Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07264


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Full Text
V
f
)

J
m mu. n is.
or 3 mozos adiantadw i.sOOO.
*o 3 mc7.es vencidos 4500.
SEMA FEIRA IN DE FEVEREIRO DE 1851
Por anno limitado l.s'OOfl.
Porte franco para o snbscriploi
DIARIO
KNCARKEGAP8 DA SlIHSCltlPCAO' NO NORTE-
l'arahiba, o Sr." lervazio V. da Natividade ; Natal', 8r. Joa-
quina I. Pcreira jolor ; Aracatr, o Sr. A. de Lentos Braja ;
l 'ara, oSr.J. Josede Oliveir.i ; Mar mho, 0 Sr. Joaquim Mar-
que Rodrigues; Fauhj, o Sr. Domingos Hereulano A. Pessoa
Learense; Para, oar. Juiliano J. liamos; Amazonas, o 8r. Jero-
njmo da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda ? lodna os das.
Caruaru', Bonito e Garanhum : nos dial 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Era' e Ouricurj : a 13 a 28.
Ooianna*}Paraliba : segundase seitas-feiras.
Victoria e Natal : nasquintai-feiras.
._________________________
AUDIENCIAS DOS lltllil VALS DA CAPITAL.
Tribunal-do commerrio : quartaie sabbados.
Relacio tercas-feiras e tabbados,
Fazenda : quarlas e tabbados ai 10 horas.
Juizo do commercio: segundas as 10 horas" equinlaaao meio-dia.
Juizo deorphaot : segundat e quintas a 10 boras.
Primeira ar docivel : segndate testas ao meio-dia.
jSegunda rara da cirel: quartat e sabbados ao meio-dia.
CPHKlll Ul|i:s Do UKZ DE EKVEHEIKO.
6 La nova s7 horas, 23 minutos. KH segundos da manhaa.
13 Quarlocrescente aos 7 niato! e is .segundos da ni.uih.ia.
20 La cheia a 7 hora, 30 minutos e 48 segundos da tarde.
29 Ouarto mingoante aot 19 minutse 48segundosda manhaa.
. PRKAMAR OBUOJb.
Primeira as 2 horas e 30 minutos da tarde.
Seguoda as 2 horas a (i minutos da manhaa.
DAS DA SEMANA.
18 Seguuda. S. Seinco b. ; S. l'rcpedigna v.
19 Terca. S. Conrado I.; S. Gabina m. ; S. Alvaro.
20 Huirla. Ss. Klenterioe .Vilo bb-
21 Quinta. Ss. Mavimiano e Fortunato bb.; S. Angela a. f.'
22 Seita. S. Margarida de Corlona f. ; Ss. Tapias e Abilio bb.
23 Sabbado. Ss. I.asaro. Severino e Primitivo imii.
21 Domingo. 3. da Ouaresma. Ss. Montano, PreleiMlo e Tharasio.
ENCAHRECAItOK DA M ICMUH-s \o \ia MI -
Alagoas, o Sr. Claudino Falcao Ilat; Baha, o 8r. I. Duprai
Rio de Janeiro, oSr, Joao Pereira Marlins.
EM i'i:i!V\Miii <: O proprietario do DIARIO Hanoel Figueiroa da
iivraria Pra{a da Independencia na- 6 e 8.
Faiia, na ana
PARTE QFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Exp i diente do da I", da faTaralro.
Ollicio \( Eim. bispo diocesano,rocando se dig-
ne autqrisaro rura da Se, c o vicario .le San Pedro
Marlyr cm Olinda, para henzerem o cemilerio que
se hutifer da fundar ato qualquer nina das mencio-
nadas riegueiias.
DitoAo Etm. marerhal rumuiandanle das ar-
"Ws, para manjar apreseular rom urgencia anjuiz
municipal da primeira vara dcsta cidade,-'urna guar-
a de pracas para assislir a extrarraoda lotera,
"".*njarro.S5wrern hoje.
DitoAo me"0. transmittindn por copia o aviso
circular da HlpllH|j|llll guerra de 18 do Janeiro til-,
limo, acarra das verbal (Jt!r> ie rtevem por nos asgen-
lamenlns dos olliciaes e pracas do pret do eiercilo
que 'nuil o estado de casado.
DioAo inspector da Iheaoorarii de Calenda,' re-
c mi in.Mid.ui lo que mande adiantar an coronel .Ma-
nuel M.iiii/ lavares. vista de cautela por elle as-
sigtiada, um cont de rcis para occorrer ao pagamen-
lo da* despe/as com o hospital regimenlal dos chole-
ricos, tirando S. S. certo de que a mema (hesoiira-
ria ser indemnisadamensalmenledaquella quanla,
a proporrilo que se forem fa/.eii.iu nos cornos os dis-
coiiles marcados por lei.J'arlicipoii-se ao mareclial
com undante das armas.
Di.o Ao mesmo, recommendandn que mande
pagar com urgencia a Antonio Jos llezcrra. aquao-
tia de -J-JMi rs. de que trata o documento que re-
mette.
Ditci Ao mesmo, mandando tirar da alfaudega,
lim de serem applicados ao pruvimenlo das ambu-
lancias e soccorros pblicos, os remedios comidos nos
li caiiles s) que se referem o ollirio c relartio que re-
melle por copia.
DitoAo mesmo, para mandar I" .mecer com ur-
gencia ao administrador da casa de detengo .ju ca-
misas de baela, 150 ditas de linho, l.V calcas tam-
lu'm de tilio, a igual numero de lenice- "para uso
dos preos aceommetldos do cholera.Communicou-
se ao chefe de polica.
Dito Ao presidente do consellio administrativo,
rerommeodando que promova a compra dos ohjgfclos
mencionados na relacao que remelle.os quaes sao ue-
ressarios ao arsenal de guerra.Fizeram-se as ne-
cesitaras romm.iiiicac.ic-.
Dito Ao dircclor do arsenal de guerra, dizendo
que com as copias que remelled.i iiilurmiiVi do ios.
pector da thesouraria de fazenda e do parecer do
respectivo contador, responde au uflicio de S. S.
acerca da confecc.lo e fume, miento do fardamenlo
dos cornos.
DiloAo director das obras publicas, inteiran.ln-o
de !..i ver expedido thesouraria provincial, para que
em presenen do competente certificado, pague a Jos.
Lopes i iiimar.ii'-. arrematante da obra da paule so-
bre o rio Capiliaribe na eslrada de I'o d'Allio, a im-
portancia do accrescimo que leve no preco da .villa-
na einpreg-ida naquella obra c do transporte da
mesma.
Dilo\o mesmo, dizendo Bear inleirado do con.
leudo de soa informacAo dada com referencia ao pa-
recer do engenheiro Francisco Kaphael de Mello lle-
go, acerca do requerimento em que n cornmandaule
superior Joaquim Cavalcanli de Alliuqucrque, pro-
prielario do engenhn l'auli-la, pede, seja iipprimi-
lia a primeira bomba do ti. lauco da eslrada do nor-
te, afm de se formar um pequen.i acude no earrreo
all existente; e aulorisandif-o a proceder reapcilo
ile conformida.le com o citado parecer.Commuui-
cou-se lliesouraria provincial.
' DitoAn jiU/ mnnieipal e delet...o do Benita, de-
clarando que alm das amlitilancias e gneros ali-
menticios que lem sido dircctamenlc enviadas para
aquelle lerinn, remellen lia poucos dias iguars pro-
visi'ies por intermedio do delegado do l.imoeiro.
Dilo Ao delegado do terceiro dislriclo do termo
do Recife. Em retpoaU ao seu ollicio de \-> .lo cor-
rcnle, leubo dcclarar-lhe, que nesla dala oflirio
llies.uraria de fazenda, para remelter a Vmc. mais
urna ambulancia, senlindo, pnrm, nao poder en-
viar um medico por baver falla delles nesla ca-
pital. Nao sendo os conservadores de estrada os in-
dividuos mais proferios para o servido das enferma-
ras, parece-me prefenvel que Vmc. chame para esse
lim as pessoas que [ulgar liabililadas.offcrecendo-iries
nina gratiliracio razuavel. Rccommendo-lhe a mainr
prompti.lao no euterramenln doscadaveres, eomprin-
do que Vmc. empregue todos os meios suasorius,
..lim de fazer sentir aos scus distrirlan s que riles
nao se dtvem esquivar semelhante aervico, que
alm de ser um dever sagrado, redunda em benefi-
cio da saltihridadc publica.Ofliciou-se ; Ibcsoura-
ria de fazenda para entregar a ambulancia de que se
trata.
HitoAodelgadosupptenlc de Santo Anlo.
Kecebi o ollicio de Vmc. de 13 do correnlc, enanillo
scienle de quanlo me cominuiiica, lenho dizer-lhe,
que nesla dala expeco ordem para Ibe serem envia-
das com urgencia duas cargas de bolachas e dnas di-
tas de arroz. (Juundo liver Vinc.de mandar buscar
algiima cousa, sera conveniente que venliam logo
.avalle, e porlad.ires para condiicc.io, pois aqoi lia
nimia difliculdade. 'iavendo necessidade de gado
para sustento da pobreza desvalida, piule Vmc. com-
prar mais alguiis bois. Ofticirtu-se i thesouraria
de fazenda para remelter a bolacha c o arroz
DiloAo subdelegado do segundo dislriclo da fre-
guezia de Bezerros.Respondo aosen ollicio de \>
do rorrete, declarando que nesla dala ollicio the-
souraria d fazenda, alim de remetiera Vmc. nina
ambulancia ; mas, que nao me be possivel mandar
medico, per baver falla delles nesla capital : cum-
prindo, porlanln, que Vmc. late de approveilar .>s
servicos dos dona facultativos que abi cxislem, c pro.
cure lamheni agenciar subscripees em soccorro da
classe desvalida.()fliciou-sc .. mencionada iliesou-
rara.
DiloAo vigarioda fre^u.-zia de Iguarassu', re-
metiendo a porlaria. pela qual o Kxm. hispo dioce-
sano o aulorisa a lienzcr o cemileriu que se val lun-
.1 ir naquella freguezia.
Dilo Ao Dr. Vicente Jcronvmo Wandsrley, em
coinmiss;lo medica na comarcado l.imoeiro.Scienle
de qttnato Vmc. me rummuuira em seu oflicio de 13
do crrenle, lenbn dizcr-tlie em resposla, que n..o
ola-lanteja bavermandado para etsavillao que Vmc
reqnisilou em oulro ofliajo de 2S do mez lindo, com-
tudo espejo agora or.lem para se remoller mais duas
ambulancias. Para esse lugar vai um boticario pra-
lico para ajuda-lo na commusao de que esta encar-
rega.lo.
Convin que Vine, de accordo com as autorida-
des dessa enmarca,'Irale de despcrlar a caridade das
pessoas agradas em bem dos desvalidos, allm de que
po-am esles ser em lemposoccorridos do que neces-
silarem para seu Iralamenlo.Ollicioiise a' Ibesou-
raria de fazenda para remelter as dnas ambulan-
cias.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel general do commaodo da armas da
Pernatabuco na cidade do Recife em lli de
l'eararelro da 1856.
ORDEH DO DA N. lIK).
,0 marerli.il de campo camman.lanle das armas faz
pnblicn, |iara ronbecimenlo da guarnir.!.i e devida
observ.mcia, o aviso circular do ministerio dos ne-
gocios da guerra de IK de Janeiro do prsenle anuo,
abaixo transcripto, o qual Ihn foi por copia Iratismit-
lido com ollicio da presidencia datado de honlein.
Circular.
Ilio do Janeiro.Ministerio dos negocios da guer-
ra em feTde Janeiro de IS5l.
Rlm. e Blas* Sr.Com quanlo aleja Licitamente
coinprehuiidi.la no S do arl. 1 das inslruccoes que
baixarain com o aviso d.ste mini-lerio de |-Me se-
Ic-mlii.i de ISm, a dclern'iiiaeao de se fazerem nos
livro mestre dos corpos, notas sobre o estado de ca-
sado que loman us olliciaes e pravas de prel do e\cr-
cilo, todava com ni lo que es-as notas sejam bstan-
le explicilas a reapalto de tal oslado, e liaquellas
conseqiiencias dellc que furcm necessarias para bem
e-rlarccer o juizo do governo imperial nos arlos em
que for preciso lomar em consideracnu a (..milla dos
dilos olliciaes e (tracas, para qualquer objeelo, deter-
mina o mesmo governo, em a.lditamcnlo as citadas
iiislrureoes que nos asscnlamentos desses individuos
se averbem smeir.. a vista de ccrtidfies legaes e au-
Ihenlicas de casamenta, de baplismo e de obilo, e dia
do casamento do olliri.il ou praca, onome de fami-
lia da miilbcr c o que ella, segundo o costume, lo-
mar depois de casada; o dia do nascimento c o nomo
de cada fallan legitimo, ou legalmenle legitimado, e o
do fallecimento de qualquer de-sas pessoas que mor-
rerem dorante a vida do ofilcial ou praca. E porque
esles e.rlareciiiientoj sejam de urgencia* para a uoa
execncao das ordeaas em vigor : o governo imperial
ordena, que as prsenles dispose/ies se execulcm
re.lriclameiile desde ja < respeilo da familia actual
dos olliciaes e praca- existentes no exerrilo.
Dos goarde a V. Exc. Marque: de Cn.rias.
Sr. presidente da provincia de Pernambuco.
Jos? Joaquim Coelho.
TRIBUNAL DO COHUERCIO.
SettSojuiciariaem \i\dcfererciridc 1856.
Presidencia do Exm. Sr. desemiiargador Souza.
E-liveram prsenles lodos ns memliros do tribunal.
Passagens.
Embargante, Joao Cardse Ayra
Embargada, a viuva Marlins de Oirvallm.
Do Sr. I.e.lo ao Sr. tutiraua.
Appellanle, Vrenle Moreira da Silva ;
Appella.li.. Domingos da Costa Albuquerqiie.
Do Sr. Villares ao Sr. I.e.lo.
Julgamenlo.
Embarcante, (aspar de*Mene/.es Vasconcellos de
Driiminond ; *
Embargados, fhomaz iTAquina Fonseca & Filbos.
Relator o Sr. Gilirana.
loraineni parle recebidos os embargos e modifi-
cado o accordio.
KRCIFE
XV
l' Coulinuaro. )
llosa, banbada cm lagrimas, vollou para a cabe-
ceira do Mo. Iwanowa de semblanla pallido c em-
inagierido pareoi.- o csperlr. da familia de lien-
ranuir esperando a alma d na de tuas descen-
dentes.
Minha lidia, disse ernlim Rosa com esforco, dei-
xa-me Irazer-te um sacerdotes Elle- leem palavras
que consplam-nos a nosso pelar. Ili/.em cousas em
le i ara- vezes lemos pensado. I-'uIl un bem e brao-
oininilo. i.sjrjj..Mifis muilo.
Ilerodias fel um movimenlo convulsivo de impa-
ciencia ; Rosa po/.-se a chorar e a genier.
Jraze-meuin sacerdolf, disse a rapariga on-| fim
viudo os gemidos da ama, paia que elle lente con-
tolar-me. Tuas lagrimas aligem-me ; se eu po.les-
se viver ainda seria para li, boa Rosa!
O sacerdote teio. Era um liomem de itl anuos, de
eilalora elevada, semblante sereno e severo. Fez
um longo discurso pallielico, barmotiioso, chelo de
unccio : Ilerodias n.lo parecen onvi-lo.
Minha fillia. Inrnou elle elevando um pouco a
voz par allrahir a allencao da docntr, |)eos a expe-
rimenta ; aceilc com resigiiajao...
Ilerodias inicrrompeu-o repenlinamente pergun-
i indo com voz breve e trmula :
Quem lie Dos'!
O sacerdot* rclleclio um momento para comprc-
lnder o senij.lo seireto dessa eslranha pcrgunla.
P) Vito Diario d. \\.

I6DE FEVEREIBO )E 18.j(i.
AS (i HORAS DA TARDE.
RKTR0SPKCTI SEMA!,AI.
lia muilo que nao temos noticias das comarcas da
Boa-Vista e de Paje de Flores, por isso nfloaabe-
nius o <]ue por la ler Mina epidemia. Assim, u
exrepcaa daquelles .leus lugares, pn.le-se di/er que
ella-ja lem Titilado a lodos os utiros punios ra pro-
vincia, causando maiores ou menores estragos.
.\s noticias que recebemos durante a semana de
vanos lugares sio pouco sati-f .lorias.
DeUaranhuns nada se sabe. Coma que em Ca-
ruaru o mal lem causado grandes devastar/ies.
Segundo carias que recebemos da comarca do Itre-
n, .i epidemia abandonara a villa deste nome, mas
tiaha relabrado de intensidad.- em Cimbres.
No Bonitoe l.imoeiro ia crescendo em inlensi.la-
de, de sortc que o numero das victimas luqnellaa
* duas localidades j era excessivo.
Em varios puntus das comarcas do Rio-Formoso
e do Cabo liuba lamliem apparecido, mas ainda nao
havia desenvolvido o seu furor.
Em l'.i. d'Alho e Sanio Amaro"U*tabnalao come-
cava a decresrer. mas se ia agora manifeslando cm
S. I.ourencoda Malla.
Em Santo Anido, ou porque a llopulacao estoja
mui desimada, ou |iorque a moleslia tenha' rhega.lo
o seu periodo de derresciinenlo, o que be certo he
que segundo as ultimas noticias que recebemos, a
morlalidade, em proporcao, linha diminuido consi-
deraA'lincnle.
Multa, familias das que haviam emigrado ou
fgido para os mallos, ja se lem rerolhido ,i cidade.
e a vida publica comee.iva a recobrar a aclivida.le
ordinaria.
ODr. Soma, que apelar dos seos incommodos
physicos, nao se recu-ou a parlir para a cidade da
victoria, logo que o governo entendeuque elle pa-
ra all rosse, conjnnrlamente cum o Dr. Cavalesnli
do Albuquerqae, o ciriirgulo Rodrigues, o delegado
do termo, lem prestado relevantes serviros e concur-
rido para o melliorameulo das condicocs mrbidas
daquella localidades. I.onvorcs a esle dignos cida-
d.ios que bao dedicado os scus rommodos indivi-
duacs, com o risco .la propria vida, o o bem-eslar
das suas familias, no servir dos infelizes habitantes
de S. Anta...
A siiuacAo da Victoria vai inclliorando, he ver-
dade, mas be provavel que aqnell" lugar se torne
por muilo lempo um foco peslil. ncial, cm cense-
qurnria da imperfeic.'.o rom que foram sepultados
os cadveres, de mitras o.ndires peculiares ao lu-
gar, e da naluieza do terreno "que, segundo nos in-
forinou petaos li.lcdigna. na permillc que se apro-
fundciii as sepulturas, em rniiseqiieucia de se en-
contrar agua ha poneos palmos da superficie.
(..orno quer que seja. pensamos que seria conve-
niente enviar urna cminissAo de pessoas habilitadas
para atollar aquella localidad*, alim de exlirpar-se
as causas nal Indas que em lodos os lempos a-signa-
laram a actualmente cidade da Victoria.
Jllluamoa que o alralro, .. plvora, o bren, lal-
xeznao sejam capa/.cs de parificar aquella almos.
phera; e por isso seria convenirme u-ar all, ou cm
nutra pangara queesleja as mcsmascircuinslancias,
de alguma desas facis preparares chimicas que
produzem quasi ou se nio omesmoeffeito do cbloro,
por exemplo, a preparacao de que se servio o cele-
bre Cuv Ion de Morrean para desinfectar varias
igrejase hospilaes em lugares onde se manifestara o
Ixphn.
lia hoja 19diai que o mal se manifestou entre
mis, todava, em relacao populacao da cidade, a
morlalidade nao he lao liorrivel, como cm Sanio
Ella tornan com voz ainda maissecca, c entrecor-
tada pela respirac.io arquejanle :
Ser Dos urna Ici immutavel, cscrava de si
mesma, implacavel, iicxoravel'.' lina necessidade
em que nada pude inOulrt l.ma oidem elerna in-
(lexivel'.' Entilo que Ibe importa minha resiguarilo
ou minha revolla'.'
lieos pode ludo, disse o sacerdote. Sua mao in-
vi-ivel para os sois .piando Ibe apraz. NtO tcm ou-
Ira lei que -na vontade.
Ilerodias endircitou-se de ollios brilhanles e bran-
ca bem como a fria laridade da la, e disse :
Entilo se lieos qui/e.se poilerin dar a formosu-
ra, a forcj, a vida, a mim embrvau moribundu e
alejada f
Sem nenhuma dovida, responden o sacerdote.
Uuem pede com viva fe e coracao puro ubtem ludo
do Senhor.
Pedi a formosura exclamou Ilerodias com voz
forle, roguel com (.-, com fervor, com um coracao
iaanto das menores maculas, e nada ohtive!
0 sacerdote admirado da vehemencia dessa mu-
lte* pouco antes quasi inanimada, disse-ihe em lom
eircumspectn :
a oracSo deve ter puro como ella. Pa-
ra que pedia a senliura urna vanlagem tantas veze-
perigosa'!.
Ai faces dollerodiis coraram-so levemente ; toda-
va ella responden em hesitar :
En quera ter amada, ser esposa, ser mai!
O sacerdote raruou um pasto, e redarguio :
Dos quer lodo o amor de sua crealura ; nao
entra emf arlllha com o amor profano ; niio presla-
llic seu concurso.
BntAo sahedaqui, desgracado! lornou a rapa-
riga cm delirio.
O sacerdote assuslado sabio murmurando palavras
de indulgente piedade, porquanio Rosa o prevenira
de que a coi. lessa linha accesso, do demencia.
Rosa, disse ella com voz quebrada, cu qoiz
agradar-la openriisei-te, natrdoa-me; deixa dola-
ba com um mal iiicomprehensivcl para li.
Anlilo. e lieos permita que ella nao crespa e entre
no seu periodo descendente.
Pnr urna fatal coincidencia acontecen que o cho-
lera, assim como a febre amarella em IK.V), nos vi-
zilasse no mez de feverciro, mez quasi semprc fat-
dico para mis, no qual ordinariamenle se do casos
de in..re sbita, o que se altriliue proximidade em
que enlao nos adiamos do sol. alas no entanto,
este auno lem cabido copiosas cliuvat no mez de
fevereiro, e todava os casos de marte repentina e
oulras molestias letn appaiecnlo actualmente cm
grande escala.
Nos [iralenos .liaso lerrivcl flagelloappareceu en-
tre nos rom um carcter beoigno, mas ullimameiile
lornnu-sc mu cruel, de sorle que a morlalidade
desde domingo 10 a sabbado lli do correnlc ale as li
horas da larde, mnnlava a li.'i pessoas, inclusive os
nao cholencos. Esle algarismo em outros lempos
seria da inorlaldade em um mez! hoje, com magna
o dizemos, verificou-sc em 7 dias!
Aehain-se montadas tres enfermaras em tres fre-
gne/jas desla cidade, mas avista da distancia que
va do hospital da Carino freguezia do San-Jos.
inclusivo a cabanga, julgaaiios que aquellas pessoas
que forem atacadas oestes rrhSJiigares ii.io se-
rio sorcorridas imme.liaiameiilc, rrrri> reqaer a
mole-lia, e por isso seria conveniente eslabelecer-sc
nina enfermarla no principio da ra Irn\j>M>ri,-t-
rnn poni mais central desse bairro.
Consta que se da dilliculdade em rerrher-se ns
.lenles, que v.io remolllo, senfermaras, exiga-
do os respectivos administradores documentos, que
proven) ascon.licoes de pobreza, dos mesmos, ou n.lo
qaerendo acaita-lcssob pretexto de que nSo sao do
dislriclo. Entendemos que laes duvidas silo inulcis
e prejiidiciaes a esses infelizes. Na rireiimslanrias,
em que nos acliamo-. em que toda demora he pre-
judicial, logo que qualquer pessoa docnle procurar
um desses abrigos da caridade publica, deve ser re-
eebido in runlinente, ou seja livre, ou escra,vo, ou
nacional, ou estrangeiro, ou deste ou d'aqueile rlis-
(ricln.
Consta igualmente que algiins medico- e enfermei-
ros nao se portam enm cuidado e desvelo, recommen-
dados extriclamente pelo governo. o pre-criplo pela
caridade. Dizcm que cerlos mdicos chamados para
ver iilguin individuo atacado, ou se recusam de fa-
ze-lu, dizendo que nAo perlenrcm an dislriclo, ou
qii.in.lo o fazem he |iracipila.laincnle, ns carreiras, c
rom repugnancia, procedimeuto que occasionou a
anee lula seguinle ; vendo chamado um medico para
ver um hnmem, que linha cabido fulminado, di/cm
que elle se poiera de parle, (apando o nariz e a
lincea com um lenco, e mandara um soldado de po-
lica lomar o pulsu au dnenle. Pondo de parle o que
ha de rabillos.) nesle caso, o que he certo, he que al-
guna facultativos nao leem manifestado o zelo c
a dedicaeau que se exigem em laes crises.
lina das causas que, lalvez, tenha concorrido para
a nutrte de algoem, he a cemplicaeao d'essa mulli-
plieidade de remedios que a gravidade da molestia
tcm suggerido. Por lauto he prudente que baja |ier-
sexeranea n'am IraUmeulo que for aennsclha.to por
um prnlcssor, ale qu este o sabslilm por oulro, no
caso de o jolgar conveniente.
Nos ltimos lias da semana apparcceu a noticia,
de que um preto, escraro do scnbur de engeiiho de
(inararapes, conheci.i um remedio Ifto eflicaz para
curar o cli.dera-morbus, que poucas pessoas atacadas
deixav.un de ser curadas. A noticia espalhou-sicon
orna rapidez prodigiosa, epreoccupou a loda agente.
Alm do rotatorio do secretario da junta do hygie-
ne, publicamos o segoiale tratamento que nos' .leu
um particular :
irPisam-e serva abaixodeclaradas.com szeite de
-ariapalo, unla-se lodo o eorpo do .lenle, especial-
mente a espinha dorsal, pedos, cabeca, sulia-
i o, ale que desapparecam ou cedam em parle as do-
res.
Ouando o doente lorna a i, da-sc-lhn urna chicara
do cosimentn a beticr.
Se elle peiora, da-sa-lho novo anlo, e a nutra chi-
cara a beber: assim, se repelira", se for preri-o, o
que quasi sempre nao aronlec. Logo que se .I..' a
unturae o remedio, lien oduente deseoberto : nc-se
alada, de ordinaria, dorine. transpira e apparecc a
febre. Os nomos leem muilo em consideraran sp-
plrar os remedios em principio do mal. "lies nao
dio importancia a qoanlidade de cada urna das er-
vas : so no eosimenlo he que deilam grande porcilo
de enlre-casco da rail da cajazeira velha. O eosi-
menlo he a loca I., com assucar branro. A dieta he
reeommendada pelos facultativos. O eosimenlo
faz-se da maneira seguinle :
l.eva-se aofogo em rasilha nova de barro
Urna porcilo de cnlre-ca-co de raz docajazeiro.
Raz de inalvaiseo.
Algumas folhas de mangeri.iba.
Anglico .la Cosa, lie urna fava, que ns pretos da
Cosa.que vendem miu.lozas, cnstomam vender.'
Depois da bem Icrver, deila-se o assucar brancu, e
depois c.ia-se.
Para a untura, s!o as erras seguinles :
Papo de per'.
Menlrasln.
/unzo de hotiio.
Erva-moira.
Cnirana.
Malva brava.
Fedcgoso.
Rama de hlala da Ierra.
Capim p de gallinha rasleirn.
'I'inborao.
O mal tambem ja' invadi a cidade de Olinda, leu-
do leiio i primeira virlima cm a noilc de sexla pan
nsabbado. Momo all u*ma prnristilo,que, ahindo
da igreja do Amparo, percorreu as ras, parando e
entrando em varias igrejas, onde eram recitadas
pratir.is anlogas. Sabio as ."i horas da lardo e rero
Ihcu-s a meia noilc, levando um grande aeompa-
nhamcntu de todas as classes da sociedade, todas .es-
calcas, e com o mais santo rernlhimento.
. NA i itesconlieceiiios a xirlmle de semellianlcsactos
as crises de calamidades publicas, mas, se nSoitUe
inspirados pela verladeira conlrierao, seguidos pelos
sacrificios das animosidades individuaos, e semenla-
dospelas obras da caridade, esle -pulimento divi-
no, que prende o liomem ao Creador, nao alcanram
o lim que devem allingir. A ver.ladeira religi.lo
n.io consiste ness.is ceremonias de laxo. A vaidadeque
se nutre de apparencias, lie o apanagio das fraquezas
humanas, c Dens e os santos, nao se impnrtam com
essas exterioridades mundanas, -.. quercm as obras
rcaes, que nascera da caridade.
Por va de una caria do nosso correspondente de
Iguarassu, snubemos que naquella villa, que nos be
especialmente chara por vatios lilulos, ludia tam-
bem apparerido algn casos de rbolrrina. O gover-
no envin para alii um facultativo, levando romsigo
alguna soccorros. Comecava a apparecer nlgumas
duvidas acerca do-)-tema de curativo, que se devia
adoptar, no casoda manifeslacjo.lo flagello. No en-
lamo -era hom que a popuiacio oaquelle lugar c
restrinja aos meios pralieos arouselhados pela expe-
riencia, c ni. in done essas innovacoes que tem produ-
zido falaes conseqiiencias em ontros lugares. Cora-
sem, rcsignaco, caridade, dedicacilo de un- para
Na manhaa dn lerceirn dia Iwanowa entrn Ino
quarlo da rondessa Irazendo nina caria na milo.
Abi exclamou Ilerodias.
Agarrn a caria, collocoli-a sobre o peito, c ador-
mecen iranquillamenle pela primeira vez depois da
hora em que dissera adeos a Ernesto.
XVI
/:snrslo... a Chrhl'uia de Mnuraun//.
Olanlo cu le amava, e quanlo me iigana-le !
I u le deleitaste emetgotar mcu coracao com
lufaligavel crurldade.
Certa de leu poder exaltaras minha viva ternu-
ra pnr ludas as sedueroes da arles para Ihc corlares
liriilalmenle o v.io algumas horas depois com risco
de minha vida ou de minha razSo.
Oue era o amor para li, maldita do co I ti-
gre feroz que te deleita! nos tormentos da alma e
dos sentidos'!
o Por li eu linlia deixado a felicidade, orna aman-
te loruiosa c lerna que perdouu minha estranha alier-
rarao, mas que nilo carou-me 1 Dcsduara dos os gozos aprcsenlando-me um sonbo celeste que
bem sabias ser irrealsavcl!
.i Ab se em nina hora de delirio eu livesse che-
gado ao leu leilo monslruoso. cunviria sull'ucar sem
piedade os fraetoj de tilo licrrivel amor, afim de li-
milar a mim pelo inouososopplicio que encliia-(e de
alegra c de orgulliu !
.. I.astima-me, se lia cm len peito nina libra s-
menle humana, o que n.io be impo-ivel, pois leus
o -riitil.me cislo c bello de vil geni, l.astuia-mS.
Mas nao i*squeee antes minha funesta extra-
vagancia. Nao quero tembiauca loa, lalvez me pren-
deras ainda i la vida pnr esse loco invisivel .'
.( (Juan gran le he e no n erro! Nilo podes CSquc-
eer-mc visto que nunca me amaste Adens
Ilerodias cbornii abundantemente, c cabrio a car-
ia de 'adis apasionados.
Trauquillisa-le, disse sorrindo Rota com Iri--
leza, n.io teiilare mais contra minha vida. Recebo
aqu o que implorava em van de vosss : um opio
benfico que me poupara una lougaagouia.
com oulro, sao os senlimentos, que se requerem em
semelhante quadra.
Consta igualmenle que a epidemia inanifeslou-se
em loianua eslreaudo a sua marcha com um caso de
cholera fulminante. S. Exc.. enviou para all o es- ^
ldanle do l>."auno Pedro Antonio Cesar, levando me maiores proporcoes.
comsigo algn" soccorros. .,..i___.__",^ a
i, n-" j .e i f.__ j .tereliemos cartas d
I' t otln re d i jinz de dircito de Caruaru datado I
12 do rorrete, e do Dr. Marciano de Ara
O montura de que fallamos em um dos nossos I do a ruia a ."iliD r., e islo em una so e determinada
avisos pealados' junto a casa do Sr. Tasto, em l'ora taberna.
de Perlas, vai-so renovando, pelo que avisamos aos
encarregados da limpeza publica alim de que nao lo-
No alerro da IIaa-Visla uo fundo decerla taber-
na, liiiconslanlemente um jago de rifa, e rifes de
I passarinhos, e gaiolla, qnC he um nunca acabar
nosso correspondente de | eom os vintensinlios dos meninos de escola, di-
em IJ do rorrete, e do Dr. Marciano .'e Arauo
l.ima, consta que a epidemia vai declinando r.onsi-
deravelmcnte.
No Allinlio e seus arrabaldes ja tinha cessado de
lodo.c no termo do Bonito ia a melhur. Entretanto
S. Exc. envin para Caruaru' oito cargas de gne-
ros alimenticios.
O Dr. Lobo Mo-cnsu cfticiou a S. Exc. n mellen-
do urna nota de 900) rs. em faro dos 'pobres. S.
Exc. respoodeu iniva,' <<. -^le acto, e remetiendo o
dinheiro a commissio central. Alm d.-slr proced-
mento generoso do Dr. I.obo Moscoso, temos a sa-
tisfazlo de mencionar que o Dr. Rozeudo oflercceu
os seus servicos gratuitamente em beneficio da po-
breza, emquanto durar a epidemia. S. Etc. accei-
lou a generosa ollera do dito Dr., o encarregou-o
da enfermara doMonteiro.
Ilavendo falta de tropa de linha, e achando-se o
corpa municipal quasi lodo destacado resnlveu a
presidencia aquarlelar o segundo batalh.io da guar-
da lacional, mas i,u r0 i,.,i0 '^nio.lo qu
vexamo causa aos respectivos guar7rier"*Xoin ellei
o servico se faz de urna maneira mui fcil, as pra-
cas se apresentam i revista das sele horas da noite,
e entilo silo informados das olirigacales que Ibes (o-
cam no da seguinle, as quaes praiicam regularmen-
e. e na melhor harmona e boa ordem. Bata me-
llio.lo de servico he de grande vanlagem para os
guardas: o soldado pode cm caso de molestia tra-
lar-se no hospital icgimcul.il mi em sua casa, os
Chafes de familia lem a I., nidada de dormir em -na-
casas, sem detrimento do servico, permanecendo
sempre no quartel urna lbrca desponivel para occor-
rer a qualquer necessidade, e desl'arte o aquarlcla-
menlo nao se torna vevatorio,
Tivemos um vapor do norte, o qual deixou em
paz as provincias daquelle lado, porcm lodas mais
ou menos vio experimentando a acc..1o falal da epi-
demia. As noticias que recebemos da Europa silo
anteriores aslalas que nos Irouxe o vapor inglez.
Como he natural senlc-se geralmcnle enlrc mis
grande penuria do gneros alimenticios, c os que lia
se vendem por mui alto'precn; de sorle que, se o
mal que nos lligella, n.lo melhorar, leremos de
passar por todos os horrores de urna verdadeira lo-
me.
(loianna, que nos relata as medidas, que por all se : nheiros de compras das coznheiras, compradores, e
tem lomado para combater na sua pnrate o nmtfllltfil ganhadores.
PAGINA AVULSA.
Por amor da verda.le somos forrados a declarar
que o plurmaceuticoda ra Nova, Joso da Cruz San-
tos, nao se lem negado vender medicamentos a pobre-
za, e muiln menos elevado os procos de seus medi-
camentos. Pessoa para lus de muilo crdito nusafi-
aneou, que esse pbannaceulico Vendeu-llie libras de
opio l^umi, ao passo que. outros pediram-lhe !l e
14/000 rs. 0 Sr. Santos foi o primenu pharmacou-
tico, que ofl'erecen ao governo medicamentos gratui-
tamente para pubieza, c he teslcmunlia o Sr. Dr. | Muioel l.uiz de Abren pliannaceulico com bolica
(;abos..ii. Di/.er-se poilanlo que o Sr. Santos entra praca da Boa-Vista, n. :fc!,ne a disposiciln dos indi-
no monopolio he menos verda.le e niis estamos adi- genios, que moraren no -J." dislriclo d'esta fregue-
rsa.ios para assim nos exprimirmes. I ala pelo Sr. presidente designado os rcmedius preci-
Ha das passava pelo beeco do Marisco urna sos, c istugratuilainenle. Em nome dos indigentes.Sr.
procissilo de penitencia nu 0CCMB0 em que se acou- Abren, Ibe desejamos as heneaos do co.
tara rigorosamente dmateravo n'um tobradu con- Umaderlaracllo curioaa.Srs. redactoreada/>a-
liquo a esse lugar, e a proporcao, que jaram os la- -jii tuba.He veni.ide que dirigir pal.ivras for-
legos do chicote ouviam-e grasTTes impropeiio, que es a nal laMlt .le que fallam Vincs. em sua l'agiin
de sabbado,esenao fo-se crimedar-se pancadas ainda
d'Alagoas.
O digno rommandaiite superior de Cuianna in-
cansavcl em prpmovcr rom perseverancia o bem d'a-
quello limar, lem na qaalidade de presidente da ru-
nala lomado Indas as medidas preventivas contra a
epidemia reinante. All j se inslallaram commissoes
beneficcnlet Horneadas pela cmara. Tem-se promo-
vido urna subscripto que j monta a mais de [res
ronlos de ris, e nilo se fechara sem que passe de
quatro. Alm destas ha mais duas, que a pouco fn-
ram abortas em [lambo, e Tijurupapo. O hospital
de caridade esl* quasi prompto, c sutlicienlemenle
prvido de utensilios necessarios c de alimentos. O
cemilerio publico vai ser principiado. Ha carroca
narria cunducc.il.* dos cadveres, cm urna palavra ja
ha em Goiaia um aj.c'.rexo repeUallco, e amdui-
iic extraordinario.
I'cr-uadimo-nos, que n^nverno pouco lera, FjlU
despender com aquella cidade, se or ventura all o
tmigraio 'Alag** qaizer fazer dom monte.
Todas estas medidas tcm sido adoptadas pela ca.
niara municipal. O juiz de dircito e delegado estn
promptosa coadjuvarem-a rom as providencias, que
ascircymstancias permiltirem.
Ouerem porm de alguma sorle estorvar (ao hu-
manitarias medidas, c Dos permita, que cm lempo
arripiem, porque ha um espelho com bastante aro
Sanio Antn.
Niis pedimos pelo amor de Dos c da bnmani-
dade que se por ventura e\i-lem ressenlimenlosen-
de as autoridades e influencias de tioianna depo-
nliam por momento. I.m maos annuncios para de
coinmum accordo lodos Iriibalharem em favor dos
enfermos, e encarrerados pelo rlinle/a.
Al hoje felizmente.., pequeas cousas se tcm da-
do, que em lempo devem ser e-queridas.
O subdelegado An.irade tcm igualmente dssemol-
vido zelo, e actividade.
Reuinram-sc os homcopalhas d'aquclla cidade
sob a presidencia do Sr. Indgena, Iralou-se do cho-
lera, e dos meios docura-lo. Todas asquintas-feiras
haverAo iguaes reunios para se tratar dos inleresses
dos pobres, e allectados pelo mal.
Acha-sc recolliido ao seio de su familia o dis-
tinti acadmico Belarniino Correa d'Olivcira An-
dradeIwdo prestado as Alagoas relevanlissimos ser-
vicos.
Estamos nutorisados para derlarar, que o Sr.
eram proferidos sem o menor decoro ao aclo reli-
gioso em que o povo conlriclo lira lava misericordia !
Oue deshumanidade E queris assim milig r a
colera celeste .' .\i Na freguetia da Boa-Vista lia ras contamina-
das de lama, e aponlaremos a do Mndese, queja
principia a exalar um ftido insuppnrlavel : o Sr.
bacal mande fazer all o que inanduu- de liarlas, que estando no mesmo estado, snao
|ieior. presentemente Hilo tem a menor quantidade
de lama. Se todos assim nos allendrsscm oh ou-
lro gallo nos cantara.
Merece igual menea.) a na da Senzala Velha,
na freguezia do Recife, e alguus boceas a.ljacenlcs,
que atiilhadus de lixo, com as aguas pluviaes all es-
lagnadas l'ormam um mixto bem desagradar! a sa-
lolin la le. mui principalmente agora.
0 nico meio, que temos de mitigar a colera
divina he a pralica dos excrcicios religiosos, romo
entendeu S. Exc. Itvma. quando eonvdon aos
Srs. vigarios para celebrarem em suas oarocbias
preces, ele. etc. chamando o povo conlricil0
pnr meio do Sacramento da Penitencia; mo po-
demos porcm deixar de censuiar, que, em quan"
lo aqu na cidade as igrejas permaiiecem expos-
las a oijeao dos liis, os Srs. Parochos ja excitando o
|iovii a penitencia, jii mesmn concorrendo com elle a
l.io pi exercicio sjtisfazem plenamente os detejos
de S. Exc. Rvffl.; cm algiins arrabaldes sao esqueci"
da- intcir.imenle as praticas* religiosas so e unira-
mcule capazes de convcrler o povo na fodoJ.C
nosso Salvador, e de fazer cessar lalvez come por
encanto o llagello que sobre mis pesa.
Senda pois a Oracio o vehculo de nossas invoca-
cues au seio do Supremo Senhor de nos-os deslinos,
porque lulos os Sr. vigarios iudislinclamrnle nao
seesfaream por meio de praticas nos sacrificios, ou cm
dias determinados a tarde em suas matrzesa que o
povo a pralique '.'
Niis ja temos dilo mais de urna vez, qnc
traccocs sao remedios bygienicos, para que
do espirito estar como que consolado pela orac.lo, e
mais praticas religiosas os sentidos ''rMrr lamliem
oulras variedades quo nao sejam ersarOes tris-
tes, carros fnebres, doBr'Vfshj onias ele.
mas em primeira lugar convm reanimar ,iirito
com o parto que a igreja poe a disposico oj cullio-
lico apostlico romano.
Na estrada de Joo de Barros ba diversos char-
cos em estado de pntrefacc.io, que devem quanlo an-
tes ser reparados; quando n.lo ser aquello lugar
em breve victima da epidemia, de que al o pr-
senle est inclume.
as dis-
depuis
Desse momento em diante a rapariga exlingujo-se
rpidamente. Escrevin sen cessar ; lacrava de noite
a carta do dia, lacrava de maulia a carta da noilc,
tornando a abrir de cada vez a carta precedente, e
rasgando-a como se preparasse um testamento, cu-
jas clausulas variavam inlerminavelmcnle. >";io to-
inava alimento, apenas eceitava urna limonada, que
pareca beber por distraerlo. Nao fallava ; de si-
lenciosa que era nalnralmenlo tornara-sc muda ; s
perguul.is de Mr. Rcgnaull responda pnr tristes e
vagos sorrisos, c quasi sempre ncm pareca perceber
sua presenca.
Essa vigilia perpetua sumeule era cortada por syo-
copes a principio raras e facilmenle dissipadas ; po-
rein cada vez mais frequcnlcs e prolongadas.
I'm da, depois de um desmaio, que durara mais
de tres horas. Uirislina tornou a si lao extenuada
que Rosa pedio ao doulor que avisasse a madama de
Lvssel.
Na mesma noite a haroneza ebegoa condolida por
Mr. Regiiaiill. Rosa cedcu-lhc o sen lugar, c passou
para o nutro lado do leito.
Ilerodias repousava com serano inquieto depois de
novo desmaio.
A haroneza inrlinnn-se para ella, contemplan mui-
lo lempo a lidia moribunda. Depois ajoelhoil-se a
tomn a man de Chrislina. a qual banbnu de la-
grimas.
fjticm est ah .' pergunloii a docnle rom voz
apenas pcrceplivel; n.lo lie Rosa.
Son eu. la mai. Chrislina I
A rapariga relirou a mo e desviou o rosto.
O' minha filha exclamou Luisa em lom hu-
milde cierno; nao me ropillas! Viiii... o parou
sullocada pnr convulsivos e profundos suluros, viiii
para alcaucar nina palavra de li, alim de' serenar
minha alma. Pois cu lainhrm. Chrislina, amo sera
esperanza Mas ii.io son .ligua de ser amada p-la
miuha filha, pela minha litl'i abandonada Venho
misturar iniulias lagrima. enm as las. Oh! nao a
derramirs dianle ile mim'
A rapariga eslendcii a mBo para aquella que ch-
rala ; viiliandu a cabera com esforco, eucarou alra-
mesmon'om ladran cu teria e-.nurrado as ventas des-
te vcllm, por viver desde ISI7 cliupando o meu
sangue.e.lemeus irmaos, e dascunhadas delle Vmcs
por lauto tallaran] venia.le. Recife l(i de fevereiro
de 1836.-J. E. II.
Pedimos a quem competir* que lance suas vista-
liara a ra da Madre de Dos a um grupo de al
leivosos. que all se rene, insultando a quem
passa.
dem, dem defronte da Roda.
Adiamos muilo mal entendido, que se agarrem
llas ras o cscravns para conduzircm docnlcs as
padollas aos hospilaes; esses escravoscommummente
andam mal agazalhados, e podem levar ao centro daf
familias de seus senhores o mal em s incuba.lo
alm de que nao lie rom prancliadas, que se manda
na prnpriedade alh*ia. Bem podiam ns Africanos li-
vres do arsenal de manaba incumbirem-se desse
Irabalho cm quanlo a polica nao nrganisa as com-
panliias de conductores dos (lenles,
O Sr. que nos noticia sobre n rasa no berro
Cargo fique certo, que j pedimos providencias ao
Sr. fiscal do Recife, c que n.lo cessaremos de o fa.
ser ; afim deque esse senhor mande rebocar o seu
pardieiro.
I.embram. ao Exm. Sr. conselheiro para, que
S. Exc. mande quanlo mies inventariar os cari-
nos, que tic iram orphos de sen infelizes proprieta.
ros perecidos em Santo Anlo, alim de que te cii-
lem nupertezat, < abuto* etc. etc. Outro sim em
nome da liberdade padimos que S. Exc. mande
providenciar enrgicamente para que, segundnos
con-l.i, nao sejam reduzidos ao capliveirn os desdito-
sos Ribos dos pobres que pcrcccram naqaella cidade.
Nem de ludo as autoridades podem saber...
O beceo, que alravessa da ra da Conreco
para o 'lamba 'sla servindo de deposito de :
Cisco : hom petiseo !..
A calcada da taberna, n. 5, da Trempc est
servindo de mangediira para os cavallos dos malulos
c a ra de estivas, eom suas po^a de ourinas, sen
promontorios do ittcmnedimtnto* etc.
Nao removerlo por favr aquellas dua
que estn na ra do Aiag ?
Consta-nos. que as fogueiras dessa ra furam
feilas com barrisinhos de doce, pouteiros de coquei-
ros, c salpicas de alcatr.lo : assim por corlo, que n.lo
faz mossa na alinosphera o fumo.
O Sr. subdelegado da freguezia dos Allomados
que lance as suas vistas pira a pobreza de sua fre-
guezia, que esta exhausta inicuamente dn primeira
genero de necessidade a larinha) que est compran-
peal
vez de sombras confusas essa mnllier que a linha nos
bracos, c morreii apenando |.lilemente a milo de
Rosa.
No dia seguinle emquanto snmbrio o pensativo
Ernesto almocava com a bella Ingle/a. i camarista
enlrou e enlregou-lhe um cofrexinho de cedro rom
fecha.lura de prala, o qual conlinha ama caria cun
quadm. O quadro era o retrato de Ilerodias Icilo
por ella mesma nesa|prevsilo fatal. Ilorrivelmente
perturbado a essa vista, cite deu-sc pressa em abrir
a caria e len :
o Nascemos ao acaso : sobre os mares nu sobre as
praias, cm alcova de purpura ou em pobre celleiro,
destinados i felicidade ou a desgraca, c sem poder-
mos em nada allcrar nosso destino.
(i O Dos que formulou previamente nossa vida,
modela assim nossas lic.ies pela nossa sorle, e da-
nos um corpo de ni.jo ou de mouslro.
.i Sello falal em que se le a graca ou o analhenia',
c cuja lei inexorave rula dia seguir He os ollios
qu dizcm : A ti.' A burea que irofere : Amo .' E
a mo que acea : Meu amado, vem a mim!
.i E us olhoebellos e lmpidos liazem no fundo das
palpehras peiihores mais cerlos de santa verdade. A
desconfianza ndo alcaura facilmenle o espirito en-
canlado.
u E a bocea rosada he mais verdadeira e mais ler-
na, os labios bem Iraca.los lem palavras mais de-
leitosas, a mi alva e delicada lem mais altractivos.
.. V. o coracao que palpita debaiio de lina cintura
tcm mais doces transportes para allrahir a oulro. a
os aunis lu/id.is de nina ampia raholleira preiidcm
os bracos com tacos mais forle-.
.. todava he o Acaso queda esse poder a que na-
da resi-lr. e que chama-se Belleza Oue suli-lilue a
virlude, a Icrnara, a intelligeoela, e sem o qual lu-
do dorme na cscurido.
.. lie o aca-o que faz enennlrarse nina mulher,
notar--e-lhe o andar, amir-se-lhe o porle, observar-
se llu albo o la: te Iho urna alma, ..u ler-se
irdle-nina | ;.;-,ia harmonlosa.
.. t>o que vendo-a do larde ociosa lanrar sobre o-
quepassinolliaresdistrahidossecoiiiprza em lixar
Muila gente o tal ('.anglico
Forrse lem lambido
Mas I un!" ni nao pouca gente
llavera enrequecido.
Ora, Dos historias !
Vivaogimbo t.lo querido '
Ouem mais velhar.o -'ostenta
Vai trepando no jmUiro
Para que servir honra
Ouando tudo heter dinheiro.
Viva, viva a burra cheia
Viva, viva n mettiqvtiro.
Nunca vi tanta Lucrecia
, V.oma agora se est vendo
Nossa patria coma (racha<
E os tirulos vo uasceudo.
Como he grande esle futuro !
-------.Como islo vai crescendo !
To grande devolSEOiilo
Tito snhiimc caridade -
Sil agora he que se slenla _
Bem sublime na verdade. \
a ^-^
Ouero apenas uns dez cnnlos. ^
P'ra tratar da linmanidade !
Mcus irmaos valei aos pobres
Cha o padre a hom rilar !
o 'Juran manda dizer mentiras'.'
V sil padre1 liuqiar.
Virtudes c caridade
Ouer dizerquero ganhar.
Extr. do |.iv. das Matr. II. a II.
Sendo urna das necessidades mai urgentes ha-
verem, nos raes c oulro lugares apropriados, letri-
nas que possam abrigar os 'aabilaiites d'esla cidade.
que precisarem de semelliante recurso ; vemos que
he mais fcil nina pnbre rrcatura morrer de dr
instantnea, proveniente da repressilo d'uma von-
tade que immediatamente deve ser satisfcla, do que
em lemhr.il se de realisar uina medida to sensivel'
O Sr. inspector da thesouraria de fazenda, que
faca remover o foco de immundirias (lobina] que
exi-lu n'aquella reparlicilo, sob pena dos seus em-
pregados e as partes poderem ser alaradat do
cholera fulminante !
lima cousa he ver, onlra lie dizer : quem quizer
desenganar-ee v a Ibasoorarla, aproxime-se a essa
inmunda cloaca, e sentir n ftido mai insuppor-
livel que se pode imginar '. Seria conveniente que
oronselbo de liygiene publica lizesse rom que o res-
pedivo Inspector mandarse construir um deposito
para as materias excrementicias, que cornimiuicasse
um cano at o caes do Collego, afim de ser lavado
lodos os dias pelas endientes da mor ; pois sai as-
sim icaria removido um mal, que reclama a mais
sera providencia.
Emigraram.par.i um sitio muilo porliulio do
Itosarnho tic um cngenlio nina sucia de negros
| jii alFcclados do cholera, digo, ila rain ka rei-
nante, que poz cm serios sustos todos os vizi-
nlios.
Seria de muila utilidade crear-se naquella es-
trada urna enfermaria, por quanto sendo um lugar
onde mora ja muila gente, sendo alguns desles ata-
cados da 6tc/ia em Campo-Crande, ou Salgadinho
niio haver lempo de o transportar aos hospilaes da
cidade. distante quasi urna legua, nao so tela falla
de quem condtiza, como pela cliuva, etc. O Sr.
conselheiro encontrar nos habitantes coadjuvacao
conforme as posses do cada um, e nao fallaio m-
dicos, que a exemplo do Sr. Dr. Rozeudo se nSo
olTi'reeam gratuitamente. Levando-se a effeito nos
lemlir.iinos o sitio la Torre do Sr. Joaquim Car
neiro Machado Rios, que nao morando nelle per-
suadimos-nos, que se nao negar a essa obra de ca-
ridade.
Vo Ziimlii, estando um christio a ajuslar
suascontas com este mundo, quiz confessat-se, a
familia arranjou a cusi un ravallo nao gordo, e
um selimj em hom iho para ir o padre. Maso
que nos diz? 0 padre nao fui l porque quera
'avallo gordo de reg enlre as pernas, e selun in-
gle/, de liorranlia- clieias de la de kagado Ali !
meu padre de minha alma deixar morrer um pro-
simo, s porqueS. Rvm. nio a Iiem exarran-
chado '.'
Agradecemos ao Sr. fiscal do Recife ter lo-
mado em consideraran o que representamos a cer-
ra d'agua encharcada, tie lica atrs da casa <|ue
servio de.ileposito de gc'o etc.
Felizmente, rom prazer dizemos, a nossa Pagi-
na lie sempicaluindida logo que pedimos providen-
cias. m
Supplica. Na casa da rua da Sanzalla
relia, que faz frente para o boceo do Ompello
oxiste a corheirn de ranos fnebres, que enrom-
in.ala a loda v isnhanra porque aleui de ter o earro
as mollas pessimasque fa/ein um harulho lerrivcl
o lioliciro quantlo volia da conla e.m vo alta do es-
tado cm que eslava o cadver ( j se sabe, acres-
centando ) o islo de noile, for de horas ; ajuma-
se a esse sucio um eliopo caTlibado tambem em-
pregado, o empregado, e enlao ol lranlam mo-
mentos requit, e o mais, que esses dous d.....
quercm pondo de pe a quem tem sen somno leve,
e fazendo tremer a quem padece do mono-cabrigde.
.li amanhua.
seus olhos pensativos, e a destruir um repnuso que
nilo se restituir!
n O crime tambem lie s vezes um acaso lerrivcl:
bem como a vaga immensa que arrebata o ousa.lo
nadador, elle loma-nos de jnelhos rom os olhos na
lli tilia, e nos reconduz raladot peh'arrcpcudimeiilo.
.. Pela minha parle n.lo fsllie! Se sou crimino-
sa, nao le queixes de rain, ersue ao co tens olhos,
pois la foi dito framente : a Ilerodias vivera! o
o Vivera Mentira, e verdade ranala !. visto que
a vida consiste em Soffrer e (ozar! Ku condeca o
Sollrer ; faltava-me o resto, quiz lamliem participar
do prazer.
.. Ah eu bem satiia que essa alegras abrazado-
ras eram guardadas para veo, meus irmaos preferi-
los ; qur me prohihicis andar em vanas estradas, e
Iluminar meas olhos com vo-sas lochas sagradas!
o l-'oi por i-so que rojei-me al ao aaBrtoaro, e
enlrelcndo o engao de leus olhos, Ilerodias pode,
lur.inlc Ires mores, amar e agradar !
n Kntilo, tu que me chamas maldita, e que ao-
jo me chamaras em meus dias dilosos! eenheci lo-
do o peso da minha cnndirilo de proscripta, toda a
felicidade que gozas sempre.
o Que! eu te laslimaria Eu ligrp feroz! Nao
siiflocaslc meus lilhos em leu coracao? Ta !
do de nina bella amante Tu que unidas de
sem perder a felicidade !
" \h minha piedade seria amarga irona I'm
ente como eu. ni canta desgraca : sou ave nocturna,
enja monotona faz rmpallidecer anda os mais va-
lerosos.
.. >.ui o grao trazidn por nina m brisa, e que
termina entre a rosas eos Ijrios -, plaa de forma
estranha e de rheiro repulsivo, que eucerra lalvez
em si un, veneno !
. .N o le ladimarei, en, n.ullier esqueoida, que,
de ora cm dimite nao lenho mai- amor, nem mesmo I
. era.,, a 1'. nitu ia c-perarc mais delri:. .l.i a va-1
raudaespreilandoleu capole na- sombris da n. le.
' Ncm mesmo le dire um doce adeos, cu. pobre
alma escapada mu momento do interno! Sei qual
a lora-
amor
COMARCA DE 1.01 ANNA.
Il.imbc 9 de fevereiro.
Mulo bastante, meu amigo, que a essa bella capi-
tal tenha cliegado o hospede maligno que lem en-
Io. lado todo o Brasil ; Dos queira ler misericordia
de mis ; s assim se amolara da face da Ierra o
exterminador da geracao humana.
Aceilem os meus patricios a amigos os -enlimeii-
t is que de mim se apoderam, por ve-ltw com ette
lerrivcl llagello. //odie nir, eras libe.
At a prsenle dala estamos por aqoi sem esto
terrn el asitico, posto que um visionario ja coaver-
sou rom o cholera e o desalojou das tripas de rios
individuos ; porem o que lie verdade, lie que ale o
prsenle pao se lem dedo caso algum nesla liecue-
zia de I lambe, graras a Dos, e perianto nem cre-
dimus no doctor em teierrclas medica, nrargira.
Iivdraulica e magntica !...
Temo-nos visto com o tic tolo, nu junto dos cora-
mandantes de companliia do l.atali.o de caarda
narional, salva honrosa- eicepralet) lem rhesado o
arrojo a lano, que sem retpeito as leis, lem-te va-
rejadn rasas as X horas da inoile. niio obstante o
arl. -if.l do cod. crim., afim de prender algam
guarda por falla da revista, tem ao menos rulurir-so
esse varejo com as formalidades eligidas nos S I o
2 do arl. >\2 e >\.\.
A -naca nacional he creada para deleader a
cunslitoico, porem a daqui he para ofeander a ron.-
Iiluiro ; bem sabemos que estes fados to ignora-
dos lauto do cornmandaule de balallian. coma do
Sr. commandanle superior, em quem se reo nem as
mais bella- qual i ludes, porl anlo. chamamos alten-
,1o do Sr. commandanle do halalbau, poit conhe-
cedr da lel como ,,e> i"">ai consentir eso laes
abusos,, lilhos somenle da vnganra mesquinha. ou
enlao da"etupdez.
Iiem lonj ^sUlo este- genios de satitfaxerom a
especlativa do^fommaudanle, que nAo obstante se-
ren algn da cq>tpo*f{ e fazerem guerra as claras
ao governo, Mies cinglo i lianda. Dos qaeira ajoo
algum dia o nubre commaodanlt -fhsg.?coba
robrir aos golpes dessas espadas qoe o mesmo ro
mandante Ihes ofleicceu ; nunca de | mao lloaro
hom Clirisblo.
Ja ]ue Me fallo da guarda nacional, la vai osis
esta.
Domingo encontramos o nosso amiga T ntica
batanle zangado, pela grande massada qoo den
rapin a romp.inha. eoinando o manejo desde s
11 horas da manhaa at as i da tarde ; nao tabean es
se ser admissivcl essa instrueco pelo capiio. ama
vez que o governo lem i'.e fiar ao balalho ora ios-
iruclor ; se assim he, deixe-se de palacoadaa, falca-
do us pobres malulos suarem por quintas juntas
leem, solTrendo sigan apertos de apalos (olelera-
vel para essa gente he para arrenegar com tal Ira-
lamenlo.
O que mais admirou ao Tirinca. foi a maneira
brusca por que foi tratado o tenei.le pele rapilao.
que, a nao ser um liomem dolado de una lleugma
excepcional, lerth-se medido com o capil.o ; po-
rem, nao obstante ter levado algumas groias de.gri-
lo- ao relirar-se aperlou a mao do capillo, paslindn-
llie desculpa de sua inaptidilo ; louvanm* o bello
cnraro do teneulu, para esses he que l esta o reino
dos ecos.
Muilo tememos osas revista ueste lempo lao pe-
rigoso, muilo principalmente levando ella-da- II
horas da manhaa ale as i da tarde lempo extraor-
dinario) exposta essa gente ao sol e a chova : no
nao ter ao menos senlelha do amor do prximo,
quando pelo contrario vemos que ah lem deixado
de baver arrumamenlo de tropa, por se lemer a ag~
glomeracao de corpos em um tempo como o presea-
te, que se deve de afa!ar loda e qualquer reunio,
bnm seria que houvesse urna suspenso de armas,
pois acho perigoso, que dequinze em qutiie das
se rena nesla povoacn tres companluas com toda
o rigor militar, que estando formada ama comra"
nliia. t\Ao se moveti por occa-io de urna chuva qoe
caho, quando o rapito eslava-c rigotijando de ver
tanta gente, que su se moviain a sua voz, o resulta-
do foi, que leve esta pobre gente de eochugar a
roupa no corpo ; lie bem reno o di ladon.io tinas
a quem servio, nem peras a quem pedio.
lis ltimos dias do raruaval pastoa-se aqoi em
folganets ; a rapaziada do primeira ordem veslio-
se de rav'allero, civalgou brioso, ginetos, n-
ristaram a lancea, O toca a tirar a argnlinha e oflere-
cer as bellas, qoe retribuan) com urna rica fila, que
alavam an vigoroso braco do ravallciro, cm sigual da
agradecimento pela oobre etrolha, Ires foram os que
se distinguirn! eolre ss de mais ravalleiros.
As limas .le rheiro desla vez esliveram no rc-
quieteaiU in pace.
A patulea tambem abandonou o bario, o laua, a
apresenlou os referidos al.ir.los, dignos della | rmem
mais goslou loram os mtalos, por licarem livres da
porcaria com que etsa gente os cnlm lavam.
Tambem livemos bumba-mcu-lun. viudo la do
lioianna, muilo estranhamos qae as autoridades con-
sinlam que appareca ama persoiiarrm a carcter
alusivo a religian,"a quem rhamam padre do bam-
ba, fazendo quaiila extravagancia ha, Iravaudo um
dialogo com Matl.en-. menoscabando a icligiao do
leaos Cliristo. a religiilo do Estado, mofando--* do
sacramento da penitencia ; sean me engao, ama
lei provincial de 39 ou M prohibie o lal padre : ae-
ria para desejar qae ai aulordaden policiaes lomat-
sem em considerado como devem, segundo a lei ;
arl 2K0, cod crim.
No dia -J<, se nao me engao, lora brbaramente
assassinado no lugar Aninga desla freguezia, um
pobre liomem com tres tiros c seis Tacadas: qoe cho-
lera lerrivel I e-ses c oulros he qu* de-aliam o ver-
dadeiro cholera.
he minha sorle. sei quem he meu senhor. e'lorm a
metler os pi-s na cadeia!
n v.. te laslimarci. Mas, o gola de agaa pura,
que raliisle fresca c doce em minha guela ..brazada I
t *'voz que fizeslc ce-sar urna hora meu tormento!
O' balsamo que eurasle-me o peito feri.ln!
n O' olhar, que lanrauo cm minha alma admira-
da (i/.e-le brolar subilamente e esperancade mil do-
res (V 10000 que terminaste meu dia luncslo com
um quadro risonho de suaves cores !
a (' Icrno, o magnifico, i mgico pen-ameuln qnc
povoavas meu deserto de i banlasmi de amor ir
coracao em que minha alma embalon-e brandameu-
le como urna criauca querida em leiln de velludo!
a Nao creas que jamis Ilerodias c-queca nm da,
nina hora, urna palavra. um gesto, urna pallider.
um suspiro, um eslremecinieulo, um ri-o, ama orn-
eara : ludo o que encina me de alegra e dr diV !
.. Esquecer-te, meu amor! mea nico amor Oue
poderia eu cquerer do que vem de li Tudo tammi
em meu rurar.lo um molde vmtiolirn, in.i,, rrcehra
o caobo de urna f immutavel!
o Ah se eu niio tivese mais o envido e a visl...
e vollando-me falla-es de amor, o eorac.li transpor-
tado se me agitara no pedo ; ao pe fume de tua xot
cu romiirrhoiiileiia semprr !
a A.Ico-! l\n tule. Krneslo. loen dolo, com
uina lonbranra casia e mx-irioa. Klla apresenta-
se .liante de li, e -e andas, 0*0 mi-lu.nulo com leas
pensanienlos um -opro harmonioso.
a Ni n- dbil que um -upira, c mai furtiva qoo
um soiiho. ella nao p he o rain Inmole que -e prolonga, ale piolo de ll,
lie a rlaridade de um roROSme vai exlngnir-sr.
Adeos Eut.ega la vida i la querida .uante,
iiicensa-lhe a belleza, dorme feliz em seus braco ;
leve-te cada hora um bem. um carinho ; ma rece-
be em leu sen a alma de Ilerodias a
Terminada a tritura. Eme lo le\.iiileu-< por ca
movimenlo mschinal, e ah leudo os ol
o aedar va. il!r.nle.
Anua nao lornou.....isa v. lo.
'IIM


0I1BI0 OE PinUIMIil SEGUNO F :M 18 DE FEVERlhO 18 G
Saiba mais, que eslamo-nos preparando poraquii
para lular rom a cholera ; a casa ele caridade est
se acabando de montar cela prests, ; tem-sc luta-
do rom muitas diluculdadcs ; porein breve balcre-
mos porta do coverno, que tanto bein lem prodi-
galisado a esta provincia, alira de coad|uvar-nos,
dando para aqu um medico o urna aiubulaucia bem
provida ; posto que mediros aqu nao fallaui ;iin-
provisados porem desses libera noi domine, em cer-
lo laboratorio rhimiro ja so elaboren unas garrafas
d"agua do, lirado, cliamando-sc a cada garrafa cent
bagos'.... Pelo que, meu amiso, eslaiuos nial se
ciliiiido- as millas dessa aguja.
O nosso subdelegado lem dado orJemaoi inspec-
tores de quarleires para que indaguen) nos seus
respectivos quarleires as oceurrenrias mrbidas que
e derem, afina de se ala Miar o mal cm seu cometo,
erafim, a direcro da casa de caridad com o subde-
legado, o qual faz parte da directo est., tomando
todas as medidas, para que sollramos menos. Dos
assim o permita.
Breve llie mando os nomes ilos membros Ha di-
recto da casa de earidade, os nomos dos que subs-
creveram, e qoanln afim, de me fazer o favor puldi
co pelo seu Diario.
Hasta Ima carta viuda dalii, que neslc momento
recebo, me faz soflrer um pouco com a exposico
que me faz um nosso amigo do estado em que se
acba Sanio Anlao; nmito teria que dizer. porem
estou incapaz, devido a entorilo que sollri com lal
noticia, Un- digo : KM tngete in Christos met
diario J)e &Tmmbne0.
nidada da rorpa de polica, natural da Parabiba,
cholerina, alta a 9.
Jote do* Sanios, liranco. I", anuas, solleiro. alniocro-
ve, natural de Macelo, eholerlna, alta a 9.
Vi. i o los Garrido, erioulo, ->i anoo, solleiro, at-
raale, natural da Pernambuco, rbolcra morbus
eio periodo lgido, fallecen "i.
Coime Jos llenriques, pardo. :ll annos, casado, sol-
dado do eorpo da policial nalaral de Peraambuco,
cholerina, alia a 10.
Joaquina Eflevia da Osla lavares, branca, viuvo,
"> anuos, soldado do corpa de polica, natural de
S. Antao, cholerioa, alia II.
Joao Francisco l'"errcirj, erioulo, :II anuos de idade,
solleir soldado do corno do polica, natural do
Cetra, cholera morbos, alta a I :l.
Joo Mana de Mello, erioulo, 25 anuos, rasada), sol-
dado, do corpo de polica, natural de Pernambu-
Co, cholerina, alta a 1'2.
Manuel Marques dos Santos,par.io, anuos, viuvo,
I soldado de polica, natural da Tarabilla, cholerioa,
alta a 12.
Miguel dos Aojos Paraizo, branca, annos, sollei-
ro, sida lo do corpo da polida, natural de Per-
nambuco, cholera morbus, falleceu a 10.
Joaquim Jos de 'Santa-Anua, pardo, 20 anuos, sol-
leiro, soldado do corpo de p'dcia, natural de S.
Anlo, clioler.i-moi bus, ein periodo lgido, falle-
ceu a 13.
Maria Joaquina da Coiircicn, branca, casada, 2."> I dem 51.Florencia, Pernamboeo, rOannos. o-
annos, natural de S. Anlo, em IralamentO. leira, S. Jos, em risa.
Joao Francisco dos Reil, pardo, solleiro, ."ill anuos, .Mein .)2.Alfonso. frica. :lti anuos, solleiro, Rof-
nalaral de S. Aullo, mi tralameiilo. ce, em casa.
I.ui/ Martins, pretil, 45 anuos, solleiro. padeiro, na- i Mein .VI.Antonio.loaquim. IVrnainbuco, '..> au-
nas, solleiro, Kecir*,1 em casa.
Mein S'.l.Anielina.l'.riiaiubuoo, U aunu.-, llcrifc
em casa.
dem 90.Antonia Mina da Conceico. Pernam-
bueo, Mi anuos, prela, S. Jos, cm raa.
[drin 91.Jacintina Jos de Carvaiho, Peraambuco,
7 aun ncasado, llcrifc, b ispilal do Calino.
dem '.12.Rosa Perpetua do Sacramento, Pernam-
buco, lii anuos, viuva. S. Jos, em casa___Pe-
dro Ceiar.
dem *.i:.l'.a\ mundo (iom"s [xonato, Para, 2-S a li-
nos, solleiro, Illanco, s. Antonio, servente hospi-
tal do Carino.
Idi'inll'i.Joan Tlioma/ de Lyra, frica, casado,
pelo, 5. Antonio, em casa,
/'.'raen.
Numero 4i. Benedicta, Peraambuco, 21 annos,
solleira. Reeife, em casa,
dem '"i.Clara, Periinmhuco, O anuos, solleira,
Boa-Vista, cm casa.
dem 5!.Joan. frica, :(l anuos, solleiro, Boa-
Viaia* em casa.
Mein i".I.ni/.. Parabiba, ."> annos, SanloAnlonio,
em casa,
dem iS.liuilheriiiina, frica. IN anuos, sollcira,
Roa-Vista, cm casa.
Mein 19.Ricardo, frica, 20 anuos, Ilecife, cm
Mu.i 50.-Ja
ro, S. Ja
i|uim, IVriiaiiitiuco. li annos, sollei-
.'in rasa.Cirareio l.eal.
Recebemos a caria do nosso correspondente de Se-
rnhcm, que publicaremos emoutronumero, a qoal
aiinuuci.i a oppariro da cholerina naqoella villa, c
que em varios engenhosj lem dado alsuns rasos
do cholera, morreo l.. orna pessoa que viera de San-
to Antao. Tem-se tratado da limpeza das roas, usa-
do das fogueiras, ele. O reverendo vitara pedio
aulorisar.no ao Exin.bispopara fuudar um cemiterio,
cujo campo ja eslit designado. O goveruo enviou ca-
mas, alratro, labarraque e outros disenHeclaute.
Parti hotilem para Nnzareth o rstodantc Sy:n-
plironio Cesar Couliuho, e S. Evc. fez novas recom-
mendaces au juiz municipal e aojuiz de direito, o
qual dizque o numero dos morios ja montava a KM).
Segundo as noticias que recebemos Jo I.imociro
em datado Ib" do correute, o mal tinha cresrido
com grande furor, havendo feilo ja 29 victimas al
aquelle dia. .Na povoacao ile Peora Tapada, quatro
legnas distante daquella villa, a populaco comera-
va a desanimar, e nm senhor de ensenho ja tinha
perdido 15 escravos.
Reeeberam-se bontem oflicios de Sanio Aniao. A
mortalidade conlinuavo a decresce., tralava-sc da
disenlTecrSo da cidade, do cemiterio etc. O l)r. Ca-
valcanlide Albuquerque que de la' veio uo dia 1(1,
por 21 horas, lornoo a vollar bontem. S. Exc. rei-
lerou-lhe as suas recommendaces, e olliciou as an-
toridades que a todo o costo lcvasscn a effcito a de-
si nfecoa"o."
O juiz municipal de Iguarass parlicipou hoiilem
ao goveruo da provincia, que naquella villa ja linlia
apparecido casos de cholera ; requisita camas e bae-
tas, o que Indo vai ser remedido.
A secretaria do goveruo esleve hontem uberla a.
a's 4 lloras da larde na espedirao de ordens fgtt-
ni essa.. /
Ali.nvo verSo os leitores o resultado das pdogeoes
a que procedeu o medico que foi mandado ao en'ge-
nho de (inarapes, sobre o proceso n-.prcuado pelo
prelo no tralamento do cholera-mor'jus :
a lllms. Si--. Tendo ido.^Mrengenlio tiuarara-
pes, segundo fui eoearresjdo por esta commissao,
alim saber do-aett roprietario qual o remedio
U*M' '.<< -cu- ccravos lem applicado com U\\i
" eiitn ,is pessoas all accommeltidas pelo cboler.i-
murbus, cis o quanto a tal respeito tenlio a referir :
Fui informado pelo Srs. coinmcndador l.ou-
renjo de S c Albuquerque, seus lilhos. e genro o
subdelegado llr. Francisco do llego Barros do L-
cenla que alguns dos seos escravos havendo solTrido
verligens, esmorecimenlo as pemas, dores no ven-
Ire, caimbras ro us ou menos fortes, diarrha e res-
(riamonlo do corpo, caldudo dous repentinamente
sem sentidos, e com fories convulses, foram trata-
dos por um seu escravo, que Ihe conslou sabia curar
essa molestia, consislindo o Iralam^nto Da applica-
cao de substancias vegelaes, que adaale menciona-
rej, empregando em primeiro lunar friccfies na co-
lumna vertebral, na regiao do corara i e"em lodo o
corpo ; e depois dando a beber cm czimenlo na ci-
se de nma chicara, que era rrpelida.assim -como as
fricees segundo a necssidaile, permdtindo-lhcs, em-
quanto nao melhoravam, o uso d'agua moma ado-
cada com assucare em pequeas quantidailcs, para
saciar a sude, e vedando-Ibes o d'agua fria, assim
como de alimentos salidos : destes observei qualro,
que eslavam convallescendo, e dous ainda com al-
guma fehiv e diarrha, e em continuarn do mesmo
tralamento.
Tambero informaram-me que o porluguez Mii-
noel Francisco da Silva, sexagenario, morador uo
lusar denomina lo Venda-Grande, leudo soflrido ha
oilo da? diarrbea, e lomando apenas infusan de fa-
llas de larangeiras, chegra no quorio dia ao esiaiio
lgido, e Ihe sendo appllcado os meemos remedios
pouco a pouco melhorura. deserte que houtem ja
se acliava emcoiivallescenra.
i Querendo presenciar os ctVeilns de taes ingre-
dienles ministrados pelo dito escravo, dirig-me a
um sitio do cngculio Bccreio, nuia lezua distante
de liuararapos, onde eiislia, no periodo alsido
tural .le Pernambnco, em Iralamenlo, siffria de
incontinencia de omina c lie do que boje esl so-
freuilo.
Marlinho (ionsalves Lima, caboclo, lili anuos, casa
do, coinboyero, natural da Serra-trande. em Ira-
lamento.
Pedro Mygino de Cusm.lo, brauro, -JO annos, sollei-
ro, natural de Pernambuco, soldad) do corpo de
noticia, em IraUmcnlo.
Vicente lluartc I'inbeiro, pardo, 10 anuos, casado,
dem 54.Manuel, frica, 20 annos. solleiro, S
Jos, em Casa.llr. Nerv da Fonseca.
dem .Vi..Manuel, Pernambuco, 33 anuos, sollei-
ro, Ilecife. piii casa.
dem 56.Paulo, lo anuos, s-dteiro. Recite, cm
casa.
Mein 57.Antonio. 1 anuo, em casa.
Mein 58.Joo, 0 anuos, solleiro, S. Jos, em
rasa.
toldado-do eorpo de polica, natural do Reeife, em I dem 59.Thereza, Pernambuco, .Vannos, sollei-
tratamenlo. ra, S. Jos, cm casa.Acadmico Pedro Cesar.
Hara Pereiri da Conceis^J, crioula.tTannos.foltei- dem GO.Manoel, AI'rirai,:iO annos, solleiro, lloa-
ra, hvadeira, natural de S. Anlao, em trata-1 Vista, em casa.
nienlo.
Luisa Mara da llora, parta, 2" anuos, sollcira, cos-
lureira, natural de Goianua, em tiatamento.
Hospital de S. Jus 15 de fevereiro de IS Vi.l)r.
Ignacio Firmo Xacier, director do hospital deS.
Jos.'.
Mem 61.Joaquin, Periiainbuco, SOannos, sollei-
ro. S. Antonio, em casi.Cirurgiao l.eal.
dem 62.I'ciro, frica, 2S anuos, solleiro, Boa-
\*i-la, em casr.
dem li-.Cslharina, frica, 25 anuos, sollcira,
Boa-Vista, em casa.
Itetac.io ios doenlet entrados uo hospital provisorio [dem 64.Manoel. Pernambuco, (i mezos, Boa-Vis-
da Bon-Visla no dia 15. i.i, em rasa.
Conslanlina Francisca Antonia, natural da Parabiba, Mein 65.tiertrudes, frica, 50 annos, S. Jos, em
anuos, soltelra, lava leira, illeceu. MM<
dem ((>.Mara, 50 anuos, solleira, Ilecife, em
casa.
lllin. Sr.Parlecipo a V. S. que os seis cboleii-
:l
Jnanna Baplista do Nascimenlo, natural dePeroam-
bucor24 annos. solleira, lavadeira, em Iralamenlo.
Mara Jalla da Looceicao, natural de Pernambuco,
13 anuos, solleira, mendiga, em tratamento.
Rila Mara do Espirito Santo, natural de l'eriiam-
pharmaria etc., sao os religiosos os primeiros que
dao o exeinplo da earidade ehrslla. O carmcln a-
bre logo as usa portas, enva seus lilhos acompa-
nbados de um virtuoso Capiicliiiiho, para minislra-
rem o pasto etpirfloal, o consol da religao aos in-
felizes da idade da Victoria, Unta dedicacao, tan-
ta zcllo rdanla apiesenlarain como sssovera o pro-
prio delegado de S. Anlao em seus oliicios presi-
dencia, e inserlns no Diario it Pernambuco que
passavam dia e noile entre morihiiiidas, oeadaveres
sendo que um delles suceuinbio ao golpe do podero-
so cholera, e s largando o seu posto quando snas
forras vilaes inhibiao nuil de preslar-se aos desvali-
dos.
I) cirmell aeolhe em seu recinlo o hospital cho-
lenco, sao os seus lilhos os ministros dos sacramen-
tos ; os que applicam aos ir.oribiindosjos soccoiros
esprilo.ics, scni rom ludo Icmereiii o contagio por
que em sita mente s reina, su penii mere a santa
pslavra.Caridade.
Ser injustiea clamorosa se alguem qoi/.er laivar-
nns poMoidos do orgullio ou vadade. por Invcrmos
locado cm cousas que roneerncn ao claustro em que
habitamos ; |ior que sen lo fados esses 13o palpitan-
tes, c que estilo ao alcance de todos, nao fazemos
inais do que rclira-los; < render um justo preilo a
verdade, lenibraudo-uos do pcnsaucntodo grande
l>r. da iraca, que, ainda tuc a verdade se romer-
a em inoiru de escndalo; na$ca o escndalo, c
diga- A earidade pois he qoem nos obre, diz S. Ambro-
sio, o caininho para a presenca de Heos. A earida-
de ua phrase de Tobas he agua que lava a alma de
(odas as uodoasdo peccado.
Sepoisa earidade lie una vinillo 130 poderosa,
que lem a elliria de apagar una palle de nossos de-
lirios, como aiiirma o principe dos apostlos, CUarii-
las apiri! mulliliidinem penatorum; deve-se com
lodo o ar-limcuto dosempenha-la na actual crise ein
que inlelizmenle nos vemos collocaJos. em que um
llagello mortifer,. ha feilo i tantas victimas do seu
furor, o orpolhoso vai f...--.>I'. sua inarcia diziinan-
do lano o rico, como o pobre, lauto o grande como
o pequeo.
Seria por sem duv'd.i, una obra de magiiitudc
una obra de extrema prolicuidade, seria um aclo
sobremaoeira louvavel pela opiuiao publica, o di-
gna das.beneos do eo> se, cada urna confraiia, e ii-
maiidade eslabelecesse eM consislorios de suas iurc-
jas, una infcriiiaria pajrli leceber o sen irmao baldo
buco, viuva, 5 anuos, lavadeira, em Iralamenlo.]" .1ae onlm de larde licar.iin_ c\istiaJ.-s-lio.-Te flVi-TTitful-y"* "IT^falcr ti furor da gateQJMiSmlre
Hospital provisorio da Boa-Vista lli de fevereiro
de I8j6.l)r. Jos .luguHn de Souza Vilauga, di-
rector do bnspilal.
Relarao das pessoas que fallecern] do cholera e_ fo-
ram sepultadas no cemiterio publir?. vl,v. (i horas
da larde do dia 15, as da latu'fl lo dia Iti de feve-
reiro de 4836, ,' y
litro.
hospital, eslao lodos fcajta perillo, elcopfn o Por-
luguez Jaciutbo Josdfi i.irvaibo.ni.iior de 7ii auno,;
e que as .v,?B i,,,,.,', K a...... ,!, noiledessemesmo
dia, fura atacado um soldado da suarda desle arse-
nal de mime Manoel Antonio itozendo, lilh> de Joao
Francisco, idade de 20 annos, solleiro, mtural da
cidade da Victoria, psrteneenls ao balalhlo e fre-
gnezia de San Jos; o qual sendo pelo rommaiiddiite
Numero 65 s^jmina Baplli Peres, Pernambuco,' ''a guarda, recolhido al hospila, csoccorrido em
26 aleos; casada, parda, S. los, em casi.Ac- 'mpo, esli lujo -c-iii novidade
ileuTco Pedro Cezar. .
Ijl-em (i( Conslanlina Francisca Antonia, Paradi-
na, 10 anuos, solleira, Boa-Vista, em casa.
Mein (i7 Joaquina Vieira de Arroda, Pernam-
buco, 35 annos, solleiro, brhnco, S. Jos, cm casa,
academicoNerv da Fon 'eca.
Ideni Crt Erinina Maria da Penda, Pernaniburo.
"unios, parda, S.Jos, cm casa, cirurgio Jos
Antonio Marques.
[dem 69 Auna Thereza da Jess, Pcruambeco,
103 annos, viuva, Reeife, em casa.
dem 70 Antonio Eustaquio de S. Molla, Per-
nambuco, 25 annos, solleiro, bronco, S. Anlouio,
em casa.
Mem 71 alaria Francisca da ApresantactTo,Per-
ii inibuco, 63 asnos, casada, branca, S. Jos, em
casa, llr. I'arias.
Mein 72 Cilbarina, liberta, frica, 50 anuos, sol-
leira. S. Antonio, em rasa.
dem 7:! Jola, Pernambuco, 10 mece
cm casa.
dem 74 Francisco Nllo de Azercdo Coulinlio,
Pernambuco, 20 anuos, solleiro, hraneu, S. Jos,
compositor,llr. Rery da Fonccca.
dem 75 Francisca, frica, SO .'nios, solleira, S.
Antonio, em casa.
dem 7 Caelana Guilhermini do Espirito Santo,
Pernambuco, IS anuos, solleira, parda, S. Jos,
em casa.
dem 77Francisco .loaquim Machado, Pernam-
buco 35 anuos, casado, blanco. Vanea, subdele-
gado, em casa. Cirorgioes Silva c Farias.
dem 78Antonio, africano livre, Afrna, II anuos,
R*cife, enfermara dos africanos, Albuquerque.
Mem 79 Thereza Mara de J.-sns, Pernambuco,
.56 anuos, viuva, branaa, S. Jos, em casa.
Etcfatot.
Numero lli* l.uiz, Pernambuco,5 anuos, solleiro,
S. Antonio, pudo, ero casa.
Mem .11-----loaquim, frica, 60 annos, solleiro, S.
Antonio, preto, em casi.llr.Sarniento.
IdefK 32 Antonio, I'cruamburo, 35 annos, prelo.
S. Antonio, em casa.
ti aa i.-iiiteria, CearaoO annos, sollcira, Boa-
Vista, prela, cm casa.
dem :i Incgnito, SO anuos, solleiro, Ilecife,
prelo. em casa.
Mem :{5 Francisco, A frica, 00 anuos, solleiro, S.
Anlouio.prel",ein casa.C. l.eal.
dem 36 Joaqoim, Pernambuco, 35 annos, sol-
leiro. S. Jos, prelo. em casa.llr. Ferreira.
Deas guarde a V. S. Hospital provisorio np arse-
nal de marinha 17 de fevereiro de 1856. Illm. Sr.
Dr. Joaquin de Aquiuo Fonsecj, presidentedecom-
missilo de livniene publica. Joaqutm JotAltti de
.llliti'/ttcrt/ue, cirorglo do hospila.
.' wttut.im' a'oo
nos reina; seria, ainda direi, um destes rasgos de
herosmo cbnsiao ; urna prova nao equivocada ver-
dadeira orlbodoxia de cada urna della, quaudo cre-
ando esse albergue, ou esse asvlo de beneficencia, li-
lubridade Pnblica, em que se Iralava das curas con-
seguidas pelo Sr. llr. Peinla e publicadas no lornul
do Comoiereii ,1o Rio de Janeiro I rotatorio a
que se refere o mesmo Sr. J. Curin em um des no-
meros ilessa pazela, o ser transcripto mais adiante,
uo a apie'seiilar a Academia minb memoria
acerca da lepra e suas especies, memoria que iners-
ceu a honra do f.r considerada como Irabalho origi-
nal pela lluslre c sabia corperaclo que maiidou-a
archivar, a agradecer-me ; enlrelanlo que a do Sr.
Dr. l'oivilo, reuieltida antes, foi una dessas duas
de que falln o Sr. t'.iberl cm son relaloro, c dei-
laiaio de er Ii las e archivadas por nao terem Im-
portancia'2 ; o que me parece fcil provar-se por
meio ilc una deduccao lirada de una caria, que cm
28 de mareo de 1852 dirigio-me esse dslrieto der-
malologisla, caria que aprecio, pois qu eonfirma os
meOS resultados dioicos, c ser publicada .esle
jornal.
A Commissao de llvgiene Publica, locando nos
resultado- llierapeulicos,.|uc o Sr.Dr.l'eixolo diz que
oblivera no Iralamenlo d.i eleplianlasis luicrrulosa,
na Ihe sllributo o que nao pudesse provarcom suas
proprias palavras; u l.v. avezado esta o Sr.UT.Peij.olo
a ciaiteracocs.que sua correspondencia ainda se pres-
ta ao que havia dito em sua inloriiifcao.l'ara que os
resollados tberapenlicosseiaro de lodo satisfactorios,
he preciso que o doenlc, cuja inolcslia se cmbalo,
liqueraslabeiecido, e todas vezes que ^c declara que
esses resultados nao foram conseguidos por causa da
inconstancia no uso dos medicamentos aconselliados,
da inobservancia do rgimen proscripto etc., reco-
uhece-se, e disto se deJu/,i|iiea alTeci;3o he curavel,
oque, por j se havercm oblido resultados de
lodo satisfactorios em idnticas circunstancias no
iralamenlo da mesma alIVceao, he que se atlrboe a
essas causas o lian ler sido conseguido o lim deseja-
dn. Assim, se os (lenles a qoem o Sr. Dr. Pali-
lo pi escreveu o oso do suaoo, no liraram curados
da morphn de que soffriaro, foi porquenao quiza-
ran] continuar em siinilbante tratamento o lempo nc
cessaro;mas i-t- h^ prova evidente da boa le me-
dica do Sr.Dr.PcUolo.e s dirumcharlatao,que qoer
ver se ha lodos quopreslem ale inorrer a un. Irata-
roento inipioliciio,poique ua ciiliuuacao he qius\cs'.
o ganbo ; e lauto era ulo.q o.S^Brr~piolo tinha
em visla.que comurmij.o^/urn earregainenlo de gua-
no.lo verdaiiprjue cu.seguu.lo diz o Sr. Dr.Pernoto,
no posso^Jomprehendcr que baja molestias que
ttcSMiem do mntos anuos de Iralamenlo, o por ii-
lo, leudo experimentad i essa substancia uo Hospi-
tal dos Lazaros em diversos doeates, o assac e puc
lim o oleo de tartaruga, nao consegui cases mui bel-
los resultados que elle oblivera, sem que Ihe fossem
precisos esses mnitoi anuos de Iralameulo ; mas,
perfeilamente conservado, entra em demouslrarao' Fisueira de Mello livesssi silo arcommellido- I1"*
seientifica, e diz que, para que os cadveres se ron- j epidemia, e houvessem ll'rido, qnamln lano- o-
servem perpeliiamcnle no Hr-sil, ilcvem estar en-1 Iros pas-aram.pHi inc-inc
cerrados e livres do cmlacln do ar e da humidade,
pelo menos dous anuos; accrescenUiidoqoecsse pr,a-
20 nao he saOlcienle cm Franca, cm conscqueiicia
do fri, que nao permille que clles secqucm lio
promplanicnle qnanto ueste imperio; mas tanlo
alrapalhou-se Sr. Dr. Peiioto, que dea com a car-
ga na lama. Em verdade lenho reconbecido que.
para que 0 Sr. Dr. Peixoto moslre o que he como
Nada mais leudo que arescenUr a soa rnrtr-pr.i.-
aVanela, rematoa-a o Sr. )r. Pciiolo msiiltnid" ni"
romo como medico, e offeucudo oliovtino lni|*cti -I
por conservar-me no loga de prc-denle da I. m-
inisso de llv:iene publia dcsU provuiria, p'lo
que, em sua upini.'m, o P,.,| nao pode dei-ar dr
perder-se. Sim diz o Sr. Ir. Pcitoto. q'
vergonha d cham r-e eicnlleza. me ni" ad.
homem de sciencia, n,io prccTea mais do que fallar mira que comiqo. que sem[ Jupsusni praosdi
cm qualquer maleria, e faz-ine lembrar de certa
forrabem conbecida .' Se o color e humillado sao
as duas coinlices favoraveis para l danesaupsicao ou
pelrefacco das substancias orgnicas, e se, em cou-
sequencia da humidade, em Franca se elige que o*
cadveres embalsamados se conservem encerrados
por espado de cim o anuos, cutan no Brasil maior
d ;ve ser esse espago, por quanto o ar be mais. h-
mido e queulc do que o de Franca; o ,:'<' enaanatlo
esta o Sr. Dr. Peixolo a respeito do prazo, que o ca-
dver embalsamado por Surque!, c siibnicllido
experiencia na Escola pralica, exbnma.lo e abcrlo
quatorzc mezas depois de enUrrado, em vez de cor-
romper-si- abandonado, romo foi, ao ar livre, des-
secconse sem a menor pulrefacrau, ea Jquitio a du-
reza da niadcira. Nao he o fri que facilita a de-
composiro das subslanrias orgnicas : ello pelo con-
trario as conserva, c se e?sas -b tandas podessem
estar siibmcllidas temperatura .!: rrgies |iolares,
se conscrvari.im lano qujnlo es seus gelos. Se o
Sr. Dr. Peixolo livesse frequeolado mais as salas de
dissecres da Escuta pralica de Pars, saberia que
os cadveres se roiiservam por mullo maior eapaca
uo invern, do que no vero; e se rellerli.se que
ar pode ser ao mesmo lempo quente e hmido, caso
cm que esl o do Br.i-il, nao diria o que se le em
sua correspondencia.
O Sr. I)r. Peixolo nao sjulgoo que devia dar-me
licOes, sean quiz mostrar querr digno conli load
de Ganiial e Sucquel, ^ a^.:|fr&mr***ivGtf\
lo do seus conbeciiivfm? embalsamitorioa, din
com essa facilidad
nbilii.il. que o-
zessa sentir aos seus irmaos, que all arluriam o olio- j cum0 ninguem, aleni do Si. Dr. Penlo, coi.scguio
lo da caridade se por venlura fossem assallatlos do | resultado aligum coin a applicac3u do guano, o as
Boa-Visla,
bstanle a liantado, Jos Filgueiras, e submcllen- dem 87-Jacinlho, Pernaniburo, 55 anuos,solleiro
S. Anlonio, prelo, cm casa. Cirorgo l.eal.
dem 38 Jos, S. Antonio, prelo. cm casa.
Mem 39 Victoriano. Pernambnco, 5 annos, S.
Jos, em casa.
dem 'l Antonio, frica, 70 annos, solleiro, S.
Jos em casa.
Mem 51 Jacintina, frica, 30 aun
ato casa.
dem !2Calharina, frica. 2S anuos, solleira, S.
Anlonio. em casa.Acadmico Nerv da FoOceca.
Mem v; Manoel, Pernainluieo, n' annos, Boa-
Vista, em risa.
Resumo da mrlahdadt.
Mortalidade de h.re al s 0 horas da tarde29.
Ilomens 17 mulheres 12.
Total da mortalidade al boje 122,
Ilomens76 mulheres ili.
16 de fevereiro as fi horas da larde.
Dr. .loaquim a'.ii/aino i'unrec.a.
BULLETIM DO CHOI.ERA-MORBUS.
Foram receidos na enfennaria da Boa-Vi ia,lrei
hoineni e cinc" mulheres. Restes doeotes adiam-sc
cm Iralamenlo cinco, Icnd.o morrido duas mulheres c
um homem, segundo, se v da relacao abaiio Irans-
cripla.
Entrar.mi na enfermara do Carno qualru doen-
les, que se aeham cm Iralamenlo, u oeste numero
es! incluido um que fui recebido no perio lo lgido
a lianl.ido, c que, por nao poder fallar, nao disse o
nome.
Na enfermarla de marinha, leve entrada o sida-
do do balalliSo da guarda nacional de S. Jos Joo
Francisco ; c lodos os doeutea recabidos anterior-
mente v.lo bsm, a exeepeo de um portusoei Ja-
cinlho Jos de Carvaiho, de 76 anuos de idade.
17 de fevereiro de 1836 is horas da larde.
Relacao dos doenles atacados da epidemia reinante,
que cnlraram para esle hospital de bontem at
boje. /
l.eouor Maria Thereza, parda, idade 52 annos, ra-
sada, costureira, natural do engenho Linda-Flor.
Ra\mundo Gomes Nonato, branco. 28 anuos, sol-
leiro, servente, natural do Pata'.
Joo dos Sanios Faria, pardo, idade 28 annos.sol-
leiro, natural do Rio de Janeiro. Moldado do ba-
lalhao de arlilharta a p.
Observacao.
do-o a esse Iralamenlo, duas horas depois pareca
achar-sc melbor ; mas snobe aliual que eslava a
terminar a existencia. Na mesma casa (ora tratado
no da antecede:,k- c pelo mesmo escravo o genro do
dito Filgeiras, c, segundo me affirmaram, conse-
guir notavei molhora. poim ainda se conservava
com akunia febre e diarrha. Pouco mais adianto
desse silio vi a Jos Ignacio, de 50 e tantos annos
de idade, que ha qualro das tinha diarrha, ce-
phalalgia, insonja e liieira* caimbras. e fazendo-o
Iralar do mesmo modo quasi nada melliorou, appa-
recendo todava alguma somnolencia e suor. '
Passaudo a examinjr as snbslancias emprega-
das, e que me foram apresenladas pelo supradilo
Sr. subdelegado, vim ao conhecimenlo que sao as
seguales:
*i Para uso interno.Cosimcnln de enlrecasco
de raiz de cajazeir, raz de malvaisco, folhai de
manjerioba e sementes da Cosa, adorado cem as-
sucar branco.
Para o externo. Ilorva-moira. fedeuoso, me-
13o do S. Celano, menlraslo, papo de per, unzo
ou relogio, folhas de batata coinmom, linhorSo, ca-
pini p de gallinhi, ludo bem pisado e misturado
depois com'urna porco de ateite dccarrapalo.
Reeife 10 de fevereiro de 1R56. Dr. Alejan-
dre de Souza l'ereira do Carino, secretario da
commissao.
BULLETIM DOCHOLERA-MORBI.-.
Enlraiam na enfermara da Boa-Visla quatro mu-
lheres, segundosev da respectiva relarao :aehani-
se em Iralamenlo Ires, e urna falleceu. "
Consla do ohicio abaixo transcripto que na enfer-
mara de marinha foram receblos cinco doenles, e
se acha em convalescenca Antonio Ferreira da Silva
que tinha entrado anteriormente ; e que haviam fal-
lecido Francisco Jos, de que se traten no ultimo
bullelim, e o africano livre Anlonio, que falleceu de
um ataque fulminante.
Da enfermara do Carmn nada se sabe por nao se
ter recebido communicaro alguma.
Illm. Sr.Participo a V.S. qno fallecen hontem,
os 3 horas da lardo o pardo Francisco Jos, o qual
tinha Gcado hontem em perigo de vida, e doe Tica em
convalescenca Anlonio Ferreira da Silva.
Entraram ImnUm a noite, e se aeham em trala-
mento os seguinles:
Leocadio Manoel de Jess, filho de Placido Jos
23 annos, solleiro, morador cm Fura de Portas.
Luiz Jos da Cruz, 33 annos. solleiro, e morador
do mesmo lugar, ambos conduzidos pelo inspeclor
do 2.- quarieirao- Bernardo I.uiz Ferreira de Lu-
reiro.
O marujo da Barca Rotkiay, de nomo Abrahm Col-
lina, solleiro, 22 annos de idade, cnndozido por
joule da Iripolaeaoda referida barca.
Ten lo entrado boje as 10 horas do .lia o portugoez
Jacinlho Jo> Carvaiho, casada, 76annos de idade,
lilbo de Jos Malhias, martimo, conduzidu pelo re-
ferido inspector, c as 2 horas da tarde o marujj An-
tonio Lopes da Silva, O annos, casado natural de
Lisboa, filho de outro pertencente ao bri^uc Dous
Amigos.
Fallecer boje o africano livre de nome Anlonio
VI. apprehembdo ulliinamcnte ao sui da provincia,
o qual fura atacado fiilminanlcmonle.
Heos guarde a V. S. Hospital provisorio no ar-
senal de marinha 10 de fevereiro de 1850.Illm. Sr.
Dr. Joaquim d'Aqumo F'onceca, presidente da com-
missao de hygicue publica.Joai/uim Jos .Uves de
lUiuquert/ue, cirorglo do hospital.
Relacao dos doenles atacados da epidemia reinante,
que cnlraram para o hospital de S. Jos desde o
da 31 do io"z prximo passado at osla dala, dos
T'io se resjabelecaram, falleceram, o .cxislem em
Iralamenlo.
Manoel Pedro da Silva, branco, 13 annos, solleiro,
alinncrcve. naiural de Santo- Antao. febre liphoy-
do atacando o cerebro, falleceu a 2 de fevereiro.
I heo lorien da Caoba, branco, 15 anuos, solleiro,fi-
Uma humille lembranca a< confrarat c irman-
dailrs desla Cidade.
A Ici divina be tola fondada em juslira, rccliJo
c hondada, dita) profeta. Ella tem por base, a ca-
rilindo qa< lien amar que dcveinos consagrar Heos
o ao prximo.
O legislador divino quiz fazer osle llover mais cla-
ro c ceinesinho a lodos, quaudo disse : amars a leu
, S. Jos, ,l"V.iimo como a Ii mesmo, cxpresso snblima.geue-
rica, c s'i.i limites por que abrange o amigo, e o ex-
Irangeiro, o nacional o adversario, visto como todos
gOSSO o mesmo predicado, o mesmo allributo de pr-
ximo.
O homem Dees que eslabcleccu a grande virlude
da earidade, cm toda a carreira nrilhante do sua vi-
da di os mais singulares exemplosde compaixUoe
piedade. Por toja a parle que transita, por lodos
os logares que percorre, so os bomens supplicio-lbe
soccorros, ello pro liualisa-lhcs bcnecios, e benefi-
cios grandiosos.
La no descro, vendo a mollilode d i povo que o
acompaiiliava sem ter o necassorio alimento, o sal-
vador do mnndn, alca sua voz e diz :Eu (cubo
compaixaa rtesle povo, miserear stiperlurliam, c lo-
go os!, ola o seu poder multiplicando os pes o pci-
xes com os qoaes fleoo faria, e sobremanoira sitis-
feila lo la a turba.
Tambcm desemneuha sua uinnipoteucia ja curan-
dj instantneamente a leprosos, dando vista a ceros,
ic-sas:lan.a a morios, e outros inuilos beneficios
iu ipreciaveis que lodos allcslaui a excellcneia da
caridade.
Ainda na-i *coiiinile-.o supremo a'Jlor desla virlu-
de de dar eile mesmo as mais irrecosaveii provas de
sua coiiipiixo.no Dculeronomio recommciida aos a-
baslados Israelitas que sempre prodig.disas.sem be-
neficios, o cslcndessem sua mni caridosa para os seus
Irmaos ndigenlos. ligo pmripio Ubi est aperia*
manum /ralri lito egesso el pattperi.
Por Isaas manda que se nao negu o olalo da ca-
ridade com o que lem fome ; que se vtsla o esfarra-
padoc mendigo; e que se nao soja inson-ivcl os su-
plicas do prximo indigente.
Simultneamente as terminantes recomendantes
por S. Lucas ; que se uo negu nina csniola ao in-
feliz clufurdado no lodo pestilente da miseria. 7)i-
e clc'jm'jsiii'im, et cree omita munda sutil co-
hit.
Es(a divina dontrina descida do co com Jess
Chri-to, leve sen eomeeo juntamente com o
iiisin
mal que ora uos persegue, c nao livcssem os meios
convcnicnles para rcssisli-lo.
Nao he s no cnsejo de Iraclar-.-e das grandes so-
kinnidades e festejos religiosos, que deve appare-
cer lauta filantropa e fraleroidade; por quanto es-
te lustre, essa magnificencia he som ule para mere-
cer do publico os bellos encomios, e at por es-
pirito de emuloco de oulras festividades; he lam-
i ni agora e mais que nunca occasio opporluna que
deve sobresalir em todos os membros de urna irman-
dade c contraria, a piedade, compaixao, Iraeruida-
. le, e caridade ; deve reinar no corarn de lodoso
tlUcges proximum luum, porque loJos estes actos
do beneficencia, 1*601 urna plena ,pprova manidade ; e alcanro unta anillada recompeusa do
divino autor da earidade.
Felizmente ja a irmandade doDivino Espirito San-
io, cm S. Francisco, nao ohsUnlc a deficiencia de
seus meios enceluii lao rtobre rarreira.ja lem formado
em sen consistorio, azyloearidoso.nms Infermarls
liara receber os seus irmaos atacados do phantasma
da Asia ; poique b.-m comprcliendeu que era che-
gad i occasio de rcln'uuir aos irmaos desvalidos, os
favores, o, Irabalbos, c metilo o estipendio que cm
oulra poca que Ibes era risooha, clles cxpontnnea-
inentc prodigalisaram para verem o augiuenlo da
corporacao que faziain parle.
Se esto espirito de caridade SO lem desenvolvido
entre a classo militar, ja apparecendo as columnas
dos jornias I deliberadlo tonuda pelo commando su-
perior da guardr nacional do municipio, alim de
forniar-se um cooselho de beneficencia para soccor-
ros os gualdas baldosaos meios para rombater o fu-
ror da peste ; sera* sobre modo seu-urado, e dignos
de um vituperio, sa, na qoadra lamenlavei, as con-
frarias roliaiosas toriiarem-se iuseucivci, a indigen-
cia, o aos soliimcnlos de seus irmaos desvalidos.
Lmn mdica subsenpeo culrc lodos os membros,
o ajudada las economas dos rditos das irmaiidades
lie mais que sullkienle para doseuipenhar-se, e lor-
uar-sc ellcrliva. urna obra de taula piedade, e bene-
ficencia." Seja porlauto a caridade o incentivo po-
deroso que domine entre as coofrarias na crise ac-
tual, nao escape dos labios de seus membros, esle
versculo u una esmolla para soccorro dos iruios,
pobres desla contrarias.
Fr. Uno do Monlc Carmel tu.
O Sr. Dr. .1../. l'cixolo, e o cadver da fillta do Sr.
desembargador Jerougmo Marliiiiano l'igudra
de Mello.
Posloque fosse a Cominisso de lygione Publica,
o nao cu individualmente, quem informou a peliro
do Sr. desembargador Jcronvino Marliniano F'iguoi-
ra de Al- 11 .> relativa a remoro do cadver de sua li-
Iba, de l|jirdo do patacho l'irapama, onde scachavn,
para o camilerio publico, c'dcspresc as iusulluosas
ebrislia-1 expretses do Sr. Dr, A. J. Peixolo ; todava, em
Ja cun o exemplo do seu divino fundador, I allcnco qnclles que o nao conliecein, devo dizer
ja rom releiradas conselhos i ja com noessanles re-
eomondaoes doEvangelho; e-ta virlude subi o seu
zanith, locou e desenvolven no corarn dos liis o
mais firme proposito, a viva convicro de sua proli-
cuidade.
He feilo, cm lodosos pai/.e- ralholicos successi-
vanienlc so foram creando eslabeloeimentosde eari-
dade; hospilaes para .lenles, para os inruiavcis;
albergues para os vclhos, j ara os expostos, para os
rrfos; roceplacolos para os alienados o amonios;
azilos para os vian.l .ule-; r,-as du,educai.ao para os
dous sexos. As escolas de caridade, as confrarias
paraos socorros dos indigentes, dos que jazio en-
carceradoi; as fundarnos de smelas, os montes de
piedade ; as ordens religi-.-as, roja missao era exclu-
sivamcnlc o servicn nos hospilaes, c da redempeo
doscapliviis,tudo prova cxhuherantoinentca cllicacia
da raii lado e qnanto ella penetra e niavc o coraro
humano para desenipenho de actos to piadosos, to
uteis, o tai. agradaveis ,;0jjjkOi divino instituidor.
>o anuo de 252 da era^nirisiaa lempo que nina
posto horrivcl assolava o imperio romano cuja II i-
tiitrou hontem usa doente im nerindo ab-idn i ia .
adiaulado, nao vai nome porque nao falla. J ^""" '"""" '" """" ful "" ^' 0CCa"a ",,e a """
Hospila de S. Jos 17 de fevereiro de 1850.Dr. u'"le ,"mo" s-'"" larS veos, vendo-se da pule dos
Ignacio Firmo Xacier, director do hospital de S. chrislflos, nao s soccorreo com doeara o cordiali-
Jo-.
II.daca. dos doenles entrados no hospital da IJoa-
\ isla no dia 10.
Rila Mara do Espirite Santo, entrada no dia 15,
falleceu.
Joaquim Duarte Pioheiro, nalaral de Pernambn-
co, com 52 anuos, casado, mendigo, fallecen.
Manuel Mariauno da Silva, natural do Pernam-
buco, viuvo, rom 55 anuos, servenle.em Iralamenlo.
dade os seus irmKus, como ainda mesmo aos centlos
que rom modo abandonaran) os seus sequs7.es c a
migos.
alguma cousa ein resposta a alguns periodos do sua
correspondencia publicada cm um dos jomaes desla
provincia.
Qoerendo o Sr. Dr. IVixolo fazer crcr que sou
urna nullidadc, o se nao esquerendo dos seus mos
hbitos, piiucipia sua correspondencia nes dizen-
do que me nao couliccc, seno insullando lodos os
presidentes das Conuuis-ues de llvgiene Publica do
finperio, c confosso que islo me he mu honroso ;
entretente pessoas, que nos coohecem desde rtuilo,
duvidam do snas palavras, e recouhecem que elle he
sempre o mesmo. Felizmente, para i.o deixar-me
illudir como uniros, que o lem sido, conheco perfei-
lamente o Sr. Dr. Peixolo desde csludanle de me-
dicina cm Pars, e para provar esta miuha asserco
experiencias do Sr. liiberl, que sabe um pouco mais
do que elle de molestias cutneas, confirmaram as
inhibas, ndmiro o Sr. Dr. Peixolo, laslimo-o por uo
ler encontrado doenles queqoizessem snjeilar-se por
muilos anuos ao tratamento da morphea por meio
d.-s-a subslancia, para o que se havia munido de um
carregamenlo, que provavelmenle era de mnilas lo-
noladas, e anda creio no que diz lloullier, c he
que confrmala elephanliasis non curalur, propo-
siro que n'o foi contestada p'ela Academia de Me-
dicina da Pars.
Nao pudendo o Sr. Vtt. Peixolo sabir do apello,
em que fra posto pela Commissao de Uvgiene Pu-
blica, que mostrara que uem mesmo os nomos dos
embalsamadorcs, por elle citados em sen nlleslado,
soubera eseraver, diz ojo s que nem elle nem cu
Unhamoiescripto, como deve ser, o de Sucquel,
sen lo que eu tstaiia molhor enllocado no losar de
mcslre-escoia, que elle, p.-ovavelmenlo por igno-
rancia, confunde com mostr de escola, do que no
do presidente da junta de llvg;ene que, aiuda pela
mesma razo, er ser o mesmo que Commissao ;
enlrelanlo islo ainda milis pr.iva o que he o Sr.
Dr. Peixolo. Se cu, depois de bavor especulado
com a lilliulricia, levando o deafaeaniento a poni de
lanrar furtivamente nos oorjnas de nieus doenles
clculos trazados cuidados imcnlc .;e casa cm inhibas
algibeiras. afim de illudir aquellos que se i issem na
miuha probidade medica, como corlo operador de
que me falln o Dr. Fortes Calo em sua passagem
para a Europa em 4842, qoizeass explorar a mine
alierla por Gannal, c me livesse dado ao esludo di
sublimes obras dos cmbalsainadores, o que roe le-
vara al a Icr o manual Ai naturalista cmpalhado'-
do edrlor llorel, dfscttliiia a mancira de escrever o
nomo de Sucquel, c procurara mostrar qu" seu pro-
cesso de embilsamar nao he urna modificarn j
de tianiial, como elle diz em sou attesladn; mas de
nutras cousas me oceupo, e o lempo mo falla para
enlreler polmicas, principalmente na aclualid-.de e
rom o Sr. Dr. Peixolo : todava sulenlo que lana
razio lem aq-ielles qoc escrevem esse nome como
Beba no Diario dr l'ernamburo, onde foi supprimi-
\\o a leira que apura 9 Sr. Dr. Peixolo, do mesmo
modo que nutras mallas o sao na composoo lypo-
graphira, qoanla os que o fazcm como est escup-
i no aolographo qno exislo archivado, c agora quer
o insigne cmbalsamador ; por qnanlo, se Tartieu,
em seu Diccionario de llggiene l'ublira c Salubri-
dad! estrave Sucquel, e assim so acba escripia no
I>;ill"liu. da sc-s;ui di Academia de Medicina de
Paris de 10 de marro de 1K7, em que foi apresen-
lado o rcl dorio d i commissao cncarregada de exa-
minar n;o s seu processo. sono os de Dopr e
(anual Rouillet, em seu Diccionario t'nicersal de
sriencias, leben artes, esereveo do mesmo modo
que esl no Diario de Pernambuco, c assim se en-
centra esse n imc na mesma (jszela; o recorren lose
ao .lunario seha que* lano oda na S. Aoloioe n. 02, romo o
da >'cum' les l'.1:i(s t;h imps n. 711 eserevem Soquel,
C nao Sucquel, sendo de olas que deslc ultimo ha
quciu lenhs aqui a assignalura ; e suslenlo maisque
o processo de embalsamar desle nao lio nina modi-
(icaro do de Gannal, romo cm sen alte-lado diz o
Sr. Dr. Peixolo, par quinlo osle servia-se de urna
diss-dnrao de sulfato le nlominia e de chlorurelo de
alomen a 31 graos do arcomelro de Uium, enlre-
lanto qu" no de Surqiicl sj empresa ii clorrelo de
zinco a 10 graos ; c lano ido lio exacto, que dous
cadveres, embalsamado um por osle o uutro por
aquelle, posios emcaiiu coidadosamente fechados,
pregados .* enterrados no jar lim da Escola pralica
de Paris, sendo exhumadas no lim de qoalorze inc-
zcs, dorara resallados .hHerenies, achando-se o de
nao basla mais do que recorrer ao leslemunno de al- ,anal cm pulrefacrau adiantada, em qnanlo que o
guns collegas c amigos residentes nesla proviuciaeua
corle do linpcii lodavia.se elle duvidar desse lesle-
munho, pois o 'ara mais t ni impudencia, podc-
ici despurl.ira, ynejnuiji, pan porque precise de
mas para i.....tr.u que al nislo \ ||(eg|ado.
Dando a
cortejo mortuario (Pelitre os povos. as irmas hospi-
lalciras, e os religiosos de diver-as ordens desempe-
nliav.ini com aidimento o* aclos mais sublimes da
Anua Joaquina, naiural de Pernambuco, comifj caridade christa.
annos, solleira, cstnreira. em tralamento. i) mesmo modo, quando o lemv.el phantasma a-
(...Ihaiina, escmva de Manoel Antonio SimOcs do .ioii^ i..... c ,
Amoral, com 25 annos, faleira, fallecen. c 00 s,a',l-i os lava a Europa c a America do Norte,
dar ijioa
falla n'ajfdadc ; e enlo ver-se-ha se lenho razao
para dar ao que diz o aprcro,que merece.
Parecendo Commissao de Uygiena Publica um
lant i exagerado o que em seu alicatado diza o Sr.
Dr. Peixolo, o nao se leudo ainda esquecido de suas
facilidades de promeller c allrmsr o que nao pede
cumplir nem provar, tocou cm suas pretendidas cu-
Quando lumbem noanno i3 S a peste fazia o sru r. dc eleplianliasls dos gregos ou morphea, e isto
embalsamado por Sucquel eslava exterior e profun-
damente conservado. 0 que porein nao moslra o
Sr. !>r. Peixolo he livrnou jornal, cm que esse no-
me so achc escripto como elle escreveu-o em seu
Mana Thereza, natural do Coriri, 25 anuos, sol-
leira, in-iidiua, cm Iralamenlo.
Joaquina Maria do l.ivramcnlo, natural de Per-
nambuco, com 40 annos, lavadeira. solleira, cm Ira-
lamenlo.
Rufino, escravo de Francisco Ignacio de Alhaido,
com 12 anuos, em Iralamenlo.
Hospital provisorio da Boa-Vista 17 dc fevereiro lados
foram os hispas, os religiosos eas irmas do caridade,
qoem lomaram a pcilo socitudr, o extremo cui-
dado dos iufelrzes nccommcllidos som liaver disliue-
c.iu da sexo, o religiao, ao passo que os pastores pro-
leslantcs fugio por evitar o terrivcl contagio, dei-
xando i!c.-!iuiiianamrulu aos chrislaos os seus offec-
do is',0.lir. Fraila tro Alende
recbr inlerirtu do hospital.
de Imorint, di-
*VtcV-/ /m v Aelaco das pessoas fallecidas desdo 6 horas da lar-
do de 10, al 0 horas da larde do 17.
I.itrcs.
Numeroso..'.aria da Conceiro, Pernambnco,GO
aliebra, parda,Sanio Anlonio. un rasa.
auno-.. .
Iho familia, natural do S. Amaio Jaboalo. cholo* | Mem 81.Iguaria Thereza de Jess, Parabiba, u ||a, '
ra morbus periodo lgido j adiaulado, falleceu anuos, viuva, parda, Sluto Antonio, cm casa,'l>r.
a n.
Mana Francisca Xavier, parda 26 anuos. Sollcira.
naiural de l'oi nanibuco, Gosloreira, cholerina.
illa a 7.
Joao Baptisla da Silve, parJo, 2S annos de idade, ca-
sado, natural do llonito, soldado do corpo do po-
lica, cholerina, alia a 7.
Beilarmiu.i do Reno Rorros, pardo. 2S anuos, ra-a-
rio, naiural do Rio Crande do Noile. soldado do
corpo de polica, foi aneciado do cholera morbus
cm Antao, e loi iralado pelo Dr, Augusto Car-
iciro Monteiro da Silva Saulos, entrou para este
liospilal ein convalescenca,.: leve alia a 7.
Leonor Rezerra Cavalcanli, branca, 75 annos de idu-
de, silleira, oncullora. naiural de Muribeca, cho-
lerina, alta a .
Paulino Marqaeda Silva, pardo, 2", annos, solleiro.
(ls r limteos pois. em lorlns as rrises lainenlaveis,
......* uo:..ni o encomm ido, recciaram o contagio
porque liuliao a sua convierto noAilige* proxi-
tnum luum i ul le ipsum.
Na .pudra acta! em que o Brasil se v visitado
poi c.-sr horrivcl sisante asitico, c-se inimigo invi-
sivel que lem iuvollo no crep da dol lanl is fanii-
sgo de caridade evamielira se ha dopa-
,\eiv da iiuscca.
dem ^2.Iznbel, Pernamboeo, I ', annos, parda,
Boa-V|s|a. em rasa.
I tem s '.Rita Manado Rspirilo-Sanlo, Pernam-
buco, 5 annos, viuva, lija-Vista, cm casa.
Id. :u si.Suz.ina Felicia, Pernambuco, 8 anuos,
prela, San-Jos, cm rasa.
dem 83.Cm inla (juilhoriniua do Espirite Santo,
Pernambuco, 13 annos, solleira, parda, S. Jos
ein casa, l)r. Pilan a.
rado entre no-! Nao loquemos cm ondas
fallemos so na que nos vira na-eer.
llr o govci no o ; rim :iro que abre o- seua cofres
e prndisali-.i soccorros.. in ligencia que jeme ilebai-
xo do furor da peste ; tia mulla,. nmissfies dc he-
nclicencia quesolieiaoda caridade publica um pc-
daco de pao para a humanidade desvalida, nao Ira.
lando desses enlcs que aproveilaudo-se da crise .ir
dor c gemidos, qoercm, e lem monopolisado o- ieus
vendido |ior precos espantosos; por
que estes rieixaiuos chafurdados no lamaral de soa
dem 86.Laurenliuo Josc Vicloriano do liorba,
Pernambuco, 20 anuos, solleiro, branco, S. Jus, gneros, o
caxeiro, cm casa,
dem S7.Mara, Pernambuco, So anuos, prela,
Rerife. em rasa. vareta, e eiuregnes ao rnmplelo olvido.,
dem 8H. loaquim Duarte i'inheiio, Parnamooeo, Sao alsuns espirites raridnsos que pelos joinaei
52 annos, solleiro, Hoa-Visla, em casa. i uflerecem ao goveruo ni seus servicos mediros e de
alllisio-o. Em sua rorrespendencia declara o Sr.
Dr. Peixolo que nunca prometiera curar essa nllcc-
ro, mas que apenas Halara deseos mui bellos re-
sultados oblidos por meio do guano ; enlrelanlo
aquellos, que rbcorrerem ao Jornal do Commer-
(io desse lempo c rclecliiem no que so acha esrrip-
lo ein um dos poriudes de sua resposta reconhe-
cerno que nlo fui exagerada a Commissao, e
quem consaltar as collecciicr- ;da lasela medica de
Paris, vera que mais do que i-to conlinha sua com-
niuincacao i Academia de Medicina. berl, tratando na Ac : Icmia de Medicina de Paris de
urna commuuicaco do Sr. Dr. IVixolo, exprimiu-se
dc rrodo que cu, para que un Franca se nao lizes-
se lo mi couceilo de lo los os mdicos brasileiros,
como por cerlo licar-se-bia fazendo do Sr. Dr. l'ci-
xolo, depois do verificados os seus mu bellos resul-
tados, o que nao -eiveria seno de justificar ludo
que em una de sua, licroesdisscra o celebre Itrous-
sais, gratas as inirisisdcsso esludanle que Uie dra
a ler o que cm seu desabafo havia oscriplo a Acade-
mia tic Medicina do R,o de Janeiro c se cncoulra
cm Ma IteMa mettt n (Inminente de abril de 1833,
vi-mcobrigado ..aun me ao illu-Ire medien do
Hospila deS Luiz, padiudo-lhe que nao cmillissc
sen juizo acerca do que havia sido coininuuicaJo pe-
to Sr. Di. l'cixulo. nem apresenlassc, como mam-
hro da commissao le molcslias cutneas da Acade-
mia, sen relatorio em quanto nao livesse experien-
cia propria, experiencia que en ja lluha por haver
feilo applicaro < (luano c as-aci em
mmissflo de llvgiene Publica aos ter-
mos a signili .c'in.qii' elles tem, e Ibes he dada pe-
los lexicographos, o vendo que era um lauto rharla-
lanoscoo promoltor > Sr. llr. l'eixoto ao Sr. desem-
bargador Fgoeira dc Mello que o cadver dc sua
lilha se conservarla perpetuamente, impngnon eso
adverbo que, empregado por elle, podia ler lano
valor qnanlo os seus tnui-bellos resultados thera-
peulicos ntidos por meio do guano uo Iralamenlo
.la elephanliasis dos gresos ou morphea ; mas o Sr,
Dr. Peixolo enfeza-se, c appella para o que foi ob-
servado na almiara de caixao que cncerrava o ca-
dver da lilha do Sr. Dr. Fon ira, por elle embal-
samada dous anuos antes. Com efieito, se iioruue
mu cadver coiimivou e p.u don- anuos sem alle-
racao, uo (pie nao crcio par nao ler vislo, .levo por
isto eonservar-se perpetuamente, onia.i declaro que
me lio pncisv aprender lgica com o lenlc qne en-i-
non-a ao Sr. Dr. Peixolo; mas aquellos que ni i la-
ciocin 'tu co no rile, r rrcem que nada baque, sendo
rrcado, se conserve pcrpelnameute, nao admitime
sua coucl.i.o, nem recebem sem conleslaro o ad-
verbio empregado c.n seu atiesta.in; se lie que se
nao rieni do que diz osse novo Dulcamara, que sup-
poz ipr encontrado algom Neniorino no sr. dcscm-
bargador Figoeira de Mello.
Nao lalisfoilo o Sr. 4),-. Peixolo com a prova lira-
da do cadver da lilha do Sr. Dr. Ferreira que, pas-
udos dous anuo, depois de embalsamado, eslava
Kgvnr.liw m WaVbalsamavam os esdeveres, roa
os miiinificavam; e em verla lo, nao leudo eu assis-
lido ao que ha tantos seculns. pralficava esse povo
com os seus cadveres, u i pissi resslver a qoesMo.
Ni) s-i s as mu mi ,s, qu vi en diversos museos,
e muilas vezes no de Anatoma da E-cola de alu-
cina de Paris e no de llisl >ria natural .1. Jardi.n
das Plantas, sao o resultado de embalsmenlo feito
em cadveres que so reseccaram alravessando tantos
seculos, ou se sao cadveres momificados: o que sei
be. que alguem, que por seos conheciraenlos srien-
licos esl milito cima do Sr. Dr. l'cixolo, que nes-
la materia nao osla mais adiaulado do quo eu, diz :
Les Egypliens sorloul e.v:ieol pouss F art d'cin-
lanmcr a un haut degr de perfeetion, ommo le
nronvent lei momita, doul un eran I nombre sub-
si-leul encor, nao bastan 11 par provar que el-
les embalsamavam, e o faziam perfeilamente, mais
do que Iranscrever o que se encontr no Di-iuia-
rio de Medina em 30 vol.. no arliso embaume-
ment de Mural:Presque;loulcs le-, nalions laient
dans l'usage tVemlanmer lenrs mors ; mais aucun
people na port re ari plus loin que les Esvp-
liens; podendo eu citar ainda o arliso ,mba\miiig
da FnetjnXop'dia de Londres, em que se loara estas
palavras:The Bgyplians cxree I sil otber nalions
in Ihe art of preserving bolles (rom corrnption;
for soma, lh.il ibey zave embalante upwar.l of 2'HKI
ycars aga, remain onlire lo ibis d i> ,v-v\ are broushl
inlo otber couulrics as greal curij-ilies; e se o
Sr. Dr. Peixolo hoavesse peo-arado saber oque sis-
niBea a pslavra mumia, leiia vislo que no rabe
quer dizercorpo embatsamado.

Nao desenlo da burra o Sr. Dr. Peixolo seno
quando esla o alira ao chai, om tem douloral diz,
que os emb ilsamentos pelos :n ithodos de (janoal ou
de SneqneLsBA mu preferiveii ao das E-^ ;" ia :
mas oistoainda deu prova da applicacjto qu: lem
feilo de sen tempe, o de que jnlgava qae eserevia
para ignorantes. Por algn i annos Goonal eiplo-
ron em Paris com resultados lucrativos os embals-
menlos, e os cadveres por rile injoclados se iam
conservando ; mas, lendo o c iv-rnn francez prohi-
liboum 'M :c ouluro do 1816 que nos embalta-
meotoa fosse empregalo a arsnico, c havendo-se
reconbecido por meio do apparelhe de Marsh que o
liquido, dc quo olio so servia, conlinha grande quan-
lidadc dessa substancia, seus embalsa.nonios c.ihiram
em descrdito e morrn pobre, para o que concorren
a experiencia fcila na Esi;da priti-, ; entretanto o
embalsmenlo dos Egypcias era Ul, que Angosto
Cezar, indo ao Egyplo, leve do admirar a conserva-
rao dos cadveres do Alexendre e Ptol nudo, morios
Iresenlos annos antes, rojos of cis e mesmo pella se
arliavum em periodo edado de iut -gridade, e ainda
boj, com mais .'.o tres mil anuos decorridos, ca.la-
ver.sse encontrara iut irlos, c par lal molo jue pa-
reen) adormecidos. He ver.l.i lo qiu Sucquel ob-
levoliJn resull^l4jrae.p3-i::i'ia f.-il i ni L.cola
pralic i: mas raejMo as*i.n nao >e p le dizer qae
son processo he preferive! ao tos Esypci.is, por-
quanlo, para rilolvor osla quesli, sen i preciso qae
livci'em Jecorri Iti dousoa Ira; mil lenlos, o mallo
inda falla para Isto; esa reaorrermos a discassla
hivi la na Academia de Medicina de Pars cm sua
jcsso do 16 de mireo de 4847, ora que Poissenille
apreaentoo o relatorio oIDoial da eom:niss.ld encar-
regada de examinar os pro.*efSH de embalsmenlos
de Gannal, Sncquet p Dopr, veremos qoe nao so
se falla mais vantijoiam ma do de Uorini, profossor
do physica cm I.oJi, se ida que Velpean, tratando
do de Sucquct, assim se exprime : Quanl aux pro-
reds de Mr. Sucquel, ils n'onl s,.mkic cepend mi
\aisser encor i/ue\i/ue chosc a de-ircr sout le roo-
porl de Ii eontereajion des [formes. I. s c idavros,
en se dessi-hinl avec lo lemps, te momift.nl el s,
difirincnl. o que .les;nii i que o Sr. Dr. Peixo-
lo disse relativamente ao pnc-s-o l.n Egyp-ios.pre-
leudendo que osd Gann it o S icq i s lic eraui pr -
ferveis, porqueaqiellesm>nniiic-iva:n, em quanlo
que estes eonservavain os cadveres no estado i. r-
mal; pois qoeo dafeito, que rila nula na dos Esyp-
cios, se di nodeSacqaol, cujjs calaveras, des-ec-
cando-seeim o lempo,se ttiutu.li'am o pardeo as
formas, segundo a opioiao le Velpeao.
I'eudj a Commissao de \\\ .tiene Publica examina-
do o alleslado do Sr. Dr. Jaso P^roira Reg.i, iioiou
que Iho 'illiva a lor.nula xig'di ciu p .vis simi-
Ibanles, o confrontando eue atlctido com o do Sr.
Dr. Peixolo,vio que CjIo nVi c.in-or I iva c mi aquel-
ie no diagnostico Ja molestia ; nao parecendo o at-
iesta lo do Sr. Dr. Pcreira Kegn miis io que nm
lesses que lodos os facultavas Ha para que qoal-
luer eadaver possa se: :., : i, que oa que elle
aiilorisava rom as palavraspm lnu:o seu ron-o p..-
dc sepullar-se; mas as f.u ma inln;ao ofen le-
lo. A CommiesBo procedeu olii-ialai'.o, e iicsia
lele modo, pois qae lago n principio d ua '"<
respondmria insulta inditiaaii.enlr os pri <' "
les das Coinroi"**s dr Hyi-ne Pnldici. do Im"
perio, que elle clas-ifiei dtlevi.iiins na Ire-l""
rados.
He verdada fajfj, nao tand, *., luido da K-r.d .
de Medicina al Patis, on le r-lilci, pira a .* Moiil-
pelier afim de nella lar.i-r (...bis s incu cuates nwu
sollrcr iiaufiasi". ero gozando la sua red....! : \
principalnienlc de|iois do proceso Mr2C, nao dr\
pretender a honra de ser c..lleca do Sr. Dr. Pnx.i-
lo ; todava arcano o losar de rersidenl da <"..-
mis>ao c ll\ si"nr Publica :-.. p.r ama distinrrass
honrosa dojCoverno Imperial, que iiuilo aprecio, i.as
lendo ease logar sida dispulido alhoje par colli'a
atsum, e creio poder aflirniar que e. msrabro dr--a
C imniissio se nao envergoiiliain dr er-me por pre-
sdante. Ifinoro qoc couceilo de rom fa/ o liover-
no Imperial, e que importunen Irnao : o qae e.
be, que orrnpo lrr Irisares de nomeacn do mesma
("invern, scro que para isto me empenbasse, c que
por duas vezes lenln ido roudci-nralo. sem que a
pcdi-se; c o que sei m.ii, lie que por veres bei re-
cel o elogios de h 'inens que. por sen- ronkecinMi-
los e illuslrarn scienlifica, ela muilo .rims doSr.
Dr. Peixolo, e que, quando conmina rom meas e-
criplos para os peridicos mediros do Ri.i de Janei-
ro, nclles nunra ciicoutrci arlisa do
sanndor. Nao duvirto que o -. llr. l>etxMm'^
veigoahc dc rbamar-.ne eu r.jjle-. ...: ------
que ueve rii\rr;oniTar-sl!'mis i!o nao be ra/.m
para que uniros assim pr.H-e.tam. c ah esta ararla
do Sr. GibOfl, que me Irala rom ti.tinrr... r me
Considera romo sen rllela, r qu ando ,\ms-;l me
convidav ein Sde Julho de |KI para sjsjSJjaaj ,
sol cas,-, a urna conferencia medir, i.o se ctiver-
gaahav de ronlar-me no numero dr seus mllesaa ;
alcm de que a Arademia Imperial .le MedioiH oV
i'aris, mandando archivar a mi liba memoria cerra
da lepra e seus especias, e a^radercr-iiie. enlnUnla
que erou para o cont a .!. Sr. llr. Peixolo Va-
ne o direito dc de-presar os srus insultos.
Nao sei que razan lm lido o Cierno Imperial
para u-i dar ao Sr. Dr. I'eixotj algum desses leu-
res eminentes, qae !i-ousrun o amor projrio .1
homem dc sriencia, oiiaam:in< a presidiara da
JantaOolral do Byfaoaa Public-: e nao davio mr.
m i que o grande embalsama lor lenha ntnliras para
quedar se contra sua injuslica cu inzralidao ; loala-
\ia creio que seria disno de no ver em um das-
se. lugares ^pessoa lao hospede mi materias sacari-
ficas. Se o pobre Brasil nao pode deixar Ce ir pa-
rar a algom abysmo, porque o iovwiio Imperial
me conserva na presidencia da Cvnimis-a.i ac llx -
Sicnc PuDlir.i. que dina o mundo sricollfcri, veada
o Sr. Dr. Pesla na presidencia da Junta Central, oa
em alsiini desses lugares, en. que nao be precisa aaw
zcr qiplidaro da -eringa '.'
Crcio ler dito quanto he bastante para mostrar.
que a Commissao proreden romo devia ; e qaalqim
qu- soja o insulto que venia do Sr. Ir. Mata,
'teixa-to-hei no monliiin cm que o liver dcpesilldo.
Se ha mais lempo nao respond, foi porque aa ac-
lu~.li.la le o lempo me falta.
Dr. Joaguim de Aquiuo Fimteca.
13 do fevereiro de ISjb.
o Para ser Iraiismiltida ao Sr. Dr. J.\qaiaa I.hi
sera em l'ernaml.nco pe!o| aterin-!, de Mr. Ch-
I i-saiul residente na Havre, n
acadkmia nacional de medicina.
l'aris. -JS de Marra de |MV'_
Illm. Sr. ccllega.I.i com vivo inlerese as ii-
formarcscoudas na rarla coa que me .d.-.qiai;
s informa.,',es coucordam intdramtnte rom mi.

I l'oi i-lo prnvavelmeulc, que lee. o Sr. .1. Co -
que dizer ua se-m .la Academia do Medicina .1
Paris de 2*1 .i" niaio dc I8,"il, referindo-se a um ue-
Rocianlc da ilha nurbon, que solTria da lepra Iu-
berculosa : la .Medie continuail teujours, lors-
qno des renseignemcnN fournis par un mederin i*u
Hrcsit nous lrcnl coniiailre uurenirde emplovo avea
-iiccrs sur quclqucs ngre, donl plusieurs acaicnl
rf. parfailemenl guiris, le guano. Nutre mala..o a
t envoy dans le leo mme ou l' un e.rphtte re
diversos do- | produil, el si.imiis ce Irailoment. Je no sais qucl
.;:
tilias propr.is obteremrOlt, e. isualmenle risa a afn-
nis qae renho imiJi.Io forinar p..r niim mesma sa-
ble iiumero-os domnenlos ininislr.< dorea que, coro" o mea honrad jaHrga. esiaa ca4-*~
lacados em circuiuslaucias que >.s b-bililam a julsar
os fados rom pleno contteciniento ..c causa ; c p r
islo nao posso dcixa: de torasr su m iiiformiriies
sran le consideraran cm mmenlo opportano. a qni|
naluralinenle se aprc.-enlar.. quando ra liver de fa-
zer o meu relatorio sobre a memoria do Sr. Pevro-
I) e sobre algamai oniris re'.al.ras an mesmo t-
sumpln. Todava indasuei de sen tr..|alba a Mr.
Gufin. e este piomclleu-nic enlrcsar mo, sezaaaaa
deseja o meu culleg.i, afim sic r,ne eu possa apravn-
tar-mo dello cm alguma oii.municario acadmica.
Enlrelanlo. tintan* cuidado-ament asuaemrla
romo un documenta importante para aprcsrula-lo
em lempo e lusar roiixrnienlc.
r^lou tratando asora memo n.,s roinhas salas ds.
Hospital Saint Lois um gendarme francez qae se
(ornot leproso na dnajeloupe .|e[.lunlia.i luber-
cnlosa c qoc ao principio oblevc urna melkoca
notavei pela nppliraro interior c exterior do olea
io lado, c des banhos de vapor ; .as cujo f-la-lo
parece extraordinario, lia dous o.i tres annos, ap-
pliquei a outro leproso das colonias, que apena
apresentava as manchas rox.is nnciae'. n suero lei-
loso e as pilulas de assac. qne nos foram enviadas
da America meridional, mas depois de alean* nafres
o doente se canrou e eu o perd de vista.
Dizue-se de aeccilar, meu dislinrl,, rolles, ns mea-
sinceres respeitos, c roco-lhe qne sempre que Ikc
for pessivel, me honre com as suas inlerestanln
comrauuicacoe.
, .. Uibcrt One.
:'.0, laiibours Passonkre.
o Dr. Amassal tem a honra de ronxidar a Sr. ter.
I'onsera a assislir a nina conferenrij a respeilada
anua artilichi, que f.r. cm : ua asa amanilla ee ar-
ta-foira pelas qualro hor..s da larde.
l.'uarl.i-fcira S de Julhode lei'il.
RESULTADO DAS EXPERIENCIAS KEITAS XI
HOSPITAL DOS LZARO*.
Illm. e Blas. Sr. OCaaasJaa tieral de Silakri
dade publica, lendo sido pi r V. E\c. cncarresad..
de lealar experiuiiias oonj a suano no Iralamenlo
da eleplianliasis dos Cresas,, de que s.io arrafnmil-
dOS ns infolizes, que se arlmni rrroll.idos u hrspilal
de Nosaa Sentara da Canasele dos i. zares, ese
havendo manido earoa poi...o njo pcqacna de
sacros dessa SUbstaMia, qne por V. E\e. l..i nHa>-
risi.1,1 a romp ar. ni se descuid.iu i.i.:
da honrosa roinn,: -o, para que ora in..nra,le, SBB>
presando lodos os s n. disvcilas 'em inclhorar a -
qualidade nao podia obrar poi oairo mojo. Se era lc JloJaollaS infczes. qae so aeham, pef j-sim di-
verdadn que a lillia .lo Sr. desembargador I igueira '"r. proaeriplas da soriolade, ,. encerrados cm nma
de .Mello liaba snecumbido a u.na dysinleris
chroniea, ramo diz em jai alles'ada o Sr. Pe-
rcira Roso, cnl> o Sr. I)r, Peixolo ou rrrou
quandoconsideroda mole lia coma uan tliarhri, ou
fallou a' verdade quando e:n seu silesia 11 liase rom
trmenlo queamenin i de luesc ;r.:i i,fa!|.
"e-
\
frumento queamemna de queso trata,fallecer des- '
a alooro. que na a lie dytenler'l:, e ni i elle mesma
pns.io ; mas senlc promudamenl que seas esfa.-.^
nao fossem croado- de lisonseiros resultados, e qae
(cnlia dc annuiiciar a impotencia dessa solislaiH-:
na Iralamenlo da elrpbauliasis, urna das otis eren-
c luedonhas. atecrOes qne fazem p irle das quadios
l.'rmographicos.
OConselho, Exm. Sr.. c;"prcsoy o guana dc lo-
naocontCSla. A Comm.tso n'o allirmou .; ic a :',::,a !js os modas, que Ihe parce r,im mais f^
do Sr. desembargidor F.gueira 1 M ;:, t:,,l,, -i.i.....0 a ii^rcuj- lecca.. parecia indicar": aa pr.a-
""''' "" '"'''". : i"'-: .:". leu .- ripio della oervi-mc sem o conrm .o de oulra. safe
n. uto inllio do Janeiro :dis.s-,pie na > que Ihelra i tanciis,- mni.dindo lastrar rs qaarlos dos o>e-k-
referido, e nada Ihe pareca mais n ilural do quo (er com grandes porceoc, appttcaada-o cm banhos i,p,-
rlla-uceu.nludoaessaaffecro.jaseivndododyseo- dos, ou imnie.lialamcnt.- sobro a pcll- tuu meiade
'.' '' '.?':!.?I:Vl'.!;'|Ur,:..,l.e !',lIi',' .1Ue Chl"" "~ rr'"6e'' obrindu Wi J'","cs a ..mar banh.K de
e a guardar dio -essalar, dc. : mas I, sa dc
entes do Hospital dos Lazaros liesla provincia; sendo
ainda isto, que me levou nao s a remeller ao Sr. J.
Cuiiin, redalor em chele da Gasela medica de Pa-
rts, o relaclorin do exliocte i'nnsrlho lieral de Sa-
en a ci de resoltal, mais rumme noos avons un ror-
respondanl o /o Janeiro, mi ponrrail rcrire ponr
avoir des rensteignemenli cerlains :. cel s.ird.
(: Sesslo da Academia Imperial de Medirini de
Paris dc 17 de julho de 48.V.
commelle com mais facili lade e forri aquelles que
se aeham cm idnticas circunstancias. Se acaso o
.-:. Dr. l'ereira Rogo s e lives e nuslrado ofendida,
enseria o prim-iro a dar-lbo as ..dicarOes que mi-
nlia |i-i; a mo i'rmiltiise fa/.e lo; mas elle nada
disse, e disto conclu) que og'. Dr. PfetCato quiz
ILurar sob a copa dc um odiosa,que a Commissilo e
cu estimamos e respeitaaios. A Commissao, olo
encoulrando a formula que di forri a qualquer
atleslado, considerou-o como gracioso. Unte mais
|ue nellc so nao di/aa qnj o cadver podia
ser transportado do Rio de Janeiro, entlo fuco epi-
dmico, para e-la cidado cm que 0 cAolera
se nao tinha desenvolvido. So a commissa oci-
tou o nomo daquclles que dissoram a akuns dc seus
membros, a que ella repeli, foi porque ha bomens
que, einboru digan) a verdade, nao qoerem expor-se
aos compromellimentos a que a verdade umitas ve-
zes d lugar; mas posso afllrmar que pessoas da
probidade disseram que a lilha do Sr. desembarga-
dor l'isucra de Mello havia morrido do atolero,
delle tambem surrnmbindo escravos seos 0 no era
extraordinariu qae cscr3\os do Sr. desembargador
ronvercer-so que ai ni.-taiicia nao linh- por
si s a virlude de f /.er r. (sai os estrago- do mal. e
que ve ale i n aliv o pos..,, ;- logo os primeiros
dias n. t ni. que II, den e.peranra:. de fclizcs resal-
lado-, nao foi d.-Mdo a arca do nana mas sotar. '
lo adela regalar, aos banhos eoi,tfw assmhi-
ginicos cropresados; n., it,,ao ric a||MJO p,^
srclido. Depois dc ver que s aaasjfU suano naa p.
lia eoasasuir ,ue||,0IJr e,U(|<, lUy e.rplianliaros.
e quorendo molificar Iralamenlo, leve de rrr, ,-
rer ao us de alejuma ul>.tancias ainii baja rr_
rosadas, como o iotie, marrano, ouro. eaxafre, ol-
sa-parrilha, guaiaco, fuman.,, rtr.. ek., rooaas-
nando-as, e applirando-as .le diverses modos; mas
vio que o mal nlo aadia. Erafin. |i ten.b, e-sota',.
lodos s n.eio.'lherapeutir..-. sen. uuac. aband.m.r
o uso do guano, o qnerendo nada dnvar por ea-
- ii ir. rocorreu aos rauterisantes. em que livesse a
menor ronvircjo de sua virtode ; m.s a mal caa-
bon de ludo : os mmenlos alarados tela terr* em
brasa, se reprodnziam. ou sr forasav.m em di re-
sos ponlos, e perdend.. os doenles odas as evo-


CURIO E PfiHIMBCO SEGUNDA FEIM 13 DE u'eRRO DE bG
linhaca c vinagre. Prohibo a allluencia das pessoas
que quercm visilaros doenles. u
Di. Joaquim de .quino Fonseca.
' '- tfcc ic'w.
rauris de n ii Ccnseiho .-dr ile dar-se por vencido uo fim do
mais de tre O Coosf" nl0 appoou o guano intimamente ;
mas couhe5"'0 *- aiialvse eMaTltea fcifci era Franca
pelas celares Fourcrov e Vauquclii, c sabendo
quaes luios principio componeutes dessa substan-
cia a alul|s rerorreu : e se do gsano nito se ser-
vio jniniamenle, s assim obrou por 1 lio parecer
intil, scniio nocivo, sobrecarrega/ asvias gstricas
do prftcipios terrosos. Elle nfio aora que uin f,i-
cullalvo do Kio de Janeiro tem recorrido a uso do
um ectracto de guano ; roas cmfessa que islo pa-
rtee ate! extravagancia, ou neio de allrahir do-
ule-, do que convierto queicnha esse facultativo
de que pilulas de gil a no na cbse de quin/.e ou vate
** e cinco graos por da possairprodurir elleilo algum
\ no Iralamenlo da elephaniasii en lodos os perio-
dos, e m qualqucr das apecies ; por quinto as
noticias que elle lem pultirado no Jornal d> Com
merrio, apc/ar de diiei que ha corado diversos
morphelicos, scro con) ludo declarar os nomes dos
individuos e as especies de lepra, uao aprsenla as
curas l.i 11 romprcvod.s que arrede qualquer suspei-
ladequc baja txagaraefo, ou iucxaclido de sua
parle ; e ero, Jcscreveudo o esla lo dos individuos,
que 'l.i como curados, o Taz de modo que de sua
propria descripcilo se nao pos deduzir o contrario
do que pretende ; sem comprovar as sues assercss
com o lesleraunho de facultativos dcalguma impor-
tancia scieii.ili m. que livessem examinado us doen-
les qnlcs de emprelienderem o curulivo e depois de
curador; sem nerr. ao meuos aprescnlar Acadc,
mi.i Imperial de Medicina os doenle<, pira que el-' Companhia de vapores Pennsula'- C
"
!
c
V
\
Srx. redactores.\,eudo-se cm um cilicio, di-
rigido era tf do correnle ao Eim. presdeme ,1a
provincia pelo Sr. rirurgio Manuel Pereira Teixei -
ra, publicado no Diario de Vernambuco de boje,
qoe-l.e menos verdade o que se ie fuiclim do
<:',<>lera-morbus relalivmenle a nina preta que fu-
ra sepultada no cemilcrio publico no dia II) dea)
me', poia que linda nao fallecen pastea alauma que,
-aeconimellida pela epidemia, fosse por ello (ralada
c leiido-mo encarregado de orimisar csse bulle-
lim, devo declarar quK cm sua redaccao me firmo
sobre peCas olliriaes, e que, se be men< rtrdade o
que nelle se encontra e loi nolad pelo Sr. Teixeira.
Millo a censura recabe sobre o Sr. administrador do
eemilerio ou pessoa eucarrcaada de (azor a rclac.ie
daquelles que nas vinleequalro huras,le cada dia
morrem do cholera-morhus c sao scpullados netse
eslabelecimenlo ; porquapto a relaro, publicada no
Diario de Pernmnhtiro de |> ,lo correnle, loi runi-
posia vista i|o originid.
Sou, Srs. redactores, om toda a oonsideracao,
ele.
Dr. Joaquim d',quino Fonseea.
Ifi de fevereiro1856.
.... CAMBIOS.
Sobro Londres, 27 3|J ifi d. por 1c
o Pars, :'.s r>. por r,
o Lisboa. 92por 1110.
Kio de Janeiro, ao par.
Arenes do Banco, :>."i iiiii de premio.
Acces da companhia de lleberiue. .
Acces da companhia Peruambucana
a ii Ulilidade Publica, 30 pur cenlo
o o Indemiisadora.sera vendas.
Disconlo de lellias, de 12 a l.'i por 0|.(|
HETAES.
Ouro.Oneas hespanholai. .
Moedas de lijiui velhas
(Oiilil novas .
icono. .
Prala.FalacOet brasileiros. .
Pesos eolumoarios. .
mexicanos. .
. ."/i-^IIK
ao par.
de premio.
289 a griyno
. ION mil
. utsnao
'.hum
29000
. 29000
. I^.Sll
.iAM.Iu.A.
KenOinieiilo dodia I a |.">. _
Ide.n do di:i lli.....
I27:12I9S
5:"|jj171
i:'--J.s:iii;!i!ii;
5Min.i M'V-%.
r
la podess3 attcslar as oulras.
t) que expende o Consclho nao proven) do desojo
de contradizer : elle s f.u emiltir sen joizo criiico.
livre de parcialidade, c romo lleve proceder luda a
rorpora^lo scicntifir.i, nao negando principios de-
monstrados pela experiencia ; mas nao admitlindo
em previo exame proposicOes que estejam longe
de cr provadas. Ncnbun jornal de medicina do
Rio de Janeiro verifica es-as curas ; ncnlmn as
menciona ; neubam elogio se Ibe d pelos resulla-
dosohlidos ; pelo roulrario se v 00 Archivo Medi-
co Brasileiro do mez de julho do cnenle auno que
o boticario do hospital dos Lazaros daqucll.i rulado,
atacado pela elephanliasis dos (rcgo, e bavendo
experimentado o guano interna c externamente, ne-
nhuma melhnra obleve ; antes sollreu mais rom c-
rupces phlyclenoidcs, crupees que no hospital
dos Lazaros desta provincia tamhem se deseuvolvc-
ram nos lenles submeltides s experiencias; en
Dr. Marques de Carvalbo no sen artigol'ma vi-
sita ao hospital dos l.tzaros da eidade do Itt de
de Janeiro, publicado no mesmo Archivo Medico
de julho, fallando no* cITeilos do guano que r-xpe-
rimentod o boticario do hospital, nflo apona um
s caso de cura por elle operada, c nem sequer se
oecupa do que lem publicado o Dr. Peisolo ; e no*
cooselhos, que elle d, para que sejam seguidos na"
quclle hospilal, que parece estar em lano abando-
no como o dcsla provincia, nada se encoulra rea"
livimenle ao guano ; e nao be de suppor que li-
vesso deixjdo de fallar nesse meio Iberapeulico, se
Ibe parecesse poderoso ou mesmo de aluuma ulit:-
dade, sobreluilo ala bavendo onlros sobre que ;-o-
de&se contar, e pelos quaes livesse sido desprezado
ou esquecido ; e nem be de presumir, que sendo
rcaes as curas operadas pelo guano na casa do Dr.
Peiiolo, ja dessa aabstaneia nao se lives-o lancado
rapo no hospilal dos Lazaros daquclla cida !e, o que
outros farnllalivos, ensaiando-o, na > livessem al-
gum resollado favoravel a publicar, quaude o Dr.
I'eixolo, logo no principio, tete tantos, c s o..- tere
felizes.
O Conseibo nao pos em duvido a noticia dada
pelos joriiaes (raneles relativamente i eura.de um
individuo do Per, atacado pela clephanliasis dos
Uredos : pelo eMtritrio arredila em sua exactidao ;
mas desse caso de cura nflo sappoe que se posu con-
cluir que a elephanliasis dos tiregos scia curavel
lo.las as vezes, 011 qoasi sempre que se recorrern
guano. Casos de curas, que so crcm operadas por
' diversas substancias, exislem nos aanaea da Sci*n-
cia ; mas he de nolar que todas as vezes que essas
substancias, que lem sido aponladas como len.lo do-
s/UllilTilllitr -as eVMMia nSo*ilflK&i em cIM*
idenlidos, o mal lem progredido, sem nem mutuo
moderar o seu furor ; o d'abi se poda deduzir que
na constituirlo dos individuos, que se suppie terem
si lo corados por cssas substancias, se operou qual-
quer modificaeflo salular, de que dependesse a ces-
sac3o do mal, sem que as substancies, que no lem-
po em que cssa modrticarao leve lugar, foram ap-
plicadas, em nala para ella livessem rourorrido. He
justamente por esla rallo qno o Conselho er na cu-
ra do individuo do Per : elle sappoe que alsuma
cousa concorreu parr a modilicarao de sua consli-
Inieao, admille mesmo ale cerlo poni que n mu-
d.inca da babila^flo. a estada em lusar, cuja almos-
phera ho empresnada dos principios vulalcis, que
das graudes massasde guano ercicio ou novo genero de vida, os banhos domai,
etc., em parle livessem influido jiara cssa modificaciio
de que resullou a cura ; mas nflo se julga aulorisado
para d'abi concluir que o guano cm todas as cir-
cumslancias determina a cura da clephanliasis dos
(jregos, e anda menos de (odas as epecies de le-
pra ; porque seria tirar de om caso, lalvcz onico,
uma conclusao lio geral, que cquivoleria a um ab-
- surdo.
A' vista pois de lulo qoanlo o Cousclho leva ex-
posto a V. Exc, sem entrar em tongas dbcussoes,
conclue que o guano nenbom beneficio on modifl-
carflo produzio nos doentes do Hospital dos Laza-
ros, e que 11S0 he de suppor que possa prodnzi-lo
fra do Hospilal, qu.indo, alm da poiie.lo vanlajo-
sissima daquelle eslabolecimento, nelle foi o guano
applicado em escala muilo maior do qua po lera se-
guir qualquer particular, mesmo collocadi e;n al-
guma casa de saudc das que aqora exislem no lra-
sil; pdenlo asseverar que um do seu, inembros
lendo recorrido a essa substancia em diversos casos
de sua clnica particular, e em individuos, quo se
acbavam cm diversos periodos, neuhum resnl lado
feliz obleve, lenlo um desses doentes seguido o
mesmo melhodo de Iralamenlo procoiiisado pelo fa-
cultativo do Rio de Janeiro, a queai al mandn
consultar, e de quem recebeu umi exposirn de
seu melhodo de tratamenlo, que em verdade em na-
da difteria do que ja liedla sido empreado ; a nao
ter, segando a opiniao desle Conselho, menos ra-
ztavel ; sem que todava se livcsse recorrido s pi-
lulas de extracto de guano tflo recominendado ; e de
lu.i cunclue linalmanle que o gamo est longo de
intrecer os elogios, que Ibe deram pelas virtudes j
que se suppunba ler sobre a elephanliasis itosrc-
ga,
Ikos guarJe a V. Ex.
Sila do Conselho, de selcmbro do 1846.
Illii. e Bina: Sr. Ceaselbeiro Anlonio Pinto Chi-
cborn da C-ama, Presidente da provincia.
MrTJoaqnim de .quino Pontea.
Presidente do Conselho.
Oriental.
Muitos dos nossus leitorcs sd lembrarao do pri-
meiro esiabeleeimenio desta poderosa companhia,
queapresenla um dos mais extraordinarios ovem-
plos de prosporidade, baseada na energa c porspi-
iMi-ta ile seus directores, Po fundada 0111 31 ile ile-
zembro de 1840.
O capital he de Ib. 2,50Q ou para cima de on-
zo mil conlo de reis. ti Jivjeiiilo do ultimo se-
mestre foi :$ i|2 porcdnio. Attompanliia possucos
seguinies magnficos barcos de\ vapor:
Carreira de SotUhamp ' Av'.....I.62ft ion\ ;l-2!) cav. balice
2 Tora .... 2,126 \4o() ,
i Indas. 1,700 \4.">0
4 Euxinc 1,165 70
Carreira de Multa e Miirsellia.
(lo rodas
5 Vcclii..... 900 ton 800 ra\ . do rudas
<> ^alclla 000 WD
Carreira da Pennsula.
1 ragas. 90o ton 2so cav .de rodas
8 Alhambra 720 110 blico
0 Madrid 50!) 100 de nulas
10 Sultn 1,000 200 hlice
11 Iberia. 600 200 de rodas
Carreira de Suez e Calrutii
12 Benclc. 1 ,soo ion 520 rai tic roelas
13 Hindersan. 1,800 520
14 Oriental. ,000 500
15 Bengal 2,300 000 hlice
IG Boml>a\. 1,200 280
Corrciri de Aden, Hunda im e Chine .
1 i Singapore. 1,301) Ion. 500 cav de rodas
is Ganges. 1,300 500
19 Enn .... 1,050 280
20 Norma 1,035 230 blico
21 Madras 1,200 280
22 Calis. SSO 220
23 l'ollinger 1,300 450 du todas
21 Malla. 1,480 450 a
Carreira de Calcula c Cltiiia.
2. Tcrracia 800 ton. 220 cav blico
20 Chutan T50 100
2/ Sangbac, 700 loo i
28 Precursor 1,000 iOO dC rmlas
28 Pekn 1,200 430
Carreira du eoa da Ciua.
30 L. Mary Woud 650 011. 200 cav de rodas
31 Cantan 400 150
t)c. Barca ingina sir Jame, omercadorias.
Barca inglczaMargarelKbacalhio.
lli i-ue inglel. O.mercadorias.
Escuna dinamarquesaCaritabeado.
Paiacbo americanoFiioiorebanlia de poreo.
Urgue brasileirollom ./susfumo c barricas va-
lias.
CONSULADO UERAL.
Keudimenlo do da I a 15 .
dem do dia 15......
19:1009393
3:0028520
52:7u-2f0(3
L'IVEKSAS PROVINCIAS.
Reniliinentodo da | a 13 ....
dem do da lli .
:l9067a
K5c6i
3:27Gs3i9
DKSPaCUOS DE EXPOKI'ACM) PKI..V ME->A
1)0 CONSULADO DESTA CIDA DE M) DI
Di DE PEVEKEIKO DE 1856.
Marsclhallriguc (1 -necz ul'rosper, Viuva Anio-
rim c\ Pilho, 1,100 saceos as-urar mascavado.
CowesBriiue inelez Comely, Me. Calmen! ,\
Companhia, IJ3O0 saceos dem.
Sluekolino-Briaue -:icch nAIOlUd, N. O. liieb. r &
Companhia, :li)0 sacros assucar branco-
HavreBarca franceza Pernaiubucoa, l^isserrc ti
Companhia, S50 sueros dem.
Harselnatarca rranrea uAnsuraliea, -N. O.Bie-
ber A Companhia, fino saceos assacar mascavado.
PalmonlhBarca ingleza aSpiril of ibe Times, Pa-
ln Nasli fi Com|.....hia, ,[iH) saceosassncar mas-
cavado.
Exportacao .
I'.ir.diibi, patacho brasileiro iTherera I, de 287
toneladas, ronduxio o ssgointe :500 barucas baca*
lio, 2 Mas ferragens, 7 ditas genebra, 2 dilta tinta
verde, { dius bolachinha ingleza, :t ditas e 21 gigos
louca, 1 caixa copos, B barra a \ meios ditos inan-
leigt franceza, 3 caitas cha da ludia, 3 rolos salsa,
iO earrafes, :o,| resleas albos, 10 resma papjl. |
ciibrullij impressi.s, 50 sacca- arm/, I dita raf.'. i
rulos fumo. :\ lunas rb bra-ileiro, :I ro'.xes, | r xa lamaocoi, 50 movis do casa para dillcrenles uso-,
3 massos df diarios \elbos.
I''aiin.iulh, barca in-leza Oueen. de -ISO Inuc-
ladas. conduzio o se^uinle : i.200 saceos com
21,000 arrobas de as Lisboa, barca porluu'uza !lorl:ncia, da 571 la-
iipI idas, conduzio > srgninle :2,300 saceos com
11,500 arrobas de assucar,
LiOlSSUl.AIMI !;; i.TM.IAL.
Rendimenlo dodia I a I'..... I2:li2sl3l
dem do dia l(i....... 2:521:707
E pata constar so inaudou /illixjr o prsenle e pu-
blicar pelo Diario. I
Secrelaria da thesoararil provincial da l'crn.uii-
bueo 12 de fevereiro de 1H.V6.O secretario, Anlo-
nio l'crrcira ila Annunciatpo-
Clausulas especiaes fiara a arremataran.
Ia As obras docmpediai,'nenlo do aterro dos Afo-
sados, lar-se-bflo de ronfor midado como oreainento
approvado pala diredoria iia eonselbo, c apresen-
lado a ap|irovarilo do Exm presidente da provincia,
na importancia de 2>:00n;MK>o.
21 o arremalanle principiar as obras no prazo
de 15 dias, e as concluir no de mezes, ambos
couladns pila forma do arli. 31 da li n. 280.
li O pagamento realisar-sc-ha cm qoalro presla-
epes goMS) cujai tres prinreiras corresponderilo aoi
(res lerdos da obra, c a 11II una licaru para a entrega
deliiiiliva.
i' o prazo da responsab WiHado ser de seis me
zes.
5' Para todo que nao se ada provisto as pr-
senles clausulas nem no or eainenlo, seguir-sc-ba o
que disple a respectiva lei ," -s,i' e cm espcciali-
dadeo art. JO.Conforme^<> secretorio, Antonio
lerrera lia Ani.....ciaran. \
1 lllbi. Sr. inspector d Uiesooraria, cm com-
primenlo da resoluca 1 da jt#,ll: lla fazenda man dn
fazer publico, que val novronle a pral>~no dia (i
de mareo prximo vindouro'^ P'lra ier arrematado a
quem por;n>enos lizer, a ccPnservarao permanente
da estrada da Victoria, por Jempo de lo mezes, a
contar do m de abril do corrc,c anuo, e pelos pre-
cos abaixo 'declarados.
32 SirJamsctjre
Jerjeabloy
. 125 .!(!
Carreira da uiii.
33 Nubia. 2,200 ion . 45') cav hlice
34 Alma. 2,200 450
35 Acbies. 1,000 420 da rodas tao. ^^^
36 Simia 2,000 ion. 000 lav.bplicc
37 Cstnda 2,200 450
:8 Colombo 1,800 450
39 Ripar. 1,600 440
40 Manilia. 03S 60 blico
41 Rajab fiOO 80
42 Pella .... 985 216 (eni
- ctisli uccu).
PfvioS de ti a.
i3 lladdiuglon 1,500 44 Zanobia. 900 lo III ladas

tf:6G6S9^
PRACA DO IIECiFE 16 DE KEVEREIRO DE 1856
AS :i HORAS DA TARDE.
fetifla sciiijiiat.
Cambios--------Sica se geraloicnte a 28 d. por
19, e boje lambem se neuu-ou a
2/ :i|( sobre Londres, e '.2 por
eenlo sobro Lisboa.
Assucar---------Entraran 21,20: saceos; as ven-
das regidaram : mascavado rega-
lar de 25209 a 23300 por arroba,
boro de 2Jrlo0 a 29630. Branco de
3520D a t>. c smenos do 2)850 a i
2~:/.">0 por arroba.

o---------Smenle vieram ao mercado iSIcompareram na tala da mesnia junta 110
ceas, qoe foram vendidas de
53.100 a 9500 por arrobas de pri-
meira sortc.
Coaros----------Sustentaram os prcrs de 240 a
250 rs. por libra dos seceos salga-
dos, b ivenda falla.
Baealhno Toraram no porto cinco earrega-
mentos dos quaes tres seguiram
para os porlos do sol, o doos lo-
iwr Vil'llilii- Viii,' aj|i;ii'h,li.r.'T,
45 KortWilliam 1,800
4C> Sania Anua 1,500
47 Ariadne. 900
48 Larkins. 1,000
49 Orestcs 900
O total de looelagem de
cocs be do 00,551
11,046 cvanos.
n

lodas
eslas embarca-
toneladas, a a forca lio
'
Fallanlo o sueco do limilo no Iralamenlo dn eho-
ler-mvbus, quando este se acba 110 periodo lgido
adianladv, julgo conveniente publicar o que diz o
Dr. Ileauegard a respeilo do medicamento indio ou
poeo elbrea e laudanisada. / ,
"*" "iroioile'rTfn-s'olTria de Cpimbras, liuliadejaeres sero-
sas, voinilu, e apresenlava frtc- mais ou mcios completa, en lli dava a poefu .1:1-
le-cbolericado< Indios. Appbcava-llie doas cocie-
res grandes, una aps oulra ; depois as quatro oulras
de quarlo errrjuarlo d : liora'; as qnalro secuintcs de
meia em meiabora, c por (im de hora em hora,
Oertcilo sse mediramenlo,. gue manlfetlou-
se sempre des t a segunda. -ccira ou quarla ro-
llier, consiste ei f.,zer par. si espontaaemenle
os vmitos e h evacunroct. vrouii, em suspender
s caimbras e a dore do baisu-ienlrc A comi-
nuaro desse ledicaineulo, ajli t ido de tolos os
muios conhocido, faz appareeer,,roiiipl.iu.e-,ie o ca-
lor do tronco, depois dos njembros.Einfim, a
cyanos desaparee ; para ser Mbsliluida pela reac-
rio que, ordinannji-nte. se npara de ama mancira
franca, e mo lera.miente inflantmaroria.
Kis a fot mola :
R.Elber sulfoic, doas oavas
ludano lirtido de svo^Mmt, meia dU.
Agna de horeUa, (res oncas.
\arope diaedio, uina'dita.
Mislue.
.. Admioistrandoesla pnrilo, diz o Dr. Beaure-
gard, lenho muilo colado da recorrer as meios ac-
cessonos,cu)a efcan lem mostrado vi experiencia-
assim, dou a beber i doenlc uma inrusao qoenle d
cha da India 011 deiorlelAa pimenl. junlando-lho
mei.1 eolher grande 4 agurdenle de Franca em ca-
da chicara ; mando evol% os cbolericos,'depois de
mu. com cobertores d laa, cerrados por bolitas con-
teni agna fervendo, rincipalmenle as extremida-
des uferioret; applic sobra o estomago calaplas-
nuvs de cinza qnenle, a anda melhor de tafloba de
Feninilidatlc russa
A i',.sc//i semanal r/- medecina c 'le cintr-
(fn. diz O Courrier di Marsclhi, refere CS-
trahido do uro jornal allomio, Tactos toex-
Iraordinaros da fecundidade das mulheres
rossas, que seriam dilfices de acreditar, so
n3o lo-sctn acompanhados de (o minucio-
sas circumstanclas.
l'.is aqu algtins:
F.m ^1 de marco imperatriz da Ituss'a o enmponoz Kirlov c
sua muliicr. Este campo lez contrahira se-
gundas nupcias, taudo setenta anuos de da-
lle a sua prmeira mullier parir SI vezes :
em quatro, tullios cada orna, em seto, de
tres de cada vez, e em er, gmeos.
A segunda imilhcr linha ja lirio sete par-
tos : ero um 3 lillios ao mesmo lempo, e cm
seis, sempre genteos. Portanto este patri-
archa russo, (inlia naquella poca, 72 Glhos
vivos.
Esta pasmosa fecondilude tem-seobserva-
do mais vezes ni KuSSa.
Assim a camponeza Gaslorwa, da villa de
Dolgom no governo ue Orel, em 1 de margo
e 1834, panu de uma s vez cinco Glhos,
dois machos o tres lomeas, os quaes mor e-
rain no mesmo dia.
EmTorgowa, \ mulher do um Kalmouk cha-
mado Stedanda, pari quatroc caneas vivas,
urnas das quaes moneo uo da seguinlo.
Na villa de Swonika, governo, de Wooff-
da, a camponeza Awdotga Korouowa, pari
cm 26 de maio de 1854, quatro lillios, que
lodos viveram.
Em noYcmbro de 185 oulra mulher no
governo de Wlademir, pariu quatro ere-
ancas.
Ora assim nao admira que a IJussia lenlia
tanlo soldado, mesmo sendo um impetro
tiio vasto.
aula por 6,000 barricas, relalhan-
dose do 135 a iSf por barrica.
Carnesecca- Entran aquiiro dias um corre.
gamcnlo de carne secca de Buenos
Ajres, oqual expondo-a a venda
illa lem cpparecido compr.der,pe-
lo que estem risco de seguir para
llavana. Da que exista do Rio
Urande venderam-te apenas :iO
'arrobas de 5$500 a o por arroba,
e inda ficaram em ser 1,200
( arrobas. O consuma desta lem re-
vertido paia o bacalho pela dif-
ferenca de pico.
1.11 uhade Irigo- Chegaram 1,200 barricas de Phi-
ladelphia, pequeas partidas do
Rio de Janeiro, com os quaes o
deposilo monta a 9,900 barricas,
sendo 0.000 barricas de Pbiladel-
phla, l.tiKi dcliciiova. 1,800 de
Richmond, e 200 de SSSF. Reta-
liiou-se a 27? da prmeira, a 30S
0
lllllll.l.
Hila de mandioca-lia f.dia e a ultima entrada
1- terco. d:O?i>00o
0571000
" > 2057^00
i- .. ... 2:4209000
E para cdnslar so mandn afijar o presente c
publicar [ieh> Diario. \
Secretaria da Ibesouraria provisleial de l'crnain-
buco 12 de fevereiro de 1856.O serrelario, A. F.
da Aununciacao.
O III111. Sr. inspector ila/lhoouraria provincial,
em cumplimento da resoInr^So da junla da fazen-
da, manda rasar publico, que .'.10 da (i de marro pro-
uni vndouro, val iiovanipi*se a praga, para ser ar-
reaalado a quem por lueirfts fuer, a obra Tdos repa-
ros precisos casa da camera o cadeia da ridade
de Olinda, pelo preco de 2^4O|00O.
E par.i ion-lar se maottou allixar o prascnle o pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da IhesouTsria provincial de Pernam-
buco 12 de fevereiro de 1856.O sccrclano, A. F.
da Aniiiiuciarau.
O lllm. Sr. inspector da Ibesouraria de fazenda
manda fazer publico qo* lem de ser arrematado a-
goera maior preco oflerecer no da s de t;. ireo
vndouro, o patrimonio da rapelli vaga rf; Sania
Rosa de Lima, silo no Icrdio de Pao d'Albo, conlendn
cincoenla bragas de lestoda c meia legoa de fundo
avallada em quoibcnlos mil rs. as pessoas a quem
convier deverao comparecer nesla reparlicjio a uma
bpra da larde do referido dia mullidas de suas pro-
picias.
Secrelaria da Ibesouraria de lamida de Pernam-
buco em II de fevereiro ,'e 1856.O oOlcial maior,
limUio Aiicic;- S. de Helio.
O lllm. Sr. inspector da Ibesouiaiia provin-
cial, em eumprimento da irdein do lixm. Sr. presi-
dente da provincia de 12 do correle, manda fazer
publico que no dia 13 de maio protimo vndouro,
peranle a junta da fazenda da incsm.i Ihesourarla, se
ha dearremal ir .1 quem pdr menos li/cr a obra do
empedramenlo do 19 lanro da estrada da Victoria,
avallada em 5:105^100 rs.
A arreipalacao sera feila na forma d.i lei provin-
cial n. 3S3 de 15 de maio da anuo da 18)1, c aob as
Clausulas especiaes abaixo cipiadas.
As pessoas que se propozCm a e:a arremalacao
lia cima
declarado pelo meio dia, con'pelenlemcnle babili-
ladas.
E para constar se mandn all-xar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesooraria pro\"inCfl|l de Periiam-
nambuco 13 do fevereiro de 1856!o\erretario, ./
/'". d'Annuneiaro.
UMI lili HJ'r-Hun-
iiaiu.,j.ii,i!i.1,..' '
l.a As obras do empedramenlo do 19 lauco >\
eslrada da Victoria, na exlencaode se'.ecenlas equa-
lorze bracas sero feilas de eonformidade com orja-
mento approvado pela directora e:n conselho, e
apreseoUdo approvaejio do Exm. St. presidente
da provincia na importancia de 5:l05jl00rs.
2.i As obias principenlo no prazo de 11111 mez
lin lar.1.1 no de seis mezes, ambos contados de eonfor-
midade com o artigo .!l da lei provincial n. 386.
3.a O pagamonto da importancia da arremalacao
realizar-se-ha na forma do artigo 39 da mesina lei
provincial n. 2SS c cm apolices da divida publica.
5.' O arrein danle excedcnJu o prazo marcado
para coiiclu;o"das obras, pagar urna mulla de cem
mil reis por cada mez, enOioru Ibe saja concedida
prorogaeao.
5. O arremalanle dorante a exccncjio da> obra
proporcionar transito ao publico e a os carros.
bur 13 de fevereiro de 1856.O secretario. A. /'.
d'.lnnunriaeii.
Clausulas especiaet para a arrematarSo.
I.1 As obras do empedramenlo do 21. lanro da
eslrada da Victoria,na oxloncllo de noveeentas e tra-
la tiraras, o cxernlar-sc-baojle eonformidade com o
ornamento approvado pela direloria em conselho o
apresenladoa approvaro do Ezm. Sr. prcsiijcnlc da
provincia, na importancia de 7:6729500 rs.
2.' As obras principiarlo no prazo de um mez, e
lindaran no 10 mezes, ambos contados de eonformi-
dade com o arl, :il da le provincial n. !sii.
I.' O pasamento da importancia da arremalacao
realizar-se-ha na forma do arl. 39 d.i misma loi pro-
vincial n. 2KC>, c em apolices da divida publica.
M O arremalanle eveedeudo o prazo>>arcado
para conclusao das obras, pagar urna mulla de cem
mil reis, por cada un, elabora Ibe seja concedida
prorogarlo.
5.' 0 arremalanle durante a execasao das obras,
proporcionar Iranzilo .10 publico e aos carros.
lie1 O arremalanle sera obrigado a empregar na
execucao das obras, pelo menos metade do pessoal
de ente livre.
7.' Para ludo o mais que nao se ai bar determina-
do as prsenles clausulas nem no oreamenlo, se-
guir-se-ba o que difpBe a respeilo a b provincial
11. 280.Conforme.O secretario,
./. /'. iAnnunhioro.
O [lllm. Sr. inspector da Ibesouraria provin-
cial, em eumprimento da orden do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 12 do correnle, manda fazer
publico que no dia 13 de mareo prximo fuluro, pe-
ranle a juma da fazenda da mesilla Ibesouraria se ha
de arrematar a quem por menos fuer a obra do em-
pedramenlo do 22. lauro da estrada da Victoria,
avahada em 9:6779250 r-.
A arremalacao sem feila na forma da lei provin-
cial n. 313 de 15 de maio de 54, aob as clausulas
especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se pronozerem a esla arremalac.lo
compareram na sala das sesses da inesma junta "110
dia cima declarado pelo meio dia competentemente
habilitadas.
I. para ronslar se manden afiliar o prsenle c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesouraria provincial de Pernain-
iiambuco 13 de (evereiro do 1856.O secretario,
A. t\ d'.lnuuiieiarilo.
Clausula* especiaes pura a arrematar').
I. As obra, do empedramenlo do 22." lauco da
eslrada da Victoria, na alinelo de mil cenlo e se-
tenta e tres brajas cxerular-se-bao de eonformidade
com oreamenlo approvado pela directora cm conse-
lho c apresenladoa approvar.lo do Exm. presidente
da provincia, na importancia de 9:6779250 rs.
2--i As obras prnoipiarao no prazo de um mez, e
lindaran no de li mezes, tullios Contados de eonfor-
midade com o arl, 31 da lei provincial 11. 286.
3." O pagamento da importancia ila arremacao re-
alizar-se-ha ni forma do ari. 39 da mesma lei pro-
vincial n. 286 c em apolices da divida publica.
.' (i arrematante excedeudo o niazo marcadj
para com lu-ao das obras pagar uma mulla de cem
mil reis por cada um embora Ibe teja coucedida pro-
"ogaeao.
5." O arremalanle durante a ejecuto das obras,
proporrionara Iranzilo ao publico eaos'carros.
6. O arrematante sera obrigado a empregar na
exerucao das obras pelo menos metade do pessoaal
de nenie livre.
.. Para ludo o mais que nao se aeh ir determina-
do nas prsenles clausulas, nem no oreamenlo, sc-
goir-se-ha o que dispoe a respeilo
11. 286.Conforme.o secretorio,
.(. /". n"'.tiiiiunciariio.
Real coiupanhiade paque-
tes inglezes a vapor.

iei provincia

' ioei3.
BANCO DE PEKXAMBUCO.
0 Banco ile Pct'Darrbuco sacca a yista
sobie odo Brasil no Rio de Janeiro. Ban-
co de Peraambuco "> de dezembro de
1855.O secretario da direceao, Joao
[miado de Medei
-No dia 1!
desle me/ es-
pora-ta do anl
o vapor lla-
mar, commaD-
danle llevis, ,,
qual depois da
demora do cus-
111 me seguir
para Sou-
lliaiupinn, tocando us porlos de San-Vicente, Te-
nerill, Madeira e Lisboa: pira pas Irata-seeom os agentes Adamson llowe 6C, na
ra do Trapiche Novo 11.12.
N. II.Os cmbruliios que prclenderem mandar
para Soolhampton deverao eslar na agencia 2 horas
antes do se ecbarem as malas, c depois dessa hora
nao >e recebero embmllio algum.
Pava o Rio de
Janeiro
sane com brandado por ler a maior par-
te da carga prompta, o bem conhecido
brigue nacional FRMA : para o resto
da mesma, passageiros eescravo* a l'retc,
para.que tem e\cellcn$3 cornmodos, ira-
la-secom os consignatarios .\o\aesc C., na
ruado Trapiche n. 't, primeiro andar,
011 com o ea(lilao na prora.
Para o Rio de
Janeiro
sabe com muita lirevidade por lera maior
liarte da carga prompta, o brigue escie-
na jUAKIA : para o resto da mesma,
passageiroseescravpsafrete, para que tem
excellentas cornmodos, trata-se com os
consignatarios Novaes & C, na ra do
Trapichen. -~V, primeiro andar, on com
o capito na prara.
Para o Ro de Janeiro brigue Lizia, recebe carga e passageiros ; a Iralar
-iim Caelann Cyriaco.da C. M., ao lado do Corpo
Sanio n. 25.
Para a Baha,
sesue em poucos dias, por ler o -en carregamenlo
prumplo, a barca brasileira sMalhiMea ; para carga
iniuda c passageiros, para o que lem excellenles
cornmodos, Iraia-se com Manoel Alvc* (juerra, aa
ra do Trapichen, li, ou com o capilao Jerouymo
Jos Telles, na praca (o commercio.
Para a Babia,
pretende sabir a!i- o dia 20 do correnle a bem co-
nbeeida tantea nacional llorlenciaa, osla com mais
de meio carre^amenlo a bor'do ; para o reta os pre-
lendenles enleiulam-se rom o seu consignatario
Anlonio l.uiz de Oliveira Azevodo, ra da Cruz n.l.
As pessoas que tiverern coalas com a galera
americano Sliirliuq Star, queir.tm apre-enla las 111
prazo de 3 das, no escriplorio dos eoosigoaUMoa
Heorv Portier & Companhia, ra do Trapiche n. s.
\V ^ ., -
II agento Oliveira faro leil.io, por auloriiaeilo
do Exm'. Si.-ilr. ni/, especial do coi.imerc o, da'da
em despacho no rcqueriinenlo do curador Btcal da
aiassa fallida de Antonio Augusto de Carvalbo Mari-
nho, de la las as dividas activas de livro e cm ledras
da mesma massa, na imporlancia total de8:l3ii895
rs.. srgnndo a respectiva relarao cm poder doaa-
nuucianle par:, previo exame dos pri ledenle- : te-
gunda-fejra, 18 do correnle, .-.o meio da em ponto,
uo seu escriplorio, ra da Cadeia do Herir.
ltttUtCli ;'o \- ,M &!&<>?
l. SoeeSo..Mini-te io dos negocios dajuslica.
Ilio de Janeiro !l de ago.-'.o do 1853.
lllm. e ICxm. Sr.(l goverao imperial, a quem
fbi prsenle o ollicio OstV. Exc. n. ISI de 20 de
junho desle auno, manda declarar a V. Esc. em
resposla, que quan-lo o tarrico publico reclame o
chamamenlo de qualquer juiz ii capital, 00 que so
oceupe em commissoes fora do seu lugar e nao pos-
sa por isso aprescnlar alleslado de excrcirio para
cobrar seus ordenados, a que em laes casos lem in-
dnbitavelmenle direito, devora a Ibesouraria pga-
los, em conSequcnea da communicaco ila presi-
dencia, que tal ordein expedir ao magistrado ; c
quando pela ausencia em laes casos os vencimcnlos
de exercicio forem parcebidos peto substilulo, devo-
ra o pagamento ter lugar pela verba de eventnaes c
extraordinarias, devendo o governo imperial ser in-
frmalo rircuui-l.1 nc.iadmenle du; molivos que e\i-
girem (al distraer ao dos magistrados.
l>eos guarde a V, Exc.f.utz Antonio Barbosa.
Sr. presidente da provincia do Maranbao.
<&9\mnctcio.
.VACA DO REC1 FE 16 l)E FEVEREIKO AS 3
UOIIAS DATARDB.
Colaccs officiaes.
Cambio sobre lindrcs2Se 27 3|i d. 60 d|v.
Atsucar mascavado29200 e 2)1350 por arroba com
sacro.
h'rrderico fobilliard, presidente.
I'. Borge, secretario.
(i.1 O arremalanle sera obrignlo a empregar na
IllOU-aedeg a (ir o alqueire e :- e^ccurSo das abras, pelo menos melada dn pessoal
a sacca : e-les precos lie de suppor i de gfnlc livre.
7.' l'ara ludo o roa que nao se acba determina-
do nas prsenles clausulas, nem no oreamenlo sc-
guir-se-ha o que dispoe a respeilo a lei provincial n.
286.Conforme, ./. /'. AnnuneiariUt.
( lllm. Sr.inspeelor da Ibesooraria provincial,
em comprmanlo da ordem do Exm. Sr. presidente
32 sustentan por causa da epide-
mia qne reina na provincia.
MinleiiM- Vende i-se de 600 1 620 r-.'por
ilua da franceza,
rs. da ingteza.
Arenes do banco- Vendern!-se a 35 por
premio,
Desconlo le 12 ;
Fre
de 760 a Siki
ccnlo do
- Para o C n d
crnlo.
15 por cenlo ao .111110.
) Trieste a lOe por da provincia de 12 do corrale, minia lser publi-
Toraram no porto: embarcacOiS loazeilede pai-
te, I do la 1, I comcobre, t vapor c 2 roa baca-
lho.
Entraran): 2 navios rom bacalho, 3decabala-
gem, i,in lastro, 5com gneros c lazeudas eslr'ii-
geiras, I com caree secca. i rom farinba de IrUo,
e 2 para arabar de carre. ar.
Sahiram: 3emlslro, II com ge?eros para por-
tas ettrangeiros c s de rabolagem.
t-'icaram no porto Til embarcacOes : sendo, :', ame-
rieananas, I belga, 27 brasileas, I dinamarqueza, 6
franeczas, 2 h unbureuez is. 5 hespanholas, I hollan-
deza, l'.i nglezas, > portueuexas, I sarda c 2 soecis.
'.;);[.:ii.-\0>,o ::,.
tVorfos entrados /-; dia lii.
Rio de Janeiro13 lias, barca franceza eBaraehoi*,
de I7i toneladas, capit.10 Sinop, equipagein 10,
era lastro; >i .ass^-rre i\ Companhia.
Sidnev'.".1 dias, brigue ingles Ada, de lll tone-
ladas, capillo Tiloma/. Girman, equipagem lo,
carga la e mais itencros : ao capilao. S'cio re-
frescar e segu para Londres.
Sanios sahidos no mesmo dia.
SlockolmoItriaue sueco sSuperiora, eapi
f-.n.'iun 1. carga assucar.
I'hiladelpbia('alacho americano
betlu, capilao A. ('cune
New London(alera americana aBsngol, c;
Itogers. car^a a inesma que (rouxc.
di lamcirau.
ario.
lAbbj
carga assncar.
io C. A.
Kli/.a-
Suspendeu
(Aldos no dia 17.
Lisboa- Barca porlugneza Hortcnria, capillo oSo
Silverio Romano, carga assucar'e mais seeros.
CanalHarca ingleza l)necn, capilao Win. Kaul,
cama atsucar,
l'arabibal'.itacb brssileiro uTiiereza l, capilao
Joso Ignacio Pimenla, carga bxcallUo e mais eP.
njros. 1'assagi ii is, los !' > Iriguei da Cosa, sua
familia e I esn .. Franci -o de Mello.
U

11 lllm. Sr. inspector da Ibesouraria de fazen-
da maula azer publico, i,i nos das |, s c l.'i de
abril prximo ful ira estar em praca peanle a mes-
ma ihesouraria, n u 1 ser arrematado a qoem pnr mo-
no- 1,/er o molhores vanlag ns cm favor da fazenda
oflerecer, o servir,, da capatazia da fandega dosla
provincia 110 liiennio que tem de decorrer do de
julho do correnle auno a 30 dejunho de IS">9.' ()4
prelon leales compareram a 1 hora di larde nos dias
cima indicad* c no losar do rosliime com s- ui li',.
dores competentemente habilitados. Ib- souraria da
Inunda de Peraambuco 12 de fevereiro de isa; __
o ofiriai maior. Emilio Xavier Sobreira de Mello
ti lllm. Sr. inspector da ibesouraria provin-
cial, em eumprimento da ordem de Eim. Sr. presi-
dente da provincia de '.) do concille, manda fa/.r
publico, que no dia 6 de marco prximo vndouro,
perantoa jonlaaTa fazenda da mesma ibesouraria!
sa ha de arrematar ,-i quem por menos lizer, a obra
do empedramenlo que precisa fazer-sc no alerro dos
Afogados, avahada em 25:0009000.
A arremalacao s5rn feila na forma da lei provin-
cial n. 343 de 15 de maiu de ISVi, c sob as clausu-
las especiaos aballo copiadas. ,
As pessoas que se propozerem a esla arremataran
comparecsm na sala das leseos da mesma junla,"no
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas.
cuque no dia 13 de marco prximo vindonro, peran-
le a juntada fazenda da mesma Ibesourarii, te ha
de arrematar a quem por menos Bzor a obri do em-
pedrameolodo 20 lae, da eslrada da ViHoria,
avallada em 5:21 j rs.
A arremalacao aera feila na forma da lei provin-
cial ii. :|}: de 15 de maio de l.sil. e-ob a clausulas
especiaos abaixo copiada?.
Ai pessoas que propozeren a esla arremalacao,
compareram na sala das aessooS da mesma junla no
dia cima declarado pelo meio dia, coinpelenleinenlc
habilitadas.
li para constar se inaudou afRxaro presente c pu-
blicar pelo Otario.
Secretaria da Ihesooraria provincial de l'ernain-
buco 13 de fevereiro de 1856.O secretario, ./. /..
d" Aununciacao.
^Clausulas especiis hTra I.-' As obras do oinpodrameulo do 20 lauro da
eslrada da Victoria, na evleneao du seis cenias e
nula c duas braca-, terdo feilas do eonformidade
com o oreamenlo approvado peladuccloria em con-
telho.e apresealado ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia na Imporlancia de 5:2li-rs.
-. As obras princpaio no prazo de um mez, o
lindaran no de seis mezes, ambos contados do eon-
formidade com o artigo 31 da le provincial u. 2Sli.
:'..* O pagamento da imporlancia da arrematarlo
rcalizar-se- ha na forma do artigo 39 da mesma le
provincial :.. .sii c em apolices da divida publica.
':. O arrematante excedendo o prazo marrado
para conclusao das obras, ussar.i uma mulla de con
mili por cada mez, embora Ibe teja conceidda
prnrogaran.
5. O arrematante durante a cvcrunio das obras
proporcionar transito ao publico c aos carros.
li.' O arremalanle ser obrijado a empregar na
i io das obras, pelo menos melado do patatal
de cont livre.
. i Para ludo n mais qoe uil > se adiar determina-
is | ; esculos clausulas nem no oreamenlo seguir-
se-lia o que dispoe a lei {provincial n. 386.Con-
forme, /. F. d'Aitnunciara.
O lllm. Sr. inspector da Ihesousaria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia da 12 do correnle, manda l izei
publico qoe ao da 13 de marco prximo viu......ro,
peanle janla da fazenda da mesma Ibesouraria, te
ha ile ai rematar a quem por menos Azora obra da
empedrainentodo _:l- lae- da estrada da Victoria,
avahada em 7:6iuj rs.
A arrentalac.lo sen icila na forma da lei provin-
cial n. o!:l de 15 de iniio Jo auno de Is'ii, e -,. b a-
ciaosulat es|>eciaes abaixo copiadas.
As pessoas qne se propozerem a etla arremalacao
eomparecam na sala das sessdes da mesma anla no
lia acuna declaiado pelo meio dia compelentemenle
habilitadas.
I. para constar se man I-ni aullar uprpipule e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da ibesouraria provincial de reioam-
m_^JiflMTlieVernaiiibiicp toma dinhei-
ro a juros, de confbrmidjido com os seus
estatutos. Banco de Peraambuco 24 de
iiovembro de 1855.Jo5o Ignacio de
Mcdeiros Hego, secretario da direcrao.
lllm. Sr. inspector da thesouraria
i'c (azenda manda fazer publico que esta'
aulorisado a contratar a reincssa de ba-
gagetis para o interior da provincia com
a necessaria promptidao, c por isso con-
vida as pessoas a quem possa convir se-
melhante contrato, a aptesentarem suas
propostas at o dia 1( do cor-ente. Se-
crelaria da thesouraria de fazenda de
Peraambuco 12 de fevereiro de 1856.
O ollicial-maior, Emilio Xaviei Sobreira
BANCO DE PERNAfflBOCO.
O COnselbo de direcrao do Banco de
Peraambuco avisa aos senbores accionis-
ta, que acba-sc autorisadooSr. gerente
para pagar O 7. dividendo de lOgOOrs.
por aeeao. Banco de Pcrnambuco I- de
l'evcreirodcl85.O secretario a di-
receao, .1. I. de Mcdeiros Bego.
O lllia. Sr. regedor Interino do (JvmuiwiO
molida declarar, que por determinaran do Exm. Sr.
presdeme esla aberla a malricula doGvmnasio al
o ii.-u do correnle mea. Secretaria do Gymnasio I'ro-
vlneial S de l'jverciro de 1856,-0 secr< -.ario,
A A. Gsbral.
l) lllm. Sr. regedor interino do (jjmoasio man-
da declarar, que os alumnos exlcrnoa que qui/crem
freqnenlar a aula de mn eomparecam para se inscreyerem. Secretaria du
Gymuasio, ti de fevereiro de 1856.O tecrelario,
A. A. C-.bral.
O hospilal reaimental cargo do segundo ba-
lalha.. de inl.iuleria precisa de quem se queirn in-
cumbir da lavagem da roupa dos doenlea do mesmo
liospilal: quem a isl < se propozer, dirija-se aoqnar-
le do Hospicio, a U-alar com Antonio Uionizlo de
Suulo (loiidim, alfeies acento do referido Irospilul.
Pola contadoria ;.- uniripal do Kecite se f,i/ pu
blieo, que o recebimrnlo il bocea do cafre, do un
poslo sobre eslabaleclmenlus, est ab'rlo desde o I.
do correnle mez, e so terminara no ultima rta marc
futuro, lirando tujelot -. mulla os que o nao fUertin
dentro do dito praxo. tontadoria municipal do Ke-
cite 15 de fevereiro de 1856.O contador,
Joaqun! lavares Kodovalho.
teos iut^
>7t
O brigue nacional.Mara Ot:ia vai
seguir com brevidade, lem a maior par
dn seu cactegamenlo promplo : para o
.esto que Ibe falla, passageiros e escra-
vos frele, aos quaes du as inclhores
acconimodacOet, Irala-se com o consignatario Anlo-
nio do Almeida (Jomes, na ra do Trapichen. 1(1
segundu andar. .
PAISA 0 Rio li:: JANEID .
Segu com malla brevidade por ler parle de seu
carregamento promplo a bem runbecida barra Ma-
Ihilde, capilaoJeronjmo Jos Telles, | iraoreslo,
p ssageiros, e escravos a frote, para qne lem cscel-
lentes comniodos, trala-se no vseriplorio de Alanoel
Alies (uerra,na ruado trapiche n. 14.
\m W JASEIRO.
Val
veleiro
tllll*
i.;
com muita brcvidadi o novo
i)l S A .liUS. lema
rgi
-
Sr?. re arlorcs. in lo-me us mos o aLibetal
l'ern -mbucanu n. lO de l do corrale, e depa-
rando com lima caria nelle transcripta, o dirigida da-
qui, compre-le d clarar, que a enfermarla qi-e
.u|ui existe, foi eslabeleeida a expensas de algjog
proprietarioi, e nao cono diz mesma caria. -e |IC
dirigida por urna comrnissilo de liciiericciici/, SuU
Srs. redactaros, deVmc. venerador e criQ, '
*\....... .. Manoel!' ^;r;ira.
11 "'....... AVi'.'.nri Prea Pal-
Cao, senhor do engenho CanoasV, .t mandar pro-
curar na ra do Livramenlo, nadarla do francisco
do Prado, polo st u esciavo Gregorio, que audava fu-
gido, o qual se acba recoiliido na casa*de delenrao.
Precisa-so de umi mna paraeo/inbaroengom-
mar para casa de rapas sollciro : na ra da lloda u
25, taberna.
Ao amanhecer do da IT do correnle me/., uma
ama de uoine Jotepha roubou da casa do pateo do
Carota, sobrado n. 7. primeiro andar, os scuuinles
objeeloa em ouro. dealro de um baboziolio : um ear-
loulao de uma vara de comprido, um Iraucelim, um
cordo de ouro, dous passadores, duus anueis de bri-
Ihanlet, sendo um cam Iret brilhanlcs, duas poleoi-
ras,sendo urna de cornalina, um annelo de cabello.
um dilo de diamante, um annel de eaisinba, duas
cacolelas, umi pequea e uulra grande, um annel
de cobrinha, un par derrtelas de podra verde, um
alunle dilo. um par de rosetas com o esmalte fin-
gindo uma llar verde, uma rsela com uma pedra
enromada, um alGoele de diamante, um annel pe-
queo, um cabello eucasloa Jo, don* leques, um pon-
to do larlaroga, i vestidos de seda preta, sendo um
de grosdeaapoles, um de tetim maeo, dous de sar-
.i^:, uin de seda cor de rosa de Ires baba loa, um de
leda verde, un amarello, um :iul ferrel -, um de
edaamnredo de doas Ini.a.'is, um de acdaeordi-
rafc, um de qnadraiho?, ..ous de cainbrbiaHaraura,
dous ditos de dita de cor. um de murculina .nnarella,
oulroverde, quatro de ctiias, lodos novas, umi
manta preta. unii branca a um l, dnzia c meia de
iiiei.is finas.doos manlot J.1 sarja, do it manleleles, e
oulroa objoelos mindos qnj nita lembram: quem der
ui.iciasser. generutani?ule recompensado.
O caixeiro que ajnnuncio i qu esl iva arroma-
do, porm que precisava .-,,! u. i ./.i i, sendo ao te-
lilla acba lo, e qneira para hiberna, dando fiador ou
conhecimeAlo, dirij i -se ao atorra da Boa-Vista n.SO.
- (i aliaixo assignado faz scienlo que o seu cai-
xeiro JoSo di Cosa Campos shio de sua casa cm lli
do correnle.Joao Alves de Carvalbo Porto.
Desappareceu do engenho Cordeiro,
ca rcguezia da Varzea, no mez de no-
vemlii-n doannopro\imo passado, ocii-
oulo Agoslinbo. de 20 a 22 anuos de da-
de, alto, magro, cara redonda, betcosen-
carnados, sem (lentes na lenle, pei-
nas compridas e um lauto curvas para
diante (piando ansia, pes compridos e al-
gumacousaapalhetados; como o mesmo
fosse escravo-do fallecido padre Cordei-
ro, morador no Brejo da Aladre de Dos,
incidca-sealgumas vezes captivo do mea-
mo e oulras como soldado desertor; des*
aptiareeeu tamban do mesmo engenho o
esclavo Joao alf.o, de nacao Gabao, de
idade 'l a anuos, de estatura regular,
clii-io do corpo, falla grossa e a trapa I ba-
ila, be canoeiroefoi escravo de JoaoFer-
ivira, morador na Passagem. Este ultimo
lugio no principio deste auno quem os
pegar leve-os no mesmo engenho Cordei-
ro, (pie sera* recompensado.
Antonio .lose da Rocha avisa a Sra. Hara
Francisca de Ams, para no prazo de- S dias vir lirar
o penhor que lem em sua mo ba anuos e me-
zes, pagando-lhe no so o f que loman, romo es
joros vencidos, do contrario o annnncianle lindo o
prazo marcado, v:;. lera o mesmo penhor pan seo
pagamento ; ITcand i a dita tenhora sem direito a re-
ci.u.,.11 i algnma, caso nflo Ibe pagoe. Recite 17 de
leven iro de 1856.
Procissiio do Senhor Bom Jess dos Po-
bves Alllictos.
A mesa rea lora dairmandade do Senhor llom
.lesas -Lis i ..-. em S. Gao ; il ipreten locsi i ;i vi--
l.i dos (lei* cm solemne prori i i, no da d eor-
renlc, avonrravcl imaa in lo! BainJerusdos
Patees '.. na ja aununcinra, lem paranlo
lolerreinado que percorra as seau ules ra
Irinaiidade do Senhor Bom Jcsus das \i<>-
res om S. donealo.
O abaixo taargaaia, estrivaa d irmandtde do Se-
nhor Rom Jess das Dores fin S. Concalo, convida
a lodos seus diarissimos irmam e devotos em gcral.
a comparererem na iarej da mesmi irmandade. ns
dia > do correnle, pel.s 2 horas di Urde, jSiii de
0 -oiupanb ii.-'in a procissao do Senhor Bom Jetos dos
Pobres Aflliclos, e espera eoncorram rwra IS* re-
ligioso acto.O escrivAo,
Candido de Souza Mirando Cauto.
. <>fferecf-se para cateiro de loj.i de fj;endas.
mmdezas ou ferragens, um menino nortnguet de I-
a I i annos, ahondo ler, escrever e contar, e d fia-
dor a soa conduela : qoem o pretender, aanaacie
por esla f dli.i para ser procurado, ou dirija-w a rna
da Roda n. 11, que ah se dir quem he o pretn-
deme.
Precisa-te de uma ama qoe saina rozinhar e
comprar, para casa de homem solleiro : aimdi
I'i na n. 1.
Ziroaslro Anejarte Pamplona peda a ptsttt aw
do correin desla ridade tirou ama caria viada do tea
pelo vapor S. Salvador, entrado no dia C, dirigida
ao mesmo, queira ter a hondada de entrega-la na
ra da Cadeia de Sanio Antonio n. 1, segando an-
dar, uu de ai,minear sua morada para ter prora-
inda. "^
Precisao de uma ama de leste '. na sitio da
1 ain.iriiieira ao pe da Crnz de Almas.
Quem precisar de um criado fiel a diligente-
apio para o serviro ordinario de um rapaz tolleira,
uu mesino de uma familia, annnncie para ser pro-
curado, ou dirij i-so a casa do Dr. Camoos, ra es-
Ireila do Rosario.
O meio liillete n. JK.V.I da' totKtdidi
a benaicla do Monte Pi Geral de mu petiea-
ce ao Sr. Joaquina Francisco de A. CanUnhoje,
do-Piauliy.
Precisa-sede uma ama que leoh: beraleilee
que nao lenha fillio, para criar um menino de me-
zes : no sitio da Tamarineira. na eslrada des Afje-
los, ou na ra da Coia n. 7.
(I ere lores do tinado Jos da Silva Campte,
queiram comparecer no dia l> do correato, as 10 ho-
ras da tabla, na ra da Praia n. -J3, ler retro an-
dar, afir i de conhecerem o oslado da casa do dilo fi-
nado.
PROCISSAO UE SANTO AMARO DAS
SALINAS.
Os devotos da aloriosa maeem de Santo Amaro d.
rulado aova, de ciando com vas preces implorar da
miser.ic, divina a suspensAo do Huello qoe nos op-
prme, lera resolvido levar em procissao deprecativa
a mesma magea, no dia 19 do correnle. as l Boiras
da lardi. i qnai saldr da iareia das salinas ota AV
recpl a tutriz da Iloa-Visl. onde havera urna pra-
lica, c rcrolhcndo-se na mesma iareja em Sanio
Amaro, terminando o acto com oulra pratiea eon-
ceraenle ao ohjeclo. Os devolos.poi*. do glonoao
Sanio Amaro devem comparecer para ftzer parte
desla pi-nilencia, e orarem a lieos pelos iofelizes
assalladot de flaaello reinante.
OKItEM TEKCEIRA DES. KR.OXISCO.
O abmo assignado, serrelario da veneranda or-
dem lercoira da pendencia do serfico padre S.
Francisco desla eidade do Recito, por autoritario da
mesa n jedora faz constar a lodos os irmaOt lereei-
ro< em ceral, que o hospital da nossa veneranda or-
dem se acba convenientemente montado e manido
do necc-.irio para de promplo soccorrer a (oda e
qualquei irmilo que (or atacado da epidemia rei-
nante, o mesmo a qualquer pessoa do povo aa* lor
arcomuietlido em a nossa iareja. oo mesmo nas irac-
.'I. iic",- do m -sm., hospital. Se pois alzan dos
nossos nados, qoe for atacado o que Heos na per-
milla se quizer atisar do referido estabeleciaaenlo.
no lem mais do que all se apresenlar : se poretn
houver algnma impossibilidade da parle do enfermo
que o prive de poder comparecer, nette caso iacoa-
lineiile far participar ao irmao enfermeiro ds ates
mo hospital, que facililart a conducc.lo, per isso qne
l::i e-se lim evisle una maca ronvenientemenl'
ranjada.(ialdino Joo Jacialho da Cunha>/"
ORDEM TERCEIRA DE S. l-RA!fc|$C,i.
Na por: ni ila iareja da ordem icrceira de -
Francisco desla cid ... do Rerito. p del.lweeJo da
mesa rcaed-ra se "s|,,bUai*r nas qnarlas-.eiras e sjbfedos de todas asseaaasMs.
das II hora- ao_atrrXa, islo em qoanlo dorara
epidemia e -a r-reslia dos gneros.
~ "Je/pciiosamente faz srienle a professora parli-
cilar4rj,isJruecjaa primaria, rrsi.lenle na ruada
''"" -. primeiro sudar n. -J-J. do bairro de Sanio
Allomo do Recito, ijir acha-se em etercicio orofisso. e para constar aos pai* de sitas alamaw,
s'ieulili.-i ipie c-: -.iberia sua aula, lia qoal conti-
nua a cr.-inar as maleriis do cosame, admille peo-
sionislas, meio pensionistas e exlernas ele.
REMEDIO IMCOMPARAVEL
i
I
UNGENTO IIOLLOWAY. .
-Milbaresd' individuos de todas as na^es poem
leslemunbaras virtudesdesleremedio incomparavel
e provar em caso necessario, qoe, pelo uso que dclle
li/erain, leal seu corpo e inembros inteirataenlo
s;los, depois dehaver cmpregadoiuulilmenlecatiros
Iralaucnlos. Cada pessoa poder-se-ha convencer
dessas coras maravilhosas pela leilora dos peridico
que Ib'as relatam lodos os dias ha muilo- jo do;
m.nor parlo deltas sao loo sorprendentes que admi-
ran! us mdicos mais celebres. Qu.inl.ts pessoas re-
cobraran! rom esle soberano remedio o oso de teas
bracos e pernas, depois de ler permanecido tongo
lempo nos bospilaes, onde devum sollier a amptila-
cu> Dola- lia umitas, que bavendodcixadoesses
N) loa de padeci.cuto, para se luto submelterem a
essa operacao doleroea, foram coradas completa-
mente, medanle o uso desse precioso remedio. Al-
Rontat das laes pessoas, na efusao de seu reconlieci-
menlu, dt-rUraram estos resultados licoefico dianle
do lord corregedor, e oulros magistrados, afina de
mais autenticaren sua aflirmaliva.
Minguen] desesperara do estado de sua saade es-
livette bstanla conlianca para cusaiar esto remedio
constantemente, seauindo algum lempo o Irala-
menloquc neesotilasse a uatureza do mal, cttjo re-
sullado seria provar incoolcslavelmenle : Qae ludo
cura !
O ungento bemtil mais particularmente no
seijuintes casos.
Al porras.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de cabera.
das cosas.
dos membros.
Enfermidadcs la
em aeral.
Enfermidadcs doanus.
Fritjicoes esrorbulicas.
matriz. -
Lepra.
Maics das pernas.
dotpeilos.
de olhot.
.Mordeduras dereplis.
Picadura de mosquitos.
Pulmiies.
culis ijiirin adela-.
Sarna.
Supuiac.c ptridas,
linha, emqiialqnerpar-
l'
lie
ni..mi' parte da carja prompta : nara o
reslii i-passareros. trala-se com os eon-
;:;nalai tos Novaes A C-, naiitr do liapi-
i lie n. ."i i, on coin o ca pililo na praca.
I'.ira o iio lie Janeiro
segu om poucos dias, por ler a maior parle da car-
gaprompla o brieoe Coweir-ao, cap ilSo Joaqaim
t'erreir.i d s Sontos: para o resto e escravos a Ircle,
para o que lem bous conMDodos, Irala-se no escrip-
lorio de .Manoel Alves Guerra, na ra do Trapiche
u. I!.
Ceara', Maranliao e Pata'.
O brigue escuua brasileiro laura, recebe carga e
passageiros : Irala-se com o consignatario .1. lt. da
Fouseca Jnior, na ra do Yigario n. 23.
lar da iareja em frente pe i- roasdb Sania Cruz.Seho,
Trem t, Mondeso, Gl iria, Matriz, Aterro. Aurora,'
Formosa, Hospicio, Praca. ras da Concoicao, Ro-i
ario, Aracilo, travs i do Vera, ra Vclha, odio da i
Sania I :::/.. ra da Jlaiiaueira a recolher : paranlo
pele .io. m iradores deslas ras man .'em impar nes-
se dia as le lada de tilas casos, alim de rom ordem c
meia podei transitar, atseaurainlo linalmciilcquc '
t deixara de pactar por algomas das mencionada-
mas, se eslivcrom rom aai:.is einp.o-.i.la; que pro-
hibam o transito. Consistorio da irmandado do Se-
nhor Bom Jcsns }.< llores is de fevereiro de ls",ii.
A mi rege loi i da irm in I. le do Senhor Bom
Jess das Dores cm S. Gonzalo, convida a tolo-o.
senhores sacerdotes e religiosos qnetedgnaremarom-
p mli,n a procistiio do Senil.a Umn Jess dos Pobres
Aflliclos, no dia 1 do renle, acharen-te no con-
islorio da ro -sma irmandade, pelas -2 horas da larde
do referido dia. paramcnladot.
Uanoel Elias de Honra avisa ao encarregado I
do curativo dos pol.res da povoae.no de Reberibe, que
em sua botica, praca da Boa-Visla b. di, sero ara-
loilamenle aviadas lodas as rereilas que para aquel-1
le Jim Ibe forem dirigidas, assim como qualquer am- '
bulaucia que se Usa necessario.
Fistolas no abdoiucn. le que seja.
Frialdade ou falla de ra- Tremor de ervos,
lor nas exliemidades. I leers na bocea.
Irieiras. do figada.
(.engivas escaldadas. datartica|ac*et.
ueliacoes. Veias lorcidas, on n'oda-
lulla.nmacio do licado. das nat pernas.
Vende-se esto ungento no etl*elocimen(o ceral
do |.ondres,n. _344,;svrenrf.e na toja de lodo, mm-
tiranos, droguistas contras pessoas cncarreaadas da
tuja venda cm toda a America ,to Sul, llavanaTa
Ilcspauha.
Vende-se a800 reis cada bocelinba.conicm urna
tostonese em poi iuauez para explicar o modo de
lazer uso desle onguealo.
O deposito acial he em c.-isa do Sr. Soum i.har.
maeealico, na rna da Cruz .i. t, cm PcVnata-
buco. -^i"fu
C. STASR \C.
cspe;iosan-.en;c innuncia.-ii que no seu evtonsn loa.
abelecimculo em Sanio *------lalianata fabricar
coma maior perfeicao e prornptidAe, lo.laa qaa.da-,
,!e de ">'".....'" I-ara o uso da aaucullora nal
vcaacao o manofaclora; c .ue para n comroo.!.,
leseusnnueie- freguezasodo publico cm gcral
cem o.rlo em um dos graade,' armaren, d. Sr
rinha "'1 r"a ,!" ''rm' ""' ^ mmm "**-
DEPOSITO DE MACHIws
con ilruidat no dilo seo i-i.d.eleciinenlo.
All acharao os ceuipradore, nni roiuplcle sorli-
;^^*i..--|in,,i,rorUUC
" '" algutisdclles noves eoria^aaat de a
:-i:;V"{-'t* ::-, '~ '.....''""">:.... aaozo!
..V *'; < ","1,s'!V-'r*'r do Imita -"a r--.
a vit-..o t ..... lan.au!,,,, lano Laudas romo tmd
......erros desMoedilot para coudum formas de
S? ,rnMl5*S.P-'* ""'" 'uondioca. prensas pa-
rajdito, tornos de ferro bando j.ara laiiuba. arado, de
ierro da mais approvtda coastrogcSa, fundos pira
uavoniques, crivos c portas para fornallias. o una
leunidade de obra, ,, rertai ame da cnf.,d..bo
enumerar. No mc-m. d-pi-iio ,-visir pCs.a
intolliEonlc c hablilada para recefaar laaaa as en-
commends, ele, el que i atmancianS-a c-easav
no .ou, rapaci 11 la de .nas oflirinasa marhinitmo,
c pericia de seus i iciaes, se co:i| ronirllem a fazer
execnlar. com a mai w presteza, pattettMa, e exacta
eonformidade com os raed losen deseuios.c IaatlLL
roes quelites forcni fornecidaa.
AHADOS DE FERIO
Na lundicao' de c. Starr. C. in
Amaro acba-te ju-ra ven.lei ara
dos di Am dt.....li<-yualid.ule.
.
l m lindo e variad
IS ii
DV.
i lmenlo de mude lio- para
varamias e gradaras de go-lo modeinioimo nl
lundicao di Asaran......i Saata Amaro,.- no depo ,-
o d.i nif.iiia, ua i ua do Brum.
II
1% i\


DIARIO DE PIMAIUI SiGUND F.EIM 18 Di FIVEREIRO DEI856
sao.
Terceira e<
TRATilETO
Preservativo e curativo
00 CHOLElU-MGRBU.
PELOS DRS.
ou mslnic-.io ao novoparase podci curardesta enfcrmidade, administrando"- remed.', mal .ellica/cs
paraatalha-la,emquantO se rerorrcaomedico,ou mesrao paracura-laiudapciidcnlc desle; nos lugar)
em iiiie nao os lia*
TBADUZIDO EM PORTGUEZ PELO DR. P. A. LORO MOSCOZO.
Esles dous opsculos conlcm as indieaces mais claras e precisas, c pela ma simples concisa eipoii-
c.io estaao alcance de lodas as inleltigcncias, nao s pelo que diz resuello aos meios curativo;,como prin-
cipalmente aos preservativos que lemdado os mais salisfacloiios resultados era Inda a parle cm que
elles leni sido postos 0111 pralica.
Sendo o iralainenlo homeopaihico o unicoque lem dado grandcsrcsolladninormativo desla hnrii-
velenfermidade, jul&arnosa proposito Iraduzir reales dous imprtanles opsculos cm l.ingua vernaci-
la, para desl'arle facilitar a sua leilura a quem ignore 0 (ranees.
Vende-te unicamenle no Consultorio do tradudor, ra Piov n..12, por Ifc-OOO. Vendom-sc tambem
os medicamentos precisos e boticas de 12 tubos com um frasco de lindura 159, umadila de 30 luboOirnmr
vro e "2 frascos de tintura rs. 2jj000.
Massa adamantina. i ConlraUm-ae serventes livrea para tnbalhamn
He gerluienle reconhecida a eircllencia dcsla na illuminacao publica, pagando-te 20-> mensaes : a
prepararlo para chumbar denles, porque seus resul-1 quera convier, dirija-se ao rmatela da referida il
lados sempre felizes sao j do dominio do publico. "
" *{
Sebastian Jos de Oliveira faz uso dcsla preciosa
massi, para o fin) indicado, e as pessoas que qoize-
rcm honra-lo dispondo de seus serviros, podem pro-
cura-lo na '(ravessa do Vigari n. 1, loja de bar-
beiro. as
ilV, DENTISTA, 3
-ni ir na ra Nova n. 19, primei- %
: j.
0 contina .
Sj) rn andar. S
loteras d\ mmm.
O cautelista Salustiano de Aquino Ferreira lomou
a resolocSo de vender os seus lnHieles e cntelas as
pessoas que compram para negocio, sendo a quantia
de 100o para cima, dinheiro a vila, pelos preces
' abaixo notados, na ra do 1'rapiciie n. 36, legando
andar, eni quanlo existir o plano aclual de 1,1)011
. bilhetes na importancia de 34:000}, Hondo esles
precos lirmes. Elles silo pagos sem o desconlo de
oilo por ceulo da Ici nos tres primeiros premios
o. <>i, a fallar rom
grandes.
Itilheles GfGOO Recebe por inleirn 6:0003000
Meios 29300 u 3:000*000
Tercos 2J2S0 i) 2:0005100
Quarlos IfCSO 1 :.10tl?OU0
Quintos IJClfiO i l:2Olt?0(10
Oilavos 840 i> T09000
Decimos SO n u 6OO9OOO
Vigsimos JIM M U O cautelista 3005000
Salustiano de Aquino 1 errrira.
REPERTORIO DO MEDICO
HOKOPA'
EXTRABIDO DE UUOIT E BOEN-
NINGHAUSEX E OL'TROS,
c poslo em ordem alphabetica, com a descripeo
abreviada de todas as moleslias, a indicacao phvsio-
logica e therapeutica de todos os medicamentos ho-
rneopathicos, seu lempo de acrilo e concordancia,
seguido de um diccionario da significacao de Iodos
luminaru, 011 a ra Imperial
Prxedes da Silva Guarnan.
Na casa da residencia do l)r. I.ourciro, na ra
da Saudade, defronledo Hospicio, precisa-sc de urna
ama de leite, forra, que nao traga comsigo o lilho,
que liver, de peito,
Aluga-se a casa terrea n. 50 da rua das Cinco
Ponas ; a tratar na rna do Collegio n. 21, primeiro
audar.
A pessoa que ti ver para alugar al-
gum sobrado d clotis andares, 011 mesmo
de um andar e sotfio em qualquer dos
tresbairros, e quetenha commodos sul-
licientes para urna familia : dirija-se a
rua doQuciinndo loja n. 20, que alii se
dir' quem precisa.
Precisa-sc de nina ama forra ou cs-
crava para urna casa de pequea familia :
quem pretender dirija-se a rua do Colle-
gio n. 15armazem,ou a rua dasGruzes
11. 11, segundo andar.
Joio Antonio Carpinleiro da Silva
iVC, faz sciente a seus credores, tanto
desta iiiin.i, como da de Joao Antonio
Garpinteiro da Silva, que llie apresen-
lein tuascontas no prazo de vinte das,
quer vencidas quer |>or vencer, lettras,
llancas de fazendas 011 de casas, os quaes
pastado este prazo por nada mais se res-
ponsabilisam, nocasqueappareca qual-
qnercousa. Hanguinbo 15 de fevereiro
deIS.
l'recisa-se de urna ama que sailia eoiinbar c
fazer o servico interno de ca*a : na rua liroila n.
I2tl, segundo andar.
O Sr. Jarintho Bernardo Pacheco baja de vir
os termos demedicina e cirurgia, e poslo ao alcance JA fazcm 11 e mcio, e nao vindo buscar no prazo de
II das, se passar a vender para sen pagamento do
principal ejuro, e en abaixo assianado Mo respon-
das pessoas do povo, pelo
III!. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. asignantes podem mandar buscaros seu
exeroplares, tssim como quem quizer comprar.
AULA DE LATIM.
O pachte Vicente Ferrer de Albuquer-
que contirfita com sua aula de latim, do
da 2 dejaneliU) em diante, pela mesma
manara e sob as ccndicOes ja' anntin-
ciadas. a
PL'BLICAgAO' LITTERARfA.
Repertorio j u ridico.
E^la publicarAo tara sem duvida de ulilidade tf
principiantes que se quizerem dedicar' ao exerricio
do foro, iniis nell.i enconlrarao por ordem alpliabe-
lica as principaes e mais frequenles ocenrrencias ci-
vis, orphanolosica, commcrciae eecclcsiaslirasdo
nosso foro, com as remissoes das ordenaees, leis,
avisos e regulainenlns por que se res d llr.i.il, e
liem assim resolu^es dos Praxislas anlisos e mod
nos em que se lirmam. Conlcm semelliautemente J,.'__'_____J
as decises das queslies sobre sizas, sellos, velliose
HOTOS direitos c dcimas, sem o Irabalbo de recorrer
colleceao de nossas leis e aviso* avulsos. Consla-
radedout volumesem oilavn, grande francez, eo
primeiro sabio luze esla venda por S) na loja de
ivrosn. (> e K da prara da Independencia,
zia da Boa-Vista, na rua Vcllia n. Mi.
lo por reclamacao algoma. Recife 15 de fevereiro
de 1836.Jos Jaclnlho Uontairo.
Olfcrecem-sc dous rapazes brasilciros para cai-
xeiro, um de loja de lazendas ou ferracens, e oolro
par.i Liberna : na run do Aragao n. i.
francisco Gomes da Silva Saraiva relira-te pa-
ra Porlugul a tratar de sua saude-
Os abaixo assignadot, lendo vendido o sen es-
labelecimenlo (taberna na rua da Hoja n. Is, a na-
va l>. Antonia Lucinda des Pretores, declaran que
nada devem a praca, porem se por qualquer titulo
alsuem se jular seu credor, deve apparecer no pra-
zo de 10 das na dlla taberna, para ser imin,ediala-
menle embolcado. O socio Miguel Fernanda Eiras,
declara mais, que se relira para o lliu de Janeiro.
Kccife 1:1 de fevereiro de lS."(i.
Miguel Fernandos Eiras t\; Companliia.
l'rccisa-se para o Para de um liomem que sai-
ba\ fazer assucar, lamLicar, fazer rapadura, niel, e
dirigir todo o sei vico ile um cugenlio movido por
agua, sflue de lianca de suaacnnducla, oflerece-se
boa vaiiRIgera. Paia o mesmo lugar precisa-se man
de um hornee, nue aiba rubricar teblko de qualquer
e que saiba Irabalbar rom qual-
CONSULTORIO IIOMOPA-
TIIICO
DA COMARCA D CABO.
.Vo emjenho Marlapiigifir.
(Gratis para os pobres.)
Manuel de Siqneira Cavalranli, profoaso
liiimeiqiallia, continua a dar coiiiellai todo
$C "- dias.
Aluga-se nina casa terrea mulle grande, a qual
l|in (i quarlos, -2 salas, ro/iub.i lora. Iiom quintal
com porISe para a maro, com um grande lelheiro no
quinlal prnprio para alguroa ollicina, na rnadoatioe-
lluis ii. 1:1 : quem pretender, dirija-se a rua do
ijui'imadu n. III,
O Dr. Joao da Silva Ramos relira-se
para o engenho Camaragibc de Scrinba-
em. por ter la'seu pai, e terja' appare-
cidoem um lavrador do engenlio um ca-
so de cholera grave. S o desejo i; de-
verde soccorrer seu pai, desterrado io
longe, a mingua de soccorros, o lana des-
amparar esta cidade, onde quera desen-
volver toda aenergiaem proveito dosac-
commettidos pela epidemia : dei\a ubs-
lituindo-oo Sr. Dr. Seve, cosproessores
Leal eFelicio.
LOTERA DA PROVINCIA.
Hlm. Sr. Iliesoureiro manda fazer
publico, pie se acliam a venda na theSO-
raria das loteras, das9as 5 hoi-as da lar-
de, os I ii I leles da piimeira parte da quar-
ta lotera do Gymnasio Pernambucano,
cujas rodas and?m no dia 1 de marco pr-
ximo l'uluro. Thesouraria das loteras
1 "> de fevereiro de I s.">(.o escrivo, An-
tonio Jos Duartc.
Precisa-te de um limncm para feilor de um en-
genho, que j cnlenda Hesle Irabalbo : na rua .la
Madre de heos, loja n. 7.
PreCrtt-se alugar um cscravo, preferc-se ile
na{IO, para o sci viro de urna casa de pequea lanii-
a balar na rua do Oucimado, loja n. 21.
~\-
! :i
O lliesoureiro da irmandade do Divino Espiri-
to Sanio roga encarecidamente aquellps de seus ir-
mos que lomaran) capas para acompanbar as ulli-
mas procisses, lenbam a bondade de enlrega-las em
sua casa, na das l.arangeiras n. 12, ou na igreja ao
respeclivo guarda, visto a urgente precelo que lem
de resliluir quanlo antes algumas que pedio por cm-
pre-limo a nutras irmandades.
(Is abaixo aisgnadn> fazcm publico, que ami-
g.ivelmenle dissolvcrain a lujas da rua do Crespo n. .">, e P.isseio Publico n. 17,
que gxrava debaixo da fuma do liuimaraes t\ lleuri-
ques, licando a cargo do socio Miguel Jos Barbosa
(iiiimarAes todo o activo e passivo das mc'mas lejas,
e o socio Joao llenriques da Silva desouerado de to-
das as Iransacrocs lendcnles a mesma sociedade.
Recifeil:l ile fevereiro de 1836.Miguel Jos Bar-
bosa liuimaraesJoflo llenriques da Silva.
Na roa estreila do Rosario n. 17, segando an-
dar, da-se dinheiro a premio sobre penhores de 00-
liltjr os seus penbores que empenbou por > mezes e nu |lr;a, ,m peqenas e 2ran.'es quanlias.
No aterro da Boa-Vista n. 12, primeiro andar,
precisa-se alugar urna mullier forra ou captiva, que
aiba engommar. c paga-se bem.
Aloga-se um prcto ou homcm forro para o ser-
vir, i interno de urna casa : a tratar na rua Nova n.
53, bolira, do que se pagara bem.
Precisa-te de ama ama forra ou captiva, s
para cozinbar, pagando se conforme seu ajuste : na
rua do Rosario n. 'i').
ARKENHAMENTO.
A loja c armazem da casa n. 59 da rua da Cadcr*
do Recite junto ao arco da Conceicao, aiba-se deSoc-
cupedn, c arrenda-se para qualquer eslabeleriinenlo
em poni grande, para o qual lem commodos sulli-
cienles : o* prclendenlfs entender se -han com Joao
Nepomnceno Barroso, no segundo andar da casa n.
">7. na mesu.a rua.
O abaixo assianado lem justo ccontratado com-
prar a armacao e telendas exislenles ua leja ilc Joao
remandes de Magalbaes c Silva, sita na roa do l.i-
\rameuto n. IS, com consentimenlo dos cre.torcs da
mesma. Recife 13 de fevereiro de 18.V1.
Jos llias da Silva (.iiimar.les.
ail, e que possa lomar conla
O Dr.Ribeiro, medico pela Lniver
sidade de Cambridge, continua a residir
na rua da Cruz n. 13.
GRATIFICACA'O.
Da'-se 20,sOOO de gratilicacao a quem
inculcar urna ama de leite loria ou es-
crava, c|iic tcnba boas qualidades e bom
leite : cpiem pretender dirija-se a rua do
Collegio n. 15, arma/.cm, ou na rua das
Cruzes n. 11, segundo andar.
Candida alaria da Paixiio Rocha, pro-
l'essora particular de nstruccao primaria,
residente na rua do Vigario do bairro do
Recife, fa sciente aos pais de suas alum-
nas, que aclia-seaberta sua aula, naqual
contina a ensinar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, jneio pen-
sionistas e externas, por procos ra/.oa-
veis.
Para o servico interno de urna casa cslrnngeira
de duas pessoas, necessita-se tle una enzinheira
engommadeira, forra ou escrava; na rua Nova n.|l
Antonio Antunes Lobo faz sciente ao
rcspeitavel publico, e particularmente
aos seus fregueses pie tem transferido
sua loja de chapeos da rua da Madre de
Dos n. para a rua da Cadeia n. liO,
junto ao arco da Conceicao, onde O en- macan ou caixao que nelle exisle, balance e tiesos
___.___-_____ -j i ,i i proprios para couros salgados, ou nutro eslabcleri-
contrarao sempre prvido dos melhores
sortimentosde chapeos.
quer que sejv.
de urna fabrica. Precisa-so de um licorista que sai-
ba fazer licores de lodas a qualidadts : acliaudo-so
alguem que o^ieira cncarregar-se de algumas propos-
tas em cima mencionadas, diriia-se a rua da Cruz
O. l.
A eomntale de beneficencia da fregue/.ia .la
Boa-Visla declara que os mediros enrarrrgados dos
dill'ereules dislriclos da mesma freguezia smenle sao
obrigados a asilir graluilamentc as pessoas manifes-
lamenle indigenlcsi e que aquellas que nao eslive-
rem ueste caso podem recorrer a f|iialquer medico de
queconfianca, mesmo nao sendo o do dislricto em
s ua esliverem roinprebendidos.
Pede-se ao Sr. Joao Pacheco, bati-
neiro, morador em Olinda. lenha a bon-
dade dedirigir-se a ruada Cadeia doKe-
cifen. 08, que se llie deseja fallara ne-
gocio de seu interesse.
Dcsappajeceu no dia lOdncnrrciite pelas S llo-
ras da noite, um escravo de nacao, por nomc Joao,
levou calca e camisa de algodlo riscado, altura re-
cular, seceo do corpo, coslunia embriagar-se ; por-
lanlo ro^a-sc as autoridades policiaes e capitaes de
campo que o apprehendam c levem a sen seulior, na
rua larga do Rosario, bolcquim n. -27, que sera re-
compensado generosamente.
Precisa-se de urna ama de Icilc : r.a rua do
Collegio n. -J'i, lerceiro andar.
Tendo-se fnalisado n* ferias, o solicitador abai-
xo assicnado, annuncia a lodos os cus amigos e as
pessoas que do sen presumo redsarem, o adiarlo
sempre promplo na sua residencia da rua da Cam-
boa do Carino n. :(X. primeiro an.lar, ou no esrrip-
lorio do Illm. Sr. Ilr. Joaqnim Jos da l'onsera, pa-
ra Iralar de qualquer questao nos audilorios dessa
cidade.Camillo Augusto Ferreira da Silva.
Atlencilo.
Alugn-se um armazem na Iravessa do Monleiro,
no Kecife, prximo a ponte nova, e veiiile-sca ar-
CONSULTORIO
HOHiEOIMTIIirO.
28. Rua das Cruzes 28.
Gratuito para os pobres.)


i
i
O Ilr. Catanara di ronsullas e faz vi- ifyl
zila< a qualquer hora do dia.
No mesmo consultorio vcnde-se
O TRATAMKNTO HOMOEOPATHI-
Ct), presen-utico e coralito i-> cholera
Utorhut, acroinmodado a iulelligencia do
povo.
Carlelraa de \1 medicamentos para o
cholera.
ii once de Untara. .... 1^000
Tubos avulsos.
Carleiras de todos os tamanbos muilo
em conla.
i
i
i

m

AGLERREOTVI'O. 8HCTROTVP0
E STEREOSCOPO.
Na anliga o bem conhecida galera e ollicina de
retratos do aterro da Boa-Visla n. 4, lerceiro andar,
conliuua-se a tirar retratos por qualquer desdes svs-
lemas com toda a perfeie.lo. Ah se cucontra' o
mais rico e abundante sorlimento de objectos para a
collocacao dos retratos, que lem vindo a esla capital..
INo le entrega relrato algum sem estar parecido e de
um irabalbo perleilo. Das 9 horas da manbaa as 3
da larde est sempre a galena e oflicina a disposirito
do publico, pudendo tirar-se retratos cm dias de
LOTERA DO RO DE JANEIRO.
Hojc espera-se o vapor nacional do Rio
de Janeiro, o qual trara' a lista da lote-
ra 59 do Monte Pi Geral; ainda existe
um pequeo numero de bilhetes nos lu-
gares do costu me : os premios serao pa-
gos a distribuicao das ir.estnas.
Na rua Nova n. 12, loja, dir-se-ba quem pre-
cisa de urna ama de leite.
Hospital procisorio no arsenal de marinliu.
(t riiurgiao Joaquim Jos Alves de Alhuqucrquc,
encarregado desle buspilal para (ralameulo dosdoen-
les atacados da epidemia reinante, pede a lodas as
autoridades do Recife, e mesmo as pessoas particu-
lares, que sem perda de tempn, t logo que soubercm
de qualquer ataque verdadeirn ou duvidoso cm
pessoas desvalidas, a queiram mandar ronduzir ao
referido hospital, alien de serem occorridaa imme-
dialamenle ; porque, qualquer demora no Iralamen-
lo de semelhautc molestia pode ser a causa do mo '
resaltado.
Deposito de
ltanos,
luir* Novan. 41,j>ri..cir:>
andar.
Neto Cklabelcciinanta se enconliam os mais ricos
u m melhores pianos que tem vindo a esta praca dos
man arredilados labricaules como de Radiis e
lr.iuin.inn de llambnrgo, assim como de oulros
inultos rubricantes de Europa, os quacs se vendem
por mdicos precos, e garantidos ; no mesmo cslabe-
leciuicnlo tambem se roncerlam, alinam-se crecc-
l>eni-se cncomraendas para a Europa.
Precisa-se alagar para o ser\iro de una lami-
lla ingleza, urna prela quesaiba lavar, engommar c
coser: na rua do Trapiche Novo n. 10.
ment que os gneros preciscm ; esla bem acondi-
cionado : a tratar na rua da,Cadeia do Kccile, loia
n. SO.
Precisa se de alugar una ama de leite sem fi-
Iho : na praja da Independencia ns. :l( c :W.
A commissao Beneicente da fregue-
zia de Santo Antonio do Recife, roga as
pessoas que quizerem mandar suas es-
molas para a pobreza atacada da epide-
mia, se dignan difigi-las a casa do Rvm.
Sr. vigario, nooitao ta mesma matriz:
asesinlas podem ser de dinheira, gne-
ros, lazendas e mesmo ron pn.
--O cautelista 2^alnstia4
to avisa aos possuidores dos
Smeiosbilfiet' s da 4a par-
te da 5a lotera do Gvm-
v
nasio rernambucano n.
It'iO, emifue sahid o pre-
mio de 2:000,000, e o do
bilheu: inteiro n. 54o'i,
em (po saliio o picniio de
1:000,000, poden vir re-
ceber na rua do Trapiclie
n. 56, segundo and ir,
bocea do cofre, sem n dis-
cotito de por cento do
imptsto geral, logo que
A enfermara \do consistorio da irmarmade do
Ibviiio E-tuailo Sanly em S. francisco j anuuncia-
da, acba-sc prvida qlo oais neceuario para receber
ao* seus irmaos desvalido*, que venbam a ser accom-
mellidos do rliolera : 'rogac, pois, aos irmaos da
mesma irmandade, ou ^i quem lenha conbecimcnlo
do algum destes, parlicipem ao irmao juiz, escrivilo
ou tbesourciro, afim il< que sejam recolbidns pela
mesa e tratados da mcll'or forma que for possivel.
($or>\t\>za%.
Compra-seurojacasu (erica cm qual-
quer dos bairrosdtjgta cidade, comanlo
ijueno esteja detCh-iorada < sejaem boa
rua: na loja P. 41. da rita da Cadeia do
Recife.
Confinase um Cjcravo moco de liarn, r-tu
achaques panrfaSdaria :; na rita do Colovelo n. :il.
Compra-so nm civiallo novo, de bonita lisura,
que >eja manto, bom palasaneiro ou carresader bai-
xo, e que nao lenha imanhas nem achaques : em
Apipucos, no engenho ,Doui limaos, casi do falle-
cido l'ranciseoda Kocbaj Paes liairelo.
Compra-se una o u duas enrocas novas ou em
bom estado para andar i rom um cavado : quem as
liver ousc quizer enrunfibii de l.i/.er, dirija-se a pra-
ca do Corpo Sanio, esci-iplono de II. I. Oliveira.
Sapatos de Imr-
racba.
No alerro da Boa-Visla, defronle da boneca n.
H, ha chrgado um giaude soilimento de sapatos de
borracha muilo proprios para a eslario presente,
lano para boinein como para senhora, menino e
meninas; ai-sim col.....un novo c completo sorli-
menlo de calcado* tr.inee/e-. o de Nenien de todas as
qualidades, e o bem ,-oohecidos aanalos do Araca-
i>, lano para liomem ruma pira menino, esleirs,
cera o velas de carnauba, as melliores que de la lem
viudo; assim cuno urna poie/m de verde franeca,
ludo por prero mullo comniodo, a Iroco de seilulas
velbas.
"ncle-se na rua da Cruz n.
metro andar, o verdadeiro e a-
(i,
pil-
Culo
&nba$.
'MlFBa
Aos aiu.adoi
PARA 0 CORRENTE ANNO.
I'olhiuhas de algibeira contendo o al-
manak ailuiinistrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dos direi-
tos parocltiaes, resumo dos impostes ge-
raes, proviiK-iacs c municipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobre
incendios, enttudo, mascaras, cemilerio,
tabella de (criados, resumo dos rendi-
mentos e e\porlai,'ao da provincia, por
oOO rs. cada umaj ditas de porta a I til);
ditas ecclesiasticfawou de padie.com are-
sadcS. Tilo a iOOVeis: nalivraria n. 6
e S, da praca da Independencia.
^s de l 11 res e
arvores friictiferas.
Mr. Arnol, memhro da sneied^de de horticultura
de Par*, tem a honra de pau*tieipar ao publico, que
acaba de Irezer de l-ranca' urna rica colleceao de
llores, arvores fructferas, de goslos diversos para or-
namenlo de jardins, um sorlimenlo ile railes de llo-
res c batatas, que vende por1 preros commodos; no
aterro da Boa-Visla n. :tK. '
Fai'inlia de mandioca.
Vende-sc farinba de S. Malbeus, cm sacras ; no
caes do Hamos, armazem do> Sr. Pacheco, por precos
commodos.
Na rna do Collegio, I jija n. :i, ha para vender
hcelas de lodos os tamaitos com o verdadeiro doce
de caj' secco para fazer mimos assim como se ven-
de em libra a porco que qolzer o comprador, tam-
bem lia de calda muito suoerior e se vende cm bar-
ra ou em libras.
Vende- veiro do M n./.
Vende-sena ruada\Crnz n. 15, segundo an-
dar, um gran.ie aorliraenha le chales .le loaquim da
India verdadeiro*, bordados lodo-a volla rom rama-
gens c indios, e ditos adamascados, camisas de meia
de algodao brancas c de c.Srcs. ceroulas (lilas e saias
de ditas, masaos de coral, I charpa- ou maulas. lias
te coral verdadeiro*, lengos de cambraia de linlio
bordados, de Italia, loaltias de ditas propria* para
b.iplisados. pulceire de Cornalinas de dilerenlcs co-
res, montas cm ouro, chceos de palbade liaba pira
lioinctis, meninos o menina", camas de ferro'bem for-
nidas de una c de duas pessoas. '
Vendem-sc ou aluiiam-se na l'assagem da Mag-
l.il.na, anteada ponte, don*sltloacomeaeaade so-
brado, as quaes leudo communiraco interna, tam-
bem podem servir para urna familia : a Iralar na
rua da Cruz n. i.
REtOGIOS
Coberfos u descol>ertos,pe-
(jnxiui&4! ^r-> mies, u
ro, patente ingle/,.
!,.
OU-
\ endem-sc no cscriplnrio de Sontnall Uellor
Companhia, na rua da Cadeia do Recife u. :it. os
mala sopertores reoslos coberlon e deseobertos, pe-
queos grajides, de ouro, patente inglez, de um
dos ini'lhoreTrabricanles de Liverpool, viudos
ultimo paquete inglez.
pelo
sabir a lista gerai. l'er-
uambuco K6 de fevereiro
de 180. O cautelista,
Salustiano de Aquino Fer-
reira.
i% Koga-se ao Sr. Simplicio da Cruz llibeim, pro.
fessor da povoacao do Peres, quena comparecer na
rua|.la l'raia u. .il,se-uudo andar, que se Ibe desoa
fallar.
Boga-se ao Sr. leslameiiudro do finado Sr. Pe-
dro Josu Cameiro Monleiro, o favor de annunciar
por esle Diario sua inorada para se Ibe fallar a ne-
gocio que diz respeilo ao dilo finado.
PBBLICACAO SCIENTIFia
Acbam-se no prclo as 1NSHTI ICOES ItK 1)1-
KEITO PUBLICO ECCI.ES1ASTICU pelo Dr. Joa-
quim Villela de Castro lavares, lente da l'acublaile
de Direilo desta ridade : e por estes dias ser dislrui-
do pelos Srs. subscriptores ti primeiro colume rt'esta
inlercssante obra, para impreolo da qual os editores
se nao (em poupado sacilieio algum, leudo so-
menlc em mira apr seadaineute impressa, em bonslynoi e ptimo papel.
Esse volme, pois, contendo de .'ll a itl pagi-
nas, em elegante formato, acbar-se-ba a venda do
dia 10de fevereiro em dianle, na livraria dos edi-
tores, Ricardo de Frailas V.C. esquina do Collegio
n. II, ao pceo de (HMKI res, pira os nao assignaii-
Ics c alai, bem romo em mo das pessoas que se cu-
carregaram de agenciar assignaluras, ser distribui-
do aos Srs. subscriptores, inedianle a entrega da
primeira preslacJh) de sua assignntura ..."ijOD reis;
iicando asegunda e ullima preslaco de igual quan-
tia, |iara ser naga na occasiSO da entrega do segun-
do rolumc, que ja se acba no prelo ; recebeudo ain-
da cte anuo o lerceiro e ultimo volunte sem maisrc-
tribuieoalguma.
HAquellesscnbores que quizerem ainda inbsrrevef
pudero faze-lo nesla provincia na livraria dos edi-
lorej e em casa das pessoas eucarfegadas ra subs-
cripeo. e em entras provincias em casa dos respec-
tivos agentes, ate a pubhcaco do segundo volme
por quanlo d'es-a dala cm dianle a obra lmente s
vender por l.'iNMM) res o exemplar.
Em f.tce das enormes despezas que sao ohrgado
fazer rom a presente impreAo, nflo podem os edi-
tores deivar de exigir dos Srs. subscriptores ; sem
cvrepco | a inmediata entrega de sua respectiva
preslaeao logo que Ibes seja apresenlado o primeiro
voliime ; |w)rqjje_ du contrario, ver- -e-bain ana ne-
cessidade do suspender por na a mpreasflo dos
/acardo de /'i rilas \ C.
3BBBWB3SB :BSB5gMaBB8fBS8lR&
| AO PIBLICO. I
y No armazem de fazendas bara- f
tas, rua do Collegio n. 2,
33 vende-se um completo sorlimenlo
!g de fazendas, linas e grossas, por
fj preces mais baizos do queemou-
E tra qualquer parte, tanto em por-
cues,.como a retallio, afllancando-
ra se aos compradores um s prero
H para todos : este estabelecimento
9 alirio-se de combinacao com a
J^ maior parte dns casas commcrciacs
inglezas, rancezas, allemaas e sttis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, e por
islo ollerccendo elle maiores van-
o
portante es-
*A tabelccimento convida a'todos os
M seus patricios, c ao publico cm ge-
W ral, para que venbam (a* bem dos
seus interesses) comprar fazendas
Bj baratas, no armazem da rua do
1$ Collegio n. 2, de
fi Antonio Luiz dos Sanios A Kolim. Kj
um =5K 33saa ras tmgmsMz'i
A commissfio Beneicente da fregue-
zia de Santo Antonio roga as pessoas ata-
cadas da epidemia que necessilarem de ser
soccoi ridas, queiram dirigir-sc ao Rvm.
Sr. vigario, em sua casa, na liavessa do
palco da matriz, cno caso de o nao eucoti-
Irarem cm casa, a qualfjuer dos oulros
membros, a qualquer hora do dia e da
noite, ate as boras.
i
1
i
i
8
i
i
I
ffl tagens 'oque outro qualquer ;
fc! proprielario desle importante c
Velas estearinas, podras de mar- W
more para mesas, papel de peso t5
ingle/., papel de embrulbo, oleo (J?i
de bnliaca em botijafk, chicles ^) |
para cario, pianos de armario, gj} |
lona ebrim de vella, cemento ro- />*
mano, armamento de todas as /&
qualidades, cabos de lindo e de )^L
manillta. pi\e da Svicia, cham- fg
pagne c vinbos linos do Rcnho : 4w
veiidem-e no arma/.eni de C. .1. ^
Asllev c\ C rua da Cadeia n. 21. i
tg- CORTES TURCOS-
Vendem-sc esles delicados corles de cana prcl"
com pintas carinc/ius e listrados, os mais lindos ro--
siveis pela sua uovidade ilc pailroes, c rd se vendem
nas loja* dos Srs. Campos i\ l.ima, na do Crespo ;
Manoel Jos I,cite, rua do IJueimado ; Narciso Ma-
ia t^arueiro, rua da Cadeia, por preco muito em
conla.
RAP FRANCEZ.
DEPOSITO DA KA DA CRUZ N. K.
Continua a estar sorlido o deposito desle encllen-
le rap, lalvez o unico de que se deva f.uer uso em
una crise epidmica como a que infelizmente lata-
moa: o agradavet aroma, e os simplires de que he
composlo, o f.i/em recommendavel, visto nloler
cm sua rompo.-iro neulium ingredieulc que des-
Irua a virlude do fumo, reconliecido ja romo un
grande preservativo de qualquer mal: para com-
modidade dos rotnpradores, se encontrara esle rape
nos depsitos lilinrs dos senhores Horeira i\ Hilar-
te, na rua do Cabuga' n.... c Joo tlardoso Ayrcs,
na rua da Cadeia do llecife pelo prero de 39 cada
meio kilogramo, que be mais de una libra.
Vende-so oleo de ricino em latas de .17 libras
c em garrafas de libra c meia a l-\ milho cm sac-
eos grandes irajPfnPjvo a ?, arroz, pilado, algodo
em e.iri..;o, paos de ngicn grandes a Uj: na rua do
Vigario n. .",.
Na rua do Vigario loja de pintura vcnde-se
urna porco do bolijors empalhados que foram de
oleo.
VenJem-sn saceos com arroz pilado muilo su-
perior : na rua da t'.adeia do Recite n. X.
Vende-se una muala sem vicios, a qual en-
gomla, cose, lava e cozinha o trivial de nina casa :
na roa do Pilar, em l'ra de Portas n. 19.
Vcnde-se superior farinba de mandioca em
saceos de mais de um lqucire vcilio : na praca do
Corpo Santo n. (i.
clia' prelo cm libras c. por muilo barato
preco tiue laz admirar.
Vendem-sc espingardas de dous ca-
nos rancezas. muilo pioprias para caca
e por baralissimo preco: na na da Cruz
n. (i, primeiro andar.
Ka relio.
No armatem de Vrenle Ferreira da Cosa, na rua
da Madre de lieos n. 26.
Vcndemsc ramas de ferro de superior quali-
dade, cognac superior em caivinhas de du/ia de gar-
rafas, a verdadeira oraxa ingleza n.97 do afamad
fabricante l>ay A Martin, em barricas de 15 du/ia
de potes ; ludo em casa de James Crabliee & Com-
panhia, rua da Ciu/. n. 10.
Farinlia de mandioca de
s. rfathens.
Vende-se (nruiha muilo boa c nova,
ebegada pelo patacho AI'D,\Z e escuna
ZELO/.A : trata-sc qualquer porcSo no
esc iptorio de Isaac, Curto A C, na rua
da Cruz ii. 'it>.
Vende-se o verdadeiro,e mais fresco rap Pau-
lo Cordciro, recenlemente ebegado do Itio de .lanei-
ro, c por pceo commoilo : ua roa de Ijuciinado loja
de ferrageni n. 1.1, de Joo Josode C. Aloraes.
Vendem-ae larangeirai de umbigo, seleela o
moscatel, enxerlos de limito dore e de lima de um-
higo, ps de frutapo. de lima seleela, de abacates,
de sapolis, de pinbeira*. de augi.-o, de goiabeiras,
de ubaias e jaluiliraba : no principio da estrada dos
.Milicias, lado esquerdo, casa ua boira da eslrada,
com a frente pintada de cinxeolo de Manuel Mar-
ques.
Vende-se queijos tuudrinn muilo fresco c de
pralo : na rua da Cruz II. 10.
Vende-se Icijau em zacean grandes, rhpga.lu do
Aracalj : na rua da Cruz n. ;ii, primeiro andar.
Cohertas de laa.
Cuberas ile damasco de l.l.i rom !l palmos de com-
piimenlo e S de largura a |$flO, c mais rompridas
dr. preco proporcional : na rua do ,lueimado, loja
.21.
Venil.'in-se ;irr^s srnndcs rom milhn, arroz
de ck\9cn cm sarca* c .1 granel. iilgodSo em raroro,
lalas corn oleo fie ricino de :J7 libras cada urna, "l-J
loros de ftngico proprie para marciueiros, ludo por
prero mmiiiodo ; na rna do Vicario 11. .">, 011 no
caos Vinlio do Porto superior
Chamico '
Vende-se unicamenle na roaSda Cadeia do llecife
n. armazem de Barroca t\ < .- -1 r. .
Liquida^o.
0 arrematante da loja da rua do Crespo n. 1, jun-
io a rasa nova da quina, confronte ao arco de danlo
Antonio, querendo acabar com as fazendas que evis-
lem, vende barato para liquidar, sem perda de lem-
po. Princesa prela de boa qualidadc a :100 rs. o
rovado, alpaca*, linas de superior qualidadc a KIhN
rs. e l>o corado, meias prelas de algodo para se-
nhora a 1)0 rs., suspensorios tito rs. o par, corles
de cassas lina- francezas a I?i00. c ^UKl muilo li-
nas, lencos de cambraia linos a 204 rs., dilos de seda
da ludia muilo linos para homcm e senhora a IrlHl,
romeiras de cambraia lina de laros de seda para se-
nhora a manteletes de seda linos a >, maulas de
seda pura wnliura de<*operior quadade a ja. curtes
de rlleles de lazinba para bomem a 500 rs., lencos
de seda branca muilo linos a IS, riirlcs de fusio
para rolletes a tilo e StIO rs. de superior qualidadc
corlea de vestidos de cambraia e seda muito linos
59 c l>, cunes de cambraia rom hadados linos a :l-
dilos de cambraia de cor a Js'jOO, brelanha de linho
de ( varas a prca, lina. a:trJKI, chales de larlalano
a 8IK) rs. e ISiMM), ditos de catea e seda muilo linos a
An'HK) e 39, Ifta para vestido de senhora a :|J(I o co-
rado, cambraias de cores linas a :1JII c tllll rs. a va-
ra, peras de lihi para iiiosqueleiro de ai varas a :!?
a peca, corles de meia casemlra de superior qualida-
dc a !?(it)l c ? o corle, meias para senhora linas a
-Jio e :ia> rs. o par, madapolao c algodao/inho, e
oulras muitas laeudas que por serem muilas nao se
podem mencionar, c que se \ eudeni por lodo o preco,
na mencionada Iota.
Corles di
da r fes
e cassa para quem quer da
las por poucodinheiro,
Vendem-sc corles de ras. chita do bom gante a
2), ditos de padrocs franrezes a29*00, cassas rosas
paia alcviar lulo, dilas prelas dcpadres miudos a
S o corle, alpaca dt seda de quadros do todas as co-
res a 7JO o covado, |Pneos de bico tanto pintados
romo bordado, a 320 Cadl um, grvalas de seda pa-
ra bomem a I- e 19600 ; todas estas fazendas vea
dem-se na rua do Crespo n. 6.
Sonsas finase de
boas gostos
KA LOJA DA BOA FAMA.
Vendcm-se neos loques eom pluma>. botla e
e-pelbo a 28, lavas de pellica do Jouvin o mclhr
que pode haver a lXIKI o par, dilas de sede ama-
rcllas t- Inanias |.ara bomem e senhora a 1?2Htl, di-
las de lorral prelas c rom bordados de rores a 10
rs. c 19200, Hitas de lio de liscoci brancas c de lo-
das as cores para bomem e >enhora a .'illO rs., dilas
paia meninos e meninas muito boa fazenda a 320,
lencinbos de relroz de lodas as cores a 15, toncas de
l.i para senhora a liltl, pontea de tartaruga para
alar cabello, fazenda muilo superior a .">, ditos de
alisar lamhcm de tartaruga a :>?. ditos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muito aos de
tartaruga a 13JH0, ditos de alisar de bfalo, fazen-
da muilo superior a :I20 e .i0() rs., lindas meias de
seda piuladas para chancas de I a :l anuos a 19800
olpar, dilas de lio de Escocia tambem de bonitas
cores para enancas de I a 10 anuos a 3a} o par. s-
pelhos para parede com encllenles vidros a 500,
700, \fe 1;200, mocadores rom ps a 1->"i00, litas
de velludo de lodas as cores a 100 e 2(0 a vara, es-
covas linas para denles a 100 rs., e finissimas a 00
rs., dilas finissimas eom cabo de maifun a l>, tran-
cas de seda de todas as cores e larguras a 320, lu c
500 rs. a vara, sapalinhos de la para crianzas de
bonitos padroes a 240 c 320, adereros prelos para
luto com brincos e alfineles a 19, toncas prelas de
seda para mancas a 1j, travesas das que se usam
para scgurarcahello a I-, pistolinbas de metal para
enancas a 200 r.-., galhcleiras para azeile e vinagre
a 2.--JIHI, bandejas muilo linas e de todos os lma-
nnos Je I-. 29, :l? e 4?, meias brancas linas para
senhora a 2(0 e 320 o par, dilas prelas muito boas
a 00rsv ricas caixas para rap com nquissimas es-
lampas a 38 e 29500, meias do seda de cores para
liomem a bil, chaTiiteiras muito linas a 28, casinos
para bengalas a 0 rs., pastas para guardar papis
a StIO rs.. oculos de armaro deaeopraleados e dou-
radosa 640, 1?c lj20O, lunetas com aro de bfalo
e tartaruga a 500 rs. e I?, superiores e ricas benga-
linliaa a 2?. e a .100 rs. mais ordinarias, chirotes pa-
ra carado pequeos e grandes, fazenda muito supe-
rior a (1(0, 800,19, I92OO, IsOO e 2?, alacadores de
cornalina para casaca a 320, penles mnilo finos para
suissa a 500, eseova linas para cabello a 640, dilas
liara casaca a 11(0, capachos pintados para sala a
11(0. meias brancas c cruas para bomem. fazenda
superior a 160. 200*240 o par. camisas de meia
muito linas a 1? e 19200, levas brancas encarnadas
proprias para montara a 210 o par, meias de cores
para senhora muito fortes a 220 o par, ricas abntoa-
dorasde madrcpcrola e de oulras muitas qualidades
e goslos para rolletes e palitos a 500 rs., fivclas dou-
radas para calcas e colleles a 120, ricas fitas finas
lavrada e de lodas as larguras bicos linissimos de
bonitos padroes c Indas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de noivas, lesouri-
nhas para costura o mais lino que se pode encontrar.
Alcmde tudo islooutras muititsimascousas muilo
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
co que faz admirar, como lodos os freguezes ja sa-
bem : na rua do Queimado, nosquatro cantos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
Vende-se um cabriole! cm bom uso ; a tratar
na rua do Collegio n. 21, primeiro andar.
Camisas de meia
de pura laa.
Vendem-se superiorescannsasde meia de bu, pe-
o haralo preco de 39: na rua do tlucimado, loja
de miudezas da Boa l-'ama n. 33.
i era de carnauba.
Vende-se cera de carnauba de boa qualidadc, por
menos preco duque em nutra parle : na rua da Ca-
deia do lenle, loja 11. 30, delimite da rua da Madre
de Dos.
Ti uta preparada em oleo.
Na rua do Trapiche Novo 11. 18. em casa de B. II.
Wyatl, vende-se evcellenle tinta branca, preparada
em oleo, em latas de 2S libras.
Eixos eaiveios para
curros.
dem-se superiores enos c arre:o< para rarrns : Barris de frivi <1T
rua do Trapiche Novo n. IS, casa de E. II. !- ', ?' aV' "*, "''' .
a bordo do hiato Vero Oliudd,
consignatarios Tasso Irmos.
ou a Iralar rom os
Farelo ovo
LISBOA A 4,500 RS.
Vendem-se su
1 rua .
Wyatl.
Candelabros e lustroso
Acba-se A venda em casado K. II. Wyatl, na rua
do Trapiche Novo n. IS, um completo sorlimenlo de
caudelabroi elastros bronzeadoa de3a8luzes.
Vinho Xere/ t; Porto.
Vende-se vinhn Kereze l'orlo em barrisde quar-
lo : em casa de li. II. Wyatl. rua do Trapiche No-
vo n. 18.
potassa e ai mm.
Noantigocjn h.-m condecido deposi-
to da rua da Cadeia do Kccife, escriptorio
n. 12, lia para vender muilo superior
potassa ila Kussia, dita lo Rio de Janeiro
e calvirrjcm de Lisboa em pedia, ludo a
piceos muito avoraveis,com os quaes li-
cnro os compradoi es satisl'eitos.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum,pastan-
do o cliafariz continua haver um
completo Sorlimenlo de tanas de ferro
fundido e balido de ."> a 8 palmos de
bocea, astpiacs acliam-se a venda, por
proco comtnodo c com promplidao' :
embarcam-sc 011 cai-rcgam-se em carro
sem detpeza ao comprador.
Tabeado de pinlio da Suecia, alcalino c pise.
.Me 1. iimoiii \ Companhia, leudo receido um
ciirresamcnln desles generus pelo brigno suero I).
Thereza, daGotliembourc, vendern os mesmos a
relalho por precos baratos: olaboado arha-se rero-
Ibidn no armazem dos Srs. Carvalho q Irmilo, rua
do Hnim.
AO BARATO!
Na rua do Crespo, loja n. I, vendem-se por lodo
o |ireco fazendas de primeira qualidadc. para acabar
n.'10 se el ha a prero.
Vende-seeal de LisboanJtisassawiechsga's,as-
sin como potassa da Kussia verdadsira : na praca do
Corpo Sanio 11. 11.
VINHO XEREZ.
Vende re snperior vinhn de Xerezcm barris do
l|i,emr;-a doBi K. Wjatl: rua do Trapiche
11. ie.
AIIEN'CA
Da Fundicao Low-Moor. Rua d a
Scnzala nova n. 42.
Nesle estabelecimento continua a lia-
ver um 'completo sortment de moen-
das e metas moendas para engenho, ma-
ctinas devapor, c taixas de ferro balido
c co.ido, de lodosos tamaulios, para
dito.
I.ABVKINTHOS.
Na rua da Cruz ii. 3. primeiro andar, ronlinoa
a haver sorlimenlo de boas obras de labvrintho ai
venda.
Vendem-seem casa de S. P.John-
lon 4 C., na rua de Scn/.ala Nova n. 42.
Sellins inglc7.es.
jtelogios patente inglez.
Chicles de Carro c de montara.
Candicirose cnstir;aes bronceados.
Lon asnglczas.
Fio de Sapatciro.
| Vaquetas de lustre para carro.
VinboChcrrv cm barris.
Gamas de ferro.
L1QUIDAC.VO'.
O arremtame da loja de miudezas da rua dos
"uarleis n. 24, querendo acabar as miudezas que
evistem. vende barato abra de liquidar sem peda
de lempo.
Franja com botlas para cortinados, peca
1 pe paulado, resma, (de peso)
ln>
o de peso, re-ma
No armazem do Tasso Irmao
calves.
no becco do (oii-
Uoga-se ao Sr. lliesoureiro c caulelislas da
quarta parle da lerceira lotera do tiymnasio, que
n.lo pacuem o qu.irlo n. 2ili; senSo a AnloaioJose
Kodrigoea, apresentando seu proprio dono a lirnia
reconhecida.
Vcndrm-se ps de sapolis, liin.lo, Irurla-pan e
laraugciras, por prceo muilo conunodo, e tambem
carrocas c carros de mo muito torios o bem feilos :
na ponte de lichoa, sitio de Jno Caroll. *
Vendem-c latas rom grasa a 100 : na rua da
Cadeia do llecife n.13. .
Vendem-se saccas com milho por preco corri-
modo: un escriptorio da rua da Cadeia de Sanio
Antonio n. 3.
Vendem-se duas negrinhasde idade de 1 i a 18
tonos com principios de varias abilidades : na rua
Dimita o. 3.
CtlOIEIKHS.
\ endem-se roojueiros pequeos proprios parase
plantar : na roa estreila do Rosario n. I'^, segundo
andar.
Vendein-SC Irascos com rollias de vi-
deo muilo proprios para conservar toda
a qualidadc de rape, e por muilo com-
! modo preco : na rua da Cru/. n. "2(i, |)ri-
meiro andar.
;:-:ui(i
97INI
T^OOO
:r*ooo
10(1
tigOOn
I5.IOO
2 in
210
iriH'0
2?0ll
L>3000
:'.?2tHi
2aoo
19800
1100
7-20
UMOt
IJtitHI
R(\ \OY\ l
.
p
.
arios
iiiriczes
tente
5 pa-
os melhores l'abroadol em Inglaterra : cm casa de
llonrj Gibson, rua da Cadeia do Hecile n. .12. *
Vende-se api cm cimbeles de mu quintal, po
preni muilo eommodo : no armazem de Me. Cal-
moni A Companhia, praca do Corpo Santo n. II.
Cartas rance-
zas.
\ endein-se superiores carias francesas para vol-
larclc a .KMI rs. o baralho : na rua do tlucimado,
loja de miudezas da lioa lama n. 33.
Moinhos de vento
ombombasdereputo-para regar borlas e baila,
derapim, narundirailc l). W Bonman: narua
do Brum ns. ti, 8 c 10.
I.a de rores para bordar, libra
I Penles de bfalo para alisar, duzia
I ti velas douradas para ralea, una
broza de obreiai muilo linas
Lenco* de seda linos, ricos padrocs
Caita de linbas de marca
.Meias para senhora por
Ponteada tartarusapara segurar cabello
rozas de canelas linas para prunas
Hitas de bolOca linos para casaca
Meias prelas para senboia, duzia
Hilas ditas para bomem
Lacre encarnado muilo lino, libra
Papel de core-, maco de 20 qiiadernns
Duzia de cokeles
Kspelbns de lodos os nmeros, duzia
1.olas de novctlos grandes para bordar
Itiras litas escocezas c de sarja, lavradas,
largas njNl
Meias cruas sem costura para liomem 3ySM
ltas ile seda n.3, peca ;tso
Trancas de seda branca, vara ;oo
Calza) de raiz, dnzia l-i.no
Pecas de lilas de eos 300
l.apis finos, groza 25UM1
CnrdAo para vestido, libra I.-200
Toncas de blondo Tiara menino 1C2IM1
Chiquitos de merino bordados para me nio Ijtlflo
c antros milito* artigos que setomam recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que mo seduvidara
dar um poiiquinho mais barato a aquello senhor lo-
cisla. qoc queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra cm primeira iiiilo.
COGNAC VERDADEIRO.
Vende-se o verdadeiro cognac, lano em garra!
como em garrames: na rua da Cruz n. 1(1.
Cai de Lisboa barata.
Para fechar cmlas vendcm-se barris rom ral de
Lisboa, pelo diminuto proco de .3?jno, assim romo
ha urna porco da dita cal sola, ptima para raiar
I peio seu brilhantismo duracao, e enebe-se urna
barrica que lenha sido de |bacalbo por 39: na rua
; da Cadeia do Recite 11. SO.
hias prelas pa-
ra padres.
CON .".!> rOI do pie em ostra rpi.ilipici- parir.
Bien de blond de Sida BMa para qo.ii-.rnj e h"
uilas lita*, como serrobe esla taaeiuja dn-rlamet-
le di* fabrica, por isso |.<.le flererer e^l.i vanla^ein
a seus (regue/e-, casa d. ielojocir.
Ai Miliaria 101I1.1 o cholera.
I.uvas de l.ia alcotoadas para frteres, leo* *
propriedade de aquerer uces-oamenle a palle *
11A0 trir : no Bazar Pernam>uratm, na roa Nova n.
33, unico deposito.
FEIJAO.
\en.le-se feijAn miilalinbo or PSSSJS eeeBSeed :
na traversa da Madre de I tros n. t6, arman do
Agostinho Ferreira S. liuimaraes.
Em casa de T'imm Morasen 6 Vin-
nassa, praca do Corpo Santr n. 15, lia
para vender:
Um sortimenlo completo dchvio em
branco vindosde llamburfcb.
Em casa de N. O. Ricm-i- A C, 1 u
da Cru/. n. 4, vende-sv :
Vinho de Madcira cm l|i e l|8 I, u 11-.
Vinagre branco.
Tinta em oleo.
Lonas.
Briiis ra Kussia.
Papel de einbrulho.
Saceos de rslopa.
Cemento.
Por commodos preoot.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O unico leposiloconlinuaa ser na bolira dr Rar-
Ibolomeu l-'ranciscndcSouza. na rua largado Rosa-
rio n. 3t; garrafa* grandes 5c-Vm e pequeas 3VOI>n
nilMIJ!i\MI PARA 0 rtBLICA
Para cura de phii-ira era lodos mseta*diwcrinas
graos, quer molivaria por ronslipares, loase, eslbe
ma, pleuriz. escarros de sangue, dr de rmladn o
peito, palpitarAo no corarn, rnqurlorhe, bronchil-
d monarca.
IECHANISIO PARA ERGE
HHO.
NA FUNDICAO DE PERRO DO KV.K-^.
Mil.1 lio DAVID W. BOVVNIAN. T
RUA DO BRUM, PASSANDO O ollA-
FARIZ,
ha sempre um grande sorinnrnln dos seguinles i.|>-
jeclos de mechanismos proprios para engenhos. a a-
ber : moendas c meias moendas da mais nweVrpa
eonslruceao ; taixas de Ierro fundido e lialido. d#
superior qualidadc e de Indos os lantanhm ; rodas
dentadas para agua ou animaes, de lodas as .rojr-
enes ; crivos e boceas de fnrnalba e resistrm de bh-
eiro, aguilbfics, bronzes. parafusos e c.imIIh'cs, mai
libo de mandioca, etc.. etc.
NA MESMA FUNDICAO.
ic exceulam todas as cncoinmendas rom a -opi ri-
ridade ja conhecida. ecom a devida prr-lc/.ir rea
moilidade em preco.
MOENDAS SUPEKIOliKS.
Na fundicao de C. Slarr i G>m|vinhia
em Santo Amaro, acha-sc para vender
moctfdjs de caimas todris de it'rro, de um
modello e couStTuccao iiiiuio sm
N;valil;ss ;; coilK-llfo.
Na rua da Cadeia do Kccife n. IS. primeiro an-
dar, escriptorio de Augnstn C. de Abren, cenli-
nuam-se a vender a 8S4NIO o par preco fi\o, es 1.1 '
bem ronbecidas e afama.las na\alh.. de bar.., teiU-
pelo hbil fabricante que foi premiado na ev, de l.nndres, as quaes alrm de doraren, rvlraardina-
riainentc. 11.10 sesentem no rosto na arrito .1 enriar ;
vendem-sc com a condirAo de. nao agradando. ,. I
dercm osrnrr.pradorrxlevolve-lasalc 11 diasdepois
pa compra re-tiluindo-se o importe.
AOS SENHORES DE ENC.ENHO.
Avisa-seaos senhorw le engenho 1111c
pata facilitar o uso do aixano Jo Di.
Slolle para purificacao de auticar vrn-
de-se o mesmo ao preco de 3fM0 cada
lata de 10 libras: vende-sc em casa tic
N. O Bieber vVC, rua da Crin n. .
Em casa dcllenrv Briinu .V ('.., i n.i da
Cruz n. III, vendem-se:
Lona se brins da Bussia.
Iuslt lmenlos poia msica.
Espolhoscoiii moldura,
(ilobos para jardins.
adeiras e solas para jardim
Oleados pan mesa.
Vistas de Pernamliuco.
Cemento romano,
(omina lacea.
Em casa de.N. O. Bichri AC, iim
ila Cruz n. vende-se :
Lonas da Bussia.
Brin/.io.
Tintas era oleo. -
Ultramar.
Cognac em caixas de nina du/ia.
Saceos de estopa.
Espadas para msicos ecornetas.
Por commodos precos.
\ endem-se sellins com pcrlencc* p-
tente hi{;lc7., e da mellior rpialidarle qrc
lem vindo a este mercado : no aanaazjajzaj
de Adamson llowie&C, rua do Tn->i-
che n. \1.
Vendem-se superiores meias de laia para padres,
pelo baralissimo preco de 1)800 o par, ditas de al-
gjdao prelas a i;u o par : na rua do do miudezas da Boa Fama n. 33.
Vcndem-se na rua do (Jueimado n. Si, as se-
guinlesMnenles, chafadas ullimamenle de Lisboa:
couve llor, coate algarve. couve lombarda, couve
Ironsuda, i allnete, nabo de llollanda, rbanos, re-
polho, brocos, sal-a,alface.
Vende-sc um eabriolel lodo piulado e forrado
de novo, com arelos, he bastante leve, seguro e bo-
nito: para ver, na rua do Hospicio, esquina do C-
maras, toja do Sr. Candido (pintor de carros}, e a
Iralar, na rua do Collegio n. 21, primeiro andar.
Pun sacerdote .
Vendem-sc meias do laia pre;is,c brreles de se-
da pelos para sacerdotes: na rua da Cadeia do lle-
cife, luja o. 50.
(v'crat>0$ fufittoS.
No dia tt de Janeiro do correle anno fiigio
do rngenbo Tabatinga uro mulato cscravo, qo' per-
lence aoSr. Ilerrulaiio Cavaleanli de Sa Alb>qn-
que, enjos signaes sao os seguinle : cor ben clara,
r.ibrllo- crespos c raslanhos. baiso, rhein de corpu.
esla eom a cor plida por ter sollndo seies. c lem
muilas manchas no pescoro, nas cosas e pelos, IN
a 20 annaa de idade, o biifo ja Ibe aponl-: leven
camisa de algodAozinho azul ja desbotada, lenibem
a ceroula. um capole de panno lino ror le cale ja
bem usado : presume-sc que levou em ompanhia
um n-oiilinb.i forro rom 12 annos de i ade. alto,
secco. i> com algumas nodnas pelo rosto peseor. r
lia i ../.i., para suppr-sc que elle o mello preies-
de t>assar wr forrojuajarlT-JH-gar lar iaVH--
var a seu stzdier^arTiigcnbo mencionad ou enire-
-ar,nesla pr.-jSeo Sr. Antonio Aant- Jarome ri-
les, morador no aterro da Boa Vista, | compensado eom generosidade.
Fugiram na manhSado dia l'.l c"> rorrele do
cscravo um por nomo T hendnro, prc, riieabj, pes-
cador, baiso. corpulento, rom limito-calo lio- Inan-
ao pea barita e pei idade 31 araos ruro man
ou menos ; outro ..n.e Jorgr.mulaln. Imu,
secco do coran, portea barba, quebido da vrrilka ;
lem do lidorsquerdn do rosto orna icalrir. esle es-
cravo foi do Sr. Manoel Thomy e-carcereiro
rondu.ir.ini rom r4j|e urna raixa. a qu.-il lewratn
toda roupa que tinjiam, calcas c rmiaas de algodjo-
rinho de lislras. camisas de madaolaO, orna dita de
baria encarnada j osada e collores : n.-i-r
autoridades polieiafs e capilAes d campo que os ap-
prehendam e levem i rua da Corordia n. 21.. arma-
zem de materiaea que serao gerrosamanle recom-
pensados.
Ko dia 18 do crreme agi lo engenho ti*-
goso, termo de Olinda, um mml de cerra > 2n
anuos de idade, acabocolado, ,M\ corrido.
barba, e be sapaleiro : quem lapprehcnder leven
ao dito rngenbn, ou a rna da Arera n. II, que se-
ra recompensado generosamen'.
Coiilinita andar fgida airela Mrrima, rn-
oula, idade de 28 a .111 annos, ouro mais ou mein.-.
com os signaes seguinles : faMe deoles na frente a
una das orelhas rasgade pro^tiiente dos I.utu *
quem a pegar leve-a a un d Brom, armaren, de
assucar n. 12, que ser bem aiifieedo.
PBRN. : TVP. UB M. f.ih FARIaT 1SSS5
"TT


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