Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07257


This item is only available as the following downloads:


Full Text
'
*
t
anuo \\\i!. k. :>.
Por 3 mecs adiantados .s'UOO.
Por 5 mezes vencidos .s-50(t.
mm fura 11 i; mmm e i^g.
Poi auno aclianlaclo lfOM.
Porte franco para o subscripto!
KXC.AItltEt.ADOS DA Si:ilSt'.IUP<:.\o' Xo NORTE.
Paralaba, o Sr. Gervazio V. da Nalividade ; Natal, o Sr. Joa-
quini I. Pereira Jnior; Aracaty, o Sr. A. de Lemos Braga ;
Ciara, oSr. J. Jos de Olivcira ; Maranli.io, n Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigue! ; Piauhy, o Sr. Domingus Derruan.) A. Peseta
CeareuM,- Par, o Sr. Juliano J. Hamos; Amazonas, o Sr. Jero-
mmo da Cotia.
PARTIDA DOS :OKREIOS.
Olinda .- todos os das.
Caruaru Bonito o aranhuns : no dial 1 e 15.
Villa-Bella, Bol-Vista, Kiu" e Ouricurj : a 13 e 28.
Goianna e Paraliiba : segundas e settas-feiras.
Victoria e Natal : as quintas-lr.ir.is.
AUDIENCIAS DOS Tltllll WKS DA CAPITAL.
Tribunal docommerrio : quarase sabbados.
Relavao lercas-feire e sabbados,
r'aienda : quartas e sabbados as 10 horas.
Juizo do eommercio: segundas as 10 horas e quintos ao meio-dia.
Iui" deorphaos: segundas e quintas as 10 horas.
Primeira vara doeive: segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda Tara da civel: quarUs e sabbados ao meio-dia.
EPIIEMEIUDES UO ME/ UE I'EVEUEIIMI.
o Lna nova as 7 horas, 2! minutos. 4H segundos da nianliaa.
13 Quartorrescente aos 7 minutos e48 segundos da inaiilua.
20 La chela a 7 hora, 30minutos e 48 segundos da tarde.
29 Coarto minguaateaos IV minutse 48scgundosda niunhaa
. PHKAMAII DE II!.!!..
Primeira as 8 horas e 3U ininulos da manlia.
Segunda as 8 llorase 83 minutos da tarde.
DAS DA, SEMANA.
I! Segunda. S. Lzaro b. | Ss. locero, Dcsidcroc Castrense bb.
(2 Tetfa. S. Kulalia v ni. Ss Modesto eAntmoao mm.
13 Cuarta. S. Gregorio p. ; S. Calharina (le Reis v. S. Benigno.
14 Quinta. S. Valenliui m. ; Ss. Auvcncio c Klcbo .
13 Setla. Ss. Fanstino e Jovila mm. ; S. Ouclidiouio m.
10 Sabbado. Ss. Puilirio. Samuel, Jeremas e Scleucco rara.
17 Domingo 2. da Quaresma. S. Pglicronio b.: S. Secundiano.
C.VCAItitCCAOoS UA SI I..ni:wii:ai \ m T.-
Alagoas, o Sr. (laudino Faleo Das : Baha, o Sr. 1). baprii
Rio de Janeiro, o Sr. Joto Pereiri Martina.
EM i'Kicvauiii <:o.
O proprietario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na sua
livraria Praca da Independencia ns 6 e H.
PARTE OFFICiAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 7 de fevereiro.
i iilici"Au Exm.. lurcebal cuininiindaiile d.is ar-
mas, recoinmeuilaudo u expedicAo de suas orden-,
para que o i." hatalh.lo de artilliaria a pe, reunido
a guarda necional tardada do Olinda, c sol a direc-
rao do otVtcial que pjr le competir o commniido,
marche na (arde du da 11 do crrenlo para a fien-
le da igreja em que esliver a iougun do Sr. Ilom
Jess dos Pastos, alim ile acumpanhar a prociss.lo
lo incsino Sftihar.Ofliciou-se respeilo ao com-
maodatile superior da mencionada suarda nacional.
|ii!oAo mesmo, transinitlindo por copia o uii-o
da reparlieao da guerra de 10 de dezembro ultimo,
to qual consla que se concedeu Ires-mezcs de liceii-
ra com vencimento de sold, ao coronel l.uir, Anto-
nio l avilla, para tratar de sua saudc em qualquer
provincia do imperio.Communicuu-se Ihesuura-
ria de fazenda.
DitoAo Exm. director geril inlcriuo da inslruc-
eao publica, dizendo que mande proceder as infur-
maeoes a que so refere o ollicio u. \ 1. com que S.
K\c. infurmou a re|>rc enlaco do vicario e'ncom-
mendado da freguezia de Ipojnpa, que pede soja
pesia a concurso, mi interinaiiieule provida a cadei-
ra de instruc^ao primaria daquclla freguezia.
HiloAo inspector da lliesouraria de fazenda, rc-
coinmendaudo que mande apromptar com a maior
urgencia, atim de seguirem para a cidade da Victo-
ria, tuaisduas ambulancia- bem prvidas c duas car-
gas de buladlas, una de arroz, e ligninas arrobas
de sag.Tamhein maudou-se enlrecar ao com-
iiiaudanlo do destacamento de l'i d'Alho una am-
bulancia e duas peras de baelilha, alim de screm
enviadas ao respectivo jui/. de direitc.
HiloAo mesmo, declarando que as ordens da
presidencia para remes-a de seeros e oulros nbjec-
tos para soccorro das pessoas pobres accommellidas
do cholera no centro da provincia, sero scmprc es-
ped.las a S. S., que poder.i coaltar prompla ese-
ruello dcllas a comiussio enrarregada da compra
de laes objeclos, se assim o jolgar convcuienle.
un ofli.-io que Vine, diz au liaver recebido, e que
por isso Ibe remello junio por copia.
Cbeme agora chamar a sua allen-ao para n que
nelle ponderal, e iccommcndar-lhc que Iralc de ti-
rar SUbsenptoes para o soccorro dtenle desvalida,
einpenliaiido o sen zelo pastoral em dispertar a ra-
ridad dos habitantes dessa l'regiiezia, e fazendo- i xccuoao civil, deven) ser submetlidus a processo mi- tra seus preccitos, cuja inob-ervancia nos eonslitoe
Iba sentir que nuina quadra tilo calamitosa lodos | litar ; e sent ouvido o conselho supremo mililar de icos da indignacilo, que justamente merecemos. Pls
devein por interese proprio coadjuvar o goveruo no juslira, c as secones de inaiinia e guerra, c de jusli- porera con euridos. pela llivina Esciiplura, de que
emprego dos mcios tendente! a combater a epidemia.
DitoAo visado de Ipojuca, enviando para os
lilis eonveiiienles a aulorisacao que o Exm. hispo
oioecsauo se diguou conl'erir-lhe para benzer o ee-
mlerio que armaudade de tvossa Scnliora do O'
pretende construir[goal aulorisae.no se ramrlUo
un Ttgarlp de Nazarelh.
Dito.Vos Drs. (".aelaiiu Xavier i'ereira de Brlto
e Joaquim Antonio Alvos Kibeiro, em commisso
medica ana Sanio Anl.io.A noticia que Vnics. me
dio em ollicio de ."i do correnle, de liavctetn fcilo
no referido diaa sua entrada na cidade da Victoria,
e de cstarom de loaos liadas com o delegado Tihur-
tino, (miando de soccorrer os individnos accommel-
tiilo da epidemia, veio suavisar o incominodo de es-
pirito em qoc me arhava (piando Ibes dirisi o ineu
ullimo ollicio com dala de liontem. Aluilo eslimo
quo \ mes. nao lenham desmentido a confianca com
que os cncarresuei da aidua commi-sau que es-
gressar.
'otr Joaquim Coetho.
ci do coiiscllio de estado, liouvc sua magcslada, o Jess Chrillo, nosso advogado na presenta de seu
Imperador por bem declarar, por immediata resido- I fiemo l'ai, jamis regaita a penitencia dos venia- maj ^|
cao de'J do correnle, tomad obre consulla das ileirosronlrirtos, que unni a esla qualidade a sin-
referidas seccf.es, com dala de 10 de oulubro ultimo, jeera l.iimiliacno. prcslemos-llio aobmisH obediencia.! '"_*" '' que os coiiimissarios, escrives, despenseiros e encar- c stippliquemos-llie se digne allendcr os nossos rogos, I ,'res"lc"cia <, K,,,, *r- desemhargador Souza.
regados da armada nacional a imperial, como com- e 01 de sua piedilecla Ejpos, fazenJo ces-ar os ve- I !'r- depulado llamas o Silva deiiou o everciciu.
prebendidos na lellra dos arligos 4, e 5, dos de gner- i ames, que devenios experimentar para noasa cor- j y*.'1'''!''*' ''"i" ITf r'"'.'." f'fte^do tribunal s,1o os
segundo o disposto no artigo 155 paragraplio 3 do
mesmo cdigo ; c que semclbanlemenle se deve pru-
eeder conlra os commissarius, quande nao pagarein
dentro de un mez, depois de uutilicj lo-, os alcances
em que licarem para com a fazenda nacional, como
determina o alvara de 7 de Janeiro de 17117 titulo i.
liio dcsempcnliando. lambem estimai summamen- l'ar-!rapho l-\ o que commuuico a V. S. para seu
le que o delegado Tiborlino, que lato dignamente se
ha podado, ainda se arhe com (arfa! para satisfazer
as requisicoes que Vmcs. Me lizercm.
Espero, poi-, qoe a sorlc dessa infeliz cidade me-
ihore con-ideravehnente.
Os dasinreclanles que me requisilaram, seguirn)
pelos gneros e dinheiros da fazenda nacional a bor-1 rnnvenienle ieular-no- da IribulacSo, que princi-1 dosdous carpos docslado-mai.ir, ou iim subalteroo | restituirn! a seus pais '7 criancas enlretanloque
do dos navios de guerra, ou corpos de marinha. eslao piamos a soltrer. de corpa arregnnenlado que esliver no diluido de em 1853, '^ e lucandol foram retirado' or ua
sujeitos sempre, ou em que casos s disposioes pe- j Punindo os habitables d'oulros paizes com o de- jsua jurisdiccilo, faz publico para conherimcnlo da familias, animadas, he mister diz-lo pela Hguran-
uaes mililares pela falla de eiaccAo de seus deveres; j sigui de eflerluar a refoima dos reprehendis eos- : gawnlMo que sobre proposta de S. Etc. lie nomea- ', S 1= se Ibes bavia dado de que ellas Ut) eriatu
c, |iarlicularnicn(e, se, no ca-o de licarem alcanca- lumcs, coiivinlia iiecessariamenle reprimir em nosso ; .lo secretario da inspecrao o Sr. alferes do -2- bala-' nada a pagar, e antes receberiam urna IWranra da
Jos para com a mesma fazenda nacional, alean da e- proprio domicilio, as gravo fallas, commellidas cou- | limo de mfanlaria Pedro Marllni, o qual adiando- Caiu econmica de (l francos sobre oaOO.OOo'fran-
se destacado na cidade di Victoria he mandado re-10 dados pelo imperador para a retirada dos c*-
poslos.
Tendo fallado esle enso lo em IS5I, as cnlresas
liiinniiiian cnsivelmcnle. Pela mesma raigo, bou-
ve lariihem auguieiitu no iiumero das craneas de-
positadas a Ululo pronisorin durante a estada de su-
pais i:j Inspilal ou em prisao ; o algari-mo de
J,0H, a que se chegou no anno paitado, noseha-
via dado al en(,lo ; e ainda ni.ms s< liaviam sido
levanlad.is 1,055 depsitos om 1833. Todos es-es al-
gaaismos encei rain bem Irislcs ensillos ; elles nos
levelam nina das mais do'.orosas cousequencias il-r
vicio c da miseria.
A' par desles resultados dolorosos, a Memoria da
admiiiislracio hospilaleira faz Mohecer a nalurali-
dade das mais, cojos lillios foram cvpo-los no hopi-
cio durante o auno de ls',. Sobre 1,1)00 mullieres
conlieridas, o deparlameiilo do Sena lisura por
257, Mosella porSi, Sena-e Oise por 81, o Norte
por 00.
Em contrario, os departamentos afa-tados s do
lalgarismotodoco imporlanles. como II hluldano,
.:> a (iironda, 7 o l.oire-lnferio, ele; finalmente
| cerlos departamcnlos, como a ArJche, a Arise, o
licrs, a Corsega.o lleraull, o Var, ele; nao lornc-
cem iieiilmma mili.
Coiilam-sc lambem ncs>j algarismo de 1,966 u.ilis
eonbeeidas, 163 muiheres nascidas fura de Hranc<,
rada mesma armada, nos crimes mililares, ou da I recelo, quando somos insen-iveis as merecs, c bene-
responsabilidade, c nos de rclielli.lo, eslao sujeilos i i ficios gratuitamente prodigalisados.
iurisdicAo mililar, c devem por aes crimes resnou- i ___ i -.
, ', """ pon A verdadeira penitencia, nica proprissima para
der en, conselho de guerra, na forma do artigo 171 suspender o llagello merecido, suavisara os nonos
pcr.gr.pbe i. do cdigo do processo, formando-Ibes sulrri,e.os, corneja vos declaramos na Pastoral de
priuieiranieiue culpa os couselhos de inmMHpafaiv. I au j____.__.__...
" I IS de seleinbro do anuo Ira'i-aclo, cuja assidna lei-
tura vos recommendamos.
So nos sentimos gravados com o peso das proprias
culpas, recorramos, por meio do tribunal da peni-
tencia, aos iulinitre mritos de Jess Chrislo, i sua
sicralissima Paivilo e Morle, s suas brilhanles cha-
gas, a ellusao de seu preciossimo sangue, c cari-
dosa prolecco da benigna co-redemplora do enero
Iiuiuano. e mal dos peccadures, instituida lal por
Dos guarde a V. S.-Joao .Mauricio V.imlerlev, j seu dilectsimo lili,o no mmile Calvario, para serem
Sr. Joaquim .tose Ignacio. | protegidos por inlcrvencao de l.lo digua mai em suas
allliccoes.
1 mploremos nos Templos, e no recinto de nossas
habilanie-, juntamente ruin nossas familia-, a ce-
conhccimcuto c esecuc.to.
Illm. l-.vm. Sr. O abaixo as-ignados, nomaia-
dos por V. Evc. membrosila Commisso de lleiieli-
no mesmo dia da parlida de Vmcs., quando mar- ce,"'ia desla |,arocl''a. teudo-se reunido, e inslalado j |eslc danteiicio, c a tirme esperanca na benisnidade
choit o destacamento de policia. (genero) fo\?}[M'!^^*'i^fr*^tal*^^nMn-Ido nosso Uedemptor, unida a f viva, da qoaldeve-
meiitiriosc mais de-infectantes foram no dia irr.me-
dialamcute posterior arompanhados por pracaa de
primeira linha : deve ludo porlanlo ja (er abi olie-
ndo que .ni. o indicado, sol. a presidencia do pri- mos esla, animados, nos salvara de todas as,-alami-
me.ro signalano. ass.m o commuuicam ., V. Etc. 10il,|es,quc recalamos. Aos verdadeiros renles asse-
Os naixo assignados promcllem envidar seusm.ii-
sado. Remello agora mais dua- ambulanciis, doa i oroS esrros Par'' salisfazer o lim justo, c bonelico.
cargas de bolacha, urna de arroz e duas arrobas de
sagii: a para mellior resulari-ar a oonlinuarilo da
remessa de soccorros, compre que Vine-, vao indi-
que V. Evc. leve em vistas com semelhaule noineia-
eo, o juntamente agradecen! a V. Evc. ler-lhea
proporcionado oecaaio de preslarem seus (enues ser-
DitoAo director do arsenal de guerra, para man- certeza de que, nao llavera demora em ser ludo sa-
dar entregar com urgencia ao Dr. Ignacio Firmo | lisfeilo.
cando e requisilando o que julgarcm preciso na 1 y,Vnm beoeileio de irmiOs desralido), e necewila-
do-.
\avier, encarregade do hospital provisorio do Car-.
mo, duas Africanas livres, par.i seren mpregada
no servieo interiuo do mesmo hospital.Kizeram-ee
as uecessarias communicaeOcs.
DitoAo mesmo, recoinmcndaiiilo que mande cn-
tregar ao lenenle-coroncl Manoel Joaquim do llego
c Albuquerquc, membro da commi-sao benclicenle
DiluA' commisso parochial da frcsi.e/ia do Ke-
oife.Cerlo pelo olcio des-a commisso du 5 do
Qoeira V. Evc. dar-nos suas ordens que com sus-
to i'ililiprn i'llin-,
Deosguarde V. Evc. Ireguezia de S.Jos do lie-
crrele, deja ,c acl.ar ella consumida e de (er da-' J* ["'w u '""tT"","' ^ """
-elbeiro Dr. Jo-e Rento da Cui.l.a o lisuciredo, di-
dos Afogados, .'ai camas, alim de servircm na enfer-
mara daqu-'lla fresuezia.
DitoAo chefe de policia, dizendo que acaba de
expedir ordem a Ihesouratia provincial, para pasar.
oslando uos termos legae-, asconlM que S. S. re-
melteu das deapesaa feilas com o lapamenro do um
arromho ipie sedoscobrio na cadea doSerinhaem,
com a lavasem do roupa, e\|iedicu(e e servieo da
casa de detencao durante o mez de dezembro ulti-
mo, e com o sustento dos presos pobres daquellc cs-
ubelccimctito, bem como, com as dietas furneeidas
do principio as funceoes de que tora iiirnmbij.i, o
que me lie moilo salisfalorlo, cabe-me rogar-lhc
que se reuua a roinmissao da assnciaco commercial
beneficenle, tm de que poanm de commum ae-
obler o lim que se lem
gnis-imo presidenle da provincia.O conego viga-
lie l.ouronco Correa de S.Joaquim Heanlo de
lisueiicda. Francisco Bapli-la de Alinsida.Edu-
ardo Frederico llanke.Joaquim Lucio Monlciro
da Frailea.
Km. c Emb. Sr.Pasto as iniosjde V.Ew. o re-
sollado da tercena visi(s medica; f-il.i pole '.irullu- ( ,i"" impresso em vo-sos
liv-i desla frcgu"/.ia, Co:,...,iile lo
'<-
I- I I
cordo inellioruiente
vista.
DitoA' cmara municipal de Olinda.ilcspon-
dendo ao ollicio que Vmcs. me dirigirn), -oh n.
51, e datado de :tl de Janeiro ultimo, lenhoadizar,
em primeiro losar, que residin lo cloalmente nessa
cidade oDr. Francisco Concalves de Mor.es. pode I .fal reinante leen, sido de prompi.
mu, bem pre.lar os Se servias mdicos as pessoa,, Heos guarde a V. Evc. Subdelegada da fregneii,
que forem accomme.l.das do cholera, e ne,.e senti- | d Afogad-H de fevere.ro de iS50.-ll.n,. e Evm
om segundo j Sr. oonselheiro Jos lenlo da Cunha e I iguiredo.di-
leslinadasparaoselmier,"^^
peeUra eaOrmaria, o com dlfferentei objerlo- com- podem ser tratadas argomai pes.-oas que forem ola-1 "______
prados para esla, ludo no mez de Janeiro protimo cadas da epidemia, e quando cssa cmara julgue de '""..Se.Hoja, pela
iiccessidadc monlar oulra enfermaria, fica aulorisa-
surou Jess Chrislo a possibilidade de consesuiem o
prospero resollido de sua- or^ces.
He o uosso mesmo Salvador que nos impuz o pre-
ceilo de implorar sua mais recouliecida piedade,
para se dignar esculai as nossas rogativa-, so da tis-
sa parle nao obslarmos aos seus piissimos designios o
car.dosos senlimenlos.
KSe lia moilo lempo, que vos annuuciamos esta
apreciavel verdade, para couslan'.cmcule vos reror-
datdes da immen-a raridade com que Jefas Christo
nos quor beneficiar.
Confiando na docilidadc dos notsos diocesanos.
esperamos que se presten) a praticar rcriprocos
aclos de candade para com seus irinos allribu-
iados, que solieilam o etercicio da fraternal leceo.
Pastores da ^osuiida oidcui, demoiislrai na pr-
senle cri-e 0 zclo,-que pela salvaco das almas, (evc
ara 'fles.
Srs. Siqneia, Medeiros Ileso, Pinto de
Baslo.
Passagem.
Appollanle, Joaquim Mauricio oncalves llosa ;
Appcllado. Anlouio Joaquim Ferreira da Silva
por sen curador.
DoSr. desembargador l.eao ao Sr. desombaigador
Clliraua.
Diligoucia.
Appellanle. Joao Cardo-o Avrc- ;
Appellada, a v.uva Marlins re Carvallo'.
Vista ao Dr. curador geral.
Jolsamenlo.
Appellanle, Jos Soare- No'gueira Bulas ;
Appellada. Manuel Anlouio Pinto da Silva.
Helalor o Sr. desembargador Villare.
Fui confirmada a tentenca appellada.
Dando a conhecer aot nossos leitores os ililUreulcs i rutre atlas: llelsas, 2 Saboianas, 18 Allemr.as-
captulos do luidgel do deparlamcirio do Sena,' vimos [ tOSui-sas, 10 l'russianas, I Itussa, I l.rega, t Ro-
mana e I Polaca etc. O numero das mais, cuja or-
que a despeza rom ns expostos, para o anuo de t^ti,
era liv.ila era 1,072,800 francos, e qoe esla somma
mporlante doria ser empregada e... prever a man*
lenca d'uma populacao media de 10,582 criancas, to-
tal do algarismo dos orphaos a carso do departamen-
to no l. de jaueiro de 1S35. Para justificar e-ta
verba de despeza, o director da assislencia publica
apresenlouaoconsellio um memorial que, manifes-
tando a s.luacao dos oxposlos no anno de 1X5, d
ao mesmo lempo coala do empreso dos fundos vo-
lados no auno passado para as neCessidades desle
servieo.
gem nao be Icoul.ccida fci de l,t75.
.. O servieo externo lie lambem o objeclo da mal-
viva solicilude da administrado ; ella applica os sen-
cuidados em nbleramas de leile ootn todas as quali-
dades deiejaveis relalivaiuenle i saudc, i sua boa
disposirao e raoralidade ; todava o recrnlamenlo
das boas amas de leile aprsenla cada anno maiores
difliculdades, em raiga da modicida'de do preoo pa-
go pela direceao. Esse preco. com cIVciio, variando
de I a 1-2 francos por mez, le inferior ao que per-
Esse documento cheio de aclos inleretsan- cebem as amas de leile nos campos, e que sobe de
les e de alsarismos curiosos, merece litar .por alguns I '" a '8 francos, o que eqoivale a um ganho diario
e sua parle, of-
instantei a allencao dos nossos leitores.
J no anuo passado, oceupando-nos da queslao
dos exposlos, vimos que nina serie de novas medidas
liaviam sido lomadas pela adminislracio para previ-
de 00 cenlimi.s. A adminislrac,a
ferecendo :'.(l e SO cntimos ao mais por dia. vio-se
oiirisada a renunciar a mnilos dislriclos do norte da
Franca, nos quaes ella acliava preciosos recursos.
nir os abandonos; e por isso so recordaremos pqui a porque leudo all o preco da mao d'obra subido uni-
do ollicio agora aoa mesmo doulor
lanar, que ha no hospital
resoluc.io do ministro do' interior de 5 de mar .i de
iC--'. e a enrular do profeito de policia de .1 de
asoslo segaiote para ainda urna vez provarmos com
que solicilude a adminislrucao (em sempre sabido
i-icin-u" a-! l'tdtai cun vo-sos niemplos os ministros da Keli- i conciliar osdireitos da humanidad com o interease
vista do que vera \ Exc. que osr'cce>:iiinelliiio> ilo sia' t"c "loramos, para vos roadjutarem em vossosldas rendas hospilaleira-. Os metms principios fo-
soccorridos. esforjo. ram ainda applicadnsmo auno de I85f, c um i s,..n- sra.;..s a esle suppleineulo, ella espera poder fazer
Te.nci a infeliz sorle do Mercenario, cijo carac- I ma dc37i,,i i franco- foi dislribuida om s icrorrivs faa a todas as exisencias do servieo. Alem disto, os
lo, os meamos uniros dissoadiram as inulliero) de
-e encarregarem das criancas de peiio do- hospicios
mosirando-llies que ellas ganharian mais occopan-
lo-se em tralialhos agrcolas. A a.lminislracao vai,
pois, ser obligada a augmentar para 2 raucos por
mo/ a pen-ao das crianc.es da um a don- anuos, e,
lindo.
DiloAo presidente do conselha adminislralivo,
recommeiidando que promovj a cumpra daamedi-
eanienlos e mais objeclos mencionados as duas re-
tacees que remelle, os quaes silo necessarios ao arse-
nal de guerraFizeram-se as uecessarias commu-
nicacOes.
DitoAo presidenle da commisso de bvgieue
publica, reco.nmendaudo que aquella commisso
passe com maior hrevidade possivel, urna revista as
DOUCau, aflu de poder informar quaes as que se
acham mais bem providas dos medicamentos de que
mais se uecessila para o Iralainento do cholera, e
baaausaim, acerca do preco correnle dellcs.
DitoAo inspector da tliesouraria provincial, re-
metiendo para o lim conveniente, a rclaco das
despezas feilas com o etpcdieule da repartirla das
obras publicas no correnle mez.
DiloAo mesmo, approvando i arremalacao dos
reparos do acude de Caruaru, a r,ual fui fela por
Jos Joaquim de Novaes, sendo fiador Manoel de
Souza l.eao.
DiloAo mesmo, ioleiraudo-o de liaver appro-
vado a despeza de I17S2WI, que o director das obras
da a aze-lo com os recursos de que dispc, apro-
veilaudo para esse lim o edificio em que eslevo a
Academia.Olliciou se ,i respeilo ao mencionado
dentar
PortaraAo agcnle da companhia das barcas a
vapor, para fazer transportar para a corte, por con-
tado soverno, no vapor i|ue se c-pera do norte, ao
desertor da armada Emilio Jos de Almeida Doria,
que sera enviado para bordo do mesmo vapor, por
parle do coinmandante da estaego naval.Commu-
uicou-se a esle.
:!.' Seeoao. Circular. Minislerio Jos negocios da
jjuslica. Rio de Janeiro IS de Janeiro de 1850.
Ilim. e Exm. Sr. lendo-se suscitado duvidas em
algumas provincias sobre o modo pnrqoe deve ser
eteculada a circular de F de Janeiro do anno prxi-
mo prelerilo : Manda S. M. o Jmperador declarar a'
V. Exr. quo os mappas das sessoes do jury cojo mo-
delo foi naquella occasi.lo remellido, devem ser di-
rcclameiilc enviados a essa presidencia conforme se
delerminou na mesma circular; masque n,io lieam
. por isso dispensados os juizes d direilo da obrtsa.
publicas man loo lazer com a subslituico de seis '
i.Ao que lie imposta pelos arts. 170 e 180 do rcsula-
menlo n. 120 de :tl de jaueiro de IS2, de rcmelle-
que lala o cilado regulamenlo.para que elle organi-
sc o mappa geral romo lite compre fazer em obser-
vancia do arl. 181. O que V. Evc. far constar aos
juizes de direilo dessa provincia.
eslivas quo se achavam arruinadas na ponte du \ a-
radouro em Olinda.Ofliciou-se ueste sentido ao
mencionado director.
DiloAo juiz de direilo de Pao d'Alho.Teuho
prsenle os seus ollicio-, o lico iuleirado do seu ron-
Iciido. Remello mais urna ambulancia c duas pe-
ca- de liaelilh.'.
O cominaiidanle du deslacamenlo, portador do
dito ofticiu, a fez enviar para ahi algumas cargas!
de gneros alimeulicios_ F:slou tratando com a 0,Compra1*.Palacio do goveruo de Periiam-
inaiororevidado de fazer seguir um medico para essa i l'uc0 S do Web da 1836.Ftgttdrcdo.
comarca. Recoinmeii lo-lbe que conlinue a empre- I ,, -
garas medidas que jolgar convenientes, c que tenho | ""l,a-_Avib0 de "7 de 185:,.-
indicado, pois ja Ibe dei aulorisacao. CClara cm que ca,ns M <:'"""'''i*, eterives, dis-
,. ... ......". pensoiros c encarresados responsavei- lelos senvrus
Dilo-AojUizniumcp! do .abo, ditendo ,TO ]. L mnmAm da ,mnail llan,^, n J 'J
loram enviados para aquella comarca os soccorros | da arnMdi cs,,l0 sujeit5 .juri.di.a militar. Rio
pedidos pelo respectivo ju.z de dircito, c remellen-1 de j.lcjr0. Ministerio dos negocios da mar.....a em
do ampiares impressos das prescripcOes medicas .r oa (|e,elnurc ,|e |jjj
..cerca da epidemia reinante. Klllranilo em (|uvlla,'5Ci cm visU do nUu
DitoAo -
ao se
em data de :l do mez prximo passado Ihc dirigi
nove horas da manhaa dei
principio a lerceira visita doiniliciara na povaejo
dos Afogados, Ciqui, Barro, Tiglpio terminando
no Peres as Ires horas da larde.
res pessoas de ambos os sexos accommellidas de cho-
lerina o cliolera-morbus, e alguns ainda que poucos
quasi fulminantes ; porem sendo soccorridus de
promplo cedem, mas os doeules nao licam restable-
cido-.
Ka posto sanitario do Peres lem dous (lenles, um
Icr be acremente reprovado pelo Evjngelho. Nos
exhortamos os Presbterosclauatraes, eos que habi-
lam cm suas residencias seculares a mo so sentar
do carido.o exercicio, qtjeaeu minislerio Ibes impoe,
quando ejam ch^madus para(tfrnitualsaf aaSaera-
mctilu-, por cuja uigeule receprao os enfermos po-
dem recuperar a perda da (iraca Santificante,
e a saude corporal, loda vez que a benigna Pro-
videncia julgar conveniente a salvogao dos af-
lem conliuuado a a|iparcer era todo esles loga- Hielos.
Cheles de familias, pelas quaes sois responsaveis,
nao vos di-penseisde soccorrer os constituidos cm
amargura.
Ajuslica e a caridade vos impe esle dever para
com aquello-, que vos eslo sujoilos, principalmente
na occasiao de maior vexarao, cm que necessilam
bastantemente enlermo, denomeJoao Rodrigues do i da vossa beneficencia.
Nascimcnto, e no Barro Iros mullieres sendo urna de I Record.i-vos que o procedimenlo dos fugitivos pa-
nonio Antonia Justina da Conceicao, que adiase ra oulros losares em laes eventualidades, nao Ibes
em peiigo do vida ; estes poslos ja vao leudo alguma
rcgularidade, c o servieo fazendo-se com limpeza e
ordem.
Dos guarde a V. S. por muilos annos. Ilecfc X
de fevereiro de 1836.Illm. Sr. subdelegada da
fregueziados Afogados. Francisco l.uiz Maciel VI-
auna.O cirurgiao iliijuel Ftido da SUet.
Illm. e Exm. Sr.A commisso adminislr.iliva
da coiiipanliii de accionistas do tbeatro d'Apollo, de-
sejando coucorrer rom o que esliver em seu alcance
a bem da hiimanida.lo ; rcsolven cm se-sao de boje
ollerccer a \ Exr. o sabio da frente do mesmo Ihca-
Iro para servir de enfermaria aos oceommettidos da
rem ao chelede polica os mappas.c relaloros de epidemia reinanlc, uu para oque V. Exc. iulsar
ili.ili ili .....Lid -.v.,1 ........u .________. ... .... '
em quanlo ella durar.
Osabaixo.'as-igna.los, pois. e-peram que V. Etc.
aceite esla pequea, mas esponlaaiea ollera, e a
aOanca o preservativo, que prelcudem goxar, por
quanlo, coulra o inliuilo Poder, nao ha resistencia*
em toda superficie da Ierra, e o termo da existen-
cia humana, se realisa cm qualquor lempo, era lo-
do lugar.
Aquclles, quo se sublrahcm aos aclos de caridade,
devidos ascua irmaos, presumindo escapar a divina
disposirao no logar onde se refugiam, s.lo dignos de
que nelles se verifique a dina indisnaeao, da
qual taires, seriara salvo-, se obcdeci-sscm ao precei-
lo da Caridade, premio allriboido aos observanles
do mesmo preceito, como em algumas occasies la-
nos presenciado.
Palacio da Sulcdade '.I de fevoiciiode 1836.
Joao, hispo de l'ernambuco.
.i 7,07.i mais pobre-, que neo quizeram abandonar ieudados o- mais assiduot cuiiliuoaiii o ser da-
seus lilhos. E-sas7,ll75 paridas se dividem em4,391 ,lus IIJS pupillos do departamento ; mdicos e-pe-
mulberescasadas e 38l solleiras; urna-, em nn 1 eaes, inspectores, os roaires, os curas o- vi-iiam
mero de 5,312, se cncarregarain de ociar ollas mes-! frequeiilemeiilo, c vigiara cm que nada Ibes falle ;
mas os seu* lilhoj, o asoulra 2,663 preterirn) 011a morlalidade aoffreu laiubem um daccesdmeiiul
dar a criar pelo iulermedio do escriplorio municipal seiisivel, c o algarismo dol obilos, que err, 1815, so-
da ra Sania Apollonia'. | bre 15,968criancas subir a 1,789, em 1861 sai fui
Independenlo dos soccorros prestados ,.s parida-, I de l'iil sul,rc 'J'*0"- meninos de peilo dados a
a adminislracao soccorreu ainda a 1,988 familias ne- criar no cal"l'-
cessiladas, que foram reconhecidas impossibililadas! A inslruccao das criancas prenrciipa igalraenle
de prover a inaiiteiira de seus perflenos lilhos. Em-
lira dislribuio-se a somma de ..,783 francos enlre
pessoas caridosas, que volunlariamenlo rocolheram
94 orphaos na occasiao do fallecimenlo de seus p-
renles, o qup, pobres ellas mesmas, nao teriam po-
dido supportar osla nova carga sera a assislencia da
adminislracio.
Com ludo, c anexar deilas impoilanles subven-
ees, as exposicoes na eslrada publica foram em IS-5
mais numerosas comparativamente qoe nos dez tal- o futuro das pobres creaturas, nos lamentamos nao
tiraos anuos que acabara de correr. O alsarismodas adiar esle uno na rclac.lo do Sr. Davenue o alsa-
ctposiees chegou a !l6 no anuo passado, enlrelanlo rismo do |.cculio que devera ser posto na caita cco-
a adminislrarao, e de alguns aunos a e-la parto el-
la d a esle respeilo as recommoiidarftes as mais
argentos a lodos os seus agentes. O resollado tam-
bera coroou seus esforcos, c nos vemos que era 185(1
somcnle 2,111 criancas seguiam as classes e Sil a
inslrucccs religiosas, enlrelanlo que cm 1851 fre-
qoentaram a escola 4,821 el,2>5 aprendern) o ca-
lliecismo.
Ao appoio dc-ses algarismos lao animadores para
Dos guarde a V. ExcJos I liomaz Nabuco de "s memlirns desla assocaeao consagram a |iessoa de
Anejo.Sr. presidenle da provincia de Peraiubu-
COMMANDO DAS ARMAS,
seguranza da alta estima e consideraclo que lodos I "Bartel seneral do commamlo das armas de
Peraambuco na cidade do Recito em '.' de'
V. Etc., a quera Heos guarde por muitos anuos. fevereiro de 1856.
Sala Has sessoes do Ihealro d'Apollo 7 de fevcrci- ORDEM DO DIA N. aOt.
re de 1856.Illm. c Exm. Sr. coiiselhciro Jos Hen- O marechal de campo eemmaudante das armas,
toda Cuuba e Fisuenedo. dignissiino presidenle I em visla do aviso do minislerio dos negocios da guer-
d'esla provincia.Antonio Alvos Barbosa, vice-|irc-
; sitenle.Manoel Francisco Puntes, primeiro secre-
tario.
l de I!) de Janeiro ullimo, era o qual se declara mi
coiuir, por ser prejudicial ao servir e a disciplina
dos corpos arrcgiiucnladiis do exercilo, que soja
quccni I85 so cbeg.ira a 19, em 1852 a 51, e a 7
em 185:1. Acre-ceulemos osla triste nomenclatura
que a maior parle das pobres criancas cxposlas na
ostra.la publica seriara IraziJas ao hospicio a nao se.
rem os pedidos couselhos de celias parleiras ou do-
nas de casas de aluguel, que, no intuito de eligir
maior paga .las mais de lora da cidade de Pars, as
amcdioulaiu com as supposlasdillirufdadcs do aban-
dono Ordinario. Disamos lambem, com o director
da assislencia publica, que mullas vetes o mercena-
rio, que se encarregou por una mdica somma de
depositar una erianra no hospicio, nao lame, para
se loriar a um longo caininbo. expd-ta no canto da
primeira ra, rerallcodo-sea caridade publica para
salvar a pobre croalura.
O numero .la- admissocs na roda igualmente aus-
inonlouem 1851 : chegou a 131, enlrelanlo que so
fura de 88 em 1853 ; cmliin o numero letal das td-
misses elevou-se duranle o mesmo periodo a 3,14|,
oque excede de 1,1101 ao algarismo de 185:1. Esla
ngsravacaose deve allnbuir lano .. miseria das fa-
milias, ido grande no auno passado por causa da ca-
resta d.is subsistencias, ouio a-l.n ilidades de Irans-
1 """ Entrando em duvida, se, cm visla do alvara de 7
a-Ao v.gario do Ilom Jar.lira.-E.n resposla ,|c j,ineiru ,,e ,T.J7i r,smcnlo proelsionel, arligos de
u ollicio de .1 do crrante, tenho a dizer, que guerra e m,y le,ljla 3o di| armdu os comm,.:ltt0^
a\ til* .'.I H mor ivt... i.-v.v -,. ..i- m.,. .11-;,.:
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO.
eterivSes, despenseiros e encarresados rc-nonsaveis
II l'.MiAi;r DE LMA FALTA
iii.pktii;mi do tbovadob.
TAUILO I.YhlCU.
Kl'IDK.MIA.
redo da pera, c os ouvidos prefiarados para esla de"
liciesa msica, poderam avaliar melhor o merec
nienlo de rada um dos artistas, recompensando os
esforcos dos meamos rom.c-lrondosos applausos.
A-si-limos. em a noilo de 7, a rcpreseulacao da
(ienima ile I err/y par Donizzoli, mas incompleta por
falta do baixo profundo e dos choros, falla que,
alem 'le entras inulilacoes, necasionou a suppre:sio
de lodo o primeiro acto.
Como (ieinma, primeira esposa do ronde de Ver-
sv, nao Ibe lives-e dado successor, ello a repudia,
s.ib prolexlo de infeciindidade, cora o li*n ,le oou-
Irahir novas nupcias com a bella Ida de Creville,
O CAI.NAVAL Db 18j0-----a | por (|,101n sclllj., ,, vilenla paixo.
Camas, joven rabe, oscravo do conde, ama sccre-
ULXPADO DE PEHNAMIU CO.
Dom Joao da Punlicaciio Marques Penligao, conego
regrante de Santo Agosaho, por graca de Dos c
da Sania S Aposlolca,.bispo de Pcrnambuco, do
consclbo (fe S. M. 1. e C. ele.
./ lodoso nossos diocesanos saude, paz c bem'w cm
nome de Jess Chrislo.
A Divina justica, charissimos innaus, n.lo jiilsou
I dellesdislrahidos os respectivos capilacs, c deienni- porte que se augmentara cada dia, graca- aos cami-
nando por tal motivo que o Exm. Sr. marechal de I nhos do Ierro, facilidailes que permitiera s solleiras
campo,inspector do u districlo mililar popozesse ou- virem occullar na capital sua prenliez e abandonar
troollicial para secretario da iuspecego a seu cargo,
em lugar doSr. capilao Joao do llego Barros lalcao
que deve seguir a reunir-sc ao balalbo 5' de infan.
laria a que perlence, devendo o mesmo ICvin. Si.
marechal de campo propdroulro ollicial de qualquer
O papel du conde de Versv se barmnnisa porleila-
inenle com a sua voz. A difilcillma aria do segundo
aclo Bo pedia ser mellior eveculada. principalmeu-
te u adagio, em que sempre esle canfor lela de bri-
"lar, pois dispondn do urna voz llexivcl. aliada, e
OLU.MAU1A. A
1-..CEHIO KSPEO-
de urna virgein que caminlia para os aliares de llv-
mineo.
Podemos aliancar que, se Ida de (ircville, apetar
de ser urna das arrebatadoras formosorasela Franca,
como referem as chronicas, podesse sabir da campa
8r.. SS Her;n;:e""e," ^^tada^'!t.n,ao'commnH. oxpressao. sera sempre nesles
Comolbea-senlamos.rajosdenoiva, e cora .pie n,Z- '^ C"C0HUi"" US SeUS mr" lri"
,"" ?SA' "l," r,,,."ca"f" C0ln "'" briihou irameu-amen ... e ..dierlo de appl.osos veto
e5oro\^".?ndo nada a desojar, lauto as as- ult, ,eMs sgradecer ao publica, sendo ,.- ,TH.
silo mimoseado cam um lindo bovquel de fleur.
o frnclodo sen erro.
Dos :!.il meninos exposlos no hospicio em 18,51,
2, i.vi. naseerem cm Paria, esi foram Irazidos de
f..ra ; 2.7"i orara presumidos ualiiracs, e087 leg-
timos. Fin lira, duranle o mesmo periodo, si. se
Por um descuido totalmente eslranhoa nssavon-i
lmente a Gemina.
Ude.deixamo de fallar, era o nosso piecedenlefolbo- \. "J U,r ? ?!' mmw\ "'>""'"-*e vo-
t __. ..^. ... un ... Lim -ii i' lim. era urna das maravilhat acloaimente existente
entre nos, na variaba de condao do meslre direc-
tor da orcheslra da compauhia Ivrica, oSr.'liino-
cenrio Smollz.
Esle joven diredor e composilor de musiea he
urna das nolavcis capacidades, que nos enviou a re-
ina Europa.
Inlelligencia ponen commum, toleoto musical, al-
ma nascida para as harmonas, vonlade frrea, de-
sojo o orgulho da sua arle, alera de ser um dos
primen os pianistas, cuja exeeorao preslogiosa, ja lo-
mos lido occasiao de apreciar p"ur varias vozes, lal-
vez soja destinado a regenerar a ino-ica enlre nos.
A nossa orch. -Ira. nao obstan ; comarem son gre-
mio alguns habis professores, ainda niio eslav? pre-
parada para execular e acoinpauhar a obra-prima de
Verdi, o Trovador.
I.ouvores pois sejam tribotados ao meslre ensaia-
dor, que nAo lem dosmenlido o rome de que
gozon por nimios annos como meslre e msica do
vhealro nacional de lorio.
Em nnsso conceito, asegunda represenlnc.ao do
rocador andou melhor qoe a rimeira.
Ja tendo as Mistas recebido o baplismo de appro-
vajUo, e perdido n acsnhamenlo lao nalural a todos
que se apreseulain pela primeira vez dame de um
lunlariaiiienlc o instrumento de vinganea da niulber
ollendida, mala o conde no momento' cm que se
c.ineluio a ceremonia nupcial, e, suiridandu-sc, cas-
lisa-se a si proprio do delicio perpetrado.
A Sra. Bebnssini, no papel da repudiada (ieinma,
nao obstante m achar un) ponto incommodada, se-
gundo nos cansa, su-leulou diguanicnlc o carador
que ropreseutava;
A expreaaao de plivslonoroia na secna do quarlo
aclo, .piando encontra a nova esposa do seurnnsoile,
e que IraiispiuI ida de (lililes, (picr rravar-lhc mii
punhal. apresenlou o verdadeiro carcter de nma
n diie Caslelhan.i ultrajada.
Mo dnelto com lamas fo onde briihou mais om
loda a noile, recebendn immensos applausos do pu-
blico enlliusiasma.io pela maneira com que Toi des-
eiiipcnlia lo esle inleressaute pcd.ro de msica, e
recompensando a a. lisia com ramalheles de lloros.
Sabamos que qua-i lodas as Siganas sao fcilcei-
ras, 00 ao menos he esla a crenca, que recebemos na
infancia, emliura na idade viril repulemo-la absurda.
Mas, nc-lesecilode progressose do uiaravilha-, lam-
bem eslava rcseivad.. para n..s o presenciar um iles-
ses | nn! i .
A velha Sigana do Trocador, rom as suas rugas e
lodos os sieuaes de una longa velbice, uos appare-
publico desainbecidu, esliveram mais animados ; c j eeu de repente, em a noile do dia 7, brilbanle de
como os espectadores j linham cuuhecimeulo do eu- mocidade e belleza, sdb a forma pura e iiumaculada
agena diilicoi-, como em agilidade, principalmente
era ai olas picadas, com qifc acaba esle rond.
A voz desla artista, mu sympalhica. como j dis-
temos, produx um elleito Uu mavioso nos especia-
dores, que para recompeii-a-la dignamente Ta/ein
echoar a sala cora oslrondosas salvas de palma-, que
Ibe traziam o p< lindos ramalbetes do llores.
O papel de Tamas, que cuiibe ao Sr. Remorin,
foi inlerprelado maravilbosanieiile por esle disliuclo
ador.
A Iranslisuraeao do artista foi rompila. Trajo,
gestos, expressao da phvsionomia, deu-nos a Mohe-
cer .. verdadeiro relralo do Japbar, pintado pelo ce-
lebre Horacio Vornel. *
Na voz, no canto, e na declamacio rom que pro-
iiiiiicioui palavra /.iberia na cav-aiina meiro ae\o, exprima de lal sorle o sonio livre do
deserto, que arrobalou loda a sala.
lano no.|uai lelo, como no celebre .lucilo linal,
nunca desmeollo .. carcter do papel qoa repre-
sentara.
Nesta parle priiiejpajmeute, quando (ieinma Ibe
dix : Silo sabes o (|ue he amor '.' .. Tu non sai cosa
c amor? T* gelenso, mai nun ftutif Elle furioso
d'amor por esla mullier. respoiideu-lhe : Cala-te !
(1 inferno me arde no cor.ic.lo. Bastara para quali-
licar um artista a expressiio com que foi declamada
esla phrase.
O Sr. Ilemorini rada vez mais com o seu canuco
enersirn e arrebatador vai creando una grande re-
polaeao ontie ns, e cm verdade merece todos os en-
comios do- amadores da scena Ivrica.
Ouo diremo- do primeiro bartono, o Sr. iiyppoli-
(o. Esle arlisla rivali-a par e par cora os seus com-
paiiheiros para agradar ao publico.
Ambos os tr.ijos que u-oii naquella noile s.io per-
feilamculc a carcter, c magnficos em riqueza c
gosto.
Conlinue o Sr. II)ppolilo a cantar como canlou
as Iros noilcs em que o muimos, eos ouleudedo-
res lite largo a devida juslira.
A parlilora da Gemma, parto fecundo do sublime
maestro Donixxeti lio npprepriado ao asiumpto do
drama.
A cavatina do tenor, o quarlelo, silo pecas de tuna
inspiracAo original, mas o duello linal, he um peda-
co de msica divina, em que o maestro, apo leran-
do-se inteiramenle da siiuaeiio dramattea, parecen
inspirado na coltocacaO das olas uiusieaes debaixo
las palarvr.
:,!ua-i que so nivolavam Indas as gerarcliia-, e se
esqueciam todas as dislinccoes sociaes, ciara Ires
das de supremo delirio.
E e-les hallos, c estas folias, c eslas loucuras es-
lavam tito encarnados na populacao, que dissercis
nunca seriara abandonados.
Com eOeilo, (piando nos lembrnmos do presligio
secular de que gosava o cnlrudo enlre mis, cusa-
nos a crerque se ctlingnlnam trio repentinamenle,
era dous ou Ires auno-, as limas de cheiio, a- cirio-
gas, as gamellas d aguas, as pelejas de orna para ou-
lra varamia rom limas, cm que mulla- vexes os bcl-
ligerantes licavam cora um olho, nma Utc, um pe- nesaeilo
lu contuso e incliado, certas sorpresas, essas turbas, a pa
uoinica era 1851 para sor entregue ..os educandos
na poca da raaioridade, alim de Ibes facilitar a es-
colha de nma prolissao. O algarismo deslas enlre-
das na calva Tora de 1:10,811 francos no I. de ju-
dio de I85 ; e devera .er subido nos iillimos mezes
do anno. Todavii, se es-a inforinacao nos deixa
ir a revelia, acharaos, de um oulro lado, que as co-
lonias de educandos viciosos conliuuaram a apresen-
lar bous resultados. Sabemos com elleito que a par
das criancas que* frcquenlain as escolas e sesuem
as in-lruccoe- religiosas, exislem criancas rebeldes
que nao querem aprender iicm ubedeccr. Abando-
nados a si mesinos, essos educandos nrabariam por
lornar-se inteiramenle ncorrigiveis, enlrelanlo que
cedendo a bons consellios e temen lo lambem severos
castigos, elles pela maior parle nao lardaran! era lo-
mar gosto ao trabalho c Icr urna conduela regular.
(I-dillereiiles eslabelcciraenlos onde a adminis-
lracao em 1854 poz 121 rapazes viciosos s,v> a col
na de Monlaguv e a de Blangv, no deparlamcnlo
de Saona c l.oiza. a de Y.irSJlsne na DorJogne, e
emiim ,i de Bradicres na Vieona. (Janato s rapa-
rigas, as quaes obscrvaran-se lambem mis iucli-
uaiji.es, ellas lor.uii era niiinero de O'.l, repartidas
entre o asvlode Vaugirard c a casa de Confian-, di-
rigida pelas irraaas da CongrOgagao do Itora-Paslor,
d'Augers. Alera disto, csses diversos recursos mo
bastando para deserabaracar o hospicio de todas as
raparigas que suas disposic.ies perversas nao permil-
ii.iui rollocar em cslabclerimculos parlicularcs. a
adminislracao estillo proposito de croar no centro
sar que nesla quadra calamitosa lem-se dado alsuns
rasgos de verdadeira dedicarlo, de sublime heros-
mo de caridade pelo prximo, da parle de vario- in-
dividuos: dcslinsoin.lo-sc enlre lodos o procodlmen-
to Iiiiiiiaiiil.iini de alguns sacerdotes, que cm ver-
dade se lio mostrado licis discpulos de Josus-
Christo.
Todava parece que eslava reservado smenle ao
nos-., paiz a vergonlia da cobardia e da egosmo me-
dical, para quera o generoso juramento de llippo-
cratesne urna chimera.
Nai Europa, o desoterrssc, -t generosidade, a ab-
aeilo, o enlliu-ia-ino. todas as paivues noliros s.lo
irlilba quasi exclusiva, o apauago privilegiado
sujas, impudentes, ebrias, que corri.ini as ras da da jnvenlode. Em qualquer cu-e arriscada, om
cidade, especialmente depois de meio-dia al meia- qoalqosr perigo, be esta rlas.se qoe primeiro se a-
noile, aleando gritos c clamores infernaes, icmpa- presenta.
uliados de busios, cbocalbos, campainhas, etc.! No entonto^ enlre nos, o calculo, fri c reflectido,
Muilas yezes estas orgias crain assignaladaa rom I o egosmo, a ambiguo srdida, as virios do velha,
sansue, o abi com morle-. ronsliluem lodos OS senlimenlos desU quadra da vi-
Mas, lelizmi'iiie para a moral e a eivilisagao, es- da humana, o carcter de qoasi lodos o* mancebos
sos traeos de barbaria eslao boje intoiraiiicnlc e\- brasileiros, quer as lulas que lem por objeclo En-
tnelos aqni na cidade, e o carnaval enlre nos con- leresses sociaes e polticos, querem cirrumstancias,
sisle em passeius do mascaras a pe, a .-avallo, em como eslas cm qoe nos acbamos, era que se i 1 ier
carros, era baile- de mascaras nos thoalre- e era ea- aleuir. aclo desaertficio.
sas pai licolares, donlro da cidade e no campo. Com efieito, cusa a cror a (pie ponto a coi.ar.lia c
E-(e anno o carnaval foi mu p.dlid
dous bai- i avidez de gauio se tin presentemente desenvol-
Esle aclo por -i su he um drama, lano em poesa, les, poucos mascaras, em comparar.lo .ios amias pro-' vida em cerlos mediros e em alguns aprendisei da
i cora cm musir. \ rdenlos, o quasi Indos dc-lilui lo- J.lc inlorosso, de :-ciencia. 11.1o k> uos lugares que o llagello ja aban-
Toda a msica he rheia de motivos brilhanles, dei um goslu grossetra, burlesca o estpido, consliairam donou, como naqaelles que asma v.i.. senda ata-
do hospicio da ra do li.feruu, um quarleirao di-ri-
pliuario que peder linda conler iU rapansas vi-
ciosas.
Terminamos esse triste quadro diien.lo qoe m vi-.
la das criancas incorrigiveis. a a.lmiai-trario he al-
suiuas vexes ..brisada a recorrer a va da correr io
paternal, e que era IK5I, Kl rapazes e 31 rapariaa-
furam poslas em prisao por causa de graves orros.
Tambera asseverami.s que o- M mancebos man-
dados para a frica no mez dejulho de Ix",2 p..r
oa e-labcleiiineiito- agrela- lui.dadn. pe) pa-
die llrumault cm Bonarick, e em lien-\kna.n.
conlinuain a prosperar, e que os pupillos parisin
ses lo aos indiseas c aos colonos o exemplo do
trabalho o da boa conduela.
Os onus in.es-an menle cresceales do servieo
dos exposlos, a careslia dos vveres, o augmeal do
numero dos abandonados, e o abono da indemnida-
des temporarias as amas de leile tornara in-ullicien
les cada auno os crditos volado- pelo ron-cilio se-
nil. Era 1851 a despeza subi a l:K0l.!05 francos
'JSc, islo he, a quasi imi/mil Iranco- de mais que
em 185:1; em 1855 a insuficienoia dos crs.lil.r- da-
r para os abonos urna falla de M5>MS francas, nn
lim para 1850 a somma levada ao budgel primitivo
he ja de 1:396,500 francos.
Coiicluindo asta esl ili-lica da miseria e do mine,
esperamos que easp augmenlo de despeza-, que aca-
bamos de assigualar, sera lem|K>rano c que cesur..
cora as causas extraordinarias que o produiiram ;
nos temos por garanto < zelo esclarecido e a ittlrlli-
SCiite a adninisliaeAo do honrado director da as-is-
leucia publica. Associemo-nos lambem aos votos
que elle exprime para que urna uovalegisl-lura dis-
idila einlira entre balas as piuvlucia- do imperio
o fardo Lio petado de um servicu que pe-a ja da
muilo lempo c de um modo lao 'in.lestu sobre
bildjel do depai lamento do Sen na.
/. Canos.
Jorntl da Odiar.-.
Aununciaiiios cm um de nos.os allimos numerosa
medida imporlanlc que <> principe Gregorio , iiospodar da Moldavia, lornou decretaudo comu prio-
cipio a emancipacao dos servos perlcncenlet aos par-
licularcs. Esla medida ainda neccssila ser sanrei-
nada me seus delalhes por urna lei. Fin jornal de
Jassv de 2(1 de nuvemhro publica o rescripto dirigido
para este lim pelo pnncipe (liiWa aocooselho ;idmini-
Irilivo do principa lo. -Eis alguus polacos desle res-
cripto.
A !ei votad! cm ISii pela asscmblea seral extra-
ordinaria conceinenie a alloma dos tiigatn* do Es-
la lo, da melropolc dos hispados e dos mnsleiros em
seral linha ao mosms lempo aulecipado o re-gato
progressivo dos oscravos /-i./ain- perlenceaks aus
parlicularcs* juntando pora esle lim as -ominas
provenientes do imposto dos llierlo-. O lim desla
medida pbilaulropica era diesar em urna sene da
unos, a aiiolicAo (Ij. escravidAo neste paiz e rep.ui-
saria sobre ludo na esperanza de que a maior parle
dos proprielarios de escr.ivos I-vados par orna emu-
|acao reciproca, se pre-tariain cspoti(anoaiucu(c a
lil.eitii.au dos seres humauos, roii-li(uidos cm -ua
(insse. Enlrelanlo us lameulamos om verifica que
muito poucos d'enlre elles leem respondido ale
esle momelo a esle appello humanitario, ao paaso
qoe de oulraTrparlc as sommas diminuas que -ao
dadas para o ressate dos cscravos, aiuda nao opera-
ram a sua completa manuuiissn.
Enlre os cuidados que os deveres de nossa posi-
e.lo nos iinpe no raeio das reformas que lenlaasos
opesar e as qoe o fularo ainda reclama, adiamos
que esla queslao be uina das que devem marchar
mais que qualquer oulra. como derivando--c das
proprias le- da homauidade, e lisando-se csseucial-
incule a digaldade do paiz.
Em lal moinenlo cm que a Europa iuteira lo-lc-
munha um inleresse !.1o vito para cora os principa-
dos, e ine.lila a firmeza de seus destinos luturo-,
incumbe a nossa patria o deve de diaotar um aojan
da sua parle. Fazein rauilos annos depois que a
r-scravidao foi abolida em lodos os oslados civilisados
do antigo mundo ; enle us principado- moldo-
valachios lera conservado ainda esle vestigio descoro-
eoador de ama sociedade barbara ; nesles princi|>a-
dos smenle a cscravidao taz parle da ordem social.
Tal anomala n.io deve nem pode etislir : lal e-lado
de cousas se acba era opposieao com os dogmas sa-
grados da* ic'.isiao rhrisla, com os principio de
huinanidadc, cora o iuteresse vital do estado. He
uina chaca da humaiiidadc, chaga .pac nao .levcmo-
sublrabir, aos olhos como se lem foi! ale liojc. por-
que, he impossivel orculla-la, mas que devenios co-
rar tuas ceJo possivel.
Como principe c clri-lao, nao consonando para
esle Tira mais a diguida.le do paiz. do qoc os acnli-
meutos do uosso pappno coraeao, cbainanio- hoje a
ilenr io seria do nosso consclbo para esla impor*an-
le queslao. Cuulanios com nina i o-peraco activa
da sua parle para aju lar a resolve-la em um -enlid
coniforme as grandes le- da humanidad-, lendo lodo
por ii:ii indeinnisacodosqiic sosam de direitos.
O couselbo ailminislraliio, leudo recebido r-lc
coinmunicadudo principe, iiomeou una roinmis-au
Ion.lenle .i preparar um piojera de le nc-lc -Cu-
tido. B> HlH
IITBRQR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO
P.VKAIIIIIA.
i de fevereiro.
Nao vamos muilo bem de salubn.la.lo publica, e
melodas suaves, e de lerna- harmonas.
lie urna das ultimas operas .-criptas por esle emi-
nente compositor, antes da ir.inzie.io do gesto mo-
derno, rrcada por Verdi.
Em verdade, os usos, o- ro-luines, as Irediores,
ronsliluem uina parto esseneial da vida dos potros,
mu dos caracteres disliuclivos de cada una das frac-
cues que fi.riiiam a unid,ule humana, o apanagio da
passado losado posteridade; de sorle que mo se
podo suppnmir nina deslas con.lices, -era que se
motile a vida o a harmona do iodo.
Duranle qua-i Ire serillos o cu na.,,I enlre n.,-
oa assignalado eom nm troco mu -ensivel das sa-
lomeos romanas, ora una licenca, nina verdadei-
ra orgia, era que a hoiiesli.lado, a decencia < o pu-
dor das familia- e i......um nina pura chimera.
luda a le-l.i du eulriido.
Entrelaulo, no meia dcslcs l.dsare-.
! ca.los.
I,ol e
ropelieio de evom|dos desla natureza, aponlarrnao-
apenas o acto de urna patricia no-s.. de unta sai'ina
hrasih'ira, que depois de ler perdido don- Rabea, ar-
muu olla propra .. lerreiro, c o arrcnic--.nl ao cam-
po la batalha.
Verdade lio que, i.osses bello- lempos, o leile que
o homem hehia no resaco materno ora mai dilleren-
le, e as idea- de genorosi.ladc e ahncsar.io Ihe eiaiu
iu.pressas n'alaaa desde a mais loara infancia |*los
cuidados de urna mai desvelada.
Eraim, teraaiuaremos esla parte da naesa t'arn,-
r<:. repradoxindo nm fado qoe lodo- ;.. coaacccoa ;
mas que he eiiiiuenlcuieiile rrpiclien-ivo.
i\.\ pouco o governe enviou dous nditos coma-
de da Victoria, com ampios e descri.-nmanos Bojea-
res, para aliviar a triste situarlo daquella iolcliz le-
calidade.
Depois de gastarem Ires di para toser o tiajecl..
de dote leguas, chegam a (idade impetlada, deroo-
ram-ee Irinta e seis hora- pones mu. oti men.-. e-e
reliram, sem eomprii a nobre miarte de que loram
encarresados,retirada rio cobarde quanlo cn-
niinooo.
Em noa opiniao, a lug por ni--'., be a ri.I.arda
absoluta, pois que para ocoi irSo lim i" de medico
nao in. descolpa.
Mas a l'uga. s,*.| prelovlo de noledi.i he eob.udia
rriminosa, e os -rus olli-ilosainda si> mai- tcrriv.-i-.
Era verdade, o medico que l.>s.-. leva ceassaos a
l.nlrel.itilo iinne.o de-Ics lalsare-, dos sorrisos, Enlie .-, o sovoino lem sido obrigado a .mira- inool.ao.io.........I epidmico, sabe quo unporla um
do perfume das llores, do-alaridos das iiiiiIIi.I,.s, i lar mdicos por preoos enormes. Alsuns. quando loco pestdencial ano se uode nrapa"ar n lu-ai na
das harmonas da msica, rcm.iva uina nica prr.- ] nao -e rccn-.i.u -5b prelcxlu- frivolos, inspirados pe-' ra ...ido se relira; c poi oulre lado desamma aamcl
iccnpa^ao, nina nica idea, tri-le, lgubre. Ira- l>' modo o pela eoiiardia, lera lido o arrojo .le pe-
gic.i, como a propna morle, a idea do mal que | dir a bagatolla de quinhenl.is mil ris por dia !
eiivolve rom um imineii-o crep do d.V lodas as Para osles enles acrenlo-, sdenlos de (liiilipiro,
familias desla mportanto provincia, o que talvezoni I sem alma nem eulranhas, su e\|.eriraonlarao- a son-
breve se eslendeni sobre esta bolla cidade. timenlo da mais vil desprezo, e nunca nos canrare-
Ouasi luda- a- diversas localidades do leirilo- mes de Ihe* infligir no tombos n azorragne de"No
rio pernainl.uc.il... -.io victima- do-borrle- da epi- mo-i-. marra-Ios na fronle com o o-tisma da vareo-
|ii. I
.ms
por coii-cqueiir'ji
pioprio Ihci-
dem.o.
Mas a cidade da \ iclaria foi o poni que olla p*-
eolheu para ostentar o seu furor, o foco da maior
morlalidade.
Era abono da juslira e da verdade, releva confa-
nha, e evp.'.-l..- um dia com seda proprl nome
a iudisnaco publica o SOS molfjos da |..i-lei idade.
Ilmive lempo em que a historia da uossa patria i propria vida, be a
olTerecia muitos modelo- do immaculada dodioae.iu ; nica pasa a que deve aspirar.
I *Malk-tl-hrall.
los a qiioni la soccorrer.
nenia o nial.
A-iii!, cumpre qna elle so Irale no
iro .la epidemia, que vai combater.
O seu diploma be a sua espada, a -na dragona : e
se foee>, lie too cobarde cm.......aldaita quo anda-
na .. campo de batalha, qaan lo a- bala- e inelr.i-
Iha rierimam a sen lid., as Idln-na ..- balaiboe .
Pie-lar-o e dedicar-.,, a Indas, anda aro-la .la
slonlioa.au, a



e pira no abnsarmos da paciencia do loiior cora a J
-aTT
TT



DIARIO OE NKlUilUtQ SEGURO IFEIl II DE FEVERlIRO I 18*6

de vez em qoejjH^os rhocalheiros bronzes, tangidos
por -cipi^sTnVjs dos llageltanles sacristas, nos
peden) sufragios por un ou oulru, que tinte mundo
parte, empurrado por qualquer das molestias tle
liosso antigo couliecinienlo, que se apressam em
^ mostrar, que nao he someule de citolera que se
inorre.
Se do os lacs prodrumos, tle que Ihc dei conheci-
nicnto, cao sei ; o que sei lie que eu tambem le-
nho soirrido algumas alleracocs, que me nao saliste-
M limito.
Aclia-se gravemente incommodado |o l)r. chele de
; niifi.i ; c tenlio ouvido a uns, que san Intermtan-
le*, e oulros antearos de tabre amarella.
Estimo que elle se reslabeleca promptamente,
porque he um empregado inleiro, magistrado ho-
nesto e bom amigo.
Ainda 11,10 temos noticia to cholera pela nossa vi-
zinhanra ; se bem que vieram d'ahi uns fgidos,
ili/ 'ihlii que alii eslava ludo razo.
As noticias dos fracos, que' fogeni da acro, sao
quusi sempre exageradas, em razio tle iu>lilicarein
sus fraque/.a. Dos os preserve de ser verdadeira a
nova, e que liquen) incolumcs'esses bons i'eruambu-
rauos, dos quaes sao amigo e aHeiroado.
As noticias do interior da provincia foram exa-
geradas, como he natural, e lenho minhas descen-
liancas de que o Judeo Errante lem encontrado nos
limites da proviucia a impcnetravel'egide daSenho-
ra das Neves, nossa padroeira. Assim seja.
Temos esperanra de um dos mais feriis inver-
tios que hemos tido ; e assim se o auno nilo for
bis-sexlo quanto i salubridad?, ao menos o nilo ser
quanto a fome, contra a especlaliva e lalvez desejos
dos especuladores.
As nossas safras, no anno lindo, chegaram a um
computo crescido. tanto porque foram abundantes.
tomo porque cncontraram um prero lisongeiro no
meneado; e assim todos lucramos, oque nao espe-
ravamos.
Temos de ver.no da G a nossa importante e afa-
mada proejado de Ctmsa, que se prepara com toda
a decencia, lieos queira qoc a chova d logar a que
ella saia.
Ketse mesmo dia lem de ser fcita a eleiran do
nosso senador, qae deve ser pei re, pois ai ser Bata-
to no comeen da quaresma. Por esse motivo lemos
de ser privados ta concurrencia dos nonos matu-
los, que tanto abrilhanlavam a nossa procissSo.
Era urna das festas tio anno, para aquelles ami
"gus ; e o qae nao linha cuchillo o estomago rom
urna atentada e esparosa posta de raralla, afosada
cm um copo do roxo BtlrtUo, nao linha comerado
em orina a quaresmal penitencia.
Bats privados disso pelo tlireilo de votar, e gof-
io de servir ao amigo da prara ; nao direi tle pastar
urna forquilha cm compensadlo do mullos serviros,
por que ellcs silo esscncialmento grato* ; nao tcm
porm, culpa de tlevercm (acores a muita gente.
Eu avalio o veame em que se ellcs vera ; e como
naodesejariam poder votar cm duas duzias, cm vez
de tres cantaradas.
Meus amaveis amigos, os circuios ainda vos colio-
caram cm mais eslreiln prisSo: Eu vos lamento
. do lodo o corat.'.in '
Nos oulros os enforquilhados vamos fazer peniten-
cia de ps no chao, e sacco na cabeca ; por que fo-
, ram sem duvida nossos peccados, que nos excluiram
das urnas. Maldito peccado I
llontem appresentou-sc, e creio qne Icremos re-
policao hoje, e amanhaa, pela primeira vez a nossa
matrarada, qoe deve dar o ultimo garrote guerra
de limas, laranjas, e aguas odorferas. Foi, comolo-
das as cousas em seu cornejo, um pouco mal geilo-
a> acanhada, civada de bufoneras.
As sumidades carnavalescas esliveram snllriveis ;
mas a democracia anda requer pulimento. Auda-
ram muito, uzeram pouco, 6 as bellas ponco pode-
ram apreciar, a nao ser a enorme robnsle das per-
Oas, que Ibes permitlio correr tluas ou Ircs vezes,
em acelerado, as ras dcsla cidade. Parece que do-
viam estar lodos raraclerisados em cslafelas, posli-
llmes, e no Tempo.
I rouxeram, segundo a expresso de urna joven,
o espirito nas pernas.
Nao desanimen) ; nao he possivel que as cousas
comecem no sublime.
lie de necessidade i triste humanidade subir e
deteer ns degra.es da perfeljao.
Nata me consta em relarao aos Ihuggs. Tutlo o
mais vai tranquillo, e sem maior alleracao.
O mea /.eJnho no serlSo vai fazeii.lo bichas-
Dizem os malutns. qoe obleve por Ires mezes a sus-
pensao do rccrulainenlo, bem como que os palaces
correasen! a dous mil reis ; e mdicos o ambulan-
cias gratuitas, sem esquecer-se do incefno, que lam-
_ bem foi oblido por elle. So nao inlerveio no cholera.
Iretanlo, linio isto be fabuloso, e inui fclizes.seremns
litis, se o mal nao lomar outro carcter nesla ci-
dade. .
A cubica, a avareza c o insaciavel espirito de g-
libo, protegidos pelas theorias absolutas da santa !-
berdade de industria, j vao produzintlo os scus be-
nelicos resoltados.
Os mcdicaiiienlos lem subido a piceos fabulosos.
Dizein que ln contas em que, por exemplo, figura a
libra de macella a 3UII0 rs., c o mais em proporciio !
Ora, su este iuqualilicavcl procedimenlo j se verifi-
ca no principio da invasilo ta epidemia, quando ape-
nas so da um ou outro caso, o que nao acontecer
se ella vier a tlerrainar-se em Indas as roas da t-i-
dade '.' Sem duvida, alguem ser nbrigado a dar urna
radiada de casa por urna risita, c outra por nina re-
ceila !
Oavimosdizer que alguns mediros, inclusivo es-
caos des hoinens c do respeito das geraees fu-
Iuras.
OpailreDr.JnseAnlonio Pereira Ibiapina.qucevcr-
cia as funees de vigario geral de bispado, pctlin de-
miseao deste careo, assim como do de protassor ta
cadeira de Elot|ueucia Sagrada,que preenchia no se-
minario de Diinda. S. Kxc. Hvra.1 aceitou as dc-
misstics, e nonieou para o losar de vigario geral o
Sr. padre l)r. Antonio da Canda Figueircdo. Te-
mos para nos, que a norncaro recahio na pessoa de
un sarerdole capaz tle ejercer as respeclivas func"
roes.
Tivemos esta semana um vapor do sul. A cxrep-
raodos estragos do cholera, nenhunia noticia impor-
tante nos Iroiixc. Pela carta to nosso correspon-
dente tas Alagoas, soiibemos que apezar tos mita-
gres ta dimlrina tos scmelhanles, c dos livros pres-
tigiosos do syslcmade Hahnemaiin, quo daqui foram
ldanles, que apenas fizeram o acto do >. anno es- | enviados para a cidade tle Macelo, o mal vai fazen-
colar, eiigera509, ion?, 200$, 3009, eat Imhhi^MK)'
rs., por dia ; posto que baja nislo exageracSo, sabe-
mos todava que ha quem tenha pedido ao governo
da provincia mn, dous c Ires conloj de ris, largas
pensocs em caso de morle, etc., etc.
Com elTeilo esla srdida avidez, esta sede insacia-
vel de ilinhciro, n.io lem qualilica^aq na liuguagera
humana. Ilomens, para quem os nohres e elevados
senlimenlosjdo coracao, para quem a repulucSo e o
amor da glora sao palavras vitas, sti podem ser diri-
gidos por um governo arbitrario, que ponba de
to lerriveis devastares, e que a morlalidade na-
quella provincia j moulava a dez mil victimas.
5 JOs accionistas do Hospital l'orloguez, cslabclecido
nesla cidade, pelo inlcrmedin to seu digno prove-
dor. franquearan) espontneamente as pollas do seu
cslabcleciinenlo a qualquer llrasilcro que fosse ac-
conimellido ti* epidemia.
Nos, como orgao bel da opiniao e inlenccs tiesta
porreo da Ierra da Ssnta-Cruc, agradecernos com
toda efTusau da mais profunda scnsibilidade e pia
grattl.io, a generosa ollera dos cidadSos l'orluguc-
parte leis e considerar/es sociacs, c faca triumphar I ,e, enu residentes, por varios lilulus solidarios corn-
os principios immaculados e justica absoluta. O 0sco,em nossos bens c no-sos males,
iiiteressa he ccrfcunenle um movel poderoso dos ac-1 Uennio-so a S do correte em um dos saloes da
los humanos; mas isto lem um termo razoavel. j casa do liabiucle l'orlugucz de l.eilura, grande nu-
Bem sabemos que um medico, um boticario, UHD-1 mero de accionistas da eompanhia de navegacAoa
bem tcm necessidades as quaes tlevem ser attendi-
das e lomadas em considerarlo ; mas he preciso
que cada um so contente rom urna retribuirlo ra-
zoavel pelo seu trabalho, e nao se aproveite de cer-
vaporl.uso-Brasileira, residentes nesla prara,
alim de serrn esclarecidos acerca das medidas qae
ffelosaccionistas residentes na corte desle imperio
foram adptalas para raelhor rcgularidade tos in-
las crises e de circnmslancias anormaes, para espe- tere-ses da referida eompanhia. Nesle senlido o Sr.
cular com urna talamidade cslranha i ventada hu-
mana, o de que todos podemos ser victimas.
Ha 10 dias a esla parle que lem ciiuvido constan-
temente,e houverain dias em que desde as l horafc da
lardo al meia noite, houve tanta trovoada e relm-
pagos, como nunca se vio entre nos, anda nos rac-
zcs do rigor do invern ; mas em moz de levereiro,
nao nos lembramos que selenita dado setiielhanle
phenomeno. Os rios lleberibc c Capibaribe tiveram
grandes cnchenles, e oque mais admirn he (er islo
acontecido em urna quatlra, em que as ierras se
acham resequidas.
Regulando as cousas pelo que se passa na Europa
em idnticas etatumstancias, alguna ala da opiniao
Manoel Hilarle Rodrigues aprccntou um resumitlo
rclatoiiotlo ocrorritlo; r senda esto devidamente
apreciado com a correspondencia do Kxm. Sr. eon-
selheiro l.ousada a scmclhanle respeito.
Depos de lgeiras observantes tle alguns accionis-
te, resolvfu-se o seguinle :
!. Que os accionistas de Pcrnambnco coinparti-
Ihando em tutlo as mesmas progressislas ideas dos
residentes no Rio, votassem a estes seus agradeci-
men^ns pela l'em acertada deliberaran quo lomaran)
para a til e necessaria conservaran da eompa-
nhia.
. -2." tjuc um vol de agratlecimcnlo fosse consig-
nado a Ilustre e patritica commisso naquella rr-
que o cholera te desenvolver com inlensidade, em ,_ que dc Uo bom Krsdu se pr(,s|ou ,, pcia.
consequencia da c^uva, sem so lembrarem que o
clima entre nos hedilTerente ;-oulros julgam islo tle
bom agouro. Ora, nao sabemos tle que lado esla a
verdade, massempre diremes que, em algumas oc-
casioes em quo entre mis l.m reinado tlesx nlerias dc
sangue, bexigas, sarampos c a propriu febre amarel-
la, estas molestias lem abrandado tlepois ta cabida
de copiosas chuyas.
Recapitulando ludo quanto se tem dito a respeilo
da epidemia reinante e dos seus s\mplomas, ainda
persistimos em a nossa opiniao, tle que a epidemia
que grassa actualmente nao he o mesmo cholera
asialico. Temos para nos que a morlalidade he
menos flha da molestia do que da falta do trata-
menlo conveniente, do pouco c" mal em principio, da falta tle commtSdidsdcs e das
excesivas comosonas. Entre ntis, assim que o do-
cnte aprsenla melhora. dSo-lhc logoalimeulos
succulcolos c daln resabidas, que de ordinario sao
mais falaesquo a propria molestia.
Aguardava-se este anno um carnaval mu diverti-
do,mas nito acontecen assim : os bailes foram pouco
concorrido>, o numero dos mascaras foi muito me-
nor do que nos ann'os passados, c nao honve~o pra-
zer e a grande aclividade que caiaclerisain esle
passatempo em pocas normaes.
Oulro lauto nao se lem dado a respeito das pro-
cisses de transferencia das magaa, tle urnas para
oulras igrejas, as quaes tem sido mu concurrida-,
assim coma mai frcqueniados os templos, principal-
mente o da Penlr.i onde concorre muita gente a
coufessar-se, a ponto dos respectivos religiosos nao
lerem lempo para descaorar.
Os missionarios capuchinhos convocaram urna
reunio cosmopolita na sua igreja, a que concorreu
immenso |ovo;e,depos tle exhortaren) os assistentes
c desperlar-lhes no coraran os senlimenlns de pe-
do encargo da tlirecrao da eompanhia.
:l." Oue oulro voto tle nao menos importancia fosse
dudo ao Exm. Sr. consclheiro Antonio Jos Coelho
l.onzada, e aor lllms. Srs. Viclorino Paulo de S
Passos, Joaquim Vieira do O', rommaudantc to va-
por D. Pedro II, c Manoel Duarle Rodrigues : ao
primeiro, pela maueira franca e leal com que, na
qualitlade Je |irocuratlor em Portugal, tem tratado
dos ulcresses tos accionistas residentes no Rio e
Pernambuco ; ao segundo, pela coadjovarao presta-
da na resolocSo que se tomou no Rio ; ao :(., pela
ofliciosa dedieajao com que desde a nslituirao d
empreza, naoohstanlc as contrariedades que hasof-
frido, honradameiile se lem entregue a favor dosin-
leresses, prosperidades e melhoramenlos tle urna
eompanhia que honra o nome Portuguez c Brasilei-
ro ; e ao ." pelos seus sinceros tlcsejos o assiduida-
descom que promove ns mcllioramenlos, para con-
servajo to crdito e bom nome dal.uso-Brasi-
leira. .
i. Oue para representar os inlcrcsscs dos accio-
nistas nesla ptaea, fosse cleila urna juula permanen-
te, a quem c Sr. agaate poeta consultar sobre os in-
teresses relalivos quo aprsente c discula algn
mcllioramenlos para o bom crdito e rcgularidade da
eompanhia, dirigiutlo-se mesmo cm raso preciso
commisso do Rio.
.)." t>uc se nomeassam commisses esperiaes para
promover a dislribueao de novas accOes pelo aug-
mento do capital decretado na conformitlatlc das ba-
ses eslabelccidas na reunan que leve lugar ua capi-
tal do imperio.
yunta permanente.
Os Srs.:
Francisco Joan do Barros.
Joao da Couceic.ao Bravo.
Manoel Joss- dc Souza t^arneiro.
Jos Antonio ta t'.iinlia ,\ Irm.ios.
tladc c os precelosdo Evangclho, iniciaran) a idea
do estalieleriineiilo de enfermaras pelas irmandades : ,, ,. ...
.._, Manuel Niiiius da Mlva.
religiosas, nos consistorios tas Igrejas, c por meio .
. n tf.oHimis.sufs c*ncc
do subsrriprnes, entre lodos os membros. Parcpe
que esla suggesiao he tle umajulilidade inaprecavel
que foi mandado vir, contra sua vonlada, pelo l)r. a dar o resollado que se|pren>cdila. Com efleito,
consta-nos que a irmandatle do Espirito Santo.crec-
Havio, quando esleve na presidencia. Que bello
impostor se perdeo Errou sua vocarao. Uevia
ser feilicciro, curaudeiro. applicador Je jurema,
benzedor de olhado, ele.
Nada mais ha de que me aecusc. Sautlc e quan-
to he melhor Ihc desojo, com lanto qoc deixe o bom
para mim.
KECIFE 9 DE FEVEREIRO DE 1830.
AS 6 HORAS DATARDE.
RETROSPECTO Sil ANAL
A epidemia se lem manifestado em quasi todos os
pontos da provincia, cem algumas parles tem feilo
grandes devaslares.
Cansara', Brejo, Bonito, onde ao principio se aprc-
senlara benigua, prcsenlemenle tomou lerriveis pro-
porres, e, al as ultimas noticias que recebemos
daqucllesponto?, ia fazendo grandes estragos.
A forr;ado mal eslava quebrantada em Papacac,!,
mas linha redobrado de inlensidade em varias loca-
lidades da comarca de Garanhuns ; entretanto, na
villa do mesmo nome, ainda apresentava um carc-
ter benigno.
As esperanzas lisougeiras dos habitante- da villa
do l.imoeiro c dos da freguezia da Bom-Jardim,accr-
ea da benignidade com que a epidemia se havia apre-
seulado naquelles pontos, se acham desvanecidas,
pois que o mal augmenlou ltimamente, e lem cau-
sada muita- mu les.
Nazarclh lamben) ja linha sido invadida, mas all
a epidemia ainda nao havia desenvolvido o seu furor
to costumet
Na comarca tic Pao d'Arho.espec.almenuyia villa e
na freguezia da Mora de Goita,o numero das pessoas
atacadas era grande, e se tiuham dado muilos casos
lalaes. Eulrelanlo, consta-nos que o facultativo
enviado pelo governo tem salvado muilas victi-
mas.
Ka cidade da Victoria, onde a molestia lomara di-
menres vaslissimas, pela desinlelligenca nos metas
de curativos, desinlelligenca lilha da crenca
na medicina homcopathica ; pelo criminoso egos-
mo dnssenhores de cugenhn das visinhanras ; e pela
cobarda tle alguns mdicos mandados para alli pelo
goveruo, na cidade da Victoria, dizemos nos, a mo
lalitlade linha decrescido, e os cadveres insepultos,
urna das causas principacs da propagurao do mal nas
visinhanras o nesla cidade,foram enterrados, grabas
soliritude o abnegarlo evanglica do infaligavcl,
desvelado c hcneinerilo carmelita l"r. Herculauo do
Coradlo dc Jess Brto, cujos servicos preslados ua-
quelle lugar, nao ha palavras humanas que possam
dcscrever, nem gralidao qne possa recompen-
sar.
felizmente anda tiesta vez lomos a salisfaro dc
anutinciar, quo ainda nao se deu casoalgum da mo-
lestia reinante em pessoa resiliente nosla cidade, e
aquellas que teem sido atacadas vieram de lugares
infestados...
Di si arle fallamos nos em a nossa revista hebdo-
madaria ta semana paseada, quando referamos as
noticias relativas a epidemia.
Eulrelanlo, boje nao nos he permillido usar da
metma lingtMgtm. Ja vam.,, eiperimenl.....lo
la uo ennvento dc S. I'ranrico. esla tratando de
fundar urna enfermara no seu consistorio, para os
irmlos que forem atacados. Mil louvores sejam lia-
dos a esla digna corporarflo. Eulrelanlo fazemos
votos para que o exemplo se torne contagioso, e se
propague enlrsMS oulras irmamladcs.
11c necessario c tic insmensa utilidade que se crie
em cada subdelegada ama eompanhia para rondu-
zr as pessoas que forem atacadas, com as compe-
tenles pedilas ; pois qne deoulra sorle este servi-
co seri feto fora de tempo, quando ja nao seja pos-
sivel applicar os meios convenientes.
Ha Iresdins encel)ii-se a pratira das fogueiras a
noite, com o Um;de parificar a atmosphera,
sendo o barro dc S. Antonio onde mais se lem feilo;
entretanto e n.lo forem em abundancia, ner.lium.i
utilidade podem dar, c enlao para nada servem.
0 pharmaceulico Manoel Oaetano Pereira de Se-
na rhegiiu de Pao d'Alhu, alim de buscar mais reme
,dios, c vollou levando corasigo o estudante Cbasli-
nel e medicamentos.
0 subdelegado do Poco leve ordem para montar
urna enfermara em Apipucos.
S. Exc. encarregou o esludaute Manoel Enedino
do Reg Valonea tle ir prestar os seus serviros na
freguezia dos Afogados, cntendendo-se com a res-
pectiva commisso de beneficencia.
Vai para a E>cada o estudante Domingos dc Ate-
vedo Campos, com urna ambulancia e ordem para
montar urna enfermera.
11c nconleslavcl que o governo na prsenlo qua-
dra lem feto ludo quanto est ao seu alcance, e
quanlo deve para melborar a siluaco dos afilelos,
e soccorrer a parle defA'ahda do povo. He rerla-
menle um dever hiimanilnrio a qucsiao a que esiao
obrigados os governados ira com os governanlcs;
mas nesla nobre missiio entendemos que elle deve
ser roadjuvado por lodos *os membros da commu-
nlin, que podem dspor dos recursos da fortuna ;
entretanto pesa-nos cuofessar que lem acontecido
inlciramcnte o contrario. O egosmo Um trium-
phado contra as nossas previsdes, e o governo des-
graradamcnle so lem achado ssinho em campo. O
escndalo a csle respeilo tem enegado a ponto que
mu senhor dc engeuho teve a audacia de pedir ao
governo urna ambulancia para tratara sua fabrica !!
Tamben) nao podemos deixar de r-lraiihar a fslta
do candado que lem encontrado as commisses cn-
carregadas tle pedir esmolas para soccorrer as clas-
ses pobres, sendo de nolar que esla falla tem se
verificado com cspecialidade naquelles que dispoe
tle largos meios da fnrluni.
Sem embargo da reluctancia de alguns pralcos
acerca do rmprego do limao uo tralamenlo du cho-
lera-moriiu-, a experiencia tle lodos os dias tem
viudo cm apoio daquclles que atonselhain o segdem
esle sxstema de curativo; e a eslo res|ieilo rernin-
mendamos aos nossos asrignantas a leilura do rela-
lorio spresenlado pelo hbil, pratico o desnlcrcssa-
do Sr. crurgiao Teixcra a S. Exc. acerra tos re-
sultados que elle obleve por esle nico de tralamenlo
em um caso grave que se deu, no lugar denominado
Estancia.
Tivemos a semana paseada a entrada dc Ires na-
vio-, qae na presente quadra sao dc grande impor-
tancia, scinle um carregado de bacalhao, arligo esle
os estragas do agello, e su Heos sabe qual 1 que j ia dimlnulndo considerarelmente no merca-
sera a nossa sorle. Mas, comludo, temos para-1 do, oatro de farlolla do mandioca, rindo da Babia,
cortgem, > resigoarilo, a dedicarao em I e um tle I-ranea, que us dizcm Irazcr grande por-
rju tic drogas medicinaos.
n-, que
favor dos atvommellitlns, a conlianra no einprego tos
meios tle curativo sanecionadns pela tanga experien-
cia de mais de quairn mil anuos, bao de quebrantar
os furores desse inimigo invizivel, impalpevel, des-
conheeido.
Casos fulminantes, oslado lgido, eholerina, DJn o
Ihema delodas as rnnversaces. Mas. cm verdatle.
tpectacs.
Os Srs. :
Joao da Conceicao Bravo.
Francisco Joao de Barros.
Jos Antonio da Caoba Irm.ius.
-.a
Os Srs,:
Joaquim Dias ternandes.
JoHo Pinto Rcgis tle Souza.
Manoel Antonio dos Santos Foiiles.
3." '
Os Srs. :
Manoel dos Sanios finio.
Antonio Pereira de Oliveira llamos.
Miguel Joaquim da Cosa.
A morlalidade ordinaria da semana he a seguin
te : II homciis, itl mulhercs e 1(1 prvulos livres ; o
I malber e I prvulo escravns: total .'17. Morla-
lidade proveniente da epidemia reinante, 17 al ho-
je, ti huras da larde.
PAGINA AVULSA.
.DSffiS2 Eu 8
Correio da lioa-l'ianem.Nao vao bons os
negocios de jastiea para aquelles lugares. Os furtos
do cavados se reprodti/.cmcoin escndalo e cinismo.
Para ladres as crises calamitosas servem-jhes ao
pintar. As autoridades policiaes da Boa-Viadora,
que nao se descuiden) tos latlres tic cavallos.'
Cachang esla licando dezerlu com a euchcnle
do Capibaribe : por mar c por Ierra !
06sereumoi no aterro da l!oa-i isla publica-
mente) um acto lio tergunhoso que furia correr u
mais despejada messalinaONU poles capero ca-
pia!.
Coulinaa ainda a andar de rudos o tal cabri-
ub i pelo aterro da Boa-Visla tirando esmolas, di-
zem, que para pagar semana. Quando um cavallo
ou um carro csmaga-lo h,io dc querer cobrar perdas
e damnns!
Por Iraz da ra do Collegio em frente ao caos
ha un th.ircn d'aguas ftida-, que na arluali.la le
contrasta o mais possivel com as fogueiras.
Pela ultima vez chamamos a allencao de quem
competir para o quintal tic um acouguc da ra do
Rangcl, nas immedieoBesda ribeira. I'nz claman-
tU iii deserto !
Pcde-se ao menino scnsivcl ou II. V,. que
deixee de continuar com os scus insultos (Allios
aicos tic mal entendido despeilo, para rom pessoa
a quem Smc. devia Iraze-la nas palmas das mos.
Oulro sim: rogamos ao N... ou n F... que
quando for ao seu bellopromenade a Fora de" Portas
nao d (anta copia de seus desfructes, >d esl, de seus
cortejos parisienses, porque por alli lia familias, que
j vao azaand... dahi... fara o que Ihe parecer...
A roa to Nogueira continua a ser um foco le-
livcl dc immiintlicias, nao servimlo de atilidade al-
cnni i o lal cano que a Illm.a mandnu fazer. Nota-
se que por cssas ras he que lem sido mais gonle
afTeclada da e[iidemia.
( moco, joven, mancebo, rapaz, crianrola,
qae muta om certa casa, tpie cheira a vela de na.
vios... olhe nao bula malta com a pobre mocinha
que mora del'roiilc... ao depoi, n,lo diga.Diahus le
leven),Pag. do diabo!Ora he bem celebre! Fa-
ramsuas ai tes escondidas, dentro dc rasa, mas
nao queiram lazci do publicu seu ponteador e
esta :
oh: la '. da guarda do Hospicio '. fago nellc '.
Alta noite, he sempre visto no lim da ra da
Aurora entre os lijlos da obra to Uvmiiasio Per-
o presidente da Commissiode Hjgiene Publica,
acompanludo de Sr. cirurgiao Francisco Jos da Sil -
alguem em urna tiestas uoiles foi enaltado por ama
al porc.lo da cuja re/crida..... quo encapellou o
chapeo al o pescoefl ; procurando eucostar-se
porta da inesnia. a qual se acha aborta de dia e dc
noite, vio um vulto com ligura to Inbarao de tluas
pernas, c perguuloii .quem est ahi '.'esle res-
pondeuun e.erlnr da halperra da Santa), que
est cuidando na limprza desta ra !
Quando se v na campia
Verdejar a relea amena
E junio a branca assucena
Se ola a roxa hoiiina
Tutlo mostra, ludo ensina
Oue be ebegada a primavera.
.sr--. redactores da fagina Aiul'a. l.endn o
qiieVmcs. nnliciam cm o Diario de 5 do correute
acerca tbi couslrucrflo da poutrzinha tle pedra e cal
dneslradade.1u.iude Barros.nao possosublrahir-me
aodever que me roric, com engenheiro da cma-
ra municipal, de ilizeralguma mu-a i respeilo.
He verdatle que sendo cncarregiido pela cmara
tle orrar as despezas a fazer-sc con) a construccan de
urna pet|uena ponte, ou tioinba na secrao transver-
sal, que forma o arroinbamento prodnzido na tlila
estrada pela chea tic 1 de junho de ts ,i. liz esse
Irabalhn, isolaiitlo-oromplelamenle da abertura de
um canal, que, eslabeleccndo funecao entre as aguas
ta camboa do Maoguinlm e as ta 'Tacaruna, offere-
cesse ama via dc communirarAo lluvial que corta-
mente lio de induoilavet e reconherida utilidade,
como por vezestenhu atlirmado a cmara; porem,
se deixci de contemplar esla ultima obra foi pela
poderoza razi dc economa, alientos os escassos re-
cursos dos cofres muniripaes, e raesmo porque sendo
ella mui Jistin. la, e dc "Utra especialidade, potler-
se-hia execular n'outra ocrasiao, lauto mais quando
de sua demora nao re>ullasia inconveniente a com-
modidade do transito, ementas n silnbriilade publi-
ca como passo a provar.
Nacxecucao tos Irabalhos dclerminei que fosse
aterrada o arrombameulo, c que esse alerramcnto
fosse nivelladn pela horisjn&ihilWa le das boiras da
cuseada, que lica lo norte plano paralelamente iu-
ferior 1") palmos ao marco 8e pedra e cal, que ahi
mandei erguer), onde as mares na forra do gyzygio
levam as aguas proximidade de :HK) palmos pouco
mais oa menos to sitio em que lica a ponte, alim
de que, logo que eslitesse construida esta obra, o
arrematante quo tem tle fazer grandes aterro-, ei-
Irahisso a arcia para este mister da excavarlo, que
faria com abertura de urna graodc valla, qne prin-
cipiando da ponte se estendesse para o norte ter-
minando na altura d\00 palmus, onde beijam as
aguas salgadas, o que proporcionando esgolamenfo
a parlo das aguas ptuviaes accumuladas nas baixas
lo--ii.:- .ac licSm ao sul ta estrada, ainda mesmo
conservando perennemente agua na valla o sob a
bomba, nao baveria recrio de apparico de focos
dc infercao, visto que ella soflreha act;ao benfica
do lluxo e rclluxo das mares.
Eis o pcnsamenlo que presidio a confeccao de
meu orramenlo e projeclo. Agora a eiecucJo.O
arrematante tendo empreilado a obra com um mes-
Ire pedreiro tcm trabalhado com prejutlicial moro-
sitladc c tlelrimenlo de algumas leves prescripces
da aado pedreiro, o que reunido 4 evcntualidade
tas clCw inesperadas lera embararado tle alguma
uianrirajl* continiiar.io das obras por fiarte do arre-
matante a quem attriboia mais firmeza de experien-
cia e oass'.lii de empreza ; com tutlo espero que o
resullasjte de nieus coordenados esforcos ser a fiel
cxerur6i>'dc oreamenloe plano.
nimdo a triangulacao do lerrenn em que se mo-
vem as ccusarcs, sei exactas c perfeilamenle cal-
cular, quer empreguc o gruphomctrn, bussula. Iheo-
tlolilo, e o sextante de rellexio sem grandes esforcos
dc inlelligenria.
Espero que Vina, 'lar n publicitladc a eilas ma>
trcalas tirillas e aceilein a expresso de sincero reco-
ubecimento e seguranra de minha considerarao e
respeilo. Seu venerador c seu servo.
./. F. it. SeUe.
Na povoaro de Maricola.dislriclo de Iguaras-
s, ha duas malencas dc bois, dentro do povoado ;
o tio pouco cuidadlos sao os respectivos marchaules
que lodo o sangue o materias lucaes licam alli depo-
sitados, evitando um fotido cilraortlinario que mili-
to ncomruoda os habitantes do lugar c damnifica a
sua saude.
Alera disso, sendo o terreno d'aquclle povoado
muito irregular, aconlece que com qualquer cliuva
lica grande quanlidade tl'agua ahi eslagnada. De
sorle que sendo Maricela o poni dc]tlcscant;o, e
pnutu de t|auntos sc^ucm desla copital ou do sul
para o norle, ou seja para Iguarassu, ou tioiauna,
Pasmado, Tapirema. Ilamaraci, ele, ele, nada
mais cerlo do que conlar-se com a iulroduccao da
epidemia alli : c enlao fcil he imaginar qual nao
scraoos seus estragos, cm vista d'aqucllas condiers
locaes.
Entretanto o fiscal tle Iguarassu nao olha para
Maricola, que nem se quer por ler o nome dc mofti
luareira pode despertar os cuidatlos e inlercsscs dc
um moc.o, alias 13o giinenho.
Iguarassu igualmente tem necessidade vital de
um medico, e hospital, e he bem provavel que os
piopriclanos d'aquella comarca imilem aos de Olin-
da, Afogados, ele, ele
Ancdota original. Em um dos hospilaes deu-
se ordem para que os enfenneiros s'.'auhassem tjuan-
docnliassc o primeiro cholenco; lardava o negocio,
c os enfermeiros farrjavam como urubiis a crnica,
at que um dia estanto todos tres senhor meu amo
na porla do icccbcdouro, virara fnn pobre hornera.
que levando com rapidez as mos ao baixo venlrc e
fazendo tregcilos hoiiiveis com a bocea e olhos, lan-
raram-sc a elle, o lanto grilavam ellne./ti chole-
ricocomo o pobre do homem herrava cheio de do-
res gentes '. he a minha quebradura que cahio '....
O homem quando se vio livre das maos dos Ires fa-
mlicos, agarrou em ludo e foi-se vendendo azeile as
caadas. Safa'...
Pedimos aos senhores mdicos dos dislriclos,
que sacrifiquen) por horas) os fofos colxt'ies e as de-
licias do leilo conjugal, para acudirera a lempo aos
chamados dos que morrn no fri, por quem sao...
Em Sanio Amaro de Jaboalao a epidemia la\ra
com forra, mas lem-se desenvolvido dc parle tle seus
habitantes urna coragem c espirito tle caridatlc inve-
javeis. Alguns membros coulipccdorcs ta necessi-
dade tle snecorros para os pobres, criaran) urna com-
misso heneficenlc, composta do vigario M. E. lla-
nta, M. P. Ferreira, A. F. tle Paos Rarreto, A- Fcr-
nandes, P. Cmara l.ima, T. F". X. P. Brrelo, que
implorando a caridade dos proprielarios e senhores
dc engcnlios foram bcnignamenlc allendidos, dc sur-
te que ja ha alli um hospital com lodos os accessorios
para tal lim rccnminciidados, c um vasto ceniilero.
O delegado lem sabitlo cumprir osen tlcvcr, sem-
pre no posto que a honra e o dever Ihe enllocaran).
t,lue se inirein nesle espellm os magnutas de Santa
Aiilo!
Consta-nos que urna tas malricas capitalistas
do bairro ta Boa Vista dissera a' cninmiss.io;bencli-
coule, quautln llie fura pedir urna csmola para os po-
bres que de urna rsinola estaca precisa '.Nos Ihe
diremos cm nome dos pobres: amen.
Com o maior descaro c impudencia una su-
cia tle tratantes, pedantes, inslenles, ouriuam junio
ao muro ta Penha cm frente aos sobrados, quando
vcem pessos nas carandas; e bem assim fazcm do
muro sitas cloacas, do sorle que ha alli urna inmun-
dicia insuporlavel. Pedimos ao arlivissimo Sf. sub-
delegado tle San .lose que mande espreilar enea po-
ralviihos, c easque-os por um anno na detenerlo.
PergantamO! a tarto escrivo, se anda lem o
despejo inaudito de encarar para quem roubou'.'
Por ora fica entre us. tlepois "Ihc lembraremos a
colher tle prala e o ouro da A.... cuidado! Veja
que ignoran) de que po fizeram dc um barril de
despejo urna gamella igual a rerla banlteira, que
Dos baja.
Triste por certa est Beberibe, c romo que de
bracos anlolha algun infortunio, li ser deve assim;
pnrquanlo o manifcsln despeilo linio quanlo he ho-
nesto, sacrado c convenienlc saudc publica he
alli inslenle c mpuncmcnle ostentado por Iris
individuos (dizcm1 habitantes naquella povoaro, os
tio soflrem os habitantes da circumvisinliaiica o m.in
ebeifo do charque, sem duvida pela permanencia de
dias, mais nomo, que csses desenterramentos ou
exhumantes de cadveres extemporneamente leva-
dos acdeilo em ilila igreja.
Trisle... sim Irisle porque observou aquello reli-
giosissimo povo, que as lelhas que cobriam a ermida
de San Boaventura sfrviram para os acoogucs'.
Trisle anda, porque com o mais requintado des-
pejo e cinismo una lavatlera espalba sobre a mar-
gen) do rio, a que concorrem de continuo as familias
para banbarem-sc pecas tle roupa soja sera regra al-
guma !...
Mus para quo cansar-nos a imaginaran, o Correio
de Beberibe, dlrSo lalvez alguns leitores da l'agina
Aculsa, romas cousas dessa povoaro.'; O qoc inte-
ressar-nni ptele a noticia dessas impiedades e outro
fados qaaesqaar de maior ravidado quo se alli rea-
lisado lom. os quaes v.lo pastando desapercebidos
pela tibieza da polica local! J Como encadear a mo-
ralidade hoinens que, como cerlos bichos, c oulros
sao elleclivamcnte munidos dc facas, pistolas, baca-
marlcs, ele.:' e lera nsullado e amcacado a muila
gente, mxime quandu observam que o individuo he
laborioso, lem um sitio ou terreno lucrativo, que
nao da fe de lidalgus de sangue de bu c p de car-
vao i!'..'..., ele
Ate amanh.
_ _. ., '' I ^r-Barata requeren que e augmentaste o ordeaotln
O da esta meio nubloso o cabe espeosa nebrina, ,i.r...__ -. o
islobesignaldem..oagouro,porque sUoca o ar.c I do "* Sanio Anlon.o S. tew
JABOATAO.
S tic levereiro is 9 horas da noite)
Continua a epidemia a fazer rarear as lucirs dos
habilanlcs deste districto.
V commisso henelcenle vai prestando todo o spr-
vo que requer um oslado tilo calamitoso.
O facultativo enviado pelo governo lem digna-
mente tlesempenbado a sua mi-s.io, j curando do
laaspit.il montado pela commissAn beneficente, ja
correndo a todas as casas onde ha atacados da epi-
demia. Esla aprcsenla-sc ou rpida como o raio,.e
en(3o nao ha nada a que ohedeca, ou benigna, e o
doente he salvo obe-leccndo aos conselhos do facul-
tativo.
N.io poucas raerles se tem dado pela incuria dos
atacados, qoe recorrem larde a medicina, e oulras
pela falla do cumprimenlo em observarein a dicte.
A um homem a quem se enviara os soccorros pre-
cisos, sendo visitado por um membro da commisso,
deparou-u lomando allopalbia o mandando prepa-
rar urna tlose homeopalhica para tomar, porque
queria ficar bom cm urna hora.
Outro que eslava ronvalesccnlc enlendeu que de-
via Irabalhar c apanbar o sereno da noite.
F'oi as S horas do dia psra o cemilerio.
Os senhores dc engenhosa quem a commisso lem
recorrido bao sido solcitos em coadjuva-la
Em cousequencia de oulra epidemiao terror
de que fora atacado o inspector da povoae.lo Clau-
dino J. Miranda, foi nomeado no dia 8 o Sr. Joilo
F. H. de Paes Brrelo a rogo da commisso henel-
cenle para exerceraquelle cargo durante a epidemia
do cholera.
Esle senhor, a quem sobra animo e dedicacao fez
iogo, que prestou juramento, reunir as pessoas do
molestia loma mais torea?.
Por ca, infeliz da casa em que morro um, porque
as vezes vai tutlo ; mn pobre homem perdeu a mo-
Ihcr, j.i 3 lilhos e ha pouco escrcveu|ao delegado, d-
zeudo que eslava atacado c um lilho, e que mandas-
se de vez em quando saher delle, porque nao linha
quem os eslivesse vendo, que nao o drizaste morrer
o, be lastimoso o nosso estado e e he miseravel utas he tal a uossa miseria que nem
se acha quem sirva. Nao sel al quando estar so-
bre nossas caberas esse feroz in c divina! O' meu lieos muito grandes silo as nos-
sas cnlpas,poim maior que ludo be a vosea miseri-
cordia !!
Ainda o dia ."> as i horas da larde.)
Continan) osenleir.imantosdejunlo da villa c fo-
ra, o local que" se dc-liiiou para o cemilerio est
qoasi rbeio. ehojej para la lem ido uns oilo ou
dez, e uola-se scnsivel falla tle quem carregue os
corpos. Disseram-me qno man lou-sc vir gcnle, pa-
gaudo-se-lhes,porque aqui nem assim he possivel ob-
le-la por modo nenhuin ; as ordeuancascomo ca" Ihe
chaman) (OS de que a policia dispoe vivera car.sados
e a -,'iih na guanta nacional nunca foi lo essas r.ou-
sas de prompla, quanlu mais agora, que lodos se
disculpam com a molestia da mulher, da lilha, irraAa
ele etc., e na verdatle por ca presentemente rara
he a casa em que nao tem docntes e a guarna na-
cional pelo mallo uunra he lito prompla c regulan-
sada como nas cidsdes, alm disso um guarda
que mora dislanle da villa urna e mais leguas, que
as vezes alm de ser o nico da casa lem urna mu-
lher c 8 filhos.como poda drizar ludo isso para estar
em servido as vezes dous dias fora ao casa. Sem ter
quem pee o cavallo, cuida dos lilhos ele ele?
As (i horas.'
Cabe copiosa chava, e n trovan, sino fnebre da
nalureza (vonngl que sa de instante e instante, pa-
rece ser a trombela celesleal que annuncia ainda a
ira de Deus, e de momento cm momeulo da' o sia-
nal de mora he scena mu pouco medonha !!!
ab : meu amigo, nao sei como tenho animo em Ihe
liaear estas liuhas:eslainos em grande eslamidade!!
Dos nos acuda, quem se pode dizer salvo 1 I em
ama hora, um minuto, em menos de um segundo
desapparece-se da lisia dos vivos '. '. A minha casa
1 que al bem poucosdias eslava isenta.ja foi inva-
dida aconta dona doontea e um mtivale-cetiie. Fe-
lizmente ainda sem cuidado, diga, issn mesmo aos
uussos do 1'. *! S. J...
li
A epidemia continua grave e alguns tcenles fal-
cceram !
Adeos, meu amigo, ale oulra vez e se for vivo.
Au relourner.
(dem.)
mais lOu, e o da Boa-Vista com .Vis ; a este i
rmenlo apresenloa o Sr. i.amriro urna emenda pa-
ra que se elevaise com mais Um? o ordenado de ca-
da um dos ditos logares, e o Sr. Oliveira urna ob
emenda para que cada um dos dilos emprefos tassu
de MOV, ugmentando-e tambem com mais tOlj,
os vencimentos dos fiscaes do Poro t Afogados. Pes-
io i votos o requer ment do Sr. Karata, e a catea-
da do Sr. Cameiro, ticarAo prejudieadas, sendo ap-
provatta a subeineuda do Sr. Oliveira. O ti. pre-
sidente v-dou contra o acre-rimo de nraeaaiU 4m
fiscaes desta cidade Volou-ss tamhem o augmento
tle Mj sobre o ordenado do solicitador, e de 11i-
sobre o do crrelo e sement, rrqnrrimcnto d
Sr. Oliveira.O Sr. Mello requeren, r i |.|
provado, que se repozesse o ordenado do muladar,
augnieiilando-o com mais tOtfcj. O Sr. Barata re-
quereu e foi approvado, qae 00 relatarlo, que a c-
mara ia enviar ao Exm. presidente, da pro-.meia,
para ser Iransmiltido a assembla, se pediste a revo-
gaeBa do arl. '.I do regulamenta tas aferirdes, ap-
provado pelo artigo 1". da lei provincial n. .171,
qual arl. 9 obriga a aferir harria e ancoras ; argm-
incnlandn o mesmo vereador que srmellianla dis-
posicao he exlorcionsra, por quanta eseas^vasilli
nao podem ser consideradas medidas de capacidatlr.
ou de rxten-.io. cm visla do nosso systesna de peso
e medidas, que lem desguado quaes ellas sejam.
Despacharam-se as pcrues tle AntnuM Fernandez
\ dioso, Antonio loso de Pinho, l)r. Altillo Jom la-
vares da Silva, Bento dos Santos Coellxi, Francisca
Pereira da Silva Sanios. Francisco Boletho de An-
drade, bacharcl Francisco de Asis de Oliveira .Ma-
ne!, Cuilherme Augusto Rodrigue* Sele. Jase Ge-
mes Leal. Joao Ferreira da Suva, Dr. Jeaqaisa de
Aquino Fouceca, Ignacio Ferreira da Casta, Joa-
quim Marinho Cavalcanli de Albaquerqae. Josa
i,nnr.il\e- da PorciuncuU, Jos Martin- Pedra.
Joaquim Clemente tos Santos, Joio Soares 4a I "n
ceca Velloso, Manoel Francisco da i.ruz. Manoel
Antonio de Jess, Marcellino Josc Lopes, Vicente
Jos de Brilo, a levantou-se a se-tnao.
Eu Manuel Ferreira Accioli secretario a aaaaszsji
llardo de Capiberibe presidente, 'irctrt,
liegoMello, tiameiro.
CMARA MUNICIPAL DO RECITE
SESSAO' EXTRAORDINARIA DE 9 DE JANEI-
RO DE 1856.
'residencia do Sr. Bardo de Capibaribe.
Presentes os Srs. Reg Albuquerque, Reg, Oli-
veira, Giimeiro, Barata e Mello, abrio-sc a sessao e
foi lida e approvada a acia da antecedente.
Foi lido o seguale
EXPEDIENTE.
Fin ollirio do Exm. presidente da provincia, man-
dando Ihe declarasse a cmara o numero de eleilo-
tores, que daram as comarcas tle Paje de Flores, c
da Baa-Visla, nos aonos anteriores ao tle Ictlli.
Que se salisfizesse com o que conslassc.
Oulro do Dr. chufe de polica, transmitlindo co-
qiiarleirao c ordenou que por escalla uTiaza 8 homens P>a da r.oinmuncacao que cm data de \ de dezem-
se oceupar de abrir covas para enterrar-so os falle-
cidos. Estes homens a commisso paga-os a 800 rs.
por dia para se oceuparem naquelle serviro.
O acadmico Moraes Pinheiro, que em nome da
commisso fora pedir ao Exm. presidente algumas
praras de linha ou policia, c o resto das camas, col-
xes ele ele que eslava em poder do subdelegado,
par augmentar o hospital, vollou as 6 horas da lar-
de, tendo lcanradu o fim de sua missio.
O Sr. Dr. Jos lenlo ordenou ao subdelegado que
zesse entregar a commisso beneficente ludo quanto
linha em seu poder : Hcava cerlo era enviar alguns
sollados para fazer que os habitantes se preslassem
aenterrar seus rmaos, c solicito era enviar quanlo
a commisso necessilasse.
Coramunicam-nos que no engeuho Sania Anna
os corpos quo estavam insepultos foram enterrados s
i horas da larde. F)ram 8 escravosceifados pela epi-
demia os que so deram a sepultura.
O delegado desse districto foi atacado pela nova
epidemia1> terrorEssa autnrid.-tde ia at ento
prestando sei vicos, e eremos que continuarla, a litio
ser aneciado tle um mal mil vezes peior do que o pro-
prio cholera. Anda nao appareceti nesle povoado
desde que aqui grassa a epidemia.
O subdelegado entendentio que a sua familia he o
povo do districto, nao ha remedio a sabir de casa
para cumprir com os deveros do eu cargo.
O Exm. Sr. presidente deve derailtir a lodos esses
pollrcs, que vao comprometiendo a honra e digni-
dade da provincia, e nao menos a S. Exc.
A morlalidade no dia 8 nesla povoaro foi de 7, o
que he excessiva :
O soldado do destacamento que (ora recolhitlu ao
hospital falleceu hoiilem s8 horas da inaiib.i.i. Esse
homem vinha fgido da Victoria, levara todo o sol j
doente. e quando chegou foi em estado, lastimoso.
Um prejuizo, que s se explica pelo succedido em
Cab.iceiras, lem feilo tpie o poro deste lugar tenha
urna aversao completa ao limao.
De balde o facultativoe os membros da commis-
so bendceme lem esclarecido o povo, explicando
o que nccasionsra aquclle successo de Cabaceir.ts.
A urna chanca quo entrara para o hospital l'ez-
se a primeira experiencia : est salva e fica a conva-
lescsr.
Todos os fallecidas leem sido enterrado-,anida que
com grande trabalho, c o hospi lal prvido do medi-
camentos e o mais, vai sendo oceupado pelos afec-
tados da epidemia, nao so da povoat.ao como de ma-
lulos que ohiem nas estradas, e -oblados desertores
da Victoria.
bro ultimo, Ihe fez o lenle coronel commandanle
do corpo, eipondo as razoes que o obrigaram a di-
minuir duas praras do numero da; que diariamente
sao apresenladas a cada um dos fiscaes desla cidade.
Inteirada.
Oulro do juiz |dc direilo da 2.1 vara desla co-
marca, aecusando a recepcao do desla cmara
de S de dezerabro, acerea das mullas dos jura-
dos, enviando copia da iuformacao do cscrixio do
jury, a quem ouviaa respeito. e dizendo afinal que,
lito obstante a informat-ao to mesmo escrivo, lica-
vain expedidas as convenientes ordens, para que a
remessa da copia do termo das mullas de que trata
o arl. 28ti do cdigo do processo, seja feila com tod
a| exaclidao.Inlcirada.
Onlro da commisso de hygienc publica, dirigido
ao Exm. presidenta da provincia, e por S. Exc. a
cmara, expondo o estado de limpeza da cidade,
em cumprimeulo do que Ihe foi por S. Exc. deter-
minado ; declarando a commisso que.em geral, en-
contrara as praras, ras c praias limpas, exiilindo
do em algumas lixos, o quo Ihc pareca inevilavel
ni consequencia de a cada momento seren lanrados
i oi'M^, j,
Iudicou a commisso alguns terrenos, que, po'
nao eslarem aaterrados, se achara transformados em
charcos, sendo entre ellesos mais notareis os queli-
cam entre as ras do Cableireiro e Imperial, perlen-
ceolesao herdeiros de lose lioucalves terrena, Joao
nuil Pinto tle l.emos, e Joao Malhetis, assim como
um existente na ra do Brum, destinado a prara pu-
blica, o oulro em frente do hospital Pedro II; pe-
dindo a commisso houvesseS. Exe de providenciar
a respeilo. Acamara mandn rcmetter copias do
ofiicio dos fiscaes para intimaren) aos propietarios
dos referidos terrenos a disposirao das posturas qne
os obliga a esgela-lus, e fechar com muro. Islo
mesmo resolveu-se que se commiinica-sc a S. Exe
Outro do inspector do arsenal de msrinha, procu-
rando ainda sustentar a desconveniencia da prara do
Nao queremos communicar o que vai fazendo a epi -
demia por algumas leguas desla povoac,ao, porque pre-
tendemos que as nossas noticias timbara ocunhoda
verdade, e su enviamos a narradlo dos acoulecimen-
los que temos fisto.
Dc ludo quanlo rtissemos n'.i i e nas oulras missi-
vas temos testemunhas para alleslar a veracidade do
queavancamos.
9 de feverciro as 8 da manli.i.i.
Acaba de passar por esta povoaro o acadmico
Campelloeni commisso do governo provincial. Es-
le moro durmi cm engeuho Ve I lio e segu para a ci-
dade da Victoria.
Elistem no hospital 2 mulhercs, urna cm mo es-
tado e 6 homens cm convalescenca.
At a hora em que escrevo nao se deu sepultura
, ,. iioimm ii iioiic inc iiiiliii tiesta riuatlc ,,.
asjucar no largo d'aquelle arsenal.-Oue se oovisse ,,, prociJrt0i luda da igreja do Colleein'ca
ao fiscal.
Oulro do fiscal dc Sanln-Anlonio, informando ser
exacto u que allega Miguel Archanjo de F'igueiredo,
a respeilo de sua en allane.i sita na ra da Cadra,
e que, encaminhaiido ello o cano de esgoto para mais
prximo do rio.podia ser deferida a sua prclent.So.
Concetleu-se a liccnc,a, guardando o requerente as
posturas respeclivas.
Oulro do mesmo, respondendo ao ta coiuraissao
de bygiene, remeltido a cmara pelo Exm. presiden-
te da provincia, relativamente ao deposito dc porcos
da ra do Rangel ; provanio o fiscal cora documen-
tas que esse deposito lem-se conservado com asseio e
limpeza.Inteirada e mandou-se remetter a respos-
la e documentos por copia, ao l'.viu. presiilente.para
os Iransmittir commisso, dizendo-se que com a
disposicilo do aii. 9 das posturas ultimas, era de crer
que desapparecesse a inconveniente apontado pela
commisso.
Oulro do fiscal tle S. Jos, respondendo ao da re-
ferida commisso de bygiene, que acompanbou
nutro do cidadao Jo.lo Athannzie P. delito, ainda so-
bre a qucslao ta prohibirn ta venda das lnitatasrai-
nbas.Inteirada, e mandou-se remoller a rcsposla
por copia a commisso para a archivar.
Oulro do procarador,remettonflo o bataneo da ie-
ceila e despeza municipal du moz detlezembro ulli-

REPARTIR AO O A POLICA
Parle do dia 9 de levereiro.
lllm.cExm. Sr.Levo ao conlierimenle de\.
Exe que das difireme- participarles liojerecehnl.,-
ne-la reparlieio, cousla que se deram as seguinle
oceurrenciss:
Foram presos : pela subtalegada da fregaazia *e
Sanio Auluiuo. o prelo escravo Joao, para ser ca-li-
gatlo, a requerimcnlo de su i senhora.
Nests data retare n delegado do primeira dislrirte
desta termo, que hunlein pelas || horas da da ap-
parecera arrojadn peln rio ao porto uo Lima ai risa
imperial, n cadver de um prelo desofflueeidn em
estado tle putrefaeran.
E que no dia i do crvenle na fresneda do Poce
ta Panella fura encontrado no rin Capibaribe a ca-
dver da preta livre tle nome Prudencia, alli lew-
radora, e havendo-sc procedido as competentes vel-
lorias em ambos os cadveres, rcsulloa deltas decla-
rarem os facultativos que as marica prorieram e
afngaeienlo.,
Dos guanta a V. F)xc. Secretaria da parta de
Pernambuco9de feverehro de IHofi. I lim. e Kim.
Sr. ronselheiro Jos Bento da Cunha e Figaeireala,
presidente da provincia.O chefe de policia, l.m.
Cirios de Paira Teixeir:
alario be yeriwmftttca,
O Exm. barita da Boa-Vi.la e algans olltriae- < i-
periores da guarda nacional deste inonici,oo. si ese
jando corresponder aos esforcos do eoverno, e sac-
correr os guardas nacionaes desvalidos qae heove-
rem de ser atacados da epidemia rrmanle,reuniram-
se no dia 7 do correnle, no quartel do cosasaanda
superior, e arcordaram nas medidas lendeales a eaa-
serucao desse loavarel fim. formulando usaos in-
Irucroes. qne foram spprovadas pelo Sr. presiden-
te ta provincia, c que publicaremos n'oulra ec-
casiao. S. Exc. officiou ao digno conjanandanle sa-
|terior, agradecendo a Generosa resaloran qae loms-
ram lito prestantes ridadaos.
Estimaramos ter muitas uccastc de apptautlir
actos tle philaulropia -emelliantes a esse qae ahi Vi-
\amos referido, e que conlraslam rea o traste pr
cedimento desses egostas, que exicem tudn do aa-
verno, sem ao menos deporem um bolo aaallar da
WriaTsatr,
Por ollirio recebido bnnlem de Sanlo-AnlM pela
presidencia consta, que o Dr Josc Joaquim de Sana-
ra, que daqui partir no dia 8 do rorrele, tn l|J
lloras ta larde, ja se acha prestando os serv,res tle
sua prosso na cidatle da Victoria. O numera das
fallecidos no dia 9 at II \\-> horas da maohia, a
lalvez com alguma eiagerarao | ealimado esa .m.
O Dr. Souza requisitou os sesuinles ebjectos para
desinfectar a cidade. e qoe fttrsm remettidos be/s
mesmo : 10 barricas de cal, i\ garrafas de la-
barraque e ama arroba de eusofre.
lie tlestluida de verdade a noticia da insepalu-
mento dos cadveres, pois que indo, cites leram
cuidadosamente enterrados ao amanberer do dia 8.
Eis-ahi como na presente quadra se invena hor-
rores e se adulteran) nuticas.'
Chegou boniemda Victoria o reverendo carmelita
Fr. Luiz,atacado da epidemia, ese acha gravemente
enfermo, no periodo lgido.
llontem a noite leve lugar nesla cidade
'
-
noccmilerio a fallecido algnm : porm tallo uns II a I mo, e o to cemilerio do trimestre findo no mesmo
lar a alma a Dees.
O vigario continua prestarse activamente a con-
fessar a quantos o eliaraain.
Agora mesmo h vai fazer duas confisscs.
A comiuiss.io heneliccnte continua a funecionar
com (oda aclividade.
Sabe agora um de seus membros c o medico a vi-
sitar il lodos os atacados da epidemia.
Carta particular.)
ha muita exageracao. Cada um noticia o que Ihe qae o Sr. Juaquim Lopes deAlmeida, se olercceu
disseram, augmentando '00, 300 e alo 1,000 por foroeeer lodosos medicamentos populacao pobre
1O ; de orle que a dar- cotila diariamente, a morlalidade dos cholencos mon-
tana a uns 3,000, c existiran'. 10,000 doentes. En-

menores e Irepilbos, quasi sempre agachada ele Se
o cafo n.lo he algnm Imbalhador dai obras publicas
va, foram examinar u estado da saluhritlade cm I Hin" que esleja alli de guarda aas materia* do l"t> mnasio,
da, e cnneluiriim que era siiininamenlo salisfaclorin.
Entretanto, tratava-aa tle estabetacer una enferma-
ria naquella cidade. Temos o piazer de aiiiiunciai,
nambucano, um sugeito, de m.i ealadara, em Irajes quaes por dementes blasonan! dc fidalgos de sangue
eslii com caria branca para a easa de tlelcnrao. Sr.
.Martin-, cuidado com os vadlose larapios.
Pomada ckolerica.
Na na da Sen/ata Vaina, passando o beceo do
Porte, ha um sobrado dc onde f,iz-sc despejo todas"
dcOlinda. vvala qae esto pi cxcmplo saja Imita-1 as imites na ra das9 as lo horas, que incommoda
do por lodos aquelles que sao favorecidos ta sorle. I loda visinhanra do sul, norle e leste; e he al a niis-
poh alm da recompensa celeste, 'ao dignos da ben-1 celanea quo arremessam do tiilo andar qae passando
sangue tic boi.
Um dalles faz to oitSo sagrado da igreja de Nossa
Senhora deposito tlecarvo, em que trafica, e aquclle oulro,
sempre tic parecida com nulro ron/rit! conjuntamen-
te o sen Collega a quarenla passos se tanto dc dis-
tancia to acongue, que be no centro ta povoae.lo.
Qoaodo o povo recusa comprar a carne por corrom-
pida, magra, pesslma be talla em muios, que se es
lendem ubre varas un quintal da immanda caa.ha-
bitada pelo tamigerado *" esuasao,i(fe COMARCA DO BONITO.
II de fevereiro as ti horas da tarde.)
Ja foram sepultados hoje no cemilerio provi/.oiio
1 i cadveres. S tiesta villa dez A Sr cholera,
bem mostra que nasceu nas margen do Canges.gos-
ta de friu.- Depois das clinvas que por c han appa-
recitlo, tomou ella ou elle (porque ou assim ou assa-
do macho ou femea sempre he esse nionslro lerri-
vel.qur de lempos cm lempos so apprescnta a devo.-
rar os povos mala forcas,e vai irrazando a gcnle.Su
vejo passar corposN.io ha maos a medir Para
Carresar os cadveresrhe preciso que a policia pa-
gue rom ninheiro e ameace.
Apparecea honlem um sujeilo aqui montado n'u-
mas malas c dizendo que em Panellas muita gente
se ha salvado sailjorando-ae, e alguns por prevoncao,
Ihe entregaran) o p,e oulros jii doentes. Somos f-
cil cm acreditar certas cousas, mxime aquillo que
nos pude tra/.er beneficio, dahi vem o 71101/ rolamos
Incite credimus. .Mas boje o delegado mandoii-o
chamar, e fez cscoar-sc. el Dotte sob pena tle rhi-
fitidi'ts.en rujo leve ,1 prudencia tle nao querer mais
gratas rom a policia, que he soberana, mxime cm
circumulancias como as actuaos, onde toda medida
he descnlpavel principalmente contra traficantes
desses, que com ama lanceta, c um jugo tle malas,
onde vinha loda a sua tarramenta, queria especular
na barba dos tolos em tavor de sua bolsa, para que
cada um scmpie puxa, osvelbacos nao esculhnii oc-
casiao.
Corre que morrea era Garuar o Dr. Evangelista
e o que servi 1 tte promotor interino, assim como o
atlvogado Carvalho.
llontem fe/-- aqui nina testinlia .1 Nossa Senhora
do Rosarlos A larde sabio ama procissSo bem acom-
paiiliada de homens e mulhcics.
Unjo houveram preces ; n nosso vigario continua
a prestar-se coinoum venladeiro pastor, arudindo a
todos '.
Em Capociras mandn o coadjutor tambem alaro-
fado, porque l andan maldita sapaleiro Asskteras
obdeceodo aquella voz fatal que sempren aeompanha:
Segundo-o Sr. l'ng Sue. Caiiiinha....camnha....
Amaaheceram 2 morios.e alguns cbidos enterra-
rain-se uns |n cadveres
mez.A' commisso de policia.
Oulro do cidadao Caelano Pinta de Veras, partici-
pando ter entrado no exercicio dc juiz de paz do cor-
renle anno, da l. tlislrirto da freguezia de S. An-
tonio, 110 dia 7 to correnle.Inteirada.
Oulro to cidadao Firmino Jos dc Oliveira juiz
depaztlu segundo tlislrirto, da mesma freguezia. fa-
zendo igual parliripacao. Inlcirada.
Oulro do adinnislratlor do cemilerio,petlimlo que
decoiiformiiladc com o S "1 arl. 7 du regulaincnlu da
mesmo cemilerio, mantlasse a cmara lavrar termo
de consumo de varios uleusis inulilisa.loj, do mes-
mo eslabelecimenlo, c-sulislilulos por uulros.Ilr-
inetiulo ao vereador oncarregadje dos negocios do
cemilerio para o lim convenienlc. .Mandou-se
responder ao administrador que sempre que livcssc
tle fazer rcquisifijes de objcci09 para o.eslabeleci-
menlo, o zesse por intermedio do mesmo vereador. pardo, Santo Antonio, eja-ea-ta,& Late.
Outro do contador, participando achar-se extinc-1 __LJ.eml!l7.." -' "''' ^*!V
tres andores, parando em sele templos, e eos eada
um deltas, durante o trajela, supplirando ao All--
mo que nos livre dos horrores de peste. Era a rea
panhada de um sequilo de maisdeqnatrn mil pessoas.
Dos permita que aquellos que nesta siluerae neri
gosa recorren) ,1 prolecrao divina, sejam tocadas 4e
urna veidadeiraconlrirrAo, e sacrifiqurm para sem-
pre qualquer animosidade, e essas ideas dr vin-an-
ea reprovadss e amaldicoatlas pela religiau.
De Bonito e Sanio Amaro de JabaaUe, rncenlra-
r.in os leitores em oulra parte ludo quanlo lia.
III I.I.K1IM DO CIIOLEKA-MOHBI S.
Tem entrado na enfermara de Carmo. deste 1.
dia I do crrente at boje, 17 individuo*, aegeatase
ve ta retacan abaixo publicado ; senda I i ita sezn
mascolino e :l do femenino. Oestes falleceram :t ieja^
hav lam sido rcccbi.los honlem j.i no periodo algidu
adianlado ; -2 sahiram carados e 9 se acham ras tra-
lamenlo.
O argente do corpo dc imperiaes maralsrrns,quc
do vapor llelieribe havia entrado honlem aa enfer-
mara tle inariuha, vai melhor ; mas Francisca An-
tonio da Silva, procedente da harcara linda Flor,
fallecen.
A esposa e lilho do negociante Joao Josc de taou-
vcia van melhores. Algumas posea* tem apreseaia-
do svmplumas de eholerina que bao enluta ao trata-
menta. Isto mostra que a epidemia val aa e-lrndea
to sobre a cidade : conven) pois seguir a preserip -
rt'icshygienicas e therapculicas que faram puUira-
tlas e lem sido distribuidas gratuitamente por urden;
to Exm. presidente ta provincia.
Foram sepultada tiestas % horas no eemilcrie pu-
blico ti pessoas accommcttids peln chotera, segan-
do se ve da relarao que se segu.
9 de fevereiro as 1 horas da larde
. Dr. Joaquim u'Aquino t'untra.
Beljeao das pessnas qie falleceram tta rhr.lera e sa-
rasa sepultadas no cemilerio publico nn da'I dc
fevereiro tlcJKVi, a noite.
IKifiFevereiro 8- n. I(i, Muradnriro da Canka.
natural de Pernambuco. idade dc l"i annns fre-
guezia, de Sanln-Anlonio, falleceu ao hospital tle
Csrmo. Dr. Firmo.
dem 8n.'!7, Antonio Jos dos Santo-, Pernam-
buco. ti rtisado, prelo. Sanio Antonio. Iiiniial da
Carmo.Dr. Firmo.
dem 8 n. 18, Antonio Baptista, Pcrnnabar,,.
I"i anuos, Santa Antonio, hospital do Carme.O.
Firmo.
dem S n. 19, Joan, escravo, Sanio Aalania, can
ca-a.
dem 9 11. -JO, Joaquim. Pernambuco, I i asnal,
(a a quola dc eveiiluaes.e al excedida.Oue se
pedisse aulorisac.lo ao governo ta provincia, para se
continuar a gastar pela mesma verba, al o fim do
exercicio correnle
Huiros 3 do administrador t!,i eompanhia enrar-
rcgatla da limpeza da cidade, tle-i e .11 de dezem-
bro, e
rante esse lempo. lue se publicasseni c se dcler-
inin.isse .10 administrador, que n.io mantlasse raais
varrer aquellas ras, cujos moradores, tlonos tic es-
labclccimenlos, tem obrigaro dc o fazer, segando
as postulas allimas. Reconhecendo cmara que
se havia dado engao nas mencionadas posturas,
cm se Icr declarado no seu arl. II queaCompanhia
encarregada da limpeza ta cidade varreria e iniga-
nambuco, itl au-
no mar.
azaa
sailo, pardo, S. Jov-, prsraatttr.
V-^-4
Kclaro das pcs>oas alaradas da epidemia aaaj taran
tratadas, entraran! e fallereraiu desde n di.t I ,;,,
correnle ale hoje.
Leonor Bezerra Cavalcanle. branca, V. anno.. ...|-
Icira n ttiit.it de Murilieca.Boa.
Paulino Marques da Silva, :lt) anno< raudo
do crrenle, expondo o servico fe.lo *n. |---------. ^ o. ^f iMaMIa corpa tta paflatT-
Bom.
Amonio Baplita, natural tle Santo-Ant.tr. I aa-
nos, solleiro.Falleceu.
Antonio Josc dos Sanios, natural dc PernaraitVKn.
casatln, Itg anuos.Falleceu,
Theodorien da Cunha, natural de Sanio Amato Ja-
boalao, l.i anuos, -olieirn.Falleceu.
Jeiu Jcronvmo da Silva, natural d.- < Hatee- 1
ana solleiro.F;ni liatameuto.
Josc Feliciano da luz, nalar ti de PernambsKo. ;
ria as ras da Cruz, do Recita, do Collegio, e .Nova. anuos, solleiro, soldada do cnipn de neliria.I
mo sendo iota 0 que pa'ssou na ultima diseada) tas j ['""J* '"f"^1 ''" ^'idade, visto nao ler .ida ar
nie-mas,posluras resolven petlir autofisarao ao gover
no da provincia para fazer a declaraciio tiesta engao
pelottiriii.remclleni'.G-seaS. Exc. copia de mesmo
artigo, com exclusao tas mencionadas ras. Teni-
da o procurador apresenlado o aulographo du batan-
eo da reccila e despeza do anno pateado, o orra-
menlo para o auno futuro, passou esle a ser discute"
to. e tratan lo-.g ta despeza rom o pessoal dos era-
pregados resolveu a cunara repnr o ordenado do
secretario, i pedid deste. restilnido-lhe a quautia
de 00S rs. que Ihe foi lirada no nnn de 1846. O
MIIT1I AO
commellido do chotera.
Jo3o Maria do Mello, B annns, c.i.,d,..n .Inr.l d-
.Nazarclh, saldado do corpo dc polica.-Em trata,
ment.
Pedro llvrino de Guarnan, natural .Ir.....lnj|._
en, -J aunes, solleiro, soldado do corno de pnliria
Em tralamenlo.
Manoel Marques os Santos, II saszm natural da
larahiba, soldado do carpo de policia.Km Irale-
Maria Pereira da Conreicao, crtaula, 17 ana ana.
toral de SI. AnlSo. sollcira. costureir. EeTaraae.
mente. it-
Laizt Mstia da ConceicSe, natural 4a Bren _
1
II miX/lTI


\
?
s*>-

i
MARIO IE PttNMBUCO SEGUNM FURA II DE FiVERUnO CE 856
K
Madre de Dos, 30 nios, solleira, coslureira.- -Em
tralameoto.
Miguel do Anjos Paraso, natural dos A roe ij0,,
i dimos, solleiro, soldado do corpo de polii
Em Iralamenlo.
Cosme Jos ltenriques, natural de Pernam
31 aunnt, casado, soldado do corpo do polica.--Em
Iralamenlo.
Joaquim Jos de Sanli-Anna, natural de Cruangi.
ib aunos. casado, agricultor. Em Iralamenlo.
Vicente DuartoPinheiio, natural de PernaroXuco,
.IJ dimos casado, soldado do corpo de policio/-Em
tralameoto. '
.loaquim EslevSo da Costa Tavares, braiico./casado,
idade de 2."> anuos, natural de St. Anln, sa/dado <|u
corpo de polica.Em tratamento. f
Hospital de S. Jos e Santo Antonio "l/dc fevcrei-
ro de 1856. g
lle^aiuo da morlalidadc at hoje/t( homens, 5
tiitillterei. J
III I.I.K l I.M DO CHOLEK.V-MORBUS.
De honlem para hoje ontrn na enfermara do Car-
ino urna imilher, Luiza Mana da Hora, e sabio res-
tan, cenlo Cosme Jos Heuriques, Os doentes, que
l'onlem estavain no periodo algidu, v9o melhor.
Desde o did 1 do corrente al ho> (em entrado na
enfermara da Boa-Vista qustro pesoas, sendo ilous
lioineu* e duas mulheres. Angelita Mara da Con-
ceicao se acha em Iralamenlo, e os outros sahirara
restabelecido), como se v da relaco abaixo trans-
cripta.
Foi recolhida na eufermaria de marinlia una pre-
la, escrava de Joaona Prudencia, viuva. residente
H povoac,ito da Casa-Forte, temi sido encontrada
mu resfriada e abatida por um dos inspectores de
quarleirajdo Recife.
'lo de fevereiro s 4 lloras da tarde.
(Dr. Joaquim d'Aquino Fonceca.)
Kclac.no das pessoas atacadas pela epidemia, que en-
traran! para esle hospital, liveram alta e tallece-
rn! hontem al hoje as i horas tarde.
Lotea Maria da Hora.idade de 'O annos, solleira,
coslureira. natural de Coianna___Em Iralamenlo.
Hospital de S. Jos e Santo Antonio 10 de feverei-
ro de 1856.
Helaran dos doeifles entrados, alados e ciislenles
no hospital provisorio da Boa-Vista.
Genoveva Maria da Conceicao. natural de Per na m-
buco, solleira, lavadeira.Boa.
Joaquim Fidel, natural de Pernambuco, snlleiro,
soldado do 9.' balallnto de infatuara.__Bom.
Antonio Joi de dyejr solleiro bolieiro.Hom-
Aogelica Mria da Conceiro, naloral da Babia
.soltoiea- co-;K*i&.Em Iralamenlo.
42, a plantaran de arvores pelas estradas dos nossos
dislrielos : mas nesle planlin de arvores devenios fa-
ze-lo do modo teguiule :
As margeos dos rios^devem ser plantadas de
gempapeiros ; arvore esla, que di um fructo do
qual se cxlrahc o vinho neis saboroso de quanto nos
vem da Europa. Nos altos o csiueiro, donde ura-
nios fruclos c castanhas : aqoelles convertidos em
doce formarao coni o uosso estucar um importante
ramo de exportacao ; estas ierao varias applicacoes.
ii Meus bous amigos, o cajh lem mais o grande
preshmo de engordar toda a sorle de Rado: presumo
este ignorado pelo geni dos notaos agricullores.bem
como o lie o e\celleule vnho que se exlrahe do
fructo.
A inaniva ou o seu fructo a mandioca, pelo
Irahallin que demanda, peld morosidade que re-
quer, deve ser trocado por um oulro genero. ()|
rallo deuin Turena, Villart, Cuculc, generaes u-iseus lillms mais dislinclos... perHeu a predilecta de
trpidos, guerreirus impvidos'.'(Jue lie leilo dos Cabral urna de suas mais mimosas e odorferas llo-
Augosios, Claudios, Tilos, Traanos, Ailonsos, mo- re\T?", T'1 PMn5 da ^"!r',,! .
. Dotado de raro talento unia a natureza a arle:
nardias maguanimo*,sobaranospcrtpicazes.'uudaesli m fScrpir e philosopho, era oradora poela !
cssa cohorte de cnsules romanos eapittca famosos, Como escriptor linlia o dom da elegancia, da con-
que desde o Capitolio inandavam o mundo, o foram Ielele, da clareza c da prnpriedade ; sen eslvlo lao
collaboradores e participes de lauta roiiume.de lauta i cu.rret'0 ? ""^ pl,r"'-es ."0 E5 '|Ue pe'" S.-10
i e lomeado parecem imitar aquclles, que como 11-
gloria.
(Juercis saber o lim de todos!'' Enlrai no cemite-
rio, uesse silio sombro e opaco, passji respeiloso por
estas imagen* de lucio; alraveesai por debaixo desses
cv prestes, cho:oes. dessas arvores lgubres, desses
lo l.ivis, Hossuct c Chateaubriand Dieran) a glo-
ria luterana.
Como philusopbo legnia as doutrinas mais puras
e mais sanias; Lioha por norma a escola modrala
de Descartes, e excitava a admiradlo scmjire t|ue
liscorria pelos sabios principios de Pialan, Aristole-
emblemas de dor e melancola, abr a pedia sepul- les e .nitro, de igual noiiicada.
eral ; icvautai a lonsa fria !que robre esses aposen- | '-orno orador sua elfqucucia cncaulav.i, a lgica
s""* M,__ i vigorosa de sen raciocinio convenca, e era de csrie-
ii arrn/ ., los morluarios, ab oque vedes crneos hedion-i.... : ..!<.
o arro o i .. rar que no porvir glorioso de douradns sonlios a vo/.
raude, Para- I dos, reliquias ptridas da humanidade, ridos oatos, i clara e suave do inlorliinado joven, secrguesseovan-J
Para e Maranhiloaiidoplaraiii romo pao
Piauhy, o Cear e os serloes do RioGn~
hiba, Pernambuco, escolheram pela nalurea de i corruptas carnes, he jusia
Firar.irii no porto 77 emboroocttoi: sen-io, 7 ame-
ricouiiaa, I l>cl^a, :\-2 bmileiru, :. francezas.J liaHi-
burgoezas, 5 heipoholv. I liollandea, 16 ioglezu,
(> jiorlii-Hez-rts, 1 shIi o -l suecas.
9Hot)imetttoi)o porto.
seu clima e terreno, o millio. o eijAo, e pauca fa- ,
rinna de mandioca. Nos que habitamos em um ter- v
reno lodo diverso, devenios adoptar como pao, a "
frucla pao, a balala, o iuhame, o aipm. Se a main-
ria desla sociedade assim o entender, cada um de
nos o dr veremos adoptar e ejecutar em nossas res-
pectivas propiedades e lio auno segniule falladnos
respailo, Omeuvolo he pela frucla po, vis-
to ser urna arvore, c una arvore que nos vira ser
soldado e arma*
geucias de urna guerra com a Europa, a-
Bflanle o que resta dessas
ludo cmliiii esl invollo as negra.
le na tribuna brasileira, trazendo dcsf arle a me-
moria de um amillono Ilustre os mimes mimarcr
; siveis de um Cicero, de um Demosllienes, de um
sombra, do po donde tahira, >., pulnrem reverter. [ .Mrabcau ,. (le ,,,, (aes.
Elleclivaineiile, todos ateemos para inorrcr, c lo- | Como poeta possuia una imaginacfio nimiamente
dos morremos para rcssuScilar ; para nascer ames ferlil, e as mais das vezes inspirada pela musa dava
de ser, foi misler progenitores que nos gerassem ; ,, ,... __ ., pinto, rapidez as alluse, belleza de pensainenlo
porem para reoaseer, ou ressuscilarmos. o mesmo pai;iulislno ., ,Ud ,. y ullu fl>rm, ag.
pu e cintas em que se corrompen e desfez-so a corpo, davel, harmnica, natural e ardenle reunid por de-
armazem. a Soldado, porque as emer- esse inesmo p e ciuzas, sao os pais de quo havemos mais, urna lao variada inalroccSo para a idade juve-
de tornar a ser gerados. l'utriJtiii i.ii na,er ''. urna 13o linda ohginalidade que o rollocavam,
,.,, nao digo a par
meus u,maler mea el sror mea reinubai. (.i
O sepulcro loma cui p lodos os estados, .todas as
emiiiencias;alli admira-se a alliontc/a inelamorplm-
esiao rcduzidos os uossos antepassados.
se a que
Segociot Agriculas.Sanio Amaro at Jaboalao.
Thopographia.Agricullura^srociaros*,Co-
lonisarao MachinasZoologaAtbvriniUura.
O futuro.
Abri a carta geographica de um paiz,percorrei com
os olhot a dispon-a da monlauhas, dos rios, lagos c
mares, e dir-me-hies se tal territorio pode abri urna
senda commercial asmis nacne- do globo.
Iu Ir- n se lem planicies eslendidas, se valles
feriis, se motiles veslidosde basto arvoredo.so Ier-
ras argillosas, arenosas, calcreas, c dir-me-hei* o
seu clima, cultura, abundancia, riqueza, civili-
s,u;an.
Katgai o seio da Ierra, npurai-lhe as ramadas,
empregai a cbimica, e sabereis se o terreno conten
minas de oaro, prala, cobre, ferro, mercurio, ele.
etc.
Na historia analisai as tendencias de tal povo,
os seut feitos bellicosos, a sua aptulao industrial, a
\ucacao Iliteraria, commercial, agrii-ula,ar prompia-
mente responderis se tal povo he cobarde ou va
lale, erapreheudedor ou rotiueiro, estupido ou es-
pirituoso.
Ora poit; um povo couheco eu em quem a
seiva de vida sobra,a historia encerra grandes feitos,
as armas, as lellras, nas sciencias; em rujo terri-
torio regorgitam riquezas, uas minas, nas fertilissi-
mas planicies, nas mallas espessas, nos rios piscosos,
uos mares e nos, ti.s praias c serldes, nas alturas
das serras c uas chapadas : este povo que tanto co-
uhecemot e de quem lazemos parle, he o povo ora-
ss'leiro.
licitemos o lodo e encaremos as partes. Do
centre desla aglomerarlo de lypos, vocacc. genios,
que compoem a comraunhao brasileira, ha um Ivpo
que logo liaveis conhecer pelos rostes ovaet, olhos
rasgados e negros, frontes espacosas, peilos largos,
estaturas elevadas; cuja vocablo pelas armas, pelas
sciencias, pelas artes, pelo comniercio e industria
he de admirar; cojo genio activo, emprehendedor,
ardenle, nobra at ao cavalleirismo, valeutc nos
combates, bondoso na paz, zeloso das liberdades al
o delirio, iudepeudentc at ao fanatismo ; povo de
hontem, mas entre o qual o patriotismo he vigoro-
so, ardenle, enlhusiaslico : esla parte do grande im-
perio onde habita tal povo chama-se l'aranainbuco,
e o povo Pernambiicano.
lis anda nesla trra de Paranambuco, que lem
Vt leguas de oriento ao poc'ile, e*18 de norlc a sal.
um dislricln cajos ros sao candaes de invern, cujos
ribeiros fogem a tremer no meiu da* campias, de
malas robustas, valles ferllissimos, do vargens fe-
cundas ; dislriclo onde o canuavial halouca-se ao
venlo da larde, os ingas e genipapeiros bordan as
margen* dos rios, as larangeiras resceudem o ar, os
cafeeiros marchetam os ouleiros, o gado pa>seia na
relva, os pastaros tnuam alegres, os das sao formo-
sos, e as noites amenas. Dislriclo psrs onde nos lins
de jaueiro ro.lam os carros, eslalam chicotes, gritam
os homeos, eslouram logeles, loca a msica, tan-
gem os sinos ; e as dnnzellas paludas, morenas, ro-
sadas, sollam os cabellos^ veslem as galas, miram-*e
nas aguas, e derramam as miot cheias flores, msi-
ca e poesa. He um lugar de Paranambuco ou pedra-
furada aquelle, para oode pondeu o riso de Dos, as
beoc^os dot santos, os cnticos dos anjos: e ao qual
os Francezes chamam a rertailtex do norte, os Keci-
(ientet a cetta ie flores, e os llllios do logar Santo
Amaro de Jaboalao.
En pos nesla pnvoajao qae esbocamos no pa-
ragrapho cima, que emquanlo a* nimpbat peniam-
bucanas luucasde amor, formusas .le grabas, com as
boceas cheias de riso, ledas a folgarem, correntio,
sallando pelos oileiros, vargens e rios ; os pais, os ir-
uiaos, os prenles destas donzcllas possuido* do amor
da p.iiiia, compenetrados da grandeza futura da na-
'.'in, reoniain-te em numero de Vi pira um nobre
lim que se lia uas frontet ledas, nas fallas entusis-
ticas. Estes hoinens que assim se uniam eram os
i2senlrores de engenhos de Jaboalao, que iam fun-
dar urna aJtoKaciio agrenla de proveilo ao dislriclo,
de grande alcance no futuro e de ejemplar protpe-
riddde a todo o norte do imperio da Santa Cruz.
A sala da reunan he singela como 01 eoroooes
que all esiavam, e por uuco ornato pendem fes-
tes de cafs, da cun, da larangeira, da baiianeira,
pelas paredes, pelas janellns, pelas portas: o chao
era nm bello tapete de Ulnas de independencia, de
rusas e jasmins, de mulung-is e pilombeiras.
Aeerquemo-nos da porta, e lo tambein, amigo
leilor, preparemos papel, penaa e tinta, chamemos
em nosso auiilio a arte tachygraidiica, e escrevamos
prestes aquellas palavrat que censal des labios de
um dos associado*. Tomastes algtiu,a cnusa do que
elle dizia leilor'.' unao.n Pois en lou-ei ludo c la
vai.
goardas nacionaes pouco eterciladas' nas balalhas
campacs teriio guerrilhas, onde nao pastara nem
nm so europeo atrevido que ousar atacar a nossa in-
dependencia : celeiro pelo fructo que estar a m.1o
do guerrilheiru. Kons amigos, os Colombianos na
guerra de sua eir.ancipucao sustenlaram-se por anu-
lo lempo core bananas, e lao nobre ciemplo de ab-
iiegac.ni mu devera esquecer.
"J"oi para isso, amigos, que os propietarios de
Jaboalao te reuniram. islo he, fazer florecer a nos-
sa agricultura, melhorando as machinas, os aui-
maes, a cultura, admilimlo novos gneros de cul-
tivo, c dando impulso a colonisacito.
u Queira oNorlc segrr-nns as pegadas o oslare- | |a vida nao be oque
mos eraesladoderepellirii governos pretenciosos
da Europa.
E digam, leitnres.que a arle tachvgraphica nao
he urna grande arte ;e que a imaginario nao he
urna ada, que l no futuro ; planta, alimpa, rega,
cria, colhe, loda a sorle do coikss ; chora como a cri-
anija, sorri-se como a douzclU, Um",-v- --,-.
jm^jn ,.*-- -.- uTtSpaT de irum abrir
e icriar d'olho* viajar o universo.
Em quanto a mim pens que a imagoacao he o
dcmoniu em carne e osso a lciit.it urna pobre crea-
tura que a lem em s.
Perguntamos, porm ; cabira' ludo isso em
olvido a apathia continuara' a sero brasao nos uos-
sos agricultores'.' a poblica sean p nem cabera ainda
nos dividir' empcendo o progresso do paiz".' llavera'
ubi homem que desconhera as verdades que|dizemos?
nadara' em jubilo o nosso coracao, se daqui a um
anno pdennos levar ao conheiimeiilo do publico a
reahsjrao de semelhanfe asseciarao sera' pouco o
espaco de Janeiro deslea Janeiro do auno futuro para
amadiireccr tal peusamento '.'
Naoserei eu quem diga, nem a imprensa,nem
a tribuna,se-lo-ha oFuturo!
M. l'. t/oraet Pinkiiro.
[1] Indigtamos desde ja' para presidente desla
respeiuive I sociedadeo Em. Sr. bario de Soa'sai-
na, ou o Sr. Jo.lo Coelho da Silva,agricultor inlelli-
genle e probo, ou o Sr.Antonio deSfuza l.eaoren-
dero activo e enrgico.Vice-presidentcst) Sr.
Miguel Augusto de lllireia, que da sua proprieda-
de lem fsito um bello leeido de eslradas Sr. Fran-
cisco Antonio da Silva i o Sr. Manuel Pires Fer-
reira. Secretarios, un o Sr. Lail Filtppe de Souza
l.eao, quetem pralica de assembljs, mi u bacharel
Miguel Filippe Lea i, que esta' un inesmo caso. Co-
lumnas da sociedade lodas as familias proprietarias
do dislriclo. Podesse a nossa voz eclioar no seio de
lodos os Jaboiaoucnses, quedo nosso dislriclo Ta-
amos o primeiro de Pernambuco no prsenle, as-
sim como Pernambuco lende a ser a primeira pro-
vincia do imperio no futuro, e o Brasil a primeira
nac.io no porvir.
nao digo a par dos Horneros, dos Virgilios e dos
Cunos, mas incoiilraslavelmcnle na linlia dos nos-
tos poetas insignes contemporneos. Era franco tic
S urna dessas almas poticas, quo se cxhalam em
melodiosos cantos nascidos do amor nacional !
Ainda no da 7 de selcmbro ultimo a mente cval-
Nao ba distinrao e singulandade eutre as cuizis do da do jovcn poela ar,,cll em viv ,nlbuslasmo, o
rico,do pobre, do nobre do plebcu.do rci, do vassalo; todo poctia caulou, pulsando as ureas e vibrantes
do general, do soldado; todas aluna eslo confund- cordasde sua lema Ivra. a maga independencia do
das,e promiscuamenle depositadas nos.e cenotalo na- Br1;,sil= .e"a "''""bosa 1iro,luecflo arraigada no
' solo indgena corre unpressa nesle Diario de II do
voro*0- referido me/,; be um lampejo do genio que arreha-
lle urna verdade inconlestavel que o que vive ues-! ta o coracio cin doces Iransporlcs '
be, he o que foi ; lie lomar a
ser na morle o pu que foi no nascimciilo ; he lomar
a ser na sepultura o p que foi no campo daniasccno,
doiici' reyertares iu Ierra de ana sumplus es.
fl ......Ill lliuilll l l| I I ~----""""' coa.IMO
,1, .r^v*3*-^77!'"'"'"-'' ?ct-J"""- '
os que abracas) urna philosopliia oauaragaesa abr
aquellas sepulturas, c vede qual be all o senhor e
qual o servo ; qual o pobre, qual o rico ; distingu
se podis, nestas ciuzas, quaes do valenlo, do fraco,
quaes do fornuso; quaes do fcio; quaes do rico,
lv nao era anda toda a aureola de gloria, que
adornava sua fronte,nobre de nasciinenlo nao llre
cegava a vaidade,alcnideuma condoda illihada
era de urna hndale proverbial: eas ejr.ellenles
uiialidades nuo o-.. >ajiajtssajajWi||t~
ente frudo de sua Mll ndn|Ci ,em nw-no
enca iLmua n iUuai.,,u -a------1.. .,.,. recebera na
por etla razao elle loTbVvrsS ,.> p. ra l
todos, e zeloso pela lde chrislao ruiicmlrava-se no
remanen da paz para dedicar to.los os seus cuidado,
ao creador de tantas uiaravilha*!
Assim viven l'ranro de Su ale os ltimos momen-
tos de sua curta, mas innocente efagneira es tmela;
e de lano que foi, seja me licito exprimir assim o
carregado d'ouro;e quaes do e escravo d'Argcl carre- I i'neu pensamento pungido de dor e de saudado, so
gado do ferros deixou na Ierra um mausoleo cobcrlo de 'lores, ora
A nossa vida, diz o Inmortal padre Antonio Viei- I ^J" relo aspiro inflammado da saudade ora
, orvalhadas pelas Ingrimas da dor e da consterna-
ra,em un dos seus sermes sobre a morle;a nessa vi-; ,-ao!....
Naquadra luctuosa em que se acha a comarca de
Santo Aniao, quando lodosvsalvo honrosas excep-
coes) correm espavoridos do monstro asitico, que
tantas c t.u choradas viclimas lem fcilo naquclle
lugar; quando etnlim Iguns agentes pblicos a-
bandonam seus poslos de honra, j desobedeciendo
as leis. e j.i em menoscabo aos deveres de philau-
tropia.'o Sr. Fraucisco Jos Rodrigues sendo pa-
ra alii mandado pelo governo da provincia, com
a maior dedicaco e amor pelo protimo angustiado,
e diatite do quadro de dor c aUlic^to que a todos
sierra, se lem prestado ao servico de humanidade
com a coragem digna de ser imitada! !
N'inguem melhor que o Etm. Sr. presidente da
provincia pode comprchender os relevantes servicos
prestados por aquelle Sr. cm crise de tilo eminente
pengo ; ninguein melhor que S. Esc. podera remu-
nerar tanto sacrificio que custa a um pobre velho,
que (lisiante de sua chara familia, ohjeclo dos seus
cuidados, se UpOS a afrontar o risco a que esla ex-
posta a sita existencia !
Confiamos porm que o Sr. Rodrigues nao seni
jamis esquecido pelo Exm. presidenle da provincia,
que sabe apreciar servico* desla ordem. e nem lao
pouco pelo goveruo de S.M. o Imperador, que igual-
mente sabe recompensar lana dedicaco e sacrificio
pela causa da humanidade !
M. .1. f.
da, nao be mais que um circulo que facemos de p,
a po ; do pii que lomos, ao pu quo havemos de ser,
nsfszsm o circulo maior; outros menor,oulrot mais
pequeo.
Segundo exclama o santo Job a nossa vida be um
venlo, rcnttts cst veta meo. Esle venlo acoula o po
levanta-o, c cis os vvenles; acalmado o venlo, ca-
be o p, e eis os morios; logo he evidente que nos
que vivemos no mundo somos pti erguido; os mor-
ios porem sao p abatido ; o* vivos sao pii que anda,
que percorre mallas lugares ; os morios sao p que
jaz; os vivos sdo pu; os morios sao p ; os vivos pi
levantado, o* morios p cabido; os vivos po com
vento, c por islo v.los; os morios p sem venlo, e
por i*so sem vaidade.
S.lo poneos c caucados os diasdo homcni diz o pa-
ciente Job: clles passam como a flor que abre, e lo-
go murcha, passao como a sombra que nunca para.
Semelhanle a niivcm que foge e desapparece, o ho-
mem assim desee ao sepulcro, c u.'m volla mais a ca-
sa onde morava, nem loma mais ver os lugares que
o deleilavam.
Abrem-sc as portas da morle, o homem entra na
morada da desiruiclo, e urna sernpilcrnidade he lo-
do o nico bem que leu de fruir e guzar.
Infalivcl Iransicao, niedonho passamento !
Ja se ouvo o rebombo dos campanarios annunciar
ser chegado o santo lempo quarestn.il; lempo de pe-
nitencia c sdvac.'io; lempo ciu que cada um deve
arrepeuder-se de suas culpas, procurar u remedio sa-
Iiilar as suas ulceras; abandonar o cainiuhu iniquo, e
Irilhar a senda da viitudc.
Fr. Lino do Monte Carmello.
O lempo consume a saudade, fenece a esperance,
faz desbolar. murchare inorrer a llar ; mas o lime
de Antonio Joaguim Franco tic S superior a ludo
ter urna durarilo sem lim, nao obstante repousar
na campa dus tinados o seu.
o ....corpo /rio,
Xinhotcm rou.cinol, templo rasio.
Alampada sem luz. .'
P. t'orri'i.
31 ilc anciio de 1856.
vacio entrados no da I.
Parahiba3 diaa, hiale brasileo (Goaeeijlo Flor
das Virludcs, de 26 loncladas, meslre* Iztdoro
Brrelo de Mello, cquipagein i, carga toros de
mangue ; ao mestre.
Babia'!) dias, escull brasileira Zelosa, de 131
loneladas, capil.ii> Joaquim Antonio de Furias e
Silva, equipagem S, caiga faiinlia de mandioca c
m^is geni ros ; a Isaac Cario i\ Coinpauhia.
ParaluhaS dias, Male brasiliir.i (iCamesn, de 31
toneladas, mestre Manuel So|>hio da l'eulia, equi-
pagem 3, carga loros de mangue ; ao meslre.
Ierra Nova2!* dias, barca ingleza '.Eugenia, de
333 toneladas, capitn Philip Cleary, equipagem
II, carga 3,300 barricas com bacalhlo ; a Jolms-
lon Pater \ Companbia.
Havre55 dias, barca franreza uPernambuco, de
l'.l toneladas, capilao Pgil ct, equipagem 15,
carga fatendase mais gneros; a Laaserreji Com-
panliia. P.issngciro*, J. Pedro Arnal, Borges o 3
lilhos.
Parahiba2 dias, brigne sueco sPrint Osear Ire-
derick, de 311!) toneladas, capilao C. O. Linds-
Iron, cqiiinageni 13, carga assucar e rourns ; a
llieber ,\-Companbia. Veio a este porto receber
orden*, seu destino he para liothumbourg.
Kio de Janeii.);11 dias, brigue brasileiro ul''irma,
de 172 loneladas, capilao Manoel de Freitas Vc-
tor, o | 11: -i ;i.in II, carga plvora, lar ni ha de trigo
e mais gneros ; a NovaeSiSt Corapanhia.
dem15 dias, barca americana Lizie T. Nicliolls,
equipagem 10, em lastro ; a ordem.
'acios sabidos no mesmo dia.
LisboaBarca portuguesa Conslante, capitn Sil-
verio Manoel dos Reis, carga assucar mais gene-
ros. Passageiro, D. Candida e sua familia.
demBrigue portuguez nTi.rujo I, capilao Ma-
noel de Oliveira l'anecu, carga assucar.
Parahiballiale brasileiro Flor do Brasil, meslre
Joo Francisco Martin, carga bacalho.
Sacias entrados no dia 10.
frequenlar a aula de msica do mesmo liymnasio,
compaiccain para se inscreverem. Secretaria do
GymnasiD, 8 de fevereiro de 1856.O secretario,
A. A. Cabral.
5ft>i$0$ mamob.
RIO DE
accominoda
O brigue nacional .Maria l.uzia vai
seguir com brevidade, lem a maior par-
do tea carregamento prompto : para o
resto que h. falla, passageiros e escra-
ros a frelc, aos quaes da as melbnres
_es, Irala-se com o consignatario Auto-
nio de Almei.ia Gomes, na ra do Trapichen, l,
seguudo(andar.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Segu com mulla hrevnladc por ler parle de seu
carregamento prompto a bem cmihecida barca Ma-
thitdc, capitao Jeronyni Jos Telles, para o reslo,
passageiros, e escravos a frelc, para que lem etcel-
lenlet coiuuiodos, trala-se no escriplurio de Manoel
Alves Guerra, na ra do trapiche n. 14.
RIO 1)E .1VUIIIO.
Vai >abif commuita brevidade o novo
e veleiio brigue DOUS AMIGOS, tcm a
maior paite da carja prompta : para o
resto c. passageiros, trata-se com os con-
signatarios NovaesA C, naiua do Trapi-
ebe n. ni, ou como capitao na praca.
Para o Kio de Janeiro
segu em poucos dias, por ler a maior parle da car-
ga prompta o brigue Conceico, cap da Joaquim
Ferreira dos Santos: para o reslo e escravos a frele,
^r/en^Odias, barca americana i-Smilheld. para o que lem bous commodos, Irala-se no cscrip- ^"""*,u t~* """ "' ft.r'|a
i, carga .eirech,.,;.a.pra; oca- n. t. delia_por -qup-jn^gnjnej^ '' _r"MMM
gem 22, carga pclreclius para a
pil.io.
Terra .Nova31 das, barra ingleza uKothesav, de
2II toneladas, capilao William Tavlor, equipa-
gem 13, carga 2,52 'i barucas com bacalho ; a
Me. Calrnont ^\ Ciiinpauhia.
Copenhague72 dias, brigue escuna dinamarquez
Cari, de I8S loneladas, capitad H. Primodt,
equipagem II. carga alca'.rao, carvAo o mais g-
neros ; a Hnlhc iS; Bidoulac.
Sacio* sahidos no mesmo dia.
AraCalyllile brasileiro Aurora, mestre Joa-
quim Jos da Silveira, carga fazendat e mais ge-
neras. Passageiro, Francisco Rndiigncs de Ctr-
valbn.
BahaBarca americana Ni/Je I. Niehollsa, eani-
lAo Nichnll, cm lastro. Suspemleu do lameirao.
dem Barca ingleza Eugenias, capitn Philip
Clearv, carga bacalh io. Siispendeu do lameir.lo.
A mesa actual da irmandarJe do Sc-
nlior Bom Jesus dos Passos do Corpo San-
io-, convida a lodos os seus rm.it*, para
(|ue se apnsentem na referida matriz,ho-
je, as e incia horas da larde, para en-
eorporados acompanliareni a procissao
de Nossa Senliora da Conceiro, ciue de-
ve sabir da igreja de San-Pedro do cl-
rigos.
Maria Francisca da Conceiro, par-
leira examinada, faz saber ao respeitavel
pblico, <|tie iiuidou sua residencia da
ra Augusta para a ra das Aguas-Ver-
des n. ~f, onde se ollcrccc paia e\ert-cr
asfunccicsdcsiia prolissio, com a decen-
cia e promplidao que costuma.
Furlaram da porta da prora da Ribaira da ta-
ri nha de San Jote, nm cavado, com ot sientes so-
guinles : caslanho amarello, eslrels ns testa, i pet
calcados, com um carero na junta do p etquerdo
e outro na junta da mao direila : qoem delle sou-
ber ou liver noticia, pode levt-lo a roa da l'enha.
na lalicrna do Sr. Joao Pinto, que tcia recompen-
sado.
A mesa regedoia da irmandade do
Divino Espirito Sanio, erecta no conven-
to dos religiosos franciscanos desla cida-
de, faz publico para conliecimento de
seus- raos desvalidos, (pie iKirventura
vi'tilia m .i ser nvimmettiilos da epidemia
reinante, que no seu pequeo consistorio
sevai estabelecer utna enfermara, onde
seus irnifios acha rao soccorros com pali veis
C.om suas forras, avisando-se ao irmao
jitiz, e na falta a quem suas vejr.es i ';a, o.
a qualquer iruiao tnesar%o, alim '**' MBB
conduz-idos pela irmanaW I
mitaeZ.
Illin. Sr.Nao lendo oulio mcio mais nlil na
quadra actual, de que posta dispor em beneficie da
humanidade, ofl'erero a V. S. como subdelegado d'es-
la freguezia e membro parcial da eonmissfo bencli-
cenlc d'esla freguezia, urna carrosa compelenlcnieii-
(c arranjada com nm cotxio e um luido para conJuc-
r.io de qualquer enfermo ao hospital cm qualquer
oecasifo em que hilen os recursos de que a esta
commissao possam falhar. ,
Dees guarde a V. S. Freguezia de S. Jote S de fe-
vereiro de 1836. lllin. Sr. Eduardo Frederico
Banks, digoitsimo subdelegado da-lregaozia dcS. Jo-
so e membro da commissao beueliccule.
Pedro Antonio Tei.rrira Huimaraes.
Igual participadlo a subdelegada da freguezia de
Santo Antonio.
..ominemos.*
-HACA 1)0 RECIPE!) DE FEVEREIRO AS3'
HORAS DATARDE.
Colaces olllciacs.
Cambio sobre Londres-28 d. 60 d|v.
Frederico itobiiUnrd, presidente.
/'. Borget, secretario.
Pela inspecc.lo da alfandega so faz publico,
que no dia t do corrente, depois do meio dia, se
bao lia arrematar em hasta publica, purla da men-
ina repariic.io, sendo ,i arrematbala livrede dircilos
ao arromalante, I!) barris com manlciga de y^cra.
com 50 libras cada um a S'KI rs. a libra, total 380-5,
viudos de C.et.ova na polaca sarda Anua, e abando-
nados aos dircilos por Basto & l.emos. Alfandega !)
de fevereiro de 18511.O inspector,
Benlo Jos Fernandos Barros.
Os Bseaes das qualro Ireguezias desla i i la Je do Re-
cite etc. etc.
Fazem publico cm virlude da aulorisicao que
Ibes foi conferida em scssJo de <> de fevereiro cor-
rente, prorogam por'mais un mez a coutar dcsta dala,
o preso para se Balaren as rreales das casas na
forma do disposlo no arl. I das posturas de I) de
novembro ultimo.
l para roiihccimeiitode ludos lavraram o prsenle
que sera publicado pelo Diario. Culada do Recite
!) de fevereiro de 18511.Manoel Joaquim da Sitia
lUbciro, Ignacio Jote Pinto, Manoel Ignacio d'Oli-
rtira Ijobo, Joao lose de Maraes.
e Esiain/s, amijos, a 15 de Janeiro do anno da
graca de Nosto Senhor Jess Quisto de 1857. lia
um anno exactamente houve nm mancebo (que nu-
tre os dessjos de ver ettt boa e patritica provincia
hombrear com as naques mais cutas do globo,) lem -
brou as vantageos e prosperidades que o paiz colbe-
ria com associa<;es agrenlas: e l.oje, amigos, he o
da em que depois de maduramente meditarmos nas
necessidades da agricultura, vamos realisar os an-
helos dos homeos que de corceo amam a patria.
ii Entramos para etla toe darie promotora do pro-
gresso agrcola, cada um >" im cont de reis, que
f.i/ein 5"2 comos, e nos aniMt' ".uintes com 300 mil
reis, ale que chagemos a realisar o lim a qne nos
propomos, que enlao m despenderemos rom a con-
servacao, asseio da casa, e gratifiesees aos que cu-
reren de lacs misleres.
ii Meusbons amigos,|preciso he fazer ver-vos em
que vao ter empregados os Viconlos, alim de cnsul-
> larmot as vottat opiniocs.
o Em primeiro lugar neressario lio que lenhamos
urna tala espacoss, orejada. onde so faca ni as reti-
nioes annuaes, e se depozttem os modelos de toda a
sorle de machinas agrcolas, que mandaremos vir em
ponto pequeo para servir de exemplo a us, aos s-
gricullores da provincia eao povo. Para a sala des-
tinamos nm cont ; para machinas por esle anno ou-
lro cont de res.
o Amigos, os senlimentos verdaderamente chris-
l.ios que dominam o nosso governo na abolicaijilo do
trafico de escravos..leve merecer toda a nossa acqui-
escencia e aniiaastsUsssBjn^^L pois com todo o animo
asaJlUI lli^rfa" colonisa?roNsta deve ser das Ca-
narias, da Madeira, das Baleares na Hctpaulia, da
Corsega, Sardenha c Sicilia na Italia. O clima, os
coslumes, a religiao assimilhaiiilo-se>ao lim aque nos
propomos melhor resultado nos fara colher. Ilesli-
naremos 110 conlos de reis para a viuda de :100 colo-
nos esle anno, chegando olles prximo ao |tempo das
planlaces das cannas.
A zoologa, sendo nm ramo de lanta importan-
cia e a qne todos os paizes cultos lem dado lanta
consideracilo esl alraiadissima entren*. Envia-
remos pois fi contos de reis para a viuda dos carnei-
rns de raca hespanbola, alguns cuvallos e bois. da
melhor race que se poder haver na Inglaterra, I ran-
ea ou AUamanha.
s QsR, meus bous amigos, deixar para n lim nina
das cousas de maior necessldadc, e onde vai esteiar-
" -se ludo quanto lendet oovido : quero fallar-vos da
" arhoricullura. De balde nos estafaremos em mellin-
ramentos do loda a sortc, se por ventura o paiz esli-
verrirecavidti conlra oseu maior inimigoas seccas.
o Nao vos ha-de ser cslranho que por falla de ar-
, vures a campanha romana, o Egvpto at ha poucos
anuos,a Estremadora hespanhola.us nossos terles do
Cear, Parahiba, Pernambuco, Babia, oflerecem a
vista o panorama mais desaminadnr qne be possivel
enconlrar-te no mundo.
lito, mena bors amigo, porque ot progenito-
res desleIpovos, trn criterio, derribaram asmis
formosat produgoes do globo at arvores. Esperar
ludo do goveruo, be para povos selvagens, a quem
he preciso quejo Bsjg ot encaminhe em ludo quan-
to pretendam. Ai gos, a riqueza qn nos serve a
nos, a nossas faiuirias, e ao.iosso paiz, he nm como
orvalho do co a cahir em campos crestados do sol-
Portento, tm que esperemos" ludo do governo,
destinemos quatio conlos de reii, que Dossobram dos
Memento homo guia puteis <.,, et inpulcerem reccr-
teris.
Com estas enrgicas e vehementes palavras pro-
uunciou Dcos a semenga irrevogavel contra o pri-
meiro homem desobedientee Iransgressor dopreccito
divino, quia pulets es et in pukerem retcsteris, es
|h, e no inesmo p le has de tornar.
Le terrivel promulgada pelo dedo1 omnipolenle,
romo cm premio dos deliclus perpelrados pelo in-
feliz progecitor da humanidade I.ei ineihoravel,
sculcnca definitiva que sera irrcmissivelmeule cum-
prida pelos descendentes daquelle infractor A dio !
Sentenca, digo, que Dos pronuuciou conlra o nosso
primeiro pai, depois do peccado.e de que a santa igreja'
se approveila para uos lemhrar urna vez cada anuo,
que lodos havemos de morrer, \. Ii.in.ln a nos.a pri-
mitiva formarlo, pidcfs es, cuja lembranca nos deve
acompanhar lodos os dias de nossa pergrinarao.
De fcilo, o homem nasce, c logo que desprende os
olhos depara com o auri-anilado manto do firma-
mento encantador: os objeclos que v, as liguras que
descobre, ludo que conhece sao indicativos certos e
iufaliveis do que lem de passar c sollrcr ; sao liguras
precursoras da sua ruina, dissolueao c morle; o pri-
meiro passo que d na vida he lainbcm o primeiro
que o leva ao sepulcro, di/o erudito Mastilon.
O 1.lomen penitente I assevera que a vida do hn-
mem he urna continuada guerra, prolongada tentati-
va, perpetua rebelliAo sobre a Ierra, melitia esl rifa
hominis super terram.
O ar que o borpem respira evapora-te, o alimento
que toma mais o arruina ; a (erra que o sustenta
exhala de seu interior hediondos c pestferos vapo-
res que o destroem -radualmeute, o homem em suin-
ma vivo m continua ajilaran, em incestante lldar,
l que cxl.aurdo fenece c morre.
As idades diversas, sao como eras.successes dedif-
ferenles idades, e cada instanlo leva com sigo orna
parte de sua doraeS.0 e vitalidade ; o momento em
que o homem falla est longc e separado dos seus
dias; morro pouco a pouco.
Sendo o homem nm aggregado de barro pelos mis-
tos de que e compoe, arruinado que seja um sii or.
gao, desmantela-se a machina, ludo se dissolve,
lorda-sc no p c cinta de que enlo era.
Nossos annos n io sao mais que um souho danoite,
dlzia mu cloquenlemente o illiisirc hispo de t'.lcr-
monl VI) sunhaisque lendes vivido, aqu esl ludo o
que vos resla ; todo este inlervallo que leudes passa-
JittCtC:l a pC>ib0.
Sendo gratidao did dos mais DAbrea sentimeotoi
iA' cnlliesaura o eorat^Ao iln boinem, como tues nu
poden, ser exlraiiho- os utlicifs do nono li.itlliio de
infautana ;i lieii^vnlpiiria, t-nv iliciii-mo e maneira-i
aleficiosatt e delicadas com que se houvc no coinman-
do do mesmo batalblo o lllm. Sr. corouirl l.ui/. An-
tonio Favitla, a quem o goveruo de S. M. <> Impe-
rador acaba de rnucedor lce> me/rs de licenra para
Iralar do soa Panda orle Iho eonviasse.*
Entrando no gozodensa licoura deia o brioao e
honrado militar o cominainTi da corpo.e relira-se pa-
la o Kio de Janeiro no primeiro \apor, cm piocu-
ra do meio* que possam mclhor.ir seus scffriioeiilus
phiiieea.
A benigoidade, ifabilldade c (iueza no tratar,
peiihoraram de tal forma aos seus subordinado*, qne
nao podeii. presenciar a retirada de seu ebefe, sem
sontircm a ma4 viva saudade.
Bravo militar, como scrapre deu provas, nao alie-
nava de seu curasao o lllm. Sr. coronel I avilli a
bamanidade, a brandura c docura de earactec, atri-
butos do verdaJeiro liomem, do cidaJdo social. Des-
pido de impostura, franco, leal, o honrado coronel
11iiha para com seos subordinados a palavfa inofensi-
va,a franqueza e aceas Hllia* da mais tiuaeducaco.
No desempenlio de seu commando desconhecia o
rigor a acrimonia, e ludo diriga pela senda da jusli-
ca e da boa razao. Sju todas estas duttteltJ qaali-
dades que tornaram o itluslcc commaudaiite o ido-
latrado de seus enmaradas; e que jamis esquece-
r,lu a bondade, a llianeza c a curdialidade com que
foram tratados.
A sinceridade e nunca a lisonja levam os olliciaes
do nono batallian de infaiilaru a agradecer do inli-
mo de sua atina lao subillas .iuezas, lito b xidosos mo-
dos de seu dedicado chele.
Sentidos e Modosos veein retirar-so de sua compa-
nbia o sou devotalo co'n.mndautc, e recouhecidus a
tantos favores oll-recein a considerarlo do illn^tre
coronel, as mais fiis dem agradeciirfentos. 0 Todo l'oderoso vele na soa pre-
ciosa saude.
Pernamhuco.fi de fevereiro de ISV>.
Osoflkiac* do nono hataUao itc infantarht.
Sdame^.
CAMBIOS.
Sohre'l.ondrrs. -JS d. por 1-.
Paris, Sis rs. por f,
<< Lisboa, 9-2por 1IKI.
o Itio de Janeiro, ao par.
Acces do Hauco, 10 H|() de premio.
Acres da companbia do Beberibe. .">'i5KHI
Acces da companbia I'eriiiinihui'aua ao par.
ii o Clilidade Publica, S(( por ccnlo de premio.
ii ii Indcmiiisadora.sem vendas.
Ilisconlo de leltras, de \1 a 15 por Oj-n
META ES.
Duro.ncas liespanbulas. jsa a jsj.'iiKi
Moedas ile (ia>IM) velhas .... lli^HlO
i> 500 novas .... lli-HUIl)
! l'rala.Palaeues brasileiros...... 2oo(IO
l'esos columnarios...... l'-jumi
o meticanus....... 1>Still
Al.l'ANEt.A.
Keiulimenlo do dia I a S .
dem do dia '.l......
66:935trU
ll:0|.lj-2K(l
BANCO DE PERNAMBUCO.
0 Banco le Pemaivbiico sacca ;i visla
sobte odo Brasil no Kio d Janeiro. Ban-
co de Pernambuco de dezembto de
1855.0 secretario da direccSo, Jofio
I
juacio de Hedeiros Reg.
0 banco de Pcrnaubtieo toma dinhcW
ro a juros, de conformidade com os seus
7:9791113
DKSI'aCIIOS DE EXPORTAtO PELA MESA
1)0 CONSULADO DBSTA tlHADE NO DIA
!) DE FEVEKEIKO DE IS'.ti.
I'biladelpliiailiune americano 1 hoin i/. Waltero,
.Malheus Auslin >\ Companhia, 2l> fardos de tra-
pos, SO saceos crneos de altfodo, 1 raixas cobre
velho, 1,0(10 cepos paos, '2 volumes djee.
LisboaItnguc porluauez Sobralense, l'rancisco
Scveriano Kabcllo *; l'ilho, (> pranchoes de ama-
rello.
Portetialora porlusueza Nuva Subtil, Nevad >\
Companbia. 711(1 saceos assm-ar lirancn.
Siinkolmo Brigue sueco uAlfhild, >. O. Bieberji
Coinpanliia, SOO saceos i i mi.
Portollares porlusucza il'eriiaiidcs Iu, diversos
rarregaderea, 100 saceos e -jo harriipiuihas assoeer
brancu e mascavado.
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimeiilo do da 1 a S
dem do dia 9
2% 1808916
I:28ta923
i) secretario da cmara municipal da cidade de
Olinda, abaixo assignado por deliberaeao da inesma
cmara emtessllo de >> do enrrente me/, manda pu-
blicar o seguinlc ollicio dirigido ao E\m. Sr. presi-
denlc da provincia :
N. 33.
Esta cmara delibero, cm sessao do boje que e
detignasse um lusar apropriarlo para a creacHo de
um cemiterio publico, alim de evil.it ot culerra-
inenlos uas grojas lo preju.lieiacs a saude publica,
mormente na quadra actual, cm que a invasAoda
peste nos amca;a; c como qner que p.ira esse lim lio
misler farer detpezas, que nao pdeos sapporir o*
cofres-municipaes; ella vai |>e.lir a S'. Ene. sedizue
mandar coucedcr-ihe um empreellino de um como
de reis, para acudir os referidas despesa*. He lio
urgente esta medida a hcni da populacao desle mu-
nicipio, que esla cmara insla c pede a V. Exc. -,e
digne loma-la c confia que V. K\c. assim o deter-
minar.
Dos gaarde a V. Eir. inuili.s anuos. Pa>;o da c-
mara municipal da cidade de (linda em MStao or-
dinaria de 6 de fevereiro de 1836.lllm. e Esta.
Sr. cooselbeire Jos Benlo daCnnha c Eigoeiredo,
di^nis^imo presidenti: desla provincia.Presidenle
Joaquim t'.avalranli de Alboquerque. Manoel An-
(onio dos Passos e Silva.Francisco l.ui/. Viriles.
Ji:7(.-J:M.'I
l'RACA DO RECIFE 9 DE FEVEREIRO 1>E 1836
AS 3 HORAS DA TARDE.
do desde o vosso nascimento al boje n.io be mais I J0o aplisla da Silva Manauinlio.IJirslovti Pe-
que um rpido tiro que tpenas vistes passar.
He foreoso morrer o grande, o' pequeo, o rico,
o pobre, o potentado da Ierra, o humilde da rhou-
pana ; o que vcsle a (osa, o que no campo de Marte
iinpunha a espada ; lodos san na verdade respeila-
dos pelos seus lilulos e brasDet; a niortc porem, esse
anjo oilerminador dos vvenles armado do lercado
vora/,nenb>ima TSjssalegesa, nenhuiiia dcllerencia Ibes
prcsla ; hoje esse hroe lo assomado por sua ele-
vada pesicilo recebe do subdito humilde honras e
iiomenagent de respeito que Ihe sao devdas ; no
mesmo instante, elle as vai render mais solemne-
mente ao principe do sepulcro, a morle. Se agora
elle empera e ostenta sobre aquellcs que Ihe sao
subordinados, dahi a pouco sobre elle ms.uo sobera-
ni/.i a nexhoravel parca !
A gloria, a magnificencia que nelles ressiiuibra-
vam, seu iiome respeiloso : suas sccOes heroicas que
repercutiam de urna a oulra tela ; ludo desapare-
ce e lermina-se para sempre; de ludo mo resla mais
que o mesmo a que eslo rcduiidos o mais abalido, o
mais nfimo dos homens, ossos, vermes, p, cinza, c
nada !!:
Os prncipes c grandes da (erra, sao grandes, s
se dislinguem em quanl lem vitalidade. Que he
feilo pois de um Alexandre, Ce;ar, e Pompeo vence-
dores altivos, conquistadores vehementos '.' Que he
reir Pinto. Antonio Joaquim de Vlineida Quedes
Alcanforado.
Nao scconiinha mais em dito ollicio aqui fielmen-
te copiado do competente livro de registro a que nin
reporto. Secrclaria da cmara iniinicipal da ctdada
de Olimla (i do fevereiro de IS.Mi.
Conforme,O societario, Eduardo Dauiel Caval-
canti Vellez de Gaivart.
**t* >
(1) Iobcopilulo 7 verso 1.
(2) (Sucres de Maxtiloniermoii :ur la mort.
S
SAUDADE
A' mudo sentida c la. limad< inoi le de
Antonio Joaquim Franco de Sa',
i'studantc do qnarto anno i! > Faciil-
dade de Ditcito.
Aos anjos que andam na Ierra
D-lhe Dcos bem curia vida ;
One uilnqui/. Donsqoa virlude
Aos crunes andaste unida.
Palmeirim.
(crista semanal.
Cambios Os saques da semana priucipiaram
a -2S 1(2, passarama 2S ||,c fe\a-
ram-so a -JS d. por l*s, em conse-
queinia de lercni lindo alguns
fundos do Kio c Babia.
Algodn I ivemos smente -!!( sacra-, eos
procos suslentarain-.se de -T-rltMl a
aaj">00 por arroba.
A.-suiar Enlraram 11,000 saceos, senda
grande parle etn barcadas. O pro-
co foi menos franco, regulando os
mascavados reg.iiaits 170 rs.
por arroba, os bous ale -rnenos
de -.^iOO a 2}m0, o os brancosde
iNUO a :feH0O po arroba rom o
sacro. Teiiilo liavnlo grandes chu-
las, be de supor que a entrada di-
namia.
(anuos- Poucos apiieccm. e os que lem
viudo ohtivcram de 2W a 230 rs.
poi arroba dos seceos salgados.
i;, :iii: "i o consame lemido grende, e no
mercado exislcm sanenle cerca de
.'i,000 barricas, tendo-se relalludo
de I i- i I3g p r barrica: chesou
boje um carregamento de Terra
Nova, que he provavcl fique.
Carne -etca- Niio lem batido entrada, porem
ainda temos I,.1011 arrobas do llio
tiraudc dostil, que se lem conser-
vado pela totlenlatao do proco de
53 a G&400 por arroba.
I ai lidia Je tiigO- Consumo pequeo ; e eem qoanto
someule entrassem simi barricas
dcfaiiuha lienovc/.a,viuda- do Itio
de Janeiro, o deposito boje monla
a 10,400 brrricat, sendo 6,200 de
Pliiladelphia, l.'HMi de ticnova,
2,000 de lliclnioiid c SOOSSSF.
lendo-se retalliadn do 278 308
la primeira, a 3tt? da secunda e
leiceira e a SI da ultima.
Descont---------- Bem que Sppareca mais algnm di-
nheiro, pouca dilTcrcnca so tem
dado; tendo regulado nsrehatet
da semana de I a Ili'i par cenlo
ao mes.
Iicbo ----- Effeclu.iram se alguns Irclaiiienlus
a precot mullo bni\ot, comu para
Liverpool a H>. ('.anal de >"> a 11,
liieslo a fl : Como dimiuuisse o
numero de navios que esiatiail! no
porto, aeeonsignatarios pedem pre-
i;os mais altos.
Toceu no porto: 1 vapor, tesuio I baleeira.
Entraran: 8 natos de cabolagcm, I em lastro. I
rmn bicalbko, I com fa/cudas c I >\j Paraluha para
estatutos. Banco de Pernambuco 't de
novembro .").Joao lj;nacio de
Mcddiros liego, secretario da direccio.
BANGO DE PERNAMBUCO.
O conselho de direcc5o do Banco de
Pernambuco avisa aos senhores accionis-
tas, que aeha-sc autor isa do O Sr. gerente
para (lagar o 7. dividendo de IO.S'500 r.
por aceito. Banco de Pernambuco 1* de
fevereiro de 1896.O secretario da di
reccao, J. I. de Mcdciros Reg.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar o se-
gu n te :
Pata o quarlo batalliao de arlilharia.
Oleo de ricino, garrafas 10 ; linliara em gr.io, li-
bras S ; aini.lo, ditas "- ; acetato de amoniaco, ditas
I ; Inane, ditas ; acido prussico medicinal, onets
i ; licor anodino do llollmaliii, libra I ; agua so
dativa de Raspail, libras 10; tintura de opio, oncas
S; nitrato de prala, ditas 2 ; ettraclo de ralanhia,
dilasS; syanurelro de polastio, dilas 2 ; sub-aieMo
de chumbo, dilas 6 ; Untura ds casiorio, dilas G ;
dita de valeriana etnertsada, dilas ti ; espirito de
ponas de liado, dilas (i ; lliriaga, libra ; balsa-
mo tranquillo, libras i ; agua do labarraque, garra-
fas 10; cbloriircto de cal, libra-; oleo de tucimen-
dro negro, ditas I ; tintura de hellaiona, nucas (i ;
raspas de pouta de viudo, libras 2 ; ataia de sedlilz,
garrafas G ; seringas de metal para clister, 2; ba-
l.inca gaudiiaila, 1 ; Icsouia para curar custicos,
I ; exportnla. I.
2." balalhai) de infamara.
Siinao de Mantua, esemplares 20 ; linteiros e
areeiros, pares 10 ; papel almaco lino, resmas (1 ;
peiinas de ganeoj itio: caivetes finos, 2 ; tinta pre-
la, garrafas II; lapis, iluzat ti ; areia prela, libras
ti ; caria- de a, b, r, 20 ; taboadaa 20 ; paulas, (i';
0. batalho de inlanlaria.
Papel almaco, resmas (i ; pennat de ganen OO ;
caivetes, 2 ; Una preta, garrafas o ; lapis 72 ;
areia prela, lihrds (i ; cartas de a. b, c, 20 ; taima-
das, 20 ; grammalica portogneta, exemplaret (> ;
autlimolica, exemplaret (1 ; paulas, ti; Irasladna lif-
ferentes, 20 ; creos, l>; rancie d'armas enm legen-
da, I.
l-'orlrlc/.a do l>i..ni.
O.ulo de alcance, I ; sne'e d'armai com legn
da, I.
10. !. il illnia de inlanlaria.
Linos para matricula de addidos e efleetivos das
eompaniias. lendo ceda um i i f polegadas do i.ir-
gura c 20 '; dilas de altura, 12.
(Jnarlel-geucral.
Rcposlcros. S.
Provimenlo de ai tna/iMii.
Cabo de linbo de I 1(2 polegada de groisura, pe-
ca I.
OOicinas de L" clatse.
Ferro em barra- do I SjS de polegada do largura,
qiiinl.es 12 : rame de ferro grosso,arroba I.
Oiiiyn qiii/.er vender estes objeclos aprsenle as
suas proposlas em carta fechada acnuipanlitdas das
respectivas amostras, ni secrelaria do conselho ts 10
horas do dia 15 do enrente me/..
Secrelaria do conselho administrativo para fornc-
cimento do arsenal do guerra 9 de Tevereiro de
IKoli.liento Josc l.amenha Lim, coronel presiden-
te. llernardo Percirado Carino Jnior, vogal e
secretario.
TRIBUNAL DO COHMERCIO.
De ordem do merilissimo tribunal do ciiniiiierein
faro publico, que boje foi registrado nesla secretaria
um contrato de sociedade cntie Joto da C. Bravo e
Manoel Alves llarbo/a, na pharnt-it ia de prnpriedade
do primeiro cm a rita da Madre de Dos, bairro do
Recite.
Sondara do tribunal do comniercio, 7 de feve-
reiro de 1830.Aprigio Jmtiniano Ja silva Cst-
otariles, olliei.il maior.
' |*o ordem de ineritittimo Iribnnal docommercio
rajo publico, que hoje regislron-se nesla secrelaria
un iu Irnmeiil.i de dissnlucau de sociedade eiil'e
Anloninile Almeida (tmese l-'rederico Lopestiui-
maraes.
Secretara do Iriban >l do rommercio, s de leie-
reirode islo.Jprigio Jiirtiniano t/.i s'i/ru ii-
mares, oflicial maior.
i Para a. Rabia segu era poneos dias a veleira a
bem condecida saropeira crarito, por ja ter parle
da carga prompta : para o reslo, Irala-se com seu
cousisiialario Domingos Alves Malheus, na ra da
Crui ii. 31.
Para o Porto a barca Fernandes I tauir no dia
*.) do corrente me/ : para o rosto da carca e passaaei-
ros, Irala-se com Barroca \ Castro, na ra da C-
dela do Recito u. i, o>i com o capillo na praca.
Para Lisboa o veleiro e bouilo brigue porlu-
gOex SoDeranon, satiir no dia 20 da corrente ;
quem quiter carrecaro resto da carga ou ir de pas-
sagem, dirija-se aos seus consignatarios francisco
Severiano Kabcllo i\ l-'ilhu, no largo da Asscmlilca.
PARA A BAHA
pretende sabir com muila brevidade a veleira suma-
ca brasileira ullorleucia ; j tem parte do cu car-
regsmenlo prompto : para o reslo e passageiros.
Irals-sc com o seu consignatario Antonio Lnil de
Oliveira Azevcdo, ra da Cruz n. I.
A galera Sota Subtil, chegada hontem do Ro
de Janeiro, e em seguida para o Porto com a maior
parle de seu carreiMinenU, preteude sahir no dia II
do corrente iniprelcrivclinente : para o reslo da
Barga ou passageiros, para o que lem eicellcntes
cummodos, podem os pretendentcs dirigir-tc ao ca-
pil.io da mesma Vicente Josc Goncalves de Souza,
na praca do comniercio.
Para o Ararat}' segu uo dia 10 do mtz corren-
te o lliale Correio do Sorte ; ainda pode receber
alcuma carga : a Iralar com Caetano Ciraco da C*
M., ao lado do Corpo Santo n. 21.
Para o Rio de Janeiro
seuue impreterivelmenlc no dia 1S do corrente o
bem conhecido luiuue brasileiro Damao ; s rseebe
passageiros c escravos, para o que tem excellentcs
comniodos, Irata-se com o consignatario Jos Joa-
quim Dias Fernandes, ra da Caiieia do Recito,
RIO DE JANEIRO.
O patacho nacional D. FRANCISCA
segu pata o Itio de Janeiro, terca-feira
12 do corrente, s pode receber passagei-
ros, para os1 quaes tem bous commodos:
taala-se com os consignatarios Novaes &
C, na ra do Trapiche n. o-, primeiro
andar.
Maranhao,
em dtreittia, nodia 12 do corrente, segu o palacbu
Santa Cruz, capilflu Marcos Jos da Silva ; s re-
cebe iniidczas : a iralar com Caetano Cyraco da
C. AL, ao lado do Corpo Santo n. 21.
Grarn .'.I-.i"i nl.-lo Puaak
O brigue eseuua brasileiro I.iura, recebe carga e
passageiros : trala-se com o consignatario J. B. da
tontera Jnior, na ra do-Tigario n. 23.
PARA A PARAHIBA.
O patacho brasileiro Therezu i. acaiiou de lazer
costado lixo e sei:uo nestes S Oas para a Parahiba :
quem qnlter carregar por frelc barato, dirija-se ao
eseriplorio de Hallar i\ Oliveira, na rna da Caiieia
do Recite o. 12.
.V lancha Flor do llio tirante acha-sc carga
para a cidade do Natal e alais portea da dita pro-
vincia : qi.em qui/er carregar, dirija-se ao Sr. Joilo
da Cuaba Migalhaes, na ra da Cadeia do Recito
Josc Das Alves du Onintal linda que macoast"
le saudade pala prematura morte de saa pretsds
irin.ij I). Anna Joaquina de Jess Quintal, vem por
meio deste agradecer sinceramente aos lllm. Srs.
jais a mais mesarios do SS. Sacramento da nutriz
de Sanio Antease, |iela maneira ceeerosa, caritativa
e benvola com qnr obsequiaram no funeral da dita
sua llalli, assim como o Etm. c Rvm. coueco viga-
rio e mais senhores sacerdotes, o Rvm. padre mestre
provincial do Carmo e toda a communidade. como a
lodos os ir.ais senhores que para tal lim to bunda-
ilnsanicnle se prcslaram.asteeursndo-lhes a sua elcr-
na gralidaq por lao importante obsequio.__________
ftctatafc
Leihlo de urna poreju de grilo de bico muilo
superior, chegado agora : no armatem de Luiz An-
tonio Aunes Jacome,defroule da porta da aifandegt,
quarla-Teira, IS do corrento,
O agente Borja fara leilo em seu armazem, ns
ra do Collecio n. II, de um grande e complelo tor-
limeuto de obras de marcineria novas e osadas, va-
rias obras de ouro e prala, rclosioa para algibeira
patente inglez, suissos c horisonlaes.excellenles qna-
droscoin riqoissimas estampas, diversas quinquille-
ras francezas, e nntros mudos objeclos que impossi-
vel fra mencionar, os quaes se achanlo patentes no
mesmo armazem: quinta te-ira. I i do corrente, as
11 horas da maohaa.
ORDEM'IEKCEIRA
A mesa r.-sedora da veneravel ordem terceira do
Carmo rede a lodos os seus irmaos qneiram comps-
reeer no dia IS do corrente era nossa ordem. pelas
.1 hora, da larde, alim de te tratar de negocio de
grande inlcresse.O serrelario,
Joaquim Manoel Ferreira de Soaza.
Precisaos de nina ama forra ou esersva, para
urna casi de pouca familia : qoem qnizer, dirija-se
so larso do Carmo n. 7, primeiro andar.
Acha-se nulamente expotla a venerarSo dos
fiis, na isreja da veoeravel ordem terceira de S.
Francisco desta cidade, das 7 as'.) horas da noile. a
a milagrosa imagen) de S. Roque, advogado conlra
a pesie, alim de por tua inlercetsSp alcanearmos do
Todo Poderoso a exln.ce.'in do lernvcl flagello tjoe
nos dcssula.
Contina estar por alagar o armatem a. .12 da
ra da Praia.nerlencente ao palrimouio)da lenemcl
ordem terceira de S. Francisco desta cidade: ot prc-
lendeoles queiram dirigir-tei ao Sr. ministro Jos
Marcelino da Rosa, nu so ahaito assignailo. Coa-
sisloro ds venersvel ordem lerceira de S. Francisca
desta cidade 7 de fevereiro de IH->6.(i. J. Jacialhu
l'.iinha. secretario.
ORDEM TERCEIRA DE S. FRaNXiSCO DO
RECIFE.
Em nomo do nossa muilo reverendo padre com-
missario, convido aos nossos chsritsimos irmos a
comparecerem nos das quirla-feira da quaresnu
na igreja da nossa urdein, pelas (i horas da tarde, pa-
ramentados de seus habitas, alim deassistirem o ser-
mao e o tanto eterricio da Via-Sacra. como determi-
na o artillo 39 dot eslalntos. Secretaria da venera-
vel ordem terceira de S. Francisco detla cidade do
Recito 7 de fevereiro de tSjC. G. J. Jaeintho Cu-
nha, secretario.
Precisa-se de urna ama para o servico interno
de urna casa de duas pessoas de familia, que seiba
cozinbar, ele. : na roa do Vigario n. 2S. piimsiro
andar.
O abaitn assisnado faz cerlo, que heherdeire
e rre.li.r de na. pequea quantia das Ierras .leiinrni-
nadis l'ii.in.M a Recalado, que foram do tinado Josc
Carnsiu a Ca >la J Ounha, s quaes Ierras an-
da nilo foram parliltndas, porque o acloal inventa-
rame anda nAo dcscreveu lodot ot bees existentes,
e nao fez as declarantes de qiiacsqoer alternativas, e
nem ainda exigi do evinxenlarianle quaesqoer de-
clarares a respeito i(cs*c inventario. p-.r estar a par
de lodos os bens, viln ler delles tomado poste ;
porlaiitn neujjum negocio se p>>.le fazer nas dilas
torras, porque nao foram partilhadss, e havendo di-
vidas nuo ha herdeiros e protestos.
Marcelino Jote Lopes.
O abaixo assienado por a (lisposirin da polica
do bairro de Santo Antonio urna carroca competee-
lementc armniada com cnlx.ioe toldo para conducca*
dos indigentes qne forera conduzidot ao hotpiltl ;
qualquer pessoa pode procurar cm qualquer orcasilo,
mullidos com ordem da polica, preferindo sempre
os da freguezia de S. Jos, onde ha maior indigen-
cia.Pedro Antonio Teiteira (iuimstaes.
3f*>ii?0& ^ipcrjo^.
Precisa-se alugar dotts escravos para
Irai.alhar nesta t\ pographia, esle servico
he leilo dentro de casa, sem risco algum
e sem carregar grandes pesos:. na livra-
ria n. 'i e X, da praca da Independencia.
Etta t\ pographia precisa alugar
homens Corros parasen trabalho: na ii-
vraria n. (i e8,da praca pa Indepen-
dencia.
Grande panora-
ma cliorania..
Rt:\ 1)0 CRLSPI S.I,
Io ANDAR.
VISTAS NOVAS.
A milricnla
! iti? aula lierls t'i.ins os 'it-i *!
Sahiram : B de cabolsgem, ti con, assac. outros!de "'"-"" "ll ~rel"ri Ja Pseuldade de
i> Mllm. Sr. rededor interino ilo
Me irreparayci a pcrtla o a dor som lenilivo :... Re|Icro -2 em |ysiro e I navio xio guerra Ja nao e\i(e intoni Jum/mm bronco de .Sr/... ]
fini.i\ .i apenas :0 annos ti* idade, quando desapi.a- 7T"<
receu de nos, como e estrella fulpiranle que brilba Versee eiladot de |>a- e se oflusca depoia en. vasto ceo de asel setim. br.lbanlo que profer em setsin mnena dn Mheneo
Pardea aFaeuldade um de tens mato bellos or- Pernembaceneo socio Dr. A. Merques Rodripiei,
menlos... perdeu S. Luiz do M.iranlio um de I co,no delicadissim
(i) Job, cap. 1T, v. 14.
imtgens de nina ode elegiaca
que por oceasiitodo nattamento do aeademicn M. J.
I Piulo I sboa coropu 0 dwveiilitrado mancebo.
lo collesio
s ate o lim
Direilo.
Ii\ mu asi
manda declarar, que por dclermiiiai; ni do Exm. Sr.
presidenle esla abetla a matricula do t.imnasio al
o lim do corrente mes. Secretaria do tixmnasio Pro-
vincial S de fevereiro de IS."d>.t) secretario,
a. a: Cabral.
(1 lllni. Sr. Tenedor inlerinodn (ixmnoMo mnn-
O i u>i'rielario desle panorama avisa
que amanilla domingo 10 do correle tem ile apr-
senla! at novas vistas abaixo declaradas, as quaes s
aeran modadas no dnmiusn sesninte. A entrada de
cada pessoa lie ."UO rs, e as enancas al a dade deS
annos teem cidrada (trat, sendo perlencenlea as
familias que teiiham de honrar esle eslabeleeiinen-
In. t) proprietaiio muilo agradece so publico a
grande cnueiirrencia que ullinamenlc lem fldo, e
espera que Indos coiili::iiein a liear salisfeilus co-
mo alo o presente lem Irado. Nos domingos u es-
taheleciiiieulo eslora aberlo das ti horas da larde
Bld a- 10 da noile. c nos dlat de semana da- (i l|'_>
horas da tarde tis '* da noile.
Vista do granda porloe cidade- do Havre,
na Franca.
Cidade de leme capital desle Cantfto, n*
Suissa.
As ditas grandes esiiuadraa lianci/.a e iu-
gle/a, em nina balda da Kiissia.
Vista geral da grande batalna de Inker-
m;in, na liusia.
Grande cidade de Santander
O grande palacio de crystal
n.t Inglaterra.
(I val tle Claris, na Suissa.
A grande igreja da Magdalena, cm
lis.
Slokolmo,..... '
cia.
Palacio da Industria
i i", vista de dia.
Na casa da residencia do Dr. Looreiro, na roa
da Saudade, defronte do Hospicio, alaga seo. lilbo
Abilio Fernandes Trigo de Looreiro i escravos pi-
ra o servieo de padaria.
Na casa da residenciado Dr. Looreiro, na roa
da Saudade, defroole do Hospicio, precisa-se de urna
ama de leite, forra, que n.io traga romsigo o Ollio,
qoe liver, de peito.
Fm senhor joven qoe ajuslou a compra de un
palanquim, c que com loda certeza vinha-o bascar
quarla-feira de Cinza, c ate hoje sabbado nSo ap-
pareceu, queira declarar se foi isso gracejo ou falla
de dinheiro, para governo de qoem teve o ineommo-
do c contiaora na palavra do dito senhor.
O abaiio astignado declara ao respeitavel pa-
blico, que duas letlras da qnanlia de 9009, aceitas
pelo abano astignado e Manoel Pereira de Araoj...
no I.' de abril do anno de isla, a favor de Domin-
gos da Cotia Hamo, e boje em poder de Severino
Jos da Coulia e Araujo. por as ler encontrado n<>s
papis de seu tinado |>ai Manoel Pereira de Araujo,
foram ditas letlras pagas, e coma por docamenlot;
c contra um segundo pagamento das referidas lellras
protesto contra quem for e couber era direilo por
qualquer daino. Iteeife 7 de fevereiro de tftjti.
Jote llerrulauo de Carvalho.
Coulralam-sc ferientes livret para trabalhareni
n.i illuminacao publica, pagando-se 0? mensacs : a
quem convier, dirijs-se ao armazem da referida il-
luininai.au, ou a roa Imperial n. til, a fallar com
Prxedes da Silva Gotea te.
Acha-sc por alucar a casa terrea n. 36 da rea
deS. francisco perlenccnte no p.iirimonio desla or-
dem : ot pretendentcs Aieiram enlender-se coro o
Sr. ministro Jos Maiceliuo da Kosa, uu com o abal-
lo assignido. Consistorio da ordem lerceira de S.
Francisco T de fevereiro de la"*.ti. J. Jacinlko
da Cunha, secretario.
Fngio do engenho Javcncda um escravo por
nopie Joto, e conhecido por Jote raieu\ l.mo. rheio
do corpo,- bonilo, "i annos de idade, .-ibera fine,
pouca barba, pea chatos c curtos ; o qual eslete ha
i poncot dias nesla cidade fusidn, e empreca.lo em ora
ao publico,, armazem de assucar. c inciilcaxa-se forro ; o qual
escravo he do Sr. Anluuio Barbosa Lima, lavrador
do dito engenho : roga se at autoridades pidieiaes e
capililesde campo don apprehender c levar a rea da
Cadeia do Rccife n. :I7, nu a ru.i lar;a do Kosario n.
:ili, terreiro andar, Sjne s pensado.
na Franca,
e c\poscao,
l'a-
c e\x)sico em Pa-
Pedc-se a quem or olTererido am par de ro-
zla- indo erando de brillianles pequeos, cm nu-
mero de :10 pouco mais ou menos o qusl furlaram
no dia 7 do correnle, e o melhor vi:n.il qoe te pode
dar he ser dilas rozlas de prala fina e os aros de aar
ro; que o appreheuda, promeltendo-te boa gratihea-
Jhl: na ra do Cabug.i, loja n. II.
Antonio Moreira da Silva dcixnn de ser cai-
xeiro dos Srs. Joaquim Martin- mi-
nbia desde odia '.Ido corrente mez, e asradece aas
msanos senhores o bom tratamenln que Ihe deraa
durante, o lempo que eu, sua casa esleve.
Precisa-se descrenles forros oo escravo- para
o Hospital Portouuez de Beneficencia, pac*--c bem
o seu trabalho : a fallar no inesmo Hospital.
nstruceSo primaria.
D. Thoin.izia de Alnej le Albnquerquc Mello.prn-
fessora de primeiras lellras da ra do Kanzrl. aa-
den sua residencia para a ra das Crines n. .|pri-
nictro anlir ; enaina a ler, escrever c mular ; re-
cebe aliimiia- pcnsiiiiiistas, esUrnet e mienta,
igualmente cusma -ramnialira p-ulucoeza, anlbme-
lua, llontrina ilui-l.ia. coser, bordar, lahxrinllur.
'I ando i ii C.l lilil (tu StlC-1 n>aTrHr> bonlarde India, la le seda, fazer tpeles.
etc. : cnsiua com luda a delicadeza r dorihdade. o
az lodosos esforcos para > -eu aliaiilamenlo.
Instrnc9&o publica ele-
mentar.
Vlia-sa em exenicio a tegnnda escola da Iraca*
A mesa actual da irmandade das Al-
mas, ila tnalii/. do Corpo Sanio, convida
a todos os seus irmaos, pal a que se apre- /ia l'oa-Vista. na ra \c7ha n. \.
sentem hoje, as-~. e meia horas da tarde, | frararn as 30 toneletes atrntienmumafumh'
lente : ni ra da t.uia n. i>, tegatsde andar.
- Precisa ae de urm ama que saina cozinbar e
para acorapanharem a proeissao de Nos-
sa Sei-hora da Concei.;ao, que deve sabir
----- > iiiiii. .t. it^uvi iiiivi i'' ni 'ly.nii.i'i lllilll- l J |
da declarar, que os alumui>s nternoa iue quizerem i da igreja de San-Pedro dos clrigos.
engnmmar para urna casa de pouca familia : na ra
das Cru.'cs n. -S. primetro andar.
mi itii Anr
ll ct^ix/iri





DIARIO 01 PtRMIUCO SEGUNDA Flrtt II Ofc F.VEREE.RQ OE 1856
Terceira (Hlicao.
TRATilEITO HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO


CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS.
.3*3 WB2 -n /m. m m. _
,iu inslrueolo ao poro parase podci curardesla enfermielado. administrndoos remedia mais pellica/es
para atalha-la.emquanlo serecorrraomedico.ou niesmo para cura-la iudapcudenlcdesles nos lagaa
em ipie nao os lia.
TKALZ1DO EM POKTUGUEZ PELO DU. P. A. LOlO MOSCOZO.
Estes doos opsculos contenas indieaoes mais claras c precisas, c pela sua simples c concisa esposi-
c,io estaao alcance de todas as inteligencias, uoso pelo que diz respeilo aos ineios curativos,como prin-
cipalnienle aos preservativos que lemdada oa aaaia satisfactorio* resallados cm toda aparte cin que
elies leu ido posto* em pratica.
Sendo o iral.-inienlo homeopalhico o nico que lora dado grandes resultados nocuralivo cela horii-
veleuferroiilaile, julgamosa proposito Iraduzir restes dous importantes opsculos cm llagas xernaci-
la, para dosl'nrle 1 acuitar a sua leitura a quein ignore o francer.
Vende-se nicamente no Consultorio do traductor, na Nov n..->2, por 2?000. Vendcm-se lamhem
os medicamentos precisos e boticas de 12 tubos coni um frasco de tinctura 153, umadita de 311 tubos comr
Ivro e i frascos de tintura rs. 253000.
Massa adamantina.
He -oralmente reconherida a exccllcncia dcsta !
preparado para chumbar deules, porque seu? resul- i
lados senipre felizes sao ja do dominio do publico. :
Sebastin Jos de Oliveira faz- uso desla preciosa j
massa, para o lim indicado, e as pessoas quo qui/o-
! in houra-lo dispondo de seus serviros, poilem pro-
cura-lona ^travesea do Vigario u. 1, loja de bar-
beiro.
2 J. JANE, DENTISTA. S
sjj) continua a residir na ra Nova n. 19, primei- *JJ>
Sjj) ro andar. ej)
loteras d\ iwmok.
rn1.,i."rl*lJ SdluspVino deAquino Ferretea lomou
nes< e vei,a o seus hilheles e cautelas as
PMMI que compra;n
Lotera doGvm-
nasio PernaiiM-
bucauo.
Alugam-se earrocas para o servleu das ruas,c
pacam-se a :t3 diario ; liem como trabalhadores a
NOO rs. : a quem llie convier, dirija-se a ra de San-
to Amaro, sobrado do um andar.
- Nos abarse assimiados facernos scicnlc ao pu-
blico e principalmcnleao comniercio, use dissolve-
mos amisavclmcute a sociedado que ludamos na lo-
ja de niiude/as sita na ra larga do Kosaritx n. :IK
coin a firma de Barrea <\- Irmao, ficaueto responsavel
j pelo activo e passivo o socio Manoel Cvuralves llnr-
Aos 6:000s, 2:000s e 1000 0000 is. < desmura i Joaquim Jos ele Barros e Silva.
f*n ,- I Recito8 de feyereirode I85G. M.-moel Goiu-aives
Lorie no da 1 > de leverciro | |,atrs j,luiln Jwe ,ie Barros c Silva.
Os bilhetese cautelas do'catitelistaAn-I
Ionio Jos Rodrigues
lo Son/a Jnior,
n.io estao sujetlos ,io disconlo tos 8 por!
cenlo da Ie, os quaes se icliatn ;i venda
nas lojas da praca da Independencia u.|
5, 13, loe 40, na Direita n. I o, ra da i
.Na ra de S. IoiumIo i:.... rasa tenca, precisa
sede nina luullier forra <-^ captiva para o serviro
inlcrno e externo de nina ca-a de punca familia ;
paga-sc a conteni.
TltADI <. AO'.
ResolucAo adoptada pelo consellio de Stock Ex-
cliaugr. Londres desembro !! de 1855.
Consta ao roimclho que poderes neutros lendo li-
Plata il oO, ruado Crespn, o c do l.t-: mil.ilH..... C111 dflh1 .otaeripcesiiaraeii..
p% iiegOCIO,
Nogueira
Jos Nosueia de Sou/a inuduu sua olliciua de
cncadcrnacao da ra do Collego para a roa do Cres-
po confronte ao arco de Santo Antonio, edificio do
Sr. commeiidador .Magalhacs Bastos.
I\ogiieira
Jos Nogueira de Sonta tem a salisfaraodeaiiiiun-
ciar ao respeitavel publico, que abri um novo esla-
helccimentn de livros e mais objeetoa tendentes ao
niesmo, na ra do Crespo, confronte ao arco de San-
to Antonio, edificio doSi. coinuiendadnr Uagalllesl
.i- -, onde espera recebara prolec-au de *eiis'
- '"I -
l'rcc'
\ lamento o. 30.
Os premios sito pagos lo;o cpie saia
lisia geral.
Bilhetc inteiro T.sOOn
Iteccbe por inteiro
andar, em quanto evislir "i jii.iiioTTHrW^ff^TWWT^ l'rciisa-sc alujar para o servir de urna fami-
hilbetes na importancia de -t:l>(Xi;, ficmdo estes I lia inglexa, urna prela que s.iiba lavar; engommar e
presos firmes. Kllessao pacos sem o descont de I coser : na ra Jo Tiapiche Novo n. 1(1.
oilo por cculo da lei nos tres primeiros premios rj...... i, ,
' leudo una seoliora rasada de se retirar dcsla
(ilKHtaOOO' ^""'''' f''i"le ua t'arabiba, precisa de urna ama sec-
:i'(otWXK) i ca '"'e'r:ln,cnlc Opas, [a quem se dar bom pasa-
-'OlHtelOO i ,nc"' > Hue >e T'^ira prestar a acoinpanlia-U at
jIjq^quqI aquella cidade, aflm de cuidar de urna crauca de
l'^MHII auno deidade, e dado o caso de nao querer alli li-
i car, sera para aqui recoudii/.ida : quem a isso se su-
jeitar, pode dirigir-so ao pateo da matrit de Santo
Antonio, casa de I andar n. 5.
graudes.
Bilbclcs 3 Meios 29300
1'erc.os 0^10
(Juaclos 10G8O
Ouinlo- IfMO
Oitavos HJO
Decimos 80
^ Igesiinus 3b
0:000,^000
Meiobilhete 7^500 :000.t000
Tercos S400 2:000o'000
Quartos l.sSOO I:500jj000
Quintos 1x410 1:200x000
Oitavos 00 750x000
Decimos 700 OO.sOOO
Vijjestmos 400 O0XOQ0
O referido cautclista declara que s pa-
. ga nos seus bilLetes inteiros vendidos, os 8
1 poi'ccuto como lom anntinetado.
Candida Mara da Paixao Rocha, pro-
fessora particular de instrueco primaria,
residente na rita do Vigario do bairro do
Recife, faz scientc aos pais de suas a'luin-
nas. cuie ai'lia-sc iberia sita aula, lia I pa I
riiiiiiimiii i i'iiin sionistas c externas, por pi-eeon nuw
veis.
I GOiSllLTORIO HOKEOPA- %
prestimos a Rosis.
O conselbo rcsolveu unaninemenle.
Oue nunca, ero agora, liem depois le est Icciinento da pa/, elle luniitr. ronliecmonio das
transan-oes, nem permittir colarnos dos einprosli-
iiins obllo, por um poder (piando clava em guerra
coin a Oria BreUoha.s
Assignado George H'cbb, secretario../. au-
gntliu Cowper, cnsul.
Londres dexembro l'J de 1853.
Prrciaa-M pars feilor do sitio de um cslranaci-
ro, de um liomein robusto c capas, que eulcuda do
sen ollirio, paua-sc bem : a tratar ua ra do Trapi-
che n. ;IS, seuuiido andar. '
Precisa-sc por aluguel de um prelo ou menino
alumii inolequo quoseja robusto, para criado de urna
casa estranseira, nao leudo vicios e sendo fiel paga-
se bem : a tratar na ra do Trapiche n. 1S, segundo
andar.
on'.ros.
Como assignalarios da petinao ende-
teeada a sabia diieelotia do Gabinete
Portugus de Leitura, cumpre-nos agra-
deeei-Jb--ty-rtWrrjrfiVp- en
esit
illusti
rado despai;.-lo. sseveraml"- '
Pianos.
\*ciidem-se :t optimoa pianos vertieses com evcel-
Icntcs Mus, ltimamente allegados de.Hamburgo
pelo navio (liim'i : em casa de llollic t\ Bidoulac,
ra do Trapiche Novo ii. 1^.
Milho superior o barato.
Vendcm-se saccas com inilbo milito novo, pelo di- I
minuto proco de :>' cada urna : na ra di Cadeia do ,
lli'iife u. I.
Vondem-se arcas com fei..io branco, mul.iii-
nho e fradinho : na Iravessa da Madre de Heos, ar-
inasero n. 13.
Vende-te uina negrinlia muito bonita: para
Iralar, riasH ale lunas da maullia, na ra da San-
ta Cru/. n. 3h.
Na ra estrella do Kosaria n. II. deposito' (\')rf4!S
veude-e diccionario latino, I sellecta, a obra doVir-l ""
-ino completa, i L.iImiI.i, I graintnalica por l'erei- (
ra, I ssntave, I mvllioilo de cKiiineta, ludo por pre-
o coinniodo.
I'.AI'L UE LISBOA
em frascos, chegade pe ultimo navio viudo de Lis-
boa, c de muito superior qnalidade: na ra do
Crespo n. 7.
Yendem-so ih ru.i da Soledade. casa envidra-
cada n. O, bacellos parreiras de inoilu boa qua-
lidadcilc uva muscalel do ebeiro, por i i. > em
coala.
Cobertores os n; lliore. e mais cucorpados que lio no meicado :
vendcm-se ua na do t.respo n. 11, loja de A. L.
Sanios A, Holln.
Vinho do Porto superior
Chamico *
Vende-se unicimentc na iua"'da Cadeia do Hecife
n. 'i, armasen de Barroca Ov Caslro.
Cal de Lisboa barata.
l*ra fechar conla* vendem-se hirris con cal do
Lisboa, pelo diiiiuitiio precj de ^.^(Mt, ,isim como
ha una potro da 'lila cal -olla, ptima para calar
ptflu **"...l^-;";.i:rVi^ji e;liiror,m, e enche-M urna
-* l? : na ra
Vcndc-s* aro em cmihetc de uro quintal, por i VaiJ m W na prero muito coiumodo : no armazem tic .Me. ..ti-
mn t (^ COaVpanhia, prara do Corpo Sauton. 11.
Qartas* fraoce-
zas. !
\eiidpiu--H superiores carias fr,mre/,is para vol-
trele a ."Ou rs. o baralbo : n ru do nueimailo, '
laja de miodexas da Boa lama n. 33.
Moinhos do vento
irnbombasdo r epttie>para r r::ar borlas e !,.n\a.
deeapiro. tiafondina*de i). \v. Bowman: naris i
do Brum ns. (i, h e III.
de eassa para quem uuer dar fes
las por pouco dinbeiro,
i que leoba
~
7309000
(i(H.>(HK) i I
:IOO.;OUO i
11 caulelisla
Salustiano de quino l'errcira.
TIIICO
DA COMARCA DO CABO,
.Yo e/igenho Martapayijie
(Gratis para os pobres.
Manuel de Siqneira Cavulcaiili, prolcssor
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAHIOO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OL'TltOS,
;i

j' bomcopallia, conliuiia
' $ os da
dar consultas lodos
No paleo da malril de Santo Antonio, casa ile
11 andar n. 1', precisa-sv de um liomein ou ni.-ino
de urna mull.er. que se queira prestar na aclual qua- I SViaSa !! asilas ni
dra ao semen de enfermen-o, e se liver pratica dis- ,'"****tl9t
! so, tanto melbor ; razem-se boas vaiitaseus, c quem O eseriptiirario da Coinpanhia de
qniset pode dirigir-se a mencionada casa. ; Heberibe.Ma.eolino Jos Pupo, ainda con-
O Dr.ltibctro, medico pela Liiiver jtiiuia 1 agenciar a compra c venda de
I sidade de Cambridge, continua a residir I apolices da mesma compaobia, mediante
liabelica, con. a descripclo ^l,a rua da Cr,ns n- ,5 "">' pequea gtatilicaeao: as pessoas
abreviada de todas as molestias, a indicado pliysio- l'recisa-sc de um Irabalhador que emenda do :<|'ie se (jinzerem utibsar de sen |nesliino
lgica o llierspeulica de lodos os medicamentos ho- [ erviri de relinacao, forro ou cscravo : na rua da | podeirt ditif if-se a ftia No\a II 7 no
meopathiros, seu lempo de SjCcio e concordancia, Concordia 11. S.
eguidode um diccionario da signilicarao de lodos ,____ _,._ ^^Q-.^_^
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcauce | @.-':-?35aeS (i
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MOIAES.
Os sr-. assignanles podem mandar buscar ns seu
evcmplares, assimcotno quem qui/.er comprar.
AULA DE I,VI DI.
O padre Vicente Ferrer de Albuquer-
tiue contina com sua aga dclatim, do
dia -2 dejaneiro cm diante, pela mesma
maneira e sob as condires ja' anrran-
ciailas.
\9
ti l)r. Eiras, leudo acoinpaiiliailo a epide-
mia do rliolera-morbus 11,1 corle, ja' como
menibio da commissJo da freuue/ia do San- j
^ lissimo Sacramento, e ja'como um dos me,li- Q
3S eos da enfermara particular da mesma fie- .
goezia, oll'ereccaos son. comproviueianoi os S 1 .
;; serricos de sua profissSp, durante o lempo s '
i) de sua demora nesla capital, a que um ;;
9 grande dever o cli.imou. rasa sua residen- Qs$
i eia no Monleiro, esa defronio da do lllm.
$$ Sr. Antonio Jos (iomes do Correio.' Ni ci- (^
dade. pode ser procurado nos ilias ulcis. ale 0
59 os :i horas da larde, ua rua do (Jueiiuado a: &
d 7, priineiro andar. t.
escKptorio da mesma. das 8 horas a's o
da tarde.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
discricaOf|iic li vemos cm dar nossos vo-
tos a pessoas tao Ilustradas.
Precisa-sc ile una forra ou escrava que saiba
a/'r o servico diario de urna Casa de pooea lamiia :
quem pretender dirija-se a rua do Collegio n. 1,1
imaem.ou na rua das Crii/.esn. I (.segundo andar.
[BHANDADE DE S. PEDRO.
A mesa regedora da rmsndado de S. Pedro dcsta
cidade convida ,1 lodos os seos irmaos, tanto sacer-
dotes como seculares, para se reunirera boje 11 do
corrcnlc. pelas hornada tanle, afilll de encorpora-
dos .iconipanli.ilrm a procissao penitencial, que a
mesma irmaodade tem de expr boje sos liis.
Nalerra-feira, Vi do crrante, denotadasa-
diencia doSr. Ilr. jui/. municipal da primeira vara
civel ira i Braca para er arrematada por venda una
casa terrea com sotao, sita na rua das l'ernambiira-
nas, na Capulina, per esecneSo de .Manuel Joiquim
l'erreira Esleves contra Alaria d'Assumpc.io Caval-
canti de Albiiquerque.
(Sompta.
&&m
,>S^:-8gSSSS?Sa

[\ciiani-se a venda os novos billielcs ra
ia.">9 do UontePiGeral, quedevia
correr de ."iI a 1- de fevereiro coi-tente.
Antonio Aiilnnes Lobo faz scienle ao
respeitavel publico, e particularmente
ios sejts reguezes pie tem transferido
sua loja de chapeos da rua da Madre del
De
Coinpra-sc urna tipoia no\a ou usada : na rua
da Madre ile l'eo:., loja n. ;i.
Compra-se una prela de :',(l anuos, que seja
robusta, que coinlie o lave, e una inulatinba ele .">
a 7 anuos : na rua das Cru/.cs 11. 2.
UcnJ
eiogiTIs patente nfrez-
vmlcio*se 110 armaxem de RnflroD Kooker iV Com-
paDhia, Hquiua do largo do Curpo auto n. 48.
Litpiida^o.
0 arremalanleda leja da rua do Crespo n. I, jun-
to a casa nova da quina, confronte ao arco de Santo
Antonio, quercudo acabar com as fazendas (pie exis-
ten!, vende barato para liquidar, sem perda do lem-
po. Princesa pela de boa qnalidade a 300 rs. n
corado, alpacas finas de superior qnalidade a 800
50 carado, lucia- pretal de algodSo para se-
Vendem-se corles decassa ebjla de bomgosloa
C, ditos de p.idrcs franceses a'J-^'io, cassaa rosna
para alevisr luto, ditas pridas depadres iniudos a
J; o corle, alpaca de seda de quadrns de todas as co- 1
res a 720 o corado, lencos de bico lano pintados1
como bordados a 3*20 cada um, cravatas le seda pa-
ra lioiueui a Ir e l-ii'in ; todas estas lazendas veo-
deni-se na rua do Crespo u. 0.
Cousas finas ede
bous gostos
NA-LOJA DA BOA FAMA.
Vendem-se ricos loques coin plumas, balota,
etpelho a i. luvasdc pellica de Jouvin o melbor
que |'.Me baver a IcMXt o par, ditas de seda ama-
rellas e brancas para liomein e scubora a IC'JMO, di-
tas de torcal prelas c com bordados de cores a 800
rs. e 1?200. Ollas de fio de Escoc, brancas c de to-
das as cores para hnmem e seuliora a 500 rs., ditas
para meninos c meninas nimio boa fazenda a 320,
leocinhoa de retro/, de todas as cores a 1?, loucas de
laa para seuliora a 640. peines de lartarnca [tara
alar cabello, fazenda mullo superior a ."?. dilosde
alisar lambem de Iarlru2a a :i?, ditos de verdadei-
ello imitando muito aos de
da muito superior a iwu e SB^rK^R
seda pintadas para criancas de 1 .1 .1 anuos a 15800! ce
lar aassa : ua ruado Oueimado, loja n. 18.
Km casa dellcnrv Itnmii AC.rtu ila
3ru 11. i, vcndcni-sc:
l-onasc brins da Kussia.
Instl-tmenlos poi a mtisica 4
Espelhoscom molduia.
'(iloliospai-a jardins
Vdeiras e SOSa's pan j.u Jim.
Oteados para isisssa.
\ islas de l'ei 11.1111I1111.,
Censan to romano.
< 11.111 id.1 lacea.
Rclog*os. /
Vend.m.-e relouio- de 0010 palenlr nssoWr : m
e-enptorio do asente Oliveira, rua da l-adeifli" Kr-
cile n. 02. prun dro andar.
AOS SEMIOKES E ENGENIIO.
Avisa-scaos sen lite de cii;riibo pie
para facilitar o uso do arcano Jo i.
Stotlc para ptnilicacao de assucar vru-
dc-se 11 mesmo ao prei;o de ."i.slKN cada
lata de 10 libras: vende-se em casade
N. O. liieber AC, rua da Cm/. 11. 4.
REL0GI0S'
Cobertos e descobertos,pe-
queos e grandes, de o ti-
ro, patente inglez.
Vcndem-se no escriptorio de Soolball Meller ,.
Compaobia, na rua da l jdea do Recife n. Vi, m
mais superiores Manojo* cberlo rlcsrobeit>. pe-
queos r srandes, de uoro, Bataaska inclrr. de n
dos melborcs (abricanies de Liverpool, tunjos \ co
ultimo paquete Ingles.
ssr COKIES II ItCOS-
"
_ irte* *lc eaaaa i'tcu
olpar, dilas de fio de Escocia lamben de boila's IsiVe'J ^^"'"'"i.'ILVie^ot'." """ ,,",Io>'---
cores para crial.eas de 1 a 10 anuos a 3 o par. os- nas tojas dan Srs. Csanos 111
pelaos para pande coin excelleulcs vidros a 500, | Manoel /os l.cite, 1
nbora a OO rs.,
sospensorios lOOrs. u par, corles
TOO, l^e lc-00, louc.atores com pesa l.-.">0f, litas
de velludo ds lodas as cores a 160 e O a vara, es-
covas linas para denles .1 100 rs., e fins,mas a 00
rs., dilas lini-simas rom cabo de marliin a 1~, tran-
i;as de seda de lodas as cores e larguras :iM, 100 e
OOrs. arara, (apallobos de lia para criancas de
bonitos padroes a 2(0'c :I20, adereros ||relos para
luto com brincos e allineles a 1^, loucas prelas de
ia Caraekm) ru
cotila.
Luna, rua el 1 ie-|H.;
rua do Mu..nn.i.iii; NaaoJsn U.-
.I.i Cadeia, por prei.o mulle esn
de cassas Duas francesas a OiOO. eS$G00 muilo fl- seda para criancas a 19, imessas dataosensam I
ias. lencos ele camhrala linos a 200 rs., etilos ele seda para segurarrabello a 1 j. pistolinlias de metal para
criancas aiSOO rs., gallieleiras para azeile e viuasr*
Atteiico.
Conq.'.i-.-e um molrquc bonito o sem virios, ele 12
a I nuios de idaele : quem ti\er auiiuncie pira ser
procurado.
PUBLICACAO' LITTERAHIA.
Repertorio jurdico.
Esta pahlicae;Ao sera sem duvida ele ulilidade aos
|iriucipianles que se quizercm dedicar ao exexeicio
do foro, poisnella enconlrar.lo por ordem alpbabc-
lica as principaes e mais friquentes oceurreneiaa ci- Collegio n. I 5, arnia/.em,
vis, orphauologicas, commcrciaes e ccclcsiaslicas do I r
nono biro, com as remissoos das orileuace'ies, leis, i-
avisos e rcgulamentos por que se rege o Brasil, fe |
bem assiin resolucOes dos l'raxislas anliseis e moder-
nos em que so lirmam. Contin semelliauleinciitc
as decisfies das qnesleies sobre sizas, sellos, velbos e
novos direitos e decimas, sem o Irabalbo de recorrer
a rnllcccao de nossas leis e avisos avulsos. Consta-
r.deelous voluinescm oilavo, granan 1..... pniueiro sabio luze esl venda por 85 ua loja de
liirosn.fi e 8 da praca da Independencia.
MECIIANICA Al'l'LICADA E UL0SSAR10
DAS MACHINAS DE VAPUK.
ftrospee/a.
Nos pazcs cm quo a meclianica conlriboe com os eucaderuado.
seus iucalculaveis recursos para o desenvulviinenlo i
da industria, euconlram-se numerosas collefces
ele Ir,ila,lo- especiaes ele inechanica, nos quaes se
prodigalisa as classes operarlas os conliecinienlos e-
leinenlaresdesta sciencia nas suas applicaces fre-
qneules. Esscs tratados, resumidos, emineutemenle
praticus, c encllenles, como sejam esrriplos em
llnguas cstrangeira<, de nenlium proveilo sao no
brasil porque nao podem ser esludados pelas clas-
saa a que -,io ollerecidos.
Entre nos'lia o ensino da meclianica, mas be como
senilo evi-lisse. Coiicenlra-se o esludo elesta sciencia
nos individuos que recehem una inslriirrao supe-
rior e especial ; mas cando. sempre os "operarios
limitado ao circulo do aprendizado eda relias, da
os n. .1. pata a rita da Cadeia 11. lid,
GUA'Hl'ICACA'O. I junto ao arco da Conceirito, onde o en-
a'-se o.s'UOO de jratilicaco a quem contrarao sempre prvido dos mellioics
inculcar uma ama de leile forra 011 es- sortimentosde chapeos.
crava, tpie tenha boas qualidades e bonij
)relendef dirija-se a rua do 1
J 1)0111
eite: unem
ou na rua das
L-uzes n. J1, segundo andar.
Precita SS de urna ama de leile, forra ou livre
sem lillio, e que tenha bom c bastante leile ; asra-
dando a sua conducta sera bem pasa aldm 'lo bom
tralamenlo a que letn etireito: no Poco ila Panclla,
casa ila residencia do elesembargador Custodio J|. da
S. (iiiimarcs.
PUBLICACAO LIlTEliAlllA.
Os apolsmenlos jurdicos sobre as proriii.n oes
estrajodiciaes do bachanl Josa Mana da Trindade
achanvse venda na livraria classica do pateo elo
Coltegio n. -2, por 23 rada cvemplar brocliadn, e 3>
nio de
AUilENUAMEMO.
A loja o armazem da casa n. ."(5 da rua da Cadeia
do Kecife junto ao arco da Coneoicno, aclia- cupada, irrenela-se pan i|oalquer estabelecnreiilo
cm ponto grande, para o qual tem cominodos sulli-
cienles : os prelendeples eulender-se-liao com JoAo
.Ncpomuceno Barroso, 110 segando andar da casa u.
57 na inesma rua.
A matricula de aula do lalim do collcgio das
arles estara aberla tudos os diasleclivos das 3 as (
limas da tarde, na residencia do respectivo profes-
sor, ultimas casas da cidade nova em Santo Amaro.
Arrendase o cugenbo Santa Cruz, na fregue-
a sia da Esrada, levantado lia (i annos, em trras do
qual se uilo querem apartar pela Torca ato habito, engenlio \ cenle Canipello, nem quainlo o quizessein, o po leriam "porque para i ''^'''"'e do embarque tres c meia legoas ; quein o
isso Ihes faltara principios. Daqui resulla como que P'^'^idcr, dirija-se ao proprielano Manoel Concal-
a inellic.icia do esludo superior; porque us liunieus I ves "*" l.s, no engenlio Vicenle Caiupcllo.
porressionae. nao encoiitam cooperacHo bastante,! Precisa-so ,lo urna ama para serviro de urna
caG-an 11 eVec!-,^sTlSSl.'" "**"" ',Ue," "? "e |,0UCa U",',i'' P"r' c0'i"h" e engnmma?
co 1I1.111 a eiecu.,1o de seus planos. a fallar na ru,, do Vigario n. I i. priineiro andar,
Liiledemos pois que prestaramos tal qual serviro
Precisa-se de uma ama livre ou escrava, que
.saiba engommar e eosjnhar perfeilamcnte, para casa
Ida poui-a familia : no largo da Itibcira, taberna 11.
' 1, quu faz quina para a rua le Sania Hila.
loteras m mwaL
O cautelista Salustiano
de quino Ferr ira
ao nosso paz, escrevendo para as classes operaras
11111 tratado elementar de mecltaiiica applicnda, o
priineiro que appareceem lingua porlugueza, es-
lorcando-nospor simplilica-lo eresuini-lo. de forma
que nio licasse iiiinlelligivel para aquellos a quem
he dedicado, nem excedesse as posses de cada um.
Em qualquer circunstancia seria bem cabida urna
publicacao desla natureza, mas loma-e suinina-
nienle opportuna na actualidade, porque lie como
a cuulinuac,iio do ensino quo recebem os operarios
na academia das bellas artes e no arsenal do niari-
nba do Rio de Janeiro, onde corsam cadeiras de de- I SVSS ao respeitavel publico,, que tendo sido alterado
senho geomtrico e ele ornatos, e de matemticas e- Io P1*110 Icinentarcs. 1,000 hilheles na importancia de 2:UiH)?, tem rcsol-
Eis de que materias nos oceupamos nesse volunte : v,du fmt lirmes os precos dos hilheles e cautelas
Noces e principios de inechanica, desenvolv- como abaixo se demonstra, os quaes sao pagos sem o
ment das leis que regem as machinas simples; descont de oilo por cenlo da le nas tres piinciras
cotnprshaadendo as machinas de elevar a agua, a orles grande*em quanto existir o plano actual,
prensa hydraulica, etc. ele. pelo qual sao evlrabidas as loteras desla provincia.
TransformarOes de movimenlo. Ellesestao exposlos venda nas lojas do rostume.
Clculos relativos as rodas dentadas. I So be rcsponsavel a pagarlos oito por cenlo da lei
Kesisteucia dos maleriaes, muros de couslrucrjo. sobre os tres primeiros premios grandes em seus bi-
l'ropriedades phjsicas de vapor. Hieles inteiros vendidos em originaos.
Machinas de vapor. Bilhcles 7^000 Recebe por inteiro
Suppttjnenli. Meios
Especialmente dedicado>los olliciaes de mariuha, i"ert;os
c aos conslroctores ; appliascau da inechanica aos Uarlos
clculos hydroslalicosdo navio, deslocamento d'agua, I Quinlos
cen/o de carena, melacenlro, centro de gravidade 1 Oitavos
do-\,tema, centro vlico, experiencias sobre a es-1 decimos
lbil id ade. Vigsimos
Coulamos com a indulgencia do publicas mas.de-
vemos conlar principalmente com a benevolencia dos ;
que gozara desse esludo superior, ejulcam que he ureliano de Pinho Borges, prolessor publico
luZZt '"a""86 q"e PP"l!,r"ein11C01ll'i-'dcprimeiras leltras, jubilado, aUtreee-s. Mar l-
mentos filo iiidispenuveis a execuvao nlelligenle de ,,-lPS em ca
S500
2i00
13800
laiti
900
760
400
*
6:O00|0O0
.1:0009000
2aTOfJSOO0
1:300)000
1:2009000
7509000
bOUMNIO
:K).-;U0O
O caulelisla
Snlasliano de Aquinn hcrrclra.
'iccisa-se de uma una que lenlia
eile eseja Sadia, para cnar um me-
loiicos mezes, e se gratilicara'
com a quantia de I0J000 a quem a levar
ao alerto da Boa-Vista n. !).
Na rita do Trapiche a. -", escripto-
rio de Novaes&C, ha carias paraos se-
nhores Antonio Josi- Kiheiro Guimaraes,
Scbastiao Jos de Sott/.a, Jos Joatptim
Itodrifjues Lopes, .loveniano d'Amantino
AlvesdeLtma c Francisco de Paula Ca-
vart-anti de Albuquerque Mello.
PIBLICACAO SCIEMIFICA.
Acbam-se no prelo as INSTITl l(,:<>ES l>E 1)1-
REITt) PIIII.ICU ECCI.ESIASTICO pelu l)r. Joa-
miiin \'iliela eto Castra Tararas, lente da l-'aculdade
de Direito desla cidade ; e por estes das sera distan-
do pelos Srs. subscriptores o pnmeiro rulan,e d'esla
interessaute obra, para impicssao da qual os editores
so uilo lera poupado i sacrificio alguiu, leudo s-
mente em mira apreseuta-la ao publico ntida e s-
seailainente impressa, em bous lypos e ptimo papel.
Esse \oluine, pois, conlendo ele :20 a ,'IO pagi-
nas, em elegante formato, arliar-se-ba a venda du
dia 10 ele fevereiro em dianle, na livraria dos edi-
tores,' Ricardo de Erilai VC. esquina do Collegio
n. 20, ao preco de fi^OOO res, para os nao assignan-
les e ahi, bem como em mito das pessoas que se eu-
carregaram de agenciar .asignaturas, sera distribui-
do nos Srs. subscriptores, mediante a entrega da
prime-ira prestaciio de sua assigiiutiiia ,3000 res ;
licaudo a segunda e ultima prestacao to Igual quan-
tia, para ser paga ua occasiao da entrega do segun-
do totume, queja se acha 110 pelo; recebando ani-
da este anuo o Icixeiro e ultimo colante sem maisre-
Iribuujiloalguina.
Aquellossenhores que quizcreinaiuda labswerM
poder.10 fazc-lo uesta provincia na livraria dos edi-
tles e cm ca-a das pessoas eucanegad.-s ila sulis-
cripcao, c em oulras provincias em casa dos respec-
tivos agentes, alo a publicacao elo segundo volnuie ;
por quanto u essa elala em dianle a obra somcnlo se
vender por laQOOO icis o exeinplar.
Em face das euormes desperas que sao obrigados a
azer com a prsenle impresso, nao podem os edi-
tores deitar de exigir dos Srs. subscriptores | sem
exceptu a inmediata entrega de sua respectiva
pre-laejiio louo que llies seja presentado o priineiro
volante ; porqje do contrario. ver-M-ham siia ne-
cetlidade de suspender por ora .1 impressSo dos
/curdo de Ftrilat \ C.
D\tiLERBE0T\P0. LECTR0TiP0
li STEREOSCOPO.
Na SnligS e bem conbecda galera e oflicina do
relralos do alerro da Boa-Vista 11. lerceiro indar
conlinua-sea lirar rolrals por qualquer desses s\s-
lemas com toda a perfeicao. Ahi se cucontra' o
mais rico eabuudante sorlimenlo do objeclos para a
coltoeacSo Nao se entrega retrato aluum scru estar parecido c de
um (rahalhu perfilo. Has !) horas da manh.la as :l
da larde esta sempre a galera c ollielnn a esposicao
eh> publico, podendo lirar-se relralos cm das 'ele
chura.
Jos Porlella da Costa e Silva relira se pan a
Europa a tratar de soa saude.
folhiuias
PAR 0 CORRENTE ANNO.
rollmilias de algibeira conlendo o al-
tnanak administrativo, mercantil c. n-
dustl'ial desla provincia, tabella dosdirei-
los parocbiaeS, resumo dos repostos ge-
raes, provinciaes e mtmicipaes, extracto
deaigumas posturas, providencias sobre
incendios, eotrudo, mascaras, cemilerto,
tabella de feriados, resumo dos rendi-
meutns e exportacfio da provincia, por
500 rs. cada uma; ditas de porta a 160;
ditas ecclesiasticasou de padre, com a ce-
sa deS. Tilo a OOreis: na livraria n. 0
e S, da praca da Independencia.
Vcndcm-se saccas grande* rom milho, arroz
ele asea em saccas e a granel, .dgodao cm carocei,
latas com oleo de ricino de :17 libras cada uma, 12
loros de angieo prourio para mareineiros, ludo por
|>reco commodo : na rua do Vigario n.' 5, ou lio
caes elo llamos a bordo da barcaca Providencia.
Panno azul.
Vende-se panno azul muito encorpado, de ourelo
branco a I?:t0 o covadu cm peca, e a relalbo a
I y 100 ; faz o mesma elle i I o que a basta, c fie mui-
to mais barato pela sua duracao : na rua elo Miiei-
niade n. .
Granilo soTtimento de es-
tampas,
em ponto pequtno, do meio e grandes, ha muito
sonde se escoiba ; a ellas antes que se acabem : na
rua do Collegiu u. I. loja.
Era casa de X. O. Bieber & C, rua
da Gra ii. 4, vende-se :
Vinho de Hadeira em l|'t c l|S
Vinagre branco.
I Tinta em oleo
[ Lonas.
brins da Kussia.
Papel de emhrullio.
Saceos de rslopii.
Cemento.
Por com modos procos.
Vende-se um bom cabriolel coin
bornea vallo: para ver ua coclieira
Sis. 1 clin i & C, defronlc do arsenal,
dse dir' quem vende.
Sapatos le btirracha, no alerto da Boa-
Vista, defronte da honren n. l.
ha chegaelo un? grande sortinienlo desapalos de inir-
muito proprios para a eslaeS.0 presente, tanto
da ludia muilo linos para homem e senhora a I>(I0,
romeiras ele eambraia fiua de lacis de seda para se-
nhora a 2-, inaniek'iis de seda linos a lo, maulas de
seda para senhora de superior qualidade ,"c cortea
de rlleles de Iflazinlia para liomein a 500 rs., lencos
de seria branca muilo finos a I?, crle-s de fustao
para collclcs a 6(0 e SIHI rs. ele superior qnalidade,
cortes 'le vestido* decambraia e aena muiio linos a
~K} e tic, cortea de eambraia com babados linos a :l;,
ditos de eambraia de cor a 23300, bretanha de
de li varas a peca, fina, a 29200, chales ele larlalan.
a 8110 rs. e lJIlil, ditos ele cassa c seda muilo linos a
39500 e :!. laa para vestido de senhora a :120 o cu-
vado, eambraias do cores linas a 330 e 100 rs. ava-
ra, pecas do lile, para mosqueleiro ele 20 varas a te
a pee;a, e-eirles de meia cascinira de superinr qualida-
dr a 19600 e 2; o corte, meias para senhora linas a
_'i0 c :)20 rs. o par, madapoln o algodaoriohe, e
i oulras innit.LS lazendas que per serem multas nao se
pdem mencionar, c que se venden por todo o preco,
na mencionada loja.
r.pas vasias.
>a roa da Cruz n. 40, vende-se uma porc.iode
ipas vasi.is, |/iuiio cm eonla.
AO BARATO!
>'a rua do Crespo, loja u. I. vendem-se por ludo
o pree;o fazendas ele: prmeira qualulade, para acabar
nlo se ollia a pr:co.
: i ii i :-.
um
ilos
(iii-
raclu
lodos os projeelos dependentes da'mechanici.
A|ioso tratado de inechanica tencionamos publi-
car um /jlossario das machinas dc(vapor nas liuyuas
porlugueza frauceza e ingleza, que j lomos ela-
borado e prompto para iinpressau. Sob cada vo-
e-abulo conlem-se uma eiplieacSo succinla da malc-
proveilaniculo
se a rua Velha n.
i,
ue acbarao com quem Iralar.
No I.- do mez prximo passado desappareeeu
a escrava criuula, ele norae Thoinazia, com os se-
gninles sgnaes : estatura baisa, cor fula, denles li-
ria, de modo que cada arligo pode ser lidode per s. e 'nados c os dedos dos ps torios para dcnlro : acha-
ovolume forma como um iodo indcpeiidcutc, e que se proy.ivelincnlc refuniaila era algum dcsles lusa-
nos parece poder ser consultado coin proveilo na res: Caehoeira, Tabalinga ou Arandepe, por seus
leitura de obras relativas amachinas do marinha, antigos senhores Felis Jos Xiineudes o li. Anua
escripias em qualquer dos referidos idiomas. O dito Mara Caibarina de Sena ahi serem moradores, onde
vlossario he precedido de : Inslrucces geraes sobre a mesma escrava tem lilhos i a qual foi illlmamen-
a maneira dcconduzir e enlreler as machinas de ,e ne,'S praei ven lid i a b'rucluoso Jos l'crera llu-
vapor na navegacao ; do inslruccoes sobre o com- j,ra pelo corrector ele esrravos Jos Esleves do Nas-
liiislvel, sua escolia, etc. etc. cimento : a quem quer, paranlo, que- nleresse ap-
l'.ris,4 de Janeiro 18.V. J.-C.de Souza Ha-1 prebende-la, levando a Soledade u. 12, se recom-
chado I lenle de armada. Engeobeiro naval, pensar com gencrosidade.
as particuhires, cora *U dad, e ap- nieTci^.ella-e^iuT'ai'.n." *2?X?*?Z
as pessoas que.pr.csarem d.njam- nhecimenlo de quem inleressar eleva, que as'audien-
cias do niesmo joizo serio d'ora cm diante nas se-
gundas p quinlas-leiras ao meio dia. Cida.lc do Ke-
eifedc l'ernambuco 7 ele fevereiro de ISJO.^U cs-
crivao do juizo especial do coinmerrlo,
Fraucisco Ignacio de torres Baudeira.
Attencao.
Iloga-sc a pessoa a qual euderecamos esta lisia,
de a remeller coma sua assignatura, e as das pes-
soas de seu conbecimenlo que qui/erem conlribnir
para a puhlicaco ile filo iinporlanles obras, a saber :
.Yo lito de Janeiro, Ao lllm. Sr. Sabino Eloi
i'essoa, Direclor da Kibliolheca de marinha; em
l'ernambuco; ao Seohor Jes Antonio de Souza
Machado rua do Trapixe. n. 17 rua da Cadeia do
Kecife ii. 33.1 andar; P. S. Escrever o nome e mora
daa casa correspondente, .
numero de utemplarcs na casa da obra que se as- Pr'|l. barba cerrada, cor muilo prela, falla amito
signa. eorrenlc : roga-sc a quem o apprelionder leve-o a
l'recn da Meclianirs, no Brasil.....2a500. l,lencio"il,la fstatea, 'le acra recompensado.
Km rranea il francos l'reco. ... do lelo-saria, no i Preeisa-s* ele urna ama para cas eslrangera ;
Brasil 15000 cm h'rooca 10 francos. | na rua da Aurora n. 58, priineiro andar.
I ma lista dos Srs. assignanles accoinpanbar.i ca- '
I) abaiio assigoado, icndn de fazer ama viagem
para Lisboa, ruga encarecidamente aos seus frejue-
zes de saldar suas emitas al o lira do crreme mez,
no seu eslabelecimcnlo, nos- qnalro cantos da Boa-
Visla.Florencio Marlins da Silva Uorges.
a.J Ausenlou-sc da fabrica de sibao um escravo
o algaritmo indicado o' Je nome l'rederico. crioulo, estatura alia, rosto com-
daofara.
l'recisa-se de uma ama para casa ele pouca fa-
milia, prererindo-sc uma mullier idosa ; paga-se
bera : quem esliver nestas circunstancias, dirija-se
a rua do Encantamento n. ,">.
~ ,a dis,il,'.5o da praia de Sania Hila relallia-se
alcool de M graos, s garrafas, (.:i20,em quanto du-
rara epidemia, c fornece-se gratis s passoas pobres
da freguczia, ja canforado.
., 'sgs-se com a maior gencroselade a nina mu-
liier lorra ou escrava, que sirva a uma familia de :l
l'recisa-sc de nina ama de leile para toma'
eonla ele uma erianca resccin-uascida : na i na elo
Vigario u. IS, svguudo andar.
A pessea que acbar-se habilitada para feilorj-
sar a escravos em um sitio, procure u sitio da Estan-
cia do liiqul, eiue achara cora quem tratar [coudi-
es e preco?.
.Na estrada de Joiio de .irros, no sitio do alfe
res Assumprao, precisa-se alugar por mez um escra-
vu velho, ou nutra qualquer pessoa forra ou capti-
va, para pastorar vaccas; di-so casa para morar e
paga-se bem : quem esliver nestas circunstancias e
pessoas, uma das quaes est doenle : quem quizer, | quizer, dirja-se'ao msalo sitio, ou annuucic para
oirija-sc a rua de S. Coucalo u.,.. ser procurado.
A loja de madaine 5cas-
so, modista, no aterro
da Boa-Vista n. 29,
adiando se sempre sortida das melhores fazendas
tendeles a modas, a qual para o lempo presente da
quaresma recebeu bellos cortes de vestido de nioire
anlique. cor preta, meias prelas du seda para senho-
ra, luvas prelas de torcal para senhoras e meniias,
bico prelo de linbo verdadeirn, mantinhas de relroz
ornadas com um bello desenlio, propri.a para vesti-
do dccot.ido, romeiras prelas de lilei bordadas a se-
da, proprias para o lempo prsenle.
V E- Kiagasm, eapilao da calera americana
Shootmg star, ullimameute encalhada na praia ele
laquara, e boje tundeada nesle porto, nao se res-
ponsabili-a por divida alsuma que racam as pessoas
de sua Iripolaejo.
Precisa-se do um bom auiassadoi e qu eiilen-
d,i de collar massa, afiaiu.a-se bom ordenado, porni
qiier-sc pessoa ele alguma eapaeidale: na padara
da ruado Colnvello u. 31.
Precisa-se ele urnacesiulieirs : na casa de dea'
I andares da roa lormosa.
i Precisa-se de bina ama qaesaibacozuharo
diario ele runa casa de pouca familia : na rua do
, Crespo n. 21.
l'recisa-se ele uma ama para casa ele pouca |fa-
inilia ; na rua do Cahuga, leja de miudezas ele "
p orlas.
lis adiiiinislradofes da exmela ca-a de Desna
Yoiilo Companhia tem dado iirocurariio baslaala
ao Sr. Waller Crainger, cm lujar do Sr. Ricardo
epperraaun, une se retira pira Europa.
para hoineni como para senhora, meninos e meni-
nas, assim como calcados franeczes o ele Kaulcs, e
elo Aracalx ele tenias qualidades, por pree;o mnilo
commodo. a Iroco deseuulas velhas.
Bracos de|balanca Romo & Coinpanhia.
\ sndanvss etiac:edilaeios bracos de 20 c 23 pol-
legadas, proprios para balean do tabernas, por preco
mais Commodo do que em oulra qualquer parle : lia
rua do Raogel n. I, loja ele cera.
Cobertasde laa.
Cuberas ele dimasco de laa com !l palmo- de com-
primenlii e N de largura a -MUl. unais enmpridasi
de preco proporcional : na rua do Ouoima lo, loia I
n.21. |
Grande sorliineiito de j
miudezas ;
fie para acabar, por isso ludo se xende por preco
mala commodo elo que em oulra qualquer parle ; a
ruado Collegiou. I, loja.
\ eude-sc fcij.in em saccas Brande}, cliegado do
Ar.calx : na rua de Cruz n. i, pnmeiro andar.
Vendem-se cama- de rorro desnperioi quali-
diile, cognac superior em eaitinlias de dusla de nar-
raras, a verdadeira grasa ingleza n. !I7 elo afa......lo
labncante l)ax & Martin, em barrica, de l.i doxias
de polea ; ludo em casa de James Craldiec ,V Com-
panhia, luadaCiuzn. O.
\ende-e um prelo de n.icio Co-la, moro e
bom gaubador de rua. c uma pela de meia ieladc,
boa lavadeira e cuzinheira : ni rua Direila n. tit.
.,. Vende-so semenlo de macaxeira : no largo da
Irempe, sobrado n. I.
v ende-se uma prela ele maior idade, por preco
muilo roinmodo : quem precisar, dirija-so a rua das
Crasas ti. 13.
tteiujao.
Vendcm-se os bous charutos de S. Felis, viudo
iilliin,menlo da Babia, pelo diminuto preco ele :'.; a
Misa: na rua Nova, loja n. :r>.
PIANOS.
Neiidcni-se cm casa dollrnrv Brunn C. rua da Cruz n. 1(1, ptimos pianos
chegados no ultimo navio.la Eeirop.
Vende-se a casa n. 22 da rua das Grases, de
dous andares e jolito ; os pretndeme) podem ir exa-
minar, e trala-se rom Jos Baplisls da tonseca J-
nior, na rua do Vigario n. 21.
NICO DEPOSITO.
\ende-se a verdadeira e incomparave
agua denticedoDr. Pierre, muito efli
ca/. na conse varflo dos denles e bom lia
lito da bocea : n-i botica dos Srs. J. Sotltn
i\ C, ntico deposito que existe nesta ci-
dade e provincia de Periiambuc.
Algode'to inonsli'o a 1)00 rs. a vara.
Netide-seoverdadeiro algodflo monslrei. com '.I
palmos de largura, pelo baraiissimo preco de '.'00
rs. a vara na rua do Crespo n. S.
Cera de carnauba.
Vende-scccra de carnauba de boa qnalidade, por
menos preco do que em oulra parle : na rua da Ca-
deia elo Recite, loja n. .">0, defronlc da rua da .Madre
de Heos.
Tinta preparada cm oleo.
Na rua co trapiche Novo u. IS, cm casa de E. II.
Wyall, vende-se escolenle tint,, branca, preparada
em oleo, cm latas de 28 libras.
Eixos e arreios para
carros.
Vendem-se superiores eixos e arreios para carros :
na rua do Trapiche Novo n. 18, casa de E. II.
Wyalt.
Candelabros c lustros.
Aclia-se f venda era casa de E. II. \\ yall, na rua
do Trapiche Novl n. IS, um coinplelosnrliinculo de
candelabros e lustros bronzeados de 3 aS luzes.
Vinho Xerez e Porto.
Vende-se vinho Xereze IV rio em barrisdequar-
lo : cm ca-a de E. II. Wyall, rua do trapiche No-
vo u. I)S.
POTASSA GAL YIRGEM.
No mitigo e ja' bem couhecido deposi-
to da rua da Cadeia do Kecife, escriptorio
11. 12, lia para vender inulto superior
potassa da Kussia, dita do Rio de Janeiro
c calvirgem de Lisboa em pedra, ludo a
procos muito avoraveis, com os quaes li-
cariio os compradoi es sa lisl'eitos.
Taixas pnra engenhos.
de, ierro de W.
rua do Brum, p.issan-
, continua baver um
Completo sorliinenlo de taixas de ferro
fundido c balido de a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
pi eco commodo e com promptidao' :
cmbarcuni-se ou ctirregain-seem carro
sem despeza ao comprador.
a 2-2(11), bandejas muito linas" e de lodos os lama-
llhos de I?, 2?, 35 e ij. meias brancas linas para
senhora a 2il> e :I2(I o par. ditas prelas minio boas
I 00 rs., ricas caizas para rape com riquissimas es-
lantpas a :7 e itiu, meias de seda de cores para
homem a tilO. cliaruteira> muito linas a 25, CStAes
para bengalas a iOrs., pastas para guardar papis I
( a KO rs., oculos ele armacilo de ac pralcados e don-
inhe I redes a 640,49 e IjSfJO, lunetas com aro debufalol
e larlaroaa a Mt rs. e 15, superiores e ricas beata-
linhas a 2;. e a .i(K) rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra cavallo,pequenos o grandes, fazenda muilo supe-
rior a 640, 800, \fl, 18200, 18500 e 23, .-.lacadores de
cornalina para casaca a :12(), penles muilo finos para
suissa a .JO, esrova linas para cabello a 610, dilas
para casaca a 640, capachos piolados para sala a
tilO, meias bram as e cruaa para homem, fazenda
superinr a 100, 2(KVe2() o par, camisas de meia
muito lina- a 1$ e 19200, lovse brancas encornadas
proprias para montana a 240 o par, meias de cores
para senhora muilo forte- a 220 o par. ricas aboioa
duras de inadreperola e ele oulras mitas qualielade-
o gestos para colletese palitos a.'iOOrs., livelat elou-
radaspaia calcas e colleles a 120. rifas filas linas
lavradase de lodas ns largaras, bicos Dniuimas de
bonitos padroes o todas as larguras, ricas franjas
brancas e de cores para cavas de neivas, leseari-
nhas para costura o mais lino que so pode encontrar.
lmde ludo sloonlras mnllissimn renisinaaile
proprias jiara a fesln, c que ludo se vende por pro-
co que faz admirar, romo todos os fregnezes sa-
liera : n.i rua do Oueiinaelo, nos qnalro cantos, na
bem conheeida loja de miudezas da Boa Faina
li. 33.
Velas estearinas, pedias ilcmai- %,9>
#j> inore para mesas, pap*J de pssjsj #
W "igle/.. pajead de eiiil.rullio. sjsjsj <$
$) para carro, pianos de armario.
j* lona ebrim de vella, ceinenlo ro-
^ mano, armamento de Mbsj as
S qualidades, cabos de linl.o ,- de
2 manillia, pi\e da Succia. cham-
W pague e vmlios linos do Renho :
W vendem-se no ai raa/.ein de C. J.
M Vstlcx I C, rua da Cadeia n. l"
!
Vende
\"#'(il'*se um cabriolel cm hom uso ; a tr.il.ir
H rua do Coilegio u. 21, [>rO)eiro andar.
Camisas de meia
de pura laa.
Vendem-se superiorescanusasde meia de laa, pe-
lo barato preco ele J.-s: na rus >lo Oueimado, loja
de miudezas da lloa taina n. 33.
FARINBA DE MANDIOCA.
Vende-se superior aiinba de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por r.vooo reis: nosarmazens ns.
o, 5 c 7, e no amzein defronte da porta da
alfahdega, ou a tratar no escriptorio de
N'ovncs Companhia na ruado Trapiche
n. 31-, priineiro andar.
A3I500
Vende-seesl de Lisboa alsssaianiechegssla,an-
sira como potassa ila Kussia verdadsira : na praca do
Corpo Santo u. II.
ein-sc dous pianos folies de ja-
caranda', eonsliuccao vertical c com lo-
dos os mellieiamentos jnais modeiisos.
tendo viudo no ultimo navio de Mamb, i-
go : na ruada Cadeia, armazein n. 8.
UNTAS DE OLEO.
Vende-se tintasde ob-o sortidas da ine-
IborqualidsMSfj isase lem viudo a esta pia-
ra < por preio commodo : u,, casa rk-
Adamson llowie SC, rua do Irapalie n.
\ ende-se um mulato de Mssts de i > annos na
rua Nova n. :l:i, priineiro andar.
Veode-ee um bom cavallo asnsM mudo man-.
e castrado, a oda de ludo, e l..n,|.cin vemle-s* arrea-
do, sellim de homna c estribos ,le nnlal pnaripe
para ver e Iralar. rom Denlo Jnsc Prrcira, na rua
das rieres, cwm cocheira de carros.
\e
CEMENTO ROMANO.
Vende-se
11 em casa
n. 18.
VINHO XEltEZ.
laperiorvinho de Kerosn bairaisdo
Je E. Wjall : rua do Trapiche
Da
AGENCIA
Fundicao Low-Moor. Rua d a
Senzala nova n. 42. [se separada mente
Nestc estabelecimento continua a ha-
ciule-se cemento romano neenl.-
menle cliegado. a HfMfJ ],,,n.,:
trapiclic do krbou, prara do Coipu
Santn, li.
Iii/emla ele- lia para vestidos de sniliou
a 800 is. o covado.
.Na loja n. 17da rua elo Oucmia.lo ha nr.vas niel-
poinenesou urleans de laa de .piad 10- adamascado-,
prupria da prsenlee-tacao, para se-lio. de cnfci
ras, as quae. dexem usar de veslielos de toa asas te-
mrelio contra a molestia que if. h/menle eln ala-
cando osairab.ldes da capital. Ilje-se dSJSsjSJSsn,
Vende-se boje, uma lamosa mesa de
eterever de madeira jtirrma, com duas
gavetas c umiinpenetravel H-grcdo, pu-
so se mostrara acuerna comprar,dcjiois
de ellecluda a compra : lambrm *e ssjs>
ile o alguns trastes mais, da mesma nw-
deira jurasjjM, como sejam: um sof.
tima mesa redonda, dous Sjsjssssjslsja, .,,.,
boa mesa de jantar com duas gaxclas.
urna cama de armacio, um bsro. um
Iwnilo lom ador, cadeiras eoiumuns e de
uaio, uma man pieza e mais aigumas
!r
-*+.
t
llantas sitie servem para o interior ou -'
la de jantar. ele. Es le* trastes vend 111-
ou per jiuilei, Inr- '
i nam-se re omnu ndav< is jm-I.-i v\relkii-
ver um completo sortimento de moins-1da da madeira ; adxertmdo-se ssjm lodi.
O uegocio ipie se lir-uxer de la/ei lie iu -
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taisai de Ierro balido
Na fundicao'
Dow uta un na
do o chaiariz
RcJo
ingle/es
Vende so farinlia a :!.^ a sacra ; na toa da tiuia
u. ni, segundo andar.
\ ende-se milho cm saccas de don* alqueires,
medida nova a :i- : na rua da tiuia II. 64, segundo
andar, ou no trapiche do l'clourinho.
os melhores fabricados em Inglaterra : cm casa de
llcurx tiibsiiii, rua t\2.
e COado% de todos os lamauhos, para
dito.
I..VBYRINTUOS.
Na rua da I.iii n. .11. priineiro andar, cantinas
a liarer sortimento de boas obras de labvrinlbo as
venda.
Veudem-se em casa de S. P. Johns-
lon A C., na rua de Senzala Nova n. ii.
Sel litis iugiezes.
Relogios patente inglez.
Chicles de carro c de monlaria.
Candieirose castiraes bronzeados.
L011 asingle/.as.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
fiarris degraxa n. 97.
Vinho Chern em barris.
Camas ele ferro.
LIQI i|i.\(.\ti. .
<* arremalanle d bija eie miudezas da roa dos
'.'uarleis 11._2, quereudo acabar as iniude/as que
exlstem, vende barato afn) de liquidar sem peda
[ de lempo.
I Franja com boletas para cortinados, peca
i Papel paulado, usina, [de peso
I Oilo ele peso, resma
l.da ele cores para bordar, libra
Pontos de bfalo para alisar, dosis
Kivelas doaradas
(ro/a do obreias
je, pois ipte do contrario cmbiri .11->c-
hao amanha : na rua bella
og
"'.
inglezes
aiie,
nele e
rhi-.ailos pelo ullininpaquete, xendem-sepor preco
razoavel; ein casa de Aosusla C. ele Abren,- na iua
da Cadeia do Recifen. 18, priineiro andar.
Tabeado de pinho ds Sneris, lcali ,10 e pise.
51c c iiuioni S louipanhiii, lendo receido um
rarregaineiilo desles (eneros pelo brigoe sueco />.
Tlicrc.it, de tiolbcrabourg, xenderao ns mesmosa
relalbn porpic.os baratos: olaboado acha-sc reco-
Ihieln no armazem doi ar>. Carvalho i\ hmiiu, rua
do llriim.
Meias prelas |>a-
ra padres.
VenoehMe superiores meias de laia para padres,
pelo ksralissimn preco de l^ifltio par, dilas de al-
godla prelas a liin o par : na rua do C)ueimado,loja
de miudezas da lloa lama D. 33.
para cale;, urna
muilo linas
Lencos do seda lino.-, ricos padroes
t'.aixa Meias para senhora por
Pelesele tartaruga para segurar cabello
(rozas ele canelas linas para peonas
lilas de' Mii.11 s linos paia casaca
-Meias (neta- para s. nimia, du/.ia
nas dilas pira homem
Lacre encarnado muito lino, libra
l'apel de cor?'. SfajO ele 20 quadernos
Dosis ele rolxi'Us
Bspelhos de lentos os nmeros, elu/ia
Linhas ele norcllos craudes para bordar
Kica lilas escocesas c de sarja, lavradas,
largas
Meias croas sem costina para honicm
Dilas ele seda n. 2, peca
Trancas de seda branca, vara
CaisilS ele raiz, il/.ia
Pejes de lilas de cs
Lapis linos, groza
Cordao para vestido, libra
loucas de blondc para menino
Chiquitos de merino bordados para ineniuo
e outros mullos arli;s quo se loruain
(OH 70PORfEMOMAISBslATO
do pie em oulra -pinlljjlllll pai le.
luco de atoad ele seda pela para qoereMaa bn-.
nilas lila, como se recebe esla Ijsrnda dirrrlasnen-
(e da fabrica, por isso pude oererer esta vantairtia
a seus freguesa), rasa do lelojoeirv.
Vende*]
saceos:
rua da Cruz n. (j.
IJni casa eie Timm Mouiscn A Vin-
nassa, praca do Corpo Santo n. 13, ha

se algodo americano Msta
cm casa de James H\oVi AC,
rmHi
3WKMI
2?7IHI
T.NKIII
rtctxxi
IDO
(titin Pra tender:
Um sorliinenlo completo de livins un
branco vindosdt, Itamlwi!
210
210
lauoo
ijOOO
2800(1
:.-20(i
2?,S(MI
19000
taK)
720
to'iOO i
ICXiOO .
9001
;is:ttK) i
380
iOO; uma das orelbas rasgada proveniente des
19600 s*sm a pegar leve-a a rw do Rmm. .imazc-
300 assucar n. 12, qop ser brm gralilirado.
L-'iKl! "" '""""" "lanliaado dia t!i el-enrente .Un
l2IHI! c-''1r',v",s ",n I"" """" bcodoio. pelo, i ionio, pes-
__gfWl fUf00k
No eli.i IS du crrenle fogio dn cn2enkn tia-
goso, lernao de OUnia, um muan, de cerca O* 2
aiinns de idade, ecaliecolede, cabello roirido. y
barba, be sapateiro : quem o appreliender leve-
au dito engenho, ou a rua da Aurora n. II, ene le-
ra recompensado genrrosamcolr.
Contina andar fusiela a prela Verenda,
oula idade -e 2S a :i annos, pouco ssals on na
na. fre
p bnn
rl-
dc
INMKI
redor, bailo, corpoleato, rom imulnsralirllos bran-
. .ccommciiila- I''", ,"'li' Ii,"Im c l'cilos idselr SS ai.no- pMSCe nui.
veis por -uas boas qualidades, c que nao se duxidar.i: ou mrt,os '< utiu de nome lersst, Minalo, baiv.
dar um pouquinlio mais barate a aquello senhor lo- I','"".a", l'or- Pu'"a barba, quebrado ila verilha ;
aisla, que queira a dmlieiro comprar mais barato ,em llo.li")o""|ncrdo do roslo orna cicatriz, esle es-
do epie se compra era prmeira nulo.
COGNAC VERDADEIRO.
cravo foi do Sr. Manoel tiloma' ei-rarcereiro :
i conduzrain rom siso una raile, ns qoal luai-m
j toda roupa qoj linliam, calcas rami-as ele SSJJJStssO-
como em garralBes: na rua da (.rm n. 10. baela encamada J. usad, o eaavWlOree : lessj-si.-.
P, auli.rid.iite peJttiSM e eaniUes de campe quensap-
I )HS' VftSlOS* i iclieiiilara e levem a rae ila CcarsUi a. -.i..
Vende-se porcia ,le pipa, vasias proprla- para en- '""'ll .m'"e,iaM 1"' ,";'c, ".mrnle reroni-
cher ele agurdenle, a pieco de I7> cada urna : a
Iralar no escriptorio ele Manoel Alves Guerra, na
rua do Trapiche n. li.
I'ERN. : TYP. DK II. r. DE FARIa. I**
v/ti .Til Arw\
II


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EPCYTCK0M_R9LTVT INGEST_TIME 2013-04-24T20:03:17Z PACKAGE AA00011611_07257
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES