Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07259


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Full Text
ANNO XXXII. N. 38.
Por 3 mezet adiantadoc V.sOOO.
Por 3 meses vencidos -Vs-jOO.
(ILUTA ilIKV 15 DE lEVEKtlKO DE iSii.
DIARIO
Por unno adiantado lojjOOO.
Porte franco para o subscriptor.
*
1
kn"\ivui-:<;aims da SOBSOMPCAO' \o \oit te-
l'araliiba, o Sr. Gervazio V. da Natividad* ; Natal, o Sr. Joa-
Sinm 1. Pereira Jnior; Aracaty, o Sr. A- de Lentos Braga ;
eir, oSr. J. Jos de OHveira ; Maraoho, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigues; Piauhj, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
tearense; Para, o Sr. Jusliano J. Kamos; Amazon js, o Sr. Jer-
nimo da Coala.
PARTIDA DOS CUliREOS.
OHnda .- todos os dial.
Caruaru ', Bonito e Garanhuns: nos das 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista.Eiu'eOuricurj : a 13 28.
Goianna e Parahiba : segundas e sexlas-feiras.
Victoria e Natal : as quintas-feiras.
I AUDIENCIAS DOS Tllllil AAF.S DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : quartase sabbados.
Kd.ir.:<, tertas-feiras e sabbados.
JKazenda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juno do tommercio: segundas as 10 horas e quintas ao mcie-dia.
IJuizo de orpbaos : segundas e quiutns as 10 horas.
IPrimeira Tara do civel: segundas e scitas ao meio-dia.
IScgunda rara da civel: quaruse sabbados ao mcio-dia.
EPIIEMERIDES DO MI./. DE I l.YClUllltO.
6 La nova as 7 horas, 23 minutos. H segundos da inanha.
13 Quariocresccnle aos 7 minutos c 18 segundos da miraba*.
20 La cheia a 7 hora, 30 minutos c 48 srguudos da tarde.
29 Ouarte miuguanteaus l'J minutse 18segundosda iii.uili.-in.
PRKAliAR DE HOJb.
Primeiraas 10 horas e 84 minutos da manilas.
Seicunda as 11 lloraseis minutos da larde.
DAS DA SEMANA.
11 Segunda. S. Lzaro b. ; Ss. Cloccro, Ucsidcro c Casrensc bb.
12 Tei :. S. Eulalia v* ni. ; Ss .Modesto e Ammonio mm.
l3QaarU. S. Gregorio p. ;S. Catharina de Iteis v. ; S- Benigno.
14 Qoint*. S. Valentim ra. : Ss. Auxcucio e Efcbo .
13 Bella. Ss. l'anslino e Jovita mm.; &. Quelidiouio m.
16 Sdbbado. Ss. Porlirio,Samuel, Jrreinias e Srleucco mm.
17 Domingo 2. da Quaresma. S. Policronio b.; S. Secundiano.
EXCARREGADOS DA M Usckiim. \ MO si I..
Alagoas, o Sr. I .laudino Faicao Das : Babia, o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro,oSr. Joao Pereira Martint.
em i'i;h\aiibi <;u.
O proprielario do DIARIO Manoel Figueiroa de lana, na iui
livraria Praca da Independencia ns 6 e K.
PARTE QPFiCI&L
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedienta 4o dio '.I do fevorciro.
("lirio Ao Exm. marecha. commandatile das ar-
mas, dizendo qoe nao se adiando u edificio conli-
gno ao arsenal de marinlia, em estado de servir de
alojainento ao balalhao de suardas uacooacs que se
inamlou aqaartellar, deve o mesmu balallnlo ser alu-
jado no quarlel das Cinco Ponas, para o que (rain
expedidas as convenientes ordons.Expediram-sc as
ordena de que se (rala.
DiloAo cbeCe de policia.declarando que pode au-
torizar ao subdelegado a freguezia do Poro da Panel-
li.nl" saestabelecer na povoacao do Motileiro ou na
dos Apipucosaenfermariaqtle se jalga necessaria pa-
re tralameulo das pessoas pobres accorotnellidas >l0
cholera, mas tambero a construir all um cemilerio
para iiihumacfto dos que infelizmontc perccerein,
recommendando S. S. ao mesmo subdelegado que
Irale quanlo aules de agenciar o auxilio das pessoas
gradas d'aquelle lugar, qoe uAo se negarlo a con-
correr com o quo esliver ao seu alcance em bem da
pobreta atacada deeemelhfnte epidemia.
DitoAo inspector da thesouraria de fazenda, pa-
ra romellcr com urgencia ao delegado do l.imoeiro,
in.iis urna ambulancia, doas cargas de arroz, '2 de ho-
laclias, 2 arrobas de caf, e duas dutias de garrafas
de vioho.Communicou-se ao supradito dele-
gado.
DitoAo mesmo, recommendandn qoe mande en-
tregar com urgencia ao acadmico Joaquit da Cos-
ta Cliastenet os medicamentos couslaotes da relardo
que remelle.
DiloAo mesmo, mandando entregar ae pliarma-
ceutico Manoel Caelano Pereira de Lima, por cunta
ite -'.ni. vencimentos, a quaulia de 'i<~ rj., alm da
de -.lu/ r-., para a qoalj se expedio a competente
ordem.
DitoAo mesmo, recnmmendando que mande
entregar comurgeocia ao juiz de direilo ile Pin
d'Albo, por intermedio do pharmacenlico Manoel
Caelann Pereira de Lima, n.in s a quanlia de 1 :Ihi/
rs., como tambem os objectos comanles da relaco
que remelle, e bem assim duas cargas de bolacha,
doas de arroz, urna arroba de sag e duas duzins de
garrafas de vinlio do Porlo.
DiloAo presidente do couselho administrativo,
recommendaudo que promova a compra do panno
verde escuro mencionado na ola que remelle, o
qu\l he necessorio para completar o fardamenlo dos
corpos indicados na mesina ola.Kizeram-se as
uecessarias communicares.
DiloAo director do arsenal de|guerra, para man-
dar prestar ao cirurgiao Francisco Jos da Silva,
logo que elle Ihcrequisito, dous Africanos livrespara
serem empreados Mservlroda enfermara estallle,
cida na freguc/.ia do Poeo da Panilla.
JiitoVo Ct imiI de S. M. Itritaoica nesta provin-
cia.Accusando o rea>.*--meiiln ia rommunicocao
que o Sr. A. Augustus Cowper, cnsul de S. M.
Ilritanica me dirigi em dala de id de Janeiro, rela-
tivamente a prisilo de Carlos' Lucas, mariuheirn do
150/ rs., o qual hio podia por o indiciado 10 abrigo
da s.inccao penal.
Per-unta o Sr. Cowper se piias leis do imperio
podia Lucs ser segunda vez preso pelo mesmo de-
licio *
A resposla a semelhanlc pcrguuta, com applicarao
ao ca sendo preso o levado a prosenca do subdelegado,
fora em seguida coudu/idn do delegado por un
dos proprios soldados que i'll*'i-liiirriin a prisjo, pa-
rece evidente que nem se dentro aqui duas prisdei :
iiem o delegado deveria cruzar o: 'irados, s porque
um agente subalterno, pouco versado na legislacilo,
deixra de proceder como 1 lie cumpria.
Einbora aflinne o Sr. Cowper que toda a prova
do faci consistir na couI'ksSo do proprio ofTcnsor,
visto como as leslemonhas nem alleslaram que fora
Lucas o individuo que alropelra u menino, nem
que tivessem vislo i crianca pisada ; pens que an-
da assim o delegauo proceder mui regularmente,
pols que na fonnarSo da culpa apenas te procura co-
nhecer se lia ou nio materia para accusacAo, bastan-
do somenle a existencia de indicios para ler lugar a
pronuncia. Os fundamentos em quo se firmara a
auloridade policial sao lio verdadeiros, que nao po-
deram ser contestados pelo hbil advogado a quem o
Sr. Cowper consultara.
Quamlo mesmo o delegado liouvesse deuegado a
nanea, rciUVI ao ollendido o recurso que a lei con-
cede para o juiz superior, como anda Ihe reslam lo-
dos os meios para a sua defeza e livramenlo.
Se com a prisilo e pronuncia em deudos da ualu-
reza desse que o Sr, Cowper considera accidental e
insigmlicanle a liberdade dos cdadaos perde a segu-
ranra ; culpa sera das leis penaes, que lano no
Brasil como na Inglalrrra, querem que laes fados
sejam jndiciatmciile averiguados, eque ns indiciados
-vao responder |ior sua ionocencia no tribunal com-
pleme, einbora com isso loidram de passar por dis-
sabores.
Rola o Sr. Cowper que at agora Ihc niio fizesse
eu commuuicaeo algunia, apezar de Ihc haver pro-
aecrescenlar aos que l foram ; mo me parecendo
fura de proposito rccommeiidar a Vine., que sera
conveniente mandar-mo urna relaoao dos pobres
soecurridos pelo governu
seiitiiiienlos philanlropicos ,ue mnvcrain essa com-' zeudo que pelo sargento do destacamento se remelle | um tusar da provincia, e qde elle se aclia lutaudo
missoa preslar em crise laola.nentosa nseu po.lcro-1 dcle^do daqutlla villa urna ambulancia.2 car- com mil diflimldades.
so contingente a bem da huoianidade alllirla.
Dilo A' commissao ile Denelicencia dos Afosa-
Hilo Aovigario da Escada. Acabo nesle mu- dos. Parle agora o acadmico Manuel Knedino do
menlo de receber o oflicio que Vmc. me dirigi em
dala de "i do eorrente, em que pede providencias pa-
ra acudir as pessoas queeslao sendo e|liajam de sel
Keuo Valenra, para presi.M loceorroi mdicos aos
babitanlca drssa fregaezia eeunpre 'pnrtanlo, que
Vincs. nao si. l!io farililcii. os meios de condacrSo
' gas de arroz, -1 de bolacha, i arrobas de cafe, c H
garrafal de viuho.
DiloAo subdelegado de Muriheca.Kico inlei-
radu do sen olUcin.e sinln que lenham porabiappare-
cido m.ns casos (aUes da epidemia.Continu a de-
E portaulo espero que Vmcs. redobrem de animo
e de patriotismo, em lugar de estimularen! a quem
se nao descuida de seus devores.
meltido iniervir immedjalanienle nesse negocio. Na
conferencia que o Sr. Cowper prociou ter comigo,
asseverei-lhe siinplesmeutc que ia colber infonua-
rocs do fado alirn de liabililar-mc para resolver o
quede inim dependesse. Com elleito enlendi-mc com
ochefede policia, e quando esperava pelosesclare-
cnnenlus que Ihc pedir, recebi o ollicio a que agora
respondo.
Masuein cu podia manifestar a minlia admiranlo
por nm fado enjos motivo! c circuinslancias ignora-
va, nem to punco promclter urna solueao no senti-
do em que a exige o Sr. Cowper ; vislo como o co"
uliccimenlo ejulgamenlo dos delicies corre por con-
la do poder judiciario, em cujas allribuiees uo
me lie licito ingerir
Henovn ao Sr. A. Aiij?us|us r.owpcr os protestos
le miuh.'i estima e cunsideraeo.
DiloAo ;ui/ Je direilo de P.io d*Aillo*Tcnlin
(Tieseutc os seus eiliciei de lioincm. Aniuiirt-ni
que ainda l naoteulia ihesado n comtnand.iute do
destacamento, o cadeleMarilano. a quem enlregnei
um ollicio (.ara receber da thesouraria duas auibu-
navi.. inglez lermion, lenboa dizer, que, segundo I laucias, e oulro em resposla a Viuc. Elle ollirniou
as inf.n maces que recebi a respeilo do fado em | que no mesmo dia, de nianliAa, baria expedido para
alii algumas cargas de gneros alimenticios.
raeam em Inda4 as requisirtVpe qui bouver de dirigir.
Ihe- para o bofll desenipeolio Ou sua missao.
Portara t) presidente da provincia, allcudend0
ao impedimento em que ein-l-i o subdelegado do
1. dislricto da fregueia de ,''!ioalSo, Joso l'ran'
cisco Pereira da Silva, pelo qoal adualmenle esta'
inhabilitado de aecudir as evigencias do eervieo pu-
blico na acluai quadra, tem poi conveniente exonc-
ra-lo de semelliaule lugar.
DitaNomcando de coiifonnidade com a propos-
la iln chefe de policia, para o cargo de subdelegado
do I. dislnclo da freguezia de Sanio Amaro de Ja-
boalao, ao cidado JoSo Francisco Paes Brrelo.
Cuminuuirou-se ao referido chefe.
Dila.Uemitlindo, de conformidade com a pro-
posla do direclor do arsenal de guerra, a Pedro (iar-
rida.do lugar de meslrc de msica dos aprendizes do
iiiesmo arsenal, e nomeando para o referido lugar a
Manoel Augusto de Menez.es Cosa.FizerarVi-se as
necessarias communicaeOes,
questo, consla o sesuinte ; (Jue na imite de 2\ de
dezembro do anuo prximo passado fiira preso por
urna palrulha, e levado a presenea do subilelegado,
o inglez Carlos Lucas, por liaver pisado o menor
Fortunato, cora um cavallo em que ia montado, cor-
rendo a gallope : e nao lendo o subdelegado proce-
dido como Iba cumpria, resolveu-se um dos solda-
dos da relerida palrulha a conduzir o ollcnsor e o
menor offendido a presenta do delegado Carvalho,
que depois deouvir a relacao do fado, e firmado no
rtico 131 do cdigo do processo criminal, maulou
recolher casa de detencao o inglez Locas, a quem
no dia seguiole ao da prisao fora apresenlada a ola
constitucional, conforme o disposlo no citado artigo.
Procedendo-se em seguida ao compleme corpo de
delicio nos ferimcnlos e coutuses que recebera o
menor, iusliuroo-se no dia 27 do mez de dezembro
0 compclente processo na forma das leis penae<,
sendo presente inqniricao de leslcmunlias o ollen-
sor Lucas o o Sr. Cowper, quem o delegado con-
vidara para esse tim. Depois de lodos os lermos do
processo, inclusive o acto de qualilicacao e interro-
gatorio em que o indiciado coufessara o delicio,alle-
gando porcm que o pralicara accidental mente, deu-
se visla a promoluria publica, a qual pedio que fosse
imposta a pena do artigo -Jin do couigo criminal,
em quo eH^eclivaveole foi Lucas pronunciado por
despicho do delegado, continuado pelo juiz munici-
pal; ordeuando-se depois ao escrivoque ficesserc-
iiietsa dos autos na forma da lei ; sem que o indi-
ciado ou algucm por elle requeresse flanea, que alias
nao e Ihe poder negar, por ser o crinie da classe
dos que aadmillem.
Sendo manifest visla do exposto que a aulori-
dade policial teguio fielmente o cspiito das leis que
regen o paiz*, julgar-me-hia dispensado de acre
eular qualquer refleao, se au me parecesse con-
vienienle responder aalguns tpicos do oflicio de que
1 rato.
Diz o Sr. C.ow per, que Lucas, lendo sido levado
a presenea do subdelegado, e vendo este que a "lien
tai recebida era mui leve, e que o caso fr.i lodo ac-
ci dental,immedialamentc absolver, e pozera em li-
be irdade ooll'ensor, que oerecera-a quanlia de cin-
co ent.i rail res ao pai da criaura. Devo porro ob-
servar que Nado Lucas preso em flagrante por um
fac lo que as leis do paiz qualifcam de criminoso, se-
ria absurdo suppor-se, que o subdelegado o podesse
absolrer sem processo, apezar do oQerccimeuto de
iceeatmaltidne du mal reinante. Em resposla cunv I de que elle ahi neceatitar. ina. lamben] q1 o tatis-
pre-me dizer-lbc que ja remelti ao respeclivo dele-
gado supplenlr nina amboiaocia prvida de reme-
dios appropriados a molestia, rccommeiidando-lhe,
que de acrordo enm as pessoas preslimosas do ler-
mo, trate de levantar oin hospital para medicar a
gente necessilada. E por isso mesmo que essa villa
como Vmc. confessa, corneja agora a povoar-se ea
llorcsccr, nao sera avultado o numero de pessoas
indiaenles a soccorrer ; tanlo mais quanlo, cercada
de inuilos propietarios abastados, uo dcixara Vine,
de encontrar nellcs mui poderosos auxiliares, se re-
correr a philaulropia ecaridade que os distingue, e
de que o governo, subearresado com immensasdcs-
pezas, nAo pode de modo algum prescindir. Assim
pois, espero que Vine, invide lodos os seus esforeos
e zelo pasleral para que essa villa nao passe pelo
mesmo transe porque tem passado a cidade da Vic-
toria. Entretanto faco agora seguir para ahi u aca-
dmico llamingos lerluliann de Azevedo Campos
levando mais una ambulancia, atim de que nao lal-
lem os meios curativos. Ofliciou-se ao inspector
da thesouraria de fazenda para dar a ambulancia de
que se Irala.
DiloAo vigario de San Lourenco da Malla.
Antes de receber o seu ollicio de K de (evereiro,
qoe respoudo. ja eu havia remelllo pare essa fre-
guezia una ambulancia, requisi^ao do respectivo
delegado, a quem dei ordem para cslabclecer urna
enfermara. Resla-mc agora rccommendar-lhe, que
empre-ue lodos os meios ao sen alcance para com
bater a epidemia ; devendo Vmc. nao s animar a
populaeao, mas tambem fazer valer o seu zelo e in-
fluencia pastoral, no empenho de dispertar a ca ida-
de dos particulares em soccorro da sent desva-
lida.
DitoAo vigario da fregoezia do Poco da Panel-
la.Convindo a salubridade publica, que os corpos
das pessoas fallecidas nessa freguezia, sejam sepulta-
dos no cemilerio eslabelecido no Arraial, no lempo
da invasao da febre atnarella, assim o declaro a
Vmc, para qoe baja de prohibir absolutamente, se
fjeam inhumaees de cadveres na respectiva ma-
Iriz. Coinmuincou-se ao cirurgiao Francisco Jos
da Silva.
DiloA direclor das obras publicas, .-.utorisau-
do-n a mandar fazer ai obras de que precisa o pavi-
mento lorrco do edificio que servio de cadeia nesla
cidade, alim de ser nella aquartellada a compauha
de trabalhadorea diquella reparlicjo, e declarando,
que os operarioado que Smc. frala, dovem ser pa-
gee pela verba do arl. 1- da c do orcainenlo vigeu-
*^t.Coioraunicou-sc lliesouraria provincial.
Dilo Ao delegado do termo de Serinhaem,
dizendo que se ouicinu ao chefe de policia para dar
o destino da lei aos 10 Africanos livres que foram
ltimamente appiehendidos naquelle termo.ate-
te o ollicio de que se trata. -
DiloAo iuspeclor da thesourarin provincial, ic-
commendaudo, que mande por em basta publica, o
cmpedramenlo que precisa fazer-se no aterro dos
Afogados, servindo de base a essa arremalarao o or-
camcnlo e clausulas que remelle por copia. Com-
municou-sc ao direclor das obras publicas.
DitoAo comniandanle do corpo de policia, para
mandar apresenUr ao Dr. Jos Augusto de Souza
Piljnga, encarrecado do hospital provisorio da fre-
guezia da Moa-Vista, um soldado daquelle corpo,
alim de estar ns onlens do mesmo Dr.Communi-
cou-se esle.
DitoAo cirurgiao Joaquim Jos Alves de Albu-
querque, recommendando, que nao s receba rom
segoranea no hospital provisorio sol sua direccao,
aliimlo serem all tratados os sentenciados militares
existentes na fortaleza do Bnim, que forem accom-
melidos do cholera-morbus, mas lambem, que pres-
te os seus servicos mdicos aos empregados da raes-
roa fortaleza no caso de serem assallados de seme-
lliaule epidemia.Parlicipou-sc ao mareclial rom-
mand me das armas.
Dilo Ao cirurgiao Francisco Jos da Silva.
Constando que na fruguezia do Poro da Paoella,
tem apparecidn casos da epidemia cni pessoas pobre*,
que nao poderam ir para a respectiva enfermara,
por nao se adiar anda aberla, o que lie lano mais
de admirar, quanlo ja exped ordem para serem ad-
cessarias e reclamadas logo ao governo da provincia.
Espero que Vmc. por sua parle soja solicito storura-
primenlo do que ora recommeodo, mrmenla no
que Iba diz respeilo.
cos guarde a Vmc.Palacio de governo de l'er-
2 Scelo. Rio de Janeiro. Ministerio dos lie-1 oambuco, 17 de seleinbro de 185..Jofc Hrnl-> de
.envolver loda a aclividude, e animando a popla- gooioso> imperio m2t de Janeiro de 1856. \cunha t Mnetradav-Sr. vigario da iregaieui
rli fa, ,-a corapeoelrar-te do deyer de presUr-ae ; e Exw. Sr. Pelo cilicio de V. F.xc. da-'
aosenerramenlwdosquesucci.mbirem "s gopes, ,ailu cnl 1 do crreme sob n. 1, ficou o Rovertte
do mal tmanle. O governo por s-ia parle nao tem jnlperial inleirado n.ln so de estar infelizmente
'""'"'nee '.'%" d'l moml..", 7t SZ "sTres t~. ^S T *"** """" ""''-""' I I'lm. e Exm. Sr. Na occaso em ,e V. Exc.
poToarOes deau provincia Papacara e Ahinlio, tanto se tem esfor5ado para proteger a rla-se ,a,.
lendo ja fello muila> victimas, e de se liaver man- desvalida da sociedade, pruporcionando-llie i
testado em oulros logares, mas com o carcter de precisos para poder combaler a
cliolerina, cedendo s primeiras applicaces, como
de...
Pelo pharmaceulico Manoel t'.aelano Pereira de
Souza, que agora volta, remello a Vmc. a quanlia
ile 1:0009, para as despezas necessarias de soccorros
a pooreza e ohjeclos para a eufermaria.
Aproveito a occaatte para Ihe fazer sentir, que
nimio e inuilo convem que baja lodo o cuidado na
dislribuico dos soccorros pblicos pela gente real-
mente necessilada, c que seja isso feilo com a cou-
venicnle igualdade e necessaria economa, visto que
os recursos da thesouraria nao sao tao largos como
se suppe.
lie solircludo necessaro qoe os homens de fortu-
na auxiliem ao governo na criso calamitosa em que
nos adiamos. Assim lambem, be necessaro que a
populaeao se compenetre d rigorosa obrigarao em
que esta, de se presta! ao* enlerrainenlos dos que
surcumbirem aos golpes da epidemia. Os amigos
o prenles que fogein de preslar-se reciprocanicil*
mis aos oulros na occasiao cm que o dever de sau-
guc, de crida 1 e ale de honra o exigem, nao
lecm Veo algum de esperar que o governo, que
lula coan immensas difliculdades, c que lem de pro-
ver a muitas unir* exigencias do trrico publico,
mande a cada canto da provincia soldados para en-
terrar ns morios.
Nao rae lie pesslvel inandar-lhc o destacamento
que Vmc. requisita, porque o corpo de policia adia-
se cm casco por causa da culposa c lamenlavcl in- I inididos os enfermeiros que forem necessarios, re-
dillerenca, scuau impiedade dos individuos que Icni-' commendo a Vmc. que Irale logo de regularisar tu-
se recusado a enterrar os seus seiiielliames na cida- do, de modo que nao appar(r,am semellianlcs oceur-
de da Victoria. rencias.
Permlatl Dos que a epidemia n.ij lavro com a DituAo acadmico Manuel Enedino do Reg
iulensidadc com quo lavrou era Sanio Anillo ; mas Valenra. Tonda Vmc. de preslar os seus servicos
i :i
laianiai
UWkJ
TorMr. Fanjat.
._____VI
( Continuart'w. )
A pobre rapariga nem leve ;0 peusamenlo de re-
clama r sua in.ii. Ilavia oitu anuos que madama de
Lyssel nao dava filha iieiihui.n sigual. nem mesmo
dsimplrs iuloresse ; ella dei>t;ra morrer Eduardo
sem procurar approximar-so .lidie
Rosa Joauoa ficando viuva, 'e ha vendo eslabeleci-
do lodi-s os seus lillios. veio e/nlao reunir-se sua
chara llerodias, e formuu com Iwanow* a nica so-
ciedidei da joven condessa. Af excepcao do lempo
das rar is visitas de Mr. ltegnailll, o eslodo e o Ira-
balho a bsorviam dahi em dianie urna vida, na qual
a alVeic.lo nao havia anda lomado seno as formas
rio e.linio edo Irabalbo. Foi una eiislcncia mais si-
lenciosa, mais relleclida, mais seria : nilo foi vida no-
va. Assim, apezar da vivissinia temor que Christi-
na etpe timcnlava pelo bario de l.yssel, nao cabio
depois de sua mor.) no deslenlo ; sua dor sincera c
profand a nao causou-lhc convulsesiicm prostra^ao;
foi simples, severa c potica, e ella a rntreleve pie-
dosamente por meio de um cutlu pcrpcluo.
U bar lo eslabelecera as salas de rsludo em um |ia-
vilho sefiarado co reslu da habilacao ; Chrisliua fez
desse pa'iilhao um lugar consagrado lembraiiQa, e
Mmenle o deixava para assenlar-se mesa.
Se quinia desenliar, era o creiao do pai que csco-
Ihia, te Ioii.hv.i a harpa, procurava repelir os ssuir.|i-
los, o miivimeiito e a exprcssSo que agradavam ao
pai, e se cantava, eram as composicoes do pai. La-
crimas, derramava ponco ; mas uinu tristeza pensa-
tiva tolda va-lo- a fronte. Sandava a Iwanowa rom
um sorriin, a llosa rom um be jo ; mas lom;- de en-
Iregar-se a ne MW efluso, rccusavl com liraudu-
se infelizmente assim succeder, cuiupre que Vine,
desenuaue a essa populaeao, que o governo nao po-
de fazer milagres ; mas nao dcixara de fazer ludo
quaulu esliver as suas faifa*.
Active Vine as autoridades policiaes, para que o
ajudcn, e se ellas se recusaren), desde ja o nutori-
so a demilli-las, .para seren substituidas por quem
mcllior comprchender os seus deveres. Espero, po-
rein, que nao ser necessaro laucar miio de medi-
das extraordinarias.
Val seguir agora para essa villa o acadmico Chas-
lincl, para lomar conla do curativo dos pobres,
ajudado do pharmaceulico Manoel I'ereira de Sena,
que leva mais medicamentos e algon* vveres para
ra e firmeza oceupar-se das miudezas do interior
domestico. Viva em um mundo ideal, onde a gen-
te commuiiica mais fcilmente com a morlo do que
com as trivialidades diarias.
A's \eie* llosa, aemprc compassiva, pcnelrava no
sancluario e vinba amular-ce tmidamente a algu-
ma distancia da filha querida. Ahi coinerava urna
longa historia de alguma familia desdilosa. llerodias
depunha logo a penna, creiao, ou a harpa, e escu-
lava rom altcnrao religiosa sem nunca Icstemunhar
a menor impaciencia pelos inlermiuavcis pareothe-
ses da ingenua rendcia.
Pois bem, llosa, pergunlava ella depois, quan-
lo be preciso para elles continuaren! sen Irabalbo,
para casarcm-se, para recuperarem sua casa ou sua
vaeca ?
llosa dizia urna cifra modesta.
'lome o duplo, m .i llosa, c praza a Dos que
recolircui a alegra.
A boa aia abrarava apaxonadamcnle n filha que-
rida. Mas, apenas ella sabia, llerodias dcixuva ca-
hir nina lacrima dizendo comsigo :
ir Ah (inaula gente posso fazer dlosa eu que
nao leiiho fclicidade Oxal que elles podessem dar-
me em Iruca un pouquinlio do sua existencia! Oh !
quem me dera ser a re.pigadora Marieta, ou a lava-
deira Mrgarida, que vao casar contentes com algu-
mas moedas de ouroque mesan inuleis! ijuem qne-
reria pelo contrario trucar unn vida joveu, laborio-
sa e cheia de esperancaa pela sorle da rica condes-
sa ? De que serve viver por viver. sem fim. sem fu-
luro'.' De que serve ornar nina alma que nao se des-
cobrirn, enleilar um corafAO para scpulta-lo em nm
tnmulo ? Assemelbo-me aos insensatos <|uc inandam
boidar sua inorlalha, e por um colcliAo o leito lllnrtualio! n
iCmquanlo seu espirito farlava-se de pcnsamcnlos
dolorosos, seus nlhos vagavam c viam pouco a pou-
pouen brilharcm em (orno de cada objoclo os actos
v as palavras daquelle que consagrara sua vida a es- |
perenes de consolar urna filha eslranhade una des- .
gra^l irreparavel!
Ali! cxclaiuava ella impetuosamente, son in-I
grata vivo para meo pai que quera reviver em sua
lilla Ornaret uiinlia alma em sua memoria, eufei-
lare meii coraeao porque be o seu Trabalhare al
mdicos na freguezia dos Afogados, recommendo-
Ilie mui lerininanlcmciilc, que manlcnha a mais
eslreila o inalleravel liarmonia com a commissao de
beneficencia daquella freguezia, enlcndeiido-sc com
ella o mais frequeulcrnenle que for possivel, e sals-
fa/.endoas suas requisiees no sentido de soccorrer os
doeiilis c combaler a epidemia. Ulliciou-se nesle
senlido a referida commissao.
DitoA' commissao administrativa da oompaubia
de are.....islas do tbealio de Apollo. Accusandno
recebimenlo do seu ollicio de 7, em que Vmcs. ene-
recem o salan da frente do mesmo thualro para ser-
vir do enfermara, tenbo a responder que aceito lo
generoso ollerecimenlo, e que agradece o louvo os
lo
Oflicio.Ao Exm. Sr. cummandanle superior da
suarda nacional do llecife.Funccionando a secre-
taria do governo aos domingos e das sanios, em con-
srquencia do seu avultado expediente, por occasiao
do apparccimenlo da epidemia reinante ; rogo a V.
Exc. se sirva de expedir as couvenienles ordens pa-
ra que sejam dispensados do servido activo da guar-
da nacional, emquanlo durar a mesma epidemia, os
empregados constantes da relacao junla.
/e/if.lo a que se refere o vfficio supra.
I' balalho.
Firmino Herculano Baptista Kibeiro.
Thenrioro Jos Tavarcs.
Joao Pol)carpo dos Santos Campos.
S" balalli.io.
Homar Imn de Sena Muniz.
I.uiz Francisco Vieira de Lima.
Joaquim Antonio Alves.
:i liaialli.io.
Basiliauo Magalhaes de Castro,
Dilo Ao mesmo. Acabo de receber o ollicio
que V. Exc. me dirigi cm dala de bonleni, parli-
cipando-me que diversos ofliciaes superiores da guar-
da nacional dcste municipio, pfjssuidos do louvavel
desejo de soccorrer os guarda., nacionacs desvalidos,
que forem atacados da epidemia, reuniram-sc c ac-
cr.rdaram as medidas constante* das instrocees
que V. Exc. me rcmelteu por copia. Apreciando e
agradeceudo mui vivamente os seulimenlos genero-
sos que dictaram a V. Exc. e aos briosos ollieiaes da
guarda nacional confiada ao sen eommaiido urna re-
solucao qoe considero do grande efleito em quadra
lao calamitosa, quando os evoceos do goveino de-
vemser eOleaz nenie ajudado) vela dedicarlo e phi-
lantropia do* eiilado: prestantes : lenbe a declarar
que approvo as mencionadas instrnec/ei o que nes-
ta data expeeo as lonvenienlc ordens, para que se-
jam em ludo lausteitai as requis5es que S. Exm.
me dirigi em seu rilado ofliric, que recebi rom a
mais sincera o cordeal satisfacao.
DiloAo mesmo. Tendo V. Ese. julgado mais
conveniente a disciplina, que fe-sc aqnartfellado um
balalhao da guarda nacional, em lugar de urna ou
oulra compauha, vou lambrar V. Exc. que em
todo o caso convir que os chamados aofnrvii;o ac-
livosejam osguardas solleiros, c mais bem disposlos;
o que sem duvida V. Exc. lera altendido.
Dilo Ao Exm. marechal command.-inle das ar-
mas.Maja V, Exc. de dar com urgencia as suas or-
dens, para que os guardas nacioues que habilarem
as pioximidades dos hospilaes militares, e que fo-
rem atacados da epidemia reinante, sejam a elles re-
colhidos, alim de que nao baja demora na applica-
ciodo* meios curativos.
DiloAo inspector da thesouraria de fazenda,
recommendando que mande aproraplar com urgen-
cia para serem enviadas ao Dr. Jos Joaquim de
Souza om Sanio Aolao 40 barricas de cal, i garra-
fas de labarraquc e urna arroba de eoxofre.Com-
municou-pc ao referido Dr.
Dito Ao mesmo, para mandar entregar cora
urgencia ao padre Antonio Freir de CarvalholMttt),
sendo 360 para o mesmo padre fazer as despezas
de sea transporte para Caruar, onde vai servir; e
8005 para serem entregues ao jniz municipal do Bo-
nito, afim de soccoirer as pessoas pobres accommelli-
das da epidemia reinante no termo de sua jurisdi -
eilo.
Dilo As commlssies paroclf.aes de beneficencia.
Ae-hando agora de recommrndar de novo aos fa-
cultalivos cncarregados de atleuder s pessoas ue-
cessiladas dos districlos, de cuja salubridade elles se
encarregaram, que procedan! couslaulcmeiila as vi-
rito* domiciliarias, vou lambem rccommeudar a
Vmcs. que hajam de Ibes preslar lodaa coadjuvac,Ao
no sentido nao s de recouhoccreni as pessoas que
forem mauifestamenle indigentes, como de Ibes
prestaiem os soccorros de primera necessidade, qur
a cnsta das esmolas voluntarias, que forem arreca-
dadas, qur cusa do supprimenlo du governo, que
a commissao central de beneficencia, a quem Vmcs.
se dirigiram. bouver do me requisilir.
Confio de Vmcs. que farao ludo quanlo pede a ca-
ridadee o palriotismo na trislc quadr.i cm que nos
adiamos.
DiloA commissao central de beneficencia.Re-
mello a commissao central beneiicenlc copia das
circulares que nesla dala acabo de dirigir as com-
misses prorliiaes, c aos medico* cncarregados das
visitas domiciliarias, para quo lomando as na devi-
da ennsideracao. faca de sua parle ludo qnanlo o go-
verno espera de sua reennhecida philanlropia.
DiloAo Dr. Jos do Reg toposo.Tendo in-
cumbido do Iratameuto dos doenles da freguezia dos
Afogados, de accordo com a respectiva commissao
de beneficencia, o esludanle Manoel Enedino do lle-
go Valonea, faz-se preciso que Vmc. so encarregne
lambem de prcsl.tr se os servicos naquelU freguezia,
esleiidciido igoalmenle suas vistas pelo Barro, Tici-
pi, rnernlm S. Anua, e pela tltgaexi* de Muribc-
ca. Oueira pois apreseular-sc aquella cnmmissAo
para receber a conveniente condueco e entrar cm
seus Irabalhos com a dedieacao eaclividade que silo
de esperar de VmcCommunicou-se a referida
rommissito. ,
DiloAo Dr. Vicente Jeronymo Wandcrlez, d-
ii'Tn soccorros. Ja ordeuui ao Dr. Jos do Keuo
Raposo, iiiicuiiibiiln dos doenles dos Afogados, que
bague lambem a Muribeca, e preste os soccorros
de sua prolissao.
DiloAo delegado da Escada.Recebi o oflicio de
Vmc. de9 do terrele, e licando inleirado de quan-
lo me communica, tenbo a dizcr-lhe em resposla
que honlem fiz seguir para essa villa um acadmico
de medicina com urna ambulancia para aecudir aos
infelizus que forem acconinielldosdo cholera. Por
esta occasiao recommendo Vmc. que Irale de a-
geuciar a prolecqo das pessoas gradas desse termo
em bem dos indigentes atacados da epidemia, afim
de prestar-Ibes cm lempo os soccorros de que preci-
sarein, pois que aerftO por csso meio minorados os
seus padecmenlos, caliendo a laes a satisfarn (|e ie.
icio aecudido a huraauidade era urna das suas mam-
re- aITlices.
DiloAojuiz municipal do Bonito.Em resposla
aos seus ollicios ltimamente recebidos (eiibo a di-
zer-lhe que arabo de expedir ordens para seguir para
ah o cirorgiilo llodngues, anda demorado cm S.
Aula i. onde seus servigos so lizeram necessarios.
Pelo padre Antonio Freir de Carvalho, que o Sr.
hispo manda a Caruaru' exercer as unreoes de pa-
rodio, remello a Vmc. a quanlia de KOOsOOO, para
as precisas despezas.llemelto-lhe mai-^ambulancias,
cargas de bolacha, i de arroz, -J garrafas de vi-
uho c I arroba de sag', ll.commeudo-lhe todo o
cuidado na deslribuieo uos soccorros pblicos: de-
leve isso ser feilo pela gente realmente necessilada,
com a conveniente igualdade, e necessaria econumia
vislo que o< cofres nao lecm recursos lAo ampios co-
mo se suppoe. Ka prsenlo quadra devem os ho-
rneo* coadjuvar o governo, e deve a populaeao com-
penctrar-se do rigoroso deverde preslar-se aos en-
lerramenlos dos que cahirem ao golpes do mal rei-
nante. Nem tudo se pode ou deve esperar do go-
verno, que nao ha de fazer milagres. Nao possn sa-
lambem dos soccorros que para todos os pontos ac-
cnmmellidos lem V. Exc. prestado, ja enviando m-
dicos, ja remetiendo vveres e oulros objectos de
que carecan!.
E o mesmo governo manda recommendar >a V.
Exc. que continu a desenvoiver.o seo reconbecido
zelo e actividade, acudindo com lodos os recursos
a sua dsposcao aos lugares que forem atacados por
semelliaule llagello.
Dos guarde a V. Exc. I.ui: l'edreira rfo
Cotilo Ferraz. Sr. presidente da provincia de
Pernambuco.
ainda de novo
Kvm. Sr.Convindo lomar medidas preventivas
contra o cholera-morbus, que Dos permita nao nos
accommelta ; e sendo lemhrado pelos mdicos a ne-
cessidade de estabelecer-se em cada freguezia um
hospital em que sejam (raladas as pessoas indigen-
tes que infelizmenteappateccrem com ossvmpto-
mas precursores d'aquelle mal, sou a rogar V.
ltvm.,ccrlo como cstou de seus seutmentos cando-
r.os, queira designar urna parle do seu convento pa-
ra n'ella cslabelecer-se o referido hospital ; com o
que terao V. Kvm. escus reverendos religiosos mais
urna occasiao de cxcrcilarcra umdos mais bellos pre-
ceitos de sua pa insliluirao.
Dos guarde etc.21 .de agosto de 18j.Ao pro-
V'ncial do Carmo. '
lllm. Sr.Mande Vmc. lazcr c conservar n'esse
arsenal al segunda ordem, oito padiolas para con-
dcelo de enfermos.
Dos guarde ele.18 de seletnbro de J833.Ao
direcior do arsenal de gaem.
lllm. Sr.Convindo ler nessa fregaezia um bos-
pilal cm que sejam tratadas as pessoas indigeutes
que infelizmente venham a ser alacadas dos symp-
lomas precorsores do cholera-morbus, o que Dos
nilo permuta, recommendo a Vmc. que trata de dis-
par a enfermara desse arsenal para o referido fin,
cerlo de que ser della encarregado o actual faculta-
tivo Joaquim Jos Alves.
Dos guardo ele.2i de agosto de 1K..).Ao ius-
peclor do arsenal de marinha.
Circular. Conslaudo que a epidemia do cho-
lera j se ada na provincia das Alsgoas, e var mar-
chando pelos p ivoado- a margem de rio S. Francis-
onfiado a sua solicitado, na co, julgo ccnvsnieule, vislo que pode ella accom-
ra este fim sr adoplon, vou i rnetter essa comarca, recommendar iiovanienle i", es-
lsfazer a requisi^ao do augnienlo do desjacamanto
por falla de gente, requisito auxiiio da afaarda na-
cional rumo se esta praticando aqu ua capital.
Constando que no districto de Pimenlciras lem ap-
parcrido algn* casos, eiuhora benignos, da epide-
mia, faca Vmc. com que inmediatamente para l se
rccolha o cirurgiao Pontea.
DitoAo delegado de Sanio Anlao.Por ollicio
doDr. Souza de honlem Uve noticias dessa cidade,
o a requisicao delle faco agora partir para ah um
cumboy coin 10 saccas de cal, I arroba de liten, e 2i
garrafas de labarraque. Continuando a epidemia a
causar estragos uo Bonito, trate Vmc. de para la' fa-
zer seguir o cirurgiao Kodriaues. sendo que ja no*.
sam ser ah dispensados seus servicos, como parece,
sem inconveniente.
DiloAos mdicos cncarregados de. districlos.
lt;ni que eu esteja cerlo de que Vmc. nao se lera'
descuidado de velar acerca da salublidade publica
uo dietineto que fora
foima do plano que .
ror-unendar
Vnic.
Videi Diai'io n. :17.
dizia elle, he amiga fiel, dislrahe da pobreza, povua
o isolamcnlo, e ennobrece a riqueza.
E Chrislina lornava a lomar a penua ou o credo
a prinripio com dislraccao ; mas pouro depois com
o gozo absorvenlee perfeilo, que s os prazeres do
espirito podem dar.
Demais, ella enganava-se como menina sem expe-
riencia julgaodo seu espirito inlelramente despido de
lodo o peusamenlo do futuro. Tinha ainda para
supportar os das montonos c as insoinnias fastidio-
sas o senlimento niaravilhoso que nilo be a esperan-
ca, mas he o seu bolfio, que nilo he a duvida, mas
be o seu germen.
A quelle que nao entrevi' nuis a claridade do dia
seguinle as uevoas do possivel, j deixou de existir.
Ella nao esperava agradar, nao esperava amar ;
todava ficava lonsas lloras atienta c grave diaule de
um espelho esludando seus gestos e seu porta com a
escrupulosa severidade de um ador consricncioso,
poslo que as janellas permauecessem coberlas pelas
cortina*, ea porta fechada. O pavilhao nunca nim-
ia senilo os passos de Eduardo e de Rosa, o Mr. Ileg-
nault era n nico que tinha o privilegio de pisar a
rea do jardn), e o tapete do sabio ; todava ella es-
colhera com arle um vestuario que encobria-lbe os
defelos, e realeava-lhea belleza. Stus-cahellos nun-
ca eram enfeitadus ; sua abundancia, sua finura, e
seus brilhaules rellexos faliam de algumas Iranca
atadas com graea um rico loueado digno de um tra-
ga opulento, e alias cm liarmonia rom o mais sim-
ples adorno. A joven condessa eslava sempre vesti-
da do fazendas prelas, encorpadas e macias, sobre
asquaes ondeavam rendas lainliem prelas. O vesti-
do sem corpinho juslo era ampio e sobro nianeira
longo, e fazia-lhe largas dobras em torno do corpo
e sobro os ps ; nenliuma forma appaiecia debaixo
desse roupo magnifico, donde sabiam amenle alvas
e perfeilasas milos c a rabera 'le llerodias.
Tinha empreado tanto ctodo era seu Irage qoe
illliilia ao pioprio Mr. Kegnault quando punha-.e
em p sobre urna especie de pedestal, coherlo pelo
sen longo vestido. Sonfiera ine-mo adquirir graea, e
todos o- seus moviinenlo* tinbam elegancia rara.
pollo que se Ihe podeate censurar nina especie de
lenliilo aneciada. Preoccopada sempre pela sua
a ullinia hura poique assim Ihe piomelli. A ai (v. j Inste dilloruiiiladt* pareca querer ponpar a si mes-
que nao ees- cailurj- ,ln
ae de vigilaneia. procedendo as visita* domidariaa, |
aecudindo a popularan pobre, e avisando as com-
misses do benilicencia a respeilo das uecessidades
milito urgentes das pessoas que deverem ser logo
soccorridas, como o peniiillirem as eircumslaiicias;
na certeza deque, em quaulo a cudale particular
nao se desenvolver siiilicicnleiiieiite. como he de es-
perar, o governo a supprira' ate onde Ihc seja po-si-
vel, assim como nao deixara' de lomar na devida
cnusidctaro os servicos que Vmc. prestar aos seus
dlstriclauo*.
DiloAo juiz de direilo de Caruarii.Segu nes-
la dala para ahi o padre Antonio Freir de Carva-
lho, que o Sr. bispo enva para exercer as funcees
de parodio nessa freguezia. Alean da quanlia ne-
cessaria para seus preparativos de viagcni, leva elle
mais I.11* para suas despezas.
DiloAo acadmico Delbilo Ferreira Couvoa Pi-
meutel Belleza.Acbaudo-se Vine, contratado pa-
ra preslar os seus servicos mdicos na crise em que
se aclia esta provincia, resolv designa-lo para nos
termos do plauojuuto, e em lugar do Dr. Fortu-
nato da Silva, cuidar do tralaiueuto das pessoas re-
sidentes no 2. dislricio da freguezia de S. Jos : o
que Ihe rommunico para seu conhecimenlo, esperan-
do que Vane, desde ja d principio a sua coinmissno,
faze'ndo repetidas visitas demicitiarias uo referido
dislricio,
Igual ao acadmico Alvaro Moieira Sampaio, pa-
ra o II." dislricio da freguezia de Recite, cm lugar
do Dr. Jos Joaquim de Souza.
DiloAo acadmico Francisco de Assis Nognera
Savao Lobato.Achainlo-se Vmc. contratado para
prestar seus servicos mdicos, cumpre que baja de
os ir prestando As piaras do corpo de policia, em
quanlo nao volta ao mesmo corpo o respectivo cirur-
giao Jos Joaquim de Souza, ora cm ooramisslo fura
da capital.
DiloA cada um dos medio s encarregados de
hospital.Keceba Vmc. no hospital sob sua direc-
eo os guardas nacioues accuinmellidos da epide-
mia reinante que Ihe forem enviados pelos consclbos
de beneficencia da guarda nacional, composlos dus
individuos a que se refere a nula inclusa.
DitoA cominissflc ric beneficencia de Pao d'A- mal, se elle apparecer. lie pois necessaro que
Hit.Antes de roceber o otlicio que Vmcs. meaca-
bam de dirigir cm dala de !t, e nesle momento re-
celad i. ja li.iv i.nii seguido para ahi as ambulancias e
liarlas rerjuisilarias, e o cadete Maritano me allir-
mara ler enviado gneros alimenticios. Ainda hon-
lem se renielterain mais gneros c medicamentos, e
o pharmaceulico Pereira de S na para ahi vollou
acoinpauliado de um acadmico para acudirem os
accomnieltidos da epidemia, e foram portadores de
um cunto de reis para ser entregue aojuiz de direilo
da comarca.
Agora em resposla a nieara que faz a commissao
de abandonar a comarca, se nao llie.cli"g.irem todos
' os auxilios que podirrm,devo dizer : que a vgrgo- | nicinio,
na esse especiando, eos assenlosquelomava sempra
eram disposlos de maneira que Ihe dessem estatura
proporcionada ao volume da cabera.
Todas cssas miudezas pueris e tolas em qualquer
oulra eram salvas pela solemnidade de sua vida, a
pelo senliinenlo do bello e do juslo que ella Ihc da-
va. Era urna representadlo plstica e irreprehensi-
vel de sua p.opria pessoa, regulada por urna detluc-
cao lgica do que nrlla esislia. A cultura das arles
pretervava-a du toda a exageracao, e te-la-hia salvo
do ridiculo, ainda quando olbos menos prevenidos a
en favor tivessem podido pendrar nesse mysterto.
Era lambem urna dislrnrrao muda e conlemplaliva
as lloras de Irabalbo incessante. que Iba tinbam fei-
lo obler em dez anuos resoltado* lo solides quanlo
admira veis.
O mcltnido de encino pratirado por Eduardo des-
envolver esse espirito, c essa alma lapidan enle e
sem peiign. cada auno realisava pelo menos o pro-
gresso que a educacao oblem apenas em dous Cui-
dadoso em poupar um lempo lao parcamente medi-
do para elle, empregava suas vigilias a sun Iqneaa
em preparar e mandar preparar as lic.es brives c
claras que applicava seus dias. Apezar de ia fra-
queza, passava metade das noiles nessa rida neco-
pa;flo com lano ardor como se Iratasase da Uerdeira
de um Ihrono ou de sua propria lilba. L'm jbbslaen.
ulia desse acto, que he provavel nAo so rcalisc, so-
menle correr |ior conla de quem a pralicar, nunca
do governo, que noite e dia uo lem cessado de
acudir a lodos s reclamos dos diversos lugares in-
fectados, ale onde Ihe he humanamenlc possivel.
o,i" nada parece tao triste o ronlemnavel do que
cruzarcm as pessoas das localidades o bracos e s
esperarem do governo (medanle um ollicio) ludas as
providencias ainda as mais triviaes, sem te lenihra-
reni que o governo nao lem de olhar somenle para
desde ja procure animar a popula-
cao do seu municipio fazeudo ver u quanlo b.> pre-
judicial o terror pnico cm semelliaule conjiiiidu-
ra, e fazer con: que sejam observadas as prescripcoes
livgienicas, que para al ti j remclli. Cumpre igual-
mente que manilestando-fe a epidemia eannoveeet*
visinha, se esforcem todos em combaler o mal e evi-
tar a communieacao, para o que, com o auxilio das
proras do dcslacanieulo se dever eslaielccer o cou .c-
uieiile cordio sanitario, dando-se-me parte imme-
dialamenlcdo que for occorrndo, afim de prompta-
niente env iar os socrori os prerisos.
Dos guarde Vmcs.Palacio do govurno de Per-
nambuco, :1 de dezembro de 1855.Jos Beato da
Cunha e Figueiretlo.Srs. presidente e vereadoros
da cmara de....
Circular.lllm. Sr.Constando que a epidemia do
cholera j se acba na provincia das Aiagoas, e va
marchando pelos povoados a raargein do rio
Francisco, recommendo a V. S. que so ella manifes-
lar-sc em alginia povoaeao visinha, e for preciso es-
tabelecer o cordilo sanitario, conforme indico s au-
toridades desse lugar, enteudendo-se V.'S. com as
mesillas autoridades, e estando de commum accordo-
auxilie o emprego das medidas convenientes, pres-
tando as pracas da guarda nacional que foram pre-
cisas, devendo V. S. ser o primeiro em dar animo e
encorajar a todos para rcsislirem aomal.
Dees guarde a V. S.-rl'alacio do governo de Per-
nambaco, :t de dczembio de 1855.Jo'r Benlo da
Cunha c l~igueiredo.-*Sr. rommandanle superior
da guarda nacional de...
Circularresjrvado.Ale agora lem a Divina Pro-
videncia preservado esla provincia da epidemia, que
infelizmente accommettera as da Babia e l'.ra ; mas
convem que estojamos prevenidos para resistir ao
as
autoridades do lugar vilo predispomlo a popularan pa-
ra que n,lo se deixe aterrar pelo nielo, entregando
so abandono aquellos que forem accommettidos, e
desamparando ama liabitaecs; pois que esle pro-
cedimeulo que a reliuiJo e e moral lano reprovam,
he que le in sido a causa de ler a epidemia feilo ta-
as victimas. IIaven lo ccragem c diligencia, |o mal
remar, medanle a Misericordia Divina. He sobre
ludo necessario que as cmaras miinicipaes sejam so-
licitas cm remover as face* de infecrilo de seu mu-
e em estabelecor una ilceallaaeio cuidado
compositora, c consommada cxeculora, nao sabia
quem era Alozart, Keclhowen, Meyerbeer : as obras
drill", linham-llie passado dianlc do espirito como
um meteoro, quando lOduardo execulava-as de cor
no piano separando repciitinainente da feliz, melo-
da de soas proprias composicoes um thema celebre,
e s vezes urna parto, ou um scena inteira. A dis-
cipula csculava trmula de enthusiasmo, e applati-
dia com transporte a obra-prima que .atribua ao
pai.
A poesa [ em verso ) tivera menos soccesso. F'-
duardo follicara em vao os poelas. A poesa he o
amor de um bomem, de urna patria, de um Dos.'
Ah! quo homens! que palria Teria sido preciso
eulrar no circulo da vida real, locar c ve
prehender.
Eduardo leuloii realisar elle mesmo nm genero
conforme suas ideas ; mas seus versos limados c
correctos eram inanimados debaixo de seu licito a-
domo de epilhetos frescos e sonoros. O espirito rec-
io e delicado da filha dos Moorauoll noli ida com o
leile de llosa Joanna cumparava-os a mil cadver
embalsamado, ornado de joias e de llores. Ella leve
horror e nao quiz imita Ins. Demais llerodias escre-
via raras vezes.
A representarlo dos pcnsamenlos por caracteres
nos uenoros alimenticios i a que sejam -ao,. A'
N me, como vigario, cumpre promover com a maioc
brevidade o cuterramenlo dos cadveres, que lizer a
epidemia, evitando quanlo (or possivel -o apparalo
fnebre para au aterrar a populaeao. Apenas ma-
nifestarse a epidemia deve lanrar-se man dos meios
curativos apuntados peta commissao de hygienc pu-
blica, em quanlo outras providencias mo forem ne-
os setos
tennel epidemia,
que presentemente assola essa provincia, e je Ira*
invadido esla cidade, diversos ofliciaes Mpenore-na
guarda nacional desle municipio, desejando corres-
ponder ao procediraeolo philanlropico e caridoso do
goveruo, e prevendo quanlo poderlo sorer os guar-
das, que fallos de recursos para atalhar o mal. fo-
rem atacados ; resolveram reunir-se para tratar dos
meios de soccorrer os ditos guardas nacinnae*.
Esta reunan leve lugar no quarlel de-te rom-
m.Mido superior, e ah accordando-oe na* medidas
que parecern) mais adcqaadas.|deliberoo-*e Kgor
as instruccoes que por copia lenlio a honra da pas-
sar as rojos de V. Exc.
Espero que esta deliberarlo, bem como as referi-
das iuslrucc.es possam merecer a approva^ao de V.
Exc. e quando assim arouleca rogo a V. Exc. so
digne espedir suas ordens para que o< guardas ava-
cionaes que forem enviados pelos consclbos de be-
neficencia dos corpos, sejam recebidos nos dineren-
tes hospitaes das [fregaezias, concedendo-se-no- a
ser possivel urna sala para enferman exclasi va da
guarda naciuual, que devera ser diariamente visita-
da por ofliciaes dos corpos.
Kogare lambem a V. Esc. qoe consinta, e assim
o ordeue, que os guardas nacioues, qoe habilarem
as proximidades dos hospilaes militares, possam
ser a elles recolbidos, afim de evilar-se desearas,
sempre falaes em conduzir o doente para ponte*
mais distantes, sendo as desperas faitas cosa <
tivo dos eiilermos inderanisadas pela caixa de I
licencia da guarda nacional.
lieos guarde a V. Exc. Ouarlel do romaiMdo
superior da guarda nacional do municipio do Roes-
fe 9 de fevereiro de 1856. lllm. e Exm. Sr. cou-
selheiro Jos liento da Cunha e Kigueiredo, presi-
dente da provincia. IJariio da Boa-l'Ma, com-
mandante superior.
llavendo-se manifestado j nesla cidade a epide-
mia, que tantos estragos tem feilo cm alguna loca-
res do interior da provincia, e em diversos nonios
do imperio, mormente na parle da popularlo, bal-
dados meios precisos para compromplulaocorabalcr
o mal uo comeco de sua invasao, e sendo cerlo qoe
urna parle da guarda nacional desle municipio por-
tence a classe pobre, despida dos recursos conve-
nientes para garanlir-se das funesta i onsequennas
da molestia,quando abandonada oa nao combatida
a lempo : os ofliciaes superiores da guarda nacional
desle municipio abaixo assignados. resolvern adop-
tar o sesuinte, que nio so a caridade nconsea ce-
mi o ordena o espirito de ciaste onidn ao seutiroeal*
de fratern'dadc que deve ligar Indas as pravas colro
si, desde o mais elevado superior al o ultimo sol-
dado.
Arl. I." llavera cm cada corpa da cnarda nacio-
nal um couselho-te beneficencia, composto doa res-
petivos romiuan'laiiles He ronjpi|iia*. o presiJid*.
pelo roraniandaulL- do corpo, ao qoal incumbe ve-
lar e providenciar .obre > tralammlo des i ardas
i ci.'ii.es, qoe foiem atacados da epidemia, e r.a>
possuircm meios de medirar-se a >ua casta, proper-
ciunandn-lhes os soccorros preciso-, como abaixo se
eslabelace.
Arl. 8, Ocoosctho nrganisar autecipadamente e
com loda urgencia possivel, ama relacao geral da*
pracas necessUadas de cada eompanhia e que dev.-iro
ser soccorridas, a qual ficar.i eiawpoder do romman-
danle do corpo, ficando cada cofnmandanle de rom-
panbia com nina nula de soas pracas respectiva.
Esta relacao sera urgauisada por meio de iufornia-
ciies dos coinmandanles de coinpanhias. qoe as ob
lerio das scenos e estas das esquadras. Para osle
fim cada eompanhia dever.i ser dividida em diviso*
ou secees e estas em esquadras, deveodo as divi-
viseson secc,oes serem comraandadas por ofliciaes
da eompanhia e o das esquadras por interiores.
Arl. :t. O presidente do conseibo velara para que
laes mforin ir..;-- -e nao limilem a simples ouvir di-
zer, exigindo dos commandanles de eompanhia qoe
examinen) por si o estado dos guardas, e qoae peto
seo modo de viver, os meios de qoe poderao dispor
par* se tratar no caso de serem atacados pela epi-
demia, fazendo para isso visitas domiciliarias.
Arl. 4. O gualda nacional qoa se achar relacio-
nado como necessilado, e for atacado pela epidemia
far immedialamente dar parle ao cabo de seo dis-
tricto ou esquadra, c esle sem perda de lempo o le-
vara ao conbecimento do commandanle da secra,
o qual segundo as iuslrucces qoe livor recebido do
conselho dar as providencias conveniente* afia de
que o enfermo seja soccorrido, ou sendo recollndo
aos hospilaes do governo ou tratado em sua casa.
Arl. 5.' O guarda enfermo que tiver familia po-
den ser tratado em sua casa, se a-smi o qnu.r e
nesle caso om cantarada da respecliva oqoadra de-
signado pelo oimm.in lantc da secro Ihe servir de
eufermeiro, pelo que receber ama gratificara es-
tipulada pelo conselho, seno quizer preslar-se a
soccorrer o seu cantarada em paga.
Arl. tie' Os cirurgiocs dos respectivos corpo. viti-
larao os guardas enfermos que se Iralareui cm -u -
casas e dirigir.m o seu Ir.it.iuienlo ; e, sempre que
os seus afazeres o permitlirem. lambem v natariio so-
menle es que se acharem nos hospilaes informando
ao commandanle do corpo do estado em qoe esti-
verenv
Art. 7. llavera urna commissao central, presidi-
da pelo rommandanle superior, fazendo parle della
o seu estado manir. A esla comraitsio serio entre-
gues ns donativos que os conselho houverem arrr-
cadado para o soccorro dos guardas nacienaes e qo*
serao dislriboidos por ella a visla das rcquisices que
forem feilas pelos commandanles do corpos.
Arl. 8. O rnii-clho de cada lialalhao, assim aa
mo a commissin central, organisar.i suas in-li u ; -
afim de eslabelcccr os meios de soccorros com a re-
I-ii id ole e promptii'o que forem couvemaailes.
Arl. '.!.* Ao commundante superior darAo oa coaa-
maodaoles dos corpos parte* diarias do qoe bouver
oceorrido nos seos respectivos balalhAes, declarando
o numero dos guardas atacados da molestia, quan-
los corados, quantos morios, assim como quaulos
remedidos para os hospilaes e quantos em trala-
menlo em soas casas, reqaisitando do mesmo com-
mand.inte superior os soccorros e |>rovidrneia que
nao estando ao alcance da commistAo central salis-
fazer possam e devam ser soliriladns do governo.
Ouarlel do commaudo superior da guarda
Pouco a pouco o engenbo da msica invadia-lbe a
alma ; os accordes sojeilavam-se ao com'passo, e um
assumplo nascia debaixo das maos da rapariga ; de-
pois anda seus labios abriam-se, e com voz penc-
Iranle, suave, e cheia mesma mis notas agudas que
caracterisavam seu diapas.o, ella produzia suns ou-
sados c brilbanles de gracj inimilavel. Era um can*
to de passarinhos ou de sercia, tonga* cadencias, cs-
tremeciincntns du coraedo ; Iriuados breves como
i ni bater d'azas, balanco* chromalieos, moximente*
de ramos carregedns de flores ; expressiva c vaga
tingu.igem acenmmodada as ondulacjOB* invsteriosas
do mesm senliinenlo. f nilnn rhegava a poesa lu-
miuosa r radiante, viva aspiraran fclicidade. ap-
o.ii- pariedo j alpilante e casia de um mundo ignorado.
Ah! um pensamenlo sombro passava logo nesse eco
radioso : a poesa fechava as a/as ; llerodia selle-
java ainda com Insleza eiiliecorlando as passagens
de suspiros ; a voz parava, e a harpa depois de .ilgu-
ii.-i reflexes alllictis eilingoia-aa cm funebics ac-
cordes.
lo insnperavel impedia-o tambem de semir onlro suppe urna visla de rulara, una esperanca de pos-
caniinbo : era a vouladedeterminada de daiiar pe-|lcridado muitotnai*.precisa do qno as vagas hallti-
netrarai erodias somante os rumores da socicda-jcioacoesque impediam a rapariga .le estar roorta
de impossiveis de desviar della. N8o era tama ma-1 inleiramenlc debaixo das apparencias da vid*.
Iher que iioeria foruiar, poreni un rule idtal, rujas' Ella nunca applicava palavras Illas ns composi-
forcaa foaaViii ludas absorvidas na iiitcfliKoncia :|coc* mnsicaes que elaborava com espirito tranquillo;
exa'cla analoga da obra da nalureza, a qual pareca \ puiem as ve/es improvisava caprichosamente o -e-
ter compensado pela perteirao inromparavel da ra-
bera a estruclura auormal que dcia ao resto do
corpo.
Litros, msica, desenboa c inturas eram escnlhi-
dos depois de maduras rclleves quandn deviam ap-
parecer ao* olbos da menina, e sen numero era ev-
res-ivamenle restricto. Olanlo as arles, elle liuiita-
va-se a condu/ir a discipula atravez das difliculda-
des das ciinlices maleriaes de exeeuean. para ruja
perfcicAo moslrava-se inexoravel, e depois ileixava-
llie a livre esculla das inanifeslarOes de seu l.ilenlo.
llerodias conliecia eicellentes pinturas, o guara-
va i, nomo de sen-, celebres auiorc. llerodias, hbil
giiniln a improssao do inonwnlo phrnses de prosa ra-
denciada sobre urna melopea b-irmnuio.a, a <|iial a-
cnmpaubava com um ilirlnmo apaiionadn c aceor-1
dos sabiamente variado. eoinpoiean cm que a ar-
lisia reprodiuia semosaher o ucnern de llaydn o
de algumas passagens de Beelhowen. ou enliiu sol-
lejaniin, euruuli.iva os ni.iis bellos cffeilos da e-rola
italiana.
I'ousaliva o entregue as pbania-ni de soa imagi-
narn, minias vezes vilnava ili-liafi: laiiionle as ro-
da, da harpa, e acorde* lentos e oxplendidos esca-
pavam-ae d instrumento -em deaicuiu regnlai, sem
uiilru teguinieiilo que una i'oiielaeao harniunirj.
Vil
C'esl le bas.ir.i qui bit qu'on rer.ronlr.- une len.me,
Ou'nii remarque sa marclie, ct qu'on aune son port ;
Ou'on observe se yeux, el qu'on y mcl une ame ;
Uo qu'on > lil un mol qui chango votre sorl!
Ou bien qu'cn la vnvanl dan* la soiree, oisive
Jeler sur les passanl* quelqoes rega* dislr.-iits,
On se plail i tiver sa prunelle pensive,
A delruire un reno- qu'on ne ten lia jamis !
A Militaran de Chrislina, .i qual a orgulliosa
Iwanowadava onome patrouimico de MooranotT.
compunha-sc de um bello e vasto edificio uccullu
em mu bnsquo de bordos e de lilias, e oulra duas
eoii-trucrcs mais njiodeslas o menos espacoiai si-
tuadas dos dous lados do|Kirllo.
1 ma dessa* consIrorcSes I'na habitada pelo barito
de l.yssel ; ah achavain-sc a ra sala de pintura e
o seu gabinete de Irabalbo. Iwanowa e os mais ser-
io, ocropavain o nutro. (' u-l.-ll era reservado r\-
cliisivamrnle para a joven rnndessa esuaini de
11 i.ir.oi.
o gabinete de Irabalbo lomava lodo n pavinieulo
Ierren d paulino : un primeiro anda eslava situa-
da a sala de pintura, a qual terminas a em om ziro-
liorio de vidrn. llerodia- passava de ordinario a ma-
nhaa no gabinete e a larde na sala, a qoal, alcm de
estar niobilhada com elegaucia. servia tambo de
Mofa a flores raras.
Sem duvida mullas vezes nessa esliada silen- o
sa viajanles ou simples paseadores liniam admua-
dnonolavel ltante da joven aBMaWaj linliam na
procoiado com a vista atravez das cortinas iminn-
veis, liub ini-ua esperado lalve/. mas por fim roni-
nuavam seu caminbu brandamente occopadosda mu
c da msica : nada chegsia a llerodias.
A su com o pensamenlo do pai, ella lian od.iva
que sua \i>i podcs-e er ouvida |Kir pr-o.-- es-
Iranlias.
lia*, aconlcccu que urna noile, quando as roi.Us
da harpa vibravam ainda, ella novio snbir de fra
OM Vot grave e bianda. que eaulava o lumsnee de
Kadolpho. llerodias nunca ouvira oulra voz que a
ua propria e a do pai, orgao mullas vc/c- des-
fallceme, apezar da arle de Mr. I.\el, e que rao-
sava jeven discipula nuis i mor n, dolnrosa do que
presar, A VOI descoubecida era lorie em ro,le/a,
expressiva sem alterarlo, e fagucirasem delulidadc.
O ceracAu de llerodias batru-lhe no peilo ; rila
apoioaxe cm ansa cajeara, lie iremula eslava, e
lano tema perder tuna palavra. una nol.i fazendo
um movimenlo. Quando a voz eafc-n llerodias
lr.nroii-se a corlina, e abrin 1o-a i.:pi lamente, vio
claridade da la 111:1 hornea* parado dninle do pa-
vilhao, o qual evaminav* attaatlimeal* Esa* 10-
mem pareceu-llie lovcn, bello egr.cm.n.
o dearonheeido lirou n chapea!, e -amlnu *r*a 1 ei-
der de visla a jauel a ; ioi a claridade lienovot* il-
liimiuavH lambem o alto semblante de HeTadas,
Anillos. -Iii'i'i. de alegria e de -irpreza. tirar.un
immoveis, assim cerno em um sonlm e*abiipad*e,
coja tal-id.ide -eniiiuos confusamente di iv-1 1
de respirar, recelando qoe a vibrar.,,, do ar deane**-
le sbitamente. Ouanto dnrnu e-a rooleiuplaro,
ningiiem pude di/e lo ; mas um peusa nenio arri-
r.nlo. a leuiinir.....11. ,ih.ive-oil r.nu -ni nerita
de-apied.iila o cerebro -\.\ uparisa, ne ><. 1*11
hio entre rila e rll
1 ,

DIARIO CE PEM1IBUCO QUIRTI F iM 13 DE VERlIRO DE 1156
Mi do municipio do Recite 7 d levereiru da 1856.|jUStCi mal polo mais vil egosmo e pelo terror o 1 bem melhor que nos, c nao he por tanto para el -
Assiguadns.llarAo da Boa-Visla, commaiidante mais abjeclo, e que so sao nr-ulraes liojc porque nao | les (|ue o (litemos aqui.
superior da guarda nacional Jo HecifcSebaaUSo
Lope Cuimaraes, lenlo coronel chele de eslado
maior.Josc Candido de liarros, tonenle-r.uonei
chele do 3.' balalhao da guarda nacional.Rodol-
phojolo BaraU deAlmeida, lenenlc-coronel com-
111 ansale do .- balalhao Domingos Allonso .\erv
J;erreira. coronel commandanle do I.- balalhao.
Manoel Juaqnim do Reg" e Albuquerque. leante
coronel corauaiidanle do o balalhao. 1 enenie-co-
ronel do-i.o balalhao (de reserva1, Francisco l.uiz
Maciel Vunna.Alejandre Ansii'lo de iras Vil-
lar, mjor commandanle inlerinodo I." balalhao de
nrlilharia.Joo Valenlim Villela, lente-coronel
commandanle do :!.< batalhao de reserta. Jos
Narciso Camello, capitn coniinandanle interino do
I. balalhao de reserva da guarda nacionalThn-
maz Joso da Silva (iusmo.niajor commandanle do
esquadrao de cavallaria Conforme.O secreta io,
Firmiuo Jos de Oliveira.
EXTERIOR.
Publicamos em sesuida um notavel artigo do Ti-
mes combalendo o tldelo transcripto pelos jornae
franceies^.-om o titulo de : necessidade de um con -
armo edfopeu nara pacificar a liuropa:
o Acali de sahir a luz, sob o titulo extraordina-
rio de necessidade de um congresso para pacificar a
liuropa, urna brochura a qual o lugar em que he
inipressa e as circnnistancias particulares da situa-
rlo actual, da" urna importancia que alias nao me.
rocera. Nao discutiremos a quesiao de saber donde
lirovem esta publicoslo, nem qual he a autoridade
que a inspiron, ou approvou : trataremos exclusiva*
mente do seu propno merecimento, como se fosse
produzida pela imprensa de um paiz, oude cada ci-
dado |K>de livremenle publicaras suas proprias opi-
nioes, sera se Ihe importar saber aloque ponto essas
opinioes podem ser aRradaveis a poltica do guverno
ou coiitraria-la. A quesillo he por certo assas im-
portante j'-r si raesma, e deve ser discutida com toda
a franqua esimpticidade poraqiiclles que assumem
uestes lempos de difliculdades c de perigos a arrisca
da larefa de dirigir e formar a opiniao do seu palz
(I prologo dessa brochura conlem urna phrasc seve-
ra, dirigida.) imprensa iuglcza, arcusada de coulra-
riar os esforoos do soa guverao i medida que as pos-
sibllidades de paz lomao mais cousisteucia, e iflir-
ma que, assim como a Inglaterra nada perder da
sua dignidade pelo fado da independencia das suas
colonias da America, c a Franca tambero nao consi-
dera offeudida a sua dignidade pelos acontecimenlos
de 181* e de 1815, do inesmo modo a Kussia, ionge
de nada perder, ha de gauhar na conanca e na es-
tima da Europa fazendoo sacrificio de urna poltica
incompativel com a paz do mundo.
Se deve fazer-se a paz, he mister que seja haseada
na verdade, e no prologo de que fallamos nada te-
mos que nao seja inexacto ou exagerado. Longc de
ter fcilo o que Ihe arguem, a imprensa ingleza nao
empregou ineio algum para impedir que a Kussia a-
ceitasse as coudicres que Ihe eram oflerecidas pela,
potencias Miadas, e cerlamente nunca disse que a
Inglaterra vencida pelas suas colonias e a Franca
por urna di igario europeo nao sollrerim nem re-
vez nem humillaran. Esperamos lamben) que nun-
ca, para l'azer desistir a Kussia dos seus projectos,
obstinados de ambicio e de aggressao, a imprensa
ingleza dir que, depois do modo porque a Kussia se
liouve para provocar esta guerra e depois dos reve-
zcs que ella sulTren, podan reassomir a sua primei-
ra pulpa ou rehabililar-se na coufianoa e estima da
Europa.
Na nossa opiniao sao as iusinuaces d um corle-
zAo tmido qu lenta triumphar da vontade do im-
perador Alexandre cccultando Ihe a verdade por
ineio de riimprimentos destituido* de senso com-
mnm ; n3o he easa a ingntgem de om hnmein que
desoja fazer-nos conhecer o verdadeiro estado das
cousas, que appella para a raziio c para a prudencia.
Nao; se a Kussia lizer a paz, nao sera porque nclla
nio perde rousa alguma, mas sim pelo que a guerra
ja Iho tem fcito perder, e pelo que anda perder se
a continuar.
Se ella est persuadida, far a pal desde ja;se nao
est, nao queremos tentar de a couvencer por meio
de parases corlczcs ede cumprimen'.os lisonuoiros.
A brochura diz-nos que :l das ."> grandes polenrias
estao em guerra e que as outras > sao iucapaies de
as reconciliar ; poilano, nao ha. diz ella, oulro meio
de fazer a paz seno pela intervengo de um con-
gresso. Alcaiirou-se um resallado decisivo com a
queda de Sebastopol: a necessidade da paz surce-
deu a da guerra ; as potencias neutraes lornaram-se
respeilaveis, n que antes nao eram: a opiniao da
Europa he a favortna paz ; essa opiniao deve ma-
nifeslar-se conectiva e nao individualmente, e com
urna autoridade que fique cima de lo as as oiilras
autoridades.
Se a Kussia propozesse um congresso, dara a ine-
llior prova possivel do seu desejo de fazer a paz. De
' fado, as suas inlencoes nao eram criminosas, semen-
t notamos que cabio era grave erro esquecendu que
o|scculo das cruzadas ja era passado,
Se so reunisse um congresso, todos poderiam es-
tar certos da paz ; a Austria e a Prussia salicriam
reconquistar a importancia que perderam : a Kussia
continuara a desenvolver a sua prosperidade iudus-
Irial; a Franca e a Inglaterra viri.im o lim salutar
de urna guerra que deve expor anda mais duras
provas a allianra dos dous povos, einlim os estados
secundarios alcaucariam garantas e seguranra na
piola-rao collectiva da Europa.
Repelimos estes argunieutos por intero porque
nao ha um s que nao desapprovemos corupletamen-
le. i.'u.il he o verdadeiro obstculo que se oppe a
paz.'
Nao he porque a l'russia c a Austria sejao incapa-
zes de no-la dar, anda que a Austria e a l'russia
loai hoje mui pouca influencia e poder: apenas sao
simples comparcas no grande drama que si esta re-
presentando ; lie que a Eussia lem sido ate aqui tao
cobicosa de cngraudecimenlo, l.io devorada por urna
ambicao sem principio, que anda pensa nos seus
projeclos de conquista e de anuexarao, anda inesmo'
depois da fortuna da guerra Ihe ter demonstrada
que sao irrealisaveis. Fortalecen, diz a brochura,
fortalece! as potencias medianeiras, c como a Aus-
tria irresoluta e a l'russia limida nao foram bem
-u. cedidas, accrescenlai a su,i irresolurDo c a sua li"
midez a irresoluoao, a timidez c a venalidadc de
todos os estados secundarlos da Europa. Tereis en -
ti i arbitros, a cuja decisoas potencias belligeraules
deverao sojeilar-se, e ruja opiniao sera a causa e a
saucedo da paz.
Pergun(ircmosm primero lugar, que necessida-
de temos uos de medianeiros e de iolermediarioi?
Se as coodicoes que exigimos sao rasoavels e mode-
radas; he do nosso dever manle-las, alias he rnisler
redundas ao poni que exigem a raziio e a modera-
co, mas em caso algum devemos submelter-nos a
inediarao de potencias que s alcancaram a posioao
de arbitros qne para ellas se pede, fallando aos de-
veres da sua situarao e no mundo, concadeudo a sua
approvaco as potencias occidentaes e reservando os
seus bous ofliciospara oOrienie.
O ver dadeirn congresso seiia aquellc em que so o,,
belligcraules seriaiu representados, onde a harmona
seria garantida, nao pelo poder que tivesse a maioria
para impor a minora, mas por um mutuo accnrdu
bascado sobre as comlicoes que os Iriumphos de uns
Ihes permittiiiam exigir ; e os apuros dos outrosos
obrigariam a acceitar. Audaciosa e corrupta como
no Rauta, anda be luliiiilivaincntc mais respetavel
tem mais direilosa considerai.ao do que a multidao
dcss.is misetaveis realezas de que baje se comporia
um congrcsio europeu. I'ara que iramos nscnlre-
gar a nossa causa a essa rcumao de soberanos .' Oual
dentre elles nao seria expulso, nao s elle como a ma
polilica.se porum minenlo se suspendcsea repres-
so, que faz com que os povos nao sejain consulta-
dos ucm ouvidos".' I^uaes s3o os seus accessores e os
seus representantes.' Os delegados de caniarillias
compradas pelo ouro da Kussia, liumens oobertosde
(ominendas rnssa-, pelasquacs vcuder.im a sua hon-
ra pauoal c a independencia do seu paiz : liomens
imbuiliis dos mais acaudados prcconceilos de rara,
a desprezando os seus compatriotas que nao partici-
para dos seus privilegios: homensque aborrecem a
Inglaterra porque de livre, cqueestimama Kussia,
nao to porque he um poder despolicu, mas sobrelu-
do porqtM he o campean c o baluarlc do todos os ou-
Iros despommos. Accredilamos lirniemenlo que .i
nossa causa lio justa, c confiamc que nunca ha de
ser snbmellida a decisao de um tribunal lao iniqin.
Temos mnanoa na forra do nosso braco, e eslira-
mos nao nos deixar burlar pelos esforoos da diplo-
macia, que lenta fazer-nos perder de vista as oondi-
c,es que soiii(H.,-|.;saz poderosos para oblor pela forca.
Nao participamos do motilo que o aulor da brarhon
lem para com as potenrlm .pw i, ,|r NobaiobMara
Hpada, n a poi consideraos., l<: modei ir.lo e ,U
liveram a coragein e honc-li.l.ide sullicicnte para lo-
mar parlo no combale. Antes que sujeilar ,i nossa
pendencia a um congri-sso, em que a Rosta seria
omnipotente.pelos votos dos seus vassallos e dos seus
mercenarios, decidan as armas entre nos: be um ar-
bitrio ceg, mas ao menos be um arbitrio imparrial.
Naoitesembainhamosa espada sem sabermos o que
isso nos poderia cuslar, nao a lomaremos a ombai-
nbar sem lermos alcnncado alumno garanta mais ef-
licaz que a que poderiamos esperar da sabedoria e
Haldada de um congresso de soberanos europeus.
[Jornal do Commercio de Lisboa.)
ACorrcspoiideiioa Pnusiana,gazela semi of-
bcial de licrlim, traz as seguinles particularidades a
respeito dos progressos realizados no reino da Cre-
ca depois da 'un lar ao desle reino :
A populacho do reino da Creca, que em 1830
era de TOO.tHX) almas, conla boje I milbao e -J0O,(IOO
almas, augmento que se alo encentra em nenhum
oulro Eslado da Europa uestes viola, c cinco lti-
mos anuos.
A cultura do trigo a lal ponto augmcnlou que
baslou ipiasi para as uecessidades da populacho as-
sim acresoida. A da vinha, que al 1KJ0 s oceupa-
va jO.UOO itrcmme* ( geira grega, ) se estende boje
a quasi 180,000 strcmmci. A colheila das uvas de
Corinlho sextuplicou de vinlc e ciuco anuos a esla
parle. A Creca conla, o que be importante para
um povo chamado o acommercio martimo, sobre os
seus 1,200,000 habitantes acluaes 27,000 marindei-
ros, proporoao que em parte ulguina lio Uo favo-
ravcl.
Durante urna guerra de exterminadlo de sele an-
uos quasi lodas as cidades e mais povonres do paiz
foram saqueadas, c se liouve misler de grandes es-
foroos para as reslabelecer. Na Allica, os Turcos
haviam quasi totalmente destruido as olveiras, coa
Horca, ot Egypcios, sobo eommando de Ibrahim-
i'acha, as Mnhas. Iteleie-se que depois de 1833 -e
lem despendido no reino, em conslrocoes diver-
sas, em planlacOes de ccreaes, vinhas e olveiras, a
mportaucia pelo menos da<0 inilbes de tlialers.
No meio do progresso material, lem-se tambern
cuidado dos meios de cultivar e Ilustrar a popula-
cho. A fundar,ao de urna t'niversidade em Alhenas
he urna erapreza mui meritoria,se allender-se aos li-
mitados recursos do Estado. Ha no reino da Creca
presentemente i~!l cslabelecmeiitos de nslrucoo
de toda especie, comprebendendo (SS preceptores e
cerca de 40,000 alumnos. Urna quanlidade de im-
preosas funeciona em Allienas, e os ricos negocian-
tes gregos estabelecidos no eslraugeiro consagran]
sempre grandes sommasao meldoraraento da ins-
rucsao publica,
'Jornal des Debat.)
A unida.le existi desde Augusto al a chegada
dos Lombardos, sto de, prrto de stitctnlos anuos.
No im do dcimo sexto anuo, a Italia se divi lio em
duas liarle', a lombarda o a romana. II reino lom-
0 anligo c Ilustre presidente da repblica de Ve-
neza dirigi a lodas as gazetts de Pars, sem dislin-
Cjae do opiniao I caria seguinle :
l'aris, III de dezembro de ISVi.
Senhor. As duas comlicoes essencias de urna
vida nacional completa sao a independencia e a uni-
ficaran. .
Crcio superfino demonstrar urna proposito lilo
exilenle para lodo homem de boa f. l'ensem so-
mente no que seria a nacionsldadc francezj se a
Franca deixassc de ser indepcndcnlc c nina.
Os Hllanos aspiram a conquistar a frucao de
urna vida nacional completa. E-por issodevem que-
rer, e querem a independencia e a unificaran da
Italia.
Mas um prejuizo funesto embaraa, em parle seus
esfprros, iit phanlasinailbes barra o oaininho. e faz
arrefecer o ardor necesario para a feliz retatelo
das gratules emprezas. As numerosas dlliculdades
reaes acrescem aimle as imaginarias.
Cr-sa geralmenle na Italia que a Franca e a
glalcrra s5o e sempre serio hoslis a rnificajao ita-
liana por mesqninlnis consdcraoei de invalidado e
de Miteju.
Eslou certo que he um erro. Em seu grande c
legitimo orgulho, a Franca e a Inglaterra, dictes
da civlisaoao europea, devem sfr c sao nacress-
veis a todo senlimenlo de inveja. ou de i i validado
pira com oulra qualquer naciouali lade ; e em sua
viril inlellgencie, ellas devem comprehender e com-
preliendcm que s tem a ganbar com a prosperida-
de e a grandeza de seus vizinhos.
Mnha couvicro a esse respeilo he plena c com-
pleta ; mas olla seria impotente para destruir o er-
ro, que lenlio assigoalado, nao sendo ella apoiada
pelos orgaot da opiniao publica na Inglaterra c na
Franca.
I.ogo depois da caria que dirig redaco.io d0
Sitcle, em selembro prximo passido, na qual cla-
ramente fixei a formula da aspiraran nacional ita-
liana nestes dous lermos nseparaveis : Independen-
ra e unificacao, as gazelas iuglezas desde o Times
aleo Leader se ho pronunciado .favoraveis a esta
formula e lem acedado com sytapathia nao s o ter-
mo KHt/iearo como o de independencia.
t ma declaradlo anloga da imprensa peridica
franceza seria um immenso servico prestado i causa
italiana.
A questao que estaheleoo he esla :
Se n'um futuro prximo ou aflaslado, emprean-
do os meios que a providencia poria ao nosso alcan-
ce, chegassemos a conseguir o nosso lim ; se a Ita-
lia, cessando de ser una simples denominarlo geo-
grapbioa, podesse lornar-se urna indivilualidadc
pollica poderosa e prospera, poderia isto ser peri-
gnso ou nocivo, ou simplcsmeulo dcsagradavel
Franca'.'
Pens que, apartaulo Ind discnssjo sobre a pro-
babilidade da hxpothesc, um escriplor intelligente
e hbil poderia sem inconveniente Iraiar esla ques-
IHo de una mancira geral, abstracta e elevada, c
na perspectiva dos inlcresses permanentes, polticos
e econmicos da Franca, fura e cima de lodo mi-
ntate transitorio," c de toda preuceupacao de partido,
de cabala o de pessoas.
Os leslemuuhosde sxmpalhias que em muilas oc-
Siiioes tendes dado a mea infortunado paiz me dan
a esperanca, senhor, de que vos dignareis respon-
der a meu appcllo.
Olferero-vos desde ja es meus agradecimcnlos, c
rogo-vos ao inesmo lempo aceitis cora agrado o
protesto de minha especialaonsi.lerarao. Mani'n.
A carta do Sr. Mana c a qoesiao italiana.
Duas grandes quesles absorvem os peosamenlos
e o patriotismo dos Italianos : a independencia na-
cional e a forma de govemo que convir dar-te ,
bardo, indepouilenlonienlc dos ducados de Spolelle
e de lleneveulo, comprcheu lia pelo menos a mela-
leda Italia, e, cora urna constilaicao menos defei-
luosa, leria reunido a pennsula iuleira. Mas este
reino nao era mais que um amalgama de duques,
com um chote eleclivo, leudo o titulo de re e una
autoridade irrisoria, lano era limitada. O que fal-
lou a csses res foi urna d\ Hastia que podesse, como
em Franca, constituir a undade nacional. Toda-
va, a tendencia dos Italianos para a onidadt ra
lal, quo elles a teriam realisado no lempo dos Lom-
bardos, se Luitprand depois da conquista de Itavan-
nes a livesso felo capilal dos seus Estados, e se li-
vesse lido her.leiros de um inerilo igual ao seu-
Mas a imprudencia de seus successores c a oppeti-
oau dos papas cliainaram os Francos para a Italia.
Impussivel he nao se lira*admirado dos esforoos
que faz a Italia para conservar sua unidade no mo-
mento metalo que a feudalidade nascente fracciona
todas as naces da Europa. De Carlos-Magno a
lleurique II. elli formava desde os Alpes al ao
Carigliano um Estado como o comportavam as ins-
liliiioes da poca, mais unido quo. a Franca e a
Allein mlia, e se os imperadores ah tivesscm resi-
dido, .i unidade eslava por seiu duvida feita, como
no imperio do Oriente*
A guerra das investiduras entro os papas e os im-
peradores fez arrebentar as grandes c verdadeiras
divises polticas. 1 ni eulao que se operou irrevo-
cavelmente a separao.io da Kaixa-ltalia, que os pa-
pas reiviudicaraiu o direito de soberana quanto a
Koma e as provincias do anligo exarcbalo, e que
a questao politice religiosa poz em hoslilidade as
provincias que lomaraiu partido em favor do papa
contra as provincias'lombardas liis ao imperador.
I.iilreiano. apezar das paixes e odios vilenlos
que a pruduziraiu, esta separaoao era lao opposla
ao espirito nacional, que o elemento italiano rea-
cliou sua forra e sua CobesSi contra o elemento
germnico naiiga conlra Frederco Barba-Roou,
a qual, embora as fallas de seus chofes, mauleve
iuviolaveis o direito das repblicas italianas, e a
independencia de suas rclaces com o imperio.
A rivahda.le dos papas e dos imperadores laucou
a confusao na Alleinanha e na Italia. Os impera-
dores tinhain na Italia partidarios, mas nao po-
suam all nem Estado era subditos; eram cueles
departido e nao soberanas, e sius apparecimentos
momentneos ateiavam em vez de acalmar a discor-
dia. Os papas residiam na Italia, c dalu a sua van-
la;em sobre os imperadores; porm, soberanos
mal legaros, e nao leudo crdito sciiao o que lira-
vam da religi.io e do clero, buscavam sempre sua
forca as disseuses publicas. Inveslidos da dupla
autoridade espiritual c temporal, c sacrificando, se-
gundo as circunstancias, ama .i entra, nao pode-
ram nunca eslabelecer sua autoridade como cheles
da grande repblica italiana. Elles chamaran, em
seu soccorro ora esse, ora aquello principe, e sua
ambicio inquieta, sin amizade inconstante foram o
maior obstculo para a unidade da Pennsula.
N.lo obstante essa pollica dissolvente, e desor-
ganitadora, a idea da unid ule italiana na fol aban-
donada. OJs Visconlis reunirn! era um s corno a
liaba superior, e mullas partes da Toscana, e um
delles, .loao Cateas, tenlou fazar-so re da Italia.
O governo de Vneta ja consttoia um grande F;si
lado na Italia superior, na central e na Apnlia,
piando a liga de Canibr i, formada cnica a rep-
blica feneca, lornou irreme.aves a divisRo da
Italia e sua sujeicao ao eslraugeiro. Al eulao,
poslo que incompletamente unida e mal governada,
ella lilil i sido independenlc.
Uestes fados mu snmmarios e mui incompletos
resulla que a unidade da Italia nao be um sondo da
republicanismo moderno. Se esla unidade nunca
se rcaliso!, foi porque os imperadores jamis residi-
rn na pennsula,e os papas lem residido em Rama.
Mas a II. lia lem constantemente lutado contra oslas
duas poderosas causas da anarebia, c. em contra po-
siejo a opiniao contaran), as >uas divises rieran) nao
c para o aleancar he misler de meios. Ora, sses
meios s.lo de maltas sortes ; c da um partido que
os possua todos ? Nao ; eadw parlido tem sqf forca,
sua influencia, seus recursos particulares, Porque,
pois, todos os partidos, raniinhando para o mesmo
lim, nao reonem lodos es seus meios '.' Para ser in-
dependenlc a Italia, precisa ser urna repblica '.'
Nao. Precisa ser urna monarcliia .' lambein nao.
luida '.' Sim. Logoanidado c independenciahe
a nica divisa razoavel, a nica acceplivcl para lo-
dos. Em 1793, a Franca resisti a coalisao a mais
forraidavel, porque niaichou c.im o mesmo impulso
sob um governo forlo e obedecido, c salvando a sua
independencia firmnii a sua liberdade. Sirva este
exemplo Italia.
Onde'lioje, para a llalia. o governo forle e nacio-
nal que reprsenle seus direilos, suas aspiraoes,
suas esperancas'.' F;sse gofernu nao esll nem em
Koma, nem em Florencia, nem era aples, nem
em MiUo. O papa, Fernando II. o rao-diiquc de
Toscana c a Austria, n.lo represeulam a Italia, a
opprimem. O unico Eslado que representa a llalia.
o nico que soja Italiano de coraoao, de principios e
ueceirns teem-se excedido a si proprios na l.ulroeira
dos pesos ; mas os liscaes estao fazendo direito a ir
para o nutro mundo, quando lenh.iin de ir, cora Ulna
boa carga de osos ao petCOCO.
Quanto aos magtlTtfe*, csses loera la seu deslino,
que he roer es ossos, que os fiscaes Mies fornecercm.
Dos Umggi nada sei presentemente.
O Sr. Dr. ebefe de polica acha-sc emconvales-
cenoa.
Corren no dia a eleirono collegio desta oidade.
Consindn matilisar a eleiefio do Lirramento, porque
os cleilores nao quizeram edegar a rerlo aecorde,
mediante o qual al se comproraellia alguem a sup-
prmir conimunicacocs ofliciaes. foram lomados em
separado os votos daquelles eleitores. A especularn
be a melbor possivel para ipieni liver maioria em um
collegio, e quizer intililisar a iniuoria adversa. rSos
circuios ser um agente hercleo.
Aquelles eleitores quizeram protestar na acta, e
disse-se-lhes, qne dcxassem para o lim, no que cites
convieram porque nao distinguem bem o exordio da
perornoo. No lim, porm. allegou-se-llies a pres-
cripoao e incompetencia de lempo. Ora usanarhro-
ou marcarem as testas. ; nem todos >3o de marca is-
cariota.
Poucas fogueiras nao fazem nada ; se alacareni
por lodos os hceos, ras, travesas e mesmo pelos
quintana, e dentro das rasas lendo a noite fogueiras
queimando rezlas aromticas he de crer, que na-
turalmente o mal nao seja tao intenso romo se sup-
pe. O que cima est Je ludo islo, he o animo .
nos mo approvamos.quea par de um terco a esleja-so
bailando, mas aeonselharel, que depois que o povo
alimente o espirilo com as obras pias, as devores e
oraroes, lambein moderada o bonestamtnlt alimente
ossenlidos para que ess^s ideas exageradas dos |Cr- i lempo farei por envitr-lhe a tota en rde
(radiroao. o nico que lenha inleresie na indepeu-1 nismos eleitoraos sao pessimo, c sic rulo esiijubeo,
agente tambera enrgica em lilaos liberaes, nao se
enchertou na acta protesto, nem meus peccados.
O Sr. Antonio Chaves, que nj se deixa codilhar
la porque o desejam.uo aclo de assignai, quizdeseu
nunlio e signal I turar urna verba, que servisse de
protesto ; mas o livro Ihe foi arrebatada por um re-
edunedudo doiitor derdeiro em linda reda de idn-
ticas bravatas, que teem rendido a seu antecessor
augmento de fazenda pela lei do clasterio.
D'aqui um couflirlo de impulsan, movimenlos en-
contrados sempre horsontaes. e por pouco que a;
inaos nao descrevem parbolas, e perpendiculares, e
curvas ; mas era descont, as linguas moveram-se em
lodos os sentidos, bem contra as regras grammaticaes
no que primaran] os dnulorcs, que suspcnderam na-
quelle acto as garantas do porluguez. Os homens
teem carta branca para ludo.
O resultado do collegio foi favoravel aos dous can-
didatos Drs. Felizardo, e Flavio ; lodosos mais fo-
ram mal aquinboadus, e nao devem estar muilo sa.
lisfeilos.
Ainda eslou firme em minha suppose,ao, de que
enlrarao na lista o Dr. Flavio. commendador Frede-
rco, ficandn a queslo de entrar enlre os Drs. Aesis
e Antonio Jos ilenriques.
Ouanto a mim e outros amigos, estamos com (oda
i quillia em socco ; foi o naufragio mais solemne, de
que ha noticia na ohronica dos naufragios. IJuera
nos mamlou querer ir aos polos? .
Estamos confiados e animadnhos rom os circuios,
que nos dar.ao alenlo. Oh vivam os circuios. Nada
ha de haver tao digno de ser visto romo um desata-
do redondo,
Tivemos nossa procisclo de Cinza, que estove ex-
cellenle.
Nada mais occorre que mereca mcni;ao honrosa.
Disponha em quanto Dos quizer, de quera com es-
tima e veras he e ser seu amigo, c correspondente.
Salva a redacen.
dencia nacional, he o Piennuile. Talvez oITcnda-
inos aqui aluumas pessoas, com asquaes alias esta-
mos em perfeita communho de sentimenlose de dou-
tnnas : porcia primeiro que tu lo cumpre ver os
fados e desconfiar das illuses. Ora, he evidente
que o Piemonle he, ueste momento, o grande recur-
so da llalia. (,lucr se alllijam, quer se regozijeni,
be um facto.
Muilo se lallou, c se falla ainda de guerra popu-
lar que oppoem a guerra real. Sem levar esta ques-
tao mais longo que convem, cumpre recoiihecer,
porquanto, he ainda uia facto que a guerra real nao
oonseguio expellir os Austracos da Italia, c que a
guerra popular he uin sondo, quando trata se
le hitar contra um cxcrcilo numero e disci-
plinado, {contra uiaa potencia que enlrelem na
Italia cerca de ceir. mil homens, que oceupa forta-
lezas de primeira ordem c urna linda formidavel de
operaees. Para expcllir um (al iolmiga de urna
lal posioao he necessario oppiir-lbe urna forca an-
loga. I."ni pov i insurgido pode sorprender urna
gnarnicao, forca-la a retirar-te, pode-se defender
lio recinto de urna cidade, .aas nunca podera com-
baler e vencer em campo razo tropas regulares.
(i Com canfines, soldados e boas armas, c n3o com
palavTM he que se vencem a canfines c soldados. I
O Piemonle tem soldados c eanboes, sou pois Pie-
raontez.
Estas palavras sao do marquee Jorge Pallavici-
nio, um dos Lombardos espoliados por Kadetzki, e
presentemente mejnliro do parlamento sardu. O
Sr. Jorge Pallavicinio he um dosses martyres que
provam a sua f por suas obras. Compromellido
na conspiraran de Confalnnieri, passou 10 anuos em
Spielberg, perdeu as mais bellos nnnos de sua vida'
sjorificou a sua fortuna : e o seu'patriotismo caval-
leiruso fortificado pela perseguio/m, he 13o ardentc
boje como em 1821, Nao he perraillido a nin-
guem desanimar, quando estes veteranos da liber-
dade mostrara lauta conlianca no futuro.
A independencia da Italia he orna questao de
lempo, porem nao mais una questao duvidosa. A
inesinn diplomacia reconhece que ha alguma rousa
por fazer ; c couvciioer-se-ha que ha 'ludo por fa-
zer ; se quizer assegurar a paz da Europa, pondo
um lermo a anomalas e iniquidades que a teem sem-
pre compromellido. Se esla obra dejuslica e de
repararan se cumprisse sem a inlervenrio da d\m-
naslia de Sib mi. esta dvinnaslia nao poderia mais
existir ; mas possa ella e queira concorrer ellicaz-
menle, qual sera o patriota italiano que repelliria
o seu apoio, ou Ido negara seu concurso '.'
A .reunan da llalia, debaixo de urna s forma
de governo, qualquer que ella seja, ha de ter lugar
cedo ou larde, estamos disso convenvidos. Mas pre-
ciso seria crear-se grandes illuses para cre que
seja negocio fcil c de ama realisacio prxima.
Keconhecer-se deve mesmo que, por emquanlo. na-
da parece mais aflaslado do que o movimentn poli-
tico, donde pode sabir essa soluia.lo.
Mas, ja que esperando-so, a llalia posue um Es-
lado que tem um estandarte, urna poslejlo diploma-
tica importante, un Eslado que (orna-se cada da
mais forle, mais e-limado, mais inllueule, a polili-
O coadjuclor que araueu por algn* das, ja vai
prestando ser vicos.
Ha aqu urna rocheira rujo dono piolen le-m
Creso cott a epidemia reinante.
A alhmospher ,ai a melhor. Pelo firmamento
vcem-se novens esbranquicadas e cimentas obre mu
assento de ail, e o vento om pouco rijo derrama
frescura.
O membro da commissao a quem o Piano dea
Dr. esta anda innilo \nuaK dissu ; he taludante do
lerceiro anno de di.eiio. haz faTor ;,0 tHl
o moo perder ? () ,eu ,,_ !,,,,.
bacliarelar-sc primeiro.
O ceraiterio tem recebido al esla dora 77 cada-
veres, nffo so da |ov oaoSo tomo de fra. A sen
rorislas nao pennanecam por muilo lempo nos ni-
mos dos fracos, que daslam ellas para llies lomar af-
reclados.
S. Exo. o Sr. oonscllieiro lem necessidade de
12 de fevereiro, s 8 horas di maohaa.
Conliiius o povo desle lunar a Iraaer os aatilt
amarrados para n.lo cabirem de pasmo '. Os mdi-
cos !! os mdicos .' Eu por mim juro que ao
i sao liifios desta provincia, e ts qut o tao, to rana-
ere um hospital em S.Jos, porque os doenlesquo gado,
vem do aterro, Cihanga ele. por certo que nao no- L A enano de que Ihe f.llci ((ralada eom o liavw .
lean resistir mais de meia legu, em um., padiola j ^ ;l;rlr-md:,irf?.et0zaBOa-V,'U E,""a-.
sem eslarem medicamenlados ; c bem assim de aug- A mulberdo engeuho Soccorro t os dous filhinho.
mentar o pessoal medico daquelta freguezia, porque ,em-e lido todo cuidido : ale esta hora nao foram
da muito impureza das ras. c os hospedes de Sanio i,,,c"lu, '' epidemia. Passou um alteres da Vi
xiifin JahoalnAlr ole n. .... .11 i !'"ria %""1 *u,re=,r ao subdelegado ariiumeuln.
Anl.o. Jaboalao etc. ele, que por all algures se ar- | correiame t palronasde varios soldados fallecido-,
rancham tem disunado aquella parle da cidade. I Do acadmico Campello nao oossoube diter nada'o
Felizmente j os habitantes de Jaboalao nao alteres. IJuemsabe se o rapaz nao se perdera ro
tem (ao corajoso subdelegado, que pegese no fm- SSJ'*1? da Vlc,ori"' uu ai0 "* alteado do
*** ... n As., hora..,
O Sr. Eduardo Frederico Banks aclual sub- Muda-se o lempo c nos com elle. Saltei do leilo
delegado de S Jos lem-se prestado incausavelmen- i a" esttmpido dcscominuntl do Irovao, ao futi'.ar do
le aos infelizcs atacados na s, freguezia e bem as- relam"aB e a0 Irepilar da copiosa chnva. As ti
B ... Ill0ras ee'sou a chuva, porem o ceo he negro c bem
sim os Srs. l/icio Monleiro da Franca e Izidro ins- neero, c o trove rihomba no horisoute.
peelor da ribeira. Dos os preserve da epidemia para I Estiva e nao estivo a ser atacado do Br i tes. mas
qMtjame arrimo da pobreza.Fclizmeule o Sr.con- devido ao Irovejir horroroso Quanto a mim. que
Ja< *nl........." luca" e "P. '"as sim da vio-, Mf uonl se,0 c 0 ca,ru,0 m^vuigar querem que
enra que poderes egostas e rvaes li/.craiu as ten-
dencias naturaes das Italianos. Sempre que oppor-
tuua occasiao se apresentoii, estas tendencias se ma-
nilestaram de urna mancha nc equivoca, c a Fran-
ca parlicularmenle leve a prova no lempo da re-
volucao. A senhora de Slael disse mol acertada-
mente que < o desejo que de lodo lempo lem lido os
Italianus illuslrados de se reunir n'um s Estado,
e de ter sullicicnte forca nacional para nao mais
lemercm nem esperaren] dos eslrangeiros, mnilo
conlribuio a favorecer os progressos do general Bo-
napartc. F'oi, com efl'eito, ao grilj de viva.a
Italia que elle passou a p me de l.odi c foi
esperanca da independencia que elle deveu o aco-
Ihimenlo dos Italianos.
A graiidn desveutura da llalia, he Koma. o uuito
ponto verdadeirameiite central, estar entregue a
um po ler incapaz de reunir em um s corpo a Pe-
niiuiula e suas dependencias. Aos papas nao falta-
va ambicao ; porm, em vez de fundar o seu poder
as iuslituiees polticas, quo creara o espirito das
naces e as dentiOcam com ni que as governam,
se lem posto era lula contra o mundo, leu, ostenta-
do pretcnees que lem ounlra ellos sublevado as
potencias, e tem governado tao indignamente os
seus Estados que o paiz o mili tnti-paaistt he cei-
lameett a Italia, e na llalia o Eslado romano.
Os elementos de que se forman) as vigorosas na-
cionali ades e ns poderosos Estados existen) rrois
na llalia. e se osses elementos teem sido divididos,
ne-Mlralisa los, improductivos, he porque Ibes lem 1
faltado urna forma de governo, que Ibes permita se
desenvolveren] e aptrfeieoarem-se regularmente.
K qual deve ser esla forma de sexenio? Bis onde
ns c'spirilos se dividen!, c comer a discussn. O
Sr. Maiiiu er a simplificar cora o termo unifica-
o, que admitle. diz elle, todas as formas, e Injus-
tamente por slo que esle termo no< parece desgra-
nado. Porque, at ao prsenle, a llalia tem sido
tan frica, 1.1o fcilmente opprmida '.' Porque tem
sido dividida. Logo, se queris faze-la forle e in-
dependenlc, exclu, primeiro que ludo, de vnssas
lodos os Italianos, reservando sua opiniao sobre a
forma do governo, se rcunam a esse Eslado para o
ajudarem a conquistar a independencia da patria eom-
mum. Auezar da opiniao contraria de pessoas que
nos sao cmiras, esle de o unico proceder que nos pa-
rece esclarecido, patritico e verdaderamente ita-
liano-
O Piemonle possue a liberdade da imprensa e n
liberdade da tribuna, c depois do desastre de No-
vara selle tema honra da palavra pela Italia muda
e comprimida. Estas duas liberdades sao o escudo
e a salvaguarda da patria italiana, urna forca contra
a qual se irao quebrar as intrigas, os maos designios
e os e-foroos do absolutismo, se os partidos, sacri-
ficando inesqiiinhas rivalidades de pessoas e de sv9-
lemas souberem oslar accordes para defender a in-
lependencia do seu paiz, e a liberdade, que be nos-
so bem commura, e pela qual somos lodos soli-
darios.
A. I'eyral.
(Preste.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCQ-
PAKAHiliA.
8 de fevereiro.
Estamos enlre scylla e carybides. enlre o fogo e
agua, enlre a espada c a parede, enlre o cholera c a
lebre-amarella, de sorte que he mister dupla fclici-
dade, tirar duas vezes a sorlc grande para escapar a
csses dous llagcllos, que vieran) dar aqui o seu ren-
acz cous, como territorio neutro. E o que salara do
consorcio d'esses dous furiosos destruidores do gene-
ro humano'.' O que aprouver a Mizcricordia Di-
vina.
O cholera faz-sc scnlir em lodos os limites do sul
da provincia, e com quanlo nao tendamos condeci-
menlo de um caso bem verifica lo em nosso territo-
rio, com lulo scn precursores alii and.ira por toda
ella ; c le-m) asiustado os inexpertos, que suppcm
combinarles, de rosaos projeclos de futuro, ludo o
que poderia maater, ou Irazer este eslado de frac- !scr C"B "" neaeaa.
conamenlo e de impotencia. Na Taquara allirm] o disliuclo osludanle do l.
O Sr. M iiiin falla cin federaoo ; mas para exis- ; auno medico, Eslevao Cavalcanlc de Albuquerque
llalia lomada senhora de seus destinos. Osparli-jr de urna mancira honrosa e iudependenlc, para | Jnior, que lem havido casos de rholcriiia, bem de-
dos, accordes quanlo a primeira questao, se divi- |so applicar a um grande Eslado. o enverno federal
"tem a respeilo da segunda, p como a qucslau da : exilie rondices (pie nao cxi-lem nem na Italia, oem
independencia por si i tenha nina importrtela eu-'. "a Europa. Se ns Estados-I'nidos, amaior. a mais
ropca, jamis temos eomprehendido o porque os gloriosa e a mais poderosa federaco conliecida, em
Italianos se expunham a compromellerem o bom ef-
feilo de sua uuanimidade quanto questao nacio-
nal, manifestando, como o fazem de lempos a lem-
pos, seus dissciitiinenlos sobre a quesiao poltica.
Sempre consideramos essas discussOes como intem-
pestivas e desagradavcis. Eslavamos eriderrterner
le em erro, pois que um humera filo competente,
como o Sr. Manin, um Italiano lao eminente pelo
caracler. pela nlclligcnoia e pelo patriotismo diver-
ge da nossa opiniao. O Sr. Manin nv-lhor que nos
sabe o que convem ao seu paiz, e visto que elle
chama ainda a allcnoao publica o a discussao sobre
a llalia he porque, em contrario da nossa opiniao,
o momento he favoravel. Mas mai cortamente nao
o he para se tratar de todas as questoes incidentes
que o Sr. Manin-avente em sin caria, e, nao obs-
tante o nosso vivo desejo, i incompletamente po-
demos rc-ponder ao convite, que nos dirige. 1,1-
milemo-nos, pois, questao esseneial.
Depois que o Si. Mcrtlcrnirh disse : a i tafia
lian lie tengo urna cxnresso gcographica n be mo-
da considerar a unidade italiana como urna pbanla-
sa de novrlla, urna vaga aspirarlo do orgulho na-
cional. Os apnphlliegraas. por mais que eslejain em
foiinal ooulradioao com a historia, vo avaulo, pn
luear de confinar rom paizes liaros, com regics
immensas. inhabilitadas e semi-selvagens, livessera
por visibos poderosas uaoes como a Franca, ou a
Allemanha, ha muilo que eslariain derribados ou
alaatruidos. Na lCuropa conlineiital a federaco s/,
ntda crear lvslades traeos, Filados pequeos. Es-
sos pequeos Estados sempre divididos ou npprimi-
dos, sa cauatjkpermaueulcs de complicaoao, c, em
vez de os multiplicar, a poltica deve ten |,r aos
supprimir.
Os fados fallan) bem alto, o, pava nao i,armo.
terminados ; e de IdTerentcs pontos do interior che-
gam noticias de grassircm certos incommnilos de
ventre, que licnignos, vo predispondo o terreno,
era que lem de marcha o Jadeo lirranlcr.
No norlo a Cebra amarella dilima os pobres maru-
jos eslrangeiros, que cahem as ras, romo fulmina-
dos. Alguna navios nao teem tripularlo para se-
guir.
Felizmente apezar de fatal c intensa nos estran-
.cros, nio lem ella fcilo sentir sua maligna inlluen-
ca nos naeionaet.
A populjcao reaignada nao d signal do observar o
que vai no porto, e a livgiene publica lem se descui-
dado lauto desso cruel iuimigo, quejha Iros, anuos
bstanle a alcrroii, quo conserva o foco de infecctO
PAGINA AVULSA.
ffisc HA, e
Jadiara criminosa. No paleo de San Josc,
na casa n. :1. mora um tal Theophilo, que lendo
com sigo um alilhado, lera ao inesmo lempo urna
virlima de sea genio brbaro. No sabbado noite
pnueipioii a castigar esse pobre, o qual o mais que
pode ler sao 10 anuos, desde as 9 horas da noile, al
depois das 10: parece incrivel, mas he a verdade
pura ; para dar lim a lao croel castigo foi preciso que
alguem balessc-lbe porta. O inspector logo qde
soubc foi sindicar do tacto, e fazendo veslo-
ria ao-menino, achou um dos bracos lodo mordido,
que co e sendo pcrgiintado, disse que mordera-o
para elle largar a tabica. Sr. Dr. promotor, por
parte da bumanidade pedmos-lhe, que lome em
consideracao osle facto ; nos nos responsabilisamos
por sua veracidade !
Desojamos saber com inslancia, se ser ou nao
possivel obilar-se a magua c saiuent i do sado va. um destinado ao consumo ib -
ta cidade, o qual desde Pe Iras de Fogo ale cbeuaT
a nos, passa por uraacscalla de atravessamealos. que
o resultado he ebegar aqu um boi por um preo,
que nao pode a carne verde ser vendida seno aos
ricos,-licaudo aos pobres o triste recurso do mo por
bai.rWo udefleclivel e sempre salubre e nutritivo
bacalho. Agora, que venham a nos os economis-
tas de-sos BastmO abalisados, e digam-nos se o direi-
to de'industria, com quanto garantido por esse livro
bonito que chaman) cous....li....tu....i....c,ao, deve
ser manlido cora leile de primeira barriga custa
do suor do p ivo '.' Entretanto, vennam colo-
nos !
Alguns pnmbciros vendedores de pexe), leem
codeado perfeilamenle a polica e aos fiscaes, quando
asseveram, *ue relaltiam o pescado de jansadas de
sua propriedade ; q'ie esperlalhes qual, Srs. lis-
caes anda eonlinuam a atravessa-lo aos pescado-
res dessas praias do sul e norle, c mesmo aos daqui,
para venderem por exorbitante preoo aos consumi-
dores desta praoa. Pedimos toda vigilaucia a este
respeilo. c se querem verificar, vejara as respectiva.,
matriculas dessasjangadas uo arsenal de maiinlia, e
no caso de que.... fogocom os bichos no chelndr '
para nao zombarein tanto com as autoridades, que
de sorte alsuma devem consentir, que lacs malditas
sanguesugas chopem ao povo seu sangue j (,1o
aouoso .'
Convem operar-se na riheira de San Jos....
nltendam opcr,ir-se, islo he, promover-se urna re-
forma em sentido de melhorar a sorte de muila
gente ; pelo que lembramos n seguinle :
I." A transferencia do mercado do falo, ou mia-
dos de boi, do lugar cin que actualmente se acba, pa-
ra o queauaixo aponamos, com que certamente p-
decvilar-sc as ftidasemaneefcsdesee mercado, c
qual, se bem que regado algumas vezes por mez, ex-
hala continuamente l.io m.io cheiro. que seria capaz
de produzr una epidemia, se j nao a livcssemos
entre nos.
i." O rsbiliclecimcnlii das quilaiitleiras na praoa
vaga pela sabida das falciras, para que aquellas, que
estao sempre exposl.is ou a" calor do sol, ou a ebu-
va e lama, o somante abrigadas [algumas] por iasuf-
ficienles barracas, liqucm abrigadas por um telbeiro,
e aecommodadas sobre um chao ladrilhadj ca una
poca em (uo isto nio he para desprezar.
.I. A ven la do peixe para dentro das casinhas da
rlbelra, desde o arco da conscieocia at a pona, que
faz esquina com a ra de Santa Kila, lirando 0 mes-
mo pexe fora do ardor do sol, que n moe, e os seus
vendedores ao abricn das varaoes almospberieat,
o que boje tanlo os mdicos recomiaendam.
selbeiro lem pessoas devotadas, qne o ajudarSo a le-
var ao calvario o pesado Iciibo; Cvreos devotados-
Um amigo particular do Sr. Dr. Aquino, pre-
sidente da commissao de hygiene, communicnu-nos
que eslava anlorisado para declarar a quem se per-
sudase, que S. S. houvera solicitado passaporlc para
a Europa, que era falsa lal noticia.
Nos nunca demos pe-oa esse boato,tilho sem duvi-
da da maledicencia.
Os batannos, ou bailslas da roa Terco, sus-
pendan) sua diarrha de dalisas quando na igreja
cstiverem pedindo misericordia oh que gente
amiga de putar. i
Nao sera mo que a polica rnndasse a ra da
Aurora, afim de dispersar um certo grupo de inno-
centes, que se reunem junto a casa das exposlas, fal-
lando em cousas dignas de serem gravadas em lami-
nas de m.. .e tal !
Antes de honlem sesunda-fera'um soldado
de cavallaria espancou na rna da Ca lea com panos
de espada a nra ineuino almocreve por nao querer
ceder o ca val lo sem que sen pai ehegas<;. Oh Srs.
sso he muilo alm de tantos flagellos mais esse. e
sem proveilo A polica deve com boas modos fa-
zer persuadir a que esses malulos cedam seus caval-
los, e quando nao queiram tomar-los, mas nunca
espanca-los. Esse fado foi observado por mula gen-
te, e nos pedimos providencias a respeilo.
Consta-nos que o hospital da Caridade est
sendo um sempiternas horror! O Sr. administrador
duvidou receber um padre aneciado de demencia !
que dcshiimanidade Xr. escrvao.em nome da clas-
se sacerdotal Ihe agradecemos os esforoos que fez para
esse pobre sacerdote scr adiraitlido !
A casa de delencao esla no maior Taceio possi-
vel : Sr. major Florencio mil louvores.
A casa dos expostos a-sl urna miseria ; esla
rompn hospital da Caridade ; fallara at (ravessei-
ros.
As exposlas estao bem, grabas ao capricho do
Sr. Duarle, e encarregados internos.
Nao se pode supportar o despejo que fazem na
ra da Aurora.
O povo clama cm rereio de serem enterrados
os cholencos ainda vicos : preso por ter cao, c por
nao ter c3o.
Animo, meus irmao; coulinuai a mostrar-vos
em.mies a Deas, nao abandonis os templos, embo-
ra ide ao Ibcatro.
.lie amanhia.
lenha o couheclmeiito do que aquillohe, e faz im-
pressionar-rae, avalle o que nio era no povo Na
pov.ara., haviam 10 doenles particulares, dos qaacs
1 graves, li benignos, e os mais coa va esrentes.
No hospital 7, dos quaes 3 grave, nm benigno, e
os mais em convalescenoa. Augmente mais um
doenle particular que cahio esta noile. Do mais
I ao farei scienle.
Estimo que Vino, passe bem do Bren e livrc->e
do cholera.
_^^^^______Idcm.)
REPARTigAO DA POLICA
Parle do dia 13 de fevereiro.
Illm.eExm. Sr.Levo ao coohecimenlo de V.
Exo. quedasdifferenlesparlicipaeOei hoje recela-
da-nesla reparlico, consta que se deram as se-
guinles occorrencias:
Foram presos: pela subdelegaeia da freguezia do
Kecife, o porluguez Francisco Jos da Silva, por
haver espaucado a um menor, e o preto esertvo
Albino, por Insultos.
Dos guarde a V. Esft Scerrttrit da polica de
Pcroambuco 1:2de fevereiro de I856. Illm. eExm.
Sr. cooselliciro Jos Bento daCanha e Figoeiredo,
presidente da provincia.O ehefe de polica, Ijs
Carlos de Paita Teixeira.
Difttri* &e *$cmnmbuco.
COMARCA DE NAZARETH.
II) de fevereiro.
lao preorcup.tdo teulio estado estes das, que s
agora veo-me a' lembr.inca que o correio deveria
sesuir boje para essa capilal : vou, pois, Iraoar
aqui algumas linhas, muilua pressa, para dzer-lh o
estado era que nos adiamos.
A epidemia vai deseiivolvendo-se solTrivelmcnlc
por quasi toda a comarca : aqui varias pessoas leem
sido della alectadas, porm beuigiiameale. tanda
que se algumas deslas tem oslado em maior periga,
nao he isso tanto por forra da molestia, como peto
abandono e miseria, em que se acham : porm,as
maiorcs a "icres acode Dos, algumas almas cardo-
sas leem olbado para esses desvalidos, e Ihes leem
estendido raao caridosa.
Oulro tanto nao tora succedido pelos arrabaldes da
cidade, e por alguns engeiibos. ^
Era Babilonia hoaveram honlem dous casos de
raorle, ambos succedidos cm escravos do engeuho,
sendo accommctlidos mullos outros, de cujo estado
ainda se nao sabe.
Em Alagoa d'Anla hoaveram lambein dous casos
de morle.
Em I.uncirs conlam tercm lia vi lo muilos, ebem
assim, em Terra-Vermelha e em outros lugares.
Aqui ha uus remedios chamados da pobreza, os
quacs dizem-me seren distribuidos por conla do go-
verno ; mas, como os mimes qoasi sempre nao ex pri-
mera a.pullo a'que sao impostos, parece-me que os
ditos remedios sao mais dos ricos do que dos po-
bres, a
Honlem vi eu um moco, que por forma alguma,
quera que ochamassem de pobre, cal seria capaz
de ofl'erecer un carga de pa'o a quem lauto se al'oi-
lasse, correr lodo azafamado, pedindo remedios da
pobreza para soccorrer a una cscrava de pessoa de
sua familia, e como n3o Ih'os quizessem dar cora
lana facilidade, gritou, esbravejou. ameaooaj o reo
e a Ierra, e por lim.... os remedios--foram removidos
do poder de quem os liaba em sua guarda, as loco-
inoces estao muilo em moda !
A lanuda que chegou honlem a' 'eir, foi muilo
sansfaoon a tacada logo pela matihaa, sendo que
por isso ao meio dia nao navia itetiliuma, senao as
vendas, e por preoo exorbitante.
I Carta particular.)
JABOATAt.
II de levereiro as 10 horas da noite.
Mal pensa va cu que hara sollrer lauto nesta po-
voacao.
l'ilho da Victoria, mcllea-se-mc em cabera quei-
raar parte da cidade para desinlTecla-la : porem al-
guns homens do povo a quem conimiiuiquei a mi-
nha idea, querendo apedrejar-me fum.
Mal me bavia acnmmodado no eixo do carro, es-
le pirrlio como tira vapor. Oh a.pullo sim he que
era viajar. Victoria, montes, rios, casas de campo,
engeahns appareciara e d?sapparcciam cm um fe-
char I ollli.s.
Chego a Jaboalao, c coran o Dr. pesasse muilo. t
me livesse infeeladu da nova epidemia llrite^.
Competi, Monleiro ou terror, c.i fiquei.
Scismando muito lempo, o arrependido do meu
proceder desrogradu, entend que poderia fazer pe-
nitencia confeestndo a minha poltronera, e e-cre-
Ilontem apenas recebemos as nossts corresponden-
cias de S. Amaro de Jaboalao e de Nizarrih. as
qnaes fieam transcriptas cm oolro lagar, e deltas
verio os nossos leilores o que tem occorndo uaqtel-
les dous pontos.
Estamos aulorisados a|declarar que oSr.Joaqirodc
Almeida Piauan, pdarmaceulico eslabelecido na ra
larga do Rosario ti. 12, perlenoenle ao 1. dislrictn
da freguezia de S. Antonio, offereceu aviar gralui-
lainciile as receilas dos pobres do mesmo dislricto do-
rante o lempo em que reinar a epidemia. Julgamoa
que o procedimento doSr. Pinto he digno de louvor,
e esperamos que elle seja imitado lelos stus col-
legas.
Bl'LLETlU DO CHOl.EKA-MOKBtS.
Da enfermara do Calmo sahiram por se achatrin
restabelecidas quatro pracas do curpo de polica, que
liaham sido recebidas das antes, e fallecern) qualro
pessoas, entrando nesse numero urna mulber. qoe
h.vviasido admittida no periodo lgido adiantados.
cando em Iralanieulo seto.
Na enfermara da Boa-Vista leve entrada Berln-
leza Maria da Cooccicao, casada, natural desla pro-
vincia, e esta em Iralamenlo.
Na enfermara de manaba fallecen a prcla Rosa.
esorava de Joanna Prudencia, rerebida no dia 10 do
correle, terminando pela diarrha, nao obstante ter-
se operado a reacoao.
A commissao de beneficencia da freguezia dos
Alagadas, cm oflicio de honlem dirigido a presiden-
cia da provincia, commanicou qne ale o dia lo do
crvente tinliam latiendo all trinla e tres cholenco,
pela mor parle procedentes de lugares infectados, e
que existen) as enfermaras e em casas particulares
setenta e nove, c acciescenla que a epidemia tem ac-
commellido com mais tona em Tejipio, Barro,
Peres lnqnia, daudo-se alguns casos na freguezia
dos Afosados. Ella declara que as enfermaras es-
labelecidas uestes lagares se acham montadas, sendo
os doenles soccorrdos a lempo, e fallecendo aqeollf-
que hao sido accommettidos fulminante, nn que ata-
cados em suas casas nao d io promplo aviso, e dit que
os cadveres do engenho Santa-Auna ja foram inhu-
mados.
0 vigario interinoda freguezia de llamaraea, cmn-
munica em oflicio de S do corren le que em Caluma
'.res militas ao norte daqnella ilha. se deram uW
caso repentinos de cholera em escravosj de um mo-
rador, sendo diveisos os accemmellidos pela cholen- -
na, que ha tros semanas reina na dita illia.
O Sr. Dr. Duarte de Ferias em inicio de hoje,
communiea qoe fallecen de cholera fulminante Ha-
phael F. los Carcia.cahindona roa do nueimado.en
Sr. Dr. Seve diz em um da mesma dala que una
pessoa de sea dislricto medico a(acada de choleros
se echa em tratamcoto desde o dia antecdeme, e
pede um soldado do corno de polica para arorapa-
nlia-lo no servido dos pobres.
li de fevereiro as i horas da larde.
Relaoao das pessoas que fallecaram do cholera e lo-
rain sepultadas no cemiterio publico nos das II
e \-2 de fevereiro de 18Vi.
Maaoel Jos Luiz, Pernambuco, 35 auoos, pardt,
freguezia de S. Antonio, hospital do (.armo.
Josc de Aojo do Nascimento, Pernambuee, 4.
anuos, braneo, hospital do Carmo, freguezia de S.
Antonio.
Casemiro Antonio, Para-JO annos, freguezii de S.
Antonio, em sua casa. '
Migael do Paraiio. Pernambuco, fregaeziade S.
Antonio, hospital do Carmo.
Kapbael Flix Jos (iarcia, porluguez, M auno.,
rregoezia de S. Antonio, hospital do Carmo.
Rosa, esorava, .50 annos, frica, freguezia do Kt-
cie. hn.iMl.il ile marinha.
Victoriano, itera\o, Pernambuco, 80 tunos, fre-
guezia da Boa-Vis!a, em casa.
Resumo da mortalidade.
Mortalidade nH -li doras, 7 pessoas :
liumens (i mulder 1.
Morlalidade ale naja M :
lloracns: m,liberes 11.
. Dr. Joaqnim i Aquino t'oHceca.)
senao um excropla, vele a Saissa. A santa atlianea ; ni porto, o o que mais de para laslimar, urna enfer-
concedeu-llie a neutralidade, com a candirn iu,. i maria de manijas na cidade.
I'eiilio reoeios de que ella muilo breve, eraras a
ella tibcria manter a sua Irauquillidade interna,
e fazer respeitar a neutralidade do seu territorio.;
He em virludc desta clausula do (rolado de Viennt
quo de lempos em lempos a l'russia e a Austria in.
tunara a autoridade federal ordens tilo .penosas e
meaoadoras de intervenoo. Nn he occasiao de
julgarmos da neutralidade de mu paiz situado enlre
a Allemanha, a Franca c a llalia. neutralidade que
a Allemanha o a Friura jamis respeilaram. O que
queremos fa/er notar, porque vera bem ao caso.
lie que as polenrias, declaran lo a Snissa ora Eslado
I federal, quizeram, nao a gurar a sua neutralidade,
que dispensara os habis que os encontrara e os sim- | ma'i l' mpedi-ll de loi nar-se assfs ferie para r-
ptanos qne os repelem. de ipresenlar raxoM e de es-1 "-'r- *m caso de necessidade, pender a li llanca para
ludar os faelos. Aquellas quccunhccem a llalia dif- 'ilJo porque se declaraste : e tai para arrancar a
ferenlcmenlo. qoe pelas faceras diplomticas do Sr. Suissa de-la (iluar.lo de inferioridade que o paralo
Mellernich sabem que a unidade da Italia existi I lineral qoiz, era IKi~, snbslitnir i esta confedera-
em quanlo oonservou era Koma seu centro c tan 1S"0 tytlemaliCiimenle enfraquecida nina uni.io mais
ponto de opoio ; (pie, perdido lodo ponto de apoio i campada, e fa/.cr rever a cna-liluieiio por una as-
pola ausencia dos imperadores, e culpa dos p;
pat,
I semidea COUslilunle. E para que, pois. reconheeer
a llalia, graras indestiuclivcl honioueneidade dos I como a l.iissivel na llalia um rgimen eondemnado
seus elcmcnlo!, licoii unida desde os Alpes al ao pela expeiieueia o rcpcllido por aquellos a quem a
Carigliano: pie largo lempo lutou contra a falali-
dade dos acontecimenlos. a divisan dos partidos, a
forca lem iinpo-
Estamos convencidos que, para ser forle e inde-
bvgiene e mnnicipalldlde, se desenvolver enlre nos.
Os ealcrraniealcs de alsiuis aflectados lem sido
fcilos, sem muila ceremonia, no cemiterio publico.
Creioquo nao be muilo invcjaxel n .s-a posioao.
O digno esludanle de incdei ina do que cima fal-
le, offereceu-se a S. Exc gratuitamente para Iraiar
de todos os affedados do cholera em Taquara c l'i-
timbu, cm cujos lugares oll'erecea dual casas, nina
de seu veneravcl pai o Sr. coronel Eslevao Cavalcan-
lc de Albuquerque, e oulra de seu honesto irni.io o
lenle coronel llrrculano de S Cavalcanlc de Al-
buquerque, para fundar duas enfermaras.
I'.v hirihem a dc-pnsico dc-S. Exc. a quantia de
oilcenlos mil res, por elle collada de urna subs-
oripeio. que promnveu em prol dos desvalidos.
Esse he o preced.nenio de ara verdadeiro Parahi-
bano. I.imom nula os'que lem vergonha de scr
Parahibanot.
Escusa di/.ei-llie, que S. F,xr. areilmi lao ilislinrlo
ollcreoimenlo, que mandn crearas duas enferma-
fias, e forlicce-las de ambulancias.
As chuvaa coolinuam cora forra, o as trovoadas
vendo por desencargo dos meus horrorosos pere.a-
i A aecommodafao das faletrat as ctsinhl] da I,lS- escrever esclareccndo opiniao publica,
mesma riheira, que lcain do mencionado arco alo a com a mira na Verdade. Da penua liz.ini l.uout pa-
,i ra acoutar aos maos como ca.e ura instigador da vir-
esquina da rinda l'raia da carne secca' eom que se |jc para 04 |,ns.
Que quer'.' Se cu cnlendo que o escriplor pabl- quando u
co beaquelle que firme e com nobraza sentencia
evita o inmoral coilo dos jogadores. que consla, fa-
zem nessas casinhas seu diario, e lioifo bom ei-
rcr. ,
As vantagoas deslas medidas sallam aos olhas mc-
nos perspicazes I I salubridade publica, e parli-
cularmenle dos moradores do largo d riheira, das
quilandoiras. e vendedores de peixe ; >* peixe, fruc-
lis c verduras fresras ainda que faca ardenle sol: 3*
lesempcca do largo da riheira. parle do qual ora
i>;)ntitituicai>4>i>.
IIOMEOPATHIA.
Aot amigos da homeooalla.'.' O eiutfre como
meio curativo e presercatico do cholera tnorhm l.
Adiamos diguos de toda a altenoao os dous arti; M*
que abaixo transcrevemos do Soticiador Alagoai lo.
Ha pooco quando o cholera fe/ seus continua, Jos
eslugos na oidade do Parta vimos cutas de pea Na
de la fazendo grandes elogios a homeopalhia e in-
dicando as tinturas deeimifre ede camphorac< uno
os principaet remedios para esta lerrivel inolesli a, e
os svmptoiflas para que eram prescrplos combii >am
admenle com os que dcscreve o Sr. I cma>.
0 Dr. Jahr aronselha a lindura de enxofre c orno
medio intermediario que deve ser empre ;ad...
m ou mais me bramemos, apezar de bem
i escollados con
O subdelegado a dar demissoes em um lal ins-
pector pollrao, nomeaco naquelle enrgico patri-
la, humanitario, i erminacao a que comparecam
lodos para receber ordens de enferuiaria-, receilas.
medicamentos, dinbeiro, etc.
Ah aora sim, temos polica.
O Diario de do oorrcnle dizque os membros
orcapaui as nuilandeiras, a suiaessao desses covit lla commissao bendceme erara 1. quando sao (i.
II.... ... I, ... ...."!, ^..1.. ...-..(..^.. |-^n -
de noile lem sido quasi certas, o invern promollo
falla de rorca collectiva : e se alguma cousa Ide res-! pelenle, a llalia deve ser urna ; porem, ainda di sor iranio lisongeiro.
la alrave, do lodjs as revolnces e de lodas ai; zemos. a discusann a respeilo he i.....mpe.lva. lla i Os vveres leem enrarecido, (alvo/mais pola es-
de r.ir.i-, heneenlimenlo da unidade e especial-, urna bandeira seguida por lodos os parlhhw : a da pernlarlo de algnns do que pela eocawer. Acarno
meale i paiijo indapendenril. Os Italianos o u-1 independencia. Mu a iiidependenc be o truno, Itom estado peatin, eanlreiie I pitucas. Ut car-
de jogadores : '. linaliiienle urna verba do reoeila u
cmara que pibe cobrar de peixeiros a qnittndcrai
ama pequea contribniego que elles pagaran de boa
vontade, por isso queso Ihes proporciona lugar para
tercm u.irihidos os utensilios de seu' trabalhos o
abrigo contra as injurias do lempo.
lome a llliii.i.o.marana devida considerac.aooque
deixamos exp islo, e o publico ajuizar se temos ou
nao cabera de me di lassalva a redacoao.
Pedimos com instancia, que a Illma. cmara
mande suspender por ora os dobres fnebres, llcan-
i'lo so os signaos de preces e procissocs. E-le nosso
pedido he bascado era militas reclainacnes, alias
justas.
Contina [o sobrado da ra do (Jueimado
lanj.ir ra as aguas.quc tratanaam por toda ra!..
. Srs. liscaes. por quem s.lo.lirem as causas que
oasaarto os olleilos...csses bobos, csses anguss... fa-
zenj lano mal rom essas fruelas verdes, com essas
pocas (Icournas as esquinas que sei ea nos p-
rete de muilo proveilo na adualidade acabarse com
lado islo. '
-i- Que empanadas implicantes lera alguroM lojai
da ruB do Livramerito; pafnee-nos que so foram
feilta para o qiqaalc do Correio. Senhores locistas
mais um poc.iedio...mais,..p'ra runa, porque aim
livraro sua: empanadas d< mi. fincaren, os chapeos
com a mo na coasciencia e oulra ao coraoao. sobre I T alorme o qoadro dos symptomas d. i mo-
quanto escreve'.' lcslla deixam de aproveilar sendo causa disso 11 p-
ra, que passa ser destruida pelo cuxofre. poden, lo eu-
lao qualquer dos mesinos remedios ser tpp lirado
com proveilo : assim parece que dado desde f rinci-
pio poder melhor |fr || rgipnhl para i >s ou-
Iros remedios. >*"^ .
Como preservativo; pode ser applicado a qu ilqtirr
quabdadede pessoas. pois nao exige oulra dicta
alera d'aqaeltl qne deve ser guardada no 1ero,po em
que reina esta lerrivel opidemia.alini de nao se pre-
dispor a ser della alarido: de um remedio q e nao
cusa o falmloso preoo porque se eslao vende ado ou-
Iros, est ao alcance mesmo das classes pobr is UlO Ira/, coiasigo inconveniente algum o po r tanlo
irig.ss.ra a ir par.|. hospi.al. (ueria I T XT^t ^ '"J5 "*** mi lis f,c''
itcefe. O que he de pfa7& l *'V? *" M"" *" ou dni,s l' *
< .nt.il., ....... o.......___ .
Por aqui ja se pergenia pela manala. Como pas-
sa do Bntest Pergenio a Vmc.; e por esta cidade
como vai o llrilcs mi terror do cholera '.'
Foram i cadveres boje para o cemiterio: I do
hospital, oulro urna enanca da poroaoao, c outros
2 de Sania Anua e Soccorro engenli -
A's ."i doras da lardo enlrou para o hospital oulro
-oblado de fu/.ileiros no peirodu lgido. A oulro
soldado de polica que passou doenle nio liouve (or-
ejas que o obgassein a
man r no
pcilo. ciivol'rc enlre as raeias ou nos spalos. Ve. inielha-
O novo subJele^ado vai ponliialraoiile desempe- mos por lauto a lodos que osera delta mujuta------
lando o cargo tiara nue fui iiiineado. IU liban.lo o cargo para que fol naneado. Os soldados
i de polica teem limado saadores, preservativo
do cholera. Acompinlnin o medico, vo na carrei-
ra voi lal remedio, leva osle ollicio alii, aquellc aco-
do nada aproveile lambem
ri usar.
Entendemos nada dever
mal nenhu aa pode
i artico-
arrescenlar
la, ele. O povo entrado na estrada do dever, ronli- que se segiiem, pois que no, ralla a ovneriei leu aro
una a preslar-sc aoserwro do hospital e cemiterio. pria o era cosluinanios ------- ,
Nao ha sido necessario a forra. Ainda assim os po- | L ..,,,. l",an,0;' apossarmo-nos di o, .de.as
licias sao aqu necessarios e nao devem scr retira- l
dos. i 'or *s'a occasiai
Condnua o delegado no seu reprihensivel pince- Ios amigos da hora,
iler. Al esla hora nao he chceada a povoac.io. enviando algumas
Dizem-nos que o hospital do engenho daquelle Sr. ,es e resull-i .'
delegado esta mal dirigido. Os doenles do cholera
nos seus dill'erenles periodos eslo lodos em ara sa-
lan. Aqu os separan) conforme o grao da molestia.
Pense Vmc. que entrando ara doenle benigno,
e vendoum a morror, oulro muri, isso no mesmo
lugar, c se o hornera for frico de animo, s tal pa-
norama nao o leva a sepultura .'
Arha-. pre constante no seu posto.
irnos cora instancia a lodos
eopalhia o obsequio de ; los irem
olas a respeito das suas applica-
coei e resulta- que taremol.len.ta no r un ili,o des-
la eafermidadc. e rogamos-Iaes lodo n cuid ido e al-
tenoao na applicaoao dos remedio?, afim de que del-
, les se possa lirar Indoo retallada de que sao capazes,
no que minio ganhar a ciencia e a han unidade,
e nao se rao,, apphcace. a (,;,,. ^,q (ljw, ,, 1(|
reeullar descrdito m svstema.
Aquelles que nos qui?-rem honrar cm rsla fatoj





MI ITI! A
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l\/C~l




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DIARIO BE KHABUC8 QiRTA FEIM 13 OE FEVEREIRO prnleslamoso mais profundo, recouhecmenlo, e da
su.i dedicarlo ao sysieuia homeopaftiico oosamos es-
perar este obsequio.
Consultorio liomeopatliieo ra Nova n. 50, pri-
meiro andar.
Dr. Loba Motcozo.
Ti atamento do cholera pelo Dr. I. M.
de Lemos, medico que viajou ltima-
mente pela Europa.
Keinando o cholera asitico nincuein deve despre-
zar.cerlos incommodos, que deuuuciam a influen-
cia epidmica.
l'odem ser ephemeros, que a diela faz desappare-
cer ; mas quaodo um certo grupo de sollrmenlos
se pronuncia, he misler cousidera-los como mu aviso
providencial da nalurcza, que sofl'redora, reclama
promplos soccorros, c parcimonia nos hbitos e
l'uucres da vida.
De noite, e pela madrugada, he quando ordina-
riamenle lemanifesla o cholera : no caminho, em
urna jornada, sob o sol ardenle, malla o viajante,
que ou'por congeslao e verligens, ou pelo canuto
e fraque/a pb>sica, cabe desfallecido ; he nestas oc-
casioes, que o medico u,1o apparece, e que o pai de
familia, o chefe de fazenda, ou o camiuhante deve
ter corosigo^coroo precaueao, um pequeo vidro com
espirito da camphora e oulro com tintura de en-
\ofre.
Estes dous medicamentos alteruados curam ra pi-
llamente qualquer grupo de symplomas que coinci-
da cornos qoadros abano descriplos, de suas virtu-
des relativas aos prdromos, e primeiro e segundo
periodo do cholera.
A pessoa que se senlir atacada, deveri logo reco-
Iher-se i cama e eobrir-se com sufliciente roupa :
lomara da tintura de emol're de Klein 10 minutos
por tres vezes duas gottas em nina rolher chela
de boa agua fra ; eno caso demelhori espadara os
intervallos das doses por I, de 3 huras ; se porem as
primeiras tres colheres, nao apresentar(rnelhora to-
mar mais tres doses de 5 ero 5, de 10 em to, de
|."im 13 minuto- iln espirito de camphora ; vollan-
do a tintura do encofre depnis.
O viajante podan em caminho, sentindo-se ataca-
do, tomar do mesmo modo duas gottas, de cada um
desles remedios por sua vez, botando-as ua palma
da mo, e levando-as u lingua.
No primeiro dia he mister urna dieta absoluta,
sendo v ataque grave, e nos mais ligeiros tomar
caldos de gallinha, de frango ou de carne ele. abs-
leudo-se de qualquer comida mais.
Sgnaes porque sejdi a conhecer a infec;.lo cholenca.
Displicencia geral, c qiicbramenlo das forras.
Perturbarlo e dor de cabera, vertigens.
Atordoamento e zuidos dos ouvidos.
Tristeza e abatimento moral.
Pallidez da face e dos labios.
Cootracc,ao e pressao no estomago.
.Milus Trias e sensato de fadiga, e de turpor nos
dedos.
Ps fros e pezados.
I.igiras dores de caimbras as barrigas das per-
lias gemello. .
l'ooca sede, nauseas, vmitos raros.
Nao haveodo anda a dyarrha e apenasdsposicao
para ter he o espirito de camphora que se lomar
primeiro, de 10 em 10, ou de 15 em 15 minutos, al
que ressem ai dores do estomago, e que o fri dos
ps e oaos, seja substituido por um calor geral.
Com efla applicarlo Jo doente quasi sempre cahe
em soin.no com grande transpirarlo e accorda res-
la betecido.
So porem aos symplomas cima descriplos, ou a
urna parle dellej, se juntam.
Teso de cabera c principalmente na lesla.
Nauseas e vmitos facis.
Liogua coberla da urna saburra viscosa e adlie-
rente.
Pulso demorado, ou frequeDle.
Clicas, ou ligeiras dores do veulre.
Itogido e som de gorgolejo dos intestinos.
.Dyarrha i requeme, estercoral, ou abuosa, de mu-
cozidades brancas, rom flucus branca*.
Dyarrha lambem de cor verde, tirando para o
bianco, ou prclo.
As evacuaroes sendo abuudantes e debilitantes.
I lu mas raras.
Olhos encovados e'amorlecidos.
Eis os symplomas, qoc dando-se primeiro, asigna
de preferencia a tintura de eiuofrc ." duas goltas
por cada eolher d'agua fria de 10 em 10, de i em
15 minutos, e com maiores intervallos.
A dyarrha, e rugidos do venlre, as dores, e mes-
mu clicas, desapparecem como por encanto.
Sobsislindo porem nauseas afluencia de sa-
liva.
Vmitos albuminoso e a lingua fria;
Dores ardenles no estomago e na garganta;
i.uinpru d.ir o espirilo de ramphora, e alternar de
tres em tres doses com a (inlara de anafre.
Se porem o doente nao for tratado desde o prin-
cipio por este methodo, ou acontecer a molestia re-
sistir por qualquer circomslancia, e apparecerem os
seguintes symplomas :
Caimbras muito olorosas as barrigas das pernas,
e nos torno/ellos.
h'ormigueiro dos dedos das mSos.
I'elle friae azulada.
Oueda do polso, ou pulso fruquenle, (llifurme e
irregular.
Sede insaciavel.
Falta de cunta-.
FlitM geral grandeoppressao e aueiedade.
Inquietarlo e agitarlo indi-ivei-.
I'elle flaccida ( engelhada) a qual cuntetva as pre-
gas que se llie faz.
Nariz fro e afilado.
Olhos profundos e meio aber lo-.
l'hysionomia decomposla.
\ oz fraca, rouca e sepulcral.
Saor fro e viscoso.
, Anda he o espirito de camphora remedio sobera-
no, e depos a tintura de einofre dados ale trez
doses, com pequeos intervallos. Se porem o doen-
te nao olferece melhora por duas a tres horas con-
ven) muito a presenra do medico.
Ser eolito o veralru.ni lbum {elboro bron-
co1 que so applicari, principalmente havendo v-
mitos e dyarrha continuos, com espasmos tnicos e
clnicos (coiilracrao e relaiarao dos msculos, con-
VulsOea) em grao mui subido, com frigidez e cor
azulada da pelle.
.Irsenieum lbum.
Se com os symplomai mencionados, predomina- !
rem.
tirandes aunas e alllicc.io com temor da raorte.'
Asilaro eilrcma como na agona.
Sede inexlinguivel rom necessidade de beber a
muelo, purem pouco de cada vez.
Dores ardenles no estomago e venlre.
I'uprum melalirum.
Quando se juularem convulsoes pelos dedos das
raaos e dos ps.
Vmitos alternando com espasmos de venlre e do
peilo.
(.hundo os lquidos engolidos lizerem ouvir, iles-
condo pelo esophago, um som como de gorgolejo.
Huiros symplomas sobrevem, do :> periodo, que
deiio de particularisar por dependerem de outras
es Mpeciaes-Jiuc s o medico podo apre-
ciar.
Seos remedios internos nao sao capar.es de faze-
rem desapparecer o fri glacial da pelle no d" pe-
riodo do cholera, muito menos o conseguirs as es-
lrega;esde escovas, dos linimentos estimulantes-,
e o calor tpico por fogareiros etc., elr. Jslo pode
aproveitar quando o eslado lgido nilo esl bem de-
clarado.
Rccommeudo a applicaco de bada quente com
alcool camphoradn as barrigas das pernas, no pei-
lo, nos Iliacos e m3os friccionandoe, e eiuugando
bem a pelle, somenle em quanto se da internamente
o e pinto de camphora e a tintura de emofre.
h.rtr.)
gelista Mirtina ; pois fura este sempre um moco de
coslumes austeros, de aturada applicaco e de nun-
ca desmentido aproveilamenlo.
Nestas circnmslancias, para felicidade do pan,
desejavamos eslivessem lodos, quantos lem mereci-
do nomeares.
N ivondo no seio de sua honesta familia, o hacha-
re! Evangelista Marlins. pode, venrendo todos os
obstculos ornoslos pela ausencia ila riqueza, con-
seguir malricular-se m Academia de (Muida, hoje
Facoldade de Dircilo do Recife, stipporlando, com
a devida coragom, a falla do mcios que contra
um moco qa conta cum esc.-.ssos nietos. .Mas a re-
signar" ,le iue sa havia reveslido c o proposito em
que eslavo de conseguir o grao de Jiarha/cl, loram
por si s suflicienles, para lhe|;dareim Iriumphu de
causa.
Quando o luchare! Evangelista Marlins lerrnina-
va os lijares acadmicos, quando descansara das vi-
gilias experimentadas, quando no seio de sua chara
c infeliz familia gozava da satisfaces* de ver cora-
dos seus esforros, he que a sorte, que lhe destinan
prximo e trisle fim, llie sorri e acena-lhe urna
promotoria.... Ima promoloria, que foi considera-
da como a feliz porta que devia conduzir o hacha-
rel Joo Evangelista Marlins i um brilhaulc futu-
ro, he que o coudu/, ao altar para o sacrificio con-
-ummad.i no dia 2 do moz prximo bassado.
Morrea o bacharll Joao Evangelista Moruna !...
Morreo quando mais precisava livor. Morreu victi-
ma da consciencia dodever.
t) governo da provincia recatando que a falla das
autoridades concorresse para desanimo da popula-
cao do centro da provincia, c querendn prevenir a
falla da Mario do jury em Caruar, marcada para
It do moz prximo passado, udeiioii no hachare!
Evangelista Marlins partase som demora para a na
comarca, onde ora muito urces-aria a piescura do
promotor*
Afleito a obediencia legitima, comoenelrado da
iinporlancia dos deveres que havia contrado, par-
te para Carur sem demora, deivandn -ua familia
clicia de lernas saudades, e seus amigos cobtrislados
pela i usencia de amigo lo pooco commum.
No lugar onde suppunlia o bochare! Evangelista
Marlins encontrar o berro de sen futuro, que cedo
ptiueiptava a sorrr-lhe, acha o termo de seus dias..
Ausente da familia, cercado de eslranhos, suc-
cuinbio !...
A illuslre victima se n.'.o esqueceu que havia sido
educada uo gremio da religio catholica apostlica
romana; pois, antes de surcuroliir ronvencido da
approuuiacao da morle, rccelieu os sacramento.- e
diapoX-Ot resignado para o sacrificio.
Familia infeliz de quem era digno membro o
lambem infeliz hachare! Jo.m Evangelista Martina '.
Resigna-Ie aos decretos da Providencia... Silva de
lenitivo ao leu sollrer a certeza que leus de gozar a
ueraavenluranea eterna quelle cuja perda le he ir-
reparavel.
submellidos a julgamenlo os assassuos, ja Ir.liados,
recebcniln eu do mcu antecessor o eipMienlo do lu-
gar que me adan a ocrupar e nelle deparando com
um reservado de V. Exc. acorra de um taljulga-
mento em que fazia sentir lodo cinpculio pela con-
demnaro daquelles acensados, um s inomeiilo nao
hesilei em ImtisniiUir n V. E\r. ludo quaiilo occoi-
rera a respeito, accrescenlando que o uiz de direitu
deixara de oppellar da decisao, que absolver aos ac-
cusados, por motivos qus me er.itn cvlranhs; oque
eu mitro lauto faria, por ser limitada a csplicra em
qucgxra o ministerio publico acerca do direitu de
appellar, em lace da legislarao que reg o processo
criminal,' Uto he, nSo offerecer o julgamonlo em
queslao nenhiiin dos casos em que pode elle cierccr
o direilo de appelbslo, o que he fura de duvida, rc-
correndu-su 10 processo.
Admira que V. Exc, sem que previamente inve
tigasse o fado, por cerlo piulado com cores negras
por espirito vis e igoobeis, sem quo observasse o I
que prescreve a legislarao respccOva, tralassc de la- i
vrar demissao a um empregado publico, cojos prece-1
denles nao o desabonan,, c cujos aclos no curto rs-
pacoque exeroM o cargo de promotor publico delta
comarca, nao o destionram.
F'elizmenlc mo nccessilu das migalhas do governo
para viver, e quando nmil lal nomearao aceitei, ou-
Ira nao foi a causal, seno salisfazer desojos de ami-l
gos, que se dignaran! espontneamente promover a
minha nomearao, e material preparar para um fu-
turo, islo he, conseguir liahililares para a magislra-
'ura.
Por lauto ja ve V. Eic. que emboca injusto o ac-
to, do -iiiiiina ulilidade se lomara elle rom ludo,
visto que me verei privado da fatal dependencia, e
os mcus inturesses nada mais sofl'rerAo.
Miis loria que expender a V. Exc. mormcnio em
referencia aos infames detralores ,|e minhl ropnta-
cao; porem deiio ife o (azor, nao so pela prolixi-
dade em que ja vai o prsenle ollicio, como porque
\ Exc. um dia, perfeilBinente conhecera qoaes se-
jam os caraelcres, que calumnias e aleivosias prod-
gahsaram contra mim.
Dos guarde a V. Exc. como se faz mbter. Pom-
bal 8 de Janeiro de IBC.Illro. eExm. Sr. Dr. An-
tonio da Coala Pinto e Silva, presidente da provin-
cia.Jos /sodegariv Hochal hara, promotor pu-
blico da quinta comarca.
noel Joaquina Xavier Sobreira.Joio Francisco de
C.liabi.Jos Jaciulho da Silveira.Antonio C.ir-
nciro Machado Ros.
Illm. Sr.Achaiio-se inslalladaa commissao de
lienclicencia ilesla fregnesia em casa da residencia
do Dr. Antonio l'erreir.i Marlins Ribeiro, que foi
eleilo presidente da meimif esta' a mesma com-
nii-su prompta a pre-lar l, S. toda a coadjuva-
r.io. que csliver a sen alcance no sentido nao s de
reconhecer as pesseas que, sendo atacadas da epi-
demia reinanle, foretn mauifeslamettle iiitligeulcs,
como do prestar a essis os soccorrus ,le primeira ne-
cessidade que V. S. honrar de requisilar.
Dos guarda a V. S.Sala da commissao de be-
neficencia da fregnezia da Boa-Villa em 12 de fo-
vereiro de 1836.Illm. Sr. Dr. Jos Augusto de
Soma Pitonga, medien inlcriuqdo I" dislriclo, e
director interino do hospital provisorio dcsla fre-
guezia :Anlonio l'erreir.i Marlins Ribeiro, presi-
dente da comiuissan. O vicario Mauoel Joaquim
Xavier SobreiraJoo Francisco de C.habiJos
Jariutlio da -Silveira Antonio Carneiro Machado
RosDe igual llieor a lodosos de mais facultativos
encarregadosdosdistrictos mdicosdestalreguezi.a
O Illm. Si. inspector da lliesouraria de fa-
zenda manda tazar publno que lem de ser arre-
matado aqucni maior proco ul'erecer no ilia 1K de
marro vuulouio o patrimonio da capellu vaga de
Santa Rozado Lima, silo no lermo do Pao d'Alho
conlendo cincuenta hraras detestada e meia legua
de fundo avahada em quiihenlos mil rs. ; as peuoai
aquem convier detenta comparecer neata rcp.nlirao
a urna hora da larde do referido dia munidos de
suas prnpostas.
Secretaria da thesouraria le fazenda de Pernam-
buco em II de fevereirode lS"i(i.O ollicial maior
Emilio Xavier S. de Mello.
O Dr. Anselmo Francisco Perelli, commendador da
imperial ordem da Rosa, e juiz de direilo especial
do rommerrio dcsla cidade do Recife provincia
de Pcrnainliuco por S. M. I.e C. o Sr. D. Pedro
i I, a quem Dos guarde ele.
l-'aco saber aos que o presente cdital virein, que
se acha abprla a tallencia de Joaquim Jos de Paria
Machado, a requerimento de llcurique Itrunn c^ C,
e mais eredoroa pela senlenra do theor scguinle :
Attondendo que Joaquim Jos de Faria Machado,
cotiimerciaule no matriculado, eslabetecido com
luja do fazenda na jui di Cadeia do bairro do Reci-
ta n. 30, deixou do salisfazer em :10 de novembro e
em :I0 de dezembro de 1833,0 importancia das le-
tras de fls 4 e lis 5, convocoQ os seus credores, a
Illm. o Exni. Si.Accuso a recepcao do ollicio de
V. Exc. datado de lioulem, em o qual V. Exc. ad-
mira iiAo su adiar aberla a enfermara da freguezia \ qnem apnresenlou o bataneo de fls 7 a lis ll.alini
do Puro da Panilla a mea cargo ; e como as exprs- i de palenlcar-lhes o estado de sua casa e fazer-lhes
sOM de V. Exc. envolvan ama censura paro mim as proposlas quejulgou couvenienles, c porque nao
iminerecida, consima V. Exc. que cu me doflenda,, lenham estas ^ido aceitas por ditos credores,abando-
c cxpoulia ludo quanto a respeilo lem occorhdo. ; uuu scu estabeloeimonlo o aiisentou-se desla praca
Prinieiatnenlc devo ponderar a V. Exc. que nao allcndendo a haver as me consta que neata freguezia se lenham dado casos do cessado os seus pagamentos, declaro-o em estado
le cholera como nevadamente informaran! a V. > de quebra, e fivo o lermo legal da existencia desla
Srs. rtdai-torcsPastando pela coloniaPiulen-
teiras.livemos occaaio de assislir as preces e pe-
nitencias, que alli se esto fazendo para conjurar
o lerrivel llagello queja esta devastando nossa
bella provincia, e profundamente commoveu-nos
a comptir.rao que se dc-enhava na pli\su>nomia do
grande numero de pessoas de ambos os sexos, que
precedidas pelo capelln enloav.im cnticos sagrados
implorando a misericordia divina e supplicindo ao
Exc. pois que o de-., molber que tallecen no dia 7 contar do icferido dia 30 de dezembro.
he posto em duvida por muitas pessoas, eo que ac- \ Nomeio para curadores lUcacs os credores llenri-
lualmenlc existe nao he de pessoa que precise dos 1ue Brunn c\, Ce prestado porclles o juramento de
soccorros da enfermarla e parece que o mal foi Ira-' qua traa o arl. S00 ,1o cdigo rommcrcial, mando
zido .lo Recife. Passando agora ao fado de nao se "l,,e sc proceda s diligencias proscriptas pelos arli-
achar no da l a enfermara aberta, bem sabe V. goa812do indicado cdigo 129, 130 e 145 do regu-
Exc. que (testa existem objerlos que devem licar sol, laiiicntu u. 7:1S ; e feilo islo se darao opportunainen.
guarda de alguem e ipndo eu recebido no dia S a
larde a aulorisarao de \'. Exr. |iara odmitlir enfti -
luciros nao era tacil ocha-tos em t"o pouco lempo
que no dia It ja a etifcnnaiia eslivesse aberta para
recebar qualqaer enfermo que estivesse no raso do
a ella ser adiuitlidu.
boa Dos de piedade que se amerrie de seu povo
Amigos do finado e infeliz bacharel! Resigna- alugenle o horrvel mal, que esta pendente sobre
suas cabecas.
0o.... i Iremos a Dos pela sua alma que no co,
patria da alma dos justos, goza da presenra di-
vina.
' r;i amigo.
Feverciro t",..
($ ori-Cii.pt> m'Dcui; til i5.
Senhoresredartores. ijnal frgil batel, agitado
por crespas c encapelladas vaga, em busca do porto
onde encontr salvarlo; assira un mu repUlar/io ma-
reada por infames e covardes detractores, busca as
columnas do seu jornal, alitn de que salve-se, nar-
rando fielmente o fado, base das calumnias e aicivo.
sias prodigalisadas por estes conlta ella, perante a
presidencia desla provincia e o publico.
Submettidos a jtilgamcnlo no jury deste termo,
em dias de dezembro do anuo prximamente termi-
nado, cinco individuos aecusados por haverem assas-
sinado memhros de urna familia denominadaPi-
resdcsle centro, e sendo cu o org.lo da juslirI pu-
blica desla comarca, e conseguiulcinciilc o acema-
dor dos mesinos.
Ouvimos que esse padre, clrigo-regular da ordem
Franciscana, nao cena de pregar e incitar aquello!
pvos a iodos as pralicas uccessarias em occasiao de
perigo, implaotaudo n'elles a f religiosa, a esperan-
ra de salvarao mediante urna verdadeira conlrijo,
e a caridade para com o prximo na invasao do lla-
gello : honra seja feila ao sacerdote que sabe bem
comprehender seus deveres, e que-coucorre d'esl'arle
para melhorara sorlc das aovelhas que llie estilo con-
fiadas, arraigando n'ellas os principios religiosos, que
so lhes podem dar forras para arrestar a eminem-
cia do mal !
Publicando atlaa litihas, Srs. rodadores, taraoa de-
vida jtislira ao mrito e muito obrigarao a
l m itinerante.
le as mais providencias que os mencionados cdigo
e regolamento delerminam.
Recita 30 de Janeiro de IS.",(i.Anselmo lranci--
co t'erelli.
Em ciitnprimenlo do que lodos os rrcdoies prsen-
les do referido fallido roinparerain em rasa 'le iiiinba
Devo communic.il a V. Exc. que no dia S nomeei j residencia no largo da Santa Cruz do bairro da Itoa-
um enfermeiro, no da 9 conlratei nina pessoa para "*a (segundoandar) no dia 17 do cr
o ajudar, c oulra para manipular os remedios que i h'5 d'1 larde, alim de se proceder a nomearao de
devem ser emeregados, e lambem seriir de ajudan- depositajrios que bao de receber c administrar provi-
le em caso de'precisao ; mas Enn. Sr. de que ser- soriamenle a casa fallida.
vira a enfermara aberla rom ctifeiineiios Dio ha-' K Para 1ue clicgue ao ronherimenlo de todos
vendo una pessoa eocarregadl de aquentar agua niandci passar edilaes que serao publicado- pela i-
para qualquer uso, de cozinhar c preparar os i|j-1 prensa e alxadoi nos lasares disignadoi no artigo
metilos que devem lomar os (lenles, qoando suas '"-' 'lo regulamenlo n. 7IS de l't de novembro de
forras o periuiltirenr.' Eu nioda nao ache ama I *" noart.8l2do cdigo commereirl.
pessoa que se quizesse disso encarregar pelo lerror Dada e passada nesla c lacle do Recife capital da
que a lodos rausa o contado com os cholencos ea provincia de Pernainbuco aos 12 de feverciro de
rsidciiCM no lugar em que elles se acham, o que nao ; l8:,,i- Ea Maximiano Francisco Duarle, cscrivo
deve admirara V. Exc pois que o governo que ds-I do juizo especial docomnierrio o subsrrevi.
pe de lautos e 1,1o poderosos raeios nem sempre po- Anselmi t'ranci.'e.o Perelli.
de occorrer de prompta as necesidades mais ur- i i.e|a inspecrao da alfandega se faz publico,
-,'''.lcs- que no dia lli do crranle, denoia do meio dia. se
rinalmcute anida que se arhe coznheiro on roza- |,.-, je arrematar em hasta publica porta da mes-
nlieita. corno em breve espero conseguir, scrajire- ma reparlirao, sendo a arremalirj livre dedireitos
ciso que alguem forncc.i os gneros que devem ser- ao arremalanle, caixas com 2 arrobas de bacalho
O oflicial-maior,
de Mello.
Emilio Xnvioi Sob
tetra
RIO DE
Janeiro.
O brigiie nacional,Maria l.uzia vai
seguir com brevidade, lem a maior par-
do seu carrcgainenlo prompto : para o
resto que llie falta, passageiros e escra-
vos a frele, aos quaes da as melhores
accominodares, trala-se com o consignatario Anlo-
nio de Almeida Comea, na ra do Trapichen, til,
segundoaiidar.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segu com inuila brevidade por ler parle de seu
carregamenlo promplo a bem conbecida barca A/a-
thitde. capillo Jernimo Jos Talles, para o resto,
passageiros, c cscravos ;a frele, para que lem excel-
lentes commodos, trala-sc nocschptoiio de Manoel
.Vives tiuerra, ua ra do trapiche u. 14.
amento de todos, c com espeealdde aos Nazare-
nos, faz scienle pela prsenle folha. Recita \1 de
feverciro de 1858.Vital I agundes de Mello.
A mesa regedora da irmaodade deN.S. du
Amparo da cidade de Olinda, leudo obtido do Exm.
diocesano a lieenca para levar em procissao a vene-
ravcl imageio de sua padroeira para a igreja malriz
de S. Pedro Aposlolo, e qoerendo faxer esle aclo
sem pompa e ostentarlo, mas com o devida decencia,
tem a honra de ronvidar os seus mios, aos Srs. sa-
cerdotes c religiosos, que se dignaren) concorrer para
o presente aclo feilo nicamente com o fim de m-
pbuar a divina prolecrao da Mai de Heos, para que
nos preserve do llagello que nos esl 1 mmmente,
igualmente espera que lodos os fiis, i-helos de urna
verdadeira eeulrieejio delseus percados,.conrorrarn a
acompaiihar lao religioso aclo que lera logar qnin-
la-feira, li du cnrreulc, pelas 5 horas da larde. A
procissao (era de percorrer as roas segoinles : Am-
paro, Coxo, Inca de S. Pedro, Varadouro, S. Baolo,
Ribeira, ladeira da Misericordia, ra Nova, S. Fran-
cisco, paleo do Carme, ra do ('.armo, Uomfira, Ma-
linas Ferreira. Assim como pede a mesma mesa aos
Sr. encarregados das grejas desla cidade as lerem
abenas para serem visitadas pela virgem MlidoOm-
nipolente. Ao recolher da procissao llavera sermao.
Alaga-so om sitio e casa de vvenda a boira do
rio, em ianl Anna, defronlo do engenho Cordeiro :
os prelet,denlo, dirijam-se a ra do Vigario, rasa u.
7, para tratar.
8CRDEM TERCEIRA DO CARMO.
A mesa regedora da veneravel ordem lerceira do
Carmo convida a seus irmaos em geral,afnn di com-
parecercm na igreja da nossa ordem paramentados
com seus hbitos, as i horas da larde, no dia 11 do
crrante, alim de acoinpanharem a procissao de pe-
nitencia.O secretario,
Joaquim Manoel Ferreira de Soasa.
BIO DE .1VM USO.
Vai sabir com muita brevidade o novo
e veleiro brgne DOUS AMIGOS, tem a
maior parte da carga prompta : para o
resto e passageiros, trata-sc com os con-
signatarios Novaesxv. C, na tita do Trapi- D _
. '. rara o servico interno de urna cassi eslrangeira
che n. .) t, ou com o cnpitao na praca. de duas pessoas. necessila-se da ama coxinhetra e
n i,- 1 1 engommadeira, forlaou escrava: na ra Nova n.17.
Para o lito de Janeiro
segu em poucos dias, por ier a maior parle da car- ;. ~ -"'"l- um forneiro : na ra Direita n.
ga prompta o brigae Coneeirio, cap nao Joaquim ; m' ou n0 Monteiro a fallar com o Bnto.
Ferreira dos Sanios: para o reslo e cscravos a frele, Pedimos desculpa ao Sr. membro da sociedade
para o qoe tem bons commodos, traU-M noesenp- 1,'nuo. que se apressou a declarar que ella nao tem
tono de Mauoel Alves t.uerra, na ra do Trapiche tomado parte no abuso commellidode se divertir em
.rrentc alai 2 n quaulo a liumanidade sofre. Nj nlo raziamos con-
. I Pora o Porto a barca t'ernandes I sahir no dia "(Jo menos elevado da muralidade de seus consocios,
do .onenle mez : para o resto da carga e passagei-1 e temos perfeilo conhecimento da Ilustrarlo de ra
mu digna direccao, para qoe podtssemos censura-la.
a nao ser por equivoco.. Aproveilamos a occasiao
para manifestar o desejo que temos de que ule es-
emplo de respeilo religioso qos a sociedade Cniao
_,------- -~w. .... w.- j .HU .! 11 I _i. 'J" \ 1.1 I lilil- -...a. -I-
quem quizer carregaro reslo da Carga ou ir de pas-
sagem, dinja-se aos seus consignatarios francisco
Sevenano tabello A Filho, no largo da Assemhlca.
PARA A BAHA
prelende sabir com muila brevidade a velcira suma-
ca braseira ullorlenria ; j lem parle do seu car-
regimenlo promplo : para o reslo e passageiros,
trala-se com o seu consignatario Aulooio Luiz de
Oliveira Azevcdo, ra da Cruz n. I.
PU'C'CUC a ,ucM)o,
No dia 10 du crreme, cliegoii a esla cidade o
Rvm. frei .Manoel le Santa Clara, religioso carme-
lilii, ciihduiiittl. comBo, un estado lgido, o m*u
rirde ^limenlariio atis cn E\r. sompnle rmn h curiilade do* particulares, pois
com pe/.ar sou forrado a di/.er-ltie queesses que mais
se incnlcam de philanlropaa e raais pressur-wos ^e
(Hlenlam em solicitar provdenoiaSi ptix|ue nao lhes
cusl;i, secundo pens, nem o papel cm que so as-
signam talve, quando as circumslaucias nrginn
nao sejam capazes de sacrilicar um momento do
seu repouso, nem um real de sua at^ibeira para soc-
correr a qualquer dcst;facado.
Deosgoardfl a V. K\c. l*oeo da Panella 10 de fe-
verairo de IS.Vi.Illm. o K\m. Sr. con^ellieiro Jos
Kcnto da Cunha c Ifgueiredo.FttMCt$C0 Jo$ da
Siten.
ommercio.
caita nina, a j'ilX) a arroba, lolal 209, consignadas
a Cunba Porto, viadas uo vapor inglez Tai/, entra-
do em noveuihro do anuo pausado, j annunriadas
em cdital de do correte. Alfandega de Pernam-
buco 12 de fevereiro de IS.(.O inspector,
liento Jos I ernaudes Jlarros.
25eclaraci5ei5.
niO poupei esforros. alim de que | coiupanbeiro frei I.uiz da Immaculada Conceirau ;
recebessem ellos a bem ju.la relribuirao dos seus no- o, qu.ies d'aqui havtam partido a sorcorrer as infe-
tandos aclos; mas que de contrari.lades i minha es- lizes victimas do cholera na cidade da Victoria.
peclaliva; conredendo aos meamos o jury urna deci- I lo urna perda irreparavel a que sollrcu a Ordem
ilo absolutoria .^ ^Carmelitana cum a morte de um de scu
tonformando-se o jniz de direilo, presidente doT" I
mesmo jury com urna lal decisao, e nem mesmo sen-
tido livrawlo sua sentcnca, romplelamenle Iludi-
se a minha expectativa acerca de um lio mumenloso
tacto; c tratando de ver se possivel era ao orgao da
juslija publica exercer o direilo de appellar como
llie he pcrmiltido por le, chegou ao conhecimento
de que o julgamenlo em queslao nao oflcrccia ne-
nhum doscaos, em que pode esle direilo s?r coerci-
do pelo orgao.
Passados dous das do julgameutn de que trato,
oolro tanto lambem pasado do dia em que enlre
*m exercicio, recehendo do meu antecessor o expe-
diente do lugar que enlao me acbava a oceupar, e
enlre os papis do mesmo expediente deparando com
um reservado da presidencia, em que exiga lodo o
empenho para a coiidemuaco daquelles aecusados,
sem delenra tralei de dirigir-mi a mesma presiden-
cia, tratt-miln lo-lhe Indo o occorrido no jolgamen-
to, ja Iratado, accrcscetilando qne deixava de appel-
lar o orgo da juslira publica por nao dar o caso vr-
teme lugar para o exercicio deste direilo, pois que
sendo restringido o direilo de appellaeao, concedido
lilhos; eis
im que leve a victima que por sua propria volita-
do sc sulimeltcu ao ctelo do algoz.
Morreu ja nao existe frei l.uiz da Immaculada
Conocilo, um dos adornos.da Ordem Carmelitana!
O' unirle, para que Uo cedo viesle roubar-nos o
ministro do Senhor, o amigo da pobreza, o ornato
da igreja, o smbolo da amzjde, o carmelita I-
luslre !
Oue mais diremos para eludannos aquellc que,
soccorrendo os nfellzes que se achavam a bracos
com o maldito viajante, foi ferido de morle em seu
proprio seio !
A li, Ordem Carmelitana, resla urna nica gloria,a
de teres llie recebido seus ltimos suspiros.
/ ni confrade que o uo conheda.
Kleu.ao dos irmaos brancos que bao de .'
Nossa Senliora do Kosario no bairro de S.
Ionio no anuo de lS.il.
Juiz por eloirao
0 Illm. Sr. Jos Cael.ino de Carvalhu.
Juiz por devoro
O Illm. Sr. Dr. Jos Soare* d'Azevedo.
EserivSo por elei;ao.
slejar a
lo Au-
l-RAAC 1)0 RECIFE12I)E FEVEREIRO AS3
HURAS DATARME.
Cotacoes oiliciacs.
Irelc para o Canali0| c 5 .,
Descont de lellras por '10 das\2 ;, ao anuo.
Atracar mascavadoi?2iH) e 2f230 por arroba com
sacco.
Asaacar branco'ImOD e :i-iH0 por arroba com
sacco.
i'rcderko ItobiUiari, presidente.
/'. lloroes, secretario.
CAMBIOS.
SobieJI.ondies, -i8 d. pur lo.
Lisboa. 92p'or 100.
o Kio de Janeiro, ao par.
Ac(des do Banco. Su 0|0 de picinio.
\croes da comnanliia di Beberibe. 348000
Aeros da campanilla Peruamliuraua ao par.
Utilidade Publica, dl> porceulode pretuio.
ir Indcmnisadora.sem vendas.
Ilisconto de lellras, du i J a. 15 por l'|.n
METAES.
Ouro.Oncas hespanliotas. 28#2890
Moedas de tislUl ve'.b.i, .... 11.ammi
u atoo novas .... I6O00
i o 15000...... '.imhki
Piala.Paiaces brasileiros....... 23000
Pesos coliimuaros......i>OIK)
o mexicanos....... I96OO
&LFANBEUA.
Rendimcnlu dndia I a II. .
dem do dia \2......
82:2618799
1:9Wal67
84:2071968
pela legislarao que rege n processo criminal, como a i 0 illm. Sr. Joaquim Pcreira da Silva.
i' memoria ro hacharcl Joao
Evangelista JHarliHH. promotor
t/a enmarca ro Bonito.
Acaba de suecumbr em Caruaru o bacharel Joao
EvangeliSla Marlins, promotor da comarca do Bo-
nito.
Tendo terminado em :M) de outubro do anuo pas-
sado, com a recepcao do gr.io de bacharel, o lyroci-
nio acadmico, fra o bacharel Evangelista Marlins
lomeado, por portara de 21 de dezembro, promo-
tor publico da comarca do Konilo, de cujo lugar to-
mn pone em 11 de Janeiro.
Approvac.in eral merecen o actual piesidenle
pela ooiDiSi-au que havia taita, do batlurel Evau-
mesma presidencia nao iguora, cerlamenlc o contra-
rio fazer era usurpar direilos, e por tanto incorrer
na penas fulminadas para um lal caso.
He jostamcnlc o que acabo de expender, u Irans-
millido a presidencia com o ollicio de S de dezem-
bro do anno ha pouco lindo.
E 15o oxaclo c lie! bu o que arabo de expender,
que oulra cousa nao taco para aquelles que deseja-
re.n esmerilhar o fado em qui'lao, senao remelle-los
para o processo, que so acha no carlorio do jury
desla villa, c para urna parle dos habitantes deste
lermo que assisliram ao julgamculo.
Felizmente, senhores redactores, a minha reputa-
cao jamis sera lisnada por enles inteiramenle pri-
vados de probidade, honra, moralidade, ele, etc.
Quer fosse smenle parlo da presidencia a demis-
sla do lugar por mim Decapado nesla comarca, a
instancias de amigos, c tambem por um pouco de
desejo para lubililar-nie .1 migislratara ; qur parlis-
se ella de itisinuacOes e calumnias levadas a presi-
dencia por desalleclos meus; sou forcado a dizer
que a mesma presidencia espesiuliou a le respectiva,
quando, .lemillindo um empregado publico, nao o
ouvio previamente, e nem ao menos tiatou de inda-
gar como justameiile se havia dado o tacto, que o
levara a pralicar um lal aclo.
Mais,enliores redactares, Icria eu que referir-llies,
se por ventura nao enlcndesse ser sufliciente o que
j.i liei dito, acerca de lima cousa lo iusignilicaute,
como seja a demissao de que trato; porem ao mes-
mo lempo urna cousa mimculusa, porque versando
ella sobre a minha reputarao, outro cerlamcule nao
devia ser o meu proceder.
0 que fallar por vcnlura nesla curia exposieso do
que se deu a respeilo do julgamenlo, baso da lao de-
sejada demissao por mim, e detaza da minha rcpula-
rao. hoje denegrida por miseraveis cnibusleiros. snp-
prirao coulido no ollicio qu< b .i\o se segu, e que
por mim tai dirigido a presidencia, logo que sube
do seu injusto c revoltanle acto.
Pnmbal na provincia da Paraliba 10 de Janeiro de
I8U.Jote l.eodegario Itoelut Faria.
Illm. o Exm. Sr.Cbegando ao meu conhccimeiu
o a noticia de que V. Exc. tamiltira-me do cargo
de promotor publico dcsla comarca pelo fado de nao
haver appellado de urna decisao absolutoria, ohlida
pelos as-assino; de membro, da familia Pires no ju-
rv dcsle lermo, segundo o ollicio que diriga V. BlC
em data de 8 de dezembro do atino prximamente
lindo, anlecipo-me em agradecer a V. Exc. o gran-
dioso favorita privar-me de nm cargo por mim aco-
Ihido por dous nicos mcios, que mais adiaule os ex-
pemlerci.
Nomeado promotor publico dcsla comarca em -J
de mil obro du anno lindo, achando-inc cm critico es-
tado de saude, de sorte a ttu poder entrar logo efh
exercicio, nslado por nao menos de ."> individuos da
familia Pires, para que fosse eu o aecusador dos as-
sassinos de^-eus prenles, visto que nao deposilavam
conlianca no meu antecessor, no jurv dcsle termo*
qne se achava as proximidades de seus Irahalhos,
resolvi-me ao transporte de minha pessoa do lugar
de minha residencia para esle, onde cbegando en-
Irei logo cm exercicio ; passando a comparecer no
jury, que ja fu iccionava, Iratei de desempenhar ise-
gnndo as minhas forras) os deveres imposlos a meu
cargo.
Um.- dias depois que enlrei em exercicio, e lam-
bem dous das po'ileriore ao em que haviam sidu
0 11
EserivSo por devor.to
m. Sr. Bartbotomeu francisco de Souza,
Procurador geral
O Illm. Sr. Anlonio Augusto dos Sanios Porto.
Juiz perpelou.
0 Rvm. vigario Joao Anlonio Torre.
Jo;/1 por elcirao
A Illma. Sra. 1>. Senhoriuha Emilia Jorge, mulher
do Illm. Sr. llenrique Jorge.
Juiza por devoran
A Illma. Sra. II. Maria Pires de "Muraes,mulher do
Illm. Sr. Jos Pires de lloraos.
Eserivaa por elcirao
A lllma.Sra.il. Narcisa de Castro Maia, mulher do
Illm. Sr. Jos Joaquim di Coala Alaria.
Eserivaa por devorgo.
A Illma. Sra. I). JoannaTheodora Alves.
Procuradora Ceral
A Illma. Sra.U. Joaquina d'Almeda Lopes, mulher
do Illm. Sr. Manoel d'Almeida Lopes.
Joiza perpetua
A Illma. Sra. t. Anm Jurrich da Silva Ramos mu-
lher do Illm. Sr. Manoel Ferreira da Silva Ramos-
Montamos,
o Illm. Sr. L'mbeliuo Guedesde Mello.
11 11 Jernimo Pereira Villar.
Joao Poli carpo dos Santos Campos.
o Thomu o'Aqoiito Vasconeellos.
o o Josi- Peres da Cruz.
o 1, Joaquim d'Almeida Pinto.
1. n Manuel d'Almeida Lupes.
Antonio Joaquim Peasco
Anlonio de Sou/.s Moreira
Jos Luiz Pereira Filho
" Joan Joaquim llorges de Caslro
o llenrique Jorge.
Juaquim dos Sanios Jorge'
s Manoel Anlonio de Jess.
11 Manoel Antonio de Jess Jnior
Seralim de Sena Jorge.
0 J0A0 Alvrs Machado
i Jos Joaquim da Costa Mai
Joaquim Pereira Arantes
llcllai imno dos Santos Itulcao
Gregorio da Costa Moreira
Anlonio Lopes Moreira
' Anlonio Eloj Rodrigues da Silva
Manoel Peictra Lemos
Ignacio de S Lopes Fernandos
a Manoel Das Fernaudes
Jo3o Manoel Rodrigues Valonea
t'.aelano Aganilo de Souza
1 Manoel do Reg Soares.
o Joaquim Fernaudes Reis
11 Manoi I Ferreira dos Sanios
11 Joao Hacha 10 Pimenlel
o Antonio d'Almeida Pocas
Jos de Sa Lopes l'oniattdes.
Manoel Jna(|unn Dias de Castro
1 Antonio Moreira Pnnles.
O vigario i'enan-io llenrique* de Retente.
Oescarregam hoje 1:1 de fevereiro.
llarca franreza/'eiiiaoinicomercadorias.
Barca ingiezaItolhtsay batalho.
Ilrigue iuglez/. O.plvora.
Krigue brasileiroFirmadem.
Escuna brasilcira/.elosafumo e charutos.
Brigue brasiteiroMariafarinha de trigo.
Escuna dinaniarquezaVoritrelo.
CONSULADO OERAI..
Rendimenlo do da 1 a II .... 28:S2SS
dem do dia 12....... 4:07fs ros, trala-se com Barroca tS: Caslro, na roa da Ca-
deia do Recife 11. ou com o capillo ua praca.
Para Lisboa o veleiro e bonita brigue portu-
guez "Soneranon, sabir no dia.20 do correle
32:11008537
UlVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do da I a 11
dem do di, 12.......
2:.".1135218
75JJ803
2:639*023
DESPACHOS DE Et PORTA I \<> PELA MESA
DO CNSUL*.DO OBSTA CIDADE NO Dl.\
12 DE FEVEREIRO DE ls:.ti.
Marsellia Briguo france/. lUarecbal Excelmanii,
Lasscrre & Companlua, fcHI saceos assucar mas-
cavado.
CorvesItrigue ingle/. Comel), Me. Calmont (
Coiiipanhia. 100 saceos dem.
LiverpoolBarca ingieza Cenevieveu, Joluisloii
Paler & Companlua, 300 sacros idem.
lal n.iiilhBarca ingieza Spirit of lhe Times, Pa-
ln Nash ,\ Compauhia, 1,200 saceos idem.
SlorkolmoUrigae sueco aSuperior, K. O. Bicber
& Componhio, i>00 couros salgados.
GibraltarBrigue sardo iFanMi, N. O. Biabar di
Companbin, 1,400 saceos assucar branco.
Lisboa, barca porugueza iilLirtencian, Manoel do
Nascimoolo Pereira, 750 saceos assucar hrauco e
mascavado.
LisboaBrigue porloguer. iSobiranov, Francisco
Severiano Rabello & Filho, tiik) saceos assucar
mascavado.
StorkolmoBrigue sueep o Alfil lita, S. O. BioberA
Compauhia, 302 couros slgalos.
BANCO DE PEKNAMBLCO.
O Banco de Pcriiarr-hticn sacca a vista
sobic o do Brasil no Kio de Janeiro. Ban-
co de l'ernatnhuco de de/.etnbro de
18.}.).O secretario da direccao, Joao
Ignacio de Medeirs Bcjjo.
O banco de Pcrnambuco toma dinhei-
10 ;: juros, de conlbruiidade com os seus
estatutos. Banco de Pcrnambuco 21- de
novembro de 185.Joao Ignacio de
Medciros llego, secretario da direccao.
BANGO DE PERNAMBUCO.
conselho de direccao do Banco de
Pernambuco avisa aos senhores accionis-
tas, que acha-se auloiisado oSr. gerente
para pagar o 7. dividendo de I0$500 rs.
por accio. Banco de Pernambuco 1' de
feverciro de 1856.O secretario da di-
reccao, J. I. de Medciros Kerjo.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O rnuielho adininistcaii-<> lom de comprar o se-
guintc :
Para o quarto bal dbao de arlilharia.
Oleo de ricino, garrafa i 10 ; liithaca em grao, li-
bras H ; amido, ditas 2 ; acetato de amoniaco, ditas
I ; losna, ditas fi ; acido prussico medicinal, oness
i ; licor anodino de II ol man o. libra 1 ; agua se
dativa de Kaspail, libras 10: linluta de opio, oncas
8 ; nitrato de prata, ditas 2 ; eilrarlo de ratanhia,
ditas S; syanurelro de pnlassio, ditas 2 ; sub-acelslo
de chumio, ditas ti ; tintura de raslorio, ditas ti ;
dita re valeriana cihen- ola, ditas ti ; espirilo de
ponas de viado, ditas 6 : thriaga, libra l; balsa-
mo Iraoquillo, libras i ; agua de tabarra.pie. garra-
fas 10 ; chlorurelo de cal, libras i; oleo de meimen-
dro uegro, ditas I ; tintura de belladona, oncas 6 ;
raspas de ponta de viado, libras 2 ; agua de sedlitz,
garrafas ti ; seringas de metal para cljster, 2 ; ba-
tanea gauduada, 1 ; lesoura para curar custicos,
I ; c\[i tiiiI.i. 1.
2. batalho de infamara.
Simio de Mantua, excmplares 20 : tiuleiros e
areeiros, pares 10 ; papel almajo lino, resmas li ;
pimnas de janeo. Uro ; caivetes linos, 2 ; (inla pre-
ta, garrafas ti; lapis, duztas ti ; area prela, libras
t ; carias de a, b, c, 20 ; (aho.idas 20 ; paulas, t ;
0. tul Olio do iiilaularia.
Papel alm.ico. resmas (i ; penuas de ganro 100 ;
caivetes, 2 ; lima prela, garrafas t ; lapis 72 ;
ai ca preta, libras t ; carias de a, 1.. c, -.:n : laboa-
das, 20 ; grammatica porugueza, excmplares t ;
arilhmclira, excmplares t ; pautas, t ; traslados dil-
fereules, -JO ; creos, t ; sineto d'armas com legen-
da, 1.
Fortaleza do Brtim.
Oculo de alcance, 1 ; sinele d'armas com legen-
da, 1.
10. batalho de infantaria.
-Livros para malricula de addidos c elloclivos das
compauhias, leudo cada um l'i >: polegadas de lar-
gura e 21) '. dilasde altura, 12.
Ouarlel-gcueral.
Keposlciros. 3.
Provimento dcannazem.
Cabode linho de i \\2 polegada de grossur.i, pe-
ral.
Ollicinas de 3.a classe.
I-erro em barras de 1 3|8 de polegada de largura,
quinlaes 12 ', rame de ferro grosso, arroba 1.
Quem quizer vender estes objeclos aprsenle as
suas propostas em carta fechada acompanhadas das
. respectivas amostras, na secretaria do conselho as 10
| lloras do dia 15 do corrcnle mez.
Secretaria do coqselho administrativo para forne-
ciiuenlu do arsenal de guerra 0 de fevereiro de
iHt.liento Jos l.amenlia Lilis, coronel presiden-
te. Bernardo Pereira do Carino Jnior, vogal e
secretario. ,^
Ceara', Maranlio e Pata'.
O brigue escuna brasileiro Laura, recebe carga e
passageiros : Irala-se com o consignatario J. B. da
Fouseca Jnior, na roa do Vigario n. 23.
PARA A PAHAHIBA.
O patacho brasileiro Thereza I, acabou de fazer
costado lixo e segu uestes 3 dias para a Paraluba :
quem quizer carregar por frele barato, dirija-se ao
scrip ono de Bailar & Oliveira, na ra da Cadeia
do Recife n. 12.
A lancha Flor do Itio I.runde acha-se carga
para a cidade do Natal e mais purlos da dita pro-
vincia : quem quizer carregar, dirija-se ao Sr. Joao
da Ciiub i M.igalhaes, na ra da Cadeia do Recife.
ARACATV.
Com muila brevidade sabe o bem conhecido ltate
Duvidoso ; para o resto ila carga e passigeros, Ira-
la-se na ra da Madre de Dos n. 2.
SeUyes.
LeiMo de urna porrao de grao de bico muilo
superior, chegado agora : no armaiem de Luiz An-
lonio Aunes Jacome.defruule da porta da alfandega,
quarta-feira, 13 do concille,
O agente Borja tara leilao em seu armazem, na
ra do Collcgio o. 15, de um grande e completo sor-
titneuto de obras de marcineha novas e usadas, va-
rias obras de ouro e prata, relogios para algtbeira
patente iuglez, su^sos c hnrisontacs,encllenles qua-
drosrom nqnissimas eslampas, diversas quinquille-
ras frauceza-, o nulros minios objerlos que irapossi-
vel fura mencionar, es qoaes se acharAo patentes no
mesmo armazrui : quinta -reir, l do crrente, as
11 horas da manhaa.
Basto S Lomos farao leillo. por ntervenrao do
ageule Oliveira. de cerca de 300 barricas da mais
afamada e superior farinha de Irigo delienova.mjr-
ca M M M: qiiinta-fcira l do corrcnle, as 10 ho-
ras da manilla, no armazem do Araujo, caes de
Apollo.
acaba de dar, seja i ilimitado.
C.
Arreuda-se um silio na estrada do Arraial, com
varios merodea de fructos, como sejim : larange-
tas, mangueiras, jaqueiras, sapolis e mudos cajuei-
ros, lugar para I vaccas de leile, independentc do
pomar, casa de lijlo com 2 salas, 2 alcovas. 2 qaar-
:os e mais commodos : a pessoa qoe quizer, dirija-se
a roa da Gloria, casa n. 1.
Sf&iSOfS :C1\)(T:50:-.
Penleu-se na noile de sabbado, 9 do correle,
no Ihealro de Santa-Isabel, ama pulceira de corne-
lina branca, encasloada em ouro ; quem achou leve
ao paleo da Carino n. 'J, primeiro andar, qne sera
generosameule gralilicado.
O abaixo assiguado, invenlarianli dos bens de
seus fallecidos pas Jos Andr de Oliveira e .sua
mulher, previne ao Sr. Jos Harqoes de Almeida.
residenle no engenho PagSo, que por falla de paga-
mento, acaba de levar i ser apuntada, e protestada
na furnia da lei, pela quantia de rs. 5:7969590, a
lellra aceita ao pai do annuocianle por S. S. em 12
de fevereiro de 1855, e vencida hoje. O annuoci-
anle smenle serve-se do jornal para prevenir a S. S.
do qoe leva exposlo. em ronseqaeucia de S. S. lhe
nao ler querido anda responder a carta qae o in-
ouncunlo lhe dirigi nos priroeiros dias do mu pas-
sa.lo por intermedio de sea correspondente aqu no
Recita, embora depois dislo S. S. ja tenha mandado
diliere.ites vezes, e mesmo vindo esta praca. como
lambem por nAo adiar o annunciante portador qoe
Da prsenle quadra de pesie queira ir a seu engenho
coiiimunicar-llie o expendido. Dada pois esta salis-
faedo, servir-lhe-ba de governo. Kacife 12 da fe-
vereiro de 1856. -Honorato Joseph de Oliveira Fi-
gueiredo.
Precisa-sede um moleque, daado-se lid rocu-
saes : na raa da Aurora n. 58, primeiro andar.
Aluga-se a lasa terrea n. 59 da ra das Cioco
Ponas ; a Iratar ua rna do Collegio n. 21, primeiro
andar.
O caixeiro que anda osla arromado, porem qae
dcsej.i ilmar dita arrumarlo depois qoe liver trata-
do oulra, querendo, pode dirigir-se a ra da Cadeia
do Riicife n. 1 >, primeiro andar, para se aioslar,
dando liador peta conducta. ISa mesma casa cima
precisa-se de um administrador para lomar conta de
um sitio perto da praca ; paga-se bem, sendo pessoa
qite saiha, c compra seus diveres.
lloje 13, ao meio dia, lera logar na Cidade
Nova, casa da residenria do abaixo asigoado, a ai-
remaliQao de 21 porcos apprehenddos pelo lineal do
Kecile, cujo produelo ser applieadn em beneficio
diu dueutes do hospital dos lasaros. O esrriv..., da
admluistracfio de caridade,
Anlonio Jos Comes do Correio.
s:!i>V!:C;iv)>a l'vu'O.
A malricula de aula de plnlosopliia du collcgio
das arles contina aberta lodos os dias uleis at o tim
da macea, ua mrrilatia da Faculdadc de Direilo.
O ;lllm. Sr. regedor interino do livinuasio
manda declarar, que por delermiuacAu do Exm. Sr.
presidente esta aberta a malricula do livmuasio ate
o lim do corrcnle mez. Secretaria do tivrr.nasio Pro-
vincial 8 de feverciro de 1N.>U.O secretario,
A. A. Cabral.
O Illm. Sr. regedor interino do tivmnasio man-
.Vrici'os entrados nodEa \2.
.Mnulevidvo."' dias. barra inglea uTulelineu, de
:i.'i2 toneladas, rapit.io Thomaz \\ liile, equipagem
13, em taslro ; a A lainsou llnvic (Jj Companhio.
I erra .Novaitl das, bi iguc inglez o.Margarelli Iti., da declarar, que os alunincs externos que quizerem
dli'Mi, de 1SI toneladas, capillo James Br.mii, 1 frcqucular a aula de msica do mesmo viiinasio,
arquipagem 1:1, carga 2.220 barricas com bacalho;! coiiiparcram para se inscreverem. Secretaria,do
o se-
Itlm. e Exm. Sr.A commissao de beneficencia
da freguezia da lloa-Visla leve a honra de rcrc-
ber o ollicio de V. Exc. do 10 do correle em que
lhe recomnieuila Inda a cuadjuvacfla aos facultativo*
encarregados de alleudcr as pessoas necesstla,tas des-
la freguezia, no sentido nao su de reconhecercm as
pessoas, que tarem realmente indigentes, como de
prestar os soccorros de primeira necessidade a essas
pe-soas, que forem atacadas da epidemia ; c em res-
pecta lem a dertarar a V. Exc. que, achando-se ins-
talada logo que fura nomeada por VJxc, e func-
ci.manilo sob a presidencia do primeiro signatario, a
mesma rommissAo empenbara lodos os seus e-.u -
ros para que os soccorros sejain proporcionadoalcom a
pos nssim como que deiles s se ulilizeni aquelles'que por
suas circuinslanciali forem realmenle dignos da bene-
liccncia publica, correspondendo confianza de \ .
Exc, como a mesraa commissao innilo deseja.
Dos guanta o K E\c. Sala da rounnissao de be-
neficencia da frecnezia da lloa-Visla 12 defeverpiro
de 1850.IUm. e Enn. Sr. ronselheiro Jos Benlo
da Cunha e Figueiredo, presidenle da provincia.
Anlonio Ferreira Minias Kibeiiu.O vigirio Mi*
a .Manuel Joaquim Ramos e Silva.
Liverpool3S das, brigue naltz Ceorge Rohin-
son. do 188 toneladas, capital C. ti. Peuislou,
equipagem '.), carga fueadia e mais gneros; a
James Crablrcc i\ Companllio.
Montevideo:it dias, brigue hesianhol uPaqucle.
de ItO tonelada-, capillo itimon A. Marlim,
equipagem 13, rarga iu.SlK* arrobas de carne sec-
ra c couros ; a Aranaga ,\ llrvan.
Rio de Janeirol'.t dias. barca franceza aAostraliea,
de jlo toneladas, capilao llousqu"!, equipagem
10. em lastro; a N. O. liieber Companhia.
Passageiro, IIouiiupI Eliza.
avre36 das, brigue francez oAlmau, de 205 to-^
Heladas, captlAo Pelit, equipagem 11, carga fa-
zeinlas e mais gneros ; a Lasscrre \ Compauhia.
'attos taliidos no mesm i dia.
PhiladelphiaUrigtic americano oThomaz Wallcr,
capilAvC. C. ileorlh, carga assucar.
Ballimorc Rugue americano llellen.i, capiiAo I secretnri
JohnClaypoole. carga assoicar. Mtto>hgaeta da rreaoezia da Boa-> isla se
Rio de Janeiro Patacho brasileiro oD. Francisca!), I
Miiuasio, 8 de fevereiro de 1850,O secretario,
A. A. Cabral.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de comprar
guiule :
Para o,' bolalbAode infantaria.
Panno verde escuro, covados 1,983.
y. batalho.
Panno verde escuro, covados 1,356.
I. balalhAo.
Panno verde escuro, covados 158.
Ouem os quirer vender aprsente ir suas pro
pos'las, declarando os ltimos prego', .icompanlia-
das das resperlivas amostras na secretaria do con-
selho s 10 horas do dia 1s du corrente me/.
Secretaria do conselho admiuislralvo para foroc-
cimcnlo do arsenal de guerra II de fevereiro de
18")ti.Benlo Jone Lamenha l.hi<, coronel presiden-
le.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vogal e
capullo Francisco Camello da Silva, carga os-uroi
a mais gneros. Passageiros, liregorio da Silva,
Jernimo Candido de Huma.
f&ttfte&
contraan. S Numen* para couduiir as paJiolaa p.ira
u liospiliil is [icsso.i> pobres i\a rorem aUcadais d.i
epidemia, e j>arj os carros fonebresi os 'iu,! S,c_
cumbireui da inesna epidemia, cora o Hilario de le
ih.ii i" a se .i mediua subdlegaciai no iiiorr-i da Bua-Visla u.
. Subdelecaoia Lotera do Gvm-
naso Pernain
bueano.
Sexta-feiru Ii> de feve-
reiro, he o induOitavei an-
damento da referida lote-
ra, peas 10 horas da ma-
nhfta, no esjiacoso salfto
da ra da Praia n. 27
Os mcus bilhetese caute-
las esao veilVla as lojas
j coniccidas do respei-
tavelpublico; ;ic!ies que
esta o no reslo. Pernam-
buco 15 de Janeiro de
liO.O cauesi: iSa-
lusitano de A quino Fer-
reira.
lotera da provincia.
Si;\ta-leira 15 do coi rento, he i extrae-1
rito d;i quarta parte
do livmuasio. II i a|
icsto dosnossos li-Ti/.esbilhctes e caulelat.
lias oasia^coaliecidasdo respeitavel
distribuir a lisia fjeral. s caulclislasi
Oliveira Jinuur <\ C.
i
i
i
i
CONSULTORIO
HOMtEOPATHICO.
28. Kua das Cruset 28.
(Gratuito para os pobres.)
O Ur. Casanoca da consultas e faz t-
zilas a qualquer hora do dia.
No mesmo roosullorio vende-se *JP
O TKATAMENTO HOMOEPATUl- Jfa.
CO, i'retertatito e curativo it cholera W
morbut, accommodado a inlellicencia do
povo.
Carteiras de 19 medicameotos pita o
cholera.
J< onra de tintura. .... IgOUO
lobos avulsos.
Carlciras de todos or taminlios muid
em coula.
C. STARR&C.
cspeitosamenle anuunciam que no seu eilenso |>>-
alielccimento em Santo Amaro.conlinuam a fabncar
com a maior perfecao e promplido, toda a qoaida-,
de de macliiiiismo.psra o uso da agricultura, na-
vceaco e manufaclura; e que para maior comnodo
de seus numerosos trciiuezes e do publico em geral,
leem aberlo cm um dos grandes armazens do Sr.
Mesquila na ra do Hrum. alraz do arsenal de saa-
riuha
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dilo seu eslabelecimeulo.
Alli arharau os compradores oro completo sorti-
mculo de moendas de caima, com lodos os melhora-
niculos (alguna delles novos c origiuaesi de que a
experiencia de muito anuos lem mostrado a ucces-
sidade. Machinas de vapor de baisa e alta pimo,
taivas de lodo lamanlio, lano batidas como fuudi-
das.carros de niao e ditos para conduzir turmas da
assucar, machinas para moer mandioca, prensas pa-
raidilo. tomos de ferro balido para farinha. arados do
ferro da mais approvada couslrucro, fundos para
da terceila lotera I ?lambi1acs< en vos e portas para fornalhas. e urna
,. I inlinidade de obras de ferro, que seria enfadouho
lli^apenas um aiminutoj enumerar. No mesmo deposito eiiste ama pessoa
iuteilisenle c liabililada para receber ludas as en-
coninien.la-. ele., etc., que os annunciantes
diiermijijar.ariilailc ,le <^,< ..il^ij..- .
\T!ca*ntar. rom a maior nrcIC7.a, perTclrao, e eMrla
c mi.ii nuil.ule com o modelos ou desenlio,e iMtruc-
joes que Ules forem forneetdas.
JIMMS&S *! &**
S COINSILTORIO HOMffiOPV


THICO
DA COIIAKA DO i.Aliu.
No engenho Marlapagipe
(Gratis para os pobres.) aj>
Manuel de Siqncira i jvalcanli. prolesor 9
J^ horaeopalha, cootinna a dar rousolias imiu. 9
y os dias. (fe
IEGHNISMO PARA EHGE-
osiiscaesdas,puno fregueziasde>,a eidad.do Ke-1vrro de 1856-A'^*'idarlIB ^^
rile ele el
l'a/.cm publico cm virlude da aulorisacilo que
lhes fui conferida em scsso de i de fevereiro cor-
rele, prorogam pui mais um meza roular dcsla dala,
o prn/.o para se, caiarem as frentes das rasas na
forina do dispoato no arl. I" das postaras do -M de
novemliro iillimu.
Y. para conliocimonto da lodos lavraram o prsenle
que sera puhliradu pelo Diario. Cidade do Itecile
'.I de feeieiru da 1836. Manuel Joaquim da Silt'u
ItiliHrn. Ignacio Jote Pfcrto, Manoel Ignai io d'Oli-
cetra Lobo, ,ioaa Jos de Morar .
'reeisa-se de tuna atoa deleite que
o tunda em abundancia, que seja sadia e
de bons costumes, nao se oda a preeo:
dirija-se a ra larga do Rosario h. o,
porcuna da taja-de tanca, tercetro an-
dar.
0 Sr. Jos Gama, morador 110 Poco
da Panella, tem una caria na mo de
Jos Ignacio de Lo volla: na ruada Praia
n. 45.
Tendo-se liiialisado as ferias, o solicitador abai-
xo assianado, annuneia a lodos os seus amigos c as
pessoas que do seu presumo precisaron), o adiarlo
sempre promplo na saa residencia da ra da Caro-
lina do Carino n. N, primeiro andar, ou no c-rip-1 NA FUNOICAO DE FKI1I10 DO KMiE-
lono do Illm. Sr. Irr. Joaquim .lus-da l"iiser,i.pa-1 viil'lU* IIWIIIW ltn\V\l\\ \\
ra Iratar do qualquer queslao us auditorios dessa i '>'!-" l'AMii HU MA>. A\
cidade!-CamllloAngostoKerreiradaSilw. RA 1)0 BRUH, PASSANDO O JUk-
Ai Ir 5,b FARIZ,
, ha sempr," un grande sorissMsUi dos KsmMa afc>
Na ra liireita 11. 2. acha-se um sorlimsnto de j.,clf,s remerlianismosproprios para enuenhos, aa-
fazendas de differcnles qualiJades, sedas pretis, lns |,er. moondas e meias niooudaa da mais moderna
de Glo de seda, o oulns minias azendas, ludo por rsiruccu ; laixas de ferro fundido c balido, lo
|irecu cm. iio I-,, p.ns h li.ji luna, o dono deseja SUperior qualidade e de lodos os tamaitos.; rodas
acrodilar-se. 'dentadas para agua oa aniasoaa, de todas as |>ro|ior-
Perennl i seso declamando a Onlena(3o do Kci- cues : crros o boceas de fornaliac recislro de bo-
no, que nos lempos de epidemia se su-pend a ac- i ciro. apnillioes. biunzes. parafusos c c.iiilhoes, moi-
rao do foro judicial, porque razAu in'iu so pue em iihu de mandioca, etc., ele.
vecue 10, c coulin.i a ausnicnl.il-:c a allliccao ao I M,-t, i-i%-ri- <
.mielo 1 NA MEbMA UNDIl.At.
_ l'rec.sa-so de um liomem cado sem lillio que se cvcculam todas as encomincndas eosjl a .upcuot
queira ir ser feilor do um sitio pcrlo. e lambem de !a,uc J-1' ""lie.i.la. ccom a dcvidaprcstczaeconi;
le sentido cm al-uus cscravos- no l'.t-scio, luja modidade cm preco.
n. t. TAIXAS OE FERRO.
Atteueao.
O Illm. Sr. iiiapecloi' da llicsouraria
iV lii/.ciila manila la/.cr publico <|UV esta
anlorisadoa contratar a remessa de ba-
gageus nata o interior da provincia com
a necessaria promptido, c por isso con-
vida as pessoas a quem possa convir se-
> contrato,
proponas ato o da 1C do convnte. Se-
cretaria da lliesouraria de fazenda de
Pernaaibuco IS de fevereiro de I85.
Alaga-se mn armazem na Iravessa do Monieuo.
no Kecife, prximo a pomo nova, c vendo-sea ar-
tnacao ou caixSo que nelle existe, balanca o pesos
proprios para couros salgados, oa oulro estabeleri-
menlu que os seeros precisen! ; esla bem acondi-
cionado : .1 Iratar ua ra da Cadeia do Recife, loia
n. 50.
O abaito aasignado, procurador, e mais devo-' |i;jf iljis
i los da veneravel imagem da Senhora de aaareth,
melltante contrato, a api esentarem suas povoacflo perlencenle a freaueiia do Cabo, compe-
netrados do lerrivel llagello de que e-l anii ac.ula
ala capital eseus arrabaldes, que se a mesma So-
nhura for servida os preservar do dilo llagello, fes-
lejarao pela l'aschoa ; e para vir ao perleiio conlie-
Na fuudirao' d'Aurora em Sanio
Amaro, c tambem no llKPOSl'l'O im
i ua do Bruin logii na entrada, c delimi-
to do Arsenal de .Maiinia da' Scuipn:
um grande sortimento de tandas tanto
de ladina nacional como estrauaajeira,
fundidas, grandes, pctini-n.is,
razas, e fundas ; e em ambos os loga tes
esistem guindaste, para carregar ca-
no.is, ou carros livres do despcu. O
piceos sao os mais cominodo.
tl I
nk


fillo Q ^SsaULQ QUABTA f|R 13 til F:VEREERO DE 856
erceira ci^o.
Preserva
DO
o e curativo
ilUcaiM
I usare*
CHOLERa-MORBUS.
PELOS DRS.
m^mm ,,. ies -u .-\,v :.-. si ese h ...
oh inalruo'.io ao povoparaso podei curai lotli enrermidade. adiuiuiiliando remidi m lis .'<
paraalalh-la.eniquaulo screcoiicaonicdico.ou uicsmo paracura-I; iudspeudeate desle nos
pin une nao os lia.
TBADUZUM3 EH PORTUGUEZ PELO bll. I. A. LOI5U MOSCOZO.
Esl;s dous opsculo conlein a* indicaees ma claras e precisa, c pela sua simples e concisa eiposi-
cao esl.iao alcance 'lo lodas a.ialelligencias, nao su pelo qu di/, repello aos incin curativos,cuino prin-
cipalmente a<'S preservalivos que lemilailo os mais satisfactorio, resollados em leda a parle cm que
clles tem id pollo em praliea.
Sendo o Iralamento bomeopailiiru o umroi|ao teta dado grandes resallados no curativo desla horo-
velenferuiidadc. iulgamusa proposito Iraduiir restes dous imponalos opsculo ein lingua vernael-
la .para dest'arte facilitar a sua leilura a quem ignore o francs.
Vende-se unicanienlc no Consulloriodo trariudor, ra Nov n.52, por 23000- Vendem-se lamben)
os medicameulos precisos e bolicas le 12 luboa com um frasco de Uncan 15.;, umadila de 31) tubos -coinr
Ivro e 2 frascos de tintura rs. 259000.
Mi--.i adamantina.
)le gcraluicole reconhecida a excollcncia desli
preparara para chombar denles, porque seus resul-
tados sempre felizes sao ja do dominio do publico.
Sebastin Jos de Oliveira fa uso desta preciosa
maSSS, para o lim indicado, e as pessoas que quize-
rcm bonra-lo dispondo 'le pus serviros, poden) pru-
eura-le aa Inverna do Vigario n. 1', loja de bar-
beiro.
% J. JANE, DENTISTA, l
0 ciinliuo.i a residir ii,i ru.i Nova n. 19, priinei-
#S ro andar. 9)
LOTERAS da provincia.
O caulelisla Salusliano de Aqoino Ferreira tomn
re.olocao de vender os scus bilheles e cautelas M
pessoas que compram para negocio, sendo a quanlia
de lOBf para cima, dinheiro i visla, pelo preco
abaivu notados, na rua du Trapiche n. .'il, secundo
andar, em quaiilo existir o plano aclual de ,(MM)
bilheles na importancia de 2i:fKK)9, (cando estes
precos firme. Elles sao pacos sem o descunlo de
oito por ceulo da le uos tres primeiros premios
grandes.
Ilillielcs 6aiOU Recebe por inlciro 6:0005000
Mcios 29300 o i) 3:0008000
Tercos 25210 o 2:0003100
(luarlos 1JI80 D ii 1:5009000
Quintos 19360 o 1:2005000
Oilavos 840 o 7509000
Decimos 680 11 u 6009000
Vigsimos 360 o 3009000
O caulelisla
Salustiano de Jquino Ferrara,
REPERTORIO DO IEDC0
HOMEQPTHA.
UXTKAIIIIK) DE KUOFF E BOEN-
N1NGHAUSEN E OliTKOS,
posto em ordem alpliabetica, com a dcsrripco
abreviada de todas as molestias, a inriicac,ao phvsio-
locjca e llierapeulica de todos os medicamentos ho-
meopatbiros, seu lempo de ac;ao e concordancia,
seguido de um diccionario da significacao de todos
os termos de medicina e eirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Srs. assignantes podem mandar buscar os scu
ejemplares, assim como quem quizer comprar.
AULA DE LATN.
O padre Vicente Perra de Albuquer-
que contina com sua aula delatim, do
dia 2 dejaneiro em diantc, pela mesilla
maneira e sol) as condicOes ja' annun-
ciadas.
PUBLICACAO' LITTEI! Al'.l A.
Repertorio jurdico.
E-la puhlicarao sera sem duvida de uliliilade aos
principiantes que se quizercm dedicar ao-ejercicio
do foro, pois nclla enconlraro por ordem alpliabe-
tica a priiicipaose mai frequrnles oceurrencias ci-
vis, orjiliauolngicas, cominerciae e eclesisticas do
MU foro, com as remissoes das ordcnacies. leis,
avisos e reculamente por qoe e reno o Brasil, e
1 ><*ni assim reso'.ucoes dos l'ravislas enligo, e moder-
nos em que se lirinam. Conten scmelliauleinentc
;i- docisfles i..- qucsles sobre si/.as, sello, vlliose
novos direilo c decima, sem o (rabalbo de recorrer
collocro do nossas leis e avisos avulsos. Consta-
r de dous volme cm oilavn, grande francos, eo
priuieirosaliio i lu/. e esta i venda pnr K3 na loja de
ivrosn. 6 e 8 da praca da Independencia.
Predsa-ee de serventes forros ou cscravos para
q Hospital Porluguez do Beneficcur.i.i, paya-so bein
o seu traballio : a fallar no mesmo Hospital.
lnstiiiccao primaria*
11. Thomazia da Albaydc Albuquerquc Mello.pro-
fessora de primeiras'lellras da ra do Ranscl, ;mn-
dou -u.i residencia para a ruadas Cruzes n. 22,Ipri-
nieuu andar ; cusina a ler, escrever e conlar ; re-
cebe aluinna pensionistas, eitpmas e internas,
igualmente cnsina crammalica porlugueza, aritlimc-
lica, doutrina clirislaa. coser, bordar, labvrinlhar,
marcar, lurdar de linlia, lila e seda, fazer tapetes,
etc. ; entina com luda a delicadeza e docilidade, c
faz todos os csforQos para o seu adianlamento.
.nsti in-yo publica el-
meu'.ar.
Precisa aa alagar para o serviro da urna fami-
lia ingle/a, urna preta que saiba lavar, engomroar c
coser : na ra do Trapicha Novo u. 10.
'feudo urna scubura casada para a ridade da Paraliiba, precisa de urna ama scc-
ca iuleiraiiienle capaz, (a quem se dar bom paga*
mcnlo\ que se queira prestar a acompanlia-la ale
aquella cidade, afim de cuidar de urna crianza de
I auno de idade, e dado o caso de nao querer all Ti-
rar, ser para aqui reconduzida : quem a isso se su-
jeilar, pode dirigir-se ao paleo da matriz de Sanio
Antonio, casa de I ailar n. '2.
No paleo da matriz de Sanio Antonio, cosa de
I andar u. 2, precisa-sc de um liuuicm ou iiipsiuo
de una mulher, que se queira prestar na aclual qua-
dra ao servico de enfermciro, e e tiver praliea dis-
so, lauto inelbor ; fazem-se boas vaiilagcns, o quem
quizer pudo dirigir-se a mencionada casa.
O Dr.Kibeiio, medico pela Univer
sidade de Cambridge, continua a residir
na ra da Cruz. n. 15.
GRATIFICADO.
Da "-se sOUI) de gratificado a quem
inculcar urna ama de leite forra ou es-
clava, que tenha boas cualidades c hom
leite: (piem pretender dirja-se a rita do
Collegio n. 13, armazem, ou na ra das
Cruzes n. 11, segundo andar.
I'L Bl.lCAi.:A0 L1TTERARIA.
Os aponlamentos juridico sobre as procurarnos
eMrajudiciacs do bacliarcl Justa Mana da Triudade
aeJMm-M a venda na linaria classica do paleo do
Collegio n. i, por j cada ciemplar brocliado, c 33
encaderuado.
Arrenda-se o engenlio Sania Cruz, na fregue-
sa da lascada, levantado lia ti anuos, em Ierras do
cngeulio Vicente Campello, de muilu boa produccao,
distante do embarque tres e meia lejana ; queiu o
pretender, dirija-se ao proprielano Manuel Contal-
ves l'eieira Lima, no eiigenlio Vicente Campello.
LOTERAS DA l'ROYIMIA.
O cautelista 8aiustiauo
de AqtiiaO Ferreira
avisa ao rcspeilavel publico, que leudo sido alterado
o plauo das presentes lolerias da provincia para
4,000 bilheles na importancia de 24:0009, lem rcscl-
vido lasef lirmes os precos dos bilheles e cautelas
como abaiio se demonstra, os quaes sao pagos sem o
descont dq oilo por ceulo da le as ts prnreiras
sotles grandes em quanlo existir o plano aclual,
pelo qual s;lo txlrabida as lolerias desla provincia.
Elle esldo exposlos venda lias lojas do coslume.
So lio respousavcl a pagar os oilo por cenlu da lei
sobre os Ires primeiros premios grandes em scus bi-
llieles inleiro veudidos em originaes.
l'rccia-so de una criada porlugueza para o
servico de urna rasa de pouca lamilia : cru Sanio
Amaro, em casa do Sr. coronel l.amenba.
Na Nova loja de liai'bciro, em frente
a matriz da lloa-Visla, lirani--e denles e cliiiinbaiu-
se a ouro e prala, applicam-se ventosas, alugam-se
bichas de Hamburgo, c mandam-se cm qualquer
parle : quem pretender, podo procurar a qualquer
hora, que era servido com loda a promptipao e de-
licadeza. Na mema se amla Inda e qualquer fer-
ranipula de certa ; assim como vende-sc una arma-
rn qifc foi de botica, propiia para qualquer estalie-
leciuiento.
Aluga-se a casa lena da rua Bella n. 3!i : a
tratar na rua do Qurimado 11. 7.
J. OcUvianoT. de Saldanba ai a Portugal, a
vende alguns escravos ; para ver, no ariiazem do
Sr. Carvalho, m, liorpo Sanio.
Grande panora-
ma diorama.
RIJA DO CRESPO N. 12,
Io ANDAK.
VISTAS NOVAS.
U proprielano desle panorama avisa ao publico,
que amanilla domingo 10 do crrenle (em de apre-
seular as noval vistas abaixo declaradas, a quaes so
serao mudadas no domingo seguinle. A entrada de
cada pessoa be -~jOO rs, c as chancas al a i lude de 8
aiinos teem entrada gralis, sendo pertenreutes as
familias que leuliam de honrar esle cslabelccimen-
lo. O proprielario muilo agradece ao publico a
grande concurrencia que ltimamente lem lidu, e
espera que todos conlinucm a lie.ir salisfeitos co-
mo al o preseule lem licado. Nos domingo u es-
tabelecimenlo estar aberlo das 6 horas da larde
al is 10 da noile, e nos dias de semana das 6 Ipi
lloras da tarde as 0 da noile.
Vista do granda porto e cidade do Havre,
na Franca.
Cidade de Berne capit.-.l desle cantuo, na
Suissa. i
As duas grandes esquadras franceza e in-
gleza, em nina baha da Russia.
Vista geral da grande batalba de Inkcr-
man, na Rutsia.
Grande cidade de Santander, na Franca.
O grande palacio de crvslal c cxposicSo,
na Inglaterra.
O val de Claris, na Suissa.
Agrande igreja da Magdalena, em Pa-
rs.
Stokolmo, glande cidadeCcapital da Sue-
cia.
Palacio da Industria c exposicao cm Pa-
rs, vista de dia.
(m\pr&.
Uilheles TjOOO Recebe por inleiro 6:0005000
Meios 39300 . ii i .'1:0003000
lerdos rioo o 0 0009000
O.irlo 1>S(X) i> a 1 :.">OO.;000
ijuinliis 190 o V l:00otlO0
Uilavos !ioo a u ".VIjOOO
Dcimo 760 o 6009000
\ igcsimos 400 a :t005000
O caulelisla
Salusliano de equina ttrreira.
Aorelianode Pinho Borgeg, prolesaor publico
de priineira lellraa, (ubUado, oirertcc-e a dar li-
jfles en casa' parlicularea, rom zelo. civilidade eap.
proveitamenlo : as pesoa que nracitafem dirijam-
se a rua Vellla II. 42, que acbarfio com quem tratar.
l'reci?-re de urna fina de leite para lomar
conla de urna erieuea rescem-nascida : na rua do
Vigario ii. IS, segundo andar.
i'iecisa-se de nina ama para o servico interno
de una casa de duas pessoas de familia, que saiba
coziiilmr, etc. : na roa do Vigario n. 33, piimeiro
andar.
ORDEM TERCEIRA DO CARMO.
A mesa r^gedora da vencravel ordem lerceira do
Carino peile a todos os seus irmilus queiram compa-
recer no da 1:1 do curenle em nossa ordem, pelas
horas da tarde, alim de se tratar de negocio de
grande inlcrese.O secretario,
Joaqoim Manoel Ferreira de Souzt.
Candida Mara da Paivio Rocha, pro-
fessora particular de instruCCao primaria,
residente na rua do Vigario do hairro do
Recite, faz scienle aos pais de suus aliim-
nas, contina a ensillar as materias do coslu-
me, e admitte
sionistas
Acha-se em ejercicio a segunda escola da fregu-
zia da Boa-Vista, na rua Velha n. i-2.
Compra-se urna prela de 30 aonoa, que soja
robusta, que coziulie e lave, e una mu.iluda de 5
~ auno na rua das Croles n. 2.
Compra-se urna casa terrea em qual-
quer dos lia i nos desla cidade, comtanlo
que nao esteja deteriorada
rua : na loja n. 11
Recit.
Compra-se efleclivamenlc hronxe, labio o cobre
velho : no deposito da luiulieo .la Aurora, na rua
doBroro, logu na entrada II. H,e lia mesilla fundi-
cao, em Santo Aiuaro.
e seja em boa
ua da Cadeia do
&tnba&.
pensionistas, meio pen-
e externas, por precos razoa-
vets.
Q escripturai'io da Companliia de
Beberibe,Harcolino Jos Pope, ainda con-
Irocam-se 30 toneletes americanos por aguar- ,- ,
denle : iu rua da uia n. 64,segundo aislar. !tlnl1? a agenciarla compra e venda de
- Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e "POCesda mesma compaahia, mediante
engommar para urna casa de peuca familia : na rua lima pequea gialilicacao : as pessoas
que se quizerem uiilisar de seu prestimo
podem dirigir-se a rja Nova n. 7, no
liiiiiinacilo, ou a rua Imperial
l'rascdes da Silva liusmu.
ii. 01, a fallar com
das Cruzes u. ~JS, irimeiro audar.
Conlralam-se srvenle livres para irabalbarem
na illuminacin publica, pagando-nc -JO- mensaes : ai.
quem convier, dirija-M ao armazem da referida il- Ccriptorio da mesma, das S horas a's .1
da tarde.
Precisa-se de urna moleque de II a 16 annos
para fazer lodo o servico : na rua Nova n. 22.
Joaquim l'erreita da Silva Jnior, rclira-se
para Lisboa.
All.A DEINGLBZ.
O abaixo asignado continua a sua classe para o
ensinn da lingua ingleH no dia lodo crrente.Jo-
s da Mata.
Antonio Antunes Lobo faz. scicntc ao
respeitavel publico, e particularmente
aos scus fregueses que tem transferido
sua loja de chapeos da rua da Madre de
Dos n. 3, para a ru8 da Cadeia n. 60,
junto ao arco da ConceicSo, onde o en-
COPtrarSo semnv ^.^v^U Ho. .^,.n.^.
I'ede-se a quem for offerecido um par de ro-
zla lodo cravado de brilbanies pequeos, (em nu-
mero de 30 [touco mais ou menos), o qual fuitaram
uo da 7 do crrenle, e o mclbor signal que se pode
ilar he ser dilas roletas de prala fina e os aros de mi-
ro; que o apprebenda. promolleudo-se boa gratifica-
ndo : na rua do Cabuga, loja n. 11.
Ufara Francisca da Conceicao, par-
teira examinada, faz saber ao respeitavel
publico, que mudou sua residencia da
rua Augusta para a rua das Aguas-Ver-
des n. ."2, onde se oll'erece paia exercer
as tunceesde sua prolissao, com a decen-
cia epromptidio que COStuma.
A mesa regedota da irtnandudc (lo
Divino Espirito Santo, erecta no conven-
to dos religiosos franciscanos desta cida-
de, faz publico para conbecimento de
seus irmaos desvalidos, que porVentura
venhama ser accommettidos da epidemia
reinante, que noten pequeo consistorio
se vai estabelecer urna enfermara, onde
seus irmaos acharaosoccorroscompativeis
com Mas forras, avisando-se ao irmao
juiz, e na talla a quem suas vezes faca, ot;
a qualquer irmaomesario, alim de serem
conduzdos pela irmandade, e na falta
dola por quem convier para a referida
enfermara.
Precisa-fe. de urna ama forra ou escrava, para
urna casi de pouca familia : quem quizer, dirija-se
ao largo do Carino n. 7, primeiro andar.
Os devcilores da masa fallida de Aodr Nao-
zer queira no prato do ->( aiaa pama1 ,. mes
mo Nauzer, o que dovem, que para isso esl aulo-
risadu, afim de ullimar-sc a liquidarao.
I'recisa-se de duas amas, urna secca e oulra
que tenha bom leite, mas que sejam de boa conduc-
tas : na rua das Cruzes n. '.
O Sr. que fallou para 'arrendar o silio da cs-
Iraila de Joilo de Barros, confronle ao bereo do Es-
pinheiro, ficando Iralado para lomar conla no lim
de fevereiro, c "como a dona se resulvcu relirar-se
anles, o mesmo Sr. queira apparecer no diln silio
para concluir o negocio.
Na noile de 9 do correnlo, nao vollou para casa
do abaixo assiguado, Jos francisco Ifaia, que esla-
va empregado no seu armazem de assucar, na qua-
lidade de caixeiro, o annunrianle nao responde por
qualquer colisa que o mesmo pos.a obler em seu
nome.Jos Jla/tlista da t'onseet Jnior.
Precisa-se alugar orna casa terrea que lenba
bastautes coinmodos para urna familia, sendo em
boa rua : quem a livor dirija-se a rua Direila n.
121,(pie paga-se hein.
Manoal ele Amorim Lima, proctua-
dor do Sr. Dr. Pedro Hezerra Percira de
Araujo Beltrao, mudou-se para a rua da
ssumpcao, casa n. 30.
Precisa se de um trabalbador para padaria cm-
bora nao rulen la, paga-se bem : m rua Uircita n.
ii'.i, padaria do .Miranda.
I'recisa-se de una ama forra ou escrava, que
saiba fazer o servico diario de urna casa de pouca
familia : quem pretender, dinja-se a rua do Colle-
gio n. l, armazem, ou a rua das Cruzes n. II, se-
gundo andar.
PRi o correrte anno.
Folbinbas de algibeira contend) o al-
manalc administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dos (luci-
los parochiaes, resumo dos iir.poslos ge-
raes, provinciacs e miiuicipacs, extracto
dealgumas posturas, providencias sobre
incendios, enlrudo, mascaras, cemiterto,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
mentos e exportacao da provincia, por
500 rs. cada urna; dilas de porta a 160;
ditas ecclesiasticasou de padre, com are-
sadeS. Tilo a *00 res : na livraria n. G
e S, da praca da Independencia.
Attencao e mui-
ta attencao.
(rande sorlimenlo de eslampas de sanios e sanias,
era ponto pequeo e grande, as qoac se Irocam por
raelade do seu valor, em razao de c querer acabar:
na rua du Collegio n. 1, loja.
Vernicas ou
medalhas.
I'rqcam-sc vernicas ou mc.lalha dea seguinles
nomes de sanios e sanias : na rua do Collegio n. 1.
S. Jos, Santa Vernica, S. Francisco, N. S. do Bom
Parlo, N. S. tirando as almas do purgatorio, o Alijo
da Cuarda. N. S. Milagrosa. N. S. do Carino. S.
dos Remedio". S. da Dores, Coracao da Jess e
de Harta, S. Micoel, N. S. Milagrosa,'Jess Cruci-
ficado, c Sania Mara.
Heinedfo para calos.
Na ruado Collegio n. I, a l-TOOO a caixinha.
Attenc.

SNa loja de miodezasda rua do Collegio n. 1, ven-
dem-se asvaeguiulcs estampas, por un lerco do scu
valor: Isabel II rainha de llespauha, em poni
grande e tinta muilo lina. Esparlem duque de Vic-
toria, .Misterios de Pars, Uil Kraz, Concalo de Cor-
dova, Napoleao I e III, e imperalriz de tranca.
Fariiiia de mandioca de
v. 'atheus.
Vende-te familia muilo boa c nova,
chegada pelo patacho ALDA/, e escupa
ZELOZA: trata-se qualquer poreSo no
escriptoro de Isaac, Curio & C, na rua
da C
ru/. n.
V(.
. Vcndc-se urna carrera do ferro nova : na co-
ebera do Sr. tniiciile-coronel Sebaslijo, tua da Flo-
rentina.
Milhoe lariailia.
Vendem-se sacca com milho e farinha, dealquci-
te, iudo supeiior e nova : na rua de Santa Rila,
taberna u. 5.
Veudc-se un bom canoeiro moco, una criou-
liulia de l anuos com principio de costura e en
gomando, e um crioulinho houilo, de ti snnos, por
nao se ler precislo; na rua da Alegria, a Iratar com
Marcelino Jos Lopes. ,
Vende-se faiioba de mandioca em saccas, por
prero commodo; na laberna da rua das Cruzes
n. -i.
Vendem-se holacliinlias em Idas, muilo supe"
liores, chegadas ltimamente do RO, ceblas c Mi-
lonas, pendras de rame, ludo por bardlo preco ;
na nu da Madre de Dos, armazem n. 1.
Grande sortiineiito de
miudezas;
he para acabar, p endo por preco
mais commodo do que cm uulra qualquer parte ; na
rua do Collegio n. I, loja.
Vende-se feijao em sacca grandes, chegado do
Aracalv : na rua da Cruz n. di, primeiro andar.
Bracos de balanca Romo A Companhia.
Veiulem-se estes acreditados braco de -Jl e 'J."> pol-
lesadas, proprim para baldo do labrmai, por prefo
mai commodu do que em oulra qualquer parle : na
rua do It ing'l n. I, loja decora.
lobertiisde Ia.-
CtOierlas de damasco de l.la com '.I palmo do com-
primenlo e s de largara a 19300, e mais eompridas
de proco |iropurrinal : na rua ilo iueiiiiado, loja
n.21.
Vende se ii ni prclu de nae.io (>la, moco e
bom {aullador de rua, e urna pela de meia idade,
boa lavadeira c cozinlieira : na rua Bireila n. lili.
Vendem-se saccas grandes rom milliu, arroz
de casca em sacca a a granel, ulgodao em earoco,
latas com uleo de ricino de 117 libras cada urna, 12
loros de angico proprio para marciueiros, ludo por
proco eommodo : na rua do Vigario n. 5, ou no
caes do Han. a bordo da barraca Providencia.
Vende-se 80 varas de bico da Ierra dedivers
largura : na rua do Queimado, loja n. 18.
Vendem-se -arcas com fe jilo branro, mulali-
uho e fradinhu : na Iravessa da Madre de Dos, ar-
mazem n. l.
RAPE' DE LISBOA
em frascos, chegado pelo ultimo navio vindo de Lis-
boa, o de muilo superior qualidade: ua rua do
Crespo u. 7.
Cobertores de laa,
os melhore, e maisuncorpailos que ha no mercado :
vendem-se na na du Crespo n. II, leja de A. L.
Sanios i\ I1 .lim.
Viudo do Port superior
Chamico. "*
Vende-se nicamente na rua'.'da Cadeia do Kecife
n. {, arina/ein de Barroca & Castro.
Ca de Lisboa barata.
Para fechar conla vendem-se barris com cal de
Lisboa, pelo diminuto preco de 3(900, asim como
ha urna porciio da dila cal sola, ptima para caiar
pelo seu brillianliimo e duraran, e cache-te urna
barrica que lenha sido de |bacalhso por f : na rua
da Cadeia do Kecife n. 50.
Ltfiuidaco.
O arremalanleda loja da rua do Crespo n. I, jun-
io a caa nova da quina, confroDle ao arco de Sanio
Antonio, querendo acabar com as fazendas que exis-
lem, vende barato para liquidar, sem perda de lem-
po, l'rinceza pela de boa qualidade a300r
rovado, alpaca fina de superior qualidade a 80(1
rs. e Iji o caado, meta* prcias de algodAu para se-
nhura a 2IHI rs., suspensorio a 100 rs. o par, corles
de cassas linas franceza a l$100, e 29OOO muilo fi-
nas, lencos de cunbraia linos a 20cl rs., dilos de cda
da India muilo finos para homem c senhora a 1X00,
romeiras de cambraia lina de lacos de seda para se-
nhora a 25, manteletes de seda lino a 4->, maula de
seda para sentara de superior qualidade a j, corles
de rlleles de laazinha para homem a 500 rs., lencos
de seda branca muilo linus a 15, corles de fustn
para colleles 1 10 o 800 rs. de superior qualidade,
corles de vestidos decamliraia e seda muito lino-a
J3 e Ii}, enres de cambraia com babados finos a 38,
ditos de cambraia de cor a 29O0, brelauha de liulio
de (i varas a peca, lina, a 2j200, chales de tarlalan.i
a 8IK) rs. e Ij200, dilos do cassa c seda muilo linos a
295OO e 39, laa para vestido de senhora a 320 o co-
vado, cambraia de cores fina a 320 e 100 rs. a va-
ra, pecas de lila para mosqueteiro de 20 vara a 3.5
a pec.a, corle de meia casemira de superior qualida-
de a lJtitKI o 25 o curte, meias para senhora linas a
2() e 320 1. n par, inadapolao o algodaoiinho, e
oulra mullas fazendas que por scrcm muilas niio se
pdem mencionar, c qoe se vendem porlodo o preso,
na mencionada loja.
Alten<;ao.
Vendem-se os bous charuto* de S'. Flix, viudo
ltimamente da Babia, pelo diminuto preco de 33 a
caixa : na rua Nova, luja n. 33.
AO BARATO!
fia rua do Crespo, loja 11. 1, vendem-se por lodo
o prer;o fazendas de primera qualidade, para acabar
nao se ollia a preso.
NICO DEPOSITO.
Vende-sc a verdadeira e incomparave
iiffua dentirice doDr, Pierre, milito elli
cas na conservarlo dos dentes e bom ha
lito da bocea : na botica dos Srs. J. Soum
&C, nico deposito que existe nesta ci-
dade e provincia de Pemambuco.
de carna
Vcnde-se aro em cuulietes de um quintal, por
preco mullo commodo : 110 armazem de Me. Cal-
inont & Companhia, praca do Corpo Sauton. II.
Qartas france-
sas.
Vendem-se superiores carias france/as para vol-
larele < 500 r. 11 baralho : na rua do Oueimadn,
laja de miiidc/as da loa lama n. 33.
Moiuhos de vento
I ombombasderepuxo.para re::ar hdrlai e baia,
docapim naf un lie.10 d,. |i. W. liiwman: na rua
dn Bru...... 6, S clO.
Cortes
dar fes
No armszem de Vicente l-'erreira da Costa, na rua
ila Madre de Dos 11. 2(i.
era
ll!;?
filho
os pa-
Na cata da residencia do I ir. Loureiro, aa rua 1
da Saudade, defronle do Hospicio, aluga seu
Ahilio Kernandes Trigo de Loureiro i escrav
ra o servico de padaria.
Na casa da residencia do Dr. Loureiro, na rua
da Saudade, defronle do Hospicio, precisa-se de una
ama de leite, forra, que nao Iraga comsigo o filho,
que liver, de peito.
rranciaco desla cidade. das 7 aa 9 horas da uoilf, a
a milagrosa imagem de S. Hoque, advogado contra
peste, afim de por sua inlercessSo alcanssrmos do
codo Poderoso a extioegao do tenivel flagello qoe
1 nos dessula.
Lotera do Gvm-
nasio Periiauk-
bueano.
Aos 6:000,. 2:000 e 1:000^0000.
Corre no dia 15 de fevereiro
Os bilhelese cautelas do caulelisla An-
tonio Jos Rodrigues de Sou/.a Jnior,
nao eslao sujeitos ao disconto dos 8 por
cenloda lei, os quaes se acham a venda
as lojas da praca da Independencia ns.
*, l, 15 c 0, rua Direita n. 13, roa da
Praia n. r,(), ,-uado Crespo D. 5 e do Li-
vramento n. 00.
Os premios sao pagos logo que saia a
lisia geral.
Slbete inteiro 7.s00o 6:000^000
Meio bilhete ."i.s.'iOtl 5:000j000
Tercos 2jj400 2:000j000
Quartos ls8(l() 1 .O.sOOO
Quintos l.siH) l:200({000
Oilavos !)(!() Tll.sOIH)
Decimos 769 (OO.sOOl)
Vigsimos 100 ."OO.sodd
O referido caulelisla declara que s pa-
ga nos scus bill.eles inleiros vendidos, os 8
portento como lem annunctado.
Conliiuia eslar por alngar o armazem 11. :)> da
rua da ra.a.pertenrenle ao palriinoi:io|da vencravel
mdem Icrce.ra de S. Fraoeiseo desla cidade: os pro-
if^S^ 9w dirigir-Mi ao Sr. minislro los
Marcelino da Ito.a. u ao abaixo ataignado. Con-
n> ,-'ei I* tVSf "Ie"' 'erCe,a ue S' rranc.sco
mecnapcos.
DAGLERREOTVH), ELECTROTVPO
E STEUEOSCOPO.
Na antiga e bem condecida Valeria e oflicina de
retratos do aterro da Boa-VUta n. i, lerceiro audar
conlinua-se a lirar ralralos por qualquer des-es svs-
temas com loda a perfeisJo. Adi se cncootra" o
mai neo o abundante sorlimenlo de objeclos para a
collocacao dos idratos, que tem vlndo a esta capital,
ftao se entrega relralo albura sem eslar parecido e de
um trabalho perfeilo. Das 9 horas da manhSa as 3
da larde e-t sempre a ^alcris e oflicina a disposirSo
do publico, podendo lirar-sc retratos em dias de
chava.
*W. E. Kingnam, eapilao da salera americana
s'e.o'"'7 Star, iillimanienle encalhada na praia de
laquara, e boje Tundeada ueste porto, Dio se res-
ponsabiliza por divida alguna que beam as pessoas
de sua tripolacao.
i'recisa-se do um bom mamador e que enlen-
da de corlar masa, aOaaea-ae bom ordenado, porm
quer-sc pcsoa de asnina capacidade : na padaria
da ruado Colovello 11. 31.
10ROEM 1ERCBIKA DE S. FK.vNCISCO DO
KECIFE.
Em oomc dn nosso muito reverendo padre
missario, convido aos nnssos charissimo
comparecercm no dias qiurla-feira da
com-
irmaos a
quaresma
LOTERA DO RO DE JANEIRO.
Acham-se a venda um resto de billrts-
tcs da lotera 30 do Monte Pi Geral, que
devia correr de 51 do me/, ultimo ao 1 do
correte ; esperamos as listas a I" ou 18
pelo vapor nacional: os premios serao
pagos a recepcao das mesmas.
Prccisa-se de una ama de leile forra ou capti-
va : na rua Direila, sobrado de um andar n. .">.'), ao
pe da bolica.
l'reciu-se de una ama para o serviro interno
de urna casa de duas pessoas de familia, que saiba
ro/.iniiar, ele.: na rua do Vicario u. 23, primeiro
^^ ARRENDAMENTO.
di..jar *"?""" da "s. n..", da na da Cadeia
do Kecife junio aoarco da Conceicao, adiase desee-
Cupudo, "n.....I ... r-.u <|u.i,|uti v..,.i,vic.iiiiri,iu
em ponto grande, para o qual lem coinmodos sulli-
cienles : os prelendentes cntendcr-se-lnlo com Jo3o
Nepomueeno Barroso, no segundo andar da casa 11.
57 na mesma roa.
Hospital provisorio no arsenal de martnha.
O cirurpiao Joaquim Josc Alvcs de Albuquerquc,
encarresado desle hospital para tralaiuenlodosdoen-
tes atacados da epidemia remani, pede a lodas as
autoridades do Kecife, e mesmo as pessoas particu-
lares, que sem perda de lempo, e lo^oque souberem
de qualquer ataque verdadeiro ou dnvidoso em
pessoas desvalidas, a queiram mandar conduzir ao
referido hospital, alim de seren soccoiridas inme-
diatamente ; porque, qualquer demora no Iralamen-
lo de seruelhaiite motoiua pode ser a causa do mo
resultado.
.'
Precisa-se logar urna prela captiva que en-
gommc e cozmhe, para casa de pouca familia : na
rua das Cruzes u. 2.
O ahaiso assignado faz scienle ao respeilavel
publico, que o Sr. Luiz Antonio da Silva nao be
maisieucaiseiro, pelo que muito lite agradece o
bom descinpenhi. que leve em sua casa. Kecife 7
de fevcreiio de I86.
Julio Cesar Piulo de Oliveira.
... .....-"" "" Moiiieprna
na igreja da nossa ordem, pelas b horas da larde pa-
ramentados de seus hbitos, alim de assislirem o scr-
mo < o sanio eicrririo da Via-Sacra, como dclenni-
naoartigo39doaeslatotoa. Pecrelana da vencra-
vel ordrm lerceira de S. Francisco desla cidade do
Recife 7 de fevereiro de 1856. C. J. Jacimlio Cu-
nha, secretario.
Daguerreotypo
electrotypo.
Na rua do Crespo 11. I!>, primeiiu andar, eool-
uuam-se s tirar relralu rom luda a perfeican, das
I* horas da manlifa os '1 da larde, e lambemse cnsi-
na esta arle a quem quizer, segundo se cunvenriu-
nar.
Irora-se o arrendamento do primeiro audar da
casa onde o fsllecido lir. Paiva leve escrlploriode
ildvogacia, na rua e-lreiia do Rosario n. :u A, por
oulro que tenha miis cominodos.uu por um dous an-
dares em qualquer dos largos ou da ras principaea
la frepuc/ia de Sanio Aulonio : Irala-se na mesma
rasa.
quem pre-
Na rua Nova n. \>, loja, dir-sc-ba
cisa de urna ama de leile.
Contina a eslar aberli em lodos os dias lecti-
vos a matrcula de aula de lalim do hairro do Reci-
fe, de maiibaa na mesma aula, e a tarde ua casa do
respectivo professor, na rua Velha n. 70.
I'recisa-se de urna mulher parda ou prela li-
vre, que queira servir em nina casa henala e de
concidoracao, hiendo o servico de somonte coser e
engommar, porque para co/inha osla servindn urna
por ser captiva ; a pessoa que Ihe li/.er conla piale
apresenlar-sc al as8 horas da manilla, < de larde
011 a noile em rasa do sobrado de urade encarnadas,
na rua da Palma que volla para o becrodo Pocinho.
Koga-se ao Sr. irmao de Sania Rila, que por
engao levou da mesma igreja, 110 dia S do corrale
um chapeo de mola novo, deiiaudo em suhsliluicao
um usado, queira levar a mesma igreja o que levou,
c rereber o que ilciiou, do contrario se llamear
exlcnso seu nome.
por
I recua-so de um caixeiro que aleja habilitado
a Nender ao halrao, e que bem deseinponho seu* de-
veres, pea una da melhore. lojas cm Macelo
quem esliver ueste caso, diria-sea ruado Oueiiua-
!do, Ioji n. 90. 1
Fa relio.
Vicente Ferrein
11. 2fi.
Vendem-se camas de ferro .lesuperioi quali-
dade, cognac superior em caivinba do duzio de par-
rafas, a verdadeira graia ingleza 11. 97 do afamado
fabricante Day & Marlio, em barrica de 15 dalia.
de pules ; ludu em casa de James Crablree & Com-
panhia, rua da Ciuz n. iu.
Vende-se urna prela de maior idade, por preco
muilo commodo : queai precisar, dirija-se a rua das
Cruzes n; 13.
Vende-se a casa o. -> da rua das Cruzes, de
dous andar e lolo; os prelendeiitc podem ir exa-
minar, c Irala-se com Jos tlaplisla da Funseca J-
nior, na rua do Vigario 11. -J3.
Vende so farinha a 3-5 a sacca ; na 111.1 da Guia
11. ui, segundo andar.
Vende-se milho m saccas de dea. alqueires,
medida nova a :t-3: na rua da Guia 11. (ii, segundo
andar, ou 110 trapiche Jo Pelourinho.
JLChapos fran-
ceses e de mola.
Na rua Nova n. il, fabrica e loja de chapeo, re-
cebeu-se pelo navio Pernamlmc", rrceiilenirnle che-
gado do Havre, uini nova factura dos objeclos ci-
ma mencionados, sendo a formas as jiais modernas
que lem apparecido nesle mercado : asim como
oulros muilos objeclos proprios do eslabelecimenlo.
ende-te na rua da Cruz n. 2G, pri-
meiro andar, o verdadeiro e axcellente
cha' prcto em libras e por muito barato
preco que faz admirar.
Vendem-se espingardas de dous ca-
nos francczal, muito proprias para caca
C por baralissiiiio preco : na 1 ua da Cruz
.. 01;, piaimoiro anclar.
Vendem-se Irascos com rolias de vi-
dro muilo proprios para conservar toda
a qualidade de rape, e por muilo com-
modo preco : na rua da Cruz n. 2(i, pri-
meiro andar
Sapatos de bur-
raeha.
No alerro da Boa-Vista, defronle d lionera n.
1 i, ha chegado um grande sorlimenlo de sapalos de
borracha muilo proprios para a eslacao presente,
lano para homem como para senhora, meninos e
meninas; astim como em novo e cmplelo sorli-
menlo de calcados francezes c de Nanle de lodosas
qualidades, e os bem jonhecidos snalo, do Araca-
ly, lauto para homem como para menino, esleirs,
cera e velas de carnauba, as melhore. quede la lem
viudo; asim como una porc.au de verde francez,
ludo por precii lauilo commodo, a troco de sedulas
velhai.
Veadem-se na rua do Queimado n. ii, as se-
guinles smenles, chegadas ultiman......e do Lisboa:
couve llor, couve algurve, coove lombarda, couve
Iromuda, rabanete, nabo de Hollanda, rbano, re-
polho, broco, sal-a,alfacc.
Vende-se um cabriole! lodo piulado e forrado
de novo, com arreios, he batanlo leve, seguro e bo-
nito : para ver, na roa do Hospicio, esquina do Ca-
rnario, loja do .Sr. Candido (pinlor de carro}, e a
Iratar, na rua do Collegio 11. -2i, primeiro andar.
\cnde-e a armacilo que foi de fazendas, ua
rua Direila 11. ."io a Iratar na laberna da rua An-
gosta n. 2.
l'ara sacerdotes.
Vendem-se mei.is de lata prela,e brreles de se-
da prelos para sacerdotes : ua rua da Cadeia do Ke-
cife, loja 11. 50.
Arlilliaria contra o cholera.
I-ova. de Ua alcosoada. para liicce, leudo a
prupnedade de aquecer exressivanicnle a pelle e
nilo lerir : no |i.:?ai l'eiiiatubucaiio, na 111.1 Nova n.
33, nico deposilo.
FEIJAO'.
\ tnde-se feijao mulalinho por preco commodo :
na Iravessa da Madre de Heos 11. Ili, aiiiia/em de
Agoslioho Ferreira S. Cuimarjc.
Vende-se cera de carnauba de boa qualidaJe, por
menos preco do que em oulra parle : na rua da Ca-
deia du Kecife, loja 11. .Vi, defronle da rua da Madre
de lieos.
Tinta preparada em oleo.
Na rua do Trapiche Novo n. 1K, em casa de E. II.
Wyalt, vende-ie excellenle linla branca, preparada
cm oleo, em lata de JS libras.
Eaixos e arreios para
carros.
Vendem-se superiores cixus c arreios para carros:
na rua do Trapiche Novo 11. is, casa de E. II.
Wyalt.
Gaiideiabro-s e lustros.
Acha-se venda em casa de E. II. Wyalt, na rua
do Trapiche Novo 11. IS, um completo sorlimenlo de
candelabros e luslros brouzeados de3a81uzes.
inlio Xere/ e 3'orto.
Vende-e vinhe Xereze Porto em barris de quar-
to : cm casa de E. II. Wyalt, rua do Trapiche No-
vo n. 18.
POTASSA CAL VIRGEI.
No antgO c ja' bem condecido deposi-
to da rua da Cadeia do Kecife, cscriptorio
n. 12, lia para vender muito superior
potassa da Russia, dita do Rio de Janeiro
e cal vit-gem de Lisboa em pedia, tudoa
precos muito favoraveis, com os quaes li-
Carao os compradores satisl'eitos.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. VV.
Bowmann na rua do Brum, passan-
do o cliafariz continua haver um
completo sorlimenlo de taixas de ferro
fundido e batido de 5 a 8 palmos de
bocea, as quaes acbam-se a venda, por
preco commodo c com promptidao' :
cmbarcain-sc ou carrefjam-se em. carro
sem despe/.a uo comprador.
Rclagios
nglc/es de pa-
tente,
os melhore fabricados em I nula ierra : em casa de
llcnry tbson, rua da Cadeia do Recife n. a.'.
gios
infflezes
tente, de sabo-
netcedevi dro,
chocados pelo ullimo paquete, vendem-se por prec;o
iazoa\cl; em casa de Augusta C. de Abren,1 na rua
da Cadeia do Recife n. is, primeiro andar.
Tabeado de pinho da Suecia, alcalrao e pise.
Mr. Calmont \ Companhia, leudo recehidoum
; ouro
de pa-
0 cassa para quem qu<
tas por ponen dinlieiro,
Vrnilciii-secorle, de cas-a rhila de bomgoatoa
J, dilos de padroes francezes a5IH>, cassas runas
para aleviar lulo, dilas prela dc;padroes miudo a
2-3 u curie, alpaca deseda de quadros de todas as co-
ros a 7211 o covado, lencos de bico lano piulados
como bordados a SaUeada um, Grvalas de seda pa-
ra homem a lo e lablM) ; todas eslas fazendas ven-
dem-se na rua do Crespo n. G.
Cousas finase de
bons gostos
NA-LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos leques com pluma, botla, e
espelho a SB, luvas de pellica de Jouvin o melhur
que pode Haver a Ijsiki o par, dilas de seda ama-
relias e brancas para homem c senhora. 1928U, di-
tas de lorcal prela e com bordados de cores a 800
r. e 19200, dilas de lio de Escocia brancas e de lo-
das as cores para homem e senhora a JOO rs., dilas
para meninos e meninas muilo boa fazenda a 320,
lencinhos de r.lroz de todas as cores a 19, inoras de
laa para senhora a iiiil, peales de tartaruga para
alar cabello, tazenda muilo superior a .">5, ditos de
alisar lambeni de tartaruga a :is, dilos de verdadei-
ro bfalo para alar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a 19880, dilos de alisar de blalo, fazen-
da muilo superior a 320 e OO rs., lindas inejaa de
seda pintadas para mancas de 1 a 3 annos a l;stw
ipar, dilas de lio de Escocia lambem de bolillas
cores para erial.cas de I a 10 anuos a 320 o par. cs-
pelhos para parede com escolenles vidros a 500,
700, lf e t9200, toucirdorescom pesa I9o00, fitas
de velludo de lodas as cores a 160 e 21 n a vara, es-
covas finas para dentes a 100 rs., e finissimas a 500
ra., dilas finissimas com cabo de marfim a 19, tran-
cas de seda de lodas as cores e larguras 320, 400 e
MO rs. a vara, sapalinhos de l.ia para enancas de
bonitos padroes a 250 c 320, aderecos pretos para
lulo com brincos e alfineles a le, toucas prelas de
seda para criancas a Ifi, Iravessa dasqueseusam
para sesurarrahcljo a le. pislolinhas de metal para
criancas a 200 rs., galheleiras para azeile e vinagro
a 2?200, bandejas muilo finas e de lodos os lama-
nhos de 19, 29, 3? e 1?, meias brancas finas para
senhora a 210 e 320 o par, dilas prelas muilo boas
I 400 rs., ricas caixas para rap com riquissimas es
lampas a 39 c 29500, meias de seda de cores par
homem a 010, charuleiras muito tinas a 29. castes
para bengalas a .10 r.., pastas para guardar papis
a 800 rs., oculos de armacilo deac,opraleadose dou-
radosa 640, 19 e 1,1200, lunetas com aro de bfalo
e tartaruga a 500 rs. c 19, superiores e ricas benga-
li ubas a 29, e a 500 r. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavado pequeos c grandes, fazenda muilo supe-
rior a 610, 800,1.}, 19200, 19500 e 29. atacadores de
cornalina para casaca a 320, pcnles muilo finos para
suissa a 500, escovas finas para cabello a (lo, dilas
para casaca a 610, capachos pintados para sala a
6i0, meia brancas e ernas para homem, fazenda
superior a 160, 200 e210 o par, camisas de meia
muilo linas a 19 e 19200, lovas brancas encorp.das
proprias para monlaria a 240 o pac. meias de cores
para senhora muilo forles a 220 o par, ricas abotoa-
duras de madreperola e de oulras muilas qualidades
e goslo pata colleles e palitos a 500 rs., fivelas lloa-
radas para calcas e colleles a 120. ricas filas finas
lavrad.se deludas as largura, bicos finissimos de
bonito padroes e loda. as larguras, ricas franjas
brancas e de cure para cama de noiva, tesouri-
nhas para costura o mais fino que se pode encontrar.
Alcmde ludo islo oulras muilUsimas cousas muilo
proprias para a festa, e que tudo se vende por pre-
co que faz admirar, como lodos os freguezes ja sa-
ben!: na rna do Queimado, uosquatro cantos, na
bem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
Vende-sc um cabriole! em bom oso ; a tratar
na rua do Collegio n. 21, primeiro andar.
(^a misas de meia
de pura laa.
Veiidetn-se superiores canusasde meia de laa, pe-
'o barato prcc,o de :!- : na rua do Queimado, loja
e miudezas da Boa I ama n. 33.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinba de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
vellia por .ijjOOO rcis : nosurmazens ns.
5, e 7, e no armzem delrnte da porta da
alfandcga, ou a tratar 1:0 cscriptorio de
NovaetACompanhia a ruado Trapiclie
n. 5i, primeiro andar.
A3$50
Vende-se cal de Lisboa iiliimanienie chegada. as-
sim como polnssa da Kussia verdad.ira : na praca do
Corpo Sanio n.11.
vi mo xerez.
Vcnde-se superior vinbo de Xerez em barris do
I;i. cru rasa de E, K. Wyalt : rua do Trapiche
u. 18.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor, Rua d a
Senzala nova n. 42.
Nestc estabclecimcnlo contina a ba-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de Vapor, c taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamaulios, para
dito. '
LABVRINTHOS.
Na ruada Cruz 11. 31. primeiro andar, continua
.1 haver sorlimenlo de boas obras de labyrinlho az
venda.
Vendem-se em casa de S. P.Johns-
lon & C^, na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
(elogios patente ingle/..
Chicotes de carro C de monlaria.
Candieirose caslicacs bronceados.
Lon asinglczas.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de grasa n. 97.
Vinbo CIicitv em barris.
Camas de ferro.
I.IIJI IH.VCAIV.
O arrematante da loja de miudezas da roa dos
Quarleis 11. 21, querendo acabar as miudezas que
existem, vende barato alim de liquidar sem peda
de tempn.
Franja com balota, para eofliaadot, pej. 4tOfAl
l'apel paulado, resma, (de peso) ."19000
Hilo de peo, resma 29700
I .la de cores para bordar, libra TSjOOO
Penles de bfalo para alisar, duzia JSIIOO
lvelas douradas para calca, urna 100
Croza de obreias muilo finas 69000
Lencos de seda linos, ricos padnies 1 -'a 111
Caita de lindas de marca 210
Aleias para senhora por 210
Penles de tartaruga para segurar cabello 19000
Crozas de canelas filias para pennas 29000
Hilas de botes linos para casaca 29000
Meias prela para senhora, duzia .19200
Hilas dilas para homem 29K00
I.acre encarnado muilo lino, libra I98OO
l'apel de cures, maco de 20 quadernns (00
bata de colxeles 720
Espelhot de lodos o numero?, dn/.ia 29500
Linha.de novellos grandes para bordar I96OO
Rica tilas escocezas c de sarja, lanadas,
largas
Meias croa, sem costura para homem
Ifilas de seda n. 2, peca
Trancas de seda branca, vara
Caixas de ian,dn/i.i
Pecas de lilasrle cus
Vende-se um lioin cab iolcl com um
bom 1 a vallo: para ver na coebeira dos
Sr. Lclia c C, defronle do arsenal, on-
de se dir" quem vende.
Sapalos de burraclia, no aten o da Boa-
Nista, defronteda boneca 11. 1*.
ha chegado um grande sorlimenlo de palos de bur-
ladla muito p,p,is p, r., io pr^ntt, ,,,
para homem como para ariihaia. lllrimm, meni-
na, amim como catntaa k mu r de Nanle. o
du Aracalv de leda, qualidade., por peer,, ,.,!
commodo, a troco desedula< velhas.
REMEDIO IMCOMI'AltAVEI.
l-^lt .
LNGLENTO HOLLOWAV.
Milbaresde individoe.de lodas as oc,e podem
Icsleiuunharas virludesdesleremedie inromparavcl
e prov ar em casu iicceasario, qoe, pelo um que delle
licram, lem seu corpo e inernhro uileiramrulo
s>los, depoip de haver empregado loutilmente ouiro>
Iratameiilos. Cada pesnoa poder-se-ha convencer
dessas curas m.ravilhosas pela leilura dos peridico,
que Ih'as relalam lodos os di. ha muilos anaea; c
maior parle dellas sAo lo sorprendentes que admi-
ra mi os mdicos mais celebres, uuania. |>easoas re-
cobraram rom esle soberano remedio n oso de
braco e penus, depois de ler permanecido longo
lempo nos hospit.es, onde devi.m sufltrr a anpastt-.
co Helias ha muilas, que havendodeiadeesme
asvlos de padecimenlo, para se nao sobmeltema e-
essa operarlo. doloroH, loram curadas complelj-
menlc, mediante o oso desee precioso remedie. Al-
gumas das lae- pessoas, na efusiu de eu reconbeci-
inenlo, declararan estes resultados benfico* duule
do lord rorregedor, e oulros magistrados, alim de
mais.-iulrnlicareni sua aflirmaliva.
Xinguem desesperara do estado de ua ande es-
livesae bastante confianza para cnai.relc remedio
constanteniente, secuiudo algum lempo o Irala-
menlo que necessilasse a n.lurtza da mal. etijo re-
sultado seria provar incoateslaveliiienle : cura !
" ungento he til maiipartiemlarmenlt nos
snjuintes cotos.
matriz.
Alporcas.
Caiinbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de caneca.
das costas.
do Miembros.
Enormidades da culi
em geral.
Enlermidadcs do .us.
Empees escorbticas.
I'islulas no abdomen.
Frialdade ou falla de ca-
lor r.as extremidades.
Frieiras.
Gcngivas escaldadas.
Inchaces.
Inflammacao do -fizado.
Lepra.
Males das peritas.
duspeilo*.
de lho.
Murdrduras dereptis.
Picadura de mosquito*,
l'olnies.
Queimadeles.
>arna.
Supurares ptridas.
I ndia. emqualqoer par-
le qne *c|a.
Tremor de ervos.
Ulcera na bocea.
do Sgodo.
da articularne.
Veas torcidas, o noda-
da. as pernas.
da bexiga.
Vende-se esle ungento no eslabelecimente seral
de l.oiidres.n. 2U,tran4,e 11. loja de luda .bo-
ticarios, droguistascoutr.s pessoas eacarrecadasda
sua venda em loda a America do Snl, HaveBa e
llespauha.
Vende-se a 800 res cada bocelinha.cnnlrm ama
instruccao em porlusoez para explicar o modo de
fazer uso deste ungento.
O deposilo geral he em casa do Sr. Soum. phar-
macculico, ua rna da Cruz n. 22, em Pemam-
buco.
Em casa de Henry Id 11 mi & C, rua da
Cruz n. IU, vendem-se:
Lonase brins da Russia.
Instrumentos pora msica.
Espelboscora molduia.
Globos para jardins.
ndeiras c sofa's para jardim.
Oleados paia mesa.
Vistas de Pernambueo.
Cemento romano.
(omina lacea.
Rclog-ios.
Vendcm-se relogios de ouro palenle ingle. : no
e:riplurio do agente Oliveira, roa da Cadeia do Re-
cite n. 02. primeiro and.r.
RELOGIOS
Cobertos e deseo he rtos, pe-
queos e graudts, de ou-
ro, patente Hfflcs.
Vendem-se no cscriptorio de Soelhall Meilor A
Companhia, na rua da Cadeia do Kecife o. 36, os
mais superiores relogios coberlos e desroberw, pe-
queos e craodes, de ouro. patente ingles, de mal
dos melhores fabrcame de Liverpool, indos pe.
ullimo paquete iuglci.
CEMENTO R01AI0.
Vende-se cemento romano recente-
mente ebegado, a li.slKIO a barrica: no
trapiche d Barboza, praca do Corpo
Santo 11. 14.
Fazenda de laa para vestidos de scnboras
a 800 rs. o covado.
Na loja 11. 17 da rua do Queimado ha novas mel-
pomeuesou urleausdelSa de quadros adamascado*,
propria d. prsenle estarlo, para vestido de senho-
ra, as quaes devem osar de vestidos do Ua como re-
medio conlia a mole.lia que infelizmente ela ata-
cando o arrahildes da capital. Dao-sa as amostras.
Thereza, de liolhembours. vndenlo os mesmosa
retalho por prero* baratos: olahoado acha-se reco-
Ihidn no armazem doi Srs. Carvalho t\ liman, rua
do Brum.
Meias tretas pa-
ira padres.
Jk.
oVAm-se superiores meia* de laia para padres,
pelo nTratissiiini prero de 1>j800 o par, ditas de al-
god.lo prelas a liili o par : na rua do Queimado,loja
de iniude/a- da lloa lama n. II.
900
:i>:i(iit
400
151IXI
300
9WO0
19300
!C2(KI
I^HK)
COM 7)0POR(FMOMAISK\R\T0
do i|iic emoutra <|uak|iier parte.
Bico de blond de seda prela para qn.mm. e bu-
nilas lila., romo se rcebe esta fazenda directamen-
te da fabrica, por isso pode offereeer esta vanlagem
a seu fregneze, raa do lelojoeiro.
Em casa de Tiinm Momsen & Vin-
nassa, praca do Corpo Santo n. 15, lia
para vender:
Um sortimento completo de livio. esn
blanco viudos de Ilamburro.
Wrroii fwibos.
Lapis finos, groza
' Tonca, Se'bllnd^^meniio
Chiquilo de merino bordados para menino
e oulros muilos artigas que selornam recommenda-
veis por sua boas qualidades, e que nao se duvidara
dar um ponquinho mais barato a aquello seohor le-
gisla, qoe queira a dinheiro comprar mais barato
do que se compra em pnmeramno.
COGNAC VERDADEIRO.
Vcnde-se o verdadeiro cognac, tanto em garrafa
como em garrafOes: ua rua da Cruz n. 10.
Grande sortimento de
tii nipas,
iieno, Ido n
1a : a ella.
es-
em ponto peq
aonde se escoll
111a do Collegio 11, I. leja.
meio e grandes, ha muilo
anles que se acabem : 11,1
lugiio da casa de um. familia eslrangeira 011-
dc eslava servindo, urna prela por nome Mara Joa-
quina, de 28 annos mais on menos, bstanle esperta
eemlisada, levando comsigo um filho mulato de no-
me l.uiz de (res annos. A diL. prela lem -e is-
der caria condicional djMrrfbrria, obligan... 4 a ser-
vir ale :M1 de jolho de 1858. roja carta ficar. aneo
lada no carlorio cm qoe foi registrada, sena* appa-
recer dila prela uestes quinze dias : qeem a pegar e
levar a rua da Cadeia n. 20 ser recompensada.
No da 18 do corrcnle fogio do engenho fra-
goso, irrino de Olinda, um mulato de cerca de -tl
annos de id.de. acahneol.do, cabello corrido, sem
barba, e he sapateiro: quem o apprebenrfer leve,
ao dito engenho, ou a rua ria Aurora n. II, que se-
ra recompensado generosamente.
Contina andar fgida a prela Merenri. cri-
oula, idade .le 28 a 311 anuos, pouro rr.ais on menos,
I com os signaes segniute : falla de denle, na frente e
orna das orelhas lasgada proveniente dos brinco .
quem .1 pegar leve-a a rua do Broro, marcm de
assucar n. 12, que ser bem gratificado.
lugiram na manbaado da 1<1 do corrcnle don
escravos um por nome Thendoro, prelo, crioule, pes-
cador, bano rorpolenlo, rom muilos cabellos bron-
co, pela barba e peilo,, idade X, aunes MS) mam
ou menos; oulro de nome Jorge? mualo. bSbo,
secco do corpo, pouca barba, quebrado da verilha ;
lem du lado esquerdo rio rosto urna ciealrii, este e-
eravo foi do Sr. Manoel Thoma. e.-c.rcereiro ;
coiidiiziram com sigo urna caisa, na qual levaran
loda ruupa qoe l-nbam. ralea e camisas de algod-
ziiilio de lisies, camisas de madapohl... orna dila de
baela encarnada j usad e cnherloro ; rega-sea.
autoridades policiaes e cepitas, de campo qoeos.p-
preliend.lm ,. levem a rua da Conrirdi- n. fe, arn-
zemric- nuleiiae que ser.lo ::eneilisamente rrcom-
peiisados.


HKRN. : TYP. UK II. V. DK rARj. 18.-S
01 itii Ano
11 rm\/n


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