Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07271


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Full Text
ANNO mil. N. O.
Por o meces adiantadot ijjOOO.
Por o meses vencidos &J500.
SEGUNDA FEIRA 25 DE FEVEREIRO DE 18fi.
Por auno adiantado JtfOOO.
Porte franco para o subscriptor
MBCO.
KNCARRK.i.MlOS DA Sl'BSCRIPVAO' NO NORTE.
Parahiba, o Sr. Gervaiio V. da Natividade ; Natal, o Sr. Joa-
quim 1. l'rreita Jnior; Arncaty, o Sr. A. de Lemos Braga :
Cear, oSr. J. Jos deOlirein ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
que! Rodrigue! ; Fiauhy. o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
Cearenia; rara, o Sr. Justiano J. Hamos; Amazonia, o Sr. Jer-
nimo da Coala.
partidK dos CORREIOS.
Olinda : todos os dins.
Caruaru Bonito e Garanhuns: nos das 1 e 1.1.
Villa-Bella, Boa-Vista, Kxu' e Ouricurj : a 13 28,
Goianna e Parahiba : segundas e seitas-feiras.
Victoria a Natal : asquiotas-feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal doeommereio : quartasa sabbodos.
Belacao iercas-fcirai e sabbados,
Fazenda : quartase sabbados as 10 horas.
Juizo do eommereio: segundas as 10 horas e quintas ao meio-dii.
Juizo deorphaos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara docivel : segundase senas ao nirio-dia.
Segunda vara da civel querase aabbadus ao meio-dia.
EPDEMERIDES DO Mi:/. DE FEVEREIRO.
8 Loa nota s7 horas, 23 minutos. z.8 segundos da manhaa.
U guano cresccnteaos 7 minutse 48 segundos da manhi.
JO l.ua cheia a 7 hora, 30 minutos e segundos da tarde.
a Uuarto minguanteaosl9 minutse segundos da manhaa.
... PREAMAR l>i: IIO.IK.
t rimeira as 8 floras e 30 minutos da manhaa.
Segunda >8 horas e W minutes da urde.
DAS DA SEMANA.
23 Segunda. S. Malhias Ap ; Ss. Osario e Dioscoro.
2fi Terca. S. Trralo are. m. ; S. Faustiniano b. m. ; S. Vctor.
27 Quera. Ss. Antigono. Curso e Bcssa soldados mm.
28 Ouinta. S. r.omoah. ; S. Cercalis ni.
2y Sexta. S. Populo m. ; S. Esperedio m.
1 Sabhado. Ss. Suilerbo, Eudocia e Anlonina mu.
2 Domingo, i. da Qiiaresma. Ss. Juvino, Bazilio. Secundilla.
PARTE QFFICIAL
i:\C\ltll. (i.MMiS DA srascMnjw NO MI..
Alagoai, o Sr. Claudino Faleao Das ; Haba, a Sr. Sk
Rio de Janeiro,oSr. Joao Pereira Martina.
I.M PKIIVMIBI <:<>.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueirea el* Farsa, aa asa
livraria Pisca da Indcpindencia es. S e 8.
precisos para mntilar-se nina enfermara no edificio
em qae funrriniiou a Kaculilade de Direilo, cdcla-
OOVERNO DA PROVINCIA ran.lo que logo que teja patanal e as necesidades
O.licic-AoExn, hispo diocesano, rotando qne .. ^^2?**". ^TlV?
... .. .. .7 "Oai agora par na haverem nata canita tac .
digno de prov.dcucar, para q c na freguezia de Pao | ....., dispiveis.-(>,,iciou-se a thesouraria de fa-
d Alho na sofffa a administrarlo du paito espiri- ,,. .,
Lisboa 2li de Janeiro.
Agora que segando o despacho recebido em Ma-
drid, pelo qual e v que o emhaixador francez na
corle >1e Vienna parlicipa que o conde Esterhazy
coiinMiinicara ao spu governo, que a Russia acceda
o ultimtum ila Austria como peliininar do paz.,
elaSM pobre na actual Melgamos conveniente reprodu/.ir o tlieor desse vlli-
annldade, vou rogar .i essa commissao baja de me ,.,<.,,, conforme o apresenlnu a Independencia
"''" ,|"ilnl" ,e'" i" "'"'j1" caridade parlicu- j elga, cu que o yowrwaf atoa Debis considera au-
wr.>esle scnlido ofliciou.se as rommisses paro-'
DitoA' commissAo cenlral de beneficencia desla
cidade. Nccessaiido conhecer a exIencAo dos re
cursos cotn que pode contar
tual, vi.(o ler morrido da epidemia reinante o eoad-
juclor daquella freguezia e acliar-sc quasi ceg o
respectivo visario.
DiloAo Em. marechal cohmandanle das ar-
mas, dizendo que pode aulohsar o rommandautaV'u
t. batalh.io de artifliaria a p a mandar caiar o res-
pectivo quartel conforme S. Etc. iiidicou. /
DiloAo mesmo, 4fvolvendo os documentos, re-
lativos ao pagamento da desprza taita pelo rapliit"
Flix Jos da Silva com o curativo das praeas qne
ciirermaram lio destacamento do Rio l'ormoso, alim
de que sejam elles aulhettticados pelo respectivo de-
legado.
DiloAo mesmo, recommendando a expedirlo de
suas nrdens para que seja posto em liberdade. visto
ter apresentado i-eneao legal o recrula Francetiiin
Alves de Allioquerqu*, de que Irala o oflicio que
devolve do chele de polica.
DiloAo inspector da thesnuraria de fazenda, pa-
ra inaiulnr pagar a (. Adnlphe Knurgeois a quan-
lia de 288, importancia do alagad de Ires carro',
segando consta da cunta que remelle.
DiloAo mesmu, rccammendaiido que mande
*"lregr ao Dr. Ignacio Firmo Xavier a quanlia de
&0005, sendo -JiieSO.? para pasa ni puto de romedorias
e ordenado dos empresados do hospital do Carino'
e > excdanle para despezas evenluaes.
DiloAo juiz. relalnr da junta de justica, Irans-
inittindo para serero relatados em sessao da mesina
junla os proces-ii feilos aos oldadns Bernardo Joa-
qtiiin Joi- a Jos Alves dos Sanios, este do ."ba-
talho de arlilbaria a pe, e aquello do 10. de infati-
taria.I'arlicipou-se ao marechal commandante das
armas.
DiloAo director do arsenal de auerra, inteiran-
do-o de haver expedido ordem ao pre.ideule ilo
couselho administraliso para comprar as drogas e
inais objeetns mencionados na relac.io que S. S.
remellen.Fez-se o uecessario axpedienle ,i res-
peil".
DiloAo inspector da arsenal ele marinlia, decla-
rando que as cantas das despezar que se li/.prcni mm
O curativo dos individuo- perlenccutes as IripatafSaa
de navios eslrangeiros que, sendo accnmmellidos da
epidemia reinante forem coadaitdos para o bospilal
provisorio estabelecido naqnelle arsenal, devem ser
rcmelttdos aos respectivos cousiilc-, alim de seren
salisfeilas. '
MeAo mesmo, prra mandar com urgencia apre-
t enrafregado do huspilal provisorio da ra
da Aurora o africana Ad.lo, alim .'.: se enipreg ir no
servido daquelle hospilal.
DiloAo juiz de direilo da I .a vara desla rapilal,
rominunicandii liaver-se delerminado em aviso cir-
cular da reparlic.lo da justic. da H do corrale, que ci c Figueiredo, dmn.ssimo presdanle "da pro-
i ju.^s de d.re.lo facam cesar a pr.lica abusiva ,inca.-,/.m/, Ferrrira Marti** Mbrtro, pres
-'denle da .omniissao-( gario, Mannel Jn3,,im
Xavier .iobreira.JoSn francitro Chaby.toa Jaeinlho ta SUeeira.
Conforme ; Antonio /> li de l'inho.
de tudo csl.i, com o reslo dos ministros, aucioso por
ver resjabelrcida a paz.
Peridico do* Pobres no Porto..1
chidcs e i a.sociatao commercial beneficeale.
DitoA' junta de qualilieacAo da freguezia do Re-
rife, devolvendo a lista dos cidadaos qoaliRcados
volantes naquella freguezia, alim de seren asigna-
das as Colina da mencionada' lista, conforme deter-
mina a segunda parle do arl. 21 da lei de 10 de
agoslo de. ISli.
DitoA' junla de qu.ililn:acao da freguezia do
Limociro, aecusandn recebida a lisia dos cidadaos
que furam qualificados volantes naquella fregue/.ia,
ciimptiiidn que a mesina junla remella urna copia
da acia dos seus Iraballio', segundo odisposlona
lei de !'.) de agosto de tKlti e aviso de 15 de marco
de I.ST.Igual a jUina qsjaliBeadara ila rrcguezia
ile S. Lnureiicn da Malla.
PortaraAo agente da companhia das barcas de
Vapor, para mandar Iranspoilar para a Parahiba no
vapor que c espera do sul, o lenle Timolean Pe-
res de Albuquerque Maranhao, sua mullier c um
lillia menl\r.Parlicipou-se ao marechal comman-
daule das armas.
Illm. e Exm. Sr.A commissao de benelicencia
desla freguezia solicilada por V. Exc. em seu ofli-
cio datado de 21 do correnle, para apresentar o re-
sallado das einolas oblidas da caridade particular
tbentico; eis o ultimtum:
1. Principados Danubianos.Aholic.lo completa
do protectorado russn. Ol principados danubianos
recelieram urna organisacao conforme ao* seus dse'
jos, as suas necessidades, aos seus iuleresses, e esta
nova organisacAo, para a qual os povos ser.lo cnsul-
lados, ha de ser reconbecida pelas potencias contra-
anles e sanecionada pelo sull.io, como emanando da
sua soberana iniciativa. .Nenlium E-lado, seja sob
que pretexto for poder ingerir-se as qnesloes de
adminislrorAo interior dos principados. Elles adnp-
laram um s>slcma deliuilixo. permanente, recla-
mado pela sua posicao geograplnca, e nciilmns estor-
vos se porao a que.no interese da sua seguranca,
furliliqoein. como Ibes convier, o seu territorio con-
tra qualquer aggressSo eslrangeira.
Em cambio das piafas fortes c lerrilorius oceupa-
dos pelos exercitos alliados, a lluvia conscnle n'uma
reclilicaco da sua fronleira com a Turqua euro-
pea.
Esta fronleira partir das ramediacoes do Cbotim,
seguindo a linba das monlanbas que se dilata na di-
reccilo do sueste acabando no lago Sasvck. O traja-
do sera regulado deruiilivamenlc pelo traclado ge-
ral, c o lerrilorio concedido vollar aos principados e
a soberana da Porta.
2. Danubio.A liberdade do Dunubio c das suas
com que deve conlar a cl.isse defavurecida da embocaduras, ser ellicazmenle n.anlida J)or insli-
mesma freguezia, lem a honra de coiumuuicar a V.
Etc., que al o presente tem podido merecer da ca-
ndado ile seus paroebiauos a quanlia de 1:2549980,
cilla importancia lem sido applicada em compras de
ohjeclos necessarios, nflo separa o fornecimeulo dos
hospilaes, como para acudir fome e nudez dos iu-
felizes accomniellidos da epidemia, os quaes tem-se
depositado conforme as dspngc_es desla presidencia,
alain de serem em lempo distribuidas aos que apre-
seulaieni as requisito do faculialivo eompeteula ;
ni.i se poupaoda a mesma coramissSo a indagar par.
Iuic,0es europeas, as quaes as potencias conlraclan-
tes serao igualmente representadas, salvo as posicoes
particulares das duas potencias no Danubio, que se-
rao reguladas sobre os principios eslabelecidos pelo
acto do congresso de Vienna em materia de navega-
ran lluvial. Cula urna das potencias contraanles.
basc,e dz-se que daffdc a primeira ses.ao.em 2S de
dezembro, quando se Iralou de Oxar a redarc.lo cir-
cumslanciada das quatro bases, a interprelarao ac-
cidental do :i. panto diflarin Uta essenrialinenle da
inlerprelafiln ru rou que nao estar habilitado a respondes,, e que de-
via pedir inslrucres ao sea governo. Ele inciden-
le fez presagiar o rotnpimenlo mais ou menos prxi-
mo das conferen-ias. e os fados rcalisaram esla pre-
visilo.
Iloje, seguiiilo ojiespaclin de Mr.de Hnurqueney
a Russia aceita niir y s'impcsmentc as propo-ieogs
proposlas da Austria lie um prclexlo, uina fraude,
um a vclliacada, urna citada.
I.-se no Sun, jornal de Londres :
lar no consellio. Nfo eslranbaremos que o Sr. Bruil, I O cholera fe all um morticinio
urna vez volada a concessao do crdito mobiliario.! nenhnma das que invadi. PovoanVe* e
que com lana desusada pressa apre-enlnu as Corles, leiros ficaram crino. A desolara* e o lata av
O sentnnento geral, dede a recepraodo despa- pense em rctirar-se. Designa-sc para succeder-lhe ram familias ioteiras.
f ho de \ lenna. he a incredulidade e a vcrconlia. As I o Sr. Sania Cruz D. Francisco
proposlas sao iiisoflicienlcs c vagas ; nao lie misler
mesmo a habilidade de tnn (iortschakoll, para explo-
rar as bases das negecaroes romo meios de parausar
os preparalivoseasoperares de guerra 'da* alliados;
a va; id seria proficua quando M homer [oreado a
Rauta 'i pedi-la.
Colrma-se que o general Ludersassume o cum-
dc que a Austria taita intermediaria ; aceila- as tacs mando do excrcilo do sul na Crimea, sabsliloindo o
quaes.como preliminares de paz. Ela proposifoes,
se dennos crdito ao tratado publicado, e anda nao
desmentido por muilos jornaese.lrangeiros, sao pre-
cisas e calbegoricas ; deixam um lerreno mu limi-
tado a inlerprelacao ; formulara hem claramente o
genero de imitaran que devera' solTrcr a Kussia no
mar Negro. #
Finalmente, de novo o repetimos, seiain quaes fo-
rem, elas proposiedes foram julgadas sullicientes pa-
ra preeneber o fim da guerra pelo governo da rai-
nha Victoria, c bem assim pelo governo do impera-
dor patelo, e Ruia as areila ;uira e simples-
mente o para servirem de preliminares de paz.
Agir, sm querermos lirar desles fados oulras
conseqnencias do que as que nalnralmenlc se nos
apresenlam, ato lie nina probabilidade de piz, dina-
mos nina nica palavra acerca da comparacto que
um jornal desla matinal lentau la/.cr enlre os inci-
dcnles das ncgociacoes precedentes e os das negocia-
roes de 18-">t. Este jornal cita nm despacho de K de
Janeiro de 1834, concebido nclcs termos :
a Tendo a Hn.ja aceitado as qualro proposicocs
$em reserva, o conde Buolconxidou a Franca e a
n Inglaterra a lomarem parte as negociaeoes olle-
o rinres de paz.
Apesar desla aceila<;ao sem reserva, diz o jornal"
sabe-se o resultado que liveram as nesociaeoes, e
accrescenta u a sceila^ilo dls ultima proposiefles da
Austria como preliminares de ]iaz aprsenla urna
(i eiiunciaco menos evplicila. i
Adtnitlimos a conelusAo do jornal que cilamos;
mas nolamos-lhe que o despacho do mez de Janeiro
de 18">i a que elle se rifere, emanava de uina agen-
cia particular ; (|ue a palavra sem recerca, nao se
lera o direilo de fazer eslaccionar um ou dous na- acbava as olas olliciacs ; e que dp.ta vez o desps-
vios ligeiros lias embocaduras do rio, destinados a
asses'irar a cxecue.a'o dos regnl'imenlos, relativos a
liberdade do Danubio.
3. Mar Scgro neulralisado.-Y.sW mar sera llera
Ocularmente da existencia desses indigentes para I c "avegavel para os navios mercantes, e interdicto
soccorre-los de prompto, licando V. Exc. sciente de
(pie temos -si.lo zeloso no ciimprimentn de (odas
aquellas ohiigaees que V. Exc. em suas inslruc-
COes de 31 de Janeiro linda so dignoa faier as com-
mies paror' -.
rtcns Vw...,- .. j^^ala da eommisfgo di
kenefleenria da taeguezu dawoa-Vtala 22 !( fevee
reiro de -4 remeltciein os processos orignaes por ippelta-
jao sem fifar no carlorio o reipeetive traslado, de-
vendo em correieao impdr, a aquello que o prnlica-
rem as penas disciplinares que conberan.Iguacs
aos demais juizes de direilo da provincia.
DataAo inspector de thesouraria provincial, di-
zendo que pode mandar fazer u armario deque pre-
cisa aquella reparlifao.
DitoAo administrador do rorreio. inleirando-o
:le haver concedido .1 mezos de licenca sem venci-
menlo ao cscripturrio adddo daquella repartirlo
Eduardo Firmino da Silva.Igual communicaeao se
I fez i Ihesoararia de fazenda.
DitoAo commandante do corpo de polica, para
mandar apresentar mais um suluado ao dirretor in-
terino do hospital provisorio da Boa-Vista,
DitoAo mesmo, dizendo que as praeai daquelle
corpo, que eslivcrem em Iralamenlo nos hospilaes
dos cholencos, deverrt pagar o mesmo quando reco-
dados ao de caridade.
DiloAo Dr. S> mplironio Cesar Conliiilio, em com-
mi-io medica em Nazarelb, declarando haver expedi-
do as convenienles orden, alim de que volle n ira all
o soldado Itellarmino^ftteivi proini.l.imenle remct:
Udof os occji[ro^ji|ie requisita a commissao ji_l.
TRIBUNALglV COMMEKCK).
Vessiin u-lirimiann 2!l de ferereirj de 1S.16.
I*residcncia dp Exm. Sr. deseinhargailor Souza.
Estiveram pnc,tpnle lodos os incrnbros d. tribunal.
0 Sr. iicseitiargalur Villares declarou nao ler
comparecido a sessn passadi por incoiumodu de
laude. ^^
*^Julgamenlos.
Flmbarganle, Vice',,e Moreira da Silva.
Embargada, Domingos da Cosa Albuquerque.
Kelalor, o Sr. ii|.,\-i"lui g.olor Villares.
Foram ilesprezadostSkembaigos.
Appellanle, Manocl Franc1i Appcllado, Antonio SoareJLl^'ndre.
Relator o Sr. desembargador Ml.'iaua.
1 o conliimada a seiilenja appelllxi-
Asgravo. *
O Sr. presidente nc&ou provimcnlo ao' aggravo do
juizo especial do eommereio, em que er" aggravan-
"nelicencia daquella cidade.-l)eram-sc as orden jV*JS>U.1^JL=u''s SM
que se traa.
DiloAo cirurgiao Jos Antonio Marques, con-
vidan taro a partir com'urgencia para a comarca !,.
Po d'Allio, vista fazerem-se all mu necessarios os
seos servicos mdicos, requisilaudo u que for preciso
para ser salisfeito promptamente.
DiloAo acadmico Herminio Cesar Coiilinho, em
cummissta na comarca de Nazarelii, dizendo que ja
se acham salisfeilas as requisieoes que fez a corninis-
missAo de beneficencia daquella comarca, e que, es-
pora que Smc. continu aprestar os seus serviros
com a perseveranca e diligencia que se exigem as
acluaes circumslaucasj
DiloAo delegado supplenlo de Sanio Anio, in-
Icirando-o de haver remellido i thesouraria de fa-
zeuda, alim de ser paga a cotila da daipn taita com
a farinha qucSmc. romprou p.ira soccorr ''os po-
bres daquella comarca e da de Garanhuns. *
DiloAo delegado de Serinhaem, dizendo que ja
remellen par all medicamento., baeta, camas e
desinfectantes ; que nao be possivel por ora mandar
Dizcm de S. l'elersbiirso ao Constilutonuel u se.
guinle, com dala de de Janeiro :
Ja vos participe] que o conde Valculim Galerita
tivera 2 ou :i intervislas com Mr. de Nesscirode, sem
resudado algum satisfactorio. Desde enlao o ronde
Elerh>/v leve una intrevisla como imperador Ale-
xaudre II. o qual nada formal dissea respeilo das
proponas austracas.
Fez depois urna visita a Mr. Scniavin, da secreta*
lia dos negocios eslraugeiros, por quem tai recebido
nal ti lamente. Ne>le meio lempo linba chegado a
a S. Petersburgo o barao de \Verlher, imuistro
prussiano. Elle visilou o cbanceller que logo Ihe
perganloa se luili.i viudo para fallar a favor do ple-
nipolenciario austraco, e para apoiar as ridiculas
prelencoes da Austria. O bario de Werlhcr res-
ponden que elle nao poda apoiar aqoillo de que nao
tinha conhecimenlo. Ao conde Eslerbazy, a quem
mdicos, vislo n.n haver disponiveis nesla capital, e i visilou depois di.se que nao tinha iuslruccoes algu-
que espera, que na quaJia calamita.a porque vamos mas do seu ^ovgruo sotire esle ubjeclo.
as mantillas militares. Por roiisegninte, nao se po-
der ah con-lriiir, nem conservar arsenaes milila-
rei mariliuies. A prolcccao dos inleresses commer-
caes e maritimos de loda as narocs, ser mantilla
nos respeclivos portas do mar Neero. por meio de
insliluicics coiil'iinnes com o direilo internacional,
e os usos consagrados na materia. As dan poten-
rJamJi nmm Negro, romprometiem-se mdtaamenla
liTlo conservar tengo o numero de eiuliarcacoes li-
eiras de orna lorca determinada, nerenarias para
j servirn das snas costal. Eta convciiccao, conclui-
da separadamenlp por eslasduas polencas, tala par-
le como annexa do tratado geral. depois de ler sido
approvada pelas partas contratantes. Esta ron-
ventilo separada Uta poder ser nem annullada nem
modilicada, sem o consenlimenlo dos signatarios do
traclado geral. A inlerdiccaodo eslreilo admillir
a exceptu applicavel aos estacionarios mencionados
no artigo precedente.
. Poputaces ehristSa sujelas Porta.As in-
munidades dos subidos raas da Porta serio consa-
gradas sem prejudicar a independencia c a diguida-
de da cora do anillo. Toado havido deliberares
enlre a Austria, a Franca, a Cran-Brelanha e a u-
blime Porl.i, alim de manler aos subditos clirislAos
do sullao, os seus direitos religiosos e polticos, a
ltusia sei convidada, quando se fizerapaz, a asso-
ciar-'e a esta arlo.
5. yVs potencial belligeranlcs reservam-se o dire'
lo que Ibes perlencc de proporem, no inleressc eu-
ropeo, cotidcoes parliculares ajen das quatro garan-
li>s.
I.-se na Patrie :
O despacho do ministro do I ranea, em Vicua,
cho que nos aniioucia a adhcsAo rossa lem a assigna-
lura do nos'o enviado extraordinario em Vicua, o
conde de Beurqueney.
A obsevacuo nos parece ler r.Lum valor.
Mr. John Lemoiuue publica no Jornal dc< De-
bis o seguidle artigo qne nos parece interrssanle :
as circunstancias acluaes, devenios observar com
dobrado nlercsse, o citado produzdo na Inglaterra!
pelas ultimas milicias recetadas de Vienna.
A Franca o a Inglaterra estiveram intimamente
ligadas duranle a guerra, e essa ainiao lie ni ais que
nunca necsMaril, para levar lOJCabo nina paz ell-
CIZ eseria. Iteceinnos que u dcspaclms lelegra-
pbicos recaudos bontem em Baria, Iragam Inler-
prelado de ulTrmoita pouco exacto a liuguaucm da
imprenta inglez>Uenha lomado como desaponla-
meiilo. a OiprtMtlo de nina dcscotilatica lum natu-
ral. Nos nAo vemos que os jornaes inglazea niani-
festem disposir;oes desfavoraveis a paz ; lmitam-se
a dizer.qire he misler nAo a considerar como reali-
sada, e nesle poni somos da sua piniAo.
Importa delnir precisr.menle tanto quanlo he pos-
sivel, a -iliiae.m tal qusl be nesle momento. As
condiccs formuladas pelo governo aoslriaco foram
proposlas e a Russia aceilou-as como preliminares
de paz, e como base de negociaeoes delinilivas. O
despacho do conde Buol ao conde Eslerhazv, que
acompauhava o ultimtum, diz o seguinlc :
O documcnln junto .as proposlas j conhecida
pelo fado da accitaco das potencias lieligeranles
adquirir o valor de preliminares de paz. A as.ig-
ualura desles preliminares, seria logo seguida de
um armisticio geral e de uegociaces delinilivas.
Os jornaes nglezes dizem que be misler HSO sus-
pender nem allrouxar nos preparativos de guerra,
e ne-le punta somos lambem dasuaopiniao.
A queslao do armisticio nAo pnderia agora ler a
importancia, qaje leve por occasiao das primeiras ne-
gociaeoes enlaboladas em Vienna. Enlo loda
aniiunciaiido a adiieso pura e simples da Itussa s suspensAo de boslilidadc seria manfeslamcnle van-
p.issan lo Smc. desenvolver o mesmo zeta e previ-
dencia de que n'outras occasioes lem dado mui va-
lusas provas.Olliciou-se nesle sentido i cmara
municipal d'alli.
DitaAo subdelegado de Moriheca. Fico iulei-
rado do que communica-me Vmc. em seu ollicio de
10 do con, ule, e em resposta declarn-lbe que para
ubi parte o Dr. Ignacio Nerx da Fonseca, alim de
prestar seus serviros mdicos s pessoas pobres que
adoecerein da epidemia. Exped ordem thesoura-
ria para ser salisfeila a conla de que traa em dilo
oflicio.
Renovando minlias recommeiulares anlenores,
espero continuara a desenvolver seu zeta c activi,la-
de, convindo que despert a caridade parlicolar em
favor dos desvalidos.
DiloAo thesoureiro das lolerias. dizendo que
U baro de Sechacb, ministro da Saxonia em Pa-
rs, chegou a S. Petersbprgo na tarde de 20 de de-
zembro. Fui direclamenle para casa de seu sogro,
o conde Nesselrode.e abi passou a tioile.
No da seguinle fe/, um tanga visita ao conde Es-
lerhazv .
Em ',1 de dc/.embro o baro de Secbach fui apre-
sentado ao imperador ; a audiencie durou 2 horas.
NAo poato dizer o que nelia se passou, mas be cerlo
que depois da inlervisla o conde Nesselrode miidou
de modo de fallar, c den a entender que um com-
proinisso podia elleclnar-se. A polilica de modera-
dlo e cnnciliacAu de Mr. de Seebach cnconlrou um
poderoso idvogado na pessoa de Mr. Telix de Fun-
l,m, o qual fez saber que Mr. do Seebach era nao s
orgu lid das corles allcmaes, mas lambem da opi-
uiAo publica geral em loda a Alltrinanha,a qual
cada lotera coucecida a favor de qualquer eslabele- i tai excitada polo appello que Ihe dirigi o impera-
ciraento ou empreza, deve correr urna vez sometile.: ,|r ,|os Francet.il.
romprehendendo as parles que forem possiveis.
DitaA' cmara municipal de Setinhaem, dizen-
0 Icslcir.iinlio do Mr. de Fonton lem mudo peso
no gabinete de S. Peleraborgo, porqae elle residi
do licar inteirado de baverem sido arremaladm em, por mudos anuos em'Berln c em Vienna como con-
basla publica, com as formalidades legae, varios sclbeirn de embaixada, e linba sabido'do llanover
ramos que formam a receila daquella cmara, lican- no inomeiilo cm que a opinio publica na A nenia-
do oulros cm administraeAo por nAo lerem eompa- nha, excitada pela polmica a queden origem a fal-
recido licitante, e declarando que approva essa (lo- |a ,|e l"> de novembro, se declarava enrgicamente
RUaraeta da caara. \ contra a Rnasia.
DiloA' commis-Ao benclicenle da cidade de Na- Passando por Vienna, Mr.de lonlon ronheceu ah
zarelh. declarando que nAo so exped-o ordem t com- a disposicao da Austria para com a Itussia, e soube
missAo de hvgieue publica para sali.fazcr com u llieur daipropotlaique a Ausliia eslava para man-
pruinplVdao oa medicamentos a alcaHAo que foYain dar a S. Peleisburgo.
requistlados, mas lambem a Ihesoararia de faxenda Ur. para mandar entregar a quanlia de 2003, para pa-\ do estado da opiniao publica na Allpinanha ao prin-
gamcnlo das despezas que se houver de taicr na- |c*pe Paskicwilrli, de quem ludia sido secrelario, e
quella comarca com o enlerrainchta dos cadveres o |Srineipc recommetiiiou-llic cm seu nome, eem vir-
das pessoas pobres, com as quaes, unicamenle, deve lud,1"'16 autoridadecomo marechal decampo dos
fazer-,' tal despeza.Ollciou se ueste sentido ao exc- ''"* Rnso, que pedisse ao gabinete de S. Pe-
delegado, e expediram-ie as ordens de que se Irala. tci ,r20 0" acceita-sc proniptameule qualquer
DiloA' commissao bendceme de Olinda, intei-' pr-, sla de paz que Ihe lizcsscin.
rando-a de haver expedido ordem a liiesourara de >
fazenda, para fornecer essa commissao os ohjeclos i
>**~r>
A opinJo de Mr.de Fonton lem jjior isso duplica-
Jo pe- com-ojpuude de Nesselroilt, u qual no lim
proposicoes austracas, tai recebido pela opiniao pu-
blica com sentimental diversos. Uns nelle viram a
certeza de urna prxima paz, os oulros, recordndo-
se do comporlamenlo da Russia n'uma poca pnuco
afaslada, conservaram as mais bem fundadas duvdas,
eogapaiando priucipalmcnle a situadlo actual com a
que nos oltarecnu a dploiia.a, no momento cm
que foram abertal as conferencias de Vicua.
lie nona apioilo que a verdade existe entre estas
duas apprecai.oes extremas. A paz nAo est con-
cluida, mas a Kussia deu um grande passo para a so-
lueao do conflicto, e qualquer que seja o resudado
das conferencias que se vAo abrir, desde j se alcan-
foran conces.ies, as quaes o governo de San Peters-
burgo j nAo peder recusar.
Estamos tange anda, com eltailn, das proposicoes
austracas, aceitas pelo czar, aos qualro ponlos de
garanta, lacs como a Austria os baria prnpnslo a
Kus.ia, e laes como esta potencia os adoptara. Exis-
te, anda, grande dillerenea enlre a rortnula de ad-
besAo de tl de Janeiro de IK">(i e a de (> de novem
bro de 1854.
Lembrar-se-hAo os nossos leilores de que as no-
las trocadas con os seus agentas diplomticos, no
comascrtasda Allcmanha, pelos minislros de tu-
glalcrra em 1834, quatro ponto essencaes, chama-
dos de garanta, se haviam estabelecido, a sa-
ber:
1. A cessacAn do protectorado rusto nos princi-
pados ;
2." A liberdade de navegacao do Danubio ;
3. A lmilarAo das l'orc. k da Kussia no mar Ne-
gro, pela rcvisAoilo Iratado de 1811 ;
4 A garanta dos direitos religiosos e cvis djs
populacoes chrsUasdo imperio oltomano ;
Estas qualro ponlos foram aprsentenos a Russia
como base de urna '.daca i pacifica, pelo conde Es-
lerhazv, e a Russia os acceilou, pela ordem, e nos
termos ssguinles :
I.- Garantii eonnan, pelas cinco potencial, dea
direitos reliiosnse cvis das populacoes chrslAas do
imperio ollomano, sem dultnccjta de culta ;
2." Proledorado dos principados exc- rcido em
commum pelas cinco polencas com as mesmas con-
lajosa para a potencia in'unga ; neste mumenlo as
hostilidades estilo quasi suspensas de fado, e ne-
nlium armisticio obstara a que cunlinuem os pre-
pai-alivos de parle a parle, que naturalmente conti-
nuarlo.
1) jornal que passa por orgo particular do go-
verno ingles diz que as conferencias, se por ventura
liverem lugar, nlo se celebrarlo em Vienna, nem
em Londres, nem em Pars. Fallase em llrcde ou
em Bruxellas.
o He sabido que o documenta apresentado
aceitacAo do governo russo termina por esta rlau-
sula :
As polencas helligerantes reservam-se o direi-
lo, que Ibes perlencc, de apretenlarcm n'um inle-
| resse europeo, coudieoes parliculares alm das qualro
garandas.
lie talvez esla ullima disposicao que suscitar as
maiores dillcublades, justamente porque be mais va-
ga c indeterminada que as oulras Nella se inclue
a obrigacAo para a Prussia de recebpr cnsules es-
lraugeiros nos seus porto. do mar Negro, e por on-
Iro lado obrga-sc a nAo reconstrair a fortaleza de
I!,mu,,i- in,l. VO-se que anda nAo cslAo aplanadas
lodas as difticuldades, e que a paz nAo esla ainda
taita. Nesle ponto somos da opinio dos jornaes in-
glctes ; porm, finalraenle, a nolica recetada uestes
ultimo das, lie um grande passo para a pacilicadlo
da Europa, porque he um testemunho de dispusieres
inesperadas, e em ultimo resultado nAo ala aquelles
que eslabeleceram as condcoes que podem ver com
ma,i olhos a sua aceitando.
De Berln participan a 17 de Janeiro ao Mornnuj
.idverliscr:
u II iiitein, s duas horas, o conde do Nesselrode e
o conde de Valmtlm Eslerhaiy aiaignaran em San
Peloraburgo um protocolo, no qual vio incluidas as
condcoes proposlas pelos alliados e a formula dos
preliminares de paz.
I.-se no Morning Adtertiur :
Estamos convencidos que a Franca e a Inglaterra
devem continuar com a mesma energa ea mesma
resolueao, a prosecuco da goerra, como se a Kussia
nAo desse a conbcccr que aceilava as condcoes de
diccocs que os Iralados entre a porta e a Kussia lia- Paz(lo Iba foram apresenladas.
viam estipulado a seu favor :
:l." RevisAo do Iratado de IHI ; a Russia nAo se
oppe sua aholcAo se o sullao, parle principal in-
teressada, nisso consentir ;
t. Liberdade da navegacAo do Danubio a que
exista de direilo, c que a Kussia nunca leve a inlen-
cao de eslorvar.
i r.uscrcvcnins esta redactlo russa do- qualro pon-
i de nm despacho de Mr. de Nesselrode,|com dala
de ti de novembro de 1354 dirigido M. de Itud-
berg, minislro plenipotenciaro,da Kussia em Ber-
ln.
Em 28de novembro de IS, o prncipe ileliorts-
rliakofr commiinicava a Mr. de llul-Scbauenslein
nina igual derlaracAoque o gabiuele de Vienna re-
gislrava ; e coiifederacao germnica declarava un-
propriar-se e fazer seus os dous pontos relativos ao
protectorado e a navegado do Danubio.
As conferencias de Vienna ibriram-M sobre estas
Nos n.lo podemos coiivencer-nos que alteudam a
alguma propeala de armisticio procedente de San
Petersburgo, por via da Au-lria ou por qualquer ou
Ira.
Seria urna falla gravissima. lo dilleil do aere litar
e lao indecorosa que nao poderiaiuee nunca altribui-
la a erro de eulendimeiilo. .
t> paiz so o explicara por um miilivo criminoso.
Porm, nos nao tamos que lemer alguma conia se-
melhanle. (I povo nAo tolerara que se tenlaSN por
nm modo lo perigoso a sua paciencia.
A sii iila de um armisticio, emquanto as nogoeia-
cues conlinuam, be uina cousa que seria regeilada
por lodo ; nesle fado lodos veriam o proposito da
Kussia, que he galibar lempo, e conseguir o lim que
se propoem.
Com eitaiio, se urna proposla de armisticio fosse
taita pela Russia, consideraramos esta sucresso co-
mo tuna provacoiicludenle que a sua aceitacAo das
principe (iorlschakoll. chamado n oulras funreoes :
o commando do lado do norte de Sebastopol he con-
fiado no contraal-miranle Barlanletl. >
Jornal do Commereio de Lisboa.;
L!-se no Journal des Debis :
A confianra augmenta lodos os das ; a siluacao
em que acabamos de enlrar, se define e anegura.
A lin^uagem de todos os jornaes approxiraa-sc
cala vez mais daquella que nos inspiraram desde o
primeiro momento as feli/.os novas receblas de S.
Petersburgo. 1,'m jornal da manhaa, cuja opinio
lio de alguma importancia, respondo em termos
muito claros e calliegoricos aos senlimontos de des-
coilinnr-a e do inquietafao dos jornaes nglezes.
Diz esle jorna! : a Hcsuspeitar gratuitamente da
lealdade dos governos de Franca e de Inglaterra o
duviilar da_ recepcao que elles farao as proposlas
que a Austria propoz aeoeitaolo pura c simples
da Russia depois de se ler posto de accordb sobre
esle ponto com as suas duas alliadas de 2 de de-
zembro. Ha opiniao do mesmo jornal, nao
podo surgir incidente algum, que so opponha a que
o ultimtum da Austria conserve aos olhos de lodas
as parles imeressadas o carcter definitivo de pre-
liminares do paz, e com quanlo talvez quo no mo-
mento aclual estes preliminares nao estejam aind.i
assignados, nenliuma das potencias belligerantes
pensa em subtrnltir-se as obrigaroes que lite imnoe
um verdadeiro oempromisso de honra.
Us jornaes dos departamentos concordao todos
em di/.er que esla ;rande noticia prrJuziu em to-
dos os pontos da Franoa una sensaeo lo viva e
lao pronunciada como em l'aris.
Km toda a parle oi recebida com um sentimen-
to de alegra e de tasiacao universal.
HO estado em que se acham as couas, espen-sa
com verdadetra impai-iencia a assignalura dos pre-
liniinaros de paz, e a conclusao do armisticio que
se Ihe deve seguir inmediatamente. Tudo leva a
cre que estes dous importante! actos se nao de-
morarao milito.
Os jornaes francezes puhlicam os seguimos des-
pachos:
Manelha, 19 de Janeiro.
As noticias do Qonstantinopla de 10 dti Janeiro
dizcm quo o general MaitrawicH. itapois do ter des-
truido as obras avanzadas de Kars, deixou ncsla
cidade 1:000 homens de guarnirn bem abasteci-
dos, edirigin-se sobre Gumri com o grosso do sen
exercilo.
Estao em Trabisonda 15:000 Turcos o Egyp-
cos, a maior parte dos quaes vai sorcorrer Enero-
um. Estas tropas csto ex postas a toda a casta de
privacss, c soffrem pailicnlarmenle com o
estado dos caminhos coberlos de nev.
0 dorna! de Conslanlinopla diz que na prima-
vera nm corpo do exercito alliado operar na Geor-
gia, soh o commando de Sir Colin Campbell. Em
ktmliiirn, o mar est gelado al duas legoss de dis-
tancia ; as canhonciras ijuo esto cercadas pelo ge-
lo.operarn cm caso de necessidaderomo fortes des-
tacados om volla da cidadella.
Confirma-su o rompimento das relaces entre a
Persia e a Inglaterra. O Schali declinou a meilia-
ao da Franca, logo que soube da queda de Kars.
M. Murray da sua parle nao quiz fazer conces-
sao alguma, e saliiu do Tehern com toda a legaco
tnglez.a. A de dezembro chegou a Kious, peno
de Massoul.
Um communicado da Porla Oitomana, publici-
dopelo principe da Servia,annuncia a dsmissSo do
redactor do urna folha servia, por ler icproduzido
am artigo da Abelha de S. Petersburgo.
Dizem de S. Petersburgo cm 11 de Janeiro o
segninte correspondencia Haxas :
l sabereis ceriamunle pelo lelegrapho a impr-
tame noticia que lenho a communicar-vos. O
general Luders foi nomeado commandante em che-
fe do excrcilo do Sul, em logar do general principe
Gortscliakoll, que vai para oulro dcsiino.
O commando superior do exercilo do sul foi
dado ao general de arlilbaria Scukhosanelt, com-
inandanle do ;i. corpo de exercilo.
O chelo de estado maior general do exercilo da
Crimea, e ajudante general I.ol/.ehuer fot nomea-
do commandante do a corpo de infanlaria.
Alem disso ha um grande numero de oulras pro-
moces e mudanzas, e ha de haver mais nos cm-
pregados do estado maior o ajudantes de campo.
A ordem do da que annuncia estas importantes
mudancas he datada do 8 do crreme, islo he do
dia em que o baro de Seebach e o conde do Sla-
ckelhorg sahiram danossa capital.
Por ora sao portanlo os seguinles os coniman-
danles em chefe das tropas :
Exercilo de S. Pelershurgo o dos arredores : o
general conde Rudi;cr; Cronstadl: o
Mcnschikofl.
Exercilo da Finlandia : o ajudante general de
Berg;Abo: o lente general Oersehau; Swes-
horg : o lente general Sorokin ;
Corpo do Bltico : o general Siewers; na Li-
vonia : o general Grabb.
Exercilo do Ueste ; na Polonia, o general Su-
ma rakoff.
Exercilo da Crimea o do Sul: o General Lu-
pors; lado norte de Sebastopol: o coniia-Almi-
ranlo BartanietT.
Excrcilo do Sul : o general Soukhosanell ; Ni-
colaiell: Metllin ; Odes&i : Krusenstern.
Exercilo de centro : l'aniuline.
Exercilo da Asia: MouiawielV.
Pnblirnii-so lambem un manifest imperial di-
tadn de 8 de Janeiro, que parlicipa ao Imperio os
espoosaes do grao duque Nicolao com a prince/.a
Alexandra de Oldemburgo, que desde esle momen-
to lera o titulo do ;r duque/a orthodoxa, alteza
imperial. O manifest insisto sobretodo na cir-
cnmstaneia de ler a princeza nascido o sido edoea-
da na Russia.
A I!) de dezembro chegou a Tiflis o general
Mourawieff, vindo de Kars, e abi pesiar pro-
vavelraenta urna parle do invern.
A 7 e S de dezembro tnhatn cliegado
cidade usofficiaes superiores turcos o inglozes pri-
oneiros do guerra.
erio, como
I1KSPANIIA.
I)n Diario llespanhol.de '2i
Antes da noile circularam humores de nova crise
ministerial. Annunciava-c a sabida dos Sr. Bruil,
Sania Croa (D. Antonio,) e lambem alguns iccrei-
ceulavain o nome do Sr. Arias liria aos dos; mi-
nistros.
A retirada do Sr. Bruil allribuc se a dissideucias
nn seta du gallineta sobre o restabelecinienta dos
consummos, queslao da qual parece se loruuu a lia-
a quem se allri-
bue, enlre oulros projeclos, o da converso da di-
vida fluctuanlo, que Se quer converler, segundo
parece, a laxa de j por sent. Agora que os de
3 eslAo a :M. a npera;Ao, dado que se realise, era
mudo prejudicial aos credores. suppondo mesmo
i|uafce respetassem os dir.ilo adquiridos, e qne em
lodo o caso se procedesse d'acdirdo com os inleresss-
dos. Emquanto ao Sr. Bruil ouvmos que formara
parle da direccao do crdito mobilarin.
A causa da subida do minislro .la marinba, dilia-
se, pjor dissentes occorrdas enlre S. S. e o almiran-
lido recen-creada, por motivo do projeclo de tai
dos poslos d'accesso da armada, que lao mal recebi-
do foi no corpo, segundo sanea nossos leilores. Es-
sas dissidencias lomaram um carcter seri
dissemos em oulro lugar.
A respeilo do Sr. Arias L'ria de cuja sabida lam-
bem se fallava, duia-se que havendo-se etpressado
na sessAo de sabhmta em sentido bastanlemente con-
trario ao rio ministro da guerra, a proposito dos han-
dos do c.npitao general da Calalunha, o Sr. O'Donnel
Ihe baria manifestado o eu desgasto.
Assim circularam no domingo peta noile os ru.
mores da nova crse, que conlinuaram bontem, in-
sist.ido-se principalmente na sabida do Sr. Bruil e
sua subsIil.icAo pelo Sr. Santa Cruz. Felizmente
para a siluacAo, estas cousas leem pouca importan-
cia :se sahem tres ministro, enlrAo oulros lies, he
negocio concluido ; a siluacAo segu a sua marcha
mageslosa.
(Peridico dos Pobres no Porto.'
CORRESPONDENCIA- DO DIARIO DE
PERNAMBUCQ.
LISBOA.
8 de fevereiro.
Eslivemos amelgados de um diluvio Choveu-
nas por c Irinta das a fio. Tudo era agua ,- os cam-
pos poreciam rios, os ros mares, e o mar um in-
ferno.
Perderam-se talas as semenleiras que bava na
ierra ; e aquellas que apenas estavam lavradas es-
perando a sasiln ficaram lAo empapadas que m eom
mudos das de sol poderao sollrer semeadura.
Itouve muda aada de muros e rasas velhas, lan-
o na cidade como nos campos. Algtimas pessoas
foram arrebtalas pelas crrenles, e o gado mor-
reu minio debaxo d'agua e a fome, porque Ihe es-
caceou o pasto.
I'izeram-se preces, prociss.-s re penitencia, ro-
gativas, promessas e lod< quiiiilade de supplica a
Heos, que afina! nos ouvio propiciamente, porque
ha Ires das que teinus urna primavera perfeita, e o
sol tal, que bem podo euxugar cm OOOCM das as
Ierras llafjadas de mudos mezes.
Se cenlinii i assim, taremos o anuo abundante, e
a chava, que lano nos assuslou, ler* ido cm am-
bos os sent los cabida do eco.
Por isso mis somos Ha invejados e lAo itasagrade-
cilos a Heos.
Em consequencia de lao rigoroso invern, aug-
mentan mudo a pobreza, pela cessacao dos traba-
dlos de campo e das obras da cidade.
Mas nara occorrer a isto, nstalaram-se em ludas
as parochias desla capital, commissoes de beneficen-
cia para dar urna aapa econmica e diaria aos ne-
cessi lados.
Assim se lem taita. Ccnlenares de pessoas acha-
rara assim remedio para a fome que padeciam ou
lemiain. Aos mendigos dava-se-lhes na igreja, e
ao. pobres envergonhados, mandava-se-lhes casa.
Pelo enlrudo os juntares foram mais angmenta-
los e bem a lobados.
O asvlo de Mendicdade, que ale aqu lambem
diva de jahlar aos meudgos, que all am hora da-
quella comida, leve agora um bemtalor, que aba-
rloa 600 racoes diarias aos pobres que all concor-
reram, isto diariamente, e ata an lim de mar,;.. Re-
catn escrupulosamente o seu nome, de sorle que
se ignora quem seja.
El-rei lambem se lem mostrado muito compade-
cido da pobreza. Alem de mudas ameba que d-
riamenle faz, foi ao asx lo de Mendicidade, e deu-
Ihe urna boa esmobi. I'uhlquei por essa occasAo
no novo jornal a Patria, o seguinle artigo qoe sei
taz alguma impressAo no animo do joven soberano :
" S. Ilagestade el-rei I). Pedro V, prosegundo
na sua visita a todos os estabelccimenlos pblicos,
esleve segunda-fera no asvlo da Mendicidade.
ir Ouvunos qoe se dera por mui contenta de ver o
rommodo, aceo e gasalbado que naquelle eslabe-
lecmeulo se d aos pobre. Mas notan elle, ou ja
linba notado que os asv lados, apezar de andarem
vestidos de saragouca, como sAo quasi todos mui ve-
Ibiuliose achacados, andavaui por ahi mui enrolhi-
dos c friorenlos, por nAo terem um capote para se
cmbrnlhar.
A velhice, principalmenie quando he pobre e
enferma, inspira do e compaixAo. E lemos notado,
que principalmenie os mojos, se compadecen! mais
dos decreplos,
Oexemplo que acaba de dar o nosso joven so-
berano, nos confirma ainda mais nesta opiniAo.
No dia seguinle ao da visita, que o compadeci-
do monareba fez ao asvlo dos pobres da capital dos
seus estados, cnviou-lhe, do lea bolsinho, a somma
de 00? plicados compra de panno para capoles dos po-
bres.
Ouando elles, uestes dias lAo invernosos, se vi-
ren! ja agazalhados c quelites com os seos capoli-
nhos novos, qnanlas bencAos e oracoes nAo sairAo
daquella boceas, exahalando o agradecimento
inflo regia e munlficenle, que assim Ibes foi prolon-
gar talvez mais alguns annos de vida !
A carta constitucional nAo lem nenhum capilu-
ta que se pareca com o tereciro das obras de mise-
ricordia. Mas o re porluguez be to constitucio-
nal como eatbolico. Assim no-lo vAo prestada os
seus actos politice! o as suas actes cvicas.
Scnbor I Entre as obras de misericordia, a que
Vosea Mageslade se vai mostrando lao dado, ha lam-
bem urna que manda castigar os que erram.
Pesen-< por ahi cousas que hradam ao eco ;
e Vossa Mageslade sabe que, segundo a linguagem
daisjreja, a justica e a misericordia abracam-se e
asilam-se. Una sem a ouln ja lem taita perigar
mudos Estados poderosos.
Osvaldos, senhor. eslo-nos dando mudo mans
excmplos. Mostr Vossa klagaatada qoe i joventa'
de lambem conquista os foros da idade viril; e no
solio porluguez nAo Man excmplos destes.
Permdla Vossa Mageslade, que louvaudo-lhe
| ama aceto de beneficencia, Ihe medimos lambem
aquella i ana pelicAo de justica. qoe espontaneamenle nossug-
gerio o animo altnbulado, ao ver o derrancameiilo
moral que por ah campeia deseiil'reado !
Nao ubslanle esla desusada inverneira e a cares-
lia dos gneros nao tem havido molestias graves,
nem a niortalidadc lem augmentado. Hoove um
leve tremor de Ierra, e lao leve que nem lodos o
enliram. Apenas os emprega.los na secretaria da
guerra, eom medo, sahiram para a praca do Com-
mercio, porque o torrea,, oovo daquelle edificio,
nao parece eslar mudo seguro.
No Algarve, porm, o caso tai mais serio. Esla
provincia parece eslar desamparada da misericordia
celesta !
principe
isa
i Depois, a caresta, a esterilidad! qoe lodei I
padecido, chegou U aos extremos da feose. Coarta
rim-nos alguns dos lAo Iwnemerilos f*caltativaa ama
de Lisboa para all foram duranle a ipihii. aoa
muitis trras do Algarve sariam aata
mas di mata desesperada penorta !
A lodo islo acrescea agora ama nova i
que Oeos permita nao seja percarsara
maiores.
Itouve um terremoto na villa de l,oat, ma ao
fez tambim sentir em Firo, I vira a Albafaira.
o Vamos copiar de urna carta de Lole, datada is
onze horas di noile do dia \> da jaoeka, alga
paragraphos menos lgubres, onde miodanenln
se referem as tristes scenas qoe ainda baja lasa a
villa em susto e consternadlo.
r As onza huras e viole mnalos da reakaa, saa-
tio-sc um grande tremor de trra, que sa i
por mais cinco veres, ainda que eom mata I
e tao a espacos, que do primeiro ao altima abala
se eontaram tresnarlos da hora. Nos iolarvaSaa
ouvinm-se alguns rugidos ublerraneo, qae ebe-
garam a abrir a trra, e a sorver abraaaaa arvora
no campo-
Na povoacAn os edificios padecern crartda i
e alguns racharam por lal forma, a ncaran lio |
rigosos, que os moradores tiveram de as
logo, romo foi a familia do Jos Coelho, pee ao via
obriga la a armar ama barrica no largo da Ora onde esta morando.
" As casas de Domingos Jos Doarta o aa de Va-
ladares, ficaram minio arrainaiins. A
estlela tem um runhal quasi cahir. O |
Meilha, deKonfia-se que venha a desabor.
Em summa, sAo maitos os edificios i
alguns dos qaaes ser necessarios apeo-las i
reconstruirern.
<> Nao me consta que na villa iniiiiasin aiofnm.
Apenas a mulhcr do Koitiaho est mudo nal, par-
pie Ihe chio urna chamin em cima, limad no
si a cabeca. Esta em tralameoto, mas dia-se qae es-
capa.
O lidio do Pereira, qoe eslava em cima de mm
escaria, vendo trabalhar os pedreirat da abr, i
do sendo o primeiro tremor, qail descer i
m perdeu o equilibrio cabio a larra. O Ma-
theus sangrou-o logb, fez-ie-lha urna cana na rer-
ca e i melhor.
Itouve mudas qaedas. K. qaanda ia a fgir po-
ra a cerca, deu com a cabeca no balaustre da vara-
la, pnrem nao taz rontusflo notavel.
i K. e F.que estavam no escripiorio, siiram pa-
la jane.la. O que salloa primeiro, dea eom a i
no ciixilho, por elTeito do abata de Ierra qae |
occasiAo houve, e licou com urna g-aode ftida.
Ouando chegou ao chAo, querendo-se levantar, por
duas vezes perdeu o equilibrio, at qae atuse! ba-
qiloil.
(Joasi toda a geote dorme aa campa o na tarja
de S. 11.meneo, em barracas, levando para all a
Senbori da Piedade, a quem se lem resta atadas re-
zas e promessas, que felizmente lem sido eavidas,
porque as grandes chavas que lem cabido vio cs-
sando, o que comeca a reanimar a gente qoe tema
algum diluvio.
u Dentro da villa ha ribeiras qoe e ola padim
vadear, e alfaques como na casta. Defroete da me-
sa porta ha ami correnle qae ja bontem levan vin-
(e cargas de pedra, e esta oa mesma.
O qne parece ine'rivel he qae se esteja aqai ro-
pelndo as mesmas scenas de lidroagem qae se vi-
ram no lempo do terremoto de Lisboa, a qaa <
gaiam o marquer. de Pombal a andar com a i
na mo, frente de am piquete da cavallaria, para
colber os imitadores, armoslo ama tarca a cada
canta da baia, onde taz pemtarar maitos do mal-
vados, que no meio do (error geral se atrevern
al a desolar mulheres para Ibes tirar do pes*>0_. "
o oaro com que linhim sabido para a nissa da To-
dos os Sanios.
Esla noile tem andado eincoenla bamini da
companhia e da polica patralhando peta villa, afana
de evilarem os roubos de qne sa lem taita saila
tentativas, e alguns se eflectaam impunemente,
porque quasi lodas as casas estao ao desamparo.
a Por noticias que temos de Fire e de Albafaira.
sabemo. sque lambem all chegou o Iremor.nus con)
menos intensidad!.
a Se porm he cerlo qne o hospital da MiaHtaar-
dia est lodo radiado, sendo u mais rolossal editio
da cidade de Faro, e lambem a torre da S a abale
nao fii all lo pequeo como dizcm.
De Tavira lambem consta haver estragos, nai
por ora ignoro quaes sejam.
> Para maior calamidade desla provincia, a cho-
lera tornen a apparercr em Pera, a ja lava* a m-
pultura eincoenla pessoas '.
Em Albutaira lambem xao apparecendo algomi
casos.
a He bom que se saiba em Lisboa que a provincia
do Algarve esta' infestada de ladrn. Ha
dias quizeram sorprender a senlioella da gaarda i
cofre cenlral de Faro, mas o soldado cateen a
ha Mnela, chegou a ferir am dos aggressoros, ana
fugiram lio precipitadamente qne se nAo podo pren-
der nenlium.
.
>


l

r
i Em l.oul na occasiAo em que o
ronsclho estiva n'uma reuuiio em casa da I
llieiro Maresl, taram-lbe assallar a casa, mas a ir-
mo, que he hornera de coragero, p-loi em faja,
por pouco qne nlo prendem nm dos salleadovos. a
Agora nos.
uQue tara o governo a' vista desla pintara, amo
embora nAo seja debuxada por nos, lem loda a cr-
dito que nos merece o nosso correspondente *
O Algarve he civilmente governado par sjmi
auloridade frouxa e amaricada.
O roolrabando all lem feilo mais feitaru* osa
poslos liscaes tem a altandegi. Indas as provincias
lem progredido, todas se lem melhorado e civilisa-
do, mas o Algarve esta' ainda boje peior qae naa
lempos de I). Branca, monumento potico letan-
lado por om braco valenle, qoe ja boje sa nao pe-
de ergoer, pira desincar os falsos amiga* do
povo...
O mar lem eslario temivel, mas alen da alistas
Varia*, id (emos a lamentar um naufragio onda se
perderam vidas e fazendas.
< No dia :tO do passado. pelas oilo horas da ma-
nliAa, o brigue porluguez Oriente, vindo da An-
gola, com urna valiosa rarrecarAo ile gneros
niaes, naufragou enlre o cabo da Roca e o i
Raso.
Durante cinco dias, esleve esle navio a bocea da
barra, padecendo a gente grande tormenta. Por tras
vezes metteu a virar pira se fazer ao mar, as do to-
das tres meiiiio o brigue, ata qocenrhurron oa praia
do (iuiucbo.
i' No conllido mulla gente se deilou aoroar, me-
rend dez, dous passageirss, o ei-seerclario do ga-
verno deBeuguella, F. de Paiva Pereira, irnie d-
nosso minislro em Paris, e o filtra de Aramia Pama
pilio Pompeo de Caspio.
Os oilo reslanteseram lodos da Ihpnlacae, oaj-
Irando n'eslc numero o capitAo do lirigue F. de Fe-
ria, lidio do proprielario do uavio. qae tiesa en
Angola. ,
a S escapinm do naufragio os que licarane bar-

MUTILADO


do, agirraJos aos gurups e as Uboas, qac o foram no da inaiur allencflo no eslado actual do nosso pas
CURIO jE PEfiMiBUCO SiGUNDft FElR 25 DE VR3IB0 OE 1156
de slvac,ao para alguns d'elles
-----------, ,----------B------------ n,,,,,, u ,. .tmii miento uauo aos Ira-
o O navio encalhadoest Inloiro, e Irata-se do llic balhos da viaeao publica jj felizmento.se espermen-
lam em alguns ponls do reino. A cmara se esfor-
zar., cm auxiliar o governo de vossa mageslade para
salvar a carga.
No dia seguale appareceu uo arsenal mu dos mo
Sos do brigno Oriente, que media eompaxao, e I COOUouaeSo deltas. A facilidad.da*Vommun'ica-
,._---------__ ------------- ,_, ----------------,_,.. Hciuaaaa nas cnuimiinica-
qae fez a triste narrativa das angustias do au- roes internas be um dea meioa mais oflcazcs de p.o-
fragio
O in.peclorehrio logo all urna snbscripclo enlre
as pestoa, presemos, cojo producto foi entregue ao nonos producios exposicio universal de l'aris for
infe hz naufrago para se vestir. h......___ ....*
infeliz naufrago para se vestir.
'""'"'> para rorlugal, como alleslam os numerosos
..CoBCorreram para este acto plnlantropico, os Srs. premios conferido, aos expositores porlusuezes. E
,inr rteneral (la Irmiili mn^ita.ln. q...l .1.. --
major general da armada, c-inspeclor geral do arse
nal. eos ajudantes l'.ilmor, Tesla, Corra, Cardoso,
Oliveira, Souza, patr.lo-mor, pilolo-nn'.r, contador
fiscal, secretario Jos Affonso, constructor Moraes e
Francisco Romano Cidade, ele.
Aos desastres da ttanM, lemot tambem a arres-
cenhr um da malvadez dos hurneiiOjue poz em
coDsternacao todi Lisboa.
So dia 25 de Janeiro p i nl'l n ij un hiul horas
da noite pouco mais oo menos, senlio-se um tiro
na escada do predio numero 13 da praea da Ale-
gra.
OSr. dcpulado Toralo Mximo d'Almeida, mo-
rador no segundo andar,correu acompanbadode um
criado a informar-se d'onde proceda, e viram dei-
lado no chao um corpo de bomem, que depois se re-
ronhoc.u ser o ministro d'estado Ildefonso Leopoldo
Bayard I Eslava ferido e sem falla.
almmeditamenleoSr. Toralo mandou chamar o
respectivo regedur e mais autoridades, at'quaes ron-
correram logo, e principiaram na indagarlo de como
e porque tinha sido perpetrado o crime.
uAveriguou-so depois que,lendo o Sr. Bavardaber-
lo o porlao da easa da na residencia, um vullo em-
bucado que o esperava alraz da porta lhe disparara
um lira queima roapa.
No chapeo do' ferido enconlrou-se om quarlo do
bala, que dizem ser idntico a nma poreao d'elles
que foi encontrada no qoarlo do criado por nome
Andr, gallego.
Sondo logo preso por suspeiln.pedio para ir mu-
dar de camisa. Foi ao sen quarlo, e detando a mito
a unu uavalba de barba, accommelteu furioso os ca-
bos de polica, ferindo doas, e linda mais ao official
do governo civil, Canarim, dando-lhe urna navalha-
da na mao dirota.e fazendo-lhe um grande golpe na
gola do paleto!.
N'eateaccommellimenlo Icntou evadir-se; a con-
fasao tornou-se geral ; houve um gorgeio de apitos
desesperado. Acudi mula genle, o malvado nlrin-
cheiroa-te alraz de urna porla, resistindo pris.lo.
Eram os remnos que lhe davam forras. Afinal foi
derrubado. Mas u'am accosso de desesperado, cor-
reu a navalha pelas goellas. Esvaido em sa'ngue, fo'
conduzdo n'uroa maca pora o hospital, onde esta
cm perigo de vida, posto que possa escapar, porque
uaochegou a cortar as jugulsres.
Alm d'esles indicios vehemculissimos, qae dii0
oulros. Succumilo logo qae vio a juslca em casa
Kecusou-se a ir sosinlio chamar o cirurgiao pa._
acodir a seu amo. Seria j a sombra do murle que
-------- .,..,. j.. ,, uu inuiici|uc e- projeru*s imaoceiros anua esiao na past
o apavorava ? Era o nico da casa que eslava a pe Sr. Fontes, o qual se tem visto afilelo, porque Rio
quando succedeu o desastre, c apezar do eslrondn lem achulo o appoio oque suppuiiha.uossous amigos
do lira (ni nrapian n...-------- il i .... .... .
do Uro, fui preciso que um visinho lhe fosse da
parle de que sea amo eslava ferido Acliou-se
llie na caixa dinheiro de mais para um criado d
servir.
Quem diria a um honra to bondadoso para os
------------------......, ulluauusu para os <> niauue pia.nsia malher tem causad
Musserros, como para toda a gente, que linha om ror, c ja deu um concert para os pobres.
fmulo 1:1a lorriT a axk,-r^. \ 1 v I
----------- |..a
a Os resultados do desenvolvimenlo dado aos Ira-
inovor a riqueza publica.
A cmara folga de saber que a concurrencia dos
honrosa para Portugal, como alleslam os numerosos
jgualmcnle lheapiaz que oservieo all folio por par-
ledos encarregados do governc, fosse dignamente di-
rigido e descinpen.'iaiio.
A cmara examinara a oxecucaodada pelo gover-
no i carta de Ici de 98 de junlio sobre a diviso ter"
rilorial, o as proposlat do mesino gororno schre o
que aiuda resla para completar aquella divisan, c
corrigir ligninas impcrfeicSes que possa liaver na
parlo ja clfceluadn.
i Uo RMfmoiDodo proceder, legaindnos diclamei
de nina juta economa, no ame doa orcameutes
da receila c deapeu o Estado, assim como da* ne-
gnciacoes do que foi encarregado um dos incmbrcs
do gabincle lias prar.is dd Londrea c I'aiis.
a A cmara .'osejara adiar motivos de coiifianca
nos melhoramciilos da fatenda, e do credilo piihliru-
O apcrlicoamenlo de lodosos ramos de inslrur-
cao he um dos maiores bens que o pai/. podo reeeber.
A propotla ja apreseulada pelo governo de vossa ina-
geslade sobro a inslrurrao primaria, merecer a al-
tenrao da cmara, beni romo aquella que o mesmo
governo lhe ollerecer sobre os estados militares. Na
verdade. importa que o cxcrrili. gozo desse bcueli-
cio. qde osseiis imporlanlcsscrvicos n lornam ora-
dor, e que a prosaaa das armas nccessila.
A cslmara prestir loda a alinelo ao nieltloa-
monlo Jai niarinha do guerra.
ci Sao dignos de lastima os dcsa-lros occorridos nas
"has de tjabo-Vorilc, por effeilo da escassez das sub-
sistencias^ da epidemia que lem allligido nsseus ba-
bilantos. O goxroreo aecudin com os mcios poviveis
em auxilio do lanos desgranados ; e merecen) muito
louvor e agradeciinenlo os eaforcoa empregados por
nacioiiaes e cslrangeiro, que ^e prestaran! a soccor-
re-los.
A cmara disculir quaesquer proposlas leden-
les a melhorar o estado daquella provincia.
O mais sincero empenho da cmara dos depula-
dos he concorrer para o augmcnlo da prosperidade
do nosso pai, para o apcrfeiroaineiilo das prolicas
do systema conslitucional, e consolidacao da liher-
dade e da djrden publir i, de que boje 1 .< I'orlugal o
mais ludir cvempln. l'roccdendo assim. a mesnv1
camar.i osla rerl.i de salisazer nao inrnos aos seus
sagrados deveres, do que aos desejos o ao pcnsimen-
lo de vossa mogeslade, e poltica do seu governo.
Sala da c"mmisao, en. :2K de Janeiro do 1S.V.
Julio Comes da Silla Sauchcs.cente Fer-
-----------------, ..,.,, .mcmi-iuminius, que ua0 n juna i.omes aa Auca .Sanche/.I cente /cr-
ala Cera como perpetrador do assassinio, ha anda r'ira \oraet. loTto Damazio Romsadn UorjOo.
OUirOS. Slirr.lim'nin Innn n .c la :..,.:--__.____ *____. ., i... .. .......
Manoel la Silra Pairas.Jos.- Mara do Casal
ira lliheiro.'Jose EtUtUo Cocino de Magalhiic.
Os proJecloaiOnanceirof anda ealflo na pasta do
ri----------fe------------- ---------1
poliliros. K lano que ja chegou a pedir a sua de-
iiii- ". que S. M. nto acceilou.
Veremos o que se seue da historia do rinpres-
limo. Tem caslaoo a apparecer.
O grande pianista Thalheiv lem causado aqui fu-
famulo lao feroz e excravel
llavia mais na casa um criado e urna criada,
que foram poslosem custodia, uncamenle para per- O novo cnsul de ternambueo,
Simias, porque nao ha nenhumas suspeilas contra non a adoec'er. Paren brozara '
elles. ^ .. ...
_ raiiLi-Bu em aru, a nosso sanio antiquano, vn-
n O projectil, qoe parece fdl disparado por um conde deSanUrem. MoVreu phlisro. lalvez do dema-
ICamarle. Dfnolnm nn hiln ------------ J -l____ .:j. i-_i.-ii._ ^_______\__.____
bacamarle, penelron no lado esquerdo da caber
do illuslre anciao, fazendo-lhe dilTerenles frac-
turas derramando-se o cerebro alravez das fe- deixnu vago.
ridas.
Desconlia-ae quo o bacamarle fura laucado a
um poco que ha no jardm, a todo o dia lem estad
hojevis bombas a eigola-lo, para ver se pode cncon- no de um logar para nu
Irar. 1
Irar.
Todo o ministerio, os membros do parlamento.
o corpo diplomalico, os altos fcinccionarios do esla-
do, autoridades e amigos do honrado eonaelheiro,
tem ido success"vamente nformar-se do seu eslado,
e deplorara sorle de um homem Uo digno e bene-
mrito.
Ouvraos que se encontrara um testamente pelo
qnal o desventurado conseliiciro (Testado linlia dcs-
herdado um dos seus criados, eallribne-se aesla cir-
cumstancia a perpetrado do crime, visto que o Sr-
Leopoldo Bayard era to bondadoso que n.1o podi
ler inimigos.
Toda as mais conjecluras que boje s lem fei-
10 na cidade, nos parecem absurda, c algomas de
summa imprudencia o propala-las, quando se
esla investigando a origem de ao espantoso alien-
lado.
O infeliz conselheiro falleceu no dia 2(1 tarde,
e. foi sepultado no dia 28 com todas as honras dev-
dss i sua calegoria.
Foi nosso ministro na corle do Rio de Janeiro,
depois ministro dos negocios estrangeiros, e olliroa-
JUenle do consellio d'estado.
TesloolrcontoVeTninscripcesaoasylo de mondi-
cidade ; deixou urna propriedsdo de casa na ra
Augusta Casa Pia, dez conloa ao barao de l'ava,
nosso minislro em Pars. O resto da sua heranea
deixou ao commend.dor Biker, oflicial da secretaria
dos negocios eslrangeiros.
Enconrrarsm-se com elTeilo, duas pistolas no poro
que se esgotou afinal. Urna eslava carregada.c a o-
tra descarregada que foi a que fez a morle.
O malvado escapou, e esla na enfermara do Ai-
moefro, com senlinella i vista.
Novidade polilca he quo nao ha nenhuina. A
resposla ao discurso da cora, qucabaixo Iranscrevo,
apenas lem um dia de dsenssao.
Senhor :A presenta de vossa magestade no
seio da represcnlacao nac ana', para abrir, pela pri-
meira vezdepois-que subi ao Ihrono, a aesaao le-
gislativa do parlamento, causn cjmara dos depu-
tados profunda salisfacao.
A certeza da continuacao das boas relaeoea enlre
REC1FE2 E FKVEUEIIIO DE 1856.
AS ( HORS DA TARDE.
BETR9SPECT0 SBIANU.
A noticias que durante a semana recebemos de
vanos pontos da provincia, aindi alo nones sali
falliras.
Carlas do Ooricury, pertoiicenle comarca da
Boa-Visla, e de Villa Bella, perlencenle a de Paje
de Florea, annnneiaeamj qae aquellos dous logares
anda eslaTam aenloi 1* epidemia,
Ei Carnar liona decrescdo, mas alada so da-
vam alguna casos r.taes;e no BjiiiIo conlinuava na
ana marcha ascendente! faxendo grandes estragos.
N,lo recebemos nolicias nem do Brejo, nem d
parte alguma perlenceiite 1 comarca de Garaohnaa
onde sabamos quea pesie se tinha declarado e es-
lava causando estragos t entretanto o silencio deslas
dll'erenles localidades uno dir. ilo a pensar que so
as cousas por l nao saol completamente liaongeiraa,
com ludo nao sao muito; mas, pois de oulra sorle se
teriam Oa lo pressa em comninnicar para aqui oque
lvesse orcorrdo.
A Victoria que outt'ora pi la gravidade da sua si-
Inarao so baria lomado o pialo exclusivo de lodas
as preocuparnos, boje excla grande admirarflo pela
rapidez com-queo mal abindoiiou-a.
Com elTeilo, cusa a crerque aquella cidade que,
segundo dizem, esleve MOlneiada as chainmas em
comeqneneia do eslado lamentavel a que rednzio-a
o mal no periodo do oilo lias do seu maior deaen-
volvimenlo, esleja cm lao breve empaco, quas livre
da epidemia, ao ponto que. alo as ultimas dalas que
recebemos ,'2I\ linha latido das em que nao mor-
rera niniucm ; ma nos arredorrs anda appareci.un
algun casos le morte.
Enlrelaiilo parece quo a villa do l.imoero vai
oecupar na eUeneJo piblicao trislc lugar que por
esparo de 15 das pode mais ou menos oceupou
Sanio Anlao. '
Aleas ulliinas dala4 qao temos daqaelle ponto
rorlaga, noieneta. alUad^ ". p^Tdw ZZStt?)Z?ttS32rR
cpinitcriohaviri r0txbtdb359ead lyerc* gociaces com a Sania S, relativas ao padreado do JJ^L^!^ SSSS Pr- ,Nnb"r- 'V,t M*~
r so correspondente, abandoiiou a villa, re ramio-
Onenle:e espera que o zovernn nrosioa olas ., uL.ir. .;..:. J.....-:.._, "'. rellr'1n"u se
Oriente, e espera que o governo prosiga nellas para o RecMe. e o jola rioniclpal tnpplenle e
com aclmdade e circumspeccao, para que nem os autoridades fugirain, fichudo o lugar enlrcgue
dirptlos rti 1- .r '. 1 ham .1!..: j.i. !...f__-__ Huilln aos riii.iailnc direilos da cora, nem a digudade nacional, nem a
inmunidades e inleresses religiosos das igrejas da-
quelle padroado, padecnm a menor quebra.
a Tambem oovo com prazer qae se verificara r
iroca das negociaces do tratado de commercio e
cavegajo com a Kepublica Argcnlina, bem como
a eonvenrao com o Imperio do Brasil, par a re-
pressao das falsilicacr.es da moeda e papis de cre-
dilo de ambos os Estados.
As congratalarOes enviadas a vossa mageslade
peUmaoberanos e governos alliados, por motivo da
ascensao de vossa mageslade ao Ihrono portnguaz,
t) enlrudoc;leve\muilo pacilo pelas ras, mas
honvc muilos bailes! e damas mascaradas pelas ras"
(I novo cnsul do Iferiiambuco, I). Fernando, lor-
Fallcceu em l'aris, A nosso sabio antquario, vis-
iado Iraballio a que se\entregav
O luaar de gnarda-OMr da Ierre do Tombo, que
. foi offereiido ao Sr. A. Ilerrulano,
mas como he lugar de ronfiancfl do governo, elle re-
cusa-o.
i!e pena que a poltica aade um bomem lao dig-
, 1 Heos o destinan.
t)> papis o m..nuscripl.cs do finado vi-conde de
Sanlarero foram arrecadaeoa por seu filbo, e csiao a
chegar a Lisboa.
Tambem falleceu o l)r. Clemenlo Alvares d'Oli-
veira Hendes a Almeida, qoe loj cnsul do Brasil
neslacorta, c i|uc mudo concorreu para a indepen-
dencia do imperio.
couiinandaiile do deslacat
inmensa dilliculdade para
1,-------- -...^ nao se lomarein
honram a nacao, quo muilo se gloria de que sea mo- mcl1(1ils w<"<** la vez lenliamos all a reproduc-
nlu ..k._ _....... 1 ... I cao das mesinas scenhs trgicas da Viciara. Entre-
narcha receba e mereja esses brlbanles lestemunhos
de eslima e alia eonaideracao.
A manulencao da paz e ordem publica em lodos
os pontos da monarrhia he debidamente apreciada
pela cmara dos depulados da iiar.lo.
Temos, com ludo, que deplorar os eeilos do
cholera cm inoitas povoares do reino. Masa cmara
inenle aos cuidados do
menlo, que enronlrava
enterrar os corpos.
O Itr. WandarJey qni dizem fon aecommctlido
da molestia, retirou-sa igualinciilo para osen enge-
nho ; de sorle nao liavia padre nem medico, e'os
bahlanles daqaelle lugar pedem manliincnluse ob-
jeclos desinfectantes.
Pelo mesmo corrcpondenle soubomoi igualmente
que a epidemia ia faxendo enormes estragos nas po-
voacoea de 1'edr.i Tapada e de Malbadinha, ambas
perteneeolcaa comarca de l.imoero, lendo ja mor-
rillo 50 pessoas 110 primeiro lugar, e t2 no seguudo
Assim vi-sc que a sluarao daquella comarca li
mui Irslc, e que se quanlo anlcs
reeonhece que o governo, as auloridades lod., as i "hecl",enl0 "ellas, l.ave.nos de aer inexoravois par
-1 s = ". auiurinduis louas. a i a,.iIe||cs nue as pralii'.irem, e nunca nos caiirarcmn
Corporacoes do candaie. e aa associarrios ,1,. i,<>ir,_ 1.1. ...^s.. .,,. ,ioc..ro. .1.. i.,.i.. .. _____-
v.- ...v^...^ ~-~......,^(.9 ,, m.i"i;.i. cnire-
lanlo nao nos podenilos eximir de chamar a arcio se-
vera do governo coiilra o escndalo desaaa autori-
dades cobardes, qae enlendem que os cartios pbli-
cos s Ibes devem dar vanlageus, servir-lhes delns-
Iramento para a elevarao peaaoal de cada um e de-
predar e ligellar o povo nos lempos bonancoaoa e
serenos. Iloe-nos ler occasio de denunciar" essas
vergonliaa publicas, mus aempre que livermoj co-
nheeimento dellas, havemoa de ser inexoravois para
corporales do caridade, e as associaqoes de beneli
cenca, empregaram es possves esforcos para debel-
lar o llagello, e acudir a humani lade enferma e des-
valida.
u Foi pruilenle a medida de aaspensao dos calados
da L'nirersfdade de Coimbra ao approximar-sc a
epidemia ; e nao menos bem aconselhada a ordem
para a continuacao dos meamos (aludos, desde o
momcnlocmqaea cidade foijulgada lvro do fla-
gello.
i A continuacao da molestia das vinhas, qae anda
no anno anlecedenle lauto fez diminuir um dos
mais valiosos producios da nosa cullura e commer-
cio, he causa de grandissima diminurao na riqueza
nacional. Mas a cmara espera com vossa magesla-
de, que esla calamidado acabe, como felizmente vai
acabando em oulros paizes.
Oa eslrasos causados pe as copiosas chu vas de um
nverno premaluro e tempestuoso, que sorprehen-
deu anda nos campos grande parte dos cereaes, que
formam o principal saslento do povo das provincias
sao na verdade mpito para deplorar.
A cmara examinar seriamente a proposla do
goTtrtw sobre o commercio doa cereaes, objecto dig-
...,..-... .|.-. ,-.- -~..., ^ ...... un-* ,-uin
de ox;.o-las ao deadrezo do Itnlos os bomensj
As nolicias que recebemos das comarcas do Bao
d'.vibi. e do Nazarelli eram mni poaco animadoras
mas feliamenle aa cousas rorriaro regolarmanle e
anda oda so linliam dado escndalos da parle das
autoridades : lodas se conservam nos respectivos pos-
tos a iam corajosamente enmprindo aetii dereres
Continnavam a apparecer mais casos em diversos
lugares da comarca do llio Formoso, especialmenle
em Barreirose Agu.-Prela. Itemeltrram-ao mail
barias e ama poreao de desinferlantes ; o o llr. I're-
derico Relave, apezar de ler sido aceommettido de
febres inlermileiiles, de que j so achava mclhor,
prcaUrva-se a lodoi qucoconsultavam.
Em Ipojuca al o da il os casos falacs j exce-
diam a :!0 ; enlrelanlo lodos os cadveres linliam si-
do sepultados immedialaojenle.
Segondu a caria do nosso correspondonle de Ja-
boalo que (ica Iramcripla em oulro lugar, a epide-
mia tinha reappareci.lu iiaijuclla povoa^ao e fe.lo
novas victima*. Calealam-se os prejoizos cansados
naqaelle luger pelo lerrivel llagello em 2.'iO:tXK)9
de re-'.
A pesie ja fez desapparecer 17 pessoas da cidade
de Olinda. sendo a praia de S. Francisco o logar
em que ella se lem mostrado mail formidavel. O
l)r. aloraos qoe all se nclia, tem desenvolvido um
zelo digno de lodo o louvor, sendo coadjuvado na
sua honrosa larefa por algnmas pessoas caritativas.
O goverjwtjnjbens-te) enviado para aquella ci-
dade alguns soccorros, que esperamos i.ao se con-
verl.ui ein proveilo de alguem, como lem nconlec-
do mollas vezea. Com elleln, faremos votos para
que nao aconteca o mesmo que em certa poca se
ih'ii com a remessa do 100)000 rs., que para all fo-
I ram enviados pelocbefe de un partido poltico, rom
o fin de se prepararein acoiumodan.es para os cor-
religionarios se conservarein [.rovintos a' ureja om
(|ue se faza a eloirao ; entretanto as accommodacAes
se redu/.iram a um ..inoro de man do vacca qoe nao
se sabe anda quem pagon c os 'lO-SHIil dcsapparc
ceiam.
Fiquem cerlosoa IraOeantw de Olinda,assim como
os destd eopital e 05 de [oda provincia, que deixan-
do de [.arle qualquer consideracao, lomaremos na-
Icnle lodas as malversacOea que a este respeito ae
derem dorante a epidemia. Uesejamos qoe a pepo-
lacio Ja provincia recorra aos nosaoa lypos, os quacs
nunca acro mellior empregados do que fazcudo pu-
blico os vergoidiosos aclos desla nalureza. A epi-
demia ja aearlia desenvolvida na fregue/.i. do Jla-
ranguape, perlencenle ao tormo de Olinda. Se te-
mos (-.'usuras para aquellos que nesla quadra se b.lo
portado mal, s temos consideraciio o louvores para
aqnelles qoe por seus actos honrosos se lornam dig-
nos da osiinia publica, 03 qoaes aempre enconlrarSo
francas'aa osses columnas pira regislrar-lhes oa
lomea. Apenas naquolla frecaetia se dorara os
prini.-iros eatos do eholerina, consta-nos que o Sr.
Di. Manoel Joaquiu Carneiro da CunlM so den
pressa em promover urna reaniSo em sua rasa, no
ongonlio Fragoso, e nesla necasiao nomcon-se urna
commissao de soccorros, e foi abarla urna ibscrip-
rao, na qual assjgnaram logo lulas as pessoa. pr-
senlos. Con*la-nos igualmente que o mesmo Sr.
.Manoel Joaqun), alem das qnanliaa com que lem
concurrido para as Ires fregueziaa de seu termo,
obrigou-so a forneeer gratuitamente os medicamen-
los e diolas do que precisaren) os pobres da sua fre-
goeiia. Permillio lamben) que o medico a quem
engajou, |iela monsalidade de um canto de res, para
o curativo de sua casa e dos seus moradores pobres,
coraste gratuitamente, quando lhe fosse poaafvel, a
qualquer pessoa indigente que fosse atacada da epi-
demia, o Sr. Manuel Joeqoira anda lem felo mais.
Mi s" j i ae lem prealado aos pubres com remedios
e alimentos, mas tambem lem mandado coudiizir
para seu engenllO diversas pessoas desvalidas, e en-
lre estas nina viuva com solo lilhos de |enra idade,
aos quacs est soccorrendo de ludo, sem embargo
do nao se acharen) (lenles. Acerca de Olinda, lem
elle felo quanto podo ; c nesles dous ltimos das
I lem eslado uaquella cidade com o ioluilo (Jo organi-
sar nina companliia de eulerradnres de cadveres,
par o que concorreu com J.-mm diarios. Mil Ion-
veres a cele benemrito cidadan, que de ni......1a-
nera lao dialincta lem sabido repartir rom seus ae-
melhanies os favores que a lorluna lhe lem conce-
dido, e fazemos sinceros votos para que a Providen-
cia lhe conceda mui longos dias, afina de que possa
sor ulil aos s^us seus concidadaos indigentes.
Maricela, Cru/ do Kebonco, Pasmado, liapissu-
ma, quaai lodos os pontos do lermo de Igoarasa
inclusive a villa do mesmo nomo, osllo sondo victi-
mas do llagello. Em llamarar*. segando parlicipa-
ees olliriaes recebidxa com dala de 21 do rorrele
a pesio se linha manifestado, assignalando a sua
appai cao com Ires casos lalaes : e a comarca de
lioiannaji lora igualmente invadida.
Aqui nesla cidade, o cholera anda continua a s-r
a preocuparan exclusiva, lodos o receiam, alguna ja
lo:n expciimenl-do os seus rigores, e oulros (em
visto padecere socumbir este na acuelle memora
charo.desuas familias Enlrelanlo as claases pobres
sao as que lem fornecido maior numero de vctimas
ao llagello, < islo laivez seja devido a falla do re-
cursos.
Mas he de notar qao apezar do oslado em que so
achara os hoapiuea poneos se recolbam a elles, pre-
feriudo deixar so morror a mingua a' procuraren]
abrigo nesles eslabclccimenlos, levantados pela pie-
dade publica. Tambem no digno de repara une
queno numero das pessoas pie reclaman) os soccor-
ros pblicos, pois que a mortalidadc na Classc Indi-
gente vaiaubindo lodos os das. EnUo do .las urna
ou os ataques sao fulminante*, ou as pessoas ataca-
das te deixam morrer sem procurar recurso al-um.
Nao podemos admillir a primeira hvpolheso. porqu
se assim fosse 6sle faci leria sido l\ado ao domi-
nio publico, como urna cousa extraordinaria, por
lano o que devenios concluir he que a popularn se
deixa morrer voluntariamente pudendo enrar-sc, o
quo cumpre avilar prorodendo-se visitas domicilia-
rias o mais frequonleuienlc que frpoMvel, e sondo
a polica ioleiradi pelo orglo dos inspectores, fa-
zendo esles urna indagaco minuciosa nos aensquar-
leires, levan lo mediros as familias nduenlos que
comecarem a ser atacadas, e enviando os neceeslte-
dosas commis-os beuelir-nles para screm soccor-
rulos.
Nemftmprea pobreza lia urna ronseqilenca do
abuso da arlivi lade do homcin. lie ordinariamente
idii 1 de condicoes fataea qae u cercam des le o da
que nasce ale qoe morro, e nesle casi aquello que
precisa nao deve ler nejo do recorrer ao auxilio dos
seos semclhantes. A caridde cujo objeelo be sor-
correr os desvalidos, lio nina virlilde ensillada por
Jess Chrislo, c os aclos marcados 00:11 eslo carador
BgO devem anchor de orgulhoaquellos que ,ls ,.,,(.
Cam, nem liumilliar i<- quo os recubren.
Assim aquellas peana*quo lem fallas de meioa
devem abandonar ease aeanlnmenlo quo parecem
ler, e, da mesmo s-rlequo reccorrem a polica para
os enterro*, deyem prorurar os meioa de Iralamcnlo '
licando certas que estes Iheaerlo minislrados com
promplidUo; o so alsaem se negar .1 lato, se cncou-
trarem algom desalmado que so recuse ,1 esla obra
pa, faraui patento o seu mimo para n que achirdo
aempre promplaa as columnas do oosso jornal.
Consia-nos que a commissao do beneficencia da
fresue/ia de S. Amonio lem soccorrido com o maior
ac lamento possivel a quanlo* bao feilo oonhecer as
necessidades, nao s com dinlielro, como com roupa
o oulros ol.jcclos, e he provavol que as oulras proce-
dara da inesma maneira ; por lano quem for ataca-
do da molestia recorra imuio liatamenlo a oslas eom-
miaaoea, o nao lenha medo de -or condnzido a Torca
para os hospilae*. pois qua para osles eslahelecimeii-
loa sn ser.io conduzidoa aquelles que volunlariamen-
le o q 111/.rom. ou que nao lenliam iiessna alguma
(|iie os (rale em suas casas.
He digna de sor mencionada a regularidade c
prompliduo rom que se fa/.cm os enterro*, o que in-
contestavclmonte he devido s providencias da poli-
ca, a boa oraaniaaego do aervico dos carros, o a ex-
cellente diroccHo do cemilerio. que nada deixa a de-
sojar. Onlro lano nao acontecen quando ha f. an-
uo, fomos accommeltidaa pela fbre amarella. Na-
q.ielia poca esio aervico foi pesairaaraenle desempe-
uliado, os cadveres ficavam em casa dorante 21 ho-
ras o eram enterrados nas igrejas aos dous e :! em ca-
da (epollura, mas para o p-rfeilo compleinenlo de
semellianlc servieo se devem desinfectar as casas en-
de s doralgum fallecinicnlo.
Falleceu ne-la cidade. victima, da epidemia o csiu-
danle Chaalenet, que viera atacada da villa de Po
.1 Albo, onde linha ido prel.r os amitos da sua ar-
le a mandado do governo. Na fior dosanooa, leudo
um pruvir esperance e lizongeiro diante de s, este
mancebo dedirado, nao recusou a enebro mo de
soccorrer aos seus semilhanlcs n'uma quadra ein que
mullos de seus collegas s atienden) s inspirarf.es do
egosmo, s-m se importaren) com os eoflrimenlos do
prximo. Honra c gloria memoria dosle Ilustre
liahianuo que aacriflcou a aurora de seus dios cm
favor de nina fraccao do povo l'ernaml.iiran ,, sor-
correndo-a nos transes da dc c do desespero, c cuja
reputara. sera iudelsvcl nos fastos da poslci lade
brasileira.
Nodiasexta-feira deu-se um grande escndalo na
ra dasl.ru/es na occasio cm que Iramilava ua-
quella ra a prucissao da Ordem Icrreira liancis-
ran, oclas l horas da noite; euconlroii-soella com um
carro que levara um cadver, rujo coebeiro aasenlon
de na,, tirar o chapeo e alravessar por moio do prea-
hto, o p.vo lancou-ae sobra ello com grande alarido,
o-u cio lurnou-se desl'arle tima cena hurles; 1.
his um dos malos resaltantes das proelssoes, que
IJ-os cabo h sorao compensados por alguns bens.
uoanto melnor sena que aa preces se lizessem nas
igrejas, como se lem feito na Penlia Quao edifi-
cante nao tem ido o Lananerone nu adorarn que
all so f /. b. H das : yun silencio, que rrpilo se
i.i.-erva naquello templo : Cada um chega. jacilla,
1.1/ oraran sem Tallar nem vollar-sc para o vizinho, o
relira-ae no maior recolliimonlo possivel !
As 111 id iras desenvolvern) grande actividade du-
rante esla semana na factura de bolarh.is ; as en-
commendas da fora foram excessivas. Da -II e mus
leguas concorreram pessoas em busca deate artigo,
reata qoe appareea eapecolacgo neste genero d pri.
meira nreessidada na Irisie quadra em que nos adia-
mos. Enlrelanlo, cperamosqiM os saibores padei-
ros se eontenlem era um lurro raxoavel, pas de-
rem Irabrar-aa que o carro fnebre tambem Ibes
pune balcr a porla, e nesle caso do nada lhe servi-
rao estes lucros lirados miseria nubica.
I m inspector da polica nos informou, que balen-
do a pura de corlo medico a's 2 horaa da manliaa,
para acudir a um docnle, osle ae negara, enlrelanlo,
que os visiiibos atteslaram quo elle eslava em
CftSfla
liiforniaram-nos iguaimenle, que em corlo lugar
exislem dous mdicos que se acham inlriga-
dos, os ,,-> enlendem qoe ae devem vingar Sai
onensas reciprocas nos infelizci dciles que os
chaman), pois que quando om he chamado para ver
um enfermo que ja' ae a ha medicado pelo oolro
"inda ,. IralamenU, paro desfaxer ,. ,oo .. primeiro
nxer., e viceversa, aeudoem resnllado o cholenco
mandad., para a eternidad-. Estamos colhcndo no-
unas circumstanciadas a es.e respeilo, para lurnar-
moa palenleaemellianle malversacao, no ontanlo,
ai anaelhiimos a crtes sonhores mdicos que aliando.
nem lio criminoso proeedimcnlo.
, !''" nnvldo iminensas queixas acorra doa exor-
Diianiea preroa que exigem os cocheiros nuanda so
procura um carro rom oreante neeeaaidade. Uizem
que se lem podido 505000, 1009000 e al mais, por
urna vaera de12 a H legua,, eslo abuso requer me-
dulas da parle da polica, pois qo no. adiamos n'u-
ma quadra excepcional, emque easasvSaa Iheoriaa
doliberdade, de.commercio e industria, sao preju-
liciacs e Lilaos a populadlo.
Chegoii da Europa o vapor porlogaez D. Mara
II, a em oulro lugar dcsir numero euconlrario oa
loilores as noticias (Tile ello nos Irouxe do velbo
moudo.
AchamA-nos sol as lerriveii consequencias de
orna verdadeira tome. Os gneros de primeira ne-
ecs'idado aevendem por um alio proco, o a carne
verde lem se ven lulo a 2i pataca* a arroba, m ,s
como a sc.encia de Ado Smil na,, consent que o
governo uilervenba no negocio desle oenero, e que
levemos esperar os beneficios da rima concurrencia
esperamos qge deolro desle* dous mzs, em quanlo
a epidemia durar lercmos o prazer de comprar esle
artigo a Irir.la o quarenla patacas, lie certamenle
um magnifico, resollado que nos d.i as Ihoorias .-dis-
imilas, da sricncia, embora morram de fome cenlc-
rns de cslupdos.
Dando mis diariamente o numero das vclimas fei-
lo pola poste jiilgamoa. desnecessario reprodu/i-lo
aqu.
PAGINA AVULSA.
Foz-ae com grande pompa na scxla-feira em
Olinda a Prucissao do Senbor dos Pastos, sahindo
da Calhedral as 5 ',, e rocolbeiido-se as S ao Car-
ino. Rao podemos prescindir de dirigirmos, espe-
eialmenleao Sr. Dr.QneJroi Poneeca, as uossasfelici-
taroes polo bom desempeulio, quo leve a sua mis-
sao como encarregado dessa brilbanlo procieslo, a
primara sem duvida que, Olinda nesles lempo
lem visto.
Pregou ao sabir da prnciss".o o Sr. ennego Frmi-
nodo MelloAzedo ama extensa,brilhanle, e apro-
pnada oraeflo, ... ao reeolher no Carmo o padre Do-
arte dase algama cousa lamban, que pareca ler
anologia com a poca, c com o aclo.
Marcbou urna brigada eommandada pelo disline-
lo Sr. lenle coronel Hygino Jos Coelbo : releva
notar, que observamos na briosa guarda nacional
de Olinda, urna influencia, um garbo e regularidade
em sua evoluces, que quas se confunda com 05
braveado !. pelo menos no Ulmarra pausoque
he sempre as guardas nacioiiaes do malo que Olinda
nao he malo; os rapazes de Olinda lizeram bo-
nilo.
O Exm. general, e maiaalguna olicaes aeompa-
haram a procJtsIo, e notamos. rjue nao desgos-
laram do bem felo da marcha, limpeza ele." da
guarda nacional de Olinda ; ufl san duvida, que
deve-se ao tcna.te-curonc Passos, c mais olli-
ciaos.
O Sr. cone&o Bernardo he o bomem apostlico
-popular do Olinda. S. S. he .unido c obedecido
por aquello pavo dcil, que so ob.crvando-se. S. S.
Ion. (ido .1 glor.a ,|e poder chamar a nina grande
Poreao d aquelle povo as vas evanglicas, j exhor-
lando-o, j,, animaiido-o, j finalmente soccorreu-
do-o \ or-se o qufnto o Sr. conego Bernardo be
amado pelo povo de Olinda podo-sc fazer idea do
prestigio desee* vares apostlicos do naseenle Cbris-
lianismo.
Assim o imilassem "esses, que ale de Nossa So-
wiore do Carmo roubanm, como he voz publica, li-
jolleselaboado, esses, que... ihvpocrilas:)
Quem mandn re-enferrar o cadver sobre a
cova expoeto no Carina de Olinda f.i o Sr. llr. (luei-
roz.
OSr. Dr.Silvino, moco da poca, frequenlando
as grande* rodas, Ilustrado, com um futuro, que se
Ihantolha brilbanlo.... lom com ludo urna alma
bemfazeja, be earidosa. Don de asmla commissao
de beneficencia para os pobres 5(l/iK)0, e viule ca-
mas preparadas; mandn igual asmla para Igua-
ra-su, e lom no Jan.a a expensas su.s um pequeo
hospital. Eis concilisda a caridade con. as luzes
oculares, o modernismo com o espirito evange-
Ficava a expirar n'ooj lelo de miserias, ha-
vendo j perdido duas escravinhas, aposenlado sem
ordenado, cercado de llho., perseguido pela sorle,
e esquocido dos amigos o Sr. Joao Arsenio Barbosa,
esse bomem, queja foi considerado em cerln lempo
como palriolao, que era aponlado como hroe, que
ja avergou oma farda que.... emfim morra bo-
je ao desamparo leudo sn por si a proleccao da
commissao de beneficencia de Olinda, puis fui, oa
be anda um bomem verdadeiramaile raonarchisla,
e honrado, porque Bem sempre a monarchia esl a
par da honra.
Em um camoda prarido Bom Jess ha um de-
posito de lixn.
Mil louvores a,. Sr. .Manoel Tarares de Aqnino,
com padaria na ra do Colovello, que acaba de por
a disposicao do S.-. Rufino Jote Correa de Almada,
e do Dr. Joso Munix Cordeiro Uitahj sempre qu
qne.ram, cavallos sellados para as vislas do sea dis-
inclo, e gratuitamente. Sr. Aqui**, meu senhor,
v me. marees as bencaoa deaaea .lenles, que preci-
sam de ser prompt nenie soccorridos.
Ilesejartemessabea.ae ja foi abollida apostura
municipal, que obriza aos donos de quiulaes, o Icr-
reooa devello a muraran) esses quintiles, e fa/erem
as competente, calcadas; pois o quintal do sobrado
piulado de smarello na ra dorfobo apenas cercado,
e guarnecido de palhaa de coque.ro. esla servindo d
deposil-j de immondieias etc.
-O nosso inlelligent, C. A. procure urna rarla
nesle Escrinorio.
-A ra do Sebo oda agora de ama; amlmla*
duas malcras escorrogim.
S'libemos, que o proprielario do vveiro Honii
urna vez esgoiou-o alguma cousa, quo mullo
han cansou sen. duvida a salubri.ia lo porque as
margis lamosasseeearam ; pe limos-lhr, que sen-
do possivel S. S. repla.
TeiD-sa por tal forma mandado Herrar eorlas ras
da freguezia de S. Jos, q,le so achavam cheias de
lama, que presentemente preferimos transitar pelo
moio dolas do que polas calcadas. O eslado em que
se achara a mor parle desses paueio>, [modernamen-
te rallando,! he tal, que s nos das nieto* he con-
cedido andar-.e por ellos tem risco do lomar-so u m
pediluvio.
CoiDinha agora que se pralicse o mesmo com
a roa das Cuco Ponas, c san perda de lempo, cm
Vista do oslado en. que ella se ada ; assim como
como o alerro dos charcos que existan r.as ras Au-
gusla c Concordia, verdaderos rocas de nferrjo.
Bom seria tambem que os senliorea fiscnes'prfe-
rissem a exeeocSo da postara que manda (cr as cal-
cadas om bom eslado, do qoe aquella que determina
a pintan das casas, pois na presado quadra enten-
demos que essas lilas ato muilo o muilo prejudi-
e**esii vista duaegninteapalavrai q0 copiamos de
U.ernov.z. eos quarlos novamcnlc pintados sao por
consegbinta mullo insalobres, j seja por causa das
cmamiroes das linlasj pela viciaejo do ar...
Consta quo no i." dslrirlo da freguezia de Sanio
Antonio, quo abrange a ra de Borlas, Aguas-Ver-
des elel, tan fallecido varias poaaoaa a folla do me
dico, asjrim como que o inspector desle dislriclo u,1o
cuida n\. seu qnarleirgo.
Pergiinlamos a corlo amarada, que deixou sua
lannlia no desampare nesla capital e acha-te pago-
rJeando em um engenho do Ipojuca pablieamtnla
nbarrengado (delira pastar cansando os cavallos
do senhor de cneonbo, gastando o ultimo vinlemziV
nho da imbcil I).... se pretende por la demorar-ac
muilo '.'
dem, dan, ao Sr. /.... ol l | !... Sr.
/..... ? com que Vocemcc... emfim vejamos o que
faz.
A praia de Fora do Portas esta aerviudo de
deposilo de poxes pudre.
-Sr. subdelegado d, Recifo, quer ver o bom e
benita, va assim como nemnloquer a cousa ao
Portado Mallos, o lauro derevez mni olhadellapa-
ra um boloquinque lan ele. c vera' como se vende
baratinho alli... va. meu saibor, e disperse esses jo-
gadores, pois-liaquemdigaquenodia 10 houve la
dentro nma simples fac.Tdinha.
Dixem-nos que ,os enfermeiros do .-crio hospital
desla capital vivera sempre lomando fresco n.ls va-
randas ; 011 nao ha doenles, 011 nao ha cuidado, ou
muito calor...
Recebemos urna caria doSr. Amonio Bapliata Gi-
lirana em que nos pede umi ractificaco a respeilo
da noticia que de Goianna nos dora alguem dalli a
respeilo do delegado da.jucllo termo. () Sr. Anto-
nio Francisco Pcrcira, pssaoa conheeida romo dola-
da da muiU proslablidado. Por nos estii dada a
raclillrarao, concordando rom o pensar do Si, (iili-
rai.a, rodando-nos dizor-lhe, que o nosso correspon-
dente do Uoianna nao nos mandar d'ora cm diante
noticia mais alguma, quo p .r ella nao se resnonsa-
bilise.
li atnanka.
JABOATO.
11 de fovereiro de 1856, s S horas da manbjta I
As pc-soas aneciadas d epidemia reinante ale o
da 1.1 no primeiro dislriclo da freguezia de Jabea.
lao. andam pelo -eguinle:
Pessoas acromnielldas 590.
Morrer.im (ij, sanio III escravos e !) Uvres
lio dial:), porm, recrodeseendu a epidemia'na
povoacaoearredorea nao ha inexactidid em calen-
lar-sc cm 300 o numero dos martes si. no primeiro
dislriclo.
Muilos eneenliosperdern) parte das safras, ena-
stas ale aquella dia o prrjuizo n.ln pode ser menos
de ~'-"i cotilos de rs.
^a hora em que escrevo a Vmc.o estado sanitario
da povuacao vai nielli -r : porm ama melhora que
he romo urna oscilla^ao enlre o bom e o mo.
Iim soldado do segundo de fuzileirasque f.'.r.i re-
colhuloao hospital da povoasao no eslado lgido es-
ta salvo. Chama-te Leonardo Jos Joaqun mu-
moro 9.1
O delegado lenenle-coronel lendo oseu Oiario.lan-
rou-o do lado dizondo:(i Xi xnli, exe orne he
iim inslenle em atacar a primeira aullioridade da
rreguegia. O motor de ludo iio he que xinltd bll-
ler de rorrospondenlo : inslenle que nao respeila
.Nono do Calende. Chamar pullr.lo ao primeiro ho-
mo bihcoxn de Jaboaiao que insolento o
Pera danissa. Sr. delegado, que o dexaremot em
paz, s. S. nao quer cumpriroseu dever: ja olemos
advertido maltas vezes, e de mtneira lan dcil que
sempre o esperramos cun lodo o conleuiamento.
v eiiba logo, anlcs que sequen, os arcos por onde S.
S. ha de passar cm 11 uimpbu.
0 donada cocheira que aqoi ha mo se quer cor-
regir. ConUnua a exigir procos fabulosos pelos seos
carros.
Filho de galo he gatinllO. Tal pai, lal filbo.
A commissao benclicenle, o subdelegado Pacs
Brrelo, 0 facullalivc Catado Lima, o coadjuclor, os
novos inspectores, conliiiuam a bem cninprir os seus
deveres, san que nos do cau-a a chama-Ios a ordem.
lenho vala a corresp.indoucio do cx-subdelega-
doj. F. Pereira da Silva, demillido por inrauaz c
pollrao.
Diz elle : jiudr respondo do que se lia dilo em
OS Diarios de 7 e 11 do correule. porque o aulor
de laes missivass merece desprezo.
Respondemos : que desprezo merece a auloridade
quo fi'.ra lanr.ida bira do lugar por estpida, cobarde
e indigna : que desprezo merece u human que como
adad.lo deaeonheee o qua seja patriotismo e honra :
que desprezivel be aquello pai de familia, que da o
espcrlaculo de se aprescnlar em publico com una
mulber de me* costamos, escandallando a sua fa-
milia e ao publico ; de-prezivel be o pollrao J. F.
Pereira da Silva, que ao saber quo o cholera eslava
em Sanio Amaro, ciirbarc.iu-se cm casa a dospoilo
das lagrimas, solaros e dores de ama popalacao que
Ibcf.ira confiada pelo governo.
Aquello que as-im procedo, tim, merece o cslygma
do condemnado na face ; se nos o merecemos," ser
o publico o nosso jniz, mas mo um lorpa, um lio
Cazuza, quo nao sabe so be racional ou irracional.
Diz mais o menteeaplo J. F. Pereira da Silva,
alm de compaixao por scrdotido. llanda iflu.'ia-
do bcxicograplio be aquelle que vai de encontr aos
costumes, moral e religigo do povo onde habita : he
aquelle qoe nao respeila as leis diviuat e humanas.
Ora quem pois sera doudo, o correspondente de
Jaboalo ou o es-Jos Francisco"? Nao etlar dou-
d.i a caber., sobre a qual pesam mais de (rinta mor-
ios do cholera, devido ao abandono, terror e o des-
prezo com que foram tratadas, quando imploravam
medicamentos ao representante do governo? >ao
ser mcnlccapln o bomem que vilmeale renegado
bro, honra, dignidad, a poni de sendo subdelega-
do, islo he, goarda da moral publica, apresenlar-se
com sua familia e urna reproba... anle um publico
numeroso *
Nao sera' doudo aquelle, que chrisiao, raneta do
principio do cbrislanisnin a caridade, prometiendo
e nogamroa rsmola que devia dar a urna popalacao
ccif.ida pela saa incuria, abandono e vileza Ha-
br rnenteeipl" Jos Francisca Pereira da Silva !
Diz mais essa pobre doudo de pedras, que mero-
cemos deprezo mu c a pandilha, islo he, a commis-
sao henefirenle de qoe he inimigo o menlecaplo.
Quembe 11 |ui/.'.' l.m bitgorr.ll.a que s tem atrev-"
menlos depois do minorada a epidemia Al) he
Tolal da morlalidade al boje.552.
Ilomeus 2!)i mulliores 2)8.
Recfe 2i de fevereiro do 185f>.
A commissao de bygieae publica inlcrina, Dr.
Coime de Sn Pereira, presidente.Dr. Ignacio
Firmo Wici'er, secretario.Dr. Joo Jos Innocen-
Poggi, vogal.
Pram>''dM "- m
ISo despacho cima mencionado, o goversw Ha.
penal adoptara, romo bases, os qUJlr0 p^laVl^
anlia admi.ldo, pela, confere^.a, .tTvaZST:
propozera cm retara. ,iro J\
ra logara rolara da, referidas ZL^ZTZ,
soluraoqued.neri, mai, ,,, r,m, mm (BllaS
ca, da que fra ,nlada nesta ,J, toTZSZ
aa, colhgadas. p^'* Pto-
As profetas Iransmll.das hoje pe* B0,-,M
austraco a-senlam no mmo nrinctois aasaaaanaSL
to he, na netdraliaactn do Mar Negro rTaaeT.
um Iralado directo ealre a Kussia e a Porta lu
regular de minmiim accordo o numero doa '1
de guerra, que cada urna das p..(enrias marcia
reser.a conservar para a seauranra das ras t
Nao difieran das conlendas no drparb d* 21
dezembro senio na rerlificarao
proposla para a fr*a-
lilm. Sr. Participo a V. S. que enlrara honlem
a noi !c .1 ...iim 1 Francisca da Cnucci;ao,parda, viuva,
idade 75 anuos, lilha de Manoel do Nascin.enlo, con-
duzida pelo in cclor do dcrimo-oilavo quarlerao,
Anglica Don as Pires, prela de nai-ilo, maior de
SI) anuos, c. ida pelo inspector do 12'quarle-
rao, as 8 hor uoile nu eslado lgido, e fallecer
asSt|3dam ; Antonio Barbosa Belarmino,
pardo, filho do >i..,os Jos, idade :l(> anuos, solleiro,
natural desla provincia, rcmrlli lo pelo commandan-
le do I-orle do Bruin as 10 :l| da inauhaa, Jos Soa-
re. de Souza, filho de Joao Soares idade 28 anuos,
naliiral desla provincia, remetlido pelo commao-
danle da fortaleza do lirum as :l horas e lii da
tardo.
O Africano livre de nomo Alfonso, :2 annos, re- easeguranra da Kuropa. Basta mdct qae om Mr -
mcllido pela caplni.i do porto as i hora da larde. 1"or'1 se arllava ali"al eslabelerilo cc beta, acerra
U fallecer boje as mesmas horas tionealo Pereira de mu,llas l,ase5 'undamenlaet da paz.
da Silva, remetlido pelo commandanlc do Forte do } v"',a '[V1* arcurdo. em face dos votos
Brum ; Leobino Francicco das Chagas, idade 17
annos, crilo, filho de Francisco das Chagas, sol-
leiro, guarda nacional do 2- halalho, que estando
de guarda nesle arsenal fura atacado da epidemia.

tara entre a Moldavia e a Bessarabia, em Iraca 4
pontos orrupados pelo inimigo no territorio rusa*
t Nao cabe aqu examinar se estas proposlas reu-
nan) melhor que as do governo imperial, asnecM-
ariae condicoes para gara ni ir n repouso da Oriento
festados pela Europa, em prosaica de um njai
rao quo tenda a maiores proporres, de, Mrrifi
cos que a prolongacao da guerra imp.'.r a Kats.i .'
governo impeaial julgou um devrr n.i a.ir ^
Assim como tendo fallecido nesle hospllal os doos ",el dc. "cassocs accesaoria, urna obra de sasasaC
Africanos livre* de nome Sebaslao e Simplicio, a ra0- rujo bom esilo salsfaria 01 seos mais ardeutas
quem o preto Manoel eslava tratando; como lhe; v"l',;
constar de meus oflicios de 21 e 22do crranle; o
Sr. inspector para melhor ser observado c livrar es-
le hospital de quaesquer aecusarao que gratuita-
mente lhe queiram fazer, mandou eslabelecer tres
camas em urna dat salas d.i anlga casa desle arse-
nal para servir de enfermarlas aos dorales qae tve-
rern de ser iraladot pelo referido prelo; lve or-
dem dcremetler para esta enfermara alguns doenles
dos que fossem ac.-ommellidos o que se me a-
presentou fura o Africano livre de nome (.....zaga,
dos que foram ulliin-menta apprcbendidos ao sul
da provincia, condui do pelo capataz Mace le, o
qual principava a sei lir frios e queixava-se de do. .
res pelo venlre ; mande quo o recnlliessem a ditaf"?* os nalle ovilisados Ih'o levem em conla. >
enfermara e parlicpassein ao Sr. inspector, o qua
mandn inim !i iiaiu.-ni.. chamaran relo Manoel ;
e mandou o preto Nicario para junio do dueulo, afim
de o servir no que fosio nninaalirio.
Consla-me quo a larde chegara o prelo Manoel e
lhe dera urna poreao de sua beberagem, e que o A-
fricauo passara a noi'.e sem maior novidade ; pela
manilla pedir comer, e que se lhe dera algama cou-
sa segundo as ordens (do sea assislenlei o qual rol-
lara perlo de meio da o lhe dera um banho fri, c
oulra poreao de beberagem, com a qual fallecer as
2 horas e meia da arde.
Declaro que no da 22 do corrcnlcf.illeceram nesle
hospital qualro doenles como consl da minha parte
ollicial.c nao nove ; como se ve da relarao dos que
tallecern) ueste dia, pelo Diario.
Dos guarde a V. S. Hospital provisorio no ar-
senal de mar.nha 2:1 de rovereiro dc 1856.Illm. Sr.
Dr. Cosme de S Pereira. presdeme uterino da
commissao de hygieuc publica. Joai/nim Jos oli-
ves de Albuquerque, cirurgiao do hospital.
Illm. Sr.Participo a V. S. qnc enlraram hon-
lem a larde para esta hospital o pardo Antonio Mar-
lint da Silva, idade 1!) annos, solleiro, natural do
Aracaly, perlencenle a esta arsenal. Os grumetes
defiender-se esla' com a caliec* virada, islo he, dou-
do. doudo.
i-.inipnulo a' pandilha, se com o alrevimenlo ja'
secaron do medo, venl.a de porla em porta pergan-
lar a esse povo quem lhe tan dado medicamentos,
dinheiro, ole, ele, em nome dos pruprelaros ge-
nerosos de Jaboalo. Doudo, desprezivel esta' o bo-
mem que senio pejou de alirar as paginas do Diario
oseu nome para sempre caberlo devergaaha e es-
carneo de lodo nm povo.
Nada lemos com o /.iicra/.ecomo aquelle corres-
pondente cabalmente ha de responder ao lio Cazuza,
paremos aqui.
COMMISSAO DE IIVCIENE PUBLICA.
No dia 2: do crreme abrio-se a seesae at I horas
da larde, compareceudo ot Srs. Drs. Cosme de Sa
Pereira, Ignacio Firmo Xavier e Joao Jos Innocen-
cia Poggi. Horneados interinamente pelu Esm. Sr.
presida.lo da provincia para occiiparem o t.o lu-
gar de presidenta desta commissao, o 2. de secreta-
rio e o ulliino de niruiLiio adjunclo, ein consequen-
cia dse acharan doenles os membros cll'eciivi...
O Sr. Dr. Sa Pereira, depois de conferido o jura-
meato, c dado pose aos de mais membros abri a
seasgo com a seguiste falla :
..leus collegas e saibores.Para dirigir-vos, nao
credo que tosse en Horneado presidente da commissao
do higiene publica, que interinamente vai fuoeelo-
nar, masaira, para, nnindo meo* estreos aos vossoa,
suppriras lacinias que hora se deu ueste servieo coi
os ii.commodos de sade dos membros eOeetlvosde
la eommiasio : assim pois n,io me consideris com
superior a vos cm cousa alguma.
O Exm. Sr. presidenta da provincia escolbcu-nos^
com toda a liberdade ; he sso um slgnal de quo lhe'
merecemos loda a conliauea o nue muilo nos honra :
por isso be do nossa honra envidar todas as nossas
forcas par.i nao a desmerecer-mos : assim pois deve-
nios di.brar e nosso zelo, c indagar lodos meios de
melhor cumprir-raos a miado de que nos achamos
encarregade* : a gloria que dola resultar sera loda
vossa ; eu s ambiciono ser vosso emulo, e ler lido
a sorle do haver pertencido a commissao de quefa-
zes parle.
No cmnprimrnlo de nossas obrga^ocs nao perito-
eis as min!.as talla* ; porque isso recibir em vosso
desabone, e mo lomara fraco para condiizir-vos
com lodo o respeito ao camin.o verdadeiro de vos-
tot deveres, em cujo desompenb) eu me acho pos-
suido do desojo de ser acrrimo obsrvente ; e fico
cerlo de que dorante a minha presidencia quo nao
pastar do inlcrina, nao torc motivo algum do dis-
gusto por ver que nssos devores deixam de ser fiel-
mente salisfeilos.
Sala das sessoes da commissao 2:1 de fevereiro de
185(i.Dr. Cosme dc S Pereira, presidente.
.t* y
psrtoncenles ao hrigne Cearen
se ; e os africanos livres de nome Ilonorato e Fe-
lis, perlencenles a esta arsenal e entrados hje pela
manhaa ; o 2." esl gravemente atacado. Sahiram
por estarcvi reslahelecidos Joanna Francisca da Cm-
ceirAo, maior de 81) annos, Joo ChrMoVla V.zer,
allem.lo, e Antonio Barbosa Rrlarmin... remclli lo
pelo r.minan lanle do Forto do Brum.
Astm como enlrara nesle momento .2 horas da
larde) Jos Antonio Pereira, filho de ooiro. natural
do Itio de Janeiro, idade 4(1 anuos, solleiro.
Dos guarde a V. S. Hospital provisorio no ar-
senal de marinha 21 de fevereir.i dc 1856.Illas.
Sr. Dr. Cosme de Si Pereira. presidenta interino
da commissao de hygiene publica. Joar/uim Jos
.Ibes de .llbuquerque, cirurgiao director do hos-
pital.
Pelo vapor D. Mara II, chegado de Lisboa, re-
cebemos carias do nosso correspondrnle daquella
corle, e tambem gazelat porluguezas que alraucam
a 8 do crranle. Por ellas (vemos nolicias de Pars
.i i orlaolo acaba de adherir as pronos!., Irausmi
das pelo governo austraco como projeclo de araSi
minare, para as nogooaroe, de paz.
Pela sua enrgica aliitudc em tare de urna roHj.
gaeao form.d.vel, a Kuia moslrou at aatats podi..
ir os sacrifico, que e.ta prumpU a f.zer para defo.-
der a sua honra e a toa dignidade. Por rale acia ale
moderaran, o governo imperial ao m.smo lempo di
urna nova prava do tea sincero desojo de prir terna.
ao derramamento de sasasuc, de acabar una lula
dolorota para a avilisacio c para a huraanioade e
reslil.nr a Kussia. a Europa os beneficios de paz
k iem direilo pa>a esperar que a opima, de lo.
.le nc 11 111P4. ni.-ili.-., i,,., il," _____.
ale o primeiro do correnta, de Madrid al 2, e de
Londres, Berln c Hamburgo al 2S do paleado.
Remetiendo ot leitoros para a caria do nosso cor-
respondente de Lisboa, que mi.." menle relata
lodos os aconlecimeulos quq
tai ITSSIT!t,la p,,!"ica""'5 'lc'"""du'""
,..,'; ''."resra.taremos aqui o resumo
omqu^o./,.ra/ do Commercio daqucll, cidade,
JUvfl.cado a 8 do Corr.0,e 0., co,a ,,os r,cl,)4
corridos nos oulros El,Joj ,,,, Europa.
a espacbos publ.cad05 pe,a Ccela de Madrid:
a Par", .11 de jane.ri,
cao?.5 "ai,ia"n0 fora,i derrotados pelos domini-
" Solouque relirou-s^0 scu ,eitorio_
j Afruss.anaoligurarV-^ eonfarencll
o Pars, 1 de fevereiro.
11 Confirmam-se por lodosos lad
a Por ora anda nao ha nenhuma noticia nAV,|
acerca dot preliminares de paz.
i. Os jornaes disculem a adi.uss^o da Pruaaia na*
conta.eneas ; mas por ora S.Wido bol.,., n, ,.
prec.aef.es contarme ao modo.le pensar de rada .
dos jornalistas. m
() Journal des Debis diz, que um jornal ak
I aris, em regra bem informado. aanraM oue a Pr
sn nao sera admillida naTm^rancias um destu'
clin de Berln diz o contrario. "*"^"
. .. Pelo que loca i Sardei.ha, 0 mesmo jornal a
que se refere o Debis, diz que osla potenri. ni. p.
dera figurar nas conferenei.s na mesma linha .-
as demais potencias, visto que s aquellas. qac ,
odas as qurslr, importamos sao chamadas a deli-
berar, rodero e devora ler a parte principal nas con-
ferencias.
i A Sardenha as-ignara o (ralado definitivo de
paz, mas nao figurara no congresso senio quando te
Iratarem nonios especiio?, qne postaos nleressar-lbe
directamente.
1. Todas estas qursles por ora .Uo trem -salara*
alguma que possa considcrir-se nrovavel sr aast.
nirs ndividoars. ,------------1 sa oaa-
+2021 a i0rni,l-a I"* no' ,emof "''* u
a abrrlura- dat sestoes do congreso .. nodor. 1 Jr
ar para 2.) ou 25 do fevereiroTTodavrlm M
no ,l,a 2!l, corr, que a noticia da aiga(ari M
Prr minaresscr.aannunriad, di.r,; j. pata*.
de loglalerra, na aberlora do parlamento, a qual de-
Via ler lugar no dia :ll de Janeiro. '-
(. Segundo sa h! ua Independencia Belga. Prate
que novos confidtos rebentaram rotre o coutem. e
estado do c.ntao de t;enehr, e o bitpo de.!, osara!
se, qae fura expulso depois da g-terra de Salter-
ian I. portar lomado p.rle uo, SZZaTSSm
tm conscqueucia de combinacors |lilieaa, rarT.
partido r.d.cale o c.lhol.c, o bispo ta, 3atS
otraS:" mneme0" n"S Um^it1^ e erti.
Os bitput lombardo-vencxia..
nos seus esforco, para reslabeieccrem a
cles.at.ica ; agara elevaran) .0 governo da V.en.
urna osposicaones.. sentido ;ju|s,- ,oe exor-
no desalen, era as toll,c,.,r..s di b.spo. VH5-
va..do-seod,re,to de dar andamento ^M
quasas, ou aecusares qoe o cloro f,^muleq rrar. a
imiirelisa.
* A, novas mina, aurfera, de Valpar.ii. adra-
han un grande numero de pessoas; parece ene sao
al.undaiilissimas. .i- Despacho publicado pela Patrie :
nos nao detaan
Hamburgo. 28 de
Janeiro.
'rrirTiVfJTrT- -^keTaVr5icha fo grssuasanln ferido em il do
dezembro. O lencnie-grncral principe An.lriM-
nikoll tal deimllidv da* suas funcrfws de g.veriu-
di.r de lides.
cas para a
ssociaeaotdOiD-
mcreial Benefi-
cente de Per-
BiaBiihueo.
A Associacao Commercial llenelicenle, reunida boje
em sessao cslraordinaria.uonicoii para elTecluara dU-
Irbuirao das sabscripres agenciadas pelas diversas
commisses desla corporaro a favor das pessoas des-
validas, que lorera alacndasda epidemia reinante.
Para membros da commissao central.
O Srs.
Manuel (encalves da Silva.
Manoel Ignacio de Oliveira.
Aurcliano de Almeida Kodrigues Isaac.
I'hesonreiro Antonio Valenlim da Silva Barroca.
CommisifiB* parochiaes.
Kecife.
(h Sr.<.
Jos Trisera Bastas.
Anlonio .Vives Bu boza.
Joo da Silva Regadas.
Santo Aulonio.
()< Srs.
Antonio Angoste da Poniera.
Salustia.no dc Aqnino Ferroira.
Tbomaz dc Paria.
San-Jos.
O* Srs.
Candido Cascmro liaedes Alcoforado.
J. J. Tasso Jiinior.
I.iiiz Jos da Costa Amorim.
Boa-Visla.
O Srs.
Joo Malhcus.
Manoel Teixeiri Bastos.
Vicenta Alvos de Souza Carvalho.
As pessoas desvalidas que estiveram nas eirenms-
faucial do precisar dos sarcorros desla associaro,
qaeiram dirigir-se aqalqaer dos membros das res-
pectivas commis-es, para seren dcvidamcilc al-
tendidas. .inreliano de A. Rodrigues Isaac, se-
cretario.
.
.Oiflttio ot ; mtmc.
in
BLLETIM DOCHO.ERA-MORBIS.
Temos apenas ein nosso poderos dous ullimos ol-
licios de 2: o :! do Correle, quo nos dirigi o Sr.
Joaqoim Jos Alvo, do Albuquerque. Cirurgiao en-
carregado d.i hospital piovi-ori.i no arsenal dc ma-
rinha.que abaxo fieam Iransrripto*.
Dosbospiars do Cuino e Bod-Viala nada pode-
mos dzer, pois nao livemoa p.rlicipae.lo alguma.
A epidemia aeha-se quasi exlincla na cidade da
jetara, p.-.rquucto a-sim se exprimo o Sr. Dr. lo-
s Jncquim de Souza cm caria particular d 22 do
crreme : no da J.H apenas fallecer um individuo,
c no da 21 ucnhum caso de morle se liavia dado.
Resumo da morlalidade.
Morlalidade do da 21 at s Choras da larde(is
lloinens 35 mulboris :l:.
Total da morlalidade ale o .lia 2:! 159.
llomciit2)S miilhrrrs 221.
21 de fevereiro as f> horas da larde.
.uori mi i.1.1.. do da 21 al s horas da larde 7:|
Horaeus 36 mulheres 31.
cues mercaulis, da lngungan dos c, ","' ll0p,",
e do movimenlo da diplomacia. As ',""1 *?%?
das hoje da AUexnarJiacorroborv-, 1^*
noslieos, A [nglaterra conii,,u,J; c. !el f' "L'I"?
livns militares al ver o resulta
ira nos seus prepara-
^..^omplemenlo dat llo|icUs dc Conslanlinn,a
ob'rta'id f'Vm eypcia enviada para Erzerouin foi
dides n mi =onstTjuei)cia das nove, e das enfermi-
do muito -Ur lra Trel,',onua. ilepois de ler tollr-
|-rpilUlin',-Os jornaes dizem que'o cholera esl cm
noie. e qae os ,lenles mandados para Si-
c.."emrrehrsah",',cvc 'lcsemU3rr dentro em pou-
,,. ,.T nda, e logo qi-i o lerujii- iwrmilia,
marchara sobra. Krr-.?... Sl.An Pacha tai man-
dado organtsar a deiensa desta prara, onde agora se
acham concentrados 20 mil homens.
i. O general Williams parti para Moscn onde fi-
cara pnsioneiro.
11 As circumvzinhancas do Smvrna astee livres
dos malfeilores que as assolavam.
A Porla rapiega lodos os esforcos para compor
as des.nlelligencas com a Persia.
11 Em Sebaslopol faz um fro intonso. Contina a
ileslruirao das aneo docas ; consderou-se perrosa
a cxplotio simultanea.
i( As noticias da (.recia apresenlam como mais fa-
voraveis as relaces com as potencias occidenlaes -
enlrelanlo urna le volada pelas cmaras Icvanlou de
I a o por cenlo o direilo sobre os rereaes do Danu-
bio, entrados na (recia para o occidente.
k Londies, 28 dc Janeiro.
1. O Morning-Post annuncia que um prolocollo
sera nnmediatamenle assignado om Vicua pelo, rc-
presenlanles da Inglaterra, da Franca, da Austria e
da Kussia, no qua! se consignara a aceitarlo dat pro-
pnslas autlriacas.
.1 O metnio prolocollo, tegundo diz o jornal iu-
g.ez, aprazara a abertura das conferencias, que de-
vem ler logar em lVis, para dentro do tres se-
manas.
11 0 perfeilo accordo que exista enlre a Franca e
a Inglaterra, acerca dc lodas asquesli.es que |',-;n
de ser tratadas, accrescenla o Morning-Po'l. he
urna garanta de que as conferencias te abrira sol.
os mais tavoraveis auspicios.
" Berln, 2S de Janeiro.
Pondera-sa quasi como corla a participadlo da
sia nas negocibaos e nas conferencias para a
paz. A Franca parece quo abandonan a sua oppost-
nssisui. i-
(
cao, eso a Inglalerra suteilaria dillieuldades a ctte
respeito.
O conde BenkendorlT aahira de Berln nn prin-
cipio do mez de fevereiro. Mr. Krasmski Jnior se-
ra o seu surcossor.
o Berln, 28 de Janeiro. ,
i As potencia* belligeranles concordaran! cm nao
rclebrar amuslicio ; por cniquanto sn haver urna
suspensao de hoslilidados.
o A PniQia foi convidada pira atsislir s confe-
loucias, por parle da Franca, da Austria c da
Kossia.
a Mr. do Ilauch, plenpolcnciarie militar m S.
Polersburgo, chesou hoje, e nao rollar...
o Hamburgo, 28 dc Janeiro.
A admmsiracao militar da suena, na Sarcia,
acaba i.c exlrar do thesooro l.KHI.OCd francos des-
tinados a argente defensa do reino
o llambnrgo, 28 de Janeiro.
< O conde Reventlow tonda proposla urna men-
s..;;oni ao rei da Dinamarca, reclamando a garanta
do* direilo* sagrados do ducado, f,. ,.,,. adoptada
por urna grande maioria da Dicta de llolslein. O
roniinissario real havla feilo crande opposir.no a es-
la mensagem
das sessoes.
Consiilera-se mui
Dula.
* Al.aixo publicamos o artigo dar'Jornal de 8.
Pelersburgo, annanciando a aceitarlo da, proi.ostas
anstriacas por parle da Ruaaia.
o A opnio publica na Europa linha-se abalado
rom a milicia de quo proposlas do paz, combinada*
adre as potencias eollixadas e a Aoslria, haviam si-
do iransmillidas a S. Peiershorgo, por inlensMdle
do gabinete de *, icnna. Ja o gabinete imperial pela
sua parle dora um primeiro paaso ..osle e.nninho de
Conciliacgo, indicando no despacho dr >! do dezem-
bro, publicado ern lodos os jomaos cslrangcr os
sacrificios que eslava disposlo a fazer para o t: bc-
lorimonlo di paz.
o F.sle duplo proredimenlo provava de arribas a*
parles o desejo do aproveitar a Iregoa forrada, im-
posta pola es.acao invernosa Al operarr.es militares
para corresponde^ desejos unnimes que de to -
(omnunictti>Oi4.
.
11 ---,. i.-
logo que tai votada rcliroii-so d.i sata
prov.i'-el a dissolario da
HOMEOPATMIA.
A muilos das que. quem ler o Diario d Pernam-
buco, nao datar* de lirar abalado roplra o ntteoaa
bomeopalbico, c por sem duvida lera dado crdito a
essas predicas que a Irrde lem sido forjadas nesla
cidad conlra elle. Muilo de proposito lemas gear-
,ado o fcd3 profon lo silencio, porque neesssara-
mente deviamo, esperar por um acuitado nanea
previsto da medicina allapathca, resultado inten-.i-
menle aoxo e sorprendedor, eqae veril desmctuir
lado quanlo ,i tantos annos tem sido verificado por
urna dolorosissima experiencia, islo he, a completa
ineflicacia da medicina .dlopalhica no Iratanaeote da
cholera-morbus epidmico.
Infclizmenlecoabe-n.o.olralamento do primeiro
doonle atacado gravemente do cholera morbos.
fallecido Hermenegildo dc Albuquerque MHI* e a
nada obedecen sua mortal enfermidade : litemos de
ouvir sarcasmos dos mdicos, dilos pirantes e pete
menos gracejos ridculos : os ignorantes por ah al-
gores [ambem quzeram julgsr da homeopilhia **-
mfnte por um caso perdido : mas a etws todo aprr-
doa porque nellr. nao Ao ram f. mas queHe* a
uaem rXo fallam conherimenlo,, Wu> aavdvaw prn-
eipalmenle he mais cusloso relevar certas talla,
poit que lies nao pecam por ignorancia ; mas a
uns por saansadu, a ontros por na dever raligteM
deixamos enlregoes ao tea eontmtamonlo qae con-
lentamento l!l>o Uammi espera de so., victoria,
victoria assombrosa. porque eslaxa reservada aa
medies de Pcrnambuoo:! | todo pote acMaterer
nesle mando; e nao seria dc admirar que e*SJ m-
dicos de Pernamliuro perlrnreste a sfjBJtj de ackar
a cura certa e infatlirel do cholera-morbo,....
Picamos espera e q.ul na. foi no* admirara*
ao rana** pauoos das depoit no mesmo ni-iri unta
rotoe* de cholcricot irslados pelos Srs. allopalkn
e no las de cada nome morle. rnrle, ntarle... e
aquellos que tanto molejaram. que tama, dito, pi-
cantes assacaram conlra a homeopalhia l.carand.
"" ''"<"< l'sta Ale nisso kssassj mai. ssjbi
taita sridade : julganm que ama perla h.vnae.
palluca equval.a a* Iriumpl.o da median. ollri,|
mas esle man lo iio de decep;aet I | alMixaram ai
risla o j ncnhu.n r da liom-opallua. porque lem
malo que lhe perguntcma quintas leude carado?
Conlinna a sahir dtarumenle a relarao doa asan.
tos e mais urna ..reta, tralaa .el. m.Jico home-pa
iba Meaeetn, depoi, de ler *.(Trid.. cinc, di aonf-
rhea, c ler (ornado lin. na occato .o aloajae, o
os oalros todos arasts* pela allopathia ; e ruta.
quem se r agora Km por earts qqe a., -.j,
consideramos o caso digno dc lastima na. 4.
riso....
Mas he possivel qoe s, deixe a homeoMihia faaer
progrcssos.e que sr ro.ilinur a drixar arrel.la-la r.-
M a anica capaz de perder o mennt mmm ^.
vcl de cholcricot? Sera possivel que snorM *W-
mmirrstat ideas la. favor.v.i, | Jm
brlbanles M.rcestosldlos em .Me., r rm muilo,
oulros lugares? Ser pe**iv*| qe K rn.,nae-.
crer que om Macc.. os mediros aliop^h,, ,ntm
ubr.gadosa laucar mao da ho.nc.p.iW. \*.
goma a homanidade, SteU,, niilfrio, de .
(Uveras, com lano que nm t rao deixe dr ,er a*>
raJo peta medrina odicial: pro.-.-cv. m a aoaajn>
patina, entorquem-.e a* med:c.s homeopall, e to-
dos aquelle, que acre.l.taro na te.encia de HaW-
uann. ron, lano que .db.palb.a l..,u-o p.vil.g,,
eselosive de airar Tfislililas
So os mdicos para evitaran urna qur-ia. trienli-
hca.oii p,-ra provarem rom sai -ilenao .,,e despre-
zam complolarncnlo a I. .-noopalhia. nada ditem p.-
I. imprente apena;.)odizr:.,. qw ,,, M|M1W
de beber nena bolica himssgnllslus inleira, nao faMa
lodavia algum bomem inloiroma.le e de corri
dodieado ao bem i\ homanidado que w orcapc em
escrever arligos para jornaes, que pregue lodos os
lias pelas esquinas, pelas taj ,.,, ,*, qoe
a hnmcopalhii he nma imposlnra, ama (nperolarao
torpe r vil, e que s.. a ella c deve a mortandad* ra
Sanio AnU*.
lira faci toU!mcnlo desfieurado. torcido rr-
lorcidovonlade, beoaraumrnlo dr qoe re aer-
venx-ses homens, que em caridade parece exce-
der a S. Francisco de Paula qoe se no, prrdo. a
compararlo mas qne aind.i do seu bolso na. de-
ra m um v.ntem para o, pobre., para drslro.r ara
mmentidarte d> fartos averignados confirmado,
por pessoas de todo o crdito e coassdorora*, ra
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO OE HRMIlUfliCf SEGUNDA FEH 25 E FVERIIDO ft 18,6
y
*
I
cujo numero deve ter contado o presliiuosissimo e
humanitario presidente das Alagoas.
Concedemos c concederemos como verdndeiro lu-
do quanto ditera os nossos inimigos contra nosso
syslema e contra nos mesmos : para os esmagar nao
precisamos de nos desculpar, nem de desfigurar os
Tactos; mas he precisa que nos deem conla do seu
proeedimento e raijo dos seus feitos, e por isso per-
ganlarenios : a quem .a (leve a mortandad* do Ca-
mela e oulros lugares do Para '. \ qUe, se jeve
essa horroso quadro de Caxoeira e Santo Amaro na
Bahia ? A quem te deve todo esses horrores da
provincia de Sergipe? A quem te deve o morticinio
de Papacara, do Allinho e ltimamente de Caruar
e Bonito? E nao eslaes contentes com isso'.' A quem
se deve a mortandade qae vai appareeendo nesla ci-
dade ? Sera aos homeopatlias que por hora so figu-
ram com dous morios"! ou vos sois homeopathas s-
menle para deiiar morrer"! Mas vos nao querei5
ser homeopathas nem por sonho ; se nao be a vio-
lencia da elifermidade que zomba ilos uossos naio-
res esforcos, que he devilla essa mortandade, t.im-
bem nao he a homeopalhia porque nilo Coi empte-
gada a esses lugares ; por consegninte loda ella he
devida ao vosso syslema que quanto mais velho lica,
mais caduco e imbcil...
Entao como dizeis quo era Santo A m.io a moran -
dada foi devida smente a homeopalhia '.' Vns que
escreveis para as gaielas, tendes esludado as loca-
lidades da provincia '.' Ja hcbesles por ventura a
agua de Sanio Anillo cm lempo de seca ? Sabis que
por la pana um riacho que em lempo de veres for-
tes flea completamente seco ou apenas permanecen!
uns pocos de aguas estagnadas e corruptas, ou que
os habitantes s.lo obrigados a fazer successivamenlc
cacimbas noleito do rio para eilrahirem urna agua
lodosa e brrenla que he diflicillima de beber '.' Sa-
bis quaes 3o os coslumes da gente do malo, que
nao acredita que se possa viver sem-jamer todos os
das ama iigela de pirao com carne^-SaJjejs^que
essa gente nao se -njeil.i a urna diela rigorosa coTuo
a que exige efla destruidora molestia '.' Ignoraes por
ventura que os inimigos da homeopalhia iam de pro-
posito administrar das sitas misturadas aos doenles
quo se ja se ach.ivam quasi reslahelecidos com o 1ra-
tamento homeopalhico, smente para desacreditar
a efficacia, deslc, nao se lembrando que commel-
tiam outros lanos assassinalosUJiiereisa prnva disso,
ide oomnndai a Sanio Aniao proceder a'um inqueri-
lo e saliereis de que lado est a verdade. E qocreis
provas ? Nao leudes o Diario de Pernambucu para
verdes lodos os da o corpo do delicio da allopalha?
nos hospil'es em que nada falla, sena.) quem cure,
quasi que ao lanos os que eulram como os que sa-
hem curados : eis ahi ni el hor prova que se vos pode
dar.
Agora vos alianeo que esses poucos que se salva-
rara em Santo Aniaodevem a vida homeopalhia,
e que a esses curandeiros homeopathas, mas humens
desinleressados e que furamos mais verdadeiros
sacrificios se deve assim mesmo nao tarrido maior a
mortandade : aos Srs. Tburlino, l)r. llilancourl e
seus lUtios, padre Forlunaln, cirurgiao Kodrigues e
outros muitos, que com denodada coragem encara-
ram e cumbaleram o inimigo se devem .estas vidas
que se nao perderaui, no meio das circunstancias
mais trisles, no meio de um llagello que de impro-
viso assallou a lodos a um lempo : e se vns, com lo-
dos os recursos, como diz o Sr. cirurgiao Joaquim
Jos Alves de Albuqncrque, com boticas, enfermei-
ros/hospitacs, camas, cobertores, roupa de loda a
qualidade, e com a vo*sa conhecida hahilidade, lici-
tis morrer a maior parle dos doenles, sendo alias
. tao poucos em proporclo dos mdicos como querieis
que em Santo Antao nao morresse ninguem, sendo a
maior parle dos malulos ISo pobres que nem urna
camisa lem para mu lar'.' cuja cama nao passa de um
giro de pausinhos amarrados com sipo ? que a uni-
ea cousa que tem para se resguardar do fro he um
faguinho acceso ao pe da choopana ou tijup, enmo
elles chamam '! Ignoraes indas essasjcireiinslancias?
>So de cerlo, maso vosso interese ha smenle-piu-
lar o quadro com cores medouhas, e por fim dizer
TUDO ISTO FOI DEVIIK) A' HOMEOPATHIA.
Encheis lodos os dias o Otario rom trechos philo-
>le iir dcaicarao, ah-
o. quem VOS j,.r ccrla-
de um oulro >
muito bonitas n
nda na prti_ci
xjgjp* i;rn as obras
passam *dOu papel :
_
sophicos, i
negocio
m-
P. ~
acreditai-rae .um.
jo que com as palavras
abri a vossa bolsssi sois par,.colar ; dai um ou r*\TiW-,
annos dos vossos ordnalos cm beneficio dos pobres,
si sois empregado publica : si sois medico ou padre
offerecei-vos para ir a Sanio Aniao prestar vossos
servidos : seainda nao sais nem medico nem padre,
o offlcio de enfermeiro he muilo fcil para qualquer
aprender, ese ainda para enfermeiro naovos achais
com capacidade oa por outta se queris prestar-vos
como n mais humilde servo de Dos, ide abrir se-
pulturas e enterrar os morios : assim darieis um
cxemplo formal da vossa dedicaran, philanlrnpia,
abnegado e caridade : assim obrigarieis muila gen-
te a vos acompanhar n'cssa mi'sao ti., honrosa quan-
to liebre. Si lodos os mdicos live-sem sabido para
tora com ordenado grande oa pequeo ou mesmo sem
elle, agora clamareis contra os mdicos que abando-
naran! a cidade _-r via de seus interesaos e aecusa-
rieis a presidencia por ter deixado a cidade em m-
dicos : como lodos nao foram, fazeis d'elles a vossa
bigorna e fogo D'elles.
Perdoai-nos se jlgais que algumas de noasa* phra-
ses otfenclem o vos*o amor proprio : nao queremos
com isso senao incilar-vos a pralicar um acto de ab-
negaoo, de caridade, de philaniropia ; e desde ja
vos protestamos, que nao lomamos as carapurai que
atiris : ellas nao nos servem ; porque a qualquer
era do da ou da noite o pobre semp.-a aa -,c!,a para
o -'*" Ttflil" ypezar que nao temos soldado de po-
' licia/fiara nos acompanhar, e isso he publico, e se
taerdes podereis saber facilmenle quanlas vezes
temas sabido de nossa casa a deshoras para soccor-
rer aquellos que por suas circunstancias nem o Dos
te pague nos dizem.
I.ede as duas cartas que abaixo vio transcripta* e
dizei se a homeopalhia foi quem causn a mortan-
dade em Santo Anillo, ou foram aquclles que ciosus
de verem a fama que eslava adquerindo a homeopa-
lhia, iam de casa era casa despersuadir os doenles
queja se achavam melbor com o Iralamento homeo-
palhico e obriga-Ios a lomar vomitorio, e oulras gar-
rafadas: ah! mas esle mundo he de compensantes :
ahi est pai Dr. Manoel da Cosa dizendo tambem:
meu remedio s he que cara: esse remedio de bran-
co nao presta : se eu chegasse anlcs de elle morrer,
eslava salvo I! meu remedio s he que he hnm. E
enlo o que fazeis agora ?
Depois do vosso exemplo, fallaremos.
Consultorio homeopalhico ra Nova n. jO, 1.
indar.
O homeopalha, Dr. Lobo Mostoso.
lllm. Sr. Dr. Pedro do Alhaydc Lobo Moscozo.
Kecebi a eslimada carta de V. S., e nao passei logo
a responder por estar tao sobrecarregado de (raha-
Ihos, que nao me Sobrou lempo para cousa alzuma,
alm de ter estado infelizmente incommodado por
Iguns dias alferlado lambem da epidemia rei-
nante. Ainda agora nao pnsso escrever a V. S. com
bastante minucio-i.lade.
A epidemia aqu, Sr. doulor, fez batante estra-
go, como V. S. ja ha de eslar inleirado, especial-
mente do dia '> do prximo passado mol de Janeiro
al o dia 9 do corrente, sendo mais nolavel a mor-
lalidade dos dias 30 e :lt de Janeiro, que subi a
mais de 20i) e tantas pessoa. De- tO cm dianle
lem diminuida gradualmente o numero de victima*,
e boje apenas falleceram 16 peatoa*. Dizeni, pnrem,
e me consta com certeza que os suburbios desla ci-
dade esiao sendo ccifados pelo chotera horrivclmcn-
.te. Causa dor e consternaban vo.* o aspecto da
oossa malfddada cidade. Pode-se be!ti asseverar que
a metade della tem cabido no pelago prMundissimo
da eternidade. Toda esta morlalidadc aconlcrcu
mais por falla de resguardo des proprios pocenles,
e por nSo seguirem esles as prescripres qi^e se Ibes
acouselhava, do que pela inprolicuidade da medici-
na. Aintolerancii de algans senhores, as tompli-
cacoasde remedios tambem, muilo cnnrorreranJ para
haver este grande numero do victimas : ainda a*lim
a homeopalhia lem obrado aqui casos prodigiosos,
o que senao fura, infelizes de nos todos teriamos
perecido. Dzscjod'ora em dianle ddicar-me a este
yslema com lodo cuidada e afinco ; en, que nao
sympathisava muilo ao principio com esla medicina,
iou agora o seu mais emperrado apologista. Eu uao
me pude engaar, porque os meus olhos viram os
seus miraculosos elTeiloi. Tres grandes curaS fe
doas em minha casa, e ama fura ; esta foi a d un
dabre malber, que cabio qaisi fulmidada, a depo
|
de tres dias achou-se de pe quasi perfeilamente res-
tabelecida, mas infelizmente de urna recahida, pro-
cedida de ter ella usado de comidas eslravaganles
(numerosos casos semelhautes tem acontecido) falle-
ceu sem ao menos dar lempo de ser soccorrida. lio
assim que militares de vezes tem sido tolhido o ef-
feilo dos remedios. As pessoas de minha casa lam-
bem esliveram bstanle mal, cahiram com vmitos,
diarrhea. Mimbra*, oppresso no peito, mas hoja
acham-se perreitamente boas. Appliquei remedios
homeopalhicos a mais pessoas, paran nao pude sa-
ber do resultado qae fez esla melicina cm moilas
dellas, por mais que recommen-lasse que mo dessem
parle do seu ensilo. Suspcilo maito que algoem
diaaraoaditsa a essa pobre gente que se nao curas-
so pela homeopalhia. He muilo rcprchensivel esle
modo de proreder. Eu pcssoalmciitc nada as vezc,
poiso averiguar, pois V. S. bato sabe que cham.an-
do-me o meu ministerio a lodos os lugares, nao me
posso entregar exclusivamente, c com assislencia
frequenle e demorada a s mcia dalia de enfermos,
a quem desejo curar. Por mais que faram nao se
pode rnubar a gloria que cabe a essa medicina quas1
divinaa homeopalhia.
Commuuiquei ao Sr. Dr. Bilancourt o que V. S-
moslrou desojar delle na caria que me fez a honra
de escrever, c esle senbor disse-mo que por muiUs
"ccupares c incommodos nao pde logo responder
a V. S., mas que leudo agora occasilo opportuna o
vai fazer brevemente, licando na diligencia de ar-
ranjar urna exacla eslatistica das pessoas por elle
curadas para remetter a V. S. O Sr. Dr. Bilan-
court he um linmem digno de toda considerarlo ;
elle lem preslado immensos serviros a loda esta co-
marca com o maior desinlercsse do mundo : muilas
pessoas Ibe devem a vida. A sua medicina exclu-
siva he a homeopathica, c com ella he que lem con-
quistado o amor(de todos.
i.iiieir.i V. S. perdoar-mc a prolixidade com que
Me (euho enfadado.
Victoria 13 de fevereiro de 1836.
Illm. Sr. Dr. Pedro de Alhaxdc l.obo Moscoso.
Em rcsposla a eslimadissima carta de V. S. dala-
da de (i do corrente, lenho a dizer que a homeopa-
lhia aqui lem produzido grandes efleitos, e que
paranlo he menos exaclo os boatos espalbados ne-
sa praca por pessoas sem duvida suspeitas. Onde
lem chegado esse grande syslema scienlificu de
llanhnemanu, v-se logo seus bcmfasejos resultados.
E isso prova-se por muiles fados succedidos nesla
infeliz cidade. A ules de rbecarcni os pr "nuciros m-
dicos allopalbas como se acbava exclusivamente em
campo a homeopalhia. nao e via lana morlaliilade,
entretanto ja furiosamente eslava alacando a peste.
Os laes senhores apenas chegaram, levaram a in-
tolerancia a tal poni, que despersuadiam ao povo,
que se nao trata*** com a homeopalhia, porque di-
ziam elles' fazia mal. Nao ha duvida que a homeo-
palhia he mais que evidente, pois os fados assim
demonstran). Deseulpe V. S. ja nnolhe ter respon-
dido a mais lempo, pois que os meo- incommodos c
oceupacoes s me permilliram boje fazer esla. Des-
ponha de meu diminuto presumo, por ser com es-
tima e considerarlo de V. S. aliento veneraJor c
obrigado
Victoria 17 de fevereiro de 1856.
POJICA.
Lastimoso c assustador he o estado cm que se acha
esla freguezia.
A epidemia lem caminhado enm passos agiganta-
dos por qoasi lodos os seus arrebaldes. Nao obstan-
te as providencias dadas pelo goverun e as medidas
lomadas pelos seus moradores, a epidemia lem feilo
seus estragos. Agora mesmo chesoa una patata,
mandada por alguns senhores de cni;enho, para fal-
lar com o Exm. presidente e contratar um medico,
vislo que o Sr. Jos Antonio Pires Falcao, cirurgiao
da guarda nacional nao pode socenrrer a Indos em
Conscqueucia da distancia dos lugares, que a epide-
mia lem invadido. Carlas particulares que recebe-
mos hontem, nos descrevem minuciosamente o es-
tado deploravel detla freguezia.
(rande lem sido a mortandade lias margens do-rio
Ipojuc.
Toda a familia do Sr. .Manoel Comes das Ncves,
que se computaba de marido, miilbcr, (res llios e
ous escrav viclim\,tesle lerrivcl desertor do
eu fosie devedor ao Sr. Bastos da quanlia de 10a, el-
le sem duvida me (cria incluido no protesto, vislo
que nelles e acham pessoas quo lbc sao devedoras de.
menores quautias.
II meu annuncio em nada ollendeu ao Sr. liaslos,
a quem sempre Iralei com consideraran. I.enibre-
se oSr. Basto", que estando preso por mais de u'n
anuo no quarlel da curpo de pulira, que uaqucllc
lempo cu commandava, conservei-u no eslado
maior, e al por muilas nuiles foi dormir a' sua casa
com liceura minha; porni de nada me admiro, vis-
lo que estoii muito acosluniado a receber inuralidocs
de bou,en- que me devem ser muilo agradecidos.
Jos llebello Padilha.
%inbkcoc+ v:bibiK
O HOSPITAL DOCARMO.
He em una quadra loo calamitosa, que os hospi-
taes, esses asxlos da caridade publica, preslom i hu-
in.viiiila lo lodos os recursos que a roligiSu exige
assim pois nao podemos daisar de lomar o zelo, c
arlividado do director desse rslabdccimenlo o Sr.
Dr. Ignacio K. \. pela boa ordem e direcrio que
lao cuidadosamente Ihe tem presidido sob seus aus_
picios. Quanto maior cuidado o vigilancia hoiivcr
nos empregados dessi obra pa, lauto maiores fruc-
las e heneaos recaliirao sobre ellos, o licamos con-
vicios de que o Sr. Dr. Firmo nada paspara* de seu
genio dcil c cuidadoso em beneficio desses infelizes,
que ahi vao sor depositados, sua contianca e ao
sen amor de abridlo.
l'azcmos volos para que lodos os oulros hospilacs
igualmeule satisfaram os lilis para que foram de
in-tiluic.io creados, c nio uos pouparemos de, cm
nome da religiao e do prximo, agradecer os bens,
que sobre os desvalidos forera elles derramando;
continu entretanto o hospital do Carino em sua
obra de piedailc, e os seus empregados a ser cari-lo-
sos, e o Sr. Dr. Firmo, que ahi encoulra occasiao
para desenvolxcr ,-iquelles senlimentoshe amor que
respjal a sua obra intituladaRellexes sobre a edu-
carlo phisica e moral da infantile a popularlo
pernambocana agradecida abencoar lodos os esfor-
Cos do medico honrado e humano que ISo fielmente
soubo desempeuhar os deveres de seu magisterio
tan lo.
Carne secca- Bem que os preraos lenham soffri.
do alguraa declina^ao, o consumo
n3o lem augmenlado, porque ain-
da est distante do do bacalho,
que hoje Ibe usurpou o uso : in-
da temo* 700 arrobas da do Itio
(randa, o iO.tiOO da do Rio da
Prala, do carregamenlo que enlrou
na semana auteredeule. Veude-
ram-se na semana 200 arrobas da
do Rio da Prala c 300 da do Rio
Grande da superior, sendo 200
arrobas para Macci.Os precoj
regularam do 550(10 a ti?000 rs.
por arroba.
Farinha do Irigo- O mercado foi supprido com um
carregamenlo da 1,350 barricas
chegadas de Philadelphia, ms em
roinpensacann cuiisumo foi maior,
le sorle que a existente, luje inon-
la a 9,600 barricas, sendo: ll.OOll
ila de Philadelphia, l.'.KXt da de
Uenovn, 1,500 da de Itirhmond
c -JOO da de SSSF ; vendendo-se a
primeira de -2li-3 a 2750U0 rs. a
segunda c terreira a 3OJO00 rs. e
a ultima a 359000 rs.
Dila de mandioca Helalliou*se de 7"s a 7?">00 rs. por
sacca, sendo procurada.
Arroz pilado Hetalhou-se a IjOOO rs. por ar-
roba.
Deseoillo----------Rebaleram-sc Icllras de I a 1[i
por cenio ,i mez, sendo a maior
parle ao primeiro.
Tocartm no porto :l vapores e um navio com gua-
na, c seguirara i de azeilc de peixe e um de lia,
qae liaba Otado a refrescar a semana antecedente.
l-.utraraiii : ."> navios em lastro, 7 com bacalho, t
com generada liba do Faial, I cora farinha de tri-
go e ") de cabolagem.
Sahirain : l.com teneros do p*iz para porlos cs-
Irangeiros, -1 com bacalho, > de cabolagem e 9 cm
lastro.
Ficaram no porto 70 ombarc.ircs, a saber: i ame-
ricanas, 28 brasileiras, I dinamarqueza, france-
zas, -2 liambnrgnatas, ."> hcspanholas, 1 hollandeza,
20 uglczas, porluuuezas e 3 suecas.
Salsa parrilha. Chegaram do Para 381 rollos:
pouco ou nada se lem feito, em deposito no 1' de
fevereiro 1)83 rollos.
Exportaran.
Azeile.Continua a haver pouca concurrencia ao
mercado, nao s pela falta de transportes como pelo
atrazu do fabrico : *sla circunstancia lem feilo com
que os preros nao lenham declinado muito. As ven-
das para Inglaterra e para a Brasil lera sido Impr-
tanla*, para aquello mere.i lo despaVliou-se cerca de
(00 pipas: para o llio do Janeiro \\t, barris, Bahia
355, l'ernambuco 2(17. Para 10, .Maranho 61.
Farinha de Irigo.ltimamente as vendas tem si-
do de puuea importancia, c apenas consta que se
vender urna partida de aere* de (00 barricas para o
Maranho entre os preros colados.
Sal.Transaceocs limitadas vista do alio preco
do genero, o escacez das colheilas.
Vinho.Coiiliniiam a ser pouco animadas as Iran-
sacees nula genero, cm consequenciu de haver fal-
la : os preros esiao firmes.
Desde a sabida do Tamar lomos exportado:
Porlos. Pipa* Barris ou aurrelas.
Rio de Janeiro. 59 llll
Rio (randa do Sal. lo .vio
.Total. 69 1616
Vinagre. Pouco se lem feilo : os preros licam
firmes: e\portou-se 10 pipas para o Rio de Janeiro
e 7j barris para o Kin Crandc.
Mappa comparativo dt esporlaclo do vinho pela bar-
ra do l.isbo.i, para os porlos do Brasil nos
ltimos [res anuos decorridos.
ti-----.o do cholo.-, 0 rendeiro do engento
Ccans-e soasenbora, Ie;ioj perdido eis cscravos.
Esle lerrivel llagello tem arcommcUido os enge-
niYjsTimb-Assii, Marar,|,ao,Para,Berlio2a, Coucei-
cao, Macaco, oacica, Salgado a Arembi! Quasi lo-
da a morlindavle lem sjdo na escravalura.
Na povoacao da.Ipnjuca apenas fez urna victima.
Em Nossa ScnhorJf ilo (V mullos leera sidu ataca-
dos ; mas anda nao p receu pessoa alguma.
Muilas pessoas sao gnasdeespeci.il menrao pe-
los trrico* prestados, das quaes fallaremos cm ou-
(ra occasiao.
Louvores sejam dados ao Sr. maje* Theotonio da
Silva Vieira, proprielfirio do cngenho Sacco, que
lem sido incaitfavel cm soccorrer os accommcllidos,
nao se poupaudo a di/spc/.a alguma.
Dcoulravez mencionaremos os grandiosos servi-
ros prestados por este bom cbrisl.io c honesto ci-
dadao.
Nao queremos acreditar em urna noticia vaga, que
por aqui corre, de que o vigario interino nao se quiz
preslar a confessar v< mullier, porque lhe coDstava
que vivia cm manceba.-
Se assim foi, que exem> deu sto .ministro de
Chrsto, nao se lembrando que o seo Divino-MesUe
sanclilicou a percadora Magdalena.
'V4a"se e'0.P.'iid'oba, cngenho do lllm. Sr. l.o-
eXIr,) de S e Albuquerquc, um negro da escola do
de Guararapes, ven ten.lo cada garrafa do seu elixir
a IriOOO rs. e unin lo ao curativo algumas formulas
de magia.
Dos se amercic e tenha compaixao daquelle po-
vo laborioso e devoto, c ns fazemos sinceros votos
para que este lerrivel viadanlc nao coito a muilas
vidas.
DOS SEMPRE PROTEGE A INDIGENCIA.
Mesereor super turbam.
(Juando se ha propalado o dado-sc grande crilerio
a descoberla ftila de remedios curiosos o proficuos
ao cholera, um apresenlado e applirado por um
preio do engenho liuararapes, a oulro reeenlamenle
apparecido e entre nsapplicado por nutro prelo da
Cosa, escravo dn Sr. (ierra.in. sendo que lodot es-
ses curativos se dan, principalmente 5 ultimo, me-
diante o estipendie, eetlipendiu que cheira a usura,
sera se lerem vista a caridade par coma clanc des-
valida, eis quo Dos que sempre protege a biimaiii-
dade desvalida parece (pie iiispiron a um seu mi-
nistro um remedio facilimo que eslo ao alcance de
ndos, sem o menor dispendio da bolsa da pobreta.
F.ste ministro he o reverendo carmelila Fr. Hercu-
lano do Coraco de Jess Briln, religioso que cnca-
rou plcito e corajosamente a rataslropho lerrivel na
comarca de Sanio Ailo, o entre os moribundas c
insepultos esleve, al que fura lambem assallado do
cruel inimigo asitico. Ilecollicnlo-sc porm ao seu
convenio, vido sempre de prc-lar-so a humanidade
accommellida da epidemia, consulta, medila, forma
os seus raciocinios sobre a liervafedegusoanle-es-
patmodica, e a eonaeiancia falla-lbe, o o aconseMia o
bom elfeilo; elle oolTerece a pohrezn assallaila, e op-
limos retallado* se bao lirado em mais de 50 pessoas
que-do remedio lem usado, ja em gran le augmento
da molestia, e enm ludo ronsesue a victoria de lao
horrivcl moibo. Eis pois a maneira de sua appli-
cacHo:
Ferva-se mcia libra do ledegoto cm qualrn carra-
fas il'agua al que fique em tres e meia; apphque-
se 5o doentc urna chicara bem qiienle c nutra logn
morna em clister: da-se aodoenle depois um pe-
diluvio (escaldaps; bem forte ; abafo se o individuo
at soar: pissandose dos horas lome um purgante
de oleo de recio. Se com a primeira ibise ie fede-
gnsn n*n ficar melhor, o paciente devera lomar se-
gunda da maneira indicada, menos o escaldaps. A
diela deve ser de nao comer solido algum, permil-
lindo o remedio apenas Inmar-se um mingan de com-
ma com urna rolber de sopa com vinho, ou mesmo
um caldo de carne rom o mesmo vinho.
Esle remedio devesc triplicar antes do djcnle lia-
ver lmalo don de oulro medicamento, pois que do
contrario, c mcmn as misturas de uulrns remedios
inlo lera' resollado favoravel.
lllm. Sr. Eliziario Antonio dos Sanios.Aprcsso-
me cm cuinprir um dever que me lie em extremo
gralo, agradecendo cordcalmenle a V. S. o ellicaz
soccorro prestado ao meu navio, durante lodo o lem-
po em qnc esleve em perigo, nos baixos da Taquara
onde encalhra,
A prompldao com que V. S. enviou lanchas bem
Iripoladas c commandada, a escolenle direcrao dos
Irtbalhos e a constancia dos esfonus empregados,
contribuiram poderosamente para afar-nos da arris-
cada situ.irao em que nos achavamos.
Ao Sr. primeiro lente da armada hrasileira An-
lonio Vital de Olivcira, pelo seu perfeilo conlieci-
menlo dns canaes c dos recites na circumvinlianra
do lugar do sinistro, devemos em grande paite o ter-
mos conseguido sabir do perigo que nos amca-
i.ava.
OSr. Jos Vicente Ferreira I.eile, praliro esro-
Ihido por V. S. afini de prestar-nos o necessario soc-
corro, moslrou-se lao incansavel, lio activo c zeloso,
que a elle se pode dizer que o navio deve o achar-se
acloalmontc em seguranza.
Aproveiln esla occasiao pira dar lambem um pu-
blico lestemunho de minha viva salisfaceao, pelo ze-
lo com que se portaran)ot emprecados das alfande-
gas da Parahiba e Pernamhuco, na dillicil conjunlu-
ra em que esleve o rarregamenlo, c pelo bom aga-
zalho que prodig>lisaram aos passageiros e ofliciaes
do navio de meu coiomaudo.
Renovando, jiois, a V. S. os meusagradccimenlos,
pelo opporluno e ellicaz auxilio que me minislrnu,
permilla-me igualmenlc que eu declare que o
Iheor de proceder de todos quantos se acharan! em
contado comigo pas aperladas circumstancias em
que eslive ollocado e na triste provanra porque
passei, me penhorou sobremodo, assegurando a to-
das cm geral e a cada um em particular, que grata
me ser sempre a recordacao dos bons ollicos eniao
reetbdos.
Sou com particular consideraeao de V. -. alenlo
venerador c criado.
" /.'. kingmtin.
nBcili Je Salera americana Shotiny Slor de fe-
erciro de 1556.
BOLETIM.
I.ISBO-V lE FEVEREIRO.
Preros torrentes tln* genero de importario dn
Brl.
Algodao de Pcrnainhuro .
Dito do Maranho u Para. .
Aasucar de Pernambueo branco
Dito matcavado.........
Dito da Babia I..........
Dito mascavado.........
Dilo do Rio do Janeiro m. .
Dilodo Para bruto.......
Arroz do Maranho c P. ord. .
Dilo dilo melhor........
Dilo dilo superior.......
Caf do Rio primeira sorle. .
Dilo dilo segunda dita.....
Dilodilo terecira dita.....
Dito dilo esculla boa......
Dilo da Babia.........
Cacao do Para .........
Dilo da Babia..........
Cravo do Maranho......
Cera amarella..........
n de Benguella. .
Coaros seceos do Rio de Janeiro.
Ditos espichado* da Babia .
Ditos dn Maranho.......
BitOSMlK. de Pernamhuco. .
Dilns dilo da Babia.......
Cliifres pequeos dj Brasil .
Erva-duca ........
Farinha de pao......
(omina copal.......... a.
Oleo de copabiba........bar.
Dilo de lindara..........i
Ouructi............. >
Pimeola da India........-
Salsa parrilha Sentaren)..... a.i
Dila dila Curupa'........ u
Dila dila Rio Negro.......>
Tapioca......... K
Vaquetas do Maranho.....
fxp: ranlo.
Agurdenle de 30 gr, encasr.
Azeile doce...........
Ameiidua em milo, doce. .
Banh. em rama (unto bar. .
Hlalas.............
Cera branra em grumo.....
Dila dila em velas.......
Ceblas.............
Carne de vaoca (6 arrobas) ,
de porro.........
105
liHiO
wroo
lsso
19550
18600
I SUDO
5910(1
(0200
(3800
2^SIIII
9500
2M00
19100
39100
:l-Jil l
251100
12(1
275
280
177
152
1853 1854 1855
Portas. Pipas. Pipas. Pipas.
Rio de Janeiro. . . 11678 11605 8835
Baha........ . 3856 2961 2277
Pern.iuibuco. . . 19.17 1710 10(0
Para"......... 638 1051 l|2 636
Maranho...... 895 659 866
Rio i .rande do sul. . 003 8(1 (20
Ceara'........ 47 21 1|2
Parahiba. ...:.. 172
Porlo Alegre..... 205
Sanios........ 39
de 555 toneladas, capillo Caray, equipagem 23,
carga guano ; ao capillo. Veio refrescar e segu
para Havre.
c/aiios salados no mesmo dia.
Parahiballiale brasileiro Camues, mcslre Ma-
nuel 6ophio da Penha, eerga bacalho. Pnssagei-
ro, Joaquim Cassiano Beterrt.
New-VorkCalera americana uSbooling Slaro, ca-
pitilu W. E. Kingmtn, carga aceite de peixe.
CanalBarra ingiera oRolliesavu, capilo Wm.
Taxlor, carua assurar.
MarselhaBngue fraucez ((Prospero, capilao Cui-
nemenl, carga atracar.
New-VorkBarca americana illinttotaa, capilao
lleury Calle, carga azeile de peixe.
Observadlo.
Sabio para tundear no laineirao o brigue sueca
sAlphild*, capilao Walilman.
rvamlo* entrados no dia 21.
Parahiba3dia*, Male hrasileirn Flor do Brasil,
de 28 toneladas, meslrc Joan Francisco MarliiK,
equipagem 3, carga (roi de mangue ; a Vicente
Ferreira da Costa.
Camaragihe3 dias, hiale hrasler > Sania l.uzian,
de 21 luiieladas, meslre Ettevi libstro, equipa-
gem i, carga atantar e mais gneros ; ao meslre.
Liverpoolli dias, brigue inglez (Levanta, de 219
toneladas, capilo James Davilson, equipagem
10, carca tazeodas c mais gneros ; a Asile; \
Companhia.
.Vacos sahidoi no mesmo dia.
JlavreCalera franeeza Tisco, capilao Gara), car-
ga guano. Suspenden do lanicir.o.
CanalBrigue ingle/. aComtlya, capitSO J. Thomp-
son, carga assucar.
SlocknlmoBrigue sueco aAlphlda, capilo Walil-
man.
(0iUt%.
Tolal
22119
11291
115
tos
293001
29000
19700
19850
19800
59800
(9t00
7-3200
29900
2-000
292OO
13500
29600
39300
39OOO
180
278
282
202
162
al 1-
t&ommmit)*
132 2
122 132
C. 309000 IO3UOO
23IIK) 232OO
750 800
29000 6301X)
339000
100 120
100 150
105 110
n 996OO kwki'.i
o 792OII 8.-500J
I95OO 69OOO
i 2SK 29100
O 13100 I9W0
P. 21590002201000
din. 29MO0 29900
1 SglitiJ
I
I!
lili
PIUCA DO RECIFE 23 DE FEVEREIRO AS 3
HORAS DATARDE.
Colaccs olliciacs.
Nao bouveram colaccs.
t'rederito Ittibilliard, presidenlc.
/'. Jorges, secrelario.
Cbouricos
Figos do Algarve......
Farinha de Irigo.....
Manteiga de porco [barril]
Paos............
Presuntos.........
Sal.............
Toucinho..........
Vinho tinto (encase.ido 1 .
Dita branco ....'..
Vinagre Unto........
Dito branco.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 ll|i a 28 d. por la.
n Paris, 34X rs. por f,
n Lisboa, 92pot 100.
u Rio de Janeiro, an par.
Acjes do Banco, 35 0|0 de premio.
Acones da companhia de Beberibe. 549000
Acces da companhia Pernambucaua ao par.
litilidade Publica, 30 por renlo de premio.
( Indcmnisadora.sem vendas.
Disconlo de leltras, de 12 a 15 por O1.0
HETAES.
Ouru.Oneas hespanholas. 28 a 289500
Moedas de 03WO velhas .... 169000
a 63W0 novas .... 169000
49OOO....... 99000
Prala.Palacetes brasileiros...... 29000
Pesos co'umnarios...... 23000
i> mexicanos....... I386O
Landres 30 d|d. ,
(0 0|d.
i, 00 dpi. ,
Paris 100 dpi. .
Ceiiova 3 nipi.
;*mslerd. 3 mpl.
Hamburgo 1 ui|d.
(iibrallar 8 d|v. ,
Cambios.
. 54 l|4a l|S
. -i 58
. 54 3|4
. 524 papel
. 520
. i 1)2 nom.
. iS :i|i eil.
. 935 nom.
59800
49500
80
:tiO
360
100
l>IKII)
18301)0
, 39801
. 13100 19300
bar. II3ONI IL-iiOO
, ai i9000
din. S(K)
^V"' 39600
. moio 29800
.' 1 33200
(.ip.12590001329000
-12*90001329000
, .1 i'1.31)00 I89OOI)
4(3IKK) 509000
.ternes c fundos.
Inscripces de 3 por c. ... 12 l| a i 3|
Coupo.is...........42 a 42 l|2
Divi la deferida.......211(2 a 22.
Aeccs dobancode Portugal 4989 A "'033
Accesdo banco do Porlo. 230j a 2373
Metaes.
Agues de duro dos Esl.-Cuidos.
Palacas hespanbolai.......
11 mexicanas........
o brasileiras........
Viole francos..........
Cinco francos ..........
IS3I00 a 189200
nneejnaM
aLFANDBUA.
Rcudimrnl'i do dia I a 2J.
dem do dia 23.
. 166:176-1118
. 11:8039047
177:979f995
Descarregam hoje 25 Je fevereiro.
Barca ingleza-S'ir James /inssinercadorias.
Brigue inglezCeorge Rjbintonmercaduras,
Brisue inglezt{itnn>jmede--\uica\U.\Q.
Brigue inglezHito 11 midei.i.
Patacho ingle/.MijHedem. -^
BriRue fraucez./111amerendonas. -^^
Bngue brasileirollom Jesspipa* c binica va-
lia*.
CONSULADO (ERAL.
Rendimcntn do da I a 22 68:3165655
dem do dia 23....... 2789523
68:5959178
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rcndimenlndo da 1 a 22 .... '.:! :-i>il
dem do dit 23 ..... 25SI50
1:1583111
DESPACHO DE EXPORTACAO PELA ME i A
DOCONSlT.\DO DESTA CIDADE NO DI 4.
23 DE FEVEREIRO DE 1856.
LisboaBrigue poiluuucz Inoomparavcl, Jos dos
Santos Pereira Jardim, 30 barris racl.
xportacao .
Storkolmo, hrisue sueco nAlphikl, de I8'J lone-
ladis, ennduzio o seguinle:2,700 arcos com 13,500
arroba* de assucar, 10,31:11 couros salgado*, 2 tace**
algodao.
Canal, brigue inglez nComelv, de 2D0 lanciadas,
eondntionatgninlt:.loo saceos com 20,500 ar-
robas de assucar.
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilenilimeiilo .lo.lia 1 a 22 55:6169041
dem -io da 23....... 3369709
Barca

I ottefrtHHifawA
Senkoret redactores.O Sr. Jos Antonio de Ha*
galhas I! i.lo- respondeu ao meu annuncio, dizendo
que por engao havia sido incluido no seu protesto
o lame do tinado coinmendadnr Jnaquim Aurelin;
ao que responde que a sua declararlo nao da' reme-
dio a inJiscrirao por elle pralicada.
Diz mais o Sr. Bastos que eu lhe v lamben) pa-
gar a quanlia de 103, que Ibe sou devedor; declaro
qMie nada deve ao Sr. Bastos e serei prompto em pa-
g ir-lhe logo que elle aprsenle a obrigacio ou val
d 3 tal quanlia ou pelo menos declare a maneira por-
(jue foi contrallla tal divida, e o lugar tunde.
Ooamlo mesmo eu devesse ao Sr. Bastos a quanlia
nao me desacredilava, ainda que fosse maior
porque o dever nao he descrdito, e demais
;vida nada lem com o que se (rala, e est
'o. Tambem he evidente qae se
55:6169041
PRACA DO RECIFE 23 DE FEVEREIRO DE 1856
AS 3 HORAS DA TARDE.
licesta sriniiiinr.
Cambios----------A semina foi IraettmlrtnsacoBea,
e apenas um ou oulro saque leve
lugar a 27 3|i d. por 13000 res
sobre Londres.
Algodao Eulraram 70 sorras, e os procos
continuaran! de 53300 a 59500 r*.
por arroba de primeira sorle.
Assucar----------A entrada vai dimlnuindo, nao s
pelo adianlametilu da safra, comn
pela epidemia, montando a 12,500
saceos n quo se receben na semana
que leruiinou: os procos se tem sus-
leulailo de 3.3IOO a 19000 rs. por
arroba do branco, de 23850 a
29IK) ruis polo sumeno, c de
29I5O a 236-VI pelo do DMseava
do eaeolhido, e de 29250 a 29300
rs. pela aajnba do dito regular.
As vendas nlo lem sido abundan-
tes, u que he altriboldo ao esmo-
recimento docommercio.
Agurdenle Vcndeu-se a OO3OOO rs. a pipa.
Couros ------------Sustentaran) os preros de 210 a
250 rs. a libra.
Bacalho 'locaram no parlo sele carrega-
rnenlos, dos quaes Ires sczuirain
para o sul, dous foram vendidos
a preco orcolto, e dous eslao em
duvida se lomaraodeslino, ou ti
cario aqui.Kelalhon-to de 10
a I49500 rs: por barrica.
/(crista do mercado.
De 1i de Janeiro a 6 de fevereiro.
Desde a sabida do Tmaras Irausaccoesem gneros
do Brazil lem-se limitado nicamente a vendas in-
significantes para consumo: as colonias tem ha-
vido algum movimenlo de importancia para reex-
portar.
As entradas da- barra (om sido regulares ltima-
mente, de Pernambucu ebegarm a Gttfidjt, Ligeira,
Joven Carila e Brilhanle, s o as-ucar viudo por es-
tes navios monta 11725 sarcos: do Pai i enlrou a Oli-
veira e a Paraenso com deslino paia o Porto, desear*
retoa aqu 118 rollos de salsa, 73 naneirus doourucu,
e 1072 alquires de arroz. A I! un SueOMSo da Bal.ia
ea Victoria do Rio de Jaueiro, unb is para a praca
da Porto, flescarrCjiatn l( caixas de tssuc.ir, 50 sac-
ras de cacao e 312 saccas de caf. Das colonias chc-
cnu o Esperanra: lendo-se perdido u Oriente a' en-
tra la da barra, salvando-se apenas alguraa cera.
A exportadlo continua em pequoii.i escala, pelas
causas queja temos apuntado! quasi nos lins da se-
mana passada ns embarques animaran), circum-tau-
na esta quo fui devida iiiiicamenle ao rigoroso (em-
que impedio por muilas dias a condcelo dos ge-
.le/Saxurira os navios a' carga.
A1 arsixdo Tamar, ain la n mercado do fundos e
acees se coirst:rvava un pouco animado, ficand) as
arenes do banco de Portugal a 5033 e 506J a as ns-
cripeos de assentamenlo de 13 l|l a 13 3|i: pnrem
desde cnln os prcens principiaram a declinar e che-
garam os 3 poaceuto ,1 i I l|2 c 12: porm ha dias
mclhoroa alguraa cousa e fizeram se aumas vendas
ainda que insignificantes a 12 1(4 e )2 3, e acones
do banco de 1983 a 503-3.
Pala nossa cutarao ve-se quo os cambios lem esta-
do quasi estacionarios. Neocoii-so bastante papel
sobre Londres 513|1 a 90 d|d. Pouco se realisuu
sobre Parsaptttr de lnver bastante papel sobre esla
piara. O Hamburgo, segundo haviamns previ.tn no
anterior atunero, j 1 nao acha compradores a 18 3|4,
por (or havido embarques para esta pra^a, o cambio
como he da esperar ha de subir. O Cenova tem sido (alera
pouco procurado, c diHiciligcnte achara comprador I liare
pela cambio do 520. que ns possuidorcs pedem ; a-
bnnda o papel porque ha navios a earreger para es-
le porto.
Importaran
AlgodSo. Eulraram 32 sacras do P.ir.i e 10 de
Pernamhuco: ha venda* do do Maranio nsifltnifi-
.'anlcs a ().">, a prazo le i e 6 me/o- : n deposito uu
primeiro de fevereiro era de 35! arcas.
Ario;Alm -le 155 saccas e 3136 alqilcires che-
gados do Para*, tem viudo alcuns suppriinoolus por
via de Inglaterra, vendas nicamente para consumo:
haviam OS saeca* da Brasil no primeiro de laverei-
r.t rm deposilo.
Asucar.11725 sacros c 10 barricas eulraram de
Pero imliuco, 113 caixas da Bahia u 13 do Rio de
Janeiro, fortn pouco animadasaa iransacces o uni-
camenle para con.iimo, os pror-is estao rouxos.
O movimenlo do assucar no mez de Janeiro foi :
Caixas Felaes Barricas Saccas
Consumo.....617 IS2 2563
Exportar,*) .... (1 2 52 621
Exist. 110 de fever. 1189 52 26 11636
N. II. O assucar exporlado be de vendas fcllas no
mez de dezembro.
Cafo. Chegaram do llio de Janeiro 312 suecas.
Pnuro se fez e unicaucnle para ronsumo. O depo-
sito 110 |' do fevereiro era 1602 saccas do Brasil, e
2063 ilasC.lania.s.
Cacao.Falla do Para: eulraram jo saccas da Ba-
bia. Venderam-se cerca de 50, diz-se a 39; o deposi-
lo no 1 de fevereiro era de 258.
Cera. 322 gamellas chegaram de Angola : nio
consta Iransacrao alguma, porque os possuidores exi-
gem maiores preros que os colados: o depnsitn no I"
de fevereirn era de 18.5 gamellat, t\a* quaes una
grande parle esta em segunda* mos.
Couros.Alcumas vendas dos espichados da Ba-
hia e poucas dos seceos do Rio.
Comn,, copal.1012 saccas, S2 barricas e 1 i cai-
tas chegaram do Angola, a boa qualidade he proru-
raila, e oblcve para reexportar a (3 a diuheiro, e a
inferior lambem tem lido inelhoria no pceo o de-
posito no 1" de fevereiro era 5646 saccas e 135 bar-
ricas.
20121
NOTICIAS MARTIMAS.
Lisboa de 13 dejaneiroa 6 de tevereiro-
altadas.
13 de Janeiro galera Castro II, Maranho com des-
lino para 11 Porlo, arribou com agua aborta e gros-
sas avarias.
17 idein, barca (jrati.hlo. Penumbnco, avaria no
casco-e carga, e perda de um homem.
17 i lem, barca Parense, Para, com desuno para
1 o Porto, veio a onlcns, perdeu parte do veame.
22 dem, barca I.igeira, Pernamhuco, com avarias.
21 idein, barca Olivcira, Para'.
2 de fevereiro, barca Victoria, Ro do Janeiro.
Idemidem, barca Senhara do Bom Successo, Ba-
bia.
Mein dem, galera Joven Carila, Pernamhuco.
dem dem, palacno Brilhaule, dem.
Sabidas.
15 de Janeiro, Rio Grande do Sul, barca franeeza
Sainl Marc. de 221 tonelada*, capitn C. Boire ; car-
ga : 10 pipas e 500 barris de vinho, 75 de azeile, 50
,le farinha, 03 moras de sal, 75 barris de vinagre, 17
caixas de velas de cera e varias inercadorias.
31 idein. Rio de Janeiro, barca belga Laurcncc,
capilao Jansen.
6 de fevereiro, Rio de Janeiro, barca ingleza Wal-
leyueld, capildo Clarch ; carga madeira, entrada de
Liverpool era 12 de dezernbro cora avarias.
Navios promptos a sair.
Rio de Janeiro, e mais escallas.Vapor 1). Mara
2\ de 810 toneladas, cap. Antonio F. R. Guimaraes;
para o Rio : 25 pipas, 327 barris e 17 caixas com
vinho, 210 barris de azeile, 300 caixas con hlalas,
3110 caixas c 1000 mullios de cebollas, 10 barris de
loucinhos 30 de carnes, 16 barris e 5 caixas com
manteiga de porco, 30 caixas com doce, :t0 barricas
decasldiiha, 10 de linhaca 12 caixas de rap, 9 vo-
ltiles com liuguica, 2 barris de azeilonas, 7 caixas
cora figos, 18 vuluines com drogase varias enenm-
meo lis ; Baha : II barris de vinho, 100 caixas de
cebollas, 6 barricas de cevada, e varias encommcu-
das ; Periiambnco : varias encommeiid i*.
l'ernambuco.Birca Mara Jos, cap. J. F. I.es-
sa; carga : 52 pipas c i25 barris e ancorlas de vi-
nho, 181 barris de azeile, tl pipas, 15 meias dila.
e li-.t" barris de vinagre, 65 caixas de vcllas do cera,
10 barril de enouncos, i80 de toucinho, 77 barrica*
de alpisla, til) barris de banht, ^0 muios de saj,
135 barris le sardinha, 6 f.rdns com albos, 150 bar-
ricas de cal, 18 caixas de .tice, 70 eanastras de b-
talas, -10 canas e 1800 mullios d: cebollas, 115 sac-
cas de le,ao. e vanos gneros e inercadorias.
Para,Brigue porluguez Ligeiro, cap. L. -V. dos
Santo*; carga : 4 pipas, 2meia* ditas, a 20 barris
de vinho, 1 pipa', 13meia*ditas, e iObaris le vina-
gre, 16 barris c 2 caixas de azuile, 150 ancorelas de
ateitoots, 81 barris de toucinho, II barris e 15 an-
corelas de caruos ensacadas, 10 barris de banha, 20
de manteiga de porco, 35 do ha"alhau, 10 de ceva-
dinha, 100 barricas de farinha, lo:) caixoles .te ba-
tatas, loo saceos de farellos, 1000 mullios de cob il-
las, 1(1:1 caixas de vclla le cera, 25 canaslras de
caslanha, 7 de albos, 21 caixas de massas, 13 barri-
cas e 3 saceos com comiiihos, 190 barricas le cal,
10 caixas e ( grades com queijos, 16 caixas, 31 mei-
as dita*, e (S quarlos com pass.is, 22 caixas com do-
ce, 35 moio* de sal e varias generas e inercadorias.
Bahia.Brigue portuguez Mondcgo, capilao Dias.
A fechar o carregamentn para sabir.
Brigue porluguez Kelampago, Rio de Janeiro.
Barca porlusueza Figueirensc, Labia.
Brigue pirtugiicz Nova Amisade, dem.
Barca porlugucza Mara Jos, IVrnambiicii.
Patacho porluguez Bapido, dem.
Brigue portuguez Flor do Mar, Maranlrao.
A' carga no Tejo.
Barca porlugucza Mana, Rio le Janeiro.
Brigue porluguez Amelia, dem.
dem dem Robn, dem.
Brigue brasileiro Mendnno 1 c Julia, idein.
Patacho portuguez San Jos, dem.
Barca porluguau Empreo, Babia.
Brigue brasileiro Auna, idein.
Brigue porluguez Viajante, l'ernambuco.
I lem idein La i a II, dem.
Patacho porluguez Conslanca, dem.
dem dem Pensamenlo, Maranho.
dem dem Boa F, dem.
Barca porlugdeza Flor du Vez, Para'.
Proposlos paro car regar.
Barca porlugucza Paquete Saudade, Rio de Ja-
neiro.
Mein dem I. i ge ira dem.
dem idein Chrislina, dem.
idein dem Gralidio, Peruambnco.
O brigue porluguez Oriento, procedcnlo de An-
gola, naulragou no dia 20, junto do cabo da Roca,
O lllm. Sr. inspector da Ihesnuraria provin-
cial, em cumprimeolo da resntucao da junla da fa-
zendi, manda fazer publico que no dia 6 de ni .1 '.o
prximo viudouro, vai nuvamei.tc a piae 1 para ser
arrematado a quem mais der a renda do aillo ir> Es-
trada de Belem, avahada animalmente em 1109000
ris.
A arrematarlo sera bita por lempo de Si raezes
a minar do I" de abril do cncrenle .uno.
E para constar se ni.-.ndou aflixar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ibe.ouraria provincial de Pernim-
bbco 21 de favereiro da 1856.O secretario,
./. t'. d'AnnunciarBo.
ta-secom 0$ consignatarios Novaet & C., na
ruado Trapiche n. 3i, primeiro andar,
oti com o capilao na praca.
Para o Rio de
Janeiro
salic com milita brcvidadc por ter a rnaiot
parte da carga piompta, o brigue eteu-
11a MAItIA : psara o -roito da mama,
passageiroscescravosafrete, paraque tem
exccllcntas commodos, trata-te com ot
consignatarios Novacs ti C, na ra do
Trapiche n. ~>, primeiro andar, ou 1
o CapitaVomn praca.
1*ji a u Baltra.
segu c::>, iros dias, por ler o ten earregaa
proinplo,, ,rra brasileira Malhilde ; pera 1
iniuda e sageiros, para o qae tem eiratl
comino,!'!-. a-se com Manuel Alvos (juana, aa
roa dn Tr 11. 1i, ou com o capilao Jinnit
Jos l'elle- tiraca do cummercio.
.Reaici. ipnahifide paque-
tes Ingleses a vapor.
No fim d o mei espera-xe da Europa su da* vana-
res desla companhia, o qnal depon da Sftrt 4*
cosame seguir.i para o sol : para ptttatalrea e*e.,
Iratt-se com o senles Adamson HosicAT
nina, ruado Trapiche 11. 12.
Precisa-sc de um pillo da carta; a |
lejulsarcom as liahilitacoes necestariai, dirija-a
ao escriplorio de Manoel ooncalves da Silva, 1
C.adeia do Recife 11. 19.
Peanle a cmara municipal desla cidade esla-
ri cm prara publica nos dias 25, 2I e 27 do corren,
le, a obra do aleoamenlo dn terreno alagado na ra
du Brum, pela quanlia de :"il~; e a couslrucc,ao
da e-Ira 1,1 para o cemilerio publico, em linha per-
pendicular ao porlo 1 t*.t) eslabelecimcnlo, e nao dia-
gonal, como no principia' foi projcclada, oreada em
5:1005 : os preliindentes podera comparecer no paco
da mesma cmara para licitarem, munidos de flanea
idnea.
Paro da cmara municipal dn Kecife em es-.i 1 de
23 de fevereiro de 1856.Bario de Capibarlbe, prc-
sidenle.Manoel I eneira Accioli, secrelario.
&(ckr\tac0e$.
^eiaeS.
950 a 970
922 .1 9.10
850 a 9I)
3|5O0 a 35I0
890 a 900
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de Pcrnaipbuco sacca a visti
sobie o do Bra.sil no Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambucu > de dezembro de
1855.O secretario da direcrao, Joao
Ignacio de Medeiros Reg.
O banco ile Pernambueo toma diiriei-
ro a juros, de conibruiidade com os seus
estatutos. Banco de Pernamhuco 2i de
novembro de 1855..linio Ignacio de
Medeiros Reg, secretario (la direcrao.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O conielho de direcco do Banco de
Pernambueo avisa aos senhores accionis-
tas, que achu-se autoi is.ulo oSr. gerente
para pagar o 7. dividendo de 1(),>500 rs.
por accio. Banco de Pernambueo l* de
fevereiro de 1836.O secrelario da di-
recreo, J. I. de Medeiros Reg.
Pola contal tria municipal dn Hecitc se faz pu-
blico, que u rdeebimento a bocea d-x cofre, do 1111-
posln sobre estabelecimenlot, esla abi-rlo desde o I.*
do eorrcnle mez. e se terminara 110 ultimo de marco
futuro, lcaoilo MjeilOB > mulla ns que O 11A0 li/ertlll
denlrndn dito prazo. (.ontailona municipal do Ke-
cife 15 de fevereiro le ':S.O cuidador,
Joaqaia lavares Kodovalho.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
1) cnnsclho adininslrativu lem de comprar o e-
gninte:
Para o arsenal le ..neira.
Oflciuas del.c2. classc.
Oleo de holiiea, arrobas 5; secante, dita la ttr>
cao, dila l ; arcos de ferro de 1 >, plegada*de. lar-
gara, lilas tt) i laboas le assoalhode amarello, du-
zias ( ; pitia marlim, rolos 2 ; ferros de capa de 2
nolegada>, 12 ; dilos de dila de l|-2 dita, 13; di-
tos de dila de 1 llidila, 12.,
Oiiiciuasdc :i.a ciaste.
rame de ferro para cavilbas, arrobas i ; dito
gmsso de dilo, dila I ; dilo mais srosso de dilo, di-
ta I.
!.' ciaste.
l-'olhas de cobre do l a 7 libras cada um?, 10 ; co-
bre velbo, arrobas 10 ;
Pornecinenin de luzes as eslarcs mililares.
Azeile de rarrapalo, ranadas 820 ; dilo de coco,
ditas 15 1|2; lio de ,.1-n i.i". libras 01 ; velas de car-
nauba, ditas 225 : pavios, duzias 3.
Ouem os qnizer vender aprsenle as suas pro-
postas, cm caria fechada na secretaria do cun-
telho as 10 horas do lia 27 do correnle me/.. '
Secretaria do eonselno adminislralvo para fornc
cimento do arsenal de guerra 20 le fevereiro de
I85(i.Benlo Jos fjimeiiha Un, coronel presiden-
te.bernardo Pereira do Carino Jnior, vogal e
secretario.
Me. 1.11 mi o, 1 ,\ Companhia farla leaoei* pra-
seuca do senle de l.loxds, pur aolontaca*da alnva
dega desla cidade cora liscalisac,ao da om seu etauve-
gado, por conla e risco ,le quem perleneor, por n-
ervenrao do asente Uliveira, de 50 caita* (that da
l-'.andres, 150 fosa re ros de ferro e 33 dniiat do ata
dilo, ludo em parte avariado, para octarror a* coa-
leio e mais gastos com o brigue ingle* John If'adiar,
ev-capilAo Williams, e do seu carresamenla nesta
porto, onde arnhou pr forra maior, a foi leeatMMa
condeinnadu, ua sua ultima vase** prseedenle da
l.iverpuul com desliuo ao do Rio lrande do Sai :
secunda-feira, 25 do correte, as 10 han* da ata-
ohaa, uo armazem 11. 10 da dita alfindega.
Viuva Amorim ci, I ilbo farto Mito, par
e risco de- quem pertenrer, a por iatervnfa*
agente Oliveira, de cerca 100 barrica* de
farinha de Iriso hespanhola, igaal a da 1
ha poneos dias desembarcada, algnata 1
(oque de avaria, que se vender separadamente :
(erra-feira, 26 do rorrete, as 10 horas da manilla.
armazem defronte da escadinha da alfandest.
O agente Borja far leiblo a sen
na ra do Collegio n. 15, de nm grande a
sorlimenlu de obras de marcineria nova* *
diversos relogios de ouro e prala para
obras de piala, riqusimos quadrs, lindos v;
porcelana, ptima loara para breme,
quinquilleras francezas, e oulros mailot
que so acbarao palentet no mesmo armazem ;
como ao meio dia em ponU> ira tambem a
ptimo escravo ferreiro: quarla-feira, 17 d*
te, as 11 horas da manhaa.
':::.&>> $>tot&0.
TAS GAMMA, ptn-
dETUODOCAS-
perdendo o capilao, 2 passageiros e 7 pessoas de tri-
pi'lae.io. silvando-se apenas o pillo e ."> pessois, o
navio perdeu-se lotalmenle, e apenas se lem salvado
alguraa cera, que lem viudo a praia.
O vapor Tay chesou a Soulhamplon no dia 11 de
Janeiro com escala pet Lisboa.
O patacho Caulellt, que nao lem podido sabir pa-
ra o Para por causa do lempo, leudo no dia 1 de fe-
vereiro feilo-so de vela para o sou desliuo, alraves-
sou-tc 110 rio na proa le urna nao maleza soffreu al-
gumas avarias, esla reparando e deve sabir na sex-
la-fera ou sabbado.
.Navios i carga no Honro.
Galera port. A raizado........Kio l Janeiro.
i l!racliaren Unida........
Tentador.......
Pe..........
( Flor de S. Similn.
" Ferreiro Borget.
< Carolina ......
o Oliveira.......
a 1 \. S. le Kaa Viagcm.
bies. Flor lo Olivcira. 1
Brigue porl. Alegro........ a
a Monleiro I...... .
Tres amigos......
( tliiinfim........
4 liuilherme...... *
u Kocha........ .(
AITredo........ Baha,
o liras. Velnz......... n
o Almirante...... a
(alera porl. Fiar do Porto. Pernambueo.
Barca 11 Sania Cruz...... n
Aurora........ Maranhiio.
Amazona....... Para.
lirisue o Kocha.........
Barra bras. Ilxdra........Rio (i. do Sol.
(alera porl. lenla de Keirz. ... o
Brigue i Machado I...... a
A barca porlusueza Rpida, que sahio de Lisboa
no dia 15 do Janeiro, para o Hio de Janeiro, cora
escalla polo Porto, esleve a visla da.barra lo lloa-
ra no da lf, ni 1 pudendo entrar soguio para Viso,
eonde fiindenu em 21-
!> I* irlo nfle tem entrado Dem sabido cinbarcirao
alguma para o Brasil.
Lisboa 7 di revortiro as 7 l|2 da noite.
Acaba le fondear o vapor .Iroil : nao ha notieiaa
do D. Pedro II. o Relmpago, que ia sabir hnie
para o Itio parti tima versa, repara le uoile lar-
ga auiinliaa leva I pipas, 777barris de vinho, :!.'i
de azeile, o varis seeros. O l.iia II. e Rpido par-
tera aman'iaa para Pernambueo, esle leva i pipase 107
btrrii de vinho, lo pipas e 50 barris de vinagre, c 75
barris lo azeite e mais gonerot, 0 aquello ',W pipasde
vinagre e outros gneros. QPIor do Mar sahe nnfi-
nhita para Maranho leva lo pipa* a 50 barris de vi-
nho, I2"> barris de aceite e loo barricas de farinha c
outros (teneros,211 pipa* e 8 meia* dila* le vinagre.
Deilaram boje de barra ora fura o ilondega para a
Babia, Marta Jos l'ernambuco, Cautelta t l.igei-
ra para o Par*.
Tecdo fallecido da epidemia reinante o man-
nheiro da MSoeUcSo dos ortico* Francisco l.oiz, e
dcveiido receber elle desla capitana lo porlo a
quanlia le 14$ a que liuha juz, pur ler idu em soc-
corro da galera norte americana Sooting Star que
uaufrasou nos recites da 'l'aquara, previne a mesma
capitana que quem se julgar herdeiro do fallecido
marinbeiro se aprsenle conipctenlemcnle hcbilita-
do, alm de receber a citada quanlia, marcando-se
para isso o praso de 15 dias, lindo os quaes o diuhei-
ro ser recolhido ronvcnienleuienle.
Capitana do porlo do Pciuambuco em22 do fe-
vereiro de 1856. Ricarda da Silca Seces, piime-
ro secretario ajudanlc da rapitauia.
Pela capitana do porlo se faz puolico que fo-
ram recolhido*. e se achara depo.dta.tos tres vergon-
teas de prado, que a asante da mar as eeaduzia
por agua abaito ; quem a ellos se julgar com direi-
lu apresente-sc na mesma capitana, quo provando
srr-lhes-hao 'entregues; para o que se lv o prazo
le 10 dias, findo os quaessedarn u desliqo conve-
niente. Capitana do porlo de Pernambueo 22 de
fevereiro le 1850. Ricardo da Suca Scccs, pri-
meiro secrelario da capitana.
FRANCISCO E FRI
le t de inslrurcto primaria elo METHODOv
TILI10, no queremlo tobrecarregar os pas totsiea
discpulos -ni despezas de litro*, princinton a enaj-
na-los, nos primeiros mezes da instalafto da taa es-
cola, por um drania aeroSanio Antonio do Lis-
boado qual linha minio ejemplares; asta sjast
nao fui a sua admirarao quaodo descubri oVants
descnvolviinenlu o suslo qae linbam para esla tal-
lara lodos os 'eus alumnos Ou fosse pelo tandea
menlo das ideas, ou pelt alrarcao do dialeaias. *
pela propenc 10 cruetudas as crtacces lem para o dra*
malico ; o cerlo he, que o Exm. Sr. coosethetra Cao*
lillio. rhegando a esta cidade no dia 8 da jullM.Keou
encantado de ouvir lerarlitlicamenlemeninas,
que apenas coutavacn 60 a 80 das de escola !! Pet-
gunlou-me S. Eu. cacao o havia eu conseguido, rea-
pondi-lhe que pelo estyla dramatice, e nal tai a S.
Etc. a compone.10 de um drama eoaa ii liseras.
que seriara as 2"> leltras do alpoabeto, para sanprir
a delicencia do dramas c iminnat, qae apeis lava 8
a 12 figuras. S. Etc. approvou a minha leanferaasea,
e pe lindo lhe eu, que a potesse em pralica, fei-ea
a honra de jiilsar-me digno da conclntio, viste jan
havia concetido lao feliz pensamenlo e de fado cea
esle poderoso auxiliar, ainda incompleto, (ive a kx*
licidade de, a I i de selembro, 18 djas depois da par-
tida do Eim. C i-iilliu para Lisboa, apretentar aa
Exm. Sr. conselheiro presidente desla provincia, e a
um numeroso concurso, no salto doSanu-luecl,
Mi meninos lenln perfeilamenle prosa a verso ceoa
geral aceilaco!! convencido en, porm, de une a
base solida da inslru -ci primaria he a mera! e ra-
ligio, compuz um drama em qoe oto. citadas umitas
patsagens da sagrada escriptora, regras de moral ci-
vil e religiosa, compendio de doulriua chrsUa,
do de ajular a mista, a racio magnficat. 1
pira o levantar da rama, a orarilo da
srammalica da luisa 1 nacional, segand* 1
Kxra. Sr. Ce.-lho, respectivas as qealre partea da
que se c impoe a grammslica, com as prteeilaa asa
verso, para decorar facilmenle ; maneira de ler pro-
sa e verso, urna tahoada acrescenttda pelo methode
de Pythagoras, em que n'om tancar de vista sa re
sulvem lodos os clculos das 4 oparaces arithiaetieas
em nmeros inleiros, e finalmente um redigo do
"un tom ou manual de civilldade para ambos o* ne-
xos : formando nm volme da 35 pagina*, a*
qual os senhores assignanles e ot msajaos da escala
acham por IsOOO, o que em diverso* compendies
Ibes importara em 5; ou fia. O professor dojHW
ihodo Castilho vai remeiler a cada nm dea Manir*
senhores redactores dns difireme* peridicos denla
cidade mu exeraplar, esperando que fueade-the a
honra de o aceitar, se dignem expender nos seas pe-
ridicos o juizo qne fazern deslc compendia. Atete,-
na-se na escola do melhodo Casiiitm, na raa Itova, a
I9OOO. avclso vendor-se-hao tOOO.Fraaeasc* da
Para Lisboa sesuir coma maior brevidade o
brisuo porluguez Incuiiiparavel par ler parle da
carga prompta ; quem un-mesmo quizer carregar ou
Ir de panagem par o qne tem bons coramolos, di-
rija-se a ra la Cruz n. :, escriplorio de Amorim
Irmaus & C.
-V^vo- MtUimo'&.
Ourucii.7:1 paneirns enlraramdo Para. Em apa-
tla. Deposito do 1' de fevereiro 366 paneiros.
?R\>0W\Zt&'0> lvttte
NaviOt entrados no dia 33.
Lisboa c portes iiilenuodios15 dias, vapor porlu-
guei ni). Maria lia, commandante Antonio Fran-
cisco Itibeirn Guimarfles, Passageiros para esla
provincia, dono AntO'iio>\nluiies, Joan Lu/, lion-
calvcs, Joso Cardoso de Si. Antonio Ferreira le
Gamillo, Antonio Lopes Braga, SebUtiiO Lopes,
Jos (ornes, .le ei Comes, Agoslinlft) Martins Mo-
reira, Jos Francisco Dias. Seguid para os portas
lo sul.
Terra Nova3! dias, barca ingleza (Coran, de 283
toneladas, capitn \\ aliare, equipagem 16, carga
2,913 barricas rom bacalho ; a Jobnalon Palor \
Companhia.
Calho de Lima55 dias, galera franeeza uTisco,
O brigue paci:.::1 .Maria l.uzia vil
seguir com brcvidade, tem a maior par-
4 do sen carro; menlo prompto : para a
-a" irsln que lhe falla, passageiros c escra-
:'t*^^' roa a trelc, aos quaes da as melhores
ac.-ommod?ccs, irala-'e rom o consi;iialario Anlo-
11 io de Almeidt Goroea, aa ra do Trapichen. 16,
tegnndo andar.
rso de mnm.
\:n sahir com muita brevidade o novo
e veieiro brigue DOUS AMIGOS, tein a
maior parte da carga prompta : para o
resto e passageiros, trata-se com ot con-
signatarios Novaes& C, naiua doTrapi-
cue a. 34, 011 comocapitdo na prara.
Para o Kio de Janeiro
segu em poucos lias, por ler a maior parte da rer"
sa pmmpla o brigne Coneeiftiq, cap lao Joaqe1"1
Ferreira los Sanios: para o resio e eaeravo* a l'rc,e.
para o que lem bous comaaodos, (rala-se no e'cr'P_
torio le Manoel Alves Guerra, ua na do Tr'P'cll
n. 14.
Para o ro d^
Janeiro
sahe com brevidade por te da carga prompta, r bem conliecido
brigue nacional FiRsl'V : pai'a o testo
da mesma, passage'110* e escravo* a frete,
para que tem e\cel;ente8 commodos, tra-
Freitas Gamboa, professor particular, aulorisad* yelo
governo desla provincia.
Perdeu- e uo dia 18 do rorrete, da caa de
padre nieslte Cap-slrano, ra da Concordia, a casa
do capilao Manoel Joaqaim Ferreira Esleves, om H-
vri.iho ingle que se usa para estenios de olgihesrt,
o qual lem o roleiro io Ldesnpho e outra*s*
e urna canela le prala de sezredo, nm esteja I
navallias, capas de marroqum pardo : quem
arhou e quizer restituir, annuncio para
rado, ou se dirija ao trapiche do Raaaos, da* K
ras da manhaa as 6 dt larde, qne lera 109 de grali-
BotetJo.
Precisn-se de urna ama forra na eeereva pora
lodo o sen ico le urna casa de pouca familia: quena
Teten ler. dirija-; a ra da Camboa de Cana*, la-
brado le om andar n. 21.
Prcci-a-se alocar urna cata terrea
ou ca-a de um andar, no hairro da Boa-Vista, ain
sendo nn aterro ; agradando, paga-sa adiaataae
quem livor anminrie.
Prccisa-se !e una pe>soa qoe d* sofeieate ga-
raulia para tomar corla do 11:11a das melharsSS taber-
nas lio hairro le S. Jos, par sen dono nafecisar re-
lirar-se rara f.ira da provincia, ou prefea**-*a vendar
a mesma : a Iratar no pateo do Terco n/SI.
No escriplorio de Novaet 4 Companhia, aa raa
dn Trapiche 11. :li, contina htver rJaapeee da pasha
do Chilli e 11.1:1.1, s. nidos, e chape Js d fdtre de la-
das as qualidade, ludo por prerp. comnted*.
Esta para alusar-se a grande casa da I
do Monleiro, cjn 1 grande* roarlo*. 2i
nha fura : quera pretender, r nleuda-ee aa i_
defrunte do leliieiro dns can.'jeirot da raa Nava.
Precisa-so de um 1 ca-a, na primeiro aastar da
u:n obrado que lenlia t '-., --eudo no bdaW* de
Siiilu Antonio ou ISoa-V>sla : quem t,ver aaaaacie.
Precisa se de orna ama forr* 011 captiva, aaw
lenba boa conduela, pa-ra tarea- o servir iolere 4a
urna casa de horneo"' solleiro : ne lurte do Malla*,
ra do Hurgas i>. 31.
Urcrisa-se de urna peso* capaz para lavar a
roupa do hospital 'S'belccido no convente do Cer-
ni : quc.t, quizer se preciar, dirija-te ao Metano.
Precita-*e de urna ama forra oa rarrava para
.ele n rvlc.o de una ra-a do pouca familia : ejaeea
protn,lr-r, -vinja-te a ra da Caniboa do Carato, to-
la,!.lo de jm audar n. di.
IU ahaixn ts que dis-olveram amisavelmenle a soriedade qa*N-
nham "' '"i' de iniodezts n. ("1 da raa de ijttim
lo. e lf sxravasolia lirina de leixeira kS Sooza.
Rc*do r.irg 1 do serio Manoel Joaquim Candido
l>neira lodo o activo c pa-sivn da moma. Renta
]>> de fevereiro de IS.16.Maaaei Joaquim Caadtda
ieixei.-a. Dioso Pereira de Souca.
IAROPE
1)0
ftt>SQCE
O uucodeposilocoulinaa ter na botica de Bar-
Iholnmcu Francisco dcSnuz.i. na ra largado Rosa-
rio 11.36 ; carrafas grandes jJOO e peqaeae*JVatV
IMPORTANTE PARA 0 PIBLIO
Ptra cura de phtitca em (odot ot teot di(lerea(at
grot, quer motivada por roalpaefies, lotee, etlbe
ma, plenriz. etcarros de tangne, dor de costados a
peito, palpitando no cortejo, coqoeloche.bt^acast
d6r na sars.ana, e todas as molestiasdoaotgt* BUS-
m onare.
I

MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO



V
\
pumo di tmmm s.g.wh. feim 2:; ai fiveiieiro 01m&
V
Terceira edi^ao.
TRATA1EHT0 B0I0P1THIC0.
Preservativo e curativo
DO CHQLERA-MORBU3,
PELOS DHS.
- --"*- T m~*Z JaFJ Bl. BK
011 iiislrurc..lo aopovoparase podcrcurardcsla enfermidado. administrndoos remedio*nai. ellicazes
paraalalha-la.emquanto screcurreaomedico.ou mesmo paracura-laiudapendeiite desleaos lugares
cm que nao os ha.
TRADUZIDO EM POKTUr.UEZ PELO DR. P. A. LOBO MOSCOZO.
Esles doos opsculos contenas indicacoes mais claras e precisas, c pela sua simplese concisa expsi-
to eitaaoelcance de lodas as intelliscncias, nao s pelo que di/, rcspoilo aos meios curalivo-.como prin-
cipalmente os preservativos que Icmdado os mais satisfactorios resultados em toda a parle em que
elles tem sido poslos em pralica.
Sendo o Iratamentohomcopaihico o onicoque tem dado grandes resollados nocuralivo desla hnru-
yalenrerfBid.de, lulsamos-a proposito Iraduzr.csles dous impon..'los opsculos em I DEM vernaci-
la, p.ir.i ilo-1'.iilc f.n ihi.ir a siia lei^ira i quem ignore o rrauecz.
Vende-se nicamente no Cnsul" .,no traductor, ra Nov n. .,2, por 23000. Vendem-se lambem
o medicamentos precisos e boticasida |UU0S com um frasco de lindura ti.;, umadila de :> tubos comr
vro e 2 frascos de tintura rs. SaguOO.
tMatai !
? PKHAS PRECIOSAS. '*
I I
* Aderemos de brillianles, 8
J diamantes e perolas1, pul- *
$ cairas, alfnetes, brincos r-
* e rozelas, boloes e anneis :'
^ de differenles goslos e de
* diversas pedras de valor. *
; Compram, vendem ou *
*' Irocam prata, ouro, bri- *
W. Ihantes.diamanlesepero-
,$ las, e outras quaesquer a
':', joiasde valor, a dinlieiro
8 ou por obras.
n iwHmifBiiiiii n.i 1 < 8he o ;.
LJREIRA 4 RUARTE.
\MJI DE (MUYES
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben, por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do na is
moderno gosto, tan-
to
... l\ *
...... ..';WXW..........
&
(Hito E l'MA'l'.V
AKRENDAMEKTO.
A loja e armazem da casa n. .Vi da ra da Cadeia
do Recite junio ao arco da Conceirao, acha-se desoc-
cupada, e arreuda-se para qualquer estabelccimrnln
em ikiiiIo uraiide, para o qual leni commodos sulli-
rienles : os preteodenles enlender-se-han com Joan
.Nepomuceno Barroso, no segundo andar da casa n.
'7, na mesir.a ra.
m
9
J Aderecos completo de J
> ouro, meios ditos, pulcei- :
i ras, allinetes, brincos e *
* rozelas, cord.'.es, trance- ^
' lins, medalhas, correles *
' e enfeites para relogio, e *
:' oulros minio- objeclos de I
; ouro. -:
j Apparelhos completos, j
l de prata, para cha, ban- *
. d*jns, salvas, caslicaes, -j
s colhere de sopa edech, ti
' e muitos oulros objeclos
. de prala. ^
V^c : :-: ::: 4.<:*a.
de Franca como
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o eouiinodo como costil mam,
Chapeos de
Z**fH--:-:.l:
algibeira. '
ililos de molas, ditos de O-
5 seda fina, ditos de fellro *'
de lodas as qualidades. >
'* ditos de criancas e de se- *
B uhora, murto bem enfei- "
6 lados.
FRANCISCO PEREIRV LEJOS.
COM LOJA DE CHAPESE
BONETES,
Na praca da Independencia
N. 19 e 21.
i
j....... ,:..-,:
Bonetes de cabello, di-
los de couro da Russia. :
ditos de panno de mu- :';
los feilios e de diversas >
cores, chapeos de palha '
enfeitados para senho- g
ras. jj
Kecebeu um completo sortimen-
to dos ditos chapeos pelo ultimo
navio de Franca: affia nca vender
a todos os freguezes pelo menor
pre$o >ossivel.
CONSULTORIO II0M(E0IM-
lllll
l.V COMARCA no CABO.
N enqcnho Martiipagipc
(Gratis para os pobres.)
Manuel de Siqneira Cavalcanli, professor t$
liomeopallia, coiiliuna a dar consultas lodos ;j
os dias. f
MASSA ADAMANTINA.
francisco Pinto Ozono chumba dontt's com a Ver-
dadeira massa deiiommaila adaiiianliiia, RpreseBlada
ao consellm de hvsieniic pelo Sr. Paulo liaiftnoai, e
calen com ouro e prala, e oulros melaes, assm como
applica ventosas pelaaira^ao do ar, e nao com logo
como ramenle se usa : pode ser prorurado para
qualquer deslcs misleres, na ra eslreila do Rosa-
rio n. '2.
Conlralam-se serventes livres e cscr.ivos para
Irahalharem na illumina(ito publica, pauando-se
bem: aquemeonvier dinja-se ao armazein da re-
ferida illuminac.to becco do Carioca ou a ra Impe-
rial n. ii i a fallar com l'raicdes da Silva Cusmao.
Quem tivet nol.ts do Banco do Bra-
sil para trocar por cdulas: dirija-sea
rna do Trapiche n. W, segundo andar.
No collejjio d'Aura distribue-se
gratis as receitas para o tratamento do
cholera, descobetta pelo pelo do e
nho Guararapes.
O vigario da matriz da Boa-VfeU. de arconlo
com seus irmaos sacerdotes, declara que, para mais
salisfacluriamenle e commodidade de seus parocliia-
nos, aecudir aos mesmos com os soccorro espiri-
tuaes, duraole a epidemia, se arharao lodos os dias
s t horas
e que na
Joilo da Silva Faria fa* scienle a quem convier
que veuden o seu eilabelccimcnlo da ra da l.iu-
goela 11. 1, ao Sr. Jos Miguel dos Sanios.
.1 "'lim publico em l'crnamhuco, ra da So-
ledade 11. 70.
Ossenhores amadores de llores ..pprovcilem a boa
occasiao de comprar haralo ; no aterro da Boa-Villa
11. 33. Rosas novas de 1835 e dalias rom rhriro, pois
que ncsle jardim Dio se pode vender baralo, au
percan lempo ; a ellas, fregaeus, amiSos do bra-
linlio e hom ; sin. d Iranra, e as nossas -Ao de l'er-
nainhiic;.. Dto-HB cralis scmenlHS de muilas llores
viudas de tranca pela barca l'crnambum.
O Sr. Manuel Nones Correindrixod de
Miro dos analto assicnados desde linuteni
21 de fevereiro de 1836.V k\- l.ca!.
or rai-
Recife
^Dnipat.
enge-
Compiam-sc olas Ml: na ra lo Trapiche n. ',o, segundo
andar. >
nrirn'0'"1'"'"8 """ C*""r-* O l""H USO. P pro-
Sania Rita, sobrado dedous andares 11. :I7.
RAPE FRANCEZ.
DEPOSITO DA RA DA CHUZ N. W.
Continua a estar sorlido o deposito deste encllen-
te rape, lalve o nico de que se deva faier oso em
urna crise epidmica como a que infeli/.meult- lua-
mos: o asrailavel aroma, e os simplices de que lie
coinpo-lo, n faiem rerommendavel, visto n,ln ler
em sua composicSo uenlium ngredienla que des-
Irua a virlude do fumo, reconhecido ja como um
srande preservaliv-,le qualquer mal: para com-
modidade dos compradores, se encontrara este rap
nos depsitos lilurs dos senhnres Moreira ^ Uuar-
te. na rua do Cabuga' 11.... e JooCardoso Ayres,
na rua da t.adea do Recile pelo proco de :t? cada
toeio kilogramo, que he mais de una libra.
""ende-se na rua da Cruz n. 2(, pri-
meiro andar, o verdadeiro e asedente
cha' prcto em libras e por muito b
preco que faz admirar.
Veiidem-se espingardas de dous
nos li
PABA LUTO.
Riscado francez prelo a meia pataca o covado,
luslrim e chila prela lina a dous tostes o covado,
alpaca, princt e outras fazendas proprias para quem
esla de lulo, chales de lila prelos, meias para senho-
ra, prelas de alcodau a palaca o par : na loja das ti
portas em frcnle do l.ivrameolo.
Fannlia de mandioca.
\ ende-se farinha de S. Matheus, em saccas ; no
caes do Ramos, arma/.em do Sr. Pacheco, por preces
commodos.
Coi
fes
5$e!tm%
Massa adamantina.
He scralmenle reconhecida a eicellencia desl
prepararao para chumbar denles, porque seus resul-
tados sempre felizes sao j do dominio do publica.
Seba-lian Jos de Oliveira faz uso desta preciosa
mast, para o fim indicado, e as pessoas que qoize-
rem lionra-lo dispondo de seus serviros, podem pro-
cura-lo na ~ travessa do Vigario n.'l, loja de bar-
beiro.
J. JANE, DENTISTA. I
S> contina a residir naroaNova u. 19, primei- M
Sro andar. gm
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEQPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E* BOEN-
NINGjHALSEN E OUTROS,
noslo em ordem alphabelica, com a descripcSo
abreviada de lodas as molestias, a iodicactlo phvsio-
logica e Iherapeulica de lodus os medicamentos ho-
meopalhicos, scu lempo de aceito e concordancia,
seRitido de um diccionario da signilicacao de todos
os termos deroedicina e cirurgia, posto ao alcance
das pessoas do pe o, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. assignanles podem mandar buscaros seu
eiemplares, assim como quem quizer comprar.
AULA DE I.Yini.
O padre Vicente Ferier de Albuquer-
3ue contina com sua aula delatim, do
ia 2 de Janeiro em diante.
iiianeir:i
ciadas.
e sol
pela
as condicoes ja"
mesma
annttn-
-^ PUBLICAgA' LITTERARIA.
Repertorio juridico.
Esla pohlicacao ser sem duvida de utilidade ao
principianles qun se quizerem dedicar ao eiercicio
do foro, pois nella encontrarao por ordem alphabe-
lica as principarse mais frequentes oceurrencias ci-
vis, orphanologicas, cummerciaes e ecclesiaslicas do
nessofro, com,as remisses das ordenarfles, leis,
avisos e ree;ulamentos por que se rege o" Brasil, e
bem assim resolucSes dos Praiislas anlisos e moder-
nos em que se lirmam. Conlcm semelhaulemente
as decisOes das quetloes sobre sizas, sellos, velhose
novos direilos e decimas, sem o Irabalho de recorrer
a collecco de nossas leis e aviso avnlsos. Consla-
radedoui volomes em oilavo, grande francez, eo
pruiieirn saino a luze est i venda por $5 na loja de
ivrosn. li e S da pra;a dn Independencia,
zia da Boa-Vista, na rua Velha n. 42.
O Dr.Ribeiro, medico pela l'niver
sidade de Cambridge, continua a residir
na rua da Cruz n. 13-
GRATIFICACA'O.
Da'-se 20S000 de gratflica^ao a quem
inculcar urna ama de leite loria ou es-
clava, que tenha boas qualidades e bom
leiei: quem pretender dirija-sea rua do
Collern. 15, armazem, ou na rua das
Cruzes la. 11, segundo andar.
Na casa da residencia do l)r. .oureiro, na rua
da Saudade, defronledn Hospicio, precisa-se de ouu
ama de leile. forra, que nao traga comsiso o filho,
que liver, de peilo.
I'recisa-se deuma ama forra ou es-
clava para tima casa de pequea familia:
quem pretender dirija-se a rua doColle-
gio n. 15 araasen., ou a rua das Cruzes
n. 11, segundo andar.
A commissao Benelicente da (resue-
na de Santo Antonio do Recife, roga a's
pessoas que quizercm mandar suas es-
molas para a pobreza atacada da epide-
mia, se difjncm diiiji-las a casa do Rvm.
9r. vigario, nooilao da mesma matriz:
asesmolas podem ser de dinheira, gne-
ros, fazendas e mesmo roupa.
Deposito liiano!,
Rua Nova ii. 41, primeiro
andar.
Nade eslahelecimanto se encunlram os mais ricos
o os melhores pianos que tem vindo a esta praca dos
mais acreditados fabricantes como de Radiis e
1'raumann de llambnrso, assim como de oulros
muitos fabricantes de Europa, os quaes se vendem
por mdicos procos, e Garantidos ; no mesmo eslabe-
lecimeiilu lambem se concerlam, alinam-se e rece-
bem-se encommendas para a Europa.
. Precisa-se alugar para o servico de urna fami-
lia ingleza, orna prela quesaiba lavar, engnmmar e
coser : na rua do Trapiche Novo n. 10.
A commissao Benelicente da fregue-
zia de Santo Antonio roga as pessoas ata-
cadas da epidemia qu necessitamn./le ser
socconidas,queiram dirigirle ar Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, natiavessado
pateo da matriz, e no caso de o nao encon-
trareni em casa, a qualquer dos outros
membros, a qualquer hora do dia e da
noite, ale as horas.
LOTERA DA PROVINCIA.
O lllm. Sr. thesoureiro manda fazer
publico, que se acham a venda na tliesou-
raria das loteras, das 9 as 3 horas datar-
de, osbilbetesda piimeira parte da piar-
la lotera do Gvmnasio Pernambucano,
cujas rodas and?m no dia 1 de mareo pr-
ximo futuro. Thesourai ia das loteras
15 de fevereiro de I .">(!. O escrivao, An-
tonio Jos Dttarte.
Para o -cr\ ir interno de urna casa eslrangeira
de duas pessoas, necessila-se de urna cozinheira e
engommadeira, forra ou escrava; na rua Nova n. 17.
Precisa-se para o Para de um homem que sa
ba fazer assucar, lambicar, fater rapadura, mel, e
dirigir lodo o servico de um engenho movido por
agua, e que d lianra de sua conduela, oderece-sc
boa vaultigem. Para o mesmo lucar precisa-se mais
de um homem que saiha fabricar sahfto de qualquer
qualidade que sejs, e que saiba Irabalhar com qual-
quer que seja o material, c que possa lomar conla
de lima Tahrira. Precisa-se de um licorista que sai-
ba fazer licores de lodas as qualidadts : achando-se
alguem que queira encarregar-se de algumas propos-
las em cima mencionadas, dirija-se a rua da Cruz
u. 10.
Precisa-se de um moleque eseravo, de li a lli
annos, para urna casa eslrangeira : na rua Nova
u. i.
Precisa-se alugar urna ama de leile : na rua
do Oueimado n. 7, segundo andar. Na mesma casa
precisao lambem de urna ama secca para tratar de
meninos.
Prccisa-se alugar urna ama para o servico in-
ferno e externo de urna casa de pouca fsmilia." pre-
fere-se sendo escrava : no paleo deS. Pedro, sobra-
to de um andar n. 3.
Antonio Antones Lobo faz sciente
ao respcitavel publico, e particularmen-
te aos seus freguezes, que tem transfer-
do sua loja de chapeos da rua da Madre
de Dos n..", para a rua da Cadeia n.
h.O, junto ao arco da Conceicao, onde o
encontrarao sempre prvido do melhor
sortimenlo de chapeos.
Na eslrada de Joiio l'ernandes Vieira, passan-
ilo a casa do ferreiro, o primeiro sitio a esquerda,
apparereu um quarlo : quem Tor o seu legitimo
dono, dando os sisnaes ccrlos, llie sera entregue,
salisfazendo ao mesmo lempo as despezas que se ha
feito co/n ii dilo quarlao.
No Paleo do Hospital n. IX, segundo andar,
lava-se e engnmma-se rom muda perfeuao, por
: preco com nodo.
I recisa-sc alugar um preto de idade, que sirva v ,', J_...... .
para carregar agua o fazer limpeza em urna casa de T"N" l'id *> Ca,e* 'lo Kmos, 110 col-
ponca familia ; lambem se precisa de urna prela i "'G10 da Aurora, dislribue-sc rratis t re-
^^r^?^r rad-S rra Tr^ (, '^r-dcs-
de Oeo, armazem n. 3. couerto por um^reto do engenho Gua-
Na taberna do paleo da Ribeira n. 1, precisa- ''"''ipCS.
^ZZfZUZZrJZLfZ e,crava' Para u,d0 ~ Aiona se precisa d' urna ama de|lcile, paga-se
I bem : na rua Nova, loja V-12.
na dill matriz, das 1 horas da noile ate
da manliaa doos sacerdoux para dito lim,
mesma matriz devem ser procurados nas horas'men-
cionadas.
PIBLICACAO SCIE\TIHC\.
Acham-se no prelo as INSTITIICOES DE III-
REITO PUBLICO ECCI.KSIASTICO pelo Dr. Joa-
quim > illela de Castro lavares, lenle da Facoldade
de Oireilo desta cidade : e por estes dias sera distra-
do pelos Srs. subscriptores o primeiro lolume d'esla
interessanle obra, para impressao da qual os editores
so mo tem poupadu sacrificio algum, leudo so-
mente em mira apresenta-la ao publico ntida e as-
seadameule impressa, em bonslypos e oplimo papel.
Esse volume, pois, conlendo ile itdO a :tiO paai-
nas, em elegante formato, achar-se-ha a venda do
dia 10 de fevereiro em dianle, na livraria dos edr-
lures, Ricardo de I-'rcila &C. esquina do Collegio
n. M, ao preco de (i.^XKI res, para os Mo assignan-
les e ahi, bem como em mao das pessoas que se cn-
carregarsm de silenciar signaturas, ser distribui-
do aos Srs. subscriplores, mediante a OMlrcsa da
prioieira presta^ito de sua assignalura i.JsOOO reis ; )
licando asegunda e ulliuia preslacao de igual quau-
lia, para ser pana na uccasiito da entrega do segun-
do roluine, queja se acha no prelo; recebendo an-
da este anuo o lerceiro e ultimo volume sem matea*
tribu icaualguma.
Aquellesseuhores que quizerem anda subscrever
poderao faze-lo nesla provincia na livraria dos edi-
tores e em casa das pessoas encarregadas da Mu*.
enpcSJO, e em outras provincias em casa dos respec-
tivos agentes, ale a publicarn do secundo volume ;
por quanlo d'eSM dala em dianle a obra -rnenle se
vender por I.VgOOO reis o exemplar.
Em face das enormes despezas que sSo ohrgados a
fazer com a prsenle impressao, riao podem os edi-
tores dcixarde exigir dos Srs. subscriplores sem
excepijilo i a inmediata entrega de sua respectiva
preslacao loso que Ibes seja apresenlado o primeiro
volume ; porque do contrario, vcr-sc-hain toa ne-
cessidade de suspender por ora a inipres-o dos
ficardo de Ftritas $ C.
Charle* II. He. Clave, eapilao da barca ameri-
cana oSmillilieliln, avisa a quem convier, que uAo
lica responsabilisado por nenhiima divida Coulrahida
com a sua Inpolaco.
(.luerse alugar um eseravo para setvicn tle
caa: a tratar na mi do Trapiche n. 16, secando
andar.
Pertleti-se M noile do dia JO do crrenle, des-
de-a rua do l.ivramenlo ale a rua Velha da Boa-
vista, urna rarteira, conlendo dentro o segninla : ->
lellras sacadas por Beulo Carvalho Bastos o aceitas
por Domingos Lopes (uimares, sendo urna de
l:IH0S a vencer no 1.'de marco prximo futuro,
mitra de &G00J e lanos mil rs. a vencer no l." de
agosto prximo futuro do correle annn, rogando,
porlanlo, an mesmo Sr.tiaiinar.les de na. pasar di-
las lellras sendo ao proprio sacador ; e perdeue
mais :> lellra. accada por o Sr. Manuel de S>uza
tiuimarfles e aceitas por Bento Carvalho Baslos, lu-
das na qnantia de i:!l003 c varios papis, ludo den-
tro da referida rarteira : rosa se a quem achou le-
va-la a rua do l.ivramenlo, loja n. 10.
PARA 0 CORRENTE ARNO.
rohinhas tle algibeira conlendo o al-
rnanak administrativo, mercantil e in-
dustrial tiesta provincia, Ubella dos direi-
los parocbaes, resumo dos i ir. pos tos pe-
raes, provinciaes e municipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobre
incendios, entrado, mascaras, remileno,
tabella de feriados, resumo tos rendi-
raentos e esportacao d provincia, or
500 rs. cada urna; ditas de porta a ICO;
ditas acclesiasticasou de padre, com a re-
sadeS- Tito a 400 reis: na livraria n. 6
e S. dafWacada Independencia.
Halas de viafrem
Saceos de tapete de lia, e Mecos cm mala, sobre
ludo te panno mullo encorpado. proprios para via-
gens da fcoropii : na na do Colleuio n. eitaba.
lecimenlo de J. l'alq'ie.
Gorros cscoce-
zes;
Em casa de J. falque, rua do Collegio n. i. che-
gou uin lindo .orlimenlo de corrt esrocezes de vel-
udo de seda bordados de ouro o lisos, com lila,
auto para homens como para meninos, ditos de vel-
ludo de algod.io con. sallo de ouro e litas, para ho-
mens. '
rancezas. muilo proprias para caca
e por baratissimo preco: nauta ta Cruz
n. 2(i, primeiro andar.
Vhiio do Porto
Na Uniao,
o.
Vende
na da
40.
Cruz
aritdjda Maria da Pai\ao Rocha, pro-
fessora par.'cular de instruccoprimaria,
residente na rua do Vigario do bairro do
Recife, faz scirinte aos pais de suas alum-
nas, que acha-tfe aberta sua aula, na qual
contina a ensir.ar as materias do costu-
me, e admitir pensionistas, meio pen-
siogjstas e externas, por precos razoa-
veis.
DAGLERBEOTVPO. ELEGTROTYPO
E STEREOSvCOPO.
Na aolga e bem conhecida aalcria e ollicina de
retratos do aterro da Boa-Vista n. i, tereciro andar,
cootinaa-se a tirar retratos por qtoalquer desses svs-
lemas com toda a perfeicilo. Afri se cnconlra" o
mais rico a abundante sortimenlo de objeclos para a
collocaao dos retratos, que tem viudo- a esla capital.
Kao se entrega retrato alsum sem eslar .narecido c de
m Irabalho perfeilo. lias 9 horas da rnanhaa as :i
da tarde esl.i sempre a galera e ollicina a disposicAo
do publico, podendo lirar-sc retratos cm das "de
chuva.
LOTERA DO RO DE JANEIRO.
Acham-se a venda os novos bilhetes da
lotera 2- do SS Sacramento da antiga
Se, que devia correr de 21 a 2.1 do pre-
sente; as listas esperamos pelo paquete
nacional, que deve aqui chegar de i de
marco em diante: os premios seiio pagos
depois de distribuidas as listas.
, .A'u,?*"se. 0u lrilspas*i-se o arrendamento do
sillo deronte da isreja do Kosarinho : a fallar na
rua das Cruzes n. 40.
Gasa para alugar.
Aluga-se o armazem da rua do Encantamento anu-
de esla o lampean, no meio da rua. do lado da rua
da Cadeia, proprio para recolher mercadorias, ou
mesmo para qualquer ollicina : Irala-se na rua da
Cadeia n. .'I ou 35.
Precisa-se tle um amaaudor de pattara, pa-
sa-se 209000 meusaes : na rua eslreila do Bosario
n. 13.
AMA DE LEITE.
Precisa-se tle urna de leile que seja sadia, paga-se
com senerosiilade : na roa da Cadeia do Iterife, Inia
n. O. '
O Sr. Jos Pedro do Bego deisou de ser admi-
nistrador do meu armazem de assucar, desde IS de
Janeiro do correte anuo : Recife 90 de fevereiro de
1856.Joan Ignacio de Medeiros Reg.
Pommateuu, ral dn Boa-Villa n. lli, lem a
honra de prevenir as pessoas que leem objeclos para
concertar no seu eslaiielecimcnln, de ir reclama-los
da dala desle a um mez, do contrario sera obligado
a VCnde-loa para pasamento do seu Irabalho e des-
pezas : roga lambem aos seos devedores de irem sal-
dar suas coutas, porque elle esta liquidando c prora-
po 3 relirar-se para tranca.
O collegio das orphas, silo em a rua da Auro-
ra, precisado duas enfermaras halwis e caridosas,
para tralarem das pessoas all atacadas da moleslia
reinante : quem se achar, pois, habilitada para aler-
ce dita p.oi.--.iii. queira diriair-se a cas do Ihesou-
rciro do patrimonio dos orph.los, praca da Boa-Vis-
la, a (oda a hora do di.., para tratar "de scu ensaia-
mento.
LIQUIDA CAO.
O aballo assisnado, lendo breve de relirar-se pira
a Europa a Iralar de sua tanda, c sentlo-lhe preciso
liquidar lodos os seus negocios, alada pela ultima
vez rosa a lodas as pessoas que Ihe eslAo devendu de
seeros comprados cm seu estahelccimcnto da rua
da Cadeia do Recife n. "i, derrnntc do becco Largo,
Ihe queiram pasar seus dehilos por estes dias, do
contrario se vera na dura necessidade de usar dos
ultimo- recursos, lambem lem encarregado ao Sr.
Joilo Antonio do Reso para cobrar suas dividas, lan-
o amigavel como judicialmente.
Manuel Jnsdo Nascimenlo e Silva.
O Sr. Jos Ferreira Marinho, morador na ci-
dade de Olinda, queira ler ahondado de vir a rua
da l'raia n. i, a negocio de seu interesse.
No dia 17 do correnle fugio do poder do scu
senhor Manuel Ferreira Chaves
urna escrava por no-
ervico de nma casa de familia.
me Joaquina, levando esta toda a roupa, e com o.
signaesseguintes: alia, secca, cara descarna.la, per-
nal arqueadas, pouc.s vezes dalia o cachimbo), a
qual nesra fugio cm companhia de um soldado do
10 halalho por noi.ie Manuel Joaquim da Silva, o
goal he crioulo e ulguma cousa retasado, a escrava
cima mencionada foi escrava por muitos annos em
Panellas de Miranda : porlanlo roga-se as autorida-
des polciaes e capilaes de campo a captura desla es-
crava, levando-a a rus da Gloria na Boa-Visla, casa
n. '.ti.
LOTERA da provincia.
Os bilhetes e cautelas do cautelisla Sou-
xa Jnior, naoestao sujeitos ao descont
dos S porcento dalei.e acham-se a ven-
da nas lojas ta praca da Independencia
ns. 15, 15 ciO, rua Direita n. 15, to
LtVI menlo n. ."i(), da Praia n. .">() c to
Crespo n. .
O andamento tas rodas he em o I de
marco : os premios sao pagos ao sabir a
lista geral.
inteiro (!:0tl0SKK)
). :t:000s000
i. 'J:IMKW0OO
>. li.VKIWHKI
" l:JO0t0O0
73OS000
lilHI-^MKI
300)000
declara tiue st)
paga nos seus bilheles inteiros os S por
ceiito como sededuz de sen annuncio.
Precisa-se alagar um eseravo para lodo o er-
vico de urna casa de pouca lamilla j quem quizer,
dirija-se a rua Nova, esquina da rua do Sol, primei-
ro andar n..71,
Prccisa-sc alugar uina mullier que saiha hem
co/iuhar ; a peasoa que quizer, ilirija-se a rua Nova,
esquina da rua do Sol, primeiro andar n. 71, se dir
para quem he.
I'rec.-a-se de um amassador de| padaria, que
seja perito nesla arle : paga-se bem agradando : na
padana do torle do Mallos, rua do Burg* 31.
\
\
Bilheles 7J000 Recebe por
Meios \VMi a
1 reos isl(K) i.
Ouarlos 19800
Ouinlos IjtiO i.
Oilavos 900 a
Decimos "ful ..
Vigsimos ion i
0 referido cautelisla
e-se superior vinho do Porto e cognac en-
garrafado, assim como um sorlimenlo do conservas.
C. STAKR4C.
espcitosamenleannunciam que no sen extenso-es-
abclecuaonloem s.-,oi Amaru.conlinuam II fabricar
de de S |,erfe";a" C Pr"'Pldao. lotlaa quai'la!
de de machiuisino para o uso da asiicullura, na-
ves,cao e .nanufarlura; e que para maior commodo
le sen numerosos Iresuezes e do publico em geral,
leen, abarlo em dos grandes armaze.is da Sr
Mesquita na rua ,lu Brum, alr.z ,| arsenal de ma-
Vendenj-sc i hois mansos para carro ou rarro-
ca, estando lodos elles bstanle nutridos, que nao s
servem | arao traball.o como lambem para O lalho,
im .lestes he sordo basUjnle, e lili.,, do pasto. T.m-
>em se vende urna carroea prompta de linio a Ira-
Minar : u prelendenles dirijam-se a rua do Vigario
por cima ,i0 escriplorio do Sr. I homaz tle Aquino
ronsecs.
aidoAss
A bordo da escum ..Jos., vende-se sal do Assu',
ou a tratar com Amonio de Almei.l.. Comes, na rua
do Trapiche n. tli, segundo andar.
Saldo ssii
Vende se a bordo do palhabolc Adelaide, ou a
Iralar com Antonio de Almeida Comes, na rua do
Trapiche n. lli, segundo andar.
Este?ras c yolas de car-
nauba
feilos no Araral\, lano em porfi como a retadlo :
no aten., .ia Boa-Visla, defronle ta honeca, loja de
calcado u. !l.
i iiia cobertores.
Panno azul de lila para roberas: na rua do Quei-
mad, loja n. \.
Cobertotes de algoilao.
Vendcm-se cobertores de algodaosem pello a 1$,
panno azul lino para farda a 36OO o covado na rua
do Oueimado n. .
Vende-se panno prelo lino a J- : na loja de i
portas 11. :t, prolima ao arco tic Santo Aalonio
Vende-se um oplimo cavallo de sella, corToda-
do, mulla novo; esla bstanle gurdo, c anda hem,
tanto em bailo romo em esquinado, o qual cavallo
na lem achaque alguin : quem 0 pretender, pude-o
ir ver na cocheira 00 fim da rua da Roda, no bairro
de Sanio Antonio, prrtencenle a Mauocl Chico.
RELOGIOS
Coberilos e deseobortos,pe-
queos egrandes,tic ou-
ro, patente ifi^lex.
Vcndem-se no escriplorio de Soolhall Mellor ^
Companhia, na rua da Cadeia do Recife n. :ll>, os
mais superiores relogios rulicrlos e desroberlos, pe-
qnenos e erando-, de ouro. patente iogle, de um
dos melhores fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete ingles.
Em casa dellenrv Brunn Si C, rua da
Cruz n. 10, veudein-sc:
Lonase btins da Hussia.
Instrumentos pora msica.
Espclliotcofn moldura.
(ilobo^^kara jardins,
adeiras c sol'a's para jarditn.
Oleados |)ai-a mesa.
Vistas de Pernambuco.
Cemento romano.
(.nniiii.i lacea.
Em casa dcN. O- Bicbei
da Cruz 11. i, ende-se :
Lonas da Hussia.
BrtnzSo.
Tintas em oleo.
Ultramar.
Cognac em cai\as ile urna t
Saceos de estopa.
Espadas para msicos e cornetas.
Por commodos precos.
Vendem-se sellns com pertences pa-
tente ingle/., e da melhor qualidade que
lem vindo a este mercado : no
tle Atlainsoii Owie&C, rua
che 11. 2.
tes de casta para quem quer da
las por pouco dnheiro,
Vendnn-se corles de eassa chila de hom posto ;.
dil.is.ie padroes trance/es a29400, eassa rota)
1 aleviar lulo, .lilas prela de'padroea ......do- a
: curio, alpaca de soda de quadro- de lodas as to-
r 1 720 o covado, lencos de hico lano piulados
como bordados a 320 cada um, grvalas de edn pa-
ra homem a 19 o I96OO ; ludas astas raiendas ven-
dcm-se r.a rua do Crespo n. li.
Cousas finas ed<
hons gostos
NA LOJA DA ROA FAMA. -
Vendem-se ricos leques com plumas, bolola, e
espell.o a 23, I uvas de pellica de Jouviu o melhor
que pude ha ver a IgBOO o par, dilas de seda ama-
relias e braucas para homem c senhora a 1&280, tu-
las de lorral prelas e com bordados de cores a HOO
rs. e 119200, ditas de lio de Escocia brancas e de lo-
das as cores para homem c senhora a .Mili is., dils
para meninos e meninas muito boa fazeuda a 1120,
1 <-111 li,.-. de retroz'.le lodas as core a 1-;, h.ucas de
laa para senhora a ii'.n. peines de tartaruga para
alar cabello, fazenda muilo superior a ~t$, ditos de
alisar tamben de lartaroca a 39, dilos de verdadei-
ro hualo para alar cabello imitando muilo os de
lartaraga a 1-3280, ditos de alisar de bfalo, fazen-
da muilo superior a 320 e OO rs., lindas meias de
seda piuladas par criancas de 1 .1 :l annos a IgBOO
olpar, .lilas de'lio de Escocia lamhem de bonilas
core, para .liai.cas .le I o Itl auno- a :tO o par. a-
prlho- para pare.le com eicelleulcs vidro. a 500,
700. le I9OO, toucodorescum pesa Is-VOO, lila-
de velludo de todas as cores a ItiO e 2(0 a vara, e--
covas linas para denles a 100 rs., e linissimas a 500
rs., dilas.liiiissimascnm cabo de marlim a 19, bran-
ca! de serta de lodas as cores e largara! a ."120, 1u0 e
".OO rs. a vara, sapalinhns de lila para enancas de
hoiiitcs padres a 340 c 1120, aderecos prelos para
luto com brincos e allinetes a Is, lencas prelas de
w seda para criancas a I?, travessas das que se usan,
peca, corles de meia ca-emira de superior qnali.la- i P" segurar cabello a le, pislolinhas de metal para
Vendem-se frascos oaali vi-m rolna
tiro muito proprios para conservar loda
a tpialidadc de rape, e ror muilo coro-
modo pieco : na na da Ci-ur. n. 4, aaa>
meiroandai.
Fardo novo de
N LISROA A 4,500 RS.
r >o armazem de Ta-, |,s no ha, t. ,..
super;or
da 111 ico ,
Vende-se anieameale na rua' da Cadeia do Recife
n. armasen de Barraca A Castro.
Lit|uid;i;o.
O arremtenle da loja da 1... do Crespo n. I, jun-
io a casa nova da quina, confronte ao arco deaSantO
Antoiiio, quereudo acabar com as fazenrtas que exis-
lem, vende haralo para liquidar, sem perda de lem-
po, l'iinceza pela de boa qualidade a lllKI rs. o
covado, alpacas linas de superior qualidade a KOO
rs. e 1-2 n covado. nielas prelas de aliiodao para se-
nhora a 200 rs., siispensurius a 100 rs. u par, cortes
de cas-as linas francezas a I3OO. c -JjliOO muito li-
nas lencos de camhraia linos a 200 rs., dilos de seda
da ludia muilo linos para homem e senhora a 19400
romeiras de cambala lina de lacos de seda para se-
nhora a 2-, manteletes de seda lino, a i?, ma as de
seda p,.ra senhora de superior qualidade a 59, cortes
de rlleles de laazinha para homem lOO r-., lencos
le serta branca muilo lios a 1?, corles de fusiao
para colleles a 640 e SOO rs. de superior qualidade,
corles .le veshdos decamhraia c seda muilo linos a
. e l>9, corles de eambraia rom babadoa linos a lis
dit.w de camhraia de c.r a *>!00, brelanha de linho
oe h varas a peca, lina, a 9200, chales de larlalana
11 800 rs. e I92110, dilos de cassa e seda muilo linos a
29.1OO e :L?, IRa para vestido de senhora a 330 o co-
vado, camhraias de cores linas a 1120 e 400 rs. a va-
ra, pecas de til., para mosqueleiro de 20 varas a 3
i:o so ron cexto ik biruo
o que em mitra tpialqucr parl<-.
Il.ro de blond de sed prela pan 1Tinimi e U-
intas lila,, romo se recebe e-la la/riol ------mL
le da fahric. pr jwo |llkie oarrfr ^ mMmm
a seus freguere-, ca^ do "IJ.aH..
SVSTEMA MKDir.o nr HOLLOWAY
MEDICO Di:
de a 19000 c 2j o corle, meias para senhora li
210 e 320 rs. o par, madapeiao c algodaoiinho, e
oulras multas razendas que por serem muilas nao se
podem mencionar, e que se vendem por lodo o preco
na mencionada luja. "
era de carnuulia.
Vendc-sc cera de carnauba de boa qualidade, por
menos preco do que em oulra parle : na rua da Ca-
deia do Recife, loja 11. 30, detrooleda rua da Madre
de lieos.
Tinta preparada em oleo.
Na rua do Trapiche Novo 11. 18, em casa de E. II.
W val, vende-se encllenle I..1I.1 brauca, preparada
em oleo, em talas de 2.S libras.
Eixits earrotas para
eaiTos.
\ endem--e superiores eixos e arreios para carros
0.1 rua do Trapiche Novo n. 18, casa de E. II
Wyalt.
Can '
Acha-se
eaoros e lustros.
& C, rua
venda cm casa de E. II. Wvall, na rua
to Trapicho Novo n. 18, um completooYlimcnto de
candelabros c luslros I.romeados de:ta8luzes.
'* i 11 lio Xero.: e Porto.
Vende-se vinho Xereze Porto cm Larris de quar-
lo : em casa de E. II. Vyatl, rua do Irapiche No-
vo n. 18.
POTASSA E CAL flRGEfi.
Noantigoeja bem condecido deposi-
to ta rua da Cadeia do Uecie, escriplorio
n. 12, da para'vender muito superior
potassa da Russia, dita do RO de Janeiro
e calvirgcm de Lisboa em pedia, ludo a,
precos milito avoraveis, com os quaes (i-
carao os compradores SatisfeitOS.
Taxas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. V
Bowmann na rua do Brum.passai -
do o chafar continua daver uuj
completo sortimento de taixas de feri",
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, astpiaes acliam-se a venda, por
preco commodo e com piomptidao' :
embarcam-se ou carrerjam-^e em carro;
sem despeza .10 comprador ~-
Taboado de pinho da Suecia, alcalrao e nive.
Me. C.ilinoni \ Companhia, leudo recebi.lt. um
carre::ame..lo desle* gneros pelo luigus sueco D.
Tliereza, de Golhembonrc, vndenlo os mesmos a
retalhu por precos haralo-: olaboado acha-se reco-
Ihidti no armazem dni Srs. Carvalho & Irmilo, roa
do Brum.
ao barato:
Na rua do Crespo, loja n. I. vendem-se por lodo
o preco fazendas de primen-a qualidade, para acabar
n.lo se olha a preco.
elogios
ingleses de pa-
tele,
os melhores fabricados em Inglaterra : em casa tle
llcnrv tiibson, rua da Cadeia do Iterife n. .id.
Vende-se .ico em enuncie* tic um quintal, por
preco muilo commodo : no armazem de .Me. Cal-
moni Companhia, praca do Corpo Sanio n. II.
(garlas france-
zas.
rrian.-.s a 200 r..., galheleiraa para azeile e Vinagra
a 23200, bandejas muilo linas e de lodos os lma-
nlo. de I?. 2>, 39 e i, meias brancas linas para
senhira a 20 e 1120 o par, .lilas prelas muito boas
a 100 rs., ricas railas para rap com nquissimases
lampas a 3f e doOO, meias de seda de cores para
homem a 40, charuleiras muilo linas a 25, castocs
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
a 800 rs.. ocnlos de armar.io deaco pralcados e dou-
radosa (10, la e 1*200, lunetas com aro de bfalo
e larlarua a SOO rs. e 13, superiores e ricas benga-
lnil.a- a 2?, e a -VIO rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavallo pequeos e cran.les, fazenda muilo supe-
rior a 610, 800,1?, 1*200, 1s.i00 e 25, atacadores de
cornalina para casaca a :t20, penle muilo finos para
suissa a 00, escovas linas para cabello a 010, ditas
para casaca a (iO. capachos piulados para sala a
(HO. meias brancas e cruas para homem, fazenda
superior a ItiO, 200 e 210 o par. camisas de meia
muilo linas a 1? e 15200, lavas brancas enenrpadas
proprias para montana s 210 o par, meias de cores
para senhora muilo fortes a 220 o par, ricas ahuma-
duras.le madrcpcrola e de oulras muilas qualidades
c bo-Ios para rolletes e palitos a 500 rs., fivelas lloa-
radas para calcas e colleles a 120, ricas filas linas
lavrada e de todas as larguras, bicos linissimo de
bonito* padroes e lodas as larcoras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de nuivas, tesoari-
nhas para costura o mais fino que se pt.de encontrar.
Alm.le ludo isto oulras mi..1.simas cousas muilo
proprias para a fesla, c que Indo se vende por pre-
co que faz admirar, romo lodos os fresuezesja sa-
hem: na rua do Oueimado, nosqualro canlos, na
hem conhecida loja de miudezas da Boa i-ama
o. 38.
Vende-se um cabriole! em hom uso ; a Iralar
na rua do Collegio n. 21, primeiro andar.
Vende-se cal de Lisboa ullimamentechegada, a'~
sim romo polassa da Russia verdadsira : na praca d
Corpo Santo 11. II.
PILULA8
Ksic i.ieslimavelespecirico, comtmto hajaaaaaai
le de hervas medicmaes, ...i,, conlem merc.no. nrm
algnma ootra batanoa sMertorao. Keniam m.il
Icnra inlancia. e a rompleirao m.is igualmente prompl., c esuro para desairis*! o ma.
ua compleicao mais rohu-la j he ii.leirame.ie inn*-
ccnlc em suas operacf.es c elT*lo ; poi- banca e re-
raova hs daencaa de qualquei ^cic e i. _
mais aaUaaa e I en es que sejam.
Enlrc milhares de pesso*s| curadas rom este re-
n.e.ho, miiiM. que ja eslav.m as porl., da mmle.
preservando em seu uso, ct.n^cairam rerobrar .
saude e forcas, depols de li.ver lenlado mull
lodos os oulros remedios.
le
A* mais affliclas nao devemenlregar-se a desesair-
racaa : faram um competente ensa*. ,! efNeaaa.
elleiiosde.laasstimbros medirm., e presles reca.
perar.loo beneficiada saude.
Nao se parea lempo em lomar rss remed, uar
qualquer das seguiniesenfcrmidtdes:
rail., de
qualquer
Xcc.de 11 le-ep I le pilco-.
Alporcas.
Al..pola-.
Areas roald' .
Asllima.
Clicas.
Convulst'.es.
Ilcbllidade nu evl. 1111a-
cao.
Uebilidade t.u
forcas para
cousa.
Dcsinleria.
Iior .le garganta.
.. .le barriga.
.( nos lins.
Ilure/a 1.0 venlrc.
Eufermidade-1.0 ligado.
* venreas.
Knvaquera.
Ervsipela.
t'elires biliosas.
_ inlermitlenles.
Vendem-se oslas pillas
I ebre loda especie.
Unta.
Ilemorrhoidts.
Iljdrnpisia.
Ictencu.
Indicesle.
Ii.ll..nmar.^s.
(ircgoladade damens
11 i.ai ..i o.
I.omlriga, je |,^at,,^.
re. ,
.Mal-de-pcdra.
Manchas na culi..
hslrucc0 dc >fn{tr
ll'l.sicaou consami-ao
pulmonar.
Ilelencio d.urin..
nneuinalism*.
*> mpinma* secandati.,
lemores. *"*"'>
I ico doloroso.
I'lcer.
Vende 11 i. em rasa
u.18
vinho ERE.*..
superior viniiv.. ,. -
JoK. I'.. a"
Wl barris dn
buco.
m rhav-
Pcinan,
age:
;cia
Da Fundicao Iafcf*S_ Rua d a
Senzala
Nesle eslabelecim"'-0 co"ji
ver um completo sot,n,cr-ito de
das c meias moentlas"
chinas de vapor, e tai
e coado, de todos r
dito.
nvaB. 42 -
-ieraa ha-
moen-
.1 engenho, mo-
as de ierro batido
tamauhos, para
s i,
m
1
Vendem-sc em cas;l de S. P.John.s-
ton & C., na rua de SBB*la -Nova n. 42.
Sellins inglezcs.
Relogios patente ingle/-
Chicotes de carro e de monlari.i.
Candieirose casticaet b'^o'-^ados.
Lon atinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para eario.
Barris de gijxa n. 9" -"'
Vinho Cherrv em barris.
Gamas de ferro.
_ LIQb'IDACAO'.
O arremalanle da hija re miudezas da rua di
Ouarleis n. 2, quereudo ,-icaoa'rvS$ miudezas que
eilslem, vende barato afim de liquidar sem
de lempo.
I ranja com hellas para cortinados,
I apel paulado, resma, ;de peso
Kilo de peso, resma
l...a de cores para bordar, libra
I entes de bfalo para alisar, .lima
rivelas douradas para'calca, una
tiroza de obrejas muito linas
Lencos de seda linos, ricos padroes
Caixa do linhas de morca
J9
Velas es
nvorc p;n
SaJI--'l
linimca em
".1
oV
peno
embrullio, ,,|,
botija, tditt.ie,
- de .iiiii.ii,,
$ lot.aebnm de vell.,, ..,
P" "'". pianos ,|
mano.
>li<
ro-
1
"'menlo de loaW at
'Wlidade, cabo* de l.rd ,- ,Je
na.nlha, plxc ,l;, Suec,a, c|larn.
pngne e Mudos linos do le,.|,
u-ndem-se no arma/.em ,1,
-V-Mev AC.ruadaCadei
i
:
no :
C4V
ian. 21.
m
TIMAS |)E OLtO.
Vende-se tintas de oleo orlidas da mc
'"or qualidade que tem vindo la
ae por preco commodo : -,a caa de
Adamson llowie tiC-, rua
Veiidetn-sc dous
Jjrapichc 11.
piano forleadei
caranda romtruorte vartial
dos os ni,-II
c com to-
pee*
Meias para senhora por
Ponteado tartaruga para segurar cabello
(roas de canelas finas para pennas
Hilas de holes finos para casaca
rua do ueimado, ] ^J^JgT*1**." 'nhora, duzia
Vendem-se superiores carias francezas para vol-
s. 11 haralho : na rua i"
luja de miudezas da Boa l-'ama n. 33.
as pira homem
Lacre enramado iruito (no, libra
Papel de cores, maco de 20 quedemos
Dnzia de rlleles
Bapelboa de lodos os nmeros, duzia
.tunas de novellos grandes para bordar
Ricas filas cscocezas c de sarja, lavradas,
largas
Meias cruas sem costara pjra homem
llilas de seda n. 2, peca
Trancas deserta branca, vara
Caiaa de raiz, duzia
I Pecas tle filas de cs
Vende-M caaemira prela muilo lina, pelo h.iratis- ; '-apis linos, groza
simo preco de .i5 o rorle de calca : na rua do Crcs- Conloo para vesli.lo, libra
po 11. .i.
Moinhos de vento
ombombastlerepuio-para regar borlase bana,
decapim.nafundicade l>. W. Bowman: na roa
d" Brum ns. 6,8e 10.
Vende-se por 0 rs. o tratamento da
cdolera-moi bus: na livraria 11. c 8, da
piara da Independencia.
Ol que pechtucha !!
Relogios de ouro
inglezes
de p.denle, de saboneta c de vidro : vcn.lem-sc cm
casa de Aumislo C. de Ahreu, na rua ta Cadeia do
Recife n. 18, primeiro andar.
arma/.em
to Trapi-
Navalhas a contento.
Aos auiiiores
arvores fruc
ie fiin s o
sdepois
inpoile.
MOENDAS SUPERIOR.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Sanio Amaro, aeda-se para vender
moentlas tle cannas todastle ferro, de um
rundel lo econstruccSo muito superiore*
tT CORTES TURCOS-
* eiiilem-se esle delicados .irles de ca-sn prela
com piulas carmezins IMrados, os mais lindos pos-
siveis pela sua novidade de padroes, c si. se vendem
na- lojas dos Sr-. Campo- ,\ Lima, rua do Crespo ;
Manuel Jos Leile, rua do Oueimado ; .Narciso Ma-
drileo, rna da Cadeia, por preco muilo em
conla.
tifo ras.
Mr. Aruol, ineml.ro da socie.Ude de horticultura
de Paria, tem a honra de participar ao publico, que
acaba lie lra/cr tle tranca una rica colleccAo de
llores, arvore< froclifern .le. costos diversos para or-
namento tle jardins. um soilimeiilo de rai/es de llo-
res c batatas, que vende por precos commodos ; no
aterro da Boa-Vista n. 118.
Vendem-se 1111 aliisam-sena Passagem da Mag-
dalena, antes da ponte, dous sitios com casas de -o-
lam-
bem podem servir para ama so familia : a Iralar na
rua da Cruz n. IS,
JMXXI
IIJtMMI
23700
7.^X1(1
lIJtKlO
100
KSOOA
19500
2 (I
21(1
1^(100
2MO0
23000
3*300
2>S(HI
19800
(MKI
720
23.VMI
IfbOO
900
:ivioo
:180
loo
leiioo
:kh>
MOO
I,-21 NI
IC 200
13000
Tooeai de blondc para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
c oulros mullos arligos que se lornam rccomnicnda-
vell por suas boas qualidades, e que nao se duvidara
dar um puiiquinho mais haralo a aqnclle senhor lo-
isla, qoe queira a d.nheiro comprar mais baralo
do que se compra em primeira m.lo.
Superior sag'.
Vende se na rua da Cadeia dn Recife n. I, novo
saau por preco commodo, ass.m como fino rognar.
Cal de Li>boa barata.
I'ara fechar coalas vendem-se barril com cal de
Lisboa, pelo diminulo preco de 35200, a.im como
ha urna porcao da dita cal sola, ptima para caiar
polo seu brilhantismo e .l.irat;ilo. e enche-se urna
barrica que lenba tida de |baealMo por .13: .,,, ,Ua
da (.a.lcia do Recito 11. SO.
le.,,1 .."""nentos mai* m.xlernos.
ledo viudo noult.mo navio dcllambur-
go na roa da G.dei... 1 8.
TAIXAS DEFI-RKf.
N* 0'.;Kli;ao' d'Aurorai em Sanio
maro, e tamlum'-^KKJlIJ'tSlXO ata
loj'o na entrada, a tlcftt!"-
Maiinda ha' v-inp?
Unto
rua do lirum
te to Arsenal ae
um grande sorlimenlo tle laiehas
ile fabrica nacional como wlranmHr,
badas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambo* os lofpmi
evKtem guintlash-s, para cirregar'ca-
noas, ou carros livres de despea. O
precos sao os mais commodos.
ARADOS DE FEM.
fundicao' de C. Star. A C. em
Amaro adlsVM para vender ara
tos i'- ferio de *rir- qualidade.
Xa
Sanio
Helo
g'IOS.
Vendrm-sc reoslos de ouro patente iaglec : 1
escriplorio to anale Oliveira, rua da Cadeia do He-
cifc u. 02. primeiro and*r.
(^cratjos fgit>og.
No dia lli de Janeiro do trrenle anuo fugM
do riiscuho labslinga um mualo eseravo, qoe per-
leucc aoSr. Ilerrulmio Cavalcanli de SusIbeiaei-
qne, cajo* signan ala os secuintes : rr bem Hr,
cabellos crespos e c.slanhos, baivo, rhria do rorp..
esla com acor plida por ter soplidoseie. e lem
mullas manchas no peseoco. nas cosas e peilo*. IM
a 20 anuos de idade, o buco ja Ihe apona ; levn
camisa tle alandaoz.nho azul ja de.lx.iada, e lambem
a ceronla, um capole de panno lino tor de cale ja
prrsume-sc que levou en. compaDluj
Na rua da Cadeia do Recife n. iS, primeiro an-
dar, escriplorio da Augusto C. de Abreu, canil-1 lirado, m qoaes lendo eo
iiuain-sc a vender a 89000 o par (preco lixo, as i '
hem eonheeidai'e afamadas navalhs de barba feitas
pelo hbil fabrcenle t|ue foi premiado na ex sirio
de Londres, as quaes alin de .hirarein evlr.ior.lnid-
riamenle, nao se senleni mi rosto na aeran .1 cortar
vcndem-se com a condicilo de. nao agradando, po-
dercm oscompradores.lcviilvc-lasalc li dia "
pa compra resliluiudo-sco
Superior farinha de Sania Calbarina ; vende-
se em saccas : no armazem de Paula Lopes, na cs-
111 hnlia da alfandeua.
Chapeos de sol de seda a 53000.
Na roa do Crespo, loja 11.... vendem-se chapeos de
sol de -eda de minio boa qualidade, pelo hauo pro-
co de .13 cada um.
.Vaccjis cotti farinha c
iniiho.
Vendem-se saccas com farinha e inill.o : na "rua
da Cadeia do Rccife.loja de fazendas n. 23.
\ endem-.e saccas com farinha de mandioca da
ierra, de superior qualidade, por preco cummudu :
a Iralar no Irapiche do l'eliiiirinlio.
Vende-se urna iiegrinha de i.ladc 13 aimus,
crioula ; ua rua Direita n. a.
leas prelas pa-
ra padres.
ye.idein-sc superiores meia. de lata para padres,
pelo baratissimo preco de I3MKI o par. ditas de al-
BOMo prela. ., 640 o par : na rua do Oueimado,loja
oe miudezas da lloa rama n. 33,
Vende-se am cabriole! lodo pialado e forrada
de novo, com arreios, he bstanlo leve, seguro e ho-
mlu: para ver, llamado Hospicio, esqoma do (G-
manlo, loja do Sr. Candido pintor de carros c a
iralar, na rua do Collegio 11. 21, primeiro andar.
Pa
ra
Venden
sacerdotes.
111-se meias de l.iia preh's.e brreles de ' da prelos para acerdoles : na rua da Cadeia do i efe, luja n. .di. 1
Vende-se oleo de ricino em latas deTTIibi1*.
i e em garrafas de libra e meia a !-, milho
eos cran.les muilo novo a (3, arroz pilad
em caroro, paos de angico grandes a I-
\ gario 11. j.
S
hem usado
.1111 criouln.ho forro com 12 anuos de idade, StJja,
secco. e com ahumas nodo*, pelo reala e pesco,-,
ha mao pata depassai per forro : qaemopegar lar* o favor le-
var a -cu senhor no engenho menrionadn, ou eatre-
gar nesla praca au Sr. .Vi.Ionio Aunes Jarome pi-
res, morador no ierro .U loa-Viata, que ser re-
compeasado com generosidad*.
1'iic.iram ua mai.haa lio dia til do correnle don
eacravoa um pur nonie 'thendoro, prelo, rrialo, pes-
cador, b.-irtv. ro. poleulo. com nimios cabellos bran-
jos pela l'.aiha e peilus, idarie 1!.'. anuos pvoro man
ou menos; ouiro de nonie Joisc. mualo, haiv,
secco .lo corpo, pouca barba, quebrado da verilh*
lem do ladoesquerdn do roslo una ricalri/., este es-
leravo lu da Sr. .Manoil Ihoinoi ei-rarcerern
j coiiduziram ru.o risa nina caixa, na qual levaran
lo.la roetpa que lii.ham. rale e cam.-a. ,1,. BtpadJaBK
z.nho de h-lr.is. camisas tle madapol;,,., ama dil* .lo
Plt.iel.. enramada ja usada e caasatSare* aatavea aa
uloridade* pt.liciaes e eapHaaa de campo qneosap-
prehendam e IVvcm a rua d* Coocrdi* n. 2<, nna-
zem de BHleriaei que sertu ucnrrosamenle recom-
ensade*.
Conlina andar fucid.i a prcta Merencu, cr-
enla, idade de 2S a :o aaaae, pata n.ais mimen**,
com u- lign...-, st-.iiiiie. : fall de denle* ua frrnla *
urna .Us orelhas rascada proveniente do briacm :
quem a pecar leve-a a rua do Brum, .....aren, de
assucar n. 12, que ser bem uralinr.do.
PKRK. r TYP. DB M. F. DK FARIa. I8M.
^
Voaaaao Tal
f ''".....m\ rii! o"*!! l*Lw"'!a "*
holicar,os.,lroB,.,sta,e ,,- r- jtjn *
n,.;;.a,:b"d^ra uda *"** res?:
\ ende-se asl.ocelinhas a800 rs. VMt _, *m
conlem umain.lruecaoem .JfmJm*
o modo .le se usar .leslas pilula. *x|>e*
O depo-iio :cral he em r sj ,| a,
marrulico, na ya ti

a
MELHOR EXEMPLAR ENCONTRADO
MUTILADO
ILEGIVEL


Full Text
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