Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07260


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Full Text
ARIO mu. N. a.
Pr 3 mizos adiantados .sOOO.
Por 3 mezo vencidos .s-iOO.
QtIMA Hila M 1)L KMKKiUO l)E IK.ili.
Por anno ailiaiilado 13,'OO.
Porte franco |>ara o subscripioi.

i.M.AKl.i oSADoS l>A sMsciUP:AO- No NORTE-
l'.-ir.i lnb.i, o Sr. Girvisio V. da Natividode ; Natal, o Sr. Joa-
quim I. Pereira Jnior; Aracaty, o Sr. A. de Lemos Brasa ;
Cear, o Sr. J. Jos de Oliveira ; Marantuio, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigue* ; Piauhy, o Sr. Domingos Herculano A. l'ossoa
Lanme; Para, o Sr. Justiano J. Itaniot; Amazonas, o Sr. Jer-
nimo da Costa.
PARTIDA 1M>S CORREJOS.
Olinda ; codos os das.
Caraira .Bonito e Garanhuns: nosdiasl e 13.
Villa-llella, Boa-Vista, Exu' e Ouricury : a 13 e 28.
(ioianna e Parahiba : segundas e scuas-eiras.
Victoria e Natal : oas quintas-feiras.

AUDIENCIAS DOS lltllXAES l>.\ CAPITAL.
Tribunal do comrnercio : quartase sabbadus.
Relajo tercas-feiras e atibados,
t'azenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do comrnercio : segundas as 10 horas e quintas ao mcio-dia.
Juizo deorphaos : segundas e quintas as 10 horas.
I'rimeira vara docivel : segundas e sellas ao meio-dia.
Segunda Tara da civel: quartas e sabbados ao meio-dia.
EPIlE.UEItliii'.s no ME/ ME KKVEKEIRO.
6 La nova as 7 horas. '2o* minutos. ^S segundos da maana.
13 Quartocrescenle aos 7 minutos c 4H segundos da iii.nihaa.
20 l.uacheiaa 7 hora, 30 minutos e-IH segundos da Urde.
29 QuMo niinguanteaos l'J minutse 48 segundos da manhaa.
PRE.VMAII DE UOJE.
I'rimeira as II horas e -12 minutos da maiioa.
Segunda as 12 llorase ti minutos da larde-
MAS DA SEMANA.
11 Segunda. S. I.azaro b. ; Ss. Cloeero, Desideroe Castrense bb.
12 Terca. S. Eulalia v m. : Ss Modesto eAnunonio aun.
UQuirtl. S. Gregorio p. ; S. CiUurini ic Rafal v. : s. Benigno.
14 Quinta. S. Valentn m. ; Ss. Auieneio c Klrbo .
13 Sexta. Ss. Faustino c Jnlila mm. ; S. Ouelidinni.i ni.
10 Sabbado. Ss. Porfirio,Samuel, Jeremas c Silencio na,
17 Domingo 2. da Quaresma. S. Policrouio b.; S. Secundiano.
EXCARKECAIMW DA ilIjX*" .< I
Alagoas, o Sr. I .laudino Falcao Din ; Pabia, o le. U. Du|rai
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Mariins.
BU i-i;it.\amih <:<>.
O propriciario do DIARIO Manuel Figueiroa de 1'ar.a, na Ma
livraria Praca da Independencia ns. 6 e H.
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 11 de feverelro.
OdicioAo Exm. raareclial commaudanle ilas ar-
mas, declarando quo j esli distribuidos os mdi-
cos e csludatilos de medicina ullitnaineute contra-
lados para servirem ucsla provincia, nao sendo por
i-so pnssivel designar-se para o hospital da rua dos
Piros o queS. Exc. requisita; remetiendo a ordem
que se cvpedio ao inspector do ar-cual d iii.iriuha
pata por a dispusiera de S. Exc. i africanos alim de
serem ciuprcgados no mc-mo hospilal e dizendo que
os medicamentos precisos para tratameiito das pra-
ca* que all forera recolliidas, inclusive as do corpo
de policia e as do batalhao de guardas tiaciouaes des-
tacado, devoran er feilos pela botica do hospital mi-
litar, seguindo-se acerca do roruccimenlo ile dictas
para as pracas dos dous ltimos corpos o mesmoque
se pralice a respeito das pracas do cxercilo, visto
queosconselhos de loes corpos Picara obrigados a
indcmnisar as despezas que se liouvcrem de fazer
com as respcclivas pracas.Ofliciou-se ao inspector
do supradito arsenal.
DitoAo unsmo, inleirando-o de haver expedi-
do as convenientes arden) para que nao t se d
passagem para o Para no vapor que se espera do
norte ao lente Alcxandrc Jos da lincha, mas
tamliem se paira guia de snccorrimenlo a es*e olli-
cial.Etpediram-se as ordens de que se Irala.
HiloAo inspector da thesouraril de blenda, rc-
cummcudsndo que alcm das requisiees que llie fi/.or
o encarregado do hospital do Carino, mande tambera
fomecer a poreso de vinho do Porto bom que ell
solicitar.
HiloAo mesmo, dizendo que para poder-se com
a necessaria presteza e sem maior vexamc dos al-
niiicreves, rem'eller os soccorros pblicos para di-
versas localidades, julga mais acedado propor-sc por
meio de annoncios urna corla quaulia por legua, e
que ser Otada medanle as propostas dos concur-
rentes, s pessoas que quizerem levar hagagens ao
interior da provincia, Meando o conductor obrigado
a receher a pagaao sen trahalho logo que exhibir
recibo da entrega dos gneros uo lugar de scu des-
lino.
DitoAo mesmo, para mandar fornecec com ur-
gencia ao l)r. ein medicina Frederieo Relave que vai
servir na enmarca do Kio Formoso, os medicamentos
c inris objectos mencionados na ola que remelle.
DitoAo mesmo, recommendando que mande
apromplar com urgencia ns medicamentos e mais
ohjeclos constantes ila relacen que remelle alim de
ercm enviados ao delegado supplente de Santo Au-
tiio.Communicou-se a este.
l>iloAo chele de'policia. dizeudo que pode cn-
carregar ao cidado Francisco de Mello l.ius da re-
gencia da casa que serve de albergara aos pobres,
p_ercebcndo ello por esse trahalho a diaria que S. S.
m'' *m "''" mmmmm^^ W m -,
propoz.
DitoAo mesmo, reconunendando a expedirn de
suasordens as autoridades policiaes, para que os in-
dividuos pobres que nesta cidade se apreseiiUrcui
atacados da cpidemi-i reinante, sejam soraenle reco-
lliidos a* enfermaras dos dilTercnles bairrns a que
tiles perlenccrein.
DitoAo presidente da commissilo de b\giene
publica.Continuando a epidemia reinante a gras-
sar com iulensidide em Santo Anlo, apezac dos
repetidos estol eos qoe o governo lera einpregado pa-
ra comkatn-Ia, julgo conveniente queum dos racm-
bros dessa commissao visite a refeuda comarca afun
lo fazer um rigoroso exame sanitario e indicar-mc
as medidas que forcm tendentes a melhorar a sotle
daquella infeliz populnrao.
DitoAo joiz municipal do Rio Formoso.llece-
bi o officio de Vmc. dalado de 8 do correle, e Pi-
cando inteirado de quanln ir.e communica, Icnho a
dizer em resposla que para essa comarca ir com
breyidade o r. Fredericn tlelave com urna ambu-
lancia alim de prestar os seus serviros mdicos as
pessoas que infelizmense forcm ahi accommeltidas
do cholera. .
Por esta occasiito convein declarar a Vmc. que he
de necessidade agenciar-se a eoadjuvicao das pessoas
gradas e preslimosias dessa comarca em bem da po-
breza atacada da epidemia,alim de que seja ella soc-
corrida era lempo do que llie for preciso.
DitoAo vigario de Papacaca," para enviar com
bievidade urna cenobio de bito do l)r. Joaquim di
Silva de Araujo Amazonas.
DitoAo cura da So de Olinda, remclleudo para
os fin convenientes a liecnea qua coucedeu o Exm.
hispo diocesano, para Srac. heu/.er o remilerio que
se pretende e-lahelecer na povnae ui de Iteberibe.
DiloAo guardin do convenio de S. I'iancis-
co.^llavendo os religiosos Cartticlitas desenvolvido
ne-la quadra calamitosa um herosmo chrislao dig-
no de inveja, n.lo devo esperar menos dos padres
Franciscanos, e por isso vou solicitar de V. Rvm. a
sua coadjnv,'e,o, fazendo com que partam loso para
a cidade da Victoria alguna dos seus conventuaes,
paraoceupar olugarqucdeixou vago o carmelita Ir.
I.uiz, que acahou de tallecer victima de sua dedi-
cacao. '""""^ t
UitOAo director do hospital do Carino, dizenir,
que, para nio haver perda de lempo na preparar.
des medicamentos precisos aquello hospital, faz-se
preciso que Smc. admita Bella alguin pharmaceu-
tico que ?e incumba de scmelhantcs prepararoes.
DiloAo Ur. Antonio da Silva llallro, recom-
mciidaiidn que se aprsente cura urgencia ao Ur.
Ignacio Firmo Xavier, alim de prestar os seus ser-
viros mdicos no hospital provisorio das freguezias
de Sanio Antonio c S. Jos.
UilpAo Dr. Jos Anguila de Souza Pilanga,
declarando qoe podem ser adinillidos nos hospitaes
esiahclecidos nas fregaeziaa desl.i eidada a- eofer-
uieiras quo l'oreni precisas para tralamuiilo das mu-
Ihcres recolliidas por doeiiles ;Us ditos hospitaes,
devendo os contratos, tanto para a admissao daquel-
las, como dos cnfermeiros seren celebrados com os
directores do scinelhantesesxabelecimentos.
DiloAo Dr. Jos Muniz Cordeiro Cilahy, dizen-
do que agradara aos cidadAo* llulino Augusto de
Aluiei.la c Iteliuiro Augusto do Almeida, os bous
desejos com que se oll'ercceram para n coadjuvarem
na eoininis-iio de que se ach.i encarregado, c remet-
iendo alguus exemplares do bullelim cholenco :
quanln, poretu, aos bilhetes de heneliccncia deve
Smc' recbelos da coniiiiissao daquella freguezia.
DiloAo coinmaudante do corpo de |iolicia.
Conven) que seinpre que lenham de partir para fura
da capital praeas em deslacamciilu, vilo bein pr-
vidas ile todo o BCCeSiario, c se o sold respectivo
nao Cbegir para isso, as despezas que excederem
serao salisfeilai pelos cofres geraes.Igual ao raa-
reclial commaiidaule das armas.
DiloAo juiz da iiiuaiidaiile do Espirito Santo,
pira qoe sem perda de lempo mande colocar com
toda a securanea grades de ferro nas jancllas da
igreja do collegio, que deitam para |o pateo do arse-
nal de guerra.
DiloA' cmara municipal do Recife. llcsiiou-
dendo ao ollicio que Vmcs. me dirigirn) soh n. II),
e dalado de li do correle, tenlio a dizer, que pude
essa cmara, como propoe em dito cilicio, mandar
comprar gado cosa dos cofres muuicipaes, par
ser lalhado ao povo nos acousues pblicos pelo me-
nor proco possivel, deduzidas as despezas iudispen-
saveis, tirando Vmcs. cerlos de que, acabo derecom-
ini-n lar ao chefe de polica a cvpedicJo das conve-
vieiiKs ordens, para que as autoridades policiaes
auxilieni aos agetRea dessa raunicipalidade na exe-
cucao de semclhaute medida.tllticiou-sc i respeito
ao referi.io cliefe.
PortaraNomraodo a Joao de Alhavdc Caval-
canli Siinoes, para o lugar de pralicaulc da botica
do hospilal reg'uneutal.I'izeram-se as necessanas
coniinuiiica^cs.
D>UOomillindo, deeonformldauc com a propos-
la do clicfe de polica, a Virginio Casado Lima, do
cargo de .!.' supplente de delegado do termo do Bo-
nito, e Horneando para o substituir ao cidadao Ma-
nuel Antonio Suares da Foiiscci.Coui:nunicou-so
ao referido chefe.
DitaUesuiieraiido na mesilla cooformlade
7. CaefiriS "XvTcr l'ercra de Unto, no cargo o
delegada do termo de Sjuto Anta".Fez-se a ne
cessaria communicaciin.
o i*c-
lllm. o Kxm.Sr.Tenho a honra de acensar
cebimenlo do aviso ilc "> de dezaiubrp eqi q (e y
V.\c. se di^uou de apprarar a medida qiieein |ic,,
'de 10 do Miembro coinmuiiiquci ao Sr. miuisl, .0 (,
joslic.i haver tomado, de restituir a antiga i;i .:^
Collegio dos xlinclns Josnitas ao culto di- ;ll0 ,j0
qoe por falalidada hara sido privada.
Se grande satisfac.o me cabe pela genero. .|jaj
com que V. Exc. servio-se de proteger o mcu acl0
com a suaappravacao,nao rae julgo ainda assini ,i,._
pensado de u justificar, visto que, com humilde p e;.|r
meu, V. Exc. o considera menos regulare aceri aj0
no sentido de que, fazendo aquello templo parle j01
proprios-Haonae*, o achando-sc entregue a U30s
profanos, deroria cu ter primeiro consullado ao 0.
verno imperial, e esperado as suas ordens, para r, .
tilui-lo ao culto religioso, tanto mais quanln iienln. ,_
ina urgencia ou necessidade meobrigava a tomar d< ,
prompto a medida em questao.
Priineiramenle permillir-me-h.i V. Exc. que ou
ingenuamente declare que cni minlia fraca com*
prehensio nunca rcpulei a igreja do Collegio um
propn i nacional, e nem como (ai a qualiliquci era
meu supradito ullicni.
I'orqnanto pela carta rejia de 23 de agosto de 1750
se mandn, he vordade, conliscar os bens soeulareJ
dos religiosos da compauhia de Jess, que entilo se
extingui ; mas foram reservadas ns cousas ou bens
propriamcnlc tagra&tM, em cujo numero considero
os templos; mandaiido-sc applicer parle das ren-
das dosprimeiros para a mauuiencSo do culto, como
E por oulra carta regia de 22 de oulohro de 1767, j
determinando-te a clawe em que se ileviam separar
Mbeni sei| com que 10 hara do recolhcr a tres cofres o pro-
ducto das arrcnialares, e ron las confiscadas, assiin
como n deslino que cada urna das rcparlc,es devio
ter, somonte so cncorpnrou a-> lisco e ,i caraira real
os heus aculare quo a campaista de Jess posania
e ailiuiuislrav.i, e todos os seus dominico com ns pa-
droadoo anneaos aos mesaos heus, dividindo-sc eo-
les na* Iros classies declaradas na lei dala era Sal-
valen i dos Magos em 5 do marco do mesmo anuo.
Nem par outra maueira dorara proceder um rci
orlhodOM que sabia que as cousas sagradas, estando
forado caminercio, n.Vi sao susr.eptiveis de domiuio
quer publico <|uer particular: res sacrtit commercium
f.rlra ene d'citntnr. et in nullin.- bonis... In domi-
nio ttmiluer principii mm um.
Assim lie que na mencionada caria regia se orde-
nouque uuicainenle se vendessem em hasta pu-
blica os bous movis que/loo fi**em imme>littlainru-
le apoUeatUA ao teroiro Uit ijrtja>, e tacrUliai.
delta:
lie assini lainbem que inesmi a respeito dos bens
sentlarc.*, que nao saopropramenlc sjyrado*, comaj
os templos, o propnorei alisoltto, mas chritUo, de-
clarou na carta regia do 1730 citada, que os manda-
va ronliscar, e delles despojar os Jesutas, nao por
nade uriidicro, otas por tnditptnsaeet economa,
ienatural e nrc-i't de/isa dn rea', paaoa e toce-
godo reino c dos oatiallot, en qaanlo recorra S
Apotlolica.
lguaes nriiici|iios parecem ter actuado na mente
do goverim imperial e da assemblea geni, quando,
cxtinguindo as ordens de S. Filippe Mery, o dos
Therezosein Peni imbuco, KindoO conservar e man-
ter o cutio religioso, entregando os templos o suas
alfaias a adininistrac.v do Ordinario e das contrarias,
applicando apenas os conventos a usos temporaea e
profanos.
Ora,me pareca que a igreja do Collegio, pelo sim-
ples facto de estar ligada ao convento que boje cous-
litue pronrieJade da uaeio, nao era um proprio-
naci'inalno rigoroso sentido do direilo, mas que
eslava entregue aos usos profanos por una especie de
casualidadesacrilega, seniio leleixo, que deveria ter-
minar, como felizmente termiDou.
Mas, be ni que eu assim penMMI, lod.ivia respeilei
no meu acto a vulgar presuinpc.io de ser a igreja um
proprio-uacional, visto como nao fiz mais do que
penoittir noli i o uso do cullodivino que fui respei
lado nas cartas regias de confisco), sem todava im-
plicar idi nlguma de dominio c propriedade da
parle da irniand ido, de modo que ferisse ou preju-
dicasse ns direilos inagestaticos ; antes reconheci-os,
allcsanilo e maniendo o direilo de pro/certio e de
salnlar i'ms/ic foezque tem 0 Estado sobre a igreja, e
impondo irinaiidideobriiaces assaz onerosas c de
yanlagem publica.
Ate Tlhi'creio eu*qne \"> *.* ctizf m -virluda da
parle que pelas Icis os presidentes de provincias
tem na admini-lraefio da fazendo nacional ; islo lie :
parece-meque poda pplicar aquello edilicio.sagra-
do pelo hispo c que nao me coiisla lor sido canon!-
cainenle profanido, ao cullo divino, para que fura
edilirado ; da nicsini inaneira c por niaioria dera-
At do que os incus dignos predecessores o appli-
raram I diversos misteres do servieo publico, ea|
mesmo particular.
le verdade que tora melhor o mais commodo,
que cu consultasse previaineutc ao governo impe
rial anles de lomar urna resolucflo. E-ta idea con-
fesso a V. Exc. que me nao luvia escapado, o nao
foi per mera ousadia que nao me servi della, como
Sempra tenho praticado em casos graves, e quando
da demora nao resulte inconveniente ao servieo ;
masa rcalizacilo do meu inlcnto dependa de tantas
e 13o variadas circutnstancias, que se nao aproveitas-
se eu o nico momento em que ellas se podram
combinar. Picara frustrada a nimba idea, e perdido
lodo o trabalho ulterior ; o consequeiitemcnte nem
a Kelaeao do dislriclo estara h je tao bem acemn-
modada sem dispendio algum do thesouro, nem a
igreja do Collegio iMiaria de ser pasto do eopim, e
abrigo dos morcgo?, nem (eriamos um templo ma-
- estoso, reparado e ornado rom grande dispendio
IJ ulicular, e sohreludo com enlranhavel 'salsfacao
os devotos do Espirito Santo, e de toda a popula-
ao desla capital ; satisfazlo que estou cerlo nio
era desmedrada por outro destino meos pi que
1'gaverno ou a assemblea gerai queira dar aquella
' .-dilico.
-30 OPIO*
m*.y
Por Mr. Fanjat.
VIII
/
i
Ernesto... que acabava de Irocr o primeiro nlhar
com a lilil dos Mouranod era o ooico descendente
de urna familia cunohrecida pel imperio, c sua pe
soa oflerecia a mistura de elSganeia aiislocratica e
de vigor plebro, que lornava a imva iiohreza mu
superior antiga seniio tomasse pelo contrario a
peito ser sua paluda e infeliz copia. De estatura al-
> T.i Mogocosa^-^etioVi^uXemblaule iltivo, de fei-
eflea linas e Varonis realcada fjqrrabellus negros, a-
bundantes e luzidos. idealisados pof, sombras azula-
ilas, qoe lisrmonisavam a avura da lez com o bano
do quadro. Os olhns sohreludo negfos coran ulhos
bespanhoes, tKavam graca. singular dessa sombra
azulada ; lecehiaui e reenviavam viyasloses, pois as
pestauas apenas os excediam, e, graeas i c.ir das
palpehras, pareciam profundos c pensativos sem
nada perdercm alma de Ernesto, a qual era brilhanle, leviana, su-
perficial, adorava a elaridade do crcpu*culo, a m-
sica do iuromi relien.ivel, a sobliinidade do invslo-
rio e do desconherido !
/oinbeltfiro, ocioso, sem fe, sem principios, elle
era subjugado pela belleza c pela arle com torea ir-
resislivcl. Trabalhava era certos das como um po-
bre artista ettaimado para vencer urna ilillicoldade
de eiecuco, e reproduzr crteilos que linliain-uo so-
duzidn. Conceba paixn violenta allerualvameule
por uaia linda eabeca de mulher, ou por um bello
quadro, por um passo de Ceirilo'ou \\av um canto de
Alhoni : enlAo esquecia-se dos amigos, dos prazeres
. qtiolidiauos, e entregava-se com frenes paixao do
momento.
Na primavara elle alugra em Auteuil a cem pas-
SOS da hohilacau de Clin Una urna cazinha, um [ion-
io de renniao de cacada onde quera orcultir urna
perela de beltea. que achara eniOl.undres, penda
cnida talvez de alguma cora sobre o tapete, nu no
lulo ; mas pernla perfeila sem mancha e sem nefel-
io Todas as nuiles chegava de Pars em sua car-
ruOKem ou a cavallo ; loda- as maiibilas voltava |>ara
Pars passaudo sempre diaiite da poda enigmtica de
llerodiai.
Sa esperasse pela resposla de miaba consulta ao
governo em negocio que alias me pareca lao plano,
claramente so v da dita carta regia nas memora- ,a vanlajoso, e do asrado imperial, leria sem duvi-
veis palavras : .da sacrificado a esseucia pela forma ; e que entend
o l'urque nio lie minha real e pa iuteneao, que se "'1o 'icye' filZ('r' principalmente leudo diaule dos
falle nem ao cullo divino das igrejas, nem ao cum- 1"""" os excmplos repelidos que V. Exc. costuma
primcutn das missas e legados que, leudo trato suc-
cessivo pelas ultimas vonlades dos testadores que o .
houverem ordenado, nao devera suspeuder-se : b-:
por bem que dos sobrcditos cofres se possam tirar i
quaulias de dinlieiro que noeonarias forcm para 0,
4is, celchraces dos ollicios _
hredili
vinos, e ciimprimento i
convenientes imporlauci;is^
Vide Oiari, n. 38.
Desde ns primeiros ouvira a liarpa. Pooco *
pouco liahituou-se a moderar o passo do cavallo nes-
se lugar ; porquanto entre as arles amava de pre-
ferencia a msica ; depois achou mais conveniente
apear-se ahi do cavallo ou da carraagem, e alean-
car a pisso lento e pensativo o lugar era que era es-
perado. ,
Asim acontecer cmquanto s a harpa fnra ouv-
da ; mas apenas a voz crystalina de Ilerodias ferio-
llie o. oovidos, phasa nova comeeou. Ernesto fez to-
das as nuiles e Indas as mnalas esa vagem a pe, e
achou ncessario ropousar de cada vez (liante do cas-
tello de MourauolT. Do semana em semana as pou-
sadas lornavam-se mais longas, e Eroeslo chegava
mais dislraliido. Anua cslranhava, elle dava urna
desatina trivial c ella calava-se. Na verdade, Anua
era bella e iven ; mas caulava sem tora romo In-
gleza quo ora, e Ernesto ouvia anda a rbracos
admiravels dessa voz. magntica.
Irrcsislivelmenle dominado elle tomn aversao ao
rumor da grande cidade, e passou o di.i inleiro va-
gando nos arredores de MourauolT, bem como um
cavallero da inedia idade em lomo de um caslcllo
encauhido.
Ninsoem a linlia visto ; mas lodos a roulicrian :
bella como urna imagem da Virgem, boa como a mal
de Jcsiis, rica como o mar, generosa ruino o me/, de
agosto, invisivel para todos sempre !
lima imaginacjlo menos fecunda teria podido Ira-
halliar nesse lliema ; a do Ernesto vivamente, que elle esquercu-se nao s de Auna, co-
mo de si mesmo, e mo viva seniio desde o momen-
to em que as cordas da harpa comecavam a soar al
aquelle em que a vnz de Ilerodias" deixava de ser
ouvda.
I'oi ne-'o estado febril que a apparirilo da rapari-
ga o achou.
Essa urariosa uval Uto perfeila e Uo melanclica,
e-sa palidez de marmore, que a la lornava mais
noiavcl, essa sombra que uesenhava lio grandes
ulhos : lodo esse semblante iluminado de tanto t-
lenlo, e roberlo de tanto nayiterjo arrebaloo o cora-
(3o de Ernesto e sorenou-o. Eslava salisteito, l-
nh.i-a visto ; era bolla ',
Voltea pira o pavilh.io muilo alegre, c disse .
anu ule :
Anua, parlo por nm mez. Vou Hungra.
Voss se entallara aqu ; John pn-parou-lhe um a-
poseulo em Pars.
Mas. disse Anua, [inrque nao me leva?
.Nada se oppoe a sua partida, conlinuou lie
sem ouvir a pergunta.
tluando voss ipiizer... aiiianliila John a cou-
duiir na ealoca.
dar quando administra, e que eu felicilar-me-bia se
os podesse sempre imitar em bem do meu paiz.
Dees guarde a V. Exc. Palacio de governo de
PeniimbocoSOds dezembro de 1855.__Illm. eExm.
Sr. M.rquez de Paran, ministro e secretario de es-
tado dos negocios da fazenda, e presidente do con-
selbo de ministrosJos liento da Cunha e FignH-
redo.
- OMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das armas de
Pernambuco na cidade do Recife em 12 da
feverelro de 1856.
ORDEM DO DA N. 305.
O marcchal de campo coinmanddiile das armas
em vista de autorisaco que llie fui couleridu pela
presidencia em data de honlcni, declara |iara conhe-
cimenlo da guarnie.io, e fins necessarios, que o novo
hospital eslobelecido na na dos Pires destinado para
o tralamenlo das proeas accommeltidas da epidemia
reinante, que se vai descuvolvendo ne-la capital,
he considerado regimeuUI e determina que fique
sol a admiuislracao do 1." balalhao de infatuara.
Oeste novo hospilal regimcnlal (era a incumbencia
o Sr. primeiro cirurgio capito do corpo de saude,
delegado do rirui:Uo-m)r do exercilo Dr. Manoel
Adriano da Silva I'onles, endo por empregados os
Srs. sesundos cirurgioes do raesino corpo, Drs. Mi-
guel Joaquim de Caslro Mascarculias, Jos Muniz
Cordeiro Cilaliv e Jos Augusto de Souza Pilanga,
os quaes faro dia no cslabelecimculo c o que .assim
se adiar de servieo se prestara sem demora nos ca-
sos que extraordinariamente se dercm un hospilal
da Salcdadc, logo que sejara avisados; visto como
esle hospilal que continua sol a direceao do Sr.
primeiro cirorgi.loeapilao Dr. Prxedes liomcs de
Souza Pila.iga, lendo por empregados os Srs. segun-
do cirurgiAo Dr. Kozendo Apiigio Pereira (iiiiina-
rAes, c engajado Dr. Augusto Carneiro Montciro da
Silva Santos, nao podo ter presentemente nm facul-
tativo de dia.
O Sr. coronel commandanle do segundo balalhao
de infautaria provera o novo eslabeleciineulo de
amanuense, enlermeiros, servente., c cozinheros,
que forem de misler para que o servieo se faca com
a promptidao, regularidadc e aceio que convein. Pa-
ra se oceuparem da limpeza interna do hospital llie
serao entregues i africanos Iivres, que a presidencia
dcsliuou para este servido.
Os medicamentos para os docutes serao forneci-
dos pela botica do hospital da Soledaoe, o as dietas
par.i as pracas do corpo de polica e da guarda na-
cional destacad!, que houvere.n do ser tratados no
hospilal, serilo fornecidas por coula do respectivo
cofre, como se fossem pravas do exercilo; por quan-
toas despezas assiin feilas serao upportuiiailienle in-
derauisadas pelos conscllios dos referidos corpos prc-
cedendo os descontos do estro.
O mcsiiiu marcchal de campo declara oolro.lim,
que a presidencia em dala de llontem foi servido
noinciar para o lugar de prcticanle da botica do
hospilal regimcnlal da Soledalc o Sr. Joao de
Athayde C ivalcanli Simos.
Jos Joaquim Coelho.
13
ORDEM DO DA N. 20ti.
O marechil de campo oommandaole das armas,
faz corlo p.-.ra scieucii da goaruicjlo e eOeilos neces-
sarios, quo a presidoneii resolvea por alBcio de 5
do correule, que em vez de urna compendia fosse
aquarleliado uro doshalalhes da guarda nacional dea-
tacapilal, para auxiliar a tropa de liona, o que uesla
conforinidade aqoarlellou-se nudiutl do mrenle,
oceupando o quartel das Cinco Ponas o 2. bllalhgo
de infanlaria da me-uia guarda, snb o comraaudo do
Sr. teneiile-cnroncl Rodolpho Joao Itarala de Al-
meidi.
O mesmo niarcchal de campo determina, que li-
quem desligados dos corpos a que estilo addidos os
Srs. capitn Manuel Luciano da Cmara Goarana a
Icncute Jus Joaquim Coelho Jnior, que se vao
reunir, o primeiro ao 8. balalhao de iufanlario, e o
segundo aororpo da guarnirao lixa da provincia da
Ilahia, aos quaes perteucem.
'feudo honlem passado de doente a prompto o Sr.
2.n crurgiao tenante do corpo de saude Dr. Hozen-
do Aprigio Pereira Cuimares, fica sem offeito a dc-
liliei,ie.M lomada na urdem do dia n. >!)',, no senlido
de prestar-se o facultativo dia no hospital regimcnlal
da rua dos Pires, dos serviros extiaordinarios do
hospital da Soledadc, deven lo os dous facultativos
emi'rcgados nesle hospital fazerem dia como he de
iei.
Jos Joaquim CooUo,
TRIBUNAL 1)0 COMMERCIO.
.Scs.'ojudieiariaem 13 de fetereirj de 1856.
Presidencia do Exm. Sr. desembargador Souza.
Esliveram presentes todos os memhros da tri-
bunal.
Passagem.
Appellanle, Joaquim Manoel Carneiro da Cu-
nha ;
Appellado, Francisco Lucas de Souza Kaugll,
como curador dos cicravos menores Nicolao, Luiza e
outros.
Do Sr. Logo ao Sr. Gtirana.
Embargante, liaspar de Mcnczes Vasconcellos
Drommood;
Embargados, Thuinaz de Aquuo Fouseca & F"i-
Ihos.
Do Sr. Gilirana ao Sr. Villares.
Appellante, Manoel Francisco Anguias ;
Appellado, Antonio Soares Londres.
Du mesmo ao mesmo.
Amano!*, se assim Iba aprai, loruou Anna
lleugmalicaineule.
a Oh pensava Erucsto, couio he bella Mas por-
que dexuu callir logo a cortina? o
O comean de Ilerodias palpilava to forlemenlc
como o de Ernesto, quando chegou a hora d? tomar
a harpa. Ella esteu.lii o braco, e parava pensando:
Elle esla la. E trema.
Educada na solido por um homem que a sepa-
rava quanto poda das paixes e da sociedarte quo as
I exilia, Ilerodias nao linha os escrpulos e recejos
que terhio entilo perturbado qualquer oulra rapari-
! g%. Com s clareza de vista que da urna rellexao cons-
, lanle. ella comprchcndcraque poda ser amada, des-
. coberla enlevadon, felicidade inesperada, que cau-
s.ivam-lhe nina agitac.lo cheia de delicias e do an-
| gustias ; mas eslava iiiteiramcnte livre lias Inspira-
cues de pudor liclicio, que (eriam dirigido os paaioi
c os pensamanlos da coudeaM de Uonranoff, so uma
falalidada nao a tivesse violentamente pnsto fura das
leis da sociedade.
Poda ella temer encelar o futuio? Podia esperar
niudar-lbe ascondiees? Aquem e alera do |innto
em que respirova desde algumas horas, em que iuuii-
dava-se de luzes inesperadas, havia a uoitc horrivel,
aoppresslo, ansphytia, o aniqnilamenlo; o gre-
seme, s o presente enviava-lhe essis palpitacoea de
cnraciVi, esses desfallecimenlos de vonlade.
Emflm, lomnu o instrumento. Fall.iva-lhe a voz ;
pn'luiliou dcbilmcnlc o como teniendo BOrouvidi.
Esses accordes, suspensos, suocados, esses cantos
i ni me I o: i amonto perdidos em vagas harmonas, casas
notas agitadas unidas por trmulos arpejos disperla-
v.iin todas as libras musicaes do ouvinie trausporla-
do. Elle julgava 1er nessa confusilo, eseulava palpi-
tante essas palpilaces embri igadas, seguia Smorosa-
nioiilc essa ullnsao involuntaria de um corar.o in-
ecrlo, c | .iioii u. repeiitiuainciilc no meio de sensa-
ees deliciosas dizia comsigo :
o Ah! se forse nina combinaciln artstica, urna
casquilharia exquisita, isso valcra anda lodo o meu
amor
Ilerodias respirava com esforc proseguindo em
uma iiispiracao digna das emoees que eleclrisavam-
na, c Iraduzindo-as allcriiativamcnle e sem o saber
cum clareza lmpida c precisan delicada, que nao
linha outro veo que o pudor. Assim, de preludios
em preladov, chegou ao cauto de Kadulpho, que ou-
vira na vspero.
Ernesto estremecen como a mu licijo, e sda voz
sonora elovou-se logo rom iiiognilica expresBo de
Iriiimpho.
Nesse moinenlo Ilerodias julgou morrer de em-
briaguez ; ergueu ao ceo olhes cheios de lagrimas,
Diligencia.
Appellanle, Joaquim Mauricio Goncalvcs llo-
sas ;
Appellado, Antonio Joaquim I-erreira da Silva ;
por seu curador o Dr. curador geral.
lielalor o Sr. descinuaigador (iitirana.
Sorteados os Srs. deputados !',egn c Lentos.
Mandou-se prestar juramenta suppletoro sobre a
divida de II. S.
a
LONDRES.
31 de dezembro.
Chegimos boje ao termo do um auno, que se lor-
uou um dos mais fecundos em successos uos nossos
aunaos. Outro-, que Iminedialamonle o precederam,
lalvcz lenham sido mais feriis em aconlcciiiientos
ssustadores, ou lenham apresenlado indicios mais
ameacadores quanto ao futuro, mas poucos tem co-
adjuvado mais a solticao das grandes questoes de
principias, quer na poltica geral do inundo, quer eto
os nossos proprios negocios domsticos.
A pulilioa internacional da poicao civilisada do
globo leni sido cerlameulc reforjada pelos aconteci-
menlos do anuo que est agonisaudo.
Depois de uma experiencia de quasi quarcnla
anuos do reajustado Equibrio do Poder na Europa,
um esforco gigantesco, para deslrui-lo, necessiloa I
um novo appcllo ao tribunal supremo de uma lei mo- I
ral geral.
A Vtanca c a Inglaterra reconhcccndo no mais;
alto g:o assuas obrigaoes nioracs para com o resto
do mundo, sobre a sua propria respousablidaJe to-
maram a iniciativa.
Abandonando os cumies o o antagonismo de se-
cutas, cntraram na mais estrella Balizada, c em-
preheuderam a defe/.a do direilo conlra a mera
forfa.
Quando o anuo comeeou, lizeram-se esforcos para
chamar nutras grandes naccs a um scmelhanle sen-
tiineiilo do dever, o que deu em resultado as nego-
ciacoes illusori'S acerca da paz.
As iuerreiras operaees foram bem succedi.la,
embora Sebastopol Hito tivesse cabido. Lina des-
graca nAo merecida lora infligida a Inglaterra c
exercilo inglez. Dio pelos nossos proprioss actos,
mas pela voluntaria dillamacao das pessoas que pr-
samela fallar em favor do povo.
Entretanto, a Inglaterra foi mais magnnima do
que mesmo a Franca, em allender mal pioniplamente
s proposlas dos Estadosneulraes, porm amigos, re-
1 illvamenle ao estahclcciineulo da disputa contra a
llussia.
O aano esta a concluir-se, c nos adiamos ainda
oulra vez cni negociacOes, mus sob que auspicios lao
dilTercnles (lucr os actuaos esforcos se torneni il-
lusoriosou oto, a lei mural da Europa fez grandes
conquistas.
Neo ha nas circumstaucias presentes un SO Estado
que so atreva aberlameuta esposara causa dooggres-
sor. O rgimeni\ forrase tem mostrado totalmente
ina.lequado aos seus lilis. AUu-sia tem sido desba-
ratada em lodosos pontos.
Scbastopul,que, com a esquadra do luxiuio, era
o-l) po deste rgimenjuecumhio s rmas alliadas;
o n proprio ganho russo em K irs foi uma victoria
alcaneada por va da fome, depois de ter sido per-
dida no campo.
Todava, nao foi em Iriuuiphoe militares, porem
moraes, que o anuo passado se mustruu tito frtil.
Immeuso progresso foi feilo para o complemento de
urna ligaeuropcauSo, cuino oulr'ora, urna oSantas
Alliaoca do poderoso contra o fraco, mas uma uniao
gsral dos Estados, para assegurar a iuviolabilidadc
do paci europeo.
Alcm da Alliauca Anglo-Fraucezacimentada
pela troca de amizade entre us soberanosha o com-
plemento de oulra cora a Sanlenln, e a adopcao da
liga escandinava que minslrar uma ala esquerda ao
grande exercilo moral da Europa occidental.
Aindamis; Os Estados menores, nao inleressa-
dos directamente na guerra, mas cujos chefes Imli.im
confiado na llussia, vceni agora a impotencia do seu
dolo, o procurara descantar sobre as potencias occi-
denla.s; ao passo que a neulralidade da Ausliia e
Prussia e (em lomado cada vez menos justilicavel
em theoria.e m.us dillicil de manulencgo na pra-
lica. t m appcllo solcinue fui feilo pelo lIuona[>arle
reinme i opiuiao publica da Europaislo j.i nao
he pequeo ganho do anuo na causa da ordem c do
progresso.
Em a nossa publica domestica, os desastrosos suc-
cessos do atino uiio lem sido desacompauhados sem
as suas solidas consolacoes. Algumas glandes expe-
riencias tem siJo feitas com as nossas iusliluices,
que ate o presente (em resistido ao perigoso pin-
cesso.
O auno se abri com um ministerio ainda uo po-
der, que tinha sido formado sobre o nico principio
possivela liga.
Os negocios eslrangeiins do paiz (inliam sido diri-
gidos com disencou, posto que sejnpro cora una pre-
ferencia pela poltica pacifica.
Suppoz-se que o gabinete eslava dividido, com
lord Palmerstou como o chofe daquelles que deseja-
vam uma prosecucao mai* vigorosa da guerra.
Durante a retirada, a pasta da guerra foi assallada
pelos constituidos tribunos do povo, os quaes Unca-
ram sobre o ministerio as culpas de um svslema em-
baucado e enferiiijado sob a iiiflucncia de uma lou-
ga paz.
A facciosa opiuiao publica creada dostl mauei-
ra enconlrou urna voz no parlamento, quando
Mr. Uoebock olcrcceu uma utoego de iuquerito.
O ministerio pareca lao furle, que ninguem es-
perava una iramiucnte calsstropbe,quando lonl
John ltiissell resignou, Ismendo que o portillo Whig
fosse esmagado soh as ruinas da liga. Mr. Roebuck
persisti ; e a cmara dos commons, vista da ole
apoiada exposicao de um aecusador anmalo e irres-
ponsavel, condemnou a ailministracao de lord Aber-
decu.
As nossas insliluices se acbam agora suscitos a um
novo e mais rude exame. O povo. exagerando o m-
rito de um dos ministros incluido no veredicto, cla-
men por lord Palmeislon para primeiro ministro. A
etiqueta poltica exiga qoe o chele da opposicSn
fosse primeiro clfamado para organisar um gabi-
nete.
Com a admracao do publico, a sua primeara ap-
plicacao foi a lord Palmerstou : com o desgoslo do
scu proprio partido, elle piomptamente aceilou a
Cooperario de dous cavalleros, que eram, posto que
injustamente, os membros particularmente obnoxios
da ultima liga, e os objecros especiaes dos libellos
lories I Lord Dcrbv deslechou um golpe no gover-
no pelo partido, do qual o seu proprio nao iicou
isento.
Lord John Kussell sendo convidado, coufessou a
,ui iuhabilidade para fuiniar um governo ; c enlao,
mas somonte enlio, foi lord Palraerslon chamado e
revestido do poder.
O publico sauduu-o como o Dictador que era capaz
de salvar o lisiado. couitu.Io os seus primeiros aclos
paralvsaram o scu culhusiasino. L'm pornalismo in-
dolente linha prejudicado varios membros do minis-
terio de coalislo,qoe inclua quasi ledos os talentos
presliinosos do paiz.
Assim, lord Palmerstou tinha de escolher entre
um governo de recrutas, com urna feroz opposcao
parlamentar, e urna reorganisaco do vellio minis-
terio.
Escolhcu a ultima alternativatornando a nomear
lord John llussell, e esrolheudo lord Paninure c
lord C iniiiug, para enchercm as vagas occasionadas
pela abdicacao dos lords Aberdeen e Newcastle.
Lraa moral fui lirada destes argumentos apparen-
leinenlc incongruentes e contradictorios, l'm abu-
so dos poderes e privilegios da imprensa linha feilo
da cmara .ios conimuns um instrumento da cega fu-
ia popular.
Assim que a lempcsladc passou, vio-se o ministe-
rio que tinha resistido ao choque, excepto lord
Aberdeen, que linha resignado, dcixar a sua publica
como um legado necessario aos executores polticos
que se linham tornado parles ; ao passo que uma
rearefio era favor da outra victimao duque de
Newcasllecomeeou cora a sua queda, a ser consu-
mida antes do li.ii do anuo.
Nao he provavol que o povo inglez se torne ou-
lra ve.-, o instrumento do joroalismo ambicioso, mas
rrospoiisavel.
Apenas formoa-so o nova miuisterio, appareceu
uma nova ciise. Slr Jamas tiriham, Mr. Gladsto-
ue c Mr. Sdne) Hehbert resiguaram, oslen,ivamcu-
le associando-so com a escola dos polticos pacfi-
cos ; e entao comeeou uma lula de facones contra
um estadista individual.
Lord Palinerston, semelhaiile a Luiz Napoleao,
liiumphara assignaladamenle sobre inimigos anonv-
inos. O mesmo jornalismo, cujas artes demagogas
linbira posto o paiz em convulsao e rompido a liga,
tinha, poucos anuos antes, erapregado os raesmos
ineios contra estes dous homens uolavcis.
Em tal caso a victima lornou-sc victoriosa, e ar
rastou o cmiquislaJor nas rojas do seu carro.
Enlao, as calumnias, que qualro anuos antes li-
nham destruido lord Palmerstou, foram renovadas
contra elle pelos chefes das faecues. O proprio lord
John llussell, qre linha sido o fanfarrao e a Irom-
bcla da Liga, tr.ihio o seu chele, esperando a causa
da paz em Vienua.
Lord Palmerstou ao mesmo lempo linha enfra-
quecido, se uo fosse destruida o seu prestigio, l'm
procedimenlo na cmara dos communs, quasi equi-
valente a insolenciauma selccciio exclusivamente
aristocrtica de ministros: fracos esforcos para re-
formas desprezivelracnle laucados ao povoe uma
deferencia ostensiva para com o a Kodlapsmo
que elle eslava commissonado a destruirestas cou-
sas logo abriram os olhos dos Inglezes, e o; torna-
ram menos orgulhosos do scu favorito.
ludo o qoe lord Palmerstou pode fazer para dam-
nificar a sua propria causa,ra dos principaes esta-
distas contra as facces e o demagogismo elle
proinplamcnte^fe-lo, ou por jactancia, ou por inca-
pacidade.
A desgraca c a resignaco de lord John Kussels
seguirian como o eficito segu a causa, asconvulsoe,
do gabinete com a asgcncilo dos Peelilas ; e a com-
binacilo da faccao foi to bem suece lida, que na
casa dos communs o primeiro ministro foi rcduziJo
ao isilamcnto polticoabandonado por lodos os
o talentos e pelos horneas de iulluoucia especifica,
c (dirigido i euclier as suas lucirs com os recrotas
incapazes de ..liroular o assalla da guerra parla-
mentar.
Por outro lado, realisou um fcil tnumpho lolue
oerlos arrogantes avenlureiros, ques dentro quer
fra do parlamento, us quaes desclavara sabir ao
poder pelo clamor popular. Coralude, o procedi-
menlo do ministerio durante iodi sc.io foi lao
desalisfitorio, que poderia ter cabido lo mais lava
sopro, mas a gloriosa victoria ero Sebasiupul. c as
visitas Irocailas pelos soberanos oerideulaes contri-
buirn) para a sui conservaco.
Os Irabalhus puramente legislativos di sessav ta-
rara mu pobres em resollados. Ira golpe desalma-
do, viugativo, mas abortivo no joroilismu,urna
lei sobre as sociedades ou negocios lao iniperleila,
como nunca fura visli ama larga medida do pro-
prio governo metropolitano,sao os davidosos g-
libos quo o publico colhea da cmara dos com-
muns.
Todavia, se em urna revista de ludo quaulo lem
occorrido, fossemos obricidos i tirar uma morali-
dade dos saccessos domsticos do auno, podcriimos
eslabelccer, posto qoe talvez com difliciildadr, qee
a causa da liherdade c do pn.gresso lem ganho.
Com elTeilo, apezar da cobarda moral de nm sem-
pre eslimado dolo popular, que tem totalmente fal-
lado .i sna mi-- o,de inlrizas de faccao coro riso
da dignidade da nario< de uma nov forma da
demagogismo mais perigoso, porque mais infaliga-
vel e mais hal.il. do que os mais grosseiros que lem
sido soccessivaraeiile vencidosuao obslaute iodos
asila iotlueucias perigosas, a opiuao publica se tesa
feilo ouvir e sentir, e i vonlade moril da naca*
reina uprema.
As nossas iuslituices represenlilivis tem soflrido
rudes provienes, das quaes d'ora em vanle sahirio
triumphautes.
Tratas.
e pallidas rosas coraram-llic as faces ; sua liarpa ani-
moii-se como por si raesma para acompaiihar a Er-
nesto.
A arle be cousa divina, |iorqoe reproduz a natu-
reza, muso a natureza he o Dos creador, por
mais bello que seja um retallo, apenas lem as appa-
rencias da vida ; e as rosas de itedoulnao (em per-
luine.
O' trisi, Viardol, l'galde eSontag! smenle co-
nhece voaso poder aquelle que vos oovlo diser cok
amore o r|ue repellis con pecunia de uoile !
Terminado o romance, Ilerodias repellio a harpa,
e poz-se a chorar de alegria, einquanlo Ernesto vol-
tava lentamente ao pavilhao solitario sem ousar dc-
sejar mais.
IV
llosa, minha querida llosa exclamen Ilero-
dias mirando em -eu aposento ; mili llosa .' repeli
aasentando-se sobro o tapete aos pes da ama, a qual
liava esperando-a ; estn contente pela primaira vez
de iniulia vida Parece-me que he delicioso ser ri-
ca, que he delicioso cantar, respirar mesmo i. m-
prehendo agora sua hoiidade, sua dedicacao, iniuba
Icrnuia para com voss e para com os seus. Sim, s
agora he que sei quanto amo-a. T'udo parecc-me uo-
VO, brilhanle, inar.irlhosn.
Rosa coniiniiava a liar com semblante alegre ; to-
mento ouvira rilas palavras : estou contente
Eu vivia, coiitinuou a rapariga, como relva
do oaminbo, soinprc pisad!, sem desenvulvimenlo e
sem flores. Nio sabia o que era vlver! o quo eu
ehantava ddr nao era dr. o que eu cham.iva alegra
nao era alegra A alegria he...
V* seu semblante lorauu tan sublime expressgo de
ternura e de felicidade que Ilesa largun o lio e Iicou
estupefacta de admiraco. Mas essa radiaco divina '
desappareceu logo.
A dor, disse ella com vnz lenta e fnebre, se-
r.....
E o vento da morle parcecu passar-lhe pelo sem-
blante.
Dos.' griteo llosa em Ligninas, que leus, mi-
nha lilha?
Ilerodias loruou a erguer us olhos, e fazendo um
esforco ponivel, consesuio sorrir,
Para que pensar nu da d'ainanliaa, disse ain-
da, he nesl.i uoile que devo pensar Ah liosa !
ligo se asiste se lenho umsegredo paravosse' Mas
nao ha palavras que disaui o que sinlo.
A c.impoui-za era inullui : una claridad. do in-
tuirn atravessou-llie o espii ilo e cora delicadeza ma-
ternal, ella den uma volla em (orno do curarito da
lilha.
Outasle bem esla uoile?
Nao caolei, respondeu Ilerodias sorrindo com
finura.
Ah! que lizcsle cntAo? loruou Rosa liando e
sera olhar para a lilha.
Ilerodias levanlou-se, lomou uma liarpa peque-
a que peiuliaa parede, e disse :
.Mai llosa, miga bem islo.
K cantn : Mais alia i/uc a /termina...
Kosa nao compreheiidcti isso ; ouvia mesmo com
dislraccito, torque essa meloda nao he daquellas que
dirigein-se a espirilos incultos ; todavia cuntempla-
va Ilerodias, cuja cxaltaeao febril atsuslavi-a. O
cauto pareca anebata-la de sensarjio em sensjeau,
de idea em idea ; seu semblante ora pollido, ora
vermelbo bem como a labareda qoe o ar agila de
quando em quando, altestava desordem e a ohses-
sao do pcnsamenlo. llosa soffria e nao alrevia-se a
interromp-la. Mas quando vio-a ficar em silencio,
leudo us olhos perdidos em uma visilo, os labios en-
Ireaherlos e o coraego 1.1o tomnltoosamenle agitado,
que lodo o corpo parecia-lhe tremer, nao pode resis-
tir, o foi onlaca-la com os bracos, soluraudo.
A pobre muiber eomprehendera muilo bem desla
vez: o frgil envoltorio rebentava a esa prsalo in-
(erior ; os sentidos Hito percehiam mais o contacto,
nem a luz, nem o rumor, a vonlade, a rellex.ij ces-
sav .un de exercer-so sobre esses ervos debis, e se
Ilerodias permaneca em pe, era um simples pheno-
meno de equilibrio, e nao acc.lo muscular. Ao abra-
co de llosa o corpo ceden e calilo sem moviineiilj
sobre e peito da ama assuslada.
Iwanoxra correu a chamar Mr. Ilcgnaull.
\
F.mquautu esse corpo Iragil lntava cora os vigoro-
sos ataques do amor, Ernesto triste o espantado es-
peraVI debalde um sigual de vida diaille do pavilhAo
mudo. Depois lo mullos dios de angustias silencio-
sas soube einfini que a joven coudessa eslava doente.
1*ni nutra inipiiolacso. Teutn fallar a Iwanowa :
mas .i feroz Kossa que iltribuia-lhe mili jii licios-
mente o anlenle de Clirulina, lanreu-the umolliar
sombro, e u.io respoudeu.
Elle resolvea entilo dirigir-se ao medico. Pinta-
ram-itic o medico bem como um tutor severo, iu-
corrptivcl e impenelravcl ; algumas palavias iveu-
luradas coma circumsperrSoenconlraviin um mu-
ro de hiunze.
Abandonado .-i sua imaginarlo fogosa, Ernesto i s-
deria quasi lano o.mo a rapariga ; la e vinlii in-
cessanleinente de seu pavilho a Mouranoft" desejoso
.le luoviiiieuto e de imprevisto, irado como um leo
lendo, e .ichando sempre esses dous ionios verde-
jantes, alegres o floridos como se a natureza uzease
pouco caso das vicisitudes do amor.
n Quinto sou insensato '. peaaaya elle com raiva
e dr. Ella amava-rae 1 Tinha-me coofessado isso
cora graca e modestia I En devia separa-ii ni mes-
ma uoitc das aias ; pois sito ellas que m'a occullam !
e esse medico lotor as guia e sostena.
Depois destas reflexOes sensatas rombinava plano
sobre plano sem conseguir tr.vc.arum execulavel.
Cinco dias passaram-se assim em tormentos iuto-
leraveis.
No sexto dia fatigado c furioso contra lodos e con-
tra si mesmo, Ernesto vcio ainda interrogar o inexo-
ravcl caslcllo, sem esperanca ; pois era cioco'dias
quem tem vinte e cinco anuos percorre loda a ex-
lensao do possivel.
Repenlinimenle, ebriedade suprema.' cisque
voz querida eleva se (unida, mas pura sempre. He-
rodias enloa notas frescas que ehovem como pendas
de orvalho na alma sequiosa de seu amante, o qual
escuta-a sem respirar.
Em resposla ama llnr chegou pela varand i aos oes
de Ilerodias. uma rusa brava cor de purpura, e ape-
nas enlreaberla. cujos espiuhos estavam enveltus pa-
ra dar pesoao projeclil aninrnso em um lenco de se-
da da China bordada com ai lottras de Ernesto.
(Jirsima respiran a llnr e beijiii o lenco. Ngn es-
lava in ns conimovidj ; um transporte iexprimivej
dava-lhe nm detembaraco de movimenlo, urna ela-
ridade de pensaaaonto e de rellexao de que ella nao
tinha cousriencia exacta, mas que aos olhos do ob-
servador tcr-lhe-huiii dado a apparcucia de urna
mulher fiiuitiariada com somelhantes liluaroes.
Levanlou-se. collieu uma camelia simples, bran-
ca e rosada, c um nminho de urz.e da frica de
Norzinhas encarnadas ; envulvcii-bus as a-loas deli-
cadas an sen lenco bordado e guarnecido de rendas,
.- deixou caliir o ramalhete na estrada sem ousar I
vci -ii la ao sen destino,
F.sruluii mui perturbada no fundo da sala para i
onde fugira lugo porque a firmeza a abaudomira
depois dessa aceu misada.
n.-ta vez a replica .-.i viva, i m rumor .cierro'
roli..... snh'roii varando ; ora uma oseada volante'
que ahi se agair.iv.i. Quando ,i rapariga voltou ja-
nell.i. as mgos de Ernesto aicaiir.ivaui ja a veranda. '
Clieir de susto, ella inclina-se, c pondo as maos
itvas e frias sobre us hombros do amante, diz-lhe em
Voz baixa e romo estrangulada :
Par:-, se n.lo morco !
l'm momento.'diste Ernesto cravanlo ulhos
.mientes nos olhos consternados de Ilerodias. I m
momento junio dv ti: quem verlo ooviudo-le! e
depois volliirei!
Os bracos da rapariga enfraqaeeeraiu a esse olhar,
e foi com voz exliiicla que ella repeli :
IETERIOR.
PA KA II IBA.
.vo'seitu (anana.
Com as chuvas e Irovoadas de-te- dias tem pea-
rado a salubridade publica. Os infelizes martimos
soffrem borrivelmenle com a sua demora por este
tempo no porto desla cidade ; porque desgraeada-
nieute a felire amarella ronlinu* a causar a marte
delles diariamente.
Sepultou-se no remilerio publico desla cidade
John Knberlson, rilholico irlandez, inarujo do bri-
guc inglez ll'altcr Bague. Foi ungida peto Kv.
Sr. padre Mello. Fallecern* mus um mirojo (
um aprendiz de uma barca. Coiisla-nrs lerem falle-
cido anles destes mais C pe.-o.:-.
S.ii diariamente accomraellidos di fehre amarilla
os mais homens do mar que a mo tiveram.
Ante-bontem foi o piloto de uma barca atacado
da molestia em Ierra, e honlem mais alguus marojos
la Iteciprocity e de outra barca ingleza.
Cliolerim.Na praia di Taquara dizem. que
apparecera a cholerina ; dizem que fri enviado
para la uro medico, cora uma ambulancia, e tam-
il .'n de enferraeiro, o Sr. Manoel Francisco Kolelh
Arroda, gauliando este OUa por mez de gralili-
c.ico.
de levectiro.
Procos dos gneros na prora.
Algodo i; a iJiUO.
Assucar bruto I-.jh a l.'.\m por arroba.
Couros -lj a -210 rs. por libra.
Desde I a 8 de fevereiro rorrele cntraram '.17.'
saccas com algodo, e foram vendidas nos dias I a "i
a 5fS0O, a (i, j, a 7 e 8 a 5kH0.
Commercial l'araUbmmo.)
COHIthSl'ONDENCIA lu |OI.\HH IM. l'l.l.
XAMBICO.
PARA'.
ISelem :ll dejanciro.
Meu charo As minhis numerosas orcupa<;-s me
distraem de tal raaneir.i, qoe quasi sempre quando
me leiuhro. que tenho mais uma a rumprir. a de
por lodos us corrcios dar-lhe noticias do que vai por
esla minha boa Ierra, he quauJo uuco e (ira do ca--
tello respundeiido ao da fortaleza da barra, o aa-
nnnciaiido que vera Centrando o vapor. He enlao
que furto alguos instantes c recorro ao meu he-tiin-
to, |iara coordenar as inspidas linlias, que Ihe re-
meti.
Inspidas, sim senhor, ao menos na opiniio de
cerlo correspondente, uesta cidade, de uma folha do
interior, coja- missivas sao baplisadas com o ama
de quimena, o qoal tem para si, que para ama cor-
respondencia ter sal, deve o seu autor saber mnilas
linguas, isto he, estragar o fraucci,(ranear o italia-
no, adulterar o inglez etc. etc., para fazer urna mo-
linifada gustosa ; or como apenas sei o nosw bella
porluguez e islo acontece muila genio boa qae
quer capacitar aos outros, que alem de saber a lau-
do a sua lingua sabe muitas cairas nao posso ter es-
se gosto e sal nas minhas missivas ; mas come por
oulro lado me parece, que a opiniao do tal autor da
quinzena nao lie a mais correcta e emendado, lenlia
Vmc. paciencia, va a turando aturaba insipidez,
pois creio que Vmc. o que quer sAo noticias, o na*
palavras eorrqueiras de outras buguas. E corto
disso passo a cumprir a minha missae.
Nao! n.lo! se fueres um movimenlo, m*e-
rerei I
Se morreres, lornou Euiesto rncanlidn ao as-
pecto dislinclo do semblante qoe inciinava-so para
elle, e do qual disceruia a maravilhosa belleza ale
enlao mais adevinhada que vista, se morreres. roor-
reremosjuntos! Ali nAo soflri rem vezes a morle
depois de leu desapparerimcnlu?
Morrerei sozinha '. replicn Ilerodias encrgi-
caraeute ; soznha! Morrerei nao quando vollire*,
mas quando pozeres o p sobre esla varanda. Mor-
rerei de.esper.i i.i. NAo, nAo quero morrer! Quero
>iver para amar-te para viver para *r felis !
Eroeslo Iicou serio ; nao erara palavras vas.
Ouvc-me! disse elle.
A rapariga adime ainda a eabeca, eseus cabel-
los locavan os de Ernesto.
i Ib.'deco te. del vol ; por.pie amo-te agora
lao proi.mi..lenle quanto amava-le ap.ivona i.i-
uieutc. Que (ar. s em recompensa de luinha sub-
11:1 -- I ?
Ella rclirou as mAos. e collocouas par descuido
sobre as de Ernesto. A esse contacto cmpallnlerea
e pareceu desfallecer ; mas vcncen.lu logo esse vio-
lento abalo, disse enm ar melanclico :
1-ic.irei ajanella inferior do pavilh.ln. la me
veris ouviud.i-me.
. Quero ainda duis ecusas, loruou Eiuc-toei
iriagado.
Duas! repeli ella em tom mais alegre poiqas
o perigo afaslava se.
Primeramente o leu nonie.
Ilerodias!
Porque ralo disse ella : Cliiisliua '
Ernesto fez um movimenlo de s-irpieza e mut-
rauroii :
Ilerodias!.' E depois.....c.rescenloii sainado
ira degrao.
.1 rapariga toOMO um ar severo, c cruzando os
bracos sobre o peito, di-se i
Euganeiine creo o que NONaas alma, obra
Ina vonlade ; nada mais tenho que temer.
Chara llero.b.i', pvcI.iiiiou o mancebo j Eri.e.-
lo... n,io be infame. Voaa nao cug-noa-se .....11
indo em sua honra. Meu desejo sera -empre esa-ra-
vo dos seus. O que peco-lhe he nm penhoi de amor.
coj lembranca coasoto-ana na sclidi.
Ilerodiasoflareeu aataanaab alroMaaan] pro-
ferir una paldvr.i ; mas eHa hujou-liie npidameule
us labios e desceu logo.
Ella .leu-s pressa em linear fura a <-. ida, r era-
se rom ternura :
Ale ainaiiba.i. F.rueslo !
AlaasaoMa, Ilerodias!
(C'ONfinMar-w-aa.j
k\ ittt i\r>r>
ii
i\ /r-i


OIMIu O r- -IUC0 QUINTA FEIM 14 i FEVERfclnO ll 18 6
Urna (tea cousas, que aor aqu cslito agora muilo
i'in mola, lio os iiecrotigicos laudatorios, com
chama o engracila ridtnjen Braz Tisana. fijo ha
pea", viiii, irmoo, lio, ard, biai', primo, sobrinho,
sagro, sogra, ele, que fazeiuln viagem desla para
aspecto; os medicoi .i-sim o declarara particular men-
te. O Sr. eomraendador Berford, lomando conta da
presidaneia, nao poupi.u esf.iroos para o aeeio capital, ao que por. corlo.se (leve a fraqueza Jo mal.
He este un icrvieo, cajo elleilo dte calar no cora-
mcllior, nlo lenha a sua meia duzia le linhas, e he cao .las pessoas, que observaran), um seiilimento de
boni quanilo lie a pela ddate) as gazelas que aqu
ge ni era debaixo do prelo. lie sorte que nSo lia poca
mcllior para se inorrer, uois pode o sojeilo licar cor-
to, que o seu nomo correr mundo, o paisar.ia pos-
teridad? mi letra rcilopda. Eu ci pelaminlia liarle
ngradero tanta hondaje.
Nao inlira Vine, do que Ihe acabo de dizer, que
reprovo os necrolgicos laudatorios, ule, seulior,
.mies os julgo de alguma ulilidade, porque militas
vezes fazem condecidas cerlai virtudes, e oslima-
vcia quslidadcs, que por oni capricho da sorte. eram
descophecidas iluranlo a vida do cujo anda que, de
ordinario, depois que o individuo bate linda pin-
m;ii-oin he que se reconliece que era borr-, amavel,
loMilii de raras qualidados etc., mas isto lie uin cos-
tme, c nao ha remedio sen.m siiscilarmo-nos a alie,
.amos pois adianto.
O que eu reprovo, e comido os homens sensalos,
he que nein quando se trata dos morios, deiie a mal-
dita poltica do metler o seo bedelho, e que os no-
mos daquelles sirvan) de motivos para un correli-
gionario elogiar o lilho, o genro, ou neto sendo esle
" lim principal a que se dirige o escrevinhador dos
laes necrolgicos laudatorio', o que x dea lugar a
ura gaiatodo bom goslo dizer, que rerlo reverendo
em vez de lazer a necrologa de urna senhora. que
fallecer, Tez a do lilho que anda anda por este val-
le de lagrimas silo como uin pero. Achei milito a
proposito esta lembianca, que he urna realidade.
ti- municipaes desla cidade, quero dizer, os cama-
ristas, que a (allar-lhe com franqueza, nSo sei ver -
da.I oir n ion le niiem 9A0, porque oni cada sessao ap~
parecem ihivm cu a tcm feilo pocas, toruando-se
nolaveis i las barrigadas que lem dado, diz o men
compadre PanlaleAo, mas en nao chamo harrigada, c
sim sapiencia e amor da patria, c Vine, me dir se
he harrigada, ou painolismo o que passo a expor-
Ihe.
Os lenhores hygienicos, c'esl-u-dire, com licenca
seuhor da quittzena os membros da Junta de llvgie-
ne orgaiisaram, nina lista do cerlas substancias, a-
linieuticias que jul-aram nocivas a gente c lavora-
\ os ao catastico, e remeller.im-na nos senhores mu-
nicipaes para por scu intermedio lazerem-na ezeco-
lar. mas ellos eiiteii.lcrain, que deviam .primeira-
incule discutir cin plena, e magna sessflo a conveni-
encia, ou inconveniencia da medida proposla pelos
senhores itvgienico.
A proposito do calalaslico, o sumo de limito lem
continuado a sor empregado nesla provincia, e com
graude vanlagem. Esle vapor nos Irouie a noticia
de acontecer o mesmo as provincias do Sul, on.le
u l'araensa (cm moslrado a sua horrivel caladura*
E digao la, que o Dr. Castro nAo lem feilo servicos
a humanidade... ou com .1 lncela, oujcom o limito,
o certo he que elle tem zombado dos seus graluilos
iuimigos.
Estamos em anuo de oieici.es. em abril lemos a
da uova salinha, em selembro as muuicipaes, e de-
pois as gor.11 s. Veremos, quaes -cio os escolliidos ;
as cabalas eslao nos seu auge : os dous lados pleite-
antes lem feilo reunios frequenles vezes, com que
lim nao sei, apeuas ino consta que os candidatos ,1
futura salinha do lado do Moraes ja esli designa-
dos, e que entre ellos cootam-se alguns cidadoes de
fora da capital, deulre os quaes algn* pertencem
de lia muilo, ao lado opposlo. Diz o mea compa-
dre l'dolaleo, a quem nada escapa, que he mel que
o Moraes quer untar-llics nos beicos, para pilhar a
votacao de fora e cujulgoque lie urna veidade ; mas
u Moraes deve lcmbrar-sc, que elles nao sAo crian-
cas, qqegosiao de doce, e que ale lioje anda nin-
guem do interior da provincia leve a distiucla de
scular-se as cadeiras Ja salinha, eleilo pela sua
gente, e que al o anno atrasado a sua gazela a Au-
rora, urna das razies, porque censurava a chapa do*
'son- contrarios, era le nimia gente de fora da cau-
la!.
" l'ircm-mc, que a chapa do .Moraesse compe de
duas secces, urna dos verdadeiros amigos, por quem
lodos se devem empenhar, e oulra dos que repre-
scnlam de coringas, os quaes, pouco'importa, que
pulcm fiira, conlantu que lacle 31, slo he, que Mil
a priineirn seccao que consta de 1.3, maioria absolu-
ta, os quaes lodos sAo residentes nesla capital.
O vapor passado trouxe-nos o Joilo Augusto, e o
sobriuho r. Frailas, o qual he moco simpalhico, e
parece-me dota lo de exccllenles qualidades.
O Dr. ('ampos, chele de polica desla provincia
lamben) ja rhegou, e hontem lomnu coula do seu
lugar. Nada Ihe digo a respcilo deslc nlegerrimo
magistrado, por que sendo muilo conhecido, deve
Vine, saber quem he elle.
(1 Moraes, e a sua gente eslAo muilo contentes,
contando que o Dr. Campos so prestar aos seus ma-
nejos tloileiraes pela simpathia e consideiaeao deque
goza, e pela sj.i iniluencia como chefe de polica ;
porem estilo redonJmenle engaados, porque a im-
parcialidade, e a jastica sempre foram os caracteres
do Sr. Dr. Campos no ejercicio de seus empregos
e nao sera agora, que elle ja tem a sua replanlo
bem baseada, que vira servir de instrumento a ca-
prichos de quem quer que seja. A escolha du go.
veruo nao poda ser mais acertada.
I ni nomeado director da inslruccAo publica desta
provincia o padre I' elix Brrelo de VascooceJIos.
Esta uomeacAo (em sido encarada de diversos modos,
mis lem louvado o Sr. Reg Barros, e nutrns o lem
censurado; a miaba opiniao va com a dos pritnei-
ros, porque leudo o LeilAo convenido a directora
da instrucrao em. ama machina clciloral poderosa,
a qual sempre Ihe dava o primeiro lugar entre o
deputados provinci.ies, o Sr. Bogo Barros enlendeu,
e a nioii ver muilo bem,que devia tomar urna provi-
1 deucia pura que nao continuassem as cousas do mes-
rao modo, c a providencia mais acertada era nome-
ar (rara aquello lugar um homem inteiramentc es-
Iranho a polilica, e que siVcoras.se do melhoramcn-
lo ila inslruccAo. e assm o fez Horneando o padre
Brrelo.
.vdeos. NAo quero estn.ler-me mais, por que o
men cacuja, uotou slo. Ate oulra vez, se Dcos
quizer.
gralidAo. Porem isso inotmo servio da especie ao
Eslandarie, c S. Exc. fui acremente vilipendiado !..
NAo foi simiente esla. mas oulr.is inultas medidas
foram por elle dadas para impedir ; iuvas.lo do cijo-
lera.
Ha poucos dias se eslabelcceu um hotel na ra do
Sol, sendo este 2. que ale agora existe: tendo-se a-
berlo o I, na rnalirande, ha pouco latnhein. Ambas
oslas casas, porcni, uAos.lo mais que sim[des reslau-
raules ; pois que uenhum counnnlo ollerecem para
hospedagem.
E'lamos aneioMf pela Bamomla ; elle anda se
Icmbrar do pobre o pequeo Marauhao, que lauto
tcm ridicularisado'.' He uin excellenle cavalleiro
o Sr. Bamonda 'iodos os camarotes 1
huanle lempo, com grave prejuizo da ju-lica pu-
blica.
A nossa salido publica \ai nielhor quanlo a ca-
lan los c do-interias, q n-jg ^,. ,.(trihue a' conlinna-
CAo das chovas que lemos lido sempre, rom inler-
vallo de uin ou ouln. da, de mauelra que o lempo
ja se va mostrando com feices de invern ; e como
he sabido, o invern nesla provincia cura a lome a
pesie e quic a guerra. Domis, os liiuocs ja iam csca-
ccaudo, porque quem (iulia sua colites, tvmpailitcs
ou iripilos (perdoe-sc-me a liberdade com que fiz
uso do ultimo lermo, par pawcer-me proprio para
um ataque de Iripaa ) a ellos recorra cm 11A" pe-
quena doso ; mas cm havon lo invern teremos cha-
va de limosa para lanr-ar sobre o cholera, caso le-
nh.i a ousadia de invadir esle lorr.lojque se chama
serco e sadio por cxcellencia, e sueco do mesmo
fruclo cm al.uiilancia para ingerir nos intestinos,
so ella nos atacar a pelle, como lem atacado alguns
jomaos que aqu -e publican), que ja muilas vezes
cadeiras su- Icnbo dcixado de Icr, porque em os ahrindo vou
periores eslAo todos passados por bom dinheiro.e tal i lB encontrando cholera inorbus. E cu voo
vez assim liquem |iara sempre
Estamos em una crise bastante desfavuravel a
respeilo de generus alimenticios; ludo esti caris-
simo.
lemos lido copiosas e frequenles chovas, depois
do dia 11., i. 1 me/ passado.
Dous proprielahos lizeram proposlas a presidencia
para abastecerem a capital de agua polavel : um por
raeio de chafari/.es fomecidos pelas aguas do Api-
curo, e oulro por rneJO Jo encauainento das do rio
Ail, que corre a urna legua da capital.
O vapor Marques tic OlinUa, procedente desso
porto, aqu chegou no dia I Jo correte, e consla
sahira' a II.
A alfaiidcga renden 110 roez lido 118:721; 106 rs.
e a collecloria da capital :SJijSJ.
Adeos.
MAB4NIIAO'.
S. Luiz de fevereiro.
Eslamos no carnaval,nos das de MU farons. Es-
ta tradccao anliquaria, que recebemos de nossos
u\.i-, toda chcia de lilior.ladcs, e do nociva conse-
quencias. se vai degonerando de tal modo, que os
nossos vinilouros, ignorando asoa primitiva orgem,
11A0 terao idea se quer, do limAo verde do secu-
lo 19.
Sulisliluindo-se, pois, as lulas e arremessos do
velho carnaval pelos salanles pierroh, que mac-
ean) urna uova poca, cessaram as liecuciosas scenas,
de que eram autores os libertinos e os casquilhos,
. que ncslas uccasioes se insiniiivain no recinto das
familias com lins reprovado*.
Para fazer Vmc. ida desiediverlimenlo na nossa
capiUI, passo a fa/.er-lhe una breve eiposirAo.
Algumas pessoas, nao querendo sacrificar sua an-
liga crenra ao modernismo, conservaram-sc no ve-
lho rito ; e assim, um quadro de curiosa cxpcctacAo
nos ollerccc essa massa h\brida, composla de gru-
pos tripudiantes festejantes do velho carnaval, e de
um combo) de mascaras, que em guisa de procis-
sao, se escoa por essas mas lanado toda a sorte de
bufoneras e de burlescas gaifOBM.
Cento e lanos mascaras forman) csse corlejo car.
navalcsco, de rujo numero resalla meia duzia, que,
cavalgando rachilicas c valetudinarias hacam-as, pa-
recen) commaudar o reste. Depois de um extenso g>-
ro, a noile vao aportar no thcalro S. /./:, aonde
ollerecem o ultimo bolo. Assim se lem passado o
carnaval, c assim vou eu Iracondo a ininlia missiva
para o scu Diario.
Tenlio me enlreli.lo de mais no carnaval, e ja he
lempo de encelar oulra malcra.
ludas as vezes que Ihe escrevo, folgo de annun-
car um oslado de perfeila Iranquillidade. Com
qu.iiilo a forca policial soja muilo iusufiicienle pura
guardar a Basta capital, cointudo iicnluiin laclo so
tem dado, que ameace 0 eslado pacifico em que nos
acharaos, e que, se quer, all'ecle a seguranca indivi-
dual, l-.nlreianlo ii.m |,.. roiiYcnienle COnllsr S0-
meulc da boa ndole de um povo, porque desse a-
CEARA'.
Fortaleza, 5 de levereiro.
Nao se lon.lo realisado a falla .la remessa dos jor-
nias, de que ua miaba Matada fiz mensao, princi-
pio esla declarando a Vmc. ler partido o engao do
correio, qoe no dia seguinle mandon-m'os li.izor, e
assegurando-llie que para oulra vez serei menos
precipitado, para nao allribuir Rilas immerecidas
a quem be Uto ponina!, como Vmc, que, alias ou-
lro lano 11A0 poHer dizer a meu respeilo.
Ja Ihe tinli 1 noticiado na minha ultima a chegad.i
do Marque: de Olinda ao porlo do Aracaly, c que
enlAolicamns esperando a dada monento por csse alo-
mo do grande molorda civllisario.o vapor em acojo.
Abicou o lal nnbre Marquk; a esle porlo no dia -11
Jo passado noile, Je quo itive nao pequeo pozar,
pois Jesejaria que fosse ao tiaiar Jo dia ; porque se
vejo sempre com particular UtUfacflo a marcha J'uin
navio a vapor, a do Mrquez de Olinda, encami-
nhando-se ao porlo desla cnilal com prometa de
repelir a elle Cuas visitas, e eslreilar assim as rela-
(es commerciaes com esta: provincia, com quem
esla loni sempre vivid. na melhor harmona, iden-
lificando-sc at em cerina hbitos, havia Je derra-
mar-ine no paito, por sem duvida, nao pequea por-
oso de jubilo, e essa eflusio havia ser duradoura,
como l-m sido a que me pruJpzio a simples p.lavra
chegou o Mrquez de OUkdn '. Aborda desle
vapoi veio a chefe Je polica lesla provincia, o Sr.
Dr. Ilerculano Antonio Percira Ja Caoba, que lo-
mou posse no dia 28. Vieram ni u- o chefe Je policia
do Piauhv, Dr. Calanho, o enlenheiro civil llorbs-
ler, o Dr. l'cnelon Aleofurado, leraek, ele, tagnin-
do o primeiro a son deslino 1101 mesmo vapor, que
parti no referido dia 28 s (i lloras Ja larde, e Pi-
cando estes nesla capital. Segralo me informaran),
o Mrquez de Olinda foi com dkistino ao Maranhiin
locando nos porlos intermedios lio Aearaen e Gran-
ja. Acredito com multa gente], que as repetidas
viagens desle navio a este segn lo porlo oda Gran-
ja-) ser denlo pequea vanta tem para esla pro-
vincia, e nao menos para a connanhia. Paranlo,
folgaroi, como amigo de ambas, de que esle sonho
se realise, e nao menos que a assomb'a da minha
provincia, apreciando acera mellior do que o anno
passado os inloresscs que he obrigo la a promover,
vol alg un 1 i] 1 mi 1 para auxiliar a primeira em-
pieza datta arden) que nos foi offorecida.
11 A coinp.iuhia 'ernanibiioana se leal esforraJo
para salisfazer seus compromi-sos. c, se na phrase de
Lamartine, lo.lo o esforco he prngresso, o fado da
realisacao do contrato, apezar Jos enlraves, que
ella encontrn, he o primeiro passo dado para ani-
mar, alentar c desenvolver commereio das pro-
vincias, cm rajos norlos loca o vapor a que alludo.
O espirito commercial, o amor Jo gmiho, h a
vehculo poderoso para ejercer essa potencia invi-
sivel, mas soberana, que vai anittdo os p\vos aira-
vez Jo piaros, e plantando a civilisacAo por toda a
parle diz a general Abren l.una no seu Socia-
lismo.
Animemos, pois, esle espirito commercial quo
ora nasce entre nos, sob pena de o 11A0 fazendo
pelos meios ao nosso alcance, ilosprezarmos essa civi-
lisafAo que se vai plantan,lo por loJa a parle. Bem
sai que na minha torra mnitl genle nao penal co-
migo a respeilo Jas vautagens Jo commereio a vapor
para essa provincia, pacieucia, contento-me em
cantar com aquello m irtvr da liberdade, bem co-
nhecido uessa provincia :
o Sanias leis da liberdade
.< A quem amo, adoro c sigo !
o Feliz de todos os entes.
Se combiuassem contigo.
0 carnaval por c nao eslevo inao para quem gos-
la das mascaradas, pois houveram duas, nina no dia
2 e nutra no dia i desle OVJZ, no Ihealro. A Cslas
aqui vulgarmonle dio 0 nomo de bailes masques
cm consequoncia de reunir-so grande numero de
familias para este diverlimculo. nico facto que o
orna nterestante, porque, fallando ten) amor pro-
prio, nesla minha Ierra, onde a pobreza he quasl
'o n-ii 111 f-irmosura das ovens, a sympalhia ea
candara suppre a falla dos aJcreros, dos diamantes
e das perolai com que as rica provincias desle
imperio se apresentam as mimosas Brasileiras nos
saraos e bailes. Pelas ras tambe m houveram mas-
caradas, porem fallava-lhes a principal grana, por-
que andavam 110 Iraje masculino, uns a cavallo, ou-
Iros a p, fazendo apenas algMmas macaquiets ao
soin da msica. Passemos aJaute.
J0A0 Alves Pereira, um dos criminosos de morle
evadidos da cadeia desla eidade o auno passado, e
que teacbava recluso na do Inhainuns, evadio-se
desla coui um companheiro, no din de AnnO Bom,
em quarMo-as aulori la les cstaraiu Jislrahidas com
a fesla e mi'sa do dia, mas a esforco-. do lenle
\ alent c uumandanlc do dcslacamenlo no le ser
Capturado ja em distancia do legua c meia.
Tambero foi capturado no Ip um criminoso da
provincia do Piauhv de nome David Gomes, mas a
noile estando as praeas, que o conduziam fatigadas
pelas diligencias e vigilias de II dial em bnsca do
mesmo, pude elle sorprender a senlinella, e por-ie
ao fresco.
Em quanlo-a policia ja se vai compenetrando da
ucce-sidade de ser activa, e por isso fazendo me-
Ihormcnle o seuserviro. Ojurv moslra-se prosti-
tuido, o da ronslanlcmenle as mais tristes provas
de sua ignorancia, c do espirito Je patronato, que
alimenta cm sua decimos. Ojurj do lermo de San-
la Cruz acaba de absolver o Bmjarnim, o lenle
Coelho. e os oulros assassinos do l.ean 1ro Triguei-
ro. quo foi muri o anno passado por esses monslros
logo dizeudo : Forte ,einbirrancia e atiro-os pa.
a dcbaixo da mesa. Viremos folha e esperemos
pelo fumo do vapor que se espera de norte.
Dia 7
Oh que la vem fumcgaiido,
Sera o nohre Marque'.- ?
Dos o traga a salvamentu,
t'.omo o trouxo d'oulra vez.
NAo, senhor, he o /'aran,
i)' volla Jo scu passeio.
Vcnha elle em paz acora,
Como ha pouco do sul veio.
I 1111.I1-011 e partir amaiihaa ; e nada me occor-
1 en Jo mais a referr-lhe sciiAo a graude chuva des-
ta inauli 1.1, poco-lhe dcsculpa dejtes lampejos do
cslro, que as vezes me assomam. quando vfjo cer-
los objectos que se clevam, como gao vapores, fo-
gneto-, lialoes, ele.; mas bom Ihe prometi iiegar*
llie d'ora cm dianie o conhecimenlo das minhas
proiliiccoes mtricas, porque do corlo nao valein a
pena.
Saude e prosperidades,
Como sempre Ihe aplogo,
V. Dous o livre que s->lli a
As molestias que cu padcrai.
Bouiliineiito da alfandega no me/, passado.
ImportacAo.........K:59977ti
ExportacA........... I:7iii-llil
Interior...........I;o6ig00
Gneros exportados 110 Jilo mez.
A.-mi car arrobas 2,9U
Algodn n 1.1:17
Yalajuba > 2.1IHI
Cafe 0 1,511
C.ouros sal nados 0 l,S,)2
KIOGKaNUE Dd.MHUE.
Natal II) de levereiro.
I
Men charo, sem escrever-lhe
Bom lempo ja ha passado.
Mas relo nao ser perrada
D'urn humano eoraeao.
II
Agora porem em verso,
Nuvas ntinliaa Ihe vou dar,
t.lueira, voss, perdoar
Esso meu atrevimealo,
Pois he s par um momento.
III
liuvi inissa do gallo
lu a lapiuha tainbom,
Sem o que goslo 11A0 tem,
E nein d.i conlcnlameulo
De Jess o nascimeato.
IV
llouvc festa dos Magos
Ca na soa Fortaleza ;
Nao sei se com belleza:
Tere msica c logeles
Convidados c banquetes.
V
i .'.no :n houvc 11.1 polica
Nao pequea contra-dansa :
^a Ihesouraria houve mudenca
D'inspcclor provincial
E de procurador hscal.-
VI
I ns tristes, oulros contentes,
I ns de cima, oulros dcbaixo,
Alicam ila discordia o faixo ;
Mas por lim lulo acaluiOU,
E a loin'--.tide passoo.
Vil
Ness* ramo n.lo ha bulba
Nao ha mais nesla cidade
Oulra qualquer novidade
Houve entrado e carnaval,
Houve loulboin baile formal.
Vill
O que por lo se passou
Dizer-lhe bem eu nao sei:
Con) bellas damas vvalsui.
Tamci cha, com bollinbos,
E nao gastei os cohrinhos.
IX
l'assei noile regalada
Onvi cantara meu goslo,
Sempre firme no meu posto
i.'-i.l uia)pci leilo janola
lomei luvas, calcei bola.
X
Fui um complot. d.indv
L'm rorfesAo de chpela ;
A cada dama urna pela
Sobre qual fosse a l.ea :
E todas comeram a broa.
XI
A vos-, poiem ilirci,
Sii urna foi a Leda
Bem digna u'unia cora :
Ade v inhe l quem puder
tic seu nomo saber quizer.
XII
Au revotr non ami.
Por boje lecho lindado
De poeta improvisado
A larefd que lomci
Porem logo voita.ei.
A paz continua brindandu-nrs com seus aflagos,
reala-nos ao menos esse lenitivo.
O espirito religioso que loinaara um Jesonvolvj-
inento grandioso, como que vai aneleccudo, he cos-
limieda Ierra, linaria Icira de Cinta houve urna
imssn, era natural qneconcorresse o povo chrislAo,
que Jirei a Vmc. '.' pouca grille comparecen ? quem
seria o lolo que se sugoila-so aou.'ir oMemen-
to homo quia pufeis es.... E assim he ludo mais !.
A saluhridade publica he na, e por .lomis hostil
saude da iiobro e plebe 1 descendencia de Adao.
Alguns incoinmojos tem apparecido, mas., sao irises
pa-s.igeiras, lia-lando apenas nina .loso bomeopallii-
ca para dissipa-las. Ja vou orondo ni valiosa elli-
cacia das duses iulinilesimas, brexrnenle serei um
liomcopalha dos qualro costados, 13o comido es-
lou.
Amante da simplicidadc, euthusiasla da aingole-
a, como mo enlhutiasuiar-me por urna scieneia
que Unto simplifica o curativo, libertando odoonlc
do conjunclo asqueroso Jas laos drogas allopa-
Ibas Gloriaao illuslrc aulor, ao sabio cuja glo-
ria sera immorredora nos annaes Ja scieneia e da liu-
niJadc !.
quanlidade foram pelo llicsoureiro Ja capclla Ja pe-
voacAo conlii las a uin iu liviJuo para coiislruccao
de urna obra....
Beleva nolar ai Sr. cirrespuiiJcnle, quo alcni Jo
Cnrreio ja lomos lidoras n..licias de Behenba a res-
peilo do alfjiirm. Eiiilim nossa misao he melindrosa
c compre-nos ler proval para chamarmoa o al-
(encao da policia s-.bre csse que tanto e tao grave-
menle se acensa enniu hnini-m homicida.
A commissao henelicente foi a, casa Je um
dos homens mais ricos desla capital e esle
fez lal Irapalhada que nao den para os pobre-
linhXM nein das ris'. Mizericurdit! lio al onde
pode chegar o egosmo, a mizeria, a malerialidade, a
irreligio-idadc, o tildo quo acaba em ez como e-lopi-
dez. Bom sabemos, que ninguno) he obrigado a pia-
licar ol.ras de Clridade, mas n'uma poca como es-
ta, negar-se urna esmola pelo amor de lieos aos in-
digentes he inuito arroslar a opiniao publica
exarracao publica. Se fosse
lo renda, ou sala de bam-
bale ol! que Irapalhada nao so faiia !...
Dizein-nos que o ludano, que lem ido as
ambulancias! para lora lem sido falsificado ; ha de
he alralur sobre si
para alguna rabero
t) nosso foro roscenle-se da molestia endmica des" ser falso...
(.1 villao marasmo.NAo ha audiencias, felizmen- I -s autoridades policiacs ja lem orden) para re-
le seos empregaJos vao aproveilaudos o lempo em arem companhias ne enterradores ; muilo eslima-
oulros servicos, permittido as ferias. I mos que a nossa lembranea fosse tAo benignamente
1' 1111: i-'ir.i esla bstanle disgustoso, e se a cuusa j aceita,
coiilinuar abandona o grandiloquo- emprego ollicial! "eu-sc cavalgadura aos senhores subdelegados
dejuslica. e vai para onde?... 1 para prestos acudirem aos lugares mdese fizerem
A nossa policia couserva-se de mansa e pacifica ; precisas siias presencas.
posse; o delegado habitando duas leguas distante e Cerlo sugeilo esla se desesperando.quan lo ulli-
nao estando ao fado das peripecias que por ubi vio, mmenle a proci-sAo da Senhora da CoocticSo pas-
rcsulla pois que uenhuma providencia pode applkar sava pelo hairro, do Becife elle enloava o nrisirar*
na quadra aclual. Felizmente acaba de tomar con- naa" costas Ja p ihrc viclima de suas garras Assim
la da subdelegada o Sr. lenle Juequim lioularl, meu 91*0, aperle logo as gucllas dclle !
que com a energa do cusime, e attendeudo nos 0 moco quo lem-sellornado cholerico por urna
sollriinentos da popula{Aoquejazia cnclausurada nos pequea sua ron/ronleira na ra deSaula-Bila, mo-
aijubes dafomc, suspendeu a quareiileua iujuslamen- dere essa algidez Je coracao.
le imposta a barcada Jo Sr. Cunha. Jma rarta cariota.Illa). Sr. Hadalor. Apro-
Deu-so mais am faci Sobremodo irrisorio, que vcilando ao i-.izi.lo Je seo especiara oflirhmenlo com
foiaprisio de um pjs.agauujda mesma. o capilAo forme eslinguii Sua Pagina quera ter a onra Je rece-
jse Joaquim de Gouveip, andando como que aos ueT pautando eu pela rui do Caldereiroa? hon-e lio-
boleos, at qua mediante jaitas exigencias foi posto ras da note em contrei um enJixido com um gallo
em liberdade. Esle acontecimenlu pelos accessonos ombaiM do braco cheganilo eu para junto para re-
quo n revertirn), sena capaz de foruecer materia fonlice o Jillo com forme rmei um Hallo que pa-
para asalyrtca peuua de Mollien......\pre com lal' rcceo nleu B* "IC capacilanJo por qoe moilos
genle. Gallos ao amarillece Jo Jia com o coslumn ver mi-
) commereio eslava Inteiramentc p..ral>sajo, nao nbas galinhis para dar decomer Siule falta de 1110
havia charque ncni bacalhe, bolacha uem por som-' Gallo quo eulAo acapaoileime ique o homem era
bras, us ruinantes emliin oslavam sob a pressAo da l.adrAo de Galinhas; ora isto 11A0 lem lugar. E/isle
crise --li.n-ii-.il: Felizmente cslamos agora ui quadra mn huma mesma m 1 hum l.ulr.lo de Pomhosquej
da bunanca, poslo que por dito proco, ao menos ha vivo cm coiu.a lo de mandar concertar otelhado
Jo ludo. Ja nao se marre a mingua, o que nao he la andar por osles meo espioulando o que us quin'
das melliorcs cousas; lano mala ameacadus da bor- 'ais para ver o que a para a nolc robar pois no se
rasca cholerica. esqueca de menciona.... 11
Os senhores agiicullores couservam-se no malas- \ Correio ambulante nos milicia um desaguisado
mu o proslracAo, com oflcilo concc.lo-lhe toda a ra- I havido no Poco ha illas cutre dous mocos coubecidos,
Corrijam-se laes homens, que seH,iu\um lerrivel
fogo elaliorar.i da e noile. Hendamos os^ poslos. Eu
lomo conta Jo occidente; a Pagina ciur.ar o fugo
Jo oriento. O fetrntpecto e .1 Carteira xarroiao as
ultimas liloir.is Jos mlicos, padres, aliloriJaJes,
quo ilescoiiheoeudo os deveres da ipiailra renegaren
cobardes! a honra e xirludc.
Hecriidcsreii a epidemia nesla povoacio. Cahirain
12 doenlet fura lo que havia em dilerenles estados,
e a morle ceiou cinco vidas dentro da povoacAo,
que podera contar do 40o a ."ilM) alma-.
De eulre as cinco vicliuns vimos o oslado pungi-
dor em que licoii urna familia, F>am sei- meninas c
os pai-. A viclima foi o pu de lauta- infelizes. Cons-
ta-nos que a commissao nlo abandonara aquellos
orphlns.
I) soldado de que Ihe fall vai indo snlliivolinenlr
A elhmosphera e-ta tritie a fazor chorar. Nu-
vons poja las de agua, vagarosa- oamiuhin no arquea-
do do firmamento, emquentn em Ierra nia sopra o
mais brando vento. Modelaiulo-se pela nalureta
os tiabitanlos olham contritladot para.o negro futuro,
qual ja nos|appareca J nutro aspecto anda hoalem.
I) novo subdelegado, oSr. Pies Barrlo, o lacul-
t.ilivo, o vigario, cada un nos si.u^ respectivo- car-
gos, aiinla preeurbein as no-sas vi-las, as do gover-
110 e as Jo povo do lugar.
A commi-so vai (rilhando (ale agora o camiiiho
Jo Jever.
Repelimos! escrlplor que prelende lavara nodoa
Dulro Jo fiscal Ja Boa Vista, participando ifif-.ni
dia 21 foram mllalo-Jos Frailasen Alvn Man.
leiro. Jaaqanai de Sania Anua e lean Girxll de
Barro-, em :|ll rs. cada um por teicm fabrica .le
fagos arliliciaesem lugares prohibidos.tjmr p-
blic.isse.
Uulru di coolador informando, nao liave qawta
para a eon-lrurcad diima bomba na estrada da t>uz
das Alma", salvo le a cmara quizer farcr e^a peza pela quota del evenluaes A.liailo.
Oulro do adaaiaahtra lur da rompanhia encrrrga-
da da Innpe/a da cidade. relatando o tervirn foile
de ll a IU do corrate.IJ/ue te publicaste.
Oulio do mesnifl. declaran.lo como, c mn,lr Ut a
irrigacao, assun como a despera ;oni a eou lu< .10 da
crnica.IJue se publicaste.
Oulro Jo engolillan- ronie.iJor, apresentandu m
plaa e orcamenlo d'um los torrela qae lem a
. amara Je construir lias lficgu/M desla rialade,
na luqiortaiirid .1- SU.Vo rs.yus se remetlr-,. aw
Ba. presidente para este iu transmillir a' ..-en*,
blea provincial,aliin dctli habilitar a' canwfa cswn ~
meios pecuniarios a levar a c-ll. 11 esla obra,
(lulrodo fiscal do Poco, participando qoi alga-
lie baver abandonado os seus prenlos e romarcAes, mas pessoas do considerarao daquella fregaezia, e.-
preloiidemos purgar um por um lodos i-.*. .-^..---------------------^ n u,tmtm,
amigos, novos e novi-simos. r
Independeule e lano quanlo nos l'or possivel, jus-; que l*,Hm accommellido. do cholera, tape* va-
lo e vciidico metiremos a commissao henelicente,' l'ra esle all te manifestar. Inicua la, e qae se
sal lelegacia, ludo, no logo de cruzla Jo oriente e 1 commuuicdsse 4' cominitsau de hyiene
occidente, e pediremos auxilio ao norte e ao sul, se | ()lllro do InesuIOi coniulUlldo dele.iaiaanda a-
ALACHAS.
Villa do Passo s .le fevereiro.
Chari-simo soulior.Cracas ao Allissimo anda
nos conservamos cm diaponiblidude, o etlrangula-
dor cholera dislanlc Jo nussas pousailas, como quo,
retolveu amuystiar-nos; lie este poi corlo um es-
lupcndo mTlagrc, se allenJer-sc que esla Tilla, nao
digo bem, seus habitantes por seus fcilos, nao sAo
os mais dignos na quadra presente, de alcanc.irom o
perdi.
Estaremos reservados para a uUim.i provacAo I
lie natural.
Em roulaclq coulinuo com a capital e oulros lu-
gares onde o cholera dcscuvolve toda a ferocidade.
cxlran guiadora ; 11A0 exisliu.lo a menor prevencao
uo estando emlim preparados para rechacar e pul-
verisar a aggressin do monstro ; o anda mais. exis-
tiudo as mosmas caatas que incilam a apparicAo de
um easligo providencial, como crer em inilagics'.1..
Descouli-iiei portanlode lanageucrosidade; seria ni-
mia houdade.
Nada observo que demunslrc o desejo de prodigar
o cholera; apperalos iouteis, palaquadas insulsas,
asneiras e expicharelos em Juplicala : pal a \ ras c
mais nada... /actos nem peracddena.
Extirpar os focos do mal, extinguir as causas que
lilvez iocilema viuda Jo llagcllo, atnonloar-sr ein-
lim os coinbusliveis prnprios a lula que se prepara,
nada disto se faz, lodo o caslello das providencias li-
mita-so a inutilidades quo,nAo vem ao ca-o, c que
assaz revelam, que nao o bem publico, c sim camas
que nao desojo profundar sAoos luovoi-....
Baroeaa vindas Je Macc, lugar onde inteira-
meula o cholera coila numerosas existencias, tem
z.lo, alendeiiJo-se que u govciuo JosmenlinJo as
previses lem-sc ostentado furioso, branJiuJu cata-
nadas Je multe c paixAo.
Ue feilo mus Je odias chuveii iucessanlemeule,
o Camaragibe auxiliado pelos inseparaveis fornece"
deres, os nachos e aJjacenles, lomnn o freio nos Jou-
les, e rompenJo as rbitas, ci-lo o?te uanJo-se gi-
-anle-i 1 em seu leitu.
ib) porque exislam anda nesla villa us laes hrejos
ou charcos, he o caso que apenas ha alguma chuva
e que essa engmssa o rio rpidamente, apparecc urna
enciclopedia lal de inoleslias, que seria difcil carac-
tcrisa-las, anda ao medico mais consumado. Algu-
mas pessoas lem sido aliacadas Je vmitos, dor Je
cabera, diarrliea, llores pelo rorpo, felizmente des-
apparecom rapidamento laes iucoinmodos, apena
homcopalhia prcsla scu succorro.
Ao concluir esla sinlo balar ua porta de minha
masmorr.i.qucm a estas horas vem perturbar o socego
do Cosmopolita '.'...Sou eueu quem'' O Cunha
Eulre meu amigo... que importante negocio o con.
iluz a usissa casa'.'A minha barraca foi embargada.
11c porque Vmc. bypothcou-a... NAo,!sr., nao
devo nada, foi embargada pela policia.Mo, eslava
eriioiuosa, conduzia algum eontrabandotNAo, Sr.,
esta' de qnarentena IPelor, meu amigo, nasse caso
nao lem de que queixar-se, sao providencias emana-
das do goveruo, cumpra-sc e vogislre-se...
Aqui levanlou-se o meu amigo e cxpeliuilo algu-
mas baforadas Jo lamoso charuto, avancen para inim.
Que he isso, meu amigo, lenbn seu modo, teiiba
Icrmos.Pois nao, (bradou elle) a minha bareaca
que vem do Becife, onde o cholera nlo esta declara-
do, he -oicila a quaieulona, nrivando-se assim os
mous nleresseS] e entretanto que de Micoio chegam
diaiiamciile barcacas e 11A0 soll'rem a menor priva-
co, islo nao he ludo be o Jiabo que os carregue 8
lodos, e loi-se.
E 11A0 lem razAo o meu amigo f rerlamenlc, para
uns proleccAo, para oatros perseguirao !
A obra do einilerio jiz no olvido, nein ao DICHOS
ajmadeira esla prompla'! O hospital esta andando,
poslo que vagaroso.
Os liu 1 eu o- e charco! 'continan! mimosendo-
nos com os agraHiveis aromas, e consliluinJo-se
lories auxiliaros do cholera, cuja viuda aguardan!
para mais engrossar o numero Je males que por Je-
mais nos acorvam.
t.iiie -orle som a nossa, quando alacados pelo mal-
Jilo!... Valha-not a Providencia Divina.
\s nolicias recebida de oulros lugares Ja provin-
cia slo horriveis, e para mais coroar a obra, os mal-
ditos pregociros de mas novas, nAo poupam occasiao
para inocular na popularo lerriveis noticias, cau-
sando alarme c aleando a lodos.
Um dmtea dias propagnu-se aqui urna noticia fatal;
nao seise de proposito ou por baver fallecido o hon-
rado aucio o negociante Bodrigo, d'ahi a 10 (lias
urna l'lba, alinal bem indagado, ludo isto foi um
aggregado Je falsidades. MaldicAo por sobre os re-
probos que folgam de propagar o terror, espalhando
horriveis novas. A quadra iie para essa genle.
Acaba de ser sollo pelo Sr. subdelegado Gonlarl,
um lal Mauoel Cazuza, que ha sois dias exislia pre-
so, sem culpa forma la. Era indigiUdo surripiaJor
de cavallos, porqua nlo o processaram e nem ao me-
nos havian encelado a loi m.ic.io da culpa Eslarc-
mos anda cm o lempo do sfc noto liejubto, sob
prc-s.lo do barliarisino'.' Nao, he preciso extinguir
este aboso revoltete; e tanto mais notavel quanlo
pode offender ao cidado, que apelar de isento de
culpas, todava piide a qualquer momento ser tran-
anflado.
I.ouvorcs ao digno subdelegado, que bellamente
sabe comprclunder as fuuccoes do scu cargo, con-
tinu assim que ser acatado pelos hoineus sensatos.
Foi pelo Ir. juiz*** direito da comarca Iransfcri-
da para quando for possivel a sesafo dojurj convo-
cada para 8 do crrenle. Seria por reto um liaus-
lorno hem fatal. A maioria dos reos que lem de
comparecer existen) presos na capital: ora Iranspor-
ta-liis, agora que all reina o cholera seria o mesmo
que importar o llagcllo c lancaMa nesla villa. Bem
acollada paranlo loi a Jeliberac.lo de S. S.
Nada mili, meu charo Sr., aqoi lindo, dando gr-
cas a Heos por anda concedoroin-.no alguns lientos,
e a coragom precisa parA arrastrar isso que por ah
vai. Oh I meu chara Sr., vivor sol a anieaca emi-
nente Je um easligo providencial, Icmeiido a cada
momento, vendo preslesldcsfechar-se o maldito es-
trangulado:-, acompanhailo de horriveis nolicias a-
IcrraJoras dossoflrimenloi Je nossos irinaos, oh be
urna posiclo horrivel.
desaguisado que nlo passou Je palavras mai
mis speras de parle a parle.
O Sr boticario Joaquim de A. Piulo acaba Je
Jar urna ligio mcslra a metbodo Caslilho ao seulior
meu, que veuJo macella por um preco imaginavel.
Ja nao nos leiubramos o que qucriam com o
wenincrsensircl ou Mr. Carij por isso n3o Ibe
poJcreinos lazer o pe JiJo ; com ludo se.....va* l...
nlo !
Os quinlaes da ra Progrcsso da So'edade, que
o acbam em aborto eslAo sorvindo de despejo pu-
blico : assim mesmo be que se pode evitar a epide-
mia. ^.
He una praga (piando um calouro Ja para eni-
perrado, e he de nolar que quando um calouro he
. a i mais pedra mais sensicel se toma, mais chiqoe, mais
lique, evaleules oh oes muilo oes mininas de
iinnlia alma, n.lo gaslem seu lempo com um moco
que alem de ser pobrcziuho como Job anda lem um
anuo (Pelo menos Je adjulorios, lem 2, 3, 5, (i de
esfregaco as bancas do curso ; nada, nao queiram
grabas com elles, ou cnlAo peeam-lhas n'um bilheli-
nho pcrfuniddi), bordado, azulado, que,... .logo.
Lina verruga do quejo
'l'ein o calouro lim lim.
Todo loltradn de horra
Tem a cara mesmo assim.
por ventura 11A0 continuaren) no eamiabo que al
lioje lio.1 Irilbado.
0 delegado.'!! linio bavemos fazor que o-i entra
no comprmanlo dos seos deveres ou toma a dse.
Homem, 11A0 seja l.io molino, venha ver a povoacAo.
Jsi isso vai paseando I
III 'as 10 horas da 0) inhja.
0 novo subdelegado o Se Paos llairelo continua a
viimil 1 ir os inspectores tallos de energa, rceommeii-
dando aos uovos lodo o zelo a bem do serviro pu-
blico.
Consla-nos que os novos inspectores lem orden)
para logo que nos seus quarl :io-s c.iioin doentM da
opideraid 011 >1o lugar uu de lora, so o seu .--lado o
peiiiiitir eiiviein-00- para o hospital, e &cna\oque
os iiatcui na- sua- catas. Emquanlo o subdelegodo,
a cenlenlo, bem descmneiilia a uobro commis-ao do
aliviar os enfermos, c proteger a povotrJto facaltaa-
lo-lhe quanto he preciso 110 seu n.ivj carg., e no di
commissAo henelicente, o delegado nlo obstante as
nussas justas advertencias c censuras, que som da-
vida S. Exc. Ihe ha de ler feilo, anida nlo he appa-
recido 110 lugar.
lien charo Sr. delegado, compenetre-te Ja idea
humanitarias do Jever de que a aulorldade em laes
pocas deve ser a primeira a coirer para os centros
las povoacSes, a percorrer as enfermarlas, cemile-
rios, doentea particulares, a derramar dinheiro, me-
Hcamcn los, gneros alimenticios aos Jesvalidos.' vanlou-se a sessao,
Einquanlo S. me. 11A0 lizer o que cima Jizemo-, .- ,, ,- ,
h.ivemos fallar Jo seu proceJimenlo in ,0. logo que Eu """"^ le'r"" ** secreltrio a rtct.,
bem obre commuuicaremos a<-publico o sen louva- "ar*o de Capibtribc pre-ideuto.t.amxiro.
vel proceder. % lego. Oliieir.Mello.
Eiqnecia-nos. Iloolm a tarje o subdelegado, o_______________________________________________
medico, o Vigario, cada um 110 seu cargo, percorro-1 r7> '. -..: .. r *"la^i*A^.. a -^
rain a cslrada desle povoado ate Santa Anua. O pri- aViUlil VI- .-pCC ilLvTlll1 JlCi'.
iiii-un n-iiii- mi 1 ii-|. 1 iur e eufermeiro ; o segundo 1------------------------------------------------------------------
receitou e instruid o eufermeiro; o terceiro confes- Itecobemos nolicias de Limoeiro em dala de 12 do
son e deu e-molas em nome di conimisilo beneli- \ correule. que d.io ero augnarnlo a epidemia niarl-
posturas que os muros que se liierem as Irada*
lenhdin (i palmos de altura, acbam se urs-a di-|w-
-10.111 cuuiprehendiJo- os que te oslo 1 .n-iruin.
do na puvoaco da inesioa freguezia. tjae te ret-
pondesse que nao.
Foi sppmvnJo um parecer da commissao de po-
licia, il.nulo por conferida, e evada a coala apre-
sentadas pelo procurador da recolta o lespeu mu-
nicipal, 1 ou. emento, ao trimestre lindo un vil lim..
Je ilczembro, assim como as do cemiteno do ni-.
mu lempo.
Manden se olliciar M advoga !o para tratar josli-
ciilmei.le .la Jesapiopriacau do sobrado da raa do
l.ivraueulo. iierleureute aos litidi-iro- de Joattaita
Josc de Miranda.
espacharam-se as naaajael de Antonio Jo-a- H*.
ciel, Antonio Soares de Carvalho, Caetaaa Mara
Magdalena, I rauci.co Percira da Silva Sanio.,
Francisco Mirlins Kapozo, Guiiheriae Augusto Ro-
drigues Selle, Gatvao Cainpello da CotU. Jaatiiw
Maciel da Cruz. Manuel Antonio Je Je-us, Marce-
lino Jos Lopes, Severma francisca da Coala, a k-
D'c-lopa chcia a cachola
Tcm o calouro lim lim,
Tojo role- dramaturgo
Tem o caco mesmo assim.
Cabellos a nazarena
Tem o ealouro lim lim,
lietigual Je romaocitii
i.nie nunca soube latim.
Espanlalho Je figucira
He o calouro lim lim.
Nunca a aatareza um mono
!".io perfeile roz assim.
Dissc o destino zangado
Contra o calouro lim lim,
Ao postua mais tinten
Esse rafago maslim.
E nao laido appcll.ic.iii
A senlenca que lavroii,
A ju-lica disse enlAo :
Trhle de quem Ihe /iou '.
A proposito : quem vir que chega-lhe o brrele
acaque, a quem na servir Jeixc pastar.
S- neme- que uuia pobre prela cnlraJa hon-
tem no hospital Jo Poca, fora abauJonaJa esla noile
pelo eufermeiro e srvenle, e hoje amanhecera mar'
linha da Silva a victima Uue cando le !
Oquartcl do 2.- balalhgo ostd sendo assaiado cora
apuro. O coronel nao se descuida de seus deveres.
Ale amanhiia.
cont. Andar assim que estamos bem.
A alhmosphcra anda continua carregada,triste. A
commissao vai continuando no seu camiuho de honra
Murreu mais oulro eseravo ;e esle velho) no enge-
nho Bulhoes, outro no Soccorro. Pela estrada da po-
voacAo de Saiil'Annaa epidemia lavrou matando nilo
pessoas livres. Al esta hora vamus sull'rivelmente
na povoacAo. Eiistem Ires casos graves boje, 5 be-
nignos, convalescenles llt na povoacao, fura os que
ja menciona'. No hospital graves 2, em convales-
cenca.
Oovimos dizer que o subdelegado Joparon uo cn-
geiilin Soccorro vanos curpos mal enterrados, e que
nAo proceden coulra o proprictano Francisco de
Paula Buarquc, porque esle abauJonou o engeiibos.
subdelegado provideucioua respeilo.
Nos engeiibos. Pocinho e CnaV. deram-se alguns
osos Jo cholera, porm benignos. Em geral todos
os eiigeuhos da freguezia sollrem do mal, etem ha-
vido perdas consideraveis.
dem.)
aj ana ,
CAIrlARA MUNIClFAIa DO F.3GIFE.
SESSAtVEXTBAOBDINAKlA DE 2il DE JANEI-
BO DE I8')t>.
'residencia do Sr. Harao de Capibaribe.
Presentes os Srs. Oliveira,Barata,Gameiro, e Mel-
lo, fallando sem causa participada os mais Srs.
abrise a [senlo e foi lida e approvada a acia da
anteceden le.
Foi lido o seguinle
-------T,M',Einie.->nFr.*
I ni ollicio d-i Exm.prcsidenle da provincia, dizen-
la villa e na freguezia de "Bom Jardn), leado-se
manifeslado igualmente na povoarao de Pedra Ta-
pada, i leguas .lisiante da primeira localidad!, coaa
lal i orea, que cm principio cahiram i |ttoas, das
quaes :i se acham em penco de vida. O deladada
comarca iininedialamenle enviou para all os toeear-
ro. uecoss.rios. Appareceu na releda villa- am de-
dicado apostlo de llahnemanii. que lem qaerida ai
lodo o coste estabelecer um consultorio honte iapa-
thico. Em cousequencia de tal pretenra iail>
ram-so algumas intrigas, que l.i vez deera resaltadet
runeslos.
Beccbemot lamliem correspoadenciat do Vasto de
Camaragibe, Sanio Amaro da Jabujlao e Icaaraam',
a-quaes licam 1,-asrnplas cm oulro losar, e dal-
las verAo os leiloros o que lem occorrulo uaqaellas
parageea.
O Dr. Frederico Belavc, parliobonlem para o Km
Formoso levan lo medicamento-.
Foi nomcada por S. Exc. nina commn-a.. Je bc-
ntaeeaeii para afregoeiia do Poro da Panrlla, raaa-
po.la dos Srs. reverendo vigario. Dr. Jote' B-roard .
Galvle Alcelor.nlo, Dr. Alvaro Barbalho e l.aii de
Bogo Barro.
Consla por ollicio do delegado Ja Victoria, datada
de 12, que a epidemia vai declinando na cidade, pai-
que no dia II sepultaran)--o apena- 20 ca lavares, e
no primeiro dos das mencionados ate' os s Itorase
meia da manir-., t havia fallecido um individuo.
O Sr. Dr. JoAo Honorio foi mandada para Izaa-
r.ssu'. levando conmeo medicamento-.
O Sr. acadmico Manuel Enedino de Kgo Valen-
c 1, licou encarregailo dodislnclo medica da Capaa-
i^ein lugar do Dr. I-i.. '.'- 1 j------
O Sr. Dr. Francisco Alendes de Amorim, tomn
cnnla do hospital da Boa-Vila. ro 2." ii-lrirl do
Becife em que elle te arliava la incumbido ao Sr.
Dr. Antouio Pereira .v.nipain. -
do ser conveniente que a cmara RtlanliaSM ao lis-
cal de S. Jos o modo porque responder ao presi-
dcijrlc da commissAo de livgieue, quando inlormou
.iibr.; a imputacAo Jo Icrem soldados de policia por
orden dello fiscal, prohibido a venda do b..t .tas
ohair.adas rainhas,'euiprosando lerinus iaoanveoien-
b?s.. A' commissao de policia.
Ouim do Dr. chele de policia, cobrinJo o do Jc-
legaJo Jesle tormo, ambos expoiiJo o inao estado de
liuipe./a do corredor, deuomioado.FuudAo da fre-
guezia da Hoa-Visla, c o desaprumo e ruina do oi-
lao .lo edificio ah exi-lonle, onde houve fabrica de
liar algo.1.1...Que fosse remedido ao respectivo lis-
cal, para informar rom urgencia.
Oulro do advogado, dizeudo em resposla ao des-
la cmara de tli do correte, quelbe pareca infun-
dada a prelcucao do juil de paz mais volado da fre-
guezia de S. Jos, em querer nrecncher a vaga do
" juiz, cun exclusj do supplente juramentado
para o \ lugar, visla do aviso de |:l de julho de
I si ;. e art. ti das inslruccoes de 2-'t de Jezembro Je
1832 c mais dos avisos Je 15 Je Jezembro de Islo.
o 21 de abril de 18118, e oulros sondo corlo que nao
he temporario o impedimento em razAo do qual fu' | rararlerisado em urna enanca qae cava ta va,
juramentado eVlilo supploule quejssm oejenpa o i q<|e no engenhol.imao-doce iilgumatpetsMtleaasef-
Bl'I.I.ETIM DO CHOI.BR A-MOMIS.
Na enfermara do Cuino foi raasMda hoalem r-
cominettido Jo cliolera ronlirmaJo. r fallecer
as miza berw e meia da noile Josc Bonita-
co Rndrgaes Chave-, prelo. solleiro, nataral do
Cear, tendo ti-i anno de idade.
Acha-sc cm lr.it.miento na enfermara da Baa-
\ isla llenrique Jas da Palian, scltelro, nalural de
Biotiran Je do Norle, agricultor.
Na enfermara Je ininnha entraram qualro docu-
les. segn Jo se vf do ollicio afcaixo transcripto, lea-
do morrillo um desle- olio horas depois de recetado,
e haveiidn sabido re-labelecido o -argento da imne-
riaes mannlieiros recehido dias antes.
O subdelegado do aV ilislricto de Ipoiaca, em of-
ti--i do 11 Jo crrenle, cummiiuiea qae all ja lem
apparecido alguns calos de choleros e am de clmlc-
ra emitirm 1I0, os qaees foram Iraladot victoriosa-
mente cen o sueco Je lim.o, accresceiilaode qae.
achaodn-se o pava receioto com o apparecimrnta ,|
mal.se lornava preciso um facnilalivj e medica-
mentos, visto que naquelle lugar nii cxi-u un.
O delegado do Bio Formato, em um mli-ie da
mesma dala, diz qio o cholera apparecera naqaello
tormo,.landoe dou- casos na ci.lado,-en lo uaa baaa
com luxn de forocidaJc, c O maior ranibalismo franca cnliada, ao passo que ousras vindas dessa ca_
porque aic.ii de ler sido a inortc fcila Je dia o de I"1'1' s.lo sugeilas o uina quarenlcna extempornea,
publico, mandaram tacarsinaes quando os assassinos nbuto lauto mais rcvollanle, quando uessa prara
mandalarins parliram da casa dos mandantes para anda o cholera nao est em seu descnvolvimenlo
banhar-se nosangneda viclima, quo fui mora leu-(Como pois impor-se essa injusta peia ais barcacas
(amonio a encelajas no meto de ama povoacao nao viudas n'alu, deix.inJo quo nutras viudas de Mac
pequea, e no lerreiro da casa das auloriJades. Por
esle luxo de ferocidade o Sr. conielheiru Pires da
Molla perseguid e fez capturar os assassinos, demu-
do :
eiilnin e -aian a bcl-prazcr !. Islo he por deinai-
degradante !
Emfin), 111011 churo senhor, falla leo smente pal a
lio as autoridades eonnivenles, e o Sr. lr. Rax- Icoroar a obrada iniquidade, lixar-se em cada esqui-
111:111 lo Aiauj 1 Lima, quando presidio a primeira : na 011 canto do-ta villa um desafio formal ao cholera,
seasao do jurx, que a nina vez os absolveu, appel-1 reptando com todas as formalidades e palaeuadas
loo para a relac.io, mas pela segunda vez ludo se 1 dos amigos Paladinos. Ab queso o montro vior,
arranjou a contento Jos assaasnos I quero ver...
No .Ua 11 le janeiro passado enlrou em exercieio '-011011111 > .i--, meu charo senhor, que duvidandn
de juil de direito da comarca de Ipu Dr. Viclnri- *'a benignidade .i., ciio-.-ro. 011 pens que rilamos
no do Itcga Ti scinn Brrelo, passando o Dr. An-1 Suardados para a allima provelo, quesera por sem
Ionio Firmo ligueira do Sahoia a exerrer a vara Movida lerrivel e de falal recordarlo nos annaes des-
bandann podan resu.t, T** '' '""'" ',W N -" promotor b*. P-onci. ,un
,' luucsias consoquiiicids,io,o diard naquolla comarca, he
que, roulando com a impuniJade, se v elle incli-
VILL.V DE IGUAKASSU'.
12 Je fevereiro.
Meu charo.Em nina crise como a actual, vivein
todos com o coracao sobresalta lo, sem saber qoe
dias lem do existenei 1, nem mismo se anoilecer.
Bem quo osla villa csteja ale o prsenle livre anda
Ja lerrivel epidemia, com'iilo uola-sc nos semblan-
tes de lodo- consternado o recelo : an qu Jqupr
cnnsuparlo, indigestio, etc., veem lodos um caso
do cholera. Por fura tem apparecido a cholerina ;
o Sr. baro do Kio Formoso allirina. que tiver.i em
sen engenbo Jez escravot atacados, e que nos enge-
nhus visinhi's lainb-ni se ileram casos dola ; o li-
inAi, a ibecacuanha homeopalhica e em p, linal-
mcule, qualquer cha cura ; se porem nppareeer o
cholera verdadeiro com lodos us seus graos, nao sei
qual sera n icmcJio puJcrosn a vista Je tantos re-
cciluarios que por aqui tem chegalo.
No Jia li inslallmi o Dr. juiz municipal A.lelino
Anlonio Je Luna Freir, membro da commissao Ho-
rneada pola sociedadeIlomcopsthica henelicente,
una sociedado cumposi-i das primeiras pessoas da
villa e do tormo, e continua a convidar aquellesque
a prcssii nlo Jcu lugar a seren a ules.
Delibeinii a sociedade, que fosse apresentada por
um eonseHlo, de quo he presidente o mesmo Dr.
juiz municipal, que -o construase um comilerio, se
estabelecesse um hospital, ele.; todas as pessoag
cotiviJaJas lem correspondido a ispectativa, monos
o Bv. vigario, que n.lo so diguou comparecer a rcu-
niAu; parece que o convidaran), cousta-meat, que
lem desapprova.l.i o proposito Ja sociedade. llcij^J
Jo dizer-lhe ni-iis certas cousas esse respeilo, que
lugar do substituido, e tica suj-'ilo as nic-inas regra"*
a que estara.Inlcira-'a. e ueste senlido man.lou-
se olliciar ao juiz Je paz maisvolado, para nao func-
conar no crrente anno.
lina informaran Jo mesmo, relativa aos terrenos
qoe segundo a aulorisacao do ait. 24 da Ici Je or-
namento municipal vi gaile, (em cmara de alie-
nar, os quaes foram Jesapropriados a Mauoel Perei-
ra Toixeira, JizenJo que, para ler lugar c-sa renda,
era indispensavel propor a cmara ao Exiu. presi-
dente as condices c forma Jolia, como determina o
frido lii'iiigiiameutc.
O subdelegado do 1 dittricto de Ipojuca. em am
ollicio de 12 do correule.diz r,uea epidemia principia
a desenvolver-te, lepdo atacado (i pessoas que ficam
doenles e una que fallecer, e pede um facultativo
O juiz municipal de N.izarclh. em ollicio de 9 do
con ente, diz quo a epidemia benigna ao priaoip.a.
lem-se trnalo inlen-.i c ustutiadora netlrt alliasa
cinco dias, alie iodo forteuienle mallas pessoas d.i
ci.ladee sua eucomv izinlianca. e fazendo diaria men-
te duas victimas, e 110 Jia II anco, mirando no,ir
numero qualro almocreves que d iqui parliram -
accreetentaojna as nolicias rerelu I is ,iP Alagoa da'
Carro. Tracunhaem e suas inn-utacuos onde ta ha
mesmo arligo.islo he, so a venda Jcxn ser 011 n.lo em desenvolvido o cholera. nJ.is.l-. favorave, pon qae
coiicurreiicia.-IJue se ollciasse .. presijenria. : J! l'r""clro ?* e*^mm* mtl- h>v ,,,,,.,,,. '. 1 t vicliin.it. e no s-gundo .1. e c.inclue pedindo rom
tlutro do hscal desl I freguezia, dizendu que nao | urgencia um facultativo para Tracui.hac.-n. aUB n-
marenndo o arl.2 das pottttratde 20eio noveannro do] islir na Alagoa do Carro o pharmaceuliro Joaftana
anno patsado.prazo para os proprielar ios de Ierras de- JoS1' Moreira, que lem salvado moitet dot acrom-
volutas dentro da eidade, ou mu prximo della,mu-
raran os meamos terrenos, Ino declarase .1 cmara
con. 1 doveiia proceder. .Marcou-sc e palo .i> < U illm. Sr.Participo V. g. levo hoje alia desta
nieics o nesle sentido se niandoo resi onder ao fiscal
e cominiinioar aos de ojais desla cidade.
metliitos.
I! de revenare as i horas Ja larde.
enfermara de mariuha o sirgcnlo .'o vapor l'hnibr
i JoAo i'homaz Je Aquino, qoe no dia s dovoerenle
1 fora accommeltido Ja epidemia remanir ;eoitohoo-
Oulro do subdelegado. M^a.Visla.pedinJo ahun >, |u-iA,:; ,,, di, la'rl ,.:,lr.....JeSaia.
do rvico publico iiiuaro^MJu das posturas.Que j visorio dr-le arsenal. Concillo \nloni > K. inrigops,
se remolles quando esliveisein colligidas e im-1ade de .0 anuo-, soltar.-, .le i*.n.io ihuiimbm.
ren.lli.lo pela capitana do porto, e que firllecera
1 "-" 1 0ii horas lpate.
dulro do mismo, representan lo a re-polo Jo nao I ||aje .uliaraio os segniulcs : a
Ici o jnizo, que proee-sa ai iuformacile- conbecimen- l.ourencu Mendos Ja .Silva, :| anuos d- i lado, ca-
to Jos Icrmos de mullas que se lavram, quan lo os i "'"'" ''""' ,le 'oaquim Jote aa Sanla-Anna. natural
de tioianna. morador cm Tibitiaajt. m-i., ,i., i,,,.
a pi essa nlo cnsenle. I) pov-i acode pie-saro-o aos 1
mullados pagam voloiilariamenle ditas mullas, di-
zeiulo nao ser este proce.liincnto ccuf-irmc a loi, 11.10
so porque as vezes pode leiva de Icr Ing.-.r a pritlu
que acompauba a mulla, como por nao pode/ assim
constar em juizo a reincidencia : c mesmo por ler a
subdelegada de remoller lodos us semestres ao chele
de policia um mappa dotcriines comprehondidosno
arl. 12 do cdigo do procesan na forma Jo art.
! ITil Jo rogul.mionlo JeJI de Janeiro de islo,Qae
e oiivisso ao advogado.
Adeos. meu charo Si., desejo-lhe saude e prospe-1 templos, invoc.....o a piolacio de Dos, que he Onteo do tteeal do Recite, nlo K oppondoaqne
idadea livre do maldito cholera, esse feroz espanta-1 smenle quem no, pode salvar. At depois, se o *
cholera consentir.
Carla particular.
Iho, esse monstro devorador da humanidade.
Disponha do seu dedicado Cosmopolita.
:
ca.;. <. Jo-c Kiligenlee tai icnn tli !,. Pe|.. m|>rc
lor do >. qoarteiraa do Becife. .-i.i,|0 grave.
.lo. o Baplllladl Dama-reno. |i|ti de JoAo de Ila-
mstceao idade de "1 anuos, ra-ad nalaral de li-
moeiro, morador na freguezia da Luz.
Francisco Lat, li.ho de Jar Luir, idade dr Hl
ann.is. nalural de Campos, adleiin. proli-. nia. r.niellido pelo untio-m-c desle porto, estas*.
grave.
Dos cu arde .1 V. S. Ar-cnal de niarinh. I Je
fcvorciro de IS'd..|llnSr^-V),..- ,vwa- r
lonccca, presdeme da- oiiii,,,-.,,. ,|f hvgicn.- pnldi-
tt.Joaquim Jn.c .ihe. de JUnamerami, iirurtMa
Jo hospital.
PAGINA AVULSA.
lieccbciiios una correspondencia de Bebcriiio.
qin: por amor do nosso programla, e espiritojusti-
como escrlplor, quo merco dlleos, anda tan
llovimos publicar alguns trechos,
caro
contcicucia
pedindo licenca para eliminar o que nos par
vocativo, pois o .-.o desojamos he coiiciliacao, jn.z
frateruidade, saude, < barriga clieia sempre ludo
muito licitamente.
Piz o curre-pon nlc, qno os tros cidad...... de
liando a desmoralisarAu, ao chine, cujo incentivo,
muilas vezes, nasce da fraqueza da forca publica.
f > nosso eslado sanitario be ponen lavnravel, o cho-
lera, sob o oaracler Je simples diarrliea lem feilo
muilas victimas. E-l entre nu= rom esse heni no
m como na Ja Impe-
ralriz, onde os assassiuos s.lo poslos na na miii-
goa de recursos. Mas quem a nilo lor um desejo
imperioso do fazor -cu qualrieiinlo, se sujeilarii com
o pei|upno esllnendio de 'iiMi> i-, a ir lotar com o
i--lio.- 1 nli 1 dnifaernoronosnestes lugares'* l'.ssas
comarcas o dio vaitas de promolure frmanos ha
Eslimarei que -cjain ilesmoiiliJos incus prognos-
licos, folgarei Jo ser veucidu as miubas prevsCes :
mas se pelos presagios alguma consa se piule con-
cluir, entilo dirci Dos se amrete de nos. Heos
suspenda o rastigd- inminente,dintipando a negra 1111-
vemque o enroco n hoii-oiile o im.ir.io,i!. 1110 ; poique
a desgrana be nfallivel.
ribo como em toda provincia cidadlos honestos, c de
merecimeuto, le que gozam do nomcada, c nome cs-
coiinado de nulas, qu o- desdonrem : que fora re-
movida parte das lellia- que aiodn eiMliam intoira
JABOA1AO
12 de fevereiro de IS.'.'I. .1- lito horas da noite.
Como paca Vine, da epidemia modo".' Tal Iu
sandar boje o-,nlo nesla povoae.io. Assim, sendo | liriim, por nao ser O lugar cm q
digno de lodo o encomio aquelle que por uleis ladi-
gas transmit- 1 posliridade um non o lodo honra,
nlo deve ser e-qu cido o quo por acedes indignas re-
vela sempre .1 talla .le I : lo quanlo conslilue o ca-
rador mora! lo homeni.
Ale pone. lempo eu cria que o medico era am
ente a quem a sociedade invocava no- momentos da
aconte, e a quem 'eos alieucoava pela sua sublime
ce pro- 1 inis-ao : que quando o hur 01 .le urna epidemia cei-
fava nin povo, cumnii.i-lbe li-onlio. calmo, derra-
mac o olee da esperanca eia Imlas as almas, o dispu-
tar a marte ato aa cadver em qaem os antros ho-
mens jnlcassem ver m um puuco de barro. Pensa-
ra quo era a sin missio, com una mo roceilar o
com a oulra alfoliar o oiirn que Ihe ollerccam : que
a abnegarlo era a prololypo divino que liam ao
prestar um juranMiito ante um pava numeroso, e
anlc asaras do cliri-tiaiii-ir.o.
Porll), isso na i Validado minha, visto ah oslar
una numero.a inocidade a obrar como o mercador
nina ohleina Je sorralliclro e lataeiro por ter o Iu- j Belacao das pessoas quo fallecern) do rhrUri c 1..
goi onde a pretende collocar dctlinado para esle ,'1'" s",""1'"l:l> "o ccmilcrin publica dasiii,j.
lim.Ciniccdeu-sc a licenca. dalaide dodra 12. as i da larde do Jia II de feve-
Huiro do inesiiio.iiiforinaiido contra a pretendi de i Utra.
Moireau cv C, que requereram licenca para o-t.ibe- 1 f"."""^ ,:,T'"""-"'I-'. Ircgue/iafila Bna-Vitls,
"demiiJote loaifacit Rodrtrzaaa l'ha.r- Mer-
u iinbuco, t.. anuos, preta, ttrttmeae .\, s. \nio-
nio,, no hospital da Cimo.|ir. Karaaa.
din. JJarte da C.....(lr,,, IV-riianibuco. W
.......*> Oltolrn, parda. Ircruoz.i da Boa-Vista, na
e que se arhavam 00 campo cm abandono da ilemo- vil'e ? Vm\* he, minios mdicos pas de familias
.7 1, pedindo, exigindo. contratando o porqnanlu venden)
hila capilla de S. Roavenlurn. I 111:1-. pata .un li-lhei- ., ,ua .ttr.,,,^ !,. ,,,. homoin, a sua mWn. divina, e
10 boje convertido em icongae, o nulrai em grande
o; teiiliment-.: patn.lieos.
lecei una fabrica de vellos -te .0.....suba, na ra do
a pretenden! col-
locar destinado a'eile lim.Que so ouvitse o pare-
cer da commissao de hvgienc, pediodo-llie alten-
desse as posturas c editees sobre lal objeclo.
Oulro do procurador, pergunlando -o contina o
s.-rvici da limpeza da cidade a ser feilo pela coin-
pauhia respectiva ;wa despezaba a proporrjo ',., 1,
.......a votad, ,1a le, ,1,.....:a,.,. vigente, u ,0 na ^' -''^ V""""
razio de tOQ rs.. par semana como d'anlcs, e fa-
zoiilo oulros reUexoos iobre este objeclo.A cma-
ra resolveuque se pon icrasse ao goxerno da provin-
cia a neeeasi lado de ser ilivolx nia a ompanliia, por
ser muilo oiioros:i jus cofre- muoicipiet, e nlo ha-
ver quola que chegue para a sua conservarSo passan-
do este servieo a direcrlu dos lisraes: assim como '.'."""- ,';'*',Jo- moslre de barcara/arnaeiiia da
,u .*--... .. I nenie, hospital .le mariaa.
que ss alBcias-eao-adiniiiistr.i.lnrd.i campanilla para dem 1'),.... 11.-.: 1,
.___.........,.., ,- ,- i"',."1- j".'u Haplisla do llaiiia-ccn.., Pcrn.iinl.r.
ca- I.
Ideo, ti- Marte de I ai, a,. ,,,,,. ^,u.
resaaaa do Serile, ca cata
Ideo, i'Marte P-rnambuc,.; anno., ,,,,,, ,rc.
gnezia do M. Antonio, em ,aa
' 'em S-llomalhi Anlonio liodngues. Marai
."'/'"""Y''.....'", freguezia do Itecife. nillllll..
bospiial de mariuha.
dem ll- Jos.- Joaquim Je S.mt.i- \,in... _M ,,.,
",Ponc,rh:;p!r:rd!:;r.rn:..s- *.....*-*
'^.dtl.Ve!S......^^mwm.mm
dem ol Lournco Men lo- .1. batea, 1.0.a........t>.
q
em qu inte osla so nlo dissolve ser feila a limpeza da
ciJade com urna despeza semanal eompalivel com a
respectiva qaote, e o procurador para fazer a rente
uesta conion.ii I .de.
_ inliiic...
-......""", ".itado, tregoezia do Kenle ..snilal.
de in.iriuha. n
i .-'-/vi.a.
Numen. I2_pejr. M,,ft M tl nTIniM, iu-
j
1

ri l-m a r\^\
11 crr^iv/iri


JIARIO I PckNkMBUCO QUINTA F-.S* I* 0 VlR.lliU -E 1S6
*



Ideiu 13Alexandra'. Pernambuco, solleira, 18 au-
nos. freguezia ile S. Jos.
Iilcm II lzidora, freguesa le S. lose.
dem 15 Brbosa, Pernambuco, JO anuos, fregue-
zia de S. Jos.
Resumo da inorlalidade.
Morlalidade ale lioje.">6 :
liomcns :!(i mu 1 li.'r- 20.
(I>r. Joaquim d'.ii/tino Fonctca.)
'lltWHtV
Temoi presentes os jornaes que nos Irouxe o va-
por Paran procedeute .los portas ilo Dorle, que. al-
'caucam : os do Pata e Mrauho a I,o os do Ccar
O ilo correntc.
Em nutra parle encnntraro os teilores as carias
de nossos correspondentes do Har, Maranho, Coa-
r e Natal.
Na Fu e MaranhSo inda su alo havia exlin-
guido do lodo o citolera ; appareceudu dous o tres
casos por dia.
Do Ceara e Rio tirando do Norte nada lia digno
de nieuco alm do que dizeui os nossos correspon-
dentes.
S5aric)rt?5
vMMii^in.nuiO,
|UMA SI I.TA .v.V KSCOCE/.A.
No mez de junhu passado, os jornaes do Oriente
.inuunciarain o (alleciinunlo da sultana Ana-halle-
(lliprv -krurs-Cilierv. na ci.ladc de Simplicropol.
Ninguein Hbia queni era esla juliana, porm o T-
meos descubri (|iiein era essa utluiij sultana da
Ccima.
Ha 30 anuos, o suliao da Crimea, |ue fiira de-
ssnlhronitado pela grande Calharioa da liussia, mi
lalvez un seu lilho,
paixunou pela joven miss iveisoil ou Neilson, mili
nomeada pela sua rara formosura na capital da Es-
cocia, e acabou por casar rom ella. K-ta miss Ne-
ilson lie a que desde eolio (con conliecida na Crt-
ma com o onme'de sallana Ana-kalle-(hcr\-hrui--
dierv. Miss Neilsou levou na sua cempanhiii para
a patria adoptiva algumas pessoas da sua ramilla.
Aicida no invern passado seu irinn puldicou rom
I dita lbaro em DO, I dita porcelana, I dita teci-
dos de algodao, I dita chales de 13a e seda, H ditas
chapeas de seuhora, de hoinein, roupa feita c seda ;
a l.ui/. Antonio de Siqueira.
I dila objeclos de calcado ; a O. Ilesliboaux.
I dita modas, 1 diU livros, tecidos de Seda e mo-
das ; a J. A. Fonseca.
I dita lecidqs de algodao, 50 barris o <><* meios di-
tos manteigz, 3 caiiu panno, lecidos de liaeseda ; a
II. Iliunli ,\ C.
I barrica rame, 2 caiai alfineles, ~ ditas marino-
re. l dita rarlOos, Hl ditas chapos, I dita instru-
mentos de musir. 1 dita llneles, 'I ditas livros, t
ilita rutilara. I dita pcrfumirias, I dita ellas, j
veis a Kdiiiiburuo. mide sea- I ''I'calcad ditas plantas, ele.; a J. 1'. Adour
' o: (jompanhias
1 dila livros ; a J. 1'. da Canda.
MI cestos champagne ; a Mr. Calni uil c\ l'.iiin-
panhia.
2l iiarris e 2"i meios dito- manioca ; a tux Bro-
thers.
2 caitas camisas do algodao, 12 ditas lencos de.-il-
godao c lecidos de seda e algodao, 3 dilas chales de
algodao, 13 dita* teeidosde algodao, 1 dila ditos de
!a c algodao, I dila pannos de la i, I fardo chapeos
de palha : a Schafeitlia ,\ C.
2 caixas espelhos e sellins ; a Saumicr A. Ks-
W$0\>nWttX0 00 t &CJ0. idt' faiwndarnandaiazer publico que esta'
__________________------------------------auiorisado a contratar i remesan de
O Sr. cirurgia'o Rodrigues em San-
to Anta o.
i'uand.i infelizmente vemos nesla calamitosa ana-
dea o moco vigoroso fugindo espavorido da epide-
mia reinante ; quaudo vemus abundantes recursos
se perderciL, porque quera os devia appliear esmo-
rece antes de entrar em lula com o mal; quaudo
vemos o egosmo rscandalisando a moral publica
com a poslergscflo dos deveres civis c religioso, a
ambicio e ,iv irc/a especulando com a pesie qoe
terrivelmeule nos agona, a mais que esla flagelando
a humanidadu alllicla ; resta-nos todava no aten-
eo da dor urna animadora consolaro, que he ufio
terem anda desapparecido de lodo os horneas bous
e justos, cujas acres meritorias levam simultnea-
mente o balsamo da vida aos desvalidos, que implo-
ran! auvilio o o ferrete de opprobrio eterno par
marcar com letlras ndeleveis a face dos pusillauimes
aveutureiros.
i .lucris una prova da verdade de nossa asser-
rao 1 Queris saber quem so os egostas'.' l.flde o
o expediente do governo e as parlicparocs ofliciacs;
ouvi contra quem clama o povo cheio de rallo, e
coulra quem censuran) os liomcns c..n-cienoio>o-.
Queris saber agora quem sao os liomcns caridosos'.'
Conlemplai-os na pessoa do E\m. Sr. presidente da
provincia, e ficai cerlos de que a sua incansavel
aclividade e us seus assiduos cuidados nao sao li-
llios uuicaiuenlc dus deveres de sen cargo ; ellos
dimanara principalmente da perennal funte da
cariridade evanglica; por isso leudes observa-
do, c temos f que continuareis a observar, que
qoanto mais trabalha o sabio administrador da pro-
vincia, mais euergicas sao suat providencias; por-
que o fogo da caridade, embora csteja a arder ha s-
calos nunca se extingue em um peilo verdadera-
mente chrislo, como be o de S. Etc., do que le_
mosexhuheraolcs provas."
Ah eslSo tambera os religiosos Carmelitas, que
abrazados em um zelo de pura religio e vero amor
do prximo bem fra do coumium, Icem prestado
iunuensos serviros na infeliz comarca de Santo An-
ido, ja excrenlo as allissimas fuicees do ministe-
rio sagrado, ja servindo de eufermeiros aos doentes
pobres c j trabalhaudo no enlerramenlo dos cada-
veres abaudonados, e ludo isto smente por amor
de Dos!
Acharis emlim a consolacAo, que nos resta, no
procedimento digno o honroso desses proprictarios
que sao j saldado do indilerenlismo, de que pare-
ciara oslar accorametlidos ; ua conducta cxeinplar
o extremosa do Sr. Tiburtino l'inlo de Almeida e
do Sr. Ilr. l'irmo. medico inleruo do hospital dos
cholencos do Carmo, oude ja tem prestado bem bous
serviros; liualmenle em diversas autoridades e em
oulrus simples cidadAos benemritos, dentreosquacs
se tem distinguido o Sr. cirurgiAo Francisco Jos
Itodrigues.
O Sr. Rodrigues foi convidado pelo governo para
ir ao Bonito medicar os infclizes que l eslavam ca-
hindo aos terriveis golpes do cruento chatera-mor-
Ini*; c, sein que perdesse lempo algum em ajustes
pecuniarios acerca da recompensa que devia perce-
be*, pela sua arriscada conimissao, parle para seu
deslino logo no Uta se -*s""o do convite, "deixan-
do cm amarizo prautv sua numerosa familia, a quem
ama cora todas as veras do seu coraran, e por quero
he quasi que como deliiio retribuido nesse amor de
locante ternura. U denodado ancio dirigindo-se
pressuroso para o Bonito, leve de passar por Santo
Aul.lo, onde ficou por ordem do governo ; porque
j cnl.io o monslro liaba dado o bote tiesta infeliz
comarca, o envolvido em sua pernhetila baba os
desditosos hahilantes do lugar.
O Sr. Rodrigues desde o principio da lula se
acha em Santo Anlao c lera sido teslemnnh* ocealar
da espantosa morlandade do cholera, que zoraba de
lodos os recursos d'arte ; da consiento cniigiarao e
de repetidas substiluitoes do mdicos, sacerdotes e
destacamentos, que adoecem e muitos laorrem an-
tes de alcancar esla cidade : nada dislo, iietn o estar
aneciado do mal, uem a ausencia de sua querida
familia tem podido desanimar oSr.cirurgiao Rodri-
gues e faze-lo correr do lugar empestado, abando-
nando a honrosa e muito mportaute mis-ao de cu-
rar os seus semelhautes, no que lera sido constante
c incansavel, secundo o tcstemunho de pessoas im-
parciacs e de criterio, que temos ouido procedentes
de anto Anlao ; e de cartas fidedignas que tumos
presentes.
Dos se amercie do velho caritativo, prolongando
rsua vida por dilatados mino- para bem da liuma-
oi 1.1 lo e para amparo de sua nuuierosa c virtuosa
familia. Dos, que he de summa juslira, ipieira
mover o animo dogoveruo para recompensar devi-
tlamente os heroicos serviros, que, com tanta dedica-
rlo, perigo omnenle de vida c serio compmmctli-
tnenlo do bera-cslar futuro de sua familia, lera pres-
tado e vai prestando ;'t sociedade o antigo e experi-
mentado cirurgiAo desta cidade, o bom pai de fa-
milia, o eximio cidado. Francisco Jos Rodri-
gues.
Assim o esperamos.
./. W. ,S. .1.
pseudnimo, um opa-rulo acerca da Crimea, nolavel
pelas suas minuciosas noticias c por muitas descrip- pollj.
roes pittorescas. 3dilas carias para jogar, II ditas raercearia. I dila
BENEFICENCIA AMERICANA. [chapeos. I dila bonetes de algodao ; a l.elellier O oramelo das despens dos es.ahelecimet.tos' "'hSs'i'wos ; e J. K. dos Sanios & C
de heneliceucia de Nova-York, determinadas para o i | ,|,|a livros, I fardo llor do laranja, 3 ditos igno-
anno de lts'Hi, foi Qxado na quantia de Si" mil dol- | ra-se ; a M. J. Alves.
lares, .mais do 'M contos de res.) J "ta S0?'.* dil" cl';'l-'e. dita rha|.. de
...... sol de alaodao, 2 ditas dilos de seuhora, 2 ditas mer-
-' ^ 'At.AllA cearias, -J ditas bonetes de algodao, I dita roupa fei-
As ultimas policas de Java annunciam que a ca-
cada dos snimaes nocivos foi magnifica em ludrama-
ga, durante os oilo primeiros me/.cs desle auno : fo-
ram morios83:575 peras; ueste numero incluem-se
Gil tigres, 9:000 javalis, 13 corcodillos alligator, IXKI
esquilos, 100 morcegos das mais figanlescas dimen-
ses, 67:000 ralos e 5:100 ratos alraiscarados.
1'KRllitiS (Jl E KOKREU AS BAILARINAS.
tladei.....-elle Julia era dau-aiina no Ihoalro de
rhmouih. ltimamente dansava no baile, inlilulado
o Lago da* Fada.<, e aproximando-se da rampa, sal
tou-lhc o fogo as salsa de qaze, deforma (al, quvj
licando rauilo queimada, ni u i cu 'ahi a Ires dias.
O TESTAMENTO DE UM JUDBU.
Afortunado barao de Rothschihl, que fallecen
iillimaraeute em Francfort, avalia-se em 10 ou "Hl
millmes de llorn- pn lo de ill ou M milboes de
cruzados; ( seu testamento lera a data de ISifl_
lusliluio por seu principal herdeiro Anselmo de Ro-
thscluld, lilho de SalomAo, em favor do qual fuu-
dou um margado de qualro milhes. Deixou a casa
c jarditu de Francfort a Mr. Wille, lilho de Caitos
Maver de aples. I.eguu a sonima de 1:200:000
lioriBS para que conlitiueni as estillas que o Tinado
toda* as semanas distribua aos pobres, e bem assim
a lenha que linha por cosame dar-Ibes no invern.
A caita eslabelecida para dotar raparigas israeli-
tas drixou 50:000 llonn- ; a dos eiifcimns dos hos-
pilaes israelitas IH:INI0 llorins e a escola israelita
5:1:00(1 llorios. A diversos instituios de henefiren-
cia ihiistao* deis a 3:000 llorins. Aos caxeiros qu
servirn! na sua casa por mais de viule anuos,idei-
xou 2:0110 llorn-, e aos nutro 1:000 ; aos caixelros
principiantes 500 a 300 llorins. Deixou tambera mui-
tos legados os seus servidores.
tjuem dira a el-rei D. Manuel que vina poca,
cm que os judeus dariam de seu haver aos chistaos
que sollreram 7
la, ; dilas lecidos de algodao, I dita seda ; a linio
Souza eV C.
70 barris e "O meios ditos manleiga, -0 caixas quei-
jos, 2110 barricas barai io, 200 cestos cerveja ; a J
R. I.ssserrc <5 C.
15 caixas porcelana, vidros, chapos de palha, se-
da, espelhos a Inslrumenlos de msica a A. Ro-
herl.
5 dilas rhapr.is de sol. mercearia, cachimbos e cor-
da-*. 2 'tita- seda, rabos de chapeos deso. 7 ditas
instrumentos de musir, papel, lilas, vidros, II dilas
arinacese chapeos desenliora e meninos ; a K. Di-
dier&Cx
.50 barris e 50 meios ditos maulera ; a Tassa A.
IrmAos.
5 barris vinho, I caixa rutilara ; a I'omma-
teau.
1 caixa alfineles, I dita clcheles; a CassEr-
res.
5 ditss pianos ; a J. Yignes.
2 volumes cesso ; aJ.Soom.
2 caixas lecidos ile algodao e se la ; a Siqueira i
Pereira.
5 ditas perfumaras, :l dilas caixas para tabaco,
peales, bolOesde oseo, etr. ; a .1. II. Henker.
i dilas calcado, 2 ditas drogas, 2 ditas vidros e ra-
lbas, 5 dilas chapeos, S dilas papel c linla, I dita
objoctospara chapos, 10 ditas louri. ;l ditas boinas,
randeeiros, papel, merresria e rane'las, I dita livros,
I dita caixas para chapeos ; a I,. I.rcoulc i'eron &
Compendia.
1 dita chapeos ; a Antonio l.uiz dos Santos A-
Kolin.
I dita papel ; a J. Ricardo Coelira.
Escuna hra-ileira Xelota, viuda da Baha, consia
HaciOl mirados no din 13.
Pai e porlos intermedios11 das c I horas, vapoi
hrasileiro ul-aiau. cuinmandanlo Francisco Fer-
reia Ron-es. Passageiros, Jos liuilherine oi-
maraes o I e-rravo, Antonio Joaquim Teitcira
Bastos, .lose Antonio Nunes e I escravo. Aluno
l.elis de .Miraos Rogo, Aususto *1 uniz Machado,
Jo-r llygino de Souza Galvio, Joaqoim Exequiel
R irbosa, Carlos Jos Asile.y sua seuhora e I cria-
do, TunoleAo Peres de Albuquerqae Maranhaoe
I esrravo, F. I). Peuerheerd, 1 ex-praca, Ihoina/.
Piulo M.iilin-, Mi.noel Figueira. l'homax l'inlo
de Sonza. Para o sul. Jos Uonteiro Franco, sin
senliora, I eunhada, 1 fllhos, 7 criados e 2S escra-
VOS, Marroliiio Sorrales de'Souxa Pout;e, OS alfc-
res llortencio Maria da Gama de Souza c Mello c
Silveriojose Nery, major Francisco Ribeiroda
Silva, lenle Francisco Fabrieio de Mallos e sua
seuhora, 2 lenle da armada Vicente Pereira
de Ainorim, major .! laquim Relforil Gomes c sua
senliora, rpita Jos Lail Tcixeira Lopes, Mi-
noel Joaquim, llenrique l.oopoldo Soares da Ca-
ntara, i 1 reernlas e 1 praca de prrl, 2 invlidos,
i cx-praras, una dallas rom sua malher, e 2i es-
rravos a culreuar.
Caldera (ill .lias, barca chilena uE. I. I..u, de 200
toneladas, capilAo I). \V. Schoeder, equipagem
10, caria borra de cobre ; ao capilao. Veio re-
frescar e scui; para Swausea.
Boston31 da-, barca americana nAbby, de IOS
Uineladas, capitao Nichersoii. equipagem (i. corsa
1,530 barricas com bacalhao ; 1 llciiry Forster
iV Companbia.
.Vfiu.s sahidos no tCtno dia.
RabiaBarca americana uMiquelnu, capilAo W.
.1. Sanar), em lastro.
demlliate bra-ileiro uAmcliax, roeslre Btrnar-
dnio da Silva Sena, caria milho c mais gneros.
Passasfiros, Acclino Carino Pereira dos Sanios,
Placido da Cunha Foaseca, Adriano Hibeiro Bar-
rero.
Rio de" JaneiroPolaca hrasileira /.clusa lia, ca-
pilAo Fruclooso Jos Pereira Dulra, Csrga asso-
car e mais gneros. Passageiros, Jos Uguccioni
c -ua familia, A. Nesbzlt, Jos Amanes.
MaranhSoPatacho hrasileiro uSanta Ciuz. mestre
Marcos Joso da Silva, carga caf e mais gneros.
Pswsgeiro, Pedro Vllele filho.
PorloGalera porlogueu (Nova Sublil, capilAo
Vicente Jos Gonralves de Souza, caria assuiar.
Conduz os passageiros que Irouxc. Suspeudeu do
lamcirAu.
RabiaCaucha hrasileira Civrar.Vn. mestre Ma-
noel Jos da Racha, car-;, carnauba e mais gne-
ros.
Rio de JaneiroBrigua hrasileiro aSagilarioa, ca-
pitao Manuel Jos Ribciro. caria agurdenle e
sola. Passsgeiro, Jos Cesar de .Mcnezcs e I me-
nor.
i remesan ai* im-
I (jageus para o interior da provincia com
.i nrivs-ariit |ii vitla as |il'Sso:is n i|iicni |>osg,i uonvir se-
melhante contrato, a a|>iescntaremsuas
propostas ati: o dia lii do correntc. Sc-
t.'ictatia da llu'soiii'aiia tic fa/.enda de
Pcrnambuco 12 de ft-vereiro de 1850.
O olliriiil-inaioi'. Emilio Xaviei Sobreira
de Mello.
O lllm. Sr. inspector da Ihrsouraria de fazenda
desla pruviucia, inania l.i/.er publico para COIlheci-
aaenlo dos interessados a relama ibaixu Iramcripla
de credoros por dividas de exercicios lindos, que em
virtude da ordeui do IriiiiMial do the-ouro naciuiiat
de 2:1 de Janeiro ultimo, n. 5, devem ser pagos pe-
la pagadoria des(a mesma ihcsourarla. Secretaria da
Ihesouraria de fazenda de Pernambnco 13 de feve-
reiro de 1856.
Jlelar'10 a t/ut te refere o edita! snpra.
N ornes.
I Ministe- I Exerci-
ros. I cios.
I 111 1 o^r-
. latiras.
Francisco Condal- |
ves de Moraes. |
Manoel Firmino |
de Mello.
Fernando Allonso
de Mello.
Francisca Jscin-
Iha Pereira.
Francisca do llego
Brrelo Pereira
Joaquina Jacinlha
Pereira.
Mara Jacinlha Pe-
reira.
Cmbolina Jacin- |
tha Pereira. j
Imperio.
Juslira.
Fazenda.
I
UC>:i-5
3252*0
33*333
lijOS.)
88S976
Tll.-.vn
881976
889976
R89976
l:H7.M12

hamplnn. turando nos partos
Realeo ;>< hiade pnqtie-
tes higle'/es .- vapor.
No da |!l
desle mez es-
pera-s do Mil
0 vapor 'l'htt-
iii daiite Revi-, o
(pial depols da
demora do cos-
1 u ra e seguir
para So u -
ile San Vrenle, le-
neriff, Madeira e Lisboa: pra passageiros, ele,
irata-se com os agentes Adatasen llowie & C, na
ra dn Trapiche Novo 11. 52.
N. B.tls cnihrulhos que preleuderem mandar
para Sonlhamplon deverao estar na agencia 2 horas
antes de se ferharem as malas, e depois de-sa hora
nao se rendirlo cmhrulhn algum.
Para o Ricrtle
Jaijeiro
DeiiciMito de
salte com brevidade por ter a maior par-
te da carga prompta, o bem conliccido
brigue nacional Fili.MA : para o resto
piamos,
P N va 11 .41, pruieir aj t i:. r.
Nesle r-taheleriiuaiilo se eiironlrjio os mais ricos
e os melbores pianos que leni viudo a esla prara dos
mais acreditados fahricaalas eaaaa de Karlials e
Praumann de llanabaraja, assia romo de outrm
muilos fabricantes da Europa, os quaca por atdseos oreos, e uaranlidos ; 110 mesmo estabe-
lecimenlo lauliem se cuucertam, ahnam-se e reee-
hem-sc eiicoiiiineinlas para a Europa.
II Sr. que Icmu ha dias rerolhida em sua col
a crioula Josepha. lenha a hoodade de a mandar
cntiegar a seuseubur.
\ Iverlimos que o Sr. Kaphael Antonio Jow-.
Cama uSn. morreu no bospilal do Carmo, e sim na
ra do Queiroado.
Os abaixo assienados fatum scienlc an respeita-
vel publico, e espe.-ialmeiil- ao corpo de rommercm
desla prara, que por haver linalisado o lempo por
que li.n mu contratado a sociedade na loja da ra
do Otieimado n. iti A, qoe -\ravi soh a turna de
lio,, ri .1 ,\ Moreira, que amizavelmenle a dissolve-
miii no da 11 do passado, tirando a cargo doex-
j socio Bezerra ludo o activo e passivo da dila loja.
da metma, passageiros e escravos a frete,! Recite 13 de (overeara de IK5'. Antonio Beierra
para que tem excellentes cotnmodos. Ira- tSg^XSSmSmmm **.
5 ^.ii;,-.
t) lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em compriraeuto da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de '.I do rorrelo, manda fazer
publico, que no dia 6 le marro prximo xiu louro,
. pranle a junta da fazenda da mesma Ihesouraria,
11 ida a Isaac, Curto & Compa.....a, raan.feslou o se- i >a |la ,,0 remaUr -aeiB por meaos lizer, a obra
suiule : II-
( volamos chapeas de palha. :ltl barris salitre, 0 '''" enipedrameno que precisa
\put>mi"!o a pCJ5^X)a
MISSO APOSTLICA DE BERNAMBUCO.
Exm. Rrav. Sr. Rispo.as grandes calamidades
sempre os calholicos lomauos acharara alivio na
publica e solemne adoraran do SS. Sacramento
da Fucharslia :
. O
careas genebra, 2 sacras colla, 500 molhos piassava.
I5_fardos lecidos de algodo, 1 caixa penles, 1,6%
caixinhas e5 caixoes charutos ; ordera.
I5saccas pimeula da India ; a Manuel lavares
Cordelro.
I0O barricas farinha de Iriso ; a Tasso A; |r-
ntios.
5 caixas charutos; a J. II. Gsensley.
2 ditas charutos, 2 fardos lecidos de algodao ; a
Jos Antonio da Cunha A; Innao.
Ilriaue hrasileiro Firma, viudo do Rinde Janeiro,
consignado a Novacs guale :
t cabriolel e seu-, perlences, I cama; a Jcronxmo
Marliuiauo Figueira de Mello.
I Caixa quina, I dila cha, I dita chapeos ; a No-
vaos i\ C.
70 volumes barricas vasias, 25 pipas ditas, 335ro-
los tumo, 100 hilas boluchinhas, 2,000 caixas sabio,
I dita chapeos, 5 ditas rap, i saccas colla, 2 caixas
Afosados, avahada em 25:0008000.
A arreinatarao sera feila na forma da le provin-
cial n. :!i:l de 15 de maio de 1851, e sob as clausu-
las especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arrematarlo
eamparer )))> na sala das sessoes da mesma junta, no
dia cima declarado, pelo meo dia. competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou allixsr o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Peroam-
buco i2 de feverciro de 1856.O secretarlo, Anto-
nio Ferrcira da AnnunciacAo.
Clausulas especiad para a arrcraala^ao.
I As obras docmpediamenl) do .Ierro dos Afo-
sados, far-sc-liaodecouformidade como orjamenlo
Paranlo Extn.e Rrav. Sr., convencido cu que com | cha, 7 volumes tnereadorias, 2 caixas imasens, 3di-1 apprnvado pala direcioria cm rnnsellio, e apresen-
e-lc ultimo c omnipotente recurso hade mover a
divina Clemencia ; humildemente pero lcenra n
V Exc. Brota, para expor o SS. Sscrarnenlo em
forma de 10 horas, c em l.ius-Pereuue ; das h llo-
rase mei i da larde, al sele da noile, couiecaudo do
dia 17 alo 2i de feverero.
Ese'o que duvido) a peste coutinu.ir a disimar
as familias ; cntao este SS. o pi exercicio cou-
liiiua-ln-hci em todas as quintas feras, e domingos
ale a Paschoa.
aj)\m. Rvm, Sr^^-E aja. Ji'inn'La pedir urna
sr ;a l&o especial, o prolicua, nAo sn para enlrcler
-.nlanicnle ao gran povo que frequenla csti, igreja
dos mlssionariosapostlicos capuchinho; mastambem
deparaqueassuppliras ile-lcs liis, alcancen) ua pre-
mura Deosvivo, agraead^seconfessarem os obstinados
pecadores, c assim smente debellado o peccado, Iri-
umfira a misericordia divina : orcspeilo c oprofundo
acalamculo cora que costuma porlar-se.o [)ovo nesle
lempo, me animan) ahanrar a V. Exc. Rvma.. que
em vez de profanar/es e indecencias, reimari sania
modestia, o silencio, e a conlrir.o, porlanlnpede a V.
Exc. Rvma. que se digne assim o conceder. E R. M
Fr. Caelano de Messia, preteilo apo.-tolico capu-
chinho.
Hospicio da Penlia aos 12 de feverciro de 1K50.
Como pede. Palacio da Sooldade 12 de (everetro
de 1856. B. de Pernambnco.
as, armas, 200 barricas fariuha de trigo, lili barris
plvora ; a ordem.
ERRATA.
A barra insten Eugenia, que demos anle-hontem
como tendo entrado na alfandega, noeolrou, esm,
seguio para a Rabia cora ludo o rarresaraenlo.
CNSUI.AI'U UEKAL.
Rendiinento do da I a 12 32:9009537
dem do dia 13....... 6:7313315
:iO:63ia,S5J
L-MVERSAS PROVINCIAS.
'.einlimeiitndn dia t a 12 .... 2:6393023
dem" do di 13....... 265)391
2:'.HIi>,|-
ommcmd.
(otte$p0Hbqcia.
Sis. redactores.Nacriseassusladora era que nos
adiamos talando com urna epidemia de inedouho
aspecto, faz-sc uccessario lembrar ao governo os h
incusque no meo do (error c do perigo leein pres-
tado a pobreza disvalida, todos os soccorros ao -cu al-
cance arroslaodo com inauditacSragem Indas as cou-
sequencias do mal que aflligc a humanidade.ponta-
ieraos pois que entre e'les 0 preslimoso Sr. Joao Vi-
cente de Brlo (jalvao, a qual na ridade da Victoria
c quaudo a epidemia diziraava a cito toda a sua po-
pularao nao dcscaueou um sii uiomculo durante 17
dias e 17 noiles curaudo homeopticamente, por cu-
jo sjstema de Iralameuto, arrancuu das garras | i.
norte & algons cholericos no ultimo periodo da
molestia, e lendo-sa retirado daquella para rsla ci-
dade a nslaucias de sua familia, c lo ah prestando
a os seusliahilaules relevantes c extraordinarios ser-
viros : esperamos pois, que o governo se uan-cs-que-
i-a de um hotcn> de senlimcnlos lAu generosos,
lauto ni,ti- que, be elle dcmasiadamenle pobre e
lao honrado que anda nAo pedio um vintem ao go-
vciio, nAo obstante haver mediros que uAu leudu
sci vicos e equilibrar aos seus, tcetn recelado cerlos
urdeoados c desposto de sommas enormes; lance pois
u governo mAo da laes'horneas o trale-os como he
preciso em laes occasies, por qoe destes ha poneos.
O juilteeiroi
Srs. redactares.Parlio honlem para o Recite o
distincto acadmico Antonio Jos Campello Jnior,
esse joven que desde o I" do correle al o momen-
to de sua retirada, tem prestado relevantes serviros
ao infeliz povo da cidade da Victoria, nao so tratan-
do dos cholericos romo empenhando-se em faz.r lo-
do bem aos infelizes indigentes, inranravel no de-
scmpenh'i du seus deveres ; nos rosamos a Heos p.'la
sande desse acadmico,pois que se achava mu as-
aravada o a olio nossos serviros prc-tamos quanto
ser possa.
Cidade da Victoria II de (evercirode 1856.Jor-
quim Pedro dn Reso Hirreto, juiz de paz c enfer-
mo na cama.O leaenle Miguel dos Anjos Alves
l'razeres.Jos Cavalcanli Fcrraz de Azevcdo,coro-
nel rlicfe do estado raaior. U vigario, Francisco
Xavier dos Santos.
PAAC DO RECIPE I3DE FEVERE1HO AS3
HORAS HATARDE.
Cota^es olliciaes.
Descont de ledrasI ', ao mez.
Assucar maseavado regular2?200 por arroba com
sarco.
Frederieo /inbliard, presidente.
/'. Borijti, secrelario.
CAMBIOS.
Sobro Londres, 28 d. por 1?.
o Paris. :iS rs. por I.
Lisboa, 92por 100.
k Rio de Janeiro, ao par.
Arres do Banco, 10 0[O de premio.
Acres da corupanhia de Beberibe. .5il Acres da compauhia Prrnambucaiia ao par.
C'lilidade Publica. 30 por cento de premio,
ic m liidcmnisadora.sera vendas.
Discouto de letlras, de 12 a 1.5 por Oi.o
HETAES.
lluro.Onras licspanhols. 89a28SJ00
Moedas de (i-llKI velhas .... ii.-i m
o lioOO uovas .... I65OOO
o ;tlO.......9J000
Prala.Palaccs brasileiros......2>0()0
Pesos columnarios......2>)tHH)
o mexicano-.......Ia860
Al.FANDEti
iiditrtenlo Jo dia" 1 a 12. .
i de,n do dia 1:1.....
8t^07<066
6:1%}',62
1)0:701312S
exportacao .
Rio de Janeiro, brisue hrasileiro oSagilario, de
266 toneladas, rnnduzio o scsuinle :021 pipas
agurdente, 15 ditas e 25 barris de 5.' espirito, 2,010
meios de sola. :',\'.'i meios de vaquetas, 90 molho-
rourinhos de cabra, 1S barricas Sfbo, 21 caixas ve-
las de carnauba, 2 barricas cera de carnauba, 9,000
cocos com casca, t cmhrulho peonas de eraa.
dem, palarho hrasileiro ul). Francisca, de 165
toneladas, couduzio o segoinle :596 saceos com
7,980arrobas de assucar, .11,060 meios de sola, 150
caixas vela- de carnauba.
Babia, hiato biasileiro nAmelia, de 63 toneladas.
cooduzio o se&ninte :50 caixas passas, s pipas, 2
meids ditas c 9 barris de o.- a/.cile de carrapato, 110
saceos cera de carnauba, 200 caixas sabAo, I dita
assucar retinado, 3 caiiinhns doce de arar, 6S2 lac-
eas milito.
Porlo, barca porlugueza oFernaodes I, de 316
toneladas, eonduziooseauinle :18 barricas e 3,913
saceos com 19,693 arrobas e 5 libras de assucar, 211
cauros salgados, 5 volumes arroz. 6 ditos mei, 2 Ji-
los daca, 1 dilo farinha de pi, I lito louca, 1,650
pontaa de bni, 10 pranchoes viuhalico.
Philadelphia, brigue americana Thomaz Walleni,
de 238 toneladas, conduzio o sesuiule :1,900 sac-
eos con 9,500 arrobas de assucar, 21 ditos earpeoe
de algodao, 1.00o sipos-po, 23 fardos trapos, 2 cai-
xas cobre velho.
Porto, galera porlusueza Nova Sublila, de 560
toneladas, conduzio o seguinte :1,453 saceos com
7,466 arrobas e II libras de assucar, i saccas algo-
dao. 12 conros espisados,
MarauhAo, palarho hrasileiro oSaula Cruzo, de
101 !|1 (miei.i i,.-, conduzio o sesuiule :519 volu-
mes gneros eslrangeiros, 365 saccas caf, 260 bar-
ricas assucar, 21 i caixas doce, 8 dilas rap, 25 pi-
pas cachara, 5 dilas espirito, 1,00') cocos com casca,
I amhnilhii lio de algodao, I meie pipa azeile de
palma, 2 barricas sraxa do Rio Grande.
Kio de Janeiro*, polaca hrasileira Zelosan, de 259
toneladas, condoli o sesuiule :68 pipas agurden-
le, 30 ditas grata, (5 barris sebo, 5,92 meios de
sola, 258 pello- de cabra, :!I6 saccas milho, 69 ditas
cera de carnauba, 900 sarcos assucar, 2,000 cocos
cota casca, 40 dnzias de ditos para agua.
Aracaly, hi.de hrasileiro Correiodo Nortea, de
.17 toneladas, conduzio o fesuinle :1,171 volumes
gneros eslrangeiros, :i fardos fumo, barricas Besu-
car, 12 barris niel.
Babia, lancha hrasileira el.ivrarioa, de 10 tone-
ladas, conduzio o sesuinte :!! caixas e I fardinhu
lazeuilas. 2 pipas. 2 toneletes) 2 quartolas, 5 ditas
pequea-. 20 bnris de i.' r '. ditos de .-azeile de
carrapato, 2 raixes doco do arar e de calda, 361
^acco^ cera de carnauba.
talo a approvarAo do Exm. presidente da provincia,
na importancia do 25:000^000.
2;l O aircinalanle principiara as obras no prazo
de 15 dias, o as concluir no de inezes, ambos
contados pela forma do art. 31 da lei n. 286.
3 O pagamento rcalisar-se-ba cm qaalro presta-
rnos iguaes, cujas tres primeires correspondern aos
lrs lereos da obra, c a ultima Reara para a entrega
definitiva.
i1 o prazo da responiabilidaJc sera de seis me-
ses.
5" Para ludo que nao se acha provisto nas pr-
senlas el tusulas uem no orratiieuto, seguir-sc-ha o
que dispe a respectiva lei n. 286, e com cspcciali-
dade o arl. 10.Cuiifurine.0 secretario, Aulcnio
1 ci, or i da Anminciaro.
1) lllm. Sr. inspector da Ihesouraria. em cuni-
primenlo da resoluco da junta da fazenda. manda
fazer publico, que vai novamcilte a prara lio dia 6
Je marro prximo vindouro, para ser arrematado a
quem por menos lizer, a conservarao pcrmauenlc
da estrada da Victoria, por lempo de III mezes, a
entilar do I" de abril do correte anuo, e pelos prc-
cos abaixo declarados.
I" lerco.
2- ii .
3- i) .
i- .
1:0573000
8:0579000
2t057e0O
2:20"}000
E para constar se mandou aflixar o presente c
publicar pelo Diario.
.-' r, Lina da lltcsjuraria provincial de l'crn.iiii-
btico 12 de fevereiro de 1856.O secretario, A. F.
da AnnunciacAo.
0 lllm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
era cuniprimenlo da rcsolucAo da junla da fazen-
da, manda fazer publico, que ua dia 6 de marro pr-
ximo vindouro, vai novamenle a piara, para ser ar-
rematado a quem por menos lizer, a obra 'dos repa-
ros precisos ii casa da cmara e cadala da cidade
de Olitida, pelo prcro de 2:0109000.
V. para constar so mandn ailixar o prasente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
bnco 12 ile fevereiro d 1856.O secretaria, A. F.
da AniiunciarAo.
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, cnuimcndador da
imperial uidcm da Rusa c juiz de direito especial
do olmo;co, desla cidade do ilccife, provincia
de Periiambuco, por S. M. I. eC, 0 Sr. II. Pedro
II, a quem Deo, guarde ele.
'aro saber aos quo o presente cdital viren), que
se acha aborta a fallencia de Joaquim Jos dr Furia
Mochado, a requcriineiito de llenrique Humo A. C.
e m.iiscredures pela sentctic.i do llnor sesuiule:
Attendendo que Joaquim Jos de Paria Machado,
cunimcrciaule nao matriculado, estabelecido rom
loja ile fazenda- ua ra de Cadcia do iiairro do Keci-
lo n. 30, deixou d i satisfaxei em 30 de novembro c
i ni 30 '*> dezembro de 1855. a importancia das le-
ii.is.to tls 'i e lis 5, coiivoeoa os seus eredores, a
quemaprcsenlou o balauro de lis 7 a lis II. efm
de pateutear-lhes o estado de O ollirial maior,
hmilio Xavier $. de Mello.
BANGO DE PERNMBCO.
U conselho de direccao do lianco de
Peruambuco avisa aos senhores accionis-
tas, que aclia-sc autorisadooSr. gereute
para pagar o 7. dividendo c lOgOO rs.
por accio. Banco de Pernambuco l* de
tevereiro de 1850.O secrelario da tli-
reecao, J. I. de Medeiros llego.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de comprar o se-
guinte :
Para o quarlo batalllo de arlilharia.
Oleo de ricino, garrafas lo ; liohaca era grflo, li-
bras 8 ; ami.lu, ditas 2 ; acetato de amoniaco, dilas
I ; lnsna, uilas >% ; acido prussico medicinal, onras
i ; licor inioihno de HolTmann, libra 1 ; agua se
dativa de Raspail, libras 10; tintura de opio, onras
8; nitrato de prala, ditas 2; extracto de ralanlua,
ditas 8; syanoretro de potasslo, dilas 2 ; sub-acelalo
de chumbo, dilas 6 ; tinture de raslorio, dilas 6 ;
dila de valeriana elliertsada, dilas 6 ; espirito de
poolas da viado, dilas 6 ; tbriaga, libra 4 ; balsa-
mo tranquillo, libras i -, agua de labarraque, garra-
fas 10 : oliloruirio de cal, libra.- i ; oleo de meimen-
dro negro, dilas I ; tintura de belladona, onras 6 ;
raspas de pouta de viudo, libras 2 ; agua de sdlitz,
garrafas ti ; seringas de metal para clvster, 2 ; ba-
lonca gauduada, 1 ; lesonra para curar custicos,
1 ; exporlula, I.
2. halalhao de iiilanlaria.
Sira.io de Natilua, excmplares 20 ; liutciros e
areeiro-, pares 10 ; papel almajo liuo, resmas 6 ; 1
peanas de ganco, 100 ; caivetes finos, 2 ; tiula pre-
la, garrafas 6 ; lapis, duztas 6 ; arria prela, libras
6 ; cartas de a, b, c, 20 ; laboadas 20 ; paulas, 6 ;
9." balalliAu de Maulara.
Papel allliaro, resmas 6 ; penuas de ganro 100 j
caivetes, 2 ; tinta prela, garrafas 6 ; lapis 72 ;
areia prela, libras 6 ; carias de a. b, c, 20 ; laboa-
das, 20 ; grammalica porlugueza, excmplares 6 ;
aitlhuielica, exemplares 6 ; paulas, 6 ; Ira-lados dif-
ferentes, 20 ; creoes, 6 ; sitele d'armas cora Itgen-
tla, I.
I oH-.lc/.i do llium.
Oculo de alcance, I ; sitele d'armas com legen-
da, 1.
10. balalliAo de iufanldha.
Livros para matricula deaddidose clleclivosdas
coinpauhias. leudo Cada um l i :, polegadas de lar-
gura e 20 >; dilas de altura, t. '
Ouarlel-geucral
Reiioslciros, 3.
Provimeiilo de armazem.
Cabo de linho de I l|2 polesada de grossura, pe-
ral.
Olltciiias de 3." classe.
Ferro era barras de 1 :l|8 de polegada de largura,
quiiilacs 12 ; rame de ierro grosso, arroba I.
Quem qut/er vender estes objeclos aprsenle as
suas propostas em caria fechada acomp.tnhadas das
respectivas amostras, na secretaria do conselho ss lo
horas do dia 1.5 do correle mez.
Secretaria do cousvlim administrativo para forne-
cimeulo do arsenal de guerra 9 do fevereiro de
1856.Vento Jos /.amenha Lins, coronel prcsideu-
le. ilernardo J'ereira do Carmo Jnior, vogal e
secrelario.
O lllm. Sr. regedor interino do Gymoasio
manda declarar, que por determinarAo do Exm. Sr.
presidente esla aborta a matricula du (ixinuasio at
o Ion do corrate atez. Secretaria do (jyrr.uasio Pro-
vincial 8 Je fevereiro de 18,56.O secretario,
A. A. CabraL.
0 lllm. Sr. regedor interino do Gvmnasio man-
da declarar, que os alumno, exleruus que quizerem
frequeular a aula de msica do mesmo Cxmoasio,
comparceam para se inscreverem. Secretaria do
(jymnssio, 8 de fevereiro de 1856.O secrelario,
A. A. C.ihral.
ta-secom os consignatarios Novaes A C, na
ruado Trapiche ti. "). priineiio andar,
ou cora o capitao na praca.
'ara o ilio de
Janeiro
sabe com milita brevidade por 1er a maior
parte da carga prompta, o litigue escu-
na MAHIA : para o resto da mesma,
passageirose escra vosa frete, pa raque tem,dir quem precisa,
excellentas commodos, trata-se com os |
consignatarios Novaes & C, na rita to i
Trapichen. 54, primeiro andar, ou com
o capitSO na prara.
Para o Rio (irn te do Norte e Assu sesue no
dia 16 do corrale mez a lancha Fiordo /lio tiran- \
de : quem quizer carresar dirija-se ,1 ra da Cadeia j
do Rente loja n. 50, defronle da ra da Madre de
Dos.
ARACAIV.
Com muita brevidade sabe o bera couhecido lliate
Duvidoso ; para o resto da carga c passtgeiros. Ira-
ta-se na ra da Madre de lieos n. 2.
pal porloguez para
de taberna ou mitro qualquer estabelecimento, para
lomar coma por l,.il.no;,, uu sem elle, para o que
lembastaulc pralica : quem deseo presintise qui-
zer ulilisar, dirija-se a praca da Independencia n. II
Precisa-se de urna ama qoe faca lodo o servir)
de urna casa de pouca familia ; na ra do Caldei-
reiro u. 78.
Iloje quinla-feira llavera muito boa carne de
caruciio, no acousue da esquina do pateo do Pani-
zo a. f.
Precisa-se alus-r urna ama forra ou captiva.
que sirva para todo o servn.o de portas a dentro, e
que saina ensnminar, sendo para pouca familia ; na
ra do Hospicio n. .11.
Precisa-sc de una ama forra oo captiva para
eoiiahar e comprar : na ra da Concordia n. 26, se
Seioev.
O cenle Borja teta Icilao ein $eu annatcm, na
ra do CollegiOD. 13, de um srande e coiii[ilelu *or-
liiiiiiiin de obras de inarciuena novas e usula<. \.i-
rias ubiiis de ouro e prala, reinetas para aleibeira
palela ingles, sui-sos e horisunlaes.excellenlts qua-
drosrom riquissinias- estampas, diversas quiii(|uillta-
nas fruucezas e oalros muitos objeclos que iropussi-
vel fora mencionar, osquaes mesmo armazem: quluta-rera, 1 do crrente, as
11 horas da manliaa.
BMtO& Lemos far.lo Icilao, por intervencao do
gente OllTeira, de terca de :.(i barricaa da mais
afamada e superior Tariidia .!' trigo de ca M M M: qninla-feira 1 do corrate, as lu ho-
ras da manh.la, no armazem do Araujo, caes de
Apollo.
O asente Olireira far leilSu, por auiori.icao
to Exm. Sr. Ilr. juiz especial do cominercio. dada
cm despacho no lequernnentu do curador liscal da
ioassa fallida de Antonio Augusto de Carvulho Mri-
nlio, de ludas as dividas activas de litro e em leiti.i-
da mesma mass.i, na importancia total de8:1369993
rs., secundo a respectiva relagao em poder do an-
nuncianle para previo exainc dos preteudentcs : se-
gonda-feira, IS do correntc, ao meio dia eiu pouto,
no seu c.-criploriu, ra da Cadeia do Keci fe.
%3>i&o ... Ov.
A commissao Beneiiccnte da fregue-
zia de Santo Antonio doltecife, ro
a ;i s
pessoas que |ui/.erem mandar suas es-
molas para a pobreza atacada, da epide-
mia, se dignem dirigi-las i
CONSELHq ABMLMSIKATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar
guiule:
Para o 8.a balalhaii de infautaria.
Panno verde escuro, covados l.'.is l.
'.I. loll lili io.
Panno verde escuro, covadosl,336.
10. balalh.lo.
Panno verde escuro, covados I5S.
fjuem os ijiiizcr vender aprsenle
suas pro-
caJa do I5\m.
Sr. vigario, nooilto da mesma matriz:
asesmolas podem se:' de dinbeira, gene-
ros, fazendas e mesmo roupa.
Os devotos do Rlorioso Sao Sebsstiio da^igrea
do Pilar, feeem seiente que tomaram n deliberadlo
de oxporem \isti dos liois a mesma imasem ea
doSenhor da Kedcoipcao, duranto lodo o lempo om
que durar a calamidad.- que nos Ii,'Sella.aoude lam-
bem havera nos sabha.los das semanas de quaresma
unta pralica, da qual he orador n reverendo padre
Amonio .Manuel d'Assumprn.
Precisa se de atusar una ama de leite sem li-
lho : na prai;a d^ Independencia ns. :lli e IW.
A iiin indade de San Jos de Kiba-Mar con-
vida a todos os seus rnoSos, para no dia 17 du cor-
rente, se reunirem todos no mesmo coosistorio, para
tralarem de negocio de srande importancia relativo
a mesma irmaudade.
Consistorio de San Jos' de Kiba-Mar 1:1 de feve-
reiro de IHiti.Joo l-'erreira dos Santos.
Precisa-se de urna ama forra ou caliva, para
lodo serviro de urna rasa de pouca familia : do
Forte do Mallos prensa n. Ii.
Desapparecu do quintal d.i casa da
Da Xova n. 50, urna jallinlia branca das
lllias, leudo na cabera um topete de pea-
nas bstente grande edillerente do com-
unial, ha poneos dias tambem furtaram
um gallinlio bt'iico dos chamados de A(i-
roupa
Jos Mara do Albuqurrque Mello, Icndu de
rclirar-se boje 1:1 de fevereiro para o Arzcalx, e n*i>
podendo deapedir-et (cssoalmcntc dos seus amigo e
das pessoas que o \i*Jaiam. pela pres-a com que se
resolvep a partir, o faz pelo prsenle, e rooa-lhe*
que releven) -I lie es-a falta involuntaria, edispoobam
dos -eus frricas naquella cidade.
Lotera do Gvm-
nasio Pernain-
bucano.
Sexia-feira 15 de feve-
reiro, o iii(!abit;ivelai-
daueuto da referida lote-
ra, petas O "horas de ina-
nlia, h) esjiacoso saio
da ra da 'raia n. 27.
Os meus bilhetes e caute-
asesto vtuda nas lujas
j conhecidaa do respei-
tavel publico; a el les que
estau no resto. Pernain-
boco f5 de Janeiro de
i806.O cauteiistu, Sa-
lusitano de Aquino Fer-
r. i\.
LOTERA DA PROVINCIA.
Sexta-letra 15 do coi rente, hea c\lr.u-
WiO da ([liarla parte da tercena lotera
rio (ivmnasio. ila apenas um diminuto
testo dos nossos icli/.cs liilltetes e cautela.-.
nas tojas ja' conhecidas do rcspoilavcl
publico: os premios do pa;os Kfkwm m:
distribuir a lisia eral.O* caatebstas,
Oltveira Jnior iV C.
postas, dccLraiido os ltimos preces, acompanha- 0,a assim Como val
das das icspeclivas amostras na secretaria do con-
selho as 10 horas do dia IS ,1o corrale mez.
Secretaria do conselho administrativa para forne-
cimealo do arsenal de guerra II de fevereiro de
1836.lenlo Josc lAimenha /.ins, coronel presiden-
te.ternario Pereira do Carmo Juniur, vogal e
secretario.
pecas de
do criado c um chapeo de pagem com ga-
lao de prala. nina calca de panno azul l-
_1>.
.. .i,- iiim\ "inti
i,
a7fs redactores.llavendo sabidi| em sen coat-
ceituado Diario diversas correspondencias, do eor-
rospondente da 'agina Aruha desla Iregoezis, so-
mos obrigados a declarar por meio desla que ne-
ahuma parle c uem responsabilidade lemos em laes
cscrplos. Somos, Srs. redactores, de Vmcs. alientos
veneradores e criadosMatiocl Pires FerraraJotlo
Franci'co Xavier Paes Brrelo.O vigario Manoel
l-.-l'ii ol oo Mu \i.
Jaboalo 1 -J de vereiro de 185ti.

Oescarregamhojt I i de feerciro.
Barca francezaPernambucomereadoriis.
Barca inglezaRolkuiu bacalhao.
Brigosinglex/. O.marcadorias.
Patacho ameticauoFilmorcfarinha c bolachi-
nlias.
IMPOnTACAO'
Barca francesa t'ernambuco, viada do Havre, con-
signada a J. H. I.asserre o C, maoilcstoo o sc-
suinle :
II caixas tecidos de seda. -J ditas o I fardo ditos de
algodao, ditos ditosde seda e algodflo, ,'i tos de algodn e linho, 1 dito roupa relia, 11 caixas
calcado, objeclos feilos, pellesc la/.euda de algodao,
10 dilas sardinhas ; a N. O. Bicber & C.
II ditas chapos de palha e objeclos de rhapellci-
ro ; a Ghristiaoi A; Irruios.
^ dilas l-cidos de algodic, :1 ditas dilos de lila, 1
dita mantas de seda, S dilas chapeos, i ditas mu-
ros, :l dilas chapos de senliora, .1 ditas roupa feila,
t dita chipos de sol de seda, N dilas lecidos de la
e se la, I dita dilos de seda ; a J. Kriler A. Com-
panbia.
jO barris e .">() meios dilos manleisa, i caixas car-
neiras, 1 dita seda ; a Isaac. Cario cv. <"..
-_' ditas lecidos do algodao, 3 ditas chales, lavas de
pellica e seda, : fardos panno de l'ia, 1 caixinha cha-
pos uc sol, I dila lecidos de seda e algo lao, II dilas
chales de 19a ; a Timm Morasen g Vina-sa.
Vi barris c 50 meios dilos manleiga: a Ii. II-
Wxall.
J) caixas vinho engarrafado. .1 dilas tecidos de la
c algodao, -J dilas ditos de seda c algodn ; a C. J.
Asile) ce C.
Caixas chapos e ditos de sol de -oda, :', ditas i-as-
sas estampadas, chapos e objeclos de muda ; a M.
J. Corneiro.
50 barril e .'ill muios dilos manteiga ; a V. A. S.
Carvalho.
caixi- mantas, J barris oleo, 7 caixa modas, I
rjila \i Iros, : dilas chapos deso de algodaoe arma-
ees, 1 dilas calcado, I dita cabos para chpeos de
sol, I dita pellcs preparadas, I dila lecidos de algo-
dio, -1 dilas espelhos, I dila minas ,|c algodao, :l di-
tas iguorn-se, 0 ditas chapeos, 1 dila ditos de senlio-
ra, II dilas seda, I dila licor. I dita pannos. | dita
randeeiros, I dita tecidos de ISa o seda, I dila (lores
arlificaes, 1 dita perfumaras, 1 dita pelada de algo-
dan, I dila chapos c bou-les ; al". Sauvago k\ l'..
6 ditas chapese lilas de algodao, lo dila- mer-
cearia e drogas, 8 dilas perfumarlas e cofre, 7 dilas
agua de Colonia ; a I'eidel l'inlo A. C.
1 dila carro, I dila lanlemase objeclos pan car-
ros a Manuel Ignacio de Oliveira.
Liverpool, barra Ingleza llenevieve, de IKU tu-! rts propostas que julguu convenientes, e poique nao
neladas, conduelo o segointe: 1,201 saceos e
barricas com (i.tl.l'.l arroba e S libras de assucar,
1,(100 molhos depiassabs, 1.000 arrobas de ossos.
B.ircellona. polaca despachla .Atrevida, de 05
toneladas, conduzio o seguinte : l saccas com
11,125 arrobas e l:l libras de algodao,
Itio de Janeiro, brigue hrasileiro nDamiTo, de
'I\i toneladas, con luzio o segualo : '.) pipas e 't
barris vinho, 200 caixas passas, '.10 pipas rgurden-
le, 25 lilas espirito, 1.200saceos com ti.tMUl arrobas
do assucar, 2 !l saccas milho, 1,00(1 cocos tuin casca,
I raizan espanadorea.
I'alinoulli com escala pela Paralaba, barca ingleza
Emily, de 12(> toneladas, condoli o seguinte :
2,200 saceos com 11,000 arrobas do assucar.
DESPACHOS DE EXPORTACAO PELA MBSA
DOCONSI I.Mdl RESTA CIDADE NO Da
i:i DE KEVEREIKO DE 1836.
'...milliana ingleza oQueon, Basto i\ Lemos,
1,200saceos ussocar branca.
tiihraltarBarca hollaudeza Ncw-York, llaslo A
Lomos. 600 saceos dem.
I'almouthBarca ingleza Spirit ol liic limes, Pa-
ln Nash A; Compauhia, 1,800 suecos assucar inas-
cavado.
PhiladelphiaPatacho americano aAbbx Elizabeth,
Malheus Austin & Companbia, 1,200 sa o- i lem.
MarsemaBriguofranc .. Prospera, Viuva Aiuo-
riin & Filho, 1,200 -accos assur ir branco c mas-
cavado.
tiibrallarSrigoe hollandez Allantes, N. O. Bie-
bcr i\ Companbia, (iiit) saceos assucar branco.
LisboaBrigue porloguez Soberano, francisco
Severiano Habello & filho, 600 saceos assucar
branco e maseavado.
Marseltia Brigue francez aJJarcchal Excelman,
I.asserre iSi Companbia, 700saceos assucar mas-
cavado.
LiverpoolBrigue ingle/. Black Prince, Johnston
Palor \ Compaphia, GOOsaceos dem, .
Lisboa, barca porlugueza llortoncia, Manoel do
Nascimenlo Pereira, 430 saceos assucar braceo.
HECEBEDOK1A 1)15 RENDAS INTERNAS I.E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento dodia 1 a 29 I:lt2f3l.*>
dem do dia Hit........!)7:7699l>~
lenham estas sido aceitas por dilos eredores, abando-
ii,,ii seu eslabeleeimento e ansenlon-se desle praca,
e attendendo a haver animo mesmo lana Macha-
do cessado os seus pagamentos, declaro-o em estado
de quebra, c lixo o termo legal da existencia desla
contar do referido dia 30 de dezembro.
Nomeio para curadores liscaes os eredores llenii-
q_ue Broun Oc. C, c prestado poi ellos o joramenlo de
que traa u art. 809 do cdigo cemmercial, mando
*|ue so proceda as diligencias prescriplas pelos arti-
go. Sl-J do indicado cdigo 129, 130 0 Ii5 do regu-
lamento u.T.'lS; e fcilo isto sedarSo opporlunamente
as mais providencias que os ineiiciniiados cdigo c
regula me uto determinan.
Recife 30 de Janeiro de I^.'ili.Anselmo Francis-
co Peretti.
Eui riimpriiui.lo do que lodos OS (redores prsen-
les do referido fallido comparceam em ,asa de minha
icsi lmiria no largo da Sania Cruz do bairro da Boa-
\ isla segundo andar no da 15 do correle, polas.",
horas da larde, alioi de sa proceder a nomeacuo de
cober e administrar provi-
deposllarioa que ha., o,
soriameutoa casa fallida
i. a na que cheguc au cnnltcciinent,, de lodos,
mandil passar editacs >^ serao publicados pela
imprensa e afiliados nos logues designados no art.
129 do rcg. n. 7:W de S> de novembro do I8.V) e no
arl. SI2 do cod. cumtn.
Dada o passada nesla cidade do Itecife. capital
da piovincia de Peruambuco, aos 12 de fevereiro
de IWti.
En Maximiano Francisco Doarte, escrivao do iui-
zo especial do commercio o subscrevi.
Anselmo Franeheo Perelti.
Pela snbdelegacia da freguezia d.\ Boa-Vista se
contratara S borneas para conduzir nas padiolas para
o hospital as pessoas pobres que foreu) atacadas da
epidemia, e para os carros fuuebrcs, os que suc-
cumbirem da mesma epidemia, com o salario de l.j
diario a cada um : quem se quizer contratar, dirija-
sea mesma subdelegada, no aterro da Boa-Vista u.
1. Subdelegada da freguezia da Bou-Vista 12 de (e-
voreiro de 1836 O subdelegado,
A. Ferrcira Martina Ribeiro.
As malas que devem ser conduzidas pelaj va-
por Paran para o-ionio, do sul, principiam-se a
recluir boje 11 as 2 l|2 hnr.-.s da tarde, e depois dee-
sa hora at as 3, pagarn es correspondencias porle
duplo.
Si 1 '&& %Utmi>$.
RIO
5i
O brigue narinnal,Mara l.usia vai
seguir com brevidade, lem a maior par-
* 1I0 seu carregamento prompto : para o
.. "k' resto que Ihe falta, passageiros c escra-
*iii vos a frete, aos quacs du as melbores
accnininooicncs, irala-se com n consignatario Anto-
u:u de Almeida tiomes, na roa do Trapichen. I(>,
segundo andar.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segu com muita brevidade por ter parle de seu
carregamcnlo prompto a bem conliecida barra l.'ii-
thilde, capitn Jcroiixnio Jos Tollos, pafa o resto,
passageiros, o escravos a freic, para que ton) escol-
enlos commodos, Irala-se 110 escripluiiu de Manoel
Alves Guerra, na rus do trapiche o. 14.
uso m: mmm.
no com vivos de beine carmezim, lia
poneos dias furtaram da porta da rita um
banco grande deamarello; epara que
nao continu semellianle pratica, da'-se
25x000 degratificacSo a quem detcobrir
quem lie o ladrao que aproveita-$e do
menor descuido para c\ercer sen ollicio,
alem de se pagar o valor de (|tial(uer dos
objeclos citados que for a presentado no
primeiro andar \ mesma casa: assim
como roga-se as autoridades policiaes o
obsex|uio de zerem por descobrir os laes
la rapios.
A pessoa que tiver para alugar al-
gttm sobrado de dons andaie, ou mesmo
de 11111 andar c slito cm qnalquer dos
1 res batiros, e (|uelenlia commodos su-
licienlcs para urna familia : dirija-se a
na doQtieimado loja n. 20, que alii se
dir quem precisa.
Fugin do sabbado, 9 do corrale, indo da ci-
dadtl de Oliuda para o Recife em compauhia de son
seuhoi o escravo pardo. Angelo, sapaleiro, com IS
anuos de idade. estatura regular, corpo um pooco
secco, roslo redondo e com algumas espiaba-, ollios
azues, cabellos crespos e um pouco rucos, levou cal-
ca de brini amarello desbolado com lisuras unen, 2
jaqueles, ama de panno preln e ouira ile riscado,
chapeo de messa preto, costuma dizer que he forro,
ej foi encontrado no Kecil'e c na pnnie de l'ci.ca :
roga-se as autoridades policiaes o capilAes de canino
que o apprehenuam e o levem i cidade de Oliuda,
no quarlel do .- batalho de arlilharia, ou n i II 'ci-
r em casa do Sr. Dr. Joso Ka> inundo, na Madre de
Dos, que serao recompensados Generosamente : c
prutesta-se com lodo o rigor di lei coulra qiieui o
liourer acuitado.
SDcc.:..
BANCO DE PEHNAMBI CO.
O ltanco de Peruambuco tacen n
x isla
No dia IC de jaoeiro do correntc cuno fugio
do engenho Tabatinga nm mualo escravo, que per-
lence aoSr. Ilerculano Cavalcanli tic Sa Albuqucr-
que, cujos signaes sao os seguintes: ro bem clara,
cabelli s crespos e caalanhos, hai\o, cheio do rt rno,
esla com a cor pati la por le sofirido seze -. c lem
muita- manchas no pescoco, :. co*l is o peiloa ts
Vai salitr com muita brevidade o novo a 20 anuos de idade, o bnc,, ., n,c ..pom.. ; lovou
C vell'iro brigUC !)()', S AMIGOS, lem a camisa de;nlgoJ.lo/.inho azul ja desbatada, e lainhm
-naior parle da carga p,-ompta: para o ^S.T;^^^:^;^
resto O passageiros, lrala-s;- cote, os con- | un rri.mliohn forro com 12 anuos da bisde, alto,
signatario* Novaes\ C-, naiua do Trapi- '" '''l!,!!l ",:;: '?s nodnaspcio rosto; epeMoro, e
lie n. i, ou
'.ii
com o capilt ii na pr
: o io de Janeiro
ira.
i Uc o mu lid
pegar I ir o
lol. .,,
o tenhaem abundancia, que seja sadia.c
debonscostumes, nAo se olba a puro:
dirija-se a rita larga do Rosario n. SS,
porcuna da loja de louca, tereciro an-
dar.
O Sr. Jos llama, morador no Pinjo
da Panella, tem nina carta na mao de
Jos Ignaciadc Lox olla : na i ua da Praia
n. 4.".
Teudo-se fiualisado as ferias, o solicitador abai-
xo assignado. aunuucia a lodos os seas amigos e as
pessoas que do seu presumo precisaran, o acharan
sempre promplu na sua resideucia da ra da tGam-
boa do Carino n. 38, primeiro andar, ou no r-crip-
torio do lllm Sr. Dr. Joaquim Josc da t'ousrra. pa-
ra tratar de qnalquer questn nos auditorios dessa
cidade.Catadlo Augusto Kcrrcira da Silva.
Atttii'o.
Na ra Dirella n. 2, arbs-se um sortimenla de
fa/.endas de ditlercntes qualidades, sedas prela, bis
de filo de seda, e outras mudas faiendas, tudo por
preco coinuiodo, pois be loja nova, c o dono deseja
acreditar-te.
Precisa-se de um homcm rasado em lilho que
queira ir ser feitor de um silio perto, e tambem de
ter senlido ein algetns escravos uo Passeio, loja
n. 7.
Attcncao.

Aluga-se um araaazem na travessa do Monleiro,
no Recife, prximo a pono novo, e vende-scaar-
maco ou eaixao que nelle existe, balance e |-a
proprios para courus salgados, ou ouira eslabcleri-
menlo que os gneros preeUein ; esla bera acondi-
cionado : a tratar na ra da Cadeia do Recife. (oa
n. 50.
A mesa regidora da irmandade de V >. do
Amparo da cidade de t'lm l,i. leudo oblido do Kvni.
diocesano a lic-nc para loar em procis.io a vene-
ravel iiii.ueui le sua p.idtoeira pata a igreja maln/.
de S. Pedro Aposloln. e querendo fazer e^le arlo
sem pompa o ostcnlafao, mas com a divida decencia,
tem a lioura do convidar us seos irmos. aos Srs. sa-
cerdotes e rehgio-o-, <;oe se dignarem coneorrer para
o presente acto feito nicamente com o lim de im-
plorar a divina prolecrao da Mai de l^eos. para que
nos preserve do flagello que nos est ilumnenle,
igualmente espera que todos os liis, cheio de urna
verdadeira conlricr.lo de|seus peccados,|conrorram a
acoinpaiihar lo religioso arto que lera logar quia-
la-ferra, I i deoorroato, prtes 3 batas da larde. ,
proci-sao lera de percarrer as iuas seguinlrs I Am-
paro, Coxo, Inca de S. Pedro, >'aradouro. S. lenlo,
Kibeira, ladeira da Misericordia, na Noxa, S. fran-
cisco, paleo do Carmo. ra do i.-nino. Bomlim, Ma-
lillas l'erreiia. Assisn como pede a mesma me-a na
Srs. encarregados das igrejas desla cidade a- lerrm
aherlas para seren visitadas pela virgem Midollm-
nipulente. Ao rccolhr da procissao havera -crin.io.
Aluga-sc am sitio e casa de vixenda a l>cira da
ro, em Sanl'Aiina, defronle do engenho Cordeiro :
us preteudentcs ilu ijamo a ra du Vigario, rasa n.
7. para tratar.
Para o seivirn inlerno de urna casa estrangula
ile dnas pessoas. aeceasila-ea de nina co/inlieira e
cugominadeia. turra ou eserava : na ra Nova 0.17.
Conlrala-se um fomeiro : na ra IHreila a.
I9, un no Moulriro a fallar com o linio.
Arrcnda-se nm -ilio ni e-Irada do Arraial. com
varios,arvoredoe ale fractas, osis am : laraogei-
ra>, maugueirat, jaqueiras, sapatis c iiiinlos cajaei-
ros. tugar para 1 vaceas de Inte, independenle da
pomar, casa de Ii; do com 2 sala-, -J alrovas. i qoar-
los e mais enromo los: a p-.oa que qoicer, srlfe se
a ra da bloria, casa n. "i.
( abaixo assignaJo, io\rnlaiiai,le do. lien- de
son- I,dio. idos pai- Josc Vi'.'ro de Oliveira o sua
mu!,, r. previne a* Sr. .1,-. M rqnes de Almcid.i.
residente no engenho l'aaao, qoe pee 'alta de pzaja-1
ment, acaba de lcv.tr a ser .jp-iiitada, e atelalada
na forma da lei, pela quantia* de -. '::> .:*>. a
Icltra ,
seguren) poucosdias, por le a miioi pule da car-
oIjic orlo Ii I no KlO UC Janeiro, lian- caprompta o brigue 6'onceirdo, capitao
co le I iH'iiaiuliuco >
IS.").~).O secretario
Ij'nacio di- Mcdeiros le
22:ii83H
CONSULADO l'ROVINCIAI..
Kendiiuenlo do tlia 1 a 12 .
dem do dia 13......
111:2059171
4-.l!)s| 35:361*063
de dezembro de
i direccao, Joo
ro.
u
O banco de Pernambuco loma dinhei-
ro ;: juros, de conforinidaile rom os seus
estatutos. Banco de Pernambuco ''i de
novembro de 1855.Joo Ignacio de
Mcdeiros Reg, secretario da direccao.
O lllm. Si in-pet lor da lliesoui ai i.t
lorio
ii.
! i raro para suppr-se qo.
de passar por forro : quem pegar lar o favor le- aceita ao pai do aiuianetanle por >. >. ra 12
var asen senlior no i'iigriihn iiK-iiruinado, ou entre- e'ev<"eiro de IX.V,, vencida lioje. ( aiiuiiii) i-
gar nesla praca ao Sr. Antonio Aunes Jarome l'i- '"'e smenle serc-sc do jornal para preveoif j s. >.
res, morador no aterro da Boa Vista, que sera re- '''"I"' '''' M"1", c c..u-quenei.i le S. S. Ihe
compeii-.i.lti com genero- i.ta le. nao ter qoerido ii la res del carta fas aa>
erreira dos Santos: p.nao.o-to e r-cr.ivos a frete. Oal>.iixo a-si-nado. lando de relnai--e nara nunciante Ihe dirigi no* pnm^ii os da-donier pas-
para o qoe tem bons commodos, Irnla-se noescrip- provincia de Marcio, c nao podendo cumprir com o ''"'" >' "ll''""' '> de -en erro-:.....lente easai na
de Manuel Alves t.uerra. llamado frapichc l dever da civilidade. pelo motivo da rpida via-em K*i,e "aboia deiwi dislo S. S. ja lenha bjsbMs
pode di-p-ni aos seus companheiros de armas e ,:i" "'' '" '' ","1"" ''''' (',!'' I'"'-4, r"m#
Para o Porto a barca Fer.ianie sahir.i no dia amigos.Manoel Luciano da Cmara lianran. '"'"......'"" """-"'''''" aiiiiunnanic pertaiea qne
I iii.i niulhrr de idade se oflcrere para ama de
nina ca-a de pouca lamilla, preferindo rasa de ho-
rnero -olteiro: na ra da Palma por baixo do Sr. lr.
Chaves.
Ufferece se a qalqnar senhor de eneenh i ns
queira engajar para -n-i fabrica nina pessoa que tra-
a pelo systema bomeopalhico, pode procurar n i la
Uircil.t n. ni, -egnndo andar.
Oda rorrete mez : para o resto da carg o passagei-
ros, ti.da-so com tlarmca c\ toi-lm. na ra da Ca-
deia do Recife n. i, ou com o capitn na prarx.
Ceara', Maranbaoe Pai a'.
f) brigue escuna brasileiro /.aura, recebe carga e
passageiros : trala-se com o consignatario J. II. da
i oorc .i iiiin i ua ra do Vigario n. 2'J,
na presente quadia de pesie quena ir a sen ensenase
coiumunicar-lheoexpcudido. Usdi porsest
i.ic.io. serva lhe-ha de governo. Rarife 12 de tr-
vereiro de IRJ6. -Ilonnrato Jeteph de ciiveiro 11-
gtieirelo.
Ald-oi--!' a casa leirea n. .VI i i roa f ,* i ,ncrt
Pontaa a Iralai ua ma do Collegm u. 21, nrzaaasre
i andar.
. t%% I
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'ereeira

Cli*{|0
HOIOPiTH!
Preservativo e eui*
OlRIO DE HMktim CINT 14 U F VEhElfiU E ;Sb
n.
tivo
i
DO CHOL^fi&BBUS
PELOS DI ..
ou lusti ueo.in fu jui \ < .i i |ioJtfi v'iira i I es! a enfisrinidarie. ad tiii irn o
paraalaiba-to.ernquanlo si reeorriaomedico.ou mesmo paracura-
em que nao oa ha.
TKADUZIIK) KM PORTUUUEZ l'ELO DR. P. A ttOBO MOSCOZO.
Hale* dous opsculos coniem as indicaroes man claras c precisas, u pela sua simplesc concisa eipi si-
(oesl.i.ioalcanrr ila todas a iiiloliigeucias, nao so pelo qu- liz respeito a os mcios corali vos,como priu-
i-ipalmcnle aus preservativo* que lemdado os mais salisfaotoiios ahuilados era toda aparte en que
elles lem sido pof1"- **"' m,*,i
ts m i ^
s remedio* mais !el)iea/es
Japendeuleilesle nos lagares
I'recisa-se ile una criada portuguesa para o
tervir.0 ile urna rasa de pouea lamilia : em Santo
Amaro, rni rasa do Sr. coronel Lomeaba.
Na Nova lojac barbeiro, em lenlo
a matriz da Roa-Visla, liram-ae denlos e chtimbara-
-e a ouro e piala, applicain.se ventosas, aluuain-se
luchas de llamhurgo, e mandam-se Olil qualqoer
parle : quera pretender, pode procurar a qualqoer
hora, que -era servido coiu loda a prcmplipao e de-
licadeza. Na inesm.i se amla Inda o qualquer fer-
ramenla de corle ; assim como vendo-so una auna-
rn (pie foi de bolita, propria para qoalquer estibe-
Icriiiienlo.
Aluga-se a casa lenca da rus Bella n. 39 : a
Iralar na ra do Oiioimado n. V.
J. UclavianoT. de Saldanba vai a l'orliigal, e
vende alguna cscravos; para ver, no arrrazem do
Sr. Carvalho, uo Corpo .Sanio.
ni pralic
Senil
Hado- no curativo dcsla lioru-
pusculus em liogui vernaci-
u tral.iiiieuln limueopaiiejio uiiirnqae oai ia.'.o gran,!' res
veleiifermidsde, lulgamosa pniDetnoajcaduzirrestos la, para lest'arte facilitar a sua kilnrala quem iunoic o franco/.
Vende-se nicamente do CnnsultotWdo Iraducinr, ra Nov n. 52, por 2j000. Vendem-se lamhem
os medicamentos precitos e boticas de 12 lulios coiu mu frascu de lindura 1 jj}, umadila de :o tubos comr
Ivro c 2 Irascos de Untura rs. 259000.
auaiora-
Massa adamantina.
He gcrnluicnle reconhecida a eicelloncia desta
prepararlo para chumbar denles, porque seus resul-
tados sempre felizes sao ja do dominio do publico.
Sebastiao Josc do Oliveira faz uso desta preciosa
mas,.., para o lini indicado, e as pctsoat que quize-
reui bonra-lo dispoode de sena servico*, podem pro-
cura-lo ua ^Iravessa do Vigario n. 1, loja de bar-
beiro.
I J. JANE, DENTISTA. I
(J| couiiinia a residir iiarua Nova n. id, primei-
06 ro andar. ||
LOTERAS DA rROVlXCIV.
l> cautelisla Salustiano dcAqoino l'erreira lomou
a resoluto de vender os seus liillietcs e cautelas as
ptBtOM que cuinpram para negocio, sendo a quanlia
ile IIK)^ para cuna, dinlieiro a visla, polos procos
ubaivo notados, na rua do 'trapiche n. 36, segando
ailar, era qoanlo existir o plano actual de i,(M)0
billieles na Importancia de 24:0003, Bcando estes
precos lirmes. Klles sao, pasos tem o descoulo de
oito por ccnlo da lei nos Ires primeros premios
grandes.
Kilbeles (ijXiO Kecebe por inteiro 6:0009000
Meios 9300 i> 3:0009000
Tercos 2;2lll >> 2:(KHI?IO0
Marte* IslsS 1 rOtrjOOO
Quintos l^ltiO n 1:2IHljOO(l
Oilavos tstO i. ). 7540000
Uecimos (MI u 1IO3OOO
Vigsimos 3W) i> :008000
(I caul- lisia
Salustiano de .Iquin t'erreiru.
REPERTORIO 0 lEBIC)
EXTKAHl DE RUOFF E BOEN-
N1NGHAUSEN E OUTKOS,
posto em i>rdem alphabelica, com a dcscripoo
abreviada de todas as molestias, a indicacao physio-
logica e llierapoulica de Ipdos os nicdicaineutns bo-
meopathiros, seu lempo de acc.lu e concordancia,
seguido do um dicciouario da llgniicaco de todos
ii termos de medicina e cirursio, e |Kto ao reaace
das pessoas do povo, pelo
l). A. J. DE I.IELL0 I0RAES.
t)s Srt. assignaules pudem mandar buscaros seu
cxcmplares, assimeomo quem qoizer comprar.
AULA DE UTDL
O pudre Vicente Fener de Albaquer>
tiuc contina com sua aula de lattm, do
dia 2 de Janeiro cm diante, pela meuna
inaneitii e sol> as condirOe ja' anniin-
ciadas.
PUBLICACAO" LITTERA i IA.
Repertorio jurdico.
E.la publicarlo sera sem duvida de nlilidade ac
principiantes que se quizerein dedicar ao eiercicio
do foro, pois uella eiiconlrarao por ordeno alpnalM -
tica as priucipaes e inais freqoeolet oceurrenerts ci-
vis, orpliaiiolsicat, cuinmerciaes eecclesiaslirasdo
niisso foro, com as remissoes das ordeiiacio-, lele,
avisos e reeulamenlus por que se r^ue o Brasil, e
bem assiin resolurOei- dos l'ravislas anllgos a rooder-
nos em que se liruiam. Coatem temellunlemenle
as decisoes das quesles sobre sitas, sellos, velliosa
novos direilos c decimas, sem o Irabalho de recorrer
i collecco de nossas leis e avisos avalaos. Consta-
ra ile don volumesem oilavn, cramle fraiuez, co
piimeiro sabio luze esta i venda por 8-7 na I >, de
vrosn. 6 e 8 da praca da Independencia.
5nt: ;.:;_o }>u')ii;-;i uS; -
tueutar.
Acha-se em eiercicio a sesunda escola da fregue-
zia da Boa-Visla, na rua Velba u. 12.
I'rocam-se :J0 toneletes americanos por agur-
dente: ni rua da Guia o. 61, segundo andar.
Contralai.i-sc srvenles livres para Irabaiharem
na iiluuiiiiar',0 publica, pagando-te 211; mensacs : a
quem convier, dirija-se ao armazem da referida il-
luininac^o, ou a rua Imperial n. 61, a fallar com
Praiedcs da Silva Untaste.
Na casa da residencia d.i l)r. I.ourcirn, na rua
da Saudade, defronte do Hospicio, precisa-so do omt
ama de leile, forra, que nao traga comsigo o fillio,
que liver, de pcito.
Lotera doGvm-
O/'
nasio Peruan.-
kueano
Ao3 6:000o, 2:000.s e 1:000.^0000.
Corte no dia 15 defevereito
Os bilhetese cautelas do cautelista zV-*
Ionio Jos Rodi-igue de Souza Jnior,
nao estao sujeito ao disconto dos S por
centoda lei, os quaea se acham a venda
na Jojas da praca da Independencia ns.
'y, 13, 15e i, rua Direita n. ir,ruada
Praia n r>0, ruado Crespo p. 5 e do I.i-
vratnento n. 50.
Us premios sao pagos lo;o que saia a
lista jeral.
Billiete inteiro 7j,00ti (:000.s000
Meio billtete 3|500 3:000j000
Tercos 2$400 2:000^'000
Quartos 1#800 l:500j|K)00
Quintos l4i0 1:2008000
Otta vos 900 750.SO0O
Decimos 700 G00.S000
Vigsimos 00 OOsOOO
O referido caulelista declara que s pa-
ga nosseusbill.etes inleiros vendidos, os 8
por cento como tem annunciado.
1
SCIEMIFICA.
Acham-se no prclo as INSTITL'ICOBS DE 1)1-
KEIIt) l'LBI.ICO ECCLESIASTICO pelo l)r. Joa-
quim Villela de Castro lavares, lente da l'aculdade
de Uireilo desta cidade ; e por estes dias sera dislrui-
do pelos Srs. subscriptores o prinieiro colume d'ettu
iuteressante obra, para impressu da qual os editores
se iiii lem poupado sacrificio algum, leudo t-
menle em mira apreseuta-la ao publico niliJa e as-
seadaueoie impressa, em bonsl^pos e ptimo papel.
Esse volume, pois, cuntendo de 320 a :ti pagi-
nas, em elegante formato, achar-se-ha a venda do
dia 10 de feverciru em dianle, na livraria dos edi-
tores, Kicardo de l'reilas 6.C. esquina do Collegio
n. 20, ao preco de (i-^KIO rcis, para os nao assignan-
les e ahi, bem como em mfio das penoaa i|uy_v en-
oarregaram deageuciar assignaturas, terd dnlrihiii-
ilo aos Sn. subscriplorcs, mediante a entrega da
primeiia preslacAu de sua atrignntura i.JaOtN) leis ; )
licando asegunda e ultima preslacio de igual quan-
lia, para ser paga ua occanuo da entrega do segun-
do roame, queja se ada no prelo ; recebando an-
da est auno o leretiro e ulluno totume tem maisra-
Iriliuiciloalguina.
Aquellessenliores que quizerem ainda lobscrowr
pdenlo fazc-lo uesta provincia na livraria dos edi-
tares c em casa das pessoas eucarregadas da luus-
cripcio, c em oulras provincias em casa dos res; bc-
tivos agcutei, al a |>ublicacao do segundo volume '
por qiianlo d'cs.a dala ein dianle a obra soinenlu se
veniler por I.Vrljoo leis u exemplar.
tin face das enormes desj,ezas que sao ohrigdos a
fa/ir com a presente iinpretsSo, nao podem os edi-
tores dei\ar do exigir dos Sr:-. tubteripteres sem
exrepcao a inmediata entrega lircslacao logo que Ibes seja apreteulado o primeiro
volume; porque ii eonlrario, ver-.e-ham ana ne-
costidadu de suspender por ora a imprcsso dos
Ittcardu de Feritat \ ('.
I'recisa-se alagar urna prela captiva que cn-
goimiie e cozmlie, para casa de iiouci familia : na
rua das Cruzes u. 22.
Na rua Aova n. 12, lojo, dir-se ha quem pre-
cisa de unij ama de leile.
I'recisa-se alugar p*i o servico do una fami-
lia ingle/a. una |ireta que s.iiha laxar, cngmnmar c
coser: na rua do Trapiche Novo n. 10.
Tcndo una senhora casada de se retirar desla
para a cidade da Pandaba, precisa de urna ama scc-
ca inicuamente eapaz,Ua quem se dar liom paga-
ineiilo que se quena prestar a aconipanlia-li alo
aquella cidade, alim de cuidar de una orianea de
1 auno deidade, e dado o caso de nao querer all li-
car, sera para aqui recondii/ida : quem a is-o se su-
jeilar, pode dinuir-se ao paleo da matriz de Sanio
Antonio, casa de I andar n. 2.
No paleo da matriz de Santo Antonio, casa de
1 andar u. 2, precisa-se de un homem ou metano
de uina inulher, que se queira prestar na actual qu.i-
dra ao sorvico de eiifermeiro, e >c liver praliea dis-
so, lano mellior ; fazem-se boas vaiilagcns, c quem
quizer pode dirigir-se a mencionada casa.
O Dr.Kibeiro, medico pela Univer
sidade de Cambridge, continua a residir
na rita da Cruz n. 13.
CUATI l'ICACA'O.
Da'-te 20^000 de gratilicacao a quem
inculcar urna anta de leite forra ou es-
clava, que tetilla boas quididades C bom
leite: >quem pretender dirija-se a rua do'
Collegio n. 13, armazem, ou na ruadas
Cruzes n. II, segundo andar.
PUBLICACAO I.ITTEUAKIA.
Os aponlamentos jurdico* sobre as procurarnos!
eMrajudiciaesdohuchar.'l Jos Mana da Trindade '
achatri-M n venda na livraria classica do palco do
Collegio n. 2, por 25 cada eieiuplar brochado, e 3g '
encadernado.
. ~ Arrenda-se o engeaho Sania Cruz, na frego-
sla da Lscada, levantado ha 6 anuos, em Ierras do
eugenlio Vicente Canipello, de muilo boa prodcete
distante do embarque Ires e meia lesnas ; quein o
pretender, dirija-se ao propriolarin Manuel Conral-
ves J'eieira Lima, uo eugenho Vlceulc Can/pello*.
loteras da mmil
O cautelisi.t salustiano
de &mnu Ferreira
avisa ao reapeitavel publico, que leudo sido alterado
0 plano das prsenles lolonas da provincia para
4,iKKl billielesna importancia de*2l:Uiio?, tem resol-
vido lazer liuuos os precos dos bilheles e cautelas
comoabaiso se demonstra, os quacs sao pagos sem o
descont de oito por cento da lei as ttet priirciras
torles grandes cm quanto eiislir o plano actual,
pelo quai sao eilrahidaa as lolerias desla provincia!
Elles etilo expertos: venda as lojas do cortme.
S he reeponsavel a pagar os olla por cento da le
sobre os Iros primeiros premios grandes cm seus bi-
Ihetes inteiro-, vtn<1i>los em onginaes.
billetes 78000 Kecebe por inteiro t:f)IX)S000
Meios .l.-:i(KI :t:(H)0^)(H)
1 orcos 2S00 1, 2:0005000
Quartos JWSO ,1 l:5O0J0O0
Jillntos l?,i() n |:20050(KI
Ullavos JO >, 7.1O3OOO
Decimos .bii o fitMtfooo
Vigsimos u .'UKi>otio
o caulelista
Satnsliano de quino terrtlra.
Aorelianode Piulio lomos, proletaor publico
de pruneira- titira-, jubilado, ollerece-se a dar li-
;6es ein casas particulares, rom zelo. civilidade etp-
provcitarneiifo : ,- pcatoas que preci-arcm dirijam-
se u rua Velba :i. 12, que acharao com quem tratar.
Joaqoim .Manuel l'erreira de Souza.
Candida Mara da Paisaoltoelia, pro-
lessora particular de instt ucrao primaria,
residente na rua do Vigario do bairro do
Kecife, taz sciente aos pas de sitas alum-
nas, quo uclm-eoabat'tu sim aula, naciual
contina a cnsinar as materias do costu-
ine, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por preros razoa-
veis.
O escriturario da Companhia de
Beberibe, Harcolino Jos Pupe, anda con-
tinua a agenciar a compra e venda de
apoliees da me.sma companhia, mediante
uma pequea grati (carao: as pessoas
De se quizerem utilisar de seu prestimo
podem dirigir-se a rua Nova n. 7, no
escriptorio da mesma, das 8 horas a's ."
da tarde.
Precisase de urna inoleque de I', a lli anuos
para fazer lodo o servico : na rua Nova n. 22.
Joaqiiim l'erreira da Silva Jnior, rclira-sc
para Lisboa.
AULA DE INGLE/.
O abaixo aasignade continua a sua elaase para o
eiisino da lingua ingleza no dia 13 do crreme.Jo-
s da Hala.
Antonio Antunes 1.0I10 faz scienteao
respeitavel publico, e particularmente
aos seus lregue/es que lem transferido
sua loja de chapeos da rua da Madre de
Dos 11. Ti, para a rua da Cadria 11. 60,
junto ao neo da Conceico, onde o en-
contrar&o sempre prvido dos melhores
sortimenlosde chapeos.
DAtttERREOTVPO. ELEGTROTVPO
E STEHEOSCOPO.
Na antiga c bom condecida galera c ollicina de
retratos do sierro da Boa-Vista n. 1, tereciro andar,
cuntinua-se a tirar relratos^ior qualquer desses svs-
leiiis com toda a perfeieao. Ahi se eucoolra" o
mais rico eabundanlo sorliiiienlo de objcclos para a
collocacAo dos rclralos, que tem viudo a esta capital
nao se entrega retrato algum cm estar parecido c de
um Irabalho perfeilo. Das 0 horas da manbaa as 3
da tarde: esta sempre a salerit e ollicina a disposicao
ao publico, podeudo lirar-se retratos cm dias 'de
Troca-se o arrendaincnlo do primeiro audar da
cata onde o ftllacido Dr. Paiva leve escriplnrio de
advogacia, na rua estrella do Rosario n. 32 A, por
oulro que lenha mais commodos.ou por um dous au-
llaros em qualquer dos largos ou das ras priucipaes
0a freguezia de Santo Antonio : trala-se na mesma
casa.
Precisa-se de doas amas, urna secca e outra
que lenha bom leite, mas que sejam de boas conduc-
tas : na rua das Cruzes 11. ao.
Ka noite de 9 do enrrente, nte vollou para casa
do abano aosignado, Jos Prauctaco Maia, que esla-
va empregado 1,0 sen armazem de assucar, na qua-
I lulaile de caueiro, o anooocianie nao responde por
, qualquer cousa que o mesino potta obler em seu
I nome.Josc Baplitla da Fonseca Jumur.
I -Precisase alugar uma casa terrea que lenha
, bacantes comraodos para orna familia, sendo cm
, boa rua: quem a livor dirija-fa a roa ireila n.
1 121, qae paga-se bem.
I I'recisa-se de> urna ama fo.ra 01. escrava, que
nba fazer o s.-r ico diario de,im. casa de poica
ramilla: quem pretender, dirija-se a rua do Colle-
gio n. 1.1, armazem, ou a iua das Cruzo 11. II. e-
siiu lo andar. '"
LOTERA DO RO DE JAIHRO.
Acliam-se a venda um resto de bille-
tes da lotera .'i!l do Monte Pi Cecal, que
devia correr de 7.1 J mez ultimoao I do
crrente ; esperamos as listas a 17 ou 18
pelo vapor nacional: os premios serao
pagos a recepcao las mesmas.
i'rccisa-se da uma ama de leile forra ou capti-
va ; 11. roa Direita, sobrado de um andar u. 33, ao
pe da bolles,
Precisa-se do urna ama para o servico inlorno
de una ca-a ,tc duas pe-soaa de lamilia, "que saiba
co/.inhar, ele.: 111 rua ,1o Vigario 11. ;>:(, primeiro
I andar.
AKRENDAMENTO.
A luja e armazem d 1 ca-a 11. .V, da rua da Gideia
do Recife junio aoareo da Concoicao, tcha .,. deaoc-
cupada, arrenda-se para qualqorr eslabeleeimenlo
em ponto grande, para o qual lem commodos tufli-
eienles : os prelendentea enlender-tc-ldo rom Joo
Nepomnceoo barroso, no segundo andjr da casa 11.
i7 na mesma rua.
8
diorama.
RUA D0CBESP0S.,
1"ANDAR.
VISTAS NOVAS.
que amanilla domingo 10 do crrenle lem de apre-
senlar as novas vistas abaixo declaradas, as quacs s
senio modadas no domingo tegoinle. A entrada de
cada pessoa he .",00 rs, e as enancas alo a idade de S
anuos icen entrada gratis, sendo perlenrentei as
familias que lenhan de honrar este eslabeleeimen-
lo. t proprielario muilo agradece ao publico a
grande concurrencia que altimamenle lem (do, e
espera que iodos conlinuem a licar salisfeitus co-
mo ale o prsenle tem licado. Nos domingos o es-
labeleeimenlo estar alierlo das ti horas da Urde
al as 10 da noile, c nos dias de semana das ti l|2
horas da larde is '.) da noile.
Vista do granda porto c cidade do Havre,
na Franca.
Cidade de Bcrne capital dcsle cantan, na
Suissa.
Asiluas pandes esquadras lianceza <: in-
gleza, em tuna baha ela Kussia.
Vista geral da grande batnlba de Inker-
man, na Rusta.
Grande cidade de Santander, na Franca.
O grande palacio de crystal e exposico,
na Inglaterra.
O val de Claris, na Suissa.
A pande igreja da Magdalena, cm Pa-
rs.
Stokolmo, guinde cidade c capital da Sue-
cia.
Palacio da Industria e e.vposico cm Pa-
rs, vista de dia.
Precisa se de um Irabalhador para padaria em-
bora nao enlenda, paia-so bem : na rua Direita 11.
li'J, padaria do Miranda.
Hospital provisorio no arsenal de inartiiliit.
II cuurgiao Joaquim Josc Alvos de Albuqucrqoe,
enrarreado dcsle hospital para Iralaineiitoilosdoen-
tes atacados da epidemia reinante, pede a lodas as
autoridades do Kecife, c mesmo as peanas particu-
lares, que sem perda de lempo. 9 ktgoqoe soiiherem
de qualquer ataque verdadeiro ou duvidoso cm
pessoa* desvalidas, a queiram mandar onndu/.ir ao
referido hospital, afim de seren soccorridas inuiie-
dialamenle ; poique, qualquer demora no Iralameu-
lo de seinelbanle mole-lia pode ser a causa do mao
resultado.
Conliuiia a eslar aberla em Indos os dias lecti-
vos a matricula. fe, de aunh*J na mesma aula, c a larde ua casa do
respectivo prufessor, na rua Vclha n. 70.
Precisa-se de uma mulher parda 011 prela li-
vre, que queira servir em nina casa honesta e de
concideracao, fazendo o servico de Bornele coser e
engommar, porque para coznha osla servindn uma
por ser captiva ; a pessoa que Ihe lizer conla piole
aprcsenlar-so ato a* 8 horas da manilla, e de larde
ou a noile r,n ca-a do sobrado de gradea encarnadas,
na rua da Palma que volla para o boceo do Pociubo.
Koa-sc aoSr. irmao de Santa Rila, que por
engao levou da mesma igreja, no dia S do correte,
am chapeo de mola ntivo, demudo em substiluicao
um usado, queira \e\ar a mesma igreja o que levou,
e recebor o que deivou, do eonlrario se Horneara por
extenso *cu nome.
AO PtBLICO.
No armazem de (asentas bara-
tas, rua do Colico n. 2,
vende-se um completo sorlimenlo
de fazendas, itsi.s e grossas, por
preijos mais balsos do que em ou-
tra qualquer paite, tanto em por-
i.oes, como a relallio, affiaiicando-
se aos compradores tim s preep
para todos : este eslalicleciineno
alirio-se de combinacao com a
mator parle dis casas commerciaes
inglezas4jrance7.as, allemSas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, e por
isto oll'erecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietano deste importante es-
tabelecimento convida a'todos os
seus patricios, e ao publico eiri ge-
ral, para (jtie vcnbam (a' bem dos
seus nteresses) comprar fazendas.
baratas, no armazem da rua do
\ endeni-s!' laranueirs de umbigo, selecta e
moscatel, coserlos de limao doce e de bina de um-
Idgu, pos de fruiap.ii, de lima selecta, de abacates,
de aapolis, de pinheirat, de augico, de goi.ilieir.i-.
do ubaias c jahutioaba : no principio da estrada dos
Alllict.i*. lado esipierdo. casa na boira du estrada,
com a frente piulada de ciu/cnlo de Manuel Mar-
ques.
Vende-se queijus liindriiiu nnSMo fresco e de
pralo : na roa da Cruz 11. lli.
SECHANISMO PAR EESIi-
NA FUNDIQAO l)E FKUO DO K.M.E-
NIIKIRU DAVID \V. IIOVVNIAS, .i.\
BCA DO UIVUM, 'AS; AMK) O ullA-
FAKIZ,
ha sempre um srandr soriu lenlu dos seguinles ob-
jactos demecbani-mospropri is para engenbos, asa-
ncr ; nioendas,. meios moemlas da .....is moderna
COIlStrurcan j (aivas de lorio fundido o balido, de
superior qualidarie e de todos os lmannos; roda.
dentadas para agua ou animaos, de ludas as propor-
ces ; cri-.os e boceas de tornadla e reaislros de bo-
eiro. aguilllues, bron/.es, |iaralusos o c.ivilbocs, inoi-
nho de mandioca, etc., etc.
XA UESUA FINDICAO.
r,e cvociilain todas as eiieutnmondas com a superior
ridade ja conhecida, ccom a devida prestezae com
modidade cm |irero.
M OENDAS SUPERIORES.
Xa liiudicao de C. Slarr cv Companhia
em Santo Amaro, aclia-se para vender
moendas de caimas todasde ferro, de um
modello econstmecao muito superiore.
Vende-se um terreno com30 palmos ,ie frente
c Iimi de fundo, em ptima stuac;Vi para se edificar
por ser na Iravessa da rua Real, nova rua aberla i]^
Soleilade para o Maogoinhn : iralac no segundo
andar da rufi osireila lio Rosario 11. 1.1.
Vende-sen verdadeiro e mais fresco rap Pau-
lo t.ordciro, rcrrnteinenlo cliogado do Rio de Janei-
ro, o por |ircoo commodn : na rua rio Queimado loja
do forragens 11.1:1, de JoaoJosde C. .Muraos.
Remedu para calos.
Na ruado Collegio 11. I, a I5O00 a caixinha.
7
"i* Collegio n. 2, de
g Antonio Luiz dos Sanios & Rolim.
O ealleiro qoeainda esta arrumado, pnrem que
desoja deisar lila arrumarlo depoia que liver bala-
do nutra, querendo, pode dirigir-se a rua a Ca lela
do Kecife 11. lli, primeiro andar, para se aju-lar,
dando liador pela conduela. Na mesma casa cima
precisa-se de um administrador para lomar cunta de
um silio perlo da pra{a ; paga-se bem. sendo pesoas
que saiba. e cumpra seus devores.
Pcrdeu-se na noile de sahbado, !l do correle,
liieatro de Santa-Isabel, uma pulceira de corne-
brailca, encasloada em nuro ; quem .ichou leve
ateo rioCarmo n. 9, primeiro indar, que sera
rosamciile*gralilicado.
Precisa-so de um moleque, dai,du-se li? inen-
! na rua da Aurora li. 58, primeiro andar.
11 iinicodeposilocontinia a ser \\.\ botica de llar-
Ihnlomeu Francisco de Soasa, na rua largado Koa-
rio 11.3(; garrafas grandesoj.'ilio c pequeas38000
ISPaRTANTI PARA 0 PUBLICO
Para cura de plilisica cm Indos os seus dillcrenles
;ros. quer motivada por conslipaces, lossc, eslhe
i...' pleuri/.. escarns de saugue, ilr de costados e
peito, palpacao no coracilu, coqueloche.broncbil-
dr nagarganta.e todas as molesliasdosorgSo nul
miniares.
Em casa de N'. O. Htcbcr & C, rita
daCru/. n. i, venele-se :
V'inlio de Madeiraem I| e 1|S barris.
N inagre bronco.
Tinta em oleo.
Lonas.
Brins da Kussia.
Papel de embrulbo.
Saceos de estopa.
Cemento,
Por commodos preros.
Attcucao.

g.Na toja de miude/asda rua do. CoHegio n. I, vcil-
dom-se as seguiutes eslampas, por mu terco du seu
valor i Isabel II ratona de llespaoha, ein ponto
grande c Unta muilo lina. Espartero duque de Vic-
toria. Misterios de Paris, Gil lira/. Uoncalo de Cor-
dova, NapoleSo 1 c III, e imperalriz de'I-ranea.
fi'ai'iiiha '. rlatheiits.
Vende-se larinha muilo boa e nova,
eliegada pelp patacho AUDAZ e escuna
ZI.LOZA: tiv.ta-se |ualquer porco no
escriptorio de Isaac, Curio &C, na rua
da Cru/. ti. O.
Vende-sa uma crnica do ferro nova : na co-
ebeira doSr. lencnlo-coroiiel Sebasliao, rua da Flo-
rentina.
Millioe fnri..lia.
Vendem-se ecas com milhoe larinha, dealqoei-
re. muito superior e no\a : na rua de Santa Kila,
taberna u. .>.
Vende-se farinba de mandioca em saccas, por
preco commodo; ua taberna da na das Cruzes
n. .
Vendem-se bolacbinhas em Idas, minio supe"
riores, chegadas ullimaineule do Kio, ceblas c a/.ei-
louas, poiieiras de a,ame, ludo por barato preco;
na tuj da JladtauJe Ueos, armaiei.i u. i2.
j. Fa re|io.
No armazem de Vicente Perrcirt da Costa, na rua
da Madre do Dos n. 2t.
Vendem-se camas de ferro de soperioi quali-
risdi, cngbac superior em caixinhas de (tolla de gar-
rafas, a verdadeira grasa ingleza n.97 do afamado
fabricanto.l)ay ^ Martin, em barricas de 15 du/.ias
de [lotos; ludo em casa de James Crablrce & Com-
paulua, rua da Cruz n. in.
Vende so farinba a 3 a sacca ; na na da Guia
u. til, segundo andar.
\ eudo-so niillio cm saccas de dous alqueires,
medida nova a :i->: na rua da lluia II. til, segundo
andar, ou no trapiche do Pelourinho.
Jiapsfraii-
(&0mpta&.
Compia-seuma casa terrea em qual-
quer dos bairros desla cidade, comtanto
que nao esteja deteriorada e seja em boa
na: na loja n. i I da rua da Caeleia do
Recile.
Cumpra se um cscravo moco de narte, sem
achaques para padaria : na rua do Cotovelo n. 31.
8Sen>av.
PARA 0 CBRENTE ANNO.
Folhtnbas de algibeira eonlendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dos.Inri-
tos parocliiaes, resumo dos mpostos ge-
raes, provinciaes e mttnicipacs, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, cnlriido, mascaras, cemiterio,
tabella de (criados, resumo dos rendi-
menlos e exportaciio da provincia, por
500 rs.cada uma; ditasde porta a 160;
ditas ecclesias ticas ou de padre.com are-
la de S. Tito a lOOreis: na livraria n. 6
c 8, da praca da Independencia.
Vendem-se lata* com gra a 100 : na rua da
Cadeis do Herir n.t3,
Veodem-sc saccat cora milho por proco com-
modo: no escriptorio da na da Cadeia do Sanio
Antonio n. :t.
Vendem-se duas negrinhasde idade de li a IS
anuos com principios de varias abilidades : na rua
Direita u. :l.
CtMJI KIKOS.
\ endera-se coqoeiros pequeos proprins para se
plantar : ua rua eslreila do Rosario ll. 19, so-umlo
andar.
VKMiK-SE
na primo,ra taberna da rua das Cruzes de Santo An-
tonio superior an'oz do Maranhgoa l"> rs. a f, dito
da ierra a 115 i-., cafe a IK> is.. cognac engarrafado
a l-IUi.uniobra em frascos a Stlrs.,dila de llollan-
dl ni botija a .'ilHI rs,, dita de llaniburgn a ',10, vi-
nonre PKIt a 300 r*. a garrafa, dito mais bailo a
3d0, dito da Ierra a to r*., declarando-so qae n3o
-e vender a rada uma pessoa senao corla quanlija-
dedus gneros cima declarados.
eezese
a.
Na rua .Nova n. i i. fabrica o loja de chapos, rc-
cebea-se pelo navio Pernambuco, reeenlemonieche-
gado rio Ila\re, nina nova laclara dos objeclos ci-
ma mencionados, sendo as formas as .nais modernas
que tem apparecidn ueste mercado : assim como
outros inuitus objeclos proprios do eslabeleeimenlo.
ende-sena rua da Cruz n. 2ii. pri-
meiro ailar, o verdadeiro e axcellente
cha pelo em libras e por milito barato
preco que faz admirar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos francezas, minio proprias para caca
e por batalissimo preco: nauta da Cruz
n. -20, primeiro andar.
Vendem-se Irascos com rollias de \i-
dro muito proprios para conservar toda
a qtialidade de rape, e por muilo com-
modo prero : na rua da Cruz n. 26, pri-
meiro andar.
Sapatos de bor-
racha.
No aterro da Hoa-Visla, defronte da honeca n.
11, ha cliegado um grande sorlimenlo de sapatos de
burracha muilo proprios para a est.icio prsenle,
lauto para homcui como pan senhora, meiiinos e
meninas; assim como um novo o completo sorli-
menlo de calcados fr.ince/.es e do Santo, de todas as
qo ilidadcs, o os bem Mohecidos toplos do Araca-
l\, lauto para liomoin lomo para menino, esleirs,
cera e velas de carneaba, as melhores que de la lem
vindo ; assiin como uma ponan de verde trances,
ludo por preco i,iiii, coinuiodo, a troco de scdulas
velhas.
Vendem-se na rna do Orn-imado u. .1, ;:s se-
giiinlcssemonles, chegadas ltimamente de Lisboa:
coave llor, coave algarve, come lombarda, couve
Iroiuu. a, rabanete, nabo de llollind ,, rbanos rc-
polho, hroeos, sala,alface.
Vendc-seum cabriole) lodo pintado o roado
do novo, com arrotos, he bstanle leve, seguro e bo-
lillo: para ver, na rua rio Hospicio, esqoina rioCa-
marao, loja do sr. Candido (pintor de carros), e a
Iralar. na rua do Collegio n. 21, primeiro andar.
Vende-so .a armario que foi de faxendat. na
rua llueil.i n. jU : a tratar na taberna da ru.l Au-
gusta u. 22.
i ara sacerdotes.
Vcildem-so meias de laia prrlas.e binles de se-
da pelos para sacerdotes : na rua da Cadeia do Ke-
rdo, lj......V).
Arlilliiiria contra o citolera.
Luyas de lAa alcosoadas para fiirrOes, leudo a
proprirdade de aqnerer eicessi.....nle a pellee
nao ferir : uo Basar Pernamburano, na na Nova n.
: 33, nico deposito.
i KI.iao'.
\ nde-se feijlki imilalinlm por preco commodo :
i na Iravossa da .Madre de Heos n. lli, armazem de
lAgosliubo l'erreira S. Cuimaracs.
eroDicas ou
modal has.
Trocam-se vernicas ou rnedallias dos reguinles
noines de santos r santas: na rua rioLolleclo n. I.
S. Jo-o. Sania V. i..... S. Kram ,.i... >. S. do Bom
Parto, N. S. tirandoa almssdn purgatorio, o Alijo
ila I,u.irl.'. t. S. Milaurn-a, .N. s. oCarino. N S.
; ilus Komi .lio-, j\. S. c!:. llares. Cora, ao da Jos .- c
de Mario. S MiucI, >.. s. Milagrosa,*Jess Ciiici-
! licado, i Sania M.ui.i.
Ilcicao la aeneo.
tirandoforliinento de estampas de santos a santas,
cm poni pequeo^ glande, ,.s quacs se Iroram por
inetade do seu valor, em razao de querer acabar:
na rua do Collegio n I, loja.
Vende-se leijao em saccas grandes, cliegado du
Aracalj : amada Cruz n.:, primeiro andar.
Braros de I, danca Komo & Companhia.
Vendem-se estesacreditailos bracos de 20 e 2"> pol-
legadas, proprios pafa balean de tabernas, por preco
mais commodo do que cm oulra qualquer parte : a
rua do Kangel n. I, loja de cera.
on ras de laa.
Caberla- de damasco de Lia com !l palmos de cnni-
primento c 8 de largura a 49500, e mais cumplidas
do preco proporcional : ua rua rio Qoeimado, loja
Veoriem-se laceas grandes com milho, arroz
de casca em sacca. c a granel, .dgodio em caroso,
talas com oleo de ricino de37 libras cada urna, 19
loros de angico proprui para marcineiros, ludo por
preco commodo : na rua do Vigario n. 5, ou no
caes do llamos a bordo da baieaca Providencian.
Vendem-se sucas com feijSo hrauco. mulali-
lilm e fradinhn : na traves-a da Madre de Dos, ar-
masen] n. 15.
RAPE' l>K LISBOA
em frascos, cliegado pelo ultimo navio viudo de Lis-
boa, e de muilo superior qualidade: na rua do
Crespo o. 7.
Visillo Chamico. 1
\ ende-se nicamente ua riia'tda Cadeia du Kecife
n. i, ariiiii/ein de Barroca iS Castro.
Li(|tl(iat.(o.
< arremalanleda loja da rua do Crespo n. I. jun-
io a casa nova ila quina, confronte ao arco ,lc sanio ,
Anlnnio, querendo acabar rom as fazenrias que evis-
lem, vendo barato para liquidar, sem perda de lem- ;
po. Priureza pela de boa qualidade a 300 rs. o I
covado, alpacas linas de superior qualidade a 00 '
rs. e I; o cavado, meias prclas de alcodao para se-J
nhura a 200 is., suspensorios a KIO rs. u par, corles
de castas finas rrancesai a I5KIO. e 29CO0 muilo li-
na, lencos de cambraia linos a 200 rs., ditos de teda
da India muilo linos para houiein c senhora a 1.--100,
romeiras le cambraia fina de Lieos do soda para se-
nhora a !, manteletes de seda lios a i-, mantas de
seda para senhora de superior qualidade a ,">, corles
de rlleles de UlazmaS para homem a ."ido rs., lencos
de seda branca muilo linos 1 |?, cortes de fusto
para rolletes a 640 e 00 rs. de superior qualidade,
corles de vestidos de cambraia e se.la muilo tinosa
03 e ti;, edites de cambraia rom babados finos a 3a,
ditos de cambraia de cor a 2>'iO0, breianha de liuho
de 6 varas a peca, fina, a 2*200, chales de larlalana
a 81HI rs. e IC200, ditos de ca-sa e seda muilo finos a
'iC-iOO e :!-. laa para volido do senhora a 320 11 co-
vado, rambraias de cores liuas ,1 320 e ion rs. a va-
ra, pecas e lilt para niosqueleiio de 20 vara- a .1-5
a peca, cortes de meia caaemlra de superior qualida-
de a 19600 c 2? o corle, meias para senhora linas a
210 e 320 rs. o par, madapolo c algodiozinho, e
oulras limitas fazendas que |,or sern militas nao se
podem mencionar,e que se vendem periodo o preco,
ua mencionada bija.
AO BARATOI
Ka roa do Crespo, loja n. 1. vendem-se por lodo
o preco lazeudas de primera qualidade. para acabar
nao se ollia a preco.
NICO DEPOSITO.
Vende-se a verdadeira e incomparavt
agua dentfrico do Dr, l'ierre, muilo efli
caz na conservaran los dentes c bom ha
liloda bocea : na botica dos Sis. J. Soum
&C.', nico deposito que existe nesta ci-
elade eprovincia ele Pernambuco.
era de carnani'H
Vendo-e cera de carnauba de boa qualidade, por
menos preco duque em oulra parte : na rua da Ca-
deia do Kecife, Inja n. .",0, defronte da rua da Madre
de Dos.
Tinta preparada em oleo.
Na rua do Trapiche Novo 11. IX, em rasa de E. II.
Wyall, vende-seexeellente tinla branca, preparada
cm oleo, cm talas de 2S libras.
Kx;s e :u'reios para
curros*
Vendem-se snneriores eisos e arreios para carros :
na roa do Trapiche Novo n. 18, casa de K. II.
Wyall.
Candelabros o lustros*
Acha-se a venda cm casa de E. 11. Wyall, na rua
rio Trapiche Novo n. IX, um completo sorlimenlo de
candelabros c lustros bronzeados de .' 18 luzes.
. nlti) Xerez e fcJrro.
Vende-se violto Xcrcze Porto em barris de quar-
lo : em ca-a de E. II. Wyall. rua do Trapiche No-
vo n. \8.
P0T1SSA E CAL fIRGEl.
No antigo e ja'bem conliecido deposi-
to ela rua da Cadeia do Itccifc, escriptorio
11. 12, ha para vender muito superior
polassa da Kussia, dita do Rio ele Janeiro
e ealvirgem de Lisboa ernarpedra, lujo a
preros muilo avoraveis, com os quaes i-
eario os compradores satisl'eitos.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. VV.
Bowmann, na rua do Rritm, passan-
do o cha/ariz continua haver um
completo sorlimenlo de taixas de ferio
fundido e batido Je 5 a 8 palmos de
bocea, aseptacs acliam-se a venda, por
preco commodo c com promptidao' :
embareain-se ou carregam-sc em carro
sem lespeza ao comprador.
Vende-se ac em cimbeles rie um quintal, por
preco inulto commodo : no armazem de Me. Cal-
moni s\ Companhia, praca do Corpo Saulo n. II.
Cartas france-
sas.
Vendem-ce suiieriorea carias rraneaziis para sjsjsV
torete a "ir-.....iralho : na rua do Oueimado,
I ja de mili .lozas da !; >j Kama n. 33.
Mtfirxhosj de vento
*>inb<"!ih i-derepiuo-para regar borlas c balea,
decapiii.nafuudiradd'e I). W. Bowsnaa: uarua
do Hrum ns. 6, Se 10.
Cortes de cassa para rittcm nuer dar fes
Lis por poueu elinltciro,
Vnidi-m-seenres rie can-a, chita de bom uaslo a
^r, ilnos de parimos francezes a2?iOO, rass.it rois
liara nleviar lulo, ditas prela* ric'padeoes milidos a
-? o corle, alpaca de soda de quadrot de Indas as co-
res a 7211 o covado, lencos de luco lano pintarios
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda pa-
ra homem a Is o tami ; tudas estas fazendas ven-
dem-se na rua rio Crespo n. li.
Cousas unas e de
bous gestos
NA-LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos leques com plumas, boloUj e
Bspellio a 2?. linas rio pellica de Joiiviu o mclhor
que pode haver a fONOO 0 par, ditas de oda ama-
relias c brancas para homem e senhora o, ls2HO, di-
tas rie lorcal prelas e coiu bordados de cores a 800
rs. e 1-3200, mas de lio de Escoc brancas e de lo-
rias as cores para homem c senhora a 500 rs., dilas
para meninos e meninas muito boa fazeuda a 320,
Icncinlios de relruz de lodas as cores a 1?, loucas de
lia para senhora a lili), pentes de tartaruga para
alar cabello, fa/enda muito -upenor a .">-, dilosde
alisar lamhem ile tartaruga a ;t?, ditos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
tartarugas tr.'tSO, ditos do alisar de bnlalo, lazcu-
da muilo superior a 320 OO rs., lindas meias de
se la piuladas para criancas de I i :i anuos a loXUO
olpar, dilas de lio de Escocia lambein rie bonitas
cores para chancas rie I a 10 anuos a 320 o par. es.
pelln* para parede com etcelienlcs vidrns a jOO,
700, lf e l?.!0(l. loucaajores com |ics a IsoOO, lilas
rie xelluilo de todas as cores a 160 e 210 a vara, es-
eovas linas para denles a 100 rs., e finissimas a .iOO
rs., ditos finissimascora cabo rie mailim a 1>, tran-
cas rio seda de todas as cores e largaras a 320, 100 e
300 rs. avara, sapalinho* de Ma para criancas de
booilot padroes a 2111 e 320, aridecis prelos para
luto com brincos e allineles a Ir, tucas prclas rie
seria para criancas a I?, travessas das que se asara
para segnrarcabello a I?, pisloliobaa rie metal para
chancas a 200 r.... galheteirat para azeile e vinagra
a 29200, bandejas muilo linas e de todos os laata-
nhos rie 13,31,39 o i?, meias brancas linas para
senhora a _'0 e 320 o par, ditas prelas muilo boas
a 100rs., ricas caixas para rape rom riquissimases-
lampas a 39 2s'IO, meias de seda de cores para
homem a IlO, charoteiras muito finas*29. ctstoes
liara bengalas a III rs., pastas para sulrdar papis
a SIN) rs., odios de armacao de ac praleados e dou-
radosaiO, 19e O200, lunetas com aro rie Malo
e larlaruga a .'iilo rs. e 1?, superiuies e ricas benga-
linhas a 2, c a .">(K1 rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra eavallo pequeos e grandes, fazenda muilo supe-
rior a 6*0, 800,1?, 19200, 19300 e 29, alaradores ri*
cornalina para casaca 320, Dente* muilo linos para
suissa a 500, esrovas linas para cabello a 610, ditas
para casaca a 6t0, capachos piulados para sala a
lilO, meias brancas c cruas para homem, fazenda
superior a 160, 200 e 240 o par, camisas ele meia
muito tinas a lo e 19200, lavas brancas eucorparias
proprias para montana a 20 o par, meias de cores
para senhora mullo foites a 230 o par, ricas abalea
duras de madrcperola e de nutras muilas qflaliriarics
c gOStOS paia rlleles e palito* a .VIO rs., ovalas lloa-
radas para calcas c odeles a 120. ricas fitas linas
lavradas c de todas as largaras, hioos liuissiinn* de
bonitos padroes e toda* as larsuras, rica franja
brancas o de cores para ama* rie iteivat, lesoari-
nhas para costura o mais lino que se pode encontrar.
Almde ludo stooutras muititsinwseatataeaaaila
proprias para a tosa, e que ludo se vende por pre-
go qae Taz admirar, cmo torios os freguezes ja sa-
hem : na rua rio Ouoii.iacio, nos qualro Cantas, na
bom conheciria loja rie miudezas da Boa Kama
n. 33.
Vende-sc um cabriole! em bom usn ; a Iralar
na rua rio Collegio n. 21, primeiro sudar.
Camisas de meia
de pura laa.
Re
ingle/es de pa-
lOtglOS
tente,
os melhores fabricados em Inglaterra: cm casa rie
llenry Gibsoo, roa ila Caileia do Rccifc n. 52.
eloffios de ouro
nglezes de pa-
1 sabo-
umm i (R*i)Es.
neSe edevi dro,
chcuadot pelo ultimo paquete, vendem-sepor preco
razoavel ; em casa rie Augusta C. de Abren,- na rua
da Cadeia do Reciten. 18, primeiro andar.
Taimado de pioho da Soeeia, alcatrlo c pise.
Me t; ilninnt \ Companhia, lando receido um
earregameohi desles gneros pelo briguo sueco /).
Thereza, de IJolliembourB, venderao os mesmosa
retalho ppr prec,os baratos: otaboado acha-se reco-
Ihiilo noiruiazcm dos Srs.Carvalho k\ limn, rua
do llriiin.
Meias pretas pa-
pa padres.
Vendem-se superiores meias rie l.iia para padres,
pelo baralissimo proco rio ISHOOopar, dilas de al-
goriaoprelat (110 o par : na rua do Queimado,loja
de miudezas da lloa Faina n. :;;.
\ enriem-sc superiores camisasdc meia de la, pe-
lo barato prc de o-^ : na rua do Queimado, luja
de miudezas da lloa lama n. 33.
llKn
I ni lindo e variado sorlimenlo de modcllos para
v.irandas e gradaras de goslo mmlcruissimo : na
fon lic.lo I a Aurora, ein Sanio Amaro,e no eleposi-
o ila me*in a. na rua rio Hrum.
A.RADOS DE FERRO.
Na 1 iludirn' ele C- Slarr. A C. cm
Santo Amaro acha-se para vender ara
elos (': ferro de -.ti<- qualidade.
Vcndc-sccal dOaLisboa iillimanieuiechegada, as-
sim como polassa daltussia verdadsira': na praca do
Corpo Sanio n. 11.
VINHO XEItE/..
Vende-se soperior ". inho de \erez em barris do
tlt.cirjcasa Ja E, 1". Wyatl: rua do Trapiche
n. 18.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua d a
Scnzala nova n. 42.
Nesle estbelccimcnto contina a lia-
ver um completo sortiinento de moen-
das e meias moonslas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de lodosos tamnulios, para
dito.
I.ABVRINTIIOS.
Ka rua da Cruz H. 34. primeiro andar, rontinna
a haver sorlimenlo de boas obras de labvriutho a/
venda.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
lon S C., na rua de Scnzala Nova n. 42.
Sellins nglezcs.
Kelo;ios patente inglez.
Chicotes de cario c de montara.
Candieirose casticacs liron/.eadoj.
Lon asinglezas.
Fio de sapaleiro.
Vaquetas de lustre pata carro.
Barris degroxa n. 97. '
Vinno Clierrv em barris.
Camas ele ferro.
I.Ii,! lli\i. \n'.
O arrematante da loja de miudezas da rua dos
tjuarleis n. 21, querendo acabar as miuriezas que
ovistem. vende barato alim de liquidar sem icid,,
le lempo. '
rauj.i com bolotis para cortinados, pej i$0tM
Papel paulado, resma, (de peto :ikki
Hilo rie peso, resma 2>700
Ua rio cores para bordar, libra TijotHI
Pentes ele blalo para alisar, iluzia llaOOO
Kivelas lloaradas |iara calca, urna "|(1(|
Croza de obreias muito finas .-,,
Lencos rio seda linos, ricos padroes t>.Vl
Cavade linhas de annrea 'lo
Meias para senhora por o(i
IVnles rio tartaruga para -omnar cabello igOOO
rozas ile canelas linas para peanas liromi
Hilas de hotes linos para casaca 2x000
Meias pretas para senhora, du/ia i.ou
Hilas riitas para homem j.-simi
Lacre encarnado muilo lino, libra fSROQ
Papel rio cores, maco de 20 quadernos (00
Iluzia de colxelcs -.,.,
Etpelhos de todos os nmeros, du/ia >-,"io"o
l.inliasrie novellos grandes para bordar 1M00
Iticas lilas escoce/as c de sarja, lavradas,
largas ,,
Meias cruas 3m costara para liomcni 38300
hitas de seda u. 2, peca .jjjn
Trancas de seda branca, vara j(^)
Caixas de raiz. du/.ia Inus
Pecas rie litas rie cs .,J
Lapis finos, groza -'-'iki
Coiriao para vestido, hra r;.',
Inoras rie blondo para menino c">(hi
Chiquitos de merino bordados para menino Ixjhi
o oulros mullos artigas que se tomara receane veis por suas boas qualiriaries, e que nao se riuviriai i
dar um poiiquinho mais barato a aquello teohor lo-
cista, que queira a dinhoirn comprar mais btalo
do que se compra cm printeiramao.
COGNAC VEKIlAUEIItti.
vende-seo verdadeiro cognac, lano em garra
como em garraloes: na rua da Cruz n. lo.
Ca d Lisboa barata.
Para fechar coalas vendem-se barris onm ral rie
Lisboa, pelo diminuto pre^o de :i>Jiki, assimeomo
ha urna porcao da dita cal sola, ptima para cafan
pem seu brilhantismo e elaraeio, ourhe-se uma
barrio., que lenha sido .le bacallito por :ts: na rua
da Cadeia do Kecife n. 6o.
Sapatos ele liurraclia, no no da lUm-
V'Sta, ieftoiileda laoiiec ss. I i.
ha rhegado um grande sorlimenlo mena muilo proprio. par. a eslacio nreacaie, lano
para homem como par., senhora. meain. meni-
na-, assim como calcados franeeze-. r rie lastrara,
rio Ararat) de loria, qualidade., por prero moil*
commodo. a lloco de sedlas velhas.
SYSTEMA MCDICO Di; IHH.l.oWAV
c tzM j
'':
"
1MLLI.A.> HUU.tl\\Ai
Este iuestimaeelestiecilico, cmnp,s,, inUiraanri,-
le rie hereas medicinaos, na., euulcm mor, an*. arta
al.-iiuia oulra substancia drlreleiea. rb-num, a aa,-il
loura inl'aiicia, e a complricao inais ilolicail, a
uualmente proiupto e segar p*>a dtiensilas a soaa
na rumplcicao mais robusta : be inlrilal, eale imn,
rente nn soas operafes a SSTeili : pas bnva e tr-
inove as doenfas de qualquer cs|-cie e ii*', |h>*
inai, anii-as e tenates que sejasa.
tEiitre iiiilhares rie (matas rutadas man ole le-
inedlu, inuila, que ja etUvam a, prl-. ,1a m-.ili.
prcaervaaade em seo uso, rouseguiram rerotoac .
taude e forcas, depois ele haver tentado inatilnienle
lodo, os OUlros I, lucillo.
As mais afilelas nao deeeni asamsanr-*a a ileaevpr-
lacJo ; beaSB um i unlprlenle Clsalo dos clhr./r,
elleilos riela assombrosa medicina, e |arctlcs reraa-
parareo beneficio da saude.
Nao aa |ierca l.'inpu em lomar sata remellan par
qualquer ,U, ,cguiniseiiloimi,ul :
Vcildeulc-epllepticos. lebre loria e-|cit.
Alporras. titila.
Ampolas. Ilrmorrhairias.
Arelas mald'.. Il^lrupisia.
Astbma. Irlrriria.
CoKeas. ln.l,i-,-i, r..
ConvulsaVe*. '-' rarajl i
llehilidario ou e.lrnua- lir.sulari.l.-le lan.tiit
'. Itu.rio.
Ilobilida-le ou falla rie irairiaat .!, laraMafaj-
lori.a- para i|eialquor etc.
''!"': **'' 1*1 liaran
es.nlcria. Manthasna rali-.
llor e gaana. ob-.rc>. ,lc vei.lic.
de barriga. Il.ti-i.aou mi i.
' nos ruis. pulmonar.
Dureza M entre. Ilelrncio d uurma
hiiferiiinl.nlrsno figari.,. Rhein.alisan.
venreas. Smarama aanraraMa*
Eataqaeca. IVii.ore..
Erjtipola. Tico ddar
robre* biliosas L'lceraa*,
> iiilerinillenles. Venrrc. mal
iVenriem se osla- pilotos no eslaheleeime.ta a
*.....'*" *. ""*........ja I. Unto. o.
,;""Cdr.....''foguista,e oulras pessoas,ncrr,s.*#s
de sua venda em t.da a Ameiica do Sul, llavanr*
llospanha. -'"
Veuilc se asboceliuliat aMNl rs. Oda ama drlla
conten urna mslriiccao em poiiacuez para eitriioi
o modo de se usar deslas pilulas. '
O depo-ilo seral ha era casa do Sr. Mam ciaar
macoulico, ua rua da Cluz n. >> cm *~____
buco. aaajanaaat
Vciidctn-se dous pianos forte de u,-
earanda", eoiistriuvao vei-lical aj com lo-
dos os mellioramentos mais modernos,
tcndo viudo no ultimo navio de llamlnir-
fjo : na rita ela Cadeia, armazem n. 8.
TIMAS H OLtO.
N ende-se: titilas de ol-o votlidas da me-
llior eptalidadc que tem vindo a esta pia-
ea e por preo commodo : na casa de
Adamson Howic&C., rata do tipicln: n.
EmcasadcN. O. raMraoTS] C., sbbbj
la Cruz. ti. i, vende-sc :
Lonas da Hussia.
Itriuzao.
Tinta: ein ol'o.
I I Ira mar.
Cogriac em caara de uma du/.i.
Saceos ele estopa.
Espadas pata mtsicos ccornetas.
Por ihiiiiuimIiis |u i, us.
Ab SENHUKK> lB K\t;t\iK).
Avis.i-seaosseiiiVic.. ele eii;;ciilo pie
para facilitar o uso lo arcano do l>r.
Stolle para pin ilieaiu raBanaasra cn-
de-seo mismo ao preco de ."i.sIMMI cada
lata de I libras: vende-sc em casa de
N. lielicr 4C., na d. Creas n. *.
IVaV.jJIlHS COlllCliT!'.
Na rua da Cadeia do Kecife B. IS. primeita a-
ilar, esenptarta de Aucusto t:. de Atora, coali-
uuam-se a veneler a Sjtsio o par prer fiv.. a, ,,
benicoiibccidaseafamadasnav.dll... rie'harb.i traraa
pelo hbil fabricante que loi premiado na ei.a-**.
rie l.ondre*. as quaes aloin de dnrarem tttlSatJSnraat-
riameulc. nao se sentein ao lento na cojo ,1 corlar
vendem-se rom a conriic.lo rio, nao braviando. ,-
derem os compradores rievulve-lasaic |j dusd>|w
pa compra resliluindo-sc o importe.
CEMENTO ROMANO.
Vemle-se emento romano n-ccnli-
menle cliegadu. raflW barrica: no
trapiclie- lo Datboza, praca do Coi pu
Santo ii. 1 I.
Fazenda elc*1aa para vestidos de scnboivs
a 801) rs. o -ovado.
Na loja n, 17 ila rua rio .toeirrudo ha tma* mel-
p, ni, net ou asrteaaa ele Ua le quiriro< adaaausraatr-.
propiia ila presenteeslacSo, para vestid* I* seatoa-
ras, as quaes devem usar rio volidos de Ua contare
ni.ilio rualrs a molestia ajan ii.frlitntenie e-U ala-
cando toairabilrata la capital. |tae asasneslias.
a novas a*e|.
adaanasraatr-.
(OH TPORCEMOM\IS|\IAT0
do ipie em oulra pialqiier parir.
Ilico de bloiiri rie seria pela para aj*triaras e I--
iiIs lila, romo se recebe esta tarruda .lirerlaarva-
te ila fabrica, por issn tsala rllon < rr cala v.inla_rn,
a sen, rrcgocaot, cata o lelojoeiro.
Ilin casa ele Timm Moinsen V Vin-
nassa. praca lo Coi po Sanio n. IS. U
para veneler :
rnisorlimentocoinplclo le livio* cm
litanin viudos de llamburfo.
i Fusiiaa ila rasa rie uma lamilia r^ranjeir* .,-
| rie eslava -ftimilo, urna prela por iH'nae Mana Joa-
quina, rio rJ8 aSfOl mais no men,,-. I -laole a>|rla
ecivibsida, levando cortate* um liiho tlalo de no.
me l.uiz rie lies anuos. A riita |>rel* lcna_tin,-ca .-,-
derCarla condicional rie alloma, iTritaanoi si i'tlr
ir alo II ,lr jnlho rie IH.-*, rnja rarta brar Stjajt>
taris no rattorio em qne foi teisltada, sensto apra-
recer dita prela ueste, quinze das : qnem p,a, .
levar a rua la Carina n. ill rr rrrnmpes>aa.lo.
Na dia IS do enrrente fucm da encrnho |ha>
ao**, tormo de Oliiiria. um nsul.Ho te cerra sle vi
: .1111111. do ulaile. acatosrsslado. rabello laaiads,
barb-.o he-apaloiro : quem o appirben.ier tove.,
| ao riilo eneenho, ou a rna da Aurora n. II a*e SB-
| ra reoompcn.ad" genoi.,smenle. '
Conliaa andar hatjiala a prela Mereas-i.. .rs-
oula, idade de tt :iOan.-.us. pouen n.ai, ou meno..
com os -IC.I.OS teatjtulss : falt, ae ricnle- na treme e
urna ilas orelbas rascada proveniente de HlajMst:
quem a posar leeca ana rio Hrum, .iiiuretn de
anocat n. 13, que -era t-em tralilicado.
Fucirarn ua manhaado .lia i'.< do cortrate ato*'
esrraVM um por nome Tbl dsia, psel... rHMiKa. *.-
Icail-r. baivo cspolento. rom niuilotraixHlos btais-
. o, peta barita a peiles, uta.ir :;:. an... p,.Uc m..i.
Ion mene; <,,, ,le n.me J,.r;e. mualo. to.
secco do oo.po, penca barba .qurbia.h. ria v el liba ;
j ""'''" '.......-inerrt lo r**t* mi learara. e>i> as-
ravo foi ,t Sr. Man.^1 Tbonsa, e-r..rereWo :
coi.dutuam c..... sic, m, .aiva, ,,.-. qi| bMt,
loda rotspa q tl,am, calcas e camama rie alsad..-
rinbo do listras. ra,,,,,,, rtp raadafaSraa, uma .lila .le
, harta encarnada ja iisa.lt e rbenme, : r.Sa-e.,
auloialaria, policiao e capilar, rie campo qnemats-
prol,o,lani r |cx.., ., ,, ,u ,;,....., .,!,.
/ein.io malcran qae sera, eatieriiiaraiate a^qaja*-
peusados.
I'KII.N. : TYP.DlE f. V*. F.'HI*. -180.
sv/ti itu i\ r\f\
t a


Full Text
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