Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07277


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Full Text
Anno XXVII
Terga feira 2
de De/";bro de 1851.

N. 273.
FREO O BA HJBORIffljlO.
Pisuuirro Adurtido.
Por trimestre............ jtW
Por semestre ,........... MO
Por anno........-,..... 19/Wv
PlOO DINISO DUTUIIIISTII. V.
Po, qoartel............. 4/SOO
' OTIOIii DO 1MFHIIO .1
Pari.'./.*'5 dcNovbr. Minas... iSde'oetbr.
M.rnhio l9dedlto
Cear... 22 de dito.
Parablba. 22 de Nobr.
S. Paulo. .'! de di(o.
R.deJ. ItdeNovbr.
Baha... 17 de dito
Das da miM,
iUDIIWClls.
, I.Seff. S. Eloy b.
ttVrc.S. Adrloe P.
-S Ouart. S. Krrncisco
Xvlerap. das India
I Qulol. S. Oimundn.
> Seil. S.Geraldo are.
0 Sab. S. Nicolao b.,
si. Leonina e Dativa
7 Doni. 2. do advento.
S. Ambrosio.
luixode Orphoi
2. e5, s 10 horas.
1. MrarfoeiM.
3. e6, ao melo-dia.
faunia. .
3. e 6. s 10 horas.
2. oro do eivel.
4. e sbados ao melo-d,
RelafSo.
[Tercas e sib ule.
xraNiazlDEB.
*S *tt f
Crescente 30, as I horas e 55 miuutos a ni.
Chela a 8, a i hora e 8 minutos da t.
Mingoante 15, as 3 horas e ti minutos da m.
Nova 22, a 1 hora e 14 minutos da tarde.
rniiisin di hoji
Primeira s 0 horas ello minutos da tarde.
Segunda s 0 horas e 54 minutos da manbSa,
dos connr.ios.
Oolanna e Parahlba, s segundas e seitas-
feiras.
Rio-Crande-do-Norte,todas as quintas-feiras
ao mcio da.
O aranhuose Bonito, 48 e^^
Boa-Vista, c Flores! tii'ti.28.
Victoria, s quintas-felraa.
Olinda, lodos os dias.

NOTICIAS TITBANOEIBAI.
Portugal. l4 de Onlln. Austria.. 3deOutbr
iiespanba. 8 de dito Sulssa... 3 de dito.
Franca ... 8 de dito Succia... I de dito
Blgica... S de dito Inglaterra 9deOutbr.
Italia.. .. 3de Outbr E.-Unidos 2deSetbr.
Alemsnlia. 5 rie dito
l'russia ... 3 de dito.
Dinamarca 3 de dito*
ltussia... i de dilo
Mjico... 15 de dito,
California 3n de Agosto
Cbili. 26 de Abril.
Huenos-A. 2 e Selb.
Turqua.. 2* de SelbrjMonlcvldeo tide dito.
CAMBIOS DE I DE DEZEMBBO.
Sobre Londres, a 28 3,1 c 29 d. p.'11000 Plf me
Parla, 333 por te.
Lisboa, sem transacedes.
BKTAEa. .*
Ouro.Oncas hespanholas....
Moedas de 6/400 velbas. 16/000 I
> de fi.'-inu novas. 1UO00 i
de4/0C0....... 9/OM
Prata.Patacaes brasllelros.. ljIOlOVa
Pesos columnrlos... 1/020 a
Ditos meilcanos..... lJT7t0'a
1/9)0
1J0
1/750
atann ii* ihii 'i.tof ^jtMfr^^
PARTE OFFICIAL.
5UNIST&1U ) DA JUtiFlCA.
cia.dizMdo que, vista do queSmc. expoza
cerca doTerceiro com mandante do corposob
i seu mando, Joo Gormano do Paula, rde
mandar snlta-lo, cumprindo, porm, que
londe ler direilo a oxigir.ijua om sen poder
se facam os depsitos de diahoiro; tcoho de
responder, que o aviserde 5 de marco de
1849 no qual se declaran que orara ljectos
de deposito publico smente as.pe<;is de
ouro, prati o outros metaos de valor, e as
podras preciosas, deve s;r entend Jo res-
Iriclamenle, e nSo comprehendenJo o di-
nhoiro, porque o flm da loi de 17 de julho
da 1778 fui restringir e nSo ampliar os ob-
jectos a rocolher nos depsitos pblicos,
sendo o espirito da nossa legislaras sem-
pre multo favoravel as partes litigantes to-
das as vezes que estas concordara em se fa-
zer os depsitos em mos de pessoas do sua
conlianca.
Dos guarde a V. Exc.Eutebio de Quei-
ros Coulinko Matlozo ('.amara. Sr. presi-
dente da provincia do Rio do Janeiro.
sou contrato.Communi-
cou-se a thesouraria da fszcnda provin-
cial.
Dito.Ao bacliarcl Manoel Clemontino
Carneiro da Cunh, dizendo que no p le
ler lugar a dispensa quo pedio de membro
da administracito do patrimonio dos or-
plios, visto nSo ser convenionte aos in-
teressos do patrimonio dos mesmos or-
phaos.
Dito.A Jos Francisco Lopes Lima, de-
volvendo as cotilas das despezas feitas com
o sustento dos presos pobres e luz para a
cadeia deNazareth, aflm do que solicito o
pagamento por intermedio do chele de po-
lica que tem de legalisar taes cotilas.
Dito.A thesouraria da fazenda provin-
cial. Accusando rocebido o seu oflicio de 17
do corrento, ac.impanhado do que Ihe diri-
gi o agonte dos diroitos do algodSo desta
provincia exportaJo na das Alagoas, e mais
papis annexos, tsnho a rcsponder-lha que
recotnmotidu Vmc. muito positiva e termi-
nantomi-nto ao icl'-njo ageulo quo urna
voz da Jo o caso do inffaccao do reglamen-
to provincial do 13 do Janeiro deste anno,
fa?a apnrehensSo do genero, o reinotta o
respectivo termo com todos os documentos
esss thesouraria para que se imnda proce-
der criminalmente contra o culpado, qne
lera desolfrora pena do art. 177 do cdigo
criminal.Nesta data oiliciou-so ao Kxin.
presidente das Alagoas, remellen lo-lho co-
pia do seu citado ofilcio edo do referida a-
gente, e solicito a prestante coadjuvaQo do
mesmo presidento, para quo nao sejam ilu-
didas as lois o rogulamentos desla. pfrbvni-
cia a respeito do mesmo assumpto. OOi-
ciou-se nesle sonti Jo ao mencionado presi-
dente.
Dito.Aadministrai;5odoptrimoniodos
orphaosinteirando-a do haver, em vista de
sua informa?flo, deferido o roqueriinonto
da orphfla Mara Leopoldina do Sacramento
com o despacho do theor scguinle-Sej i re-
cebido a supplicante na forma requerida,
marcan lo-lhe a administra(i1o um praso pa-
ra ella tratar de procurar algum estabeleci-
tnento (orado collegio.
Dito.A cmara municipal do (oianna,
dizundo que vista do sua declarado, n3o
pode sor approvada a arromatac.ao, quo fez
JoSo Gomes do Souza, dosimposlos do quo
trnta ii ; ir, .1 i ;i-1 23 da le provincial n.
270de5do julho de 1830, cumprindo por
tanto que novamentc mando por om hasta
publica os referido- impostes, o alinal os fa-
ca airccadar por administrar;!!'), sj por aca-
so nSo bouverquom olfereQa um lanrjo pelo
menos igual aquello por que loram arrema-
I lados em o anuo pruximo passado.
0 2. semestre do oxerciciocorretite, se por i PorWra. _Ao gente da coupanhia das
venlura no descobnr inconventcnto algum bircag UB vapor para man jar uar pa.ssagom
nessa remessa, ficandoporem na inlelligen-'pnra cortopor conla ul) governo a Lucio
cia de que em Janeiro prximovindouro,AntunJ0 Teixeira o a Joiquim Ignacio da
provavelmente ir um navio aquelle pre-|sj|va que Uvorain baixa do serviro do ox-
Sld'9- ,. 'ercito.
luto. \ mesma, dizenuo que visto nao -
so poder descantar naquella pagadoria as) Cninmaniin Has armas,
qnantias porqfe silo responsaves nlguns of-' n tiommanao aas arma-
liciaescaixadoextnclo oitavo balalhao O mareclial Je campo gra loado comman-
ilo cacadors, cm consoquoncia de se acha- danto das armas, convida os so aores ol-
rom ellerem outras provincias, ter o un- caes da tercera equarts c asses do exareti-
co quo atMli existe (o capullo Manoel Jos to, e os da exmela segunda linha eMsten-
daSoledia) consignado o seu sold por les nesta ctdade, comparecerern nuniriaa
tnteiro a seu procurador no Rio Grande do (2do.lezembro ) pelas 10 horas do da, aliii
Sul, annue, que sejam enviados roprli53o d8 assisliroiri ao cortejo quo tem do lazei-..
da guerra os recibos dos relVri Jos oniciaes, elllg.e do Sua Magestadoo Impo-ador,
afim do que se resolva o que for mais con- Por occasi3o do anniversario do seu nasci-
veniente respeito do pagamento de_tacs monto
quantiisfncando pmcm copias dos dilos O'1/1' ge;ral na c. la Jo do Rocifo, em
recibos na mesma pagadoria. o 1.dc dezombro do 18al.
Dito.-A mesma, romellcndo copia de um Antonio Corren Seara.
ollicio do director do arsenal do guerra, Quarlelgeneral na eidailt do Itecift, I." de de-
flm de quo vista do seu conteudo indi- zembra de 1851,
que o moio pratico de obter-se o forren- o.imi do di* n. 37.
ment d'aguaoSos para a companhia do Amanliia, dia annivorsario do natalicio
arlillces, mas lamliom para Os diversos ue g.M.o I.. os batalhes da guar.la nacio-
quarteis, seja pelos Africanos livresoxlslon. nal deste municipio, qu?, em vlrtudo das
tes no referido arsenal. ordens do lllm. o Exm. Sr. presidente da
Dito.-Ao inspector do arsenal de man- provnca, foramdcstioadosoos corpos do
nhe, dizendoflearinteiradodo haverem si- exercito existentes nesta guarnicSo, osts-
do apprehendidos 29 pranxoos deamarello 8o,ob prada as 10 horas da mantilla, no
na birca^a Talajuba e 31 na Raitiha dos >n--|irg0 ,|0 palacio da presidencia, em linha
;o, ambos pcocodenles das Alagoas, por nSo i,rnooi>nilon mnamn Ur.>, n.nr.lnm que
mostrarem os respectivos mostres, que as sora opporlunamente indicada,
dilss tnadciras fossem cortadas em virludo 0 eaquadrao de cavallaria e os batalhoos ,
do licnca do governo imperial; e prev- ,. 2.\ Vo e 5. da guarda nacional, forma-!
nindo-o deque deva conservar as moncio- rs0 a primeira brigada, quo sora comman-
GOVERNDA l'KOVINGIA.
EXPEDIENTE DO DIA 26 DE NOVEMDRO DE
1851.
OfJIcio.Ao commando das armas, ap-
provsndo que sejam contrstados o cibo An-
tonio Francisco da Silva e o soldado Fran-
cisco Antonio de Paiva, pertencentes ao
quailo balalhao de artilharia a p,para con-
linuarem no servic/j TJo exercito por mais
oitoannos, visto j teram'nnajisido o lem-
po porque eram obrlgadosa servir, segun-
do consla dos documentos anhexos aos re-
queriinenlos que devolve, e prevanindo-o
dehsver olHciado. n pagadoria militar no
sentido de fazer abonar a cada urna das di-
las primas, na conformidado das ordens da
presidencia, o mximo do premio cstabelo-
cidono aviso do ministerio da guerra do 30
de outubrodo anno prximo passado. Of-
llciou-se nesle sentido a mencionada paga-
doria.
Dito. Ao desembarga lor chefe de poli-
cia, doclarando ctnsolu<;aoa iluvida pro-
posti pelo delegado do termo do Ouncury,
acercado juramento que tem do prestar os
subdelegados, que nao so estes mais tam-
bero os delegados dovem cumprir exala-
mento os avisos de 20 de dezembrn de 1848
el da abril de 1819, no admittindo prati-
ra em contrario, o que isso mesmo passava
a communiear a respectiva cmara munici-
pal. OfUcou-s_e nesio sentido a dita c-
mara.
Dito. ~ A'pjr>doria militar declarando
que,-ple enviar pelo patacho Virapama, a
somma neceSSafia para fsgimanlo dos von-
ciraentos do destacamento do presidio do
Fernando, inclusive o orJenado do cscrivSo,
hem como das diarias doi sentenciados em
ter feilo nada notav I; he esso precisamen-
te o ciracter dUtmctivo dos grandes feitos.
A's vejes os honiens consummo actos de
tnsoramensuraveis rosultados, o olles mes-
m&s nlo os percebem.
Sera-nos demorarmos agora com o deci-
sivo api,lo que prestaran! com a sua invasio
aos p i triol i s orientaos, nom com o numen
su o solido hem que procuraran ao psjlz em
geral, s nos flxaromos broveilento'n* feliz
fus3o que facilitaran! com as tropas argenti-
na. ; com essas tropas que sorviam ha pou-
ca, sem conhecel-o, as vistas o intoresses
peSSOIM do homem que 00 :ultando-lhes a
realidade das muss os tinlia votado mor-
te ou ao desterro perpetuo. Ilorrivol lie
sem duvi la a relribuico que o pensamen-
to secreto dos tyyanno* reserva sempre aos
initriimentos inertes da sua grandoza .'
Ja dissemos nostes dias que esses homens
separados das suas familias pela violencia
ou pelo engao, o afagados puerilmente
com a promessa do um premio burlesco que
so liles mostrava de longe, n3o timiam reee-
bido unt onico sold em doze annos de con-
tinuada campanlia. N3o oro islo o peior:
os males podem sopportar-se qusndo ga
Ihos conheca ou se lhes divisa um lim ; e o
Um dos ssflrimentos de um exercito est
naturalmente no consoguinenlo do ohjeclo
quo se pro| o i ale i rii.-iir.
Mas as degradadas tropas argentinas co-
nheciam ou divisavam o objeclo do Itosis,
obtido o qual doviam regressar ao appete-
cido gozo do nativo solo .' N i; nada disso
sablain, o lio horizonte oscuro, som limites
era oque so aprosontava aos seus cinsidos
olhos.
Mije, porcm, essos homen3, levando a of-
forenda valiosa da sua dodicagfto o valor,
gropam-seem torno do homem providencial
pue soubo romi-los pacificamente do seu
prolongado capliveiro ; hoja tom contranido
o insigne msrilo, quo a patria nSo olvidar,
de adjlicriram codialmcnte obra libertado-
ra, do abracar com boa fe as iJas do uniJo
e libordade, o de confraterniza/ sincera-
monte com os Argentinos do Corrientes e
bnlrc-Rioi : boje collocaram assim o indos-
tructivel cimento da victoria o da ventu a
da patria ; hoje f ln em seus coracOjs odio
o maldicilo ao tyranno quo os sacrilicou e
enganou; hoje reconecntram na patria a sua
esporanr;a e as suas vistis, o reconcen-
tran!-as com inleira fe, porquo sabem que
o general Urquiza mo os ongana quando
lhos diz : Filaos a Iluenos-Ayros!
Essas tropas atravessaram o Paran lia
mais de novo anuos para virom han Ja ori-
ental do grande rio, crondo que sorviam as-
sim ou que salravam algum tntess; real ar-
gentino, e agora tornadlo a passa-lo para
pedir urna severa conla no ingrato dspota
que 15o mal correspon leu a sua iledrcigilo
e aos seus osl'orros ; para rasgatar seos ir-
milos. cujos bracos (Ucilos os esperan), des-
se pesado o horriveacspotisinoquo osalor-
menti o envtleca ; paraapoiiro proparado
prononciamonto dos ommovidos poros da
repblica ; para iniciar urna nova poca de
paz e do mollioramautos; o linalmenlo para
desfructaroen o lar^o doscansj a quo ton
inqueslionul direilo.
E osa misso ser de fcil cuinpriaijnto.
Rosas tem homens qiiojmandaarraslaramar-
ra los para os acampuiienlos porm nllo toni
exercito o esses liomans (lizeno-lo quasi
com completa cerlosajesperanunciosaiiiente
ver apparecer as lanosl dos libcitidores de
Urqniza para darom o grito atoador que
n'um s.dia, n'um instante, ponlia tormo a
ominosa existencia da tyrannia. GranJo ser
aquello dia de abrogo uuivorsal.' Uia de Iro-
nosi, de vordadeiro enthusiasmo, de fervo-
rosas heneaos quo calmil* a milharas sobre
o regenerador do Prata.
(Commercio del Piala.)
e vos incorreis oessas faltas violando a le da que Justificar-nos antecipadamente das accu- j cargo do presidenta da repblica em 1852-
eilslencia das sociedades, a ordcin. sacos que nos fa/.em por termo) proclamado; Fallava-sa muito em 'que Mr. Dulios oceu-
......II. << 111.1,1 IJll I 1,^11111,1,,,, .,.., -H..!,', -....-.-.-.- |--------------------------- -~ ---------------.-----^-------------------------
comas armas, aisustaudo o pal/., e pruvocando! gada c com ella a verdadclra liberdade e a or-
uma dictadura irrespoosavel, destruindo nos-dem ; proclaniimos a resislencia, porque s
si. o. iiini.n. 'i e o nasso evidente progresso.ooin ella podia conter-sc a irrupcao dos novos
parece-nos um extravio c ignorancia injustifi-[barbaros; opposemo-nos a todo o genero de
cavis. r concesscs, porque nao era aquella a hora de
A mudanca de governo c de instituIriScs he j transigir, senao de pelej>r al a morle; porm
Um direilo da opluiao publica paelticameule, disio a desejarque a reaeco nao termine nun-
inanifeslada. He este o partido da ordem. ca, vai una disiancia iiuuiciisa ; nao faiem
A mudanca pela forja das armas he a violen-! inultos dias que o dissemos ; nao queremos a
ela da forca bruta. He este o partido da iusur- democracia, que nos leva por caminaos. refcao i nhecldos alumabysmo iiisondavel; naoque-
Decida o pall qual destes dous direllos he i remos o absolutismo porque oppe-se s cou-
que deve reger os destinos da repblica.
{El Mireurio.)
Jorittl lo Commercio.j
K5TAD DA EUllOP.V.
Cremas poder apartara vista por um mo-
mento do iuiporlanlissimo assumpto que uos 'dcscj.ivainos ao mesmo tempo que deixassc fe-
tcm oceupado por espado de algUOl diis, com cundados os germeus de liberdade, como as
quistas da olvllisaia. euoadeia o homem c es-
.ii.isi o peusaueulo. (luando pedanlos a
i e i. ., ;i ,, nao raziamos causa coiuiuutu com os
absolutistas, ascaciavamos aos homens de or-
dem, c quando cclebravamos a retirada da rc-
volucao d'cnlrc os povos noe havia invadido
Saldo cni 3i de outu-
br> p. p.
Reccita no correte ni.
nadas tnadeiras em deposito naqoelle ar-
senal al que os importadores se mos-
trom competentementeautorisados a dispor
deltas.
Dito.Ao mesmo, inteirando-o de haver
dado norequerimento em que Antonio Ro-
drigues Lcite Giju-ba pedia a entrega de 60
dada peloSr. coronel chefe de legi.lo Do-
mingos Alfonso Nery Ferrolra ; os batallnjos
quarto do artilharia a p, nono e dcimo do
infantaria comporta a sogunda brigada sob
o commando do Sr. tonento coronol Amo-
nio M ii 11 de Souza. Um parque de artilha-
ria de qualro boccis do fogo, servidas pelas
pranxoos do amarello vindos das Alagoas praf,,s da companhia do artilces, comman-
nas barcacas Jajajuba e ItunAa doi Anjos, o daJa pe|0 i,-r_ capitao Cirios do Moraes Cu-
despacho do.Wjeor s.'guinto : Prestando o injga0i collocar-se-ha no centro da divislo,
supplentelianca da mesma rorma quo teru u ser revista Ja polo marechal do campo
prestado ultimamentoouttos importadores graduad commandant desarmas, as 10
de madelras, cujas licencas oflereccram du- e nloia noras en ponto,
vidas, pode receber os pranxOes apprehoa-'
didos.
Dito.Ao mesmo. dizondo ioar inleirado:
de terem sido apprehendidos, por falta da j
competente libanes, 17 canoas do amarello,:
importadas das Alagoas na barcada Noval
aurora, a declarando quo dove continuar a
conserva-Us'errr deposito naquolle arsenal'
Anfono Crrela Sera.
EXTERIOR.
QUKSTAO DO PRATA.
MuiiU'vi'liM), 21 de oulubro.
(is v.ilrnles soIJadoS .Mitre-rianns c oor-
l que oslmtfortadores so moslrem compe-'renlinos que vtiilearam o Uruguay cm ju-
tenteroeleatilorisadoa diapordellas. Iho, e que marcharan, tsaudarem as tor- i
hit.Ao mesmo, inteirando-o de haver "ros da heroica cidade, olTerecem um mode-'
Hpsignado O029 d* correte para a parli- loqueos exorcit09 futuros se honrarSo em
da do patacho Pirhpamtt para o presidio de imitar. Os j conhecidos detalhes da deci- (
Kernando, e exigindo a remtfsaa da guias so e presteza com que acudiram ao chama-
dos presos que-tem' do seguir para o dito monto do illuslre general que devia guiat- .
presidio a cumprirs'entenca. ios ; a perfeita ordem das suas marchas ; o ,
Oiio.Aojpi* muoicipal do termo de Ca- profundo respeito s proprieJades. quejul-
ruar, declarando, em resposla ao ollicio, gamos deixara mu duradouras recordacOcs >
OsTi queSuic. faz sentir a conveniencia do .nos campos orientaos; a sua completa dis-
prover-sa provisoriamente naquolle termo posic^o para satisfazerem a triste neccssiJa-
umtabellito e escrivao do civel, hypothe-1 de de combater.que felizmente n3o se apre-
cas, capellas residuos, quo por ora n&o'sentou, e a ordem e rnoderaQuo quo hoja se
oonvai augmentar-se o numero de empre- lhes nota, ludo os faz apparecor n'um pon- f
dos de justic-i do mesmo termo, o que, to de vista queimpOao apreco, a gratido
sondo todos ellos obngaJos a trabalhar co-
mo devem, poder-so-ha finalmente conhe-
cer com mais seguranza, se he indispensavel
a creago de tal ollicio.
luto.Ao commandante do corpo de yoli-
o o respeito
Com soldados desta tempera, oque n3o
poder um homem como o general Urquiza !'
O mais singular he que aquellos soldados,
tito denodados como modestos, ciem nao .
CHILE.
Valparaso, 9 deseiembro.
A mudanca de governo.
Uc licito desojar una mudanza de governo?
Pdlc-se trabalhar ncise seulido? E qual he o
meio ?
Nein o sysleina republicano, nem aysiema al-
gum de governo periniltcm appellar para as
armas para escalar um posto na admInislra-;ao
publica, para inpr com o capricho da sorle
dos cmbales um governo c una le que a na-
co nao tinha eligido de ouiro modo.
Considerai bem de que pende a sorte das ba-
talhas: segundo uns, das peritas dos soldados;
segundo outros do segredo das opcracOes ; se-
gundo o malor numero, do arrojo e cenca do
ataque. Seja de que for, o que he ceno he que
"-i -' / ajnHira a que guia o (riuiupho, que o
alcanca quasi sempre, como nos desa'os, como
a Uuco de dado, o mais desalmado.
A cotistituiclo, a proprledadc, a industria, o
commercio, a mesma vida, pondes ludo na
pona da bayoneta ou faxeis-lo um alvo para
disputar com o vosso irmao a qual destruir
primeiro estes bens!
Nao, n.io he este o mcio que a le, a justica, a
civillsafo c o bem senso acconielham para
mudar um governo, e se elle podesse enthro-
nlsar-sc, Valeria mais viver no estado de nalu-
reza, cada um por sua conta e risco.
O systema republicano nao reconhecc outro
caiuiubo seno o da oplnlaa publica exprimida
por meio do sufragio c nao a tiros.
A opiui.id publica pode ser sullbcada ? Nunca.
Se os eleitores sao corruptiveis, moralisai-oi,
se sio cegos, lllumlnai-os com a educaco ; se
nao faxem boin uso da sua soberana, aecusai-
os, processai-os, persegui-os, at que percamo
aeu|dreto.
O partido conservador ganhou o sutlVagio?
O partido da opposi^ao ganhou o exercito.
O partido conservador persuade com d-
nbeiro ?
O da opposicao convence com promessa e
com dlnhelro.
Se aquelle he peccador, vos nao sois bema-
venturado. Se hoje perdestes, espera! ; ama-
nhaa podereis ganhar, se a opinio publica se
collocar do vosso lado.
Aoplnlao publica nao pode mostrar-sc? A
culpa nao he della: nao a conquistasles talve;,
nao a illuslrastcs, nao a persuadales de que o
cominercio,a agricultura, a induslila,a popuk-
(o, cuja escacez he o achaque da America, u-
rlamgaaho mais comvoseo e com os vossos
principios de governo, visto que essa opinlo
nao esteve do vos3o lado. A opinio quaniio
tai. illustrada nao se engaa, e e isto succede
nao tendes direilo nem poder para castigada.
Fea um mal a administraciio Hulnca em i-
poiar o partido conservador e n aeu candidato -?
Faltou le e s suas promessai? Accuial-a a
constitui(ao concede-vos um anno.
Fizeste-o? Nao vosouviram no tribunal com-
petente? Uenegaram-vos o dircito de accusai ?
Illudem-vos, burlam-vos?
exclusao de todos os mais que tratamos em nos*
sai dissertaces diarias, para laucar urna vista
de ollioa rpida pela Europa; porm talvcz
n.11 consummemos nosso proposito, talvez nao
tacamos por hoje a tonga viagem que leriainos
que fjuer se depois do passar o* Pirineos c atra-
vesar o Rhcno, houveramos de ir pe uortc
al locar m. longinciuas c Trias regies da La-
pona, para passar pelo Oriente ao mar Negro
e voltar depois aos paizes que o Mediterrneo
banlu ; he provavel que nos detenliamos em
um su ponto, e que d'ahi abarquemos com o
pensameutn os puyos todus que licaui dentro
dos limites que ic.qus assignalado. Este ponto
ser a Allemanha a qual oUerecc abundante
uateria reUexao pelo carcter especial que
lie do suaorgauisaco e adiversidade de ra-
cas que a habitan). Nao he um povo, he una
mullidlo de povos de ditt'ercate urlgcm, de di-
verjo idioma com costuuies incompativeU c
com diversidade de religies. Nao secreiaque
cnlendemoi por Allemanha o que pertcnce ex-
clusivamente aos Allemes ; longe disso, ha
pontos cm que elles eslao em urna rande mi-
nora, e ate no archiducado de Austria que he
oude a raca germauica prepondera, pode dicr-
sequese couservam todava restos dos diver-
sos povos que o hao invadido; porm sobre lu-
do, onde ni us se nola essi diversidade de gen-
tes, de caracteres, de lingoa, de costumes c de
inslituices be cm todos esses povos que sem
perteucerhoje Allemanha, formam essegran -
de imperio que se esteude desde a l'oloma al
ao Adritico, e que preside desde 18)5 a cou-
federac germnica, aluitas vezes fallando
das diiculdades que ollcrecia a reorginisacao
desta confederacao, oceurria-nos como piimei-
ra o fundir tantos povos cm um s, sem mais
rasao que a volitado de mcia duzia de dipl-
malas reuuidos cm um congresso; porcm
quaudo estendemos os olhos pela Austria, pa-
rece-uos nupossivel que Tirio debaixo de um
mesmo sceplro povos heterogneos eutre si;
de tradicOcs peculiares, de vida e uaclonalida-
de proprias; c at em cada um desses poyes
encontramos esta mesma diversidade de racas
que o convertem em urna especie de confede-
raco.
A.fii est a Hungra: pddc dar-se acasj utu
pai/. que encerr tantas diversidades de racas
humanas? Hngaros, Slavos, Valacbios, Alle-
mes, Uohemios, dosquacs uus sao calholies,
ouiros luterauos, calvinistas, gregos e outros
ciulim partidarios de quantas religies ha crea-
do a superslicao, formam urna especie de jar-
din! inglcza, sem anidado, sem symelria, e
com mil labirinihos cm que se obscurece c se
cnrcdi a cabeca melhor organisada.
Poisbem; perguntemos agora: Gomo 10 D*3aldo etnUttrM em 3l
resilvido o problema de governar deumpou-j dc mimbro p. P.
to central a lanos povos dillcrenles? Quasi que |ccc,a I|0 correntc iu.
nao o sabemos : diremos sem embargo que a
reaccao que em 18ij succedeu reyolucao' DcspC/A Q COrrcnlc m.
fiancezae ao imperio de Napoleao, dcixou os
povos inertes; a poltica dc Metieinick mu
boa para as grandes crises em que a forca do Saldo cm 3, U( ouUl.
pjder salva ludo, porcm imprcvidcnlc c lu- bron n
nesta quando, passado o perigo, be preciso af- acccila'ucorricnlc m.
frouxar a regidez reaccionaria, naoassc.nelhou
os povos, por que nao crapossivcl assemellu- csncia aUo mei
los, pji 1:111 sujeitou-os, c Islo era sumcicule ;
11 iu os satisfci por que urna poltica dc resis-
tencia sistemtica nao satisfaz a niuguem, po- >. cobre.
agoas do Niloao rctirar-sc dcixaui fecundado o
terreno que hio inuudado.
Temos escripia 11111 arligo dc diruenscs mais
que regulares, e nao disstmos seno mu pouco
o que uos linli ini'is proposto diter. Temos
pots iiuc suspender n >.. traballio at outra
occasio, se assumptos mais uigcntes no nos
Impediram de continuar.
[Heraldo.)
i afJICiJMaW.^-JJ*flif ii*rj.si-t.^ & tM^ia
PERNAMBUC9
THESOURARIA DA FAZBNDA l'ltOVINCIM..
Demonslrardo do sal ejercicio' de 183U a 1831 cm 'J de nocembra
de 1851.
51:201(470
3.3S38i>
--------------5i>l0850
Despc/.a no corrate mc
Saldo
Em cobre.......
Sotas......
23:816/136
O tliesoureiro, ,
Thomtt Jote da Silva (usimio Jnior.
U cscrivao da recciu,
Jnonio C(irio:o il Quciroi fornica.
Demonslrac'io do saldo existente na cai.ri ffo
depsitos em 9 de novembro dc 1831.
Saldo cm 3l dc oulu-
bro p. p. 212-873.0M
Rcccita no corrente ni.
siicci-ssor do Mr. Carlierna na prefeitura dc
Sena.
O vapor nglcz que amanha deve chegar
ao 00810 porto, talvez mis traga a solucJo
do ludas e>tas gusava da mnis'complcts tranquillidade.
Por dous docrelos, publicados no Monitor
Toscano du 13 do oulnbro, a Tuscana Tora
amalgamada com a Austria. O cavalleiro
Kredcrico Ferrari da Grajo, lenaiUMwronrl
do exercito auslriaco fni nomlrJllHwjor
general o conimandanle om ebefe das tropas
do grJii ducado ; o general deLingi^er ex-
iiiim-t ,i da guerra Coi enllocado na lista da
reserva, ele.
[Na lombardia o marcchal Radeztky pu-
blicou uni i amn.ostia geral para todos os
presos polticos condemnadbi a pona nSo
excedenlo de um anno de prisio.
Ni l'iomonte l'illnva-se em mudan;* de
ministerio, a Italia e Poplo de Tunm an-
nuncia q'ie o novo gabinot mui provavel-
mente som Cii.iiposlo da maneira seguinte :
Cavuur, presidente do conselho o minis-
tro d,i hienda | i.;v.il, ministro dos nego-
cios estrangoiroj, Sin Martillo, ministro do
interior,- Sclopis, ministro da ImtrucfSo
| publica ; l) Floresta) ministro da justica ;
jArcjnali, ministro dn mirinha o coajoier-
co ; l'.ilc ie i,a, ministro das obras publi-
cas ; I ii M i i;i .i. ministro da gera.
O Diario das tinas Sicilias de 29 de setom-
br.i aonuncia a inortj do principe real Jos
Maria, cond do Lucera, o qual cunlava ape-
nas tres nanos de vida.
O Observador Roman di 6 do oulubro pu-
blica o c;nsj da popularlo do liorna. O nu-
mero do- habitules da cidade eleroa uo
_'___;___ anno do 1817 olevava-se a 175,000 almas
23:315/138 "> '818, a 173,000 ; ero 189, a 166,000, e
---------------j em 1851 a 172.000.
lel.i.Hi O papi bu .i loulerid i ,i be .lilie.i'.'.lo a
23:184/000 padre Clavar, apo-tilo doi Mouros, e ao pa-
dre Jo.lo de i: i i |i- morrou martyr no
JapSo.
O re do llanovre aeliava-so gravcmenlo
i doenle, os penosjicos lianovrianos expres-
sivj'u gr,ui Jes receios pelo resultado de sua
[ do mea.
O imperador da Austria tinlia chegado a
j Cracovia no dia 11 do oulubro, o era es^e-
rado em Tarnovia 14.
Segundo noticia o correspondente do Ti-
mes om Vienna, numerosos arcos trium-
2I2:87J/000 pbaen-e esliviiii bvaiitatido tyr lidas as
__"__._ estradas que o moniirclia tem dj percorrer,
212.873/000
Despc/.a no cor rente ni.
Saldo 2i2'873/ooo tindii olio silo om tola a parle recebido
..I________ com enthusiasmo.'
Oorchhiiiij.io Alhrec'it, governaJo:' no-
i0li:9IS.?O00 meado para a II ingria, pujando por Pres-
, burgo em sua viagem a l'estii, foi extroma-
105:027/00.1 monto liem accolhido pelo pivo, o qual d
"" ', muita importancia ao ficto do ler sido um
, "i c?,l"'0,'-r",.a. i.....- i Piincii-o da familia imperial nomoado go-
Thomas Josa da SUvaGM* Jun.or. ^^^ ^ ^
Antonio crJJsi'sl. yur.ro Pomeca. | <>s eriodicos de Malag nuanciim quo
Ihmonstrarao do saldo existente na caixa do urna escuna liespanbola rarrega-la de pro-
ixercicio dc 1831 1852m -29 de novembro visOes para a guarnicHo de Melllli fora to-
Em Icltr.n ,i vencer cm
1832 a 1853
Lu 1,-iti' i. a vencer ein
1853 a 1831
de 1851.
Diada por piratas mourhcos cm distancia
que s.' avistiva linda da costa da Iiespa-
nba.
O principo da paz, quo ISo fallado Tora
morrn ltimamente om
25:921/879
i'.i:0l'J,sOoa
-------------- 74.-9IO/S1 na M(,anh,
taj}^*m i Paria.
s.ia. i7iiihi7! Km Londres os consolidados liearam, do
Saldo is./J-fJi/ 97 1(t., 97 :1|8 os fulldus brasileiros a 87 ;
93:451/300 j os qualro por cento pnrlnguezes,. do l|2
f a 32 l|i; os quiltro o meio por cetito njssos
......-------- :>3:45i/50O a 101 3|t; os tros por cento hoSpanhdes, do
/ 38 3|4 a 38 7|8 ,- os quatro o meio por cento
~"7M", b.lgasa 92 l|2e os dous i moio por cento
Saldo 112.241/417 l,0l|ande/.c3 a 38 3|4'
ruin dcixou-lbes o direilo dc qucixarse c seu
Notas
objecto eslava conseguido; por Isso o celebre j.clr, a vencer cm dc
diplmala crusou os bracos creado que sua
obra era eterna,sem coiibccer que todo o inun-
do (orna a si do medo que leve, c que apo u
assouibro veui aserenidade c a rclleaao, e apo
a provocacao do inslenle o arrojo do provoca-
do. 8c n-,ou, no., Meucrnicb soubeser rcac-
ciouario no congresso dc Vienna, houvera sa-
bido ser espaacivo depois, loria construido ;
uuia obra iiuperecivel, porm uada disso; fal-
lo dc previsao, por inals que se diga, olio s
|o rU'iiileo assemelbar povos licteroneos, senao ,
al quU sugeila-los a sullocar nellcs todas as ,
asplraces que podcriain diminuir o grande'
poder de um absolutismo sem pcias.
Mj> o que foi quesuccedeu? o que devia suc-
ceder nccessariaineme; suecedeu que ao pri-1
ineiro choque revoluclonirio, o edilicio que se
linha levantado sem dar cohesao a suas dillc-
renles parles, foi abalado. Meiernicb cm seu i
desterro depois do anno de 1818, que acabou
OOtn sua poltica temcraiia, pode couvenecr-se
de que o que edilica sem plano, nao fa mais
zembro
Km Janeiro
Km marco
Km abril
Km Quilbo
Em juili.,
45/917
18.747/000
20.481/750
4;l>l)8/75
2!4S \f~M
i-668/750
20:1)711000
4:479*500
...... H2:4i/4I7
Publicago a pedido.
O thesourciro,
Thomasioi daSUvatiunniolanior.
O esciivo da receila,
^nonio Cardozo icQueiroz I-'onseca.
DIARIO DE PERMHBUCO.
a.-CIFE l'OC DIZElUBnO DZ 1831.
Pelo briguo \ndes, chegado hoja uo Liver-
que fabricar ruinas. Soou em l'aris a trombe-, pool, recibamos o 7Vies do 21 e 22 de ou-
ta do jul... c de seus tmulos levantarainate oe tu|)r ,,rox paMa |0.
povos enterrados pela polines de Mellcrnicb ; .. -....- nnnlIniltM in sBssa cris-i mi-
a Hungra pedio sua Hulla dc Ouro e Venc! Km I rainja cnnluiuita ain laja erial mi
quItc'brir-sccomomantoderainhadoAdru- nistenal ;o presidente estiva oCCii;.ado om
lico, Milao pedio para si sua coroa do ferro c pro.iarar a mcnsigein quo dovia enviar a as-
al a parle ailema do imperio austraco des- sembli no diadosuinov icuniilo ( do
AOS
tintis ilit amito alio e polleros
StHhor liorna t'eilro 11, Mutuern-
iliif ConstUttrioHttf e defensor
perpetuo ilo Hia-.il.
j Teus anuos faz a gloria deate dia,
| O' l'illi i do Munarclus Ilustrados,
| Os quaei pela sciaMli dominados,
O orbe todo em galla se glorii.
O bravo lirasileiro se xtasis,
Nos (lotos que do Cau lo foran dados.
Na virtudo que leus admirados,
Reina a paz entie ellos o alegra.
Km columnas de jispe colossal,
To farilo levantar om monumento,
Com letlr.is du oiro lino ao pedoslal,
conbcceu seu seuhor legiumo c houvera le-
vantado sobre o llirono d i imperador uin capi-
tolio democracia, se a l'rovideucia nao llves-
se vindo cm auillio das sociedades ameacadas.
Nao se acabou todava a crisc lao proinpti-
novemhro ), n corra que snionle dopois
que a livesse prompti lio que tratara de
organisar o novo gabinete. Nesta moasa
gdin, sabe-seco.n corteza, quo Luiz apo-
leilo propora a assombl i a rovogar;3o total
O dia de lous annos todo intento,
Festejado ser sem ter igual,
; i Pos TU os p0rt SEGN DO nosso augmento.
mente como er. para desejar, porque a l'rov,- '"" >","'",," L' 7 v
deuda pareca querer dar urna llcao aos gover- ua lei df 31 'lo mj'0' P"-0'' h" 1u0 a0"
oos; c bem que a ordem fosse resiabclecida crescjnUin que propora tambem a revogi-
nas ras de Vienna, para qu<- o Imperador po- c3> da le conlru os clubs, o concodr.r ao
desse atravessa-lai sem risco, o reino lombar-j mesmo tempo auinistia goal aos condom-
do veaezano e a Hungra pennaneceramsu- nados por e mus polilicos,sondo sus i iton-
blevados, anica(ando chegar al Vienna e des- qJ0 recoilpiliar-se com aquellos quo o ele-
ii ou um poder que pareca acobcrlo de toda a
contingencia; elles leriaiu com clleilo chega-
do aquella capital, leriaiu dc destruir aquelle
poder, se o imperador nao tivesse entregado
una grande parte dcllc a mal encuberta cobica
do Autcrata. Triumpliou o governo central;
em Peslh e em Novara elle abri urna sepuhu-
JUCI
v,ir,im aajpodnrom 1818; poisalimenta dol-
losbequo i'lo esperar presenlemento al-
guma cousa,'visto qqo os csndidalos do par-
tido chamado da ordem s3o o principe de
J novillo eo goneral Changa-mer.
Ha o mi diga quo so a assembli no o
Joaqun* Jos Itatjmundo de endonen.
VAR1.JDADE
INSTITUTO NACIONAL DE FRANCA.
Academia das Inscripcdes a Helias-Artes.
Leitura de Mr. de Siulcy sobre o mar-
iii-n 11 .
Quando, do alto do monte das Oliveiras,
o viajante hnei os olhos ao redor de ai,
iv v. i o panorama o mais tocante que seja
talvez dado ao liomem contemplar sobre a
Ierra. Ao occidente, estl a cidade sinta
com suas muralhas de aspecto triste e seve-
ro, com seus zimborios e torros, com suas
recordic,Q's que abalaui tilo foitemenlo o
cora;3o; a s -us pes eslonde-se o vallo de
Josaphat com seus cemiterios desolados,
com o leito pedregoso e rido do Cedrn,
com as oliveiras trila vezes seculares, ao
p das quaos Cliristo e seus discpulos tal-
ve-. se tivessem sentido. Ao sul o monte
do escndalo, esso oscolho da saboloria de
SalomIn; o campo do Sangue, monumento
-I uno da uns Infamo das tmeoes, e junto
deste o imii.i o valle de ilinnooi, onde os
nxis de Ju l, renegando o culto de Jehovali,
mancbaram-so por vezes com os torpes cri-
Fallats d erra, de violencias, dc lnfrac(dc), I do que nao selbe lenhs posto um llualie, temos nuucia publica de to las as prctiMcos ao I mes que Ibes impunham os ponlilices Uo
ra rcvoluco, porm tambem csrain all cu- quuor estar pela propusta de Luis Na-
terradoa seu poder e sus influencia ; tambem poleo acerca da rev.igiQao di le de 31
Hcou ah escripia com caracteres iudelevcisa de maio, osle a dissolver violontamonto, e
preponuerancia da Russia. A Austria con.u- convCara unV| cunsliluinte, linc.ndo-se
re;ro.e,qVe,7onr>e.ac'orbr?raUoe'h0orr:,, Sao "-stecaso nos braSos dos ropubl.caL ex..-
terla ella encontrado um termo medio? He "dos, oate accrescontam que Kmilio l.irar-
inutll que tratemos aqu de resolver este pro- din sera chmalo para o imoisleno.
blema. Outros porm iigam lulo isso o dizom
Ocerto heque a reac(ao tomou vulto; que a quo o presidenl) nHo abandonara n.inc o
poltica de Meucrnicb loi restaurada, e que partido da oriem ; quo n80 hn a a.nbiclo
presentemente este estadista volta a presdi-la, qu0 olera propor a revogiclo d i loi de
dc accusai? seinao poder ao menos eos tu gabinete, donde 31 do maio, mas sim o bom do paiz : elles
Nadadtopodei.a.,g,r em apoo da vos.a tttttV&^I^X. ^^'^^ZZ^^Z^^
revolucao. Nao tendes tentado o melos pad- no dc 52 est destinado a sesj a reproduccao do "". Luis Napolen coiicorrentemento
fleos, os melos constituclonaes, os melos legars' anno de 1848; Islo he ludo o que se pode diier. CJI" a 9na recomroen larjilo o I ivor da re-
de obler a justica de que fallis. Fallando do iriuinphu da reaccao, lamentan- VOgaQlo da lei de 31 do TtajUVfar uma ro-
ILEGIVEL


Moloch. Mais longa osl Boit-Lohm, hu-
milde bcrco do Salvador do mundo. Seo
viajante se olta e olha par o rlenle, avis-
ta o valle do Jonlilo, o mais santo dos rins;
a planicie verdejante de Jeric, depois no
lago azul ubre o que) te ncliism as mon-
lanbas tintas com as cores srdentes das tr-
ras de Ammon e de Moab. Este lago be
o inr-.norto, mar mysterioso, cujas mar-
geos nilo se te ja iiiis deixado de temer
desde odia emquc vinganca divina pas-
sou aofiro ellas. Al i talo lie mirlo, all
tudo morro, segundo sa afllrm, eos mais
tfusadoMl'enlre os peregrinos que vilo a Jeru-
salew-, contentara-so com tocar a plaga mal-
- dicta da qual se afastam apressadanionte,
levando no fundo do coraco a lembranca
da secos do dcsolacSo eterna, que ferio seus
olboa, e a conflanca a mais completa as
narrarles com as quaes sus infunda foi
aterrorizada.
Qual de nos, com effeito, nSo tnm ouvi-
docem vezes esta narrarlo 1 All flores-
ciam cinco cidades poderosas, Sodoma,
Gomorrba, Seboim, Sogor, e Adama, cida-
des criminosas entre todas as cidades, e que
Dos cin sua justica, resolveu aoiquilar
para servir de exemplo s gcracOes que
liiviam de succeder-se sobre a trra. Urna
terrivel chuva do fogo consumi as cidades
reprovadas o lodos os seus habitantes; o
delicioso valle deSittim, no qual estas ci-
dades estavam voluptuosamente assentadas,
enlre-abrio-se, e do abysno se ergucu
para enguli-las, um mar anedonho, cujas
oxhalaces smenle dSo a morte s aves
que se arriscan! a pairar por cima de suas
ondas eropestadas. Um justo, um s vivia
entre as. populacOes da l'culapole. Loth
arhou grafi diante de Jcliuvah. Loth de-
via Ser salvo, o elle pido escaparan desasir
de Sodoma ; porm a mulher de Litli des-
obedeceu ao anjo que linba ordenado ao
patnarcln que fugisso com os u- sem
nliinr para traz : a imprudente arr.ista la
por urna invoncivel curiosidado leve a fra-
queza de laucar um ultimo olliar sobre So-
doma e foi convert la em estatua de sal.
Desdo enlSo nada tem vegetado, nada tem
vivido as margens do mar morto.
Eis-aqui em poucis palavras a narradlo
que se encontra e se escuti por toda a parte
uesde muitos seculos; mas dever-so-ha con-
cluir disso que ella merece urna creuca
inteira, oque heobrigatoiio couceder-lb'a
sem exame .' De alguns anuos a esta parto
tem-sa pensalo sabiamente que a religiu
nada tom que temer dos progressos da scien-
cia, e a scieucia tem vivamente reclamado
asobservagOes que homens de ba fe tem ido
recolher sobre as margens maldictis do mar
morto. Muitas exploracdes (era sido tenta-
das com mais ou menos successo. I>u> khard
e Seetzen, ao principio, Irby e Maugles,
Molyneux, Cusligan Itobinson, de Berlou
ao depois, e mu recentenionlc o capitao
da marinha americana Lynch, arriscaram-
seas margens, ou sobre as proprias aguas
do mar-morto. Alguns d'entre ellos paga
ram, he verdade, com vida -ua corajosa
empreza; porm segue-so d'ahi que naja
mais pongo em percorrer as praias do mar-
morto, do quo os oulros paizes da Arabia
Ptrea ? N3o pensei assim. Em um clima
do fogo, ondo toda inprudcncia lie mortal,
nSo ser verosmil que imprudencias tu-
nham produzdo catastrdphes deploraveis
sem duvida, porm, facis de evitar? pen-
se! que sim, o dcciJi-me a Ir interrogar
poriumha vez praias a ruspeito das quaes
ludo quasi anda existe por saber. .Nos
nrimoiros das de Janeiro deste anuo deizei
Jerusahm para emprelimler pur tona o
gyro do mar-morto, e he esta visita de viole
o dous lias quo venlio narrar Iiojo-.imples-
mente academia.
Em iienhum ponto da Syria se viaja com
seguranca complot; foi prUnto iudispeii-
savel tornar pri o me es lea s antes de aven
turar-me em i aizes nos quaes a aul-iridade
turca n3o pode dar nculiuma protccf3o.
Eu linha comigo companheiros resolutos,
ou antes amigos delicados de corceo e
pronipioj a tomar cirajoiamente i ate nal
'"digas, as piivac3es, nos perigos, se pnr-
veniura elles apparecessem. I'or intermedio
de nosso cnsul ein Jerusalem, conferen-
ciamos com o sch-ikh de Taamoiy, o este
seencarreguu de conduzir-nos por toda a
P"rtfl que quizessemos ir, da nos trazer
saos e salvos a Jerusalem, medanle urna
recompensa que nflo era de nenhum molo
exorbitante. Ilcmdan, este he o nomo do
scheikh, devia acompanhar-nos e fornecer-
nos urna escolta de tres cavallciros e de cin-
co spldados de p tirados de sua Irib ; esta
escolta eri sufliciente, ao que elle preten- gaddi, n3u adiamos emsou lugar sanSocam-
dia. Logo quo o contrato foi feito perante Pos de pedras quoimadas, coberlos das rui-
o cnsul, apressamo-uos em fazer todos' nas o urna ci-jadi considerovel em eston-
nossos preparativos da partida; presentes sSo, porm le uina coiistrucc,ao mu primi-
que deviamos distribuir aos Beduinos, vive- S ti- lio verdade qua as margens do ribei-
re, frasqueiras, lendas para nos foram r. sSo at borda cobertas de beilas arvo-
carregades sobre muas, ea 3 de Janeiro ,e!,'is quaes formara bosques arrebatadores
pelas Jims horas da tarde partimos para : onde gorgdam contenasdo pequeos passa-
lleit-Lehm, onde amos alojar-nos no cou- ros- Ah vimos pela primeira voz os fructos
vento dos franciscanos. All oblivemosI cuja estructura leu lugar a tradicao dos fa-
uma carta do palnarcba grego para o supe- : niosos pomos de Sodoma, desies fructos
uni onti'o fado tamhem bstanla curioso foi
demonstrado para os ; quero fallar da do-
pressa ncrlvel do nivel do mar Morto abai-
xo lo nivel do Mediterrneo. Esta depres-
sfio calculada direct '.menta por Mr. do Ber-
tou, cora o soccorro de obs:rn>ci5e* feitas
com o barmetro, he, em sua opinHo de
mais de 400 metros, e posls do parlo toda a
a observarlo rigorosa, a epresso nflo seria
menos evidente para qualqunr que compa-
rasse a subida que he preciso ell'- ilna--.se dei-
xando i IV., alim de chegar ao nivel de Jeru-
salem coma desella muito mais considera-
vel que do Jerusalem conduz s praias do
mar Merlo, ras-amos a primeira noile em
Ayr-or-llhocceyr ; o ar era quenle, porm
de urna puresa extrema e nenhum de nos
chegou a qiioixar-sdas oxhalacOas funes-
tas do mar.
Ao romper do dia eslavamos em p, ad-
mirando a magnificencia do lago, do qual
ni o podamos anda ver a pona do .S'nl. A
aguahedeuma limpidez completa, purm
terrivelmento salgada e amargosa ao mesmo
lempo; ella he quasi suturada dos saes que
ah ostao em dissoluc.lo ; pois a partir da
praia, o fundo esl cubarte do urna croata
cryslallisada quo se v morgulhar rapi la
meulo tara o largo. Donando o Ayti-or-
Itbuncyr, marcliamos directamontc para o
Su I ale urna ou'ra J"onte, chamada o Ayr-ef-
Thtruuch, o atravez de una malta muito es-
pessa de cannas c dn tmaras. Algumas bel-
las sensitivas ses^iam de distancia em dis-
tancia. Chegados que fomos a este ponto,
II inda.o nos avisou de que na > bavia cami-
nho praticavel para alcaucar Ayu-Djody, o
Engaddi da tradcelo das Santas Escritu-
ras, e que ora preciso subirmos a moatanha
alim de descernios ao depois praia. Di-
xamo-nos con luzir por clla.e para chegar as-
sim ao porto afastado de algumas leguas quan
do inuilo,tivenios de passar dous das inleiros
em camiiihar pelo mais triste dos deserlos.
Ah renovamos una obsorvacAo queja nos
havia atlrahido a ,.lt t.co quaudii descia-
mos de ilar Saba para Ayr-er-llhoncyr.
.Vos flancos de todas as colimas voltadas
para o Norte, vamos longas nudoas aver-
uielhadas formadas pur f agmentos de ro-
chas cile.i. i que represciitivam maravi-
Itiosamenie os montes de pedra lamjadospor
urna mina O primeiro destes montes cim-
punha-se do pedras de grande dimens3o, o
med la que avancavaaius, os fragmentos
diininuiain gradualmente de tal modo que
acabavam por nao serem maiores do que
uma noz ordinaria. Todos osles montes do
pedras em'.im convergiam visivelmeulo para
um inesino ponto afastado. Conclumos dah
que nelle se achava necessanamente alguma
crtera, c n3o lardamos om convencer-nos
que liniia.nos juslamcnle adviuliado Vulto
ao nosso itinerario : No primeiro dia, des-
cncamos em uma quebrada sevalgem e al-
caulilada, chamada Ouad II'a. fu e que ter-
mina junto de Ajud-Djedy. N3o ha por ven-
tura ueste nomo um vestigio evideulA do
noine bblico primitivo de Engaddy, //aro-
fon ihamnr ? Nao hesito em udmeiti-lo. No
segundo da chegiOO! em Ayu-lljed, e le-
vantamos uossas leudas junto de uma fonte
deliciosa e no moio da mais admiravel vege-
i.h.'.'i p. N3o sabamos eutau que Ayn-Djedy
fosse o limite extremo lo paiz no qual o schci
klcll.uidam poda tomar a lihirdidode escol-
tar-nos. Ullfa passar este limiie sumo con-
seiilimonlo do scheikh da tribu des Djaha-
lin cra-lho prohibido. Nos o animemos
(uando ahi dictamos, o cumprohendemos
cnl3o porque o cammrio da praia tinha-se
tornado impraticavol para nos a partir do
Ayn-el-Thorabah Era preciso esperara vin-
.1 i i -i-licil.'i Dhnif Uullah-Abou-Daonk, e
olici ded.r lie o tem, o do chegar, noSaO
guia fax-nos andar atravez de cjininhos de-
IdsUVims das iuteiros pata ganliarmos um
ponto que teamos podido alcanzar em qua-
lio ou cinco huras. ueru se V nas in3us
dos lie hunos, cumplo que so resigno o que
lenha paciencia : foi o que lizemos o lizeni s
liein. L'.na bora depoli le nossa chegadaa
Ayn-lijey,Abou-Daonk, acompaoliaJo de seu
iruiflo u oe dous uutros oavalreiras veto ler
com nosco. I'ori i nocessanas qualro ho-
ras intuirs de uma destas coiifeiencas ara-
bes us quaes falla-so de lulo, excepto do
objeclo de que se deseja fallar, para concluir
com os r cem-chegados urna couveii3o se-
melhante a que tiuhamos celebrado com os
Taaine y Concordou-se que turnaramos no
paz dos b|ahaliu lanas pessoasquantas ti-
nhamos dusi'aamary, e nossa escilla achou-
se assim repcnliiianieule elevada a Irinta e
dous lio luin is.
vado. Estou bastante I
estas ruinas' que fomoi
minar sSo as la estagRo
ra. Ha eiTectivamontc
ado crerquo
meiros a exu-
a de Thama-
uma aproxima-
Dobalde procuramos as pastagens de En-
rior do mosteiro de SSo Saba, para onde
nos dirigimos no dia seguinte, onde fo-
mos perfeitamente recebidos, gracas re-
commen laciin de que eslavanios mullidos,
o sem a qual teamos ceitamente licado a
porta.
S3o Saba ho uma vrrdadeira fortaleza
edificada como um ninho de ave de rapia,
no lado escarpado de Unail-eii-Nar, ou val-
le de Odron, o qual partin.tn d lerosa-
ip'in, vai terminar na praia do mar-morlo.
Nada he mais selvagem que o descro em
que esta situado o convento, e todava po-
demos verificar nesle ponto traeos n8o equ-
vocos de urna lucalidado antiga bastante
importante para possuir monumentos cal-
cados de mosaico. Em S3o Saba, o scheikh
Mandan lornou-se melanclico; elle nos
ropresentou muito humildemente que ti-
nhamus bagageos considoraveis, cuja vista
nao de:xaria de excitar a cobija los B-dui-
maldictos que so desfazem em cin/.a e fumo
no rnoment') era qui s3o tocados. O primei-
ro destes Inicios chama lo peiosArabes a I -
ranja de Sodoma (lloitoukan esduui, he o
fructo da iscli'piai procera. (Juando esl ma-
duro, abre-so com elTeilo. quando alguem o
aporta entre os dedos, e deixa escapar milha-
res do gr3>js coberlos de pequeos penachos
sedosos. Isso quauto ao fumo O outro ho o
pomo de um magnilico sofnnum de flores cor
le rosa, e que, quando algein o abre, derra-
ma um pequeo gr3o euegrecj lo, mullo se-
riielhante aos graos da papoula. Isso quauto
ciiiza.
No dia seguinte deixmos Ayn-Djedy e fo-
mos levantar nossas tendas na falda la mou-
lauha deSebbeh. O calor tinha sido muito
forle, nossos guias nos linham i roun ttido
agoa, e chegaudo ao campo bomenae ani-
macs liveram de passar sem ella. NSo co-
nheco nuda de mais penivel do que o sede
nos, e pedio-nos que dobressemos a forca 1ue sa senie, quBndo se tem a certeza de
de sua pequea tropa; nos nflo podamos | "A" l,'r "S0" l"ira beber. Koi preciso resig-
recusar o quo oedia o por isso no outro |ar-nos contra a vontade, e desde a madru-
dia pela manhSa deseemos por um caminho 8da nos posemos em ordera de escalara
que se poderla justamente chamar uma osea- montanha ao peda qual tiuhamos pousado,
da arruinada para a borda do mar no lugar c CUJ cume be co.oido pelas ruinas do .Mas-
em que brota uma nasceote de agua doce !Sdda ultimo baluarte da independencia ju-
bastante queule, chamada o Ayn-er-llhou- 'daica Nossa pro.pra estrolla quiz que des-
eiT. JciJo pisa cheguda tivemosque ve- eendo do Massada, achassemos um poucu
lilicar inultos fados para a existencia dos 'd agoa suja exposta ao sol na sinuosi-
quaes oatavamos pouco preparaijos. \lla ': de um roche lo ; foi para nos um deli-
Uma vegeta;5o maravillosa, uma verda- coso regalo, .-lo meio dia eslavamos de
deira floresta ue caimas de viole ps de altu- vo"a l11'1 o campo. Nossas bagskens ti-
ra ; pasaaros voando e nadando mosmo so- ,ltl,ln ''o adianto e nos partimos^iQui de
breo msr Mo>lo, cis aqu o que logo sdmi- aicanca-las o mais bievepossivel
ramos. Os rabes trouxeram-oos polacos No caminho tivemos nesse da uma sur-
de enxofre o de biluroe apanhados na praia ; I11''''-'1 bastante desagra Javel. Na vespera ti-
porm o que nos pareceu mais exlraordma- hilamos admirado o expectaculo estranho
ro aioda que ludo o mia, foi um paixinho que nos aprescntava.a praia coberta, diante
morto que elles apanharam com o bitumee de Sebbeh, de montculos de ciuzas de um
o enxofre. Nos camiobavamus de surpre- pardo esverdeado, formados pelas agoasdu
sa em surpresa e como vamos gansos aba- invern, e que ollereciam o aspecto de uma
terem-sesobre o mar Morto, nflo nos paro- cidaJe fantstica em ruinas: tivemos de
da msis difllcil admettir que existissem ah atiavessar esla plaido, e no leito de uma
pases. Era todava uro erro, e tivemos, das mil enxurralas quea cortam, vimos mu
multas vezes depois, lugar de convencer- claramente impressas as pegadas rcenlos
nos, que um ser vivo nSo existe nas ago'as da um leflo do mui grande estatura: felu-
deste lago estranho. Donde provincia poiso mente n3o Ihe vimos seu3o as pegadas.
peixo oue linhamos achado? Itespoudo. 0 Ao aniJtfecet entramos em uma garganta
Jordloe oOuad-el-Moudjen, o Arnon dosar- muito apartad* denojiinaua Ouad-Mayet- caos fragmentos ligo*,lio dous ros abundantes de peixes, Embarrheg, ra qual aciamosagoa crrente "oaienoa o jjuojpa))^nos, a
porm exfromamente rpidos; muitas ve- mi abundancia, nossas leudas armadas.
S3o a fazer ontre,^iiornJuaelEmbarrheg
e o no ne riiumara latinissda.. Antes de
chegar nesle lugar, reconhaceroos muitas
crteras bem caracterisadas e uma larga cor-
rente de lava.
Nossa viagom do dia seguinte foi re em
observares do mais alto inleresse ; ao dei-
xar Maiet-Embarrheg, achamos nas en-
costas da montanha novas crteras e che-
gamos finalmente *o p da montanha do
Sal, oDjebel-el-Melehh, ou Djebel-EsJoum
dos rabes. Na ponta septentrional desta
montanha ha um muan de ruinas quedo-
mina o mar, he o KeAjam-el-Mezorrbel (o
Monte arruinado 200 metros direita o
sobre o proprio flanco da rocha sslina es
LSo as ruinas do uma cidade nnmanta, a
essas ruinss os rabes chamam Kherhet-
Esdoum. He So loma.
A 2 kilmetros dalli, sobre o flanco do
uma colma e.io noroeste da montanha de
Sleselo outras ruinas que cobren duas
encostas ; ostaschamam-se Kperbet-Zoue-
ra, he Zoar, a Segordas lradi;Oesda Santa
Biblia. Uma agitac3o smenlo pode t
feilo surgir este moiilSo de sal de tres le-
goas de comprimen! i e uma legos de largu-
ia o de mais do cem metros de altura e no
lempo dessa agitadlo produzida p'or uma
orupfRo volcanici quo dostruio simulta-
neamoute todas as cidailcs da Pentapole,
Sudona fui arrancada inteiramente esraa-
gando todos os sous habitantes. Uma im-
mensidade de ruinas, carcomidas pelos so-
culos, alguns restos de muros gigantescos
sepultados cm I ves ciuza ; tal he hoja
Sodoma. A praia que domina a montanha
de Sal he muito perigosa por causa da na-
tureza do terreno pelo qual he formada.
Algumas vezes a arcia impregnada de sal,
lugo que esta repassada pelas chuvas, porde
toda a consistencia e abate-se deoaixo dus
ps; n3o ha entao salvarlo queosperar;a
gente cahe om um abysmo sem fundo no
qual morro abafada.
Nossos scheikh, teniendo este perigo, e
mais aioda o de um encontr com algum
Beduino vagabundo, fizeram-nos ver que a
partir da muutauha de Sal, uo responda-
riam mais por nos se por acaso nao ca ni-
uhassemus reunidos e s;m jamis apartar-
mo-nos uns dos outros. Nos cumprimus o
que elles us Ji/.nin No momento em que
lanos partir de Dejebel-el-Melehh para a-
Iravessar a Sabkhah, planicie lodosa e sora
vegetarlo, a qual come a ponta meridional
.lo mar Muri, encontramos uns trinta be-
duinos de Ahouethat, os quaes linham vin-
do ao nosso encontr para despojar-no-;;
porm suas inten;3es hoslis furam de curia
.ni.ic.in; elles u.Ui erara um nuiioru lo ti-
cilmeule vencer-nos; por isso julgaram
mais piudente accolber-nos com grandes
demouslracOesde amizado oH'erecondo-nos
bospitalidade. N3 havia quasi meio de a
recusar sem termos que lutar com toda a
tribu, por isso aceitamo-la. Logo que en-
tramos no Sabkhab, tivemos de passar sele
nos cunsideraveis, denominados pur um
nome geral, Escholhnah (os impetuosos;, e
entre o- quaes o mais forte, o Nahr-Kekzeh,
no quasi sooielhante ao Jordn. Gastamos
mais de duas horas para atravessarmosesta
planicie hmida extremada ao oesto por
uma orla de canas immensas, ao sabir da
qual entramos em uma verdadeira floresta
tropical com suas pantheras e seuscolibris.
He o GHor-Safioh. Chegamos em alguns mi-
nutos, o forca he conlessar, os deveres de
hospilalidade lorara perfeitamente prehen-
chidos a nosso respnito. A tribu us ofle-
reeeu carneiros o leilj o paseamos a noite a
mais tranquilla no meio de uma mullida .
considerada, com raz3o, como a horda dos
maiores bandidos da trra. No dia seguin-
le pela manual tivemos, ho verdade, do pa-
gar geuerusaineiito a hospitalida le de nos-
Sos amigos, os Ahonehat, o separamo-nos
nos ineliiores tormos depois de muitas cun-
lerencias sobre o valor de nossa generosida-
de. Nesle dia apenas podomus adianlar
uma logua para Ghor, e fomus furcosa len-
te alojar-nos no primeiro acampamento dos
Ueui-Sakhar, tribu pudorosa e rica, cuja
influencia he grandissima na margem orien-
tal do mar Murto. Convoncionamos co
olles a mediante uma grande paga, conse-
guimos obter sua protecc,ao ellicaz. Tres
desoussctieikhs nos acompunharam a par-
tir dcsle mollento, o durante duus dias ca-
miuhamos cun toda a seguranza.
Nu lim do segundo da chegamos a uma
aldcia construida com barro u ramos de ir-
vores, chamada ElmezrBa, a qual habitam
cm toda cslac.3o os Pnaouaruas nicas crea-
turas humanas que nao abandonara as mar-
gens do mar Morto, quauau a esta;3o da
lavra lem chegadu ao seu termo. U lilla
ouarna, nossos novos hospedessabiara ja a
convonc3o que linhamos feito com os Beui
sakhar, e liveram desejo de substitui-los e
de vend-r-nos pelo mesmo preco uma pro-
i 'vio a qual nao pudia passar alm dos li-
mites de seu lerrilorio; levanlou-se natu-
ralmente uma queslSo sobre tal assumpto,
o como entre os Arabos passa-se iraineJia-
tamentoas vas defacto, logo quo se trata
do piastras, travou-se um verdadeiro com-
bale assim que auoiteceu, porm os avi los
Itnoouarua furam vivamente repellidos a
entiladas, e quando virara os mais intrpi-
dos dentro elles postos fura do combale,
renunciaran! u na esperanca quo n3o Ibes
leiia senu goipes.
Para chegar a El-Mezraa, tivomos de atra-
vessar ruinas do mesmo geooro que as lo
So loma. Julgamos achar-nos no sitio de
Gumorrha, eso nenie ua volla foi que sou-
bemos o verdadeiro nome desta cidade pan-
tapolitana. Pisavamos em Rhorbet-Sebaan,
e uSoera diflicil recouhecer ahi os vestigios
deSenoim. Dal subimos polo Ouad-eui-
II iiiiini I, do paiz de Muab onde visitamso
ruina de cidades construidas de pe lacos de
lava uo quadrados e que cobrem pur as-
sim dizer tudos os declives dos vales, Qja-
si .-('ii(i o se passa do uma ruina a outra
por largas estradas bordad s de enormes
pedamos de lava, poslos em ordem como os
peutvens clticos Ue Karnae.
N'uma destas cidades descubrimos feliz-
mente um magnilico baixo relevo em lava,
representando um rei moabita dando una
laucada. Espero q' brevemente este precioso
despujo de uma arte da qual nenb.im museu
no mundo poisue a menor reliquia, vira
augmentar os lliesouros de uosso museu
nacional. A planicie moibila esta perfec-
tamente cultivada, o a natureza do solo ue
tal qua prometa com certeza, productos de
graude riqueza. Na poula do norte, visita-
mos uma ruina isolada, situada uo cuno do
uma eminencia que domina toda a planicie
e o vale do Aman ; he Schihan, lugar cujo
nome r. c ir la sem alleracao o do rei de Bis-
san que foi o conquistador do pau dos Moa-
bitas. Ahi tivemus ainda uma conleslacao
com beduinos que cahiram de improviso
sobre us, porm que achando-nos dispos-
los a repellir a forca pela forca, abstiveram-
se prudonlemeuto de toda a huslilidade
seria.
Em todas eslas ruinas descubrimos pre-
Elle est constroido sobre os destrozos
de um templo moabita, edificado com pe-
damos de lava, i'artindo dahi levamos pouro
mais ou menos duas horas para ganharmos
Er-Rabba, a Arcopolis dosGregos a dos Mo-
ni a-ios. As ruinas desta oidadesto muito con-
sideraveis, muito importantes ainda e ca la
peda, por sua posicSolactuallrevelaa verda-
deira causa da aban lonada cidade: sao os
terremotos, irigimo-nos depois para El-
Karak, oKrak de monlreal dos crusados e o
posto avncenlo la christandado nos deser-
los da Arabia Potrea. Durante dous dias in -
l nio. tivomos do mostrar uma paciencia a
toda prova e de sofTrer a prisSo e as extor-
-i'ie-; as mais iojustas parasafar-nosdasgar-
ras doScbeikb musulmano, MohammeJ-el-
Midjiolly .
Pode-se advinhar fcilmente o regoziju
com que nos afTastamos daquelle monlo
de enlulbos infeclos, a que do o nome da
cidade e cujos habitantes hospitaleros nos
arremi'ssarain uma nuven da pedras logo
quepassamosa cidade. Medjiellyqua set
nii i ob. i;; olo a acompanhar-nos at Ghor,
niu cumprio sua promessa, lespediu-se do
nos comar engaador, e partiu a galope,
para o sou covil de bandidos ; algumas ho-
ras depois passamos a crtera de um im-
menso volcSo extincto; he o Ouad Kharar-
cli onde morreram muitos milhares de sol-
dados de Ib-alun Pacha, no lempo de sui
primeira expelido contra El-Kirak.
Finalmente nomos sahir om uad-el-
Druj, e plantamos uossas tendas junto de
um i ibeiro de agoa crrante, cujas margens
e-i.i'i cobertas de palmeiras anSs, de sensi-
tivas, do s'.'jut ou goniuiporos. No dia sa-
guinteestavamns de volla para os nossos
liis amigos os Baii-Sakha/ o nos parecia
que estavumoi fora de todo o pongo; mas
nao linhamos contado -ni os elemontos;
durante a noite, a chuva cahio violenta e
serrada como as chuvas leste rude clima, e
principiavamns a lemer que a passagem da
Sabkbah se livesse trnalo mvadeavel; por
isso ainda de madrugada para nSo perder
un minuto, pozemouos em marcha seguiu-
do em sentido inverso o ciminho que Il-
udimos seguido alguns dias antes, e cho-
gamuscom incriveis tormentos planicie
quebrada que nos separava da margem oc-
cidental. ,
Na primeira corrento d'agoa que tivemos
de passar, um de nossos machos esteve a
poni de morrer airaslada pela correuteza ;
na segunda um de nossos cavados se afo-
gou na lama. N3o podamos avine, ir senSo
co n uma morosidade desesperado ho-
mens o animaes caiiiam paseo a passo, meio
eutsrrados na lama, o mo se levantavan
seno con o auxilio dos esforQos reunidos
de todos OS nossos Beduinos. Nos nio pon-
savamossenSocom terror em Nahz-Fakreh;
porm a Providencanos protega, a cbuvu
n3o linha engrossado sena i as torrentes que
oceupama zona oriental da Sabkhah, e o
lio tfio torrivel lenha diminuido em vez de
augmentar durante os poucos dias decora-
dos depois de nossa passagem. Trez horas
depois pisamos de nuvo o flanco da monta-
nlia do Sal; estavamos fra de perigo, ti-
nhamus por assim dizer proheochi .o uma
tarefa es,inhosa quo us linhamos imposto,
e pode-se julgarquam grande uo fot o pra-
or que livemos. Um de nossos a amery,
mancebo galhardo de uma dedicarlo alo
da prova, esleve a ponto de morrer de can-
saco, quando chogamos em terreno solido,
e livdiuos grande trabalho para persuadi-lo
a lomar uma gota de agoa-ardrnle de t-
maras quo podessedar-llia alguma energa.
Ao por do sol linhamos atravesaado de novo
Sodoma, e passando por entre duas colli-
nasque encobrem as ruinas de Segor, en-
trramos ora uad-el-Zonera, pela qual de
vamos subir aterra de Canaan e alcancar
o llobron. N3o osqueceremos jamis o mag-
nilico espectculo que nos foi dalo admirar
quanio passames as primeiras barbacSes
da cordilheira cananea.
U.na tempestado violenta viuda do oeste,
tinha vencido estas moutanhas, e passando
por cima do mar Morto, veio cahir sobre a
planicie de Moab ; ao por do sol, o co esta-
va perfeitamente limpo de vapores ; no ori-
ente ello eslava sombro ; ao p das uiont-i-
nhas de iMuab, o mar parecia um vasto len-
ol do chumbo fundido, e as proprias mon-
Clausulas espociaes da arrematarlo.
1.* As obras dependentes desta arrerr
De AynFeschkhah, subinoa pelo Ouad-1
Dabonrn aoOualy ou tmulo musulmano J a.- uura uDpcuaeiitea aesu arrem-
de Naby Mousa e entramos ej Jesualom por, tacSa, serSo feilas de conformidade como
Belhania, El-Aaaarich dos rabes. Resu-g orea ment apresenlado ao Exm. Sr. pI9s_
maoso mais breveque for possivelos fao-!denteda provincia, pelo prego de 642.400
tos qoe resultan desta peregrinando pelas! 2.' O arrematante comecar a obra no
margens do mar morto. praso de um mez contado da data da part.
Crranles consideraveis descera de sul a .cipac,3o que Ihe fr feita da approvacSoda
norte eem sentido precisamente inverso do, arremataco pelo governp, o os concluir
jordSo para langarora-se no mar morto, que' do praso de qustro mezes, ambos contados
os Arabas chamam o mar de Loth ; este la- da mesu a partieipacfio,
go poitamto sempre exisliu. A Biblia alm' 3.* A importancia da arrematarlo ser
disto eiprimo-se formalmente sobre rssi pega em duas prostncOos iguaes; a primei.
ponto, e eremos que seria impossivel echar,' ra depois de ter feito metade di obra, e i
uma s passagem dos textos sagrados que aeguuda depois de lavrsr o termo do r'ece-
iu0
poilesse dar lugar a crer que as cidades de
Pentapole liveasem sido submergidas do
mar mo tu, o qual tiresse tomado subiti-
limeoteo lugar do valle JeSehlin. a agoa
deste lago be de um gosto deles avel, porm
do una graude limpidez ; ella be quasi sa-
turada de materias ssllinas e o sal ubi crys-
lallisa naturalmente. Nenhum aolmal po-
de ahi vi ver e tudo o que se tem dito das
conchas apanhadas em suas margeus por
alguns viajantes refere-se canamente aos
Melanopsidasque germinam cm todas as
loles quo se encoutram nas praias. En-
contram-soneslaspedacos de betumee de
enxofre, porm os primeiros prorem da pe-
dreira de calcarlo biluminoso que borda a
luiirgem oriental; os oulros euconlramse
nos montculos de cinzas volcnicas aecu-
iniila los sobre muitos pontos da cosa e na
proximidaie das crteras. Cada uma das
cidades da Peotapoledeixou ruinas eviden-
tes as quaes us Arabos appljcam Inevitavel-
inento os mesmos noraea bblicos o quasi
sem alteracSo cada uma destas oidades est
dominada por uma crtera e lodos estes vol-
,'i'ie.s s,io modernos, geolgicamente fallan-
do, i~l 1 he da poca histrica. A vegetacao
das margens do mar morto he admiiavel pur
toda a parta onde I11 alguma agoa doce.
Bem longe de morrereinasphyxiadas pelas
a \ ti 1 la 1; 1 .s do lago as 1 vis aq loticas ah na-
dan muito a vontade, e sem mostrar que
solVrem o quo querqueseja Finalmente, o
pilar de sal conhecidne desenlalo pola ex-
pedicSo americana uo pode ser outra cou-
sa simio uma das rochas de sal gema quo as
Mu vas separa rain incons interne.Ue il 1 111 ,s-
sa do Djebel-el-Meleali.
Para completar o esludo do litoral do mar
morto, restaria visitar loda a por;3o da
praia comarehendida, ao nordeste, entre o
Ouad-el-Mondjeb e^ embocadura do jor-
dao. Gmprazo-meem esporar que algum
de nossos sabios collegas ir completar um
dia essr interessaiile explorado.
_____________________(thnltiur.)
COMMERCIO.
AI.FAi>'l)ECA.
Remlimento do dia I.". 7.886,39
Descarregam no da 3 Ue dezimbro.
Patacho hamburguez Bertha garrafdes
o queijos.
bimento difinitivo.
4.a Para fudo mais quenSo est determi-
nado pelas prsenles clausulas, seguir-so-
ba ioleiramente o que dispOa o regula-
monlo. Conforme. O aecretario,
Antonio Ferreirada Annunciacdo.
O l)r. Josi Raimundo da Costa Menexes jub
municipal supplente da 2.* vara e do com-
mercio desta cidade do Recife de peroam
buco por S. M. I. e C ele.
Fago saber aos que o presente edital virara
que a requenmentode Jos Dias da Silva pur
seu bastante procurador JoSo Jos de Morsas
seacha por este juizo abena a sus falencia
pela sentones do theoreeguintoAvista di
declara(3o de fs. 2 e ts feita pelo commer-
ciante Jos Dias'da Silva o do requenmcuio
a fs 28 do credor Samuel Porver Johuston es-
t prvido que o dito commerciante cessra
os seus Daganientos.por esta razSo o julgo
fallido-e declaro absita a sua falencia desde
o dialai do paseado outubro.quedxocomo
termo legal a sua existencia,uelo que orde-
no que se ponham sellos em lodosos bens.li-
vros.e papis do fallido,dev. 11 lo.para istofa-
zer-se parliripaijao ao respectivo juiz de paz,
o servindo de curador fiscal o credor Rotn Bi-
doulac a quera nomelo para ease encargo de
que prestar jura ment e custas.Recife20de
noveinbro de 1851. Jos Raymundo da Cos-
ta Menezes. Em cumprimeoto do que to-
dos os credores presentes d referido fallido
compareQam em caza de minha rezidencia
na ra da madre de Dos do bairro do Recife
n. 1,1.a andar no dia 3 de dozembro do cor-
rete anno pelas 10 horas da manhSa, afiim
de procederera a nomeaijaodedepositarioou
dopositariosquehao do recebare administrar
provisoiiamente a casafalida. 1; para que
cheguea noticia a todosmandel passar o pr-
senle que ser publieado pela un ron- a
eafilados nos lugares designsdos no art.
129 do reg. n. 738 de 25 de novembro de
1850.Dado e passado nesta cidade do Re-
cife e proviucia de pernainbuco aos 29 Je
Novembro de 1851. Eu Manoel Jos da Mol-
la p so 1 vo o subscrivi.
Jos Haymundq da Costa Menozos.
Declarafes.
O lllin. Sr. inspector da thesouraaia da
(azenda provincial mande fazer publico que
do dia 3do crlente por liante pagam-seos
Brigue inglez Lalla Itoock gneros do ordenados e mais despezas provinciaes ven-
ci las ale o fim de novembro prximo lindo.
Secretaria da thesouraria da lazenda pro-
vincial de Pernambuco, I." de dozembro do
1851.O secretario,
Antonio Ferreira de Annunciaijo
O arsenal de guerra compra izeite de.
carrapato e de cOco, velas de carnauba, lip
da algodSo e pavios : quem ditos gneros'
979,124 QO'zer fornecer comparece no lia 3 do cr-
reme mez, trazando sua proposta.
paiz.
Brigue inglez Queen bacalho.
Brigue inglez -- Andes farinha do Irigo.
Patacho americano Bathursl idotu.
Barca ingleza Linda mercaduras.
Barca franceza ~ Pernambuco dem.
Hiato brasileiro Kngelica couros o sola.
CONSOLADO GEIIAL.
Rendimento do da 1.....
DIVERSAS PROVINCIAS
Rendimento do dia 1. .... 67.020' "''o'a recebedoria de rondas internas ge-
Exportiicao. irJe3' ielil publico quo he esteomezem
Liverpool pela Parahiba, barca ingloza Ma- ?ue ho devdo o pagamento bocea do cn-
ryQueon ofScols.de 329 tonelladas, condu- '. os se**uintB9 iinPo8 d0 correte anuo
zioo seguinte : 294 siccas com 1557 ar- !llaanceiro de 1851 a 1852, lindo o qual ser
" cobranca promovida pelos cobradores
robas e 21 libras de algodao
Rio (raudo do Sul, liriguo brasileiro Feliz
Uni.lo, con luzio o soguinto: ~ 2550 alquei-
res de sal, 21 pipas agurdenle, 427 barricas
com 3067 arrobas o 20 libras de aisucar.
Maranli i, escuna brasiloira Emilia, do
111 tonelladas, con luzio o seguinte :77
pipas e 50 barris vinho, 40 ditos vinsgre, 10
ditos olj de linhaca, 50 barriquinhas bola-
chinhss, 6 saccas alfazema, 25 caixas vinho
muscatel, e 70 barricas farinha de Irigo.
Rio de Janeiro, brigue escuna brasileiro
Olinda, de I8 tonelladas, cmduzio o so-
tanhasnegras em sua bizo, eram de um'8uinle: 170J barricas bacalhao, to caixas
vermelhode fogo desde a m la lo de sua
altura al ao cume. Nos todos domos jun-
tamente um grilo le alinirac'io : era O in
candi da Pentapole que tornava a princi-
piar a nossos olhos. N3o temo dizer quo o .'marello.
goicmaa-abia, 13 caixas com 13 dunas de
garrafas de vinho, 1 caixa fazon las, 170 sac-
eos com 1350 arrobas de assucar, 380 meios
da vaqueta, o 12 taboas de costado de a-
uidi questao bem debatida ja, a da verda- das depois dalle pela expedicSo americana ;
>e, iancaiido-se 00 lago.'auas odss arras- Nada he mais pBorcsco que este fresco iaa- deira origem da oiom jnica. Entre Schi- a estas ruinasos Arabos chamam Kherbet,
taa peixes, e estes animaes nSo tardara em 1/1,0 qual se Bawecp com uma quebrada do ban eF.r-ltabDs, aRabhath Moab da Eacri- Oumran Couoeran. Sera possivol recusar-
iiiorreratii: os Aiabos foram unnimes em Brasil, gracas a Tecundissima vegetaoao. tura, visitamos, as ruinas de um templo se
pintor que cunsoguisse reproduzir o elleito
arrebatado lo um-quadro similhante, se II-
lustraria entro todos. A noile passou-se
para nos tranquilamente no fundo de urna
garganta lateral do Ouad-er-2ouera, cha-
mada El-Nedjid, e situada entre o Zoar da
Biblia ; Khurbel-/jnara-etThtali, a Zuera
inferior dos rabes e a Zooera superior,
Zonera-el-Fenqaah, ah estao as cisternas e
ruinas de uma pequea cidadolla rabe si-
tuada no cio de uma eminencia volcnica.
Deste ponto at Hebra 1, ha dous d as
de marchas peniveis; 110 primeiro, no mo-
mento em que a chuva glacial acabava de
interromper nossos trabalhos de levanla-
mento, alravessamos uma nuva crtera no
moio da qual os rabes nos detivoram di-
zendo-nos : Aqu ainda exislia uma cidade
destruida por Allah ; Este lie o sitio da pra-
Ca do mercado d'et-Tbaemeh ; nos torna-
mos lamben a adiar Adamab, cuja catas-
trophe e nome licaram sempre gravado na
memoria dos rabes. Nesses dous dias pas-
samos pela vista muitas localidades bbli-
cas, taes como Adadah, Mayn, Kourmoul e
'ph, vimos as minas de mullas outras cida-
des contemporneas e chegamos finalmente
extenuadas o transidos em Hebron quo pa-
recia fugir dianle de nos; no dia seguinte
eslavamos de volta para Jeruzaleui com
grande contentamuuto de todos os nossos
a nigos, aos quaea a noticia de nossa morte
Vinda nSo sei d'onde,linha vivamainenle in-
quietado.
Depois de ulguns dias de repouzo, cuida-
mus em completar nossa viagem pola ex-
plorado da ponta do vaste do mar morto.
Couseguintemente ganhamos Riba ou
Jricho, pagando como todos os tonristo
que rio visitar o Jord3o c o mar morlo, um
imposto de cem piastras por cabeca. Di
er-Riha passamos aoQasr-lladjIah, conveo-
to arruinado da poca dos crusados, e cujas
paredessSo cobertas de pinturas do seculo
13, e a Ayn da lab sitio certo de Bcit-
Hadjlah das escrituras. Dahi alcancemos
cun trabalho e atravez de uma planicie es-
buracada, po em muito menos diflicil que o
Sabknuh do sul, a margem septentrional do
mar Morto. lteconhecemos de passagem,
um pequeo ilhoto cobarto de ruinas a qui
oa rabes chamam Re Ijone-Louth ( o Moa-
te de Lolh). i; uiiniiaudo ao longo da praia,
ettravessaudo o Ghor-lljahir, chegamos a
Ayr-Fes-Akhab situados a dous kilmetros,
pouco mais ou menos, do ponto em que
deseemos partindo de Mar-Saha e ao p do
Djabel-Feschkhah. Ainda ahi atravessa-
111 os uma vasla cralora, cuja vista uos ox-
plicou a presenta das desjeojOes volcnicas
convergentes que linhamos reconhecido
em nossa primeira viagem. Junio desta
crtera eiistem ruinos co.isi leravois, j co-
ndec Jas por Robinsone de baile procura-
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia 1...... 287,518
CONSULADO PROVINCIAL. ,
Rendimento do da I.....948,735
Movimento do porto.
Navios entrados no dia 1.'
Terra Nova 45 dias, brigue americano Wa-
tor w itcn, de 168 tonelladas, capitSo H.
II. Il.m.av, equipagem 8, carga bacalhao;
a Deane Yuuila Alger 45 dias, patacho sueco Alerl, de 170
tonelkdas, capitSo I, E Lundberg, equi-
pagem 10, en lastro ; ao capitn
Gibraltar 45 dus, brigue inglez Lalla
Rookh, de 171 lonellajas, capitSo John
Macarovich, equipagem 10, carga farinha
e mais gneros ; a Mauoel Nascimento
l'ereira.
Liverpool 3!) lias, brigue ingln* Andes",
de2l lonolladas.'capitao R. Barnis, equi
pagem 12, carga fazondas e mais gneros;
a Russell Mellors & Companhia.
Genova-- 50 dias, brigue sardo Conlo A.
Braniki, de 350 tonelladas, capillo Jos
Dodero, equipagem 16, carga farinha e
mais gneros; a ordem.
Parahiba --2t horas, hiato brasileiro Fior
do Brasil, de 28 t melladas, mostr II m -
rique de Souza Maffra, equipagem 4, car-
ga loros de mangue ; a Antonio Jos do
Castro Passageiros, Manuel Ignacio Al-
ves, Thom Archanjo Teixeira Cavalcan-
te, eSilverio Jos Madeira.
flaoi'o sahidos no mismo dia.
MaranhSo escuna brasileira Emilia, capi-
tSo Antonio Silvcira Maciel Jnior, carga
vinhos e mais gneros.
Liverpool pela Parahiba barca inglezi Ma-
ryQueenof Scots, capiao F. Blackmure,
Carga algodilo e lastro.
a e i>i" 111.-1 promovida pelos
com o augmento de 3 por cont.
Decima addicional de mSo morta ( primei
ro semestre)
Imposto sobro lojas e casas de descon-
t etc.
Hilo sobro as casas de movis, roupas,
etc., fabricados em paiz esirangeiro.
Dito sobre seges.
Dito sobre barcos do interior.
Taxas dos escavos.
Pela 2.a sessio da meza do consulado
provincial soannuncia, que no dia 1.a de de-
zeuibro prximo vindouro, se principia a
contar os 30 dias para o pagamento a boca
do cofre da decima dos pcedios iirbannos
desta cidade, do primeiro semestre do snno
lin 1 ni-eiru de 1851 1852. e que Ando este
prazo incorrem todos os que deixsrem de
pagar.ua multa de 3 por 0|0 sob o valor de
seus dbitos, e serio de promplo execu-
tados.
-- De ordem do lllm. Sr. director geral da
inslruccSo publica, fa(o saber a quem con-
vier, que por deliberado aprovada de S.
Exc. o Sr. presidente da provincia fra desta
cidade, e da de Olinda os exatrfM de ios-
trucefio elementar s-rau feilos em cada es-
cola pelo respectivo Sr. professor, e juDta-
mcnle com alguma pessoa idnea da con-
flanga do Sr. inspector do respectivo circu-
lo, que tem obrigacSo de presidir a todos
esses c su mes.
tem os individuos, que tem escolas par-
ticulares, quer de inslruccSo primaria,quer
secundaria,ale o ultimo do prximo mez de
dozembro podem roquerer suas licencas;
mas de Janeiro viodouro em dianle ningueiu
sem licenca poder ter escola sob as penas
impostas no regulamenlode 12 de maio des-
te anno.
Diiecloria geral, 25 do iiuveiniud 1S51.
Candido Eustaquio Cesar de Mello, amanu-
ense archivista.
HJD1TAES.
gente um reoooliecor neale poato a Go-
imiiri Pili ; un /iilUVS iuiiui uiiouiiuia van n"""i Da|f --- vbvwyuu, --------* """------~~* "" --------- ----- _. "" z, j 1 I I s,u t 1
alllrmar este fseto, que estao em estado de Neslo lugar existem ruinas consideraveis e awgoinco da epociromana coamado Bcu-el- morrna destruida pela colera celeste : pela
observar frequentemente. Desde esse da um pequeo castellb romano bem onser-f Kerm, ededicado ao sol. ; minha parle nao o croio.
-- O lllm. Sr. Inspcc.orua thesouraria da
fazenda provincial, em enmprimento da or
dem doExm. Sr. presidente da provincia de
15 do correal', manda fizer publico, que
nos dias 1, 3 e 4 de dezembro prximo vin-
douro, ir a praca para ser arrematado pe-
rante o tribunal administrativo da mesma
thesouraria, a quera por menos Qzer a obra
dos concertos supplemenUrios da ponte,
sobre o rio Sirinliaein,avahados em 612,400.
A arremalacSo ser feita na forma dos
arls. 24 e 27 da lei n. 286 do 17 de ma o do
corrente auno.
As pessoas que se propozerem a esla ar-
rematado, comparecain na sala das sesses
do mesmo tribunal, uos dias cima mencio-
nados pelo meio dia, competentemente ha-
bilitados,
E para constar se manlou afiliar o pre-
sente, e publicar polo Diario.
Secretaria da thesourariada fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 19 de novembro de
1851.O secretario,
Antonio Ferreira da AnounciagSo.
F^"
ILEGIVEL
TIIEATKOIIE S- IZABEL.
22.a RECITA DA AS SIGNATURA.
Tcrtjafcira, 2 de dezimbro de 1851.
L)a de Cesta nacional.
Era solomoidade ao feliz Anniversarlo Na-
talicio do nosso Augusto Monsrca o Seobor
D. Pedro II.
Logo que o Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, so dignar comparecer na tribuna, a-
brir-se-ha scena e perante a olligie de S.
M. L, assenhuras I.anda e Cannella, acom-
panhadas dos artistas da companhia dram-
tica, cntenlo o
Hynino Nacional-
Depois lera lugar a primeira representa-
rlo da excellenle opera braailnira em 3 ac-
tos, composicSo do muito distincto Ilitera-
to o Sr. Dr. Macedo, que tantos aplausos ob-
teve nos thealros do Rio de Janeiro.
O FANTASMA BRANCO.
Msica do maestro D. Pedro Garca,
Personagent.
Tiberio, militar velho Monteiro.
Galala, velha canala -D.Amalia Monteiro.
Basilio, fazendeiro Raymundo.
Francisco e Antonio, filos de Tiberio, Bi-
zerra e Silvestre.
Jos, esludante de medecina Germano.
Mara D. Manoela.
Clara D. Hila.
Julia- D.Julia.
Feitores, lavradores, camponezes, etc.
Os bilheles tantos de camarotes, cmodo
cadelras e plateas serio vendidos por tres
recitas.
Segunda recita no dia 4-
23.a DA ASSIGNATURA.
Subir scena o excellenle drama em 3
actos.
O Pagem d'AIj-abarrota.
A|comedia em 1 acto
"*>*-



FALLAR VERDADB A MENTIR.
Terceira recita no dia 6.
Si*. DA ASSICNATURA-
Primeira representaco do grande drama
eni5ctoi. -'.''
O Ermitao da Scrra de .Cintra.
Pirca o
RF.CRUTAMENTO N'ALnElA.
Todo este eapectaculos serio intarvala-
dos de cantor!, que se annunciarSo cir-
cuoistaiiciadarueote pelo jornal.
Os seniiores que encommendaram bilhe-
tes pdem manda-Ios buscar ao escnptorlo
dotheatro, hoje, i." do correte, al as 3
horas da tarde e dessi hora em diante se ex-
pora a venda. _____________
TUeatro de Apollo.
RECITA EXTRAORDINARIA.
Sabbaic, 13 de dezembro de 1851.
Depoisde umi nova e escolhida ouvertu-
r tocada em grande orchestra, subir pela
Srimeira vei a scena nesta cida le, o magni-
eo e pomposo mysterio, adornado de mu-
ijcae canto, em 5 actos divididos em 7
cuadros e 2 intermedios, da hbil penna do
eximio poeta francez Alexandre Dumis, in
titulado:
D. JOAO DI! MARAA,
ou
A Queda de um Aojo.
Peraonagen e actores.
D. JoSo de Maraa -- o Sr. GuimarBes.
D. Jos de MaranS o Sr. Amodo.
D. Nortee o Sr. Miranda.
D. Chriatoval -oSr.Telles.
I). M moni o Sr. Conrado,
n. Sandoval d'Ojedo o Sr. Cyrillo.
D. Pedro o Sr. Jorge.
D. Ilenrique oSr, Figueiredo.
D. Tradique -- o Sr Caetano.
D. Snchez -- o Sr. Sen na.
0 Anjo tlao -- o Sr. Mello.
0 conde de Maraa N. N.
0 Senescal -N. N.
Gmez o Sr. Santa Roza.
Ilusseiu, criado, pagem o Sr. Euzebio.
Vm Anjo ~ o Sr. Dornellas.
O bom Anjo, Sror Martha a Sra, D. Lo-
poldiua.
Therezina --a Sra. D. Joanna.
Ignez -- a Sra. D. Carolina.
Victoria ~ a Sra. I). Josephina.
Paquita a Sra D. Soledade.
Carolinaa Sim. D. Anna.
Joannaa Sra. D. Lulza.
Sozor rsula a Sra. I). Luiza.
Um Anjo N. N.
Pageos, soldados, cavalleiros, etc., etc.
Quadro prmeiro.--0 Castello dos Maraas.
i Segundo.Castello de Villa-Mar.
Primeiro intermedio.O Co.
Quadro terceiro.--Urna elegante pausada em
Madrid.
Segundo intermedio.--A trra.
Quadro quarto Urna igreja.
o quinto,Um claustrodosTrappistas.
c sexto.--Urna sella no convento do
Rozario.
a stimo.Um antigo castello arrui-
nado aoluar.
Sendo todas eslaa decorarlas totalmente
novas,e preparadas com toda aquella magni-
Gcencia, qup exige o autor do Mysterio.
Ha mala de trez meaes que o empresario
do Apollo Irabalha em apromptar este dra-
ma, nao esquerendo a mais insignificante
exigencia; e perecendo impossivel que urna
empresa 18o nascente podesse levar a scena
compozicBo (So dilcil inirac.. dos pessoas entendidas nnsta ma-
teria, porm ei-lo alflm prompto, depois de
vencidos numeras obstculos, e grande
despeza, que faria desanimar o outro que
iiiiii desejasse nicamente agradar au geuc-
rozoso publico desta cidado, sem allender
a beneficio seu.
Sendo pois avultadlssima a somma das
despezis (eitas para este Mysterio o empre-
sario v-se na rigoroza uecessidade ale n3o
sdobrar os presos, como tambem vender
osbilbetes para trez noiles, sendo a primei-
ra na do dia 13, a segunda na do dia 17, e a
terceira na do dia 20.
Prfos.
.....iil- 6,000 rs. para as trez miles.
Cadeiras. 8,000 rs. >
Camarotes. 30,000 is.
OsSrs. assignantes porm n3o sofTroram
allerr,3o alguma nos presos deseus cama-
roles, e bilbetes de cadeira.
Eolende-se por geral os assentoi quefi-
cani porbaiioda primeira ordem, e por ca-
denas, todo o centro da salla.
Comefar as 8 horas em ponto.
Os Srs. que ja haviSo encommendado ca-
marotes; queirain novamente dirigir-so a
casa do emprezario ra do Apollo n. 27, se-
gundo andar, ou ao tbeat.'ocom anteceden-
cia.
Para o Rio de Janeiro, sahe
oa presente semana, a escuna na-
cional Mara Firmina, capitao JoSo
Bernardo da Hoza, por ter o seu
carregamento quasi completo
quein na niesma quizer carregar o
restante, ir de passagem, ou em-
barcar escravos para o que tem
commodos suficientes, pode enten-
der-se com o mesmo capitao ou
com o consignatario Luiz Jos de
S Aratijo, na ra da Cruz n 33.
(i patacho Clemenlina segu empre-
terivelmenle no dia 4 do corrente para o
Rio de Janeiro quem quiser embarcar escra-
vos a frote dirija-se aJoBo Franciscoda Cruz
rna oVCruz n. 7.
barca portugueza Llgeira,
sahe pira Lisboa no dia 10 do cor-
rente mez de dezembro, para o res-
to da carga, trata-se com os con-
signatarios Francisco Severiano
Rabello & Filho.
O capitao F. P. Gost precisa tomar al
risco sobre o casco o apparelho da bareff
ingleza Ospray, a quantia de 8:000,000 rs.
em nioeda deste imperio, para costeio e
despozas neste mesmo porto da mesma bar-
ca, a quem este negocio convier, dinja-se
a casa de M. Cslrnont 4c Compendia.
Para Lisboa sahe impreterivelmente
no dia 7 de dezembro o brigue portuguez
Conceicao dt> Maria. Aiuda recobo alguma
carga e passagoiros para o que tem excel-
lentes commodos, trata-se com seus consig-
natarios Tftomaz de Aquino Fonseci & Fi-
Iho : na ra do Vitarlo n. 19 primeiro an-
dar ou com o capitao na praca.
Para o Rio Grande do Sul, soguir em
poucos das, por ter a maior parte do seo
carregamento prompto, o brigue nacional
iDeus to Guarde capitao Lauriano Jacinlho
de Carvalho, e ainda recebe alguma carga a
lete : a tratar com Ualtar & Olivelra, na ra
da Cadoia do liedle, armazem n. 12.
- Para o Cear o hiate N. Olinda : a tra-
tar com Manocl Bias, na Senzalla Veltia n.
134.
3
- Joao Jos dos Reis, exporta para o Rio p0 furtorJ0 na madru
de Janeiro, a sua escrava Maria, creoula. ..-
- Precisa-sede um caixeiro portuguez, "O da 27 do passado, da estribara
que lenba pratica de venda: na ra do Pilar do quintal da casa da esquinada
^^.r^aram menino, par. ".a d Soledade, ao voltar para a
criar deleito: quem o quizer dar, annuncie cslr.i la nova do Manguinlio um
Pede?.. .oSr Jos Carlos de Mendon- vllinho russo, com pintas ama-
vincia.quesenaotemjurado nao pagara cau(ja c c|na rpa(Jas a pauco
quom devr-, pague a herJeira da fallecida D. r I '
Mariana Rodrigues do Jess, a quantia de caneca C orelnas pequeas bem
sois ceotose scenla o tantos mil ris, prin- feito de casco e sem achaque al-
cipal e juros de sua divida, conlrahida, ha ,
tantos annos, eassevera-se-lhe quese on3o gum> "da bem banco, bom galo-
flzer promplamente saber que o seu assu- pador tem urna baixa no lugar
car passar por algutn desgosto nesta praca, V
e que o seu nome contina a ornar s pagi- a P'Cadeira: a pessoa que o apre-
nasdest) jornal. hender, ou der noticia certa grati-
Arrenda-se e tambem se vende urna i:.,.. > 1 1
grande cas e sitio, no lugar doMonteiro, a ,ica-se "><" -30.000 rb na loja (Je
margom do rio (Ja pi bar be, tendo a mesma cambio da ra da < ,adeia do He 1-
6 salase 8 grandes quarlos, toda circulada fe n> az ou n d,a C8sa e||, que
de pateo e varandas de ferro, com algreles 7'
para flores, grande quintal murado, comea- '01 roubauo.
sa para pretos, graoe estribara, muito boa 4TTENCA.
baixa de capitn e mais commodidades : a -. i o a .<
tratar com Antonio Jos Teixeira Bastos,' tica u te lista jalustiano de Aqui-
caixeiro dos senhores Joao Pinto de Lemos no Ferreira, avisa ao rcspeitavcl
& -D^e de 100,009 rs. a um cont ajuros P"blico 1uc os seus bilhetea e cau-
de 2 por cont ao ez sobre peohores de telas das loteras do lliodc ,1 inri
26quesedir quem da, e quem tem duas ca da Independencia ns. i3 e i5 ,
'S^Ldesicup,r' da moer nin|1oM Pr loia 20,000 rs., ou mesmo por menos alguma J ,, I ,. c .
cuusa. ra da Ladea do Ueciie n. 40, lo-
O ahaixo assignado faz sciente ao es- ja dfc miu Jezaa, e nunca se vende-
peitavel publico que ninguein contracto ne- J .. j 1 j j
gocioalgum com Gabriel AfTonso Rigueira, rani '.'* Praca di Independencia n.
empregado publico nesta cidade,que dando 4, lija ilc mudezas de Fortunato
seus bens movis a penhora veio com em- l>prpira ,ia pnncPra R,tr, (I. ha.
bargos 3., dizendo que n3o s3o seus, e para *ere"B ua l*onseca IJastO!.. US 1)1-
qce o publico ajuize peste mo empregado, Hieles c meios, vao todos por mim
-- Acha-se justa o comprada a casa dairn|ia de mandioca, chegaila ulti-
rua do Padre Floriauo n. 8 : quemaejul-l 1 u / ,l .,.
gar com algum direito, ou hypotueca, an- mmente de S Cathariiia, que se
porisso far;o o pr.T-enteannuncio.
Jii.m da Silva Loureiro
Frevenco.
I'crdeu-se urna letra sacada o a novo r.bro
p. p., por Manocl Teixeira Pinto, a favor de
JoSo 'lavares Cordeiro da quantia do 675
mil e tantos ris, pulanlo pede-so a quem
firmados em breve, com a assigna-
tura de Ferreira, junto s do tlie
sourciros Joao Fcdro da Vei'gi e
Antonio Alves da Silva Finto J-
nior. U cautelista u3o p Leiloes.
fflrapresontada, que nao faca transaegao forma alguma impedir que alguns
alguma sobre a dila letra por oslar j dada 1 ? 1 ;
Ei.i i ser paga especuladores comprem os seus bi-
guinho,Antonio Thom Rodrigues, o Tlieo-,
philo Feueion de Almeida Fortuna, ou La
dislo Acriscio de Almiida Forlu
r3o pessoalmenle procuraren!
lile sao dirigidas do Maranhao
Vigario n. 23,2." andar.
Attencao.
George Kenworlhy & C.ompanhia far3o
leil3o,por inlervencHo do corrector Oliveira,
de um cnm.let) sortimenlo de fazendas n-
glczas.todas propriasdo mercad): quarta fei-
ra, 3 de dezembro, as 10 lloras da manli.ia,
no seu armazem, ra da Cruz.
C. J. Astley & Companhia, far3o leilao
no dia quinta-feira do corrente, ao moio
dia em ponto, no seu armazem, na ra da
Cruz n. 17, ile diversos vinhos em caixas de
12 garnfas, sendo do Porto, chery, chateau
la rose, cognac escura, e clara, bem acondi-
cionados, e muito onconta. ____________ 1
HS*B^S,7',~,P^l,,"-"^S1iHIB
Avisos diversos.
Ketiatos photogenicos.
O artista r.,1o poclendo partir, como t"n- njz o'nde esl coita'da, e dizcm i|
conava, 110 vapor Peuiambucana para cebada co:n um sol la lo de artilliaria : gra-
0 sul, participa a quem tencionar retratar- tifica-so bem a quem a levar ao segundo an
seque pode procura-lo at o da 12 do cor- dar do sobrado n. 22 por traz do thoatro
rente, na ra Nova n. 61, segundo aniar yellio.
Furtaram do balc3o da loja de alfaiate Desappareceu no dia 29 de novembro do
n. 30. da ra Nova, urna thesoura grande corrente anuo urna prela por no ne i.nzia,
propna para corlar obras, a quil n.lo po lo da nasa0 cac.ange,representa ter 36 a 38 an-
seivir porque so se podo usar oom a man no, puuco mais ou menos cornos signaes
to las as providencias,
sen3o
quem
na lr_..
-- Os senhores r. I.uiz Lopes Castello parte do rcspeitavelpublico de nao
Iva, Jo3o Baplist. da Silva Man- |he os coinprarem.
as as proviuenclas, para nao ser pgi!*" wh|m w -
lo a Joao Tavares Corceiro : roga-se a Ihetes e cautelas, para os tornar a
m o livor adiado, o favor de entregar 1 ,- 1
travessi da Madre de Dos n. 9. ^veuner com ni nor lucro, esid na
(J abaixo as.signado, morador
una;quei-'na l0;a ,j0 sobrado, da ra Direita
carias que e ...
: na rado *i pro'esta .erante o publico
le as autoridades criminaes desta
'cidade, que nao tendo inimigos co-
Desappareceudo engenho Jussar (Ufre-ln|,ecjos alm da inquihna do
gtiezia do Serinhaem una escrava por nome. 1 1 f 1 1 1 1
Mara Thereza, de 48 annos do idade, esta- mesmo sobrado, ainliorinlia de tal,
tura rogular, cor fulla.olhos grandus e abo- contra quem itltenlou, ha pouco,
toados, falta do cabellos no alto da cabeca,
alijida do dedo mnimo da infio esquerda,
e ps apapagaiados : intitula-se forra, o ne-
gocia com peixe tendo sido vista pela ri-
beira,e pelas irneiliaces do viveiro do niu-
uiiiaacrinli! quexa perantca sub-
delegacia de S. Antonio, todo o
mal que llie pussa sobrevir a ella
ser imputado; visto como consta
ao annunciintc, que ella procura
vingar-se delle por lodos os metas.
Simplicio da Silva Barbosa.
esquerda, roga-so a quom della soulier, seguir.les, baixa sacca do corpo, ps unaos
que d noticia na mesma loja que so gra- pequeos, e urna das orellias rasgadas le-
nuncie por estes 4 dias.
-- Borda-se com perfeicao de muito bom
gosto reposteirnsebandeiras, e mais obras.
a mesma casa paga-se 480 rs. por Canad
de azeite : na ra estreita do Rozario n. 37.
-- Preeisa-se em Olinda, de um pequeo,
de 12 a 14 annos, para caixeiro de loja de fa-
zendas e miudezas, prefere-se portuguez :
a tratar na ra da Cadea do Recite, loja
n. 14.
-- Precisa-se de um moco, quo tenha as
hahilitaces nocossanas, para exercer o lu-
gar de caixeiro, cm urna casa de negocio em
Maroanguape : quem pretender, dirija-se
nesUs l."> a ra do Vigario n. 33.
Na ra da Cadeia de Santo Antonio o.
14, segundo andar, borda-sede matizeseda
por pivi.-o commodo, e tambem fsz-se len-
cos de relroz com perteifo-
--Hospital regimental da Solidado tem de
snreaiado, o piulado, quem quizer contra-
tar este servico podeirijir-se ao mesmo
nos dias 8 as 9 horas do dia.
A matriz de S. Antonio.tem de fazer gra-
dantes para os altares da masma Igrej, e
para isso convida aos Sra. entonadores, que
quizer esse servido, oontparcc 'i om na mes-
ma matriz,das 10 horas as duasda lardepara
contratar-so que sera picferido a quom
dor nicuos lizer, sogunJo o modelo quo so
convencionar.
Aluga-se um sitio no corredor da var-
se.bem plantado com casa para grande 11 n 1-
li.i,|i.u.i Testa e por anuo : a fallar na ra da
Cadeia do Uecifo 11. 61.
Precisa-se de um caxeiro para a pa-
daiia da ra larga do Rotara 11. 18; a tra-
tar na mesma.
JoSu Vicenlo da Silva Costa avisa as
iiess lis a quem imlia communicado, quo se
mudava para a ra do Livramciito, que 'lei-
xa de o faz r, tondo ja se desoneralo total-
mente da risa para com a pessoa locadora ;
pelo quo p le sor alada proemado em casi
do seu sogro na ra da Santa Cruz n. 66.
As praxis du 1*280 'a provincial annun-
ciadas em os diario-i de Perna 10huco dos dias
26,27 u .Siin pa.>sado mez,licaiu transferida
para a priinoii'.i auuiencia.
Frecisa-se alugar urna escra-
va, qneseja boa cosinheira e :om-
pradeira, : quem a liver dirija-se
a iua da Assumpcao ou muro da
'culi 1 n. iG.
Compras.
Compram-se escravos e vendem-sede
coiKmissao, para dentro e fura da provin-
cia : na ra da Cacimba, sobrado n. 11, on-
de morou oSr. vigario do Recite.
-- Compra-se urna secretaria, que seja pe-
quena e cm bom estado : no aterro da Roa
Vista, loja n. 3.
Compra-se urna prela, que saiba bem
cozinliar e eogommar, agradando paga-sr
le n : na ra Vendas.
J PARA 1852.
Sahiram a lu/. as folhiuhas im-
pressas nesta typograpiia, sendo
de porta a 1G0 rs., c de algibeira
n Sao rs rontenilo lodas a* ds al-
Publicaces lilteraria.
ELEMF.NTOS
DI
Homaopathia.
Sabio a luz a segunda parte desta obra
composta pelo professor homceopatha Gos-
set llimont. Recebem-so assignituras para
a obra inteira a 5,000 rs., no coosultorio
bomooopatbicoda ra das Cruzes n. 28. De-
pois da publicarlo da terceira parte, o pre-
coaer elevado a 8,000 rs. para aquellea
que n8o tivereo astiguado. No mesmo con-
sultorio, acha-ae a venda tudo quanto he
necessario para o estudoea pratica da ho-
fflwupallia, c 11110 seja : iivroa iuipl'oas
para historias de doenles, regimens apro-
priados para a provincia de Pernambuco, e
encarrega-se de mandar fornecer qualquer
eucommeoda de medicamentos homceopa-
thicos, tanto avulsos como em caixa8, em
glbulos como em tinluraa.
No prelo : Pai/iojeeia dos medicamen-
tos brasileiros.
enunlo de anatoma e phiiiuloijia com es-
lampas, para os curiosos em homceopalhia.
Itoga-se aos senhores assignantes o ob-
sequio de mandar receber seus exempla-
res no consultorio homceopathico da ra
das Cruzes n 28._____________
TRATAMENTO U031EO-
FATHICO.
DAS MOLESTIAS VF.MiREAS,
e conseihos us dueuies paia a cuiaiem a
si mesmo, sem precisarem de medico;
pelo professor bomceopalba
Gossct-Bimont.
Sabio a luz e acha-se a venda no consul-
torio homceopathico da ra das Cruzes n.
28, pelo preco de 1,000 rs.
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro seguir em pou-
cos dias o veleiro brigue Mafra, o qual s-
mente recebe alguna escravos e passageiros
para oque tem bous commodos ; quem pre-
tender pode enten le -so com o capitao, ou
com Amorim & IrmSos.na ra da Cadeia do
Reciten. 39.
Paiaoltio Grande do Sul pretonde sa-
bir breve o brigue Feliz Uoito por ter urna
parte do seu carregamento prompto, inda
recebe oarga a freto. Quem no mesmo qui-
zer carregar pode entooder-ae com os con-
signatarios Amorim & Irmlos ra da Cadea
n. 39
Para o Aracaty at o dia S de dezembro
0 patacho Aracaty a tratar com Manuel
Wis na ra da Senzalla Velba n. ISO.
tilica ra.
Precisa se de um preto cosinhoiro, para
casa de um homoin siltoiro: quem liver
annuncie, ou dirija-so ra do Queimado
n. 38.
Precisa-se deum cipelao para a po-
voaeao das Varas, distante desta cidade so-
lela leguas, pela estrada de Paje de Flo-
res. Nessa povoac3n nao ha mestre de
primeiras letras, c lie fcil o Rvd. Sr. sa-
cerdoto ter muilos meninos a ensinar:
quem pretender dirija-se a livraria n. 6 e 8,
da praca da Independencia.
No dia 28 do prximo passado mez de
novembro, fugio urna negra de nome Rutina,
secca do co corpo, espadadla, dontes po-
dres no lado de cima, queixo alguma cousa
c 'in; 11 lo, moca, que reprosenta 25 annos,
com vestido de cassa cor de rosa, panno da
Costa com listra azul e branca, j usado;
levou taboleiro envernizado de encarnado,
com pea pretos: quem a pegar, ou dola li-
ver noticia, dirija-se ra Nova n. 52, que
ser recompensado.
Giovani Picani o Agostino Tagareli,
retiram-se paraMacei.
Precisa-se de urna ama de Icite forra ou
captiva, paga-so bem : na ra .Nova 11. 14,
segundo andar.
Antonio Jos Ribeiro Basto9, embarca
para o Rio de Janeiro, o sou escravo pardo
de nome Antunio, de 15 annos.
Leonardo Pretz, avisa, pelo presente,
que ninguem faca negocio com o actual do-
no do sitio alenlo, om S. Floronz perloda
cidade de Olinda, sendo a dita propriedade
bipothecada por letras ao annunciaute.
-- Na ra do Mondego n. 42,tem para ven-
der craveiros de todas QUnlidadMMa mos-
trando o que s3o por precos comuiodo<.
Perdeu-se da estrada do Chora Monino
at a ra do Mondego um allinete de peito
de senbora : quem o achar quizer entre-
gar na mesma ra n. 42, recebar o quo o
dito valer.
Quom Precisar de um padre para dizer
sMissas de Natal procure na botica do Sr.
Cypriano : na ra do Collegio, que ahi so
II10 indicar qual he o Padre que se presta a
isso.
Melquades Antonio de Almeida Cou-
tinho, embarca para o Rio de Janeiro, o seu
moleque, de nome Ceido, de idade de 10 a
11 annos.
Quem precisar do um forneiro, o qual
sabe bem desempenliar seu lugar e d fia-
dor a sua conducta : dirija-se a ra larga
do Rozario n 21, venda da esquina quevai
para oquartel.
Precisa-se de urna ama, para urna casa
de pouca familia de portas a dentro: na tra-
vessa do Corpo Santo h. 29.
-- Precisa-se de urna ama forra, que sai-
ba coziohar eengommar, para casa de fa-
milia, sendo capaz: no Passcio Publico, lo-
ja n. 11.
Napolen Gabriel Bez, embarca para o
Rio de Janeiro, o seu escravo creoulo, de
nome Luiz, de 20 annos de idade.
Precisa-se de urna ama, para casa de
pouca familia : na ra dos Quarteis, loja
n. 94.
Desappareceu na noite de 30 do mez
lindo, de bordo do brigue Feliz Uniao, um
escravo mal ii lli'irn, de nome Jnaquim, de
uicio Mozambique, de idade do 30 o lautos
anuos, baixo, grosso do corpo, cor fula e
sem barba, levou vestido calta e camisa de
riscado 1 quem o pegar, leve-o a bordo do
dito brigue, ou a casa de Amorim IrmSos,
na ra da Cadea n, 39, que sera bem reoom
pensado.
Quem quizer allugar um cilio em llebi-
ribe para pastar a testa, com excellente ba-
nbo escolher: dirija-se a ra da Santa Cruz
n. 66, defronle da ribeira.
vou vestida urna saia de riscadinlio encarna-
do, o cabe(3o, e pao da costa queiu a pe-
gar leve na ra do mondego n. 48, ou na ra
do Queimado n. 2, quo ser recompen-
sado.
Desappareceu no dia 29 de novembro
p.p.a prela Maria de Angolla, baixa, fulla, o
representa ter de 20 a 30 anuos, te n os divi-
da frente aherlos, urna OiOltriz no meio da
testa com alguna carr;os lovou vestido de
chita roxa avinhada e pao da costa, o una b(JC0 e ParahyDa e mort lla rua ,i0 Apollo 11.
gamella pira fazer as compras : quem a pe-|20l onde podo ser procurado sobro nogucios
gar leve-a na na eslnua da Rozario yenda d recel)meilt0 Je assuCar,ago
11. 47, aovoltarparaot. arino,queseiabeni|lro ej gneros de ex
Uabaixo assignado faz sciente ao respei-i
tavel publico que nimguem in negocio i gtbctra alrin do calendino, a de-
com (inicao dos cornos celestes, astro-
continuarao da
, ha annos
a miilher do abaixo assignado ter un parte
com O saiihnr Kornar lo do Senil O
s.u filho Antonio do Espirito Santo Sonna, .
com urna casa torrea cita 110 liecco do o- '"gia, cometas ,
bato n. 8, quo Iho locou por heranca, por chroiiologia |).incpiada,
a miiiher do abaixo assignado ter una parte .
nella; assmnii.gucrnracaueguci.ie.n en- Jmo das DlUdancaa de lempo pe-
ten lei-secom o b.ixo assignado, na Ca- los meteoros, tuliela dos einolti-
sn&Tifttz M?te.|-* js procho-eni todas ,,s
esteannuncio para depois n3ose cbamarem luiirr.irs religiosas, e urnas colle-
a ignorancia. ^^ ^^ ^.^ c,5eJ J(J anec jotas bons dtos,etC..
-- O abaixo assigna lo, nao he mais pro- outras a conlisst'io do marujo e nu-
curadorda extincta companhia de Pornam- tras a |n(,ua,em ,)as llores, fructas
e jogos de finezas de llores c breve
sahirao as de almanak, muito acres-
cenlado c corrigido : vendem-se
a% livraria da praca da Indepen-
da cas. docoro-nel Jos Pedro ?SIjm'K'sSmMXZwUwir"'" dencia n. 6 C 8.
Silveira o muleque Anostinho de idade de Jos Antonio de Souza Machado. Vende-se, a dinh iro a visla, lencos
13, para 14 annos, de bonita ligura, bastan- __ A pejsoa qU0 qUlzer consultar ou ira-'Je seda queservem para hombros de sendo-
tar-seJomulestiasagudasouciironicas.pde ra, a 1,440rs.; ditos dito, dito, 1.000 rs;
dirigir-see rua larga do Rosario n. 30, aou- ditos dsela branca com bonitas barras de
de esta rezi lindo o Cirugiao Bernardo l'e- cores, a 2,000 rs. : ditos para meninas, do
reir do Carino, que est prompto e exercer varios preces; na loja 11. 2 ds rua Nova
sua raculdadeeui qualquer dora. Para com Vende-se um rologio de caixa do prata,
as pessoas pobres se prestara gratos, a pes- fabrica ingleza, sem precisar do concert
soa que o queira consultar por escripto dejolg: na rua lsre'' Jo Rozario, venda
qualquer uso a que perten(a, devera om ter- 39.
.nos claros c precisos declararas seguintcs
principaes circumslaiicias. primeiro sua
idado, i'Mn ciiiii.'iiiii, COMlituieJU), dbil ou
valetudinaria,se vigorosa ou sadia, hbitos,
vender por menos pre^o que em
outra qualquer parte, para acabar:
trata-se a bordo, 011 na rua da Cruz
n. 33, com S Araujo.
Vende-so urna porco de harria, que
foram de oleo de lnhafa : na rua largado
Rozario, botica n. 36.
Vendem-se 26 pranchdes de louro, no
caes do Ramos: a tratar na rua da Cruz do
Itecife, armazem n. 62. No mesmo arma-
zem veodem-ee saccas com arroz da trra,
tudo por commodo preco, pira feixarcontis*
de venda.
Veode-se superior doce ds caj seceo,
em bucetas pequeas, por preco mait com-
modo, que em onlra qualquer parte: na rua
da Madre de Dos, venda 11 36.
Farinha Fontana,
chegsda ltimamente: em oasa do J. Tai-
so J11 mor, na rua do Amorim 11. 35.'
Vendem-se 7 saccas de mudo, a 2,000
rs cida uina, e tambem aluga-se no mes-
mo segundo andar, urna sala e urna alcova,
todo pintado de novo, o por prego commo-
do : em Fra de Portas, confronte o hospi-
tal de marinha n. 145.
Vende-se rap de Lisboa em frascos,
el.egado agora 111 birca Llgeira, os senho-
res frnguezes, que eslSo acostumados a to-
mar a boa pita la, n3o doixarSo de o man-
dar buscar : ao largo da assembla n. 4.
Venda-so uina taverua, na rua Direita
n. 21, em um dos uielhores lugares, por ser
na esquina, quo volti para a Penha, com os
fundos a volitado do comprador ; a tratar
na dita tavcnu, ou na rua de Santa Rita nu-
mero 97.
Fechincha,
Vendem-so btalas em canastras, com 1
arroba e tanto, a 610 rs., eom libras a 20
rs, : na rua Direita, venda n. 76.
-- Vendem-se 3 -seravas mogas, creou-
lus, de idade de 18 a 20 anuos, cozinham o
engommatn liso; 1 cas.I do escravos de meia
idade; I mulata moca, do bonita ligura, 00-
s>)oengom na lis .; nina dita de meia idade;
i escravas do meia idad c I escravo de
campo : na rua Direita 11. 3.
Attencao.
Vendo-so um excellento uabriolet com
bom cavallo tortador.na cocheira da traves-
a di rua Bella n. 2, tambom na mesma co-
cheira aluga-so bous cavallos por preco
cmodo.
Na loja decalcado, travessa do Corpo
Santo o. 29, tem um grande sortimento de
cale nius de todas, as qualidades, tanto para
Sr". col para homens, meninos e meni-
nas assim como na mesma se vende todos
os polinices para os ditos, tudo avontado
dos compradores, por commodos procos.
Aviles f.oguezes antes que se ac bem.
Meios bolina do bezorro a 2,500 .nao ha
couza mais barata : na travessa do Corpo
Sanio loja do calcado n. 29.
Calcados a 800, a,5oo, ,',000,
4,ooo, c G,ooo rs., no aterro da
Boa-Vista, dciontc da boneca,
II1 chegado recentemento os bem conheci-
.los sspatOcs do Aracily, tanto para homem
como para menino a 800 rs., de oreltia a
1,000 rs., .Jilos de lustro para ditos a 2,500
rs., (litis para horneo os mulhores que
tem vio lo da Bahia a 3,000 e 4,000 rs., o bo-
lins a 6.000 rs.; assim com 1 um novo o
completo soi lmenlo do cale 1 los francezes
dotlas as qualidades tsnto para homem
. in para senhora, meninos meninas,
peles do marroq lim o corles de pelo a
480 rs, e seo lo p ircdo. .l-se por monos,
tu lo a.'i :i do so apurar dlnlieiro.
*99*+>'*?! '* *'**?*999991*
recompensado.
No da 23 de novembro do meio dia
para a tarde, fugio da povoac3o do AUogado
oardentoe ou-
porlacaoque
Ihe loram consignados a conimisso ; todos
os dias uteis das 8 in.r. da manlifia as 5 da
larde, lora disto 110 porto vellio da Cipunga
to preto, altura regular, pes muito bem l'ei-
los, quem o aprehender leve-o na casa a ci-
ma do annunciante, ou na do seu procura-
dor no pateo do Carino n. 16, que sera gra-
tificado.
No dia 4 do corrento depois da audicn-
ciodojuizo municipal do termo da Cidado
de Olinda, na respectiva sala, tem de se ar-
remataren! duas casas terrreas urna noJogo
da Bolla n. 4 avahada em 350,000 rs., e ou-
tra na rua do Cabral n. 21 avahada em
300,000 rs. por execucam de D. Camarina
l'rancisca do Espirito Sanio contra Jos da
Silva Braga esua uiulher.
--No dia 3 do corrente na sala das audien-
cias, linda que seja a do Dr. juiz municipal
da segunda vara lera lugar a une nal c1"
de diversos movis de pouco valor pinliora-
dos ao Pidra Jo:; Xavier Monde, Gu _
por 1 \ ,-oc 1.1 de Manoel Riboiro da Cunha
Oliveira, escrivSo Santos.
-- Precisa-se allugar urna prela escrava
para Datar de urna enanca, e cuidar de sua
roupa.quem a tiver annuncie para ser pro-
curado, ou entenda-se com o porteiro da
Allndega desta cidade na mesma reparti-
lo das 8 lloras da manhaa as 4 da tarde.
-- No sitio di Trempe 11. I, que tem vend
leai bom capim de planta para aenler por
commodo pro(o
Amc. Lacaze
Tem a honra de levar ao conhecimento do
respeitavel publico, que acaba de abrir um
novo catad declnenlo do relojoeiro no ator-
ro da Boa-Vista n. 11, aonlc seacha prom-
to para fszer quaesquer conceitos mesmo os
mais dillicis quo so poder.!., apresentar,
lano em reiogius da agiaia como de me-
sa e parede.
Aluga-se una casa na povoacSo do
.Mu.iicno, propria pai passar a Testa, com
2 quarlos, quintal, e salasoiTrivel : quem a
pretender dirija-se defronte da praca da fa-
riaha n. 3.
~ Aluga-se para testa ou annualmente
urna casa na rua do Cabral da cidade de
Olinda, com bons commodos ; estribara,
casa para'escravos; murada na Irenle.e com
o Tundo para a margen, do rio, com um pe-
queo sitio, o qual tem excellente baixa
para capim, o faz face com a nova estrada,
de sorle que vem a ter duas frentes ambas
muito frequentadas : na livrarin n. 6 e 8 da
praca da Independencia.
Precisa-se deum feitor para tratar de
ini sitio, trillar no Hospicio sitio daSr* viu-
va Cunda (.uunaraesjalii tambem se preciza
de um ou dous pretos para trabalhar no
mesmo.
JoBo Jos da Cruz, embarca para o Rio
do Janeiro, 1 su,, escrava creoula Roza.
Acha-se justa e contratada a compra da
casa da rua do Hurtas numero 122: quem
sejulgarcom algum direito ou hypotheca,
Riinuncio por esta folha nestes quatro dias.
Maravilha!
Historia do Brasil a 1/000 !!
Aiu la so ve.1 le a historia do Brasil pelo
de ni noto preco do l.ouol cliegiiem antes
oceupacao, accrescendo, se fr do sexo fe- quo so acabo : na rua du Crespo, loja n. 16.
minino, a declarado do estado de suis re-
aras, numero de Illlins que tiver tido, se Ibes
dra de mamar ; incommodos mais nota-
veis nos seus partos; so grvida, do quiu-
los mozos, qual o padecimouto ou mal que
mais a atfligia por semelhante motivo. Se-
-- Na rua Nova, 11. 61, vende-si um
mobilia do Jacaranda, ja ns di. bom como
3tl ledas devidro, por preco commodo.
Aviso as devotas da Ponda.
Vendo-so lencos do lil do linho, de Iros
ponas, que seivem para colnir a cabeca 111
gundoo lugar de sua lia bi tcito, se hmido,! igreja, por 1,0'JO rs. caliuiu; na loja n.
scc30,areado ou ventoso, sujoilo a febres ou 2 da rua Nova.
outra inl'ermidade. Terceiro se na ra mi I i a
Icm apparncido casos de molestias por des-
posic3o hereditaria ou adquenda. (Juarto
-e .lenle, desyphilis pela primeira, sogurt-
da ou mais vezes, om que tompo o fui pela
primeira ver, o lempo ou intervallu que mo-
diou no sollrimento do urna s outras,
quaes os principaes symptomas quo entilo
experimentara, remedios &. do que om. 1,
. I oitos 10 111,1,.;.... OU no- .111.1.0 lo do uso
de mercurio, ou outro qualquer remedio,
de que so lumbre Iho Tora subininislrjdo, o
em que doso. Quinto so o mal do que pre-
cedentemente se trata, tr precedido, acom-
dpanhadoou seguido do algum outro acci-
vente ou eniermidado, quor de ongem di-
-ersi, quer procolcnts da mesma lypbils.
Sexto em lim, quaes os symptomas q.ier
naeUectivo padeeimeulo de mol venreo ou
outro qualquer desappareceram, modeiiea-
ram-se ou existem sem alterac3o apreciavel,
que nada menos importa que a declara-
Ojio do lempo da molestia, sua ospecie ou
qualidade e curso at o memento da consul-
la, complicacoos sobre viudas o meios de
de que se tem feito uso.
Adverte-so ao Sr. Bernardo de Albu-
luerque Fernandos Gama, que o seu corres-
pondente nesta praca, nao tem pago a suds-
cripcSo do Diario.
Na rua da Moda n. 7, primeiro andar,
Tazen-se espanadores da melbor qualidade
possivel, por preco commodo, acontento do
comprador.
-- Precisase do um moleque, para uina
casa de pouca familia : na rua Nova, loja de
cutileiro n. 86.
Precisa-so de um feitor, para um pe-
queo silio nesta cidade ; a tratar no Hospi-
cio no sitio de ponas verdes, junto do da
Viuva Cunha.
Precisa-se de urna preta captiva, para
o servico de urna casa franceza : na rua do
atierro da Boa Vista, loja n. 1.
-- Vende-so un gallo un campina bom
c.iii.i ii.r, um .- un.,.' um cabocoluilio,am-
bos bons cantadores : na rua da Praia 11. 70,
armazem de carnes.
F.ira cortejo1
Vendem-se superiores dapcos de pasta
propriOS para coi tejo : na praca da lu lepen
delicia ns. 21, 26, 28, e 30,
****,y 9 Vendem-s.i encerados de cores de
'> madeira p.ra cobrir pianos, mesas do 9
? j nt ir : na rua Nova n. 2. '*.
Uotim.
Na ruado Vigario n. 23,segn loan Jar ha
para vender muito superior rotim para tecer
cadeiras a preco comuiodo.
Sal cm paneiros.
\ ende^t! no Armazem do Sr. Antonio An-
nes, no caes da Alfandega ou trata-so cora
J, B da Fouseca Jnior: na rua do Vigario
n. 23, 2. andar.
('urdios de arroz !
lista j,i t.lo conhecida substancia alimen-
taria para os cavallos prximamente edega-
dos, em sacas por preco commodo veudo-se
no armazem do Sr. Antonio Annesjno caes
da Alfandega.
Charutos de Ilavana, puro i
* fumo, de uina nova fabrica 4
* denominada Fanetola, em
* caixas ricamente ornadas,
' proprias para se fazer mimos: *
10 na loja da rui Nova n. 2.
^^^4?4tf*VaWafif}atf UatiailaU g^ ,tiM altt
Bilhetes do Rio de Janeiro.
aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia 11. J vendem-se
bilhetes inteiros*, meios, -quarlos,
oilavos c vigsimos, .1 beneficio da
segunda teria'do Hospicio de Pe-
dro II t[iie ficou para correr no
dia a5 ou 27 de novembro.
Bheles do Rio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
O catilelista Salusliano de Aqui-
no Ferreira, avisa ao rcspeitavel
publico, que no dia 4 5 deste
mez, deve chegar do Sul o vapor
.11 c.nnp nli;. brasileira, conduc-
tor da lista da stima lotera do
theitro de Nicthcroy, e paga sem
ganancia alguma todos e quaesquer
premios que .sahirem nos bilhetes ,
meios, quartos e cautelas, vendi-
dos na praca da Independencia ns.
i3 e i5, loja de calcado do Aran-
tes, e ua rua da Cadeia do Uecifs
n. '|ii loja de miudezas, e tam-
bem faz sciente ao respeitavel pu-
blico, se por acaso vier o resumo
da extrarao di segunda lotera do
Hospicio de Fedro 11 no Jornal do
Commercio por elle responsabe-
lisa-se a pagar em continente sem
descont algum todos e quaesquer
premios da referida lotera nos
ugares cima mencionados. A el-
les queestatn no resto.
Meios bilhetes 11,000
Quartos 5,5oo
Oitavos 2,800
Vigsimos i,3oo
Vende-se urna carroca om bom estado:
na rua Nova, loja do cnapeleiro de Guilher-
me Wollhausen n. 46.
Vende-se um sildio do sendora com to-
dos os seus peitonces por preco commodo.
*?*?*? *????*',*>!* ?*? por a dona so rotKar para fra da torra:
9 O Medico Almeida, formado o pro- ; quem protonder dirija-se a rua da Senzalla
$ft miado pela academia do Porto om Voltia n. 46.
* tolos os annos da sua frequencia po- *!; Vendem-se ptimas canoas de todos os
do ser procurado a toda ahora .India '* timando*, viudas do Pilar, provincia das;
? no largo do Corpo Santo 11. 13 pri- 9 Alagoas, por precos commodos : a tratar na
*g me ro andar da casa do Sr. coronel gj|ruado Livramenlo n. 16.
19 Mamado Presla-se aoporar e recei- I lar gratis paraos pobies. <>' Faz-SO todo 0 negocio.
^"i Veude-seuma obrigaco, de passado por
Abordo do patacho Marga- jciaudinu dos Santos Lopes Castello Branco
rida, fundeado defronte do arsenal \ ^96tre d.e PVffl.eu',fVnn **.".' ll* ,do.c^l>0
, 1 e da quantia do 180,700 rs.; na rua da Cadeiit
de guerra, anda ha a superior fa- do Kecife o. 8.
*


mr*z
^
i

PECJ1INCHA. Vendem-sc cabos delinhoe
Aiuda existe urna pequcnaquan-'de maniiha: era casa deGeoKen-
tia das superiores eolias de linho, woilhy & Companhia, na rua da
do melhor gosto que tein appare-jCruz n. a.- '
cido no mercado, pelo barato pre- Vendem-se silhSes de couro
co de 10,000 rs. cada urna : na na de porco, para montara desenho-
do (ucimado, loja n. 17. ra, bem como cabecadas de couro
Dinheiro vista.
Vendem-so pelo custo selios inglezes.for-
rados de couro de porco, ditos de borra nha,
ditos deso* com esturo, silhOes para mon-
taria 40 aenhort, cabegadas rolicas, ditas
chatas de lustro, esporas Unas de metal
branco, estribos de metal branco, ditos de
ac : na rua N:>va n. 28, loja de seleiro.
Figuras e vasos para jardim.
Chegaram do Porto> mellioros (guras e
vasos para jardim, do louga fabricada na-
quelle paiz ; as amostras estam patentes pa-
ra quem quizer comprar : na rua da Cadcia
do Itecife n. 38, ou na rua do trapicho n.
40, segundo andar.
Vendem-se verdadeiros cha-
rutos de Havana, os mais superio-
res que tem vindo a esta praca :
prezuntos de Weslphalia, linguas
seccas de Buenos Ayres e lentilhao
cm garral'es, tudo chegado recen-
temente: noarmazem de W.Bauch
na ruada Gru n. l5.
Veode-se por prego commodo urna com
moda em bom uso: na rua do Apollo, ar-
maren n. 34.
CHA' BiUZILEinO.
Vende-se cha brasileiro em latas de libra,
aa.OOOrs. cada urna; quom, considerando
que o cha da India lie preparado com o ail,
e secco dentro de vasilias do cobre, c por
consequencia impregnado do materias vene-
nosas, que aITcctam a saude, nSo preterir
do certo o cha brasileiro, que he preparado
de um modo muito simples, c seceo sobre
laminas de ferro,tornando-se por.isso mesmo
muito maissaudavel : no pateo do Collegio,
casa do livro azul.
~ Vcntlc-sc, por preco com-
modo, fumo cm follia, para cha-
rutos de primeira c segunda qua-
lidades, macella chegada ltima-
mente do Porto, e cal virgetn de
Lisboa tambera desembircada a
[ionios dias : a tratar no aniia&m
de Dias Ferreira, no caes da al-
fundega, ou com Novaes Com-
panhia, na rua do Trapiche 11. 3/j.
(<>,???'**?*??'?> 4
1} Mimos da expasitio. ,$
V) Na loja do sobrado amarello nos qua- 4
tro cantos da rua do Quuimado n. 2! t)
tom para vender nova fazonda pira 4
vestidos do senhora, denominada mi- 5
0 mosda exposigo, fazenda dodilica- )
tdissimos gostos o cores muito lisas <
pelo diminuto prego do 410rs. oci- -,a)
t> vado. O)
***.?***********!* j&&
Chita larga Iranceza, a aijors.
Vende-sc chita franceza laign pa Ircs
modernos, oscuros e claros, o clrcs lisas.
pelo baratissimo prego do 210 rs. o covado,
lendo grande porgflo para csrolhcr : na loja
do sobrado amarado, nos qua tro cantos Ja
rua do Qucimado n. 29.
Sedas furta cores, a 1,70") rs. o
covado,
por lao dimiiiiito proco, que indci
xar deler um vestido de seda ju-
ra a festa ? na rua do Qucimado n.
10, vendem-se as meliiorcs c bo-
nitas sedas furia cores, para vesti-
dos de senhora, meninos c man te-
leles, a 1,700 rs. o covado ; dam-
sc os amostras, ou mandam-sc as
peras em casa para mellior o com-
prador cscolher.
Vendem-so portocs, portas o sacadas
de pedra com soleiras de granito, deposita-
das defronto da fiiiidiegn doStarr,em Santo
Amaro : a tratar na rua da Cruz do Recife
11.51.
-- Vende-si a (;rande:asa lerna, sita na
rua do Mondego, n. S6, pcrtencenlc a Rita
Alaria da PaixSo, lio urna das rasas mclho-
res construidas nosta cidade, tendo grandes
accomm legues, feita com mirla seguran-
ga aceio o do gosto moderno. Tem cin-
co jauellas de frente, com grande porlSo do
ferro ao lado, quatro salas, dez quirtOl,
grando cozinha, com modos para creados o
osuravos, estribara o grando quintal mu-
rado. Acha-se hypothecada aos Srs. Jos
Antonio Basto, e lleane Voule & Oompaiihia
sendo que vonde-so para pagamento destas
hypothecas e com o consentimeuto dos mes-
mos creJores hypothecarios. As pessoas
quo a pretenderen), qucirSo diriir-sc ao
sr. Jos Antonio llaslo, na rua di> Cadeia
do Recifo n. 34, qual se acha competoote-
Dieuto autorsada para o ajuste.
Vendo-se o engenbo Laga Redonda,
no dislriulu do porto Caivo, uum legua cn
distancia dessa villa, de superiores larras,
lauto de cinna, como do mandioca e ludo o
mais ; he composto de grandos varseas.o do
inelhor cercado possivcl; acliam-sc desmoro
nados os seus edilicios, por isso que tem es-
tado uns poucos de anuos de fogo morto,
melhorando assim cada voz mais as Ierras
para sua produego, vende-so a dinheiro,
ou a prazo, c mesmo em permurta de es-
r.ravosetc. : tratar nesta cidade com Uno
Jos de Castro Araujo, na praga corpo Santo
n. 3, ou com Jos do Barros I'imcntel do Re-
g FalcSo, junto ao passo do Cainarsgibe,
no scu engenho varsea de Souza.
Vendcm-se relogios de ou-
ro cprala, patente ingiez : na rua
da Senzalla Nova n. l\i.
Vendem-sc ancoras c amar-
ras de ferro para navios : cm casa
de Geo Kenworthy & Gompanhia,
na rua daGruz n.a.
-- No escriptorio de Novaes Ai Compa-
nliia, na rua do Trapiche n. 34, tom para
Tender por prego commodo os seguiutos ob-
jeclos chegados ltimamente: chapos do
chile interfioos, tinta para escrevor, graxa
em potes para calgado, linha de roris, magos
com palitos enfoilados e panno do linho : a
tratar no mesmo escriptorio.
Vendem-se reloios de ou-
ro c prata, de sabonete e de vidro,
patente ingiez .- em casa de Geo
K.enWorthy & Gompanhia, na rua
da Cruz n. 2.
___ Vendem-se arreios para ca-
vallos de carro e cabriole!, chega-
dos agora : cm casa de Geo Ren-
worthy & Companhia, na rua da
Cruz n. 2. I
AGENCIA
da fundico LoxV-Moor.
RUA DA SENZALLA NOVA N. 42.
Nestc estaheleeimeuto conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para engenho, machinas de
branco : em casa de GeoKenwor- "aPor> e.,a,!ta8 de fe"<> batido e
thv & Companhia, na rua da Cruz condo' de todo8 8 Umanhoa, pa
i a ra "
'- Vcndc-ac superior panno de Agencia de Edwin Maw.
. j ^a rua algodao para saceos de asSUCar : monl& Companhia, acha-se conalaiitemenle
cm rento de Uia de ferro coado e
Cm casa OC UCO ntn^oniiy uc ba,|u0, ulo raa como funda, moendas ia-
Companllia, na la da GrUZ ll. 2. -ira lodas de tarro para aninaea, agoa. ele,
1 1 .. dius para armar em madeira LspOSl;aO OC riquiSSIlUOS vasos pa- nianhos emodellos o mais moderno, machina
m flores C nerfumaras. horlsonut para vapor, com forja de 4 caval-
' ,,,, .. los, coucos, paasadeiras de ferro eaianhado
Vendem-so ricos vasos do porcelana da par, cala de pu|gari por mcno, pref 0 n
China de varios tamaitos para llores e per- decobre, eacovens para uavios, ferro ingle
fumarias, do todas asqualidade : na rua da taaloem barra como ciu arcosfolhas, eludo
Cruz do Recife deironte do Corpo Santo luja por baralo preco.
tMNNHNtNN' Ant6 d^A e Cfll
alcodao" para saccs. i virpem.
voude-se muilo bom llgodBo para sa- H^ | 1 t 1
t> eos de assucar, por prego commodo: a rua do trapiche, n. J7, ha
? 0111 casa de Ricardo Hoy le, na rua da ^ muito superior ca nova em pedra,
4
eamurado de una banda, por prego com- 'quella rahrica, muito proprio para saceos de
modo, por seu dono se retirar a tratar de jassucar o roupa do oscravos. porpregocom-
sua saudo : nos Afogados na rua doCatuc, jmodo.
laverna de J0S0 llespinhol, a tratar como, Lm casa de J. Keller &
me-Smvende,n.soealug.m-se bichas, chega- gompanhia, na rua da Gnu n. 55,
das ullimmenlo do Hamburgo, por prego ha para vender um piano lorie ,
commodo: na rua do S. Amaro .1. 28. chegado ltimamente da Un ropa
POTASSA DA RUSSIA. e com exccllentes vozes : trata-^e
No armazem de Jos Tcixeira na casa dos mesmos.
liasto, narui do Trapiche n. 17,
ha para vender, nova c superior
potassa da Hussia, chegada recen-
(emente.
I (mili.:. e guardauapos.
Na loja do sobrado amarcllo, nos quatro
cautos da rua do Qucimado n. -20, t^iii para
vender um grande soi tmenlo do toalhas da
diferentes taannos, oem pega que so ven-
do em varas ; assim como um (raudo sor-
timento do guirdaiiapos de diversos lann-
nlios o qualidades, o quo tudo se vomlc por
prego do agradar no comprador.
Gorte.s de dita c cassa.
Continua n liavcr grande sorlimcnlo de
corles de vestido de chita, com I.: covadus
em um 10 pedago, a 2,00U rs. ; ditos do cas-
sa do coros, DllS B hons padrn, a 'J.OflO rs.:
na loja do sulirado amarello, na rua de
Queimado n. -'!.
Ai,.dos ilc ferro.
Vendem-se arados de diverso.!
modelos, assim como americanos
co'ii cambSo de sicupira e bracos
da ferro : na fnndicSo da rua do
Hnun ns. (i, 8 c 10.
Vendem-so velas de espermacelo, cm
caixas, do suporior qualidade : cm casa do
1.KelleretCompanhia na ruada Cuu nu-
mero 05.
Deposito de cal virgem.
Cunha n Amorim, vendem barriscnm cal
cm pedia, chegada ultimamentn d Lisboa,
na barca Utrgarida, por manos prego do
quo 0111 outra qualqucr parle: na rua da Ca-
dcia do Itccilou. O.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuso,
pndulas c picota pnra cacimba :
na rua do JJrum ns. (i, e 10,
fundicSo de Ierro.
Farinha de mandioca.
A mais nova o mais liirala faiinha de
mandioca que hn 110 iniTca^lo, v"iilc-so na
rua da Cruz do Rocifc, nimazcni 11.13, de
Jo5o Callos Augusto da Silva.
Afeite de carrapato da fabrica de
Araujo & Filhos, no l'cnedo.
Esta a/eitc pela perfeifBo rom quo be
fabricado nio s servo cm lugar do azeito
doce c do coco, para qualqucr quali lade do
caudiciios por mais delicados que sejBo,
como he muito preOrivel a qualquar outro
por dar una luz iniis brilhanto, sur mais
durativo, c seu custo ser mais baialo ; nu
lem o ebeiro dcsagradavel que exal 1 o azei-
te de carrapato comoium, ncm cm nada
dellcsen.ssomollin. Vende-se um barriz do
16 caadas 2,400 rs. a cauada, no armasen)
de J. J. 'i .i--.ii Jnior, rua do Amorim n, 35,
Moinhos de vento
eom bombas do ropucho para rogar hurtas
d baixas decapim : vendem-se na fundigno
do Bowman .\ Me. Callum, na rua do Brum
ns. 6.8 o 10.
-- Vendcin-so amarras de ferro: na ma
da Senzalla nova n. 42.
No aterro da Boa Vista, lojan. 18,
drli(me do Tribunal do Gom-
mcrcio.
Contitiua-se a vender riscados
escuros, muito lories, ptima ij-
zenda para roupa de esclavos, c pe-
lo diminuto prceo de 100 rs. o co-
vado, c Otilias umitas fazendas ba-
ratsimas.
Sapa tos de tapete.
Vendem-sc os bem conhocidos cortes de
tapete, para spalos, a 500 rs. o par : na
rna do Queimado, loja do sobrado amarcllo
n. M.
Algodio [1:11,1 saceos.
Na loja do sobrado amarcllo, nos quatro
cantos da rua do Quoimado n. 29, vendo-so
al godo para saceos, por prego muilo com-
modo.
O Vende-so um grande sitio no lu- O
<3 gardo Manguinho, que fica defronte O
0 dos sitios dos Srs. Ca uciros, com Q
Q grandocasa de vivenda, de quatro ^
q agoas, grande senzalla, cocheirs, ^
Principios gctaes de economa pu-
blica c industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480rs. : na
praga da Independencia, livraria n. G o 8.
- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de
Janeiro, cm caixas de 100 libras
surtidas, de 1 a 16 em libra, c tum-
ben de um s lamanlu, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-sc no escripto-
rio de Machado & Pinheiro, na
rua do Vigario n. 19, segundo
andar.
Casa de commissao de cscravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para foro del la, para
o que se o florece inuitas garantas
a seusdonos .* narua da Cacimba
n. li, primeiro andar.
Tulxaa para cng;ciiIio.
Na fiimligao de forro da rua do llrum,
acaba-sede receberumcompleto sortimen-
to do laixas do 3 a 8 palmos do bocea, as
iliia.i,-, acham-se a venda por prego com-
modo, e com promplidflo embarcam-se,ou
carregam-so em carros sem despezas ao
comprador.
Vende-sc um carro do qua-
tro rodas, muito leve, para um ou
dous cavados: na cocheira do Mi-
guel Sougei t no aterro da Boa
Vista.
Eiu casa de J. Keller &. Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o oxcellento e superior 1 iit/111 tic lti-
fvllus, em barris de 5.', lio muilo rocom-
inondavcl as casas eslrangeiras, como ex-
excellcnto vinho para pasto.
Arados de ferro.
Na fundigo da Aurora, em S. Amaro,
vendom-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Moendas superiores.
Na fundigo do C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro, acham-so venda moendas
de canna, todas do ferro, de um modelo e
construego muito superior
Deposito de tatl epotassa.
No armazem da rua da Cadeia
do lieciie n. la, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a procos muito rasoaveis.
FAKINI1A DE MANDIOCA.
A mellior farinha de mandioca
que ha no mercado, vende-se a bor-
do da sumaca S. Antonio, entrada
de S. Gatharna no dia 20 de no-
vpinbro,fondeada confronte a esca-
dinha do Collegio: trata-se a bor-
do da mesma sumaca, ou narua do
Vigario n. 19, segundo andar, es-
criptorio de Machado & Pinheiro.
Gheguem freguezes antes que se
acabe.
Noarmazem do Marlins & Irmio, narua
da Cruz do Recife 11. 62, chegaram ltima-
mente os seguintes gneros de muilo boa
qual ida do : --queijos ion 1 n nos prezuntos
inglczes e do Porto, conservas inglozas e
francezas com dilTerentes frutas, latas de
salmo, ditas de ervilfias e sirdinhas de
Nantes, ditas com bolachinhas inglozas ,
buiso levou vestido caiga o camisa de ri.
cadinho azul, e chapeo de couro. lm L.
ral do lo, Antonio mulato de d.da T ":
annos pouco maisou menos; Uyou ,.|
ga de ganga amirella da quadros, lev.'"
do tambem outra caiga de ganga azul
os denles limados: pede-ss ag autoridad
policiaes. ou quom os apprehonder da
levara rua do Collegio n. 4, quo logo rar
bor a quantia cima aleccionada.
-- Continua s estar fgido desdo odian
do passado, o moleque de nome Mamnj
crioulo, de idade de 15a 16 ancos, liastBi,'
esperto, secco do corpo, estatura regular
psemSos grandes: levou camisa de ris'
cado azul, caiga de algodosinho azul irn
gado, e mais alguma roupa. Suppoo-se le
tomado a direcgUo do Bonito, ondo moran
seuantigoSr. JoSoP. Alves ox alf,'rosdepn
Jicia, de quem ainda he escrava a mSi do dit
moleque : roga-se as autoridades hajam da
appreende-lo, e leva-lo a casa de seu Sr, n
major Antonio da Silva GusmBo, m rua lm
perial n. 64. quo ser generosamente recom
ponsado,
BOA GRATIFICAGA'.
Ausentou-se na noite de 27 de
outubro passado o mulato Cle-
mentino, de ao annos de idade
pouco mais ou menos, magro, al-
tura regular, tem muito pequeo
utt-s, ilud uuiu uoiacninuas lugiuzos 1 1 L r 11 -----
armelada de Lisboa, moslarda.o muilo a- DU9 OC DarDa e lilla muito mansa,
creditadocba deS. Paulo, caixas com multo miando anda parece que n3o nina
superiores magas linas para sopa, glgos com (*_____ ^ r,a"
champsnhe, vinho de Xerez, Madeira, Bu- [bem com OS calcanhares, COStuma
celias el'oito, garrafas com extrait de ab- andar calcado e bem vestido, Ie-
sinthe e outros muitos gneros, tudo poi i_ _- _.u, j_ _.
mdico prego. |Vou urna trocha de sua roupa, in-
Velas de carnauba em libras, iclusive calca ejaqueta de panno
Vendem
esrorinac
Cadeia do nwm u, jo.
MOBILIAS DE FERRO. \os> com bot5es ,,e madreperola
Vendem-se ricas mobilias de fer-rran1clos e consta que levara um
ro, como canaps, mesas, cadeiras !fav?|l0' qe naquella occasiSo a-
vcias ue carnauba em auras. i"""- tait cjaijuea ae panno
endem-so velas do carnauba imitando lino ozul, c olcm domis algum
cuaoteci'fe nj3a6d0 S"er0 "' "" ^ c,a,?ado' um.Par dc boraegain Jar-
$ n = 2
o c
*liS
Sjc- S^JJbSo
a_[!--i i(-*&
COm liraen c sem elle, e muitos 011-
tros objectos de ferro : no arma-
zem de Kalkmann Irmaos, na rua
da Cruz n. 10.
A Henean aos habitantes da comar-
ca de Goianna
Vendc-so pelo barato prego do I .non,mo
ou Iroca-sc por esc.iavos um das melhures
moradas do caza do pedra c cal da cidade de
Coianna, citas na rua do moio n. 23, com
2 salas, 2 corredores, 6 camarinha, 2 salas
do dciraz, cosinha puchada fora, cacimba
de boa agua, o quintal grande : quem pre-
tender dirija-se a cidade do Itecife, rua do
Vigario, sobrado n. 20, primeiro andar, a
tratar com o scu proprietario.
Em casa de J. Keller &
Companhia, na rua da Cruz n. 55,
vendem-se marroquins superiores,
viudos de Franca pelo ultimo
navio.
- Vendo-sc urna oscrava creoula, moga o
com habilidades : na rua do Cabug 11. 3,
sogundo andar.
Para voltarete.
Vendem-sc cartas linas francezas : na rua
do Crespo 11. 2.
~ Vendo-so azoito de carrapato a 200 rs.
a garrafa, o sendo a canHda 1,440, gracha
em lata 100 rs., azeitonas novas, figos, pa.-
sas, assucar retinado, dito de carogn.fannha
do reino dita do Maranhao 80 rs tudo
por monos pregos do que em outra parte :
no palco do Carino venda n. 13 debaixo do
sobrado doum andar na quina do beCCO da
Bomba.
-- Vende-so um preto escravo, perfeito
cozinheiro o canoeiro, bonita figura, sadio
o sem vicios, aos pretendentes se dir o mo-
tivo porque so vende : i.a rua larga do Ro-
zarlo, loja 11. 35.
elles rapazioda, que a lesta est
prxima e recebe-se dinheiro |
fresco para os pasis.
Na loja de. miudezas n. 3, ao p da ponto
da lloa Vista, vendom-sa os afortunados bi-
lletes, meios c cautcllas da lotoria d.- Nossa
Senhora do Livraibcnto.
i'.nado Fasseio Publico 11. 5.
Vendem-sc 18 coixilbos envidragados e
promplos para qualqucr obra, por prego
muilo commodo.
VendS-sc a laverna do pateo da Penha
n. 10 com poucos fundos, propria para
qualquer pesaos principianto : a tratar com
o dono da mosma.
Attcucao.
lugra, o qual tem os signaes se-
guintes ; castanho, barrigudo,
dinas pretas, gordo e tem um la-
lho em urna anca; he provavel que
queira passarpor forro, he boliei-
ro e escravo de Luiz Antonio Si-
queira : quem o pegar leve-o a rua
da Cadeia do Recif( n. ai, que se-
r recompensado.
100,000 rs. de gratilcagSo.
Moga-so as autoridades policiaes, que cap-
turem o escravo tlanoel, pertencente a Se-
basliflo Marques do Nascimento, fgido des-
de o da 8 do mez do sniemhro. I'oi
elle escravo do Sr. Gabriel Alfonso Riguei-
ra, i quem foi comprado ltimamente : tom
28 annos do idade pouco mais ou menos, cor
fula, com falla de dous dentes na frente, a
de cabellos do lado esquerdo da cabega, que
se torna bem visivel por paree t urna co-
rda, tem olhos pequeos, beigos grossos,
sem barba, baixo, corpo regular, be odlcial
do funileiro. Trajava jaqurta de riscado
azul, caiga branca, camisa de madapoln, e
levou urna trouxa, contendo caigas ejaque-,
tas : quem o apprehender e levar rua di
Aurora n. 62, rocebor-a gratilicagao pro-
mottida. Suspeita-sc que fosse seduzido, e
por isso desde j protesta-se contra quem o
conservar em seu poder.
-- Desappareceu na tarde do da 13 do pas-
sado um escravo por nome Joaquim tom os
signaes seguintes: boa estatura, representa
ter 35 annos de idade, falla desea)baragada,
pos grandes, tem todos os denles da frente,
nariz chato, quando anda estala as juntas dos
joelhos, levou camisa de algodaosinho brin-
co, caiga do dito azul, este oscravo foi do
mato: quem o pegar leve-o a typograpbia
imparcial a fallar com a viura Roma que se-
r recompensado.
Desappareceu no dia domingo, 12 do
passado, um preto que representa ter 45 a
50 annos do idade, de nag.lo cagange, baixo,
choio do corpo, sem deleito algum no corpo,
levou vestido, caiga do cssemira azul clara
de quadros c j velha, coleto do setim preto
volho, jaquela de brim pardo,camisa dema-
dapolo, chapeo de seda preto ; presume-se
quo anda polos arrebables desta cidade, pois
apezor de ser do seralo nSo sejulga quete-
niia voli-i'lii : roga-se portanto as autorida-
des policiaca e capitSes de campo, a captura
do mesmo;levando-o a rua do Vigario n. II,
terceiro andar, que se recompensar.
Desapareccu no dia 8 do passado, da
villa do Cabo, o escravo cabra de nome Mi -
, guel, representa ter 30 a 35 annos pouco
maisou menos, com os signaes seguintes:
pouca barba, rosto comprido, beigos gros-
!sos, borca regular, bastante gago, ostatura
O
estribarla, baixa de
tenia 3 a 4
uaixa de capim que sus-
n iuui cavallos, grande cacim- q
J ba, com bomba e tanque coberto a
J~ para banbo bastantes arvoredos do ?
W fruclo : na rua do Collegion. 16,se- ~j
O gundo andar. ''
><>QO Casimiras baratas.
Vendem-se os mais modernos cortos de
casimira, que ha no mercado, a 5,500 rs.
cada corto, tendo grande sortinicnto para o
comprador escollicr: na rua do yueimado,
loja do sobrado amarello n. 2.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade: vende-se no arrea-
em Kalkmaau Irmaos Rua da Cruz, n. 10
Bili?giaOISOAlD0
SALSA PAjffilLHA DEBRISTQL
iWAlAKuElnASIDS.
A salla parrilha deltristol data desde 1832, e lem constantemente mantido sua reputa-
eflo, sem necessidade do recorrer a pomposos annuncios do quo as preparagOes do m-
rito podom desponsar-so. Osucosso do Ur. Ilristol lem provocado infinitas invejas, o
entre outras, os dos Srs. A. R. D. Sands, do Ncw-York, 1 reparadoros c propietarios da
salsa parrilha conhecida pelo nomo de Hands.
Eslesseiihorossulicilroem 1812 a agencia do Salsa parrilha de Btillol, e como n3o
o piidcssem obler, labricaro urna imitago de Bristol.
Eis-aqui a carta que os Srs. A. R.l). Sands escreveram ao l)r. Ilristol, no dia 20 de abril
de 1812, e que so nclia em nosso poder :
Sr. I)r. C. C Ilristol.
1:11 la lo, etc.
Nosso api cciavcl soiihor.
Em todo o auno passado temos vendido quanlidados coisidcravcis do extracto do
salsaparrilha do vid. o pelo queouvimos dizer de suas virtudes aquellos que a lem usa-
do, julganios que a venda da dita medicinaso augmentar mullissimo. So Vm. quizer
fazer um convenio comnosco eremos que nos resultara muita vantagem, lano a nos
como a Vm. Temos muilo prazorque Vm. nos resaonda sbreoslo assumpto, o so Vm.
vier a esta cidade daqui a um moi, ou cousasemeluanle, loriamos muito prazor cm o
ver om nossa botica, rua do Fullon n. 79.
l-'icio s orden:, do Vm. sous seguros servidores.
(Assignados) A. R. Sands?
Vendc-so, por 3:500,000 rs., o sobrado do !ordinaria, um pouco ebeio do corpo,eca-
dous andares o solHo, com trapcira e loja ro- bellos encaraplnhados : q-icni o appreonder
partida, com boa cacimba na chagoo cm o levara casado Dr juiz municipal do mes-
chilos proprios, no Recife na rua do Apollo mo lugar cima, ou a do Sr. Antonio J01-
n. 29 : na mesma rua 11. 31, so dir quem quim Ituarque na ruado l.ivramenlo n. 27,
vende. iser generosamentu gratificado.
Vcndem-se as seettintes o-I --Nanoute.de 19 do passado, desappa-
rcoou, urna preta de nagflo, ponime Ha-
ra, estatura regular, bastante secct do cor-
po, j de meia idade, com todos os dente
da frente e urna marca M em um dos bra-
gos, quando falla pouco se percebe e parece
maluca por fallar inultas vezoi s, andavs
ven leudo agoa em um caneco de folha ji
.usado, levou vestida urna saia de chiia de
tugiiCZ4; tratado Comniercial; ora- asiento branco.com llores encarnadas, c-
enlo, ou o livro dos Destinos : na I misa ,,v w uuluiva 111 Iho : a pessoa quo a capturar, levando a rut
ruada Cruz 11. u, primeiro andar. Augusta, sobrado de um andar esotfion.9,
Vi-n Ic-so um torrador e um moinho lu- era pago do seu trabalho.
iras: -- geographia por Chanchard
cA.Muntz, com rica encaderna-
5S0, ti mappas e 3oo eslampas ;
ltapha,el, Faginas da Juventude ,
por A. de Lamartine, verso Tor-
do em uzo ; vende-sc por seu dono n.1o
queror continuar: na venda do patoo do
Carino n. 13.
Vendo-se, para fura da provincia, urna
rscrava creouli, coi) ISannis, tem boa fi-
gura o he recolhida, sabaengommar, coser
o cozlnhar : na rua Nova 11. 16.
Vondc-so uiu mulequc creoulo de bo-
nita figura o muilo boa conducta, s se ven-
Desappareceu do engenho S.Amarinbo,
freguezia da Varzea, no dia 21 do passado,
um molecote de nome Eufrazo, com os sig-
naes seguintes : representa ter de 20 a 22
annos, estatura regular, hem preto, de na-
e.io Mussambiquo, nariz nao chato o um tan-
to arrebitado, bonitotee pspequonos: quero
o pegar, levo-o a rua do Collegio, venda 11.
5, ou ao 1110M111 engenbo, que sor bem ro-
d para a provincia : na rua da Cadeia de compensado.
Santo Antonio n. 14, segn lo andar. Desappareceu da fabrica de crldeireiro
- Vende-se milhu novo em saccas de al- da ruado Brum n. 28, no dia ndopassalo
QOITCLUSAb-
querc raso, a 2,500 rs. .- na oxeira do For-
te, de "altas.
-- Vendc-so um relogio de ouro patente
suisso, bom regulador; um trancelim de
ouro de muito bmn gosto, com o peso de
7 1[2oitavas : quem quizir, annuncie.
Vende-se urna negra moga, propria pa-
ra o sorvigo de campo -. a tralar na rua da
Cruz n. 8, tercalro andar.
Vendem-se 2 armarios, com altura de
s palmos, proprios para guardar diversas
COUSlf : no becco da Lingoela 11. 8.
mez de novembro o preto Antonio, de na-
e.lo eahinda. que representa ter 45 anuos Je
idade, altura regular, cheio do corpo, cara
abocotada, muito cabelludo nos peitos c
rom bastantes cabollos brancos na cabeg1,
o um pouco carrancudo; he olcial decal-
deireiro, foi encontrado as Cinco Pentas, e
seguio o camloho dos Afogados, e ba natu-
ral que seguase mais adiaute por ter levado
tola a roupa que linha, e por j ter sido
pegado do outra vez na freguezia da Osea-
da : roga-se portaoto, a quom o pegar do
Vende-so um selim em bom estado, | leva-lona dita fabrica cima, que ser re-
com todos seus pertences : na rua do Ran- I compensado.
I.* A aiitigmdade da salsa parrilha do Ilristol, lio claramente provada, pois que ella
data desde 1832, o que a de Sands s appaieceu em I8'.2, poca na qual oslo droguis-
ta n.Mi podo obler a agencia do I) Ilristol.
2. A suporioridade da salsa parrilha do Bristol he incontestavel, pois quo nilo obs-
tante a concurrencia da de Sands, e do nina porgo de outras proparagOos, ella tem man-
tido a sua reputago em quasi toda a America.
gcl n. 38. segundo andar.
Escravos fgidos.
Gratifica-se com 180^
Na noite do dia 22 lo passado foram dn-
Sr. Dr. Saturnino de liveira, medico do exercito, epor varios outros medico, per- guiar,tem o ar dcsfargado.a qual fui dofran-
mitlein boje do proclamar altamente as virtudes efllcazes da salsaparrilha de Bristol.' coz Joo Lobato fabricante de chapeos deso
Venle-se a 5,000 rs. o vidro; na botica de Sr. Jos Mara Goncalvcs Ramos, rua1 da rua do Passeio,e o molatoBaziliodo ida-
dos (ju -it-is pegado ao Quarlel do Polica.
[ do quo ropresente 19 annos, espigado, e com
30,000 rs., de gralicago-
Desappareceu no dia 15 de julho do cr-
lenle anno um muloque crioulo de nonio
Paulino de idado de 10 annos pouco mais
ou menos,cor amarelada por ler Vicio do co-
mor trra,naris chato e feio levou camisa do
algodaosinho soja e calgado risudo, sem
chapen, este escravo porteoce ao Sr. Anto-
nio Jacinto da Silveira do Una quem o pe-
gar lave-o a rua da Cicimba n. II ou <
rua do I.ivramento n. 26 segundo andar qua
receber a gratillcagilo a cima, e se protesta
contra quom o li ver oculto.
f'".i!v. vvTvi'.di: M.V.'ir P-\i:i \


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Anno XXVII Terga feira 2 de De/"; b ro de 1851. %  N. 273. FREO O BA HJBORIffljlO. Pisuuirro ADURTIDO. Por trimestre jtW Por semestre MO Por anno 19/Wv PlOO DINISO DUTUIIIISTII. V. Po, qoartel 4/SOO %  OTIOIii DO 1MFHIIO .1 Pari.'./.*'5 dcNovbr. Minas... iSde'oetbr. M.rnhio l9dedlto Cear... 22 de dito. Parablba. 22 de Nobr. S. Paulo. .'! de di(o. R.deJ. ItdeNovbr. Baha... 17 de dito Das DA miM, iUDIIWClls. I.Seff. S. Eloy b. ttVrc.S. Adrloe P. -S Ouart. S. Krrncisco Xvlerap. das India I Qulol. S. Oimundn. ¡> Seil. S.Geraldo are. 0 Sab. S. Nicolao b., si. Leonina e Dativa 7 Doni. 2. do advento. S. Ambrosio. luixode Orphoi 2. e5, s 10 horas. 1. MrarfoeiM. 3. e6, ao melo-dia. faunia. 3. e 6. s 10 horas. 2. oro do eivel. 4. e sbados ao melo-d, RelafSo. [Tercas e sib ule. xraNiazlDEB. *S *tt f Crescente 30, as I horas e 55 miuutos a ni. Chela a 8, a i hora e 8 minutos da t. Mingoante 15, as 3 horas e ti minutos da m. Nova 22, a 1 hora e 14 minutos da tarde. rniiisin DI HOJI Primeira s 0 horas ello minutos da tarde. Segunda s 0 horas e 54 minutos da manbSa, DOS connr.ios. Oolanna e Parahlba, s segundas e seitasfeiras. Rio-Crande-do-Norte,todas as quintas-feiras ao mcio da. O aranhuose Bonito, 48 e^^ Boa-Vista, c Flores! tii'ti.28. Victoria, s quintas-felraa. Olinda, lodos os dias. NOTICIAS TITBANOEIBAI. Portugal. l4 de Onlln. Austria.. 3deOutbr iiespanba. 8 de dito Sulssa... 3 de dito. Franca ... 8 de dito Succia... I de dito Blgica... S de dito Inglaterra 9deOutbr. Italia.. .. 3de Outbr E.-Unidos 2deSetbr. Alemsnlia. 5 rie dito l'russia ... 3 de dito. Dinamarca 3 de dito* ltussia... i de dilo Mjico... 15 de dito, California 3n de Agosto Cbili. 26 de Abril. Huenos-A. 2 e Selb. Turqua.. 2* de SelbrjMonlcvldeo tide dito. CAMBIOS DE I DE DEZEMBBO. Sobre Londres, a 28 3,1 c 29 d. p.'11000 Plf me Parla, 333 por te. %  Lisboa, sem transacedes. BKTAEa. .* Ouro.—Oncas hespanholas.... Moedas de 6/400 velbas. 16/000 I > de fi.'-inu novas. 1UO00 i %  de4/0C0 9/OM Prata.—Patacaes brasllelros.. ljIOlOVa Pesos columnrlos... 1/020 a Ditos meilcanos lJT7t0'a 1/9)0 1J0 1/750 atann ii* IHII 'i.tof ^jtMfr^—^— PARTE OFFICIAL. 5UNIST&1U ) DA JUtiFlCA. cia.dizMdo que, vista do queSmc. expoza cerca doTerceiro com mandante do corposob i seu mando, Joo Gormano do Paula, rde mandar snlta-lo, cumprindo, porm, que londe ler direilo a oxigir.ijua om sen poder se facam os depsitos de diahoiro; tcoho de responder, que o aviserde 5 de marco de 1849 no qual se declaran que orara "ljectos de deposito publico smente as.pe<;is de ouro, prati o outros metaos de valor, e as podras preciosas, deve s;r entend Jo resIriclamenle, e nSo comprehendenJo o dinhoiro, porque o flm da loi de 17 de julho da 1778 fui restringir e nSo ampliar os objectos a rocolher nos depsitos pblicos, sendo o espirito da nossa legislaras sempre multo favoravel as partes litigantes todas as vezes que estas concordara em se fazer os depsitos em mos de pessoas do sua conlianca. Dos guarde a V. Exc.— Eutebio de Queiros Coulinko Matlozo ('.amara. •— Sr. presidente da provincia do Rio do Janeiro. sou contrato.—Communicou-se a thesouraria da fszcnda provincial. Dito.—Ao bacliarcl Manoel Clemontino Carneiro da Cunh, dizendo que no p le ler lugar a dispensa quo pedio de membro da administracito do patrimonio dos orplios, visto nSo ser convenionte aos interessos do patrimonio dos mesmos orphaos. Dito.—A Jos Francisco Lopes Lima, devolvendo as cotilas das despezas feitas com o sustento dos presos pobres e luz para a cadeia deNazareth, aflm do que solicito o pagamento por intermedio do chele de polica que tem de legalisar taes cotilas. Dito.—A thesouraria da fazenda provincial. Accusando rocebido o seu oflicio de 17 do corrento, ac.impanhado do que Ihe dirigi o agonte dos diroitos do algodSo desta provincia exportaJo na das Alagoas, e mais papis annexos, tsnho a rcsponder-lha que recotnmotidu Vmc. muito positiva e terminantomi-nto ao icl'-njo ageulo quo urna voz da Jo o caso do inffaccao do reglamento provincial do 13 do Janeiro deste anno, fa?a apnrehensSo do genero, o reinotta o respectivo termo com todos os documentos esss thesouraria para que se imnda proceder criminalmente contra o culpado, qne lera desolfrora pena do art. 177 do cdigo criminal.— Nesta data oiliciou-so ao Kxin. presidente das Alagoas, remellen lo-lho copia do seu citado ofilcio edo do referida agente, e solicito a prestante coadjuvaQo do mesmo presidento, para quo nao sejam iludidas as lois o rogulamentos desla. pfrbvnicia a respeito do mesmo assumpto. — OOiciou-se nesle sonti Jo ao mencionado presidente. Dito.—Aadministrai;5odoptrimoniodos orphaosinteirando-a do haver, em vista de sua informa?flo, deferido o roqueriinonto da orphfla Mara Leopoldina do Sacramento com o despacho do theor scguinle-—Sej i recebido a supplicante na forma requerida, marcan lo-lhe a administra(i1o um praso para ella tratar de procurar algum estabelecitnento (orado collegio. Dito.—A cmara municipal do (¡oianna, dizundo que vista do sua declarado, n3o pode sor approvada a arromatac.ao, quo fez JoSo Gomes do Souza, dosimposlos do quo trnta ii %  ; ir, .1 i ;i1 23 da le provincial n. 270de5do julho de 1830, cumprindo por tanto que novamentc mando por om hasta publica os referidoimpostes, o alinal os faca airccadar por administrar;!!'), SJ por acaso nSo bouverquom olfereQa um lanrjo pelo menos igual aquello por que loram arremaI lados em o anuo pruximo passado. 0 2. semestre do oxerciciocorretite, se por i PorWr ¡ a Ao gente da coupanhia das venlura no descobnr inconventcnto algum ¡ bircag UB vapor para man j ar uar pa .ssagom nessa remessa, ficandoporem na inlelligen-'p nra „ cortopor conla ul) governo a Lucio cia de que em Janeiro prximovindouro, AntunJ0 Teixeira o a Joiquim Ignacio da provavelmente ir um navio aquelle pre-| sj|va que Uvorain baixa do serviro do oxSld '9,. 'ercito. luto. — \ mesma, dizenuo que visto nao so poder descantar naquella pagadoria as) Cninmaniin Has armas, qnantias porqfe silo responsaves nlguns of-' n tiommanao aas arma liciaescaixadoextnclo oitavo balalhao O mareclial Je campo gra loado commanilo cacadors, cm consoquoncia de se achadanto das armas, convida os so aores olrom ellerem outras provincias, ter o uncaes da tercera equarts c asses do exaretico quo atMli existe (o capullo Manoel Jos to, e os da exmela segunda linha eMstendaSoledia) consignado o seu sold por les nesta ctdade, comparecerern nuniriaa tnteiro a seu procurador no Rio Grande do (2do.lezembro ) pelas 10 horas do da, aliii Sul, annue, que sejam enviados roprli 5 3o d 8 assisliroiri ao cortejo quo tem do lazei -.. da guerra os recibos dos relVri Jos oniciaes, elllg.e do Sua Magestadoo Impo-ador, afim do que se resolva o que for mais conP or occasi3o do anniversario do seu nasciveniente respeito do pagamento de_tacs monto quantiisfncando pmcm copias dos dilos O' 1 / 1 ge;ral na c. la Jo do Rocifo, em recibos na mesma pagadoria. o 1.dc dezombro do 18al. Dito.-A mesma, romellcndo copia de um Antonio Corren Seara. ollicio do director do arsenal do guerra, Quarlelgeneral na eidailt do Itecift, I." de deflm de quo vista do seu conteudo indizembra de 1851, que o moio pratico de obter-se o forren_ o.imi DO DI* N. 37. ment d'aguaoSos para a companhia do Amanliia, dia annivorsario do natalicio arlillces, mas lamliom para Os diversos ue g.M.o I.. os batalhes da guar.la nacioquarteis, seja pelos Africanos livresoxlslon. nal deste municipio, qu?, em vlrtudo das tes no referido arsenal. ordens do lllm. o Exm. Sr. presidente da Dito.-Ao inspector do arsenal de manprov ¡ n c¡a, foramdcstioadosoos corpos do nhe, dizendoflearinteiradodo haverem siexe rcito existentes nesta guarnicSo, ostsdo apprehendidos 29 pranxoos deamarello 8o ob p ra da as 10 horas da mantilla, no na birca^a Talajuba e 31 na Raitiha dos >n--| ir g 0 ,| 0 palacio da presidencia, em linha ;o, ambos pcocodenles das Alagoas, por nSo i,„ rno oi>nilon mnamn Ur.>, n.nr.lnm que mostrarem os respectivos mostres, que as sora opporlunamente indicada, dilss tnadciras fossem cortadas em virludo 0 eaqua d r ao de cavallaria e os batalhoos do licnca do governo imperial; e prev,. 2 .\ V o e 5. da guarda nacional, forma-! nindo-o deque deva conservar as moncior s 0 a primeira brigada, quo sora commanGOVERNDA l'KOVINGIA. EXPEDIENTE DO DIA 26 DE NOVEMDRO DE 1851. OfJIcio.—Ao commando das armas, approvsndo que sejam contrstados o cibo Antonio Francisco da Silva e o soldado Francisco Antonio de Paiva, pertencentes ao quailo balalhao de artilharia a p,para conlinuarem no servic/j TJo exercito por mais oitoannos, visto j teram'nnajisido o lempo porque eram obrlgadosa servir, segundo consla dos documentos anhexos aos requeriinenlos que devolve, e prevanindo-o dehsver olHciado. n pagadoria militar no sentido de fazer abonar a cada urna das dilas primas, na conformidado das ordens da presidencia, o mximo do premio cstabelocidono aviso do ministerio da guerra do 30 de outubrodo anno prximo passado.— Ofllciou-se nesle sentido a mencionada pagadoria. Dito.— Ao desembarga lor chefe de policia, doclarando ctnsolu<;aoa iluvida proposti pelo delegado do termo do Ouncury, acercado juramento que tem do prestar os subdelegados, que nao so estes mais tambero os delegados dovem cumprir exalamento os avisos de 20 de dezembrn de 1848 el da abril de 1819, no admittindo pratira em contrario, o que isso mesmo passava a communiear a respectiva cmara municipal.— OfUc¡ou-s_e nesio sentido a dita cmara. Dito. ~ A'pjr>doria militar declarando que,-ple enviar pelo patacho Virapama, a somma neceSSafia para fsgimanlo dos vonciraentos do destacamento do presidio do Fernando, inclusive o orJenado do cscrivSo, hem como das diarias doi sentenciados em ter feilo nada notav I; he esso precisamente o ciracter dUtmctivo dos grandes feitos. A's vejes os honiens consummo actos de tnsoramensuraveis rosultados, o olles mesm&s nlo os percebem. Sera-nos demorarmos agora com o decisivo api,lo que prestaran! com a sua invasio aos p i triol i s orientaos, nom com o numen su o solido hem que procuraran ao psjlz em geral, s nos flxaromos broveilento'n* feliz fus3o que facilitaran! com as tropas argentina. ; com essas tropas que sorviam ha pouca, sem conhecel-o, as vistas o intoresses peSSOIM do homem que 00 :ultando-lhes a realidade das muss os tinlia votado morte ou ao desterro perpetuo. Ilorrivol lie sem duvi la a relribuico que o pensamento secreto dos tyyanno* reserva sempre aos initriimentos inertes da sua grandoza .' Ja dissemos nostes dias que esses homens separados das suas familias pela violencia ou pelo engao, o afagados puerilmente com a promessa do um premio burlesco que so liles mostrava de longe, n3o timiam reeebido unt onico sold em doze annos de continuada campanlia. N3o oro islo o peior: os males podem sopportar-se qusndo ga Ihos conheca ou se lhes divisa um lim ; e o Um dos ssflrimentos de um exercito est naturalmente no consoguinenlo do ohjeclo quo se pro| o i ale i rii.-iir. Mas as degradadas tropas argentinas conheciam ou divisavam o objeclo do Itosis, obtido o qual doviam regressar ao appetecido gozo do nativo solo .' N i; nada disso sablain, o lio horizonte oscuro, som limites era oque so aprosontava aos seus cinsidos olhos. Mije, porcm, essos homen3, levando a offorenda valiosa da sua dodicagfto o valor, gropam-seem torno do homem providencial pue soubo romi-los pacificamente do seu prolongado capliveiro ; hoja tom contranido o insigne msrilo, quo a patria nSo olvidar, de adjlicriram codialmcnte obra libertadora, do abracar com boa fe as iJas do uniJo e libordade, o de confraterniza/ sinceramonte com os Argentinos do Corrientes e bnlrc-Rioi : boje collocaram assim o indostructivel cimento da victoria o da ventu a da patria ; hoje f ln em seus coracOjs odio o maldicilo ao tyranno quo os sacrilicou e enganou; hoje reconecntram na patria a sua esporanr;a e as suas vistis, o reconcentran!-as com inleira fe, porquo sabem que o general Urquiza mo os ongana quando lhos diz : Filaos a Iluenos-Ayros! Essas tropas atravessaram o Paran lia mais de novo anuos para virom han Ja oriental do grande rio, crondo que sorviam assim ou que salravam algum tntess; real argentino, e agora tornadlo a passa-lo para pedir urna severa conla no ingrato dspota que 15o mal correspon leu a sua iledrcigilo e aos seus osl'orros ; para rasgatar seos irmilos. cujos bracos (Ucilos os esperan), desse pesado o horriveacspotisinoquo osalormenti o envtleca ; paraapoiiro proparado prononciamonto dos ommovidos poros da repblica ; para iniciar urna nova poca de paz e do mollioramautos; o linalmenlo para desfructaroen o lar^o doscansj a quo ton inqueslionul direilo. E osa misso ser de fcil cuinpriaijnto. Rosas tem homens qiiojmandaarraslaramarra los para os acampuiienlos porm nllo toni exercito o esses liomans (lizeno-lo quasi com completa cerlosajesperanunciosaiiiente ver apparecer as lanosl dos libcitidores de Urqniza para darom o grito atoador que n'um s.dia, n'um instante, ponlia tormo a ominosa existencia da tyrannia. GranJo ser aquello dia de abrogo uuivorsal.' Uia de Ironosi, de vordadeiro enthusiasmo, de fervorosas heneaos quo calmil* a milharas sobre o regenerador do Prata. (Commercio del Piala.) e vos incorreis oessas faltas violando a le da que Justificar-nos antecipadamente das accuj cargo do presidenta da repblica em 1852eilslencia das sociedades, — a ordcin. ¡sacos que nos fa/.em por termo) proclamado; Fallava-sa muito em 'que Mr. Dulios oceuII. <•< 111.1,1 IJll I 1,^11111,1,,,, .,.., -H..!,', -....-.-.-.| — -~ %  • ^ comas armas, aisustaudo o pal/., e pruvocando! gada c com ella a verdadclra liberdade e a oruma dictadura irrespoosavel, destruindo nos-dem ; proclaniimos a resislencia, porque s si. o. iiini.n. 'i e o nasso evidente progresso.ooin ella podia conter-sc a irrupcao dos novos parece-nos um extravio c ignorancia injustifi-[barbaros; opposemo-nos a todo o genero de cavis. r concesscs, porque nao era aquella a hora de A mudanca de governo c de instituIriScs he j transigir, senao de pelej>r al a morle; porm Um direilo da opluiao publica paelticameule, disio a desejarque a reaeco nao termine nuninanifeslada. He este o partido da ordem. ¡ca, vai una disiancia iiuuiciisa ; nao faiem A mudanca pela forja das armas he a violen-! inultos dias que o dissemos ; nao queremos a ela da forca bruta. He este o partido da iusurdemocracia, que nos leva por caminaos. p. p. Reccita no correte ni. nadas tnadeiras em deposito naqoelle arsenal al que os importadores se mostrom competentementeautorisados a dispor deltas. Dito.—Ao mesmo, inteirando-o de haver dado norequerimento em que Antonio Rodrigues Lcite Giju-ba pedia a entrega de 60 dada peloSr. coronel chefe de legi.lo Domingos Alfonso Nery Ferrolra ; os batallnjos quarto do artilharia a p, nono e dcimo do infantaria comporta a sogunda brigada sob o commando do Sr. tonento coronol Amonio M ii 11 de Souza. Um parque de artilharia de qualro boccis do fogo, servidas pelas pranxoos do amarello vindos das Alagoas praf ,, s da companhia do artilces, commannas barcacas Jajajuba e ItunAa doi Anjos, o da Ja pe | 0 i,r ca pitao Cirios do Moraes Cudespacho do.Wjeor s.'guinto : — Prestando o in j g a 0i collocar-se-ha no centro da divislo, supplentelianca da mesma rorma quo teru „u ser revista Ja polo marechal do campo prestado ultimamentoouttos importadores graduad commandant desarmas, as 10 de madelras, cujas licencas oflereccram due nloia noras e¡n ponto, vidas, pode receber os pranxOes apprehoa-' didos. Dito.—Ao mesmo. dizondo ioar inleirado: de terem sido apprehendidos, por falta da j competente libanes, 17 canoas do amarello,: importadas das Alagoas na barcada Noval aurora, a declarando quo dove continuar a conserva-Us'errr deposito naquolle arsenal' Anfono Crrela Sera. EXTERIOR. QUKSTAO DO PRATA. MuiiU'vi'liM), 21 de oulubro. (is v.ilrnles soIJadoS .Mitre-rianns c oorl que oslmtfortadores so moslrem compe-'renlinos que vtiilearam o Uruguay cm ju¡ tenteroeleatilorisadoa diapordellas. Iho, e que marcharan, tsaudarem as tori hit.—Ao mesmo, inteirando-o de haver "ros da heroica cidade, olTerecem um mode-' Hpsignado O029 d* correte para a parliloqueos exorcit09 futuros se honrarSo em¡ da do patacho Pirhpamtt para o presidio de imitar. Os j conhecidos detalhes da deci( Kernando, e exigindo a remtfsaa da guias so e presteza com que acudiram ao chamados presos que-tem' do seguir para o dito m o nto do illuslre general que devia guiat. presidio a cumprirs'entenca. ios ; a perfeita ordem das suas marchas ; o Oiio.—Aojpi* muoicipal do termo de Caprofundo respeito s proprieJades. quejulruar, declarando, em resposla ao ollicio, gamos deixara mu duradouras recordacOcs > OsTi queSuic. faz sentir a conveniencia do .nos campos orientaos; a sua completa dis¡ prover-sa provisoriamente naquolle termo posic^o para satisfazerem a triste neccssiJaumtabellito e escrivao do civel, hypothe-1 de de combater.que felizmente n3o se aprecas, capellas residuos, quo por ora n&o'sentou, e a ordem e rnoderaQuo quo hoja se oonvai augmentar-se o numero de emprelhes nota, ludo os faz apparecor n'um ponf dos de justic-i do mesmo termo, o que, to de vista queimpOao apreco, a gratido sondo todos ellos obngaJos a trabalhar como devem, poder-so-ha finalmente conhecer com mais seguranza, se he indispensavel a creago de tal ollicio. luto.—Ao commandante do corpo de yolio o respeito Com soldados desta tempera, oque n3o poder um homem como o general Urquiza !' O mais singular he que aquellos soldados, tito denodados como modestos, ciem nao CHILE. Valparaso, 9 deseiembro. A mudanca de governo. Uc licito desojar una mudanza de governo? Pdlc-se trabalhar ncise seulido? E qual he o meio ? Nein o sysleina republicano, nem aysiema algum de governo periniltcm appellar para as armas para escalar um posto na admInislra-;ao publica, para ¡inpr com o capricho da sorle dos cmbales um governo c una le que a naco nao tinha eligido de ouiro modo. Considerai bem de que pende a sorte das batalhas: segundo uns, das peritas dos soldados; segundo outros do segredo das opcracOes ; segundo o malor numero, do arrojo e cenca do ataque. Seja de que for, o que he ceno he que "-i -' /• % %  ajnHira a que guia o (riuiupho, que o alcanca quasi sempre, como nos desa'os, como a Uuco de dado, o mais desalmado. A cotistituiclo, a proprledadc, a industria, o commercio, a mesma vida, pondes ludo na pona da bayoneta ou faxeis-lo um alvo para disputar com o vosso irmao a qual destruir primeiro estes bens! Nao, n.io he este o mcio que a le, a justica, a civillsafo c o bem senso acconielham para mudar um governo, e se elle podesse enthronlsar-sc, Valeria mais viver no estado de nalureza, cada um por sua conta e risco. O systema republicano nao reconhecc outro caiuiubo seno o da oplnlaa publica exprimida por meio do sufragio c nao a tiros. A opiui.id publica pode ser sullbcada ? Nunca. Se os eleitores sao corruptiveis, moralisai-oi, se s¡io cegos, lllumlnai-os com a educaco ; se nao faxem boin uso da sua soberana, aecusaios, processai-os, persegui-os, at que percamo aeu|dreto. O partido conservador ganhou o sutlVagio? O partido da opposi^ao ganhou o exercito. O partido conservador persuade com dnbeiro ? O da opposicao convence com promessa e com dlnhelro. Se aquelle he peccador, vos nao sois bemaventurado. Se hoje perdestes, espera! ; amanhaa podereis ganhar, se a opinio publica se collocar do vosso lado. Aoplnlao publica nao pode mostrar-sc? A culpa nao he della: nao a conquistasles talve;, nao a illuslrastcs, nao a persuadales de que o cominercio,a agricultura, a induslila,a popuk(o, cuja escacez he o achaque da America, urlamgaaho mais comvoseo e com os vossos principios de governo, visto que essa opinlo nao esteve do vos3o lado. A opinio quaniio tai. illustrada nao se engaa, e e isto succede nao tendes direilo nem poder para castigada. Fea um mal a administraciio Hulnca em ipoiar o partido conservador e n aeu candidato ? Faltou le e s suas promessai? Accuial-a a constitui(ao concede-vos um anno. Fizeste-o? Nao vosouviram no tribunal competente? Uenegaram-vos o dircito de accusai ? Illudem-vos, burlam-vos? exclusao de todos os mais que tratamos em nos* sai dissertaces diarias, para laucar urna vista de ollioa rpida pela Europa; porm talvcz n.11 consummemos nosso proposito, talvez nao tacamos por hoje a tonga viagem que leriainos que fjuer se depois do passar o* Pirineos c atravesar o Rhcno, houveramos de ir pe uortc al locar m. longinciuas c Trias regies da Lapona, para passar pelo Oriente ao mar Negro e voltar depois aos paizes que o Mediterrneo banlu ; he provavel que nos detenliamos em um su ponto, e que d'ahi abarquemos com o pensameutn os puyos todus que licaui dentro dos limites que IC.QUS assignalado. Este ponto ser a Allemanha a qual oUerecc abundante uateria reUexao pelo carcter especial que lie do suaorgauisaco e adiversidade de racas que a habitan). Nao he um povo, he una mullidlo de povos de ditt'ercate urlgcm, de diverjo idioma com costuuies incompativeU c com diversidade de religies. Nao secreiaque cnlendemoi por Allemanha o que pertcnce exclusivamente aos Allemes ; longe disso, ha pontos cm que elles eslao em urna ¡¡rande minora, e ate no archiducado de Austria que he oude a raca germauica prepondera, pode dicrsequese couservam todava restos dos diversos povos que o hao invadido; porm sobre ludo, onde ni us se nola essi diversidade de gentes, de caracteres, de lingoa, de costumes c de inslituices be cm todos esses povos que sem perteucerhoje Allemanha, formam essegran de imperio que se esteude desde a l'oloma al ao Adritico, e que preside desde 18)5 a coufederac germnica, aluitas vezes fallando das diiculdades que ollcrecia a reorginisacao desta confederacao, oceurria-nos como piimeira o fundir tantos povos cm um s, sem mais rasao que a volitado de mcia duzia de diplmalas reuuidos cm um congresso; porcm quaudo estendemos os olhos pela Austria, parece-uos nupossivel que Tirio debaixo de um mesmo sceplro povos heterogneos eutre si; de tradicOcs peculiares, de vida e uaclonalidade proprias; c at em cada um desses poyes encontramos esta mesma diversidade de racas que o convertem em urna especie de confederaco. A .fii est a Hungra: pddc dar-se acasj utu pai/. que encerr tantas diversidades de racas humanas? Hngaros, Slavos, Valacbios, Allemes, Uohemios, dosquacs uus sao calholies, ouiros luterauos, calvinistas, gregos e outros ciulim partidarios de quantas religies ha creado a superslicao, formam urna especie de jardin! inglcza, sem anidado, sem symelria, e com mil labirinihos cm que se obscurece c se cnrcdi a cabeca melhor organisada. Poisbem; perguntemos agora: Gomo 10 D*¡3aldo etnUttrM em 3l resilvido o problema de governar deumpou-j d c mimbro p. P. to central a lanos povos dillcrenles? Quasi que ¡ |¡ ccc ¡, a I|0 correntc iu. nao o sabemos : diremos sem embargo que a reaccao que em 18IJ succedeu reyolucao' DcspC/A „ Q CO rrcnlc m. fiancezae ao imperio de Napoleao, dcixou os povos inertes; a poltica dc Metieinick mu boa para as grandes crises em que a forca do Saldo cm 3, U(¡ ouUl pjder salva ludo, porcm imprcvidcnlc c lubron n nesta quando, passado o perigo, be preciso afacccila'ucorricnlc m. frouxar a regidez reaccionaria, naoassc.nelhou os povos, por que nao crapossivcl assemellucsncia „„ aUo me i los, pji 1:111 sujeitou-os, c Islo era sumcicule ; 11 IU os satisfci por que urna poltica dc resistencia sistemtica nao satisfaz a niuguem, po>.• cobre. agoas do Niloao rctirar-sc dcixaui fecundado o terreno que hio inuudado. Temos escripia 11111 arligo dc diruenscs mais que regulares, e nao disstmos seno mu pouco o que uos linli ini'is proposto diter. Temos pots iiuc suspender n >. %  .• traballio at outra occasio, se assumptos mais uigcntes no nos Impediram de continuar. [Heraldo.) i afJICiJMaW.^-JJ fl if i i rj s i t.^ & t M ^ia PERNAMBUC9 THESOURARIA DA FAZBNDA l'ltOVINCIM.. Demonslrardo do sal 5i>l0850 Despc/.a no corrate mc Saldo Em cobre • Sotas 23:816/136 O tliesoureiro, Thomtt Jote da Silva (usimio Jnior. U cscrivao da recciu, Jnonio C(irio:o il Quciroi fornica. Demonslrac'io do saldo existente na cai. ri ffo depsitos em ¡9 de novembro dc 1831. Saldo cm 3l dc oulubro p. p. 212-873.0M Rcccita no corrente ni. siicci-ssor do Mr. Carlierna na prefeitura dc Sena. O vapor ¡nglcz que amanha deve chegar ao 00810 porto, talvez mis traga a solucJo do ludas e>tas < q'i'isti5es; entretanto Paria gusava da mnis'complcts tranquillidade. Por dous docrelos, publicados no Monitor Toscano du 13 do oulnbro, a Tuscana Tora amalgamada com a Austria. O cavalleiro Kredcrico Ferrari da Grajo, lenaiUMwronrl do exercito auslriaco fni nomlrJllHwjor general o conimandanle om ebefe das tropas do grJii ducado ; o general deLingi^er exiiiim -t %  ,i da guerra Coi enllocado na lista da reserva, ele. [Na lombardia o marcchal Radeztky publicou uni i amn.ostia geral para todos os presos polticos condemnadbi a pona nSo excedenlo de um anno de prisio. Ni l'iomonte l'illnva-se em mudan;* de ministerio, a Italia e Poplo de Tunm annuncia q'ie o novo gabinot mui provavelmente SOM Cii.iiposlo da maneira seguinte : —Cavuur, presidente do conselho o ministro d,i hienda | i¡.;v.il, ministro dos negocios estrangoiroj, Sin Martillo, ministro do interior,Sclopis, ministro da ImtrucfSo | publica ; l) Floresta) ministro da justica ; jArcjnali, ministro dn mirinha o coajoierco ; l'.ilc ie i¡,a, ministro das obras publicas ; I II M i i;i• •. .i. ministro da gera. O Diario das tinas Sicilias de 29 de setombr.i aonuncia a inortj do principe real Jos Maria, cond ¡ do Lucera, o qual cunlava apenas tres nanos de vida. O Observador Roman di 6 do oulubro publica o c;nsj da popularlo do liorna. O numero dohabitules da cidade eleroa uo _' ;___ anno do 1817 olevava-se a 175,000 almas 23:315/138 "> '818, a 173,000 ; ero 189, a 166,000, e j em 1851 a 172.000. lel.i.Hi O papi bu .i loulerid i ,i be .lilie.i'.'.lo a 23:184/000 padre Clavar, apo-tilo doi Mouros, e ao padre Jo.lo de i: I i |imorrou martyr no JapSo. O re do llanovre aeliava-so gravcmenlo i doenle, os penosjicos lianovrianos expressivj'u gr,ui Jes receios pelo resultado de sua [ do mea. O imperador da Austria tinlia chegado a j Cracovia no dia 11 do oulubro, o era es^erado em Tarnovia 14. Segundo noticia o correspondente do Times om Vienna, numerosos arcos trium— 2I2:87J/000 pbaen-e esliviiii bvaiitatido tyr lidas as "__._ estradas que o moniirclia tem dj percorrer, %  212.873/000 Despc/.a no cor rente ni. Saldo 2i2'873/ooo tindii olio silo om tola a parle recebido ..I com enthusiasmo.' Oorchhiiiij.io Alhrec'it, governaJo:' noi0li:9IS.?O00 meado para a II ingria, pujando por Pres, burgo em sua viagem a l'estii, foi extroma105:027/00.1 monto liem accolhido pelo pivo, o qual d "" ', muita importancia ao ficto do ler sido um "i c?, l "' 0 ,'r .a. i.....-„ i Piincii-o da familia imperial nomoado goThomas Josa da SUvaGM* Jun.or. ^^^ ^ ^ Antonio crJJsi'sl. yur.ro Pomeca. | <>s eriodicos de Malag nuanciim quo Ihmonstrarao do saldo existente na caixa do urna escuna liespanbola rarrega-la de proixercicio dc 1831 1852m -29 de novembro visOes para a guarnicHo de Melllli fora toEm Icltr.n ,i vencer cm 1832 a 1853 Lu 1,-iti' i. a vencer ein 1853 a 1831 de 1851. Diada por piratas mourhcos cm distancia que s.' avistiva linda da costa da Iiespanba. O principo da paz, quo ISo fallado Tora morrn ltimamente om 25:921/879 •i'.i:0l'J,sOoa 74.-9IO/S1 na „ M( anh ta j}^* m i Paria. s.ia. I7IIIHI7! Km Londres os consolidados liearam, do Saldo is./J-fJi/ 97 1(t 97 :1|8 os fulldus brasileiros a 87 ; 93:451/300 j os qualro por cento pnrlnguezes,. do l|2 f a 32 l|i; os quiltro o meio por cetito njssos :>3:45i/50O a 101 3|t; os tros por cento hoSpanhdes, do • / %  38 3|4 a 38 7|8 ,os quatro o meio por cento ~"7¡M", b.lgasa 92 l|2e os dous i moio por cento Saldo 112.241/417 l, 0 l| a nde/.c3 a 38 3|4' ruin dcixou-lbes o direilo dc qucixarse c seu Notas objecto eslava conseguido; por Isso o celebre j. clr ,„ a vencer cm dc diplmala crusou os bracos creado que sua obra era eterna,sem coiibccer que todo o inundo (orna a si do medo que leve, c que apo u assouibro veui aserenidade c a rclleaao, e apo a provocacao do inslenle o arrojo do provocado. 8c n-,ou, no., Meucrnicb soubeser rcacciouario no congresso dc Vienna, houvera sabido ser espaacivo depois, loria construido ; uuia obra iiuperecivel, porm uada disso; fallo dc previsao, por inals que se diga, olio s |o rU'iiileo assemelbar povos licteroneos, senao al quU sugeila-los a sullocar nellcs todas as asplraces que podcriain diminuir o grande' poder de um absolutismo sem pcias. MJ> O que foi quesuccedeu? o que devia succeder nccessariaineme; suecedeu que ao pri-1 ineiro choque revoluclonirio, o edilicio que se linha levantado sem dar cohesao a suas dillcrenles parles, foi abalado. Meiernicb cm seu i desterro depois do anno de 1818, que acabou OOtn sua poltica temcraiia, pode couvenecr-se de que o que edilica sem plano, nao fa mais zembro Km Janeiro Km marco Km abril Km Quilbo Em juili., 45/917 18.747/000 20.481/750 4;l>l)8/75 2!4S \f~M i-668/750 20:1)711000 4:479*500 —— H2:¡4i/4I7 Publicago a pedido. O thesourciro, Thomasioi daSUvatiunniolanior. O esciivo da receila, ^nonio Cardozo icQueiroz I-'onseca. DIARIO DE PERMHBUCO. a.-CIFE l'OC DIZElUBnO DZ 1831. Pelo briguo \ndes, chegado hoja uo Liverque fabricar ruinas. Soou em l'aris a trombe-, pool, recibamos o 7Vies do 21 e 22 de outa do jul... c de seus tmulos levantarainate oe tu | )r „ ,, rox ¡ „,„ paMa | 0 povos enterrados pela polines de Mellcrnicb ; .. -....nnnlIniltM in sBssa cris-i mia Hungra pedio sua Hulla dc Ouro e Venc! Km I rainja cnnluiuita ain laja erial mi quItc'brir-sccomomantoderainhadoAdrunistenal ;o presidente estiva oCCii;.ado om lico, Milao pedio para si sua coroa do ferro c pro.iarar a mcnsigein quo dovia enviar a asal a parle ailema do imperio austraco dessembli no diadosuinov icuniilo ( do AOS tintis ilit amito alio e polleros StHhor liorna t'eilro 11, Mutuerniliif ConstUttrioHttf e defensor ¡ perpetuo ilo Hia-.il. j Teus anuos faz a gloria deate dia, | O' l'illi i do Munarclus ¡Ilustrados, | Os quaei pela sciaMli dominados, O orbe todo em galla se glorii. O bravo lirasileiro se xtasis, Nos (lotos que do Cau lo foran dados. Na virtudo que leus admirados, Reina a paz entie ellos o alegra. Km columnas de jispe colossal, To farilo levantar om monumento, Com letlr.is du oiro lino ao pedoslal, conbcceu seu seuhor legiumo c houvera levantado sobre o llirono d i imperador uin capitolio democracia, se a l'rovideucia nao llvesse vindo cm auillio das sociedades ameacadas. Nao se acabou todava a crisc lao proinptinovemhro ), n corra que snionle dopois que a livesse prompti lio que tratara de organisar o novo gabinete. Nesta moasa gdin, sabe-seco.n corteza, quo Luiz apoleilo propora a assombl i a rovogar;3o total O dia de lous annos todo intento, Festejado ser sem ter igual, ; i Pos TU os p£0rt SEGN DO nosso augmento. mente como er. para desejar, porque a l'rov,'"" >","'",," L' 7 v deuda pareca querer dar urna llcao aos goverua lei d f 31 lo mj 0 P"0 '' h 1 u0 a0 oos; c bem que a ordem fosse resiabclecida crescjnUin que propora tambem a revoginas ras de Vienna, para qu da le conlru os clubs, o concodr.r ao desse atravessa-lai sem risco, o reino lombar-j mesmo tempo auinistia goal aos condomdo veaezano e a Hungra pennaneceramsunados por e mus polilicos,sondo sus i itonblevados, anica(ando chegar al Vienna e des-¡ QJ 0 recoilpiliar-se com aquellos quo o eleII ou um poder que pareca acobcrlo de toda a contingencia; elles leriaiu com clleilo chegado aquella capital, leriaiu dc destruir aquelle poder, se o imperador nao tivesse entregado una grande parte dcllc a mal encuberta cobica do Autcrata. Triumpliou o governo central; em Peslh e em Novara elle abri urna sepuhuJUCI v,ir,im aajpodnrom 1818; poisalimenta dollosbequo i'lo esperar presenlemento alguma cousa,'visto qqo os csndidalos do partido chamado da ordem s3o o principe de J novillo eo goneral Changa mer. Ha ¡o MI diga quo so a assembli no o Joaqun* Jos Itatjmundo de ¡¡endonen. VAR1.JDADE INSTITUTO NACIONAL DE FRANCA. Academia das Inscripcdes a Helias-Artes. Leitura de Mr. de Siulcy sobre o mariii-n 11 Quando, do alto do monte das Oliveiras, o viajante hnei os olhos ao redor de ai, ¡iv v. i o panorama o mais tocante que seja talvez dado ao liomem contemplar sobre a Ierra. Ao occidente, estl a cidade sinta com suas muralhas de aspecto triste e severo, com seus zimborios e torros, com suas recordic,Q's que abalaui tilo foitemenlo o cora;3o; a s -us pes eslonde-se o vallo de Josaphat com seus cemiterios desolados, com o leito pedregoso e rido do Cedrn, com as oliveiras trila vezes seculares, ao p das quaos Cliristo e seus discpulos talve se tivessem sentido. Ao sul o monte do escndalo, esso oscolho da saboloria de Salom¡In; o campo do Sangue, monumento • -I uno da uns Infamo das tmeoes, e junto deste o imii.i o valle de ilinnooi, onde os n x is de Ju l, renegando o culto de Jehovali, mancbaram-so por vezes com os torpes criFallats d erra, de violencias, dc lnfrac(dc), I do que nao selbe lenhs posto um llualie, temos nuucia publica de to las as prctiMcos ao I mes que Ibes impunham os ponlilices Uo ra rcvoluco, porm tambem csrain all cuquuor estar pela propusta de Luis Naterradoa seu poder e sus influencia ; tambem poleo acerca da rev.igiQao di le de 31 Hcou ah escripia com caracteres iudelevcisa de maio, osle a dissolver violontamonto, e preponuerancia da Russia. A Austria con.uconvCara unV| cunsliluinte, linc.ndo-se re;ro. e, qVe 7onr > e. a c'orb r ?r aU o„e' h 0 o r r: ,, Sao "-stecaso nos bra S os dos ropubl.caL ex..terla ella encontrado um termo medio? He "dos, oate accrescontam que Kmilio l.irarinutll que tratemos aqu de resolver este prodin sera chmalo para o imoisleno. blema. Outros porm iigam lulo isso o dizom Ocerto heque a reac(ao tomou vulto; que a quo o presidenl) nHo abandonara n.inc o poltica de Meucrnicb loi restaurada, e que partido da oriem ; quo n80 hn a a.nbiclo presentemente este estadista volta a presdi-la, q u0 olera propor a revogiclo d i loi de dc accusai? se inao poder ao menos eos tu gabinete, donde 31 do maio, mas sim o bom do paiz : elles Nadad„topodei.a.,g,r em apoo da vos.a tttttV&^I^X. ^^'^^ZZ^^Z^^ revolucao. Nao tendes tentado o melos padno dc 52 est destinado a sesj a reproduccao do ""•. Luis Napolen coiicorrentemento fleos, os melos constituclonaes, os melos legars' anno de 1848; Islo he ludo o que se pode diier. C JI a 9na recomroen larjilo o I ivor da rede obler a justica de que fallis. Fallando do iriuinphu da reaccao, lamentanVOgaQlo da lei de 31 do TtajUVfar uma roILEGIVEL



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Moloch. Mais longa osl Boit-Lohm, humilde bcrco do Salvador do mundo. Seo viajante se olta e olha par o rlenle, avista o valle do Jonlilo, o mais santo dos rins; a planicie verdejante de Jeric, depois no lago azul ubre o que) te ¡ncliism as monlanbas tintas com as cores srdentes das trras de Ammon e de Moab. Este lago be o inr-.norto, mar mysterioso, cujas margeos nilo se te ja ii¡iis deixado de temer desde odia emquc vinganca divina passou aofiro ellas. Al i talo lie mirlo, all tudo morro, segundo sa afllrm, eos mais tfusadoMl'enlre os peregrinos que vilo a Jerusalew-, contentara-so com tocar a plaga maldicta da qual se afastam apressadanionte, levando no fundo do coraco a lembranca da secos do dcsolacSo eterna, que ferio seus olboa, e a conflanca a mais completa as narrarles com as quaes sus infunda foi aterrorizada. Qual de nos, com effeito, nSo tnm ouvidocem vezes esta narrarlo 1 All floresciam cinco cidades poderosas, Sodoma, Gomorrba, Seboim, Sogor, e Adama, cidades criminosas entre todas as cidades, e que Dos cin sua justica, resolveu aoiquilar para servir de exemplo s gcracOes que liiviam de succeder-se sobre a trra. Urna terrivel chuva do fogo consumi as cidades reprovadas o lodos os seus habitantes; o delicioso valle deSittim, no qual estas cidades estavam voluptuosamente assentadas, enlre-abrio-se, e do abysno se ergucu para enguli-las, um mar anedonho, cujas oxhalaces smenle dSo a morte s aves que se arriscan! a pairar por cima de suas ondas eropestadas. Um justo, um s vivia entre as. populacOes da l'culapole. Loth arhou grafi diante de Jcliuvah. Loth devia Ser salvo, o elle pido escaparan desasir de Sodoma ; porm a mulher de Litli desobedeceu ao anjo que linba ordenado ao patnarcln que fugisso com os usem nliinr para traz : a imprudente arr.ista la por urna invoncivel curiosidado leve a fraqueza de laucar um ultimo olliar sobre Sodoma e foi convert la em estatua de sal. Desdo enlSo nada tem vegetado, nada tem vivido as margens do mar morto. Eis-aqui em poucis palavras a narradlo que se encontra e se escuti por toda a parte uesde muitos seculos; mas dever-so-ha concluir disso que ella merece urna creuca inteira, oque heobrigatoiio couceder-lb'a sem exame .' De alguns anuos a esta parto tem-sa pensalo sabiamente que a religiu nada tom que temer dos progressos da sciencia, e a scieucia tem vivamente reclamado asobservagOes que homens de ba fe tem ido recolher sobre as margens maldictis do mar morto. Muitas exploracdes (era sido tentadas com mais ou menos successo. I>u> khard e Seetzen, ao principio, Irby e Maugles, Molyneux, Cusligan Itobinson, de Berlou ao depois, e mu recentenionlc o capitao da marinha americana Lynch, arriscaramseas margens, ou sobre as proprias aguas do mar-morto. Alguns d'entre ellos paga ram, he verdade, com vida -ua corajosa empreza; porm segue-so d'ahi que naja mais pongo em percorrer as praias do marmorto, do quo os oulros paizes da Arabia Ptrea ? N3o pensei assim. Em um clima do fogo, ondo toda inprudcncia lie mortal, nSo ser verosmil que imprudencias tunham produzdo catastrdphes deploraveis sem duvida, porm, facis de evitar? pense! que sim, o dcciJi-me a Ir interrogar poriumha vez praias a ruspeito das quaes ludo quasi anda existe por saber. .Nos nrimoiros das de Janeiro deste anuo deizei Jerusahm para emprelim l er pur tona o gyro do mar-morto, e he esta visita de viole o dous lias quo venlio narrar Iiojo-.implesmente academia. Em iienhum ponto da Syria se viaja com seguranca complot; foi prUnto iudispeiisavel tornar pri o me es lea s antes de aven turar-me em i aizes nos quaes a aul-iridade turca n3o pode dar nculiuma protccf3o. Eu linha comigo companheiros resolutos, ou antes amigos delicados de corceo e pronipioj a tomar cirajoiamente i ate nal '"digas, as piivac3es, nos perigos, se pnrveniura elles apparecessem. I'or intermedio de nosso cnsul ein Jerusalem, conferenciamos com o sch-ikh de Taamoiy, o este seencarreguu de conduzir-nos por toda a P"rtfl que quizessemos ir, da nos trazer saos e salvos a Jerusalem, medanle urna recompensa que nflo era de nenhum molo exorbitante. Ilcmdan, este he o nomo do scheikh, devia acompanhar-nos e fornecernos urna escolta de tres cavallciros e de cinco spldados de p tirados de sua Irib ; esta escolta eri sufliciente, ao que elle pretengaddi, n3u adiamos emsou lugar sanSocamdia. Logo quo o contrato foi feito perante Pos de pedras quoimadas, coberlos das ruio cnsul, apressamo-uos em fazer todos' nas o urna ci-jadi considerovel em estonnossos preparativos da partida; presentes %  sSo, porm le uina coiistrucc,ao mu primique deviamos distribuir aos Beduinos, viveS tilio verdade qua as margens do ribeire, frasqueiras, lendas para nos foram ¡ r sSo at borda cobertas de beilas arvocarregades sobre muas, ea 3 de Janeiro ,e!, is quaes formara bosques arrebatadores pelas Jims horas da tarde partimos para : onde gorgdam contenasdo pequeos passalleit-Lehm, onde ¡amos alojar-nos no couros Ah vimos pela primeira voz os fructos vento dos franciscanos. All oblivemosI cuja estructura leu lugar a tradicao dos fauma carta do palnarcba grego para o supe: niosos pomos de Sodoma, desies fructos uni onti'o fado tamhem bstanla curioso foi demonstrado para os ; quero fallar da dopressa ¡ncrlvel do nivel do mar Morto abaixo lo nivel do Mediterrneo. Esta depressfio calculada direct '.menta por Mr. do Bertou, cora o soccorro de obs:rn>ci5e* feitas com o barmetro, he, em sua opinHo de mais de 400 metros, e posls do parlo toda a a observarlo rigorosa, a epresso nflo seria menos evidente para qualqunr que comparasse a subida que he preciso ell'ilna--.se deixando i %  IV. alim de chegar ao nivel de Jerusalem coma desella muito mais consideravel que do Jerusalem conduz s praias do mar Merlo, ras-amos a primeira noile em Ayr-or-llhocceyr ; o ar era quenle, porm de urna puresa extrema e nenhum de nos chegou a qiioixar-sdas oxhalacOas funestas do mar. Ao romper do dia eslavamos em p, admirando a magnificencia do lago, do qual ni o podamos anda ver a pona do .S'nl. A aguahedeuma limpidez completa, purm terrivelmento salgada e amargosa ao mesmo lempo; ella he quasi suturada dos saes que ah ostao em dissoluc.lo ; pois a partir da praia, o fundo esl cubarte do urna croata cryslallisada quo se v morgulhar rapi la meulo tara o largo. Donando o Ayti-orItbuncyr, marcliamos directamontc para o Su I ale urna ou'ra J"onte, chamada o Ayr-efThtruuch, o atravez de una malta muito espessa de cannas c dn tmaras. Algumas bellas sensitivas ses^iam de distancia em distancia. Chegados que fomos a este ponto, II inda .o nos avisou de que na > bavia caminho praticavel para alcaucar Ayu-Djody, o Engaddi da tradcelo das Santas Escrituras, e que ora preciso subirmos a moatanha alim de descernios ao depois praia. Dixamo-nos con luzir por clla.e para chegar assim ao porto afastado de algumas leguas quan do inuilo,tivenios de passar dous das inleiros em camiiihar pelo mais triste dos deserlos. Ah renovamos una obsorvacAo queja nos havia atlrahido a ,.lt T.CO quaudii desciamos de ilar Saba para Ayr-er-llhoncyr. .Vos flancos de todas as colimas voltadas para o Norte, vamos longas nudoas averuielhadas formadas pur f agmentos de rochas cile.i % %  i que represciitivam maraviItiosamenie os montes de pedra lamjadospor urna mina O primeiro destes montes cimpunha-se do pedras de grande dimens3o, o med la que avancavaaius, os fragmentos diininuiain gradualmente de tal modo que acabavam por nao serem maiores do que uma noz ordinaria. Todos osles montes do pedras em'.im convergiam visivelmeulo para um inesino ponto afastado. Conclumos dah que nelle se achava necessanamente alguma crtera, c n3o lardamos om convencer-nos que liniia.nos juslamcnle adviuliado Vulto ao nosso itinerario : No primeiro dia, descncamos em uma quebrada sevalgem e alcaulilada, chamada Ouad II 'a. ¡fu %  e que termina junto de Ajud-Djedy. N3o ha por ventura ueste nomo um vestigio evideulA do noine bblico primitivo de Engaddy, //arofon ihamnr ? Nao hesito em udmeiti-lo. No segundo da chegiOO! em Ayu-lljed, e levantamos uossas leudas junto de uma fonte deliciosa e no moio da mais admiravel vegeI.H.'.'I p. N3o sabamos eutau que Ayn-Djedy fosse o limite extremo lo paiz no qual o schci klcll.uidam poda tomar a lihirdidode escoltar-nos. Ullfa passar este limiie sumo conseiilimonlo do scheikh da tribu des Djahalin cra-lho prohibido. Nos o animemos (uando ahi dictamos, o cumprohendemos cnl3o porque o cammrio da praia tinha-se tornado impraticavol para nos a partir do Ayn-el-Thorabah Era preciso esperara vin.1 i i -i-licil.'i Dhnif Uullah-Abou-Daonk, e olici ded.r lie o tem, o do chegar, noSaO guia fax-nos andar atravez de cjininhos deIDSUVIMS das iuteiros pata ganliarmos um ponto que teamos podido alcanzar em qualio ou cinco huras. ueru se V nas in3us dos lie hunos, cumplo que so resigno o que lenha paciencia : foi o que lizemos o lizeni s liein. L'.na bora depoli le nossa chegadaa Ayn-lijey,Abou-Daonk, acompaoliaJo de seu iruiflo u oe dous uutros oavalreiras veto ler com nosco. I'ori i nocessanas qualro horas intuirs de uma destas coiifeiencas arabes us quaes falla-so de lulo, excepto do objeclo de que se deseja fallar, para concluir com os r cem-chegados urna couveii£3o semelhante a que tiuhamos celebrado com os Taaine y Concordou-se que turnaramos no paz dos b|ahaliu lanas pessoasquantas tinhamos dusi'aamary, e nossa escilla achouse assim repcnliiianieule elevada a Irinta e dous lio luin is. vado. Estou bastante I estas ruinas' que fomoi minar sSo as la estagRo ra. Ha eiTectivamontc ado crerquo meiros a exua de Thamauma aproximaDobalde procuramos as pastagens de Enrior do mosteiro de SSo Saba, para onde nos dirigimos no dia seguinte, % %  onde fomos perfeitamente recebidos, gracas recommen laciin de que eslavanios mullidos, o sem a qual teamos ceitamente licado a porta. S3o Saba ho uma vrrdadeira fortaleza edificada como um ninho de ave de rapia, no lado escarpado de Unail-eii-Nar, ou valle de Odron, o qual partin.tn d lerosaip'in, vai terminar na praia do mar-morlo. Nada he mais selvagem que o descro em que esta situado o convento, e todava podemos verificar nesle ponto traeos n8o equvocos de urna lucalidado antiga bastante importante para possuir monumentos calcados de mosaico. Em S3o Saba, o scheikh Mandan lornou-se melanclico; elle nos ropresentou muito humildemente que tinhamus bagageos considoraveis, cuja vista nao de:xaria de excitar a cobija los B-duimaldictos que so desfazem em cin/.a e fumo no rnoment') era qui s3o tocados. O primeiro destes Inicios chama lo peiosArabes a I ranja de Sodoma (lloitoukan esduui, he o fructo da i scli'piai procera. (Juando esl maduro, abre-so com elTeilo. quando alguem o aporta entre os dedos, e deixa escapar milhares do gr3>js coberlos de pequeos penachos sedosos. Isso quauto ao fumo O outro ho o pomo de um magnilico sofnnum de flores cor •le rosa, e que, quando algein o abre, derrama um pequeo gr3o euegrecj lo, mullo seriielhante aos graos da papoula. Isso quauto ciiiza. No dia seguinte deixmos Ayn-Djedy e fomos levantar nossas tendas na falda la moulauha deSebbeh. O calor tinha sido muito forle, nossos guias nos linham i roun ttido agoa, e chegaudo ao campo bomenae animacs liveram de passar sem ella. NSo conheco nuda de mais penivel do que o sede nos, e pedio-nos que dobressemos a forca 1 ue sa senie, quBndo se tem a certeza de de sua pequea tropa; nos nflo podamos | "A" l, r "S 0 l" ira beber. Koi preciso resigrecusar o quo oedia o por isso no outro |ar-nos contra a vontade, e desde a madrudia pela manhSa deseemos por um caminho 8da nos posemos em ordera de escalara que se poderla justamente chamar uma oseamontanha ao peda qual tiuhamos pousado, da arruinada para a borda do mar no lugar c CU J cume be co.oido pelas ruinas do .Masem que brota uma nasceote de agua doce Sd da ultimo baluarte da independencia jubastante queule, chamada o Ayn-er-llhou'daica Nossa pro.pra estrolla quiz que deseiT. ¡JciJo pisa cheguda tivemosque ve¡eendo do Massada, achassemos um poucu lilicar inultos fados para a existencia dos d agoa suja exposta ao sol na sinuosiquaes oatavamos pouco preparaijos. \ lla ': de um roche lo ; foi para nos um deliUma vegeta;5o maravillosa, uma verdacoso regalo, .-lo meio dia eslavamos de deira floresta ue caimas de viole ps de altuvo a l 1 1 1 o campo. Nossas bagskens tira ; pasaaros voando e nadando mosmo so,ltl,ln ''o adianto e nos partimos^iQui de breo msr Mo>lo, cis aqu o que logo sdmiaicanca-las o mais bievepossivel ramos. Os rabes trouxeram-oos polacos No caminho tivemos nesse da uma surde enxofre o de biluroe apanhados na praia ; I 11 ''''-' 1 bastante desagra Javel. Na vespera tiporm o que nos pareceu mais exlraordmahilamos admirado o expectaculo estranho ro aioda que ludo o mia, foi um paixinho que nos aprescntava.a praia coberta, diante morto que elles apanharam com o bitumee de Sebbeh, de montculos de ciuzas de um o enxofre. Nos camiobavamus de surprepardo esverdeado, formados pelas agoasdu sa em surpresa e como vamos gansos abainvern, e que ollereciam o aspecto de uma terem-sesobre o mar Morto, nflo nos parocidaJe fantstica em ruinas: tivemos de da msis difllcil admettir que existissem ah atiavessar esla plaido, e no leito de uma pases. Era todava uro erro, e tivemos, das mil enxurralas quea cortam, vimos mu multas vezes depois, lugar de convencerclaramente impressas as pegadas rcenlos nos, que um ser vivo nSo existe nas ago'as da um leflo do mui grande estatura: feludeste lago estranho. Donde provincia poiso mente n3o Ihe vimos seu3o as pegadas. peixo oue linhamos achado? Itespoudo. 0 Ao aniJtfecet entramos em uma garganta Jordloe oOuad-el-Moudjen, o Arnon dosarmuito apartad* denojiinaua Ouad-Mayetcaos fragmentos 'l)ECA. Remlimento do dia I.". 7.886,39 Descarregam no da 3 Ue dezimbro. Patacho hamburguez — Bertha — garrafdes o queijos. bimento difinitivo. 4. a Para fudo mais quenSo est determinado pelas prsenles clausulas, seguir-soba ioleiramente o que dispOa o regulamonlo. Conforme. —O aecretario, Antonio Ferreirada Annunciacdo. O l)r. Josi Raimundo da Costa Menexes jub municipal supplente da 2.* vara e do commercio desta cidade do Recife de peroam buco por S. M. I. e C ele. Fago saber aos que o presente edital virara que a requenmentode Jos Dias da Silva pur seu bastante procurador JoSo Jos de Morsas seacha por este juizo abena a sus falencia pela sentones do theoreeguinto—Avista di declara(3o de fs. 2 e ts feita pelo commerciante Jos Dias'da Silva o do requenmcuio a fs 28 do credor Samuel Porver Johuston est prvido que o dito commerciante cessra os seus Daganientos.por esta razSo o julgo fallido-e declaro absita a sua falencia desde o dialai do paseado outubro.quedxocomo termo legal a sua existencia, uelo que ordeno que se ponham sellos em lodosos bens.livros.e papis do fallido, dev. 11 lo.para istofazer-se parliripaijao ao respectivo juiz de paz, o servindo de curador fiscal o credor Rotn Bidoulac a quera nomelo para ease encargo de que prestar jura ment e custas.Recife20de noveinbro de 1851.— Jos Raymundo da Costa Menezes.— Em cumprimeoto do que todos os credores presentes d referido fallido compareQam em caza de minha rezidencia na ra da madre de Dos do bairro do Recife n. 1,1. a andar no dia 3 de dozembro do correte anno pelas 10 horas da manhSa, afiim de procederera a nomeaijaodedepositarioou dopositariosquehao do recebare administrar provisoiiamente a casafalida. 1; para que cheguea noticia a todosmandel passar o prsenle que ser publieado pela un rona eafilados nos lugares designsdos no art. 129 do reg. n. 738 de 25 de novembro de 1850.—Dado e passado nesta cidade do Recife e proviucia de pernainbuco aos 29 Je Novembro de 1851. —Eu Manoel Jos da Molla p so 1 vo o subscrivi. Jos Haymundq da Costa Menozos. Declarafes. — O lllin. Sr. inspector da thesouraaia da (azenda provincial mande fazer publico que do dia 3do crlente por liante pagam-seos Brigue inglez Lalla Itoock gneros do ordenados e mais despezas provinciaes ven• ci las ale o fim de novembro prximo lindo. Secretaria da thesouraria da lazenda provincial de Pernambuco, I." de dozembro do 1851.—O secretario, Antonio Ferreira de Annunciaijo — O arsenal de guerra compra izeite de. carrapato e de cOco, velas de carnauba, lip da algodSo e pavios : quem ditos gneros' 979,124 QO'zer fornecer comparece no lia 3 do crreme mez, trazando sua proposta. paiz. Brigue inglez — Queen — bacalho. Brigue inglez -Andes — farinha do Irigo. Patacho americano — Bathursl — idotu. Barca ingleza — Linda — mercaduras. Barca franceza ~ Pernambuco — dem. Hiato brasileiro — Kngelica — couros o sola. CONSOLADO GEIIAL. Rendimento do da 1 DIVERSAS PROVINCIAS Rendimento do dia 1. .... 67.020' "''o'a recebedoria de rondas internas geExportiicao. i rJe3 ielil publico quo he esteomezem Liverpool pela Parahiba, barca ingloza Ma' ? ue ho de v¡do o pagamento bocea do cnryQueon ofScols.de 329 tonelladas, condu'. os se ** uintB9 iin Po 8 d0 correte anuo zioo seguinte : — 294 siccas com 1557 ar! lla anceiro de 1851 a 1852, lindo o qual ser cobranca promovida pelos cobradores robas e 21 libras de algodao Rio (¡raudo do Sul, liriguo brasileiro Feliz Uni.lo, con luzio o soguinto: ~ 2550 alqueires de sal, 21 pipas agurdenle, 427 barricas com 3067 arrobas o 20 libras de aisucar. Maranli i, escuna brasiloira Emilia, do 111 tonelladas, con luzio o seguinte :—77 pipas e 50 barris vinho, 40 ditos vinsgre, 10 ditos olj de linhaca, 50 barriquinhas bolachinhss, 6 saccas alfazema, 25 caixas vinho muscatel, e 70 barricas farinha de Irigo. Rio de Janeiro, brigue escuna brasileiro Olinda, de I8 tonelladas, cmduzio o sotanhasnegras em sua bizo, eram de um'8 uin le: —170J barricas bacalhao, to caixas vermelhode fogo desde a m la lo de sua altura al ao cume. Nos todos domos juntamente um grilo le alinirac'io : era O in candi da Pentapole que tornava a principiar a nossos olhos. N3o temo dizer quo o .'marello. goicmaa-abia, 13 caixas com 13 dunas de garrafas de vinho, 1 caixa fazon las, 170 saceos com 1350 arrobas de assucar, 380 meios da vaqueta, o 12 taboas de costado de aUIDI questao bem debatida ja, a da verdadas depois dalle pela expedicSo americana ; •>e, iancaiido-se 00 lago.'auas odss arrasNada he mais pBorcsco que este fresco iaadeira origem da oiom jnica. Entre Schia estas ruinasos Arabos chamam Kherbet, taa peixes, e estes animaes nSo tardara em 1/1,0 qual se Bawecp com uma quebrada do ban eF.r-ltabDs, aRabhath Moab da EacriOumran Couoeran. Sera possivol recusariiiorreratii: os Aiabos foram unnimes em Brasil, gracas a Tecundissima vegetaoao. tura, visitamos, as ruinas de um templo se pintor que cunsoguisse reproduzir o elleito arrebatado lo um-quadro similhante, se IIlustraria entro todos. A noile passou-se para nos tranquilamente no fundo de urna garganta lateral do Ouad-er-2ouera, chamada El-Nedjid, e situada entre o Zoar da Biblia ; Khurbel-/jnara-etThtali, a Zuera inferior dos rabes e a Zooera superior, Zonera-el-Fenqaah, ah estao as cisternas e ruinas de uma pequea cidadolla rabe situada no cio de uma eminencia volcnica. Deste ponto at Hebra 1, ha dous d as de marchas peniveis; 110 primeiro, no momento em que a chuva glacial acabava de interromper nossos trabalhos de levanlamento, alravessamos uma nuva crtera no moio da qual os rabes nos detivoram dizendo-nos : Aqu ainda exislia uma cidade destruida por Allah ; Este lie o sitio da praCa do mercado d'et-Tbaemeh ; nos tornamos lamben a adiar Adamab, cuja catastrophe e nome licaram sempre gravado na memoria dos rabes. Nesses dous dias passamos pela vista muitas localidades bblicas, taes como Adadah, Mayn, Kourmoul e 'ph, vimos as minas de mullas outras cidades contemporneas e chegamos finalmente extenuadas o transidos em Hebron quo parecia fugir dianle de nos; no dia seguinte eslavamos de volta para Jeruzaleui com grande contentamuuto de todos os nossos a nigos, aos quaea a noticia de nossa morte Vinda nSo sei d'onde,linha vivamainenle inquietado. Depois de ulguns dias de repouzo, cuidamus em completar nossa viagem pola explorado da ponta do vaste do mar morto. Couseguintemente ganhamos — Riba ou Jricho, pagando como todos os tonristo que rio visitar o Jord3o c o mar morlo, um imposto de cem piastras por cabeca. Di er-Riha passamos aoQasr-lladjIah, conveoto arruinado da poca dos crusados, e cujas paredessSo cobertas de pinturas do seculo 13, e a Ayn da ¡¡lab sitio certo de BcitHadjlah das escrituras. Dahi alcancemos cun trabalho e atravez de uma planicie esburacada, po em muito menos diflicil que o Sabknuh do sul, a margem septentrional do mar Morto. lteconhecemos de passagem, um pequeo ilhoto cobarto de ruinas a qui oa rabes chamam Re Ijone-Louth ( o Moate de Lolh). i; uiiniiaudo ao longo da praia, ettravessaudo o Ghor-lljahir, chegamos a Ayr-Fes-Akhab situados a dous kilmetros, pouco mais ou menos, do ponto em que deseemos partindo de Mar-Saha e ao p do Djabel-Feschkhah. Ainda ahi atravessa111 os uma vasla cralora, cuja vista uos oxplicou a presenta das desjeojOes volcnicas convergentes que linhamos reconhecido em nossa primeira viagem. Junio desta crtera eiistem ruinos co.isi leravois, j condec Jas por Robinsone de baile procuraRECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GERAES DE PERNAMBUCO. Rendimento do dia 1 287,518 CONSULADO PROVINCIAL. Rendimento do da I 9 48,735 Movimento do porto. Navios entrados no dia 1 .' Terra Nova —45 dias, brigue americano W a tor w itcn, de 168 tonelladas, capitSo H. II. Il.m.av, equipagem 8, carga bacalhao; a Deane Yuuila i" 111.-1 promovida pelos com o augmento de 3 por cont. Decima addicional de mSo morta ( primei ro semestre) Imposto sobro lojas e casas de descont etc. Hilo sobro as casas de movis, roupas, etc., fabricados em paiz esirangeiro. Dito sobre seges. Dito sobre barcos do interior. Taxas dos escavos. — Pela 2. a sessio da meza do consulado provincial soannuncia, que no dia 1. a de dezeuibro prximo vindouro, se principia a contar os 30 dias para o pagamento a boca do cofre da decima dos pcedios iirbannos desta cidade, do primeiro semestre do snno lin 1 ni-eiru de 1851 1852. e que Ando este prazo incorrem todos os que deixsrem de pagar.ua multa de 3 por 0|0 sob o valor de seus dbitos, e serio de promplo executados. -De ordem do lllm. Sr. director geral da inslruccSo publica, fa(o saber a quem convier, que por deliberado aprovada de S. Exc. o Sr. presidente da provincia fra desta cidade, e da de Olinda os exatrfM de iostrucefio elementar s-rau feilos em cada escola pelo respectivo Sr. professor, e juDtamcnle com alguma pessoa idnea da conflanga do Sr. inspector do respectivo circulo, que tem obrigacSo de presidir a todos esses c su mes. tem os individuos, que tem escolas particulares, quer de inslruccSo primaria, quer secundaria, ale o ultimo do prximo mez de dozembro podem roquerer suas licencas; mas de Janeiro viodouro em dianle ningueiu sem licenca poder ter escola sob as penas impostas no regulamenlode 12 de maio deste anno. Diiecloria geral, 25 do iiuveiniud 1S51. Candido Eustaquio Cesar de Mello, amanuense archivista. HJD1TAES. gente um reoooliecor neale poato a Go%  imiiri Pili ; un /iilUVS IUIIUI uiiouiiuia van n"""i D %  • %  a |f• % %  • — --— — — •—•—— VBVWYUU, """ %  ~~* "" _. "" z, J 1 I I s ,u t 1 alllrmar este fseto, que estao em estado de Neslo lugar existem ruinas consideraveis e awgoinco da epociromana coamado Bcu-elmorrna destruida pela colera celeste : pela observar frequentemente. Desde esse da um pequeo castellb romano bem onser-f Kerm, ededicado ao sol. ; minha parle nao o croio. -O lllm. Sr. Inspcc.orua thesouraria da fazenda provincial, em enmprimento da or dem doExm. Sr. presidente da provincia de 15 do correal', manda fizer publico, que nos dias 1, 3 e 4 de dezembro prximo vindouro, ir a praca para ser arrematado perante o tribunal administrativo da mesma thesouraria, a quera por menos Qzer a obra dos concertos supplemenUrios da ponte, sobre o rio Sirinliaein, avahados em 612,400. A arremalacSo ser feita na forma dos arls. 24 e 27 da lei n. 286 do 17 de ma ¡o do corrente auno. As pessoas que se propozerem a esla arrematado, comparecain na sala das sesses do mesmo tribunal, uos dias cima mencionados pelo meio dia, competentemente habilitados, E para constar se manlou afiliar o presente, e publicar polo Diario. Secretaria da thesourariada fazenda provincial de Pernambuco, 19 de novembro de 1851.—O secretario, Antonio Ferreira da AnounciagSo. •F^" ILEGIVEL TIIEATKOIIE SIZABEL. 22. a RECITA DA AS SIGNATURA. Tcrtjafcira, 2 de dezimbro de 1851. L)¡a de Cesta nacional. Era solomoidade ao feliz Anniversarlo Natalicio do nosso Augusto Monsrca o Seobor D. Pedro II. Logo que o Exm. Sr. presidente da provincia, so dignar comparecer na tribuna, abrir-se-ha scena e perante a olligie de S. M. L, assenhuras I. anda e Cannella, acompanhadas dos artistas da companhia dramtica, cntenlo o Hynino NacionalDepois lera lugar a primeira representarlo da excellenle opera braailnira em 3 actos, composicSo do muito distincto Iliterato o Sr. Dr. Macedo, que tantos aplausos obteve nos thealros do Rio de Janeiro. O FANTASMA BRANCO. Msica do maestro D. Pedro Garca, Personagent. Tiberio, militar velho Monteiro. Galala, velha canala -D.Amalia Monteiro. Basilio, fazendeiro — Raymundo. Francisco e Antonio, filos de Tiberio, Bizerra e Silvestre. Jos, esludante de medecina — Germano. Mara — D. Manoela. Clara — D. Hila. JuliaD.Julia. Feitores, lavradores, camponezes, etc. Os bilheles tantos de camarotes, cmodo cadelras e plateas serio vendidos por tres recitas. Segunda recita no dia 423. a DA ASSIGNATURA. Subir scena o excellenle drama em 3 actos. O Pagem d'AIj-abarrota. A|comedia em 1 acto "*•>*



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mr*z ^ %  i PECJ1INCHA. — Vendem-sc cabos delinhoe Aiuda existe urna pequcnaquan-'de maniiha: era casa deGeoKentia das superiores eolias de linho, woilhy & Companhia, na rua da do melhor gosto que tein appare-jCruz n. a.' cido no mercado, pelo barato pre— Vendem-se silhSes de couro co de 10,000 rs. cada urna : na na de porco, para montara desenhodo (ucimado, loja n. 17. ra, bem como cabecadas de couro Dinheiro vista. Vendem-so pelo custo selios inglezes.forrados de couro de porco, ditos de borra nha, ditos deso* com esturo, silhOes para montaria 40 aenhort, cabegadas rolicas, ditas chatas de lustro, esporas Unas de metal branco, estribos de metal branco, ditos de ac : na rua N:>va n. 28, loja de seleiro. Figuras e vasos para jardim. Chegaram do Porto> mellioros (¡guras e vasos para jardim, do louga fabricada naquelle paiz ; as amostras estam patentes para quem quizer comprar : na rua da Cadcia do Itecife n. 38, ou na rua do trapicho n. 40, segundo andar. — Vendem-se verdadeiros charutos de Havana, os mais superiores que tem vindo a esta praca : prezuntos de Weslphalia, linguas seccas de Buenos Ayres e lentilhao cm garral'es, tudo chegado recentemente: noarmazem de W.Bauch na ruada Gru n. l5. — Veode-se por prego commodo urna com moda em bom uso: na rua do Apollo, armaren n. 34. CHA' BiUZILEinO. Vende-se cha brasileiro em latas de libra, aa.OOOrs. cada urna; quom, considerando que o cha da India lie preparado com o ail, e secco dentro de vasilias do cobre, c por consequencia impregnado do materias venenosas, que aITcctam a saude, nSo preterir do certo o cha brasileiro, que he preparado de um modo muito simples, c seceo sobre laminas de ferro,tornando-se por.isso mesmo muito maissaudavel : no pateo do Collegio, casa do livro azul. ~ Vcntlc-sc, por preco commodo, fumo cm follia, para charutos de primeira c segunda qualidades, macella chegada ltimamente do Porto, e cal virgetn de Lisboa tambera desembircada a [ionios dias : a tratar no aniia&m de Dias Ferreira, no caes da alfundega, ou com Novaes Companhia, na rua do Trapiche 11. 3/j. (•<>, &f &f&f •'** &f %  &f&f '• &f > 4 1} Mimos da expasitio. %  $ V) Na loja do sobrado amarello nos qua4 § tro cantos da rua do Quuimado n. 2! t) tom para vender nova fazonda pira 4 vestidos do senhora, denominada mi5 0 mosda exposigo, fazenda dodilica%  ) t dissimos gostos o cores muito lisas < pelo diminuto prego do 410rs. oci-,a) t> vado. O) ***. &f *•**********!* j&& Chita larga Iranceza, a aijors. Vende-sc chita franceza laign pa Ircs modernos, oscuros e claros, o clrcs lisas. pelo baratissimo prego do 210 rs. o covado, lendo grande porgflo para csrolhcr : na loja do sobrado amarado, nos qua tro cantos Ja rua do Qucimado n. 29. Sedas furta cores, a 1,70") rs. o covado, por lao dimiiiiito proco, que indci xar deler um vestido de seda jura a festa ? na rua do Qucimado n. 10, vendem-se as meliiorcs c bonitas sedas furia cores, para vestidos de senhora, meninos c man teleles, a 1,700 rs. o covado ; damsc os amostras, ou mandam-sc as peras em casa para mellior o comprador cscolher. — Vendem-so portocs, portas o sacadas de pedra com soleiras de granito, depositadas defronto da fiiiidiegn doStarr,em Santo Amaro : a tratar na rua da Cruz do Recife 11.51. -Vende-si a (;rande:asa lerna, sita na rua do Mondego, n. S6, pcrtencenlc a Rita Alaria da PaixSo, lio urna das rasas mclhores construidas nosta cidade, tendo grandes accomm legues, feita com mirla seguranga aceio o do gosto moderno. Tem cinco jauellas de frente, com grande porlSo do ferro ao lado, quatro salas, dez quirtOl, grando cozinha, com modos para creados o osuravos, estribara o grando quintal murado. Acha-se hypothecada aos Srs. Jos Antonio Basto, e lleane Voule & Oompaiihia sendo que vonde-so para pagamento destas hypothecas e com o consentimeuto dos mesmos creJores hypothecarios. As pessoas quo a pretenderen), qucirSo diri£ir-sc ao sr. Jos Antonio llaslo, na rua di> Cadeia do Recifo n. 34, qual se acha competooteDieuto autorsada para o ajuste. — Vendo-se o engenbo Laga Redonda, no dislriulu do porto Caivo, uum legua c¡n distancia dessa villa, de superiores larras, lauto de cinna, como do mandioca e ludo o mais ; he composto de grandos varseas.o do inelhor cercado possivcl; acliam-sc desmoro nados os seus edilicios, por isso que tem estado uns poucos de anuos de fogo morto, melhorando assim cada voz mais as Ierras para sua produego, vende-so a dinheiro, ou a prazo, c mesmo em permurta de esr.ravosetc. : %  tratar nesta cidade com Uno Jos de Castro Araujo, na praga corpo Santo n. 3, ou com Jos do Barros I'imcntel do Reg FalcSo, junto ao passo do Cainarsgibe, no scu engenho varsea de Souza. — Vendcm-se relogios de ouro cprala, patente ingiez : na rua da Senzalla Nova n. l\i. — Vendem-sc ancoras c amarras de ferro para navios : cm casa de Geo Kenworthy & Gompanhia, na rua daGruz n.a. -No escriptorio de Novaes Ai Companliia, na rua do Trapiche n. 34, tom para Tender por prego commodo os seguiutos objeclos chegados ltimamente: chapos do chile interfioos, tinta para escrevor, graxa em potes para calgado, linha de roris, magos com palitos enfoilados e panno do linho : a tratar no mesmo escriptorio. „ — Vendem-se reloios de ouro c prata, de sabonete e de vidro, patente ingiez .em casa de Geo K.enWorthy & Gompanhia, na rua da Cruz n. 2. Vendem-se arreios para cavallos de carro e cabriole!, chegados agora : cm casa de Geo Renworthy & Companhia, na rua da Cruz n. 2. I AGENCIA da fundico LoxV-Moor. RUA DA SENZALLA NOVA N. 42. Nestc estaheleeimeuto contina a haver um completo sortimento de moendas o meias moendas para engenho, machinas de branco : em casa de GeoKenwor" a P or > e a,!ta8 de fe "<> batido e thv & Companhia, na rua da Cruz condo de todo8 8 Umanhoa, pa i a ra 'Vcndc-ac superior panno de „ Agencia de Edwin Maw. j ^ a rua ento de Uia de ferro coado e Cm casa OC UCO ntn^oniiy uc ba ,| u0 u„ lo raa como funda, moendas iaCompanllia, na la da GrUZ ll. 2. -ira lodas de tarro para aninaea, agoa. ele, 1 • 1 • • • „„„.. „ !" dius para armar em madeira eos de assucar, por prego commodo: ¡ a rua do trapiche, n. J7, ha &f 0111 casa de Ricardo Hoy le, na rua da ^ muito superior ca nova em pedra, 4 eamurado de una banda, por prego com'quella rahrica, muito proprio para saceos de modo, por seu dono se retirar a tratar de jassucar o roupa do oscravos. porpregocomsua saudo : nos Afogados na rua doCatuc, jmodo. laverna de J0S0 llespinhol, a tratar como, — Lm casa de J. Keller & me Sm vende,n.soealug.m-se bichas, chegagompanhia, na rua da Gnu n. 55, das ullimmenlo do Hamburgo, por prego ha para vender um piano lorie commodo: na rua do S. Amaro .1. 28. chegado ltimamente da Un ropa POTASSA DA RUSSIA. e com exccllentes vozes : trata-^e No armazem de Jos Tcixeira na casa dos mesmos. liasto, narui do Trapiche n. 17, ha para vender, nova c superior potassa da Hussia, chegada recen(emente. I (mili.:. e guardauapos. Na loja do sobrado amarcllo, nos quatro cautos da rua do Qucimado n. -20, t^iii para vender um grande soi tmenlo do toalhas da diferentes taannos, oem pega que so vendo em varas ; assim como um (¡raudo sortimento do guirdaiiapos de diversos lannnlios o qualidades, o quo tudo se vomlc por prego do agradar no comprador. Gorte.s de dita c cassa. Continua n liavcr grande sorlimcnlo de corles de vestido de chita, com I.: covadus em um 10 pedago, a 2,00U rs. ; ditos do cassa do coros, DllS B hons padrn, a 'J.OflO rs.: na loja do sulirado amarello, na rua de Queimado n. -'!. Ai,.dos ilc ferro. Vendem-se arados de diverso.! modelos, assim como americanos co'ii cambSo de sicupira e bracos da ferro : na fnndicSo da rua do Hnun ns. (i, 8 c 10. — Vendem-so velas de espermacelo, cm caixas, do suporior qualidade : cm casa do 1.KelleretCompanhia¡ na ruada Cuu numero 05. Deposito de cal virgem. Cunha n Amorim, vendem barriscnm cal cm pedia, chegada ultimamentn d %  Lisboa, na barca • Utrgarida, por manos prego do quo 0111 outra qualqucr parle: na rua da Cadcia do Itccilou. O. Bombas de Ierro. Vendem-se bombas de repuso, pndulas c picota pnra cacimba : na rua do JJrum ns. (i, e 10, fundicSo de Ierro. Farinha de mandioca. A mais nova o mais liirala faiinha de mandioca que hn 110 iniTca^lo, v"iilc-so na rua da Cruz do Rocifc, nimazcni 11.13, de Jo5o Callos Augusto da Silva. Afeite de carrapato da fabrica de Araujo & Filhos, no l'cnedo. — Esta a/eitc pela perfeifBo rom quo be fabricado nio s servo cm lugar do azeito doce c do coco, para qualqucr quali lade do caudiciios por mais delicados que sejBo, como he muito preOrivel a qualquar outro por dar una luz iniis brilhanto, sur mais durativo, c seu custo ser mais baialo ; nu lem o ebeiro dcsagradavel que exal 1 o azeite de carrapato comoium, ncm cm nada dellcsen.ssomollin. Vende-se um barriz do 16 caadas 2,400 rs. a cauada, no armasen) de J. J. 'i .I--.II Jnior, rua do Amorim n, 35, Moinhos de vento eom bombas do ropucho para rogar hurtas d baixas decapim : vendem-se na fundigno do Bowman .\ Me. Callum, na rua do Brum ns. 6.8 o 10. -Vendcin-so amarras de ferro: na ma da Senzalla nova n. 42. No aterro da Boa Vista, lojan. 18, drli(me do Tribunal do Gommcrcio. Contitiua-se a vender riscados escuros, muito lories, ptima ijzenda para roupa de esclavos, c pelo diminuto prceo de 100 rs. o covado, c Otilias umitas fazendas baratsimas. Sapa tos de tapete. Vendem-sc os bem conhocidos cortes de tapete, para spalos, a 500 rs. o par : na rna do Queimado, loja do sobrado amarcllo n. M. Algodio [1:11,1 saceos. Na loja do sobrado amarcllo, nos quatro cantos da rua do Quoimado n. 29, vendo-so al godo para saceos, por prego muilo commodo. O —Vende-so um grande sitio no luO <3 gardo Manguinho, que fica defronte O 0 dos sitios dos Srs. Ca uciros, com Q Q grandocasa de vivenda, de quatro ¡^ Q agoas, grande senzalla, cocheirs, ¡^ Principios gctaes de economa publica c industrial. Vende-se este compendio, approvado para as aulas de primeiras letras, a 480rs. : na praga da Independencia, livraria n. G o 8. -• Vendem-se cera em velas fabricadas em Lisboa e no Rio de Janeiro, cm caixas de 100 libras surtidas, de 1 a 16 em libra, c tumben de um s lamanlu, por menos preco do que em outra qualquer parte : trata-sc no escriptorio de Machado & Pinheiro, na rua do Vigario n. 19, segundo andar. Casa de commissao de cscravos. Vendem-se escravos e recebemse de commissao, tanto para a provincia como para foro del la, para o que se o florece inuitas garantas a seusdonos .* narua da Cacimba n. li, primeiro andar. Tulxaa para cng;ciiIio. Na fiimligao de forro da rua do llrum, acaba-sede receberumcompleto sortimento do laixas do 3 a 8 palmos do bocea, as iliia.i,-, acham-se a venda por prego commodo, e com promplidflo embarcam-se,ou carregam-so em carros sem despezas ao comprador. — Vende-sc um carro do quatro rodas, muito leve, para um ou dous cavados: na cocheira do Miguel Sougei t no aterro da Boa Vista. — Eiu casa de J. Keller &. Companhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a venda o oxcellento e superior 1 iit/111 tic ltifvllus, em barris de 5.', lio muilo rocominondavcl as casas eslrangeiras, como exexcellcnto vinho para pasto. Arados de ferro. Na fundigo da Aurora, em S. Amaro, vendom-se arados de ferro de diversos modelos. Moendas superiores. Na fundigo do C. Starr & Companhia, em S.-Amaro, acham-so venda moendas de canna, todas do ferro, de um modelo e construego muito superior Deposito de tatl epotassa. No armazem da rua da Cadeia do lieciie n. la, ha muito superior cal de Lisboa, em pedra, assim como potassa chegada ultimamente, a procos muito rasoaveis. FAKINI1A DE MANDIOCA. A mellior farinha de mandioca que ha no mercado, vende-se a bordo da sumaca S. Antonio, entrada de S. Gatharna no dia 20 de novpinbro,fondeada confronte a escadinha do Collegio: trata-se a bordo da mesma sumaca, ou narua do Vigario n. 19, segundo andar, escriptorio de Machado & Pinheiro. Gheguem freguezes antes que se acabe. Noarmazem do Marlins & Irmio, narua da Cruz do Recife 11. 62, chegaram ltimamente os seguintes gneros de muilo boa qual ida do : --queijos ion 1 n nos prezuntos inglczes e do Porto, conservas inglozas e francezas com dilTerentes frutas, latas de salmo, ditas de ervilfias e sirdinhas de Nantes, ditas com bolachinhas inglozas buiso ¡ levou vestido caiga o camisa de ri. cadinho azul, e chapeo de couro. lm L. ral do lo, Antonio mulato de ¡d.d a T ": annos pouco maisou menos; Uy ou ,.| ga de ganga amirella da quadros, l ev .'" do tambem outra caiga de ganga azul os denles limados: pede-ss ag autoridad policiaes. ou quom os apprehonder da levara rua do Collegio n. 4, quo logo rar bor a quantia cima aleccionada. -Continua s estar fgido desdo odian do passado, o moleque de nome Mamnj crioulo, de idade de 15a 16 ancos, liast B i,' esperto, secco do corpo, estatura regular psemSos grandes: levou camisa de ris' cado azul, caiga de algodosinho azul i r n gado, e mais alguma roupa. Suppoo-se le tomado a direcgUo do Bonito, ondo moran seuantigoSr. JoSoP. Alves ox alf,'rosdepn Jicia, de quem ainda he escrava a mSi do dit moleque : roga-se as autoridades hajam da appreende-lo, e leva-lo a casa de seu Sr, n major Antonio da Silva GusmBo, m rua lm perial n. 64. quo ser generosamente recom ponsado, BOA GRATIFICAGA'. Ausentou-se na noite de 27 de outubro passado o mulato Clementino, de ao annos de idade pouco mais ou menos, magro, altura regular, tem muito pequeo %  utt-s, ilud uuiu uoiacninuas lugiuzos %  1 1 L r 11 • armelada de Lisboa, moslarda.o muilo aDU 9 OC DarDa e lilla muito mansa, creditadocba deS. Paulo, caixas com multo miando anda parece que n3o nina superiores magas linas para sopa, glgos com (¡*_ %  ^ r ,a champsnhe, vinho de Xerez, Madeira, Bu[ bem com OS calcanhares, COStuma celias el'oito, garrafas com extrait de abandar calcado e bem vestido, Iesinthe e outros muitos gneros, tudo poi i„_„ „__„.u, j_ _. mdico prego. |Vou urna trocha de sua roupa, inVelas de carnauba em libras, iclusive calca ejaqueta de panno Vendem esrorinac Cadeia do nwm u, JO. MOBILIAS DE FERRO. \ os > com bot5es ,,e madreperola Vendem-se ricas mobilias de fer-r ran 1 c l os e consta que levara um ro, como canaps, mesas, cadeiras !f av ?| l0 qe naquella occasiSo avcias ue carnauba em auras. i"""tait cjaijuea ae panno endem-so velas do carnauba imitando lino ozul, c olcm domis algum cuaoteci'fe n j 3 a 6 d0 S er0 "' "" ^ c a, ? ado um .P ar dc boraegain Jar<>QO


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% %  FALLAR VERDADB A MENTIR. Terceira recita no dia 6. Si*. DA ASSICNATURAPrimeira representaco do grande drama e ni5ctoi. -'.'•'• O Ermitao da Scrra de .Cintra. Pirca o RF.CRUTAMENTO N'ALnElA. Todo este eapectaculos serio intarvalados de cantor!, que se annunciarSo circuoistaiiciadarueote pelo jornal. Os seniiores que encommendaram bilhetes pdem manda-Ios buscar ao escnptorlo dotheatro, hoje, i." do correte, al as 3 horas da tarde e dessi hora em diante se expora a venda. TUeatro de Apollo. RECITA EXTRAORDINARIA. Sabbaic, 13 de dezembro de 1851. Depoisde umi nova e escolhida ouvertur tocada em grande orchestra, subir pela S rimeira vei a scena nesta cida le, o magnieo e pomposo mysterio, adornado de muijcae canto, em 5 actos divididos em 7 cuadros e 2 intermedios, da hbil penna do eximio poeta francez Alexandre Dumis, in titulado: D. JOAO DI! MARAA, ou A Queda de um Aojo. Peraonagen e actores. D. JoSo de Maraa -o Sr. GuimarBes. D. Jos de MaranS — o Sr. Amodo. D. Nortee %  o Sr. Miranda. D. Chriatoval -oSr.Telles. I). M moni — o Sr. Conrado, n. Sandoval d'Ojedo o Sr. Cyrillo. D. Pedro — o Sr. Jorge. D. Ilenrique — oSr, Figueiredo. D. Tradique -o Sr Caetano. D. Snchez -o Sr. Sen na. 0 Anjo tlao -o Sr. Mello. 0 conde de Maraa — N. N. 0 Senescal -N. N. Gmez -• o Sr. Santa Roza. Ilusseiu, criado, pagem — o Sr. Euzebio. Vm Anjo ~ o Sr. Dornellas. O bom Anjo, Sror Martha — a Sra, D. LOpoldiua. Therezina --a Sra. D. Joanna. Ignez -a Sra. D. Carolina. Victoria ~ a Sra. I). Josephina. Paquita — a Sra D. Soledade. Carolina—a SIM. D. Anna. Joanna—a Sra. D. Lulza. Sozor rsula — a Sra. I). Luiza. Um Anjo — N. N. Pageos, soldados, cavalleiros, etc., etc. Quadro pr¡meiro.--0 Castello dos Maraas. i Segundo.—Castello de Villa-Mar. Primeiro intermedio.—O Co. Quadro terceiro.--Urna elegante pausada em Madrid. Segundo intermedio. --A trra. Quadro quarto —Urna igreja. o quinto,—Um claustrodosTrappistas. c sexto.--Urna sella no convento do Rozario. a stimo.—Um antigo castello arruinado aoluar. Sendo todas eslaa decorarlas totalmente novas,e preparadas com toda aquella magniGcencia, qup exige o autor do Mysterio. Ha mala de trez meaes que o empresario do Apollo Irabalha em apromptar este drama, nao esquerendo a mais insignificante exigencia; e perecendo impossivel que urna empresa 18o nascente podesse levar a scena compozicBo (So dilcil Camarotes. 30,000 is. OsSrs. assignantes porm n3o sofTroram allerr,3o alguma nos presos deseus camaroles, e bilbetes de cadeira. Eolende-se por geral os assentoi queficani porbaiioda primeira ordem, e por cadenas, todo o centro da salla. Comefar as 8 horas em ponto. Os Srs. que ja haviSo encommendado camarotes; queirain novamente dirigir-so a casa do emprezario ra do Apollo n. 27, segundo andar, ou ao tbeat.'ocom antecedencia. — Para o Rio de Janeiro, sahe oa presente semana, a escuna nacional Mara Firmina, capitao JoSo Bernardo da Hoza, por ter o seu carregamento quasi completo quein na niesma quizer carregar o restante, ir de passagem, ou embarcar escravos para o que tem commodos suficientes, pode entender-se com o mesmo capitao ou com o consignatario Luiz Jos de S Aratijo, na ra da Cruz n 33. — (i patacho Clemenlina segu empreterivelmenle no dia 4 do corrente para o Rio de Janeiro quem quiser embarcar escravos a frote dirija-se aJoBo Franciscoda Cruz rna oVCruz n. 7. — barca portugueza Llgeira, sahe pira Lisboa no dia 10 do corrente mez de dezembro, para o resto da carga, trata-se com os consignatarios Francisco Severiano Rabello & Filho. — O capitao F. P. Gost precisa tomar al risco sobre o casco o apparelho da bareff ingleza Ospray, a quantia de 8:000,000 rs. em nioeda deste imperio, para costeio e despozas neste mesmo porto da mesma barca, a quem este negocio convier, dinja-se a casa de M. Cslrnont 4c Compendia. — Para Lisboa sahe impreterivelmente no dia 7 de dezembro o brigue portuguez Conceicao dt> Maria. Aiuda recobo alguma carga e passagoiros para o que tem excellentes commodos, trata-se com seus consignatarios Tftomaz de Aquino Fonseci & FiIho : na ra do Vitarlo n. 19 primeiro andar ou com o capitao na praca. — Para o Rio Grande do Sul, soguir em poucos das, por ter a maior parte do seo carregamento prompto, o brigue nacional iDeus to Guarde capitao Lauriano Jacinlho de Carvalho, e ainda recebe alguma carga a lete : a tratar com Ualtar & Olivelra, na ra da Cadoia do liedle, armazem n. 12. •Para o Cear o hiate N. Olinda : a tratar com Manocl Bias, na Senzalla Veltia n. 134. 3 Joao Jos dos Reis, exporta para o Rio p 0 ¡ f ur t or J 0 na madru de Janeiro, a sua escrava Maria, creoula. %  ..Precisa-sede um caixeiro portuguez, "O da 27 do passado, da estribara que lenba pratica de venda: na ra do Pilar do quintal da casa da esquinada ^^.r^aram menino, par. ".a d„ Soledade, ao voltar para a criar deleito: quem o quizer dar, annuncie cslr.i la nova do Manguinlio um !" Pede?.. .oSr Jos Carlos de Mendonvllinho russo, com pintas ama<¡t Vasconcellos, morador ao Sul desta prorelias pelo corpo, lie mleno, com vincia.quesenaotemjurado nao pagara cau( j a c c |¡ na r ¡ pa( J as a pauco quom devr-, pague a herJeira da fallecida D. r I Mariana Rodrigues do Jess, a quantia de caneca C orelnas pequeas bem sois ceotose scenla o tantos mil ris, prinfeito de casco e sem achaque alcipal e juros de sua divida, conlrahida, ha tantos annos, eassevera-se-lhe quese on3o g um > "da bem banco, bom galoflzer promplamente saber que o seu assupador tem urna baixa no lugar car passar por algutn desgosto nesta praca, V _• • e que o seu nome contina a ornar s pagi a P'Cadeira: a pessoa que o aprenasdest) jornal. hender, ou der noticia certa grati— Arrenda-se e tambem se vende urna i:.,.. •> 1 • 1 grande cas e sitio, no lugar doMonteiro, a ,ica se "><" -30.000 rb na loja (Je margom do rio (Ja pi bar be, tendo a mesma cambio da ra da < ,adeia do He 16 salase 8 grandes quarlos, toda circulada fe n> a z ou n „ d ¡, a C8sa e|| que de pateo e varandas de ferro, com algreles 7' • para flores, grande quintal murado, comea'01 roubauo. sa para pretos, graoe estribara, muito boa 4TTENCA". baixa de capitn e mais commodidades : a -. i • o a .< tratar com Antonio Jos Teixeira Bastos,' tica u te lista ¡jalustiano de Aquicaixeiro dos senhores Joao Pinto de Lemos no Ferreira, avisa ao rcspeitavcl & -D^e de 100,009 rs. a um cont ajuros P" blico 1 uc os seus bilhetea e caude 2 por cont ao ez sobre peohores de telas das loteras do lliodc ,1 inri %  26quesedir quem da, e quem tem duas ca da Independencia ns. i3 e i5 'S^L desicup,r da moer nin |1 ¡oM P r loia p r pi ra ,i a p nn c Pra R,tr, (I. ha. bargos 3., dizendo que n3o s3o seus, e para ere B ua l*onseca IJastO!.. US 1)1qce o publico ajuize peste mo empregado, Hieles c meios, vao todos por mim -Acha-se justa o comprada a casa dai r ¡ n | ia de mandioca, chegaila ultirua do Padre Floriauo n. 8 : quemaejul-l 1 u / %  • ,L .,.„ gar com algum direito, ou hypotueca, anmmente de S Cathariiia, que se porisso far;o o pr.T-enteannuncio. JII.M da Silva Loureiro Frevenco. I'crdeu-se urna letra sacada o a novo r.bro p. p., por Manocl Teixeira Pinto, a favor de JoSo 'lavares Cordeiro da quantia do 675 mil e tantos ris, pulanlo pede-so a quem firmados em breve, com a assignatura de Ferreira, junto s do tlie— sourciros Joao Fcdro da Vei'gi e Antonio Alves da Silva Finto Jnior. U cautelista u3o p a ra do Vigario n. 33. — Na ra da Cadeia de Santo Antonio o. 14, segundo andar, borda-sede matizeseda por pivi.-o commodo, e tambem fsz-se lencos de relroz com perteifo--Hospital regimental da Solidado tem de snreaiado, o piulado, quem quizer contratar este servico podeirijir-se ao mesmo nos dias 8 as 9 horas do dia. —A matriz de S. Antonio.tem de fazer gradantes para os altares da masma Igrej, e para isso convida aos Sra. entonadores, que quizer esse servido, oontparcc 'i om na mesma matriz,das 10 horas as duasda lardepara contratar-so que sera picferido a quom dor nicuos lizer, sogunJo o modelo quo so convencionar. — Aluga-se um sitio no corredor da varse.bem plantado com casa para grande 11 n 1li.i,|i.u.i Testa e por anuo : a fallar na ra da Cadeia do Uecifo 11. 61. — Precisa-se de um caxeiro para a padaiia da ra larga do Rotara 11. 18; a tratar na mesma. — JoSu Vicenlo da Silva Costa avisa as iiess LIS a quem imlia communicado, quo se mudava para a ra do Livramciito, que 'leixa de o faz ¡r, tondo ja se desoneralo totalmente da risa para com a pessoa locadora ; pelo quo p le sor alada proemado em casi do seu sogro na ra da Santa Cruz n. 66. — As praxis du 1*280 'a provincial annunciadas em os diario-i de Perna 10huco dos dias 26,27 u .Siin pa.>sado mez,licaiu transferida para a priinoii'.i auuiencia. — Frecisa-se alugar urna escrava, qneseja boa cosinheira e :ompradeira, : quem a liver dirija-se a iua da Assumpcao ou muro da ¡'culi 1 n. iG. Compras. — Compram-se escravos e vendem-sede coiKmissao, para dentro e fura da provincia : na ra da Cacimba, sobrado n. 11, onde morou oSr. vigario do Recite. -Compra-se urna secretaria, que seja pequena e cm bom estado : no aterro da Roa Vista, loja n. 3. — Compra-se urna prela, que saiba bem cozinliar e eogommar, agradando paga-sr le n : na ra )oengom na lis .; nina dita de meia idade; %  i escravas do meia idad •, c I escravo de campo : na rua Direita 11. 3. Attencao. Vendo-so um excellento uabriolet com bom cavallo tortador.na cocheira da travesa di rua Bella n. 2, tambom na mesma cocheira aluga-so bous cavallos por preco cmodo. — Na loja decalcado, travessa do Corpo Santo o. 29, tem um grande sortimento de cale nius de todas, as qualidades, tanto para Sr". COL para homens, meninos e meninas assim como na mesma se vende todos os polinices para os ditos, tudo avontado dos compradores, por commodos procos. Aviles f.oguezes antes que se ac bem. Meios bolina do bezorro a 2,500 .nao ha couza mais barata : na travessa do Corpo Sanio loja do calcado n. 29. Calcados a 800, a,5oo, ,'¡,000, 4,ooo, c G,ooo rs., no aterro da Boa-Vista, dciontc da boneca, II 1 chegado recentemento os bem conheci.los sspatOcs do Aracily, tanto para homem como para menino a 800 rs., de oreltia a 1,000 rs., .Jilos de lustro para ditos a 2,500 rs., (litis para horneo os mulhores que tem vio lo da Bahia a 3,000 e 4,000 rs., o bolins a 6.000 rs.; assim com 1 um novo o completo soi lmenlo do cale 1 los francezes dotlas as qualidades tsnto para homem .• in para senhora, meninos .• meninas, peles do marroq lim o corles de pelo a 480 rs, e seo lo p ircdo. .l-se por monos, tu lo a.'i :i do so apurar dlnlieiro. %  *99*+>'*?! '•*• *'**? % %  *999991* recompensado. — No da 23 de novembro do meio dia para a tarde, fugio da povoac3o do AUogado oardentoe ouporlacaoque Ihe loram consignados a conimisso ; todos os dias uteis das 8 in.r. da manlifia as 5 da larde, lora disto 110 porto vellio da Cipunga to preto, altura regular, pes muito bem l'eilos, quem o aprehender leve-o na casa a cima do annunciante, ou na do seu procurador no pateo do Carino n. 16, que sera gratificado. — No dia 4 do corrento depois da audicnciodojuizo municipal do termo da Cidado de Olinda, na respectiva sala, tem de se arremataren! duas casas terrreas urna noJogo da Bolla n. 4 avahada em 350,000 rs., e outra na rua do Cabral n. 21 avahada em 300,000 rs. por execucam de D. Camarina l'rancisca do Espirito Sanio contra Jos da Silva Braga esua uiulher. --No dia 3 do corrente na sala das audiencias, linda que seja a do Dr. juiz municipal da segunda vara lera lugar a une nal c 1 de diversos movis de pouco valor pinliorados ao Pidra Jo:; Xavier Monde, Gu por 1 \ ,-oc 1.1 de Manoel Riboiro da Cunha Oliveira, escrivSo Santos. -Precisa-se allugar urna prela escrava para Datar de urna enanca, e cuidar de sua roupa.quem a tiver annuncie para ser procurado, ou entenda-se com o porteiro da Allndega desta cidade na mesma repartilo das 8 lloras da manhaa as 4 da tarde. -No sitio di Trempe 11. I, que tem vend leai bom capim de planta para aenler por commodo pro(o A mc Lacaze Tem a honra de levar ao conhecimento do respeitavel publico, que acaba de abrir um novo catad declnenlo do relojoeiro no atorro da Boa-Vista n. 11, aonlc seacha promto para fszer quaesquer conceitos mesmo os mais dillicis quo so poder.!., apresentar, lano em reiogius da agiaia como de mesa e parede. — Aluga-se una casa na povoacSo do .Mu.iicno, propria pai passar a Testa, com 2 quarlos, quintal, e salasoiTrivel : quem a pretender dirija-se defronte da praca da fariaha n. 3. ~ Aluga-se para testa ou annualmente urna casa na rua do Cabral da cidade de Olinda, com bons commodos ; estribara, casa para'escravos; murada na Irenle.e com o Tundo para a margen, do rio, com um pequeo sitio, o qual tem excellente baixa para capim, o faz face com a nova estrada, de sorle que vem a ter duas frentes ambas muito frequentadas : na livrarin n. 6 e 8 da praca da Independencia. — Precisa-se deum feitor para tratar de %  ini sitio, trillar no Hospicio sitio daSr* viuva Cunda (.uunaraesjalii tambem se preciza de um ou dous pretos para trabalhar no mesmo. — JoBo Jos da Cruz, embarca para o Rio do Janeiro, 1 su,, escrava creoula Roza. — Acha-se justa e contratada a compra da casa da rua do Hurtas numero 122: quem sejulgarcom algum direito ou hypotheca, Riinuncio por esta folha nestes quatro dias. Maravilha! Historia do Brasil a 1/000 !! Aiu la so ve.1 le a historia do Brasil pelo de ni noto preco do l.ouol cliegiiem antes oceupacao, accrescendo, se fr do sexo fequo so acabo : na rua du Crespo, loja n. 16. minino, a declarado do estado de suis rearas, numero de Illlins que tiver tido, se Ibes dra de mamar ; incommodos mais notaveis nos seus partos; so grvida, do quiulos mozos, qual o padecimouto ou mal que mais a atfligia por semelhante motivo. — Se-Na rua Nova, 11. 61, vende-si um mobilia do Jacaranda, ja ns di. bom como 3tl ledas devidro, por preco commodo. Aviso as devotas da Ponda. Vendo-so lencos do lil do linho, de Iros ponas, que seivem para colnir a cabeca 111 gundoo lugar de sua lia bi tcito, se hmido,! igreja, por 1,0'JO rs. caliuiu; na loja n. scc30,areado ou ventoso, sujoilo a febres ou 2 da rua Nova. outra inl'ermidade. — Terceiro se na ra mi I i a Icm apparncido casos de molestias por desposic3o hereditaria ou adquenda. — (Juarto -e .lenle, desyphilis pela primeira, sogurtda ou mais vezes, om que tompo o fui pela primeira ver, o lempo ou intervallu que modiou no sollrimento do urna s outras, quaes os principaes symptomas quo entilo experimentara, remedios &. do que OM. 1, I oitos 10 111 1 .;.... OU no.111.1.0 lo do uso de mercurio, ou outro qualquer remedio, de que so lumbre Iho Tora subininislrjdo, o em que doso. — Quinto so o mal do que precedentemente se trata, tr precedido, acomdpanhadoou seguido do algum outro accivente ou eniermidado, quor de ongem di-ersi, quer procolcnts da mesma lypbils. — Sexto em lim, quaes os symptomas q.ier naeUectivo padeeimeulo de mol venreo ou outro qualquer desappareceram, modeiiearam-se ou existem sem alterac3o apreciavel, que nada menos importa que a declaraOjio do lempo da molestia, sua ospecie ou qualidade e curso at o memento da consulla, complicacoos sobre viudas o meios de de que se tem feito uso. — Adverte-so ao Sr. Bernardo de Albuluerque Fernandos Gama, que o seu correspondente nesta praca, nao tem pago a sudscripcSo do Diario. — Na rua da Moda n. 7, primeiro andar, Tazen-se espanadores da melbor qualidade possivel, por preco commodo, acontento do comprador. -Precisase do um moleque, para uina casa de pouca familia : na rua Nova, loja de cutileiro n. 86. — Precisa-so de um feitor, para um pequeo silio nesta cidade ; a tratar no Hospicio no sitio de ponas verdes, junto do da Viuva Cunha. — Precisa-se de urna preta captiva, para o servico de urna casa franceza : na rua do atierro da Boa Vista, loja n. 1. -Vende-so un gallo un campina bom c.iii.i ii.r, um .un.,.' um cabocoluilio,ambos bons cantadores : na rua da Praia 11. 70, armazem de carnes. F.ira cortejo 1 Vendem-se superiores dapcos de pasta propriOS para coi tejo : na praca da lu lepen delicia ns. 21, 26, 28, e 30, ****, y madeira p.ra cobrir pianos, mesas do 9 &f j nt ir : na rua Nova n. 2. '*.• Uotim. Na ruado Vigario n. 23,segn loan Jar ha para vender muito superior rotim para tecer cadeiras a preco comuiodo. Sal cm paneiros. \ ende^t! no Armazem do Sr. Antonio Annes, no caes da Alfandega ou trata-so cora J, B da Fouseca Jnior: na rua do Vigario n. 23, 2. andar. ( %  'urdios de arroz lista j,i t.lo conhecida substancia alimentaria para os cavallos prximamente edegados, em sacas por preco commodo veudo-se no armazem do Sr. Antonio Annesjno caes da Alfandega. Charutos de Ilavana, puro i fumo, de uina nova fabrica 4 denominada Fanetola, em • caixas ricamente ornadas, • proprias para se fazer mimos: 10 na loja da rui Nova n. 2. ^^^4?4tf*VaWafif}atf UatiailaU g^ ¡,tiM altt Bilhetes do Rio de Janeiro. AOS 20:000,000 de rs. ¡Na loja de miudezas da praca da Independencia 11. J vendem-se bilhetes inteiros*, meios, -quarlos, oilavos c vigsimos, .1 beneficio da segunda teria'do Hospicio de Pedro II t[iie ficou para correr no dia a5 ou 27 de novembro. Bheles do Rio de Janeiro. Aos 20:000,000 de rs. O catilelista Salusliano de Aquino Ferreira, avisa ao rcspeitavel publico, que no dia 4 5 deste mez, deve chegar do Sul o vapor .11 c.nnp nli;. brasileira, conductor da lista da stima lotera do theitro de Nicthcroy, e paga sem ganancia alguma todos e quaesquer premios que .sahirem nos bilhetes meios, quartos e cautelas, vendidos na praca da Independencia ns. i3 e i5, loja de calcado do Arantes, e ua rua da Cadeia do Uecifs n. '|ii loja de miudezas, e tambem faz sciente ao respeitavel publico, se por acaso vier o resumo da extrarao di segunda lotera do Hospicio de Fedro 11 no Jornal do Commercio por elle responsabelisa-se a pagar em continente sem descont algum todos e quaesquer premios da referida lotera nos ¡ugares cima mencionados. A elles queestatn no resto. Meios bilhetes 11,000 Quartos 5,5oo Oitavos 2,800 Vigsimos i,3oo — Vende-se urna carroca om bom estado: na rua Nova, loja do cnapeleiro de Guilherme Wollhausen n. 46. — Vende-se um sildio do sendora com todos os seus peitonces por preco commodo. %  &f &f *• % &f &f %  &f&f *',*>!* &f &f por a dona so rotKar para fra da torra: 9 O Medico Almeida, formado o pro; quem protonder dirija-se a rua da Senzalla $ft miado pela academia do Porto om %  Voltia n. 46. tolos os annos da sua frequencia po*! ; — Vendem-se ptimas canoas de todos os do ser procurado a toda ahora .India '* timando*, viudas do Pilar, provincia das; &f no largo do Corpo Santo 11. 13 pri9 '• Alagoas, por precos commodos : a tratar na *g me ro andar da casa do Sr. coronel gj|ruado Livramenlo n. 16. 19 Mamado Presla-se aoporar e recei' Faz-SO todo 0 negocio. ••••^••••••"•••••••i Veude-seuma obrigaco, de passado por — Abordo do patacho Margajciaudinu dos Santos Lopes Castello Branco rida, fundeado defronte do arsenal \ ^ 96tre d e PV ffl e u ',fVnn „** ".' ll* do c ^ l>0 • • 1 e da quantia do 180,700 rs.; na rua da Cadeiit de guerra, anda ha a superior fado Kecife o. 8. %  % % %