Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07265


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Full Text
anuo mu. n. 14.
Por meses adiantados .sOOO.
Por ."i mezes vencidos 4$5()0.
1EBCV FEIRA .!> DE FEVERE1R0 DE .836.
DIARIO
Por auno adianlado IjjOO.
Porte franco para o subscriptor.
V
KNOMUtECADOS DA SUISCItlPC.Aty NO XOUTi:-
Parahiba, o St. Gervazie V. da Xaiividads ; Natal, o 6r. Joa-
qun I. I'ereira Jnior ; Aracaty, o Sr. A- de Lemos Braga ;
Ccar, oSr. J. Jos* deOliveira ; Mjranh.io, 0 Sr. Joaqun) Mar-
ques Rodrigues; Piauhy, o Sr. Domingos Hereulano A. Pcssoa
rerense; Pari, o Sr. Juliano J. Ramo; Amazonas, o Sr. Jero-
nimo da Coila.
PARTIDA dos comicios.
Olinda .- lodos 01 Olas.
Caruaru Bonito e Garanhuns: nos dias 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' a Ouricury : a 13 a 28,
Goianna e Parahiba : segundas a sextas-feiras.
Victoria e Natal : as quinus-feiras.
AUDIENCIAS los I ItlltlW.VKS DA CAPITAL.
Tribunal docommercio : quarase sabbados.
Relaco tercas-feiras e sabbados.
Fa/enda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do commetcio : segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia,
Juizo deorphaos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara do civel: segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda Tara da civel : quartas e sabbados ao meio-dia.
EPHEMERIDES DO HEZ DE KKYKREIRO.
6 La nova es 7 horas, 23 minutos. S segundos da manhaa.
13 Quartocrescente aos 7 minutos e i segundos da manhaa.
20 La cheia a 7 hora, 30 minutos e 48 segundos da tarde.
29 Ouarlo minguanteaos 19 minutse 4Nsegundos da manhaa.
PARAMAR DE HOJE.
Primeira M 3 horas e 42 minutos da tarde.
Segunda as t huras e 4 minutos da manhaa.
l>I\s\ SEMANA.
18 Seguuda. S. Semc.o b?; S.-*r^..li(jI1-1 ,
I S. Aliar.
19 Terca. S. Conrado f. S. Gab
20 ijuirli. Ss. Klenlerio r Nilo 1,1,-
21 (tuinla. Ss. Mavimiano e Fortunato bb.; 9. e>0gela \. I.
22 Sexta. S. Margarida de l.ortona f. ; Ss. I'.ipn c A ili bb.
23 Sabbado. Ss. Lastro, Seaerino e Primitivo mm.
24 Domingo. 3. da 'Juaresma. Ss. Montano, Pretxtalo e Tharasio.
EXCAHHKCADOS DA I I RfH I,A xo M ...
Alagoas, o Sr. Claudino Falco Uiat; Baha, o Sr. U. Duwai
Rio de Janeiro,oSr. Joao Pereira Marlis.
. KM PEMJAlllll CO.
O proprictario do DIARIO Hanoel Figueiroa de Faria, na tus
livraria Praca da Independencia os. 6 e 8.

*-
PARTS QrTIGlftL
GO VERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 15 de (everelro.
Otlieio .V Joao da Cunha Res. Recebi o of-
ficio que Vmc. me dirigi cm data de 15 do corren-
te, uffereceiido oni carro de quatro rodas muulado c
lambem um cavallo sellad e promplo para fazerem
na freguezia do Poco da Panetla, e a qualquT hora
do ili.i ou da noile, o serviro que for necessario a
bcmdos individuos accommcltidos da epidemia rei-
nante. Agradecendo o louvando oseu generoso pro-
redimenla, lenhu a declarar-llie que nesla data olli-
cio a commissAo d beneficencia da reCerida fregue-
zia, afirn de que combine cm. Vmc. a respeilo da
inaneira por que semelhanle auxilio dever ser apro-
veitado. Commnnicou-se a referida commissao
de beneficencia.
Dito A' Ignacio Jnaquim de Sonza l.eAn e Ma-
nuel de Barros Wanderlea Lins. Recel o oflicio
de II do corrente, em qoe Vmc*. me partiripam
lerem resolvido rnreorrer a cariilade particular,
com o lira de estabelecerem urna enfermara, e pro-
verem-se, nao s de algaus gneros alimenticios, co-
mo de tudo iiiiii- que for irnsler para o Iralamento
dos doenles pobres, se infelizmente apparecer a epi-
demia reinante. Espero que Vracs. prosigan) na sua
caridov missao, que sem duvula ser roroada dos
melhores resultados, vislu como os habitantes desse
termo teem comprehendid a necessidado de auxi-
liar os esforro, d governo na triste quadra em que
nos achanto*. Remello urna ambulancia e duas pe-
ras ile baelilha, sentindo, porcm, que a falla de m-
dicos nesta capital nao me permita enviar mais um,
alm do que j foi para essa comarca.
ilo A' Francisco Martin* dos Anjos Paula.
Kecebi o oflicio que Vmc. me dirigi em dala de II,
parlici[iando-me que os liabitaules dessa freguezia,
nao a concorreram com a quanlia sullicienle para
a fundadlo de um hospital destinado ao Iralamculo
dos que forcm accommeltidos da epidemia reinante,
mas tamhem resolvern! crear duas commisses sendo
urna il.ill.is eucarregada da ndminisIracAo do referid
liaspital, c a outra incumbida ile agenciar soccorros
em favor da sent desvalida. Louvando muilo a ce-
nerosidade com que Vm. e os habitantes dessa fre-
guezia lem prestado os MM serviros n'uma quadra
eai que os esforc,os do governo devem ser auxiliados
pela philanlrophia dos cidados prestantes ; tenhu a
declarar-llie que nesta dala cilicio lliesouraria de
fazenda afina de fazer apromplar urna ambulancia,
que dever.i ser entregue a connnissAo administrati-
va, de que Vmc. falla em seu citado oflicio.
Dilo.Aos mdicos dos diflereules diatricloi. Con-
velo que Vmcs., emnreguem a maior diligencia c
promplidAo em desinfectar as casas onde liouverom
fallecido e vierem a fallecer individuos alacados da
epidemia reinante.
COMBE ANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commaudo daa armas de
Pernazabuco na ddade do Recite em IS de
feverelro de 1866.
ORDEM DO DA K. 21.
O lllm. e Exm. Sr. marcchal de campo Jos Joa-
quina Cuelho cflinmandanle das armas, determina
que se considero desligado d 10 halalliAo de in-
famara, ao qual seacha adido o Sr. (cliente Ale-
laudre Jo-c da Rocha, que ora segu para a provin-
cia do Para no vapor TocanliHI a reonir-te a ba-
lalho 11 da mesma arma a que perlence ; e m.-iu-
roiiii.i-lirrVi com o que cima dcixamos dilo, per- I Carlos Navia, por si e nulorisado por urna sociedade
mitla-se-nos nina breve explicaran. | de commcrcianles dcsla prara; proposla que nos
Parece em vcrda.de f"ra de duvida que lodos sen- suggerio as breves reflexocs que cima delxamos es-
lem a ncce*sidade de ordena e de paz. que lodos a criptas.
drsejam e a apregnam com o maior dos bens; mas As primeiras base* ou condires oerecidas pela
nao lie lamhcm menos exacl que, quamlo se (rala sociedade foram as seguinles, que se acham publica-
da apreciar a sinreridade de taes sentimenlus, reci- das no Comercio del tala de S do mez passado.
prociimentc dcsconfiam uns dos outros. I'ahi pro- Comprar M govern as rendas denominadas de
maroes do cnsul de Buenos-Avies ; que o navio
cm que embarcaran) fra carregado ncsle porln c
despachado para a Repblica do Paraguas, receben-
do-os a scu bordo um pouco a lem da pona de Ye-
guas d outro lad do Serr.
O jorualisla. pergunlando em seguida qual a regra
de direil internacional em que se firmara a con-
duela observada pelo governo d'i repblica pin re-
.. Qaeira V. ElC lana fat-lo constar a S. M. o | No dia 29 haviam chegado do Paran no vapor qo0 tctUa de chegar ao ja de direilo nesta villa
Imperador, sisuificando-llio ao DMMM lempo os sin- | juncin, us.Srs. I). Jacinlh Albislur, mlnislro pie- III proeea,os inslaurados pelojaiz municipal da Croa
iiiputenciario de S. M.Calhnlica, c I). Juan B.plisla Alia, por vario homicidio alli perpetrado. recente-
Pena, commissionaJo confidencial do estado de llue- | mente, entro os quaet o do reverendo vinario de S.
nos-Avres junio do governo da confeder.icao. j Marlinho Joao Val de AlmeWa, enjo ataaasiino* fo-
V s liaba regressado .laCampanlia o coronel Mi- ram presos. Tambem foram pretao^ celebres faci-
lei, ministro da gaerra, depois de bater em panol < oras Pacifico e Kapliael, e morlo cm reticencia >
ceros votus que faro para qife ns laros de perfeila
iiilelligeucia e harmona que ligan) a repblica cm
o imperio -e forliliquem rada V6X mais, e pela felt-
cidade e prosperidade de S. M., e da briosa nai..lo
brasileira.
vem sesuramente n faci de se ouvirem lodos M mercados e curiae rom os seus acressorios. eslabe-
dias boatos assusladorcs ; e ile nno haver verdadeira I lecidas pelo prazo de Ires amaos, a contar d priniei. fes emigrados do Estad do Boenos-Ayrcs, acrusa e
Ir de janeirt dcste auno em diautc, pelo valor ile profliga sem piedade o mesmo govcino pela loleran-
almejam e se innslram dspostos a fazei sacrificios. 150,000 pesos; sendo 2S.t>W pesos e reacs cm pra- i cia, senao connivencia em taes successos, que po-
Aceite V. Exc. a expreMSo sincera da alia sa- general Flores ; poiin, em consequencia do desem- I criminoso de 7 morles Fabiano (ouralves. t
lajo a tao reiterados abusosiconsmellidos polos che- | lisiar., com que governo tcm vislu a mu honrosa I barque da.Coalaem /arate, saina novamenle para I mulher desle de nome Ouerubina. que era romplir*
conduela que no exercici vado, a qoe mnilo (em fallo aobreaaliir a capacida- > pouco enfermo. lora da ,,, de prmeiro ^^^ A)|aH,e |1(.
Em circumstancias ISu melindrosas, nois, enten-1 la ou ouro cunbado, 128,253 pesos c -i reaes em ra-
da declarar para os lins convenientes, que ncsla da-, rere bem informad
la se aprescnlou no quartel gencri'l o Sr. lenente
Jos Antonio .le Urna do 9 balalliSo ne infanlaria
demos nao dever garantir mais do que o ardente de-
seju que lamben) uutriraus, de que n eleirao do 1.a
de marro, elTectuada na mais completa calma e li-
berdade, recabia sobre um cidadAo que possa salvar
a Repblica Oriental do l'iugoax das graves com-
plicares com que lula, c da ruina iminineulc que
a ameaca !
Deixando porcm as perigosas regies das probabi-
lidades e d porvir, desramos au campo dos faclns
positivos, cuja narrarlo imparcial e fiel temos por
derer enviar rnensalmeiile aos leilores do Jornal do
Conimerrin.
E para nAo vollarmos de novo ao assiimplo em
que acabamos de locar, coiisiiila-se-iios preterir a
orden chronoiogiea da nossa exposirao, dizendo
de>de ja o que ha, ou ao menos o que nos coiisla a
semelhanle respeilo.
Al o dia 20 d mil prximo lindo nao havia a-
inda a imprensa apresenlado o nome de candidato
algum presidencia. Os jomalislas Uieorlaavam
lodos obre a importancia e a gravidade to acto so-
lemne dn | .a demarra, aconselbavam a una voz,
como dissemos. a manulenro da orden, c a mais
perfeila liberdade na eleirao, unisnnos faziam votos
para, afim de que rcrahisse a eaeolhl cm um lio
mem presligio corroein o Estado, c realisar as grandes reformas
moracs c malenacs de que elle lano carece ; mas
qual nome desse liomein, nenlium lelles evhibia !
FormnvaiE-sc rcunies de senadores e deputados,
grupavam-se es amigos polticos, fallava-se, discu-
ta se, combinava-se : porcm ao dispersar dessas
reunies, e desses grupos, se se ndasasse qual o
candidalo assentado. obler-se-hia em reapoata por
ora nada ha retolrido, nao .se sabe !
Fo) toa SDdv'pastada que pela primcira vez um
correapondenle da .Varo eslranliando o silencio
que, em poca ja 13o prxima do dia assignalado
para a eleirao. te guardava nimia solire o nome dos
liomens que por ventura se aclukvam as circums-
laucias de oeeopai o alto cargo de presidente da re
publica, aprcsenloii c recommeiidnu ascusconci-
dadilos corno randidatos os Srs.; I). Juan Mizue)
Marliuez, II. Florentino Castellano! c II. Gabriel
A. Pereira.
l>os (res. segundo nos assevora possoa a irue pa-
lesde tesorera emiltidos pelo governo, que actual-
mente se acham em circularao, e que a sociedade
se otiriga a retirar, converlendo-os cm ttulos seu'
pagaveis .i vista ao porlador, no prazo de 30 dias
conlados da dala doem que cutre na posse adas ren-
das que compra liaros de lodo o onus.
A entrega dos referidos valores se elTecluar do
modo seguinle :
Os 28,lil>i pesos e i reacs em inelal entregar a so-
ciedade tres dias depois de Citar de posse das ren-
das que se llie vendem ; e os 121,253 pesos e i reaes
de ca* ddlfnarerim ir entregando iaulilisados
junta de crdito publico em mensalidades de 3,(KM)
pesos no primeiro ann do contrato, o de (,000 no
segundo ; e os 37,933 pesos c i reaes duranle o ler-
ceiro auno, comeando a realisar a entrega das men-
salidades desde o mez de Janeiro do correnle anuo.
Para que esla ronvenrao tetilla Indas as garana"
desejaveis em ulna operarao de semelhanle nalure-
z.a, obriga-se a sociedade a Irocar por inelal, vista,
os lena litulos, em qualquer quanlidade que se Ihe
apresenlem, nao sendo menor de urna onca.
Os ttulos que a sociedade se prope emillir sero
Io fraccionados como o exige a uecessidade que ge-
ralmenle se sent no paiz de supprir a falla de moe-
da mili la por algum mcio eflicaz que livre o publi-
co da conlribuirao a que se acha sujeilo por essa fal-
la, leudo de pagar um alio premio para trocar o ou-
ro por prala.
Em seguida deslas algnmas oulras condires se
If-iii, que leudo nicamente por objeclo garantir a
fiel execucAo do conlralo que se houvesse brar, n.lo uos parece necessario transcrever aqui. F.
conclua declarando que a sociedade, como comple-
mento da proposla, offerlava ao governo por empres-
limo a somma de 3.080 oncas de ouro. mediante o
juro simples de I por cenlo ao mez em Ires entregas
mensaes a datar de 10 de fevereiro ; sendo a socie-
dade reembolsada pelas rendas da alfandega, que pa-
ra isso llie deviam Tirar cspecilicadamcnle bypullie-
cadas.
A imprensa, logo que leve noticia desta projeda.
da operarao de crdito. levan(ou-se contra ella, nAo
-o pela glande ganancia que dizia resultar para a
sociedade da troca de 150,000 por 300,000 pc-os,
que a (auto sobe > orcamenl de tres annos das ren-
de al esto mouieul candida n das de mercados e curraes ; como tambem c princi-
.'cuenle | lu ua Ugll Jos Kellcraii, 0rib# tatu< ulliino 0_ | ,ri,,( potrir. wmHhanle operarAo ia embara-
vindo da corle, o qual foi mandado reunir
respectivo corno.
Candido Isal Ferreira,
CapitAo ajudante de ordens cjic n regado do ilelallie.
1
*
MONTEVIDEO.
:l de fevereiro de 1856.
Eis ahi Tundeado no porto, de vadla de Bucnos-
Ayres, o infatigavel Camilla, que, novo Judeu Er.
ranle maritimo-, nAo cessa de caminhar : ei-lo ahi a
chamar ja os passageiros e as malas, puis que im-
prelerivelmente amanbAa ao mcio dia, haja o que
houver, seguir na sua marcha de lodos os mezes
para o Rio de Janeiro !
.'.-lo singular!... O Camilla, que alias, segundo
dizem as mis HngOM, -csl velho, gaslo e eslropiado,
ainda urna so vez nao deixou de sabir no dia annnn-
ciado, ainda urna vez sequer nao deixou de ir ca-
0l(ialiriel A. Pereira. Ainda qn cont o Sr. Castel-
lano! algumas alleic.es, e seja, cmo se diz, apoia-
da a so* candidatura no comraercio inglez, pen-
detn, por ora, para o Sr. Pereira, as probabilida-
des da eleirao*alenlo o predominio que na aclua-
lidade exercem nquelles dous genraes.
Falla-sc taiutiem ua candidatora do general I).
Cesar Dias, que exerria o cargo de enrairegado de
negocios da repblica em Buenos-Ayres. Diz-se
que he o candidato do partido contercador, derro-
tado em 25 de novembro ; e de oulr.i IraeeSn do
parliiln roforado em opposic^o ao governo aclual
eacrescenla-se mesmo que ha disposira. para auxi-
liar esla candidatura com as armas.
NAo sabemos*porcm o grao do crdito que de_
vam merecer seinelhanles biaalot*; o qee sabemos a-
penas he que o general Dias, que se ochava em
Bueno>-Avres no exercicio de sua miedo, appare.
Cea ha dias nesla capital sem ser esperado, e sem
que o governo o liouvessc exhonerado do cargo, ou
mandado chamar E sabemos mais, porque o lemos
ininho direilo a seu deslino, sem necessidade de ar-
ribar alli ou acol Enlrclanlo os noteot vapores, em um n'l'" ''" v'/'';m! de 30 do passado, que
principalmente s de guerra, apezar de mil prepa- ,el"' 0,1'll) general, depois que aqui cliegou, pe-
rativos c cuidados de que os rodeiam. cansam o ge-
1
ero humano em fazer esperar sua sabida dos por-
los. e rara he a viagem que ellecluam sem escala
por forra maior l
Dever-te-ba acaso explicar esle faci pela verdade
da arrogante proposirAo ingleza llritania rule'
Ihe toares : ou ser porque, como dizem os franco,
zes, ao que parece mais acertadamente, u pelo
menos com mais modeslia couloir r'est pouvoir '.'
Seja emfim o que for, o que he cerlo he que nos
compre alinhavar sem perda de lempo a nossa cor-
respondencia, porque o tal retho gaslo e eslropiado
decididamente safa-se amanha.i ao meio dia, e nao
espera por oulras cousas, quinto mais por estas ga-
ratuja !
A situarlo poltica de Montevideo hoje lie qual a
desenlame! aos leilores do Jornal de Commercio
em o jiosso artigo anterior, aciescendo apenas que,
i proporrao qoe se approxima o dia em que lem de
decidir-se a sorle futura do paiz, sobe de ponto o
interesase e a anciedade que no espirito publico ne-
cessariamenle devia despertar queslao de lao trans-
cendente importancia.
De feilo, na actualidade, o objeclo exclusivo de
todas as vistas, de (odas as alleuc/ies, de lodos o
cuidados lie I eleicAo a que deve proceder-se no dia
I. de mareo prximo, do cidadje que lem de orcu-
par por quatro annos a cadeira da presidencia do
Estado.' *
Se a imprensa lie o orgao legitimo da opiuiSo pu-
blica, se effeclivamenle serve ella de (hermsmelro
regulador dos senlimenlos da populacAo, bem pode
dizer-se que unnimes lo os votos dos orienlaes pa-
ra c|ue esse aclo solemne da narAo seja prcenebido
com (odas as formalidades legaes e sob a mais per-
feila calma. Os quslro jornaes liedla capital, Co-
nercio del Piala, Sacional, ttepublica e Sarao,
desde os primeiro das do mez lindo s tralam em
seos artigos eduriaes desse grave aisumplo, e
' umNozTeotfselliado o H'eQcio as paiies e aos rc-
seutimenlos polticos, e a tolerancia aos partidos,
proclaman) e-farr.adamenle como a primeira e a es-
lencal das necessidades do paiz, a conservaran da
ordem, a manicura da paz publica Por oulro lado,
teguudo nos informara, o pensamento douiiuanle
tem
dido demiaslo do lugar qoe oceupiva em Bnenos-
Aares, o governo recavara ronceder-lh'a, exigindo
que Com o requerimenlo feilo daquella capital ;
acrescenlandii em oulro artigo o mesmo jorualisla
que, no momento de entrar a falla para o prelo, se
Ihe assegurava que o general regressaria para Bue-
nos-Ayres no primeiro vapor que para ulli seguis-
se ; o que eUeclivnmente leve lugar na tarde do dia
31. Eisquanto por agora temos de communcar ao
leilores lobre a importante queslao da presidencia.
Bem pauco ou nada de positivo encontrara no que
lica escripto ; mas sirvalhes de compensara a cer-
teza de que o paquete seguinle levara a historia dos
fados ciinsuinraados lcerca de negocio de lana "ra-
vidade. Permita Heos que nA importen) elles no-
vas ralanudades para esle paiz, ji lao abalado e lio
exhausto !
A siluarAo financeira do Estado Oriental reclama
nAo menos do qiic a poltica, a seria altenrAo dos
seus estadistas.
O esmorccmenlo da industria c a paralvsacao
qoasi absoluta dastransacroes commercjae, que gra-
dualmente foi produ/.indo o ivrror iLk repelidas rc-
volla! de que este paiz lem sido tbcalro. nao sii sec-
caram a fonle, por assim dizer, principal da renda,
a" dos dircilos de imporlarao com que contava o go-
verno para satisfazer s exigencias dos diversos ra-
mos d serviro publico, mas tambem, como conse-
quencia natural, fizeram decrescer sensivelmcntc a
arrecadarao dos imposto! internos.
Allcndendn apenas para o presente, busraudo lAo
smente solver os embaracos do momento, embira I e itwaaftn dos p|pinr ,1
rar, senao alar de (odo as maos do govern do fu-
turo presidente. Ou fosse effeito das vozes do jorna-
lismo, oo fosse porque proprio goveruo reconhe-
cesse a lesAo enorme do negocio, o que be ceiio he
que nao foi elle aceilo nos lermos proposlos. Algn
dias depois porm veio oilicialmente aoconliecimen-
lo do publico, que se lluvia fechado o contrato com
o Sr. Carlos > a\ ia. mediante as modificarles que fi-
zera ta proposla primitiva, eque sAo as seguintes :
I." O governo, -alm do prero estahelecido de
150,000 pesos pelas rendas de mercados e curraes, c
accessonos, que cede sociedade, gozar de urna
trra parte do lucro liquido que as ditas rendas pro-
duzrem para a mesma sociedade.
e 2.a A sociedade nAo ser obrigada a comecar a
conversAo dos cales de tesorera seno depois de (0
dias, contados da dala, da assignatnra do contrato, e
da posse do das rendas que compra livres de qual-
quer onus ; licando porcm subsistente a obrigarAu
de realisar a referida conversAo dentro de 30 dias
depois de couie^ada.
ii 3.a As entregas dos rales de tesorera junta
do crdito publico para amortizarlo por mensalida-
des, como marca a proposla primitiva, comecarAo a
cffertuar-sc cm lins de marro e na cm Janeiro.
o 1.a As pocas que eslabelece a proposla anlerior
para a entrega das 3,000 onras que a sociedade uf-
fereceu emprestar ao governo sobre as rendas da al-
fandega serAo subslituidas pelas seguintes: 1,000.
onras logo que tenlia a sociedade a posse livrc das
rendas que adquire pelo conlralo ; 1,000 ditas em 25
de fevereiro prximo, c as oulras 1,0'KI em 20 de
marro.
V-se desles quatro attigosque a modificara es-
sencial, sena nica, que soll'reu a proposla primiti-
va consiste na cessao que faz a sociedade ao gover-
no de um Ierro do lurro liquido que produzir a
renda de mercados e rurraes. Fcil he cunseguinle-
inenle de ver lambem quAo ventajosa era para a
mesma sociedade, c sem duvida he ainda semelhanle
operarn, que s os Irisles apuros financeiros do paiz
podeiiam compellir o goveruo a aceitar.'
Em segnida da celebrara do contrato aununciou-
se o pagamento aos empregados de melade dos ven-
cimentos do mez de Janeiro ; ficaudo entretanto ain-
da por pagar os seis, oilo o uove mezes atrasados !
Abandonemos porm esla materia, que deve ue-
cessarian.onto foliar a alienlo dos leilores, subte-
ludo tratada por umprofanocomo nos.
No dia 7 do mez passado liveram lugar as elei-
res dos juizes de paz que bao de servir nesla capi-
tal durante o corrente auno. A acreditar no que
disseram as folhas publicas, informes e illegaes fo-
ram ellas, pois qoe urna intervenr da auloridade,
com enorme grvame do futuro, as adminislraroes
ao que parece, foram de dia em dia tornando rada
vez mais difficeis e complicadas as linanras do paiz,
ao ponto de se ver boje o governo forrado a pesa-
dos sacrificios para ellcctuar pagamentos de serviros
feilos cun seis, oilo e nove mezes de alrazo .'
Alio) desle desequilibrio da receila com a ilcspe-
za, cujo resultado infalivel he o progressiv augraeu-
to da divida publica, accrcsce que existe em circu-
lacAo desde julho do auno passado, una moeda, da
qual proven) aos cofres do Estado um prejuizo dia-
rio de nao poneos ceios de pesos!
Foi duranle os ltimos dias da presidencia do se-
nos diversos circuios que se gropuntaia capital iden- ,Hr;l1 ll0" ,l"c Soverno emilli cerca de cen e
tilica-se com o da impreLsa ; c.'em orna pilavra. lanos rail pesos cm^moeda papel, a que denominoo
nAo lia ora s individuo que, particularmente con-
sultado, nAo eileja de arcordo em que a maior das
calamidades que pode hoje pesar (obre a repblica
he sem duvida urna nova hila armada
Ora, se como nos afanram, ja o declaramos na
correspondencia anterior, eche de laes senlimen-
los enconlra na campanha o msis sincero c cordial
acolhimeulo ; se ubsiste aluda, e.n.io ha por ora
motivo para suppor.que dciie detubeitlir a liga ce-
lebrada eulre as duas principaes infloencias da si-
luarAo, os genraes Oribe f llores ; bem pudera-
mos nos prtdizer, sem aspirar por Isso as honras de
propliela, que a eleicao dol.o de mar sera levada a efleilo nos lermos legaes, c que a or-
dem publica nAo sera perturbada. w
Nossa i-nnsciencia, porm, nos nSo permille ir lio
longe ; porqur, sem embargo das solidas ra/.es que
arbamos de expor, nutrimos algumas appiehen-
tBea em contrario ;" appreheusi'ies, digamo-l ja,
que nascem de certadesroufianca que vemos
mais ou menos dominar no espirito publico. Fi pa-
ra que nao descubra alguem neslas ultimas palivra
vales de tesorera, Iramediatamcnle que appareceu
no mercado, licou semelhanle moeda sujeila a des-
cont ; descont a que o proprio governo do cntao
presin i rompa aunueiicia, taes eram os embara-
ros e apuros em que se achava ; desconlo que o po-
der legislativo da repblica sanecionnu promulgan-
do urna lei aulorisando-o ; desconlo emfim que al
buje lem sid um verdadeiro cancro roedor dos co-
fres publico!
Assim. por cxemplo, quando ia negociante pa-
gar na alfandega quaesquer direilos, os MfM de te-
sorera eram alli recebidos com o premio de i l|2
por cenlo alm do seu valor intrnseco ; mas, quan-
do o lliesouro linha de d-los em pagamento, s se
aceilavam com o abalimeuto corrente na prara ;
islo he, 10, 15. 20 e 22 por cenlo !... Cusa a crer,
porm be infelizmente verdade !
tiste fac define mellior e mais eloquei.lemenle
do que quaesquer rciisiderarocs o estado das linan-
ras do paiz, c por isso passaremos a dar ronta aos
leitoies da proposla que, para remissAo ou amorli/a-
riu de laes vales, dirigi ao govciuu o Capitalista
"m oulras,
onde nao Indura direilo de volar. Al este
lo, porm, nAo nos consta aclo algum do governo
pelo qual se possaui jiilgar viciadas as referidas elei-
res, que de resto, cunaprc confessa-lo, se lizcram
sem [lerlurbacao da ordem publica, o que j nao he
lao pouco.
Por decreto de II de Janeiro ultimo foi prohibido
aos depulados I). Jos Maria Muulioz, 1). Fernando
Forres, e I). Eduardo llellr.ni, chafa da revolla de
25 de novembro, actualmente emigrados em Boenos-
Ayres, o regresso au seu paiz sem previo consenli-
monlo do governo ; por considerar es(u as presen-,
les eircumslancias prejudicial a orden) c Iraiiquilli.
ifinie publica a residencia dus referidos depulados nu
Ksladu Oriental. E accrescenla u decretu que a
prohibidlo imposta subsistir at que a respectiva
cmara declare se ha ou nao lugar a accussrAo pelo
rrime por clles pralicados do rebelliao a mAo arma-
da, de que nppoilunamenle se deu conla a commis-
so permanente.
Esla medida, poslo que merecesse ligeiro repa-
ro de um on oulro jorualisla, a que parece foi ge-
raluisnle aceita, e recnuhecida romo neressatis para
prevenro de novas ilesordens.
O Comercio del t'lata de II, cm um arligo que
le o por titulo fiMtwSo armada sobre o terril orio
de Buenos-Aijres, auiiuuciuu romo faclos positivos,
e ja do dominio do publico, que os coronis Costa,
Bustos, I). Ramn, Heniles, Olmos, Garca e varios
oulrns olliciaes, tiuham embarcado no sabbado (1
depois da meia noile, levando 151) e lautos liomens
armados, en un palbabole c lanchas que os eepera-
vain na euseada da amiga urqneada de Tort para
rondu/i-liK ao^uavi que os devia levar at s cosas
de Buenos-Avies; que esses liomens haviam sido
contratados no departamento da capital do Estado
oriental, a despeilu .ls pruleslos'e enrgicas reda
dem (Ao seriamente romprometter as boas relaces
de araos os Estados '
Ao que parece, em consecuencia deste fado leve
lugar no dia 17 urna rrise ministerial, que tcrmiuou
pela retirada dn Sr. I), Antonio Rodrigue; da pasta
do governo c das relaroes exteriores ; e pela demis-
sAo do chefe do polica F. l,ecoq ; havendo sido
substituidos aquelle pelo Sr. Alberto Flangini, ofli-
eial-maior da secretaria de estrangeiros, e este pelo
Sr. 1). Clemente Cesar, que exercia o cargo de ins-
pector das obras publicas.
O ex-chefe de polica, que, si cera esl fama, recu-
sar anuir insinuacaoque Ihe fizera o governo para
pedir sua demsso, depois que eslallic foi dada pu-
bleou um manifest com o qual eram esperadas im-
porlanles revelares acerca do faci do embarque
dos emigrados. Entretanto da leilura desse mani-
fest se colhe apenas que, segundo a opiniA do seu
autor, nada tinha a polica que ver com semelhanle
fado ; sendo que nem mesmo para o prcenchimentn
do que eram propriamenlc deveres policiaes Ihe che-
gavam os mcios !
A proposito de mais esla crise ministerial por que
acaba de passar o Estado Oriental, ocenrre-nns ob-
servar que desde novembro do anno que limlou al
hoje, islo he, no curio prazo de lre mezes, tem
havido seis ministros do governo c retarnos exte-
riores.
NAo parera exagerara <> quedizemos. Em prin-
cipios de novembro oceupava a pasla de ettangeirO)
o Sr. I). Adolpho Rodrigues. Poacos dias depois
foi interinamente substituido pelo Sr. Flangini, que
exerceu o cargo al o dia 20, em que toaba ao Sr.
Florentino Castellanos a numeacAo do ministro geral.
Como se sabe, o ministerio geral do Sr. Castellanos
durou apenas dus dias, sendo nomcado para subs-
tilui-l na pasla da guerra o general J. A. Costa, e
lomando as oulras paslas interinamente para osofli-
ciaes maiores.
Depois coinpleloa-se o gallineto com osSrs. Durar
c A. Rodrigues, que agora entregou a sua cartera
ao aclual ministro de estrangeiros o Sr. Flangini !
Por decreto de 19, publicado no da 11 de Janeiro
foi convocada, de conformidade com o arl. 82 da
consliluicao da repblica, para o dia 15 do correnle,
a reuniao ordinaria da atsembla geral que no i." de
marro seguinle deve eleaer o 'tuio presidente do
Estado.
Parece que em suas primeiras teatoce lem as c-
maras de prenunciar-- sobre urna queslAo im-
portante que s suscita, e de que nAo ha areslo no
paiz.
Segundo a lei fundamental, dada por qualquer
motivo a vacancia da cadeira presidencial da rep-
blica, he chamado a occopa-Ia o presidente do sena-
do ; e foi nesta qualidade que o Sr. Mauoel Bazilio
Buslaraanle subsliluio em agosto do auno passado ao
general Plores. Reunidas agora as cmaras, tem 0
do senado de nomear o seu presidente, que nlo pode
mais ser o Sr. Buslaraanle, por achar-se, como se
sabe, legalmente impedido.
Neslas circumstancias pergunta-se : deve o novo
presidente do senado lomar conla da presidencia do
Estado, para uo fina de 15 dias entrega-la ao cidadAo
que a assembla geral eleger i
Parece que sim, se se atlender 13o somenlc a lat-
ir da cousliluicAu ; mas se se cousullar o seu espi-
rito, e a boa hermenutica, nAo sera talvcz queslAn
assim fcilmente resolvida. Abslendo-nos de emit-
tir qualqucr-juizo a respeilo de materia lAu impor-
leule, isto he, do corpo legislativo. E prosigan)04
n nossa (arefa.
No dia 25 leve lugar a despedida llicial do Sr.
visconde de Abaet, cuja mssSo especial nesla re-
pblica houve S. M. o Imperador por bem dar por
linda.
Pouco antes de urna hora da larde do referido dia
| Jimnez, ollicial-maior do ministerio das relacoes
exteriores, c o corouel Dupuy, ajudante de ord'ens
do presidente da repblica,'para condazirem eacom-
panliarem o r. visconde desde a casa da sua resi-
dencia.
Momentos depuis regressaram os mesmos coches,
no primeiro dos quaes ia o Sr. visconde e o Sr.
Jimener. c no segundo o Sr. r. Thomaz Fortuna.
lo de Brito, secretario da missAo, e o Sr. Dpov.
A" entrada da casa do governo se achava postada
urna companhia do batalhao de guardas uacionaes
com bandeira e msica, para fazer as honras cor-
respondentes a calhegoria do Sr. visconde.
0 presidente da repblica, acompanhado dos seus
ministros, recebeu a S. Eir. no talle principal da
casa do goveruo. Ahi, depois do ccrcmunal dn es-
la lo, entregou o Sr. viscoudtrstrfesideale a carta
de S, U. o Imperador, proiiunciaud o seguinle dis-
curso :
Exm. Sr.Tenlio ,i honra de depositar as mAo5
de V. Exea carta imperial pela qual S. M.o Impe-
rador, meu augusto soberauo, ha por bem dar por
concluida a missao especial que se dignou confiar-
me junto Repblica Orienlal do Croguia.
A caria imperial que entrego a V. Exc. nesta
4nefui&MHjIemne conten o (estcmunhp tlfliinvaria-
veis senlimenlos de anu/.niio t|u riimperador, mcu
augusto soberano, consagra a esta repblica.
o I enli a viva satisfago em poder mais urna vez
exprimir a V. Exc. estes senlimenlos, o em assegn-
rar a V. Exc. que o meu governo nutre os mais sin-
ceros desejos de cillivar as relaroes de boa inlelli-
gencia, c de eslrcilar cada vez mais os laros de
amizade que, na forma dos tratados, subsisten) en-
tre o imperio e a repblica.
Esla poltica, que tem por base a civilisarAo
c o progresso, he a nica que pode fazer a feli-
cidade das duas naces, c dar glora aos seus go-
vernos.
A eslas seguranzas permiltir V. Exc, Sr.
presidente, que eu ajuule u.na declaracAo, que se
refere a miin particularmente. Esta declaradlo lem
por objeclo inauifeslar a V. Exc. a veneracao c res-
peitcsa estima que a residencia quo lenh lido
nesla republida me lem inspirado para com a pes-
sa de V. Exc. e a naci oriental. Balessenlimen-
de e perspicacia que dislinguein a V. Exc, cuja
residencia nesla cidade sera semprc recurdada com
inleressc c amizade.
Alguns instantes depois de trocar com o Sr. pre-
sidente cxprcsses de reciproca considerarAo c apre-
t relirou-se o Sr. visconde com o mesmo ceremo-
nial com que foi receblo.
NAo se crea que o discurso do presidente da Re-
publica do Estado Oriental que acebamos de trans-
crever he urna pec,a oflicial de pura corlezia ou con-
veniencia, comosem quasi sempre ser ilocumenlos
semelhantes: csss discurso conlcm a manife'lacAo
sincera de una verdade sentida e rcconbecida por
lodos.
0 dislnclo estadista brattleirn houvc-se com lano
tino e habilidade na missAo especial que Ihe foi con-
fiada, comprehendeu com lana justeza os verdadei-
ros uleresses dos dous paize, que sem medo de er-
rar bem pode assegurar-sc quo a arabos prestou re-
levantissiino serviro com a sua presenta nesla capi-
tal ; o futuro se encarregar de revelar o sentido
deslas palavras, que por agora nAo podemos clarear
mais.
O Sr. visconde de Abael foi alm disso geralmen-
le estimado pelos Orienlaes, que com cffeilo nAo po-
diam ser iudiflereiiles s delicadas qualidades pes-
soaes que o distinguen), lie com o mais vivo pra-
zcr que copiamos aqui as palavras que a respeilo do
Sr. visconde profer o Commercio del Plata, um
dos mais couceituados orgaos Ha opioilo publica
Ja cima fica dil qual eorte de Costa, e dos dej | gar, bem quo Da interior da provincia, esta ligado a
mais emigrados polticos seus cnmpanlieiros, que da-
qui se evadiram capitaneando 150 hnmens. He,
pois, escusado oceupar-nos agora com os porraenore-
dos paetOS que deram al o momento do cncon-
csle municipio, e ambos formara urna comarca, b
diariameole o theatro de rn jilos cenas eaoibeea.
21! de dezembro.
Depois da primeira qoe dingi al esta dala ponra
tr.a, em que uns perderam as vidas e uniros foram | colisa lem occorrido de interessante nesta
presos.
Chegaram de Buenos-Avres a bordo do f'amif-
7a, v uelle segucm para essa corle, Sr. 1). Jos Ver-
ges,plcnipolencisri do Paraguay,e o seu secretario,
eos os leve cm hna|liora, e os inspire na rastaj
que \Aj desempenhar, afim de que nao diga depois
a correspondencia oflicial da Y'rioHHa.que o Brasil I gar vag de commandanle superior, e islo lem feilo
frooleira
e as r rcumv i/inhas: corr.Unl nao quero deixar di
noliciar-lhc o que lem havido.
A oflicialidade da guarda nacional destacada nes-
la villa a que eslava fura do ser vico da deslar.i-
mento tem estado em grande agitarlo por raota da
nomearao orienlal, dando conta da relinda de S. Exc.
Induhtavelmenle a conducta honrosa que no
evercicio de sua misssao observou o dslincto Sr.ais-
conde de Abael, o (ortiam de cerlo credor da ex-
pressAo sincera da alta salisfarao que lhe'manifcslou
S. Exc. o Sr. presidente da repblica.
E pelo que toca aos Brasleiros resnlcnlcsem Mon-
levido, nlo hesitamos em (flanear que sumus o le-
gitimo orgAo de cada um driles, declarando que o Sr.
visconde de Abiete deixa a lodos saudosos c grata-
mente penhorads pelo modo paternal com quo sem-
pre acoliten e tratou os seus compatriotas.
S. Exc. deve partir brevemente para o 'Paran,
onde lem lambem do desempenhar urna roissAo es-
pecial do governo de S. M. o Imperador. Conven-
cidos de que distioc estadista ha de ser alli rece-
blo como o foi i.esla capital, e cismo o- aein-em qtral-
quer parle a que chegue, pelo direilo que a issso Ihe .
dA pA s seu tlenlo e '.Ilustrar i i, como a posir.An
social que orcupa.e a nrbanidade e delicadeza de suas
maneiras, liinilar-nos-hemos a fazer os mais since-
ros votos pela pruspera viagem de S. Exc. e pelo
bom xito da negociacao que o leva ao seu novo
desuno.
Suspendemos ueste ponto a nossa corresponden-
cia, afim de sabir em busca das noticias que de Bue-
nos-Ayres trouxe o Camilla, vislu que hoje domin-
go nAo se publicara jornaes nesla cidade. E vamos
agora conliuuar dando conta aos leilores, das impor-
tantes novas que eolhemos, e que vierain sorpunder
a lodos.
Os coronis Cosa, Bustos, I). Ramn, Heniles, Ol-
mos e varios ofliciaes qoedaqui haviam partido para
Buenos-Ayres conduzindo 150 homens contratados,
conforme acabamos ha pouco de annunciar. j.i nAo
exitcm uns, eoutros forera espavoridos do territorio
daquella repblica !
Kisaqu as noticias ofliciaes publicadas a seme-
Ihaulc respeilu em meia fnlha avoisa do jornal Tri-
buna de Buenos-Ayres :
n .\oticias rircumstancialas do coronel Garca.
A's 11 horase meia recebeu o Sr. governador
Obligado urna caria d valenle coronel Uafria, es-
cripia esla madrugada, e que foi lida ao imracnso
povo que se granara hoja nu seu despacho, c que di-
zia assim :
Matanzas |. de fevereiro de 1836. A's" da
manhaa do dia de hontein uve aviso de queu iuimi-
go se achava na estancia de Villa-Maior, dislricto
de Matanzas, e imraediatamenle rae puz em marcha
para aquella direccio cornos guardas uacionaes de
Bxlramnroe, Matanzas e San Jos de Flores.
ir NAo havia ainda eaminhado duas leguas, qoan-
doos avislamos na distancia de cerca de 15 quadras.
Iinmjdialamenlc exped sobre elles Ires gaerrilbas,
urna pelo Hinco esquerdo, oulra pelo reir e oulra
pelo direilo. Expedirn) enlAo elles nina guerrilha
de 20 a 30 liomens, licando a sua reserva com una
columna composta de cenlo e lautos liomens.
' I or.ini iiiimcdialaineule recliarados, deixando o
campo com 12 morios, entre elles o cx-coronel Bus-
Ios; c prisioneiros Jerunvmo Cosa, um leneiile-rn-
ronel c varios olliciaes.
" De nossa parte creio que oA (vemos perda al-
guma, nolando-se smente a falla de tres liomens,
que snppoiiho tercm id em companhia d capitn
Caete, que se dirigi para Clmelas no encale de
um grupo de tinte homens, no qual se presume que
iam Olmos e tiarcia.
ir Benites encamiuhou-se s para o lado do
sul.
Foi fuzilado esla madrugada Jeronv mo Cosa.
Dcsejo que V. Exc. me mande dizer se po regresar os guardas uacionaes, cuja preseorn consi-
dero desnecessaria por achar-se completamente dis-
de raso peinado e rija celha quiz levar a guerra ao
Paraguay !
A' 2S do passado pelo mcio dia, encalhou as pe-
dras da Bo-Viagem (enlre u Ituceu e a pona Brava'
a barca franceza Francisco I, capitAo Oral, com SO
passageiros, c consignada a Juan llellazopa com va-
rios gneros.
Os passageiros, quasi us, desembarraran) no Bu-
cen, onde foram iinmedie.tameiila victimas da bexi-
ua que alli reina.
Estaraos ua famosa poca do velho entrlo, que
aqui se celebra, nAo cum as delicadas laranginhas
ou limes de cera oulr'ora usadas no Rio de Janei-
ro, onde felizmente se conseguio acabar com seme-
lhanle brincadeira ; mas com ovos de gallinha. pa-
la, per', o al os monstruosos de avestruz Ainda
bemque ha horas cetlas para tal diverlimento nesla
cidade I
Dous tiros de peca n forte de San Jos atiuun-
ciam ao meio dia o camero ; e outros dous ao por do
sol determinan) a suspensAo das hostilidades O ne-
gocio com effeilo, he para TIROSporque parece
mais um combaledo que um folgaedo !
Temos escriplo desta vez urna correspondencia que
com razio poderi ser chamada Tratado de toda'
las cosas, e de algunas cositas mas. Mesmo assim
lalvez uos escapasse um ou oulro fado digno de
inencAo. Coran, porm, h? provavel que, lendo li-
iialmenle entrad houtem ncslc porlo o j t.iu es-
perado vapor Jequilinhonha, siga para ahi letr.ro Je
poucosdias o l iamao, enviaremos por esle um o-
plemenfo se nos parecer necessario.
Por boje C'EST ASSEZ.
JornaX do Ce, : yin.io do Rio.i
|'i-r-o o iiiimi-..
u w vviuimji ucucid conclue felicitando ao gover-
S. PEDRO 1)0 SI I-.
S. Francisco de Borja, de dezembro de 1855.
Esta fronleira, sobre tudas a mais importante ciu
todas as crises porque havemns passado desde sua
conquista, he ainda boje o poutu para onde conver-
gen) todas as allenre! nessa lula por ora politica e
diplomtica em que (auto nos empenhamos (um o
Praguo\. Sua situarao opographica, os recursos
de que dispoc, c sobretud u caracler bellicoso de
seus habitantes Ih: do esa iudispulavel prima-
zia.
EstasconsideracAes me resolvern) a consliluir-me
correspondente d mais conceiluado jornal da corle,
e il irIIio mensalincnle conta de suas occurremiasi
couvindo, para meihor satisfazer a curiosidade dos
leilores, descrever sua siluarAo militar actualmente.
Desde o mez de marro deste anuo, e poucu lem-
po depois da retirada du commandante das armas,
que aqui veio, licou a lorc.i elevada ao numero de
700 prarasde varios contingentes de infanlaria c ar-
lilharia do exercilu, c da cavallaria e infamara
montada guaid.i nacional, lendo esta Ion;a a deuoiui-
uar.o de ,a brigada. Espera-se comludo seja ele-
vada ao menos com o 2. regiment de cavallaria da
divisa auxiliadora prestes a ebegar de Montevideo,
u que diz-sc gemiDMta ter requisilado pur muilas
Vanlo coinmandaute desla fronleira, que o he da-
quellc regimenlo. A .on;a aqu exislenlc lem ain-
da alguus pequunus deslacamcntos uas puvua^es Jo
Pasto, iu.pii eS. Nicolao.
NAo ha por ora razAo para lemer-?e urna iuvas.io
da parle do Paraguay, apezar de alguns espirilos fra-
cos que julgAu o Sr, Lpez, cora a precisa audacia
para ellecluar urna semelhanle .i que fez no terri-
torio da margeui dircila do L'ruguay pertencenle a
Corrientes, e defronle desta villa ; mas seja qual for
a inten(3e desse dictador, que s alfecla querer a
-mira, o cerlo lie que elle ha feilo immensos apres-
tos, e ha pouco acaba de fortificar e augmentar os
reductos do Malilla c Miumbacu, aquelle margera
esquerda do Paraguay, a esle na coulluencia do Pa-
ran e Paraguav, e sobre a pennsula que compre-
hende a povaara do Pilar.
O povo de Ilapl ou villa da iucarnarAo he hoje
o echo dos movimentos c inlenres d govern para-
guav. lie alli que se ada o corouel Resquim, lio-
mein de n3o vulgar mrito no seu paiz, e poslo que
ha bem poucos annos lirado da ciaste de tambor por
haver descoberlo um projecto de toblevacAo da par-
le dos seus camaradas, hoje merece do sen governo
una conliauca illimitlda, tan; que acaba de obler
ampia faculdade para elevar a forja de 5CO praras
com mais S00, e para o serviro de toda a tropa 1.5o
cargueiros convenientemente equipados.
Bom he todava dizer que esla trun ho nel-
-rL.lrt Trr>,iwit
no eao pov pe Iriumpho obtido sobre a MAS-
HORCAque garante para sempre as insliluicues do
paiz.
oji/ de paz de Canudas annuocia que foi pre-
so o traidor Olmos pelo tenenle alcaide Barros do
tereciro quarlel, o major tarcia, o ca|>itAo Prez, e
alguns oulros.
n O oflicial portador da caria do valenle coronel
(iarcia Irouxea espada eo ponche do defunto Costa,
a quein elle proprio tomara. Este oflicial he o
capitAo Uonestrosa, irmao do major do mesmo
nome. a
a Ojoiz de paz de Matanzas nllcia esla manhaa se terreno ao
ao governo, parlicipando-lhe que Heniles, que ia
bem montado, hvia-se dirigido a San Vicente.
ii O ajudaulc Vilon, que acaba de chegar do exer-
ci(o, uos di/, que nesle inoineulo ven) em marcha os
prisioneiros, e dentro de poucas horas oslaran reco-
Ihidos no carcero publico.
A importancia e gravidade deslai noiiri is ittra-
que ama lira do couro cm roda da cintura, c sem
um medico para curar os enfermos, pelo que em Ja-
neiro desle anno foi ceifadaem grande parle por
urna diarrhea epidmica.
Escrevem-nos de Vlapua aategnrando-nos que to-
das as providencias de l.opcz c lilho para aquelle
lugar lem o lim de elTeduar una incursAu no terri-
torio ile Corrientes entre o Agoapehi, Iruguny e Pa-
ran, quasi Irnuleiro a esla villa : e islo pode ser e-
laclb, nAo s porque em 1819 Corriente! sotfreu
igual violencia do Paraguaj, mas tambem poique
grande numero de commcrcianles de Gaalegoach
ciiegadus a Ilaqni anoguran que I rquiza ceder es-
Paraguay para ter alli um campo de
los ii io sAo em mim menos sinceros do que a iiiiuha (
grilidlo pelas provas de benevolencia cora que V. : '"" e "* por modo tal a lllenrto publica, que
Exc. me (em distinguido, o de que sempre e em lu- j ""'gurm procuro mais informar-so de quaesquer
da parle conservarei a mais lisongeira leinbranra. .. 0U,MS ecurrencias que por venlura
A eslo discurso responden o presidente da rep-
blica us -cumules lermos '
ii Sr. ministro.Ao ler a honra de recebar de V.
Exc. a caria deS. M. o Imperador do Brasil, era que
livessen lid
lugar no estado visinho.
Assim, forra he que, referindo-nos a dalas ante-
riores s de Camilla, nos limitemos a rommunicar
aos leilores qnc o covernu de Buenos-Avres recebeu
da por lia/la a misssao especial que se dignou confiar na manhaa dia 26 do patudo auna participara
a V. K\r. junio do governo da repblica, privnchn o ,' du ministro da guerra, que se achava na Campanha,
grado dever de manifestar a V. Exc. o qu.inio agr- i na qual dava conla d.i derrota do general Flores e
de i s. H. Imperador do Brasil a prora de ami-
rade que me den confiando urna pessoa ISo digna
romo V. K\c. aquella inisaSoqna liuba por objecloa
nianleura das boas c amigareis relaro que feliz-
nieiilv iiiiem a ambos s paites.
sen- sequa/es. Fra ciiuipletaiiicnte balido no pri-
meiro encontr, havendo perdido 5o hument, i-l be,
a quinta pan ,l scu eiereito, e lo:) cavallus, que,
segundo diz jornal Ordem, grande falta Ihe de-
\ iam Ia/oi para ligit!
observadlo.
Ovar que seja exacto, pois que o Sr. Pujol, que
13o bom conccilo e acreilar.io conla do- Hra/ileiros
desl.i frooleira, lar reprilir rom a sua proverbial
di^nidjie laando ultraje.
No ilaqui for.nu presos varios individes inlroduc-
lres de moeda raba de prala de runli cordovez, c
esle fac deu lugar a niuila- leclamaccs para esta
fronleira de arando parle d corpo d commercio da
Restaurara c ala municipalidadc porcm os indivi-
duos, soUrcndo proceseo, eslSo hoje lodos livres e
foram aqui Iratadot, como se cocuma a dizer, a ve-
la de libra. Ouli tanto n.i siirredeu a :t braslei-
ros que pastaran do Itaqoi par lerrilurio fronlei-
rc, porque tem motivo algom alli esliveram presos
em um tronco por mais do 21 horas. Oulros mo- c.....parecen rom res|ioiisavel um
ls lem siJ casligados em aroulcs nesses paizes h- que no dia tegaintoaa em que B
vres pr excolloncia, cojos cidados algumas Tazas papel de redactor foi agarrado e trancliad naca
ds mais importantes lem Millrido o rasligo aviltanle por lidiado e desordeiro e ten, ,,-,., de res. n le.
,|"" "" "" ,!l"'' '....."'' :"" '''""- '' l"oeess de abma de ltber.lad. de ,-,,-
Vonllnda; poren anlesde luduronsinla que me i prensa, cono por le quebrado ral......., ... ,. I..-
aparte do mea objeclo principal, e Ihe cummiiniqael velho de 80 annos,
inenrrer u nomeado na animadversAo daquella ofli-
cialidade, que encara lalvet sem razAo essa delibera-
ra do presidente di provincia como filba das evieeu-
ciasefalsas mformacAes do commandanle da fronle
ra, o coronel Osorio. Os coronis e lenenlet-coreneit
preteridos lomaram a iniciativa em ama representa-
ra assignada por quasi todos os ofliciaes snperiores a
subalternos e dirigida ao governo da corte, e protes-
tando formalmente contra essa medida.
O rholera-morbus ja se manifestou em algumas
povoares na Campanha, e anana falla para ebegar
a nos.
Na seguinle. qoe ser pira o anno vindouro, es-
pero ;cr mais ferlil.
Carta particular.'
Cidade do Rio (irande, 22 de Janeiro de 1856.
Depois de fechada a minha ultima caria foi qae
soube do soccesso lamcntavel do passamento do Dr.
Jos Rodrigues de Carvalho e Silva, qne, apenj'
erapossado do cargo do chefe de polica, foi afsrad
violeiitaineule do cholera, e em poucas /hora c-
cumbio, assim como o Dr. Apricio Ramo Proenra,
medico do corpo de saude, e qoe este casos felaes
alerraram a mor parlonas f essoas da primeira pla-
na da capital da nroafiicia.
OSr. presidente barAu de Muriliba em razao do
sen mo estado de saude, insla com o governo para
que, segundo se aisegora, o dispense da presiden-
cia. A verificar-se esta noticia, lera'por corte de
entrega-la ao I, vice-pvesidente o Dr. Bello, qoe
hbilmente ja por vezes lem de portante a ardua tarefa. Esperaremos pela chega-
da do prximo paqaela para 'aberros coro certeza
se todo isto se verifica.
Perseguem nos mais boniveis allcntados os terie-
ratos que ha mezes in^slAo a fronleira de Santa
Hieres a, no Estado Oriental. au sabemos que as
autoridades daqoelle desgrarado paiz leobam pro-
curado acabar com essa horda de salteadores, pelo
contrario sabemos que a gaarnirAo do chamado, for-
te de Sania Thercsa, se nAo faz parle dessa qoadri-
llia de ladres, he ou indilTerenle, ou protectora des-
ses sicarios, que tem levado a devasta..3o e a morle
a mais de urna familia brasileira residente nesse de-
parlamento.
Rao se lem passado mnilos dias sem que om novo
atlenlado xenha angir-nos enchendo-nos da mait
profunda indignar3o. No dia 21 do mez passado a-
vanraram a casa de Jos Faostin Corr-i, e attai-
naram a um seu flbo de nome Justino, c ao capa-
taz Delfim, ni iros o primeiro de 15 anno de idade,
e o segundo de 22 Mal arara lambem ama pir.linha
pelo fado de os coubecer, apezar de contar ape-
nas 11 annos de idade : e o mesmo fariSo a ama
prela e urna caboda ou china que alli se achavam
na oecasi3o do a ssallo, se estas rreatoras nilo tives-
seni a lembranr,a de em laes conflliclos torera pa-
ra esconderem-se no mallo prximo a casa. Rou-
har.iin ludo que de algum valor ahi rnconlraram de-
pois de consummidos laes as'a-sinatos.
Dizem cartas que d alli vimos qoe lambem saque-
r3o a casa da viuva do fallecido Antonio Pereira, e
o niesinu pretenden) fazer a de Dionxsio Cardeso,
genro daquelle.
O presidente dcsla provincia, sendo sabedor da
reprodoc,3o de 13o desagradaveis occorreocias. con-
la-nos que man luu ao bri^adeiro Lopo, comman-
danle militar dcsla cidade e fronleira, correr a nossa
linha, c providenciar acerca da segnranca dos ha-
bitantes do Chuhv, queestAo tambem amearados de
algum golpe de mAo de 13o oosados e brnlaes saltea-
dores. Confiamos muilo no governo do paiz para
din;.lar de que logoquea sea roiibecimenlo rlirgem
as parle! ofliciaes de 13o inaadilcs al(nlados, nao
desdenhari das mais inergicas reelamaee anlcu go-
verno do Estado Orienlal. He este o meio de qnc
os governo regulares coslomao, de preferencia, lau-
car mao em laes conjunctaras, e nAo sendo talisfei-
lo, como he de esperar, resta-nos ainda ootros para
satisfarn dos deveres da honra, segnranca e bro
dos subdilos do imperio.
Tambem se diz que naquelle paiz, onda as revo-
iuces polticas se succedem como es dectes de Ca-
mos, se espera ama revoluco pro.no vid a pelos ho-
mens do antigo partido colorado, qne lodo env ida-
rao para eviltr a atcensAo de Oribe i presidencia.
A ser verdade. em minha opiniAo individual.
corre o dever a nos os Biasileiros. principalmente
usos Rio-(randenses, de rnajuv a-loa e sustnta-
los por lodos os meos para molificar qualquer inllu-
encla do lugar-leuenle dcRosas aquella repablica,
llilli (Tin ila ...rario -ledo; vs sacrificios que have-
mos feilo para garantir um governo regular enlre o
Orienlaes, afim desses nnssos vizinhos nos nao in-
commodarem, taras perdidos para o imperio, porque
Rosas fan o seu quarlel-ceneral cm Montevideo, e
iiacliinando contra o eslado de consas estahelecido
depois da sua queda, levantara seo partido oa Con -
fe lerarAo Argentina ; e tanto alo lie assim, qoe o
ex-diclador ja he esperado, e se aflirma qne voltar
logo que saiba haver Oribe empolgado a pretiden-
?ia.
Tenho a salislarao de noticiar-lhe que o maldito
cholera ainda tem respeitado os braxos da nossa di-
a i-.io, a anal se rnn'erva acampada no Pirahx. c se-
ria muilo conveniente que ella, por f..rma alguna,
deixassc de estar em ordem de marcha, prumpta pa-
ra operar logo qoe os successos da Banda Oriental
exijam a soj inlervenrao.
O presidente da provincia, em raza de ler apa-
recido a epidemia reinante, mandn fechar ale se-
gunda ordem lodss as aulas publica c parliculare.-.
lambem consla-nos que ordenara as autoridades de
Pololas para nao rousentiicm a m.ilanri de gtdos
as arqueadas prximas aquella ridade. pois que,
leudo quasi dcsappirerid a mole-lia leinanle lo^-o
que eomecaram a Irabalh.ir al.umas xarqueada-
clla reappaicreu e lem runliiiuadn. nao s na costa
do Arroio de Pelotas, mas ate denli da cidade
O digno presidente da cmara municipal o me
amigo Jos l.uiz de Mesquila, acaba de chamar
responsabilidadc papclurbo intitulad Por.
tuidam 'jHii/uai,
que b'ia leprrsentar o
-
'
A Al
nK
ii
iv/cri


DIARIO E KMIMIWjeO TERC1 FEllll 19 DE V*R&I1.0 DE jg6
_ 11 -
A criso que nostrouxe o san luid o cholera anda t porque de 25al hoje 28 nenhum-caso falal lem (ido i eerdadeirn a firma de Antonio de Soaza Kibeiro c\a-t
o esla de lodo pasada ; posto que. com o favor l'urcrendo-nos que rom a Irovoada c chova de rlu\n ,., lellra II. :l. e qoe por no provavelmenle i |ol decreto ,1c 8 do correte me/..
... ... ante de hviileru, que fui abuuilanlo, ncnliuma. al- L- .-, i <
Deos.esleja qnasi exmela a epidemia, todas M |,,r...-10 jF[em nanifeatatl! mi almosphera, scnfio s,ma K,l"'ir" rl"-'1ri1 ""' acrordo sobre o paga- I i commulada.i pena-le moile a.
de
lransarco.es commerciaes estao paralysadas, as ren
das das alfandegas c consulado diminuirn dous
tercos pelo menos comparada! com a de idnticos
mezes dos anuos anlerioros ; linalmenlo nflo tra-
balh.lo as canchas, que, como j disse, sao as rodas
principal- do machinismo commercial e industrial
da provincial.
A cxporlacjio da carne secco limita-se au produe-
lo de urnas 10 a 50 mil rezes que ltimamente fo-
i.un moras as surqueadas ile Tellas. Poucu se
lem feito mis de Jaguaro, e que mais tcm liaha-
lliado lem sido as dos Canudos ; entretanto a expor-
tarlo nao exceder al o fim desle ron a unas 1211
a 110 mil arrobas de xarque ; e o sal tem silo im-
portado como nus aunoi anteriores, mas nao adian-
do applicac,ilo,!se tem teilo depsitos avnllailos aqu
efmS. Jos do Norte ; e por fallar ein deposito,
nolicio-lhe que alem de una grande quanlidado de
lazendas que tem enchido todo os arnia/eu .las al-
r.imlesas. existem em deposito para cima de 10 mil
harneas de farinha de trigo, e no entretanto o seu
Coto nflo baixa de 313 pela superior o 28a pela or-
dinaria.
Esto concluida as eleires para a a-
vi.icial que lem de fnnecionar no seg
desla legislatura, e, apezar de ser el!
mesmos eleilores que formaran) > ^"m"-
topliedaliga,emoi^1,0i,0,,,*B,.ra'"M"
lern.l e creadora adm;...^> ex-presidenle o
Dr. Sinimb. >* "s salisfac "" -u"si 2e,a, aPrrovarao que do
us acabiio de manifestar o eleilores da pro-
que se lornou menos quera.- e atmesmn abrasado- nenio dessa lellra; doexame defl. 205 em que pe-
ra que era ha algn, dia-, o que multo ne. inorlili- | li COmbinarAa e compararn d aceite o firma de
cava; principalmente a inin, que no leilo das du-'
res sollria as ron-equencias de un ala |ue He chule-
rina. Lomado Dos, porm, nilo passa dahi.
Minen com 7ti anuos Juo Antonio Lopes, moi
lo couheeido pela alcunha de Joflo Maiinh iro.
Ilomem pacifico, laborioso e innito economice sem
ser srdido, legn a sua numerosa familia mais de
1,500 cotilos em propriedades, todas nesla cidade.
Temosa atisfac.o de ver qu e ach enlre miso
nossa comprovinciano o Dr. francisco Ferrcira de
Antonio de Sonsa Itiheiro, na lellra a 11. 3, com os
papci de H. 58 que he um titulo deobrigacSo ou
doaumenlo relativo i lellra de 20 CflOO/, ,! II. 50
queh un documento reeonheeido fl. tul vcrda.lei-
r,, por Antonio de Souza Ribeiro, lodo elle de pu-
lid e firma do mesmo Sooza Kibeiro, enoo*"*
compromellia em dala de 22 de novemh1" "
pie fui ciuicin-
pido jefl ''e Oberaba
,i..i na cad.i de lluro
de barao sem gran-
lialho por he men-
ique he una caria
e eseripta por Sou-
las de Antonio de
. destes autos, e fi.
iiu testamento nun-
ilarem ellas, e lorem
ridas firmas de An-
ea que Be nota exi-
in. em ninilas das
ado des auto Com
o oflleio de il. exames de fl. 7 e905, declararles
ile fl. 1 e 21, depoimenlo do ll. l a31, requer-
ment de II. 210, eiilque orco Basto confessa lor
sido elle mesmo quem escreveu o algarismo2ao
balanco : mas o que surrede '.' Mnrre quasi repet- 'ai'" "I" algarismo0para licar a dala29qnan-
linsmenteo prestanteeidadlo, o honrado funeclona- do primitivamente era9, pie a dala da lellra de
rio publico, o Sr. Pedro de Azcxedn Souza. leudo ;.-, cs,., .ivclmeole alterada, emendada e falsifi-
pnr sen liel a um seu irni.lo, e eis que se da bal.inro __. ,..,,
e apparece um alcance de per!,, de (0:0009 !.....ou, M*' rrpreenUndo se a dala 29. c conhecendo-se
segundo urna caria que irnos, de 36:0008 '.... Oh claramente que o algarismo 2 fura all posto com
nada a re Plorinda, escrava
em Minas na de prisflo perpe'
f'reto.
Foram nomead**
Majores,ii'",'". rior -""''" nacional da com 'rea de Florea em
> iinauhiico, Jos l'en ira ila Silva, e Joaquim Pc-
reira !a Silva Pintan.
Capillo sccretario-geral. do mesmo eomniando,
a dar e entregar ao reo Manuel Ja' "" -^r'"'J" Candido Pcreira de Son/, i.
Cspitaoquartel-meslre lito, Jc Ualhias P, rci-
cerloqne aquella thesuurelro,
la, a leria prceuehido, pnltj qi
Fe livesse alguma fal-
porlo eslava o dia do I
(jila
ra da Silva,
Tenentocoronel commaudanlc do habilitan de in-
l'atitaria da ;u.ir,i
lo. .us Caruei
('.apilan cirurgifln-in.ir do cominaiido superior da
suarda n*ri, Rio Clarada provincia ,to llio de Janeiro, o ir.
Antonio Francisco t>ornes.
reib ,1a tribunas, como quem passeiava por urna
coebeira... ludo mai esleve rente, e correle.
llevemos ao Sr. Sil\a nina alifaeao que
gostosos Ihe dimes, asoverandn ao public, que o
liospital do Poi.il e-:a na meltior ordem possivel, ne-
recendn de lodos Brandes elogios, e que o Sr.
Silva he incancave! em promover lodo bm possivel
I para com os'qoc infolt/ment'! para all s m reco-
| lili,los.
le supe-1 Hospital rfe carWade.tJiamamos a attenc.o
da Ilustre e xelosa i.lmini-*r.ie:"io di candada para
hospital deste nome. O Sr. padre Wanderlej re-
gente desse hospital lem sido nouco solicito ein coi-
dar do asseio dos dientes, e esculla djs alimento
p,ra os mesmos.
Somos iiilarinados :
tluesdsr mudou roupa a doenles na ve.pera -le
chegar a comini sao '<> illustrissima cmara aquel-
lo eslabclecimenlo.
IJne a larttiha para o USO dos doeul
ri rooioiiiii,nuil, '," i.rt,.iui.i,< ,,t- ni- ; ...do ............ .
i o diara em turma, iine sendo por elle ie^eitad.t. tla-
a nacional de Icii-i-sii em S. Pan- omana em ion i Vl.t- iilus
Yaso __nos poico l|ue llllllllll tiduv mn Aiusanm
da Silva Braga. .,.ira ,1,, s,,tBm guardados.
tiiio assiicar. que at odia antecedentedava-se
aosdoentes so elle Iwstava para prodozir diarrhea ;
era assucar negro-inaseavado.
Queosvatoi das precisara oaturaes das doenles
aram alguidare vellios, que exalavam um lelid.i hor-
nvel.
Que afinal furam detnildsi a infermeiras por
que ignorando, que a cninmissSo fotee da cmara,
eipoteram a* uerenidades que paesavam as doenles.
Sabemos que nein una culpabilidade lem a ad-
iniiiisiiac.i,i ne.se deleito dos sena empresadus, e
pelo contrario I il"i que ella pode remediar os males
sol sua proleceao. o faz sempre com
tinhain sido recelndos auleriormeulp, r lalleren 0
porlusuez Jaeiatho Jos de I', irvalh.
Kniraraiii ni enfermara da Bna-Visla, sel doen-
le, ir." hdineiis e qualro mollieres. Acham-ae em
Iralamenta cinco e doui morreram, sendo estes do
iso limiiiino.
is ,ie tevereiro as 5 horas da larde.
Kelaeao das pessoaa que rallereram do cholera e l>>-
raiu sapalladas no i eumeno publica da li horas
da lardo do dia 17. as 6 da lardo dodil ISdc feve-
reiro de is.5t.
/.re>.
Numero'15 Joaquim (encalves Pereira Neves,
Portugal, :il auno, -olteiro, branca, Rerire, rm
caa.
dem 96 Firmioa. Parahiba do Norle, 1-2 anuos,
solleira, branca. S. Antonio, em eai.
dem 97 Anua da Silva, Pernamliucu, 15 auno,
solleira, S. Jos, c:n casa.Ir. Illas Fernandas.
dem OSMano. I. I'ernamhuco, pardu, S. Amonio,
hospital do Larino.
I lem 9'J Joan. Pcrnamliuco, -j niezes, Boa-Vista,*
hii'pilal do Carino,
dem 100 Anua loaquiaa, Pernambueo, 30 au-
no, parda, coslnreira, Hoa-Visla, hospital do I
Carnw.
Idrui 101 Francisco, Pernambuee, :i5anuos, ca-
salo, pardo, jomaleiro, S. Aulonio, Imspilal do
Carino. .
lo lempo dc'conliN-idn ni do europeo -enasv
lambem dos propriu Azintirns, nem prr Na MV
ra de fareaai as em sileuciu ileade a eras mai rem-
la na cullLra das srles o das crncia F.lotiado
ou de prcr i.i,l. a llamativamente sem me Chinezca meteeaaa nima aUaafla debaixn de nmito
respailos. Sua lingua, urna das mai anlin ^o
mundo, distatae-ea por sua orisinalidade e por m
invariabilidade. lie a unir que tem ttmtmmt
os scales para ehegar al iit' no esladn de lm; ui
anda viva. Ella e..,npde-e de um numero illi.
miladnde enloaeoes rionosvllahic.i qoe f'U ana-
rao mni tabUI do arenlo, elc>am-e a mil e de-
/etilos c mais ainda. Olanlo a osrriptera r1uri/a-
|ioder-sc-lna roinpai.it o seo ys'ema om o d no-
sos alyarismo. lia nao lem alplianei., rrpro-
duza os ons da palavra |mr verdadeita- Inlra. ma-
perlo le quarmla mil caraclerrs papado-, rm Inrno
i!' du/entos e qu itorze istia rsdi'ae que lio. rr.
>em ,1o chive. I^g qul. nlpnein ,..,ie ,, ,,,,1,.-
| iinenlo pcrfeilo de cinco ou seis mil doses rai-|e.
res c de sus diversas ifoiieVariV*. po-u qnr he
oalaiile para ler rorreulemente ladea lexlo. rt"
Aauardava a .ipura^o final da cmara municipal
da capital para Ihe remctler ; porm, como ella se
lem feito demorar, nqui Ihe envo um resumo parti-
cular, mas exacto, de lodos os collegios, c be o se-
gn,le :
Srs. Votos.
1 l)r. JoSo Jacilho de Mendonca J30
> llr. Luiz Alves Leile de Oliveira Helio 223
.1 Dr. Luiz da Silva Flores "211
i lir. Manoel Pereira da Silva 1 I. .tul. i l 5 Antonio Joaquim da Silva Marianle IOS
t> Hr. Israel Kodhgues Barcellos 191
7 Dr. Joaquim Jacinlho de Meiidonc,a IS5
8 Dr. Francisco C. de Araujo Bresque IS2
9 Padre Joilo de Santa Barbara 1K9
10 Dr. Joaquim Jos da Cruz Secco ISO
11 Frederico do A mar I Sarment Merma 119
12 Dr. JoAo Capistrano de Miranda e C. 172
Ll Jos Candido (jomes 171
li Dt. Miguel ltodrigues Itarcellos 1CS
15 Dr. Jos Bernardino da Cuuha Bittaucourt 107
lri Fiflppe li. de Uliveira Nerv I no
17 Hr. Jo.io Pereira da Silva Borges Fortes lli't
1S Dr. Fidencio Nepomuceno Prales 100
19 Dr. Flix Xavier da Cunha 156
20 Dr. Jos Alfonso Pereira 158
21 Dr. Jos Antonio do Valle Caldre e FiOo I5(
22 Dr. Luiz de Freilas e Castro IV.
23 Dr. Amaro I. de Avilla da Silveira 153
2i Dr. Antonio Jos de Moraes Jnior I "'!
25 Dr. Manoel Jos de Freilas Travassos 152
26 Dr. J. P. da Silva (".oularle 150
y7 Antonio de Sa Brilo I9
28 Dr. Antonio Pereira Prestes 136
"I Dr. J. Brusque 13"
30 Dr. Joao Dias de Castro 131
31 Dr. Joaquim Jos Alfonso Aires 138
32 Dr. Joaquim Vieira da Cuuba 127
33 Dr. VicenteXiwj.Maia 126
31 Coronel Manoel Luiz'Dzorio i 26
35 Dr. A. Angelo Chrisliniano Fiuravanle 121
36 Francisco de Paula Soares 12-'
37 Jos Pinheiro de Ulhoa Cintra 119
38 Dr. A. Vicente da Siqueira LeilSo 118
Se houvera rennido-se o collcgio de JaguariO, iu-
feuso em quasi sua lutahdade ao partido da liga,
m.iior leria sido a sua derrota : no eulanlo, apezar
dessa diHereufa, apenas puderam enlrar seis candi-
datos partidarios geauinoadelta, o Dr. Fidencio fra-
tes, que nao eolrou em ncnliuma das chapas, o
Drs. Migoel Barcellos e .Moraes Jnior, de ideas
moderadas, e o Irausfuca capilto Frederico Menua,
que agora abracan este partido.
Depois qtle cnegou o paquete Torantim procura-
mos informar-nos se com effeilo se verificara a reli
rada do presidente barrio de Muriliba, e nada pode-
mos obler para eselarecimento do que cima avanza-
mos a seu respoilo. Verdade be que lodos coufia-
in muito na adminulracau diste senhor, e, poslo
que opposizilo nesles ulliraos dias tenha feilo coro
com-os desalmados e immotaes especuladores que de
lempos immemoriaes lem pur costume roubar os
cofres pblicos nesta provincia, accosando ao iiobre
presdeme d mrsquinho, porque em ra/ao da epi-
demia, como outr'ora em razan da guerra eviena e
da guerra civil, desalou os cordei da bolsa do Esta-
do e nao poz a disposic,ao desses mens senbores os di-
nlieiros pblicos, e islo s porque S. Kxc ; allenden-
do as r.ecessidadea urgentes do eslido sanilario da
provincia, mandando dar cmara municipal de
Pellas oilo conlosde res, i desla cidade dous ce-
ios de reis, de leguaria um coulo e duzenlos mil
rcis, ele, ele, nao quiz deixar de enlrar na liscali-
sacao das despezas feilas com este servico, pois que
lauto elle como o zeiozo e iutell".enle inspector da
tltesouraria descoloirama inlencao damr.ada demeia
dozia de espertalhoesque, em Porto Alegre, queriam
enriquecer i custa e as degradas do povo.
A poca calamitosa da epidemia, se nao lem dei-
vadoa presidencia occasio de desenvolveros diver-
sos ramos da administrarlo em favor da industria,
seguanla e prosperidade da provincia, tem comlu-
do attendido aquellas circunstancias, o feilo im-
porlanlissimos erviea a humanidade, combaten lo
com medidas acertadas e com previdencia a epide-
mia, e assra anda o Sr. l.aro de Muriliba nos esl
prestando mportantissimos servidos, e por isso deso-
jamos a sua conscrvaeao na presidencia.
Finalmenle a directora do Banco do Brasil oblcvc
poder mandar una 600 conlns era olas da caixa fi-
lial ilesla cidade, que a respectiva directora preten-
de eniillir por lodo o mez de marco.Ainda julgo iu-
? ullicienle. para salisfazer as nevessidades do meio
circuanle da provincia, to limitada remessa ; assim
como he geralmerfle recouhecida a insulliciencia do
caplal, fundo existente da caixa desta cidade : e se-
ria raudo couveuiente realizar-sc os 50 por ceulo de
seu capital que ainda nao foram recolhidos.
!> ni .viinenlo da roesma caixa no semestre decor-
rido do 1 de juuho a 30 de novemliro do anoo pas-
sado bem o demonsIra.Nao obstante as diversas cau-
sas que de alguma sorle tem tolhido o movimento
progressivo da nossa industria e do commercio em
geral, em todo o imperio, especialmente nesla pro-
vincia, o movimento da caixa foi superior aos mezo
decorridos a menormente, e re ve I la por isso mais ce-
laHdajde
cerlo que a demanda de |pj_i ., .,.. 1;
horror E tu o lempo que ludo revellas, descobri o
ladrAo, o...
dem.)
RIO VE JANEIRO.
I do Janeiro.
Por decretos de 28 do Janeiro ultimo foram no-
meados :
Cominaudanle superior da guarda nacional do
Craio, noCear, Francisco lavare Ouinlal.
Chefe do cstado-maior da dila guarda nacional,
Pedro Marlins re Oliveira Rocha.
Teuenlc-coronel rommandanle do halalh.lo de in-
ranlaria dito, Vicente Amane, de Lima.
dem do corpo de cavallaria dilo, Antonio Luiz
Alves Pequeo J nnior.
dem do balallt.lo da reserva dilo, Jos (icraldo
Ile/crra de Menczrs.
tinta diOerenle e em lugar improprio, pois esl es-
cripto sobre o O da palavra Janeiro na tarja prcta
e que o alarisino 9 parece Icr sido antes um ,nitro
algarismo que nAo 9, r.izo porque na rceeiiedoria
se licuaran-, a sellar a lellra quau.lo mndala apie
sentar pelo ro Basto.
n Estando portante provado d..s auto* que fdra o
reo Basto que falsificara datar da lellra de II. 3 c a
maulara ,'ipre>ciitarromo verdadeira, sabendo que o
nao era, a eslac.lo publica para ser sellada, be visto
que com ease prore,lmenlo e meio artificioso pre-
tenda elle Iludir o. empread, do sello, e assim
lesar os direiiea nsciooaes fazendo sellar sem reva-
da(8o urna l'llra quao nao poderla aar sem a res-
pectiva multa nu revalidarlo.
,i Porianlo o mai prov.isque das autos conslam
F.nlrnu lionlem o paquete inglai /'.imilla coma
mala do Kio da l'r.ila.
O Estada Oriental continuara em paz. Esla po-
rm nao alfereca plena securai.ca. A eloie.l o do
novo presidente , .,-. dos mo esla-i sob sua proleivo,
no prinieno de marco, preeceupava todososcspiri-i "J"" ,' ."..,.-,,
- '. costo, lelo e prompli lao.
los, e itinguem poda prcvrr que resultado dara, c | __ Pedimos com nslancia aos dignosssohoressub
nem mesmo se rompiomelleria ou nflo a paz pu-I delegados do S. Jos, e Alegados, que decm caca
k|jra. | des.os alra\es...dore de farinha, que passa ni pea
.... ., .,. ra Imperial das II a 1 hora da tarde para mto ser
Olloeramrsrandidalos.ndi.ilidosn pre-idenc, .,_..,,!,,., ie|,,1Pr;1.
do Eladn : ll. abrirl Pereira, D. Florentino Cas- sy., ,., imperial certos laberneiros compram
leanos, I). Cezar Dial, D. Miunel Martinez, o os farinha em atacado, deposilam a em casas conlieci-
Sra. Ellaur, l/jnario Oribe, Agell Herrera. 0 pri-! \'r ,lel",is -* eendniida em cabeda de preos
meirr. passava na opinio publica pur candidato da
confirmando o despacho de pronuncia decretado a
Commandanta superior da guara nacional de Ha- I ,i:' V., e havendo o reo Manuel J.icques de Arau-
Inrilo, na merma provincia, Uanoel Aulonio de Ol- J" l!'M Por pronunciado nos arligoi cima refri-
vera. j do, e obrigado a prisilo c livramenlo, mando
Chefe do eslado-maior da dila guarda nacional, j I"11 cscrivm lance seu nomo no rol dos cul-
Jeo Francisco Barbosa Cordeiro. ado. c ,, faja recommendado na prisilo em que
Major commandanta da seccslode balalhSuda re |soelia, pasa as respectivas cusas pelo mesmo
serva dilo, JoSo Carlos de Oliveira Saclo.
Co'^mandaule superior da guarda nacional do Ico,
na dila provincia, Bernardino Jos Themai de
Aquluo.
Chefe do eslado-maior da mesma suarda nacional,
Jos Dias Azevedo.
Tencnlc-coronel cotnmau.lanle ,1o I" b,r,:.lli,lo da
mesma dila, Francisco Manuel Das.
dem do 2* dilo dito, Roberto Correa de Almeida
e Silva.
Major comman,lanle da seccao de balaib.o da re-
serva dilo, Joaquim Piulo Nogneira.
a V. poique das deriaraeoes feilas cm juiz > a 11.
I7i pelo reo Manoel Jacqnes de Arauio Bnslo, do-
cumentos do ll. ISO e 191, reconhecidoi a fl. 20:1 por
Antonio de Suiza Kibeiro, rumo semelltanlcs a sua
lellra, e lambem peloesame de II. 205, depoimri-
tos de Amonio de Souza Itiheiro a ll. 68. de Aulonio
Josetiodinlio Jnior a ll. 159. c 163, de Jos Aulo-
nio de Aojo Filgueiraa a fl. 194, dos labelliSes
Fialho e Castro a ll. 197 e 220, e do Joaquim (lo-
mes Rodrigues (coelieiro que condozia o carro em
que andarn Soma Ribeiro, -. i a Basto e Aulonio
Cummandaule superior da guarda nacional de[JoiOodiBho Jnior, na noile ..a morle do baro
Quixeratnohim, Riacho de Sangue e S. Jaflo do da VillaNbva do Minho), reconhecimenlodaraeamo
Principe, ni mesma provincia, Joaquim I.eopoldino
de Araujo C't.ive.
Chefe do es'.ado-maior da dila guarda nacional,
Jos Amaro Fernandes.
Tenenler-eoronel eommandnle do balalhaode
infatuara Qutxeramobiin dilo, llermenegilde !"ur-
t 'do de Mendonca.
dem do 2 dito Riacho de Sangue dilo, Manoel
Pinheiro de Mello.
dem do3o dilo S. Joao di Principe] dito, Jos
Andl dos Sanios.
dem do bal,r'.ao -le nfantarid da (irai.j.i.u.i me'
mi provincia, Jo?> Pialu jacinlho.
cocheiroa 11. 20 na pesoa de Souza Kibeiro, decla-
racao e reconheeimenlo de Sooza Ribeiro a ll. '"'',
evame a fi. 205, c requerimento a ll. 2 se eviden-
cia que Antonio de Souza Ribeirop ajudado do reo
Basto e laodinbo Jnior, lenlaram l'azer um lesla-
meiilu escriplo cerrado falso, empregaodo de sua
parle iodos.. meiosde quepodiamtiisnur, andando
lodos juntos e lo-Ja a noile al a madrugada, cuno
oeclarou o reo laso e depos o eocheiro, indo a di-
versas parles e as casas dos labeiliaes Fialho o Cas-
tro, ao ultimo dos quae Sou/.a Ribeiro pedio Ihe l-
c.-.c um ..'-...meo!,, \.i\-., mio o iiai.u. sen sosro
ler fallecido -cm elle, chegando ale Sonta Ribeiro a
dem do corpo de cavallaria do Sobral, dilo, Jos \ escrever de sen propriu panlio ein casa uu reo Basle,
Saboia.
dem do :', > balaUao de infanlaria dilo dilo, Joa-
quim Carneiro da Cosa Jnior.
Major enminandanle da teecio de balallio da re-
serva dito dilo, Joaquim Lopes dos Santo.
dem do Aracalv, dilo.SvesIre Ferreira dos San-
io. .
Foram reformados :
0 tenenle-coroneld.i exlinclo 3" balalbao ila guar-
da tiM-innal da villa .Nova di Forrniga, cm Minas,
Jos (ionc.lves de Oliveira Vilella.
O majordoexlinclo 1 balalbao dilo dilo dilo Ber-
nardino de Faria Pereira.
em Bolalbgo, nr.a noile os papis oo documentos de
II. ISO e 1111, que pelo mesmo Souza Kibeiro a 11.
203, e no exame defl. 2115, esloreeoahceidosserem
de lellra senielbanle i sua, csao litis apoiilainentos
paran leslamenlo cerrado falso que se lonlava' fa-
bricar, e 110 qual Souza Kibeiro dando o barao por
sollciro prorurava fazer reronhecer sua inolher por
lillia natural do barao, e assim her.leira de loda a
fortuna.
O escrivao delxando licar nesle proeesso traslado
dasdaclararajes defl. 171, dos lemos de apresenta-
r.lo a fl. 177 v. o II. 190, dos documenlns a fl. ISO.Ie
191, do termo e reconheeimenlo n ll. 203 e 11. 201,
O lenle-coronel do exmelo 2 balalbao da guar- e requerirueiilo a ll. 21 i, faca exlrabir os oriinaes,
Maranlt.lo, Francisco
da nacional de (iuimar3es,
Joaquim de Abren.
Por decretos de 29 do dilo mez :
Foi perdoado a Jos da Silva Danta-,
que, aaloando com ascerlidoesque tlevenf. lirar do
exame de 11. 205, depoimenloa de 11. CS, fi. 159,
11.161,11.191,11.197, 11. 220 e 11. 19, me fari
Idado do 1 conclusos para procediincnlo na forma da le COO-
oorpo de polica do Cear,apena de6 annos de pri-Ira Antonio de Souza Ribeiro, Manoel Jaeques de
lo com Ir.ibalbo a que foi eoudemnado pelo jurv da Ar.iuj,. Baslo, c Antonio i/osc liodlnho Jnior, pelo
crime de Icnlaliv.i do (estamento escripia cerrado
cidade da Fortaleza.
Foi normado teiieole-coronel commandanta do
lalhiio de infantara da guarda nacional de S. Pau-
lo o major Joaquim Benedicto de (Inciroz Tellcs.
Tiveram merc da serventa vil ilieia -los nfllcios
de t labcllii.i e escrivSo do rivel e cr.ne, eapelhs
residuos da villa du Passo, as Alagas, Joo
Francisco de Atbayde.
EscrivSo privativo do jurv > eveejci.es criminaes
de Nazarelh, em Pernambueo, Manoel Joaquim
Bandcirn de Mello.
Foi accila a desistencia que fA7. Jos Lino lunado
de Loyola da servenli 1 do ofl'cie de 2" tabeiliio e
escrivao dos orphSos do termo do C,impo-M tior, no
Pisuhv.
falso.
Rio, 7 de fevereiro i!e 1856.IM10 Bo
Monleiro. a
,/cs
entrado houlem,
e do Rio (irande
O paquete a vapor TocanHilt,
Iraz dalas de Porlo Alegro al 21
al 2 do passado.
Estimamos poder annunciar que o cholera eslava
quasi exlinclo cm lodosos pontos aecommellidos an-
teriormcnte.c em nenhum oulro se havia manifesta-
do*. A divisan que H recolh r,i do Estado Orienlal e
se arba acampada no Piraliy Continuara no mais per-
feilo e-lado sanilario.
Na fronteip do Chuy prosegniam os malfoitoras na
sua carreira de roubos o aasassinalas. (.llamamos a
atteucao do governo imperial para as noticias que a
respeito nos communicain os corresponde iles do Rio
Grande.
/''!,,llonlem as qualro llurae um qnar-
lo da madrugada deram as torres signal de incendio.
Arda a casi e arniazin da rua do Mercado n. II
i com finido para o Arco do TeUes.
Ignora-se como se ateou o incendio. Presumo se
1 porm que do urna s.ibreloja .,.: le se cozinliava ea-
1 bin alguma lira/.a sobre as pipas de agurdenle que
ha\i, 1.. armazem.
O fugo lavrou com uplencia, c da casa s reslam
as pare es c parle i\n roalho das salas sobre a rua
l do Mercado. a
Acudiraui as bombas das obras publicas e dosar
Isenaes, bem como os Srs. inspector do arsenal de rou-
Irinba. chefe do polica, cuiniuandanledc permanen-
i (es, ele.
liiza Oribe-Flores.
O Sr. visconde de Abaet aprsenlos em 25 do
passado, ao presdeme da repblica, a sua carta re-
v .calora, e dentro de poneos dias seguira para o
Paran a bordo do vapor Jequilinhonha. alim de
desempenhar a sua nova miado junto Confedera-
e,u. Arsentina.
Sobre esa niis-.lo. cujo objeclo alias nos parece
bem obvio pel.s eslipulacfies e intereses que exis-
tem entro os dous palito, algn* jornac* de lluenos-
Ayree improvisaram diBerenlea ventea para com
ellas temperaren as exprcsses miiilo espontaneas o
a miga veis que dirgiao ao governo do Paraguay.
Para se conhecer n genio inventivo dos illnslres
oscriplores que se dilo a intriga poltica de prefe-
rencia ao esludo dos inlcresses reaes do sen paiz,
i.asla dizer que a viagem que lia tres me/.cs fuera m
os nossoscoucidadiosos Srs. bario de Mnn, Leal, e
l'onle Kibeiro, foi all considerada como a revela-
do do tenebroso plano incumbido a Sr. viscoude
de Abaet I...
Entretanto sabe toda esta eidade qoe os Srs. ha-
rn de Man a Ponte Ribeiro foram ao Rio da Prala
por melivo tle molestia, c que o Sr. Leal foi por
motivos inleirameiile pessoaes ou de sua familia, e
em conseqaencia do seo novo deslino diplomtico
para Venezuela.
Assim se ccreve .1 historia no Rio da Prata He
curioso ler o que dizem alguns dos jornalislas de
Boenos-Ayres,
Aovas tentativa) de revolucao tiveram lugar na
provincia de Boonos-Ayres. O governo conseguio
porem bater os invasores, muilos dos quaes foram
nassados pelas armas, cnlrando nesle nomero o co-
ronel Jeronvmo Costa, anligo chefe resista e lio
mem importante.
O ministro da guerra na perseguieo do' derro-
lados passou a fronfeira |ienelrando na provincia
de Santa F. Este fado suscilou, como era nato-
ral, enrgicas rcrlamarOes da parle do governo da
ronfederacao, que omou logo medidas de defeza
na crtica de que o mini-tro do governo de Bucnos-
Avres levara mais longo o seu procedimento.
Elc porem retrocedeu logo que per.leu de >sla
o general Flor, rabera da sublevacao, e he prova-
vel Icnba cessado boje o reeeio que appareceu de
urna guerra enlre Iluencs-Ayrc c a Confederac9o
Argeulins.
A ::.io do Dr, Pona, que linhapor objeclo re-
gular as reltate*eutrea provincia ,lc Buenof-Ayres
e a Cuufeileracao Argentina, foi mal succedida. Es-
te successo, que coincidi com a nova i n vasa o do
territorio do Biunos-Ayres e sua ennsequencias,
delvara em lado um lano precario as relacoes pa-
cificas que cxi.-liam enlre os dous paire*.
Alguns do chefes da invasao sahiram do Eslado
Otienlal, e di/ia-sc mesmo cm luenos-Ayres que
em Montevideo se preparavam seus elementos de
Sggressao. t) governo .".e Hlenos-A>res reilerou as
recl.imac.es que nesse senlidu por ve/es apresenlara
o de Montevideo, 0 esle altendendo aquellas rc-
< lamaces (iromulgnu un decreto que prohibe a en-
trada no territorio oriental aos individuos mais
suspeitos ao ^averno do Buenos-Arre*.
Chcgou no paquete Camilla o Sr Dr. Jos Ver-
ge, encarrcca.lo de urna mssilo especial por parle
,lu enverno paraguayo junio do governo imperial.
O Sr. Dr. D. Lourenzo Torres, ex-minislro de
Bueno-Ayies na hila com o general lirqui/.a em
1852, c que anlerionnenlo reprrsenlnu tambem um
papel importante no sen paiz sab a dictadura do
geral Rosa, rhegou igualmente a esla corlo 110 pa-
iele Camilla.
o Sr. Dr. Torres esleve ha mailo ponen lempo
m A'sumpcao, c a sua viagem a esla corle parece
n3o ser eslraAha a misso Verges.
011 em canoas para onde Ibes ronvem. A polica
nilo dexe un oslante ce puvo tle ju.leos, qun nao
procuran! hora nem instante para monopoli*arem
com os males do prximo.
Nosabbado, se nflo no engaamos ia sendo
atassalhada urnacrianca no becroda Lama no Unci-
r por '1 cadellos de nomes Pernambueo, Siulm.
/..'ldanle, Moeinlvt le duas infanta de Lara do
mesmo referido beceo.e a n.lo si-rem aloomaa peasoas
a pobre enanca sena indiihilavelmenle vicluna; c ,111
Indo licou r.ivm -ule ferida segundo nos coma. V
liolicia deve por cobro mocinbll e ldanles
dessa natitre/.i para que nflo I,aja de te lamentar al-
gtim tiuislru anda mais grave. Este berco da La-
ma onde rheiram lanas rozinht misluradas com
alcatrio de eofi,,- de hu ios lem um Iratvo Himen-
eo para caes de lila, a poni de nflo se poder pas-
sar por all sean rom pedrs as inflo.
Consta-nos, qne em Olinda estilo organimndo
urna compahia de coveiros. Saqtjella cidade cou-
linoam em algumas roas a fazaram despejos de dia,
e a noile.
Era de muda ulli bule que a lllm. cmara de
Olinda cria? nina e impanhia para Iralar ,lt hmpe-
z* daquelle lujar, vota lo ao esquacimenlo seral 1
Consta-nos, que all pasela -om inspector ar-
mado a faca da pona : quem sabe se o eodigo nflo
excepta algiim inspector le Olinda ?
rm-iniiecior deu voz de pnsflo a um sollado
ein Olinda e '.'le ao inspector porque un ti lies que-
ra quo a farinha iosse ven lida a nina sua conheci-
da e nflo eonduzid 1 p ira a 1 ibera '. Oue bello!
Ouando t ..los o inspectores policiaca v,io-e
mostrando mais ou indios solcitos, esponlaneainn-
le ou por forca da azorragadas de sua conscienciosa
Payan, succede que o inspector do qoarleiro que
comprebende a rua 'las Igoas-Verdes, nem ao me-
nos na actual poca acorda de sua hahilual indolen-
cia ; de tal modo que nem fogueira lem,-, porque
o inspector nflo eoUiciloo dos moradores a competen-
te rata para alealr.lo. lertha ele. etc, e nem ao me-
nos polica a rua, tanto qu domingo 'id houvo um
fonnidavel nilo ib' rceles e nada de ap[*arerer o
H'.sm hoinem da facha suri-verde. Ser, porque o
lal inspector nlga que s habitam essa rua geni re-
fractaria do cholera? Crcmns que nflo ; he antes
porque esc joven accilou lal postnra smenle para
livrar-se da perseguicoas da guarda nacional.
Emfin be lal esa .rua que nem ao menos o me-
dico cncarregado d'eso ,lilrclo que alias nao o
conbecemos nem .le uome nem pessoalmente) aiuda
n.lo se diatiou dar principio us suas vizilas ailan
e domiciliarias, quando lie cerlo, que nos de mai
deslrclos ja se lizeram Iflo nlei; vizilas.
No domingo foi alac.i'o no Poco, do cholera
Sr. Joflo Mi.rera Lopes, e incontinente foi vc-lo o
preslimoso e ncaneavel Sr. Silva. Veio a esla
cidade de promplo ex-cadele Jos Joaquim de Fi-
gneiretlo Pernambueo a 2 e meia da lartlc aviar a
receila. c a 7 da noile o informo eslava salvo do
mal !
Tambem a senhera D. Ilerculana foi aflectada 'lo
mesmo mal pela larda, e anda o Sr. Silva leve
a felctdade da restiluir-lhe a saudeem poucas 1 ora, f T" s.uppnzeran
.1.; n.o.,/.,in Pouco antes das 1
dem 102 Manoel dos Santo, Pernambueo, 15 ginaes ; mes v se que para isso li prerrv |H-
annos, viiivo, pardo, s. Jo-e, liesmlal do Ciruio. I digiosa eslado.
Cirurgao .Marques,
dem 103 Jnstinianu Vieira de Arroda, Pernam- A- obra chinezas s.10 r-seripla cm tre ..iir
buco, S. Antonio, hospital do Carino. eslvl.., que rto em rcalidade Irc linean dtllrreiilr
dem 101- Calharina Mana da amceicao. Per- s,,brr: /, ,m ,., "
nambuco, .(0 atino, s.lieiro, lloa-\ tta. hospital ,-, ".
do Carmo. K monumento da Itllrralura sen;., lar .na
dem 105 Adelina, iVrnamliuro, | ,1nno, parda, t*"- li,,ros "aerados e as obra de |. dilira e de h>ii*la
S. Josa, lu.spilal do Carmo. | co ; .. tomn |jh que |,e a lio.1.1 il pi>ra ihea-
ldn.,,, it Lu/a M.ri.i da C.nceieao. Pemam- lnm< imramanre amMMnlme ii,,ia'-H. ae-
bueo, 11. anuos. S. .loe. hosoilal do l.arin-.. ; _, ___.. ,
dem 1(17- Aun:, Mara Avre. C. de ll..a-V,-la. "'' -. <.....<*.
35 anuo, viuva, S. Jos, hospital do Carino. C. 'adeiro e mai bello csiyb. liiieran, nien... mrM
Marques. ; que o kou-en c menos prolixo que oknuan-kaa.
dem IOS--Lourenri. Pernambueo, 10 annos. ca- A literaturacbinez.. pelo numero e pela tmr-r
sado, pardo, S. Antonio, hospilal do Carmo.
dem IOS Maria Joaquina Roica, Pernambueo, 50
anuos, Milteira, parda, S. Aulonio, hopila1 du
Carmo.
dem I lo llcnrique \avier de llotlaiida Cha-
e.....Pernambueo, 'tf. auno, casado, bronco, lo,,-
Vista, hospital do Carmo.
dem III Manoel Joaquim da Cunha, Pernambu-
eo, O aun., solteiru, pardo, S. Antonio, hos-
pital do Carmo.
dem 112 Eufemia Maria do Reis. Pernambaco,
lancia de seus monumento, lie *em < onlradicri
tima Ha pnmeiras da Atia. Sua rtque.. tnielle- -
luaes compOem-se le urna nuilli.u.. d- obra cm
lodos o goaeTO*, .1 ruja Irenle e-lao (..llorado
,.ineo livrossagradas ih, na l.. ../. |- ,u-a \r
u.i ccelleni.i k da auluridadc de que c./.m 1...
paiz. O primen o e. mai respcilavcl desne b-r. .
por sua anugesdaae : o 1 h.ng basa lo pt,.
iS anuos, preia, S. Aoiehio, iospilai dVcarm! '!i""" '|U(: ''"in rein.mlar cm .na pnmei.a forma
Ks'-raco*. Al'- Fo-IK, primriro -i.l.erano -Ja Clnua. Esta otara,
elucura e enigmitie, lia exeindo mmlo a cietina
os rerarafnladaiaa, os quae, a lem explicado um
Numero 67 liento. Pernainbur.i. 1 anuos, sol-
(eiro. Rerife, em casa.
dem 68 JoSo, frica, prelo. S. Jos, em casa.
dem 69 Felisardo. frica. s anuo, prelo, Kc-
cife, em casa.
dem 70 Joao frica, tj, atine, sollciro, prelo,
Keeife, cm casa.
'.lem 71 Antonia, Pernambueo, 22 annos, lloa-
Vista, cm casa.
dem 72.Malinas, Pernambueo, ,0 anuos, (ireto,
Boa-Vista, em casa.
dem 7:1 Alaria, Afric,:. 35 anuos, prcta. Boa-
Vista, em casa
\e/.e cm um sentido phvsico, outr.i. em um srnli-
do moral, e oiilia ainda em um eulido (libro.
Seria (alvezaiuda eiiiiilelligivelseiiao lora o phil.-
sopho hon-l oulx-e Couliicio que lornou o caidtdo
de a rever c a quem a devenios na I011111 em qc
aclualnieiile se arlia.
lodos ronberein, pelo menos de n..m, case Iraa-
ie hornea, naasiduade ja-l,,inrnle como Sorralo
teira, S. los, em rasa.
Llein 9.5lucngntla, Pernambueo, 30 auno. o|-
leira, prela. S. Antonio, cm casi.
/(e.tumo da mor tlidaile,
Morlalidade de houlem ale os i. hora da larde38.
lomen 211 inulberes 18.
Total da mortalidade aie liotilem 160.
Ilomens 96 mollieres (i.
O/feria.Reuni se hontem na casa de residen-
cia do Sr. Dr. Joflo Vieira Litis Cansansflo de Sinim-
b a commisflo que fra designada por alguns dis-
linclos Rio-Urandenses para conipriinenlarem a S*.
Exc. da parle dos numerosos amigo que leixara na
provincia de S. Pedro, e ollerlar-lbe rm mime dos
habilanlcs di mesma una eommenda e cruz pen-
dente da ordem de Chrislo, guarnecida de brilhan-
les. como simples leslemuuho de sen reconheeimen-
lo petos valiosos serviros que S. F.xe. all prestara
no exorcicio da presidencia. E nessa oeca-iflo o Sr.
senador Candido l|.iplila de Oliveira. fallando em
.llr amanli'ta.
COMARCA DE f.OANNA.
I tamb II de fevereiro.
M-11 amigo,,lo oilo hora- da nuil-, achando-se os
habitantes desla povoaelo temerosos, e porque? me
p.rguntara' meo amigo, o que p lera producir es-
ses terrores 111 epoen presente, o "bolera.
Hoje a I hora* da manliSa f-z-se onvir nina voz
mais lerri.el que o Irovflo, que diz ha no lugar T.i-
mual, dialanle desla povnacflo nina Ic^ua est urna
mullier cholenca, de fiilo, meu -migo, o nos.u sub-
delegado acoinpanhadii de alguma pessnis dirigi-
se ao lui:ar e abi reconheceram, cholera, e que ja
se ochava a infeliz mullier no estado alcido, deram-
llte urna doze de camphora as onz horas, e ale ago-
ra que sflo nove hora, ainda se echa viva, essa mu-
llier no dia 11. ou 12 linhi Iratado'de um hornera
vindn do llio do Pei.e, e no lugar Oratorio foi ae-
eomineltido de um mal que o fez sucumbir cm lili
hora, pelo qne ia se dets.t ver que sem dnvida al-
"iimii fura o cholera.
Muilo louvan a energa do no^so subdelesiado o
Sr. lenenlc-coronel Mni ano Ramos de .Mendonca,
Dios queira que n.ln arrepia carreira : o povo est<
com olho mis .-Hilaridades, c se ella nao derein o
exemplo. encorajando a popularse enlo adeos lo-
tes... Qne ficamos no escuro.
Alt! men amico, como estar esle seu criado s
Dos o san e en o sinlo.... Etamo no lempo do
Daminus leciim, e nflo do viva como se usa as reu-
nie?.
Adis .~le /' olre /oise Dos quizer.
II.'.
Carla particular.)
dem 71 Feliciana. Pernambueo, 28 anuo, sel- | J< a,l,,a- "* (" > milanraslm da moral. Caaia-
cio vivera 110 eculo VI e no V antes de Jcaus Chris-
lo. soilreu durante a vida longa perseguicdes ; m
sea patria reconliceida vingou-o depois da mulle
pelas honras extraordinaria que derretoo a su me-
moria. Por nimio lempo llnbuirara-lhe o Cktu-
Kuig ou o l.icro doi aunar- que se collar* em s-
gunncnlo do Y-hmg mnao be elle o sea autor
otignial; un fez mal que rluuli-lo depoi da lar
bebidu loda a sua su>islencia 1104 mais aaligos b-
v:o*. O e-lylo do Cttou-hing he de grande im*li-
cidade, c ludo leva a ter qae ccrla partes remon-
tan! a mais de dous mil anuos atde de Jesns OMa
tu, o que la/la deile o mais anlizo in.aumenlo lu-
lonco que existe. O litn do autor nesla obra, lo
foilalerer as mximas fuuJamenlaes da moral pa-
blu-a c os principios polticos que svrviam para re-
ger o i:np?r..> chinez, invocando em sea apota as
discursos e a regeos de conducta dos mai amigos se-
i.erauos do |iaiz.
11 I hi-hmg livrodoscaolos he o lercdro do |,
ros sagr/dos. He urna collecrlo de Irrsenlos a oa-
.e periahai iyrica,n.is quaes acba-c um quadro |re-
eio-o dosc.slumc rbincies que remoaia pelo me-
te,- a Ires mil annos r que pjd uitiderav
se rom,, o ,-psllio rnai fiel e mais rmio dr om.
soriedade ainda nova, c enlr-laiit.1 y\ rorrompiJa
pel puros da ivilisarao.
C mfucio qie cclher.i toda .-- pafia do Chi-kinf,
revira igualmcnlc e corregna m U-lit lutado ritos e ceremonia F.ra o q alio do Kin.-s. cajo
exlo primitivo naoexule initi. tila a.li.,-e ab
liiui lo pela versa* 111.1. receule de Conluci... c.im
posta de una reun lo ue peca de'.i'i,U,. das qoat,
as mai amigas nflo parecen remoldar cora tlleila
aMm da poca do graifdc BlMIeeafSMI rbinez.
I'er.leu-se tambem e Yi-King na qaal clava en-
cenado o tratado da musita. Cr-x- q, .
lenlos sobre essa arle comido. n f.iki arlnal U-
Morlalida.le de hoje al as 5 horas la larde27.
Ilomens 12 mulberes 15.
Toljl da" morlalidade at hoje 2U7.
Ilomens 108 ntnlberis 79.
Dr. Jeiaqnim a'.li/nino Fonceca.
- ~ XX'*'
Pelo vapor Toeanttn ehegado honleni a nossn
porto recebemos jornae que alcaneam, os do Kio a
II, us da Babia a 15 e os de Maceio a I do rorre-
le, e de Sergipc a 19 do passadii.
Fin anda pela lerceira vez incendiado o thealro
.s". Pedro de .cantara e eis a respeito o que diz o
Jornal do Commercio :
it Pela lerceira vez acaba de ser consumido pelas
chammas o thealro de S. Pedro de Alentara. Es-e
lindo thealro, que com a elegancia do liom gasto
havia, quasi por nula ,re, rena-eido como a Phenix
do incendio que o devorara ein ago-lo de 1851, mil
estando satisfeitos ainda os empenhos cenlrahi 10
para a ana reconslruccio, foi do novo victima de
igual faiali-.lade. Delle existem apaaas suas dene-
gr las paredes.
11 Anle-honiem liuli 1 havido espectculo, o con-
forme a velha naane* que qner q 11 o nossos diver-
limentos Ihealraea nunca aeahem senflo alta noile,
s depois de I horada 111 iililia pode ferbar-sc o
llnalro, havendo-se tomado os cuidados de vigilan
tn necesaarias.
horas da madruga la rompen
un) fouo lao vilenlo c lao extenso que para loga se
eompreheniieu quo iropossivel seria atalha-lo. Os
guardas inlerores, qu indo deram f do incendio e
pediram -uxilio exterior para exln.gm-lo. reconhe-
ceram queja ,1c ha muilo lavrava e atlinuatn que o
P"tilo primeiramente invad lo fora sala de pintu-
ra, poccima do arco qm sepan o corpo do thealro
da sua caixa.
o Nesa \>artc do elilicm iiingiicm por iiecessida-
de do servico linhii entrado na imite do espectculo.
Kt;i circnmstnncia, e a qhiwl absolula unpossibilida- | rain delle lirados,
de de abalar mu incendio que ah comece, pare,-e
anlorisir siispeitas de que'nan fora accidental teas*
desastre. I'odavia. nada ha de 111 ais dillicil verili-
eaeau do que lemethanle hypothese.
,' A rapidez rom que as cbamoi logo que foram
sentidas se propagaran., tifio den lempa a que
O 'J'h'liHii-Tli'icoH a l'rinia\e,.i e () iiomn.. Ita
horn o ultimo dos Mng*. ||e una otm mleira de
Confucio na qual lSse philosopbo illu-lrc ..braco,
o anear* particulares da c.m de Lou luanla m
ilcass eousn alguma, alem do archivo e algn oh- l'-l'"."u de duzenlos a quaicnla e doo anaas. A
jecto que estaval na ala da Inbnu/ particular le nmaco h: secca o tapida de ledeiuc. gerae ; I..
SS. lili. II. dan certos cnmn.ti.l.iJore pretenden, qne neku-
Para dillicultasro incen.lt. cooinre nolar que ....,., ;, .
sendo Iluminado a saz lodo o edificio do Ihealm, "U "Mac" -l'^""' dell.. d.-b ,,x.. da relario da
bastara rochar o reui-lo pira sjmullaneaincnlc se e\- \l" *S*'' '"ncisflo daeslvlo c do pona de vista atr-
liitgnirem tedas as luze. Ora, 0 cuidado esperta! va lo em que se relb-coii o 1-friplor para jalgar ..
dessa importante inominacJo eslava a cargo de um aconlecmentos.
emi.regalo, poslo no thealro pela rnmp.mh.ia do >... ,..
g.,,decujozelonunc.....uve a menor qeixa. Al- |""S ''"5 '""** k"'^ ,le 1ue "" 'c -#*
-::n. pois, o incendio ira pd provir de una luz aprescnlam-se os S-
esquecida, como baveria razflo de mspeilar, sendo raes da secunda orlehi. s!. r o Ta-lln va a
nceessariorecorrer a Conjeclura de algo phnpho- Gnnsto Estudo. o r.l,,ng.\om, ou o li.variav.1
de alguma pona de charuto alir i-1
a dascoido,
para ler a explicarlo desse desastre, se elle fui for-
luilo.
-i Bnlretanloaecudiram ao incendio o Sr. mins-
Iro le estrangeiros qu-*, como se sabe, te.11 estados
de engenh.ria e de marinha), e com S. E\c. os Srs.
Meio, ol.mi-Ya 011 Enlrelrnimetitos Ptiilosepoicns
c o Meng'2'nea, rujo nome lie o do aulor.
O Ta-ll>o coni| .- -le um capitulo le (afoc...
I e -le dez oulro de seu diripulo 1 bcng-'r-n.
COMARCA DO BOXITO.
12 de fevereiro.
U irrrivel cholera, continua a atormentar, c a de-
zmar esle termo que esl coberto -le luto, de lodos
os pontos correm para a villa a procurar recursos ;
acudaro-nosho a palavra que ah de lodauu
boceas.Morre-se muilo lodo e*dias.Na villa ha
um motil conlinuodc gente a p e a cavillo, nn.
rom garrafas, oulro rom embrulhos, oulros com re-
des etc. ele. O rizo rio. poiza mai aqu nos laidos
de ninenem, em quasi lo,ios os oliios so v lasrimas
mais on menos abundantes. Cada nm est vendo a
aproximar -le sua hora ; lirmlem fallou-se com um
amigo, c baje ja esl elle com Deasdoila- amanlicce-*e na elernidade. Ah men amigo,
9 rte fevereiro.
uuestoo lilla Novado Minti.O Sr. Dr. juiz
municipal da I.* vara sosleulou a pronuncia no pro-
eesso da leltra de duzenlos eolitos em que he reo Ma-
noel Jaeques de Araujo Basto. Aqu publicamos a
iransaccoes da prara cora ella, sendo. .,.,., tf .. -
-. .... es aillos, ele.. SlIblt'lilU B IIIII.IIIIIU ,!
prununoia de II. 135 v.. nos arls. 137, hypolhrses I"
e 3.a. e -261 5 1." do cdigo criminal, combinado
1 nome da referida comrtlissao, dirigi a S. Exc. o Sr.
Como de costme, nan fallaram O) bem dirigidos Dr. Sinknbil a tegoinles palavra. :
loccorros-la estacan naval franeezn. Nflo coiilrilitiin 1 ,( Os dislinclos Kio-Cirandense. os Extns. Srs. ba-1 quando Iciflo lini os u-sso rale
tila penco para a exliucrao do incendio rales dese'rflo do Porlo Alegre, Dr. Luiz Alves-Leile de Oli- ^codi-no, valei-iuw cmn a vossa
conimnnicar as caas visiuhas.
chefe de polica, eommandnle d pennanenle, i servem de cumtnentario ao primeiro. O 7aaWaaaW
inspector do arsenal da marinha, direcior do del Kosjisf, redigido p-.r Tse ii-Ssc, nelo de t>n(at
guerra, almirantes frane?za> inglez, com as homia
e parle da guarnirao de seus navios; apreseulou-se
igualmente una (orea -le 2t.l# imperiaes marinbeiros
e grande concorso de espectadores.
r As bombas -lo arsenal do marm-ia c i\a casi -le
correcto foram as primeiras que che&aram.
,, Todo es.e zelo porem foi intil, (.loando se den
le do incendio j nao era pmslvel atalha-le.
m, a-
pic-cnla tom o Z*>Jfe* e.n um esparo mu caria
todo o complexo -la moral e da M.lnira d.. grande
pililos,pho chini /. O Lun-Yn be ama sene dedi-
cirsos c de apspMllinuiaa coll.i lo da pioiuia borra
-le Confurio. Emlim. o Urng-T*e* be urna obra
de moral cm lele palles, muilo mai extensa qae a-
Concedeu-se a dispensa pedida pelo Sr. conselhei- < preredeales, na qual o aulor Iraca erm mu
U*mZ5S? Ci,r?",!tt "!i,,islr" IZ'" T"c> *T ,,rr,p"' *""<" ,Uv'i"',m
Por -lecreto de :'.! d p ,sado foram Horneados o | "'-" '* de um-' a"" M,,e''' ". Men--rea ,. aalr
segando escriplorsrio da i-lfandegado Pai, Silvee-1 Meneio, peas eme iaaparla -br-lerer au MMajat
Ir l'enreiro Aranha para fetor conferente da me- | habita que tem< de desfigurar io.los n-s- muges ri-
Naufragio.Por parliripaeflo do xice-consui
,1o Brasil na ilha dnMadelra. datada tle lo de Janei-
ro tilluno, consta que o brigue nacional l'ilpitc 1 ratu
abri agua, em conseooottcia tle um temporal, au- em noi
vetra I! lio, Dr. Joflo Capistrano de Miranda Castro,
Dr. Luiz da Silva Flores, e Jos Antonio Coellio
Jnior, como orglas dos senlimcnlos c|uc aiiimam a
generalidade les seus comprovinciano, nos eonlia-
zraavoit cinniissiio ,ie cltcrtar a 1. FHc
do habitantes da provincia de S. Pedro,
nr
pitaes de que di.ponhs ; enlrelalo gyraram mais
de 1,600 coiilos com vanlagem real para a provincia,
e consegnintomenle para este imprtame eslabeleri-
raento.
Voa finalizar ola, que boje, 23, he crencha geral
qoe o ebolera-morbus j nos lem dcxado, pois que
raros silo os casos que dizem darem-so por Pellas ;
Caniacu.m o oulros lugares, passaiido-se jadas sem
que haja um s nliito por esl causa em Jaguarflo,
undccMe lautos estragos fez, e mesmo nesla cidade ;
o cu, poslo que me iocasse lambem, nflo o cholera,
mas a ch-derina, nflo se como hei de dar gracas a
Dos por nflo 1er que deplorar a minha sorle ou de
.;. :n dos meus.
fragou e rncalhon na costa daquella ilha, cutre as
villas de Sania Cruz e Machico, cm a noile de 7
pata 8 do reerido mez.
Salvou-,; lo 1. a tiioulae.o ; e o vico-COnsu! fa-
zia lo-los os esforeos para que os objeclos salvados
foraera vendidos pelo melbor preco. [ior cotila d-.s
seguradores.
Hunco ,1/anri.O conselho liscal da sTeeTode
bancaria Mam'. M ic-Uregor <\; C. rcunio-se no dia 1
do correle, por convite -la gerencia, para proceder
ao exame das operacies do esUbelccimcnto durante
o seme.lre fiiul 1 om 31 de dezembro
O conselho fiscal exprimi sua salislarilo pdame-
28
Ainda se acha na barra o paquete Toctntins; vou
purlanlo conlinuar na devocao de dar-lhe noticia.
Suii.o com prazer que fra nomeado, e vai acura
auloriarao para o barao -le Man, o senador Can-
dido Baplisla e o veador Jos Joaquim de Lima, for-
mar urna rommissilo, que em nome dos amico e em
geral ta Rio-drntidenscs lem-leaprescnlar aoex-
preaidente Dr. Joflo Los Vieira (Cansansflo do Siiiiin-
g, o penco xafioso, mas mui significativo si mal de
gralidae que .1 provincia de San Pedro aprouve dar
a ele moi disliurto Brasilriro peles seus xalioso e
imporlanles servido* prestados a ella durante a ua
iustiectra e prevdeute .idminilrerao. C-uisile o
mimo em urna eommenda e habito pendente crava-
do de brillianles, obra primorosa feila ncsa corle,
110 valor -le mais de I6:00tt>.
Havia rom rau.la satisfacflo annnnciado-liic a
quasi exliurrao da pesie, mas -lesgraradamenle ella
reapparece em oulros lunares da provincia enm lal
violencia que lias ciucu sairqneadna dos Canudos
caliiram em-bilis ou tres dias cerca de 1.50 posmas
atacadas do cholera, perecendo uns lo. pela manir
parle ou quasi exclusivamente necro, un.a l-
Iha do meu amigo Moyas 'le Araujo, c urna 011 ou-
Ira pesoa livrc. Com linio anula somos felizes,
quanlo a esle ullimo arligo rom o arl. 31 do refe-
ridu endigo, porque, airtda tpie nao se possa dizer
falsa a firma de Antonio de Souza Itiheiro exarada |
na lelra-le II. 3, vi-la dos documentos a II. 56, fl. 1
129, 11. lili, 11. Ii9, e depoimenlo de Luiz Mendes I,l,0(licn c bem regulad marchado Banco, exaclidflo
Kibeiro a 11. 110 v., cora queso inoslra que Luiz e rcgnlari-lade da escripluraeao, perleila g-irauca
lleudes Kibeiro possoiodo duas lelras de 7:.5005 e i,l(! M** ;,s 'ransacc/iese idoneidade dostilul.s exis-
5:000$ aceitas, aquella por Luiz Carlos Adolplf. d*>4 ,e
Souza como procurador da viscuudessa, sacada e en-
doeada por Aulonio de Sooza Kibeiro, c esta aceita
por Antonio -le Suuza Kibeiro, e desconfiando que
nao foseem verdadairas aquella firmas, apezar de
feilas na pretenca dalle Luiz .-leudes, requeren
2." delegacia, documentos a (1. til e 11. |%, para
ela i'iinias da Ordem de Chrislo, tle que he V.
Exc. digno cavalloiro, como um signal modesto,
mas significativo, da viva gratidflo pelos relevante
serviros qne prestara aquella provincia durante a sua
Ilustrada c feliz admlnisIncSo. !(;leve agora V,
Exc. que lambem mi, compartid,lo os encrosos
setilimer.l.is de-.i nohre e mporlanlc provincia, Ihe
inesaoxlavel m
r'icordia leude rompaixflo destes lilhos, embora
ingratos para comvoscol snspendei, suspeudei a
vossa jut:i ving.iuea...........
Au retoitiner.
Oh.' meu Heos. 111a alfandega, o Camerino Facilillo de Castro Me-; Cnt es. viva no l\ s-culf anl-s d 1 rr, xnl- r
itrio .. &*\tQ
Batsuaie'- por nos
deira aioizado e s
uTioi exprs...! do subido apro-
en que lazemos da pessoa de V. Exr. como simples
cidadao e como servidor to I'.-:.- i a
Fizeram parle da commisajto us.Sr. barao'de
Han.,, Jos Joaquim de Lima e Silva Sobrinho, e
senador Candido Baplbla -le Oliv.ira.
Segundo um nflicio da cmara tnuuicii.il -e Oori-
curx ein dala de 13 de Janeiro, COUSta que iuda
nflo appareceu a epidemia naquelle lugar, mas que
na Vanea Redonda, 2(> leguas distante de Cabrobo,
liaviain algn caso.
O juiz -iiiini""'"*' .'"'i'-r"it.i r.iuimuiiiroii aa eo-
Jvarau. nu dala le .8 'le Janeiro, que n eslado .11
-aluliri.iaiio lio satisfactorio, pois que desde 21 de
dezembro a epidemia liaxia cessa.lo intciram*nle.
Kerebemc.iinii caria de Limociro, cora
nezes para segundo esrriplnrario.
S. II. o Imperador houre por bem fazer mcrc
do foro de fdalgo cavaileiro ,i. ca-a imperial ao I.
cadete do 1.* batalho Mauricio da Silveira, io legitime de D. llraz Ni-
colao da Silveira. _
Fallecen no dia (. do eorrenle o Sr. Ineule-geiie-
ral n cbnselheiro tle goorra, barao tic fran.andahx,
wmmm-Ibu' 1- ..,,--i.i .ule.
O escrivflnda descarna da alfandesa da corle Jo-
r de Sa Bezerra, pssson.a pedido sen. para priaseiro
011-ide.odo como o secundo do ph.laiephai rhine-
ze.. Seu el\lo, menos couri.o r menos eveio qae <
.1,- C.onlucio, d.sliiKue-se por mai rlrcaari. A
lorma do dialogo que,Menrio adoplou |>erauilia-ll>e
lambem mais variedailedo que e lena o rtireila de
1 esperar da exposieflo de eus priaiIpasa m >.
I neira de auirmeular aprnxim ....sl.n'.e da !{ So-
rtale au conlenlc reu. ..lir.iro tina pela larra
lata de
17 do corretite ;i 'M horas da maiih.a, que anmn- tenor.
ca que o numero das victima* na villa ji mouia..t| Em Maceio ainda se fzi sentir o rigor do mal-
a 80, e o dos eirommellidos .. milis de 1011. No ;'filo viajante, leudo sido no da !2 1, ciVei.!,- ala-
Poco to Pao, Mslhadin.'.a, Al.igo.i loria c Mufum-1cado benignamente S. Ese. o Sr. presidente, que,
bo a raorlalida le ira espantosa. apea ir de enfermo, mu so minuto nao riesranrau cm
O dosi icatnenloe I 1 mui reduzdo. Jn sovai en- i eorcorre os iiifclizei feridos.
seripturario 'lo tbeseur,.. e foi al,(it'i.,|o oolucar idaa-azflo, nnpcega de !k.i.j gradac.i.lra elle a arma
quo deixa va-o.peloSr. Luiz Cxpriano Piulicir.. deido ridiculo. a *
Andrade, feilor da mesma alfandena. ,.
Em Sergipc o cholera eontinuava a declinar ; o | Ajantam-se muitas vrzes m li.ros une prrredeu,
t'arreio Sergipeitse di; : a afra do-do auno ni,, o Sfao-llio oli.r-.ila...... I,I,- .... a,.,. ,.
ha de ser lao esrasa como se suppunha por causa livro da piedade filial I>cve e ele ullimo a Coa-
a",m";;!::;: sra 5ua *'":,,cja ",fcriori f--" -="""- ^-=--- -- -
lia Babia nada ha digno de meneflo; .. cholera ,ro"
continua declinar qner na capital qticr no 111-| A cnlleccao deeles r-, ripio forma a |*m.ip*l 11-
queza da liltcralura e da moral do Chnele ; |
he dlllicil nee"\o rpar-r uma I oalra m,al
O movim*nto 6,S,17.1:8!MOl,cndoriorenlradatle.'li,378:57891
e por sabida 31,091:289167. A somma da ledras
descontadas e caucionada foi de 5.9i:K2l>:85.
O movimento -la entila carretiles eleveu-s ao
forte algarismo d 119.086:575^170, sendo porentrada
que l.'.iiz Carlos Adolphu de Souza, aceil.nte di le- l^.s ': ;'.7-V I. e por sabida 0,263:328I'J8. "
;500/, viene ajoizo declarar se eram
011
sabio do .1 lian! imcttlos
vcrh.r
era de
de-
Ir.
nao verdadeiras aquellas fumas, o eomparecendo!*,K73:ir7ft>'tl3, contra O.7!h:O3OfH00 de Ululo
na delegaca declaran sercm verdadeiras por le- i pnsihjdns.
rein sido firmadas em -n. proenra por Antonio Aopr.i de iinburcp 'senlain o aL'ari'mo
de Souza Ribeiro, mu que Ibes conalava nao er,dc Hi.-.:-: :'r i-;;,;ti, i < ,. i. > havido a maior punluali-
aquella afirma de que usva o mesmo Sooza Ki- dade no urcile o pagainenlo do lo-las as ledras lo-
beitn. 1.1.idas pelo Banco.
.. I.....epoiraenlo de Joaquina ,;.. Paula Caeiles Ftnalmc.ile os lucres lquidos do nemcslre eleva-
Alcanforado a 0. 17!. em que diz que leudo i,!o' r'M"-s'' '' i"*3">i*67*, ou na razflo de !:'..;; ao
incumbido pelo reo Basto de fallare tratar com Sou- "n,, 5:'l,re capital eflecllvo de c, ,id:'-iii-'iOo.
eonlrando rni !, dlli-nMade no eulerrnmeiilo dus
mallos, e naquella data exiliam II) cadveres ine-
pollos. Em quanlo haviam soldados esle icrvico
era feilo com regularidad, mns anualmente he pre-
cise empreear forja pagar raro a quem o fara.
Morlalidade total dos cholericos al anle-hnnlem I o governo remellen para I, desinffeclantes, algi-
Iloletim du cholera,Fallecern! du rholera
no da 9 do eorrenle 5 pessoa, das quaes I hornera
e I inulher livre, e ll mnlheres esrraxa.
Anida se fazta sentir rom decrcsclmenlo o cholera
em quasi lodo o interior.
Alenlo o estado calamitoso da provincia ,1 Exm.
Sr. presidente sddiou a reutnflo da
viucial para poca mai apoortun 1
secca c arila. na qual a U'cnria de vola e fe ra
lir em Indas as pora m los Iri-le fniclo qae dea.
Com quanlo a doulrjna de Confurio tjn irlfEt!!-
dlici-il ,!,, Estado_^dasVrM. eleva-las nao a li-
| l.crt)-u nunca Jurn desmo fro. Ella coalenta-se
jssemblca pro-, coni roroi,erer ,lm rnt# Saprem.. a qm m riera
4,250, sendo
l.ivres. .
Escravos. 2,178;
Condirflo incerla. 27;
2,045; lioiiicii. 1,275,mollieres'
1,250
1,565,
25.
j.s,i'.
61 1
1,385
PAGI3A VULSA.
. .--j : i 'A 8
(mu intta retribuirn. Do ajinado para o
domingo lomo obs-quia ios rom um avolso intitu-
lado A Folha de paenvira- onde fimos hnoda-
dos com a mais tltongeirat erprettoet, conven-
0 nohre escriolor, que desda j epor toda
mas cargas de gneros alimenticios e (,.m'- em di-
nheiro.
o mal continua a deaenvolvef-se em Olinda e ha-
viam 20 pessoas atacadas.
O enfermen-" pratico, o Sr. Jos Francisco da Pu-
rilicaeao-iilercee-.i-:- ao governo pera prestar -cu
serviros nos limites iV.\ B'cada o Scrnhaem. S. Bxc.
aceiiou o oflerecimenlo e remetleo-lhe medica-
mentos.
Da Gorrespondenc 1 de Bonito, que in-, iUi,; -,.,|,
era oulro logar, verde os Iciturca oque l lem oc-
corri 'o.
o governo lem sidu solicito em remeller soerori
para lodo n luuares mi le o mal se lem mam,,' la-
do, e com l.-l -losvoll., que o | roprio ajudaiile d'or-
Jens da presidium he Umbein ompregado ueste
mister.
BII.LETIM 1)0 CllOLER.v-lloRp.i s.
Fravain a partir para esta pr'uvin.-ia do Kio, o lo,"l'los < 'i"n 'he 'en le oulro culto que aq.irlle .,,
hrijue brasileiro l'lor do llio ; -la il .1.1,1 o paulbate
brasileiro Dou* Amigo*.
\)\ LITTERA1VHA H:i> CIII.iEZES. I
la 11.1 exlrenudadeila Aziaum povo que por limi-
tlo
;! F>Ie artigo nos o o .Ir,domo* .laexcrllenle nina
publicada recenlemenle por Mr. Cantillo lurle. a
qual lem por Ululo Tablean hislnrique des lil-
t r lluros andenes el de lilteralurcs modernes.
Nessa obra que he dividida em tre par exclu-
iranienle consagradas, a primeira. ns lilleratnra*
J1- devere a imperador compre em nome .1.-
ett povo.
(i phosopho lam-T-'u. rival c rnnlfmpor.vio
le Cenfiico, torieu-s.- cibbie naa : arle pe*
Tan-le-himf (a rara., pri-n. ii 1 atara dr nnu
dnulrina al-siractaqu? aprsenla lugul.ire
rom .1 idea plateeca o pvlli.igoricas, lar- coa-
as-alcudia e-cola^sje Alcxiidria
.i-I -i va-ilera II,- :. a lei, a t-
pini.i. que .nema a aatut./a. Su. p'nl -i'o.-.
drl'.,ix-, do nmada lof-1 ..rm 1 nraa d -'.
........... ...... ..^. ,..,~, j .,,,., 1, 1. ,.- un 'raiuras ^
ligas; a SCRUndl, as liileraliira -la idade. media reb-me- ,1o imperio, e Cont m ,.-, le rrm m-:'.
e .1 lerceira. as lilteratnras modernas, o autor, longo
de considerara lillerabira isoladarnente, a collora
romo um centro no meio de todas a nlluenci. qu
ella lem eommunicado oo que lem leccbido. Elle I
a ii po, \pezar -la subtiltdade de co- ,', ; ,
rabn por degenerar em ama sorle .. pdw-i nm
grosseiro : ao pata que o bndhim,-- M fm '-
,,sim linha de proceder, c que tilo Alcanforado ron- | ''liado la: ndo-e o descont do lempo quo lem a
versando a lal respeito com Luiz alendes Ribeiro a veucw ''osos lilulos existente na dala em que se
Francisco de Paula Velloso, cslcs Ihe disseram ser | lecha o balance.
restado Senhor tos Patas : lionve grande roncar- Foram icreuid 1 1 enfermara de marinha cinco livo da novidad, para os oulro lera o -I. Iembr.,11
rencia pnncipalmenle ao Te Deum. O Tobo art- doenles, scajdo qualro homem e ,,, mulher, c rasque virSo grupar-see.....irnodeum Bornehis-
hcial e-ieve soffrivel. A excopcao de um esforrado se arhain em Iralamenlo, nlando don* em perigode lorico, ou de uma obra celebre recordada empoucis
[cavaileiro de bulase espora que passslou pelo cor-1 vida, samram restabetecido m cinco doenles qoe 1 palavra,
se -lo mundo do -culi las e da matara, romo de
uma grande illuio paro rnlrar na mutilo inimalr-
nal, morada eterna iidesinilivl da orprera e per-
leil u.lelli-i... 1,1. Esta \t relima" de Boeedha
J


DIARIO IJE MW*IU'Q TERCA FllM 19 BE FEVERIIM I 18*6
.
I
H
p
>
lie professada "a China por urna sranJe parle (la
populadlo.
Depois il i- philosophos, os historiadores. Estes
ltimos. peli> ifumero o importancia de seus Iraha.-
llios, compem un dos mais bellos florees da gloria
luterana da China. Esse paiz presenta rom ellei-
(u a nossa observadlo o corpo de annaes mais com-
pleto e. mais ceido que e\isle sem contradirrlo em
nenliuioa lingua. Sse-Ma-i'han que vivia no II se-
cuto antes de nona era, merecen o sobrenome de
Principe da historia por Icr colindo e poito em or-
den lodos os documentos escapados i violenta per-
seguijfe que o imperador Klii-iloaug-'l'i suscitara
contra as letlras. Essa perseguidlo leve de nolavel
odefendercm os sabios sens livros coin una sorlede
aualiMiio religioso e i(0 delles roarlvrcs de sua fe
Iliteraria. Sse-Ma- Th'ian. lillio de Sse-Ma-Than que
os viajantes consideran! geralmente como o llerndnlo
da China, coasagrou a vida redacc,Ao do nma i in-
mensa obra em I :H1 livros, intitulada s morias histricas) na qual coroprehende a iiarraclo
dus aconlecimeulos de que a China Tora Iheatro de
2ti!i7 a US antes da era vulaar. O melando segui-
ilo por Ssc-Ma-Thsian foi achado I o perfeilo que
lodosos seus continuadores o adoplaram para a re-
danlo dos grandes annaes do imperio, os quaes
compreliendem toda a historia do paiz al o anuo de
Ifiii e por conseguinlc a ilas viule e duas dymnas-
Uas anteriores a dymnastia actual,
Em numero dos historiadores mais distinelos
da China, cumpro contar SseMakouang e
TcltouHi. O primeiro, homem de estado do
H, seculo, doixou um curso de historia que com-
I'ieliendc um cspar.o de 1362 annos e nao para
setiao na poca era que vivia o amor. Seu livro,
intitulado Santchiiho'imjkian ou o espe-
Ihc daquelles que governao, goza da maior es-
tima.
I'ode-se dizer-se outro lano do resumo com-
pleto da historia da China que o celebre Tchou!
Ili, autor do 13." seculo, puhlicou debaixo do ti-
tulo de Tchottnglitenkiangmou.
Enlro suas riquezas histricas, os Chinezes pos-
suem lambem vastas i-ollocces de documentos, dos
paos os mais preciosos sao o fVenkian thoung
khao ou Invesligacdes profundas sobre os
documentos amigos de toda a nalureza, em
348 livros, por MalouanLiu, autor do m do
13". seculo ; o Thoitnlien, colleco feita no
28o. seculo por TliouYcou, c o Yu kai ou
Mar de jaspe, titulo omplatiro pelo qual se quiz
designar a importancia dos rnaleraes nessa obra re-
unidos.
Para sor iniciado na vida moral de um povo,
nao basta estuda-lo em sua vida publica, lal qual
a historia no-la d;i; cumpre principalmente apren-
der a conhe-la pelas particularidades inteiras que
sao a origein do atarease dos romances e das
percas tlieatraes. O numero dos primeiros he mais
consideravel entre os Chinezes ; elles al fonna-
ram collecr;oes importantes dessas sones de obra.
Os Ssela khtchou i os qoatro Irnos ma-
ravilhosos) e os Sshitiuai- tseu (as obras do-
dez bellos espiritos) sao considerados como coitos
roes inteirameniu classicas.
Algumas dessas composiroes nos sao conheci-
das pelas tradueces que dellas se lizeram as lin-
guaseuropaos : em geral, o enredo he vulgar e as
-mame- extremamente simples. Domis, o tex-
to da narrado he quasi sempre entrecortado por
urna poesa aUeclada, cujas alluses so mui
dilliceis de comprehender. Aquellos que liverem
lido os romances de Branca e Azul e as tradur-
es das Duas Primas (Yukiao1) poderao
larzer urna ideia com pouco menos deslavoravel
da da maneira dos escripiores chinezes.
O que digo dos romances chinezes Spplica-se
igualmente s pecas theairaes. Ellas podan algu-
nos vezes interessar-nos como pintura de cos-
til mes quo nos sao completamente eslranhos ; mas
como esludo de arle, merecem .senao mui pouca
alicncao. Pondo de parte um mui pequeo nu-
mero] as uu ras nao se elevan cima da medkcri-
dade mais absoluta ; alem disso lem o inconveni-
ente da uilender sem cessar nossa delicadeza pelo
grosseiro cynismo com que os dilferenles actores
osientam ua scena toda a torpeza de sua conducta
e toda a impudencia de seus principios. Para
nao deixarem nonhuma illusao no espectador, el-
les lem o cuidado de vir anuunciai-lliesqual he a
personage-m que representara. Um lal iheatro a-
dia-.se evidentemente anda na infancia.
KouanHan ^King passa por ser mais fe-
cundo dos poetas dramticos da China c o ) otien
telanpetchong (os cen dramas da vida dos
Alongos) pela mais celebre colleccio de suas pecas
tlieatraes. M. Bazin deu urna sufCcienles esec-
illa dellas em tres voluines. Dovemos lambn a
esse orientalista a traducido parle de urna peca
original do RaoTongKia, intitulada oft-
va-fa ou listona do lulk.
Talvez nao seja inilferenle saber-se que foi a
vista do 7chaotchikoucul( o orphao da ca-
sa de-Tchao,) tradu/.ido cni resumo pelo padre
Premare, que Vollaire composera o seu Orphao
da China. Este drama fora dado depois lodo
iuteiro por Air. Estanislao .limen, o qual Ira-
duzio igualmente a listona doc'rculo de giz.
Cito esta ultima pega como sendo una das incllio-
res juntamente com oSi-siang-ki ou a Historia do
pavillio do occidente.
O theatro nos conduz naturalmente a poesa ;
ipas que disemos desl ultima 1 Os Chinezes tive-
ram o talento de. eireoDsorev-la nos inieressos mes-
quinhos da vida o de sujeilar sua ln^uageiu a rc-
gras pueris que so oppc, tanto quanto lio possi-
vel, expresso justa e natural do pensamenlo :
por isso lom ella sempre permanecido pedantesca e
sentenciosa, e nao tem achado alguma elevaeSo so
nao para o culto dus pais e das lembrani;as : pois
nesse paiz onde os vivos sao mui maltratados, os
morios sao mui respeilados. '
O titulo de poeta Im mu honrado ua China c al-
guns imperadores mesmo o lem lido. Kliang
K e Kien--Long desirabiam-se dos enfados do
throno fazendo versos. Acha-se as obras destu
ultimo urna ode nolavel sobre o cha. Os chine-
zes, povo colleconista por excellencia, nao dei-
.xaram de formar volumosas colleccoes de poemas
narrativos e descriptivos cuja chave falla-nos nim-
ias vezes para bein comprchenit-los e por elles in-
teressar-nos. TouFou e LilhaiPe siio con-
siderados na China como os principes da poesa
lyrica e nao cessaram desde o seculo 8" ale ao
presente de fazer as delicias das pessoas instruidas.
Seus versos se acham por toda a parto, "nos lugnes,
nos paraventos, nos -aloes c as anlicamaras. Sao
poetas intcrjmegtc populares em san paiz.
A sciencia entre os Chinezes be cercada de to
pnfcliciwc .- pebibv.
Srs. fedarlorei. Desejan.lo dar um publico
leslemuDhn de anisada e de respeilo memoria
da nosso dislinrlo cumpanheiro, o Sr. Iraucisco
Nelto de Azeredo Coulinho, pedimos a Vine, o
obsequio de Iransircvcr no sen jornal o segunde ar-
tigo com que a redare.!,, do /\i,- comroemoroii o
falleciineido done excellenle lypographo, disvelado
lilho e virluosu chris'ao.
Somos, ajnhorea rodadores, de Vmcs. ele.
., .S'ch< roileqas.
Kecifc, 18 de evereiro de isa.
A epidemia que nos Uigella *ai augmHilan- %
do ii lanebre retzistro rio suas vi -limas c nelle r
esrrevc sorrindo nomea que no sin charos g
<> Sr. Kraorisro Netto de Aterido Couti-
nho, chofe deita lypographin, honten eiplroa
no vigor da juveniude, lia dado esperanzosa
da ili anuos!
Artista eminente, Irabalhador zelos.i e in-
(atigavel, mancebo l" trata tino e delicado,
possui.i em grao subido una qnalid ule digna
ilo nosso respeilo a fidelidad,-. Ha doaa
anuos que Irabalhava neala lypographia, atra-
vessanilii loilai as divises polltir.is, OBI nunca
desmonlir a plena c inliauc i que iu-pirava,
nao obstante *or afiei^oado ao'parlido|a4verso]
A morie arrebatando-o cansoo-noa um i par-
da irri'par.tvel, e nao pudemofl il"i\ar de ver-
I r -ma lagrima de reconherimaiitu o de sau-
dade sobre n campa des< li inrmlo inl ilipen-
le eompanheiro da nosaos Irnli d m-,
Hecife U7 de feveriro.
UMA LAGRIMA
olTercciJ ao meu amigo o llim. Sr. I)r. Jo.To l.cile
Ferreira Jnior, residente na villa de Piaoe, por
occaaiSo ila morlc de sua queriJa mai a !'.\:u ..
Sra. II. Antonia l.eiie Ferreira,
N;u> choramos aata raorto.
Nao chrenos casos taes :
Quando a Ierra perde um justo.
Cotila mu anjo o eco de mais.
{ Ile-ine impossivel daixarde ntaiiifeatar au ti I to e\-
Iremota, au amigo -nuera por meio dostirt linhis
que vou tracar, a fonda doroue me comprime o pe-
lo, que o faz transbordar na- aunas do sollnmcuto .'
Ile-me impossivel deixai lenpercebido um sc-
eoste que enibora Irivialissim i na larie da frgil h-.i
maiiidade, he, todava, sempre amargo, sempre do-
loroso e infausto para aquelles que tem um coracBo
agradecido ; um coraco onde lanas vezes penelroo
o barajo da doce amitade, que lantaa vezes exoitoa
le regosijo, as suaves einanaces dessas pra/.eies do-
ces e poros, dans obsequios prodindisados si-iu pre-
lenco, aereos cm\\j a fonte Ifoitde emanavaui,
lilhos s.nenle ile-se pelloinuciiuo, detsa alma bane-
licente que os deslnbaia !
Ile-me, anal, imponivel doixar de verter urna la-
grima de dur e de san la l, posto que purificada ;.e-
iu -auto balsamo da fe e da consol.ic.ti>, quaudo lam-
bem verle-a o amigo que leuh no pedo e por um
peulior i.i > charo, (ao noto, lao Idolatrado como he
urna uiAi!
Silo, meu amigo! !'o*>pHUo de tuas m.noas e
inilihas lagrimas se fiifundJBfcm as tuas e com
lo.lase'sas que de-lis im pa^RS de tola la fa-
milia.
Aprouve Providencia Divina chamar parasen
seio de mvsteriu e de delicias es-a1 inulher virluo'a
que era na trra o id do de lodos que a eonheeiam !
essa mallicr virtuosa que linha no meu pedo reeo-
nhecido um lugar filo disidido, lito distinti que
nunca mais sera preencluao!
Ella boje lie pn!... Cumprio-se uella essa loi nc-
tud.i a liom uiidade Mor-
em algumas parles a morlalidade se eleven a pouco
mais dcslc numero, em embargo, ludo ialo prova
um prejuizo cm face de um uanho, pois que lam-
ben! se gaoha qnsndo se nlo perde ludo.
Ora entre nos os lctea provain o contrario, a per-
da he muo m^is de dona tercos dos accommetlidos
loga, parece que a molestia lie de diversa nalure/a
por si, ou por iiilliienciis pouca razoaveis, e por con-
seqnencia a necessidade reclama lambem diverso ira-
lamento do quo se lem usado, embora leoba elle
approveilado em nutras provincias, fallamos com re-
ferencia a um c oulro syalemn.
Entretanto, a nosso ver jolganos qne a mole-li.i
lie una s, e fl inesma que reina cm quasi ludo oslo
imperio, o somonte erosee ou diminoc aqui ou all
por forra das dilns influencia*, sondo todava diflc-
rentc o seu dill'u-ilimo diagnoslico do cholera mor-
lius, como adianto fallaremos com a devida venia.
A medicina parece uullicar-se em presenca de
una epidemia lena/, e desarra/oada romo osla : c e
, falla a paciencia ao homem pensidor, oque diremos
| dos mediros que os consideramos illuslrados fia ma-
teria e de mudo boa l '
Os svinptomas prodomicos, urave, mais graves o
1 gravsimos que as molestias rebeldes nao escapan
I inlelligcncia medica quandn fazem a sua mudan-
j ca de um periodo a oulro al os iillimo resallados,
oudescendo pela ordem inversa; na molestia rei-
nante he o contrario ; porque n;lo he symplnma que
' sja exclusivo de pe iodo iilgmn, ncni lio pouco se
! moslram rebeldes aos tralainenlo, antes cc.lem, pa-
ra vollar priores c dilterenles, c Delta relutancia
inaudita moiloi parln c poucos ficam.
E. pois, nao consideramos baataote somonte o no-
vo regi-nen le Iralainenio para salvacao do lautas
vidas preciosas, que esli sendo ameac idas pelo 11,1-
nigo; ha mistar em primeiro logar mullo lino me-
dico no que respaila n aprecia^go dossymplomas.
tima circuin-laoria, o mais insignificante ligode-
ve escapar s vistas do facultativo ; porque islo he
urna falla que nos arrasla ao erro, c sempre o nosso
precioso oslar compromeliido sem remedio.
A mais pequea repugnancia do facultativo no
molo de observar aserie doa symplnmas, he sem
duvida um derrito i^ual quellc, e neate caso antes
0 principio especiante com os auxiliares externos,
do que a aasislenca de um profesaor que por conve-
niencia oo defoilo natural nlo tenlia asqoalidadoa
de verdadeiio medico, e prrfcilo humano.
Aules, pois, de se conversar con o enfermo, antes
de se examinar os sofirimcnlos. e anles do ser ob-
servad > o seu plrysico da rabeca al os ps, bem co-
no aa materias evacuadas; ningoan esta'habilita-
do a onpregar qoalqucr substancia sem comproiml-
1 i;i vida do^doeule.
A molestia reioanla nao he condecida entre nos, e
abenas se parece em sua marcha com a do rhnlcrn
morbos; igaos tynptomas soaprosimam aos qoe
earaeteriaam a nalureza deste mal: nutres se a=se-
melhim aos das ftbrt* gmtritn milito principal-
mente quaudo a molestia se desenvolve pelo abaso
da alimenl.icao: oulros aflo idnticos aos que amiuu-
cjam a /Wov amarella cm mudos casos: oulro- fi-
lialmente sao differentes, e desineulem os verdad: i-
ros diagnsticos dwlas e oulras enfrrmidadcs com
quein tainhrm se confunde.
Pelo que temos vislo, parece que os bonicos da
ciencia anda nilo tem om tralamenlo em que se
possam firmar i>ara combalerem a molestia ; porque
as substancias que lem sido applicadas aos casos, ou
uo sio appropriadas, ou se o nilo nao lem a lorca
precisa para Mlingni-la, o que rcrlamenle n.lo acon-
leccria se rosemos arromle!i 1o do veidadeiro rlw-
tera OtorOMX.
Quem ha boje nesla provincia que nao coulieca o
Differc nos mrios preventivos ; porque ha infmi-
los rasos que provain evidentemente a preservacio
do rhotera por meio do medicamentos em diversas
populacoes da A-ia e Europa ; c entre mis iicuhuina
ileslas substancias tom aproveilado na molestia rei-
nante.
Hiffere nos syinplonias ; purquo ueralmenle oa
doenles nao nanifoslam altliccao cholerica, e mudo
iiienns spasmoa ou convulscs no crrscinienlo da mo
leslii al o ullinin periodo, tendo-se apenas obser-
vado umou dooseaaaa de conlraccao muscular pou-
co depois da mortc !
Dillera na origem ; porque o rhotera nasce das
emauaCfjoapaludosas du (iangrs, o a mnlrslia rei-
nante he oriunda <|ns insondaveis pantanos ou apau-
larrs do l'ar a inainr das provincias desle im-
perio.
Difiere na morlalidade ; porque o cholera arcom--
inettendo seis individua-, salvam-sc Irrs, e a moles-
fia reinante, de seis aceonnetlidos salvam-aa dous, i
e as vozes menos deste numero.
Difiere no (ratamente ; poique se leudo empresa-
do o Iralanenla do chotera na molestia reinante,'
rcc.onmendado por um e outro svslema, nada se lem
olitirlo, pelo contrario, os ineios hygienicos e expec-
Imies lem sido os mais proveitosos.
I Itimamenle o sumo de limo, u cal quente. e
agurdenle e sal, tem salvado a muilos, cujas subs-
tancias a experiencia medica a- deeprezou por im-
potentes contra o eholtra : lego a vista deslas hu-
mildes relleiGcs lie ile toda evidencie que a molestia
reinante nao he o r.hotera-morbut, c anula he difle-
rerrte, porque se lem observa lo, que os individuos
salvos pelos meios indicados, passam de gravemente
"nfermosa bons, curn se nada BOflreeaem, o que cer-
lamante se n.io da no cAofa.'Ui-aioroiia, porque apo-
zar dealgunsdoootoa se declararen! salvos desle mal.
todava alguna symplemas icam incomraedando o
dnenlc por milito lempo, sendo mister um oulro tra-
lamenlo paraos extinguir ; porconseqoenci.i anda
por esta raz.1o a moleslia reinante ufo he o rhotera,
e temos dito.
N li. Taeora.
Kecife l de feveriro de ISfi.
i Moedas de i?. .
i Soberanos.....
o Peso- hespanbdes.
ii H da pama .
i, l'afires.....
Apolfeesde :.........
iirovinciacs......
FRETES.
Anliierpia .'a!| nominal
Canal.....'dl| a i"i| u.
Estados-Unidos ">i> e. n.
Hamburgo W| c i5|n.
Havre .... 50e60f.n.
'.WHMI
K-MMI a 1S0<)
19910 a JIHKI
I.^IJII a t^iMH
IS*M a l|960
106a IfiT .
101 a 10-2 .
Liverpool \~>\.
Londres ||,
Marsella 55|.
Ueditemneo ti| a ~rl\t>.
Trieste 55|,
Jornal dn Commereio doRio.)
M#vimen0&0p0tt0.
Si'~:i:ct$.
I'RACA DO ItECil fc IKDE FEVEREIAO AS II
DORAS DA TARDE.
Cotaces ofliciaes.
Nao houverain cotarOes.
t're.dcri'O fnblltinrd, presidente.
/'. liorges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres. T :i| a -M d. por 15.
o Paris, 3(8 rs. por f,
o Lishoa. !)Opor KKI.
o llio de Janeiro, ao par.
Acees do Banco. .'15 0[0 de premio.
Accoes da compaiihia de Itebrribe. .i""0(IO
Accocs da companhi.i Pernamhuraiia ao par.
o Llilidade Publica, Jll porcenlo de premio.
n ludcmiiisadora.sem vendas.
Diseonto de ledras, de i-2 a I." por Iq.o
META ES.
Onro.Oncas liespanliolas. -28o a iS?(KI
Moedas de 69100 velha .... Ifi^NKI
ii 69100 nov3S .... IfiSMKI
JIHX....... llclHIO
l'rala.PatacOoa brasileiros...... 2>0tl
Pesos -coluinnarios...... SWOO
o mexicanos....... l.rssii
Varios entrados no din IH.
Ierra NovaS dias, brigue ingles slaacus, de
\t toneladas, oapilo Jamos Aekins, equipagm
li.carga 3,300 barricas com baealhao ; aSchramm
Whatel) & Companhia.
Rio de Janeiro e porlos intermediosti das e I \ ho-
ras, vapor brasileo eToeanlins, commaudanlc
,0 capillo de fragata Gervasio Mancebo. Passa-
g*iros para esfii provincia, ma;or Fernando Ma-
chado oe Souza, -ua senhora, I 11111 e -i criados,
lenles .lose Antonio de Lima c Juao Alaria Pe-
tra de Bifincourl c sua senhora, Dr. Joaqmm
Antonio de l'aria Afiru e Lima, .loaquim .Ma-
rianno ile Campos Amaral liurgel e 1 cscravo,
llallliasar Rodrigues d" Alenla, Antonio Caldi-
llo Soarrsde Abreu, Manoel l.uiz de Araujo, Ma-
cario Lope- Rodrisucs, Zciia Mara da C urci-
cao. Manuel da Silva Villariuho, Antonio Fer-
iiandesda Silva,Tbonaz (ioold, David Iloffinanii,
I desertor, Francisco Ildefonso Ribeiro de Menr-
zrs, Manuel Ribeiro Brrelo de Menrzes, Luiz
Correia de Mcne?es Jnior, Manoel Jaiiuario |!e-
zerra Uontenegro, Dr. I'ossidonio de Mello Ac-
cioli. Antonio Forreira l.cile, Francisco Antonio
ila Cosa, Francisco Ignacio dos Sanios l'orlo.
Mana Francisca do Livramrolo e -> Tilhos meno-
res. Para o norlc, .loaquim .luso da Silva Caslr ..
sai familia c 2escravos, capillo Aflbnsn de Al-
meida Allbuquerque. Or. Lola Pinhoiro ite Si-
queira, tenenie I rbano Fernandas de Barros, Ha-
noel de Aguisr, I). Francisca de Castro Carvalho
e Silva e sua familia, 2 pracas do exercilo, Alfre-
do de ISarros Vasroucellos e sua senhora, Angosla
Francisco Cuidas, capilo Joaquim Ferreira de
Souza Jacaranda, D. Thereza Mara de Jc-us Soa-
rese sua familia, D. Maria Pirmioa dos l'razeres,
Valeriano Machado, major Conde Florcstan do
Roswadoskv, Manoel Antonio Clermont.
demISdias. b^rra hamborgoeza oSophie Ceor-
gclhi). de :t26 toneladas, capififo U F. Rosenk-
ranlz, equipagem 12, em lastro ; a arroca A; Cas-
tro. Paesageiro, ottlried llulzmann.
Idem^22 dias, brigue br.isileiro (Despique do liei-
risn, de 28"i lonetadas, capillo Manoel Marques
Correia. quipasem l. car2a pipas vasias : a Ma-
nuel Joaquim Ramoso Silva.
dem36 dias, brisue fraucer. nErnesl, de l.s'.l to
ociadas, capillo Montn, equipagem 12, em las-
tro ; a Dragn.
7." Para lodo o mais que nAo se adiar determina-
do as proseles clausulas unn no orcamrnlo, se-
guir-se-lia o que dispe a respeilo a lei provincial
n. 280.Conforme.O secretario,
A. h'. 4'Anmmr.iar'u.
O llllm. Sr. inspector da Ibesouraria provm-
cial, em cumprimeidn da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 12 do corrcnle, manda fazer
publico que im da 13 le inarcu prximo fuloro, llo-
rante a jinda da fiizcn la da mrsina Ibesouraria soba
de arrematar a quem por menos fuer a obra do em-
pedrameuto do 22. lauco da estrada da Victoria,
avallad i em !l:li7T>2.VI rs.
A arrematadlo sera feita ua forma da lei provin-
cial n. :)!'! del.", do maio do >!, O sol) as clausulas
especiaes abaio copiadas.
As pessoas que se prnpozcrcm a e-la arrematarlo
comparopam na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
haheliladas.
b para constar se mandou afinar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da tbesoorarfs provincial de Pcrnain-
nambuco Lido feveriro do 1856.O secretario,
A. F. dAnnunriarao. sa,,t' com mu,,a l"eviaade |ir ti-i .i in.mii
Clatmln ,- 1 Asohras ,U a a v. i "a MARA : DsUV o festo da mcxin.i,
i. .is onras .io cmpedramenlo do 22." lauro da r
estrada da Victoria, na cilenra de mil cenlo "e se- paSSageirOSeescravoafrete, para que tem
leda c tres bracas execular-se-hlo de coiiformidade;exce|ll-'l,ti,s COmmodo*, tluta-SC Com
com orcameiilo.ipprovado pela directora em conse-' "Onsignalarios Novaes & C, na ra do
llio e aprcscnladoa approvaclo do Exm. presidente Trapiche n. ."H, n imi'iro andar, ou com
da provincia, na importancia de !>:677?2.io rs. o capilao na prara.
principiarlo no prazo de um mez, e
As pesMias que liverem contas com a galera
americana S.'iirting .Star, qoeiram a|>reaenla-las oo
prazo de 1 das, no tscriplono dos consignalanos
llenrv Forsler v\ Companhia, roa da Traparhe n. K.
Para o Kio de
Janeiro
Siilic com bievidade por ter a maior par-
le da ca-{ja prompta, o l>cm conhecido
brigue nacional FIRMA : para o icalo
da inesma, passafjeiros e icravos a fn-tc,
para que tem cxcellcntea commodoa, 1ra-
ta-secom os consijjnatai ios NovaesiV C., no
ruado Trapiche n. Ti, primeiro andar,.
ou com o capilao na praca.
Para o Rio de
Janeiro
2-' As obras
darlo no de
midade cun o arl, .11 da lei
I'ara o Rio de Janeiro segu coin hrrvidade o
rao no de 1. mezes, ambos eonlados de coufor- hrigue Lizia, recebe car:
:* e passageiros ; a Iratar
irovincial o.286. com ('.aciano Cvriacn da C. M., ao lado do Orno
:1.a O pagamento da importancia da arremaco re- SaolO n. B.
alizar-se-lia oa rorma do arl. 30 da mesma let pro-1 \'ir:\ a liahia,
vincial ii. 2S(i c em apoiiees da divida publica , O arremtame excedendu o prazo marcado ^aTe Sir^"'^.'^'^1 SaSS
para conclu-ao das obras pagara urna mulla de cem ; commodos. Irala-se com Manoel Alvos tioerra, aa
rail reis por cada um embora Ibo seja concedida pro- roa do Trapiche n. 11. ou com o capillo Jeroovnxi
fogacao. Jos Telles, na praca do commereio.
5.a O arrematante 'durante a eioooeo das obras
proporcionara tranzito ao publico e aos carros.
fi.'1 arremalaote -eri obrisado
leoeS.
.bra. pelo menos meta^Tp^oaaV v^
de^rnle livre. hAo ,, |{i, jn, barricas de fiaclhao e -JUI castos do
I'ara tu lo o mais que au se adiar determina- | ',- arrafsa de ^arveja cada um : quarta-feira, *t
do as prsenle- clausula^, nein no orcaiiieulo.se-
gnir-se-ha o que dispoe a respeilo a le provincia,
n. 2S(i,Conforme.I) secretario,
./. F. d'Animnriar'w.
do curenle, as III horas da manida, oo armareis du
Sr. Aunes Jaron, defrnnte da arcada da albudeca.
@iMtae.
.-.I.FANDKliA.
Rendiroento do da i m. .
dem do dia l-i......
L12:S:lfi.;!)!l;
10:77233t>
1i:l:ti()!)>i:i2
Oetearrtgam hojr 1il r fertreiro.
ces-ar.a que pe sobro toda a limo ,i lade Mor- eMer .ympbmt poifjjvmploma? Nao fallo con, dea inde/..,-.S.V ./i,r.< /o_,ercadqrias.
reu!... masasua lemliranea sea eierua emos ins-i ', r ,, Escuna dinamarqoexaCarilaboado.
sus curaees e nos de seus numerosos amigos, em- rotorencla aos honoos da sciencia: tallo, por tanto, Brigoeioglej!I. O.neroadorias.
quanto respirarnos sobre a Ierra ; -ervindo-iio de
consol que sua alma radiosa fruir a posse dos beus
que o supremo Autor da nalureza r serva para os
seus csculhidos.
lie smenle na morto onde pelemos adiar termo
aos malosdesla existencia precaria: he smenle pe-
la DMr|e que podemos irocar as amargaras desle
inundo peas eternas doraras da bomavontoranea.
A iiossa querida lirada, a V.\m '. Sra.' D. Antonia
Leite Ferreira, eapoaa carinhosa d.> lilm. Sr. tenen-
le-coronel'Jolo l.-d Forreira, lu ettreinosa mli,
nossa boa amiga, boje deslraela no :'.junio a De -,
" premio de anas atUs virtudes. F. li ronvicel') re-
ligiosa sirva de consol a laido* corarles quo ge-
mam sua falla, a lautos oios pisados p?lo brotar do
[.raido.
Eu loma activa parle em lees justos senlimenlos,
en siuto-me compeoelrado das c. tc que despeda-
ram c-ses coracos' amigos, que rila deixoo sobre a .
torra; paren lambem me consol, porque desl'sfle o povo quasi i
me subinclto raaigbado aos sabios designios do Ente
Suppremo; he isio que lodoa devenios Tazer.
Anida una lagrima, anda 1... porn -uma. para
podermos dizer coin o poeta:
NSo choremos essi norle,
Nao rhuremos casos lae-;
n i.in lo a trrr.i perde um justo,
Coiita*um ujo o co de mais.
Oliuda 17 de feveriro de 1S.V.
Saturnino lenremtto .\ogut'ira l'az.
-i. m bj
Estando eu incumbido de visitar dra- vezes per
dia os guardas nacimiacs que inorain as mas do
Hospicio e Carnario,alim ile que Mies possam ser mi-
nistrados oaaoceorros do carioada que e>Ua dc-ii-
nados para os quo necessilarem le conformidade
i-oin as inslrucces de S. Kxc. o Sr. ^connnan lanle
-unerinr e o oflicio que abaixo vai transcripto : de-
claro aos mosnoaguardas, r(ue anda depois das vi-B
-das a qne estuu obligado e recommendacoes repe-
lidas do lllm. Sr. lenenle-coroncl commandanle
Jas Candido de Itsrros, me podem procurar a qual-
quer hora em minli i ca-a da ra do Colovelo n. Ki,
que rom a maior prestrza e vonlade Ibes serao mi-
nistrados os ditos sorrorros cm quanto reinar a epi-
demia.
JoUo da Siliira ISnrgn Taeora,
Tenente da I .a cunipanhia.
IllTi. Sr.O lllm. Sr. teneute-caroiiet comman-
dante, tem naneado V. S. para visitar duas vezes
duraue o dia as puc-.s daata batalhau que re/.idi-
rem as ras do Hospicio e Caaiario^ faaendo
reroliicr ao licspilal nsqoe ucces-darem de caridade
de conformidade com as iiislruces participando im-
medialamenle do occorrido.
Dos guarde a V. S. Quariel do :1." bataihao da
guarda do Recife 17 da fev-reiro de 1836.
Antonio /ose de I Hit-eir Fragata, major.
lllm. Sr. lenle Jlo da Silveira l'.orges l'a-
vora.
HOSPITAL PROVISORIO DO ARSENAL DE
MARLMIA.
O profeasor desle oslab-lccunento leudo no te-
trutpeeto Semanal de honlem que se da dilHcolda- orina.
Cholcra-spa'iiiMliro.
com aualqiirr homem do povo.
Nlo ha, como diste, um si'i homem do povo, que
senlo lenfia instruido prerisamenle da serie dos
sxmptonisdo c/ii Irra-morln:*, bem remo los mei^s
de o combali-r pm lodos os seos periodos.
Se ha, pui*. nina popular! > que a si mesma se do-
va lisongcar porque a malcra em qursl.io lem con-
verlidu ha quasi um aune lod provincia cm urna
faculdade da me licina. *
^>e conaernvamos com as amigos, a nossa conver-
stic.io mullas >e/.es se liinilava nicamente em fal-
larmos do cholera e sen Iral miento : se liamos um
jornal, encontrramos logo a deseripeio do cholera
debaixo do mesmo ponu ,ie visia, Hnalsento -e
vamos um folholo ou opsculo di-lribuindo-se com
nada liavia a indagar.
era um tratado do cholera, e nada mais !
Perianto, v-ao claraineiile. que se a inslruccilo
fosse um meio de salvacao, c a epidemia reinante
fosso o chilera, mirara em l'ernamhuro sem fazer
una s victima, mudo principalmente sendo a po-
pularlo desla provincia r sua vizinhanaea a ultima
do imperio que esl sendo accommedida.
.Viuda quandn se quera dizer que o povo jama;s
se puder.i instruir precisamente em materia drsla
ordem de inn lo quo satisfar os procoilps da arle de
corar, o que nao queremos contestar ; todava o
infortunio dos lacios exprime a vordade com > ella
he, c temos dito.
Nlo so observa m dous casos iguaes ; poique a
variedada dns lymplomas us desnatura cmnplela-
menle, que mesmo os deenles os nlo pode dizer enm
procisgo : oo assisleules no'.am tambom rsles pheno-
menis que se repro luzeni mudas vezes ; e nesla*
crcumslancias como eslabeltrcr um tratamenl > re-
gular ; ,
E oda serie continuada de phenonenoa, que se
sueeodom como os dias, he que se chama cholera-
morlms, como muilos qu 'rom '.' Nao : > que cha-
ina--e COOlera-lItoroitS cm Indas as partes do mondo
aoode he eonhecnlo, he o seguinto :
Chotera-a<'id'i. Synptonas : rigidez doa ms-
culos, vmitos, diarrhi-i. de-l'alleiiinenlo, lelhar-
gia, face hypoeratica.
ci Clt'jlera-di/<:ntericn. Symptomas : a princi-
po simples iliarrliea. algumas veaes con ovacoa-
ees venneliias c aquusas, depois materias seme-
llianlea a agoa de cavada ou de um liquido leiloso
en frocoa, adyoamia (privaego do Torcas.]
Cholera-moatieo. Symptomas vomito con-
tinuado, sem diarrhei, diniuaiciio da seerecSo da
O lllm. Sr. inspeclur da thesnuraria provin-
cial, em ciimprimcnto da ordem do F2xm. Sr. pre-i-
dente da provincia de II do rorrente, manda fazer
pliblico, que no dia 6 de marco prximo vindouro,
peranto a jonla da ixenda da mesma Ihesooraria,
sa lia de arremal ir a quem por menos fizer, a obra
do emprdramento que precisa fazer-se no aterro dos
Afogados, avahada em 2J:(HH)^HKI.
A arremtatelo sera relia na forma da lei provin-
cial u. 343de lo de malu de ISVi, e sol as clausu-
las especiaes abaixo copiadas.
As pessoas quo se propozereni a esta arremalacao
omparecan na sala das sessoes da mesma junta, no
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas.
b para constar scjinandou allivar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria ila Ibesouraria provincial de Pcrnam-
buco i2 de feveriro de ISjG.O secretario, Anto-
nio Ferreira da Annunciarlo.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
i-1 As obras doempeilramento do aterro dus Afo-
cados, far--e-hlo de conformidade com o ornamento
approvado pala directora em conselho. e apresen-
lado a appruvacao du Exm. presidente da pruvincia,
ua importancia de 25:0009000.
2" O arrematante principiar as obras no prazo
de |."> dias, c as concliiii-.i no de 'i nuzes, ambos
coi,._.!.,, ppia fin- .i-......>* .io i^: ... jo,-,.
la O pagamento realisar-se-fi.. lu quauo picsla-
lirigue brasileiroUziagneros do paiz.
IMPORTAR AO".
lirigae inulez Ceorge Hobimon, viudo de Liver-
pool, consignado ii Jamci Crabtree 6l C, manifeslou
o aegoinle :
2 caixas e 35 fardos trridos de algodio, t caixa
mcias de nlgodio, dilas lencos, 2 fardos treidos de
fila, I caixa objeclos de escriplorio ; a Fox Bro-
llieis?
Id filas o ::, lai.io- icetdos dr algodao, -" ditos di-
tos de Ua, H ditos dilas de elgodllo taia, -2 caixas
meias. 10 dilas chapeos de sol de alsodao, 1 dita cha-i cues iguaes, cujas (res primeiras corresponderlo aos
JCV^^t.
BANCO DE PERNAMBUCO.
O Banco de l'ernairbiico sueca a vista
sobie odo Bral no Rio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 5 de dezembro de
ISo.-O secretario da direccSo, Joao
1 jnacio de Medciros llego.
O banco de Pernambuco toma dinliei-
ro ;: juros, de conformidade cornos seus
estatutos. Banco de Pernambuco 21 de
novembro de 18.").").Joo Ignacio de
Medeiios Kerjo, secretario Ja direccao.
BANGO DE PERNAMBUCO*
O consellio de direecjao do Banco de
Pertaarabuco avisa nos senliores accionis-
tas, (jue acha-se autorisadooSr. gerente
|iara paguro", dividendo de i O.sl) rs.
por accao. Banco de Pernambuco 1- de
evereiro de I So.O secretario da di-
reccSo, J. I. de Medeirs Reg.
i.lre. Sr. regedor interino do (vmuaaio
manda declarar, que por dclerminaclo do Esm. Sr.
presidente esta abeila a matricula do Cvmnasio al
o lim do corrate mez. Secretaria do Cvinnasio Fro-
incial 8 de feveriro de IN."..O secretario,
A. A. Cabr.il.
m. Sr. rcaedor jnlennodo Cvinnasio m.m-
.nsilfs. .Tl.rn.tf -;-- .jli-f-ill
msica do mesmo Cvmnasio,
para se iuscrevrrem. Secre'taria dn
%>:0 Xmtsoz.
de em rrceber-se os doenles, que vio remedidos as
enfermaras, exigin lo os respectivos administradores
documentos quo provem as condirQes de pobreza
dos meslos, ou no querendd aceita-tossob pretexto
de que nlo sao do dislrirlo. Knlendeinosque laes
dovidas sao imitis e projudiciaea a esses inieluea.
as circumataoclaa em que noa adiamos, mi que
lodo deinr-. lo* |..-rtj,^l U, doente procurar um desses abrigos da candado
publica, deve ser recebida in continente, ou sCJa
livre, on escravo, ou nacional, ou eslrang- iro, ou
deste ou d'nquede districlo.
i Declara que jamis lem posto embarace algiim.
em rrreber os doenles que lite So remedidos, e que
fraudo consideraciio que nao sao para admirar oslantes lem pedido a todas autoridades que Ibe reniel-
vaslos tratados dc'^urisprudencin, historia natural, tam com promptidin, todos aqucll
o vomito
proslra-
apliunia,
Iteographia, malliemalir.as ole., que elles possuem.
II tambem variasincyclopedas mui extensas. Urna
dellas, coobecida debaixo do nome de Enctjcople-
dia japonesa, porque depois de ter apparecido
primoiramente na China, no reinado da dymnasla
do Ming, fura reimprossa mais larde no .lapan com
accrescenlamentus imporiantes, existe om nossa bi-
bliolheca imperial. Outra encyclopedia que tem o
fPtSing-yetung-tse he lambem um re-
pertorio completo das arlos e das sciencia;; em V-
zentos volumes; poreui urna colldboto muilo mais
eolossal ainda ha a que o'imperador K.ien-Lon;
mandou couierar cm 1772 e que deve conler os
Iraladus mais interessantes que existen na Clima
sobre todos os ramos do saber humano. Cm 1818
linham ja apparecido 78,627 volumes dessa espan-
tosa publicacao que deve ler 160,000. A imagi-
nacao fica confusa diante de lal resultado. O ca-
llialogo da bibliolheca desM mesmo principe, o
qual foi impresso, nio contem menos de 122,000
volumes.
Desgracadamente todas eslat'fiquezas nao cofirum
inuilas vozes senao urna verdadeiva pobreza. "-
Chinezes sao retidos captivos noS;'foimas imaria-
veis de suas insluicos e de seus cosamos c. nao
podem cliegar a grandes resultados. Por issu --
nicnle a agricultura e algumas aSTtcs mecnicas lem
adquirido entre elles um grao de perfeicao nolavel.
CoinprelioiiderJ mui bem quo os sabios e os lil-
leralus da China nao lonhio nunca passado aleni
de ccilo limite, quem se lombrarjdos obstculos
quasi invenciveis que elles lem encontrado as lif-
liculdades exstravagancias de urna lingua e de urna
escriplura df* quo nada |iodc dar urna idea clara
aquellos que nao as conhecem. Dir-se-hin quo o
ma focan atacados, e qu? nlo leoliam reenraos
para de prompto sciem occorridos, como se ve de
seus Anuncios por esta fulha, o que seria ir de en-
conlru romas ordens que lem da provincia c una para quo foram criados laes hos-
pilaes. '
REFLEXU'ES SOBKE AEIMOEMIA.
JajMO fie nina historia inverosmil a existencia
la epidemia culrc nos, algiins casos lem apparecido
em algomaa de nossas bellas roas, e taillo o vrlho.
coc.j o novo svslema por ora sii nos lem conservado
na esperanca sem quo todava nos lenlia poslo na V11ivl,^(
posse da realidadc, nico liuilivo que lano ileseja "
espirito humano ncsia siluaego de choro '.
?sii dia 2t) do proxiino passado, o mmico nos ba-
teo a parla, e nesle dia mesmo se mosliou s'ilnrauo,
Viudo da cidade da. Victoria, 11 leguas, quasi ao sol
desla capilal.
Fomos ataca los per este llagello por dous [ionios
quasi parallelos na direccao da ifila cidade da Vic-
toria e ambos os lugares experimentaran! a prnla de
dous individuos que falleccraui em 11 horas pouco
mais ou menos.
Se assislencias de mdicos e bons desejos fnssem
bailante para salva-Ios, por cerlo na lorian morri-
do; porque caincoirerain de um n outro svslema
muilos professores, os qu es, apezar de empregarem
os seus recursos, todava leslenunharam a mais reiu-
pleta insullieiencia de seus humanos esfbrgos, e em
seguida se lem repelido os mismos fados, salvo em
casns mui benignos.
aqui resalla urna vonlade, e he, que ou a epide-
mia que grana entre nos he diflerenle da que lem
lavrado as oulras provincias, ou a historia dos mer-
los aeralmenle nlo he verdadeira.
Nos lugares onde lem grussado o maldito llagello
f
Chinezes lev otaran urna grande muralha em tor- dizem os hulletim oo eslalislicas de bitos, que re-
no de sua inlelligencia como em torno de seu inipo- gola a morlalidade 50 por 100, islo he de 100 ac
rio, para impedir quo o progresso nella penctrasse, commellidos morrem M, a excepcio desle anuo, que
Sj mplomas :
e a diarrha sao pouco consderaveis.
o Ch'ileri-o' <-.i. Symptomas : asfixia
cao sbila do forras, fri de nvirmnre,
inadorua.
mpiAmas : vomito
rom"1"''..... ui n i ma de materias esbraoouicada?,
porm menos freqiicntes que o vomito.
o Cholera-benigno. Symptomas.- iueonnodo
geral. corpo pesad c. proguicoso, iCz amarellada,
lingoa cubera do um muco amarellado mais espes-
so para a raz, palladar am irgo e mucoso, arrolos
amargos, presslo, sacodinenlos aapasinouicos, s?n-
sacao de eochimento no i.n.osiiih. do coraclo, e na
resilo gstrica, anciedade, ancias, incharfio do bai-
io-venlre, venlosi lado, clicas, ominas ftidas,
cusseira na orethra oorinando, a ouriua forma urna
palpa amarellada"
i Choierina. Svmplomas: borborismo, diar-
rha frequenle, que se turna loga aguada c esver-
dinliada, grande cansaco, fi-iuua cheia de materias
viseu-as e pegajosas, s-le, cor ado-iilada da face,
cabera pesada, diniiniiieo da secre^Ho da uurina. n
ludas csfis especies de chilera lem o oa desen-
porin i" cerii o ineonlestavel, que
lodos que sao accommellidoa -enlein a mesma cousa
desde os sen, principios ale os ullimos periodos da
molestia ; he, perianto, regular cm ua m ircha sem
dversdicacio dos symptoma<, edo niesnu modo
se aeha estabeleeido o seu rcspeclivo Iralamenlo
cen os preveitosos Iresollados da sciencia.
Apezai do exnosto, di/.cn goralmenle ; lie o pro-
pro cholera a molestia reioaula ; porque sobrcludo
inultos iloeutes se lem encontrado Cyanotico*, e l-
gidos. Mas oque provain estos dous pliennineiios 1
l'orvi'iitura serlo elles sv mplomas exclusivo- do i bo-
lera !
Mo ; i orqii'' lano um como outro finiheni se oh
servam as diarrlias agudas, e cm 'mais frequen-
cia do que no cholera anude >an quasi raros.
Os symptomaa portento do cholera no seu deseu-
volviinento, slo afflictlcos, e tputnioico*, poden.lo
lodavia estes prodoxirem um ou mais concomitantes
por circomslaocii ou deaarranjo orgnico : cnire-
lauto dillere a ualureza do cholera da molestia rei-
nante as seguiules hypotheses: cm sua marcha,
nos meios preseivaivos. nos symptomaa, na origem,
na morlalidade e no Iralamenlo.
Dillere na marcha : p rque o cholera respeila po-
pulacoes inleiras o lugares, e a molestia reinante
esVaeila nicamente individuos, e nlo a populacoes
e lugares.
les ; a James Crabtree C.
I i Idas tocidos de algodio, 1 fardo panno .l lia ;
a i i. Ilrilllll A; C.
1 dito lecidos de lia e algodio ; a Augusto Cesar
de Abren.
153 dilese 2 caixas ditos de algndo, 2 fardos di-
los de laa, 11 barricas ferragens, !) toneladas feixes
de arcos de ferro ; a l'alon, Nash & C.
7 caixas eouroa nverniaados, 1 dita lecidos de lia,
74 fardos lecidos de algodao, 1 dito cobertores do
lia, 2 caigas lecidos de Hallo ; a N, O. Bieber \
I jniipanllia ^
i2 dilas e fi fardos ditos de algodio, lia, liana.
etc., 12 caixas dilus .lo algodao, I dita amostras ; 1
dila ofijectos para csrriplorio ; a Soulhal, Mellor i\
Companhia.
2 anas biscootoa, 1 bar-ica pissas miudas ;a Tiinm,
Homaen Ov Vinaasa.
7 fardos e ."> caixas lecidos de algodio, 1 fardo di-
tos de lia, I caixa varios objeclos ; a Lint Antonio
de Siqueira.
."> ditas ditos ditos; a Rosas Braga, i\_ .Compa-
nhia,
27 dilas dilos ditos, 30 dilas e 1.1 fardos tecides de
algodio; sAdamson llowie&C
1 ddos e !1 caixas lecidos de algodio ; a 11. liib-
son,
1 dita lencos de seda ; a Manuel Joaquim llamos
e Silva.
7 barricas ferragens ; a Feidcl, Pinto A Comp*-
nhia.
."i caixas torillos de algodao c laia, I dila dila da
seda ; a J. kellcr l\ C.
lili toneladas e I quinla! carvlo a Itaslo St l.e-
mns.
50 barris manleiga ; a Me. Calmnnl jj Compa-
nhia.
I caixa confeitaria ; ao Dr. Ilav.
I dila eslojos, li barricas ferragens, 2 caixas calca-
do ; aE. II. Wyatl.
(i dilas 20 fardos lecidos de algodo, 1:1 caixas
meias de algodio ; a Koslron itooker O Compa-
nhia.
">2 dilas e (i fardos lecidos de algo.lla, I caixa di-
tos de lia, 2 ditas dilos de aluodao c laia, 50 barris
manleiga ; a Barroca x\ Ca-iro.
d fardus lecidos de algol.io ; a Jolmslon l'aler &
Companhia.
1 caixa objeclos de ferio e brooxe, t embrolho va-
res, (> roda, I barril pragoa, 1 caixa parafmos, 1
barrica rodohas, I dita ferragens, I caixa limas de
ferio. 2"> tonelada, ferro ; D. \V. Bnwmano.
ls eaisai acuatdante de Franca, barricas conser-
vas, presunlos e cor veja, H caixas viiibo, I barrica
cerveja ; a ordem.
2 saceos amostras : a diversos.
UONSULAOO CKUAL.
liendimenlo do da 1 a Ili
I den- do dia 18 .
tres tercos da obra, e a ulliina cara para a entrega
definitiva.
Ia O prazo da reaponsabilidade sera de s?is me-
zes.
,') i'ara ludo que nlo se acha previsto as pr-
senles clausulas nem no oreamento, segoir-ae-ha o
que dispe a respecliva lei n. 2Hli, o com especiali-
dade o arl. 10.Conforme.O secretario, Antonio
Ferreira da Amiunciaclo.
O lllm. Sr. inspector di Ibesouraria, em cum-
primenlo de. ivsoluc.V da juoja da fazenda mand i
fazer publico, que vai novamenle a praca no dia fi
de marco prximo vindouro, para ser arrematado a
quem por menos fizer, a ronservaco permanenlc
da estrada da Victoria, pur lempa de III metes, I
coular do l de abril do corrcnle anuo, e pelos pre-
ces abaixo declarados.
MASSA ADAMANTINA.
Francisco Pinto Oiorio chumba denles com a ver-
dadeira ma-sa denominada adamaiilioa. apreseotada
ao conselho de hjgienue pelo Sr. Paula aizaoax. e
calca cem miro e prala. e oulros metaos, assim como
applica ventosas pela atracan do ar, e nao com taco
como -i i,'filenle se usa : pode ser procurad para
qualquer deslcs misiere-, na ra estrella do Basa-
rlo n. 2.
O Sr. que mora em Apipucos. na eagenbo
Dous iranios, que qoer comprar om cavado, din-
ja-se a ra de Aguas Verdes n. 23, que achara om
igual ao seo annonrio.
Dn sitio das Koseiras, do leoenle-corouel Joa-
quim Elias de Moura. na estrada do Roiarinhoi
dia 11 do crrenle inei, desapparecea am ravalli-
nho caslanho, capado, coro os qualro pea ral^adaa.
frente aborta, e urna crande inchaclo na bocea do
ladodiredo com fistola: quem pegar ou ddle
der noliria certa dirija-se ao dito sitio qae se-
compen-atlo.
Precisase de urna ama qoesaiba eagautn i e*"
cozuihar, para rasa de pouca familia : ua ruadas
Crean a, JS, piimeiro andar.
Na praca da Bea-Vista Liberna n. i preciaa-M
de un pequeo anda mesmo que nao .eolia pratira.
Iterii.irilniii duincs da adarvadlo vai a Eu-
ropa. ~*
\ inassador.
Preciss-sc de mu amastador : na rafa da Saaxalla
Velha padaria n. 81.
LOTEUIA 1)0 RIO DE JANEIRO.
Resumo da extraerao dos premios da .V.
lotera a beneficio do Monte Po Cern
de economa dos servidores O
> Joclo.
'-,....:-. a aula
coinpareram
Gymnaaio, :s da r.
e-i.H j. io.).1) secreiario,
A. A. Cabral.
1- toreo,
2- .
:t- o .
i- .
2:"7>(M10
2:037SO0ll
2-eri7-0(M)
2:20>llO
em 51 de Janeiro d-1
lOM-a.
">2:702s'.)|:t
E para constar sq mandou aflixar o presente c
publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesooraria iirovinci.il de Pernam-
buco 12 de feveriro de IS,'i.O secretario, A. F.
da Anniinciaclo.
O lllm. Sr. inspector da Ihesooraria provincial,
om cumprimonte da rcsidueao da paota 'a azen-
da, manda fazer publico, que no dia < de marco pr-
ximo vinduuro, vai novamenle a praca, para ser ar-
rematado a quiu pur menas fizer, a obra 'dos repa-
ros precisos a casa da cunara e cadeia da cidade
de Oliuda, pelo preco de 2:6409000.
V. para constar se mandou allixar o prosele e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thc-oiirar.a provincial de Pernam-
buco 12 de feveriro ds IS'di.O secretario, A. F.
da Amiunciaclo.
O hospital reginental carso do segundo h-
talhao de iiifaiilaria precisa de quem se queira in-
cumbir da lavagen da roupa ilns doenles do mesmo
hospital: quem a islo se propozer, dirija-se auquar-
lel da Hospicio, a tratar com Aulonio iooizio de
Soulo tiondim, alferes agente do referido liospit.il.
Pela oonladoria monicipal do Kecife se faz pu-
blico, que o recebimenlo bocea do cofre, do im-
posln sobre eslabcleciinenlo-, csla aberlo drsde o I."
do correte mez, e se laminara no ullimn le maio
futuro, licaodo sujeilos a mulla os que o nao zeriin
dcnlro do dito prazo. Conladona iniiuicipal ilo Ke-
cife 15 de feveriro do ISTill.O ronlador,
Joaquim T?ares l'.odovalho.
A c^sa de delcnQlo desla provincia (irrcisa
comprar .VJ camisas de baria encarnada ou azul,
compridas, L'iO camisas de brim liso de liulio, 190
calcas de dito, 130 lenciie. de dito, ludo de boa qua-
lu)ade : quem quizer vender laes obiectos, aprsenle
suas propostas em cartas fechadas, na secretaria da
mesma casa, no dia 20 do coirenle, pelas 11 horas
da nianhia. Casa ne detcncao 1S de feveriro de
lti.O administrador.
Florencio Jos Carneiro Monteiro.
yui:, v.: ^Uarittoi?.
CORKEIO.
As malas que devein ser Condolidas pelo vapor
TocOHtin* para os purlos do norte feeham-se boje
19 as ires horas da larde, e drpois dessa hora a
correspondencia pagara' porle duplo. Os Jomaos
devom ser entregare na*>adminisu-ar,So quatro horas
anles de se let harem as midas.
Para Lisboa seguir com a maior brevidade o
briuue porlogoez alueomparavel por ler parle da
carga prompta ; quem no memo qui/er carregar ou
ir de passacem para o que lem fi.ui. coiiimodos, di-
hja-se a roa da Cruz n. 3, escriplnro da A mor un
lrniaos iS C.
Para o Acaracu coin escala pelo Cearn segu
al o dia 22 do corrcnle o patacho Emularlo, pa-
ra carua a pasaageiros Irala-ae con o capillo a bordo
ou n" eeeriptorio de Manoel Uoncalvea da Silva
I>1 VERSAS PKUVINCIAS.
licndimeiiivdn dia I a ili ....
dem do da IS ,
O lllm. Sr. inspector da thesnuraria de f.i/enda
manda fazer publico que (cm de ser arrematado a-
quem maior preco offerecer no dfa IS de marco
vindouro, o patrimonio da capcll.i vaga de Sania
llosa de Lima, silo no termo de Po d'Alho, cometido
cineoenia brajas de testada e saeia legua de fondo
avaliada em quenhentoa mil rs. as pessoas a quem
N:27i-'7* convier dovergo conparecer ncsla ropnrlirao a hora da larde do referido da munidas de suas pro-
postas.
Secretaria da Ibesouraria de la/.eu.la de Pernam-
buco em II de feveriro de 1856. O oflieial maior,
l-.milio XatUr S. de Mello.
liO:!W2;.VJ2
3:2769313
:i2i2SI
RI01>E
4

:i:0lK*<>2:i
ur.ii................, ~
l>0 CNSUL41) BESTA r.l'lVvni"*!'i"Dn
l.s DE FBVEKEIKO 1>K isr.li.
LiverpoolBrigoolnclei lllaclv Prinoe, Roslron
Rooker VV Companhia, 000 saceos aaaucal masca-
vado, e 2i> saccas algodio.
CiliraltarBarca liambarguezaaNew-Yorks.Basto&
Lomos, 1,200 saceos asoicar branen.
CowesBrigue inal/. sComelya, Me. Calmonl i\
Companhia, 1,200saceoa .v 'car maaeavado.
Lisboairiuue pmtoeuesatnoroparavel, Anorin
Irniaos \ Companhia, 12 pranchOei de anarello.
!i i iaPolaca hespanbola aJoven Dolores, N.
O. liefier Se Companhia, HHI suecas alcodao.
MarselhaBarca franceza Auslralie. N. o. Uie-
ber ex' Companhia, 2,400 saceos assuear masca-
vado,
Slnckolnii Brigue sueco aAllhilda, N. O. Bichcri^
Companllia, 2 sacras algodio.
LiverpoolBrigue iiulez Amelliysls, James Ryder
.\ Companhia, l.tHKI sarros assuear mascavado.
xjarselhaBrigue fr-ncez Proapera, Viuva Amo-
rim i\ Filho, SO saceos assuear.
Ci!.rallar Brigue hamburaoez Allante, N. O.
Bieber i\ Companhia, 1,450 saceos assuear blanco.
FalnioulliBrigue belga Boussole, C. J. Aalley
i\ Companhia, 2.700 saceos assuear mascavado.
Falinoulh Urigue inglez uSnulball, Lanrliull
Mellor ix Companhia. 1,800 saceos dem.
Esnortacao .
Marselha, barca Ir.iuro'.i Marechal Excluan,
de 2!IS loneladas, rondii'io o se^uuifi- :i.llNI c-
eos cun -JO.rKK) arrobas c.- assuear.
CONSI I Af<> PROVINCIAL.
Rendlmentododia I a I...... :fifii.-o-.s
dem do da IS........r.X.7-vVn>
.':.V.",-ili;i
RIO DE JANEIRO II DE JANEIRO.
Cambios.
l.ondn-27 Ip2 a 27 3|.
I'aris 350 res a 'KI das.
i.isboa 07 a oo mu nominal.
Hamburgo ImO a 00 da'.
UFTAF.S E FI NDOS I I BLICO.S.
UETAES Oncas da palria. 2s?>S0O a 209000
UL1AL.. imoi aP;nll0|a, 9,500 a 2-.':00
Pecas de IclOOvelhas. I03OOU
O lllm. Sr. inspector da Ihc lousaria provin-
cial ^ ......' -~l
O brigue narioiiul^Wuna Luzia vai
seguir cnni brevidade, tem a maior par-
ti sen carrcjamenlo prouiplo : para o
reslo que tlio falla, pasaageiros e escra-
vos a frele, aus quaes d as melhores
arrominodaces, Irala-se com o consignatario Auto-
io de Almeida Comes, na roa^djft Trapichen. 16,
segunda andar.
I>.
^16 da provincia de 12 do rorrele, manda fazer
publico que no dia 13 de marco prximo vindouro,
peranto a jimia da fazonda da mesnia Ibesouraria, se
ha de arrematar a quem por menos- fizer a obra do
empedramentodo 21" lauco da estrada da Victoria,
avallada em 7:li72.'SlMI rs.
A arrematarlo sera feita na form.i da lei proviu-
cial n. :li:t de 15 de maio do anuo di; 1H5, c sob as
clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a e sla arremalacao
Coraparcram na sala das sessoes da inesma junta o
dia cima declarado pelo meio diac ampelenlemente
habilitadas.
E para conslar se mandou allixar prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesouraria proxii-ria1 le l'crnnn-
buco 13 de feveriro de 1856.O secretario, ./. /'. '
d'Annunciacao.
Clausulas especiac para a u rremalarito.
1.a As ninas do empodramenlo 1)0 21." lanro da
estrada da Vi loria,na exlcneo de 11 iveernlas c Inn-
la bracas, e eiecotar-se-hao de ronfi irmidade com o '
oreamento approvado pela dircloria em cousrlhii o
api estillado .1 approvacao do Exm. : r. presidente da I
provincia, na iinpoilancia de 7:(>72~ VIO rs.
2. A 0I11 1- principiarlo no pr 1/ u de 11,11 me/, e '
lindai.'i<> im 10 um /es, .inibos c,rilad e. de coiiloiini- j
dade com ail, 31 da le provincial ri. !Wi.
.:. O pagamento da importancia da arremalacao!
realizar-se ln na forma do arl. .10 d. inesma lei po-,
vincial 11. 28a, e cm ipolicesda di vi d.i publica.
i." > arremataule excedendo o pr.i/ojmarrado
Vai sari^^TWliniiiTa brevidade o novo
e veleiro brigue DOUS AMIGOS, tem a
maior parte da carga prompta : para o
resto e passageiros, trata-ge com os con-
signatarios NovaesOx C., na uta do Trapi-
chen. ~ Para o Rio de Janeiro
segu ee, poneos dias, por ler a maior parte da car-
ca prompta o brigue Concet'fclo, cap lio Joaquim
Ferreira dus Sanios: para o r.slo e eacravea a frele,
para o une lem bous commodos, lruta-se
lorio de Manoel Alves (iuerra.
n. l.
Ceara', Haranbo e Pata'.
O brigue escuna brasileiro Laura, recebo carga e
passageiros : Irala-se com o consisnalirio J. B. da
'enseca Jnior, na roa de \'i :..ri.i 11. 23.
:;;i eu ;; 'liav' [ju -
tes iiiju;ezes
1 N. .7X1 *..... 20:11110.,
1 .. iKl'.-l......... I0:004t:s
1 .. 5atU......... i-IWMic
1 olijf......... 2:O0fl.<
(i .. 1115, 16 2IM7 ,
sV(M .")98, VIO! . l:IMMK
10 VI ") V7 ,
(jai 927 1 VS ,
llir. 2Vr( :V55 ,
4701......... i(MI<
21 ni 1-21)6 22.V2 ,
2:>V0, 2.V2r), 2772 ,
Til82 0561 *0<> ,
i2i V.88 Vi7li .
w92 W55 .')027 ,
..)(>r><; .")28ti t .i2!0 ,
")ri77 ").") s_ . 20OX
l0 12(i 251) t 2:, ,
2<8 527 572 .
575 585, 595 ,
855 990 1090 .
11 H, 1122, 1102 ,
1219, 1256, 128*.
1552 1V5IJ, 1007 ,
1957 2018, 2121 .
2212 2587 2589.
2529 2li5(i 2920 ,
2978 2994 502 ,
5028 5050 5562 ,
5415, 551 ti, 5577
558't 5650, 5747,
5876 5958 5971
5978 4578 4722
1871 5028 5057
5184 5505 5545
5585 54-70 5581
5665, 578V, 5812 I00<
10!) premios de...... MJ
1800 ditos de . 20*
Sabio nesta provincia a sorie de 10
contos em 0 meio bilbcle n. 2972 e a tic
l:000.scmomeion. 4104. Os possuido-
res podem vir recebar.
Acbam-se a venda os novos 1 nlliclcs da
24 das matri/.es da provincia pie devia
correr a 15 do presente.
0 abaixo assignado participa ao
corpo do commereio tiesta praca e a sens
freguezes, que tem tmnsferido osen ta-
belecimento de ierragens c miiide/.as.
da ra W.ov- _-" .-"" > Mcette n. .x, onde continua a let
sempre novse variados sortimentos com
qne se propale a bem servir os seus fregue-

-
7.cs c amigos. Joao Fernn des Prenle
Vianna.
Hesnppareceu no dia 15 do crtente as sela
horas da nede, orna prela de nomo Joanoa, 4a 40
anuos de idade, nr,|.i Anela, leudo um sigu m
rasglo na urclha pruveniente do brinco, foi aacrava
no llrcjo da Madre de Heos de Jos Correia de Arau-
jo, e supoe-sc ter ido para o dilo lugar : quem a pe-
car 011 della der milicia dirija-ae a roa da Ultima-
do 11. :1o, que se recompensara'.
Advcrle-se que o Dr. lunario i uni Xavier.
"" -""ni-1 lira cncarreuado do dislrirlo da frecuezia de San
do Trapiche Jote, perlencente ao Dr. Forlunato da Silva, pnuci-
piando do helio dos l'eccalos Morlaes al viveiro
do Monis pelo lado do poenle.
C.onlralam-se srvenles liares c escravo-. |mia
Iralialliarcm na illiiuuiHe.io poblica. pagando-se
ficiii : a quem convier dirija-se ao aruiazem da re-
ferida illiiininarlo boceo do Carioca oq a roa Impe-
lial n.fii a fallar com Prxedes d.i Silva l.uani.i".
Troca-so urna muala com alguns conbeii-
menlos de costura eencommado, com urna nc-ra de
guace conhecimenlos: .1 q.iem convier dirija-sca
ma Imperial n. 6i aa trapicha Hamos a eeleaer-
secom Prxedes di Silva liusmlo.
Fogio em 28 de 1
i V .
-.
No dia l'.l
desle me/ es-
l?rn-se du sul
> vapor Tlia-
*rt
*,-,v -;
SnT
neiro do correle auno, da
mar, comnan- poder de seu senlior Maihcu da Seoaa SilvaA.1..,
il.-inti- llevi-, 11 >'om refuacalfl de assuear na ru. 'la "viode, 110 Rio
qual depnia ,!,| 'le Janeiro, um e-cr.ivo -cu de uoiue /canas, cnou
leinorailocs-''" ,;,de 2.' anuos, poi..... mais -o menos, estatura
tiiiur seguir "* '*rgo dea hombrea, cbeio do peHa, bmiia fi;a
pa r a S n 11 falla bem. ngo lem -i-oaes de eaatbja '. gradina
lliamplon, locando no porlos de San-Vicente, le- e ron 200 a quem aprajanda a naisenbor. ma
iiciiil. Madeira c Lisboa: pira passageiros, ele., com 150 a quem trocar esa IVrnamboro ao >r.
Irala-aecoin os agentes Adanson llowico*C, na Jos l'ereira da Caaha.
ra do Trapiche Novo n. i2. A qualineacaO da (regue/ia de ^. Mn 11
N. B.Os enbrulhos qoe prelemlerem mandar lr de Olinda. a nao ser sagaas de quem escrexeu a
para conclosao das obras, pauar.i un 1a mulla de cem plra Snullianiplon deverSo e-la; na agencia 2 lloras '''1 'I110 ,0' a"'-- "* "* I""1"' ''', l-r,"la- "' ""
mil re-, por cada um. cinburu Ib'! seja concedida antes de se fecharen as naias, e depois de'-.i hora "laravilbas, porque cm dita li-l< esla incluido "'"'
iiiillui aliaim. me do l'r. Jos I .ou reojo Sleira de > asconcelfi~,
professor de lalim. o qoal la-a mudo qne desla eida
na, de se pasaoo para a Boa-Vista, resnlin.lo amada
prelende aahir ale o da 2i) dn rorrenle a bem co- Sudo Amaro, em nina da caa- do coromendador
nhecila sumaca nacional ullnrlenria, esla com mais Antonio Jos I ornes do Correia, como he publico.
de meio carresamenlo burdo ; para o reslo os pro- He forte audacia do conselho dcqo.dificaclo daquel-
lendentos enlendam-se com o seu cousgnatano
Antonio l.uiz de Oliveira Azevcdo, ra da Crui n. I. i
pi. rogarlo.
5, O arremalaote durante .1 exe ;ue.ni das abras,
proporcioiuirtranzito ao publico o ros carros.
i.*' o arremataule sera obrigado-a empregar na
cxecnclo das obras, pelo menos n rolado do pessoal
de gente livre.
11.ei
c recebera einlu
Para
la fregutzia. A' vista da resposta vollarei.
I m Oliudcnse.


10 OC K!MInCQ TE8CI F' 19 31 FIVEREIRQ DE'35S
v
erceira ei\\
Le
4f.
TRATAIEI.TQ HOIOFATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHLERfi-lOKfUS.
PELOS DBS.
^MJJQ4LK.g3fe oVS .:.T S B I t.** ,,
n inaUacefla ao povoposase I1'''" corordeala en for mida le. administrando, remad......1,11- ellira/es
paraalalha-la.cmqiianlo > recorr aumetlico.uu mesniu unji-uia-l. 'id|>uiueuledosle> non lagares
'""'""tkah'zido em portuguez pelo r. p. a. lobo moscozo.
Estes dous oposculos contornas indicacois mais claras i* precisas, o pela suj simples e concisa expoai*
rao eslaao alcance de lodas as intelligenci.i-, nilOS pelo que di* resouilo ans meios curali\n.,ron.nprill-
cipalmeute a..s preservativos que lomdado os mais nlisraclorios resallados em toda aparta cm que
cites tem sido potios em pralic*.
Sendo o Irataiiienlo homeopatliico o uiiicoque tcm dado grandes resollados nucuralivn desla hurii-
veleufenuhlade. iulgamosa proposito Irodutir restas dous importantes opsculo em Iingu.i venan-
la, para dcJt'arte facilitar a sua loilma a quem ignore o trance/.
Vende-se nicamente no Consultorio do traduetm, iu.i Nov a.'i, por 28000. Vendera-te tamliem
os medicamentos precisos e boticas de IJ tubos com mu frasco de lindan l>?, hu,i.lila de :n tubos ronir
vro e 2 frascos de tintura rs. i'teOOO.
l'KDKAS PRECIOSAS-
1
Aderemos de brilhantes,
2 diamantes e petlas, pul- (
.'i ceiras, allineles, brincos
4 c rselas, boloes e aunis *
de dilTerentes goslos e de ...
diversas pedras de valor. .<>.
>'
."' *>,
I Compram, vendem ou S
. trocam prata, ooro, bri- '
<' Ihanles.diamanlesepero- <>
?, las, e outras quaesquer *
*. joias de valor, a dinlieiro
* ou por obras.
: -> .;,-
MOREIRA & DARTE.
L0J4 DE nil\I.S
Ra do Cabuga n. 7.
Receben! por lo-
dos os vapresela Eu-
ropa us obras do ni a is
Kioderno gesto, tan-
to de Franca como
........'Mh... ...;,:i
< '.s
OCHO i: PRATA-
, Aderecos completos de X
.: ouro, meios ditos, polcei- :
ras, ajneles, brincos e *
X' rocelas, conloes, trance- '
j lilis, medallias, corrculcs :
j c enfeiles para relosio, e
2 oulros muitos objeclos de ^
-' ouro.
J Apparelhos completos, *
X' de prata, para' cha, lian- J
.;' deja*, salvit casticaes, o
" colheres de sopa edech, S
\ e muitos outros objeclos V
.';. de prata.
'- *??
de Lisboa, as quaes veodem por
preco eoQimodo como coslumam.
Massa adamantina.
He gerluieale reconhecida a excellencia desti
prepararan para chumbar denles, porque seus resul-
tados sempre felizes sao ja do dominio do publico.
Sebastian Jos de Oliveira faic uso desta preciosa
mas;.;,, para o fim indicado, e as pessoas que qmze-
rcm honra-lo dispundo de seus servidos, podem pro-
cura-lo na ~ travesea do Vigario n. 1, loja de bar-
beiro.
t l JANE, DENTISTA,
0 coolina a residir na ra Nova n. 19, primis 0
0 ro andar. %
199939 ffl S9
BOTERAS DA PROVINCIA.
O caulelisla Saluslianu de Afjoino Kerreir.t lomou
a resol unto de vender os seus bilheles e cautelas as
pes*oas que compram para negocio, sendo a quanlia
de MU" para cima, Uinlieiro a vista, pelos precos
abaiij Qotadbs, na ra do Trapiche -Hi, scsuudo
undsr, em quaulo existir o plana actual de 'i.OOO
bilheles na importancia de *24:OUO?, fictitdo estes
preros firmes. El les sil pacos sein o descont de
oito por cento da le nos tres primeirus premios
grandes.
-fijjheles 63f>00 Itccebe por nteiro (i:0tX)5tK)(l
-Men 2^300 D i) 3:0003000
'l'erroS\. 22*0 II ii 2:IHKI9l(IO
Qiiarlos > . 1 JliSO 1 i> 1 ::.U(isOtH>
(Joiolos "^I360 II ii l:-it)0el0O
Oitavos S^iJ ]> r.VI>IHI(l
Decimos twii l> ii IUMMHM)
Vigsimos 3 Sttlitsliano tie Aqutmi l'erreim.
REPERTOEiO M lEDICt)
Conlralam-se srvenles livres para trabalbarein
na illumina^ilo publica, pagando-se "Ji:~ mensaes : a
quem convier, dirija-se ao armazem da referida I-
luuiinac.lo, ou a ra Imperial n. (, a fallar com
Prxedes da Silva (iusmao.
Na casa da residencia do l)r. I.oureirn, na ra
da Saudade, defronle do Hospicio, prccisa-se de una
ama de leile, forra, que nao traga comsigo o Ii Mi",
que litar, de peito.
Aluga*sc a casa terrea n. .Y) da ra das Cinco
Ponas: a tratar na roa do Collegio n. 21, piimeiro
andar.
A pessoa <|tic tiver pata alugar il-
guin soljrailo de dous andares, on inesnio
de mu andar e solao em qualquer dos
tresbaicros, e quetenba cominodos sul-
licienles, para nina familia : dirija-se a
rna doQueimado loja n. 20, que alii se
dir' quem precisa.
I'reeisa-se de una ama forra ou es-
crava para nina easa depecpiena i'amilia :
quem pretender dirija-se a ruadoColle-
0}n. 15 armazem, ou a ra das Cruzes
n. 11, segundo andar.
I'recisa-se de urna ama que saina ro/inbar e
fazo r o semen interno de casa: na na Huella n.
120, segundo ailar.
Tendo-se finalizado as frias. o solicitador abai-
aoassianado, aiinuucia a lodos os seus amigos e as
pessuas que do sen presliniu preci^arem. o acbarao
sempre rroinplo na sua residencia da ra da Cam-
boa do Carino n. IIS. piimeiro an.lar, ou o csciip-
lorio do lllni Sr. Ilr. Joaqun) Jos da ponteen, lia-
ra ralar de qualquer qoestto nos auditorios dessa
cidjds.Camillo Augurio l'erreira da Silva.
EXTKAino te RUOFF E BOEN-
NINGHAUSE.N B OUTROS,
c posta em ordein alpliabetica, com a.r,.4n
abreviada de lodas as molestias, a indicac8.o physlo-
meopalhicos, seu lempo de arcAo e concordancia,
seguido de mu diccionario da smmlir.ic.io ,!,. Indos
os termos demeilicina e i-iinruia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO HORAES.
ii- Srs. ,i-i-ii.niles podem mandar buscaros seu
evemplares, assimeomo quem quizer comprar.
AILA DE LAT!.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
epte contina ccwn sua aula dejatim, do
dia '2 dejaneiio em diante, pela mesma
maneira e sol as condicoes ja' anniiii-
eiadas.
PL'BLICAgAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
Esta puhlicarao sera sein duvida de ulilidaJe aos
principiantes que se quizerem dedicar ao ejercicio
do foro, pois uella eiicoulrarAo por ordem alpliabe-
tica as principaes e mais frequenles oceurrencias ci-
vis, orphanolosicaa, commerciaes eecelesiaslicasdo
nossofro, rain as remisses das ordenar/es, leis,
avisos e reeulamenlos por que se rege o" Brasil, e
liem assim reso!u56es,dos l'rasislas anlisos e moder-
nos em que se firmara. Contcm semelliaulementc
as docisOes das quesloes sobrealzas, sellos, velliosc
novus direilos c decimal, sem o traballio de recorrer
i collecco de nossas leis e aviso avulsos. Consta-
r de don volumesem oilavo, Brande francez, eo
primeiro siiiio luze esl i venda por Sj na loja de
ivrosn.6 e 8 da praca da Independencia,
zia da Boa-Vista, na ra Vellia n. 42.
O Dr.Ribeiro, medico pela Univer
sidade de Cambridge, continua a residir
na ra da Cruz n.13.
GRATIFICACA'O.
I)a'-se20s00()de jjratdicacao a quem
inculcar urna ana de leite lona ou es-
clava, que tenlia boas (ualidadcs c bom
leite: quem pretender dirija-se a ra do
Collegion. 15, armazem, ou na ra das
Cruzes n. 11, segundo andar.
Candida Mara da Paixao Rocba, pro-
fessora particular de nstruccao primara,
residente na ra do Vigario do buirro do
Recite, faz sciente aos pais de suas alutn-
nas, queaclia-seaberta sua aula, naqual
contina .a ensinar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meio- pen-
_stpnjstas e evternas. por precos razoa-
'ora o servico interno de urna casa'eTnrauxci,..
de duas pessuas, necessita-se de una cozinlieira e
euuominadeira, forra ou escrava; na ra Nova n.|l7.
Antonio Antunes Lolx> faz sciente ao
respeitavel publico, e particularmente
aos seus freguezes que tem transferido
sua loja de chapeos da ra da Madre de
Dos n. para a ra da Cadeia n. 110,
junto ao arco da Conceicao, onde o en-
contraro sempre prvido dos mellion-s
sortimentosde chapeos.
DMilERREOTVPO, ELECTROT.I'<)
E STEREOSCOPO.
Na anlua e lii'in couberida ualeria e ollicina de
retratos do aterro da Boa-Vista u. 4, tereciro andar,
coulinua-se a lirar retratos por qualquer desse* s\s-
tcmas com toda a perfeifAn. Ah se enrontra o
mais rico e abundante sortimenlo de objeclos para a
rollocacAo dos retratos, que lom viudo a esta capital.
Rio se entrega retrato alsum sem estar parecido e de
un trabalbo perfeito. Das 9 horas da mandila aa 3
da tarde esl sempre a galera e ollicina a ilispoiico
do publico, podendo tirar-se retratos em das "de
LOTERA DO RO DE JANEIRO.
Boje espe a-se o vapor nacional do Rio
de Janeiro, o qual liara' a lisia da lote-
ra 59 do Monte PioGeral: anda e\iste
ubi pequeo numero de bllietes nos lu-
gares docostume: ns premios serao pa-
gos a distribuirn das mesillas.
O* abaixo assiimadns fazem publico. cue ami-
gWrelnMOla dissolveram a sociedade que tinliain lias
lojH da ra do Crespo n. :, Pstelo Pablirn n, 17.
que n>rava debaixa da firma ile tiuimaiaes A llenri-
ques, ficandu a ramo do socio Migoel Jote Barbosa
OuimarAes todo o activo c pasaivo d..s me.mas Injas.
e o socio Joao Henriques da Silva desonerado in-
das as Irantacefiet lendcnies a me.ina sociedade.
Kecifel:tdefcvereiro de IKjfi.Mimiel J0 Bar-
bnse tiuimaracsJoao Henriques da Silva.
\\
tcncao-
Alaga-se am armaxera na'lraressa dn.Monieiro,
i.s. ii i-i i. '"niinvir1'" -.........j.-..,,,
tunean 00 Callao Utti lien.' .-\isle, b***M^a_0_4UWO<
propriog para couros salgados, ou mitro eslabeleci-
".""" *ur --'>>'-' r-;... daban acondi-
cionado : a halar ua ra da Cadeia do Kccife, lua
n. 30.
^ Precisa se de alosar nina ama de leile sem fi-
llio : na praca da Independencia OS. 30 e 38.
A coinmissao Benelicente da fregu-
zia de Santo Anlonio do Recil'e, roga as
pessoas que quizerem mandar suas es-
molas para a pobreza atacada da epide-
mia, se dignem drig-lat a casa do Rvm.
Sr. vigario, nooilao da mesma matriz :
asesinlas podem ser de dinlieira, gene-
ros, lazendas e mesmoroupa.
Rosa-se ao Sr. Simplicio da Cruz Rihelro, pro-
essor da povoarao do Peres, queira comparecer na
ru.ij.ia l'raia u. 31, segundo andar, que se llie deseja
fallar.
Rosa-se ao Sr. teslamentciro do liuado Sr. Pe-
dro Josu Carneiru Monleiro, o favor de annunciar
por este Diario sua morada para se llie fallar a ne-
-'H ia que diz respeilo ao dito finado.
' ti tllm. Si. inajur Aotoniu Jovoucio Pires lal-
cao, senhor do eneenbo Canoas, pode manda,. jII0-
curar na ra do l.iviameiilo, padaria ,|B Praneiseo
do l'railo, pelo seu esclavo (reson, que andava lu-
Rido, o qual se ada rerolliido na casa de detencao.
I'iecisa-so de una ama naracoiinliareengom-
niar pura casa de rapaz solleiro : na ra da Roda n
->, taberna.
Ao amanheeer do da I" do cerrante mis, urna
ama de noine Joaepha roubou da casa do pateo do
Carino, sobrado n. 7. primeiro andar, os aegoinles
objeclos em ouro. dentro .le um bahoiinlio :.....cr-
enla. ile una vara deeompridn, um Iranrelii.....m
cor.lio de ouro, dous paskariores, don- anneis de bri-
lliantes, sendo um ci.....res brillianles, duas pul.ei-
ras.scndo nina de cornalina, um anilcllAo de cabello,
um ililo dediamante, um annel de caiiinha, duas
cj etilidas, uma pequea e oulra grande, um annel
'".....brinlia, um par de rselas iie pcdi.a verde, um
.lmele dilo, um par de rselas com u csnialle liu-
^inilo una llir verde, uma rosilla com una pedia
encarnada, umalliuele do diamante, um ;.....el pe-
queo, mu cabello encaatoad, dous taques, um len-
le d^ larlaraga, 1 vestidos de seda prela, sendo um
de grosileitipolea, um de selim macan. ..'mis de sar-
ja, um ile seda cor de rosa de tres bailados, mu de
seda verde, um aniarello, um azul ferrete, um de
seda aniarello de dous babados, um de seda cor de
cale, um de qaadrinhos, dous de cambraia branca,
doas ditas de dilude cor, um do murfulina asnarella,
oulro verde, qnalro de chitas, lodos novus, urna
inania prela, urna branca e um l, dada e niela de
nielas finas,dous mantos de sarja, dous manteletes, e
outros objeclos uiiudos que nAo lembrjm : quem der
noticias sen generosamente recompensado.
O caixeiro que anuuiiciou que eslava arroma-
do, porcm que precisava arrumarn, sendo nao te-
lilla adiado, e queira para taberna, dando fiador ou
i'.uilie. nu.Miln. dirija-se ao alerroda Boa-Villa n.SO.
O abaixo assiguado faz scienlc que o seu cai-
xeiro Joao da Cosa Campos sabio de sua rasa em lli
do correlo.Joao Alies de Carvalho Pono.
Desappareceu do engenho Cordeiro,
da regbezia da Varzea. no mez de no-
vemliro do auno prximo pastado, o ci i-
oulo Agostinho, de 20 a 22 anuos de ida-
de, alio, magro, caa redonda, lieicosen-
carnados, sem denles na lenle,' pei-
nas compridat e um tanto curvas para
diante (piando anda, pes coni|)ridos e al-
giimacoiisaapallietados; como o inesmo
l'osse escravo do fallecido padre Cordei-
ro, morador no Brejo da Madre de Dos,
incnlea-se algumas ve7.es captivo do ines-
mo e outras como soldado desertor; des-
appareceu tamben) do mesmo engenho o
esclavo Joao (ialao, de nacao Gabao, de
idade MI a i. anuos, de estatura regular,
clieio do corpo, falla grossa e atrapalha-
da, he canoeiroefoi escravo de Joto Fer-
reira, morador na Passagem. Este ultimo
1 ugio no principio desle anuo ; quem os
pegar leve-os no mesmo engenho Cordei-
ro, que sera' recompensado.
Anlonio Jos da Rocba a\sa a Sn. Marta
I rancisra de Assis, para no prazo de S diaa vir lirar
o peiiluir que tem em sua mo lia .1 anuos c 4 me-
zcs. nanando-lhenlososOSque lomou, como os
juros vencidos, do contrario o annunciantc Ando o
prazo marcado, vender o inesmo |ienliur par seu
pasamento; licaudo a dita sendera sera direita a re-
clamacAo alsuma, caso nAo Ibc pague. Hecife 17 de
fevereiro de 183(i.
OHerere-se para caixeiio de loja d Calinda*,
mindezas ou ferragens, um menino porlaga>z de ii
a I i aniins, sabendn ler, escrever e contar, e da fia-
dor .: soa conduela : quem o pretender, annuncie
por esla taina para ser procurado, ou dirija-e a rna
da Roda u. II, que alii se dir quem be o pretn-
danle.
I'recisa-se de uma ama que saina cozinliar e
comprar, para casa de linuiem solleiro : na rna da
l'raia n. i.
l'recisa-se de uma ama de leile no sitio da
lam.irineira ao p da Cruz de Almas.
Quem precisar de um criado fiel o dilisenle
apio p.ra o servico ordinario de ooitapazsolleiro,
ou mesmo ib-urna familia, annuncie para ser pro-
curado, ou dirija-se a casa do ilr. Campos, rila cs-
Ireila do Rosario.
I recisa-sede uma ama que lenba bom leile e
que nao tenln lillio, para criar um menino de 3 me-
tes: no sillo da lamarineir.i, na estrada dos Afl'lie-
los, ou na rna da Guia n.T.
- O crel.irc* do filiado J<.TC ila SltvaTJamnos
quciram comparecer no dia II do crrenle, as III lui-
rs da manbaa, na ra da l'raia n. >, lerceirn an-
dar, alim de conliucercn o 6*Ja<| *,d ,, di,0 g.
nado.
A pe-soa que liver por alosar algon andar de
sobrada, sendo as mas da Cadeia do Hecife, Viga-
rio, Corpo Sanio, leudo cominudos para nina fami-
lia, annuncie para ser procurada, ou dirja-ee a ra
Nova, loja n. 38.
O Sr. Joso Anlonio de MagalliSes Bastas quei-
ra apresenlar ao abaixo asiignado o titulo ou ronia
por onde consta ser-lbe devedor da quaulia de 'r^HIHI
o finado rommendado; Joaqiiim Auielin l'ereira de
Carvalho para ser iBimedia'ianieiita paso, t) finado
Joaquim Amelio so por Csqnccillwulo deixaria de
ler [:.. ao Sr. Basle! nina o diininula quanli.....
be sabido nesla praca que elle nunca deven a pessua
algnma, scgbramente rile leria paao se o Sr. Hastas
Ibc livesse aprcsenladu a culi, assiiu como lambem
lenliu cerliaque a viuva do lina lo Joaquim Aure-
lio a l'.xma.Sia. II. Anua Rosa palean de Carvalho
ignora tal divida.Jos Rabellu Padilha.
Atteistluiu I
Os abaim assignadas, proprilarioa da confeilaria
da roa daCruin.2l, taiem ver ao respeitavel pu-
blico c aos seus Fregueses, que havendo algumas pes-
suas lambem vendedoras de doce qoe so tem valido
de dixer que sla fabricados em sua casa, com o lim
de o reputar pal bou. pncu, c denla sorta os de-
lacreditar taem reaolvido astigoalar por meio
de carloes lilliosraphados cmn a sua firma, qualquer
objeclo que bouverem de vendei ; para oque pre-
vinem ;iu respeitavel publico.Pinta i'v IrraAo.
An am.nbecer do dia 17 do correnle, fugio do
aterro da Boa-Vista das mitos de Alselo Marques,
soldado meu impedido, um cavabo rudado ap^lacado
escuro, curto e srosso do corpo, andador baixo, e
quando assim anda abre muilo das pernas e bale
com a cabeca ao p, clianiain serradur : pelo que
rosa o abaixo assisnado a penes quej n adiar de o
mandar levar ou dirigir-se ao quarlel do dcimo lia-
talho de iufanlaria ao mesmo abaixo assisnado,
ajudante desle balalli.'io, que beui sralitirar.
Antonio Raymeudo l.m- (^alda..
&*mp1k&.
Couipra-se urna parellia de cu altos para carro,
ordos c iiovos: no paleo do Panizo n. 10.
Compram-se escravus do sexo uiascolino mo-
cos e adis, ou de idade nio minio axancada en-
u-ii l.i-se cora Prxedes da Silva C-usmao ua ra Im-
perial n. (ii ou un Irapicbe Ramos.
Compra-seuina casa terrea emqual-
(jtter dos bairros desta cidade, comanlo
que nao estoja deteriorada e seja em boa
ra: na loja n. VI da ra da Cadeia do
Hecife.
Compra-sc m ca\allo D0Vot <'c bonita lisura
rjuc b#)i iiifiiisu, bom pasHgoito oti carttgador bai-
xo, e que nflo (eulia maullas iirm arha(|iie> : em
Apipncus, to eii^cnlio IkoiH limitos, ra cido rruiiciscodn KocIiji I'*ics lairelo.
Na lahcrnaila ra (UsOuied n. 0 compra-M
urna csrrava intir.
g?v*ltdrt^.
PR4 0 COMENTE AMO.
Folhmhas de algineira contendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desla provincia, tabella dos di re-
tos paroebiaes, resumo dos impostot ge-
taes, provinciaes e miinicipaes, extracto!
de algumas posturas, providencias sobre
incendios, entrado, mascaras, < ciniterio,
tabella (criados, resumo dos rendi-
m en tos e exportaco da provincia, por
500 rs. cada uma; ditas de porta a 100;
ditas ecclesiasticasou de padre,com are-
sadeS' filo a ill|| r(;;<;: nalvrara n. 6
c 8, da.praca da Independencia.
UNTAS l)li OLMO.
Vende-se tintas de oleo sorlidas damc-
llior qualidadc que tem Vndo a esta pra-
ca e por preco commodo : na casa de
Adamsoii Howe&C,rua do trapichen.
'i 2.
Aos amadores ;c flores e
arvoies fructferas*
.Mr. A mol, membro da sociedade de liorticullura
de Pars, lem a bunra de participar ao puldicn, que
acal#i de Ira/.cr de tranca nina rica colleccSo de
iiuiwm a r\ \i- a llores, arvore* IVurlileras do aoslos diversos para or-
i nucissAU llfc, aivro AMARO DAS menlo dejardins. um sorlimcnlo de raiies de llo-
n i,. '^Ai.l.XAS. res e balala., que vende por piecn. ciimuiodos; uo
,.:,*. -lori,n,il latagesn de Santo Amaro di aterro da Boa-Viste n.38.
.ida.leii.ua. desojando com suas preces implorar da i> I I i
mtseraesodivina a suapeoalo do hagelloaaS nason- 1'amiba de mandioca,
prime, tcm resolvido levar em procissiio deprecativa ende-se fariulia de S. Maturos, em sacras ; no
a mesmn imagem, no dia 11) du correnle as l'ioras caM '' ^'moBi annazeni du Sr. I'acbeco, por preeOJ
da larde, a qu.il saldr da iureja das salinas tin di- '"ommudos.
reccSo i rnalrt da Boa-Visla, onde haver. uma ora- Na la do Coiiesio, loja n.:!, lia para vender
do-se na mesma iareia em Santo boceles de lodos os lmannos com o verdadeirn doce
de caj' seceo para l'azer mimos, assim como se ven-
m9
va ii. 41, primeir
aunar.
NeSte cslabelecimanli ^e cucuntram os mais lieos
c os melliores pianos que lem viudo e-ta praca dos
mus arredilados fabricantes como de Itacbals e
I 1,11111,.mu de Hambnrco, assim como de oulros
muilos fabricantes do Europa, os quaes se vendeni
por mdicos procos, e Raranlidoi ; no inesmo cslabe-
lecimenlo lamben se eoneerlsm, afinam-se e rece-
bem-sc encommeudas para a Europa.
I'recisa-se alagar para o servico de uma rami-
lla inglesa, urna prata quesniba lavar, eiicommar e
coser : na ra do Trapicbe .Novo n. 1(1.
A commissao Ilenelcente da fregue-
zia de Sanio Antonio roga as [essoas ala-
cadas da epidemia que necessitarem de ser
soccorrdas, queiram dirigir-te ao Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, na Iravessa do
pateo da matriz, e no cuso de o nao encon-
traren! em casa, a qualquer dos outros
membros, a qualquer bora do dia c da
note, ateas9boras.
Hoga-se ao Sr. Ilicsoureiro c caulelislas da
quarla parle da (erceira lotera do (ivmnasio, qoe
lio pagnem o qoisrlon. 2116 senao Anloaio Joso
IVad-USucs, presentando seo proprio_donn a lirma
Alusa-se 'urfleasiTtaat^WaasIS^nrnT...
lem (i quarlos, i salas, cozinba fra, bom quintal
com pnriao para a maro, com um grande lelheiro no
quintal proprio para alsuma ofllcina, na ruadosCoe-
llios ii. 13 : quem pretender, dirija-se a ra do
cjueiiuado u. 10.
O Dr. Joao da
para o engenho C
em, por ler la'sen pai, e'ferja' appare-
cidoem um la viador do engenbo um ca-
so de citolera grave. So o detejo o de-
verde soccorrer sen |>ai, desterrado tao
longe, a mingua de SOCCOI ros, o lana des-
amparar esla cidade, onde pieria desen-
volver toda a energa em proveito dotac-
Icommettidoi pela epidemia : dei.\a subs-
Itituindo-oo Sr. Di*. Seve, eosprofessore
Leal i'Felcio.
LOTERA da provincia.
O lllm. Sr. thetoureiro manda fa/.er
publico, pie te acliam a venda na lliesou-
raria das loteras, das9as 5 horas datar-
ile, osblielesdli pimera parlera rmar-
ta lotera do <\ nniasin Pernambucano,
1 cujas rodas anurm no dia I de mano pr-
ximo futuro. Tbesonrai a das loteras
15 de feverere de I8."i0.O escrivSo, An-
tonio .los:- Duaiflc.
I'recisa-se alagar um escravo, prefere-se de
1 nacilo, para o servico de uma rasa de pequea fami-
lia: a Iralar na ra do Oueimado, loja i>. ^1.
O lliesonreiro da irmandade do Divino Espiri-
lo Santa rosa encarecidamente quellea de seus ir-
I mios qoe lomaram capas para acompanhar as ulti-
mas procisses, lenham a liondade de eolrea-las em
sua casa, rila das Lttrangelras n. 12, ou na iureja ao
respectiva guarda, ralo a argenta precisSoqae lem
de restituir quaalo aiiles aliEumsi que pedio por em-
l>restiino a oulia- irmandades.
Amaro terminando o acto com ouira'pralica c'on-
ZTuJyT*0* "volos.pois.1., riS0
Sinto Amar devem comparec-r para lazer parle
desla penilenc.a. e oraren, aleos pelos infelices
as-aliados dn ila^cllo reinante.
ORDEM TBBGEIRA DE S. FRANCISCO
abaixo assisnado, secretario da veneranda'or-
dcmlerceira da penilenria do seralico padre S.
me T0 "sl,15"lailc"" "fe, por aulorisacao da
mesa resedora faz constar a lodos s r,a,,s ircei-
ro en, geni, que o hospital da nossa veneranda or-
dem se ocha convenientemente montado e munido
do necesMirio para de prnmplo soccorrer a lodo e
qualquer irmSo que for alacado da epidemia rei-
nante, o mesmo a qualquer |iessoa do povo que fr
accommetlido em a nossa isreja. ou mesmo na. mc-
mediacocs do mesmo hospital. Se pois alcom dos
nossos irin.ios. qoe for atacado 10 que Dos au per-
muta) se quner unlisar do referido eslabelerimenlo
O i,m mais do que alli so apresenlar : se porm
buuver alsuma impossibilidadc da parle do enfermo
que o prive de poder comparecer, neslc caso incon-
iiiienle tara participar ao irm;lo enfermeiro do iiip>-
mo hospital, que facilitara a conducido, por isso que
para esso lim exista uma maca cnivenieniemenle r-
raiijada.Caldillo Joto Jacinlbo da l'.uuha.
ORDEM TERCBIRA DE S. KRANCISCO.
Na portarla da Igreja da ordem lerreira de S.
Iranci-rn desla cidade do Kccife, por delibeiarao da
mesa resedr.ra se distribuirlo esmolas aos pobres
as qnarlas-feiras c sabbados de lodas as semanas,
das II huras ao meio da, isto em
epidemia e a caresta dos gneros.
quanlo durar a
de em libras a poican que quirc o comprador, lam-
bem ha de calda muilo superior c SC vende em bar-
ra uu em libras.
Vende-se cspirifi de 10 graos : no silio do vi-
veiro do .Muniz.
Vende-se na ra da Cruz. n. l. segando an-
dar, mu mande surliinenlo de chales de luoi|uim da
india verdadeiros, bordadus Indo- a volla enm Dama-
geni e indios, e ditos adamascados, camisas de mcia
de alsodilo brancas e de cores, emulas ditas e saias
de dilas, massos de coral, charpa* mi maulas, fos
de coral verdadeirus, lencos de cambraia de liulio
bordados, de Italia, toallias de ditas proprias para
buplisados, puteen de cornalina- ile diUcrenlcs co-
res, moiilas em ouro, chapeos de palbade Italia para
homens, meninose menina-, ramas de ferro bem for-
nidas de uma e do duas pessoas.
Vendem-sc ou alusam-se na l'ussasem da ilag-
il.il.'iM, antes da ponte, dona aillos com casas de so-
brado, as quaes leudo coramiinicacilo interne, tam-
liem podem scrxir para urna 50 familia : a tralar ua
ra da Croa n. ii.
Oh que pecliiucha !
Vende-se casemira prela muilo fina, pelo h.iralis-
simo preco de 55 o corle de calca : na roa do Cres-
po n. 5.
elogios de ouro
la Silva Amos retira-te,
3amaragK de Serinha-
Respeilonmenta tai sciente a protesaora iiani-
cular de inslrurcau primaria, residente na ra dos
Cruzes, primeiro andar n. -2>, do bairro de Sanio
Anlonio do Kecife, que acba-se em evercicio de sua
lirofissao, e para constar aos pais de suas alucinas
scienlihc. que est aberta sua aula, na qual conli-
nua a ensinar as materiis do coslume, admilte pen-
Monislas, meio pensionistas c eiternss etc.
Na roa eslrcila do Kosario n. 17, segundo an-
dar, da-se dinheiro a premio sobre penhures de ou-
ro ou prala, em pequeas e grandes quanlias.
No alerroda Roa-Vista n. \, primeiro andar,
precisa--,, alagar uma mullier forra ou captiva, que
saiba eiigommor, c paga-se bem.
Aloga-ae um prelo ou bomem forro para o ser-
vta.i inieriio de uma casa : a Iralar ua ra Nova n.
o!, botica, do que se pasara bem.
jttmm anftntm
rna do Rosario n. 39.
ARUE.NDA.ME.MO.
A luja e armazem da casa n. da roa da Cadei*
do Kecilc junto ao arco da Conceicao, acha-se desoc-
eupada, o arronda-se para qualquer eslabeleciinrulo
em ponto grande, para o qu-l tcm camiimdos sulli-
cenles : os prelendentcs entender se bao com Juan
-Nepomnceno Ilarroso, no segundo andar da casa n.
i,/, na mesma ra.
O abaixo assignado (em justo o contratado com-
prar a armarn o fazendas existentes na leja de Joto
remandes de .Uagalhi.es e Silva, sila na r.....lo 1,|.
vramenlon. 18, rom ennsentimento dos credores da
mesma. Hecife 1." de fevereiro de 1&i(.
Jos Dias da Silva GaJmar.les.
A ouferniaria do consislorio da irmandade do
Divino Espirito Santo emS. Francisco j auniincia-
da, acha-se prvida do mais necessario para receber
aos seus irmiu i desvalidos que veiiham a scrarcom-
mettidos do cholera : roga-se, pois. aos irmaos da
mesma irmandade, ou a quem ienha conhecimento
.le algum desUt, parliripeni ao irmlo juiz, escrivAo
ou Ihesoureirc, alim de que sejam recollldos pela
mesa c tratados da inclbor forma que fnr possive!.
O advogado l-ranciscn Carlos Hrandan'.'roga a
pessoa qoe de Sanio Ant.lo Ibc esereveu nina caria
sem .i-Mgnaiiiia, com dala de \-> do correnle,se dig-
ne inaiular-llie dizer quem he, romo na mesma par-
ta piuineltea ; e se possivel Ihe for, que appareca
em sua casa, ua ra do Collccio ll. I(i, primeiro a-
dar, para um. conferencia, na qual Ihe str.m dados
esrlnicrimenl.i- sali-faclorio-.
I'eigunl use ans senlmrcs que liraram a pr-
nieira siihsrri pean para fogoeiraa na ra du Crespo,
oue destino iliiram ao produrlo duque na lina f Ibes
loi entregue, visto que paiu haver fogueiras na re
l'erida ra. loi preciso que outras pessoas promoves
um sei.Miii.li iiohseriprSo.I'm que fui il ludido,
iSaidezes
RAPE FRANCEZ.
DEPOSITO DA BOA DA CRUZ N. 48.
Cortes de casta para quem quer dar fes
tas por pouco dinbeiro,
Vendem-se curtes de cas-a chita de bom eosln ti
Continua a estar surtido o deposito desle excellen- : .^ hj,,,, (le lc|ri,cs francej,Cf .^^ Cil,s. rla
ta rap, lalvet o onico de que se devai taaer oso em para aleviar lulo, ditas prela. de-.padres uiiudos a
uma cnse epidmica .-..no a que infelizmente lula- ._,, eorte| a|p:lril,,, s,,dil ,,c -^j/5 ,)e ,,,,1,, ro.
| res a 7211 o covado, lencos de luco tanto pintados
comoboidadosa 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra bomem aloe lolilio ; lodas estas fazendas ven-
dem-se na ra do Crespo n. 6.
moa: oagradavel aroma, eos sil
rnniposi, ii la/ciii recommendavcl, vi-io nio ler
em su,11 coinposii.ao iiouhuiii ingrediente que des-
una a xirlude lo Ionio, reconhecidu a cuino um
srande preservativo de qualquer mal: para coin-
modidade dos compradores, le cnc.iiili.ira osle rap
.....de,.....lu- liliaea .1"- Mil.....- Mmira t\- Duar-
le, na roa du Cahuga* n.... e Joilo Cerdoso Ayrrsj,
na ru da Cadeia do Hecife pelo, preco de :lo cada
meio kilogramo, que be mais de uma libra.
Sag>alos de bar-
racha.
.Gusas
t
Na
roa do Vigario loja de piolara vesnle-se
uma poicao de Iwlijes empalhados qoe taraan do
ias c
K>ilS ffOSt
Z7
.\n aterro
l, ha chega
burracha mu
la Boa-Vift.1, defronte da boneca u.
lo um giaude sorlimeiito ilo proprios para a estafo presente,
lanl. p.n.i liumcni como para senhora, meninos e
meninas; assim como um novo o cmplelo sorli-
menlo de calcados fr.ince/es e de ranles de lodas as
qualidade-, e us bem .'ouliecidos sapalos do Araca-
', tanto para bomem romo para menino, esleirs,
cera e velas de carnauba, as melliores quede la lem
viudo ; assim como orna poreBo de verde francez,
lodo pur preco muilo comulodo, a troc de sedlas
velhas.
ende-se na ra da Cruz n. (i. pri-
meiro andar, o verdadeiro e axcellenle
cha' prelo em lili.as e por milito barato
preco que fazadmimr.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos francezat, muito propriat para caca
e por baratssimo preco: naiua da Cruz
n. 2(i, primeiro andar.
Pireflo.
No armazem de Vicenta l-erreira daCoala, na rna
da Madre de Deus n. 26.
Vendem-se camas de ferro de superioi quali-
dade, cognac superior em caixinhas de duzla de gar-
rafas, a verdadera grsSS iugleza o. 117 do afamado
fabriraule Day .Martin, em barricas de 15 duzas
de poles ; ludo em casa de .lames Crablree vx; Cora-
panhia, ra da Cniz n. 10.
FrinliH e iiiaiidioc de.
"'. .latu-iss.
Vende-se larinlia muilo boa e nova,
ebegada pelopataclio AI.'DaZ e escuna
ZELO/.A: trata-te qualquerporcio no
esciiptorio de Isaac, Curio xV C, na ra
da Cruz. n. 'if.
Vende-se o verdadeiro e mais fresco rap l*au"
lo Cordeiro, recenlemenle cbogado do Rio de Jane*"
ro, c por preco commodo : na ra do Queimado luja
de ferragens n. 13, de .lo.lo Jusde C. Moraes.
Vende-se queijos iiindiiiio .iiiuiln fresco e de
pralu : na roa da Croa u. il!.
Vende-se feijn em sarc.is grande, ebegado do
Aracalx : na roa da Cruz o. 3t, primeiro and.ir.
. oberas Coberlas de damasco de la com II palnu^ de com-
priiucuto e S de largura a 9500, c mais comprlas
de preco proporcional : na ra do Queimado, loja
11.21.
HA LOJA BA BOA FAMA.
ven-trm-sa ricos loques eom pluma-, bulla, e:
e-pclh.i a -J-. luvas do pellica de Joiivin o mclhur
que pode haver m IcjSIHl o par, dita- de seda ama- !
reliase branca par* humen) e senhora a 1.--.MII, di-
tas de Inrcal prel.is e Com bordados de core a HtH)
rs. c I9S00, ditas de lio de Esencia brancas e de lo-
das as cores para bomem e seuhura a .VIO rs., dilas
paia meninos e meninas muilo boa fazenda a 320,
leuciiihos de relrnz de lodas as cores a 1?, loucas de
la.i para senhora a liiO, pentes de tartaruga para
alar cabello, fazenda muilo superior a 59, dilosde
alisar lambem de tartaruga a :-, ditos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a 19380, ditos de alisar de blalo, fazeu-
ila muilo superior a 320 e .VIO rs., lindas un,as de
seda piuladas para chancas de 1 a 3 anuos a IcKOO
"Ip.ir. dilas de lio de Escoria lambem de bonitas
cores para enancas de t a 10 anuos a 320 o par. es-
pedios para parede com excedentes vidros a 500,
700, l.l e 19200, loocadorescom ps a 19500, lilas
de velludo de lodas as cores a I lid e 2 lu a vara, OO-
covas linas para denles a 100 rs., e linissimas a 500
rs., dilas linissimds com cabo de inarlim a I?, (ran-
eas de seda de todas as cores e largoras a 320, 400 t
500 is. a vara, sapalinhos de lila para enancas de
booilos padrties a 240 e 320, aderecos prelos para
luto com brincos e allineles a 19, loucas prela-de
seda para enancas a 15, Iravessas das que se usam
para sc.--jr.ir cabello a 19. pislolinhas de metal para
criancas a 300 r.s., salheleiras para azeite e vinagre
a 2>2im. bandejas muilo finas e de lodos os tama-
nhos de l>. 29, 39 e 49, meias brancas linas para
senhora a 2II e 320 o par, dilas prelas minio boas
a 400 rs., ricas caias para rap com hquissimas es
lampas a 39 c 2-500, meias de seda de cores para
hnmem a lil, c(iamleras mnito linas a 29, caslSes
para bengalas a 40 rs., paslas para guardar papis
a 800 rs., oculos de armac.io de ac praleados edou-
radosa fiiO, 19 e 1*200, lunetas com aro de bfalo
e larlaroga a 500 rs. e 19, superiores e ricas benga-
linhas a"2?, c a 500 rs. mais ordibarias, chicles pa-
ra cavado pequeos e grandes, fazenda muilo supe-
rior a 640, ROO, 19,15,200, 19.500 e 99, atacadores de
cornalina para casacs a 320, penles muilo linos para
suissa a 500, escovas finas para cabello a 40, dilas
para casaca a lO, capachos pintados para sala a
superior a 160, 200 e 240 o par, camisas de meia
muito finas a 19 e 19200, lovas brancas encorpadas
proprias para montara a240 o par, meias de cores
para senhora muilo fortes a 220 o par, ricas aholoa-
arasde madrepcrola edeoulras muilas qualidades
e goslos para rolletes e pailitas a 500 rs., fivelas doo-
radaspara calcas ecolleles a 120, ricas filas linas
lavradas e de lodas as largura., bicos finissimos de
bonitos padrees e lodas as largoras, ricas franjas
brancas e <*e cures para camas de noivus, tesotiri-
nlias para costura o mais lino que se pode encontrar.
Almde ludo islo outras mnitissimas cousas muilo
proprias para a fesla, e que Indo se vende por pre-
co que faz admirar, como todos os freguezes ja sa-
liera : na ra dn Queimado, iiosqualro cantos, na
bem conbecida mjJjMltkmiudezas da Boa Fama
n. 33.
Y i 11 lio do Porto su per i o
Chamico. **
Vende-se nicamente na rostida Cadeia do Kecife
n. armazem de Barroca i\ Castro.
L:< O arrematante da loj.i da rna do Crespo n. I,Jun-
io a casa nova da quina, confronte ao arco de ,-s.mlo
Antonio, iiuerendo acabar eom as fazendas que exis-
lem, vende barato para liquidar, sem perda de lem-
po. Princesa pela de boa qualidade a 300 rs. o
covado, alpacas linas de superior qualidade a SOI)
rs. eljn covado, meias prelas de algodilu para se-
nhora a 200 rs., suspensorios HIO rs. u par, corles
de cassas linas fraueczas a 1?OO. e 296OO muilo li-
nas, lencos de cambraia linos a 20>l is ditos de seda
da India muilo linos para homem e senhora-a 1.^100,
romeiras de cambraia lina de lacos de seda para se-
nhora a 2?, manteletes de seda finos a i?, mantas de
seda |.ra senhora de superior qualidade a 50, corles
de rolletes de Iflasinha para homem a 500 rs., lencos
de seda branca muilo linns.il>, corles de fusL o
para colleles a lili) e 800 rs. de superior qualidadi,
corles de vestidos de cambraia c seda muilo tinosa
59 e 69, corles de cambraia rom babados linos a 39,
ditos de cambraia de cor a 29VK), brelanha de linlio
de 6 varas a peca, lina, a 2*200, diales de larlatana
a 800 rs. e 19200. ditos de cassa e seda muilo linos
29500 e 39, liia para .vestido de senhora a 320 o co-
vado, cambraias de cores linas a 320 e 00 rs. a va-
ra, peras de fil para mosqaeletro de 20 varas a 39
a peca, enres de meia casemira de superior qualida-
de a I96IKI e 29 o corle, meias para sruboia linas a
240 e 320 rs. n par, madtaoUo o algodozinho, e
mina- muitas fazendas que por serem muilas nao se
pdem inenciuuar, c que se venden) por todo o preco,
11.1 mencionada loja.
" era (fe cnrnnuba.
Vcude-scccra de carnauba do boa qualidade, por
menos preco do que em oulra parle : na. ra da Ca-
deia do Kecife, luja n. 50, dcfronlc da ra da Madre
de Dos.
tejada,,
un cabriole
a Iralar
Vende-se unWlbrtolel em bom uso 1
111 ra do Collegio n. 21, primeiro andar.
(]amisas de meia
de pura la.
\enilem-sc superiores camisasde meia de la, pe-
>i barato preco de 39: na ra do CJueimado, loja
de mindezas da lloa Fama n. 33.
iOM r)OPOHCETO\ISR\R\TJl
lo i|ue etn oulra qualquer parte.
lia-., ,e I l.iiul de seda prela paia qoaresana i |...
nits lilas, como se recebe esla faarndi duen.m.,,
te da, fabrica, p.,r isso pode offerert-r el vaulagtaa
a seus fre-ueze., casa do lelojoeiro.
Artlliara contra o cholera.
Lonas de I9a alcoioadas para fricce. leodst a
pruprixla.le di aquecer excessivaoieale a peUe o
nao ferir : no Bazar l'ernainhooano, na toa >e*a *.
33, nico deposilo.
Ein casa de Tmrn Morasen A Vin-
nassa, praca do Corpo Santo n. 13, lia
para .vender:
I 'ni soi tmenlo completo de I vina em
blanco vindosde Haml>urrn>.
Em casa de N. O. BiefxT A C, ra
da Cru/. n. 4, vende-se :
Vinlio de Madeira em f |% e I |S barra.
Vinagre bi-anco.
Tinta em oleu.
Lonas.
Brins.da Kussia.
Papel de cmliriilliu.
Saceos le estopa.
Cemento.
Por commodos precos.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O uuicodeposiloconlioaa ser na blica de BW-
lliolomeu Francisco de Soasa, na roa largado Rosa-
rio n. 36; garrafas srandet 39500 e pequeas 39000
nnMn.mir: para o muco
l'ara cura de plilisica em lodos os seas dinerenle.
Eraos, quer motivada por constipacAes, lo-, rslhr
osa, pleuriz. escaros de sanco, .l.'.r de coslailo a
peito, palpilacan no roracAn, coquelache. hronrhil-
l.'.r nasarsanla.e lodas as molesliasdos orftao pul
nionarcs.
1ECHANISI0 PAi EIGE-
IHO.
NA FL'NDICAO DE FERRO DO ENGE-*
NHEIRO DAVID \V. ROWMAN. AA
KUA DO HIU M. I'ASSAMK) O .IIA-
FARIZ.
lia sempre um (rsale soi tmenlo dos segaiole <.b-
jcclos de inecli.ini-iii.'s proprios para envenene, a a-
lier : raoendas c meias moendas da masa otodeim
cnnslroccao ; i.iixa de ferro tundido e balido, do
superior qualidade e de lodosos lamanhoe ; rodos
dentadas para acua eo ammaes. de lodas as propsar-
ces ; crivos c boceas de fnroalhae reeislros de ao-
eiro, aRinllie-, bron/s, parafusos e raxillHies, m.u-

-
$500
Vende-se cal de Lisboa ullimamenlechegada, as-
sim como potassa da Kussia verdadsira : na praca do
C>rpo Sanio 11. 11.
VIMIO \ERE/..
Cando ^0 aoperior viaba de Xerez em barris do
l|i. era .-;-i Jo E. K. Wxall : rna do Trapiche
n. 18.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Ra d a
Scnzala nova n. 42.
Ncsle estabclccmento contina a ha-
ver um completo sortimentode moen-
das e metas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
e coa do, de todosos tamauhos, para
dito.
t.AIIVRl.MTIos.
Na ra da Cruz n. 31. primeiro andar, coolina
a haver sorliraento de boas obras de labxrinlho az
venda.
lili.
bronze
de mandioca, etc., ele.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na ra de Scnzala Nova n. 42.
de patento, de saboneta edevidro: xcndemsecm
casa de Aumi-iu C. de Abreu, na ra da Cadeia do
Hecife n. .{ci, primeiro andar.
Vendem-se charutos de s. l'clix viudo ltima-
mente da Babia,: no aterro da Boa-Visla luja de fa-
zendas n. IK.
Na rna do Rrurcn. i'2, armazem
de Lui/, Jos;; de Sa Araujo lia para ven-
der suecas ccWi cera de carnauba, sola e
couros de califa, trinta pipas nvasele
Lisboa, arcos de pipa e de barricas, viiues,
etc.. tudo por preco razoav i.
Vende-se oleo de riciuo em lalas de 37 libras
e em garrafas de libra e meia a l>, ...ai... )..,, y--
e meia a I-,
em caroco, paos de nnyico grandei a :l>: na ra do
vigario n..',.
Vendem-ae saceos com arroz pilado muilo su-
perioi : na rna da Cadeia do Kecife n. 2M.
- Vende-se urna mulata sera vicios, a qual en-
gomma, cuse, lava e cozinba o trivial de urna casa :
na ra du Pilar, em l'nra de Perlas n. ).
Vndc-si sus, -ior farioha de mandioca em
saceos de mais da u "alqueire velho : ua praca do
Corpo Sanio n. (i.
Sal a bordo do hiale .\nro Olimhi. ou a Iralar com os
consgnala!ios Tasso Irmaos.
Farelo novo
LISBOA A 4,500 RS.
No armazem de Tuses Irmaos, no boceo do lion-
calvcs.
Xa ra do trapiche Novo n. IS, em casa de E. II.
Wyall, vende-se excellenle Unta branca, preparada
em oleo, em lalas de -JS libra:.
Eixoe earreios para
carros.
\ endem-se superiores eilos c arreios para carros :
na ra do Trapiche Novo n. IS, casa de E. II.
Wjall.
Caiis!e!abro^ao lustroso
Acha-se a venda em casa de E. II. Wxall, na ra
do Trapiche Novo n. IS, um cmplelo sorlimcnlo de
candelabros c lustros lironzeados dc3a8luzes.
Vinlio Xeiez e 'orto.
Vende-se Vinho Xerez e l'orlo em harrisde quar- ,
lo : em casa de E. II. Wxall, ra do trapiche No- l)l10 llc I'"". re*'na
vo n. IS. I.a de cores para bordar, libra
_.,. ,,. l'cnles de buralo para alisar, duzia
POTASHA.E kl fIRGEl. lttSX~
No antigo e a bem condecido depos- Lencos de sela liuus, ricos padroes
lo da ra da Cadei;, do Recife. escriptorio ^{.^ho'r. ?T
n. \l, lu para vender milito superior I Pentes de tartaruga para segarar cabella
potatta da Kussia, dita do Rio de Janeiro S?M"l*?e,w" V** PBoaas
gios patente ingles.
Cdicotes de carro e de montara.
Candieitose castceles bronzeadot.
Lon atingieras.
Fio de tapateiro.
Vacptetas de lustre para carro.
Barril de grasa n. 97.
Viudo Cliorry em barris.
Camas de ferro.
LIQU1DACAO-.
O arrematante da loja de mindezas da roa des
Quarleis ii.-Ji, querendo acabar s miudezas que
existem, vrtide barato alim de liquidar sem peda
de leuipn.
Franja com liolnlas para cortinados, pee
Papel paulado, resma, [de peso
Na
ltoxviriinn na
do o chafan/.
e cal virge m de Lisboa em pedia, tudo a
precos muilo lavoraveis, com os quiies li-
carao os compradores satisfeitos.
Taixas para engenhos.
fundicao' de ferro de i). W.
ra do D.x .., .ihhimp
, continua haver um
completo tortimento de taixas de ferro
fundido e batido de Ti a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
ijiauro commodo e com prompttdao' :
embarcam-sc ou carregam-te em carro
sem despeza ao comprador
Tahoado de pinho da Suecia, nicalrao e ptxe.
Me. Calmonl \ Coinpanhia, leudo recebi' um
carrcuamenlo de-ies ceneros pela brigue su to Al.
Thereza, de Golliembonre, venderto os mesnws a
relalbo por preros baratas: olaboado acha-se reco-
Ihidn no armazem din Srs. Gamillo & Irmfio, ra
do Itrnm.
AO BAKATO!
Na ra do Crespo, loja n. I, ven lem se per lodo
o proco lazendas de primara qualidade, para acabar
nao se nltia a preco.
""IOS
Dilas de boles finos para casaca
Meias prelas para senhoia, duzia
Ditas dilas pia hornera
Lacre encarnado muilo lino, libra
Papel de cores, maco de 20 quadernos
Duzia de rnlxetes
Espelbos de todos os numero-, duzia
l.inhasdc novellos grandes para bordar
ai-ja. 11, Taila-,
39U00
8700
TrtHiii
3V00Q
100
(51101)
1>VK1
_>itl
JiO
tl-tlOO
41000
29000
:tc-2titi
9(800
lieos
00
-20
Aj._i(K1
l atoo
on
3S300
380
100
iNiOO
300
j?;oo
liOO
IC-fK)
I>(HK1
u:-..a na
largas
Meias cruas sem costura para hnmem
Dilas de seda n. :, peca
Trancas de seda branca, vara
Caixas de raiz, duzia
Pecas de lilas de coa
I.apis finos, greza
Cnrdiio paia vestido, libra
Toacas de Monde para menino
Chiquitos de merino bordados para menino
o oulros^nuilus artigo! que se loman rccommemla-
veis pur suas boas qualidades, c que n,lo se duvidara
dar um pnuquinbo mais borato a aquello senhor le-
gista, qoe queira a dinbeiro comprar mais Drala
do que se compra em priraeira nnlo.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-seo verdadeiro cognac, lalo em carral
como em garrafes: na ra da Cruz n. 10.
Ce; :!,' Li boa barate!.
l'ara fechar cotilas vendem-se bar is rom cal de
Lisboa, pelo dimitilo preco de 39300, asim como
j ha urna poican da dita cal sola, oplima para caiar
i pelo sen brilhanlUmo c durarilo, e enche-se tuna
i barrica que lenba sido de |bacalh>u por :t? : na roa
da Cadeia do Hecife n..&0.
Vendem-se ps de sapolis, limo, Irucla-p.in e
larangeiras, pur pceo muilo commodo, e lambem
carmen ,, corroe de mo muilo fortes e bem feilos :
na poulc de fchoa, silio de Joao Caroll.
t Vendem-se lalas rom grava aJOO : na ra da
Cadeia du Kecife n.l:.
Vendem-sc sacras coni niillio |or proco cura-
modo: no escriptorio do ra da Cadeia do Sanio
Antonio u. 3.
011.11 cilios.
\endem-se roqueos pequeos proprios parase
plantar : na ra estreilil do Rosario n. I, secundo
.* "- -i"-.......iM.mii. tan-lar.
raz-seliianer auicsiieilavct imblicu nni.cal.al .- i ,- n i
de ;,r,-malar por ;,,......lamento anal. ....Vi.V. Sd! -"Vendeill-IB Irascos ..mi rull.as de VI-
correnle, pelas II horas da inanhaa, na ca-a das au-''"'" "'"ilo liioiiiios para conservar Inda
,K^^*^^S!TtTti,'" *< inialdadede rape e por muito com-
l-.mbiriheira. ilenniiliuadu das Almas, o vai a nraca i i f an
a requerile......le Anlonio de Si o AHmquertiue """'"I"''';" : na rna da Urna n. 0, pn-
pelojtiizo de urpliilos e alsenles. I iiici-<>: i I.
iiigiezes.
e pa-
tete,
os melliores fabricados em Inglaterra: cni casa de
llenrj Uibsoo, rna da Cadeia d i Recite n. '>2. '
Vende-se ac fin cunhetas de um quintal, no
preco muilo commodo : un armazem de Me. Cal-
moni ,.v Companhia, praca da Corpa Sanio n. II.
i>rlas franee-
zas.
Vendem-se superiores carias rraneeiaa para vnl-
larele a ">0Urs. n baralhu: na rna dn Queimado,
luja de miuinVzas da Una I-aras u. 33.
MoinLus do vento
ombonibasderepuxt'para regar borlase balsa,
decapim,nafundiade I. W liowman: na ra
do llrura ns. Ii, S e 10.
eias pr
ra
la-
res.
Vendem-se superiores mria de laia para padres
pelo baralissimo preco de IjttIOo par, dilas de al-
g d;lu pelas .i tilo o p.-.r : na rna do Ijueimadii.lnja
de miodetoa da lina l-'ama n. 33.
Vcndcin-se na rna do Oueimado n". i i, as se-
guimos smenles, chegadas ltimamente de Lisboa-
cnuvo flor, rntive algarve, couve lombarda, couve
Ironxuda, rebnete, nabo de llollauda, rbanos, re-
polho, brncos, sal-a,alface.
I Vende-se um cabriole! lodo pintado e forrado
de novo, com arreios, he bstanle lexe, seguro e bo-
nito: para ver, na ra dn Hospicio, esquina do Ca-
rnario, luja do Sr. Candido pintor de carros), a
tratar, na ra do Collegio n. 21, primeiro andar.
. ;ii; sacerdotes.
Vendem-se meias de laia prelas.e brreles de se-
da prelos para sacerdotes : na ra da Cadeia do ke-
cife, laja o. 50.
NA MESMA Fl NDICA'O.
se everulaiu todos as enrommendas com a Mperioe
ridade ja mohecida, ecom a devida presleue rom
inodidade em preco.
MOENDAS Sl'PERIOKKS.
Na fundicao de C. Starr A Companln*
em Santo Amaro, arlia-ac para vcnt-
moendas decannas todasde crn., de um
tnodello eixinstruccao muito superiortr
Na va ihas cimiento.
Na ra da Cadeia do Hecife n. IK, primen an-
dar, escriptorio de Aueusio C. de AbrrW. r,.,,u-
miara-se a vender a Kjooo o par preco fise. aa jo
bem conhecidas e afamadas nasalh,.. de barba le las
pelo hbil fabricante que tai premiado na ex,iair*a
de Londres, as quaes alrm de doraren! exlraardia-
riamente, nilo sesentem no rosto na aceSo d cortar ;
vendem-se com a condi^Ao de, nao acradamlo, .,-
Jerem oscompradoresdevolve-lasalt- l.i dui trpuu
pa compra restiloindo-se o importe.
AOS SENHORES DE KMiF.NHO
Avisa-senos scnhoi-cs ile engenlio que
para facilitar ou*o do arcano do Di.
Slolle para pin icarao de assucar ven-
de-so o mesmo ao prero de 5j;OOfl cada
lata de 10 libras: vende-se em easa de
N. O Beber xVC.. ra da Cruz n. 4.
Em casa deHenn, Brunn AC.ru- da
Ctue n. 10, vendem-sc:
Lonase brins da Kussia.
Iiislritmenlos pora msica.
Espelliotcom moldura.
11 Inl i-, s pora jardins.
rdeiras c solas para jai dirn
Oleados pas mesa.
Vistas tle Pernambtico.
Cemento romano.
I'.diii in.i lacea.
Em rasa rJelf. O- Biclici-A C, ra
da Cruz n. \, vende-sc :
Lonas ila Kussia.
li inz.io.
Tintas em ol-o.
ritiamar.
Cognac em caixas de nina du/.ia.
Saceos de eslopa.
Espadas para msicos ecornetas.
Por commodos pi-ecot.
\ endem-se scllins com pertenecs pa-
tente nglez, e ila mellior tem vindo a este inervado : no armaxcm
de Adamson HowieAC, ra do Trapi-
che n. 42.
@tot*!H* fugjb.
No da l(> tle Janeiro do correnle anoo Iozm
do engenho Tab.linga um mualo escravo, amo pei-
tence aoSr. Herculano (jvalcanli de .a Al boa.*, .
que, cojo, Nguaes sS. o, seSuitas : rt bem clara,
cabelloscresposecaslanhos, baiso, ebrio do r~p.
esla com a cor plida por ler soUndo seroes. e lesn
nimias manchas no pescoco. as costas e patas, IK
a asmas de idade, o buco p ||,e apona ; to*o
cimisa de algodoiioho a/u( ja destallada, e lambem
a ceroula, um ca|H.le ,1 |m o> cale ja
ncm i.,ado presume-se qoe levou em roim.ar.l.,a
um crmuliiiho forro r.m 19 annos de idad, alio
setco. e cora algumas nodoas pelo rnsln e pesroro. e
ha rarao para up|.orjfcJiMi ,||c mu.alo T^iosv
de passar por forr^rr^uTnTo pegar lac fi, |,r
'"" ""' senhor no engenho mencion.dn. na enlre-
gir iie-ia praca ao Sr. Anlonio Atine- Jaresne IV
res. morador no aterro'da Boa Tato, que ser re-
compensado com aenerosidade.
Fugiram na inanimado dia 19 do rorrele <
escravo um por nomo I heodor... prelo, rrioolo, pes-
ratior, bailo, rorpolenlo. com mullos cabellos br.it-
os pele baiba e iieilos. idade annus pooco sjoao
ou menos; oulro de neme Joree. mul.uo. baa,
seccodocoipo, ponca barba, quebrado da venlha ;
lem do lado rsquerdo do rosto ama ricalrir. esl* os-
cravo tai do Sr. Manoel Thomaa eo-carcereiro
conduzrain com aigo urna cais., na osutl lex.r.m
loda ri.up.-i que linham, calcas e camisas .le alsodSn-
aiDha de l.stras. camisa- de madapoUn. orna dita de
oaela encarnada ja osada e cobertores ; roga-se.
autoridades policiaes ecapilesde rampo qoe as a*-
piehendan e levem ra da Concordia 3H. arma-
zem do malcran qoe serao generosamente reeoaa-
peusados.
No dia 18 do correnle tamo do eoeesdm tra-
Soso, termo de Olinda. um mulato de cerca 00 R
anuos de idade, acabocolado, cabello corrido, sean
barba, e he s.paleiro : quem o apprehender tasen
ao dilo engenho, ou ayua da Aurora o. II, qoe Sa-
ra rcromimnsylo generosamente.
Coolios andar focida a prela Merrnri., ni-
oula, idade de JS a :W anuos, pouen mais uu mono..
com us -igii.ms seajotMoa : falla de deSMx na frente e
Ulna d.s orelhas rasgad, pioxrnieule do brinco.:
quem a pegar le\e-a a la do llium, iisu/rn de
assucar n. I, que ser bem graliticsdo.
-V
l'KU.N : TVP. ||R M. K i,E FARM. Iva,


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