Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07268


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Full Text


I
AfliNO XXXII. N. M,
SEXTA FEIRA i\ DE FEVEREIRO DE .86.
Por 5 mczcs adiantacios V;OO.
Por 3 mez.es vencidos ijOO.
Por auno adiantado 15000.
Porte franco para o subscriptor.
.
kn:aiuk.(;,\ Parihiaa, o 8. Gervazio V. d Natividade .Natal, o Sr. Joa-
qun* 1. Pereira Jnior; Ararat)', n Sr. A. de Lemos Brasa ;
Cear, oSr. J. Jos deOlireira ; Maranh.io, o Sr. Joaquini Mar-
ones Rodrigu : Piauhj, o Sr. Domingo Herculano A. Pessoa
eraren; Para, o Sr. Jiutiano J. llamos; Amazonia, o Sr. Jero-
n\mo d Coila.
PARTIDA DOS GORREIOS.
Olinda .- todo o dial.
Cantara Bonito Garanhun : no dia 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Km' Ouricurj : a 13 a'28.
Goianna e Parahiba : legundas e eitas-feira.
Victoria e Natal : na quinlat-feiras.
Al'DlENCIASDOS tribunaes da capital.
Tribunal do commercio: qusrtass abbodos.
Relaco tercas-fcira e sabbado,
Faienda : quarlas e Hbbado a 10 hora.
Jui/o do commercio : segunda a 10 boros e quintas ao meio-dia.
Juizo deorpho : segunda e quinta a 10 boras.
Primeira vara do civel: egundaa e exla ao meio-dia.
Segunda vara da civel quaruie aabbadn ao meio-dia.
KPIIIMKI'.IHI.S DO HEZ DE KEVEREIRO.
g La nova as 7 hora, 23 minutos, W segundos da manhaa.
13 Quarlo crescente ao 7 minutos e *8 segundos da manhaa.
20 La cheia a 7 hora, 30 minutos e 48 segundos da tarde.
29 Ouarto minguaote ao 19 minutse 48 segundos da manhaa.
l'UIWlVIt l>K IIO.IK.
Primeira as f> horas e 0 minuto da manhaa.
Segunda as boras e 30 minuto da tarde.
DAS da semana.
18 Seguud.i. S. Semejo b.; S. I'rrpedgna v.
1 Terca. S. Conrado f.; S. (abino m. ; S. Alvaro.
20 Uarla. Ss. Klenterioo Nil hlr
21 Quinta. Ss. Maiimiano e Fortunato bb. ; S. Angel a. I.
22 Seila. S. Margarida de Cortoua f. ; Ss. Papias e Abilio bb.
23 Sabbado. Ss. Lasaro. Scverino ( Primitivo mu.
24 Domingo. 3." da Ouarejma. Ss. .Montano, Pretettato e Tharasio.
i:\c\khei..\dos da sitis ihp< ao m> mi.
Alago, o Sr. Claudino Falcao Dia ; Babia, o 6r. D. Doarai
Rio de Janeiro,oSr. Jobo Pereira Martin.
i:v. i>r.it.\AHDr<:o.
U proprielariu do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, a* toe
livraria Praca da Independencia ni 6e 8.
IK
PARTE QFFICI AL
MINISTERIO DA JL'STICA.
3.* ica-oMinisterio ilos negocios da jus-
tica. Rio de Janeiro, 17 de Janeiro de 1856.
Participa V. S. no su ofticio do 1." do mez
prximo lindo ler observado que nos feilos que i
por apellar jo sebem a esso tribunal do commercio,
o ronudor e deslribuidor do geral lava 19 pela
ilistribateao e conta do preparo que nelles lance,
fiindando-ss para isso no arl. I o do novo regi-
mentada cusas ; mas que entendendo V. S. nao
c o dito contador a pereepcao integral de
aquellos dous actos, c que esse artigo,
al para os secretarios das relaces, j pode
risa-lo a poreeber emolumento pela conla do
lo "por nao 1er o cap. 2.* til. 3." do mesmo
regirmenlo Iralado doslc objecio, equanlo s distri-
buanles que tiver feilo no seu escriptorio, somenle
a (planta de 300 rs. como he expresso no arl. 1 59
da 2i* parle, pode ser esclarecido sobre este ponto,
0 bem assim se pelo termo da aprcsetttaco alguma
cousa deve ser contada ao secretario desse tribunal,
alien Je entrar para a ata dos emolumentos, e se
V. S. na qualidade de presidente do tribunal de
2.* instancia pode cx-oflicio exercer, no aclo de
Ibe seren apresentadas as senlencas exlrahidas dos
accordos dojreferido tribunal para as fazer sellar,a
inesina attribuicao que aos presidentes das relaces
co.npeie pelo) art.lSC do citado regiment, quan-
to s senlencas que transilo (ela chancella-
ria, eimpnras penas disciplinaos do arl. 163, e
no caso deexcesso de escripia.
S. M. o Imperador, a qiieni foi prsenle este
negocio, manda declarar a V. Ex. que nada lendo
o distribuidor do geral com os feilos que por apel-
lacao sobem ao tribunal do commercio, porquanlo
a iiislribuii-ao dos juizes lie feila pelos presidentes,
ea dos escrivaes polos secretarios, conforme so
pralica as relacoes ( regulamento de 3 de Janeiro
de 1833, e 1." de maio do anuo prximo lindo),
nem o contador da 1.* instancia, por isso quo a
contado reparo dasapcllaces bu feita pelo secreta-
rio, como as relaces.ea conlagein dos autos pe-
lo contador da relacao, que serve lamlium parante
os tribunaes do commercio (regulamenlos citados),
lis evidente que-ao contador e distribuidor do ge-
ral nenbuns emolumentos compclcm por qualquor
dislribuicao feita em Mes tribunaes e pula conta
do preparo das assignaiuras -. sendo que da apro-
scuiacao, dislribuicao o conla do preparo que lau-
ca o nos processos devem os secretarios dos tribu-
naes do commercio cobrar, como os das relacoes,
19000, o ao preparo paraos embargos 300 reis,
. para serem recolludos ao cofre dos emolumentos, e
mensalmenle divididos com esles pelo presidente c
adjuntos. Pelo que respeita ultima duvida aprc-
senlada por V. S. manda o mesmo augusto sc-
nnor oulrosim declarar-lhe que aos presidentes
dos tribunaes do commercio compclcm as altribui-
ca* dos eluncellcrus sobre o excessn de escripia.
( Ra.'.'nlnHrn> de 3 de Janeiro de 1833, arl.
187 do novo regimenlo de cusas, e arts 71, 9fi
e 50 do regulamento do l. de maio do auno pro-
aimo pretrito ) Dos guarde a V. S.Jet
Thomaz Nabuco de AraufO.Sr. Cypriano Jo-
s Velloso. ,
3.' Secr/w.Ministerio dos negocios da justi-
ca. Rio de Janeiro 10 de de Janeiro de lSftG.
ExpooV. S-i no seu ofticio de 21 de Setembro
do anuo prximo pretrito, ser sua opiniao que as
quebras dos commcrcianles matriculados devem
continuar a ser procossadas pelos tribunaes do com-
Tercio depois de convertidas em de 2.* instancia,
mas que entendendo os jui*:sde direito especiaos
do sommercio competir-Ibes o conhecimento do to-
das as folennos,, sejao dos conimercianles inatri-
culados ou nao matriculados, podia ser esclarecido
a tal respeilo.
S, M. o Imparador, Picando inteirado da maio-
ria do dito oflicio, liouve por licm decidir que ne-
uliuiii fundamento tom a duvida proposta por \ .
S. avistada leidelO de setembro do 1854, que
conslituio os tribunaes do commercio tribunaes de
2." instancia, sendo que : 1." o arl. "23 do decreto
n. 1,597 do 1 .* du maio ultimo, excluindo somen-
te da competencia dos juizes especiaes do commer-
cio as allribuicocs do art. 0." 2., 3. c 5." do
mesmo decreto, conferio-lbes por consequencia as
demais atlribuicoes respaclivas s fallencias ; 2.,
determinando o arl. 24 do citado decreto a com-
petencia de laes juizes, c attribuindo-lbes o julga-
mento das causas commercines em I .* instancia,
entre as quaes se compreliendem as de fallencia,
sendo a abertura acto principal e inicial dalla,
nao era precisa disposicao especial a este respeilo,
porque a le posterior deroga implieilamele a ante-
rior, quando as suas disposicoes sao contrarias e
iiii-ompativiMs. O que communico a V. S. para
sua nlelligcncia. Dos guarde a V. S.Jos
Thvtnax Nabuco de Araujo. Sr. Finnino An-
tonio de Souza.
Illen. n ICxm. Sr S. M. o Imperador lia por hen
que V. Esc. rerommende aos jaitas de dircilo desa
provincia, que faram cessar a pralira abusiva de so
remellprem os processos originaos por appetla<\lo
sem licar un rarlorio o respectivo traslado ; devendo
portanlo, cm eorrcicao, impr quellcs que pondeiulo que,
sim praticarcm as peuas disciplinares que coulie- | ex-oflicio relativos ou em beneficio dos orphaos, nao
' |io ham os esrnvnes cobrar busca, rumo era expres-o
naOrd. II. I.", til. 89 $ 1:1.
Dos guarde a V. RxcJoi Thomaz Snbucn e
Araujo.Sr. presdanle da provincia do Rio de la-
ueiro.
.\a mema cunfurinidade s demais presidencias de
provincia.
3.a Secrao.Ministerio dos negocios da juslira-
llio de Janeiro, em 8 de fevereiro de 18-"i Illm. c Exm. Sr.Remello a V. Etc., com n seu
oflicio n. \\> ,le >> de maio do anuo prximo pre-
'erilu,.o do jui de direito interino da comarca deast
capital propomlo asegninte duvida; que lendo so*
liido rolac.lo ilo Maraulio uin proco*so. par appel-
laco inlcrposl pelo promotor publico da snbrcdila
comarca, em o qual foram dous reos condemnados
a uin absolvido pelo jury do termo de Ociras, sendo
e appellacilc por cansa da alunlvicao, a dcris.1 da
relacao que annullou lodo o processo, c manilou que
fosse a causa subni'llida a novo jury, comprelionde
(Odns os reos, ou smente aquclle que foi absolvido,
e por cuja absolvilo liouve appellaro '.'
Apezar, porera, de entender o jui de direito que
a decisao da relaco, versando sobre as nullidades
3.a Secrao.Ministerio dus negocios da juslica.
Rio de Janeiro, em ."i ilo Tcvereiro de 18.>t.
Illm. o Exm. Sr.A' relacilo do Marauhao subi,
por appcllacao do promotor publico, um proces-o
crinie, cm o fpial foram peto jan condemnados dous
reos o absiilvido a lerreiro ; leve lugar essa appella-
rila por causa da dacisflo absoluliva.
A relac.lo annullou lodo o processo c mandn snli-
meller a causa a novo juramento".
Proceden dalii a negaiats que'lilo : a decisao Ja
rolarlo comprcliendc 'ou prejudica a todos os reos,
ou somonte aquelle de cuja absalvirao se appellou '.'
O pii-de direito da comarca apia pela alllrioali-
va, c com elle se conforma o presidente da provin-
cia. Porem o juir. de direito da I.1 vara da corle,
quo foi ouvido sobre a pratica aqui seguida no foro
criminal, eulende qm* a decisilo sii aproveita ou pre-
j.lica ao reo de cuja alnolvicao se appellou, e nao
aos antros reos que se confonnaram com a senlen^a,
a qual para ellos passou em jolgado.
Parece pnrein ao cni-elbeiro procurador da cosa
que a negativa fura um absurdo, porquanlo a rar.lo
do accorlao, nao sen lo especial ai)reo absolvido se.
nao funilada na nullidade de lodo o processo, nao
Podia osle consider.ir.se valido para uns e nao para
utios; que os dous reos nao appellaram, masera
certa lamben que l'oi o promotor c nao o lercejro
reo quem appellou.
Importa ao jovenio imperial, antes de sulimeller
esta queslau a eonanlta da secano de juslica do cun-
slh i de estado, coiibecer qual sobre ella Icm sido a
jariipradencia desse tribunal da relelo : e em con- ciaes ao reo absolvido, era applicavel a todos, e nlo
seqoeneia mana S. M. o Imperador que V. Exc. rnenla elle, procede todava como procedern)
informe a este respeilo com a pessivel brevidade. "* *eus antecessores ha ."> anuo.-, isto be, nada ohrou
Dos uiiarde a V. Evc.Jo-i Thomn; Salmeo de e decidi. Meando assim e sem cxccucao o jubamen-
.Irmijo.it. Ensebio de (.lueiroz C.oulinhn Mattoso < do tribunal superior.
Cmara. Sndo presente a S. M. o Imperador o oflicio de
Na mesma eanformirlade aos presidenles da rea- V. E\c e o de referido jui de direito, manda o
cues das demais provincias. mesmo angosto senhor, em eonfonoidade deaprin-
Circular. I." Stccao. Ministerio dos negocios cipios rslabelecidos na circular dalada de bonlem
da juslica. Rio do Janeiro, em 7 de fevereiro de 'carea das llovidas que as autoridades judiciarias
IsVi. coslomain Irazer ao conliecimenlo do governo im-
lllm. e Evm.Sr.S. M. o Imperador lia por bem perial, que V. Exc. declare ao mesmo juiz de di-
qun d'ora em dianle V. Ese. n9o faca subir i sua re'10 1"e cl,e HSIisla presenca quaesquer represenlacoes ou ofli- ''" c'""" "'"""dcr. i vista da lei e dos principios de
cios do cnife de polica, jui/es de dircilo, juizes mu- direito, fazendo cessar, como convem a juslica pu-
nicipaas, delegados a subdelegados dessa provincia, M'c* o aos reos, a incerteza e indecisa desle nego-
expondo as duvidas, obstculos e lacinias que en- ci. sen lo que n.lo be licito aojuiz demorar a admi-
eonlram na exocuclo do eodiga criminal e do pro- nislracao da justica a espera da decisSo do governo
cesso, sem que vendan competentemente inslroidos imperial, que nao lem compelencia para decidir ca
e informados, segando prescrevem os arts. i'.lj, ">' pendentes e sujeitos ao poder judiciario.
Mi e 197 do regalamento n. I-JO de :tl He Janeiro > =t,,c :l v- Exc.-./o. ,le |8i2. slraiijo.St. presidente da provincia do Piauhv.
Muida outro-ini o mesmo augusto senlior : :1.a Scrr.lo.Ministerio dos negocios da juslica.
I. Que a fnrma eslabeltcida pelos citados arli- llio de Janeiro '*'i de Janeiro de 1856.
gos saja applieavai aludas as autoridades, e ex- Illm. a Exm. Sr.l'oi presente a S. M. o Impe-
(ensiva laninem as tais civeis e do processo respecli- redor o oflicio dessa presidencia dalada de -U de ou-
vo, sendo ouviili, qoanlo s le coinmerciaea, o |ire-Itubro ultimo, acompanbaudo por capia o que llie
si,l"iiio do tribunal do commercio do di'(rielo, em dirigir o vereador mais volado fia cmara munici-
vc/. do presidente da relaejto. | pal "da Barra Mansa, cm que pedio csclarecimenloj
-J. (loe competindo ao poder judieiarie a applica-' sobre os dons seguintes pontos de duvida :
cao dos ca-os oecorrealas da le.is penaes. civis, corn- |. Se lias c.iusas ora que slu impedidos os sup-
merciae e dos proccssos.respeclivns, eassaoabato ,nlos do juizo municipal, pudendo elle exercer es-
q.ic fommetlem muilas autoridades judiciarias, dei- c.,r,0 cm juramento ja prestado como verea-
x.ndo de decidir os casos oecorrentos, esojehaa- ,)or, ,,0(ic igatlinente sem dependencia de novo e
do-oa com duvidas ., decisao do soverno imperial, | especial joramenlo servir de juiz arbitro em algomi
pela qual esperam, ain.la que Urda seja, sobr'eslan- ae\],t em (|u ,ls p,)rie, 1)e||0 x |ouve, ; o., ,e mo
(o e demorando a administraban da juslica. (pie cabe
cm sua autoridade, e privando assim aos tribunaes
supTiores de decidirem em grao de recurso e com-
petentemente as duvidas que ccorr?rem na aprecia-
ca ) dos fa.H'is e applicarao das leis.
3. tjue V. Exc. faca sentir as sobredilas autorida-
des que os citados arls. 195, 196 e id" do regula-
memo ii. 120 de 31 fie Janeiro de 1SI2, lulo se refe-
ren! de neiibuma maneira aos rasos pendentes da
junslirr'io ilas fucsinas autoridades, rengo nos que
lem basado, e em cuja ddalo lia occorrido llovidas,
e se teni conlieciilo obstculos nn lacunas ; sendo
que o governo imperial nao pode seiio por modo
geral fui r j 11 fiioiii ir decidir sobre essas duvidas,
nbitacalos e lacinias que se encontram na execucan
das dilas leis relativa ao direito civil ou penal e
processos respectivos ; porquanlo, c as sua* deci-
ses vcrsassjm sobre o casos iudividuaes, dariam
aso a conflictos e collises com o poder judiciario, ao
qual essenealmeala compete por sua natureza a ap-
plicarao das sobredilas leis e apreciarlo flos casos
occorrenles.
i. (Juo em consequencia, e so alguma auloridadc,
em vez de decidir o casos que llie sao sujeilos, qui-
zer, sol pretendo de duvida, submetle-ios ao gover-
no imperial, deve V. Exc. devolver-lbe as repre-
senlacoes e oflicioi respectivos, para que ella julgue
conforme a lei e jurisproduiicia. ilanilo os recursos
Lpie coiibercm para os tribunaes superiores.
Dos marde a V. Exr./ose Thomaz Saliwo de
Araujo.Sr. presidente da provincia do Rio de Ja-
neiro.
Na mesma conlormidade s demais presidencias
de provincia.
Circular. 3." SecjAo. Ministerio dos negocio
da juslica. Rio de Janeiro, em 8 de fevereiro de
|856.
do jui ilos orpbaos do lermode S. Joso, dessa pro- | O que communico a V. Exc. para sua Inlelligen-
viucia, consultando se aoeserlvao do seo juizo eom-! cia, e para o fazer constar ao sobredito juiz.
pete busca quaodo tiver de procurar aolos e oulms
papis para eipedir mandados ciliar- ex-ollicio,
bem como a copia do que V. Esc. Ibe dirigi, re-
vislo serem taes mandados eedilies
Levando o dito olTco e papis a elle junios ao
conhecinealo deS. M. tapwador, houve o mes-
Deos guarde a V. Evr../use Thomaz Salmeo
de Araujo. Sr. presidenta fia provincia de S
l'aolo.
I'areccr do rdn fe refere o arito data data :
A especie que se figura, e de que com tanto appa-
rato e estrepito se forma a duvida proposla. dizen-
do-se ser cnso zioroque sabe fora do principio etla-
helerido peto direito romano antigo, lem sido e be
mo augusto aeuhor por be) e> approvar a rlecisao j pelo contraria una da maisfrcquenles e Irivia
dada por V. Exc; ponjvantaslariase emolunienloa
fixados pelo novo regulamenlo de cusa sao devidos>
quer sejam os actos ex-officto, quer sejam a reque-
rimeulo ile parles, sendo que a differeiica que lia a
respeilo dos actos et-ollirio, be que us emprecados
n.lo podem exigir logo as rusia ilelles (arl. 18i do
citado icgimento'i, mas devem ser contadas, afim de
que sejam pagas pela parte que for afinal rontlenini;-
da as cusas.
O que cnnimunico a V. Exc. para sua aMIigen-
cia e para o fazer constar ao juiz dos urpbilus du
lermo de S. Jos.
D-os guarde a V. Exc. Joic Thomaz. Sabuco de
Araujo.Sr. presidente da provincia de Santa Ca-
Ibarina.
3.< eccAo.Ministerio dos negocios da juslica.
Rio de Janeiro, em i"> de Janeiro de ISli.
Illm. e Exm. Sr.D V. Exc. conla no eu oflici0
subslanriacsdo processo, e nao sobre motivos espe- 'V Hi de Sdeoutubrodo auno proxim findo.que or-
lenand esa presidencia ao promulor publico da co-
marca de l'aranagu que denunciasse do cx-admini-
Iratlor de dizimos, Enieslo l'ereira Serpa, pelo cri-
me de estelliouato, em raaao de baver ilelrau lado a
fazenda provincial, participara o mesmo promotor
ler jdado a rom plenlo denuncia aojuiz de direito
respeclivfi; mas que soppondo qne da parle fio de-
nunciado appareccria a allegarlo de prescripQjo,
consultara se ella devia conlar-se do dia cm que o
ex-adininistrador recebeu do creilores os gados de
dizimos perlencenles a dita fazenda, uu se da rpoca
da preslacjo de coulas.
(ne em solocao a essa consolla V. Exc. Ibe ile-
ejarra que devendo a prescriprao ser contada do
dia em que se pralicou o ultimo aclo considerado
complemento do crime. na turma do art. 275 do re-
golamenlo n. 12(1 de 31 de Janeiro de 1M2, nio en-
trara em duvida ler o ex-adroinislrador de dizimos
commellidu o rriine de que era acensado, na occa-
sio de prestar as suas cuntas, em 7 de marco de
18X1, e que foram approvadas em i de abril do
mesmu anuo, por ser ueste acto que elle delraudon a
iazenda provincial, suhtraliindo, ou nao dainfii con-
ta do im|Hirle do lodos os gados que bavia arrecada-
do, e nao quando os recebeu ; e que portanlo, nn
caso de apparcrer a allcgacan de prescripeo, e de
julga-la ojuiz de direito cm favor do denunciado,
(iulia lugar a appell.icln para a relacao, conforme
dispe o art. X(I 3 2." dt regulgasanlo n. 1"J0de 31
de Janeiro do 1812. da qual o dilo *:omo(or deveria
laucar nio. Solicilando V. Exr. por ultimo ser es-
clarecido, 'e, ademada a (rcicrijvrao peranle o juiz
municipal, c sendo por este admiltida, devia serap-
plicada a dispoeiffo do arl. 7R l. da lei de 3 de
dezembro de I8V1, e art. i.XOS do regulamenlo
414C0N1\ DAS III I.IIF.IU.S.
Pon Carlos Mosjselbt.
PKIMEIKA PAUTE.
i
sendo jiiridicamenle repugnante o exercicio das
funcrr>es de juiz municipal coca as do vereador, de-
ver seinpre absolutamente absler-se ila accumula-
cao desse* cargos, quando 1 lie couber a supplencia
fio primeiro como vereador, ou se, como em idnti-
cas circunstancias lie mandado observar a respeilo
dos cargos de juiz de pex e vereador, pelo aviso de
de iunbo de 1819, pode accumiilar cfi'ecliva e or-
dinariamente os referidos evercicios, paseando um
delles ao immedialo substituto somante no caso ra-
ro e excepcional de difliculdade material de os aecu-
mular.
E o mesmo augusto seobor manda em resposla
declarar a V. Exc.: quanto a primeira duvida, que,
se o propouenle na qualidade de juiz municipal for
iinnicH.il juiz arbitro, como be pcrmiltido pelo art.
70 do regulamenlo n. 737 de 2X fie novembro fie
18X0. elle pode evercer esse cargo com o me.mo ju-
ramento com que serve o de juiz municipal, pela
mesma razao por que exerce esle com o joramenlo
que bav gunda, que sempre-que Ibe compita por substiluirao
o exercicio do lugar de juiz municipal, deve deixar
o ile vereador, cuja iucompalibilidade esl milito
clara eexpressamente declarada pelo decrelo n. i:*.)
de '.I de agoslo de 1815.
O que communico a V. Exc. para sua inelli-
gencia, e para o fazer constar ao referido verea-
dor.
Dos guarde a V. Exc.Jos Thomaz Sabuco de
Araujo.Sr. presidente da provincia do Rio de Ja-
neiro.
3-'i seccao.Ministerio ilos negocios fia juslira.
Rio de Janeiro, em 2X de Janeiro de IKXIi.
Illm. e Exm. Sr.Com o oflicio de V. Exc. fle-
tado de X do mez antecedente, sob n. 123, reeebi o
I
tul lirtfeslrondou no meio do silencio da uoile.
O que he aquillo'.' pergunlou om liomem alon-
gando a cabera pela portinholadc umcoKpe, que ro-
dava na estrada de Ecouen para Saint Denis.
O coebeiro parou a carroagem, e lancou os ollios
para lodosos lados. Erain obra de ouze horas.
Poslo qoe campo fosse raso nesse lugar, a la
lluminava siunenla vapore densos e movis como
os que exbalam das ilhargas os cavallos suados.
Enlo .'
Creioque oeslrondo parti da rasa de madama
AUa4ie, respundcu o coebeiro.
Onde fica ssa casal
All a direila, disse o coebeiro indicando um
ponto branco com o cabo do chicle.
Adianla-le prudentemente e applica o unvido.
O carro eaminhou a passo durante dez minutos, e
parou a pouca distancia de urna casa nova e isolada
a beira da estrada.
O lioinem do coup lornou a abril a |H>rlinbola, e
pergunlou :
Ouvesj alguma cousa :
Mais nada.
Vs claridade as vidraca'.'
Neuliuma.
Entao le encanaste, e o eslrondo nao- veio
dahi.
Oh! mas o cao nao ladra como faz sempre
qoe passa alguma carruagem.
E ha jardiui atrs da casa'!
Sim, seiilior, um grande jardn, noquldi-
zem que mad.una Alia lu lem despen lulo minio i|j-
ubsiro.
E quem be essa madama Abadicl
lima vellia.
Oue faz ella _^
Nio faz nada; he rica. Ha um anuo que veio
habitar esta caa de que he proprictaria.
Mas nao vive ah oziliha".'
Ol! n,lo, senhor; madama Ahadieama muilo
a sociedade; recebe mullas visitas principalmente de
miillieres. Alm disto (em comsigo urna serva sem
cootar Francisco.
Francisco?
"He o jardineiro.
Lugo, he claro que dahi nao pode (er partido o
HtP. Coulias leu caminho.
E o liomem rccolheu se decididamente ao fundo
da carruagem.
Mas esta nao moveu-sc.
Ei-a, camiulia ctelamn elle ; em que pensas?
Pens, disse o coebeiro, que deixei ha ponco
Francisco em Ecouen jugando na hospedara da Tete
Soire.
C.onveulio que isto muda as cousas: o cao que
nao ladra, o jardineiro que eati ausente... Mas em-
fim resta a criada ; assim, pois, a caminho!
Apezar da segunda ordeui, a carruagem persisti
em sua immobihdade.
Veja, senhor !
Oque alnila '!
Abre-se braiidamenlc urna janella i'o primeifo
andar.
Apre !
lima cabeca de liomem... pile olha para aqui...
fechs repentinamente a janella... Ou* 9 auora aquel-
lo rumor na casa'.' Parece um tierral amenl de ba-
tatas em celleiro.
He verdade disse o liomem, o qual de'ta vez
salltiu fra do coupe.
Eu bem dizia !
Conven averisuar aquillu.
Oual he sua inlencan I
I iea em (eu lugar emquanl vou baler
porta.
O bomem dirigio-se rasa ; mas chegando dianle
della, parou, parecen rellerlir, e vollou.
Vossa senhoria nao baten'.' disse o coebeiro.
He intil; a porta esta aberla.
Oh oh !
Assovia, e faze estalar o chicle emquanlovou
entrar.
Bullo, quer entrar, senlior'.'
Cerlamenle.
Sesiono?
Bem sabes que sempre trago comigo algumas
juias de viagem.
Cuidad' disse u coebeiro meneando a ra-
bera.
Se mo me Uveras (ornado n ver nem a ouvir !
no lini de dez minlos peders vir prorurar-mc ; mas i
aposto que l'oi um accidente iosigninoaole...
Fallando assim, hiimem adiaulara-se ale ao li-
niiiiar da casa de madama Anadie. I'assou-o e achou-
sc cm um paleo.
O primeiro objecto em que troperos foi em um
cao grande, que eslava uiorlo.
Mo nresaaio, murmurou elle.
Subio'um pequeuo poial, onde havia urna porta
lainlicm entre-aberla, impellio-a, c achou-se rodea-
do de Irevas complela-.
Todava nao veio-lhe a idea ile recuar. Smenle
licou imnovel durante alguna minutos, afim de leos-
lumar os olbos escfiridao. Poueu depois distingui
urna escada ilonde viuha una deil claridade, cao
mesmo lempo ouvio gemidos.
Dii igindo-sc i e.scada, subio-a i pressa ; mas che-
gando aos ltimos degros, os ps escorregaram-lhe
ii. 12Ude 31 de Janeiro fifi 18(2, para dessa decisao
olerpor-se anpellac.lo para o juiz de direito, visto
como quelle juiz compete nesle caso o juUamento
tinal, como acontece quando a decisao be proferida
pelo juiz de direito, segundo a hypolhese sujeita.
S. M. o Imperador, a quem foi prsenle o negocio,
manda responder a V. Exc, quanto primeira par-
te do seo citado oico, que estando o caso affecto ao
poder judicial, como no mesmo otlicio se declara,
cumprc esperar delle a decisao final, approvando o
mesmo augusto senhor o procedimenlo de V. Exc.
quando procora fazer punir os delapidadorcs da fa-
zenda nacional, mandando accusa-los peranle a jus-
lica : equanlo segunda parte do mencionado ofli-
cio, que na ha duvida de ser ao raso em qnesiao
applicavel a disposicao do arl. 78 I." da lei de 3 de
dezembro de 18i I, e art. 4OS t.' do regulamenlo n.
120 de 31 de Janeiro de 1812.
Dos guarde a V. Exc.Jos Thomaz Salmeo
de Araujo.Sr. presidente da provincia do Pi-
auby.
3.a secrao.Ministerio dos neizociiw da Justina.
Rio de Janeiro, em 2ii de Janeiro de 18X(>.
Illm. e Exm. Sr.Sua Magestade o Imperador,
a quem fu prsenle o oflicio de V. Exc. datado de
>\ de dezembro ultima, acompanhandn por copia o
que llie dirigi ojuiz municipal do termo de Jun-
diahy, em dala de 20 do mesmo mez, solicilando do
governo imperial, por intermedio de V.. .c, solu-
ra duvida cm que se acliava sobre o deslino que
devia dar a cerUquantia deixada coi testamento pa-
ra o lim ile ser auxiliado um escravo na aequisieo
de -na liberdade, leudo mandado ouvir a respeilo o
onselheiro procurador da eonia, liouve por bem ap
provar o seu parecer, que ora lhe remello junio por
copia, Picando com elle jurdicamente resolvida a
questao sujeila.
foro ; equanlo mais se espr.ua e folga o propooonle
em explicar as disposicoes do direito patrio, e ojr/es-
humano principio do romano, de mistura com os
diclames da humanidade, e com as dontriuas do se-
cubi em que ticemot, lano mais moslra igno-
rar, em (odus os pontos, a legislarlo palria e ro-
mana, applicaveis materia, atis hem imples c
crrante.
,Cumpria-lhe acatar mais as leis vigente do nosso
.mperio, e a legilai;.lo romana, fonlc de quas ioda
I, legislacao das cultas nac/ics europeas receher c nao
da i liries.
A execur.lo dessas e semclhanles disposires tes-
tamentarias bem como de todas as nutras em ceral,
nodo privativo oflicio do leslameuteiro, que aceita
a testamentaria, o qual por esle Tarto contralle inilis-
soluvel obrigacao de cumprir risra a ventada 'lo
lestador. Era pois do dever do procur. dor din resi-
duos e'testamento* fazer enlregar ao (eslamenleiro
essa quanlia, para que elle ddigenciasse salisfazer r.
verba sob sua responsabilidade, nbrisaiulo-o, se
fosse preciso, a assignar termo, aules de lhe julgar a
conla.
Se a vnnta le do te-lador foi dar essa conunissao ao
seu leslamenleirocm quem confiara, ea quemabnnou
em juizo c lora, c se esle tclamenleiro aceitoa os
encargos da teslainenlaria, naila mais linbao uizn a
pralicar a este respeilo, competindo ao leslameutei-
ro fazer ilo dinheiro o uso que bouvesse por inelhor.
oh sua responsabilidade, emquanl nao pu lesso sa-
irsraier essa dbposiego do testador, sem a mais ser
abrigado.
Eis o que sempre se pralicou no foro, n0 por
virlodc immedielo do ilireito romano, mas por dis-
posiro da ord. liv. I.', til. H2, que firma estes c ou-
lms principios, e he por isso digna de esludar-se e
entender-sp.
Errou (miso juiz da conla, se obrnii de oulra ma-
neira, abandonando a via leaal, que era esla.embo-
ra lhe parecesse m. Os juizes nao rapprem, nao
eorrigem as leis; sao meramente observadores da
lei; nao cguem emelhor, seguem o justo- e justo
s lie que as leis delerminam.
No estado actual, qual o posso figurar pela expo-
sitfio, he do dever do propouenle emendar e repa-
rar o ciro, fazendo por na mao do leslameuteiro es-
sa quanlia. para a devi la applicaru a seu carga :
e miando o (eslamenleiro ja Icnha dado conla fio
testamento e esleja exonerado, cumpre-llie nomoar
um leslamenleiro dalivo para execular essa dis-
posicao, entregando -llie o di.iheiro sobre caiirao,
como se pralica em observancia da citada orde-
narlo. ,
Succadendo que n.lo se possa jamis conseguir a
liberdade, rapott^e caduca a verbj, c essa quanlia
vira a accresrer ao herdeiro ou herdeiros instituido,
no testamento.
Nada tem com islo a Ihesouraria de fazenda, nem
o juizo dos orphaos; sendo ociosas c de lodo perdidas
essas licnies, verdadeiramenle romanas, c s Utilosas
casusticas que se levautam fura do sssomplo. Sos
lenem hahtmu*. Sejamos solcitos em estudada, ze-
losos em guarda-la.
llio de Janeiro, cm 12de Janeiro de ISSli.Prvtn-
cisco Gome* de Campo*.Secretaria de oslado dos
negocios da juslica, em ti de Janeiro de I8XG.7osit-
no do Saecimento Siloa.
3.a ScccAo.Ministerio ilos negocios da Justina.
Ro de Janeiro, em -JS de Janeiro de 1836,
Illm. e Exm. Sr.Reprsenla V. Exc. no sen of-
licio n. 123 de 30 de novvm.ro do anuo prximo lin-
do, que lendo hido um labelliao dessa capital lavrar
nina escripiura no livru respectivo fora do seu car-
lorio, exigir e recebera pelo seu trabalbo I.VstSK^
por entender, fare dos artigos 87, '.13 e I8 do no-
vo regimenlo de cusas, que lhe competa iaOOO por
um dos consli(uin(es, 89000 por nina pesaos que pas
sara a procuracao por s c como lulora de ilguna
orphdos, e3-O(X) de caminho. Que dando as pessoas
que mandaram lavrar a escripiura diversa inlelli-
gencia .i primeira parle fio citado artigo 87, parc-
ceudo-lhes que, pelo faclA de ser ella escripia no li-
vro, anda que para muitos consliluinles, nao devia
cuslar.^ais de iyKK) alem do caminho, que lambem
achari i excessivo, por nao gastar a procuracaoqua-
Iro horj de servico, recorrer urna ilessas pessoas a
um dos juizes de direito deisa provincia, o qual, se-
gunda se dizia, indefenra o seu requerimeiito. o que
equivala decidir que eslavam bem pagos os I.V-OOO;
mas que julgaudo V. Ezc. injusta semelhante deci-
sao pedia ser esclarecido a tal respeilo.
Sendo levado esle negocio ao conbecimenlodc S.
M. o imperador, manda o mesmo augosto senhor de-
clarar a V. Exc. qne o pagamente na razao d nu-
mero de oolorgaoles be somenle estabelecid pelo
novo regiment de cusas arl. 87' no caso de seren
as proruraeoes fora das notas, endo que para aquel-
las que se l'azem no livro das olas o citado ar'igo
.o fi
sejam o oulorsantes, o que esta em harmona com
a disposirao do artigo 8(, que (xa para as escriplu-
ras I^OftO al l:(HK)(HK), anda que muilos sejam os
roulrahonles ; que por consequencia houve excesso
do cbsum no caso de que se traa; fporque o tabel-
I1A0, qtie apenas UBjM direito a JOOO cobrou I-" ;
rumprindn que o jeiz de direjlo que ndeferio o re-
querimenln da parle reclamante informe sobre esle
objecto. Que quanto porem aos 3> que o labelliao
recebeu a titulo de caminho, parece haver equivoco,
porque, sendo o caminho cousa dillerenle da eslada,
segando OS artigos > e 108 do sohredilo rgimen!
de cusas se essa quanlia lhe foi paya comoestada
deve considerar-se legal a percepfao della.
Heos guarde 1 V. Exc.Jos.' Thomaz Sabuco de
Jrauja.Sr. vice-presidenle da provincia do Ma-
ranhAo.
3. Seecao.Ministerio dos neaorios da justica.
llio ile Janeiro, em 30 de Janeiro de 18X(i.
Illm. e Exm. Sr.Em resposta ao otlicio de V.
ja foi decid Ja por aviso de 12 d correnle
qual houve S. M. o imperador por bem mandar de-
clarar ao presdeme da provincia de Miaas (jeraes,
em ""l'ic.to a orna icual davida, qoe 0S0 eatalulo
ceudo o artigo Kfi do novo reximealn de coalas sata-
no algum maior qoe o de I para os escriptos capa
laiiramento ou registros exceder de qoarenta liaka
de 2X lellras rada orna, nao ha por era ootro expe-
dienle a seguir qoe o de cobrarem o laMHIes per
semelhanle (rabalbo somenle o salaria
nesse artigo.
O que communico a V. Exc. para soja ia
cia, e para que o faca coaltar ao meneieaad josa.
Heos guarde a V. Exc.Jos' Thomaz .Vafeara ala
Arauii,Sr. premenle da provincia 4a Maraaste.
MINISTERIO DA GUERRA.
Circular. Rio de Janeiro. Ministerio das
negocios da guerra, em 21 de'Janeiro de 1856.
Ilm. e Exm. Sr. Porquanlo, nos tenaos do
decrelo n. 1,071 de 7 fie novembro de 1855. aa
placas criminosas de desercao c de ausencia sejam -
ohrigadas a pagar fazenda publica, depois decapoa-
radosouapresenuidas, o importe das pecas de equi-
pamento e fardamenlo nao vencido que bouioresn dc-
sencaminbadopor occasiaode commetlerera o crine,
lie conveniente que as pagadoria; e thesourariasonde
aquelle desconlo houverde serfeito lenbo conbo'i-
menloquaes as referidas pecase a que periodo perten-
bxe. ilalado fie III tle novemnro ultimo, acompa- .____j.r..i_____,. _-' _^j t' -
, .... icm as de fardamenlo nao vencido, bem como do ha
miando por copia o que dinsio ao miz miinicinal' 1.. a____ r j a 1 1
. .' ,.. '. idaaiiseiitiadapraca.afimdepoderemcalculirovalar
supplcnle do lermo ta Chapada, dando-lhe solucao
proporcional deslas ultimas pecas que deve fazer
parte da quanlia a descontar-se. Por isso pas
determina o governo imperial que na relacao de
moslra do me/ em que se der praca desertada ost
.-senlo nova entrada no corpo, por apreseatacao
ou captura se declarem quaes as pecaa qoe 1
ruin do conselbo de disciplina baver ella
minbado em consequencia da desercao ou 1
o dia cm que ella se ausenlou, com referencia i re-
lacao de moslra em que a falla foi notada ; a a pe-
riodo a que perlence as pecas de fardameale aio
vencido ; para que as ditas pagadorias a thesoura-
rias, fazendo a conla da quanlia a deseontar-se,
communiquem-a pelos tramites competenles aoccr-
po a que a praija porlencer para entao ler lujar o des-
como, o qual nesie caso nunca sera realisado aeau
tendo-seem visteo computodadivida qucfdrprefi-
xada por aquellas reparheoes.
Dos gnarde a V. Exc. Mrquez de Cm-
xias. Sr. presidente da provincia de.....
GOVERNO DA PROVIMCIa.
Expedieata fto U 18 ote Ssvaraar..
nilicioAo Exm. marechal commaodant* das ar-
mas, dizeiiflo qoe j fez as recommenda^oes oecev-
sarias lulo s para que as praras all destacadas se-
jam prvidas de bons alimenlna a andem bem asa-
islnadas, mas lambem para qne a< autoridades tito-
quella comarca contraten) Irabalhadores para a COSt-
tiirc.io tos doenlea choleriqis e eoterraaento dos
que fallecerem vigiando o deslaramenlo qoe easo
- rviro seja feitt. com presteza o regularidad*, o 00-
clarando que S. Exc. altendeodo as rircomslaa
as seguinles duvidas : 1.a, se um vereador da cma-
ra municipal, que nao est em exercicio por estar
coin o cargo de delegado de polica, pode, quando
cabe aos vereadores a supplencia do juizo munici-
pal, exercer esle cargo ; 2. se na conressao ou ar-
bitramento das fiaucas lleve ser sempre ouvido o
promotor publico da comarca em vis(a do disposlo
arligo _!JJ do resulamenlo tle 31 de Janeiro de 1812,
ou se as-umse lleve proceder s nos lugares em que
reside o dito promotor ; 3.a, se tentlo doclaradoto
promotor o crime aliancavcl, e idneo o fiador, pode
o juiz reconhecendo o crime aliauravel, negara ll-
anca, ou nao acedar o fiador por nao estar no raso
do artigo 303 do regulaiiieulo citado, 011 por exercer
ilebaixotle lianca algtim empreo de fazenda ; i.,
e vista do artigo 80 do novo regiment de cusa
indiciaras devem os tabelliaes cobrar nicamente a
quanliade 13 por cada escriplo quclant;.ireinem seus
livros, seja qual for o numero de linbas excedente
de qosrenla;5.a, se as tunta lellras tle cada urna das I
Iriala c (res linbas tle que trata a segunda parte do j
artizo 117 do citado regiment deve se entender com
lauto rigor que, para se suardar exactamente esse
numero, se deva al partir avilabas; Ii.1. finalmente,
qnanlodevem proceder os tabelliaes pelas conferen-
cias e concerlos quefizerem, a petlido das parles, nos
pepe) escriptos. por oulros ; o que salarios c deve
contar aos ofliciaes de justica por cada dia em que
forem empregados no jury, e ao 'porleiro dos audi-
lorios por apregoar porta do referido tribunal os
reos, fiadores a (csemiinhas, assim como as partes j delibere quanto a remessa das pracas da mal
nas audiencias ilos juizes : devo Icrlarar-llie, de or. Jnl^'r "'s ""'
,,_,,., I UKoAo inspeclor da Ihesouraria de lateada, ro-
llen, fie S. M. o imperador, a cu jo alio coubecimen- commendando que mande colregar a romav-Oa do
lo leveio referido oflicio de V. Exc. que o mesmo hvgiene publica, os medicamentoque cslivaraaa na
raguslo*senhor houve por bem a:pprovar : I. a de- alfandeaa e a que se refere o oflicio da prsaidencia
cisao que sobre a primeira duvida deu V. Exc. quan- 'le.''. ''n rrfll,e' ,
'1 UnoAo mesmo. commamcando arhar-aa anan-
dodeclarouque naoo vereador mais voladoquese|ni,sj,1rte|,)2iee publica encarregada da mandar
acba no exercicio do cargo fie delegado ou subdele- i fornecer e preparar todos os medicamentos qoe do-
rante a epidemia leem de ser remanidos para as di-
versos losares da provincia, e recomroendando
cado. mas sim o inmediato que se acba na presi-
dencia da cmara, he o competente para supprir a
falla dos supplenles do juiz municipal, nao porque
sejam inconipativeis os cargos de delegado e juiz mu-
nicipal, seiulo porque nao se achendo elle 110 exer~
cicio de vereador, nao pode ser suppleule do juiz
municipal, porque esla supplencia compete ao ve-
reador, e como tal nao se considera aquelle qoe
nao esta em exercio; 2. a decisao de V. Exc. quan-
to legrada e lerceira duvidas, declarando que ao
juiz compre ouvir o promotor publico, sempre que
elle esleja na comarca, para aconcessaoou arbitra-
mento das bancas, mas que nao he abrigada a se-
guir o seu parecer, devendo dar a sua decisao se-
gundo a julgar mai conforme a direito, e que fae-
l tic ser empregado de fazenda SM he motivo para
ser considerado incapaz de ser fiador, una vez que
se dm as condictes do artigo 107 do cdigo do pro-
mande salisfazer.es conla que forem amisaadas pa-
lo presidente da referida commissao, oa per qaem
suas vezes fizer.Communicou-se a este.
DiloAo mesmo, para mandar entregar ao Dr.
Jos Joaquim de Souza ou a sua ordem, a quanlia
de 'am-sKHt rs. por conla de suas gralifieardes.
DiloAo mesmo, reeommendando que manda re-
uieti-r com urceucia para Sanio Anlao. |- garrafas
de vnho frreo e urna de Indura ds quiaa campasu.
urna ilu/ia de sarrafas de vinho do Porto beea e urna
arroba de cafe.
DiloAn mesmo, dizeiido que pode expedir aaas
orden ao inspector da altandega para rnnscalir na
despacho isenlo tle direilos, de dous fardos da bea-
ta que S. S. comprou para o servir publico par
conla de diversos ministerios.
DitoAo mesmo, mandando fornecer rom ur-
gencia a commissao de beneficencia da fregooaia da
lloa-Vista, os ob retos mencionados na relardo qoe
remelle por copia. lambem se manden fornecer
medicamentos para a enfermara da Oponga.
e foi ohricado a apoiar-se no corrimao para Jiao ca-
hir militas vezes. Comprehendeu esse fado vendo
sobre o palam.tr do primeiro ailar urna alampada,
cujo pa.io cabido 110 meio do azeite derramado lan-
rava o clarees morbuud:* que o linha>>> guiado
al ahi. >"
Os gemidos augmenlavam c toroavam*Sv^..,s dis-
tiuclos ; -ilu un de una cmara situada 110 fundo da
casa. O liomem iilrou ahi atravez das cadeiras e
outros objeclos cspalbados.
Seu primeiro cuidado fui ir a urna janella e abr-
la inicuamente. A claridade qoe enlrou refleclida
mmediatameutc por umespelho fez lhe distinguir
iluas laulernassobre a chmin : elle lirou urna Ini-
cia e vollou a patamar para acccnd-la na luz da
alampada.
O que vio eniao encheu-o de horror.
No meio de urna alenva, qne fiira saqueada, esla-
va alafia a urna poltrona urna mullier de sessenta e
cinco a setenta annos, e numerosas manchas verme-
llias obre sen roupao allestavam as feridas que re-
cebra. Sua bocea eslava coberla por um lenco.
O liomem desatuu-o pressa c incliuou-se para
ella. Os olhos da victima excess'ivatncntc dilatados
brilharam do urna maneira extraordinaria. As pri-
meiras palavras que ella proferio foram estas:
I.a em cima... I,i em rima...
Segundo essa indicarlo, elle preripilava-se ja Pira
do quarlo quando um (umullo que houve 110 jardim
desvion-o desse projeclo. Doos individuos quebran-
do os arhosios c derribando os jarros de llores u-
giam com rapidez.
Elle armn precipitadamente urna pistola de alg-
beira, e ilisparou-a nessa direcc^lo. Provavelmeute
a bala perdeu-se no jardim, porque um minuto de-
pois elle vio ambo sallaran sobre muro o desap-
parecerem sem Ibe ilarem lempo de armar a segun-
da pistola
Desasado! disse elle aposlrophandn asi mesmo.
Voltaiido-se, avislou o codifico que fora allrabi-
do pelo eslrondo, e qoe permaneca assustado no
meio do quarto.
Misericordia! que acrlnleceu aqtii, senhor?
Accende oulra bngia, c corre a casa de alio a
baixo, emquanl vou soccorrer esla pobre iniilhrr.
Vai c volta logo para me dares conta do que tiveres
vislo.
Sim. senlior.
Feando a siis com madama Aliatlie, o bomem ror-
ton as cordas que alavam-na a poltrona, e iulerro-
gou-a ilepois sobre as feridas ; mas ella ineneou Iris
Icmcnle a cabera. Mal podia fallar, e levava a mafl
i garganta. Depois de longos esforros conseguio pe-
dir de beber.
Eniquanlo ella beba com avidez, o bomem exa-
minava-a. Devia t>'r sitio bella onlr'ora, o suas fei-
ces conservavam anda grande carcter.
Obligada, senhor, disse ella entregando o co-
po, e rotilemplaiidii-n lambem com atlcncao.
Sente-se inelhor?
Sim... mas ludo esta acabado, respondeu ella
com um snrriso de certeza.
E afaslando o roupao, mosfrou o peilo ferido em
(res 011 quatro lugares.
Canvm charaur-lhe j om medico, disse o lio-
mem recuando, e vou...
Nao! fiqoe 1 exclamoe ella vivamente ; elle
chegaria lalvez larde,-e... lenho necessidade de fal-
larllie. -
Nesse momenloouviram^se os passus precipilatlos
do coebeiro, o qual entrou com o semblante per-
turbado.
Enlao? perguntou-lhe 0 bomem.
Ah.' grande Dos! etles arrombaram todos os
movis, roubaram e levaran lado 1.
i.ticn i.......1li1.1l......i'-" para madama Abada
lena sorprendido nella um gesto de denegarn, ,-
tena visto seus olhos dirgipem-se involunlariameu-
le para a parle do quarlo em que lirilhava o espe-
llio que assignalaroos.
Mas isso nao he ludo, arcresreniou o cocheiro
com urna especie de hesitarlo; se vossa senhoria
seubesse...
O que?
A criada...
Eu sei, ballmciou madama Abatlie; pobre Jo-
scpbin!... quiz defender-ule, lenloii gritar... elle
mataram-na.
Sim, senhor, all ; lio cousa horrivel.'
Corro a Ecouen... nao, a.Saint Denis avisa a
justica Nao percas um segundo !
Ouvindo esta ordem, madama Anadie nailou-M
ubre a pollmna, tenlou eslendcr o braco como para
reler o cocheiro que dispiuiba-sc a partir, e excla-
mou com voz sull'ocada :
Nao!
Os dous homens cnrararaTn-na com espanto.
Anda nao! accre-cenloo ella; deixe-sede jas-
tica por ora !
Mas importa que a scuhora faca sua decla-
raran.
Pois bem I... a Vmc... a Vmc. primeiramen-
le e depois se eu poder... Oh d-me de beber!
Tome!
Agora, murmurou ella depois que beben, reti-
re daqui esse bnmrm por favor.
A um signa! do amo o cocheiro sabio.
He quasi singular que os pintores que procuran!
mdatas vezes iuspiraces nos obras dos romancistas
e to* podas nao .jaai mais solicitados pela vida
real, lao fecunda em poesa e em terror. A' srena
que descrevemos, por exemplo, nada fallava para
tentar um pinrel apaixouado, nem o senliinenlo
dramtico, nem as opposiecs de luz, nem o mvsle-
rio, nem a desordem. As cortinas arraslsvsm- ? no
rli.l meio rasgadas, e leudo a marca do dedos en-
sangueiitados; os movis eslavam fra de seu lugar;
pregos de tpalos linham rtacado o assoalho. O si-
lencio exterior e a pallidez da uoile vista pela ja-
nella que lcra aberta augmenlavam a harmona
desse quadro de assassinio, e preparavam o espirito
para s cousas que iara dizer-se e fazer-sc.
Eu ouro-a, senhora, pronuncien o liomem ape-
nas licou s com madama Abatlie.
. t.ineira approximar minha poltrona da chmi-
n... mais anda.
Sua mao levautou-se tremendo, e percorreu a pa-
tale at que encoutrou um poni occullo pelo la-
pete.
Immediatjuienle o espelbo que eslava sobre a
rhamin corren por um encalle, e descobrio um ar-
mario.
Senlior, tlisscmatlama Abadie, espero tle Vmc.
um servico supremo... um dos serviros que s urna
moribunda temo direito de reclamar.
Fallo, seuhora, c sejam quaes forem suas con-
fidencias, fique certa de que trata com um liomem
honrado.
'illa pareceu tranquillisaila por essas palavras e
disse*- .^
__ Abra'3 armario ; ha entre outras coasas meu
(estamento legal, qual perlence do direito a jusli-
ca ; ha lambem olas de banco ao portador, e... ou-
ro... vinle mil francos en! umsacco... Naoo vi?
Vejo, senhora.'
__ lalvez Vmc. mo seja rico, cdptiuuou ella cum
hesitaran ; be oslo que seja indomim'ado dos Iraba-
Ihos c incommodos que meu pedido '"e causara ;
lome csses vinle mil trancos.
He intil,- disse o hornean sorrindo. ,
Porque? f
I,Mili sessenta mil franco de renda, e osla
sonima basla para minhas nerecsidades.
__ Enlao perdoe iniiba inuiscripcSo, lornou .1 mu-
llier ; diego agora ao essencial, pois siulo que devo
apressar-me... V uin rolre/.inho 110 tundo''
L'm cofrezinho ? sim.
__D-m'o... A hur.ra c o nleresses demais de
cen familias esiao couliilas aqu. He mu deposito
agrado que 1110 r.ii Iransmillirio, e que Irnsmillo
lambem. Vmc. entregara este cofrezinho, o mais bre-
vemente pos-ivel, i senhora uiarqucza de l'res-
signv.
Em l'aris ?
__ No. Ha um ou fioiis mezes que a marque/a
de Presstgnj benita con a caniles de Ingraiuiesua
cesso criminal, combinado com o artigo (i da lei de Commonicou-sc a referida comraissac.
3 de dezembro de 1811 ; 3. decisao relativa i } DitoAo rhefe de polica, aulorisjade-e a man-
dar desinfectar a cadeia do termo de Olinda.
DiloAo mesmo, inleiramto-o de haver reren-
mendailo ao inspector da Ihesouraria de falcada
quinta duvida, por quanto bem se v da couibinacao
do artigo 117 com o 11 i to dito regimeuto, qoe bas-
la qne as linhas tenbam trila lellras urnas por 011-
que mande n.lo s pagar a importancia da (olha qne
tras, sendo que o excesso de lellras em urna com- S. S. remellen do jomaes que venceram a
pensa a falla della- em oulra ; e pois n.lo ha neces-
sidade, nem pode jamis haver razao para se corla-
ren! as -\ liabas ; 1. a decisao quanto sexta duvi-
da, islo he, que nada devem perceher os orciaes de
juslica c porleiro dos auditorios pelos aclo mencio'
natos no referidaoflicio, vislo que no regulamenlo
citado nada se acba determinado relativamente *
laes acto.
Oulrosim, quaulo .1 quarla duvida, por V. Exc.
nao resolvida, cumpre-mc singnificar V. Exc. que
engajadas pelo subdelegado da Ba-Visii para a ceo-
doerao aos hospilaes dos individuos aceommellido
da epidemia reinaole, mas lambem abonar a cada
um dos quatro subdelegado desta cidade, a qoantia
de lm-iKHi para pagamento de igaaes jomaes qae
se forem vencendo.
DitoAo mesmo, reeommendando a expedir,**
de suas ordena, para qoe se observe, antes de sedar
sepultura ao cadveres da pessoa* fallecidas da
epidemia reinante nesla cidade, o qoe propoe o pre-
sidente da commissao de hvgiene poblka a caeta
da copia que remelle.Igual ao administrador do
cemiterio publico.
al enao forera as circumstancia excepcionaes e ler-
riveis em que me acho, nao leria dito tanto.
" Eu nada lhe percunle, senhora.
He verdade : mas fluctuando entre o rrreiotle
passar a seus olhos por... visionaria,~e o tlesejo de
couvenc-ln da importancia desta misso, julguei de-
ver levanlar-lhe a pona do veo tle om segredo que
nao perlence a mim smenle.
Fique Iraquilla, senhora ; disponho de minha
memoria, e da conversaran desla uoile smenle le-
van-i urna idea : a ta sanlidadc de minha promesa.
Madama Abadie dirigio-lhe um olhar de reconhe-
eimeolo; e toruou :
Pude ser que depois Vmc. lenha lenlacoes de
comparar certos acontecimentos com minhas pala-
vras. Prometta-me nao procorar aprofundar o que
tleve permanecer sempre mvslerio.
Prometi esquerer minha ruiss.lo logo qoe for
preenchida.
Uem Em compensarn c polo que ta poic.lo
o faca feliz e independenle, urna prrec;ao invisi'vel
pairara sobre sua vida, lodos os caminhos lhe erao
suaveis... Oh! nao crea que he urna leilnra fie
buena-dicha quem lhe falla assim ; he urna mnlher
cujas rrlacoe deram-lhe urna especie -le poder, po-
der obscuro, mas certo, e cujos elTeitos nema pro- I dos fado que tis asnassiuos sorprehendidos por s-
menlo perrorreu-lhe ops, o a vida retir
pobre mnlher.
Algn* instantes depois o bomem do rompe coat-
ouava o caminho de Saint Denis.
Tudo passoa-se na forma costumada. Ella ialei-
rou a autoridade judicial do drama de qoe fora les-
lemuiilia tarda; mas guardn em seriada a pro-
messa feilas i moribunda, e seo primeiro cuidado
fot por em logar seguro a caixioha qoe ella lhe en-
tregara.
Dous dias depni as gazela ronlinbam o artigo se-
guinte :
a Mais um do fados espantoso deque o anedo
res de Pars parecen) ler desde algum l'm do o fo-
nesto monopolio Na noile de 10 para II madama
Abadie que morava em soa propriedade nos erra-
baldes de Ecoueo foi vidima ella e soa criada da an
horrivel asainio, cujos auleroetAe al ao prean-
te anda deseonheeidos. Soppe-se qne a cebica
foi o nico niovel desses doos homiridiof qne da
actualmente assumpto a lodos as rouscrar-tix do dia-
Irido, em que madama Abadie era geralmenle casa-
da e eslimada.
1 A juslica dirigio-sc immedialamenle en laga-
res, e proceden a om romero de devassa. Re
pria morle potler impedir.
Kslas ultimas palavras linham esgola 11 as f,ir.;is
de madama Abadie. O bomem percebendo isso,
lomoo-lhe rofiezinlio das maos, e pergnutou-lhe
tlepois :
E a chave ?
lie i 1111 til ; elle abre-sc por meio de om segre-
do condecido da marqueza de Pressignv. Alm dis-
to as vontades que ahi se contcm foram escripias
por nina forma particular.
A' proporcao que ella fallava augmenlavam as
manchas vcrmclhas do roupao, e a mesmu lempo
por um contraste terrivel a pallidez devorava-lbeas
feires.
Somenle '.' disse o liomem, ao qoal nao cscapa-
va neiiliiim desasa symploinas assmtadores.
Tome bem lodas ?s suas prtcauroes... para
ehegar jante da marqueta... lenha a maior pruden-
cia, ouve ?
Sim, sim, que mais?
Espere... Meu Deo i-oncede-me um insian-
irmaa a cidadinha fia Teste de lluch margen da 1,0 anda... Que Hizia-lbe en t,.. Nao, nao posso...
Ocano, do lado de Candes, segundo crcio.
Basla.
__ Nada a re.peiln tle-le deposito deve assnslar-
Ihc a consrienci a ; falici-lhe de Icstamenlo : quaulo
possuu nelle he legado aos meus herdeiro- iialuraes.
Esle cofrezinho nao conlem oulra cousa tengo meu
testamento moral... isto be...
Parecen bes: tar.
Acabe, d isse-lbs o bomem.
Islo be 11 IransmissiO de um poder de quo de-
pon lem como acabo ile dizer os inieresses mais con-
sideraveis. I (esculpo o recato com qne soa forrada
a exprimirme; nao posso explienr-me inelhor, c
Animo
Nao, disse ella tentando levantar a cabes) ;
nao... adeos... -ideos! Pode... tornar a chamar...
seu criado.
Estas foram as ultimas palavras que ella pronun
se como urna mola que se esientle, um estremec- cinco.

gum rumor de fura, abandonaran) melad* do roobe;
verificou-se a subtrarcode Brande numero de objec-
los ile valor, e quasi Oda a baixella. S os papen,
entre os qoaes arhava-se o testamenta da defama,
foram respeilado, o qoe tende a afaslar toda a sos-
lint, t de vincanfa partirular.
a Madama Abadie passava por muilo man rica de
que realmente era ; essa reputadlo era devida a al-
cumas relacoes elevadas que sempre enlretivera,
nioguem sabe como, em certos satoes narissesseea.
lso era para estranhar-se, porque o pasudo do asa-
dama Abadie nao eslvera sempre ao abrigo da ma-
ledicencia ; dolada de belleza nao rommam a do
muilo espirito, ella representara oulr'ora om papel,
mas esse papel nao era daquelles que abrem as par-
tas do mundo aristocrtico. Alcumat pessoai osas
contemporneas obstnavaro-sa em reconhecer ndla
una das deosas da llaziio, que o lanalismo revate-
rionari Icvou amigamente pelas roa en publica.
Durante o directorio madama Altadle qoe leve eam-
pro o raro previlegio de encoolrar seaao o esqeeci-
mcnln ao menos a indulgencia, brilhou um instante
a par tas mulheres mais na moda.
u l-'oi casada duas vezes. e os tribunaes da Ree-
I inrac io resoaram com seos dolale conjosaes.
o Nos ltimos annos pareca ler lomado a |
fazer esqupcer por meio de pralicas chartalivas a
ciou ; coevulsOes apodcraram-se-lhe de lodo o cor- piedosas o que soa fama lvera de escandalosa. Ha-
llo, e a tlor um instante donada por urna iurrivel va quasi complelamchla coniciuil seu intento, e
energa moral e pbvsica rciviodleon brolalmenlc-sem duvida neb.....a teiia acabado vida 110 sileo-
seus direilos sobre ella. Lomo um vento rpido a
deenipo.e.io baixou sobre son semblante, c des-
truio-lhe immeiliatamciite a iiilclligencia ; os tledos
ineirit;aram-se e apartaram-se, a bocea entreabrin-
riose n.lo fura a eaUstrephe que paz leuno la via-
lenlaaMnle a seus dia. A devassa verificeu qoo
ella liui.a selenla e nito annos ; porm o melhar
observador nao lhe leria dad mais de amala o
(foitMnar-e-*a.)
v-t





DIARIO t PERN1IBUCO SEXTA FE1 tj DE VERtIRO DE 1156
UilnAn director do arsenal de guerra, decla-
rando que em vista de sua proposla resolveu elevar
a 500 rs. diarios, os vencimeutos que percebe cada
um dos menores da companhia de aprendi7.es da-
quellearsenal.Oommiinicnu-sc a liu'-our-n i de'
fazenda.
DiloA o mesmo, para mandar fornecer cora ur-
geucia urna padiola para o servico dos estabeleci-
inenlos de caridade.-Communicou-sc a respectiva
administradlo.
DiloA juiz. relator da jaula de juslica, Irans
miltitido para ser relatado em sessAo da mesma
janla, o processo verbal do soldado do 9" batalhilo
de infamara Manoel Antonio de Andrade.Com-
municou-sc ao marechal commandanle da armas.
DitoAo commendador Lourenco de S e Albu-
qoerque.Visto que V. S ja eleve saber a maneira
de applicar o remedio que um dos seus estraves, se-
cundo me infirmara, lem usado com reliz e\ito
para combater a epidemia, julgo coiiveniente que o
referido escravo cl.cr.ue al esta cidado para em um
dos hospttaes mostrar pralicameiile a virtude do seu
reinedin. >
Espero de sen patriotismo a prompla salisfaclo
lo mea pedido. *
Dilo Ao inspector do arsenal de rnarinha, di-
zendo que o cirurgiao Jiiaquini Jos Alves de Alba-
querque que alem de se adiar cncarregadn da en-
fermara de marinlia pre'la l.imlii'iii (i......- serv -
os na de caridade estubelecida em m* dos edili-
eios daqnelle arsenal, .leve ter nina gratificarlo ra-
zoavel que Smc. propor ; com lauto que ello tria
assidnn e zeloso no riiniprimenlo dos seus deveres.
Dilo Ao mesino, declarando que pode compiar
as fazendas que forem precisas para fornecer-se a
cada um dos Africanos livres e existentes naquclle
arsenal, urna camisa e una calca de laa.
FJDilo Ao director das obras'publicas, conceden-
do a autorisacAo que pedio para mandar fazer M
nacerlos de que precisa a ponte lo Motocolomlm,
os quaes poderlo importar em 1005. Communi-
cou-se lliesouraria provincial.
Dilo Ao mesmo. autorisando-o a contratar
com Ignacio Antonio llnr.es o rornccimenlo do li-
jlo dei alyanaria grossa, e d'areia que precisaren! as
obras carao daquella reparlielo, sendo o lijlo a
8| o milheiro posto na obra, e a areia a 1.5200 a
canoa e bem assim com Ignacio de Amorim l.ima,
o lijlo de alveoaria batida e de ladritlio este a 211^
o milbeiro e aquella a 3-2*. Comraunicou-se a
thetnuraris provincial.
Di'.o Ao juiz de direilo do Cabo, declarando
que expedio ordem immedialameule .10 in.pocior da
Inesooraria de fazooda para remoller a Smc. Unios
os seeros desinfectantes e mais objeclos requisila-
dos, e que niln manda um medico para all porque
11A0 ha, se podesse dispor de muitos, para todos os
lasares os timara.
DiloAo juiz de direito do l.imoeiro. dizendo
que est fazendo as maiores deligeocias para enviar
ao menos um pharmaecutico pira ajudar o Dr.
Wanderley, podendo o professor Manoel Alvares
Pereira oceupar-s netse mister conforme Smc. in-
dica ; qoe ja Ihe lem recommendado empreguem
as provideuefas que jolgarem acertadas e por isso
podem contratar os Iraballiadores precisos para a
condocc.lo dos doenles e enlerramento los c. la-
veres ; que a popuUf lo dm- compcnelrar-se I esse
dever e que esse servido Dio deve ser feilo polas
pracas do destacamento, as quaes servirlo de fazer
com que isso se execule prompla e regularmente;
que ja olicinu an Sr. bispo para providenciar sobre
a ida da algn* sacerdotes para all : c linalmente
qpe rao lodos os desinfectantes e gneros alimenti-
cios que Smc. pedio e a qu inlia de fiOUg que o de-
legado requisiiou para as despezas. Ufliciou-se a
respailo ao supradito delegado.
Dilo Ao commandanle do corpo de polica, pa-
ra mandar apresen lar com urgencia ao Dr. Joo
Maria Seve uro soldado daquelle corpa para estar
as ordens dellt. Tamhem se mamlou apreseular
oulro soldado ao Dr. Praicdes (jomes de Souza Pi-
taas.
Dilo Ao inspector da alfandega, recommen-
dapdo toda a preste/a nos despachos de barias e
mais objeclos que sao necessarios para soccorru los
accnmmeltidos da epidemia.
Dito Ao inspector la lliesouraria provincial
devolvendo os papis relativos ao pasamento que
foi impugnado pela contadura daquella lliesoura-
ria, a segunda prestaclo da obra da ponte do Ca-
pibaribe na cslrada do Po d'Alho, afim de que
mande efJecluar semelhaiite pagamento, visto nao
liaver inconveniente segundo Smc. decrarnu.
Dilo Ao delegado supplenle de Olinda, inlei-
rando-o de liaver expedid as convenientes ordens
nao M para que sejam admitlidos Das enfermarlas
la casa de Misericordia de Olinda alguns dos pai-
sanos pobres atacados da epidemia naquella cidade,
ma tambero para que a lliesouraria de fazenda for-
neja a Smc. duas pegas de baeta. e declarando que
nao remelle mdicos para all porque os nao lia
prese ntemente. Eipediram-se as ordens de que
se Irata.
Dito Ao mesmo, recommeiidando mui termi-
nantemente que empregue os meios suasorios 011
coercitivos, afim de que o enlerramento dos indivi-
duos que fallecerem da epidemia reinante, nflo sof-
fra a menor demora.
Dilo Ao joiz municipal supplenle Caruar, dizendo (car sciente de liaver Smc. no-
rocado ao escriv.lo do jury Antonio Jos Nune* do
Valle para interinamente exercer as funerales do es-
crivlo do crimea clvel, e labelliao laquelle tormo,
visto ter fallecido Jos Joaquim de Almeida Castro
que as exercia e recommendando que ponba em
execujo o qoe lipoc o decreto n. 817 de lili de
agoslo de 1851. Parliclpou-se ao Exm. conse-
lliciro presidente da relaco.
Dilo Ao Dr. Sabino Olegario Ludgero Pinito.
Aceito com ambas as mAoso bolo que Vmc. por si
o da parte da sociedade linmeopnlhica beneficite,
poz a miiih.i di'po-ir.lo a favor dos desvalidos, que
cndo atacados da epidemia reinante, preferirem o
Iralanientn homropalbico. I.ourando e sobremodo
agradecendo os senlimenlos philanlropicos de Vmc.
oda sociedade beneficente, deque he orgAo, nao
deixarci de approveitar opportunamente|os valiosos
serviros que eslAo dispostos i prestar a humanidade
soffredora.
< DiloAo Dr. Ignacio Firmo Xavier, dizendo
que fai-se preciso que Smc. va quanto a ni es visitar
aienfermaria da Varzea, e de accordn com o subde-
legido, a qaem .presentar., osle oflicio, reslal.eleca
.illi a ordem, participando presidencia o resultado,
e propendo as medidas que entender necessa-
rias.
DiloAo Dr. Jos Joaquim Firmino. (ero Goian-
a.)SAo haveudo nesla capital numero de mdicos
sullineotes para serem enviados aos diversos lugares,
accommellidos pela epidemia reinante, vou solicitar
do patriotismo e reconbecida earidade de Vmc, o
servido de preslar-se ao curativo das possoas pobres
dessa comarca que adoecerem do mal, na certeza d
que nAodeixar o governo do ter na devida consi-
derarlo o trabalho que Vmc. liver com (al com-
missAo.
DilpAo ldanle de medicina Francisco de As-
sis N'egreiro Saylo Lobato, recommendando que es-
tehda tambem seus cuidados mdicos pelos lugares
la'frejjuezin de San Jos, que ficam na circumvisi-
nhansj doquartcI do corpo de polica.
DitoAo presidente da cororoissAo beneficente de
Iguarass', declarando que nesla data ohiciara nao
s> a* lliesouraria de fazenda para mandar entregar a
Smc. 12 cantase 2 pecas de baela,6entindo, porm,
nlo poder mandar outro medico porque nao os ha
lisponiveis nesta capital, mas tambem ao Dr. Joao
Honorio Bezerra de Menez.es, recomniendando-lliv
nnvamenle, que eslendn osseus cuidados mdicos a
todo esse termo.Fez-se o expediente de que se
{ '
JiloAo agente da companhia das barcas de va-
por, para mandar por a disposi-ao do marechal com-
mandanle das armas, a desertor que veio para esta
provinciano vapor Tocanlim.Particpense a o re-
ferido marechal.
- Dilo A' Jos Maria da Purificac3o, (na Escada.>
Conslando-me qoe Vmc. acha-se promplo a tratar
das pessoas que adoecerem da epidemia reinaute as
eireumtisinhancas desse lugar, remrlto-lhe nesla la-
ta os medicamentos constantes da inclusa rolarlo, o
acertando u seu presumo e serviros, autoriso o a'
chamar doos enfermeiros que o aaxiliem nesse mis-
tar.Ofliciou-se a' thesouraria de fazenda para re-
melter os medicamentos.
DitoA' cmara municipal d Olinda, declarando
queforaro approvados provisoriamente os artigos ad-
dicionaes de posturas organisadas por aquella cma-
ra, os quaes remelle por copia para que lenham
prompla execradlo.
Circular. A's commisses parnchiaes.Cerlo de
que esla commissao lera' feito toda a deiigencia para
eiercer seus s'enlimentos philanlropicos e correspon-
der as vistas do governo, tenho a' recomrnenilar-lhe,
que das visitas qoe seus membros forem fazendo aos
enfermos desvalidos e soccorros que forem prestan-
do, queiram dar parte a' commissAo central para esta
Irazer ao conhecimenlo da presidencia.
PortaraNomeando, de.conformidaile com a
proposta dodireclnrger.il interino da instrucro pu-
blica, aocidadao Feliciano do Reg Barros, para o
lugar de delegado do districlo Iliterario da freguezia
de Ipojoca. Parlicipou-se ao mesmo director.
Dita Concedendo ao aleres porla-eslandartc do
segundo balalhAo de infanlaria da guarda nacional
desle municipio, Jos Ignacio de l.oyola, a passagem
que pedio para a fileira do primeiro" balalhAo de ar-
litli.iria da rnesma guarda nacional. Participou-
se ao respectivo commandanle superior.
Olla Nomeando, de confnrmidade com a pro-
posla do tcneiite-coronel commandanle do balalhAo
n. i.'! de infantaria da guarda nacional do municipio
de Serinhaem. para ofliciaes lo lito balalhAo os ci-
dados seguinles :
Esladn-makr.
Tenenle quarlel-mestre Francisco Xavier Lopes.
Alferes secretario l.uiz Leocadio Kegucira Pinto
de Souza.
Alfares porla-estaudartePedro Cavalcanli de Al-
* buqoerque.
Primeira ciimpanhia.
CapilAo Itartrffllomen lo Iteu'o Barros.
Tcnente Joaquim Caudillo da Vaiga Figucirerio.
Alferes Matheos Antonio do llego Barros.
DiloCarlos Lenidas do Reg Barros.
Segnnda companhia.
CapilA \ cenle Elias Cavalcanli de Albuqucr-
que Jnior.
Tenenle Joviniano Erineo Paes Brrelo.
Alferes Jos Alexandre Carvalbu Lean.
Dito Francisco SerapiAo Pereira.
l'erceira companhia.
Capilio Francisco Dorolheo Rodrigaes da Silva.
Tenent Frtncitco Pedro Cavalcanli Ucnda,
qui
Alteres ScbasliAo Anlonio da Silva.
Dito Ladislao Bemvcnutn do Ileso Barros.
O/aorta companhia.
CapiUo Manoel Nicolao llcgupira Piulo de Souza.
Tenenle Pedro AtTonao Resneira Piulo de Souza,
Alferes Jos Pereira la Rucha.
Dito Honorio Fiel das Noves Freir.
Quinta companhia.
(.apilan Joao AITonsn Reuucira l'e-jf de lla-los.
lenle Mauoul tierHiano llesueifa Pereira de
Raslos.
Allcres Jos Piiheiro Saleado do Aranjn.
DTto Manoel Cavalcanli de Alboquerque Uchoa,
Se\ia cempannia.
Capillo Joaquim lieminiano Paes Brrelo.
Tenante Jlo Orlos de Miranda Vasconcellos.
Alferes Firmino de Frailas Nouuo.ra.
Dilo l'elesphoro Mari|ues da Silva Jnior.
Coiiimuiiicou-so ao respectivo commandanle su-
perior.
- I'.I
OflicoAo E\iu. hispo diocesano remetiendo pa-
ra que se lisiie le dar as providencias que pstive-
rein ao sen alcance, copia do uflicio em qoe o visa-
rlo da freguezia de .N. Senliora da Luz. requesila
um sacerdote para ajuda-ln ., ministrar all os SOCCor-
ros espiriluaes.Cninmnuiroue ao visario.
DitoAoExin.manchal commandanle das armas,
pata mandar dar baixa visto ler apie-enlado isen-
Clo legal 1 Fraucellino Alves de Albuquerquc que
foi rcnetlido a S. I\c. como recrula.
DitoAo mesmo, Iransmlltindo por copia o aviso
da repartirn da sueiradeii do corren le, loqual
consta liaver se expedido ordem para vir para esla
provincia na I. oppjrtooidade,o desertor do 2.bala-
ihlode iofanlaria Miguel lleuriques Ferrcira
do Maranhlo foi reinettid.i para a corte.
DiloAo mesmo, recommendando a expedirJIo da
suas ordens para que o alferes do III balalhAo de in-
fantaria Manoel Joaquim deSmza, pague na rece-
iiedoiia de readas Inletnai a vista da nota que rcmel-
Ip por copia a imporUneia dos direilos e emolu-
mentos que esta a deyer pela despensa l sarvieo
que ubleve pelo aviso Ai repartielo da guerra, que
tambem remelle por cobia para esludar a curso da
respectiva arma na escola militar da cilrle.Olliciou-
se ueste senlido a lliesouraria ln la/en la.
DiloAo mesmo, eniiandn por copia o aviso da
repartirn da guerra dot lio currante do pial consta
que e conceden paasagcmtpara o corpo la goaroi-
(to li\a la Babia ao cailcli .lo batalhlo de infan-
taria a p, Josc Moreira liSilva Jnior.
DitoAo mesmo, remetiendo copia lo aviso da
reparlic.lo la guerra de 9 di crrenle, no .pial se de-
clara que nlo pode ser attennida a supplica lo ca-
pitAo do 9. batalhlo de intimarla Jos dos Santos
N une- Luna, que pedio conldr como lempo de sem-
en no cxercilo o que servio Lmmo prafl de prel no
Corpo de perinanentes la corle.
DitoAo mesmo, recommendando as suas ordens
para iiue o sargento do >. balalhao de infantaria
Joaquim Antonio Pinto Roojuele, pasue na recebo-
doria de rondas mleruas a vista da nota que re-
melle por. copia a importancia dos direilos c emo-
lumentos correspon.ienles a Ma caria de iiaturalisa-
cio sem o que ole pode, ser ella expedida.Nesle
sentido nlli.-ioue a lliesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, dizendo que pela leitura do
aviso que remelle por copia espedido pela reparti-
elo da suerra em 2i de Janeiro ultimo, lirar.i S.
Exc. iuleiradu de que por decreto de :! do mesmo
mez, passoua saresado a arma de infantaria o ca-
pitn do 5 ImI.iiIi m da mesma arma, liuillicrminn
Leopoldo .le Frailas que era considerado nddido ao
'2. batalhlo esistenla nesla provincia.
DitoAo mesmo, transmilliiido por copia o aviso
da repartirlo da guerra le :||l do Janeiro ullimo.no
qual se coinmunica haver-se determinado |ue ao
lempo de pra^a do I. sargento do i. bal.linio de 111-
fantaria Francisco Moreira Lima, eajunte o que el-
le servio em dlOerenlet corpas desde 2 le fevereiro
de ISl al l.'lde marro de 1853.
DitoAo mesmo reinettcndo por copia o aviso de
l do crrente em que o Exm. Sr. ministro da suer-
ra,declara que por decreto de'de ilez?mbrn do anuo
prximo passado foi promovido a capillo da i. com-
panhia lo 10 balalhao de infantaria o tenenle do ti.
da mesma arma Joaquim Xavier le Araujo. que
anda se acha no Rio (jrande dnSul.Commuuicou-
se a lliesouraria de fazenda.
DitoAo mesmo, remetiendo por copia 1 aviso
la repartielo da guerra de 30 le Janeiro ultimo, lo
qua' consta que se roncedeu licenca ao capitn ag-
gregado Anlonio Maria de Castro Delsado para re-
sidir nesla provincia.Cominiinicou.se a lliesoura-
ria de fazeuda.
DiloAo inesinn, transniillindo por copia o aviso
do (> lo crreme, no qual o Exm. Sr. ministro da
guerra declara pie o soldado do -1 balalhao de infan-
taria, Eugenio Francisco de Paula par.i quero pedio
baixa. [nnogeocia Maria do Espirito Sanio, su deve
ser escaso da sarvieo lo exercilo quando Ihe per-
lencer por antiguidade, na foma das ordens csla-
belecidas.
Dito Ao Exm. lente general soAo Carlos Par-
dal, dizendo ficr scienle de se acbar S. Exc. encar-
resado do conunamlo das armas da corte no impedi-
mento do scneral bario de Tramandahy.
Dilo Ao chefe .le polica, recommendando a
expediro de suas ordena as autoridades polciaes, a-
liin de que salisfaolo a requisiclo que fez o director
do imperial InsUlato dos meninos eegos .le um 1 es-
lalislics los pie se eneuntrain ne-la provincia coro
dcclara;Ao dos nomes, idade. sexo, logar lp nasci-
menlo 011 freguezias c con lie.es le familia.
Dilo Ao director las obras publicas, approvan-
do a deliherafloque Vmc. lomou de mandar com-
prar para as obras das estradas do porto de (jallinbas
e Tamandar as 2i as c 2 enchadaj precisas para
aquellas obras. Communicou-se a lliesouraria
provincial.
Dito Ao mesmo, approvan io o termo deTCon-
veiujAo feito con o cirurgiao Manuel Pereira Teixe-
ra, para ceder do sitio que elle possne na estrada do
Maiisuinio parlo precisa para execucao do projec-
lo le.aliuhamnlo da mencionada estrada.Com-
muuirou- Dilo Ao presidente da cominisso de liygiene
pnbiica, para mandil- aviar os medicamentos cons-
tantes la relai;ao que remelle, aliin le serem envia-
dos a commissao heiicficcnle de Iguarass.
Dilo Ao mesmo. Alm le duas ambulancias
que se lem enviado para a freguesa la Escada, re-
quizila o acadmico Azeve lo Campos que la se aclu
em commissflo os mcdicamciilos constantes da in-
clusa retaceo, baja por tanto a junta de Ingiene de
ver quaes devem ser rernetlidos e tratar de envia-lo
Dito Ao lenente-coronel enearregado das obras
militares, auturisando-o a mandar nao si plr vidra-
tas nosocciilossobranceiros as lariinbas do quarlel
da componhia fixade cavallaria, roas tambero a f./or
os coneerlos de que necessila o lelbado do mesmo
quarlc!.P.irlicijpu-se ao marechal coromandaote
das armas.
Dilo ao capillo do parlo, transmitlindo por co-
pia o aviso circular da repartidlo da rnarinha de !
do corrate, do qual consta que se cslabcleceu urna
capitana lo porlo na provincia lo Espirito Santo.
Dilo Ao mesmo, Iransmiltindo rom copia do
aviso da repartielo da m.irinba de 7 lo correnlc pa-
ra lereni a conveniente puhlicidade, os exemplares
da- lra.lur;oes de 13 aviaos aos navegantes, relativa-
mente a varias alterarnos ero pharoes e boias ja cx-
islenles e a collocsrA>|de novos pharoes as costas de
diflerentes paizes.
Dilo Ao provedor da saudc,recoinmcndanilo
de conformidade cora o que requisilou o Exm. pre-
sidente das Alagoas, que faga conservar em lugar
seguro a lisposicao do mesmo presidente os hahus
do liuado acadmico Francisco Jos de Modero- J-
nior, os quaes exisliaro no lazareto do Pina.
Dilo Ao juiz dcilreitode Nazareth. Itespon-
dendo ao seu oulcio n. 5 de l(i do crrenle, decla-
rando que por mais de urna vez lenbo indicado que
se comprcm as boticas dessa cidade os roedimeu-
los precisos e que me levem ser reqafsitados os que
la faltareui, afim de remetle-lns promptamente.
Quanto aos facultativos, alm dos dous que all se
acliam ja fiz seutir a necessidade le se prorurarrm
pessoas pralicas e caridosas para Iralaram dos doen-
les, vislo nlo me ser possivel enviar oulros mdicos.
Resta-me agora renovar as minlias reeommenda-
cles, esperando que Vror. desenvolva todo o seu ze-
lo e aclividade no emprego das medidas tendentes a
combater a epidemia c a minorar os sourimeutos da
populacao.
Dilo f o mesmo, communicando haver-se de-
clarado em aviso da repartidla da jostica de 8 de Ja-
neiro ultimo, qao uposlo sejam enviados direcla-
meule a presidencia os roappas das seasSes do jury,
cujo modelo acompanhou' a circular la mesma re-
partirlo de 8 de Janeiro do anno passado, conforme
se ilelerminoii ero lila circular, todava 11 m licam
por isso dispensados os jaitas de direito da obrigaclo
imposta pelos artigos 17'J o 180 do regularoento n.
120 de 31 do Janeiro de 1S2 de remetieren! ao che-
fe da polica os roappas c relamaos de que lala o ci-
tailo regulamenlo.Isuaes aos demais juizes le di-
reilo da provincia,
Dilo An juiz municipal do Bonito, remetiendo
em virtudc de soa requisijAo ama ambulancia com
macolla, cainibora e alcol. una carsa de arroz,oulra
de bolacha c 12 garrafas de vinlio do Porto, decla-
rando que nao ha muilqs das fez urna remessa de
medicamentos e gneros alimenticios c a qnanlia da
8009, Antonio Freir ueCarvalho e renovando nnalmeiilc
as recoininendaraes que lem feilo acerca la pr.nnp-
lidlo e ragularidade dos enlerramentos.
Dilo Ao bacharel Sergio Diniz le Moura Mal-
los, para declarar com urgencia em que da entrou
no exercicio do cargo de juiz municipal do tormo
da Escada.
DitoAo promotor publico, transmitlindo p
copia, para ter a devida cxecuc.lo o aviso circular
do ministerio da-justca I i l'.l de Janeiro ullimo, re-
coinmendando nao s loda a vigilancia ero que pes-
soas agraciailns coro diversas condecorados !n50
nsem das respeciivas insignias sem terem tirado os
ompelonles '.linios, mas lambeni que se proceda na
conformidade da leLconlra os nlraclores.
DiloAo inspector da Ihesonraria lifuvincial pa-
ra mandar piir em hasta pobbliea o mnedramento
dos i.). 1/ c 18, lancos da estrada do Pao d'Aiho,
servm.lo de use a essa arremalato is orcameDlos
c clausul ,s qoe remlte por copis.-Commsiiscoa-
so ao director Ijs obras publicaSi
DiloAo commandanle do -corpo de polica re-
commendando quo mande apreseular um soldado
daquelle corpo ao Dr. Mano/l Adriano da Silva Pon-
tes, oulro ao Dr. Jo Muofiz Cordeiro Culaliy enn-
iroao Dr. Silverio Tarqalnio Villa-boas para esla-
rern as ordens dos retefrlos donlores.
PileAo agente da ompanhia das barcas de va-
\
por declarando que nAo receben aviso aleutn acerca
las 2l'i sacras de farinha vindas no vapor7"0'Yi/i/i/i.,
e por isso nAo pu lo autorisar o de-einharipie tolla
nesla provincia.
DitoAo visorio de Itaniaraia dizendo que ja en-
vin para aquello termo o Dr. Jlo Honorio lio-
zorra le Henezea manido ios medicamentos neces-
sarios para combater n epidemia, louvando a canda-
de com que Smc o alaumas pessoas prastimosas da
freguezia lem aborto urna S'lbscripClo afim de po-
derem m.mt.ir nina enfcrinaria o reenuimenaaiidn
que n.lo eease le animar a popularlo e le invocar a
geuerosidade los particulares ero favor la classe
desvalida.
DiloAo subdelegado de llamli lizendi. que ex-
pedio ordem a lliesouraria le fazenda para mandar
entregar a Smc. ama ambulancia o una peca de
bata, qoeja leudo enviado um facultativo, para a-
quella comarca e olAeiado a dous que all se acb.lo
no enlidp le prestaremos seas serviros, nlo be
possivel mandar nutro medico por ue nao os ha
disponiveis nesla capital, e recommendando sfinal
que conlioue a desenvolver o 7i'lo e leligeiicia que
so l'azem mislcr as circomslancias actuaos, e trate
da promover sabscripr^es afim de prestar soccorros
aos iiecessilados e manler a enfermara que |a se
ada all estabelecida.Ofliciou-se a lliesouraria de
fazenda sobre a ambulancia o baeta.
DiloAo acadmico Alvaro Moreira do Sampaio.
communicando have-lo designado para prestar os
seusservicos no o." dislrielo d.i (regue/.ia do S. Jos,
em subsliluicrio .10 Dr. Joaquim Anlonio Alves lli-
heiro, que passa .1 servir 110 2." dislrielo da fregue-
zia lo Recite.Nesle senlidooluciuu-se ao Dr. Iti-
beiro.
DiloAos cnearregados dos hospilaes, rcconinicu-
lando pie nunca leixe o hospital a seu cargo estar
sem um medico interno.
DitoA' cmara municipal do Recifa.Com a
inclusa copia do ollicio .lo inspector da Ihesonraria
le fazenda liea respondido o mara me dirig 1 em dala de 9 do ni-z prximo pas-
udo, referiiido-se o que a CinmissAu le bvgienr
publica exp.le sobre a necessidade le serem benefi-
ciados alguna terrenos existentes entre as ras lo
Caldeireiro e lui|ierial, assim rumo oulros na ra o
liriim e ero frente do hospital Pedro II.
DiloA' cmara municipal de Goiaana.Pelo
seu oflico le I do correnlc lio.o setenta de have-
rem vmes. nao s'i nomeado om diversas localidades
lesse inuniripio rommissOes de lieneficenr'a para
prestar soccorros e psoinover subscripcps, rujo pro-
lucto ja monta a mais de 1:0009, cuno (amliein
feito preparar rom toda .1 antecedencia o antiso
hospital da Misericordia, que ja se acha prvido de
parte dos objeclos necessarios para o tiatameiitn dos
individuos que forem nrcomuictli.los da epidemia.
Aprecio em subido grao o decedido z.elo de que es-
a cmara lem dado lio valiosas proras, auxilia-
da pelos hahilanlo- le seu municipio, que muilo
estimo se acliero dispos-los a resistir corajosamente
as calamidades da prsenle quadra.
DiloA' cmara municipal de Iguarass.Antes
le receber o seo ollicio .lo ll do eorrents ja eu ha-
via 11A0 s.i declarado commissSh) de beneficencia
dessa villa, qoe annnis os seos louvaveis designios,
mas tambem olliciado a Vmes., para que promovi)
a fun laca do ceiniterio. RosU-mc agora recom-
mcndar-lhes que auxilien) a referida commissao, e
se esforrem por tomar com a maior promptidlo to-
das as medidas que forem a be.n da .-.aluhridade
publica.
Dilo\' eommissia de beneficencia de licheribc.
Pelasen ollicio le 13 do correnlc lico inlciradn .le
haverem os ci ladlos preslimosos dessa fregucia nao
promovido uma Subseriprlo para arodir a scnle
desvalida, mas lainbeni nomeando Vmes. para
membros de uma Coromisslo encarrogada de distri-
buir occorros e dirisir o hospital, que ja se acha
montado pelo |)r. Moracs, que en enviei para seme-
lhante lim.
Asura cumpre que essa commisslo proseguindo
na sua loovavol larefa trate le chamar pessoas ca-
ridosas que so rncarrrguem do servico la mencio-
nada enfermara, para a qual ja remed os medica-
mentos necessarios.
cojhmando'ds armas.
Quartel general do commando das armas de
Pernaoabaco na cidade do Recite em 21 de
fevereiro de 1856.
ORDEM DO DA N. 813.
(I marechal de campo eominandaute das armas,
em face las communicaccs recebidas la presidencia
tas dalas de I!) e 20 do correnlc. faz cerlo para sci-
cncia da guarnirao. c levido elleilo, as scsuintcs
imperiaes sposirOcs.
I Que por decreto do :l le Janeiro ullimo passou
a aggregado .i arma de infantaria o Sr. capitn do
."1" balalhao da mema arma t'iiiilherme Leopoldo
de Frailas, que era considerado addido ao 2" da
cilada arma, n que ronstou lo aviso do ministerio
da guerra de 2 do dito mez.
2' Quo por aviso do mesmo ministerio datado de
30 do dito mea de Janeiro, se conceder licenja para
residir nesta provincia ao Sr. capillo assrtgado de
iufan.tiri.1 Antonio Maria .lo (". istro Delsailo, que se
arha na das Alagla
3a Qoe por aviso lo primeiro do crrente mez de
fevereiro, so concede passagem ao Sr. alferes do 2"
de infantaria Ji5e Francisco de Olivcra Mosquita
para o S" da mesma arma, e desle para aquello ba-
talhlo ao Sr. alteres Feliciano Caliope Mouteiro le
Mello.
Oue por aviso de II do tlilo mez do fevereiro,
se conceden paasagem para o 10" balalhao de infan-
taria, ao Sr. lente do 7" da mesma arma Jos An-
selmo Valejo, que se acha na corle.
.V Ouo por lerroto le 2 le dezembro do anuo
prximo passado Toi promovido a capillo para ai'
companhia o 1(1' balalhao le infantaria o Sr. l-
enle do 0 la referida arma Joaquim Xavier de
Araujo. que anda se ach na provincia de S. Pedro
de Sal, segandoeonslou do aviso da reparlic.lo da
guerra le O- lo andante mez de fevereiro.
tJ Quo nao pole ser alien :da a supplica lo Sr.
capillo do 9 balalhao de infantaria Jos dos Saulos
Manes Lima, que pedia contar como teinpo le
servico no exercilo. aquella que como praca le prel.
servio 110 corpo de permanentes la corle, conforme
se declarnu em av so de 9 do correnlc mez.
7i Finalmente, que por aviso de Mi de Janeiro ul-
timo se leterminou, que ao lempo que ronla actual-
mente de servico O I" sargento do 2' balalhao de
iufanlaria Francisco Moreira Lima, se ajante o qoe
presin em diflerentes corpos, desde 2 de fevereiro
de I8i> a 13 de maio de 185:1.
O mesmo marechal de campo commandanle das
armas, nomcia para seu ajudunle de ordens de prs-
soa, o Sr. lente do 9" batalhlo de iofantariafLeo-
poldino da Silva Azevedo.
/Ose J'>ai/itim ('oelho.
Com tudo, lamentamos ver quo a iraditjan pol-
tica, declarando inviobvois 05 limites lo imperio,
linda fwraaneci, Entre os diverso Lalos cura
dos projecios o lermos de picilicaQo, a idea que
prevalece parece er qua nunliuma mudanrn podo
ser permeiuda as lindas fronleiras, |ue dividen] os
dominios do czar dos dominios dos Estados limi-
trophes. A excepcao solitaria prora a regra.
I le proposto que algumas tiras estrellas de terri-
torio scjiio dadas at ao longo das margens do Da-
nubio, jumo da sua embocadura no Mar Negro, o
esla cessSo de ierras apauladas lie lesignada me-
ramenle para assegurar o Icscnvolvimento de um
comercio, do que a propria Kussia ha do lirar o
maior quinhao de lucro.
Dizeni que o imperador Napoleao lemlirou cons-
tituir um novo Estado independenie fora dos prin-
cipados danubianos, c colloca-losnb g garanlia rol-
neiira das potencias europeas, romo uma barreira
entro as possesscs nOSCOvitaS e olloinanas. Mas
anda esta bem entendida infracrio tas actuaos li-
ulias torriloriaos da Europa lem si.Io diligcntomcn-
le ilesacreditadag e tcpellidas.
A adhesao obstinada 10 aclual arranjo manifes-
ta-sfc principalmenio cnirc cellos panidarios fana-
licos lo anligo rongressode Vienna.os quaesparo-
cem acatar rom mysttca reverencia a diviso dos
territorios o das popiiJagoea em 1815.
Km apoio desle principio allegao que o congresso
fez s> una auloridade de igual universalidade e for-
ra ; pode desfazer.
Elles nos admoeslfio lamlicm, intetramente no
espirito da salla de Wertminstcr, do risco inheren-
te a qualqtier violaeao de uma le estabelecida das
naccs dos perigos em que a Kuropa se acharia,
se aronclusao fos-e admiltida, do que as linhas li-
visoria* e os limites geofrapbiros de dilferenles
paizes saoquanlidadps variavois.
Mas, allegando isio se esquecem da quo a pro-
pria Russia minea pretondeu confoimar-se com o
ajusto de 1815, salvo acerca da sua ornean occi-
lental. Dcspresain o facto de que desde a dissolu-
ao do congresso de Vienna, o rzar junlou vastas
provincias ao seu imperio, tanto no sul como no
ocudenio, tiradas Turqua, ou aos dsenos da
Azia central.
Esquecom-se de que si dous annos depois, a
guerra em quo as potencias occidenlaes se acliam
agora rniponliadas foi justificada pela invasao ter-
rlorial porpetrada sobre os dominios do sullao. O
imperador Alexandre nao pode rerorrer para as de-
ctss do congresso, que elle proprio c os seus pre-
decessores lffl systeina lira mente violado.
He lempo que o nosso governo falle franca e po-
sitivanieiile a esle respeito. O damno e o enfra-
quecimemo que a aiubico territorial la parte da
IJttssia tcm infligido ; causa dos adiados, j temos
tido militas ocr.isies de especificar.
Publicando mu voluntario e desnocessario pro-
testo, le que a Inglaterra nao linha intencao de
restringir as pnssessoesgeographiras da Russia, don
ao inimigo a mais elevada aninarao possivel para a
prolongac.io das hostilidades. Elle linha ludo a ga-
libar, c eslava de anlemao seguro da nica perda
.le que razia algum caso. Esla mal julgada decla-
raco seria agora formalmente retirada. A guerra
lem durado milito lempo, os triumpliosdos alliados
liao sido sullicientemente assignalados, e a resisten-
cia da Russia sullicienleroente obstinada para jusli-
firar esla mudenca no principio do servicu militar,
ainda quando no comeco isto tiraste sido mais jus-
to e prudente.
Proclamemos de qualquer maneira possivel a
nossa propria magnanimidadesaiba mundo que
nao pelejamos sob nenlium impulso le ambicio ou
do inioresse, mas somentc de uma lelerminacao ca-
valleirosa cm socorrer o fraco, e susleniar a" causa
do direilo contra a for-a.
Mas, em todo o raso, nao continuemos a pro-
meller ao nosso antagonista que nao ser seriamen-
te ollndido pelos nossos golpes. Que probabilida-
lo de paz teremos mis pola submissao do czar, em-
quanio a Ib rea continuar a manler o conllicio, e,
ao passo que elle sabe que quaesquer que possam
ser os incidentes da guerra, podeem qualquer lom-
po termina-la sem solTrer diminuir.ao alguma no
seu imperio ?
Os planos p a urna nova campanha esto sendo
agora desvelada met te discutidos em Paris, Londres
o nos quarteis-genoraes da Crimea. Julga-se que
se projecUio vigorosas o largas empresas. Ataques
simultneos se cstjo preparando contra varias cos-
as e fronleiras da Russia, involvendo, segundo se
diz, a operario combinada de duas esquadras, e tres
ou quatro exordios.
As praias do Euxinio c do Bltico, as possesscs
Moscovitas na Azia-Menor, Bessarabia, c a pro-
pria Fiulandia, talvez S. Petersbui-go, sejao assal-
tadas por mar ou por ierra, c se for possivel por am-
basas parles.
Quo o czar nao ignora o Utopia formidavcl de
que est ameacado, lio sabido pelos desesperados es-
fondos que esla fazendo para reforrar a longa linha
da sua fronleira de defeza, e para forlilicar a sua
capital conira 11111 asscilio.
Pela nossa parte be incrivel |ue e\fon;os to ex-
tensos c tao despendiosos nao consigao resultados
permanentes. cnbnma ronclusao prospera podo
ser alcancada, entrando-so em um territorio por
tantos lados, se tencionamos abandonado oulra vez
no encerranicuto da campanha. Devemos acceilar a
rcalidade da nossa [M>3^o. Por muilo lempo a
guerra lem sido feila por ideas ou por nomes. De-
vemos agora pelejar por alguma causa palpavel.
Atnda quando as consequencias fossem um dcs-
menibramento da Russia, nada baveria nestu re-
suliadoniedonho como possa (lareccr aos olhos
dos devotos da idea do congressoresultado to ca-
lamitoso como a indsfinidt prolongacao da guerra,
ou a certeza do seu recurso, quando a Russia li-
ver oulra vez recrulado os seus oxcrcitos e repara-
do as dclapidaces maleriaes que ella possa ter sof-
frido na conicnda.
(Morning-Chroniclc. )
Eslo convencidos de que na primavera seijuin-
le a patarra sera proseguida pela Kussia com rada-
brido vigor. As preparaiales de defeza vio cm pro-
cresso em linio o pail e em uma escala gigantesca,
alim le resistir aos rocos evtraordinorias de ataque
que, comiera sabido, os alliados estavam preparan-
do pela sua parle.
.( Acredilava-sa em llevel e Higa qoe ora/ forra
aaglo-Traneeia desembarcar as Ires provincias lo
Ballico 0" inomenlo cm que a navegarlo se lorne
livre, e que as hostilidades rome;arao simultnea-
mente an longo le ambas as margens do gnlpho de
Finlandia.
i lia em llica varios mil bomeiis perlencenles
milicia da primeira leva, cujo armamculo esta ago-
ra complelo. Os s.ildados conduzem, iodepeodente
lo mosquele, um machado preso ao boldri.
{Tima.
Londres S de Janeiro de IKj(.
Aceitara a Kussia os termos que Ihe foram UTe-
reeidos pelos alliados Ella os recebeu a 2S do mez
passado, e o Iclegrapho anda nlo annuncia cousa
alguma. Mu arremeeiu o mensageiro n'um poro,
como os amigos (iregos fizeram com os emissari'ns
do rei grago, quando Ibes foram pedir Ierra e agua,
nem o depen lurou do laes da verga de uma lestas
Trgalas que, embora apartadas do mar, podem com
ludo precncher cabalmente as fenles de uma for-
ca. nem despedio-o sem resposta.
A Kussia esto calada, e assim presumimos que
esla meilitando, e no Intrnala da mais profunda
paz aquellos a qaem esto confiados os seus destinos
me Mam nielbor.
Em fardada nlo podemos esperar que ella sea*
presso a agra.lecer a nossa impaciencia. Tcm os
nossos segredos, c pode razoavelmenle empregar o
seu lempa antes que nos revele os seus.
lira imples .Nlo ja leria sido dado, e o fado
le nlo ler sido proferido ha le/, dias he uma prova
de que o .. Nio nlo Ihe corre tiio promptaroeiilc
dos labios romo os seus admira loro, e sustentculos
inglezes nos lem querido fazer crer.
Sem duvida os seus prudentes diplmalas eslo
revolvendo em todos os sentidos as proposires dos
alliados, c procurando um lugar do qual possam pro-
ferir um cousenlimento, uma negociarlo, e eolito
uma rerusa.
Em verdade, a Itussia lem muilo a considerar.
Nl comeraroos agora a ver e ella a senlir alguma
cousa los elleilns que a queda de Sebastopol mais
cedoou miis larde devia produzir.
lia uma alteracao perceptivel na silairdlo dos
mais pequeos Estados da Europa. Os reinos es-
candinavos denos um passo decidido na cslrada do
progresso, associando-se aos alliados, que silo os
inimigos declarados da Kussia. 0 que be ainda mais
extraordinaria he que os Eslailos que parecan) es-
tar mais inteiramcnle sob a superintendencia do
Macedonio moderno a Saionia, a Baviera c o
Wurlombergeslo vacillautes na sua vassaliagem,
c. fiis ao principio de serem fortes no lado mais for-
te, se allligem com a duvida de que o seu lada n,io
seja agora mais fraco.
A immensa srandeza patarra c inerte la Allem a-
nba se esl asura esforrando de ama maneira dilli-
cil ehesitante ; visOes do unidade nacional, de inie-
resses individnacs em uma poltica verdaderamen-
le allemaa, de substituir o patriotismo pelo indivi-
lualisroo, emnilas entidades cnenbertas por muilas
ouiras igualmenteencobertas, preoecupam o espiri-
to germnico,inanifestam-se em broxuras de paginas
innunieraveis e de sententas interminaveis.
Se a Allemanba nlo esla tolalmenle accordada,
he cerlo que nao esl iiileiramentc dormindo. Nem
he fcil dizer quccfleito osles symptomas de impaci-
enteagilarao podem ler sobro os conseibo da Aus-
tria c da l'russia.
I'ara a Austria semelhante lesperlar do espirito
publico nlo be .mun.ic.Vi incousiileravel para pro-
gredir na estrada em que ella lem entrado, poisque
isto nlo s Ihe promelle o apoio que ella procura
ha tanto lempo, mas da-lhe um mais enrgico que
sempre que a sua poltica tcm sido fiel aos seus de-
0 as missfles permanentes conservadas em sea seio
por muilas sociedades bblicas de Bostn, cajo zelo
est ao nivel dos euormes recursos liuaiiccims de
que dispoe. ,
" He dessa cidade qne parlem quasi esclusiva-
uienle (odas as cxpcdin.es methoJistas e presbvte-
rianas que vio fazer propagla em maior escala
na Oceania, .10 nrehipelago do Japlo, c mesmo na
Europa : por quanlo um navio que fez-se .1 vela ul-
timaroenle para Malla e a recia lovnva a bordo
lozejovens ministros acompanhados a mor parle de
suas esposas, e que rio propagar sua f nessas re-
gies.'
A companhia ingleza Cuuard conlinuara a 12
de Janeiro prximo sen servico entre New York c
Liverpool, que as exigencias do almiraiilado para
os transportes ao Oriente lioham obrigado a suspen-
der. Assim haver brevemente duas pariidra re-
gulares por semain para a Europa.
Alguma pessoas arham-w aneciado* esa Qt
da da rarncirada-reiiianle.
N-Us.
Esse mii>o que mora l para as Oa
que arena lio aren/notamente para
delronle, qoe..... que...... rlc, leml.re-iegaje atraa
de estarmos em lacla com uma epidemia..... lea,.
po he quaresmal!
A classe pobre da ra Imperial e da Cabansa,
osla morrenilo ao desamparo ; o rirareilo qne e*U
incumbido lejsc dislrielo. mora em Fora de Portas,
e se bem que apparera ale | uma vez no dia, a ca-
vallo, com ludo, de sorlc llaVBBH pide arralar
promplamenle ans'chamados, e morrem muii,,.
mo (em arronterido, sem que S. S. seje saticstar.
Alguns moradores, porcm, romiienetradm de nece-
cessidade que ha de lerem junio a si o -eu nudire.
prepararam o sesuudo andar do sobrado n. I, po-
rcm consta-nos qae Sr. Dr. ainda l nlo foi.
(i rn/erineiro. |||m... jinr. Radarler.
de Vce. e-ti
< O Mxico parece (er ..os germens ,|e agita- I Espero que le Seo Kenamerilo favor.
;io. Corre voz de que o exercilo lamenta j.i Santa : Pcnba da-minfca mirlo. II.- Bajfjats
Auna c que aperar da recepcdJo de Alvaroz no Me- i favor, ciue-em Virlmie da atinoenti... ireo
x.co e de sa prorlamacio re. ciava-s, ,, muitos ," de Jpi.limia-reinaiile. r que jnrgo de me. devet
regimcnlosse pronum-iassema favor,!., ex-diclador. dcme-preslar na-maneira slgianlr, e aban de
I'or prudencia foram aastados da capital. | clarad... EX eran do Ezerr.lo que' bMta) (V. .na
a Qoanto a divida le tres milh.les descontada por do. Ingarcs-le Imfermeiro l.onde nrirtei-roeretle
Santa Amia antes de sua queda a hanqueiros do, sanies Servia*. Como no-Kie i.r.n.le de-S Pedra
E-tados-Unidos o< descendentes ou Jsuccessores de 1 do Sal-Hospital Kigimental-em Porto "-'--r aata
Monleznma podem lanca-la na ronla dos sanbos c Militar, tenho algumas l.azes-r i-mptirhadi71
das perdas. O advogado geni Cushing de Washing-
ton decidi que a somma devida pela I nio seria
paga aos possuidores das letras. He uma brecha
terrivel no orea,nonio mexicano !
A animarlo e os preces elevados, que motiva-
ran) na Europa as transacc.les sobre o cafe, c o as-
sucar, repercutir un naturalmente as diversas pra-
cas do Atlntico. Esta ultima mcrradnria leve r-
bida alta. A Louisiana quei\a-se,la.nliem de mu
colheila por rausa de um insecto que devoroo as ca-
nas madoras; apena* coula coro meio anno.
1 As ultimas noticias das Bermu las lio achoca-
da a -27 de novombro le uma porc.io las forras bri-
tnicas que ah eram esperadas, e que sao destinadas
a cruzaron no Ocano desde Terra Nova al ogol-
pho do Mxico. Slo os vapores .Irgus, Itotamniid.
I'embroke, Termagant, Huzzari, Medea, e os bar-
cos le vela BoscaVM, Corniralli.', e ll'olceremie.
I)e sila parle o almiraule da l'niao reforca sojas
estaces, c prepara toilos os seus navios. Keina a
maior aclividade nos eslalciros de construeco mili-
lares e civis. No numero dos giganlescos paquetes
o clippcr* que a industria parlirular aprompta pa-
ra 1 primavera nola-se o l'anderbill, o qual foi
laucado ao mar esla raanha. Esle vapor destinado
navegado do Havre he lo porte de 5,000 tonela-
das ; lem :t:i. p es de cumprimenlo. I!) de largura
e :l:l de profundidade. Sua machina ter. a forca de
1,700 cavallos.
o Eis aqui o resumo las ultimas noticias da Ca -
lil'orni 1: O banco Saandcrs e Brcnuem de San Fran-
cisco suspendeu seus pagainentos deixando am pas-
svo coii'ideravel. A lardanca das chavas lirna me-
nos satisfactorias as noticias das minas. Os assassi-
uios mulplicam-se e muilos empregados poblicos
lem pago com a vida o exercicio de suas fuucres.
Houve grande eropran volcnica em Honolul. Em
Salina perto de Montero) alguns Mexicanos susten-
taran) com vanlagem uma pequea halalha regular
contra cidadlos dos Estados l.'ni.los, e sohre o Kogue
River no Oregon um bando de 300 Indios lerrolou
a iOO homensdo exercilo federal. J se v que
nlo he cedo para enviar-lbe reforros quo gastarlo
mais de um mez para chegar ao seu destino, n
acnmpaafc
mesma l'ralira. que quar qaer Sir.irsiim pilim
cmlregar quarqaer Emrermod.ndo cale Itilta Se-
nhor: Suas Keceilas-que PromplameMc-eairra^
re., romea maior delirludade que diiimpeaho O
mais que for. porivel-.res|.ict i Sendo qoe raew
lalivo nlo esleij. em Ocranlro qae o RearuHeja
quarquer novo Simptoma-de ham* Onlra ataleslia.
Ezatamenles Aplicaredhc os remedias gas L.'..'
Simptomas.com vier romoSobe-escrilo esta, das
Fumularios Vellios-Kcformados. qoe re lia
llospitacs-do Kzerrilo. combinando o que-a.ld.lar-a
respetivo. Fuclatalivo-a quem-hen pertetkcer
Seo Ajdanlc re-est pequcia. l.ensbranca
meo frarii-rmtiilimentn : r.issn Saber, que
Ireplle. queira ler-abomdade. den... m. -m _
Publico-coinoiiicar-o'nde me devo-a prezealar
desla. r .111 viqi._.io.
Dizem que o emprego de irspeclor da CaUsea-
ga. baven.lo qurm porbe par elle rende manVde
ltO0O rs. por mez He celebre I O qae I be
que sempre be preheuchido r">r gente boa.__V'm !
He preciso que a polica alo eons.nl. ,.. \j.
eos-gagose/.s-cazuzas, andarera todas as jsoHca
aos gritos pelas calcadas.
Consta-nos, e essa muita certeza qae ) *a-
nlior licenciado, que realmente nao teta sida das
mais lc.es com a eoragem, que sendo hamado pa-
ra ver orna doenle, ou um lenle de um Sr. Lope-,
se licuara formalmente..... emlim aingaeaa be te-
nbor de si !
Outro Sr. Ir. tambem mandn ptnlimr aaa-
raco.< a ama pobre mulher que o foi rnrommadi na
remanso du seu domicilio para ir ver aau ase-
nina.....
Temos felizmente roailos profeieeres asada
chcios de caridade e benelicencia. N os
recommendando a estima publica, e meso
le que sainado uma vez de seos eommedo*
promplamenle aos doenles pobres.
At
CMARA MUNICIPAL DO
SESSAO' ORDINAMA DE 30 UE JANEIRO
DE aTM.
Presidencia de .Sr. Buro i* CnpUmrUt.
Presentes ... Srs. Reg, Oliveira, Mella, e "lail
ro. faltando sem causa participada o* mais Sr.,
abrise a tesslo e foi lula o appMvada a acta da
antecedente.
Foi lido o seguiole
EXPEDIENT.
I'm ollicio do Esm. presidente da provincia, di-
zendo em re-posta ao desla cmara de 23 lo corra-
le, I .io deelara.se a mesma cmara,qual o auxilia ae-
re....1 m para a cuilinu.ic.iu da coiipanliia eacarre-
gada da limpeza geral da cidade. Qae se resfaa-
desse que eram precisos fct**M p,i nen.is, viste qae
em [muco nuis de rinco meros se gaslaram 12
A era presente ser assignalada na historia, co-
mo leudo destechado um golpe definitivo om muilas
tradirfies veneraveis. Os proprios periodos le acti-
va rcvolticao bao sido menos feriis as noticias
obituarias, que annuncio a ararle de inipiessiies e
crencas de longa existencia o origemrespeilavcl.
N interior livemos de ceder a nossa fe na obra
de muitos importantes ramos do servicia publico na
perfeieao los nossos syslomas militar e poltico
nos beneficios attribuidos a organisaro cxclusiva-
naenle aristocrtica do nosso exereite e servico ci-
vil, quanlo aos seus grus ...ais elevados ; al
na rapacidade emiiientemeiitc pralica de toda a
notsa COmmonhSo, rom que estamos scostumados
a adornar-nos, liabilitando-nos a oxceder oulras
nacocs na execucao de todas as obras que requerein
a uniao de capital, numero, seiencia e pericia.
Lm todos estus pontos, temos encontrado niorti-
licaciies e derrotas em maior m menor grao. O
nosso m.'lbor consol deve consistir na resol'ico,
agora que o; fraeos pontos eslao descolwrlos, de
proporcionar mcios para fa/.c-la vigorar. Alguna
actos j tm sido praticados tiesta direecio. O
primeiro passo para a cura no. reconliorimeiito da
molestia. Pode liem aronter.-r |ue as severas li-
eues que nos oro dadas durante o anno passado
condniao a aullados nao pouco honrosos e uleis
ao paiz. J
No ex(rior militas iradir/iosso cnlraquceerain o
.iniquilaram c.. poucos mezes. A forra tradicio-
nal da Bussiaa iVarjucza Iradicional da Porta
a persua^ao do pie o sulio era mu enfermo a
qticm nenhuui esforro podi.i conservar vivo por
muilo lempode que os Tujeos orno esteris como
rara, desliliridos de lealdade, induslria o eoragem___
todas estas impresses :iiragada por muilo lempo
bao sian totalmente apagadas.
Fados obstinados o prolongada experiencia lem
mostrado quao iraca uta a sua validade. Tomos
sabido que os Russos nem so lao rormidaveis romo
invasores, nem tan invenciveis c(,ln dorenson,
como julgavamosque elles fossem.
remos visio nos seus recontros'con] os 0\r,..
los turcos que estes so podem sustentar, nur por
ira/, de muralhas, qur em campo ra>0. \ porsua-
tao ctiiiladosamonlo nutridaa rren,'a na invul-
tiorahilidado do > Sanio imperio n-^0 __ um-
se mostrado um puro mylho. Como,qUerqUo seja
na pralica julga-se que nao se te.n encontrado dif-
licuhlade msiiperavel, om eflectuar-^ urn aJoSg.
mani no sen territorio, toraar-se as t,,, Xorule/.as
o cercar-re as tara fronioirar, em q,.as lodn.:
lados. ,'
As gaulas de Parb pahlicam o> seguinles despa-
chos letegnpUeos :
i llcrlim ,"1 de Janeiro.
n Os membros do urande consell.o do guerra que
funeciona cm S. l'elcrshurgo eshlo principalmente
oceupados com questcs relativas s forlincariies dos
pontos estratgicos do imperio. As forlilicaeoes lo
KielV serao concluidas antes lo lim do invern.
a Dizem que a Austria lera a ntcnc.lo formal le
apresenlar Dieta germnica as proposlas para a
paz que ella enviou a S. Pelersburgo.
o O principe t.eorgc de Mcrklemburg chegou a
Herliii).
A conferencia sobrs os tribuios do Sund em
CopcnbaRue foi indefinidamente adiada.
Madrid de Janeiro.
0 proleslo, mai*JJaVlaiis conira o rcslahcleri-
mcolo das afliTas ro hontflm apresentado s corles.
i Asjinerpellaciics dos demcratas appareceram
boJcS
Lcmo* na Independame Btlge, em data de 3 do
crrete o se^uinte :
Cartas commerciaes recebidas boje de varios
porlos russos do Bltico mencionam a aclividade ex-
traordinaria desenvolvida pelos ueueraes que eslao
erigindo obras addielonaes de defeza no lado de Ier-
ra o de mar, o eslabelerendo acampamentos enlriu-
rherados para as tropas, que devem operar as tres
provincias de Esthonia, Livonia e Corlead.
Ascommunicac.les por Ierra sao agora facis
em razao do selo e da nev, c Rev!, Riga o oulras
cidades martimas Ja receheram peras de lonso al-
canre, de um syslema aperfoiroado. ullimarocnte
empregado na rundilo imperial le S. I'elershurgo.
o Projeclou-se construir ero llevel c Riga las
novas baleras no lado do mar, e arma-las com es-
las peras, afim le alcanrar em certa distancia os
navios alliados, cujas hateras prejudicavam o auno
passado as obras ayancadas los Kussos, ao passo que
as pecas lesles, sendo de interior alcance, nlo po-
diain vingar-se.
o O illuslrado engenheiro Jacohi, a quem o so-
vernn russo deve a invciic.lo las machinas infer-
naos siibmarinli.is, a expiosio le uma las quaes, cm
julho passado, a bordo lo Knnontlt, quasi que ia
sendo fatal ao almiraule Seuiir-- foi ciirarreoVln
pelo grao duque C.onslaiilino i.'.' lircc;ao dos Iraba-
Ihos da fundirlo imperial, cm que lo asas anliga*
pegas estilo seudo fundidas e couvertiilas cm peras
de Irincheiras e de a<*edio do mais longo alcance,
i As caitas comincrciaes cima mencionadas, es-
cripias por alguns dos mais eminentes negocianles
nos porlos russos do Bltico, nlo arredilan! seral-
menle nos boatos la paz, que lainhem cirrnlavam
aqui em dezembro.
PERMAMBCO,
PAGINA AVULSA.
Em nossa Ierra lado que parece ser le alcuma uli-
li.lade, ou he esquecido, 011 ridicularisado, se ha nis-
so inleressados por esle ou aquellc motivo ; noqne-
remos dizer com isto, que o disuo Sr. Dr. Pereira do
veres e as suas obrigar.les, tcm sido de alguma van- Carmo, tenha inleresse em fazer esquecer esse prelo
lagem para ella. j,j0 engenho Guararapes, que a voz publica e os fac-
Por oulro lado, acorlc.de Berln) parece eslar loso indigilaram como curador do cholera,
amcacada nlo s. com a perda da posiclo de srande l esejariamos saber (se bem que nulliilade' :
potencia, mas com o complelo isolamenlo; dos esta- |... Qaal o numero de pessoas salvas pela applica- i """ esle Mrvl- c,e "Ja olilaaso se ale
dos cujo apoio ella lerp acariciado com tao perversi 50 feita pelo dilo prelo 1 Prcsc""''r "a quadra actual.
poltica.
Estas cousas devem lenilcr a convencer a potei
ca germnica que lem sido amiga especial do czar 1
a oulra, de que seguranca e ambicia ronduz.cm
igualmente a um rurso de hoslilidade mais deci-
dida.
A obra de ill anuos de intriga* est sendo rpi-
damente desfeita, e a conliuuarao la guerra arran-
car.! uma influencia na Alleinauba que 10 annos de
semelbaulc intriga e corrupclo nao podem restituir.
Com ludo nlo nos podemos persuadir que o impe-
rador da Kussia, embora hesite em recusar, se dig-
ne aceitar os termos que Ihe foram oll'erecidos pelo*
alliados.
No interior do seu reino o partido lteoslo, ordi-
nariamente considerado com os amigos da paz, foi
suplantado, e os volhos Ilussos, os inplacaveis ad-
vogados da guerra e da conquista, reinam em seu
lugar.
Fora da Itussia, o orga belga do czar levanta de-
nodadamente o cartel de desalio, e convida os allia-
dos a tentaren) a fortuna de urna campanha do nor-
te. Com grande habilidade e impudencia, esle jor-
nal procara plantar dissenses enlre a Inglaterra e
a Fringa, e provar a ambus qoe qualquer esperan-
;a debom xito no Ballico be totalmente ftil e ab-
surda. Nao he exacto dizer elle que o Ballico he
smenle aborto por quatro mezes ; mas he iacon-
lestavel que ha grande jottica no que diz relativa-
mente.1 iinpossibilidade de. passar o invern' naquel-
la* inhspitas regules.
Desde o lempo de Carlos MI nenlium exercilo
iniroigo inveniou nos terrivei* confus da Kussia, e
o boro xito desla experiencia nao foi lao grande
que aconsclhe a sua repetirlo ; mas quando o .\ord
nos diz que podemos somonte aranbar os pos e pu-
xar os cabellos da Kussia as suas melaphoras o ele-
vara mui alio. As nossas arranhaduras lera exhau-
riiln as arterias do gigante, e, posto que sejam ap-
plicadas as extremidades, lutu sido efJeclivas.
[liem.]
ESTADOS-UNIDOS.
[Corresponden -a particular da Piras*.)
r 3few-York 11 io dezembro. a
A propongo que dirainue a importancia das
reinessas le graos c le farinha, as do valores metal-
lieos recobra. seu curso. Assim em quanlo temos
le assignalar um tempu de suspeusio uotavcl as
expediste* de coreaos, o .itlantico levou a seu bor-
do jOO.000 dollars em ouro para a ^Inglaterra c a
l ni'i > recebe so.nina quasi igual para a Franca.
i As ultimas noticias dej .Nicaragua foram Irazi-
daspor um senhor Tranca, co.upauhciro do general
Walker, o qual chegou revestido do lilulo pomposo
de ciiibaixador cxlraordiuario dessa repblica nos
Estados-Luidos, iiifelizineule o governo de Was-
hington alo quer rccoiiheccr-lhc essa qualidade de-
pois do ler lomado medidas para impedir -novas ex-
pedales dirigidas ao mesmo paule, lie intil dizer
que o plenipotenciario recusado csgola-se em elo-
gios sobre a pacificaco completa da rrgiao que allir-
'ina represenlar, e faz dclla amadeseripco maiavi-
Ihosa acompanhada de musirs de diversas minas co-
piosas que Irou te comsigo. Espera lalvez que as
ideas lo Sr. Pierce se mndilicaram a seu respeilo,
mas engana-se. O gabinete de pie be chefe o Sr.
Marrv lem muilas oulras dilficuldadas teas cotilo a
guerra dos Indios do Oeste, das quaes cada correio
revela um plano le levanta ment geral.
o A proposito conveo que eu ex|iouha a Vmc. a
importancia das tribus indias sugeitas que vivera
cm harmona com a grande repblica.
Treze povoac.les de II.IHHI almas hbil ira os
diversos Estados, onde occapam lous mil c setenta
e cinco ralhi'iesde-Ciras, das qoaes so.nenle nove-
centas mil sao cultivada*. Ahi possuem 2,600char-
ruas, 8,000 ravallo?,. 7,000 luis, 3,500 vaccas, 900
carneros, o IH.lHH parcos. Sua rolhcita ordinaria
c.hcga a :1IM1,IHN) alqueires de graos. S.lo os Choc-
taws, os Chiekasaws, os Cracks, e os Cherakees ..o
hausas, M (Incidas no Wisconsiu, os Snecas, os
Ononolagas, os Turcaroras, os Cayagas, os tlobi-
cans, os Brothersau, os chrislaos do Delavvarc os
lroqucz.es do Estado de New York e os Osases do
Nebraska. Quasi todas te.n governos constituidos
que funeciona. por meio ,1o assembleas legislativas
e de um.poder execulivo sugeilo a eteieao. Tres
dialectos: o iroquez, o slgenquino, e o apalache a*
anem enlre si; seus rnslumes ah and.im--..- e civili-
2." Se o remedio he ou nao proficuo i 1
3." Qual a opioilo do Sr. Dr. Pereira do Curar, a
respeilo, porque de sua cxposirfm nesse Diario, per-
mitta-nos diter, a nos que nao somos mcilicos, que
nao fariamos mais nem menos do que S. S., i*trque
iramos Cuararapes, far.amo* o rol dos ingredien-
tes, que *o nos apresenlassem, c diramos como S.
. o preto cura com les e taes ervas e sCmentcs ;
appliqoci em fulanoesses remedios, ele, ele, e sou-
be que eslava a terminar a existencia. Ora, j ve,
que dessa forma deixoo S. S. ao publico coroo se
cosluma dizer, com a lingua na bocea.
Em um negocio de lana monta, porque tendo de
curar doenles, parece, que os maiores esclarecimen-
tos a respeilo, seriara poucos, c um professor como
S.S., dolado de tanta intelligencia, devia, embora
n,lo acredilasse na feilicaria desse preto, esclarecer o
publico de uma maneira, em que tolalmenle ne-
nhuma importancia livessem os laes ingredientes do
prelo,ou que .inmediatamente se procurasse pratica-
los.como fez o Sr. Dr. Aquino a respeilo do samo lo
limto, qae tantos bens lem feilo a quem sabe-o ap-
plicar cuidados menle.
Como quer que, apezar dos pezares, ja nao se en-
contrara mais sementes da Costa, porque maisdeuma
alma caridosa as tem mercado, enfcrroihjdo ; e ao
terminar estas linhas, disseram-nns, que um certo
Sr. pharmaecutico possuia uma sulcienle quanli-
dade deltas para troca-las pelo ferrinho.
Pagaos.Consta-nos, que na travessa los ex-
poslos, ou por delraz do quarlel de polica ha uma
casa, oudc cxisleni oito pessoas pagues, e entre ell.:s
uma joven de idade de IS annos. Esla noticia lem
o consta-nos : comludo nao seria BSo qu o*|
respcilavel Sr. vigariode Santo Antonio indagasse,
se he ou nao exacto o que levamos dilo.
O Sr. Dr. Lobo Moscoso, merece a considerarlo
do governo, pelo aclo generoso que acaba-de prali-
car, illereccndo ao governo a quanlia de 2005000 rs-
em beneficio dos pobreza enfermos.
(tuvimos dizer, que as confrarias, que possuem
calacumbas no remiten., publico, acbam-sc conster-
nadas pelo que a respeilo dessas mesetas catacumbas
lem bavido. Nao sabemos se ha inuila razao de
qutixa.
Se abrir-se um reg na ra dos Cuararapes,
os charcos que all existen), ceilamente que eva-
cuarlo.
<.>uo necessidade l.aem torrar se a ir para um
hospital tratarse, quera quer ou quem pude tratar-
se em sua casa '.' He urna caridade forrad.., qae
coramumentc no se tira bous resultados.
A commissao le benelicencia de Olinda comple-
se do coronel Passos e Drs. Silvia o Oueirnz Fon.
seca. No dia 10 principiara.11 a solicitar soccorros
para os pobres ; no dia II ja liaban oblido .itXlTOOO
ris.
lloutcni, um rapaz le 12 a 14 anuos, espan-
cou na ra lo Cabug.i, em pleno dia, a oulro de lli
a 18, lcix.indo.o lavado em sanguc, e snfou-se mui
airosamente, apezar le acudir muita genle : c ale
dizem que eslava prsenle o respectivo inspector de
quarleirao
Us religiosos Benedictinos, alm do terreno
que gratuitamente offereeeram i cmara para o cc-
milcrio. Icram mais para os pobres 2()>000 rs.
S. Exc. tambem conceden para o ce....lorio de
Olinda, t:0OOS)ni)rs. Esses rseos de beneficencia
Oulro do mesmo, dizendo qae -nmprejM 1 en-
mara ... lena-e aos sames, qae sob arnai. rigorosa
rcspni.siihil.Ja.le exerran) loda a vigilan, ia, ansa de
que sejam fielmente cumplida, as postara* e regala -
menlos relativos .1 saluhridadc publica, nao
(indo que se exponham .1 venda os ge
ticos qae eilivercm viciados, e removendo aa
foco de lolece.io das mas da idade.__l.ilcirada. a
immedialameule *e Irausmitlio esta orJem aos as-
caes.
Oulro do mesmo, dizendo que. romo tpala da
maior urgencia que os eulerramenlos da* pengas
pobres que sucumbirem a epidemia se eucatea
rom a maior presteza, e pela forma recommendada
pela commissao de hygiene, ceoiinha que lese lea
autorisado o administra lor do remiterio, para ler de
promptidAo nao s os carros fnebres, qua para eate
servico forem oecessarios, mas lambem para do*tat
os vencimentos dos empregados do cena 1 lena, assav
mentando o numero delles, conforme a cir
cas o exigirem, c^emquanto dorar o llagello;
do as despezas qae accrescercm as ordinaria* 1
relacionadas em folhaa separadas para sena
pelos cofres geraes. Intc.rada .- nesle-sealida se
expedio logo ordem ao administrador lo ceauterie.
Mandou-se recorarnendar ao administrador da
companhia da Kibeirinh.is, qae se ealeadease diaria-
mente com a commissao de polica, alim da se 1
dar sobre a mellior maneira da se cvevalir a I
za da cidade, e com promplidle.
Concluio-se a apararlo de todas as actas la* Col-
leg.os da provincia, resolvendo a cmara iarlsir
nella os votos lo collegio de Barreiros, qae faaccr*-
nou na respectiva igreja matriz, *ob a presideacia
do juiz de paz, Francisco Santiago Ramo*, e toaaar
em separado os provenientes la rennilo de etetta-
res do mesmo collegio, qae houve em lugar inraas-
pelcnle, presidida pelo coronel /rferiee da Casma
Baslo, por Ihe parecer aquello mais les.lim. : aaaisa
como separon o* voto* que no rollecie do Onricary
oblivcrran l.eopol.lico Delfinn de Abren e Massael
do N a- i ment Pire Machado Porlella, e os qae et
teve em Serinhaem llenriquc Aoculn Milel. par
assiin ohterein lambem rcsolvido osmesmns cellegirw.
Despacbou-se a p-liea.i de Antonia Jaac Mwail.
e levanlou-se a sessto.
Eu Manoel Ferrcira Acrin|i,ser'C|jrio a eserevi.
flar7o de Ctpittribe. presidenle.titmeiro
llego.(Uretra.Bastas.
REPARTigAO DA rOLICIA
Parle do lia 21 de fevcrcirc.
I lim. c Exm. Sr.Levo ao conlierimenlo de V.
Exc. quedas lillerenle* participadle boje recabi-
das nesla reparticao, consta qae se .lera a* se-
gunde* oceurreacias:
Foram presos: pela subdelegara la freguezia da
Sanio Anlonio, o preto escravo Belmiro Kraawssra
da Silva, por tentativa le roabo.
E pela subdelegada da freguezia da Ca Vala.
o preto rsrravo Joaquun. a requenmetit. de sea
senhor.
Dos guarde a V. F.xc. Secrelaria da patina de
l'en.aml.uro 21 de fevereiro de IS."^i. I Mm. e Exm.
Sr. cini.elhriii. Josc Hcnlo da Canba e Fifaeneda.
presidente da provincia.O chefe da polica, Im:
Carlos de Paira Teixeira.
EKKATA.
Na lisia das pessoas qua subscreveram para oernr-
rer >s atacados da epilemia, eslava coalOsneladV eaa
de pessoas 011 corporales, qoe eslao bem de forlu- """" lai" *' Jo5c r>ancisro Pereira da S.lva
san-se, grabas ao contacto diario dos tilhos da lioilo tes silo ons dungas.
na, muito exprimen), principalmente quando actual-
mente algurm toma de longo o pulso ao .lenle pe-
ore, e pcrgunl 1 ans de rasa se ja esta lgido
lie na vclba academia, que se ral cslab-leccr
o hospital: o Sr. Joaquim Lopes de Almeida olTere-
ecu gratuitamente os materiaes precisos para os repa-
ros do hospital, c os medicamentos precisos para os
doenles.
OSr. Ilvgino, commandanle do .- batelhao,
lem-se csforc.ulo rom capricho a concluir o hospital
la Misericordia, destinado para os seus soldados.
No dia I i lo correnlc, fui era Olinda enterra-
da no convento lo Carmo uma niull.cr ; a COVa fo.
lo proluiula que 110 oulro da o cadver apparecia,
e ninguern poda Iransilar por aquelles logaras ; a
ulO ser o zelo doSr. itygino,telv que esse cadver
servisse de paslo aos caes.
Nesse mesmo dia houve grande prncissao le
pemlcucia.
Eslo all carissimos osviverrs, e ,.s marchan-
com 9.
fiarlo De tt**imimt*>
llerebemns bi.ntem imlirias ile Bom Jardisa. (I
Sr. Caetaoo l.uiz Cola;o licava quasi rrstabeleci.ln,
' ja ia prestando os seas serviros s peiMX qae
eram atacadas. Na morlalidade qoe lenvn k.nlfaa
sai tuna victima falleccu naquella povoare, mases-
la viera para ..lli no estado lgido, ao pa>> qae ta-
llas as oulras sucrumhiram nos arrednre*. O aul
coiilinuava no mesmo estado.
Por va le Bom Jardun soabemos lamo, m qae a
epidemia linha apparcn.lo na Barra de Natalia,
provincia la Paralaba, SSasa linha feilo alcanas
victimas.
Chegou le Pao d'Alho o e*lo.lanle de mediciaa
Charlinet, ese acha graxcmenlr rnlermo, a-.m ca-
lilo chegou atoenlado o juiz municipal de Liawrira,
o Sr. Dr. Nalior.
Appareceu um segando prelo, curando m doenles
la epidemia reinanle rom urna composkfci san ; a
qual sendo applirada por elle proprio a alean* est-
fermns do hospital de rnarinha, nao tesa, orad
efleilo satisfactorio, romo se vera da parle do 1
(or daquelle hospital, qae sbaixo tai
/*


MUTILAD^
ILEGIVEL




d
DURlO OE KRIMIURICQ SEXTA FURA 22 OE FEVERflM 91 1886
*
V
LT
illm. Jjr.Participo a V. S. que honlem is 7 lo-
rase Bfli da noile. nprcsentuu.se ncsle hospital n
jwelo Manoel, acompsnha.lo do capitao di guarda
nacional Francisco de Paula Conjalves da Silva, e
mais algumas pessoas qae o arompanharam, isto por
ordem da presidencia, para applicar seus remedios
era alguns doente* atacados iIk epidemia reinante :
e achaudo-se present o Sr. inspector desle arsenal,
Tora franqueado ao referido prclo o hospital arhan-
do-se por infelicidade quatro doenles bastantemente
graves e no estado lgido ; sendo lies o prelo Ma-
noel, escravo e o francen l'ersctl, o rrlonloCosmo do
Valle, e os Africanos livres, SebasliSo e Simplicio ;
o primeiro atacado de vespora, e o segundo pela
mauhiu; t sen4o aprsentelo ao referido prelo
Manoel primeiro doente, elle declarara que esse ja
eslava detuntu, porcm, que ia dar o remedio, mas
eu me oppuz a ss.i porque eso duenle eslava selra-
tando eom o l>r. Kiheiro, e o conrluzi para junio dos
* dou* Africanos, e Ihe disse que podia lomar conla
delles ; elle assim o fez. ; passando a examina-loa
afastou-lhes os cobertores c botijas qua junio aos pivs
tinliam, deu a cada um obra do quatro 01151 de urna
beberagcm que coinsigo tra/1.1 1 n urna garrafa e man-
dn qoe llio dessemagea a beber qoando elle- a pe-
disa* ; assim como um pooco de pirito excaldado
com carne assada ; o que me fez declarar-lhe que
a essa hora nao Ihe podia dar esse alimento, porra
qoe elle voilasse pela manliaa para continuar a ver e
Irataroadoentos, visto que nada mais eu Ibes appli-
caya, assim o promelteu eratirou-se. Urna hora de-
pois o Africano Scbastnlo linba grande evacuiijito de
veotre, achava-se bastantemente resfriado, e falle-
cara quatro horas e meia depois ; o Simplicio, son-
davobservado por roim e o Dr. Kibeiro as t() horas da
norte ; eslava muilo peior, porque, logo que Ihe li
rarain as botijas e o cobertor principiou a perder o
calor, geral que linda antes, e arhaxa-se muilo res-
friado, porein ainda linda o pulso animado, e o do-
enle eslava um poaco desinquietado, e assim passou
o resto da noile. Hoje as 9 da manlia vollou o pre-
lo Manuel, applicou urna oulra dse de sua beber-
(em, e declarou que o do ule nJo podia escapar e re-
li>*u-se ; sato Ires huras da tarde, o doente ainda
vive, puri'.m corno ein abandono, visto que nada mais
se loe lem applicado, para nlo ir de encontr, com
a prescripjao do prelo Manuel ; e a esla hora, ,1111-
da senla-se por si, pede agua, ja se Ihe deu um
pedacinlio de gallinha com arroz, por<|ue nVi me
imei ile Ihe .lar carne assada e pirito escaldado ;
onserva ainda pulso, e responda quamlo por elle
*achama, tenhotido vuntade de continuar a Irala-ln,
por001 nada lenho feila, esperando ver o resultado.
E ntrara honlem as 8 horas da noile Joito Bernardo,
50 Chus de idade, pardo, casado, lilho de Miguel
Uaafatlves, natural do Rio Grande do Norle. eslava
' mi segundo periodo.
FjajSlrou hojo as '.I horas da m.inli.u o Allemao J0A0
Chrifitovao Vize, di anuos'de idade, solteiro, lilho
de Vi/.e. offieio de ferreiro.
t>v Africano livre de nome Francisco, 22 anuos de
idade. rcmeltido pela capilania do porto.
A. Africana livre de nomo Izabel, 25 annos, re-
mellada pela capitana do porto s 10 horas da roa-
' lili ia: lica a expirar.
Jos Mara Leva, lilho .le Miguel Aolonio Leva,
idade 2-1 aunos, natural da lulliza. solteiro, profis-
s.lojnarilim, entrado s |0 horas dorlia.
Ocios guarde a V. S. Hospital provisorio no ar-
enal de marinha 31 de fevereiro de IR5U.Illm. Sr.
Ilr. Joai|uiui d'Aquino Fonceca, presidente da com-
missae de hygieue publica.Joaquim Jos Alves de
Atbuquerqw, cirargiao do hospital.
BUI.LETIM O CHOLERA-MORBl'S.
j/ Na enfermarla do Carmo enlraram seis .lenle-,
sendo tres hornera c Ires mulheres. Acham-se era
l. tralatamento um homcm e urna mulher : os ontros
fallecdram.
Na enfermara liveram entrada dez docnles : seis
homens e quatro mulheres. Sahiram reslahclccidas
Ires homens e Ires mulheres, e morreram Ires ho-
mens o nina mulher.
Na enfermara de marinha enlraram cinco doen-
les : quatro homens e urna mulher. Xe-la numero
se achara incluidos um africano livre de nome Fran-
cisco, e a africana livre Isabel.
Relajan das pessoas que fallecern! do cholera o fo-
ram sepultadas no cemilerio publico das li horas
da tarde do da 20, as 6 da larde dodia 21 de feve-
reiro de 1856.
jeres.
Numero 182.Anna Maria das Dores, Parahiba,
C annos, viuva, prela, S. Antonio, ama, ero
casa,
dem 183Victorina, Parahiba, 25 annos solteira,
parda, S. Amonio, ama, em casa.
dem 181.Urjula Maria das Virgen*, Parahiba,
100 annos, vinva, prela. S. Antonio, em casa,
dem 185. Alfredo Pinto, Parahiba. 25 annos,
viuvo, Ipardo, Boa-Vista, msico, em casa.
dem 186.Antonio da Silva Pereira, Portugal, :I8
aonos, solleiro, branca, I! .,1-Y:-i 1, holieiro, em
. casa. ,
dem 18".Eustaquio Gomes, Cloria do (ioitn, 12
annos, branro, S. Anise, almucrevc, em casa. .
dem 188.Honorio Pinto da Costa. Minas eraes,
26 annos, casado, pardo, Boa-Vista, mililar, em
casa,
dem 189.Joaquim Joi.S. Piulo, :10 annos, Jol-
teiro, pardo -r _,,_,,
~"- lincV JU, ..,,..,. .a, ailaiale,
cmoVa.
Idenvl9l. Marcelina Joaquina do Sacramento,
Pernambuco, 2' annos, solteira, parda, Boa-Vis-
ta, lavadeira, em casa.
dem 192.Sebastiana de Jess, Pernambuco, in
annos, solleira, pirda, II ia-Vista, lavadeira, ero
casa,
dem 193.Paula Maria da Conceijito, Pernambu-
co, 50 anuos, solteira, prela, Boa-Vista, em casa.
\fifJP 191.Maria I guacia, S. Anlfio, 50 annos, ca-
sada, parfit>S. Antonio, em casa,
dem 195.Anna ta/Yal, PernambacOj, 1)anftU,
solteira, parda, Boa-Vista,Tfffi cTis..
dem 196.Francisco de Paula e Snuza VarejAo,
Pernambuco. 67 annos. solteiro, S. Jos, alferes
de milicia, hospilaldo Carino,
dem 197.Maria Mathildes, Pernambuco, 35 an-
nos, viuva, S. Antonio, em casa.
Mera 198.Anna Felicia, Pernambuco, 60 annos,
S. Jos, hospital do Carr.
O 19!.Aun 1 Francisca, Pernambuco, 60 an-
iAras, viuva, parda, Rerife, em casa.
MamdO.Hila, Pernambuco, .'t annos, prela, IIe-
eife, em casa,
dem 201.Ignacio Muniz de Miranda, Barreiros,
30 annos, branco, Recife, emeasa.
dem 202.Jos Bapliila de l.ima, Pernambuco,
ti annos, viuvo, pardo, S. Jos, era casa.
Ideo 203.Anna Baptista Ferreira Chaves, Per-
oarabuco, 46 annos, casarla, parda, S. Jos, era
. casa.
dem 201.Filippe Maria da Concciro, Pernam-
buco, 17 annos, casado, pardo, S. Jos, em casa,
dem 205.Maria Kutavia Fernandcs de Mello,
Pernambuco, branca, S. Jos, em casa.
dem 205 JoAo Marcellos dos Santos, Pernam-
buco. 28 annos, sol le, branco, S. Antonio, em
t casai
Idein 207 Maria Alex.ni Ir.i Correa, llapissuma,
38 annos, casada, parda, S. Jos, em casa,
dem 208 Domiagos (forro) frica, 30 annos, sol-
leiro, pardo, S. Antonio, em casa,
dem 209Simplicio africano livre, frica, Recife,
hospital de marinha.
dem 210 Jos Ignacio Vidal, Pernambuco, 65
annos, viuvo pardo, Recife, em casa.
- dem 211 -f Thereza Maria de Jess, Pernambu-
co, 12 anuo, solteira, parda, Recife, em casa.
dem 212 Ignacio de Carvalho, Cear.i, 30 annos,
viuvo, brauco, Recife, ero casa.
dem 213Thercza Maria da ConceirAo, Pernam-
buco, i5annos, parda, Boa-Visla, em casi,
dem 21 i JoAo, Pernambuco, 9 mezes, brauco,
*3S. Antonio, era casa.
dem 215 Maria da Penha, frica, 60 annos. ca-
. da, prela, S. Anlonio.em caa.
Hem 216 Thereza Joaquina, Iguarass, 20 annos,
solleira, parda, S.Antonio, em casa.
Jdem 217 Maria de Tal. I'eruamhuco, 22 annos
solteira, parda, Boa-Vista, em casa.'
dem 218 Jos de Siqneira, Pernambuco, 20 an-
nos, solteiro. branco, Recife, em casa,
dem 219 Maria Jos Peres, Pernambuco, 10 an
nos, S. Jos, em cata,
dem 220 Severina Maria dos Sanios, Pernambu-
co, 10 anuos, casada, parda, S. Josa-, em casa,
dem 221 Manoel Jos de Barros, Pernambuco,
38 anuos, casado, pardo, S. Jos, em casa,
dem 222l'rhano Manoel Machado, frica, 35
annos, solleiro, prelo, S. Antonio, hospital do
Carmo.
dem 223 Joao Julio do Carmo, Pernambuco, 38
annos, viuvo, prelo, S. Jos, em .caja^^-------
liscrac>'r- "
Numero 101. Marcelina,.-^ anuos, solleira.Per-
nambuco, Santo^voio, em casa.
dem u!=-Tftfo', 35 annos, solleitu, frica, Boa-
)iTta, emeasa.
idem 106.Pedro, 50 anuos, solleiro, frica Boa-
Visla, em casa,
dem 107.Mequilina,27 annos, casada, frica,Boa
Vista, em casa.
dem 108.Rosa, 38 .ranos, solleira, frica, Kccife,
em casa,
dem 109.Domingos, 35 anuos, solleiro, frica,
Recife, em casa,
dem 110.Thom, 38 annos, solleiro, frica, Re-
cife, em casa. .
dem 111.Maria 60 annos, solleira, frica, S. Jo-
s, em casa.
dem 112.Antonia, 10 annos, solleira, Pernam-
buco, Santo Antonio, em casa.
dem 113.Clemente. 10 anuos, solleiro, Cear,Kc-
cife, em casa.
dem 114.Jo.epha, 2anuos, solleira, frica, Boa-
Visla, em casa.
dem 115.Rosa, 30 aonos, solteira, Pernambuco,
S. Jos, em casa.
dem 116.Leandro, 35 annos, solleiro, Pernam-
buco, Recife, ci 11 cata.
I.leui II1.Agoslinho, 32 anuos, solleiro, Pernam-
bueo, Recife, em casa.
IdeinllS.Ignacia, 56 annos, solleira. Pcrnainliu-
co, Sanio Antonio, em casa,
dem 119.Joaquina, 40 anuos, solleira, Poinam-
buco, Boa-Visla, m casa.
dem 120.Amaro, 49 anuos, solleiro, frica, S.
Jos, em casa.
dem 121.Benedicta, 30 annos, solleira, frica,
. #Bo* Vila, em casa.
fg$umo da mor al idade.
Mortalidad* de ho'a al s 6 horas da tarde80.
A_- Homans 28 mulher** 32.
Total da moftalidade al hoje 344.
Homens 188 mulheres 156.
21 re fevereiro as 6 horas da larde.
Dr. Joaquim d'Aquino Faitee ea.
O" i-llil'tltlicix^O'-
O CHOLERA EM CIMBRES. .
(Juando soube que o cholera principiava a fazer
victimas em Papacara, regtjei logo que este llagello
levasse os seus estragos aos lugares contiguos aquella
villa, que escolhcra para Ihealro da epidomia ; por
loremelli iminedialanicntc para Pesqueira urna bo-
llen rom lodos os medicamenlos rccominendados pa-
ra coinbalcr aquella alerrao, acompaiihada de cou-
venieitfci inslrucces para a seu bom uso : agora,
porcm. que lenho o peznr de saber, que j alguna
casos do mal lem-se dado em Cimbres, apresso-me
por este Diario, a olferercr graiuilimenle aos habi-
tantes da comarca do Brejo e do termo do Buique,
todos os inedicamenlos precisos para o Iratamenlo
preservativo, e curativo do cholera, e es mais recur-
sos de que, como professor em honieopalhia, posso
dispor. '
A minha primeira lemliranea c iminedialo desojo
foi partir para Cimbres, e all pioslar aos meus pa-
Iricios e amigos|immensos soccorros, que, neataa
pocas calamilosas, presta a bemfa/.eja homeopa-
Ihia ; mas so 11 me poder separar da numerosa fami-
lia que lenho, raceiON que o (crrivel mal que parece
querer aggredir-nos por lados os lados, se desenvol-
vn em minha ausencia, no meio delta, com dor ads- I
Irinjo-me ao olTerecimenlo cima feilo, por amor dos
habilanles daquelles sertoes, que me sao (ao charos I
a publicado do sezuiute artigo e\(rahirlo da Medid-
na Domettica llomeopalhica, do Dr. (".. Hering, en- I
jas prescripres cstao ao alcance de qualquer com- I
prehensAo, e tao felices sAo os resultados, que nao
duvido responsahilisar-me por elles, caso os meus
patricios se dignem de aceitar o sincero offerecimen- .
lo, que Ihes faijo :
Cholera.Da-se este nome a urna lerrivel mo-
lestia, caracterisada por vmitos numerosos, abun-
dantes evacqaroes alvinas suppressAo das ourinas,
caimbras as pernas c algumas vezes nos bracos ;
nos casos gravesocalor do corpo dcsapparece, princi-
palmculc as cilremidades, as caimhras tnrnam-se
mais frequcnlcs, o rosto lorna-se rovu ou livido, for-
mam-se manchas zoes nos ps, mAos, tronco, e i
muilas vezes em todo o corpo, as fci^es se abatcna,
voz torna-se rouca, mui fraca, ou inteiramentc I
exmela, o halilo fri, e o pulso .le urna fraqueza
extrema.
a (juando o cholera he sporadiro, islo he, quando
arrommellea um ou oolro individuo, (he o que ver-
daderamente chamam chnlera-morbus), lem urna
marcha menos ligeira, e nAo produz lanos eslragos ;
mas quando reina epidmicamente, islo he, quando
ataca a muitos individuos ao mesmo lempo, (he o
que chamara cholera-a*iritic.o\ lem IAo rpida mar-
cha, que s vezes mata em cinco minulos ; o que
he mais frequentc, he, correr todos os seus periodos
em algmnaa horas ou das.
Tralamenlo. Nos ataques sbitos ou no prin-
cipio da mole-lia, ou no curso da epidemia, cemo
preservativo, se empregar ramphora, ou misturada
com agua, ou dissolvida em espirito de vinho ; he
remedio descoberto e preconisado por llahnemann,
que depois se fez IAo popular em lodos os paizes,
que saltn centenas de milhares de individuos :
dam-se uin ou duas golas de qoarlo em quarto de
hora, 011 mesmo de cinco cm cinco minutos ; se po-
rm houver .1 Iqum.i diarrhea, nao se usar deste re-
medio, porque, ueste caso, poderia occasionar um
cholera artificial, como muilas vezes foi verificado
em Pluladelphia p0r mdicos, que afinal o f.i/.iaui
desapparecer cora o uso do caf torrado.
Sos leves ataques de cholera de-te ipecamuutha,
que se po lora repetir lodas as duas ou tres horas ;
mas se houver augmento de fri, vmitos c diarrhea,
se apparecerem caimbras as pernas ou em oulras
partes, entao rerarmii alb. ser remedio capita!,
convindo que seja repelido cmquanlo durarem. c
aggravarem as caimbras; mas se ellas produzirem
movimentos convulsivos dos membros. use-se do cu-
prum, que ser repetido emquanlo durarem a> con-
volses s. -lica*. convindo nos casos roais gra-
ves ou minlos.
xcr-se. ...t cama sem achar posi^o 9x.ppoilavL..
ver sede insaciavel, de-se-lhe arsenimtm; se os seus
sollmenlos nAo melhorarem e a liugua esliver pas-
tosa, de-se-lhe phnsphori ucil. em frequenles dotes:
se o balito for fri de-se-lhe carita req.\ se os vomi-
tse o fri diiiiiiiuirein e o doente esliver cm gran-
de padecimenlo e submergidn em e>lado de estupor
e desvario, com a face vermelha e indiada applique-
se-lhe ni/osc"amus de meia em meia hora'; mas se
islo uSo produzir bons eTcilos no fin de yJflMnaa boT
ras^" e o somno"iT.TiT"ctruse^e do opium, queso
nAo bastar ser substituido por nrAesj, que se ir
repeli lo cmquanlo durar a aggravarAo do mal.
Se esle Iralamenle nAo tiver efleito desde o corao-
co e rom proraplidao use-se de labacitm ; e se ainda
islo nAo for sullicienle de-se um glbulo de su'fur,
ao depois do que passados dez ou quinz* minulos, se
vollar aos oulros remedios.
O Iratamenlo prophylalico ou preservativo do cho-
lera no estarlo epidmico, consiste no uso alternado
de leralrum alb. e cupxum, em altas deluices da-
das todos osdias, durante lodo o lempo da epidemia.
Bstanlo ses dous remedios para preservar a lodos
os que u Inglaterra e Allem.inha, e ful adoptada em Franca,
quando de novo appareceu a molestia.
Consultorio homcopalhico do Cabo, em Mailapa-
gipe, 20 de Janeiro de IK56.
Manoel de Siqueira Cavalcanti.
bulancia qne fol-me remedida pelo governo, esl de
quarentena em minha casa, e coro os remedios da
mema curam-se os docnles de minha familia com
prejuizo dos necesitados desla freguezia, ele, ele
Aconselho ao autor de tal caria mis-ixa. que min-
ia menos, e 11A0 seja ln pouro escrupuloso em dizer
o que nao sabe, fique poil agora o rcspcilavel pu-
blico srieulc. que ambulancia alguna foi me re-
mcllida pelo governo, ea que lenho a cusa do meu
dinheiro, e desla ambulancia mais se ha aulorisado
osaccoinmellidos do mal na povoarAo de Sanio Ama-
ro de Jaboalilo.iloque osquepertencem-me ; o a que
foi-me remedida pelo governo ja enlreguci por or-
dem do mesnM governo, logo que fui-me pedida, e
que constara itto de camas, roUes, iravesseiros c
mais objeclos de vcsluarius e cobertas, ele.
Nada respondo do que se ha rlilo nos Diarios de
'. c II do correle, porque o aulor de Ins missivas
sii merece despre'.o, alm de compai\3o por ser doli-
do, c como tal reconhecido elle e sua pandilha.
Rogo-Ibes. Srs. rodadores, de rom a possivel bre-
vi.ladc dar publiridade a esla minha dealararAn, pa-
ra beni de minha rcpularAo.
lngenho Velho de Jaboalao, 16 do fevereiro de
1850.
Jos' Francisco Pereira da Silva.
^!ix'lctetk ptbib.
DMA LACRIMA.
He juslo dar-se i rada um aquillo que Ibe per-
lente, o que farcinos publicando as virtudes do nos-
so amigo I. un eiiiino Jos Victoriano de Borba, c ao
raesmo lempo cheios de dr, e com os cora^oes ma-
goados, derramar una lagrima pela sua infausta
norte !!! moro, na idade de I!) annos, rheiode vida,
a morle, essa barbara, que. sera respeilar idade, nem
exo, monarrhia, 011 subdito, a lodos ceifa, ccifou o
nosso preslimoso amigo!!: He para laslimar-mos
semelhanle perda !".'. elle, que, como a flor mimosa,
apenas principia a desabrochar, loria bella e risonha,
o sol cheio de ardora cresta, ella emraurchece, e
perde sua belleza natural, nAo sendo mais o que era,
deilt-noia saudade de a nAo pdennos gozar, lican-
do-nos gravada a leinbraiira de sua perda. Em
una IAo lenra idade, quau.lo o fogo das pai\^*V
mais se descnvolve, e que muitos sugeitando-se el-
las sacrilicam-se.ao contrario o sabia evitar pela pra-
lica das virtudes lili tinlia sempre o surrizo nos
labios, c a dojura no coraeAo; jovial, sincero, amigo
de seu amigo, solicitu no desempenho de suas obri-
ga^oes: esobre tudo licau.lo orph.io de mui tenra
idade, sua inii 11A0 podendo dar-lhe urna educacAo
tal o qual, o recolheu no Gcltegio, dos orphAos mirle
recebeu a educacAo necessaria : apenas vollou para
sua compaiihia, nAo se esqneceu, pela auzencia, de
que aqiella era sua progeuilora. aquem devia lea
existencia, c o mais; cuidou, como verdadeiro filbo
em rcspeila-la cumo urna pessoa sagrada, que era pa-
ra elle, nAo poupando fadigse, e buscando meiospara
(radar de sua chara inAe.
Com elleilo. em 0111 seculo lao corrupto, em tao
lenra idade, saber dezempenhar o dever de lilho, ro-
mo elle, he grande virlude !! Oh'.* quaoln he para
senlir-se um joven, que cm urna IAo menor idade,
eslava IAo adianlado no saber, pela sua ferlil intel-
ligencia, eja gozando de tanta eslima pelo cxcrcicio
re suas virlinlesv que dava moslras, para o futuro de
poder ser mui proveiloso aos seus prenles, e conci-
dadaos, a morle ferrenba o roubou '. Derramemos
sobre seu lumulo urna lagrima pela per.ta irrepara-
vel de um joven, cujas virtudes o distingua, e o col-
locava a paz daquelles que gozan o titulo de virtuo-
sos. O co he a morada dos lisios, assim n nosso
amigo, por suas virtudes, gozara da doria cierna .
Amen.
Lendo na Pagina .liuha de 20 do corren le um
faci sobre um dos nfliciacs do Sr. Maia e que me
parecen ambiguo meu respailo, lenho a declarar
que nao foi por deixarmos de acudir promplamenle
ao chamado 1I0 mesmo senhor que adiamos melho-
rado. Devido a inlelligcnria do Sr. Maia foram ap-
plicados esses meios que temos indicarlo a lodos os
chefes de familia na espera do medico, e enlAo con-
cluimos a cura pola que lio dia innncdialo o adiamos
I.11.1 de perigo.
Advertimos que nao temo* dcixado do acudir ao
1 mu.1 I" de qualquer pessoa, qualquer hora, e |ia-
1 qualquer lugar; e monlando hoje a nossa clini-
a a mais de 60 doente* he a prora mais evidente o
que dizemos.
De-nos Dcns forras para rcsislir ao Irahalbo ; quo
o ser chamado por essa ou par aquella pessoa, rica
ou pobre, e para esse ou para aquelle lugar, c a es-
sa ou aquella hora, nos lie indiiTerentc. Sempre se.
gimos esse fraterna e muelles que nos conhecein
podero confirmar o nosso dito.
Afianramos lambem que, como o caixeirodo Sr.
Maia, muilo o mais perigosos do que elle temos (ido
em nossa clnica, e os Invenios curado.
Recife 21 de fevereiro.
Dr. Firmo*.
.
Voltando ao assumpto da iHiadra alllicliva ilS
comarca do Santo Anto, nao podemos deixar de
ainda lembrar ao Exm. presidente da provincia os
bons servieps prestados pelo Sr. cirurgio Fran-
cisco Jos Rodrigues n'ai|ucllc lugar. Realmen-
te, lem sobrepujado a expectativa publica a roragem
c dedicacao do lao dislincto cidaclo em soccorro
dos habitanies d'aquella comarca, dizimados pelo
mon.siro inexoravtl, que traz comsi;;o a conster-
nae.o e a morle !
Accodindoao chamado do joverno da provincia,
o Sr. Rodrigues parti immedialatnoiile para o di
co da epidemia reinante, coinproliciidcndo. segun-
do os principios philantropivos do sou coracao, que
devia tudo sacrilicar aos interesses da liumanidado.
at mesmo a sua propria vida e o futuro de sua
querida familia, a quem tanto ama. c por quom so
tem desvelado na mclhor cduc.aco possivel !!
Quando rentos n'uma situae/io lao allerradora a
falla de animo de muilos para encarar o asnelo
medonlio da comarca de S. Aniao, causa princi-
pal do eslado do liorrivcl suslo a que ella clie-
gou, o Sr. Rodrigues, lirme nos principios de ca-
n l.i.le, sempre com a musina seno maior coragcnL
e rlesvello pelos affectados do mal epidmico,. iem
preslado e continua a prestar idetftUBs servicos,
dignos da mais justa e generosa recompensa Sita,
da jnais jusUi o generosa rcrJmpensa, poique mui-
fTos as circiimslaiieiiis d Sr. Rodrigues, jamis
se exporiama tao eminente perigo de vida, somon-
te pelo chamado do governo e obediencia 3 leis da
liuinanidadi!, sem que para isso precedusse ajuslo
alguin pecuniario, s proprio das almas mercena-
rias o fallas de gcneroslade He com procedimen-
to lao honroso que se adquirc a bom merecida ac- !
i'ciiaejo publica ; he desla maneira quo so compre-1
hende, na pessoa do Sr. Rodrigues, o que he des-
inleresse, quando se trata da salvaco de vidas
humanas em lucia com a JesolaQao e a propria
morle.'
Seria injustica inperdoaxel deixar cm esqueei-
nicnlo o nome do dislincto Sr. Coronel Tiburiino
Pinlo de Alincida, rujo herosmo e servigos impor-
lanlissimas, prestados n'aquclla comarca, sao dig-
nos dos maiores elogios.
He o Sr. Tiburiino, porlanlo, portante um dos
hroes da comarca de Sanio Antao, porque doente
como lem andado e havendo perdido pessoas mui
charas da sua familia, ainda se conserva corajosa-
mente n'aque'.lo lugar, presiando-se s ordensdo
governo, que lem sido sollicilo cm da-las para
o fim du extinguir a epidemia que reina entre
nos, e j cumprinilo com os deveres de um cidadao
cheio do philanlropia, quearrosla lodosos perigos
para permanecer 110 seu posto de honra.
M. A. F.
'KACA 1)0 RECIPE 21 DE FEVEREIRO AS 3
HORA?DATARDE.
Cotacfles ollicaes.
Nao houvcram colarOes.
Frederico llobilliard, presdcnlc.
/'. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 273|i a 28 d. por 15.
Paris, 318 rs. por f,
a Lisboa, 92por 100.
Rio de Janeiro, ao par.
Acjes do Banco, 35 0|ll de premio.
Accocs da companhia de Beberibe.
Acces da companhia Peruambucau.i
11 Utiidadc Publica, .111 purccnlo de premio.
a 11 Indcmnisadora.sem vendas.
Disconto de ledras, do 12 a 15 por 0|.(|
IfETAES.
Ouro.Onras hespanholas. :.- 1
Moedas de 69IOO ralbas ....
65IOO oras ....
IStMMl.......
Prala.PalacbM brasileiros......
Pesos columnarios......
o mexicanos.......
ckel, de 205 toneladas, capilio J. (1. I.exvis, eqoi-
pagem 12, em lastro ; ordem. Seguio para S.
Tbomaz.
Terra Nora29 das, barca ingleza nOberou, de
270 toneladas, capillo Richard Linlhorn, equip-
is, carga 3,360 barricas com hacalho ; a James
Crablree ,\ Companhia. Seguio para a Babia.
dem30 das, brigue inglez Avoiellan, de ll to-
neladas, capilAo T. Tuso, equipagein 10, carga
2,121 barricas com bacalho; a Me. Calmonl &
Companhia. Seguio para o Hio de Janeiro.
dem31 dias, brigue inglez cilielanian.de 106 to-
neladas, rapilu James Aslele, equipagem 10, car-
ga 2,675 barricas com bacaiho ; a James Crab-
lree & Companhia.
Naiios sabidos no mesmo dia.
Rio ti.-ande do NorleLancha brasileira Feliz das
Ondas, uieslre Bernardo Jox; da Cosa, carga fa-
(inha de Irigo e mais gneros.
Ideinlanrli 1 brasileira nFlor do Rio I re Joc Malheus Comes, carga fazendaa e mais.
gneros. Passageiros, Thomaz Piulo Martina, i
I :i .111.1/ Pinto de Son/a, Justino Pereira, Joan (lo-
mes, Manoel Jos do Nascimenlo.
CanalBarca Ingleza aSpiril of Ihe Times, capiuto I
John Martin, carga assucar.
TriestePolaca sarda Fama, capitn Antonio
Mangiapau, carga assucar. Passigeir, Carolina 1
Tombn.
CanalBrign belga nltoussole, rapilAoJ. A. Kio-
rerls, carga assucar.
HavreBarca (raneen "Pcrnambucoo, capilAo Pu-
gibet, carga assucar e couros.
iiil.rail.irBarca hamburguesa New-York, capi-
lAo Feddesscn, carga assucar.
(vijitaci?.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouiaria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Eim. Sr. presi-
dente da provincia de 12 do correte, manda fazer
publico que no dia 13 d* maio prximo vindooro,
peranlc a junta da faienda da mesma Ihesouraria, se
ha de arrematar a quem por menos fizer a obra do
empedramcnlo do lil" lauro da estrada da Victoria,
avahada em 5:105IOO r*.
A arremalarjA 1 ser feila ua forma da Ici provin-
cial n. 313 de 15 de maio do anuo de 1851, e sob as
clausulas peciaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozom a esla arremataran
comparecam na sala da mesma jimia no dia cima
declarado pelo meio dia, competentemente habili-
tadas.
E para constar se inandou aflixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
namhuco 13 de fevereiro de 1856.O secretario, A
F. d'Annunciarao.
Clausulas especiaes para arremalacao.
l. As obras do empedramcnlo do 19 lauco da
estrada da Victoria, na eileiicit de sete cenias e qua
lorze bracas Barga feitas de conformidade com orca-
inento approvado pela directora em conselho, o
aprcsenlado approvaco do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia de 5:1059100 rs.
2. As obras principiara 110 prazo de um mez
lindarao no de seis mezes, ambos contados de confor-
midade com o artigo 31 da lei provincial 11. 286.
3.> O pagamonto da importancia da arrematado
realizar-se-ha na forma do artigo 39 da mesma le
provincial 11. 288 ecm apolices da divida publica.
1.a O arrematante excedendo o prazo marcado
para coucluso das obras, pagar urna mulla de cera
mil reis por cada mez, embora Ihe seja concedida
prorogarAo.
5.a O arrematante durante a exccucAo das obras
proporcionar Iraosilo 10 publico c aos carros.
6.a O arremalanle sera obligado a empregar na
exerucAo das abras, pelo menos niel.ele do pessoal
de gente livre.
7.a Para ludo o mais que nao se acha determina-
rlo as prsenles clausulas, nem no remenlo so-
guir-se-hao que dispe arcspeilo a lei provincial n.
286.Conforme, A. P. d'Annunciarao.
O Illm. Sr. inspector da llieaanraria, em cum-
primenlo da resolucAo da junta da fazenda manda-
fazer publico, que rai novamenlc a praca no dia 6
de marco prximo vindouro, para ser arrematado a
quem por menos fizer, a ronservaco permanente
da estrada da Victoria, por lempo de
contar do I de abril do corrcnle anuo
eos abaixo declarados.
10 mezes, a
e pelos prc-
1* lcrc.o.
2- .
3- a .
i- >. .
ir.
T^OIKI
.9600
7-J(K0
13OOO
u alliiar o prsenle c
Al.I'ANDEliA.
Rendimento dodia 1 a 20. .
Idein do dia 21......
E para couslar so ma
publicar pelo Diario.
Socrclariada Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 12 de fevereiro de 1856.O secretario, A. F.
da AnnunciacAo.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
cm cumprimenlo da resolucAo da juula da fazen-
da, manda fazer publico, que no dia 6 de marco pr-
ximo vindouro, vai novamenle a praca, para ser ar-
rematado a quem por menos fizer, a obra Mos repa-
ros precisos a casa da cnuara e cadeia da cidade
de Olinda, pelo preco de 2:6100000.
E para constar se man.Ion allixar o prasenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 12 de fevereiro de 1856.O secretario, A. 1".
da AniiunciaeAo.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria de fazenda
manda fazer publico que lem de ser arrematado a-
quem maior preco oflcreeer no dia 18 de marro
vindouro, o palrimonio da capella vaga de Sania
Rosa de l.ima, silo no termo de l'od'Alho, conlendo
cincoenla bracas de le-lada e meia legoa de fundo
avahada cm qucnhenlos mil rs. as pessoas a quem
couvicr deverAo comparecer oesla repartirlo a urna
hora da larde do referido dia munidas de suas pro-
poslas.
5U000 Secretaria da Ihesouraria de fazenda de Pcrnam-
ao par. buco em 11 de fevereiro de 1856.O ollicial maior,
hmilio Xavier S. de Mello.
O Illm. Sr. inspector da Ihcsousaria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presi-
deule da provincia de 12 do correle, manda fazer
publico que no dia 13 de marro prximo vindouro,
peranlc a junta da fazenda da mesma Ihesouraria, se
ha de arremalar a quem por menos lizer a obra do
empedramentodo 21 lauco da estrada da Victoria,
avahada era 7:6729500 rs.
A arremalar.lo sera feila na forma da lei provin-
cial n. 313 de 15 do maio do anuo de 1851, e sob as
clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremalacao
comparecam na sala das sesses da mesma junta no
'lia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas. '
E para constar se inandou aflixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesoararia' provincia1, de Pernam-
buco 13 de ferereiro de 1856__O secretario, A. F.
d' Annunciacao.
Clausulas especian para a arremalacao.
28-3.50(1
16)000
16-O00
OsOOO
27OOO
23000
13860
I56:3285SK7
1:687a927
18:OI6{811
Descarregam hoje 22 de fevereiro.
Barca inglezaSir James Hossimercadorias.
Brigiio inglezCeorqe lobinsnmercaduras,
Brigue inglez/. O.ferro e carvAo.
Brigue francez.timamercaduras.
Escuna dinamarquezaCaritabeado.
Brigue brasileirollom Jesspipas c barricas va-
sias.
Hiate brasileiro Capibaribcgneros do paz
CONSULADO UKRAL.
Itendimento du da 1 a 20 66:6451963
tatatsftntirSt.- .-. .---J^2^y^s^
67:7399587
LMVBKSAS PROVINCIAS.
Rendimento lo da I a 20 .... 3:958fl96*
Idera do dii 21....... 03~7!l(
1:0539760
xVont'.vyiMivKuu;!,
Srs. redar.lorei.Lendo o Liberal de torra-feira
12 do ciirrenle, vi urna carta missiva mi cousa que
" ''a qual missiva disse, que a am-
DESPaCIIOS DE EXPOIUAI. V PELA MESA
'DOCO.NSliUDO DESTA CIDADE NO DI A
21 DE FEVEREIRO DE 1836.
LisboaBrigue poituguezIncomparaveU, Ainorim
IrmAos X Companhia c Jos Antonio de Carvalho,
592 saceos assucar branro e mascavado.
Sliirkiilmo Briguo sueco Alfhild, N. O. Bieber ,\
Companhia, 358 couros salgados, e 120 saceos as-
sucar branco.
Exportacao .
Havre com escala pelo Para, barca franceza tPer-
nambuco, de 251 toneladas, conduzio o acgiiinlc :
1,050 saceos com 5,050 arrobas de aasocar, 650 cou-
ros salgados com 2K,Hi."> libras. %
B10 Grande do Norle, lancha brasileira (Feliz das
Ondas, de 29 toneladas, conduzio o seguidle :123
volumes gneros estrangeros.
Canal, brigue belga ulioiissole. do 290 tonela-
das, conduzio o seguiule :3,700 saceos com Ih,50U
arrobas de assucar.
Marsclba, barca franceza Anstmlicn, de 317 to-
neladas, conduzio o seguinle : 1,000 saceos eom
20.000 arrobas de assucar.
Liverpool com escala pela Parahiba. brigue inglez
Amclhysl. de 225 toneladas, conduzio o seguinle :
1,000 saceos com 5,000 arrobas de assurar.
Gibrattanj barra hambiirgoeza aNcxv-Vorko, de
571 toneladas, condu/io o seguinle : i.200 saceos
com 21,0011 arrobas de assucar.
CONSCI.ADO PROVINCIAL.
Rendimento de dia t a 20 .54:319*400
dem do da 21....... 898ff(27
___________________55:2479527
MoDimenio >o pono.
Navios entrados no dia 21.
Rio de Janairo25 dias, barca americana ul'enlu-
slrada da Victoria,na ezlenejhl deiTSevecentas etrin-
ta bracas, e execulai-se-bAide conforlxqidade com o
orramenlo approvado pela liireloria einVonselbo a
aprcsenlado a approvaeAo d> Exm. Sr. presidemV.'la
provincia, na importancia de 7:6721500 rs.
2.' As obras principiaran no prazo de 11111 mez, e
liudarAo no 10 mezes, ambas contados de ronformi-
dade com o atl, 31 da lei prorlndal n. 286.
3." O pagamento da importancia da arremalacao
realizar-se-ha na forma do jrl. 39 da mesma Ici pro-
vincial D. 286, e cm apolices da divida publica.
1." O arremalanle excedendo o prazo|Jniaicado
para rondusao das obras, pagar urna mulla de cem
mil reis, por cada um, emboca ihe seja concedida
prorogacao.
5 O arremalanle durante a execucAo das obras,
proporciunar Iraii/o ao publico e nos carros.
(i. O arremalanle sera abrigada a empregar na
execucao das obras, pelo menos melado do pessoal
de genio livre.
7.' Para ludo o mais que n.io se adiar dclermina-
do as prsenles clausulas nem no orramenlo, se-
guir-se-ha o que dispe a respeito a lei provincia
n. 286.Conforme.O secretario!
A. F. d'Aititunrinro.
~ O llllui. Sr. inspeclirr da Ihesouraria provin-
cial, em cuiiipriineulo da 01.lem do Exm. Sr. presi-
dcule da provincia de 12 do renle, mamla fazer
publico que no dia 13 do maico prximo futuro, pe-
ranlc a ,11111,1 da fazenda da mesma Ihesouraria se ha
de arremalar a quem por.nieuos fuer a obra do em-
paramento do 22. lauro da estrada da Virlorial
avahada em 9:6779250 rs.
A 11 cinalje.'m sera feila na forma da lei provin-
cial 11. 343 de 15 de maio de 51, c sob as clausulas
especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremalaca0
comparecam na sala das seeses da mesma junta no
da cima declarado pelo meio dia competentemente
habeliladas.
E para constar se mandou allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesoararia provincial de Pernam-
nambuco 13 de fevereiro de 1856.O secretorio,
A. F. d'Annunc'arito.
Clausulas especiaes para a arrematar-So.
I .a As obras do empedramcnlo do 22."lanroda
estrada da Victoria. 11 ctlCnrAn de mil canto e se-
lenla c Ires braaju cxecular-se-hAo de conformidade
com orramenlo approvado pela directora em ronsc-
Iho e apresenladoa approvaeAo do Exm. presidente
da provincia, na importancia do 9:6773250 rs.
2*" As obras priucipiarAo no prazo de um mez, e
lindarao no de 6 mezes, ambos contado* de confor-
midade com o arl. 31 da Ici provincial n. 286.
3.a O pagamento da importancia da airein ... ... re-
alizar1. na forma do arl. 39 da mesma lei pro-
vincial n. 286 c cm apolices la divida publica.
1.a O arremalanle excedendo o prazo marcado
para condiisao das obras pagara urna mulla de cera
rail reis por cada uro embora Ibe seja concedida pro-
rogaco.
5.-' O arremalanle durante a eieruro das obras
proporcionar Iraniito ao publico c aos carro.
(i.-- O arremalanle seri ohrigadn a empregar na
execucao das obras pelo menos melado do pessoaal
de genle livre.
7." Para ludo o mais que nao se adiar dclermina-
do as presentes clausulas, nem no orramenlo, se-
gnir-se-ha o que dispe a respeito a lei provincial
u. 286.Conforme.O secretario,
A. F. d'Annunciarao.
2>eclaracSe0.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco sobie o do Brasil no Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 5 de dezembro de
1855.O secretario da direccao, Joao
Ignacio de Medeiros Reg.
O banco de Pernambuco toma dinhei-
ro a juros, de conformidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 24 de
novembro de 1855.Joo "Ignacio de
Medeiros Reg, secretario da direccao.
BANGO DE PERNAMBUCO.
O comedio de direccao do Banco de
Pernambuco avisa aos sentares accionis-
tas, que acha-se autorisado oSr. gerente
para pagar o 7. dividendo de iOgOO rs.
por accao. Banco de Pernambuco 1- de
fevereiro de 1856.O secretario da di-
reccao, J. 1. de Medeiros Bego.
Pela couladoria mqnicipal do Kecile se faz pu-
blico, que o rerebimenlo bocea do cofre, do im-
posto sobre eslabelecmenlos, esl aherlo desde o I."
do correnle mez, e se terminar no ullimo de marco
futuro, ficaurlo sujeilos a mulla os que o nao fizertm
denlro do dito prazo. Contadoria municipal do Re-
cife 15 de fevereiro de 1856.O contador,
Joaquim lavares Itodovalho.
, De ordem do Illm. Sr. lenento-enrnnel di- )
S rector do arsenal de guerra, se faz publico, 9
3S que nu dia 22 do corrcnle, n1l horas da ma- ."
2f nha, se pagein 110 mesmo arsenal, os bilheles &
* de COStoras de fardameulos, sendo ris cortes A
35 de ns. I a :t, e dos feilios de ns. 1 a 31 indo?- 9
9 sivel. jg
9 Arsenal de guerra de Pernambuco 21 de 19
I* fevereiro de 1856.Antonio Francisco de a
19 ,s'o>ira Magalhues Jnior. 1*3
<* >) >!
CONSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, em cunipriraciito do
arl.22 do regulaineuto de I i de dezembro de 1852.
faz publico que foram aceilas as propostas de J0A0
Carlos Augusto da Silva, Ricardo de t'reilas 4 C,
Joaquim Mendos Freir, Domingo* Jos Ferreira
.....ni .1 ac-. Magalhaes & Silva, .llanoel Ignacio de
Oliveira Braga, Jos ^ulles de Oliveira, Jos Fran-
cisco Lana, llenry lbson, (iuilhermc da Silva ui-
mar.les, e Siqueira 6 Pereira, para fornecerem :
O 1.", 1 oculo de alcance, por 289000 rs.
O 2.", 20 exemplares da historia de Si mao de Nao-
loa, a IgOOOrs. ; 12 resmas do papel almarn, a l^WO
rs.; 12 dnzias delapis. a 360 rs. ; 12 libras de areia.
a 160 i. ; 40 cartas c a, b, c, a 60 rs. ; 10 laboa-
das, a 60 rs.; 6 excmplares de grammatoa porlu-
gueza por Castro Nones, a 500 r*.; 6 arllBmeticaa, a
210 rs. ; 12 pauus. a :tl) rs. ; 20 traslados sonidos,
1 60 rs. ; 6 creies, a 20 rs. (i livros de 100 toldas
para matricula de addidos o eflectivos das com pa-
nillas do 10." b il ilh.in de infanlaria, lendo cada um
1 i ,'i polegadas de largura e 211 '. dilaa de compri-
menlo, a 258000 rs. ; oailos de 50 ditas para as
111..-ma; companhias. a 209OOOrs.
O :t., 10 pares de linteiros e arieiros, a 13100 rs.;
8 centos de peonas de gaoco, a 800 rs. ; i canivcles
de 2 folbas, a 800 rs. ; 12 garrafas de tinta prela, a
160 rs.
O ., 2 quinlaes de ferro em barras de 1 :li8 de
polegadas de largura, a 11gjOO rs.
O ..", I arroba de rame de ferro grosso, a 200 rs.
a libra.
O 6.", 1 peca de cabo de linhoalcalroado de 1 )i
polegada de grossura, a 11800! rs. a arroba.
O 7., para gravar em um sitele as armas impe-
riaes a legenda do !. balalhan de infanlaria, por
18-jOOO rs., cem umoulro pelo raesmo preco para a
fortaleza do lluim.
O 8., 1,511 covados de panno verde para farda-
menlo do U." e 10. batalhito de infanlaria, a 23500
rs. ; 51 ditos para o 8. balalho, pelo masmo
preco.
O 9.*, 525- ditos do dito para o 8. batalhao, a
28150 rs.
O 10., 158 ditos de dito para o 8. batalhao, a
28600 rs.
Ol., 400 ditos de dito para 08. batalhao, a
2>1(I0 rs.
E avisa aos supraditos vendedores que d,evem rc-
cnlherao arsenal de guerra os referidos objeclos no
dia 22 do correnle mez.
Secretoria do conselho administrativo para forne-
cimenlo do arsenal do guerra 20 de fevereiro de
1856.bernardo l'ercira do Carmo Jnior, vogal
e secretario.
CONSEI.IIO ADMINISTRATIVO.
O conselho admiuislralivo lem de comprar o se-
guinle:
Para o arsenal de guerra.
Ollirinas del.e2.' elasse.
Oleo de linhaca, arrobas 5 secante, dila 1 ; zar-
Cato, dila 1 ; arcos de ferro de 1 '. polegadas de lar-
gura, ditos 10 ; laboas deassoalhode amarello, du-
zias 6 ; pifia inarlim, rolos 2'; ferros de capa de 2
polegadas, 12 ; dilos de dila de 1 1|2 dila, 12 ; di-
tos de dila du I 1|1 dita. 12.
Oflicinas de 3.a elasse.
rame de ferro para cavilhas. arrobas i ; dito
grosso de dito, dila 1 ; dito mais grosso de dito, di-
la 1.
'i.a elasse.
Folbas de cobre de 6 a 7 libras cada una, 10 ; co-
bre velho, arrobas 10 ;
I nnieeiiiienio de luzes as eslaces militares.
Azeile de rarrapalo, caadas S20 ; dilo de coco,
ditos 15 1|2; lio de algodato, libras ( ; velas de car-
nauba, ditos 225 ; pavios, (luzias 8.
Quem os quizer vender aprsenle as suas pro-
postas, cm caria fechada na secretaria do con-
selho as 10 horas do dia 27 do correnle mez.
Secretaria do eonselho admiuislralivo para fornc-
cimento do arsenal de guerra 20 de fevereiro de
1856.fenlo Jote Camenlta l.ins, coronel presiden-
te.IteriKirdo l'ercira do Carino Jnior, vogal e
secretorio.
ttelarao dos terrenos de marinha que lem sido con-
cedidos e r.ujos titulas ja\ se Icm e.rpedido des-
de maio de 185:1 late Janeiro de 18.55.
^Stjao B.iplista FragOXO, ra dos Cuarapcs 11. I i, 3
bracasoVj 1|S palmo, i de jiiuho de 185:1.
Ilr. l.uzTc*Jranca Muniz 'lavares, Motorolom-
b. n. 12 A. i: br.vcas, 25 de maio de 1853.
Jos Ignacio Ferreira c'a Silva, dilo, 11. ,1 A, 60
bracas, 23 de 111.110 de 185:1.'
Francisco Antonio das Chagas, d; lo, a. 7 A, 30
bracas, dilo dito.
Joaquim da Silva Reg, dito, n. 2r,O00 braca,
l de jlilho de 1853. \
Elias llaplista da Silva, ra do Sol, 11. li, 10 bra-
cas c 7 palmos, | de agosto de 1853. ;
O mesmo. dito, 11. 51, 3 bracas c V pabilos, dilo
dilo.
Victorino Francisco dos Sanios. Molocn.|omb, n.
20 Ai 10 bracas, 10 do jiinbn de 1853.
Joo Baptista Fragozo, l'ora de Porlas, n. 31!.', ~
palmos, 23 agosto de 1853.
Domingos llenriqnea Mallra, ra do Pilar n. 28.
2 bracas o um palmo, 15 selembro de 1853.
O mesmo. Fora de Porlas n. 321. i 1|2 palmos'
dilo dilo.
Francisco Xavier Pardclhas, dilo, 11. 288, 2 bracas
c Opalinos,25 .Ir agoste de 185:!.
Flix Francisco de Souza Magalh.ics, Scu/alla Ve-
Iba n. I'.K, 1 biagl c 1 palmos, 7 de nulubr de
1853.
Josa'' lionralvcs torres, ra do Apollo n. 180 A c
18(1 It. 1 bracas e 7 palmos, 25 de maio de 1853.
Francisco SimOes da Silva, Molocolomb n. 37 A,
36 brajas, 8 de oulubro de 1843.
Francisco Ignacio Ferreira Dias, dilo, n. 1 A, 10
bracis, 21 de novembro de 1853.
Elias Baplisla da Silva, ra do Sol n. 13 A, 3
braca e 9 1|2 palmos, 25 de agosto de 1853.
Joaquim Jos Moreira, Somalia Velha 'n. 189 A,
3 bracas e 8 palmos, 27 de maio de 1853.
Desembargador ('.aciano da Silva Santiago, ra da
Florentina 11. 29 A, 7 bracas e 2 palmos, 25 de
agosto de 1853.
0 mesmo, dilo. 11. 28 A. !l bracas, ,i,m dito.
Antonio da Cosa Reg Uooteiro, ruj da (loria
n. 27, 9 tiraras, 3 de dezembro de 1851:
Bernardo Jos Rodrigues Pinheiro, ma dos Coa-
rarapes n. 316 A, 1 bracas. 7 de oulubro de 1S5.
I.uiz do Franca da Cruz Ferreira, ra Imperial n.
210, 80 bracas, 21 de maio de 1S5:t.
Viuva e filbus de Antonio Jsc Teixeira Bastos,
ra do Alecriin. n. 232 A, 21 bracas e 7 l|2 palmos.
24 de novembro de 1853.
(Janeantes, ra Imperial n. 213, 3 bracas, dito
dilo.
I). Joanna Maria de Dos, Senzalla Velha u. 191
A, e 191 I!, 1 braca c 7 palmos, 29 de agosto de
1853.
Joaquim Lobato Ferreira, ra do Alecrim n. 207
A, 16 brajas e 8 palmos, 7 de oulubro de 1853.
Manoel de Almeida Lopes, dito 11. 207 B, 16 bra-
cas eK palmos, dilo dito.
Francelino Americo de Albuquerqoe Mello, roa
Imperial n. 211, 39 bracas, 2 de agosto de 1853.
Manoel Peres Campello Jacome da Cama, dilo n.
212, 20 bracas, 23 de novembro de 1853.
Antonio I.uiz (ionciilvcs Ferreira, atorro da Boa-
Visla 11. 53 e 53 A, 1 brajas e 5 palmos, 30 de Ja-
neiro de 1851.
Jos Domingues Cedacera, ra do Caldeireiro n.
111 A e 111 II, 2 bracas a G palmos, 18 de abril de
1853.
Antonio Pereira de Farias, ra Imperial 11. 230,
21 bracas o 9 palmos, 11 de selembro de 1853.
Jo3o Manoel de Siqueira, ra do Caldeireiro n.
112, e 112 A, 2 bracas e 2 palmos, 18 de abril de
1853.
Thomaz de Aquino Fonseca, rn-Augosta n. 141
C, 2 bracas e 6 palmos, 31 de oulubro de 1853
Bazilio Magno dos Santos, rna Imperial n. 237,
120 brajas, 16 de marjo de 1854.
M.irianna da Conceijio Pereira, ra do Vigario n.
232 A, 3 bracas e 6 palmos, 23 de selembro de
1853.
Olympio da Fonseca Coiitinho, Motocolombo n. 7
B, 30 brajas, 23 de maio de 1853.
Silvestre Pereira da Silva Guimanles, dilo n. 17,
15 brajas, 22 de agosto de 1853.
Antonio Carneiro Machado Rios, dilo n. 13 A, 17
bracas, 30 de junhb de 1851.
Femando Bieber, ra dos Cuararapes n.140 A, II
bracas, 20 de dezembro de 1853.
Companhia Pernambucana de vapores, Forledo
Mallo n. 221 A e22l B, 29 bracas c 9 palmos, 20 de
agosto de 1851.
Manoel Ignacio de Oliveira, ra do Vigario n. 229
A e 229 B, 5 bracas e 8 palmos, 31 de julho de
1851.
Jos Conjalves Torres, Senzalla Velha n. 203 A c
203 B, 3 brajas e 3 palmos, 14 de julho de 1854.
Joaquim Jos de Miren Jnior, Molocolomb n.
27 A, 37 brajas, 2 de agosto de 1851.
Vicente Alves Machado, Praia de Santa Rita n.
217, 6 bracas, 3 de Janeiro de 1851.
Jos dos Santos Nones de Oliveira, ra da Cloria
n. 19, 6 bracas, 27 de abril de 1851.
Jos Antonio de Araujo, ra do Brum n. 87 II, ~
brajas c.3 palmos, 29 de julho de 1851.
Mauoel I.uiz Goncalves, Senzalla Velha n. 196 A
e 196 B, 19 bracas e 3 palmos, 25 de fevereiro de
1854.
Jos Antonio Rodrigues, ra do Brum n. 346 C,
5 bracas e 7 palmos, 29 de julho de 1851.
Jos Maracdo Ahcs Ferreira, sierro da Boa-Vis-
ta n. 53 A, I bracas e 5 palcos, 13 de outubro de
1851.
Joaquim Pereira liamos, rua da Concordia n. 232
B, 7 brajas, 9 de novembro de 1855.
Joao Alhanasio Dias, rua do Pillar 11. 371, 1 bra-
ja e 1 palmo, I de agosto de |S.',.
Joaquim lzi.loro Sillines, rua da Aurora n. 76, 5
bregase 7 palmos, :t| re ouluhrn de 1834.
Thomuz de Carvalho i'aes de Andrade, Praia de
Sania Rila n. 218 A, 3 brajas, 29 de novembro de
1851.
Francisco Maracde de Almeida, rua do Vigario 11.
372. 9 bracas, 30 de oulubro de 1854.
Amonio Ricardo Antones Villaja, Cabanga n.
211 A, 17 brajas e S palmos, 3 de agosto de 1853
Maria dos Prazeres de Jcsus,rua Wo Caldeireiro 11.
1II e 114 A, 2 bracas c I 112 palmos,22 de agosto de
1853.
Domingos Antones Villaje, rua Imperial i>, 216,
13 bracas e8 palmos, 3 de agosto de 1853.
Jos Antonio de Araujo, rua da Gloria n. 19 A, 4
bracas c 1|2 palmo. 21 de Janeiro do 1855.
Joaquim Alves llirbosa, atorro da Boa-Visla n.
30 e 30 A, 5 brajas e 1 palmos, 19 de Janeiro de
1853.
Thercza de Jess Cavalcanli Pessoa, rua do Cal-
deireiro n. 113, 2 bracas c 2 palmos,l7de fevereiro
de 1851.
Manoel Camello Pessoa, rua do Alecrim n. 281
lo braca*, 6 de selembro de 1854.
Jos Antonio de Araujo, Forle do Mallo n. 216 A
216 B, 12 brajas e 6 1(2 palmos, J7 de Janeiro de
1855.
Dr. Filippe Lopes Nello, caes do Ramos, n. 250,
71 bracas e 5 palmos, 12 de Janeiro de 1855.
Alexandrina Teixeira Sonto, rua. Tos (juawapes
11. 316 I), 12 braras,j>Jjajara-feo de 1855.
JosdaCuidaarl^Tedo Mallo n. 371, H brajas
e 1|2 palmo, 27 de jmeiro do 1855.
Dr. Jos Joaquim de Moiaes Sarmenlos, paleo de
Palacio n. 15 A, 1 braja e 2 palmos, 31 de julho de
1855.
Silvina Maria Fernandos Eiras, rua do Sanio
Amaro n. 33 A, 20 bracas e 2 l|2 palmos, 25 de jaT
neiro de 1855.
Manoel Joaquim BipUtla, rua da Concordia o.
235 A, 5 bracas, 2 de marro de 1855.
F'raorisra Amalia Moreira, rua da Aurora n. 77,
12 bracas e 1 palmos, 9 de dezembro de 1851.
Dr. F'ilippe Lopes Nelto, rua do Sol n. 61 A, 2
bracas o 8 palmos, 2 de marco de 1855.
Manoel Gonjalvesda Silva, Forledo Mallo n.373,
12 bracas e 2 palmos, 29 de novembro de 1851.
Manoel Antonio dos Sanios Fonles, rua do Apol-
lo n. 30 A, 1 braja e 8 palmos, 2 de maio d
1855.
Manoel Peres Cipello Jacome da Gama, rna Im-
perial n. 219, 31 brajas e 6 palmos, 7 de novem-
bro de 1854.
Caetano da Cosa Moreira, Forle do Mallo, u.371,
12 brajas e 2 palmos, 26 de maio de 1855.
Maria Venencia de Lima Bastos, em frente a rua
agesta O. til I), 0 brajas e 9 palmos, 2 de jnnho
de 1855.
Raxmundo Nonato da Silveira Sonto, rua Impe-
rial 11.177 A,.'! bracas, 3 de novembro de 1853.
Barlholomeo Francisco de Souza, dito 11. 251, 20
brajas, 14 de junho de 1855.
Ilerdeirosde Silvestre Kibeiro de Albuquerque,
dito n. 175 A, i bracas o 1 l|2 palmo, 12 de junho
de 1855.
Rufino Jos Fernandcs de Figuciredo, Moloro-
lombr. 11. :il A. 15 bracas, 26 de abril de 1855.
Manoel de Almeida Lopes, rua do Caldeireiro 11.
105 A, 8 bracas, 13 de selembro de 1855.
Dr. Filippe Lopes Nelto. caes do Ramos n. 252,
51 bracas, 28 de selembro do 1855.
Maria Robera da Conceicao, rua Imperial 0.253,
13 brajas e 3 palmos, 26 de selembro de 1855.
Manoel Jos Ferreira da Costa, rna do Brum n.
216 E, 6 bracas, I de selembro de 1855.
Bariio de Boa-Visla, confronte a rua Imperial n.
251,71 bracas, II de ouiubio de 1855.
Jos .Mmele Alves Ferreira, dito 11. :155, 7U l|
bracas, dilo dilo.
Alvaro Barbalho chda Cavalcanli, dito 11. 256.
70 l|2 brajas, dila dito.
Alfredo Mornav, dito n. 257. 70 I 2 brajas, dilo
dilo.
Eduardo Mornaj, rlilo 11. 258, 70 Ii2 bracas, dilo
dilo.
Jos Bernardo Galvga Aicoioraiio, dilo n. 259,
70 l|2 bracas, 'dilo dito.
Dr. Filippe Cayos Nello, 11. 260, 85 brajas, 12 de
novembro de I85.5.
'Ajbterrarao,
Exisie.11 mais algoans terreno* concedidos ulliraa-
menfe, mas que nao tesado sido ainda passados e rc-
gislrados os respectivos 4itulos no livro compleme
nao se poderam compreh,nder na presente relajSo
que foi organisada em vista, do referido livro de. re-
gistro
3ft)i3o3 SBaritimog.
Para Lisboa seguir com a maior hrevidade
brtooe porlugucz nlncnmparavel por ter parte ata
carga prompla ; quem no mesmo quizer carnear **i
ir de pasaagem par* o qce lem bons rommodo*. di-
nja-se a roa da Cruz n. 3, escriplorio de Assssfiea
limaos (J) C.
RIO DE
Janeiro.
, O brigue nacional,Mario l.uzim *ia
seguir rom brex nl.ide, lem a ma**r per-
do seu carregameoto proanpte : para
resto que Ihe falta, passageiros e eaera-
vns a 1 rel, ao* quaes da a* aaelberoa
accuinmodajoes, lrala-e com o cousiaoalarM Asie-
nto do Almeida Gomes, na rua de Trapichen. 16,
segundo;andar.
RIO DE .1 WMtO.
Vaij'sahir commuita brevidade o novo
e veleiro brigue DOL'S AMIGOS, tea a
maior parte da carga prompla : para o
resto e passageiros, Irata-se com o* cget-
tignatarios Novaescx C., na na do Trapi-
che n. .">V, ou como capitao na praca.
Para o Rio de Janeiro
segu em poneos dias, por er a maior parlo da car-
ga prompla o brigue Conceicao, cap itie Ju**na
Ferreira dos Sanios: para o resto e eatravu a frete,
para o que lem bons commodos, trata-** no caula
torio de Manoel Alves Guerra, ae roa do Trapiche
n. 14.
jPara.o Rio de
Janeiro
salic com brevidade por ter a asaior par-
te da carga prompla, o bem conherido
brigue nacional FIRMA : para a reato
da misma, passageiros e escravoi a frete,
para que tem excellcntet commodos. Ira-
ta-secomos consignatario* Novae 1C, na
Viiarln Trapiche n. 34, primeiro andar,
ou com o capitao na praca.
Para o Rio de
Janeiro
salic com muita brevidade por ter a maior
parte da carga prompta, o brigue encu-
na MARA : para o resto da mesma,
passageiros c escravos a frete, para que tem
excellcntas commodos, trata-te com os
consignatarios Novaes $ C, na rua do
Trapiche n. ~ o capitao na praca.
Para o Rio de Janeiro segoe cea brevidade
brigue Lizia, recebe carga e pamgfiro* ; a tratar
com Caelano Cx aco da C 11., ao lado do Carpa*
Santo n. 25.
Para a Bahia,
segu em poneos dias, por ler o *ea urrrgasoeoU
prompto, a barca brasileira aMathilde* ; para caraa
miuda c passageiros, para o que lesa excavUeate*
commodos, Iraia-se com Manoel Alves Cuerva, aa
rua do Trapiche n. 11. ou eom o capillo Jtrwyaa
Jos Tcllcs, na praja do commercio.
Aracaty.
Sane com rauila brevidade bcaa coabecido hiato
Duvidoso, por ter parte de sen carregaatentn pina*
po ; para o reslo e passageiros, IraU-ae aa raa da
Madre de Deo* n. 2.
Para a cidade do Porto segu viaseea coa mul-
la brevidade a barca p.noguera fatal, capilio atoa
Alves Carneiro quem na mesma qeixer carrecar
ou ir de passaaem. para o qoe lem etrelleote* e*a>-
modo. dirija-** ao mesmo capiUo, ou *
torio Manoel Joaquina Ramos e Silva.
Sei3e*.
1 em vistea rio referido livro de 1
Me. Calmonl A Companhia farao leiUoeaa pre-
senja do agento de l.loxds, por autorisajcda alfaa-
dega desb. cidade cora lisrjlisajo de un sea **aere-
gado, por conla e risco de qeem pertencer, eper ia-
torvenjito do cenle Uliveir*. de 50 canas folbas do
I i.111 Ir-, 150 fogareiros de ferro e :ll doa* de pie
dilo, ludo em parle avariado, para occorrer ae cea-
teio e mais gastos com o brigue ingles John ll'aUctr,
ex-capilAo Williams, e do sen carregaroento aaaba
porto, onde arribou per forja maior, e foi leralaaenie
cMideinii.nl... ua sua ultima via-em proceJeale de
Liverpool com deslino ao do Rio Crande do Sel :
segunda-feira, 25 do correnle, a* 10 hora* da aaa-
nha, no armaiem n. 10 da dila alfandeca.
Jos Duarle das Neves far lele, per coala e
risco de quem pcrlencer, por interveoj* do agea
te ( Hivcira, de cerca 100 barrica* de farinha de Iri-
go da bem conhecid* marca pemla : sabbad. 23 de
corrente, as II horas da manhaa, *m o seo armar*
no becco do Uonjalves n. 10.
Viuva Amorim & Filbo farao leilao. per eonla
e risco de quem perlencer, e por inlervenrao
agente Oliveira, de cerca 100 barrica
farinha de Irigo hespanhola, igual ida marca i
ha (raucos dias deseinbarcidTr atguma eaea \
loque de avaria. que se vender* separada
terja-feira, 26 do corrente, as 10 hora* da
armazem defronle da escadinha da alfandega.
SfwtO *t)it)erd08o
Precisa-se fallar ao Sr. Ceerri, que he es*rea
mil le ule do Sr. Jos* Ignacio Pereira Terra, 4* ea-
genho Penedinho de Naurelb, e corr.* es ln1* va-
de mora, roga-se-lhe o favor de avisar na
n. li e 8 da praja da Independencia.
No Pateo do Hospital n. 18, secundo
lava-se e engomma-se com muita perfeijia, aer
prejo commodo.
Precisa-se de on-a ama para lodo lervieode
urna casa de pooca familia : na roa da Senula Ve-
lha 11. 104, primeiro andar.
Na rua do caes do Ramos, no coe-
legio da Aurora, distribue-se gratis e re-
ceita para o tratamento do cholera, des-
coberto por um prelo do engenho Gua-
rarapes.
LOTERA do ro de jaieiro.
Acham-se a venda os novos bilheCes da
lotera 2- do SS Sacramento da antiga
Se, <|ue devia correr de 21 a 23 do pre-
sente; as listas esperamos pelo paquete
nacional, ijiu- deve aqui chegar de 4 de
mareo em diante: os premios serao pagos
depois de distribuidas as listas.
Constando ao abaixo assignado que tinlia sabido
un Diario de Pernambuco n. i I do I!l do correnle,
uro annuncio feilo pelo Sr. Jos (tabello Padilka.
no qual pede para Ihe ser aprrscntada orna eoola do
que era devedor o finado Sr. commendador Joaquim
Aurelio Pereira de Carvalho ao abaixo assigoado,
inoslrando-se por seu annuncio um pouro reswiitldo
rlc ler-se publicado o nome do dilo finado Sr. Jee-
quim Aurelio, declara o abaixo assignado, qoe maa-
ilando protestar as dividas de qne eram devederas
diversas pessoas, rerommciulnu ao enrarrecad* do
dilo protesto para que nao ineloiase divida* qa* oao
cxceuessrm a quanlia de 20?; 1 vial* do qoe, s per
engano do dito sen procurador se protestara nasa
divida da quanlia de 19800, porque a* despeas enea
o protesto de lal quanlia equivale qoasi a igoal qaae-
lia com pouca diflerenja, porcm ainda dando-** o
caso de ser protestada por ordem do abaixo aatirea
do, suppue o mesmo, deaar nenhum vir ao dilo mta-
dn Sr. Joaquim Aurelio, e muilo menos a sua Eiaaa.
viuva, pois que ninguem mais do qne e abaiie as-
signado faz juslija a rapacidade, lano do fioad*
como de sua Exina. xiuva, com ludo o abaixo aaag-
nado acola o ollereeimenlo feilo pelo Sr. I'adilha
de pagar a conla que Ihe ficou devendo n finado Sr.
Joaquim Aurelio, podendo o mesmo Sr. Padilha aa
prove lar a orcasiAo de Ihe levar junto a qaanlia da
10-, de que he devedor ao abaixo assignado de di-
nheiro de empresiina, como muto bem se lembrar,
pelo qoe Ihe Tirar trato. Recife 21 O* fevereiro
do 185b.Jos Antonio de Macalhaes Basto.
Aluga-se ou Iraspassa-se o arrendamente de
sitio rlcfroule da igreja* do Rosarinh* : a fallar aa
rua das Crur.es n. 10.
Precisa-sc alugar um prclo de idade, qae rva
para carregar agua e far.er limpeu em em* ca*a de
pouca lanu ; lambem se precisa de uaaa prela
captiva 011 forra, que sarlia rnrinhar. laxar eeng*e-
mar, |iaga-sc o quo merecer : na lravesa da Madre
le Dos, anii.i.ein 11. 5.
Prossao do Senhor Bom Jesus dos Po-
bres Alllictos.
A mesa resedora da irmandad* 'I Seneaw B*"'
Jess das Dores cm S. lionralo, communica a re*-
peilavcl publico, que em ri* da*chova e *a
eslado das roas por onde tinha d* pa**ar a pronaala
da milaerosa imigem do Senhor Bom 1* "e* re-
brea Amicte*, resol veo transferir para na 1 a*
marco prosimo faloro.

MUTTUvF^
ILEGIVEL




tuno o ntmwj sexta feim 22 flvereiro de i856
%
Terceira edi$ao.
TRATAIEITO HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS,
PELOS DRS*-'
011 mslrucclo aupevuparase podcrrurardesta enfe/fujdade, administrndoos remedios mai> eflicazes
paraalalha-la.emquanlo serecorreaoinedico.oJrtiiesmo |.,ir.i nr.i-1. i iidapcudcnlc -1.i- nos lugares
ero que nao os ha.
TRADU/.mO EM POUTUGUEZ PELO DR. I>. A. LOI50 MOSCOZO.
Esles doos opsculo contornas indiearoes mais clarase precisas, c pela sua simples o concisa eiposi-
raoeilao alcance de todas a iutellisencias, nilo so pelo que di* respeitn aos meios curativo*,como prin-
cipalmente aos preservativos que temdado os mais satisfactorios resultados en toda a parle em que
lies lera sido posto ein pratica.
Sendo o Iratamenlo homeopalhico o nico que lem dado grandes resultados no curativo desla horu-
ftl en(ermidde, julsamosa proposito traducir reste don* imprtenles opsculos ein I i ngua vernaci-
l.i, para det'arlc facilitar a sua leara a qum icnorc o francez.
Vende-se nicamente no Consultorio-do traductor, ra Nov n.."2. por 2JO00. Vendcm-se lamhrm
o medicamentos preciso e boticas de 13 tubos com um frasco de lindura I.V?, umadili de 30 tubos ramr
vro e 2 frascos de tintura rs. ifijUOO.
MORERA & DUARTE.
l.o.H DE (MR! YES
Ra do Cabuga' n. 7.
Becebeni por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras domis
moderno gosto, tan-
to de Franca como
. ..
I PKDHAS PRECIOSAS- |
* Aderezo de bfUhanles,
* diamantes e perolas, pul-
* ceiras, alnetes, brincos
* e rotetas, hotoes e aunis
^ V differeote goslos c de
> diversas pedras de valor.
: Compran), vender ou *
* Irocam prala. ouro, bri- *'
i lhantes^stemanlesepero- '..
* las, e ostras quaesquer *
J joiasde valor, a dinheiro *
* ou por obras.
unto i: imiata-
* Aderecos completos de $
a ouro, meios ditos, pulcei-
* ras, allineles, brincos e A
5 rozetas, cord.es, trance- 9
at lns, medalbas, correle '
e enfeiles para relosio, e '-"'
'.. outro^ muitos ohjeclos de 2
I ouro. 0,
j App.irelhos completos, n
,.; de prala, para cha, lian- ;
> dejas, salva*, easlicaes, <'
o, collteres riesopa erieehn,
? e muilos oulrus objectos ^
ti de rala. |
ri?:*j'*K';> *?"<' : : :
de Lisboa, as quaes veiidem por
preco commodo como coslumaiii.
Na casa da residencia do Dr. I.oureiro, na ra
da Saudade, defronle do Hospicio, precisa-se de una
ama de leile, forra, qoe nao Iraca comsiso o fillio,
que liver, de peito.
Precisa-se de urna ama forra oti es-
erara para urna casa de pequea familia :
quem pretender dirija-se a ra doColle-
gio n. 15 armazem, ou a ra das Cruzes
n. 11, segundo andar.
Tendo-se finalizado as ferias, o solicitador ahai-
no assignado, aununcia a todos o seus amigos e as
pessoas que do seo prestimo precisarem, o acharan
sempre promplo na sua residencia da ra da Cam-
boa do Carmo n. 38, primeirn andar, ou no escrip.
lorio do I]!tu Sr. Dr. Joaquim Jos de Konsecn, pu-
n Iralar de qualquer quesillo nos auditorios dessa
cidade.Camillo Augusle Kerreira da Silva.
A commissao Beneliccntc da fregue-
sa de Santo Antonio do Recife, roga as
pessoas que quizerem mandar suas es-
tillas para a pobreza atacada da epide-
mia, se dignen) dirig-las a casa do Rvm.
Sr. vigario, nooitto da mesma matriz :
asesinlas podem ser de dinheira, gene-
tos, fazendas e mesmoroupa.
UeiM,%Uo le
pianos,
Rn:i Nova n. 41, primc.ro
andar.
Nesto ostahelccimanto se enronlram os mais ricos
e os mrlhores pianos que lem vindo a esla praca dos
mais Mi-editados fabricantes romo de Itaclials e
Iphabelica, con, a deseco JZSXLtmSEZ*"*' C"m "" *""
Massa adamantina.
lie gerlmenle reconhecida a eicellencia dcsla
prepararlo para eburabar denles, porque seus resul-
tados sempre felizes sao j do dominio do publico.
Sebasliao Jos de Uliveira faz oso dcsla preciosa
inass... para o lim indicado, e as pessoas que quize-
rem honra-lo dispondo de seus servidos, podem pro-
cura-lo na "travessa do Vigario n. 1, loja de bar-
beiro.
5 J. JANE, DENTISTA, I
A contina a residir na ra Nova a. 19, primei- a)
a*es3!esi
loteras dv mummiv.
O cautelista Salusliano de Aqoioo Kerreira lomou
* resoluejo de vender os seus bilhelrs e cautelas s
pessoa^ que comprarrf para negocio, sendo a quautia
de 1009 para cima, dinheiro vista, pelos presos
ahaivo notados, na ra do Trapiche n. 3l, segundo
aodar, em qnanlo existir o plano actual de i,0UO
billietes na importancia de -J'kihki-. fondo estes
precos firmes. Elles s3o pagos sem o descont de
oito por cenlo da Ici uos tres primeiros premios
gramles.
Bilheles 69o00 Kecehe por inicuo i;:mMisi-m
Meios 2:l(HI D J) 3KMOJ000
lerdos -42in & H J:(KHt5lOO
Quartos 1f(>0 d 1 :aouaouo
Quintos l|3l a 0 1:2000000
Oitavos Ni'l . 7.j0jj(K)
Oecimot 68U 11 6009000
Vigsimos seo 0 :HJ300O
Ocaul elisia v
Salusliano- de 'Aquinu l erreira.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATH.
LXTRAIHDO DE RUOFF E BOEN-
N1NGHAUSEN E OUTKOS,
Desappareceti do engenlio Cordeiro,
dafreguezia daVarzea, no mez de no-
vemliro do auno prximo passado, oeii-
oulo Agostinho, de 20 a 'ii annosde du-
de, alio, magro, ca a redonda, beic/JSen-
carnados, sem dentes na frente,' per-
nas cotnpridas e um tanto curvas para
diante (piando anda, pes compridos e al-
gumacousaapallietados; como o icsino
fosse cscravo do tallecido padre Cordei-
ro, morador no Jtrejo da Madre de Dos,
inculcantealgumas vezes captivo do mes-
nio e otttras como soldado desertor; des-
appai-eceu tambem domesmo engenhoo
escravo Joao (ial.'io, de nacao Gabao, de
idade V0 a i."> anuos, deestatura regular,
cheio do corpo, falla grossa e atrapalha-
da, he canoeiro c Coi escravo de Joao Per-
reira, morador na Passagem. Este ultimo
lugio no principio deste anuo ; quera os
pegar levos 110 mesmo engcnlio Cordei-
ro, que sera' recompensado.
Na roa eslreita do Rosario 11. 17, segundo an-
dar, da-e dinheiro a premio sobre peuhores de ou-
ro ou prala, em pequeas c grandes quantias.
AKRF.SIUMENTO.
A loja e armazcm da casa n. 53 da roa da Cadei*
do Kecife junto ao arco da Conceicao, acha-se desoc-
cupada. e arrenda-sc para qualquer eslabelecimenlo
em ponto grande, para o qual lem rommodos sulli-
cienles : os prelendenles Salender-M bao com Joio
Nepomuccno Barroso, no segundo andar da casa n.
57, na mesir.a ra.
A enfermarla do ronsislorin da irmandade do
Divi.io Espirito Sanio em S. Francisco j aiinuucia-
da, acha-se provida do mais necessarin para receher
aos^eus irin.ins desvalidos, que venliam .1 seraccom-
inellidos do c'iolera : roga-se, pois, aos irmao* da
mesma irmandade, 011 a quem leulia conhecimenln
de alguin desles, parlicipem ao irmao jui, escrivAo
011 ihesonreiro, afim de que sejam recnlhidoa pela
mesa e tratados da roelhor forma que fnr pnssivel.
::;

I
m
abreviada de todas as molestias, a indicacao [thvsio-
logica e therapeulica de lodos os medicamentos ho-
tueopathicos, seu lempo de arr.lo e concordancia,
seguido de um diccionario da siguilica^lu de todos
m termos de medicn e cirurgia, ( posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO I0RAES.
iH Srs. Hssignants podem mandar bucar os s^eu
exemplares, assim como quem quizer eompr.ir.
AILA DE LAini.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
(jtte coulimia com sua aula de latim, do
dia 2 de Janeiro em diante, -pela mesma
inaueira e sob as condicoes ja' annun-
ciadas-
PUBLICAgAO' LITTEKAKIA.
Repertorio jurdico.
KsIh publicarlo sera sem duvida ile nlilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao etercirio
do foro, pois india encontrarlo por ordem alpliabe-
lica as principaes e mais frequentes oceurrencias i.
~7s, orplanolifilisa, commcrciaes e ecclesiaslicas do
nossofro, com as remisses das ordeoares, leis,
avisos e rcgulameulos por que se rege o"Brasil, e
bem assim reso!uc,oes do l'raxislas anligos e moder-
nos em que se neniara. Conten semelhauleinenlc
as deeisnes das quenloes sobre sizas, sellos, velhos e
novos direitos c decimas, sem o trabalho de recorrer
i cnllecco de nossas leis e avisos avulsos. Consta-
r de dou volumes em oilavn, grande france2, eo
priraeirosahio n luz e est i venda por 89 na loja de
ivrora. 6 e 8 da praQa da Independencia,
zia da Boa-Vista, na ra Vellia n. 42.
- O Dr. Rbeiro, medico pela Un i ver
sidade de Cambridge, continua a residir
na ra da Cruz n. 13.
GRATIFICACA'O.
Da'-se 20^000 de gratilcaciio a quem
inculcar urna ama de leite loria ou es-
crava, que tenlia boas qualidades e borh
leite: quem pretender dirija-se a ra do
Collegion. 15, armazem, ou na ra das
Cruzes n. 11, segundo andar.
os quaes se vendem
por mdicos procos, e garantido ; no mesmo estabe-
Iccimenlo lanihem ; concerlam, afinam-se e rece-
bem-se enconiniendas para a Bnrnpa.
l'recisa-se alugar para o servico lia ingleza, una prcla que soiba lavar, engommar e
coser : na ra do Trapiche Novo n. lo.
A commissao Beuelicente da fregue-
zia de Sanio Antonio roga as pessoas ata-
cadas da epidemia que necessitarem de ser
soccot ridas, queiram dirigir-ce ao Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, na travessa do
pateo da matriz, e no caso de o nao encon-
traren! em casa, a qualquer dos outros
membros, a qualquer hora do dia e da
noite, ate as 9 horas.
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. thesoureiro manda fa/.er
publico, que se acham a venda na thesoit-
raria das loteras, das9 as horas da tar-
de, osbilhelesda piimeira parte da quar-
ta lotera do Gimnasio Pernamlmcano,
cujas rodas^indpm no dia 1 de marco pr-
ximo futuro. Thetouraria das loteras
1 "> de feverero de 1856.O escrivao, An-
tonio Jos Duarte.
l'recisa-se alugar um escravo, prefere-se de
naco, para o servico de orna casa de pequea fami-
lia : a tratar na ra do Queimado, loja E. 21.
Candida Mara da Pai\ao Rocha, pro-
fessora particular de instruccaoprimaria,
residente na ra do Vigario do bairro do
Rcife, fez sciente aos pais de suas alum-
nas, que acha-se aberta sua aula, na qual I
contina a ensnar as materias do costu-;
ine, e admtte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por preros razoa-
veis.
DAGUERBEOTVPOv ELECTROTYFO
E STEREOSCOPO.
Na antiga e bem conhecida galera e officina de
retratos do aterro da Boa-Visla u. i, lerceiro andar,
cootiuua-se a tirar ralralos por qoalquer des-es sis-
temas com toda a perfeijao. Ahi se encontra' o le duas pessoas,
mais rico eabundanle sortimenlo de objectos para a
collocasao dos retrato; que lem vindo a esta capital,
ao se entrega retrato algum sem estar parecido e de
m trabalho perfeilo. Das 9 horas da manliAa as :t
da Urde esbi .empre a galera e ollicina a disposi.ao
do publico, pudendo lir.r-se relralos em dias 'de
CONSULTORIO
HOMEOI'ATHlCi,.
28. Ba das Cruzes 28.
(Gratuito para os pobres.)
>0 l)r. Cananom da consullas e faz vi-
zitas a qualqoer hora do dia.
S45fmo ion,ul|nrio fende-se
i O TRAIAilENTO HOMOEOPATIII-
'-CU, pretermito e curatico d, cholera
9 Sur"*' accomnlo r povo. .
Carleiras de 12 medicamentos
| cholera.
'i onca de tintura. .
I Tobos avulsos.
Carteiras de lodos
9 em coula.
para o
. .' igooo
lamanhos inuito
Jos Anacleto da Silva, 2Jln 7onl*""
5 ,.*a ", 9an5fdor' nnuncia ao publico
ao n nuco.
No armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, linas e grossas, por
precos mais baixos do que emou-
tra qualquer parte, tanto em por-
coes, como a retalbo, amanendo-
se aos compradores um so preco
para todos : este estabelecmento
ahrio-se de combinacao com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, rancezas, allemaas e luis-
las, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto olferecendo elle maiores van-
tagens do que otttro qualquer ; o
proprietano deste importante es-
tabeleeimento convida a' todos os
seus patricios; ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luz dos Santos & Robn.
s ?m asgas sm r%mz&e.m:
Para o servico interno de urna casa estrangeia
: duas pessoas, necessita-se de urna cozinheira e
engommadeira, forra ou esrrava; na ra Nova n. 17.
l'recisa-se para o l'ar de um homem que sai-
ba fuer assucar, lamhicar, fazer rapadura, niel, c
dirigir lodo o servico de um engenho movido por
agua, e que dr flanea de sua conducta, oflerece-se
boa vanlagein. Vara o mesmo lugar precisa-se mais
de um homem que sailia fabricar sabio de qualquer
qualidade que sej, e que saiha Irahalliar com qual-
quer qoe seja o material, e que -possa tomar cojila
de urna fabrica. Precisa-se de um licorista que sai-
ba fazer licores de lodas as qualidades : achando-se
alguem que queira encarregar-se de algumas propos-
las em cima mencionadas, dirija-se a ra da Cruz
n. lo.
OJadvogado Francisco Carlos Hrandao roga a
pessoa que de Santo Anlao Ihe escreveu urna caria
sem assignatura, com dala de 12 do correle, se di"-
ne mandar-lhe dizer quem he, como na mesma car-
ta promclteu; e se possivel Ihe for, que appareca
em sua casa, na ra do Collegio n. 16, primeiro an-
dar, para urna conferencia, na qual Ihe serlo dd7
esclarecimenlos satisfactorios.
Kespeilosamenle faz scienle a professord parti-
cular de instruccao primaria, residente Ib ruadas
Cruzes, primeiro andar u. 22, do bair;,, ,|e San',
Antonio do Kecife, que acha-se em fciejo dn sua
proflsso, e para conslar aos pais de suas alninnas
-i leiililica que esli aherta sua anlf, n,-, .H| conl_;
una a ensinar as materias do costure, adinille pen-
sionistas, meio pensionistas e eileruas ele
CONSULTORIO B0i(E0P\-
r iiK o
OA COMARCA D CABO.
No engenho Martapagipe
& (Gratis para os pobres.)
Manoel de Siqncira Cavalcanli, prufe-sor JJ
T-! Iiomeopalha, continua a dar consullas lodos A
K os dias.
% 99ai$
MASSA ADAMANTINA,
l-rancisco Pinto Ozono chumba denles com a ver-
dadeira massa denominada adamantina, apresentada
ao conselhn de hygienue pelo Sr. Paulo (aignoui, e
calca com ouro e prala, e outros melaes, assim como
apphca ventosas pela airado do ar, e nao com fogo
como gerlmenle se usa : pode ser procurado para
qualquer desles misleres, na ra eslreita do Rosa-
rio n. 2.
Conlratam-se serventes lii res e escravos para
(rabalharem na Iluminarlo publica, pagando-se
hem : a quem convier dirija-se ao arinazein da re-
ferida illuinuur,lo becco do Carioca ou a ra lmpe-
ri.l n. (i a fallar com Praiedes da Silva tiu-mao.
Troca-se urna mulata com alguns conheci-
mentos de costura c cngouimado, coui urna negra de
iguacs conliecimentes: a quem convier dirija-sca
ra Imperial n: ti i ou trapiche llamos a entender-
se com Prxedes da Silva Gusmao.
Quem tvet notas do Raneo do Bra-
sil para trocar por cdulas: dirija-sca
ra do Trapiche n. 40, segundo andar.
- No collegio d'Aura dislribuc-.se
gratis as receitas para o trata ment do
cholera, descoberta pelo preto do enge-
nho Guararapes.
Attencao.
A pessoa que por engao levou na segumla-feira
da semana pastada, da secretaria do (iymnasio, um
chapeo de sol com cabo de calina, leudo naexlrerai-
dade superior um rravinho de Ierro, tenha a honda-
de de o mandar restituir.
Precisa-se de um caixeiro c dous Irabalhadores
para padana : tas Cinco Ponas n. IWi, daudo-se
bom ordenado.
Perdcii-sc na noite de seita-feira una argola
esmaltada com um cafezniho, ilo viveiro do Muniz a
ra de Ilorlas, becco dos Marlyrios, Aguas Verde*,
paleo de S. Pedro, dito do Carino, Santa Therexa e
Caldeireno, paga-se o adiado uenerosamcole ; as
Cinco Ponina, padaria u. IIMi.
Precisa-se de um caixeiro para lomar coma de
urna taberna por baianc,o, ou leudo alguns fundos
da-se sociedade : a tratar no largo da Soltdade, pa-
llarla n. 10.
Precisa-se de nina ama que saiba enzinhar e
compre, para una rasa de penca lamilla, paga-se
bem agradando ; na ruada Liuz n.7, lerceiro andar.
O vigario da matriz da Boa-Vista, de accordo
com seus irmaos sacerdotes, declara que, para mais
satisfactoriamente e commodidade de sens parochia-
nos, aecudir aos mesmos com os succorros espiri-
luaes, durante a epidemia, se acharo todos os dias
na dita matriz, das horas da noite ate as (i horas
da manhaa dous sacerdote para dito lim, e que na
mesma matriz devem ser procurados as horas men-
cionadas.
Pedc-se i Ilustre cmara municipal, que por
amora humanidade faca quanlo antea retirar das ca-
sas das Cinco Ponas, o porco trauco de faleiras, pois
mo se pode mais snpporlar o peslilento e terrivel fe-
(lilo que dos mesmos deilam diariamente, pois nos
quintaes depositara as madeiras dos hois para po-
drecer o sabugo, assim como ossos, aguas podres,
tripas, etc., que ludo isto faz apparecer nao s o ter-
rivel fedito assim como urna immeucdade de mosca
e varigeras, as quaes muilo ncommodam, e nanas
pode ler paredes caiadas, pois no estado presente de
epidemia, muito convm que a mesma cmara, ou a
quem competir, toree enrgicas providencias.
Joaquim l'erreira da Silva Jnior, pela rapi-
dez de sua flagean para a Kuropa nao pode despe-
dir-se de todos os seus amigos, o que faz por meio
(leste.
ORDEM TERCEIRA DE S. KRA.NClSCO.fcT
A mesa regedora da vcneravel ordem lercciradeS.
I rancheo dc-la ridade convida a lodos os seus irmaos
a comparecerem na igreja da nossa ordem paramen-
tados com seus habito, no .lia > do cnrrenlc, as;3
horas da larde, afim da acompanharem a procissSo
He penitencia que nesse dia lem de percorrer vanas
ras desla cidade; e juntamente fz publico, que
alcancou de S. Exc. Rvma. a graca especial de e*-
por no Himno da igreja da mesma ordem o Sanlis.j-
mo Sacramento desde as ti hora da larde al as !
em lodos os domingos, em quanlo durar a epidemia
que nos flagella. Secretaria da veneravel ordem I!)
de feverero de 18.jli.O secretario,
G. J. Jacintho Cunha.
l'recisa-se de una ama para o servico interno
de casa : quem se quizer sujeitar, dirija-se'a fabrica
de tamancos da ra larga do Rosario n. 11.
Precisa-se de um caiteiro que tenha pratica de
negocio : na fabrica do tamancos da ra larga do
Rosario n. 11.
Precisa-se de amassadores. dando-se bom or-
denado : na roa da Santal* Nova, padaria n :)0.
Precisa-se de ofliciacs de charuleiro : na ra
do Trapiche Novo n. >20.
Precisa-se alugar urna ama para o servico in-
terno e externo de nina casa de pouca familia.* pre-
fere-sc sendo escrava : no paleo de S. Pedro, sobra-
do de um andar n. 3.
O Dr. Silvio Tarquinio Villasboas, medico en-,
carregado do !. dislriclo da lloa-Vista, mora na So-
ledade u. |j, onde pode ser procurado a qualquer
hora do dia e da noile.
SCIE\TIFICi

desla cidade que se aclis de novo no ejercicio gft
de sua profissao, na rna da camboa do Car-
mo n. 20, onde pode ser procurado a toda e OS
qualquer hora do dia ou da noite. Su
de um molequf, escravo, de Ii a 16
para urna casi eslrai:gcira : na ra Nova
Precisa-se
anuos
n.22.
l'recisa-se alugar nina ama do leile : na ra
do yueimado n. ,. segundo andar. Na mesma casa
precisa-se lamben de urna ama secca para tratar de
meninos. t
V
Acham-se no prelo as INSTITLiMIB
REITO PUBLICOEiXI^SIAJcODeto D? a-
quin, VilleU, de Caso Xy^^ S F^Ma*
de D.reilo desla c.dade ;^or esles dias ,., (|,s|rilj.
do pelos Srs. sui:5crip|ore, 0 ,,, (.o/ume d.wta
inieressaiite ol)ra, para ,mpress3o da qual os editores
se nao lem poiipi)do s;1Crilica algum, leudo w-
menle cm m.ra apresenta-la ao publico nilidac u-
scaiiamenio mipressa, em bous Ivpos e ptimo papel,
tsse volunte, pois, contendo de 390 a 3(0 pasi-
nas. em elegante frmalo, achar-se-ha a venda do
iiiaiii ii, feverero em diaute, as livraria dos edi-
lores, Klcardo de l'roilas &C. esquina do Collegio
n. _ii, ai, pre,.0 ,|e (i(MK) rcSi p.ira 0J nAo a8sjgllil||.
es e .un bem como em mUo das pessoas que se en-
carregar>m de agenciar assignaluras, ser distrilini-
uo aos-,rl. suhscriplores, inedianle a cnlresa da
prn-aeira preslacao de sua assignatura (5)000 reLs ; )
waiulo asegunda e ultima preslacao de igual quau-
tia, para ser paga na occasiao da cutre-,, do segun-
do rolume, queja se acha no prelo ; recebendo an-
da este auno o lerceiro e ultimo rotante sem maisre-
lribiiie,1oalguma.
Aquellessenhorrs que quizerem aiuda subsrruver
podero faze-lo nesla provincia na livraria dos edi-
tores e ein casa das pessoas eucarregadas da suhs-
eripen.0, c em oulras provincias em casa dos respec-
tivos agentes, ale: a pablieaeSo do segundo voliime ;
por quanlo d'essa dala em diaule a obra somenlc se
vender por t.isOOO reis o exemplar.
, Em lace das enormes despezas que o ohrigados a
fazer com a prsenle impressSo, nao podem os edi-
tores dcixar de exigir dos Srs. subscriptores I sem
oxcepcao I a mmcdiala entrega de sua respe'cliva
preslacao logo que Ibes seja apresenlado o primeiro
voliime; porque do conlrarin, ver-sc-ltam sna ne-
ccssidade de suspender por ora a impressao dos
llicardo de t'eritts & C.
MUTIO
Ainda se precisa da orna ama de leite, paga-se
bem : na ra Nova, loja n. 12.
Precisa-se do urna ama para casa de pouca fa-
milia, para o servico de portas a dentro : na ra do
Hospicio ti. ."H.
A commissao central de beneficencia anuiincia
que se rene ludas as seguudas e quiutas-feiras no
palacio da Snledade para tratar de objectos de qoe
fot encarregada. Era desles diasacha-se aulnrisado
o respectivo thesoureiro o Sr. commendador l.uiz
C-omes Kerreira para altender a qualquer pedido or-
gente, e por si s decidir. Palacio da Soledade 21
de levereiro de 18%.Por pafle da commissao.
Monsenhor Francisco MunizTavares.
Na laherns do paleo da Riheira n. 1, precis-
is alugar mua pe>so livre ou c-crava, para lodo o
servico de nina rasa de familia.
O labelliSo Porlo-Carrcini acha se reslabelcri-
do, e eonliua no exerclcio .le seu ollieio a seu car-
torio da ra eslreita do Kosai io n. 2j.
Cnssi pata a lugar.
Aluga-se o armazem da roa do EeanUmaoln aen-
de e-ta o lampean, no meio da ra. do lado da ra
da Cadeia, proprio para rerolher mercadnrias, ou
mesmo para qualquer ollicina : Irala-sc na ra da
Cadeia u. 23 uu 23.
Pede-sc no Sr. redactor da Vagina Amha se
digne declarar o nome do partidlo de campo, que
deuoii vergonhosainenle a na freguezia com medo
da epidemia, para ronhcciraenln do publico.
O inleressado.
Prrrisa-se de um amassador de padaria, pa-
aa-se IO|O00 inen-aes : na ra eslreita do Rosario
n. 13.
Pcrdeu-se na noile do da 20 do rorrcnle. des-
de a ra do Livraincnto at a roa Velha da Boa-
villa, una carleira, cnnlendo dentro o seguinle : 2
ledras sacadas por Bento Carvallo Bastos p aceitas
por Domingos Lopes Cuimartes. sendo urna de
1:180 a vencer no 1.'de marco prximo futuro,
nutra de 9tG00f e lanos mil rs. a vencer nu i.- de
agosto prximo futuro do correle anno, rogando
portento, ao mesmo fir. lieimaraes de naa pagar di-
tas lellras aenAo io proprie sacador ; e perdeu-se
mais 3 lellra saccadaa por o Sr. Manoel de Suuza
iiinniar.H's e aceite por lenla Carvalho Balos, to-
das na ipiaulia de 1:9009 e varios 'papis, ludo den-
tro da referida carleira : roga se a quem achou le-
va-la a ra do Livrameulo, loja n. 10. .
Precisa-se de urna ama de leile nara criar urna
menina de 3 mezes a ra dos Quarleis n. 20, pri-
meiro andar.
Charteall. Me. Clave, capilao da barca ameri-
cana nSmitlilieMn, avisa a quem convier, que nao
lira respousabilisadn por nenltutna divida coutrahida
com a sua Iripolaeao. '
O abiten assignado agradece muilo ao lllm.
Sr. Antonio Joaquim Kerreira de Carvalho. escrivao
da relaran, a maneira por que >c lem portado em
seu quarteirao. soccorrendo aquelles que tcm sido
atacados desle llagello, e continu Sr. 'rrreia, que
Ueos he que Ihe ha de penar esles beneficios, ijuar-
leirlo n. 2ti da frcuuezia de S. Josc 22 de fevereiro
de I83W.O inspector,
Manoel Antonio Camargo e Silva.
(.luerse alugsr um escravo para servico de
caa: a Iralar na ra do Trapiche n. III, segundo
andar.
(fomxvat
Compram-sc notas do Banco do Bra-
sil : na ra do Trapiche n. 10, segundo
andar.
Compra-* urna ratir (hiehoj que tenha bom
leile : na ra das Cruzes n. 20.
Comprase Ulna Barroca em bom uso. e pro-
pria para ser pinada por boi : na roa da arate de
Santa Rila, sobrado de dous andares n. 37.
S3ettta&
PARA 0 CORRENTE ANNO.
rolhtnhas algibeira coiilendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dosdirei-
tos parochiaes, resumo dos iir.postos ge-
raes, proviociaes e municipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobre
incendios, entrado, mascaras, cemiterio,
tabella de e is. resumo dos rendi-
mentos e (!\p. -o da provincia, por
500 rs. cada ti itas de porta a 100;
ditas ecclesiasltc. i de padre, com a re-
sadeS. Tito a lOOrelt: na livraria n. 6
e 8, da praca da Independencia.
Vende-se urna negrinha de idade lj IODOS,
crioula ; na ra Uireita n. 3.
Em casa de N. O. Keber&C, ra
da Cruz n. 4, vende-fe:
Vinlio de Hadeira em t\\e 1|8 barris.
Vinagre bronco.
Tinta em oleo.
Lonas.
Brius da Russia.
Papel de embnilho.
Saceos de estopa.
Cemento.
I'or commodos precos.
Sal do i Vssi
A bordo da escuna Josu vende-se sal do Asu',
ou a Iralar com Antonio de Almei.la (ornes, na ra
do Trapiche n l, segundo andar.
Saldo Assit
Vndese a bordo do palhabote nAdelaidc, ou a
Iralar com Antonia de Almeida (jomes, na na do
Trapiche n. I(i, segundo andar.
Superior farinha de Santa Cltharina ; vende-
se em saccas : no armazem de Paula Lopes, na es-
cadinha da alfandega.
Chapeos de sol de seda a :>00O.
Na ra do Crespo, loja n. 3, vendem-se chapeos de
sol de rada de muilo boa qualidade, pelo bauo pre-
co de ."13 cada um.
Saccas coiii farinha e
loillio.
Vendem-se saccas com farinha o milho : na'roa
da Cadeia do Rccife.loja de fazendas 11. 23.
Vendem-se satcas com farinha de mandioca da
Ierra, de superior qaalid.ide, por prejo commodo :
a tratar no trapiche do Pelourinho.
Aos amadores lo llores a
arvores fructferas.
Vende-se um rabriolet patente, que esta na co-
eheira do Sr. Sebasliao Lopes i,uim,ir.ie, com os
seus competentes arreios, pelo commodo preco de
3005000.
RAP FRANCEZ.
DEPOSITO DA ROA DA CRUZ N. i8.
Continua a estar surtido o deposito deste cv plen-
lo rap, lalvez. o nico de que se deva fazer oso em
urna crise epidmica como a que infelizmente lua-
mos: o agr.lavel aroma, e os simplires de que he
cnmposlo, o fa/.ein recommendavel, visto nao ler
cm sua cnmposao neiihum ingrediente que des-
trua a virlude no fumo, reronhecido ja como um
grande preyrvalivo de qualquer mal: para com-
modidade do compradores, se encontrara esle rap
nos depsitos filiaes dos senderes Moretea \ Duar-
te, na ra di. Calinga' n.... e Joao Cantoso. Ayres,
na ra da Cadeia do Recite pelo proco de 3$ cada
meio kild^raino, que he mais de urna li'bra.
Sapatos de bor-
racha.
No alerro da Boa-Vate, defionte da lionera n.
I ha chegadn um grande sor lmenlo de sapatos de
borracha muilo proprio* para a estarlo prsenle,
lano para hoinein romo para senhor, menino* e
meninas; asfira como um novo e completo sorti-
mento de calcados fr.iucezes e de Nantcs de Indas as
qualidades, e os I,,mi .'onliecidos apalos do Araea-
ly. lano para homem romo para menino, esleirs,
cera e velas de carnauba, is melhores quede la lem
vindo; assim cotilo urna porrilo de verde francez,
ludo por preco muilo rommodo, a troco de scdulas
nina*.
ende-se na rita da Cruz n. ti. pri-
meiro andar, o verdadeiro c axcellente
cha' preto ein libras e por muito barato
preco <|tic fazadmipar.
Vendem.se espingardas de dou.s ca-
nos francesas, muito proprias para traca
e por batalissitnti prero : na lna da Cr/.
n. primeiro andar.
Fn relio.
No armoiem de Vicente Farrelra da Cosa, na ra
da Madre de Dos n. 2(i.
* Vendem-se camas de ferro .le superint quali-
(itde, cognac superior em caixinhas de duzia de gar-
rafas, a verdadeira graxa ingleza n. '.17 do afamado
fabricante Hay Martin, em barrica de 15 duzia
de potes ; ludo em casa de James Crabtree & Com-
panhia, ma da Cruz n. 10.
Familia (I
c
mandioca
ii
iw.
Mr. Arnol, memblO (te sociedade de horticultura
de Paris, lem a honra de participar ao publico, que
acaba de Irazcr de Franca urna rica collecrao de
llores, arvorc frucliferai de gostos diversos para or-
namento de jardius, um sorlimenlo de raizes de llo-
res e btalas, que vende or aagM commodo" s
alerro da Roa-Visla-fl--!?^ ~*s nl
\ende-sena rua ,|a Cruz n. 15, segundo an-
I t'-."-"1 5** sorhmeito de chales de louquim da
lmJ!S-verdadeiro, bordados lodos a volla com rama-
;en< e indios, e dilos adamascado*, camisas de nteia
de aliodio brancas e, decores, reroulas ditas e saias
de (lilas, massos de coral, charpas ou maulas, los
de coral venladeiros, lencos de rambraia de linho
bordados, de Dalia, loatias de ditas proprias para
haplisa.los, pulceires de cornalina, de dillerenles co-
res, un nas em ouro, chapeos de palhade Italia para
hmeos, meninos e menina, camas de forro bem for-
nidas de urna c de duas pessoas.
Vendem-se ou alugam-sena Passagem da Mag-
dalena, antes da ponlr, don sitios com rasas de so-
brado, as quaes leudo rommiinirarao interna, tam-
bem podem servir para orna s familia : a tratar na
ra da Cruz n. 45.
Oh que pechindia !!
Vende-se rasemira prala muilo lina, pelo haralis-
simo preco de 59 o enre de calca : na ra do Cres-
po ti. ,").
itelogos de ouro
inglezes
de patente, dn sahnneto c de vidro : vendem-se cm
casa de Augusto C. de Abren, na ra da Cadeia do
Recite n. 48, primeiro andar.
Vendem-se charuto) de S. Celia viudo diurna-
mente da Babia,: no alerro da Boa-Visla loja de fa-
zendas ii. |8.
Na ra do Brue n. 11, armazem
dcLuiz Jos de Sa* Araujo ha para ven-
der saccas com cera de carnauba, sola e
cotiros de cabra, trila pipas novas de
Lisboa, arcos de pipa e de barricas, times,
etc.. ludo por prero razoavel.
at!i< os.
Vende-se farinha muilo boa c nova,
ebegada pelo patacho AUDAZ c escora
/bLOZ.V : trata-se cfualquer porefio no
escriprorio de Isaac, Curio AC, na ra
da Cruz n. V0.
Viiiho do Porto
Cli
superior
latineo "*
Vende-se nicamente na rita da Cadeia do Kecife
n. 4, armazem de Barroca & Castro.
Li(juidi;o.
O arrematante da loja da ra do Crespo n. I, jun-
io a casa nova da quina, confroole ao arco de Santo
Antonio, querendo acabar com as fazendas que exi-
tem, vende barato para liquidar, sm perda de lem-
po. I'rinreza pela de boa qualidade a .'HKI rs. o
covado, alpacas linas de superior qualidade a I
rs. e I? o covado, meias prctas de algodao para se-
nhor a IMl rs., suspensorios 100 rs. o par, cortes
de cassas linas franrezas a IclO. c SgGOO muilo li-
nas, lencos de rainliraia linos a (Hl rs., ditos de seda
da India muilo finos para homein e senhora a ISOO,
romeiras de camhraia lina de lacos de seda para se-
nhora a 2>, manleleles de seda lios a >, maulas de
seda para senhora de superior qualidade a .", cortes
de rolletes de laazinlia para homem a 500 rs., lencos
de seda branca muilo linos a I?, corles de fusto
para collelcs a 610 e 800 rs. de superior qualidade.
corles de vestidos de cainbraia e seda muilo linos a
55 e lij, cortes de rambraia com hallados finos a 89,
dilos de rambraia de cor a JS'iOO, brelanha de linho
de (i varas a peca, lina, a 2*900, chales de larlalana
a 800 rs. e 19200, dilos de ca-sa e seda muilo linos a
29500 e 39, l.ia para vestido de srnhora a ll.ll o co-
vado. rambraias do cores linas a :12o e iOO rs. a va-
ra, peras de lilii para niosqurleiro de 20 vara, a 39
a peca, corles de mela casemlra de superior qualida- ,* ''"oe
(te a !300 e 29 crie, meias para senhora linas a ',,' era:"
210 e :I20 rs. o par. madaaolM o algodAozinho, e
oulras niuitas blendas que por eretn umita nao se
podem mencionar, e que se vendem porlodo o prefi-
na mencionada lena.
Na rna do Collegio, loja n. 3, lia para vender
bocela de todos os lamanhos com o verdadeiro doce
de cajo' scceo para fazer mimos, assim como se ven-
de em libras a porcan que quizer o comprador, lam-
ben! ha de calda muilo superior e se vende em bar-
ris ou cm libras.
Farinha de mandioca.
Vende-se farinha de S. Malheus, em sacca ; no
cae do Hamos, atmazcm do Sr. Pacheco, por precos
commodos.
Cortes de cana para quem quer dar fes
tas por pouco dinheiro,
Vendem-se corles decae** chita de bom goslo I
23, dilos de padree* francezes a 25.00, cassas ria*
para aliviar luto, ditas prcla depadies miudos a
23 o corle, alpaca de seda dequadros de toda; a* co-
rrs a 720 o covado, lencos de luco lano piulados
como bordados a 320 cada um, grvalas de -eda pa-
ra homem a 13 c IjfHIO ; todas estas fazeudas ven-
dem-se na rita do Crespo n. (i.
Cousas finas ede
bous gostos
NA LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos li'ques com plomas, olola, a
espelbo a *. luva de pellica de Jouvin o melhor
que pode haver a IfMO o par, ditas de seda ama-
relias e brancas para homem e senhora a 13280, di-
las de lorcal prctas c rom bordados de core a 800
rs. e 13200, ditas de fio de Escocia brancas e de to-
das as cores para homem e senhora a 500 rs., dilas
pata meninos e meninas muilo boa la/.euda a 320,
lenciulios de retro* de toda as cores a 13, toucas de
la i |iara senhor i 010, pentet de tartaruga para
alar cabelle, lazenda muilo superior a 59, dilos de
alisar lamhem de tartaruga a H, ditos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imilando muito aos de
latlarugaa 13280, ditos de alisar debtalo, faien-
da milito superior a 320 e 500 rs., lindas meias de
seda piuladas para chancas de I a 3 anuos a 19800
olpar, ditas de lio de Escocia lambem de botillas
cores para chancas de I a til anuos a 320 o par. es-
pedios para parede com excellentcs vidro a 500,
00, l?e 19200, toucadorescom pesa 19500, lilas
do velludo de Indas as cores a 160 e 210 a vara. e-
covas linas para denles a 100 r., e linissimas a 500
rs., dilas linissimas com cabo de mar lim a I9, Iran-
cas de seda de todas as cores e larzoras a 320, 400 e
500 rs. a vara, sapalinhos de IM para chancas de
bonitos padres a 210 e 320. aderecos prelo* para
lulo com brincos e allineles a 13, toucas prela de
seda para chanca* a 13, Iravessas dasqueseusam
para sesurarcabello a 19, pislolinhas de metal para
chancas a 200 rs., galhclriras para azeite e vinagre
a 29200, bandejas minio linas e de lodos o* lama-
nhos de 13, 23, 33 e 43, meias brancas finas para
senhora a 210 e 320 o par, dilas prelas muilo boas
a 100 rs., ricacatea* para rape com nquissimas es-
tampas a 39 e 29500, meias de seda de cores para
homem a (O, charuleiras muilo linas a 29, raslOe
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
a800rs., ociilusde artuacao deaco pralcados e dou-
radosa 010, 1 e Ij20, lunetas rom aro de burato
e tartaruga a 500 rs. o 13, superiores e ricas bensa-
linhas a 29, c a 500 rs. mais ordinarias, chirotes pa-
ra cavallo pequeos c grandes, fazenda muito supe-
rior a (ilO, 800, lo, I92OO, 13500 e 2-3, atacadores de
cornalina para casaca a 320, penles muilo finos para
suissa aOO, csrovas linas para cabello a blO, dilas
para casaca a 640, capachos pintados para sala a
(O, meias brancas c cruas para homem, fazenda
superior a 11*. 200 e 210 o par, camisas de meia
muilo finas a 13 e 13200, lava* brancas eneorpadas
proprias para montara a 210 o par, meias de cores
para senhora muilo lories a 220 o par, ricas abotoa
dura de madrepcrola e de oulras muilas qualidades
c golos para colleles e palito* a 500 rs., livelas dou-
radaspara calcas o cuteles a 120, ricas fitas linas
lavradase deludas as largura*, bicos finissimo de
bonito* padrn c ludas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de noivas, lesouri-
nhas para costura o mais lino que se pode encontrar.
Almde tu.1.. 1.lo mitra- lllllitusimas cousas muilo
proprias para a testa, c que Indo se vende por pre-
co que faz admirar, romo lodos os freguezes j sa-
bem : na ra do Oueimado, nos qualro cautos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
Vende-se um rahriolcl em hom aso ; a Iralar
na ra do Collegio 1. 21, primeiro andar.
. a;s$500
Vendc-secal de Lisboa ullimamentecitegada, a-
im como potes** daltussiaverdadiira : na praca do
Corpo Sanio n. 11.
VINHO XEKEZ.
Vende se aoperter vinba de Xcr'- barris do
- "' 'rapiche
CHARUTOS VARETAS.
Vendem-se na roa do IJueinsaito t. eo
deiros charutos varete* e de S. Fetix da (abete* 4a
Hraodao da provincia da Babia.
Vendem-sc fiasco com rol Isa de vi-
dro muito proprios para conservar toda
a qualidade de rape, e por muito coaa-
modo preco : na ra j, Cnir 26, p-
meuti andar.
Fai'elo novo d
LISBOA A 4,500 RS.
No armazem de 'lav limaos,
calves.
no lierc W lo*-
COHSOPORCEMOIAISIMATI
do t|iic em outra tpialtpier parte.
Btco de blond de seda preta par qearesana t to>-
tul-s na-, como -. i.cl.r e.la lamida di
I e da fabrica, por issn pode oflerrerr e.1
a seu- fregueze-, e*)*a do ir I, .y en...
SYSTKMA MKDIC
IIOI.I.OWAY
PILt'LAS IlOttxWi^Y
Este inestimavelespecilirn, compacte inteii
te de hervas tnedicinaes, nao contera mercei io _,
algama outra sabstaneta deteclerea. BcBnrn ust
leura infancia, e a compltelo mais delicada. Iw
igualmeole promplo e egura par* desarraigar*, bmo
ni rompleieao mais robusta ; he inicuamente inno-
cente em suas operares e eDeilus ; pois basra, e re-
move as doenjas de qualquer e-pecic e sr* pee
mais antigs e tenates que sejam.
Entre militares de pessoas! curadas* con* eatn *-
medio, muilas que ja eslavam as parlas da
preservando em seu oso, rousemiirim rero_._
sattde e forjas, depois de haver teclado in*tite***M*
lodos os outros remedio.
As mais allliclas nao devem rnlrrcar-se a i
rar;ao ; beata um rumpelenle rnnio d*a _
efleitos dcsla assunibrosa medicina, e preste
perariloo beneficio da saude.
Nao se perca lempo em tomar esse renndi par
qualquer dassegumlrsenfermidade* :
4ccideulesepilepltcos. Fehretoda especie.
Alporcas. lila.
Ampolas. Ilcniorrhoitta.
Aieias BMltV). Il)dr*|iiia.
Ictericia.
Indigeston.
I n Da m maro*.
liTrsulartclatle .lamen
Irara*.
I.iaubopas de lodaespc-
re.
.Mai-'le-pe.ll...
.Matirhas na culi-.
Olwlrttrrao oe entre.
I'hli-irami rww.uaap^aa
pulnionar.
I'eienco d'ourina.
Hlienmali.nl.
S> mptonias sernadaCH.
lemore.
I ir., dsiloroso.
I leer.
Venere Tal..
ralla de
qualquer
Asthma.
Clicas.
Conviilsi'ies.
Uchilidadc ou exlrnua-
rv.
Dchilidade un
forcas para
canoa.
Uesinleria.
or de i-arganla.
a de barriga.
(( nos hits.
Ilure/a novenlre.
Entetmiiladesno ligado.
venreas.
Enxaquera.
Ervsipela.
Febres biliosas.
iiiiertnitleiili-.
Vendem-se eate pilotes no olabetecimenio
de Londres, n. 211, Slraud, e na loja de
boticario, drogoislase oulras rmeoasrBrarrtualea
de sua venda em toda a America do Snl, llavasi*
llcspanha.
Vndese asboerlinlia a .si* i r. Cada orna Ma
conten urna instruccio em nnHosnei para explicar
- Fiindtcao Low-Moor. Ra d a
Senzala nova n. 42.
Nesle eslabelecimento continua a ba-
era Vende-se cera de carnauba de boa qualidade, pot
menos preco do que em oulra parte : na ra da Ca-, v,'r "rn Completo Sortimento de moen-
de.aido.Kecife, loja n. .V), defronle da rna da Madre das o metas moendas para eneenlio. ma-
rp <-'">as de vapor, e taixas de ferro batido
llllta prc|);tra(la eill OleO.]e condo, de lodosos tamauhos, para
>'a ra rio Trapiche Novo n. 18. em rasa de F;. II. ditef.
VVyall, vende-se c\c(.|leule tinta branca, preparada
em oleo, em latas de 28 libras.
Eixtis o (rtelos para
c UTOS.
Vendem-se superiores eixos c arreios para carros :
na ra do 'FVapiclie Novo n. 18, casa do E. II.
VVyall.
c
1 I i <
lab
ros v ii si ros.
Acha-se venda em rasa de E. II. VVvall, na ra
rio Trapiche .Novo n. 18, um complete so'rlimenlo de
candelabros e lustros bronuado* de.lti8luzes.
Vinliu Xeie/ e f'orto.
Vende-se vinho Ver* e Porto em barris de uar-
lo : em casa de E. II, VVyall, ra do trapiche No-
vo o. 18.
POTASSA E CAL YIRGEI.
No antigo e ja bem condecido deposi-
to da ra da Cadeia do Itecie, escriptorio
n. 12, ha para vender muito superior
potassa da Kussia, dita do Rio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedia, tildo a
precos muito favoraveis, com os ptaes li-
carao os compradores satisfeitos.
Taixas p.ua engenhos
Na fundirao' de ferro de i). W.
bowmann, na ra do Brttm, passau-
do o cbafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido.le o a 8 palmos de
bocea, as quaes aedam-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
cm barca m-sc ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Tahoado de pinna da Suecia, alcalro e pite.
Me. Calmont j Companhia, leudo rerebido um
carregamenlo desles/teneros pelo brigue sueco/).
Therezn, de tiolhembourz, vndenlo os mesmos a
re tallo, por precos baratos: o taimado acha-se rero-
Ihido no armazem dos Srs. Carvalho v\ Irmao, rna
do lirum.
Na rna do Crespo, loja n. 1, vendem-se por lodo~
o preco fazendas de prinwira qualidade, para acabar
nao se olha a preco.
Ilelogios
inglezes de pa-
tete,
os melhores fabricados em Inglaterra: em casa de
llenry tilbsoo, ra da Cadeia do Itecilco. .">2.
Vende-se acn em eiiulicles de um quintal, por
preco muilo commodo : no armazem de Me. Cal-
motil A Companhia, praca do Corpo Sanio I. II.
(partas rance-
zas.
Vc-HuYin-M- em casa de S.PvJodns-
ton & C., na ra de Settsafa Nova n. 4?.
Setlins inglezes.
Relogioi patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieiro&e casticaes bronceados.
Lon asinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de graxa n. 97.
Vindo Cderrv em barris.
Camas de ferro.
_ LIQUIDACA U arremtente da loja de miudezas da ra do*
guarleis n. 2, querendo acabar as miudezas que
ex.stem. vende barate afim de liquidar sem peda
de lempo. '
Kranja com holotas para cortinados, pee
Japel paulado, resma, de peso)
Hilo de peso, resma
Ma de cores para bordar, libra
''lites .le hualo para alisar, duzia
rivelaa douradas para ralea, unta
tjroza de obreias muito finas
Lencos de seda linos, ricos padres
Catea de liona* de marca
.Meias para senhora por
Penles de tartaruga para sesurar cabello
Crozas de canelas finas para pennas
Hitas de hnles linos para casaca
Meia prela para senhota, duzia
Dilas dilas para homem
Lacre encarnado muilo fino, libra
l'apel de cores, maro de SO quadernos
Duzia de rolletes
Espelhos de lodos o nmeros, duzia
Linhasde novellns grande* para bordar
Kiras filas cscocezas c de sarja, tarradas,
larga*
Meias cruas sem costura para homem
Dilas dn seda n. 2, peca
Trancas de seda branca, vara
C.aias de rite, duzia
l'ecas de lilas de eos
l.apis finos, croza
Conloo para vestido, lihra
Toucas de blonde para" menino
Chiquites de merino bordados para menino
o oulros muilos artisos que se tornan recommeda-
vei por suas boas qualidades, e que nSo se dovidara
dar um pnuquinhn mais barate a aqnelle senhor lo-
Sl>'a, qoe qoeira a dinheiro comprar mais barate
do que si "opra em primeira niilo.
COtiSp VBKDAOBIRO.
maceutico, m*
buco.
ma ni l.ruz
Velas estearinas, pcdra*dc mar-
more para meas, papel de peso
inglez, papel de etnbruHio, oleo
para c..rro, pianos de aiaRano.
km Cbnmde v.|Jflr,-;.,,., IW.
mano, armamento de todas ,,s
qualidades, cabos de linho de
tnauillia, p,ve da Suecia. cliani-
pagne e viudos linos do Rendo :
vendem-seno armazem de C. J.
vsi'cv A CTflla ta Cadeia n. 2l!
t#KM>
39000
2>7(H
75000
3f000
ton
MKI0
t^rOO
111
O
inxm
3000
29000
3*yjM
JJ800
1980(1
IKK)
720
29300
imi
KKI
:u-:mxi
:wo
400
1WKXI
300
99M0
1920(1
ic2tm
irsHxi
Vende-se o verdaoS" cSna, lauto *m garraf.
como em gnalo**: aWl 'la,(i'|',' "1 l'.'i. --
Ca do Lisboa barata.
I'ara fechar cotilas vendem-se barris com cal de
Lisboa, pelo diminuto preco de 31300, asim como
ha urna porfi da dita cal sola, ptima para caiar
pelo seu hrilhanlisnii e doracilo, e enclte-se urna
barrica que tenha sido de |bacalhso por 3a : na ra
da Cadeia do Kecife 11. 50.
Meias prelas pa-
ra padres.

V endem-sc superiores msias de laU para padres,
i pelo baralissimn preco de I-mu o par, ditas de ai-
| godao prelas ,, lito o par : na ra do Queimado.loia
do miudezas da lloa Fama n. 33.
KOB LAlhECTEI R.
Ountco amantado por dcimo do comvlho real <
derreio imperial.
Os medico, tloshospilae* reeommendam o Arrolns
t l.alTerleur .como sendo qnico alnrtate il*
eoverno. e pela real sociedade de medicina
mdicamente d'um cosi anradavel, < fcil a le
em secreto, esla em uso na marinha real desde I
de (0 anno* ; cura 1 adipalmente em neair.
com pouca despeza, sem mercorio. a afteereiTite
|ielle, impmgens, as consequencia. darna; oteo
ras. e os accidentes do, p,r|,, ,,, jj,^ rri,^
da acrimonia hereditaria dos humores; ronvoni.
calarrhos a berbisa, as conlrace., (raaaoi
do oreaos, procedida do .buso da* injecce, T
sonda', l^mio anli-s> phililico. ., arri-bi cura ata
punco lempo o, (luios rcenles ou rebeldes w,j
vcu ineessanies em coiisrquencia do em'nrrso n
copatha. da culieba. ou das injerc.V. m iW
settlem o virus -em neotralisa-lo. O arrobe La-
nerleur he csperialmetile reromnieiHlado contra a
docncas inveteada ou rebelde, ao mercara e **>
lodtirelo ,1o potassio. l.hjbao. Vetde- na bnl^
ca de Barral e de Antonio Kelician* AJve. de Ae-
vedo, praca de t. Pedro n. 88, onde araba de roe-
gar urna grande |iorcao de carrafas srande e *>
quenas viudas direriamenle de Pars, do con* o
dito Bovyeau-LalTerleur 12. roa Kichro rort.
US termiilarto, dAo-sc gratis em rasa do asente Su-
va, na praca de II. Pedro n. 82. Porte Ja
Ataiijo ; llahia. Lteao & Irmaos ; PeTH.eao
Sooiu; ll,o de Janeiro, Korha & I ilho ; a Mo...
". loja .te drogas; V,|la Nov. Jcj, f>tt ,>
Site* Le.le; Kio l.rande, Francisco do I
Coulo V L.-
18 e
I m lindo e variada sortimento de BBOdellas ruara
varanda e gradaras de Rosto modernMOM na
fundirao da Aurora, em Santo Amaro.e no 1
o da mesma, na ra do Britm.
C wao* futios.
Vendem-se superiores caria Iranceza- para vol-
larele a .i(K) rs. o baralho : na m. du 1'ueuii.iiln,
luja de miodezas da lloa lama n. 33.
Moinhos de vento
ombombasderepuxtipara recar borlase baila,
decapim, nafuudicaodc D. W. (towman: narua
do Brum ns. fi, 8 c 10.
Vende-se por VO rs. o tratamenlo la
cliolera-morbits: na livraria 11. (i e 8, da
piara da Independencia.
I'AIIV LUTO.
Kiscadn francez preto a meia pataca
liislrim c chita prela lina a dous tusles o covado,
alpaca, prir.cl e oultas lazeudas proprias para quem
esla de lulo, chales de lila prelos, meias para senho- 1 Vendem-se peras de esguiao entestadas a 1*
ra, prelas de algodao a palaca o par : na loja das 6 na loja de 1 porlas o'. 3, prxima ao ardo de Sanio
Vende-se um cabriole! lodo piulado e forrado
de novo, com arreios. he haslante leve, sonoro e bo-
nito: para ver, narua do Hospicio, esquina do Ca-
marao, loja do Sr.Candido pintor de carro), e a
Iralar, na ra do Collegio n. 21, primeiro andar.
Para s con lotos.
Vendeffl-se meias de laia prcla-,e barretes de se
da prctos para sacerdotes : na ra da Col,na du Ke-
cife, loja n. ."i0.
Vende-se alea de ricino em latas de 37 libras
e em garrafa* de libra e meia a 19, milho cm sac-
covado, co* Brandes muilo novo a 1,-s, arroz pilado, algodao
I cm caroco. paos de angico grandes a 3j: na ra do
; V igario 11. .">.
porlas em frente do l.ivramenlo.
I Antonio.
No da Ib de Janeiro do torrente anno
do rusenho labaCuea um mulata esrrava, Mpn.
^I*TI,' Sr "*"'" Cavalcanli de Sa Albnnner-
qne, cujl.5 flWSf!4--J oales : cor bem Har,
cabello crespos e caTtaT10*- b'*o- f heio do eorp.
esla com a cor plida por !'r *oB,'o sertte. e lem
muilas manchas no pesco co. n. .:"te e wjlo. tK
a 20 atinas .1. idade. o buco ja Ihe aMniP^**"
camisa de algodaoztnlto azul ja desbnteda e sliV
a ceroula, um capote de panno Tino ,w' de cate J
bem usado presume-se qoe levou em comoLi!
um rriouluihu forro coro 12 atino de idade^lte
secco, e com ateum.s nodo.s pelo rosla e peja,. .
ha raza para .ur-por-se que elle a mualo en-
de passa. por forro : quem o pesar lar laToTte-
var a se .enhor no onnonlm mencionada, 00 ZtZ
.ar nesta praca ao Sr. An.on.o Aones J^ZTlV
res. morador no alerro da Boa-Vis... IT rt re
compensado com senerosidade.
Ktigtram na manhaa do dia ll do renla rW.
escravos um por nome l'beodoro. prela, crtenU T
cador bao rorpotenlo. com m.ittesc.Mb, br'
ao. pela barba c pei.o, td.de Si ,o, ZL ^
ou me nos ouiro de nome JorSe. m.iaio/ bateT
fii.ii,P,ribb1,,OPbnKl tem do lado esqtterdo do rosto orna r.calrir JZZl
travo fot do Sr. Manoel TIk....,,, e.-eareereira^
coiduz.ram rom siso m ca,., 3|2l
- ".lo de l.slras tamba, de inadapolo, *Z. dSjTt.
atiloridadrs polniae e capilae. ,|. ,,_ K
pichendan, e teveT* 55*SSZ ir*"
lenU'dosr11'""' qe 5":' "-v2'
.aiiilinit. andar fusid.i nal Mcrenrt*. eri-
oula nlade .i. 28 :W, a,w. rniuro n..h7oT
Como* signoe* sect.u.le. : hite de dente, na fren
urna d.s orHi.as rasgada proveniente dos !*.
quem a pesar leve a ra rio Brutn, arntazem
Mocar n. 12, que ser bem gralilicado.
PERK.: TYP.DB M. F. DK FAIllA. -
ILEGIVEL


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