os Manoellitas,
gem, para o que tem bons comino-
dos, ou embarcar escravos a frete
entenda-se com o capit3o do mes-
mo brigue, Elias Jos Al ves, na|
praca do Commercio, ou com os
consignatarios Novaes & Compa-
nlia, na ra do Trapiche n. 3-1.
Compras.
Compra-so urna escrava que seja moa
ja, e que sai lia cozer : na ra larga do Ro--
zario^lJotica n. 36, se dir quem quer ooos-
prar.
Vendas.
Leiloes.
Ocorroctor Oliveira, far leilfio, por
ordem do capitfio F. P. Jost. por conta e ris-
co de quem pertencer, e cm presenca do a-
gente de Lloyds, d'alguns mantinientos, e
sobrecelentes da barca ingleza Ospray, coii-
sislindo 10 vergas e paos, 81 linguados de
ferro, 1 ainet, 50 jardas de lona nova, 1
barril de carne de porc), e 5 ditos da de
vacca salgada : qoarta-foira, 10 do conon-
le, s 11 horas da manhfia, porta da Al-
andega.
C. J, Astley & Companhia, (arlo leilfio
por iutervenefio do corre tor Oliveira, de
variedade de fazendas de bom gost", e to-
O Dr. Sarment n3o tendo
podido descobrir a residencia das
senhoras DI), francisca Victoria
da Costa Ayres, Alaria da Concei-
co (lazar, Alaria Anna Joaquina
da Silva e do Sr. Manoel Francis-
co Marques : roga-llies queiram,
dasproprias para a prxima fisla ; assim. para negocio UC seos ntercsscs
como da 4 caixas com couros de lustro : COrnpaiecerem, ou mandaren! a sua
quarta-fer, 11 do corrente, s 10 horas r
da manhfia, no seu srmazem, ra do Trapi- casa, na na do yueimado n,4t),
che.
- O
corretor Olioira, far
perloncmto a Manoel Loe l'onpou : sexta-
fcira, 12 do corrente, s 10 horas da ma-
nhfi 1, no primeiro andar da sua casa, ra
I I l.l l.-i.i. ______________ ________________________________
Avisos diversos.
Ponte
ou no sitio que oceupa 111
eporefioda mobiliaiiova,ocom0pou! co uso, o de um excellente piano, outr"ora cisco Antonio de Oliveira.
D'Sapparecou no di 2 deste corrente
mez do dozombro do oiigenho Kspirit i-San-
to ni cominarca do cibo, um escravo criou-
lo do nomo Alexandre di ida lo 25 annos,
com os signacs seguintes.Mlura regular, re-
forjado docorpo cor fula visla agrad ivel.som
barba, nariz afilado, tem o dedo ndex
da mo diroita quasi alejado de um SOC-
cesso, que licou com o dodo torio ja foi
surrado, toma tabaco, tem os oltios es-
branquc>dos he muito cochudo, e b.-m
escorrdo de canellas, e pos. Quem o pegar
ou doli tiver noticia dirija-se ao dito en-
oscravo croulo de nomo
Luiz, de idade i > anuos.
Precisa-se de urna criada, forra ou es-
crava para casa de muito pouca familia: pa-
-- Precisa-se de urna ama para urna cas8;
de pouc familia, e de portas a dentro : ni
travessa do Corpo-Santo n. 29.
Attenco.
Dosappareceu hontom 8 do correle, um
OtcborriohO ratero do raQa ingleza, muilo ,
novo, d pelo nomo de Malambo, tondo os genho ou nesta praca a venia de Jofio Josc
signaos seguintes : cor [reta, peito branco, do Monte as Cinco Poutis n. 92, quo sera
ps e focinho cor de np, com umi mirc bom recompensado.
branca no pescoco, urna das mfios um tanto -- Thomaz Mana embarca para o Rio de
torta : quomolevara ra do trapiche No- Janeiro, o seu
vo n. 10, ser gratificado elai do quo se
ficar muito obrigado.
Iloje depois da audiencia do Sr. Dr.
luiz municipal da segunda varsdocivel.se: ga-se bem e oxige-se que sirva para cosi-
liade arromatar una casa de pedra e cal,, nlnr, e sabir quando for noco3sario : na ra
na ra da Assumpcfio, poquena, com 20 Direita n. 29 1.* andar,
palmos de frente. e40 do funlo, cosinba Preoisa-se com urgencia, do um Sr.ca-
fra, pequeo quintal murado polos lados, pellfio para dizeris missss do Natal em um
cacimba, tendo sotfio com janellas paraos engenlio 4 iegoas, tendo a conducsao de
fundos, avaliadaem 500,000; porexecuefio ida e volta: no pateo da Penha sobrado
de domingos Caldas Pires Ferreira, contra do 3 portas o mirante, para tratar a tarde
o Dr. Iganacio Nery da Fonseca, ho a ulli- a qualquer ora.
oa praca. "" abaixo assignado declara que ten lo
mmmdmt MMNMflrWWKi -" iIl' ,'1' an-malado um sen escravo do nomo
W Preciss-so de um ama, que tenha Francisco de naci, e isso por oxacuco do
-SI muito bom leite, sendo forra, e que % Joaquim Ferreira contra Domingos Pereira de
SororMartia a Sra, D. Leo- fj seja limpa para amamantar urna cri- O Men launa sem que o mesmo abaixo assigna-
sororaiarma ara. a. i.s 4 aQJa de n,^,,^ paga.se benl : quem W do seja responsavel por urna tal divida.e sem
se adiar nesta circumsUncia, dirija- que fossem atlendidos sous emba gos de 3.
ifi se a ra da Matriz da Boa-Vista n. N
(E 16, ou annuncie a sua morada, para irri
^^ISSZf^S^l!^?^^ I loYo abaixo assignado, como he de lei; faz-
3.0 andar do sobrado n. 4, do aterro da B01-; ?__? doclar,?0.!_' n3.u.em,-P".a.i."
Vista, muito fresco, e com muitos commo-
dos para grande familia, e o" andar do
sobrado n. 2* da ra da Aurora, tambem
'com bons commodos para grande familia,
1 e muito fresco : a tratar na ra da Aurora
Quidro terceiro.-mi elegante pausidi em n. 26, escriptoro de Francisco A. de Oli-
Madrid. .veira.
Segundo intermedio.--A terri. -- O innunciante, tendo estudido na
Quadroquarto-Uma igreja. i Franca, medicina e Cirurgia, deo-so com
quinlo.-Um claustrodosTrappistas. especialidade arte de partejar, e tambem
c sexto.--Umi sella no convento do 1 certis operacOes relativas as molestias
Rozarlo. i da vias ourinarias como eslreilamentos,
c setimo.-Um aotigo castalio srrui- pedrss na bexigs, tumores etc.; tem com-
nailo ao luar. sigo os melbores instrumentos para partos
Sendo todas estas decorarles totalmente e litbotricia. dos quaes alguns, nfio creo
novas,c preparadla com todi aquella magni- que entre nos tenham sido, nem geralmou-
ficeocia, que exige o autor do Mysterio. le coohecidos, oem convenientemente ma-
lla mais de trez meaes que o empresario nobrados. Relativamente a certas moles-
declara, queosseus embargosdepoudem an-
da de julgamento em superior triuunal, e
que se forera acolhi los e julgados proceden-
, tes tora o arrematante do escravo derestitui-
do Apollo trabalh em apromptar esledra- tias ioternas, e seus meios curativos nos-
ma, nfio esquecendo a mais insignificante sas ideas existom na scieocia, das quaes o
exigeocia;e parecendoimpossivelqoe urna annunaiante j fizora meucfio na Baha, e
empresa tfio oascente podesse levar a scena espera aqui ler occasuo do dar-Ihes publl-
compozicfio Ifio dilcil dispertou toda ad- cidade. Urna deilas be a diabetis ouri-
miraefiodas possoas entendidas nosta ma- as doces molestia, que os palhologislas
teria, porm ei-lo alfim prompto, depois de linbam errneamente classillcado, mas quo
vencidos numeras obstculos, e grsnde s physiologia do seculo veio pO-la lora de
despeza, que faria'desanimar a outro que toda a duvida.
nfio desejasse nicamente agradar ao gene- Do resto : aannunciinte so espen da be-
rozoso publico desta cidado, sem attendernevoleucia do publico, occasifiO, em que
a beneficio seu. (comselos possa mostrar o resultado de
ressir. Joaquim Das Fernandos.
OITerece-se um homom portuguez para
trabalhar de hortelfio em algum sitio perto
desta praca, o qual tem muila pralica por
ser hornera do campo, e tambem trabalba
do carpini l quem do seu presumo ae qui-
zer utilizar dirija-se a ra da Lingota n. 12,
que achara com quem tratar ; ua mesma su
vende 2 armarios grandes proprios para
guardar diverjas cousas.
Aluga-se o quarto andar da casa da
ra larga do Bosario n. 36, procure na bo-
tica da mesma casa.
Precisa-se de 100,000 rs. a premio, por
lempo de 4 mezes, com boi firma : no rui
de S. Rita n. 92, se dir quem quer.
Alberto Jacinlho de Souza tem justo e
contralado com a Sra. D. Anna Mari) de
Souza, 1 compra de seu escravo crioulo,
de nomo ferino, de idade de 14 annos
poucomaisou meuos, por isso quem se
julgsrcom direilo ao dito escravo. dirja-
se no praso de 3 dias, ra Direita o. 27.
As pracas da fazenda anuunciadas em
os Diarios de 26, 27 e 28 do passado mez,
(icio transferidas para a primeira audien-
cia.
Antonio Jos Ribeiro Bastos, embarca
para o Rio de Janeiro, a sua escrova, criou-
la, de nomo Moquelins.
F0LII!\II.1S DE AlIASIAK
PARA 1852-A320R.
Sahiram a luzasfolliinhasde al-
gibeira contendo o almanak, ad-
ministrativo, mercantil, e indus-
trial da cidade do Recife a pro-
vincia d Pernambuco, augmen-
tado com 48 paginas, corregido e
addicionado de novas repartieses ,
&c. Esta iblhinha he sem duvida a
mais til e a mais barata porque
conten 336 paginas as qnaes es-
tao inscriptas, alem. do Calenda-
rio a Augustissima Caza Imperial,
governo da provincia, cazas titu-
lares, representacao provincial,
todasas reparticoes publicas, com-
panhias, advogados, solicitadores,
mdicos, negociantes, mercadores,
artistas, fabricas, e emi:<.i todos
os cstabelecimenlos de porta aber*
ia&c.&c. Vende-se nicamente
na pia^a da Independencia livra-
ria 11. Ge 8 do editor proprietario
a ..'.o rs. cada urna.
.ilacaes ocastanhas.
Veodom-se maefios o c ataiihas chegadas
do Porto : na ra da Cadeia do Reclffe n. 4.
Ven,Ui-so a casa do sobrado n 0, da
praca da Boa-Vista : quem a pretender en-
tenda-se com Joaquim da Silva Castro na
ra4o Crespo,
Vende-se cem slqueires de ssl por oom-
modo proco na ra da Cruz do Reslfe
0.2.
Vende-se palhas de coqueirosm poroto
e a retalho na ra Direita easa de Jos Jos-
quim de Abreu n. 70.
Na ra do Livramento sobrado n. 10,
se dir quem vende um adereco, 2 toltss, 3
alfioetes, 1 tranceln,4 anelOes, 2 pnlcalras
1 bandeira de menino Daos, 5 pares de brin-
cos, 1 relogio patente inglez, e 24 colheres
de prsts.
Vende-se natavema do E-
lephante, na ra do Hospicio, bar-
ricas com bolachinha ingleza, das
mais novas que ha no mercado, a
2,4oo rs. a barrica, e a retalho a
isors. a libra.
Bilhetes do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia n 4> vendem-se bi-
lhetes iateiros, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos, a beneficio da
19. lotera do theatro de S. l'edro
de Alcntara, que corre no dia i4
do corrente, espera-se a lista no
primeiro vapor.
A 1,200 rs.
Vendem-se peles demarroquim
de todas as cores, pelo baratissimo
precode 1,300 rs. cada urna, e sen-
do em porco d-se mais barato :
na ra Nova, loja de ferragens n.
ao, de Joao Fernandes Prente
Vianna, defronte da boneca.
Cheguem freguezes a pechincha ,
antes que se acabe.
Na ra larga do Hozario n.21, na
ra doGollegio n. 3, e na praca da
Independencia n. .], ha pora ven-
der latas com duas libras de mar-
melada, muito fresca e superior,
vinda de Lisboa, pela barca Ligei-
ra, ussim como frascos de doce em
fatias de marmello com seis libras
cada um; pecego e ginja, tudo pa-
lo diminuto preco de 420 rs. a li-
bra; a elle freguezia, pois se est
finalisando.
Attenco.
Sfio chegadas a loja de ferragens da ra
Nova n. 20, defronte da bonecs,de Jofio Fer-
nandes Prente Vianna, as muilo apreciadas
jarras e baciax Chine*, obra muito recom-
mendavel, pela sua duraqfio, e diliculdads
em quebrar-se.estas circunstancia annun-
cia ao fregu za sua utilidad ; na mesma lo-
ja ha tambem para veuder grelhas de torrar
pfio muito em conta,
3~ Est a expirar a grande
pechincha.
Que he bolaxinhas de araruta do Rio da
Janeiro pela insignificante quantia da 1,600
a lata, a ellas rapaziaia que he baratissimo
na ra estreita do Rozario a. 43.
^S~ Sorvete as 11 horas.
Naconfeilaria da ra estreita do Rosario
n. 43, continua haver sorvete todo o diaa
das 11 horas do da as 3 da tardes das (as
da noite am de applacar os calores di raps-
ziadaluzidi.
war* Marmelada peitoral.
Ni ra" estreita do Rozsrio n. 43, vnde-
se marmelads 1 500 rs. s lita, oom 3 libras
cada urna : em vlrtudeda festa aproximar-
se e nfio baver moeda, pan os bellos pu-
lis.
Batatas francezas novas.
Vendem-segigos com superiores bitatas
francezas ebegados ltimamente pela barca
franceza Pernambuco, vinda do Havre, na
travessa da Madre de Dos o, I9,armazem de
Jofio Munizde Barros.
Veode-se um quarto.e du?s egoas pro-
prias para engeohopor preso muilo commo-
do :'para ver e ajustar no Hospicio sitio da
senhora viuva Cuuba: no mesmo sitio.com-
pra-se urna bomba para cacimba.
Umcavallo murrolio, novo, sem schs-
3ue aigum, cgegado a pouco do centro, an-
a bem baixo, e muito nielhor em cima,na
ra da Peoba loja do sapateiro o. 3.
Vende-se urna meia commoda de ao-
gico, faite a moderna, quasi nova: na ra da
Seazalla-Valhau.70
Vende-se urna oabra bicho, com urna
cria, que d bastante leite .- ni ra da Gru
do Recife n. 29.
-y-


PECHINCHA.
Ainda existe urna pequea quan-
lia das superiores colxas de liuho,
do nielhor gosto que tem npparc-
cido no mercado, pelo barato pre-
co de 10,000 rs. cada tima vva rus
do (Jucimado, loja n. 17.
Vende-se, por preco com-
ino lo, fumo em folln, para cha-
rOTASSA DA P.USS1A.
No armaiem de Jos" Teixeira
Basto, ni mi do TrApiclic n. 17,
ha para vender, nova e superior
potassa da lussia, cliegada recen -|
lemente.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Viinde-seesto compendio, approvailo pura
as aulos iti' pi 1 mriraa letras, a 480rs.
rutos de primeira e segunda qua- ,,raca u, independencia, livmria n.6e8
lidaJes, macella chegada ultima- Casa tie comniisso de escravos.
mente do Porto, e cal virgem de
Lisboa tambem desembarcada
poucos dias : a tratar no armazem
de Dias Ferreira, no caes da al-
fandega, ou com Novaes 8t Gom-
panhia, na ra do Trapiche n. 34.
Chita larga franceza, a a4 rs-
Vende-sc chita franceza larga padrOes
modernos, escuros e claros, e cores Oas,
pelo baratissimo preco de 240 rs. o covado,
tendo grande pnr(So para cscolher: na loja
do sobrado amarello, nos qua tro cantos da
ra do Queimado n. 29.
Sedas furta cores, a 1,70 > rs. o
covado,
por to diminuto preco, que mdei-
xar de ter um vestido de seda pa-
ra a festa ? na ra do Queimado n.
10, vendem-se as uieInores c bo-
nitas sedas furta cores, para vesti-
dos de senhora, meninas e mante-
Jetes, a 1,700 rs. o covado ; dam-
se as amostras, ou mandam-se as
pecas em casa para melhor o com-
prador escolher.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. 42.
No escriptorio de Novaes Ai Compa-
nbia, na ma do Trapiche n. 34, tem para
Tender por preco commodo os soguiiles ob-
jeclos chegados ltimamente: chapeos do
chile nlerfinos, tinta para escrevor, graxa
l'iii potes para calcado, linha de roris, macos
com palitos enfeilados e panno de linho : a
tratar no mesmo escriptorjo.
Lxposicio de riquissimos vasos pi-
rii flores e perfumaras.
Vendem-se ricos vasos do porcelana da
Clima de varios tamaulios para flores e per-
fumarias, do todas as qualiJade: na ra da
Cruz do Kecife defronle do Corpo Sauto loja
de brrbeiro n. 58.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de scupira e bracos
da ferro na fundicao da ra do
lirum ns. 6, 8 e 10.
Deposito de cal virgem.
Cunha & Amorim, venJom barris com cal
cm peilra, chegada ltimamente de Lisboa,
na barca Margarida, por meos prego do
quecm outra qualquer parte: na ra da Ca-
deia do Kecife n. 50.
Jiomli:, de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Jjrmn ns. o, c 10,
fundicao tic Ierro.
Farinha de mandioca.
A mais nova e mais barata farinha de
mandioca que ha no mercado, v-nde-se na
ra da Cruz do Recife, armazem n.13, de
J0S0 Carlos Augusto da Silva.
Moinhos de vento
SOa bombas de repuebo para regar hortas
d baixas decapim : vendem-se na fundicao
de Bowman ai Me. Callum, na ra do lirum
ns. 6.8el0.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
da Senzalla nova 11. 42.
Q Vende-S um grande sitio no lu- O
< gardo Manguind, que lica defronle o
zvj dos sitios dos Srs. Carneiros, com q
q grande casa de vivenda, de quatro 0
m agoas, grande senzalla, cocheira, q
m estribara, baixa de capim que sus- n
;? tenia 3 a 4 cavallos, grande cacim-
J ba, com bomba e tanque coberto :
'- para banho bastantes arvoredos do ',
<* fruclo : na ra do Collegion. 16,se- jjj
O guudo andar. 9
OOOOOOC OO0OO<0OO
Vendem-se velas deespermacete, em
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Cumpaiihia : na ra da Cruz nu-
mero 56.
Vinho de Champagne,
o superior qualidade: vende-se no arma-
em Kalltmauu IrmSos Itua da Cruz, n. 10
AGENCIA
da fundicao Low-Moor.
RA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias muni-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos, pa-
ra dito.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra rtc Apollo n. ti, armazem de Me. Cal-
inontSt Com ponina, acha-se connaDiemenle
boos aorllmeotos de uixa de ferro coado e
balido, tanto rasa como fundas, moendas in-
eiras todas de ferro para aaimaes, agoa, etc.
ditas para armar em madelra de todos os l-
mannos e m jdcllos o mais moderno, machina
horisontal para vapor, com forca de 4 cavol-
lus, coucos, passadclras de ferro estanhado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
tanto em barras como em arcos folbas, e tudo
por barato preco.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
inuito superior ca nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Hio de
Janeiro, em caixas de 100 libras
E MAIS OFFIGINA'S
NA
lili Imperial u. 1 18 c 12o, e deposito 11a rita Nova 11. 33.
Rcspcitnsameotoavisam ao publico, e particularmente aos Sra. t engenhos e des-
tiladores, etc., que este eslabelecimento se acha completamente mentado, com as pro-
porches necessarias, para desempcnh.r qualquer machina, ou obraTOncerncnte ao mes-
mo. Os mesmos chamam a atteneflo para as seguintes obras, as quaes construidss em sua
fabrica competem com as fabricadas na Europa, na qualidade e mSo de obra, e por me-
nos preco, a saber :
MACHINAS continuas de destilar, pelo motliodo do autor francez Derosjie, ai mo-
Ihoros machinas, que para este lim at hoje tem apparecido.
A1. \.M iin.iri.s de cobre de todaa as dimenses.
TODOS OS COBRES necessarios para o fabrico do anucar.
TAIXOS DE COBRE para reflnacSo.
TAIXAS DITO para engenho.
DITAS DITO movis para dito.
BOMBAS DE COBRE de picote, de roRuclio, do roda o do pondulas,
KSCIllVAIMMIAS de laiSo dos mclhorts'modellos.
DITAS DITO galvanizadas.
SINOS do todos os lmannos.
OS APRECIAVEIS fogoes do ferro econmicos.
BURRAS de ferro as mais bem construidas
CARROS dito de mao.
PORTOES de ferro.
VARANDASdito.
GRADIAMENTOS dito.
TAIXAS dito.
CALDEIRAS dito.
BANIIEIROS de zinco e de folha, para banho de choque.
k =m x a.
O O O" 9
" *- 2 H
fTjr.'5
n,p'hffnn
! S B B 2. S S S
OffiO t?|B -
I =' n *.
Vendem-se escravos c recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o que se offerece muitas garantas
a seus donos na ra da Cacimba
n. ti, primeiro andar.
Taixas para engenho.
Na fundicilo de ferro da ra do Rrum,
acaba-se de receber um completo sorlimon-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por prejo com-
modo, e com promptidSo embarcam-se,ou
carregam-se cu, carrossem despezas so
comprador.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Gadea
do Kecife n. 12, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, cm pedra, as-
sim como potassa chegada ltima-
mente, a precos muito rasoaveis
Vende-se um carro de qua-
tro rodas, muito leve, para um ou
dous cavallos: na cocheira do Mi-
guel Soogei no aterro da Boa
Vista.
Deposito da rubrica tle Todos os
Santos na lialtia.
Vende-se,em casa de N. O. BieberctC.,
na ra da Cruz n. 4, algodo transado da-
quella fabrica, muitopropno parasaccosde
assucar c roupa de escravos, por prec,ocom-
modo.
Em casa le J. Keller S Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o nxcellcnto e superior rlnho lie Itn-
cellan, em barris de 5.-, he muilo recom-
mendavel as casas eslrangeiras, como ex-
excellente vinlio para pasto.
\ rados de ferro.
Na fundico da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados do ferro do diversos mo-
delos.
Moendas superiores.
Na fundico de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construc(3o muito superior
Gheguem freguezes antes que se
acabe.
No armazem deMarlins & Irmilo, na rus
da Cruz do Recife n. 62, chegaram ultima-
mente os seguinles gneros ue milito boa
qualidade : -queijos londriuos, prezuntos
inglczes e do l'orlo, conservas inglezas e
francezas com diuerint.-s fruas, latas de
saimSo, ditas de crvilhas e sardinhas de
Nan'.es, (lilas com bolachinhas Inglezaa ,
marmelada de Lisboa, moslaida.o muito a-
creditado cha ileS. Paulo, caixas com muilo
superiores macas linas para sop 1, gigus com
chanipanli", vinho de Xerez, Mudiira, Bu-
cellas eP.nlo, gnrrafas com exlrsil de ab-
sinthe e uutros muitos gneros, ludo poi
mdico preco.
Velas tle carnauba em libras.
Vendem-se velas de carnauba imitando
espermacete : na loja do sjleiro da ra da
Cadeia do Recife n. 36.
Prezuntos.
Vendem-se piezunlos americanos, muito
superiores por barato prego : 110 caes da
Alfaiidcga, armazem defronte da arvore.
AttencSo.
Vcnde-se, por 3:500,000 rs., o sobrado de
dous andares c sol5o, com trapcira e loja re-
partida, com boa cacimba na chsgSoecm
ch.los proprios, no Recife na ra do Apollo
n.29: na mesma ra n. 34, so dir quem
vende.
Vende-se urna porgan de medeira uo a-
marello, em pr.inchSo, a preco regular : na
pra(a do Commercio n. 6, primeiro andar.
Chapeos de castor branco.
Vendeiu-sena fabrica ileclispeosde Cliris-
li.ini i-, Ir ., 1, na ra-Nova n. 4t, os mais
modernos o superiores chapeos dn castor
branco, chegados recenlemcnte da Inglater-
ra, pela galHia Linda.
Farinha Pontana,
chegada ltimamente: cm casa de'J. i Tas-
so Jnior, na ra do Amorim n. 35.
Vendem-so duas rotulas fortes, folia-
das de ferro, novas e de amarello, por pre-
co commodo s na ra do Passeio o. 5, Toja
de fazendas.
Manteiga semsal.
NSose tinha descoberto ate hoje um mcio
de conservarla manteiga de vacca sem sal.
Nos paizes consumidori.s, como a bordo dos
navios, s se gastavflo manteigas preserva-
das a custa de muito sal. Pelo meio de una
nuvd iiiveii^o,quu ja u uiuiiuesperimenia-
daadquirioa certeza da perfeico, pode-se
em toda a parle do mundo gastar msnteiga
perfeitamente conserrada fresca sem sal al-
gum. Cbjeclo de primeira necessidade para
a arte culinaria e pura a meza, a manteiga
semsal lie.indispensavel para osdoenteie
convalescentes, pois he formalmente pres- A salsa parrilha deUristol data desde 1832, e lenfconstantamenle mantido sua repula-
cripta pela homeopalhia ; e nesle ultimo ca- c3o, sem necessidade de recorrer a pomposos annuncios de que as preparacOes de me-
sa ella torna-se tanlo mais apreciavel quan- rilo podem despensarse. O sucesso do l)r. Bristol tem provocado minutas invejas, e
lo he pura de qualquer substancia que a entre outras, as dos Srs. A. II. D. Sands, de New-York, preparadores o proprielarios da
possa alterar nos seus benignos effeitos. Fi- salsa parrilha coohecida pelo nome de Sauds.
nalmente pode gastar-se tal qual nos paizes Estes senhores solicilro em 1842 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, e como nao
productores. Na llavsna e as Antilhasfran- opudessem obler, fabricuao urna imitac3o de Bristol.
eeai esla invencSo foi recebida com grali- Eis-aqui a carta que os Srs A. R. I). Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril
dSo, pois era de ha muito lempo apetecida, de 1842, e que se acha em nosso poder :
Em Peroambuco, que nJo cede em bom Sr. Dr. ('.. C. Bristol.
gosto a outro pal?, nao duvidamos que seja Bfalo, ele.
reconhecido o seu merec ment. Recomen- Nosso apreciavel snhor.
da-se a manteiga sem salas pessoasque gos- Em todo o.anno passado temos vendido quantidades coisideraveis do extracto de
18o de pasear bem : ha toda a ceiteza de salsaparrilha de vm. e pelo que ouvimos dizer de suas virtudes quelles que a tem usa-
quedepois que a tiverem provado n3o que- do.julgamos que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer
rerSo mais saber de manteigas salgadas pa- fazer um convenio eomnosco eremos que nos resultarla multa vantugem, tanlo a nos
ra seus almocos e para seus chas Acha-so como a Vm. Temos muito praier que Vm. nos resaonda sobreest assumpto, e se Vm.
a manteiga fresca sem sal por pre;o modi- vier a osla cidade daqui a um moz, ou cousa semelhanle, loriamos muilo prtzor cm o
co no botequim francez da ra nova, c na ver em nossa bolica, ra doFuIton n. 79.
FicSo as ordens de Vm, seus seguros servidores.
(Assignados) A. R. D. Sands.
_ Vende-se no nrmaiem da ra BOA GRATIFICACAO'.
da Cruz n. 48, os aeguinteo gane-; Ausentou-s'e na noite* de 37 de
ros a precos commodos ; -~ fras-'outubro passado o mulato Cle-
cos de viJro com bocea largfr dejmentino, de ao annos de idade ,
diversos tamaitos, latas com bo- f pouco mais ou menos, magro, a|-
'lachinliasde Allemanha mujto no-,tura regular, tem muito pequeo
vas, alvaiade muito fino em bar- buco de barba e fulla muito mansa
ricas, zarcSo c secante em barri-jquando anda parece que nfio pisa
cas, peora hume em barricas, es- bem com os calcanhares, eostuma
sencias de canella, cravo eziqabro, andar calcado e bem vestido, le.
vou urna trocha de sua roupa, in-
clusive caichi eiaqueta de panno
fino szal, e alm do mais algum
calcado, um par deborxegainspar-
dos, com bolfies de madreperola
brancos, e consta qua levara um
cavallo, que naquella occasiio a-
lugra, o qual tem os signaes se-
guintes ; castanho, barrigudo,
dinas pretas, gordo e tem um ta-
ino em urna anca; he provavel que
quera passar por forro, he boliei-
ro e escravo de Luiz Antonio Si-
queira : quem o pegar leve-o a ra
da Cadeia do Recife n. ai, que se-
r recompensado.
~ No dia 23 do passado, desappareceu do
sevariinha em garrafes e sal de
I- psem muito alvo e.n barricas.
('aliados a 800, a,5oo, 3,000,
4,000, e 6,000 rs., no aterro da
Boa-Vista, defronte da boneca,
lis ebegado reccnlemento os bem conheci-
dos sapalOes do Aracaly, tamo para homem
como para menino a 800 rs., de orelha a
1,000 ra., ditos de lustro para ditos a 2,500
rs., ditos para homem os melhores que
tem vindo da Babia a 3,000 e 4,000 rs., e bo-
tina a 6.000 rs.; assim como um novo e
completo sortimonlo de calcados francezes
de todas ss qualidades Unto para homem
como para senhora, meninos e meninas,
pelea de marroquim e cortes de tapete a
480 rs., e sendo porefio, d-se por menos,
tudo a! m de se apurar diuheiro.
Pazendas para senhora, por bara-
ta preco.
Cambraias de salpicos brancos e de cor, a
4,500 rs. com 8 1|2 varas, e640rs. a vara ; engenho Arcmbi, freguezYa dpoTuca,"ma
ditas francezas de hom gosto, a 560 rs, a mulata, bem alva, cabellos bem pretoso
vara ; ditas co.n listras de cor a 3,O0Orrs., a 1 meios encolhidos, um tanlo baixa e magra
peca com 8 varas; cassa preta a 100 rs. ;! com sardas pela cara, nariz adiado porrr
covado ; cortes de cassas pintadas,a 2,000 o -
cortes do chita com 12 covados, a 1,920 e
1,800 rs. ; lencos de finissima cambraia de
linho, a 480. 560c 640; ditos de cambraia
de algodSo com bico, a 440 rs.; zuartos de
grosso, e presentemente teve uro tumor no
meio da cabega que est coroada : quem a
descobrir leve-a ao dito engenho, ou nesta
praca em casa de Manoel Buirque de Mace-
do Lima, na ra do Livramento n. 26, que
cor muilo cncorpidos, a 200 rs. ; dito'ser bem recompensado; a mesma lavou
azuescom 4 1|2 varas, a 200 rs. ; e algodSo
transado com listras, a 180 rs. : na ra do
Crespo n. 6.
Attcncao.
Acaba de chegar no vapor Imperalriz a
loja de Souza Jnior na ra do Queimado
junto ao beco da CongregacSo n. 37 A os bi-
bilhetes, e cautellas da lotera do theatro S.
Iledro de Alcntara cua lista vem no I.* va-
por.e vendem-se pelos baratissimos prorjos
ahaixo
Bilhelos 22,000
Meios Bilhetes 11,000
Quartos 5,500
Oilavoa 2,800
Vigsimos 1,300
Lotera de Nossa Senhora do Li-
vramento.
Aos 5:000,000 de rs.
Na loja de miudezasda proco da Indepen-
dencia n. 4, vendem-se bilhetes inteirose
meios, a boneficio de Nossa Senhora do Li-
vramento, que corre iofallivelmenle no dia
23 do correte, e o Sr. thesuureiro pagano
da 24 do correnle. Bilhetes inteiros 10,000
rs. e meios 5,000 rs.
Parajardins.
II. D. Rodriges na ra do Trapiche n. 26,
receben urna completa collecclo de adornos
roupas linas e uns vestidos de cambraia, des-
confla-se que tenha seguido para Pao d'A-
Iho annde tem prenles; por isso, roga-sea
todas as autoridades policises, e a qualquer
pessoa do povo e capitles decampo, dea
pegaren! e levaren) nos lugares sciml men-
ponados que serfio generosamente recom-
cinsados.
100,000 rs. de gralilkac.lo.
Roga-se as autoridades policiaes, que cap.
turem o escravo Maooel, pertencente a Se-
bastiSo Marques do Nasciment, fgido des-
de o dia 8 do mez de setembro. Fui
elle escravo do Sr. Gabriel Alfonso Riguei-
ra, i quem foi comprado ltimamente : tem
28 annos de idade pouco mais ou menos, cor
fula, com falta de dous denles na frente, e
de cabellos do lado esquerdo da cabeca, que
te torna bem visivel por parecer urna co-
ra, tem olhos pequeos, beicos grossos,
sem barba, baixo, corpo regular, he ofUcial
de funileiro. Trajava jaqueta de riscado
azul, caifa branca, camisa de madapolSo, e
levou urna Irouxa, contando cagase jaque-
las :. quem o apprehender e levar ra di
Aurora D. 62, recbenla gratificacSo pro-
metlida. Suspeita-se que fosse seduzido, e
por isso desde j protesn-se contra quema
conservar em seu poder.
Desappareceu na tarde do dia !3do pas-
sado um escravo per nome Joaquim tem os
parajardins, composta do vasos de louca, 'signaes seguinles: boa estatura, representa
brancos e piulados de todos os tamaitos e i ter 35 annos de idade, falla desembarazada,
modellos. Figuras representando as esta-, ps grandes, tem lodosos denles da fente,
cOesdo anoo, as partes do Globo e todos os nariz chato, quando anda estalaasjuntisdos
ueoses da fbula, que recommenda a quem joellios, levou camisa de algodSosinho bran-
tiver bom goslo, o por presos'muito rasoa- co, calca do dito azul, este escravo foi do
ve. ^ I malo: quem o pegar leve-o a typograpbia
Farinha para bolaxa. unpro*l a fallar com a viuva Roma quese-
- Vendo-se familia americana olioada;rt 'compensado,
ltimamente de Inglaterra pelo preco de 6/1 DPP"eceu no da domingo, 13 do
rs. a barrica, em csa de i. i. Tasso Jnior I P;s8*do' ?% W" rPresenU t8' *5
ra do Amorim n. 35 P 50 annos de idade, de 08980 cacange, baixo,
as0?;
- -, n ~
s 3 o c o.^
c c =>n o _,
or!303
coS3g.
cg o o B g
5 n a. S & 5
0 o 3 '
1 1 o eo
SALSA PARRILHA DE BRISTOL
SALMl'AlT*1)rSASIDS.
\endo-se ptimas canoas de amarello,
vinJas do Sul os pretendeutes dirij3o-se a
ra do Livramento n. 16, ou a da concordia
armazem do Sr. Pedro Teixeira Guima-
rSes.
Cheguem ao barato.
Ricos bonls de palha da Italia par ho-
mem, proprios da estadio presente, espe-
cialmente para os que passam a festa no
campo, pelo baratissimo prerjo de 3,000
rs. ; oxcellentes chapos do castor branco
sem pello, bonitas formas o boa qualidade,
pelo deminulo preco de 5,000 rs.; ditos de
castor branco com pello, boa fazenda e de-
sembarcados da barca Pernambuco, chega-
da ltimamente, e pelo prego nunca vis-
to de 7,500 rs., a ellos : na ra Nova loia
n.8.
. Vende-se por 4:000,0000 de'rs., u
lio com mais do mil palmos de fundo,
varios ps de larangeiras, cafezeiros e um
bananeiral, osa com muitos commodos, co-
pia, estribarla o bOa cacimba d'agoa pota-
pe, com serventa franca para o no : quem
vrelender, annuucie.
eve.
Passan lo a poute da Roa Vista, no princi-
pio do aterro, haver sorvete todos os dias,
das 6 as 8 horas da tarde, feilo comasseio,
tem lugar separado para familias, que se-
r3o tratadas com respeito e cuidado.
Lm casa de J. Keller &
Companhia, na ra da Cruz n. 55,
ha para vender um piano forte ,
chegado ltimamente da Knropa
III Sl-
com
e com excedentes vozes : trata-se
a casa dos mesmos.
Vende-se, cm.casa de A-
damso.t llowie & Companhia, na
ra do Trapiche n. 4> panno de
algodao para saceos de assucar ,
muito superior e b ralo.
Escravos fgidos.
cheio do corpo, sem deleito algum no corpo,
levou vestido, calca de casemira azul clara
dequadrose j velha, eolete deaetim preto
velrio, jaqueta de brim pardo,camisa de ma-
dapolSo, chapeo de seda preto ; presume-se
que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois
1 pozar de ser do sertiio ofio sejulga que te-
nha voltado : roga-se portanto as autorida-
des policiaes e capilSes decampo, a captura
do mesmo, levando-o a ra do Vigario 11. II,
terceiro andar, que se recompensar.
Desappareceu da fabrica de csldelreiro
da ruadoBrum n. 28, no dia 17 do passado
mez de novembro o preto Antonio, de in-
coo cabioda, que representa ter 45 annos de
idade, altura regular, cheio do corpo, cara
abocetada, muilo cabelludo nos pe i los e
rom bastantes cabellos brancos na cabeca,
e um pouco carrancudo; he ofllcial decal-
deireiro, foi encontrado as Cinco Puna-, e
seguio o camioho dos Afogados, e he natu-
ral que seguisse nisis adianle por ter levado
toda a roupa que linha, e por j ter sido
pegado do outra vez na freguezia da Esca-
da : roga-se portanto, a quem o pegar de
leva-lo na dita fabrica cima, que ser re-
compensado.
5o,000 rs.
Da 15 para 16 de novembro de 1851 de-
sappareceu do engenho Aguas Claras de
Ilruc, da freguezia de Escada, o escravo
Venancio, de Angola, que muito parece
crilo, Idade 25 a 28 annos, cor fulla, bo-
nita figura, altura regular, ebeio do corpo,
pernas e bracos grocos, rosto gordo, e ar-
redondado, testa grande, olhos grandes, e
amortecidos, lem falla de muitos daules na
frente, do lalosuperior, poucos cabellos no
venda de Fontes, di IrmSo : ra da Cadeia do
Recife.
0 Vendem-se ealugam-se bichas, che-
) gadas ltimamente de Hamburpo, por ,')
av preco commodo: na ra de S. Amaro 4
a> n. 28. i
OOITCLUSA^-
Desappareo no dia 5 do corrente mez
do sobrado da ra dss Cruzes n. 22, urna
escrava crila de nome Luduvina, de idade
de 20 annos, cuja oscrava tinba chegado da
fgida no dia 2 deste corrente mez, do en-
genho Cangag, lomoltida pelo Sr. Jos Pi-
res Compeli, com urna caria apadiinhan-
do a, o que assim se cumprlo, porm ao lim
de trez diastornou a rugir sem razao, nem
molivoalgum.com os signaes seguinles:
alta, ereforcada docorpo, bem preta, rosto
comprido, nariz grande, olhos papudos, bei-
cos grocos, maose ps grandes, levou vos-
lldo de chita de acento amarello desbotado,
j quazi branco, foi em corpo, porm cons-
ta que ella passou na ponte da Boa-Vista, o
nessa occasiao j levava um pao pelo hom-
bro, e um balalo na mo, para julgar-se
que nSo eslava fgida, cuja escrava foi com-
prada ao Sr. Arruda que lem taverna no
Io A anliguidade da salsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella
data desdo 1832, o quo a de Sands s appareceu em 1842, poca 111 qual este droguis-l paleo da Ribcira. cantes deste fui oliva
Cal virgem em pedra, la nSopOleobter a agencia do Dr. Bristol. doSr. capitao MaranhSo, e de novamente se
"'" chegada recentemenie de Lisboa em anco- V A suPcr,or,,laJf d salsa parrilha de Bristol be.ncontestavel, pois que nilo obs- roga aos Srs dos engenhos Penado, e Ca-
SOrtldas, de 1 a 16 em libra, e tam- 8mUito bem acondicionadas!'vende-se a "VZS ,rada6S.'i"10,|. .Amrica"5 Pr8P've", tem maa.jg.ct o obsequio de no caso que .11. l tor-
bem de um S tamaito, por me-fpreco muilo commodo^: no armazem de Sil- As numeroas apariencias feilas com o uso da salsa parilha em todas as infermila-
neapparecer de a mandaiem capturar;
ra do
andar.
Vigario
sBriinrln'meslre d primeiras letras na villa doCabol mitlom hoje de
n. 19, segunuo qul(I1,, d ,80>7oors.; na
do Recito n. 8.
ra da Cadeia
reclamar altamente as virtudes elllcszes da salsa parrilha de Bristol. empressos osoalhados, por muitas parles no
Vende-s a 5,000 rs. o vidro; na botie* de Sr. Jos Maria Gongalvci llamos, ra m.lo ja da eutra fugij qUB rcz e cuios no-
dos QQirtea pegado ao Qu.rlel do Polica. J dero servia par. esta fgida.
buco, e quoixo, tem maress de chicote as
costas,e de surras as nadigas, parece ser
serio, e muito humilde, (alia com multa
mansidSoe arrastalo faz-se; innocente, he
chegado a furtos, e eostuma mudar de trage,
' por furto de roupa que faz ) de mudar o
nome, dizer-ae forro, oulraa vozes procu-
rando quemo apadrinhe, ou quem o com-
pre : levou camisa de madapolSo, calca do
brim trancado de listra pardas, j desbota-
do, chapeo uzado de couro, cobertor groco
de listras azuos escuras, e um facSo que to-
moude um muleque carreiro, do engenho
Moclo. Este escravo passou pelos enge-
nhos Arand do Sr. Minoel Feliz, Amparo
e Moclo, havendo pedido ios senhores dos
dous ltimos engenhos carias que o padn-
nhasse, em que foi sitisfeito, e uSo obstan-
te fugir leudo seguido para o engenho Mi-
nhocas, da donde prezums-se ter partido
para o IIrejo da MaJre ds Dos,onde foi es-
cravo do Sr. Cordeiro, contiendo por Abade,
a quem pede-se o favor, de se chegar a seu
couheclmenlo a sua estada ali, fazer apre-
ender, remelter ou avisar a seu Sr,, poodo-o
nesle caso na cadeia, assim como toga a
qnalquer que o pegar, de leva-lo ao dito
ongenho.oseuSr. Antonio Crios Pereira
de Burgos Ponce de Len, ou na ru. Direil.
n. 14 casi de Jos Pinto da Costa, que rece-
ber a gratilicacSo mencionada; e tambem
pelo prezonte protesta-se com todo rigor,
contra qualquer qua o conservar em seu po-
der.
Continua a estar fgida a mulata Vic-
toria, com os signaos seguinles : cara .bas-
tante picada 3e hexiga, dentes da frente po-
dres, lem um defeito cm um dos honfuros
por cau'si de urna queda, bsixa e pea pe-
queos, tem sido encontrada de tlmo pu-
las bandas da Solidado, quem a pegar levia
a sua senhora na ra de Agoas-Verdes n.
23, que roceber 20,000 rs. de gratificacSo.
M P.nr FV:


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PECHINCHA. Ainda existe urna pequea quanlia das superiores colxas de liuho, do nielhor gosto que tem npparccido no mercado, pelo barato preco de 10,000 rs. cada tima vva rus do (Jucimado, loja n. 17. — Vende-se, por preco comino lo, fumo em folln, para charOTASSA DA P.USS1A. No armaiem de Jos" Teixeira Basto, ni mi do TrApiclic n. 17, ha para vender, nova e superior potassa da lussia, cliegada recen -| lemente. Principios geraes de economa publica e industrial. Viinde-seesto compendio, approvailo pura as aulos iti' pi 1 mriraa letras, a 480rs. rutos de primeira e segunda qua,, raca u independencia, livmria n.6e8 lidaJes, macella chegada ultimaCasa tie comniisso de escravos. mente do Porto, e cal virgem de Lisboa tambem desembarcada poucos dias : a tratar no armazem de Dias Ferreira, no caes da alfandega, ou com Novaes 8t Gompanhia, na ra do Trapiche n. 34. Chita larga franceza, a a4 rs Vende-sc chita franceza larga padrOes modernos, escuros e claros, e cores Oas, pelo baratissimo preco de 240 rs. o covado, tendo grande pnr(So para cscolher: na loja do sobrado amarello, nos qua tro cantos da ra do Queimado n. 29. Sedas furta cores, a 1,70 > rs. o covado, por to diminuto preco, que mdeixar de ter um vestido de seda para a festa ? na ra do Queimado n. 10, vendem-se as uieInores c bonitas sedas furta cores, para vestidos de senhora, meninas e mante• Jetes, a 1,700 rs. o covado ; damse as amostras, ou mandam-se as pecas em casa para melhor o comprador escolher. — Vendem-se relogios de ouro eprata, patente inglez : na ra da Senzalla Nova n. 42. — No escriptorio de Novaes Ai Companbia, na ma do Trapiche n. 34, tem para Tender por preco commodo os soguiiles objeclos chegados ltimamente: chapeos do chile ¡nlerfinos, tinta para escrevor, graxa L'III potes para calcado, linha de roris, macos com palitos enfeilados e panno de linho : a tratar no mesmo escriptorjo. Lxposicio de riquissimos vasos pirii flores e perfumaras. Vendem-se ricos vasos do porcelana da Clima de varios tamaulios para flores e perfumarias, do todas as qualiJade: na ra da Cruz do Kecife defronle do Corpo Sauto loja de brrbeiro n. 58. Arados de ferro. Vendem-se arados de diversos modelos, assim como americanos com cambio de scupira e bracos da ferro .• na fundicao da ra do lirum ns. 6, 8 e 10. Deposito de cal virgem. Cunha & Amorim, venJom barris com cal cm peilra, chegada ltimamente de Lisboa, na barca Margarida, por meos prego do quecm outra qualquer parte: na ra da Cadeia do Kecife n. 50. Jiomli:, de Ierro. Vendem-se bombas de repuxo, pndulas e picota para cacimba : na ra do Jjrmn ns. o, c 10, fundicao tic Ierro. Farinha de mandioca. A mais nova e mais barata farinha de mandioca que ha no mercado, v-nde-se na ra da Cruz do Recife, armazem n.13, de J0S0 Carlos Augusto da Silva. Moinhos de vento SOa bombas de repuebo para regar hortas d baixas decapim : vendem-se na fundicao de Bowman AI Me. Callum, na ra do lirum ns. 6.8el0. — Vendem-se amarras de ferro: na ra da Senzalla nova 11. 42. Q —Vende-S um grande sitio no luO <• gardo Manguind, que lica defronle o zvj dos sitios dos Srs. Carneiros, com Q Q grande casa de vivenda, de quatro 0 m agoas, grande senzalla, cocheira, Q m estribara, baixa de capim que susn ;? tenia 3 a 4 cavallos, grande cacim£ J ba, com bomba e tanque coberto :£ '- para banho bastantes arvoredos do ', <¡* fruclo : na ra do Collegion. 16,sejjj O guudo andar. 9 OOOOOOC OO0OO<0OO — Vendem-se velas deespermacete, em caixas, de superior qualidade : em casa de J. Keller & Cumpaiihia : na ra da Cruz numero 56. Vinho de Champagne, o superior qualidade: vende-se no armaem Kalltmauu IrmSos Itua da Cruz, n. 10 AGENCIA da fundicao Low-Moor. RA DA SENZALLA NOVA N. 42. Neste estabeleeimento contina a haver um completo sortimento de moendas o meias munidas para engenho, machinas de vapor, e taixas de ferro batido e coado, de todos os tamaitos, para dito. Agencia de Edwin Maw. Na ra rtc Apollo n. ti, armazem de Me. CalinontSt Com ponina, acha-se connaDiemenle boos aorllmeotos de uixa de ferro coado e balido, tanto rasa como fundas, moendas ineiras todas de ferro para aaimaes, agoa, etc. ditas para armar em madelra de todos os lmannos e m jdcllos o mais moderno, machina horisontal para vapor, com forca de 4 cavollus, coucos, passadclras de ferro estanhado para casa de pulgar, por menos preco que oz de cobre, escovens para navios, ferro ingles tanto em barras como em arcos folbas, e tudo por barato preco. Antigo deposito de cal virgem. Na ra do Trapiche, n. 17, ha inuito superior ca nova em pedra, chegada ltimamente de Lisboa -• Vendem-se cera em velas fabricadas em Lisboa e no Hio de Janeiro, em caixas de 100 libras E MAIS OFFIGINA'S NA lili Imperial u. 1 18 c 12o, e deposito 11a rita Nova 11. 33. Rcspcitnsameotoavisam ao publico, e particularmente aos Sra. t engenhos e destiladores, etc., que este eslabelecimento se acha completamente mentado, com as proporches necessarias, para desempcnh.r qualquer machina, ou obraTOncerncnte ao mesmo. Os mesmos chamam a atteneflo para as seguintes obras, as quaes construidss em sua fabrica competem com as fabricadas na Europa, na qualidade e mSo de obra, e por menos preco, a saber : MACHINAS continuas de destilar, pelo motliodo do autor francez Derosjie, ai moIhoros machinas, que para este lim at hoje tem apparecido. A1. \.M iin.iri.s de cobre de todaa as dimenses. TODOS OS COBRES necessarios para o fabrico do anucar. TAIXOS DE COBRE para reflnacSo. TAIXAS DITO para engenho. DITAS DITO movis para dito. BOMBAS DE COBRE de picote, de roRuclio, do roda o do pondulas, KSCIllVAIMMIAS de laiSo dos mclhorts'modellos. DITAS DITO galvanizadas. SINOS do todos os lmannos. OS APRECIAVEIS fogoes do ferro econmicos. BURRAS de ferro as mais bem construidas CARROS dito de mao. PORTOES de ferro. VARANDASdito. GRADIAMENTOS dito. TAIXAS dito. CALDEIRAS dito. BANIIEIROS de zinco e de folha, para banho de choque. K =M — x a. O "• O O" 9 • ** %  2 H fTjr.¡¡'5 n,p'hffnn S B B %  2. S S S OffiO t?|B I =' n *. — Vendem-se escravos c recebemse de commissao, tanto para a provincia como para fra della, para o que se offerece muitas garantas a seus donos na ra da Cacimba n. ti, primeiro andar. Taixas para engenho. Na fundicilo de ferro da ra do Rrum, acaba-se de receber um completo sorlimonto de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as quaas acham-se a venda por prejo commodo, e com promptidSo embarcam-se,ou carregam-se cu, carrossem despezas so comprador. Deposito de cal e potassa. No armazem da ra da Gadea do Kecife n. 12, ha muito superior cal de Lisboa, cm pedra, assim como potassa chegada ltimamente, a precos muito rasoaveis — Vende-se um carro de quatro rodas, muito leve, para um ou dous cavallos: na cocheira do Miguel Soogei no aterro da Boa Vista. Deposito da rubrica tle Todos os Santos na lialtia. Vende-se,em casa de N. O. BieberctC., na ra da Cruz n. 4, algodo transado daquella fabrica, muitopropno parasaccosde assucar c roupa de escravos, por prec,ocommodo. — Em casa le J. Keller S Companhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a venda o nxcellcnto e superior rlnho lie Itncellan, em barris de 5. he muilo recommendavel as casas eslrangeiras, como exexcellente vinlio para pasto. \ rados de ferro. Na fundico da Aurora, em S. Amaro, vendem-se arados do ferro do diversos modelos. Moendas superiores. Na fundico de C. Starr & Companhia, em S.-Amaro, acham-se venda moendas de canna, todas de ferro, de um modelo e construc(3o muito superior Gheguem freguezes antes que se acabe. No armazem deMarlins & Irmilo, na rus da Cruz do Recife n. 62, chegaram ultimamente os seguinles gneros ue milito boa qualidade : -queijos londriuos, prezuntos inglczes e do l'orlo, conservas inglezas e francezas com diuerint.-s fruas, latas de saimSo, ditas de crvilhas e sardinhas de Nan'.es, (lilas com bolachinhas Inglezaa marmelada de Lisboa, moslaida.o muito acreditado cha ileS. Paulo, caixas com muilo superiores macas linas para sop 1, gigus com chanipanli", vinho de Xerez, Mudiira, Bucellas eP.nlo, gnrrafas com exlrsil de absinthe e uutros muitos gneros, ludo poi mdico preco. Velas tle carnauba em libras. Vendem-se velas de carnauba imitando espermacete : na loja do sjleiro da ra da Cadeia do Recife n. 36. Prezuntos. Vendem-se piezunlos americanos, muito superiores por barato prego : 110 caes da Alfaiidcga, armazem defronte da arvore. AttencSo. Vcnde-se, por 3:500,000 rs., o sobrado de dous andares c sol5o, com trapcira e loja repartida, com boa cacimba na chsgSoecm ch.los proprios, no Recife na ra do Apollo n.29: na mesma ra n. 34, so dir quem vende. Vende-se urna porgan de medeira uo amarello, em pr.inchSo, a preco regular : na pra(a do Commercio n. 6, primeiro andar. Chapeos de castor branco. Vendeiu-sena fabrica ileclispeosde Clirisli.ini i-, Ir %  ., 1, na ra-Nova n. 4t, os mais modernos o superiores chapeos dn castor branco, chegados recenlemcnte da Inglaterra, pela galHia Linda. Farinha Pontana, chegada ltimamente: cm casa de'J. i Tasso Jnior, na ra do Amorim n. 35. — Vendem-so duas rotulas fortes, foliadas de ferro, novas e de amarello, por preco commodo s na ra do Passeio o. 5, Toja de fazendas. Manteiga semsal. NSose tinha descoberto ate hoje um mcio de conservarla manteiga de vacca sem sal. Nos paizes consumidori.s, como a bordo dos navios, s se gastavflo manteigas preservadas a custa de muito sal. Pelo meio de una nuvd iiiveii^o,qu u ja ¡u uiuiiuesperimeniadaadquirioa certeza da perfeico, pode-se em toda a parle do mundo gastar msnteiga perfeitamente conserrada fresca sem sal algum. Cbjeclo de primeira necessidade para a arte culinaria e pura a meza, a manteiga semsal lie.indispensavel para osdoenteie convalescentes, pois he formalmente presA salsa parrilha deUristol data desde 1832, e lenfconstantamenle mantido sua repulacripta pela homeopalhia ; e nesle ultimo cac3o, sem necessidade de recorrer a pomposos annuncios de que as preparacOes de mesa ella torna-se tanlo mais apreciavel quanrilo podem despensarse. O sucesso do l)r. Bristol tem provocado minutas invejas, e lo he pura de qualquer substancia que a entre outras, as dos Srs. A. II. D. Sands, de New-York, preparadores o proprielarios da possa alterar nos seus benignos effeitos. Fisalsa parrilha coohecida pelo nome de Sauds. nalmente pode gastar-se tal qual nos paizes Estes senhores solicilro em 1842 a agencia de Salsa parrilha de Bristol, e como nao productores. Na llavsna e as Antilhasfranopudessem obler, fabricuao urna imitac3o de Bristol. eeai esla invencSo foi recebida com graliEis-aqui a carta que os Srs A. R. I). Sands escreveram ao Dr. Bristol, no dia 20 de abril dSo, pois era de ha muito lempo apetecida, de 1842, e que se acha em nosso poder : Em Peroambuco, que nJo cede em bom Sr. Dr. ('.. C. Bristol. gosto a outro pal?, nao duvidamos que seja Bfalo, ele. reconhecido o seu merec ment. RecomenNosso apreciavel snhor. da-se a manteiga sem salas pessoasque gosEm todo o.anno passado temos vendido quantidades coisideraveis do extracto de 18o de pasear bem : ha toda a ceiteza de salsaparrilha de vm. e pelo que ouvimos dizer de suas virtudes quelles que a tem usaquedepois que a tiverem provado n3o quedo.julgamos que a venda da dita medicinase augmentar muitissimo. Se Vm. quizer rerSo mais saber de manteigas salgadas pafazer um convenio eomnosco eremos que nos resultarla multa vantugem, tanlo a nos ra seus almocos e para seus chas Acha-so como a Vm. Temos muito praier que Vm. nos resaonda sobreest assumpto, e se Vm. a manteiga fresca sem sal por pre;o modivier a osla cidade daqui a um moz, ou cousa semelhanle, loriamos muilo prtzor cm o co no botequim francez da ra nova, c na ver em nossa bolica, ra doFuIton n. 79. FicSo as ordens de Vm, seus seguros servidores. (Assignados) A. R. D. Sands. Vende-se no nrmaiem da ra BOA GRATIFICACAO'. da Cruz n. 48, os aeguinteo gane-; Ausentou-s'e na noite* de 37 de ros a precos commodos ; -~ fras-'outubro passado o mulato Clecos de viJro com bocea largfr dejmentino, de ao annos de idade diversos tamaitos, latas com bof pouco mais ou menos, magro, a |'lachinlias d e Allemanha mujto no-,tura regular, tem muito pequeo vas, alvaiade muito fino em barbuco de barba e fulla muito mansa ricas, zarcSo c secante em barri-jquando anda parece que nfio pisa cas, peora hume em barricas, esbem com os calcanhares, eostuma sencias de canella, cravo eziqabro, andar calcado e bem vestido, le. vou urna trocha de sua roupa, inclusive caichi eiaqueta de panno fino szal, e alm do mais algum calcado, um par deborxegains¡pardos, com bolfies de madreperola brancos, e consta qua levara um cavallo, que naquella occasiio alugra, o qual tem os signaes seguintes ; — castanho, barrigudo, dinas pretas, gordo e tem um taino em urna anca; he provavel que quera passar por forro, he bolieiro e escravo de Luiz Antonio Siqueira : quem o pegar leve-o a ra da Cadeia do Recife n. ai, que ser recompensado. ~ No dia 23 do passado, desappareceu do sevariinha em garrafes e sal de Ipsem muito alvo e.n barricas. ('aliados a 800, a,5oo, 3,000, 4,000, e 6,000 rs., no aterro da Boa-Vista, defronte da boneca, lis ebegado reccnlemento os bem conhecidos sapalOes do Aracaly, tamo para homem como para menino a 800 rs., de orelha a 1,000 ra., ditos de lustro para ditos a 2,500 rs., ditos para homem os melhores que tem vindo da Babia a 3,000 e 4,000 rs., e botina a 6.000 rs.; assim como um novo e completo sortimonlo de calcados francezes de todas ss qualidades Unto para homem como para senhora, meninos e meninas, pelea de marroquim e cortes de tapete a 480 rs., e sendo porefio, d-se por menos, tudo a!¡ m de se apurar diuheiro. Pazendas para senhora, por barata preco. Cambraias de salpicos brancos e de cor, a 4,500 rs. com 8 1|2 varas, e640rs. a vara ; engenho Arcmbi, freguezYa dpoTuca,"ma ditas francezas de hom gosto, a 560 rs, a mulata, bem alva, cabellos bem pretoso vara ; ditas co.n listras de cor a 3,O0Orrs., a 1 meios encolhidos, um tanlo baixa e magra peca com 8 varas; cassa preta a 100 rs. ;! com sardas pela cara, nariz adiado porrr covado ; cortes de cassas pintadas,a 2,000 o cortes do chita com 12 covados, a 1,920 e 1,800 rs. ; lencos de finissima cambraia de linho, a 480. 560c 640; ditos de cambraia de algodSo com bico, a 440 rs.; zuartos de grosso, e presentemente teve uro tumor no meio da cabega que est coroada : quem a descobrir leve-a ao dito engenho, ou nesta praca em casa de Manoel Buirque de Macedo Lima, na ra do Livramento n. 26, que cor muilo cncorpidos, a 200 rs. ; dito'ser bem recompensado; a mesma lavou azuescom 4 1|2 varas, a 200 rs. ; e algodSo transado com listras, a 180 rs. : na ra do Crespo n. 6. Attcncao. Acaba de chegar no vapor Imperalriz a loja de Souza Jnior na ra do Queimado junto ao beco da CongregacSo n. 37 A os bibilhetes, e cautellas da lotera do theatro S. Iledro de Alcntara cua lista vem no I.* vapor.e vendem-se pelos baratissimos prorjos ahaixo Bilhelos 22,000 Meios Bilhetes 11,000 Quartos 5,500 Oilavoa 2,800 Vigsimos 1,300 Lotera de Nossa Senhora do Livramento. Aos 5:000,000 de rs. Na loja de miudezasda proco da Independencia n. 4, vendem-se bilhetes inteirose meios, a boneficio de Nossa Senhora do Livramento, que corre iofallivelmenle no dia 23 do correte, e o Sr. thesuureiro pagano da 24 do correnle. Bilhetes inteiros 10,000 rs. e meios 5,000 rs. Parajardins. II. D. Rodriges na ra do Trapiche n. 26, receben urna completa collecclo de adornos roupas linas e uns vestidos de cambraia, desconfla-se que tenha seguido para Pao d'AIho annde tem prenles; por isso, roga-sea todas as autoridades policises, e a qualquer pessoa do povo e capitles decampo, dea pegaren! e levaren) nos lugares sciml menponados que serfio generosamente recomcinsados. 100,000 rs. de gralilkac.lo. Roga-se as autoridades policiaes, que cap. turem o escravo Maooel, pertencente a SebastiSo Marques do Nasciment, fgido desde o dia 8 do mez de setembro. Fui elle escravo do Sr. Gabriel Alfonso Rigueira, i quem foi comprado ltimamente : tem 28 annos de idade pouco mais ou menos, cor fula, com falta de dous denles na frente, e de cabellos do lado esquerdo da cabeca, que te torna bem visivel por parecer urna cora, tem olhos pequeos, beicos grossos, sem barba, baixo, corpo regular, he ofUcial de funileiro. Trajava jaqueta de riscado azul, caifa branca, camisa de madapolSo, e levou urna Irouxa, contando cagase jaquelas :. quem o apprehender e levar ra di Aurora D. 62, recbenla gratificacSo prometlida. Suspeita-se que fosse seduzido, e por isso desde j protesn-se contra quema conservar em seu poder. — Desappareceu na tarde do dia !3do passado um escravo per nome Joaquim tem os parajardins, composta do vasos de louca, 'signaes seguinles: boa estatura, representa brancos e piulados de todos os tamaitos e i ter 35 annos de idade, falla desembarazada, modellos. Figuras representando as esta-, ps grandes, tem lodosos denles da fente, cOesdo anoo, as partes do Globo e todos os nariz chato, quando anda estalaasjuntisdos ueoses da fbula, que recommenda a quem joellios, levou camisa de algodSosinho brantiver bom goslo, o por presos'muito rasoaco, calca do dito azul, este escravo foi do ve. ^ I malo: quem o pegar leve-o a typograpbia Farinha para bolaxa. unpro*l a fallar com a viuva Roma queseVendo-se familia americana olioada ; rt 'compensado, ltimamente de Inglaterra pelo preco de 6/1 D PP"eceu no da domingo, 13 do rs. a barrica, em c¡sa de i. i. Tasso Jnior I P ; s8 do ?% W" r P resenU t8 5 ra do Amorim n. 35 P 50 annos de idade, de 08980 cacange, baixo, as 0 ? ; -, n — ~ s¡ 3 o c o.^ c c =>n o _, or!3 0 3 co S 3 g cg o o B g 5 n a. S & 5 0 o 3 1 1 o eo SALSA PARRILHA DE BRISTOL SALMl'A¡lT*1)rSASIDS. — \endo-se ptimas canoas de amarello, vinJas do Sul os pretendeutes dirij3o-se a ra do Livramento n. 16, ou a da concordia armazem do Sr. Pedro Teixeira GuimarSes. Cheguem ao barato. Ricos bonls de palha da Italia par homem, proprios da estadio presente, especialmente para os que passam a festa no campo, pelo baratissimo prerjo de 3,000 rs. ; oxcellentes chapos do castor branco sem pello, bonitas formas o boa qualidade, pelo deminulo preco de 5,000 rs.; ditos de castor branco com pello, boa fazenda e desembarcados da barca Pernambuco, chegada ltimamente, e pelo prego nunca visto de 7,500 rs., a ellos : na ra Nova loia n.8. — Vende-se por 4:000,0000 de'rs., u lio com mais do mil palmos de fundo, varios ps de larangeiras, cafezeiros e um bananeiral, osa com muitos commodos, copia, estribarla o bOa cacimba d'agoa potape, com serventa franca para o no : quem vrelender, annuucie. eve. Passan lo a poute da Roa Vista, no principio do aterro, haver sorvete todos os dias, das 6 as 8 horas da tarde, feilo comasseio, tem lugar separado para familias, que ser3o tratadas com respeito e cuidado. — Lm casa de J. Keller & Companhia, na ra da Cruz n. 55, ha para vender um piano forte chegado ltimamente da Knropa III Slcom e com excedentes vozes : trata-se a casa dos mesmos. — Vende-se, cm.casa de Adamso.t llowie & Companhia, na ra do Trapiche n. 4> panno de algodao para saceos de assucar muito superior e b ralo. Escravos fgidos. cheio do corpo, sem deleito algum no corpo, levou vestido, calca de casemira azul clara dequadrose j velha, eolete deaetim preto velrio, jaqueta de brim pardo,camisa de madapolSo, chapeo de seda preto ; presume-se que anda pelos arrebaldes desta cidade, pois ¡1 pozar de ser do sertiio ofio sejulga que tenha voltado : roga-se portanto as autoridades policiaes e capilSes decampo, a captura do mesmo, levando-o a ra do Vigario 11. II, terceiro andar, que se recompensar. — Desappareceu da fabrica de csldelreiro da ruadoBrum n. 28, no dia 17 do passado mez de novembro o preto Antonio, de incoo cabioda, que representa ter 45 annos de idade, altura regular, cheio do corpo, cara abocetada, muilo cabelludo nos pe i los e rom bastantes cabellos brancos na cabeca, e um pouco carrancudo; he ofllcial decaldeireiro, foi encontrado as Cinco Puna-, e seguio o camioho dos Afogados, e he natural que seguisse nisis adianle por ter levado toda a roupa que linha, e por j ter sido pegado do outra vez na freguezia da Escada : roga-se portanto, a quem o pegar de leva-lo na dita fabrica cima, que ser recompensado. 5o,000 rs. Da 15 para 16 de novembro de 1851 desappareceu do engenho Aguas Claras de Ilruc, da freguezia de Escada, o escravo Venancio, de Angola, que muito parece crilo, Idade 25 a 28 annos, cor fulla, bonita figura, altura regular, ebeio do corpo, pernas e bracos grocos, rosto gordo, e arredondado, testa grande, olhos grandes, e amortecidos, lem falla de muitos daules na frente, do lalosuperior, poucos cabellos no venda de Fontes, di IrmSo : ra da Cadeia do Recife. 0 Vendem-se ealugam-se bichas, che) gadas ltimamente de Hamburpo, por ,'•) av preco commodo: na ra de S. Amaro 4 a> n. 28. i OOITCLUSA^— Desappareo no dia 5 do corrente mez do sobrado da ra dss Cruzes n. 22, urna escrava crila de nome Luduvina, de idade de 20 annos, cuja oscrava tinba chegado da fgida no dia 2 deste corrente mez, do engenho Cangag, lomoltida pelo Sr. Jos Pires Compeli, com urna caria apadiinhando a, o que assim se cumprlo, porm ao lim de trez diastornou a rugir sem razao, nem molivoalgum.com os signaes seguinles: alta, ereforcada docorpo, bem preta, rosto comprido, nariz grande, olhos papudos, beicos grocos, maose ps grandes, levou voslldo de chita de acento amarello desbotado, j quazi branco, foi em corpo, porm consta que ella passou na ponte da Boa-Vista, o nessa occasiao j levava um pao pelo hombro, e um balalo na mo, para julgar-se que nSo eslava fgida, cuja escrava foi comprada ao Sr. Arruda que lem taverna no I o A anliguidade da salsa parrilha de Bristol, he claramente provada, pois que ella data desdo 1832, o quo a de Sands s appareceu em 1842, poca 111 qual este droguis-l paleo da Ribcira. cantes deste fui oliva Cal virgem em pedra, la nSopOleobter a agencia do Dr. Bristol. £ doSr. capitao MaranhSo, e de novamente se "'" chegada recentemenie de Lisboa em anco. V A su P cr,or,,laJ f d salsa parrilha de Bristol be.ncontestavel, pois que nilo obsroga aos Srs dos engenhos Penado, e Ca„SOrtldas, de 1 a 16 em libra, e tam!" 8 m U ito bem acondicionadas!'vende-se a "VZS ra d a 6 „ S .' i "1 0 |. .Amrica" 5 P r8 P've", •"• tem maa.jg.ct o obsequio de no caso que .11. l torbem de um S" tamaito, por me-fpreco muilo commodo^: no armazem de SilAs numero £ as apariencias feilas com o uso da salsa parilha em todas as infermilaneapparecer de a mandaiem capturar; ra do andar. Vigario sBriinrln'meslre d primeiras letras na villa doCabol mitlom hoje de n. 19, segunuo qul(I1 ,¡, d „ 80>7 oors.; na do Recito n. 8. ra da Cadeia reclamar altamente as virtudes elllcszes da salsa parrilha de Bristol. empressos osoalhados, por muitas parles no Vende-s a 5,000 rs. o vidro; na botie* de Sr. Jos Maria Gongalvci llamos, ra m.lo ja da eutra fugij q UB r c z e cuios nodos QQirtea pegado ao Qu.rlel do Polica. J de ro servia par. esta fgida. buco, e quoixo, tem maress de chicote as costas,e de surras as nadigas, parece ser serio, e muito humilde, (alia com multa mansidSoe arrastalo faz-se; innocente, he chegado a furtos, e eostuma mudar de trage, por furto de roupa que faz ) de mudar o nome, dizer-ae forro, oulraa vozes procurando quemo apadrinhe, ou quem o compre : levou camisa de madapolSo, calca do brim trancado de listra pardas, j desbotado, chapeo uzado de couro, cobertor groco de listras azuos escuras, e um facSo que tomoude um muleque carreiro, do engenho Moclo. Este escravo passou pelos engenhos Arand do Sr. Minoel Feliz, Amparo e Moclo, havendo pedido ios senhores dos dous ltimos engenhos carias que o padnnhasse, em que foi sitisfeito, e uSo obstante fugir leudo seguido para o engenho Minhocas, da donde prezums-se ter partido para o II rejo da MaJre ds Dos,onde foi escravo do Sr. Cordeiro, contiendo por Abade, a quem pede-se o favor, de se chegar a seu couheclmenlo a sua estada ali, fazer apreender, remelter ou avisar a seu Sr,, poodo-o nesle caso na cadeia, assim como toga a qnalquer que o pegar, de leva-lo ao dito ongenho.oseuSr. Antonio Crios Pereira de Burgos Ponce de Len, ou na ru. Direil. n. 14 casi de Jos Pinto da Costa, que receber a gratilicacSo mencionada; e tambem pelo prezonte protesta-se com todo rigor, contra qualquer qua o conservar em seu poder. — Continua a estar fgida a mulata Victoria, com os signaos seguinles : cara .bastante picada 3e hexiga, dentes da frente podres, lem um defeito cm um dos honfuros por cau'si de urna queda, bsixa e pea pequeos, tem sido encontrada de tlmo pulas bandas da Solidado, quem a pegar levia a sua senhora na ra de Agoas-Verdes n. 23, que roceber 20,000 rs. de gratificacSo. M P.nr FV:



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O Sr. Presidente decan ad lia la sessffo para hoje 10 Jo crrante, ii nove je m c i a horas d amanhfla. Communicado. l'.HA VIACEM INESPERADA. No vapor Parense, que diqui parti para ot portos do gal, embarcou pifa a corte chamado pelo governo imperial o meu o llega e amigo Dr. Pedro de Attahy.li> Lobo NOCOSO, prime i ro clrurglfio do corpo de saude do exercito. Achava-se elle no gozo de licenca por um •ano, que o mesmo governo Ihe havia concedido pare tratar de sua saude, quando aem maia nem menos he intimado para no praso de 94 horas embarcar. NSo Ihe permlttindo o rigor da disciplina militar, qae cortamente (seja dito de pasaagem) nBo est em harmona com as luzesdo seculo, oppr quaesquer razOes, que polessem obstar tSo rpida partida, uBo Ihe restava senSo, ou obedecer a orden), que Ihe foi intimada, ou ir preso para alguma da* fortalezas! Bem terrivel que he essa colllsHo ; mas ella poderla linda ser tolerada se se dsse com todos os cirurgiOes do exercito. Infelizmente assim nflo acontece; e be de notar que aquellea cirurgiOas que adoptam a homceopathia, sOo os nicos perseguidos, como aconteceu no Aaranhflo com o Dr. JoBo da Cruz Siutos, em Hacei com o Dr. Pedro Tito Reges, e agora em Pernambuco com o Dr. Moscoso. Sella aos olhos a perseguirlo, que se taz a lionlCBopathia oa pessoa dessesseus apostlos do corpo de saude! A tiomeopathia, que na pbrase de um sabio medico allopathe oDr. H iicii, Decano da universidado de aples, he o apogeo do ¡ciencia medica, ou a a verdadeira ¡ciencia medica, em lugar de encontrar no governo do Brasil toda a proteceflo, apoio, visto que o bou senso publico ja a lem adoptado pelos incontestavois resultados, que diariamente se manifestam, s dalle tem recebido um desprezo tanto mais imperdoavel, quinto os homens do governo a adoplam particularmeale para curar suas familias, e alguns at a exercem em beneficio dos pobres! O tempo, que ludo esclarece, ha de um dia abrir os olhos dessa sent, e deixar-lhes conhecor o mal que fazem a humanidade por sua perseguido ollicial mais bella e til descuberta dos lempos modernos. Se a urgencia do sorvico militar foi que occasionou a chamada do Dr. Moscoso que eslava gozando de urna licenca dada pelo governo, porque razSo se nBo lembraram dos Srs. Drs. Jos Sergio Ferreira, e cirurgiSoJoBo Diogo Duarte, que nSo seacham munidos de licenca, e 14 estBo no MaranhSo em perpetua tranquilidade? Ese tal urgencia nBo existe de sorte que esses senhores, que estilo em servido activo poderSo ser dispensados de commissOes fra daquella guarnido, porque razSo so cassou a licenca do Dr. Hoscoso, reconhecido doente pelo governo, e se o arrancou do selo de sua familia I (juera nSo ve que essa odiosa parcialidade he urna calculada perseguido homeopathia, e urna satisfagBo de odios miseraveis? Atquando ser letra mora o artigo da constituido que diz ser a le igual para lodo¡ quer castigue ijuer proteja P Deposito toda a confianza no bom senso, imparcialidade, illustragflo, o patriotismo da mocidade brasileira, dessa mocidade amiga do progresso, e felicidade de sua patria, dessa mocidade, que em breve tomar cinta dos destinos do paiz, o o levar por melhor caminho do que tem andado at buje. Nella ni de encontrar a liomcopatliia odesciivulvimenl i, e o brilho, que os vellios governantes, salvas honrosas cxcepeea, lem querido abafar, ompregando para cunseguir esse flm, quinto abu->o se pJo imaginar. Tcnhuios nos os humoupalhas mais un pouco de resignaeflo, paciencia ces,orangas, porque Dos nos nao ha de abandonar, porquo a uossa causa he a da verdade, e esta ha do ser combatida pelo erro, mas nunca sera vencida, Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho. P. S. Por pedido do Dr. Moscoso tomci conta de sua clnica particular, echndome de posse do seus livros de mscripgOes. sdoentes, que estavam em tratameoto, e mesmo as pessoas, que o costumavam consultar, podem dirigir-se ao man consultorio desde as 9 horas da mandila at as 2 da tarde, na ra do Trapiche Novo n. 15. Os pobres conlinuarSo a ser tratados gratuitamente.—ODr. Sabino. ajuste do contn le nBo podesse fazer entre inimigos:—j era muito que cegos, e allucinoJos tivosaem podido conceber O louco rajado de ventaren a opposioSo a mais ajusta o obstinada que se pola imaginar, dirigida expreisamnnte fazer triunphar urna verdadeira extortao; e qne Ihesserr) elles meamos garbo, e oateotegBo de terom comprado a jestiga, edoestarem no proposito de esgolar no pleito oa 28 conlos que confessam (levemos, como consta de urna carta a nonyma que noaacabam de dirigir, escripia pela propria letra do Sr. Lobo ;— mas cima de ludo islo, e como utlima prova de depravarlo, e cinismo est o quererem compar anda hje de boqrados e honestos, em presenta desles dous Tactos da escuna Elisabelh, o do brigue Elisio; em presenta de tudoo mais que se Ihes laogou em face na ultima resposta do Sr. Soares Barboza, o que elles oonfessaram pelo seu silencio O publico que nosjulgue : he esse o nosso desejo, e ser esse o nosso Iriampho pira j ; porque mais tarde bavemos de triumpharf mare de Dos) perante os tri humes do paiz ¡Ilustrados, e ¡ncorruptiveis at onde nBo pode chogar a infiluencia mal S anha, e peior austenlada dos negociantes escridos, e calumniadores, que se gabam de ter comprado ao juiz que os absolvo, e que nos defenderemos, repellindo o labo de corrupto e venal, o acreditando, como acreditamos, que se errou foi por falta de informagOes, ou por confiar demasiadamente as que Ihes deram nossos inimigos. baha 22 de novembro do 1851. Joaquina l'ereira Marinho e C. N. B. Para melhor aprecala" dos factos reproduzimos ein seguida a provocadora caminara esentenga absolutoria dos Srs. Lobo e ilarboza, extrahida do Mercantil n. 260. Correspondencia. A' PRACA DA BAHA. Constando aos abaixo assignados, negocanos da praga do Rio Grande que os Srs. Joaquina Pereirj Marinho e C. propagaran) que os abaixo assignndos nBo queriam chegora umaccordo do ajuste do contas com os mesmos Srs. declarain que he falso, e so se negararam e negam a faz-lo com o seu procurador DomingoSoares Baiboza(o bem conhecido Le-Roy ou outro de igual carcter) como j declararam no Rio Grndeme n. 59 de 13 de margo do corrento anno, e aqu o tornam a repetir. Lobo 4 Barboza. 01 abaixos assignados lendo a cerebrna corresponda do bem conhecido Domingos Soares Barboza publicada no Rio-Grandense. de hoje, nBo desconhecem queofim da publicado he incutir a desconfianga na praga locaule ao crdito dess casa; porm felismente os fictos Ibes garamtem a contnuago da honrosa reputagSo de que gozara, de lealdado e lizura as suas transacgOes, e promptidao nos seus pagamentos. %  para mostrar quanto Domingos Soares Barboza he incompetente para insinuar o contrario, uevelarBo (a seu pezarjaopuhlico, que este individuo tflo bom cobrador ne o mesmo que sempre levou mais de ailo a pagar-Ibes, e ainda a ultima conta que mes saldou era oulubro de 18*9, cootinba urna addgBo de sal ( genero pagavel visla J que remontava a abril de 1818, urna rdiculana de 18 inezes! Declarara mais que nonhuma duvida so ihes oflerece em ultimar as suas cuntas com Joaquim Pereira Marioho e C, porem directamente com aquella casa da Babia o,i por intervongflo do um homem de bem, mas de maneira nenhuma se entenderio com o despresivel aulhor da desintelligrncia q^e se suscitou : isto he bem uotorlo a o dito Domingos Soares Barbosa, c mi quem so podero tratar dajla materia' judicialmente. O nomo do nosso amigo o Sr. J>i) Antonio Uorei'o invocado pelo nosso gratuito .iggrcssor, em negocio para o mesmo Sr. completamente indll'ereiife be mais um meio torpe de qu.irer apadrinliar com um no¡ne respeitivel as suas biixas mai.ouras. para ver so se tirava som dcsar da odiosa posicJo em que se collocou. He para esclareciuieuto do publico sinsato o que os abaixo assignados julgam dover narrar, por quanto cnteiidoin que os negocios particulares de urna casa nBoso do dominio das rcunioes de ociosos. Pode portanto o rifando Domingos Soares Barboso revogar os seus das de graca, que nBo precisara da sua clemeocia. Rio Grande 12 do margo de LA VAI PEORA A QUII TOCA. Sr. Rodador. — Achando-me ha tempes munido de poderes suOlcientes par cuidar da liquidagode contas dos Srs. Jaquim Pereira Mannho e C, da cidade da Baha, com o( Srs. Lobo e Barboza, do Rio Grande, lenho procurapo todos os melos de vir a'um accordo aaiigavel, mas ufio o lenho podido conseguir; porque os Srs. Loboe Barboza parece terem entendido qae no desenvolvment d'esta missBo s h 06 minha parle capricho, e prtenlo a nada se quer en prestar amigavelmenUrt preferindo lotes, em prejuizo de seu proprlo crdito, que tal liquidagBo se faga judicialmente. He pois provavel que eu tenha, em ultimo caso de recorrer a semelhantes melos, mas pira que injustamente eu Dfio seja acensado de nBo ter promovido esta quidacBo por termos pacficos, rogo-lheo favor de dar publicidade 4 carta inclusa, que em 21 de Janeiro do corrente anno dirig ao Sr. Jos Antonio Moreira, em occasiBo em que o Sr. Lobo se achava nesta cidade, e da qual at o presente nflo tenbo obtido respoita alguma, aem embargo de pessoalmente l ter por vetes procurado,o Sr. Moreira. porem, diz que, tendo dirigido a minha carta ao .s'r. Lobo, nunca elle a respeito d'ella, Ihe dera resposta. Ora, observen) os feitores bem o contedo de minha carta ao Sr. Moreira, meditensobro o estilo em que est escripia, e vejara so 2 ^SftL Sr. redactor.— Tendo viste hoje no Rio OranrJenaeuma thoorias, produzdas pelos Srs Lobo e Barboza, sobre urna quettao relatiuamenteao Sr. Domingos Soares Barbn nflo pude deixarde revollar-me vendoapouv ca discrioBo.com que aquellos Srs. serpftrem a uran'correspondencia inserida honten-, no seu jornal, do dito Sr. Soares Barboza bem longe est este Sr. de merecer assim um tratameoto tSo burlesco e s proprio de seus autora*: porm reata-mea porsuagBo quo iaso nB" passa de bravatas, por quanto, he preciso que sajamos mui miopes at mesmo insensatos, para julgar-mos que aquillo nflo sejatn consequencias da mais aquilatada pobreza-de espirito. Tenha pois a bondade de consentir estas linhasjem seu conceituado peridico; alinde quepublicoajuizequea pessoa do Sr. Doraiogos Soares Barboza, sempre souba tornar-se digno do conceito que at agora nellese acha estabelecido e que nunca mesquinhas vingancas poderlo entorpecer a marcha de seus principios de honra e prohibidade. Seu amigo e criado. a agoa fria. a> Os homens na socledade represenTao aqulloquesBo, e nSo o que os estpidos Ihes ebimam. Sr. redactor.—Lendo no RioGrandenee n -59, de 13 do corrente, a resposta que os Srs. alioal he possivel tirar-seuma conclusflo Lobo e Barboza deram a miuha corresponquo uesdouro o meu carcter, ou desculpe, j e ncia de 8 do mesmo dquei completameno procedimento dos Srs. Lobo e Barbnzi i te su.-prehendido, nBo da forma porque ali querondo anda evitar qualquer motivo de sou tratado, pois que na sociedade cada um desculpa da parte dos Srs. Lobe e Barboza, procede conforme a educagflo que recebeu, e declinar de mim toda a respbnsabilidade mas da corigem com que aquellos senhores Por falsas • %  "— %  > %  -*— %  > —' ••' ---ui— Com. com, Lobo aliarbosa tinhlo aqullos ordenado ao sou corres, ondele de Lisbia. a comprada umearrogamento de^vinh 4 de junHode 1850.-Amigo esenhor : J' DOr aal que devia ser dirixido •• Loba )a|ho* stelirlgue levamos a Vm. escripto, p 0 rm efessa praga, mas oceorre(do ocumaM^l %  das que alteraran) as relaaflls estaDelecbJafc e lendo os Srs. Lobo e Barbosa perdido-a confninga de Marinho e Coma, tranamitti rarn-m estes as suas ordeus prevortindo-me competentemente para o'u tqnlr toalla do ca'rregmentoda escuna UisaMth quando aqni aportasse, passando a meu *der urna ordqm para ocapUSo me entregar o carrolamento, cuja ordem liz chegar reaenga do mesmo, capiada com oarta minba dirigido d'oita cidade, e que Ihe foi entregue na villa de S, Jos do Norte no dia 2t de so tembro do anno passado pelo Sr. Antonio Jos Soares Vianna, em presenga do Sr. JoBo Agostinbo do Espirito Santo, que despropsito convidou para traduzir a minba caria ao capitSo uujez, o qual depois de bem entendido, voltovj.a bordo da sua escuna, levando por companhia os Srs. Vianna eJoSo Agostinbo e ahi Ibes fex entrega da correspondencia que dizia rosp'eito ao carregimenlo reclamando pungencias para que quaulo antes se descarfUfssoa escuna, por estar fazendo muila agu. Em consequencia do que se abriu, logo a seu bordo a correspondencia, e se deram as providencias precisas para eomegar a descarga o em seguida pediu o capilflo da esraisas imputagOes declaro mu positivo aeatreveramaassignar una collegflodedes. anda metacho d.sposto a oumpnr tudo propsitos que s parecein escriplos para nto naque la minha carta expuz aoSr. descrdito de sous autores. que qua Jos Antonio Moreir se os Srs. Lobo e BarSr. redactor.— Sorprehende-nos a coragem.e impavidez, com que os Srs. Loboe Barboza, do Rio Grande, se lembraram de mandar reproduzir em seu jornal urna correeeondencia j publicada em 13 de margo do corrente anno no Rio Grandense,periodloo d'aquelia cidade, e que victoriosamente refutada pelo nosso amigo, o Sr. Domingos Soares Barboza, servio bem de Mimar o JUZO publico 4 rospoito da deslealdad, falta de f, e,de honradez, com que esses Srs. se bouveram nasrclagOes commerciaes, que infeliz, e destacadamente mantivemos Por generosidade, e compaixSo, tinhamos deixido de levar ao conhecimento do publico, e especialmente do commerco desta praga, esse vergonboso abuso de confianga; cssa traigoeira maneira de proceder dos Srs. Lobo e barboza ; porm agora altivos, o orgulhosos, como se elles apreseotam, secundados pelo Sr. Bernardo Rodrigues d'Almeida, agente, medianeiro, ou instruanlo da dita publicagflo, s pelo ophemero tn'umphc obtido (comprado dizem elies; de urna autnoridade talvez fraca, ou condescan lote, he indispeusaval abater-lhe a ousadia, nSo com calumnias, porque islo seria indigno de nos, ooim rana verdade dos factos I So temivel, e aterradora, que esses Srs! procuraran) embaragar com empenhos a pubhcagflu d.-lla, c nflo oconseguindO tomaran o part-lo de calar-se como verdaderos reos confessos. Portanto tenha o Sr. Redacto) a bondade de publicar em primeiro lugar a correspondencia do Sr. Domingos Soares Barboza de 8 de margo de 1851 que deulugar essa calilinara dos Srs Lobo e Barboza de 13 domesmo meze anno, e agora reimpresas: em segundo e terceiro lugar as correspondencias de 13 e 14 de margo assignadas por — tm amigo ausente— e o Agoa finqese publicaran) no Rio Grandense, e Diario do Rio Grande deseas mesmas datas com o (Ira de re vindicar a honra ultrajada dapuelle noaso amigo o Sr. Domingo* Soares Barboza ; eetnquarto e ultimo Jugar a resposta deste Sr. publicada no referido Diario de 18 de margo, e que nada delxa a desejar nem como defesa para o crdito delle, nem como prova do quanto temos soflrido dos Srs. Lobo e Barboza, e da injustica que acabamos de recebar pela sentenca lamben) publicadada em seu jornal. Ja era muito que esses Srs. descoobecendo todos os principios de honradez, o honestidado que caracterisam o verdadeiro 1851. Lobo <\ Barboza. Mulenga proferida e publicada em audiencia na questfio do ajuste de contas que promovern) Joaquim Pereira Marinho e C. por seu procurador no Rio Crande Domingos Soares Barbosa i o bem conhecido Le-Roy. ) Vistos estes autos ele Pediram as autores Joaquim Pereira Marinho e C., pela presente acgo, que os reos Lobo e Barboza fossem citados para no praso de dez das assignados em audiencia, apresentarem as contas relativas aos gneros que receberam sua consignagBo constantes das facturas que offereceram sob os. 1 a 2 e cartas de ns. 1 a 4 que se acham a fls. o fls., ou fazerom a competente irupugnagSo sob pena de lancamenlo e sor a lirma social condemna la por senlenga a pagar aquantia de 28:184,242 rs Instarala assim a acgBo apresentaram-se os reos contestando-a e ofTirecem a conta de lis. acoipanhada das oulras parciaes de fls. o fls., ocenparam-se em demonstrar, que longe do serem deveveJores ao autolores, eram pelo contrario credores desles pelo saldo do 8:386,276 rs., e o exigiram por via de reconvengJo. Allentando-se porem na petigflo inicial, ou pepido dos autores, v-se que com a apresenlagflo das contas ficouesse pedido satisfeto urna vez que elle nSo se estn leu a mais, e consegniutemeiile loda a discussflo quesosegulo foi sem fim proposto, e processada sem ordem, nem materia sobre a qual se lenna de julgar; porque devendo a senlenga conforme as regrssde direito assentar sobre o podido dos autores, quer este quer a replica, alem d'aquelle j satisfeito, nSofizeram outro, nem trataram de materia aobre a qual possa juridicanvnta proferir-ss urna decisBo cenJemnandoou abselvendo nos termos do artigo 231 do regul-mento d-25 denovemqro de 1850, e conforme praxe estabelecid pela leginlagBo anterior ord. liv. 3' lit. 66 § I., nem outro sim se deu a acgflo intentada o caractir de nenhuma d'aquellas que eslabdece o meimo mo minha correspondencia, nin provocasseda nina seineesta he ne¡0 '"' "" "" cess "i coufessar q"ue elles desoonhecem i, Ul V,''o .„.. inleiramento o que devora a si e a sociedade Pellas, 8 de margo de 1851.— Domingos em ger ,¡ T",*S r ?". a -. ., „, .-.' Nunca foi minha inlengflo desacreditar os i,.ir n fi An'onio Moreira Pelotas, 21 de S rs. Lobo e Barboza, nem 13o pouco entrar dn ,rnp.,r -^ODapadree amigo. Tencom elles em urna polmica desigual (digo nuiS eximir-me de entrar na lidesigual porque descouhego as armas onraT-UrinJ. dec nUsdo ,' %  Josquim Perecessarlas para rebater insultos e sarcaslohn-H K C ComD ->. %  • BWi comosSrs. rnos>; mas jaque assim o querem hflo de roo ilarboza, do Rio Grande, nflooteuho arrepender-se JaaVwsoirameiilcabocanbar • l^?i!Sft U i r •P e a 1 r ''>ver ji por „ quera a troco delnsullos o groaseirias Ihes d m.„ md Par UaDla a 8Ce9sid,de onereceu amizade e sincera mediado. n n .S25L"S"' um P MS0 <>e sua conSeoobjedo de minha correspondencia 5r S i 0 iw r e semoln,nt6 pojlo,os f6ra, como dizem os Srs. Lobo e Barbosa, no.' ?, ?.• ^ 0n,p p0nm lnslsteal em promover o descrdito de su. casa, bem sanM s l,lcienle 1 ueeu Promova a termbem elles que eu tinha para isso motivos de m,„LL„ negocios, o concluem por sobra ; mas outro era o meu fim, mais no?"„!.' P a ; emeln n l e nm ? u com bre %  minha IntengBo. IVra abaterem o mn uS! l 22Su3ft* manifestando ao mesneu orgulho, dizem os Srs. Lobo e Barbosa nad. m¡ ff .vim ? q UB lud0S ?J a lern "quelavei muito tempo a saldar-Ibes urna m,.Lf,T r ? a e,IDente com Preferencia a conta, masconfossam que estamos quites So.i?o. !" !" ? V. 6 COm lCS S9 "" ,e se onlinu.ssam nossas transacgOes esti%  ha^M W 2S q aS5^^i!i!!* -iamos anda boje de conUaberta), ea B. ar'Jm„¡„-'iP .k os'^'ocerosneeesnal chamBo-me o despresivel autor de suas 'To^ZT^^rJ^Z't^,. -i-W"!.-^!'-.. recordarem que tem co pi ci a amn,ieT.,n„d g /„ in IliJ '&£*$ ,0 a P^rfedade""tem dalo" "Te'm mTrecido ^¡ t t S^f^SS3AS^ ,,l l& tifio ^ Historia criminal de Lobo e Barunsdo oulros, so urna torceira pessoa pode Losa lamhem "lh ?ViV?,"" 1 ?"'" bJ eCl ; e ""u" A onducta ommercial dos Srs. Lobo e Meu2ni^ei2hr/H£!!?i Saber Barbo*aiUo heobjeelo particular, est no osd-seia E. M S BCar ode 1 l u e¡n dominio do publico, o corre improsso cm amito de ?odn, ,'.. ¡tTJ^! d divarsos fulhelos 1 ue andaB P" • ">• n.Bo reeua !" afuim \ embar de ou-emmflo por orapanhos, onde pode sor bam uZlrm ', qU8 .' ral,8 nSepri) apreciada, d'ella sa colige, nSo s a razSo &r uKfclTa """.'T Porque o Sr. Lobo fugio d'a B.hi. para o 'md n r r m ..i??t ,d0SS t Sfa5 ?i'^'-onue, mas tambera se coneluo que invado porem eu de dingir-me pessoalnBo podo liaver maior inur.to EHKCS ^z^iirr^rs^SiZ ttlsxf***'** p rovV cuna %  quintia de 100,000 rs. por conta dos fretes que eOectivamente Ihe foi entregue, passando d'ella recibo. Quem pois vista do expendido poderia acreditar que os Srs. Lobo e Barbosa se apresentariam em publico reclamando pelo intermedio do consulado de S. M. Britaunica o impedimento da descarga, e n'alfandeg proprledade dos gneros que deixaram ds despachar, porque os imped legtimamente de levarema effeito urna acgBo indigna de negociante probo e honrado ? certemente ninguem ; inaa o caso he que o facto he ven dio, e os documentos obaixo o compravarn Rio Grande, 5 de outubra de 1850.—Despacho para Domingos Soares Barbosa o seguinte genero eslraugeiro viudo de Lisboa na escuna ingleza Elisabeth, enviado em 27 do passado : C. S. 274 duzentas e setenta e qualro barris de vioho tinto; 5 cinco pipas de dito Joaquim da Costa Torres. DeipacAo.— Apresentando nesta data os] Msrinho e C, enmo claramente se vai i,.. Sr. Demingos Soares Barbosa Bahi. i o tecehiment de cartas dessa nos faz ir „„ v|mente sua presenga. Da correinon dencia que existe entre nos eos Srs. Lobo Barbosa ( que Ihe faremo* conhecer na ori" melra occasiao j temos conhecido que asu homens, ponde de parte tudo o quo he n un s donor, meios honestos que devera ter todo* os commerciantes, procuraram acintos> S mente tazer-nos passar por um nflo peone no prejuizo l nfio sendo,.o primeiro de aun somos victimas com o mesmo navio ele i com o Elisio, surto nosse porto ha immens tempo! Este proceder, pan core nosen principalmente, que somos quem desta ora ga Ibes demos os primeiros impulsos o • quem temos tratado deforma que elles'nBo mereciam, he odiosamente reprehonsvi e ontSo fomos obrigados a mudar de cor respndante, e o fazemos a todo o custo Vamos, pois, comraelter-lhe de tomar Vmj conta doa nossos navios, vender seus carregamentos nessa, e carrega-los.de xarque" -na conformidade de nossos avisos. Se aceitar o que Ihe propuzemns em resposta, a urna outra sua resposta estamos de accordo a mandar os tres navios ( e nflo s os dous), sendo os dous avisados e o Marinho II, que foi desta carregar a Hacei, • d'alli 4 Lisboa, pan deste uli¡. mo porto lomar sal, algum vnho, ele, e para ser dos primeiros a carregar. Alm d alguma carga de Lisboa, ed'alguma aguaardente e assucar do Brasil, pouco ir qua nflo seja sal e dinheiro, e eotflo nSo cuitara muilo a vender semelhantes artigo*¡ por isso, quando mesmo nBo Ihe convenh lomar parte nos carregamentos de xarque, nao se devora esquivar de carregar-noa os navios, vender o que para essa mandarnos, etc., etc. Aqui offerecemos urna carta para o cap. So do brigue Elisio para pr-se i sua diaIposigBo, se acaso ainda nflo estiver carrogado; e se isto acontecer, sirva-se dar-' Ihe um carregamente ainda sendo o que pedimos apromptasse para ottaiinkoe entflo para esta daremos outrss providencias, logo que saibamos que o Elisio toma esta carga, para a qual applicar os ris 10:000/000 do saque, e asoogas que levar polaca. Se, porm, o Elisio estiver carnegociantes Lobo e Barbosa notas iguaes, regado e sahir com carga dada pelo Sr. Lo prsenle, pelas quaes pretendem despabo, oesse caso s cont com a polaca a carregar nesta tarde. Tambera deve ahi aportar um navio c>trangeiro ( quando soubermos qual be, o avisaremos ) que destinava carregar em Lisboa com sal e 120 pipas de superior vinbo n noal ao tnr ah la%  inl. ..Ji. char os mesmos gneros, prove o supplicanie com documentos, na forma da lei que estas gneros sflo de sua propriedade ou c jnsignaglo, e nflo dos ditos negociantes. Alfandega do Rio Grande, em 5 de outu-1 o qual se or ahi ter, ainda sendo consignabro do 1850.—No impedimento do inspec-| do a outro, deve Vm. apresentar-sa a tomar tor, Espirito Santo Araujo. d9 "e conta, e mesmo prevenir desta ordom lllrn. Sr. inspector da alfandega, Dominaos Sr. Lobo e Barbosa, gos Soares Barbosa, tendo sido obrigadol Para Lisboa vamos j dsr ordem, afina de por V. S. a apresentar documentos que proser-lbe consignado o Marino II. vem sa o supplicanta est ou nflo aulorisado I Como j dissemos, se resolver-se a tomar a despachar os gneros que nesta alfandega' parte nos carregamentos dos nossos navios doram entrada, como propriedade de Joa-1 abriremos o crdito no Rio, sendo estabequim.Poreira Marioho e C, da cidade da leci las as commissOes do parle a parte, as. Baha, aprsenla como documento a mesraa carta de ordem de Marioho oC, da Babia, competentemente sellada e reconhecida, e desde j protesta contra a violencia de V. S., se por ventura continuar a negarIhe o direito. P. a V. S. haja de deferir-lhe. E R. M. Despacho.—O documento que o supplicsnto exhibe nflo destroe o direito que assiste sim como os fretes devem ser por Vm. conacienciosamenle regulados, segundo as pocas de carregar, se, porm, nlo quizar aquello negocio, nBo se negar a ser nosso correspondente, attendendo a que Ihe damos a preferencia pelo conceilo que nos merece, e porque estamos conscios de que nos serve bem. NSo deve ter o menor escrpulo em aceitar o negocio, c tanto mais a Lobo e Barbosa para serem considerados! 1 uo 9 impossivel quo ninguem, e menos perante esla inspectora como legtimos| 9 uem tanto nos conhoce como o Sr. Lobo, consignatarios dos gneros cm questSo, ai n z8SS0 oque tem feito, sem outro intento elles, ou sua ordem directamente remet-'.oo 5 o f osse de procurara desligagflo de tdos do Lisboa, como do respectivo mannosaas relagfles. fasto e conhecimento a elle apenso. Alian-, Conle quo nada nos faz mudar deprodega do Rio Grande, 5 deoutubro do 1850. Posilo, e sentiremos profundamente que No impedimento do inspector, Espirito SanSo aceite qualquer das nossas duas proto Araujo. postas. Illm. Sr. inspector da alfandega, Domin-' Desejamoa-Iho melhor saude e felicidapeudidas, ealem disso, conhega e manifest quanto he vantajozo para todos que questoesdetalnaturezaso liquidara particularmente. Ora, quando haja indisponigao para tratar directamente comigo.fica este obstculo removido entendendo-se elles com Vmc, eo compadre me transitlirt o resultado de suas conferencias, para eu lomar o accordo necessario em harmona com as ordens quo tenbo. Querendo porem desde ja dar comego a obra, devo dizer-lhe que a primoira cousa que lenho a exigir sSo as coolas de venda que aquellesSrs. falta dar, depois dss quaes devem elles formar sua cotila corrente, para a vista d'ella procrennos remover todas as duvidasque se olierecerem para chogar-se a final a um accordo satisfatorio que eu enlentendo nBo ser mui dillicil de conseguir, se me acompanharem em desejos. Tenha, porlanto, o compadre a bondade de prestar-se a este servigo, o acreditar na estima que Ihe dedica quem he—De Vmc. compadre, amigo o obrigado. — Domingos Suara Borbota. Sr. Redactor. — Quando houlem mqjlisseramque a correspondencia do Sr. Domingos Soares Birhn/a. inanrla nn fe. Gradonse dessa mesmo dia, e reproduzid do Uaiio do hoje, havia incen lalo o genio fogoso de um dos socios da lirma commercial Lobo e Barboza, e feito sahir do serio ao outro socio, me persuad que nflo passasse isso de um desabafo contra as muito prudentes raflexdes doSr. Soares Barboza ; a ancioso aguardava a leitura das folhss de hoje para ver emqual dellaa sabia a resposta que os Sis. Lobo e llorboza protestavam dar, em defaza do seu creJito commercial, que supponham compromettldo. Essa resposla sabio com effeito no Rio Grandonse ; mas, cm vez de defeza, nBo he mais do que um aponluado de insultse phrases asquerosas, que polem de alguma forma ser iido de todas as circunstancias, alim deaue a onalh.nl. .. — — — — %  n relevadas ao genio, ao carcter de qualquer que tenha entranhas de Lobo, aflo por domis improprias de quem, por indo-le e piiiirae.iu. parece um inoffensivo coelho. Para que os Srs. Lobo e Barboza pudessem ter direito 4 benevolencia do publico e do corpo commarrogulamento, coP"* quem escrevem lo se reconhece do procesao adoptado do Cl "'> a quem diz respeita a quesillo em que ual resulta o verdadeiro caos em que cabio so achilo envolvidos, fra de mistar que, em sta causa. Alem disto examinados os su-.voz de recorrerem ao sarcasmo o difmalos por outra parle, v-se que sendo esta (3, se limitassem apenas defeza contra causa commercial fji ella admittida em jui-'a accusagSo seria o regular que Ihes faz zo com manifesta violagffo da lei, porque,"quelle a quem o simples procedimeuto nue conforme dispeo art. 19 do regulamento ora tem para com os Srs. Lobo e Barboza que baixou com o decreto n. 361 de 15 de seria bastante para eleva-lo na opiniSo pujulho de 18(4, nem os autores podiam in-! D "ca, sea esta j nSo tiveaae por ai, muito ten lo I-a nem os reos defederem-so sem que tempo antes de serem aqui qualquer cousa previamente moslrassem que se achavam os Srs. Lobo e Barboza, boje tambera confiequites pelo que toca ao imposto do ultimo cidos, a cuja lealdado e lisura commercial anno relativo a casi commercial, escrip-'sBo mais que muito proverbiaos. torio etc. a que respeita a questSo. O modo porque tflo inslitamente he alasPor tanto, e pelo mais que dos autos salbadaa reputagBo do Sr. Soares Barboza negociante; ingratos, e traidores 4 nos quo constaedisposiges do direito com que me exiga quede prompto os seus amigos o lhesdemos posigo, o crdito, nos quizasconformo, julgo ¡Ilegal e nullo todo o pro-'repellissem :ho isso o que fago, primeiro cessado, deixando porem o direito salvo as'que o offendido venha confundir, com a irpartes de promoverem pelos meios edmperesistivel forga da sua consciencia honrada, les a liquidagSo das contas, pagas as cusas os Indiscretos que lio injusta como viruaccomoioJafSo, com o frivolo pretexto (que ( pelos autores em quo os conJonMO. Rio lentamente o provocaram. ainda se animara a reproduzir) de nflo seGrande 21 deoutubro de 1851, Sou, Sr. redactor. Um amigo ausente rom amigos do nosso procurador, como sa AssignadoManoel de Soma Attvedo. Rio Crande, 13 de margo de 1851. por ventura o fossem nossos, ou como sa o ——__^___ __________ sem extorquir mais de 28:000,000, obrigando-nos um pleito judicial, depois de regoitarein lodo* o* meios pacficos de urna i %  m —ii — %  la-ffn IIVM >• friunlA llfnlatvln f_i_>_ I a semelhanle respeito nflo s se rmam as ideas mas lambem se decida se ficou muito airoso aos Srs %  Loboe Barbosa apparecerem erpublicoempregandomeiusdetomarconla de um carregamento que seu dono nflo quiz consignar-lhese alm disso se ha muila honestidade na injusta queixa que os mesmos movem por nico desorgo e vinganga contra o Sr. Antonio Jos Soares Vianna, a quem nessa cidade devem obsequios nflo s de grande consideragflo, mis di natureza d aquelies para que nflo ha outra recompensa alm do sincero reconheciment, mas os Srs. Lobo e Barboza, corridos e envergonhadosdeseu reprehensivel procadimento, careciam para seu desafogo sacrificar urna victima ao sou resonlimenlo, o folhos de meios aproveltram-se de frivolos pretextos que sua propria consciencia recusa, para mover urna acgBo criminal contra aquello que alm de haver exercitado por longo lempo os deveres da hospitalidade cora o Sr. Lobo, correndo o grande risco de comprometter-se, nflo pouco s6 esforgou para iivra-lodeincommodosque parto estavam ue chama-lo aura penoso soffrimento: mas oido oSr. l.oboera amigo de Antonio Vianna, porquo dependa de seus bons servigos;noje Vianna nBo podo merecers sympalhiasde Lobo, porque este satornou um ingrato. O Sr. Lobo e Birbosa, esquecendo-se de aiedaclassea qua pertencera, aliraram-se ao pantano e agora, por mais esforgos que fagan), poderflodesatolar-ae, mis nunca sabir limpos; porque o crdito de ura negociante he igual a honra da doniella, que urna vez maculada, por maior que seja seu arreaeudimonto, nflo pode mais purilicar-ae. r Vamos poiis esclarecer o' publico acerca do decantado cirregamento da Elisaib, que tama bulla tem feito n'essi cidade pelas extraordinarias occorrencias a quo tem dado lugar, allm, deque com conhecimento de causa s .i (Irmem opniesdivergentes e por urna vez se decida quem com jusliga d'elte devia tomar conta. Uxtadesintellgencia entro os Srs. Joaquim Poreira Marinho o Camp., da Bahia, e Lobo e Barbosa, d'essa cidade, trouxe a %  neu po ler as consignagOes e desempenho de ordens dos Srs. Marinho e Camp. ora sabe todo o mnn Jo o que a semelhante respeito pralicaram os Srs. Lobo e Barbosa, e que offendidos de samelhante procadimento, nflo sosa negaram a concluir o carregamento dobrlqueElisio.de propriedade de Marinho, mas quizeram ainda tirar-lhe a carga qne no mesmo havia mandado deitar, o que a nnal se nflo verificou; e em ultimo resultado, abandonando-nao o brigue em meia carga, fui eu que conoluie o seu carregamento, recebando em seguida todos os bur eos dos Srs. Marinho e Comp, em eonsignagflo. Em consequencia pois, nflo ha pessoa que ignore que os Srs. Lobo e Barbosa deixaram de ser n'essa praca os correspondentes da casa Marinho da Bahia, e que em seu lugar me acbo competentemente aulorisado para o deiemponho de suas ordeos. NBo lia duvida alguma que antes do inetrrompimento de relagOes de Marinho e S. se sirva deferir-lhe. E R. M. I de agosto de 1850. Amigo eSr.-Sem teroespacho.— Quanto a pnmeira pa'te, remos cartas suas a que devamos resposta, queira por carlidflo; indefenda a segunda, cumpre-nos ir a sua presenca para dizer-lhe Lrut ut retro. Araujo. Domneos Soi do ui ut retro. Araujo. que em 20 de julho estiva quasi carrejada Domingos Soares Barbosa quer a certidflo do nossa conta em Lisboa a escuna ingleza oondecimento annexo ao manifest da 'Elisabelh, capilflo R. B Tronsuale, na qual mina mn n.. l,-/.v..l. n tf. A.. ..... .1M>I.. .. • escuna ingleza Elisabelh, ou que simplesmenle se Ihe declare se pelo conhecimento indicado consta, ou nflo, serem os gneros que o supplicante pretende despachar, de legitima propriedade de J. P. Marinho efj., da Bahia. E R. M. Despacho.—O Sr. escripturario, que serve do escrivo, passe a certidSo, ou faga a simples declarflgflo exigida. Alfandega, 5 de oulubro de 1850. Araujo. Certifico que do conhscimento n. 1 apenso ao manifest numero quarenta e seis, com que deu entrada na alfandega do Norte no dia 1 do corrente mez, a escuna ingleza Elisabeth, procedente de Lisboa, consta que as sess % %  uta pipas o tresentos barris da quinto com vinho tinto foram carregados no dito porto por Bernardo Miguol deOliveira Borges por conta de J. P. Marinho e C da cidade da Bahia, a entregar a Lobo e Barbosa, ausentes sua ordem. O referido he verdade, e ao sobrsJito conheciiueulo mo reporto Alfandega do Rio Grande, 5 de outubro de 1850. Pelo escrivBo, Fernando Ferreira da Silva. D. 320 ris. Recebl. B. da Rocha. N. 4. Langada a II -. 4 v. Archanjo. Illm. Sr. inspector da alfandega, Domingos Soares Barbosa requer a V. S, haja por bom declarar por despacho se o supplicante Ihe apresentou ou nflo urna carta de ordens de J. P. Marinho o C, da Bahia, competeniam 120 pipas com superior vinho de Lisboa, e o mais sal ; e este afretamento levouse a effeito por nflo chegar contra ordem para essa carga ser embarcada no nosso 4forinho II, por isso conta daqui a pouco tempo, islo he, por todo o mez de outubro, com outra, carga de vinho linto, branco, vinagre, sal, etc., etc. Esta escuna ha de ir dirigida a Lobo o Barbosa ; por isso tome Vmc. todss as medidas para o navio encontrar as providencias precisas antes que aquellos senhores sejam procurados pelo capilflo. O frete do navio he de 24schilings por pipa, que ao cambio de 27 ds. faz 10,742 rs. moda deste imperio, e a tonelada de sal foi tratada a 22 l|2 sch., que ao mesmo cambio produz 9,818 rs. ; he porm mistar que alteoda as condigoes do fretamento, porque parece ter a tirar urna commissfio. Mandamos esta triplicada para chegar-llie mao breve alguma via. Desejamos-lhe saude por sermos de Vmc. amigos, etc.—Joajiim Pereira Marinho e C. N. 35. Rs. 160. Pagou cento e sessenta ris. Rio Grande, 4 de outubro de 1850.— Fr Coulinho. Certificamos que a assignatura cima he a propria e verdadeira de Joaquim Pereira Marinho e C. da cidade da Bahia, pelo conhecimento que dellas temos: Outro sim, certificamos que Domiogos Soares Barbosa lamente reconbecda e sellada, autorisan-1 he nesta prag'i o verdadeiro consignatario do ao supplicante a lomar conta dos geno-1 de Joaquim Pereira Marinho e C. e se acha rosque de conta dos mesmos Marinho e C. competentemente autorisado para tomar importou de Lisboa para este porto a escuconta de todas as suas consignagOes. Rio na ingleza E;/ i'Wi. E R. M. DeapacAo. —Sim, e vai por mim rubricada. Alfandega do Rio Grande, em 5 de oulubro de 1850. Araujo. Domingos Soares Barbosa, requer a V. S. haja por bem declarar quai a rasflo em que se funda para impedir que o aupplicante despacha os gneros em questflo, quando reconhece sarem elles de propriedade de Joaquim Pereira Marioho eC, e osuppliraote competentemente autorisado a despacba-los. Despacho — J defer. Alfandega do Rio Grande, 5 de outubro de 1850. Araujo. A' vista desles documentos ninguem pollera dovidar que os Srs. Lobo e Barbosa se spresentarflo publicamente demandando a' posse dos gneros contra expresas ordem de seu dono, a qual em tempo competente Ihe communiquel, e mu claramente se manifesta no documento seguinte, a que dou publici lado, nflos para demonstrar que nSo commelti a indignidade de procuraras relagOes dos Srs. Msrinho e C, sendo desleal aos Srs. Lobo e Barbosa, com quem eslava em perfeila harmona, mas tambem para provar a injusliga com que aquellea senhores me condecoraran) com o indigno titulo, de despresivel autor de sua desintellgencia. Grande, era 5 de outubro de 1850.—Paivae Vianna.—Francisco Manoel Barbosa. -Antonio Ferreira Pontos. Recoohego as firmas supra. Rio Crande, em 5 de outubro de 1850. Em teatemunho de verdade,—Jos Luis de Mosquita. Ora-, Sr. redactor, vista de documentos desta natureza, quem poderia ao menos suspoitar que os Srs. Lobo o Barbosa se atrevessem a disputar-me a posse dos gneros, para os vender por conta de um correspondente que ha tres mezes Ihes bavia negado sua confianca? Certamente que ninguem, mas o contrario succedsu, e os Srs. Lobo e Barboza davam publicamente como causal serem-lhes os Srs. Marinho e C, devedores, e temerem que Ihes nSo psgassem. Em primeiro lugar posso afllrmar que os Srs. Lobo e Barbosa por documentos existentes em meu poder sao devedores a Marinho e C. de muito mais de 20:000/; mas ainda quando fossem credores, nflo ha lei que mande o credor pagar-se por suas niflos, apoderndose irregularmente de um carregamento para vender por conta de quem o nflo quer confiar a aua muito recoohecida probidade, %  cujoa factos Ibe garanten) a continuagflo da honrorosa reputagBo que gosam, de lealdado e lisura, as suas transacgOes,e prompQuemsoparou a casa Marinho dos Lobos e'tidflo nos seus pagamentos. Goelhos nflo fui eu, mas a constante irregu-t Em verdade, Sr. radaelor.'acho esta lirada laridade de conducta dos Srs. Lobo e Bar-I da correspondencia d% mena nobres contenbosa no desempenho das ordens dos Srs. (dores muito linda, os ainto que alm del



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T % %  %  %  y / ——— les ninguem mais por or o afOrme, m contra-posicio fio que est demonstrado nos folhetos dosSrs/Marinho eC ¡Jt outra raafio davam anda os Srs. Lo-T ALFANDEQA. ,„ Barbosa para apoderarem-sc do carrePeiidjrn*fcto da da 1*510,7* iscarregam Ao; 10 de dezimbro. bo • %  ment da Elitabilh Contra tonta le de¡ quein os bavia destetuido de seus poderos, o tem a ser: terein uceado contra o correspondente de Mirioho no Rio urna letra de 6 contos deris porconti deseas commitlontes, que depois de aceitar deram ordem para oSo ser paga ; o que fui exacto, mas ao mesmo lempo que os Srs. Lobo Barbosa conla vam a negativa do pagamento da letra cilinm a sua origem ; portanto alguem lhcs dsva raslo ; explicarei eu a verdadeira causa, e o publico esclarecido decidir de que parte est a rasSo. Era 19 de junho do auno passado avisaran) os Srs. Lobo e Barbosa a Marinho e C. terem aaccado para o Rio de Janeiro contra seu correspondente urna letra a 90 dias .de 6:433/010. por conla docarregaoiento do brigue Elisio, accrescentando que, para nSo augmentar o saque aguirdivim o recebimentodealgumas quanlias; em 2 de Julho, que linham comprado o carregair-ento do xarque para o musmo brigue, mas em 17 do mesmo aban jonaram-mu o dito brigue em meia carga, nfio lli'a tirando toda porque os imped de faze-lo ;'e em 20 escrcviaui elCOMMERCIO. Batea ingleza --' Linda — mercadorus. Barca portujuea -• Boa Viagem — batatas* cebollas. Harcr belga, %  • Louise mercsdoriis. Brigue inglez — Queen — bacalho. Escuna hollandeza — ibirt -mercadorias. Brigue brasileiro —Rio Ate— fumo esabfio. Hiate brasileiro— jun-generus dopiiz. Hiate brasileiro — .S. Jola — dem. Paticho brasileiro — Bella Annita — dem. lmportaca&. Barca belga Louise, vinda da Antuerpia', consignada a N. O. Bieber & Companliia manlfestou o seguinte : 45 barris pregos; a Crocco & Companlia. 1 caixa livros e 3 ditas diversos tecidos ; aJ. Kellor &Companhia. 100 barricas (arlaba de trigo, 7 ditas, 108 caixas e 6 fardos forragens, 66 caixis armas e ferragens, 60 barris pregos, 67 caixas papel, 4 ditas tapetes e 6 ditas podras marinore ; a Rrander a Brindis. 1 picote ignora-se ; ao cnsul da Blgica. 55 caixas papel ; a Kalkminn IrmSos. 6 barris pregos; • C. J. Astley & ComFes para a Babia ao Sr. Bernardo Rodrigues 'panhia. de Almeida o que se v no Um da seguinte I, 26 ditos ditas e 12 caixas armas; a orden, carta, e quedeu logar negativa para paga-! 16 ditas ditas e ferragens, 12 barris premento de sua letra, que comtudo se nSo vegos e 3 cifxai livros ; aos consignatarios. rilcou. Srs. Lobo e Barbosa.—Babia, 7 de agosto de 1850. — NSo tenho cartas suas, respeito 0 resto da carga conduz para a Baha. Hiate brasileiro Aguia Brasileira, vinda do Acaracu', consignado a Manoel Goncalves da ios negocios nossos s seu carg, fazemoSilva, manifestou o seguate ¡ Ibes saber que vem a nosso conbecimento o 3 picotes redes, 6204 meios de sola, 237 seu proceder respeitosocarragameutocomcouros silgado, Hsiccas gomma, 190 roaprado por nossa conta, como de sua carta eos couros miudos, 1 fardinlio camua, 2 de 1 de Jnlho pesiado, para o nosso berganpacotos carne, I barril toucinho, 1 sacca artim Klisio. Deixamo-lhes avaliar a responroz, 2 ditas farinlia, 2 malas e 1 canole carsabilidade e consequencias do seus actos, ne e queijos ; a ordem. cortos porm que Votes, faltanm aosseus Brigue brisileiro Rio Ave, viodo do Rio deveres em ludo e por ludo, pelo que prode Janeiro, consignado a Novaes d¡ Compaleslamos por qualquer acontecimonto que ahia, manifestou o seguinte : ao navio a cirga possa sobrevi', prevenin270 rolos fumo, 1250 caixas sabfio 1 dita do-os outrosim, que Vmcs. por estes eouespeoies medicinaos ; aos consignatarios, tros passos se tornan) a nos rosponsaveis, n 2 barricas farinha de mandioca ; i Confio Ibes servirfio de defesa as intrigas do mes do Correio. 202 saccas caf ; a Amorim IrmSos. 120 rolos fumo; a M. M. Guedes. 1 caixa garrafinhas ; a M. B. de Houra. 3 verno Ihedar toda a publicidade para coSendo pois ivultidissim a somma das nhacimeoto das partesinteressadas. Art. 32. Osdinhelros deauzentes, cujopigsmen.to.nfio for reclamado^lentro de trinti annos, •.contados do da, em que lioujerein entrado •nos cofres do thesouro,e tbesou/arias, prescreverfio em beneficios do estado ,* JI I vo se, por qualquer dos meios, e ni di resto admitidos, tiver tido enlerrompidaa prescribo. Quanto aos dinhelros desla origem, ora existentes nos referidos cofres, de cuja entrada j houver decorrido praso de trila anuo, fleam marcados mais tres annos, contados do-i .• da Janeiro de 1868. pira que, dentro dclles, posBlo os intersaselos reclamar o seu pagamento, dizendo o governo dar toda a publicidadoa esta disposi;9o para conheclmeoto dos mesmos. Societaria da thosouraria de fazenda de Pernambuco 6 de dezembro de 1851.—Ignacio dos Santos da Fooseca, oBIcial-Maior. eclarajes. 26 saccas farinha de maodloca; a ordem. 42 rolos fumo; a Manoel da Silva Santos. 20 caixas ignora-se; a Oliveira Paiva & que os fazem victimas alguns espartos. ¡\s -eslavamos no nosso direito rotirarlbes nossos negocios toda vez que linhamos motivos, ou anda nfio os toado ; Vmcs para obrarem o que obram tornam-se indignos do nomo que deve procurar ter no commercio qualquer homom honesto e de honCompanhia. ra. Esse pretexto que procuran) do brigue 2 ditas oleo ; a L. Bruguire. Viajante ufio os justificara em nada, eterSo 2 ditas lanternas o papel de copiar, 2 barde se eovegonbar, se se informaren) da verricas ferragens ; a E. II. Wyatt. dade, e entraren) no conliecimento que at 8 caixas o 10 pacotes especiaras ; a Ana ultima hora da sihida do navio emprogaIonio Joaqun) de Suuza Ribeiro. mos meios para elle ir por sua conta e do 6 caixas fazendas ; a J. Keller & C." Balthazar, e que so urna pequenez d'alm4 do capilfioevilou que isso acontecesse, o jamis outra cousaque mal lhe fique. Poitanto mocam as consequenctas do seu proceder, ese Ibes resta vislumbre de honra, envergonho-se dos meios quo empregam 1 embrulbo ditas ; i II. J. Adour. 18 pecas cabos de cairo ; a C G. Gosta Moreira. 10 barris salitre ; a J. Soum. I caixa chapeos ; a Manoel L. Vieira. Escuna hollandeza Albert, viada de Rolco'ntrs nossos inlereises, e i favor de qem lerdam consignad! %  Brandar a Brandis, jamis tora a probidade que temos ; ieto manifestou o seguioto : Ib'o sustentamos na cara. %  873 caixas queijos. 50 barris raanteiga, Nesta occasifio, e porque Vmcs. nSo sa100 barricas, 150 caixas genebra, 100 probemos se pelos ciminhos legaes, receberSo zuntos, 200 botijas oleo de linhaca, 20 sacdo Sr. Barbosa um dinheiro que sdeviam cas especiaras,30 ditasalpista, tboceta,4 tomar quando demoustrassetu que Ihes eracaixas e 1 barril provisOos e merceana ; aos mos devedores, pedimo-ikes para entregaconsignatarios. remaoSr. Domingos Soares Barbosa qulCONSULADO CERAL quer quantia que do nossa conta tenham Rendimento do da 1 a 6 apurado, e venham a apurar, lomando deldem dodia 9 le recibo e remetiendo-nos, cerlosque nfio: prescindiremos dos juros com mor caos des-1 sa praca ; so outra cousa obrarem. Tinhamos a iniciativa de nSo paganinis a sua letra no Rio, que ainda se vence om I 9 deoutubro; porm nSo os queremos imitar, e ella ser devidamente paga. Talvez quizessem, com nfio passarem o reoibo por saldo dos carregamontos, do Casro /, llrce, fazer por em duvida nossa conta, a vista do Sr. Barbosa ; isto mesmo Ihes perdoamos, porque a paixSo e a colera os cega I 7:661,901 1:010,483 8:672,384 DIVERSAS PROVINCIAS Rendimento do dia 1 a 6. %  %  Idea) do dia 9 412,919 40,153 453,102 Exportarlo. Lisboa, birca portugueza Ligeira, dc36l 1)2 tooelladss, conduzio o seguinte: — 2972 saccas, 5 caixas e 6 barricas com 15,192 arlle do que serve a presente carta, lermirobas e 10 libras do assucar, 80 saccas com ndo com assiguarmo-nos de Vmcs. [458 arrobas e 22 libras de M**" 0 !" Somosaoto. fquetas, 374 couros salgados com 12,007 IiVimos abrir pelo Sr. Bernardo Rodrigues I bras, 19 barricas ararula, 5 1 dllM P l0 ,"' i J de Almeida, eem seu irmazem, a sua cor-lditisrezina de cajueiro, 1 dita Otra,,i caixirespondencia pelo vapor ; elle todo se con-.nha gomois. 1 dita conlas do marisco, 103 fundi quando vio nella o effeito de susslcourinhos de cabra, 7 prancboes de oleoe calumnias, isto porque nos o observamos ; 14 taboas de costado. ivrciiNaqrF nfio podando ver oulra cousa, vimoselle HECEBED01UA DE ggg^SwMT Reodiment'o do dia 9 480,190 CONSULADO PROVINCIAL. Rendimento do dia 9 1 :557,417 ler-nos o principio do accressimode20 de julho, em que Vmcs. principiara assim : — O Padre //ainda esU na barra. O S. Pedro est com 2 ou 3 hiales de muito boa carne, da que tinhamos reservado para o Elisio, etc., etc. E entilo he isto infame, ou nSo, Sr. honrado Lobo ? Pois boro, he preciso que oom a tanto nos submeltamos ; pdem dar as suas ordens para o Rio para pagarem sua letra, porque ordenamos que nosse correspondente o nfio fari, e protestamos de novo contra todas as consequencias de seu illegal proceder. lio do que serve a presente, terminando-a assignando-nos de Vmcs. atlentos veneradores e criados. Joaquim Pereira Marinho e C. Ora, vista do expendido, poder* alguem duvidir que os Srs. Maiinho eC. tiveram nsfio de sobra para negar o pagamento da letra f Pois os Srs. Lobo e Barbosa nfio deram causa a aemelhante negaliva com seu reprovadissimo proceimento de traspassar para o brigue S. Pedro, do Sr. Bernardo Rodrigues de Almeida, o xarque que haviam comprado para Elisio de Marinho e ('.. ? Eu creio que sim, o at presumo que ainda boje silo responsaveis pelo comprimonto de sea aviso, assim como por perdas o dainos que tiverem causado com o seu louco e arbitrario procedimento. Agora, om presenta de lodos estes esclsrecimentos, decida o publicoquem lem rasSo, e se na motivo sufilciente para os Srs. Lobo e Barbosa perseguirem judicialmente ao seu amigo e bemfeitor Antonio Vianna, por Ihes ter aborto ama correspoudencia que, apelar de Ibes ser dirigids, mu bem sabiam Ibes nfio partencia, nfio so ror estarem avisados ha tres mezes de havorem perdido a confianca de Marinbo e C, mas porque elles mesmos baviam demiltido de si o mandilo, recusando-so ao cumprimento de ordens de seu commitente, o que evidentemente prvido pelu abandono que me iizcrauj o brigue Elisio em meii carga em 17 de julho : depois do qual, outros contiuuei a receber em consignacSo, sem nio disputaren) o direito, reservndose s a faze-lo em outubro ao carregamento da escuna Elisibeth, porque a Importancia deste milito os satisfazla para darem urna reconhecida prova de sua plena probidade .' Termino aqoi, Sr. redactor, e approveito a opportunidade para agradecer, a lodos aquelles seohores que tiveram bondade de tomara minha defesa, os valiosos servicos que me me prestaran). Sim, senhores, ao mesmo lempo que as setas da maledicencia procuravam ferir a immaculada bonra de quem as nSo havia provocado, vos, debaixo do incgnito, me minislrastes o balsamo consolador do vosso apoio, e os fizestes reverter para a origem impura de que bavia emanado; licai, pois, certos que heidolonar-me digno de vossa considerado, ¡assim como vos o sois do meu eterno reconbecimenio. Domingos Soares Birbosa. Pelotas, 15 de marfo do 1851. (DoUmmUildaBaMii.) Movimentodo porto. •mm Navios entrados no dia 9. Babia —17 dias, hiate brasileiro S. JoSo, de 41 tonelladas, mestro Jos Antonio Fernandos, equipagem 6, carga charutos, caf o mais gneros; a Jos Antonio da Cunta Irmfios. Passageiro, Joaquim Jos de Souza, Micei — Sdiis, galen ingleza Bonita, de 299 tonellidas, capitSoW. Wellax, equipagem 17, carga algodSo e assucar; a Doano Vinillo & Companhia. Passagoiros, Jos Marques Parearos e sua senhora, Manoel Hypolito da Costi. Veio receber ordens o seguiopara Liverpool. Assu'— 13 dias, bilgue brasileiro Santa Barbara Vencedora, de 232 tonelladas, capitflo Jos Victorino de Avellar, equipagem 12, carga sal e palhas ; a Amoro Irmfios. Veio largar o pratico e segu para Macai. Babia —6 das, barca ingleza Pricilla, de 218 tonelladas, capitfio II. Crone, equipagem 11, em lastro; a Jones Patn & Companhia. Rio de Janeiro — 23 dias, baica ingleza Bobert A, Pailt, de 389 tonelladas, capilfio James Me. Water, equipagem 13, em lastro ; a l'.i.lwav Robiliard & Companhia. Lisboa —36 dias, brigue portuguez Novo ( Vencedor, de 166 tonelladas, capitfio Antonio Pereira Borges Pestaa, equipagem 13, carga vinho e mais gneros ; a Tnomaz de Aquino Fonseca & Filho. Passageiros, JofioCoelho de Oliveira Cintra e 1 criado, Antonio Duarle e 1 criado, Antonio Jos RoJriguese 1 criado. Santa Cilharina -35 dias, brigue brasileiro Bolina, de 244 tonelladas, capitfio Mauoel Moreira da Silva, equipagem 13, carga farinha; a Amorim IrmSos. Navio sahido no mesmo da. Emcommisso -brigue escuna de guerra Ganopo, commaodanle o primeiro tenenle Jos de Mello Christa de Ouro. EDITAES. O lllm. Sr. Inspector da thosouraria de fazenda, em cumprimento de ordem circular n. 36 de 17 de novembro p. lindo manda fexir publico as soguotes disposicOes da lei do ore imeiilo ii. 623 de 17 de setembro do corrent') auno Art. 13 §< 16. Reduzir a dinheiro os objectos de ouro, e prala, e joias, que se acharen) em deposito, nos cofres pblicos,quando nfio sejam levantados, dentro do prazo de 5 annos, e isso se nfio opponhfio as parles intereisadas. Essi disposicSo sor executadi do 1." de Janeiro de 1852 em diante, a respeito dos objectos, que existirem nos ditos cofres, quando for publicada a presenta lei, estando ja completo o praso 8 cima marcado; eogo— Pela subdelegada de San Jos fdraaprenendido,e competentemente depositado, umquarlSo magrojfCastanho, que vagava pelas ras desta frefuezia sem destino, com urna cangalha nova : quem for seu dono procure-o, para lhe ser entregue, pi ovando. Subdelegada de San Jos de Recife 9 de dezembro.de 1851. —O subdelegado, Fraocisco Baptista de Almeida. — Pela 2. a sessio da meza do consulado provincial se annuncia, que no dia 1.' de dezembro prximo vindouro, se principia a contar os 30 dias para o pagamento a boca do eolio da decima dos predios nrbannos desta cidado, do primeiro semestre do snno financeiro de 1851 1852. e que lindo este prazo incorrem todos os quo deixarom de pigir,na mulla do 3 por 0|0 sob o valor de seus dbitos, e serfio do promplo executados TUEATRO E S1ZABEL. 25.* RECITA DA ASSIGNATURA. Quartafeira, 10 de dezembro de 1831. Depois da oxccucSo de urna dasmelhores ouvertura's pela orchestra, representar-seiia a iuteressaole e muilo applaudida opera brasileira em 3 actos, O Fantasma Bronco. No intervalo do segundo ao terceiro acto as senhoras Lauda e Carmela Lucci, cautar,'i i o bello duelo da opera Norma. Terminar o espectculo com o ultimo acto da opera. Come cara > 8 horas. Os bheles acbam-sc venda no lugar do costuuae. Beneficio da artista MANOELA CETANA LUCCI. Sabbado, 13 de dezembro de 1851. Depois de urna escolliida ouverturs, subir soena pala primeira vez o novo e muito interessanle drama em 4 actos, intitulado Sonho ou o lerrive-1 li i do Uzurpador. Personagens. Eduardo, conde de Glentorne, o Sr. Germano. Alfedro, sobriabo do conde, o Sr. Bezerra. Lord Sterson, o Sr. Coimbra. Rodolpho, capitfio das guardas, o Sr. Pinto. Poly, (ilhade Rodolpho, a Sra. D. Manoela. Ricardo, valido do conde, o Sr. Iteis. Times, sargento das guardas, o Sr. Cabra!, lledoizes e Joas soldados, o Sr. Minleiro o Raymundo. Jacquus, pescador, o Sr. Alvos. Soldados, povo, etc. No fim do drama as Sras. Landa e Carmela Lucci, cantara o muito applaudido dueto da oiora Anna Bolena. Terminar o espectculo com a muito graciosa comedia em 1 acto, composiefio do Sr. Peona O caixeiro da taberna A beneficiada pela primeira vez espera merecer protecgfio do ¡Ilustrado publico desla capital. Osbilhetes acham-soem casa da benenciada na ra da Gadeia n. 7, e no dia do espectculo no escriptono d o theatro. Theatro de Apollo. RECITA EXTRAORDINARIA. Sabbaio, 3 de dezembro da 1851. Depois de urna nova o escolliida ouyerluri tocada em grande orchestra, subir pela primeira voz a scena nesla cldale, o magnilicoe pomposo mysterio, adornado demuzicae cinto, em -5 ictos divididos em 7 quadros ea intermedios, di hbil penm do eximio poti franco/. Alexandre Domas, inmolado : D. JOAO DE MARAA, ou A Queda de um ADJO. Personagens e actoresD. Jofio deMiranfi — o Sr. Gumarfies. D. Jos de Maranfi — o Sr. Amodo. D. Mortez -o Sr. Miranda. D.;Christoval — o Sr. Telles. I). Manoel — o Sr. Conrado. D. Sandovald'Ojedo -o Sr. Gyrillo. D. Pedro o Sr. Jorge. D. Hcnriquc o Sr, Figueiredo, D.Tradique— o Sr. Caetano. D. Snchez -o Sr. Senna. 0 Anjo Mao -o Sr. Mello. O conde de Maranfi — N. N. O Senescal--N. N. Gmez — o Sr. Santa Roza. Ilussein, criado, pagem—o Sr. Euzebio. Um Anjo — o Sr. Doniellas. O bom Anjo, poldiui. Tlierezina —a Sra. D. Joanna. Ignez — a Sra. D. Carolina. Victoria — aSr. D. Josephina. Paquita — a Sra. D. Soledad. Ca olma — a Sra. D. Anna. Joanna —a Sra. D. Luiza. Sozor rsula — a Sra. I). Luiza. %  UmAnjo— N. N. Pageos, soldados, cavalleiros, etc., etc. Quadio primeiro.—O Caalell dos MaranSs. Segundo.—Castalio de Villa-Mar. Primeiro intermedio.—O Co. deapezas feitas pan este Mysterio o empresario v-se ni rigorozi nacessidide de nfio sdobrar os precos, como tambem vender osbilhetes para trezooites, sendo a primeira na do dia 13, %  segundi na do dia 17, e a tercoiri ni do dia 20. Prepet. Geral. (,000 rs. pan if trez noiles. Caiieirii. 9,000 rs. Camarotes. 30,000 rs". %  Os Srs. assignanlos porm nSo solTruram •Iterjcfio alguma nos" pregos de seus cimarotes, e bilbetes de cadeira. Entende-se por geral os sssentos que (icam por baiio da primeira ordem, o por.cadelrs, todo o centro da salla. Cniocara aas 8 horas em ponto. Os Srs. queja bavifio encommendado camarotes; queiram novamenta dirigir-sea casa do emprezario ra do Apollo n. 27, segn lo andar, ou ao thealro com antecedencia. Os bilhetes verdes, tanto de platea geral, como de cadeira e camarote servirn para a 1." uoite ¡ os azues, para segunda noito;e os amare los, para a terecira noite. Avisos martimos. — O hiate brasileiro Olin la, confare para oCear at sabbado, e seguir para esse lugar com o que tiver a bordo;]para a carga, a tratar com Manoel Diss, na ra da Senzalla-Vellian. 18. -Para o Rio Grande do Sul, seguir em 32 A nna Mara da Conceicfio Roia. poucosdiM, portera maor parle do seu „ o bachareUofio Vicentto da Silva Coscarregamnto prompto.o brigue nacional | ti avisa a08 sous prenles e amigos, que Carlos, capitfio Jos Joaquim Soares : quem; po dem procura-lono bairro di Bia-Vista, no mesmo quizer carregar ou hir de pas-| n „ d s Cruz „, 6suas fadigas, por tanto lempo e tfio assiduamente ixercidas, na escola pratiea de Paria, onde obteve atteslados que muito lhe honran). E o que esteja a seu alcance para soccorrer a pobreza — elle o far, j gratuitamente dando consultas em sua casa, que serfio das 7 as 8 e meia horas da nunlifia ; ja mesmo visitando gratis aos pobres que por ventura nfio posaam l ir ter : no aterro da Boa-Vista, casa n. 34. — Dr. Carolino F. de LimaSinlos. — Euabaiio assignada, faco scienle ao respeitavel publico, que sahindo na midrugada do da 8 do correte (ara a rnisss, da penha as 4 huras, achti a porta da ra aborta a gazua, o a foichadura da gaveta da commoJa arrancada,da qual roubaram-me os pinhores que tinlu ompanliadj, que sfio os seguintes : cordOes 5, me. mitins 2, lavradas, e mais 3 lizas com diamantes, brincos 8 pares, entrando oeste numero 6 com diamantes; allinetesde abertura sem diamantes 3, o mais 1 quebrado, fita de lii'.ic'i I par, pulceira 1 dito, aneloes 9, moeda do valor do 1,000 rs. 1, continhas do Rio de Janeiro. 1 maco ; pecas do bracaIbetes6, cruz 1, liga 2, argollas lizas 1 par, solitario de podra I dito, sen lo estas obras todas do ouro, o as de pratasfio as seguintes : coreas 2, bandeira do menino Dos 1, colheres grandes I, pequenaa2, resplandores 6, h iliu-.mli i de tartaruga 1, 1 dito de aogico, pequeo; bocta de pinho 1, balanza de pezo 1, o 1 marco, e dioheiro de sedulas 20,000 rs. : quem delles tiver noticia, dirija-se a ra do Kagundes cass u. sagem, para o que lem mu excellentes commodos : diilja-se a Bailar & Oliveira, na ra da Cadeia do Recife, armazem n. 12. — Para a Baha o patacho Aracaty por toda esta semana; lem o carregamento prompto.recebe apenas alguns volumes pequeos ; trali-se com Manoel Dias ra da Senzala velba n. 131. Esta frete a barcassa Aurora feliz para qualquer porto,sendo pin o Sul at o Rio de S. Frinciseo e pari Norte at o Ass. Esta baicassa fui ltimamente construida, — 0 abaixo assiguado, moridor na comarca de Caruaru", desoja saber aonde resido sua mana Bit i Isidora,da qual deixou de ter noticia e do a ver desd 1819 a 1820 : tonha uois a mencionada Sra, a bondade de declarar por esta folla J, O logar do sua residencia, a negocio que lhe diz respeito, e do seu inieresse. — Purcouo Jos da Serqueira. -Podo-so aos dcveoros da casa do finado coronel Joaiiuim Jos Luiz dd Souza, que tenham a bou lade de satisfazerem os esta muito segura, he boa de vola, o pega saus Jeullosnesleg(5 dM< g ,.„ ao quara m no peso de 40 caixas com SMUOSr : para tra> ver seu4 |100les estampados nesta folha. lar com o mestre da mesma no Forte do | cr a ell¡1B ni) dia 8 Uo corron t8 desdo Mato, onde ella esta ancorada, ou na ra do, „ pri)(;il a u oa -Vsta at a ra da Cadeai llangel n 56. Ido Rccifie urna pulseira de ouro com um l'Ali\ RIO iJL JANL1UU. diamante, o esmalte quem sobar leva a praSahecotn a maior hrevidade DOS-, • da Boa Vista n. 8. que se gratificar, — Precisa-sede urna ama para cosinhar Sivel por ler parte de seu carregap lr a urna familia i na ra larga do llosa ment prompto, o veleiro brigue o veleiro nacional Rio Ave : quem no me*rio ii. 21, na taberna da esquina que volta para o quartel, -Aluga-sc um sitio que tonha cisa de vimo quizer carregar, ir de passavenda o commodo para pastar 12 vacas : ni -.—.ll >"ua do Bangel n. 56. — Alugi-se pelo lempo da festa, urna casa no largo de Apipucos bastante grande e do lado do rio, quem o quizer, dinja-sea ra das Larangeiras 11. 26. -Roga-se encarecidamente o nume da scena Pernambucana o lllm. Sr. Germano Francisco do Oliveira o especial favor de repetir em scena osaudosodrsma A Grdca de Dos, muito desojamos tornar a ver a camponesita e o ingragado Pedrinho cantar o doto da Saloia : conllamos muilo na bondade de S. S*. para atlender o nosso pedido visto que o seu nico desejo he s de agradar o publico. isto pedem. Os Manoellitas, gem, para o que tem bons cominodos, ou embarcar escravos a frete entenda-se com o capit3o do mesmo brigue, Elias Jos Al ves, na| praca do Commercio, ou com os consignatarios Novaes & Companlia, na ra do Trapiche n. 3-1. Compras. — Compra-so urna escrava que seja moa ja, e que sai lia cozer : na ra larga do Ro-zario^lJotica n. 36, se dir quem quer ooosprar. Vendas. Leiloes. — Ocorroctor Oliveira, far leilfio, por ordem do capitfio F. P. Jost. por conta e risco de quem pertencer, e cm presenca do agente de Lloyds, d'alguns mantinientos, e sobrecelentes da barca ingleza Ospray, coiisislindo 10 vergas e paos, 81 linguados de ferro, 1 ainet, 50 jardas de lona nova, 1 barril de carne de porc), e 5 ditos da de vacca salgada : qoarta-foira, 10 do cononle, s 11 horas da manhfia, porta da Alandega. — C. J, Astley & Companhia, (arlo leilfio por iutervenefio do corre tor Oliveira, de variedade de fazendas de bom gost", e to— O Dr. Sarment n3o tendo podido descobrir a residencia das senhoras DI), francisca Victoria da Costa Ayres, Alaria da Conceico (lazar, Alaria Anna Joaquina da Silva e do Sr. Manoel Francisco Marques : roga-llies queiram, dasproprias para a prxima fisla ; assim. para negocio UC seos ntercsscs como da 4 caixas com couros de lustro : CO rnpaiecerem, ou mandaren! a sua quarta-fer, 11 do corrente, s 10 horas r da manhfia, no seu srmazem, ra do Trapicasa, na na do yueimado n,4t), che. O corretor Olioira, far perloncmto a Manoel Loe l'onpou : sextafcira, 12 do corrente, s 10 horas da manhfi 1, no primeiro andar da sua casa, ra I I l.l l.-i.i. Avisos diversos. Ponte ou no sitio que oceupa 111 eporefioda mobili a i iova,ocom 0 pou! dos he muito cochudo, e b.-m escorrdo de canellas, e pos. Quem o pegar ou doli tiver noticia dirija-se ao dito enoscravo croulo de nomo Luiz, de idade i > anuos. — Precisa-se de urna criada, forra ou escrava para casa de muito pouca familia: pa-Precisa-se de urna ama para urna cas 8 ; de pouc familia, e de portas a dentro : ni ¡ travessa do Corpo-Santo n. 29. Attenco. Dosappareceu hontom 8 do correle, um OtcborriohO ratero do raQa ingleza, muilo novo, d pelo nomo de Malambo, tondo os genho ou nesta praca a venia de Jofio Josc signaos seguintes : cor [reta, peito branco, do Monte as Cinco Poutis n. 92, quo sera ps e focinho cor de np, com umi mirc bom recompensado. branca no pescoco, urna das mfios um tanto -Thomaz Mana embarca para o Rio de torta : quomolevara ra do trapiche NoJaneiro, o seu vo n. 10, ser gratificado elai do quo se ficar muito obrigado. — Iloje depois da audiencia do Sr. Dr. luiz municipal da segunda varsdocivel.se: ga-se bem e oxige-se que sirva para cosiliade arromatar una casa de pedra e cal,, nlnr, e sabir quando for noco3sario : na ra na ra da Assumpcfio, poquena, com 20 Direita n. 29 1.* andar, palmos de frente. e40 do funlo, cosinba Preoisa-se com urgencia, do um Sr.cafra, pequeo quintal murado polos lados, pellfio para dizeris missss do Natal em um cacimba, tendo sotfio com janellas paraos engenlio 4 iegoas, tendo a conducsao de fundos, avaliadaem 500,000; porexecuefio ida e volta: no pateo da Penha sobrado de domingos Caldas Pires Ferreira, contra do 3 portas o mirante, para tratar a tarde o Dr. Iganacio Nery da Fonseca, ho a ullia qualquer ora. oa praca. "" abaixo assignado declara que ten lo mmmdmt MMNMflrWWKi -" IIL 1 an-malado um sen escravo do nomo W Preciss-so de um ama, que tenha Francisco de naci, e isso por oxacuco do -SI muito bom leite, sendo forra, e que % Joaquim Ferreira contra Domingos Pereira de SororMartia a Sra, D. Leofj seja limpa para amamantar urna criO Men launa sem que o mesmo abaixo assignasororaiarma %  ara. a. i.s 4 aQ J „ a de n,^,,^ paga se benl : quem W do seja responsavel por urna tal divida.e sem se adiar nesta circumsUncia, dirija que fossem atlendidos sous emba gos de 3. • ifi se a ra da Matriz da Boa-Vista n. N (E 16, ou annuncie a sua morada, para irri vendem-se bilhetes iateiros, meios, quartos, oitavos e vigsimos, a beneficio da 19. lotera do theatro de S. l'edro de Alcntara, que corre no dia i4 do corrente, espera-se a lista no primeiro vapor. A 1,200 rs. Vendem-se peles demarroquim de todas as cores, pelo baratissimo precode 1,300 rs. cada urna, e sendo em porco d-se mais barato : na ra Nova, loja de ferragens n. ao, de Joao Fernandes Prente Vianna, defronte da boneca. Cheguem freguezes a pechincha antes que se acabe. Na ra larga do Hozario n.21, na ra doGollegio n. 3, e na praca da Independencia n. .], ha pora vender latas com duas libras de marmelada, muito fresca e superior, vinda de Lisboa, pela barca Ligeira, ussim como frascos de doce em fatias de marmello com seis libras cada um; pecego e ginja, tudo palo diminuto preco de 420 rs. a libra; a elle freguezia, pois se est finalisando. Attenco. Sfio chegadas a loja de ferragens da ra Nova n. 20, defronte da bonecs,de Jofio Fernandes Prente Vianna, as muilo apreciadas jarras e baciax Chine*, obra muito recommendavel, pela sua duraqfio, e diliculdads em quebrar-se.estas circunstancia annuncia ao fregu za sua utilidad ; na mesma loja ha tambem para veuder grelhas de torrar pfio muito em conta, £3~ Est a expirar a grande pechincha. Que he bolaxinhas de araruta do Rio da Janeiro pela insignificante quantia da 1,600 a lata, a ellas rapaziaia que he baratissimo na ra estreita do Rozario a. 43. ^S~ Sorvete as 11 horas. Naconfeilaria da ra estreita do Rosario n. 43, continua haver sorvete todo o diaa das 11 horas do da as 3 da tardes das (as • da noite am de applacar os calores di rapsziadaluzidi. war* ¡Marmelada peitoral. Ni ra" estreita do Rozsrio n. 43, vndese marmelads 1 500 rs. s lita, oom 3 libras cada urna : em vlrtudeda festa aproximarse e nfio baver moeda, pan os bellos pulis. Batatas francezas novas. Vendem-segigos com superiores bitatas francezas ebegados ltimamente pela barca franceza Pernambuco, vinda do Havre, na travessa da Madre de Dos o, I9,armazem de Jofio Munizde Barros. — Veode-se um quarto.e du?s egoas proprias para engeohopor preso muilo commodo :'para ver e ajustar no Hospicio sitio da senhora viuva Cuuba: no mesmo sitio.compra-se urna bomba para cacimba. — Umcavallo murrolio, novo, sem schs3 ue aigum, cgegado a pouco do centro, ana bem baixo, e muito nielhor em cima,na ra da Peoba loja do sapateiro o. 3. — Vende-se urna meia commoda de aogico, faite a moderna, quasi nova: na ra da Seazalla-Valhau.70 — Vende-se urna oabra bicho, com urna cria, que d bastante leite .ni ra da Gru do Recife n. 29. -y



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mm Anno XXVIi Quartafeira 10 de Dezembro de 1851 N. 279. FERY4MBTO0. rtizqo A sunonirr/io. PlOlMINTO A&UflTlDO. por trimestre por KMMlrt. c '.. Por anuo • -. PAOO DIKTIO BUTIIHEBTIII. POI rniartel %  OTICIA DO mnnio I*H >A uim ACDIZWOl A de 6J400 oras. 16/000 a 16/200 > de 4/000 9/000 a 9/100 Prata.—PatacSes braslleiro*.. 1/940 a 1/941 Pesos columnarlos... 1/920 a 1/911 Ditos meiicanos 1/740 a 1/750 PARTE OFFICIAL noel ThoTRIBUCUL DA RELACv-. SESSAO DE 29 DE ROVEMBRO DE 1851. Presdetele! do ExpellanTw,~MTo Concalves dos Santos e oulro; appellados, Marcolino Antonio Pereira eoutro. Appellante, D. Candida Aguslinho do Barros ; appellado, Jos Candido de Caryalho Medeiros. Appellante, Antonio Joaquim doi Santos Andrade ; appellado, Joaquim Mendes Freir. Appellante, Diogo Jos Leite GuimarSes; appellado, JoSo da Silva Braga. Appellante, Florencio Jos Carneiro Monleiro ; appellados, Manoel Caetano Soares Carneiro Mooteiro e outros. Passaram do Sr. deiombargador Souza ao Sr. desembargador Rebello as seguintes appellsr,i5es em ques9o: Appellante, o juizo; appellado, o africano Miguel. Appellante, Marcellino Jos Lopes; appellado, Francisco JoSo Carneiro da Cunha. Appellantes, Manoel Pires Ferreira e outros ; appellado, Domingos Caldas Pires Ferreira. Appellanto, Manoel Jos Soares de Avillar; appellada, Manoela Francisca Monlelro Regadas. Passaram do Sr. desembargador Rebello ao Sr. desembargador Luna Freir as seguintes appellac.oes em que sSo : Appellaote, Joaquim Ferreira; appellado, Jeronymo Joaquim Ferreira de Oliveira. Appellanle, Vicente Ferreira da Costa ; appellado, Manoel de Sena Pereira. Appellante, Pedro Fernaodes da Silva ¡appellada, Mina de Jess Coutinho Lisboa Jnior. Passaram do Sr. dosembargador Luna Freir ao Sr. desembargador Telles as se guintes appellacOes em quesSo: Appellanle, Innocencio Jos da Cosa; appellado, Ignacio Alves fritla. AppelUnsnle, HermenegilJo HduarJo do Kego Minleiro; appellado, Antonio Jos Alves de Amoriin. Passaram do Sr. desombargador Telles ao Appellante, o juizo; appellado, Antonio Alves da Silva Oliveira. Appellante, o juizo; appellado, Ignacio Jos Gomes e oulro. rHOduuiglK.-. Ao Sr. desembargador Bastos as seguintos appellac,0es om que sao: Appellante, o juizo ,• appellado, Prxedes da Fonseca Coutinho. Ao Sr. desembargador LeSo as seguintes appellacOes em que sSo : Appellante, o juizo ; appellado, Prxedes da Fonseca Coutinho. Ao Sr. desembargador Souza as seguintes appellafOea em que sSo: Appellante, Joanna Maximilia da ConceicSo; appellado, Jos Epifanio da Silva. Ao Sr. desembargador Rebello as seguintes appellafOes em que aflo : Appellante, o juizo; appellado, Caetano Correia de Ainorim. Ao Sr. desembargador Luna Freir as seguintes appellafOes em que sSo : Appellante, o juizo; appellada, Anna Maria da ConceicSo. Ao Sr. desembargalor Telles as seguintes appellacOes om que s.lo : Appellantes, CbiislovSo Luiz do Mello o aua mulher; appellalos, Francisco Xavier de Albuquerque e sua mulher. Levantou-se a sessSo ss 2 horas. PERNA WBUI r.vnos Pl co ELEIC"ES DE DEPUTAOoTT>ROVINCIAES PAKA A LEGISLATURA DE 1852 E 1853. COLLEGIO DO LIMOEIBO. 7* eleitoret. 04 Brs. VOTOS. Dr. Jus Francisco da Costa Gomos 66 Vigario A. F. Goncalves GuiaiarSes 65 Dr. JoSo Francisco de Arruda FalcSo M Hr. P. F. de Paula C. de Albuquerque 63 Tenenle-corooel JoSo do Reg B, FalcSo 62 CapitSo Manoel Antonio Martina P. Desembargador J. M. Figueira de Mello Padre Joaquim Pinto de Campos Dr C.Xavier Pereira de Brillo Tenonte-coronel J. Francisco Lopes L. Dr. F. A. de Oliveira Msciel Dr. JoSo Jos Ferreira de Aguiar Dr. Ignacio Joaquim de Souza I CO Dr. Affonso Peros de A. MaranhSo Dr. Alvaro Barbalhu Ucha Cavalcanti Dr. J. P. M. Porlella Dr. Francisco do Caldas BrandSo Dr. Jos Rodrigues do Passo Jnior li A. Justiniano da Silva Guimaros Dr. Joaquim Gonjalves l.i::ia Dr. Joaquim Manoel Vioira de Mello Dr. Francisco do Rogo Barros Brrelo Dr. Manoel Firoino Ja Mello Dr. M. Archanjo da Silva Cosa Dr. Manoel Joaquim Carueiro da Cunha Sr. dosembargadr l'ereir. Monleiru as seMajor Florencio Jos Carneiro Monlairo guinlcs ¡i (>|>ol IHIJOI'S om qu % %  sno : Appellante, Manoel Alves Guerra ; appellados, Jos Miculao Rigueira Costa e sua mulher. Appellante, o juizo; appellados, Francisco Jos Mendes e sua mulher. Passaram do Sr. desembtrgador Pereira Mooteiro ao Sr. desembargador Valle as seguiulos appellacOes em que sSo : Appellanle, Jus Antonio da Costa; appellado, A uloii i o Jo-e de Mllenos Bllancourt. Appellante, Jos Francisco da Silva Amaral; appellados, JoSo Baptisla Viaoa & Companhia. Ao Sr. desembargador Villares as seguintes appellacOes em que sao • Appellantes, os indios de Arranches ; appellados, os liordoiros de JoSo da Costa Allano. Passaram do Sr. desembargador Valle ao Sr. desembargador Villares .as seguitKes appellacOes em quosSo: ____^ Mr. Jos Maria Moscozo di Veiga Pessoa 22 Dr. Francisco Alves da Silva 22 Coronel Jos Pedro Vellozo da Silveira 91 Dr Domingos de S. LeSo 31 Dr. Jos F. C. de A. I ins 20 Dr. Jos Ignacio da Cunha Rabello 20 Dr. Cosme de Si Pereira 20 Dr. Antonio I-; .aminon las do Mello 1 Dr. Francisco JoSo Carneiro da Cuuh* 18 Dr. J. d'Aquino Fonseca 17 Professor A. P. de l'i-n >ii"'lo CapitSo Urbano Jos Jo Mello 16 MsjorJoSo V. Villela 15 Dr. Anu' lo Henrlques da Silva 15 Dr. I.'iur >CO Bezerra Carneiro da C. 15 Commendador D. Malaquias de A. P. F. 11 Coronel Jos Antonio Pessoa de Mello i' Majpr A. J. de Oliveira < DrrUnlonio Baptisla Gitirana 1 Dr. JoSo Francisco Duarte Jnior Dr.Francisc i Xavier Paes Birrclo Dr. J. F. da Silva Bllancourt 13 Dr M. F. de Paula C. de A. I 3 Coronel Francisco Jacintho Poreira E'crivSo Francisco de Barros Correa Padre Luiz Carlos CoMtio da Silva Dr. ChrislovSo Xavier Lopes al Dr. Frauciseo Poroira Freir Florencio da Silveira C. do A. 1 Tenenle-coronel R. JoSo Barata do A. 9 Dr. Msrcos da Cmara Tamarindo 6 Dr. F. Mena Calado da Fonseca Dr i. DiasCoitinhode A. P. Antonio Luiz Pereira Palma Jos Ignacio Soares de Macedo Padre Francisco Rochael P. de B. 8 Dr. J Eduarlo Pina 8 Dr. Manoel Mendes da Cunha AzcveJo 8 Dr. Jos Carduzo de Queirnz Fonseca 7 Dr. Joaquim Villola de C. Tavaros Dr. Flix Theolonio da Silva GusmSo Dr. Hesbello F. Correia de Mello Dr. JosFelippedeS. LeSo Padre M. do S. Lopes Gama Antonio Marques de Amorim Dr. A II de Souza llandeira Dr. Jeronymo Villela de Castro Tavaros Dr. Ignacio do llego Barros Coronel LeonarJo II. de S. C. Dr. Di'lliuo Augusto C. d 1 A. Dr. M.. Carneiro l.insde Albuquorquo Dr. A. Joaquim de Moraes e Silva Tenonte-coronel A. Carneiro Machado R. ProfessorS. Ilenriques de Albuquerque Ignacio Correa de Moli 44 JoSo Joaquim do Reg Barros &f 2 Mein 11,.,> percria do Lucena' Dr. Pedro Gaudiano de Ratis e Silva 39 Dr. Manoel Claro Goncalves G. 5 39 Dr. LJ Correia deQueiroz Barros 5 3* Dr. Alexan lio Bernardino dos Reis e Silva 5 38 Dr. U S P. do Millo 5 37 Dr. |vo Mequehno da C.S Maior •> 37 Dr. JoSo Vicente da Silva Cusa 5 37 Dr. Jos Maria de Albuquorquo eM. 5 aasa&wiO'-tJ' a>'jj3 aj33a33 OU iTEMORIAS DE Uffl MARIDO. (*) POB XCENIO SUE.) Vil. A' medida que Raymundo e eu nos iainos anproBimando da casa de minha av, sentanle niais euibaiacudu pelo iu... que mcu amrgo ia achar all. (E de que elle fallarla sem duvlda a sua mal.) Km una palavra, eu tinha nesse momento vergonba de nossa riqueza, como Untos outros se envergonbam de sua pobreza. Eu comparava a austera slmplicidade da vida de madama Bajmundo, sua raso.seus cenaeIhos iudlciosos e lernoa, com a alegrli benigna de minha pobre av, sempre tao prasenteiraeu dira quasl tao ourudammir terna para mlm, pois em aua vida nao linha ousado nunca fazermea menor esprobacSo; por Isso pouco tempo antes de entrar em aua casa, eu disse a Joao com urna certa hesiiaco : — Talveaclies.... nossa casa ridicula. — Ridicula? repello Joocoinar de espanto, c porque? — Eu vou dlier-le; minha boa avo (e deveseperdoar mullas cousas a una mulher de sua idade, na >i he, Joao? J minha boa av gosta do seu coininodo, e de ler numerosos criados; sua casa be suinptuosa, sua mesa lauta, flnalmeote accrescenlel eu dando uro suspiro, ella gosta de viver multo grande.* — Tein toda a rasa de faser Isso, visto que o pode, respondeu Joio. Que queres t que eu acbe ridiculo em ludo Isso? — He que, disse eu com embaraco, be que... en cria.... que como era tila casa... em casa de tua mu.... eu.... — Ande la, pare I disse Joao sorrlndoe levantando os hombros porque eu me linba Interroinpldo ; dise pols francamente teu pensament. Cris acaso que como sou pobre, acbo ridiculos aquelles que sao ricos? Cris que miaba mfil me criou nestas lelas ? — Oh I nao, exclame! eu, nao ha no mundo urna mil melhor que a la. Esta, bem o sabes, fol a primelra palavra que profer ao sabir de tua casa; por isso olba, Joao temo que inlnba av.... Eu hesite! ainda em acabar, Joao pareceu ¡mpaclentar-se; por isso eu dei-me pressa em ajuntar resolutamente: %  aVamos, eu paro, como t dizes. Esta bem! temo que comparando tua mal com minha av, tu acbe* esta de urna fraqueza ridicula para nini : pols iee tein sempre terrlvelmente perdido, fatendo-me as vontades. Mcu boro Fernando, tua av te adora, ella (*j Vid o Diario 276, me convida para sua casi, ella he de runa idade que indio sempre aprendido arespeitar; cu a conheco at aqui por sua ternura para com ligo, epoi sua benevolencia para comigo. Como poderla eu fazer m opiuio della ? — A proposito, Joao Ihe disse eu poucos instantes antes de entrar em nossa casa. Cuuipre que eu le previna de utn famoso enfado — Que queres dizer. — Tenho duas primas Hermanea e Julia, duas laparigas de dozc e treze aunos: todos os domingos ellas veui jantar em nossa casa. Minha av me recoinmenda sem cessar que represente com ellas o cavalbelro francez, que seja gallante emliui he fatigante; ella be capaz de querer lambein fazer-te representar o racalAiiro franca, e pr-tc na mesa ao lado de una ou da outradestas raparigas; queres que eu diga que isso me enfadarla a ponto de morrer. — Fazer de cavalleiro francez e de galante, respoudeu-inc alegremente Raymundo. Isso noasseuta em miiii mais do que em II, porm urna vez nao he costume, e eu me sacrincarei antes que arriscar a contrariar tua av. Nos 1110r.11 amos em uina bcllissima casa no ilaraii. Esta morada edificada por meu blsav, rico preboste dos negociantes, leiubrava a sumptuosidade do ultimo sceulo. Uinha av EscrivSo F. C. de Bntto Dr. S. A. Mavignier Dr. Fiancisco de P. Baptisla Dr. Manoel Jos da Silva Neiva Dr. Guilhermino C. M. Bacalho Cunselnoiro A. P. Maciel Monleiro Augusto Fro le ico de Oliveira Coronel F. Antonio de Barros e Silva HarSo deCapibaribe Dr. Manoel de Souza Garcia Dr. Jos cciiiiiiuo de Castro LeSo Dr. Caetano Estelila Civalcanli P. Dr. A. dos Santos Siqueira C. Jnior Vigario Venancio Henrique de Rezende Vigario Nouiuzio de S. JoSo Gualberto Dr. A. F. P. de Carvalho Dr. II. J. V. da Silveira Jnior Dr. Rodrigo Castor de A. MaranhSo Dr. Victoriano de S Albuquerque Vigario geral L. A. Meirallenrique Gaspar de M. V. de Uro moni Dr. JoSo Francisco da Silva Braga 38 Dr. Luiz Duarte Pereira 35 Dr. I. A. Cavalcanti de Albuquerque 3* Dr.J.M. C. da Rucha Wanderley 33, Jos Pires Ferreira 2Q > Manoel Carneiro de Souza I. cenla Dr. JoSo Lins Cavalcanti de A. Dr. J. P. Monteiro de Andrade Dr. M un ei Teixeira Peixoto Dr. V. Juslinianu de S. Cavalcinti Dr. Joaquim da S. Reis Joaquim de Bar'os Correia Silvestre A. de Oliveira Mello Jos Pedro da Silva Padre Francisco Muniz Tavares Dr. M. A Monleiro de Andrade \eodo*nos entrar, Joao e eu, a excedente mulher disse-me estendendo-mc os bracos : — Ronsdias, meu Fernando, bons das. E diiendo isso, abrafou me ternamente no ineio de uina ligeira nuvem de p, causada pela vivacidade de seus movimentos que machucavamseu loucado, ao depois ella accrescenlou rindo: — tlh.' estou cobrindo-te de p Inanco, mcu pobre Fernando: mas tu leus os cabellos lio pretos que juro isso nao far mulla diUcren(a, Dirigindo-se entao a Joao, ella disse: — Agora venba c Mr. Fernando, nao porque eu quelra lamben) pinta-lo de branco, nao teuha medo disso! quero smeote dizer-llic .|iii"i" folgo de receber aqu o melhor amigo do meu Fernando, dease marolo, accrescentou ella alegremente aponlando para miin; mas jusilla si-ji feila, Mr. R.ymundo; se meu Fernando he um preguicoso aboininavel, pelo DM* nos lem a disurico < %  o bom gusto de prestar hoiiienagem aquelles que trabalbo tao assidll menle en.no O Sr. Joao inclioou-se, minha av coutinuou com sua i "lo 10o d.ide natural. — Ha com ludo urna cousa na qual o meu Fernando he pelo que parece, tao forte quanto Vine, Mr. Raymundo. .bao as revollas. Ah! Mcu Dos! quanto elle me tem feito rlr (e miox-se a rirde novo a esta leinbran(a); consuminou po reiauracozlnha, fazendo dourar de novo, piolare alfaiar sua casa, couservando-lhe escrupulosamente sen carcter Luiz XV. Nao teniendo mais as criticas de Joao, eu eiperimentava (sem embargo de meu recente enthusiasmo pela austera simplicidad.da casinha do bairro de Santo AntonloJ eu experiinentava urna aecreta vaidade ao cuidar na surpreza que visla de nosso palacio ia causar a meu amigo, por Isso Mquei singularmente admirado, on antes quasi indignado.... da indirterenca de Joao. Subimos a grande escada de marmore, cujo lecto eslava pintado a fresco, depois atravessainos a vasta antecmara de collumuas de estuque que preceda mullos saldes, e Joao nao mostrou nenbum enlhusiasino a vista de una inagniQceucla. Tainbem nao vi em seu rosto esta srte de reserva iuvejoaa que se calla para nao ter que admirar; nao, Joao pareceu-uie tao pouco cuidadoso do esplendor de nossa caaa quanto da modesta slmplicidade da morada de madama Raymundo. Gbegiuus ao camarita, 'oaspod'Mr, onde miniia av ordinariamente eslava. Achamo-la enin elh-iio ain, leudo na rabeca, segundo seu costume, um loucado de rendas de llores, seus cabellos esiav.nn rleados e empoados marecbal. Seus olhos pretos pareciam mais brilhantes aluda pelo contraste do p c do reblque que llie suba quasi ale spalpebras; ella Irajava, como sempre, um vestido de selim escuro lavrado de branco, bem justo no corpo, o qual era esbelto e anda direlto nao obstante a sua idade. ah meus Albos, Isso ainda heinuito|cedo, talvez lenliaui fome. Fernando, tu ests aqui ara la casa, meu rapaz; fase porianto as honras da casa a teu amigo. Einquanto nao vein o jantar be bom que toinem um dedo de vinho de Madeira ou de malvasiae um biscoito, toca pois a campanilla, Fernando. — Fleo-Ihe muito obrigado, senbora, disse Joao; pela minha parte nada acceilarei, — J comemos alguma cousa em casa de madama Raymundo.... accrescenlel eu Dr. Cypriano Feoellon G. A. Dr. Julio Barboza de Vasconceilos Padre Joaquim Rapliael da Silva Padre JoSo Capristano de Mu tonga Padre Manoel Thomaz de Oliveira Padre Joaquim Francisco de Farias DeSn F. J. das Chagas E minha ...ai. senbora, encarregou-me del'" nao ve e.u toda^ a parle senaoro iserlhe que Ihe agradeca multo o convite "!>a mai v de outra sorte e oulira u. teve ."bondade-de f.zer-me. accrescentou !" •¡^'S. ^^""leTi, Toquei ligeiraiiien(e no p de Joao ; cliegavamoa ao lugar do cavallfiro frtncex, c rcipondi: Mu, lulnlia av, ei. Tive uina boa Idela, meus filhos, foi porvos todosqualro cin uina mesa separada na saltaba de Jaotar, enliio vosses (eriam rido e conversado lindamente com estas raparigas, mo be a,si 111 patlfes? mas minha cuuhada no qult entar por isso; ser pnrtanto preciso ineus lllbos que se resignem a comer mesa grande.... nao preciso recouunendar-lbes que sejaiiigallaotes para com estas mocas.... que se mostrem einBiu verdadeiros caua/eiroj [ranete*.... sao desses geolis hbitos que se deveiu tomar quanto antes; porque, meus amigos, mais tarde, de nada servem.. Ah I eu c me euieudo, mas espero bem que vosses nao me rn.i'iiil un completamente. A chegada de muitos de nosios convivas interrompeu nossa conversaciio com minha av"; panamos todos do cimariiu a um dos saldes; eu Aquello por um momento com Haymundo; linba o coraco perlado, sentia-ine bumilhado; miuha pobre av apegar da excellencia de seu coracao, tinha necesariamente, se assim se pode diser, fallado sempre falso ao espirito de Joao ; ella eslava em continuo desacord com seus pemameotos secretos. Qual nao foi miaba sorpreza, minha alegra, quando elle me disse pelo contrario com sua sinceridade habitual. — Que excellenle mulher he la avo: ter conservado em tao vaneada idade esta alegra, eata mocidade de coraco!.... — De veras? disse eu a Joao, inuilo alegre; estas contente della? -Certaineute, me respondeu Raymundo sorriado ; eu Ihe darei, se qulieres um satisfeeit -Nao te cscandalisaraui suas idelas*? — Porque me terla eu cscaodalisado ? Demais que exie ella :' que a mocidade seja feliz? — fcmt.1.1 suas idelas nao sao as de tua 111,11, mu louge dissu* — He rerdade, Fernando, me respondeu Joao cora um sorriso melanclico; ininha mal pensa ditlereoteinente de tua av; esta nao tem 1 colbido seno roas ua vida, como ella diz, por nao rosas. Mi causa velkoe fiis, a os chatnava, tinham outr'ora ^ e !k&£rS?JS£Sl o|p. a .'-,a.,c do,cia.d o,, r iq ueza, nos velhosf he que a ou a amiga magistratura ; alguns. em mu. peaiulgos que he que queremos. mocidade se divina e seja felis omalsquefor possivel. Oh: he tao bello ve-lasaltaudo alegre e contente, como cabritlnho no inez de uiaio !..., Ah a vida ja nao he lio longa como outr'ora, e a velhlce chega tao depressa Impoita pols aproveltar a primavera, e aproveita-la famosamente....^ nao he Mr. aayinundo? As rosas nao tem seoo urna cstaco, como se diria em meu lempo: importa portanto colucr com cuidado estas bellas rosas da mocidade. O sabio uo deia jamis um prater para o da queno numero, a nobreza de espada ; excepto dous ou tres desles ltimos, uem uiu dos vtlhos fUii do minha av tinha emigrado,sem com tuuo deuar deamaldijoar a revoluin>i Jos de Oliveira Dr. Antonin Moreira de Karia Neves I nb Ini Cueles de Mello Dr. Pedro Francisco de Paula C. Tenenle Coronel Juo do Reg H. F. Vigario Anlonio F. G CuimarSos Dr. Caetann F.stellita C. Pessoa Dr. Csetano Xavier Pereira de Brito Dr. Joaquim Goncalves Lima Dr. AiTonso de Albuq. Peres MaranhSo Major Florencio Jos Carneiro Monleiro Dr. Antonio Baplista P. de Carvalho Dr. Joaquim de Aquiuo Fonseca Padre JoSo Capislrano de Memlonoa Padre Joaquim Cinto de Campos Dr Franci-co Kaphael do Mello R^go Dr. ChristovHo de Barros Lima LenleAntmiio Pedro do Figueircdo Dr. Manoel de Albuquerque Machado Jof Pedro da Silva Padre Viconto Ferreira do Siqueira V. Dr. Miguel Aichanjo da Silva Costa Dr.Joo Luis Cavalcant do Albuquerque 26 Dr. Francisco do Reg Barros Brrelo D-. Anluniu Baplista Cilirana Major J.i.Vi V i| MI' iii Vil. lia Capiao Msuo'l Antonio M. Pereira Dr. Gaspar de Meneies de Drumond Professor Silvestre Antonio de O. M. Dr. Francisco Jos de Medeiroi EscrivSo Floiiano Correia de Brito Dr. Manoel Joiquioi Carneiro da Cunha Dr. Antonio Epaminondas de Mello Dr. Jos Filippe de Souza LeSo Dr. Francisco do Assis Oliveira Maciel Dr. Ignacio Joaquim de Souza LeSo Desembargador J. M. F. de Mello Hr. Manoel Francisco de Paula C de A. Dr. l.uii'iMieii Bizarra Carneiro da C. Dr. Josquim Manoel Vieira de Moli Dr. Manoel Jos da Silva Neiva Teneiita Coronel Jos Francisco L. L. Dr. Joaquim do Souza Reis Dr. Jos Raymundo da Costa Mooozos Dr. Manoel do Olivoira Cavalrante Dr. Jos Cardosif de Queiroz Fonseca Profe-sor Salvador Henrique de A. Domingos Malaquias de A. P. Ferreira Tenenle Coronel Mutoel Lucas Dr. Flix Theolonio da Silva GusmSo Dr. Jos Francisco da Costa Gomes Anlonio Marques do Amorim Dr. Jos Quiiliuo de Castro LeSo BarSo de Suassuna Dr. Cypriano F. Guedo* llcaiiforado T. C. Rodolfo Joa>. Barata de Almeida Dr. Jos Rodrigues dos Passos Jnior Coronel Francisco J-icinlho Pereira Proessor Antonio de S. Cavalcanle Dr. Domingos de Souza L"3o Antonio Valeiitiui da Silva Barroca Dr. JoSo Francisco Duarte Jnior C*>mnia,iilanle superior Z. da C. Bastos Vigsno Pacheco Dr. JoSo 1>'I .ni i-e i da Silva Braga AJogadoF. M. Calado da Fonseca Dr. JoSo Francisco do Arruda FalcSo Dr. JoSo Vicente di Silva Cosa Dr. Me,n, leiin Velloso da Silveira Tenenle Coionel A. C. Mschado Bios Coronel Jos Antonio Pessoa de Mello Dr. llerculano Goncalves da Bocha Dr. Francisco Alveres da Silva Dr. Joaquim Eduardo Pires Dr. ChristovSo Goncalves Lopes Dr. l, nireneii Francisco de A. Citando Mr. Francisco JoSo Carneiro da Cunha Dr Manoel de Souza Garcia Tenenle Coronel Francisco J. de B. C. Or. Joaquim Vilella de Castro Tavares 1 Dr. Jos Maria Moscoso da Veiga I Reverendo Francisco de Aasis Dr. JoSo Antonio Cavalcanti de Albuqr. Francisco de Carvalho Paes de Andrade Carlos Jos Cavalcanti Dr. JoSo Francisco Cavalcanti de Albuqr. Dr. Jernimo Salgado de Castro Acioli DosembarRador Firmino Pereira Monteiro Dr. JoSo Mauricio ;'!'. Dr. Antonio dos Santos Sequoira Cvalo. 3 9 iDr. Jos Francisco de Paiva* 17 Dr. Jernimo Vilella do Castro Tavares 3 Dr. Augusto i-'re leiu'.i de Oliveira Manoel Francisco de Mello Dr. Joaquim Canuto de I'izjeiredo JuniTr t Dr. Marcos Correa da Cmara Tamarindo nra DrVietoriano de S n Albuquerque CapitSo Joaquim do Rogo Barros Coronel Francisco do Rgo Albuquerque D". JoSo Paulo do Miranda le. A. Joaquim de Figueiredo Seabra Dr. Simplicio Anlonio Msvigner N. Antonio Ferreira de Amorim Dr. LuizConi de un % %  ¡ %  /. Barros Dr. Joaquim de Siuza Res SebastiSo do Rogo Barros Antonio Peregrino Maciel Monteiro Cononel Francisco Jos de Barros da Silva Dr. Joaquim llygino da Motta Dr. Vicente Goncalves Lima C ii'i'.l i Antonio Car luso de Quelroz F. Francisco Jos de Albuquerque Mauricio Francisco do Li.na Manoel llorflrio Tavares Coutinho Dr. Manoel Firmino de Mello Dr. JoSo Francisco Coelho Bitancourt Ignacio Corri de Mello \dv. Francisco dos Keis Campello Vigario Bazilio Goncalves da Luz Major Francisco de Paula Paes Barreto Padre Vicente Ferreira de Albuquerque, Vigario Joaquim I. Goncalves da Luz Thomaz de Aquino Fonseca Padre Jos da Silva Birreto Jus Ignacio Soares de Macedo Dr. Francisco Rodrigues Sete Dr. 1 li ni.e Fernaodes Madeira Padre Luiz Carlos da Silva Padre Joaquim Rafael da Silva Conego Bernardo Raymundo de Souza B Vigaiio geral Leonardo Antunos Meira S'verino Gaudencio Tenento-cornnol LourenfoC. de Albuqr. Major Francisco Cavalcanti deAlbuquerq. 1 BaiSo 'ia Boa-Vista Mr. Loredo Mr. Francisco de Paula Baplista Coronel Tiburtino Pinto de Almeida Mr. Antonio Teixeira .le Itorba Dr. Alvaro Uarballio L'clia Dr. JoSo Jos Ferreira de Aguiar Vigarp) ChristovSo de II > un ia Jos Pedro Velloso da Silveira Mr Francisco Xavier Paes Brrelo JURY DO RECIPE. SESSAO ORDINARIA, EM 9 DE DEZEMBRll DE 1851. Presidencia do Sr. Dr. Neiva. A'sonze horas da manhSa, Taita a chamaG da acl.am se presentes 39 Srs. jurados.sendo G i multados em 0f tojos aquelles que deixa6 i .un do comparecer sem escusa ligitima. 0 l) Sr. Presidente abre a sessSo. 6| SSo apreseutadospelojuiz preparador os 6 seguintes processos : 6 Presos, 6 Custodio Ferreira de Mello. G Manoel Antonio Arantes. Marcolino Forreira da Costa. Jos, escravo. Af/iancadoi, Antonio F'errcira do Monte. Petro Antonio de Cirvalho. Depois, feita a chamada dos reos e lesiinniiiiii.K, e actando-se a hora bastante adiantada, sua bTi'lIantTfarda encarnada, bordada de ouvis!e educlora. propostasque Mr. de la Bussua uriiiiaiiic uiu. v „,.,.,„ t .,„ sicre me fai.a, cuquizrra rellecl r, ro. como a do. pageos de I.ui. XHII Este u __ ^^ ^ 1 ,_ Como he|f -• Sim, minha avo, he cucantador l — I 1 'i-, iii-in, meu charo Kernando! disse-me ii i ii ii Mr. de la Hussicrc, as suas mos est ter um semelhante. — Como assim, Sr.? cidade soubesie... nSo he Mr de la Huisslerc ? A chegada de minha lia e de mlnbas duas primas loierroinpeu esta conversacao; eu aproveitel a occasiiio para aproifmar-tne de meu amigo, teniendo sempre que elle tfvesse ouvldo o lereclmcnlo de Mr. de la Uussiere, — OSr. temquime annos c meio; se raadaAssim nao liujia accontecido, porquanto Joao ma ds Francheville perinittir que cutre no nudisse*ine; mero dos pagens de S. Magestadp, ter um uni— Quein he este senhor de farda encarnada forme tao bonito como o meu, cucar debaizo bordada que conversavacom tua avj de minha tutela — lie o segundo commandanle dos pagens. — De veras, Mr. de la Hussire, respondeu -Deque pageos? minha av, o Sr. falla seriamente ? -Mu seriamente, senhore, esequiterpor em pralica esta ideia, fallart-i ao pilmeiro genlilhomem da cunara, o fti.il he muito mcu amign.e cont desde j com o leuconseotimenlo. O re animado dr um cipirito de fusao nul liberal descji lambem que spjam admit— Ol! Joao! dos pagens do re. — Pois que, Fernando, uo tempo presente os re utid icm uriKtiis. — Cerlamente; mas para que ris tu assim? Parece-ine engrajado que o re ache quem ijueira preslar-se a este oflicio singular.' — O olliciode pagem... um otAclo singular.' lidos em sua guarda ilc honra alguns mocos ridisse eu a Haymundo com urna vivacidade ncos d'eutre a aiaclaise dos ciddos. voluntaria; ui^s os pagens sao da corte... os -Que penias sobre isso, Fernando? perpagens vao corle, gunlou-mc minha av; falla rapat, parece-me -Oh 1 ohl respondeu Raymundo com um que te estou veudo j com este bonito noiforsorriio de desden^ mofalor, hcdiRerente! eu me. nao haver pa^fm mais leslo uem mais ign >rava todas estas bellas cousos; perdoa travesso que tu ', tu nao fazes graude cousa no meu pobre Fernando, bem sabes que sou utn Santa barbara ; isso sempre te divertira mais verdadelro seltagem. qua o enfadonho do teu latiin. Eu guarnecePor minha felieldade, poii meu embaraco ra bem la bolsa, e tu seras dos mais casquiera extremo, mluha avo chamou-iue ; minha Ihos,... Oh' meu neto feito pagem!.... conlilia acabava de ebegar c desejava ver-me. Deinuourindose minha avd, he slagular! pareceSel Haymuudo para Ir ler com miuhas duas me que isso me faria viute anuos mais moca ... primas e com sua mi. e dcmals tu teas vocaci> para iisn, accresceu • hermanea tiuba doie annos, Julia tinha tretou madama de Francheville com um ar irium* ze ; a primeira era de urna (¡gura smente phador. Sim, meu charo Mr. de la Hussire, agradavel, a secunda prometlla ser mui bonielle tem vocayo, pois nao est vendo, he um U¡ ella ajuntava a este futuro de belleza um verdadeiro demonio, quando nato pensa. t!ento notavefmenie desenvolvido para a sua — Nao he bom dizer-me isso de anteinao, seidade ; ella desenhava entao os retratos de difnbora, respondeu alegremente Mr. de la busferentes pessoas de nossa familia; lembro-me sicre, por ventura nao sou o futuro co muanque o de miuba av era uin primorzlnho de dantede Mr. Fernando? graci. de delicadeza, e de fina observacao. Em -Ah sim. he verdade, respondeu minha hm Julia, ape.ardesta precocidade de tlenlo, av, mas, continuou ella, agora reiclo, nao l.uha permanecido menina, anda mais doque seria Isso pelo menos urna oceupaciio demasa PinlU su. Idaie : a bonecra. o jantar.inbo. A .o LA, rf. m ..l.rt. m .nT: ;.p ( .iv..i ra e-*-. eram aiu.l. o prater de seus recreios ; ella damenie rude, demasiadamente peulvel para me insplrava. bem como sua irmaa (de um lao que ha de mala penlvel no servi t o de um na.ue ua iuieiii s cnc,a uc ... •— >m -pagem, responden Mr. de la Bu.siere. Bem v. m.lhav um pouco. ,,or tanto a^ava-uie ra.. ierThora, que seu charo Fernando nao seria avoutade com Uerra.nea a qual escolbi para •er mulla visiutiade mesa. ,O .: l pe,0 coatrW.-.. he enc.n.ador.... EmVieran, annunclar a minba Vd que a me.a bora. se pelo menos urna carreira em que o dee.tava posta. ,,„. „ M „..,... ver he un. pra.er de cada da, uina fes.a per-Vamos, meu filho, me disse ella, M tlUu petua.... Falle-mcdlsso! eiclamou minha av. amigo sede galantes. Mr. Bar mundo dar .o Entao, meu filho, o que dites agrada-te a probraco a tua prima Julia, tu a tua pruna uerposla r" crea que sim. mauea. -Hiiiln av... decldir-mc... assim.... iin...cdiatameuU'.... disse eu com embaraco. teiiieiido que Joao, o qual eu via pucos pasaos distante de ".lili etaminaudo um quadro, ou. [ConUntmr-ee-ha.] ILEGIVEL