Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07267


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Full Text
ANNO mil. N. 41.

>
Por 3 meza adiantados 4|000.
Por 3 mczes vencidos 4,p00.
011 VA FE1RA 21 DE FEVERE1R0 DE .85.
Por anno udiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.


t
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ftGNUARREfiAOOS D.V 80IWJBIPCO' KO XOllTK.
Parahiba, o Sr. Gervazio V. da Natividad* ; Natal, o Sr. Joa-
quint 1. Pereir* Jnior ; Aracaty, o Sr. A. de Lemos BraSa ;
Ceiri, oSr. J. Jos d.Olirira ; Maranhao, o hr. Joaqun) Mar-
que! Rodrigues; l'iauhj, o Sr. Domingos Herculano A. l'osoa
i earense; Para, o Sr. Justiano J. Ramos; Amaionis, o Sr. Jer-
nimo da Costa.
r

y
PARTIDA DOS t.(iii!i;nis.
Olindi; Indos o> dias.
Caruaru Bonito e Garanliunj: nos dias 1 .15.
Villa-Bella, Roa-Vista, Eiu' e Ouricurj : a 13 28.
Goianna e Parahiba : segundas e seslas-feiras.
Victoria Natal : as quintas-feiras.
AUDIENCIAS DOS TBIBUNAKS DA CAPITAL.
Tribunal do eommereio : quarl..* sabbados.
Relavao tercas-feiras e sabbados,
Fa/enda : quartas e sabbados as 10 boras.
J ni/u do eommereio: segundas as 10 boras e quintas ao meid-dia.
Juio deorphoi : segundas quintas as 10 horas.
Primeira vara docivel : aegundas e senas ao m*io-d...
Segunda vara da cirel : quarlis e wbbados ao meio-dia.
KPIIf MKKIIICS IX) Mi:/. l)i; I IA I ItlIlK.
6 Loa mva s7 horas, 23 minutos. 48 segundos da nianha.
13 Ouarto erescente aos 7 minutos e 48 segundos da mauh.ia.
20 La cheia a 7 hora, 30 minutos e 48 segundos da tarde.
29 Ouarto minguaaleaos 1U minutse 48 segundosda mauhaa.
i'iti.AMAit ni; nn.ih.
Primeira M 5 horas e 18 minutos da manilo..
Segunda as o horas e 42 minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
18 Segunda. S. SetneSo b.; S. I'repedigna v.
19 Terca. & Conrado f.; S. liabin m. : S. Aharo.
20 (.loarla. Ss. Etentero o flo bb-
21 Quinta, Ss. lliiimUlM e Fortunato bb.; S. Angel. a. I.
22 Seita. S. Margarida de Morlona S. Papias e Altillo bb.
23 Sabbado. Si. Lasara. Severino c Primitivo min.
21 Domingo. 3. da Cuaresma. Ss. MunUno, l'reicxlal e Tharasio.
i:\(MtltKt.Mxis UA xt irst lili'" \>> \n MI..
Alagoas, o Sr. I .laudino Falcao Dial: Bahia, o te. D.
Rio da Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martn..
E.U l'l i: \ \MI;I i o.
O proprielario do DIARIO Manuel Figueiroa de Fin, tai
lis rana Praea da Independencia na. ( a 8.
parte amoiM.
MINISTERIO DA MSTICA.
3. Seceiio. Ministerio dos negocios da Justi-
na, Rio de Jaueiro, ern i 1 de dezembro da 1835
Illm. e Exm. Sr. Levei ao conhecimento de
S. M. o Imperador.o cilicio de V. Exc. n. 302,
ile 25 de ouluhro do correle anno, acompan-
liando o do ju7. dos orphaos supplenle de Silveira
tiessa provincia, no qual commnnira que, no acto
de sur vendida cm hasta publica unta escr.iva per-
tcncenle a canos herdeiros que ronrieram na ven-
da, liavcndo-se appresenlado un licitante a offeie-
ccr o prero de sua avalico para liberla-la, ojui/.
lo orphaos resolver mandar por eni deposita a
referida qnantia, e consultara acerca do procedi-
inenlo que deve ler.
E porque V. Exc. no seu dilo ollicio subinello
decisao do governo a qucslo, que reputa grave,
o na qual sao divergentes as opinides. o mcsino
augusto senhor, ouvindo o parecer do ronsclheiro
procurador da cora, e allcnddndo rosposta do
juiz de direito da capital desn provincia, que V.
Exc. por rupia lambem remeneo, houve por bein
decivlir que nao devia o juiz de orpbim supplenle
suspender a praca, podendo smcnlc admiltiro lan-
ga da escravaem licnelicio do SU* liberdade, se fo-
se igual ao maior que cm resultado da liatofSo ap-
parecesse, poique lie islo conforme ao principio
consagrado na resolucao imperial de (i de marco
de 1854. por copia inclusa, que cm ncnlium caso
oppondo-se nm ou mais herdeiros se pode aceitar
directamente do escravo onde terceiro (nao inle-
ressado) o prego da avaliro para se conferir libar-
dade. sendo quo importa o mesmo a opposir.au *do
herdeiro ou herdeiros como no caso sujeilo ha im-
possibilidado nao s de algum delles reclamar por
ser menor, como de transigir por ello o seu
tutor.
O que ludo communico a V. Exc para sua
intelligencia, e para o lazer constar ao menciona-
do juiz de orphaos supplenle.
Dos guarde a V. Ese. Jos Thoinaz Na-
buco de Araujo. Sr. vico-presidente da pro-
vincia de S. Paulo.
Consulta da Seceao de jusliea do conselho
de estado a que te refere o aviso de '21 de de -'
zembro de 1855.
Senhor Mandou Vossa Magostado Impe
rial, por aviso de 23 de Janeiro prximo passado,
que a secefm de jusilla do cnnselbo de oslado con-
sulte com seu parecer sobre a duvida proposla pelo
terceiro suplente do juiz municipal do Macana, de
que trai.-i o presdeme da provincia do Para, datado
de 21 danovembro ultimo, versando a dita dnvia
sobre se he licito ao juiz da partillia aceitar o pro-
co da avaliaeao para ooferir a liberdade a uin es-
cravo do casal inventariado, nao obstando a oppn-
sioo de algum ou de lodos os inleressados.
Tendo o dilo juiz municipal pmposio ao pro-
sidente da provincia essa duvida, mandou oslo
rar-lli'a para dar a liberdade o arrancar do capli-
veiro a un seu siiuilbanle ante as lois naluraes e
li vinas ?
Nao passo supno-to; e pareec-me quo a iniel-
legencia literal, qoando implie.1 ab-urdo e iniqni-
dade, deve ser abandonada o buscar-Se o espirit
da le, embora contrario.
Hoje, que a escravidao be havida poi iodos os
poros civilisados como contraria ;is Icis da razio e
da hiitiiauidaile, e altamente futosla ;i moralidade
felicidade das nac/ies, a sua inaiuilencio nao
lora oiiiio fiindainenio que a impossibilidade de
indemnizar a todos osscuhores, e o lisco de lancarde
chofre na sociedade c no gozo do ampia liberdade,
milharos de individuos embrutecidos e degradados
pela escravidao, e cuntidos pur urna severa discipli
na. nenhum dos>es inconvenienios s,- pacao gradual (a que aspira o paiz, como o alteslao
leis o tratados), sendo o senhor indemnizado. E
pois nao vejo razio para que se nao julguo com-
prebendida onlre as eveepcoos da necessdade e do
liiiin publico que, segundo a con ItilubjSo, limillao
o direito de propriedade, a hvpotlrese controver-
tida.
Escusa accuminular cilanios cm ordem a de-
monstrar quo os nossos legisladores desojara acabar
coiu a escravidao gradualmente, o quo nao julgam
esse ineio peruuso. Nao sor;i porem fura de pro-
posit recordar que a resolucao n. 30 de ll de
Agosto de I83T, arl. I. in fine, manda alforriar
lodos os oscraos do S. M o Imperador que derem
o seu valor; que o mesmo le praliea com os da na-
cao, od- n. tGO do 30 do outubro do 1847 ;e 6-
nalmenie que osdonosdos usoravos armados pelos
rebelde* do lio Grande do Sul forain dcsapropria-
dos, e seos mandou indeiniiisar, decreto u. 42"
de 36 dejulbo de 1845, o 20 do arl. 6. da lei
n 514 de 28 de outubro de 1848.
Se para a ilesnp'opriacao dosescravos que set-
viram ;i rebolliodo Rio tirando doram-se em mais
alio grao poderosas razos do nocessidado o Utilida-
dc publica, nos rasos de cinanci|iac.o parcial dao-
so lambuin razos de necessidade e ulilidade publica,
o nao se d.i da [larte dos oscravos mu crime como
aquelle.
ii Parece-mu que os nossos legisladores nao le-
gislaran! especilicadamenle sobre a especie da con-
sulta, temendo tal vez o espirito de indisciplina nos
oscravos. e pensando por ventura que urna vorda-
doira inlerprelacao pbilosophica supprissc o delleito
ou omissao da lei.
ii Dos guarde a V.Evc. Para 12 de agosto ue
1853.Illa. cExm Sr. r. Jos .loaquiuidaCu-
nba, presidente da provincia.O juiz de direito da
S.a vara crime da capital, Francisco Jos Furia-
do.
liar,o por hem do sua liberdade, se Ihc recebesse 0 I da uno Iraia > arl. 311. n*i se podarla vetiRcaf a i fisco como varantes lodos os liens dos iesuilas nao I fim
lano, e se llio conferido lugo a alforria. 233_*** f^Tm c,"n"M,"h,,r",s ,M" dedicados immedialamente ao culto divino.
i-K i f I* '. illiiieiilrt iltS^r e Un ,ll. .111.
a -2. Quo no arto da (iraca losselicilo ao osera- I K mvi^u j(.M|lur ,,,, |l0r Ucn ini)|)_ 1\ -
Illm. e E\m. Sr.-lospondendoao oflicio do \ mais, a le nao o d.i.
vo escolber c preferir para seu senhor aquello que
llic aproinesse d'ciilre os laneadores, c que o prove-
dor acceilasso o la neo dosse licitante, anda que G-
iros hiiuvcssc que mais offerecessem.
Com elleilo, nao lomos disposicao alguina ilo lei
em virUlde da qual possa o senhor ser obrigado a
alforriar o escravo, o apenas pratica e as provi-
ses citadas polo doseuibargador procurador da co-
r;! i'Slalielceoran aquellos favores por modo que
nao oliendo o direito de propriedade sobie o escravo
consagrado |ielas nossas leis e pelo estado da nossa
sociedade.
A duvida propona conten duas hjpolliescs. Na
primeira Gonveetn na alforria algum ou alguns inle-
ressados. Sa segunda oppoom-so todos
A secrao ere que em caso algum, oppondo-se al-
gum dos inleressados, se pode aeccitar directamente
do escravo ou de mu terceiro ( nao inloressado ) o
pre0 da avalaoao para conferir a liberdade.
A sso se op|H>oo direito de propriedade quo ad-
quire o herdeiro pela addic/io da heranca, como re-
prescnlanledaquclle a quem suecede, e o principio
do quo niuguetn pode ser obrigado alforriar o escravo
porque nao ha li quo a isso o obriguc.
Islo he duro sem duvida, mas he urna cunsoquen-
cia da escravidao. Rascs do Estado o exigeo
para que essa escravidao nao so torne mais Dengosa
do que he.
Se, porem, un ou mais herdeiros convcui na
alforria e algum ou alguns SO onpfiem, dao-so os
remedios inlroduzidos pela praliea citada pelo dos-
cmbaigador procurador da corda, Fsses remedios
ressalvaoo direito do propriedado,naoprejudieaoosen-
limonto de obediencia e subordinac.ao do escravo para
com o senhor, o a dependencia em que ello devo ser
conservado, poiquanto o escravo recebo a liberdade
das niaos do quem he lambein senhor, c so torna de-
pois nnieo senhor.
Nao podeni resollar dalii cxemplos perigosos.
Se lodos os inleressados ss opnero, ere a seccau
quo mo he licito ao juiz da panilha acceitar o pre-
50 da avaliaeao, 011 conferir por qualquar modo a
liberdade ao escravo.
Todos csses inleressados reuncmodireilo de pro-
priedade pleno sobre o escravo, leni sobre elle mes-
missimo e ampio direito que tem qualquer senhor.
Ora, como a seceao j ubscrvou, o senhor nao
podo ser obrigado a alforriar o escravo, porque nao
ha lei quo a isso o obii;;ue, e que marque, cuino
talvez conviesse, os casos, as condicoes, modos e
formalidades com quo isso loria do fazer-se. He
esle justamente um daquelles assumplns em que nao
so deve admiuir arbitrio algum, por perigoso. Ho-
|ue se tem em visla, e drveser comporta dasar-
I mas de artilliaria e caradores. Muda aquella para
i guainiro de no-sa< forlifiracocs cxliemenlia-r tala
dar declarar a V. S., om soluc.ln .. referida duvi.la, | A' (licnuraria de Goraz.ti m.irqucz de Para-''''"';, '< deslaramentos do interior e mais servicos de
queeslabeleeenda a lei 1.0 arl. 302 ai rejr.,. que s* ,_ prerideoU ,,u lrM>.ii.M d.. Ibeaouro nacional, em ;""" especialidade. E pois. para pn.ver a. argenta
qo.lqoer sociadada de commerci... o .ndo a s-.cie- "* 'lo ",,lc,n w ,,e :11 < lideein cnimnaiiilila nina verdadeirn sociedade n. 111- 0 Sr. Inapeelor da lliesouraria da provincia de '"io> a/, I"0 Imparta soh o* principios das conveniencias pon-
inercial. lie claro que ella el sujeita a es |e que Ii- e\cepcao o arl. 312, ipie soiiienle se re-
fere ao rosislro do lhor *0 contrato, dispensando
dalle a inscripCSa do nomo I >.-io eoiiinian.liaiio
ein raza. da naiurcz > aanecial deflla socied ide,
em que soraenle sAo responsaveis os socios osten-
sivos.
O ipie communico a V. S. para sua inteligencia e
eseencSo.
lieos eiiardc a V. S. foni Thomaz Subiicn de
.Iraujn.Sr. deseinliarcador presideuie do Irilin-
nal do eommereio da provincia da Baha.
31 seceao.Minislerio dos negocios da jusliea.
Uin de Janeiro 24 de janeiru de ISli.
Illm. r Exm. Sr. Em rcsposia ae oflicio de V.
Esc. de 1(> ile maio do anuo prximo pretri-
to, sol n. :!l, expendo as duvulas que occorrein a
alsaiw jairas de liireilo dessa provincia na exeru-
rai da circular de S de Janeiro do dilo anuo, sendo
a primeira se os mappas exigidos pala .lila circular
deven ser enviados ao chele de polica, ou directa-
Menle a e%N prosideiiei.
prios naciooaes, consulla : I.", qual deve ser o pro
cc.liineiito ila tlieaouraria qoaii l escoladas Inda* as
dilisenrias coi liiisca dos Minios de posse das propie-
dades reconliecidas nacianaes, se se verilirar a n.io
evi-liMK la de Mes litulos ; 1;\ se o acto da compra
ou acquisican de urna propriedade pela lateada na-
cional he o mesmo que ronsiilue a sua incorporacao
aos proprios uacionaes, ou se depende ella de novo
derarao de Vossa llageslade Imperial o decreto
clo-o para .1 otanisacilo le 1101 rorpo provisorio de
guarnirlo nadita provincia do Ama/onas, eompaota
de dus coinpanliias de rlilliaria equatio de rara-
d.ires com a forea de 508 praeai de pret, e os ofli-
ciaes necesarios para seu servido e ^.Iminislraca..
disciplinar e econmica, -c-uudo n syslema seguido
na organisacao de corpo* semelliaules, como vai es-
a se.iuu.la ae suusisi- aiu-' UJ,.,lu brasileira deven.
da para os luizes de direit-j a idiri^ umo imposla pe-I .,
los erligo. 17!l e ISIl do rciulamenlo... IJIde 31 .le '',r|,J"' P elle.lo de
de abril de IS.I2 ; :t.n, se as propiedades perteneen-
les as exlinclas aldcias le Indios, silas nos (errnos
i das mesmas, deven ser cou-ideradas proprios nacio-
laes e romo lees lauca las 1.0 livro delles, 0.1 se
sement como liens vagos devellos a fazenda nacio-
nal ; i.", se as prop.ivd.ides dalladas em testamento
pelo filleriilo |)r. Jejo (lomes .Machado Cirumb
r considerada, proprios
erem lancatlas 1.0 livro
Exc. de 22de Satei.lhro passado, em que me ordena
informe com o niou parecer sobro 0 objecto do i.
iduso oflicio do juiz do orphaos de .Marapa, lenbo
! honra do levar ao Conheoinieulu do V, Exc. que 11
v.r Ipr-elb o jair. de iiroilo o o de orphaos ",h 's' !" 'M' '*'" '"''''" ^ "MW<' uura,llc u ""
capitak os qnaes" respondram pelo modo se-uin-." ""IU ewci'. ra,o algum igual ao figurado
a- intima parto do referido fifficio, em que os nter
sa.las om escravo por quom so olTereea o seu va
para liberla-lo a isso so opponham ; sendo
te:
Illm. o Exc. Sr.Aeeuso a recopeio do
oflicio de V. Exc. de ( do crreme, remotoudo-
1110 dous ouiios il 1 supplenle do juiz municipal
de Marapa, o do Doulor jiiiz do orphaos desla
ritlaile para que interponha o ineu parecer sobro o
objeclo dos ditos ollicios
X Roduz-se a consulta do primeiro ; Sa n
djjjravo piiile :er ahornado coulra a vonladc de
*W dono, indemnisando-o.
A solucf o praliea dossa quesiao tem sido ue
gatvamenle, invocando-seo!^ 22 do arl. 179 da
constiluco do imperio, o nao me consta que len
ha vingado nos trihunaos supriores areslo algum
om contrario.
Assim, oecorrendo a hvpolhcse figurada
quando se traa de alforriar algum escravo, creio
que o juiz deve recorrer aos meios suasorios ante
os inleressados, como se mandou praiiear pelo Av.
2. de 17 de marco e 29 de julho de 1830 (Collec.
Nabnco) : e havendo opposieao de alguns herdei-
ros, da qual nao queirao ceder, tem o juiz no caso
de partilhas o meio de mandat aquinhoar o escravo
aquelle quequizer dar a liberdade recetando o va-
lor, como diz pralicra o supplenle do juiz munici-
pal de Macap. 1 lavenJo porm opposko de lo-
dos, nao vejo lemedio algum em favor do escravo,
visto se ter entendido que, segundo a constituicio,
nao pode o senhor ser obrigado a alforriar o es-
cravo contra a sua vonlade, anda dando aquelle o
seu valor.
; Sao devo occullar a V. Exc que nao tenlio
essa intelligencia da constituirn como a mellior
o mais conforme censura de direito. E sem
tero desvanecimenlo de fazor prevalecer miaba
humilde opiniao, direi em resumo, algumas
das principaes razes em quo a funda.
A consiilucao garante a propriedade cm toda
a sua plenitude; e lodavia, segundo o citado !> 22
do arl. 179, a necessidade e a utilidade publica
nutorisao a desapropriacao, e a lei de 9 de selem-
bro de 1826 especifica diversos casos em que ella
lera lugar ; e como nao espeeificasse a es|>ecie
controvertida, tem se negado ao escravo a facul-
dade de oidor a sua liberdade indemnizando o se-
nhor, se esle se recusa a osso acio de jusliea, de
I1um.111i.iade O roligiao.
Mas esta cnleligencia literal escudando o se-
nhor para praiiear um acto que muias vetes nao
le.m oulros motivos que acruoldadc 011 torpeza, en-
volve iniquidad.: e absurdo manifest. Alm dis-
to, oquipara-se por ella a propriedade hornera--
a propriedade material e irracional. Ora, he sabi-
do que o escravo somonte por tima licrao (do abu-
so da forca) se pode considerar cousa e proprieda-
de; mas por mais amplitude que se d a essa lic-
5.50, nao he possivcl dar ao senhor a mesma am-
plitude do direilos sobre as duas especies de pro-
priedade; e sobeja notar que podando ello destruir
a proprodade material, segundo o seu prazer c
capricho, nao pode destruir sem crime a proprie-
dade escravo.
O direito romano, quo a principio conceda
aos senliores oj'im cito; el necis sobre o escravo,
leve de abolir depois esso cruel dirolo, o de punir
a morle do escravo pelo senhor com as penas in-
fligidas aos homicidas.
O dirolo de propriedade como lodos os direi -
tos, tem resirices inherentes nalureza ds mesmo
direito; e tees sao lodas aquellas quo a necossidado
e a utilidade publica imppoem. Essas restricocs,
quando se traa da propriedade liomem sao
mais numerosas; porque o hornera ainda escravo
nao pode ser iralado como sfora um onloinsensivcl,
ou irracional. Assim beque a legislarao amiga, limi-
to menos humana e pbilosophica que a actual,
permiltia ao escravo remir-so do capttseiro contra
a volitado de son dono; o sirva de prova o (j 4
da ord. do lv. 4.*lt. 1|.
Como pos hoi de suppor quo a nossa cons-
iilucao, que Uto grande homenagein ronden aos
direilos do homein e a todos os principios de plii-
laniropia o caridade ehristSa, loi para com o mi-
sero escravo mais barbara ou menos humana ipie
as leis feilas em lempos muilo menos Ilustrados,
nos quaes os direilos do liomem eram desconheci-
dos 011 garantidos ? Como hei do suppor que a lei,
que permute tirar ao cidadao a sua propriedade al
pelo motivo de decoraijao publica, nao permita li-
lle milito duro sem duvida. por exoraplo, recusar
ii [troco da avaliaeao do escravo que servio por lon-
cos annose com lidelidade o fallecido senhor, que
o acompanhou al os seus ltimos momentos, s-
'Cnie porque a avidez dos herdeiros a isso se op-
te.
Im privilegio assim dado a longos sorvicos, ;i fi-
lolidade o a um boin proccduicnlo pedera sor til.
Mas nao ha le que o eslobcleca para estes o ou-
lros casos semolhanlos, o somante por lei pode ser
eslabelecido, e por lei que previno o abuso.
Be este o parecer da seceao. Vossa Magesiade
Imperial, poro n mandar oque fr mais just.
baila das conferencias da seceao de jusliea do
ronselhi.de oslado, cm (i do marco de 1854.
Paulino Jos Soares de Souza.--Caetano Maria
Lopes Uama.Visconde de branles. Como
parece.Paco, 18 de mareo de 1854.Coma
rubrica de S. M. o Imperador.Jos Thomaz
Nabuco de Araujo.
3.a sereno.Minislerio dos negocios da jusliea.
Kio de Janeiro, l_ de Janeiro de In-iVi.
III111. e Evm. Sr.Levei ao conhecimenlo de S.
M. o Imperador o oflicio de V. Etc. datado de 17
de dezembro ultimo, sol. n. 2S4, hem como o do
juiz tle tlireilo da comarca do Paran, que remelleu
por copia, no qual pede ser esclarecido, se visla do
disposto no arl. Kli do novo regiment de cusas, os
escrivaes s devem cobrar 18000 de cada escriplo
que lancarem as suas nulas ou registros, embora
excedam de in linbas de 25 ledras : e man l.i o
mesmo analo senhor declarar a V. Exc. que, nao
eslal.eiecendo o citado arl. 8l do novo regiment
de cusas salario maior para os escriplos cujo lane..-
inciiio ou registro excederem de ID linhas de 25
ledras, que o de 19000, ..So ha por ora oulra pro-
videncia a dar-se sei.ao aquella que lomuu o sobre-
dito JU de direilo quando deelarou aos tahelliaes
que uconsullaram a lal respeito que nao deviam
cobrar mais dn que o salario eslaholecido no dilo
arl. S(. O que V. Evc. fara constar ao meocionado
juiz de direilo.
lieos guarde a V. ExcJote Tlvnmiz Xabuco de
Araujo.Sr. presidente da provincia de Mina--
ti eraos.
3.a seceao.Ministerio dos negocios da jusliea.
Itio de Janeiro, 12 do Janeiro de ISjt.
I'oi prsenle a S. M. o I.nparador o oflicio que
Vine, me dirigi cm dala tle K do crranle, pediudo
soliicAi. sobre a duvida suscitada a respeito do joi-
zado de paz du I." distrete da freguezia de Sima
Anua nesla ciirlc, no correule anuo.
...lito seu oflicio, e do que lambem me dirigi
l^raifiscoJos da Silva llamadlo, consta que ha-
vendo fallecido em leverein. de IM'i o brlgadeiro
Joito 1 du v so-tomii da Silva, juiz de paz do 3." auno,
segando a ordem da volacao.a lllm.a.camara muni-
cipal jurameiilou a Vmc. e o referido lUmalho elei-
lo para o i.".anuo servio 110 3 (Juer esle asura to-
mar a vara allegando quo servir., eul.lo como sup-
plenle, o que Lies subsliluicoes nao prejudicavam o
nomeatlolpara srvir 110 unno proprio. B O mesmo
dos os bons, direilos o acedes, como representan- augusto senhor houvc por hem mandar declarar que
los daquelles quom sueeedem, ha de so neeessaria- 1 lc.-',',,noi"'',lc P" Ju '" d.ir.ci,. da rremesia
.nenie conHuir .,., ..nsidorados os oscravos na I tSSM dTXtnnX filg. pe?
ciasse aos liens litrd.ndos, nao de os hcrdoiros ler, c: morlu to bri;adero JoSa (:i r> m^i da Silva, jui/
oxercerndlestlesde a kuliw- > la heRinea o, mesmo A
: ni" r.i |t- \H'r2 ; e lproeirn, iodo u <-!-<> Ur
imli-pens.ivcl que o ni.ip|',i d- cada ses-.i ilo jiirv
iej oompotto de uiiM |rolleci;i(t d mappai i-u^es
aos nuva mo lel'is qoo se reinelleram, nilicaillo ra-
dd mappa rnn-i prirle da estalisliea. nu se pelo con-
trario, pode quando, lando-sa jaldado ua se5o um ou doais reos
suirionie, po^sam sein MCouvenirn(e de^crevpr-se
aea unid pera (odat ainiticarOrs oilgidat nos no-
va; manda S. M. o Imperador leclarar a V. Exc.
que pela circular de H do correte me/, j.t loram eididas a9*duaa prmieiras ; e polo que res-
paila h lerceira, que lie indi de cada MMAo lo jury aoja composio de nina colloe-
ro de nove iinppas," confomoi aos modelo* que se
remetieran!, aiuda to caso de liaver um s jul^a-
meiilo em urna ICJjJla, porque a e samcnln deve ronter os dizeres comprehenilidos em
taes njodekM; oeoolrario lena por lim nullifiear a
intenc.lt> e espirito da circul-ir de S de Janeiro do
auno pro&imu lindo, e contrariar a I iimiH por ella
eslahelecida. O que V. K\c. far constar BOfjai-
zes de direito 't*'-* proviiicia.
Den* nuarde a V. Exc.Josr. Thomaz Sabmro ae
Aranjo.Sr. presidente da provincia do Kio tiran-
de ilo Norte.
.!.' Seceao.Ministerio dos BOaocioa da juslic.a.
Itio de Janeiro, li do Janeiro de 1856.Illm. e
Bim. Sr.Acenso a recapcio do olliro de V. Exc.
de M do me/ aiilecedenti1, sidi u. l:l_!. cmn o qoal
remetteu, nio s u do juiz monicipsl dooia capial,
podinde ser esclarecido s-\ .1 vtsla ta resolucao de
consulta mandada observar pelo aviso fie I neiro do lK."t, o crime ie imearat claauticade no
etri. _! '7 ilo codicn crimiutl dovis ser itil^ailo il'dini-
livame-il pelo jur\, ou se cahia na aleada das 111I0-
ridades policiaes, mas lambem por copia a respota
q,.e\ Evr. dera ,,.,,,ello j,,i/ j ,
lentlo le>,.do ao r.ot.heeunenlo co ?. ,M. o Impe-
rador os aobrodilos p q.eis, rerehi orden. Oo mesmo i
ao conlrarin, laos pretnces lin seinpre enconli ,do
a acquiescicia dos senliores Verdad.; he qu. por
uiiicosiuinoque achoi establecido, geralmenle vin
ellas ae.tnpauliad.isdoi.llerei-inienlode mais a quin-
ta parle do valor do escravo impetrante, eoslume
fundado provavehnento na consideraajao do que os
procos de invenlariu sio sernpro inferiores aos ver-
dadoiros valores dos bons. Seapparecer o caso de
se opprem os inleressados accetlafaO do valor do
escravo que so quizer liberiar, il.Milaro a V. Exe.
que nao sei o que deverci obrar collocado onlre o
desojo de favorecer liberdade u o proceilo da lei
fundainontal, que garante o direito do propriedade
em loda a sua ploniliidc : pois que como V. Exc.
sabe, nao lemos disposicao alg ima que uiodiliqtio a
these constitucional o que lenha applicocoo espe-
cio : pedirei inslrueoio ao Dr. juiz do direilo da
Momarea. He o que se me oHetece di/.er a V. Ese.
S'tbro a materia sugeita.
a Dos guardo a V. Etc. Para 5 de ouluhro
de 1853.film, c Exm. Sr. Jos Joaqun da
Cunha, digno presidente dcsia provincia. Joao
llaptista Passos, juiz de orphaos do termo da ca-
pital.
Onvidu o desembargador procarador da cora
sobre csses ollicios, den o seguinle parecer:
No5 casos de t|uo se irala, nunca houve no fo-
ro duvida fundamentada, nem teamente peder he-
sitar nellos n juiz quo tonha cnnliocimoiilo o faca
uso das tlisposieis o doutrina da nossa legslaoao,
som Uto ser Doeessario recorrer ;i consliluieao do
Estado, que nada tem com a quesU'io ; salvse qui-
zar inventar, ou inlroduzir doulrinas novas, e com
ellas explicar leis antiquissimas, sempre entendidas
e pralicailas pe., sua letra o monto, como errnea-
mente so tem foilo, e vai fazendo, pondo-se assim
0 foto em anarchia c em pori.no todos os direilos
pessoaes o rcacs dos cidados haseados nessa mesma
legislarao e na inlelli-encia a ella dada, a pomo (do
que dou estcmunho) desotereoj entendido dispo-
sir/ios das nossasordenaroes pelasdoulrinas do cdi-
go Napolou.
a I/)go que se lenha hem presente a disposicao
das nossas leis, recebiila da legislac^n romana, que
constitu; os herdeiros suceessnros universaes eui lo-
despaeho, como se depreheude das inslrur^cs de -1U pecificado no plano junio ao rilado decreto ; deven
du ser os dilos olliciaes e pravas lirados inteiramente
tos da retel do actual quadro do evercilo, ale que
a asse.nhla ucr,*.l leuis|ali\a approve delinitivainen-
le a i.i.liliiie.lo de-lc eorpo. Ilio de Janeiro, em tj
dejaueirode 1816.De V. M. Imperial subdito re-
ver, ue..1/arf ue; de Ca.rius.
Decrrh* 11. 1,715 de l de aurr.: de 1836.
Manda orsanisar na provincia do \maronai nm ror-
po provisorio de miarnirao, composto Oc duas
couipauliias de arlilharia a quatio de eaea-
dores.
Ilei por bemdeterminar que seja nruanisado na
provincia do Amazonas um eorpo provisorio de R.iar-
nirao, com tinas cnmpai.hias ilo arlilharia e qualro
de raeatlores, lemio a for^a e rt.mposir.ao co..<(ai.les
ilo plano que com esle balsa, atsignade |ielo in.tr-
ques tle Casias, ilo r.on conselho, n.inislro e secre-
tario do estado dos negocio* da guerra, que assim o
lenha entendido e f.iea excretar com os de-pachos
iiecessarios.
Palacio dn Rio tle Janeiro, cm \1 de jaueiro de
ISM>, Iri^esimo-quinto da independencia e do im-
perio.l'.oin a rubrica do Sua Hagestade o Impera-
dor.Mar'/uez de Caria*.
I'lann do nrtjaoUariio do eorpo prorisorio d* guar-
nirn du iiTin'iii'io, do Amazona*, comporto de
daa< compatthitu de arlilharia e anuir de rara-
dore*. a i/tic iluta.
Eslado-maior.
Toi.ei.le-eoronel commsndante.....
Major.............
Ajndante............
Ouar lel-meslre..........
Secretarii............
competente : Iba derlaia, quanto a primeira duvi-
da, que na falla dos litulos a que se refere o Si.
inapeelor, deve preceder urna simples descripciio
judicial dos bens para evitar cnnleslaci.es no rutare,
reco.remit ,1 med(3o c deiuarcaeao, precedida a
aulorisae.'io ilo llie-ouro raso se movam quesloes com
os confrontantes, ou se lorne necessario por nutra
circuuislanc... ..licnd.vpl ; quanto segunda, que.
quaudn nao lenha limar a incorporarlo verbal por
acto do poder legislativo, .leve o Sr. inspector orde-
nar a in.-orporaeao real dos bees adquirido* por ti-
lulo de ciimpra, adjudicae.io, ou qualquer oulro;
exlMiindo-se a seniei.ea do processo c remellendo-a
reparlieo rmpeteme do assentamenlo dos pro-
prios para raaer-se a incorporacao nos Hvroa .lolle;
quanto ler.eir., que as propriedade. pertencenta
s exlinclas aldeas de ludios nao deven ser conside-
radas proprios uacionaes, mas sim bens vasos, ob-
servando-se quanto ..os ierre.ios quo nao sao rom
laes considerados, nein romo proprios nactonaes,
mas perlcnccules ao dominio nacional r dovololns
o disperto no ..viso do minislerio ilo imperio .le 21 de
outubro de 1850, ali.n de que Icnlia.n e deshilo que
Ibe d.i a lei de IS de Miembro do mesmo auno, lu-
do medanle o necessario processo em jni/.o compe-
tente; quanto i quaria, finalmente, que ai proprle-
ilatles ilo liuado llr. Corumbn, cnihnra adquiridas
pelo estado pordisposirao leslamentara, ...lo deven,
lodavia ser incorporada^ aos proprios c inscriptas
nos livrps respectivos para li.es ser applicavel o dis-
ari. I" 5 n do decreto de -22 de iii.vembr
pie ao minislerio do impeli roii.pe-
Na de-peu do etercicio con.i>reliei..le-e igula-
menlc a qnaalia de cerca le 1,i.Ji:Hfi.;flQn, prave-
uienle de eircai.islaneas rvlrannliiiarias, paf ceuaa
do allmenlo da fon.'a naval no Kio da l'rala. Ea-
roi.lrai.tlo sr essa quaulia ron o dficit ja itfaitd
esle sera por certo inferior quelles para a.q*ae.ae
abrirn crditos nos cvrruicios anteriores ttn leaapa
norniaes.
Cuinpre anda notar que na despeu evlraardi.a-
ria que assim faz avallar a do eiercie, i*rla
acquisieao de dous vapores e material, je 1
em provrilo do ejercicio, nu .terrino* f.larss, .-
KMa mostrara em lempo os respectivo, balaa-
it'i'.ryr'i
um*t
IMNlfM
ir*:3T3Ba.-7
.':743t9lj0
7:9M|OT
M:l.l37ai
l,:)(l:l:j.VPKi
7*.T699K
i.'OIOSOS
que opporlunainei.le sera i'oiiiinuui'i-
angnslo lenbor para reclarat a V. Exe. que bem i te resolver qu.l o destino que ilevam ler cesas pro-
deeidio a duvi la propeata, i|iia.fl. fea sentb ao juiz 1 priedade
inunie.inl que, sendo a pena J. cwi.ie de antearas .
arl. -117 do diado cotligo do sei. mezes de pii-ao c 'lu i,u ",CM,,I, >r" '"'l-celor.
mulla rorrespondenle a duas *: as parles do km- I 22
po, e excedends ella -.Irada Jas autoridades poli- j (arcillar.O marquel de l'.,i.in.i, presidenta di
caes, que pelo arl. \2 S 7. do cdigo do processo se ; |r,un.| ,1 lliesouro nacin!, recom
limita a seis mozes Ue pr.sao e .milla eorresponden-
dominio quo oxorciain aquellos a quom succodeni
por ii lulo universal : e como estos ein sua vida nao
oran obligados a liberta-los, da mesma surte nao po-
doin quelles sor a isso constrangidos.
Gonsta-me que na provincia da Babia iniro-
duzio-so a pratica dtt, no aclo do se fazorom os in-
ventarios, poder-so remir qualquer oscravo, lojo
que olferoi;.i o valor. A' ser islo verdade, ignoro
nteiramenie om que se funda semelhanlo regra,
que, no niou entender, nenhum funtlainemo tom
as leis porque nos rogemos.
i O que sompre se praticou o ainda hoje so pla-
tica tiesta provincia, a un ludas aquellas suguilas a
rdafao desla cidade, he poder qualquer dos herdei-
ros 1..1 acto ta pardilla reqilorer .1
lodos os oscravos, que [iola avaliaetio eouboreiu cm
sua quola para os libertar pela mesma avalinean, e
esia pratiea o-t do conformidade com a aossa logis-
lacao amiga o moderna, que [avorecem a causa d;
liherdade, som oflender os direilos individuaes.
o l'i'.de ainda o mesmo herdeiro liberiar os c-
eravos que qui/.or dentro da sua quola, ainda ai
les ds panilha, assi
adjutlieaeao polo valor ilo inventario
k Uiclaroi ainda, por osla oecasiao, que por an-
tigs provisos da ex linda mesa da eunscienjia e
ordens foro coucjididos aos oscravos alguns fatores,
quo por exceprao firmao em contrario a toiitrina,
e praliea geral que tenho expendido. Nesas pro-
VSeS que en, sendo pmvcdur da fazontl.' dos au-
sentes do tormo dea cidade, e dopois im toda a
comarca, que eomprehendia observe..; Ii/. observar liolmonle, foi daerminado :
u I. (Jilo todas as vezes que quahucr escravo
periena'iiie i fazenda do ausentes, arricadada pola
pi 'tiria, ou alguem por elle, cobrise a sua ava-
de paz do :l." auno, passou o dilo Kamalho pira
esse logar, e com prni.rielariu c au como substitu-
to o aeivio era todo esse auno, sendo cerlo que cm
lusar do Itamalhu juiameiilnu a Illm.1 cmara
municipal a Vine, para pmprielario do i." auno,
nao oh-lanle a doulnoa dos avisos de I e 111 de feve-
reiro e l tle maio de 1H:l(i, que Iratam tle suhslilui-
goea por impctlimenlos temporarios, e mo, com eo
cjso \ rlenle, dos que resultan! do fallccimenlo de
um dos volados.
Compre pois que Vmc. entra ein etercicio, e sirva
o lagar de 1. juiz de pa do l.'distrietoda fregue-
zia de Sania Anua.
lieos guarde a Vmcyo-e Thomaz Sabuco de
.Iruiijo.Sr. Candido Jos lemandcs.
3." seer.lu.Ministerio dos necios da juslies.
Itio de Janeiro, lli de jaueiro de 1856.
Levei ao conliecimeulo de S. M. n Imperador o
ollicio tle V. S. datada de IS de oulul.ro ultimo, cm
adjudicaran de q"". refenndo que so apresenUra, para se iuscro-
ver no resistr du cumin.'rri.i, nm cuntalo original
tle sociedad, ein commandiU com 1 declararao s.i-
menledo total dos fundos, sem especifica menr
ios quo n foriici ...ni, c sem oulro assignalura qu a
do commandilado nu socio gerenta, contrato que,
rom audiencia e sem npp.isiea do desembargador
fiscal fra admlttidn a registro pelo I11hun.1l 0111 visla
do art.312 do cdigo da eommereio, consulla V. S.
I o coverne imperial, por del.berarilo ilo mesm Iriliu-
le ajmetade desse lempo, s ao jury pcrletiria o ju
gnenlo desse crime, sendo que nao procede o ar-
rmenlo dediuido da consulla de sereno de jusliea
do conselho do eslado de 17 de uoven.hro do 1N.">il,
porquanio a dita consulta eaosasra espressamenle o
principio de que a aleada dos juites se regula pele
citado aid. \2< 7. do codito do processo.
0 que com.miuico a V. Etc. para sua inlellisen-
cia, e para o fazer couslar aojuiz municipal dossa
capital.
Dos suanlc a V. Etc.Jos Thomaz Sabuco de
Iraujo.Sr.*presideute da provincia de Sania Ca-
li, arine.
'2.* Seceao.Ministerio dos negocios d.i jusliea.
Kio de Janeiro, em 29 de Janeiro de 1856.Illm. e
Exm. Sr.Kecehi o ollicio de V. Etc. datado de 10
de dezembro ultimo, em que consulta o enverno
impeiial sobre as ires seguinle. duvidas : I.", se
um nllirial da guarda nacional que por crime de res-
nonsal'ilidade he conde.nuado por senlencas sus-
peiis.1.1 do empreso de delegado ou juiz de paz. Pi-
ra por Cisa razio suspenso do exerricio do pos-
ta ; '2 '', se para sospens;lo do etercicio d seu poslo
da suarda nacional he necessario que a senlenri
passe cm juleado ; d.-\ se para a snspctisan do et-
ercicio do oflleial basta a pronuncia. E -.vi 1 1 pre-
sente a S. M. o Imperador o referido oflicio, bsave
o mesmo augusto senhor por bem mandar declarar
a V. Etc. que dispende 0 arl. 58 do cdigo criminal
que a pena de suspens.lo priv.i os reos do exerricio
desos emprepus durante o lempo della, 1.0 qual
nao pdenlo ser. empregados em oulros, salvos os de
elcieo popular, he ronsequencia que a rendemna-
CjiO por sentenc. pena de suspensa 1 do careo de
deleeado ou de juiz de pac importa a suspensilo do
poslo da euarda nacional. Oue, oulro sim, a pro-
nuncia imporla lambem a suspemao do etercicio
de posto em visla do arl. *)2 S, 2. do regutameoto
de31 tle jaueiro de 181:2 ; e que riualmeule, quan-
do mesmo nodesse haver duvida quanto ao elleilo
da condemnacilo, essa duvnia eslava resolvida pelo
elleilo da pronuncia, porque a^C'Midemnaeao sup-
pe pronuncia, e a pronuncia suspenso/O que lu-
do rommuuico a V. Exc. para sua nlelleeuT4-
Araujo.Sr. presidente da provincia de Sania Ca-
ll.arina.
la aos Sr-.
inspectores tas Ihsouraraa de fazenda, que dcein a
.naior publicidade possivel i disposii.ao do arl. II
da lei n. 810 de 15 de selembro do auno panado,
que man la que a compia e venda de bens .le raiz
rujo valor exceder de 2009 seja celebrada por cs-
criptan publica, sob pena do ouHidade; ordenando
o.ilrosin. aos ihefes ,U~ c-laefies arrecadadoras da
renda nos diversos termos fura das rapilaes das pro-
vincias que o mesmo faeam nos seus respectivos dis-
Iriclos, por moio de etliclaes puldicatlos nos peri-
dicos onde os huuver, c alixados nos lugarn mais
pubires,
. A' presidencia do Maranhao, spprovando ,. ilc-
l.licraeao que lomou de mandar despachar llvres de
direilos os iuslrumenlps agrarios que na escuna Hur-
le americana Mara rheearam dos Ksladus-luidos
para a sociedade de Agricultura e Industria Rural
Maranhense; observando, porm, que no futuro
devera limitar laes roncesscs aos ol.jeclus marca-
dos no SU) do arl. I do regulamenlo de 2 le
ayoslo de Isl, em cuja classe nao podein ser rom-
prehendidas as culadas ou oulros instrumentes ge-
ralmenle usados no paiz.
A' mesma, remetiendo os decretos da noineaeao
dos pralicantps da Ihcsuuraria da provincia Jos Ti-
res de Moraes Reg, Candido r'ahrino tiomes de Cas-
tro e francisco Solero dos Rail Jnior para quattos
escripturarios da mesma (hesouraria.
J
A' Ihcsooraria de S. Pedro, declarando que
nenhum direilo lean Jos Simen de Oliveira a per-
ceher a quaulia que reclama, e foi liquidada pela
Ihesoraria por dividas de etercicios lindos provenien-
las de seus vencimenlos como commissario pagador
da estincta pagadoria das tropas ds provincia, visio
como pelo fado de ler sido ..orneado deOuilixamen-
t cliefe da pagadoria militar, lugar de quo (ni de-
millido por decreto de 2\ de Janeiro de ISIS, dei-
tou ta perlcnccr classe tos empreados do repar-
liees exlinclas ; deveudo ello indomuisar a fazenda
de que por ventura t.ver ii.devidamenle recebido na
qualidade de empreado de repartirn eilioets,
Dos guarda a V. Etc. Jete Thomaz .Vaiuro rfeSUlaudo-se o assenlamento que se Ibe mandn
aluifie oulrosim que nenhum rmpreead devo ser
eonaridendS. de reparlieo cxlincla som ordem ilo
. re-peel.vo ini,\\Sfe.^~7|tT lat;a considerar como
tal, e II.e maule abrir asse. llmenlo o incluir cm
folli, romo tem sido pralira i"onslanlc.
:tl \
larrular.(I marque/, de l'arafj. presidente do
tribunal to lliesouro nacioual, anlrisa~-ns Srs. ins-
pectores das Ihesourarias de fa/enda pafa lit|uitla-
rcm, na Conformidade das instru roes de l> de anos-
(o tle 1N7, a divida que exi-lir proveniente de x'jMl-
lagens de rendas internas arreradadas as alian.le-
as anteriormente asrdeos que pcrmillirain a dc-
duerflo de laos porconlaeens, c quo nao
proscripta.
liando lormo ,!o os receUir p)r "al, sobre a duvida que H.o reslava se por aqurile c
artigo Aeavam dispensados os contratos da taes so-
eiedades dos formalidades que pelo arl. 302 se exi-
gem om ecral para as socio.bules coinmereiacs;
accrescenlamn \*. S. que, a ser assim, graves abu-
sos pnderiam resultar ao eommereio, e illudlr-se a
ana boa fe, podendo se vrganiaar laes sociedades com
socios o fundos ficticios, sem oulra garanta que a
do socio ostensivo 011 gerente ; sendo pnrlanlo son
p.rerer e do tribunal, bem cm... o d desembar-
gador fiscal, quo o referid arl. '.\\2 nao se devora"
entender de iiiaueira que o arlo constitutivo .les saei.da.les possa deixar do ser reveslnlo de Indas as
ft.rnialiibiiles, permitliudo somenle que se insrreva
no reeislro um roniralo desse arlo com a omissao dos
MINISTERIO IlA FAZENDA.
Expediente do dia 18 de Janeiro.
-A'ihesouraiia deSania Cilharina-U marquezda
Paran, presidente do tribunal do lliesouro nacional,
cm resposla ao ollicio do Sr. inspector da iliosou-
raria do Sania Gilharina n. 198 de 18 do inez
lindo, no qual, transroillindo o recurso ex oflicio
paia ello inlor|M>sto |.olo inspector da aUandega ilo
nina docisao que impu/era ao juiz municipal oda
orphaos da capital da mesma provincia e ao res(ioc
liso escrivo a mulla do art. 87Jj le6*do
regulamenlo de IO dejulbo de tS'iO, o a parlo tima
rovalidarao do excedente a 10, consulta, anios
de decidir o dito recurso, qual a iulollieoin-ia do ci-
tado arligo ; declara quo, sendo da competencia dos
inspectores das Ihesourarias jul^ar os recursos in-
lerposlos das deoises dos chofes das repailieoes lis-
caes, na eonformiilado du arl. I" !" do decreto
do 22 de nineinl.ru de Ih51, o especialmente os
tle que se traa, ein vinudeda disposicao dosarts.
U2 o '.'! do mencionado regulamenlo, rtimpre ao
snbreilito Sr. inspoclor usar no presente casodessa
sua atlriliuieao, o proferir o sen julganiento, do
qual pudera ti parlo recorrer, na forma da lei, para
o tribunal do ihosouro ; roiisiillando depois o mes-
mo lliesouro sobro a inteligencia do art. S7 do
referido regulamenlo, e enviando copia do sua do-
cisao cun ns mais documentos quo entender pre-
para esclarocimonto da questau.
Da 10.
A' Ibesouraria do Part, approiandn a deliliereao
lomada em junta, de ordenar-se que .1 [rocho da
froguezia ilo Itreves conlinuesse a residir na rasa
que pertencon aos jesutas, contigua a igreja'matriz
daquella fre?uesia, al ulterior deliberacao desle
minislerio: ciimpriinlo que o usufructo da dila casa
seja inaulido nao SO a nspeilO dn dilo parodio,
como laniboin dos seus. succesores, poratunio,
semlo especial como he, o precejto da rana regia
de 22 do juibudu 1758, est no COSO do \igorar.
Ctpcllao........: .
Primeiro eirorgiao........
Segundos eirorgioes........
Estado-menor.
Sareculo-ajudiulo........
Sargeolo nnartel-meslic. .
E Cronheiri............
Cal de tambares. ......
C*h du cornetas........
Urna, companUa dr arlilharia.
.Illiiiar--.
Capilao.'..........
Primeiro lenle........
Segundos lenles.......
Piaras de pret.
Primeiro sareenlu.
Segundos sargentos
Furriel ....
Cabos de esquadra.
.xnsperudas. .
Soldados....
tambores. .
t.'ota compaaMu de coraiares.
Olliciaes.
Copino. .
lenlo.
Alferes .
Pravas de piel.
I'rimeiro sargrnln.
Seeundus sargentos.
Furriel ....
Cabos de esquadra
Ausperadas .
Soldadas. .
Cornetas ....
Recapitulaban.
Olliciaes d eslado-maior......
Hilos das .la. companhias de arlilharia. .
Ililn das qualru enmp..libias de caradores .
Proras de pret do eslado-menor ....
hit,1- das duasrniupanhias tic arlilharia. .
Ditas das qualru rumpai.hias de caradores.
i
1
1
Ii
6
63
j
I
I
ti
(i
64
>
sj
."
s
16
K
166
:tis
029
ToUl. .
Palacio di. Uin de Janeiro, cm 12 de Janeiro de
18-jti.Morque: de Caxies.
MINISTERIO DA lil'BBRA.
Senhor.Comqaanto minlia opinio f.isse sempre
em iteral ronlraria a iusliiiiira de corpos sedenta-
rios de guarniciono quadro do exereilo, por isso que
sen objocl rxi^o que sua nrp;.inisae.o se lessie tos
piineipius que dirigam a organisarao dos eorpos mo-
I veis, o os conslitua por isso irregulares ; lodavia,
litio leiso de reconhecer que lias mais lonsii.qu.is
provincias fninloiras do imperio, pela especialidade
tle sua po.ir.in lo|>osrapliira, pela naloraxa de sen
tem. 1 m, tle sen clima,da seus habtenles, csses cor-
no, sedentarios c fa/.em tle auram modo neeeasarios;
porque ns encarregados da dele?, do lerrilorio dee-
sas provincias pela rasan ta distancia ein que estas
-c ... ii im devem ser npllas achinados, acoslumados
to viver das loralidades, e asesados aos Irabalhos r
exercicios que por ventura possa demandar um ror-
po ..titilar para o boni desempenbo das rommissiVcs
de que f.tr eiicarregado. A provincia ilo Ama/onas
ho nina das que considero naquellas coudiejoe ex-
cepcionaespela su., qualidade tle fmnteira, 1
posie.io lopogrphiea e pela eircumstanc
corlada por diversos rios navegavpis
Conseguiula das que precisan., .pe-'no
plena pt. de urna fon
MINISTERIO DA MARINMA.
Senhor.Nao sendo sullirienles as quantias vola-
das no arl. .".. da lei ... 719 de 28 tle selembro de
1833 para as despeas de alsumas das verbas do mi-
nisterio da marinl.a no exerririn tic IS">I a IS-V.,
loma-se necessario abrir-se um crdito supplemcii-
lar aos termos dn ; 2. arl. i. da lei n. .".S'lile 11 de
selembro de 18."S).
Para poder ci.nhecer-sc n quanlam desse rredilo
foi orcanisada pela eonladona da marinl.a, i visla
de sua esrripliiraran e dos dados fornecidos pelo llie-
souro nacional e Ihesourarias das provincias,a label-
esliver la demunslraliva junta, sob 11. I.
Hesla tabella v se que as quantias
consignadas pela primeira das ci-
tadas leis as d.llerenles verbas dn
ministerio da marinha imporlam
ctii...........
Masa ,'e-q.e/a elleclixa foi de. .
A sabe.':
l'eio Ihesom"0 "arional.....
Cola in leu leu''1,1 '''' marinlia da
corte. .........
Pela leearao de '-ndres. .
Pelas provincias.......
Dedu/ida 1 desl"'* annedhr,
pn.veiiienlc ilc: ''versas indemni-
As verbas em que sa deu deficien-
cia lora m.
M S I. Sccrciaria de eslado. .
2." 5 .">. Corp da armada e clauca
annexas.........
3." sil. Anenos......
i.. S l;*. as ios armados. .
.">. S 11. Transportes.....
6.' $ << Hnspilaes......
7." S 17. I'haroes.......
S.' S A Material.......
11.a S 21. Ilespeza. cxliaurdinaria.
evenluaes.........
I"." S -">- Kxerr.e.os lindos. .
As causas que delermi.iaram o sppinrinenle ds
dclicil as verlussupramencionadas, foram: na pri-
uieirtt, o autiineulo de ordenado coocedid. aos car-
reos pelo decreto n. 7:17 de 28 de jaiba do IR.1l;
na segunda o abono da qoinla parle da saldo aos o-
liciaes do corpo do -me c capaila, en virtade da
tosidura ,ic ( de abril de IR13 ; na lerceira, e aeg-
menlo de jorrucs as diversas cl.i-ses de operario* dos
eslahelecimenlos uavacs do imperio, em cnaweqaeej-
eia de reclam.rr.es a que n goscroo leve de alleoder,
haseadas 1... enrarecimeiilu de quasi lodo* aa genero.
de primeira necessidade; na quarta, vewajnenlw
que inrain abonados a maior numere de pravas asa
barcadas, alem do lixado para umirmlancias ordina-
rias ; 11.1 quinta os veiicioienlos as proras de alsaas
navios, que foram considerado, como iraaaparles
luanle o labriee, alem do q-.c se leve en vala a*
compleme oiramenlo ; na sesla, a conlinaacAa da
e\eeiiea ilo decreto c reculamente n. I. lili de 3 da
Janeiro de I si '..que deu nova orpanisarato aos haepi-
laes; na stima, eaateh do* phares da Lagos da*
Calos na provincia de S. Pedro do Rio Ue
Sul, que paularan a adminislrarao geral, ua 1
midade do diipooto do j 7. arl. 11 da lei a. 719 de
28 tle selembro de IK1:>; na nil.va, maior naaaera
de rares soppridas as prara. ambareadas, acere*-.-
...o de aprestos navaes e eombustivel, a compra da.
vapores Camacuan c Murar.atutn ; na nona, deape
(as do passagens e ajudas de cusi ao. olliciaes da
1 armada e das diferentes rlasses Horneado, para aar-
virem fora da cuite inclusive, os que fnran a Earno*
receber os sapoies I amito a ','cauiltasWnai.: a
grande numero de navios helados no Rio da Piala
para Iran'porlcs; na dcima, o disposle ao 5 I. do
o!. II ta lei ... ItlS ,lc II deealen.brn de laV.
J'il^ainl .ullirienlcroeaaa jaatilirad n deneil, cu-
ja evisicnria lie. acuna aVn.nslrad.1. lenbo a ka*a*a,
senhor, de suhiiietler an exame e a aprovafia de
V. M. imperial o decreto junto, na conformidade
to que dispuc a lei 11. VCI de 9 de seleml.ro de IRiO.
Ie V. M. imperial subdito nuilo reverente, o ni-
iiistro e serrelario de estado dae negocios da nari-
nba, a*oiio Mauricio ll'anierley.Kie da Janair.,
em :ll .le .leiembro de IRVi.
ferreto 11. 1,71 de 31 de dezembro de IK.V
Aulorisa o rredilo supplemenlar de 2,(RS:33t5iaT7
para as do- xercirio de I8M a IHVi. ,
NAn sendo sullirienles as quantias rolada, aa arl.
.1. da lei n. 71'., de 2R de selembro de 1833, para
as despezas das verbas,Secretaria de eslado, corpa
da armada e rlasses annexas, arseaaes, navios arma-
dos, transportes, hospilaes, pliares, material, des-
pega* extraordinarias e evenluaes, e exercicios fia-
dos do minislerio da Marinha no exerricio de IRIi
a 1853, hei por bem. na conformidade do 2 da arl.
4 da lei n. .IR!) de !> de selembro de 1830, e leudo
ouvido o conselho de ministros, aulorisar o crdito
supplemenlar de 2,lf,Hi::l:i1a2:i7, dislribeido pelas
meuciona.tas verbas, segundo a tabella que com es-
le baixa assignada pee Joan Matiricia Wanderlax,
du ineu conselho, ministro e -ectelario de estada da*
negocios da marinha ; devendo desle augmente de
iie-pe/a dar-se cotila a assemblca geral legislativi.
em lempo opportuno para ser denitivaneule ap-
provado.
O mesmo ministro e secretario de estado assim o
lenha entendido e faca exerolar. Palacia do Itio da
Janeiro, cui 31 de deiembro de IKV>';ll. da inde-
pendencia c do imperio.Coma rebriea de S. M.
Imperador.Joo Mauricio nvindrrlcy.
Tabelladas ouaiitiaf para a> rrrbat abat o den-
guadas a fw te refere o derrito deita data.
: I' Secretaria de eslado. IKHAgO'.M
5 5. Corpo da armada e classes an-
nexas..........
SU. Arsenacs.......
S 13. Navios armados.....
SU. Trausporles.......
S l(>. Hospilaes.......
S 17. I'haroes........
S 22. Malcri.l.......
S 21. Despecas extraordinarias ge
evenluaes........
2.1. Exercicios lindos.
it.T-tell-'
MeftjnM
3:71.1)0
'iz90t/BH
ll::l>7l-l
l^nnajaM
27'.^^)69^6:
irOltOOBK
I
I
1
aomn dos co.nmandiiarios, suas assicnaturas e quu- '
las com que aulrain, bastando decl.rar-.e o fundo "!l obstante a diS|H)sioao genuina du alvar de
total poslo ttu couiuiandit. e que sem a declaracjol^d de fevereiro 1761, que mandou oncorporar ao
i,n.12:1l7>1.1.1
j,R0*8OJ893
2,iS7:27:tr7RR
1.72R::i!1.1V,21
!l:l:.122>li'.l7
1,193:01:19936
iinpn
rlaiiria de.
.ida.
:.:1!lli-.2'.l'.l
">7:2|.1Si:t6
'ja cspeei.l nari ^uaruecr
seus prmo.pars po,, fl,,lllpir,Ki 111:111(p|. .,
'",;.....I' "'"' ''' "* arrio do gover. i,p,.
nal, roadjiraando no servir pe|da .l.ivi.,1 e ler-
re... e.Kss:.lr, ..., que seja o.ganisad dos
elementos .me acuna .udico como apropriudos
siirnis 11
Sor 1 a ile?pcz;i \i V"
Tendo-se^; M.s,jrai o Om
d0^.tr.rooZ o
"-Ifcro.o.al.lade.,,;,;. | ]
"' ''irainlo-.|. a dos
(,,, -nea por rada
,n;"". verba rom as s,.mnMS,|a.
renillaodaOai. o^.^^
-1 summa aeli-'-ca ,
-;,.,,.. *-*e ruinpreliemliil 1 a de.......
" '',e wPPrini U reilot |10r rollU 0o ln.
"' '"'"!'' ,,!'"c "indasenilonblevciu-
nislcrio f, '": r-se que em unirs dif-
demnisar*Jo. .. ,ec...,.. >s na inporlanen de
lerenles verbas houve sobr.' l"eoeilo da lei, na
97:1369181, qUe, segundo < delicll reala ser de
podem ler aBfdicacao,
para o I l,'.ll2:iiii-,7i. '
2!!i:'.n;V>73
Ii,05l:7l2>2ll
Ml.l O
2.l>!Mi::l3lstr7
Pelarle ilo Itio de Janeiro, em II de dezembro
de 1855,Joao Mauricio tl'aiidcrley.
Decreto n. 1,716*1* 12 de Janeiro de IR36.
Eslabeleee urna capitana ilo porto na pros inri., do
V.-pn ii Sanlii.
Ilei por brm, na conformidade do decreto n. aan.
de H de agosto de 1815, cslabrlerer urna rapilaaia
do porto na provincia do Kspiriln Santo.
Joo Mauricio Wanderlrx, do meu conselho, mi-
nistro e serrelario de estado dos negocios da marinl.a,
assim o lenha entendido e fara rxerular. Palacio
do Itio de Janeiro, em 12 de Janeiro de 1856, 35 da
independencia e dn imperio.Com a rubriea de S.
M. o Imperador.Joo Mauricio irondrriey.
Decreto n. 1,7I!> de _M de Janeiro d IR56.
Addiriona alsnmas riisposiroes aos arl. It e II do
1 e tutaniento das capitanas dos partos tic 10 de
maio de ISi(..
Ilei por hem, rn:iforinanilmr rom o parecer e-
millido pela secta de guerr.. r marinha dnronsellw
tle rsladn, determinar que aag I. do arl. fi. de re-
inlaaaeajio de l. de maio de IRirl. depoi. da* pala-
vrase ronservarao dos asesase* |.orlo.i, e arrres-
renlee de suas barras 011 enlradas ; r ao arl. 9.
o seguinle :Eslas disposiroes sio rxlonsives a bar-
ra ou mira 11 dn porto, a qual procurara' roaaervar
entpre denlsalrnida e atoja); e. quando aconlera
n.!uiia_Mi qualquer navio na barra oo suas intme-
diaees, em posir.in que possa prejndira-la.fara' ron
que seja lago removido o rasro naufragado. ,>. seo.
fragmenlos, ii,limando andonoon consignalarin qee
baja de unrena raaaiajn em um delerminado pra-
io, ou, quando iss.. Ibe n.lo seja possivcl, que -e res-
poi.sahilise pela drspeza que se ho.ve. de faier rom
os Irabalhos ueressarios para rssr fim;rrrosa per par-
la do dono, nu ,le cu rrp.esr.il.inle, a au.lm. r*lr<
meios importara o almidono rumplelo da navio nau-
fragio; e, liiuau.io-se de ludo lermu ..ulhenlic* aa
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DIARIO jj PERHiKBUCO QUINTA FEIRI 11 DE VERIIRO DE 1156
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capitana do porta.por osla se proceder' immediala-
menle a precisa remoriio, sendo a despeta por ronl.i
da hienda publica, a qual ficara' perlcncendo lodo
qoanlo do mesmo navio e de seos perlenrenles e
carregamenlo pader proveitar-e.J 0.1,1 Mauricio
Waoderley, do oieu conselho, ministro e secretario
do catado dos negocios da marinha, o lenlia assim
entendido e faca exccutnr. l'alacio do Kio de Ja-
neiro, em 23 de Janeiro de 1856, 35. da iudepeo-
dencia e do imperio.Com a rubrica de S. M. o
Imperador./oao Mauricio It'anderley.
GOVERNO SA PROVINCIA.
Expediente do da 1(1 de ftverelro.
OflicioAocnsul de S. M. Briltnnira.Accusau-
do o recebimenlo da coaimunicacao <|ue o Sr. A.
A ugaslus Cowper, cnsul de S. M. Britaunica, em
referencia ao meuoflicio de 9 do curreule.me dirigi
em data de 13 du mesmo mez sobre a pristo do sub-
dito inglez Carlos Lucas, tenbo a dizer o se-
guinte:
Nao me sendo licito doviDar da boa Te do Sr.
Cowper,llevo antes presumir que elle esleja m>l in-
formado acerca do modo por que encara a legislado
do paiz.
Assim ; seo Sr. Cowper eslivesse cerlo de que o
presidente da provincia n.io pode mandar soltar um
individuo qaalquer que siraclie preso e processado
por urna autoridadejudiciaria, ainda quaudo ole
nha sido illegalmenle :
Se suubesso que ao presidente da provincia nao
Eerlence avallar as provas nem a menean ou culpa-
ilidade do supposlo criminoso, pois que laes func-
SOee slo proprias do poder judiciario, nos governos
coustilucionaes :
Se se recordasse de que elle mesmo confesssou o
faci, que Carlos Luccas nao pode negar, de ter sido
a enanca atropellada e maltratada :
Se consideras tambem que en caso de flagran-
te delicio pode qaalquer eidadao, quai.in mais um
soldado de polica, prender-o criminoso e leva-lo a
antoridade competente; nao achana a proposito ci-
tar o art. 3" do cdigo criminal, nem encontrara no
estado actual da quesllo vertente, motivo razoavel
pare fondtmentar um protesto, a menos que qui-
zetae reclamar a favor de um subdito inglez regalas
ou privilegios que nao se lirmam em tratados, e
que a leis nao concedem aos proprios uacionaes que
se acharem as nresmissimas circunstancias do in-
glez Carlos Lucas.
Se este individuo soffre om conslransimcnto I-
legal,cabe-lhe usar dos meios curiae* para baver re-
pararlo, peraote os tribunae* judiciarios do paiz,
que nio Ihenegaran Justina, lie visto, pois, que nes-
ta especie e oeste comeaos o meio prolestalivo de
que se serve o Sr. Cowper, alem de ser improficoo
(talvez esteja eo engaado), retarda a soluoflo da cau-
sa em detrimento do detento, sem dar-lhe direilo
algum a indemnisacoes.
Has, seoSr. Cowper eolende quo obra no scu di-
reilo, devo assegurar-lhe que nao receio as conse-
quencias do seu protesto, desde que lenba elle de ser
maduramente apreciado por qualquer intelligencia
justa e esclarecida ; reatando-me em tal caso nica-
mente o lssalior de ver o Sr. Cowper esiar nulrindo
a supposu-ao de que nao lia de miaba partea inelbor
vontade de acceder aos seus louvaveis desejos, quo
com effeito seriam satisfeitos, se nao fossem elles in-
compaliveis com o que me be proscripto pela legis -
laCaio, por conU da qual, sem duvida, devem correr
esses absurdos que o Sr. Cowper enverga no proce-
dimento havido a respeito de Carlos Lucas. *
Deixo passar em silencio algumas considerosles
que fez o Sr. Cowper, porque desejo evitar urna res-
posta sem alcance e de mera represalia.
Renov ao Sr. Cowper os protestos de inhiba esti-
ma e roiisiderarao.
17
Otlicicio Ao inspector da thesourafia de fazen-
da. As autoridades e mediros de Santo Aulo re-
pretenlam contra a m qualidade do viylio e caf,
que para l tem ido, cumpre, pois, quo V. S. faca
ver isto mesmo commissao encarregada das com-
pras, recommendando o mair escrpulo no exume

I

<
f
t
/
.
;
Constando-me que a epidemia vai irradiando-se por
diversos lagares deesa comarca, torno a olliciar a
Vmc. rogando que extenda seus serviros mdicos
alm dos limites dessa cidade a todas as pessoas po-
bres que fnrem accommcllidas do mal reinante, se-
gundo ja llie recommen,rei ollirialmente, e devendo
Vmc. lioar cerlo da que o goverio lomar na devi-
da ronsidcracSo os seus serviros.
DitoAo l)r. Jos Joaquim de Souza.Ilecelii o
seuotlicio de 1:1 do correnle, c sinto.dizer-lhe que
amna be possivel maular mais um medico, por
bave. alta delles ncsla Capital. .Veja, por tanto,
Vine se podo dispensar um dos facultativos, que
abi s acli ,m. afim de ir prestar soccorros no lugar
denominado Brosras ; o que me parece niui f-
cil, visto como a epidemia, secando Vmc. informa,
vai decresendo cousideravrlmciile uessa cidade. lis-
pero que cunliniie a mostrar o mesmo zelo c perse-
vernca com que al agora tem excrcido a commis-
sao de que se arlia enrarregado.
Dito Aos cidadlos Ignacio Joaquim de Souza
Leao, e Mauoel de Barros Venderle] Lilis. Res-
pondo ao seu ollicio de 13 do correnle, declarando
que, alm da ambulancia que para aiii reiuolti, aca-
bo de expedir ordem a Ihesouraria de fazeuda forne-
ccr os ohjectos que Vmcs. me reqnisitam -, senliodo,
porin, que apezar dos mens bous desejol, nao pos-
ta manilar um medico por liavcr falta delles beata
capital. Louvo milito os esforcos que Vmcs. tem
empregado, e espero que consigan) quanle antes
montar a enfermara do convento do S. Francisco,
que para isso for.i franqueada pelo rospoctivo guar-
idlo.Commuiiicou-se a llicsouraria de fazenda 110
sentido de que se trata.
Dito Ao Dr. Vicente JeronyiEO Waoderley.
Teubo presente o seu oflicio del 1,1o corrate, e snlo
muita que lenba bavido .ilguma desinlclligencia entre
Vmc e o juiz de direilo interino, mundo lie cerlo
que ralamidadc por que-estamos passandn, exige
agora mais do que nunca a maior barinona entre
todas as pessoas que devera soccorrer a' limnanidade
aillicta |ielo que nao poss,. deiMf de recommen-
dar-lbc (juc coiitiiiiianilo a prestar seus soccorros
mediros, como al agota, fac ludo quauto eslivcr
de sua parte para que nao se iulerrompa o avalenta
de soccorros, em que Vmc devo ter o principal vo-
to, a fin de que nao baja desorden) no tralamenlo,
ficando cerlo de que llie darei lodo o auxilio, que llie
for oecessario.
des gneros, que se compraren) para se nao, darem
fallas deeta natoreza.
Dito Ao juiz de direilo do Bonito. Logo que
me foi entregue u seu oflicio de 12 do correnle, ao
que respondo, exped ordem para seguirem os oilo
cavallos, carregados com' os gneros que Vmc. re-
quisiiou. Estimo que a epidemia va diminuindo
uessa comarca, e espero que Vmc. continu a usar
das providencias tendentes a fazer desapparecer a
falta de carne e farinh e a suavisar, quanto for
possivel, os soffrimenlos da classe desvalida.Ofli-
ciou-se a' Ihesouraria de fazeuda para remetler os
gneros de que se trata.
Dito Ao joiz de direilo de Nazaretb.Fico in-
lerado do que communicou-rae Vine, ca seus ot-
rcios. Ja Icoho dado autorisacao para fazer ahi a
commissao de beneficencia o que for preciso. Agora
faro partir para essa comarca o esludante Herminio
Cesar Coulinho para soccorrer i pobreza.' Torno a
ofltciar ao Dr. Symphronio. Se honver falla de al-
guns medicamentos, que pao liajaui us boticas des-
sa cidade, requisite a commissao indicando quaes
ejam elle;.
Dito Ao juiz .municipal de Nazarelb. Vico
inte irado do conteudo do seu ollicio de 1:1 do cr-
renle. A commissao de beneficencia deve continuar
a promover a subscripto em favor dos pobres. Pa-
ra abi fajo pirlir o esludante Herminio Cesar Cou-
tinbo para prestar aos uecessiledos os serviros de sua
profisslo. Nao mando mais um medico, porque nao
he possivel..Torno a ofliciar ao Dr. Symphronio pa-
ra que se presle ao curativo da pobreza. Se as b-
dicas dessa cidade vier a faltar algum medicamento
necessario para comhater a epidemia, requisite
commissao, indicando-o e a quanlidade.
Dito Ao juiz de dreito interino de Santo A-
ilo.Pelos seus ltimos oflioios tico scicnle de ha-
ver Vmc. rollado para essa cidade ; o que eslimo e
desejo que no exercicio de seu emprego nao cesse
de fazer execolar todas as recomraendares que hei
feito. Para ahi valla o Dr. Albuquerque, a quem
muri reeommendei que, apenas chegue, trate logo
de desinfectar essa cidade a lodo o cusi : cumpre
perianto que Vmc. Ihe presle toda roadjuvaelo e aos
oulrus mdicos.
Dito Ao Dr. juiz de direilo do Brejo.Fico
intairado do qae me diz em seu oflicio de 8 do cor-
rele, e muito eslimarei que a estis horas ja esteja
prempto o hospital que Vmc. licava na diligencia
de fundar. Espero que Vmc, auxiliado pelo me-
dico que se aclia em commissao nessa comarca, em-
pregue o maior zelo e actividade nao s em animar
a popularlo, a lanrar mo de lodos os meios ten-
dentes a combaler a epidemia, como tambem em
soccorrer a gente desvalida ; pondo em contribui-
rlo o presumo e candado dos particulares.
Dito Ao juiz de direilo interino do l.iraoeiro.
Recebi o seu olTicio de 10 do correnle, a qae res-
pondo dizendo que os mdicos, e os remedios man-
dados para os diversos logares, em virlude da calo-
midade do cholera, sao para soccorrer a gente ne-
cessilada e pobre, sem baver todava excluso dos
que nao sendo necesailados precisaren) de soccorro,
. de qae se nao preveoiram, com lano que o pa-
g*tem.
Dito Ao delegado supplenle de Santo Aniao.
Admiro muito qoe os desinfectantes, que daqui
foram com o Dr. (rilo, anda se acliem cncalbados
no erigen ho Queiraadas. D Vmc. suas ordens para
que elles cheguem logo ao lugar de seu deslino. Sao
estas e oulrss irregularidades que lem aggravado os
males da cidade da Victoria- O.medico Francisco
de Paula da Albuquerque leva remmuien lano, pa-
ra proceder logo e logo a desinfeccao do cemiteriu e
da cidade : faca Vmc. tudo quanto a esle respeito
Ihe for requisitado pelos doulores Souza, Albuquer-
que e Nunes -da Costa. Nao Ibes oppouha a mono,
objeerjio ; porque convem que esse servigo se exe-
eate, coste o que costar. Nada de hesitarles.
Wto Ao delegado supplenle de Sauto Antlo.
Em resposla ao seu ollicio de 13 do correnle, le-
nho a declarar-lho qoe ante-hontein inandei remet-
ler para essa cidade todos osobjectos que Vmc. me
requiitou.
Dito Ao encarregado do hospital provisorio do
Carino. Iuteirado do que me diz em seu ollicio
de U, tenho a declarar-lbc que o fornecimeolo da
comida para os mdicos, e mais em pregados dosso
hospital, deve ser feito por um fiel, que Vmc no-
mear, adra de evilar-se o inconveniente que men-
ciona.
Dito Ao Dr. Olegario Cesar Cabossii.Kece-
bi o seu ollicio de H do correnle, e muilo estimo
que Vmc. lendo terminado] felizmente a sua com-
missao na villa de Cimbres, onde considera exme-
la a epidemia, fosse prestar novos serviros na co-
marca do Brejo, de cujas autoridades lem recebi-
do o mesmo auxilio que Ihe fura prestado em Cim-
bros. Espero que nao afrontar no zelo, perseve-
rancia e aclividade, com qae al agora lem sabido
desempenhar a nobre tarefa de que se acha encarre-
gado.
Dito A' cmara de Olinda. RespouJendo ao
oflicicio de li do crrente, em que essa cmara me
participa ler nomeado orna commissao de beneficen-
cia para distribuir soccorros genle desvalida, tenho
a declarar .que approvo semelhanle nomeacao, e
qoe louvo muilo o emprego de urna medida Uo ven-
tajosa as circomslaocits acluaes.
Dito Ao Dr. Symphronio Cesar Continuo.
Consulado brilannico em Pernambuco 1:1 de ffc-
rciru de 1836.
Tenbo a honra de arcusar a rerepcao do oflicio que
S. Exc. u Sr. Jos liento da Cunta c Figoeiredo,
presidente da provincia, me dirigi em data de '.I do
correnle, relativo ao caso de Carlos Lucas, c per-
mitta-ine que acerca delle eu oderera as sesuiules
observacoes:
l Que nao houvc prova prodnzida para mostrar
que Lucas fosso a galope ajilando a cavado passuu
sobre u menino ; pelo contrario nao leudo ainda si-
do inquirida pessoa algumn que presenciasse o fac-
i, he muito para crcr 1 declaraco do proprio Lu-
cas de que o nao fuera.
-I" S. Exc. u Sr.Josc lenlo da tamba e FiZneire-
do d lauta importancia ,1 palavraabsolcidoque
tumo a liber,la,le de corrigir a express.lo, e ilizer
que o fado foi reputado pelu subdelegado ,lo nculiu-
ma importancia.
3a Que as leis do Brasil nao qualilicam como cri-
miuosu um accidente tal como o que se deu com
Lucas, porque vejo no arligo :1 do cdigo crimi-
nal : a Nao llavera criminoso ou delinqueiile sem
m f, jslo be, sem conhecimenlo do mal e in-
leiicu de o pralicar e he impossivel imputa-la a
Lucras.
Finalmente, se as informajes dadas pelas autori-
dades a S. Exc sao verdadeiras, manifesla-se um
caso de prisaoaiuda mais illegal, narque he impos-
sivel de acredilar-se que nesle paiz livrc lenha um
soldado de polica auloridadc de reler cm custodia
um individuu que fura posto em liberdade por um
magistrado; porlauto, por mais irregular e mesmo
absurdo que lenha sido o procedimento do subdele-
gado, segundo a ejpressflo-de S. Exc, he anda mais
irregular, arbitrario e illeeal em um simples solda-
do de polica o deconttiloir-ta juiz dos actos de seus
superiores, c ignorando a sua decisao, conservar o
preso at que acbasse outra autoridado cujas vistas
se harmoiusassem inelbor com as suas; c lio clara-
mentc absurdo cre que elle YOtta a faculdade de
o fazer.
Acallando porlauto a explicarlo dada por S. Exc
como verdadeira, basein sobro ella a qursiao Lu-
cas, lamentando que S. Exc. recuse acceder ao 1110,1
pedido do iudernuisar.ao: c sem desejar ou procu-
rar a interferencia do executivo na devida acc,3o da
juslica, pcoft formalmente licenca para protestar
contra esse procedimento, e (ornar o governo pro-
vincial rcsponsavel pelas suas conseqiteucias.
Tenbo a honra do reiterar S. Exc. o Sr. Jos
Bento da Cuulia e Fiaucired a certeza do iniuha
alta considerarlo../. Auguilus Coirpcr, cnsul.
para impedir sua execurao por meio da desordem
c do assassinato, continuaran) por algum lempo a
itarrerlas-lncaliilades. Maso verdadero principio
de dallar a cada Eslado ou territorio ampia faculda-
de para regular as suas leis de Irahalho segundo
suas ideas do direilo e conveniencia calou rpida-
mente 110 espirito publico, a ponto tal que por ron-
tenlimento commum fui essa principie observado na
orcanisacao do territorio de Washinglon.
Quandorccenteinentc se lornou necessario organi-
sar os territorios de Ncbraska e de Kansas. era ron-
sequencia natural c legitima, sean iucvitavcl, dos
aconlccimeulos anteriores c da anterior legitlaijao,
que o mesmo principio grande esalular que j.i linha
sido applicado ao Novo Mxico e au Eslado de Ulah
Ibes fosse lambein applicado ; que firassem isenlos
da reslriorao proposla na loi relativa ao Eslado do
Missouri.
Na opiniao de miiilos liomens relleclidos essa res-
Iricco era nulla desde o principio, nao tuloritado
pela conslilnico, contraria s eslipulacoes do (rata-
do para a cetaSe da Louisiana, e iucompalivcl com
a igaaldade dos Estados. Tinha alem disso perdido
loda a sua auteridade moral em consequencia dos
preexistentes esforcos que se faziam para a sua revo-
gacao Indirecta, c havia sido pratiramonta annoltada
pela legislacAo relativa a orgauisacSo de l'lab, Novo-
Mexico c Washington. Se algunia vilalidade con.
servara ainda perde-la-hla de laclo pelas novas leis
tcrriloriacs na (orina porque foram proposlas 110 se-
nado na primeira sessan do ultimo congresso.
Era muilo mais conveniente c digno, liom como
patritico e justo, naquella poca se presume
livrando assim a legislarn de nina lei que podia ser
prejudicial para o futuro c nunca podem prodiizir o
menor beneficio. O acln ,1c sua revogaco foi a con-
summaco linal e o reconlieciiueiilo completo do
principio de que nenliuma parle dos tslados-Unidos
emprebciidera jamis diciar a oulros Estados assuas
insliluces sociaes.
U alcance e os cffeitns da liuguagcn da rcvosaeDo
nao Qoaram cm duvida. Declarou-so em termos pe
silivos que o verdadero sentido desla lei era o de
nao decretar a eaeravidao para nenlinm Estado ou
lerritorio. nem lao pouco prohilii-la mas sim deixar
10 povo do Eslado ou territorio a mais ampia liber-
dade para regulare ajuslarsuas insliluirocs domes-
Ucas como inelbor Ihe ronviesse, leudo em visla s-
mente a conslilnico dos Estados-Unidos.
piolo ser engrossada pela falla de merradorias para
uso dos mascaras, pois que s urna loja mercadejou
em mascaras ; assim mesmo um bando de mais de
cem carnavalescos perenrreu a cidade a cavallo e de
carruagem. Todas as familias dislinclas acolberam
iniciarlo do divcrtimenlo, animando com sua con-
currencia de flores e cnnfeilo, cujas nuvens, caldu-
do sobre a ravalgala, lapelavam as pravas.
A msica de halnlhao chamava os curiosos, e vio-
te que incia cidade ccrcava beccos e mas para saudar
associaoan mascarada.
Nao esperavamos que esse diverlimenlo, improvi-
sado cuino fui, preciicliesse Uo magnficamente o sen
lun ; cnlrelanlo com os poucos recursos de que se
dispunha fez-so o novo carnaval, e o entruja d'agua
ficou bem muri c sepultado.
t.liegou-sc a vender ramos a im'f res nesla Ierra
de llores ; era (al n cnthusiasmo que no tereciro dia
alguna magnatas, que sao os primeiroa a manicr os
prejuizos, (nmaram ana mascara, domin e carro, e
fizeram parle do prstilo.
Damos aqol a cerlidode bito do entrado d'agua,
porque u cnthusiasmo foi geral na pnpulacao ; filo
geral e intenso que, nessa folia honcsla dos Ires dias,
a polica nao levo de intervir em om s desaguisado ;
nao se fez una s prisao I) Dr. lavares Batios,
boje com as funcees do chote de polica, reconhe-
cendo que a oceastla era asada para banir o immoral
c mtti-lii/qienico eulrudo porluguez, cnoperou mui-
lu para que a sociedade iniciadora, dirigida pelo ca-
pillo Scrlorio, nlo solfresse impocilio na realisaclo
da idea. Com hains regulamculos c auxilios poticiaes
tudo se fez om inlcira ordem.
Ja se traa de organisar sociedades cm grande es-
cala para descnvolvimeolo no anuo futuro, quando
ja nao lercmos de alugar mascaras a jj e dminos
safados a R?. Concluindo esle tpico, consinta Vmc.
que cu d os emboras a todo esle bofa povo, que
intuitivamente rcrebcu a idea da reforma, e a pra-
licou ; especialmente ao sexo gentil, que mandn
arrazar us jardins da Paulica para saudar o bando
rom esses centenares de coreas que cboviam das sa-
cadas.
E Vine por seu Inrno queira rerlilicar oa ini.lia
f que em S. l'aulo lamben) den o cholera no eulru-
do d'agua.
V. qual he o negociante dahi que quer contratar
a venda de J(H) mascaras, com vcsles histricas Eu
Ihe prumello que a associaclo acudir ao annnncio
A meilida foi atacada com violencia sob o falso e I Coopere Vmc lamben) para que no anno que vero
ERRATA.
No expediente do governo, pag. primeira, colum-
na terceira, linha primeira, cm lugar decontinua
lea-sc cosluma.
GOJHMANDO DAS ARMAS.
Qaartel general do commando das armas de
Pernambuco na cidade do Reclfe em ^11 de
feverelro de 1B56.
ORDEM DO DIA N. >\-2.
O inarcohal de caiipo conimaiidaiile das armas,
determina que fique desligada do 1 batalblo de ar-
lilharia a p, em o qual serve na qualidade de adido
o Sr. lenenle reformado Luiz Jeronymo Ignacio dos
Santos.Faz constar que bontein fez a sua apresenla-
illusorio pretexto do qucconliulia nina quebra de f.
Nunca bouve objecao mais conipletamcnle dosliluida
de juslilicaclo. Huaudo be que homens sensatos se
lembraram do suslcular que urna lei regulameutar
promulgada ha 10 ou iU aunos he irrevogavel '
(Juando be (|ue um arlo do congresso foi julsado su-
perior consliluicio '.'
Se cm verdado havia nos farlos alguma cousa'que
aiilorisasse a impulacao de m fo, rerahia ella por
sem duvida exclusivamente sobre aquelles quo nun-
ca cessaram de denunciar e de conderonar as estipn-
la^ocs respeclvas ; que conslaiitemcnle recusaram
completar aquella lei por meio de arlos supplcincn-
tares ; que iieiibum esforco poiiparam para lirar-lhe
loda a forea moral c que, gracas ao iuevilavel efle-
lo reaccionario do tenproeedimenlo violento, mos-
Iraram ao paiz o verdadero principio cuuslilucional
de deixar esse poni discriclo do povo dos respec-
tivos E-lados.
No se pretende que esle principio, bem como
nenlium oulro, evilc a possibilidadc de males, por
quanto a accao poltica pode sempre ser perturbada
polas paixes humanas. Ix'ao ha forma de governo
senla de inconvenientes, mas ueste caso sao elles o
resultado do abuso c nlo do exercicio legitimo dos
poderes reservados oa conferidos na organisaoo de
um territorio. Nao sao allribuiveis ao principio da
soberana popular ; pelo contrario, desappareccm
Mis a intelligencia o patriotismo do povo, que por
meio do scu vol, exerce o scu poder pacifico e si-
lencioso, porcui irrcsislvcl.
Seos amigos da consliluicau lem de Icr outra lula,
os seus inimigas nao podam apresentar-lhea um
campo mais acccilavel do que o ,1a excluso de um
Estado cuja coiistiloirio abrange claramente a for-
ma republicana do governo da fjniao Americana,
s porque at suas iustituices domesticas nlo eslo
conformes a lodos os respeilos 1:0111 atraillo que n'uu-
tros Estados sejulga odicioso e conveniente.
Com osla infundada impulacao do quebra de f
prinripiuu esta nova agilaclo rom indnbilavcl vio-
lacao ilc um paelo expresso entre os |iodcrcs sobera-
nos dos Estados-Unidos c da republica do Texas,
bem como de paclos mais anligos, igualmente so-
lemnes, que osseguravam a gualda le para lodos os
Esladus.
Mas, por deploravcl queseja una lal violarlo do
pacto, be esle o menor dos males. Ouando os agita-
dores seccionaes conseguirem Irazer lerreiro esla
quoslo, acredita alguein quo as suas prclcnrocs nao
serlo opposlas pretences contrarias".' Os diflerenles
Esia-.los nao serlo compellidot positivamente a op-
por extremo a extremo? E se qualquer dos extremos
vencer nao importar isso a dissoluclo da Unilo'.' Se
um novo Eslado formado de luna parle do lerritorio
dos Estados-Unidos for absolutamente excluido de
cao no quarlcl general.vindo da cortenovapor Tocan ser incorporado, esse faci con-litiiir.i por si mesmo
Nlts o Sr.lenenle Joao .Mina l'clrade Bitancourl,quc
ficou reunido ao 2o balalhlo de infamara a que
perlence.
Jos Joaquim t.'otlho.
TRIBUNAL DO COMMKKCIO.
20 de feverciro 1856.
Mo houve sessao judiciaria por falta de numero;
esliveram prtseiites o Exm. Sr. presidente e os Sr.
depulado Siqueira, I.cmos e Bastos ; faltando com
causa particular os Srs. desembarga,lores Lelo o tii-
tirana, sem ella o Sr. desembargador Villares e o Sr.
lepulado Medciros.
ESTADOS-UNIDOS.
Washinglon, 31 de dezembro de 1835.
Memagem do presidente.
Ilelaees constitueionaes de cscraridiio.
(Conclusao.:
ToJos os amigos relleclidos da Unilo, c Indos os
amigos do scu paiz, lodos quan'.os desejavam e 1ra-
balbaram para o Iriumpho desla grande experiencia
das inslrocces republicanas, se felicilaram pela op-
porlunidade qae linham de illuslrar o DONO poder
crcscenle nesle continente, c de proporcionar ao
mundo novos tclcmunhos da (brea e eslabili !adc da
conslituitlo.
Ouem desejaria ver hoje a Florida una colonia eu-
ropea ? Quem quereria saudar Tovas como urna es-
trella solitaria ? Quem nao aprecia os iucalculaveis
beneficios da acquisico da Lobanla ? Todava, vis-
las curias e Boa seccionaes as teriam imlubilavel-
menle excluido da Unilo.
I luir lula sobre o mesmo poni ti vemos de sus-
tentar quan.lo o nosso victorioso excrcilo regressou
do Mxico, e leve o congresso de resolver sobre os
lerrilorios adquiridos pelo tratado de Gaadalape-
llidalgo. As grarfdes rclac;6esdesle assumplo linham-
se lomado porein claras e precisas a percepro do
espirito publico, que apreciara os males da contro-
versia seccional sobre a quesillo da admisslo do no-
vos Estados.
Nessa crise, grande era a solicitado qoe reinava na
afio. Mas 01 impulsos patriticos do corarlo popu-
lar, guiados pelos conselhos do pai do seu paiz, le-
vanlaram-sc superiores a todas as diflieuldades d->
incorporarlo do um novo imperio a Uniao.
No congresso manifeslou-se extremo anla^onismo
de opinles c de aeco entro algnnt repre.iien(,in(es
que procuravam por meio do emprego ; o an-
ticonstitucional dos poderos legislativa* u govorno
intervir na condiclo desses Estado^ (, mipr-lhcs
suas theorias sociaes, e outros ror,resen(.,0|es ,.ue
repelliam a inlervenco do governo bu\ a rste res-
peito e susleulavan os direilos consl itutivos dos Es-
lados.
Em veedade o que se quera, a Prclexlo simples-
mente da forma, era impr, por me j ,io aboso do
poder legislativo, as Meas de poltica interna de cer
los Balados a oulros Balado* alijados e tndopenl
denles.
A consliluicau c a I nio 'vroaram a Irinmpbar
assignaladamenle. Os novos territorios foram* orga-
nisados sem rcslricroes qoanlo ao ponto dispulfulo, e
a consoiencia da f conslilocional leve baalanl '>r-
ca no congresso, nao so para levar .1 vanle o o
primario, seno tambem o objecto incnleulal
oao menos importante de .mendar por tal modo as
estipulacoes da lei para a extradijlo dos csciavos,
que collocasse esse dever^ncfei;-.;, Mn a -_iva-guarda
do governo-geral e o livrasse dos obslacolos suscita-
dos pela legislao,3o de ajgons Estados.
Declamares vDas chrca daa disposiroes da lei de
extradisao, e alguna episodios de frentico estorbos
a dissoluco da Unilo entre elle c os oulros Estados,
e o processo da dissoluco nao pude parar ahi.
Urna decisao seccional que produzisso Csle resul-
tado com a maioria do votos, quer do norte quer t\o
tul, nao expeUiria necesariamente a minora oppri-
mida c prejudicada, e nlo pona em frente una da
outra duas confederarnosirreconrilavclmeulehostis'.'
Cumire fallar cum esla clareza a respeito do pro-
jcclus filbos deeta agilaclo seccional que bojo reina
cm alguns dos Estados, projeclos filo incompaliveis
como iuconstitucioiiaes, e que nao podeir. lermiuar
sciulo calamitosamente.' Trazan) elles a desunilo o a
guerra civil, ou entjo nlo pasaam da rancorosa e in-
definida perturbarlo da paz publica c da Iranqulli-
dade.
Desunio para que'.' Sea apaiionadataoba do fa-
natismo c do espirito de partido nao chamaste
nossa alinelo para csle fado, dillicil seria arredilar
na existencia de homens que por tal modo se entre
gassem .1 una devoelo fantica dos suppostos nlc-
resses de alguns Al'ricauos nos Eslados-Uodos, que
chegassem a almidonar e dcsrospeilar us uteresses
ue viiito e cinco milb-'es de Americanos, quo calcas-
sem aos pos as obrigaces inoraos e contlilneibnnes,
c qiiefarinasseni planos de vingaliva liotlilidade con-
tra a<|uclles que com elles esldo associudos no gozo
da berauca commum das uossas insliluicOes nacio-
uaes.
Nem so diga que sao hostilidades tmenjaodntra os
seus concidados urna "'Q/l jj_\ffi*~iMtl intoros-
ses, a honra,o dever.a p^z e a prosperidade do povo
do todas as srecnes ^[a igualmente envolvidos e
correm o mesmo perigo netla qucslo.
E haveni homejes patriotas em qualqaer parlo da
nossa Uuiau.ejTf por lal motivo (|uciram loiic.imcnte
incitar lod;js as consequencias da perda dos aaoi
comproin/fssos consliliicionaes'.' lie impossivel.
A mpesLide do frenes e das paixes quebrar-sc-
TfTcmbaldc coulra a inabalavcl rocha da coustlui-
co. Nanea lerei disso menor llovida.
Sci que a Unilo he mais forte mil ve/es do que
lodos esses loncos echiinoricos planos de mtidanea
social, nascidos mis dos oulros nos espiritas instareis
de sophistas vissionarios ou de aguadores nlcrcs-
sados.
Confio plenamente 110 patriotismo do povo,na dig-
nidade dos Estados, na sabedoria do congresso, c so-
brcluilo nos continuados favores do Omnipotente
(ara inanler contra lodos os inimigot, quer internos
quer externos, o santuario da conslilnico c a iule-
gridade da Unilo.
Franl.lin l'caree.
Washinglon, :tl ,1c dc7embro Jornal do Comnxcrcio do Rio.
IKTEKIQR.
S. PAULO.
7 de fevereiro.
O jogo do limo de cheiro ja nao pdz p cm ramo
verde ; lamboni aqu Ihe doran um solemne garrote.
Os (res dias do carnaval foram rolemuisados de um
mod- digno de povo civilisado.
esle nosso bom puvo reconheceu que o jugo
o um iwaehrmiionoo mais imperduiarel
nitros aqu exisleules ; despio os projui-
..os ji-js Iradicocs do Portugal, e seguir.
o etempni da corlo e outras provincias, iiiTciando o
carnaval de Veneza.
As pessoas de varias classes, dos proprio arios, da
judicatura, do commerco, dos funcciomirios pbli-
cos, concorreram para o desenvolvimenlo do festejo
carnavalesco. Formuu-se ama associai.-"- o, que nlo
por prero commodo posta cada um oblcr nina mas-
cara para esconder a sua.
Agora quero aiinuiiciar-lhe um oscandalo des-
oinmuual. lecboii-sc aqu a primeira sesslo do
jurx de Icijli sem orna condomnaco !... Olhe como
vai camiohando esse hrilhanlc salvalcrio do povo !..
Comeca pela anlipalliia que os cidadlos os ricos es-
pecialmente) demonstran) por esse Irahalho ; pensa-
se quo o comparccimento be um favor feilo aojuiz
le direilo Dopois de formada-a casa, sempre com o
mnimo legal, roraecam a chover as absolvic/ics. Ja
os estudales chainam ocii ;as scsses do jury. Ha
de saber o que he biea na linguagein acadmica.
Lm fado excedeu de escndalo. Um roubador, da-
qnellcs que assiistavam a capital, como sempre Ihe
aumiiiciei, que tinha conipanhciro salteador em mi-
niatura, foi preso pelo povo em llagranle delicio.
Pois esse mesmo patton na hea ; inveutaram um
novo motivo justificativo que nlo vena 110 cdigo pe-
nal, ser eteraeo, o o senhor nlo dever perder scu
dinheiro !... Estas cousas he que nos envergonham.
Felizmente o promotor da comarca appellou, e
l vai esse innocente processo para a relaclo ad-
mirar.
Dou-lhc oulro panno de amostra. O famigerado
Soroiaba, quo assnssinou para roubar a um compa-
uheiro de carcerc, assassino reconhecido, quo ja en-
forcara um menino com una tira de couro de anta,
'oi absolvido com son co-ro, porque u advogado fez
xini bonito discurso, declarando que Sorocaba era
um borne que ficara negro cum o sol da frica, em
cujos deserlos brigara com lees, depilantes c pan-
(beras O jury sosia deslas cousas o deixa correr a
bica. Desde que se diz aqu que oslamos na Ierra
da independencia, o jury chara e abre a porta aos
atsaasinos !... Ah Sr. Nbuco !... parece que V.
Exc. conhece a patata o que he o nosso bom jury.
Julgaram-seTi p,-ocessos : de rouho 3, de bomici-
ilio I, de arma prohibida 11 de ferimenlo grave 1.
Com a alwalvico de todo1-, osles anjos, a cmara mu-
nicipal paga o palo ; quero dizer, be ameacuda de
paga-ln, porque nunca paga : nao ha execulivo.
Esqueeia-me j.i de fallar-lho em cholera ; ve-
ja o que he urna conlinuida.le de rebates falsos, ja
o cholera se acha completamente desmoralisado ;
nem cu, que son o mais medroso, deixo de esque-
cer-mc
Coutam ao vicc-presidente que elle esla comeran-
do cm S. Bento de Sapucahy-merim, e lomando
vulto em Silveiras. Sem embargo de vir islo por
vehculo oflicial, vamos dando quarttiitena, ja que
ninguem tem lieaoea para ler diarrha ou vmitos
sem que soja declarado cholenco.
A capital he um poco de atada ; 1 nica pesie que
ha aqol he a da; lloros que o madamismo maudou
arrasar para o carnaval.
No interior da provincia vai ludo cm sania paz.
Em Braganra lem havido seus lrus e desordens.
Marcbou urna pequea forra a ordem do presidente.
Nlo he eouta de assuslar ; talvcz seja prisao impor-
i inlo. lie bom prevenir para que o amigo do Sr.
Almcida nlo me chame de-leviano no seu Diario,
cousa com que cufio ; pode Vmc demillir-me, ape-
zar de meus vclhns serviros.
Cestn a quarenleua em Sanios, segundo ouvi
da bocea do proprio funecionario que cerca o gover-
no. E pois Vine, publique que vai baixar o precu
da carne podre e das roscas duras como os roebedos
do Pereque. Est entendido que a ressaclo he para
os barcos de caria timpa ; olhe que assim me disse-
ran. Faru advertencia, porque s carrego com os
meus pleonasmos.
I'em-se (aliado as fulhas de urnas falcatroas,
011 cousa que valba, na Ihesouraria. Nao Ihe fallei
nisso, por julgar cousa passageira a insubordinarlo
de um 011 ou'.ro subalterno. Entretanto vejo cstarcm
exagerando no Correio da Tarde. Afianeo-lhe que
he islo. O Sr. Jaime, contador, opinou cm discor-
dancia de urna nrdeiirlhi Sr. consclheiro Josio i
queixou-se por p^i*dirigir o inspector nesse nego-
cio. Foi lio gaViuetc desle, e provocou-o, nlo sei
se iniciicoialmcnlc. O inspector repcllio-o, como
querendo governa lo. Daqui liraram partido os cm-
pregados dos allcicuadus ao Sr. Hipolylo para o be-
liscarcm.
Nlo se pode ser inspector com o novo regolamen-
U) das thesourari is, que obriga o ebefe a ordenar
descontoa de ordenado. Vmc. sabe que sou amigo
do Sr. llipolxto; pois he por isso mesmo que 1 lie
declaro quo a cousa nao passou disto, c que o pro-
prio Sr. Jaime confessa, em um manifest que deu
luz, que implcitamente provecen.
Por fallar no Sr. Jaime, communco-lhe que esle
empregado acaba de aposenlar-se. Prestou alguns
servicos na couta.loria provincial. Dizem que pre-
tenda islo ha muito lom|H>. par se destinar n um
emprego no Banco, que oto podia accumular. em
vista da ilisposiclo do cdigo commcrcial.
Nlo se lizcram qualilicaeocs em muilos lugares
da provincia. Crc-se que foi lardea de mu dos par-
llos. Por isso runsiillou-sc ao governo provincial
se esse Irahalho se faria pela nova lei. Olhe que
embiiraram com a nova lei Dcpnis que os Icigos
(ocain rabeca com arco de laquara, apparecc muilo
pcnsamcnlo engracado sobre espirito da lei de cir-
cuios.
No dia l-J dcslc he a primeira sestSe prepara-
toria da assembla provincia). Falla-te na ausen-
cia de muilo depulado proprielariu. Pelo que
os caranchos dio pulas de contentes. Mas cu creio
que nlo chamarlo toda a casia de supplentes ; no
caso contrario loriamos musou pitlorcseo.
Abrirain-so boje os eximes de preparatorios, t'.o-
mecaram bem ; nio louxe qucni qnitesse examinar
em urna das especialidades, o o Dr. Crispioitno vio-
so olirigado a fechar a porta.
Vai vagar ou vaso "lugar de contador provin-
cial, raigo do suium.i importancia. Conta-sc aqui um
eucliame de candidatos, cada um guerreando o ou-
lro. Ja v que esfii torra be o paiz das babililac/kes ;
ludo podo ser contador, lins allogain ler muilo
bom sonso, oulros lillcrolura lilleralura para conta-
dor '.), oulros lor leltra bonita !...
Ah que procuro samas para me costar. Daqui
a pouco sou descomposlo.
E cu que s respondo conforme considero o ad-
versario !...
l6-ur)(/i(irficuiar.)
RIO DE JANEIRO.
11 de fevereiro.
Itelaejio i/in desembnrqadores actuar* dos rtioedM
do imperio, -segundo suas respectivas autigui-
dades.
I Nicolao da Silva Lisboa.
'2 Tiburcio Valeriano da Silva 'lavares.
' Jlo Jos de Oliveira Juuqueira.
'1 Erneslo Ferreira Franca.
"1 la 1 na 11 o Jos'; Velloso,
ti Antonio Ignacio de Azevedo.
Estes anteriormente a :i de Janeiro de 1833 per-
(enciam a relaclo venceudo prcdicameulos.
7 Jos Marianni, 1" exercicio a de novembro
de 1S.1I.
[8 Antonio Piulo Ch-chorro da Cama, a J< de 011-
lubro de ls:i>.
! Manoel Messias de Lelo, a 7 de Janeiro de 18(0.
II) Antonio Simes da Silva, a 7 de Janeiro de IK().
II. Francisco Jos Cocido Neto, a II do Jaueiro
,de IS'il).
13. Joaquim leixeira Peixoto Ahrcu|Lima, , Janeiro de 1810.
I'l Joao Juaquim da Silva, a 28 dejaneiro de 181(1.
l Jos Emygdiodos Sanios Tourinho, a IS de fe-
vereiro de 1S1II.
I") Manuel Rodrigues Villares, a \-> de Janeiro de
1840.
16 Manuel Jos de Araujo Franco, a 31 de oulubro
de 1810.
17 Candido Ladislao Japx Assu, a 1-2 de dezembro
de 1840.
Is Joaquim Vieira da Silva e Souza, a II dezembro
de 1811.
10 Bernardo Belisario Soares de Souza, a 1 i de de-
zembro de 1 Sil.
'20 Euscbio de Queiroz Coulinho Maltosn Cmara,
a 12 de fevereiro de I82.
-21 Martiuiauo da Bocha Bastos, a llide Janeiro de
1813.
22 Francisco (omes de Campos, a 31 de Janeiro de
1813.
23 Albino Jo* Barbosa de Oliveira, a ~> de feve-
reiro de 1813.
2i Antonio Rodrigues Feruaudes Chaves, a i do
Marco de 1843.
2"i Agoslinho Crinolina de LeSo, a 17 de jauho de
1813. '
2 liarlo ile Murilha. a 8 de de julho de 1813.
27 Manuel Machado Nunes, a 31 de outubro de
18(3.
28 Francisco de Paula Cerqucira l.eite, a II de no-
vembro do 1843.
29 Antonio Joaquim do Siqueira, a II de novem-
bro de 1843.
311 Visronde de Uruguay, a 13 de fevereiro de 1811.
31 I). Josc de Assis Mascerenhas, a 12 de selembro
de 181(i.
32 Manoel de Jess Valdeliro, a ( de fevereiro do
1817.
33 Francisco alaria de l'reilas Albuquerque, a 1
de 1 mili 1 de 1817.
34 Jos Anlooio Pntenla Bueno, a '.) de novemhro
de 1817.
33 l-'irmiiio Antonio de Souza, a 2"i de Janeiro de
1818.
36 .Manoel Prannos da Silva Velluso, aG de maio
de 1818.
37 Jos Ignacio Val Vieira, a 13 de Janeiro de ISi!)
38 Bernardo Kabcllo da Silva Percira, a 21) de Ja-
neiro de 1811).
39 Jos Mariano Correa de Azcredo Coulinho, a
27 de Janeiro de 1849.
10 Antonia da Cosa Pinto, a 10 demarco de 184!).
i I Lourcnco Jos Kiheirn, a 20 de marco de 1849.
12 Josc Tellcs de Meuezes, a 22 de setembro de
181!.
13 Joao Lopes da Silva Coutu, a 18 de fevereiro de
1851.
II Jeronjmo Martini.-iiio I-igueira Je Mello, a 18
de fevereiro de 1851.
15 Firmino Pereira Monteiro, a 18 de fevereiro de
1851.
it Severo Aioorim do Valle, a 31 de maio de 1831.
17 Caetano Jos da Silva Santiago, a 1 de julho de
1851.
18 Francisco Joaquim domes Kibciro, a t de de-
zcniuro de 1851.
1!) Jos Ferreira Soulo, a I i de Fevereiro de 1858.
50 Antonia Juaquim de Albuquerque e Mello, a
25 de maio de I8."i2.
"il Manoel Jeronymo duedes Alcamphorado, a25
de maio de 18.">2.
52 Joao Antonio de Vasconccllos, a t de novemhro
de 1852.
53 Francisco de Paula Monteiro de Barros, a 18 de
marco de 1853.
51 I). Francisco Ballhazar da Silveira, a 11 de ou-
tubro de 1853.
55 Jlo Paulo de Miranda, a 7 de Janeiro de 1851.
56 Francisco donealves Marlius, a 21 de jaueiro rte
1R51.
57 Francisco do Qoeirot Coulinho Malloso Cmara,
a 21 de oulubro de 1851.
58 Manoel Jos Espinla, a 12 de dezembro de 1851
59 Antonio llaplisla ditirana, a 3 de fevereiro de
1855.
til) Amonio Manoel Fernandos, a 10 de marco do
1855.
(il Mauoel Joaquim de Souza Brilo, a !) de oulubro
de 1855.
(12 D. Manuel de Assis Mascarenhas, a 1(1 de ouli
bro de I8V1.
(3 Andr Baslos de Oliveira, a 23 de oulubro
1855.
(ii Basilio Queresa Trrelo Jnior, a 21 de no-
vemhro de 1855.
(15 Josc Florencio de Araujn Soares, a 1 de dezem-
bro de 1855.
(Jornal do Commercio do Kio)
Em alguns povoados das margens do S. Francisco
anda suecumbem ao mal reinante algumas pessoas :
receia-se muilo o reapparccimenlo do (lagello na-
quelles devasladus lugares!
Na (lorescenlc colonia militar Leopoldina Ja che-
garam os batedores do terrivet inimigo : 7 pessoas
viudas dos contornos affccladas do cholera haviam
succumb.do no hospital daqnelle cslahelcmenlo :
coosta-uos que he frequonle a emigraran ,le pessoas
procedemos de pontos artillados dessa provincia pa-
ra t colonia Leopoldina, onde vio refugiar-se do
tremendo mmico : prata a Dos que essa emigra-
rlo frequenle nlo prodoza a coslomaoa coutlagracio
uu dcscuvo.vimenlo da epidemia !
Mui ameacada esta a rica e populosa comarca de
Porto Calvo : para la so cucaminha o tcrrivel via-
jante com gigantescos pastos,
O nosso digno administrador providente c caute-
loso ja lem providenciado sobre os prfmeiros soc-
corros, alim de dclfender os puntos mais arriscados
daquella comarca : entre elles figura em o primeiro
lugar a villa do Passo, pelas suas ms circumslancias
hygicnicas; convinha pois premnnir com antees
delicia esse po;:lo : no hrigue de guerra Capibaribe,
que sai lidje a cruzar al Porlo de Pedras, fez S.
Exc. seguir com deslino ao Passo, o Dr. KulilioPal-
mirino do Bulhes, hbil medico recem-chegado da
Babia, alim de guarnecer aquello poni, e prepara
ludo em ordem a receber Convenientemente o inimi-
go que bale as portas da villa.
As ultimas uolicias do Pilar sao mais lisongeiras :
a epidemia depois dos horrorosos tslragos que fez va
declinando coiisideravelmcnlc.
Ncsla capital continua a molestia quasi da mesma
inducir, regulando a niortalidadc depois das chuyas
e (rovuadas de doze a desuilo peanas : a classe me-
nos favorecida da furluna he a que mais lem soffri-
db : at agora lem sido ella exclusivamente a po-
voadora dos.cemiterios: antc-honlcm fallcceram d
molestia reinante cinco pessoas e de hootem al
esta manilla !l : os accommcltimenlos ainda sao fre-
quculcs : o nosso digno presidente foi arreciado de
birle cholcriua 110 da 12. S. Exc. liomiopathicamenle, c n.io teve I. arrepender-se, a-
cha-sej convalescenle e livre de perigo. Seu me-
dico assistente foi o mu dislinclo e hbil Dr. Jos
Antonio Babia da Cunda.
Durante o lempo que estove de cama nlo deixou
de assignar o expediente, e providenciar sobre o
prompto soccorrimenlu dos lugares invadidos pela
epidemia.
O cholera accommellcu ltimamente os presos da
f.nleia desla capital : consigno esta noticia por que
havia aqui mulla gente que nutria n falto preconcei-
to de que nlo seria allacadn aquelle lugar, que foi
p uip.i lo pela frebre ainaiclli, nlo s aqui como
em outras cidades, c al mesmo, segundo me cons-
ta, na capital do imperio, no enlaulo occorre aqui
um fado nntavel acerca do pequeo povoado do
I rapiche da Barra ; esse arrai.il est siluadu a meia
legua distante desla cidade, situado a baria vento do
cemiterio, cujas exhalacos mephilicas devem ser so-
bre elle levadas pelos venios reinantes; bem junto
a si dous charcos, e est beira da lagoa em umt
localidade pantanosa e meada de mangues, (ica qua-
si contigua no Pontal da Barra, onde a epidemia
grassou intensa e furiusameute, 110 entretanto ao
trapiche da Barra ainda nao houve um su caso nem
la mais leve chulerina Consla-me que os habitan-
tes desle feliz lugar sao muilo religiosos c moralisa-
dos, e qae empregam lodas as suas horas vagas as
pralicas religiosas, e em dirigir ao Allissimo fervo-
rosas oracoes em urna capelliuha que alli ha Sirva
este facto de advertencia e proveiluso exemplo aos
irreligiosos e incrdulos.
Allendendo calamitosa quadra cm que nos adia-
mos resolveu a presidencia adiar a in-t.dlaco da
assembla legislativa provincial que devia ter lugar
no dia 1.- de marco prximo futuro al que rnelbo-
rasse o estado sanitario.
Acaba de ser nomeado inspector do algodlo desta
cidade o tenenle-coronel chefe de estada Joaquim
Tdimoleo Romeiro, peana do rccondccida prohida-
dc, mrito e intelligencia t essa nomeacao loi ge-
1 ahlente applaodida.
/ alie.
GOxxHESPONDSNCIA DO DIARIO SE
FEBNABIBUCQ.
ALAGOAS
Macci 17 de fevereiro.
Escrevi-lhc ha 7 dias, e fa^o esla s cariciras pa-
ra nao perder lio bom porlador, pois uestes cala-
mitosos lempos mudam as circumslancias de hora
era hora, e deseja-se saber ao cerlo o rumo que lo-
ma o infaligavel viajante. Prosegue elle em sua de-
vastadora marcha accommeltendo lodos os puvoidos
da provincia : novos punios sao atacados, cm outros
recrudescc o mal, n'ons declina, e em alguns luga-
res que se presumiam escapes, ehegade improviso o
aterrador hospede-
Na villa da Impertira j se deu o primeiro reba-
te, e foram promptamenle para alli remolllos no-
vos medicamentos e vveres : dous acadmicos lve-
ram ordem para irem snccorre-la.
Todos os povoados desle municipio esto sob a ler-
rivel presslo do (lagello, que actualmente faz maio-
res estragos as povoaeos do Mrice, Lage do Ca-
lilllo e Cariiaruzinho.
Para o Mrice fez S. Exc. seguir boje o Dr. Igna-
cio Alcibiadcs Velloso, levando urna ambulancia,
urna carleira homopalhica e grande copia de vive-
res e oulros soccorros.
Na Lage do Canholo a molestia reina furiosa e in-
tensamente, liveram honlcm ordem para ir snecor-
rc-la o liam ipatlia Joao Francisco de Carvalho, c o
pharmaceulicu prdico Joo Itorges do Meiidonca,
levando urna ambulancia, carteirat homopalhicas,
viveres, haJaliulieiros,c oulros soccorros.
Prorompeu a epidemia ua Barra da Parangaha,
perlcnceiile ao municipio da Atalaia ; nesta villa,
porm, derlinava o mal coiisidcravelmcnte.
Os dous povoados de .trraslo c /'o cipio da Assembla linham sido accommeltidus ulli-
iiK-mcnlc, e 0111 um sil dia haviam suceumhido na-
qaellcs dous lugaus 2li pessoas : confirraa-se a li-
PAGINA AVULSA.
issc Ha\
A camphora '. Foi fulminado de un) modo
vi, ntissimu a ponto de fe: ir os labios com a queda,
o Srf Dr. Jos Lourenco Meira. Soccorreram-lhe
prnmplamcnle com 3 dozesde enoiphora. e logo vol-
tou a si, suando copiosamente. A'InoTctn havTI
abortado.
LJmremcdio. A junsa pisa la, e de mfattle
dentro de urna garrafa de boa genehrade llolland,
e dada meio c.dix a quem se adiar iucominodado
com diarrha, debilidade, de hora cm hora, ele, e
umcalix a quem esliver lgido, de meiacm meia ho-
ra, friccionando-se o estomago cora o hagasso do
mesmo vegetal, aquecido com a mesma genebra ; he
um remedio ja ensaiado, c com reliz resallado. A
junsa he urna pequea balaliiiha muito medicinal e
muito conhecida, e quasi sempre ha dola nos mer-
cados das ribeiras. Experimentem.
Suum cuique. Os inspectores da ras das
Flores, Cruzcs, Dircila e I.mmenlo, lecm sido vi-
gilantes c caridosos em soccorrerem os doenles dos
seus quarleires: emqnanto assim marcharem encon-
trarlo uas columnas dcslc jornal, o principalmente
pin nossa imbcil Folha Aculsa, um canlinho para
dizer-lhes sempre boas cousas...
Na ra de Horlas nem se v una claridadczi-
uha defogueiras.
Em San Miguel a epidemia fugio espavorida
pelas fogueiras do Sr. coronel Dionizio : de que ma-
duras seriam ellas fcilas '.' !
Conhecemos, que o Sr. padre guardia de San
Francisco, nlo pode determinar, que os seus religio-
sos partam para fiira da cidade a esses lugares infec-
lados, parque realmente, alm de serein poucos os
seus subditos, sao em Versado decrpitos; mas o Sr.
padre guardilo podia ohercear os serviros de seus
subditos para os hospifies da capital, que nisso nlo
liaveria difliculdade .ilguma para a dccrcpilude, por-
que decrpitos slo muilos sacerdotes seculares e pa-
rochos, mas que se lecm tornado notaveis polos
seus servidos na quadra actual.* Com esla medida
sua Kviil.", dolado como he de rauda prudencia o
zelo pola sua ordem, faria nio s de-cancar os ca-
petlcs ilos hospitaes quo Irabalham dia c noile, co-
mo tambera (aria remoller au silencio esses, que di-
taeado no dia 18 as 9 horas, entrara peb parla de oaa
sobrado daquella fregaezia, e aairrara ata Maro, a
como esle nao qaizesse sahir em ordem de tn to-
nitor fugo, praurhadas, murros, ele, e drtaan qae
al o senhor ouvira noticias de eo av-lorto ato
contos...
Acha-se cm um esladomiserabilitsinao e preia
de San Francisca ou da Cadeia, qoe alem daa iaa-
miindicias por alli ainontoadas ca aervindo da de-
posito do que despejan) as cocheiras. Nada lio sa-
lubre, nem lio aromtico. Varna das easas dtfron-
le a ordem terceira lem sido affccladas, secundo nos
consla algumas pessoas, duas'das quaes ja fallecern;
n~u lera aqui lugar o non causa pro rtntso, tas** ho
de crer que esses miasmas que da praia infeccKmatt
a atinosphcra lenham muilo concurrido para ia-su.
Nao agouram bem dos infermeirot do hotfHlal
da Capunga : dizem cousas que obstamos robliea-lat
para ver se se realisam, e enllo yermos se sao-on
nlo acedadas.
Somos forrados pelo dever de jatlira a rens-a-
rarmos a cobarda ,1o um senhor parocbn do campo.
que deixou vergonhosainente a sua freguezia com
nodo da epidemia que a invadir. Por ora nao pu-
blicaremos scu nome, mas se cuotinaar a deiiar na
desamparo as suas ovelli 1* publicaremos ama caria
que di... nos fi>i remessad.i.
A Tallar a vor lado quem qoizer aprender a fa-
zer fogueiras va a Boa Vista, e vejam o bonito.'...
Minbas seohtras tenliam ,1., do >oi-culi11-.
para que hao de estar urna maldita qaarratesxi de
meio dia expostas aos ardores do sol, que est paasan-
do para o eqainocio; para o eqainocio minhas do-
nas, onde ha muilas almofadas de costara*, melos
Telemacos e excellenlcs metliodos de piano!
Ped mos ao Sr. inspector da roa du Oaetaud-.
011 Iravessa do mesmo noine, qoe faca acabar com
um quilombo que diariamente se jjuoI.i uo rorrmlar
da casa n. 7 da mesma Iravessa, qoe cntn toa heno
deiras inenmmoda a toda vitinhanra e oliendo com
palavras oncenas o pudor das familias honestas qoe
par alli uiot.im.
O Sr. inspoclor 'lo qii.iri-irn que moaprehen-
do o becco que fica cm frente da caa da Sr. secreta-
fio da eslaclo, qaeira acabar por amor da pontea
hoaeslidade, com um grupo que alli so ajenia ridi-
cularisando e difamando as lamilla- honestes rom
suas conversas, que apc/.ar de bai.rmk'is temar, tal-
las cabal conlieciineuto.
Nnvamunlc arrepelimos, que o Sr. inspector
le Fiira de Porlas do lado d nasrente lile bem sea-
tolo para os jagos que por ahi vio por cima daqaai-
las jangadas e lelheiros *
Nao ser'a mi-j que o Sr. Dr. chefe de pnlteij
m indasse fechar lodas as tabernas do meio dia para
tarda nos domingos, para evitar os repelidos distur-
bios que se di* conslaiileineiitc occasionades par taa-
rujos e negros.
Pedimos ao Sr. subdelegado do Rerife. que
mande mudar ama negra que mura na roa da Sao-
zalla Velha junio a casa, onde ataron o Sr. Maanrl
Luiz donealves na segunda andar; he lal o antea)*
da-lo desse lelo fernimnn, que alguma familias
que para alli lem janellas ja nao as freqoentam mais!
Pedimos a um pobre pai, viavo, qoe lem tiln,
que pessa a av de suas filhas, que seja mais lioma-
na para com cssas innocentes, e qae na sua anuencia
nlo chibalec lio brbaramente a essa innocentes qae
nlo encontrando alivio seno nos gritas, co.npnagera
lo 1.1 visinhanra por um espectculo li* deshomann!
Bom seria que certo moro da raa da trastela
procurasse convencer os seas freguezes da naciona-
liilade e eslrangeirismo de suas mercaduras per
dos allaveis, e nlo cum iusultot e brulahiade. Coa*
tella !
Nao entendemos o que quer dizer nm mostr
de primeiras lettras vir as II) horas para soa aoU,
consentindo que o* alumnos e-lejim man de daa*
horas dislrahidos a brincarem esperando pelo >'
(Hti
Mmlia mai mandou-me a escola
Aprender o b-a ba:
O raen meslrc me ensinou .
Jugar c, -l .nha na porta.
A fortaleza do lirum. Consta-nos que essa
fortaleza acha-se em um estado que nlo se pode ima-
ginar de miseria So vendo-te....
Temos um oulro pretoesrravo do Se. dcevaoi.
que lem feilo, segundo dizem, coras enea
rias.
'
s
a .
me- "
y
<
f^^- Itccommendamo ao givernn pri
gr%dcs serviros .to Sr. subdelegado |tr. Inorad* 1
qua Ira actual; lem sido inc in iv.-I, r sealim* oa*
le. ma- muito lempo nosso para levarmos to eonbe-
rimento do publico seus relevantes serviros.
Me amonada.
tongeJri uolicta da cmplela exlincclo ,1o mal na 1 tm> ,)llc os rc|iiosos de San Francisco nao se que-
villa!
As uolicias da villa da Malla-draude nao slo mui-
lo boas, o cholera continua a fazer estragos : ja li-
uh.ini fallecido80 persoasdeotro da villa 1
Varios Ingarejes do inunicipio do Alagoas, laes
como Massagueira, Itemedio e lugazcira esla ainda
sob a dura prselo do nial, que no enlaulo lem de-
clinado cousideravelineule ua cidade e suburbios.
No municipio da Palmeira dos Indios, vai final-
mente declinando a epidemia que tanto aaetton a-
qucllos infeli/es lugares, para onde aiuda continuara
a ser remolllos soccorrus de lodo o genero.
No municipio de Sania Lnzia do Norte, nao lem
se desenvolvido o mal depois dos poneos casos que
occorroram no principio do mez : consta-me quo
na ppvoae/iu do Coqneiro-Secco, perlcncente a csle
municipio, teem grasadu cholerinas benignas.
Na villa de S. Miguel rccrudcsceu ulliinamenlc a
molestia reinante, reliando pur dia 12 a 15 vidas :
deixe-me aqui consignar um generoso e digno pro-
eedimenlo dos diluanle daquella villa, liero-
iiheceudo esses benemritos cidadlos os apuros lo
governo para acudir com prompllo a lanos pun-
ios affecttdot, rennirana-se cm sesslo,e nove S. mi-
giiolenses lomaram sobro i concorrec cun todas as
despeaas lo cotteio e uiaiiulenco de dous hospilacs
provisorios da villa por etptoo de um mez : consin-
ta que eo ncommeilde heneaos da humanilade
os nomos deseas caritativos o generosos alagoauos,
credores de lodos os encomios, c que era nomo da
provincia eu dirija um voto do cordeal agradeci-
meiilo aos lustros Sis. oliguel Soares Palmeira, vi-
gari Francisco do Messias Barbosa, conimcndadur
.Manuel Duarte I eneir.i Ferro, lenciile-coioiiol Dio-
nizio Uodrigues de Mello Castro, Kozeii'to Cesar de
luios, Jos Francisco l.eilo, Dr. Benjamn) Frau-
klin da Bocha Vieira, major Jos duedes Nogucira
e o portuguo/ Joaquim Pereira do Oliveira.
rssa heneliconle acolo achou ocho cm Porlo Cal-
vo : o cuminendador Jarinthu Pacs de Ueodonca a-
cabade mutilar a sua rusia dous hospitaes sua cus.
ta c p-los i disposielo do governo para o mesmo
caridoio fim !
'
rem prestar, o que solemnemente negamos, porque
sabemos, que o Sr. padre guaridlo oflereceu parte
de scu convento para um hospital.
Consta-nos, quo os Srs. guardles de Olinda c
(loianna, prcparani-se ruin muila resignaco c boa
vonlade, para se preslarem a ludo que for a bem da
humaiiidade solfredora.
Na ra da As-umpco lem diversos charcos que
sao oulros lanos depsitos,lo elementos polmicos :
n.io sabemos do queservem cssas sniumas gastas cora
a limptta das roas : nedintosaosproprclaros des-
saaruat que nao cspcrcni pelos riheirinhos, vio Ira-
lando de removercm c^ses helios lagos de immudi-
cias, se qiiizercm Icr sempre o olfato desenipc-
dido.
O Sr. inspector do Pilar, om Fura de Porlas,
Ihe far.i muila cenia ver essa sucia de inslenles que
so deilaia por cssas calcada--, sempre a jogarom pu-
Ihaa a quem passa '.'
S bem de proposito os Srs. fisraes eonsen-
lem que se venda 111 11111.1 chus na do fru.tas verdes,
que lanos niales vio causando a nossa populaca.i :
ainda pedimos, que pelo amor de Dos, obslcni peles
meios. que dispoem, queso vendara esses venenes
10b a forma de jacas, mangas o laranjas. A fitont-
rdo perder sem duvida com esla medida, mas le-
da paciencia...
As commisses do beneficencia da Boa-Vista c
Sai .lose, estn li.ilaidu ie. novo hospitaes ; a d;t-
qiulla na Capunga, e a desla mesmo na freguezia de
San Jase.
Nao po cilios prescindir do 10, iiiimictid.irra.s
a eslima publica, o nome do Sr. lenle-coronel An-
tonio C.riiciro Machado Ros, pelo mallo qae lem
lrabali.i,o a bem da pobreza da fregaezia da Boa-
Vista, ciniregaiido as horas que lem de descanto em
Iralar de urna inlinidade de doenles como o mais
desvelado "acullalivo.
Nlo ios consta, que o Sr. Dr. cholo de policio,
desse orden para que fossem agarrados os oteravnt
que estivn) as escadas dos seus senhores, para irem ,-
mi A .ti -t-i--.- ..,,, Jlonlem falleccram os senhores do encroh
enletrar chohrico ; no enlretanlo, consla-nos, ..- f parido e mulher e dizem-me, que infeliz,
um guarda ntcional da freguezia de San Jo
COMARCA DE N A7.AKETI1.
17 de fevereiro.
Falla-rae o lempa, e al mesmo os da los 1
ros, para poder descrever-lhe rom exaclidia ot -
tragos que por aqui vai fazeudo o cholera : bata di-
zer-Ihe que os casos dessa o; u tema era-toda a porte
onde ella se tem aprsenla,lo. na comarca sao in-
nmeros ; e que as victimas ja exceder a ceta t
no cemiterio desla cidade, al hoje torara sepoMa-
dos -J, alora muilos que lem 1J.1 enterrado* por
estes matos algures.
A populaban vive aterrada com os estragos da
molestia, e quasi sem confian; 1 em tytletaa 'algam
de cairar nem lao pouco nos remedios ate bota esa-
pregados; por quanto,homeopallua.allopathia
la, lim.lo, viuagre, ludo emm, (em tid* ap
sem resultado, quando aprstala ao d cholera fot-
tniuanle verificaudo-sc assim o dictado pupas*ti ;
quando o mal he de mor le o renweXo he atorrar.
Resta, porm, a satisfaclo de que te teta proenra-
do dcbcllar ao inimigo, no que lem havido Imtate
dedicaclo da parle de algomas pessoas. tanta nade
cidade como cm seu termo. Parece-me qua mea-
pro um dercr de gratulan em la.er aqui menrao de
algumas dossas pessoas ; ei-las.
O doulor Svniphronio como medico, na* se teta
poupado, mastal lem sido n Haboro que parece
extenuado. O delegado ,le polica nlo se lem goal-
mente poupado a cousa alguma, leudo s a n*tar
que conserve em sua casa .1 .imbuan ia destinada
para os desvalidos, sendo que por isso mallos na*
sao soccprri.los rom a pre-loraqu- tan par. desojar-
se segunda a hora ou a roujunecio da nlo eaoMrtra-
rcm S. S. em casa.
O alferes Capislraao muito (cm eil*. e he incan-
savel em preatar-te par la las as forma, e a qaal-
quer hora, que ,1o seu ptnstsate so nratdoo,
O cadde l-'ranciscu douuino Baases 10111 feilo pro-
digios, he um lioiuem adnnravel, parece ler adqot
rido a propricdide do molu cantina, e qoe nem
mesma loma alguma hora para rnpouso : ella li la-
do no mesmo lempo, indico, enfermeiro ( ale pro-
videncia |iara minia.
O Sr. Ilcrrulano Francisco B fie Mello, ola ef-
feudendo ao mai-, muito se t-m netata lo, elle ates-
mu he o medico, e jamis se recusa d* ir em tnjjjaao
a qualquer hora c lugar onde se faz preciso ; em oa
presenta nada filia ao infeliz, dinheiro, remedios,
roupas, tudo dcstribue a ua casta ; lie tal a -u 1 de-
dicaclo que chega .1 ler pessoas oc-upad.is cm inda-
gar |> ir 011 le da doenles nara prelar-lhes i4m*>
soccorros, o quan.lo morro algum desses inlelire af-
lligc-sc lauto como so perJessc alguma prssoa de
sua lan.ilia; homens laes ,io raros !
O Rvd. vigarin de Tracundem nao c |>oapa lam-
bein a sacrificios e tem salvado a apastas das garras
da epidemia e da lome.
O Rvd. Francisco duedes lem-se mostrad* itvean-
ravel em prestar 01 soccorros de seu ministeri >.
Outras muilas pessoas que deixo de nomcr, por-
que seria um nanea acabar, prestam-se em reser-
va era soccorrer aos iulclize-, naa lodosos meios au
seu alcance.
A (ame, companheira inseparavel da pesie, j pa-
rece amcaear-nos : os viv-res lecm subido de |^e-
50 e nao ba almorrcvo qoe queira ir mus a esta
praei polo recri que toan) de niorrer pelos cami-
lihos como ja lem sucedido a lilailas.
O iiiYeruu vai ronlinuando rom larca.
Al mais ver. \.
/'. 47. Entre as victimas do cholera rontam-c a
mai do Dr. jui/ de direilo, e um negociante de la
cidade por nome .Manuel Jo-e Piulo.
n
A epidemia x-iicspaiirandoluilo por aqu, erada vea
aiigmeula mais o numero dr suas victimas: iaU-
lldadenesta Cidade e seas ir.ib.ildes rrgala diaria
inenlcde 12 a Ib e mais pessoas. Nlo ..lo ni os p*bres
c desvalidos os que sollrcm : entre as v irlimas coa-
tam-se algumas que possuiam bastantes raen, o a
quem nao filtou a-sistencia de medico c bolicat.
Siposl
nrelizmente a-
bandoaados pelos seos! Falleceu gnalnteaie atna se-

Al
TT


-


DIIRU 0 PlHAIKUiCe QUINTA FURA 21 OE FEVERHRO il 1816
2fi Perninio rrancw 'lo l*ul'-
27 Dr. Miguel K. A****' ,
28 Majar Jos Frr-1*0 dc ;vm" le'10-
9 francisco Jo;i<'''!!*' _
90 Manoel Olirr" &rneiro Leao.
31 Manoe! .lo W '"os-
39 Ausslacio S:1|PS-
.!.! Jos Joae"" ',0 S* Barrete.
:i Miguel os A"JS-
KlUOO
rf*l)00
59000
ssooo
IgXXMI
2g>!HKI
I3HOH
7'i Jlproprielario de Alcaparra, mas a esta
naoi rallaran cuidados e desvelos da familia.
O prejnizofem escravos, ja lie avultado, a fabrica
o encentro Babilonia, e de oulros mais lein ido
bastante desimada.
Desde que amanlieco al que anuitecc s.ise v nes-
la cidade cavalleiros e portadores em busca de re-
medios e mdicos d'nlna e do corpo. Qaaolo aquel-
la, dueni-me que ja roslam bem poucos ; c quanlo
a estes, o Di. Sympliromo e o padre (uedes nao soc-
cegam mais, Ja vivem a cavallo.
He fcil de ver que o, asurarla* nao perdern
e la bella occasiito: os vveres faltam, e os qne ha
cutan ja o triplo e o qiiadrupb, do que estovan.
(I* que mais caro vendem, lio os que Hocen mais
medo de morrer.
O Man subdelegado retirou-se .raqui con a la- I
milla, dizem-me que para essa capital, d'onde pode- | -
na dar providencias nais udequ,.l,,s aeho-lhe al- 'Na hora MU que llie cscrevo a epidemia decresce dc
998|000
f,-, p So algunas pessoas derem mais esmolag da-
remo a publieidade. O Sr. V. dc A. I'iulieiro per-
lenf nova rreguezia da l.uz e pur isso so assignou
IO00.
,,.1-u enviaremos a despea da comnis.ao benefi-
nle, com o hospital, eemiterlo, esiiiola* etc. ele.
cuma raxlo, porquanto um general n.i,. .leve .
por-ae aogjifio ; do contrario poderia p<".r-se f..ra <>
^yfK.nimamStmjtV- e, e perdereir-se
"JIHfe bellos planos d'ant. certados c col>i-
>ados.
Nao domo continuar mais Mar afiar9 ccr-
los symptomas, que me dizera ser do biclu, quod
Deu* a tertal.
Desejo-lhe saude e dinbeiro.
V.
. P- S.Chegon o estudanle Hormi:"' 'ei*r Cou-
linho, que dizera vir om eommissao df\goer90 ajo-
te a seu nano Mr. Simphronio.
liara particular.)
Ilullelim sanitario da cidade de Sa:arcth |9 d /-
rereiro de 1S>.
Ten bavido dentro da cidade ti engrnenlos;
lera apparecido para mais ile2-.ii affettados da epi-
denia ; nos arredores as fabricas d encenhos leem
sido ceifadas Teem fallacido vii-limas da nesna
epidemia alcuus proprieiarius Je engenhos e pessoas
de soas familias. En nma infeliz fazenda En-
cenho Sipoal m-rreran marido e nullier, dei-
x.indo ."ilillios, do. quaes n naior lein H anuos ape-
nas. O juiz de orputos lomou j providencias, para
procurar acauteltar os ben, os quaes cslavim em
abandone r dos proprios pareles os mais con-
junelos em sancuc Nao faz idea do deslenlo,
elle he cecal.
- Chegon um esladantc de nedicina de nome Her-
minio C.onliulin.j.. esj:: enf Irabalhos c auxiliando os
seus companheiro*, q o Dr. Synpfirouio, Serpa e os demais praticos.
A polica esta activa, nao se lem descuidado em
eolerraros cadveres, l'ara esto finja poz um car-
ro na ra puebado por um .'avallo. O Dr. Hoscoso
e u alferes Capitlraoo, apezar das diflicul.lades da
crise, nao Irepiilaiu >s meios para realisar de
promplo qualquer me .... Infelizmente ao que pa-
rece, o veo innrluario que cobre IViod'Alho, Itosa-
rinlio e Alagas do Carro, ja dcseuvolveii suas do-
toas por sobre esla cidade e seus arredores. O llr.
Symdhtoniolie credor dejbem merecidos elogios,bem
tomo os seus digos ajudautes.
No hospital aqu oiganisado, onde tem lido entra-
da doenles abandonados nos campos e casas, que
vera moribundos, lem fallecido I i, sabido ti restab-
lecidos, e existen em convalesceucia ti, o urna mu-
as* que ceta em perigo de vida.
Se o cholera rae favorecer com a soa ausencia irei
daodo as vezes que poder conta das oceurreucias que
forcm apparecendo.
COMARCA 00 RIO PORHOSO.
IG de fevereiro.'
^lliholera !....... Infelizmente j luamos com es-
...._ le lerrivel llagcll. que lamben quer saciar soa fo-
V^ps***' me con victimas dota cidade.
Conecou em Agua-Prela. onde tem feilo cande
destruirlo, edalii cslendcii at mis o sen nanlo.
Por ora pouco ou ueiihuin estrago ten feito, pois
apenas comer a mostrar as carras.
At esta hora aimU nao chegou o mlico e aig-
bolancia, pedidas .. S. Etc.
Estamos conformados com o castigo' de Heos, e
animados, confiamos na sua misericordia, que nao
os deitara ebegar ao descracado estado de Santo
Astil*.
i O delecado c mais autoridades teta cidade, sao
inraniaveis en procurar nelhorar o estado dos po-
bres : len enprefiado todos os seus esforz-, e feilo
o que he humaiiamcnle possivel em semclliantcs con-
jecloras.
Nada mais llie lenho a narrar porque todas asl-
tenles estSo voltadas pora o maldito viajante.
A misericordia divina se amcrcie de nos.
(O fio-Formosense.)
> dem.)
(dem.)
JAltOA'IAO.
2(1 de fevereiro.
(As 8 horas da mauiaa.)
Anda que muilo fatigado, comtudo quero dar-lbc
algunas noticias desta povoacao' A epidemia re-
crodes'ceu pela tercena ve/, nos .lias Iti, 17 e 1S. A
atnospbcra lem estado muito ocotMfaate, '' o tlier-
nomelro ora marca um calor eicessivo. ora grande
fri. _A mortalidade toruou a subir osqaelles .has
a i e .">, e nos arrahaldo ha lugares dc (i e 8. ~
As noticia, da frecuc/ia da Luz, nos lugares d
San Ututo, liloria, Cauavicira, he dc causar d.
K'O atsjun- eiigenhos da nos=a freguezir nao sao me-,
nos coopuugiiioras as novas que temos a dar. ()'
cemilerio ja tem receblo 122 cadwes de livrea i hrou-se da pidila eslava perfeilameul.; inorlo.
9Mo bt tyemambucc.
Kccebemos noticias de Itom-Jardim com data de
18 do correntc. A epidemia linlis lomado largas
dimensoes. U numero das pessoas atacadas monta-
ra a mais de 011 e o dos mortns a Irinta e lanos.
I) .-i.la.lao Caclano l.iuzColaco, que la excrcia as
funecocs de medico, prestando-se com o maior zelo
a todosaque.les que eram atacadoSi fi tamben ac-
comineltido do mal, de surte que Alo havia quem
applicasse remedio al^um aos enfermos. A com-
mitslo de beneficencia ja se arhava Horneada, e c.i-
necuu os seus Irahalhus. O Kvd. vigariu daquclla
fregnezia pedio diversos objcclos e un facultativo
para supprir a falta do curioso que l servia de mc-
dico. r'oram rcmetlidos os objeclos pedilos, menos
o facultativo, por nao haver desponivel.
Por offlelot do juiz de direito de Pao d'Allio c do
pliariuaceulico Percira Senna, recehidos honlem,
consta que o estudanle Chartinel viera doeuto da
Gloria, mas ja se achava em convalescenca. A mor-
talidade diaria da villa, segundo os ditos llicios, era
de 0 peSSQM. A epidemia se ia tornando mais in-
tensa.
S. Exc. mandou entregar ao meimo juiz de dirci-
10 -J:0IKl9 rs. para ir occorrendo as despezas necessa-
rias, e mandou reforrar o destacamento com seis
placas. Visto nao se ter apresentado o subdelegado
de polica, foi moneado para eslecargoo cadete Ma-
mario Martilino, commaiidaule do destacamento,
Enviaram-se os medicamentos que f.iram podidos,
c varias cargas de gneros aliinenlicius. O govemo
prelcn.le enviar mais um facultativo.
As cartas dos uossos correspondentes de faboatao,
Nazarelh o Rio Formoso, que lieam transcriptas em
oulro lugar, noticiarlo aos leitores o que lem occor-
ri.lo naquelles lugares.
A irni.m l.i.le das Almas da fregue/.ia de San l'rei
Pedro Gonealres do Recifc ronxKeu houlrm ao
Exm.Sr. presidente d.i provincia a qoanlia dc (00;*
para sorcorrer aos pobres atacados da epidemia, e S.
Exc, euvi'iu-os i iiiiiiis."..i central de beneficencia.
Itll.l.Ei 1M DO CHOLERA-HORBUS.
Enlraram na enfermada do Cuino tres docnle
segundo se v da relacAo abaixo trancripta, sendo
um homem e duas mulheres. I;alleceram um ho-
rnera c urna mulher, e Anua Felicia acha-sc em Ira-
lamento.
Na enfermara de marisma entrara um preto cap-
tivo, e o africano livre Simplicio : ambos se ach
esa Intnsenlo. Sabio restaheleri.lo o marinheiro su
glez do vapor l'arait William, rece'oido anlerjor-
mente.
Illm. Sr. Participo a V. S. que sahira boje
deste l,.i-i.it.il por acbar-se rcslabelerido o mari-
nheiro inglez do vapor l'arana William Qoaolon
e que entrara honlem as 8 horas da noile o pret.
Manuel, idade 50 anuos, escravp .1 francez Pir-
seltc, no estado lgido e-i i mal). }Assim como en-
trara h je a I hora da larde o Africano livre dos que
forain aprehendidos ltimamente o suida provincia
de oomu Simplicio, e que fallecer pela m-.iihaa re-
penlinaineiite Jos Roque, Africauo livre. compa-
uheiru do que cima menciono, (eslado gravel.
Dos guarde a V. S. Hospital provisorio un ar-
tenal de marinha 90 de fevereiro de 18"iti.Illm. Sr.
Dr. Joaquim d'Aquiuo Foncera, presideule da com-
niiss.l'i de liygieuo publica.Joai/uim Jos Jlves de
Albu'iueri/ue, cirurgiilo do hospital.
Relacao dos duenles accommeltidos da epidemia
reinante, que enlraram, e fallecern de bontein
para c;i.
I.uiz Marlins, pardo, y annos, soltciro, padeiro,
natural de Peruamburo, Ireguezia de S.Jos, cn-
Irou no ilia 1-2, atacado do cholera confirmado, fal-
lecen as :l horas da larde do dia 10.
Fortunata Kiiilina da Paschoa. parda, 33 anuos,
solleirs, costureira, natural de Paje de Flores, en-
trou no .lia 17 pelas II horas da noite em periodo
lgido, o fallecen hoje pelas 2 horas da
gala.
Anua Felicia, parda, IJI anuos, viuva, vive de
molas, freguezia de S. Jos, cnlrou boje as 1.0 hu_-
ra' ila maubaa.
. '1 ".-.'. .! .i .
i Hoje pelas8 dorase 3|4 da raanhaa, entrn um
homem crioulu, cuja nome se ignora, e que apenas
dem 91Antonia, frica, W annoi, solleira, San-
Jos, em casa.
dem 02Herencia, frica, 10 anuos, solleira, San-
Jos, em casa.
dem 93Feliciana, Pcrnamhuco, 95 annos, sollei-
ra, Recife, en casa.
[den OiJustina, frica, .">(> anuos, solleira, San-
Jos, em casa.
dem 9."iJos, frica, io anuos, soltciro, Boa-Vis-
ta, em casa.
dem 9(Dellina, Pernambuco, 38 annos, solteira,
Recite, em casa.
dem 07JoAo, frica, 10 anuos, soltciro, Bo.i-Vis-
la, em casa.
dem 98Mara, Pernambaco, .vo annos, solleira,
lloa Visia, em rasa.
l.lem 90Manoel, frica, 30 annos, sollelro, Sanio
Antonio, eip cas..
dem 100Mara, Pcrii.iinliuco, lili anuos, solleira,
em casa,
dem 101los Ventara, Pernambuco, 95 annos,
solteiro, lloa Vista, em casa.
dem 102Joan, frica, :r annos, solleiro, Recife,
em casa.
dem lo:',Joaquina, Pernambaco, 120 annos, San
Jos, em casa.
Resumo da mnrlahdade.
Mortalidade de hoje al as ti horas da larde37.
Iloiiieiis :t| ni.liberes 2t.
Total da mortalidade al boje 981,
llantn* I (o mulheres I2.
20 de fevereiro as ( horas da larde.
Dr. Joai/itim d'.lijuino FoHCGea.
IIOMF.OPATIIIA.
No Diario de do crreme publicamos un arti-
go do Sr. I.emos acerca do Iralamento dos primeiros
symptomasdo eholera-morbuspela Rolara dcsulfur,
c o lizemos porque a descripeAo. combiuava |terfcila-
mente con algunas cartas escripias por pessoas do
Porto, na occasiao em^que di reiuou o cholera-mnr-
bus, cujas carias existem e:n mflo de alguus los se-
nderes logislas da ruado Crespo, que nao as duvi-
darao mostrar : dissemos mais que nada podamos
acresceular ao dito communioado por falta de expe-
riencia propria : agora apresentaremos os casos se-
ginules, de doentes que lem sido confiados ao uusso
cuidado c que lodos va milito bem.
l.ma parda moradora na raa das Triucheiras n.
25, foi atacada do fri muito forte, caimbras doloro-
sas por todo o corpo, dores muilo grandes pelo ven-
Ire e dejeceoes ; tintura s.ilforis ; i prmcira dsepa-
raram asdijecgdese reapnareceao calor :coutinuam
as dores pelo ve.tire que ceilcm a nux. vom.
A Sra. D. Alina, modista, moradora na ra Nova'
esquina .la la do Sol : dia Has 10 doras da noite,
leudo loflrido desde a tarde, lie atacada violenta
lanienle de trios,contracroes, dorde cabeea, tonlices;
Untura dc ralfur, ires d.ises : mclhura m'uilo grande
e suures copiossimos depois da cessa^ao dos fros :
ilemanhaa vmitos perlinases e a menor quaulidade
dc agua o de caldo que loinava lanc.ava iinme.li-
atamente : disse que nao linha inurit i f na homco-
palliia e par is-o lomou cha de inacella :ao meio dia
indo a pcior dos Va-mitos, toma ipec. 3. dyn. Seis
glbulos em meio copo de agoa : cessacjlo instant-
nea dos vonilloa com a l.a colher da ipec. no dia l(i
l'in somenle dores pelo ventre : nux vom. glob.)
ama colher do 1 em 1 horas : cestaego das dores c
boje 18 senle somenle calor lias cadeiras, proveoien-
le lalvez dc estar roustantemenlcidcilada sobre um
coligo de crinas a que nao esl habituada.
Sr.llr. Maduro, uieu collega, V. S.a dil que nao
acredita nos glbulos : experimente para ver como
produzca etTeilospromplose segaros : quan.lo esses
globales fallalo, que se dir.i dessas misturadas do
preliiiho de (iiiararapcs !
( N'essa mesma noile de I i as 11 horas lomos cha-
mados a lo.la a pressa para ver um portugus que
cabio na Iravessa dos Martirio-. ; linha ja tomado
ama porrao de limesele. ele, nao era cholea era
urna cardialga de que elle eostumava ser atacado.)
N'essa mesma imite as2 para as :i horas da madru-
gada foiiios chamados a ra .lo Rosario da Boa-Vista
para ver um .creado do Sr. coronel Gaspar de Qui-
liindulia. alacado fortemeule dc fri gcral, caimbras
horriveis no estomago, que razia dar gritos estrondo-
sos, dejec^Oes e vmitos ; pnncipiou a lomar espirito
de campliora e depois ipec. 3.' dyn. ; cessaeao pela
madrugada da .ior do estomago ate dejecc.ies : li-
geira reaccao febril, que cedeu por si mesma. Res-
labelcciinenlo no mesmn dia.
Sabbado as lloras da larde. Izidoro, pardo, 12
anuos, escraro de casa, foi alacado de vmitos e fn-
za en lodo o corpo, pulso pequeo e concentrado,
grande susto c o rosto principalmente eslava gelado :
inmediatamente li-lo deitar, e nrineipiei a dar a
untura de sulfur. de 10 em 10 mualos ires vezes :
pararamlogo os vmitos c principioa a suar, e como
cu livesse precisgo de ir ver alguna .lenles [hilo lie,
nao lio nuiles, muilus nao. e entre elles o neu bn-
lieiro que lainbem adoeceu de diarrha choleriea,
qui/. ir se Ir.ilar em sua casa i.a Estancia, porque he
casado) deivei diio a minlia mulher que Ule dsse
ra de 15 em 15 mi-
Ir.mspiraeao : crcio
que nao tomn mais de Ires dnos c as sel'o horas da
noile uoando voltei .lo uicii Irsbalho, j o calor es-
h va perfeilainenle restabelecido e elle donnia som-
profondo, phenomeno esle que lem sido raro em
ros OS mais doentes, OS quaes lem costado muito a
/irmir : o mulaii.iho nao leve mais nada al o pro-
ente, mas
guni lempo, resfrianento seral, etc.: quan.lo Inr-
nou a si queixava-se de nuito fri, caimbras forlis-
simas por todo o corpo, e urna routrac^ao violenta
no estomago e peno, que Ihe fazia dar crilos horren-
dos, volitado de laucar sem poder, umita dor Je ca-
bera csyncopes repelidas : foi-lhe applicado o espi-
rito .le campliora, anles de cu (hogar linha tomado
urna colher de limo) c cuno al a quarla dse uao
apparecesse a transpirarao, se bem quo o calor esli-
vesse .piasi restabelecido, administrei-llic duas d.ises
de tinrfura sul/'tiri* : leudo logo parecido que o .l-
enle socegsvs mais um pouco .laquella altrihiilacn,
deivei dc continuar com o remedio e logo urna trans-
piraban copiossima .leu o signal da victoria : noucu
depois adormecen c de maiili.la eslava bom !'. dio,
luir el jucundif.
As duas horas da noile foi atacada, a Sra. viuva
Peixolo, moradora na ra de -S. Francisco: dores
forlissiinas no estomago, fros, ele, vontade de lau-
car, ele, quaudo cheguei sua casa m ella se acha-
va inelhor, e nao apresentava cousa algiuna que li/.es-
sc reccio : e como exislissem smente Iracas dures
pelo ventre mandei Ion ir nux-vom.
No dia 19 a larde o Sr. l;rancico Rodrigues Pi-
nliciro foi atacado as 5 horas da larde, as nao for-
temeule, ou porque Iralou logo dc medicar-!.; : as 8
doras da noile nada mais senlia : lomou a lindura
dc sulfur.
Anda foram receilados nais una crioula de rlio-
leriila na ra du Senlur Itom Jess das Crioolas,
que se acha boa, c um lioinem morador na ra Au-
gusta, cujo nome ignoramos, c que eslava gravemen-
te .lente no dia 18, leudo no dia 19 amanhecido
muilo iuelhor.
A lindura dc sulfur. lem produzido maravilbosos
efleilos, sendo o nais nolavel dellcs a promplidao
com que cessio os incommodos e apparece a daos.
pira^ao. (^onsullorio hoiiienpalbico, ra Nova n. 50.
Dr. Lobo Moscoto.

Senltorrt redactores: Leudo a pagina avulsa de
houlciu 20 do crrenle, deparci uella con um trexo
que me diz rcspeilo, e por isso recorro ao seu bem
cuiiceiluado jornal para esclarecer o publico sobre o
conteudo delle.
Allirmu-se nelle que no domiugo tendo sido eu
chamado para casa do Sr. Maia da praja da Inde-
pendencia, afim de medicar um dos seus olliciaes
que se achava enfermo, negara-me a isso, respon-
deudo que naiidasse. chamar ao sen medico de par-
tido o Sr. Dr. Sarment. Ora, esla noticia dada de
.i ni modo ambiguo tara cerlamento crer que eu ne-
gu! os socoorroa de uii-nha arte a um enfermo que
delles carecia, (1) mas se % publico -ouher do que
se passou, conhecera que ohrei em regra e fiz o que
devia. si
No dia designado [domingo] sahindo eu da miuha
casa para ir ver um doeut do meu partido que se
achava em perigo de vida, c que nto admillia demo-
ra, enconlrci n.i ra do l.ivramenio com urna pes-
soa que me chaniou para casa do Sr. Maia. de quen
eu sabia que o Sr. Dr. Sarmeulo era medico de par-
tido; respond que nao podia ir porque segnia a to-
da pressa para casa do meu .lente, e que ueste caso
(lo.liam BJocurir ao Sr. Dr. Sarment, ou oulro
ipi.il.|iiei"T.iciillali\ii.
Foi o que se deu e nada mais natural do que eu
sorcorrer em primeiro lugar aquello enfermo que
me paga oiinualmenle, c auc se achava cni risco dc
vida, do que oulro qoo incidentemente ne manda
procurar : me pareco que lodos os facultativos em
taes cirrnmslanchis procederiam como eu, e, pois nao
vejo razao |> r. que o Sr. Maia, c com elle o aulor
da Vagina ./i(t.<(i,exlranha-sc o meu procedimento:
rinquanlo ao primeiro nao admira porque lalvez a
sua inlelligeucia o nao faca comprehender perfeita-
menle o rigor do dever en que se acha o facullalivo
para con um docnle de partido, mas pelo que diz
respeilo ao segundo, nao poseo deisar de censurar a
sua leviandade, (2) em materia Ulo melindrosa como
he a da repulacao de um facullalivo que, como eu
at o presente me lenho prestado de boa vontade,
e al com sacrificio pessoal ao chamado de lodosos
doentes pobres, que me tem mandado procurar.
He misler que uestes assumplos baja nais rir-
enjnspecefjo da parle do redalor da Vagina Aeutsa-
e o previno para que seiba que se elle no quiz a-
iribuir falla de carida.le :!) devia primeiramenle
lembrar-se que o Sr. Maia nao he pobre, e que por
coiisequencia n.lo se pode dizer que eu deiasse dc
ir a sua casa por nao esperar o devido pagamento
pelo meu Irabalho.
Peco-Ibes, seuhores redactores, que dem publici-
dade estas poucas linhas do seu, etc. b'rantiiro
Jos Cerillo Ixal.
Recife 21 dc fevereiro de 1856,
saccas arroz, 2 ditas caf, 2 barricas atsucar, 3 cai-
xas rap, ,2 ditas bolacha, Halas bolacbinha, i cai-
xas sardinhas, 12 dallas dc cocos.
CONSULADO PROVINCIAL.
Ren.limento do dia t a 19 53:1079125
dem do da 20....... 1:212:27.!
54:3*91(00
madru- I "'":l 'l"'0 lle "PinlO de c.imph
nulos aldappareeer abundanlo
escravos da p. 'oacao c arredores. O numero doi
escravos morios pela epidemia lia o ngoinle : t'o-
cioho I, Bulhes 15, Sant'Aiiua 13. Soccorro 1t>,
Calende li, Velbu ti, J.iboalao ilizem n.lo assevera-
mo que 20.' a povoacao 2"i'. '.otal tOI !
Pelo expeJienle do govemo vimos que fora remel-
lido ao delegado desse districto 2 pecas de baetas
que nao sabemos que deslinii livsram. O Sr. dele-
gado anda n.io cumprio o seu dever, e alem dissu
^*t exasperado couiiiosco porque temos fallado a
vcrdaic.' A jjpvoaciio esdijircparada para recbe-
lo em (riumpb'.vse"poV vnlur." S. S. quizer honrar-
nos con a sua anavel presenra.
Aconnisso bcuelicenlo, o facullali'.". o vigaris
coiiliiiuam a precnclier as suas missoes. O sabde-
legado P.ies Brrelo ora acompanhado do vigatio,
ora do medico, ora dc algum .nembro da commisago
oflo cessa de percorrer os' quartrires atacados da
epidemia ato a distancia de 2 a :l lejuas.
Nao podemos dcixar de encarecer o procedimen-
to do proprielario o inspector Jos Joaquim das Cha-
gas, que lano se lem prestado cm tima qu.idra lao
calamitosa.
O euadjuclor, depois do leve encoinmo.lo que li-
vera, muilo bem se lem prestado as exigencias du
sea cargo. F,m geral u poyo, e lodos os inspectores
de novo noneados, lem rivalisado em acudir aos
atacados da epidemia, ja enviaudo-os para o hos-
pital, ja (ratando-os en casa conforme Ibes fora or-
denado pelo subdelegado Paes Brrelo, [aso cou-
firna nais o meu modo dc pensar, de que chame-se
as vocsees para os seus lujares, que o Brasil rau-
. dar em breves auno.
0 acadmico M. P. leudo algunas allasoes do /lis-
io do oriente quo Ihe diziam respeilo, exprimio-sc
assim se nao nos falla a memoria, s A critica he
necessaria as letras comoem qualquer oulra causa,
Em quanlo aos neus escriptos se pecaren quaulo
ao esylo, quanlo ao peiisameulo, o qualquer intel-
ligencia nos quizer dcilmente acon-elhar, advertir,
instigar a que esludcinos mais, modilemos mellen",
acceitamos n cousellio e com gralidso. Se o cridico
prcvalecer-so do ridiculo, nada aceitamos appellan-
dosilenciosamente para os nimos sinceros, justse
inlelligenles. Se o critico ultrapaasar as raas da
decencia, da verdadeira critica littararia, cobrindo-
nos de epilhetos injuriosos, os coiilemporancos qde
o avaliem e ,i severa po.teridade que o julguc vislo
que o ettijlo he o homem. >> Ao que accrescenl.ui
cada um da o que lem. a Byron poelisou a for-
nosa popular de Veneza que o enlaeava louca dc
snor as praias do Adritico. I.ainarliuc tan
geu aseordas da lyra aslenbranras da nai c das
irmaes ; e quan.lo urna custurcir.i attrahida pela fa-
ma do seu noma Ihe diiperlon o romance popular
Genoveva '.nao me consta que o seu nome scr-
visse de ludibrio a inpreusa da sua p'tria. Qiateau-
hriand no seu itenerario de P.irisa Jorasalem, quau-
do dc caucasso e febre recebia agua no pacaro gre-
go, que Ihe lava urna forn^sa babilanle da Altica,
e eslanpou no seu livre lindas de saudades aquella
innocente virgen, au sei que o s^u nomo ou da
mnlher que canlou servisse de apodo as geracocs do
porvir!
Ah be assim que os uossos Iliteratos animan
as aspirac/ies da nocidade '.' N.io b sabia '.
Peco a Vine, que d a publicid.ide a lisia junta,
dos nunes generosos desse dislriclo dc Jsboatlo.
que esmolaram aos desvalidos, fazendo com que a
cmnnissao benflicenle derramasse em seus nonies o
consol, o animo, a esperanza en lodo um poyo.
Nao foi so dinheiro que deram os propriatarios |ja-
boalaoueuseiises, como tamben carne, bolacha, ar-
roz, gnmna e al escravos para os enlerramenlos c
hospilaes. A rasa do hospital foi lamben alagada
pela connissao benelieente. O govemo da provin-
cia que o diga, que atleslc se o dislriclo de Jaboa-
Wo foi oneroso na poca da epidemia aos cofres do
estado. Bem o Ji/.ia alguem .. Santo Anaro de Ja-
boatao deve ser o prineiro districto de Pernambuco
no presente, como Pernambuco ser a primeira pro-
vincia do Brasil no futuro, e o Brasil a primeira na-
r,ao no porvir.
Os sendores :
1 Dr. Domingos dc Souza l.co. lutJJOOO
2 Manoel Pires Ferreira. |00-)IKH)
3 Francisco Antonio Pereira da Silva. 10(1-000
I Jo.lo Cocido da Silva. 50)1100
5 Dr. Francisco do llego Barros Brrelo. 509000
fi JoSo Francisco Xavier Paes Brrelo. 505000
7 Miguel Augusto de Olveira. 5O0O0
8 Antonio Pereira da Cmara l.imn. JOJOOO
9 Manoel de Souza Lelo. .MKMIO
10 Antonio de Souza Leao. IOJ000
'a Forlunata ja foi atacada do cholera-murbus ro",7.uar.Jo;
iiii!.. c leudo enlrado no dia 10 desle leve
por ja se ochar restabeleclda.
al 20 de fevereiro dc I8."il. Dr. Antonio
DaUro, interno do hospital.
Relacao das pessoas que falleceram do cholera c fo-
ram sepultadas no cemilerio publico das 6 horas
da lardo do .lia |0, as t da larde do dia -."Jde feve-
reiro de I8j(.
' l.irres.
N'uiiierro lil Alexandre Jos Aniones, Pernam-
buco. 35 anuos, solteiro, preto, artista, Boa-Vista,
em casa. '
l.lem 112 llcrculauo, Pernambuco, II aunes,
pardo, Roa-Visla.emjcasa.
dem 143 Jabotas Bossi, Sardenba. 21 anuos, sol-
ic.ro, branca, embarcadisso, Boa-Vista, cm casa.
I.len i i'' Jo.lo Pereira de Andra.le, Pcrnambu-
f, SO anuos, casado, pardo, alfaiale, ua-Vista,
en) casa.
l.lem !!} Joaquim de S.i. Portugal, GO anuos,
branco, eT,'.'Casa.
dem 1I( Alexandre Jo' dos_**aj)los, Psniani-
oo-o. y ii'io. i: M-v!. ",w-.;,'.'. V.
dem 117l.uiz Marlins, l'eriiamliiic. 35 anuos,
solteiro, pardu, S. Jos, liospil.il do i'.ai\u"-
dem 118 Fortnala Paulina Pasrho,Peri,'amhu-
co, 2:1 annos, solleira, parda, coslurcira, S.Jos.
hospital do llirimi. \
dem lO Januaria Maria da Conceicao. Periiam--
buco, 25 annos, parda, lavadura, Bia-Vista, cm
rasa.
dem ISO-Maris, Pernambuco, :i mezes, parda,
Boa-Vista, em casa.
dem 151 Joao (africano livre.i frica, 20 annos,
solleiro, preto, servente, Roa Visla, em casa,
dem 152 l.ourcnro Jo>c Pereira, Limoeiro, II
annos, casado, preto, S. Antonio, casa de dclen-
c/io.
dem 153 Cacimiro, Pernambuco, 7 annos, bron-
co, Recife, em casa.
i por va das duvidas anda conserva-se de
Eis urna prova dc que nulo esl em guiaros
primeiros m mplnmos .lo mal : a nllopalbia com
'i'iu'^'ttr a pc$lbi>.
NECROLOG!
11 los Gomes dos Sanios Pereira de Bastos. 32(000
12 Antonio Franci-co Xavier l'acs Brrelo.
1.1 Antonio dosSautos Souza Lelo,
11 Exm.' Sr.-* I). Francisca de liurjaii.
15 Francisco Cavalcanli Souza Lelo.
Ifi Francisco de Pinhn Borgcs.
17 M. P. de Maraes l'ioh-iro.
18 Francisco PedroSoaresBrandlo.
19 Jos Mendos Carneiro l.e.io.
20 Jos Ignacio Soares de Albuqnerque.
21 Pedro da Cunbae Albuqnerque.
22 Exm.'1 Sra. D. Calharina Percira de
Moraes.
2 i Padre Jo.lo Francisco do Espirito Santo.
2 Coronel Antonio Pedro de S Brrelo.
25 Viceulede Arauju Piulieiro.
dem 151 Jos Francisco do E. Santo, Paieu, :
anuos, casado, Recife, hospital de marinha.C.
Vives.
dem 155 Manoel Francisco de Mello, Pcitiam-
buco, 33anuos, casado, pardo, S. Jos, em casa.
dem l( Anua. Pernambaco, Recife. em casa.
dem 157 Mana Francisca, Pernanibuco, prela,
S. Jos, em casa,
dem 158 Maria do Rom Parlo, Pernambuco.
I i anuos, parda, S. Jos, em ra*ji.
dem 159 Jos, Banauueiras, 25 anuo*, solleiro,
pardo, Ponte de lich.ia, m casa.
dem 160 Mainel do Naseiuwnlo Sanios, Per-
iijinbuco, 20 anuos, solleiro, parJn, S. Jos, em
casa,
dem Kil l.ourcnro Jos dos Sanios, Pernam-
buco, 50 anuos, viuvo, preto. S. Jos.-, rm casa,
dem l(2 Augusto Antonio do Monte, Pernam-
buco, 5 annos, branco, S. Jos, em casa,
dem 163 Thomaz 2 mezes e meio, branco, S.
Jos, emeasa.Dr. Dias Fernn les.
dem I (1 Jos Maria de VascoiirellosBurbon, Per-
nambuco, :12 anuos, casado, branco. Poro da Pa-
nclla, em casaDriPitansa.
dem 165 Manuel Fraucisco da Mello, S. Jos,
em casa.
dem 166 Antonio, 1 mezes o meio, pardo, S.
Jos, em casa,
dem 167 Therc/.a Hara de Jess, 10 anuos, ca-
sada, parda, Reeife, em casa.
Idcm IOS Jos Roque (africano livre) frica, en-
fermara de africanos.C. Alves.
lden 169 Paula Maria da Conceicgo, Pi-rnanbu-
co, II) annos, solleira, prela, lavad'cra, lloa-Vista,
'.'in casa,
dem 170 Gertrudea Antonia, Pernambuco, 50
anuos, Boa-Vista, em casa,
l.lem 171 Maria Joaquina da Conceicao. Pernam-
buco, 85 anuos, casada, prela*, Boa-Vista, cm
casa.
Idcm 172.Incgnito, .50 anuos, casado, S. Jos,
hospital do Carino.
Idcm 17:!.Jos Joaqun da Molla, 50 anuos, ca-
sado, branco, Recife, en casa.
Idcn 171,Maria, 22 aunos,solleira,parda, Recife,
em casa,
dem 175.PolicarpoJos das Neves, Pernambuco,
70 anuos, viuvo, pardo, Recife, cm casa.
Idcm 170.Amia Francisca das Chacas, Pernam-
baco, .12 anuo', viuva, parda, S. Jos, cm rasa,
dem 177.Anua, Pernambui,.i, 6annos, parda, S.
Jos, em casa.
10-iHHi Mein 178.Rila Maria da Conceicao, Pernambuco,
!O-i)00 (0 anuos, parda, S. Jos cm, casa.
303OOO dem 179.Maria do Sacramento, Pernambuco, :(
;!0>000 annos, casada, parda, S. Jos, em casa.
2050IHI Idcm 180.Atina Thereza, Pernambuco, 100 anuos,
2*)000 prela. S. Jos, em casa.
209000 dem 181.Vidornia das Virgens, Sergjpc, 56 an-
2(>.-*000 nos, solleira, parda, S. Antonio, em casa.
209000 Eieraoot.
10:000 N. 88Clara, Pernambuco, 10 annos, solleira, Boa-
Vista, em'casn.
15:000 lden 89Francisco, Pernambuco, 15 annos, sollei-
l2fOOQ ro, Boa Visla, em casa.
10000 dem 90 Dellina, Pernambuco, 28 annos, solleira,
la- w Recife, em casa.
quanlo nao lenlia o poder .le atalhar o mal, c
lana promplidao cono a homeopalhia, todava n.lo
he inteiramculu culpada desla niorlandade que por
ahi vai, que em proporejm he maior que a de Sanio
Anillo, pois aqu lem fallecido quasi todos que tem
sido atacados, porque niln ha remedio a 'esla DOSSa
genle se convencer que mais davem acreditar na pa-
lavra do medico, do que na da comadre, da vizinha,
da parleira, da av.i loria ele. etc., : e dcixam passar
dous e tres .lias incommo.la.los a fazerem quanla nc-
zinlu estpida Iheensinan, c a coneren ludo quan-
lo da do oslravsganle e depois querem que os mdi-
cos fae.uu nilagres.
A prcta Domingas, da ra da Concordia que fi-
gura en una das lisias dos morios medicados por
mim, padeccu qualro ou cinco .lias de diarrda e no
dia me.ino em que cabio atacada dos symplmnasgra-
ves, alaumas huras antes a senhors adiando-a des-
carada c abatida, perguntoii-lhc se linha alguma cuu-
sa : disse que nao. c comeu nessa larde lano que no
i." OO5. Vomito anda deiiava alimeulo ; deram-
llie limilo, porm indo cada vez a peior, chamaram-
me eachei-a j.i no periodo lgido e com as dejeceoes
brincas : a nada obedeceu.
O Sr. Gadault que eslava sendo tratado pela me-
decinaollicial depois de Chegarao periodo lgido, re-
corren a homeopalhia e depois de. tonar ven.lr. c
arsen. mo sentindo melhoras. man.lou-ne chamar ;
e i visla do neiihum resultado d'esses remedios que
Ihe tinhain sido applicados por um devoto da l.omeo-
palfi.J he um crime dar um i dse homeopatliica,
porm n,:jo be crime entregar a toda a gente un fo-
Ihelo do omiTo" ."."fi. he o mesmo qu? entregar una
espingarda a um mcm.rr/ \ifara brincar) dei-lhc a tin-
tara de sulfur. e algumss do>*eslambem de campho-
ra : o calor appareceu [ida uo^c^a.liiiiile e no ou-
lro dia febre etc. etc., no dia seguiite\dcclararamse
legtimos vmitos prelos, que cederaVn '< primeira
.bise de bryonia alba 5.-1 dyn. sempre glbulos, men
amigo o Sr. Dr. Maduro e assim lem ido cXjn algu-
na meUtora, apezar que a sua afincada ida./ej'ou-
eo Jajuda o curativa : mas temos inuilas eaperM;
cas Ue o rcslabelecer : honlem apenas foi que prin-
cipiou a secree.lourinaria.suspeusa inlcir.imcnte du-
rante mais dc tres .lias.
O Sr. Jos Antonio .lo Bitaneourl na sezla-feira
cabio alacado na pona da Boa-Vista, c alm das ca-
imbras forlissiinas e dor no estomago, leve logo una
allcracao muito nolavel da falla, como nos casos gra-
vsimos : lomou o espirito de campliora e melhorou
immediatamente : acha-sc quasi restabelecido.
Varias nutras pessosi lem lomado o espirito dc
campliora c lem lucidor...lo rpidamente.
'remos Iratado dc varias oulras pessoas atacadas
em diversos graos, entre e*taso Sr. Fraocisco Jos
Correia de Queiroga, morador na ra das l.arangei-
ras e una prima do mesmo, assim como tres pessoas
dc Ulna familia emigrada de S. Ailo que esta resi-
dindo na ra Augusta, as quaes todas eslo boas. As
choleiinas ligeiras o diarihas cbulericas, lem cedido
proinplaineiilc a ipec. e nux. vom.
Em Muribeca o uosso eslimavcl amigo o Sr. m.ijor
Jos Carlos l'eixeira, lem j Iratado de 19 duenles o
anda nao perdeu um s.i.
Ncsle mesmo instante recebemos noticias do Li-
moeiro c soobeiiios que a homc'.palbia vai sendo o
Iraincnlo geral, pois que se arh.i .lenle o nosso col-
lega e amigo o Dr. Wanderley.
Rogamos a lodos os uossos amigos e alTeicoados
que nos v,io mandando noticias dos resallado! que
forcm oblendo ; Uto he, queremos infoi niaccscxac-
lascnadade cxagerares: assim romo reconmen-
damos lodos os cuidados na iipplicacao dos remedios:
lado essa rm atalhar os primeiros svuiptoiuas ; o
re.lo he nada.
Al oulra vez.
Consultorio homeopalhio, ra Nova n. SO, pri-
meiro andar.
Dr. Ijio Hoscoso.
^^*SOxav^a- .
Os ilocnles qoe foram por mis tratados do cholera
que fallamos cm oulro artigo, acham-se bous:
apenas um ou oulro conlioa a soll'rer algum incom-
mo lo iiisignificanlo a eicepcSo lo velho (i.i.l.iull,qu
conliiua a estar seriamente docnle : lem (ido febre
estes das, e principalmente do 18 para 19 leve umi-
ta : lomou acnito e honlem passou melbur o dia :
suppenboque esla febre provenida cura ailnpatliira;
porque existe urna furun.lavel queunadura em lodo
o ventre, cosas c pernas con carcter erysipelatoso :
mandei honlem applicar um pouco de cerni sobre
a do ventre para nao estar esposla ao ar, c mesmo
moderar o ardor : [escapou da molestia esla se cu-
rando lia tura.)
Nt o ule de |S fomos chamados as 10 horas para
ir a ra do Sr. Rom Jess das Crioulas ver o Sr. Ma-
nuel Franci-.cn que j se achava .lenle a varios .lias,
e depois de varios remedios fui tratado por um novo
medico da classe dos que sao tolerados o que lem li-
her.la.le para ludo : os soll'nincnlos eram baslaule
graves, principalmente os vmitos e dejeceoes que
nao linham pausa, feieao moito desfigurada, olhos
mallo encovados, ele. Os vmitos pararan) pouco
depois das primeiras dses de ipec, c honlem o do-
ente amanbeceii muilo melliur.
A meiii noile foi violenlameiilc atacado o Sr. Jos
Baplisla Braga, caldudo sen sentidos (he isso que se
chama luliuiuado .', e couservando-se assim pur al -
Um nome que era a exprsalo da virtude e can-
dado se v hoje escriplo na lage sspnkbrat,
I na boa alma voou ao cea, para habitar cnlrc os
aojos c he pranleada c na torra, j
.l nao cvislc o padre PranetSJCO de Assls Souza
Ramos, morreo victima do cholera lio dia 18 do
correnli. _. '
Honlem cheio dc vida, dc humaidadee dedica-
cao com seussemelliaiiles, hojeeorpr. inanimado que
se esconde na tria lousa do sepolchro, o nada mais
resta desea alia earidora e bcnifazeja, sanio a sua
Icnibranea inmiorrc l.nir.i.
O seu elogio se explica nisso : quo con as lagri-
mas da lamilia, se roistursm o pranlo daquelles que
liveram a dita de o conhcccr, c de lodos os Pao
d'Allieuses e pobres, dc quera elle era pai e amigo.
A Ierra Ihe sej leve.
Por um vfficial da guarda iwiniml do
l'ojl'Alho gue senle a sua parda.
barios entradas no din 20.
Parahiba21 horas, hiato brasileiro ..Conceicao d
Maria, de 27 toneladas, meslre Sevcriano da Cos-
ts e Silva, eqnipagem 1, carga toros dc mangue ; a
Paulo los Baplisla.
Terra Nova27 dias, briguc inglez Runnymedei.,
de 200 (meladas, capillo Samuel Provvse, eqni-
pagem 11,carga2,lo barricas com bacalbo ; a
or.le,in.
Assu"9 dias, hialc brasileiro uAdelaide, de I'.;
toneladas, meslre Antouio Fernandes l.oureneo
Jorge, equipagem 9, carga sal ; a Antonio .te
Almei.la Comes. Passageiros, Alexaudrina Joa-
quina dc Souza, Joaquina Maria da Conceicao.
Navios sa/iidos no mrsmn na.
ParahibaHiato brasileiro ..Coiireicao Flor das Vir*
ludes, meslre Izidoro Brrelo de Mello, carga
lamilia de trigo e mais Gneros.
LondresBrigue inglez ..Adn, capillo tiirman,
carga l.l i o mais gneros. Suspendeu do lameira.i.
LisboaBrigue porluguez Soberann, capillo Ma-
noel Anlouio Guerreiro, carga assuear.
(iollienibourgBrigue sueco i.Prins Osear F'redc-
rirk.i, espilla (i. O. Lindstrsn, carga a nesna que
Irouxe. Suspendeu do laneirilo.
(voac^.
O Dr. Anselmo Francisco Pcrctti, commendador da
inperial orden da Rosa, e juiz de direito especial
do connercio desla cidsdedo Recife provincia de
Pernambuco por S. M. I. e C. o Sr. I). Pedro II
a quem Dos guarde ele.
Faeo saber aos que o presente edilal vircm, em
como por parte de Francisco Custodio de Sampaio,
me foi feilo o requerimcnlo de audiencia do Ibcor
seguinle :
Aos 18 de fevereiro de 185(1, tiesta cidade do Reci-
fe de Pernambuco em audiencia publica que aos
feilos e parles dava o dunlor juiz do direito especial
do comnerciu, Anselmo Francisco Pcrclli, uella
pelo solicitador Manoel Pereira Hagalhaes procu-
rador do exequente, foi dito que srcusava a pindora
faila cm bees e dinheiro perteuconte ao execulado
Rapbacl Flix Jos Cama boje fallecido, represen-
lado pelo seo curador o cnsul porluguez, e reque-
ren licissem assignados os seis nas da Ici, e que se
passera editaos com o prazo de lo dias para seren
Citados os credores do inesnn luado.
O ipie nvil'i pelo juiz nandou apregoar pelo pnr-
leiro interino do>julio Albino de Jess Bandeira.quc
o fazendo na forma requerida, deu f dc nao compa-
recer nem por elle oulren, lernos en que hoiive n
juiz o requcrimenlo por .lebrillo na forna requerida
e exlrahi o presente do protocollo de audiencias a
que junlci a policio, nandado e terno dc piadora
que tudo se segu.
Eu Maxiniano Francisco Duarlc, cscrivao do jui-
zo especial do connercio o escrevi.
Nada mais se conlinha cm dito requciimento dc
audiencia aqu transcripto cm virtude do, qualo
escrivao que este subsereveu mandou passar o pre-
sento edil il com o prazo de 10 dias pelo qual c seu
Iheor se chaina e rita aos credores do referido finado
Rapbacl Flix Jos (larcia para Mearen scienlcs do
conten.lo no mesmo req.ieriinenlo, c aprescnlarem o
que livcrein a allegar subre dita pudiera dentro do
dito praso.
E para que checue a noticia de todos mandei pas-
sar edilcsqueserao publicados pela imprensa e ani-
sados nos' lugares designados no cdigo commer-
cial.
Dado c passa.lo ncsla cidade do Recife de Pernam-
baco aos 19 de fevereiro de 1850. Eu Maximiano
Francisco Duarle, escrivao do juizoespecial do con-
nercio o subscrevi.
Anselmo Francisco Perelti.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria, cm cum-
primculo da resolucao da junta da fazenda maiid..-
fazer publico, que vai iiovamentc a praca no dia (
de marco prximo viudouro, para ser arrematado a
quem por menos lizer, a conservaco permanente
da estrada da Victoria, por lempo de 10 mezes, a
coalar do lu de abril do corrcnle anuo, e pelos prc-
cos abaixo declarados.
! lerfo. ,
C/ausulas e$peciiet para a arremalaro.
1.a As obras do empc.lrainenlo do 22." lauco da
estrada da Victoria, na exleiie.ln dc mil cenlo e se-
tenta c tres bracas execular-se-bao deconformidade
com oreameiiloiipprovado pela directora em conse-
Iho e apresentadoa approvacao do Exm. yiresidenle
da provincia, na importancia de :1:677325o rs.
2' As obras principiaran no prazo dc um mcz,'e
luid.ir,io un dc ( mezes, ambos .'.miados de confr-
mela le com o arl, il da lei provincial n. gsi;.
.'1.a O pagamento da importancia da arremaco-rc-
alizar-se-ha na forma do arl. :i:i da mesma le pro-
vincial n. 28( e cm apolices da divida publica.
!.' O arrematante excedendo o. prazo marcado
para couclusao das obras pagar., urna mulla de cem
mil res por cada un cnbora Ibe soja concedida pro-
ogaco.
5.' O ai reinal me durante a cxccuco das obras
proporcionara Iraiizilo ao publico eaos carros.
I.a O ai rematante ser nbrigado a empregar na
execucao das obras pelo menos melado do pessoaal
de gente livre.
Para ludo o mais que nao se adiar determina-
te da carga prompta, o bem cotilleado
orifiic nacional FIRMA : para o reato
da mesma, p;tssar;eros c escravos a frete,
para que tem ea-cellcntcs commodos, tra-
la-sccom os con signa tai ios NovaesAC, na
ruado Tiapidn* n. i, primeiro andar,
ou com o capil.'io na prara.
Para o Ro de
Janeiro
salir: com muila lircvidadc portera rnaioi
parle! da carga prompta, o brigue escu-
na MAKIA : para o resto da mesma,
passageirose osera vosa frele, para que tem
excellentas commodos, tratare com os
consignatarios Novacs di C, na ra do
Trapichen. .14, ptinicuo andar, ou com
o capitfio na praca.
&mmcx.
:i- u
- o
E para consta
PRAGA DO KECIFH20DE I'EVEREIKO AS J
BOBAS DATAKDE.
Cola(ocs ofilciacs.
escoulo dc leltras1 5 ao inez.
p'rederico /tobUliard, prcsidcnle.
/\ /Jorges, secretario.
CAlllilllS.
Sobre I.Ctidrc*. T;:t[ a 28 d. por 18.
Paris, J18 rs. por f,
Lisboa, 92por 100.
Itio dc Jaueiro, ar. par.
Acues do Banco, :I5 OjO de premio.
Accoes da companbia do lleberibe. 519000
Acees da companbia Peruimbucaua ao par.
Ulilidade Publica, :!0 por cenlo de premio.
o Indcmnisadora.sem vendas.
Disconlo dc lellras, de 12 a 1.5 por 0|.()
HETAES.
Ouro.lincas bespanholas. 285 28S500
Moedas de (ioilKI velbas .... ItisiiMl
(500 novas .... 16t*iHMI
tKHI....... !i(i(KI
Prala.Palares brasileos...... 250IK)
Pesos rolumuarios...... 2^0(10
mexicanos....... 1-8(10
2:0573000
. 0579000
. 0579000
. 2:2OO0O
se mandou allixar o prsenle c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernain-
buco 12 de fevereiro de 1856,O secretorio, A. '.
da Aiuiuiiciaciio.
O Illm. Sr. inspector da llijnaii.ina provincial,
cm ciimprimenlo da rcsoluc.lo da junta da fazen-
da, nan.la lazer publico, que no dia ( dc marco pr-
ximo viudouro, vai novamenlc a praca, para ser ar-
rematado a quem por menos lizer, a obra "dos repa-
ros precisos a casa da cmara c cadeia da cidade
de Olinda, pelo preco de 2:6409000.
E para constar se maudou allixar o presenta e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tbesoiirara provincial de Pernam-
buco 12 de fevereiro de 1836.O secretario, A. F*
da Aiiiuiuciacao.
0 Illm. Sr. inspector da Ihesouraria de fazeuda
manda fazer publico que ten dc ser arrematado a-
quera maior prejo ofl'erccer no dia 18 de maree
viudouro, o patrimonio da capella vaga de Sania
llosa de l.ima, silo no lermo de Pao d'Alho, conteudo
cincoenta bracas de tostada c usis legoa de fundo
avahada en qucnbcnlos nil rs. as pessoas a quen
convier devero comparerer nesla repiirlico a urna
hora da tarde do referido dia munidas de suas pro-
poslas.
Secretaria da Ihesouraria de fazenda dc Pernam-
buco cm 11 de levereiro de 1856.O ollicial maior,
limilio .Xacier /*". de Mello.
ALFANDEUA.
Ilenlinicnlo do.lia I a 19. .
dem do dia 20......
152:5.51 ;:7(
*:i i7j*5ll
I.5(i::i2S-8S7
' Desearregam hoje 21 de faereiro.
arca iui'to'-as"' 'emei Rnstmercadoria
Brigueiugez'/. \'o resto.
Brigue brasileiro/,'o//V--'."*.r,<-rjiipas c barricas va-
Blas.
Escuna diiiainar.piezaCVirfla
;.'Si;i.AHO (JEIIAI..
Rendimento do .ha I a 19 .
l.lem do dia 20.......
Il:l179l(i.l
I-'IVKSAS PROVINCIAS.
Kendinenlodo da I a 19 .... 3:6599601
dem do dia 20....... 2999356
3:9519957
DESPACHOS HE EXPORTAC.VO PELA MESA
DO CNSUL 4.IM) DESTA CIDADE M) DIA
19 DE KKVERE1R0 DE 1856.
.Sloel.olino Brigue sueco ...Vltliihl, N. O. liiebcr i\
Ompanliia, 702 coiirns salgados.
Marsei'.iaBrigue francez eProsperi), Viuva Amo-
rim V l'ilho, (70 saceos as,ucar blanco u inasca-
vad...
(iiliraliar Brigue bsmbureoes Alenles, N. (I.
Bieber rSiCompanhia, 1,100 saceos assuear branco.
LisboaIlruoe poitiu:iicz..I.ieouiparavelii, Amorim
Inn.los \ Companbia, (110 saceos assuear breiico c
naseavado.
.MarselhaBarca franceza ..Auslralicn. N, O. Bie-
ber i\; C.inpauliia, 100 saceos assuear masca-
vado.
Evrportanao .
Iln tirando do Norte, lancha brasileira Flor do
llio Jiran.le, de ''2 toneladas, eondozo o secuin-
In :181 vnluines gneros estrangeiros, :I0 canas
charutos 11(1 ditas sabio, 2 fardos e I rolo fumo, .5
IIj Foi justamente o que disse o Sr. Maia, islo he,
que sendo chamado o Sr. Leal para acudir a um en-
fermo em perigo ilumnente, responder o rfue sa-
bio na Pagina ; o quanlo no motivo que acora alle-
c.i o mesmn Sr. Leal, nada temos a responder, pois
que nada sabamos a esle respeilo.
- Estando dito na primeira uola que o Sr. Maia
nao nos referi a razao apresentada peloSr. Leal.
n.io se da a supposUl leviandade, pois que em lodo
caso entendemos que um facullalivo chamado para
ver un docnle em perigo, nao .leve indagar se i.
enfermo lem ou n.lo medico de partido, especialmen-
te cm .una occ.isiao do epidemia, nao sendo extraor-
dinario que dc una viagem pessa elle ver Ires e
qualro doentes.
(3) Emlim reerindo-se o fado como se referi,
conforme nos haviain narrado, nao houve falla de
circumspeccilo; e quanlo ao argu*nenlo deduzido
das posses do Sr. Leal, alem dc sei esle um motivo
mesquiibo, podia sUribuir-se ao despeilo de nao
ser o Sr. Leal preferido ao Sr. Sarniento.
Qs Itn.
O Illm. Sr. inspector da lltesotisaria provin-
cial, en cunpriinculo do orden do Lxm. Sr. presi-
dente da provincia de 12 do correte, nanda fazer
publico qoe no dia 1:1 de marco prximo vindouro,
perante a jaula da fazenda da mesma Ihesouraria, se
ha de arrematar a quem por ltenos lizer a obra do
empe Iraiiifnin.li. 21" lae-., da estrada da Victoria,
avahada cm 7:(72>50O rs.
A arremalaeao sera fcila na forma da lei provin-
cial ii. :t:l de 15 de maio do anuo de 1855, c sob as
clausulas especiacs abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremataco
comparceain na sala das essSes da mesma juula nu
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
E para constar se mandou allixar o prosele e pu-
blicar pelo Diario.
Secretoria da Ihesouraria provincia1, de Pernam-
buco l:l dc fevereiro de 1856.O secretario, A. F.
u'Annanciarao.
Clausulas especiacs para a arrematarlo.
I.1 As obras do cmpedraincutu do 21." lance- da
estrada da Victoria,na exteneao de noveeentaa e triu-
i.Ve-l.iraeas, e execular-se-bao de ronforinidiido con.
orean.*cnloapprovado pela dirctoria en coiiselbu a
sprasssnado a a'pprovacio do Exm. Sr. presidente da
provincia, .-.importancia de 7:G72f300 rs.
2." As obras principiaran iio prazo de um mez, e
lindaran no 10 mezes, emboa cuitados de ciuiformi-
11 !: com o arl, 31 da .'ci provincial u. 286.
3." O pagamento da iin'pnrlaiicin da arremataciio
rcalizar-se-ba na forma .loa.'!. :I9 da mesma lei pro-
vincial n. 2Sl, e rm apolices da divida publica.
1.a O arremalanle excedendo pr:r'oJmarciido
para eonelusSo das obras, pasar urna umita de cem
mil res, por cada um, embota Ihe soja! concedida
prorogaciio.
5." O arremalanle durante a execucao das obras,
proporcionara Iranzilo ao publico e aos carros.
.' O arremalanle sera obricado a cnip'.egur na
execucao das obras, pelo Bsenos melado do pessoal
desele livre.
7.* Para ludo o mais que nao se adiar de termina-
do as presente* clausulas nem no ore menlo, se-
cuir-se-ha o que dispc a respeito a b.-i provincia
n. lS.Conforme,0 secretario,
./. /'. d'Aiiiiunciari'w.
O llllm. Sr. inspector ds Ihesouraria provin-
cial, em ciimprimcnto da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia dc 12 do concille, manda fazer
publico que no dia 1:1 de mareo prximo futuro, pe-
ranle janla da fazenda da mesn Ihesouraria se h.i
de arrematar a quem por monos lizer a obra do ero-
pedramento do 22." lauco da estrada da Viclorisl
avallada em 9:6779250 rs.
A arremalaeao sera feita na forma da lei provin-
cial n. 313 de 1.5 dc maio de 5i, : sob as clausulas
especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propo/ercm a esta arremalaeao
comparocatn na sala dssasossoss da mesma Jauta ne
dia acuna declarado pelo meio dia compclenlciuciile
babeliladas.
E para eonslar se mandou afiliar o presento e pu-
blicar pelo Diario.
Secretoria, da Ihesouraria provincial de Pcrnam-
nambuco 13 de fevereiro de 1830.O secretorio,
A. F. d'Annunciacao.
gnir-sc-ha o que dispoe a respeilo a lei provincial
u. 280.ConformeO secretario,
A. F. d'Annunciartio.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco dc Periiairljuco sacca a visla
sobre orlo Brasil no Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco de de/.embro de
185.">.O secretario da direcciio, Joo
Ignacio de Hedeiros Bcfjo.
O l>ancoile Pernamlmco toma dinltci-
ro a juros, de conformidade com os sens
estatuios. Banco de Pernambuco 2V de
novembro le J855.Joo Ignacio de
Medeitos Bego, secretario da dtreccio.
BANGO DE PERNAMBUCO.
O consellio de direceo do Banco de
Petnatnlmco avisa aos senhores accionis-
tas, que acha-sc anlorisado oSr. gerente
|)ara pagar o 7. dividendo de Hl.s.VHI rs.
por accao. Banco de Pernambuco 1- dc
levereiro del 856.O secreta rio da di-
receo, J. I; de Medeiros Bego.
Pela conla.loiia municipal do Kerife se faz pu-
blico, que o recebimeiilo A bocea do cofre, do im-
posto sobre estabeleriinenlos, esl abertn desde o 1."
do correte inez, e se tonninara no ullimn de marco
futuro, liei'i lo sujeilos i mulla os que o nao fizenin
dentro do Hilo prazo. I.ontadoria municipal do Ke-
cife 13 dc fevereiro de 1856.O contador,
Joaquim Tavares Kodovalho.
CONSELHO AI1M1MSTRAIIVO.
O conselho administrativo, cm cumpnmcnlo do
arl.22 do regulamcnlo de 11 de dezembro de 18.52,
faz publico que foram aceilas as propostos dc JoAo
Carlos Augusto da Silva, Ricardo de Kreilas C.,
Joaquim Mondes Freir, Domingos Jos Fcrreira
t'.iiiniarilcs, UaaalhSes & Silva. Manuel Ignacio de
Oliveira Braga, Jos Nuuesde Oliveira, Jos Fran-
cisco l.avru, llenry Ginsen, (Juilbermeda Silva tui-
mares, c Siqueira 6 Pereira. para fornecerem :
O I.", I nenio .1 alcance, por 28->IKK) rs.
O 2.^. 20 exemplires da historia de Siman dc Nan-
lua, a l-jOUOrs. ; 12 resinas de papel ahnaeo, a -5000
rs.; 12 diizias delapis, a :i:> rs.; 12 lira's de areia.
a l(0 rs. ; 10 curias de a, b,e, a <:l)ts. ; 10 laboa-
das. a (0 rs.; ti cienplares de granunalica porlu-
cueza por Castro Nunes, a 500 rs. ; ( arillinelicas, a
210 rs. ; 12 pautas, a 30 rs. ; 2J Iraslados sonidos,
a (JO rs. ; (i creies.la SI rs. ; il livros de 100 (olhas
para niatririila de jaddidos c elfectivos das conpa-
nbias do' IO.1' Iialalb.lo de infantaria, leudo cada um
l ;. polecadasde largura e 20 '. ditos de coiupri-
meitlo, a 259000 rs.; (ditos de .50 ditos para as
mesmas companhias. a 20.-*000rs.
O :(.", lo pares de linleiroa e arieiros, a Ijioo rs.;
8 ceios do peonas de gau^o, a 800 rs. ; i caivetes
de 2 folhas, a, 800 rs. ; 12 garrafas de tinta prela, a
(0 rs.
O S., 12 quintaes de ferro en barras de 1 :l|8 de
polegadas dc largura, a II.-500 rs.
O 5.", 1 arroba dc rame de ferro giosso, a 200 rs.
a libra.
O 6.", 1 peca de cala .I: linhoalr.ilroidu de 1 ','
polega.la de grossura, a ItyOOtlrs. a arroba.
0 7.", para gravar em anrsinele as armas unpe-
riaes 11 legenda do 9. batalhlo do infanl.iri, por
I8-*'X10 rs., cem 11111 oulro pelo inesnn prceo para a
fortaleza do HrCIm.
OS.", 1.511 ovados de panno verde para far.la-
menlo do !). e 10." balallnl.. do iufanl.iria, a 23300
rs. ; .51 ditos para o 8." balalhao, pelo nasno
preeo.
0 9.", 525 ditos de dito para o 8.. balalhao, a
2545O rs.
O 10.", 158 ditos dc dito para o S. balalhio, a
2}(00 rs.
Ol.", 100 ditos dc ditopara o S. balalhao, a
29400 rs.
E avisa aos supraditos vendedores que deven re-
cdhciao arsenal dc guerra o,s referidos objcclos no
din 22 do corrento mez.
Secretoria .lo consellni administrativo para forne-
eimento do arsenal ito guerra 20 de fevereiro de
1856.Bernardo- Pereira do Carino Jnior, vogal
e secretario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar o se-
guiute :
Para o arsenal de guerra.
Olliciuas dc I .* e 2.:> classe.
Oleo de linbae.i, arrobas .5 ; secanlc, dita 1 ; zar-
clo, dita 1 ; arcos de ferro de 1 .'., p llegadas dc lar-
gura, ditos 10; taboas deessoalhde amarello, du-
zias li; pitia marlin, rolos 2 ; ferros de capa de 2
polegadas, 12 ; ditos de dito de I l|2 dito, 12 ; di-
tos de dito de I 11 .lita, 12.
Oflicinas de 3.a classe.
rame de ferro para cavilbas, arrobas ; dito
crosso de dito, dita l ; dito nais grosso de dito, di-
.la 1.
i.-1 classe.
Kolhas de cobro dc a 7 libras cada una, 10 ; co-
bre velho, arrobas 10 ;
Foriierimeuto de luzes as eslaces militare*.
Azeite de rarrapato, caadas 820 ; dito de coco,
ditos 13 1|2; fio de ajgodlo, libras (1 ; velas de car-
nauba, ditas 225 ; pavios, duzias :!.
Quem os quizer ven ler aprsente as suas pro-
postos, en carta fechada na secretoria do con-
sellio as 10 lloras do dia 27 do correntc inez.
Secretaria do conselho administrativo para fosan
cimento do arsenal de guerra 20 de Tevereiro de
18.50.lenlo Jote l.amcnha Um, coronel presiden-
\e.l!rni(irdo Percira d> Carino Jnior, vogal e
secretorio.
com Caetano Cyriaco da C. M., ao lado do Caca*
Sanio n. 5.
Para a Babia,
segu cm poucos dias, por ler o seu carregasente
promplo, a barca brasileira llalhildes ; para carga
miada c passaceiros, para o que leas escallaales
comnodos, Irau-se com Manoel Alves ti usis, sa
roa do Trapiche o. II, 00 coa capiljo Jorsayaeo
Jos I elle-, na prara do commercio.
Aracaty.
Sabe ciu muila brev idade o bem conhectdu hiato
Duridoto. por ler parle de seu carregameoU se esa
po ; para n resto e passageiros, irata-se aa rae da
Madre dc lieos n. 2.
Para a ndade do Porto segu viagem cees
ta brevidade a barca portugoeza oai, capili* J
Alves Carneiro quem na nesna qui
ou ir de passagen, para o que tem eirellentes
nodos, dirija-sa ao mesmo capillo, en
torio Manoel Joaquim Ramos e Silva.
ZIO&.
Me. Calmonl A; Companbia farlo lesllo esa aea-
-ene.i do acento de l.lovds, por aotorisarasda allan-
dega desla cidade rom liscalisa^ao de usa sea eesssre-
gado, por cania e risco de quem pertencor, o por in-
tervenean do agente Oliveira, de 50 caitas folhai do
I-landres. I Vi resarciros de ferro e 33 duzias de ees
ditc, ludo cm parle avariado, para oceorrer ae eee-
leio e mais castos com o brigue ingles John IVa
ex-capilao Willians. e do seo carrecameolo
porto, onde arnbou por forra maior, eM lerala
coiiilcinn.i, 1 o. na 11.1 1:1 lima viagem procedente d
Liverpool com destino ao do Rio Grande do Sal :
segunda-feira, 25 do rorrele, as 10 horas da me-
nina, 110 armazcm 11.10 da dila alfindega".
m>i5 >toerSo*o
Precisase de amassadores, dando-se bota or-
denado : na ra da Senzala Nova, nadara n 30.
Precisa-se de urra ama para lodo o servir* do
urna casa de pouea familia : na ra da innrali Ve-
Iba 11. 101, primeiro andar.
de charolis* : na raa
- Precisa se de olliciaes
do Trapiche Novo o. 20.
Precisa-se alocar urna ama pera 1
torno e externo de urna rasa de pouca familia,' pre-
fere-se sendo cscrava : no paleo de S. Pedro, sobra-
do de um andar n. 3.
O Dr. Silvio Tarquioi Villasboas, medie* cn-
carregado do i.- dislriclo da Boa-Vista, mora na Se-
ledada n. 1.5. onde psido ser procorad* a qaastjaer
har do dia c da noite.
ORDEM TERCE1RA OE S. FRANCISCO.
K mesa regedora da v eneravel ordem lerceiradoS.
Francisco desla cidade convida a lodos os seus rmeos
a compareceren na igreja da nosss ordem pararaea-
lados con seus hbitos, no dia 22 do correase, as 3
horas da tarde, afim da acorapanharesa a psiutsrt
dc penitencia que nessa dia lem de percorrer varas
ras desta cidade; c juntamente fas publico, Sjae
alcaneou de S. Exc. Rvma. a graca especial de es-
por no Himno da igreja da nesna orden o Sanlissi-
no S ler.imenio desde as 6 horas da tarde ale as 9
en lodos os domingos, em quanlo durar a epedesnia
que nos agella. Secretoria da venerare! ordem 19
de fevereiro de 1856.O secretario,
G. J. Jeeintho Canha.
Precisa-se de una ama para o servico interno
de casa : quen se quizer sujeil.ir, dinja-se' a fabrica
de tanancos da ra lartu do Rosario n. li.
1
Precisa-se de un caixeire qu tenha pratiea de
negocio : na (abrir de tamaarn da raa tarja *
Rosario 11. li.
Vrenle Jo-e da C.osls.'flscal sappleule da fre-
guezia de Santo Anlouio, fas scienle aos habitantes
da mesma, que se acha en exercicio durante osiai-
pcdiinenlo do respectivo.
Pedc-se a Ilustre cmara municipal, qoe por
amorahumanidade faca quanlo anles retirar desca-
sas das Cinco Ponas, o poro traites1 de (aleiras, sws*
nao se p.ide mais Mipporlar o pestilente e lerrivel fs-
dilo que dos inesmos dcilan diariamente, pois Bes
quintaes depnsitam as maderras das b*is para apa-
drecer o sabugo, assim como seos, aguas podras,
tripas, etc., que tudo islo faz apparecer nao so e ler-
rivel todito assim como una immeocidede do anjasaj
e varigeiras, as quaes muilo inconnodan, o ae se
pode ler paredes raala., pois no estad* pmeato da
epidenia, nuito conven que a mesma cantara, aaa
quem competir, lome enrgicas previdencias,
Joaquim Ferreira da Silva Jnior, pele rapi-
dez de sua vi.igem para a Eoropa na* podad
dir-se de todos os seus amigos, o qoe fas 1
deste.
Precisa-se Mugar urna ama de lail* : aa raa
do i.iiicimado n. 7, segiiudo andar. Na nal case
precise so lamben de urna ama secta pera tratar de
meninos.
O hachare! Jos do< Sintos Nunes de Oliveira,
ii.ie tendo nodido iie*pedir-se |H*ssoalmente do talos
os seus aicos en virtude de sua rpida visearas pa-
ra Europa, fa-lo por neio do presente, oflereeeado-
Ihes all o seu limitado presumo.
O vinario da matriz da Boa-Vista, de acardo
con seus irnaos sacerdotes, declara eme, pasa asees
satisfactoriamente c coioraodid.ide de essss 1
*S\M1>% >?*Trtfimoi?.
Para Lisboa seguir cosa a maior brevidade o
briuue porluguez ..Incouiparavcl por ler parte da
carga prompta ; quem no mesmo quizer rarregar ou
ir de passagem |*ira o qoe tem bous commodos, di-
rija-se a ra da Cruz u. :l, esrriptori., de Amorim
Irmos i\ C.
l'ara o Acracu con ese.\\.> pelo Cetra secue
ale o dia 22 do corrcnle o patacho ..Emulacnoi', pa-
ra carga e passageiros lr.it.i-se coui o capillo a bordo
ou ii" escripioriu de Manoel doiic.dves da Silva.
RIO 1>E

.'--i <>
O brigue nacional(Afard l.uzia vai
seguir cun brev ida Je, lem a maior par-
do seu carreenmenlo promplo : para o
resto que Ihe falla, passageiroi e escra-
vos .. lele, aos quaes da as iiielh.oes
acciiiiimoiiaeiies, Irela-sacomo eoosicaalarie Auto*
1110 de Alnieida Goiues, na ra do Trapichen, ili,
segundo andar.
RIO DE JANEIRO.
Vai sabir com muila brevidade o novo
c velciro bfigue DOUS AMIGOS, tem a
maior paito da carga prompta : para o
resto e passageiros, tnta-sc cornos con-
signatarios NovaesA (",., nal ta do Trapi-
che n. 54, ou comocapilito na prara.
Para o Rio de Janeiro
segu om poneos .lis-', por ler a maior parto da Car-
itos, aecudir aos inesmos com os soccorr* espiri-
tuacs. durante a epidemia, se ackar.lo lodos < das
na dito matriz, das 9 horas da noile ele as Charas
da manliaa ilous-aeerdole* para dito Km, e sma ae
nesna nalriz devem ser procuradas asa heces asea-
cionadas.
Contina a celar exposta na sua igreja, re-
ueraco dos liis, a milagrosa mageaa da N. S. da
Sotodade. assim como lera todos os sabbedas pratiea
as 7 horas da imite pelo muilo reverendo Sr. padre
meslre prega.Ior da capella imperial Jo.lo Capstra-
110 de Men Linea.
Ic orden di nesa regedora de N..S. da Sete-
dade se rouvida aos nossos irmos msanos para as
acharen no consistorio da mesma, 00 dia W, para
se tratar de negocio de urcente ncces-ida.lc.
Oucn quizer lavar c engomnar mapa, *u rese-
pa lavada para mandar engommar, per
modo, dirija-se a ra do Tambie, aa
casa u. :12, que U achara ron quem tratar.
Rento Candido de Moraes. nao ( '
soalmenlc dcs|iedir-sc de lodos os seas amulas pala
presteza de sna viagen para l.shaa, pede Itsss das-
culpa_ por esta falla iiivolunlaria, approveileade a
occasio, para llies olferecer o seu linilado prastim
11 aquella cidade.
Precisa-sc de 11111 nnleque rserave, do Ha Ni
anuos, para una casa cslraageira : na raa hoi*
11. 22.
Oucn precisar de om caixeiro que lem prstsca
de relmae.lo, dirij.i-se a rclioae.lo do pal* da Has-
pilal.
Srs. redactores.Tendo en offri.lo n'em das
dias passadns. dores de cabera, trios pelas casias, dt-
arrhea nausea--, um amiso* mea a quem matjuct-
xei desles encomniodos, com sumna liondad* e pres-
leza miiiistrou-me una rhicara de infusas aeesa-
eella com cinco cotos de ludano.
Denlro en poneos niatos cobrio-se-me o <
cupiosii suor que en I iinejiie desap parce eran os M plomas *
bom.
<) illu-lre neu amigo areile a ninha grsliiile saa-
nifeslada per esle modo, para que o saiba bemasjat-
latar, c lieos o persrrve da epidemia para podar
prestai a buinam.la.le seus :o porlanlissimos serv-
eos, sali.f.izeudo assim os nobres sentimental da
cu corae,o bemtozejo.
Srs. redactores, como nao sei escrever para ass-
blico, pedi ao nru amigo que ne servio de medir
que ne li/essc esla correspondencia.
En abono da verdade sou obrigido a declarar aa
neu 1 llo-tra,lo anie* auc cu n.io eslava aneciado d*
prompta o brumo ConcHfOo, cap uno Joaqun calera, e que de 52"......" *"!'-: >- '-" --os a flete, toZX^o^r^
pira o que tem bous commodos, Irnta-se no csrrip- \ia ,i \|ir,Lir, aa ,i
torio de Manoel Alves Cierra, na ru.i ,!., Trapiche Ml,J tvuT"/Z!t -
l'ara a Bahia,
prelende ahir al o dia 20 do crranle a bem co-
nhecida sumaca nacional Itortencia, esto com mais
de meio caria;gameuto a bordo ; para o resto os prc-
tyiulenles ciieinlam-se com o cu consicnalario
Antonio l.uiz .le Oliveira Azevedo, ra da Cruz B.t.
Pt\r& o Itio de
Janeiro
sahe com brevidade, por ter a maior par-
feverriro de IR."*.
.I/amador Fsperlilhi*.
-:* y-.:..:-rtS)99999m
i Jos Anaclct da Silva, bem coaltecida w
' 3 dentista e sangrador, annuncia ao puWie 9
3 desta cidade que se acha de novo no exorne* #
g de sua prolis-.i... 11,1 ra da camboa d* t^ar- SJf
39 no 11. 211. onde po lo ser procurado a toda e ejV
i qualquer hora do ,lia ou da noile.
O padre provincial da Ordem I
la cidade, convida por esle joros! aos amigos di* fal-
lecido Fr. l.uiz da Inmaculada Coeceic, U*-',
para assisliren hoje 21 de correntc. o ollici* nasas
solemne, que por sua alma se lem de eeeebrer na
igreja do seu convenio. Carmo do Reos* a de) je-
v ereiro de ISjti. Fr. a*ooo Atsumpei Meare,
proviucial.


DIARIO DE FtRMIUCO QUlNTA FEIR* 21 DE FIVEREIRO DE 1856
Terceira edi?ao.
TRATA1EHT0 HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLER-HRBUS.
PELOS DBS.
mi nislruct-lo aopovoparase podercuranlesla enlcrmidade, administrndoos remedio mai- eft"icazes
para atalha-la, emquanlo erecorreaomedico.ou mesmo para cura-la iiidependente deslci nos lunares
em que nao os ha.
TRADUZIDO EM POttTUGUEZ PELO DR. P. A. LOBO M0SCO7.0.
Estes dous opsculos contmas iudicacoes mais claras e precisas, e pela sua simplese concisa espnsi-
r in esl.i.io alean, e de todas sintclliseucias, nao s.i pelo que dil respeitn aos raeios curativo,comoprin-
eipalmeule a.s preservativos que lemdadu os mais salisfacloris resultados em toda a liarle em que
elles tciu sido postas em pratica. .
Sondo o Iratainento liomeopathico o nico que lem dado grandes resultados no curativo desta horu-
vel enfehqiilaile, iulgamnsu proposito tradunr restes dous iinporlautes opusculos em lingua venan-
la, para desCarle facilitar a sua leilnra a quem igooic o france/.
Veode-se nicamente no Consultorio do traductor, ra Nov 11.."t, por SHK). Vendnm-se lamliem
os medicamentos precisos c boticas de VI tubos coiu um frasco de lindura I.'kj, umadila de :M) tubos comr
vro e 2 frascos de tintura rs. 25.3OUO.
:H-.- rMW ,| 1'EDH.VS PRECIOSAS- |
j Aderefos de brilhanles, ;:
diamautes e perulas, pul- -
'i*! ceiras, altinetes, brincos
* e rozelas, lftitoes e aunis "
g de diQ'ereiiles gostos c de .-
*>; diversas podras de valor. <
k "~ <
.:" Compram, vendem ou -
^ trocara prata, ouro, bri- 7
l!ianlps,iliaiii.inti'-e [.i'in- ;
* las, e outras quaesquer <
J joiasde valor, a diulieiro '
'.$ uu por obras.
fe' *!S!3!.s < > *'*&>:
MOREIRA t DUARTE.
Mi.ll IIF. OUtlYES
Ra do Cabuga' n. 7.
Rccebeni por to-
dos Os vapores da Eu-
ropa as obras domis
moderno gosto, tan-
to de Fraila eomo
orno 1: PRATA-
Aderreos completos de
ouro, meiosdilos, pulcei-
-as, allioctes, brunos e
ro/etas, cordes, Iraure-
lins, niedalbas, correulcs
e enfeiles para relocio, c
outros muilos ohjeclos de
ouro.
Apparelhos completos,
de prata, para cha, ban-
dejas, salvae, easlicaes,
colheresdesopa e de cha,
e muilos nutro- objectos
de prata.
de Lisboa, as quaes vendem por
pre$o commodo eomo coslumam.
Massa adamantina.
lie gerluienle reconhecida a excellencia desta
prepararlo para chumbar denles, porque seus resul-
tados sempre felizes sao j do dominio do publico.
.Sehaslido Jos de Oliveira faz oso desta preciosa
massa, para o lini indicado, e as pessoas que quize-
rem honra-lo dispondo de seus serviros, podem pro-
cura-lo na "travessa do Vigario n. 1, loja de bar-
beiro.
S J. JAM:. HKYI'iSTA. Z
0 contina a residir na rua Nova 11. 19, primei- a>
ro andar. te
LOTERAS Di PROVINCIA.
O caulelista Salnstiano de Aqoino I-erreir tomou
resnlurao de vender os seus bilheles e cautelas is
pessoas que compram para negocio, sendo a quantia
de 1000 para cima, dinheiro .1 vista, pelos presos
abaixo notados, na ra du Trapiche n. :|6, segundo
andar, em quaulo existir o plano actual de !.(>
bilhetes na importancia de 2t:U0Ua, (cuido estes
precus firmes. Hiles sao pagos sem o descont de
oito por ceuto da le nos tres primeiros premios
grandes.
Bilheles 63600 Recebe por inteiro (itOOOsOOO
Meios tfXQ 1. SiOMJOOO
Tersos 28210 i> 2rt00)l00
Cuartos IfnMO lijOusOUO
OuidIos 1j)360 i) 1:900860
Oilavos 840 7.JU30U0
Decimos G80 (kXWXHI
Vigsimos 360 :100900o
O caolelista
Saluiliano de jquinu Ferreira.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTKAHID DE RUOFF E BOEX-
NfNGHAUSEN E OUTROS,
posto em onlein alphabelica, com a dcscripcao
abreviada de todas as molestias, a i n.f ir.i r.10 phxsio-
lugica e therapeulica de lodos os medicamentos 10-
roeopalhiros, seu lempo de acc,ao e concordancia,
seguido de um diccionario da significaran de lodos
os termos de'medicina e cirurgia, posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
O Srs. a&ftignaiiles podem mandar buscaros scu
excmplares, assim como quem quizer comprar.
Al LA DE I.Aini.
0 padre Vicente Ferrer de Albuqucr-
que contina com sua aula delatim, do
dia 2 de Janeiro em diante, pela mestna
mancara e sol) as condiroes ja' annun-
ciadas.
PUBLICACAO' LiTTEKAl.lA.
Repertorio jurdico.
Esta publicado sera sem duvida de ulilidade aos
principiantes que se quizerem dedicar ao ejercicio
do foro, pois uella encontrarn por onlem alphabe-
lica as principies e irais frequeutes oceurreucias ci-
vis, orphanologieai, commerciaes e ccclesiaslicas do
nosso foro, com as remissoes das ordenace, leis,
avisos e reculamente* por que se rege o"Brasil, e
bem assim resoluces dos l'ramstas antigos e moder-
uos em que se lirmam. Conten semelhautemenle
as decisoes das quesldes sobre sizas, sellos, velhos e
iiovos direitos e decimas, sem o Irabalho de recorrer
colleccao de nossas leis aviso avulsns. Consta-
r de dous vulumes em oilavn, grande francez, e o
priiueiio -jIu.i luze est i venda por 8) na loja de
ivrosn. 6 e 8 da praca da Independencia,
zia da Boa-Vista, na ra Velha 11. i->.
O r.Ribeiro, medico'pela L'niver
sidade de Cambridge, continua a residir
na roa da Cruz n. 1.1.
GRATIFICACAO.
D'-e 20l000 de gratificacao a quem
inculcar urna ama de leite' ion a 011 es-
clava, que tenha boas qualidade* e botn
leite: quem pretender dirija-sea ra do
Collegion. 15, arma/.em, 011 na ra das
Cruzes n. 11, segundo andar.
Candida Maria da Paixao Rocha, pro-
testara particular de instruccao primaria,
residente na ra do Vigario do birro do
Recife, faz sciente aos pais de sitas ah ni-
nas, que aclia-seaberta sua aula, naqual
contina a ensinar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por piceos razoa-
veis.
Antonio Antunes Lobo a/. sciente ao
respeitavel publico, e particularmente
aos seus fregueses que tem transferido
sua loja de chapeos da ra da Madre de
Dos n. para a ra da Cadeia n. (0,
Junto ao arco da Conceicao, onde o en-
contrarao sempre prvido dos mclhorcs
sortimentosde chapeos.
DAGIERREOTYPO, ELECTROTVPO
E STEREOSCOPO.
Na anliga e bem conhecida galera e odicina de
retratos do aterro da Boa-Vista n. i, tereciro mrrlar,
cniiinua-se a tirar retratos por qualqucr desses sis-
temas com toda a perfcii;ao. Ahi se cnconlra o
raais rico e abundante sortimenlo de objectos para a
collocar.io dos retratos, que tem viudo a esta capital.
M3o se entrega retrato algum sem estar parecido e de
m Irabalho perfeito. Das \) horas da manhaa as 3
da tarde esl sempre a galera e ofltcina a dspoucDo
do publico, podendo tirar-se retratos em dias 'de
chuva.
W CONSULTORIO Wk
f HOMfflOPATHICO.
28. Ra das Cruzes -28.
(Gratuito para os pobres.
Na casa da residencia do l)r. I.oureiro, na ra
da Saudade, defroute do Hospicio, precisa-se de umi
ama de leite, forra, que n.'ui traga comsigo o filho,
que tiver, de peito.
-Precisa-se de nina ama forra 011 es-
clava para uiua casa de pequea familia :
quem pretender dirija-se a na doColle-
gio n. 15 armazcm.ou a ra das Cruzes
11. 11, segundo andar.
Precita as de urna ama que aiha rozinhar e
fazrr o servico interno de casa : na ra Direita 11.
120, -11 mi u andar.
Teudo-se fiualisado as ferias, o solicitador aliai-
soassignado, annuncia a todos o seus amigos e as
pessoas que do seu preslimn precisaron, o adiarlo
sempre prompto na sua residencia da ra da C.am-
boa do Orino n. 3X. primeiro andar, 011 no escrip-
tbrio do llini Sr. Dr. Jnaquitn Jos da l'ouseca, pa-
ra tratar de qualqucr qucstAo nos auditorios dessa
cidaile.I', mullo Augusto Hcrreira da Silva.
A commissao Beneficente da freguc-
zia de Santo Antonio do Kecife, roga as
pessoas que quizerem mandar stius es-
molas para a pobreza atacada da epide-
mia, se dignem dirigi-las a casa do Ifvm.
Sr. vigario, nooitao da mesma matriz:
asesinlas podem ser de dinheira, gne-
ros, fazendas e mesmo roupa.
lleiioNU de
R:i Nava n. 41, |>rini*:Ir.*
andar.
Nesle estahelccimaulo se euconlram os mais ricos
e os nirlhores pianos que tem vindo a esta praca dos
maif acrcdilados fabricantes como de Kaclals e
Traiiruann de llambnrgo, assim como de onlros
muilos fabricantes de Europa, os quacs se veudem
por mdicos preros, e garantidos ; no mesmo eslabe-
leciinento t.iriibem se concerlam, afinam-se e rece-
bem-se encommeudas para a Europa.
l'recisa-se alugar para o servico de urna fami-
lia ngleza, urna prela quesaiba lavar, ngommar c
coser : na na do Trapiche Novo n. 10.
A commissao Beneficente da freguc-
zia de Santo Antonio roga as pessoas ata-
cadas da epidemia que neeessitarem de ser
soccot ridas, queiram dirigir-so ao Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, na travessa do
pateo da matriz, e no caso de o nao encon-
traren] em casa, a qualquer dos outros
membros, a qualqucr hora do dia e da
noite, ate as'.) horas.
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. thesoureiro manda htzer
publico, que se acham a venda na thesou-
raria das loteras, das 9 as 3 horas da tar-
de, osbilhetesda ptimeira parte da piar-
a lotera do Gymnasio Pernamlracano,
cujas rodas andam no dia 1 de marco pr-
ximo futuro. Thesourara das loteras
1 "> de feverero de 18.")fi.O escrivao, An-
tonio Jos Dtiartc.
l'recisa-so alugar um cscravo, prefere-se re
iiacSo, para o servico de nina casa de pequea fami-
lia : a tralar na ra do tjueimado, loja n. i\.
Desappareceu do engenho Cordeiro,
da Ireguezia daVarzea. no mez de no-
vembro do auno prximo passado, o cii-
oulo Agostinho, de 20 a 22 anuos de da-
de, alto, magro, ca a redonda, beicos en-
carnados, sem tientes na frente, per-
nas compridas e um tanto curvas para
diante (piando anda, pes compridos e al-
giima cousa apalhetados; como o mesmo
fosse cscravo do fallecido padre Cordei-
ro, morador no Brejo da Madre de Dos,
tnculca-se algumas vezes captivo do mes-
mo e outras como soldado desertor; des-
appareceu tamben] do mesmo engenho o
cscravo Joto Clao, de nacao Cabao, de
idade W a 45 anuos, de estatura regular,
cheio do corpo, falla grossa c atrapalha-
da, he canoeiroebi cscravo de JoaoFcr-
reira, morador na Passagem. Este ultimo
ittgio no principio deste auno ; quem os
pegar leve-OS no mesmo engenho Cordei-
ro, tpie sera' recompensado.
Na roa eslreila do Koaarin n. 17, sesundo Ha-
dar, d-se dinheiro a premio sobre penhores de ou-
ro ou prata, em pequeas c grandes quanlias.
AKHENDAMENTO.
A loja e arma/cm da casa n. 3", da rua da Cadoi*
do ||.ti i junto ao arco da Conceicao, acha-se desoc"
copada, c arrenda-sc para qualquer eslabelecimrulo
em ponto grande, para o qiul lem commodos sulli-
cienles : os prctendenles enlender-se hilo com Joflo
Nepomiiccno Barroso, no segundo andar ila casa n.
57, na mesrr.a rua.
A enfermara do consistorio da irmandade do
Divian Espirito Santo em S. Francisco j annuncia-
ila, acha-se provida do mais necessario para receher
aos seus irmios desvalidos, que venham a seraccom-
meltidos do citolera : roga-se, pois, aos irmos da
mesma irmandade, ou a quem tenha conhecimenlo
de algum destes, participem ao irmilo jais, escriv.lo
ou thesoureiro, alini de que sejam recolhidos pela
mesa e tratados da melhor forma que for possivel.
I;az-se sal>er ao respeitavel publico, que se ha
de arrematar por armnlameuto animal, no dia :>(ido
enrrente, pelas 11 horas da manhaa, na casa das au-
diencias, um sitio de plantacoes na estrada nova da
bmbiriheira, denominado das Alma, o vai a prora
a requerimenlo de Antonio de S e Aliiuquerque,
pelo juizo de orphaos e alsenles.
I CONSULTORIO I01IE0PA- %
t TIIICO I
DA COMARCA DO CABO.
,Vo engenho Martapagipr.
(Gratis para os pobres.)
9 Manuel de Siqncira Cavalcauli, professor 19
9 homeopalha, continua a dar consultas todos 9
$$ os das. d
**57S
MASSA ADAMANTINA.
Francisco I'inlo Ozono chumba denles com a ver-
dadeira m.i-sa denominada adamantina, apresenlada
ao conselho de hysienne pelo Sr. Paulo tiaianoui, e
calca com ouro c prata, e outros metaes, assim como
applica ventosas pela airarlo do ar, e nao com fogo
como geralmente se usa : pode ser procurado para
qualquer destes misteres, na rua eslreila do Rosa-
rlo n. 2.
Do sitio das Koseiras, do lenenle-coronel Joa-
H1 u 1 r 11 Elias de Moura. ,ua estrada do Ito/.arinho) no
dia Vi do correle mex, desappareceu um cavalli-
nho castauho, capado, com os qualro ps calcados,
frente aberta, e urna grande incliacao na bocea do
ladodircilo com filila: quem o pegar ou dclle
der noticia certa dirija-sc ao dito sitio que sera rc-
compennado.
Precisa-se de urna ama que saiba engommar e
co/inhar, para casa de punca familia : na rua das
Cruzes n. :>K, pjimeiro andar.
Na praca da iloa-Yista taberna n. precisa-se
de um pequeo uinda mesmo que nao tenha pralica.
Araas Precisa-se de um amassador : na rua da Sanialla
Velha padaria n. ,8i.
Coii(ralam-se serventes livres e cscravos para
rahalharcm na Iluminaran publica, pagandn-sc
hem : a quem convier dirija-se ao armazein da re-
ferida illuiniiac^to becco do Carioca 00 a rua Impe-
rial n.ti a fallar com Prxedes da Silva Gtasntlo.
Troca-se uina mulata com alguns conheci-
mentos de costura cengmmado, com urna negra de
iguaes conhecimenlos: a quem convier dirija-se a
rua imperial n. (ii ou trapiche llamos a entender-
se com Prxedes da Silva usmao.
A |>essoa qo^ 'iver por alugar algum andar de
sobrado, sendo as ras da Cadeia do l*ecife, Viga-
rio, Corpo Santo,-teudo commodos para una fami-
lia, anuuncic para ser procurada, ou dinja-se a rua
Nova, loja 11. :o>.
7 O Dr. Catanoca d consullas e faz vi-
h zilas a qualquer hora do dia.
No mesmo eonaulbirfci vonde-se
I O lltATAMENTO UOMOEOPATUI-
* W, preservativo e vuratiro t- eliolera
I morbus, accoinniodado a iulelligenca do
7 poro.
I Carleiras de 12 medicamentos para o
cholera.
^ oni^a de tintura......IgOOO
i Tobos avulsos.
Z Carleiras de lodos os lmannos uiuilo
* em con la.
i
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, rua do Collcgio n. 2,
vende-se um completo tartimento g
de fazendas, finas e grossas, por
piceos mais baizos do que einou-
tra qualquer parte, tanto em por- fi
coes, como a retalho, amaneando*
se aos compradores um so preco
para todos : este estabelecimento
ahrio-se de combinacao com a
maior parte das casas commerciaes
inglczas, francesas, allemaas e suis-
j sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto ol'erecendo elle maores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietarto deste importante es-
K tabelecimento convida a' todos os
9 seus patricios, e ao publico em ge-
H ral, para que venham (a' bem dos
I seus interesses) comprar fazendas
Jc baratas, no armazem da rua do
B Collegion. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
Para o servico interno de urna casa eslrangeira
de duas pessoas, necessita-se de urna cozinheira e
engommadera, forra ou esrrava; na rua Nova 11.17.
Precisa-se para o Par de um homem que sai-
ba fazer assucar, lanibicar, fazer rapadura, niel, e
dirigir lodo o servico de um engenho movido por
agua, e que d banca de sua conduela, oOerece-se
I boa vanlagem. Para o mesmo lugar precsa-se mais
de um homem que saiba fabricar sabao de qualquer
! qualidade que aoja, c que saiba Iraballiar com qual-
' quer que seja o material, c que possa tomar cunta
i de urna fabrica. Precisa-se de um licorista que sai-
ba fazer licores de todas as qualidades : achando-so
alguem que queira encarregar-so de algumas propos-
tas em cima mencionadas, dirija-se a rua da Cruz
n. 10.
">h..: i.ln Francisco Carlos Krandilo' roga a
pessoa que de Santo Antao Ihe esrreveu urna caria
sem assinnatura, conl dala de \-> do correte, se dig-
ne mandar-lhe dizer quem he, como na mesma car-
la prumelleu; e se possivel Ihe for, que apparei;n
em sua casa, na rua do Collcgio n. I(>, primeiro a|.
dar, para urna conferencia, na qual Ihe serlo dados
esclarecimenlos satisfactorios.
Quem precisar de um criado liel e diligente
apto para o servico ordinario de um rapaz'soiteiroj
ou mesmo de urna familia, annuucie .para ser pro-
curado, 011 dirija-sc a casa do i)r. Campos, rua es-
lreila do Hosario.
Atte lula 111 !
Os abaixo assignados, propietarios da confeitjria
da 1 un da Cruz n. 21, fazeiu ver ao respeitavel pu-
blico e aos seus freguezes, que havendo algunras pes-
soas lambein veudc.lurss uvdocc que se lem "oii.iu
de dizer que -,iu fabricados ciu sua casa, com o lim
de u reputar po; bou. preco, e desta surte os de-
sacreditar ue 111 resolvido assigiialar por nielo
de car'.oes lilhugraphados com a sua lirma, qualquer
objectu que houverem de vender ; para o que pre-
vuiem ao respeitavel publico.Piulo & Inn.iu.
Quem tive notas do ISanco do Bra-
sil para trocar por cdulas: dirija-sea
rua do Trapiche n. 40, segundo andar.
No collegio d'Aura distribue-se
gratis as recatas para o tratameuto do
cholera, deseoberta pelo preto do enge-
nho Guararapes.
Atteiiyilo.
A pessoa que por engao levou 11.1 seguuda-feira
da semana passaa, Un secretaria do (j)uiuasio, uiu
cliapeo de sol com cabo de caima, leuuo uaexliemi-
dade superior um craviuhu de Ierro, tenha a hunda-
de de o mandar restituir.
Precisa-se de um caixeiro c dous trabalhadores
para padaria : iras Cinco Poulas ti. IDO, daudo-se
itnm ordenado.
Perdeu-se na noite de seila-feira urna argola
esmaltada com um cafeziulio, do viveiro do Muniz a
rua de Hurlas, becco dos Martirios, Aguas-Verdes,
pateo de S. Pedro, dito do Carino, Sauta Tbereza e
Caldeireiru, paga-se o adiado geuerusanieule ; as
Cinco Puntas, padaria 11. 100.
Precisa-se de um caixeiro para lomar conta de
uina taberna por balauc,u, ou temi alguus fundos
da-sc sociedade : a tratar no largo da Suledade, pa-
daria o. Ib.
Quem precisar de roupa lavada c engouimada,
dirija-se a rua da Gloria 11. 29.
Precisa-se de nina ama que saiba coziuhar e
compre, para urna rasa de pouca familia, paga-se
bem agradando ; na ruada truz u.T, terceiro andar.
(Sompvt.
i
i
Itespeilosamenle faz sciente professora parti-
cular de inslrurciio primaria, cfsideule na rua das
Cruzes, primeiro andar 11. -h ,\0 bairro de Santo
Antonio do Uecifc, que acha/,e em exercicio de sua
prohssilo, e para constar ao* ,,ais dc Slla, alumnas,
scienlihca que est aberta. ,, t0|a| na qaa| conti-
nua a ensinar as maici 11-, uo cnstume, admitte pen-
iouislas, uieio peosiouista) e externas etc.
>
Compra-seuma casa terrea emcpitiU
quer dos bairros desta cidade, eomJanto
que nao esteja deteriorada e" seja fin bou
rua: na lojun.il da rua da-Cadeia do
Recife.
Compra-so om cavallo ifovo, de bonila figura
que seja manso, bom passa^ciro ou carre^ador'bai-
xo, o quu mo tenha iininlia- iiem achaques : em
Apipucos, no engenho. bous InnAos, casa do falle-
cido lrauciscoda Hscliu Paes Brrelo.
Na liln'nijr-ii.i rua das Cruzes d. -Jti comprarse
una escrava Bloca.
Cofnpram-ac olas do Banco do Bra-
sil: na rua do Trapiche n. 10, segundo
andar.
'-ompra-sc nina ou duas carrosas novas ou cm
bom salido, para andar com um cavallo : quem as
tiver on sc qui/er encumbir de fazer, diriia-se a pra-
ca do Corpo Santo, escriplorio de M. I. Oliveira.
''nnpia-.-e :1111a cabra (bicho) que lenha bom
leite : u4 rua das Cruzes 11. M.
$ettta&
Voliulu
PARA 0 CORRENTE ANNO.
Folhinhas de algibera contendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dos direi-
tos parochiaes, resumo dos impostOS ge-
raes, provineiaes c mtinicipacs, extraclo
tic algumas posturas, providencias sobre
incendios, entrtido,.mascaras, cemiteno,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
mentos e exportacao da provincia, por
500 rs. cada urna; tlitas de porta a 160;
ditas eeelesiasticasou de padie, com a re-
sadeS. Tito a 400re: nalvruru n. 6
e 8, da praca da Independencia.
Vende-se panno preto fino a 2a ; na loja de i
portas n. 3, prxima ao arco de Saulo Antonio.
Vendein-se peca de esgniao entestadas a 45 :
na loja de i portas n. 3, prxima ao arco de Santo
Antonio.
Vende-se por 40 rs. o tratamento do
eliolet a-morbus : na livraria n. (j e 8, da
piara da Independencia.
PAI1A I.IIO.
Riscado francez preto a meia palaca o covado,
luslrim e chita prela lina a dous tusloes o covado,
alpaca, priucl e outras lazcudas proprias para quem
esta de lulo, chales de laa proles, meias para sende-
ra, prela de algodau a pataca o par : na loja ds ti
portas em frente do l.ivramenlo.
C. STAKU & C.
e-|'ihi-anion|i.'anniiiir,iiii que no sen extenso les-
abclecimonlo cm Santo Amaro.conlinuairi a fabricar
com a maior perfeicao e proniptidao. toda a quaida-,
de de machinismo para o uso da agricultura, na-
vegacSo e manufactura; c que para maior commodo
'le seus numerosos freguezes e do publico cm geral,
leern aberto om um dos grandes armazens do Sr.
Mesquila na rua rio Brum, airas do arsenal de mo-
nona
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dito scu eslabclecimento.
' All acharan os compradores um cmplelo sorl-
menlo de moendas de caima, com lodos os melhora-
mentos alguns dclles novos e originae*) de que a
experiencia de muilos anuos lem mostrado a neces-
sidade. Machinas de vapor de baixa e alta prcssSo,
laixas dc todo tamanbo. taulo batidas como lundi-
das.^earros de m.loe ditos para conduzir formas de
assucar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
ra|ilil, fornosde ferro balido para familia, arados de
ferro da mais npprovada conslrurcan, fundos para
alambiques, envos e portas para fornalhaa, e urna
iiilinidade de obras de ferro, que seria eufadoubo
enumerar. No mesmo deposito existe urna pessoa
iulellizenle c habilitada para receber Indas as en-
rommendas, ele, etc., que os annunciaules contan-
do com a capacidadedesuas ollinnase machinismo,
e pericia do seus olliciaes, se compromettem a fazer
exerntar, com a maior presteza, perfeicrlo, e exacta
ennformidade com os modclosou dcscubos,e iuslrur-
coes que Ihe* forem fornecidas.
ABADOS DE FERRO.
Na lundirao' de C. Starr. & C. em
Santo Amaro aclia-se para vender ara
dos rjfl feno de -srir- qualidade.
umm E GKADES.
I.ni lindo e vanado snrlimeuto de modellos para
varaudas e gradaras de gusto modernissimo : na
fuudicAn da Aurora, em Santo Amaro,e no deposi-
o da mesma, na ruado Brum.
TINTAS DE OLEO.
Vende-se tintas de oleo sortidas da me-
lhor qualidade que tem vindo a esta pra-
ea e por preco commodo : na tusa de
Adamsoo Howie&C, rua do trapiche n.
i2.
Vendem-se dous pianos fortes deja-
caranda', construccao vertical e com to-
dos os mcllioramentos mais modernos,
tendo vindo no ultimo navio de llambnr-
go : na ruada Cadeia, armazem n. 8.
TAI XAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tamliem no DEPOSITO na
t*ua do Brum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Matinha ha' sempre
um grande sortimento de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e ern ambos os logares
exstem guindastes, para Carregar ca-
noas, ou cirros livres de despe/.a. O
procos sao os mais commodos.
Helogios.
Vendem-sc relouios de ouro patente inglez : no
escriplorio do agente Oliveira, rua da Cadeia do Ke-
cife o. lii. primeiro andar.
RELOCJOS
Coheros e deseol>erto.spe-
(|ucm>!s egriiidc'stde ou-
ro, ptlttt iiilt/..
Vendem-se no escriplorio de Soulhall Mellor iV
Compaiiliia, na rua da Cadeia do Iterife n. 3ti. o<
mais superiore* relogios ruherlos e desrobcrlos, pe-
queos e'srandes, de ouro, patente inglez, de um
dos melhores fabricantes de Liverpool, viudos pelo
ultimo paquete inglez.
CHAROPE
DO
bosque:
O iiuicoileposilornnlinaa ser na bolira de Bar-
Iholomeu FranciscodcSnuza, na rua largado Hosa-
rio n. 30 ; sarrafas grandes J900 c pequeas 3)000
IMPORTANTE PABA 0 PUBLICO
Para cura de jphlisica em lodos os seus diflerenles
graos, quer motivada por ronsliparocs, lossc, eslbe
ma, pleuriz. escarros dc sangue, ddr de costados e
peito, pal pilaran no coracilo, coqueluche, bronchit-
dr nagarganta.e lodasas aaolesliardosorgtope
mollares.
Em casa de N. O. Bieber i\ C, rua
da Cruz n. i, vende-se :
Vinlio de Madeira em l|Ve l|S barris.
Vinagre branco.
Tinta em oleo.
Lonas.
Brins da Kussia.
Papel de emhritlho.
Saceos de estopa.
Cemento.
Por commodos piceos.
LOTERA DO RO DE JANEIRO.
Aeham-se a venda os novos bilhetcs da
2V" lotera das matrizes, une d'jvia cor-
rer a 1 do correjilO slistss esperamos
pelo primeuv/Vapor.
Aos amdores de llores a
arvores fructferas*
Mr. Arnnl, metibro da soriedsde de linrlirullura
dc Paris. lem a honra de participar ao publico, que
acaba de Irazcr de l-'rauca urna rica colleccSo de
flores, arvores fructferas de gostos diversos para or-
namento de j.irdins, um sorlimenlo de r.iizes de du-
res e batatas, que vende por precoa commodos ; uo
aterro da Boa-Vista n. 3K.
Vende-se na rua da Cruz ti. t.">, segundo an-
dar, um grande snrmenlo de chales de louquim da
India verdadeirot, bordados Indos a volla rom rama-
geus o indios, e ditos adamascados, camisas de meia
de algodilo brancas e de cores, ceroulas dc ditas, massos de coral, charpas ou mantas. los
de coral verdadeiros, lencos dc rambraia de linho
bordados, de Italia, toalhas dc ditas proprias para
haplisailos, pulceir.-sdc cornalinas de dillerentcs co-
res, moolas enr ouro, chapeos do palhade Italia para
homens, meninosc meninas, camas de fero bem for-
nidas de urna e do dan pessoas.
Vendem-se ou aliizam-scna Passagem da Mag-
dalena, antes da ponte, dous sitios com casas de so-
brarlo, as quaes leudo commiinicicilo interna, lam-
bein podem servir para uina s familia : a Iralar na
rua da Cruz n. 15.
Oh que pechiiieha !!
Vende-se caaeanira prela mailo lina, pelo h.iratis-
smo preco de ."i? o corle de caira : na rua do Cres-
po n..).
Relogias de ouro
inglezes
dc p.itenle, de sahonele e de vidro : vcndein-se cm
casa dc Augusto C de Abreu, na rua da Crina ilo
Herir u. 48, primeiro andar.
Vendem-se charatas dc S. Palia viudo uliiuia-
menleda Babia,: no aterro da Boa-Vi-la loja de fa-
zendas u. 18.
Na rua do lirinn r;. 22, armazem
de Luiz Jos dc Sa' Araujoha para ven-
der sacras com cera de carnauba, sola c
couros de cabra, trtnta pipas novas de
Lisboa, arcos de pipa e de barricas, vimes,
etc.. tudo por preco razoavel.
Vende-se espirito de W graos : no silio do vi-
veiro do Muniz.
Vende-se um cabriole! patente, que esta na co-
eheira do Sr. SebasliAo l.opes CuimarAes, com os
seus competentes arreios, pelo commodo preco de
3001000.
RAP FRANCEZ.
DEPOSITO DA ROA DA CRUZ N. i8.
Continua a estar sorlido o deposito deste exrelien-
le rap, talvcz o uniro de que se deva fazer nao em
uina cnse epidmica como a que infelizmente lua-
mos: o agradavcl aroma, o os simplires de que he
rompo.lo, o fazem recommendavcl, visto nao ter
cm sua compo-ii.ilo neiihum ingredienle que des-
trua a virlude do fumo, reronhecido ja como um
grande preservativo de qualquer mal: para rom-
modidade dos compradores, se cncuilrara este rpe-
nos depsitos liliacs dos senhores Mnreira lluar-
te, na rua do Cabuga' n.... e Joo Cardoso Ayrea,
na rua da Cadeia do Kecife polo prern de 3* cada
meio kilogramo, que he mais iln urna libra,
Sapatos de bur-
racha.
>'o aterro da Boa-Vista, delronte da lionera n.
II, ha chegadn um grande sorlimenlo de sapalos de
borracha mullo proprins para a eslarau presente,
Unto para homem romo para senhor, meninos e
meninas; assim como um novo e completo sorli-
menlo de calcado francezea c de Nanlcs de todas as
qualidade-, e u hem -ouhecidos sapatos do Araca-
ly, lano para homem como para meuino, esleirs,
cera e velas de carnauba, as melhores que de la leiri
vindo ; assim como nina pnrcao de verde francez
ludo por preco muito commodo, a troco de scdulas
velha-.
Tendo-se na rua da Cruz n. 2(, pri-
meiro andar, o verdadeiro e axeellente
clia' preto em libras e por muito barato
preco pie (azadmirar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos francezas, minio proprias para caca
e por baralissimo preco: nauta da Cruz
n. 2(i, primeiro andar.
Fiire|lo,
No armatcm de Vicente I erreir da Cosa, na rua
da Madre de Dos n. -2(i.
Vendem-se ramas de ferro de superior quali-
dade, cognac superior em csisinhss de duzia de gar-
rafas, a verdadeira graxa ingleza n. 97 do afamado
latineante Hay A. Martin, em barricas de IS dolas
de potes ; ludo em casa de James Craldree \ Coro-
pauliia, la da Cruz n. 10.
ramilla de iiiaiidoc i di*.
*". ''at.iKiis.
Vende-se latinha muito boa e nova,
chegada pelo patacho ALDA/, e escuna
ZELO/.A: trata-se qualquer porcao no
escriplorio de Isaac, Curio4 C, na rua
da Cruz n. 10.
Vende-se eijilo em sacras srandei, chegado do
Ancaly : na roa da Cruz n. 34, primeiro andar.
Cobertasde laa.
Coherlasde damasco de laa com !l palmos de com-
primento e S de largura a i-VIO, e mais compridas
de preco proporcional : na rua do tjueimado, loja
n.21.
Vinho do Porto superior
Chamico. n
Vendc-se uniramenlc na rua'Ma Cadeia do Kecife
n. i, arma/cm de Barroca & Caslro.
LiquidneSo.
ti arrematante da leja da rua do Crespo n. 1, jun-
io a ca-a nova da quina, confronte ao arco de Sanio
Antonio, querendo acabar com as fazendas que e\is-
lem, vende barato para liquidar, sem perda de lem-
po. Princeza pela de boa qualidade a 300 rs. o
covado, alpacas linas de superior qualidade a 800
rs. e lo o covado, meias prctas de algndAu para se-
nhora a 200 rs., suspensorios a 100 rs. o par, corles
de casta) linas francezas a loiOO. e 2s(i0O muito li-
rras. lencos de camhraia linos a lM rs., dilos de seda
da India moilo linos para homem e senhora a loitX),
romeiras de camhraia lina do laros de seda para se-
nhora a i;, nuwlelelea de seda lios a i?, manas de
seda para senhora de superior qualidade a e, corles
de rolletes de hlazinha para homem a .jllll rs., lencos
de seda branca muilo linos a lo, corles de fusiao
para collelcs a 610 e H( rs. de superior qualidade,
cortes de vestidos decambraia e seda moilo linos a
.">0 e lis, corles de cambraia com babados linos a M,
dilos de cambraia de cor a -Jo-VIO. bretanha de lint ,
de (i varas a peca, lina, a -ioJOO, chales de larlala
800 rs. e tj:200, ditos dc cassa c seda muilo lino-
3.VIO e :i?, laa para volido dc senhora a :|-20 o co
vado, cambraia- de cores linas a :O e i()0 rs. va-
ra, paeeade lil para mosqueteiro dc "JO vara ~
a peca, corles de meia easemira de superior qualida-
de a 19600 e -"5 o corle, meias para senhora linas a
10 e 320 rs. o par, madapolao e algodaozinho, e
oulras muitas fazendas |ue por sercm mudas nao se
pdejn mencionar, e que se vendem purtodo o preco,
na mencionada loja.
Cera dc carnauba.
Vende-cacera dc carnauba de boa qualidade, por
menos preco do que em oulra parle : na rua da Ca-
deia do Kecife, loja n. ."0, defroute da rua da Madre
de Dos.
Tinta propalada lll oleo.
Na rua do Trapiche Novo n. 18, em casa de E. II.
Wyall, vende-se excedente tinta branca, preparada
em oleo, em latas de -->8 libras.
Eixos e irreos para
carros.
Vendem-se superiores eiioa c arreios para carros :
na rua do Tiapiche Novo n. 18, casa de E. U,
Wyall.
Candelabros o lustros.
Acha-se venda em casa de E. II. Wyall, na rua
do Trapiche Novo n. 18, um completo sorlimenlo de
candelabros e lustros hronzeados de 3 a 8 luze-.
Vinliu Xereze Corto.
Vende-se vinhn Xereze Porte em h irn.,,. quar.
lo : em casa de E. II. Wyall, rM d frapirhe No-
vo U. 18.
POTASSA CAL TIRGEI.
Ao antigo e ja bem condecido deposi-
to da rua ila Cadeia do Kecife, escrptorio
n. 13, lia para vender muito superior
petassa da Kussia, dita do Rio de Janeiro
e calvirgem de Lisboa em pedia, tudo a
preeos muito lavoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisl'eitos.
Taixas para en gentos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum.passan-
do o chafariz continua baver um
completo sortimento de tai\as de ferro
fundido e batido dc 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acliam-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcatn-se ou carregam-sc cm carro
sem despez-a ao comprador.
Tahoado de pnho da Suecia, alcatrao e pise.
Me. Calmonl \ Companhia, leudo rcccbulo um
carregamenln desles eeneros pelo brigue sueco D.
I Ir n : i, de (lu liemh, n..:. vndenlo os roesmos a
retalho por precoa baratos: o tahoado acha-se reco-
thido no armazem dos Srs. Carvallio A; I rmao, rua
do Brum.
AO BARATO!
Na rua do Crespo, loja u. 1, vendem-se por lodo
o preco fazendas dc primen-,i qualidade, para acabar
ii.lo se olha a preco.
Relogios
inglezes de pa-
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: cm casa
llenry Giben, rua da Cadeia do Kecife n. ">-'.
Vende-se a^o em cunhetcs de um quintal,
preco muilo commodo : no armazem de Me. (
moni ,V Companhia, piara do Corpo Sanio n. 11.
Cartas frailee-
- Na rua do Collegio, lom. i, ,* T#Dd
hcelas de lodos os lamaohos c^ verljadero doce
de cajo neceo para fazer mimos.,,,,,,, como ,,_
le ein,libras a porfo que qozer coroprador, lam-
liem ha de calda muilo superior ee vende em bar-
ris mi em libras.
Farinlia de mandiot.
Vende-se farinha de S. Mallieus. e sacca,
caes du Ramos, armazem do Sr. Pacheco nor nr.cos
commodos. y r .
Cortes de cassa para quem quer >ar foj
tas por poucodinbciro,
Vendem-se Cortea dc cassa chita de limn ;..( .,
a, ditos de padrote fraucezes a o.-inn. ceaaaa rla>
para enviar lulu, ditas prela" dcpadres mindr a
>S o corte, alpaca dc seda de quadros de ludas as c
res a 720 e covado, lencos de bico lauto pintado
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra homem a la e I9MKJ ; todas eslas fazendas ven-
dem-se na rua do Crespo n. ti.
Cousas finas ede
bons gostos
NA LOJA DA BOA FAIA.
Nendem-se ricos Icques com pluma, holola e
espelbo a 2?. luvasde pellica de Jouvin o melhor
que pude haver a 18800 o par, ditas de serla ama-
relias e brancas para homem e senhora a 1.-JMI. di-
las de lormil prelas c com lior.ilado- de cores a 800
rs. e 19200, ditas de lio de Escocia brancas e de to-
das as cores para homem c senhora a 000 rs., ditas
para meninos e meninas muito boa fazenda a 320,
leu inho- de relrnz de todas as cores a 19, touens de
laa para senhora a 10, peines de tarlarusa para
alar eabetlo, fazenda muilo superior a 99, ditos de
alisar lambem de lartarusa a 39, dilos de verdadei-
ro bfalo para atar rabello imitando muilo aos de
larterega a I980, ditos de alisar de blalo, fazen-
da muilo superior a 320 e OO rs., lindas meias de
seda pintadas para enancas de I a 3 anuos a 18800
ipar, dilas de lio de Escoria lamliem de bonitas
core para maneas de 1 a 10 anuos a 320 o par. s-
pelbtM par par-.le com eicellenlcs vidros a OO,
700. I.",- 1-5290, loucadoresrom ps a ISSOO, lilas
de velludo de todas as cores a liin e 210 a vara, es-
covas lina- para denles a 100 rs., e iiissimas a UO
rs., dilas liuissima com cabo de marfim a I.;, tran-
Cas de seda de todas as cores e larcoras a 320, 4ufl e I
00 rs. a vara, sapatinhos de lAa para enancas de
bonilcs padrees a 240 e 320, aderecos prelos para
luto com brincos e allineles a 1s, loucas prelas de '
seda para maneas a I, travessas das que se usam
para segurar rabello a I.--, piatoliohaa de metal para
rriincas a 200 r.i.. galheteiras para azeite e vinagre
a 25200, bandejas muilo linas e de lodos os lma-
nlo.- de ls. 25, 3-3 e 45, meias brancas Tina para
senhora a 2ill e 320 o par, dilas prelas muilo boas
a 400 rs., ricas caixas para rap com nquissimas es-
lampas a 38 e 2d00, meias de seda de cores para
homem a 640, rharuleiras muito linas a 25, teolOea
para bengalas a 40 rs., pastas para guardar papis
aMOOrs.. neulos de annarao de ajo praleados i dou-
radosa (iiO, I5 e 1j200, lunetas com aro de bfalo
e tartaruga a 00 rs. e 15, superiores e ricas benca-
linhas a 2J>, e a 00 rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavallo pequeos e grande, fazenda muilu supe-
rior a (O, 800,1j, I92OO, 1500 e 2-?, atacadores de
cornalina para casaca a 320, peni muilo finos para
suissa a 00, escovas linas para cabello a 040, ditas
para casaca a 640, capachos piolados para sala a
tiiO, meias brancas c cruas para homem, fazenda
superior a 160, 200 e 210 o par. camisas de meia
moilo finas a ls e t;2IH), lovas brancas encorpadas
proprias para montana 240 o par, meias de cores
para senhora moilo fortes a 290o par, ricas ahotoa
duras de madreperola ede outras muitas qualidade-
e goslos para colletes e palitos a 00 r.. livelas doo-
radaspara calcas colletes a 120, -ricas filas finas
lavradas e de todas as larguras, bicos linissimos da
bonitos padres e todas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de noivas, lesonri-
nhas para costura o mais lino que se pode encontrar,
Alcmde tudo islo outras muilitsimasrousas muilo
proprias para a festa, c que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, romo lodosos freguezes j sa-
hem : na rua do Oueimado, nos qualro cantos, na
hem condecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
Vende-se nm cabriole! em bom eso ; a Iralar
na rua do Collcgio n. 21, primeiro andar.
CHARUTOS VARETAS.
\ endem-ae na rea do Queimado 9. ee
deiros charutos varetee e de S. Fdi da fah
hraodao da provincia da Baha.
Vende-se urna negrinha de idade 13
crinla ; na rea liireila n. 3.
Vendem-sc frascos com rolkas de -
dio muito proprios para conservar toda
a tpialidade dc rape, e for muilo cona-
modo preco : na na da Crtix n. 46, pri-
meiit andar.
Sal do Assii
bordo do hial' Kece (Mmde, oa a Iralar cea a
eisignalarios Ta 'nSea.
Va re
. L'-SBOA A
! ':a|vc>.
de
novo
4,50* IS.
w faecc* do liea-
s
A3$500
(0)1 :.0r(l[{(BTOMUSHV1,VT
do (pie em oulra rpialquer parte.
Bico de blond de seda prela para qeareaeaa e ko-
nilas lila*, romo se recebe k'iGVmi directaaje*-
le da fabrica, por isso pode oflererev- eMa enleeea
a seus .'recueles, raa do il<>)oeira.
Ai Iillm 11.1 contra o citolera.
I.ovas de lila alcomades para fnereea, lenSn e
proprinlade de aquect- 'c-i.amelf prfle e
nao ferir : no Bazar l'ei icaao, na m Nove *.
33, nico deposito.
UCHAIIISIO PARA EIGE-
no.
NA FINDir.AO DE FERRO 1)0 ENCE-
MIEIRO DAVID W. BOWMAN. ,>\
RUA DO BRUM, PASSANDO O UIA-
FARIZ.
ha sempre um grande somoienln dos sesaieSee ek-
jectos ile mrrli.iiii.rno- proprios para cnumhe. e a-
ber : moendas c meias moendas da meia moderna
construrrao ; taixas de ferro tundirlo e batida, *m
superior qualidade e de lodos m limanhea rodea
dentadas para asna ou animar*, de lorie* es prear-
res ; erves e boceas de fumalhae resMra a> k..
eiro, aguilhnes. brouzes, paralu-.K r r.iMlli
nbo de mandioca, ele, ele.
NA MESMA Fl'NDIQA'O.
se eicculam lodas as encommendas rom a _
ridade ja conhecida, e com a devida presleue
inn.li.l l.le em prrro.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr dr Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
mot-ndas decanrxaa todaade fero, de um
iaodello e construccao muito superiorc-
Na va lilas a ron rento.
Na rua da Cadeia do Kerife n. 48, primeiro an-
dar, escriplorio de Auseslo C. de Abroo, roatw
nuam-rf a vender a 89OIIO o par 'preco Irx'o.
bem ronbecidas e afamadas navalha> de 'barba, reta*
pelo hbil fabrcame que foi premiado na cijo.*
de Londres, as quaes alm de riurarem iraardiM-
riaineiiie. n 1.1 sesentem no rosto na aeran d crter I
vendem-sc com a cnodi^So de.
rersue

\en,lc-secal de Lisboa ul.imameni.chegada.aj- derem oscompradoresdevolvellas.tr 1 d^d-ei.
simroinopotassadaRussiaverdadsira : na praca do pa compra restileindo-e o imi*-t* *
t.orpo Santo 11. 11. '
de
pn
:ai-
Vendem-se superiores carias francezas para vol-
(arele a 00 rs. o haralhu : na rua do Queim.idn,
luja de miinle/a- da Una tama n. 33.
Moinhos de vento
mi homha-de repuxo para regar borlase baila,
decapim, nafundc,aode li. \\ Bowman: na rua
do Brum ns. 6, 8e 10.
arpo :
VIN1IO XEKEZ.
Vende se aoperior vinhn de Xerez em harais do
tli.cmcasa Je K. *:. Wvalt: rua do Trapiche
n. 18.
AGENCIA
Da Fundicno Low-Moor. Rua rl a
Scnzala nova n. 42.
Nestc estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moer
das c metas moendas para engenho, 1
chinas de vapor, e taixas de Ierro *-
c coado, de lodosos tamauho.'
dito.
I.AIIVRINTHOS.
Na rua da Croa n. 3. primeiro andar, rnnlinoa
a haver sorlimenlo dc boas obras de labvrinlho ai
venda.
Vciidcin-se em casa dc S. P. John*"
ton & C., na rua dc Senzala Nova n. 42.
Sellrns inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro c de montara.
Candieirose CasticaeS bronzeados.
Lon asinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro. -
Barris de graxa n. 97.
Vinho Cheivy em barris^
Camas de ferre.
_ LIQUIDACAC.
"rematanln da loja de miudezas da rua dos
Vuarieis n. i-, querendo acabar as miudezas que
.sletn, vende barato afim de liquidar sem peda
de lempo.
Franja com bolo!as para cortinados, peca '. 11000
I apel paulado, resma, ;de peso) 3J000
Dito de peso, resina I 23"00
Laa de cores para bordar, libra TfOOO
Pcnles dc bfalo para alisar, duzia :i8t)00
rivelas dourada? para ralea, urna 100
liroza de obreias muito finas OjOOn
Lencos dc seda linos, ricos padroes 1?."i()
Caixa de linhas de marca j jn
.Meias para senhora por _';n
Pcnles de tartaruga para segurar cabello 1)000
brotaa de canelas finas para pennas -JgOO
Dilas de boles finos para casaca 21000
Meias prctas para senhoia, duzia 3;-J00
Ditas ditas para homem 2S800
Lacre encarnado muilo lino, libra 1.>800
Papel-de cores, maco dc 30 quadernos WH)
Duzia dc rolxelcs 7JX)
Espelhosde todos os nmeros, duzia 9)300
Linhas de novellos grandes para bordar 1j<00
Kiras filas escocezas e de sarja, lavradas,
largas khi
Meias cruas sem costura para homem 38:100
Ditas de seda n. pec,a :I80
I raneas de seja branca, vara 1(K)
Caixas de raiz. duzia |-nn
I'er a- de fitas de eoa :mmi
l.apis finos, groza 'J'IXI
Cordie para vestido, libra I9J00
toncas de hiende para menino IC'JOli
Chiquitos de merino bordados para menino IjOOO
e Miilro- miiitiis arligos que se lornain rerommenda-
veis por -u.is boas qualirlades, e que nilo se ilinidari
dar um pouquinbo mais barato a aquellc senhor lo-
gi-la, que queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra em pnmeira nulo.
COGNACVEKDADEIKO.
Vende-seo verdadeiro coanac, lano em garraf.
como em garrafoes: na rua da Cruz n. 10.
Cal de Lisboa barata.
Para fechar rnnlas vendem-se harris.com cal de
Lisboa, pelo diminuto preeo de 3>JtKl, assim como
ha uina porfi da dita cal sola, ptima [para caiar
pelo seu biilhanlismo e duracAo, e ruejie-se urna
barrica que tenha sido de |bacalhu por .'lo : na roa
da Cadeia do Kecife n. O.
Meias prelas pa-
ra padres.
Vendem-sc superiores miras de laia para padres,
pele baralissimo preco de 1)800 o par, ditas de al-
godilo prelas ,1 liill o par : na rua do Queimado.lnja
dc miudezas da Boa Fama n. 33.
Vende-se um cabriole! lodo piulado e forrado
de novo, coni arreios, he bastante leve, seguro e bo-
lillo: para vei, llama do Hospicio, esqoina -lo Ca-
marao, loja do Sr. Candido pintor de carros', e a
tratar, na rua do Collegio n. M, primeiro andar.
Para HacerdoteK.
Vendenr-se meias de laia prelas.c brreles de se-
da prelos para sacerdotes : na rua da Cadeia du He
rife, loja n. ."'J.
Vende-fe oleo de ricino em lalas de 37 libras
e em garrafas dc libra e meia a 1-\ milite em le-
cos grandes mallo novo a 4?, arroz pilado, algodau
em carneo, paos de angico graudes a 3}: na rua do
Vigario 11. .
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Avisa-sc aos senlwrts le engenho qiic
pa'^-lartiTlr o uso do arcano Jo Dr.
StTle para pmiticacao de assucar ven-
ta-so o mesmo ao privo de ." lata de 10 libras: vende-sc etn rasa dc
N. O B?eber *., rua .1., Craas n. .
Em casa dellenrv Bruiin &C.,rtia da
Cruz 11. II), vendem-se:
Lonase brina da Kussia.
Instrumentos pota musica.
Espedios com mol lu a.
(lobos para jardins.
a deiras e solas para jaidiin
Oleados para im'sa.
Vistas de Pe tiambiu.
Cemento romino."
Gomma lacea.
EmcasadeN. O. Ilicki AC, rua
da Cruz a. i, vendc-se :
Lonas 11.1 Kussia.
Krinzao.
Tintas em oleo.
Ultramar.
Cognac em caixas de 11111.1 du/i.i
Saceos de estopa.
Espadas para msicos ecornetas.
Por commodos precos.
V endem-se scllins com pcrtcnccs pa-
tente inglez, e da melhor qualrdade que
tem vindo a este mercado : no armazn
de Adamson llowie&C. rua do Trapt-
che 11. \-2.
(fj?crat)o fu^o.
Fugio em -*H de Janeiro dn correle o
poder de seu senhor Malhcii- de Sneza Silva A, (..,
com refinacao de assncar na roa da SatkS, na Rio
"le Janeiro, um earrav sen de nnim /cana.. criae-
lo. idade > annof, poucu mais ou meos, malera
alia, largo dos hombros, ebrio do neilo, hanita fae-
/a, falla bem, n.lo tem sisnaes de rasliee : grariiira-
se com -his. a quem o apreientar a sen enher, eej
com ISO) a quem entregar em Perejeefaeco ee Sr.
Jn.e l'creira da Cenka.
I'c-.ipparecea no dia IS do -arrele as de
horas da piule, urna prria de mue Joanna, a> SA
annos de idade, ua^.io Angola, leudo om si goal 00
raacae na nrelha piuvinienle do briejce, M escrava
no Brrjo da Madre de lieos de Jos Corroa de Ane-
jo, e -npi.e-e ler ido para n dilo lusar : eje
sar ou delta der noticia dirija-se a rea do
do n. 3i>, que se recompensara'.
No dia Iti de Janeiro du rorrenle anuo regio
do rnsenbe Tabahusa um mtalo e-rravo, qee ner-
lence ao Sr. Ilerculano Cavalcauli de Si AtWooei-
que, cojee tignaes nIo os seguinle* : cor bem clara
cabellos crespos e castanhos. baivo, cheio do carpa
esla rom a cor plida por ler oflrido seie*. e lee
mullas manchas no pescoro, as cosas e peiros, tK
a -II annos di idade, n buco j Ihe apeala ; leve*
camisa de alcodAo/mbo azul ja desbnlada, e tihem
a ceroula, um raple de panno lino cor de cafe ja
bem usado : prrsume-sc qoe levou em compaohU
um rrionlinho tarro com 12 annos ria idade. arta
ecco, e com alternes iii.doa- pelo rosto e prwtpr, i
ha razio para .upp.-.r-se qoe elle ,0 mualo prrieo-
de Pas var a -cu senhor 110 engenho mencionado, o, anlre-
sar neta praca ao Sr. Antonio Amies jarome ft-
res. morador no aterro da Boa V ni a, qee ser* re-
compen-.ido rom geuermidade.
I ugiram na manliAado .lia l'.l do rorrenle da,,
rsrravns |Hir nom, Thenaoro> fn#o|o
cador baivo coipo|,i0, ,, nlOTraB,||ea W.n-
jos pela ha, ha c pcilns, idade X, Manea rmor mam
ou menos ; onlro de ..orne Jorcr, mulata, ha,...
seceo do coi pe, penca barba, quebrarlo .la verilha
lem do lado esquerdn do rosta ama ricalri, este e-
rraxo tal do Sr. Manoel Thorn; es-earcereirn ;
roiidimram rom siso uma caix., na qual leveram
toda roupa que linham, calcas e camisa de alsosUo-
riahe dc lisiras. camisas de madapol.io, orna dita de
liarla encarnada ja aeede cakerleaae; ropa-see*
aoleridailes polieiae. e capilar de campo queman,
prebendan! e levem a rua da Concordia a. i. 1
em de malcriis que sero generosamente re
pensados.
No dia IS do correnle fnein .lo encrnho t-'r-
go-o, termo de I Uinda. um mu tal,, de cerra de 20
anuos de idade. arabocnlado. cabello corrido, sem
barba, r he sapateiro : quem o apprehender levea
ao dito eii^enlie. on a rua da Aun li n. 11, ana ae-
ra recompensado senerosameule.
Contina andar fgida a prita Merem-ia, rri-
nula, idade de a :ln alllw, |Klurn mk .., mtntmt
".....* *"->'< seenmle : falta dr denle, n* freede o
orna du reinas roseada preeinesaai do bnaeo :
quem a petM leve-a a rea do Brum, .rnuear de
assucar 11. 13, que ser bem gr.iiihca.lo.

S
1 l'ERN. : TVP. DB M. F. DK FAUU. 18
*


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