Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07272


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Full Text
ANNO XXXII. R. 5!.


TEK FEIBA 26 DE FEVERE1R0 DE 185$,
Por 5 metes adiatitado 4$000.
Por 5 iic/.es vencidos 4g3(M.
Por anuo adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
KM. VRREGAls DA SOT8CWPCAO' \( NORTE-
Parahiba, o 8t. Gsrvaiio V. da Nalividade ; Natal, o 8r. Joa-
qun I. Pereira lunior ; Aracalv, o Sr. A. de l.emoj Braga ;
Otra, oSr.J Jot9dt Olivcin ; U'ranho, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigue! ; Piauhjr, o Sr. Domingo* Herculano A. Pessoa
Cearenae; Para, o Sr. Justiaoo J. Hamoi; Amazontt, o Sr. Jer-
nimo da Com.
PARTIDA DOS <:OKRE10S.
Olinda : lodoi o das.
Caruaru Bonito e Garinhum : noi dial 1 e 15.
Villa-Bella, ll.ia-Vi.u. Bul' e Ourieurj : a 13 28,
Goianna e Parahiba : eguodaa e leitai-feiru.
Victoria Natal : as quiniat-feirai.
AUDIENCIAS DOS TRIRONAES DA CAPITAL.
Tribunal do commerco : quinase sabbadus.
Relapso teicas-feiras tabbadoi,
Fazenda : quarlase aabbadof aa 10 horas.
Juizo do eommercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia
Juizo de orphaos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara docivel : segundase senas ao meio-dia.
Segunda vara da civel: quartas e sabbados so meio-dia.
EPUEMERIDES DO HE/ DE FKVEREIRO.
6 La nova s7 horas, 23 minutos, 48 segundos da manlia.
13 guari cresceule aos 7 minutes a 48 segundos da manht.
0 La chela a 7 hora, 30 minutos e 48 segundos da urde.
29 Ouarto minguanteaos 19 minutse 48>cgundosda monhaa.
PREAMAK !>; iiii.ii-.
Primeira as y horas 18 minutos da manha.
Seronda as9 horas e 42 minutos da urde.
DAS DA SEMANA.
25 Segunda. S. Malinas Ap. : Ss. Cetario e Moteara.
2i Terca, S. Torcalo are. m. ; S. Faustinianu b. m. ; S. Vctor.
27 Quena. Ss. Antigono, Curso e B'-ssa soldados luin.
28 Quinta. S. Itomo ab. : S. Cerra lis in.
29 Seila. S. Populo m. ; S. Esperediao m.
1 Sabbado. Ss. Suilerbo, Faiducia e Anioiiina mu.
2 Domingo. 4. da Quarcsiiu. Ss. Juvuo, Bzilio, Secuudilla.
i:\cAititK*.Anos da scim;kii':a m Na>
Alagoas, o Sr. C.laudino Faleao Wat; Baha, a tt. I
Rio dt Janeiro, oSr. Joto Pereira Martint.
EM l'KltXAMBI'CO
O proprieurio do DIARIO Manoel Figuciraa da taris, m tt
livrarit Pract da lndependcaeia ni. i i 8.

PARTE OFFIGiAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do dio 22 4a teveretro.
UllicioAo 1-.mii. mareclial commandaule das ar-
mas dizemto, que a liein da liuniamdade e para que
iidu parabsetu as abra- do hospital regimeulal p*ir
Talla de trabalhadures parece conveniente que S.
Ele. expeca luasonlens para que na re-pecliva en-
fermarla seja recolludo e tratado um ou eulro dnt
dilos Irabalhadores que infel'.mele suene la all
cahir atacado da epidemia, deven lo as despezaa tei-
tascou) o que for escravo -ei indcuinisada pelo te-
nlior do mesilla. Coiuinuiiicou-se ao eucarregadu
das obras mdilares.
DiloAo inesnio, recoininen lando a expedido
de uj. ordens para que aniaiui.ia nt 'i lloras da
larde seja pollada eui frente do collegio das urphaas
ama guarda para fazer as honras d estylo por oc-
casiao do anuvtrs.il io da abertura daquello cslabe-
lecimenlo.
DiloAo chefe de policia. leu.lo ido nt agen-
les palate ua capital en,- trreg i los 4,.......lar cou-
du/.ir iiamedialamenle para os hnsnilacs as pessoas
.desvalidas ou viaudaoles que cahissem da epidemia
reiuaule, assim como de fazer e.o>n que a conducan
dos cadveres para u ceuiilerio foss- feila com a
necessaiia presteza, como na realidad se lem pra-
ticado, juico alem disso de urgente neeessidado que
os ruesmos agentes de polica louiem sobre si mais
o Irabalho de visilarem as casas das pesetas neces-
sitadas e doeules aliui'ii.lo sude o parliciparem as
i marca de Pao d'Alhn, requi.liando o que for pre-
ciso, que promplanieule sera' salisfeilo.
DiloAo llr. Joao Honorio Be/erra de Mene/.es,
I em roiniiiiss.il medir n.i villa de IgUlllllil, dizen-
do-lhe que muilo estima ala liaverem apnareefa
mais casos faiae. lo cholera n'aquella villa, e que
nao podando Stlitfazer areqiimie.au que Sinc. ral
de uifi medico para Ilamaraca', por uta os haver
di.p.miveis Mala capital, cumpre que va divi-
dindo os seus cuidados coiu lodos, e do mclhor mudo
po*sivel.
HiloA.i acadmico Pedro Anlnnio C" comiiiissilo em (iui.oiia, inleirando de haver para
alli remelti lo a ambulancia de que irala em seu
incio, e .liten lo qoe fica tlenle de haver Smr.
rlica lo aquella cidade, onde te acha no evercicio
de ua roinuiissio. que espera sera' desempenhada
com todo o zelo e perseveranra.
UiluAo subdeleifado de I laiiruar.i, li-cl,, r.uil..-
Ihe qu? nilo sendo poisivel ao i;overno acudir com
un fai-ull.ilivo a ca la ponto da provincia, que for
accnmmollido da epidemia, ja olliriara ao |lr.
Joio lloiiuri > Bexerra de tleiie do-lhe mu in-i iui.'iii..iiia que e.ien i,i os seus cui-
dados mdicos a ludo o termo de Isuaras..
DitoAi ministro da Ordein Terreira de 8. Frail-
is^, aceitando easradeenndo o olferecnneiito que
fez do hospital d'aquella, Ordem para Iralatnenlo dos
pobres accommettidos da epidemia.Communicuu-
se ao Ur. rliefe de policia.
Uilo A lleruardo Antonio de Minada. Cnn-
vindo crear nessa fragonia urna coinmissao de lie-
iirliceucia que se eocarregue de promover sub.crip-
?oe e prestar orrorros a classe des
Inzer. I do e-labelecimonlo dos caminhos de ferro alluiuJes :
Desdo o cotmVo das hoslidades, o re doclaroii' Je ls:,> al '"'* (le ,iS:,:i
francaiiionio a marcha que coniuva seguir, a duran-I Prtn*iro provemos que a liaha esi em pro-
te estes dous nnnos quosi acabados, S. M. nunr.a Srso continuo: desde IfCli, nao se paatoa um
so afastou della, porque tiuln majurainonto pesodi) s" au" sem augmentar a extcuso. leudo co
as circiiinstancias polticas, o roconliociJo ijue o in- principio o pro^resso sido mu lento, a loagUade ex-
lerosso e a tmiquilidado dos SeUS reino indJcavain plorada, no fim do primeirn periodo quinquenal em
o linlCde procoiler que, de coinbinaco (m o sau ''s:,s al>e,ias fu' e :l79.l.")-.illomelros; portn dos-
auusto visinho, S. -M. o reda Dinamarca, elle de ,8W lvimento toroou-sc mais rpido,
litilia adoptado e seguido at aojara.
Porem, observando as rearas d'urna estricta uetf
raiailtUraiparoehUet,.atas Uiatbem da pretUretn dtaiarV^daitita raitiaajte, n^Vnoi>>^TM
t .
I
1
t>V
o* soccorro* que eslivereu a sen ilcnre, quamlo
as cominisa* parochtaes i> "So i-ummi, licindo V.
S. deJe j riuitiri^ii |.) m il.'sji.'ii -t ;i .|'i.iniM qus
ror precUa, goaritaado t necewaria ecunomia c
empreando as couvenienie* cautelas p.u-.t que ua
liajd abuso n i ili-lriluira i dos iiccorro, exigiuiio
dos eocarregados delles uiua reUrao di s pessoas
que foreiD socrorridas, como e em qual fre^ue/.ia,
ra e casa. INu qu tuao recominendo a maiur so-
licilude.
DiloAo inspector da tliesnur^iria de fazenita pa-
ra mandar comprar aliin de serem reruedtdas com
urgencia para a ci'lade d.i Vclonn :i eargw de !>>
Iririi-i-, duas -.irr.i- dt* arroz e mu -i ro:> > de **JI,
DitoAo mesmo, peromm^ii'laiido que mande in-
d^rnuisar o sutyleleizadu e Muribeca t-i quinti de
4935iit) rs.. quese^uudo a couia que remelle se
despen lou para montar duas enteriUririas iraquella
fre^ut'u, bem aim da de ~~- '- r-. que venceram
us respectivo* empreados.
HiloAo presidente do coinclu> alministralivo,
recomnieiid4udii qu*i iinlependeule ile naonciof
promota compra dos Uvros iuencioua ro qoe remalle osquaes Balo precisos para sub^lituir
aos (|u-* ora ser ve rn a escnpturarai do limetarifAdo
do areiu> de guerra. Fieram-e as nece-s iras
commisses.
DitoAo direrlor do arsenal de nuerra, a\.pro-
bando a deliberaban d;ue lomou de nume.ii o k-t-
venled'aquelle arsenal J.iifO dt C>sta Kibeiro Ma-
chado par exprcer interiiuiuenle o lugar de ater
vo dai olliciua* do menino arsent em qoanlo du-
rar o empedmieiiiii do respectivo proprielario, sem
oulrix vencimentos alem dos que ora percebe.
Ominuicou-** a Uiesoorana d^ tazeude.
DitoAo jii de direilo de Florea, Constando
qoe a epidemia reinante j vai se oviiiihando dessri
cotn-irca. jul^o conveniente remellpr com antece-
dencia a Vine.duaa ambulancias e <\ i.ilro pecas tle
baeta para aaecairraf os uece>it .osq'ju a-io c mo m.
Por esta acmila renov instanlacaaiill a Vine to-
das as oimliii auteriore^ recoui'nendaQes. tanto
qnauto aob succorros atis pobre*, corno quanlo ;n>-
ineios li\gteuieo ;e repito a remessa dos jolheU.s
Hacomme!'1'.' liUMi
abi aquello
gr preciso eV"* i
1J" >aihn^nteq^i7a7c^ -^*** ^'". l<
,ial d-^,u BTiWi reiiui.ilando o i|ue jul- Joa." orciuocola \ aleocja.
I

eq
>der ter comprado nessa. com-r-
devendo'ii?jie caso vir purladures de cnlianca
com os civaljos precisos para a conducrSo do que
liver de ser enviado.
As autoridades marchem de commum accordo e
Irateui de dispertar a caridade particular, promoven-
do subscriproes e creando coinniisses dt bene-
ceucia.Ollicioii-se ueste sentido ao delegado e ao
c.oiDinandante superior d'alli. l.inheiii ofliciou-se
aojuiz de direilo da Boa-Vista nos tacamos termos
remeltendo-se ama ambulancia e duas peras de
baeta.
DitoAo juiz de direilo de Ijoianna, dizendo que
ja remelleu urna ambulancia e una pera de baela
ao subdelegado de Pedras de Fo> e que louva a su i
actividade em dar providencias ua sentido de mino-
rar os sollriiiientiis dos liabitautes d'aquella frejue-
zia, evperaudo que eonliaaa uesse louvavel em-
penho.
DitoAo mesmo, declarando que os cadveres das
pestoas que fallecerem n'aquell.i cidade devem se-n
disiiiicr.in al.'uma serem sepultados uo cemiterio
qoe j te acha prompto, visto como se lia recoulieci-
do que os enlerramentos uta ierejas sao mui noci-
vos a salubridtde publica, cumprindo que Smc. de
accordo com o vicario dessa fre^uezia dcein as ne -
cetsarias providencias a respeilo.
DiloAo director das obras publicas, appravaade
a detpeza de H5IK)(I rs. que Smc. fez com a mu-
danca dos objectos perleuceutes a coiniiii.io de liy-
'jieue publica do lugar em que te achavam para
um do lorrees dt alfaudesa desla cidade.Com-
municon-se a thesouraria provincial.
DitoAu presidente da coinmissao de hygieae pu-
blica, para mandar aproraptar .luis ambulancias a-
Tim de serem enviadas au director da colonia mili-
lar dt Pnnenteiras.Tambem maiiduu-se comprar
dom barris de ilcatr.io para a cidade da Virloria.
DitoAo Ur. Sabino fllegarin Ladgero Pioho,
inleiraodo-o de que acaba de ollirier a diiecrSu do
Ihealro d'Apollo para por sua dispnsicao o sali do
nesnio Ihealro, alim de indi c*labelecer-se una
eufermaria para medicarlo das pBtSuit pobre., que,
sendo acconimeltidas da epidemia reinante, sequi-
zerem sujeilar i sua clnica, cumprindo que Smc.
requisileo que julgar conveniente e mdispensavel
para que dila eufer.-naria possa ser til.Fez-se o
otlicio de qoe se Irala.
DitoAo Ur. Manoel Joaquim Kernandes Eiras,
coDVidando-o a' que parla com urgencia pira a co-
para que, reuiiiudu se aos outros membros da mes-
illa oammissao, euatUofet da rolaran junii, romece
desde loan a prestar os bous serviros que devo espe-
rar do sen rerouheii.il patnoiismo < eardade.__
Uuaes aos sennores Feliciano Partir de Lira, Ma-
noel Francisco de Paula Cavalcaule de Albuquer-
que e Francisca \avier Cameiro l.ins.
Hilo Ao Ihesoureiro! das loteras, para que faca
correr coiu preferencia iim i das loteras cnuredidas
a favor da Igroja matriz Ae Sau Jos desta cidade.
Dito A ljais de paz alo terceiro distrito da l're-
suezia de \.i/arelh, inleirtiiido-o d que araba de
eipedir ordem p.ra com uln-encia Ihe ser remeltida
urna ambulancia, podeudo S nc. incumbir o tra-
lameuto das pe-soas pibres daquell distinto que
forem ac.ommtdtidas da epidemia reinante a alsum
dos individuos indicados no final do cita lo otlicio,
visto romo nao he postivel mandar para alli um me-
dico, ltenla a falla que ha delles ua eapital.
Dito Ao jui/. de paz pr, si li-nti- da junta quali-
Hcadoia de Flores, devolvendo ai duas lisia, di- ci-
dadiosqoaliUcadiH volantes uaquelli fresaeiia, alim
de que a re.pecliva junta satisfar o disposto na ulti-
ma parle do artijo 2i da lei de 'J .lemoslo de 18I.
Dilo A jaula qualilicadora de San Jote do Re-
cite, dizendo que alem da lista dos CldadiOS qualili-
cados volanlns naquella frenuezi.i, quj acompanhou
o ullicio de li do coiretite, cumpre que ej> tambem
r-metti la a presid-ucia a acta dos trabalhos da res-
pechv.i piol.i. alim de sal.fazer o qu- delemiat o
arlUo ^1 da lei de 19 de agosto de t8((i e aviso le
la le marro ile 1817.
Portara. iNomtando inlerinamente pin o em-
preo da provedor da sau ledo porloau Dr. Jui. Ma-
ra seve. Kueraa-M at ne-eisafias communica-
rjes.
Dita Komeando interinamente para ni'mbr.is
di commis-.i. ila hyitM publica aos doutores Cos-
me de Ai l'etoira. Joai Joso Innocencia Po^e e le-
nac Firmo \-.-er. sendo o primeira para pret<
ranle e o tegua lo .. i acrelano. Etpediram-t
as necessaria. conimoniraroi, H icjoeito.
Dila llamiliind,. de celSoroMada cdBM po-
do enero de polica, .i, cjrg(I ,,e 51l|) ie]Jj
rmo de Garanllunt, a
baia assim do pri-
uieiro UDDlenle do in-snio sulileleuado a l.uiz Pau-
lino de Hollando ValenCJ e noineandu para o pri-
nieiro do, m<-ui'ioiiado> lunares ao cidado Amonio
de Paiva e Mello e para o segundo a Antonio Bezer-
ra da Silva.Communicoa-se ao referido chefe.
Dila O presidente da provincia atlendendo ao
man estado sanitario nVi metala provincia, resolve
em virtud* da aulorisaijilo que Ihe he conferida pelo
S 2- do artillo -21 da le de 2 de agosto da IH:li ad-
diar a abertura da assembla legislativa provincial
para o da I- de abril pretina fuluro e ordena que
leste sentido te experam as necessarias communica-
i.es. Kemettcu- se copia da portara cima a c-
mara municipal do Kccife.
I HACOlNARU DAS 1LLIIE1ES.
Fb Carlos Mo^SELEr.
PRIMEIRA PARTE.
t
I
II
V$ banhos de mar de Tesle de Uuch.
( Continuar,!". )
A marqoeza de PressJKuy lomou sorriuilo :
He preciso estar afiliada a sociedades secretas
para saber que o tenhor passou una cstacAo em
Londres'.'
A compaohia ingleza era realmente superior
esc auno, diste o mancebo cada vez mais emba-
larado.
A marqueta nao perdooo-lhe o reslo do interro-
ga I orn.
Qual era a cantora da moda, pert,'un!uu ol
a Mananta ou t Jenoy l.ind .'
Desla vezMr.deTrcmeleu encaroii-a algum lem-
pa anles de respouder-lhe ; pareca querer pencliar
o sentido desla perguula.
li ni li ni, decidio-se e disse :
Em Londres era a Marianua.
E em Bruiellas!
Tambem a Marianna.
Nunca ouvi-a, lornoua marque/.a com auecla-
rilo; dizem que ella lem muito talento. He Hespt-
nbola ou Italiana'.'
Creio que he simplesmente Franceza. Os d-
recloret lerAo dado ao seu lime urna desinencia ar-
tstica, Marianna, em vez de Mariaime ou de Mana.
Mas. vollando as pergenias do madama dTuraode,
coiiiiuou Mr. da Treineleu evideniemenle ancioso
por mudar easauainte da conveisarao, como nao ha
Ihealro em Tesle, loriio-m nni MUitMealu ermi-
lAo. e frequenio mui poucas pessoas.
todava, lalvez teuht ouvido pronunciar no-
mo daquella de que quero fallar, disse madamayle
lugrande.
Vejamos, senhora.
Mr. Blanchard.
Oh I certiinenle! eiclamou Mr. de Trcmeleii,
sorrindo, quem nao cuuhcce aqui Mr. Blanchard T \
He sem duvida um artsla'1 pergunluia a rou-
aasse.
Absolulameote nao.
I') Vida i?.** n. 18.
e no seu desciivolviinoiito, motivo do yraves ro-1 Hubnet, director dos archivos eenlraes de estalislka | sempre trscenle da lorntitude explorada, u aug-
llexias para o governo do re. Quanlo mais esta I em Berln, acaba de sabir i lu, e sobre i-lo nos! meulo absoluto do redil fui muilo maior do que
lucia se oslcndcu, quanlo mais os inconvenientes fornece dados nameriros muilo inleress.uiles; com o j aquclle, que acallamos de verili-ar pelo rcndimenlu
da guerra se aproximaran! das nossas costas, tonto. >-" auxilio, nos procuraremos tomar patentes os re- relativo ou killoiuetrico. Com effeito, a retidiineiilo
mais mis pensamos nos perigOS que ella nos poda ', sultadet prlneipaet durante os primeros vinla anuos | absoluto suba :
Nol." periodo a. 5,43fi,'J75tr.
COMMANDO DAS ARMAS,
Qaartel ceneral de comatanda das armas do
Pernambuco na cidade do Krclfe em 2-y do
leverelro de 1856.
ORDEM DO DA N. 215.
O mareclial de campo commandanle das armas
faz ccrlo, para que teulia o devido ellelo, que nesla
dala coiitralou |iara servir ua banda de msica do
!)." balalhao de iiifanlaria, por lempo de tres an-
uos, nos termos da imperial resoluro de 27 de no-
vembro de 182. na qualidade de msico de 2.<
classe, o paisano Joe Joaquim de Carvalhn, o qual,
alem dos vencimentos que por lei Ihe compelirem,
pert-ebera o premio de I.Vfc, paso de conformidad..
com o disposto no art. 3,o do decreto n. HOI de 1(1
Je juuho de lh.it.
/ees Joaquim (' ./;.! i.
EXTERIOR.
tralidade, o roi nao podo deiv.ar do consultar as l-
coes do passado o de as applicar com sabia previden-
cia aos inlresso futuros dos seus reinos, cuja segu-
ranga ronsliluo o primeare dos seus deveros e o ob-
jeclo dos seus mais charos votos.
As appreliensoes para o fuluro fundadas em re-
cordarlos beta couliecidas para que seja neeeasario
traz-las a memoria, o sustentadas pelas diiliculda-
des postas pela Rusia ao regulameato saiisfeitorio
das relacoes limitroplies as provincias boreaus,
augmenlaram ainda com a manifeslacao das idoas
de invasao desle imperio no oricnie. Em ouiras
circumslancias mais favmaveis, estas ideas podiao
obtoi no norte um dcsenvolviuienlo que nos creasse
serios embarazos. Por isso londo a Flanea e a
Inglaterra proposlo um iratado'de allianca defensi-
va destinada a asso;urar a integridade dos reinos,
o re julgou dever aceitar com empenho nma ga-
ranlia, cuja ulilidade lie Lio palonte quanlo incon-
lesiavej.
Ainguem sabe que eveniualidade liar o fuluro,
e em circumslancias lao dilceis como as da poca
actual; cada soberano lem obr;;ac,o do tratar de
conservar a independencia e do assegurara manu-
lencao das nacoes confiadas pela providencia ;i sua
sollicitude. Foi carn esto intento que se'celebrou
em Slockolmo, a 2(1 do me/, passado, o tratado
entre os reinos unidos do nina parle, e a Franca o
a Inglaterra da oulra, cojo texto adiareis apponso
presente, e qui foi ratificado em Stot-kolmo a 20,
em Londres a 29 o em Pars a 28 do mesmo mez.
Desojando que osle doceuineulo ebegue ao conlio-
cimenio dos goveroos amigos e alliados, o rei deu
ordem para que ello vos seja transmitlido alim
do ser cominunicado ao governo junio do qual
lendos a honra do eslar acreditado.
Fareis observar, senhor, que os termos desle tra-
tado sao muilo precisos para que possao estar su-
jeilos a alguma ru mlcrprelacao, A allianca que
acaba de celebrar-se be defensiva ; dependo da
Russia impedir a sua aplicarao, porque esta nao
pode tur logar genio havendo aggrastao da sua par-
to. Itespeilo a Russia os nossos direilos, cesse do
inspirar justas nquwtacoes pela conservaco do
e.|iiilibrioponn).o da Europa, o oslo iralado nao
'4C*aWr}n,apv|uizo alguin.
Kareis laiiibeni observar, senher, que esto tratado
' m nada muda a nossa posici-j actual, a uossa
leclarajao de ueutralidade contina subtistindo, o
continuar a ser applicada como o lem sido al
agora.
Parsuado-me que o govarno far justirja s in-
lencoes que aniraaram o governo do rei, e quo se
convencer do que Ion-ge do querer augmentar as
complicaces actuaes, o rei nao traiou seno* de
prevenir eventualidades quo para o fuluro podio ni
fazer nascer novas coinplica^oes.
Este iralado de allianca foi tambem comtuunicado
ao gabinete de S. Pelersburgo.
Recebei, senhor. &c.
( Assignado )
Sliened.
( Ptriodito dos Po&res no l'orto)
o no iin do 2.a p.-i )....> de clfiatj cSatoa 1839 ls:i
a extcn-aii explorada rhexot I.SG5.I0 killomeiros,
oque roiislilue um aosmenlo total de l,iK.8!l,
oa,termo medio, de 297.18 kilmetros por auno.
O augmento atliuge aa seu masimum (1,315.17
kilmetros} em 1816, e se eleva uo terceiio periodo
quinquenal tlHi'lu 1818}, i i,329.61), ou, termo me-
dio, a 865.94 killumelros por auno. Bmaudo nos
anuos sesuiules por causa, em Grande parle, tos
acoulecimentus polticos, que nao precisamos recor-
dar, elle apenas fui de 2,.Vi.">.:t killom elios no quar-
lo periodo quinquenal (I8WIS":I ; o termo medio
animal de 509-1" killumelros anida excede de I2h.'.Hi
killomelros o tolal tos cinoo primeiros aunos (1831
I8:)S Em lins de 18jJ a estotwta explorada foi
de -.,7i i killometros, de que resulla para a cou<-
trucr,a) :
.O por j no I." periodo quinquenal is:tlIS:18.
17.10 2." (183918431
'J.0 a- :t.o f84tI8S.S
S9.I0 \- i." [18491853]
De torle que os anuos de 1844 I8IS forneceram
por si si'is quasi a niela lo das consliuccoes*
Este prosresso incessanle he lauto mais notavej,
quauto as despez,is da constrorrao aogmenlain con-
linuamenle, ja pela caresta dos maleriars e da mao
I' obra, ja porque se appliram ,a trabalhos mais dif-
No 2." rt M. .
No 3. o o. .
>"o t. it it, .
ou, nos vinte anuos reunidos, a
de i miiliai :;t nilhues389,037
63,093,086
27l,07l,35<>
697,788,220
somma consilcravel
fr.
Analytando-se o tolal do rendlmenlo e da circu-
ladlo de que elle piovum, lira-se torprendkle
desle phenuineno observado igualmente em outros
Paizes. phenumeiio qoe o lionieus emminentes inda
nlo cousesuiram explicar, equeopiblico dillicil-
menle arredila, queremos fallar da diminuirao rela-
tiva e al&umas vetes alisolula do numero dos viajan-
tes par ilo augmento rpido e incessanle do lovi-
menlo das incrcadorias.
Em principio o numero dos viajantes ia augmen-
tarlo ; de |,ll(| por killomctio c por auno; que
era em IS:., clevou-se no fim do primeiro periodo
quinquenal, em ISIS, 8,930, : conliiiii.iiido ass-im
snbeem 1839a 15,001), em 1840a I7.78, e em 1811
a 2.'l,20,i. I'orrm em iienlium dos anuos ultrriores
elle allingc mais :i este mximum ; de 1S12 1853
oseillt.eom slgunaas eaeepeiiea, enire 15,990 e 21,250
por killoinelro e por anuo.
Pelo contrario, o transporte das mcrcadorias nao
conheco mximum, c nein inlerruprAo em seu cres-
eimenlo : foi, no fim de cada um dos qualro perio-
dos, de I milhao e 110,000,de :! millioes 805.000,
e de I.V2 milbes 887,500 killogr. por killometro e
por auno. Ou se procurarmos o numero lotal dos k-
loinclros percorridos de parle a parle, acharemos
para
Viajantes.
Em ISTi lsi:, um cursode 775.954,172kloss.
Em ISi i |853, a 7,'.)08,98,!50
Hercadorias.
ticis em vez tle ampresas facis escolhidas de pre- | Em IS:| IS1:1, um curso do 2,033,564,700kilon
ferencia nos primeros anuos.
Em 18:11 a despeza lotal da rouslrtuvai. n.lo ex-
ceden de 8,:l00 fr. por kilmetro ; ella .e elevou.
Em ISi a 1853, 77,674,43l>,250
isio he, que o mnvimenlo dos viajantas se tlecupla-
va apenas de um periodo a oulro, emquanto o
no fim do primeiro periodo quinquenal, k Si.880 fr.; das mcrcadorias tem sido quasi ajurenle
Os ornaos franre/.es publicam urna circular do
ministro dos negocios estrangeiros da Sueuia, na
qual elle expo os motivos que levaran o seu go-
verno a celebrar urna allianca defensiva com a
Franca e Inglaterra. Eis aqui o le.vlo desle do-
cumente:
Senhor. /
A lucia desastrosa que continua entre a Rus-
sia o as potencias occideniaes foi, na sua origem
Ab I um homem elegante! accrescentou ella
iiiiii iiicredululade.
era urna ni un nutra coosa. Mr. lllanchard lie
um Ivpo. lie um original que passa a vida a maldi-
zer da onginalidade.
He rico t
Immensamente.
Que idade tem '!
Quarenta oucineoanla anuos. Alea disto mui-
lo espirito. No estabclecimeulo de baohos lodos pro-
caram sua conversaran.
Masessenuine de lilaochard? disse madama
d'lii-raiidc. 0
lio amia urna de SUS phantisias. No he o
seu iiome, he um pseudouymo imagmailo para deso-
rientar os curiosos.
De veras ?
Mr. Blanchard pertence a urna das mais anti-
gs familias nobres de Agenais. (.loando joven este-
"t na guarda de honra. Depnis, como a amhic/io
permanecen sempre para elle no estado de paixAo
descouliecida, largue o uniforme para viajar mais a
seu goslo. Allirmain que medilou durante oilo das
se se chamara Klanrhanl, Morcan, ou Duval. Em-
fim, lllanchard pievaleceu. Se houvesse um nome
mais insignificante e mais commum, le-lo-lua es-
Colllldo.
Ab murmurou madama d'liigraude, pelo que
voss me diz vejo que he um liomeiu Inoflensivo.
Certamenle. Mas agora ser-me-ha permiltido
pergunlar que relaroes podem existir entre a se-
nhora o Mr. Ill.ui'di.iiil '.'
Me ii rousa mais singular. Imagine, limen.
que esse senhor euipiehendeu o cerco de nossu salao.
He veras?
Ha Irfs diasque euvia-no seu bilhele de visi-
ta com obslinarao inqualificavel.
Cuidado, senhora, Mr. lllanchard ehega sem-
pre ao seu fin.
Ah! meo Daos! disse a condesss com joviall-
dade ; acaso elle rlispe de algiim poder mjsterioso?
Elle he pcrsisleule.
l'ois bfin, apezar de sua persislencia allirmo-
llio que nao pora jamis napes aqui!
Vi.> aflirme nada.
Voss se ligara com elleconlra mini .' pergiin-
ton madama d'I librando.
Pelo contrario ; mas...
Mas o que?
Keceio que sua resistencia auginciite-lhe o de-
sejo.
Ilh! lie iusupporlavel ciilao o seu Mr. lilaii-
cli.ird : llica llie que mo recebemos a uinguem al>-
lolulamcute.
Elle nilo me arredilar ; inforinaiido-se sbe-
le lenho a honra de ser reccuido em sua cas
Va qi
(lodo?
fkam;a.
Ninguem ignora que, eutre os estados do conti-
nente curopeu, a Alternando segu de perto a In-
glaterra e a America do Norle na construccao de
vas frreas ; desde o mez de agosto de 1828 a liulia
de Budv/eut i Lim(|98 kilmetros) principiou a Ira-
i lili ir. A obra inda eslava incomplela ; o cavallo.
e nao o vapor, servia-lbe de (orea molriz. Porin
desde 18:11 comecou, cutre Nuremberg c Kurlli, a
couslruccilo de camiuhos do ferro inteirameoto re-
gulares, em que o vapor devia estabelecer o seu do-
minio exclusivo. As vias frreas na Allemanlia teem
pois um passado de mais de 20 aunos, e he interes-
sanie e intlroclivo ver odesenvolvimenlo alcanrado.
e os resultados obtidos ueste primeiro periodo. O
quarto voliime do anuario de economa poltica e
de esliilisiicj I, que publica desde 1S52 M. Olio
(1) Esta collecr.lo, que entra em seu quarto anua,
c goza de um crdito bem merecido, ha a unir,
cujos dados eslatisticos abracam, quanlo he poati-
vel, a Allemauha iulera, eulrel-mlo que as publi-
cagoes nfliciaes dos diversos gov-'rnos allemaes ape-
nas se oceupam de eus respectivos paizes. Eis aqui
o quadro das materias geraes do ultimo Minutario:
I-- n .Sumlzoll uas Cmaras prussianas em 185S
em 1Si:l 125,711 fr. ; em I8SK i 200,092 fr.
em 1853 209,958 IV. O lermo medio, mis qualr0
periodos quinqueuaes, foi de t7,000 fr.,de 112,950
fr.Je 167,540 fr.,de 206,220 fr. por kilmetro,
e 0 lotal dos capiles empregados na conslrucr.lo
dos caminhos de ferro foi, uas rn -m : eporas. de
vezes
maior.
Vernos lambem a relar.lo entre a rereita prove-
niente do Irausporle dos viajantes, c a qne da o
transporte das mercaduras mudar-se gradualmente
em lavor do iiliimo transpone. O randimento lotal
com exeepca de urna somma relativamente mini-
:i2 millioes i8t>,25o fr., de 212 nilhues 638,7501n,,> pfuwoiente de Inttsporte dos animars o oulros
fr.,de I milhar :iS millioes 75,000 fr.,de 585
milbi 826,330 fr.. o que da um lotal de I mi-
Ihar S6S millioes (26.:!:o fr., oo um lermo me-
dio de 203,813 fr. por kilmetro.
Este termo medio se approiima muilo mais das
despezar medias verificadas era l'ranra, do que da
cilra muilo elevada da Inglaterra, ou do algarismo
relativainiMile mui diminuto, qu basta s cou-triic-
roes menos solidas dos Estados-Unidos.
Assim como as despejas de comtruccau, vemos
augmeutar couslaiileiutnte ::(.i nploraejlo. Kilos
eram tmenle de i,i!)2 fr. por killoraelro e por au-
no) no .un do primeiro periodo quinquenal ; saben
7,800 fr. em 1813, e a 8.132 fr. em 188, para
chegaremem 1853 a 11,620 fr., somma que est
como 260 para 100 das despeas de 1834.
A despeza tolal de exploraco se eleva nos qualro
periodos 3 milhOes 591,250 Ir.,n 35 roilliOes
636,535 fr., t 147 millioes 656,894 fr.,o a 359
milhes 944,972 fr.;ou um total de 516 millioes
720,651 fr. por 20 anuos.
Mas emquanlo as despezasde explorarao, quando
apenas eram de 4,500 fr. por killomelro, absorvem
ale 75 por canto do reudimeulo broto, esta quola
parle se diminue uo fim do primeiro periodo quin-
quenal 68.0 por eenlo do rendimenlo brulo, no
lim do segundo a 51.8 por canto, oscdlando de-
pon enlre 18. i por cento (1851) e 53.9 por cenlo
1817); esla ullima cifra su se eleva em 1818, anuo
a lodos osrespeitos excepcional.
A coincidencia apparenlemenle eslranha, do aup-
meulo das despezas de exploraran, com a diminui-
rn daquolaparlo qucellasaluorvem do rendimen-
lo brulo, se explica naturalmente com o augmento
continuo desle rendimenlo. Aiuda em ls.ll, apenas
era de 1,160 fr. por killomelro e por auno, qoasi
que duplica (2,731 fr.) em 1839, clevou-sc em 1843
a 0.997 fr.. variando nos cinco anuos seguinles en-
de 5,823 e 7,152 fr., e chegou no fim do quarto pe-
riodo (1853) i 10,560 fr., oo mais do seluplo
do que liuha sido no lim do periodo que nos oc-
cupa.
No dissemos que, em consequencia da exlensao
4\
sau domiuiossao vizuhos dos nossos ; Mr. de Tre-
meleu, seu avo, emigrou com o meu ; e alera disto
nao cont toda a alleirilo que Ihe temos...
Ireneo uu-linou-se em -igual de gralidan, c disse :
Mr. Blanchard saber esla ooile suas in-
teuriies.
Depois desse episodio a runvcrsai So perdeu-se lias
generalidades.
Algunas velas brancas comeravam a correr sobre
o lagamar de Arcachon, cujas grandes lindas inler-
rompiara agradavelmente. Urnas dirigiam-se para a
illia des Uiseaoi, que deve seu nome i quanlidadc
prodigiosa de aves marilmas a que serve de refugio,
as oulras para a capella de Nossa Senhora situada no
meio de azeviuhos e de carvalhos enormes.
Eram algumas das barcas denominadas tilloies no
lugar, e que nao podem conter mais de neis pessoas.
Amelia, cuja atienen era distrahida por esse es-
pectculo, olhou para a marqueza de l'ressigny com
um sorrso que sem duvida equivala a um rogo ;
pois esla di-se logo coudessa :
A proposito, querida, irrua, cuidou em pedir
a barca por tres horas?
Encarreguei a Thereza desse cuidado, respon-
ded madama d'lugrande'.
Assenhoras pretender ir passear boje embar-
cadas-.' pergunlou Ireneo.
Siin, pretendemos ir alcao cabo Ecrrel; vns-
st'i sabe quanlo Amelia he apaixunada pela nalaro.
N.lo censuru-a, purque eu mesma he que ilesenvlvi
nelta esse goslo.
Smenle Tallava-Ihe isso para ser urna com-
pleta sereia, disse a marqueza, a qual conservara o
espirito de seu lempo.
Muitos dilos da asesina natorezn foram anda tro-
cados, depois dos quaes Ircueo levanlou-so para des-
pedir-se da condessa tflngrande.
Nilo e esquera, disse ella, de que encarre-
gou-se de fazer Mr. Blanchard cahir na razSo.
Ao menos farei o que poder.
Elle saudava quando a marquesa accrcscenlou i
inaneira de posl-scriplum :
A proposito, sabe que llavera amanilla um
roiirerlo msico de caridade ua casa da cmara de
Tesle. Vieram mais de vinte vezes importunar-nos
para assislirmos a elle, e torease nos foi render-nos.
Nao podemos deixar de o ver l... o senhor que tan-
to ama a msica!
Ireneo sabio corando um pnuco.
Cinco miuulos depois madama d'logrande disse
(Iba :
Amelia, v vestr-se.
A rapariga obedeces! depois de lr apresemado a
fronte aos labios da mai c da lia.
Apenas a porla do salan fechou-se. a condessa de
,udos os das. I lugrande abandonando o bordado, utcrpcllnu as-
Mas vots be otitra cousa, meu charo Ireneo, aim a marqueza tle l'ressiguy :
voss he quasi da familia ; conhecio aiuda menino; Diga-me, senhora, porque faz desde algum lem-
185.1; 2.- o ZollwereH em 1853 e em 1851; 3.- os
bancos allemaes tm 1851 ; 4." os seguros em Alle-
uiaiilia em 1854 ; 5." os caminhos de ferro allemaes
le_1S3l 18.53 ; 6." a grande naveuacilo alleuia era
1854 ; ". a navegacilo dos rios allein.les em 1851 ;
8." a riuiii.iL lelegraphica auslro-allema ; !). Ira-
lados de commerco e navegacao. Esle quadro dar
aos nossos leitores urna idea, ao menos aproximada,
da riqueza dos malcraos coudos ua publicacao de
M. Ilubner.
reiidiiiienti s acetssorios) so eleva nos anuos reuni-
dos de 1831 a 1843 a 66 milbes 344,043 fr.. de
IKii a ISI o 260 milbet 150,398 rr., e de ISIO a
1853 66". milhOes 415,472 fr.; pois bem, eis qual
Ini untas -ominas a parle dos
Viajantes.
Em 1814 1843, 12.160,530 fr. ou 61 \,
Em isialsis, 151,134^30 .58
Em 1849 ., 1853, 302,474,640 15
Mercaduras.
Em IS a 18.I, 23,882,51:, fr. al M, |
Em 1844 a 1848, 109,325,068 12
Em isla a 1853, 362,010,882 55
No espacn de dez i quinze unos, a relacao dea.
apparece completamente : boje nao sao os viajantes,
e sini as mercadorias que fornecem as maiores som-
mas do rendimenli total, lalvez porque a ta-
rifa (enlia alteado para aquelles, e baixado para
estas.
Oualquer que seja a causa disto, o fado he bat-
anle curioso para merecer seria atlencto dt.s eco-
nomistas edos praticos.
Aswnnss cima eslabelecidas da relaeju entre o
rendiineiitu bruto e as de.pezas de explt.racao, la-
zem ver qne os caminhos de ferro allemaes devem
dar beneficios consideraveij.
Com efleilo, os capiles nelles eropregadot reo.
diam 1.05 por cenlo uo lim do primeiro periodo, e
1.71 por cento no fim do segundo. Os acoiileci-
menlos polticos lizeram dcscer o dividendo 2.67
por cenlo no fim do lerceiro periodo ; porem desde
1850 elOVOU-te de novo, e foi de 1.15 por cenlo em
1851, de 1.87 por cenlo em 1852, e de 1.74 per cen-
lo cin 1853.
J. E. Ilorn.
Iimrnal des ebals.)
Analvse frita pelo jornal russo le \nrd, que se
publica em Bruxcllas, da circular russa de 22 de de-
zembro, ocrupa a alinelo da mor parle dos jaman
inglezes.
I.-se uo Morning l'o't de 2 de Janeiro :
tillando o gabinete de S. I'etersbourg foi informa-
do que a Austria se prapunba a Irabalbar uas nego-
ciac.ics da paz, elle julgou que era de sua obrigaco
fazer conhecer a esla potencia quaes eram os ilesig-
uios da Ruaais sobre esle objeclo. Em consequen-
cia disto, o principe ortsrhakoh* annnnciou, ha al-
gumas semanas, ao conde lluol que a Russia consen-
tira voluntariamente em continuar as conferencias
de Vienna no ponto m que ellas liubam sido inter-
rompidas. Ento fez elle saber ao conde Buol o
que a circular do minblro dos ueeoeios esliangoirus
acaba de publicar, isto he, que a Rosta eslava dis-
posla a prestar sua adhtsao ao lerceira dos qualro
punios da uaranlia, que linha, cana se deve recor-
dar, por fim terminar ,i preponderancia da Itussia
uo mar Negro, objeclo sobre cujo cnrapleuieulo as
parles beliigeranles nao podiam rliegar i um oc-
cordo.
A Inglaterra a a l'ranra insistirn sobro a li-
uiilar.io da esquadra rusn. Os rustes recutaram,
ruin uni*a persistaueia aao menor, conceder auailie
que elles cousideravam um enorme altcntado a hon-
ra e a dignilade da Russia. C.ouliuuou a guerra,
kertch, Kimburii.Eupaloria, Sebastopol podem pro-
clamar seus resollados : a esquadra rus-a desappa-
receu debaixo das a)uas.
Enlrelaulo boje o czar digna-te informar a Euro-
pa que elle esl dnpooto a subscrever a limilarao
das forras navaes rutSSI e turcas por um tratado
que deve ser concluido com a Turqua, mas sem par-
ticipacao alguma oslensiva das nutras potencia', e
lo smente coiu a condirao que para o futuro os
Dardaucllos seao fechados aos pavithes da Kranra
e da Inglaterra.
a tem ex.imineinos por partes : a Russia, rom
esta proposirao, viola directamente o espirito e lel-
Ira do terceiro poni, que liuha primeiraiueule por
objeclo, mediante oin.i revadla de todas as potencias
do Iralado dos Dardauellos. fazer"entrar a Turqua
na familia das uac.oes europeas, c constitui-la parte
essencial dos Estados inliiintllilu ua estabelidade
do equilibiio europeu. Em segundo lugar estipu-
lar, depoit do que lem acontecido, que einqiianlo ti
pavilhao russo llucluasse sem opposicao no mar Ne-
gro, salvo depois que se livor eulendido com a Tur-
qua, os pavilhoea da Inglaterra c da Franca tero
excluidos. He queter siniplesuienle zombar de
ni s.
o Foi o que o conde Buol comprchendeu, assim o
presumimos, porque elle nao KUSOU coinmunicar as
potencias occideniaes urna proposirao que asseUM
Iha-se antes a urna intil insolencia do que a ing-
uho.-a destreza, que caracterisa geralincnle em tao
subido grao os diplmalas rus-os. Todava o cond
Huid, pelo interesse da paz, encarregou -se de- a pre-
sentar as condiroes, que as potencias occideulacs
queriam exigir da Russia.
Dado este paseo, e leudo a Austria appruvadu
estas condiroes, foram ellas enviadas S. i'elers-
boiir,; sob a forma d'um ultiitialtim.
Como se devem rerordar, ellas conten em suni-
I lancia, como o aiinunciou o Moniiiuj Posl de 4 de
dezembro, a iiculralisarao do mar Negro, a cesso
das embocaduras do Danubio a Turqua, a renun-
cia dos protectorados e a nao reconstruccilo de Bo-
marsuud. ,
o l'rescntemcute, ao pateo que pensamos que ce-
dera lalvez sobro outros punios, estamos certos que,
a deepeito ds recente circular que expedu, a Rus-
sia aceilari^ a nmilralisarii do mar Negro, e he coi
illeilo o que cha tem dado entender, com tanto
que a Europa, can urna voz unnime, o exigiste
imperiosamente ; mas isto he quasi unpossivel.
Au-triu talve qoeira, a Prussia nao. E's pois urna
opposicjo decisiva.
He verdade que o bar.io Werlher, ministro di
l'russia em S. I'etersbourg, esl encarroado de a-
poar as proposir.Oes do conde Esterbazy n'um sen-
tido favoravel a paz. Mas n'islo nao se deve em-
pregara palavra apoiar, deve ser a palavra impiir,
d'outra inaneira uta lem valor algum, e com efTeito
qoasi uenhuma duvida ha que se nao enfeuda de-le
modo.
" Nesle estajo de cousas, nao podemos ler a es-
peranca de ver o czar consentir uo ultimtum da
Austria. He claro portanlo que o autcrata nao te
lem apress?ric co regeilar a* proposires, porque o
telegraphu, al o presente, se conserva era silencio
sobre esle poni ; ellas pois estn ainda submellidas
i sua approvaco. Mas qu.dquer que seja a proba -
bilidade de que ellas teffUO regeiladas, nao podemos
jamis eslar cerlos que a Russia obrara ale que o
negocio huilu chegado seu lermo. Se a habilidade
diplomtica pode dar s condiroes algum sentido,
que nHo seja o verdadeiro e natural, a Russia podr-
a aceita-las, com o filo de ensaiar se pode, com o
favor das negociacoes, laucar dissensoes na Euro-
pa.
Se, como isto he provavel, ella esla persuadida,
rulan o gabinete de 8. l'elcrsbourg pude poupar-se
um grande Irabalho ; e de um lado, nlo vendo
esperance alguma de prejudicar aos alliados, do ou-
lro nao senliiido-se aiuda sullicienlemenle reduzida
-uliinetier-se, a Russia pode regeilar as condiro.'s
e .guardar a decisao ulterior das armas.
l.e-se no Morning Herald, org.o da opposicao
lorx c um dos mais acrrimos partidarios da guer-
ra :
O orgito do governo russo em r.ruxellas fez co-
nhecer ao mundo a circular expediJa pela chancel-
lara russa, sob a dala de 22 de dezembro. Ella es-
pecifica as condiroes, mediante as quaes o imperador
Aiexandre cnsente cm aceitar a lerceira das qualro
famosas proposites.
po a Mr. de Tremclcu essa guerra de epgrammas? culpado uro. mez anles
Sem duvida seu carcter Irausformou-se repentina- nliar-iins?
mente, pois cempre a couheci benvola pata com I __
os moros. Em que Ireneo, que honro
por nao poder acompa-
eom estima
particular, pode desmerecer de seu favor?
He justamente por causa dessa estima mui par-
ticular com que voss o honra, que estou acaute-
lada.
Isso nao he resposla ncm razao. Mr. de Tre-
meleu nao he un (dalgo cxcellenle, do mcllior lora
e cpii iin'.'
Eu nao poderia deixar de concordar nio sem
ilijuslica, responden a marqueza.
_ 'l'ein informaroes mas sobro sua moralidade?
voss lem lenlado militas vezes ensinar-me a indul-
gencia por cerlas fallas inherentes mocidade ; lor-
uou-se acaso mais severa do quo eu a esse respailo?
N-lo he dsso que se traa ; bem como .oss le
nho a Ireneo por um bello e excellcnle rapaz.
Sua riqueza esiara gravemente comprometlida
por prodigalidades? coulinuou a condessa.
Nao lenho razao para supp-lo.
Eulao?...
Eulao, disse a marqueza, vou fallar mais cla-
ramente. Nao me foi dilliril penetrar os projeclos
que voss lem sobre Mr. de Tremeleu. Daqui a
dous anuos Amelia nao ser mais menina, e embora
o coraran nlo telilla anda fallado, seus desejos bao
preparado para ella um casamento em que searham
reun das ledas as conveniencias.
Ah! confessa.' tlisse madama d'ingranile.
De mui boa vonlade ; e eu mesma varia cora
salisfardlo igual a sua Ireneo casar com Amelia ;
mas recelo que esse casamento seja impossivel.
Impossivel E porque?
Porque Ireneo nao ama Amelia.
Como o sabe ?
Por mil iniude/.as, por mil manciras em que
he mu diflicil enganar-me.
Atienda idade de ininlia filha, disse a con-
dessa, e nao eslranha que o olhar do Ireneo smenle
se leuhi dirigido a ella cura iudiBerenra. Ella an-
da he Ido menina !
Sun, replicn a marqueza; mas se o corarlo
de Mr. ileTienicleu eslivesse occupailo em oulra
parle?
Occupado.'...
Ou anles absorto. Que dira vosso?
S daqui a dous aunos he que quero casar mi-
nba filha. D'agora ale l elle lera lempo de corri-
gir-se de seus desvos. Dous anuos sao sullirienles
para extinguir um oamotico.
Um uamorico, sm ; maj um amor, mas urna
paiio...
Que !
Sabe, coulinuou a marqueza de l'ressigny com
urna viveza que causou admiracao irma, sabe
porque Mr. de Tremeleu vcio a Teste teutlo-se des-
Imagino que foi precisamente para teslemu-
nbar a nossos olhos a sinreridatle de suas desculpas
e a realulade de seus molivos. Nao he isso?
Nao. Pelo contrario nada pode er-lhe mais
desagradavel do que nossa preseura em Tesle.
Mas porque enlo ?
Porque elle aqui venacuconlrar urna mulhcr,
que espera a cada instante.
Urna imilber I repeli madama d'Iugrande,
cuja admirario duplicava a cada palavra da mar-
queza.
Siin, aquella mesma que elle seguio a Londres
e a Bruxellas.
Que essa cantora, essa Marianua?
Voss nao descontiou aiuda/
Madama d'Iugrande nao responden ; lilouos olhos
nos da marqueza e pergunlou :
Porque rasualidade parece voss tao bem in-
formada das arrrs de Mr. de Tremeleu ?
A marqueza de l'ressiguy deixou escapar um sor-
riso que llie era particular, e disse :
Que ihe imparta issu comanlo que minhas n-
formares sejam exactas ?
Mvslerio?...
1'alvez... mas nao censure-me, pois liata-sc da
ventura de sua lilha.
Voss n.lo faz nada como os oulros, minlia ir-
in.i i; e gracas a mana que lem de envolver suas
menores arres em una apparencia secrela, qual-
quer lerit lentares de crer uo que disse ha pouco
Mr. de Tremeleu.
Que disse elle ?
Nao lembra-se mais?
Meu lieos'. nlo, responden a marqueza.
Elle Tallava de um poder occullo do certa pu-
lira das inulhercs organisaila como a pulira dos
homeos.
Ah.' mas isso mo seria 19o mal imaginado.
Bm lodo o raso liro-lhe aeradecida pelo aviso, l
do rpidamente, nilo porque tivesse pressa de ebe-
gar, mas porque os molejos e as insiuuacoesda mar-
f ueza liiiham arenado. Com ell'eito, fiira para en-
contrar nina mulhcr que viera tle improviso raet-
ler-se as manieras de Gaaenuha, que eulao, como
j di'semus, no Uguravan em ueiihum itinerario da
moda.
O hotel em que eslava alojado liavia oito das as-
semelhava-se a todos os botis dos banhos de mar.
Eram as raesmas Iradiecoes de harmona britnica
uuidas ao mesmo man gesto francez. Adornado com
o Ululo superlativamente ambicioso de Hotel do
(tobo e dos K*tranaeirot [ que pensis, leitores,
desse : e dos tXtrannriros ? J esse eitabelccmrulo
liuha por proprielario um senhor lluol, no qual os
arr.ibaldes de l'aris diflicilmenle leriam reconhecido
as capacidades tiecessarias a um estalajadeiro.
Agora que Teste de Iltela ja recebeu a consagra-
cao, grande numero de casa moblhadas e de hos-
pedaras ah Icm-se elevado ; mas na poca em que
es.-revemos, o hotel tle Mr. lluol embora mediocre,
era o nico em que se enconlrava um aposeulo de-
cente.
O Hotel do l'.lnhi e dos lstraiigciros era situado
sobre a pr.iia, onde da maahia al mul as bar-
cas espesaran o bel pr-zer dos banhislaa. Mas es-
tes loMiavam-ea raros, e como os anuos precedentes
a estacan promedia passar no meio da indillereiira
unnime do. viajantes.
Todava netas da approximando-se do hotel, Ire-
neo julgou perceber uo semblante de Mr. Ilutit al*
livameule posto em p no liiiiinar da porla siguaes
cerlos de satisfacao.
Quando avislou Ireneo. Mr. lluol accnluoii ainda
mais seu coutentaiueiito : esfregou as raaos, laucan
baforadas de ar, c imprimi s peinas movimeulos
aleares.
Ireneo dobrou o passo, e chegantln tlianle du es-
talajadeiro, pergunlou :
Enlai)?
o I.- O principio do encerramento dat tttretUt
ser mantido ;
o 2.- Neuhuin pavilho de gaerra era adtaUitW
no mar Negro i nao serem os dat forras aavaaa tjua
a Russia e a Turqua, em consequencia da aaaacaaa-
veurao reciproca, julgarera ulil conservar all;
ti :l.' O algarismo tiestas forras sera determinada
por um tratado directo entre a Rusta e a Turania,
sem pailecipacao ostensiva das nutras poleactat.
a Eslamos certos, quanlo mis, que at aetifiai
do Sord sao exactas, e nao temot necessidade da dt-
zer qual he o arollumento que at potencias occi-
deutaes devem fazer a esla maneira de ialerprsjter o
aairo ponto da garanta. Ella prava alera da evi-
dencia, se he p.i-.ivel. que n imperador limadla
esla resolvido a nao ceder oin Ss pona dat ampra-
(euje-, e que quer conservar sobre a mar Neara a
supremaca, que um dos nbjectot da guerra tan sida
tira-la da Rusta uraa vez e fiara sempre.
< Ha pouco lempo litemos occatiao de chamar a
alternan obre carlea commentarnt do O't-Dtult-
ckt-Posi relativos inlerprelarao dat propaatoSas
receulemenle ajustadas entre a- potaaciat cride
lacs, e submellidas depois ao governo ruste par in-
termedio da Austria. Ora, etla interpretara re-
prsenla a vers-io lugleza dat propotirtVt relalivaa k
limilarao da tupremacia russa uo mar Negra, tiai
o urna couliiiuarao do tratado que linha fechad* aa
Dardauellos a lodos ot vato de guerra
ros. u Esta interpretarlo concorda de un
notavel com o enlido da nova circalar raata. Ha
claro romo a luz do da que os gabni'les de Vieuns
e s. l'etersbourc esiao de acrordo sobra at 1
propor, e he igualmenle manifest que estas
roes tao absurdamente iucompaliveit carn o |
ro objeclo da guerra.
Mas o que se deve notar lie, que a la
^o austraca em quesli he potiliv atara te
mo a versao ingiera das ultimas propesirei.
ou o governo austraco desfigurou sjrostnraneM* aa
condieet, ou roramelteu-se uata fraade indigna ka
ulliiiin manifest desl- governo. Os jarnaai de
Berln nos dizem, he certa, qoe o verdadeire lexta
das pro|aj.iei.es nao he ainda ronheride, aja*,
quando o for, verse ha que elle difiere eenstdara-
velmenle tas prometas feitat ao publico per lerd
Palmerston, para encontrar arrimo a aa
IracAo de-niuiaii.add, a que v approxiasai
horror o da, em que era miater prestar
las. A tentativa he tao \ quanlo coa
nao haver fanfarronada guerreira da
nistro, que possa dislrahir o publico de ansa
premeditada, ou garantir teot autores contra e ia-
disuacaoda Inglaterra loogo lempo illadida.
n A circular russa nao he. podemos eslar cartea,
una pro.fui.au gratuita da chancellara rusta. EN*
fui escripia em vala de eerlat proposcOet cneradaa
pre.enleiueuie a S. I'etersbourg. Estas [impttiglua
emanadas das potencias occideniaes, sis ou nae aaa
laes .pie a Rutsia potaa aceita-la. Se nao tas. par
que a Inglaterra asofferece? Se sao aeeilaveis, de-
vem ser apresenlada sob a forma de um ultima tusa
que nao admita nem inlerprelar.lo. nena ataaati-
menlo condicional. Nt nos jalgamos. pas, can
direilo de cuiicloir dc-la circalar, que (abnate
russo se acha boje, em presrnca de propotices. ene
nem sao precisas nem definitivas, a ene a imperador
acredita nada mais ler do qoe fazer-se regar para
obter modilicaces conformes a tuarjh) actual e aaa
designios da Russia. Nao not demorramos sus ca-
raeteritar uaaa paz, que fotte feila com as candi
roes etlabelecidas por notto inimigs, a aaa tomas
uecessidade de fazer sentir qual seria a pttille das
Estados tecuodarios, que leem dado es raurnrn aa
potenciis occideniaes, ou que ae lem -tmrrimttlidt
em seu favor, no caso de urna pai feila tem caniul
la-Ios. i>
l.-se no Morning Chronide : \ infttaarie da
Russia iguala a sua arrogancia. No fim dama rampa
aba durante a qual eos etercilot experiraealaram
toda surte de revezas e de humiliaco, ella aa piapa.
com urna imprudencia e urna audacia inrrivet, *l-
vidar lude que acaba de pastar-se e vallar a situarle
em que ella se ,,chava no couirro da (narra. Ella
ignara cnmpletameole todas at leit do direilo
nacional da Europa e .reclama o direilo da
sua vontade, sem perroillir a nlerveuco a a i
da diplomacia.
i A neulraisacio absoluta do mar Negro uas pe-
rece ser, na actualidade, a nica so lucas postivel.
O mar Negro nao sera completamente neatro tenia
depoit que suas amias te lornarem interdictas i Inda
e qualquer navio de guerra. Se a Russia fasta since-
ra err. suas proletlares tle raspeito para casa aa lata
raoraes do mundo, ella nao hesitara nm so instante
em tccilar urna condicao, que deixara a campa in-
leiramcnte livre ao seu eommercio. Mas
medita a couquita da Turqua e ae
anda o desejode realisa-la mais cedo, oa i
faz tudu que pode para livrar-sc de tola vigilancia
uo mar Negro, alim de poder um dia laarar-ee sa-
br sua preza, e apoderar-se della no mntenle fa-
voravel. He inadmissivel que a Kranra a a Inglater-
ra tolereru jaraai urna tal iniqoidade : nao ae poda
mesmo suppor slo por um momento. Se a
mas teot nomet ? repeli
Ah] Mr. de Tremeleu v aqui um homem que | volla francos...
Muito bem ;
com aucia.
Os nomes de quem?
Dessa senhora, desse senhor...
Oh exclamnu Mr. Iluot, ainda nao Ibes pergan-
larei: ainanha*, loga.... haver semine lempo. Sao
peeMS de dislincro.
,'veneo despeiud'o deu ai costas ao aslalajadeira.
He tmenle isso, que vosta senberia deteja ta-
ller ? perguulou este.
Visto que Vmc. nada mais lem a duer-aae '
responden Ircueo com humor.
Vossa st'iihoria v aqui um homem
rado...
Ora, Mr. lluol. de que Ihe terve enlaa aaa re-
gislro ?
Serve-me para intcrever ot nomes das |
que me fazem a honra de se alojaren! em
asa ; mas vossa senlioria romprehender faetsnau-
le que nao po-so agarrar a geule ao apear, l'm mor-
domo nao tlete ser rigoroso como uin cendaraae.
Aa menos Vmc. vio este senhor e essa te-
nhora ?
Nao tive esse prer. Vossa senlioria v aqu
ini homem que te auseva entao etn Lujao. atada
tira consultar um riruraiao meu amigo sobre a au-
unci que mando por em todas as ga/elas. Karata
meus amias que o> receberam : elles trazem mulla
bagagem. Deram-lhe os quarltM n. 7 e tt na frente
aquelles que (era forro de papel nova, e...
Dude esUlo riles agora, nterrnmpeu Ireneo.
Quasi urna hora depois que chegaram peduan
una barca.
Tina barra ?
Para pastearen! nn lagamar ; he o uto dea via-
jantes. Temos nova tarifa desde alguns diat; pera a
i'oiule d'Aiguillon 2 francos, para a capella ida a
lornou madama ,f Ingr.uide, porm alti novos escla- j pode emlim responder i nergunla que vossa senbo-
rrriinenlos periinlla-ine que nao participe de seus 1 ra far-lhe Iodos os dia.
sustos, que acho prrinaliiros.
Vois bem, minlia irmia, espere.
Oiiviau-se os passos ligeiros de Amelia.
Ella reappareceu no sabio preparada para oba-
libo, ialo he, envidia cm um peiileador azul, que
deixava sutpeilar o vestido sombro adoptado geral-
meiilc pelas mSnhislas. Eera inisler que Amelia fos-
se mu linda para continuar a s-lo com esse desai-
rse vi-tiiaitu. Aban disto sua fronte eslava quui
iiiteitamenleencoberla pelas sombras de um grande
chapeo da palblnha fabricado no Pauam, maravi-
Ibo-i, Irabalho de mais de mil trancos, e que cusla-
ra a vi.la ao obroiro que o liaucra.
Miulia mai, a barca nos espcia! disse ella.
i O a
Ireneo de Tremeleu vallara para Teste caminhan-
O >cnhor t ai/ni um liomem era a locurao predi-
leda do proprielario do Hotel do t.lo/io i dos /;.<-
Irtmeet'ros.
Cheaaran uoves viajantes? iulerrogou Imieo
com rapidez.
Justamente.
Ah!... e quanlos ?
Dous somenlc, um senhor e urna senhora. N.lo
he muilo ; mas o calor ha de Irazer-me sem tluvida
oulros ; principalmente. .
Seus nomes ?
Principalmente, coulinuou Ali. iluot porque
vossa senhoria v aqui um homem que lia um mez
manda por aiinuucius cm todas as gazclas na Cutan-
ne, no Memorial bordelais ua Sylpl,ide de la Ga-
ronne...
Para que lado se dirigirn! ?
Bofe vossa leaaharia v aqui um homem usm
nada tana a esse respaile... Ah agora me tomare r
disse Mr. lluol bateudo na fronte.
De que ?
Mr. lilaochard eslava la quinde elle embar-
rar,un. Elle nao sabio do hotel buje ; podara ialer-
ni.i-lo peifritanienle.
De veras ?
Vossa seuhoria aqui v um homem que asma
Ihe pode aflrmar.
Sem ouvr esla ullima phratc qoe era aa barca da
Mr. lluol como um eslribilhn de balota, Ireneo sa-
ulioii apressi miente a escada do primeira andar,
onde estendia-te o grande -alan do Hotel do Joaa
c dos Etlrangeiroi.
Ahi achou a Mr. Blanchard pasteando.
t,CoHtuiuar-$e-ktJ
*
MUTILADO


DaR| HE
'mw TE C FE! A 26 1 FEVER-f^O
18 6
\

ciufird 'v iniou a mascara, foi .i isso forrada ,., I.i
moderacao ila Franca e da Inglaterra, e pelo deejo
de olvidar suas oflensj" pira assecurar a psz da Ett-
ropa.
Pelo qoe loca no nteresses da rivilisa<;3o eu-
ropea, he profundamente deploravel que o resultado
nao tenha ido oblido, sen.lo depois de reiteradas
tentativas de ne.sociac.ao ; porque presentemente he
um imperioso dever para o alliados, e eom elles es-
tarlo em breve lodo os Estados da Europa, a' eicep-
00 de um neutro pusilignime e seni >rio, nilo s
incitar com a maior aclividadc, vigor e perscvcran-
m.mcs qaa estelen ein as-ignatoras, mas promello
que nimio hreve o farei, visto que lenlio de esperar
pelo proeedimento religioso e caritativo de cerlos
macnalasqueso podras avnllar no mundo das gran-
dezas malcriar!
genitores da cmara, tralai da unmeacau de Cis-
cis que cuidem do asscio c limpeza das mas, nao
leudes dinheiro. lie' verdade, mas de quem era a
culpa .* Seguramenleuu da falla de economa nos
diuucirus municipaes. ou enlao du grande abando-
no fin que vive a irrecadic.no municipal, perdoai-
me se dfgo verdade que llavera ocrullar, a poca
<;a as operacnes Hilare*, mas lamben rcgeilar lo- ""' csla Je cont nnlaces, e quando so olha para
Osestragos do cholera M pebre liumanulade, nada
eque se ciar e contra a falla de medidas, e que se
traga a l'renlc esla on aquella hisloria para corrobo-
das as proposito?. de pat, que possa fazer una po-
tencia, que nao ve na magnaainidade de sen inimi-
go victoriosa senilo una provocarlo ao insulto e ao
ullraje. Journal des Debis.)
COBKBSFONDSNCZAS 23 DIAfflO DS
PBNAMEUCQ.
PARAII111A.
19 de fevereiro.
Anda andamos aqu na indecisa, anda nao sa-
bemos, se temos ou nao, o Judeu Errante em ter-^
rilorio nosso. Apparecem uns incommodos geres ;
enastilo hrandos, que nimias pessoas, principalmen-
te do interior, osdesprezam sem sequencias ; e so-
roenle sei de dous caso, um em Mamatiguape, e
oolro nesta cidade, aos qnaes a medicina den o di-
ploma de citolera. De Taguara consla-me que na-
da mais ha occorrido, a o mesmo de ou'.ros lugares,
onde o terror tem feilo algum alarma sem funda-
mento, como nos deixa suppiir o silencio, que ac-
tualmente guardara os que mais clamaram. De
Cabaceiras conston que a epidemia appnreceu em
anas visiohancas, e que para o lugar afectado par-
tira o estadaule de medicina, que em Cabaeeiras se
achava. De 5. Joao consta, que nilo ha novidade
e sim em um lugar visinho ; mas o silencio indica
que nada lia a temer.
Felizmente lodos aquelles losares estilo preveni-
dos de recursos mdicos, cracas ao incancavel cui-
dado do Exm. Sr. Costa Pinto.
A febre amarella continua eom seus estragos; mas
somonte a bordados navios cstrangeiros, devido prin-
cipalmente inlernperanea dos aneciados, a qual os
acompanba anda mesmo durante o tralaraento.
Se elle* conservassem o rgimen hygieoieo, indis-
pensavel a qocm nao est aclimatado no paiz, se
foswm medicados a lempo, e conservassem o regi-
mon, certamentc qua resistiran mais fcilmente aos
ataques do mal.
As chavas team sido extraordinarias, haojeausa-
do inundarles nos ros, que Vio produzndo estrago*
as layoura, e talvcz logo concorram para prejud-
car nossa almosphera, |ior causa da decomposirao
dos corpos que ellas arrebatan) e arremessam ni
lugares a qoe aleancararo.
Em Piane honve urna iimnu lae.'in na noite do
da 4 do correnle, que subi dez palmos cima do
nivel de urna das ras, ainais povoada. Ouasi pi-
Iha d sorpreza os habitantes ; mas felizmente estes
presentirn) a lempo o hospede, e poderam mudar-
se com antecedencia.
A mesma innundnean se fez sentir em Pombal.
O nossd rio Parahili i nao so deixou vencer pelo
uniros, e apoderou-sc do Varadouro al alm da bar-
ra, tornando, as aguas doces.
Estamos cm anno climatrico.
Peste, eleirOes, lome, innundaees, e o que peior
he, com os impostores e vendedores de elixires.
Os mdicos e semi-meJicus, com as honrosas c\-
cepcoes. eilSo insupportavelmente cx;gentes. Pa-
rece que suaprimeira altenoilo lie para o estomago.
Os do interior cobrain at 2- por me/, do aluguel
de casas.
Os rupazes erraram a vocacao, serian) eiccllentc
economista?.
Os Ihitggs vilo mostrando as nabas.
Na cidade ri'Areia um individuo, qu^rendo rou-
liar a outro 59, deu-liie urna furiosa cacetada. da
qual ficon gravemente [crido. Felizmente foi cap-
turado o assassino, que nilo logrn todos o< efl ti. os
de seo crime..
Foram poslos sob a guarda do capillo Farias, de-
legado do Pintes), pelo Dr. Izidro l.eile Ferreira de
Souza, juiz municipal sopplente em exercicio, An"
rar o que se pretende dizer. lie preciso mais vida,
cui lado e zelo da parle da cmara desla vill.
<> volho tebito, tem s lomado o maior re-
h*lde .los mciis dias, < lia poocoa dias moslrou quem
era, no conselho do qualilicacio, aonde deu pata-
011 : e desesperado mnrdeu-so como un cao dam-
iiihi, a ponto de apparecer no dia seguinte lonco e
furioso. >0 Adelino applieoo-lhe urna sangria, po-
rmodemonio nao est pelos aulos e vai contina-
ando oin suas
O ceinileii.i d'aqai nilo leve inda principio; e
jiilso que nao lera fin). A cmara, de urdein do
governo mandn or^ar por peritos; este avaliaram
em ll:ll<)0'VK)'),gverno ai liando mnilo elevado o or.
Iho. .. bolo fro, ele, ele, ele., e l vo os uomes i veem de Sanio Antonio, pela ra da Aurora, e sm.
desses infelize para o rol dos cholencos, porque dar urna vnlta tilo longa !.... emfim, lo cousase
nao lia um obiluaiio dos morios a' forhe, nem dns lousas, que bem podiam lodo parlicipar, se he que
morios por nao terem comidas adeqnjldas ao mal
cntenlo, mandn que se tizesse de novo; a eamara que padecem !
enUudeu que desrin de sua diguidade, S4 admiltisse | Se odiamos para oulro lado, venios os alrive'sa-
oulro urcamenln. Orrameulo vai, ornamento vem ; I dores de agurdente, feijn, milhn, etc. He muilo
e esta villa lia do licar com os beicos. com que ma-
mou.
A limpeza da villa anda se nao fez: enlender-se-
ha que o cholera sera' tao acciadn. que fuja dos lu-
gares inmundos? Trancar-se-ha a porla. depois do
feilo o roubo '.' Ser esta villa lao privilegiada, que
nao possa soflrer os estragos, que em lanos oulro
lugare- se tem observado!' I.ouvado sej para sempic
lilo hum scnli, i !
Anida le)ilio o que expender sobro o accrescimo
nos pesos e medidas deste municipio ; creio que es-
tou anda cm lempo de o f:zer, A cmara na sna
providencia nae poda ler em tilla oulro lim. pnao
esroiniar o municipio da vexajHO dupla, cm que es-
lava, da foi.ie, e da tenuidad,- 1I3 pesos c medidas:
em b"m atemaria o ri-or do mal.
Al as eslar.V salvo 11 municipio do i/'o do nionopo-
alravessar Por essa forma nunca o nosso merca-
dado ser abundante e viveremos sempre a bracos
rom a leni\el fume.
Cabe-nos dizer aos Srs. fiscaes, que quando o po-
,vo ve-se opprimido pela falla de recursos tendentes
a manlcr as suas necesidades vitaos, e essa falta
he devnla pela maior parle a aquelles que prncu-
ram especular com a fraqueza humana, qualquer
madida que possa melhorar a sua sorle he razoa-
vcl ; assim he preciso, que enrgicamente se deem
providencias, am de que nao continu mais seme-
Ibantc abuso, e o mais fcilmente podein conseguir
esle meio nnico de tornar o nosso mercado abun-
danle. e faro rom lato urna obra nao so meritoria,
mas que... Ibes cominulara' algumas fallas, que
talvez inadvertidamente hajam rommellido.
lio c da fraude '.' F'u llie direi que na : e porque-
excarainucns, porque era iieccssarin I Jorque a cmara tem seu fiscal; mas os qu-> >end. 111
que o porco-vellio. snlUtse pelai ras dcsta villa j.,o mercado publico, lem dous pesos,,, duas medidas;
um, com que comprao os seeros alimenticios, c
um riio linhoso !
Duas palavrasao collcga de Slaniangiiape :
Firmeza de carcterilluslraraotlenlopres-
tigiomritopatriotismohonradezserviros prc>-
polro, com que os vendeui. Em quanto a cunara
11S0 reformar o seu fiscal, assim romo reformen os
I seus padrdei; em qnanlu o fiscal reformado nao mul-
provim-ia e ao imperio : eis o complexo de 1 lar es contraventores; em quinto est.s mullas
nao lorem cobradas sem distinraode pessoas; o
predicados rceonlii-cidus e proclamados no Sr. Kre-
derico pelo collega, que em su) dlustra.la c dogm-
tica opiniao deviam valer muilo para q ue nao enr-
resse o menor perigo, o pleno aeolhimento sena-
lorial que havia de ler na provincia o mesmo se-
nlior.
Desle modo excilava o colleg, os )rios c a digni-
dade do povo paialiibauo, para qnc nao fallasse
com sna plena confianca no Sr. Frederico na pre-
sente eleiran.
Pensara bem o collega lio que disse, a respi-ilo do
Sr. Frederico '.' Nao vio que expoz o nome desle Sr.
ao ridiculo, querendo dar-lhe quasi exclusivamente
o primeiro lugar na ordem dus Parahibauos dislinc-
lospela sua inlelligencia, e por outras militas habi-
litnrnes ao lugar de senador do que o Sr. Frede-
rico '.'
Oh que islo foi urna injuria impcrdoavel que o
collcga ipn/ irrogar a provincia do sen nascimenlo,
se com etlVilo, se como suppmho he lilbo de Ierra
parahihaua.
Nao lancaste,charo campiao, um escarneo a nos-
sa provincia, intcreveudu o nome do Sr. Frede-
rico as paginas da la stniia, quando ah leudes oo-
lro muitos caracteres dsliuclos a quem a provincia
tanto deve '.'
Logo Ibedirei msi alguma consa, o lempo he
pouco, a amizado est s acabando.
Moito sen!i a retirada no seu Ilustrado corres-
pondente do Tilla do Paco de Alagoas. e os preciosos
momentos que gaslava na leitura de suas producces
inleressanlis-imas, me bao de ser sempre lem-
brados.
Ascadeco a'idi liso)igeira que de inim fez, e o
Ilustrado collera jamis deixara de merecer os
meus encomios pela dstincta posico que oceupou
as paginas do Diario de l'einambu'-o.
Saudc c felicid des, dinheiro c gordura livre da
epidemia, des.jo a Vmc.
O rellin aldeiio.
UIOI.UANDEDONUTE.
tioianninha 7 de fevereiro. ,
laiviii a misericordia divina transformada em co-
piosissimas chufas no dia -2:1 do me/, passado; c es-
las rliuvas foram taes, que afogaran) a desmarcada
usura de muilo, bpedes, que eu cunheco. A poli-
ca havia dormido, quaudo lite cumpria vedar a ex-
portacao das familias: os agiotas, aproveilando-se
da quadra, recolherain aos seus elleiros centenas e
mais centenas de alqueires de farioha, com o inluilo
1 vo ao maior apnro de fome. ^eslt* cmenos o que
fez Dos! Disse Id de cima a cada um dos usur.iiios
oque onlr'pra responden ao nvarento do Evange-
lho :ni tero cruciariKFoi dito efleito: ja no
dia i'l os taes agilas nao sibio a qnc santo se cu-
comendassein : continuaran) as chttVSS, baixou o pre-
lonio Franklin do Santos c Tbomaz de Araujo l,i- co ilas f-iinlms, e o que he mais para admirar, ellas
ma. indiciado, na morte do infeliz delegado Kilanis-
lo Lopes da Silva.
Dos queira que nao Iiaja por ah sua prolecj)o
plancjada. Quando a esmola he gremio o pobre
desconfa.
A nciedade pelos resoltados parciaes dos collegios
do interior he grande ; menos para mim, e aisuns
amigos, rujas forquiUutt, taboca*, logro*, iieepfSe,
desaponlamenlos, 00 como ein direi lo melhor nome
c luga baja, nao se fizeram esperar.
Iloje a clicas s,io entre os Drs. Flavio e Assis,
que eslao em qucsllo a ver qual exclue o oulro. O
resultado sabido he o seguinte,.que pode bem de-
terminar a elecao, porquanlo, poucos collegios fal-
lam, e esses de pequeo numero de votos :
Drs. Delinques VI, Frederico i", Assis 2it",
Flavio l'II Felisardo IKS; os mais nao val a pena
referir.
O Exm. presidente tem tomado providencias em
I cnterramenl-:, que n.To deven)
demorar-se depois do passarirciilo.
Tamben vedou os ilobros de sinos, pelo qoe eslo
meus muidos em descanso. Ah cmara, cma-
ra ?
Est suspensa a quarentena.
A nosia Iluminaran publica amia cholenca ha
oiuito lempo ; podoramos chama-la escurldiio pu-
blica. Nao sei o que faz quem competente he para
tomar eoohecjmento do tal ramo do servico pu-
blico.
O preso do vinagre e mais gneros necessarios ao
citolera, tem subido extraordinariamente. Aic os
vendelhoes querem metlr o braco al o colovcllo nn
sacla do Judeu firrqnle. Quem nao morrer, quer
(car rico. Dos os ajude.
.Foram presos Andr Francisco do l.ivramenlo
criminoso no (armo de Cabasekas ; Antonio Kodri-
gues Laurino, criminoso em Naluba ; Januario de
Olvera l'.iria-, -abri.-io Jos de Oliveira e Joa-
quim Alves Percira, indiciados cm diflrentcs cri-
mes.
A bordo do Paran chegou n criminoso Manuel
le Santiago, viudo o Ceari, e do Kio (iraude do
Norle Octano Kibeiro Fialho.
Eis o que ha fie mais ntcressanle. Saudc e qu.111,
lo lia bom lhe desojo por dilatados anuos.
e.'ao encostadas. One ll(So mestra para os que cos-
tnman amanar o ludo da u-ura com as lagrimas da
pobreza !
l)on-nie pressa cm communicar-lbe que a cam ira
mnkieip d augmentou o padrao dos pesos e medidas.
Novas e profundas feridas para os agilas na venda
do (eneros alimenticios! Que importa que loe o
diabo quem ao diabo perlcnce .'
A ji)ila de qualilirartn dos volantes nao Irabalhou
anda: esjnize de paz. desde o primeiro al o ul-
timo, deram-ae por doenles. Foi bem clinxalerief
para os juiz-.-s de paz dcsta ireguezia o lereeiro do-
mingo de Janeiro! Coma rondii.ao incvitavcl de a-
doecer em rporaa determioada nao quero r jaiz.
O negocio ja (oi levado ao conheeimenlo dogo-
ver.....
Mnilo larurno tem andado o collega da capilal!
O seu silencio parece nao abonaros tvmptomsidl e-
leicaodos depulados provinciaes: olouvor, que sem-
pre agrada, quando se neg, he signal de nao dever
dar-se : eu c pens assim.
Ilontcm, a chamado do delegado de polica, com-
parecen peanle elle .'Joao .Nunes de Uacedo a de-
muiiicipin sera' victima do monopolio, da fraude, e
do roubo, que lodos os dias se experimeniao. Nao
cessarel do .iier que o comroercio deGoianninha se
esvace a olhos vistos por doas causas : a pr'imcira
pela caresta de ludo ; a segunda pela falla de sin-
eehdade e boa f no mesmo commercio : enlende-
ram os negociantes que no excessodo preco consista
o excesso do lucro; enganaram-se grosseirsmente :
no prazo, em que o careiro vende os seus gneros
nina vez, vende Ires equalro vezes o bar.ileiro ; e os
lucros desle por mdicos, ipie sejao, sao sempre
roaiorea que os daquellc. Qual he a rasao. porque
o commercio de S. Jos de Mipib esta* em um
augmento pasmoso".' lie por que la'se podem com-
prar os gneros para serem vendidos aqu por menor
preco do que o que esta' cm voga.
\ai a fechar-se a mala; e aqu lindo sem ventalle
de lindar : o mais paraonlra vez.
A.
P. S. IV miabas saudades ao seu correspondente
de Villa-Flor: oulro lano ao da capilal.
Emqiianto o cholera, a mantira de um esquadran
bem cerrado, 1a accoinnicttcinio o assolando as pro-
vincias mais longinqnas, parece que por aqu se en
lendia que elle nunca chegaria a esta provincia;
mas as noticias ltimamente rhegodas fazendo
conlieccr que esse seu Pernamburo nao era ara pe-
radeiro a invaslo do chilera, ensinaram ao mesmo
lempo que havia necessidade de recorrer-M a Dos.
O v gario desta fregueza annunciou que dara
principio a urna novena de penitencia no dia 11 do
correnle ; e do pulpito ustrino os seus paroclnanos
da maneira porque se deviam preparar e assislir a
novena: as boje elle lem feilo serurio lodos os dias
antes da novena ; e bem me persuado que ir des-
Qmpeuliando osle imporlantissimodever nos dias que
se seguirem. f) povo (en) concorrido ; e se observa
grande espirito de religiSo; o maior silencio tem rei-
nado na matriz durante o acto. Permuta lieos que
continu e prrmaueca este espirito de penitencia.
O delegado de polica mandn destacar algumas
pracas nos portes desle termo, am de fazer observar
a quarentena. Eu rendo os meus einboras ao dele-
sido por esta providencia. No din ii spproxiincn-
-*e da barra de Cunh'a urna barcaea : fez-se signal
de que ella devia licar na quarentena ; os barcacei-
ros nao csliveram pelos autos, desobedeceram e j
estavam quasi denlro da barra, quando o comman-
danta do destacamento mandn fazer foso para a bar-
caca que soube lomar logo o caminbo de quarente-
na. (randa poder tem o ;im cimi da bala Ao
ouvi-lo, o leimoso tnrna-se prudente, o v dente lie 1
fraco, e o descuidado amanta pnce de avisado !
O invern lem continuado; e cada vez mai se a-
batem is esperanzas dos usurarlos. Dos Ibes de re-
signaran no presente, e para o futuro una licao de
que com as lagrimas da pobreza nio se deve negociar.
O enrarregado pela cmara da limpeza das mas
desta villa esla nos prepares de-la cominissan. Adeos.
A.
nao ha recommendacoe, etc., etc.
A nossa lembr^nca nao pareja csquecinenlo.
Porque as nossas excellentissimas patricias nao bao
de concorrer cora os recurins, que dtliverem 10 seu
alcanse, para ossorcorros das orphaas desvalidas de
tantas victimas da epidemia '! Talvez, que se alguem
pedir-lhes urna esmola pelo amor de Dos, para es-
sa pobresinhas, que perderam e perdern seus psi,
as nossas patricias, que naturalmente 1(0 tan gene-
rosas, raridosas e snsiveis, nao negaran por certo
um vintn ; sim, um vnlem dado pelo amor de
Dos, equivale a avullada soinma dada pelo amor do
luxo e ostentadlo.
Queremos tambera apresentar a nossa* medidas,
sem la esses nlerosses de gloria estrepitla
Talvez que as Domas Ilustres patricias nao pos,im
ja organisara exemploda Haba e da corle, umaso-
ciedade beneliccnle para ossoecurros das desvalidas,
e assim, convidamos aosrcvereudissiinos senhores sa-
cerdotes seculares e regulares, que quizereu) pelo
Temos ainda esta vez de registrar um laclo, amor de Dos enearregar-se as freguezias desla ca-
em que a caridade he calcada a ps ; a caridade,; P'lal e adjacenles, de e-nn laiem pelas nossas illus-
que lauto distingue o homem do brulo, be infeliz- lr'', patricias, soccorros para as orphaas. de o faze-
mente despreaada mesmo por aquello, que mais rem """m brev ida le, devendo publicaren) diariamen-
deveriam eterce-la, principalmente na poca |lepeJwjornaeasmdasqnelirareni, e deposlta-
rlual. I'ma pessoa passou pelo lerrivel golpe de I'i,s as maos do governo para Ibes dar o destino
ver sua miilher, c seu filhinlm alaeados pela re- | competente.
nanle epidemia : corre a'casa do Sr. Dr.... a'ca-| Elas rommisses de sacerdotes deven estar debai-
s de om medico desta cidade qoe nessa occasiao se ,0 dos auspicio dos Eimt. Srs. presidente da pro-
achava almocando, e ja em sua casa urna outra pes-' vineia e hispo diocesano, de quem devergo receber
Ma O procarava para ir tratar de um eu escravo toda asrdeos, e adoptar (odas as medidas concer-
igiialmenle alleclado iln mesmo mal. nenies .1 um lim tan pin c santo.
O Sr. Dr.... almocava tranquillo. O ultimo cite- I Pedimos anda as nosas Ilustres palririas, que
tos para salvar ao seus semelhante. O que nao
be possivel he que n Sr. Marque fac milagrea, qoe
salve lodo, que adevinhe quem e't doente e sobre
ludo, que obligue aos d lentes a medicarem-se e a
susuirem as prescriproc.
Agora oucam Vmcs. o que se passou na ra Im-
perial e o que tem dado lugar a muilos casos falaes
nesse dislricto : No da 19 do crrenle pelas 7
horas da manhaa fui atacado na obra da matriz de
S. Jos, Manoel Francisco de Mello e ah se conser-
vo)! al as II horas sem lomar medicamento algu.n;
foi enlao conduzido para a ra Imperial, ondo che-
gou perfeilameulc cholenco e no periodo lgido :
o Sr. Marques assistio as appliearcs que lhe man-
dou lazer, que constaran) externamente dos revul-
sivos e internamente da macolla a que se juntaran)
12 gotas do elixir paregorico americano. Ao lomar
o ultimo medicamento, queitou-se o doeule de que
aquelle remedio era quem o malava. Succumbio
o enfermo pde enlao para ca anda pi la mu Impe-
rial gritando o bem conhecido '< \ico-gago que
o doutor matpu seu irmo com \- gottas do reme-
dio preto, que lhe qu.'iniara 111 o cnrac.10.
Depois desse fado senhores redactores, os pobres
moradores da Cabanga, que san pouco iotelligcn-
tcs, teem mais medo do remedio pelo do que do
cholera. Ouaodo o Sr. Marques he chamado, ou
se serve dos mais rseos instrumento. ^nn M
des obras ; porem nao nos preefpitemo
ludo por um milagre : nao miramos ap*
julgando que seguimos a Juno He poasiiij ,
'linda se descubra um especifico para o eboteri
pniem n:io se crea as vassournhas, entre enens
de cajazeira velha, e quejandas asneiras de pai Ma-
n .' O limao fez estrepito, e fdi eaquecido: appans-
ceu o negro de Guararapes. nao se falla mais Baile ;
salie agora Jos bastidores o preto oo Sr. Gervasi-
nho : nao nos cansemos que lera a mesma sarte.
Dos amercie de nos, levando para lunas
esso lerrivel viajante.
P. S. .um dos dountes >le Maria-Farink fin-
ca liem mal.
.Carta particular. )
diario be ^trrtambitco.
Ilirelieruo cartas do I'aso de i.imaracibe. cnaa
dala de -\ de. correnle. O mal que lea 1 sillili
qua-i todo o imperio, ainda era dev-tinherid na-
quelle lugar, mas cumtudo a popslara* cvlev* bat-
anle assuslada, e se ia preparando para recebe le.
nlTda Paraaiba. esa
Da carta do nosso corresponden
dala de 10 do correnle, ver-sc-hi qoe, alm or um
ou dous casos duvidosos que na capital tem appare-
cido, ainda era desconbecida a pmcafa real da
epidemia uaqu'lla cidade a em alsun ponas da
quando alguem se dirige ai posto medico pedindo provincia pnuco ou nada se lem sentida a <*us ef-
rcmedios para alguin seu purenle atacado do elio- feilo.
Keceberam-sa, nnlicias de '.aranhaa ; a upMu-
sado cxpe ao medica o seu oslado de consterna-
ciln, e acahou dizendo. que ja se havia dirigido a
caa de diversos, mdicos, apenas o encontrava em
por Dtosnao se rximam de coucorrerem com o que
poderem, para essas infelizcs de seo sexo.
Kscimdalo Cerlo Dr., que tratava de
casa, que receiava com qualquer demora aggravar uma Maria de lal, por alrunba Mancas-gorda, mo-
0 mal das pessoas, quexllie eram m ii que ludo rba- I radra na Estrada Nova, protesto*, que nao 'onti-
ras, e que rinalroenlc em snasMiiaos eslava salva- nuaria inaisa trata-la, se fnsse confessada e nn.ida,
los! [Essa confianca !... o medico pergunlou-lhe a mas a familia de viaricas-gorda. allendcudo antes
que diitrictfl |terlencia, e sabendo que nao era rao- aos reclamos de uma chhstaa, do que aos prolestos
rador no que Ibe eslava confiado... Cari la le de | um medico, foi chamar o padre Farias, que nii-
dislrirlo descnlpou-se allegando esle motivo (!!!l I nislrou os sacramentos da confisso c exlrema uneao
(ralava de um negocio publico, e sim particular, I confusau nao a pede s quem se acha em
que eslava disposlo a satisfazer a cora da forma, i a9io* <1e mofer, nao, meu senlior : Maricas-gorda
que elle jateaste, com Unto que nao deixassc mor- I PC(,' conli-sao muito animada, e se bem que o Dr.
rer ao desamparo sua malhcr e seu filhinho. Ainda cumprisse sua palavra de la mais nio ir, Dos se
asim esse medico desculoou-se dizendo, que no ca- lembrou dessa pobre mulh-r. Islo nos altela Igna-
so de se prestar fa-lo-bia a qaem o havia procura- [ c' utartlni da Cosa, sogro do filho de Maricas-
orda.
O infeliz himem observou-lhe ainda, que n.io -e '' dnenie. queifclizmenle acha-sc melhor. Sr. Dr..y nomes dos accominellidoS com. declararan dos
que se tem salvado e dns qua lem fallecido.
Cumpre lambam nolar que militas pessoas lem si-
do medicadas pela horoeopathia e oulras sa lem re-
cusado a tomar remedios.
lie falso que se tenha toreado a algoem a reco-
llier-se ao hospital e respondemos a esa parle da
Pagina porque julgamos que ella se refere aos ins-
pectores da ra Imperial;. Fas o que se passoo :
As !l lloras da noite do dia -Jl do corrertte appareceu
uma mulher ebria pedindo que acudissem a seu
marido que depois de qualro das de doeuca esla-
va a morrer : ellectivameute ah foi algoem c achou
o pardo Joao Jos de Miranda atacado do cholera
no periodo lgido, sem falla e como morlo ; tizeram-
so I he as necessarias applicacOe e consecuio-se de-
pci de uma hora de esforen que o bomem vol-
lasse vida appareceu a reacrao e talvez se po-
desse arrancar essa victima das maos da morte ;
mas a mulher do enfermo, ebria como se achava-
consenta que um seu visinho cujo nome publicare-
mos se for preciso, desse ao doente um vintem de
azeite de carrapalo e de peixe. O resultado deste
medicamento eslravagaute nao se fez esperardea-
tro cm pouco eslava o homem vomitando e tornado
ao periodo lgido : era preciso nao cmiseutir-se que
essa mulher e esse seu udicioso visinho fizessem no-
va applicarao que lerminasse os dias do desgrana-
do que Ibes linha cabido nas imitas. Mudas pes-
soas ins'.aram culac para que o homem fosse reco-
Ibido ao hospital e isso sa conseguio sem a menor
violencia consenliudo-se mulher que acompa-
nhasse a seu marido alo ao hospital doCarmo
Se Vmcs. se dignarem dar publicidad; a estas pe-
queas rellexoes, lalvez que u publico lire alguma
vanlagem do conheeimenlo dos fados cima apon-
tados.
Recife 2 de fevereiro de 1856.
At amaiiln'ia.
1
A.
PAGSraa VULSA.
I o ios aquelie que cm crises romo a actual,
nao trepidara um momento em socorcr como po-
dcre?; cena semelhante mcrecem que seus nomes
nao sej im esqneci.ios, para que oulros prevalecen-
do-se desse> servic s nao se queiram inculcar auto-
rea delles, co.sao a cada momento observamos. Te-
mos muilos mel'cos entre mis. que realmente cons-
ejos de seus dever.?s c do tratado, que fizeram cora
a huroanidade, nBo.davidam nm instante cumprir
exactamente (odas as clausulas desse Ira lado, que
cm puncas palavras se resume no amor do prxi-
mo, no credilo da aeiencia qnc estudaram," e nos
lirios da classe a que perlenccm. Entre esses me-
nor sonre o faci, que lhe releri na dala de '.t de dices lia muilos, con 1 di-sem
Bgaanelras 'J de fevereiro de 1836.
Depois de nosso arrnidoeleicao aenaloriala or-
den do dia heo cholera. a populacao vive aler-
rorisada e vendo o instante que he alocada por esse
' vizitaulc infernal que s poda ter origen) na mal-
ditas margen do Canges! O grande desanimo em
que eslamo tero.em resultado uma dizimacao cs-
pa 11 losa que nos lia de fazer o cholera nos momentos
de ataque.
O (erritoiio da villa, encharcado como se arha, c
lodo cheio de iufecees e inmundicias, nao pode
deixar de se lomar urna morada constante do cho-
lera.
Tudo entre nos revela inmundicia, inmundicia e
nada raas !! No ctanlo a cmara nao di'a anda
siguaj do vida.
Apiroxraa-se-iio o cholera, o o que temos feilo
em favor do nosso oslado sanitario Nada, porqne
nem o recursos da provincia permitlem que o go-
verno nos aecuda eom o que ha necesaru), e nem
a usura (oaea o mundo inteiro !) e nem a usura
da maoria dos parlicul ires da lugar a que de.. \c j 1
se cuide em lomar seras providencias! !
Tralou-so de uma subscripcao com o lim de soc-
correr a pobreza desvalida, e abrindo-se c-sla, se
apreseularam como membros da coinmissao de cs-
mol, os Srs.:
l'eucnte-coroncl Leonardo Uezcrra Cavalranl1'.
Tanentc-coronel Joao de Andrade Freiles de Cu-
paoba. v
Padre Asiere Estanislao Ourique.
Dr. Chrispim Antonio du Miranda I clui.i.
tratndose presentemente de lal subscripc.io. di-
visa-se da parte dos homens do lugar, uma cerla re-
pugnancia em prestarem suas esmola para la o justo
lim, de serle que presagio roao resultado de Mo
bous desejos, que miseria !
Deixemos que uma sutiseripeo de lana necessi-
dade. deseuvolva cora vigor o espirilo de caridade
da parte de cerlos senhores que nao (em por seu
Dos, senao o onro e nada mais !
Por pra u3o me eccuparei' com a enumerado dos
dezembro, de corla mai, que para recobrar os foros
delonzella, enlerrou o sen lillnho ainda vivo.
Coiista-mc que algumas pessoas se propcm a apa-
driuliar aquella in.u fera ; ma-' lambem se dz que o
delegado prepara-se a nao ceder a empenhos.
Ja me esla parecendo que o processo morrer no
nascedouro ; porque a chave principal he odepni-
uionlo das lestemunhas.Pobres tcslemunhas?o que
diro ellas amarradas com as cordas dos empenhos'.'
De que alera nesle caso a puhlicidade do aconleci-
incnlu '.' Agora me record cu do um caso, que acon-
,eceu; perlo desta villa, na distancia de uma legoa,
foi assassinado um ndviduo, llavera qualro anuos:
tirnu-so n processo; e uma das leslemnnhas foi iao
zelosa de sna consciencia que, sendo interrogada si
sabia quem foi o assassiuo, responden que nem ao
men .s Ibes conslava que aquelle Individuo livesse si-
do assassinado! O mesmo poihjra acontecer no pro-
cesso verlcnle. A seu lempo cu lhe darei saber o
resultado desle imprtame negocio.
Couhe-mc 11 sorto de achar-me a poucos dias n'uma
reunio de padres; c disse conmigo, desle janla,
nenio ha de resultar alguma cousa uotavel; visto <
quo em ininha presenca, e dealguns mais, que nao
pasanos das ciencias Ibeologicas, cada um hade
quertr mostrar o sen tlenlo.
Nao me inganci; ,1 convcrsaeo loinou o carcter
de disputa ; e cada um procarava encordoar o seu
seu coinpanlieiro. O primeiro propoz a seguinte
questto: Adi leve Irez Olhos, do sexo masculino;
a exceptan de Eva, nao havia uma outra mollicr :
donde proveio a multiplicacao do genero humano .'
.1
quaes seus no-
mes ja lena) mencionado algumas vezes, e nos pa-
rece que temo tal ou qual imputacao/.inba, tanto
mais quando so observa, que s o dcsrjo de nao ler
tngarrafudo o ment de que o lem nos impelle a
dizer hem a quem realmente merece, e heni assim
teremos Inmonveii se bem que sem impartancia)
com aquelles, que prevalecendo-se da fraqueza de
uns, e da gonerosidaile de outros, querem /a;.cr
casa na quadra aclual, que o homem pobre dcli-
nli 1 e morro sem um ar de graea do alguna desses,
que o governo lem distribuido pagando hem p'iga-
dczinho i rusia dos cofres pblicos.
Alguem nos acaba de informar, que o Sr. Dr.
Poggi lem-se esmerado no Iralamtnlo dos pobres do
dislriclo a seu cargo ; nos pedimos ao Sr. Dr. que
nao desanime, o nem lome como um de sens calle-
gas) o pulso dos doenles de longe, e lanbem nao
perguule aos de casa se o doente est glido... <)
medo zue, mas n dinheiro Une. Considera bem
nislo o leitor.
Dous llageos allligcm presenleawte a hiima-
nidade a lome c a peste ; cs!c be o casillo do
Seuhor na pnica dos qu,-, es (iicccndo esle pre-
ceilo por ello lao roconinieuJ.i !u : amo-I so/nc
loaas ns cousas, eonsUeram o onro com o nico
objeclo de suas adoracOes, e aquella sen lo Cilla t s-
menle da especularan, dimana daquelles, que, des-
piezando lamben o preceito que muito reconun 11-
da o atncr do prximo, ferln inteiranente os
ouvidns aos justos clamores da humanidade, c s
atlciidein 10 vil e srdido nteresse. Para a esinc-
dd primeiro: ao que respondou-lhe a pessoa a
quem elle se diriga ,|ue de bom grado ceda, que
o Dr. fosse primeiro soccorrer ,1 quem estava pres-
tes a perder pessoas 1,10 cha-as do que um escravo :
a resposla que liverara ambos foi espere o Icilor,
deixe-nos lomar tenencia, deixe-nos espirar, en-
dlreilar o bico da penna, sacudir o liar rao que es-
lava a calur...' que nio se prestara mais era
a um era a nutro !
Os dous inspectores de Fura de Portas nao dor-
mem 110 romprinirulo dos seus deveres na aclual
crise. Continen!, porque bascados en lestemunhas
verdadeiras, sempre rerommendaremos seus nomes e
de todos, que ajodam 10 governo, e procuram me-
lhorar a sorle das abuses infelizes.
Ipojuca.A epidemia all lavra com furor ;
os habitantes a margen) do rio vao desapparerendo
com rapidez espantos, j pela emigrarao, j pela
more : osengenhos contiguos a margein do mesmo,
(cera sido cruelmente acontados Sente-se doloro.
smenle a falla de um ou msil facullalivos, c aquello
povo confia muito no Exm. Sr. couselbeiro para nao
desesperar de sua sorle. Esla9 indicias nos foram
Iransinillidas por carias de pessoas, que nao teem
interesse de augmentaren), ou exageraren), o que por
ipojuca se passa. Muilos senhores de engenlios leu-
do u sua frente o virtuoso Sr. vigaro Fumino, leem
feilo o que humanasncnle se pode fazer a bem da
pobreza desvalida.
Pao d'AlhoVai mal, e era mal, c muilo tem
concorrido para islo os enlerramenlos feilo a smo
na Cruz do Padre. O Sr. Mello asado perdeu 10
escravo, e quasi que abandona o engenlio. e IChl-M
em casa de sea sosro. Consta, que modas pessoas
voladas cova. reaassiUranem raminho. O D.
abbailc, de San .liento, nao esta nas encolhas, tem
tratado de muilo? doenles, tem cmoladn, e a sua
tasa no engenbo Mussurepe, ha diariamenlo uma
concorreneia eatraordinaria de pobres, a quem elle
soccorre.
(hhotpilae*.l'llimimente se ha desenvolvi-
do cnlre o povo a creuca, de cuo pmicoscscapam da-
quelles. que sao leva los pira os hospilaes, victimas
do ll'.gello, c o resultado beque niuilus repugnan) ir
para ah.
Vun mal, que a presteza na applicacao do reme-
dio e .1 confianca ten toda a vanlagem. semelhante
preconceilo be por dentis prejudicial, o pude trazer
serios males conven, porlanlo, desvanecer ese
prejqteo.
Com elleilo, lem snccumbi lo haslaiiles doenlrs nos
hospilaes, mas a raza he, que nao s ncssi s lugares
lu maior numero de ITectados, e-portaulo, maior de-
ve ser o numero dos que suecumbem, como porque
mor parle da vezes os doenles para ah levados,
leem Ittingido 11111 periodo grave, e por assim dizer,
vao moribundos, roncorrendo para SU virem de
longe, em urna pedila rominiimmeiilc soll'rendo de
vmitos e dejeccessem serem medicados.
Ora, a medicina nio he infallivel sai Dos he se-
nlior A bida, e exgr, pojs, qu-' lodos se salven),ou
que doenles em lal estado, sejam curados, he quasi
exigir o impossivel.
Cumpre todava, que sejam esgotado lodo, os rc-
cursns d'arlc, e lou )S es soccorros da caridade. C,e-
ralmeulc o pessoal dos hospilaes mereceronfianc, e
se alsuns empregadoi nao s.lo como desejaranaos,
elles saberao cumprir seu devuras, sempre que suu-
bermos de seus descuidos, porque os advertiremos
como amigos ; contado, a inaioria cnsela de seu
dever nao desampara por certa aquelles, que a sen5
cuidados sao confiados.
II neccesario, pois, que a populacao perca esse
temor do hospilaes, e encare-os nao como um an-
iiuncio, ou prnbabidade de morle, sim, como um
mcio de cura, mais promplo, e o que mais que ludo
Cunvin, he que os doenles para atii levados, sejam
conduzidos com presteza, logo que foreiu alacados<
ou senlirem o mal, e nao em 11111 estado em que a
cura se torna dillcil.
Seria para desojar, que Insscm recebide todos in-
dislinclamenle, no enianio, consU-oos, que os esera-
vos nao sao ah recebidos cerno ereal'iras, entenda-
mos, que cslavam no caso de mereccrem soccorros.
quando seas Mueres nao pudessem Irala-las, ou se
delibarassem pagar-a entttivo nos bispit.es: o inte
rcse publico exige, a humanidade o recla-
ma. I) Sr.. Dr. Firmo, c bem assim, lodos (pnr
ora] o. cucarregados dos hospilaes sao cavalloi-
ros, zelnsns e ob-ervadores do dever : naodevem com
tudo perder de visla esses meninos, esses meninos de
Oi dislricto j se acha prvido de um hbil
facultativo o Sr. acadmico Francisco Nei> da Fon-
seca, mu' -a.1 pnr S. Exc. Esperamos que agora
cessm as reclamaces.
Lina pessoa moradora na ra do Amparo, na
cidade de Oliuda, referio-nos o seguinte fado: um
seu irm3o que coslumava solTrer de ataques de
caimbras nas pernas, indo tomar um banbo cm Ma-
ria Simplicia, foi accommettido do mal naquella oc-
casiao; c quando foi soccorriilo, nao dava signal de
vida. Entilo ronduzio-o para casa, am de fazer as
experiencias do coslume, par verificar se com eflei-
to eslava morlo. Nette cnlretanlo apresenla-ae o
subdelegado, e sem proceder a evame algum, con-
duzio-o para o cemilerio. Quem sabe se esle ho-
mem podia recobrar a vida, como s vezes acontece
em lae casos E se elle nao eslava morlo, nao ser
o Sr. sub leleftado aulor de um crime, posto que in-
voluntario '.' Assim, ser bom que em sernelhanles
circumslancias se proceda com mas prudencia e
criterio para evilar-se um assassinalo real.
Da meia noute do dia de sabbado para o do-
mingo, houve no bairro de Sanio Antonio om pro-
cissao de penitencia. Con.(a-nos que fui feila sem
licencj das autoridades ecclesiaslicas, e al sera con-
senlimento da polica. A penitencia tanto se pode
fazer nas igrej is, como era casa, e parece que a
respectiva ostentacao nas ras publicas, tira o carc-
ter que deve assignalar taes actos, e nao passa de
um acto de mera Oslen lac.lo.
Consta-nos que os Sis. Francisco Coelho de
Menezes, e Bernardo Jos ib Cmara tem appli-
c.ido no tralamcnto da gente de seus olvennos, os
vomitorios e purgantes de Lc-Kov, com inmenso
proveilo, inda mesmo nos casos fulminamos, .; que
em 100 c-isos da cholorina o citolera nenltum pe-
recen.
Como muito se lem fallado no tralamcnto d.
mal pelo preto Manoel da Cosa, ahi tm os leilo-tlc
res .1 moxinifada de que elle on : l
Remedio de que o prelo. Manoel de nacao, es-
cravo do Dr. Gervasio Pires Ferrara, morador na
lera, be quaudo tem esgotado o limao, fl ourina e
quantos remedios estravaganles -e indicam t pam
cura do cholera e finalmente lie ja a um cadver
quesefazera applicares Juole-se a todo islo,
que os individuos que morara cm casas de palha
completamente esburacadas, que mo lem um co-
bertor, nem leucol, qoe nao tem quem os trate, ou
se lem sao pessoas que dau aos cholencos sopas de
vinho perqu eslao fracos, dillicilmente se podem
curar e ler-se-ha ehagade ao conheeimenlo de que
be impossivel fazer mais.
\3o o|is(,nle lodos os entreve* com que (ero lu-
alo a medicina na Cabanga c roa Imperial, pasea
Mlirm.ir a Vmcs. pie de i'1 individuos que bao re-
cebido soccorros mdicos do Sr. Dr. Marqn-s. tem
morrido oitn e os mais se achara on reslabelecidos,
ou em Iratamenlo. Prometi publicar uestes dial
VILLA DE IGUAKASSt .
21 de fevereiro.
Nao IbaspLexplicar a marcha di. cholera nes-
ta villa; Depois de rriinha ultima car(a nenlium
Caso, nem do cholerina.ippiraCto^omecando no^n-
lauto a epidemia rom alguma (orr;a. Eslaro viajanle
comente com as cinco victimas que fez ? ou nos
leu tregoas para retazar nforeas, lao desenvolvidas
na Victoria, e do presente no Recife ? Nao posso
ilizer-lho nada, comtudo ronlio em SS. Cosme e
ra da Aurora, usa contra a epidemia reinante, de- 1 Daniio.
clarado pelo dito escravo do dezembargaJor Caula- \ O hospital j se acha promplo ; porm o ce-
no .los da Silva Santiago, a quem recorreu pedin- miterio ainda e esl concluindo.
lo que este fallasse a sen dilo senlior para orra-lo,
mediante O pagamento do seu respectivo valor.
Raizde pimenla malasuela.
Folliasde lacro (he um arbusto cujas folhas ten a
frente verdeo o verso amarellado.)
Ptmenta da costa.
Sebolas do reino.
Baiz de rana flexa 011 cana braba.
Alhos.
Pimenta do reino.
I! de limao azedo.
N. B. De cada uma cousa emprega-sc a porro
que basto para urna ou mais garrafas.
Todos estes agentes deven) ser pizados em um
vaso, once lance-so duas ou mais garrafas- d'agua
fria, segundo a purcao do remedio quo se quizer
fazer, e depois de bem pisado tudo mechido e es-
trahida a substancia, deita-se fora o bagasso, ca-
0 inspeclor de Maneota partecipa ao sulidelega-
do.queeslavao all alacadasda epidemia Ib pessoas,
o que fossem enviados soccorros. A coinmissao de
beneficencia, atlendendo ao perigo do! transporte
dos doenles para o hospital da villa,quefica na dis
tancia de duas leguas, resolveu mandar um dos seus
ajnfermeiros tratar dos doenles,para o qiie levou os
remedios necessarios. O enfermeiro j se acha de
volta aflirmando, que lodos os doentes so achiio fura
de perigo, o que minislrou os soccorros necessa-
rios.
O Sr. Dr. Silvino Cavaleanli de Albuquer-
que ollereceu sociedado bencficcnie -X camas pa-
ra a enfermara desla villa. Muilo agradecemos a
S. S. esse aclo de caridade, que s Dos lhe pode
pagar.
O Sr. Dr. Joao Honorio Bizerra de Mene-
zes ainda est enlrc mis ; nao se noga a chamado
se o liquido cxirahido, e at he temperado com uma I algum, e por suas bellas manciras tetn conquistado
,:;u.. 4~ ...t .1- 1____ ...... a- 1___ ___________ _______.-
tijella de niel de furo, agua de dous cocos seceos
da Bahia, e uma chicara de vinagre bom, tal he o
.afamado remedio de pao Manoel.
Defa recommeadada por pac Manoel.
Logo que pae Manoel entra em casa de um cho-
lenco, manda tirar de cima do doente toda e qual-
quer coberta, abrir asjancllaso ponas da casa, co-
mer carne assada com pirao, e logo depois da ap-
plicacao 'le seu infallivel remedio, fa-lo mcller cm
um banho fri !
Poro. Ningucm ignora, que no Puco montou-
se uma enfermara, que al boje lem sido regida
pelo Dr. Silva, com o zelo do cbrisl.lo, con) a pe-
ricia do medico. Servida, como lalvez as melho-
res enfermaras de c.i, cata quasi em estado de fe-
char-se a falta de recursos !
Nomeou-e uma comn)i<3o de beneficencia, es'a
conmusSosgeoeion uma iobscrip{ao,esta subscripcao
que lem, all sustentado a cuferroaria, esta a
esgolar-sc, e aqnellc haliitantes vendo eminente a
grande crise, para os seus irmilos pobres, de fechar-
se a enfermara !
Km favor de nosso irmos do Poeo peles quaes
vamos denunciar este ficto ao publico, pedimos a
prolecrao do Exm. presidenta da provincia.
O Sr. c Trespondenle do Poco dcsculpc-uos, se-
das casas.... pareaneceado, qae quando eslavamos l0Ao publicamos.1 sua correspondencia tendele
1.-.- _.i:.r.:,-. ____._______...,-.t___ .... .
la primeara ni ha um mcio, quo he o da con-
Outro padre, em vez de responder a queslao, pro- trice,, e para a da segunda, uma medida enrgica,
pozo segninte argumento : he de fe que o verbo se \ cujo lim seja ar: ,1,.- do seio da sacie lade a osneru-
veslio da nossa carne por amor dos bornes, e para os j |a;A.., pragl igual i mema pesio,
salvar fui crucificado. Homo lartus esl; crudfitBUt]
1 .. I'epois tino enlre nos app.ir'ceram nos diz o;iinsu
eliam pro uobis; como, pois disse Jesus Cluislo na r ir. ,
- ,,. ,. """ m so C. A. os malditos a rave-sai oros. In lo enrare-
coinagrae.iodovinho.Ilir.cst lali.i saiiiuinis mei ,1 -. "i 10 curan
, ,.- r J""' "' i reu a olhos vistos : o mercado nao lie mais da une
uutnro ca'ns, el pro mulls eunielur'' t limes sao 1 V '
' ,. ., ... ', v n deser.....indo por mi agre apnarecc um 1 011
01 toma? quaes s.lo os mii/i. Pelos primeiros en- r \ i"""-1'- um 1, ou
, 11mn.il .s tu |ra carga do familia, peixe quasi nenbuiii e as-
Icinle se es aposlolos ; e pe os segundos','110 miiti's -, j ",
.... I sim quasi todos os gneros de iir meira necessida-
nao esla coinniebendido o genero humano- como se 1 ,< '
, r de, porque nao ha laberneirn que nao nueira ata-
devera entender a forma da consagraran do vinho ......,,. r.rfi .1 '
carquanta farinba cliega ao mercado para vende-la
L'ra lereeiro padre legoindo o exemplo do segundo,
que nada responden! tratou de expender a soa qoes-
Ifo,edisse: qual a razao, porque Jcsu Chrislo no
borlo, pela -imples eonakteraclo dos padecimenlos,
suou -aligue, e agouisou ; e na cruz, onde ns padeci-
menlos foram suportados, e nilo simpleamenle consi-
derados, nao Mioosaogue, nemagonlsou, ea penas,
Hclinalo capitc, nspirou .' O agonisar nao be o pie-
cursor da morle? Restava ainda um padre; mas es-
le nem loglo, rem mugi.
Os membros do concilio ficaram, a maneira d s
gallos, olbaodu uas para os oulros como que lendo
desejos do entrar ein nova lira : liqnei no nea< eral:
Inniei por ilevocii p;opor aquellas quesloes a quin-
to* padres leaho visto ; c nenlium me deu urna solu.
cao cabal; 11111 me ditera que sao argiinicnlaces de
lao stUsfeilos a terniaarestaslinhas,sabemos de cou-
s.is, que se vo pr.ilicando ahi assim por algOOS des-
se hospilaes, que suspendemos desde ia nossa peo-
na na carreira em que a Oh senhores Onde a
carida le, os dcsvellos. as vigilias a cabereira do po-
bre enfermo '.' Eis porque lalvez nos seja impossivel
desperiuadird'entre i ni el I i
pedir medidas para 9 enfermara porque, meu ami-
go, tudo se pode atrancar com humildade ; confie
em quem temos como delegado do imperador, que
nem nm reclamo ser desallendido piincipalmenle
que diga respeiloaos pobres, e aos enfermos.
Com multo gosto publicamos a defeza infra. e
.enea popular cues peo-1 pedimos ao Sr. Dr. Marque .ue continu a prcslar-
sameulos de horror e espanto, quo eslao usoelidos a c.,.,10 dizem os abaixo assignados, que far.i nisso
un hospital. Sabemos, que o actual encamgado nga gm ravor, nas nma esnoli a esses infelizes da
do hospital ila ra da Aurora lio un presliraoso cida- ObaifA.
dan, mas os empregados desse hospital bem co-
por um preco exorbitante. E 0 que se segu '.' Qae
sii as familias abasta las sao que podem comer boa
familia, bom peixe c boa carne, porque n.io olbam
1 preco qoando reeoolieeen neeossidide de pissar
bem : os pobres, porm, alera de nao terem o re-
curso- necessarios, h.iu de snjeitar-so o bacalhe
ardido, ao peixe moilo. a negra farinha e a carne
podre pelo pceo, que a cubica e malvadeza exi-
gen!. Seolllimos pira um lado, vemos uma recua
de atravesadores da peixe, quo apenas as jangadas
locara na praia, lancam-se sobre ellas, como ces
laminlos sobre a preza. que se Ibes olferccc, e ain-
da que o pescador seja razoavel, v-se obrigado a
vender mais caro, pois assim querem os lacs f.t-
rointos. Muilos pobres, que repassidos de fome
eiperavam aneiosos pela viuda das jangadas para
algiboira; oulro atiram-se ao joco-serio, o me res- | compraren com que matara fome, e satisfazer
a dieta imposta pelo mlico ao seus filhos,
voltam eabitbaixos, c muitos a 'poucos panos ea-
hem morios a fome; o l moirem os doenles do
chilera Morrcm a" fome, ou inorrem porque vao
comer diarrhetices a manga verde, o ang de mi-
pondera que, nem vivaran no lempo de Adao ; uen
ouviram a IraJuerao, que Jess Chrislo deu ao prn
multis ; nem csliveram com o divino meslro no bor-
lo'. Mas espero cm Deo que algum me hade res-
ponder salisfatoriimente-
mo de quasi lodos) s.lo das arabias. Foi admillido ha
poneos da nelle o escravo de um Dr. bem
conhecido ntrenos ; esse preto entrn as '.Ihorado
dia, e ainda as nem linha sido medicado, e muito
menos agasalhado Ora, dito islo assim parece te-
riaudade, mas.... o ficto allirmam gcralmenle que
ilcti-se.
Vamos que iiio seja
acreditar, que nao foi
car-so o mus acn rom que os enfrmenos desse |
hospital iennem-se nas verandas a galhofarom, cha-1
jiilarcni, e militas veles quando muilos enfermos |
exacto, nos queremos mesmo
assim, porm, como expli-
acabam de titiearem e receberem santa-unedo'' l's-i r ,
, L,> 1 faz regularmente duas vezes por
iar.10 esses notpftaes son indo arliialmcnle de re-'
parlices publicas onde se trahalha o//kialente sii
para ter-se corto o pao '! !
Srs. redactores da Pagina. Acnlsa. Vmcs. que
lio promptaineule se bao prestado a rcclificatvalgnns
facas meaos exactos que Ibes lem sido commiiuica-
do, cromos enlo ne.'irao a publicar alguma li-
nha em defeza do cinirgijo enrarregado do dislric-
to da Cabanga O igualmente permtlirao que es po-
nhamos ao faci do que ahi se lem dado na actual
quadra.
lie falso o i!i/.T->o, que o Sr. Maiques lem dei-
xada de medicar a quem qner que tela ni Cabanga
orna Imperial, urna ve/que para i'so tenha sido
procurado no posto medico da ron Imperial. O Sr.
Marques lem passado dias inleiros no seu dislricto,
ia as suas visitas c
! pata prova de que he islo a pura verdade, rogamos
a quem quer que tenha mandado chamar ao Sr.
1 Marqese que nao lenba sido promplainenle acu-
Ciiiuprc, que os con lucieres dos carros fue-1 dido, hoja de o declarar pelos joroees, a lim de se
hres, nao arrebciilem os pobres animaos com ilesa-! lhe dar promplo desmentido.
piedadas bordoadas, alim de que nio estaquen el O Sr. Biarqoes, ilem de rairr por si lodos os cs-
amaem -se diante das esas, e milita vezes qneren- | torcos para salvar aos individuos alaeados da epi-
de trepar as calcadas; no entreunto, seos anos Ka denla reinante, qae tem sido eenOidoi ao seus
bem pagos pelo governo para os Indicos poderem I cuidados, logo qoe tem de abandonar o enfermo
escangalhar suas parelhas. E .1 prapoailo. Porque 1 para acudir a oulros deill a cabeceirajdesse um en-
nao serio conduzidos para o cemilerio os caitoet qOe | Itrmciro diligente, que lambem nao patina, esfor-

a sympalhia de lodos.
Alom das cinco victimas o cholera, que por
vezes tenho mencionado,ronsta-me que morreu um
escravo cm Sania Rila, um no engunbn Improviso,
e um homem na malta. O ongenho Inhaman j
fui accommettido pola epidemia, j leudo soffrido a
senhora do Sr. coronel .Manoel I'ereira Je Moraes,
e alguns escravos ; nenlium raso fatal appareceu
ainda no dito engenho.
Em 'lluneuni quario de legua distan le da
villa, eslao dnuwpwai doenles do cholera.
O inspector fe Mari.i-Farinha cliega toda
prea a pedir soccorros para seu quarteiro. onde
eslao seis pessoas accommcllidas do mal. O Dr.
Ailelino fez immeclialameiite partir para all o Sr.
Severiuo com remedios,* islo como da-so a mesma
rasao quo para Maricela
Hontedl a noite vi pass-avem multe 'appressa-
dos o Dr. Adelino, o subdelegado Julio, o Sr.
Amaral, c oulras pessoas, que sempre sao as pri-
meiras a soccorrer os pobres accninmellidos, pouco
depois passa o Dr. Honorio, e cu segui-os al a
sacrisiia da groja do l.ivraiuento. onde estava es-
lirado cerlo sujejto ; un loma-lhe o itilso, oulro
apalpa-lhe os ps, |pdem-ae eseovas, bosca-se o
virtuoso ludano, o afinal descobre-se, que o cujo
solTria nao do cholera, porem do seu antidoto os
efleiios da agurdenle. Houve quem; lembrasse,
que se applicassem fricces de palmatoria, c vesi-
catorios de centurtw ; mas as almas piasj oppozero-
so attendendo ser o lempo de quaresnta c de epide-
mia, a quadra dos perJoes.
Acho niuia razao n'aquellcs que rJamao con-
tra os boticarios. A sociedado ebenelircncia man-
ilnu una relacu de remedios assignada pelo Dr.
Honorio para vir uma ambulancia, pois o Sr. bo-
ticario encara-gado de avia-la, mandn a mcladc
do quo se pedio, o u que envin foi ,de pessima
quaUdade.' Entretanto lia deapjircsentr.io gover-
no para pagamento a relacao, como evactamente
cumprida Ah marque/, de rombal
Porque alguns irabalhadores do cemilerio
cortaran) em Ierras do Hoojopcuma pequea pur-
cao de estacas, dando disto o Dr. Adeliiio uma sa-
tisfaco ao administrador do engenho, 'dirigi esle
urna carta lao atrevida a aquello Dr que foi pre-
ciso usar S. S. de uma linguagetnenrgica, alim de
inipr silencio lio desalmado o estpido adminb-
Irador, que nao tem caridade o tnonosiedncacaio !
Entretanto o Sr. Dr. Manuel Joaquim he candida-
lo ao circulo de Iguarassii Nao scr dessa ina-
neita que grangear as alTcicoos dns elc|toros.
Esl fazendo esiromlo aqui a noticia das co-
ral do negro do Sr. Gervasio, que i lem um
grande partido enlre aquelles, que inconsiderada-
mente do crdito a quanlas noticias apparecem.
por mais extravagantes que sejo. 'fcxcmplo :
houve quem aeredilasse, que o missionario prega-
ra, que meia noite pastada haveria um ovtraordi-
nario trovo o um relmpago de tres quartos de ho-
ra, quo grande damno causario aos que eslives-
sem dormindo ele. He verdade que Dos sempre
ma naquella villa, e ein Curremos linha diaioaia*
o seu furor, ma em S. lenlo anda conservara
mesum grao de inlrusidade.
Em t.nianna e em Pedral de Fuen o mal lesa
continuado a desenvolverle ; em Pao-a Albo as
roosas estao no me-mo estado ; enlrelaala o en-
lerramenlo doscadaveres se faiia rom resuUridad*.
A' visla da itoarao satisfactoria rm que se cha
a cidade da Victoria, a llr Cavaleanli da Alba-
querque leve ordem para ir para o llnmuo oves-
lar os servicos da su arle ; rem Mer..m-e 4ra-
eclanlcs, doas ambulancias e ama porfi 4e baa-
tai.
Segondo a carta do haso correspondente ae I-
cuarassi'i, em dala de 1\ do correnle, qae lira p-
lil.ea.fa em oolro locar ; a ep)demia, aue teuu* fil-
ie slgamas vi'lima naquella villa no pnmeiri-
dia da ua apparicao. saspendea a soa aeran, ds
sorte que at aqoelia data, n-nhom e-lra.- .r li-
nha que lame il ir : entretanto cm oulro poalas da
lermo conlinuam a dar-se diversas casas.
Ilonlem, depois de 7 horas da manla, nao havia
orna libra de carne nos acoceen desta cidade. em
consequencia da 111 'lama ler lid* mu pequea.
Entretanto, consta-nos que o Sr. chafe de patsria
mandara chamar alsui.s marchantes, eslraahara-lhe
este laclo, e dera providencia para qoe elle ae nae
reproduzisse segunda vez.
BCI.I.E11.M DO CIIOI.EKA-MORBI S.
Da parliripace boje recebadas dns hospilaes
provisorio da Bo< Vista e arsenal da marinha da I-
em data de i.\, consta-nos que existan en Ir.liasw-
to -1. sahirsm i e raorreram 2; e no da Jl havian -
em 1 ral amen I o 1. tendo fallecido I.
Abaiv 1 Iraiiscrevemn a parlicipac.10 da hospital
doRecire: m
lllm. Sr. Parleriiio a V. S. que entraran baje
pela manhaa o Africanos I.ves de nome Vicente,
Jose Antonio V, todos p-rl-nccnle a este arsenal,
dous primeiro 13o gravemeale eaferna*. assin
como en'rara lambem o patrio dele arsenal. Vi-ru-
lo Pereira Leandro, lilhi de Manoel Fermra, eeaa
-<> annos de idade, solleiro, natural do Ararat, a
que fallecer hoiitem a 11 horas 4a nnile Africa-
no livre de nome Honorato; e livera alta a prosa
Jos Soarcs de Souza soldado d nono balalhln de
eacauarns, remedido pelo rommandaote da fortaleza
do Brum, ficando neste hospital 21 doenles an ira-
lamento.
leos guarde a V. S. Hospital pravisirio ua ar-
senal de marinha 2"> de fevereiro de IHj6.lllm. Sr.
Dr. Cosme de Sa Pereira, presidente aleriae da
commissAo de-hvgiene publica. Joaquim Jm* Al-
ves te Aliiuquerqw, cireraiao do hospital.
Helaran das pessoas qne fallecern) do efcalrra a (-
ram sepultadas no cemilerio publica da 6 huras
da larde do dia 22, as 6 da larde do dia de feve-
reiro de IcVi.
Huup,
Nanita 375Cordal)na Coate*. Cidade dcotinda,
Vi annos soileira, parda, S. Jos, hospital ate
I ..lime.
dem 276Jo dos Panos. Pernambaro, 811 sanas.
viuvo. pardo. Sanio Antonio, en casa.
dem 277Manoel da llora, Peruambueo, 10 sanar.
viuvo, Santo Anlomn.-m i-asa.
dem 27HM'ria da Cunceicao, Pernambaco, preta.
II >a-Vista, em caa.
dem 279Belarmino de Tal. Pernambaco. 26 au-
nes. s-.Meim. pardo. ltoa-\ uta. :u.ir !;i nacional.
em .-:sa.
dem-- OAmelia. Pernambaco. > -... MM^
- Santo Antonio, em can. ^
dem 281 Luiz de Tal, Pernarrtl'uco. J 1 atino, sal-
leiro, preto, Santo Antonio. a\'f"l*. em casa.
Mein 2N2Sebasliana, Pernambpcse jK auno, sal-
(eira. parda. S. Antonio, rm caa,
dem 28tGuilfeuran do Santo Sures. Pnm
buco, (7 anuos, rasado, braneo. Kecife. en casa.
dem 2HI Joanna da Conraicao, Pernambuee, 12
atino, soileira. parda, lloa-Visla, em casa.
Idenr28.1AlinaThomaza. Peruambuifi. IS aneas,
preta. Santo Anlouio, em casa,
dem 286Joao Cardoso de Mello, Pernambaco, Si
casado, pardo, Iterife. en casa.
dem 287Joaquim Joscd Fignairedc. Pernanau-
co, 6") annos1. casado, braneo. Kecif-, rm casi.
ldm28SJoao Paulo dos Santos, Pernambuee,
annos, casado, Recife, em casa.
dem 28.1Paula Mara do Viazere*. Pernarabuco,
2i anno. olleira. prea, S. Jos, em rasa.
dem 290Joao, Pernambaco, 8 anuos, branca. S.
Jnsc. e-.n raa.
dem 291Coime Damin Rodrigues, Peraanbuca*
86 anno, prelo, S. Anlonio. em casa,
dem 292Maria Francisca, IVrnamliucu..'>6 anuas,
sollero, preta, l!.ia-\'i,ia. em can.
dem 293Albino Jos de Sooza. Peruambueo. W
anuo, solteiro, pardo, Boa-Vista, militar, en
casa,
dem 294Suni.10 Pinto d Siquera, S. Piala, .T
annos, solteiro, pardo, Boa-Viu, anidar, en
casa,
dem 295Maria Joaquina francisca. I'rrnimbaco.
rasada, preta, Boa-Viila, em casa,
dem 296Lino, Pernamlmco, 10 anaas, rasada,
braneo. lloa Vista, fetor, cm casa,
dem 297Clara Juliana de Albuquerqoe. I'eraan-
buco, lo annos. casado, braneo. Boa-Vista, en
rasa,
dem 298Joe Severino da Foncrea, Femimbuce,
Xi annos, solteiro, pardo, Boa-Vista, militar, aa
casa.
dem 299Calharina africana livre, '> frica, 72
anuas, preta, Recife. em cas.
dem :1U0Anglica lio mingas Parea, Pernambaco.
70 annos. preta Recite, arsenal de marinha.
Idem.lOI Nicolao Cadaull. Franca, ti aun ...casa-
do, braneo, Uoi-Vista. rommrrcianle. rm caaa.
Mein iij In-e Francisco do Rosano. frica. 7il
anno, prelo S. Jos, em casa.
dem :M):lJoaquina Maria de Carv.lho, Pera
buco, 27 anuos, soileira. branca. S. Jar. em 1
dem :ll)iFraucisco Muniz, frica, 70 annos. preta,
S. Jos, em rasa.
dem ;10."iJos Pires lerreira Jnninr, Pernambaro,
18 annos. solleiro. braneo. Boa-Visu, ein casa.
dem 306 Marfartaa, Pernamburo, o annos. par -
da, Roa-Vista, era casa.
Id'in :U)7Manoel Raposo, liba de S, Muid. :
anuos, solteiro, braneo, Roa-Vista, serrador, en
casa,
dem ^08Florencia da Cinara, Pernambace. 2B
anuo, Recife. em casa.
IdenilMKI Gautaa .africana livre. Africi. prcl,
Recife, hospital de marinha.
dem .110Esmera Maria da Conceic.10. Pernam-
buco, :I0 auuns, preta, S. lose, em -a.a.
dem :ll I Juliana. Pernamburo. 10 aunas.anunuuj
preta. Boa-\ isla, em rasa,
dem .112Joanna Mara da Coneeicae, Parahiba,
30 Mate, rasada, parda. S. Antonio, em casa.
dem .11:1Nicolao Ferreira, Portugal. O annos
viuvo. braneo, S. Jos, rmraie.
dem :tllFrancisca das CliagJ, TI anno, viuva,
branca, S. Jos, rm casa,
dem 115Maria, Pernambaco, 20 anno, parda,
Recife, em casa.
ICsrracot.
Numero 118l.uia. frica, II annos. soileira. S.
Antonio, em casa.
Iderc 139Flix. Ceari, ili anuos, solleiro. Sania
Antonio, em casa.
dem 110Maria, Pernamburo, :l annos, ullcira,
Boa- Vala, em caa.
dem I ilIsabel. frica, 62 anno. oltein, Boa-
Vista, cm casa.
dem 112Manoel frica, X annos, solleiro Santo
Aul mo, on casa.
dem U1Ambrotio, Africi, .Vi annos, solleiro. S.
Antonio, em casa.
dem i I tu vina, en ma, annos, soileira. Ha-
cite, em raa.
dem H"il.uiza, 10 anno, Recife, em caa.
dem lidRosa, Afrra, Torre, em rasa.
dem 117Maria, Ahina, daaos. Recife rm ea-a.
dem 118\iccnria, Pernambuc .. 11 annos. Recta,,
cm casa.
dem I9Francisco, 17 sjnasja, Rfife, em can.
dem laOAntonio. frica. |., ..uno-, solleiro, San-
to-Amaro, em caa.
dem 151Isabel, 10 annos. S. Jos, em rasa
dem I.V2iin-.iio, frica, US. J-c. em rwa.
dem l.ilPedio, frica, lo annos, S Jas, an
casa.
[aun 15* Mirla, Pernambaco, li anuas. Reafe,
em rasa.
dem I.V>Josepha, Peruambueo. .Jannoi atea-Vis-
ta, em caca.
dem I.'diFeliciano, frica, :!.". anuos, Usa-Vista,
em casa.
dem 157Joanna, frica, 30anno, soileira, Rujet-
fe, em casa.
dem 158 loaquim, frica, di aunas, sslieirs. Re-
cite em casa.

>
I
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO *E PEMIIBUCO TERC* FElRl 6 DE VERIIRO OE H6
N


dem 159Josnna, Cear, 3i anuos, solteira, Ret-
fe, era casa.
dem 160Vicente, Crioulo, 30 auno, Recite, em
cau.
dem 161Andr, 7 anuos, S. Jos, em casa.
Wem 162-Bartholnmeo, frica, 65 atino, Boa-Vis-
ta, em casi.
dem 163 Narciio, frica, 28 annos, solteiro, Boa-
Vista, em rasa,
dem IWFrancisco, Aafrica, iO aunns, solteiro,
S. Antonio em casa.
A commiss.no de hygiene publica interina, i)r.
Cosme de S Pereira, presidente. l)r. Ignacio
Firmo Xavier, secretario.l)r. Joo Jos innocen-
cia Poggi, vogal.
dem daa 6 horas da tarde do dia 23 as ti horas da
larde do dia 24.
lierm.
Numero316Jospha, Pernambuco, 5<)anuos, pre-
ta, S. Antonio, em casa.
dem 317Juliana Harfa do Desterro, Pernambuco,
31 annos, casada, preta S. Jos, em casa.
dem 318.Jarada Couceicao, Pernambuco, lijo-
nos, viuva. parda, S. Antonio, em casa.
dem 319Tlieodoro Gomes da Silva, Pernambuco,
36 annos, casado, pardo, S. Jos, em usa.
dem 320Ricardo de Sanla-Anna, Pernambuco,
23 annos, casadofbraneo. S. Jos, em casa.
dem 321lloneallo Pereira da Silva, Maranhlo, 21
anuos, Recite, soldado, hospital de marinha.
dem 322Felicia Mara da ConceicAo, Pernambu-
co, 37 annos, casada, preta, tS. Amonio, em casa,
dem 33Aona Quiteria da ConcekSo, Pernambu-
eo, 40 annos, solteira, preta. Recite, em casa,
dem 32iBelarmino Baplisla da Encarnarlo, Per-
nambuco, 13 annos, solteiro. S. Antonio, em casa,
dem 325Ignacio Xavier d'Alcanlara, Pernambu-
co, 27 annos, preta, S. Jos, em casa,
dem 326Maria da Penha, Pernambuco, 1 anno,
parda, Boa-Visla, em casa.
dem 327IJmbelino Ferreira de Mello, Pernam-
buco. .50 annos, solteiro, pafdo, Boa-Vista, carpi-
na em casa,
dem 328Catharina Maria do Rosario, frica. 30
annos, casada, prela, S. Jos, hospital do Carino.
dem 329Quiteria de Souza Pavea, Pernambuco,
11 annos, solteira.branca, S. Antonio, em casa.
dem 330Jos Joaquim de Miranda, Pao d'Alhn,
51 annos, casad, branro, S. Jos, hospital do
Carmo.
dem 331 Maria Ignacia da ConceifAo, Escada, 35
annos, viuva, parda, S. Jos, hospital do Carmo.
dem 332 Manoel Rodrigues Leite Uilicica, Ala-
goas, 7 anuos, solteiro, branco, S. Antonio, em
casa.
dem 333Francisca do 'Amor Divino, Pernambu-
co, 20 annos, parda, Boa-Vala, em casa.
dem 334Paula (forra), Pernambuco, 40 annos,
solteira, preta, S. Antonio, em casa.
dem 335 Francisca, (forra,; frica, 50 annos, sol-
teira, prela,Boa-Visla, em casa.
dem 336Aulonio Nunes, Pernambuco, 22 annos,
solteiro, preto, Boa-Vista, em casa.
dem 337Anna, 23 annos, solteira, parda, Boa-
Visla, em caaa.
dem 338Senhorinha Albina F. de Mello, Per-
nambuco, 41 annos, solteira, branca. Boa-Vista,
em casa.
dem 339Ji enri Francisco das Chagas, 21 annos,
casado, prelo, S. Antonio, alfaiale, em casa.
dem 340Isabel, Pernambuco, 30 antios, solteira,
parda, S. Antonio, cm casa.
dem 311Rosa Maria da ConceiQAo, Pernambuco.
40 anoos, Recite, em casa.
dem 342Romao, frica, 35 annos, Recite, em
casa,
dem 343I ler menegilda Candida da Paz, 21 an-
nos, solteira, parda, S. Antonio, em casa.
dem 314 Raymuodo.Nonnalo Lira, Pernambuco,
12 annos, pardo, S. Antonio, hospital do Carmo.
dem 315M.inoel Jo.lo Nepomuceno, Pernambuco,
38 annos, pardo, S. Jos, hospital do Carmo.
dem 346Dionizio Nicolao, Pernambuco, 70 annos,
viuvo, pardo, S. Antonio, sacrislao, hospital do
Carmo.
dem 347Beroardiua de Sena, Olinda, 32 annos,
viuva, parda. S. Jos, hospital do Carmo.
dem 3187. "ferina, Maria do Carmo, Pernambuco,
!latinos, solteira, parda, S. Jos, em casa.
dem 349Francisca Romana de Santa-Anna, Per-
nambuco. 70 anoos, viuva, branca, S. Jos, em
casa,
dem 350 Joao Rufino, Pernambuco. (! mezes,bran-
co, a. Antonio, em casa.
dem 351 Jo- Joaquim de Tal, Portugal, 28 an-
nos, rasado,branco. Boa-Vista, em casa,
dem 352Fraucelino, Pernambuco, 4 annos, S.
Jos, em casa.
ldam 353Macario, Pernambuco, 8 annos, pardo,
Boa-Vista, em casa.
dem 354Anna Monica. Pernamboco, 35 anuos,
viuva, parda. Recite, em casa,
dem 35oFrancisca .Thereza de Jess, Cear, 30
annos, casada, branca, S. Jos, em casa.
dem 356Maria Eugenia do Nascimenln, l'srnim-
buco, 13 mezes, parda, S. Jos, em raa. v
dem 357Caetana Maria da Conreicjo, Pernam-
buco, 28 anoos, solteira, parda. S. Jos, em ea: i.
dem 358Manoel Amonio de Tal, Pernambuc
19 annos, pardo, Roa-Vista, soldado, em casa,
dem 359Victorino de Tal, preto, Boa-Visla, ei
casa.
dem 'JaStr^Miguel de lfirro*. frica, 65 annos, so
leiro, preto, S. Antonio, hospital do Cerno.
F.scr aros.
Numero 165Toa, i'ernambuco, 28 anoos, solteiro,
Santo Antonio, em casa. /
dem 166Pedro, frica. 40 auno,tullmru^.B&a-
\ i-la. em casa,
dem 167Benedicto, Pernambuco, lioa-Visla, hos-
pital do Carmo.
dem 168Francisco, Cear, 15 annos, S. Antonio,
em rasa,
dem 169Joanna, Pernambuco, 35 annos, lioa-
Visla, em casa,
dem 170Mathens, 36 annos, solteiro, Boa-Visla,
em casa.
dem 171Maria, .rica, 30 annos, sollcira, Boa-
Visla. em casa,
dem 172Francisco, frica, 30 annus, solteiro,
Boa-Vista, em casa,
dem 173Thomazia, Pernambuco, 26 annos, soltei-
ra. Boa-Vista, em casa,
dem 174Jos, frica, 10 anuos. Recite, em casa.
Idam 175Maria, Pernambuco, 13 annos, solteira,
Boa-Visla. em casa.
Ideen 176Luiza, frica, 60annos, solteira, S. Jos,
em casa,
dem 177Pedro, frica, solteiro, s. Jos, em casa.
dem 178Alejandre, frica, 50 annos, viuvo, Boa-
Visla, em casa,
dem 179 Isabel, frica, 55 annos. Recite, em
casa. ^^ '
dem 180'Joanna, frica, 35 annos, Recite, em
casa.
dem IS^-rtenrique, Pernamboco, 1 anno. Recite,
sa.
dem 132Joscpha, frica, 60 aunos, viuva, Re-
cite, em casa,
dem 183Manoel, Pernamboco, 10 annos, viovo,
Recite, em casa.
dem 181Feliz, (ioiauna, 40 annos, casado, S.An-
tonio, em casa,
dem 185Manoel, Pernarabaco, 13 anuos, Recite,
em casa,
dem 186Pedro, frica, 40 annos, Recite, em
casa,
dem 187 Anglica, frica, 33 nnos, Boa-Vista,
em casa,
dem 188Antonio, frica, 50 annos, Recite, em
casa,
dem 189Maria, frica, 36 annos, S. Jos, em
'casa.
dem 190Rosa, Pernambuco, 32, annos, solteira,
Boa-Visla, em casa,
dem 191Luiza. frica, 35 anuos, solteira Boa-
Visla, em casa.
dem 192Maria, frica, 30 annos, solteira, Boa-
Villa, em casa.
Ilesumo i!a mortalidad/.
Mortalidade do dia 25 at as 6 horas da larde 65
Horneo* 32 mulheres 33.
Total da mortalidade ale boje 617.
Horneo-, 326 mulheres 291.
Recite 25 de tevoreiro de 1856. -
Acommissao de hygiene publica interina, Dr.
Coime de S Pereira, presidente. Dr. Ignacio
Firmo Xacier, secretario.Dr. Joao Joi lnnocen-
eio Poggi, adjuncle.

irrogar : por quanlo sendo rico, e estando boje col-
locado em urna posicJo independenle, elle, depois
de ter prestado seus relevantes serviros na provincia
de Sergipe, quando o cholera a opprimia, por cerlo
qoe a nao sor demasiado caritativo o humanilario.
nao a deixaria e a seus prenles para vir aqni lutar
bracos rom o temido inimigo. Persuadido de que
un medico pelo simples fado de ser empregado
n'um hospital, nao deva ser privado das visitas de
seus amigos, algumns vezes me tenho dirigido ao Car-
mo, e longe de ter sido testemunha dos fados de que
falla o Amigo da Ordem, ao contrario o fui a vi-
gilancia, cuidado e esmero que empregam o Sr. Dr.
Firmo, Dr. Dallro c cirurgiao Ferreira no tnata-
mento- dos doentes, assim como da reclidao do Sr.
secretario no cumprimento de seus deveres. /
Em conclusao pego com o Amigo da Ordem ao
E\m. administrador da provincia, que quando Ihe
approuver visite imprevistamente o hospital com a
certeza de que la cnconlrar.i a melhor ordem e rc-
gularidade.
Com a publicarso d'eslas buhas, milito obrigar.lo.
Srs. redactores, a seu leilor e assignante.
Recite 25 de tevereiro de 1856. /'. J.
Srs. redactores.Se merecem elogios os cidadSos
que na crise actual da epidemia reinante leem pres-
tado serviros humanidade afilela e desvalida, nes-1
le numero deve entrar o benemrito c prestante
cidado o Illm. Sr. Rufino Jos Correa de Almeida,
que nao so se lem prestado com sita pessoa, como
com os remedios necessarios, pois a qnalquer hora
do dia ou da noile, que o vao procurar, elle promp-
lainente se presta dirigindo-se a casa de enfermo, ja
prestando ossoccorros, e ja animando o doenle al
qoe chegue o facultativo, dando elle proprio escal-
dapes aos (lenles, e fazendo as frcales ; emlim al
de sua casa mandando vir os sinapismos ja prepa-
rados, e segundo me consla at dando diuheiro aos
necessitados para supprirem soas familias-.
E julgo. qae os Srs. Dr. Gilahy, c cirurgiAo Pin-
to, n.1o me deiiarDo m-nlir, pois nao so nos dis"
trelos desles senhores, elle se lem prestado, como
em outros ; e bem assim na ra Velha em minha
casa, e nado Sr. Joio Alberto de Figueiredo, que
sendo a mullier desle Sr. e a minha, accommeltidas
gravemente da epidemia reinante no dia 16 do cor-
rele as 7 horas da maulla i, elle promptamenle se
apresenlou, e taes remedios applirou que ao meio
dia achavam-se ambas asSras. livres do ruaior peri-
go, tendo conseguido que apparecesse a reacio, e
isto que acabo de eipor podem alteslar os Srs. Drs.
Poggv e Cosme.que a essa hora vieram a minha casa,
i ssx.Sr. Joao Alberto, eapprovaram ludo quanlo
0 Sr. Rufino havia applicado.
Emlin), Srs. redactores, s o que tenho a dizer
he, que feliz da freguezia, ondem eiislirem cidado
igoaes ao Illm. Sr. Rufino Jos Correa de Almeida
e seus dignos lilhos. Aproveito o seu Diario para
agradecer n este Sr. publicamente os beneficios reeo-
bidos na pessoa de minha mullier, que a u3o seren
13o caridosos serviros,talvez boje me achasse na viu-
vez e qualro innocentes lilhinhus na orphandade.
Com a insereno destas linhas Ihe ser gralo.
Recite 21 de tevereiro de 1856.
Francelino Augusto de'llollanda Chacn.
Srs. redactores.Nao obstante as repelidas e ex-
traordinarias curas feilaspelo uso do sumodo limito, e
e as ultimas pelo preslimoso cirurgiao o Illm. Sr .Ma-
noel Pereira Teiieira, como anda liajam pessoas
que perlendam desacreditar aquelle Iratamento, a
bem do publico solredor, pero-llie de inserir dois
trechos de duas cartas que recebi de met filho o
lenente-coronel Joso de Moraes Gomes Ferreira da-
tadas do seu engenlio Barbalho (unto a villa do
Cabo.
Enenho Barbalho 19 de tevereiro.
Diga ao Sr. Teiieira que graras ao seu receilua-
rio do limao salvei om escravo do engenho Novo
que fazia horror e pareca um cadver.
Em 22 de tevereiro.
Em Barbalho leve dois casos um com muila dy-
senlcria, e oulrocom vmitos, e o corpo enterirado,
ambos esli promptos graras ao sanio lim3o : man-
do mais.
Dando puhlicjdade a estas linhas moito obise-
quearao.Srs. redactores aoseu a-sigosme anlL-oe ve-
nerador.
Ijiiz (."ornes Ferreira.
Os Illm. Sri.:
Tcnente-coronel Joaquim Manoel do Re-
g Brrelo
Elias Falca de Carvalho
Pedro Vctor Bolelreau J
Francisco Xavier Mendes da Silva
Francisco Ferreira de Barros Campello e
oulros
Tenenle-coronel: Jos de Moraes Gomes
Ferreira
Dr. Francisco Elias do Rogo Dantas
Capilao Luir, de Moraes Gomes Ferreira
Jos Fraucisco da Rocha Guedcs
Joaquim da Silva Costa
Capitao EslevSo Jos Velhu Brrelo
Major Francisco l.ins Paca Brrelo
Domingos Francisco de Souza Lefio
Jeronvmo Salgado de Albuqucrque Ma-
ranhao
Antonio Paes Brrelo
Dr. Luiz de Ccrqucira Lima
Joao ,1a Cunua
Jo3o Xavier Mendes da Silva
Manoel Francisco de Souza l.eo
Jas Antonio na Rocha
Jos Mendes Carvalho de Souza llamleira
Manoel do Carmo Caima de Assucar
Filippe Santiago de Monra
linhelino de Paula Souza Leilo
Numeziano Joc de Barros
Manoel do Rogo Barros
Antonio de Siquera Cavaleanli Jnior
Major Jos Joaquim do Reg Barros
Dr. Alfonso de Alboquerque Mello
Jos da Silva Cisneiro Guimaraes
A Eima. Sr. D. Joaquina Candida de
Gafla
Os Ilms. Srs. :
Manoel Pedro do Reg
Corouer Bernardo Tolenliuo Manso da
Costa
Manoel Cavalcanti da Costa
Vasco Marinho
Joao Paes Brrelo
Feliciauo da Costa Martina
Manoel Jos de Santa Anua Araujo
Paulo Pereira Simos
Joao da Silva Salgado
Jos Presbilero da Especiarlo
Manoel Sabino da Trasladarlo
Esmolasrecebidas de diversas pessoas,
enjos uomes nao declaramos, porque oc-
cupariamos um grande espago, e mesmo
porque de mullas ignoramos os sens no-
mes
Somma do recebimento
Despeas ftUMjBtm a festa.
Msica
Conducoiio da msica, pregador e triis
dous padres, send0 a condcelo em
carros, vislo que nao se arharam ca-
vallos
Fogueleiros, sendo ao Teiieira
Ao Pedro Jos de Barro
Conducgao do fogueteiro, isto he, do
Teixeira e lilhos
Armarao e aluguel de vidros
Conducgao da armarao
SermHo da te-la e do Te-Deum
A dous Bv. sacerdotes, que vieram do
Recite, um dos qnaes pregn na ves-
pera
Lampees e conducgao ^os lampeiies fo-
ram comprados e ficaram para S. Se-
bastiao)
Ao Rv. vigario o mais sacerdotes da villa
Cera para as novenas e I testa
Sustento da msica, armador c fogue-
teiro.
Rcsitos que se dislribuiram
Diversas despezas muidas
Carnauba para a illuminagilo
Somiii i
201000
201000
15.5000
151000
151000
1(1-UM
109000
109000
lOfOOO
10501II)
IftjOOO
109000
10900(1
109000
.550110
59000
50000
59000
,55000
5900a
58000
.55000
59OOO
59OOO
55(100
59000
59000
59OOO
59000
.55000
59OOO
59OOO
.59000
59000
59000
5.51 MI
39000
.55000
55000
69000
55000
59000
1705520
1:3169520
3505000
2005000
1805000
4O9OOO
165O00
I IftjOOO
I29OOO
809000
349OOO
339000
919000
85972o
2.50-5tlOO
I59OOO
305000
159000
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimentodo da 1 a 23 .... 1:1580111
dem do dis. 25
41570;
1:2009116
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MEiA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
25 DE FEVEREIRO DE 1856.
Barrellona Polaca hespanhola Joven Dolores,
Aranaga & Bryan, 106 saccas algodao.
PortoBarca portugueza al.ealn, Manoel Joaquim
Ramos ti Silva, 19 barris mel.
LisboaRugue poituguez olncoiuparavelo, Am'orim
Irinao & Coinpanhia, 600 saceos assucar brauco c
mascavado.
StorkolmoBarca sueca "Elizabetho, N. O. Bieber
(.V Conipauhia, 6!HI couros salgados.
LisboaBrigue porlnguez ulacomparavelii, Manoel
Ignacio de Oliveira, 100 saceos assuear branco e
mascavado. M|
Marselha Barca francezBarachois
Tissel, i(K) saceos a-ucar mascavado.
Exporlacao .
(iibraltar, briguephamburguez ((Allanten, de 4'ili
toneladas, conduno o seguinle : 5,400 saceos com
27.000 arrobas de assucar.
I.asser &
Pago da cmara municipal do Recite em sessao de
21 de tevereiro de 1856.Barao de Capibaribe, pre-
sidente.Manoel Ferreira Accioli, secretario.
O Illm. Sr. inspector da Ihcsooraria provin-
cial, em cnmprimenlo da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 19 do crrenle, manda fazer
publico, qpe no dia 1! de marro pro\imo vindouro,
perante a junla da fazenda da mesma Ihesouraria,
sa ha de arrematar a quein por menos fizer, a obra
do empedrainenlo de .500 bragas correntcs no 15
lango da estrada do Pao d'Alho, avahada cm rs.
4:10:19000.
A arremalarao sera feila na forma da le provin-
cial 11. 343 de 15 de maio de 1K5, e sob as clausu-
las especiacs abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremalarao
comparerini na sala dassessOes da mesma junla, "no
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou afiliar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 23 de tevereiro de 1856.O secretario, Anto-
nio Ferreira da Annuniiacao.
Clausulas especiaes para a arrematagao.
I Far-se-hadilo empedramentn de conformida-
Ic como orgamento approvado pela directora ""
Baha, barca lirasilera oMalhilde, de 933 lono- i "selho, e apreseutado a approvagSo do Eim. Sr.
ladas, conduzio o seguinle : 2.120 barricas baca-
lliao, 23 saccas cera de carnauba, 8 caias, 1 carhlo c
17 fardos lazenda*.
Parahiba 1I0 Norte, hiale brasileiro nConceirao de
Maria, de 27 toneladas, conduzio o seguinle :"__310
volnmes gneros estrangeros.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento dodia 1 a 23 55:.)S2753
dem do dia 25....... 1:1049436
57:0875189
PAITA
dea prems correntes do assucar, algodo, e mah
gneros do pniz, que te desparham na mesa do
consulado de Pernambuco, na semana de 25
de ferereiro a 2 de mano de 1856.
Assucar cmcaixasbranco I." qualldadc 1$ 9
n )> 2.1 n
mase.........
bar. c sac. ka............
mascavado.....
refinado ..........
Algodao cm pluma de 1." qualidade
2." o
3."
i
urna
um
1:5115720
Josc Pauto do liego Harrcto,
Thesoureiro.
Villa do Cali 15 de tevereiro de 1856.
Srs. redactores.Se minhas toscas linhas mcreca-
rem a atlenrao de Vmcs.de serena estampadas ameO
as paginas muilo agradecido Ibes ser o seu conslanle
leilor
Assim com desojo seja.11 patentes ao publico lodos
aquelle-, que se porlam u,i snciedade. tambem
linli,1 grande satisfagan ando vejo publico com
elogio o neme daquelles que bem o merecem. O
Illm. Sr. Dr. Manoel Adriano da Silva Pontes lem
sido um dos prestrnosos nioJicos na erizo aclual ,
nao se lem poupadn a chamados, a qnalquer hora da
noile, mesmo de doenlcs que nao s3o de seu dstnc-
lo, e essas pessoas pobres ; Upo bem ditereule de
mili os, que sempre so achamc iiie.omniodados, quan"
do Ihe nao cheira a diuheiro grosso ; e que por pas-
sarem um altestadu de doente sacolem com a paga
para fiado e dizem-dous mil rs. nao pagam o traba-
de escrever meus ttulos ; receba o Sr. Dr. Poules
os protestos de estima, e consideragao de /. A.d'Al
buqueri/uc. f
Srt. redactores.Esludanle como sou, e sem as
babiltagdes precisas para escrever para o publico,
eu por cerlo nao me animara hoje a faze-lo, se por
ventura 1 leilura de um commuuicado inserto no
peridico Voko, e assignado pela Amigo da Ordem,
ejn que acrimoniosamente s3o aecusados os emprea-
dos do hospital da freguezia de S. Anlonio, me nao
livesse excitado r desejo de mostrar o erro das i
___fprmages que s n duvida pode colher o coramu-
niTrfeV-e_d^es"a!r le a injusliga de soas arguiges.
Todos coobecem ntais ou menos as boas qualidades
que adornam a pessoa do Illm. Sr. Dr. Ignacio Fir-
mo Xavier, director' d'aquelle hospital ; lodos pois
comigo reconhecem c/ue o mesmo Sr. Dr. nao con-
Kntiria se qner por momentos, que all se dessein
essas orgias, decasta desenfreada immoralidaiU
de que falla o Amigo da Ordeoi. Me poder lalve/.
elle dizer, que nao estando em lodos osTrisTat^es c
em lodosos momentos o Sr. Dr. Firmo no hospital,
neja bem possivel que em horas de sua ausencia .up-
pareg.im os factos^de que fallou ; eu porem tambem
Ihe direi, que quando mesmo circunstancias muilo
fortes para o Sr. Dr. Firmo, o chamassem fora do
hospital, o Illm. Sr. Dr. Anlonio da Silva Dallro,
medico tambem empregado, all mesmo morador,
( d'onde nunca sahe) e que substituc ao Dr. Firmo,
igualmente nao consentirla qoe elles se dessem. i-'e-
limente como patricio e amigo do Sr. Dr. Dallro,
estn certo da bondad, sizodez e dedicagao que o
caraclerisam para poderaffirmarao Amigo da Ordem,
que os senlimenlos por elle nutridos a respeilo da
bomanida.de si* maito diHetantH dos que Ihe quiz
ypnbtkacc uii>i>.
SOCIEDADE HOMEO .iCA BENEFICENTE
DE PERNAMBUCO.
Para coiilujciinento de lodosos memhros dasocieda-
dc, e das sociedades filiaos se publica o seguinle
oflicio :
Illm. e Exm. Sr.as grandes crises que alacam
directamente os interesses da humanidade, lodos os
homens bem intencionados leem imprescriptivel de-
ver de auxiliar o governo, anda que senlimenlos
particulares mutuamente os afaslem as pocas or-
dinarias. Baseado nesle principio,' que considero
juslissimo, vuu depositar as maos de V. Exc. nm
obulo tanto de minha parle, como da parte da so-
ciedade homeopalhica benelicenle, que me lem hon-
rado com poderes disrririonarios para ludo o que
disser respeilo ao bem da humanidade, na terrivel
epidemia que nos fligella. Da minha parle, pondo
gratuilamonte a disposirao de V. Exc, nesta capital
nao smenle os meus servigos mdicos em favor dos
enfermos desvalidos, que prcterirem o Iratamento
hoineop ilbiro ao anligo systenri, quer em casas par-
ticulares quer em uin hospital. especalinen! des-
tinado para esso fim ; como lanii^-m roruecendo lo-
dosos medicamenlos tiomeopatliicos, que forem ne-
cessarius. Da parte da sociedade homeopalhica be-
neficente, o seu peqaeuo capital tanto nesla cidade,
como na cidade de Olinda o as freguezias de Igoa-
rass, de Tijucopapo, delpojuca, de S. Lourenge, p
de Barreiros para adjulorio de soccorros domicilia-
rios, ou de hospitaes e cemilcxios.
Se V. Exr. se dignar de aceitar estes oflercci"
mentos, rogo-lhe a bondade de contemplar as com-
missoes, que por venlura baja de nomear para ama
ilifTerenles localidades, os membros da sociedade que
tao boamente se tem|pres(ado a promover as subs-
cripces, e que nao deixaro por cerlo de aceitar
tan piedoso encargo.
Dos guarde a V. Exc. Recite 17 de tevereiro do
1856.Illm. e Exm. Sr. consclheiro Jos Bento da
Cunha e ligueiredo, presidente da provincia.Dr.
Sabino Olegario l.udgcro Pinito, presidente da so-
ciedade.
N. B. o governo aceitn, agradeceu, e luuvou,
esle ollereeimento em oflicio de 1S de tevereiro ja
publicado ueste Diario.
Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Presidente da sociedade.
iOOfOOO
REI.ACAO DAS ESMOLAS RECEBIDAS PARA
A I-ESTA DOMABTVR S. SEBASTlAO, DA
VILLA DO CABO, NO OORRENTE ANNO DE
1856.
A Exma. Sra. do Illm. Sr. Joaquim de
Souza I,vao
Os I Ilms. Srs.:
Commendador Anlonio de Paula de Sou-
sa Lean
Antonio de Paula de Souza Uto Jnior
Manoel da Vera-Crax Lins de Mello
Barao de Ipojuca
r. Ernesto de Aqtiino Fonseca
Antero Vieira daConha
A Sr,. 0. Anna Rosa Fa|C.l0 de
2005000
1003000
.509000
2O9OOO
209000
209OOO
209000
Altendite, el tldete si ett dolor, sicul doler
illius.
Huulem cheio de vida Jos Callos de Oli-
veira Franco, alteres do segundo batalhao de
infamara Hoje gelado na habilacao eter-
na.!!... Hoiilem rom esmero goardandn no
leilo da doi- seu lernn e innoreiite lilhinho !...
Hoje.'!! Hoje caminhando com elle para a se-
pultura !!! Hontem mitigando com palavras
ronsoladoras as dores da infeliz conserte c mfii,
por ver prestes o passamenlo do iuuocenlo f-
Ihinho!!! Hoje envolto com elle na mesma
mortalha !!
No dia 21, risonho no quarlel ntreseos
cmara.la.' t No da 22 pela madrugada
sucumbe, atacado fulminanlemenle do chole-
ra!!' eso hospele pestitero e exterminador,
que nao rc.peita, nem o pago do rei, nein a
ch mpaiia do pobre !!! Esse habitante hedion-
do do Ganges, qoe tantas victimas tem ceifa-
0011! Arrancando hoje u amigo que hontem
vimos cheio de vida!!! Separando da terna
m3i o charo lilhinho!! Da consorte o presa-
do esposo I! I'.aivni a sepultura Jos Carlos
de Oliveira I-rauco com quasi 1 anuos de ser-
viro ; sempre obediente aos seus superiores, a-
manle da disciplina, filho obdiente, esposo ter-
no e pai carinhoso.
I.ulou durante o lempo que esteve nesta pro-
vincia com immensos desgoslos e diiculdades.
Aqui vio elle a cruel parca ceifar-lhe dous fi-
lh-is a fra o que com elle agora desceu a
campa !!... E agora o que resla de Jos Carlos
de Oliveira Franco?!!... O nome !!... A viu-
va !! c finalmente um orphgo E de que ma-
neira, senhores? Cebarlos da dor e do cre-
p... Devulados a indigencia !... E amanhaa
a viuva, quando o filho mora a teme Ihe pedir-
um pedaeo de pao; ella mergalhada em dolo-
roso pranto, o mendigar do opulento, porin
coberlo da mais infame execragao talvez! !
al que difiihada pelos desgostos e pela miseria
descera a sepultura nao Ihe valendo os 11
annos incompletos de servigos prestados pa-
tria! a patria pelo seo esposo, uem ao menos
para ser recebida rom o seu lilho n'um asylo
de mendicid.-ide !! !
Finalmente, companheiros vos que por
mafa de um.-fvez lentes eimigado o pranto das
desvalidas dos iidssos camaradas que como este'
que agora acaba de desear a sepultura por "nao
ter direilo ao legado d.i le, para sua uteliz
consorte a dcixa rednzida a' indigencia'.'! en-
\ug.ii as lagrimas da infeliz viuva do alteres
Jos Carlos de Oliveira Franco .' que para
elle so vos pero um Padre Nosso pela alma.
A Ierra Ihe seja leve.
A. D. G.
cerillo

i

o em earoco.......... ,,
Espirito de agoarden|e......caada
Agurdente cachara........
de caima.......
rcstilada.........
do reino.........1
Oncbr.1.............caada
...............botija
'cr...............caada
" ............... garrafa
Arroz pilado duas arrobas um alqucire
em casca...........
Azeilc de mamona ........ranada
mendobim e de coco
n de peixc.........
Cacau .............
Aves araras.......
papagaios.......
Bolachas............
Biscoilos............
Caf bom............
resslolho .........
com casia.........
muido...........
Carne secca ..........
Cocos com casca........
Charutos boas.........
ordinarios ......
regala c primor .
Cera de carnauba.......
em velas.........
Cobre novo nio d'obra ....
Couros do boi salgados.....
verdes...........
espixados .......
de onra ........
11 b cabra cortidos .
Dore de calda.........
goiaba........
serfo ..........
jalea ......
Estopa nacional........
eslrangeira. inao d'obra
Espanadorcs grandes.....
pequeos....
Fariuha de mandioca.....
milito......,
i) aramia.....
Feijao.............
Finio bom .........
ordinario..... ,
cm Mli.1 bom.....
o ordinario ....
restollm.....
lpci-acuantia .......
Gomnia...........
Geugihre...........
I.ciiha de adas grandes ....
i) pequeas.....
11 loros.......
Pranchas de amarello de 2 costados urna
louro......... u
Costado de amarello de 3.5 a 40 p. de
c. e 2 J a 3 de I.....
de dilo usuaes.......
Cosladinho de dilo........
Soalho de dito........... 0
Ferro de dilo........... u
Costado de louro.........
i Coslailiulio de dilo........ B
Soalho de dilo .,..........
Forro de dilo............,
cedro..........
Toros de lalajuha.....
Vara* de parreira".....
aguilhadas........
quiris.......... b
Em obras rodas de scupira para c. par
(( 01 v u o u
Melaro...............
UUm................
Pedra de amolar.........
> n mirar........
roblos .... ... ,
Ponas de boi .... ./.....
Piassava......r. .
Sola 011 vaqueta /........
Sobo em rama /'.........
Pcllcs de c.irneK-o.........
Salsa 1 -i ni:,-,..........
Tapioca -;".
Fullas de boi...........
Saliao........
Esleirs de perperi........
Vinagre pipa ...........
Caberas de rarhimbo de bairo'. .
<:
alqueire
alqucire
I

alq.
ccnlo
<&0mmtufo.
CAMBIOS.
Sobro Lnudres, 27 3(4 a 28 d. por 1.
Lisboa, 92por 100.
Rio de Jaiieirn, ao par.
Arges do Banco, 35 0|0 de premio.
Aceoes da compnnliia do Beberibe. .
Acges da coinpanhia I'eruainbucana
( lililidadc Publica, 30 por ccnlo do
n o Indmnisadora.sem vendas.
Disconlo de ledras, de 12 a 15 por 0|.Q
METAES.
Ouro.Ongas hespauhulas. .
Moedas de 69400 vellias .
11 tiaO novas .
49OOO. .
Prata.Patacoes brasileiros. .
Pesos coluinnarios. .
0 mexicanos. .
nnna,m>"
Al.FANDEGA.
Rendimenlii do da t a 23. .
dem do dia 25......
.,15000
ao par.
premio.
28,
289501)
I69OOO
1NIIKI
I5OOO
250()()
29000
19860
*5l
. 177:97'.)i'l!)5
7:2569260
18,5:2365263
Descarrcgam hoje 26 de fectreiro.
Barca inglezaMr James liossmercadorias.
Barca inglezaCorabacalhan.
Brigue inglez(clamaidem.
Brigue inglezHnnnyinedeidem-
Palacho inglez,Myrtleidem.
Brigue inglezC.corge fiiliinsonmercadorias,
Brigue francezAlmabacalhao.
Patacho americanoInafariuha e fazendas.
CONSULADO GKRAL.
Rendimentodo da 1 a -i 68:59.59178
Idem do dia 25....... 1:204*949
69^009127
quintal
dtizia
caada
alqueire
Una
rento
inolho
meio
<-
urna

>i
ceuto
0,
una
3
3
39900
25300
39810
5M00
.55000
ltitK)
15.150
96.50
3180
3180
3180
8700
9580
210
5-580
3210
R5OOO
I56IKI
5800
232 it)
15600
.55OOO
I11-111111
33000
59440
88960
63OOO
13K)0
4-3000
7966O
69000
:te8io
13600
S6(K)
2-3IH(
99OOO
II3OHO
3160
5250
3130
3260
153000
3320
,J240
3200
3800
800
18600
15000
25000
I5OOO
35200
39OOO
:1350o
89QP0
1O3000
65000
98000
58000
SOOO
38&000
35000
18500
29400
9860
118000
248000
168000
301000
I29OOO
80000
68000
39500
85<"K)
63000
3520O
29OOO
33OOO
19280
19600
1392U
19285
444)000
209OOO
9240
2.-000
5610
65OOO
88D0
43OOO
3320
29500
64JQ00
0320
I7.5OOO
39000
3210
9120
9100
305000
53000
presidente na importancia de 1:1033000.
21 (1 arieinalanle dar principo as obras 110 prazn
de um mez o as conrluir.i no de um anno ambos
contados na forma do arl. 31 da lei n. 286.
3 1) pagamento da importancia da arremalagao
realisar-se-ha em qualro preslares na forma da'lsi
n. 28li.
4" O arrematante devera proporcionar tranzilo ao
publico.
5" Para lado o mais que nao esliver determinado
as presentes clausulas nem un orgamento. seguir-
se-ha o que dispoe a respeilo a lei" 11. 286.
Conforme. O secretario, Anlonio Ferreira da
Annunciarao.'
O Illm. Sr. inspector da (hesomaria provin-
cial, em cumprimento da ordem do Exm. Sr. presi-
dnle da provincia de 19 do crranle, manda fazer
publico que no dia 19 de marro prximo futoro,
perante a junla da fazenda da mesma Ihesouraria, se
ha de arrematar a quem por menos fizer a obra de
mil bragas correntes de cmpedramenlo no 17" e 18
lango da cslrada do Pao d'Alho, avaliada em rtis
13:1565000.
A arrematagao ser hita na forma da lei provin-
cial n. 313 de 15 de maio de 1854, e sob as clausu-
las especiaes abaixo copiadas. ,
As pessoas que se propozem a esta arremataran
compareram na sala das sessoes da mesma nula no
dia cima declarado pelo meio dia, competenlc-
menlo hahili-tadas.
E para constar se mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesooraria provincial de Pernam-
namhuro 23 de tevereiro de 1856.O secretario, A*
F. d'Annunciacao.
Clausulas especiaes para arremalarao.
l. Far-se-ha dilo empedrameiHo de contermi-
de com orgamento approvado pela directora em
conselho, capresentado approvago do Exm. Sr.
presidente da provincia na importancia de 13:1560.
2.0 O arrematante dar principio as obras 110
prazo de nm mei e as concluir no do um anno,
ambos coulados na forma do artigo 31 da lei 11.
286.
3.a O pagamonlo da importancia da arrematagao
realizar-se-ha em qualro preslages na forma da lei
n. 286.
I." O arrematante deveni
ao publico.
5.1 Para ludo o ma que nao esliver determina-
do as presentes clausulas, nem no orgamento se-
guir-se-hao que dispoe a respeilo a lei 11". 286.
Conforme.O secretario.
A. F. d'Annunciacao.
proporcionar tranzilo
$cclatrace3.
ga prompta o brigue Conceicao, cap i!3o Joaquim
Ferreira dos Santos: para o resto e escravos a frele,
para o que tem bons commodos, trala-ae no escrip-
torio de Manoel Alves Guerra, na ra do Trapiche
RIO DE JANEIRO.
Va i saliir rom mu 1 tu brevida.de o novo
e veleiro brigue DOL'S AMIGOS, tem a
maior parte da carga promptg : para o
resto epassageiros, trata-se com os con-
signatarios NovaesA C, na 1 ta do Trapi-
che n. rii-, 011 comocapitio na pnuja.
Para o ro de
Janeiro
sahe com brevtdnde por ter a maior par-
to da carga prompta, o bem condecido
brigue nacional FIRMA : para o resto
da mesma, passageiros e escravos a (rete,
para que tem exceiientes commodos, tra-
ta-se com os consignatarios Novaes.V C., na
ruado Trapiche n. 7>\, primeiro andar,
ou com o capitao na piara.
Para o Rio de
Janeiro
sahe com muita brevidade portera maior
parle da carga prompta, o bregue escu-
na MARA : para o resto da mesilla,
passageiros e escra vos a frete, pa ra <| ue.tem
e\cellentas commodos, trata-se com os
consignatarios Novaes & C, lia ra do
Trapichen. Til, primer.o andaa^ni cYm
O capitao na piara. ^^^
Para a Babia,
segu em poucos dias, por ter o seu carregameuto
promplo, a barca brasileira Malhilde ; para carga
miuda e passageiros, para o que tem, eicellentes
commodos, trata-se com Manoel Alves Guerra, aa
ruado Trapichen. 11, ou com o capilito Jeronvmo
Jos Tclles, na praga do commercio.
Precisa-se de um piloto de caria ; a pessoa qoe
sejulgarcom as lialtilitagOes. necesartas, dirija-se
ao escriplorio de Manoel Gongalves da Silva, ra da
Cadeia do Recite 11. 39.'
Para o Assu", segu no fim U presente semana
o bem ennhecido hiale Capibaribe ; para o resto da
carga e passageiros, trata-se na ra do Vigario n. 5.
O brigue brasileirn ra, rapilflo Benlo Jos
Amaro,que segu viagem para o Rio de Janeiro; pre-
cisa de marinheiros brasileiros para sua Iripolarao ;
paga-se bem : ,1 tratar com o capilao a kordo.
Para o Rio de Janeiro, no fim do mez corren-
te segu o brigue i";'a, capilla Benlo Josc Amaro',
ainda pode recebrr alguma carga e escravos a frete:
a tratar com CaelanoCvriaco da C. M., ao lado do
Corpo Santo n. 25.
e a quem precisar, <*ta-
quem precisar aaa-
ira toda o servica ia-
poaca familia ; n
leira de ote* daa
descarrea^r asa
m da Sr. Araa-
12 horas 4a 1
lUoct.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pernambuco sacca a vista
sobte o do Brasil no Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco de dezembro de
1S5.">.O secretario da direccao, Joao
Ignacio de Medeiros Reg.
O banco de Pernambuco toma dinliei-
ro a juros, de conformidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 2i de
novembro de 18.").".Joao Ignacio de
Medeiros Reg, secretario da direccao.
BANGO DE PERNAMBUCO.
O conselho de direccao do Banco de
Pernambuco avisa aos senhores accionis-
tas, que aeha-se atitorisadooSr. gerente
para pagar o 7. dividendo de 10*500 ra.
por aceito. Banco de Pernambuco 1 de
tevereiro de-1856.O secretario da di-
reccao, J. I. de Medeiros Reg.
Pela couladoria municipal do Recilc se faz pu-
blico, que o receliimenlo i bocea do cofre, do im-
posto sobre eslabclecimenlos, esla aberto desde o I."
do correlo mez, e se terminar 110 ultimo de marro
futuro, licando sujeitos a mulla os que u nao fizertm
dentro do dito prazo. Louladoria municipal do Re-
cite 15 de tevereiro de 1856.O contador,
Joaquim lavares llodovalho.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de comprar o se-
guinle:
Para o arsenal de guerra.
Olliciuas del.*2.a classe.
Oleo de linhaga, arrobas 5; scame, dila 1 ; lar-
do, dita 1 ; arcos do ferro de 1 > p..legadis de lar-
gura, ditas 10; laboas ileassoalhode amarello, du-
zias6; pitia m irlim, rolos 2 ; ferros de capa de 2
polegadas, 12 ; ditos de dila de I 1 [2 dita, 12; di-
tos de dila de I 11! dila, 12.
Olliciuas de :i. classe.
rame do ferro para cavilhas, arrobas i ; dilo
grosso de dito, dila 1 ; dito mais grosso de dilo. di-
ta 1.
i. classe.
FolhH de cobre de ti 7 libras cada umi, 10 ; co-
bre velho, arrobas 10 ;
I-'orncciinentn de luzes as eslagoes militares.
Azeite de rarrapalo, caadas 820 ; dilo de coco,
ditas 45 1|2; lio de-algodao, libras i ; velas de car-
nauba, ditas 225 ; pavios, duna- II. .. -
Ouem os quizer vender aprsente al suas pro-
postas, a^-swla^fccliada -"ta secretaria do con-
selho y, lo horas do dia 27 do corrente mez.
- ''^etaria do conselho administrativo para forne-
c,mnlo do arsenal de guerra 20 de tevereiro de
1IS6.Benlo Jos .amenha Lins, coronel presideo-
Xt.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e
secretario.
Tendo fallecido da epidemia reinante o mari-
nheiro da associago dos pralicos Francisco Luiz. e
devendo receber elle desla capitana do porto a
quanlia de 11-3 a que linha juz, por ter ido em soc-
corro da salera norte americana Sooling Slar eme
naufragou nos recites da Taquara, previno a mesma
capitana -i.m se julgar herdeiro do fallecido
marinheiro >. n(j competentemente debilita-
do, aliin de recebe, filada quanlia, marcando-se
para isso o praso de 15 dias, finito os quaes o dinhei-
rosera rerolhido convenientemente.
Capitana do porlo de Pemambncn em 23 de te-
vereiro de 1856. Ricardo da Silva .Veres, primei-
ro secretario ajmlanle da capitana.
Pela capitana do porto se faz publioo que fo-
ram recolhidos e so arh.im depositados tres vergon-
leas de pinho, que a vasaute da marc as ronli.zia
por agua abaixo : quem a ellas se julgar rom direi-
lo aprcsenle-se na mesma capitauia, que provandn
Viuva Amorim & Filho farao leilo, por conta
e risco de quem perlenrer, e por intervengao do
agente Oliveira, (le cerca 100 barricas de superior
farinha de trigo hespanhola, igual a da marca SSSF,
ha poucos dias desembarcada, alguma com pequeo
loque de avaria, que se vender separadamente :
terca-feira, 2C dororreule, as 10 lloras da manliaa.
irmazein defroute da escadinha da alfaqdega.
O agente Rorja fara leilao em seu armazem,
na ra do Collcgio 11. 15. de um urande e completo
sorlimenlo de obras de marcineria novas e usadas,
diversos relogios de ouro e prata para algibeira,
obras de prata, riquis-imos quadros, lindos vasos de
porcelana, ptima loeea para sobremesa, varias
quinquilleras franrezas, e oulros muitos objeclos,
que se acbarao patentes no mesmo armazem ; assim
como ao meio da em poni ira lainbem a leilo um
ptimo escravo ferreteo: quarta-teira, 17 do corre-
le, as 11 horas da manhita.
9Ctri&03 it*?t&
O Dr. Possidonio de Mello Acciole
encarregado de preitar cu soccorroi de
>ua prolisio as pessoas do quinto dis ic-
io da freguezia de S. Antonio pode ter
procurado no convento de S. Frarvrisro
a (|ualquer hora do dia e noite.
O hospital provisorio da Capunea
acha-se al>erto desde o dia 20 e recebe to-
das os doentes do cholera que pertence-
retn so destncto da sua sede. O facultati-
vo encarregado .lo mesmo se olTerece
gratuitamente para curar aos atacados do
mesmo mal dentro do seu districto.
Pela subdelegada do Recite foi cantarada *_
10 do corrente um preto fgido por '*-*-'TtisaUi
qual diz ser de Joaquim Jos Alves de Vaaeaai
do engenho Pugy. da freguezia de Naureth 1
se julgar cortOsreiloao mesmn, comparar* riiii .
litlos leeaes, qne Ihe ser entregue. C-Mrli|
do Knfe 25 de tevereiro de tX5t.O tmtitSi
upplcnlr, Manoel Antonio da Silva *ntaais.^^
Oliveira & Coinpanhia, cslabelecidoi ceta la
de n.ni !-/a- na ra do Oueimado n. 57, pu lia
ao re-peilavel publico, qae o socio francisco Xavier
Rrito de Oliveira he o nico arenle Se imno ea-
abelecimenlo, sendo que s elle pode comprara
'ceitar lettras. nao estando o dilo eslabelecimeale
sujeilo a divida alguma que nao for social, jsle ka,
contrahida para o liui social.
Ion pessoa com bastantes habililaces para
ser raiieiro de cobranra 00 alguma loja de fa:
sendo para balcilo, oltereo-
do fiador pela sua condur
ci para ser procurado.
Precisa-sc de urna'
(erno e externo de nina
roa do Calinga n. ti.
!'; = enramiiili"ii -
teitas u Porto, por occ.
canoa de trastes em frente di
jo, domingo, 21 do corrente.
le ; qnalquer pessoa que a achou. pftde faiar 0 fa-
vor dirigir-se a ra da Seuiala Velha o. 96,
- "At..lK;.O.
O provincial do Carmo desla cidade, a t
crdito de sua ordem, declara ao respeilavel |
que o engenho Sanio Elias da qoa trata o ea
dente de Serinhaem em o Diario de 20 do 1
perlenre ao seu convenio, porm existe fra a aV
mini-.trar.-io dos relieiosos. visto estar iisodide ao
Sr. .1 1.0 Carlos de Uendenga Vascooeelbw. Caraaa
do Recite 25 de tevereiro de 1856.Fr. Jaaa d'As-
sumpgao Moma, provincial.
O roilegio das orphias, sito em a ma da Ao-
rora, precisa de urna cozinheira liberta oa captiva :
all se dirijam para o ajuste.
Precisa-se de nina ama forra ou
todo servigo de urna casa de pouei familia
pretender, dirija.se a ra do Amorim n. 25.
Oflercce-se um mogo porlogoex para ajajjfjjajaj]
a liniuisiraeao 011 teitnrisagao de engenho, par lar
disto bastante pratica : quem de seo preetiaM aa
quizer utilisar, dirija-se as Cinco Ponas a. 71.
Associaci?,o G >in:nf r,*ial
Jenefi'c t
A commissilo cncarrfgada pela Aseaciagao Caaa-
mercisl Keneficenle para distribuir soecorras sesat-
ses necessitadas do bairro do Recite, fax saber a
quem se adiar nessas cirrumstaocias, qae fi* ara-
curar a qnalquer de seus memhros'em saas lili a*
cias abaivo designa-las a qualquer hora. A cama
sito estando disposla a nilo se poopar a qnaesqaer 1
ion;.. para bem desempsmhar. a minae qae Iba M
confiada, ruga as pessoas que liverem eoobatamcoia
de que qualqoef pessoa em suas visinhaacas se acha
no case de precisar de soccorro, mas que por qnal-
quer rircomstanria nao npossa solicitar, quairam ter
a bondade de as,im Ih'o indicar, ifina ac preaspU
mente serem ministrados os neressariee auxilies.
Antonio Alves Barbosa, ra de Apolla n. 30.
Jos Teiieira Bastos, roa do Trapicha a. 17.
.1.1 "ni da Silva llegadas, ra do Vigario a. 4.
Associa^ao Cu mi me rea 1
Bsiiefieeiite.
A commissilo nomeada pela Asmciafto Coommt-
cial Benelicenle desla praga, com o fim de soccorrar
as pessoas necessitadas e desvalidas da freaaciii da
Boa-Vista, por occasiSo da epidemia reinante, pre-
vine a quem esliver cm taes cireamstaneies, da pro-
curar a Joao Matheus, roa da matriz a. 18; Manat
Teiieira Bastos, ra da Alegra n. 7 ; Vicente Al-
ves de Souza Carvalho, Estancia t desde 7 horas
da manha as 9. e a tarde das 4 horas em dilate :
em caso urgente, porm, serio oecorrdm prompta-
mente a qualquer hora. A rommissao desejanda
acertar na forma de distribuir os soccorros, raga ea-
carecidamente a todas as pesseas mais condecidas
desla freguezia que tiverem perteita scieac do es-
l.il-i-le precisao de qnalquer familia, se dicnem da
a informar afim de ser com promplidfln altepdida.
Becite 25 de tevereiro de I8S6.Joio Mathens, Ha-
noel Teiieira Basto', Viccate Alves de Seoia Car
ralba,
Precisa-sede urna ama para todo o servigo do
-Mt>\)lmcnt0 So potto.
navios entrados no dia 25.
Harnor-lirace:) das, brigue americano Juliel,
de 309 toneladas, capitao B. J. Loarey, eqaipa-
gem II, carga bacalhao; a Me. Calmonl A Coin-
panhia.
Cardill71 dias, brigue inglez uno, de 21)9 lo-
nelldas, capilao Bogers, equipagein 9, carga car-
ga earvilo ; a Scoil Wilsoii & Companbia.
Liverpool1.> dias. barca ingleza oLauran, de 399
toneladas, capilao J. S. Waddlc, eqaipaeem 17,
carga fazeudas e mais gneros ; a Asllev i Coin-
panhia.
iVi/ro saliido no mesmo da.
CilnallaiBrigue liainburguez AtUol, capilao J.
Weeperl, carga assucar.
^tlCy.
<> illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumplimento da resoliirio da junta da fa-
lends, mauda fazer publico que no dia 6 de mareo
proumo vindouro, vai novameiilo'a praga para ser
arrematado a quem mais der a rinda do sillo un Es-
trada de Belein, avaliada aniiuslmeiilc em 17INKHI
roia.
A arremalarao sera feila por lempo de 27 mezes
a contar do I" de abril do correle anno.
E para constar se mandn ailar o presente o pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 21 do tevereiro do 1856.O secretario,
A, F. d'Annunciaro.
Perante a cmara municipal desla cidade esta-
r em praga publica nos dias 25, 2li e 27 do corren-
te, a obra do alerramcnlodo terreno alagado na ra
do Hruin, ptla quanlia de .1:5003; e a couslrurgao
da cslrada para o cemiterio publico, cm linha per-
pendicular ao porlao do eslabclecimcnlo, e Dio dia-
gonal, como no principio foi projeclada, orgada em
5:1009 : os prelnndcntes podem comparecer'no pago
da mesma cmara para licilarem, munidos de flanea
idnea. '
A mesa regedora da irmar-dade do
Divino Espirito Santo, erecta no conven-
to dos religiosos franciscanos desta cida-
de, faz publico para 'coiihecimento de
sens irmaos desvalidos, que porventura
venhama ser accommeltidos da epidemia
reinante, que no sen pequeo consistorio
se vai estabelecer urna enfermaria, onde
seus irmaos acharaosoccorros compaliveis
com suas forras, avisando-se ao- rmio
jui/., e na falta a quem suas vezes faca, ou
qualquerrmSo mesario, afim de sercra I ?,n':'casi lle pequea familia' na roa eotrtita~ do
conduzdos pela irmandade, eina falta
della por quem convier para a referida
enfermaria.
Salustianode Aqtiino Ferreira, oll'e-
tece de sua propria e livre vontade ao
Senhor Boi:i Jess dos PaSMM da freguezia
de S. Fr. Pedro (ouralves do Kecife vin-
te meiosbilhetes da ultima parte da ter-
ceirae primeira parte da quartsi lofena
do Gymnasio Pernambucano 'que ha de
ter seu indttbitavel andoornto em o 1.
de marco futuro. J),vjuimeros dos dilos
srioosseguintes4or)2.1054, I0.")S, 1305,
"JD, irrrir.so, inss, is, aci,
Voio, lr)8, 2061, 2150, 2180, 2182
218.1. 2184,2185, 218(5. Pede ao S!
Thesoureiro da irmandade doSr. Bom Je-
ss dos Passos o obsequio de os mandar
buscar na rita do Trapiche n. G. segun-
do andar, para Ihe serem entrepues.
Pernambuco 20 de fevereiro de 1856.__
Salustiano de Aqtiino Ferreira.
Ollerece-se urna ama para casa de
homem solteiro ou viuvo para cozinhar
engommar e algtitn ensaboado : fiiietn
precisar dirija-se ao becco do Sarapatel,
na casa do sobrado n. 10.
Cotnmissao de beneficencia da freguezia
de Santo Antonio.
A cominissao abaixo assignada da fre-
guezia de S. Antonio encarregada por
parte da associaTo commercial fieneli-
centedesoccorrerii pobreza, avisa as pes-
o soas desvalidas que precisarem de soecor-
ser-lhes-hao entregues; para o que se lixt o prazo ros, rpietrao enU'iKki-se a (ptalquer hora
de io dias findo os quae,scdom destino convc- na rita Xova n. 7, casa de Anlonio Att-
niente. Capitana do porlo de Pernambnco 22de _.,., i i- i
fevereiro de 1856. -Ricardo da Siha .Vete, pri- .'lsto (la ro-.seca, na ra do Trapiche n.
neiro scrretario da capitana. 10, de Thomaz de Faria, e na mesma ra
n. ri6,deSalusbanode Aquino Ferreira.
Pernambuco 25 de fevereiro de 1856.
Saluttiano nio Augusto da Fonseca.Thomaz de
Faria.
lio-ano n. 10, terceiro audar.
Pre-i-,-:-se na padaria de Poote de l.chaa da 3
irahalhadorrs para trabalhar na maseeira, e jaala-
iii ule eniregar pilo por conta da casa.
Na roa da matriz da Boa-Vista a. 35,
andar, precisa-se de nina pessoa forra aa
crave, que enleuda de coxinha.
Aluaa-se urna graode casa terrea, com maito
commodos, na ra airas da matrix 'da Bu-Vista : a
tratar no sitio de llercnlano Alves da Silva, ao !
goi.iho.
Precisa-se de um caixeiro _
mes-no nQ-leado p.ViKV.^""praca da Boa-Vista
n. 20.
Precisa-se de urna ama de leite, forra oa cap-
tiva, sem filho, o que lenha bom e bastante leite : a
tratar na ra da Crnz, armaxem b. 19.
REMEDIO IMCOMPARAVEL
N-' ii-.'v SlatifiiiUfjilo
fiealco
!pit!iiiti(ie paque-
; vpoi.
tes ing'lezes
A
-No fim
domezes-
pera-se da
Euro 111
um dos
v a p o es
adosla com
panhia, o
qual de-
egoiri para o sul : pa-
ra passageiros ele, tratase com os tenles Adamson
ItoMie 4 t.ompanhia, rua do Trapiche n. 12.
Para Lisboa secuir com a maior brevidade o
bn-iue porlogoei nliicnniparavcl por ter parle da
car ir de pas-accm para o ave tem bous commodos, di-
r.ja-so a rua da Cruz n.:;, escriplorio de Amorim
Irmaos \ C.
pois da demora do cosame i
O HE
"O brigue nacional.Mara /.uzia va
seguir com brevidade, lem a maior par-
do seu carregameuto promplo : para o
resto que Ihe falla, passageiros e escra-
vos a h el.-, ao. quaes da as melhores
accummodares, trata-se com o consignatario Anto-
nio de Almeida liomes, na rua do Trapichen. 16,
segundoandar.
Para o Rio de Janeiro
segu em poucos din, por ler a maior parla da car-
Matriz do bairro de S. Antonio do Rc-
cife.
A mesa aclual, avista da continuarao
doflageUoquenosaccommette, lem re-
solvido, em accordocom o Rvm. parodio.
coadjuctor, e mais sacerdotes, segundo o
consenso que obtiverao doE\m. diocesa-
no, para que iiastpiinlas-leirasda prsen-
le piaresma, sejfio as tnissas do costme
desses dias com o SS. Sacramento e\pos-
to lausperennemente, e na noite desses
mesmos dias das (i horas as S, llavera' a
mesma exposiciio, em cujoacto serao can-
tadas as preces ao Senhor, e rogaaos seus
timaos acompareceiem a este tao pi
e (religioso acto,, assim como ao res-
peitavel publico.O escrivao, Jos Este-
ves Vianna.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milharesde individaosde iodas as oacAes podem
lestemunharasvirtudesdeslercmedio incomparevel
e provarem ca lizeram, lem seu corpo e membros inleiramaoto
sAos, depois de ha ver empregado intilmente oulros
Iratameiilos. Cada pessoa poder-se-ba convencer
dessascuras niaravilhosas pela tritura dos periodicoa
que Iba relatam lodos os dias ha muilos annos; e
maior parle -.lilla silo tilo sorprendentes qoe admi-
ram us mdicos mais celebres. 1,'uairtas |
cobraram rom este soberano remedie o -
bracos e pernas. de|iois de ler perma
lempo nos hospitaes, onde deviam soflrer a ampula-
oo Helias ha muilas, que havendo deixado esses
asvlns de padecimenlo, para se nao suhmellerem a
essa operacAo dolorosa, foram curada compleU-
menlc, mediante o uso desse precioso remedio. Al-
gumas das taes pessoas, na efuso de seo rmofcoei
ineiiio, ,|ecl ,r,n.mi estes resultados benficosdiaala
do lord corregedor, e oulros magistrados, afim da
mais nuil nlirareni sua afilrmaliva.
-Niuguem desesperara do estado de sua saodoos
liveise bstanle eonuaoca para ensaiaresle remedio
constantemente, seguindn algum lempo o trata-
meoto que aecessilasse a naiurea do mal, coja ro-
sullado seria provar inconlcslavelmente : Qoe todo
cura !
O ungento he til mu-- particularmente os
cguintei cotos.
matriz.
Alporcu.
Caimbras.
Ca||s.
Canceres,
airiaduras.
Odres de cabera.
das costas.
_ dos membros.
Enfermidades da culis
em gcral.
Entermiiladesdoanus.
Eruoeocs escorbuliras.
Kislulas no abdomen,
trialdade ou Talla Je ca-
lor as cvlrcmidades.
Kriciras.
(iengivas esraidadas.
InebagSea.
Inflammarao do ligado.
Lepra.
Mates daspernas.
dospeitos.
de o I los.
Mordeduras dcreplis.
Picadura de mosquitos.
l'nlinne.
Oueimadclas.
Sarna.
Supurajes ptridas.
Tiliha, em qualquer par-
te que seja.
Tremor de ervos.
I leers na bocea.
do finado.
lia arlieulares.
Veas torcidas, oo nada-
das as [lernas.
da bexiga.
Vcnde-se esle ungento no cstabelccimento geral
de Londres,n. 2ii,.s licarios, droguistas e nutras pessoas cncarrecadasda
sua venda em luda a America do Sul, llavaoa e
Ilespanha.
Vende-sc a 800 res rada ten elinha,conten oota
insiriicfilu cm porluguez para explicar o modo do
fazer uso desle ungento.
O deposito gerat he em casa do Sr. Soum, pba*>
macculico. na rua da Cruz n. 22, em Pernam-
buco.
\kU\M E GKiilES.
Um lindo e variado sortimenlo de modelles para
varandas e gradaras de gosto modernissimo: aa
fundicao da Aurora, em Santo Amaro,* ao dopKt-
lo.da mesma, na rua do Brum.
M ,
eftt
MUTILADO
ILEGIVEL
. .


nkftlO 01 NRMBCO TER(I FIRA 26 di F. VEREIR OE '856
\
Terceira edicao.
TRATA1EBT0 HQIQPTHICO.
Preservativo e curativo
DO
CHQLERA-fORBUS.
PELOS DRS
ou inslrucouoaopovopaiase|Miucrciirar'lesla6Uiermidade, adiuinisliandous ramadiut maia
parjalalb-U.emquaoloscrecorrfamed.co)ouiiiesmoparacuTa-l-iiidpendenlcdc8le7n.i>luar8
eni que nao us ii.i.
TRADUZIDO iM l'OK'IUf.tfcZ PELO IJK. I. A. LOBO MOSCOZ.
Estes doos opt
r.u) eelao alcance
cipalmente a...
el les tem nido postos cin p
Sendo o i.alamei.lo l.ooO^l* <> uuicoque le.n dado graadoa resultados nocuralivo desla horu-
v.l.nfermidade. oleamos .^p8iN-durr.ie. dous importamos opsculos. Z, i ac-
ia, para detl'arle facilitar a sua leitnnr** queui iKiiorc o franccz. rainjuwtim
Veode-se nicamente uo Consultorio do traductor, ra Noy ti.52. por 28000. Vendem-se lambem
os medicamentos **~g *P~ '"*> Mw^TSm'SSta5
vro e 2 frascos de tintura k*.'. x
DVluuMtM ivttiuiii'u. ixlu un. p. A. LOBO MOSCOZO
l opusculoseonlinas indicaces mais claras c precisas, o pela sua simples e concisa evnosi-
mee de todas as inlelliRcnei, nao so pelo que diz respeto a, meios curaUvo" como or n-
, presrvalas q* lemdado os mais satisfactorios resultados em toda ,parn! que
oostos cin prel'ca. r ^
ARRENDAMIENTO.
A loja e armazem da casa n. 55 da ra da Cadeia
do Recite juuto ao arco da Conceii;o, acha-se desor-
cupada, e arrenda-sc para qualquer eslabelucimrnlu
em poulo grande, para o qual lera coiniuodos sulli-
cenles : os prelendenles entenderse hflo rom JoAo
Nepiimuceno Barroso, no seguudu andar d rasa u.
37, na raesir.a ra.
S CONSULTORIO IIOMPPA- i
nuco
DA COMARCA no CABO.
.Va eiigenho Marlapagipe
(Gratis para os pobres.)
9

X
1 PKDKAS PRECIOSAS- g
* i X
Si
'* Aderecos de brilha- les,
'' diamantes e perolas
yl-
^: cairas, alfinetes, !
? roletas, bote* e
J de diflerenles gos'
diversas pedras '
<-; ~~
* Compran), vi
J Iroeam prala, -
9 lbantea,diem< rro-
k las, e oulra esquer
* joias de vab.r, a uinbeiro
4$ ou por obrase
S |
MOREIRA DARTE.
ll.d.ll DE IIIIII\ES
Ra do Cabuga n. 7.
Receben por lo-
dosos Vapores da Eu-
ropa as obras do inais
moderno gusto, tan-
MH88SBS*l!fc86Sf *:::<>. .
i to (1
Franca
como
3 oimo i: piiata-

<. Aderemos completo* do 3
> ouro, meios ditos, pulcci-
^ ras, allineles, brincos e &
C rozelas, rord.es, trance- J
'>, litis, medallias, correles >
' e enfeites para relogio, e 3
s oulros muilos objeclos de
: ouro.
' Apparellios completos, M
S de prala, para cha, ban- *:
.; dejas, salvas, ca-in-ae-, ..'
colheres de sopa e declia, S
J e muilos uniros objeclos *
de prala.
i *.;>? ?' ? .; ? *. < v. jti
>:
e Lisboa, as quaes vendem por
pre$o coaimodo como costumam.
i ."- "T^fV">Sf: .---'""
Chapeos de algibeira,
^ ditos de molas, ditos de
* seda fina, ditos de fellra
tile todas as qualiaades.
. diloi de chancas e de se-
^- uhora, mullo bem enfei-
lacle.
***}**?:,<:-:o#A >
, FRANCISCO PEREIIt\ LEMOS.
COM I.OJA UE CHAPEOS E
BONETES,
; Na iraca da Independencia
N. 19 e 21.
;<- .....-.st,,~~-> >;?-.
Bonetes de cabello, di- 5
? tos de couro da Itussia, <"
:. ditos de panno de i.....- ''
< los feilios e de diversas *>,
v cores, chapeos de palha ?
V enfeitados para seuho- %
o ras. ^
><><>.$C- C\<-:-::<>'< .<..u
ecebeu un completo sorti men-
t dos ditos chapeos pelo ultimo
navio de Franca: affianca vender
a todos os freguezes pelo menor
pre$o possivel.
a
m
(9 Manoel de Siqncira Cavalcanli, professor 5
'..' Iinmcopailia, continua a dar consultas todos $$
S os dias. $
HASS ADAMANTINA.
I'raucisco Pinto ()ono chumba lenlos com a ver-
dadeira inassa deaofDlUada adainanliua, aprcscnlada
ao conselhn de hjsieiiue pelo Sr. Paulo aRnooi, c
caira com ouro e prala, e oulros metaes, assim como
applica ventosas pela airadlo do ar, e nao com foso
como eeralmenle se usa : pode ser procurado para
qualquer desles misteres, na ra eslreila do llosa -
rio n. 2.
Conlralam-se serventes livres e escravos para
Irabalharem na illuminac,3o publica, pai(ando-se
bem : a quera ronvier dinja-se ao armazem da re-
ferida lluiniuarfto becro do Carioca ou a ra Impe-
rial n.lii a fallar cora Prxedes da Silva liusmao.
Qfiem tivet notas do Banco do lta-
sil para trocar por cdulas: dirija-sia
ra do Trapiclie II. 40, seyundo andar.
No collejio d'Aura distribu&ne
gratis as receitas para o tratamento do
citolera, descoberta pelo preto do en
ni 10 uararapes.
Charles II. Me. Clave, capilao da barca ameri-
can cSnntliti, 1.1., avisa a qnem convier, que nao
fica respousabilisado por nenhuma divida coulmliida
com a sua tripola^ao.
Ouer-se alugtr um eseravo para serviro de
caa : a tratar na ra do Trapiche n. 1G, secundo
andar.
Perdeu-se no dia 18 do crtenle, da casa do
padre meslre Capislrauo, ra da Concordia, casa
do capilao Manoel Joaqnim Perreira Esleves, un h-
vri.iho urIbz que se usa para assenlos de a^iheira
n qual tem o roteiro do leleurapho e oulros signaes'
e urna canela de prala de segredo, uro estojo con
navalhas, capas de inarroquim pardo : quera os
achou e quizer resliluir, aniiuncii1 para ser procu-
rado, on se dijij.i ao trapiche do II un ... dai 6 ho-
ras d:i mauhaa as ti da larde, que lera 103 de "rali-
licarao.
- Precisn-se de umi paaaoa que di-snlliciente -a-
ranlin para tomar costa de nina das melhores taber-
nas do bairn de S. Joa, por seu dona precisar re
lirar-se para lora da provincia, mi prcfore-.se vender
a mesina : a tratar ao paleo do Tarea ll, 21.
Joilo da Silva Paria Un. scienl a queiu ennvior
que vtmen o sen MlabalerimenU da ra da l.in-
goela n. i, ao Sr. Jos Miguel dos Sanios.
Jardn) publico e'^t'pmamliuco, ra da So-
l ade n. 70.
Os senhores ainador.-s de llores approveilem a boa
nrcasiao (|e comprar barate ; no aterro da Boa-Vista
n. 33. Rosas novas de I8.V, e dalias rom rliriro, pota
que ueste jardn nao se pode vender barato.' nao
percam lempo ; a ellas, fregueses, amigos do bara-
linho e bom ; sao d Franca, e as nossas so de l'ar-
iiinbuc.i. IMo-se gralis semenl-s de militas flores
viudas de tranea pela barca l'ernambueo.
O Sr. Manoel Niea Correia deixou de ser cai-
xeiro dos alitito assisnado' desde honlera. Kecife
Ul de fevereiro de 1836.Vaz & |,eal.
lje-
Ca.S
pa: alujar.
MBssa adamantina.
He gerlmente recouhecida a excellencia desla
preparado para chumbar deules, porque seus resul-
tados sempre felizes sao j do domioio do publico.
Sebaslio Jos de Oliveira faz uso desla preciosa
mass, para o lira indicado, e as pessoas que quize-
rem houra-lo dispoudo de seus servidos, podem pro-
cura-lo oa ;travesa do Vigario n. 1, loja de bar-
beiro.
J. JARE. DENTISTA.
contina a residir na ra No
19, (iriiuei-
:ro andar. a
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAIIDO DE ROFF E BOEN-
NIKGHAUSEN E OUTKOS,
c posto em. ordem alphabetica, com a deseripcao
abreviada de todas as moleslias, a iudicarao phvsio-
loeica e Iherapeulica de todos us medicamentos ho-
meopalhieos, seu lempo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da siguilicarao de todos
os termos de medicina e cirurgia, a poslo ao alcance
das penoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
O Srs. assignante podem mandar bnscarns seu
eiemplares, assim como quem quizer comprar.
U LA DE LATIH.
O padre Vicente Ferrer de Albtujuer-
3ue contina com sua aula delatim, do
ia 2 dejaneiro em diante, pela mesma
maneira e sob as condicGes ja' annun-
ciadas.
Na casa da residemia do l)r. Loureiro, na ra
da Saudade, defronledo Hospicio, precisa-se de urna
ama de leile. Torra, que nao Iraga comsigo o filho,
que liver, de peito.
Precita-se de una ama forra ou es-
clava para una casa de pequea familia :
quem pretender dirija-te a ruadoCoIle-
j;io n. 15 armazem, ou a ra das Cruy.es
n. 1 i, segundo andar.
A comiuissOo Uenelicente da fregu*
zia de Santo Antonio do Kecife, rosa as
pessoas que quizerem mandar sus es-
molas para a pobreza atacada da epide-
mia, se dignem dirigi-las a casa do Rvm.
Sr. vigario, nooito da mesma malriz :
asesmolis podem ser de dinheJra, gne-
ros, fazendas emesnioroupa.
Deposito de
'
liiauo
Riia Nova o. 41, priineiro
andar.
ftesle cstabeleciraanlo se eucontram os mai* ricos
e ns melhores pianos que lem vindo a esla prare dos
mai acreditados fabricantes como de Hachis e
I ranina mi de llamburgo, assim como de outro
minios fabricantes de Europt, os quaes se vendem
por mdicos proco., e garantidos ; no uiesmo eslabe-
lecimeulo lambem se concertara, afinam-se e rece-
beni-se encoraraendas para a Europa.
Precisa-se atugar para o servico de urna fami-
jngleza, urna preta que saiba lavar, angnmmar e
coser"Vna ra do Trapiche Novo n. 10.
A corHmissao Benelicente da freguc-
zia de Santo Alonio roga as pessoas ata-
cadas da epidemia tpC necessitarem de ser
soccorridas, queiram diri|ji:'-se ao Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, na travest do
pateo da matriz, e no caso de o nao encon-
trarem em casa, a qualquer dos outros
membros, a qualquer hora do dia e da
noite, at as 9 lloras.
lotera da provincia.
O lllm. Sr. thesoureiro manda fazer
publico, que se acliam a venda na tbesoit-
raria das loteras, das 9 as 5 lloras da tar-
de, osbillietesda piimeira parle da quar-
ta loteria do Gvmnasio Pernambucano,
cujas rodas andam no dia 1 de marco pr-
ximo futuro. Thesouraria das loteras
15 de fevereiro de 18.">. O escrivao, An-
tonio Jos Duarte.
Para o servico interno de urna casa eslrangeia
de duas pessoas, uecessila-se de urna cozinheira e
eugommadeira, forra ou escrava; na ra Nova u. 17.
Precisa-se de urna casa, ou priraeiro andar de
um sobrado que lenlu Cog2o, seudo no bairro de
Sanio Antonio ou Boa-Vista : quem liver aununcie.
Precisase do ama ama forra ou captiva, que
tenlia boa conduela, pora Caler o servico interno de
urna casa de hornera solleiro : no Porte do Mallos,
ra do Burgos u. 31.
Osabaio assiguados fazem scienle ao publico,
que dissolverara ainigavelinente a sociedade que li-
nliain na loja de miudezis u. bo da ra do i luenna-
do, e que gyrava sob a tirina deTeixeira & Souza.
Iicamlo a cargo do socio Manoel Joaquim Candido
Teneira lodo o activo e pa-ivo da mesma. Kecife
18 de evereiro de 18.36.Manoel Joaquim Candido
I nucir, Diogo Pereira de Souta.
Precisa-se alugar urna ama do leile : na ra
do Qurimado u. 7, segundo andar. Na mesma casa
precisa-se lambem de urna ama secca para lisiar de
meninos.
Precisa-se alugar urna ama para o servido iu-
ferno e externo de una casa de pouca fsrailia, pre-
fere-se seinlo escrava : no paleo deS. Pedro, sbra-
lo do um andar u. :i.
Antonio Anliines Lobo faz sciente
ao respeitavel publico, e particularmen-
te aos seus freguey.es, que tem transferi-
do sua loja de cbapeos da ra da Madre
de Dos n. 5, para a ra da Cadeia n.
00, junto ao arco da Conceicao, onde o
encontrarSo sempre prvido do mellior
sortimento de cbapeos.
Na estrada de Joilo Pernaudes Vieira, passan-
nacional, cine deve auui chepar de 4 de do a casa do ferreiro, o primeiro sitio a esquerda,
apparercu um quarlao : quem for o seu legilimo
dono, dando os signaes cortos, Ihe sera entregue,
salisfazcndo ao mesino lempo as despezas que se ha
feilo com o dito quart.io.
No Paleo do Hospital u. 18, segundo andar,
lava-sc e engomina-se com muila perfeirao, por
yCACAO' LITTERA1UA.
Repertorio jurdico.
Esta publicarlo sera sem duvida de ulilidade aos
priucipiaoles que se quizerem dedicar ao exercicio
do foro, poisnella encoolrarao por ordem alphabe-
tica as prncipaese inais frequentes occurrenciasci-
vis, orphanologicas, coraroereiaes e ecclesiaslicas do
nosso foro, cora as reraissoes das ordeoacoes, leis,
visos e reeularaenlos por que se rege o Brasil, e
bem assim resolucoes dos Praiislas anligos o moder-
nos em que se lirmam. Contcm semelhautemente
as decisfies das quesISes sobre sizas, sellos, velbose
noves direilos e dcimas, sem o Irabalho de recorrer
a colleceo de uossas leis e avisos uvulsos. Consla-
ra de dous volumes em oitavo, grande francez, e o
primeiro sahio luz e ivrom. 6 e 8 da prac.a da Independencia,
zia da Boa-Vista, na ra Velha n. 4.
O Dr. Ribeiro, medico pela Univer
sidade de Cambridge, continua a residir
na ra da Cruz n. 13.
GRATIFICACAO.
Da'-se 20^000 de gratilicacao a quem
inculcar urna ama de leite forra ou es-
crava, que tenlia boas qualidades e bom
leite: quem pretender dirija-se a rita do
Collegiorf. 15, armazem, ou na ruadas
Cruzesn. 11, segundo andar.
Candida Mara da Pai\o Rocha, pro-
fessora particular de instruccao primaria,
residente na ra do Vigario do bairro do
Recife, faz sciente aos pas de suas aluni-
tas, que acha-se aberta sua aula, na qual
contina a ensillar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meto pen-
sionistas e externas, por preros razoa-
veis.
DAfilERREOTVPO, ELEGTROTYPO
E STEREOSCOPO.
Na enliga e bem conhecida galera e .oflicina de
retratos do aterro da Boa-Visla u. i, terceiro andar,
contraua-se a tirar ralralos por qualquer desses sys-
temas com toda a perroicilo. Ahi se encontra o
mais neo e abundante sortimenlo de objeclos para a
collocasao dos retratos, que tem vindo a esla capital,
ao se entrega retrato algum sera estar parecido e de
*m Irabalho perfeito. Das 9 horas da manhaa as 3
da larde esta sempre a galera e oflicina a disposirao
do publico, podeodo tirar-se retratos em das "de
CIUV6.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os novos bilhetesda
loteria 2- do SS Sacramento da antga
S, que devia correr de 21 a 25 do pre-
sente; as listas esperamos pelo paquete
Aluga-seoarmazein da ruado Encanlameulo anu-
de esla o lampea.,, no meio do ra, do lado da ra
da Cadeia, proprio para recolher mercadorias, ou
mesmo para qualquer oflicina : trata-se na ra da
Cadeia u. 'I ou .
FRANCISCO DE FROTAS liAMBOA, pro-
fesor de iiislrucc.au primaria pelo METIIODl) CAS-
111.110, nSoquereniio sobrecarregar os pais dos seus
discpulos cora despezas de livros, principiou a ensi-
na-los, nos primeiros mezes da iuslalacSo da sua es
cola, por um drama sacroSanio Au'lonio de Lis-
boado qual Un ha ramios exeraplares; mas qual
nao foi a soa admiradlo quando descubri o grande
desenvolvimenlo o gosto que linham para esta lei-
tura lodos os seus alurauos I Ou fosse pelo eneadea-
inenlo das ideas, ou pela alracru dos dilogos, ou
pela pro pe ni, ao que ludas as matices lem para o dra-
mtico ; o cerlo he, que o Exro. Sr. ronsellieiro Cas-
tilho, chegando a esla cidade no dia 8 de judia,licuu
encantado de ouvir lerarliiticainuulemeninos,
que apenas coiitavam 60 a 80 das de escola !! Pei-
gunlou-me S. Exc. como o havia eu conseguido, res-
poudi-llie que pelo eslvlo dramalico, e narre a S.
Exc. a i [.npusicao de ura drama com Igaras,
que seriara as lellras do alphabelo, pars supprir
a delicencia dos dramas coinmuns, que apeuas lem 8
a \-> figuras. S. Exc. approvou a raiuha lerabrauca,
e pnlindolheeu, que a potesse em praliea, fez-me
a honra Je julgar-nie digno da coocluso, visto que
liava concebido lo feliz pcnsamenlo e de laclo com
este poderoso auxiliar, anda iucoinplelo, live a fe-
licidade de, a 16 de selembro, 8 dias depois da par-
tida do Exm. Caslilho para Lisboa, apresciitar ao
Exiu. Sr. conselheiro presidente desta provincia, e a
uiii numeroso concurso, no salao doSaula-lzabcl,
.'Kj meuinos lendo perfeitameute prosa e verso com
geral aceitaeo!! conveuciilo eu, porcm, de que a
base solida da mslrucc/io primaria he a moral e a re-
ligiu, compuz ura drama em que sao citadas mullas
passagens da sagrada escnplura, regras de moral ci-
vil e religiosa, compendio de doulrina chrisla, mo-
do de ojudor a missa, a oraeia BMgOlIkai, orarao
para o levaular da cama, a oraefio da mesa, ui.a
RranaMliea da Imgua nacional, segundo as regras ,lo
Lxin. Sr. CasUlho respectiva* as qualro parles do
que se cumpiie a gramnialica, com os preceilos em
verso, para decorar fcilmente ; maneira de ler pro-
sa verso, una laboada acresceulada pelo raelhuJ
de Pflhagoraa, em qoe u'ura laiii;ar de vista se re-
iiilvem lodos os clculos das i oparaeoes arnlimelieas
em nmeros inleiros, e finalmente um cdigo du
boas lora ou manual de civilnlade para arabos us se-
xos : formando ura voluiue de 235 paginas, no
qual os senhores assigiiaules e os meninos da escola
achara por 12000, o que em diversos compendios
Ibes importara em ou 6>. O professor do me-
IhortoCastilho vai remoller a cada ura dos illoslres
senhores redactores dos dllerciiles peridicos desta
cidade ura exemplar, esperando que fazeuilo-lhe a
honra de o aceitar, se dignem expeuder nos seus pe-
ridicos o juizo qne fazem desle compendio. Assig-
na-sc na escolado melhodo CaaUlhe, na ra Nova, a
15000, avulso vender-se-hao a 3(000.I-'rauciscu de
Freitas GamboB, prufessor particular, autorisado pelo
governo desta proviocia.
Precisa-se de urar ama forra ou escrava para
lodo o servico de urna casa de pouca familia : quera
pretender, dirija-se a ra da Caniboa do Carmo. e-
brado de ura andar n. 21.
Precisa-se alugar urna casa (errea com sohlo,
ou caa de um andar, no bairro da Boa-Visla, nao
seudo no alerro ; agradando, paga-e adiaulado :
quem liver anuuncie.
AMA DE LEITE.
Precsase de urna de leite queseja sada, paga-e
com geuerosidade : na roa da Cadeia do Recife. loia
n. 64. i
O Sr. Jos Pedro do Reg deixou de ser admi-
nistrador do meo armazem de a-sucar. desde 18 de
Janeiro do correle anuo : Recife 30 de fevereiro de
185$,Joio Ignacio de Medeiros Reg.
Po ramalean, ra da Doa-Vista n. 16, tem a
honra de prevenir as pessoas que leera objeclos para
concertar no sen estabelecmento, de ir re lama-Ios
da dala desle a um raez, do contrario sera obrigado
a vdie-laiparii pagamento do seu Irabalho c des-
pezas : roga lanrbejnaos seus devedores de irem sal-
dar suas cunlas, porqu>ells CiU-lirjui jawla e prom-
plo a retirar-se para Franca.
O collegio das orphaas, sito em a ra da'Auro-
ra, precisa de duns enfermeiras habis e caridt?sss,
para Iralarem das pessoas all atacadas da molestia
reinante : quem se adiar, pois, habilitada para exef-
cer dila proOasSo, queira dirigir-se a easa do Ibeaoa-
reiro do patrimonio dos orplulos, praca da Boa-Vis-
ta, a toda a hora do da, para tratar de seu engaia-
inento.
LIQUIDACiO.
O abaixo assguado, lendo breve de relirar-se pira
a Europa a tratar de sua saude, c sendo-lbe preciso
liquidar lodos os seus negocios, a- pela ultima
vez roga a lodas as pessno- gneros comprados err -iccimenlo da ra
da Cadeia do Recife n. ..ronlc do becco Largo,
Ihe queiram pagar seu uilos por estes dias, do
contrario se ver na dura necessidade de usar dos
ultiraos recursos, lambem lem enrarregado ao Sr.
JoSo Antonio do Reg para cobrar suas dividas, (au-
o amigavel como judicialmente.
Manoel Jos do Matrimonio e Silva.
O Sr. Jos Ferreira Marinho, morador na ci-
dade de Olinda, queira ler a bondade de vir a ra
da Praia n. 4, a negocio de seu interese.
No dia 17 do correnle fugio do poder do seu
seuhor Manoel Ferreir Chaves una escrava por no-
inc Joaquina, levando esla loda a roupa, e com o
signaes seguinles: alia, secca, cara descarnada, per-
nal arqueadas, ;poucs vezes deixa o cachimbo;, a
qual negra fugio cm companhia de um soldado do
10 hatalhao por uome Manoel Joaquim da Silva, o
fual he crioulo e alguma cou.a relaxado, a escrava
cima mencionada foi escrava por muilos anuos em
Pauellas de Miranda : porlanlo roga-se as autorida-
des policiaes e eapUes de campo a captura desta es-
crava, levando-a a ra da doria na Boa-Visla, casa
LOTERA DA PROVINCIA.
Osbilbetes ecautelas do cautelista Sou-
za Jnior, naoest&o sjeitos ao descont
dos S porcento dalei.e achain-st; a ven-
da as lojas da piara da Independencia
i. I, 15 e 40, ra Direita n. 15, do
No escriplnrio de Novaes Companhia. na roa
do Irapiche n. :, continua haver chapeos de palha
do thilli e Italia, sorlhlos, e chapeos de Miro de to-
das as qualidades, ludo por preco commodo.
- Ejtt para alugar-se a grande casa da travesa
do Monteiro, cora i grandes quarlus, > solas, cozi-
nha fura : quera pretender, cnlenda-.e na cocheira
defronle do telheiro dos canoeiros da roa Nova.
RAP FRANCEZ.
DEPOSITO DA RA A CHUZ N. 48.
Continua a eslar sorlido o deposito deste excellen-
le rape, talve/. o nico de que se deva fazer uso em
urna crise epidmica como a que infelizmente lua-
mos: o agradavel aroma, e os simplices de que he
ctomposlo, o fazem recomraendavcl, visto nao ler
era Ma composicao neulium ingredienle que des-
Irua a virlude do fumo, reconhecido a como om
grande preservalivo de qualquer mal: para com-
mou.dade dos compradores, se encontrara osle rap
nos depsitos iiliaes dos senhores Moreira & Duar-
te, na i na do Cabuga" u.... ,. JoSo Cardte Ayres,
na ra da Cadeia do Kecife pelo proco de lia cada
meio kilogramo, que be inais de urna libra.
"endose na ra da Cruz n. 2(j, pri-
meiro andar, (. verdadeiro (- axcellente
cha' preto em libras e por muito barato
preco que faz admirar.
Vendem-se espngarda.s de dous ca-
nos francezas, muito proprias para caca
e por baratissimo preco: na ra da CruE
n. "ti, primeiro andar.
Vende-se um cabriolel lodo piulado e forrado
de novo, com arreos, he bstanle leve, segoro e bo-
nito: para ver, na ra do Hospicio, esquina doCa-
PABA LOTO.
Kiscado francez prelo a meia pataca o covado
lusirim e chita preta fina a dous lusloes o covado,
alpaca, prinrl e oulras fazendas proprias para quem
esta de lulo, chales de Lia prelos, meias para asaba
ra, prelas de alcodao a pataca o par : na loja das 6
portas em freule do Livramento.
Fariiilia de mandioca.
Vende-so fatinha de S. Malheus, em sacras ; oo
caes do llamos, armazem do Sr. Pacheco, por precos
cominodin.
e a
Oiiapcaj.
Compram-se notas do Banco do Bra-
sil : na ra do Trapicho d. 40, segundo
andar. j
Compra-se nma escrava qog seja moca e sa-
dia, -alien,I,i engommar e co/.inhar bem : na ra do
Crespo, loja n. 3, prximo ao arco de Santo Anto-
nio.
a$tttfo&
folbinfias
PARA 0 CORRENTE ANNO.
rolhuihas de algibeira confendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dos
tos parochiaes, resumo dos impostOS (;e-
raes, provinciaes e mutiicipaes, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entriido, mascaras, cemiteno,
tabella de leriados. resumo dos rendi-
mentos e exportacao da provincia, por
500 w. cada una, ditas de porta a l'O;
ditas ecclesiasticasou de padre.com me-
sadeS. Tito a 400res: nalivraria n. C
e 8, da piara da Independencia.
Malas ele viagem
Saceos de tapete de La, e saceos cora mala, sobre
ludo de panno muito encorpado, proprios para via-
gens da Europa : na ra do Collegio n. i, cslabe-
lecimenlo de J.Falq-ie.
Gorros escoce-
ses.
Em caa de J. Falque, roa do Colleeio n. i. che.
gou um lindo sortiraeul de gorros escocezes de vel-
ado de seda bordados de ouro e lisos, cora Uta-,
lano para lioracns como para menino*, diles de ve|-
tadode algodao com galo de ouro e lilas, para ho-
a Una.
marao, loja do Sr. Candido (piulor de carrus,,
tratar, na ra do Collegio n. 2|, primeiro andar.
I ara sacerdote**.
Vendem-se meias de laia prelas.e barretes de se-
da prelos para sacerdotes : na ra da Cadeia do Re-
cite, loja u. O.
Liquiduco.
O arrematante da loja da ra do Crespo n. I, jun-
to a casa nova da quina, confroole ao arco de,Santo
Amonio, quereudu acabar com as fazendas qu exis-
lera, vende baralo para liquidar, sem perda de lem-
po. I rmceza pela de boa qualidade a 300 rs. o
covado, alpacas linas de superior qualidade a 800
rs. e la o covado. meias pretal de laodilo para se-
nhura a 200 rs., suspensorios a 100 rs. o p. cirios
de cassas linas Irancefeu a l>(oo. e ->#m Inuilo ,,_
i as. lencos de cmbrala |> a 3t>l rs., dilos de soda
ua india mi.....|ls para hornera c tenhora a laiOO.
rc-meiras de cmbrala lina de lacos de seda para se-
nhora a -, mauleleles de seda uuns a 45, mantas de
seda para senhora de uperior qualidade a corles
de rlleles de Uazinlia para humera a 500 rs., lencos
de seda branca mullo linos a Ij, corles de rusti
para.collelos a 40 e 800 rs. de superior qualidade
corles de veslidos decainbraia e seda muilo finosj
e bs, cortes de cambraia rom babados linos a 3
ditos de cambraia de cor a 29O0, bretauha de Hubo
d 6 varas i peca, ruis, a i;(H), chales de larlatan.i
a 8JK rs. e l.jjyo, dilos de cassa e seda muito linos a
-JOjUO e :io, loa para vestido de senhora a :120 o co-
vado, cambraias de cores linas a :tll e 400 rs. a va-
ra, pecas de lilo para mosqueleiro de SU varas a :tj
a peca, curtes de meia casemira de superior qualida-
de a 19600 e 3 o corte, meias para senhora linas a
W e 320 rs. o par, madapolto e algodSozinho, e
oulras umitas azendas que por screm mullas nao se
podem mencionar, e que se vendem por ludo o preco,
ua mencionada lua.
era Vendc-secera de carnauba de boa qualidade, por
menos preco do que em oulra parle : na ra da Ca-
deia do Hecile, luja n. O, defronle da ra da .Madre
de Dos.
Tinta
Na ra do Trapiche Novo n. t8, em casa de E. II.
V yalt, vende-se excellenle lila branca, preparada
em oleo, em latas de J8 libras.
Corles de cassa para quem quer dar les
tas por pouco diuheiro,
Vendein-se corles de cass rliila de bom costo a
5, dilos de padres fraiiretre* a-29100, daua* rxa
para aleviar luto, ditas prela de'padroes iniudus a
3 olriirle, alpaca d seda de quadros de indas as co-
res a 720 o covado, lencos de bicu lano pintados
como boi dados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra hornera a lo e IstiOO ; todas estas fazendas ven-
dem-se na ruj do Crespo n. 0.
Cousas finase de
bous gostos
NA LOJA DA BOA FAIA.
Vendem-se ricos leques com plomas, bolol, e
espelbo a 2.-. luvas de pellica de Jouviu o mellior
que pude haver a 15800 u par, ditas de seda ama-
relias t brancas para lioiiiem e -enhora a 1>280, di-
tas de lorral prelas e com bordados de cores a 800
rs. e 19200, jila- de lio de Esencia brancas e de lo-
das as cores para liomem e senhora a XK) rs., dilas
para meninos e meninas milito boa fazenda a 320,
lenciihos de retro/, de lodas as cores a 15, toncas de
l.'i.i para senhora a 640, penles de tartaruga para
alar cabello, fazenda multo superior a .">}, dilos de
alisar lambem de tartaruga a 3$, ditos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a 15280, dilos de alisar de butalo, fazen-
da moilo superior a 320 e MMi rs., lindas meias de
seda pintadas para crMOCaa de 1 a 3 annos a I58OO
olpar, dilas de lio de Escocia tambera de bonitas
cores par. enancas de 1 a 10 anuos a 320 o par. cs-
pellio para parede cora excellenlcs vidrosa 500,
700, 1e 15200, loncadores com ps a 1 .->Vmi. nas
de velludo de lodas as cores a 160 e 240 a vara, es-
tovas finas para denles a 100 rs., e flnissimas a .'iild
rs., ditas liiussiinas com cabo de marfim a la, tran-
cas de seda de todas as cores e larguras a 320, 400 e
>00 rs. a vara, sapalinhoi de Ua para enancas de
bonitos padroes a 240 e 320, aderecos preloi para
lulo com brincos e alfnetes a 19, loucas prelas de
seda para enancas 3 19, traveseas das que s usam
para segurarcabello a I9, pislolinhas de mei.il para
enancas a 200 rs., calheleiras para azeite e vinagre
a 29200, bandejas muilo finas e de todos os tama-
ito, de 19, 25, 3? e 49, meias brancas finas para
senhora a 240 e 320 o par, ditas prelas muilo l,a,
a 100 rs., ricas eaixas para rap com riquissimks es
lampas a 3) e 29500, meias de seda de cores ipara
horaein a 610, charuleiras muito finas a 29, ca|t6e
para bengalas a 40 rs., pastas para guerdar ppeis
aSOOrs.. ocnlos de armarn deafoprateado.se dou-
rados.i 640, 19 e 1200, lunetas com aro do tllalo
c tartaruga a 500 rs. e 19, superiores e ricas be|iua-
linhas a 29, e a 500 rs. mais ordinarias, chicotepa-
ra cavallo pequeos e grande*, fazenda muito sana-
rlo a 60, 800,19. 18200, 18500 e 25, atacador da
cornalina para casaca a 320, penles muilo finos riara
I
Eixo
8 e arre 1 os para
curros.
suissa a 500, esrovas linas para cabello a 640, dllu
Pl'l' ');! i 'A (l;i Pili ZiImo P' casaca a OIO. capachos piolados para sala a
O. 1640, meias brancas c cruas para hornera, fazenda
superior a 160, 200 e 240 o par. camisas do meia
muilo finas a 19 e 1J200, lavas brancas encorpadas
proprias para ruonlaria 240 o par, meias de cores
par senhora moilo fortes a 220 o par, ricas alloma
doras de madreperota e de outras multas qualidades
e goslos para rlleles e palils a 500 r., fivelas lloa-
radas para calcas e rolletes a 120, ricas filas finas
lavradas e deludas ns larguras, bicos finissimos de
bonitos padrSes e lodas a largaras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de noivas, lesouri-
11 lias para cos ura o mais li,u que se pude encontrar.
Almde ludo islo oulras muiliisiraas cousas muito
proprias para a resta, c que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, romo lodos os freguezes j sa-
bem : na ruado Queiraado, nos qualro cantos, na
bem conhecida loja de miudezaa da Boa Fama
o. 33.
marco em diante: os premios sent pagos
depois de distribuidas as listas.
Wecisa-se alugar um prelo de idade, que sirva
^."".'^"3" '"(.ua fazer l'mpeza em urna casa de
se precisa de urna preta
pouca ramilla ; lambem _
captiva on forra, que saiba cozinbar, lavar e engom-1 Pre-C c0,ulud<'-
o^liJo'^^zem o1""6"'' "' *". "* """ \ TNa '"a lo cues d K. no col-
: legio da Aurora, distrihue-se gratis s rc-
Precisa-.c de urna pessoa capaz para lavar a
roupa do hospital eslabelecido no convenio do Car-
mo : quem quizer so prestar, dirija-se ao mesmo.
Precisa-M de orna ama forra ou eserava para
lodo o servico de urna casa de pouca familia : quem
Crader, dirija-se a ra da Gamboa do Carmo. so-
0 de um audjr n. 21.
'-.
K
cetta para o tratamento do cholera, des-
coberto por um preto do engenho Gua-
rarapes.
Anda ae precisa de urna ama de|leile, paga-se
bem : na ra Nova, loja n. 12.
\

Livramento n. 50, d, 1 Praia n 50 e do
Crespo n. 5.
0 andamento das rodas he em 0 1 de
marro : os premios sao pagos- lista geral.
Bilheles 7-3000 Recebe por inleiro 6:0009000
Meios 39.VOO >i 3:01M)9000
tercos 29400 a 2:(KKl-)000
Ouarlos I98OO o 1:50050(H)
i.iuinlos 19440 11 0 1:2009000
Oitavos 900 75U1000
Decimos 760 0 60O5OOO
Vigsimos loo u o 3009000
O rlei'ido cautelista deca 1 a que so
paga nos seus hilhetes inleiros os S por
cento como se deduz de sen annuncio..
I'recisa-se alugar ura cscravo para lodo o ser-
vito de uraa casa de pouca familia : quera quizer,
dirija-se a rita Nova, esquina da ra do-Sol, primei-
ro audar n. 71.
Precisa-se alugar urna mullier- que saiba bem
cozinbar ; a pessoa que quizer, dirija se a ra Nova,
esquina da ra do Sol, primeiro andar n. 71, se dir
para quem he.
Precisa-so de ura amassador de| padaria, que
seja perito nesta arle : paga-se bem agradando : na
padaria do loria do Mallos, ra do Burgos n. 31.
iao, i ua da Cruz
, 1. 40.
...)r!r'a"!e !,.uf";riorv'l'o lo Porto e cognac en-
canalado, assim como um sorli.nei.lo de conservas.
cw,iC."idS""' .,'"''* "'""'S I*" ca"" o corro-
a, esuudutodos olles bastante nutridos, que nao s
ural'e'iCri30 lra"i"l" COrao "*" I I,
bm s,. ve. ae.'0r''U baS,a'"e- 6 ""'" d0 P810- 'l'"":
ha Ir ?' "nU.Carr0-a P"""l" le ludoalra-
por cira,U,rCieMde;,,es d "J1""""8 a "o Vigario
ronsc^ d e'cr,Plur' o Sr. Thomaz de Aq.ino
Sal do Ass
A bordo da escuna uJosc vende-se sal do Asu",
ou a iratar cora Antouio de Almeid.i (ioraes, na ra
uo Irapicbe n. Ki, segundo andar.
Saldo Ass
Veudesea bordo do palhabole Adelaide, ou a
Indar com Amonio de Almeida tiomes, na ra do
trapiche 11. 16, segundo andar.
tsteiras e velas de vai-
Jluuba
feilos no Aracal>, tanto em purcSu como a relalho :
no ierro da Boa-Vi-jta, defronle da noneca, loja de
calcado D, 14.
f ara cobertores.
Panuoazul de laa para cuberas: na ra du Quei-
raado, luja u. 21.
Cobertoics de algodao.
Vendem-se cobertores de algedaosum pello a I5,
pannuazul tino para farda a SgfiOO o covado ua ra
do Oueiiuado o. 5.
\t- Vende-so panuo preto lino a 2; na loja de 4
porlii* 3, prolima ao arco de Sanio Aatouio
_?>>nde-se um ptimo avallo de sella, cor roda-
do, muiiiiumi, est bastante ijordo, e anda hera,
lano em ba>o como era etquipailo, o qual cavallo
nao tem acliao*saISuiii : quem o pretender, podc-u
ir ver na cuclieiralM' lim da ra da Koda. no bairro
d,e Saulu Antonio, pHU'iii enle a Mauoul Chico.
Cogoac ^erdadeiro.
Vende-se cognac auperiW em garrafas : na ra da
Cruz u. 13. ^.
Vendem-se us verdadeiros charutos de S. I'e-
|t\: na ra do Queimado 11. 13, "Jj de ferrageus.
Veiidcra-se saccas grandes coiP inilho a 49000,
latas com oleo de ricioo, e m garrafas de 1 1|2 li-
bras a Ij, algodao em carocu ; ua ra 9 Vigario
n. 5.--------- .-
Familia de mandioca de Sania Calharina, em
saceos, de superior qualidade : vende-sn no arma-
zem de Paula Lopes, ua escadinha da ilfaudega.
Vcndem-se A venesianas cora suas caisas. em
bom eslado, 2 relogius buns reguladores, sendo um
de quadru e outro de albatre para cima de mesa,
por preco commodo : no alerro da lloa- Vista, sobra-
do n. 17.
Vende-se a padaria da ra Direita dos A toga-
dos, prompla de lodos os ulencilios, e com bastante
freyuezia, e por uso ollerece vanlagens para qual-
quer principame s prcluudenles dirijam-se a ra
Direita desla cidado u. 40.
\ende-se um selliin inalez do mellior autor.cora
lodos usarreios, ludo quasi iuleirainente uovu : na
ra do torres n. 14, segundo andar.
T Vende-se um prelo de nac,;o, o qual lem lia-
bililacoes para cuidar cm um sitio ou oolro qualquer
misler : quera quizer ve-lo, dirija-se a ra AuBusla
n. 21, deiuanliaa ale 7 huras, e de larde de ti lid era
un.lile.
Velas estearinas, pedias demur- w
S "10le Pa*a mesas, papel de peso
W mgle/., papel de embrulho, oleo
(^) de linhaca em botijas, chicotes
(^ para can, pianos de armario,
1^ lona ebrim de vella, cemento 10-
2 mano, armamento de torlas as
a, qualidades, cabos de lindo < de
*? manilha, pL\e da Suecia, cham-
W pague e viulioS linos do Kenho :
B vemlem-sc no armazem de G. J.
(@ Astley iV C, ra da Cadeia n. 21.
i
TINTAS UE 0LL0.
Vende-se tintas de oleo sortidas da me-
llior qualidade que tem viudo a esta pia-
ra e por preco commodo : na casa de
Adamson llowie & C. ra do trapiche n.
42.
Vendem-se superiores eixos e arreios para carros
na ra do Trapiche Novo n. 18, casa de E. 11.
Gaiuielaoros e lustros.
Aclia-se venda em casa de E. 11. vYyiU, na, ra
do trapiche Novo 11. 18, nm completo sortimento de
candelabros e luslrus bronzeados de 3 08 luzes.
1 inflo Xere/ e ^oio.
Vende-te vnho Xcreze Porto em barrisde quar-
10 : em casa de E. II. Wyall, ra do Trapiche No-
vo 11. 18.
POTASSA CAL YIRGEM
No antigo e ja bem condecido deposi-
to da ra da Cadeia do Kecife. escriptorio
n. 12, da para vender muito superio
potassu da Kussia, dita do Hiodc Janeir
e cal virgem de Lisboa em pedia, tud
precos muito lavoraveis, com os quaes -
carao os compradores satisl'eitos.
Tai xas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. Vfc
Bowmann, na ra do Brum, passarl-
do o chafariz continua haver uj
completo sortimento de tabeas de ferro
fundido e batido Je 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Tabeado de pinhn da Suecia, alcalrao e pfst.
Me l.almuui Companhia, leudo recebidoum
carrecamenlo desles eenerus pelo brigue sueco D.
Thereza, de Golhembourz, venderao os meamos a
relalho por precos baralos: olaboado adiase reco-
Ihidn no armazem dos Srs. Carvalho & Irmao, ra
do Brum.
AO BARATO!
Na ra do Crespo, loja n. 1, vendem-se por todo
o preco fazeudas de primeira qualidade, para acabar
ojo se olha a preco.
R elogios
inglezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra : em casa de
tlenry Gibsou, ra da Cadeia do Recife u. 52.
Voude-se ac em cuuhctcs de um quintal, por
prei;o muito commodo : no armazem de Me. Cal-
monti5 Companhia, proeja do CorpoSaulon. ti.
Cartas france-
zas.
Vendem-se superiores cartas francezas para vol-
tarctea 500 rs. o heraldo : na roa do Uueimado,
loja de miuileza. da Boa lama n. 33.
Moinhos de vento
ombombasdcrepuio-para regarhorlas e baua,
decapiii. nal uiniicaode U. W. Hnwmaii: na ra
do Brum ns. 6, 8 e 10.
Vende-se por 10 rs. o tratamento da
choivta-morbus: na livraria n. ti e 8, da
piara da Independencia.
Oh |e pechincha !!
Vende-se iusemira prela muito fina, pelo baratis-
simo preco de .'O o corte de calca : na ra do Cres-
po n. j.
Rdogios de ouro
inglezes
de palenle, de sahnuele e di vidro : vcndem-se cm
casa do Aususlo C. de Abreu, na ra da Cadeia do
Recife n. 48, primeiro andar.
Aos amadores de flores a
irvores fructferas.
Mr. Arnol, luemhro da sociedade de liorlicullura
de Paria, lera a"iotira de participar ao publico, que
acaba de Irazer de branca uraa rica colleccao de
llores, arvores fructferas de soslos diversos para nr-
menlo de jardina, um aortimeoto de rai/es de llo-
res c btalas, que vende por presos commodos ; no
alerro da Boa-Visla 11. :18.
Vendem-se ou aluam-se na PassaRem da Mag-
dalena, antea da ponte, dous sitios com casas de so-
brado, as quaes lendu comraiiuicacilo interna, lam-
bem podem nervir para urna so familia : a Iralar na
ra da Cruz u. 45.
Superior farinlia de Santa Calhai ina ; vende-
se em saccas : 110 armazem de Paula Lopes, ua es-
cadinha da aliainicua.
Chapeos de sol de seda a SsjOOO.
y ra do Crespo, loja 11. .',, vendein-se chapeos de
sol de seda de muilo boa qualidade, pelo balso pre-
co de 5g cada um.
laceas com farinha e
luilho.
Vendem-se saccas cora farinha e milbo : na ra
da Cadeia do llecife.loja de fazendas u. 23.
Vendem-se saccas com farinha de mandioca da j
Ierra, de superior qualidade, por preco commodo :
1 a iralar no Irapiche do Pelouriuho. i
Vende-se um cabriole! em bom uso ; a Iralar
na ra do Collegio n. 21, primeiro audar.
A38500
Veudc-secal de Lisboa ultimameuiec!iegada,a*~
simconio potassa da Russiaverdadsira : uaprac,ad0
Corpo Santo "o. 11.
VIIUHO \EREZ.
Vende-se superior viuh.i de Xcrez em barris do
t|4. era casa Je E. K. Wvatl: ra do Trapiche
11. IS
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Ra d a
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecmento continua a ha-
ver um completo ^ortimento de moen-
das e meias moen s para engenho, ma-
chinas de vapor, t taixas de Ierro batido
e coado, de todos os tamauhos, para
<<>M 70 PHCEMO MAIS BARATO
do que ein outra qnatlMr parte.
Bico .le bloud de seda preta para ..res, e fc.
lillas lit, como ser. cebe esta .irnd. direrlmMW-
le d. Utiric, por uso pude otlei.cer eM. \.nla.-ea
a seus 'letuivi-, ca-a do ic|ojiir.
C. STAKR d C.
es|ieilosarnenle inuuuciaiu que 00 aeu evlesaae ee-
alwleciraeiilo em Sanio Amaro.epuiinoam fataiaj
com a mamr perfeiro e proniplidSo. n-1 a ynndi
de de machinismo para o u*u da agurultera. na-
veua^Ao e manufaclura; e que para maior caanSMaJe
de seus numerosos freguezese do publico ea geral,
leem aherlo em um dos grandes aranaes m .V.
Mosquita na ra do Broa, alraz da anenal de ew-
riuha
DEPUS1TO UE MACHINAS
cunslruidaa no dilo seu e.i.beleciinruU.
Alli acharo os compradores em complete tarti-
menlo de inoeudas de raima, coa teda ea mclli-ii
meiilos alguns delles uovos e originaes) de eaa a
experiencia de mullos anuos tem ma*lrJ a
sidade. Machinas de vapor de baua e alia
taisas de todo tamaebo, lano batida* cea
das, carros de man e dito* para conduzir ft
a-sucar, machinas para moer mandioca, .
ra|dilo. Tornos de ferro balido para farinha,
ferro da mais approvada construcra, feaaiea eera
alambiques, cnvoi e perlas para fornatkaa,
iniinnla le de obras de ferro, qne sera
enumerar. No mesmo deposito eiis&e uiua
inlellisenle e habilitada para recebar leda ea
coinmeudas, etc., etc., qoe os annuuciantea
do com a capacidade de MIS* ol cias e inari
e pericia de seus olliciae, m comprometteea a
eterular, cora a maiur presteza, perfeirte, e eurla
confu ululado ruin os inodcloMiu dcseukos.e iaaarec-
Ses que Ibes forem fornecida*.
IECHANIS10 PAR EIGE-
HHO.
XA FUNDICAO DE FERRO DO ENiE-
NHEIRO DAVID W. BOWNIAN. nh
RA DO RRLSI, PASSANDO O IIA-
FAR1Z,
ha sempre um grande soruraenln dos
jeclos de mei liau-uios proprios para em.en
ber : moendas e meias nwenda de man
couslruccao '.-laivas de ferro fundido e batid*, de
-uperior qualidade e de tollosos I a mantea* ; rada
dentadas para agua ou animaes. de loda* a* pilfll
cues ; crvns e boceas de loma Iba e recMrea dr bs>-
eiro, aguilhoe. hronzes, para rusos eciivilh
uhu de mandioca, ele, ele.
NA MESMA FUNDICAO.
e eieculam todas as eneommendas cea a
ridade j conhecida, e com a devida preste
modidade em preco.
lar '
cemUn-
I
a saperwr
SS=SSSSI|
v) CONSULTORIO
OMEOPATIIICO.
28. Ra das Cruzcs 8.
'5 (Gratuito para os pobre*.;
^1 O Dr. Caianura da coiisallas e faz vi-
(A zilas a qualquer hora do da.
y No mesmo rnn>ullnri vende-ce
i O TRATAMENTO l!( 1MOK1 ll'A lili- 1
7 CO, /resean e rmralir i-, rknler*
innrhu-, accommodadu a iulelltcencia de
fc povo. i
Carleiras de 12 medicamcnles para *
I
1
4
i
^e
cholera.
'. onca de lintura.
Tubos avulsos.
Carleiras de lodos os
i:**1
lamaiilius moita
dito.
Vcndem-se em casa de S. P.Johm-
ton & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Si-!11 ns ingleses.
Rejogios patente ingles.
Chicotes de carro e de montara.
Candieiros e casticaes bronzeados.*
Lonasinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris <' gra i n. 97.
Vinho Ciiorr
Camas de ferr
'* -------- w "-"" miiieJi.fMr*. ItlUltO B
y) Ni ron la. mk
Em casa de N. O. Kieber di C, ra
dn Cruz n. i, vende-se :
A'inho de Madeira cm l| c l|8 limi,.
Vinagre brassoo.
Tinta em oleo.
Lonas.
Biins da Russia.
I"ii|ii'l 'Ir 1 iiilinillio ^w
Saceos de estopa. v-
Cemento.
Por commodos precos
iris.
da ra dos
mrudezas que
alun de liquidar sem peda
150011
3ion
sino
73" KK)
3|000
100
6SJ0M
laOO
210
2iU
4>00
VBM
25(101)
.15200
SfSOO
11800
(00
720
25-"i00
18600
900
3*300
3H0
100
11600
300
aTMOO
15200
1C2O0
I5OOO
UQUIOACAO*.
yuarleisn. 2, querendo acabar a<
evislem, vende barato
ranja com bololas para cortinados, peca
lapel paulado, resma, (de peso)
Dito de peso, resma
Ua de cores para bordar, libra
t entes de bofalo para alisar, dozia
Iivelasdouradas para calca, urna
roza de brelas muilo linas
Leaos de soda finos, ricos padroes
Cana de linlias de marca
Meias para senhora por
Pealas de larUrusa p'ara sesurar cabello
roas de canelas finas para peonas
lillas de balsea- Pinos para casaca
Meias prelas para senhora, duzia
Ditas lillas para liomem
Lacre encarnado muilo fino, libra
Papel de cures, maco de 20 quadernos
UlIZia de calvetes
Espelhos de lodos os nmeros, duzia
I.iuhasde novellos crandes para bordar
Ricas filas escocesas e de sarja, lavradas,
larga
Meias cruas senArostiira pira liomem
Ditas de seda n. paca
Trancas de seda branca, vara
Caixas de raiz, duzia
Peeaa de filas de cus
Capis fuius, groza
Cordilo para vestido, libra
Toaeaa de blonde para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
c outros muitos rticos que se lomara recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que nilo se duvidara
dar um pooquinho mais baralo a aquelle seohor lo-
Kisla, que queira a dmheiro comprar mais barato
do que se compra em primeira nulo.
Superior saou',
Vende-se na ruadaCadeia dn Recife n. I, novo
sag por preco commodo, assim como fino cognac.
Ca de \ boa barata.
Para fechar ronlas vendem-se barris com cal de
Lisboa, pelo diminuto preco de .15200, assim como
ha urna porcao da dita cal sola, ptima para caiar
pelo seu brilhanti-ino e daracle, e enehe-se urna
barrica que lenha sido de |bacalbo por 35: na roa
da Cadeia do Recife u. 50.
Meias prelas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias de laia para padres,
pelo Irsratissimn preco de I58OO o par, ditas de al-
godao pr'as a (vtO o par : na ra do O acunado,luja
demiudezasda Roa fama n. 33.
Vendcm-se bascos codevi-m rol lias
dio muito proprios para conservar toda
a qualidade de rape, e por muito com-
modo preco : na iva da Cruz. n. 2, pri-
meiro andar.
Prelo novo de
LISBOA A 4,5011 M.
No armazem de 'lasso limaos, ul 'ou-
{SlVSS.
m AO PIBLICO.
No armazem de fazendas bata-
tas, ra do Collegio n. t,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, linas e grossas, por
preros mais baixos do que em ou-
tra qualquer parte, tanto em por-
roes, como a retnlbo, amanendo-
se aos compradores um so preco
para todos : este estabeleciraento
ajirio-se de combinaco com a
maior parte das casas cmmerciaes
inglezes, ranoezas, allemaas c suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, e por
isto olFefecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o I
proprietano desle importante
v tabelecimenlo convida a' todCS
1 seus patricios, e ao publico em ee-
ra ral, para que venham (a' bem dos
gseus nteresses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos ti Koliin.
MOENDAS SUPERIOR.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Sauto Amaro, acha-se para vender
moendas decannas todas de ierro, de um
rnodello e construccao muilo superiore-
tST CORTES TURCOS-
Vendem-se estes delirados crle de SSSM arela
cora piulas carwezins a lislradc, os mais linde* pns-
siveis pela sua novidade de padroes, e so ea vealea
as lojas dos Srs. Campos A 1-in.a. ra do Crespo ;
Mauoel Jos Leile, ra do (.lueim.do ; .N.rrise Ua
ra da Cadeia, por preco melle ea
endem-se sellins com pertences pa-
tente inglcz, e da mellior qualidade que
tem vindo a este mercado : no armazem
de Adamson llowie&C, ra do Trapi-
che n. 1-2. ^
ia Carueiro,
conta.
V
&$craDo$fit0fc0$.
No dia 11> de Janeiro do correnle anee lo;io
do sanaba Tabahuga um mulato eacrave, ene per-
lence ao Sr. llerculauo Cavalcanli de Sa Albaejeri-
que, cojo signaes Ble os seguinles : cor be clara,
cabellos crespos e ea -'a com a cor plida por ler solTrido seriie*. e ten
utas manchas no pescoro. as coalas e ncilos. IS
a 0 anuos de idade, o buco ja Ihe apanla ; levea
camisa de alsodozinho azul j.. deshelad .. e lamben
a ceroiila, um capole de panno lino ir de rafe ja
bem nudo : presume-se qne levan em rompentHa
um rriuuliiihu Torro can 1 anuos de idade. alio,
secco, e com algaaaw nodoas peld norte e prarere, e
ha ra/So para -uppr-se qoe elle molalo i-reieii-
de passar por futro qUtm o pes lar* e faver^e...
var a -eu senhor no ensrnho niri.ru>uadn on'ealre-
car nesta praea ao Sr. Antonio 'Anne Jacoae rV
res. aerador no alerro da Boa. v isla, qoe ser* re-
compensado com senernsidade.
Fueiram na man.....dn dia 19 do rente deaj
escravos um por nome Thend6r0i pirit rr.0u _.
cador, bati, curpolenlo, coij, minios cabellos aven-
aos pela barba e pellos, idade 35 ,, o.,*.
ou menos; ouirode uon,e Jotse. mualo,
secco do corpo^
beixe.
i., ,__ pouca barba, quebrado da verilha ,
" dolado esquerdn do rosto urna eicalriz, este es-
cr*ivo foi do Sr. Manuel Thomaz ei-rarcercirn
ru,1iduziram coro sigo urna catia, nr qual levaran
'da roupa que linham, calcas e camisas de aleedaV-
"11I10 de titira*, camisas de niadapolao, nma diu de
I' aela encarnada ja usada e cobertores ; rega-ae a*
0 iloridadei policiaes e rapilSes de campo qeeeaap-
l'lehendam e levem a ra da Concordia a. #. 1
11 m de malcriaei qne serao Kenerosamenle 1
el isados.
Oouliniia andar fgida a prela Me
0 ila, idade de -JK a 30 annos, pouco eu
c >iii os signaos seguinles : falta de denles aa fraerte e
11 roa das orelhas rasgada proveniente de* ariaaea :
"*ueiii a penar leve-a a roa de Broa, araaaea de
tocar n. ti, qoe ser bem gratificado.
^ERN.: TTP.DBM. F. DE PAUa. tSSfc.
MUTILADO
ILEGIVEL


Full Text
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