Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07261


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Full Text

ANNO \\\ll. N. 10.
Por 5 nu7.es adiantados sOOO.
Por ") mczes vencidos ItOO.
SEMA FURA 15 DE FEUKEIRO LIE \m.
Por anuo adiaiitntlo l.sOtltl.
Porte franco para o subscripto
K\<\uut,<; mos DA SllisciuPCAO' NO NORTE-
l'araliiha, o Sr. Gervaiin V. di N'juvidnde ; Natal, o Sr. Joa-
inim 1. Pereira Jnior; Araeaty, o Sr. A. de I.emos Braga ;
llcar. oSr. J. Jos de Olivtira ; Maranhao, o Sr. Jo.iquint Mar-
i|iirs Rodrigues ; Pautaj, o Sr. Domingos llcrculano A. I'osoa
I carente; Pari, o Sr. Jutliano 1. Himoi; Amazonss, o Sr. Jer-
nimo da Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
'Huida .- lodos os dias.
Garuara Bonito e Oiranhuu : noi di.is l e 15.
Villa-ella, Boa-Vista, F.vu' t Ourirury : a 13 e 28.
Goiannt e Carabina : segundas e sextas-feiras.
Victoria e Natal : nasquiuUs-eiras.
AUDIENCIAS DOS I.'.IIWAKS DA CAPITAL.
Tribunal doconimercio : qua ase aliados.
Rehralo tercas-feirat e snbb Jos.
r'a/enda : qu&rtas e sabbadns. j 10 liaras.
Jiio do comuicrrio: segunda? islO horaj e quimas ao meiodia-
Jui/o dcorphos : segundas e* quintas as 10 boias.
Primeira vara dorvel : scgujdas c Milu an meio-dia.
Segunda varada civel : quar, < e labbados ao meio-dia.
M'll. ..lEUllil.s DO .'.l!. '. DE K.YEREIKO.
f> l.oa nova as7 horas,23 aunlos, .IX legundoi da nuinbiii.
13 O.iurto crescenic aos 7 minutos c 1H segundos d.i iiiauhaa.
$0 La i-heia a 7 hora, 30 minutos e 4H segundos da Ifrde.
29 uarto minguaole aos 19 mininos e -IN scguiiilosda tnanb.ia.
PKKAMAH DE llo.lh.
Primeira 0 e 30 minutos da tarde.
Segunda e 51 minutos da rnanhaa.
DAS DA SEMANA.
11 Segunda. S. Lzaro b. ; Ss. Clocero, Dcsdcroc Gisrciisc bb.
12 Terra. S. Eulalia v m. ; Ss Modesto e Amuionio un,
Cli.luarta. S. Gregorio p. ; S. Cathariot de Res v. : s. Benigno.
14 Quinta. S. Valeniim m.; Ss. Autencio e Kfebo .
lo Sexta. Sa. Faustino a Joiita imii.; S. Ouelidionio ni.
10 Sabbado. Ss. Porlirio, Samuel, Jeremas e S'-leiieco tnm.
17 Domingo 2. da Quaresroa. S. Policronio b. : S. Secundiano.
i.\t:\;ii:i;(;\ins da sntsi kipcai vi m i.
Alagoas, o Sr. udino Falcao Diai; Babia, Sr. I). Duptu
Rio da Janeiro, oSa Joao Peraira Martina.
EM iitwmtt o.
O propriclario do DIARIO Manoel Figueiroa de Fana, na km
livrana Fraca da lndr|xndencia nt 6 e H.

i
^
V

GOVEKNO DA PROVINCIA,
xlxpediente do dia 1- de evercir .,
Ollleio Ao choto do polica, envianilo por co-
pia para ler a devida exntelo, o aviso da reparti-
dlo il,i juslica de IS de Janeiro ultimo acerca to,
mappas mensaos dos crmes que se comiuellerem
nesta provincia, e cojos modelos lambem remeti
por copias.
Hilo __ Ao inspector da (heaouraria de fazenda,
duendo que. Visto acharen!-se quasi tegoladas 19
summas consignadas para ulgiima* das rubricas das
iioiiniai perlencenles a* ministerio da guerra no
crtenle etercicio, pode S. S. sob a res-p -usbilida-
ile da presidencia, mandar despender as qnanlias
que forem absi.lulamenlc indispensaveis para uc-
rorrer aos pasamenloc de despegas de laes rubricas
aloque o governo imperial resolva o conlrario.
Dito Ao niesmo, rccommeiidando que monde
verificar se os medicamentos indicados na rel.u;o,
que remelle, silo os mesmo* que se mandaran) en-
viar para a comarca do Cao, c nein assjni que na
remessa de medicamentos para fura da capital, faca
|ir um rotulo no volme de cada substancia, de-
clarando o nome e quanlidade della.
Hilo Ao niesmo, mandando apromplar com
urgencia duas ambulancias, nlim de seren reniol-
lidas aos subdelegados da rregaetia d Ipojucn.
Coinmunicou-se ao delegado do Cabo.
Dltn Ao mesmo, para mandar abanar a Jote
Alves 'llienorio que se acha em comins-o na ci-
daile da Victoria, tratando dos io luidnos accoin-
rn-iii los do cholera, a quanlia de 3009 r*. por ronla
dos seus vencimenlos.
Dito Ao oi.-eclor das ulnas publicas, appro-
vando a rieliheracao que Stne. Iiunou de fazer n es-
roramculo, de que precisava .i punte de Magdalena,
iiiin de evitar alsiiui sinistro, o aulorbando-o a
mandar construir' com promplidfto passadiros pro-
visorios nos puntus fin quo ella abaleu, para 50
poder linear novos csteios, c dar solidez e seguran-
ca a" mencionada ponle. Communicoii-se a'llic-
souratia provincial.
Dito Ao prcsidenlc da cominis-an do Uv^iene
nessoas que forern atacadas da epidemia reinnnte, I Ai l. 2. Os navios respectivo*, de porle de inais ]
e Iralassa de preparar nina enfermara n edificio de rento e viole toneladas, que forem aos partos de '
em que esicve a l'aculdade de Hireilo, raso nao fus-j una, oh da oolra parle contraanle, em lastro oo
se aquello hospital siillicieulo. como lambem, au- t earre-ados, scrao tratados tanto ana entrada, como
lorsei a cssa delesacia, para que, enlendendo-sa' sua sabida, no niesmo p, que M navios 'acio-
coin o llr. Jos Joaqoiin de Soii/a, contraanse com I naos, quantoaos direilus de porto, de lonela^em, de
urna ou mais boticas o prompto e regular fornci'i- fares, de pilataucm, assim como quanto a qualquer .
ment dos medicamentos necessarios ao curativo outrii direto, ou imposlo, de qualquer especie, ou
dos doentcs. I denomiiiacio que seja, quer se cidire para o Estado,
HiloAo l)r. Rozendo Aprigio Peraira Coima-1 on para qoacsqoer eorporacnes ou individuo.
rao aeeilando o oflerecinienlo que Stnc. faz, de! Arl. 3. Todas as mercadorias a objeelos de com-
presiar craloilamenfo os seus serviros mediros na I morrio, que forem produc^Ao do solo, onda indus-
enfermari i da ppvoac,So do Monleiro,Parlicipott-se Iria dos dons Estados respeclivos, cuja imporiacn-
portos, ou as cosas de seus territorios respectivos
as autoridades o ouVIaes riaS-illandegas do dislriclo,
d.ir.l i todo o auxilio possivel para salvar as pessoas
e fa/end is naufragadas : e proverao a se^uranca e
cnnsc vacan dos olijeclos salvados, alim de seren
restiluidos .ios seus respectivos governos, so n navio
naufragiido lor -le guerra, ou scir um navio mer-
cante ao s"u dono, ou ao sen procurador uevida-
meiile aulorsado, o na falla de*le< aoi respeclivos
cnsules da naco a quo perlencim os pniprietarios
dos,utos navios. cmbjrc.M;?s, ou gneros loso que
se reclamar a dita entrega, e lo:'oque esliverein pa-
mas; -2.m escudos, cascos, rouracas, cotas de malba,
corroanles c lardamentos, para uso militar ; 3V cor-
reasem ile cavallaria, sellas c qualquer oulra cnusa
relativa a esla arma ; i.- e igualmente toda a cl.isso
de armas e instrumentos de ferro, ac, lalao e de
quaesquer oulras malcras manufacturadas, prepara-
das, ,iu formadas e\pre*samculc para fa/.er a guer-
ra por mar ou por Ierra.
Arl. IS. No referido caso de suena as duas par-
les contratantes adoptam os esuiutes principios:
I.* Que a bandeira neutral cobre o navio, e as
pessoas. a everpeau dos ofliciao.< e soldadoi cm cITee-
"' rralci da elcicio senatorial, Das nata fallei dos vo-
tados do povo para eleilorcs.c para que ninguem an-
de por ah impingindoalho par coco, la vJh) os nomes
de lodos ao olbo da ra.
llliiiverain, |ios, ns aolTragi
scnbores :
do puvo os seguintes
Votos.
..o marechal curamandanle das armas.
PiularaAo agenle da rum|>anliia ilas barcwi de
vapor, para mandar Iransporlar para a corlo o co-
ronel I.uiz Anlonio l'avilla. se bouver lugar vaga
para passaseiro de estado, no vapor que se espera
do norle.
HilaAo mesmo, rccommeStdando que mande
Iransporlar para a Babia, se bouver lu^ar vago pa-
ra nassageiro de oslado, no vapor que c espera do
norle, o Dr. Manoel Anlonio Marques He Palia.
Igual para oesludanle de medicina Domingos Car-
lea) da Silva.
v om '
ComiRANDO DAS ARMAS.
Quartel scncral do commando das armas do
Pernaaabuco na cidade do Recito cm t i de
feverelro de 1856.
ORDE.M DO DA N. -'tiT.
O marechal do campo eommandanto das armas,
cm virluiWde ordem da presidencia, comraunicada
em ollicionc honlem datado, determina que as pra-
cas do i." balalhflo le arlilharia a pd, reunidas ns
dos bataJhScs da suarda nacional "la rila le de Olin-
da, que esliverom fardadas, forminlo um corpo sob
o eomntande do Sr. ollcal a quein por le compe-
tir* eslej poslado na larde do dia >> do correle,
em frente da i.qrcji cm que esliver collnca la a i:na-
geni doSenhcr Bom Jetos dos Pasaos, alim deacom-
panbar a procis-ao do mesmo Scnlior.
Determina, nutro sim, o mesmo marechal decam-
po, que os Sis. cammau lantes de corpas e compa-
Obias li\is rcquisileui quanto anlcs o que Ibes for
Publica.Devendo o soverno da provincia dar preciso para o dcsinfeclameuto dos respectivos qnar-
expediente mu promplo aos diversos negocios da
.idiniiii-trac.iii, e sobre ludo aba qoo dizcui te-peilo
a* salubriilade publica, he furioso ijuo para mais
rpida expedc.lo e resulandade dcsles. a couiniissao
uu menos plena, nSos para recelier as informados s
acerca do curso da epidemia, e solicitar as providen-
cias quejulgar neceasariai. como determinar e re-
uul ii isar o fornecimenlo ,!c Indas as ambulancias,
que liverem do sabir para fura da cidade, fiscili-
sando os remedios de que ellas se couipozercui para
que nao baja falla ou falsilicaca >. .', commisslo ro-
quisilara o quejulgar necessario pan o boa drsem-
pculio dc-ia ilcleiininaco.
Dilo Ao proveJor da sau-i-', dizendo r ii\ao de favas de pocbky existente oaquella repar-
tVan. dev^ssw ^'r*^Hi*4mnmr,tm da ronunissao
de llygiene Publica para fazer cTssa siilislancia u
usu que melboi eiiteiniiT.
Dilo Ai joiz de direitu do llin l;ormnso.
Kecebi o ollicio de 2 do correnlo, em que Vine, me
il parle de ler apparecido o cholera com carador
pernicioso no termo de Barreiro*, e em respoala
tenlij a dizer, que fica a sabir para essa comarca
com unn ambulancia u De. l;rederico B-leave, alim
de acudir de prompto aos infeli/.cs qoe ah forem
alaca los de semellianle epidemia. Convelo que
Vine, nao se descuide de asenci.tr a proleccito das'
liessoas abastadas c prcslimosas dessa comarca em
bein da pobreza aceoninellida de semelbanlc ll.i -
gello, alim tic quo possa ser ella soccorri la cm
lempo.
Dilo Aojuizde dircilo do 'abo.Km respos-
la ao scu ofliciu de 9, a boje reeebido, leoho a de-
clarar, que evpedi ordem a' Ihesnuraria de tazenoa
para mandar entreor us desinfectantes (pie Vine.
requisita ; e que o auloriso nAo s a chamar dona
ou tres individuos para o servico da enfermara,
mas lambem a contratar com o cirursi.io ah resi-
dente, e pelo menor precia quo for possivel, o tra-
lamenlo das pessoas que forem accoinmetlid.s da e-
pidernia nessa villa e seus arrabaldes ; assim cnniu
nos poveados denominados l'onle Jos CarvaHios e
Nozarclb.Ollicioii-se a' Ihesonraria.
DitoAo commanilanle do corpo de polica.
Mande Vine, conforme o numero de pracas despo-
nves, postar -enlin- lias nos ponlos em que se cos-
lutnam fazer os despejas pblicos, alim ile quj as
iuipuridadcs nao sejam depositadas fura d'agua.
Communicou-se i cmara municipal desla cidade.
DiloAo inspector-da Ibesouraria provincial, re-
niellendo orna copia do contrato celebra lo pelo go-
veino da provincia com a compaiihia l'cinaoibuci-
ua de vapores cosleiro*, e raeommondaodo que pa-
gue a direcQi jla mesma companhia lodos os mczes
a siibvonco que o dito conlrato garanlio.
DiloAo mesmo, para que visla dos nicamcu-
los e clausulas que remelle por copia, mande por
em basla publica os empedramcnlos dos 19., 30.,
21. e 22. laucos da estrada da Victoria.Commu-
nicou-se ao ilircclor das obras publicas.
teis, declarando nos pedidos, segando a indicarlo
dos racaltalivof, a quanlidade de cada um dos arli-
gos rrquisitados.
Finali.....;te, declara, que nesta dala fe/, sua aprc-
senlaean no quarlcl-senoral o Sr. lenlo do 9."
baUlldo de infantaria loaquim l-abiicio de Mallos.
ou evporlacao he permillida aos navios u.icionae. de t
uina itas parles conlralanles, poilerilo isualmeo'c aar
importados ou exportados nos navios da oulra, snm
seren snjeilos a maiores, ou diversos direilos de eu- I
Irada, ou desabida, de ^qualquer denominacao que
sejam, do <|ue se as inesmas mercadorias ou objeelos
livessem sido importados ou exportados em navios
naciouaes.
Arl. i. Todas as mercadorias, o lodos os objeelos
ile eommercio, que nao forem producego do sulo, ou
da industria dos litados siibmetlidos ao dominio de
urna, ou de oulra das duas parles contraanlas, cuja
evpirlacfio he permiltida aos navios nacionae* de
um dos Estallos respectivos, puderflo ser igualmente
esporlailos nos navios do antro, sem pagarem direi-
los de saltidu maiores, on diversos, de qualquer de-
noniioacao que s-jain, do que se as mismas merca-
dorias, e objeelos livessem sido exportados cm navios
naciouaes.
Arl. "i. .N.Yi se imporo nos Estados de cada urna
dea partes contraanles direilos maiores sobre a im-
portni;ao, ou exporlaco, legalmente feila. pelos na-
vios ila oulra, da lodos e quaesquer generes, e mer-
cadorias, dos que os que (orem pasos pelos navios
da na^ao mais favorecida, na iinporlacao ou expor-
laeao de iguaes gneros, ou mercadorias. lim npn-
buui dos dous paizes se pora reslricco ou (uohibicao
alguma na imporlaeSo, ou exportaclo de gneros da i
produecao do solo, ou da industria do oulru, que
nao seja appiieavel a qualquer oulra uacao. A im-
portacto da* fazendaa da Asia em Portugal, e a ex-
poilacao quedo mismo reino se fazilo vinbodo Por.
lo, licam sujedas nos seus respeclivos regulainenlus.
Arl. 0. ScrAo considerados navios porlusuezes;
ou da confederacao arsenlina, para go/.arcm do be-
rclicio dcslo tratado, aquelles que navesarem de-
haixo da bandeira, e segando as Icis de cada um
dos re-peclivos paizes a quo perlencerem.
Arl. 7. NenhotJM das cslipulaces do prsenle
tratado sera appiieavel ao eommercio de cabolaseri
ia as despezar e gratificaciie: de salvadego, ocon-llivo servico do inimiso.
servaran ou armazcnas.m, as qoaes nunca scru | 2" tjuo a bandeira iieulral cubre a carga, a excop-
que achando-se em servico n par, fot mandado enhooaportosiierlencenleaaPortnRal, ou a enfe-
reunir-sc aoseu corpo nesia provincia.
Jote Joaqmm Coellio,
derargo arsenlina, porque cada nina das p;.rles
eoulralantea fa/eni delle expressa reserva paia os
navios naciouaes.
Arl. S. Ser pcrmilliilo a confed-'rarao arsenlina
rom direclameolo dos por I os da mesma confedera-
MIMSTERIO DOS KECOCIOS '.- < \>r,:::nos. Ca. aos porlus.ios dominios ultramarinos de Sua
Tratado de mntzadr, omnurcto c nareg'/riiu, entrt %" etido Fidelis^ima, que oatgo, ou de fu'.uro
* 1'nrliigiil e a C0/fci'Oj3o ttvtitina. >-<' "em a estar, ;tiberios para os navio; ,o qualquer
I). remando, rei rcseule. dos i. inoa de Portugal, nu.-io Bttrangeira ; c importar lolas as mercad iras
Algar-rs, etc.. em orne de ajatttu, Cafio saber aos '- objeelos de cominereio, que forem produccAu do
que a un --ni-: carta de conliiiiia'jao p i.icnci, 'lo, ou da industria da di! i confederaran argculiiu
vi.....'. que aos nove dias do ntez de asuslo de mil I "',' eiido is ditos seeros liaquelles, cuja imnor-
odocculos cincuenta c dous, seconeluioa assig. lacao seja prohibida nos ditos dominios, ou desque
nuil na cidade de uenos-Avres pelos respeclivos s" sejam nelles admilldos dos mais dominios de Sua
maiores do Ojue para oa navios naciouaes. As mer-
cadorias salvadas do naufragio, n.io scrilo sujeilasa
direilo nlgum, salvo se forem destinadas para eom-
mercio.
Arl. II. Todo o navio ulereante dos sulidilusde
cada nina das duas partes contraanles, que entrar
por arribada forcada em um porl<\ dos Kslados da
oulra parle, ser nelle iscnlo de Indo e qualquer
direilo de porto, ou navesacao ?' as causas que
u obrgaram arribada forem reara e evidentes, c
com lano que n.lo realite no porto da arribada ope-
raban alsuma de eommercio, carros-nulo on descar-
regaudo fazendas; fcando lodavia bem entendido
que as descargas c carcas motivadas pela necessita-
de de reparar o navio, nao serilo consideradas romo
opcrcoes de eommercio para darem occasis i a pa-
gar-se direilos, e com lauto que o navio nAo pro-
longue a sua estada no parlo alem do lempo preciso
segundo as causas que originaram a arribada.
Arl. 12. Cada urna das parles contraanles con-
ceder a oulra a faculladc de ter nos seus p irlos, e
pracas de eommercio, cnsules seraes, cnsules
ou vce-consules, reservando-sc lolavia o direilo do
excluir da residencia delles as localidades qucjul-
gar dever exceptuar desla "rineessilo para Indas as
nncies. Os ditos asentes con-ulares, de qualquer
classo que fnrem, oslando devidamenle nomeados
por seus respeclivos governo*, e depois de haverem
oitido o e.i'fffunli^i' daquelle eui cu|o lerrilorio dc-
verem residir, ajpzarao nelle,lano pelo quo respaila
as iou pessoas, como ao exerricio de suas fnnecoes,
dos privilegios de que gozaren) os agentes consula-
res ,ie igual cathesoria da naciio mais favorecida. Os
{lo dos argos de contrallando do guerra. Fie
lodavia, entendido e ajustado, que as estipnlaror* ,e,"""rJn Bezerra Cavalcaufi Jnior
Nicolao Jn-c de Carvalbo
Eslani-lo Barbosa de Mello
Kslevao .loso da Rocha
Domingos da Cosa Sonto
Leonardo Bezerra Cavalcauti
Antonio Can li tu Thaumaturgu
Antonio Be/erra Cerneiro da (.iinh.i
Anlonio Kslanislo Allonso
que precedem, declarando que a bandeira cobre a
carga, ser.lo unlcamenlc applieaveia aquellas poten-
cias, que reconhecem e adoptam c-tc principio ; po-
rtn, se urna das parles contraanles esliver em guerra
con; urna lerceira fieando a nutra neulral. a bandeira
da neutral cobrrn a prupriedado dos inimigos cojos
guvernosreconbeeerem, e observacem esie principio,
e nlo a de oulros :
:!' Ouo a bandeira inioiga nao salva a carga do
neulral Sengo no cas0 de que c-la fosse posta a bor-
do daquelle inmigo autes da deelaracgo de guerra,
ou mesmo depois, se u fui sem ler nnlicia della.
tica lambem entendido que se a bandeira do noulral
nao prologa a propriedada inimiga, sero livres
os gneros, e mercadorias do neutral, que eslives-
sem embarcados em navio inmigo :
"Ouo os subditos do paiz neulral podrm nave-
gar unamente com seo* navios, sahiudn de qual-
quer pnrlo para oulro pertcnrenle ao inmigo de
urna ou da oulra .parle contraanle, fieando expres-
samente prohibida molesta-los de qualquer modo
nessa navesacao :
V Que qualquer navio de urna daa parles ronlra-
Innlrs, que seenronlrar iidvogaudo para um porto
bloqueado pela oulra, nao seja delido ncni confisca-
do se nao depois da notificaban esperial do Moqiieio,
registrado pel ehefadas forcas bloqucadoia*, ou al-
gnin oflirial assnas ordena,' no pao-aporte do navio :
li" Que neiihiima das partes coulralanlf* permi-
lira que se conserven), e vendain nos seus parios
as prezas martimas fallas por algum oulro estado
.)2.
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archivos, o pipis dos consulados sero respeilados | aquella com quein esle esfrver em siu-rra.
uviolvclmenle ; e por iicnhum |uetexlo poder
qualquer magistra I embarga-los, ou de oulro modo
inlervir a respailo dellcs.
Arl. 13. OssubJilos de qualqoer'das parles con-
traanles, gozar*} nos dominios da oulra, 'le lodos
os privilegios, immnnidades, e protec^o de que
gozarem os da na^loraais favorecida. Sero i-en-
los de empreslimos fincados, ou de eontribpi^oc ex-
Iraordio. rias, que uo sejam sera'1-;, ou estabalaci-
d*s por Ici, c bem assim de toilu o servico nnliisr
obrigalorio, qoer de in ir. qoer do lona : o nenhum
exante ou iiispccc,.iO sa far.i na. seu^livros- e i* qicis,
ou cunta-, sera ser p o man ti,I. U-Oal Jjj ani Iriliu-
nal ou juiz competente.
Arl. !i. No caso de fallecer th fetafo alsum
subdito de S. "I. lidelissima a raiulia ,de I* irlusal.
plenipotenciarios de Porlogal c da confederacao
argentina, munidos dos comneteriles plenos pode-
res," um halado de eommercio e navesacao, cujo
Iheor he o segulnte :
/.'/ nome da Santiuima e Indiciul Trindade, etc.
Sua mageslade lidelissima a rainjia de Portugal,
e dos Algarvts, etc.. e o excollenlisslmo Sr. director
provisorio da cotilcdcrarau argenlina, brisadeiro D.
JusloJosc de l'rquiza. igualmente animados do de-
sejo de clrcilar os lacos de ainizade, que felizmen-
te exislem entre as duas nnries, c promover os in-
lerenea communs do seu eommercio e navegcgn
por meio de um Iralado que regule as ditas relaces
c iiilercsscs ; leudo lambem cm considerarlo, que
o geverno de sua mageslaile lidelissima foi o primei-
ro que reconlieceu a independencia ta rcpubl.ca ar-
gentina ; noiiieiram para esse fim seus plenipnlcn-
ciarios. a saber : sua mageslade fi lelissima a rainha
do Portugal c dos Alsarves. ele, o commenda lor da
ordem militar de S. lenlo de Avij, condecorado
com varias inedalbas de iliiTereules eampanbas, e
seu cncarnsai'o de negocios ecnsul geral na enn-
fidera.;.i i argentina, Leonardo de Souza l.cile Aze-
vedo ; c o Exm. Sr. director provisorio da confede-
racao argenlina, aoExin. Sr. ministro de relacOes
exteriores os quaes depois deJiaverem trocado os scUS penos
puderes, que acharara em boa, c devda forma, con-
vienes nos arligos scsuinles ;
Arl. |. llavera liberdade reciproca de eommer-
cio e navegaru en'rc os Estados de sua mageslade
lideliltima, c a confederacao arsenlina. Os subditos
da ca la um dos Estados respectivos, pudciao fre-
qucular vre e seguramente lodos ns lusares, ensea-
das, ras, porlos, e paragens do oulro, ondo o eom-
mercio eslrangeiro he permiltido, ou o fr no fuiu-
ro ; c all gozarn, quanlo as suas propriedades, da
mesma prutecro e das inesmas garantas que os na-
cionacs ; conformando-se tmlavia i leis, c resula-
Atl. 19" Neuhuma das parle* contraanles admil-
tir.i cm seus partos piratas ou ladroas de mar, obri-
gando-ee a persegui-los por lodos os meios ao sen
alcalice, c roa lodo o rigor das leis, assim como aos
que forem covnielos de Nrmplieidade nesse crinie, c
aos oeculladores dosbens assim ronbados, e a devol-
ver os navios o carga a cus legitimes donos. subdi-
tos de qualquer das parles contraanles, ou seus
procuradores, o na falla desles aus senles ccosnla-
res raspcrlivo*.
An. 2(" I) prsenle Iralado Meara cm visor po,
i mpo de dezanuos, contados do da da linca daf
raliliacocs ; por mil-, un anuo depois que um I
das parle* contraanlos liver intimido a oulra a sua
inieneilo de o dar por acabada, reservando-se rada
urna das parlas contrtenles o direilo de fazer essa
meatos do paiz, o ao pagamento dos-inesmos inipos-
Di.laAo delegado siippleule de Olinda.ln res-1 tos. Nao so eomprebendem lodavia ncsias franquezas
posla an scu ollicio de .11 de Janeiro Icnliu a dizer dadas ao eommercio eslrangeiro as que ao presente
que nao s recoiiiineudei a cmara desse municipio,
que manda-se para o hospital da Misericordia as
FOX
,v
TU
1'obMr. Fanjat.
XI
l'ui extremo o espanto dcErnesin qoando, au rhc-
gar a janella inferior do pavilhSa de Mouranolf, a-
cbou-a com nina grade de forles varoes de ferro mui-
^ajaBjajMiimidjg^itJ Durante a noile c o o repastara amorosa-
mente no espirito lodas
que coiibecia perfcilaincn, Qoatroou cinco vaioes
de Ierro anligainenlc ^insl prol-siam-na medrar
contra o encontr de Ulna c reta que contra as em-
prezas de mu joven ainnnle. Era pouco elevada, c
um banco de pe Ira linspilaleiramente Collocado a
inargeni da estrada formara mil desrao para o pci-
mril. A linda llrrodiasera sem dovida
lenbam, ou podetsem ler o eommercio dos lisiados ri-
lieiiinbos ila Km da Prala, ou de seus alllucnlcs.
Exhalando sem reserva alegra e ternura exube-
ran, s. Ilerodias prodigalisava neaass longos sernos
seo helio espirito ornado de lodas as grabas de nina
edor.:eo elegante e artstica. Deixava radiar sua al-
ma e seu corarn at rnln comprimidos ou enro-
berlos debaixo de urna riiir ei-rela. Moslrava seus
Mageslade l'idelissima ; e lano os mencionados na-
vios da confederacao argenlina, como as referidas
mercadorias, c objeelos de eommercio assim impor-
tados, nao pagaran alli maiores direilos. ou diversos,
do que pnsarcm os navios porlnguezes que importa-
ren! iguaes mercadorias, ou ohjcctns de eommercio
on do que rales pagariam sendo do solo, ou indus-
tria de qualquer paiz eslrangeiro. cuja impotlajao
nos dilus dominios fosse permiltida aos navios iior-
I luguezes. Ser igualmenla permiltido, aos navios
da confederacao argenlina, de exportar do* dilos
dominios ultramarinos da Sua Mageslade Fideliati-
ma, pira qualquer lugar que nao perlenca cora
de Portugal, qoaesquer mercadorias ou objeelos de
ciimmercio, cuja exportaco nao seja geralmente pro-
hibida nos inesmos dominios : e linio os menciona-
dos navios da confederacao arsenlina, como as dilas
mercadorias, e mais gneros assim exportados, nao
serosojeMos a pagar naqoeUes dominios direilos
maiores, ou diversos, do qoe os que seriam paqos
pelos navios portugueses que etporlasssm guacs
mercadorias, ou ubjeetos de cummcrcio, oo do quo
estes pagariam sando exportados cm navios porln-
guezes, c lero js as mesmas restituicCet'de direilos
ou gralifiraces que a estes seriam concedidas.
Arl. 9. Em rcliibuieo da conces,ln feila, pelo
enverno de Sua Mageslade Fiddiasima, no ariiso
anterior, e desejando lambem u da confederacao ar- I
gemina promover, o forricntar o incremento das re-
Igfue* commerciaes cnlrcamlmoi paizes, se eslabe- I
lece que os vinhos c agiias-ardenle, o mais prniluc-;
los agrcolas do reino de I'orlnsal, i: seus dominios
pagarn na sea iulriulucco na eonloderacgo argen-
lina os inesmos direilos que iguaes producios paga-
rem de produecao de Uespanba, devendo a avalia-
cho daquelles producios de Portugal, o seus domi-
nios, para o pagamento de direilos, ser regulado pelo
mnimo em que o Torera os de llespanha na mesma
poca ; c no. productos induslraes, c manufacturas
gozaro do mesmo favarqoe se concede, ou for con-
cedido a oulra naca.
Arl. lo. lodosasvezes que succeder que um na-
vio de euerra ou mercante pcrlencenle a um ou ou-
lro dos Kslados contratantes venha a naufragar nos
amavel c bello, nio para oslenlar luso e scienein.
Ilerodias immensamenlo rica, lrava joias de sen
Ihesouro incxsolavel, e bem como as mulbcrcs de-
cantes que nao fnmprehendem a indsencia, nao m?-
ginava qoe ,.s diainaiiles de Ernesto podessem ser
emprestados, e|ue elle s linba de seu o goslo, a
no leiriloTin o* riinfrularTJi^-tiVaiHi'ili*" "ira*a A"* raa.i.. -.n cidado argentino no lerrilorio de Porlogal, sem ler pirado u-icrido pra/o de dez anuos; e do mesmo
nelle herdeiros rorcadus, segundo as leis rcspeclivas, """l" 1M convencional!,, entre ambas, que um ano,,
ns rnnsules das parles contraanles, resllenles cm ,h'V"i< lle *" reeeWda por urna dolas da oulra parle
a dila inlimac.io, este Iracla.to ce-sir., e acabar
um ou oulro lerrilorio, o na sua ausencia quem os
representar, lero o direilo de nomear curadores que
se encarreguem de administrar a propriedada do
fallecido, cm beneficio de seus legtimos herdeiros
ou rredores. A nonicaco que us cnsules li/.erein
de curadores devora ser communicada aos sover-
nos respectivos, para cmibeeimeoto |das autorida-
des judiciaes, e nos invenanos que estas Dieren) dos
hensdo fallecido, intervirao os dilos curadores, sem-
pre que o permitan*, as djslaociasjjje a demora nao
prejudiqoe a conscjvjaQOjdos mesms bens, para par
elles lomaren) conta da idminislracao. A liquldarao
das leslanicularias fica sSjeila .is leis do respeclivos
paizas, c bem;assim o pagamento das conlribuices
fiscaes abonasteis pelos herdeiros-
Arl. 1.5. Os subditos'de cada urna das parles con-
tratantes, quaqdo aceitaren) lieranca nos lerrilorios
da oulra parle, ou quando dclles luen-in sihir a sua
propiiedde individual,'ou a sua fazinda, nu paga-
ro uniros direilos ou "imposlos seno os que forem
pagos pelos ii inoiiaes, pelas inesm is motivos.
Arl. il. Devendo a tra^fioporloguexa ea.confe.le-
raca argentina, considerar-se muluamenle como as
mais favorecidas a lodos os rcspeilos, nos seus res-
pectivos lerrilorios, promellcm lambem reciproca-
manas as duas parles contraanlos,que una nao con-
ceder para o futura favor, privilegio ou nimiiui,la-
de alsuma em eommercio ou navegaco a oulra al-
nleiramenli..
Arl. 21. o prsenle Iralado ser ratificado pelas
duas parle* contraanles, e as ralislacoes sern (ru-
cadas em Buenos-A v res no nrazo de dozo uiezps, u>-
* i '
po:s oa sua assignalura, ou anles se for po.sivcl.
Em lestemiinlio do que os plenipotenciarios res-
pectivos o assignaram, e ll.ir.im ruin o sinele de
as armas. I-cito em Buenos Ayrcs, aos nove dias
do mez de agosto do anuo do uaaziineiilo de Nosso
Senhor Jess ChrUtO de 18,32.
I.. S. Leonardo de 5on;n Leilc Azevedo.
(I.. S.) I.uiz J. de li Pena.
E scodo-nie presente o mesmo Iralado, cujo Ibeo-
fica cima inserido e bem visto, considerajo e esa
minado por mim rudo o que nelle se conlcm ; e leu-
do sido approvado pelas curios geraes, e envido o
rouselho de estado, o ratifico c confirmo, assim no
lodo, como em cada urna das sua* clausulas e vsli
pul.ici.es; c pela pros: uto o don por lirme e valido-
para harer de prodazir osen devido effeilo ; promet-
iendo observa-lo ecomprp-to intiolavelmouie e fa-
ze-lo eumprir c observar por qualquer molo que
possa ser. Em leslamunbo o firmeza do sobredilo,
(lliri-.ini.Anlonio de Miranda
Francisco de Moraes Navarro
Trajano l'essoa de Mello
Antooio dos Sanios Coelho e Silva
Jos lavares Bezerra
Padre Jos Tavares Bezerra
Anlonio Jos Fernanda
Anlonio da Cosa (adelha
Manoel Nonos da Ont
Franosco da Coaha Ribeiro
Anl, Lopes Pes*oa da (".osla
farcino Borges Pacota
lUrriilino Pamfilio de Frats
Manoel da Cosa Monleiro
Adelino Candido Bezerra Cavaleanli
Gregorio Corrfa de Mello
Flix Teixeira da Cosa
Anlonio Tavares Bezerra de Moura
Paulino Jos Cordelro
Joo l'eixolo de Vasconcellns
Andr Bodrisnes de Almeida
llenrique I.uiz Peraira Freir
Guilhenaine llenrique Monleiro
Siman Percira de Mello
Agora vamos aos charos da supplcncia, us Srs.
Chrspioiano Antonio de Miranda 21(1
Jos Ferreira da Bocha Camporra 170
Francisco Baplhla de Aguiar % 1(i.">
Frniano de Bastos Fernandas lili
Jos Mara da Bocha llill
Antonio Dias de Aranjo I f>9
Sivcslrede Azevfto Maia I.Vt
Joo l'creira de Lacena I8
I.uiz da Silva Barbosa I Vi
t'.lau tino Dias de Araujo I.Vi
JonquimJns Pereira daCunba lfi
Joo Francisco de Macedo |."(i
Francisco Alves da Cosa I .Vi
Anlonio Mermilio (ioncalvcs Ch tves 133
'os Rues da Crnz, 133
Anlonio Alvos da Cotia 133
.io- Francisco Coelho 1.1-2
le'- Rodrianes da Coala ll
Quintiliana Alvo. Pedro/ i l.'ai
loaquim Jos Teixeira 119
Candido Rodrigues Baraiho \:,
i Pedro Then: leo de Quririir s>
Ohliveram lambem sem csiarciii qualicadus os
Srs.:Joo .I Andrade Freilas da Capaoba, .loso
Lopes Pcssiia da r.o-i,i, liii .oiio Vasno Borres i)a
Fonseca, e muil is uulros de cinco a ella.
Por um csquecinicnlo eceasionado pela petase que
me ha de ser semprc fatal nao Iralei da companhia
| do Nevos, c como por graca de Dos c dos homrns
loda esta plulana tabisse lambem na sapplencia,
loriiar-se-ha pinico sgnsivcl o esquecimenl,. de os
Irazer a (rente, ficaram para oulra feila, cu para a
viuda de el-rei D. Sebastian !
Sao osles os eleilores que v.o desempenhar o mn-
dalo do povo bananeirense na eseolha de Irescida-
i'os para o alio cargo de senador, e ja se acha or-
ganisada no sentido imniulavel de levar-se n'ella os
Sr. Assis Bocha, Borges da Fonseca e Joaqmm Ma-
nuel : responda consciencioiamenle a provincia in-
leira se acha de Binanciras na prsenle eleico na a
deve servir de modelo e de vivo exemplo. O corpo
eleitoral esquecendo rzoes de allecios, ou conside-
races fundamtnladas na pareialidade dos hement,
apenas se rcslringio ao sattin ntiqw Iribure, e ncsle
louvavel sentido aprsenla ao mundo eivilisada a
sua chapa composla de tres caracteres dislimlos, de
ir?s Paraliibanoi cnioa tjpos de honradez, indepen-
dencia, patriotismo c merdo fallam bem alio para
que nao consistamos qoe podessa haver na provin-
cia una chapa superior a nos-a.
Vcjaui eadmirem os Brasileiros honestos c impar
liz pastar a presente carta, por mim assignatla, pas-1 cutes de quanlos applaosos se lornarao dignos
goma uaco. que nio seja lambem luso cxlensivo |ll1sc
sada com o sello grande das armas reaes, e referen-
da.la pelo meu eonselheiro, ministro a secrelaro do
estado aluixo assignado. Dada no palacio das Ne-
cessidades, aos -Jli dias do mez de marco do ai......I
drennos soas pinturas dignas dos Rembrand, dos grara. o linoe o amor'
Micns o dos ,er,r,| |) ,.,. CnUva suas originaos e i Absortos nos gozos infinito-,
lindas composieoet moiicaes, on acompanbava os lelligenle, esqueciam-se lacilm
cantos dos grandes mostrea quo Ernesto execulava
com rara porfeicao. A's vezes, quando a noile esla-
va sombra, ella recilava com voz eommovida algu-
ma poesa do amor. Ernesto esentava-a cxlasiado ;
o sopro de Ilerodias pa-sava-lhc pelos cabellas coni
pala* ras harmonio*, as ideas de azas sonoras su-
surra-, ain-ihe obre a fronte an mesmo lempo qne
urna rofuri-o lepida banhava-lbe volnpluosamen-
.niudezas dessa janellr ,e "^ fenles. lira farlaf ao mesnn. lempo a alma, o
coracn e sentidos com as mais forles entornes.
Era um sonhoqne elle nunca livera, que nunca ou-
sia ler : n poesa e as arles, a belleza e o pudor, a
graca e o air.ur !
Nao digo qoe releclindo, elle nao achasse penoso
a extravagante estar par lempo illimilado airas do
una grade n
de urna ternura in-
esqueciam-se fcilmente do resto do mun-
do, seu proprio passado se Ibes lomara cslranbo ;
linliam nascido no ioslanlo cm qoe se linham en-
conlrado, haviam de murrer ambos na hora da se-
pararn.
Demais, a perspicacia de Ilerodias Ihc leria feilo
evitar prudnlenienle esse terreno para ella lo pe-
rigi.sn : n ideal era a rendirn es-encial de sua vida,
se ella locasse a realidade. Arara perdida.
Entretanto, nina noile Ernesto aaltou repenlina-
menlc longo do banco, o s vollou alguna minutos
depois.
Que U<: ssn:' pergonlon a rapariga.
r Iwanuwa.' respoiidcu Ernesto observando cu-
rin-ameulc o semblante da amiga
Ouo importa .' disse Ilerodias rindo ; Iwano-
sopro do amor.
A janella lo ciiidadosameale fortificada, dascoo-
cerlava ao m?sni i tempo as espe.aiiras pasli)po-
fero, linham reparado a parede em Ionio. E-sns
precauces denolavam rellexo, volitado, experien-
cia lalvez! O mancebo fran/.in levemeOle as sobran-
ceibas e subi ao banco de pedra.
Ilerodias ah eslava asseulada cm nina cadeira mi
I rofuudo vfto da janella junio da grade, (.orou e
depois enipalldeceu. Erneslo achou-a encantadora,
ejulgnu-se inuilo feliz.
Era nesse espato restricto que passavam dabi cm
diaula a vida : a noile cm leinbrauca, o dia em *s-
peranra. o sero em realidade. A estrada solitaria
depois do crepsculo dava-lhes completa liberdade.
Vide Diario n. 39.
possuidnr.
Com efllall le
quantu recebia, e na v
va jnui longc de dar tanto
lade Ilerodias lo ingenua
Ineses 'lo Erneslo. Aecrescentando novo varSes de .como linae profunda g.....,ivaiss..neireiiam^,>.t t '
- rmnva como ..elle c......, ,lc Halvl. de BeilV,,! P
de \er,|, ; all, ,,,,,,-lhe as pesia, ,| Viclor Hugo e
de Al,redo deHussel ; cuno loria pod.....adevinhar
que nao era poeta c moneo bem como ella Ouin
loa Erneslo, via-a lo estudiosa e Un norMla une
ii.ii, siispcilava sua singular ignorancia. Domis os
seres pnreciam-lhe tan breves que nao havu lempo
para n que rliama-sc conversarlo. Nada diziam das
ci.usa- do niiindo ; ella nao as eonhecia e elle esla-
va enfastiado. Fallavam pouco de thoorlas abstrac-
tas que leriam acarralado os noines e as cilacOes e
ningiieui era jamis designado. Eneerravam-se cio-
sameule lonse mesmo da lemhraiiea. Viviam smen-
le juntos, eiafeilavam-se um para o oulro, para ser
letilamenla dos ulh
Nao es scnlioru de leu curac.io c de tuj na > ?
percunloii o rapaz em lom inquieto.
Chrislina de Mouranoll s depende de .-i mes-
ma e de Dos!
Puis bem, Chrislina, exclamou Ernesto om um
transporte de amor, ja que es livro, s iniulia inu-
Iher Nao sabes que morro lonse de II!
F.n morro lambem, Ernesto, querida alma !
ni ai de mim nao sorel loa mu her porque son
lambem Ilerodias !
E que podes temer em niciis bracea '.' que pos-
so temer sobre leu corarn ? Ile de" defender-lo
contra ludo c contra todo-,
Contra Dos I disse Herodias com expresso a-
marga e sardnica.
Cunta Deas! repeli Ernesto com os olbos
eheios deceolelhas magaelicas. (Juero-le, iniiha
aos subditos da oulra parle ; gratuitamente s? a con-
cessn em favor da oulra naco for gratuita, e rom a
mesma compensarn ou com o equivalente se a con-
cesso for condicional.
Arl. 17. No dcsgrac.ido caso de guerra de nina
das parles contraanles com urna lerceira potencia,
aquella que permanecer neulral np permittira que
do seu lerrilorio se fornecara a potencia helligeran-
lo arligos de contrabando de guerra. Sao dcflarails
artigo* de contrabando de guerra: I', arlilharia,
morleiros, nbuzes, psdreiros, IrabOCOl, mosquetes,
relies, davinas, espingardas, pistolas, piques, espa-
das, lercados, lencas, veoabiibvsjialabardas, grana-
das, fugeles, bombas, plvora, mechas, halas u lo-
das as nutras rousas perlencenles an uso deslas ar"
alva maestro, meu divino poeta, meu gracioso
pintor! Dize que seris ininha niulher, e c*p"tai'Fi o
dia e a hora que marcares. Mas se me recusares a-
mando-me, arrancarei esle varoes de Ierro como
pedacos de palha. e le levarei para bem lonse. on-
de nein o inferno nent o eco podero retomar-te !
V. reuniudo o goslo ;is palavras, sacuiliu lo for-
temenle o obstculo importuno que deslocoo um do*
varoes. o qual cabio com ealrondo no clio. Ilero-
dias cahiu na poltrona como ftida de um golpe
mortal, e leudo os labios mais. paludos que as faces.
O' querida Ilerodias! mniha chara Chrislina !
lornon u rapaz sbitamente serenado a esa visla,
iranquillisa-te, meu bello aiijo! morrerei aqu se
be preciso para resgitar lila vida, desejando em vio,
cuidando sem esperanra. Abre osolhos, Ilerodias!
v! eslnu submissa e iibr-dienlc ; resigno-me a s
ver-te um momento airas desla grade protectora
lalvez de la pbanlasia !
Ilerodia- abrii. lenlam 'lile os olbos enlristecidojd
e vendo o amante com o semblante conslcrnado 8-
lioiado, prestos desfallecer lambem. na grado que
os separava, bcijou-llia a froillo hmida e as faces
fras.
Erneslo pareca iusen-ivr! a es-es tmidos esrinhos;
Iromores r nvulsivos asiavam-lbe lodo o corpo, e
viuliaiil abalar at a cadeira de Herodias.
Itsm vs que me matas disse elle era voz bai-
xi. E nm.'is- io! Submello-ine ; purein loda a ini-
nha energa apenas be RUflicicnle,
Herodias niva-u abatida leudo as palprbras hai-
x.is, o pe-, oro inclinado, iinagcm dobtrosa i\r una
desgrara sea, eperanca.
lieos.' dissoella rep*nlinam*nle pondo as inans
ran angoslia, e erguendo an eco olbos adiniraveis
chcios de roaos o de dores.
Dos! repeli em voz mais alia, cmquinlo sen
rosto cobria-se do una cor ardenle, seu olbos a-
briam-ae e soimavam-ae.
Dcos! disse anda com acento maguado recos-
lando a cabcr-i, e apelando forlemenle as mos so-
bre o peilo.
Nao lia Dcos! lornou depois de longo silencio
deivaiido recahir os braros e inclinando a rabera si-
bi e o seo.
Enlo rom gesio sombro e breve despedio-se do
amante, o qual reliiou-se mergulhado em u..... pona
e um espanto sem limites.
XII
A vida solitaria produz pheuoinenos de rcRcxo
menlo do Nosso Senhor Jess Cbrislo de
Bei icgenle jcom guarda,) l'iseondede All
83..
Magia.
COURESPONDENCIA DO IDIABIO DE PEU-
NAUBL'CO*
PARA II IBA.
Baoaueiras -'10 de Janeiro.
I'ciiln santa paciencia, meu charo; bem Ihc disse
cu que eslava com ptimo assiiaritdo, pois bem, o
I. de Mello (em me atropellado com Unta noxida-
do quo nao posso deixar de dar conta d'ellus a Vine,
que antes de irmos aellas, Irnlareinos anda de una
ciiriosdade eleitoral de que na minha ultima passou-
me por alto.
que compensara, e ale de sobejo, as lices mni dcs-
prezadas que vos da a experiencia. Centra as \\e~
moiislrariics da lgica pura o espirito nao esl.i acau-
telado como contra ,-;s drdurrr.es razoaveis dos lac-
ios. Para una abstraeco nao ha excepeo possivel
ao passo que he empre fcil escapar por una leve
ilissemelhaiica a orna npproiiuiaco directa de posi-
i.o on de carcter.
Na snciedade o espirito incessanlemenle dblrahi-
do em suas operacocs, perdo uu nanea adqoirc sua
rcclido normal. A primeira victima do um sophis-
ma be muilas ve/^s aquellequeoconcebe. O rumor,
o movimcnlo o a oxecuego llicatral mudam a pti-
ca c allcrain a pbysionomia dos acohlecimnitos e
dos horaens*.
Na solidgo ,i comparaco nao persegue, o .-.mor
proprio lem pouco poder ; nao ha llieatroi nein an-
dilurio para ser seduzidu. Tudn he verdade absolu-
ta, nialhematica, inlexivel. Nao se falla, pensa-se.
As inlerri.garr.es serias sao problemas claros e pre-
cisos, cuja soluro apresenla-se sempre evidente,
sombra e irrefulavel.
Ilerodias aosrinle anuos linba pelo menas Irinia;
esa scena lancou-lbe no cerebro urna clarnlade de-
ploravel. Ardenle e enlhusfasta, ella roinnrelieiideu
eleileres bananeireises.
Mas. felizmente estes honrados caracteres da cha-
pa, nao saben) rcl.aixar os seus bros, e villar o
mu metilo al o nonio demandaran mendigar um
voto por rada porta dos eleilores de lodas as locali-
dades, como escandalosamente lizaran oulros que
sejapiielld.ini de preeminencias da provincia, oh !
degradarn! miseria! irrizio! !.. Ovlo do povo
que deve ser a exprcsso da ventada e nu da men-
tira, nao deva ser garruchado por esses pediebes
sem merilo que sab?m inventar para pedir e obler
coni preferencia dos qjae nao leem seilu c o mesmo
desfareamenlo para pedir.
Desde que ralln-? na vaga do senado deixada
pelo Sr. Carvilho, que os moros de cartas de empe-
nho rlinveram com desespero e ambiro ; para Per-
namboco iiiamlavain os sohrinbosos sobrinhos
I lie hacia que nunca ha de mudar, nem sanc-
rinnar qualquer negocio poltico com os rasgado*
diz elle.
limo amor, sua nllima felicidade, sua ultima espe-
lanra. derradairo raio do sol que faz desabrocharen!
rosas nos ramos em que a nove repousar amanha.
Soalarefa era anda mais delicada : nao tinha de
exaliar urna paixao ja'miio viva, nein de recobrar
um eoracao que dominava al a abnegaco ; deva
distrahir seu amante de s por s mesma,' desvia-lo
de urna idi fixa sem dcixa-lo apartar-e, fazer pe-
netrar urna baforada de ,r riesen e balsmico alo a
alma abrazada de Ernesto, sem deixar escapar essa
alma pela abertura da porta ou da janella.
Para essa manobra peaigosa Ilerodias rslava com-
plelamcnle privada dos auxilios poderosos que aju-
dam urna molbercasquilha ou abandonada; linba
somrnte um. no qual apoiou-se resolulamenle : era
o amor proprio. Sem duvida bem sabia quo obrando
assim cravava em seu proprio roraco a arma quea
I lendia ; mas quera ler al ns I.miles do impos-
sivel esse amor de alegras devora.loras, nao quera
peraer om dia, nem nina hora, nem um ulhar, nem
uii suspiro.
Com qoe daleilavel sagaeldade, com que divina
solicitode ella vlgion dahi cm diante obre scu
os irmos ele. ele. pedir carias de *-ni| eolio, ejla
Carlas eram soliciladascom a nouca aeosatrz de qem
nao preza seus lirios de quem se julga aul"ri-a ln
para coinmeltcr ludo quanlo o l.om senso repula
verconhoso, debaixo do pretexto inadmis llicaPoltica hesiin, para es-es meo senlu.re o*.,
cgiiudn acliu ra/iiivel, a srieuria da* ennveniee-
scias sociaes, porcm a scienria das especular,^
mais infamantes, ou antes, o jogn de ludo qeanln
avilta c degrada o carcter do homem '
Dcxem. senliorcs pulilicos. 2, qoe ainlelligewia
e o merilo subam as .'lluras que devem; nioe con-
snla que sejam cspe-inba.los os rl-inenlns mais for-
les da civilsaco e do progressn. errtem o o||m^ jaa
especuladores dos rollego. lamelo e arranqurm
do esqiiecimenlo a inlelgencia e o merilo, e mni.,-
remos como urna verdade malhemalira a rrrleza Ve
que a nossa provincia se reanimara levantan b,,-
radiante c bella do profunJo jazigo em que lem vi-
vido sepulloda
Avante Paralbanos Avante cousiderai allen-
lamenlo e com ju*lico no rasgo de patriotismo coni
que o brioso corpo eleitoral da villa de Bananera
abri um nome as paginas da historia, e vJe com
que endiente de gloria nao ser esle nome levado a
seraco futura qu-ndo se lver do memorar <* bra-
zoes de um povo livre, independenle, impar, tal e
juslceiro '.''.'
Borges da Fonseca, Joaquim Manoel e A-si-
Bocha. nao foram can li lalos imposlos aos elei-
lores brioso desle municipio pela fre,a de |>er-
siias.-io de |ie lichoe. pela sxmpalhia desle ou da-
quelle potentado da curte, da cidade, ou do mallo,
nao, satas nomes foram escolhidos e quasi unni-
memente aceilos por loda a populacn desla villa:
esles nomes foram decantados e reeebido quasi ex-
clusivamente cm urna chapa batida por accordo dos
homens honestos e impareiaes qoe de-iiliram em
sessao magna cerrar ns olhos as carta de empeabos
pedidos de qualquer especie, c a todo que nao fosse
merilo, juslica e razao.
Nao havei.i porlanlo Paralubann bem inlenciona
do, uoser um ou oulro despeilado, a nao ser um
ou oalro istee-nsador tjnaiiil neme do demerito, qua
nao cnloc repelicoes de liravos an honrado corpa
eleitoral desla villa, quando seguido nicamente s
impulsos de seus briosos cwares, assentaram em um
acrnrdo imininentenicule patrioliroe digno das hen-
eaos dos justos.
Penloeui-nos ns hnincns sensatos, se nos lamamos
exressivos em nosso beata enthusiasme.
Passando a bi-lora dos fados Irarei i frente es de
mais publica curiosidade
Segundo as parles ofliriaes do mea noticioso 9i-
bitosoube o rom loda f da verdade que lendo sido
presos na larde da dia da eleico senatorial 1 dous
Individuos bastantetueole eusaciagadsi por se arha-
icm em desali por motivo, de aleria, queren lo ra-
da qual que o la lo cota) qsjaaa volavnm Irumpli-
se. leu lo-iicceHi o ma .pie nm !'-"* app.uece*:
com urna leve raladura nsallMe tuesaV ; ilodar.
motivo a que o-em immedialaaaeute preso* pelo
condado do delegad-, a ordem lo -uhMesad, e
conserva los tir dias no pina,. ,ir una atavia em
plan* cnol irlo cyrq o ,i;.-y:i le m irle, quainlaa
a le na ut iseaUta de rlar na .ala lo : ,|
alm de lo lo ele marlv rio foram os don- (.adecen-
tes Irabslhar na rachina -om aa crunino.o*. In.u
sido lu lo islo inlima.lo por rrdeni do ub lele;- ido
l'argino Candido das Nev*, romo dedararam Indos
os presos c guardas da ci.lea.e como alleslou pro-
prio rarcereiro publicamente em presenca dos Sr.
padre laaTavarre Bezerra, padre Anlero Ounqoe.
Pcdru Marinhi e m.iis pasosas aaaaifnaaaai na mesma
occasiao.
Ora, prirueiramente se hniive infrarro de leis pe-
nses da parle de-lc* dous embriagados, o salar
medalo desla inlracco fura o proprio subdelegado
,com os seus, por qoe lie eei alm-nle aaaaagl nesta
villa e quero que o cnnlcslem que doos harris de
agurdenle foram mandados por a di*posiran do po-
vo pelo proprio subdelegado c os seas, por cone-
guinle se alguem do |m>vo se rmbrilfgnu al o ponto
do appareccr om pequeo ronmcln. lie inconlesla-
velmeule coi lo qne sendo o siudelrsado o aalor e-
ii.io immedialo ao meims mediato i-l embria-
guez, iieiiliuina crminalidade noderia er allribuida
a dous miseravi-is que hricaram por aislo o* lerex-
poslo o siibJdegadu d i villa se lornou o agenle respon-
savel por acees de lerceiros que elle araba*a le su-
bordinar a forca irresistivel de bebida* e he lora de duvids qne devia se julgar desautorisado
a perseguir por esparo de Ircs das com poro de ca-
deia, crrenle de Ierro e fachina i dous miseraseis.
sobre quem nao devio recahir nenhum i iinpatahili-
dade priucipalmanlcpor coosas lo leves.
E quando iiicsmo nao liresse iJo esse subdelegado
o causador dessa conlliclo lio leve, anda aastm
crcio que a lei nao o aulorisava a ler os homrns lor-
lurados porespacodo Ires diatscn colpa formada.
scmduviJa como viclimas que esoiavam no sacrifi-
cio a culpa enorme que haviam conimetliJo em nao
vola rem no subdelega lo e nos seos, fado qm de-
pois das prises fui verificado nao nbsla.ile ler pa-
recido a principio que os sugeilos quesliouavam i k
causas diversas.
Baba Tacto que por si demonstra com evidencia .
quanlo se acham exposlo* por eslas paragens os di-
reilos e a liberdade individual do ridado braileiro.
exige da parle do governo urna prompla repararo
,...-... .. .t,ut...b i, -,.i 11,1-1,1-1.,, ,-ll. .....I'l i-||~lll| -II ,11--------------- ..,..-
lio obstante o horrivcl desespero ,,.. eaoaava-lhe 1 v""c'"' e sn'!rc."' de Erneslo ; porque rodei, orn-
ea*!.....re,.,, qua o ara.....liega.a era F-rnesto a pa- i brl"*> o insidiosos levo-,-,, para (ora dos cn-
rnxismo em que releva dar-lhe novos -lenlos se ""'",los P-'^^os que r.-n.-s.-iam inc.-ss.-mi im-nlo
* ( na '-'i:. .1 i v .-.si ln....... 1 -_ ,
n.lo so quer ve-lo exlineuir-se ; conbeeeu que eral
em lorno della, como sos finura adoravd entorno a
f-i.i.. de lempo, c qoe sua ri'irTdadc 1 ''|,,"""^',":-"".="'' 'alve/. mais forteienle
de n.i dahi em diaule ,la sua aseenrao sublime. '"' """ "* '""* '' "',"" ll,-'c:l;'" c rrelljcid,.! loca
.< ludosoffrerusa le mpcri.Ka, di.....lia .om- :'" c '""" '""^'"-'nde-I.. ; ha sconas qui
bria c severa ; ludo qttillo que nao n..... mal
de\e liansfornnr-se, ou norrer
Ilerodias n.-'u rhorava. *Oue lagrimas .- que
piros leriam podido Iraduzir seu iuinicn-.
MIS.
Iln -
iiiento ? Applicou-se a cstlldar C analxsar as ri.ii-
dir.'.es novas dessa phasc de seu amor, o achar um
plano que combinaste os meios de prolongar o mais
possivel esse periodo ultimo e falal. e formado o
plano, CiecUlOU o labiamenle em lodas as particu-
laridades, inesnio as mais dolorosos dio una cons-
lancia a loda a provn, c una vonlade inabal ivel.
I> ilii em diaule nito era ma
I'iii-
lui i 11.1o exprime, oque a p una ligo p.ido piular.
Al.- enlo verso. ,. mUMCa linham sido laura,los
por .Ha comn llores aos p s ,ia amanto, o
eslo pi'.lia-lhe que o* repeliste muilas veze
diga recilava-llie nova obra e responda :
quan
a pro- i
Nao prrscnlarei duas ve/eso mesmo pralo
loa meza.
Ou :
(2) Bem se v que excluo as honrosa* (X'cpc,rs.
(1 As primarias-
ai/narella* I all plidos patteit -> vasos e cha-
losos como soohos, anda rica* ( vigorosas pialara
a tempera ao lado de eslwcos .-ierro-.
Erneslo paseen mullos dias admirando ,- adorando
essa obra, equandociinhrceu-a inteiianienlr, quando
viveza dos ponteares iozo surcedru um piazer
m uslranquill... elle lamenloii Rala ler nUi um ami-jt.
un roHheetdor Desde o romeen ausa um ni o.;:,
sentir a uecessiladc de confidencia ; as *olicitaces
la vaidadeevocav.ini-ni agora. Ilerodia* acertara.
lina noile F.rncslo recelxu seo relralo primor de
lezenh -, de colorido o deexpresso. Den m-ella den
llie o seu proprio : Chrislina de Mnurannll em p,
leudo a cabera alia, os labios Ireinul---. os nlho
brlhanles de inp:ra^o. o dedo sabr as eeavaaa da
harpa, retrato capaz de fazer lonco de arajaaaaa a
qnein nio r>livesse louco de amor.
I'orem nao moslrou-lhe oulro relralo, o de 111 rali..
Ileroiliaschoraiiilo seu amor.paluda c sombra, r.-,,.|..
as Iranras o|| is.os labio*convuNivamriile aportadla:
pobre mtilhcr curvada de baixo de um decreto ra
destino, mas curvada sem re'iguaro. leudo a re-
v olla nos olbos c o desespero no corarn. Bata |M
foro feito mais maravillosamente : ella guardn o
dizendo a si mesma Vom sorrso (unebre :
Anda nao he lempo !
O successo al enlo cxcc.lia-lba aa r:iidas e| '-
raneas. Erneslo subjugado iiofallav i oni-rte ot
friinciilns,,'..desejo. de ame.ira. Devetvjoati que
*CU semht.ulc loniava de da em dia rw mu- Iran-
.-i riilf o mais azulada. Quo esoinie i-uala o dt*
;mor 1!-odias v ia es" svui;itunia-.lo dclruii_ o.
i "ii urna especie de alegra farol : an san 1c ahi-
la,a-se lauxbem rpida e profandatni ote. ksperwrm
que morrerain assim ambos : ella a asada, e dlr
rin scu deliciiisu erro. K coutiiiuav.i iin|H-ilurl.a.
vcliuoiite, a envenena lo com llore, pcrluincs. ema-
narcs, felicidades pura*, Ideare e in.nlar- !
Todava eslava ioqaida. Gestea reUmpago* m-*
ollios. cerl? alleracjo da voz, cortos r*iremecimrnlo*
Eis aqu n involuiilarios dos gestos fa/iani-llie sentir a pree*ir.i
' oreulla da lempeslade. o perliirhavam anida asaai o
me,ri
rindu as delicias, a que nutras delirias devem sur-
ceder ; pereorrera qoiiize annos de vida em poueas
semana*. Rra a mulher, cuja belleza vai desappa-
reeei. r que retem rom Uriivrl enersia oculta de-
baixo ds gracas de una arle iocomparavel seu ul-
>. flor de hontem .' esta murrha.
le boje.
Fez com que Erneslo Ihe pediaoj instante- l,r:"er febril que ella gozava junio de F.r-ies**. Saa
Virgemnopri- llienle ludo oque fizcr.l para ello. Cumpoz:a perola feliridad,* era nina f.-ra llamada, .la. .1 r lauue.ra.
----------- 1----- -..--.- I'<" i li" > v nuil /. ,| M' rOlit -* *- 'ans m * amor nem a mulher apaixonada e rorlo sor- das perola*, urna jOia equisila, om resumo micro que alia* poda em qualquer segunda anmda-la tu
i-. ilnlie.K. i mu iiiih-n: .'i.l..,i ,. Iivv-,.. ^.^_ ____:_.. i.-'^. ._-- -.
t** ii arle*;. t/id,i fii|li,i f,> idornada le l",*', unhi li mi con um;i ilohia-ij.
r-iLesro* rularnlos a moda oriental, <|,i<- | (CmtinWT m kt'

copien de I
caprirhoso
vinliaiii as vetes correr loucamenle entra'as'eairo^
phes e as liulia*. lodos os podaros de musir ou de
poesa loram illuslrados cimi |muilo lino : aqu vivas '
I' Pintura de Unas delgadas e Iransparente*.
1 l'iniura de tintas pulverisadas.


JIARIO E P'.N- BUCO SEXTA FtiM 15 DE VERa.li.0 CE 156
para que se nao roproduzam escndalos lie lal ordem.
Uo diamolralinoute opposto as nossas -aramia so-
dios.
Nlo he a simples boa f 'le am omapondenla
que poilo teztr prndu/r plena convicclo no animo
do eovcrno a respailo da veraeidade ile nm laclo
pie Dio eleve pastar desapercebido, ah est a opi-
nilo publica desla villa, alii eslo os eanaea eompe-
tenles por onde poda o governo lomar cnnhccimeu
lo ilo helo, ilevemlo uolar-sc que quasi lodos os a"
grilles .la pulira sao prenles do subdelega lo c co-
niii laes inaptos e luapailoa para loslficarem o res-
peilo ; apaas lia o delegado que nlo est no ines-
inn eaao, c que sendo un magistrado probo, a im-
pareiai, emduvta iicnhuma dira a verdade ma e
rrua, senao se achasse na capital ao lempo de lal
orrurrencia.
Anda outra : Trabalbavamdc ptdrairoa algn,
individuos, o em urna obra em que be administra-
dor oSr. Tranco, c porque Jos Francisco de M.
quizesse usurpar diretot adquiridos querendo in-
Irodu/ir linhas de madeiras no oilao da ofa de que
Iraln e os denos se oppozessem, disto resolten nm
rontlicto entre o usurpador e as pessoas que Iralia'
lbavain, a sobre aquello faziam estas devolver o rpi-
lliclii de cabrio cabrio com que urna c muilas
Vana brindava om dos olliciaes da obra, e acaban*
do-se esla Herrarlo quando|por aquellas visinlian-
ras chegava o subdelegado, esle pedido do sen
pregado prente { o usurpador ) ordenou que fosse
preso, e meltido na eiirbovia o oflensor dos brios de
un horocm que so julgava com jus de alacar por
urna mancira 15o brusca ao incauto pedreiro, se-
guindi.-se logo orden) para o liomcm Irabalbar na
fachina, se o sargento llollanda nao neui rali-a seme-
llianle violencia. .No eulanlo, ajui/.c o publico sen-
salo da capacidade mcntral deuma autoridade de lal
paiz.
Andou r-r aqu o nosso vice-prcsideDte l)r. Flavio
prestando elevantes serviros a causa da sua candi-
datura a senatoria, e na verdide com quanlo oada
Icuba a accrcscentar a cerca do sua aflajiildadc e
boaa nianoias.ilo.laua per.loc-me S. Exc. e dc-me
liceii'.a para dizer o que tinto, com a franqueza e
lealdade de om ravallciro que Dio deseja molesta-lo.
S. Exc. nao nbrou com inuilo .leerlo, iiho respe-
tou mesmo a posioflo que oceupa na secna da socie-
d.ido paraliibana, dcixa-se que oatros que nao sabein
o (pie be digiiiilade, arranquen, do povo um voto pe-
lo amor de Peo?, peram e mendiguen! com quanlo
empenho b.i quo soiiham Ibes poder valer, ('.ida
qual diatorre como nema. Viva a liberdade do peil-
StIIIIClltO.'
Em um detles dios de faira ia liavcndo sua agua
suja entro os soldados de polica, c o carniceiro Ma-
nocl Boi, o qual resistindo a una ordem ilc pruno
que dizrm ter sido cvlcmporanca, dera lugar a mu
grava confliclo dentro do ac,ougue, tablado um bas-
tante leridn de orna hajouelada dada por um dos
soldados: o caso na) foi providenciado segundo os
requisito, da lei, e o faci dallando de ser bem ave-
riguado, la esta nos purScs da immanda cadeia o tal
Boi, sem que se Ihc forme processo se lie que tem
crime, o iicm ser solio.
Ora islo be muilo abusar da paciencia publica,
maudein para aqoi autoridades que Iralcm de punir
o crirae com rcclidlo, prudencia o Justina, mas hu-
mens da tempera de Antonio Kodrgues das Neves,
que nao sabe dor o mais ridiculo despacho na qna-
lidade de auloridade, lio na|verdadeo suprasummum
das miseria! human ss : : !
Acbam-sc nomcadns presidenles da hygiene pu-
blica dcsla villa o subdelegado Targino Candido, e
secretario naculadlos Estanislao Barbotada Mello e
Antonio Das de Araujo, todos moradores fura da
villa, e os dous ullimos silo homens que bem |ioucas
vezes se dirgem a esla villa liem se|v que o lugar he
de pouca importancia pilotado social mais de muita
importancia pelo lado moral.
Faro muitn eenceito dos tres nomoiados oomoci-
ria.llos ou como meros particulares, e os dous lti-
mos sao caracteres dcsliiiotos, dous homena que de-
seinpeubariam caraos pblicos de muilo maior im-
portancia, porem nao o jileo habilitados para o lu-
gar que arabain de ser Horneados, e muilo menos o
lerreiro. *
A tenibranra de quem quer qae os aprcsenlou
considerarlo ilo governo, foi por domis cxlrava-
gante, c talvcz com islo que alia* juten lao insigni-
licautc, se lonba lladldo a rcspeilo do segredo que
anda por ah, seja franco c fara-se condecido, se-
nlior mcu '....
Temos lido principios de invern, chavas e iio-
vitos vilo appareceudo cm grande quanlidadc, a agri-
cultura anche-te de forra.
O nosso estado sanitario be pessimo, e o delluxo
arompaubado de muila obre, vmitos, enfraqueci-
inenlo, dvarrhca, val se tornando Icrrivel, felizmen-
te n.o temos caso de inorle, porem o mal loin loma-
do -rossa* proporces.
Oa gneros alimenticios tem subido de preoo. Sim,
ia-mc csqiiecendo, a cmara nlo faiirciunou anda
esto anuo, mo lemos Otate porque Nuno Dio lie
besla para querer apandar se se meller a cobrar o
muilo quo devem1 os infractores das posloras
Jlo sua V. suicideu-se, dizom que por causa
da eleir.i'i.
Adeos al para o mez, so nos vivos formos.
O qu(
pastado Dio
capilito K. \.
,!:-
Nos monelos da vi la. nenlium /,.
So pu le cquq arar mi gozo sanio
Que froe raridnso junio ao leilo,
Oiulo o misero verlo amargo pranlo.
NlOVilcem poneos ,liastantos nonios
(ravados sobre o templo da niomoria ?
Nao yodeem pou,*(is daslaureados
Tantos bravos o bornes 'Ooe maior ulort > l !
E em quanto tremular a crimpa alca l.i
Aos bros dos!.. Ierra bellieosa,
t'm noine se loi no sen Cattigio :
O nonio da pessoa caridosa.
Avante, meiis irmao-. Se a heos se podo
Rival atlribuir na vida o fama :
Ser rival do lioso raridnso
Que vola o padivenle junto a cama !
ti de fevereiro de ISVi.
C
Ale mnaiih'in.
emos mi notto Pagina de -_>s do | Um da morreremoa : \m\- corramos,
se enlende com o primeiro supplenlc o Som descauro,a evorcor a r iridade :
C l.ins. 1 KAq piolo umaaceao boa sor bani.la,
Pedimos a qm-m competir iine lamo suas vis- Noni esquern-la a Divinal bond ule.
las para nina casa do boceo Largo, que confronta
om a ra da Senzale, puis nos parece mais urna
habitaran de mosquitos do que de entes humanos,
O Correio ambulante queiva-so, o com ra/.ao,
que um dos Srs. vigarios dos nossos suburbios an-
da nao lisera preces.
Temos cartas de Pao-d'Alho. O sobrado que
lica sobre a cadeia daquella villa isla cmplela-
inonto arruinado, as paredes lalaraca lasradas ; a
frente abalen, a madeira carcomida, a ponto de ei-
perar-se a cada momento urna desgraca e mal, cs-
lao a visla disso os Srt. Porfirio, o Marmliao ; cis
poique o segundo, apelar de ser arrematante das
obras publicas, vive com o credo na bocea. Con-
vom muilo que se linalise a obra encelada, alim de
que nao leuhaiDoi quo lamentar algam siuistro, po-
bres presos!! ,
Est em um estado deploravcl a estrail.i da malla
de S. JoAo ; os sentimos engenlieiros, lenibradns
sem duvida >\o que acuuloreu o anuo pastado polo
invern, ja do lia muilo deviain lela raleado, afim
de evitar os grandes utolelrot, que nella ha. O
matadouro publico lie una vcigonlia para a cmara
municipal daquella villa : nos lugares onde te lalba
a carne he quo dorme o moodigo, o leproso Se os
Srs. deputados nao ti/.rrem algnma cousinha a rcs-
peilo daquellc povo be bem possivel, que pelos cr-
culos circubmvm dos linorios. O cholera por l
auda, c os malulos cbamam rula-moie. Trata-so de
festejar o glorioso S, Sebastian. Oa vveres evite!-
mos, etc., ele.
O nosso irmilo das almas pode quando quizer
remeltcr-nos suas raissvas,qno com goslo as recebe-
remos para dolas colber-mos o que acbarinos digno
de publicar-se, seja porem como diz evado.
As carnes verdes em Olinda ja etcedom a tu
do quanlo lia de mais uojeulo ; os acongoaa causa
asco ver-so a carne de boje misturada ron a de lion
lom em perfoita rou:iprAt.... c <> Sr. fiscal'.' Odcs-
pejo publico tKTtitnticio laz-sc all quasi lias
ras, pelo menos por Iras da bica, do Oualrn-Can-
los. Nao ha muilo capricho da parle da pulira ;
urna douila, que mora uo lloin Sucesso apparece
quasi lompre nua pelas ras, apnupada p?la plebe
sem que no menos um guarda so digne rerulbe-la...
mas onde".'
Ha lio lio i ii por Olinda scus atravesadores de fa-
riuhas, e emprasadores do cholera: breve iremos
a clles. As devoros, os tercos, e prorissiies lem si-
lo constantes, o o povo acha-ae animado ; o noss0
correspondente do Olinda seja n-siduo.
Unta c.riilicario.A noticia, qiie domos em
nossa Pagina de antes de lioutcm, nao se enlende, c
liem de surte algnma se podo entender com a casa
do Sr. Gustavo Jos do Reg, e pes-oas, que sempre
se reunem em saa casa para sernos honesto*, onde a
moral publica, c a vida privada be som duvida al-
goma respailada, visto que estas pessoas nAo lem o
carcter do honvat mordaces, o intrigantes, quo pa-
ra prestaren) mesquinhosserviros nao duvidam levan-
tar aleivos a qiicm so os respoita como plianlasmas
das ca i a:ola, potas, c pelarmcs. A l'agjna disso
Itnlo a casa das earpostat,e a casa do Sr. Gustavo
esla o lilicada juulo a casa do padre inglcz. Por
lauto seriamos sobre medu loncos, que chamassemus--------------------------------------------------.-------------------------------
a alteurAi da polica sobre pessoas, qae muilo noel ^jffjf {0 00 '.<,*','i'i'a 1 t '1'C^
merorem. Anda ropeliinos,que junio a casa das
expostas junla-se um ^rupo, que precisa ser poli-
ciado.
Roleva nolar, que cssas bestialidades que so qail
dizer do mis, s.io lao dostiluidas do fondaineulo, que
nao damos-lbe o incuor apprcco. Duao donoso
que quizerom. l'm mentiroso nao passa de um
EV-MENTI R(i.su..':3
ConsU-uoi, que o esltbclecimenlo do ccmiic-
rio esta' agora mais que nunca no maior aroio e
limpeu possiveh, o Sr. Viriles sabe bem o que en-
lende a esse rcspeilo.
curain adquirir rlientella a cu-ia da reputactlo
alheia. I ni homcm do aaracler do Sr. Ilr. Sabio >,
cuja pusir.io sorijl lem sido adquirida lAo lmenle
polos seus Imporlanlct Irabalhos em favor da liama-
nidade, pela su,, u lepen leticia, bandada o pela sua
lonvavel dedicarlo m propagar a medicina Itomeo-
pathica, esta inulto cima doareptis, que a lodo o
transo o procurain morder, sacrificando para itso a
pioprm diguidade, lino eliuira. i ni iiumeiuas-
ss elevado de carleiras liaineopalhicaa lem sido
vendidas o talas pelo Si. I)r. Sabino, o lodoso
das, somos teslcnauulia, recebo rilo cominunica-
'."'s di pro 'i^i......'II i- ilit i!os smis medicamentos !
He scn duvida por rssa ra/.io que o Sr. Ilr. Sa-
bino be o alvo de quanta insolencia p lo invenh.r a
inveja e a malevolencia, que as circumalanciat ra-
lamitonaa em que nos aehanv
pe versidade.
Por muilat vezes lomos podido nvaliar o eacrupu-
lo do Sr. Ilr. Sabino na prepararlo doa medtea-
ini'iilos, o ailenciosOi limos pedido a lieos que esse
iiH-iuo cscrupelo esisla perennemente no corarlo
d iodos os homeopalliat. Cominos o Si. Hr. Sai
bino na honrosa senda que lem Ir libado, na rorle/a
ronformidade do aviso de .", do novembro do tstii,
tem elli* sido omi-so ande euipenho dos dovores in
llrenles ao seo cargo '.'
Ilirigindo se o miiii da pisiica publica de urna
comarca .presidencia da provincia, lendo-seesla
interesa lo pola condemnaclo de criminosos pera li-
le o j:w>. no proposito de seiculifica-la dooccorii-
do a rcspeilo, deivou ou nao de cumplir i mil os
ilcvere a -i impotlos, fazendo uta narraran fiel de
ludo qiii na to itera ii" julgamenlo dos criminosos,
o observandii-llic que, nao obstante Icr sido alislo,
loria a senlenra, C osla em dcsliaruimiia rom as jiro
vas do prorrsso, eoinludo deixava elle de appellar
da mcsina, por sor restricto o circulo que Ihe ho
Irarado pela IcisiicAo eliminar, acerca do direito
do appellar, ilo be, por -e nao dar um so raso da"
abo ao requinte da quelles espcrilicados no aii. :mi do cod. do |iroc. '
o conirario lazando o org.lo da jutlira publica de
nina comarca, ultrapasara elle ou nAo a e-pbora
quo Ihc lia sido delineada pela legislarlo criminal,
c mi I n .mi lo an dircilo do appellar. e prtenlo digno
nAo sera lo punirAo '.'
Eis ludo quanlo te acaba, de dar entre mim, sob
o caractei do pnnnotoi publico dcsla comarca c a
oulro discpulo do l.ai I n. Ma um faz o aloaio
da roligtlo o que nao perlence, a eivttidaite assim o
esige,depois lodos arabam rrpplincooin ihoro San
hiao y Atoo, o as iros religies forman urna m re-
li^iAo : e ou c-i i outra formula anula mais dgniuea-
liva : 1'on-l'tii"i-Airi, toum-ly, as religies ilo
diversa ;a razio he mu. lia alauma verdade
ueste idea, illa- nlu indica muilo fevor da parle
das seilas, que a reronhecam*
O etempto vem Je cima, be dado pele govera,
-ohreludodcpois.il.-.. llardo dos miolclion ti se-
gundo Imperador desla dj nastla, \ ouiu- Icliing, ca>-
manlando algumaj seoteorai do seu pai, Kang-lli.
esprimia-se assim a respsitu dos builln.ias. quo
creara fazer sua saudaeo repelindo conslauleinenle
o mo:iiis\llabj tagrado nm : a Hupiion lo ter viola lo
as Lis em algum poilln, e .pie soi i levado ao tribu-
nal para ser punido, se gritantes militas ^ /es a que-
brar a rabera : Voasa etccllencia Yo -a ovctl-
cncia juteiis quo com iilo maeistrado vos absol-
ver i '...... Ss nao queimardet papel em honra de
Fe, e 'o uo depozerdet ufireodat em irus aliaros.
ellefieara descoiileiits' le vicfar.i cahiraeo oiga
mente sobre vostas caberas, VostoUcot Kohe por-
laolo um miseravel.
lomemos por c\cui|
a virlude be a sciosiria dos homens, e lenumiai i
sceiicia ho a virtode das wHietli. Serva m
honient, inttraatawtaa de prat>i < !
do qnanlu quer om- illa- trjaai: -rus m.n i !,- 01
naliralam, a etnanraa* ceda i--, Mana aa
molan, para evil.noin a reputarla il- |, n.,-
Cll -. K'lohe raro qiir mullieri lemasi ,U,Hlr
Mili/'- ieabem pelo anleUli. o que eett aa|
lo o ni ni lo. que nao p,dc tirar uno | casi >r lo
go. Mi. na China, rom......inligui I o, a- miilln-
res nlu Irazeaa dele, h? ph. tinnat..... i, anam
que compra a mora a aaan pai-; por rjaaaaaaaaM o
mai; lo brutal ha punido rm saa Iml-a polo s......|,
a qtli! elle 1-.-ni so.i uinhier.
.N.is provuu us .! i OMie dia ha nina -eil.i ,|w fa
ptffairessaH l-dos ea dja; he a .|a< mulh.-i.. ahaH-
neule-ss as q liaos ali.n -ni m m s mcu lo I.- I- ..tuv
alim do renascereiii do-evo ma-i olim. i-n, -u pi-
tima"\istoncia. tina tal supersli^lerevela otetla
solrimrnlos.
OthomeM querem a veaai r .mu ir a n >
cumas virtudes, mas som-iilc qu.iinto se aiuovetU .
d.qias. F.r^uem as ci.lndrs arrvs Irioinntieta is
ni -cas, qap perilla-toreraui virjens p :ra *s- \ 4ertta
CMARA MUNiaiPAX. DO HEC.i'i.
Si:S>.Vn'E\lltAOKIIIN\UIA HE -'I DE JANEI-
RO DE IH.ii.
Presidencia do Sr. Sarita de Capibaribe.
Prsenles os Srs. Reg, Olivoira, li.inieiro, e Mel-
lo, faltando sem causa participada os mais Srs,
abrio-se a sessao e foi lida 'e apprata-lala acia dn
anlccodciile.
I 01 lido o seguinlc
.EXPEDIENTE.
l'm ollicio do Evm. pretldonle da provincia, re-
metiendo as acias dos collegios eleitoraea de Seri-
nhacm. Pao d'Alho c Rio Farinoso, o nAo a do (ia-
ranbuiis, por nao ter sido anda rceobid
iccrelaria. Inleirad.i:
Oulro do mesmo. conccdcndo a autoritario, que a
cmara Ihe pedio para fazftr do novo publicar d arla
II das poslur.is sobre a liiupeza publica o particular
da cidade, vislo ter-se dado engao na primoira pu-
blicarlo.Inteirada, e que so poblicaste o artigo.
Pastando a cmara a proerder a apurarlo geral de
votos para membrot da tssombla detla provincia
varilieou acharem-se recebidate intactat 20 acia,
los dilTerentet collegios da provincia, inclusiva a do
Semillaran, que fii rercbid.i no da Ji do correnlos
e a do fiaranhuns, hoje, Da OCCasilo em quo se ia
dar principio a referida apurarlo, faltando a-sni.
somonte, as ,le Pao d'Alho, e Kio Formoso, que fo-
ram supril.is pela* qae mandn 1 Ezm. presidente
da provincia, como ja lica dito.
Apuraum-te fas acia* do Recite, o Olinda.Ja
uo lm d.i testao, receben-so um ofliclo do governo
da provincia, remelleii lo a acia do tiaranhuns, que
nao foi mais precisa.
Despacharan]-.e as palicAesde Antonio Jos de l'i-
nho, de Francisco l'crora da Silva Sanio-, de Jos
llyginode Miranda, Seba-liAo l.npes (iuimarlc-i o
levaulou-se a sessAo.
Eu Manuel Ferreira Aecioli secretario a tubscr .i,
Harn de CapHiariUc presidente, tlamciro.
lcgo. Olireira.Mello.
de que so os homens Iba foiom ingralos, o Supremo
Remunerador nlo asquocer recompensar o sou in-
eeatante li lar em beneficio da humanidade,
v?"oi'ri'.^i;i.bv-;;di!.v.
presidencia da provincia.
Injos guarde a V. Esc. Pombal, na Parahiha do
Norie. i! de Janeiro de IKiC.Illm. eEim. Sr.
lir. Jos Thomaz Nabuco de Araojo, ministro c o-
errtana do oslado dos negocios da jnslica.Jase'
Ijeoiegaria lincha Faria, ex-promolot publico desla
Srs.redaelorst.Anula outra voz busco as pagi- comarca
as do sou Diario, no proposito do mais esclarecer j
ao publico o pi. justamente motivara a dcmissAo '**r.s. redactores.i'om-sc |iropalado por osla ri-
que so dignara dar-ine a presidencia desla pruvin- ,l;"'l"l"<', '' ambulancias de medicaniontns, que le-
^., a ......, i 11- i nlin forncrido para vanos lugares por ordem do "li-
na, do caigo de nrnuiol >r publiro desla comarca. ,i. r ,..,, :., ,.i, J^ ,'
.. ,. verno ila pioiinria, ja trullo reccbmo do ihesouro
fazendo publicar o. dos ollicio- mira transrrip- mais de nula conlos de ris. a fra as conlas .pie
los, icnho levado publico, i urna plena eonvicc/to : anda nlo foran examinadaa, c mnniam em ootro
da vordadeira origcm de umi lal demissAo, c lam-1!""" e m""" ""!.Inm admirado ser seinelbanle
lualo como que confirmado por pessoas. que devem
bem demonstrado, quem foi que deUou ile' proceder | !, ,yA nrjad
, de accordn cii
",1ll,ll':,.,i, ,i
I presidencia desla provincia
appellar de um
llonteni percorreram as ras detla ci lade as Ima-
gen! do Senlior Rom Jess dos PatSOt o da Senhora
da Solcdado. acompanhadat por mais de dual mil
possoas, inclusive os ierceirosda ordem cannelilana,
irinandadc de San Jos da Agona o os religiosos do
t'.armo, deprecando ao Allissimo nos livre da epi-
demia.
Tivcmos noticias directas de Bom-Jardim, que
ponfirmam as que pnblieamos honlcm, viudas por
intermedio do corris de l.'moeiro, llaviam.'iU pes-
soas atacadas at a ullima d'la, mas felizmente ne-
nbiini.i tulla succiimhiilo. sondo lodos tratados pelo
No dia \1 na igreja do Pilar iprescnlaram-se curioso .illopalhi Caeli..... I.uiz Collaro. liontem o
mu cadoic, c um outru liomoin a combar de ludas a* governo envin mais remedios c uniros soccorros
,- ____ I para aquello limar.
Iirigircm-llies n C"J ,. .. T .
U Si. Ilr. Labo-sii coiuniiinirou ao uoverno achar-
pcfsoas. que iam orar, a poni de
iultuosaa, que li/.oram corar a muilas fa- ;
PAGINA AVULSA.
IS22)G IEli\i 2
palavras lusuiiuoaas, que uzorain corar a mullas la- se cstiucla a epidema en. tambres, pnr aojo motivo
inilias honestas, que all foiam. Na I admira, que laes dosrcu para o Brcjo muir ni-mliu um hospital para
im/rii/uosloriiem-se aleni de peraltas mis impos sem
leuicreiu o justo casligodo D:o-. Sr. labdelegado,
ponha termo a e---:; dcsacalos. Para nutra v nos
us apon! iremos.
'lomo- lido repel las iiucixai, quo uk lomos
por mol razoaveidos douoada muios eelabeleci-
mantos a respailo de seren condemuados pelos se-
nhoret liscacs sem que Ibes faro sabedores da
iiilrarro na occasi.io em que a enronlram.
l.ombramos au Sr. fiscal do Itecifo. quo de um pas-
scio por fora de Portes, polas ras que licao na re-
taguarda da principal, e vera o que vai de pcie a
secar exhalando um ftido horrivel. Esle abuso ap-
parece por nAo se. vender jircco razoavei, vollarja
Corrompido para casa, e d'ahi ser salgado e secco,
Os Srs. liscaes c ubdelegadoi nao se fien nos
alzavossadores de peixe ; o mal continua, e o |iovo
soflre.
Pela terceira e ullima \rr. i hainamos a allcnc.io
de polica para a casa ou Icnda.ou lupanar deBarbier
uo Recite.
Tem-sc desenvolvido ullimamcnlc um furor
em certas sonhoras para castigaren! seus escravos.
que alm de ser com a maior barbaridade possivel
causa um olrido diablico na visinlianra ; as-im es-
t algucm na ni. do vigario.
Iralamcnlodot alacadot, dando-se tenos casos (a-
j laes. lioha chesado o Rvd. vig&rio com os sorcor-
| ros e dinheiro que a protidencia Itavla mandado.
o Sr. Ilr. S ni/1 participa da Victoria que no dia
, I :> tomento morreram 16 pessoas, que acidado lo-
niara novo aspecto c j.i haviain Milladn o uiz inle-
' rlno de illrello.attlm como algumat pe toas que .1 ti-
nham aban lona lo. r.oiniiiuniea Igualmente que mui-
' to o tem 1 oadjuva lo o medica alloman e o estojante
do li.'> auno medico Nunos d.i Cosa.
Em lioianua tem apparecido alguna casos de cbo-
Irrina que Icliznicnte lem cedido com o Iralamenlo
do limao.
lanihom recebemos milicias de Barreiros, onde
os casos so vio repelindo.
E'lmos aulortados a declarar que os Srs. Moroi-
ra c l'iagozo, com rasa do pliarmuia lia ra iloCa-
bug n. 11 so ollorer.erain a ministrar gralnilainen-
te os medicamenlos qua foreni precisos a' pohre/.a do
:p. dislricln dofefreguezia de Santo Antonio, rm
quanlo reinar a epidemia. Folgamos ter mais este
occasilo para registrar este actu de philanlropil da
liarlo dos nossos boticarios.
i.in.iNin aos aroiiioriiiienio. que lem occorrido
ncsla cidade referimo-uosao Bullelim.
Temos fe, mcus leitores, que a epidemia pouco
eiceder do circulo em que lem gv nido ; he a nos-
ta f quem nos faz a lias misericordias do Allissimo, e que os homens rie-
haivo de cuja lulella oslamos, continuarlo a nos au-
xiliar. Se, porem, essa infeliz Victoria 11A0 for de
promplii, e com violencia alocada, sejam i/uues fo-
rem os meios poderemos ou nao cnmbalcr o mal,
com ludo, como vosdisse, leude foque o mal se
progrodir pouco sera ; porque '.' Nao sahorno?.
Felizmente oh! felizmente os jomaos opposcio-
nislas, eonheceodo a qua Ira lerrivel em que lula o
governo, pare.ce-nos que o quere.ii ajdar, dan lo
Ircgnas a esses debates polticos, que actualmente
illa fariam scnAo por entrases as providencias, que
so tem dado, e pretende continuar a admnistra-
rA 1 provincial. Todos po lem bem tjaizar a? dilli-
cul lades qus cnrnnlra o cncarrogado d'uma provin-
cia ciu pocas, como a actual ; principalmente
quau !o se Ihe aulepem lanos c lao repelidos bi-
ces. -Nao nos Rindamos o estado actual de Santo
Aullo he to excepcional ou o fizeram, quo esses
meamos, ijhc ma, e t/uasi lodos os jornaUttasjIo-
giam cf.nn hravo*\ e- que se conservara em seus
pulonada absolutamente bao feilo. S. Exc. o
Sr. COntelbeiro, que lome, como he ite crer, urna
Daedida ullima a rcspeilo dossa desventurada cidade,
e ludo com o soccorro do eco sanar.
Na ra da Palma ha um terreno ao nivel da
ra, que lie um gratulo deposite das aguas de chu-
sas, que cerlamcnle deve causar um damno in-
menso aos moradores : oh mcu senlior, quo mal
cansa Vmc. com isso 1 Do uin remedio, nos Ihc pe-
dimos> alada com sacrificio sen!
Nao sabemos quem seja \ico mas o
rerlo ho que elle so nos qucixou, que na ra da
Concordia morara dora mulheres quo so apostaron)
quem desse mais, nina em utna negra, c outra em
um lilhn de nove annos Faz d! No domingo
pastado um pobre escravo apanhou II dolas (qua-
si urna groza ) de palmaloa las e vergalhadas... E
como nAo ha da acontecer desses escndalos, se o
Sr. inspector mora la.,, as Cinco Ponas !
Pedimos a Uulrissina cmara mande sus
peule os ilohres I anejires !
He preciso qae baja grande inspccrlo quando
morrer agora genio, porque nieguen quer fazer
dospezas de enterres, o asna lo los lem morrillo da
epidemia : que dcsrohorla !
So fesse possivel, mo seria mo, que liouvcs-
sc cm um lugar delermidado urna .ala mortuoria,
onde os cadveres dos cholencos fulminantes fos-
sem depositados por algumat horas, afira de se ave-
riguar se eslavam ou nSiibeni inorlinhos, porque,
emfim.. dos eoganoteome ajoslics.
No da 10 do renlo o Sr. major Adela,
......." interino do 6." balalho da suarda
nacional dos Albgados, .1 Ireole dos kus sulmrdi-
na los, le/, mu discurto que muilo animou-os. Km
vez do fiigiruios, dase o Sr. Anacilo, de um cad-
ver rhuli'ii.'o, devenios boija lo, cilio dar sepul-
tura !n
Pedimos ao Sr. liscal dus Afosados, quo lamo
as suas \islas para aquello rancho da eslrada nova,
cuja freiuedc pedia c cal esl fora das ilisposires
municipses.
ANIMACO.
A fora do liaogcs, nadando no sangoe
Dos lillii- t.lo charos ao rico Ilresil,
Anda sdenla, parece querer-nos
Iragar-nos aos ceiosd" ceios ao mil!
Mas se ella na marcha, queseguc atrevida.
Adiar resistencia, que os passos Ihe Impera,
Vollar-nos as costesforcosa sera...
I'ogir o com modo de nova remetta.
Se lodos formarmos real allianra.
Se a causa do pobre o opulento valer,
Se om Dos confiados marcharmot avante
Oue importa essa fora '.' Oje val scu poder"!
.Se.livres das nodi.qs, que as almas nos mandilo,
Oannos ronlricios peranle o Senlior...
(.loe malpor intensepor grande que seja
N 10 hade bem logo cessax fon furor'.'
I'orom se na crise, que ja so approiima,
Nos uo nos prtennosqual iteye o chrislao;
Se ao pobre, qnc alilirl) nos pedo soccorro,
Soccorro negarmos, negarmos o po ;
EnlAo etta fra de carras rriicis
Aqoi arvorando cruento pendi,
Os corpos dos impos, dus vis avarentos,.
Aos corvos de paslo servir po lerio.
Nao sao illusoriatas linhas que Iraca ;
Eiemplo bem triste 1101 di CameUi!
Acaso, dizei-me, valeu-lhcs a fuga '!
Na fuga, de ccrlo remedio nlo ha.
Aquello que avaro guardou seu (hesoiiro,
Que a cama do pobre se quer nem valeu,
Dizei-mc: esse pode go/.a-lo coulenle .'
Por vos cu respondo :co'a morlo o perdeu !
I'orcm... o que vamos lio lotice hnscar?
Excmplos mis lomos:la esla' Santo Aullo!
E o nal, vos parece, que assim se lomara,
Se la se poi lasseinqual devo o cbrislio .'
As.im : se fizeramreal allianra,
Se 1 causa do pobre o opulentovaler,
Sem lieosconfiadasinarrliarinus avante
Une vate essa fora .' Oue ha que temer .'!
Recite, lo de fovereiro de IXi(.
/'. C Barlamaque.
COKAtiEU.
l'oe 1 doria.
Nlo descrale da surte ;o mal nciu Mtnipre
Vos ha de lacerar a doce vida :
l'orlai-vos corajososnlo desnedc
it.i boiidaite do coo na dura lida,
O no be providente :polos males.
Com qnc a peste vas lem ceifado a ma,
Ye 1 ctci no jardiiu- l'otdr cierno
Vi destina nina -olio 111.lis subida.
Nao ilcsrro te do reo '' as mloi erguida
la 11 v ii .1 111.10 Divina que sUS|>Cllde
No curto n mesmo-o|--qne luane-lie-o
Manda ai 1, ai dindu-sc e ello -o feudo !
NAo do-aro Je, do co : correi ao leito,
OndejtZ som recurso otrillen pobre ;
Preslai-llie esses auflragios quo dimanam
De um pciw caridoao c grande e nvbre.
BIT.I.ETI.M DO CIIOI.ERA-MORIII S.
Acbam-se em Iralamcnlo na oufermaria do Carmo
treze doenlet ficaudo a expirar um.
Na enfermara de mariuha entraram e se arham
rm Iralamenlo Ircs iudividuos, segundo se v do of-
licio aballo transcripto, c fallrceram os (res quo li-
aban) sido recebidos no dia anlecedenle. sendo Ira-
lado a pedido do mesmo pelo Sr. Ilr. Cosme de S
Pereira, JoAo Baptiita Damasreno.
Illm. Sr.Participo a V S. que, nao obstante o
enrgico Iralamenlo, e promptos recursos de que
posto dispr ueste hospital : falloccnm honlcm os
cholencos Laarenco Mn.le- da Silva, no lira do 7
i huras ila sua entrada ; Francisco l.uiz, !1 horas dc-
pois c Jo 10 Baplitta Damasreno, 110 lim de 7 horas r
mcia, -eudo osle tratado pelo Sr. Di. Si l'eroira a
pedido do mesmo doente :
Entraram boje al mcio dia.
Joso Jcronwno, pardo, idado de 1<) anuos, snri-
ro, natural da l.uz, lilho de Simia Comes, morador
no Barro, irabalhava romo si vente no Recite, rc-
mcllido pelo inspeclor Joto Pedro das Nev:.
Francisco Josc,pardo, casado, morador no engenhn
Taboca em Santo Anlao, lilho do Cosme Jo--., natu-
ral de l'raeohaiMii.
I'raniisco (ornes, pardo,caado,ida tural de Tamandar, filho de Francisco iioo.es,
morador 110 mesmo lugar ; lodos olios acliam-so ^ra-
vemcnlc enfermos.
Deoagnardc a V. S.Hospital provisorio 111 ar-
senal de 111 ariiiha li do tevereiro de ISVi. illm.
Sr. Dr. Juaquim de Aqoinu Eonteca, pretiiicnte da
coniiiiis-Ao do liygicuo publica. /" iquim Jos .li-
tis de Mtinquerque, cirurgiln do hospital.
Rolarlo das pessoas quo fallecern) do cholera e fo-
ram -.-pulla, las 11. ccmil, rio publico das f horas
da lude d lia |:|, a- li da lardo do da I i do fuve
11 ir.1 de I.Vtii.
/.icret.
Numero i:l.Francolinada MollaSilveira, Pernam-
buco, ', .unios, casada, branca, freguezia da lloa-
Visla, em casa.
dem i Francisco l.uiz Campos. K) anuos,so'.-
lero, freguezia do Recite, martimo, hospital de
marinba.Alhuquerqiie. 1
dem V)Mara, Peruainbiir.o, (anuos, branca,
rrcgiiezia deS. los, m casa, Miguel l-rlirio.
dem id Francisco Manuel do Nasclmcnlo, Rahia,
2B annos,, prelo, freguetia da lloa-Visla, so'dado
do i.- balalhffo.
dem 17 Manuel Jos, Ico, 'J anuos, casado, par-
do, hospital de S. Jos, freguezia .te S. Jos.
dem iS Manool Joso do Oliveira, Rio I,raudo do
Sul, 30annos, solleiro, branco, freguezia do Re-
rite, em rasa.
KseraeoS
Numero IdMarcelina, :l", annos, freguezia do Re-
cife, em casa.
dem 17Auna Mara, l'ornambiico, :ili annos, par-
da. Ircuuezia do S. Antonio, cm casa.Dr.'Fer-
legitlarlo quo nos rc^o : se foi o
a juilira publica rcl eomarca, mi o f..i a
i.elle. deivan lo de
entone 1, j.i s ochava fora dos
i-.rinos ,1,1 |Pji c r,iai lavmii lo 11 111 demltslo, som
que previauicnl; proeettaMe o fado, orig un della.
Com osle meu proceder apenas Icnhi lido om
visia defender-mo, o nlo invectivar a presidencia.
Dignem-se, Srs. redactores, dar por mais esla vez,
e lem dovida a ullima, iuserrlo a usas luscas linda',
rom o quo muilo olirigai.ii .11 sou a-siguanlo o
leilor
Jote ijeoiegaria /i" Un Paria.
Pomhal, na Parahba do Norte, II do Janeiro de
IKli.
Pelo sou ollicio le S do rorrete li o liltoit ado de
h.ivcr fiieciou.i.li o jur\ desso (crino, o sendo sub-
metlido o procetio organizado contra os individuvg
da familiaCavalcanllrriminosot pelas morios per-
pelra las ero |iessoal da familiaPiresforam dilos
crimiuotos ahsolvidos, apezar de remnherer Vmc.
cuno org.lo da ju-lica publica, quo muilas provas
ev liam no mesmo processo, pelan quacs oulra llo-
vera icr sujo lonteu'ca, teilio justamente a da
oiideinnacao dos meamos reos ; o porque nAo li-
ves-e Vmc. c.....pr lo com os devores inherentes ao
-en emprego, o nao posta pm essa razio continuar a
merecer a conlianca deate governo ; neala dala o
demitlo desss cargo, como vera da parlara junta ;
licai.do assim respondido o scu dito nlVirio.
Dos guardo a Vine. Palacio .lo governo da Pa-
rahiha IS do dezemhro do ISVi.Antonio da Coi-
la Pinto c Silca.St. Dr. Jos Leodegnrlo Rocha
Faria.
Illm. c Exm. Sr.Tivc bajo a honra o gloria do
reecber o ollicio de V. Etc. dolida de IS do linio
dezembro, em que me commnnic.i a demissao quo
se dignara dar-me do cargo de promotor publico
tesla comarca, fa/cn lo acompanhar ao mesmo a
competente portara, c motivan.lo-a pela falla *ie
appellarlo da scnienei absolutoria obllda no jurv
doslc termo, por individuos da familiaCavalcan-
liacensados pelos asjassiialos pcrpolradosom mom-
brot da familia l'ir.s,sendo oslo acto de V, Exc.
a respotla do oleio que, em S do prelerilo dezem-
bro dirig a V. Esc., narrando fielmente o occorrido
no julgamenlo de ditos secutados, valo qae, quem
assim procedo, nAo deseniponh-i os devoras inheren-
tes ao sou cargo, e portante, conlianca nao merece
do governo.
Vaciilava anula acerca do quo forrara V. Evr.
proceder do uina maueira lio tubila, poia que, lan-
a ranv as conje.olisTas maiiva I] s par noticias par-
cilurares, que verdadoiramente urna has; trmo e
cslivol iiii podia preslai : niinlia bem justa defeza ,
mas hoje, que iiitoirado me vejo, de quo fora V.
Evo. movido a pr,mirar um seiiiolbaulo acia ocla
recopcao do meu tratado ollicio, alenla a "XposV.io
do mesmo, 1110 pennillir.i auc um pouco diga a rcs-
peilo, nada mais sendo do que una repelicAo de
alguns lopicos ilaqucllc.
Levadas .1 barra do tribunal do jur;. os acensados
Cavalcanlispelos assjstiualo feiloj em mcmiiros
da familiaPires,fa/.ondo o ergio da juslira pu-
blica o possivel O'i osphcra de suas acaudadas for
cas. contra a eoeclativa do mesmo, foram ellos
alisolvidos, visloTfie, alenlas ai provas do processo,
oulra rerlamenlc devera ter sido a dociso do
jurv.
Doixoa ojuizdc dircilo, presidente do tribunal,
do appellar, por motivos qtie me sAo estraubos, c cu
oulro lano faroi, pola razio de ser limitado o circu-
lo em qua gyra -rg.lo da juslira publica acerca
do dircilo de appellar, islo he, nAo nITereccr o Ira-
lado julgaiponlo neiiliiim dot casos, era que pela lo-
gislaro criminal pode elle o&crce-r um (al di-
rcilo,
Eis a integra de .lous dos lopicos cerdeaos ilo meu
ollicio, molor da fio anhelada deftiisslo, cuja Icilu-
ra, sondo por \'. Exc. repelida, daiA lima convic-
cAo plena de que o icio foi injusto o irrellecldo.
Qoando avancel a propos^lo de que, sondo o cir-
culo cm qu u\i appellar, limitado, nao podia de miaba parto havor
appellarao da sonleiica do que 10 traa, tai bascado
no quo passo a expender :legando o aviso de de
novembro de |s:ii, poden os promotores pblicos
nlcrpor-ippcllacao de una sonlonra appcllavcl no8
termos do arl. :10I do cod. do proc.
Ora, nlo oITcrccendo o fado vcrleuto nenhom
dos casos otpccilic 1 los no arl. :tl)| do cod. do proc.
podia o promotor publico ezorcer um dircilo seree-
Ihanlc, sem que usurpaste direitos pertenceolot .1
antros '!
NAo ha quem o contrario nossa dizer.
Astim, pms, cnmpri ou nao, os devoret inheron-
les meu ramo '.'
Por corlo quo sim.
S iu la assim s\*frio, como perdeu o orglo d.\ .!.
(Juando verdade fosse, senbores redactores, que
ou live.se fornocida ambulanrias na importancia de
sos-eitia lautas ionios do rcis, nA bavia ahi ma-
lerla para dltot o censura .-unir mim, poit que on-
da u........ilur.il do que, leudo cu um e-lali. I ciu.cil-
io rnp; .smenle lorlido do iodos os medicamenlos,
fazer avalladas vendas a quem me queira comprar.
F. qual noria o boticario quo, quando 11! fosse pala
conveniencia do vender, deiziria naquadra actual
de foruecer, leudo loflicienlet medicamentos, I m-
las qiiani-is auihiilinei is Un? fos-em encommeudadas
para acudir aos lugares inteccionados da pode rii-
nanlc'.'
Bem poderla, pois, entregar esse espante para
muilo- de havoi cu rornecido ao governo setscuta e
lautos con;- do reis Jo modicamcntus, quando a
sim fosse......Iptprczo ; mas por amor a verdade, o
para deimaocarar osses menlirosot, que lalvez espa-
lliera c-se boalo a dreite para fazercm o publico crer
qno, nrev.do. eudo mo da calainidade publica, Ic-
tiho nigido exorbitante preeo pelos medirameiitot
qoetenho rornecido, lanri mo da penua pira pa-
tentar ao publico que de oiiiuhro prximo pastado
li o prsenle, leuho fuiendo de ordem do governo
la provincia e dos profo-sores polo ine-nij governo
auloiisamt, i: ambulanrias na importancia de rs.
(:7it;(ts:l, inclotive nesia lumoaa a importaneia de
ill 1 rs. de ramilla de mandioca, nssuear, bo-
lacha, sal, vinho .lo Pono, Madeira, cognac, alca-
Irlo, breu, baOli, cobertores de lia, baclilha, foga-
reiros, eaeovat, lerros de tllgommOr, rlr.. compra-
dos de ordem o por instancias do Illm. Sr. inspec-
tor da Ihosouraria para irom com as nicsinas ambu-
lancias, o mais a aomina de lil>Slil) rs. de frelc .le
(ill cavallus. qne levaram para cus destinos esses el-
idios o millos remedidos pela comiiiiatBo, sendo
por eoosegainte a importancia dos medicamentos l-
mente a somma de 5:Oo3yi8 rs. restan.lo-nic an-
da jtor recolnr da importancia cima do 6:740)683
rs. a quanlia do 1:99)9060 rs. Tamben forneci por
ordeiii do mesmo Sr. inspeclor da Ihesourjria fac-
turas, para ascidades do Para, Babia c Alag, na
importaneia do rs, 7:9991980, de que fui pago,
Eis, Srs. redactores, loda a verdade, e, ie algorra
ha quo possa contesta la, pagarei o dobro do m us
que lver rccohido.N'a Ihosouraria existen ai minbas
conlas. quo bem podeni ser examinadas; c felizmen-
te dos lugares para oi.H- Icem ido os meas modica-
incntes uenhoina representarlo Icem sido feita om
desabono, pois sempre fu liuibro lor remedios s.ius
o de hna qnalidade. Ora, as duas parcellai arinia
mencionadas de medicamenlos que lenho fornecido
ao governo dittam anda muilo dos sostena o tantos
ionios, que mentiroso] o invejosos por ahespalham.
i por cu lar remedios par.i vender o o governo
m'os querer comprar he illo motivo oslo para que
invejosos me alirom .1 aiiiuia tvcrslo publica '.' >e-
ra pela exorbitancia i'o proco?
Sobro 1 -le ponto remello os infames que ass-m
peu-am para as minhas ..otilas cvisl me
raria. asesaminem clles. as coufioulem
trido : so sois homens .1 b
vosso dover, anda quando i.an .. I<
lar e fazor-lhe corte, nem por 1-1
vos alinelo, mas se irantgredird 1
1 al) cuidado de son- pas o i.s viova-. qar -r n |. -
o magistrado do vasto dis | liaran a casar, '.-le iillimo fa.-i ha cra.
ruiiipridoros de i dr mu singular riiiino 'c alom ia lmalo
-s.is comprimen- in ,ri I;. e com clteilo br eato um poulo. |
d i\ :i 1 de dar-1 ..b'ervam muilo : elle faz o a-taaapt* !- urna ha la
a lei, secommel-riincdia, a Transmigraran de To-Ck-nn, ou ,.,.
Icrdet violencias, se u-urpar l-s os dtrcilos dos 011- teaduzul. -m francez por Mr. Ilazi...
t> a )--o rediealo c.'-iunf lo*

Iros, deba Ido empreganeis mil meiivapara o li
g-ar, porque licana -empre desconleul do vos. ,1 O
imperador l.ao -Ivouaiig. predocettor do actual ibo-
raun, algum lempo autos .lo subir o Ihrono. diriaio
ao povo nina proclaiiiaein. 11a qual pa-s.va cm rc-
xisla todas as religo
esconheci las no imperio
preliendidoo clirislianismn, acabala concluindo qu
oram lao falsas ninas como as unirs, e quo so
fazia bem cm itesprezar-sc todas iu lisllnclimeule.
Comlndo ha sempre um coito nflieial. Cantiaaa-aa
a proslrar-sc dianlo das estantes: do Coafacio c dos
aiilepassaJose a queimar-se madeirai odarifwat nos
aliares dos genios ; om caso do tecca, lcva--o anula
a passeio, o inaiiequim do dragad para itblor rliuva.
o lempos em l.mpos canonita-se ate'um ranecioaarlo
morlo nocumprimenlodo sea dover. He assim que
0 general Kouaog-ti, qu morreo no canip. de bita-
Iha 110 lerreiro seculo da nossa era, he agora o lieos
da guerra, l'm mandarn), qus morreo drbaiso da
nev, atravesando u.n dot monte*, qoe rap iram a
China do lihol, lornou-s- o genio protector di 11 Hi-
lvana. Mas este panlhc >n ndinin ilraiivo conl 1 poo-
cos adoradores ; o povo lem moa lOperalirAet, mas
1 1 neaoaoi .pirl -, notque ha.. d> ollar, suas di-
vindades loeaet, e toinrlhaolit crmrai remootam
muilas yezes alo osledlr.id ... O padre' ilo- un 11
mandarim superior, qiono cria rm De .se que liaba
todava uina devocla particular pela couslellacAo da
grande ursa. da qual espera va a cura de una grave
epfermidade.
O lindhismo lao florosccnle anda 110 Tibel c nos
csleppcs.la alougolia, esl om plena decadencia na
China : os pagodes cahem em 1 ninas, o a piolado
dos (eis nlo he bstanlo crand para >s reeonslrair.
Os bonzot ettodfvan) .mirara, boje nao teom mais,
o um bibloiher.irio di/ia Irisfenenle ao padre Une.
no mein de una intil colleer o, de obras reliaiotat :
a .V familia de Hndh nao I n mais gosto polos li-
\ros. o Ooe racen ellos? eantam tea ollicm. que se
parece externamente com as cetenoaiat callraliras ;
|ioicnrrcm as eidades O Oi :aui|ios pedin lo csmidat,
que os fa^oin viver. o apauham con cuul.-.do, para
subslituir profanacct, lodo o papel pteripto, que
enronlram abandonado. Ha no-la ullima supersti-
eo, que todos na China parlilbam mais ou menos,
algnma couta de locante : he um respe* exagera-
do sem duvida, mas finalmente cvprossio, do pen-
aameoto hunvaoo.
Falla-so lambem do- coBvenlosde sacerdotisas, nos
quaes dizera que so patsaaa cousas muilo diver-
tidas.
A insiirreicoo aciual attaatioa os bonzos, onde
quer que os eurnulra, pelo odio, que olla lem aos
(arlaros, que sio budllisUs, o daqui a puurns an-
nos esla religilo tilvoz lonba dcsapparocido da
China.
O chrislianismo, que lanas niissionaro- heroicos,
quasi lodos francezos, (em pru:u--ado com o-forcos
inlroduzir no celeste imperio, lera' probabilidades
de implanlar-se all ? Sea Iriumpaa r.ria civilisa-
rao chinazt o manir proiresso, que ella po le alcau-
rar daqui a longo lempo, e Ihe doria quasi 1 -i,lo quan-
lo Ihe (alia. Por mai- sreplieo que ateuom se-
ja, nao piule deixar.lo dosejar vivamenlo, mas. como
confossa o pulre lluc, ha pouca ejpersnc a respai-
lo. As quesli.es intempestivas dos Jesuilas e ll.imii-
canos a linhamj.i prejadirado cm parlo ; o temor
quo se lem dasiovazues da Europa, araba do a per-
d r. II porque o governo, indilleienle para as ou-
Irss reliioes, terna-te pertegoidor, quando e Irala
desla: aosseut olhas, oscrisiA ,s. mesmo ehinozes,
ilo eslranceiroa, espines do Occidente. E alora dis-
to, quando nao iiitcrviessc a perseguiclo, as causas
nao iriam mellior. Nos porlos livres, oude nM se
persegae ningoem, as eonversoes nlo sio m iit oo-
morasas ; o grande obstaeulu ho a iodifiereor 1 radi-
ca; dos Chinezcs 0111 ntteria do religilo : suas ideas
a ilicsoii-' etilo exclusivamoote volladas para o. intercales ter-
.......as dos festret. A vida actual, dizem elle;, oitercc ja inui-
oulros bolicaiios qae lamben forneceram ambulan-!,l>9 cuidado e preoccoparoos, ten que no
cias r 1.....licaiui nios. edepoit lallom. Joccopar .1: vida Futura : em umi palavra,
Aqoi liu lo, Srs. re larlores, (rahqoillo o confiado crli-iiosa est mioada naqacJIe p ivo.
om que a popular.! sensata, a gente honrada, ne I O espirito ) fi.niii li-a bate da toeidad
faro a devida jostiea.
S-.m. Sr. redaolon -. de V'mes. venerador e ci ia o.
RartvjitQtcn Francisco de Soitza.
Rccifo I de fovcroiio de 1856.
..- ..rimi.
, pardo
freguezia d .
Idom ls Manuel, Teriianihuru, ill aun
rreeiiezia de S. Jote, em rasa.
dem l'l Isabel, frica, 10 annos
Recite, cm casa.
IdeniJii Domingas, frica, US annos, freguezia
de S. Amonio, em rasa.Dr. Moteoao,
fesHmo do morl.ilidade.
Morlaldade do hojale as (i horas da larde__II.
Homens ", miilhen R,
lolal da mortalidadealebojeti sbnras da larde07
Homens I mulheres 26.
II do fovereiro as 1, iuaasda lardo.
I ir. Joaquini a'A'/utno hornera.
marca a conlianca do governo, o prten-
lo, quem o ii'pi eso a iva '
soi, respondam os cntondcdore
P. detla
lo ilomilli
N
lieos guarde -i \'. E\
I8.16.Illm. o Evin. S
lo c Silva, presidente
-\ : 1 ,' ,1 ill.
PHARMACIA HOMEOPTICA.
l\.io be pnr dar saliufarlu a uinjiic.....pu; v.iuio
jusliiiiar a cllicaria dos medicamentos liomcopalhi- "'" ''"'''' 'i'"' ""- l'rc'
eos propaladas peloditfiirlo Si. Di. Sabino lllega-
in. Ludgeru Pinho, mas 1.10 smente pora dctmeutit
invejosos, qoe iilo leudo merecimoulo proprio, pro-
ia materia.
. Pombal 11 do Janeiro de
. Dr. Vnlonio da Costa Piu-
la provincia./ose Ijeoie-
gario Hocha Faria, cx-proinolor publico dcsta co-
m.trca.
Srs. redactores.Oueiram dar puhlicidadc lam-
bem as columnas do -cu Diario ao ollicio qne
abaixo se segu, dirigido nesla inesma dala ao Exm.
mini-lro da iiistica.
Pombal, na Parahiha doWorle, II de jmeiro da
1836.
Jos lAO&egaria Bocha Faria.
lilil- o Exm. Sr.Lev ao conhecinenlo de V.
F.xc. o laclo que -o acaba de dar eulre mim, na
quali.lado do promotor publico desla enmarca o a
presidencia desla pi.niiria. o sobre olle faro a rnn-
snlla segu.do. esperando que V. Kxe. so dignara
responder-ine .laman na mais rou-onlano.i cun o
direito e jusljca.
Sera perniillido .1 presidencia do una provincia
inlervir em qualquor iilgaincuio peranle o jur; .'
Ser licito .1 presidencia ''e urna provincia, inlcr-
vindo om om julgamenlo perantn jurv, par meio
de reservados, exigir que o org.lo da juslira publica
app lie de una seiilenca contraria aos seus dc-
sejos .'
fe... ., pn .ideo i 1 de nina provincia o dircilo do
lomillir um individuo .lo cargo do promotor publi-
o. polo simples fulo do n.i.i lor este appollado de
una sonicnra ab.olulnria, conseguida por crimino-
sos peranle .. 111 *. "
Para que a-mi prnrp la a presitloncia do nina
provinria, nao le -.. dever de 1 reviamenlo pruces-
i icnte para una do-
C) Salva a melaphura.
O;-- o
Doivaudo 1. or^o .la u 'i pulllii 1 de urna rom-
111 : 1 de appellar de um 1 scutenra absoluloria, ob-
lida por cri.iiinosct peraute o jai pea nlotoachar
ella nos telinas da .ni. diil Jo cod. do proc., em
OS LTIMOS DAS da china.
Conlinuacao.)
III.
A poltica chineza nao lio pois nem lo peifeila
110111 absurda como so lem pretendido. Vejamos
agora as condires iiitoni is, no moi 1 .lis quacs vive
a papularo e 0111 prir.ieiro lugar san eslado n lisio-
so, mas aqoi devoraos recordar em puncas palavras
a historia do passidj para fazer enmprehenjer o
presente.
A religin primitiva dosChint parece tor sido sim-
ples, c patriarcbl ; ,1 loravam o ero, considerado
romo e Eole Supremo, c urna mullidlo de genios de
urna ordem secundaria, os quacs presidiara as rula-
des, s monlanhas, aos rio, etc. Era prov.ivelmcn-
le um naturalismo um pouco desenvolv.lo e o Dos
nico ( 'lien, reo i que coroa o svslema, leve de
ser mais esclarecido .lo qu- o era no principio ; as
ideas nlo oran muilo clarisa respailo da inmortali-
dade da alma ; lodavia havia um cullo dos anlcpos-
sados analoso ao -los nilris mire os ludios.
A indifTerenca religiosa des Chins nao pormille ja-
mis que sou panllieim lome grandes proporces. o
sua religilo ludia ja soflridn urna decadencia, quan-
do fui reformada por Cunfucio, no seculo soxlo an-
tes, do nosta era.
Confiiciohe nina especie de Franklin chines, su
doulrina oinnontemento positiva, e pralica. nlo so
aventara jamis as qu sinos especulativas. Confucio
procarava levar sous compatriotas ii observaeao da
moral tradiceional, e o consegua), mus sobro lodos
velbottyinbolos, cuja honra re-laurava. nao don ja-
mis explicaroos clara-, ou antes deixava a rada um
a liberdade do oa inicrpreiar a seu modo. Keiu-
helecea eileriormenle a auliga reliaio, mas no
fundo nao deixava subsistir mais do que 11:111 collec-
e 01 de precoilot muraos, apoiados 0:11 lloi desmo
\ago o ncerlo ; teas sectarios netoaes ta materia-
lalas o 111 lilarios eaai-ta c comtudo a pouca mora-
lidado, quo subtisie na Cliina so se encoutra nells.
O que Lila .. m -ral de Coufiici s sin os grandes
principios, qae dio vida aospreeeitot o una um.la-
do a riin inri iiu.n mi, olio prqeorou eslabetecer um
.lestes principio-supremos no seu invarlavcl meio.
lio o 11c quid rninis, iii medio ri'r/ut. Etta resra,
que eslabel'ce mplicilamenta a Iransacrao o a con
riliarao romo as bis.-s maraes da vida, bode una
justeza inconteitavel ; o unn philoaophia superior
poderia nrhar ah a oxpres-ao intlinctiva da lynlhe-
se, a que nina scienria completa deve aspirar. Ma
temada co sen lenlido estricto, lio estril r glacial
o nlo pode communiear as almas .-.-as lorie- lesolii-
e,.-s c- e-sas arandot paixes. se,., a. que- nlo so fa/
amail nada h un. A m.d.-raea.i lem ;.r ..i- .. ra-
llo, o he ao alvo que ella lOIII Iraci'lu ,1 aulomao.
qoe -o .levo ir Icr : mas eli.1 diri'-'e-so mat .10 pen-
-amenio ilo quo a aceao: para obrar con vigor, cun-
vem ser u:o pouco exclusivo. He i-la que nos ex-
plica, porque a litoral d" ('. infucio o de seos secla-
rins 0111 muios uniros paizes, posto que superior a
mudos respeitos, nao lom criado jamis beroismo.
I'or canta desla teaqurza, ella convinha precisa-
mente ao espirito chinea, que nada tem -de heroico
o cujo axioma favorito ho: Filie nao jirocura 0:11 sua philosophi 1, senao a arlo
de viver cu) paz c d- obedecer 011 mandar : a rel-
enlo he para elle 11:11a philosophia, -por i-lo, anda
quo Confrecio nlo se tlveate feto Dos o sni- eom-
palriotat saibam pcrteilamonte, quo elle era homcm,
as honras divinas Hie lio prestadas o, ha vnico
quatrn seclos este culto n > lora cnl'raquocido.
l.ao Isen, conlempornuco de Confucio, fondoua
rallo do i'ii. ou ra/ij suprema : ora umi impor-
lee.ao indiana.
C-mhero-se |.erloiair.r:ilo olas Brande! philoto-
pliiai da india para quo lu'-
maisa China 1 em sido sempre um iimo terreno para
cultiva) a osjicenl.iea 1 pura, o a philosophia de I. .0-
Tsen nao lardn em degenerar as inaos do son- sec-
tarios. Hoje ella ho apenas um baixo pico: m
acompanhado do memorias c pralicas superslici'-a-.
Os luo-sse sao pela maior paite chocarreiros e char-
lal.ie-.c ocrupam-sc tubroludo do elixir da morla-
ldade, qoe .! m :is ---.i bu procuran lompre, o ..s
oatros veaitem au publico,
Oculto .le lludlia inliodu/.io-.a aa Chin 1
no anuo lu de nossa na. mas nenie sol., ingrato 11S 1
dctenvclveu-tc mais ipieaaoolras roliaiet, .....la
soita bastarda -o tem >ic comiaum o- uomr e .1 oii
geni rom a nobre doulrina indiana, qo,- Ilustraran!
cm Pronra os Irabalhos de Eugenia Burnvuf. Fu
so lem frito prosilyto- na populaba.
Fiu.dincniepara 1 la eaquecer, notamos ,...:v.i-
milhOesde momulmanos 1 i:i o norte da China e lai-
cos mu niilhlode chrisllos diqiois das nus-ncs .1.....
rulo dezescle c rhegamos ao estado actual do lo.las!
oslas rcluai -.
Duas palavras -ao siifllrienles para as cara.-l.risu:"
ICeplcismo e inddliTonca. Nada pinta ulclll r
-iluaco dos espuil as a 1 >(,. respailo .!>! que a formu-
la do polidez, do que otam os dcvconbecidos, quan-
do querem eslabelocer iciacr.es. \\e do uto per-
guntar a que tuldim rcligiose perlonce* esteae
diz sectario de Confucio, aquella hudlii-ia, aquello
fa.'niii
! /a : loda- as natitwie6*a ^ r?ro.-em a ella, '
Icrrr 'le cale tnutimenle f-t he-:: n.i^,.-.. u-i
antigos ; masdianle do soeplieisno prajico
quo reina boj, he difllcil esperar qoe elle perca|a
sua forra, l'.oni.rlieilo, os rilase as leis penao, que
imprimom o amar filial is bastooadas, lem suisiiiui-
do cm mais do um caso a ox{ioulatioi.la te do o,r-
elo. Mr. Hue, conla a'tsle respailo ama ancdota
bastante caracterstica. I"m prolcssor, hoinoni ex-
cellente, que pareci dolado de ama teosibilidade ex-
cepcional, acha um dii orcasilo da remetlrr ama
caria i sua x'olha 111.11, da que n.io liaba jnoliriaa ha
qualro annos.O bom liomem chaina um dos-cus dis-
cpulos cs-rii mais pronieiiores o enoarrega de esere-
ver a caria : nao se lral.ua sei^io .le urna implifi-
cacao conforme cora os rilas, o menino lito entre-
ga a caria techada, o eslo lerna lilho a remelle sem
ie dar ao trabalh de a lar. Ararla continua for-
mulas banaes, ora ludo quanlo Ihe convinha.
A familia estconstitoida pelo nado anligo: o
pai he senlior absoluto : os llhos nao se emancipan,
senao quando iheni da ca-a parlcrna. nanlo ai
mulheres, nao, se Ibes lem iionhuina ronsi lera-
cao.
A prineira consuqucnria dcs'r poder alisolulo do
pai, he o dircilo do iuf.uilecidio, cmn ludo a osle
rospeilo se tem c.ihilo em grandes exagerarnos. goudo o padre lluo, ois-aqui o ver.ladciro eslado das
cousas : a He na provincia de lio-Nao que se com-
meltem mais Infantecidios, c islo por motivos io>
persliciosot. Naquelte [>a'^ er-te que os espiritos
das crianras moras veem olormonlar seus pas. Lo-
go qoe alguem tem um lh i doenlo, d.i-se presta
em !ova-lo e mata-lo longo, para que sou espirito
nlo possa adiar mais a ra-a paterna. No reste da
China esla superslirao atroz he iuleifamentedes-
conhecida, e a miseria he a unir causa do abando-
no o da morle dos lilhos. Praliea-ae .testo 1110 !o rom i guora as observa
as lilhas, porque para os Albos ha sempre rorursi,.' dados, as aldoi
Mas nem o governo, nem a opinilo publica, apprn-
vam aclos sainelhanles, lano menos, qnanloa Chi-
na potsua lia secutes para 05 engeilados haspiciot
minio aspoliadoa, he verdade, pelos mandarins, que
osadminislrara, naa capazos entretanto do recebor
os lilhos regoila.los pelos pas. Paranlo, devo-ta
lomar por nielado as historias, quo corren) a oslo
rcspeilo, epergunlar finalmente so o iifanlecidio he
desconhecido na Europa.
o quo lora feilo os viajantes pensaren) o contra-
rio, he encontraren) na China muios cadveres de
chancas abandonados, porem islo provm da falla
de comiterioi publico-. Cada um enterra seu- mor-
ios om scu l.rron m is os pobre-, qu naa tem Ier-
ra, -lo obniMilos a comprar aepaltaras: os ricos
-e obrigam a etla detpeza para com os -cus ascen-
dentes, masa respeilodut scus lilhos. cono osseosla-
mes s 111,1 iibrtg un a 111 la. .loscmbarac..m-.-e lici-
tes, a'iiaulmianilo-os na- estradas ou nos lugares -te-
-crlos. As gran les ci la les leni remediado 1 >l In-
conveniente, abrindo cr\ pos, nos qua:-
la- i- ra -v -r,:- ',-- 111 ..: 1 ...
peqarn,.-,
qa-' o." lam-so lodo osChins, al>- rs da nlltma
classe, e. que -ubslilne a neusmembr .s aatasaai -
d .detrs patas di cabras, pairo llue pret inte qui-
nao |.ro\om '<> ciiinie dos marido-, que Icnain im-
talo suas tnullicres impotentes, como rortaia .1-
azas as aves domesticas para qno na., lajea*, ma<
lem sua oriean 111 admirac -i nacional pela aoq ir
nhez dos pos. que toril jii-sc nina rxa^oiaeao r imn
mola. He 11-n cosi anlogo an .latatvaKn avan.
Sahe-se que en sous jardias. elte- i-m aahrafaraa,
car\albos, sicmoros, ele., r ou -eis paMaaadoa de
altura. Os aroadoresda jardinagom podem a|iron-
der 111 linda Viagem de Knherlo Forluuaeai pra-
rur do cha o, couinJJse oaoaaajaa pro limir ralas
monstruosidad -sem miniatura. Em sunima 1 pe-
de cabra n.io uiiftcdcm, que as m ilh-rcs vao e ve-
1111.1:11. iiorii mesmo que ellas dansein na corda ai
as costas de 11111 ruralln ; soiuelu lo n.io as iaapr
den do fallir, senos lamer rm um f.roxriiH"
chinea, qae diz: 1 I) que dinlaae nos aas das a*a-
i 1 res, creareIbes na liana "
(Is < 1- un :!" alo lem .... n p r 1 se -'i.a r aoa-
l.-rirri. dos esposos -aio|.!l- que lin'lll, rM>n
Ib apra/.. 111 luidnos qae num a se IioIl.ib Vl-l.. Mr
o dia da ceremonia.
A p .hgamia nao rr.i |i innllila na anlt-a Chin.
ionio aos mandarins a aso h men- da qaarciila an-
uos que 11:10 linh.mi lilhos. || ,|. ha I dora-la i-rla.
leis .1 ci l.i um polo Mr, alan na mullior l-cilil ,
lanas uiulheros son tariss ou < lunlherzithaM ..
quanlas leas meio. (.onnillem romiirar r aluaen-
l.ir : nusa.nulherUg.lini.be sun-ii a I nada
casa, a- mitras sin suas criadas, e sen- lilhos a re-
lonhocem por mil. Ella lila pote ser rejmdi.t la.
senao por mol,vos delaraaia 1 les |.,s. romo a r-irn-
lila.te. iuimoralidaite. pro) 011-ao paia > faria. nta-
ledicencia, cioaass, daeaea habitual, entreunta qae
::s oalras Ho repudiadas v,.uta.le.
A piedado filial sendo o scttiimenla por rvccllrn-
ci, aos olhos dos Chinez?s, o lulo das pai- i\nc. re -
1111 se -abe. lis liianro, .uta Irc- aun., ou pa, n,
lunccionarios vinte e s-ic mrr.M. dorante os qitae
nao se iode exercrr nenlium nflii io, laier zala,
nom conservar nenliama relacaorxlrma com o Man-
do. O eodiaja penal e sua chbala ahi oslan para
fazerein rrspeilar os rilas. Alera d:sla urna cere-
aaonia conneneralioa lem tanaroaan ana* n.. ia-
mulo dos Butepasaaaaa. A familia losla r. uiparere.
fazem-se as prnslracos prrsrriplas, jnnea-s* i, chata
de papel corlado e queimani-se uta lenas o-teri-
feras.
O imperador lie piopriclario nominal do salo tala
luleiro. mas e-la fic;o, cnmmiini rm muiliK |ho'^,
nao (om impedido que a propriedadr movrt ae co-
Itlut como na Kur.i] a. A pardilla hrrrslilavia >!,k
bous cnlrr lodos os liibo- varitr-n. le ordiuano hsas-
lanl numerlos, faz rom qu- as mandes forlnnas sr
nao con-liluara e tobrctu.lo te p'i prium : at forln-
nas mediocres raras vezes se coitservain ale a lerrei-
ra ueraea't. as partilha-, as.mas cqiecolaces, ja>-
go o luxo.as exlorces d-ts inan.laritis as rrdiizem la-
n a nada. Resulta dabi que na China nao ha aris-
tocracias do grandes familia- poderosas e infliaeaa-
los ; he urna vasta ilemocraria, onde lados sao igual
sob o scrplro do soberano.
So a China be muilo inferior a Inglalrrra n >
grandes fortunas, em ootiipeu*acao ho supertec ih,
paupcrisnia, o que prava que a materia alo he em-
r.imenlea rou.le
imperio um auno mu piorc man faz morrer ,le iomr
iiiilhoos de homens. e como ., inaio.i.i la p..p ila ,
viva do seu Irahalho diario, por pauco que a r. lian-
la de nina provincia rsleja comprorretl-,li. a fsaaae
a 111 ac iinne lialamenlr .11 duas (crea- parlrs .l~i,a-
bil iiil-s. Vc-se ent.io forinarem -e .:,.m i'- baaaaa
de neadlgos, que perrorrom as eiaal"-. aldeia-, sr-
meanjo com seus radawrrs o- rarajtose as oskaaaa,
lia i-se-llics osniol 1, mas- .11 pie loda c -i ci.
lim le se vere-11 li%res >telte-. A China. qr h*
a fibra I paiz da assoeiaeo. na 1 lava ocie lade. d l-cticlicrii-
I ci.i, excepio algtunai confrana- lc.ie para dor va-
chine- j ti- sepulturas aos que morrer sem paren! -s. qu*f-ra
l'\o-*r le:. rntorrii,r ain.l., aaaa, ,^-s-l i,p|> 1 -1- .-,.-
:e opa, dado ho o itieJo das .iiiias d 1 utr.....mi 1
como o
En rorapensacJo os men lieos -altcni anriav-v)
miro si para explorare") os rirs ; elle- lormam er-
dadoiros exorcuos. .1 frente dos qoa-s ha uin rri do.
pobrea. O de PcLiii he ama viidtaoifa potencia ;
scus suhdilos percofron os arrabal.le-, e opprimrin
a- l'iraliiladcs niolhodicxmeiilr, una apoi ouir. ,
salvo quando ellas :e re.L-.llam Iratainln rota rll.
Nlo falla aada a esla aagaaaaacia para ntoaaiar om
n... Iracarias da i.la.le inedia. mcn.linn- cl.oar/e-
xo mais longo r.in.la e pado-oa admirar afile* reria-
inveiircs, de que a plulaii'.ropia ingleza padia mi-
li/ ir-so para dar loilo aos lolandeze". Tal be a 1
dan penntK de galiinha rm l'el.111. Ha ana val.,
sala chola de uina carnada es|,f>.a de peanas, aa
qual se deitam eonf isa.nenie os i.iendisns e \a;a-
buntos molanle um tapeque anaaesathaja p 1
noile. Oulr'ora dava sr mu 1 coberlura a rada pe-
soa, mas como minias delta a Irvavam de .aali i...
sulis|iiuirain-o as coberturas parlicalare por aaa
inneaia panno de frllro, u conlas e roldanas, tunando todos aotto '' ilad.-. far-
se detrer sobro olle o pannt .que he easta de ana-
cos, por onde passam as cabecil alim de |mderrni
respirar. Pela manilla. .1 um signal dado pela
sitela, lodos acordam, rietembaracam a- rabrraaea
coberlura rommnm he sosfienditla a.i lelo." F..I,.
svslema realiza cerlamenlr a pcrfeirlo da uaraleu,
senao do asseio e da hvuienr.
O pauperismo he entendido pelos vicios populares,
pela jogo, embriaguez, e devattidio. Oa jogm ordi-
narios slo as carias, os dados, o \adre/. a dama, o
gnala, o vinte c um deihocca. ele. O. Chmala o
minores jogadorrs do inundo, e a China, araa
exprsala do padre llor.se parece com una
sa casa de jago. As ; -1- probiitrin o jugo, mas uin-
jn-i-.c por toda a parte, aas ri-
is, na- ra, em lo la* a Ubrrna*. o
sompre jogi-sa dinheiro. A* emor ir aleatoria -en
procarada avi lamente pelos Oa, o quando a rilas
se entregan, ataca mais as ahandunam. Oaand..,,-
Chins loom poiji lo Indo o dinhoiro. jo^rn a cata, a
Campo, a mulher, liualmenle o- propries vr*ii-|,.-.
os prr.lriu no invern, sao expelimos da cata uits vo moror de fro da parle de fora com grinde
gargalhadaa dos ganbadorrs.
O jogo exorec snlircludo sen luror no sul, e a
einbriag.ir,-. 110 norlr. A Chata lom rullivado a vi-
1.ha o tez vinho le n -rculo W. au. adalar de-a
poca sappriatiefaa x-inhas, porque rilas orruravam
0 liir das ceifas. E-'.c b. lio rasoaCSOas hr rauta de
de que boje urna parle comerla cm alcool. Fazo vinha do arroz e aguar-
len'.e ite graos, ludo islo se baba qarnlr r a
pequeos i;nlos ; lia p- u.oicsnotto exorcicio c ni ninirrininp*m paia dor-
mir. As latineas do .uuardsi.i I a:' u:.:ilaiu a ran-
1 Mffl I ve: leo 11 a credtlo !, I.....uno m-hfial-
vlo -I 1- I menl J**ve-e pagar, 'lem- e raoaaaaalo teai can-
ia, a- reeeil ,. ii.l.t d.io pal a as Ue-pe/as c n e .NSatmi-
(i esia 11 das mulheres ho, urna esperir1 de minar i- | doi lio r* iu|h 1 '. -le
..tu- perpetua, ca.no na ulica liorna, r.llas n.m emliriasocz lie mu vicia
s.'.'io:u do patrio poder, soii.oi pira cnlrai na do mi- en hanaonia ceta o carcter embalo dos Chin*
cid..; nada ha mais miseravel qu.......soile. Unas Iprororanet jptm .1. mtenla, ton easaawsn'da
cimente de orna filha he cumiderado pelas familias
como um 1 hiiuiiliac.io ou um 1 do-honra.
lints r lica .11 ruinad*. V
que e-'a parlirulartHriile
hojoa
Vatjw o a exilie,,ncia da
piarV o padrr llue lliilo.r
1 (.toando naso un' llho,diz um 1 iniilhor rlebre
entre os etcriptore chnezes, olle donne om inn lei-
to, he vellido Ip manase brinca com iwrola; lodos
iibcdecem aos sous gritos do principo ; mas quando
II .seo unn filha, ella dorme no cha.,, .-o!,ra do'iim
simples panno, brinca com niii.i lolha ; ella he in-
capaz 011 de bem 11 de 1.1.11; nao devo oceupar-se
sena cm preparar o vinho o o alimento, c nao enfa-
dar a sen- p n-, 1
As inoras sao tratadas como diadas por scu pai
o seus trinos. Casiui-ius --ni as rnntullar. c mu-
tiando de estado, s mudam de servid!). Souumlo
a exprsalo deum ulico autor rlunpz, a nona deve
serna casa una pina sombra, nm simples ocho ; a
III ilerni lade mesma nao as emancipa. Ellas nao
lem o dircilo do sanlar-*o 11.1 m 'a rom >-u marido
nem com scus lilhos. nem misino ousariam locar nos
restos de -na Comida ; servo-os a m-a. .la-lhes qne
beber c Ibes aren lom o cachimb 1. !',-li triste r,,:i-
die o he algnma coiiss molhor enlrc os pobros : a
roinmuiihlodo Irabalho emancipa a nvtlhor. Ir-
n.1-,1 livre o quasi igual ao niari lo. Comtti lo !ie so-
bro ella anda qnc recaheni os irabalh ia m -is pesa-
dos. Mo ho cousa rara vc,i -o nos rampot urna
muiber jungida i cbarroa rm rompanbia -i- um
burro, eniquaitlo que o man '> Ir.:/ o chicote o :
li:.;i-.
I 111 dia o padre le eiicoiilrou em scu caminho
um grupo de mulheres rlirislAas, que 1 ,,.: ... negligentes
sua beurlolinliam ousado infringir os co-lii......, qne Os Song. diz aia provoriria rtuSaaa r,,
1 encerrad ,. om -, 1 easat. Ellas se fize- Ira.tes o panto,, o, i ,.,"!.. ';,
rain rccoiibccar, fazendo o hignal da Cu/, o Ot .Maulchoos .teiiam rahir i.,.i i 1.L.1J
mandarim, que acompanl, va o me- siouario ma, I !,rl...... 00eZT
lo sa .idmnaeo. En vo- lenha nuvido dizer poliliro; no que
muilasveze, Ibo dista n mandarim, qu umi lo mais difllcil he
,,,cbr,i:,as,-P.,:,.:;,,rer:,:r:::':;:-.;;-:;-;:.:;:':::;::";::-;,;--"
como ,- homcoa.-Mai ella nlo le,:, alma exrla- as graodet .4::l,. ..'.'.:, '-"V S
.,. olio, recua,,.!,, un, pe.............I.. braro, dener.n togTem Un,n'\
sobro o pello : as mulheres n -
podis fazer ''ollas chrisll
futuro. Ei iieulioni pata s. .".e.11,1.3111 rx nipl-i.
lao freqaeatei par ramhqalge espontanea.
Nlo jilee linos o opimo. Uo prorurado ron*.
alrool, eqae faz polo nieinu laalai iclima.
A devassidao boadiun. irma da ombriasuer. >i-
:.:o que rm materia de libertina; ni. o. OMna
ni -lie- jubila,los : o verniz de poii.la ioeaaata, quo
cobre os arlos o os riiscuros d 1* peatooi civili*a,la-,
sii ovt-le soo-rlicialincnte o oculte a itejiravac .
mais profunda de ido* c dr eaelaaMt. A- i>arr'ir
dos apoaciilos cm lo la- ... astOaMIena -11 roberas.
()s lics-mliasque 1 e.ircs.'ul.cn at obroiiida-tes aa Baafc
escandalosas: .....:up:h -: "lie.., 1- ,m .....^^^
que ten o nomo d,- ,s.. I itialm-iitr ron,
prebeiide-te_ u,ue- a de um mi**imario alo
insiste sobre esle assun csr :Lro*o.
I aos sao rom o mo
popularlo, as rausai,
a miseria que a-,ol, o n-le iui|icrio. Esladaaj.^
se., as.umplodc prrlo.pndor 'c'-hia .\.n 1.1 ., -: .,
oalras mnil:. ,i-:,.. ,. -r exetapU* ln. c-ia.i,, d-
1 r ".' l'm 1,s..pon-i, das dllM-
culdades do- bansportes. c.i ,., nmcU, ,...: ranaaa
esla rodu/.ido aos eut proprios reca aa > a-a
' ,'.;-!"';:r ''' "'"- meio-, quep rK.ai ,.,.,
mal. -. .'-1 .. i.al.iif mo ahua I -,a 1 raa-oc
ramosa e a miseria irrcmeJiavrel s o ,..,.,
estralas. e em eral .1- ludo ;-i ,:,i i, ,-. ,;, ,-r
o .i.icios. data -.mi-iuc dadxaasua adaal: .!i"-
n Mrtl II nreceleules eslava.,, bata nn^o de serom .m
ihe
ia -e fzia rhrislla para sal)
a-sini ? Na verdade he esle*)
po. ,E cnlao, pan que
"i- |aea :a
eaganattam mu
"eoso !,- cxlmaiata
aten.11 r 1,1,1
. I .. 1-------- ~ loiiuii.i \ere,.as 1
''"" v.....'"' detapparecer inteiramente aa cu., o.
..1 par
nosleis fazer dellas chrisll.s.... nlo so mu n.lh ""'"'"': "- ""*
da* mulheres, nlo por esqulmenlo, naa oorqae qo.si ialotromealo ttser > or?. ,,nrBl, V^
nlo extile. II proverbio chine, d.?.: a Cultivar I Hadas qu, am la existeesl.. E51,
TT
ti
1% M\



y
DIARIO CE riNUHlQ SEXTA FEI. Ib FEE. O

)
I
f
pratieavel. Kulretanlo. om algumas localidades no.
I iai -e eesnlnaes 0:11 hom esla lo, 111 ,s eslo melhora-
menlo lio devdo a boa vooiede dos habitantes.
iiuamlo estes litigam eulre si 1 sajelUm-so a juies,
arbitros, csle o- coardemnam ordinariamente o reo
a reparar i sua cusa uina certa extenrao 'la eamioho.
Neste riso, como n da soeiedade 'lo Boi Velho, de
que ;i fallamos, .1 iniciativa individual sabe lapprir
h taita da -icvo aovornaniental. lleve-se n dar esto
nonio 1-.me: um indicia da vilaliitada chineza, oio
ulula ile lu!... signaos que fariam crcr que ella os-
la ileljinlivaini'iile exlincla
lie anda mu sign.il de vita.l ule ess.i aelilidada
prodigiosa, onm que os China saliem organisar o*
Iraosporlea eommereiaes, nao obslanlo a- diflioajlja-
dss (pie acallamos do indicar. O modo por evcollon-
cia para Ales, lie o transporte por asua ; os Chins
lito s.ihreiudo navegantes; a agua lam para ellej
iim allraclivo. a que nao podcm resistir e que lgu-j ">"" ""llln respeit idur.-,/
mas vezas chega a despovoar os campos prximos I Sanio*.
ilos rio, deiando os I
.1--0-I .Lir viajante aia(ic<> ; r.;^, poi
que loare paleruaes vi.i.is para a esquerida villa
Barreiros, .liiti de que nos mande com > prompli-
dlo, qac o receio do terriveWEoiilagie ovi.: medi-
camentos iliopathieiH e IwmBopalhicn, mlS mdico
ja experimenl ido para tecelBrer am affecladea da
peale reinare, e lodo o ntaia que for mil e* neces-
sario.
Espero ila enrgica administrer.io de V. Bxr. 01
promptos socrorriH que exijo, visto o inleire>alian-
dono i'in que no-, adiamos.
Deoa gnarde .1 V. Exc. i'-i muios
anuos.
Barreiros lidie fevrreirn do ls,i;.He V. Exc.
\ieoliio l'rrr/l'a rf'll
a V. Exc. I prinicnlo da re-oluoa.i da junta da falencia, mand.
la/ i* l
djjalailc
habitantes a trra para vive-
reiu vm sens baroos. D'transporte por km so he
pralicado onde oulro meio lio impoasivel. Emprc-
gam-sc cuio alguna carros, caravanas deasnuso
mulos, carriulios de volas, os qnaes dan as estradas
11111 aspecto singular, lin 1I111011I0 devenios di/er. une
nina u-rande parle des transportes so fan uis coilas
de liomons. Assini o cha ein lijlo, de qac o Tilt
consume lo grandes quanlid.ules, nao lie exportado
para all de oulro modo, mas exceptuando-e os
pontos onde pode ch-sar a uavegae.i. o comin-rom
iIik gneros volumosos lio h'ern dilliil rom meios liio
imperfeitos.
O trrico das poetas s exisle para uso do governo,
o consiste vm estafetas, a eavatlo v em corrers a
pe, que andan tilo rpidamente como os cavados. O
padre llue desenlia um curioso retrato destes la-
meos bizarros, exereilados espetialmanai para a cor-
r la. Os particulares expedem anas mi-iva-, como
podem, por um expresso, 011 anuardam occasiao de
crrelo, pariste encoajtram-ie gr 111 les contrastes
com a rapidez europea. Sao precisos cineoenla lias
para que urna caria va de Paria aCanlao, mas de
Caniaa l'ekim he mister tres metes.
Sen embargo destes obstculos, o cominercio in-
terno da China he cnormn. como so p le luppor da
parle de :lKO millme- de liomens activa- o preoru-
P idos antes de lu lo da dc-ejo de ^ indar dinheiro.
ti paii presenta o espectculo petuo, do nina 1,'ira que durasso um anuo i.i."-.-
sera inlerrupcjo. C < mnawr.laes san os pri-
BUirm f.-igiieTlu* das enanca- ; o trafeao doce, gra-
.as aw sapeques, alo os infiaitamento pequeos;
vende-se as ras urna not,uinadalia de fava* tor-
radas, urna (alhadi de pera, a ipiarla parte de
uina laranja. ."veste rommercio a retalho nao lia
probldade, mas os grandes negociantes sao a honra -
dezem pessoa ; a viles pde-se comprar pelas amos-
tras, assiin como aos lugtezes.
tls lucros que esles negociantes pereebem, devem
ser enormes, porquo a lei lixa vm itllpnr cenlo o juro
ilo dinheiro que Mies he emprestado. So vsle fosse o
maurum, equivalcria lalvcz a libcr.ladc do joro.
mas o economista chinea, citado pelo paire lluc,
nn se explicas et.' respeilo, o a proposito da con-
currencia contcm um pequeo aplogo, que livera
l'eilo as delicias d 1 pobre Basta! : Perguntavam a
S.-Smg porque liuha feito emprestar 0 mil oliva-
do praia solnc o iheaouro publico, a do/,o negoci
antes de pequeo traa.lie, respandeu elle, para
que o publico nao pague inais hs feslins, os espec-
tculos, ascoiiciiliiu.s c os escravosdaquelle qn 1 lem
invadido o eaanmereio das faien las .le so la. A 1 i-
validade das ven las obriga ni mercadores, a lutarem
publico.
l*ara facilitar as operacoes commerciaes, <>s Chins
lem recorrido anda assiriacao ; ellos funnam
vnlre si socieilades pecuniarias, as quacs rada mu
entra com certa somroi no primeiro da dv cada
mo/., e por seu turno reoebe, una vez par anuo, a
lotaJida'e da-eiilra las mensaes. O lin dcslc s\s-
tema, que parece intil a primcia vi-la. porque s
Jllm. e Evm. Sr. couselhoiro Jo<6 Bcnln da Cunha
ligiiviredo. muilo digno presiilciite da provincia de
l'orna mburo.
:'i- :.. :
ft(\ At. DO RECIFEMOE FEVEKE1RO AS3
IIOItAS IIATAKHE.
Cota^Ae nQiriaes.
Cambio sobre Londres^Hd. n.) d|V.
Assocar lauscavado recular-vJKI poi arroba con
sacco.
P'rcdcricn /"bi'Hitrtt, presidenlo.
/'. tbrgn, secretario.
, CAMBIOS.
tobre Londres, -js d. por t?.
1 l'aris, :iis rs. por f,
Lisboa, '.L'por liki.-
o Kio dv Janeiro, aa par.
Accies do Banco, id ii.h de premio.
AcrOc- da coropanhia de BAberibe.
Ai-enes da rontnaiihia Permimhucana
<< I (tlitrTi'to l'ulilic 1. :>() pi.rcvufej ile premio.
5411X10
10 par
o ic Indoiniusauora.sern jr,M
Uisconlo de ledras, de 1-2a I",Ver (l
Ouro.tincas heapanholai*. .
Moedaa de. KtlC 1 \. 11 1-
11 tislii nova
o o ?nkii. .
Prala.h^itacues brasileiros. .
Tesos columnarios. .
o Diexicanos. .

:*.
..., ANi'lil.A.
Keuilimeiito dodia I a IX .
iiie.ii do dia li. ,
>i(K)
: -< ki 1
'.fcOOO
HstKH
oon
l>S|i()
!HI:7lllli2K
l!):0tili;87l
qne vai novamente a praca no dia (i
ilc man; 1 pmxiin 1 vindouro, para ser arriviialalo a
quempormene li/;-r, a ronservarao perraancnle
da estrada d.i Victoria, por lempo do II) mezas, a
Contar do I" do abril do trrenle auno, c pelo- pro-
co- abaixo declarados.
' lerjo. -iivj-'.uii
"-' "... J;ii.',-i.M
i" "... -I;::','. :;.*>>
'' -.. J:'|-'!--l'i"
; para ronslai -o inaiulou allixai o prsenle c
publicar pelo Diario,
Secretaria da Ihesouraria provincial 1I1 l'cruam-
buco I2dn lovcrvirode I8."M>.O secretario, A. I.
da AiiMiinci.'icno.
1 lllni. Sr. iuipvrlor ,1.1 Ihtvouraria provincia!,
"" oumpri.....moda rrsnluvAo da unta :l\ tazen-
da. inaiida la/cr publico, ,0,- no .lia II de inanj pi..
\ir:.i mi.lauro, vai novamente a praca, para ser ar-
rematado a qu-in por menas li/,-r, a obra 'dos repa-
ros precisos n rasa da cmara o cadeia da cidade
de Olinda, pelo proco de -J:lii!i*iKMi.
E para con.lar se mandn afiliar o prasento c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial do l'ernam-
bii o \1 de fevoreiro da I85U.O secretario, A. I'.
da Anniinciacio.
O lllm. Sr. inspector da ihesouraria de fazenda
manda fa/er publico que lem do ser arrematado a-
quem niaior pceo offorecer no dia IN de miren
vindouro, o patrimonio da capella vaga de Sania
liosa de Lima, silo no termo de Puti d'Albo, conten,lo
cineoenla brajas le testada e meia legaa do fundo
avallada em quenbantos mil rs. as pessoasaquem
conviv devela 1 comparecer nrsla repartirn a urna
liora da tai I.: do 1 oten I .h : ni,ni,1a- ,1c suas pro
terciaria da Ihesouraria e. fazenda ib- l'crnani-
inicii om le fevoreiro de 1836.O oflkial maior,
Kiilio Xartcr ,s. Je Mello.
11 lllm. Sr. inspector da thesoaiaria provin.
cial, em cumprimento da ordrm do Exmi Sr. presi-
denlo da provincia do 12 do corrale, manda fazer
robase O libras de carne sveca corrupta, cvposlaa
venda. Pelo fiscal de S. Jos lai inulta lo pola liio-.
ma iiifra.'iao carne pudre nn dia !IO, Joaquim I'm-
lo, n no I.'do enrrente Jvao Piulo de Lcums, |i.
Mara Venencia Bastos, Jos llyginn de Miranda,
I v Domingos Codercra, JuAa flanool de Siqurira,
francisco Pereira Pinto, lierdeirns dv Joaquim Josc
Vieira, Manoel do Almrida laapcs, Mannel tnuical-
ves Kerreira e Silva, o Manuel Anloiiiu Villaca, vm
:: e 11I.1 um, par nao alen icm n- lerreuos alaga-
dos, que possuem naquell* freguezia. Pelo liscal
da i'. 1 ,-Visia. 110 dia da rorrvnte, Miguel Arclian-
jo de Figueiredo em Kir por infraceo da artigo til
lo regulamenlo rainili rio, Bivardo Komualdo da
Silva em :!li?. Ilenedicto Machado em s-, Manoel
Jos de llnii Barreiros om 10 -. Josi (nnv,alves Fer-
i.ira Costa vm 13000. Secretaria da cuara muni-
cipal do Revire II de fevoreiro de IKi. O secre-
tario, Manuel I erren a Acrloli.

. 1
:i0;
guir-se-ha o que dispOc a respeilo a lei provincial
n. 2SC.laiuform:.0 secretario,
./. /'. d'.tiiiinii' 1 '.
(i llllm. Sr. inspector da Ihesouraria pi ivin-
oial, vm cumprimento da onlem do K\m. Sr. presi-
denlo da provincia do \> do correnle, manda fazer
publico que no dia III de niarcu prximo fulero, pe-
r.nle ujonla da fazenda da inesm Ihesouraria se ha
-!.' arrematar 1 quem por menos li'er a obra do em-
paramento do -JJ.' lauco 'l\ estrada da Victoria,
avahada om ifcriTTJjO rs. '
A aircinalaca snia feita na forma da ei provin-
cial o. :i l de I.", de inain de-', o sob a- clausulas
especiaos ubaixn copiada-.
A- pe-.oas que se propozcrvn a c-ia arrematarlo
romparceam na-ala das sessesda mesma junta no
da nrima declarado pcln mei- dia compelenlvincnle
habelitaitas.
! para constar m un! >u allixar o presente e pu -
blie.ir pelo fittrio.
Secrclaii.i d 1 liio-aararia provincial ,k Pernam
Bambuco I3de favereiro de IKjli.O ecretarin,
Clautalas expecus p-tni nrrenw/ovio.
!. As obra- do onips lrain-",! lo 22. 'aneo da
estrada da Victoria, na ovlcncan dv mil eenio v o-
lonli o trvs bracas execular-s*-h3o <'n' coniormida lo
com Drramenloapprovarlo pela directora em conse-
llin o apresentadua approvaijao da Bsm. presidente
di provincia, na importancia 'lo 9:67"{s23i) r;.
J A-obras principiaran mi pr*w de um mvz, e j de Almvidationifs. liara ilo Trapichen. 1,
liiulanVi no de ti metes, ambos contados de canfor- segundo andar.
un lado com o arl, :il di bi provincial n. 2KH. PARA HH) Dl JANEIKt).
3.a O pagamento da imporl......ia da arremanso ro- Soguc com milita brevidade por 1er parle le seu
alizar-se-ha na formado arl. 39 da mesma li pro-1 rregamenlo prompto a bem ennhecida barca .Ma-
vincal n. 1
i.' 11 arrematante e\cedendo
:
m be
':
O biigiie nacional,Marta l.u:n vai
seguir ion brevidade, Icin a maior par-
a da -cu rarrogainento prompte : para o
. reslo que Ihe falla, passageiros c escra-
- -*^is;. ni- a Irete. aos quavs da as inclliores
it.....modaroes, Irala-sc com o consignatario Auto-
1 ** VI
v em apoliecs .la divida publica. ""''''' 'l'ao Jvr.uiv.n ,
p issage...... v o-cravo- a
maieala entese.......iodo-, lrala-1
.... !,:. imnis pagar.,
cada i.m einlra II"
una imlia lc ^c"
seja e,... ouiii 1 r'"-
Jos l'elle-, para O reslo,
lele, para que lem cxccl-
noescrlplorie de Manuel
I09:77lj002
restilue o equivalente do que se don. be favorecer a
economa e procurar no mesuio lempo urna grande | '>_,r.".".. ,"...''r..v.
OttcaTtaamhoj l."i lt pettreiro.
Itarca ingiezaRotto**/bacalhuo.
llana inglezaMr Jamen Rottmercadoria*.
i 111:0,' inglez/. "..i 'iea 1 irias.
Patacho americano l'ilmnrrl'arinh.i c bolachi-
uhas.
ilrigue hrasileiro/i.-"igneros do paiz.
ir.spo;vi;Ac:AO'.
irca ingleza Jame .'.';, viuda de Liverpool,
consignada a .lamas ll; i.r iv t;.. manifeston o se-
guiulc :
2 caitas meias de algo lo o seda : a l'eidel i'iu-
lo 1* t'..
I ll (al los e 97 cav,- levados I- algn Un, 7 fardos
dilos de la c algo.lio, III1 ditos e 17 raixas dijo- de
algo dao. do lia, do linho e diales; a James i<\-
der ,\ C.
II) farda, tecidos de algodia, II Stas dilos dcliuoo:
sonima para a liqaid icao das grandes dividas. Se o
sucios guardassem cir. suas in.aos sen dinheiro. po-
ueriain Irr dosvjos de gsla-0 111 j igo 011 vm be
bidas. mas, entregan,la-.1 a associacio. naa pj lcui
mais locar nelle. A idea be engenhosa, e do urna
fina economa.
Milita abastanza o pooco luvo, lal he a len lenci 1
toda democrtica da veonnmia.dos t^liins ; por esta
ra/a.i prncurain poucu 11 commercio eumpeii. que
faz levantar o preeo iins gneros do eonsumo *las
.un-, e nilo Ibes ollerece em cam|iensac.i > -euao lia -
galellas nuleis, rel.igiiw, porcelana- ile Sevrcs, m-
sica-, viulio de Oampanhe. (I- In'gle/.es com o eu
opio beque lem conseguido crear urna prrmutacSo
seria ; he por esta ra/.ao que ellas perseveran! iic>le
commercio, nao obstante a -na i-naioralidade. A
China, segundo a exprsalo de Mr. Jurien de la
Uraviere, lem nacessidade de ven 1er e nao de com-
prar, i-lo he, nln pele cm troca de suas mercado-
rias, svnan nielaos pronos... Finalmente o commer-
cio do Occidente com n Clima be muilo pequeo,
comparando serum o que ella faxeom sigo mesma,
v alo nSo so duvids de que possa vir a desappreref
iiilcirameole lur.i do- cien lorlos, fl problema.
que se dere resolver para dar-I he artividade, he
adiar mercaduras, preecrada polo grande consu-
mo chinez. 4. Boloello lio dillicil por causa do genio
de imitacao, qac pertenen aquello pii/. ; todo ob-
ccio importado be logu perfeilamene la!silica.do.
todos c1111lu.com a- maravtlnas na indusuraclnno-
ta em tacidds, vasos, porcelana, gomma laca, uiiras
de marcneria, debambo, ele; nSo insistiremos so-
bre esto assomplo.A desorganisaftlo ceral dopai/. e a
incuria do governo manlcbnu, sao causas de que es-
la industria estoja em plena decadencia, cque nao So
nada invente, como alo se peream os legredos da fa-
bricacSc, e que os operarios ilo Imje nao saibam
m.'iis fazer essm bellos broiize- o oas lindas parccl-
lanas, que, illustrarum o lempo dad>ua-tia Vouon.
Desta inferiordade da producrao actual nasceuen-
Ir os ricos um gostu exclusiva pe'os movis autigos.
Alm disto, deve-se ronvirque nao lia nada 1:1o in-
teressante como um vendedor chim de objectosanti-
gs ; obras primas de marcinaria, de barro, de es-
culptura e de embutidos. IVulc-sc fazer orna idea
completa ilislo, percorrenilo-sc a admiravel coileccao
Ira/.ida de Ning-1'ii Pars por Mr. de Monli-
grey.
Knlre ^s velhas iili|uiciie, que excllavamo Ira-,
balbo, e que os Manlcli.uis lem deilado cabir,
no|iam-se especies de v\|iosices da industria na ca-
pilsl de cada provincia. Quando um artista linda
ieilo o que julgava ser um primor d'obra. levavn*o
ao vice-rvi ; o nbjc*lo era evposlo, admirado 011
criticado no palacio do prefeito, e recompensava-se
o artista, su o mereca. Se nao sao asnossas gran-
des ejposicocs, ao menos he o seu principio, que
dala de loiige.
Coiilimiar-se ha.
eaixas biscoilos; a Soulbal Mellar 4 Om-
niita.
21 ditas tecidos do algodAo, 7 ditas dilos de las e
alau la.; a J. Kolb-r k\ 1:.
Icaixinha fiares arlilciacs, I dita calvado, ^ dita
chales.s ,lila- tecidos de algal.io, 100 lilas folbas de
rian.liis, 2 dilas .ouro de lu-tro, I dita couro-, 1(11)
liarris rbutnbo ; a Isaac, Curio vV *'..
1 emlirulho calcado, I dito miudexas, I dito I -
vr.s, 1 eaixinhadoces ; a E. A. llNder.
50 barras manleiga, 23 fardos tecidos de algodSo :
a Me. Calrount #; t;.
110 barricas oairilia, l&fardos tvidos de algo-
diio ; a ordem.
2 caiva- ineiarde algo l 1 o ganga, 2 fardas baeta ;
a A. I), de Aiireu.
S .i tus v .* c |i\a-!coi.los do algo i 1 ; a Taln Na-!i
ce Coiopaiiioa.
:t fardos lio, :! caitas lilas do algodao, l barrio is
I eaixinha ferragons, '> eaixas scllins ; a S. i'.
J dmslou c\ C.
2S tonel idas carvao ; a C. Slarr \ Compa-
nhia.
:i fardos tecidos do .il;oi,io; a l'o\ Bro-
Ihers.
> i-.i'.\.i; l_ fai.la- I, eidos de .ig.ii!.11, I liiln di-
losle la, 2eaixas -li >. .e aigoJao o lia ;
llnwiti f\ i'.. v-
-.'J rlilaa o i fai lio dill d algo la. ; a I! 1. .'.r.i-
'4J .\l C
publie
lia 1:1 de m lio prximo
\ i.i .om,
uuraria,
pranle a junta ..1 faz 11 ia da mesma ll
ha de arrcinalar a juem por 111 nos fizer a obra do
rinpe Iramonto do l'.l' laen da estrada da Victoria,
avahada cm .">: luV-IIM r-.
A .11 rom liaran ser l.'iia na furnia da lei provin-
cial n. ai.! do l.'i da maia da anuo if: |SV, c sol as
elaii'.'il.:- r.-pecia"- ab.iiv 1 copiadas.
As ; "--,.,1- que -e propozem a vsla arrematara
comparevam 11a sala da mesma junta no dia cima
declarado prlo meta dia, competentemente habili-
11I.1--
li para constar so mandn allixar o presente : pu-
blicar polo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial dv Periiam-
uambuc 1 i 1 de fevoreiro de l.x.iti.1> secretario, ./
/'. '.lintuiii'iarao.
Clausulas ttpeciaes para arremalaro.
I.a As obrasdii empedraiiivnln do l'.l' lauro da
estrada da Victoria, na extenrode sele cenia- e qua-
lorie braca- seao fcilas de rouforrnidade ront orca-
ineni 1 approvarlo pela directora em conseiho, c
apresen1, ido .' appiovacao do Ex'm. Sr. presidente
da provincia na importancia de 5:1059100rs.
2.l,As obra- principiaran no prazo de um mc
lindaro no de seis meses, ambos contado- de cantor-
inidade com o arliun :!l da lei provincial 11. 286.
3.a O pagamouto da importancia da arrematarlo
realixar-sC'ha na firma do arli;o :'.) d.\ mesma lei
provincial n. 25S o em apalicea !a divida publica.
i.1 O ariematante exr.edcndo o prazo marcado
para coucliia 1 das obra-, pagara tuna mulla de cem
mil res pi.r cal., me/., embora llic sji concedida
pr.nugacaa.
.1.' O irremataule durante a etecuro das o!irjs
proporcionara transito .10 publica o aos cario-.
li.-i 0 arrematante er.i obrigado a empregar na
e\ecu;a-i das oblas, [icio m nos niele..lo do pessoal
de gente livre.
7.a Para lu lo o ma< que nao do as presentes clausulas, ncni nu urramento so-
l n.
nit rri* |Kir
rogtao. .
.1.' (I arrL'in.it.inlp durante i osecneo ilan tbra ,
[sTopordonarii Iranzito .ti puMicn c aos cirro*.
(i.1 o arremata ole ucrt ohrR.iJo a emprecar na
cxLTurTn lias v\t.i-i pclii R1C003 moIa!i: il' uciHp Iivrc.
Vai
ru.i ilo tupidlo n. 14-
iO DE JAIEIRO.
Miiiir com muita
.
PCDRAS PKKCIOSAS-
Ad. rre,.s ilo brilhaulr .
.. \i Tolas, pnl-
ceiras alunle-, lu n.e. .
o rozlas, hotes e anm ;-
de dilfercnlcs tn-lns c de
, diversa* podras de valor.
Compran, vcndeirl 011
Iroram prala, uorn. bri-
lhanles,diamsntese pero-
las, v oulras quaesquer
joiasde valor, a dinheiro
"U por obra-.
MOREIRA l DETL
LAJA !E OERITES
lua do Cabuga' n. 7.
.(. .:.. )Oi
(IvSSVaj) : -
;'('.-., ,::. ;>. .1- ':- !s
iodcruo ;
IHRai I. I-i: \ l \

lo
. G
\ .. Vis r'lrln ilt*
01fr, 'i! KM lile fiulri'l'
'.i-, albaHt*, actMH e
\ !."-. Ir;nri*-
i rri'iilr
; t :i l"jiM. e
ito ale
ot:i i.
ApparellNM conii-l^in*.,
di* prata, .-ira fh.i, iun-
f|an-. >.lv.i>. rj^iirae-..
mili' TV" r .millo* nulrot ob)frr|i
tic prala.
FraiM.ji
di) Lisboa, as quaes vemleBa por
preco commodo como costumam.
i) Sr. Jaeiniiio Bernardo Pacheco hija de vir
lirar os scus penboics qn- vmpeiiliou por 2 mezes o
ja fazem 11 v roci, e nao viudo buscar no oran .lo
i. .lia-, so passar a vender para 'cu pagamento ilo
principal o juro-, e cu abaixo a-signado nao respon-
do por reclamaran aignma. Rccife 15 de fevereiro
de ls',ii._Jos JacinUio Mouleiro.
Oirereeean-se dous rapazes brasileiros para ca-
veiro-, um de loja de lazendas oo ferragens, e oulro
para taberna : na ra do Aragao n. i.
francisco tiomes da Silva Saraiva relira-sc pa-
la Portugal a tratar de sua saude.
Os abaixo assigoados, leudo vendido o seu e-
tabelecimenlo laberna na ra da Roda u. IS, vul-
va II. Antonia Lucinda des Prazeres, declaran) que
n ida dovem a praca, porom -e pnr qtialqtier titulo
irevidailc novo
i
e vuleiro brgue L'S AMIGOS, tcm
maior parte da carga |>ioni|ila : pasa o
resto o passageiros, Irala-sc com os con-
7.a l'ara tu lo o mais que nao so aehw determina- signalarios Novaesv C, na i na do Trapi-
llo nas prsenles clausulas, nam no urramento, se-|CllC 11. -^, s s n com O Ca pililo aa piara,
gnir-sc-hi o quedispoe a respeito a lei provincial
a. 2Sti.Cnnformc.*' secretario,
./. /'. (VAiiiutnriarHo.
:<

hU(r--e-h.i < quo ritepde i respeilo Adam-lJi^toafurme, ./. /". f.innnneiar3(t.
O lili i. Sr.iiirrec(nr ).i l.i!*i ,!';' provincia!,
cu cumpriinsulo -li ordem lu txm. Sr. prndenle
d,.dgo'i:;;%<-tivisiioc;1;'-':,ii;l;::oa.^
^uf.'i.icT. o*
do* dilos le laa o algo la.,. I caisioha objectos de es-
criplorio. 26 gigose '> barricas louea, 511 Sarria mau-
teiga ; a johoslon Palai o: C
t barrica droga-, i:t .litas oleo de linhaca ; a t.
I'. d_. Sonta.
25 barris e 2 caivas provtOes, 10 -'igns garrafas de
vidro ; a Pontee iV Irni'rti.
t barril c I eaixinha paoarisoes; a J. da C. No-
ves.
I i fardoa lecidas do algodao; a James Crab-
Iree ^ (;.
Diversa- votamos amostras ; iUiverses.
UO.NSII.AI'U GERAL.
Kendimento do da t a 13 :l:i;:;i--,j
dem do dia li....... I{:306a08l
I2:9l0g933
I.MViiitoAS PROVINCIAS.
r.ciiiliiiicnlo lo dja 1 a 13 ....
dem do dia I *.......
2:'.l(liol7
909*85
99*9902
vLLocurvo
QUE POR OCC,vSl.\0 DO AuUARTKbiMENTO DO 2o
R.vTAl.lO DE IRPANTARIA DE GUARDAS N v-
GIONAES DA rBEGOEZIA DE S. JOSi:, KEtdfOli
O SEL COJIMANDANTE O I KNK.NTE-COUONEL, UO-
DOLI'IIO JOO BARATA DE ALMEIDA.
Ilepois de ler amolado varias pnvincias do jm-
perio o pavoroso flagello da epidemi i. cc imins-
tro qoelantos militares de vida-lem rcifado. vai
penetrando pooco a punco nesta bella cidade. <)
nosso pairicio. o Exm, presidente da provincia, la-
mentando profundamente males, que o phantasjna
.i'ialico j tcm feilo em diversa- villas nossas.compe-
iicliado da triste situarao em que nos acliaino-. lem
caipie-ado lo hs os e-foico. e meios humanamente
pos-iveis para obstar a que sjamo- .victima- desta
barrivel pesie, l'ara accu.lir aos gemidos dos nos-
so. patricios do interior foi uecessario deslavar des-
ia cidade a maior paite da tropa de primeara liuha,
e sendo iiidispcnsavel para as necesidades do ser-
vico publico mai- tropa ncsla cidade, foi ordenado
o nosso aqusrtelamento.
O governo conrioii em ni. O 2" bale.lliao da
guarda nacional no ha de Iludir a sua conlianra.
Nem um ai, i aii mu gemido, manchar a honra-que
o governo nos fez. escolheiido-nos para o desempe-
nlio desla importante larefa. Marcbemos para o
quarlel, qoe nos fui designado, como soldados Vcr-
nambucanos, cojo valor, herosmo, dedicaran e obe-
diencia launa uina das mala gloriosas Irr.dieciir-.
parchemos,.illjaibis^c :1 patria .-.gr.leridd, que
' rnilonar noss3aaui.Uis, contemplar
ebeia de jubilo, uossos nubres serviros, nossa valiosa
dddicaoilo. (
Parada no campo de Nosta Senhora da Penha, II
de fevcreiru .le 1856.Rimolpho ./"o nala de
Hmci'.a, Icntnle-corvuel qimmandaiite.
~1
lllm. e Exm. Sr.Propugnando pelos liabilanlca
de.la'.illa, de que fac paite, vei.ho pressoro'0 le-
var ao conheeimenlo de V. Exc, ivisto o utviro
'.an.lmio a que est votada e-la inalfedaila villa,
par aquellas que deveriam velar ineessanlRmcnle
polo sen bcni-clar. que o lerrive viajante aziatico
rhilera-morbus1 muilo prximo est de nos, si.-
gundo nos all'.rinam pessoai fidedignas, elle iIvvl'
estar fazendo horriveia estragos om Agua-1'rets, las-
tante desla villa lo lc^n.is smente, distancia esla
mu diminua, o por conseguale nos receloso i que
ello ucs bala a porla pela continua cu-niiiuoicavao
de pesaos* dalli, que diariamente nos forneprii .le
coiios adateiminados gneros almonri<,4o*l-'e mes-
mo porque nos pode avliar disprovidoa de medica-
mentos propiios para seren applicadoa a quclli de
ii usos rmAoi que forciu arreciados, nem assim pela
falta de facultativo que jesleja amostrado por
idnticas cireumstancias), a applicar remedios pro-
pri.se adequadosa todos os symplomas dos pacien-
tes qne tiverem .le ser aci-ommetlidos pelo lerrive e
DESPACHOS DE EXPORTACAO PECA IlEA
110 CONSI I.AUt DESTA CIIIAUE NO DI A
11 Dl FEVEREIRO DE 1856.
GibrallarBrigne holl.ui.iez Atlante, o. Hie-
bor A; Companhia, 900 saceos aasucsr mascavado.
Gibrallarllrigue sardo ..laman, N. O. Blcbcr A;
Companhia, (KIO saceos aasucsr brancii.
Lisboa, barca norlngaea aHorlenciao, Manoel do
Nascmenlu Pereira, 150 sacei assocar braitco c
mas-avado.
Slocltoluiollrigue sueco Superior, N. O. Bicber
k Companhia, :K)0 safrjis assocar branca, e i'J2
coaros salgadas.
Shx'kolmnBrigne sueco nAlfhild, N. O. Biclnr ,\
Companhia, 1,800 Cobros salgados. sW
Lisboallrigue portugu'c/. Soberana, Luiz Manoel
Rodrigues Valonea, ;(U -aecus a-sucar m.i-cava lo.
MarselhaBrlgu fint /. eProipOP, Viuv.i Aiun-
rim A; filho, 650 saCrpsadem^
LiverpoolBrigne inglez arBfck Prince, llourv
lriinn a Companhia, 700 safeo!1 dem.
Exporttgcao*.
I'liiladi Ipliia. palarjio americano Abb] Eliza-
helhi). He 280 toneladas, canduzio o sfgllinle :
1,800 saceos rom 9,000 arrobas de aasuear.
CONSULADO PROVINCIAL.
Ilcjsjiuuntu dodia 1 a 13 .... :..::',('.l-i.i,".
dem ..^.'T.' I+-r ,__ 2:78:biT5
;'..s:r,--rn
v-^!i.l.
f* lllm. Sr. nspeetor .la Ihesouraria provin-
cial, cm enmprimenlo da ordem do Exm. Sr. prc-i-
rleule da provincia de l do correnle, monda fa/er
publico, que no dia do mareo prximo vindouro,
perante a junta da fazenda da mesma Ihesouraria,
si ha do arrematar a quem por menea liier, a obra
do empcdramenlo que precisa lazer-se no atorro dos
Afogados, avahada vm 20:0008000.
A irremalaoflo ra fcita na forma da lei provin-
cial u. :i:ide 15 de niaiu de 1851, c sub as clausu-
las especiaos abaixo copia laa.
As p-siias quo .; propuzerem a ca e.rrcmalaeao
(omparcrsm na sala das sen Oes da mesma junta, no
dia cima declarada, peto meio dia, competentemen-
te habilitadas.
V. para constar se mandn anisar o presento c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
liuru 2 de fevereiro de Is.i.ti secretario, Anto-
nio Kerreira da Annaucia(o.
Clausulas e-peciaes para a arren.alaran.
I> As obras doempediamenlu do alcrm .bu Afo-
gados, far-se-haodeconformidade como orcamenlo
approvadu pala direcloria cm concibo, c apresen-
lado a approvarlo do i\m. presidente da provincia,
na importancia de 25:000900o.
2a ti arrematante principiar as ubn- no prazo
de 15 .lias, e as concluir no de ; m./.es, ambos
Contados pela forma do arl. :!! da lei n. 2Nli.
:'.-' O pagamento rcali-ar-se-ba cm quatro pri-la-
cos iguees, cuja- ire- primeiras corrospondero aos
tres trros da obra, c a ultima lirar.i para a entrega
definitiva.
i> 0 prazo da responsabilldade sera de sjis me-
zes.
fi Para Indo que nao se acha provisto nas pre-
sentes clausulas nem no orrameoto, segoir-se-ha
que dispoe a respectiva lei n. -JSIi, e rom espori .li-
lla.le o arl. 10.Conforme .O secretario, Antonio
Fcrreira da Anuuiicac.a'o.
- O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria, em rum-
en quo no .lia .l de marea prximo vindouru*. pcraii-
I? a junta la fazenda da mema Ihesouraria, se ha
de ai recial ir a qn !in pul* menos li/.or a obra do em-
pedrameando 20' lam;> da estrada da Victoria,
av.diada cm .":21 i.^ rs.
A arremataran s.'ra feita na forma da lei provin-
cial n. :!:! de 15 de maio do I.S,1. eso!, as clausulas
especiaos abaixo copiada*.
As pessoa* que propozerem a esla arremalacio,
comparevam na sala das tesses da mesma junta no
.lia cima declarado pela meio dia, compotoiileinente
habilitada-:.
Ii para constar se mandou alfixar o aprsente e pu-
blicar pelo Osarlo.
Secretaria ,\ Ihesouraria provincial de Peruam-
liuco lo de fevereiro de 1856.t) secretario, A. /Y.
d'.tnnuur/ari'i'/.
Clainulas etpectaes para a arrcmalario.
I.' As obras do empedrameiitu do 2(K> lauco la
eslrada da Victoria, i.a cvloneao de seis cenias v
li inla a dnas braca-, -erio feitas de conformidade
com o oroame.ilo epprovado pela direcloria em con-
seibo, c aprcseulado ao K\m. Sr. presidente da pro-
vincia na importancia de 5:21 ls rs.
2.' As obras principiaraO no prazo de um mez, e
lindaro no do sei- ine/.es, ambos contados do con-
formidade com o artigo :li da le provincial ll. 286.
:t.' O pagamento da importancia .la arremataran
realizar-se-ha na forma do,artigo :lii da mesma lei
provincial u. 286 c om apollrrs da divida publica.
I. ii.iirciiiaiaiilucxceleii.il o pr.izo marcado
para eonclusfio das obras, pagar urna mulla do cem
mil res por cada me/., embota llic seja concebida
prorogaclo.
5.* O arrematante durante a execucu das obra.
proporcionar Iransilo ao publico c aos carros.
li.A O arrematanto ser obrigado a empregar na
execuro das obras, pelo monos motada do pessoal
de gente livre.
7.i Para ludo o mais que n.lose achai determina-
do nas presentes clausulas nem nf urvamerflo seguir-
-bi o que di-pe ajei ,'provincial n. 286.Con-
forme,.I. /'. d'AituuHciariio.
O lllm. Sr. inspector da Ihesousaria provin-
cial, em cumpriincnlo da ordem do Exm. Sr, presi-
dente da provincia de 12 do correle, manda fazer
publico que no da 13 do mareo prximo vin Imiru,
peanle a junta i'.n fazenda da mesma Ihesouraria, -o
ha de arrematar a quem por meims lizer a obra do
empe Iramciilodo 21" lanoo da estrada ila Victoria,
avahada em7:6729500 rs.
A arrematadle sera feita na fauna da lei provin-
cial ii. 343 de 15 de maio do auno c 1851, u sol as
clausula- e-peciae- ah liso capia.las.
As pessoal que se propoterein a esta arromalarflo
cuuiparocam na sala das -e--..es da mesilla junta 00
.lia cima declarado pelo meio dia compelcnlcmciilv
habilitadas.
K para constar se mandou ..iiiar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pcrnim-
Iiiic.i 1:1 de fevereiro do I.^Ml.'i -eerelario, ./. /-'.
tt Amumciaci >.
Clausulas espertar* pa a arremaarao-
1." As obras dn einpedramviilo do 21." lao; da
e-Irada da Viel iria.na cxl mv > de no\ 'cenias e li in
la bracas, c ctecular-sc-ho de conformidade com u
orramento epprovado peta diretoria em consellio a
..;... leolatto a approvariio do Exm. Sr. presidente da
provincia, na iiiipnrlancia de 7:6725500 rs.
2." As obras principianto no prazo de um mes, e
lindaran no lo metes, ambas conla loa de conformi-
dade com o arl, 31 da lei provincial n. 286.
:!.i O pagamento da importancia da arreniatar.io
realizar-se-ha na forma do arl. :'.! da mesma lei pro-
vincial n. 286, e em npolice- d i divida publica.
1.' O arremalaiite excedendo o prazo^marcado
para concluso das obras, pagara urna mulla de cem
mil rcis, por cada um, embora Ihe seja concedida
piarngacao.
3 Oarremalanle durante a exocurSn das abras,
proporcionar Iranzito ao publico e aos carro-,
G.'O arrematante sen obrigado a empregar na
vveciican das abras, pelo menos metade do pe >al
de gente livre.
7. l'ara tu o o mai que nao se icbar determina-
do nas presentes clausula- nem no orcamenlo, se
BANCO DE PEKNAMBiCO.
1) Uanco tic l'ci'tiaipbuco saccii i vista
so bi c oiln Itrasil no Kio de Janeiro. Ban-
co de l'i'i'iiamliii.o i i!i' de/eiubro lo
1855.O secix'lai'iii da direcrao, Joo
Ignacio de inedeiros Uego.
O banco de Peiiiambuco loma dinhei-
ro : juros, di; conformidade coni os scus
estatutos. Banco de Pernambuco \ de
novembro rlc IS.").").Joao l;rnaci(i le
Medeiros Reg, secretario da dtrecro-
U lllui. Sr. inspector da tliesouraria
de fazenda manda fazer publico que esta'
autorisado a contratar a remessa de ba-
;;i;;liis para O interior la provincia com
a necessaria promptidao| e por isso con-
vida as pessoas a quem' possa convir s>
mclliantc contrato, : anicseutarem suas
propostas at o lia ii lo crtente. Sa>
crt'taria da tlicsouraria de fazenda de
Pernambuco lL2 de fevereiro de I85(i.
0 ollicial-maior, Emilio Xavier Sobreira
MM D FEMMBCO.
O conseiho le iiretlhio lo Banco de
Pernambuco avisa aos senliorcs accionis-
tas, jiic iclci-si! atiloi isi(!o o Sr. gerente
pua pagar o7. dividen'dode lOjOOrs.
por accao. Banco de l'ern ... buco ilc
l'cvi rcii'o de 185G.0 secf tarto da d-
'i'i'cioi, .1. I. de Medeiros Kego.
o ikseli; 11 a i)3i i:. isi a., t, o.
O conseiho administrativo lem de comprar o sc-
guiule :
Para o (uarlo batalho de arlilbaria.
Oleo lc ricino, garrafas 10 ; linbaea cm grito, li-
bras S ; amblo, ditas 2 ; acetato de amoniaco, ditas
1 ; insna, dilas x ; acida prussico medicinal, nucas
i ; licor anodvno de llidluiaiiu, libra 1 ; agua se
daUva de K.i-pail, libras LO; Untara de opio, uncs
.X ; nitrato de prata, .lilis 2 ; extracto do lalanliia,
ditas S; svanuretro do potassio. dilas 2 ; s-ub-acclato
do chumbo, dilas.'. ; tintura de eastorio, ditas t :
dila de valeriana cllierisada, ditas t ; espirito de
ponas de viado, ditas 6 ; tbriaga, libra '. ; bal-a-
mo tranquillo, libras i ; agua do labarraque, garra-
las t() ; chlorurelo de cal, libra- 1 ; oleo de ineimen-
dro negro, ditas I ; lintiirit de belladona, nucas (i ;
raspas de pona de viado, libras 2 ; agua de sedlitz,
garrafas 6 : seringas de metal pae^clvster, 2 ; ba-
l..nra gauduada, 1 ; lesoura parocurar custicos,
i ; exportla, I.
2." balalliao de infanlaria.
Simao de Kanlua, eienadlarea 20 ; linleros e
areeiros, pares 10 ; papd almaco lino, resmas ti ;
prunas de ganoo. 100 ; caivetes linos, 2 ; tinta pre-
la, garrafas t>; lapis, .bi/.ia- ti ; areia prela, libras
; carias de a, b, c, 20 ; labo.idas 20 ; pautas, (i ;
0. batalhOo .le inlanlaria.
Papel almaco, resmas (i; peonas de gnate 400 ;
caivetes, 2 ; libia prela, garrafas 6 ; lapis 72 ;
areia prela, libras li ; cartas de a, b, c, 20 ; tabea-
das, 2il ; graininalica porlugue/.a, eveinplares G ;
arillimellca, exemplarea ti ; paulas, i,; Iratlados dlf-
foreules, 2(1 ; crcocs, 0 ; sinelo d'arnias com Icgen-
da^l.
l'ara o liio le Janeiro
segu em poucos dia-. por ler a maior parle da car-
ca priniipla o lirigue CoMrefWO, cap ilao Joaquim
l'erreira dos Santos: para << reslo o escravos a fele,
para o que tcm bous comanodos, Irala-se no escrip-
lorio .lo Uanoel Alvos tiiicrra, ua ra de Trapiche
n. li.
-ara", uaranliaoe P;.ia".
(t brigne cscur.a braaleiro Liara, recebe ear I o
passageiros : Iraia-se com o consignatario .1. II. da
l-'ouie'-a Jnior, na rus do Visario u. 2:1.
ca co ifi na
ees a
tes lii
i
v
' [I 'j :(.'-
:s!) .
-
'v I
.- AI.'
savac
No dia 19
deslo mez es-
pera-se ib. sul
u vapor llia-
mar, comman-
riaiile Bevis, u
qual depnia da
demora do cus-
lume seguir
para Son -
Ibiniplon. locando nos portas de San-Vicente, Te-
neriff, Madeira e Lisboa: para passageiros, ele,
Irala-se com os agentes Adamson llowie ; C, na
rna do Trapiche ?iovo n. 12.
^. I!.Os embramo* que pretenderen! mandar
para S"ilhaiiiplou deverao e-lar na agencia 2 horas
antes do se fecharen! as malas, c depois dessa liora
nao se recebera emlirulho algum.
Para o Kio de
Janeiro
san' com brevidade por ter a mnior pai-
te da carga prompta, o bem couliccido
briguc nacional FIRMA : para o reslo
da mesilla, iKissajfetros escravos a frote,
para nc lem e\ccllentes commodos, tra-
la-secom os coiisifjnalanos Xovaes& C hna
ruado Trapiche u. -"i'!, primeiro andar
o;i ruin o capttao na prafja.
til
PtBLlCAdiO SUEMIOCi.
Acbain-sc no prelo as |\>l 111 |i,it> |i|. Ii|--
ItEITO l'l ltl.ll.tl i:(.t.i.r.M.\>.ll(;l pelo Ik. Joa
quim Villela de CasUe Tavares, lente da i -. al l..,ie
de llireilo desla cidade : e por e*les da* -era di-lrui-
do (lelos Srs. sub-criplores o prrmnro rofiimc rt'o-l.,
inlercssaiite obra,.para improssao da qual o- editoras
so nao tcm poupado sacrilcio almim, leudo -u-
menle cm mira aprsenla-la an publico ntida e as-
sea.lamente impressa, em bouslvpos e opiim., papel.
K-" volme, pois, conlendn de :I20 a Iu paci-
nas, em elegaute frmalo, achar-se-ba a vemla d.i
dia 10 de fevereiro em diante, na livrara i"- edi-
tores, llicardo de Kreitas ,vl.. esquina do l.ollr^m
n. 20, ao proco de (i^SKI res. |iara os nao a.-iguan-
les e ah, beu'i como em iiSo das pe-soas que tr rn-
cariouari.ni (!e ageociar a--i-naiura-. --r- di-liibiu-
do aos Sr-. siibscripuur-. ule liante a eateoa 'a
primeira pre-lacao de sua aNasmataava ">>aai ce- : I
licando asegunda e ullima iresta.ao de igual fSsaaa-
lia, para ser paga na rrujin da rulrr.-a d..
do i'olnmc. quejase acha no pelo; receben.)* asta-
da i le anuo a /rc-rme iillunu volume -em maisre-
IribulciV.e.lvum.i.
Aquellos tenhsfca quo quizerem anda sulr-rrcvi-r
faxe-lo nesta provincia na livrara dea odi-
lores e em easa das pessoas rucairegau .* da assbs-
crpej o, c em oulras provincias om ca-a dos resjier-
livo- agentes, al i puldicacan de -efundo viduine :
p..r quaulo d'essi dala em dunata a obra somrule -e
veoic-i por !' KI i n-i- a ex< aq
tu face das eiioiii. -- api /..- que sie obn^adn- i
fazer com a prsenle irnpresrtn. iwa podemos edi-
tores deixar de <'\iuir aftaa Sr-. -ubscriplores t sem
excepe.'io a immediala entrega no sua rasapaaesma
l"o-i ir lo logo qne Ibes sVja aprcseulado o primen
volii.ne ; pa'.i te An contraro, ver-se-bam sna e-
cessidade de aas|iender por ora a iinpre--io dos
/iranio de r'trita* \ C.
SYSTEMA MEDICO DE IILLOWAY
-sfi



>." de 10 das na dila laberna, para ser inmediata-
mente embolsado. O socio Miguel lernaiidcs Eiras,
do-lara mais, que so retira para o Kio de Janeiro.
Recita 13 de fevereiro de fSli.
-Miguel Tenan.I < Eiras ,V; Onnpaiihia.
Precisa-se para Par de nm hornera que sai-
ha fazer asaetear, lambiear, fazer rapadura, mel, e
dirigir ledo o servir do um engentan mvil., por
asua, e que de limioa de sua conducta, offereee-se
boa vanlagem. l'ara o inesmo lusar precisa-e mai
de um boiuem que saiba fabricar sab > de qualquer
qunlidade que sej o quo -aii. i Irabalhar rom qual-
quer que seja o material, c que poma lomar caula
de urna fabrica. IVeci-a-se de ui.i lieari-t' quo sai-
ba fa.-er licores do l las as qualidadea : achando-se
alguem que queira enearregar-se de alaumas propos-
las rm cima mencionadas, dirija-se a ra da t.ru.-
ll. 10.
Perden-se no da 1 na reparti(lo do ello, ou
do-do la alo a rila do Collegio, no a pi'ocurae.lo pas-
-a.la por Antonio l'orcira Monde- aos Sr-. Joo 're-
de Aimeid i Lopas, Maoo-i da Silva Carrito, Uantel
Antonio de Carvalho e Silva : qosm a livor adiado
c queira entregar, se llie Mear obligado. ..u rrcoin-
P n- ira se o exigir : na rna da l'raia. irmazem n.
20, ou do Oillegio ii. I i, lerceiro andar.
- lloje depois da audidhcia do Dr. juiz munici-
pal, ao meio dia, lie a ullima iraca por vi inda .la
casa terrea com S'tao. na ra das Pernambocanas da
Uapnuga, por execiiciia,de Manoel Joaquim Fcrrei-
ra Esievcs contra .'.aria d'Asjuniprao Cavalcanti de
Albuquerqiil.
A commi-sao de benelicencia da fregue/.ia da
Boa-Vista declara que os medir,.- encarrrgados dos
diflereules districtos da mesma ii guc/.ia smente sso
obrigadas a as.ylir grahulameiile aspeaa- maiiife--
larnenlc indigentes, c qoe aquellas que nao eslive-
rem ueste caso podem recorrer a qualquer medico de
sua ronfianra, inesmo nao sendo o do ti-lriclo em
quo esliverem eomprehendidos.
OBDEM TBKCEIKA l}() CAlMtl.
A mesa refiedora da veneravel ordem terceira do
Carme convida a lodos osseus rmeos para compare-
cerera na igreja da nossa ordem, no dia 17 do cor-
rele, pelas 0 horas do dia. aliiu de se tratar de ne-
gocio de grande ulerease da i esma ordem.O sc-
crclario, Jonquim Manoel Ferreirc de Sooza.
Desappajcceo no dia 10 do correle '.-las s ho-
ras da noile, um rscravo de naca i, por nomo Joao,
levou c.ilc.1,0 rana- a de .ilgod.a riseado, altura re- "los desta assombreM me .nina, e prestes rem-
gnMr.secco docorpo, cosluma embriasar-ee : por- P9? "" heneBcioa saude.
lano roga-se as aulori.lada- policiaea e capiaes de i -N "' ,,: I"10-1 lempo esa lomar c-.e icmcdw pai
campo que ii appreheudam e levem a seu senhor, na I flialquer .las seguinlesenfermdades :
ra larga do Rosario, b ilequim n. 27, quo sera re- "^cialeotesciailopeja. KajJare leda especie.
compensado genei osamcnlc. .Alporcas.
Precisn-se de urna ama de Icite: na rna d Areas na
Collegion. 2:, lerceiru andar. Asllima.

'-
PILULAS IIOLLOWAi
Ksie nestroavelespecifico, rompn-i iidcranicn-
Ic le liervas medir inaes. i: ... contcm inorcon.. nrin
algama oulra aaustaaxla dclcclere. Benigno mail
Icnra infancia, e a compleicao mais delicada, li
igualmenle promptn c seguro para desarraigar o mae
na cninpk'ieao mais robusta ; be inlciranienlr inno-
cenle cm sua-, B| ii-nu- c efleitos ; pois buscac rr-
move as iloencas de qualquer e-picio e cro, |or
mais anlig.is a leases que sejam.
Entre inilliarcs de pc-soa-; curadas com csle se-
medio, inuilas que ja cslavam as portas da morle,
preservando em seu uso, ronseguram recobrar
saude c forca-, depois dc'havcr tentado imillmenle
todos os oolros remedios.
As mais afilelas Bis deveiucnlrcgar-se a desespe-
raran ; faram li.'u rompcleide rnsaio dos eflieares
mesa regedora da i mandado do S. Sacra- Clicas.
A
i-ieiim'il.i .id, .... :.!.v.'ui -'iViii,, sabir '.
Iggi j .,...,;.. s.fiena"-l neuiiidahlc "o ei i
ara o
Janeiro
salic com muita brevidade por ter a maior
parte da carga prompta, o brijjue escu-
na MAUIA : para o resto da misma,
passa",'iiisciscravosal'iclc, liara ijii .' tcm i poda sermelhora cscolha, i.< so dove despreSM
ii i om lu-ar do-povoa.lo, c com. que. s he pas-aeem
excelfentas commodos, l;ala-se com os deeif|Wi,IJ i^u^, para eoloearWB. meio
Consignatarios Novacs >': C._, na ra do dos sitios e muilos moradores, se o conlario luerem
a ser facas de ladinos e as--
em procissilo c mi m .. .
lio N. S. daa Dore- a percorrer as ruis da mesm .!
fregaezia, na larde de 17 do correnle ; portanto ro-
ga aos irmSos que bsjam de comparecer na referida
igreja no dia cima indicado, bem como aos mais
liis que quizerem acompaiihar: ao rccolhcr da pro-
rissiio havef sermio.
Nova attencSo.
Mnitoae recommenda a Ilustre corem no subdelegado da freguezia do Peco da Panoli.i,
quo nao so lllm! i com pe lldoa ie alguem pera qoe
re ra o cemiterio do lugar om que est, pata naa
Dbil i ,. I o, li. de
forra- ,.. ; lalquer
consa.
Desinteria.
Uor de -jai ..inla.
u de bal... .
a nos rio-.
Dureza no centre.
Eufermida.irs no ligado.
vcuerea-.
Enxaqneca.
Ervsipela.
Ecbres biliosas.
o inlcrii.itlii.lo-.
i...la
lleninli lini.ia-.
Hvdrnpi-ij.
Irlcrici a.

: lie es
li rae.
de li daesfe-
1 10.
Mal e> pedia.
Manchas na culi-,
ob-iriin-ao de eneas.
Phtisicasai roassssaasfte
pulmonai.
'.clenc.i. d'ourina.
Kbcum.ili-ii.i i,
Svmplomas sccuudario.-.
rea.
I ico doloroso.
Ulceres.
\ merco mal.
Veodem-se estas plalas a i cslahclecimenlo gcrai
de I., lidie-, n. 2i S!ra,:. .- na loja de lodo tu
Trapichen. 54, primeiro andar, ou com adeosArraial lorna-se a
1 sassinos, sena bom que a illostrc rammi--ao _j boticarios, droguistas c oulra pessoas eaacanajsmala
o capilao na prara. | nsneesle local, pois ja servio de cemiterio no lempo le sua venda cm uda a Ainciica ata Sal, llavaaa e
ua epidemiadas fobres, o nao h^uve quem repro- flrspan.ia.
vasa e n.m liio pouco acbaram longo os que nesse ; ^ ende-se ashorrtinhas asno rs. Cada uma drlla
lempo carregaram I j que la eslao. Isto pele o na- i c""tem urna instroerjao cm pertanjSMB para \pli. ai
'o modo de so usar dcslas [.lulas.
< I deposito gcral be cm rasa do Sr. Soum plwr-
l'ara o liio Grande de Norle c Asan segu no
dia lti ilo correnle mez a lancha Fiordo liio l'.ran-
de : quem qui/.er carregsr dirija-se a ra da Cadeia
do Itecfe loja n. 30, defi'uiile da ru.i da Madre de
Dos.
ABACATY.
Com ninila brevidade sabe o bem roqliecido hiatc
Duvidoto ; para o reslo da carga e passigciros. Ira-
la-sc na ra da Madre de Dos n. 2.
^ciaei-.
Fortaleza do Brum.
Oculu .le alcance, I ; sinele d'armaa com legen-
da, I.
10." halallifio de lifantiria.
Livros para matricula de addidos o elfeclivus das
companhias, leudo cada um I poleg idas de lar-
gura c 20 '; dilas de altura, 12.
Quartel-geueral.
Bcposleiros, 3,
Provimenlo de armazem.
Cabvde linbo da I l|2 polegada de groasnra, pe-
ca I.
Ollicinas de:). cl.i-a.
Perro em barras de I l)(Sde polegada do largura,
quintaos 12 ; rame de ferro gro so. arroba I.
Ouem quizer vender esles objectos aprsenteos
sua- propostas cu. carta i-, i liada acoiopauhadas das
respectivas amostras, na secretaria do enusclhoas In
lloras do dia 15 ilo torrente im .'.
Secretara do coiiselho administrativo para orn"-
cimeulo da arsenal de guerra II de levereirodc!
.'ji'..BcHloJofi Ijuneulut /./.v-, coronel pic-ideu-
le. llerllardo Pereira do Carino Jnior, vogal c
: crelario.
O lllm. Sr. rogo.lar interno do Isymuasio
manda declarar, que or determinara do h.m. Sr.
presidente esla aborta a mitinela do (jymnasio al
o lim do correnle me/.. Secretaria do tiymini o Pro-
vincial sdo fevereiro de I8.it>.O secretario.
A A. Cabral.
ll lllm. Sr. reg lar interino do tivmnasio mau-
lla declarar, que os alumnos exlcrnos quo quizercm
frequentar a aula >'.> nui-ica do mesmo Gymnasio,
coniparecan para se inscreverem. Secretaria do
Gymnasio, de fevereiro de 1856.< secretario,
A. A. Cabral.
CONSEI.UO ADMINISTRATIVO.
O conseiho administrativo lem decoinprai o sc-
gnintc '
Para o 8. batalhaode inlanlaria.
r.u.nn verde escuro, covailos 1,0811.
l.'balalbao.
Panno verde oscuro, covadoa i,:l.)ii.
10. balaliiao._
Panno verde escuro, covados l'sS.
i.'n m os qm/or vender aprsenlo a suas pro-
po-ia-, declarando os ltimos procos, acoinpanlHh
das das respectivas amostras na secretaria do rou-
selho s lo luirs do da IS .1. corrale mez.
: .:.; iri.i do convido adi linislralivo para i'ornc-
i do arsenal de guerra i I de revereiro de
(.->.:;.lenlo J >i Ijiiucnha l.u, coronel presiden-
lc.Bernardo Pereira do Carino Jnior, vugale
sccrel ..".
Pela subilelegaciada freguezia da HoaA atase
coi.Ir I ira ;;. liomens para conduzr na- pedila p ira
o lu pilal as pessoas pobres quo forem .iicadm la
opidemia, e para os cano, fnebres, o- quo -
ciunbirenrda mesma epidemia, com o -alario de 1;
diario a cada um : quera so nuu n ei rx.li dar, ii ija-
e mesma sobdelcg icia, u i aterro .i I ia-> i la u.
. Subdelegada da freguezia da lloa-\ i la 12 de fe-
vereiro lil) ls'.ll '. SUll I '
A. berretra Martina Itibciro.
Pelo liscal .o 11. eilo loiaiii multados nos di
2, 's e ai de Janeiro ultimo, em .> cada um, liarlo'
i.., e Arauj.i, S irgiiiio Horacio de l'reilas >
.i.,., [-'raiici.....le l.erao ior veiiderem rarnc cor-
l'.la mesma iufi ice .. i .rain i mi mul-
O agento illiveira far leil.lo, por auloriaarSo
do Exm. Sr. Itr.julz especial de commercio, dada
cm despacho no rcquerimenlo do curador fiscal da
inas-a taluda de Antonio Augusto de Carvalho M *ri
nbo. de Indas as dividas activas da livio e em leltras
da mesilla mas-a, na importancia total de 8:llhi9vl>.i
rs.. segundo a respectiva relacilo em poder do an-
nnnciante pan previo exaine dos prelcn lentes: sc-
giimla-feira, IS do correnle, ao meio da em pmilo,
no -ou escriplorio, ra da Cadeia do Recife.
(I leilaa tiiniinciadn por Basto i\ l.cinns para a
venda publica de MM300 barrieas da afamada o |
iplima I .ir i ii li i do Irigo do Genova, foi Iransl'eiido e
lera efleito, por inlcrveucaa do acento Ollveira, ni
sabba.io. I' do correute, as 10 horas da manhaa, cm
o armazem do Araujo, ces de Apello.
maeculico, ua ra da Cruz o.
buco.

y .-..'..

\ t'omuiissao Beuelict'iitu da Ircrui:-
/.ia de Santo Antonio do iccilo, roga as
pessoas r|tie ipuxercni mandar S|ias >
molas para a |iolinv.a atacada ia epide*
ma. s;' dignem dirigi-ias a 'Casa lo livm.
Sr. vigario,' nooito da mesma inalr
genc-
,i
asesinlas poem ser de dinlietra,
i ns, fa/.endas iiu'siiio ronpa.
Precisa-sc de nina ama lona ou es-
Cl'.iv.l para tuna casa le pcipicua lamilia :
i|i ,: i prelcduK'f dirija-sc a rna do Golle-
gio n. i-i an.ia a.iii,oi! a rita das Crti/.es
ii. II, segundo andar.
lulo doIlrojo.
| AO PUBLICO. i
3 No-armazem de fazendas bara-
'm tas, ra do Colegio n. 2,
"j vende-se um completo sortiinento m
m de fazendas, linas c erossas. por $!
:!J i i '
piceos mais l>ai\os lo tpte einou-
tra qualquer parte, tanto cm por-
^ cSes, como a retalbo, aQian<^ando-
se aos compradores um s pceo
gj para lodos : csle estabelecimcnto ij
!: ahrio-se de combinarao com a s
'-,; maior parte dis casas commercinus Q
m inglezas, (ranccjzas, ullemas e sttis- (i
"'i sas,para venderfaxendas mais em S?
' conta do pie se tcm vendido, ejior jy
j: isto olieruceudo ciic maiores van- fp
tagens dociuc outro (uaUmer ; o o
.V: proprietario dele importante es- B
tabelecinicntCs>X)nvicra a* lodosos ,.
seus patricios, cao iniblico em ge-
ral, para que venliam (a'lx'mi os
sens nleresses) comprar lazendas
l>ai .. no jriuazi'iii da ua ilo
llegio n. _, de
Antonio Lui/. ios Sanios & Kftliin. I
';;...,:; .'. ....'.ym&BBBim^i
ItUli LAFFECTEVU.
O'tnico autorisado por decisiio do conseiho real e
decreto imperial.
lis mdicos dosbu-pilao- recomincii.lam o Arrobe i
de l.alfeclcur, como sendo o nica autorisado polo!
governo, e pela real soeiedade de medicina, tiste
medicamento d'um go-lo igradavel, o fcil a lomar
em secreto, esta om uso na inaiiiilia real des le mais
He (iO anuos ; cura radicalmente cm pomo lempo
eomnouca despeza, sem mercurio, as aeccies da I O unicolcpo ili
das-ama-, nbo- I'"'1.....ou Francisco i

-- cm l'ciiiaiu
C. STAI1 A C.
espeitosamente nniiunciam que no seu evlrnsn |te-
abclccinienlu cm Santo Amaro.conliimam a fabricar
com a maior perfeioao e promplulao. Inda a quaida-,
le de machiiiismo para o uso da agiicullura. na-
ve-acao e manufarlura: c que para maior romrond
de sens numerosos frogue/cs e aje publico em peral,
lecm abcrlo em um dos -ran.lc- armaren- do >r.
Mesquila na ra de llrum. aira/ do arsenal de ma-
riaha
DEPOSITO HE MACHINAS
Construidas no dito son e-laliclociiiicl.U..
All acharan os coi apraderea um eesBSsW
ment demo mas de canoa, eaaa kases esearikafa-
nranlos alguns detles novos e origioaea de ijne a
experiencia de mellos ancos lees mo-lroil a noecs-
s.i.ide. Machinas t vapor ate haKa c alia pi,
laixas de lodo lamanho, lano batida- ceato fnndi-
da, cano- ileinaoedjl para eawdtHfa (amasa ,ie
assucar, macl ipara moi i mandioca, raaasm Ba-
ratillo, fornos do ferro batido paia lanuli... ensrnate
rerru da mais approv ronslrncrte, fundas para
alambitjues, crivos e i irlas para iom iMaaa. euraa
inliuidade de abras do fr-rr. qur SMia ciiUb.iibo
enumerar. No ni i :.. eiMc nu |.......a
inlellisemc c I ibili la para i cethet hutas aa eaa-
roinmenda .'-..,: naascianla c.-hIih-
da .un a cipa, i.l,.d.' ,-'.... i i.ie- e macliiuisOM,
o pericia de seus oiliciat se uni[iromclletn a fazer
executar, com .. maiea ; ateza, percieau, c exacta
conformidade com os modelas ou dcseiinos.c ii-lmc-
cftes que Ibes forem forocu.t.s.
OPE
BOSQUE
pello, impiiigens, as consequenrias
rr na botica .c B.11-
:a i ua laraa i l;.- ,<-
.:M>;carrafa-grandes rn.is.'.Niai
, ras. eos accidentes dos partos, da idade crilir#, e '" """ = -'"''' -'-'"'--''' pc.|iau.is..-,i.i
I'cde-se ao Sr. Joao Pacheco, bat- da acrimouia hereditaria dos homares: convenaos IHUART i VTi1 VKl'' I) Pl li li'f
,,, mora.lorem Olinda, tenlia a bon- calarrhos ., bechiga. as o..lraces. a a fraoneza l Ill...\l.a TUL\ I UU1
....... j r 1 1 dos orijaos, procedida lo abuso das injeccajes ou ile Para cura de pnlwif.1 cm iodos nsea*dm darte ile dingtr-se a ruada Lnucia ao Ite- |Miidas. Como ant-svphilitico, o arrobe cura em |artos,quei motivada por.....i-h|.. c-, 1...... aaahe
cjl'en. 08, ttuc se llie deseja allar a nc- pouco lompoos lluxos "recentes oo rebeldes, quo vol-
j__J- M ,, ven incessanles em cousequuncia do empreso da
'ociodeseuinteres.se. copaiba, da colieba, ondas aje. ee- qoe repre-
Joao Antonio Carpinle
ro ilt Silva
& C., faz setente a sens credores, lano
desla urina, como la le Joto
Carpinicir.il!'. Silva, i|tie Hie aprespn-
lein siiasconl is nu 11 1 ie i ule titas,
11111 i [mi v e 111 ". i as,
.:!; .. las .; di is. .-'i es
i| n.'.di :.i lis se i'.'--
1111, um cu lite
.. 1 1 1,; 1
..,! : .. ama ama
l'azi r.. 'i\:- 1 interno 1 1
l"J0, seguudo andar.
fitier venen
. :
.!". '.;: -. ; .

ni] l
lados
liscal
Santo .'- niomo. nos das ... o I
l.ucu Lu -. Jai .i. ioaquini da
s llraga, Ignacio nano
Monttiro a liioniozio tioncalv Maia ; o pinueiro
em ifl.-,.. egundo cm n?, o lerceiro em ni -. o quar-
lo em l'.-. o u quinto cm >. \ multa deste ultimo
do Ubi me/, Jo-.
Silva] Manuel Jos Lope
A riiiaudaOc do ilivm 1 ;'. lo '- mo 111 resol-
vida faz. 1 ... e n sll.l i-t, 1 11- Tilines .liare
ni .e uii os, al ras da le, esc illienu 1
para ni I ,11 >rcu '' padre egador da
capella imperial J 101 isir.11 li -nc 1.
Os dous Imis aiinuuciados v ma, | ra se ver
na loia n. 7 do Passeio, deixaram ilo vir pnr can
pama, ua cuneiia. ou das njei C/hss qoe re
seiiioiii o virus sem uoutraiisa-lo. O arrobe l.a-
ffecicur he especialmente rrrommendado contra as
doencas nvcleraslas ou rclK*ldcs ;u. mercurio c ao
An|.uno indurlo de pola-i.1. I.islma.'Vei.de-sc na boti-
ca de laical e ilc Antonio Feliciano AlvesdeAzc-
vedu, praca U- I). I".- Ira 11. ... 11 le aran 1 de alle-
gar nina grande poi irrafas m an ;.,--
quenas -. i" I,. direrlar.u 11 ,' I 1 ,'
lito liovveaii-l.alTectour !-_', roa Kirh l'aris.
i- formularii dAo-se .'i .' era -...:. a Sil
va, II 1 p; ae 1 de |l, l'cdl II. 1 I 1, : laquilll
., 1 inial- ** :. ; llahia, I Ima .\ imi .;:'.:
- i iuuin; liio ,, ia (\ l-'iliios; c llor i-
' i; ra, I. a de .Ir ; : 1 Nova. Joao l'ereira de
'. I. C : llill '...::. I .anei'.e I .' Paill 1
. al i i\ (..
-aba inhar c
ua ra Direila n. Km casa do N. <>. I
! da Cru i. i, vettil :.
I ii a em i | i
v inagll' in am n.
i'inlaei i)
. jl i -
.i .'..., i aa
i: | < I. ii .
o
nas.
,ns ii.-, Kussi .
iel de enilint'iio
fui por ler cm sen armazem, na ra da l'raia, J ar- j da ebeia, o .po boje c-laiao presentes na inei 111 loja.
. .lin iji ciiiiii.i.
:- non., .i.' slopa.
I .enieiilo.
Por commodos precos.
na, pleuriz. escarro* de sancoe, d.;i de co-ia.le-
peilo, palpitacao no coraran, coqm lu, lie.bn.iicliii-
doi nasarsanta.e lodasas moleslinsdeeerseaajl
iicEAB M ESGE-
:v h ::> i.\i.;:-
. :ilo" DAVIli \VM.\X. n*
...... IO ..IIA-
tiz,
rp um --;
rl .. mec......
i. : '.. iew sem i iteilei ia
, c I-.:i.i,i. de
ululle c i red n
: ,
rc-.sti de lm
.,..: iil .. ilhe, ni"i-
HESM ti .'>.
i.| erial
..... ..,.'.''o
inoili.l. ; i
" i
.. i de C.
\ ro, i i vi n.ler
. uin
in
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' iiioilillo e i i'nsiriiiv,"



dmeuo o nmsm sexta fb ib
F VEf.ERu
856
fE^
TI
erceira eai^ao.
tliflBn H010FATEIC0.
Preservativo e curativo
is.
Gatea aw8 a nAttAiin 0 Sr. Jos Gama, morador no Poco
I tBSt -e I Joto Ignacio de Loyolla: na ra da Praia
111 a diorama.
MA DOCRESP0N.lt
l" ANIIAK.
VISTAS NOVAS.
|UO
III.I
PELOS DJ1S.
Z a R! .'~8K. Je' TaSid-S E: _a ..r-x BE 3 I V 3t St _
ou mirarla o poyuparaje podr rorai lenta enrerinidade, a.diiii>ii-.lraudii n remedio mais 'rftira/es
para alalha-la, emqnanlo seroconaonaedico,ou mesan paraeura-li iudepeudenlc desle nos lanares
em que nao os lia.
TRADUZIDO EM PRTGUEZ PELO DR. !'. A. LOBO MOSCOZO.
EstesdonopsculosconiemasiindieacAes. mais clarea e precisas, e pela sua simplesc concisa riposi-
cioesiaoaleanredetodosainlclliReneias,'ii3oApelo auodia respailo aos meios corativoi.comoprin-1 <.....os lecm entrada mal., sendo perlencenire
eipalmente-aus preservativos que lemdado mais salisfaclmios resultados em toda a parle un que familias que icnliam elle lem sido por los era pra tic. i. o proprietariu inulto agradece ao publico a
rielarlo doste pauorama avisa ao publico,
iliaa domingo 10 do crrenlo tem da apio-
sentar as novas vistas abaixe declaradas, quac -<>
-iijii inuiladas no domingo segrale. A rnir.nl.i de
cada pessua he 500 ri, e as criauc** ale a idade de S
Sendo o iratamenio homeopathiro o nnicoqaa lem dado grandes resoltado* no curativo desla horu- araadi
velencrmid'do. jalgamosa proposito Iraduxiirestes doin imnorlaules opsculo* nm lincua vrrnaci-
la, pura dasl'arlo facilitar a sua leilura a (fiem ignore o (ranee*.
Vende-se unicamenle no Consultorio do Iredaeior, roa No n.38, por 29000. Vendem-se lambem
os mcdiramcnlos precisos e boticas le 12 tubos coin un frasco de lindura I', iimadila de ;ill tubos comr
Ivro e -2 frascos de tintura rs. 239000:
enneurrencia que ollinianienlc lem iidu
eiignniinar o
Massa adamantina. Precisa-se atusar para o ser ico de uinaif.iui-
Ilc ccralaicule reennhecida a excellencia desla I Ha inglexa, ama preta que saina lavar,
preparac.lo para chumbar denles, porque seos resul-' coser : na ra doTrapi.he Novo u. I
la Sebastiao Jos do Oliveira faz uso dcsta preciosa i O l". liil.i'iro, medico
inass, para o lm indicado, c as pessoas quo qui/.c- sidade de Cautn 111
rom honra-lo dispondo de seus serviros, podem pro-
pela l
cura-lo na
beiro.
travessa do Vigario n. t, loja de bar-
i
ge, continua
na na da Cruz. n. I .
nivel-
a residir
Crtizcg ti. 11
: J. JANE, IIOTISTA.
: continua a residir na ra .Nova II. I!>, primei-
ro andar. l*
> 9 r: JTf
Col lew
loteras d\ provincia.
ti caulelisla Salustiano deAqoinn Ferreira tnmnu
x resolortio de vender os seos bilhelea o cautela* .is
pessoas que comprara para iieEorio, sendo a qoantia
le 11*1-para cima, diiibeirn a villa, pelos preces
abaixo notados, na roa do Trapiche n. ..i, soaundo
andar, mi qnanln evi>trr o plano actual de i,000
hilhnlim na importancia da 21:0005, Hondo estes
precos lirmes. Klles san pagos sem o descont do
oito por ceulo da lei nos tres primeiro. premios
grandes.
Kcrebe por inteiro
GRATIFICAQA'O.
I)a'-se 205000 de graticac&o
inculcar uina ama de leile Ion
etava, (jue tenlia boas qualidade* e li
leite
qiiClll
oit es-
<|ti'isi pretender dirija-sea ra do
'lo 11.
i, armazem, ou na
, sexuado andar.
Bilheles 6S600
Meios 2a300
Tercos 2*240
Quera* tftiSII
(turnios 19360
OHavos uso
Decimos (180
Vigsimos .100
fcOOftjOOO
3:01 gOOO
2:0009100
I :."i0u-rtMHl
|:200000
7..U3IMHI
KtltfcOtK
Arrendase o eniicnlio Sania Cruz, na freguc-
zia da Escada, levantado lia (I annos, em Ierras do
............ v,..u o.....|.cuu, oc mullo una piuum r.iu,
distante .!o enitiarque Ir* e imua leguas ; quem o
prciender. dirija-se ao propnelarlo Manuel tioueal-
Ves Peieira Lima, nn engeulio Vrenle CawpellO.
L0TEHAS OA PROVINCIA.
<: '.. auteti.' U\ balustiano
.1. equino Ferreira
o caulelisla
Soln DO I
IEBIC0
MOMEOPATHA.
EXTRAHIDO DE RUOFF E BOEN-
N1NGHAUSEN E OTKOS,
c poslo cm ordem al(diabelic.'i, mm I dcscripcao
abieviaila de Indas as molestias, a indicaran pbvsio-
logiea luerapenliea de lodos os medicamentos lio-
menpalhico8. seo lempo de accio concordancia,
segara* de un diccionario da sigoifieacAo do lodos j
otermos dermeilicina e cirurgia, c posto ao alcance
das pessoas do puyo, pelo
avisa ao rcspeil-ivel publico, que lendo sido alterado
n plano das presentes loteras da provincia para
.uiltl bilbotesna importancia de ^S:(liKI-?, tem rcsol-
vido laxer lir:nes o. pcecos dos lulhetcs e cautelas
HHI.'SI'IO r,,nl abaixo se demonstra, os quaes sao pa^os sem o
descont de oito por rento da lei as tus priireir.is
sorles grandes em quanto existir o plano actual.
' pelo qual sao exlrahidaa as loteras desla provincia.
Klles eslSo expostos a venda lias lujas do coslume.
S ] sobre os tres primeiros premios grandes cm seus In-
llieies inleros vendidos cm originaos.
Rillietes "SKI" Recebe por inteiro
Meios XVdHI
espea que lo.los conlluem a licar salisl'eilus co-
mo ule o presente lem lirado. Nos domingos u cs-
labelecimenlo oslar alierlo ilasti horas da tarde
at as 10 da imite, e nos das de semana 'la>(il|J
lloras da tarde is 0 da imite.
Vista do granda poi'loe cidade do Havre,
na Franca.
Cidade de bernc cap ti I dcslc caalao, na
Suissa.
As ditas grandes esquadras lianee/.a cin-
gleza, em nina baliia da linssi.i.
Vista geralda grandebatalba de Inker-
niaii, na liutsia.
Grande cidade de Santander, na Franca.
O grande palacio de cr) stal e evposirao.
na Inglaterra.
val de Claris, na SlliRa.
A erande igreja da Magdalena, cm Pa-
n. '.:.
Tando-se nalisado as ferias, n snlieilador abai-
lo ansicnad, aununcia a lodos os seos amigos e as
pessoas quo do seu prestimo pfeeisarcm, o acbarSo
empre promplu na soa residencia da ra da Gam-
boa do Carino n. :ts, prlmefro andar, ou no cscrip*
lorio do lllni Si. i ir. Joaquim Jos la l*oiiseci, pa-
ra tratar de qualquer qucslAu nos auditorios dc*~a
cidade,Gamillo Auuu-lo Kcrmra da Silva.
I'recisa-se de uin lioniem ca.sado --nn filbo que
queira n-ei feitu de nm sitio perlo, < lambem ^le
ler sentido cm alguiis esclavos no l'a>eio, luja
n. 7.
:\t ti.' 11 CU
Aluga-se nmarmazcn na tr.ivi
no Recite, prximo a ponic nova.
n,acai< ou caixin que
pioprios |
meutn que
na lita da Cruz n. (i. pri-
o verdadeiro e axcellente
libras <: or muito barato
por
encle-so
metro andar.
eha' preto em
preco que faaadmirai-.
Vendein-M' espingardas de dous ca-
nos franccwis. muito proprias para ara
c por baratissimo prero: ha ra da Cruz
n. "2li. primeirn andar.
Ven e-se aen em cimbeles de mu quintal, por
prero mullo enmmodo : no arma/em de Me. t'.al-
innt t\ Companhia, praca da Corpa Sauto n. 11.
Mu teirn,
nova, e vend -se a ai-
rxisle, balancs e pcos
conrus salgados, ou oulr j eslabelei'i-
ts gneros preeisciii; esl bem arondi-
loja
.ii
almiar na ra daCadea do Recifr
o"
ris.
^.
cidadcccanjla
o exposico em l'a-
Slokolmo, [i and
Palacio da Industria
ris, vista de da.
Ilosptlal prnrisorio no arsennl tic innriiilnt.
ti ctrurmftu luaquimJusc Alvos da Atunqucrquc,
encarregado desle liospilal para iralamenln dos docn-
les atacados da epidemia reinante, pede a todas as
autoridades do Recil'e, e mesuio as pessoas particu-
lares, que sem perda de lempo, c logoqae soaberem
de qualquer ataque vordadeiro oa davidoso cm
pessoas desvalidas, a quebrara mandar conduzir ao
referido iospital, alim ite seren soccorridas imme-
ctonado
n. 30.
O abaixo assigoado, nvenlariante dos bens de
seus taileiiites paia Juse Andr de Oliveira e mm
mullier, previne ao Sr. Jos Mangues de Almeid.i.
residale no engolillo Pagao, que por falla de paga-
mento, acaba de levar ser apuntada, a protestada
na forma da lei, pela quanlia ile rs. :7'.*ti?.)1Hl. a
leltra aceita ao pai do aununeiante por a. S. em 12
le teverciro de S.V, c vencida boje, t) annuiici-
ante smente serve-se do jornal para prevenir a S. S.
do que leva exposto, em coiuequeucia de S. S. Ihu
bAo ter querido ,linda responder a rarlaqueoan-
uiincianlc llie dirigi us primeiros das do me/, pas-
pado pjr intermedio de seu correspondente aqu no
Recjlc, tmbora depoil disto S. S. ja telilla mandado
lilleie.iles vezes, c mesmo viudo esta prae.i, como
tamliein pur nao adiar o aiiuuneanle portador que
na presenta quadra de pesie quena ir a scti eiiuculiu
conUHBicar-llie o expeudido. Dada pois e-laaalis-
lar.io, serviMhe-ha degoveriio. Itente \\> de e-
vereiro delBS. -II-................ >'-
-uc'redo.
Nn arn ..,
la \|,idi i!"
\,
l*!t*, '( . i
r.tl is, .i . i.i
r.l.MI'MKl 'i
le p le* ti
paulii -. ' ii.i
./T1
^L
lie<
'. cenle K ii< ir^
II. ^l.
laicista, na toa
.C aiu. rio Ierro de stipeilul qunli-
npriior em raixinhas de ilun.i de gar-
irira grava ingiera n.'.' di afamado
:, ': ii ii.....m barrica', de l.'i duxia
la '-ni cas.i de James l.raliliee iv t.uin-
i mi n. ll.
*
ia neos ti
cezes e (
a.
Qarlas trance-
^il^O
\..i!iui-'c uiieriores cartas franeems para vnl-
i.!(.. .i .'ii i-. U.ir.illio : na ra do ijueun.ido,
I ja .:.- mi.: /.! -;.t I' >.\ Kania n. 33.
Coichos imbomba derepuxo-para regai!inrlae baiia,
d-capim, uafan.licaodc II. '> Bownian: na ra
i" Uriini ns. l. s e 10.
Corles de cassa para iniein nucr dar lis
i:-. por potico diuliciro,
Ve*-I* in-se curtes do (a--* rhila ile hnm Koslo .i
.!:;, il; is de pdrnei Iranccxes ai i'l'l. ca>sa ruxas
paia ataviar luto, ditas pelas dc^padres iniHdos a
Socarlo, alpaca deseda dequadros de lodas as co-
res a 720 n covado, lencos tle luco tanto pintados
como bordados a 320 cada um. Bravatas da seda pa-
ra honiem a I- 0 !-<0U : ledas estas fa/endas ven-
lem-se na na do t>espu n. (i.
i Vende-se un terreno cnni :to palmo* c^e frente
i e i i > i ou fundo, cm ptima .ilo.rao para s* eriirar
I I'or ser na travs..-) da la Real, nova la aborta da
Solrdaile paia o Maiipoiuln : iiata-w nn tegando
aiuUr da ra estrella do Rosario n. i..
Tabeada de pinlm da Siicn.i. .Iralran c pile.
-.1r- <- 'Ittx-ul \ l.oiiii.mlH.i, li i-do lecebidoam
rarresamenlo destes gaassros |ela hffissH -.uceo/l.
''"' ; de ilhcn.i.sora, M-ndii.M ... ,irmm a
re'allm i m preraa |. .......
Iludo no aiu.i/.in ,, r.
do llrum.
"lal.oadn asho sttassn.
' i vatoo A Itoaa, raa
Na ra Suva n, l. fabricoe luja de chapeo-, re-
leheu se pelo navio l'erniiinl'iirot receiilemenle clic-
gado do Havre, nma nova Urlura dos objectos ci-
ma meiM-ioiiados, sendo as formas as .ti h i moderna,
que lem apparecido ueste mercado : assim como
outrns inuilos objectos proprios do estabcleriincnio.
0mpm.
Coiiipia-seinna casa le rea ctnqual-
quer tos bairrosdesla cidade, co'mUinlo
que nao esteja deteriorada e seja em boa
na: na loja n. VI da ra da Cadcia do
Recite.
Farhilia de tilnidioca de
:s. atii us.
Vend- se farinlia muilo lioa e nova,
eliegadn pelo patacho AUDAZ e escuna
ZKI.O/A: trata-se qualquer porcSo no
escriprorio di- Isaac, Curio S C, ns ra
' Cruz n. W.
Milhoe fa&'iiiEa.
Vendem-se sacca rom milhoe farinha, dealqoci-
re, muito superior e nova : na ra de Sania Rila,
taberna n. .'i.
acusas
isede
bons gostos
HA-LOJA DA BOA FAMA.
Ol )':". ''> ?;!-
I
ra | res.
Ve*
pelo li
grtan
1.....
...-!.!." prcen de I--4-I., |al, ,l,|.,. ,lr ^|.
.i.i- .. fll a p-r : oa rua do i.'i.eiru.i.. |*u
d ;ui.. /. .i Boa I'.iiim i.
1,'ill-ilO.i lo II. II. a* }.
i.noaiiiri.l. ,1e l.i-l.. rt
rniivc Inmiiarda. rimic
ralMiii, r'-
Veudem-se Ra la d
goinles ementes, rln lada
rouve Un, iiiuii- al^aive.
Ironxoda, rahanele, oobo dr II dl.n I
polliu, brocas, al a,altare.
\ ende-se um cahriolel todo pinlxb, e l,wra<|.,
de novo, rom ,-irrrins, he baotMatS lev^, *e^ce Ih>-
iiiIii : pera ver, na roa do liospici". e.qiu oarCo-
m.ii .'i.>. toja do Sr. f'.an lulo pintor de rarro. o a
Iratar, na rua do Collecio n. M, pinocir, andar.
Compra se um escravo mor
dialamente ; porque, qualquer demora no Iralamen- I achaques pal a padaria : na rua du
Tercos "100
Qoartos 13H00
Quintos 19110
tlilavos 'MI
Decimos 760
Vicsimos 400
DI. A. J. DE MELLO MORIS.
issienait.es podem manda
, assiracoino quem r\u\/.t
AULA DE LATIM.
Os Srs. assicnaules podem mandar buscaros seu
e\einplares, assim como quem qui/.er comprar.
lo de semclhanle molestia piide ser a rausa do man
resultado.
l'recisa-se do nina mullier parda uu preta li-
vre, que queira servir em uin.i casi honesta c de
coueideraeo, laxando o servico de Minenle coser e
eu^omroar, perqu para coznlia cst. servindn um
pur ser captiva ; a peasoa que Ibe li/.er coala poda
apresentar-e ale as S lunas da iii.inli.ia, e de lardee
ou a noile nn casa do sobrado de grades encarnadas
na rua da Taima que .volla para o herr do l'onnho
ti caixeiro qoeainda esta arrumado, porcm que
deseja deivar dita arriimacao depois que tiver Irala-
do outra, querendo, pododirigir-se a rua da Cadcia
do Kecife n. Iti, prnneiro andar, para se ajusfar,
dando liador pela conducta. .Vi mesm.i casa acuna
precisa-sc de um administrador para lomar conta de
um sillo perto da praca ; paga-se hem, sondo pesoas
que saiha, c compra seos ilevcns.
I'erdcu-se na noite de sabuado, '.i du crranla,
no lliealro de Sanla-lsahel, nina pulceira de corna-
lina branca, encasloada cm ouro ; quem arhuu leve
ao paleo do Carino o. '.', primeiro andar, que sera
O padre Vicente Ferrer de Albiifiuer-
ijite contina com sua aula delatim, rio:
lia 2 ileaneiro em (I
diante, pela mesma
manein c sol as condicoes ja' annun-
ciadas.
PfBLlCACAO' LITTERARIA.
Repertorio jurdico.
Esta publicai.au ser sen) duvida do olilidade W
firiucip.iaiiles que se qui/erem dedicar ao overcicio
do foro, pois nella ancontrarUo por ordem alplurbe-
hca ns principaes e mais froqaenles ocenrreneias ci-
vis, orpnanologicas, commerciaes e ecclesiaslirasdo I atioliees da mesi;ia eomp
nossofdio, coin as remissocs das ordenarnos, leis,
avisos e regulamenlus pur qac se rene o Brasil, e!ulna petjuena
hem assim resolucOea do Travistas antigs c moder-: pie se (pti/.erem iltilisai
6:0OOS0O0
:i:O0O000
" J:tHKlTOIK
I :.VHlsOtH>
u i:^tHI?(H)0
a 7.O9O0O
liOttoOtK)
:o;ouo
t) caulelisla
fialustiniio Se Aquinu berrtira.
Aoreliauo de l'inhu Borges. profe^snr publico
de primeiros leltras, jubilado, oflerece-se a dar ll-
enes era rasas particulares, coin /co. civiiidade cap-
proveitamentu : a pessoas que preci'arcm dirijam-
se a rua Velha n. i2, que acharao com quem tratar.
Joaquim Maunel Terreira de Santa.
Candida .Mana (la PaixSo Hocba, pro-
fessora particular de nstruccoprimaria, | _i)csap,
residente na rua do vtgariodo bairro do
Kecife, ivr. sciente aos pas de suas ali.m-
nas, r.|ueacba-scaborta sua aula, naiiual
contina a ensatar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por precos razoa-
veis.
O escripturario da Companlua de
eberibe.M.ireolmo Jos l'upe, iinda con-
tinua a agenciar a compra c venda de
tilia, mediante
i gralilicaro: as pessoas
de seu prest i rao
de liarla, sem
C dovelo n. 31.
Comprs-se um ravalln novo, de bonita ligara,
que Beja manso, lium pa&ttageiro ou ra mador bai-
Xvi, e <|uo nao tenha manilas uein achaques : em
Apipacos, no en^eulio lluus limaos, casa do ullc-
cido 1 r.uu-isro da Rocha l'acs Brrelo.
Conipra-se uina ou duas catTocas nova-, ou em
bom eslado para andar com um cavallo : queni as
livor ou se quizar encumhu de lazer, dinja-sea pra-
ra do Corpa Santa, rscrtplorio de II. I. Oliveira.
Vendo-sc o verdadeiro o mais fresen rap
lo Cordeirn, recemente
io, e pur prero eonmiodo :
de lerragena n. 13, de JoAo Jos de C. Moraes.
Tan-
.:i\Qu-j.
generosattieule 'jratiticado.
Precisa-sede um moleque, dando-se I1-? men-
saes -. na rua da Aurora n. .*, prnneiro andar.
ppareceu no quintal da casa da
rua Nova n. .")0, urna gallinlia brancir das
libas, leudo na cabera uin tpele de pen-
nas bastante jjiandee dilleieule do cotn-
inum, ha poneos dias tambein lrtaram
B\
F'2fiS
m
tindem diriKtr-SC a rua
Nov;
a a.
nos em que se lirmam. Conlm seinelhauteinenle \
as decisoetdas qoestoes sobre si/a*, sellos, velhose v
. .". -m-m ..^, o.irJaiiu.>j-ociirrer!e<"l"lP,ono da inesina, das S Ilotas
a eallaecaoda iiossas leis e Mos avalsos. imi.-.. i., ^rdi
r. de dous volumes om oitavn, grande franco?, eo
primeiro sabio i laxosla venda por Ns na loja de
ivrosn. 6 e S da praca da Independencia.
i, no
a's "
Instrucyo publica ele-
mentar.
Aclia-se em exerrici ;i seaund< escola da frene*
lia da Boa-Visia, n:i rua Velha n. hl.
Conlra,am--e srvenles livrcs para Irabalharem
na i1liimin.r.io publCot. paeantlu->c -2ll> incusacs : a
ijii.'in i.....\ii'i, dirija-se au arma/.ein da reTerlda il-
Inininarjlo, ou a rua Imperial n. (i., a fallar com
Prxedes da Silva titmnao.
Na casa da residenciado Dr. I.ourciro, na rua
ta Saudade, deCrontc do Hospicio, preciaa-M de urna
ama de leile, forra, que nlo Ira-^a comsi^o o fllio,
(|uv tver, de pcito.
Lotera doGvm-
nasio PernaiiN-
hiicaiso
Antonio Anlunes Lobo la/, scicnt ao
respeitavel pnblieo, c particularmente
aos seus tregeles que lem transferida
sua loja de chapeos da rua da Madre de
Dos n. para a rua da Cadeia n. 00,
i junto ao arco da ConceicaO, onde o en-
COntrarao sempre prvido dos melbores
sorttmentosde chapeos.
DAGUERBEOTVPO, ELECTROTYPO
E STEKEOSCOPO.
Na antiga c nem mohecida calera c ofllrina de
retratos do aterro da Boa-Vista n. t, lercoiro andar,
continua-se a tirar retratos por qualquer desse* av-
lenlas com toda a perfeicao Ah se cncoolra o
\ mais rico e ahundanle sorlimento d<^ ohjcctos para a
collocacao dos ictralos, que lem vindo a esta capital.
f!So se entrega retrato alcura em estar parecido e de
un traliallio perfeilo. Das 9horada manbaaas3
da larde esto sempre a Ratera e ollicina a disposicao
do pulilico, pudendo tirar-sc retratos cm dias de
chova.
Troea-se o arrendamenlo do primeiro audar da
casa onde o fsllccido llr. I'aiva leve escriplorio de
advogacia, ua rua ostreita do Rosario n. :Y2 A, por
outio que tenha maiscoinmodos,ou pur um dous an-
dares em qualquer dos largos ou das ras principaes
da freguezia de Santo Antonio : trala-se na mesma
casa.
Precisa-se de uina ama forra ou escrava, que
saiba lazer o servigo diario de una casa de pouca
familia : quem pretender, dirijac a rua do Colle-
cio n. li, annazcni, ou a rua dasLrazea n. II, se-
uuulo andar.
um jallinho bronco los chamados de A-
illa, assim como varias peras de roupa
do criado e um chapeo de pagem com ga-
laodeprata. tima calca de pannoa/.ul li-
no cota vivos de berne carmezim, lia
poneos dias fttrtaram da potla da rua uta
banco grande deamarelio; epara que
nao continu semclhantc pratica, da-se
"i.slll.'tl de;;iatiieaeao a quem descola ir
quem he o ladrao que aproveita-se to
menor descuido para exercer seu ollioio.
a lem de se pagar o vaior tte qualquer dos
objectos citados que for apresentado no
primeiro andar da itiesiaa casa: assim
como roga-se a's autoridades policiaes o
obsequio de (azerem por descobrii os tacs
la raptos.
A pessoa tpte liver para alugar al-
gtlm sobrado de dous andares, ou mesmo
tle um andar e sotao em qualquer dos
tres bairros, e que tenha com modos su-
licienles para tuna familia : dirija-se a
rua doQueimado loja r. 20, que ahi se
dir quem precisa.
Una mullier de idade sendereen para ama de
nina casa de pouca familia, preferindo casa de ho-
niem solleiro: na rua da l'ulina pur haixo do Sr. llr.
Chaves.
OlVererc se a qalquar senhur *le en^enhn que
queira encajar para sua fabrica urna pessoa que Ira-
la pelo systema homeopalhico, pode procurar na rua
pireila n. (ii, secundo andar.
PARA OCURRENTE AMO,
lollnnlias di- al;ibeita conlendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desla provincia, tabella dosdirci-
tos parociiiaes, resumo dos imposto ge-
raes, prorinciacs e municipaes, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, entrado, mascaras, cemiterio,
tabella ilc feriados, resumo dos rendi-
mentos e exportacSo da provincia, por
500 rs. cada tima; ditas de porta a 100;
ditas ecclcsiasticasou de padre,comare-
sadeS. Tilo a lOOreu: nalivraria a. 0
e 8, da praca da Independencia.
gf Na roa Augosla n. 40, vende->c um nom :i>
i^i canario de hnnerio. rao
c-f ;j;;;;;;?;w.;;;;;-::.:a:r.;r:?:8
Vende-M om nrora e nma nesra para inl -
ii vii ;ii. amboi) coin :>( ittnos, a nesra ho noitande-
r;i. Invadeira* c CQcInha o diario
Vcllt.i n. 7(), twgundo aud.i.
aIdoi
vVJ
a hnrifo do hialf SOCO Olindu,
cnisigoalarios Tasto Irma*..
na roa d.i Son/ala
ou a Iralar tum os
Vendem se larangeiraa de umbipo, selecta e
mu^ratt'l, enxerlos do IimSo doce e do lima de uin-
liiu". i ti- il! rrulap.o, ilc lima ielecla. de abacle,
de iapolis, de pintipira?, tle ancieo. de i^oiabeiras,
dt uliaias e jaliulicalia : no principio da enlrada dos
Ailltclof, l.idti esqnrrdo, ca-;t na Iter-* da eatrada,
com a fren le pintada do cintenlo de Mann*>l Mor-
ques.
Vcnde-st* qiiitijiK landrino mallo fresco e de
pralo : na rua da Croz u. .(.
Vende-se reijAo mi sacca^ cramle, checado do
Aracalj : na fu da Ou/. n. :(, primeiro andar.
B i'.icos do I ttaix1;! Komao Coinninliia,
Yendem-se esleitatreililados bracos o> dO t> -J.'i pol-
le^adaf, proprios para balean dt; labernas, por prero
mais rommodn do que cm outra qualquer parle : ua
rua do P.iinsel n. I, loja de cera.
O
tleiiei las de d nnihro de l.l.i com ti pulmo. de rom*
primcnlo c s de largura a iQ.'VOI), c mais rompridas
de prego proporcional : na rua do Racimado, luja
n. Jl.
Vendem-se saceas crandes rom milhn, arre/,
d rasca em -acra e .i granel, dlftodflo em carneo.
latas com ulen de ricino de 37 libras cada una, 12
loros da anuicii propriu para mareineiros, ludo por
proco con-,,mi lo : na rua do Vicario n. 5, ou no
ae< d-i Kauos a bordo di liare.ii-a eProvideneia.
Vendem-se sacras ruin teijao branro, mulali-
nhn e fradinlio : na Iravessa da Madre de lieos, ar-
mazem n. (').
Vendem-se ricos leque* cum filuma*. Iiolola^e
epelhn a i?, lavade pellica de Jouvin o mellmr
que pode liaver a IQ60U o par, ditas de seda nni-
rell*> e. hrancapara homem e scnliora a l>*i>vi, di-
tas de torcal prel.is c rom bordados de cores a 800
rs. o |$20U, ditas de lio de Escocia brancas c de le-
das as cores para liu'mcm e sciilwr.i a ."ilHl rs., (lilas
para meninos e meninas muilu boa Calenda a .1-",
leuriuhos de retro'/ de todas as cores a I?, Inucas de
";' r-"' ...... .. .- iwlarnaa para
atar cabello, fazenda multo superior a .i?, ditos alisar lambem dnlarlarnoa a .:?, ditos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
I irlarnu.i .i 1-.'sn. dUos de alisar debtalo, facn-'
di muilo superior a 32" e 300 rs., linda mcias de]
seda piuladas para crianeas de I a :t annos a I3RIMJ |
olpar, dilas de lio de Escocia lambem de bonitas
cores para cri.ii.ras de I a Itl anuos a ;i_0 0 par. es-
hegado do Um de .lanei- ; pellios para parede com evccllentcs vidros a 5tl(i,
na rua do Qoeimado loja 700, le l~-10, touc. olores cum pes .1 I.ViOn, litas
do velludo .le todas ,-is cores a IG0aJi0 a vara, es-
covas linas para denles a 100 ra.,olns>imas a ")00
rs., (litis limssinias rom cabo de marni a le. Ira li-
ras de seda de todas as cores e laaras .120, 4l0 e
.VIO rs. a vara, sopolinhos da loa para criaucas de
bonitos padies a 2(0 e 3-0, aderecns prelos para
lulo com brincos e alfinelea a 1.-, toncas prctasde
-eda para crianeas a 19, Iraveas das me se usam
para segurarrabello a I?, pistolinliaa de metal para
erian-as a 200 r... sjlbeleiris [.ara areile e vinagre
a 2.>2il(i, bandejas muilo tinas e de lodos os tama-
itos ,te |J, 2\ .'I? c I?, meias brancas tinas para
senbora a 210 e 320 o par. dilas prela- muito linas
a 100 rs., ricas raixas para rape rom rirjiissiinas es-
lampas a 1L> e -j'jOO, mcias de seda de cores para
linmem a 610, charnleiras muito linas a 2c. i>te
para bengalas a 10 rs., pastas para suardar papis
a S00 rs.. ociilos de armaejlo de ac praleados e dou-1
r idosa Oli, I? e 1^200. lunetas com aro debtalo
e lartarusa a OO rs. c 1>, superiores e rie,s benca-
linhas a -J, e a .100 rs. mais ordinarias, cbicolcs pa-
ra cavallo pequeos c raodes, fa/.enda muilo supe-
rior a 6t0, Silo, 1-, tr.2(i(l. ;MI() e 2-, atacadores .1-
cornalina para casaca a 3*0, penles muilo linos para
suissa a 300, esrovas finas para rabeMo a 6t0, dilas
para casaca a lIO, rapadlos piulados para sala a
010, meias brancas c cruas para bomen, faienda
superior a IfiO, 200 e210 o par, camisas de meia
muilo linas a I- e 15200, tovas brancas encorpad.is
proprias j,iara monlaria 2i0 o par, meias de cores
para --enbora muilo forles a 220 o par, ricas aboio.i
duras de madreperola edeoniras m-iitas ejualidades
c sostos pasa rlleles e palitos .1 :-H:l rs.. livelaa doo-
radas para ribas r Collcte; a l.'il, ricas litas finas
lavradas o de todas as largara*, bicos finissimoa de
bonitos padrties e Inilas as larearas* ricas franja-
brancafi'e de cores para camas de noivas, lesour
Para saecrdotei*
Veodem-se mei.s de laia aaeooM najaaaaB ,1. po-
da preto* para renteles : ua roa da Cadeia d. H-
cife. loja 11. ."iO.
Ai tilliai i.i i-iinli'.i ncaWaloam.
Lavas de l.la alco>.(iadas para friccA-s, l-noV a
proprirdadc de aquecer rvrr-Mvaniiil. a prlle
nao fcrir : no lla/ar l'erntmburann, na roa Nova n.
:; I, nico deposito.
KEIJAO1.
Vnle-c feii.Vn mulalinlio por bbsssji ao
na '"v. san. -,,.... .. ,. '. ,,;.,,-,
.10 I errera S. I.uiinario.
t-o*ti
ai marera "le
Re

rtns le \;i
V'iulio
OO'IOS.
Xeiidem-sc re:,=io de oun. paicnle loajloj: ..
ascnplo,,.. do asente Oliveira. rua da (aidcia d Ke-
cife u. 82. prnneiro andar.
^ELOGIOS
CobertoH edescolrrtOh.ijai>
Hueiiose-rHinUa.de t>-
rt, latiente in;{t-x.
Vendesn-se un esrriptorin de S-miliall Mellor ,\
Companhia, na rua da t;.nlei.i do Kecife n. .'i. .
mais soperiore* retoatos cotssftw e descohert-. >. -
quenos r arailes, de ouro. ptenle incler. de on
di~ melliores fabricantes de Liverpool, vindns pe.
ultimo paquete insli-/..
Km cosa (lelleiiiv Hiiinn AC.,I*Jbb1 da
Ou/. n. 10, tendea, m
Lonasc brni da Itussia.
Insti iimenlds para owitiaa.
Ks|.ellioseot:t inolduo.
(lobos para jarrlius
Icias c solas pala jai 1I1111.
(ii.-ailos pal* mesa.
Vistas Je PernambuGO.
Cemento romano,
flomma lacea.
Vende-ne
EMENTO R0IA80.
ccmcntii romano iticnl- -
' -orto
(Jhanieo
super.or
Vende-sr uniramente na roaVda Cadcia do liecife
. i, irnia/.cm de Barroca A Castro.
[
. I' I
ao
Aos S:000.-:. 2:000.s e 1:000 0003
Corre no Os bilbetese cai'tclasdo cautelitta An-
tonio Jos Rodrigues de Sou/.a Jnior,
nao eslao lojeitos ao disconto dos 8 por
con lo da le, os quaes se aebam a venda
as lojas da praea da Independencia ns.
praia s.1. iT 1 it LOTEEA DO M m JANEIRO.
spo
vramento n. 50.
Os premios so pagos logo <|ue sata
lisia geral.
illiele inteiro
Meio bilhetc
Te reos
Quartos
O tintos
Oitavos
Decimos
Vigsimos
7.s00ti
r>.v;300
28*00
I $800
I .Si iII
900
760
i (10
O referido cautesta declara que s pa-
ga nos seus bill.ctes iuteiros vendidos, os 8
por cento como tem annunctado.
:SS-SSS*aMi
6:000 5:000$000
2:000.s000
1:500$000
I :_O.v(ll)()
73(l.sO0O
(OO.SOOO
.lOOfiOO
Acliam-sc a venda uin reslo ile billie-
; les da lotera '.) do Monte Pi Geral, que
devia correr de l dome/, ultimo ao i do
concille esperamos as listas a 17 ou IS
pelo vapor nacional: os premios scrao
pagos a recepcuo das mismas.
Na rua -Nova n. 12, ley, dir-se-lia quem prc-
mi O de
m V*
n. 41, ;>r inte:;'.)
va
.andar.
Nesle (slalielerimanlo se encontrara
es mais neos
o os melbores pianos que tem viudo a e*la |iraea dos
uiais acreditados fabricantes como de Radiis e
Traumann de llambnrc,o, assim como .le uniros
mnilos rubricantes de Europa, os quaes se vendem
por mdicos precos, e garantidos ; no niesinu eslabr-
lecimenlo lambem so concertain, alin.nn-.-e o rece-
, bem-sc eneommendas para a Europa.
arelo novo
LISBOA A 4,50 BS.
No armazem de la;so Irmaos, no neceo do Gon-
eslves.
Vendrm-se ps do sapnlis, limo, fructa-pan e
laraupeiras, por prero muilo caminado, e lambem
carrosas e carros de mo muilo feries e bem feilos :
na poiiie de Ccbjoa, Filia de Jnio Caroll.
Vendem-se sellins com periclites pa-
tente ingle/., c da mellior qualidade que
tt-m indo a este mercado: no armazem
de dainsou Howie&C, rua do Trnpi-
clie n. 12.
Vendem-se dous pianos forles deja-
caranda", conslruccao vertical e com lo-
dos os mellioramcnlos mais modernos,
tendo rindo no ultimo navio dcHambur-
go : na ruada Cadeia, armazem ti. S.
O arremtenle da l,j i <].i rua do Crespo n. I, jun-
to a rasa nova da quina, confronte ao arro de Santo
Antonio, querendo acabar com as fazeoda* que eitis- '
lem, veinte barato para liquidar, sem perda de lem-
po. Trince/a pela de boa qualidade a :tt)0 rs.
covadn, alpacas finas ,!e superior i|nalidade a 800 i
rs, e o o Cova.l... moia orlas ,le aluodan para se- :
nflura a 2110 is., suspensorios > loo rs. par, cortes
de eassas lio i'riiiei /..,-. a IjlUO. c 2:li(l:l milito Ii- I
as, teneos de c.nnbrai.i linos a 200 rs., dilos de leda
da India muilo Unos para homem e senbora a |.-*ilKl.
romeiras de cmbrala tina de laeos de seda para se-
nbora a 2-\ manteletes de seda lios a ?. maulas de
seda para scnbura de superior qualidade -sjV?, corles
de rlleles de laazinlia para hoinein a 500 rs.. lencos
de seria branca minio linos a 1?. curtes de Costaa
para clleles a 6(0 e 800 rs. de superior qualidade,
cortes de vestidos decambraia e seda muilo tinos a
59 e ti-, con- s de ranibrala rom babados linos a 39,
dilos de eambraia do cor a 2>">oo, brelanha de linlio
(le 6 varas a peca, lina, a 25200, diales de larlalana
a SlKl rs. e Ir20rt. ditos de casa e seda muilo linos a
2-."iOO e :i>. lila para vestido de senbora a :120 o co-
vado, cainbraias de cores linas a 320 e 100 rs. a va-
ra, preas do Islas para inusqueteiro de 20 varas a 39
a pera, cortes de meia rasemira de .superior qualida-
de a 19600 e 2- o corle, meias para senbora linas a
240 e 320 rs. o par, midapollo e algodlozinho, e
nha* para costura o mais fino que se pode encontrar.!
Almde ludo islooulras muitis..imns cousas muilo | menle clugado, a (i.sOI'0 ,i bal loga | no
Ira piel te do Barban, pmsja do Coipo
Santo n. i .
a/.enda de lia para vestidos de senlioias
aN8ll<) rs. o covado.
Na loja ii. 17da rua do Qoeimado ha nrvas sscl-
p-iecnesnii orleans de 1,1a de OBjoVoa adamasradns.
propi>.i o prc-enle e-lar Jo, par oostMa ,;. ,,.
ras, au quaes devein usar de vestido* de Lia romo re-
medio contra a lalutia oo sofrtMwsaot mt ata-
cando o-, i raba Mes da c-pil.il. iao--e as amostra-.
proprias para a fesln, e que ludo se vende por pre-
ro que faz a dmirar, romo lodos os rrecneses j ea-
tcni: na rua da Queimado, nnsqualro cautos, na
bem condecida loja de miudeiM da lioa I-ama i [.-.
n. 33.
Vende-se um cahriolel cm liom un ; a tratar
ua rua do Collcffjo n. 21, primeiro sudar.
Camisas de meia
de pura laa,
Vf'.iili'int :.ii|M-i
lo barato pre^n de
de mii; res camin.i^iiR Haofa de l.i.i. pp-
[?: ni mi d Qoeimado, loja
E'rlUiit ii. .Ti.
TINTAS DE OLEO.
Vende-se tintas de oleo sortidas
llior qualidade ouc lem viudo
unirs militas fazendas que poraaram multas nflo se 'Corno Sanio n lt
L ni liu lii c variado sormenlo tic modolto** para
var.intl.is o. gradaras tic poslo modernisimo: na
funiiirfn.
  • o da mesma. na roa do Brutn.
    ARADOS DE FERRO.
    Na lundicao' de C. Starr. & 0. cm
    Sanio Amaro aclia-se para vender.ara
    dos ferro de -?rr qualidade.
    :
    Vendc-secal Se Lisboa iiltiniaineiiieclie:,id.i. a*-.
    sim como potassa da Hussia verdadsira : na pracs do

    a inc-
    esta lua-
    na cafa de
    ri-a de uina ama de leile.
    Lotera do Gvm-

    CONSULTORIO
    IIOMIEOPATniCO.
    28. Rua das Cru/.es ->H.
    Gratuito para os pobres.;
    1

    yjry () Dr. Catanwa d consultas e faz vi- '#)
    /A /H;is a ipiabjuer liora do da.
    \^ No mesmo consultorio tiendese
    * ti TRATAMENTO HOMOEUPATMI-
    t*/ CO, prtseroatito e curaliro dt cholera
    aja. morliui, accommodado a intelliseneia do
    jf povo.
    ivi) Cartciras de 12 medicamentos para o
    ,a cbnlera.
    W \ anca de tintura......I>HI0
    lA Tubos avulsos.
    (A Cartciras de lodos os lmannos muilo
    'sr>/ em cunta.
    Mi
    nasio rernaiii-
    bueano.
    Scxu-feia 15 do 'cvc-
    roiro, ieo ii(lubitnYvl>t>:-
    da me ii tu du referida lote-
    ra, pelas 10 horas ta nia-
    nhSa, no espagoso saiAo
    da roa da Praia n. 'J7.
    b]
    ca e por pirco commodo :
    Adamson HowieiVC.rua do Irapichen.
    .2.
    N'Vaiias a'couiout .
    Na rua da Cadeia do Itccife n, ;,s. primeiro an-
    dar, escriplorio du Auausto C.. de Abreo, ronli-
    nuaiu-se a vender S-'ltKt o pal pceo ti\o, as
    ! bem conhccida'a e afamadas navallias ilc barba feilas
    I pelo babil fnbricanle (|ue fui premiado na cs,iosic8o
    de Londres, as quaes alem de ibaarein eslraardilia-
    riamenle. nflosescntein noroslo ua arrao d eortar :
    I vendem-se ron; a condieau de, lirio agradando, po-
    n sciente ao respeiU- J dercm os compradores devolvc-lasate 13 diasdepo
    pdem mencionar, e que se vendem por todo o preeo,
    na meucionada loja.
    AO BARATO!
    Na ras do Crespo, loja n. t, vendem-se por lodo
    o preeo lascadas de primeira qualidade, para acabar
    nao se ollia a prero.
    DNIGO DEPOSITO. .
    Vende-sen verdadeira cincomparave
    agua deulricc do Dr. Pierre, muito efli
    caz na conset vacan dos dentes e bom ha
    litoda bocea : na holica dos Srs. .1. Sotitn
    i\ C, nico deposito que existe nesta ci-
    dade e provincia di; Pcrnambuco.
    tTl
    :'.
    cara
    i
    II Sr. que lem ha* dias recolhidl em sua casa
    a rrioula Josepha, tenha a bandada de a mandar
    entregar a seu seubor.
    lis abaisu ai
    pa compra reslituindo-se o importe.
    AOS SfcNUOKES J)K ENGENHO.
    Avisa-scaos senliores de
    para facilitar o uso do
    engcnio quo
    arcano do Dr.
    vel publico, c especialmente ao corpo de commercio
    desla praca, que por baver liialisado o lempo por
    que liaviam contratado a sociedade na loja da rua
    do l,liieimado n. Iti A, que gyraTi sob a "lirma de
    Beserrs & aloreifa, que amigavelmente a dissolve-
    ram no da :>l do passado, firaiulo a cargo doex-
    socio Bezerra lodao activa o passlvo da dita loja.
    Itccife 1:1 de feverriro de Iris*,. Antonio Bezerra
    de Menees Cira. Jos Joaquim .Murena. |af de 10 UbtaS : veildc-sc Ci.l casa de
    otiere.-e-c nm rapaz portoauez para raisciro N. O. Bieber v\ C, rua da Cruz n. .
    (le taberna ou oulro qualiioer eslaliclecimenlo. nara v-_. .....
    toinarron.apor bablnco1,.,, seindle. para 0^"e C^cffiS l" ? ...... "' ^ "
    lem bstanle pratiea : quem de Stollc para puf (cacao deassitcar ven-
    de-se o mesmo no pivco de o.sill!') cada
    i.i Independencia u.:li.
    forra ou captiva,
    Vendem-sc sacras com niillm por precn coni-
    mo.lo: no escriplorio da rua da Cadeia de Sania
    Antonio ii. :|,
    hSSS

    m
    Arrenda-se um sitio na estrada do Arraial, com
    varios arvoreilus de fruclos, como lejsm : larangei-
    ras, maucueiras, jaquoiras, sapolis e muilos eajooi-
    ros, lugar para vaccas de leile, ndepeudenlc do
    pomar, rasa de lijlo com 2 salas, 2 alcovas, 2 quar-
    lis c mais conimodos : a peasoa que quizar, dirija-se
    i raa da (loria, casa n. .
    Alaga-M a casa terrea n. 39 da rua das Cinco
    I'ontas ; a tratar ua rua lo Collegio n. 21, primeirn
    andar.
    Aloaja-se um silioc ra-a de vivenda a beira do
    no. em anl'Anna, defronle do engenlm Conleiro :
    os preteiidontes dirijam-se a na do Vigario, rasa n. cao da qual la
    ' do Ii v innasio.
    0 *j*l_
    *8T:-;

    te
    m
    m
    C3
    c
    i, para Iralar.
    :; )
    CONSULTORIO BOMffiOPA-
    TilICO I
    DA COMARCA UU CABO.
    So tugtnka Martapagipe
    Gratis para os pobres.) $9
    Manoel de Siqneira CavaleanH, professor fts
    ;;, homeopaths, conlinoa a dar consultas lodos 0
    Os ineus bilheles t- ca nie-
    las eslao vt alia as lojas
    ja eon-ceid; s do respei-
    tavel publico; a el les que
    estilti 1.0 .su). Peruam-
    buco So de Janeiro de
    UiiG.O cautesta, Sn-
    lusitano de A quino Ver-
    LOTERA DA PROVINCIA.
    Sc.vta-lcira 15 do coi rente, hea extrac-
    ta linaria parte da Ierren a lotera
    Ha apenas 11111 diminuto
    resto dosnossos lelizesbilbetese cautelas,
    as lujas ja' con Decidas do i*espcituvel
    /cr utiiisar, dirija-M a praea
    Precisa-se alagar una ama
    que sirva para Indo o servico de portas a dentro, e
    que saiba entornillar, sendo para pouca familia ; na Vendcin-sc duas iicsrinhasde idade de l a 18
    rua do Hospicio n. :. I anuos com principies de vanas alnlidados : na rua
    1 Uireila 11.::.
    Ctioi BIROS.
    \ endem-se roqneiros pequeo, proprios para se
    pliinlai : na ruaeatreila do Rosario n. l), sesuado
    andar.
    VENHE-SE
    na primeira taberna da rus das Crnzes de Santo An-
    Innio superior arro/. do Maranbao a 125 r-, a dito
    i\.\ Irrra a li rs., caf a 200 rs.. eoanar engarrafado
    a l-Ol.ueiiebra em Irascos a Kt)Urs.,dlla de Hollan-
    do cm botija a :,(M) rs., dita de llainburgn a i':,', vi-
    nasre l'Rlt a litio rs. n garrafa, dito mais baivo a
    320, dilo da Ierra a '.Kl r-., dei larand.-se que nao
    se vender ea.la nina pe-soa secan certa quauli.la-
    de dos gneros cima declarados.
    Vendcin-e Irascos coin rolbas devi-
    dro muito proprios paia conservar loda
    a qualidade de rape, c por nimio com-
    modo preco : na rua da
    iiilili
    lis! l .1 mu
    Precisa-se de una ama forra ou captiva para
    cozinhar e comprar : na rua da Concordia n. 2li, se
    dir quem precisa.
    Precisa-sede uina ama deleite que
    o tenha em abundancia, que seja sadia e
    debonscostumes, nao se olha a preco:
    diriia-se a rua larga do Rosario n. .'>(),
    |iorcima da loja de louca, terceiro an-
    dar.
    Os devotos do Glorioso San Sbaslio daJRreja
    do Pilar, razetn scienle quo lomaran, a delibencto
    ile exporcm & visti iloafieia ,i mesma iinnsem ea
    do Senhur da lic que durar ,i cal a mida de que ns llaftella.aonrte lam-
    bem havern nos tabbailns das semanas de qoaresmi
    urna pratica, na qual be orador o reverendo p.ulrc
    Aulonio .M,ni.,i d AssumpcSOa
    IVerlsaso de alujar urna ama da leile cm li-
    li: : na pra^a la Independencia ns* '?'- i? -IS.
    A iimandade de San Jos de lt iba-Mar ron*
    vla i lodo s -cu-i irmaos, para no da 17 do mi-
    ii'iilf. se rennirem lodos no mesmo eonpislorin, para
    Iralarcm de negocio de grande imporlancia relativa
    o iihmiii irmandade.
    Consistorio de San Josc1 de Riba-Mar (3 de fe\c-
    rciro de I8M.JoSo Ferreira ilos Sanios.
    l'recisa-se de urna ama lorra ou cativa, para
    os premios sao pa{^ apenas se iodo servir., dr nma casa de pouca ramilia: no
    Forte du Mallos prensa n. l.
    Attenyao.
    Na rua Uireila n. 2, acha-sc um torlimento ile
    fa/emlas de ilill'ereiites qoalidailea, mdas prelas, l"s
    de til" de seda, c eutr^s mollea fazenda*, ludo par
    prero commodo, poi> he loja nara, e o dono deseja
    acrcdilar-se.
    N'cuilc-seccr.T de carnauba de boa qualiilade, |>r
    menos preco do que em nutra parta : na rna da Ca-
    deia do llocife, luja u. .V), defrontoda rua da Madre
    de I >cus.
    Tinta preparada em oi o.
    Na rua do Trapiche .Nevo n. IS, ciu rasa do E. II.
    Wyatl, vende-se cvccllcute tinta branca, preparada
    em oleo, cm latas de 2S libras.
    Eixos i' urreios para
    carros.
    Vendem- na rua do Trapiche Novo u. 18, casa de K. II.
    Wyatl.
    G :i {eiabros c lu venda cm caja de 13. II. Wyatl, na rua
    .ti.- Novo ii. IS, um completo sur lu nln ilc
    Inonzeadoj de :' iH luzea.
    Acli.i
    do Trai
    camlclaliros c lustros
    inio Xero/ c 'orto.
    Vende-se vinlio \-re/c Porta em barrisde quar-
    lo : em casa de i. II. Wyatl, rua do Trapiche .No-
    vo n. IS.
    POTASSA E 1AL YffiGEI.
    rp.
    VINIIO XEREZ.
    Vende se .so-.icrior *.inlio do \crer. em brrala do
    |i. emcs3 ,!a :, je. Wyatl: rua do Trapiche
    i. I.
    AGENCIA
    Da Fundtcao Low-Moor. Ruada
    Sndala nova n. 42.
    NeHc cstabclccimcnte continua a ha-
    ver um completo sortimentode moen-
    das e mcias moendaspara engenho, ina-
    chinasde vapor, e taixas de Ierro balido
    c coado, de lodosos lain.iulios, nara
    dito. '
    I.AI:VUIMII()>.
    Na rua dn Craz n. 31. prineiro andar, ronlinna
    a liaver sortimento de boas obras de labyrintho 1/
    venda.
    Vcndcni-se cm casa de S. P. Jolmx-
    ton & C., na vita de Smala .Nova n. H2.
    Sellins nglcxes.
    l!i'lo;ios patente inglez.
    Chicotes e carro e Cnndicirosc castieaes bronzeados.
    I.iin asinipezas.
    Fio de sapateiro.
    Vai|itelas de lustre para caito.
    Barril degraSa n. 97.
    Vinho Cliern era bar ris.
    ijainas de cil'i'.
    I li.H lli.\t.\(i.
    O arrcnialanlo da loja de.....ide/.is da roa M
    Ouarlcis n. St, qaerciido araar as miudcas que
    existen), vende barato alim de liquidar sem |'"dajm.
    COHOPORCEMOIAISBiLUO
    do (|tte em outra i|iial(|ti(T parte.
    luco de blcnd de seda prcla para qoaresoaa e ho>
    nilasfllo*', eoOMMreceba r-l hucaali direrlainen-
    le da fnlirio, por isso pode sOlllol eila vanla^rta
    a seos IreejKMftti, raa do rcloj.ieirn.
    Era casa de I imm .Momsen A Vin-
    nassa, praca to Corpo Sanio n. 15, ha
    para vender :
    l in soitiiinntocompleto de livio
    branc viudos de llambnrgo.
    em
    C?3crat>oS fit^iiioi?.
    lo lempo.
    Franja com botlas para rortinados, pe*;
    P**pel pautado, resma, de peso
    Dilo de peso, resma
    IJka de cores para bordar, libra
    rentes de bfalo para alisar, du/.ia
    Fivelas douradas para calca, urna
    roza de obreas muilo linas
    Lencos de seda liims, ricos padrees
    o antigo cja bem conhccido deposi-1Ca?ade ,in!.a* de i-(..r,-;,
    .\!oi;i-. para senliora por
    Pentes tirlas do ranclas finas para pennas
    ti ii/. ii. sil, pri-
    meira .iiK.ir.
    zapatos de nn
    toda rua ila Cadcia do Recite, escriplorio
    n. 12, lia para vender muilo superior
    potassa da liussia, dita do lliodc Janeiro
    e calvirgeni Ac Lisboa cm pedra, Indo a
    pt ecos muilo lavoraveis, com os ipiaes li-
    carao os eoinpradot es satisl'eitos.
    Taixas par,
    fa fundieao' de
    Bowmann na rua
    do o chafariz
    completo sorlimenlo
    liiiidtdo e batidodc
    Hilas do liolcs linos para casara
    Meias pretaa para srnhoia, duzia
    Hitas ditas para homem
    Lacro encarnado muito tino, libra
    l'apei de core maco de 21) quadeinos
    I llnria de cohetes
    No da Iti de Janeiro oa rorrenle anas locm
    da rnsenha Tabalinea nm natal. cervo, qoe per-
    luire ao Sr. Ileirulai,.. I.avaleanli do Sa AlmH|nrr-
    que. cujw .lunar* slo os sccuintes : cor bem clara,
    rabcllc rrr>pos c clanlin-, tan, rhrio da mcp.<.
    esta e..in a ,-or plida por ter oaPrin ooBaoo, e lem
    mullan manillas no pescoeo. u.s cosas e peilsM, IS
    " -'.....'"- ''' liado, o buco ja I he *p ola | levo.
    camisa de algodaullolla a/ul |a desb-tada, o lambrm
    a rrronla, um capoto de aoaaaa tino lien' usada : | u-in.e-c ipie levou em conoi.mhia
    um rrualiulio I..no Ha ij oaataa Ar MadJe, alte,
    cero, o rom alsuoiai nndooi pela roela c peccro. o
    ha i /.io para -ii( pdrsc que tile o mulato prriro-
    d( passai por forro : ipicm o pesar tar o favar le-
    var a sen scnli. r no enainlia mciicionado, a enlre-
    S.ir neta praea ao Sr. Aulonio Aunes Jacome Ti-
    ros, morador no aterro da Uo Viola, que ser* re-
    compenrndo coin senerosidade.
    Fnpie no iabhado. 9 da rorrenle. indn da ci-
    dade de (Miada para o Kerile em compaahi.i de eo
    senlioi o esrravo pardo, \nselo, >apaleiro, rom I*
    aunes de idade. estatura recular, corpa um pa.ru
    secco, roste icdondo c rom algomat rspinhas. olho-
    aiues, cbellos cro*|os c OM poaca rners, levita e*l-
    i.a (ie bnni ni..rcl deshelado raa) h-lra a/e.. -J
    i.tquelas. un.i .Ir panno preto e omra de iraeado.
    rlwneode massa prHo, rostuma di/rr que lie Itnv,
    ej.. Coi encontrada na Kecife e na |>nnlr de l'rhna :
    ro-a-se as autoridades policiaes o capilar d campo
    preliendam e o Ipvrm .1 cidade de Olmla,
    no.qnarlel do i- halalh.lo do arlilliana. 00 nn Reci-
    ' le em ca-a do St. llr. Jos llavmundo, oa Madre de
    '''-.m '"*"* 1'"' s:' recompensado cenerosamenle ; r
    -CiJ Pru"!"a-S0 r"m lo'lo o rigor da lei roica quena
    ~"' hoiiver acontado.
    :oW ..
    roano da casa de nma familia cslranceira oii-
    lit clava sen indo, ama prela por noine Mana Joa-
    quu '. de _N .mnos mais nu men..-. bailante fsperla
    ecivilloada, levando romsis um lilla., mualo dr no-
    mo l.ofi de I us annos. A dita puta tem em sea po-
    dei caria condicional de alforri.-. ilniaaoda aa a ~i-
    vir ale :ai :1c jullio de IS.\S, ruu rorta li.-ar aiiou
    I lili Hi\ ,!. n... .... lt--- *^ --
    bocea,
    1 peo
    OBgcnhOS Espelhosi
    c .-, ... I.inlias de
    Ierro de o. .V.Uh.Btal
    do lriiin, passan- larsaa
    continua liaver nm
    de taivas de feri o
    a S 1-iimus de
    o todose. nmeros, dozia
    novclloa grandei para bardar
    escoce/as c de sarja, lavradas
    < Mil
    ISMNl
    CtUl
    7:11
    i.;MHl
    IJtKKl
    asunaes acliam-se
    commodo e com
    a vc
    iro, 1
    cmliarcaiii-sc
    sem dv'stieza
    ida.
    plid
    por
    m" :
    011
    ao coni'iiai'or
    'ariT^aiu-se em carro
    lista ;eral. s cautelistas,
    Oliveira Jiinior v\ C.
    'ara o servico interno de urna casa oalranceira
    do duas pessoas, nccessiia-se do uina coxinhaira e
    engommadaira, forra ou escrava; na rua Nova n.lT.
    Oiiiirnta-se nm farnoiro : na rua Uireila 11.
    (itl, uu uu Moutriro a fallar coiu o llrito.
    ra**
    No iilerro ua Itoa-Vista( ilrriiiilp il.i Itoncca n.
    \\, n.i chegado um gratule sorlimonlo ilfl sapatos ile
    llmrraclia rouilo proprios para a estato presentci
    tanto para linmem como |iara senliora, meninos c
    meninas; as-nn ron)ti um novo e Complete sorti-
    mento qualidades, c os liem onhechios sapaloi doiAraca-
    I\, lauto para homem romo para menino, esleirs,
    rea c velas tic carnauba, i melhores nu^ ''" l,,,n
    niilu; assjm como uni.i poiran de verde franrrz,
    ludo por prero muito commodo, a (r co de fcdulas
    ycIIi-k
    R
    ing-
    MOMIOS
    zes ce pa-
    gno
    :'--:til(l
    :imi
    i (MI
    iJrtiMi
    rerer tilla prerwsiW^imia ,ius: qucnl v,... ,
    levar a rua .!,, Lasteia a. 111 aard itniaaH ll..
    Nodia 'Silo con rute fucio .lo onojojdj lia
    soso, i.iim deOModa, um Malata de cerra de 11
    anuos .le da.!.-, arabo, otado, calillo corrido. ,.,
    uarlia. r lie vapalriTo : ,,,, ,apnlnoill| |c,c
    '" dili.....;enho, ou a roa da Aaarrra o. II
    r.. rerorapciisado gener. antale.
    que sr-
    leias rruas sem roslura para homem
    Hilas de -eda 11. "J, pera
    Trane de seda branca, vara
    Caiga* iU> r.ti/. dnxia
    Pe- as lio 1", 1 ; -s de cus
    l.aps liilus, :;ro/a
    Oidiln paia resudo, libra
    Toncas de blondo paia menino
    Chiquitos de merino bordados para menini
    o oulros muilns arlaos ipio selorn.un recoinineiula-
    vois p.,r suas boas qnalidades, e quo nao se davidar
    dar um pooquinho mais barato a aquello sonior I"-
    ttisla, qoo queira a dinlieiro comprar mais barato
    du que se compra em primeira man.
    CutiNACVEKliADElRO.
    \ ende-se o verdadeiro coanae, lano em carraf
    romo cm rarrafoes: na rua da Cru/ n. IH.
    I-VJIHI:
    la-Jim:
    I9060
    feote,
    os melbores fabricados em Inglaterra : cm casa de
    lienrj Gibson, rua da Cadcia do Recife n. :>.
    Ca! do fji>boa barata.
    Para fecbar eonlas vendem-se harria coin cal
    Lisboa, pelo diminuto preco da 33200, atsim como "'"' de
    ha urna porejio da dita cal sella, ptima para raiar pensados,
    pelo seu brillianliamo e durac.lq, e enehe-se ama
    barrica que tenha sido de |baealh da Cadeia do Itccife 11. 5(1. I I'Klt.N.
    lonlinua andar fiii.ia a prela Vrirnca. ,ri-
    "'.....''' '" :' a.'inns. 1 ouro n.^js ., ojojaojL
    comossicnae. secniulee : lata lo ,:, ota na koala a
    ......... -'"'.(b.-ia-da proveniente dos bnnro -:
    : 'I'"'1'' -'' ^'-....rua ,i.. II,, n. ..,,., de
    J'.OO a-ur..i n. l: aae-seni hem iraliOcado.
    o iiam ua manhede ,!,., ; ,. .crenle i..
    o-i,,.v,.sia,M...r ,,.. ||..,:,..,., u-i... ,, ,1,
    ''' ',|,VV': r'"l n co- pela l.ai.,,i r ,.,:.,.. :j,:c ;;;, .lll,r.. ,., o...i.
    ouincnos: omra de neme Joiec. mtala, han-,
    ierro do eorpo, r..,., liarla, qoebrada da vrnlha :
    wm no lado rsqnerdo da rost ama riratrii, aot -
    ca-... t,,i do Sr. Manoel llaomai ea-eareereHo -
    eonduzramro riso nma raiu, m aa
    In.l.. roupa qne linham, calca e raarinai de aSaadoa
    rinho de luirs, camij.....o
    baria cuca nata
    llllnrid
    J-
    , |.-
    !>. ao
    nma raiia,M qual sreanai
    mi<
    m; ,!.i| 1 la.', ulna (illa .'r
    usa..a o cobertores : roeoi-af as
    Ittlnricadei nolleiaea e r.M ua,. ,ie r.. -o qne os ar-
    de prebendan! o Uvem a raa da Coueordta n. ff.aaaa-
    1 >aes qi:c ser.io aeneronarala rrem-
    TVP. HE M. K. Ih FAItlA. -
    "Tf


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