Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07274


This item is only available as the following downloads:


Full Text

ANNO XXXII. II. &


I
o
(JUNTA FEIRA 28 DE l'EVEREIIIO DE 1856.
i.;
Por o mey^ adiantados 4^000.
Por o inezes vencidos 4s500.
DIARIO
Por anno adiantado i5$000.
Porte franco para o subscriptor.
m '
kn<:.\kiux;ado.s DA SCBSCRIPC.AO' KO NORTE.
. Pandaba, o Sr. Gervaiio V. da Natividade ; Naul, o Sr. Joa-
S!m I. Pereira Jnior; Aracatr, o Sr. A. de Lemoi Braga ;
ir, oSr. J. Jos* de Oliveira ; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
que Rodriguei; Piauhr, o Sr. Domingoi Herculano A. Pessoa
Ceareiue; Par*, o Sr. Juiliano J. Hamos; Amazon, o Sr. Jero-
nvmo da Coala.
P.VH'i'lllA DOS .XHUIEIOS.
Olinda i todoi o dial.
Caruaru Bonito a Garanhuns: noi diai 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' Ouncury : a 13 a 28.
Goianna e Parahiba : seguadis e sextai-friras.
Victoria e NaUl : nai quintai-feiras.
AUDIENCIAS IIOS Tlllltl X.VKS DA CAP1TA
Tribunal do eommercio : quartai* labbado*.
Rel.x..ni tercas-feiras e tabbadoi,
t'azenda : quartas e sabbadoi ai 10 horas.
Juizo do eommercio : segundas ai 10 huras e quinina ao meioia.
Juizo deorphaoi : segundea e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel: segundas e satas ao meio-dia.
[Segunda tara da arel : quartas a aabbados ao meio-dia.
EPflEUERIDES DO MEZ ir. i1 yiiieip.o.
6 La nova as 7 huras, 23 mininos, 48 segundos da manhaa.
13 (Juaforresrenie aos 7 minutos id segundos da nianha.
20 Luacheiaa 7 hora, SOmiuulos e 18 srguudos da urde.
29 Ouarlo minguantc aus 19 minutos e 48 segundos da manhaa.
_. .. fREAMAII l>; 1IO.IK.
Primeira as 10 horas a 31 minutos da manhaa.
Segunda a> 11 horas a 18 minutos da tarde.
lil AS DA SEMANA.
23 Segunda. S. Malln Ap. : Ss. Osario e lliosroro.
2fi Teros* S. Toralo are. ni. ; S. Faustiniano b. m. ; S. Vctor.
27 ijii'ii,i. Ss. Antigono. Curto c lle.sa soldados mm.
28 Ouinta. S. Itomoab. : S. Cerealis ni.
2a Sexta. S. Pupulu m ; S. Esperedio m.
1 Sabbado. Ss. Suilerbo, Eudocia e Antonina mu.
2 llumingo. -i. da Quarcsma. Ss. Juvino, Bzilio, Secundilla,
i;\.:.\!vin;t;.\i da sii;m mn \< m,mi,
Al.igoas, oSr. i.i. ino Falcao Oiai: Baha, o Sr. t. UsaorH
Rio de Janeiro,oSi. Juao Pereira Martini.
KM l'KKXAMRI i:.S
0 proprieiario do DIARIO Manoel Figueiroa da Faria, na ata
livraria Praea da Independencia ns. 6 a 8.
A !-! Vf5 fl'l?l!?'.?,' A Y lllllHI"'1"'- "" 'enrieos rn.ii. s pessoas desval-
MTjnLX* A S %M X A%JAS!kS im 1U" r"re"> 00000 da epidemia nessa comarca,
GOVERNO DA PROVINCIA.
Espediente o sMa 25 de fe ve rer o
poder dar a caranda que Vine, me pede etica do
OBicie-Ao inspector da thesonraria de fazenda, anno acadmico : o qe apenas po-s assegurar-lhe
UlW-ail I de h.ver o Exm. presidente ,1,. Kio beque farei sentir ao averno imperial a imperiosa
Grande do Norte, participado que expedir ordein aeeeriidado quetenlio dos servicos dos alumnos de
para ser eisa repartirlo indeinnisada da quantia medicina e a conveniencia de se lliea conceder um
de 839200 ris, valor dos remos comprados para o I indulto mcnavel. \>-im. pois. espero que Vmr. n3o
escalar nacional ao serviro d'aqoell. provincia. | arreferera o dr-|o que lom de se prestar a hnma-
INIo Ao mesmo, cominuuicando que no dia 32! nidada sotlre.loru.
do correte fallecer o alteres do secnmlu bata--
Kaltou mencionar na acia da sessAo antecedente,
que o Sr. presidente uegnu prnvimenlo ao aggravo
por t.io philantropliico procedi-. do juizo especial do eommercio, em que era aggra-
".1." ..".0"- muU apred"- Si".l porm n3 I val,,e Mf"">fl ** '' Braga, por nSa ter che-
nem ilo Inuva-Io
i
I hilo de lufautaria, Jos Carlos d'Utivcira Franco.
DiloAo rhi'e de polica, dilendo, que nao s
approva a detiberacAo que S. S. lomou, de elevar a
IsOO rs. a gratiftcacAo destinada as oessoas que se
empregam na conduceAo dos individuos acrommel-
tidos da epidemia na.(rciwe/.ia da Boa-Vista, parH o
respectivo hospital, mas tamben) o aulorisa a pro-
ceder jla msma maneira com as dcmiis pessoas
empregadas en isual servieo as oulras freguezias
quando uecessidade assim o esija.
/ DitoAo commaiidanle da estaeao naval, aulori-
sando-o, etn vista de sua informarao a d-seinharcar
do brigue baren /limara i, loco qae este regrese
da commi.lo emque se acha, o pralico da costa Jus-
tiniano Francisco de Alliuquerqur.Comiiinnicou-
se ao eapitAo do porto.
DitoAo director do ar-enal de guerra, para man-
dar fornecer a Francisco Martins dos Arijos Paula,
meinbro da coromisso benericente de Beberilie urna
adila.
DitoAo jnii relator da junta de jostica, (rans-
millindo para ser relatado em sessAo da mesmo junla
o prucesso criminal do soldado do corpo de polica,
Francisco Antonio do Nascimenlo.Commutiicou-
se ao comrnan lanti- d'aquelle rorpo.
DiloA garlo de [tamb, remetiendo para o
fim conveniente a autofisacAo dada a Smc. pelo
Exm. bispo diocesano, para poder estabeleeer e
bemer um oa mais cemilerios n'aquella (rr-
guezia.
DitoAo juiz de direito interino de Goianna, di-
endo qoenAo vai medico para l'edras de Foco, por
nao barrar, cumprindo entretanto qu'i Smr. veja al-
aaaa pessoa curiosa e praliea para s iueumbr do
Iralamento das pessoas pobres que n'dquella povoa-
rAo forem accommettidas da epidemia reinante, na
eerlea de que para semelhanle lim j i se remel-
teo ao subdelegado d'alli uina ambulancia o b--
(aa.
DitoVo llr. Filippe Janssn de Carito Albuquer-
que.Tendn N' S. estillado at o i.- anno do corso
medico e nao harn lo profestore de medicina di<-
pooiveis para ir mais un para a ciui.tc de Olinda,
convido a V. S. queira preslar-se mi Iralamento das
nessoj- pobres que nes.a ridade forem atacadas da
epidemia reinante ; cerlo servido humaiiidadr, e que ser lomado em eousi-
derarao peb uoverno.
DitojAoDr. Joaquim d'Aquinn Fonseca, recmn-al
roendaso^quefftiregue ao llr. Coame de S Pereira
presidente interino ila commissAo de hjjieue iui-,
blica, lodos os p.ipefs que compeo archivo da mes-
mi commissAo.
DiloAo l)r. Joo Ferreiruda Silva, duendo que
deve ser cumprida a ordein di presidencia de 1 do
crranle, entrecandn Smc. as ibavaa da repartirn
da provedoria ao Dr. Joo Mara Scve, provedor in-
terino njanlo.
DiloAo llr. Jos Mnoil Cordciro Gilahv, me-
dico do 7.' districto da Boa-Vista, mandando que
louve ae cidadAo Manoel lavare de Aquino, o ge-
neroso ollereeimento que elle le Hos ravallos que
lem en) sua estribara para o serviro dos mdicos
ccapados no (i.- e 7.' dislrielos d'aquella frecuezia
quando liverem de prestar os surcorros de sua prn-
lissAo aos desvalidos accommettidos da epidemia
reinante.
DiloAo Dr, l'ossidonio de Mello Accioli, recom-
inendandn qi.i- iiicumba-se de prestar os ervirosde
sua prolissao no 5.* dislricto da rrcgoezia de S. Jos,
que se achara aos cuidados do Dr. Manuel Duarle
de Farias.
DitoAo llr. Francisco de Paula Cavalcanti de
Albuquerqoe. em commissAo medica em Santo An-
lAo.J podendo ser dispensados os seus servieos
BMM cidade, cumpre que con toda a urgencia sisa
Vmc. d'ahi mesmo para a villa do l.imoeiro, onde
se faz mu necessara a pnsen^a de um medico ;
e espero que la deseuvolva Vmc. a inesmn aclivi-
dade e dedicaban que na Victoria lem apresenlado.
Entenda-se eom o delegado do l.imoeiro, a quein
entregarii o ollicio incluso. Kemetlo dirrrlaineule
elle duas ambulancias, 3 pejas de bala e nlgoni
desinfectantes : o que participo a Vine, para sua in-
lelligencia.Olliciou-se a reapeito ao menciona-
do delegado e reeonimeudou-so ao da Virt' ria
para prestar ao referido dontnr os meios de con-
duces.
DitoAo acadmico llelarmino Correa do Olivei-
ra .Andrade.Tenho prsenle o ollicio que dirigi-
me Vmc. em 17 do corrale, e BAO posso deiiar de
aceitar o sea generoso oHerecimenlo de prestar gra-
DiloAo jail municinai de doiaiina, approvando
qnautn Smc. lia feilo em beneficio dos habitantes da
povoacAo de Nosna Senhora do (V, e declarando que
espera que conlinue a dartoda a^eircumstancias eiicirem para remediaros males
qiio vai esosando n'aquella comarca a epidemia rei-
nante, e que proponha a sralificacAn que juica se
deve dar ao pharmacentico que enviou para a
mencionada povoacAo.
HitoAo mesmo, ifizendo que appruva o que
Smc. ha feito em beneficio da povoacAo de Pedras
de Fuco, onde se tem manifestado a epidemia rei-
nante.
DiloAo juiz de orphSos e ausentes destaeapital.
recoininciidaii'lo que conserve em boa (garda os
2 balius do Uado acadmico Francisco Joso de Me-
deiros, qu>i i r.im encontrados no lazareto do Pina,
emquanto o E\m. presdeme das Alacoas nao resol-
ver acerca do destino que se Ihes deve dar.Com-
miinicou-se ao Monolito pre-idente.
DiloAo juiz municipal do Rio Forraos*, man-
dando louvar ao llr. Pedro Becerra lWeira de Aran-
jo Beltro, pela ollera que fez da quanlia de KM!?
para Iralanienbi dasjpesoas pobres, que atacarlas da
epidemia reinante orem recolhidas ao hospital (la-
quea1!* cidade.
gado ao conhecimento do secretario.
Entrando em jiilcamenlo a appellacao civel dojui
zo especial da Parahiba, eulre partes :
Appellanle, o capillo nuir Joaquim Manoel Car-
neiro da Cunha ;
Appellado, IVancisco Lacas de Souza Raugel, ro.
aao aarastar iios menures libertos, ,on licialmente
Micolaii, Silzana. Mara e l.uiza.
Sorteados os Srs. deputados Balo e Siqneira.
Relatado o feilo pelo S-. desembargador (lili-
rana.
Foi confirmada a senlenea appellada.
Nao publica ni ncnlium Jcspai'ho Iclegrapliicu os
os jornaes franceses.
Como os leitores j.i saben), c lioje repele um
despacho recebido cm Madrid ; lodos os jornae?
francezes cantam bymnos paz, e manifestam as
mais lisotieiras espeinrjas do que a guerra clie-
goa ao sen termo, So o Stele duvida e deseonlia ;
nao temos vista esta jornal, porm o Journal
des Debis <\ae be todo pela paz, disculindo com
elle, diz o seguinie:
i Como lionicni dissemos, a linguagem dos or-
naos francezes sobre a inesperada perspectiva de
paz que agora se aprsenla he quasi unnime. Um
nico jornal que j mencionamos, insiste na ex-
pressao da desconlianca e do mao humor, que dei-
xon perceber desde o prinripio. Esle jornal diri-
ge boje algumas admocslajocs bstanle enredadas
as fomas, ha que nimios dias se manifestam lo in-
convenientemente em favor da paz, demonslracoes
DiloAo delegado de Serinhaom, declarando ha- | to contrarias i dignidade d'uma nacao como a
nossa, como pouco favoraveis ao resultado das
negociai'es. o
A linguagem do Siecle. a expressao do sen mao
humor e do seu desconleniamento nao uos admi-
ramos.
N;io vemos o que baja do contrario dignidade
do noasp paiz, em nos alegrronos por ver aceitas
as condimes de dietames, pela nacao com quem
estavamos em guerra. Nao be, para assim dizor,
lomando risca as palavrai da Russia. nao he in-
terpretando leal e francamente as proposlas que os
gabinetes ajilados apresantaran) sua aceitacoo,
nao he pedindo-lhfi nem mais nem menos que as
garaniias comidas nesle ultimtum, que podemos
suscitar embaracos conclusao da paz. 0 mclhor
meio de contrariar os resultados das negociaciios,
he axaggerar o sentido o o alcance das proposias
foilas Russia, he dar-lhe urna extensao que ul as
naturalmente nao compon.'
ver da ln as ruuvenienles orden-, para ser remel-
lla a Smc. urna ambulancia e duas pecas de baeh
Expediram-se as nrdens de qne se trata.
HiloAo delegado da Escada. dizeudo que liram
da.las as convenientes ordens. alim de serem envia-
dos com argancia para aquella villa, os medicamen-
los que ultimanienle toram requisitados pelo acad-
mico de medicina, em commissan na mesma villa,
bem como, duas pecas de baeta ; cumprindo que re-
mella certidAn re obilo do soldado Cosme, de que
Smc. trata, eom deelaraeao do corpo a qoe elle per.
lenee.Deram-se as ordena e lizeram-se as necena-
rias cnmmunicaees.
DitoAo delegad,, de (ioianna.Remello a Vm-,
mni aiuniilancia para a povoacAo da Tijucupapo.
Ileixo de enviar nm medien pni na baver; encarre-
gsl porem a Vmc. de incumbir o Iralamento dis
doentes a algoaia pessoa praliea.
Espero que Vmc. continu a desenvolver todo a
lea zelo o actividl em favor das pesso
accommelldaa da epidemia ii"sa enmarca.
HiloAo eom
dando
.im ; he, em sunima, in-
pohres i terprela-bs pelo modo por que boje faz o Siecle.
. Querem saber como esle jornal desejaria que
lamante do corno de polica, man-1 astas proposlas fossom interpretadas para Inea dar a
lar a praea por hninen>.ccm an i
da Franca, ningue a poderj defender mclhnr
que o enverno frcez, com o novo ascendente
qu dio a Franca, i Europa, as nconlesiadas fa-
i-anhas do seu exero, o o evidente desinlercssc do
9BU proceder oa guea e.na paz do Oriente...
Mas para que BU de 18o6 corresponda
tengo, que podesse oppor graves obstculos ao | eonhecldo nos dous mundus, e us aponamos parli-
reslabelecinieilto da paz. eulannenle ao publico as ediees popalMM do mu-
Suplicamos ,i corle da liussia, que examine """ 1"e Ia na tiria-llrclanha e na America leem
bem as proposiees que llie sujeilamos. NaO nos i limanba vnja. K'nnj desses tratados, o llr. I.arduer
alegremos sobro as graves conseqiieni'ias que occa- examina se he venlade que as immen-as vanlaaens
sionaria recusando-sc a irilhar o caminbo, que pe- 1 '" velocidode un de economa da locnmarAo a
i'speraiifas qne tens. he necessaria una condic- |la segunda vez llie abrimos, alim do operar urna vapor, sejam compradas a troco de um relativo auc-
cao ; he mister quassente na allianrn da Franca reeonciliaco honrosa, recusa cssa que faria recair ment de perico.'j
c da Inglaterra. B esta allianea que den o tri- sobre ella o peso de nina inmensa responsahelida- l'ara comparar o numero dos deantraj prove-
uii>|ilio na guerra he aHa lambem qiiu deve dar de, cujas consequencias, sua prudente sabedoria, i "i*ide quaesquer vituras com o- anortoeMoi
ipial nos dirigimos, saliera pesar c avallar. "n's 'aminlios de ferro, be mi-ter naturalmente le-
-nlgamo-nos aqui o interprete dos votos, c. dos, v,r *m cunta o aoumenlo do numero de viajante*.
forra e efficacia ijz. Se esta allianca for abala-
da, entao a paz di IS6 sera apenas urna artcma-
nba bem calculad; da Russia para destruir pela
paz a allianca qucwo podo deslruir pela guerra.
Se pelo contrario, l.iallianca permanecer tal qual
he, isto he, sincera.'litan a paz de 185G lera rea-
lisado o lim que m aba em vista com a guerra.
quadro bois jungido-, com pasto tranquillo e vaga-
roso passeavam por Pars o indolente tnonareha ?
O que he tardada he que o publico he como a*
jocadores que su querera jocar em masas torrada* do
veluda, ou cuino us ociosos que suspirara l*4oe o*
dias por colovus assadas. Se llie distessen amanlu
que por medida preventiva o Irens a grande veto-
cidade lu .un stipprimidos, levantara raaior berre-
ro i|u se o quizessein fazer ir pelos ares.
desejos da Europa. Hesta-nos aopellar para os) Na '"dalerra, no auno .' 1851, pauaram da III
elevados senlimentos do imperador Alcxandre, cuja i "lilll",,s- Porena nin bast comparar o numero dos
Francisco Carneiro Mouteiro, em
pondeudn a eonselbo.
DitoA Antonio Francisco Marlins de Miranda.
Aeeilandu o otferecimento que Vmc. fez ,lo san so-
brado silo da villa de l|arreiros,
em i Omita > Joc. "'i compi'eta approvac.lo ? Crtaioos iirvttiBJfnen-
quanto rstiver re- ,' seria misler que so livesse estipulado acerca
i A/'ia, das fortalezas transeaueaaiauas, do l!al-
o, da baha de Varanger, do governo da Poln-
, das nacionalidadee da Italia, um suinma, iccr-
para nelle elable-(ca de todos os pontos aos quaes em 1854 se jul-
cer-seu.n buspial para IraUmenlo das pessoas po-1 fiou nao se dever allender, c que nem por isso in-
bres que rorem accommetljdas da epidemia reinante I leressam menos
na mesma villa, ollicio oesla data ao respectivo de-
legado, para que lance mo do dilo sobrado, no caso
de qne seja necessario para t.lo til estabelecimenlo.
4M4C0MRU m MHIERES.
Por Carlos Monselet.
PRIMEIRA PAUTE.
Ul
;' Continuarlio. )
Alan,nina !
leudo repelido esse mue, ireneo nAo lirn mais
a vista do ponto que Iracavam as duas velas no la-
gainar.
Em p airas delle Mr. BUucbard esperava.
Com effeilo, reconheen o barco do hotel, mur-
niurou Ireneo; mas entAo lie eousa mullo extraor-
dinaria...
E porque t
Porque, se nAo me engao, o nutro barco be o
da condena, d'Ingrande.
Da condcsa *
' Sim, ilislinco acora a cinla azul.
*reneo e Mr. lllanchard calaram-se de commum
accorilu emquanlo os dous balis continuavam a adi-
anlir-se parallelamente.
(Juarldo elles cliegaram perlo de Ierra, Ireneo es-
Iremecendo exclamou :
Ah mea Deo!
Que tem? perganlou Mr. Rlauchard.
. Wio v um vulto branco estendido no fundo do
narco*...
,, ~ Espere, sim, parece urna niulher... urna mu'
Hier desmaiada...
Fez-sc a ollicio de que se trata.
HitoA" associac.ui coinmeirial benononlO.__ti-
co inteirado do que por ollicio de 1 do crrente
respnndeu a assnciacio eommercial benelicenle, aos
que Ibe dirici em -2[ e 1, e eslimarei que, conli-
uuando a oblar bem resaltado oa subscripcAo vo-
luntaria, seja o seu produelo distribuido convenien-
temente pela pobreta desval la dos :t lioirro, romo
Vmcs. ja asscnlarain ; e para meii coveruo espero
que me remellara urna relacAo dai umsms que fo-
rem sen lo ellectvameule soccorrdas.
DiloA' cmara municipal do Recife.Ilajam
Vmcs. de 'lamunicar-mc o resultado das provi-
dencias que pretendan rwr em praliea, acerca do
abasieciment', Je carnes verdes.
PortaraNomeaado, decoiil'armidade an a pro-
posla do procurador liscai nter ino da thesouraria
provnci,il.arUjb.areUsAiiz t Albuqucrque Mar-
lins Pereira, rira <. ,ucar vago ite judunte do mes-
mo procurador fiscal na comarca do Bolillo.Fize-
r.im-se as neceasarlM conimunicaces.
DilaAo agente da companlii dea barcas de va-
por, rerommendando que mande dar passagein para
o MaranhAo, em .dcun dos lugares vagos para pas-
sageiro drsembarcador (nilodio Manuel da Silva liuima-
rAcs.Igual, paraJesnino Barroso de Mello.
ERRATA.
A ola I." an rclalono publicado na :t. columna
pac. I. do Diario de hontem be a seguiule :
Segoiram os rbuinreclantei requisitados 's ', ho-
ras da larde do dia 3 escoltados por prarai de po-
lica.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Seu So jH&aria em !' de fettrttrj de isti.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador Sonta.
Presentes lodos os membros do Iribuual.
Oh .' exclamou elle com humor vol(aodo--c.
que tem. senbor Ireneo?
Aquella muther... responde... fo-te tu, Pe-
che, que a rondiizisle..... qual he a causa daqueltc
desmaio?
O Teslerino, que ebamava-se Peche, e que aate-
mclhavj-se a nm cao carrancudo, respondeu ercucu-
do os hombros :
Essa he boa ." urna miseria. Vossa Mnhorta bem
sabe que as mulbercs desmaiam por qoalquer eousa.
Esta foi .issuslada pelos caranguejos que vio no meii
barco. Recuou repentinamente, e cabio n'acua qua-
si na altura do cabo Ferret.
Mas be um dos lugares mais pericosos do la-
gamar.
Assim o creio ; por iun (vemos grande Iraba-
Iho para tornar a pesca-la. Un, instante julgomosque
o nao eonsecuiriamos, c se nAo nos livesse acudido
madamesella de Ingrande...
Madamesella de Ingrandc?
Sim, senbor ; eaaa corajosa rapariga lncou-e
a nado com risco de ser tragada pelas ondas,' c em
tres bracadas, zas! securou-a pela cintura. Feliz-
mente ainda nAo era tarde.
Pech puiou com as maos a barca, e a (n enca-
mar na areia.
Mariai.na ainda nio linba aborto os olhos. O ra-
paz que tcompanhavaa tomou-a i:os bracos c des-
embarrou-a com |ireeaueao ajudado pelo secundo
rcmeiro.
Oiiando poz o p em tena, achou-se dame de
Ireneo. Parnu c disse :
O enhoi' aqui!
Nao esperava mais (ornar a ver-me/ respon-
deu Ireneo com allivez.
O momento e o Incar seriam mal escolhidoi
para ibscussno ; nao duvidu que sua senboria me d
occasiio de um encontr prximo. Assim, al bre-
vcmenle, senbor, al hrevemenle.
Ese a vida de Marianna estiver emperico:
| desgraeado d.i lenlior criiou-lbe Ireneo.
(I rapaz ia replicar ; mas chamado aos deveres da
a qunlquer discusso, e ao poble-
ma pi ndentc.
Ist.quer dizer, que o tratado da paz sobra que
vai deliberar-sedeveria comprebender o rcgulamen-
to de todas as quesloes que inleressam a Europa
e a t a Azia.
Mr. Saint-Marc-Girandin, n'um artigo publi-
cado no Journal des Dbats, depois de apreciar
os principaes pontos das propostas que a Russia
aceitn, resume as suas appreciaces nos seguin-
les termos :
Ser pois este o carcter das estipulacSes fu n-
damentaes de paz de 1856 ; scro profundamen-
los imparciaes ; uo procederao nem do interesse
nglez, nem do interesse francez, mas sim do inte-
resse europeo. He por este lado que a paz con-
vem lao adiniravclmente Franca. Todos sabem
mm elleilo que na guerra do Oriente, a Franca
nao levava nenhutn interesse particular ; s tiuha
em vista 0 interesse europeo. Na poz do mesmo
modo si>,vi. os interesses curepcos, e lie por isso que,
sem vaidade, se pode diarque a paz he toda fran-
ecza. a
O governo frencez irahalhou por ella com habi-
hdade, hado defende-la, estamos disso convencidos
com firmeza e as negociaces far prevalecer esso
espirito. Ninguem de cerlo as negociares an-
nunciai allivamenie o papel do arbitro da Euro-
pa.
A paz lo 185(5 nao be dessas que vem aps os
grandes Iriumphos de um lado, o as grandes der-
rotas do oulro, e que por isso mesmo sao pouco
duradouru e ephemeras : nao lio urna paz do pri-
meiro impulso ; he urna iransacc.ao iotelligenle o
opporluna, em proveito do equilibrio europeo c da
civilisacao occidental, que d'ora avante lera o seu
paselo lambem no Oricnle. Ora esta transaa:ao
inieiramente conforme aos inioresscs eao espirito
O jornal russo deruxellas, o Nord, publica o
despacho do conde bol ao conde Valentn Eslor-
hazy, incluindo as dposires quo este diplmala
levou a S. PetersLrgo em nomo da Austria.
Eis aqui o seu cmelo :
X ienna 16 de de;tubro.
As palavras que'. Em. leve a honra de ouvir
da bocea do imperadr, nosso augusto amo, hao
de por cerlo ter contrjuido para de novo Ihe con-
firmar as intcncoes qe sempre tem guiado a poli-
tica de S. Al. as dferentes pliascs da, lula em
que a Europa esl enolvida. Sempre fiel a eslo-
mesmos principios, o m|ierador julgaria fallar ao
que deve aos seus pvos e Europa, s6-dc\sse
escapar o momento acial, cm que urna forra maior
inipOe urna tregua ao?ombalcntcs, seni tentar um
esforco supremo para er se he possivel, por meio
de novas negociacoes,concluir-se urna paz quo ho
hojea necessidadea mis urgente da Europa.
Convencido, ]ior in lado, da sinceridade das
drClaraces lo repetas vezas reiteradas pelo im-
perador Alexandre, d querer prestar-se a concluir
um.i paz, que fnsse onforroe sua dignidade e a
honra de seu paiz,S. 1.1. conheccu que o momen-
to era ehegado, para Incar mao de lodos os esfor-
cos, afim de so assegrar do grau de reciprociilade,
com que eslas dispoices seriam corres|iondidas
pelas corles da Franc: e da Gran-Breanha. Por
conse;;uinte hotivc pe liem encarregar-me de son-
dar a esle respeilo is gabinetes de Paris e de
Londres.
Ora, ao passo que os adiamos inexoravelmente
resolvidos, a nao secrestaren! a iniciativa alguma
de proposiees pacifios, cnenntramos todava, com
a maior salis(ae.ao, jinto deaUB gabinetes disposi-
coes de ni natureza.que no- fazem esperar que so
Dio recusarao ao exime, e a aceita^ao das coudi-
(esque Ihes offeroorom tosas as garantas de urna
paz seria o duraduira, e. a rosolvi.r francamente a
questa que deu or.gem guerra.
Ainda mais : julgamo-nos audorisados n expri-
mir a cs|H>ranca de que eslas |to' Has, a o mesmo
lempo que uiaijuMOl com lea a s i for^o, o direito
de apresentarem a.- ctnSicus que ,uij.arein conve-
niente, ainda boje oslaram dspostas, a nao se afas-
larem do principti estaliclecdo no romero da lela,
de nao terem em vsta nenliuma vantagem particu-
lar e de limitaren] s suas perlencaies, aos sacrifi-
cios necessarios paa garantir a Europa, contra a
repelico de urna lio deploiavcl complicacao.
Animado por eses indicios, o gabinete imperial,
nao recuou perantc a ardua larcfa, do sondarcoos-
cienciosamcntc a utuac/io piesente, e formular as
bases sobre que. secundo a sua opinioo, poderia le-
vamar-se o edificio de urna solida paz. Os qualro
[irincipios ja aceites pela Russia, nos pareceram
sempre o melhor pomo de partida. Todava, para
mais fcilmente conseguirmos a paz, evitando so-
bretudo os embaraces que frustaram as ultimas con-
ferencias, julgainos indispcnsavel desenvolver os
qualro principios, de modo qne parecessem confor-
mes aos inleresses geraes da Kuropa, facilitando o
convenio final por meio de urna delinico mais ex-
plcita.
Os fruclos deste (rabalho, se acham consignados
no documento aqui incluso, (os proposlas que j
publicamos), que pelo facto da aceibqo das po-
tencias beligerantes, adquirirn, o valor de prelimi-
nares de paz.
A nssignalora deste preliminares, seria immo-
diaiamente seguida de um armistico geral ede nego-
ciaces deOniivas.
Esle trabalbo tendo sido honrado com a approva-
^ao de S. Al. o imperador, sois encarregado, senbor
conde, de o apprcsenlar accilarao da corte da Bus-
-1.1, fazeudo as mais vivas instancias para que se
pese bem o seu contheudo, participando-nos a sua
deternunacao, o mais breve possivel, ao que liga-
mos a mais alta importancia.
Se, como esperamos, as nossas proposicoes sao
l'avoravelmente acolhidas, mi lardaremos em rc-
romnienda-las fervorosamente aceilaQO das coiles
de Paris ede Londres, expremindo ao mesmo lem-
po a confiaorn que nos anima, de que estas s sa
prevalecero do diroito de appresentarem eventual-
menie as negociac,oes, e condiees parlicolares no
interesse europeu, pondo de parte quaktuer pre-
suprema tleterminacao, ha de decidir do destino de
tantos mellare. de existencias.
S. M. 1. adoptar, mis firmemente o esperamos,
o nico meio que/nos parece prehencher os verda-
deiros interesses dos seus povos, c as exigencia da
honianidade.
Recehei, etc, etc.
Conde fuol.
r'a""* "c'" ,,uv'0'i, Acoiilereu-lbe alciiui
accidente, \eiiha! ve 11 ha accrcsccnto.i o mancebo sua silu.cao por um luovimenlo .le Marianna, diri-
'nC",do-se atlooilo para fina. cio-se promptamenle para o hotel com o eu |rrerio-
nf',T<,*e-u'0-0 depois de alcuns segundos so fardo.
Mr. Btanehard aperlra o braco de Ireneo rceom-
ne reiiexao, pois a relleio nunca perda seus direi-
tos sobre elle.
Os deas balis iam porlar.
!S rundo do primeiro vase distinclamenle um;,
muther deitada tendo 01 vestidos hmidos, e repou-
sando a rabera as mAos de um rapar.. Foi a essa
barra que correo, iinmeiliatainenle Ireneo da Tre-
maba...
Apenes o mais idoso dos dous reiiVrirns que a ron-
duziim lallou lobre a praia para can" la adianlar-
e man, enlio-se agarrado pela gd"-
(*, Vido Diario n. 52.
\
mandan do Ihe prudencia ; mas sua recommendarAo
era tarda collor.id:is na retunda barca, madama
I Ingraude, a marqueza de Pressicnv e Amelia li-
nham assislido a essa scena rpida, e" se as palavras
nAo Ihes fuviam chocado aos onvidoa, ao menos nAo
bes escapara ncnlium dos cestos dos dous inler-
loculoriw.
Alinda irma, ronteea a con.encer-se mui-
morou a marqueta ao ouvdo de madama d'In-
grande.
Esla nao respondeu.
JTnetar .lu sua perljarbaclo Ireneo comprehendoii
w
que nap poda dspensar-sc. sem fallar polidez, de
ir laudar a enndessa, e de felicitar Amelia pela co-
racem que acabava de desenvolver. Isso foi feito
com um eonalnagimenlo e cm um deuso quo nao
cscaparam a, tres mulberes.
Elle lerminou percunlando-lbcs se prelendam
desembarcar.
Nao, respondeu a enndessa, basla-nos saber que
essa pessoa esla em seguranca. A proposito, Ireneo,
lalvez vos- possa dizer-nos quem be ella?
Eu, senhora"!... balbuciou o mancebo.
Voss 11A0 fallou ao rapaz qoe acom,anhava-a .'
Com clfello eu iuformava-me...
lio sua niulher ou sua irmaa?
Ella mesma o dir sem duvida quando for vi-
sita-la, respondeu Ireneo rom citar.
Seja quem for, accrescentou a marqueza de
Pressigny, nAo be lAo formosa".'
O mancebo estremeceu, mas lirou mudo.
Vallemos, disse madama d'Ingrande.
E lomando entre as mAos a fronte da fillia, abra-
eou-a repenlinaineiilc.
A esse sgnal de ternura iiicnmprehensivel para
ella, Amella enraroii a mai com espanto emquanto a
barca afaitaya-se na direceAo da Pona do Sul.
Smenle lcaram sobre a praia Ireneo e .Mr. lllan-
chard.
Ireneo, cuja perlurbacAo ceder o lugar a urna
sombra medilacn, pareca ler-se esquecido de que
linha um compauheiro. Ssabio desse estado quan-
do Mr. lllanchard, que ato entAo se conservara na
maior reserva, ronvidou-o amigavelmente para rol-
lar ao hotel do Globo. Ireneo encarou-o com firme-
za, e cedendo a um pensamenlo repentino, dis-
le-lhe:
Quer que eu o aprsente amanhaa madama
d Ingraude e i madama de Prcssignj ?
Alais do que nunca, respondeu Mr. Illanrhard ;
porm que vai pedirine em troca desse serviro'.'
Pouca eousa.
Com ludo...
O favor de servir-me de Icslcmuuh.i de buje a
alguns dias provavelmeule.
I'm ducllo?
Sim.
Com quem'.'
NAo ouvio ha ponen trocar palavias com um
homem ?
Ilcvcrdade. Como chamase:'
Felippe llcjle.
Felippe Hcyel... vi e-se nome em alguma par-
le... Ah! 11A0 pertence elle o diplomacia t
ti auno passa.lo es|aVa addidn a ama emhaiva-
da 011 a um consulado.
Air. de Tremeleu, aceito a proposta qoe me
faz. Importa que nao baja nenhum equivoco entre
nos : amanli.ia vossa seuhorja me apresenlar mar-
queza de Pressigny, a condena dTnxmnde, e depois
da manliAa ou em outro dia ponlio-me 11 soa diipo-
sjAo para qnalquer euconlro com o senbor Felippe
Bevle.
Convelido.
l'ors bem ; mas determinadas e-las clausulas,
resla-mc ainda exprimir nm voto. Oh! um voto mu
simples c natural. A reclidAo de seu juizo me per-
mute crer que vossa senboria nao recusar assenlir a
isso.
Vejamos, seuhor.
Posto que eu 11A0 duvide de maneira alguma
da justiea de sua causa, mioba consciencia e niinlia
responsabilidad!' requerem que Ibe peca a historia
de mas dissenses eom o senhor Felippe' Keylc. NAo
se inquiete, 11A0 Ibe faiei nenliuma declamacao con-
tra o duelln. Prueucho urna Tormalidade somcnle.
Iguoro que opiuio lera disperlado em vossa senbo-
ria a conversacao que ha pouco livemos; seja qual
fr saiba que ha certos principios de liumaiiidade,
certas leis inorae.< que considero inllosiveis. e das
quaes nunca me afaslei.
Ireneo guardn o silencio durante algum lempo,
c dise emfim :
Tem razao, e B,peiai das lembraiieas dolomsas
que lal narracAo reanimar em mira, apelar do ru-
bor que poder canliar-mc a fronte durante alcuns
episodios, linio que devo-lhe essa confidencia, c que
cm seu lugar eu l-la-dia lamben) provocado.
Irocaram um aperlo de 111A0, e Ireneo iccros-
cciitou :
Subamos ao nicu aposento ; \i estaremos mais
a goslo ilo qu qui.
Itetiravam-seda praia, quando Ireneo fui chama-
do pelo baleleiro condecido pelo nome eslranho de
Pech.
Que queres cmico'.' exclamou Ireueo.
E rollndole para Air. lllanchard :
Tem curiosidade de coulucer um feilceiro tes-
lerino f Veja uquelle.
Pech sabia nesse momento do barco, onde [toara
duraDle luda a couversac.Mi. Sirria, mas como sor-
riem os cainponezes quan.10 algiiein lomba delles.
.Seu rosto, que liaba a cabera vermelbo-eacura de
una pinna, oflrecia urna reuniM de ragas que o
consliiuia cm oslado de cdranUuiba prrmaneule.
todava eslava no vigor da idade, c era membru-
do e musculoso conioum Iritao de Hiibeus ; mas sua
Inla quolidiaua eom os clemeiilos o revestir de
urna casca que parecia nAo pcrlenrer mais espe-
cie humana.
Seu vestuario era simples : camisa azul, Coleas de
algodao arrecacad.is sobre jodii. A rabelleira sor-
via-lhe de chapeo.
Ilescolpe-ree, disse elle approximando-se de
Ireneo ; mas como vossa sonhoria parece ronhccir
aquella joven senhora, suppuz que consentira tai-
ve. em eacirrogor-M de urna commissAo para rom
ella.
Mr. John l.cmoinne publicou no Journal dea /le-
oofs, o segulute rtico :
< Vnn serie de accidentes, de cerlo mu dignos
de lastima, acontecidos uestes ltimos lempos nos ca-
minbo4 de ferro, tem, em cerlo modo, aterrado o
publico, e provocado severas medidas da parle da
justiea. I.once de nos eslranbar que a justiea proteja
a vida e a seguranca dos ridadAos, e cumpre-nns
pelo contrario, agradecer-lli'o; porem nao podemos
ter na me-ma tonta cssa especie de pnico de que
se tem apoderado toda a gente, e que acharamos ri-
diculo, se nAo artendessemos s desgracas indivi-
duaes, dignas di maior lyropathia ede lodo o res-
peilo. Fica por tanto entendido que as nossas obser-
vacOei nao s- dirigem qo>ll que tem sollrdo mais
ou menos com esses accidentes, lao difflreh de evitar
u'uma va frrea como em qnalquer nutra estrada
real ; dirccm-se, sim, 10 publico, a esse publico que
se chama legiAo oo milliAo, qoe anda cem veres
mais que os seus antep.issados, com rom vezes me-
nos riscos, e o que de repente se apaisana pelas cale-
ta dos bellos lempos do< seus pais.
Ilouve um homem celebre que ds.e :IVaqui
a nneoenta annos alcuem llavera que far torluna
inventando as diligencias.Esta senlenea corren de
horca em bocea ; e redolida a estiibilho foi Cantada
cm todos os loos, repeliram-na os realejos e d'alli
nasreu o romance do fiaere, que nfelizmenle n.lo
vale o romanee do Salgoeiro.
o No lempo da agitarlo reformista n.i Inglaterra,
Sidnev Snnlh representen acamara dos lo.rds, iob a
rorma u'uma viuva fi laica que Iralav.i de se oppnr
u repenlina iuvasSo do ocano, armada d'oma vas-
soura, e com malla serid.ide acabava dilendo que o
ocano liera vencciior nessa lole. >i*s lambem es-
tamos eouvciicidos qaenrita lula poslhnmacom a ni-
|igencia, o vapor acabar,,' por levar a melhor, nao s
porque be o mais forte, sonta porque ha o mais se-
curo. Como muilos ontrn proverbios, o brm ennhe-
viajantes morios 00 leridos cora o dos inscriptos,por-
que c-la comparafn importa que todos corrern o
mesmo risco, seja qual for a distancia que percor-
ram.
Sera equiparar urna tiageM de Paris a San1
Clood a urna viagera de Pars,, Brnxellas.
11 llr.- I.arduer observa com razAo que o perico
esta' na proporrAo da distancia perrnrrida, e que
um viajante que anda 1011 kilmetros esta' de/, ve-
zes mais exposto que aquellc que sanda 10. Por-
tante, be pela distancia andada, e nAo nicamente
pelo numero dos viajantes, que se devem apreciar as
probabilidades, a endo esla distancia recularmenle
icpresenlada pelas receita-, pode sempre ser avalla-
da com exaclidao.
(ls aharsmos sobre que se fundanienla o llr.
Lardan Mo exlrahidos das cslalis*icas inclezas, e a
distancia he representada em milhas inclezas ; po-
rem a dillereiica seria vantajosa para a Franca, por-
que os accidentes san mais raros nos caminaos fran-
cezes que nos indicies. Temos pois que nos dous
anuos de lrl>l e ISj- hniive nos eaminhos de ferro
da (irAa Rretanha W morios e (i.l.l feridus.
Ve depois que a distancia percorrida Coi dr
2:iS-2:7."i-?7">li, milha, o que vem a ser o mesmo que
se gaal numero de viajantes ndame urna m
Conforme esta base e prororaml quanlos morios e
leridos liouve 110 Iransporle de um milhan de viajan-
tes, na distancia de HKi milhas, v-se que 2,02 nao
checa a :i morios, e 21,44 nAo checa a ) feridos.
Por oulras palavras, um viajante percorrendo 100
i milhas com risco na proporcAo de I milhao contra :!,
011 1133,333 conlra I no primeiro caso e no segun-
do, de 1 milhao conlra ^.",,1011 iO.IKKI conlra I.
(ls ullinuis innos, conrurme as informaces que
devenios i bomlade do Ur. I. irdncr apresenlain os
secninles resultados :
i;r,2-Sl:l:r>:Tl viajantes inscriptos; |:2I04)00>OOP
distancia percorrida em milhas ; 13,60 dislaycia me-
dia percorrida porcada viajante.
IsV! l(U:*(i:li(iOviajanlesinscriplos;|,-!l(l:(KIO:()OII
[dislanchi percorrida em milhas ; 13,60 distancia me-
dia percotrida por cada viajante.
1351 lll:-2m;:7(l7viajanlesiiisctplo;l,:(O:llO0:00O
distancia percorrida em milhas ; 12,86 distancia me-
dia nereorrida por caita viajante.
Eis aqui qual Toi nesesinsmos annos, o numero
dos arrenles: Em 18)2. 216 morfos e 18 feridoi;
em I8:l, :10."> morios e I Vi feridos ;e em ISf, OOM
ic,i
l.-se no Time*.
lu relalorin publicado na lista olurial da ntari-
nba, mostra que a esquadra insiera m eoeape ate
136 navios de ludas ai dimensAe* : :W1 navio, na*
em serviro activo denle as nus de 131 peras al +
lanchas de I pera, pedreiro oa hiele a vapor alo
armados.
lies anuos ha, apenas linhamos era activo
1.1 navios de todas as dimeoiea, e a
conslava de navios de vela. Agora, pelo 1
quasi lodo sAo movidos a vapor, e algamaa embar-
cariies de vela, que ainda estn em servieo. aera
postas de parle logo que lenh. lindado o lempo da
sua commissAo.
Por isso, esla semana, a au de Ir* ponto* de 120
pecas o rVeatamn. capilAu lludson. toi sabslilwida pe-
la au mais moderna Mnrlltornagh, ridadrllva va-
por de 131 per*.
Julca-se que leremos a nossa di-posicao para a
guerra, 110 prximo verAo, 10 naos de linha m fra-
cat.is de (irimeira ordem, e prnvavelmenle mais;
mais de -Si corvetas oa 'luopt fortemente ai das.
e mais de 170 navios armados de peras oa batera*.
S no Bltico leremos perlo de -J">o vagares, e o
almirante -ir Edinond l.yons ser, Mgaado *e da.
o cemmandante em chefe.
eidii devagar e ra ao tonga he felfa, e e*tatislica | morios e IV1 frulas. E-tes algarismos poderiain pa-
demonstra que o cavado de fiaere causn mais vic- r'r.er ainda consideraveis, se uao foise necessario
limas que a locomotiva a vapor. Mas he siirraleira- | d'visli-los em duas parles ; a dos viajantes, do pnbli-
menle qne as victimas apparecem, vem urna a uma;leo "los empregados dos eaminhos. Quem paca
um.i sola o seu brado de allliccao, e e-s; lirado maior Iribulo aos accidentes sao sen.prc
Si
solado ninguem o ouve. O vapor pelo contrario
sonro os resoltados da sua sraudeza e da sua fran-
queza. Dz-seque as crandes potencias nan po-
d-m fazer pequeas guerras, do mesmo modo o va-
por iiopode limitar-sc a pequeos desasir.-, porem
sao estes tAo raros, como as grandes cuerras. As di-
l'encias, os (arres, os mnibus e a posla, inalam ou
molilam um homem sobre a calrada, sobre o maca-
dam ou sobre qnalquer estrada, e os jornaes, excep-
to os da Incal lade, 11A0 mencionam se quer esse suc-
cesso : islo incoada a cada passo. Acontece, porem,
que dous Irens abalroam oa sabem do carril, o ac-
cidente Irjnsfjrma-sc em calaslrophe, c em vez
d'uma desgrara individual lia urna descraca cnllec-
tiva, em vez u'um crilo ha um clamor, c a publici-
da le e a historia refercm o faci minuciosamente.
II- como na guerra. Na Crimea lem mnrrdn mais
gente por causa do trio, das eufermidades, e das ra-
dicas, que a ferro e logo ; mas aquellos succumdi-
ram aos dias, em silencio, sem que o da da sua
morir seja commemoiado : em quaiilo que as bala-
Idas se ldcsd.1 um nome. e os de aUlakoffe lnker-
mann eslAo inscriptos as bandeiris.
a So a inveiicAn dos eaminhos de ferro su livesse
feito augmentar dea vezes a velocidade. a iroco da
seguranca, eolio se poderia dizer que costara cara;
mas o que importa especialmente considerar na lo-
comocao a vapor, hea'sua iinivcrsalidade : he por
isso que be a maior insliluir.lo demorralira e social
que apparceoo no mundo depois da impiensa, A
furca do vapor subsliluindo a dos cavados, he como
a Impreosa lomando o Incar da copia manosrripta :
d- o espaeo, assim como, a sciencia .10 alcance de
lodos. Fallamos de eslatislica, e as obras que existen)
ueste genero mais instructivas, mais curiosa, c mais
interessinles sAo as do Dr. I.ardncr. O autor da En-
cyclopedia britnica, do mueeu das eeuneiat e das
arles, da Econmnia dos eaminhos de ferro he bem
; os empreca.
dos das .idminiilracps. Assim deduziudo da somma
total dos accidentes, que apreseutamos os que se re-
fciem aos emprecados. sii ficam para os vaja'nles os
seguinlM algarismos :
Em I8"i->, :l morios c 380 feridos ; cm 1853, l
morios e 300 feridos : cm 1854, 31 morios e 310 fe-
ridos. Calculando sobre a proporrao de 100 milhes
de viajantes, percorrendo a distancia de I milha,
adiamos os secuintes resultados; morios, >. (i, I. 8,
i. ferido, 31. i, 22. ">, 24. ...
Dissemos que a maior parte de accidentes recabe
sbreos emprecados, e be misler accrescenlar qu
quasi sempre so morlacs. lie l"i feridos desla clas-
se morrem 11.
He misler notar lamban), qoe mais da melade dos
accidentes sao por culpa dos proprios que delles sAo
victimas. Assim, nos annos dea18.'i0 o 1851, v-se
qoe !m. emquanto aos viajantes31 pessoas moras
por accidentes esiranhos a'sua vonlade, e 37 nor-
ias por imprudencias -ni!-. Nesse mesmo espaeo de
lempo, achara-se 113 pessoas mora por terem alra-
rrasado a via ou haverem sido sorprendidas na
va.
Ei< a ronl.t das victimas do vapor. E queris ago-
ra saber quautns assassinatos clandcslinos commet-
(iain os cavados c as viaturas '.' De I8.!i a 18S0, as
vial mas publicas que circiilavam cm Paris e nos ar-
redores, causaram 7 morios e ->:07.l feridos ^o se
trata de mhes de viajantes, nem de milhes de
kilmetros, nem de velocidade de 15 a -0 lecoas por
dora ; Irta-se das mas c dos arradaldes de Paris.
dos licres. dos omnidus, coucous, das sondlas e de
todas essas caixas ambulantes a que, de cerlo por an-
llese, dio o nome de celerfero .
lie este genero de locomoco, ruja ditosa ressur-
reicAo prometiera aos nossos netos. Porque nAo llo-
vemos desde ja vallar a escs bous lempos em que
I ma commissAo la'.' exclamou Ireneo,
Oh he lmenle para entregar-lhe este objec-
lo que achai agora 110 men batel.
Ao inesu.o lempo Pech apresenlava um dos h-
vrinhos de memoria encadei nados de roxo, e cotille-
ados por inglezes.
Ireneo lomou-o, mas pergunlou logo :
Como sabes que este livrinho pertence a elia c
nao a elle'!
Purque a senhora eacrevia ahi alguns minutos
antes de cahir n'agua.
Hasta, disso Ireneo metiendo o livrinho no
bolso do rllele.
llr. lllanchard observara alternamente a expres-
sao maliciosa, que azia hrilharem c (remerent us
0II101 do Teslerino. t.luiz inlerroga-lo lambem, e
disse-lhe :
L'ma palavra ainda, amigo. Porque nAo prole-
re enlrecar Vmc. mesmo esso livrinho a sua verda-
deir.i dona '.' (Ibramlo de mitra maneira, emprean-
do um medianeiro, priva-se lalvez de urna recom-
pensa merecida.
Peche fe/, um mnvimenlu, e cnearou a Mr. Illan-
rhard : depois respondeu dando nina ri/.adinha groa-
Mira,
Ah senbor, se be verdade que son feiticeiro,
como dizeni, creio que vossa senhoria he um lauto
I de minha familia. Quem Ihe diz que o que fiz nao
mo valoro iluas recompensu em vez de nina".'
Ur. Blanehard leve um cesto do aversto.
Emfim, se Mr. de Tremeleu pensa como vos-
sa senhoria, piide resliluir-me a couM...
Sua mAo c'slendia-se ja para tornar a tomar o li-
vrinho.
NAo, disse Ireneo vivamenle, obraste bem, o
eis-aqni a prova.
A mAo de Pech fechou-se sobre urna moeda de
cinco francos.
Ireneo e Ur. lllanchard vnltaram mmedialamen-
le [>sra o hotel do (lobo. Ahi, em uina camera do
primeiro andar, e segando a promessa que Diera, o
mancebo ilicin sua nova le-dcmunha na historia
le suas relaces eom Marianna, a moca lao impaci-
entemente esperada, ha pouco lao repentinamente
posta em scena. Gomo he sobre essa importante nar-
racAo que gyra no-sa acc.io iuleira, lomaremos a li-
berdade de subsliluirmos a Ireueo, tanlo para ae-
rusarmos c rcpellirmos certos episodios, como para
pouparmos aos leitores a monotona de um solilo-
quio nuil pruhincadn.
IV
I .ludo de niulher.
I m dia qiie Ireneo de tremeleu passav pelo
bairro Poiasonoiere foi impressonadn pela belleza de
una rapariga que ia apressada e sozinba, levando
muilos cadernos de msica .I t. uvu do braco.
\
Pelo seu andar resoluto, pela firmeza d seu por-
te, e pela Inteligencia de seu odiar. Mr. de Treme-
leu recoiibereii 11.....e ti Mmenle ulna discipula de
ntUaica do Conservatorio.
Eram precisainenle as horas rm que essas rapsri-
cas 111-111 da aula, bandos garridos, onde o fulnro
reernta soncanlora* altivas, cabecas morenas ou
loaras que iro depois pparerev debaixo dos luslres
de Finicc. Je Cnvenltiarden ouda Opera.
Mr. de l'remeleii, que era entAo um rapaz abso-
lutamente dedicado aos prazeres, poz seus passos em
harmona cornos da rapariga, e sem releclir sc-
guio-a, dizeudo romsigo :
Eis-ahi urna moeinha de dezeseis annos ape-
nas rom sapalos de riMadO crosseiro, veslido mo-
desto e chapeo, cujas litas lem sido mudadas tantas
vezes comii o cabo da faca de Jeannot; acora he
pobre 0 desconbecida... e daquia alguns aunos lal-
vez alravessani o mundo a maneira das tempesta-
des. Paixoes, desesperos, consoUcos, coracens se-
rflo dispertadas por ella na carrea lnuca que em-
prehendem as miilderes de tliealro no meio do, en-
lliusiasmos e das opulencias. Tcmln-a visto e envido,
alcuns horneas se arruinarn e commellerAo ale
crimes ; oulros pelo contrario scnlirAo ercuer-se-
Ibes a fronte mais Iluminada e mais clnriosa. Ella
sera maldita por ana e bemdila por oulros. ile lo-
dos quanlos paaaan boje a sen lado vendo-a com in-
| dillereiiea, alcum lalvez suturara depois .1 soa por-
la siipplieando-lh que aceite ana riqueza, seu nome,
sua evislenria, c alias sera rejeilado !
Pensando assim, Ireneo de Tremeleu mil sabia
que lirava seu proprio horscopo.
Seglo a rapariga al ra de l'.hahrol.
K11 a enlruu em nina das casas grandes e altas re-
cenlemenle construidas para especial aposento dos
pintores.
Mr. ele Tremolen mandn lomar informantes, < ao
cabo Se dous diassoube quanlo quera sabor a res-
peilo da joven discipula do Conservatorio*'
Cbamava-se Marianna Hupert; seu berro fura ro-
deado de Irevos. Nascida em Pars em tima mooaar-
tla ila ra do Four-Sainl-llonor, usdous pruneiros
semblantes de que eonservava lembrauca eram o de
um homem vennelbn e violento, seu pai, code
uina niulher que passava a vida a torcer trapos, e
arranjar os cabellos da ule de um cspelho, sua ma
drasta.
Mr. Ruperl linha urna leja de quinquilleras.
Depois de ter passado alcnm lempo na escola,
Marianna apenas Bcou nm tanto crande, foi empre-
ada aos Irubalbos da casa : 0111 varrer o pateo, es-
colher l.la pura us colchos e alimpar os candieiros
110 sabb ido. Ao mesmo lempo o pai eomeeou a lor-
nar-se brutal para rom ella. Ilcmais, tinliam nas-
cido oulros lillin- ao casal.
Na vespera do da em que Marianna devia fazer
a primeira cummuoliAo. o pai dru-lhe urna bolela-
(Iconsallio da sociedade real de l.nadres eencedea
a meilalba de Copies, no anno de 18.") "1. a M. I .toa
Foncault, pelas bellas experiencias da pndula o da
evroscopio, pelas quaes lornnu evidente e aaoviman
tu de rotarAo da Ierra sobre o sea eiso Sir tiodfrov
Copley de Sprolohoroagh, do condado de Yark, ater-
ren em 1709 ; no sen testamento eom dala de II da
uiluliro de 1701, legou a sociedade real a qaaalia
de 100 libras i ",11-11111 rs.1 destinada a promover oa
procressos das sciencias naluraes, e a servir de re-
cumpensar aos uleis e provetosos estados esperi-
mentaes. Esle tocado foi convertido a'oraa anana
Iba de ooro, que tornou para sempre celebre o no.
me de sen instituidor. He, diz o mai consciesKioso
historiador da sociedade real. Mi Charle* Richard
Wel 1, a medalba mais honrosa de que dison a il-
luslrc rnrporafao ; sir Humphry l'jvy.chamava-a
mu ciaciosamenle. a antica coma de oliveira da o-
eiedade real. Ha raaisde o ni serillo qee, quesi to-
dos os anuos reculamente, he conferida aos aalores
das mais brilbaules descoherla*. Seria difltoil en
econlrar um nome celetire 11 scemeia qoe ella ala
ludia Ilustrado coro a ua donosa aureola. O pri-
meiro que a recebe foi um francs, Jmo Theaphile
Desacnillers, mas (nelez n.iloralHado. n resullado
do edicto de Nonios, e qoe levo a honra de *er ca-
rador da sociedade real de Londres. O valor inlrin-
s*' la medalha he de .'1 libras (229300 rs,,) he de
0. que pesa pouco mais de urna onra.
O eonselbo rasolveuem 1736 qoe seria conferida
mais importante descoberta srienlfica realisada ao
anno, ou ao maior servieo prestado ., -rieocia par
meio de novas experiencias, oa por outro psigan
modo. r
Entre os nomes de hemens illustres, qoe toram
inscriptos no reverso, eueoniram-sr, em 1815, ir
David Bicswsler ; rm 18-il, Ednoard Sabiae ; 1822
c < 7, sir Joh.i Herschel ; 1822 o 1847. Williara
Bi ind ; I82. Franrisco Araco ; 1828, sir Jame*
South ; 1831. G. B. Airv ; 183 e 1838, Mirttel
Faradav ; 18*4, J0A0 Plana ; IX11. sir WiMiam
Snovv Man ; 1837. AnlonisBecqoerel ; 180, Jas-
tus l.iebic : 1843, JnAo Baplista llames ; 1846, V.
1. I.e Verricr. de Hambolol, Dove, 1. Mudar, etc.
A medalha de 011ro real nsUlnida em I8i">, por
S. M. el-rei de Inglaterra, he demuite matar mo-
delo e mais rrescdo valor material, qoe he de 50
guineos j".- ion rs.; do mesmo modo he conferida
todos os anuos s mais importante- descoberta* an
serie* de Miados concluidos e rommuaidado* en-
ciedade real no anno lindo no dia em qoe concedi-
da ; porm como distinrrao hnnorilica esl em *e.
cundo Inga 1. c he muilo inferior a medalha de Ca
(doy.
Esle anno loi outbnrcad ao joven e celebre as-
trnomo M. J011I1 Kos-el llind.por este terdeseeberto
dez planetas pequeos, cujas rbitas calculoo, e por
nutras desrobcrlas aslronomicas. A segunda meda-
lha real de que lambem diipon lo lo os anno* a *a-
ciedade, e que lem o mesmo modello, mas de praia.
be conferida a M. J. (1. Wectwood, prrsdeale da
sociedade eutomolocica, pelas diversa* memoria*
e monogiaphids relaliva a eelomologie.
Aecres.fnijiiio? finalmente, para dar ama idea
cempleta das recompeiisai de qoe dispoa a socie-
dade real, que rm 17%, o ronde de Romford Ihe
legou urna quantia, rujo juro animal deve serem
pregado em rondar duas me luida de goal modello.
da enorme. Sabia de um juntar, e liaba a
esquenlada. >u dia seguinte ella foi n igreja
um inchaeo cima do odio. A roadrala fsera-lhe
um vestido branco de tima saia vclha de noia ; to-
dava a menina que parecia tira rao eafi
ju|gava-se inceiiuamen.le a melhor de lodo*.
Mariana aos doze airaos lavava j.i a roana da cata,
c ajudava lambem a cozinh. 41 odio dost pan eres-
ca a proporrAo dos ei \ icos que ella Ihe* prestara. *
trema quando novia a voz do pai.Vem ca. irito-
va-lbe elle ; v aquilln : esta bem feito '.'tras aa*!
Se ella pedia de comer, a madrasta repnntia-lh* :
Seria preciso pendiirar-te nm nAo de fi libras M
peicoro Cameras quando acabares de Irabamer.
E mulla- vezes anoilecia sera qae ella livesse loma-
do ainda nenhum alimento ; por quanto a madaatra
ir.'/ia as provisoes debaixo de chave. NessaeaMO
pobreziiiha rerorria s veres um estratagema : censo
os pais ludan! crdito ero casa dos fotnecedores to-
inava urna libra e meia de queijo era vez da libra
somonte que Ibe mandavam buscar, e coma fartiva-
menlc no caminan a meia libra de sobra. Multas
vmm lambem nutria-se dn ozeile em que se frigia o
peixe. 11 panqu caiii.i debaixo da nica ella ana-
nhava-o eom cuidado e occullava-o nos bolso* para
dcvora-lo de noitc nocelleiroonde dorniiaa*e*caraa.
Tinda someute um vellido, e una tonca de uros
relaldos ; as raeias rahiar.i-lhe dos pes an* pediros.
Parecia que 11A0 fazia man parle da familia, ta-
ire o povo principalmente sobrevein drt-u-s madaa-
ras extraordinarias, de-sa ptrdas de alfeic* qaa
nada motiva, l'ma primeira brntalidade mella* ve-
zes rrefterlida acarrela oolra qae he carrillada ; jar
que daquillo que os pais deviajn arrepender-**, taar-
lum pelo contrario justificar-se. Prororam orna re
zAo para sua colera,e acliam-na.llah emdiaole o ba-
bilo esta coulrahido, sea sobrolho permanecer car-
regado para o menino ; po um pai 11A0 deve seria-
ronsequenle em sua conduela; dahi em diante elle *e
pom a espreili de toda n* occ'e* propriai para
alear-lbe a colera, e a* occasies virio ao sea en-
contr. A colera he procresaiva romo a embriago*!;
ella engendrara o odio, o qual atlrahira a craileail.
Assim por ter querido ser infallivel a primeira vea
elle descera de um cm uro todos o* decrao* ila Inora-
ra e da deshomanidade. O'orcu'.ho as clame* infe-
riores quando be levado ale a cbstinaelo, prndoz re-
sudados espantosos.
Quanto miis Itnperl espancava a fillia, maii odioso
ella se Ihe torne. A iiijosti^a rhecav nello a vor-
licens estranhas. Achava-lhe lodos o* defeilaa, to-
das as feialdades. dizia que nao quererla jumis le-le
i vista, e quando nAo a via crilava logo furiosamen-
te por ella.
Pouco a pouco linda feilo o seu raeloriiiioqoe lo-
ria assuslado a um bruto ; pensava : Visto qoe cm-
liao-a lanas vezes e lAo fortemente, sem davida rHa
benm monitro! (fonrwaar-sr-sVo.i
MUTIDmIxT
ILEGIVEL


SIARIO
urna de nuro e oulra .ie orate, endo ambas confe-
ridas ao .iutnr inglez o eslr.ingsiro de nova des-
cobertas, lendenl-s alap.rfeicoar as Iheorias do calor.
da luz e das cores, ou de DOVM invenios o iM,va dis-
pojicao.rie ipparelhM, e para tacililar a prodcelo,
a preservarlo o ou aproveitamenlo do calor oda
luz. o valor material da mcdalba de ouro be de
50 libras (2.-KXKI!) .] oda medalha de prab.de
* libra,, (IS50..I. r.: ) o bureado, recebe Mil en
dinheiro 80 libras (IKIO^OOO rs.) Este premio foi mn-
lerrido em IK',0 a M. Joao Ra,s,a tl0l |lf|osseus
eslud,.a acerca da polansacAo circular ; em ISWa
M. llenni.okTalb.it, pete osscoberta da phetegra-
plua : em ISilia M. M.ch.l Farad*) pela ...a ries-
coberla da polarisaoan rotatoria magntica ele. .Cos-
me/.)
' i. 4omal do ( ommnrcio de Lisboa. |
MUli.ME.NTOS DA lltaJAliU.ritK SARDENIIA.
V casa de Saboia ( Can di .taro, reconheee
l'or seu cliefe llumberl .las .llras-M,, N .. v-'
no comee do undcimo secuto. Ust ando 1
mis ehronUUs presuraem. era lili,,', ,( |rar.r
Berodo ou Berlboldo, v,ce rei ,ie Ar| J^S
ou lUaurienue. c
Senundi, algunsautores, leudo Boaon, conde de
Arle,, desposa,.,. Ermengarde, Olha ,,,ca d
Croatas, furiosos pelas suas derrotas, e cu. Volta. de-
pois de .1 das de combates, baleu o exercilo sardo,
api-zar do valor dos seus soldados.
Na iromediala cainnanha,!. batalhasde Hortera
B novara I-ram lataes ao- Piemonleze..
Em Novara. Cario! Alberto, desesperado, le.ilon
em veo reformar as suas desordenadas phalances.
I lados, exclama elle, se mo be pelo vosso rei.
morre. ao menos pela glora das vossas armas I
torta "'c'" <|ue *' P0l,er-"" iraicr-lhe a vic-
Em 2) de mar.;,. dp la',;,, ^arios AU.erlo abdicou
lavor de seu lili, Vicior Emma.i.iel II, nosso al-
a
liado
peradoM.izn.fe.coroare:^:, ^S Bargt
nha, de que era governador. Sucredeu-lh. e
XS-. seu l.llio l.u.z que, o anno de 001. foi nro-
rlamado imopra, ,.r ~ u____ .. = -" '" 1""-
ctamado imperador em Koma. Berenger, duque de
Frioul. o desaposso,, da coroa. ma '
arrancar as olhos. "
lilN.i de llu
Amim pobre de mirado mal ferido.
Triste vida vegetando deaditesa,
Ome-motrill,,, sigo, senda lniiirnsa,
Esqueceudo o mal que bei su (Trido.
Infinitas craeas rendo ao Creador.
Adorando seu poder, sua hondada ;
E do mundo odio hrrida fiaeor.
A moral, a razan adoro c a rarida.lc,
Amo ao bom. ao crime >olo borror,
Eis aqui miulia plena felicidade.
Sun. meu cliaro scnlior, que importan! os hrrido!
escarrous que por afai vao em iirai.de escalla, as
Entrando en, oulro a. J nos riirigiudo aos en- 2C a'ZiT l"Uh'n 'T* 'lU" """"^
cargos e resp.nisibili.la.les que as SUas eventnalida- tomvel Me<, (l" "aldlto desertor do
des. anda desconliecidas, pussam Iran sobre nos. (all->'<', Wo, meu cliaro. lenlio a consciencia lim-
parT'''.T.'.|e1,IP ,CCm''0,0lhOS|'rU,n mome"10 d*""M """eis preennecitos da vid. hu-
's;.;.. p,;;,,::;'!emp':;m.m,,lvc......B0MH... ^'tJTm.n'm*at.a p*""". *>
naos pelas alleracdes c mu.lancs que produzio. pelo invidencia, respeilo a boma e a moral e
descrdito que lauco., sobre ,',s no-sos recursos na- 'l"'11"" l,a "* mus nobre por sobre a Ierra
nonaes pela |u,. om que Cl,||.lfou noiSO caMcler que pnjs Icuier da
ciijos soldados parlillum no (trenle os peri-
gos e a doria do nosso exercilo.
I'atrie.)
m jgjgjjjjjg Q^'NTO FEIRI 28 DEggjg OE ||;6
Sincero dedicado embasta da hom^~"
tiAu posso ronler a ininha dignaran. nuM. .l'
-ervo
Acora qoe dealginnasorle nos adiamos distantes
ios -,.us importantes incidentes, estamos em melhor
posicao para avahar as suas dores, do que uando
"lavamoshilando DO meio deltas, e chamados para
rnmhaler de dia em da as suas phases sempre varia-
ilando-llie depon
l.uiz dolxou mu lilfio de A.leais
2*-......wTvv:r^iztiri?.
dr.'^S. '''-- l-e se apodero,, da
tLV*" r" Wfonbeeoa llumberl das /,,.,-
rbone "" BW00' C0"*e Mu-
elinilivamente, pareen fara de toda adavida
de urna parte do p,z silll,rto eil|re fiSJrTT
nene os atonto. Karpethos, lil.-r.aram^ loda
a dependencia e collocaram a Sabova II.-t'sob0
seu absoluto dominio. "
|.J?'^f".'lenle' ',,e Uma raa uerreira e prudente
1 arecia lerem sido lalhados no granito das suas
aC a" SC..po,,er crMM0 Pil-menle. V
Sabova annezaram bem deprem.1,, condado de Sus,
d?r,TUr,,V,(*"- Kurim "-meados'"So,
?armP,snan.0l",,,"n,e :,a '""'"dia- En o po-
amassoaspossessoesa lliesse. o (eneven.e I
Sol. cena roanlo o anno f mallo desastroso. Nao i
nos I.,!a,ns ,le periodo algo,,, m que gM| ,|anl. I
losse inflado a reputado dos nossos horneas pn-
mwm. He \erdade. qoe exemplos de inconsistencia
naobiram raros nos lempo! aotigos.
ni ,'!"" 'IC WellB..... """" > opiniao em
mai lie urna queslao |,urlica. no decurso da sua
Z"ail ," r,';r";" 1* : etlre,a1""' ,s whaeode
S.r l.oberl Peel, sobre a q Jeslao calli.dica e sobre as
eis dos Cereaes, se (orearan,
lona.
negocios de bis-
estado que nos nossos das, sendo
Z lHUirPe,lV!U daS T"'SO. leve a poni de
Ser d'Sr ,"""" ''e """ ""r""ia "alia-
v,! i d,n'"' fazer uma escolha sob o poni de
d, ca,.a,f.ril!,dKM ""forM na """ nealogica
snil?. Saboy-il' CU^0S eh"". 'em e5ceprto
Z ma^brT eleV3'' avan"-' uma >"--l"cad
Knl.?i.l Sr Pur ",0 me'mo mais espinl.osa.
'T.' aposicilo desle pequeo lado que. cer-
a?a sub.isMr8n0S 'ad0S Pr f011"0505 vinh PO-
?S ?2Sfa* Um r'W e'forco da intelligV
eia e genio dos seos chefes.
rec
roen
na^iorle !.e Kihppe: conde" de Z^ToS, Tea*
do V. ^'p^0' di%i''ida em .ber:
fosis,;- P'e.on,e> **>. andados pc.
los seus Iressnbnnhos. O. doos pmeiros cessaram
oe sTfoi Tnmle,m- D '" a
m dP .d0'"" e Amadeo VI. em
lo de 4m.de, Tv" ep"' "" C0D,r,to de men-
datara r V ?M *-0tdtm e Pr"""i">".
rtevaraii para varao ale ao infinit
le irrefragavel da mnnarebia.
e nrf,Slle i,n,ril!a,"es "" lionleiras. moderados
admnt^ Pro"ress'*< >' 'eu (yatema de
narV.. n ?Q 5 Pr"M!lPe pi-nioniezes lomaran
Zlbrrrp3' de rel,Eao' ""'uccesso e de c-
quihbno da Europa, e fundaram as inslilaices
eslar de un, pa,z. a sua edaeacHo. \ nosleridade
ZZZE22Z "eme,qu"-'era^ChC
l H ^,,"'or"sug P"ncipes :.. Eis aqui o mais bel-
ItJVJ V'*1'- aCah0 '^'PPnmir o ultimo
iinposio exlraordinario.
Em dezeml.ro de 1798, o director d
generaes Claosel e Groucl
lem sido uma
eu orden, aos
.. para que bti>essem a
ressao nmplea.e gratuita do i'.emonle, do rei Carlos
prelencao esta que oto li levada
da yupathia da Sardeuha pelo
..', ^"r""." P^'ernal da sua admmisirarao coi
rm. o Carlos Feh favor do qa| elle abdico,,
,'d.? m" ^i"..11 !^a^-lSae, rlrabalbos de canalisacSe ,
oulras obras de trlurdadc publica. Tambem deu un
Emraannel IV
avante por causa
governo francez.
A Carlos Emmanuel succedeo Vctor Emmanuel
A equidMic paternal da sua administrarlo corri-
. sea
. em
'.entneos,
i e
ueu um
sr v4cjmpaNo au commerci. a acricullura, e a in-
' .;t0.be'"!rel'.na',,"e"lu?''ro bombardeaineulo da
nioM 5 p0f '"na es1.uad" arda : punicaoin-
mgida ao dey em reparacao de um ollrage teilo
ao cnsu| de Sardenha. Carlos Keli Iransmillio
d coroa ao principe de Carigna 18:11.1
II.
-arlos Alberto j lomara parle era acontecir tos
eslrondoso. \ i.lima de um longo desde o
wa chamamento ao throuo foi recebid com entiiu-
siasmo pelo povo.
Filhode Garios Emma.iuel de Paboya, seito prin-
cipe de Carignan. na.ceu em Kaconiggi, uo dia -I)
deouluhrono 1798. "
Orpbao desde a idade de dous anuos, foi mandado
01 urna casa de educacao em (ienebra. dirigida por
um ministro proleslaole. O abl.ade l.icularl, de
Iruec P'5 C,""nad0 P" "nplelar a sua ins-
O senlimnto nacional do seo povo cliamou-o para
ser organisador da tiniriade italiana
No mez de mar:o de 1821. uma insurreicio r-bei,-
lou em Alejandra ; a constilaieta de Hespaubato,
pr..clamada em Tunn e n"outras cidades. As goar-
aWeabr.ni as primeira. a nsurreicconarem-se.
/klMaJndn"aU gWe""' Proviso" tai ostiloida em
Em 12 de marco, o conselho de minislres mandnu
proclamar a caria franceza. Foi esta uma sagaz me-
dida que dividi os liberaes, o rei Victor Emmanuel
abdicou a favor d- seu irrao. Carlos Flix, que se
achava emito em Modena. nomeou para rcenle do
ir,"!?.! i ?" re2re". princi,; deCarianan
(i.arios Alberto, commandanla da arlilharia. O re-
gente sympalhisnu com os liberaes ; rreou orna un-
ta e proclamou a conslituic;lo castelhana. Masima
declaracao absoluta do novo re fez vollar a face aos
acontecimenloi.
Carlos Alberto conheceu que a Italia ainda nio
poda gozar da verdadejra e ala liberdade. e todos
os seas extorcos tenderam a conciliar os partidos. Os
seos conselhos foram despre.ados, o desfavor o perse-
guio pelo espago de S anuos, durante os quaes a
>ar,ieoba toi o Ihealro de continuas desordens. No-
meado v,ce-rei em 1829, Carlos Alberto subi dcli-
iiilivaraenleao Ihiouo em 27 de abril de IKII
Logo que assumio as redeas do poder, Carlos Al-
berto maufesloo e ardor doten patriotismo.
,r ?y de lon'., ""mmellera uma flagrante injof-
a VaU,rar,,n"0 e'"re ne"eianl recusando toda
SSflS ,over" .'rdo obleve-a com os ca-
nhOea das suas fragatas.
At enlao o l'iemonlc havia sido governado se-
cundo a le romana e os estatuios reaes.
" dei1"eirode 1837. ob a denomina.ao ge-
nenca de Cdigo alberlino Carlos Alberto promoh
goo os cdigos civil, commercia e de processo civil
roram sapprimidas ou reformadas, a coaOseacio
.."*." pena ,le n",r,e Pr roubo domeslico, a
questao das lenazes em braza, derradeiro vesligio da
tortura dos lempos anligos.
,ieirtr,d.PT0Ve,VIC U"' -ra" ",ui sobil1" a P"S-
pendade material do seu reino.
mJ,'Id'I5lr'?' a ",arinna ciencias seguiram o
niesmo impulso piogressivo.
O camin,,, de ferro, do Torin a Genova, as fa-
bricas em Annccv, as ,ias de commiinicacao.os mn-
e"animdoaS ^ : ,u,l f'" ***, fondado
rBtornm.c,Ul,f",'le ,,S,17' Carln' A1,,erl sanecionnuas
retormas ped.das pela maioria do seu povo.
,^S,mTC,|!-,"'ade' e ns '""""'os provinciacs fo-
bei i", ',' -e!".'''S "^ CS mai< a,n'"as e '
eshe.- 8*?l,od'Jr*sdieo>e excepcionaes, o .,
M abe ec.menl.. de um ir.bunal de appellacHo, o ; nhado.
llci. II K f!f mi"'r,:, rCrilnMl ""Cico da po- '
1 r''. *m pr,'f';"os e ">u Prefeilos ; modi-
QUOto profundas em lodos os ramos administrativos
leda imprenta organisada. loe* foram -
Mas es'es alindonos de piniao deviam ser menos
admirados, porque eaiavamlem ludo de accordo ,-..n,
um estado de trans.c.to. |lllicilmentc se irritarla
com os M chele coihMo, *a elle* fossem con a
crreme, e ao inesmo lempoin.licava e guiava ares-
peclm dneceno.
carcter peculiar no caso pro sea te he, que a
mu.lau.a na ooiiu.i,.ha silo inleiraueiile limitada
aos nossos estadistas. A nic.U em gcral nao lem
panilliadoosseusseotirneuloa. Uahi, posto que ba-
ja menos abose* vulgares .1 perseg,ii(i'i de cada boniein pdblicoque modava de
opiniao, comtiido. lalvez uma iefeonftanca mais pro-
ninda e mais enraizada lenha sido a consequencia.
He anida mais notave, que (antas esta listas de pri-
meira orden, tcnliam dado obeasjao a esla descon-
tianga.
Parece que uma epidemia moral lem alarado a
Indos que se linliam elevado a um ponto dislinclo
aos olhos da uacao. Couvcamlnconi bomens, como
Hngiit e Cobdeu, que para fazer-lhes instiea, desde
o principio ronderanaram a guerra, assim cmo lem
Condemoado qualquer movimento nacional, cuja
frente clles nao tem estado, a inferen se espalhou
i.as lucras do partido que professava urna reveren-
cia pouco commuin pelas opinioes do linadoSi' Ro-
ben Pool.
Membros do gabinete que comecon a guerra
uno havia raza., para crer qu-assoas opinioes se
madatfem, emquanlo aquelle gabinele estives-e n
poder, ma nos cabe .lizer quanlo lempo o seus
designios actuaes se conservaran! em se^redo, nem
aloque ponto a tendencia das suas opinioes pacificas
contribuiram para diflicullar os SOppriroentM, de
que o exercilo inglez lano precisava naqaelle pe-
riodo do anno '
Em verdatJe, rdra altamente injusto ,-iassificar io-
dos os Perillas na mesma calbegoria. I.ard Vber-
deen, toi lancado fra do poder pelo voto unnime
voto popular, mas elle anda nao procurou vngar-
se, condemnando agoerra que elle eraon ; e i,|0
quanlo se tem Hilo acerca do duque de Newcsalle
desde qua elle deixou o r-oler, indica que as suas
opnii.s relativa nenie a' vigorosa prosecu.ao da
guerra, oo tem sido mudadas.
I odavia, be sabido desde o comee.,, que os l'eeli-
las .Mitraran, na goerra rom reluctancia. A nane
conspicua qu lomaram liberland,. os b.lheles de.
eommereio, dando novo desenvolvimenta ao com-
njercio. ualoralmenle absorveu-lhes tada a attencao
e re que ellos olbamem con, menos cuidado para
alias queslues de honra e digiudadc naloral.
^viaesperer-se.portaoto, qoe elle se approvei-
asscu, da primeira opportnidade para admillir oa
termos de paz ; m o espanto r,.i al.-m de todos os
limites, qaando vio-se que Urd John Rossel aban-
donara mu din. ule as suas antigs npirties.
Com .lleit... ;e lodos os membros do anligo gabi-
nete, lord John Rnsaell era considerado cerno o mai
bell,.oo Sabe-so que no o.uono e no invern .1
ib...!, quandn onlros membros do gabinete pratic ,-
ram que podiain para desanimar., espirito bclli-
ee.,n|., que se havia manil. sia.io no pata, os discur-
sos ,ie lord John Kusaell roram calculados para nro-
dnzir umelTeilocxaclahieqle contrario.
Puranle lodos .,# piimeiros periodos da nana
elle sustenten coDataalemeate a mesma lingoagem
e. .,i,,d.a dcpuis da sua volta de Vienna. as suas me-
moraveis palavraa foram que a sua jornada linba
rnenle servido para convenee-lo mais das detic-
nios aggrefaivoa da Kos-i..
Comludo. p.iucas semanas depois foi descoberlo
nao por sua propria eonfisiao, mas pelas revelaeSea
de un, negociador rival, que ||, tambem linba "ce-
dido a mesma desconliauca do poder de eu paiz
que linba paralysadu a muil.K dos seus anligos col-
legas, e eslava ancoso, como elles. ,|P ebegar a ter-
mos que tiraasem o paiz de dillcaldades, das quaes
assuas proprm armas nao podan, desembaracar a
e pur-
proximacao do maldito assas-
sino :'..
Tremer e temer devem es'es que aferrados a tor-
peza das paixOes, jungidos a., carro da proslituicio c
vilania, onchafiirdados no asqueroso lodacal do mun-
do, por seus feitos execrandos e degradantes.....mo
que incitan a apparic,ao de um castigo providen-
cial :
Volados aos nefandos mysleriot da vida humana,
idolatrando quanlo I,,, de mais abominavcl lias pa-
voes sen.uaes, verdadeiros Abhmnoa promptos a
apedrejarem o dolo a quem urna hora antes I, il.ula-
vam vis inrensos, parle de rara degenerada de Ada,,,
o como sorprende-tos, umcliM apparecido como
justo coronario dos quejandos feitos e iniquida-
des pralicados por csse pgil,., infecto o
roso '!..
^'acao, quando flb_
'*rem duas oitavas
m noriies da medici-
'"ses infinilesimaes"
'da 'er uma crianea
....... peuia c... passarinho. Negara
ellicacia e soblimidade do tama de Habnemaiiii
seria conteilar a luz meridf1- no pino do meio dia
ua hondada esta provada, ,-Jnda mais suslenlada
por disliuctos adversarios. as porque eise svs-
lema I-e simples e de fcil 'erepca,,, secuc-se que
qualquer qudam, medianl.dze, viole ou quaren-
la mil ris, que empregue rompra de uma car-
loira, esl p,.r ipm /arlo alisado a malar a hu-
maiiulade ? flroN eaptteo.
O que vemos ncsla villa, ",o os Srs. Vieira de
Apolinarin, pes-
"lslema homeopa-
o resto o que be ?
asque"
eondielo
que a coli-
nas crises da
Inglaterra.
Mas aopasso que osles sisnaes de fraqueza B de
medoera,nmir..stados polos nossos proprioa bo-
mens publico-, coraelo do paiz eslava mais levan-
tado e o seu valor mais indomavel do que nunca.
.Nem nos das de Cromwell oa de Chatham a ln-
glalerra nunca moslrou uma fronte ma,s Grroe aos
seus mmicos, do que uo lampo einque ella se acha-
va deslarta abandonada pelos bomens que ella
sempre aspiren que gotassera os seus conselhos.
A suuac/io dos dezu.il quando perdern. ., seus
cap.laes nao foi mais deploravel do que a
da Inglaterra, quando os estadistas
du/iram a guerra abaodonaram-na
sua decsaoie,lvese accresceniar que o elevado
esp.nlo. a determinada eoergia, a sitoacSoqae o
pata assumio, aodianof de ngorar na historia da-
quella gloriosa retirada.
Adoptando ..s ministros que eram moneado,-, o
povo nula as antigs conduces entre os envernan-
tes e os governedoa ; cuinu as deliberaroes do ga-
binele e converleu bomens que al ent.io tinham
mostrado ponca apl.dao ollicial, em instrumentos
llexiveis da sua vootade,
A lula anda nao eslava vencida, mas poda espe-
rar-so que .. pe.or eslava passado. Ootro invern
vcio encontrar o nosso exercil., a.....a acampado na
Crimea ; mas mngaem tema que caasame os ,Ps.
mos desas,,,. me.nm, ,.., inrj_
ote ae aseianaiaram como os detractores das armas
do seu paiz, So agora obngados a admillir que em
sentido algn, somos inferior-ero mullos somos su-
perioresnos exercilos alliados.
Volteado por um momento i. oalroi negocios, en-
coiiliamosacondic.to do no-so paiz, em ludo quan-
lo diz remello ao sen commercio. muto mais satis-
tatorio do qoe se podmesperar, o nosso commercio
mo ra uma vHahdade e um incremento quesa,. ab-
solulainente inaravilhosos.
As esiai.siieas de importadlo a exportaeso do au-
no passado foram recenlemenle publicadas c mos-
Irau, um augmento n> mais de dous mllhoes esler-
dento al""" rmttm> '"d"-" o prece-
\--iin
Assin, a guerra nao lem embargado a aceito dessa
maravilhosa torca, que se pnz em movimento ha cou-
sa de dez ano,... A despeilu da guerra a nona un-
portacAo e evporlac.lo lem ido em augmento, e, o
que he mais di-no .lelas, a propria guerra lem
alien., novos mercados aos nossos producios.
Do Onenle i* pedirn mercadorias inglezas. que
os nossos maniifacluieiros nao roram vaaarosos em
npprir. A probal.il. Ude be que. se tivessemos vi-
vido em paz, antes desle lempo estaamos mergo-
Ihados em ama ou oulra dessas inanias de esperula-
coes que vizilam esle paiz quasi com a regularidad*
das estaces. Assim. o commercio do paiz, ao pasto
que florece em um groo extraordinario, da' indicio
de vigor.
Tomos tilo mais de urna demonstrado contra a
le no decurso do anuo, mas, em gcral. o tempera-
mento do povo I-iii si.io excellenle. O alio prer .
das provisoes ha sido framente calculad,, por mul-
las pessoas cuno par., provar a rcacr.io contra a
guerra; mas, posto qoe mala de uma tentativa de
ag.lacao tone taita a esle respeto, ralbaran! de urna
maneira notavel.
Hesmo n lempo em que os nreeoa eram mais ele-
vados, e em que inilafo do povo era mais
o povo constantemente reeusou juntar as
que sadra com asnera cm que so
impos nojenlosvermes que orgulbosos,
De lodosas riquezasrirrui.ida.los,
Odiosas seusaces laborean) insanos
-No lodacal do vicio .'
Ricos do metal sonoro recheados,
Odiosaspony.es vio expargindo
l'oi sobre as harpas vis corlesoes.
One apuz o ouro correm !
Jungidos lisonja, a torpes sugestoo.
Em .Inorados coxins descancam ociosos,
Insensalos que pensain ser i inmortal
Phantasliea opulencia!
No cume da grandeza blvidam o tiritar.
0 hrrido arquejar do desvalido,
Oae versado Infeliida lome ignara
Agro pao mendiga !.
E o pobre f Veryado a dor.ao soUrimeute,
Fsista eamota, migalhasem van mendiga,
1 nsla, pede, chora, talando tffliclo,
.Nao divisa caridade !.
Rala-o de continuo a dor pungente.
Em vao lenta infelizergaer a fronte,
Apoz mise, las, soccorros que ao auinal
Se nao recusara...
E o i ico taiga riaonho e venturoso.
Gema, sollra a humanidad,' aJTJicta,
-Mal diga a pobre total existencia,
A dor curvada ?..
Inscnsivel ao pronto, ador alroz,
Ve gemer e plantear e endurecido ;
E quando maldiz o pobre negra vida.
Nos festina o impo taiga !.
Allende..maldito, allende a historia,
He col-sos no zenilh da grandeza,
Oueiuo grado incens, vis lisonjas,
Cahiram por Ierra !
O futuro prcscr.ila, anda he lampo,
Recna da sendatorpe e insana,
Das paixf.es a trrenle caudalosa
De leu ser desvia !
Trcmam e tomam ns mpios orgulhosos.
A quera fascina do virio o vilconlaclo,
De Dosa jostlea he lardia
Masum .lia despunta.
Nao. meu cliaro senbor, nao recein a nleiisi.la.le
do castigo inminente, nao tamo sua sanguinosa in-
fluencia, na.. Irepidarei por eertoparante su ta-
rocidade. E pelo contrario itoaejava possoir a penna
ea lgica folminante do erudito Victor llgo, pa-
ra eolteeando-mepor sobre o edificio das miserias
humanas, |nge do ruinoso contado da mullidao
bradar :
Anda lie pouco, meu Dos, f.ilniiuai os repro-
bos, casligai os culpados, dasearregai vossa justa ira
por sobre csse peg.rlhal da corrnpc.lo, miseraveil
replis. que cnchafiir.lsdos no lodacal da impureza,
ousam conteatar o grandioso e sublime vina mageslade.
I'ermilla-mc. meu charo,este desalalo, nio posso
contera minha m lignacao sempre que encaro esse
agregado nojanto, esteeonjonelo ironejro, a socie-
dade humana em si p|Cna chtilicao de mos ins-
linclos e perversidade.
Talvez me chamem misanlhropo, oh, sen nina
injustica ; nao son misanlhropo, porque lamentando
os soffrimenios da liumauidade, procurando soccor-
rer ao pobre que allliclo geme, soniivcl aos tormen-
tosque por ah eaminham,desojando polveriaar
os males que lauto olTuscain o linrisonte des!a
Ierra, adorando emlim uma excelsa Providencia, sc-
guindocom afinco os precitos da honra e da earidade
serei misaulhropo !
Amo a Dos, quem ama a lieos ama ao prximo,
e quem ama ao prximo,sima asi mesmn; eis aqui a
miaba busola.
Rio posso proseguir... nao. nao quero ser a mi-
niatura de lleraclilo eonlinoameota pranleando as
miserias humanas, reprovo apenas o desmantela-
memo da soeledade, par.....ando seus aoffrimenlos,
procuro estigmalisando a hidra ,1o mal acordar .qnel-
le<-a quem compre remediar applicaudo providen-
cias adeqnndas a cMinccao do mal que tanta des-
iroico ha frito a este imperio o finalmente a esta
provincia. Basta.
Anda nao he chegada a quadre dos nossos souri-
mentos, divagando por oulros-lugares da provincia,
o maldito eonsente qaeesla villa vi vegetando, llvre
do seu balito pestfero.
O Dr.jniz dedirelolieineansavel, rnmo prn-
denle da eommtado de aalabridade nao se ponpa aos
sacrificios, aux......lo por alguna membros, laes como
o capiUoJose de Horros. XrisUo Iticarlee l)r. Ba-
luense, nicos que eireclivos comparecen as reu-
ii os.
A maioria da rommis-ao indhTerenta ao perigo q .e
nos ame.,ra, conserva-*, no doce remanso de suas
pomadas, cuidando em tmn moagens, baranda
bem publico sul.siiiui.ta atarete particular. Apre
cm lano indifierenUsmo Nem lano e nem uto
pouco.
A irmandade,
Lomos, alagalhaes, Dr. Bal
s,,as que afanosas se dedica)
ll.ico. eatndando suasdoulr
charlatanismo anda/, e iosolhtt-ea Del.erirud ,1.
humanidade : Dos me livnie ishir as nnhns de
laes aspirantes medicina, i u
Nao preciso como S. Thomjver par crer, nao ;
cieio na icieneia dos glbulo] lenho mesmo firme"
ranea em seus san.lavis reiejJdOB, mas sendo ma-
nejada por capacidades laes imo os Srs. Drs. Mel-
lo Moraes, Sabino, Moteeaol tantos oulrus tlen-
los susle.ilar.ilos do divino syema de Hahnemann,
desse bemtailor do genero liufinn.
A salubrdade publica inlofiarcha boa. apresen-
lando um aspecto assustador. Al|in. casos ,cln ap.
parecido do cbolerina, posltlummediatamente
abarrados mediante ipec. ofoajw e ma8 reme_
dios adoplados em laes crises. '
Agora mesmo acaba de cahian Dr. Bahicnsc. mas
cuidado, mdianle a applicacao
|oo como animnciei Vmr., se
havia inslalledo neata villa,
escala tortuosa, seguin
le oppo-ta ao lim de sij creacs.0.
nisoa
*
"co"16?1'"' *oin*l8,do* Pcla u"'ca esponlaiiei-
Originada de uma
III.
Cari
ivallel-
, queslao de altandogas. a guerra
entre ,. I'., monto .. a Austria achava cansa, anda
, n. tortas no antagonismo da. uacioiali.lad.s sobre
mesmo solo ./. IM,a far da a,ii.erto, nao calentando, no seu herosmo ci
n eo daaigoaldade *a4*2.SSeam,r '''' '* *">'0U a Austria a sua
\-i^,Uia rrenlesp achavam o rei c os seus 2 filhoa
\ ictor Emmanuel 0 Fernando.
.hLT i,'pi,ao ,lo'"''''"' fo deereteda. As ci-
noa ao anrFa.,'aP"!n,r",,,al ederam a ana incor-
pnrai.an aos Estados sarjo
victorta10'o Se-T "" a?P"th* f "roada pela
^h.*/. f,,e f''o,J'friaco tai repellido e des-
trocado em Goild, Mozambano, Vallegio, R.voli,
Aa pracas de guerra dePizzghettonee de l'eschie-
r cahiram em poder dos I'iemonlezes
O duque do Genova foi o primeiro a arvorar oes-
landarle de Sabma sobre os muros de Peschiera
Mil o velho Radelski reorganisou os seus bandos de'
.ni.',
privarts
achava empe-
Os svmplnmas de inquietaran nascidosdcsla tonto
lem agora altamenteeessado.elemoa para nos que
mi., e.ia lo;;e .. periodo em'qoe .. povo, que lem
i... nobre e paocnlemenle tolerado os seus offri-
meiilns e.ilh ... a sua recompensa em urna paz lion-
vai perrnrrendn una
um i marcha inteiramen-
Ainda nao orga-
o compromiso sem o qual suas decisoes do
mera burla ; entretanto, assim como qoem nao quer
a COUsa, Conata-me que a mesa deliberara dispor
das joias do. i,,naos, applicando-as reedificacao do
lemplo. o,,,- he sso, lenhores da mesa
Sei que ha donativo! promeltidos p,u- alguns par-
lieolares, laes como o lenenle-coronel Bernardo de
Uendonca e onlros para a
esgotai, nomeai
conslrncc.lo do templo,
urna coin.niss.io encarregada de -
genciar essas quantias, con, csse dinheiro dai im-
pulso a essa ..lira de importante i
vo christio ; mas desvi
{Mariihig ChronicU.)
ITEBIOB.
CORRESPONDEJyGIA DO DIARIO DE
FERNAJttBUCQ.
Al.Al.HAS.
Villa do l'asso II. de fevereiro.
Cha.-- un. senhor.Ilevia ser esta um apndice i
miaba nllima : mas dial que em l,lo meche
Iransloroon-me por tal maneira, que nao livo oulro'
recurso senas) guardai-me para oulra occa
que agora faro.
Mlosa obra, c sen, mais prembulos enlro na
materia
SONETO.
Qaal arrosia o Nauta destemido,
O Ocano na procella borrascosa ;
g E apoz a tormenta horrorosa,
xos ruidosos folgares lie eolrelido.
nteressepara o po-
mn capital reunido para
prescrever a reallaaean dos pruea que rompelem aos
irmaos he um abaso, tanto mais revoltete, quanlo
ha onlros recursos no paiz.
OSr. invern, posto qoe velho e enregel.ido, ha
o.to das d.senvolvc um roror que admira, he in-
ressaale em ostentar suas bravatas, o que lasas ad-
mira no mez de revereiro. Eu. lula rentada com ..
vera,., tantea obstar a fulgurante apparteao de S.
S. o Sr. Phebo : mas esto que .. |,e l porque di-
gamos, pode vencer ua lula : ei-lo por tanto rali-
tanta em se,, zenilh luminoso. O invern, posto
que vencido, no qaer reconliecer a inopia, e para
no lodo nao desmentir seus toros, .,, faz? Apenas
o da lem perrorrhlo melada de sua miara,, orna
mudenca rpida opera-sena atmnsphera', o estam-
pido dos (roves se la/, onvir, e assi, connoam ate
s I. horas da larde, depois os relmpagos ven. co-
rear a obra.
Esaes movimenlos tem sido nfalliveia ncsies al-.
lilta ; o | Linos qualro dias. que quer dlzer isso. meu charo ?
I'resagios sao por sem dovidade imminenta lempes-
lade.
A Providencia revela-se, os accessoros pavorosos
sao como que un, aviso para nos prepararmos e ron-
IriCtoa implorarmos a infinita misericordia de Dos.
tlo tomo a nuvem por Juno, reconheco a socie.ta-
deade que,,, son intima parle ; e por isSo receiando
a tormeuta assim me eiprimo.
nao l,c cousa de
dos remedios.
Heos se amercie de nos.
Aqui fundi, meu charo senbr, vou ao lemplo
do Senhor reuder gracas pclifran.le beneficio de
c.inse'var-nos anda arregimealdos na falange dos
Vvenles, Entretanto, aqu vai;sle
SONETO.
Sagrada religiao broquel augilo !
Da excelsa caridade expres-.lo ivina,
la pa bon.lade meu ser doma
leu inflase divinal me faz robalo.
Em vio insano enle esgola a cito,
Impio arrojo que em seu ser redomina.
Sacrilego intenta no furor geriina,
Ten divinal explendor negar, ijoslo.
1.a soa emlim a hora inexhorael
He entao que o impio larde dplora
Seu negro existir, taro e execivel !
De leus erros, mortal, per.ta.implora.
Contempla do cno a vida inefirel !
leus crimes emfim erante chora.
' Esla obra foi dedicada a ma fcsla que aaoi foi
taita a,, martyr S. Sebasiiao.
Aden, meu charo, conlno Tazendo votos pela
sua prosperidade e de sua prtada familia, e conti-
nu dispondo do seu dedicad.
Cosmopolita.
1 i [de feveairo
Nao importa estarmos ameaedot do medonlio ca-
laclsma o cholera, para queoesta villa appareces-
se um asqueroso qudam chaado Flix, que disse
toncionava dar represenlacOe de dramas pastors.
E que tal o rabosate. Va-s p'ra o diabo com as
suas represenlacoes Oucm encommendou o ser-
mao que o pague.
I -
Charissimo senhor:
Estamos as hordas dacralera,
E um passo inas, ai ,e nos,
O negro abysmo nos ispera.
ludo he solemne, ludo he io, ludo he ater-
rador !
O terror lomando formas giginlescas, vai inlil-
lrando-se cm nossos pulmes O susto debuxa-se
em lodosos semblante, n panno emsumma vai la-
vrando em todos os seres habitaJores-desla villa !
A mesma nalureza parece lomar o lucio, veatin-
do-se do crep, s, -isl evidenle de prxima lempes-
lade Negras ni ;ns o horisonle escurecem a ca-
da momenlo, s. jos sorprendida pelo estampido
do rai.., a quem acompanha ince-sanle o ribmnbar
do (rovao A ebuva he incansavrl, o fri glacial,
lodo esle conjuncto pavoroso repelido .llanamente !
Oque he isso, oh n,e,i l)0os... rao negros presa-
gios de prxima lempeslade ;... )l, n.lo, meu cha-
ro senhor, be a rcalidade. rompuu-se o veo que o-
cullava... He o cholera !.....
Realisaram-ee emlim nieus pngnnslicos.....
lia lempos que mis conserva-amos em disponi-
liilid.de, all meu charo senhor, era um engao, o
maldito apenas nos illudira, pira, apanhando-nos
descalcos, desenvolver seus islinclos sanguino-
sos '
0 cugenho Sacramento, propriedade do lencnle-
corooel Paulo Caelano, distante desla villa apenas
duas e meia leguas, foi ese o ponto escolhido para
a expnsicao do maldito cholera De (eilo qualrosAo
as victimas melladas, e o maldito continua na ci-
ta.....
Nao era em vao que eu dizil, que o tacanhudo nao
nos dispensara da provacjta Incautos eran, esses
que tomando a cousa por um prisma seductor, zora-
bavam e armavam que o maestro nao uusaria trans
por o solo Camaragibcnse.,
Sempre acredite! na sua viuda a esta Ierra, todas
as induccf.es. como que me impelliam a acreditar
na apparicao do assassino... elle appressou-se, con-
firmaiulo assim meus progaoslicos.
A Providencia^ porm, de um Dos, vella, ell
posto que descarregando por sobre os impos, o aoa-
Ihema da maldiego, ao menos allende ao loffrer da
humanidade afflicla, nao culpada nesse lurbilhlo de
crimes, que por ahi vai... He nessas crises exlra-
ordinarias. que Dos incita a apparicao desea entes
philantropicos, que leudo por divisa o amor da hu-
manidade, na quadra das provacoea. fulguram quaes
asiros luminosos no ceir,, da borrasca.
Sim. meo charo senhor, o Dr. juiz de direilo da
comarca, nao trenidau.lo sempre que se traa de ac-
cudir a humanidade aduca, olvidando seus iucom-
mndos pessoaes, apenasloabe que o maldito cholera,
bivacara a rbeira de Sanio Antonio Grande, nao
deseanca... impvido ostenlando^e no campo onde
a sua presenca e esfOTCOI eran, reclamados.
1 inmediatamente nllicia a S. Exc. o Sr. presiden-
ta da provincia, exigindo a rinda enmpanhado da compclenle arobnlancia, e mais re-
cursos proprios a quadra cholenca.
Nao deseanca S. S., nao recuando perante o
phanlasma das contrariedades, lomando em conat-
deracao i.f, pon.itt suprema le.i; Iratou inme-
diatamente de reunir os prior,pacs habitantes desla
villa. Reunidos esrolhen S. S. pessoas nacio-
nacs e eslrangeiras, laes como os Srs. Joaquim Gou-
lart, Joo Francisco T. Marques Carioca, Guilher-
me Molla. Alhav.le. Canavarro c onlros, a quem de-
pois de dividir em grupos, cnrar.egou a promplili-
caesodo hospital, a de dar principio ao cemilerio.
em cuja obra o e.icarrcgado pela primeira commis-
sao nada havia feilo.
Concluindo esse importante tacto, trato S. S. do
pronover uma safaeeripejto. e para incitar o enihu-
siasmo assigeou a gnanlia de I0USOOO rs., nao era
preciso tal incenlivn. Immediatamenle os Srs. lona
Marques c Joaquim C.uha assisnaram SOfOOO cada
um, os Srs. Gonveia e Guilbcrme 23*MM0 cada um,
e cm proporeso lodas as pessoas prsenles Iralara...
de concorrer com seus donativos.
I'llimamento o negociante Sr. Jo.io Francisco
Marques tai nameado Ihesooreiro, e cncarregado de
promover uma suhscripcao entre as pessoas que por
motivos justos nao liaviam comparecido.
A subscripriio j., montea IOOOOOrB.,esnpponho
que nestes dous dias subir., a SIHIJtaKI.
I.ouvores portante a., digno magistrado o Dr. Ma-
noel Joaquim de Mendonca, e aos dis.....|s snbo-
res, que acudindoao justo reclamo da humanidade
sollredora, preslaram-se francamente a sec.....larcm
os esforeos do dislinclo |(r. juiz de direilo.
Compre agora nao arrelecer no philantropeco en-
llinsiasmo ; lie n.is crises que o homem de bem s-
lenla seus instinctol generosos, as almas grandes co-
nhecem-se na quadra das noroacOes. Ouem nao t-
ver a precisa rorageai para arrostrar com os escar-
ceos, fuja da peleja. a senda aberla be de heros-
mo.. quem nao nasreu para ser herc, rccolha-se
ao silencio.
Tenho vista urna caria viuda de Maceta, dirigi-
da ao meu amigo o Sr. Innocencio Salusliano da
Silva, a qual tarmaes palavras assim se expressa...
Para ahi segu o Cfrense.conduziudo um medi-
co e ambulancias, que dahi foram requisiladas... S.
Ble. moslra-se incansavel... ,,
Oulra carta dirigida ao Sr. Jete Marques, parti-
cipa ler no dia IS partido em dirrcAo a esla villa o
briguc Capibatlbe... Condue portento, que S. Exc.
acudi aos nossos reclamos, c que marchando na
senda do herosmo, lem sido om dos administrado-
res que mais prestante se ha apresenlado na rrise fa-
tal, que lano ha ameacado esta provincia... Anda
nao he negado o brigue.
Agora mesmo araba de parlicipar-me o meu ami-
go o Sr. Magalhaes, nm dos senhoraa que com mais
dediracAo c inlelligencia, se presta na cura da hu-
manidade, mediante o prestante auxilio da horneo-
patina ; que mais urna existencia tara eeitada na
r.heira de Santo Antonio Grande, ha la de mais duas
lenhores qoe foram arcommellidas:
Abrandai oh! meu Dos, abramlai.
Do cholera fatal a taro, idade,
O maldito monslro desvial
a pobre e Infeliz humanidade.
Ja na villa de l'orln-Calvo, em um logar chama-
do Jundia, apparcceu o cholera ; e segundo ouvi
dizer ao Dr. Bernardo de Mendonca. vai fazende
llgane estragos.
Basta, meu charo Sr., nao posso proseguir, o sns-
lo enlorpere-me as taculdades. Iremo por todos os
qualro costados, serei exceptuado ,ta crisc? O que
for soar....
A homenpalhia vai ganhando lerrcnn, adqnirindo
proaelytos, e gauhindo emlim a eslima da huma-
nidade.
Esla resllhelecido um marojo de urna barraca,
em quem o cholera desenvotaeu-se, mediante po-
rm as bem appliradas .loses do Sr. Magalhaes, o
mal r.igio espavorido, estando portante salva msis
uma vida.
\ ai-so lomando sensivel a ausencia do digno joiz
municipal desle termo o Sr. Dr. Rodrigo, de cuja
energa ludo era de esperar na quadra em que ja-
zemos.
Pedimos portante a S. S. que nao nos desampa-
ra fiesta crise, a couilauca que depositamos cm S.
S., a insIruccAo qoe o orna, o amor e a estima que
goza da maioria do povo Camaragibense, sAo como
que incentivos, que deviam impedir S.S. a vir resi-
dir ni -la villa.
Adeus, ale a primeira vista.
Disponha do sen dedicado
O Cosmopolita.
coltou a poliHa. Estamos perdido, se todo, o, me-, dado en.erram.ntos na cid.de, mas nos .reojo,,;
diens forem animosos romo he .. Sr, Dornellas.
f'm ruratho admirare!. Cabio em Santo
PERSAfflaHCO.
PAGINA AVULSA.
SsSJi^ ni s
EslAo a dcixar-nns os Srs. acadmicos que se
acha.ii uns entre nos, e oulros em diversos pontos da
provincia, prestando lio bons ser vicos, fie inegavel a
allaimmeusa.que Ir causar-nos esses mocis reliran-
do-separa a Baha se nao voltarem a participar dos
lerriveis transes porque tamos, o quem sabe se tare-
mos anda de passar !
A populaban nao leve carne na segunda-feira
para comer '. A polica que descubra quem an-
da brincando o mana com o gado que vem de Pe-
des de l'ogo, e puna-0 severamente, porque um
Marchante desses he Uo criminoso como um incen-
diario.
Temos a satisfarao de declarar que o pestimo-
soSr. lenle coronel Antonio Carneare esta salvo
Ja epidemia. Acl.a-se cm convaleacencs.
A exemplo da Parahiba do Norte porque nao
se param com esses signaes lgubres, que alia mita
partem das torres l'nis cusa a quem vier pedir a
matriz Saucla-Cngio dirigir-se a casa do sacrislao, e
esle avisar ao Sr. vigario? Ora que he barra ou
goslo de, quando deseanca i Dos sabe romo o povo
impres-i.....i lo acordar Iremendo as atea com tres
compassadas e (orles pancadas nos sinos grandes__
bom!.... bom '..... bom!.... o que quer dizer isso?
Nenaea lempos de alRieces ludo que pode concorrer
para aterrar deve ser baoido intoirtaahte. O que
querem dizer essas procisaOes de penitencias, que
alem de nao seren taitas legalmenle, vao
lentos do tnicas brancas, correules, e mogindo ma-
donhamcnlepor aaasruas da capital! Hao basta tazer
ver ao povo por meios judiciosos, pelas reflezoea
evanglicas, pelas inesmasdootlioas do divino me
Ir que ai o peccado lie a causa genilora desso II -
Amaro um carpina com[.lelamento morto, aniqui-
lado pelo cholera, a ponto de lodos o jnlgarem de-
tanto ; por acaso appareca o Sr. Dr. Sabino em casa
do Sr. Jacome, e sendo sabe lor que havia perecido
esse homem to ve-lo ; rom eltoito oulro qualquer
que nao quizesse fazer urna experiencia a bem da
humanidade,roncorreria para que esse pobre homem
fosse enlerrado vivo. O Dr. tniudou applicar ao s-
mi-cadaver urna dosc do iperacuanlia que ministra-
da as colt.eres do cinco em cinco minutos pode tazer
apparecer o calor em urna pelle pertailamenle gesta-
da, e a vida a quem lodos julgavan, mono [xAo fu'
o Dr. Sabino quem nos rclalou esse relo ; taram al-
gumas pessoas all moradoras e leslemunhas.
'leudo rugido em das de oulubro do anno pas-
sado um mulato esrravodoSr. Jos Jacome de Arau-
jo, appareceu algucm piel,-n leudo compra-lo, e co-
mo nAo se eonehavasse a venda, o que a prelendia
disse que nao responsabilisava-se peto dito eseravo.
Agora soube o Sr. Jacome que o seu eseravo parava
em poder desse que quiz compra-lo, e quei\ando-se
a polica r.ti a casa varejada e lirado o eseravo do tor-
ro de uma capella. O Sr. do eseravo promove o
cpmpetenle processo, e tenciona dar contra alguem a
qneita, mas nos aconsell.amns que seria mais airuso
amigavelmeotc pagar-se os das de servico do esera-
vo, porque lalvez o qucixoso desisla dos meios que a
tai pe ao seu alcauce para haver o que lite perlenre.
O lenenle-coronel do 10- batalhAo de infanLi-
ria,o Sr. Kelly lem aido cuidadoso em promover todo
bem possivel no seu quarlel, a ponto de all reinar
sempre minia limpeza e ordem : na terr_a fera ta
desinfectado lodo o quarlel. Felizmente tanto no d-
cimo como no segundo nao ha que censurar-se a res-
peilo de f illa de cuidado em seus commaudanles.
A populacho, apezar rio grande numero de vic-
timas que diariamente su.cumbe a Influencia do
mal, anda nao dcsaumou! Animo, meus irmaos,
mii un, pouco de restaarlo, c sempre loda a con-
Iricrao que nao lardara que o mal desappWeca.
(Jue fim levou nm Adriano de tal, mano de
Bclforle? Consta que depois de dous anuos de bom
servico em uma casa ,1a ra do Collegio anda dor-
mindo por baixo do alpendre do Ihealro, escadas das
igrejas... pobre menino .' Sr. subdelegado de Sanio
Antonio, V. S. tara um acto mais de beneficencia a-
genciaudo a entrada desse menino para os artfices.
Vamos agora levar ao Sr. Dr. Honrado pela
ralo para ver e crer: vamos a ra do Collegio, soba-
mos.... (mas se dissermos esla ludo desmanchado !.
va la, ao menos acaba-se o gonocio. Vamos, Dr.,
subamos o primeiro andar da casa n.... nao nos lem-
bra; entremos para a sala do passeio. ou do lado do
I'asseio, emboquemos para aquella alcova.... vi- as
mesas Abra-as: v os baralhos, os lentas!... Poia
he aqui que ha um jogo Uto tarta, que ha quem alu
gue esse taco de crimes por ->} diarios, quer jogues-e.
quer nAo !
Nuuea vimos cl.ri-lio mais penitente do que
Joo das Cortinas, famoso dieta dos quadrilbeiros do
Uro. Diz elle que nao ha maior negocio do que a-
companhar procistoes de penitencia, que so na nlli-
ma que sabio de San Fantasee pouco Ihe rendeu....
ahi assim urnas tres carteiras, um lenco de seda, e
que emquanlo nao for fulminado, qoe nao morre do
cholera. A polica de caca a esse salteador, que tem
seu ponto cerlo na Cova da On.;a : maior escndalo
he elle dizer que tem par sua rolumna forte e seu
adrogado o Dr. que para isso Ihe dar 1(10,000 ba-
gos; mo he mao o ordenado I)
Convidamos ao Illm. Sr. Dr. Brilo. para que
logo que searhe reslabelecido totalmente entre pa-
ra o hospital da ra da Aurora, por S. S. montado
antas de parlir para Sanio AnIAo.
Senhores redactores da Pagina .Imlsa. NAo
posso deixar de ir incommoriar a Vmcs., rogando a
merce de no rol das pessoas que se preslam a soc-
correr a humanidade afilela ncsla freguezia, nao se
esquecarn do Sr. Rufino Jos Correia de Almeida.
que se tem tornado incansavel cm soccorrer os pobres
e a qualquer pessoa que o procura, a qualquer hora
do dia ou da Mito. Emfim, senhores redaclo-
- i res, nao he a lisonja que me obrigou s |ied,'r
I a Vmcs. a publicarlo desle, mas sim a trali-
dSo, do que peco desculpa ao mesmo Sr.. c romjgo
julgo muilas pessoas desla freguezia lerAo de agrade-
cer igoaea tavores. Sou, senhores redactores, sen
obrigadissimo criado. JoAo Alberto de Kigueiredo.
anda appareciam alguns casos.
Panio para o Limoeiro um alteres rom g pr,.
cas de primeira I i ha para rctarrar o destacamento
leva 61 (09(100 em dinbeiro, desinfectantes e gesto-'
ros alimenticios.
Nos Affogados, o numero dos accommetltdes u
montavA at o dia 25 do correle a 446 c des fal-
lecidos a lio.
O Sr. Joo Fernandes Prenle Vianaa
reu ao governo :,09oOo de .-mola para m po-
bres. S. Exc. agradeceu, e remetan a quaatia i
commissao central.
B1I.I.ETIM DOCHOI.ERA-MOR1S.
Das commooicaco. uliim.roenle recetada, o,
hospilae. provisorios ,la Boi-V|a arsenal e naa-
rinha, ronsla-nos que no dia ", naaoclto ----
haviam tallecido 1 indiv.doos. dos qeT 1 Zr.
loso depo,8 da entrada ^m^ ZS2
a -2i hora, ; em dala to flg eiislia um -m IralaMe.
Mes* faitead, i ,k.uc mioa. JTS
Relacao das pessoas que taltaceram rio nVIera e (-
ram sepultadas no remiten., pabhro da. f, kn,.
da larde do .lia fi, as 6 da larde de da e T
reir do 183*. '""
.Numero a _J0SC ft,,,,,,, ,_, ^imm^
!.....mboro. I annos, ralleiro, santa l.in
hospital do Carmo. -,
dem iOi.-M.r.. de Macedo. I'ern.mhaico. M na.
nos, viuva, prela, Santo Antonio, hospital doCar-
l,,bco"",.r('r,ra,,CS M*rit >-K.Per,M^
"es atlsTlS M'r"OS Pl .....
zes. prelo, Boa-\ ,a. en. ta.a.
Iriem 107.Antonio da Rosa Lima l'nsisbwi
il annos, solteiro, pa.do, Santo Anloaie. eei
dem iUrl.Manoel das Mercas, PernamWoc II
annos, olleiro. pardo. Si.nlo Antonio, em r...
dem 409.Senboriulia Mara da Conreina*, rr-
nambuco, 37 annos. soliera, parda, Saalo Anto-
nio, em casa.
dem III..Joaquim .I,..,- de Santa Anna. I'ernam-
iiu.o ,San,,o.. wUeare. preto. Recita, ees casa.
dem iII.-Man, PraaKtaca da Oinreirae, Pw-
nambuco, .^1 annos, casada, parda. Reci'ta. heseH-
lal de m.nidia. "
dem i I -Candida, Peri.ambuco, !l .naos, prela,
S. Jos, em rasa. !'"*.
dem II !.Kranrmo Xavier da Cmla. |aanflat
co, ti annos. brauco, S. Jos, em casa
dem i I i.Vicente Kerreira de Barro. Prata. Per-
nambuco, :| annos, solleirn. preto s ). ,_
casa. "
dem li.Bernardina de Serra Corre.., .19 un
casada, parda. S. Jos, em rasa,
dem lili.Joaquina Silveria, Pernambvce, Maia-
nos, casada, prela. S. Jo. emeasa.
dem 11,.Jo.,,, Jo-.1... Sanios, Pernambswe I
annos emeio. preto, S. Jos, em casa,
dem 11H.Catharina Soph.a Cavalcanli de Araai-
jo. Pernambueo, 70 auno., viava, branca, S Jo-
s, hospital de S. Jos,
dem ilU.Mara Francisca da Coneeicao, S. A
ta. .10 anuos, viuva, parda, S. Jet, hespil.l
Joe.
dem i-jo._ Anna M.ria de Soaza. Pernambueo. j

dem i>.Theodora Marlvr rroclmMO. Peri
buco, i... annos, casada, branca, Magdalena
casa.
dem \-aJos Ignacio da Silva. Pernambaee, .14
anuos, olleiro, pardo. Boa-Vi.la, soltado do .
batalhAo, hospital militar.
dem m.~Joaquim Jos de Sania Anna, Penaos-
buco, I, annos, preto, Recita, hospital de naan-
nha. -
dem l5._lienoveva Mara da Fooseea, I era.m-
buco, 85 annos, solleira, branca, S. Jos, ea
dem m.Jos tataicano livre;. Arrice, preto, Ra
cito, hospital de marir.ha.
dem WST.-_Vrenle frica,,,, livre!. frica, preto.
Recta, hospital de marinha.
dem 128.JoAo Frrreira Pacheco. Recita, sol
do 1.- balalhao de arlilharia, hospital de a
ror pnico, das pinturas exagerada! do Inferno de
(go, do peso horrivel de um analhema vilenlo,
contra o qual nao ha mais remssao ? Oh isso al
alem dos males gravsimos, que causa a salubaidade
publica, inocula as inlelligencias menos illamradas
a dea anli nrlliodova de que Deas he Enle Vinaa-
livo! Nao. leilorcs. Cm dos atributos mais emi-
nentes do Ser Supremo lis ser summamente miseri-
cordioso ; Dos nAo quer a marte do peecadnr, quer
que se arrepemla e viva, e nao he com o lerror. que
se quer inculir no povo, que se peder alcancar o
fim dtsejadoa contriccAo. A eiagerac.au nos ejer-
cicios piedosos be eminentemente perigosa, pode
cabr no perigosis-imo tanalismo, e desle ua barbara
superslcjta ; a nxsa religio lAo pura em suas dou-
(rinas, l.lo santa cm seus preceilos nAo he religao
de fanatismo e snnerstiele. Em ludo deve haver
moderaco...
Pedim.s a um morador da ra Direila, que
por honda le cohiba os seus fmulos de lancarem
aguas de carnes, e mais innocencias a ra ; do con-
trario o remellemos ao Sr. fiscal.
Nao pretendamos mais tallar em casas de la-
bolagcm, norem como vemos que as nossas adver"
lencias primarias pouco abalo causaram prevenimos,
que se continuaren, nos apuntaremos as rasas com
seus nmeros c os noraes dos dono.. Sabemos que
gallo que nos acal.runha '.' Estara as regras.,
torta sagrada o dcrrama.nen.o as turbas do '** ,-Ja,e ^'T I'"""^ M"," ,'n '" ""
'cha. JoAo Uinsostomo Perene Soares. Zacaras I
dos Santos Barros.JoAo dos Sanios Barros.
Cm capilao de navio francez, que lem dado via-
gens a ilha de Cuba, durante a epidemia do rhole-
ra-morbus, aflirma que o remedio que all mais
promplas reacci.es proriuzio, c por sso maior nume-
ro de vidas salvou. foi a seguate mistura :
Duas noz-moscadas em p.
L'ma onca de cumphora.
Meia onca de canella cm p.
Qualro denles de cravo da India.
L'ma oilava de macella.
Mislure-se ludo e ntroduza-se em urna garrafa da
agurdenle He cana boa, c asim que e rioenle ca-
l.ir, de-se-lbe um clice, e abafe-se para suar, sen-
do crianea d-se-lhe menos de um clice.
Consla-oos, que esse remedio, dado a varias doen-
les hontem na Boa-Vista, pr'oduzira rearces fran-
cas e promplas, o que nao admira, .","aisla da sua
composir,Ao.
Bom seria, que os esperlalhi.es, que por ahi an- ,dpm US.Miquilna Mara Francisca,
nha.
dem B. Marte lioncalve lima, Pernambueo
15 anno., solleira, branca. Recta, em cata
dem i:U>.Manoel do Nascimenlo. 9 auno., pardo,
S. Jos, em casa.
dem i:il.Seiihorinba Mara da CnneeirAo, Per-
nambueo, >\ anno., solle.ra, parda, Roa-\,..
em rasa.
dem i .Mara de tal. frica, m anaos, prela.
Santo Antonio, ero casa,
dem l.l.'l.Joaquina dos Prazeres, Prroaroboco, *
anno., solleira. parda, Santo Antonio, em ca.
dem t:t.h.dufcria taara rio Espirito Santo,
Pernambueo, 00 anno., solleira. parjlj. Santo
Antonio, em casa. r' ^*"
dem VI-;.Catharina de Saaaiafeiae. frica. j
anuos, -ultoira, parda, Sarrio .atonto, creada, em
casa.
esa 136. Harte, 1'eniamMbo, I mez, panto
S Hale Antonio, em casa.
dem 1.17.Francisca Mara da CooceicA... Peraam-
hueo. parda. Boa-Vista, em casa.
dem |:M.Jacinlho Ignacio da Paz, Peroa
MI an.hi. casado, pardo. Santo Antonio.
dem 139.Auna Mara da Cooceicito, Arries ~<0
anno. olteira. prela, Santo Anteada, em casa.
dem :U0.Ciraco de Jesos. Pernamhac. jo-
os, solleirn, preto. Boa-Vista, em rasa.
dem 111.^Benedicto Jos de Fraila.. I'rruambom
:) annos, olleiro. preto. Bo.-Vula. em caa. '
dem '-!-Joanna Baplisla dos Sanios, Prniambu
co, 30 annos, soliera, prela, Boa-Vista, em rasa
IdemiU.\alenlim do Sacramento. Pemambuc.
O annos. ollero, prelo. Recta, em csaa.
dem Ut.Icnacta Mana da Coneeicao, Pernam-
bueo. .11 annos. prela. Recite, em casa.
dem H.i.Antonia Monieiro Oueim,. Pernambu-
eo, .i!l aniiix. viuva. branca, Hecita. emeasa.
dem HCAntonio Joic Das, Riotiranrie do aasr-
le. anno.. solteiro, braneo, Recita, hospital
provisor,., de marinha.
dem 117.Francisco dos Anjos. Pernambueo, SI
anuos, pardo, s. Joc em casa.
dam enriendo drogis que nada valen, por preros
exorbitantes, imilasse.n o capilao francez, e os ca-
valheirns de lioararapes, que s 'lodos e' de graca
teem indicado o que pratic, o seu eseravo.
O povo deve-se lembrar de cerlo espertalhAo, qoe
na epidemia da tabre amarclla, Ihe mu bou muilos
alguns nsperlores sAo os primeiros a darem lAo pes- I conu" de rc<*< eom seo eseravo, emquanlo houve
simo exemplo. nin Ibes doendo as consciencia. da lol4 q,le acredlassem as canligas dos que sao tai-
Ios na especulacao.
Rcgra geni, que em parle nenhnma .lo mundo
lem falhado, todas as vezes qoe os eharlaiias, ou se-
jara mdicos, ou sejam negros, ou sejam os que en-
trara na par,II,a, venden, ao povo remedios salva-
vidas, por -ominas enormes, tomos especulacao'mais
ou menos perigosa de que a sent sensila deve
rugir.
Conste-nos que em uma casa da ra das Flore,
um dos individuos enrarresados de mandar ennriu-
j zir cadveres para e remlerio, para eronomisar o
(r.balho, vai reonindo os calzos cheios em sua ca-
sa, al completar um numero avallado para enlo
manda-Ios ao seu deslinu. Custa-i.os a acreditar
semelhanle boato; entretanto, sera' conveniente
qnc se averige a verdade, pois que disto pule re-
! sullar um grande dan.no nao s para o publico.romo
para os proprios moradoresdaqurlta casa.
Ate amanh*.
simo exemplo, n3 Ibes doendo as consciencias de
verem cm suas casas empobrecer pais de familias
que ainda na espera linbam com que mandaren ao
arougue.
Al.! que rabeen, que rabera insi.pporlavel
lem no aterro da Boa-Vista, e que discpulo lem
ella ?...
Mais uma imnioraliladc ouhcmns por pessoa
sisuda, qoe um Dr. en, medicina, morador na fre-
gu.'/.ia de Santo Antonio sedo chamado para
ir ver um dne i'.e na Ca.nboa do Carino, e enrnn-
Irandn em casa a seubora, ou a mili des-a familia,
partir com ella grosseiramenle.
A pessoa que nos communlca esle helo nos man-
do., igualmente eil'oulra que passo psii bstdi :
Senhores redactores da 'agina Acuita.Ap-
parecem casos, que Ao necesaarios pa(enlear-se ao |
publico, como seja esle que vou ex por.
No dia O de fevere.ro foi accoii,melllo um esera-
vo bnleeiro de uma (orto cbolerina em San l.ourenco
da Malta, fui sabedor pelas seta horas da noile, que-
rendo lrala-lo fura dirigi-me ao hospital do Carino,
tallando cora o director, respom.era-meque a polica
so leceorria aos mendigos, que era preciso laceaca
de S. Exc. para recolher
REPAHTIQAO DA POLICA
l'arle do dia -27 de fevereiro.
Illm. e Exm. Sr.I.evn ao ronhc. tinento de V.
eseravo ao^hospital, e j Exc. que das diOerenles parliopacoe* boje recebi-
nesla reparlic.n consta que se riera a se-
|i.e a despeza diaria andava por mais de .">>, como I da,
fosse ? de medico, I5 O de cumedoria, casa, rou- 1 guiule oceurrencia:
pa lavada, enlermeiro. etc.. vista desla despea ex- i.oram nre.0,. |)e sub,talegacia da l'regueza do
o emeasa de urna (Recita, o marujo inglez John Itaverx. a requiscao
do respectivo ronsul, e Thereza Serafina da Ponee-
Iraordinaria reslv-me
.arda l'elisberla de tal l'edrosa.na.ruajdus ..larlvrios,
c para ah tai condolido no da scguinle depois
lo meio dia ; leudo sido chamado o Sr. Dornellas.
poucos mi,mos depois da chegada do doente ah che-
au elle, vendo o doente na miulia ausencia, disse a
mulher que o doente estara milito perigosa, que ella
nao deria ler raebido em sua tasa, que fosse dar
parte ao subdelegado : ueste conflicto pastando um
soldado de polica elle .leu parle, c encontrando o
senhor 11 dilo doente, disse-lhe que /erhasse os otaos
c dtixaste a polica condvzi-lo para o hospital ;*
nada rcceilou, s. dista que o doente estaca nmito
pcrijoso, rclran.lo-s,. ., Sr. do doente a ver oulro
tecullalivo, dirigie-se a rasa do Sr. Pedro Antonio
Ce-ar, A o echando 0111 casa, deixara um recado a
sua familia, c foi immediatamenle .1 casa do Sr.
Francisco Ner> da Kon.eca, csse nao se negou, l,i
pro,|,ta,cto con, o dito Sr. a ,-a-a onde etialia
doente, porm ja la eslava o Sr. Pedro Cesar, entre
elles I111uvcr.ini consultas obre o ti.iiameulo. do que
approvou o Sr. Ncrv o que o Sr. f'.esar linba appli.
cario, tai neata oceasilo que o Sr. Cesar disse ao se-
nhor do doente que a polica tinlia rindo com padiola
para conduzir o doente em drade do que tliha di-
to o Sr. Dornellas, porm .1 Sr. Cesar opposvse res-
pondendo a polica, que o doente, era captico e que
se achaca incumbido peto senhor a trala-lo.pelo que
() No principio diziain uo hospital do Cerne que
os prclos escravos nao eram aceito., e como quena o
Dr. que o eseravo fosse para all'.'
ca, por insultos e embriaguez.
Dos suarde a V. Exc. Secretaria da polica de
l'ernambfico Si de fevereiro de I86.Illm. Sr.
conselheiro Jos Bento da Canda e Figueiredo,
presidente da provincia.O dicta de polica. Cante
Carlos de Paira Teixeira.
SMtirP 'OC ^;^r:,?!!bHCi?.
Recetemos eartas de Bom Jardim com dala d.;
2o do i'orrcnto. A epidemia tem fcilo horriveis cs-
iragos naquella infeliz freguezia, .; n* periodo le
oitn .lia o numero dos morios se elev.iva a duzeo-
b>9 e ilps enfermos a mais de seisceulos. O res-
nectivo vigario era quasi a linica pessoa que s,^ ocha-
va en. campo, pois que as demais pessoas que po- i
Jiao preslai alguns serviros 011 oslavao morios ou I
doentes. Os remedios enviados pelo governo esta,,
quasi exhauridos, em cnnseqncncia de lerem sido | dem >iFlornda. Pernambueo. 10
distribuidos nao s com as pessoas do lugar, como i '''"' STnl -^n'nnio. 'm "*
tambera das visintenoas. O hospital eslava chcio ld-m .^r***' *'** (i" nnos '0,"i"' *""
A t 1 1 1*13, a"!! I*(1a
do enfermos, c ns despezas extraordinarias lalvez dem >i.-,Pedro, \rrica. % ann,^. Recito, eos
nio pernittao que elle continu. O numero dos 'asa.
cadveres he to randa; queja ia apparecendo dilli- ''lel" >.J"a. frica, JX anno.. Recita, em
ciil.la.les nos enierramemns. Kcinelteram-se nasa 1 i"s"U- c -
,, i ii """-1.111, so uma Me,,, ii.Eph.cenia, Pernambueo, 10 aaovs, sol-
amhulancia, urna peco de beta, duas cargas do taira. Boa-Visla.iem casa.
bolaxas u duas de arroz. dem *J7.Mara,. Peioambuco, ."^1 annos, solleira.
Segundo as participara** da Victoria em data L^I*'",,"*'," .. _u- a,
1 dem .Uerculana Marta, Pernambaee, 1, -
Macn.
:tS anno.. parda. S. Jos, hospital de S. Josc.
dem i-19.Joanna Mana da Coneeicao Jessas, M
annos. viuva, parda, S. Jos, hoapital de S. Jos
dem i.V).Filippa Mara da Coneeicao, Peruana
buco, 10 anuos, -olteira. S. Jos, em casa,
dem 151 Marte Sebastiana. Pernamhore, V) anno
parda. S. Jos, em rasa,
dem eM Jasa Kodrigues do. Passo, frica 1*
anuos, casado, S. Jos, em cata,
dem I.YAdriana Pires, frica. K annos, nasfaj
Boa-VLsla. em casa,
dem i.">iMara Robera, :t annos, S. Jos, as
casa.
dem .V..Uevainlriiia Mara de Saula-Anna. 34
annos, solleira, parda. Recita, em casa.
dem 156Joanna Ferreir.,, -il annos, olteira. par-
da, Josc, em casa,
dem 4.Y7Juvenco, prelo. S. Jos, em rasa.
dem ;",sIsabel, frica, 6." anno, prets.'s. An-
tonin, em casa,
dem i j'.)Manoel Vaz, Maranhao, :W anuo, soHei-
10. pardo. Boa-Visla. ervenle. em ca...
dem <0Mana. Prroamhoco, 10 asnos, solleira.
parda. Boa-t isla, en, cas.,.
dem itilElias Piuheiro Sai-ado, Pernambueo. .-
annos, rasado, pardo. S. Jov, em rasa,
dem liy_Mara do C.rmo AonunriacAn. I'rrium-
bi) o. -Jl annos. solleira. prela. Boo-VMa ht-j..
lal d'Aurora. ""
dem iRtVieeneia Mara da Conceiclo, Parahiba
10 annos. preta, S. Josc, em casa,
dem iliiFirmino Martin, do Carato, Parahiba, 70
anuos, rasado. Recito, em ras.
dem m Maris, frica, .", annos, preta. Recita
em casa.
dem itifi Antonio More-ra, prelo, mariproo, hos-
pital de marinha.
dem tAnna lardoso da Fonreca, Portocal Ti
ann... solleira, branca, Boa-\ ,t.,. em casa
dem lliHDomingos Fernandes, Pernamboco M
auno., solte.ro. preto. Boa-V,sla. soldado de'lf."
balalh.ln. em aso,
litan, iii'.lManoel Joaquim, Babia, .lo ai no. nar-
do, Boa-\ ila. cab rio 10. balalhao, em cm
dem 170Felicia Rosa da Conceira... Pernamborn.
.11 anuos, parda, Roa-Vista, em cuta.
dem 171Antonio Clemenlinn. Pernamboco. IS
annos, pardo. Boa-Vate, soldado do balalhao.
en. casa.
dem i7Joaquim Ferreira de Sania Anna. Per-
nembaee. :t> annos, prelo. Boa-Visto, soldado de
|.olicia. em casa.
dem 173Jos Antonio Pereirs. Hio de Janeiro.
10 anuos, pardo. Recita hospital [to i-nn de ma-
rinha.
Iriem 171Manoel Joaquim. Babia. .".0 annos, par-
do, soldado do Itt.o halalhAo de intanlana, hos-
pital militar.
r?serajees.
Numero Jlt;.Mara. ATrica, S"l annos. salleira.
Boa-Vista, em caw.
dem 17.Alevandre. I'rm nolnico, il anno*. ^1-
leirn. Santo \nlonio. em rasa.
dem IK.Rutina. A Moa, Macanas, -nitoira, B,.,,-
Visla, em rasa.
dem 219.Eiiphrasi.i, Pernambueo, l'.l anno*, sol-
leira. Boa-Vista, cm casa.
dem ASI.Malbeus. Pernambueo, i annos, Santo
Antonio, citi caa.
dem -J-JI, Thereza, frica,."^! annos, Santo Amo-
nio. emjcaa.
anuos.

J

I

de 2 docorrenle, ha muitos dias nio se linbm
nos, solleira, Recite, am casa.

MUTILADO
ILE6IVEL


/
\
\:
s"Jleira,
m
dem 229.Calharina, frica. 48 anuos, solleira,
Kecife, em cusa.
dem 330.Vicente, frica, .' annos, solleiro, Re-
cife, em casa.
dem 231Matheos, frica, Sanio Antonio, en)
casi.
dem 232.Pedro, frica, 30 auno, Recite, em
J?'.Manoel, frica, 28 annos, solleiro, He-
cife, em casa.
dem 234.. lo.io. rernaniboco, 35 annos, solleiro,
Boa-Viotx, ero casi.
Mam 235.I*a"C*tl. Pernambuco, :I0 anuos, solleira,
Boa-Viil. em Jyasa.
dem M6.Henriqone- Pernambuco, .11 annos,San-
Ib Anlonio, em caua.
Mem 237.Mara, A.Xfica, 25 annos, solleira, Boa-
Visla, em casa.
dem 238.Mara, Pernaimbuco, 20 anuos, solleira,
Boa-Visla. em casa. ^
dem 23!).Hilaria, frica. U) anuos, solleira, Boa-
Visl, em casa.
dem 240 Pedro, frica, 70 -annos, solleiro, lloa-
Visla. em casa. ..
dem 211.Joao, frica, 56 auno, ^olleiros, Boa-
Visi.i. em casa. \
dem 242.nala, Pernambuco, 22 anf,0s, sollei-
ra. Recife, em casa. \
dem 243.Francisco. Periiamlmcn, ili -'inVios, sol-
leiro, Boa-Vista, rm casa.
Mem 241.Sebastiana, frica, 'lOannos
Kecife, em casa.
Mem 245Anlonio, frica, 30 anuos,
Sanio Anlonio, emeasa.
Mem 24t.Catharina, frica, 5t annos, solteir.,
Boa-Vista, em casa.
dem 27.Joaquim, frica, 30 annos, solleiro.'
Sanio Amonio, om casa.
Mem 218Mara, Pcrnainbucu, 12 annos, solleira,
Recife, em casa.
Mem 21!.Joao, frica, (l'J anuos, solleiro. Sanio
Anlonio, em casa.
dem 250.Joao, frica, 21 annos, Recife, em
casa.
Mein 251.Joilo, Pernamhuco, 25 annos, solleiro,
Recife, em casa.
Mein 252.Joao, frica. 5" ann'os. solleiro. Boa-
Visla, em casa.
dem 253.Benedicto, Afric, 35 annos, solleiro,
S. Jos, cm casa.
Resumo da morlalidade.
Morlalidade do dia 27 al s I. horas da larde 77
Uomens 40 mulheres 37.
Total da morlalidade at hoje803.
Ilomens II!)mulheres 381.
Recife 27 de fevereiro de 185(>.
Acommissao de hxgiene publica interina, I)r.
Coime de S Pereira, presidente.l)r. Ignacio
Firmo Xavier, secretario.I)r. Joo Jos Innocen-
cia Poggi, adjunclft.
IIRIO 5E f ggHjig QUiNTA f&H 28 3E rVERtM |8 SOlll,
uro,
i
Chegando-nosas mflos, por intermedio de urna pes-
soa de nossa araizade, urna succinla exposicao sobre
a molestia denominada rholera-morbus, e o sen es-
pecial tralamento, pela applicac,.lo do espirito de
camphora, apressamo-nos em faze-la publicar por
este jornal, afim de que seja por lodos condecida c
aproveilada nos seos verdadeiros resultados. O nos-
so amigo a que nos referimos extrahio essa noticia
de urna folha portuguesa, que provavelraente a
transcrevera de oulra estrangeira, a he com a pro-
pria autorisacao que elle nos deu que a entregamos
hoje ao dominio do publico.
atlrihuir a gravidade com que ella aqui se apresen-
loii, a excepeao lo urna ou oulra parle em que as
cirrumstancia. locaes concurrem para que a epide-
mia revista um carcter maisou menos maligno
as pessiaeas habitaces, principalmenle da elaase me-
nas favorecida da forluna, a poma providencia, a mi- I P' oque, com o anxil
sera -
raai
mal.
nacamente que desde logo prorurassem animar a po-
pularan do sen municipio : que fizessem rom que
fosem observadas as prescripees higinicas que ja
haviam si.lo enviadas : que aneas de manifeslar-
se a epidemia em povoarao visinha, so esforrnssein
lodos em rombalet o mal o avilar a Commonicacau,
dt destacamento, aedeve-
a que resulta pela falla do Irabalho, s.lo que ri" ***"">' um eortUo sanitario ; dando-se parla
s tem concorrido para o espantoso pro'sre'ssoid l"'.''si'i,'"(''', do I1"' f""e orenrrendo. am de se
enviarein prnmplamenle os precisos soccorro-.
Iguaes circulares diriga na inesma dala e ponen
mais ou menos no meamu sentido aos commandan-
les superiores da guarda nacional.
lie lamhem verdade que S. Ble., depon que a
epidemia estemlea as sosa garras de abulre por esta
amesquinhada Vneta, lem dado todas as providen-
cias, a qualquer hora do da ou noile, abrindo a se-
cretaria nos domneos ; mandando o seu ajudanle
de ardeos em pesaos expedir os portadores que v3o
para o centro com provises p inedicainenlos ; visi-
co.nmissoes de beueliccncia. porem orgnn.......,s co. | lando enferman.., solidando dos particulares a con-
ten aqui N insliluido commissf.es de beuehccn -
ca, determinado visitas sanitarias, domiciliarias,
creado hospilacs para Iralamei.lo dos pobre, rholeri-
cos, a ludo man quando os pau.es civilisodosnos lem
dado o exemplo ; mas infelizmente estas inslitoi.ocs
nilo ten correspondido m fia que era de desojar,
slamos longe de negar os serviros prelados pelas
o esle, nao podem funecionar regularmente. Es- ecssuo de suas propriedades para o estabelccimenlo
'-lento- PrcisSi a r,ipa
rio que f*sjnlsa>la
ses distinelos cidadsos muilo apensionados nao po-
dara ir. de casa cm casa ministrar os soccorro-
precisos aos necessilados. e esles nao tem quem
os procure, o que nm semprc he fcil, o que diu-
rnos por termos vislo minios doentes sobre o chao
sem cama ncm cobertores. As f.inrcf.es desea com-
missao nos parece que sedeviam limilar cm agen
ciar as anbMriptoas, comprar os alimentos, napas o
remedios, e te-Ios em deposito promptos para seren
distribuidos pelos parochos, sacerdotes e pessoas ca-
ridosas, que deviam formar urna oulra cemmissSo
parochial. Essa commissao leria seu carso per-
correr as mas dos indigentes, mloislrsr-lhes osali-
tautas ve7.es ", na propor-
de ali.ulula necessidide. A
nossa pobres},, quer por ac.lnhamealo, quer por de-
/'ini i c procura os soocorros que precisa ;
mas em oU, qUi.ltlr., calamitosa como a prsenle,
he preciso ()rucilra.|i1i |evilr.||1(, ,,cs,,.ir0 ra
c ate certo ponln of/ererer-lhe, quando se conhecer
a urgencia^ A maior p,,^ desM JW(a (|ue ^ f(||_
eci. o. |em^lfl) qaM ao a|,aj0I10i nao ge qUej{"am
nem procuram 0 remedio, genio se execular essa
medida mti essa9 eommisabes nao psaaarao de
meros apr,ar)(ns ,a nl0 h< si- M( ^p^ ^^ ^
.o re a fi,me e;.Jmiseria, mesmo no interior desli-
ndada se bbfBm inuj(i)s yweg ,
Mallo >0 ,em C|ama(|0 pe|a f.,1,., ,|c crtjgjj do<
meilicos,, ., p,e(eniieroo, ,|esni|par mdos; os
resi enles nef(3 prnvnca nj)0 nnf C0|1S|H ^ue (e.
n im es/igloo paga do governo para prestar serviros
de MU/proB,^,
_Suanlo os que vieram de fra, deixandosuas
f,,mjJas e commodos, nao admira que desejem ser
** .'sfelos com muila generosidadp. Verdade he que
a ?ans desses mdicos aslio Beata eidade, onde nos
Pjjreco nao serem 19o precisos os seus serricas, como
*%! ootros pontos da provincia, que os rerlamam
com tanta instancia por nao tercm neulium ; e para
se conservaren! na capital nao necessilava que os
Mas, visilando-os em pessoa; miando para a corle
e Baha pela mida de mdicos ; dirigindo-se aos
conventos para enviar religiosos; despertando n /.p-
lo das autoridades locaes; apressando iconclato
do hospital ila Soledade, convidando a hornera ciri-
dosos para auxiliaren! o gOTarno; expedindo em
somina nina sene de providencia, que seria longo
enumerare que ron-la do expediente ollnal que se
publica \ui Diario.
Mas o que lem ludo islo, se o Sr. Jos lenlo fni
inerte antes do cholera, e ubHjador ilppois que
appareeeu o cholera. S. Esc. melta-ss n'uma ras-
cada, que podpria Ipr evitado si- Ihe hoovesse occor-
ridoo plano grandioso que ha iniiilo lempo se re-
volva na mele do palrAi. ; mas qu ella para nao
dar ao Sr. Jo- liento a gloria da execueio, so qui/.
declarar depois das aguas passadas...
E abi Ipinns o plano sem tirar nem pr. S. Exc.
devia. antes de ludo, muirse de nina caria topo-1
grapbica, c do competente comparo alim d gropar
as fre^uezias entre si ia ma-ieira milis conveiiipiilp.
Depois, com a pre.ter.a que o caso requeri, S.
Exc. em ve/, do conloes sanitarios, estn lia |w -ah
alern urna rede do coinmis-os beuelicente. CO n*.
tas ite membros -le um e oalro partido, den ra
"nliando lodos na mala nvsas.pm enir- o
qual mais se esforzarla por beneficiar... a po-
breza, bein pulen inl.i. Dalii, o mais que poda
acontecer era Mallar-se a candado dos dous lados
rivaes, e Iravar-se urna eontenda assira por molo
da mili caridosa conlpiida q'.e so travon cnlre ho-
meopalba e allopalhas na Victoria. Mas este in-
conveniente [o cumie entre dnas cari'tadet' dcsap-
parecena completamente, se o patrio quizesse fazer
o grande sarnlirin de ser o centro uniforme da ui>
rito beiie/icn...
Ora, l'eilo islo, ludo o mais era fcil, t) Sr. .lo-
se liento alargava os eordeis da bolsa publica .em
todava fazer esbajamenlos eonlralava mdicos e
sacerdotes por um preco muilo em conla, constiluia
enfermaras por ahi alein. maudava instraeces,
organuava a aiilornlade de una maueira enrgica,
enchia a barnaa aos pobre., e... oii '. escala de .pro-
digios a morlalidade oi apparereria em escala
horrorosa, e o lirado da populado nao se ercueria,
e Indos mo licariam sem eabeca e a ilesordem ii.ln
reinarla, e a liomeopalhia, e os .colmenlos do lucro
nao se de-envolveriam, e as autoridades a a popu-
larao nao licariam espavoridas, p os mdicos pode-
riam captar a conlianca de lugar e nao Seriara ex-
nuadas ton tices de eabeca, acompanhadas d pe-
quenas pomadas nas fontos, dr no eetomagoeom
roncara pelo ventee, o mesmo eansaeo mortilan-
te na cana do braco direilo, c tambeo eansac em
ambas as cochas; eao meio dia um fhjqueuo'frio
pelocorpo, as extremidades compleiaroeote fra o
a oi'ir do rusto alaloada, toinei meio ralix ,|, 2n'J
lira de Hollanda, e logo depois um frugal alinaolo
em pequea quantidade, com um calis de vin i lo
Porto, por janiar.depois do que roappareceu o olor
no rorpo, menos porem do que o do costuran, to-
inei as 3 horas urna chaven de caf prelo orlo
e bem quoole, e abafamlo-me Iranspirei mas
licou-nie urna especie de languidez em lodo o tor-
no, a. ~ bores da noite lomei un forte sitado e
escalda-pos, com musanla cm p, conjiinctanent,:
com urnachavenadeefa rio olhosda laranja,m
genobia de Hollanda hem quenh); hume forte tnns-
pirarao, e urna hora depois junada uaissentia; as
!) horas lomei um purgante de oleo de rimo,
accompanhadodealgumas chavenas de cha da In-
dia de hora em hora, e hoje (20) grapas a dvioa
Providencia, ai-ho-me perfeilamente bm : caser-
vando-me porem em rigorosa dieta, eresguadado
d> ar por alguns dias.
Em oulra quadra quo nao fosso a presente ou
teria desprezado estes pequeos ineommodos i|te
acabo de soffrer, porem nesia tem, e como inoro
o que istn seja, so mido, ou a molestia reinatte
peco encaipcniamenle a illustre commissao d, hy-
giene publica, nnica pela classe a que pertenem,
em quem reconbeeo auloridade para julgar doqae
venbo de cvpor, so digne dizer o que entede
respeito, nao sii para desengao dos quo uansicn-
moeu, OOmO para prevenco dos que semire: o
mesmo que ou soffri, e applicareni em lempo os
remedios adequados, afim de ( facilitamlo (orno
o bao feito ) nao anabaram por anda dnsia varirem
bbilar o comiterio.
Srs. redactores, o son liomcm il, eltras, o
por islo incapaz deescrever para a impreasa ; po-
rem romo n que mo nditzio a presente puMieaeio
foi t'.nicamente o desejo de ser til aos mais seme-
Ihantes, rogo-Ibes o favor de nserirem en ^11 acre-
ditado jornal o presente artigo, com o imito obri-
garo ao devmcs. respeitadore assignaat) obriga-
ilissimo
M. C. da 0. c
Recife 26 de fevereiro de 1856.
C.
cofres pblicos lizessem lo grande sacrificio, pois que I P"lw", "-/"'raiueiiles nao sa dilliciillariam e
^jcorpos naohcanam insepultos, a
os resllenles nesla cidade sao mais qoesrafficientealnnro. pflo,
actualmente.
Nos parece que nao tem havido dislribtiicao regu-
lar no servico medico ; uns se achao sobearregados
de Irabalho, q 10 nao podan bem desempenhar,
Nesla quadra lao calamitosa e ajustadora, quan- ,Cmquant, que ulros nada lem que fazer um dos
do todo, procuram prevenir ou dehellar os golpes de j In..ljs preslaliVo, facullativos exerce ao mes-
uma epidemia lemvel, que ja ten, ceifadouaopoucas.m,, lemp0 lo(ar de cirurgiao-mr da guarda
vidas,1? ameaca continuar na sua marcha desvastado-
ra, nao sera fra de proposito a divulgado desla im-
.portante noticia,tanto mais digna de atteucao quaulo
he exposta por dous homensda sciencia.a firmada
por clles nos mais significativos termos. Ver o pu-
blico, para quem nos dirigimos, que os illuslres au-
tores desla exposicao a lizeram do modo mais claro e
perceptivel, ja assigoalando com a maior lucidez a
diversidad dos prinripaes symplomas do mal, e ja
designando com a precisa simplicidade o tralamento
e applicacao especial do remedio. Se aprovcilado
nos casos occurrenteselle produziros resultados que
seus uobres propaladores asseguram, ser para nos
r
que a manir p.
dos infelites que Mo ler a aqoelles eslahelerimen
los ch-sam em estado de nao aproveilarom do Ira- I
I lamento ; que ak-m de nutres i.iponvenienles ag- i
V
nacional, de segundo medico do hospital de canda-
da, de medico dos lazaros, la enfermara da Ver-
sea, director do hospital do Carino, secretario da
commissao, medico do l.xmnasio, ele., com tantas
e tao variadas oceupaees ser posslvel que csse fa-
cultativo preencha 'as suss obrigaees na quadra
prsenle ?
Nao podemos crcr.
As visitas domiciliarias a que Londres deve a soa
salvac.lo em IS18, e que foram aqui mandadas ob-
servar, nao se tem feito, temos sido chamados par,,
ver doentes, que perguntando pelo facollativo do
dislrirlo, ignoram os moradores quem seja. Elas
de grandisissima satisfacao, vislo cuino, volgarisan-vi,i,,< ..,...._, r r.ila. ,. s
... ... ,isiias que nevem ser leitas o maior numero de ve-
do asas ideas que julganios lao uleis, somos impl- 7P, ---------.l .
,.. r^ '" qoe lor possixel para tratar-se dos doentes em
l.dosapena. pelo desejo que temos de concorrer com suas casa,, ou ,Jdjn,jrcm aos h,pUa em ,
o nos. pequeo; mas sincero cont.ngenle para o al- de noderem aproveitar o Ira.amen.,.. tem estado qua-
l.v o da humamdade soUrcdora. |si em al,a,1(|ono> ,lo qe Tc^lu
A Dada mais aspiramos.
__ Recife, 2lde fevereiro de \Xjtf~'
.^> A- derorres laudara
t'is j Jio^ca^ m i ^
0' uolera.o remedio ao lado do mal. O Sr.
! Jligne e o Sr. tr. Achilles llonmanu deelaram
o remedio ellicaz para o cholera he o espirito de
phora; que nao se imporlavam do uso que se
Ihe desse porem que, como homens e chrisiaos, de-
claravam que a experiencia Ibes linha dado essa ro-
nhecimento.
Na occasi.io do cholera (oda molestia repentina
sera causa conhecidacomo calafriosarrepios
verligeostonluras palpitarles oppresseses-
pasmos do peilo, clicas, diarrhea, voulade de vo-
mitar, ou vmitos, Iremura de pernas, fadigas ex-
tremas sem causa, coatraccJ.0 dos membros mais 00
menos ligeira :cada um desses symptomas, 011 ap-
pareca isolado, ou de companhia com outros, requer
logo o uso do espirito de camphora.
o Deilam-se primeramenle 3 gollas n'uma pe-
quea colher ou mesmo na cova da mao, se aconte-
ce estar fra de casa, a faremus por engolir : depois
repelc-se a operai.Ao com duas gotlas someotc de
> ero 5 minutos, por espado de .', hora ou mais, por
que se nao deve descansar em quanlo o mal nao
tiver dcsapparecido.
Conseguido este nao se suspende inteiramenle
o oso de espirito do camphora, mas repele-se succes-
sivumenle as doses de quartu em quarlo de hora pa-
ra evitar a recahida.
Esle tralamento tao simples e o mais ellicaz que
se conhece he solliciente para triuraphar do ini-
migo, se fr logo combatido na sua invasao.
a .Muilas vezes o cholera principia de noile por
urna indigeslao : acorda-se com a eabeca pesada, ar-
rolando a oros chocos: a indigeslao he certa.
Em vez de tomar cha para desembarazar o es-
tomago beba-se saccessivamenle3 copos d'agua mor-
na sem assucar para promover o vomito; e quando
assim se demore, provoca-so metiendo os dedos na
bocea.
Logo que o estomago est livre, la va-.o a bocea
e as goelas com agua fresca : depois comeca-se im-
ine In.'.menle o uso do espirito de camphora, como
cima fca dito : de oulro modo continuaran! os v-
mitos biliosos, depois delles os d'agua branca, os tre-
mores acompanhados de rai rubra, a de um fri geral,
a suppressao da ouruia, sxmplomas do cholera con-
firmado. 1
ti Quando os primeiros symplomas do mal sao as
clicas e as evacuac/.es, loga depois do 2.- jacta ad-
miuistra-se o eipirilo de camphora como fica dito
durante }% hora, por intervallo de 5 n ."> minlos :
depois se lomar de }{ ero '' de hora, e de ,'*' em
M hora, de hora em hora, de 2 em 2, etc. ele, ob-
lem-sedepressa o resultado.
O cholera secco ou nervoso nao he menos grave
que os ootros: consiste em rambras. espasmos do
peito, pslpitaces, urna grande aflliccao, verligens,
sem evacua^oes nem vmitos: deve ser combatido
da inesma maneira, cede inmediatamente.
a Muila gente treme cora a idea de um accesse de
cholera fulminante. Se se tomarem infomacoes a
respeito desses casos raros, saher-se-ha que es doen-
tes haviam commeltido graves imprudencias, ou lo-
mando nev quando estavam quenles, ou comendo
fruas mas, ou que linhan desprezado por algum
lempo symplomas que eiigem cuidados promptos
para impedir que o mal se aggraxe.
No dia em qoe se faz a pura por esle trala-
mento he preciso guardar rigorosa dieta: alose per-
miti sen5o algumas gotlas de agua pouco adocada,
ou de nm leve cozimetilo de arroz.
No dia segoinlc smente loma-te urna sopa de
carne; feila sem legumes npm gordura: au-menta-se
pouco a pouco o sustento, leudo o codadn de n,1o
comer fruclas, legumes e leile, pelo menos K
dias.
Allirmanio. debaixo ile nii.-.i palavra de honra
que segundo estes eonselbos, nao ha doenca mais
fcil de curar do que O bolera, sondo atacado no sen
comi-co.
n Os Drs. Achules HolTmann, L. Migue.
llovera arroz, di-
mana do ceo, lud..,'tudo,e a falla de lu-
do o necessario nao viria inda mais afeiar esse qua-
dro de horrores, e Sanio A otila nao se dehaleria
n'uma lucia horrorosa em que perdeu mais de Ir.
mil habitantes... Em lamina, o cholera, com as
suas garran de abulre, fogia espavorido para nun-
ca mais vollar.
Se a academia de medicina de l'aris prnmelte um
premio avallado a quem descubrir um especifico con-
tra o cholera, o que nao devera fazer essa Ierra in-
grata a um fillio tao Ilustre c dedicado, q-ie insera
nao um esperilico, mas um syslema... Ahencoado
\entre que pari o nosso palrdo, o palrao des lina
Ierra, esse aslro laminoso, IHo rico de precedo.
administrativos c capaz de fa/.or vollar a cara ao de-
sertor do canses ?
E a Sr. Jos Benln, que nao sabe aproveitar o
que ha hom na provincia \ ? Ja na qupstao das car-
nes verdes provocou queixas amargas do palrao, por
nao le-lo consultado, tabeado que elle, sobre ser
versado nas d,mlrinas de liallur o oulros qoe lie.
economistas, ja havia aprofundado a qaesllo das
carnes, escrevendo sobre ella estirados arligo. de ga-
rela. E agora, S. Ese.isola-ee, desoven as capa-
cidades em crise Mo calamitosa lie s porque,
ameslrado nas tricas eleitorac, e nao perdonan de
vstaos seus planos, tem por missito conservar a pro-
vincia no statu 'uo, para que o Sr. Nebueo nao en-
came I
E h por isso que a sua derrua ha de ser "falli-
vcl desla feila A morlaudad* de Sanio Anlo
pesa toda obro a eabeca do Sr. .los liento Coila-
do do Sr. Jos Beato, Esto perdido, porque animo
quer u palrSa,
O esludo que lemos feito so:. lera-morbus no Brasil, nos tevi a crer, quea sua
morlalidade tem sido maior do qae ere qualquer
parte da Europa em que ella reiuou (anda quando
revestida da maior gravidade). Fallara-nos os da-
dos estalislicos do Brasil; porem nao sa/elles de
absoluta necessidade para basear o nosso Hito ; bas-
ta observar qoe essas aceas -de horrifr que se ha
vislo em algumas de nosias villas nunca se observa-
ran) all. Esta espantosa devastado 1M0 se deve
gravam a sorle deesa pobre gente, que loge desses \'
asylos, os qu.ies consideram como deposites do ce"
miterio. Os hospilaes lambem nao funecionam re-
gularmeijle^ os mdicos nao deviam-se apartar um '
t lostanle dees 4uu. tes, nao so para administr.!-
rem os remedios precisos, c.vnu para contaren) a or
dera a diricircm o servido comlre^ularidade ; c po
isso. chegando os doenles em nuio estado, e'ni
sendo logo snecorridos, quisi lodos iem de suecum-
hir.
Se os hahilanles desla cidade nao procurarem
auxiliar-se muluamenle, os ricos, conrorrendo com
as suas asmlas para soccorrimenlo do necesita-
dos, e esles reciprocamente c/im os seus serviros uns
aos oulros, ea comini.-n de beneficencia nao pedir
a esmola para os pobres, a miseria 'lavrar entre
nos ; e assim como os pobres as vezes nao pedem
precisando, os ricos nao dio sem Ibes pedir. Se o
Itio do Janeiro nao foi as|olado pela epidemia, nao
Obstante a sua ma localidade. foi provavclmeute de-
vido aos soccorros promplos e ,i rardade que all se
desenvolveu de um modo lalvez sem exemplo Nao
somos contar ahsolulos, nao pensamos que
" adminislrar-se-lhe
dia ; o que porem
pie creado um foeo
epidemh ,,. ; muilos doenles em
diversos pontos o. ..dade. c principalmenle por
grande numero de cadveres, o ar lorna-sc mephi-
lico e entao assim envenenado, na alToclar quasi
nicamente a aquellas, que ja deleriorado o seu or-
ganismo pelas privaces e miseria acham-se mais
disposlos a solfrerem os golpes da epidemia ; mas
esse ar assim envenenado penetrara a casa do rico
orno do pobre, do grande como do pequeo, e lodos
solfrerao a sua influencia. Se o egosmo de muilos
nao fez abandonado pelo verdadeiroespirito de can-
dad-, Dos queira, que nSo lenhamos de ver as luc-
tuosas .cenas do Sanio Aniao e ha pouco do I.imoeiro
repelidas nesla cidade, onde ;i sua penca venlilapoe
maior populado nao a torne ainda mais (errivel I
0 que heos nos livre.
___^ D. F.
O PA1 BAO' E A RESTE.
_ Quando observamos o zelo incinc ivel com que o
Sr. conselheiro Jo Benlo procura nao obstar a
invasao do cholera na provincia, como lambem mi-
norar os efleilos dola, depois que aprouvea- Provi-
dencia Divina castigar os noaSOS gran lis pactados-
levanlavamos as mitos para'oco, bemdisiamos o'
administrador providente que ainda por esta vez di-
va Uo valiosas pravas do seu elevado tioo a patrio-
tismo. Mas, quanlo nos engansvamos! (I palrao do
liberal velo tirar-nos deas Iri.lo illosao a provar
que o Sr. Jos Benlo conservou se impasaivel, e nao
fez a mnima parle do que deveria ter feito paia
embargar a passagem do cholera com providencias
humanas !
lie verdada que S. Exc. muilo antes do appareci-
menlo da epidemia no Brasil, Iratou de lomar as
providencias que estavam ao sen alcance.
He verdade que S. Exc. apenas soube que ella
gras.ava no Par, creou ama companhia encarrega-
da de fazer a lunpeza da cidade, egoiando as aguas
desentiilhamlo moulesde lixo a aterrando o. inmen-
sos Iremedaea que arormoseava muilas das mas mais
publicas.
He verdade que S. Exc. removeu para um lugar
mui arredado o maladouro publico, que collocado
no coraba da cidade, devia ser um cxcellenle pre-
servativo contra a peste
He verdade que S. Esc, foi promplo em remoller
medicamentos e viveros as provincias atacadas.
A 21 de agosto, mudo antea que o cholera trnlasse
dcdingir-se para o norte, e fazer asna entrada em
Alageos, a S. Exo. oIReiava em reservado ao pro-
vincial do Carino, para designar ana parle do seu
convenio, alim de"e.tabelecer-si- nelle nm hospital
onde fo.sein tratadas as pessoas indigentes que infe-
lizinente appareccssein com os .xuiploinas precurso-
res daqoelle mal.
UOiciava na mnmadala e no mesmo sentido ao
inspector do arsenal de marinba, para que Iralaase
de ilispor a enfermara daqoelle arsenal para o refe-
rido lim, licaudo dola encarreuada o facultativo
Alvos.
A 17 de oulubro, antes que a epidemia lives-c re-
virado as suas garras de abntre para o norte, S. Exr.
olliciava cm reservado aos garios, dizendo-lhas que
convinha animar a populai-ao, c predispe-la para
resistir ao mal se appareces.e, p para nao desampa-
rar os enfermos, augmentando deste modo o nume-
ro das victimas: (Jue as cmaras muniripaes deviam
ser snlicilas em remover os focos de ufeccao do seu
municipio, e eslaheleeer urna osealisacto cuidadosa
ana gneros alimenlirins: (Jue convinha que elles,
o viearios, promovessem com a maior brevidade o
enlerramenlo dos cadveres: <)\w apenas so mani-
festasM a lamia devin-se laucar mo dos meios
curativo- ado< pela commissao de hj aiene, em-
"' .videncias nao fossem liecessarias e
- aoverno da provincia.
iodo a epidemia ja tinha /ei.
S Exc. diriga rircu-
&0tn ipo t^eitcift^o
>... rtiactom. l.r-se na correspondoocia de
I irassii. publicaJa no Diario n. .".I de 20 do cor-
', que lemos hoiilem a noile, una arcusacao
'ministrador do engenho Monjope, prophedade
m. Sr. Dr. Manuel Joaquim Carr.eiro da t'.u-
sobre o fado de ter aquellc admini.lradoi
a ao Dr. Adelino una caria, que, diz a eor-
oemcia, fra nimiamenle forte, em consequen-
cia de o mesmo Dr. Adelino ler mandado arrancar
das maltas do engento .Monjope, algumas eslacas pa-
ra a confeccao docemeno da villa. na quada-
de membro proeminenliisimo da rommissac de soc-
corros pblicos, e usando das infniitnx althbuire--.
que Ihe conlerem as patarras caridade, amor do
prximo, philanlrnpia, ditas tmenle, "inda que nao
sentidas, i. Aliad elausum in pectorc, el id in
liugua pronmliim habenl. n
Conhecedorda delicadeza do referido administra-
dor, cujo nomo he Manoel .loeqoim Arvore de
Oliveira ; da sua educarlo, da sua mnralidade.
dos seus senlimenlos. vimos boje, possuido de al-
gumnindiguaejo per amura verdade, enor zelo
da sua reputadlo, confundir a injuslica, qoe se Ihe
fez, rectificando o motivo, qoe a delerminoo, e que
foi mal considerado pelo Sr. correspondente de Igoa-
rassu'.
Lina clreomstancis digna de apreco cm lodo bom
juizo, relativa ao negocio da exlracao das estacas
do engenho Monjope, ,0 maliciosamente omitli-
da pelo Sr. correspondente, que por ahi se deixnu
ver, u como um dos adeptos bem conrhegados
do Sr. Dr. Adelino. ou como om dos ofli.iaes
do juiz municipal de Iguaras.u'. Esta circuns-
tancia he a de nao ter lidoo administrador do Mon-
jope participarlo algama da exlracpao das es-
lacas.
Ora, diga-nos o Sr. Dr. Adelino, qoe he professio-
nal em direilo, e lio direilo juiz como om fiel de
balance, qual he a razao, qual he o fundamento ra-
cional ou jurdico do aclo de se dispar da proprieda-
le alheia sem o couscnlimento do dono ou de que
Senhoret redactores. \provcitando-ne do es-
pontaneo oOerecimenlo que Vmea. fizerau no sen
llelrotperlo desla semana, venbo pelo orgjo do seu
conceituado jornal, denunciaran publico c asaulori-
dades competenie, um abuso inaudilo, ru consta
Icr-se dado em um dos hospilaes provisorios desla
cldadp.
Como o fado nao elja completamente averigua-
do, por i.so an la me sirvo de.li vez da forma do
anonymo, pelo contrario nao lena a menor duvida
de firmar esta denuncia com o m-u propr,o nomo.
Tem por lim presentemente despertar a vigilancia
uflicUI, para que verifique se o laclo he o nao ver-
dadeiro, e-lo :
Bepularam-se morios dous individns ; ralava-.e
de encaixnlar os cadveres para serem cnldu/ldos
ao cemilerio. l-^lizmcnlo para um dos norlos os
dous cax"ps nao se preuaraui ao mesmo lempo, de
surte que, depois que se arabou de pregar o prunei-
ro, e que se a fazer o mesmo ao segundo, esle se
move, d signad evidentes de vida, e entao vin-se
que elle apenas^iaha tido urna syncope. Assim li-
raram-uo do caislo.
E.le fado, segundo se diz, deu-se com um solda-
do de polica, o qual, algumas huras depon que sa-
ino do caixSo, recebeu alta c sabio p.ira a -ua. como
se nada livesse tido. A revelar.lo de-le aconleci-
menlo foi feila por um ofltewl do mesmo corpo. em
um dos lugares mais pubcos desla cidade.
Nao aflirmo a especliva veraeidade, romo disse
em principio faro esla conimunicarao a Vmca. para
que se averige a verdade, c se deem providencias
para que se nao reprodu/.ain fados desla ordem.
O cineiro dn Carino.
Srs. redactores.So sei que falalldade pesa so-
bre o commtrcio tiesta praca, que eneonlra sempre
troperos de pessoas que alias tleveriam ser as pri-
meiras a coadjnva-lo. Sabe-se que om?. das enndi-
coe. in ns mportantes do commercio he a maior
profflpdao e actividade em suas operaees ; urna
demora por pequea que seja pode ser as 've/cs eau-
a de gravlssimos prejaliosqao cumpre evitar ; en-
Iretaulo quanlas vezes se eneonlra nas repartieses
publicas algum empregado mora-o e emperrado que
a nada se move a a quem.Joo cenfo -'.e seu ey.tema-
lien egoismn, nao movem os alheioa nlTraam. ain-
da qu indo mais ou meaos eutendeor com ns inleres-
ses pblicos? Muero. Srs. redactores, relerir-me
ao consulado eral, quando sol a direccla ilo Sr.
Lamschi ; porque no que toca ao Sr. commen lador
Joao Xavier Carneiro da Cunda, rumpro eonfeasar
que o commercio mo tem se nao a louvar-se da boa
vonladc com que se presta ao servjeo de sua reuar-
cao.
Uasemqaanlo o Sr. rnmmendador Joo Xavier se
nin.lra diligente e semprc promplo a deixar em a-
".radecimento aquclle. que o procuram para as func-
cocs de sua repartiese, o Sr. Lumarbi in- una ver-
dadera dilliculdade pela morosidade do seu expe-
dienle e pela ma vunlade com que se presta. Sab-
bado deu-se eomroiRO um desses fados quede-
inmislram o que acabo do! li.-cr. Tinha eu de des-
pachar para a Babia a barca Malhilde que se acha-
va earregada, e pelas daas horas c meia ta larde a-
pre-c-iloi-me no consulado geral com o respectivo
manifest; leda a demora m eia.prejudicial, por-
que o dia segaiote era domingo, e se o despachse
lizesse na segunda feira si na terca poderla sabir.
V conferencia do despacho pouco lempo poderia
gastare a repartirlo, na forma do seu rpgnlamcnlo,
deveria estar abena al tres horas da larde. Nao
obstante, porm, ledas as miabas racbmnees, alo
houve meiode tirar o Sr. I.umachi do seu commo-
d.ino, e convida-lo a que mo fizesse a conferencia.
He poMivel, Srs. redaclnres, que urna das princ-
paes fonlea que eogrossam a riqueza nacionnal, e.-
teja suieila a lanos caprichos, eao commodismo
exagerado dos Srs. empregados? Nao deve o em-
pregado que assim procede ser censurado'.' Na,,
deveria mesmo eslar sujeilo a pagar as perdas e
dosnos que occasionasse com a sua inercia ? Ku-
Irelaato, nao podando eu lular com a vontade do
Sr. I.umachi, Uve de re.ianar-me, e esteve a mi-
nhs barca no porto raricaada e prompta para parlir
al o da lerja feira ; porque s na segunda foi que
consegu desembarazar o navio. Sel que assas
queixas nao prodozem efleilo no enlanlo, para que
o governo colillera quaes os bons empregados liara
di.iiugiii-los d'aquelles que o nao sao, resolv ali-
rar o faci a o dominio do publico.
Besile 26 de fevereiro de 1836.
Munoei ices Guerra.
i.i'liaHC.- (t V>.::)fJ0o
m ci de V. Exc. datado de 22 do
lllm. o Exm. Sr.Em consequencia do olli-
correnie, commti-
leatro
do
o- j mesmo theatro, afim de all eslabelecer a enferma-
esta no lugar do dono '.' Sera .inda S. S. am dess-s nicamlo-tno haver ollieiado a direccae do thea
anapbroni.mos da sciencia do direilo, qoe steja pelo ,1'Apollopaia por a ininlia disposico o ..alan
direilo da cxlrema necessidade, ou pelo do oso inno- i inesmn tl.eoirn. .-.fin. ,1o nlli ,.si,lu,co,. ..r.....
Ser S. S. am desses .(Torrados por gloria Iria para as pessoas obres, que se ni.izercm sub-
s anllquadas, pros- meiier ao tralamento hotneopathieo, eumnre di/er
la V. Exc. rpte examinando o sobrodilo salan.
do dominio das Irassas"'.' Nao
pir i/osio, as
criptas e boje
eremos.
Inleiesse geral... obra de buinanidade... npee si-
achei que elle nao offorece os commodos Ddispen-
.saveis para nina enfermara regular ; por ni
dade publica; m.s.st. exclmo algum dia o direilo suri(lo lmuiu> conveni(J,
de nulrcm E quando nao seja o direilo, exrluio
delicadeza, a alleiipio, que se devria ler.senao com o
admnistratlor do engenho, ao menos com o lllm. Sr.
Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cimba, que elle
representa .' E, pois. como quera o Sr. Dr. Adeli-
no, oo a commi'sao de soccorros pblicos, ou quem
quer que mandn arrancar as estacas, qoe o admi-
nistrador de Monjope, (aloso da proprledade qu Ihe
foi confiada ua vigilancia, sol sua responsabilida-
de, vend, que enlravam e.i-abru/ilo por ella, sem
licenca ncm parlicipacan algama, c a delrimenlavam
mais ou menos, nao sahisseao reclamo da les.lo ou
do desrespeilo f E^ta he boa !... So nlo o queriun,
lzesscm a partieipaesjo competente do acto, (j nao
digo que pediasem permissao), aenio por dever, lo-
davia por allencao.
Ah porque a carta do administrador mi desco-
medid) Nao fulal. Talvezqoe o Sr. corres-
piindeule a considere assim das posicps sn-
ciaes tle nm e do oulro. Pois se pensa desla guisa,
meu charo seulior. perdoe-nos que Ihe digamos, o
senhor he qui esla mu pertoda cegoeira que x
nos ootros.
Emlim, estamos mais que mullo corlo dos coslu-
mes, tas maneira. do Sr. Oliveira, a da sua pruden-
cia, c por i-lo reverl-inns os epilheln. de eslopido,
da desalmado, a qoemse pretende o direilo df. usar
da propriedade lllheia sem cousenlimcnln do dono,
ou de quem esta no lagar do dono.
Ilecifo 27 de favereiro do 1836,
T.
si viso contra o que os valcnles e sabios da
poca chamiloMido.
Na noiledodia 2-i do rente,dopoisde bastante
idar rom pessoas de niinlia familia doentes donial
reinante, deile't-tne as 2 horas, e sen logo um
cansaco morlilicanle nas eannas dos brac.os, sem
que para isio eoncorresseo menor motivo, pois que
nao havia pegado em peso, o nom feilo o menor
excesso : amauhecondo que fosse o .lia principiei
.mmendandu-lhesldas 8 horas em yante a sentir papienas o conti-
ente quo os enfermos estejii
separados, segundo a gravidade da mdoe.stia.alim de
que o estado agonisanle de um nao impresione o
moral dos outros enfermos o dn. convalescentos,
jamis se poder conseguir isso cm um saldo,
onde lodos se achein reunidos. N'inguem ignora
quanta influencia exerce o mural no organismo do
hornera no oslado de saude, e ainda mais no estado
de molestia ; e |>or essa rano recommenda .,
seieneia que se aliaste dos d.....i les indas as cau-
sas, que |iosso de qualquer maneira alec-tar viva-
mente o seu mural.
Poder-sc-hia remediar essa faliaronstruindo-.se
no pavimento lenco urna pequea sala, c appro-
veitando-se igualmente um pequeo quarlo e estreito
corredor, mas isso alem de nao oflerecer vanlagens
reaes aceresce que fica logo na entrada do cs-
labelecimenlo ; e pode acontecer que ao entraren)
os enfermos para serem socrorridos, se oncontrem
logo com o triste espectculo d'agonia.
Oulro inconveniente que ancontrei, foi que o
lugar, que so pode aproveitar para cceinha, se ada
fura do cstabeleeimonto, sem communicacao inte-
rior em um csiruito lorredor.etn eujo fundo se aeha
um pequeo lelheiro, que lem tieiessidade de ser
augmentado.
Ainda mais : somlo a enlermaria destinada para
soccorro de um eoulrp sexo, salla aosolhos a in-
moralidad,;, que resulta da reunio de homens o
miilliercs doentes em mn sal.io, tendn necessidades
naluraes a satisfazer por efleilo da molestia cholen-
ca, que, como se sabe, lem por nm de seus symp-
tomas a diarrhea.
Sem oliensa moral nao podo um individuo
sentar-so em urna hacia d'agua dianta de oulro de
sexo difireme.
Avista do expendido V. Exc. resolver como
julgar mais conveniente, na certeza de que me
achara sempre animado dos nieihores dezejos de
prestar-me ao servico da liuinanidadu.
Dos guarde a V. Exc. Kecife 25 do fevereiro
ilulS-iti.lllm. o Exm. Sr. conselheiro Jos
Benlo da Cunha e Figiteiredo, presidente desla pro-
vincia.Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinito.
EXPOSICAO.
Anua llenriquela. parda, lil.pila, com i lado de70
anuos, na ra do Cultvelo, corada homeopalhica-
menle pela maneira segrale :
Simplomas : dores repentinas e agudas pelo ven-
Irp, riiarrha esverdinhada p felda. tlejocces abun-
dantes e frequenies, descoramenlo da rr da pella do
rosto, Musir translorno na. fer^Oes, cancaco, tlesejo
de In-her agua fra, .eusacaii!.- prc.ao no estomago,
iceiraa aaasias, e fro das estremidades superiores e
inferiores.
M'ioa cnmbalentes : arsnico quinta dvnaniisa-
eo cinco glbulos em ama oncad'sgaa pura, dado
om collipre. de sopa tle hora em hora ali- a segunda,
eolher, e o re.lo do medicainenti. iniiii.iratlo de daas
etn tinas horas alo a ulliin i Ii'i-p ; a doeule rpcolhi-
da em um quarlo. e nelle sbafada rom pannos em
completo rppouso. !J
lie-ulla lo : em > hora, linha dessppareeido a di-
arrhea, e quasi nao havia mais symptoma que en-
coininoda..i-a doeule ; a Iranspira'c.lt. se maiiif.-lmi
abundantemente ; no rabo da mais .1 horas Ihe man-
de! dar mu caldo de fariulia de aramia com leve ado-
camento, consarvandn-a nesla dieta al o lereelro
lia ; no quarlo Ihe mandpi dar una canja th- airo/
feila de frang ; uo sexto sdpa adocadn de Imlaxa
fresra de boa fariuha ; no oilavo da por inerte de
Dos eslava a doeule reslabolcei la.
II. Tai'ora.
Os habilaules ta comarca do Cabo estao sendo
viclimas da epidemia reinante. Apparecendo o ler-
rivel llacello nos arrabalde. da ruinaren, no dia II
invadi a villa na ra d'Agua, ludas as pes.oas qoe
foram atacadas lem sido victimas ; no dia 20invan-
dio a ma da Matriz, e lem continuado a ceif.ir os
moradores desla ra. O cirnrgiao encarregadn do
curalivo dos pobres nada lem podido conseguir, pois
lem sido baldado os remedios a que lem recorrido,
nao sabemos se esle man resallado proven, do carc-
ter da molestia, 0u da falla da applicacao dos reme-
dio.. A epidemia lem atacado com mu carcter que
nos parece benigno, mas torna se tlepuis maligno, a
termos qae dos atacados apenas consta que escapa-
ran) dous. A cmara municipal apressou-se em pe-
dir ao Exm. presidente que se dignas.o mandar um
medico a este lugar, anda que fosee por poocos das,
para que Ipndo ulna conferencia cm o cirnrgiao en-
carregadn tlj curativo, a mesmo applirando alguns
remedios aos que fos.em accommellidns e pndesse
conhecer qual a razo de iin mao resollado. t>. ha-
bitantes ta villa tem-sa conservado firmes c:n sen
posto, aos morios tem-sa d ido sepultara em lempo.
o sopposio aos primeiros hoovesse repugnancia dos
inoradoies, boje se prestan, rom vontade, enterrando
seus irmaosque sao victimas. NAO b noile quea
matriz nao seja visitada por numerosas pe.soas a pe-
direm ao glorioso S. Sebaslilo [de sua devocjio quei-
ra por nos interceder ao Divino Creador, Vara que
aplaque a sua ira contra nos, nico recurso que boje
nos resta. Pelos arrabaldei da villa lem morrido
grande numero de pessoas, p ja se conla no cemile-
rio porto de O, alm tos que s.o enterrados por
oulros lugares, islo ale h -je 2 de fevereiro. Dos
nos aecuda.L'm morador to Cabo.
t$0mme?rf<>
PKACA DO RECIFE2T DE FEVEREIRO AS3
HORAS DATARDE.
Colacrs ofliciaes.
Assoear mascavado regular29230 por arroba com
Fredertco fobUliard, presidente.
/'. Jorges, secretario.
sarco.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 2T3| a 28 ti. por l>.
Pars, .'i'#X rs. por f,
o Lisboa, D2por 10t>.
Rio tle Janeiro, ao par.
Accoes do Banco, :.." f)|!) de premio.
Accos da companhia de lleheribe. .'.5000
Accoes da companhia Pernambueana no "par.
o L'lihdade Publica, :lll por cenlo de premio,
n o Indemnisadora.sem vendas.
Disconlo de Icllras, de 12 a l."> por 0|,fl
META ES.
Ouro.tincas despalilllas. o^s a 2S>."tHl
Moedas de 69100 vellias .... l(i o 69100 novas .... 16KKI
iSm).......<)>(KK)
Prala.l'alacoes hrasileiros......2jnot)
Pesos columnarios......-J.-0IK)
i. mexicanos.......lisiin
ALFANDBUA.
Reudimento dadla I a 26. .
dem do dia 27, ,
199:383*458
21:236(472
220:6198930
Desearregam boj, -JS Je fertreira.
Brigae inglesc.eurge RobUuonmereadorias,
Barca inglesa.s'ir James fot$caivoc.
lirigoe inglesCorabacalhdo.
Ilrigue iiiglt-z(etuiiiadem.
Unguo inglesHunocirvao.
litigue francasAlmamereadorias.
Paladn americanoI nabrinda de trigo.
S.O.NSUI.AHO UEKAL.
Rendimenlo do dia \ a 26 70:lN9Sfi77
dem do dia 27....... 721*418
70-980*595
i-'IVERSAS PROVINCIA.-..
Keiiiliiiienloilodi.il a 96 ....
dem ilo dia 27.......
i:4.-.IS055
693*695
5:144*750
DESPACHOS DE EXPOUTAC-VO PELA ME>A
DOCO.NMLADO DESTA CIDADE Ni) DIA
27 DE FEVEKEIRU DE 1856.
MaiselhaBarca franceta ollaraehois, l.asscrre Ov
Companhia, loo saceos assucar mascavado.
StockolmoBarca sueca Eliiabeth, N. o. Bieber
& Companhia, \Mi couros salgado..
StockolmoBarca sueca tElizabeth, N. O. Bieber
& Companhia, 800 couros salgados.
LisboaIlrigue pnrtuguez Incnmparavel, Amorim
IrmBos i\-Companhia, (100 sarros assucar blanco p
mascavado.
xportacao .
Acaracu', patacho brasileiro nEmulacaon, tle 134
toneladas, condoli o seguintc :152 volamesgene-
roa eslrangeirns, :l barris vinagre. 7 raix is sabko, I
fardo c 10 duzias cocos, 2 saceos arroz, 32 barricas
assucar, I caixu chapeos e bonetes, ti pipas agur-
dente, I dita espirito, I taixo de cobre, I rodas de
ferro, I alambique de cobre, I canato fogo do ar, I
lllollm to llevas.
MaranUp, bngue escuna brasileiro eLaoras, de
lii l|2 looeladas, eonduzio a segaiote :12 canas,
2 emlirulbos e 3 caixole. varios ubjeclu.. :,0 caixas
passas, I pacole boloes. 3 eixos p (i huchas 1e ferro,
I00 barricas fariuha de trigo, 20 pipas agurdenle
cachaca, 3 rodas tle ferro, i CSixOes charolos, 20 ro-
los fumo, 73I barriquinhas. 72 barricas e 30 sacros
com 3,919 arrobas e 17 libra, tle assucar, 2,90(1 co-
cos eom casca. I sacca cal. I caixAo doce de guiaba.
Bahia. sumaca brasileira llortencia,de84 tone-
ladas, condii/io o segiiinte : 7 qoartolaa, sendo :l
forradas com folha de Flamlre.. 15 pipas abatidas, 1
inolhos de arcos de ferro, 1IMI ancorlas azeilnuas.
180 barricas bscalhiio, 550 laceas milho, (i bariis, 3
tonelete-, 8 ineias pipas e 1 barril de i.- aseiUtde
mamona, 205 caixas.alian, 267 saceos cera de car-
nauba.
Barcellona, polaca hespanhola Joven Dolores,
de 107 toneladas, eonduzio o segoinle :200 laceas
com 1,101 arrobas e 9 libras de algodgo,
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 96 .".7:01 I>7I7
dem do dia 27....... 1:1958683
59:107*102
5:4009 : os prelnudenles podem comparecer no paro
da inesma cmara para licitaren), munidos de llanca
idnea.
Paco da cmara municipal do Recite em sessio de
23 de fevereiro de 1856.liarn de Capiharihc, pre-
sidente..Manuel Ferreira Accioli, secretario.
o lllm. Sr. inspector da Ihesoararls provin-
cia!, em euinpriineulo ta ordem de Exm. Sr. pre.t-
denlc ta provincia de 19 do crreme, manda fazer
publico, que uo da II) de marco prximo vindouro,
pcranle a junla da la/enila da nipsma llie.ouraria,
sa lia de arrematar a quoin por menos lizer. a obia
do empedrauento de .VIO bracas crlenles no 15
lauco da e.trada do Pao d'Alho. avahada em rs.
1:103*000.
A arremataran .era feila na forma da le provin-
cial u. l:! de 15 de maiu tle I8'.i, c sob as clausu-
las e.peciaes abaixu copiadas.
As pessoas que se propozerpin a esla arremataran
comparpeam na .ala das sesses da inesma junta, no
dia cima declarado, |ilo meio dia, tompelenlemcii-
le habilitadas.
I*, para constar se inandou allixar o presente e pu-
blicar pelo Diario,
Secretaria da tbesOHraria provincial de Pernam-
bucu 23 de fevereiro de 1856,O secretario, Anto-
nio Ferreira da AununciacSjo.
Clausulas e.peciaes para a arrcmalacao.
!" Far-so-ha diln empediainenlo de conformida-
tlc rom o orcamenlo approvado pela direcloria cm
conselho. e apresenlado a approvaco do K\m. Sr.
presidente na importancia de 4:103*000.
2-' O arreinalaule dar.i principo as obras no prazo
de um mez e as concluir no de um auno ambos
conlados ha forma do arl. 31 da lei n. 28(.
31 O pagamento da importancia da arreinalacao
realisar-se-ha em qualro preslacbes na forma da tt-i
n. 28l.
Ia O arremalanle devera proporcionar Iranzito ao
publico.
9a Para lado o mais que n.io esliver determinado
nas presentes clausulas nem no orcamenlo. seguir-
se-ha o que dispe a respeito a le n. 280.
Conformo. O secretorio, Antonio Ferreira da
Anniiiiciacao.
U lllm. Sr. inspector da thesouiaria provin-
cial, em riimpnineiilo da ordem do Exm. Sr. presi-
d-nle da provincia de 19 do crreme, manda fazer
publica que no din 10 da marco prximo futuro,
peanlo a junla da fazenda da inesma thesuuraria, se
ha d arrematar a quem por menos lizer a obra de
mil bracas coi rentes de empedramento no 17" e 18
lanco ta estrada do Pao d'Alho, avallada em res
13:156*600.
A arremataban ser feita na forma da lei provin-
cial o. 343 de I", de (iiii.i. de 18'i-, e sob as clausu-
las epeciaps abaixo copiadas.
As pessoas que se propozcm a esla nrrematacao
comparecam na .ala da. sesses da aaesma junta 'no
dia cima declarado pelo meio dia, competente-
mente habili-ladas.
E para constar se mandn aflixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesooraria provincial de Perneas-
namhuco 23 de fevereiro tle 1856.O secre(ario, A.
F. d'.liinunriaro.
CUmeulai npeetaM jmra arrematara.
1." Far-se-ha dito empi-dramenlo tle ronformi-
de com lorcameul.i approvado pela directora em
conselho, e'apresenlado approvaco do Exm. Sr.
presidente da provincia na Importancia de 13.156*.
2.' O arremalanle dar principio as obras no
prazo de um mez e as concluir no de om anno,
ambos coulados na forma do arligo 31 da lei u.
28K.
3.a O pagamonto da importancia da arremataran
reali/ar-e-ha cm quatro preslarOes na forma a iei
n. 286.
i.1 O arremalanle dever proporcionar trauzito
ao publico.
5.i Para ludo o mais qoe nao esliver determina-
do nas presentes clausulas, nem no orcamenlo se-
guir-se-lia o que dispoe a respailo a lei n. 286.
Conforme.O secretario.
A. F. d'Aitnunciarao.
soas necessiladas. Todo e qualquer individao aras
j quizar conrnrrer com najados parallaas leiloe. pra-
He nido assim um aclo de caridade pode dnrifir-aa
! ao acanto mencionado, que ofTerece o pradorlo de
j seu liabalh,, a commissao qoe pagam os eamprado-
| res. para soccarrn dos q-p. na poca acloal, dalle
precisarem. E como quer que ansia unta coaraia-
?ao central de.....elicencia, esla sari srienlinrada da
da ti. Icilan, para roinparecer. qoenodo, e recebar
o producto que luj. de ser apurado. O crata ci-
ma mencionado espera ser allandido. c se parsssado
que a popu. .ci, desta ci.lsda dar ama prova robos-
la dos sentiiiienlos caridows qae a dominan). Odia
.era anniinriado previamente.
Wtfi i>> ^h>ers5oj5.
25cclorccte>,
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Biinro de Peroarpbuco sacca a vista
sobi c o do Brasil no l!io de Janeiro. Ban-
co de Pemambuco de dezerabio de
1855.-O secretario da direcc3o, Joao
Ignacio de Hedeiros Bego.
O banco de Pernamboco loma dinbei-
ro 8 juros, de cooformidade eom os seus
estatuios. Banco de Pernambuco 21 de
novembro de 18.").").J00 Ignacio de
Medeiros Bego, secretario da duecrao.
BANGO DE PERNAMBUCO.
eonsellio de direceo do Banco de
Pernambuco avisa aos senhoret accionis-
tas, <[ue aclta-se autorizado o Sr. gerente
para pagar o 7. dividendo de IQjjOOrs.
por accao. Banco de Pernambuco i- de
fevereiro de 1856.O secretario da di-
1 cerno, .1. I. de Medeiros Bego.
Pela conladoria municipal do Kecife se faz pu-
blico, qoe o recebimenln a bocea do cofre, do im-
posto sobre estabelecimenlo., esla aherto desde o 1.-
do crreme mez, e sp terminan no ullimo oa mnoi
futuro, Qcande sujpos mulla os qae o nao lzartm
denlrotlo dilo prazo. (.nnladoria municipal do Re-
cife 15 de fevereiro tle 1836.O contador,
Joaqnim lavares Koduvalho.
tateos mttvitims&.
leal co.i j>
iiiistie paque-
tes iiiglezes ;?
.
'iciHMttittbo posta.
.sacio entrado no dia 27.
Melbnaroe80 dios, barca americana tiAurao, de
293 toneladas, eapilSo P. Crosby, equipasem I i,
earsa las p mais Reneros : ao capHSo. Veo re-
frescar p sesoe para New-York, '
.Varios eahidos no mesmo dia.
I'arahib.illiale brasileiro aCooceieJIo tle Hara,
ine.lre Severiauo da Cusa e Silva, carga baCalhao
c mais seeros.
UaranlifloBrigae escuna brasileiro aLaora, espi-
13o Uanoel da Silva Sanios, Parga assucar a mais
neaeros. Passageiros, C. A. Vanzer Linden e a
compauhia lyriea de 1 ti pessoas para o Mara-
ii bao.
BarcellonaPolaca hespanhola Joven Dolores, ca-
pillo Pedro Coll, rama algodlo.
Acaracu'Patacho hiasileiro tiliinnlacaon. capiMo
Auioiiiu i'.omes Pereira, carga faiandas. Psssa-
eeiros, Frederieo KodriEaes Pimrnlal, Joao Ro-
drigues l'iineniei, Iv.i Francisco Linhares,
lialii:Sumaca brasileira llortencia, capillo Joa-
quim de Sonsa t;nulo, cama milho e mais gneros.
vapor.
NO l:ll
do mezes-
pera-seda
E u r o pa
um dos
va p ores
tiesta com
panilla, o
qual de-
pois da demora de co.lume secuira para o sul : pa-
ra passageiros etc.. traase com os acentes Adamson
llowe 4 Companhia, ra do Trapiche n. 4.
Para o l!io de .laneit o
seaue om poneos dis, por ler a maior parte da car-
ea prompta o brieue 6'oncfict7o, cap illa Joaquim
I pi i oir.i ibis Sanios: para o resto e esrravos a frete,
para o que tem bous commodos, trata-se no escrip-
lorin de Manoel Alves liuerra. na ra do Trapiche
n. 1i.
RIO C .l\M 1110.
Vai sabir com muila brevidade o iVovo
e veleiro brigue DOl'S A.MIGOS, tem a
| maior parte da carga prompta : para o
I resto epassageiros, trata-se com os con-
I signatarios Novaes& C, naiua do Trapi-
che n. ~), ou comocapito na prora.
Para o ro de
iciro
sabe eotn brevidade por ter a maior par-
te da carga prompta, o bem conbecido
bngue nacional FIRMA : para o resto
da inesma, passageiros eescravos a frete,
para epte tm excellentes commodos, tra-
j la-seeomos consignatarios NovaesA C, na
ruado Trapiche n. -"ii, primeiro andar,
ou eom ocapitSo na praca.
Jan<
Para o
Janeiro
to de
Precisa-sedeiim liomem para distri-
buidor deste DIAKIO: na Imana ns. ti
e X da piara da dependeneia.
Af- fada-te o engenho Santa Cmr.na
fregu da Eseada, levantado lia lian-
nos, trras novase de grande producrio,
com as obras precisas, tem o embartjue
distante menos .le ijuatro leguas : <|uem
o pretender dirjale ao seu proprietario
Manuel (Jom;al\es Pereira Lima, no enge-
nho Vicente Campello.
Joao Bapt isla do Reg, vende a sua
lojae fabrica de chapeos, sita na praca da
Independencia ns. 12, lie I ii, a diliei-
to ou a prazo.
Na corheira de Fora da Portas esa
frenle da torre do arsenal, ha para
veinler um bom cabriole! am perfetU
astado : a tratar com os proprieUros
|M#l
KLA U Ql'EIMAUON. 19.
Santos ta.tHio avisa ao respri-
l,i v ti iiiblico. ijit.i acal>a de rece-
ber pelo >a]M>r ingles vir-do da Eu-
ropa, urna linda tazenda de seda
denominada Patriotismo Bra-
sileiro: esta la/.enila he a mais
moderna que tem vindo ao mer-
cado, tanto pelos padrf.es, como
na (jiiahdade, pelo baratisssimo
ireco de I $100 o covado.
i
i
i
i
Mtac&
(' lllm. Sr. iiisperlor da Ihesnnraria provin-
cial, em rtiniprimonl.i da re.olujao da junta da fa-
zenda, manda fazer publico qae no dia B de marco
prximo vindouro, vai iiovaroal.lc a praca para ser
arremata lo a quem mais ler a ronda da sitio na Es-
trada tle Uelem, avallada annaalmenle cm I703U00
n-is.
V arremalaclo sera feila por lempo de i' mezes
a contar do I" de abr.il do crranla mino.
E para constar se inandou allixar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihcouraria provincial de Pernam-
buco -21 to fevereiro tle IXli.t) secretario,
.1. F. d'.tnnuncinrSo.
I'prante a cmara municipal tle.la cidade osla-
r em prarf mblica nos das 25, "Jli e >' do corre-
le, a obra i ilerrarento do terreno alagado na ra
do Hrum, pe quanli.i tle l:.VI!lj-, e a constructor
da estrada pt a o cpmilerio poblico, cm linha per-
pendicular ao poriao do eslabelecmenlo, e alo dia-
ijoual, como iH) principio foi projeclada, oreada cm
sabe com innita brevidade por lera maior
parte da carga prompta, o brigue escu-
na MARA : para o resto da mesma.
passageiroseeseravosa fele, para que tem
exccllentas commodos, trata-se eom os
consignatarios Noy,es & <;., na ra do
Trapichen. ">, primeiro andar, ou com
o capilao na prora.
Para o Assu', teaue no lim da pre.enlc semina
o bem conhecida hiale I apibaribe para o reto da *? i"'-" com direilo ao ini-nin, romparera com
Precisa-sede um meslre de massaira, laasll
se aceita al".um que nao anteada de padaria ;
meslre pasa -se muilo bem, a ao aprendiz
o seu Irabalho ; na ra otreila do Rosario n. 13.
Oflerecc-sc um menino natural do imam des-
la provincia, para caixeiro de taberna por j ler pr-
tica desla negocio : a tratar na roa Imperial a. 37.
Jos remandes Ferreira, carador Macal da
massa fallida de Manoel < io traites de Acensado Ra-
mos, avisa aos credores da dita massa, que '
apresentar suasconlas no prazo da X di
da pnblicac.-n dele. '.. roa da Senzala rtera a. 4.
P.ccife 7 de fevereiro de 1836.
Precisa-se de um pardinho oo criooliaho forr,
de 12 a II annos, para criado de orna casa do posi-
ca familia : na ra da CooceifAo da Boa-Visla a. M.
Frederick Sin mi or.. socio carente da coas esas
mercial sob a firma de Me. Calmont & Campeosla
retira-se para Inclalarra, e faz cario a qaom iale-
ressar possa, que em sua ausencia icam na sjstssjssil
da casa a encari asados datados os saos noascsoae
Iransac^oas os procuradores le talmente constitaidos.
com os qoaes se podorSo entender.
Kuo.ni no da 36 do corrente o prelo Jala, do
nacan Anso'.a, que representa ler 30 annos, estatura
e corpo resillares, e bem assignalado por ter (tos ca-
lombos palo rosto, debaiio do quno a na paito ;
levou calca de brim pardo, camisa de riaeado azol. a
mais una de meia de 13a por baiso: roga-se a qoal-
quer pessoa que o apprahandar leve-o a roa das Cra-
7.es n- 40, a seu senhor Domneos da Silva Campas.
Pcrcunta-sc a admlinslracjo dos hospilaes dr
rardade, qual a razan por que, lando S. Esc. o Exm.
presidente da provincia, mandado entrenar a enfer-
mara dos iufelize* lasaros, aa curioso Manoel Bar-
cas de Men i: ;. para elle os tratar, a mesma attasi-
nislracao alo o presente o nao tem querido fazer ?
sera porqan se coridoa daquellea infeliras, oo ser
porque ponen se importa que os seos solTrimealo* oao
sajam minorados '.' Islo desaja saber
i m .mimo da hotnanidade.
Os Srs. Jo.lo Anlonio da Silva Grillo, Manoel
Joaquim das Prazeres, Benjamim Franklin da Ca-
nha 'torrean e Joaquim Josc dos Santos,qoeirara ap-
parecer do primeiro cartono da twphios, larco do
Paraizo n. .!(!. primeiro andar, afim de prapararatn
os autos em que sao invenlariantes, para que possam
elles prosecuir em seus termos.
Alsuma familia rapaz que livor alcam.i esera-
va parida, e se qoeira incumbir da am sos casa aca-
bar a criac.'o da um menino de 6 mezes, afianzando
bom Iralarrrnlo. pude dirigir-se a roa do Raagol
n. I.
Traspassa-se o alocuel do primeiro andar de aa
.obrado qup tem muilas commodidades, o am marta
bom local, por ser no centro da cidade e em
lente ra, a quem dr um oulro sobrado cosn a
ps'me loja, oo na falla dous sotmtles coabeoos
duasescadas diversa, que lenham proprc6es para
pusinar-se duas aulas de dillerenle seto, o qoe saja
lambem nas prinripaes ras do bairrn de Santa An-
tonio quem quizer fazer dilo negocie, rsaapini.l
ua n a das Cruzes n. -JO, sagondo andar.
A pessoa que annuncioo dar urna menina de
mi -ipz da itl ni para se criar, pode enteoder-se aa
estrada nova da Soledade. sitio da abano asslgaada.
Antonia Francisca Cadaval.
Precisa-:e de uro Ipilnr pira um sitio parta des-
la praca : na ra da Aurora o. 34. '
II- billiolf. da .efunda lotera da S.S. dn Rio
de Janeiro lis. lima; a .'.168 perleocem a Antonio
-'.....luiii Pereira e Jos (joilherma tiuimarSas, da
Para.
Preri duca : quem esliver neslas circumstaocias, coeapa-
reca na ra dos Pires n* 61. ra da Santa Croa a.
28, ou alias no cartorio dos feitos da falenda.
Precisa-se da ofliciaes da charuleiro, do carre-
sac lo : na roa do Trapiche Novo n. 2D.
O abaixo asignado, anllgo pharmarealioo, iu
Ipinipiido a que esto hoje a tasla da salubtidade psa-
bliea mediros dislinclos por seu carcter a illoslra-
erin. como os Srs. Drs. Sa Pereira, Firmo a Pastaje,
lili.....mln que a epidemia reinante vai daaisaval-
vendo um carcter as pssoas f sem daquallas casas onde infelizmente
lem fallecido aleum cholenco, las cenle a essas
pessoas que queiram desenfadar as soas casas cou-
venieiileineule, para que se dirijam ao abano assia-
nado, morador na ra Diraila n. 88, segando andar,
onde n encontraran coa os reagentes e apparslhas
laecasssrios para as fumiaacOes cholericas. Kumiaa-
odes soxtonianas oo de t.xlnn da Monean, oa bv-
gieuieas, e bem a-.im as furaisaees ntricas na do
Sinith : rom as primairas da cada porcio qoe lizer,
desenfadar um aspado ir 310 pes coluros a coa as
segundas 10 ; quanlo ao mais lem sagoido a opiado
los melhores autores manos quanlo aos movis, por-
que nesses osa de nm reaeente dilTeranla qoe oa nao
prejudica. e antes o loma mais lustrosas. Mostee
po.-o,'s. lendo visto continuar a morlalidade em soas
casas, nao obstante a< fumicacties fallas com alca-
Irlo, breu, salitre, pnxofrp ale, sem resallado al-
gum, se tem dirisidn ao abaixo assignado, o depois
de rumpriicm a risca n qoe elle Ibes ha prescripts
.' em visto rom pra/or ressarem os casos felaes, e es
doentes melborarem inconlinenle.
Jos da Kocha Paranho*.
Oilerece-se urna ama para casa de
hometn solleiro ou viuvo para cozinhar
engommar e algum ensaboado : quem
precisar dirija-te ao beoc do Sai-apatei,
cacasa do sobrado n. 10.
Commissao de lienelicencia da freguezia
de Santo Antonio.
A commissaoabaivoassignada da fre-
guezia de S. Antonio encarregada pot
parte ta associacao commercial berteli-
centedesoccorrera pobreza, avisa as pes-
soas desvalidas ijite precisarcmdc soccor-
ros, (jueirao entender-se a qualquer hora
na rita Nova n. 7, casa de Anlonio Au-
gusto da Foiseca, na ruado Trapiciten.
id, de Tbomaz de Faria, e na mesma ra
u. 56,deSaluttianode Aquino Ferreira.
Pernambuco 2."> de fevereiro de 1856.
Saluttiano de Ai|iiino Ferreira.Anto-
nio Augusto ta Forneca.Tliomaz de
Faria. #
IVI.i snbdelesacLi to Racifa toi capturado esa
lll do porrele um prel.. fusidn por nomo I lioaar,
qual diz spr de Joaquim Jos Alvas de VasroncWles
ib. engenho Pusv. da fregaseis de Nazarean ; qoeoa
carga e passageiros, Irala-sa na ra do V'igario a. .">
ti brigae brasileiro Uzia, capitn lenlo Jos
Ainaro.qupsesoe viasem para o Itio de Janeiro; prp-
cisa de marnheiros brasileiros para sua Iripplacao :
paga-se bem : a tratar com o capitn a bordo.
Para o Itio da Janeiro, no lim do mez rorre-
te sesup o brigae l.i:ia, espino le-uto Jos Amaro,
anda piule rrpb' r alsuma carga e eteravos a frele:
a tratar com Caetano Cyriaco da C. M., ao latlodo
lairpo Sanio n. 'Jj.
M
i&\
*.-
ltalos lesnas, qnp |!ip sera enlrecoe. Subdalesacia
do Kecife >'> de fevereiro de IxVI.O subdalesado
siippleuta. Manoel Antonio da Silva Aniones.
O Dr. Possidonto de Mello Acciolc
encarregado de prestar os soccorros de
sua prossTioas pessoas do quinto disttic-
lo da freguezia de S. Antonio pode ser
procurado no convenio de S. Francisco,
a qualquer hora do dia e noite.
O hospital provisorio da Capunga,
acha-se abetio desde o dia 0 e recebe to-
las os doentes do cholera que pertence-
rriJlA Iir DHirri''rvV1Il remr.odestrictod,i sua sede! Ofacultati-
L5lIl*. "" WUlWwllU. vo encarregado do mes.no se oHerecr
M.feolin.. dellorjn (jeraldee.asenle de leilOescom ", t..A Ar.
armazn na ma do Cllesio ... 15, offerece-se par. (i'atutlamentejpara curar aos atacados do
eifecluar um ou mais leijoes, eru beneficio das pes- mesmo mal dentro do seu distrtcto.
)
MUTIOiDfJ

ILEGIVEL


Terceira edi*?ao.
TRATAMEHTO H0l0?iTHIC0.
Preservativo e curativo
00
OlRlO Dg 'IRMHCu QUINTA Flfl 28 al F.VEHEIRO OE 1856
Ouemtivet notas do Banco do Bra- saieS. Tito a 400 rit: na liviaria n 6
CHOLERA-MORSUS.
PELOS DRS.
,"<*. i k s a a,
cu nislruccao o povo parase podercurai desla enlermidade. administrndoos remedto%u .nica,..
paraatalha-la.emquanlo sirecoir.nomedico.ou msalo para cura-I; ludapondeiilrdcsl".. lucres
eoi que nao os ha. B
TRALZIDO EM PORTUGUEZ PELO i)R. P. A. LOBO MOSCOZO
Eslesdoos opsculos contena* iiidieiicoes mais claras e precisa, pela ana simules' ronc-iu .,.!
je e.laaoalcance .le .odas as ,ulell,ncias, nao so pelo que diz respailo aos meios curaUv" como.SC
plmente as preservativos que icmdado os mais salisfaclorios resallados em toda a parto en ni
lies lem sido i.o?tos em nralic.
LJIlllf IWIIIUllllU!IUiii.oi>thri> o nico que (em dado grandes resoltados no curativo desla horn-
velenfermid.de, julgaiuosa prupos.lujraduz.rreales dous imporlanles opsculos e.n iiigTvernac-
la, para desl'arle facililar a sua leilur *. quem ignore o Trance/. "" vernaf|-
Veode-se unicamenle no Consulloi lo tradurinr, roa .Nov n. .,2, pnr ojooo Ven.lem sm __*-
os medicamenlos preciso, ebolicas de 12 ..iboscom ... frasco de linctuVa 15, umadi.a de 30 tubos conr
vro e 2 frascos de Indura rs. oltiuu. **""
sil para trocar por cdulas: dirija-te*
ra do Trapiche n. 40, legando andar.
-No collegio d'Aura distribue-se
grabe as receitac para o trata ment do
cholera, detcoberta pelo preto do enge-
nho Guararape*.
Otiersc alagar um estrave para serv da
easa: a tratar na ra du Trapichen. 16, segando
indar.
9 PEOR AS PRECIOSAS-'.
'. Aderemos de bullanlos
I diamaoles a perolas, pul-
'< cairas, alfneles, brincos
^ e rozlas, boloea e aunis
* de diflcrcules goslos e de
* diversas podras de valor.
jj Compran., vendem ou
H Iroeam prala, onro, bri-
lhanles,diamanlesepero-
MOREIRA & RUARTE.
ILOJ* RE 01RIVES
Ra do Cabuga n. 7.
....: ..-.;

Recoi:em por to-
dos os Vi peres da En
|.ro|)}j as obras do na s
m^ffiire0r| "oderiio gosto, tan-
& joias de val
* ou por obras.
tO (1
orno E PRATA-
Aderoeos completos de
oum, ineiosdilos, pulcei- : \
ras, alliocles, brincos e
rozetas, cordes, trance- t
luis, medalhas, correulcs &
e enfeiles para reluci, e *
oulros muilos objeclos de %
oaro. J
Apparelhos completos, |
da prala, para cha, han- *
dejas, salvas, ea.ticaes, S
colheres de sopa edech, *
e muilo- oulros objeclos I
de prala.
Franca (orno
de Lisboa, as quaes vendem por
preco eommodo como eostmuam.
1 rcrisa-se de urna ama forra na carava para
tu,i,i ..servico de urna casa de ponca familia : que.n
pretender, dlrija-ee a ra da Gamboa do Carino, se-
orado de un. andar n. I.
Precisa-se alujar una casa terrea rom sotan,
eo casa de un. andar, no bairro da Boa-Vista, nao
sendo no aterro; avadando, paga-ee adianujdo:
quem tivci enmsele,
Pjiiimatoiiu. roa da Boa-Vista n. I (i, lent a
nonra de prevenir as pessoas que leem objeclos para
concertar no tea eslabelecimcnlo, .le ir reclmalos
ua oau desle a un mez, do contrario sera obng.do
ai veude-los para pagaaienlo do tan Irabalho a dee-
peaa : ruga lainhem aos seus devedores de irem sal-
dar suas coalas, porque elle esta liquidando c proni-
po a retirar-te para Franca.
I oa pessoa com bastantes hahililares para
ser ca.xe.ro de cobraneaou alguma loja de'lazendas,
sendo para balcilo, oflcrece-se a quem precisar, dan-
do dador pela sua conducta
ce para ser procurado.
Precisa-se de urna ama para todo o servir in-
terno e externo de urna casa de pouca familia": na
ra do Cabuga n. ti.
l>e Pailas uo Porto, por occasio de descargar urna
canoa de traslesein frente do armazem do.Sr. Arau-
jo, domingo, 21 do correle, as 7 I,i horas da noi-
te qaalquer pessoa que a acliou. pode fa/.er > fa-
vor dingir-se a ra da Seuzala Velha n. 'J, pada-
O cnllegio das Orphlee, silo em a ra Ha Au-
rora, precna de urna cozinheira liberta ou captiva :
all se dirijam para o ajuste.
quem precisar anunn-
e ', da praca da Independencia.
Vende-se urna carrosa inuito boa,
cun arreios para nm cavado, tudo em
nuito liotn estado e por eommodo preco:
n rua da Cruz n. 'Mi, primis andar.
\ endem-se cai viudas com lentos inui-
tolindos, para jogot diversos e por mtti-
|lohaiito pn-eo : narua da C'->/. n. 20,
j pameiro andar.
Vende-se un aiTeio novo para ca-
bsoiet, milito borne barato: na rua da
Ctti/. n. 26, primeiro andar.
Vendem-te espingarda* francezas de
ddit canos para cara. <; muilo emeonta:
np rua da Cruz n. 26, primeiro andar.
RAFE RULAil FRA^CEZ-
Vende-se esta evcelletite pitada, ul-
tiuamentechegada deFrancn e porcom-
molo prero: na rita da Cruz n. 2li, pri-
mero andar.
. NICO DEPOSITO.
Vende-se agua dentii'rice do Dr. Fier-
re, mica para limpar os denles e dar op-
tim paladar: em casados Sis. J. Sotitn
&C
RAP FRANCEZ.
DEPOSITO DA BA DA CKUZ N. 48.
le '".".ll '' Sur,i' deP("i", d'sl* etcellen-
nia'r1; i """'0 'le ''Ue 9e'" f"r ,. em
fP '"!'" C"mn a *"< "-M/menle lua-
mos, o agradavel aroma, e os simpliecs de que he
comporto, o em recommendavJl, viste nao ler
^'vutr*?, "e"l,um "'"-enle que dl
Irua a virlude do fumo, reeonhecido ia co, um
aran.le preservativo de q,|q,r mal com.
'.....V1"'" -' f'Predores. s-'euc......ara este rap
... depsitos fil.e. os enln.res Moreira & l.uar-
le, na, ua o Cabuga',,.... e JoSo Cardos,. A vrs,
na rua da Cade.a de R.cif pc| prce,, de :ia c..da
me.,, kilogramo, qne he mala de unia libra.
encle-se na rua da Cruz n. (i, p,i- -'-3. dito.de padrdea Iraneetea a a^MO, rasaa i
metro andar, o verdadeiio e uxcellente 1fr,,eT,ar '"'" rt"as |,r da'iin-ln em liiiiis .. ,>,. i joerle, alpaca datada de qoadra* de todas a
c iiu.k),.m unas por multo barato ra a 7-20 o rovado, lencos dnica lano pinl
h.
f^Cg alXriWBK,'"--7--'"
Chapeos de alsibeira,
ditos de molas, dilofde *>
^ seda fina, ditos de fellro |.
' da lodas as qnalidades, ...
^ ditos de crianzas e de se- .
2 rihora, muito bem enfei-
fiados. J
FRAUiCISCOPEREIRALEMOS.
COM I.OJA DE CHAPEOS E
BONETES.
Na praca da Independencia
N. 19 e 21.
Bonetes de cabello, di-
to de couro da Roana,
d.los de panno do min-
ios feilios e de diversas
cores, chapeos de palha
enhilados para sende-
ras.
Kecebeu um eompleto sortimeii-
to dos ditos chapeos pelo ultimo
navio de Franca: afanca vender
a todos os fregueses pelo menor
pre^o possivel.
Precisase d una ama forra ou escrava para
nr?.neCO| "'"" C;'S'' ',C P""C1 f'"l",i, : I*
pretender, d.nja-sc a rua do Amorim n. i",.
_ Preci Besaran 'e,q"en' fa"""a : n'1 raa ps,"il- 'l0
nosario n. 10, leneiro andar.
trIhJ"?"* "a plU,aa dc Po,,lc trabalhadores para Iraball.ar na masseira, e junta-
mente entregar pao por coala da caa.
.nT..NLZ!!Z 'Ia "V""' Bo*-V" > 35, secando
2SST,n!2!,M p,,ssoa ,0"ines'es-
irava, que enlenda de cozmha.
LOTERA da provincia.
Os I
iiliietes ecautelas do cautelista
za Jitniot
Massa adamantina.
He gerulaiente reconherida a excellencia desla
prepararlo pora chumbar denles, porque seos resul-
tados sempre felizes sao j do dominio do publico.
Sebaslio Jos de Olivera faz oso desla preciosa
msssa, para o fim indicado, e as pessoas que quize-
rem boura-lo dispondo de seus serviros, podem pro-
cura-lo na ^travessa do Vigario n. 1, loja de bar-
beiro.
O 3AM #:?:::; e- J9 *C
J. JANE, DENTISTA, %
9 eonlina a residir na rua Nova u. 19, primei- A
ro andar.
9o se
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEV-
N1NGHAUSEN E OUTROS,
poslo em ordem alphabelica, com a descripcao
abreviada de lodas as molestias, a indicacao phvsio-
togica e Iherapeulica de todos os medicamenloi ho-
roeopalhiros. seo lempo de accAo e concordancia,
gWpBsa*e*S;d_0 de om diccionario da significaran de lodos
o.termos de medicina e cirurgia, c posto ao alcalice
das pesfi do povo.jieJo __
DR. irTE MELLO MORAES.
Os Srs. assignantes podem mandar buscaros scu
exemplares, assim como quem quizer comprar.
AULA DE LATN.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
que contina com sua aula delatim, do
da 2 de Janeiro em diante, pela mesma
maneira e sob as cohdicoes ja" annun-
ciadas.
PBLICAgAO' LITTEKARIA.
Repertorio jurdico.
Est publicacao sera sem duvida de utilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao exercicio
do oro, pois nella encontrarao por ordem alphabe-
lica as prmcipaes e mais frequentcs oceurrencins ci-
vis, urphauolosicas, commerciaes e ecclesiastiras do
nossoforo, com as remissoes das ordenacoes, leis,
avisos e reclmenlos por qoe se reae o'Brasil, e
bem assim resolucOes dos Praxislas anticos e moder-
nos em qu,e se firmam. Conlm semelhaulemente
as decisaes das quesles sobre sizas, sellos, velhose
novos direilos e decimal, sem o Irabalho de recorrer
a colleceao de noisas leis e aviso, avulsos. Consla-
radedoua volameiem oitavo, grande francez, eo
primeiro saino a luz a est venda por 8.; na loja de
( ivrotn.6 a 8 da praca da Independencia,
zia da Boa-Vista, na ra Velha n. 42.
O DrRibeiro, medico pela L'niver
sidade de Cambridge, continua a residir
narua da Cruz p. 15.
GRATIFICACA'O.
Da'-ie 20jf000 de gratlicacao a (|uem
inculcar urna ama de leite forra ou es-
crava, que tetilla boas qualidades e boin
leite: quem pretender dirija-te a rua do
Collegion. 15, armazem, ou na rua das
Cruzes n. 11, segundo andar.
Candida Mara da Paixao Rocha, pro-
festora particular de instrucc/to primaria,
residente na rua do Vigario do bairro do
Recite, faz tcente aos pais de suas alum-
nat, queacha-seaberta sua aula, naqual
contina a entinar as materias do costtt-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por precos razoa-
veit.
DACIERREOTVPO. ELEGTROTYPO
E STEREOSCOPO.
Na aotiga e bem conhecida aleria e oflicina de
retratos do aterro da Boa-Vista n. 4, tereciro andar
conlinoa-ae a tirar retratos por qoalquer des?es svs-
lemas com toda a perfeicSo. Ahi se cnconlra" o
mais neo a abundante sorlimenlo de objeclos para a
~_ collocacao dos retratos, qoe tem vindo a esta capital,
ao ia entrega retrato algum sem estar parecido e de
am Irabalho perfeilo. Das 9 horas da iqanhaa as 3
da tarde esU, empre a galera e oflicina a disposirSo
00 publico, podeodo tirar-se retratos em das 'de
chava.
LATERA DO RO DE JANEIRO.
Na casa da residencia do |)r. I.oureiro, na ru*
da Saudade, defronledo Hospicio, precisa-so de una
ama de leite, torra, que nio traga comsiao o fllho,
que liver, de peiln.
Precisa-te de urna ama forra ou es-
crava para tima casa de pequea familia :
quem pretender dirija-se a rua do Colle-
gion. 15 armazem, ou a rua das Cruzes
n. 11, segundo andar.
A commissao Benclicente da fregu-
zia de Santo Antonio do Recite, rqga as
pessoas que quizerem mandar sitas
molas para a pobreza atacada da epide-
mia, se dignem dirigi-las a casa do Rvm.
Sr. vigario, nooito ,1a misma matriz:
..sismlas podem serjji: dinlieira, pene-
ros, fazendas e mesiforrJT.~
Sou-
naoestao snjeitos ao descont
os S porcento dalei.e achaiii-e a ven-
da as lojas da praca da Independencia
ns. 4, M, 15 e40, rua Direita n. lo, do
Livramento n. 50, da Praia n. 30 e do
Crespo n. .
O andamento das rodas be em o I de-
marco : os premios sao pagos ao saliir a
lista retal.
Kecebe por inteiro
.Saputos de !?;i( r
N. atao da Boa-Vista, delronla da lionera n.
14. lia W*bihIo mu grande sortimenlo de sapalos de
hu.-.,cha muilo recommendadoi para a csiariio pre-
senl-, tanto para bomem romo para seahora, meni-
nos i meninas ; as-im romo nm novo e comrl.to
sortimenlo de ealfodaa traneczes de Kaalas ,le lo-
das as qnalidades, c os bem condecidos palo, do
Aracaly tara homens e meninos, esleirs, cera e ve-
las de carnauba as m.II,..resqu de l.< tem vindo, lu-
do por (rege muito eommodo, a troco de sedulas
vclhas
Penn=ts fie eai
^ enden-se muilo boas pennas de ema : na rua
da Cade,edn Becle n. ."T.
(le C i)i;i
Vendc-ie um resto de con
des c bon-: na rua da Cade
preco que laz admira
Vendetn-se espingardas de dous ca-
nos francezas, muito propras para caca
c por baratissimo pirco: nauta da Cruz
ti. 2(i, primeiro andar.
Vende-se um cabriole! lodo pintado e forrado
de novo, com arreios, he bstanle leve, seguro e bo-
nito: para ver, na rua ,1o Hospicio, esqoia do ('<-
marao, loja do Sr. Candido pintor dc carros e a
tratar, na rua do Colleg.o n. 21, primeiro andar.
2 ara sacerdotes.
Vcndem.se telas de laia prelas.n brreles de se-
da prelos para sacerdotes : na rua da Cadeia do le-
nle, loja ,i. ."i0.
com
que
Bilheles T^llOil
Meios 3)500
lercos 2-JilM
Quarlos I^WJtl
Ou i u los IMin
Oitavos 900
Decimos 7tit)
\ igesimos 4tK)
O referido cautelista de
1
fttia Nova n. 41, primeiro
andar.
Neste eslahelecimanto se encontram os mais ricos
c ns melhores pianos que tem vindo a esla prara dos
man acreditados fabricantes como de Hachis e
l'raumann de Hambnrgo, assim romo de oulros
moilos fabricantes de Europa, os quaes se vendem
por mdicos preco, e garantido. ; no mesmo estabe-
ecimenlo t.imbem se concerlam, alinam-se e rece-
bem-se encommendas para a Europa.
Precisa-se alugar para o servico de urna fami-
lia ingleza, orna prela quesaiba lavar, aognmmar e
coser : na rua do Trapiche Novo n. 10.
A commissao Renelicente da trege
zia de Santo Antonio roga as pessoas ata-
cadas da epidemia que necessitaretn de ser
soccotridas.queiram dirigir-se ao Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, na travessa do
pateo da matriz, e no caso de o nao encon-
trarem era casa, a qujalquer dos outros
membros, a qualquerhora do da e da
noite, aleas !l horas.
LOTERA DA PROVINCIA.
O lllm. Sr. thesoureiro manda fazer
publico, que se acham a venda na tlicsou-
rana das loterias, das9 as ."> horas da tar-
de, osbilhetesda piimeira parte da quar-
ta lotera do Gvmnasio Pernambucano,
cujas rodas andpm no dia I de marco pr-
ximo futuro. Thesourria das loteras
15 de levereiro de 1 Sli.O escrvao, An-
tonio Jos Duarte.
Para o servico interno de urna casa eslrangeira
de doas pessoas, necessila-se de urna enzinheira e
engommadeira, forra ou escrava; na rua Nova n. 17.
Precisa-se alugar urna ama para o crvico in-
ferno a externo de urna rasa del pouca fsmilia.' pre-
rere-se sendo escrava : nopalcd deS. Pedro, sbra-
lo de am andar n. 3.
As80cia(fto Conimercnl
Benefcente.
A commisso nomeada pela Associarao Commcr-
cial Beueliccnte desla praca, com o fim" de soccorrer
as pessoas oecessiladas e desvalidas da freguezia da
Boa-Vista, por occasio da epidemia reinante, pre-
vine a quem esliver em taes circmstancias, de pro-
curar a Joao Matheus, rua da matriz n. 18; Manoel
I'cixeira Basles, rua da Alegrid o. 7 J Vicente Al-
ves de Souza Carvalho, Estancia!: desde as 7 horas
da manlula s 9. e a larde das.4 loras cm .liante :
cm caso urgente, porcm, serSo socorridos prnmi.la-
mente a qualqucr hora. A conlmissao desejando
acerlar na forma de distribuir os siccorros, roga ear
carecidamentc a todas as pessoasl mnis couhecidat
desla freguezia que tjvcrem perfeiia sciencia do es-
tado de precisan a informar .hm de ser com promktid.l atlendida.
Becife i"> de feverciro de 1S5H.Jdao Matheus, Ma-
noel Teixeira Bastos, Vicente AI ves de Souza' Car-
valho.
Xa rita do caes do Raikos, no col-
lego da Aurora, distrihue-sd gratis b re-
cetta para o trata ment do cholera, des-
coberto por um preto do engenho Gua-
rarapes.
Acham-so a vendaos novos bilhetes da
lotera 2- do SS Sacramento da antiga
Se, que devia correr de 21 a 27i do nre- .~ O"6'"6-56 <"" moco portagaa rtera qualqucr
sentf nslicta. ,, i a,lmtnislrail,i ou feilorisacao de cngehhn. or ler
sent, as listas esperamos pelo paquete disto bstanle ortica: quem de seu\prestimo"
nacional, que deve aqu chegar de i de i !"' alilisar, dlrije-te asCineePoalasiB.71.
marco cmd.ante: os premios seriio paros ABBEKDAMBNTO. \
depois de distribuidas as listas i A toja e armazem da casa ... da rua\ da Cadeia
,,s usas. do Recile |onto ao arco da Concen.-ao, aclt-se desoc-
Precisa-se alugar om prelo de idade, que sirva ''T""1"' e arrenda-sc para qualqur cslablecimenlo
para earregar agua e Jazer limpeza em urna casa de em ,10"10 sr;"nde. P*ra 0,UJI 'cm commlodos sufli-
pouca familia ; lambem se precisa de urna prela I '!en,es : l>retendenls entenderse bao com Joao
captiva ou torra, que saiba cozinhar, lavar e engom- I r,ePomucc|l,> Barroso, no segundo andar da casa n.
mar, paga-se cque merecer : na travessa da Madre' ,7, na mesna rua-
de Dos, armazem n. WASSA ADAMANTINA.
- Precisa-se de urna pessoa cana? nara lavar n a rfnc,sco Pinto chumba denles cpm a var-
dadeira massa denominada adamantina, apresenlada
ao conselho de hygicnue peto Sr. Paulo liaignoux, c
calca com ouro e prala, e oulros inetacs, assim como
.. capaz para lavara
roupa do Hospital estabelecido no convento do Car-
ino : quem quizer se preslar, dirija-se ao mesmo.
Precisa-se de orna ama torra ou
ma7 '"^-"S ae am" am* 'o" crava para applica ventosas pela airado do ar, e i lo com foao
pre*XTr,t2^irl Sffi 1-l ra.ment/s. a%, "pode ser' pro^urTo para
arrie"ite nT, 'o,"C'6,bo"loC,ri0' so- qualquei destes mislerev oa rua eslreila do Ilu,a-
6:0009000
3:OOOaOO0
0OUSO00
I :.".(KI; 1:2008000
7309000
B009QOO
30W0
a declara que s
paga nos seus bilhetes nteiros os S por
cento como se deduz de sen annuucio.
Ainda se precisa de urna ama delleile, paga-se
bem : na rua Nova, loja n. i.
NoescriploriodeNovaes&Companilla, na rua
d .[,!,?!Cl,C,,";.'" co.li"a l'aver chapeos de palha
do Chill. e Italia, sonidos, e ejiapeos de tollro de lo-
das as qualida le, ludo por preco eommodo.
Assueiucdo Cocuer ;
i A commissao encarregadl pela Associarao Com-
mercial lieneiicenlc para distribuir soccorros telas-
ses BeeeasiUdat do bairro do Becife, taz saber a
quem se adiar uessas crcumstaucias, que pode pro-
curar a qualqur de seus memora en, suas residen-
cias abalxg deMguadas a qualqur llora. A commis-
sao estando dispusla a nAo se poupar a quaesquer e.-
rorsos para bem desempeahar a mioSo que ll,e fui
cumiada, roga as petteea que livereui couliecimenlo
ii,liancas se acha
no caso de precisar de soccorro, mas que por qual-
qur circonulancia nao o poss. solidar, queiru, le
a fioiidade de assim lli'o indicar, alim de piompta-
nienie serem ministrados os necessanos auxi i,.-.
Antonio Alvea Barbosa, rua de Apollo n. M.
Josc leixeu. Bastos, rua d Trapiche n. 17
JoSo da Silva llegada!, rua do Vigario 0.4.
Aluga-.se urna grande casa terrea, com muitos
commodos, na rua alraz da matriz da Boa-Vista a
tratar no sillo de Herculauo Alves da Silva, II.. Mau-
goiano,
Prccisa-se de um caixeiro para taberna, ainda
mesmo nao lendo pratica : na praca da Uoa-ViaU
Precisa-sede urna ama de leite, forra ou cap-
tiva, sem hiho, e que lenha bon e bastele leite : a
tratar na rua da Croz, aruiazeni n. i.
A i fermaria do consistot io da ir-
mandade do Divino Espirito Sanio em
Sao-Francisco, ja" annunciada, acha-se
prvida do mais necessato para rceber
aos seus rmaos desvalidos que venliatn a
ser accommettidos do cholera : roga-se,
pos, aos irmaosda mesma irmandad'e, ou
a quem tenha conhecimento de alguns
destes, participen] ao irmao juiz, es'cri-
vfio, ou thesoureiro, alim de que sejam
iccolhidos pela mesa e tratados da me-
llior forma que for possivel.
No eartorio dos feilos da fazenda nacional prc-
cisa-se de um homcm liel para proloeolitla.
Precisa-se de urna ama secen, forra, para casa
de ramilla ; na rua da Praia n. |9, primeiro andar
O cadete Bellarmino de Hollanda Cavalranli
convida aos senbores crc.tores de sen fallecido pai
Antonio de llollauda Cavalcanli Andrade, morador
que fot na cidade da Victoria, para urna reuniao uo
da : do correnle, pelas 10 horas da manhSa, na
rua do Collegia o. 1(1, primeiro andar ; e roga aos
meemos aenhoret credores, que ole deixem de com-
parecer.
Precisa-se de um Irahalhadnr de masseira, c
que enlenda aleuma coat de torno : quem esliver
pealas circumslancias, podo dirigir-se a roa larga
oo Rosario n. 18, padaria, que achara rom quem
tratar.
~ Aloga-te urna loja na rua larga do Rotarlo n
U, por preco eommodo : a tralar na padaria n. |S,
junio da mesma.
A pettoi que se quizer encarregar da crenrao
de urna menina dc um mez de idade, pagando-se
bem oseu Irabalho, annuncie para ser procurada.
Precisa-se de um caixeiro para tomar conla de
urna taberna, c que dt liador n sua conduela no
camiiiho da Soledade casa de Joio Anlouio Pires
Moura.
C'> os
ros de ri.bw-rnuilo grao-
e;jJi^tlocife o. j~.
Ollii VVnt
\ endem-se na rua de Apollo o. 19, saceas
rariona deman.tinra. por preco de 53: a ella,
se eslo atibando.
Pieservati
|ra es era vos.
\endeai-sc camisas de panno groso para esrravos
"o gente do Irabalho ; ua roa Nova ns. () e l.
Vendem-se por preco razoavel dous frdamen-
os de peq-iena e grande g lana : na rua Direita n. 8.
Vencc-se por tijOlM) una cahelleira crespa cm
muito hom estado; na taberna do lleliro. no caes
do llamos.
'o do cholera
Ljliidiieo.
Oarretnalaiilcdaloj.i da ru.i do Crespo n. I, ion-
io a casa nova da quina, confronta ao arco de Sanio
Antonio, querendo acabar com as fazendas que exis-
lem. vende barato para liquidar, sem perda de lem-
l'o. rineeia prela de boa qualidade a 3110 rs. o
co alpacas tinas de superior qualidade a H00
"hura a JKI rs.. suspensorios 100 ,,3r, cries
nsc;r "T "'T'"! ,9M2: B '"'"
,11 h '':.'nbra"' '""-s a -JIM r... ditos de ,cda
da India muito linos para l,,em e ,eliora .-, IMOO
. lina de laOS de seda para se-
ntiora a *, manleleles de seda linos a i.-s, inanias de
a!' J'I,*ef\T ,d! """'ri0r nalade"a :,, cortes
de colleles de llacinha para Iromem a 500 rs., lencos
,(e seda branca mallo Anos a I;, cortes de fu.fio
par,, colleles a tilo e 800 rs. de superior qualidade,
corles de vestidos decambraia e seda muito linos
&ompta$.
Comprara-3o notas do Raneo do Bra-
sil: narua do Trapichen. 40, segundo
andar.
Compra-se urna escrava que seja moca osa-
da, sabendo engommar e cozinhar bem : na' rua do
Crespo, loja n. :t, prximo ao arco de Santo Anto-
nio.
.Compra se cfl'eciivamenle, lalao, brome e robre
veiho : no deposito da fondisaa da Aurore, na na
dollrum. logo na entrada n. 28,e na mesma fiiudi-
co, em Sanio Amaro.
S&eit&cS.
brado de am andar d. 21.

' rio o. 2.
PARA 0 CORRENTE ANNO.
lolhtnhas de algibeira conlendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrialdesta provincia, tabella dosdiiei-
tos parochiaes, resumo dos imposto* ge-
raes, provnciaes e municipacs. extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrado, mascaras, emiten,i,
tabella de loriados, resumo los rendi-
mentos c exportacao da pr /incia, por
500 rs. cada urna; ditas de porta a 160;
ditas ecclesiastcasou de padre, com are-
Cobertoies de algodo.
\ endem-se cobertores de algodao sen pello a 1>,
panno azol linir'para farda a 23600 o rovado : na
rua do Oumiii., lo n. 5,
No etcriplorio le Domingos Alvea Matheus ha
para vender ricos e elegantes piano., bezerros en-
graxados, miioi de Bollo para monlaria.
se viagem
Sacros de lapete de l.ln, e saceos rom mala, sobre
todo de panno muito encorpadn, proprioe para vi.i-
gens da Europa na rua do Collegio n. i, e-labe-
lecimento i\e .1.1'alq'ie.
ierras escoce-
zcs.
Bol casa de J. Falque, rua do Collegio n. I, che-
g,.o um lindo sorl,ment dc gorros escocer.es de vel-
ludo de seda bordado* de ouro a lisos, com lila-,
tanto para homens como para menino., ditos de vel-
ludo de algodao co n galio dc ouro o lilas, par.- ho-
mens.
>3ie (.5, enres de cambra ia com babados linos a 3
rtilos de camhra.a dc cor a 2300, l.relanha de linbo
de h varas H peca, l,na. a 2^200. chales de larlatana
iXwi r f. ^ "*' e Se,,:' n",i, fi"os a
A..HNI e .(.--, laa para volido de enhora a S20 o co-
vado, cambraias de cores linas a :I20 e 400 r a va-
ra, pecas dc til,', para inosqueleiro de 20 vara, a 1>
pea, corles de meia casemira de superior qoalida-
& 'fS c '- eTte' .meM "" -ol">"< w a
2*0 e 320 rt. o par, medspoUo e algodaozinbo, ,
. "ulras muilas r.-.ze,las que por serem mullas nao se
podem mencionar, e qoe se venden por lodo o preco,
na meuciouada loja. *
era fio Cariiiuha.
Vemle-secera de carnauba de boa qualidade.
menos preco do que e, ,,ulra parle : na rua da Ca-
deiada Recife, loja ... 50, defrouteda roa da Madre
'IC I '>' '- .
Tmt
Na rua
PABA LUTO.
Kiscadn francez prelo a meia pataca n covado,
lustrina e cinta prela fina a dous luiloes o covado,
alpaca, priacl e nutras fazendas proprias para quem
esla de lulo, chale, de I, a pretos, meias para senho-
ra, prela. de algodAo a pataca o par : na loja das 6
ponas em frente do l.ivramenlo.
Farinba de mandioca.
Vende-se farinba de S. Matheus, em saceas : no
caes do llamos, armazem do Sr. Pacheco, por precos
eommodo*.
Cortes de cassii para quem quer dai
Lw por pouco dinheiro,
Vei.rf-m-socorles de catas chita de bom goslo a
rusas
dos a
s ro-
. pintados
como bordado-a 320Cada nm. grvalas de.seda pa-
ra humem a la e l?tiiai ; Mal eslas fazendas ven-
dem-se na roa do Crespo n. 0.
Cousas finas ede
bons gostos
NA LOJA DA ROA FAMA.
Vendem-se ricos leques com plumas, botla, e
e-pelbo a 2?. linas de pellica de Joavin o melbor
q'ie pode haver a lo800 o par, ditas de seda ama-
relias e hranraspara homem e senhora a 18280, di-
tas de torzal prelas e com bordados deaucas t a 800
rs. e 1S200, .utas de fio de Escocia br HX) rs., dss
das as cores para homem e senhora a .'. enda a 320,
para meninos o meninas moilo boa faz J. toucas'de
encuihos de relroz de lodas as cores a 1, ani"a para
lila para senhora a ti 40, penle. de tari 0, ditos de
IH cabello, fazenda muito supeiior a verdadei-
alisar lambem de larlaruga a 3j, ditos d. ii(o aos de
ro bfalo jiara alar cabello imitando m> alo fazen-
larlaroga a 19280, ditos de alisar de bul majas de
da minio superior a 320 e_500 rs., linda, ios a Isnoo
seH. pioladas para rrianc,..s de I aftaw |e bolillas
olpar, dilas de lio de Escocia lambem 9 ,,,r t-
coris ,,.,r., rriai.cas '.< I a 10anuo, a 3201o* a ''.lili
pellios para parole com excellenles vidriyxi Bu.
,U0, 1/ o I5200, loucadores com pes a Isfyara e.
de, velludo de tolas as cores a 160 e 2W a Wa< a y,0
covas fina, para denles a 100 rs., e finis.i |r'ln_
rs., ditas luussimas com cabo de marfim a >, 1^ e
cas de seda de lodas as cores e larguras 3 nCi)s ne
aOOrs. avara, sapaliuhos de lila para cri. |0j .,.
Imniir-s padroes a 240 e 320. aderecos pre
lulo com brincos e alfinetes a 1, toncas 1
seda para enancas a I?, travessas tasque,
para segurarcabello a I?, pisloliuhas de mel
enancas a 200 rs., galheteiraa
COM ."0 POREVlSk I.4K ilMTt
do que em outn.
li.ro d<- Masad de
nitas lilas, romo se
le da fabrica, por
a seus fregu
qualqur pnitr.
I"el.i .a,, q.ar^aasa.1.
aba t-i 1,
(de orten
ito 1
n.la rfirerl.i,
el..jneir..
VARwBS E GllllEX.
- variado sorlimrnln de arUb.
va antf f~ *" "" -W^S
ud e '" A"ro"- rm Am.rn.e no d*e-T
to da e,D,i'" ra* *1 Brnm-
TAIXAS DE FERRO.
' Na luiidicao' d'Anrora em Sanio
yunan, e tambem no DEPOSITO tu,
1 na do Brum logo na ent. ada, e dofion-
te do Ai-senal de MasiitU 1' tenmn:
Um grande sortimenlo de tacbas tanl..
ae turica nacional como trangeira,
battdas, tundida,, g.-ande,, '
SMM, e lundas ; e em amlxva osWarw
existem guindaste., pan carnal^ca-
noas, ou carros livres de desi***, o
precos sao os mais commodos.
ARADOS
Na lundicao' de C.
Santo Amaro acha-sc
dos <'> ferro de
FERRO.
Siarr. Cas
para vender ara
ti"-- qualidade.
preparada em oleo.
lo Trapiche Novo n. 18, em casa de E. |(.
WyaU, vende-se excellenle tinta branca, preparada
em oleo, em latas de 28 libras.
Eix<;s e arreios
/sr;.
'turros.
.-se saperioret eixos e arreios para carros :
do Irapiclie NoVo n. 18, casa de E. II.
C;h
Vend
na rua
WyaU.
leaoros e histros.
do
\ bordo da escuna ajetes vcude-se sal do Assu',
ou a tratar com Antonio de Almoi.l.i Comes, na rua
do Trapiche 11 lo. segundo andar.
Saldo
Vndese a bordo do palhabole ..Ailelaiden, ou a
tratar com Antonio de Almeida Comes, na rua do
Trapiche 11. 1(1, segundo andar.
Esteiras v. vclav de cai-~
liaubn s
feilos no Araran lauto em porr.'o cqikK a rel.ilho :
no aterro da Boa-Vista, defrnntc daytioneci., toja de
calcado 11. M.
)o lores.
ara <
panno azul dc laa pra coberlas: na rua do Quci-
madn.'loja o. 21.
Cognac verdadeiro.
Vende-se cognac superior em garrafas : na rua da
Cruz 11. 13.
Vendem-se os verdadeiros charutos de S. F-
lix : na rua do IJueimado 11. 13, loja de ferrasen*.
Vendem-se sacc.is grandes rom milho a 43000.
lalas com oleo de ricino, e cm garrafas dc I I J li-
bras a Ir. alsu em caroca; ua rua do Vigario
n. .">.
Farinba de mandioca de Santa Catbarina, em
saceos, de superior qualidade : ven !c-se no arma-
zem de Paula Copes, ua escadinba da alfandega.
Vende,n-sp 3 venesianas com soas caixas. em
hom talado, relogios bous reguladores, sendo um
de quadro e oulro de albatre para cima de mesa,
por pre,;.. eommodo : no aterro da lloa-Visia, sobra-
do n. 17.
Vende-se a padaria da rua Hircita des Afosa-
dos, prompla de todos os utcncilios, e com bastante
freguezia, e por iss3 otl'crece vaiilagens para qual-
qur principiante : os pretendemos il,rij;:m-se a rua
Direita desla cidade 11. 10.
Vndese um preto de najan, o qu.il lem ha-
bililares para cuidar em um sitio ou oulro qualqur
misler : quem quizer vc-lo. dirija-se a rua Augusta
n. 21, de manhSa alc 7 horas, c de tarde de (i l|2 em
dianle.
Vende-se nm cabriolcl cm hom uso ; a tralar
ua rua do Collegio 11. 21, primeiro andar.
Vendem-se saceas rom milho a 3SO00 rs. : na
rua do Vigario labcrna de Joao Sima.) u. 14.
,COQEIBOS.
Vndense coqoeiros pequeos para e plantar :
na roa eslreila do Rosario ... 1!t, segundo an-
dar.
Era casa de t. O.
da Cruz n. H, vende-se
Vinbo de Uadeira em 1
Vinagre blanco.
Titila cm oleo.
Lonas.
Brins da Bussia.
Papel de emlnullio.
Saceos de estopa.
Cemento.
Por commodos precos.
MOENDAS SUPERIOR.
Na fundico dc C. Starr & Companlna
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas de caimas todas de ferro, de um
inodello e construccao muito superiore-
SS- CORTES TURCOS
Vendem-se estes delirados corles de cassa prela
com pintas carme/.ins e Ustradot, os niai* lindos pos-
siveis pela sua nov idade de padres, c so se vendem
as lojas dos Srs. Campos iVj I,una. rua do Crespo ;
Manuel Jos l.eile, rua do tjueiinado ; Narciso Ma-
ta Carueiro, rua da Cadeia, por nreco muilo cm
conla.
Vendem-se selhns com perleuecs pa-
tente ingle/., e da melltor qualidade que
lem vindo a este mercado : no armazem
de Adamson Howiei C, rita do Trapi-
che n. ii.
UNTAS DE OLKO.
Vende-se tintas de oleo soWidas lia me-
llior qualidade que tem viudo a esta pra-
ca e por preco eommodo : na casa de
Adamson Ilowie&C, rua do trapichen.
42. '
Aclfl-se i venda em casa dc E. II. WyaU, na rua
can u.P| C i"0 "' 8' "" WPlle>lilBeolo de
candelabros c lustros lironzeados de 3 a8lotes.
inlu Xcjc/ t; t'orto.
\ ende-se vinho Xcrez e Porto em harrisde quar-
lo: encasa de E. II. Wyall, rua do Trapicha o-
pa
reas de
se usan,
al para
nagre
.. para azeile e v, ,ina.
a -J52U0, bandejas muito finas e de lodos o* I. ra
....." "< 1% 38 e i?, meias brancas fina, p ,.,
senhora a 24(1 e 320 o par, dilas prelas muito b,
a 400 rs., ricas ca,xas para rap com riquissimas r.
lampas a 38 e B500, meias do seda de cores pa ,
homem a 1140, cbaTuleiras muilo finas a 2, cstoe ,
para bengalas a .10 rs., pastas para guardar papei:
a 800 rs.. ocios de .., macan de aro praleados e dou-
radota G40, lg e 11200, lmelas rom aro de bfalo
e tartaruga a aOO rs. e lj>, superiores e ricas benga-
linhas a 2J, e a OO rs. mai ordinarias, chicles pa-
par ra cavallo pequeos e grandes, fazenda muilo supe-
rior a (iifj, 800, |a), 15200, l.v.00 e 23, atacadores de
cornalina para casar, a 320, penle* muilo finos para
suissa a >0(), esrovas finas para cabello a filo, ditas
para casaca a liiO, capachos piulados para sala a
IlO. meias brancas c croas para homem, fazenda
superior a too", 200 e 210 o par. camisas de meia
minio linas a 1 e 15200, Uvas brancas icorpad:.<
proprias para msjitana a 240 o par, meias de cores
para senhora muilo /orles a 220 o par, ricas ahuma-
duras.i,, madreperola.e denulra* militas qualidades
e goslo para rlleles e p.alil. a 500 rs., fivelas doo-
rad.is para calcas t colleles a 120, ricas filas linas
lavradase deludas as larguras, bicos finistimos de
bonitos padroes e toda* as larguras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de noiva*, lesoori-
nhat para costara o mais lino qu se pode encontrar,
Almde lado itlooolrat muilissimns coosas muilo
proprias para a resta, e que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, como todos os-fregnezesj sa-
be m ; u i rua ,io (jocunarlo, uosqualro cantos, na
hem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
Relogios.
Vend
-nplo
cito u. 02. primeiro andar]
en.-se relogios de ouro palenle inslet m
criplono do agente Olivera, roa da Cade,, A. aT
cifen.lt-' "uanitafc.
^ELOGIOS
ow.pt>
MHJ
fi'eiioscriaiuh's^.'ir ()U-
o, palenle iijfri'e/..
casa deHenrv Bi.mn &C.,nia
Crutn. io, vendem-
ii-s,-
da
MASSA B CAL 7IRGEI.
-\o anbgoeja hem conhecido deposi-
to, la rua ,1a Cadeia do Kecife, escriptoriol
0.12, lis para vender muilo superior!
potassa da Russia, dita do Rodc Janeiro
e cal virgem de Lishoa em pedra, tudo
precos muito avoraveis, com os quaes '"-
carao os compradores satisj'eitos.
Taixas para engenhos.
Na fundico' de ferro de D.
Bowmann, na rua do Brum, pas."
do o chafarz continua haver
completo sortimenlo ih< taixas dof
fundido e batido de 7> a 8 ijialmoi >
bocea, as quaes' acliam-se a venda, por
preco eommodo e com promptidao' :
emJjarcam-se ou cari-egam-se em carro
sem despe/.a ao comprador.
Tahoado de pinbo da siiecia, alcatro e pi.
sse. t.ilmont .\- Companhia, lendo recebido um
earrcgamenlo desle, gneros pelo brigue sueco l).
Aere.-,7, det.olhembouig. vndenlo os mrsmos a
relalho por precos baratos; o tahoado acha se reco-
lludo no armazem do, Srs. Carvalho 4 Irmo, rua
500
1
Vende-se cal de Lisboa ullimamenlechegada. as-
sim como potassa da Bussia verdadsira : na praca do
Corpo Santo n. II.
VINHO XEBEZ.
vende so soperior-.inho de Xerez em barris do
1|l. emeasa
n. 18
Je E. WyaU : rua do Trapiche
Lonase brins da Rusta.
Instrumentos pora msica.
, Espelhoscoin moldura.
Globos para ja. din.
den-as e solas ,,ra ja.H.m.
Uleailos pai-a mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
Em casa de.V O. KieK.A C
da Cruz n. i,, vende-se:
Lonas da Kussia.
BrinxSo.
| Tintas em oleo.
I Ultramar.
Cognac en canoas de ubm (j(I
j Saceostle estopa.
_ r^Tl7r!s*7Wmux'co*',Oinclas.
I Por commodi? piei.os.
| v
Navlhns
i Na rua da Cadeia
I dar, escriptorin de
lita
ii/ia.
Da Fundicao^LowlrXoor. mM**m\#Ztt1ttZjSS'2Z
Senzala nova n. 4?. """""', *.;eDdera Wi>o par vnrn nx'.^T*.
Ncste es,ahe.eeim-, continua a hJ ^^:^^)^^^
r um COmpl-'O; SOrtimcntO de mcn-j ej-ondres, as quaes alm da dorarcm extra ird,'
AO BARATO!
Vendem-se em casa dc S. P.John?-
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellns ingleses.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieirose casticaes bronceados.
Lonasinglezas. .
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Na rua do Crespo, loja n. 1. vendem-se por todo RarVic rio o-,-., k-
o preco fazendas de primera qualidadejiara acabar ,r IS ?* "M n" 9/
Vinho Cherrv i m l
Camas de ferr.
'glOS
Bieber & C, rita
'te I |S barris.
nao se olbji a preco.
Bel
ingle/es de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: cm ca*a ,le
lletirv l.ibson, rua da Cadeia do llerife n. 53.
Vcnde-se ac em cunhetes de um quintal, por
preco muito eommodo : no armazem de Me. Cal-
moni i Companhia, praca do Corpo Santo n. 11.
^artas france-
zas.
Venilem-se superiores cartas francezas para vol-
larcte a .,00 rs. o baralho : na ru do Oueimado,
loja ,1o miudezas da Boa Fama n. 33.
Moinhos de vento
ombom.basdercpuxo.para regarhorla
dccapim.nafundirade D. W. B
do Brum ns. 6, 8e 10.
Vende-se por iO rs. o tratamento da
cholea-morlius: na liviaria n. l> e 8, da
praca da Independencia.
O!
e baia,
owman: na ras
; Vende-se casemira prela muito fina, pelo baratis-
simo preco de ,"13 o corle de calca : na rua do Cres-
po n. .
f ios de ouro
es
s
*
de patente, de sahnuele e de vidro : vcndcin-se cm
casa do Augusto C. de Abren.....rua da Cadeia do
Becife 11. 4S, primeiro andar.
Aos amado-es re flores a
livores fructferas.
Mr. Arnol, memoro da socied.de dc hnrlirullura
de Taris, lem a honra dc participar ,10 publico, que
acaba dc Icazer de Franca una rica colleceao de
llores, arvore. IYuctifer.,s de noslos diversos pa'ra or-
namento de jardins, mn sorlimenlo de raizes dc llo-
res e batatas, qu* vende por precos commodos; no
aterro da Bca-\ isla n. 38.
Vendem-se ou alogaro-seoa l'assagem da Mag-
dalena, antes da ponte, dous sitios com casas de so-
brado, as quaes lendo communicacao Interna, lam-
bem ao.leiu -ervir para urna s familia : a tralar na
rua da Cruz 11. ia.
Superior fariolia de Sania Calhaiina; vcnde-
se cm saceas: un armazem de Paula Lopes, na es-
c.iiliulia da alfandega.
O
1.1
imoo
3.">IHM1
28700
7?000
:i8t!oo
I cu
tljtKn
I95O0
2U>
2,0
5O00
sooo
2VM)
Il-JUO
21800
1-3800
(100
T0
29500
1JS00
9(H
33300
:0
400
I MUJO
300
J'.OO
IMOO
1 CitlO
lOOOO
srreojalanie da ,0ja. roa dos
yuarteis n. 24, querendo aesk.. as miudezas que
evistem, vende barato alim de liquidar sem peda
de lempo.-
tranja com bolotas para cortinados, peca
I apel pautado, resma, de peso)
Hilo de pato, resma
l.ita de cores para bordar, libra
l*enteede bfalo para alisar, duzia
I-.velas donradas para calca, urna
Croza de breles muilo finas
Lencos de seda tinos, ricos padroes
Caiva de llallas de marra
Meias para senliora por
IVnlesde lartaruaa para segurar cabello
Crozas de caotas finas para pennas
Lilas dc bolocs linos pura casaca
Meias pretal pare senhora, duzia
Ditas ditas para homem
Lacre encarnado muilo fino, libra
l'apeide cores, raaco dc 20 quadernos
Duzia dc colveles
Espedios de todos os nmeros, duzia
launas dc novellos grandes para bordar
Bieas fitas escocezas e de sarja, lavradas,
largas
Meias cruas sem costura para homem
Dilas de seda n.2, peyi
Trancis ,1c seda branca, vara
Caixas de raz, duzia
Pecas de filas de coa
Capis finos, groza
Cordito para veslljo, libra
Toacas de blondc para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
e oulros muilos arligos que se lornam recommenda-
veis por suas boas qualidades, o que mo se duvidara
dar um pnuquinho mais barato a aqnelle senhor le-
gisla, que qneira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra em primeira m;1o.
Vendem-se dous pianos lories dc ja-
caranda', construccao vertical e com to-
dos os melboramentos mais modernos,
tendo viudo no ultimo navio de Ilamhur-
go : na rua da Cadeia, armazem n. 8.
Ca! ile Lisboa barata.
Para fechar ronlas vendem-se banis com cal de
j Lisboa, pelo diminuto preco de 33200, a.sim como
ha urna porcao da .lila cal sola, ptima para caiar
pelo seu brilhanlismo e dorafio, e enrhe-se urna
barrica que tenha sido de |hacalho por 38: na rua
da Cadeia do Becife 11. 50. e
Meias pre tas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias de laia para padres,
pelo beratisaimo preco de I (800 o par. dilas de al-
godao pelas a tilo o par : na rua do l.lueimado,loja
de miudezas da Boa Fama n. 33.
Vendem-se laseos cedevi-m rolhas
KOB LAFFECTEl R.
(liiii.ro amontado pnr dtrhSo do comtelka real
d'Teo imperial.
Os njccosdoshospilaetrecommendam o Arrota.
de l.affecteur, como sendo o nico O^taJUaTalS
governo, e pela real socedade de medicina KS
medicamento ,1'uni eosto agradavel, e fcil ,1
em secreto, esta em uso na maiinh, ,P,i .IcrfetTS,
dolannos; cura radicalmente em p^ToieoZ
com paste, despose, sem mercurio. as^BecrSI
pello. ..npingcns, as consequenca, las sa,;.7lcV-
ras, c os acedemos dos partos, di idade critica e
daacr.mo..,,,l,eredilari. dos humores; convcm
catarrhos a bechica, as coulracci*,, alSlZ!
dos gaos, procedida do aboso da. injecc*. iTZ
sondas Como anl-svphililico. ,,roh;T.r7eS
pouco lempo os lluvos rcenles oo rebelde. .T
vea incessanles em consecuencia do emprU. d,
copaiha, da cubel.a. onda, lag |SataJ,^Lg
s.M.lern o virus sem nealr.li,.X. oE+RZ
ITecleur he opec.alme.ile recommendado contra m
doencas inveterada, ou rebeldes a. merc.rio e
lodiirelo de polassio. Lisboa. Ve,de- ca de Barral e dc Antonio Feliei.no Alvrt da Z
vedo. p,.,ca de I). Pedro n. 8. o-.de araba de cht
gar urna erando porcao de carrafas aramio c >-
]"" limM directamente de Par., ,le rasado
dito Bo}yeao.Urerlear 12, roa Bacheo a Parts.
Us torm.ilari.M dao-se gratis cm casa do asente Sil-
va, na praca de II. Pedro n. Sa. IWlo, Joaooim
Aiaiijo;: Babia. Lima,* Irmaos ; PeT.i.nnW..
Soora; Rio dc Janeiro. Rocha \ Filhos ; e Jaores-
Moeates U,le ; 11,0 t.raiKle. Francisca de l>U
CHAROPE
1)0
BOSQUE
O uiicoileposiloconlinaa ser na botica de Bar-
Iholomea Francisco de Sonta, na raa lar do Rosa-
rio n. :lti; garrirs grandes5&5O0 e pequea. 3*W
IIMITANT PARA 0 PULICO
Para cura de phlisica em lodos ns rao, quer motivada por constipan-**, Ion* falte
ma. pleunz.escarros de sangae. dir de eooMas e
pello, palpita.;.!,, no coracao, coqueluche, branchit-
dor na garganta, e lodasas moleslia.do. 01
inonarrs.
' oreio pal-
viH rct)0s5 fugidei?.
tx
va n.SS^tffUSt^mm de <" ^.P* P^
sol de seda de muito boa qualidade, pelo baitn pre-
CO de 3} cada um.
t$acca.s om fariiiha e
tlili uo.
Vendem-se sarcas com faiinha e milho : na roa
da Cadeia do Kecife,luja de fazendas n. 23.
Vendem-.c saceas ron, farinba de mandioca da
trra, de superior qualidade, por preco eommodo :
a tratar no trapiche do Pelourinho.
idade
toda
a qualiaaae ce rape, e por muilo eom-
modo preco : na rua da Cruz n. 2(i,
meiro andar.
prt-
No di.i It. de Janeiro do crranle auno lacio
do coseno, labalaiua um mulato cerno, qne ner-
lence ao Sr. ilcrrulano Cavalcanli de Sa Allasaoor-
qae, cojos sianaes i, os seguinles : cor bem clara,
r.ibello-crespos eca.lanhos, bailo, cheio da
e-la com a cor pal,da por ler soflrido setAes. e
minias manchas no petateo, as colas e neilos.
a 21. cunos de idade. o b,uco ja Ibe apona : le.-,
camisa de algudaomdio azul ja desbolada, e lamhen,
a cerooia, mu capote de panno fino cor de cate ja
bem usado prrsume-sc que leven em companlna
om cri..uliuho torro com 12 anuos de idade. alta,
serco, om algumas nodnas pelo rosto e peaenro. .
lia razan para npporsc qne elle [ mnlalo nreira-
de pas-ir por forro : quem o pegar (ar a lavar le-
var i cu senhor no eiiL'enbo nirr.ciona.lo. oa mire,
gar ne.i.i praca ao Sr. Amonio Anncs Jacme Pi-
res, morador no aterro da Boa-Vista,
compensado com generosidide.
Fugiram na manhSa do dis 1!> dr^cornaat Saas
esrravos um por minie Theodoro, prd, rrioulo, pea,
cador, bailo, rorpolrnto. com minios cabellos ara-
aos pela barba e pailas, idade 35 anuos po.ee man
ou menos ; oulrn de nome Jorge, molalo, baiv,
serr do rnrpo, pouca barba, quebrado da venina *
lem do lado esquerdo do rnsie ama cicatriz, este ea-
rravo foi rio Sr. Manoel 'Ihom.iz ei-rarrercir ;
roi.duziram rom sigo nina calva, na qual
toda roupa que linham, raleas e camisa, de ali
ziiibn dc lislras, camisas de niadap.dAo, ama dra le
phaela encarnada ja usada e cobertores ; roga-se as
autoridades policiaca e capilar, de campo queosap-
prehendam e lev em a rua da Concordia o. 26, arma-
"sem dc maleriaes que serao generosamente re
eiiS.i.los.
qaa ser, re-
Farelo nov d<
LISBOA A > -'
No armazem d
calves.
->..ainliniia andar rugida a presa Merenca, oula, idade de 28 a :t0 annos, pnurn nvai ."imenov.
' I com os signaos seguinles : 'falla de denles na frmla
urna d.s orelhas rasgada proveniente dos brincas :
i quem a pesar leve-a a rua do Brum, armazem d
, assucar n. 12, que ser bem gratificado.
PERN. : TVP. DB M. F. DE FARU. 185D

MUTILADO


ILEGIVEL
J


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EWOGWBBHI_CMF190 INGEST_TIME 2013-04-24T18:24:50Z PACKAGE AA00011611_07274
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES