Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07255


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Full Text
>
i
>
ANNO XXXII. LI 34.
Por o miv.es adiantadoc *jfOOO.
l'or 3 mezci vencidos .sllll.
SABBAUJ, DE FEUKEIKO E 115*.
Por anuo adiantado l.i.siniu.
r Porte franco para o suhsc iploi
BUCO
KM:.WUIECAIM>S DA Si:itSi:uip:.vo' \o xomi:.
Parahba, o Sr. Gervazio V. da Nalivdade ; Natal, o Sr. Joa-
|iinn I. Pereira Jnior ; Ar.nnv, o Sr. A. de l.cmoi llraga ;
(atara, nSr. J. Jos" de Olvelra ; Mar.inhjo, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigue* ; Piauhy, o Sr. Domingos Hcrculann A. Pcssoa
Cmrmm; Par*, o Sr. Jmlano J. ltamos; Amazoms, Sr. Jer-
nimo di Costa.
PARTIDA DOS CORREIOS.
1)1.1.'1,1 .- todos OS dl.'.
Caruaru Bonito e Garanliuns : nos das 1 e15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Kxu' e Ouricurj : a 13 e 28.
Goian e l'arahiba : segundas e sexlas-fer.is.
Victoria e Natal : as quintas-feiras.
AUDIENCIAS OSTIUIU \\i:s DA CATITAL.
Tribunal doeommcrcio : quarlate sahbadus.
Relaeo lercas-fciras e tabhados,
Paseada : queras e sabbados as 10 horas.
Juizo do roininrrcio : segundas as 10 huras e quintas ao meio-dia.
Jui/o dcorphaot : segundas e quintas as 10 horas.
I'rimeira vara do civel : segundas e seitas ao meio-dia.
Segunda Tara da civel: qunras e sabbados ao meio-dia.
BPIIEHERIDESIMI 11./. DE EKVEREIiiO.
G l.ii.i nova u7 horas,23 minutos. ;s segundo* da inanh.i.
13 Ou.il te :rescenle nos 7 minutos e S segundos da ln.inh.a.
20 Loa ebria* 7 hora, 30 minulo.se -18 segundos da tarde.
2*.) Oh.nii, minguanle aus VJ minutse -18 segundos da nianhaa.
PREA&IAH Di: Hti.ii..
I'rimeira as 7 huras e 12 minutos da manhaa.
Segunda as 8 liorjse t minutos da larde.
DAS da semana.
j Segunda. S. Andr Corsino b. ; S. Jos da Leonissa f.
o Terca. S. gueda v. ut.: S. Pedro llaptista e seuscoiupau.
t Ouarla de Croza. S. Derothea \. m. ; S. Viatto.
7 Quinta. S. Iloinu.-ddo oh. ,- S. Hiendo rei; S. .Moiss b.
8 Sexta. S. Juan la Malla ; S. Conmina ni. ; S. l'cdro Dainiao.
i) Sabhado. S. Appolliiurfl v. ni. ; S. Ansberto.
1l) Domingo. I. da lluarcsnia. S. Kscolaslica v. irmi de S. Denlo.
i:\.\iiisi:<;ads D\ si itsciiiiMAil \o i
Alagoas, o Sr. l'.laudino Palcio Das : B.lua, o Sr. D. Dui-iii
Rio de Janeiro, oSr. Joao Pereira Martins.
EM PERXAIIM co.
O proprietario do DIARIO Manuel Figueiroa de tana, na >li
lirraria Praca da ludcpi udrncia ns. 6 e 8.
PARTS OFFICI&L
OOVEENO DA PROVINCIA.
Cxpedleme do da t de fevereiro.
UflieteAo Exm. presidente da l'arahllij. Pe-
lillo j batir de participar a V. Ele. que esla pro-
vincia gen de Irauquillidade, cabendo-me porm o
petar ilcacresrcnlar que a epidemia reinante lera
invadido uiuius panlof della, inaiiifcstandn-se nlii-
in.iiiienie algn* casos nata capital.Ignara* aus dc-
iiian presilcntcs das provincias du norte.
DiloAo inspector da Ihesuuraria de faen,la, de-
clarando que o coronel rclorin.nlo Benlo Jos La-
nienli.i l.ins, resignando o gozo do reslanle da li -
ronca que llie foi concedida, culrou lioje no exorcici"
do seu emprego de presidente du cunsdllin adminis-
Iralivo.
DiloAo mesmn, para mandar pagar a Joo l'lo-
reuliuo de Goes Cavatcauli, a qu.intia de I 1(1/00(1
r-.. que eiuprcsluu ao delegado de Sanio Aila, pa-
ra soccorro das pcanM pobres accummellidas da
epidemia remme n'aquellc Icrmo.Communicmi-
se ao referido delegado.
DitoAo Manto, Malvendo o rcqueiimenln do-
cumentado ein que /.eferiun de Almeida l'inlo c Ig-
nacio Josi; Piulo, pedem que se Mies mande pastar
ttulos de aforamenlo dos terrenos de marinlia que
possuem na ra dj Aurora, alini de que S. S. mande
pascar scmellinnlc* tilnlos de conformidade enm a
sua infrmamelo.
DitoAo niPMiii', rccomiiicndando que mande en-
tregar ao eslodaule de medicina Manuel Nones de
Mello, a iiu.inlia de (iO0"*O0O rs., por emita dos seus
vencimentos.
DiloAo inspector da arsenal de mariulia, para
que coro a manir lirevid ule possivel mande later os
necessarios reparos no lian oca i que servio de quar-
tel mitiga i-uiiipanhi.i de engajados, para iicllc
se aquartcllar mu hatalho do guardas nacio-
nacs.
DitoAo detonado de lerm-> du l.moeirn, rc-
comineiidaiido que preste os auxilios de que preci-
sar o cadete Juo Joaqun) do Almeida Piulo, para
conduceo da ambulancia c gneros que se remet-
iera desta capital para t'.,iriiaru',licando carta de que
foi pago aqui o frele dos ammaesempregadoscm se -
melhaiile couduccao.
DiloAo regedor do Ijviituasio provincial, duen-
do, a v isla do que Smc. lem ponderado, que pode
prurogar o pra/o para as malriculas du mesino liym-
nasio, ale u lim do correle me*..
DiloAn Dr. Ilrito eni catmni->.ie medica no
termo de Sanio Antao.Acabo acato momento de
saber eom a maior adiuiracau que Vine, e o seu col-
legt em coinmissao al lionlein a larde arbavam-se
iio respectiva presidentoi um volunte que o napector I taeifliiraa, que nao sao prnpriameulc sagrado*, como i
do arsenal de uiarinlia lem de enviar para aquella I ua templo*, o propno rei absoluto, mas clirislao, de-1
provincia, onde sera pago o frele.Comcuiuicoa-ie i clama iu carta regia n^ gaulio com lamanhaa
nos-as armas
ao mencionado inspector.
hilaAo mcsiiii., para mandar lr.in-poil.ir para o
Maranba.i, un vapor .V. Sallador, dous soldados polica d'.iqii"lla proviucia, Faustino Jos da Silva e
Marciano inlonio, deveiulo ser paga all a despe/.a
de semrlbaiilc Irnusposlc.t!omiiiiiuicou-se ao che-
fe ile poli. i.i.
DitaAo inesmo, para romettev para o Oear, a
seren aDlregoesao respectivo presidenle, seis carlei-
va ronli-car, c dellcs despojar os Jesutas, rio jtor
rffl de juritdioo, inn.< por iudirpenstWFl economas
e de naltiral e precita de/e:a da real penoa e .<'-r-
ga do re'n c do< rattatot em i/iiaiilo recorra t Si
.Ipns/lilirit.
Iguaes principios p.iieccm Icr actuado na mcnle
do govcino imperial c da a*snnhlra geral, quamlo
cxliiiguiudo as oidens de S. l-i>ipuc Nerv, e dos
riinre/.osem l'eroambuco. inandoii conservar e man-
en] conleslacao. o que lemds gaulio com lamanbas ripa Bebntoff tomara medidas habis para cubrir a i A queda de Kara nao otTereee, porlanto, l menor Ronca rouco Irovau fuzila raio'
leapetM, Dblivemos pelas novaa armas urna liuba de Ilion. alleracau. nn lornece a Ratsia nenhuma liase nova .. ,
ac.no fiscal absoluta, ......aje ntateiral, sobre a| Duas columnas russaa dirigem-se MbraKaaton-Ka- Inemem relaco ia opwaju^de oi^ am ^! <.>ue o l.omem naocscula a voz do Ele
l. uiua pela Mirada de Kara, e uutra pela de Bapi-, que respaila as condifuesda paz.
/.ni. o piiinciro b-les iloua corpoi eleva-.e a 8,000 Neala conquista nao leve ella em vista oulrarousa
hmeos o o segn lo conla 1,00. Esle movimento : mais.do que urna tatisfaceaoao seo amor proprio ; ,......,a-nos ,,.
embaraca algum lano Xrlv-l'ji-li i, po-to que ouu- -e e lia he parece sol moni- ua la temosa di/er j '
mande un, 1:1.0.1. homens. Mas este acoutecimei.ln na.....o assgura nni- "" f "^ '" "*" <""*" *1M",' ""'
halalliuct da guarda nacional desla rulado, c qur <
ras liumcopalhieos e osvidrosque llie forem apre-1,er c"" reli-io,"i eniiegandi. os lemplus c si
senl-ulus
Ditao presidente dr provincia, conlormando-se
com o que represeiilou o Dr. ebefe de polica, em
ollicio sub u. SO de -Ji; de Janeiro ultimo, resolve
n.lo sdetoiierar dos cargos de ->." c i." lupplenles
du delegado do termo de Barroiros, dos de 3." c
t." suppleotea do subdelegado da rreguei.Td.i mes-
ino nome. e lin.ilineutc Hs de '2." c ."i. do subde-
legado do I." dtstricln da freguezia d"Agua-l'rela,
mas lambi'ui nomrar para os referidos cargos e para
os ile :>. e i.- supplcuies do subdelegado do citad o
1.* districto da mesilla fregue/ia, que ora so acham
vagos aos cidadaos abaixo declarados :
Para supplentes do delegado du termo do Bar-
reros :
2." Capilla Jo,o Cailos de Mandonea.
." Capillo Joaquim Theuiloro l-"errcira da ('.osla.
Para supplenlcs do subiielegado lljrrcirot :
:l." I.auriano de Meiidonca Vasconcellos.
t." Anlnnio dos Sanios Pinheirn.
Para supplenlcs do subdelegado du I.- districto da
fregiiczia d'Agna-l'rela :
2.- Tenla coronel Manuel r'rancitco d'Almeila.
:.- traucisco da Cnilh) .Machado l'c-
drosa.
i.- Opilan Jos Ue/orra Cavalcanli Maciel.
.">. Alfercs Joaquim Juslino de Almeida.
C.ummunicou-se ao supradilo ebefe.
Illm. e ICtm. Sr.Tenlioa honra de acensar o re-
cebiiiienlo do aviso de ;> de dc/.cnihro em que V.
Exc. se di^nou deappcovara medida que em ollicio
de III de selemliro roinmuniquei ao Sr. minlstroda
juslica baver tomado, de restituir a antiga igreja do
Collegio dus cvtinclns Jesuilas ao culto divino, ,1e
que por falalidade bavia sidn privada.
Se grande salisfacao me cabe pela gencrosidade
coiu que V. EC. servin-sc de proteger o meu aclo
Coma sua approvacflo, mime julgo anda a-siin dis-
pensado de ojuslcar, tiloque, com humilde pc/.ar
meu, V. Ele. o considera menos icgular e acertado,
anda nn eugeiiho que os acumpanhuii, ala obslanle baver cerle/.a de j /"''/"ios-iiari-mars, a acliauduc enlieguc a usos
que o mal dimiuue e de j.i se acharen) sepultados! profanos, llovera en ler prirMrroconsultado jo -
alfaias aadmiuislrac.findo Ordinario e das contrarias,
applicaodo apenas os convenios a usos lemporaes e
profanos.
(Ira. me pareca que a igrej.i do Collegid pelo sim-
ples f.iclucle estar ligada ao convento que buje cous-
lilue propriadade da aacao, nao era um proprio na-
cionalno rigoroso sentido de direito, mas que es-
lava entregue aos usos profanos por urna especie de
casiialidade sacrilega, lenao deteivo, que deveri^
lerminar. como feli/mcule leiiiiinou.
Mas beio i|uccu assim penante, lodavia respelei
no meu aclo a vulgar |iresumpc,lo de ser a igreja um
proprio nacional, vislo como nao liz. oais duque
permitlir nella o oso du culto divino que foi respei"
lado as carias regias de confisco seni todava im-
plicar idea algoma de dominio e propriedade da
paite da irmandade, de modo que lerissc nu preju-
dicaate os direilos magislraticos ; anlcs reconlieci-os
allegando e maniendo n dircilo de proleccit e de
salular rnspeeciio que lem n estado sobre a igreja, c
iiiipuudu irmandade oluigaces aasai onerosas o
de vaulagem publica.
Ale ah crcio eu qur poda ehegar em vrludc da
parle, que pela* le', os presidentes de provincias
lem na administradlo da fa/enda nacional, islo he :
parece-mc que poda appbcar aquelie edilicio, sagra-
do pelo hispo e qiia nAo me consta Icr sido canni-
camente profanado, ao eolio divino, para que foca
edilicado, da mesma maneira c por maiuria de ra-
19o, com que os raen dignos predeeeoores u appli-
caram a diversos inisleros du servido publico, c al
incstnu panirular.
lie verdade r|ue ;, r.i mclhor e mai- commodo,
que en c.onsultasse pteviamente ao governo mp>-
rial aillos do lomar nina resolucio. Ksl.f de i con-
fesso a V. Exc. que me nao bavia escapado, e nao
loi por mera ousadia, que nao me serv della, como
soiopre (eiiho pralicado em casos graves, e quando
da demora nao resulte inconveniente do aervico ;
mas a realisacao do meu intento dependa de lanas
e t.lo variadas circumslanciis,que se nao aprnveilas-
se ru n nico momento em que ellas se poderlo
combinar, lirari.i frustrada a miaba idea c perdido
todo n trabnllin ulterior ; c consequenteinenlc neni
a lelae.io do dislricto estara boje loo beni ircum-
Hussia : mas, lemo de sngaila-la indi a cssejus
repressivo para o futuro, e ai ua un.liiss.io deve ser
garantida nAo rnente por lofenjue lr.ala.los, mat
lanibom por f.iclos evidentes. I N*0 mais Sc-li.i-l ipol
u.....ai Negro, nao mais BonJiraund no llallico, que
poeta anteacar de novo a nleJridaile dos calados vi-
tinhot, nao mais eaqoadra rusia que ossa subjogar
o Ponlo-Kuxiuio.prompl.i a tofo o momenlo a c.ibir
sobre Constantinopla, a dosir ir a pai da Europa c
pira ana teguranea em pon: ueve abandonar
complelameiile os prnlorloraib hem eoutoqualquer
|irelencao < ingerir-sc nos" inle BM01 o COUI os tubdi-
los dos oulros siberanos. N; t devem ser livTes
em bulo j sen curso as aguas d Danubio, mas lm-
belo siiblraliidas as suas margo H a acc.io da Hussia,
que be ruisier ubrgar alargar a posj das boceas do
Danubio.
I.c-se no (ilolw de l.on.b s :
Vista que Hussia nao ofleretcu coiiiiicoc
nao se podo dier o que he que as po
examinar uu discutir.
A siluai.o dos alliadm be po' corlo miiiliiinclhor
(|ue em abril pass;ulo, e a no... lem direito para
esperar que as condicues aclaal
que as que foram proposlas quan o Sebastopol anda
de rundimos (pie
nlra qualquer ag-
ile pat,
potencias leein de
ser.ni favoraveis
.(orno :
I).
Cnm o decido acalameal;.
Conata-aw que S. Exc. o Sr. pre.'idcule da
Sclim-Pachii dore deUar Eneroom, para lazar I ma vantagem material; fornece Ihe urna so cnus
jnnc.-.io com 8,000 homena em Kassan-Kalc. I a occasio de facer cantar um desses Te-Dinm de
la guerra ottamano linha enviado a 'que he ISo prodiga.
er-Pacba ordrm de A eaquadra ingle/a que dcixou o ro de ConaUn-
iMiopla, fez-s-; a villa p..ra o Mcdileiranc.i.
Antea da parila da etqiiaJra os olHciaes ingleies
o ministro
estes generaos assim como a tln
salvar Kart a lo,lo n Custo.
Da Crimea nada de novo.
O sul de Sebaalupol osla cuinplelamonle evacuado, i foram recebidos pel
sullito.
nomeado ofllcial do ordenancaj do imperador.
O general llosquel recelieu'a medalba mililar.
\s tropas que fatem o sorvico da guarnicao eslin
acaolonatlai em edllicioi a' prova de bomba*.
Marelos, dexerabrolU.
Depuis das ultimas noticia-, recebidas de Constan-
linopla, aoles da parlida do crrelo, Omer-I'achi
anda icio linlia alacado Koulais, leudo eslabelecido
> son quarlel general em Uedenl-K ilc.
o exercito de operacao d> Turcos be coutpostu de
10,000 hoineos, mas o aervico des transportes be dif-
lieil em cnusequencia da oslacao.
A divi-.io egypcia anda iik> ebegou a lialoum.
A divisad de soccorro que sabio de Er/.erouin pa-
ra hars u,io pode avanrjr. Assegura-se que lodos
o, cavallos que bavia na cidade de Kars oram co- |r,, ,,. trn.ao-fuz.ila .. raio-
Marselba, dezembro 13. I '"' '"""eni a ro do Elerno nao desmata.
Evin. coinniainlule superior deteiminara ser o ."
balalbao de infaiitara; sentimos d/.er c nin parece
que c-sa nrdem smenle a um batalb.'i.i nao alista-
r as espeelalivas de SS. Exc-. porque n..- saln;-
mos n quanto cusa a reuiiao desses liomeiis para
M. Lampjgny de l.a. ere. Icncnle de marii.ba, foi sco.elliaole lim. adiando aaa alguma i.iiao da frte
nieailo o liria ito ,,i Lu mi- i, .., ;,,,,,r ,.i, t __
nAo luili.i sido lomada. Carecerno
nos deein garanlias completase
gresalo folura por parle da lluss
Seio embargo das negocaces aislantes, o gover-
no ingle/, nao titilar de prosego" nos seus gigantea
proparaliviK para a prxima car pautn ; se o impe-
rador da Hussia soulHw.se quaes esaes preparati-
vos, leria pressa em fazer a paz.
Km lK."t a luglalorra lora" ct i campo nao menos
de 70,000 homens. A sua esquai ra do llallico cons-
tara de mais ID navios, cuja ma or parlo sao cons-
truidos oxpressamenle para o ser ico especial a que
sAo destinados. .
Ja la vai o lempo das cxperiei as.
.Na prxima primavera a ln: aterra dar golpes
dignos da aeu poderlo e da sua fe ra* snoatoaal-
liados lainbem desenvolver a i asntoil actividade
que a importancia da lula exige.
Segundo (odas as probabilidades humanas, nos ve-
mos que ern 1S"it caliiram sobre a Kussi.i terriveis
calamidades : a ella cumprc evita la>.
Ilarburgo II. O novo em irealimo riissu, de
.VI inilhes do rublos, foi COBCloidc pelo curso de 82
como por cento de juro. I"m le cu sera emittido
em Ilamburgo, e oulcos dous em terliu, c Amsler-
dam.
Turim II.O re chegou boi lem sem novida-
cipe de C.arignan. I)s miuislrus, : nina nniimora-' ra. Se se li/oram proposiees dessas nao foram di-
PAG3NA AVULSA.
A I EM PESIA DE.
le
I) re da Prus-ia condecoren cnm a ordem di A-! n.,.. ,,,i........._- ....
guia Vermolha Solim.n-Pach,, comuiau lanle do ex- j" '..... ",meM>*- lempest*
ercito da Valacllia. ',rci'e r,la Vlv- ,cr Torcas novas.
San l'elersburao. doming. itoleja saliilando a fra chova.
Ilerlm, dezembro It. ti vento em furaraos'ostenla ro/o!
Auiiuncia-sc como autlienlico que no meio do no- XI,. ,i ,_____. ., ,
vembro pastara da Prussia a Su. I'ole.sburg, um .,? V" \*' l"r",enl'' : s"l"c lcrra
despacho rogando-Ihe eflicazmenle que acoote a in- I .' onrrnlas paixn-s em furias ferveni
lerprclacao que dao os alliados ao Iciceiro poni ; Sl'li> hrrido c-poctaculo se contempla!
de garanta. A Kossia anda nio responden. I Co'o buido punlial na dcxlr.i em punho
O. 'enc-r r;,r ^k....., para San Pe,ers- \ E'"" ""-" "^"
burgo ja tem lido dillercntes aesaoes no almirantado
e no mtniaterio da guerra. Nos lilis de dezembro
deve reunir-s um grande couielho de guerra per-
manente.
De San l'elersburgo di/.em a um jornal do
Vienna :
o Nao vas allucneis cnm os rumores da paz. por- SJo quasi aninacoes que an crime o leva,
que na prxima primavera a.guerra continuar com I,, .
gran le cnergia. No se occiiltain nos crculos go- : KOaa ruaco ""Vaolu/ila o raio
vernamentaes de San Pelersliurgo, c ja foram en- K homem a voz. do Elerno uo desmaa.
carregados os agentes diplomticos janlo da corles I *. ,
neutr.ies a rcdohrar os seus eslorcos para impedir1 ,lrltan'1" de fome corpo exsangue
esses governos que lonieui urna prte activa na gucr- ["Pela fome e molestia combalido
One deve Irucidarproslrar por lena...
la aeonv um gemido... um ai pungeiilc
E ao clario do relmpago se slenla
O corpo do infeliz assasainado '....
Para o malvado de que val tormentas?
todos os im lo m:i -
^ao aei como possa explicar a besilacao em que
Ymcs. se acham quando nciihurn recurso Ihcs lia
rallado.
Em ludo o 1,1-n ella me paiece mu triste c do m."
nin,tada sem dispendio algum do ibosouro, ncm a
vecno imperial, e esiier.ulo as su.i--orden-n.n.i rr--, v i # n i i
... P icUcja du l.ollegio deixana do sor paslo do riipim, c
lilni-lo an aullo religioso, lano mais quant-i uenliii-
apiigodos morcigos, neto loriamos um templo ma-
excmplo. Vcjo-me pois na dura necessidade de lheaI ingenuamente declare, que em minlia Iraca rom-
recommendar com a ultima instancia que prosigan! preoslo inica ropule a grej i do Collegioun
>>u urgencia ou necessidade me obrigava a tomar de i .
,.,, .... ii.es|||!ii reparado e ornado rom grande dispendio
'iiiiini lo a medida cm oueslao, .- ... .- r ,
, I'.h ii'nl.ir. c sobri'ludo com inlc.iiihavcl salisfacao
- "" i .los devotos do Espirito Sa......e de tuda
u desla
na sua aoamllaaio ou dcem-iia por acabada.
Segu ncsla dala o acadmico Mauoel Nunes da
Cesta, que vai ein companbia de dous religiosos
Carmelitas, disposlot a anuslar a furia da epi-
demia.
DiloAo cirurgiao do balallulo'de guardas nacio-
itacs do Ipojuca.Acabo de receber o ollicio de 5 de
fevereiro, cm que Vine, me participa quede accor-
do com alguns cidadAos 'preslanles dessa freguez.ia,
lem dolado de animar a pupulaco e de lirar urna
subscripcan para acudir a gente desvalida sC H\n
xier a de*envolver-se a epidemia reinante.
Em reaposta Icuho a dizer que inuitu louvo M
seus cfors}os e que espero continuar! a empregar,
coiicorreiidu de sua parle, para que se realise a
coiisliucio .lo ccmilerio e lomando tudas as medi-
das tendentes a combalcr o mal ; vislo como cm
laes casos corre aos cidadaos u dever de succoricrcin-
sa uinlu.un- ule e de coadjuvareinfa aceau do gover-
no cnm o maior ellicacia.
Ja exped as convenientes ordena pala que Ihe soja
i.'iiicllula una ambulancia, pudendo Vine, requsi-
lar-me quaesqcr providencias que jnlgar necessa-
rias e que scrAo promplameiitc salisfelas.tllli-
ciou-se a llteaattrarta.de faz-euda pjra maudarapromp.
lar uiua ambulancia, aoi de ser enviuda para
all.
pro;no nacional, o uom como l.il aqualifiquei cm
meu supradilo nlcin.
I'orquanlo pela caria regia de 2:1 deagosln de 1759
se inandou, be verdade, coiifisrar os bens ucularet
dos religiosos da companbia de Jess, que colao se
extingui ; mas foram reservadas ascous.is ou bens
proprinmente sagradot, em rujo Matero considero
os lemplus ; mandando-se applicar parle das ren-
das .los primeiroa para raanotenclo do cutio, como
claramente so te da dita caria regia as memora-
veis palavras :
ii Porque nao be minba real epia inteucao. que se
falte nem an oullo divino das grojas, ncm ao cum-
primculo das msas e legado que leudo Irado suc-
eessivo pelas nlliuus vonladea dos testadores q,le s
honverem ordenado, nao devein inspeoder-se: be
por benque dos sobreditoa corres se possam lirar as
quaulias de dinheiro que necessarias forem para os
guisaineiilus das missas, celebraces dos olliciosdivi-
nos, e comprimen dos aobrediloa sullragos nas
conveuieiiles impurlancias ele. n
Epor nutra caria regia de 22 de uutuhrndc I7I7,
ilelerininando-se a elasse cm que se deviain separar
ns lien, sequcslrados aos padres Jesuilas, e a furnia
a popla-
capital ; salisfacao que rsluii caito nao
ser desmedrada por nutrn destino meaos po. que
o governo ou a as'embla geral quoira dar a aquelle
edilicio.
Se esperaste pela respusla de minba consulla ao
governo em negocio que alias me pareca Ido plano,
l;lo vantajoso, c do agrado impcriul, leria sem llovi-
da sacrificado a eawncia pela furma ; o que cnlendi
nao dever lazer, principalniciile lendn dianle dos
olhos os exemplos repelidos que V. Exc. costuma
dar quando administra, e que en Iclicilar-mc-
bia se os podesse sempre imitar cm.bcm do meu
paiz.
Dos guarde a V. Exc.Palacio do guvcino de
I'erniinibuco 2".l de dezembro de 1835.Illm. e
E\m. Sr. Mrquez, de Paran, ministro e sorrelatio
de estado dos negocios da faz.enda, e presidente iVi
consellio deminitlros./os lenlo da Cunta e l-'i-
'/ne'/redo.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quarlel general do commando das armas de
Fernambuco na cidade do Recite em S de
fevereiro de 1856.
()RJ)EM DO DA N. 20.1.
O maiocbal de campo comiuindaiileOlas armas,
xel muliid.io esperavam por S. M no dcseinharca-
douro do earoinho de ferro. S. M. foi rocebi-lo com
vivo enlhosiatroo. A cidade foi ill imiuada. As c-
maras coiiluiiaram bnnlein as sflat se-ses.
O correspoiidenlc do Sorle m Paria, escreve
sobre a queslgo da paz. o segunde
o (".llegamos a urna siliiacan rr, lito critica. I.uiz
Napole.o, em v.la dasdimeuldadet oo mleiior c dos
roceos sobre o fulnr.i, parece qui or ainceramete
urna conclusa.) pacifica. Todos oadj ogad*oflii aes,
os cheles dos grai -orpos d os -u, fl^ns. "I'm)-
plones, ii'ii : ^oin\, (..los os fabricanlcse
capilalislas inaot. iran vivaiiuu e OS seos dosejos
de paz.
Por lauto nao so deve duvidar i ; que o governo
franees e acba muilo diaposto asi aro-lar a Austria
e a Prussia em seus esforco* para oe -e enire ein
negocaces. l'nreni ainil.in.i i se i- ide diz.ei que a
paz. esleja fefia.
Ue correspondentes oilicObo< do g .bnele franrqz
apresenl.im as couas muilo mus ad anladas do que
realmente n eslnn.
Cltegam at a aflirmar que lord P Imcrslon acce-
der s proposlas que I.uiz Napolci julg.ir aceila-
veis.
O que me .ir. duvidar da esarlidili dcsle accorde,
be nao si a liiiguagcm dos prinri| es jomaos de
l.undres, como lainboin ns ataques d rgidos actual-
mente a lord l'alinersloii, ja entre I affeicoados a
I.uiz. Napolcio, ja ein carias de hume s de estado in.
glozes muilo condecidos.
rectas nem determinadas. A Prus-ia agila-sc para
conseguir paz., mas erse que lodo icr intil. 1)
imperador deaenvolvegran le aotoridade desde a sua
volla da Crimc.i: talla-so em grandes reformas mi-
litares e administrativas para remediar os abusos
passalns. A talla conimellida por Mourawell cm
Kars rausou nina irsio impreatao no vollin partido
russo. du qual o general ha favorito. Moje o gene-
ral liortscaLufl be lambem eslimado, porque se
moslra -nuil., tollicilo para rom simpas da Crimea.
i' general Luden i-nz.a lambem da conlaora do Im-
perador, 1) grao duque Nn-olin passar.i o invern
cm Nicolaiicll'e (desa!
Londres, dezembrn I".
O Marninij l'ost sabe, par va segura, que o con-
de Esterhaz) parlio bonteni do Vienna para San Pe-
lersliurgo, sondo portador de despachos que coulin
a> teguinles proposlas de paz:
ElClusao de lodos os navios de gu-rra ilu mar
Negro; ilc-armaincnto das pracasituadas nas cot-
ia do mesmn Mar; renuncia da Rnssia so prnlecln-
rado des principados, hem como a Iodos os anligos
direilos do inlervonrao ein oslados do tollao ; cesso
da parle da liess.irabia cm quo se acham as boceas
do I li o i,i:.i.
.Nunca biuve, dit o mamo jornal, documento
mais claro, nao se admittir resp isla evasiva.
|)z-se que a Austria, no caso de ser rejeilado o
seu ultimtum mandara retirar o seu embalsado! de
San l'elcrbuigc.
'lespanbaO infante I). Ilenrique Mara de
Em Pars, como cm Londres, osan gos o alliados Homlnin, .lirigm a sog.....te carta a lainha Isabel.
.le lord Palmerslon, dizcm com allec arito que usen \" ""*-- Soube que pela minlia pequea
geiin polilico osla em baixa, que en clbcco ole. lorliina, suppoz.eram que Un la parte activa em os-
emh ricos e o par- I crll'lu?i conversar.oes cslrauhas ao mili alio ros-
nen .o'uil'res, inlc-11."-"""'a lc;'.1 "ll",-r""'V"lcv" a V. M-, como um
mjll ,,,. dos sena primearos subditos, c coinn lio prximo
Por lano lord Palmerslon pc e
lido da paz. lauto em Paris com
ressa muto em se desfazer desle mi
Taha saberse lord Palmerslon so si llenlarii com o
apuio da opinian hellcnsa da luglale a.
Eis aqu porque al sluaclo he ci tica. Se Lili/.
Napoloao insiste em eondiedes do lai regetadas
rulo gahincle inglez, poderomos vor i imperador dus
I-raorezes sabir pela porta Iravessa pie ruidadnsa-
monle tem reservado sempre ; a s.ib r : o (ornara
alar cnm a Austria para a paz, a all anca Fella com
a (iraa-Hrelaiiha para a guerra.
Enlio sobrrvivoriam inevilavelm ile incidentes
nimio- Imprevistos.
Escrevem de Conslantinopla
tu.i :
prenle de V. M.
Nao lie exaclo, senhora; nem como cavalloiro,
ncm como hespanbol olvide! nunca, o que devo a
nimba raiiibi, e os inous coiKlanlcs volos s.io que
o ciio prospere e dilate a vida ao rein?,1o de V. M.,
e que lodosos llcspaolmos, sondo co o primoiro, nos
reunamos em Volla do Ihrono qoe svmbolisa a II-
ber.lade c as Iradccus da nosaa palria.
Se ns ambici.es oValarda
suscite!, me apresenlaram
digns-sc \ ^ M. aceitar oslo sincero protesto e com-
prclieuder loda a sua lealdado, vendo-o
Jaz o pobre nreliz. no vil grbalo
E diz a Dos fallando balbucenle:
i Meu )eos! pa que nascj se desgrac.nlu
I nha de ser na. torra : sem qu'uin rizo
Pelos labios se quer me deslizasse '.
Eis-me morln de fome...sem que ntenle
Mous gemidos oovisse compassivo !
A voz de meo penar foi sur.lo n i ico
A pozar de implorar de Cbrisio o mime 1
ilepos o estertor do moribundo
Succcilcu no infeliz... morrea orando!.,,
Caridada oode esta. '.' no co por corlo :
llonca o roneo Irovo, tiula o raio,
<) liomem a voz do Eterno nao desmaia.
Em r.siivo sal.lu rico de luzcs (,
Do galas, de gnu ildas ; son- (chivos
l).-prcnde-se Ha orcheslra harmoniosi.s.
Mil formozas deidades Iror.ini fallas
Com aidcnlcs mancebos delicados....
O,ive-so o palpilac do amantes scos.
Nos olhos o prazer sorri-'e meigo
Das llores osperfumos delicados
l'm ambiento d'amor de entorno furmaiu.
E alem... do campanario a voz du brnnz.e
Liles diz Orai rmaos! quo a morle aloja
Miis que minea cruel, lalvez. cm breve
Unzas e pii seris! a Qoc importan sino'.'
Conlinua da al-a o ardcnle vnrlirc
Nao para a oreheslra... que Ihe importa os morios!
Honca o rouco Irovoruzill o raio
E o Iiome.o a voz do Eterno nu desmaia.
I.m esposo infiel n'un leilo infamo,
A perla sobre o salo a proslilula !
Nao se perja aos beijns seus vendidos
com que se bavia de recalber a Iros cofres o pro-1ta'eerto para eonbecimenlo da guarnicao e llovido
docto das arrematar/es, e rendas ronhscadas, as>im e"eilo, que n gnverno de S. M. o Imperador. Iioii-
oonio o destino que rada una das repartirnos devia *e '"'r '",n" por ,lv'*0 ',0 m'"'sler'" llos '"sucios da
Dilo-A coinmissao licnelicenle dos Afogados. ler, somonte se cncurpuruuao listo e a cmara rodos -""^''J1' 10 de dezembro do aaao pausado, conce-
,. ... u amara real os dor ao Sr. oniuel c .uiinan lanle do !l" balalh.lo i e
loiilu presenten nlliciu dessa commisrto, datado de ; nem ascatorea que a companbia do Jess potsua e iofantaria I.uiz. An.....o l-avilla. iros ntezea de l-
boje, em que me faz algumas requisini..s.Em res- administrar.,, c todo* os seas dominios com os .,a.' cenca com vencin)onlo de tolda para Iralardesna
posta Icnlio a dizer que j lu espedida ordem a |io- | ilro.idusaiiiicxos aos mesmos bens, dividiudo so es is,"",c c,n fluM*r provincia do imperio, segando
licia para soiem entregues a cssacam.iiissau os bus- les nas Ires cla.s.s declaradas na le dada ... c""'|u"I.'1" ",,,ei" '''' \"^"^ '! 7 do ndenle
. ., L, '" '" o e" an, Em conseqoencia dcorinina, que o menelo-
pilaes emed.camcntns que o oaohaviam anida sido-j sal.alma dus Magos em .> demarco do mcsii.o nado Sr. coronel devolv a o coinma.idn do hatalhnu,
Igualmente fui recninmeitdado aos facultativos no- '
igiiulo.
azela Je Co<0- por quem lie do V. M. o mais rospeiioso subdito c
primo.Ilenrique Mara de Hourbon.
Allirma-so que o marccltal l'ollii icr dirigir ao A /'a/rir, fallando duque pode acontecer rerra
imperador NapoleAo urna memoria n pial den.....slra que a conquista da Crimea cuslava :i vez.es mais em j a l,)uo influencia pude produzir boje na polilica
leinno a em sacrificio,qoe costoo a b nada do sul de I a conquista do general MoorawielT *
Sebastopol. A Turqua ido ha duvida que conla urna praca
A chavada Crimea be som duvid Perecap. mas lorie de monos; mas nas circumstaneiaa acloaes de
um alaque ueste ponto ao mcio da s :ppe arida.se-j que pode servir esta praca aos Hiissos'.1 Suppondo
ria a ompreza mais ardua que se I: ja tentado nos quo a rouiervem o invern ser-lbes-ba possivel sus-
l*e seus pulilos, venenosos boijos !
o inimisados que nao E nos amplcxos vis do infame gozo
cm diirerenlc terreno, i Procura saciar su'alma torpe !...
Sia o rizo estridente '.... e a esposa cm prantu
Chora sua des.lila, ao eco pragueja,
Sem lor um p.io se quer p'ra os llhos charos.
Honca o rouco Irovaofuzila o raio
E o li 'moni a voz. do Eterno nao desmaia.
meados para cssj fiegucz.ia, quo para maior rogula-
ud.iile do-eivioo c sen mais fcil descmpenbu se
enleodcssem cote 1 respectivo coinmissao.Em ul-
timo lugar pndcr.i dcixar de comparecer a reparli-
{ao em que be empregado o capilao francisco Car-
iiciru Machado Kius Jnior, qu.mdo purcm us seus
serv icos nessa frcgucza nu puderem deforma al-
gum* ser dispensados.
PortaraAo ajjento da ceanpinba dw barcas do
vapor, recoinmeudando a expedican rlesuas ordens,
para que o coinmaudanlc do vapoc N. Saleadnr leve
a seu bordo tiara a provincia do l'ara, .i disposieu
IS
laiaatai
I'.ih Mu. Famjat.
.im
l'assou-se mais de um anuo a'nle-s que a joven viu-
va tivesse recubssxlaJdlda .A |>t-,,.-,j, ,i de sua hcllr/a.
* *aji lll'IITi i uinlu dz.ia, oatjuu signiOeava que
nao fTequeulava bailes nom conccrlos, nem mesmo
simples reunies. e que nn linli.i mais enmarle na
Opera uen) no Iboalro Italiano. II enfado deslruia
parle dus leliz.es ellelos de un labio rgimen c do
ar do campo, onde Mr. Itoguault exigir quo ella li-
casse ale o perfeilu reslabelerimenlo. Esperava ve-
la escolhor para sua residencia a f.iz.onda de Cha-
laigniers, e preenrher seus longns .lias por arropa-
enes nsatetaaa*; mis a elegante eoiideasa eslava lo'nge
de conceber semelhaiile pensamenlo. Estabeleccra-
c ein una magnilic propriedade que linha em
Neuilly. onde recebia ao menos as visita* dos ama-
veis parceros de seus pro/eres pa-sados, e conserva-.
va-se exaclamonte iiileirada das modas c da chiuoi-
ca do da. (Juaijln a lilba, ciimiilava-a de bordados
que manilava fazer polas suas servas, onviava-lbe
lambem holinbos, brinquinbns, rollares de mbar,
de coral o mesmo de perolas linas; Rosa Joanna re-
cebia lodosos metes cnm o seu salario algum nbjec-
to precioso do vestuario camponoz, e seus lilhoseiam
abundanlemenU' prvidos do briuquodos. Porm
t.brisllna nunca vira a mi, o so nao lora a boa Rosa
non leria sabido o que he um beijo.
Todava Lorza de Ifataranau"pareis amar mu ler-
iiamente a lilba ; tallava della sem contar a suas
amigas, indagava rom empenbo us mais novos mol-
des de vesiidus e ilc loucas de ineniu^; mas nunca
l-n-.iiH dcver-lhe uutra cou.-.i senao dinheiro. um
i.nivimpnio de seu curacu, um lugar entre seus pra-
zeres!
A's vez.L madama de YValdeuetL u,ziu :
Deviamim ir a Chalaigaiera para vermo
lina.
Ab! uiinlia m.ii, que diz. Vine.'.' Nao ealou asss
Vide Diario n. 33.
Ncm por OOln maneira devora prnceder um rei
orlhodozo que sabia, que as cousas (agrada*.oslando
fura .lo rommerrio, nao sao laneepliveis de dominio
quer publico quei pailio.ular: res itcriecommtrciuiH
extra ase dieunlnr, el in nulliru, honi>... /i domi-
nio simililer principh non siiul.
Assim he que na mencionada caria regia >o ordo-
noa que nnicamenle se vendesaem em basta pu-
blica os bous movis que non /ossem immcditilaincu
le applicaiot ao itrtiro da' igrejas, e lacrlutta s
delta*.
lio assim lambem que mesmo a respeilo dos bens
doenle sem expor-me a onvildJgrilos que me Hila-
ran os nerVOB Domis, se nu pnsso ir ein earrua-
gem at Parla, au puderei r a Clialaigiders.
Iramos passeandoa p, aventurava a boa avo;
daqui la he urna legua pequea.
I ma legua ealou mili fr*ca para dausar, co-
mo poderia aopporlar lo longu pa-seio!
Do sua palle llosa Joanna por um cume a.sas na-
lural nao procurava as occases do ailrahir a sua ca-
sa a condetaa de Uouranon*; n-o quciuva-se do
privilegio do ternura que Ib? era abandonado, c li-
nha grande salisfacao ein apagar pela sua solicluilc
o polos seus aflgoa u litlo poueu merecido de rali
mcrconaiia.
Quando a condessa recobros a saiide, liuba (aulas
musas a Tazer para rc|iarar as lacinias dcixadas cm
sua vida por este lempo de inaccAo, que nu leve
mais lampo de preparar isremeswis dejoiai e de
veslidos. Como prezava-se de st boa mi, augmeii-
loii a^casa com mais uma mulbcr, qual esse servi
cu foi espeeialmenla entregue.
Tcnliu nina lilba que se cria em casa da nina,
diise-lbe a condessa, Vine, deve iutorniar-scda* mo-
das, bordar, mandar burilar, e bucr ludo o quo fr
preciso, o intendente Ihe dar.i cincoenl.i trancos
para ga-tar p..r mez. cun minba lilba, e vinto para
"os luimos da apa.
A-nova eeoaomia de Chrjtbaaaehon mais jiiiliciu-
so rmpregai trimcnle vinle e riuco francos por mez
para a menina e dez par* a ama ; o rcslo fm regu-
larrocnlq mellido na caiva de economa
Cbrisliiia nem para Rosa.
todava acuuloceu que una daaoulras caiii.-risl.is,
invejosa da i lirgn iiidependent* dessa rapariga,
descabrio o nij*l 'iio .i cotideasa.
IJoai........i do- rocada: diz.ia .1 joven -viuva a
mi ; es-a rrealura nao poda .sopprir-me faeilmen-
le. valo qu p.i-.u .i .ai ?sse lim liovcni na mi-
ul; i ido le iciiunriai > suciedade* por urna menina
ipi" nem anda ainda '.'
A i oite d ronselli Na iiiinlio.i -eguinlc a con-
dessa de Srouran l! ordenoo an mordomo que en-
viassi o.i-., fm dianle a Rosa Joanna cotilo e oitonl*
fr..nci. por mi /. .- Ihe explicas* que as despi .1
Chrisliiia etlavam rninprehendida* u -ni sonima.
M.i- n segunda anuo passnu- lambem tem qu a
menina vi-m- a mi.
i .n da Mr. Ueguanll aprenotoa-se emoasa da
condess* c djsse-lhc:

an ofllcial qui iimpelir cnm as formalidades que sao
du o-lyll.i. Delermiiia oulru sim. que o Sr. 2" ci-
rurgio lente Dr. Jos Muniz. Cordeiro Cilahv,
liquo fazendo parle da junla de san.le por se adiar
doenle o Sr. 2>' cirurgio lenle Dr. Ito/einlo Apri-
gin Pereira (iuimaref.
Jote Joat/uim Coelho,
EXTERIOR.
NOTICIAS DIVERSAS IHI ORIENTE.
(I Momini/ l'ost, (aliando relativamente i paz
diz o scgujnte :
lie corlo que neiihuuia paz, ser segura, nenhuma
negociaco tatiifacloria, se nu nos dermirameote o
Senhora, pensei que Ihe seria agradavelquc vi-
sla>somos sua filba junios.
A joven viuva nao cusou recusar ; lalvez eiperi-
mentasae mesmn umasensaclo descoohecida depra-
zer a idea de abracar a lilba. I'uram, pois. na car-
ruagem da condessa.
A algoma distancia da aldeia olla disse:
Apeomii-iuis, doulor. Iremos, se Ihe apraz,
por esla vereda anombrada iwrvelhoa coalanbeiro* ;
ella us condnzira al ao lahulcirn de relva. onde
sem ijii\ i.l.i minba lilli-i folgo rom seus collaciis ;
quero ver tem ser Dista para melhur apreciar como
ella be tratada em rasa do Rosa Joanna.
fallando assim, a bella condessa sorria cunlenlo ;
sonliava una alegra ignorada, e abra o cornean a
esse sentiinonlo ingenuo. O mdico pensuu que a
julgra mu severamente.
n De cerln olla lem alma, ilizia enmsigo ; a tra-
queza be o >eu nico deleito. Sen egosmo provinlta
da profunda alleracSo de sua saiide ; depois da cura
a -oiisibiiidadc reanima-te, e o amor maternal *p-
pareco. o
Tal be.u presligiu da belleza. (Jiiom piule dizer :
Nunca o experimento nunca o experimenlarci ?
Doulor. tomn ella em voz baiva eaminhando
com o medico na estrella vereda, cu quizera que mi-
nba lilba oslivesse j.i fnrlc, leva-la-bia a Pan*. ||a
das mui longos ; uecossllamus dealgiiein para amar ;
mama* melhor aquellos qu
lempns modernos.
Parece que a opinin do marorli.-.l he Iranspnrlar
na prxima campanha o Ihealro da uerra a uniros
pontos.
O general Martintpoe.es fui enviadi a Ciiuim para
examinar snbron (errouo o bem finii 'do daopiuio
do marorhal. e assegura-te qu; estl nleiranionle
le accordo.
I.-se na t.axcla Militar :
As noticias que us chegam direcla ionio de Cons-
lantinopla nn lazem monco algn du alaque de
koulais por Ornee Pacha.
So esle alaque livesse lidn lugar, i noticia leria
sidn transmitila de Ilion direclamc le a Mar-elha.
o quo se sabe em ComlanUnopla he que Ornar
Pacha pedo homens e djnhciru pal coulinu.ir a
guorra.
Sobre o 'Ichorskson coucenlram-s forca* consi-
deraveis de Iropas turcas, egvprias e I neslaas.
(I sordar toi informadu que um co" a russo de It
mil hoinons lomara posico cm Akh; -ilJie pul-
menear llalnum e uperar sobr.- a r^..i ,,rila do exer-
cito lurco. quando leu)1o avauear ibro Koulais.
O chofo do o- im, dudara ua sua parle oflieial que o euoral prln-
riam e rolavam sobre a relva. Debaivo do um veue-
ravel caslaubciro de ramos vastos c fu os, do Tulla-
gein basta e fresca, Kosa Joanna rslav assentada e
li.ua ; junio dola ama menina de don nu lies an-
uos lolgav a com um cao, omquaulo r as boneeas,
um enrrinho dourado ; muilos ootros incos costo-
sos laucados ah no chao, esperavam ehalde quo
ella ns procuraste.
Com um vosliilo branco ricamente I rilado, mas
rustico, lano de goslo, como de turma, i tonca so-
lo ccarreg-da do lilas o rendas quo gmenlavam
ainda mais sua cnbeca desproporcionad olla linha
nin aspecto mesquinno e deaagradavel i o rolirn em
que eslava do bando alegre, e a exprs, i melanc-
lica do seu semblante explicuvam-sc a 'inicira vis-
ta por um racialismo mui pronunciado, uc Iralilam
movunciilos incummudus e desairosoa q indo a a 11 i -
ludo do corpo nao deisava percoher ai inbas dcs-
v adas.
Aquella lio Chrhilina'.' poig'inlou
Irisloza.
N.io sei.
Mr. Kegoaull fez um imprrceplivel moviincnlo
lenla-la ua jiroxima primavera.
Se lem o mar vre, us Itu-sos j o distemos, nu
podem tentar couna fllgoma seria na I urquia. De
rreliiz.on.1.1 he sempre fcil aus Torco* enviar nu-
merosos reforcos e rousideraveis provimento* para
Erzeronm. o lomar esla cidade iocxpugnavel....
Une rarAo os Humos em Kars. enllocados na im-
posaibilidadede nao puderem avancar um nico
pasto e bloqueados, pir assim dizer em sua con-
quisia ?
Doixaro ellos de ser.ilar.ido* no son proprio ler-
ritorio, e se (rTner-Pacb.i levar a clleilo a |iosse da
Koulais, e ameacar ilireclainentc a capital da (ieur-
gia, a sua posieo nao so tnrnira tan rrilica, que
Ibes se
defeiul
.lili o juaitdor aliento segu
O* azares da suite caprichosa.
Accumula-se o nurn, vence a astucia
E em quanlo um vicio vil lano recebe "
Succambc o infeliz morto do lome !
Do Chrislu o saeerdole alem diviso ",
Esquccido de si, de seu raracler
Animando da orgia impura u-la !
Em quanto seus irmos alem morreado
Nao lem consulaces no pas Ronca o rnuco.lrov.iufuzila u raio
E o homem i voz do Elerno nao dsmaia.
(,ae quadro lgubre nao s*v na Ierra !
cessario reunir Indis as suas forcas para '-'"c li'.rrid as scenas. nao contempla a mcnle !
as suas provincias'.' ( K. pnr lanas lorpcEm, tantos i unios
De que Ibes serve nota passe de Kars? lio N /laijcllo cruel acuita o* homens...
bstanle ade.innar .. plano das opera{esdo eenera- ,,IH. clrc,nCj ;1 ,r:1/L.r, C.,I1U, .., ,lU
litairoa olla-liana, mas he catrn que elle deve ler T ""i"'
Hendido a -loica desesperada desla praca. o a sua A *en 'l0 (lc'vir' ,la lw'(la "t"1:*
rapilulacao de.c comprebender-se lias suas previ- | "'o ileivado covardes, criminosos!
Oe*. Se enfeuden dever abandoua-la a sua sorle, *-_-----
foi sem duvida. porque julgou til sacrilica-la a
combinacics mais vanlajosas, de que em breve ve-1
remos o resullado.
de sorpresa. N-io linha ella vilo nunca
(,luanlo condessa, responder som n-,
ce de sius palavras, sem saber lalvez qu
lacada de improviso no moin do prmoir
seu amor maternal natoenlo, experimei
commodo de una pessna repentinafnenti
um siiniuo profundo ; besilava em reei
nao para
_, c eslo junio de luis.
\h meu seibo amigo, lodos somcnle nos f.illam de
prazeres, de adoracoos, de Iriuniphus. Quando em i verdade born'vel, lenlava duvidar apoza
ves de prazere* temo* tormento*, quando nenhuma ria. Mas ossa lula interior, ersa revolla
adurac.io pude salvar-nos do urna ihii ; qnandu po- ; lindara per causa a Irrnura ; o impulso i
dimos misericordia som alcauca-la, revollamo-nos, i seu coracAo, que a influencia vivifcame
doulor, protetlamo* njusiamonlc contra uma Ibrca dosol litro dos campos aosrilavam for
inevoravol, o para rocobraruios mi menos depois des- j piiuudo an aspecto da desgranada !
so rude abalo loda a nona libeidade, Inda nossa Ahi a idolatra de orna joven mi nAo
alegra isenla de lindados, .lyxaniu- a rranc.i ir pa- I colher Iriiiinphos; pelo contrario orara
ra a casa da ama ; mas o lempo enlraqucie esse de- I cuidados alle.luusos e severos prestado*
-ojo de independencia reparadora ; nota necessidade I da familia sem oolra remuueracau qm
disperta-se : .unamos a crian'ra. conscienciii do levcr sagrado, que" a pn
A apologa he especiosa, linda senhora, mas ho nublado do san litio.
Mmenle especiosa. Vussa excellencia ama a crauea O soflrimenlo do l.uiz.i era a angustia
quando anda, falla, eomprebende o ama, minalora em lula i.....i um desengaa .imai um
lillia
- alca u-
iv.i. A-
nlio de
a u n-
rraucada
roer uma
matviden-
crola nflo
pentinu de
o ar puro,
t('go coni-
Vislo que vossa senhora lem sila. disse elia ao doutor, deixe-ine aqui ; ha de a-
char-rae em casa de Kosa Joanna.
O medico afaitouxe rpidamente, e Luiza rom-
pen cm prantu.
Churoii muilo lempo, nao a desgranada lilba, mas
a sua ; lano lempo que quando riguii as p.dpebras
nn vin mais ns meninos, nem (Jirsima, ncm Kosa
Joanna. Enlo poz-se .i c ininlio rom paito indeci-
so, e chegou a vereda qoe desemboeava porto da por-
ta do fa/enda.
Itnsa eslava em pe noliminar, eChriilioa assonla-
'la e.....m coMn i\c lapele. A jotcn viuva he-ilou
anda, o ein vez. de radiante, agachou-'e airas da
sebe de grosellteira* c de prlciros, que fechava o
jardim du lado da campia. Punco depois chegou o
doulor.
,") O baile masqu da ra do Hospicio.
Dos Rlt.
Alluso. l)ot Hit.
A condessa de Mouranoffseolo um vaper arden-
Ic subr-llio ao rosto.
Como, be ludo! ctclamou ingenuamente a fa-
zondeira : be demais !
Era isso mesmo que en quera dizer. Nao sa-
lii-ii lo que faca do dinheiro, Vine, compra-lhe oi-
teola francos do toncas'!
Kosa rio as gargalhadas e disse ;
Non, scuhor. n.io sou lo loura. Ao principio
cu eslava embarazada porque nao [india gastar nie-
lado dessa semina, l'm da o mostrc-escola que a-
m.i muilo a Iludas, c ao qual eu lallava de escre-
ver .i senhora condessa para reenviar-llaa o dinheiro
qoe rrslava-me, disse-me : NAo se liquide e guar-
de ludo. D o rcslo a juros por conla de lloradlas.
Oh exclaoiei, ella lio muilo rica. Nao im-
porta ; a mai pode lomar a casar, o consumir ludo.
Oh! boa tarde, tenhor, rxclamou ltots, reco-
nheco-o bem. Vossa eohoria vem ver Ciirisliua. Oacm sabe so nao ser um dia esse o mrlbnr de
Innlor rnnjl Caan mida nrnhor* roBdrriia'' Iscusbont'! e ella o devera a voss, Kosa Assim
Uom respondn o medico mui descontento, | lenlio feilo sonbor, pois be luuii conselho. lodavia
mas nao sornrezo J' saber que a condessa nao viera. : quem que ella esleja sempre bem vestida
Vem, iludas.' lurnoua fazendeira, du boa lai-
do ao senhor,
Cuino chama Vmc. esla menina1? pergonlou o
doutor lumaiiilo-a nos bracos com o iuomiiiciiIo fro,
delirado e paternal que caraclerisa corla calegoria
do mdicos.
Radia*.quem dizer llerodia*. Meo meslre es-
cola quem a chaina assim, porque diz. que ella pare-
do* casado, cnm llhos que com o sold qoe vo ter
nao podarlo sustentar suas familias ; baja vista ao
deidacamcnlo do mesmo balalbao que te acba no
quarlel do declino lialalho de priinena linha, que
j.i estando ha das, anda nao pou le completar
numero da forra que loi marcado, apezar das dili-
gencias du sou dignn cominandaule.major r mais of-
liciaes, porlanto, dizemo- asa que mais pn-licoa so-
ra faz.or-sc o aquartelamcnlo pe* meio de coulin-
genles lirado* de ledo* ns enrpos, onde se lomara
fcil a escoma daqaaOa*, que nao lem lamilia e
que por bao menos Matosa. D'ahi SS. Etcs. atao
o melhor.
Nos fundos da casa qu? servio de d -psito de
gelo cuja frente bula para a ra da Scnzala Velha,
ex:slc urna grande porcao d'agu.i enrbarcada que
misturada com os rc-los es'icmeulicint da ri-rneirt
que llic Rea prxima, nao tu embaraca a |M-*ageiu
des moradores daquellc lugar, mas lambem incotn-
moda usque Ihe lema algum lano distantes. eMo
ncs(e leni|K> be muilo prejudicial, por sso pedr-m-se
providencias a quem competir. Providencias, meu*
Srs., providencias!
Eslou srismar com o vivrirodo Muniz, ..-
que se ha de far.er com o vivciro No momui.ivel
lempo da convcuc.io apparceru um cidadao apre-
tenlando um projerto de to remover o p.ui.. do II..-
vre para o ceiTro de I*.iris, alm de haver para
consumo dus habitantes porco de carangueijos ; so
se podesse remover para o Pina o viveiro n.io seria
mo... mat porem...
Afogados.O Sr. Manuel Joaquim do Kego
Albuqiiorquc lom desenvolvido urna arlividada ad-
miravcl cm prol da pobreza dos Afogados. Nao sera'
O dinheiro gaslo com a indigencia que empohrc. ei .i
c-sc proniiolario c a nossa crenca nos diz o contra-
ro. Porem se a S. S. nao Ihe apidarcio as autori-
dades policiaos e mais pruprif larios, ,. llmenle que
iiaufragaroo seus bous desejos. Accommelddo ha
Jias um homem pela epidemia loi onduzdo a urna
casa ou bospilal, e pcliudn um ponen de cha houve
uma nHia enridosa. que iiuudas-c dizer ao enei-
moquena ambulancia doijoctrno n.io rt/ina rin-
do f/ui .'.'.'
Consta-nos lambem |oaa um doenle foi alu-
miado por uma no'lc inlcira ruin uma velinha de
20 rs. QaevdaMqae r.irjdade!
Ha na ra Dircila dos Afogados um paniauu
proveiiieule das aguas da. chovas, que exhala um
aroma *ltaet**ta*0. (s conservadores i-ucarregados
da confera levam o lempo aatcoalado* as envidas
jogando pulhas aos malulos... no ctanlo, quo o n-
carregado de os vigiar n.lo di providencias, e pon. u
ipporece. lato ha de ser calumnia, pola, intriga oa
carato.
I ir. lal Sr. L. parece que naba no- -mi-
radores dos Afogados lal ou qual geto de aroasu,
que cm voz do carne verde vendc-lhe cm seu cc-
perlorio-calingoso acouguc crnica.
A crnica deu um berro.
Espanlou a loda gcnle
Com sua espada de corticia
l-i'cou a polica.
Se o Sr. Ii--c.il nao morasse reliradn la na tilia du
Kelirn, lalvez que esse acouguc ja livesse sido mul-
lo I", o pro.deliciado. Ora umacougae malladu !...
Sueas m inijedoarai.As calcadas dos Alo-
gados eslo serv indo de mangeJnurat : ahi lanca-sc
n r.ipini. ,s linas comgarapas, milbo etc. para os
cavallos, e o poto pasa* antee pela retaguarda dw
animaos. Hum I,, ir.!
i'erguulamos a cerln Kv.l. Kvmd. vi gario se
pode ou seibo se sera' lirilo ua lellra dos caones
casar individuos que Ble se confessaram J
I'erguulamos a oulro Kvd. Kvmd. vgario para
que vcxou com lana usura a um pobre moco n lbenle
nu noivo para Ihe dar ti-iOO de liceuca3$ de Con-
lissao '.'. 89600 de os r casar
A aambl* geral que augmente as 11111:1111- .los
Srs. vtgario* OU por triplcala uu por qnadruplicaia
uu polo que fr, c lire-lhos esses brner.s qur 1
muila* nao llagellaio o povo rom lautas simonas.
Observamos na quarla-feira um e-pcclatulo
la mais sublime relgosdadc ( A imagem da vir-
geni da Piedadc foi Irauspnilada da igreja de Saota
Croz pora a matriz d* ltos-\ila por um nomn <
prodi-iosn de assslonles. A Banal natoan meioniia.
a leme.osladc rahia rarloaa, c nada nbstou a qu* s-o
nosso povo, sempre Icutcnlc .Us castigos de Deus.
acompanba-se de pea us a e lilcanie araamad > v i-
mus mullas familias dislinrlas descalcas e htooslo*
cm pr.inlo, arrostran,I i**, os nedoiihos Irn-
os, e os repet los relmpagos, e quando es-c re-
ligioso cortejo passava pelo Recolliimenln da (.I0111
um choque elcclrco fez estremecer a lodos, cram Bt
recolbidas qae unisonas pediam alraves das grades
do sen edificioSenhorDosMiscru oYdia !
Mi'erirordia! hraboo o potro, invncacao da
Puncas pi ssoas corrigem-se, c no numero rieslis
ce ler lomado a rabera do San-Juan, urna cabera \>&0 enlian us vaidoso*. A joven condessa do M011-
que n.io he a sua. renofi" nAo mudou de conduela ; mudoo smenle de
l-.s-e gracejo oldoo nllrajun grandcmenlc a altiva medico, e seu rcsenlii.....lo loi lal quo induzio-a .1
coiiile-sa bablluada au mais servil respeilo,
olhns pnxiigaram-sc-lhc de colera.
Mr. Kegnaull n.io te/. 11,'iiliuma rcllex.ia, e cnliti-
lla.
muilo hah iio em
lem estado lumias
animad i cm uno suas graj is s roproduzom e le que
a senhora he autora gloriosa. El* iniub* opinio.
Silencio! disse ,1 condessa ; ns menin.....-lo
all!
Approxiiniram*8e dos rarpe* c virim un i;rupn
I de 1001,ioos que, dcscaleos e do pomas nuas, cor-
lo do liivola altiv -/ di lido ein .oa expa
i ,.i! rerida folla vaidado feninina
din de mili. Assim. depois de al "iins s-
t'Mi.p.'i.u can a condessa recobrando ap
espiriio, prucuiou smenle afaslar unta 1
que se lorora mporliiDa.
iba de re- nuou a etaminar a nieu
icros.aiiot Vine, deve ler lid
111I11101 1-lo pequea, Iiui.oii rile
a prnpria doenle .'
ria e-lili-! Ii.ih.iliio, ccil.imenle 11.10, tculioi ;
I nn he Irabalbn ; ella nuncaadoeceu.
1 egnisma Mas. porgonlon amia o medico, porque
s.-lllilll 'II- Ihe too-.1- \.i,i h'lll c!l col.ello. '
lo, uma Pelo conlraiHi lem bell.n i abollo 1 .1.
non uma zidos e l.rriidot com sed*. Mas amilieu..i .1
andos de dos os meros oilenla francos para sen vestuario,
-ene.1 de ello nao pude -ir vestida como nossos llhos.
Kosa! lie lujo
Hulado
pue-
escola que Chrsliua possoia obra de Iros mil Iran-
cos! lima forluiia cm ablela, u precede uma can-
uda com jardim.
Algan* dias depois, l.uiza enviou dous mil Iran-
COS lilba. e qiiiiibeutos a fazendeira : era o mimo
de nupcias. A peuso foi lambem elevada a lu/eii
los francos ; depois lulo lornnu ordem habitual, r
ncm Kosa nem llerodias vrain madama de 1 \-sel.
Se os desvos d'alma de dez geraees \ .uleein
enrrgir-so polo concurso sbito de cundirnos nova,
e felirt-s, .1 bella huronera leria remido por mein .o
uni existencia intclligenle e amorosa as frivolas k
culpadas berraeoes da bullanle cnn.lessi.
Nunca uoi.hum casamenlo reunir mas belleza,
mocidade e dlstuiccn ; nunca nenhuma iiiiillur d. --
posara debaiso do envoltorio mais elegante um co-
racAo mais lerno. 11111a alma mais recta e mais am-
ceia. um espirito mais ornado o mais gracioso.
Descendente de orna amiga familia flamenga ai-
liada da |iorln aos principes det>uv, Eduardu de
Ltssel cridla.In de ndole aili-liea laido quanlo
rislocraliea. Porm India um delollo qur .|e>irum
rpidamente as xmpalhias do sua mu lelz ozaoaO
padeca do paito... era ardcnle c fraco !
A principio l.nit.i arbou delicioso ser amada pn
esse homem nervoso como uma mulbcr; eaftaata-
n ao meio das feslas que cxlenuaxa)u-no. e prixa-
vam-noda folicida.lo inliina do que lizeia u ideal de
so* vida. Mas o relinamonlo doseiifre.idn laliga ra-
pidamente. No lim de um interno l.uiza roofenoo
a si mesma quo ora inspido engonhar quolulmia-
inenlo novas sodurc.'ies para obler de sen mando .1
sacrificio de alguns ternes de Irauquillidade dorocs-
lica. Demal*. Olivia dizer 0111 torno d>- -1, que-ua
ron.locla era de mullier nu...,i. que u b.11,10 depere-
cia, que nccessitava .le n-p 10*0, ele.
Um deves boat.s si 10 .!nv iio in\iio-s. poi- era
..indi bella, adulada, admirada, htvrjada ; n.....ua
danles 1111 serta Don tade naloral frz-lh* admillir nata paite .1.. mu
novas da lilba ; mas era relativo a saiide do marido. Daitot da attatjnt
lalvez iniinilli ol par causa deCbiilina, esaa mil a Eduardo nas rombinace* do sua dsplomacaa. a
lillerenle loinnu uma aveis.io secreta .1 lilln que liimoil para omnptiihciia nata lulolmavel atatsjaana.
solliimeiilo em ve/, do 1101 iriumphn qu-" nem era nervosa, nem s,.nra do pesta, a >p. ti
A i'onile.sa n.io ouvin as ultimas palatra*. A pro-
videncia injuriosa dos eslranhot mui bem fundada
na 111 lilloronea quo lesleiniinhav.i a mi de (ihrisii-
na pez. runiiilo a sua aguarn : ella fugo pola vere-
da, c volluu em soacarrusgero seiri esperar n doutor.
IV
c os urdir perseverante* olrigas, rujo resollado detia II-
rar a Mr. Kegnaull a rlienlella que son saber o sen
carcter Ihe bavia adquirido | eiiivclnienlc. Foi .1
unir moralidade dessa cruel li.-....
criar Suas maneiras inalcrnars nao foram allera.las, En-
tes vnu rrgularmcnle .1 fazeuda
para pagar a peuso e buscar
! Ibo iler.i
Iciuiiuba, I ijlenla francos por mez,
I quo olla recebe da mai.'
quo fura procar,ir.
lu 1; a -ii .olio .1 1, : 1 que iio 1... ,1
i., mc.iiu.i Ir qunlro, rien nniios : porm
liendeii cmlimque nu dovii u ns receiar -ua reli
rada quand toul'.o que a roinles*a do Mouraiiofl
cbaiuavn-se arlualrocnle ; meza .lo l.vsiel.
Nesso ili.i (III ciKiilou oiu u iiuirdo e o medir
sal fula ler um prrleil
i, 11 a ,"'. inte .'.'i in- '
o,rio -ni proi nr ,1 .1 un" :
do d ip.ic
nov^>. vil' eoehi
Dicen.
\s
I,'I
lili
1 para 111.-ira. (requon
,)- raii.li .ni'. 1 .
'
lngu 1 l.i h 11
re! l.uiza j .is:^:o n '-
1.., -.. '..' ,

NlCTI LJa^M^)
v/r-iv dir^i a n>
MPAM
A r\r\
i ITII A



I
BIMiQ 0 MfMMQO SICAJQ 9 M FtVE?.MR0 i- mais extrema allcoAo nao foi enUo inlerrompi la i AleumaS familias que haviara abandonada esta p-
pelo riboinbo do choque clcclricl,, con. que o* tro- 1 ....... ,., estampidos do trovao, o o fuanlos relmpagos,
" "uvirain silenciosos la,, solemne, a Mocara pe-1 ,|e |M,.n.0 scrni, ,.x.,,,. Nul,ra vimoslanla
lirio do ni povo murtelo ao Senlior Dos da l'.ler- j falta de caridad* congahaveniM presenciado ni ca
lild !! '
Nunca vimos espectculo da lao sul.lime lerror,
no.n de 15o siucera cotilricr'tn '.
Srs. do Aterro, ouram !
Srs. redactores da Vagina Aiuha.S'io desojo
diseassoes por joroaea, sondo essa a rederawwe nao
respondo a kidoqoanlo a meo respeilo se tan que-
rido dizer, mas o fado do quermes. Iralam e.n |ua
l'ayina de (i do crenle, cm referencia a inim como
Bacal da Boa-Vista, lie o revoltanle e lao ineaclo
<: <| rula quem fui calumniado, para cxpor-lhes o se-
guinle;:
No dia 1i de Janeiro allimo pelas 7 e meia liora'
da naabia, acompanhado do escrivao de lucos arlos
e do suardas que eslo ai minlias ordena, s.d.i de
corrida *m execuoao do artigo das posturas addi-
cionaes de 90 de novemuro do anuo prximo panado
principiando pela ra do Alario, e foi com elleilo
depois de l.avcr cu mandado lomar ola di infrac-
to trrisacAO; que os respectivos donos de eslabelc-
cimciitos daquotla e de nutras ras principiaram a
irrigar.
Foi islo o que justamente se passou, c nao rn.no
Ihe inforinaram, coi.rli.indo em dizer que na a-ser-
ijAo que acal.o de expender nao receio ser .contestado.
Sou, Srs. redactores ele. Ignacio Josa Pinto.
Oremos piamcule no que nos diz O Sr. fiscal,
porque lie de crcr que Sinc. salisf ic,a cabalmente os
desejo* da lllma. cmara. Coralodo estaremos lem-
pre promplos a reiebcr qualquer reclamaran do
povo, o as jusliflcagoes dos cncarregados policiaes ou
municipacs.
Ipojuca.Vai tempre a ell'eilo a idea de um
teniiterio cm Iptjuca: esta idea lie anlqioda dos
ricos de Sanio Anto.
Aclia-se lia mullo vaga a cadeira de prinelras
ledras do Ipojuca. leude-a excrcido i.ilerinamenle
desde o lempo de sua vacancia o Bviu. padre medre
Manoel Molla, religioso Franciscano.Ol serviros que
mocidade pnl.ro leni prestado esse religioso sao rc-
levanlissimos, e nos enlendiamos que a elle por um
dever de gratidAo dever-se-hia couliar a inlerini-
dade da cadeira, caso lenl.a ,1c ir a concurso, como
lie de crer.
Aquella fresuciia goza de Iranquillidade e por
ora isenla de casos epidmicos.
Eis chegado o Sr. I)r. Caelaoo \. 1'. do Brilo
atacado de una cliolcriua.
Cliesou lambem o l)r. Ilibero, lambeni o coni-
maiidanle do destacamento.
Santo A..tan esla sendo o vValerio ilos mais ha-
bis generaes de llypocrales e de Alarle. Km cr-
dade lie preciso ser-se de ferro paia resslir-se o
choque do maldiln sapatdro de Jcrusalcm Fal-
(am-nos as irmaas de caridade.
O delegado Tiburlino be um hornera de ferro;
esta cm seo posto.
E o governo (eral podera esquecer uns religioso
carmelilas como os que cavaram com suas pn.piias
unios as sepulturas pira cadveres de mais de :t dia'?
Podera esquecer os bous serviros do Sr. delegado
Tiburlino'.'
E pederemos esquecer a coralera com que parliu
desia capilal o destacamento de polica '.'
O Sr. conselheiro bem que vio.
Dizcni que iamla... IA... la... la... como viras
\erdes'. Nao, isso he arara, porque gente de cor-
roame, que chupila bous cobrilos. que Icni bigodcs,
amgaoho militar., nao fose eemier pelo zuido dos
pelouros. O etilo he que o negocio, crobora nao
venha por cima, ataca por balsohe mina, c a po-
lica que nao couhecil o Ierren,, nao esleve para
ver a eu pea ahrir-se o abilOlo. Fez muilo bem.
Fallemos com o corarao as miel. Se o soverno
depoUdeempreRarlodososrecuraos t todo bal-
dado por obra do ';.< 11 e pusilanimidado, que culpa
anda lei '.'
Nao fallemos no Dr. ltriti que esta' atacado ; fal-
lemos no Dr. Kihciro porque relirou-sc S. S. i
Fallemos no Sr. capitao Moiilciro : porque abndo-
se baila c media ueste povoado.
A< niull.eres reeusan-ae ao servioo do hospital;
os bonicos abrir cova para os enterramenlos.
Cun'ta-no* quo a cominissAo bencflcenle vai pedir
por iuten.ledio do subdelegado ao F.xiu. presidente
algomaa praeai para amiliar e obrigar m deshoma-
nos habilanlea desle lusar. a que se prestem a an-
\iliar a seus irmaos que adoecem.
Os leiihorea de engentas do arredores conlinuam
a prestar-se em aliviar os males da pquiIacAo.
Huiro lano finnjni o homi'i.s desvalidos, que as
cousaseaininl.aria.il uiclhor Se. como iremos, ine-
iccermos a dsllineta honra do vermos impreasM lis
uos^as mis-ivas, conliuuaremos a dar as mais exac-
tas iufiirinares sobre o estado sanitario desla povoa-
oAo, e no .pie nella occorrer duranle ulguin lempo.
lio contrario sera a ultima.
i dem.)
Di-cmso pronunciado na abertura das
aulas do Gymnasio Pe nambucano,
pe Dr. Jos Joaquim de Moraes
Sarment, professor designado pa-
ra a pricneia cadeira de scicncias
natuiacs-
As naresjnao prccisaria.n de lan-
as leis para reprimir os horneas,
se houvpsscni lomado a precau-
cao de formar os cosluines dos
meninos.
Chancella- llacon, na sua Apo-
loga das Scicncias.
Penetrado, dc-i" profundo pensamelito do primei-
ro pliilosoplh dos lempos modernos, do mmortal
Cbanceller liaron, poi vezes cm minl.a vida parlicu-
lar liei prusiano fraco contingento a educacao da
mocidade. Designado, poreui, duas vezes no espa-
eo de qoinze anuos para oceupar nao merecido lu-
sar no magisterio da Enstroeefla secundaria desla
provincia, parece qoe ma lilla ininba se len oppos-
to a realisacao da vonladc de dotll dos mais uleis
admlniilradorea, que un meu entan ler ella lem li-
do. Se... qaebra do respailo ,|ue devia a minl.a
propria dignidade, nao padia, I.a 15 anuos, aceilar
urna cadeira, cujo desempenho dependa de Hibs-
lancias, apparellios c iiislrumeulos, que nao havia
na provincia. Ilostrai, porero, boa vonlade, in-
cui.il.indo-iiie de encommendar as substauciai, e
de armar os instrumentos e apparclhos mais indis-
pensaveis. Agora que pareca chesada a hora de
se lomar u.ua realidade o ensino dos elenienlos das
scieuci.is ph)sicas, ra adiar totalmente aniquilad0
o sabinele que a cusa da provincia so havia OTga-
nisado com bstanla traballio e algom dispendio
meu. Ligado receniemeule pelo aro ,1a naeionali-
dade a esla bella provincia, nao me lie licito (azer
menos)agora] do que US, quando cslranueiro. I'or
roso me he, pois, lomar a repetir o meamo Irabalbo,
esperando cm Dos, que nio teja o Irabalbo de l'e-
nelopc, e consolando-mo em lodo o caso com a ideia
de nao pesar sobre os cofres provinciaes.
Er.mi estas, tenhores, as considerares que 61-
pui_i.i a meas collegas reonidos em congregacao.
Fizeraiu-uie a honra de as adiar fundadas, e conver-
Icram-nai cm resolin;ao commum, que incieceu a
approvacao do goverao. I'orem ..aquella mcsina
reuniao inedcsisuarain para vos lArigir boje urna al-
locucao.
Eu, senhores, mais de quinquagenario, o so agora
neophyhi incipieule do roagiilorio publico ; cu, cu-
ja iraca inlelligtncia, se em ilguma coosa se lem
ciercido, he por ccrlo cm materias mallo tilheias
dos assamplos das ora(3ea deata naloreta; cu, cm-
liui que, ha pello de <- anuos, nao entro em es-
labeleciu.e.ilo de-la ordem, sou cu, senhores, que
hci de alrever-tr.e a fallar acerca da in-lruceao pe-
anle os orador, s, quemis iiluslr. un os pulpitos e
neccuida les de cus desceinleiiles, qn.il nao he o
mea jubilo ao contemplar que e-la p.irle dot\ni-
iia-io, a n.ais cssencial no meu entender, a educa-
rlo, sein aqual a ii.-inncao se loma ordinariamen-
te nociva, se aeha a cargo de dous dos mais venera-
veis sacerdotes desle hi pado, ambos encanecidos
nu magisleriu e no exercicio de todas as virtudes
clirislAas! I ni i dcpois de l.avcr iniciada grande
parle da serarao actual as bellezas da latiuidade,
comer.ido apenas a uo/ar do repouso uloriosauen-
le adquirido, como recompensa de penosos e diu-
lurnos Irabalbo-, adqiiiriudo novas forcas na espe-
rauca bem Fundada de aiud i poder ser ulil a moci-
dade, sabe daquclle dore repouso, merecido e ne-
cessario, o movido por lAo generoso impulso vem
assumir aqu resignado as pc-adissimas funcees de
censor o rededor interino. Oulro {'2 apaixonado
pelas ledras hellenicas, depois de haver professado
o grego no seminario episcopal, depois de l.aver si-
do director desso importante eslabelecimenlo, con-
sideraudo que mais ulil poderi.1 ainda ser rellgilo
e patria, se insliluisse no deserto do noo- -or-
los um centro de educacao e de insliuccao, donde
emanassem r.uos de luz vivificadora, que no circulo
progreasivo de suas direccOea fossem abraudando
pooco a pouro a aspereza de espirilos incultos, par-
le maneira dos ailtigos missionarios para lugares
senii-erinos, e 14 rom a resiguacRo e a constancia,
que sti a relgiflo pode dar a seos benemritos, c.n-
sesue fundar um colledo, consesuc a rcalisaeao
de um pensamenlo emineolemcnle cririiUo e ver-
dadeira.tiente palriolico. K-lc venerando auciao,
que a uaqiiella poca provou quito pooco pesain em
seu animo as disiinccdes humanas, agora JJ cm can-
sada idade resigoa-sfl a dcixar o seu eslabelecimenlo
do serla,., com o sacrificio doloroso dcpai,eveui
assmnir aqu o modesto carso de esmoler, dura ab-
negarAo que a conciencia Ihe impoz ao considerar
na importancia da direecao espinlual dos educandos
n'uiii grande eslabelecimenlo, n'ama grande ci
dado.
\'ede, senhores, que escala desceudenle ao- olhos
do mundo, de director de seminario pa-sou a insli-
luidordecollegio no serian, de instituidor de colle-
gio passou a eapellflo doGvmnasio, ediaei-mose
Tora dos senli..cnlos e das coiivicre- da religiao,
se podo adiar grande e meritorio aquillo inesmo
que no secuto lodos achaiiam peqoeno, c como que
degradante. Ah sania loulrina do sacrificio, si.
Iu es capaz desles prodigios de abnegaoSo !
Se he corlo que na educacao o exeiuplo pode mui-
to mais do que o precedo, parabens. mil paral.cns
aos alumno- do <> miiasiu !
Masse tamliem nao he menos verdade que a edu-
cacao publica na provincia tom sido quasi milla, o
que nos e-I ilielecimeulos pblicos apenas se lem al"
tendido inslriircao, veneravei* sacerdotes, armai-
vos ambos de loda a resisnacao, e de loda a paci-
encia evanglica. S dolas pdetela conseguir for-
cas para debellar a- iniomcras dlllicoldailes, que
em vao -anlo minillerio lieil de encontrar. E-se
ministerio so he fcil e suave nos paizes. onde anli-
eas lradici.es de verdaleira clucacao, Iran-midin-
do-se de seraeao cm geraC-O, se acliain encarnadas
no espirito publico, c onde os reaponsaveis pcranle
Dos e os liomens jiela moralidade da infancia
quacs ardineiros que em alamedas bem alinhadas
apenas sao obrigados a sacrificar alguna ramos ni-
miamente liixiirianles so lem de reprimir os instine-
los exce-sivos, que a- familias nao poderam redu-
zir. .Mas \i.- ides rotear um camiubo cheio de e--
piuhos, de abrolhos, e de precipicios. Destruir h-
bitos da pri.neira infancia, lie problema quasi inso-
luvel. I.idar roiflra flaqueza- mal entendidas de
pais c mais, he lenlar iiiumpho arriscadissimo.
Ouercr vencer pelo raciocinio odgencias nocivas, e
prejuilos arraiga las, be de ordinario Irabalbo balda-
do. Proporcionar a forja repressiva a inlensidade
dos inslinclos mos, lie provocar odiosidades, cqua-
ealunmia. Alo a efreumstan-
dos por diulurn.i experiencia, e que sabem melhor
do que eu ludo quanlo [irojectasse cxpor-lhes, que
00340 en ducr ? Senhores, a miaba r.i/.'m fez-ine rc-
cuar, mas o corac.o I'raqoejou. Nao sciclo pos-ivel
ou S.S. o u'destacamento'> leriam iiojo dos ca- l'or emquaiilo o excrcicio da cadeira, pira que fui
daveres!' Nao, ja'esiavam sepultos quando entra- designado, e nSo aceitando os meos collegas os jus-
ram. leriam medo dos miasmas delatarlos da morle? I '<> motivos da niinlia recosa de ser boje interprete
Ella faz medo, be verdade, mas a quem lem cons- dos seus pensainsntos, nesar-ma a cslu sacrificio, pa-
as cadeiras magialroes desla provincia E para cu-
mulo da amargura hci de fallar como deleuado del si semprc dar armas
varos Uto lliuslrcs I'cranlc liomens lito ame-Ira- cia de ler retribuida a iuslrm-.u. secundaria, que
iieubiima nae da gratutamonle, ate essa circuuis-
laucia ha de levar os que, ignorando o valor da e-
ducacao, loubecein de mais o valor das riquezas, c
aquellos que liiun loucnmente se eovergonham de
ser pobre-, a lenlarem encubrir o neceado da avare-
em mui poucas oCraeiies um Iggregado de salteado-
res no povo que maior respeilo lem lido lei, e o
respeilo a' lei be a escala mais exacta para medir a
moralidade de urna nacao.
Em osso. ilias ignaes prodigios da influencia da
educara, se tein visto cm llolanv-llax. (Is crimi-
nosos, qu para all essola a Inglaterra, cnnscrvam
pala maio: parle a depravaco, que levam da Eu-
ropa ; mas ,s lilho-, os nelos desses reprobos da so-
ciedade 1n tnica, arares a' educacao ministrada
por um goremo ltenlo e intelligenle, graeas a'
profusao de escolas, que se euconlr.im em lodos os
losaras habitados.OS indiaenas de lloiaii>-lla\ adini-
ram a lodos os viajantes pela sua srande siuiplici-
dade, extrema fi.iuqueza e iusenuidade, nAo raei.os
do que pela sua isineao ,1a maior parle dos vicios
frequentes na Europa, tim a moralidade veio o
Irabalbo ; com e-le .' riqueza publica, e o bem es-
tar geral.
Ja vedes, senhores, que nao temos que nos en-
vergo nbar de nossos ascendentes, inconlcslavelmen-
te superiores a todos os respetos aos primeiros ha-
bitantes de doma, e ao;. actate povoadores de Bo-
lany-Bay\, Se dealgaraa coma nos devemos en-
vergonhar he do aomno letrgico, em que lenmsja-
zi.lo, governantas e goyernados, no que diz respei-
lo ao desenvolviincntq das faruldades moraes dos
infanles. Disso he que nos lem viudo, e nos lulo de
ainda vir grandes males. Em verdade, dai a um
scneral o mais ninph) conhccinieiito das seiencias
exactas, da geographla, das lingual, da historia,
ii'iiiiia palavra, .(c ludo quanlo constilue o srande
capitao, mas deivai de lile dar na infancia o sent-
nenio profundo do levcr, e se abrirdes a historia,
la encontrareis cutre o que estavam nesse caso os
traidores que mais un horrnrisado o mundo pela
eiinniiidade de seus crlines. Escolhei o mais sabio
ilo- masi-lra los, o mais sublime jurisronsullo, se
lor avosso i doalriiM do sacrilicio, seu immenso
saber servir lao sonenle para entre artificios de
raciocinio, o se.lurc.es de linguagam torcer a lei
deslramenle a' salisacAo dos inleresses pessoaes.
Vede o medico, que, por de-sraea sua abjura a es-
cola espiritualista, p.r mais cxpcricnle e sabio que
seja, os seus servir a tomam-se, sob pena de con-
tradiccao, abjeclo ricrcado, onde so lem iugresso os
abastados em hens 'a fortuna.
Em todas as pro issoes, quando a cuilura djs la-
CUldadei moraes iuo acompanbou a iu-lrucc.io, qua-
si que era melliur que tal iuslrucjao nunca live-se
existido, c para |iiem convencido desla verdade
considerar uo esla. c da sociidade franceza, quando
Konsseau escreve. as suas paginas ardentei de vc-
hemeute eloqnencia contra lodo o saber humano,
descolpado Tirar em parle aquelle sublime misau-
Iropo. Cootradilorio em mudas de suas opiuies
mas semprc consesjaente cm seu desmo tnti-ehris-
lao, principiuu a sjia vida Iliteraria com admiraveis
deelamaees ccntrJ as scicncias e as arles, eacabou
a serie de seus esi-iptos, propiiudo um ivslema de
c.lucarao, que s um pl.ilosopho poderia cxecular,
e csseucialmootc destinado a lormar philosoplios
deislas, A*coulr.' liccao he patente, mas ella pro-
va que Housseai sabia, cuino lodos os pensadores
que lem honrad' a humanidad, e como lodos os
iiomcii- de oslad. que lem olhado para a sorle das
^'-races iutur*91 que elle sabia, como Cicero, o
maior pliilosoplio' Romano ; como l.eibuilz que das
resics superior^ i da iutclliseiicia, em que fazia a
espantosa descob ra do calculo dillerencial, descia
simples indicn1 o das condieDes inoraos indispon-
saveis para a fcl :i,lade do genero humano ; como
liacou. que sov .nava a Inglaterra, c reinava ao
inesmo lempo a philosopiia do mundo ; como o
poldico Hicbeli'u, cuno o bom Fondn, comoo
duro i'cdro da ussia, como o u.isso Mrquez de
l'omlial, como I dos os houieus superiores de lodos
os seculos c de l< das as nares, que a nao se aper-
feiroar ao mes. i tempo o espirito e o corarao da
mocidade, se er alvo.se naoadevinha osesredo,
se deixa no lado, o muco modo vd de reformar
enlre DOS quem declame cnnlra o esludo das linguas
moras, nao falla quem applaudindo o ensino das
linguas vivas dos pnvos, que mais lem contribuido
paran civilisarao moderna, negu a ulilidade das
linguas moras, c lamente que o lempo e o Irabalbo,
que ollas exisein, seja dislrabido dos eenhedmentas
applicaveis as necessidades do homem, c por is-o
mesuio a riqueza verdadeira prosperidade, e real in-
dependeoia da patria.
Ja vedes, senhores que nao enfraqueco a objec-
ci.es, o que nao seria de cavalleiro, Iciicioiando com-
bale-las. poique sci quanlo ellas coslumam pesar no
animo dos meninos que lulam cora as dilliculdades
e aborreciinenlo do piincipio do esludo dessas lin-
guas. Anda augmentare! de minba propria lavra
essas objecroes, e direi que o esludo de Indas as lin-
guas, vivas, ou mortal, sagradas, ou profanas, anti-
gs, ou modernas, lio semprc, o lao somonte un. es-
ludo de vozes, de -.ons, de palavras, de arranjo de
orarnos, que nada augmenta o capital das ideas, por-
que nrto he a scieneiadas palavras que forma us ho-
nieus, mas a sciencia das cou-as. I'orem a sciencia
das cuusas, as ideas acham-se espalhadas cm diver-
sas liusuas; como adquirir unas seino cnnhccimeii-
lo das outras'.'
l'.erl.;menle seria grande bem para a l.umanidado
que se lives-e rcalisado o profundo pensamenlo do
encvclopedico l.eilinilz, a invenran de una lingiia
universal, e que os trabadlos de Wkins, Berhcr, c
oulros pensadores lllslres se livessem transformado
em realidade pralica. He iudubilavcl que so assim
?c poderia dispensar o esludo das linguas, e ler ao
inesmo lempo urna lingua perfeila, obra commum
dos grandes philolbgos do mundo, encerrando em si
inesma a.- suas raizes, e tirando a pos-ivel vanla.em
do todo* os iodo da voz humana, cousas que nenhu-
ma lingua ale hoje possuio. I'orem, em quanlo o
concurso de lodos os soverno, ou o bom senso de
lodos os povosse nao combinaren! para conseguir Ido
grande resudado, ou em quanlo o progressivo con-
tacto das nares e a cresceule mistura das raras nao
l'or no andar dos serillo convertenrio as linguas
unas as outras al formaren! urna s, ale essa poca
infelizmente mudo remola, nao vejo que se pos-a e-
vilar o rido, c em verdade improlicuo esludo dos
palavras para chegar ao conhecimenio das cousas.
Entre os poyos, cujas linguas alo lem suas raizes
no srego c no lalim. ou cujas conslrucrcs srainma-
licaes pouca ou ncnhiima analoga lem com as des-
las linguas, pode haver qu'em allirme com alguma
appareneia de razao que o esludo de laes linguas s
he ulil a anliquarios, a lillcralos de ptolisato, a sa-
cerdotes que devem ennhecer os tcxlos originaos, e
menlava a falla desle ensino na inslrurrao secun-
daria do imperio ; lodos reennheceran, como o pabio
prelado, que a nossa lingua he abundante, clara,
expressiva, numerosa, euplionca, c poelira. Mas
oslas qualidades reunidas n'om idioma prcsuppocm
grande libcrdade em suas lormas e couslrurc/es, e
no exercicodessa lerberdade nreciosa.ou funesta co-
ros ;Infeliz daquellc, qnc ao imperio da mal per
feita libetdadc leva consigo alma de escravA !Ta
manha vehemencia, si, profunda ronvir,.-a po
deriam arrancar a Sclilller, porque co xerdadr tila
pouro harinomsa com suas opiniues iiiiniamcnlc ab-
solutistas e Iheocratcas.
Ha ja lempos que entre iu se ergeeo lan.l. ni a
ino todas as liberdades, conforme o uso, que dellas cloqueule voz do Exin. arrebi-po da baha pai
fazemos, s pode servir de lei o gusto depurado, e
auxiliado por esludo ?ero.
Se tai talve demasiado eilenaonesle lopico.jo-
xens alumnos, he porque .,s considero os mais for-
tes baluartes contra os futuros ataques fcitos a bel-
primir dcnlico peusameoln un meos vehemen-
cia, p ueii, com mais gra^a. !! bom prelado, lamen-
tando a maueirs superficial e acederilla, rom que
ordinariamente se eliidam os pieparalorios no u.....
inluilo de conseguir ingresso na- Faeuld.i.lf-. cono.
la lingua de Camoes, O I un. in mr-er muiba iu- >e iienhiim oulro pn-limo li,r mi, r.nnp n
lima, c ja autiga convirrAo, que o futuro dessa lin-
sua est lodo no brasil, cuja exIen-Ao, riqueza de
solo, e cresceule produccao oao pode dcixar de al-
Irabir, c desenvolver antea de mui poucas geracoes
esludos, pelo modo c pela iiileurio com que -* l".
zein, aos andamie, de que os pedreirvs u-am em
suas conslrucei.es, os 'quaes. conrloida a ulna, -r
deMiiancham, e le alirain para um lado, assevrund"
una popularan con-ideravel, lao considcravel, que aquelle sabio vaiao, que d'ahi provem a deradenr. i
nAo he po-sivel nrin imaginar seus limites. He nea- da sAa litteratura, cujas llores matisam o peifaiuam
MS circunstancias de vigor adolescente, c nao en- os campos da sciencia.
Ira o marasmo de progressiva caducidade, que se Se vos cito Uo rcpeilaveis autoridades nao hr
dao as condire de durarao, e os elementos de per- para fazrr alarde pueril .Ir facis e Inviacs Irila-
leirAo de una lingua. A-sim a vo-sa applicacAo e
aproveilamento correspoudam hcnelica sabedoria
dos instituidores da nova cadeira !
Oulra inuovacAo tamliem preciosa, que nesle es-
labelecimenlo acharis, he o ensino dos elementos
das seiencias ualuraes. Cano laes materias nunca
foraiu professadas na provincia, pe,mili, senhores.
que ex|H>nha resumi,lamente as raides*, que me (a-
zem qualificar de preciosa esla iuuovarao.
He tnnegavel que a civ.lisarAo dos modernos nao
lem nem oobjeclo, nem a ualureza da ciwlisarAo
dos antigos. Tambcm he evidente que a civililBC,*
dos modernos he superior a civilisarAo autiga. Se
me nAo engallo, a razAo desla superioridade esla lo-
da m..ramenle n.i duutiillas do Chiisliani-mo, c
maleiialmenlc na maior cwllura, e consideraveis
prosressos das seiencias applicaveis as necessidades
do homem.
Con es progressos das mathematicasi da phxska,
de chimica. da miucralogia, uinua palavra de ludas
as seiencias de ob-ervarAo, augmeularam-se, c aper-
feicoaram-se os pro.luctosjdosolo ; baralcaram-se e
simplifiearam-se os processos da indiisliia ; subsli-
rara-se ao. trabadlo humano as forras irresisliveis c
infaligaveis da ualureza ; levou-e a arle nutica a
espantosa perfeicAo ; encurlaram-sc as distancias ao
coininercio; aunullaram--e os lerriveis clfeilos da se-
paradlo dos liomens na superficie do nos-o planeta.
Nuticos, asricullores, negociantes, in luslriae, es-
ses liomens, em cujos trabalhos repouso a iudepeti'
i'.ar,. i dencia, e a prosperidade das narocs, devem o que
quando mullo aos mdicos, e jurisconsultos. Jcuire i i i* -i
nos, senhores. com urna linsiia, cujas raizes sAo qua- I <* '"'je ao estado, a que ja chegaram as scicncias
s. todas latinas e gresas. c cujas formas sao de Indas *">es, e a preporcao que ellas forem progredin-
as linguas do mundo as ra.is parecidas Com as da I "->'"''"iua que as suas applicac6es as neces-ida-
lalina, eiifraqueccr o esludo dessas linguas seria o
des do homem augmentaren), iiiaiores hens faru as
mesmo que lirar o alicerce da inslroccAo secundaria "aOes esses seus verdadeiros sustentculos.
cuja liase he por loda a parle, nem pode dcixar de
ser. o esludo da lingua nacional. Nao he precisa
muda altearn para reconberer era quem fa'.la ou
escreve a nossa lingua, a ignorancia das linsuas mAis.
Sendo islo iucoolest.vel, claro esla que em nossos
das o educando, que nao liver as pos-ivei- uoces
deslas sciencir.s ; aquelle que lira: inicuamente es-
tranlio ao conhecimenle das leis da ualureza, e das
O desvio da nccepcAo original dos lermos, resultados forras que ella nos ministra,andar por osle mundo.
da pabreza cun o vicio
ciencia de que vive nesle mundo sem saber para o
que nem para o que nao. No entretanto .". humes
de tnica armados cora a palavra sania, nAo aban-
donaran seus infel./.e- irmaos nos ltimos paro-
xismos.
O bairro de Sanio Antonio ja" deu principio
aoempregodas logueiras. Adiamos que ellas po-
dem dar resultados lelizes. Iteslam as de mais fre-
guezias.
Conlinuam as procisscs polas mudnncas dos
Sanios de urnas pira mitras igrejas. Esla pralica de
piedade e religO he cmiiieulenicnle salular c o
|iuvo lem f nessas proci-ses: Dos se lia de amcr-
eeat ile mis.
Ate amanhaa.
13. ou o fado innocente
alroz da maledicencia.
I.aigos anuos de mui cara experiencia adquirida
receria ma vonlade, ou egosmo. Para eflar as | minha costa ne autorisam a declarar peranle cale
COM AUCA DO BONITO.
1. de fevereiro.
Ela Ierra esto um hospital cm poni grande ;uns
doenles, oulro morrcn.lo, em lodos os semblantea
se divisa a Ihsleza, e em neiihum o roCr.r de inn
sorrisn :.o niviios A molestia vai levando na villa
o arredores os seu* c i diariaineule. e isto para
aqu na., he p quena morlaudadc. Unjejalase
foram .
O noo visario esla cuiislautemciile na ra, em
confissoes ; Dos nos acuda A-sini mesmo a nossa
sollo he u.ell.oi que a dos do ootros lagares, com.
Garuar c Viclori... .segundo o que corre] porque I
a pesie aqui esta muilo intensa, em relarAo a benis-
iiidadecoui que coinerou, porcm conforme as noli-1
cas que nos veein daquelles dous lugares, prete
que devcriamos eslar diariamente de joelhos no
chao agradecendo a nossa l'adrocira (Ao grande be-
neficio Meu amigo, nao devo continuar ueste ter-
reno. nem convem hoje que pise n'oulro. Adcos,
nao sei se Ihe posso dizer
Au retuurner.
N. II.Hito apparcrido casos de era '1 c 5 horas
decidir-sc o homem. Tem bavldo algunas chavas,
c parece que a epi.lfmia se aggravou com ellas,
mas eo scnipre desojoria que conlinuassem.
: s l horas ila manilla.
i) Sr. cholera vai di/imando os Bonitensn ; an-
!-!],ihlrin morrerara 7, hoiiieni igual numero, e
boje ale esla hora 3, e mudos rslAo com a rete a
cabeceira. S se vi passar genio para ver o pa-
011.e que estas morle- sao na villa, e perlo
dre.
delta, un mesmo povoado : afora o que val por to-
ra. Em Capneira i>,t.uj(i0 al honlem i, mas
exislcm mudos aiteclado<.^Eiif~orTn!ri esla no
seu principio ; em Uezerros lauliera ja ha sua mor-
talidade, nAo muda. O vigariu dalli, padre Ma-
noel Clmenle Torres C-allindo lem prestado bons
sondeos. Adeos, meu amigo, o mais perlence a
lieos.
Se for vivo
Au retourner.
H. II.A polica vai prestando remedios e sor-
corros aos necesitados. Na villa, n'uma pequea
bolica poucos medicamentos ha, c quasi lodos recor-
rem a do soverno, c nesle caso nao se pode negara
s porque quem pede lem cora que comprar, mas
se elle nao so ada.
Y.'arfa particular.
JABOATAO.
7 de fevereiro as i) horas da noile.j
Como baria dilo na minha prmeira missiva, che-
gnu nxK l|J da manha.. o acadmico .Moraes l'iuhei-
ro, Irazendo alguna recursos para o hospital. Po-
rni us engajados para os enterramenlos c serviros
do hospital, era numero de :!, abandonaran! covar-
dcmenle ao esliidanlc no inomenlo de SUS partida
para e-la povoarao.
Os inen.hros ta rnmmi.s.io lieiielicenlc VgO pres-
tando relevantes serviros, mxime i. visario. que he
inransivel no provimculodo hospital, no cuidado Ao
remiterio, c na cura das almas de -cus fre;;uezes.
Ilocnlc romo tem oslado o visorio, lemo-lo visto
visilau.loos cureriiios.confessand.i-os, animaiido-o e
eiupresaado todos os incios de os aliviar plivsica c
iiinralnicnte.
Em cuiHequenca do ma'o estado de memliro da
commiss.io Amaro K. d'Alla, foi ello substituido pe-
lo acadmico Moraes, que vai faxendo o que pode a
ben dos atacados fia cpitlemio. Nao menos aeloxn
no cu.nprimeiito .ios -en- deven s leeiu sido os Srs.
Joan le l'ae- la.reto e .Manuel Tires Terrena.
I i estado sanitario <\'t povoafUo lucllmrou unido
depois qoa/m a noile de i do rnrrenlc, Irovcjou,
lelimpejoii c chiiveu copioameule.
As Eagueiraa esUto na ordem do dia.
i) subdelegado anda nao lia remedio a dar um ar
tic sua graea nesle povoado : purcni se ha prestado
as icquisciics da ciiinin--"io benefieenlc. Dos Ihe
d ir. i- energa, o se couda ilo terror de qoe se
aeha embebido a sua alma.
O Sr. Casado Lima, enviado pelo s iverno da pro-
vincia, cunliiiAa a prestar lodos os socrorros de sua
aiio aos atacados da epidemia.
loda a lardedo da 7 lem por esta pnvoacao pau-
sado desertores da Victoria.
Acaban de ser recolbi los ao hospital 2 desles sol-
dados atcalo- da epidemia.
Exislem no hospital desla povoarao K liomens dio
leriro-, e no hospital dainulhere- y oa.
No eenilerio deram-;e boje .. aepnllitra H ... lave
re.-, que com "l que o (orara a..te summum ...
apparencas da ii.graldao, expuz-ine a coulingen-
Cia de um desar.
Esla conlcmplacAo para rom meus collcsas ; e-r'
minha deferencia involuntaria, espero, senhores,
que me alucie igual senlimeulo da vossd parle. A
Irabalbos impostos nao seria jnslo negar a indulgen-
cia, iii'oruicule quando se acedara por mero dever
de civilidade. Se porcm o senlimeulo da justira
vos nAo pcrniillir toda a indulgencia necessaria, re-
part os rigores dessa juslira com os collegas, que
dando-me lao insigne honra, me iitipozcrain dever
perigoso.
No dia da abertura desle livniuasiu ja cloque..les
vozes muslraram o que lu al hoje a instrucc,Ao
secundaria entro nos. as causas da convengo ilo an-
liau l.yceu nesle eslabelecimenlo, e os bcus que a
provincia deve esperar desla eonversao. Lra a fes-
la do baplisado, era o dia das generalidades. O as-
sumpl t c as circtimslancias cnibcdeciam e amplia-
v.ini as ideia-, f.icililavan a elevaran docslvloea
originalidade dos pensameulos. Hoje principia a
severa realidade da pralica, o descarnado por mui-
do da txfcueao, o rido as-iunplo da pesada larefa
repartida entra ni. Spelo lado da innmera im-
portancia dessa larefa poderia hbil'orador aebar
malaria para rasgos de elo.ucao, atavos ne eshlo,
ou |ircftiiid(vi de pen smenlos.
Senhores, ntrenos, e no lem andado confusas as ideias de clticarAo e de ius-
IrurrAo. Para grande numero de pessoas sAo os-
las palavras como que svaonlmas; mas cnlre
ellas vai lodo o esparo que separa a moralidade co
saber, cousas que cm Verdade deveriam andar sem-
prc unidas, mas que infclizun-nlc ucni semprc se
encontrar.) jindas.
'ledas ;;s vezes que na vida dos povos, uo correr
dos seclos a educarao e a nstrucrAo se separaram
ou se deseqeilibraran ; lodas as vezes que cnlre a
educarao moral c a cuilura das Facilidades inlel-
lectuaos nao hotive a necessaria harmona para a
perfeicAo do homem. foram grandes as dessrara-.
que assolaran as naajoea.
Ooando os goveruos allcnderain s iuslrucrAo,
e deixarara enfraquecer a educarao, lloresceram os
brillianles seculos de poli la rorriipcjio de l'ericlcs,
de Augusto Cezar o de l.uiz \1\* : quando entre as
calamidades do contentas dcvaslaces desapparc-
reu quasi de lodo a inslrucc'io, o fcou si. tuna
educarao sem leis, iiin philosopiia, veio o nivsli-
cisno semi-barbaro ta idade inedia ; quando Anal-
mente se deu ludo nstracc3o, e nada a educacao,
viraos nos lempos antigos os horrores doliai vi im-
perio, c quasi em nossos das assim qoe a philoso-
piia sensualista da regencia e te l.uiz XV chegou a
substituir a educacao sradualmenle eufraquecida,
presenciou u mundo as ferozes salurnaes da convn-
celo franceza.
(I que a historia nos mostra cm srande escala lias
diversas pilases tas itaroe-, observa-se ilo mesmo
modo n'on individuo. A" proporrao que o sen-
limeulo do dever se enflaquece, islo he, a medida
que os tiieilos tic nina boa educaran desappateccni
i.'iiiu homem, osle honlem, por mais instruido que
seja, preripila-se de abxsmo em ablano, e corre di-
reito e pre-suroso a sua deslruirao.
.1 educacao, diz o Ilustre liaron, he n ohra do
COSluiM tomada dc^de uin/aniia. Nada ha mais
-imple-, ue.n mais verJadeiro ; mas esla dobra do
cusame, lomo la desde a infancia, para fazer a ven-
tura do educando, econlribuir para o Iicm geral,
para prodoiir o que tlclla se deve esperar, quen he
que a ha ilo dar '.' Fin que base se ha do fundar .'
Oh! Evidentemente si. a.roligflo a |H>de dar, s a>
-na., doulrinaa Ihe podem servir ,ie 1. .se. Snp|Miiilio
que cnlre a moci lade esperanro-a. que me ouvr, c
que tan gloriosamente vai reagindo contra o espirito
.la falsa philosuphia do seculo passado, a palavra
relisiAo eucoi.ii.i echo favoravd, mormenlc cm ma-
(eua de educarao. Supponho que iiingiicn pode
dovidar, por mais culto quo -cja i. alcance da ma
nlelligencia, que tora da dunlrina santa do sacri-
ficio, doulrina geral entre lodo- os povos, e lAo
enliga, cmnu o mundo, nenhuma oulra base se po-
de dar a educacao, a nao ser a satisfazlo dos inleres-
s.s pessoaes, isto he, a completa iiegaguo .t,> dever,
a lu al deslruiro do laro social.
Sendo pois neonlestavel que fi.ra daadoolrinu
,1a religiao e da s,a philosophia, n.lo ha oilucarAp
po ivrt, romo cid ni .o qua de e, i sinceramente o
bem da palrit, como ci.c.e da familia que anlex as
brilhante c mui compelentc auditorio que o esla-
belecimenlo particular do educacao qoe lular enr-
gica e cllie.izinenle conlra essas dilliculdades s po-
dera durar a cusa do instituidor.
Felizmente nao se Irala aqui de lucros particula-
res, que s por si sAo aiilipalhicos verdadeira edu-
caAo. O trauco ora materia de cducacAo, diz ex-
perimentado autor, he um dos mais tristes indicios
tl'i allerarao dos coslumcs.
Discutan! embira os pl.ilosopho-, e u estadistas
ta nares mais cultas, se a cducarAo (leve, ou nao
ser iiiilepeu.lenlc da accao tlu gmerno, ser livre,
co'iio clles di/.em. Fjssa diseu-slo, que lao bellos
escriplos, e Uto profundos pensameutos tora origina-
do, he das mais simples cutre mi', pois que se re-
duz a sab.T se o goveruo ha d da-la por cm quanlo
Da >.... ou iiihif mu,........ ...t. i,u ti"......
as soctedatles M imanas, pri. '.ente, como diz
lacero, quaudoj a sd aeha dege-.ada a auloridade
dos coslumes. ,
t> actual mudktJe educarao secundaria clausura-
da e commum V'e produclo manifest dcconsiJera-
ccs desla orden; clausurada, porque sem sesre-
sar a mocidade do serillo civado de graves defeilos,
sera a preservar de-de os primeiios annos da infec-
r.io da sociedad', sem aduar sobre ella pelo euro-
pio e pelo cons lho, sem a sujeltar a hbitos de or-
dem, de obedi ncia, de regularidade e de perse-
veran.;), jainai so enraiiarSo cm seu gremio pro-
fundas convio >es moraes; commum, porque nlo
ha para corrig : ns nieuiuos raeios mais eflicaz do
que a conimun dada da cducacAo. Essa communi-
dade s por ; m lepen lenlemente ta aceSo dos
iiicslrcs e direi ores, produz, como succede a lodas
as iiislduiccs issencialmciilc boas, a maior parte
do resultado, i ue se nlcnli conseguir. I'ara re-
primir u orsu io, Uto frequeulc entre os meninos,
ilo acaso do na cimento, ou da riqueza, conlr.i o
qual sao impo. mies quaesquer etforcos da familia,
porque aelttcat a do conselho fice totalincnlc aunul-
lada pela disco lancia do exemplo mudas vezes ne-
cessitado pelos labilOi sociacs ; para conseguir essa
da ignorancia do valor das raizes, palenlcia a tnap-
lidAo litteraria nos periodos de um escripln, ou nos
primeiros inatanleajde urna conversa. I'ara mis, e
por cm quanto esta poisaqucslAujulgada, ou apreu-
der essas linguas, ou ignorara nossa.
Tamanha he a conviccalo dos sabios legisladores,
que inelHniran este Gvmuasio,< cercada importan-
cia ilo esludo da lingua nacional, que adiareis aqui
urna preciosa innovacAo.At boje o ensino publico da
liogua nacional tcm-sc limitado entre liosa narrados
compendios, a meras anahses grammalicaes, e lo-
mando-sc o esqueleto pelocorpo iuleiro, o cssencial,
o esludo refleclitloe profundo, o co.il.ccimciilo real
da lingua depurada, deixou-se ao acaso, ao arbitrio
individual, c nenhuma prava esperial se exigi des-
so esludo o mais indispen-avcl de lodos, nao direi so-
monte, aos que se deslinam a qualquer ramo das -ci-
encias, mas, cuino dizia Cicero, a lodo o homem que
como viajante no meio de Cslranhos, cuja lingua ig-
nora ; licara' isolado no incio do espectculo do uni-
verso, dos plienomcnos da ualureza ; nada cuten
dora desses milasres ta ii.du-lria moderna, que nos
espanlam, e nos cobrein de inniiineraxeis beneficios.
.Mas se pelo contrario liver noces, por elemen-
tares que sejam, dessas seiencias, estara' de posse da
chave dos arcanos da iuduslria moderna, e da prin-
cipal razAo cllicicnlc da nossa actual civilisacAo. En-
lAo o maravilhoso desapparecera' cuno tlesappare-
ce sempre das cousas condecidas, e mais severas re-
llexoes virao a' menlc do etlucan.lo. Se, por exem-
plo, elle liver idea dos fados odas Iheorias .la elcc-
Iricidado, e do eloclo-magnelismo, na recente crca-
cAo dos lelcgraphos eleclriros urna so cousa lite
causara' espanto, e vem a ser qac ella fosse lao lar.
tlia, e queja no lempo de nossos av*, e biavos se
I nAo houvcsse tornado resultado industrial dos iin-
mortaes trabadlos cientficos de Franklin, das iu-
aspira ao oxercicio dos direitas tle cidadAo.
Nao admira pois que de lAo lamcnlavel dcleixo I dicaci.es pralicas de S.immerins, c oulro.. Do m-i-
rcsuli.sse o que por ahi todos observamos, a saber, i >"o modo, se liver conheciiiienlo das leis da forina-
palavraseconslrucres exticas sem a minima prc- Cao c da leuc.Ao dos vapore, nao-o entender 10-
cisao. mudancas arbitrarias, e que de ordinario fet- das as maravilhas. que o vapor lem produ/.ido em
rcm as mais simples leis da analoga, eslraubos idL,-} "ossos dia*, mas nAo podera de.xar de estrenuas
lismos, tosco enxerlos, que delurpam a pureza oa qoe desde os trabalhos de l'apio alo a nos-a epoc.
lingua, deshancara a sua belleza, alleram sua ndole mediassem lanos annos sem que a industria apro-
particular, e a Iraiisfonnam cm grosseiro e disforme
na iiiavima parle a sua cusa, ou se a nAo ha de ha- repressao basl m algunas semanas da cominunida-
ver que preste. O bom Feueloii.liziadevenios mais
a familia do que a nos proprios, c mais patria do
que a familia.A e-tas bellas mximas da philosophia
clirislaa accresceutarei cota \ illemain, se devenios
mais i patria ilo que a' familia, tambcm a patria nos
de ve mais do que a familia, e a sua principal divi-
d, o primeiru dos seus devores lie a educacao, ni-
co meio tle nos (ornar liomens c cidadAos.
1)1 instituidores do i\ muasio conlieceui bem as
mais palpitantes necessi lades da educacAo cnlre mis,
e potaran moijuJiciosamenle no Ihesouro publico,
e na iti-perrao das culorida les a garanlia da bon-
dade, Independencia e durara. de-te eslabeleci-
menlo, cnudic/.os sem as quaos jamis po.leriain ob-
icrosliii-, a que se propunham. Keconheceram a
falla de poltica, tle philosopiia e de relisiAo que
havia em azer alguna sacrificios para a insIruccAo
da mocidade, e nenhons para a sua moralidade,
de da o lucacao He defeilo de que os meninos se
coirigem .nuil depressa uns aos oulros sera o mi
nina Irabalho los meslres. Pata destruir o deraa-
ziado acanhair. nlo, a eseessiva liuiidez, muilo or-
dinaria enlre is meninos creados (ora dos grandes
centros da p, lularAo, bastara algn- niezes do
(i\mnas'.o. O |,ic nao podem conseguir os meslres
rom reprehens as, c inesmo com castigo, oblem-iio
mudas vezes I camaradas com maliciosas censu-
ras, ou com fu is c enancadas lombarias. Cora a
aurora da exi- "ncia moral pflucip-.a aqui a lula
das vaidades c las paises pueris, e essa lula torna
necessaria a i rcunupccrao, olirig civilidade,
impoe a moder r7io, forma a ndole, desenvolve e
fortifica o sen e a vonlade.
He nma'esc la anlccip.ida do mundo, lie valioso
preparatorio p. a a entrada sulemuc na vida social.
composlo de elementos discordes, que se repellcm
uns aos ootros.
Dcsoendo das classes superiores, o mal lorua-so
geral, e vai em lal progresso que a bella lingua de
Cames ja desfigurada parece ameacada de ruina lo-
lal. Todava, senhores,ns mais competentes juizesdas
naces eslrangeiras, que cliegaiam a seulir as bel-
lezas tiesta lingua, coufessam.que nflo ha na 1.ni opa
oulra, quo rena no mesmo grao a abundancia, a
pompa, a vanedailc, c a harmona ; que nao existe
oulra, que possuindo a preciosa Hberilade das inver-
ses, e formas svnlheticas do grego e do lalim, leuda
ao mesmo lempo a clareza, predicado mais dislincli-
vo das linguas modernas. (,)ue vale porem um ins-
trumento precioso as inaosde quera nAo sabe exlra-
ltir-llic sons harmnicos'.'
Mas quem sou eu, senhores, pora fazer lao mal
cabida exclamacao; cu que mais paren, destinado a
dar-vos aqui exemplo vivo da miseria a que lem che-
gado a nossa lingua, do que aulorisado a exprobrar
a iiisulliciencia do sen esludo'. Se o Esm. arcebis-
po da Babia, era larga serie de cloqueles discursos,
r. ii ni ma o eflicaz e bello exemplo de seus escriplos
a auloridade sagrada de seus precedes, creando b-
l.liolhecas espectaes para depurar a linsua nacional,
fundando saciedades nesse nico intento, prestando-
Ibes o prestigio de seu norae, c o apoio de seus t-
lenlos Iliterarios, clamando que o fado da civilisacAo
iir.po nece-saran.enle, como un dos seus elemen-
tos, a prtetelo da lingua nacional, declarando que
a queslAo da lingaagem nlo he Ta c ociosa, mas lo-
ca nos mais altos inleresses da lilleralura c da civi-
lisacao.eal na propria honra e melindre nacional de
lanos, iliuttiruos, c t%> bem combinados esforcos
veilasse applicaces evidentes dos fados ex|eruneii-
laes, e das Iheorias sccnlilicas. t;oni as ma.s sim-
ples noces da chimica formara idea exacla ta im-
portante influencia, que esla sciencia exerce em
lodas as industrias desde a simples irle culinaria ale
s operaces as mais complexas da exlrarcjodos me-
laes.
Com o esludo deslas seiencias breve compreiicn-
dera que a riqueza, e o poder tas nares eslAo nes-
le seculo cssencalmenle ligadas aos seus progressos
c que a grandeza da Inglaterra he pela maior parle
devida s applicacoef, que dellas leui feilo. Dola-
da em seu solo pela mAo generen da ualureza com
inexhauriveis minas de earvAo c ferro, leudo mais
baratos que nenhum outro povo o ferro e o foso, es-
ses elemeiilos os mais imlispensavois de todas as
grandes industrias humanas, graeas aos seus Nen-
ian, Priesllev, Banch. Caveiidisrh, Wall, '.e oulros,
uesses elementos modificados pelas seiencias de ob-
servacAo soubc adiar o sceplro da oinnipolencia,|co-
hrindo o seu solo de frabricas collossaes, de que o
mundo iuleiro mal pode exhaurir os producios, e
robiiudo os mares de nnumeraveis esquadras, que
abracara o mundo cora suas velas,usando cm lira, e
abusando alsumas vezes das forras sem limites que
o vapor domado pelo genio de scu< lilho pAl i dis-
posirAo da patria.
Se a estas cadeiras novas reuui.-.les a da lingua
ras ; he porque eulciido que do espilo Ha reforma
operada na iuslr.ircao secundaria da provincia, re-
suda para uns lodos a mais iinpcrio.a ubrigaca i iie
por mu (eruio, noque de nix depender, a.- nojfil-,
Iralico do saber, de reprimir votiladi iofun.la.1,
tle pais e lilltos. ,ic ob-tir as leudenrias verdadeira
mente mercaiilis no- exanie-, de rnnlribor lin.tl-
u.eiile com Inda as uosa forras |iara removir n
males eloqueulemenle in lirado- p.,r aqnrlle- il'u--
Ires oradores, cuja voie- achara c devem adiar echo
sonoro em neasn rousciencias.
Ni-so sAo os alumno c seu, panos mais n.lri. .
sados. se considera.cm que enlre a uistrucrao real, e
as apparencias da in-trucrao para l.u- estranlto- .,
possivel cuilura das facol.ladr mi. Iledoae-, vai
toda a dillerenra, que existe enlre o espritu, a a
materia. Nisso au inlcressain soiiieule os etucan-ki
c suas familias, masa provincia ...lena, c lodos es
paitidos, por ma.s divergentes que sejam as oa iea-
deneias/Eiix verdade, a,. qua por medo da aiiarrlua
i.lolalraiu. c deilcam a ordem, re-pondcia lorio- ...
plnlo-oplios, e estadistas dignos desse iiume nlem
jamis podera existir onde grasaar a Ignorancia.
Aos que espavoridos su rom a idea do BaBffnOjBBJB -.
turnara laoalicos pela libcrdade, di/eut as iu<-xa. -
philosophos c esladislaso nico cannho da liber-
dade he o da educacao c da in-ir.icc.io ; lora .l-s-e
caroinho eslreilo, s leudes de um lid ot preripicios
evcnluaes c quasi cerlos do mais spero derpolmn".
e do oulro os horriveis d.spenliaJeiros da ferac'aaar.
cha.Sepois couliiiiiarnips a donar inrulle o ler-
reno da educacAo, e nial orneado o campo da in--
Iruer.io, a colheila que os van louroa lem o d.reilo de
esperar tle neis, como a sua heranra mais imprten-
te, sera nulla, ou iiisuflicieutc. ti, costantes rt'eaw-
vinduuros, de nossos nelos. hA de depeadrr de mi-
convicres, e estas lem a sua base na callara da m-
lellisencia. Se as leis pooco ou uada podem raalra
os coslumes, que he que urna educarao forte e lumtl-
menle dirigida nAo pode conseguir na directa* r.i-lumc- da mocidade t So por si a insIroCy* Ik j.< *
grande parle da educara.,; mas cala, procurando ne-
uelrar as indinacesdo coracao, e descubrir os do.
varios da vonlade, dando balidos de applicarao, do
ordem, c regularidade, repnmmdo lodos o in-lHK-
(os excessivos, tornando con-l.uile a derenria. o a
uii.nuda Ir. forlifica com a voz |x-r-uaiva d> Imhi-
dade u< principio moraes ja ronsulidados rm aab*-
laucial inslrucclo.
SAo dous adiados que c.o orrem para o momio
fin, e se empenhain igiialmcule no santo inlnit de
destruir raizeria do espirito, e do corarao, murria
ainda mais funesla ao genero humano do que a -na
penuria inateri.d.
Senhores, desla mizrria do espritu, e do r-ar."i".
estamos nos aqui constituido csmoleres tfliciar-. Hr
uauisterio pesado, dever arduo, cm razao |-inri|>al-
iiienle da grave respunsabilidade. que .-umim.H. O
Esas, presidente, e os lesisladorcs da provincia.
r.iiicelirn.lo urna reforma de lao luaiiilcsl.i ulili.fa la
na iuslrucrAo se, un.l.iria, e ininislraiido gaaanjaSB-
liicnle lodos os meio- necesariu para a realisara
da l.io imporlautc intento, ja a V.uirir.ini tnroalc->la-
vcl dircilo i cralidao di provincia-, ma solar nn
hoinlirns c.ihe lodo o peso na rea!.-;* d'esM inlen-
lo. Da gloria do Imm exilo de 13o loavavrl empie-
za parliriparao coiono-ro os iaslilu.dore dal.MUtia-
sio ; mas o dezar do mo exilo, nu .la ianafliriaSMii
dos resudados conseguidos rrcahira'cxclusivanwnlo
sobre mis. Em verdade, seahores, o valor red aV.
iiMiiua-ios, das I aculJades, e de lodo os etabd.-
cimenlos de iuslrucrAo de lodos o grios deriva -
camenlc da aplidao, c do zelo d.^ profesaos?. A
ulilidade ateatn eialitkcim,-iiIo. a fama qao attqai-
rera, funda-sc essenrialmenle no niererimrnln pe-
soal, e na boa vonlade dos meslres. A larefa he r-or
quasi toda nosa ; mas felizmente enlre vati-rs too
dlu-lre e lao ame-Ira lo- no niagi-trno. nao he de
recriar que baja auseole hora desla rl.aasada da
honra.
E vos, joven alumnos, que ne-le inno principia.,
vosso nov iciadn gv inuaslico, apezar de .punto ttei
exposlo para joslilicar a ulilidade dtsla rlau-ora. I. ,-
veis tle acha-la. como me parece a num na toosa
idade, dura, c chcia de cotiliaiicd.nle-, porque m-
lerrompe habdos dinlurnoi : mas qoando a xua
razAo esliver fortificada pela idade. pelo c-lodo. r
pela experiencia, reconhererris que era ella conrii-
cAo inauferivel tic vossa maior |M>rfeirAo m.-ral, e sn
por isso indispeusavel para ioi maior febeidadr
nrste mundo. Deslas paredes, que l.dxca actaia sor-
tesde mais, c nimiamente jurecSila- es* as de um
claustro ; desles muros, que lalvrz agora a algn dr
mis iu-pirem o senilmente rrpol-ivo. que rrstamau.
dcixando esta, que he a parle mais cssencial da e-
dticarao, ao acaso, ou para melhor d.zer, a' triste
certeza tic nao ser ordinariamente boa.
NAo vos of'cndais, joven alumnos, com e-le meu
dizer. VssoiS ion cenles. Innocentes sAo lambem
a-pess as rom quem Icndcs vivido. O mal lera da-
la mu remla, xein de lonse ; principion com a
descoberla do DrH, < t.n orisem as qualidades
da maior parta de seus povoadores. Nao ora tle To-
ra que podia vir a moralidade, nem di fura seria
sensato espera-la. Ou nnnea ella ha de chegar ao
quo deve ser, 00 se ha de conseguir pela maior per-
leirAo successiva da gerares indgenas, piincpian-
do por aquella parle des-as gerartes, que ha de in-
fluir pelo saber, pela riqueza, e pela auloridade
sobre o rcslo da popularn.
Era verdade. senhores. criminosos misturados
com solvagens apenas calediisades nao ciara elc-
inenlo de civilisarao, que podessein transmillii aos
vindouros una educaran depurada.
Bem ei quo isso durou pouco, as logo depois
veio o cancro roedor tic loda ti uioralidailc, a anti-
chrislaa escrav.tlura recriilada enlre selvagciis. Os
criraes de 'esa homanidadc fazem aos c-4a,los o mes-
rao mal que us deudos individuaos co-tumam prn-
juzir em qualquer homem ; ainda boje estonios
pasando o desvio de nossos maiores a tal respeilo
das sanias leis da religiuo ; ainda hoje esse funesto
desvio ho o obstculo mais diflicil de vencer para
.besar a una educarao i lonea, pois quem ha ah.
que ignore os desasllosus elleilos da inlroduc-^ao dos
esetavos no gremio da familia, da coiuniunid.ric de
hbitos c Coslumes que se esaliele-c entre clles e
os meninos, da repugnante promiscuidade dos sexos,
n'uma palavra, de iu lo quaulo obsta ao desenvol-
vimento e progresso de nina educaran idnea'.' O
mal seria menos i.denso, se os addires .le popula-
rn que no- leal violo do alein-niar livessem a's
rendirnos tic osaras para ohnnulai cm parle. In-
felizmente uno he o lillm que p.ia sua aplidao con-
sriiila para qualquer proli-.-ao, pela sua assiduidade
no Irabalbo, e pola regularidade do eu comporta-
meillu i.iai- e-perauras da a familia do Ihe se. vir de
ampam, nu quando menos, de lijo pesar sobre ella,
ou tle nao a cnvcrgoiihar ; nao he esse e.n geral o li-
lho, tp.o para r.. nos vem.
Roma leve em sua orisem muilo priores demen-
tes de edurarao moral; mas urna serie tle grandes
reis o de sabios legisladores, attendemlo cuidadosa-
mente a esla primeara neressidade das narcs, in-
ventando rom admiravel sagacidade os elimenlosde
cducacAo, que Ibes fallavam, Iransfornion dentro
;i Padre loaqoim Rapliael da Silva,
J l'adre Ignacio de Souza Holn.
Por em duvida oslas verdades s podera quera nun-
ca ddou r.,m u minos, quera foi disiduido do espiri-1 daqnelto sabio e candon pwledo. J,0UC,,^rc;uU,;llw
lo de o'iservar. i neces-ario para deslindar o tpie se
pa-sa entre se s proprios lilhos; quem linalmcnle
nada soubcr d. mocidade, nada cnlcuder da infan-
cia.
Aqui leudes mis rcujli las as possiveis condiees
lo idnea edil aeao. A respeilo i\n iulrucrAo que
poderei eu di :r-vos de mais explcito db que o
programla de adudoa do eslabelecimenlo'.' Osgym-
uasios da Prui ia, os oollegios imperiaes ta l-Van^a,
quepaasio pe I melliiins modelos de insIruccAo se-
rundar.a, nao .|ft-M-ntain maior numero de discipli-
nas, nem inai -ulislancial ens,.... Talve era lodo
prestem a in' --aria adenro .. ulilidatlc Ueste lac-
lo ; mas, por iouco que relliriam despressa Ihe da-
raoaniereeid importancia. Ainda boje mudos pais
de ramilla, p orando com louvavel .lesvefo urna 'u,.il0 eslrangcira. que fall.iva quas, lodas as
cducarAo de nada, e mais substancial inilrucrSo\maadl Europa, Era omil ,erdadtra torre de
serund.i.ta | ra seus filhos, inantlAo educa-los na j^ qil(1 pul|ha ,m pcr20 enlino,0 DurCM ,,a
Europa, la lo eo sou partidario dos esludos supe- I |jnua liaciallilL M iJc pclos ,iiverSS mU(|o1i
parlirulaniioiit? Rinda liujc y>A<* de M.i<-.u im-.'IS. c
a Cddn passu oiironlrarcis escolas pira os meninos
allcmaa, tAo ulil. para quem se destina as ledras ou l'rodwr <>' Je ">' V'<*> i desla casa, eu vos ir-
aocommerco, e as anlisa- diadplinas do cxlinclo j n,' '""dado na experiencia de minha prepria* m-
lyeeu, roeonheeereia que temos aqu um estabderi-! s>r-ef- ,0'l, de '" "*M sasafaja
menta de insIruccAo secundara lao complete, qajan- 1oa,,d" '"">'"'- '"-"" '"'* '"""-la ra-
lo comporta o csl'ado actual dus conhecimenlos l.u- I '""a ,los ****** ,U ,"ia- !* r"- V"
manos, igualaos melhores da Europa, a nenhum in-
ferior, cm numero de malcras
Mas se nao he po-sivel a. Iiar-lhc falla, lalvcz o ar-
guam de excesso alsuns espirilos acatihados e roli-
neiros. Nao falla quem se apoir a u-le respeilo no
he, o nada que valle essa liLcrdadc do strale lo canlada.
Ouando os desensao, da realidade, as dosgrara-
da vida, lavaren desvanecido as illasoes jnvem. -
vacas esnerancas de um porvir soasaran, os
riores ullinia os nos grandes centros ,1a civilisacAo
humana, qua lo BVCSSO a cducarAo clemcular da nio.
cidade feita rti Ierras, cslianhas. N'inte anuos de
residencia sai sescentros da civilisacAo, cm contado
com a maior tarto dos educandos que em lao dilata-
dos anhospa lalli foram, rae loruaraui Ic.-lemuuha
ocular dos : ivea iuconvcnienles de-l.i eragrarao
precoee. N i lenflo aqndles viajanteainhos outro
couheciinenl mais da sua lingua ilo que o do uso
adquirido ni icio de suas familias, e .ichando-se es-
sa Iradirao i bslituida lot.iliiienlc por oulra, a lire-
veP|ias-os u. se entendem mais com os seus patri-l_~
co-, Jicrdei: Ctimplelaniente o conlieriiiicnlo da lin- ] "j .
sua riciona A separaran da familia por lanos
anuos ein la leu,a idade enfraqueco o laro de allei
cao, enj
quanto i
familia u.
gres-iva i
ai p.l-ir.lo
das .;> cir
si una- ao
onde i om
r;ada-, Iuo
gesto. N.i
leve o estado no seu interesse aportar
de dous ale cinco anuo-. Oue vao fazer a escolas pu-
blicas crianca-,' qnc mal piincipiam a ler-se em pe,
C a balbuciar alsumas palavras '' Vflo adquirir a
pronuncia geauina da sua linsua n proporc.io que
arlieiilain pela priiiicira ve/, as palavras, Mcstras
publicas t'-colliilasenlre asmis caridosas e menles
da infancia, lomam o penoso cuidado daquelles me-
ninos, c Ibes commonicam tima pronuncia corree-
la a medida que aprenden! a fallar. Oue dilTercn-
enlre este prvido esmero, e a nossa total iucu-
hoje !
liradas porcm ao- instituidores desle tivmnasio,
esli dado nm passo grande, o esludo publico da

_
V
parecer de Sapotean I, o qual recomnicndava que I encamado pelas scdocrAcs da imasinacA... bei.de
ngo so exigissein tos meninos conhecimenlos mui I lembrar-vos com saodosa memoria da sermdadr
diversos para os admillir as dillerenlcs prolissoes, d'alma, da Iranquillidade tle espirite, de qtir aqu
observando qoe liomens que nunea;poderam saber s*asles, da innocencia de vo-os arlse dv-cj. e
bem os mais simples dementes tle geometra, vicrAo da nohrcza dos combales de vn.i adual emular ar.
a ser pedo jurisconsultos, Ilustres ledrados, ha- I As auvizidesque aqoi conliahirde un-rom osrotrr-
beis mdicos, o viceversa. Certanente os hada-1 hiodeanao snsn omoanno steavanaans da nam
metilos do parecer daquclle genio extraordinario sAo Has hAo de loislir a Indo n liolr. da pai-
.aclos; maS lambem nAo he menos verdade que ""> > tedas as virissilode ,1a forlona. i I; tanda d4
issivcl. Do enfraiineriiiienl.i do laro da ,
' I di monto da sr.
romo inevilavel consequoucia, a pro
inuira.i ilo amor palrit.,' A diutuma
! novas allcires, novos hbitos om lo-
: Iam ia- da vola fa/.-lhcs derramar la-
tples aniioncio co sen resresso patria,
juslira ordinaria das vonladcs rnda-
les aborrece, nada aihAo mais a seu
ic pois de admirar que os homens que
pralicns lem produzdo, que posso eu esperar tle mi-
uhas loscis e desantorisadas vozes, quando al de al-
gun modo parece lirilu sobre eslar na c.aiviccAo de
que o mal seja suflicientemenle exlripado com a ius-
liluicao da nova cadeira '.' Esle mal lamben (cm da-
la remota, lamben he coetneo ta dc-coberla do
Brasil.
Os Eslatlos Unidos, quo (autos pheiiomcnos mi-
nistran nieditarAo dosesladistas c dos philosophos,
aproKiuilan a respeilo da lingua nacional eugeuho-
ais disiiosici.es para conservar a sua pureza. Os Ir
.,., ,,,,,,., sem experimeutar as diversas aplides congeiiilas semellianra dos genios, c ,lo goio. da roneardaavia
inilhoes tle -ni-hhliitaulrs, duranle as guerras da. I. ........
iodepondonda. e depois em qoan,., nao se amorte- l!'" '"l"......* *<"" '"" lo,la' 'IS "-rl 'ln ~c" -lr'-"'- *" ^T """d';',e '!>
reram os o.llt serados ..aquellas lulas nnguinolen- ""eta'. ''-""vel -*"'e.|... o ,,,.r resstdadrs. tar ainizadc pura, e losen.., n
las, acharam-so raislurados successiva e .| por isn qoanto naior or .. circulo .1.. ,n-lrucrao jbam cora a vida.
secundaria, lano m. Bu podera ser a direccAo l'iaza a Dos que oslas considerar* de innrsi
qnc se der aos educandos, e lano mais fundados vd verdade vo cousolem da Irgilima artlirri,,. oti-
potlerAo ser os eonsdhos que a lal respeilo s doren (ivesles M sepaiar-xos pela pumcira xc d vmm
a suas familias. | eariuhosas mais, col?* praulo e lagrimas rrciprnra
Bem sci que cnlre na mui pouro. ou iienhuin praza a leos que ella -irvam de dore lenitiva at-
raso se taz por asura dcs-as aplides conscnilas, o penoso senlimeulo, qu. opprunio o*"s corarne.
lodavia lio ellas que por loda a parle i ousliliieii. es- quando xi-lc desapp.iiccer M h Tiionlc pouro a
sencialtneule o hiniiein de genio. Os meninos, ou os I penco olelo da casa paterna, on.le ficavam
cliefes de familia deeidem acerrada prolisslo folura I objectas das paras aSWein sai sean infamia, m-
o quo muilo bem liaos parece, siiiando-sc por in i-1 solai-vos, joveus alutiiuos. N-. qnc x- !* !-
nuaroes de ambirao, ou osperancas do lucro, sem moa na idade, ja sciiIimhs a- mesilla |" HJOpqjie^aBSk,
altenileiem de modo algun ao esscnria!. ao que he allligem, c pela najar parle faj c\|irriinenlaoan
possivel, ao que pode caber no alcance inlelleclna| I lmbeos os dolor,.,.- seuiiinento- tle vosan pai- a.,
do alumno, ao que mais -e coaduna com sua dispo- sep.iiar-nos por isu.h- nmliv .1- nossos lilho \-
sir.ies iunalas, o por isso mesmo ao quemis ulil I inda hoja, ja rol.crios .Ir ra,t-, r.u.*ci \aino- xiva e
deve ser 00 educando, ao que mais provetoso podia | forte a nit-moria da aomejomlo dt.r. rom que dilacero*
ser ,i patria. ElGOlhe-se ao acaso, sabe o que a sor- nossos corar...- a priu.eita srpararao ta familia, a
le da.
He um verdadeira joso, mais joco funesto, em
que se arriscara, ese perdem de ordinario as con-
dicres indispensaveis existencia de homens de se-
nio, qoe hoiirem a patria, c conlribundo para a
linsua nacional nao se reduziri mais aos simples
immatira ; vai ser mais serio, mai.-
connleto, mais profundo. Os educandos dolivm-1 l'msicsti geral da humanidade, leven ao tense a
tana de seos nemes e a gloria ta letra que oa vio
nascer.
Por esta torna a iuirucrao. o esludo nao lem por
ohjeclo a cultura do espirito, mas l.io somonte o
nasio iniciados no conliecimente dos escriplos, c
respectivos mritos dos rlassteee, tpie formaram a
lingua segundo a:, leis da analoga ; enlodando,
comparando seas est)los; habituando-so a meditar
no que coiisliluc a belleza, a pureza de suas dic-
res. e a discernir o que forma a ndole particular j lando o moi que pode o camlnho da forluua, c da i'rial. Ouando apenas .leixJo de ser indur*"*""'
primdra sbila da casa patera -. Tambera ja can-
trnosos me/es, ka -em.ii.a-. e ate os di. -. ca qne
as lorias doscullcsio-, Ivciu. Minutarios* gvnana-
-io.-^ii.k vfaifios educado, .p-r.ivau.o- rxllalt'',
de alegra pela .lila ,lc tornar a abr.rar iu-*n* |wr-.
de toma, a ver os eaenpauhearasoai aasaa h^hnre,
e os lugares sasnpee charas, .ule proasasn eniua
iuo a rvisltncia.
l.on-olai-v'os, joven alti.nno. que a ddf na vida
humana he o principio do prau*. I.jgo ao nasret.
bcni e-lar corpreo, c por isso rada qual vai encur- : ddr e choro he o p.iineiro auto de pe d viJa na-
da lingua,
. inroi.leslavclmeiile ao menos ha-
maiS.....,ra <""" a" ,l'il *''Ja""'"m '' nnucas!b|i,nds para completa? na idade viril o esludo di
eveepenes uelles queja levaran comsige para os j sua |||lsui( ,..,, em ,, jm ',,, (hsri 1na
reiros da vilisarao solida insIruccAo secundaria. ____, ... ;,,._, ___ .,
i por um profes-or I I.Itralo consumando, que a
Lis or qu lodoa nos i.os .levemos rcgosijar cora es- ...,,_. ,. .,____. ., ,.
"l ni vasta ei mitran rene soslo sesoro, exerr.iUdo, c os-
le novo e: ibdedliiento, ruja existencia remuve a | .
uecessitlad de um modo dorducacAo, que indirecla-
mente era n.il.em vicioso, etp.ealeni disso s ci-
Ina as po e tle limita li'-'iinn numero tle pais ,ie
la... i lo, era suas proprias explcares lerao os
represenlacAo, e (hega.lo ao deseja'o termo tl'csse es desvelos constantes de um. iuAi para arredar o
camlnho, exudando de alesria diz eterno adcos ao
esludo, e a medilacAo, porque nAo erara os Iheson-
ros da nlelligencia, nem as riquezas do pensaneo-
perigos, que de coiilniuo rerrAo o infante. .1 u
c hora, logo ao raiar.da vida ilo espirito '. Ah tris-
te experiencia vos moirar.i que a pranloc a tesri-
lo, que o inoviAo cm seus Irabalbos -nenliliros. A mas acompauliam o homem nos pnm-q,ae arlos da
e-les diriga o grande historiador alleniAa l'redenco
! alumnos evemplo vivo do que lenlar expor-lhes, ou Sel.illcr, cm una solemuidade, como esla, cm que
familia:.
A' mam a .lo .uc i. ircetle, n lo
I prov.tr, e acabado o curso, lodos riles roinprehenite-
i'i) poique lie tpie o Fvui. areelupo da Italua la
Ulli 'ii..: ... i ,1 Dr. lo-,- oue- de A,eve.l...
no achimes, asseguinte* eiclamacaea : Desgr.ua-
do do homem, que ron! os nobreo instrumental das
rienriaa, edas artesa nada mais aspira do qu
pobre jtiriiaieir.. com sena u.,iiuineuios laogreesai-
sua vida. Mas Heos he joslo, c a rada SW rorre-
poude tima alegra, que portel de -aa jaslica e-
terna he st-mprr p.oporcionada a tlr,
i.iu.iihIii, acatado o aasaa Irritvo, vollardea voa-
-o. lares, rom que |iib.l" .irrol-ilador nao Inrnarri-
|tu idislia|anf m lause liada enmusn uu horizeaie


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9
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DIARIO DE PIRM1BU3 SBADO 9 OE FEVEREIRO 1816

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l
anla\i ciS* vate-rua (lomo transportados de monsticas.Con este pmjeelo eiiccrrarain-sc as
rao hdWsse s*-imf lll0 mas ,,uro d cura_ cmaras.
Ierra uuiaxiie isenlov. ,. Os i.nonc-nolluniis iseita protestante nos osla-
da vussas alTeKlos diiiotS!r nos na na ,|os.injus rcuniram-sa a poseo em una sessao
-aniso .. vehirnbktempo vos^11',cul110 ar'lor '""*"". como se exprime o |oranl do quem tradu-
X cauri- \' tardo, va- IOHM Olla noticia, formularan! seu programma iiue
lo esparo ijue por ii!*" fcenao o cur- llc a4,!U IBbWmHw para que uoa dispensemos de
do vossos pas, das faceV* 4 itaLn I n raraclcri-.ir. A America exclusivamente governa-
Iranspur o luminar da casaCeuin .i' !* da por americanos ; uniao de lodosos estados ; 11a-
v.. ____- ^^ jubilas. Ao ila de norte ou de sul, oriente, ou occidente ; 11111-
1o rodcar.io M prenles, os a ,o( S ramluso da te e indivisibilidad.-da repblica ; as leis inde-
companlieiros dos brnquedos .1, vossa ih, os Pendentes de toda inllupiicia das seitas religiosas
(o iilii.rlins <> ,..,:... 1 lados da gri-ui rumana, sendo impossivel a eilcnsfin
olicrl os com os premio,, ou boas olas que da, destainlluencia en. urna repblica .militada pela
icvaraes. Hsperemos em Dos que pela vuaea^awaaao do (aligue prolesUnle ; rcror.ua complete das
pilcara.., e coinporlamenlo lodos levis a vossos 'lif obre a naturalisai;ao ; instruirn liberal e gra-
san consolo da ausencia, ausencia penosa a-ora s, -, lV"a to. '' nclasses seilas, com a Biblia por
daviiU mm. ., n, .1. 1 ,";" Rtiw. Admira tanto 'fanatismo auti-reli-
uuvija, mas que elles e m.s Iicis de um da aben- seuSo erando
toar, porque se penetraste nos umhraes (este
instituto com a alva infantil da ignorancia, heii de
vollar aos lares domsticos horneas, e verdadeiros
eidariaos.
diario fre *&tntam\mc0.
A commissao admiuislraliva do Ihealro de .I110II0.
uffereceu ao governo o sabio da frcnie do mermo
theulrn para nelle estabelecer-ee urna enfermada.
S. Etc. aceilou eagradecen o olTereruueulu.
Iiislaloo-se na freguezia de Sanio Amaro deJaboa-
tao urna comiuissao de benelceucia. coiuposla dos
senbores: vinario Manoel Esperidiao Hunil, Dr. Ma-
noel l'ereira ri- Monea Pinhe.ro c Joao francisco
laes I.jirel". Esta commissao pedio c II.e fui cu.i-
cedida a dirr.vau do hospital daquirilu freguezia, c
dos soccorros pobreza. O mais relativo a esle lu-
gar consta da correspondencia que deixamos em lu-
gar competente.
Na caria do nosso correspondente do Bonito, pu-
blicada em oulro lugar, encontrarau os leitores o
que all lem occorri.lo.
nanlo i cidade da Victoria n-ferimo-eoi ao olli-
rio abano irai.scriplo. O alfores Sales, o medico Jo-
s Jo n.mu de Souza e o alferes francisco < l'aula
de SMia M'laguela, todos do corpo de polnJa, se-
guiramhonlein para aquella cidade, devendo"*. ulti-
mo tomar coala do commando rl destacamento.
O rapito Jos Francisco Carneiro Monteiro, que
abc.ii.lonou o destacamento da Victoria, foi hoiilem
lecolbido prisao, e va responder a um consi-lho.
Illm. e Exm.Sr.Ariocrci.doo Hv.Fr. Ilerculanno
.loi preciso alugtf um carro por cem mil rcis para o
seu transporte, pois toda a despea com este religioso
be provea.-.-;, alientos os grandes Iservjcos que (em
prcsi.no. O capituo Monteiro volt.m boje como
Ur. Brilodoenle, e o eompanheire l)r. Kibeiro, que
me disse, voliava, e ticou no conmando o teneiile
Pestaa. Mandci meu BII10 o alferes Salles levar
para alii una meninos meus e arranja-l >s la, e elle
ella, e informar a V. Exc., do qua lia por ca'.
Eu me conservo alguma cousa Iraco do corpo, mas
forte de animo, e pretendo siislentar-ine com dedi-
carlo. Anda morro muila gente, mas menos do
que lia Ir dias ; boje morreram una 20,e cu perd
urna pessoa.
lieos guarde a V. Eic. muitos anuos. Cidade da
Victoria 7 de fevereiro de 1836.Illm. e E\m. Sr.
conselheiro Ur. Jos liento da Carina r Piguelredo,
dignissiino presidvnlr dssla provincia.O delegado
supplcnle Tiburliuo Pinto d'Almeida.
H. B. V. Exc. mande um tambor do -J'' balalliau
e um cometa de noticia, iiurque morrn um, e mi-
tro desertoo. Alguna soldados lem deserla.lo.
IH I.I.ETIM DO CIIULEIlA-MUIllll S:
Exislem na enfermaria du Cerno orne .lenles,
sendo nove bancas e -J inullicic-. e morreii mu do
sexo inasciilinu.
Na enfermaria de Marinaje foram recebidos Jlo
I bouiaz d'Aquiuo sargento do corpo de imperiae- na -
nnheiros epertencente ao vapor de guerra feberibe,
e l-rancisco A11I01110 da Silva, pertencenle a barca-
ca linda-l'lir ; e segouJo um ollcio do Sr. cirur-
giaoJoaquim Jos .Vives de Albuquerque ambos
lam a niclbor.
va frecuesia de Santo Antonio morrn Joan Car-
den, branco, oficial de marciueiro com Sil anuos de
idade. procedente da da S. Jos onde adoecera bon-
Icm, viudo a suecumbr na ra da Cambas do
Carino.
. Na h-eguezieda Boa-Vista falleccu um filbo do ne-
gociante Jetu Jos de Couveia,de Idade de 8 anuos,
ri-sidenle na roa da ConceietH>,e aeban-se aeeemmel-
lidos na mesma casa a mi desse menino e um irmao
de 1. anuos de idade. .
orror a Roma O aoveruo por
laes iOisse i j." v> .leveria vcllar c reprimir
1 "*r, oesfv"'1"? 7 s .:"o que ala tein a sol'
V rigos. lamdV-it p elides c liem grandes
- -No meo ....
"*'-.rejas calhoi'.0'"*'**? "-scguinlc: Em todas
com
j da l'ni.10 Aner|cana celebra-.
l'' ,lc de deioirbn,' feru,ros'' P'-lade a bella fes-
n,e,"e sdos.ro.., ,l'-,s|oraes u.si,ispos e mor-
(40 arJd^J^"P Ballimorc Sew-York
la noaWtSLS***0*" 'nllea c as- 'as abortas ao s ilTrimento m a r
ullos excita'S..1''"' Eslau.j.ijnidos, dislinc^ao de c.ir, ou uacionalidade.
etica. rl!!iX*
, UrcJ
no mcio d,. lu|nu
/.ho-u//. ci|';o,1*'s,i;a'coi,!a inPi.de d.
proteccao .\;,.,Km imlMe0|,da. V<\ Merosa
fVi que s|, ,;, h (|e /m,a,u,a;ft\.-gemi""'lll,,c
-><>;>. toC os lire,ad,., reunidos cm co. x pediram a Santa S por padroei.i concia, peon-vos que san. oioncis rom ,1 vos-
de lodos na
.'-'..lo ja unijo, pedido que a Santa S
se apres**,, ora rana yto illuslrea ppiiclSfesr,
7* Parecen-nos dignos ,io meni-o a sesuinte no-
ticia que copiamos d* mesno iorjial. O decano
en idade do BpiscopaAuaiiiolico ;ie actualmente o
Anebispo Samuel, do \tu .ainetnio-unido. Tein
rento c qoalro anuos de i.ll*e, enidinha mu direito,
esoo corpo suppsrla os mais rlgoroSos jejnns, a que
elle nao modilica, apeeai de mi Jvancada idade.
ro 1 respailo desla veneraxcl nr.iuagem que disse
urgeno XVI: SuHtum Habei iiiiKopwH.
I Nolicidoi \ Calholiro.
naos, arrearem-se os paxilbocs patrios, o renderao
bomenagem ao eslandarte da cruz, bandena do
chrialianismo, qOC nivela e prendo cnlre si lodos os
homens pelos vnculos sagrados da c.iridade o do
amor do prximo, iodos os individuos Silo irmaos,
todos devana dar-seas m.io--, e anxiliar-se recipro-
camente era cruzada sublime de dedicaoao e pieda-
de, principalmente em favor da indigencia, quo ,ie
ella qiiem de ordinario paga niaior tributo aos hor-
rores da devastacao.
Srs. accionistas do Hospital r.iriugue/. .le Benefi-
cencia, junto a e-le Hospital como em lo.l; a parle,
viveiii familias e individuos engaitados da fortuna,
victimas infelizesHa sdversidade e do infortunio, c
aneacar-os una epidemia voraz e dcapiedada ; pois
l-.em, sejaraos nos tambem at onde o permilUren as
uossas forras, e a capacidade do nosso asilo de can-
dada, os seos aujos de conaolaejio. Denoa-lbes 1I0
nosso pouco ; raparamos o que leiuos, e Dos aben-
coar.i os nossos bous desojse a nossa .ledicaco. O
nosso Uoipilal acha-se nontndo com it) bulos; se- I
jam-Ibes es-es leitos libcralmenle franqueados du- |
rante o amargor desla riise dolorosa, as nossas por-
111 a menor reserva ou
e a Providencia
nos dar forras c meios para dcsjmpenlurmos dig-
Dossa larefa bumanitara.
Itcneli-
1 appro-
Esportacao .
Paco de t'.ainaragibc. Inate braaileiro Sania l.u-
liae, conducio o sectale: 28 volnnes gneros
cstrangeiros 1; nucionaes, Ji^l alqueircs sal.
CONSULADO l'.SUVINCIAI..
Kendinenlo de da I a '
dem do da 8 .
ai:a8ai
a:i60S063
2:1:1800916
lra|j-se com o seu consignatario Antonio Loiz de
tlliveira Azevedo, na da Cruz 11. 1.
A galera-Aura SuMl, .licuada honlen do Rio
de Janeiro, e em eguida para o Porto com a maior
parto de seu carregamento, pretende sabir no.lia IV
do correnlc inprelcrivolnenle : para o resto da
carga ou passagoiros, para o que lem eieellentes
commodos, podem os pretendentes dirigir-sc ao ra-
pililo da mesina Vicente Jos Gonjalva de Souza,
na placa do coinnieicio.
Para o Aracaly sesuc no .lia 111 do mez corren-
lc 11 ltate Corroo do Surt- ; anda pode rerel.or
alame carga : a tratar com CaekmoCvriacoda C-
-M., ao lado do Corpo Santo n, 25.
Para o l>> do Janeiro
segu inpreterivelinenle no .lia l:( .i crrenle o
bein conhecido bri^ue hrasileiro l>amn s recebe
passagoiros e cscrav
inioodos. Irata-sa
Suvius mhidot no lia s.
KiodaPralaBarca bmsileira Saudade, eapilo
Manuel Josd de Sanl'Xona, carga assucar.
LanarasjbeIIalo bradleiro Sania l.uzias, mea-
Ir Bslevo Riboiro, caria sal < baralhao. Passa-
eeiro, .Manoel Eraociscj da Silva.
Parahiba-tialera iugleaa oDefease, capiUo Wil- **~ ?" c,','T "''""' '.'"' M?*,Je1I,to
lian, Moore..e,n lastro. Sus......den do'......eir ''un.,,.,,los, "rata-so o,n ronsignalario Jos Jajo-
Ne-lledlord-f,alera enericana Fampire, capi-l'1""" "'^ >'".andes, ,a da t.adea do Recife.
Uto lames L. Uenry, cii^a azeilc *c peixe. Sos-
[i-'M Jimi o UmetrAu
l
tt\matQt$.
as
N. h.
niineiueu
a liourosa medida quo acabo de propor-
te'i
I itorio be submrllido votacao e una-
vado.
lo
A junta administrad
Beneficencia, aUendendo .
do citolera se leem ja inanife.
no I
quacco.liiuiain oro preludia o.
nano de
estragos, realisando o \oto .los Srs.
Cousiis difficis. Amar a Heos' sobr|lo.las as
cuusas dcsle vil mundo.
I-azor mi lacres.
Enriquecer com osen propim Irabalko.
Encontrar alfaiale que nao 1 nube, c creada que
n.io cize.
Ser rico e humilde.
Ser pobre e nao se amotinar.
gao dever nada a ningueoi.
Encontrar un biographo iniparcial, sovaoc.lc-
laleressado,
Servir a patria de boa fe, o aleanrar a du lia re-
compensa.
Nao murmurar.
Ser poeta c mo lelo.
Pagar os imposlos sera vociferar contra os qoe os
cobram.
Pasear porem frente dus pastelearos sen incotrer
no quinto peccado morlai.
Ter dinheiroc conscieucia.
Ser proprielario e nao mortificar os seu, nquili-
Hospital Portugus de
Iguns caso, greyes
la capital, os
instares
-cioiiistas exa-
rado cm sessao extraordinaria da assom^ ,.,-1i .i
do corrente, declara aborto o inesmo '^ 'u .,
populacao iu ligeote desta cidade, que por iiiviicul;i-
devenha a ser aecommellida da epidemia, c sspt.
cialenlo aos moradores mais proiiraos da Incalida.
du onde acacha funcrinnaudo o estabeleclmeoto sera
a menor di-liftcco de cor 011 nacionalidadc.
Hospital Portugus do Iteueliceucia em sesso de
S de fevereiro de 1856.Jot de Alnieida Soares de
I.una llaslos, piovedur.Manoel l'errolra de Souza
Barbosa, secretario.Bernardina liones da Cerra.
lime.Manoel Francisco da Silva Carrico, mordi-
nos.
BANCO DE IKIINAMHI CO.
O Banco de Pertigpbuco sacca a visla
obic mo litiisil no lio Je Janeiro. Ban-
co de Pernaml)uerj de dezembro de
IS5.O secretario!da direcrao, Juna
Ignacio de Medeii-osiego.
O IciihimIi' PcfiiallitK'O liana dn!i,-
ro a juro, de coiifoiiidade com us geus
estatutos. Banco de ^eriamlmco 2 i de
novembro de i85.-J".io li;u,aio de
Mcdciios lic^o, secreiioda lneciao.
BANCO DE PRNAMBOCO.
O consclno de diurno du Banco de
Pernambuco avisa aoiseuhorcs accionis-
tas, <[ttc aclta-se aulomdooSr. gerente
pora pagar o 7. dividido de IO.sOO rs.
por aceio. Banco d^ernambuco I- le
il'everetro de I85.Qecretario da
' ivorm, J. I. de Mwliis Uc;;i).
iilO HE M\WA
O patocllO nacional I). FRANCISCA
segu para o.Hio de Janeiro, lerra-feia
12 do corrente, su pode receber passagei-
ros. para os quaeslem bons commodos:
laai.i-se eoni os consignatarios Novaos '^
C, na ni.i do Trapiche n. .Vi, primeiro
andar.
Maranlmo,
em direilura, no.lia \-2 do corrente. segu o palaclio
Sania Cruz, Capillo Marcos Jos da Silva ; so ro-
rebe miudezas : a tratar rom Caeti..... Cvriaco da
<.. M., ao lado do Corpo Sanio n. .
(ii-
Escrever um jornal ,10 guslu de lodos. Esla be
absolulaiuenie impos-ivelT
(i pretndeme. O pretndante .leve ler a man-
sidao do cordeiro, a linpertinenSa da mosca, a ver-
bnsidade do alfaiale, a ligeiresa do caarilo, a 11c-
xibilidade do macaco, a baixe.a do sevandija, o
talento do pardal ea volubilija.le da mullier.
Ignominia. A gaorineia lie de tres sortes: nao
saber nada, saber nial ... .|ue so sabe, o saber mais
do que deven saber-so.
Kxpoir&o de l'aris. Visitaran o palacio da
expusieau universal de l'aris, ,n.-,:7l peasoaa.
i Jornal do Commiro de Lisboa.I
.Na tragueis1 do p.
da Paiiella fallereu e foi se-
pullad r.o cemiterio de Arraial uina, mullier, e di-
cen que se acba a sofrera pessoa que a coiiduzir a
sepultara. .
Os Srs. Drs. Silva llamos eSee, e eirargiaa l.o al.
em otlicius dirigidos a presidencia da provincia,, oni-
inuuirain que visiljiam o> .li-iriclos confiados aos
seus cuidados mdicos, e quo nao encontraran pes-
soa alguma acrominclli.lo pelo cholera ou rboleri-
na ; declarando o ulti.....qua os habitantes de algu-
mas casas do caes do Ramos e ra Direita nao li-
aban meios para cuidarem da limpexa das casas em
que reshlein, era se inaulerein com comidas sau-
daveia.
O Sr. Ur. Duarlc de l'aras, cm um nflicio datado
de boje, comiiinnicaqiie em anas risitas domicilia-
rias no dislnclo confiado aos sena cuidados me.ncos,
lem tratada tres casos de choleras e um do ciiera
no lerceiro periodo, e que ha conseguido bom re-
snll ido com a applicaoao do succu de liman, ja
arbando-seo ultimo reslabelucido.
de fevereiro as i horas da tarde.
( Ur. Joaquim d'.ii/uino 1'imreea.)
ltclic.lo das pessoas que falleceram do cholera e fo-
ram sepultadas no cemiterio publico de T a 8 de
fevereiro de 1856.
t">''Fevereiro 7 numero 1-2, Jaao, lidio de
Joao Jos de tiouvcia, nalural de Pernambuco, ida-
de 8 anuos, branco, freguezia da Boa-Vista, morrea
em -ni casa.C. Silva.
dem 8n. 13, Manoel Germano detlliveir, Per-
nambuco, idado de .V>, solteiro, pardo, nesocio, S.
Jos, hospital do Calmo.Dr. Firmo.
dem8 n. U, Joao Cantoso, Pernambuco, ida le
30 annos, solleiro, branco. marrineiro, S. Antonio,
em casa. Uias V. c Policio.
dem 8o. Ij, Felicia, cscrava, Pernambuco,
idade de III annos, solteiro, prela, S. Jos, em casa.
Ur. Sarment e Uias l'r
uAII\TI! PORIllitEZ
DE LEITLRA.
Os autora e o escriptor dos connodicidos que s6
lem publicado no Mario de eriiamlmi-.o ns. J(i e
30. cora referencia a esle eslabclecimento, depuis de
torera sido zurcidos desde as suas correspondencias
tncomeiuen'es e ralumniosat, inseras no inc-ino
fliarto ns. Hi o 988 do auno de IS.-,i, relativas a
esla sociedade, aoquenunca retorquiram ; para con-
tentar e medir aquelles seus tapucho, que us ami-
liam em suas torpezas; referem-o ao nosso cumiiai-
incado inserto no Otario n. J7 do da I do corre.....
e no n. .MI do roesmu jornal do da 5| nosseguinlrs
termos :
Xada respondemos ao primeiro (o nosso com-
municado inserto no Diario n. 11 por lir obra de
certa indtoidw,, ea/tu Ma/idarfes bem apreciadas
//.' prolubirum o iiujresfo no Gabinete.
Pois, desfarado escriptor '. vos nao sabeis que quera
escreveu aquellc rommonicado tom ido, vai e lia de
ir ao gabinete em quautu quizer'.' '. para que enga-
is os vossos impertinente' propujiuidoiet da "tei
que nao goslam de a nao ver furada ai/uelles
prestante' romporsas tono* na rtmtlite do itia 8 de
junhnde 1855 ".' sede antes franco com elles e dizei-
llies : elle tcm eito dissolcer o nosso relianbo! desa-
creditou os nossos estatutos pelas muil-s parvoices
que nelles encaixamos, e pela ignorancia com que
uslentamos a competencia da rcuniao que o, ap-
piovou nao se lem prestado a pegar as suas na-
salidades, pois, prefere por em '/iia/iio, oeixar ab-
sorver por ellas, o valor da sua aeeS<, romo Ihe fa-
rullam os artigos II e 12 dos eatatqioa legaes da so-
ciedade datados de 15 de agosto rie 18.51!!! nao nos
leixou meter o bedelho na administradlo do Hospi-
tal Porluguex, anndo. enpenliendo as' nossas for.as
todas, tiremos, o mais volido 17 rolos!!! c n ns-
soemnlosde 120 a 139!!! a ista do quo, perdemo
o lempo era,azor requeriinenius e poblicares noe
nao tenbam por base a ulilidade do estabeleeimenlo,
, 'Ltg^n^o JlllX gra.."3epra o (iabinele so le.'e ll assigna taras o mui-
los dos signatarios (em contado que no-las deram por
aaangeCjio, pois lem loda a conlianca no director,
ta directora e no conselho) a a sociedade ten para
mais de OO socios accionistas, nada podemos laier
etc. etc. ele, e nito desacreditis mais genio, a li-.i-
rar as vossas vergonbosas scenas de delirio e de
ignorancia.
. Vejam tambem esses vossos donato' qua nada pu-
ilesles responder ao que escrevi na caria aoSr. It. da
F. Magalhiles rom dala de 22 de maio de 1855, que
a|ii anda impressa, e se acba na sua pagina 22 e 23,
a vosso respeito, nem ao quo publiquei nu Minio n.
210, do da 12 de selembro de 1855 ; e nem ao qoe
publique! un inesmo jornal n.27 do da t do corren-
te mea, e coucluam disto a roca sitiiacn actual.
E se os neones lerem o Diario de iioje .'
ItecifcS de fevereiro de 185(1.
?tf.iOiu-.acIkv a Vi:i)ti)o.
Sui-lca)f.tt.
dei
bvAo fado adeja por sobre al-
a liaba ; a rclisiao alai vai sof-
...........ecepces nao perdein elles um
do-cm fazer-lhe afea o peso de suas pe-
as vingancas. Mas arToslar Tronle a frente a
N.lo sabemos qu-
gaos dos governas
frendo continuas
momea
quenin
religiao he perigoso, porque he ir de encontr a
inleresses mais charos do pjvo, e isso nao convera
por coi'sequencia, a perseauoao he por hora contra
as orden; religiosas, e at contra os sacerdotes se-
culares.
Em prova do que levamos dilo lemos no Amigo da
Iteligtiio o seguate :A cmara dos depntados sar-
dos adoplon definitivamente n projecto modificado
pelo nenado, para suppressao dos conventos e ordena
O MEU AMOIt.
I'oeta dedicada ao illm. Sr. i)r. Joaquim Pire
Marhado l'orlcila por M. /". C, C.
Eu amo o raulo sanioso
Un pas-arinho mimoso,
_ Kaa horas .le solidas.
(la campia amo os xord.'.rcs,
los jai.Iin- ou amo as llores,
Qoaudo sopra a xir.ic.io.
Eu amo o bosque -umbra,
lino o doce mormullo
lias amas eolio os pomares,
Amo deserto mide t.aliila
ii solitario erenila,
Chorando ah seus pesares.
Amo a rota vilela,
" Amo a fugaz borboleta,
I.man Jo o nctar das lloies.
Amo o qadro variada,
lie nuvens no cea formado,
T\o lormozo do mil aires.
En amo a llor da saudade,
t.'ue habita na soleda.lc,
lralo perfume exhalando.
Amo oorvalho malulinu,
E o ribeiro crxslaliuo
Serense deslisaudo.
Amo da fraula o sido,
lias vagas amo .. gemido.
as horas de nidada.
Amo as delicias de um soalio,
ti eatenpido nedonho,
De horrenda tempestado.
Eu amo a voz mimosa.
Suave e melodiosa
l>0 saudoso trovador,
N'oma imiic de loar,
A margen de nlso mar,
Pa I > r.i iaiilaii.li, amor.
En amo a virgen clioraodo,
Pensaliva divagando
En Iristonlio cemiterio...
Amo a brisa, amo o pomar.
Amo as noiles de luar
Jiie eucerram tanto inxslerio...
Eu amo o son; lacrimoso
l'u bronse mysierioso,
No campanario doblando.
Amo da selva a rolinba
jlereucoria e Iri.lesiiiha,
A geiner de quaudu em quaulo
Eu amo na madrugara.
Nivea estrella d'alvurada,
-N'a/.ul espliera brilbando.
Amo aorora que surgiodo,
Kuhicuuda vera son indo.
Hosco manto desdobr.indo.
Eu nio a la mi.....sa ;
Pcrrorcndo donairosa
1 O iinii.iiin.nl,. estrellado.
Eu amo as serras, os montes,
As lindas e claras fontes.
Amo a relva, amo o prado.
Eu amo o sol magestoso,
t,loe vem em disco toimuso
Esparziudo ureo oiplendur,
Eu amo o eco deanublado,
l'e mil estrellas ornado,
Cheias de bmiido fulgor.
Amo o mar que htrioso,
A rugir medonho, iroso,
l.cia ao longo o son bramido :
Amo o bale!, que solan.lo
\ ai as ondas o .lomando
O seu furor desabrido.
Amo emlim da na I u rea
E-sa harmona e belleza,
Para miiu lo singular,
l.lue nos revela o autor
One Ibc deu lodo o priinu
Cora que vejo se ostentar.
Ilecfe, 7 de Icvereiro de IS'ifr
A anta administrativa do Hospital Pnrtugoez de
Beoeliceucia, lomando na devida coii.i.leraco os pe-
rigos resultantes de qualquer demora no Irutamenlo
dos infeli/as accnminellulos da epidemia reinante, e
desojando facilitar por lodo, o- modos a entrada Ao
Hospital aquellos que por desventura vcnham a pre-
cisar dos seus soccorrosf usando da laculdade que liara
confere art. 22 .is estatalos, determina que os
daeule- alleclados da molestia cima indicada, S'jam
recebidos no Hospital indopondenlemente de qual-
quor formalidade .i oxcepcao .le una guia a
qua! deve acompanlia lo-, sempro que fnr pussivel ,
coiilornie o modelo infra, c a quid podera ser passa-
la por qualqitcr accionista do llospiUI, ou aulori.la-
de policial. Os doeates afiectados de molestias or-
dinarias continan sujeilu as disposiroea dos esta-
tutos.
llosjiitai Porlagues to Beaelicencia em ses-.io .le
8de fevereiro dj 1856. Jos-a de Almrida Soares de
Lima Bastos, nrovedor. Manuel Ferreira de Sou-
za Barbosa, secretario.Bernardioo lime-'le Car-
valho c Manoel Francisco da Silva Carrico, inor-
d unos.
Modelo '< que m rei're a ilelermlnafSo tupra.
Segu para o tlospilal Porlaguez do Beneliceneia
j Fulano, .o mime do individuo., lilbo de !'. e 1 -.,
I no.aes dos pais}, nalural de (o lugar do sen nasei-
| nenio), idade ',j que livor casado ou solteiro, (e
I *eado casa.lo o nomo da can-orle profissao a que
1 esercer.)
KeciTe [lanas] de rae/ .le IB56.
.V--signalura.i
A junta administrativa do Hospital Porlaguez da
^Beneficencia, .tosejando prover tambem ao transpor-
te prompto e immediato para u mesno Hospital dos
lenles que por inieli-ida le vonbam a ser a-.alia-
dos do cholera, lera est.ibelcci.lo os diversos pastos
lo conduce).oa'.iaixn iu lira los, onde devem ser di-
rigidos os ncc-.sari.is avisos para o transporte da-
quellcs que por dilliciencia de meios mo posean
por si mesmoa prover a ossa necessidade. A mesma
junta, .illendeu.lo porn, a que esta medida nao
bastara lalvez para dar xencimenlo a ludas as exi-
gencias da quadra em can. de gran le impelo epid-
mico, coula no auxilio da ludas as almas caritativas,
e pede-o especialinenle a lodos ns Srs. Portugueses c
autoridades policiaca desta capital.
Hospital Portugu-z de Beneficencia em sessao de
Sde fevereiro de 18.56.Jos de Almeida Soares de
l.ima Bastos, nrovedor. .Manoel Ferreira de Sou-
za Barbn, (ecreUfio. Bernardina Gomos de
Carvaiho o Mainel Francisco da Silva Carrico, mor-
domos.
Helar&odo* Sis. mordamos encarrujados do ti am-
polle do- dotnles para o hospital,
Freguezia do Itecife.
Os Srs. :
Manoel ferreira da Silva lanoso.
Jos da Silva Luyo.
Santo Antonio.
Domingos Jos Ferreira (uiluaraca
Joaquim Coirea de liezcnde liego.
San Jos.
Jos Joaquim .l.ima ll.irao.
francisco lavares Crrela.
Boa-Vista.
Manoel Jos liuedes Magalhe i.
Joo l.uiz Ferreira Kibeiro.
Esi conforme. Hospital Portugus de Benel-
ceucia s de fevereiro de 1856.M. 1. de S. Barbo-
sa, secretario.
_ Pela primeira sesslo .. mesa do consulado
provincial SOt publico, qies 50 dias uleis para n
pagameuto do imposto de i [ibre diversos estabe-
lecimenlos, 108 sobre casa- raiodas, 308 sobre ca-
sas de jogo .le billar, I:2llliobro .asas que ven-
derera bilbetes de Inlerias eitraa provincias, fin-
dam-se no dia 10 do corren; iz; lodos os que dei-
xarcm de pilcar dentro dslipraio incorrem na
mulla de :! Isobroos seus lelos.
s O secretario da camal nuicipal desta cidade
declara ao Rvm. Sr. I'ranncu'eixoto uarle, em
respoeta a sua reclamado>uicsda ao Diario de
honlem, qne na nbieii.i S.-. senio 2:11) votos e
nao 263 para depulade proviiat, segando -i apur.i-
cao geral folla ullimaiiieiilcne inesnu cmara, a
vista .las artas de lodos os c lelos eleitoraes da pro-
vincia, nao poilia o -cu iiom r incluido na lisia
dos 36 mais velados, e onlrc Idos supplcnlcs, que
fui publico, visto que os MOSras (So menos que os
do ultimo nomo da mesilla lila Recife '.! de feve-
reiro de 18.56.Manoel 1-ere.i Accioli.
DE
SelSitEli.
IIU.IE U HE IIVEEIUO.
i.'uarta representario l cohanhia lyrica.
Itopciii.'.iu do expectaculodo u 7.
As entradas para camarote adeiraa podem sor
procuradas na ra do Trapicio ni", n resto dos ca
marotea, cadeiras e platea ^.ral .o escriplorio do
tbeatro.
et:^ matiiwM.
RIO HE
Jaiieiio.
""^
(omnwcio.
HOSPITAL PiillllGIE/. UE BENEl'iCENCIA.
lielatorio
lido aawcmblca geral dos Srs. accionislas do mesma
Hospital em sango estraordiiiaria do da 6 do cr-
reme pelo seu presidente o Illm. Sr. Ilr. Al-
meida.
Srs. arcionislas do Hospital Porlaguez de Benefi-
cencia.Usando da faenldada que me confere o art.
01 dos estatalos, eanvoquei-vos para uina reunan
extraordinaria, nao para dar-vos coala da orinien-
to do Hospital c do sen progresso, o qoe farei, se
Dos me der vida em (estilo ordinaria da junta ad-
ministrativa nolim do crente trimestre, mas sim,
para pedir-vos a vossa approvaelln relativamente a
dcliberacio oulr'ora tomada pela Cuininissao Porlu-
i;ueza de Beneficencia, quando poroceaslo dos pri-
inciros receios de nvasilo da epidemia rholerica nes.
la cidade, ofiercecu ao governo da provincia o Hos-
pital Porlngoes Provisorio como um abiigode milis-
para a popularlo indigeule desla cidade, e especial-
mente para os moradores mais prximos da lorali-
dade, onde o etlabelecimenlo dara funceionar.
A' Providencia approuve infelizmeiitc (az.er-nes
passar por casa provacio dolorosa. A epidemia fran-
queou ji ot limites desta capital, c casos graves de
rlulera lem j arremessado ao tmulo alguus de seus.
habitantes. leo
U.U..A IK) KECIIES DE FEVEREIROAS3
HORAS DATABIlE.
CotacOes oliciaes.
Nao bouverom .olacoes.
Freierico ItobiUiard, presidente.
/'. Barga, (ecrelaro.
, ,. CAMBIOS.
Ndui- I. indros. 28 ,|. por I-.
o Pon-, :.s rs. poi I,
Lisboa. OJpor loo.
i Itio de Janeiro, a., par.
Accoes do Banco, 10 0|(l de premio.
Arenes da companliia do II-l.enlio'. 51)000
Accoes da eonpanhia Paruainbueana' ao par.
" Ulilidade Publica, 30 pureentode premio.
lodemnisadora.-em vendas.
Iliseonlode lellras, de 12 a 15 porOi.n
METAES.
lluro.lincas hespanholas. .
Moedas de <:-JIH v.ilias ,
" i>im) novas .
r. 4^000. ,
Piala.Palacues brasileiros. ,
Pesos columuarios. .
inesieanos. .
i '-i a 289500
. ic-'ioii
. Ili-OIKI
. !I;(H1!I
. 25OOO
290110
|-S((|
..i AMUtiA.
Rendimento do dia I .. 7 .
dem .1.. i i-, 8 .
"'0:ll(li36
7:825fK|
66:tl3.5}87
O brigue narioialfaria l.uzia vai
guir com brevidadabm a maior par-
lo sen corregimiento rompi : para o
resto que llie falta, rkascirus c esrra-
ros a lele, aos quaeil.i as nielbores
accummodares, Irala-tc com o ccasnatarin Auto-
io de Almeida tiones, ama (Trapicheu. 16,
seguudo|aodar.
PARA O Bit) DE JAtUtt).
Segu com muila brevidade pe ler | ule de sen
carre^amenlu prompto a bem coitcida barca Ma-
thilde, capitn Jeronvino Jos Tais, para.o reato,
p.issagciros, e c5cravos .11 frclc, p que lem cicel-
lenles cominudos, lrala-sc 110 cscloio do Manoel
Alvos Guerra, na ra do trapiche 114.
kio i; mm.
Vai sabir commuita bieldado o novo
0 veleiio litigue DUL'S A.lliOS, lem a
maior parte da carga piolita : para o
resto e passageiros, trata-secom os con-
signatarios Novaes di C, na a do Trapi-
che n. oti com o capiutojia piara.
Para o Kio de Janro
segu em pouros ilias, por ler a mi r parle da car-
ge pronpla obligue CougeirSa, lp 1IA0Joaquim
Ferreira dos Sanios: para o reato scravos a frele,
paia o que tein boaseominodos, lia-se no escrip-
lorio de Manoel .Uves tiuerra, ntm.i do Trapiche
n. l.
Para a I!, lu segu cm pouet dias a veleira a
bem conhecidi garopeira trraraolpor j ler parle
da carga prompta : para o resto, ble-so rom seu
ronsicnalario Domingos Airea Mat^us, na ruada
Crusan. 51.
Para o lito de Janeiro tilie no dia !l
dn concille, ohetn 1 onliciir;) li'neSA-
GITARIO: para o restante a cargue pas-
sageiros, trnta-se com Manil Francisco
da Silva Catcieo, 111 rtia ddCollegio n.
17. segundo andar,ou con; capititoMa-
noel Jos' Ribeiro.
l)K NAVEGA!
i KOI!
PEDRAS PRECIOSAS-
\d"recos de brilbautes,
diamantes a parolas, pul-
"eiras, alliuoles, brincos
e rozlas, botos e anneis
de diflerenlea gostos o de
diversas pedia- de valor.
Compran, vcudem nu
Iroeam prala, ouro, lui-
Ibanles.diamantes oper-
les, e ..olas quaesquer
joiasde valor, a dinheiro
ou por obras.
H0REIR1 DRTE.
1.0.IA de (u;:\:.s
Ra do Cabuga'
n.
Recebem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
lll'llll KIMt.M A
Adereros completos de
ouro, meios ditos, pelcci-
ra-, ..lmelo., brincos e
ro/.elas, rordoes, trance-
ln-, medallias, renles
e enfeites para reluci, e
oulros muitos objeclos de
ouro.
Apparelhos cnniplelos,
do prala, para rha, ban- ,'
drjas, salvas, rasticars,
colberes de sopa e de cha, -
c muilo- oulros objeclos ..
de prala.
Vl'uiSo* S>ittcri5)5.
Grauue panora-
ma diorama.
RA DO CRESPO N. ii
1" VADAIi.
VISTAS NOVAS.
publico,
de apre-
que amunhia domingo la do crranle lem
sentar as unas vistas abano declaradas, asquees s
-ei.in miniadas no doiiiin-^.i scsuiule. A entrada de
rada pe-soa be OO rs, e as mancas ale a idade de S
anuos leem entrada crati-, sondo portencenles as
familia, que iciiham de honrar esle estabeleeimen-
lo. o proprielario muila agradece ao publica a
grande concurrencia que ltimamente lem lido, e
espera que todos Iroulinuem a liear nlisleilos co-
mo al o presente Irm licado. Nos domingos u es-
labelecimonlo oslar alerto das (i horas da larde
ale s til da noiie. e nos .lias de semana dasCllj
lloras da larde is U da noite.
Visla do granda portoe cidade do Havre,
na r ranea.
Cidade le Hcrne i,ipil..I desle canino, na
Suissa.
As duas
in-
mdcs esipiadras Iranee/.a 1
gleza, etn tuna baliia da Russia.
Vista geral da grande balalha de Inkcr-
nian, na Itutsia.
Grande cidade de Santander, na Franca.
0 grande palacio de crystl e exposiro,
na loglulerra.
O val de Clarjs, na Suissa.
de Lisboa, as quaes veiulem por
pre^o commocto como costumam.
W. 8o daCon-
ceicSo dos Mili-
ares.
n
igreja
Magdalena, em l'a-
A pande
ris.
Slokolmo, glande cidade c capital da Suc-
cia.
Palacio da Industria ^ c\|iosico em Pa-
rs, Visla de dia.
Coiiioa.xsi;pialai'ios du petieao ende-
teeada a sabia directora do tlaJiinete
Poilitguezde Leilura. compre-nos
deeji-llie o
A mesa rezadora da irmandade de N. S. da Cun-
c.ieao.lo. militares scieulificaa lodos os seus unaos
c aos liis devoto., que em vista do actual estado em
que nos adiamos por occasiSa do lerrivel aRello du
cholera, ella etp./ora em sua igreja a venca..i., do
mrsinos irmaos o liei-, ... maaens de ua divina pa-
droeira, a immaculada virgem Senhura daGoncei-
oao, c i do Senbor Bom Jess dos Navegantes, para
que fervoraros suppliquemoa a Jesaa Nosto Redem-
plor, .po por amor de sua sanlissima miii, se disne
den.....ar sobre nos o balsamo vivificador de sua di-
vina misericordia. A mesma mesa regadora lam-
ben si iontilica que hoje !l do coi rento o nos (Ogain-
I. .ild.ados a avilo, cm ipianto e-livcrem esposkis
as mesmaa lina iem, proleude compai>liar o referi-
do acto com a predica da Erangetho, a qual acra
recitada pelo mui Kvm. Sr. padre meslre presador
.la capaila Imperial li. Lino do Monte Crmallo.
| AO niuco. i
ffi H'j nrmazem de famndas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
i vende-se um completo sortimeiito
jrj de fazendas, Qnas e gtx> as, por
rtjj liceos mais l>avos do tptcmou- r
i.l Ira quak|uei- parte, tanto em por- r?.
i roes, como a rctallio, alliancando- &]
f^ se a'os compradores um s prceo 9
ti para lodos : este eslabclecimento
v. ahrio-sc de combinarSo com a a
I maior parte das casas commerciaes n
inglezas, rancezas, allemaasesins- t
Sas, para vender ia/.endas rnais ein H
conta doipie se tein vendido, epor ^
slo ollcrecendo elle maioros van- g
tagens ooque oulro qualqupr ; o 2
proprielario desle iin|vorlnte es- re
lalieleeimenlo convida a'tollosos
seus patricios, e ao Dulilico em ge-
ral, para que veuliaiu (a' bem dos
seus inleresses) comprar la/.ends
baratas, no aiinazcm
Collegio n. de
Antonio l.ui/. dos Saniosa llo'lim
da rila do
ESS zmi& jf. 3S -.-i :^BS
t.luein precisar de urna boa ama dje cil
qual lem leile de S dias, diriia-sc a ra da Ca
Vellia ii. II. I
Agencia de contabilidade
comniercial.
Oirislovdo (luillicrme Kreckenleld, liabilitad**
con m> GaatecMorMilM ftraliros. que em miicria-. d
cmnmcrrio lem adquntlo duraole muilos annos que
s lem eserada iic>i prara romo f;u\ein, uaarda-
hvms t gerente de negocios pruprios e alheiot, o|Tc-
ri'c aos necociantes desla e das oulra praras do
BmU, MniOMMoa oulras quae^qoer Hm n ea
preslimo para u un de dirigir lodo o que *c refere
a eontabiUdfde, como spjaiii: rever c i|uM de quilquer nature/a, araMNMT halanros e irjul.i-
i>ar lii|uiliices de f-itlnnciiios, de sociedade, ra-
ICOo* rcL'iil.iWiede a\riiia>. in\eularios e partiilia?
amigaveis de qualquer eapca de ben*. eilrah; cun-
tas corrcnlrs cun juros ou >m elles, |Nr em da es-
cripdtrscAei aliazadas, tomar couta de qualqaer
nova escri|>hirarno por parlitl.i dubrada, im\U oo
simples arbitramento* juJiciaes, conlratus roiiimer-
caes de qualquer nalurcza, etc., ele. |(nca,fre-.vu
oulro sim de dinsir qualquer necocio jadicialmeiile
qnr peranta o juito comniercial, quiT peranle
Iribtiu.d do cominurrio em primeira e e^uoda m-
I.iciii, para o que lem .1 coo|>eraco de um dos mai
habllitadot advgados, e de um dos probo e iiiielh-
geatea uliriUdore* lo furo. Para esle fim lem *
-iiiiiiinciaiitc aborto o-.eu escriplorio na ruada 1.a-
deia tic Santo Aniotito n. I, onde pide >*r prnru-
rado daa S liorai da manlua us i da larde. O anntm-
canle eapera mcri-ccr desta e de uutra** praca* um
bom at'ulbmicnlo, sendo o seu eslubclecimcnlo da
mais tcruiihv. 1 l.i utilidade.
C. STAKK (S C.
npeitosanenla anuuiiciam que no seu e\lens es-
abelccinieulo cm Sanio Amaro.roiilnuam a fabricar
cum a maior iicrfciru e |irom[i(ido, (oda a qoenla-,
de de maehiiiisino para o uso da agricultura, na-
M'-acau e inuiiufaclura; e que para maior romnao-b
de seus avaacreeoa rrcgmMsa do publico cm ire-rsl,
leem iberio cm um dos grandes rmateos de >r.
MeasjUila na ra do llruui, aira; do arsenal de nta-
n nlia
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dlo seu eslabclecinieulo.
All -irliarao os compradores- um completo sorli-
meiilii de inucudas de calina, rom lodos os inelbora-
meutus (algOM delles uuvos c ori^uiac- de que a
experiencia de mullos anuos lem mostrado a neces-
sidade. .Marianas de \aMir du baila e alia nressao,
laixn de lodo lamanlio. tanto batidas romo faadi-
des, runos de m.lo e .lilas | ara couduiir fnrmas de
assucar, ma.-bines para moer mandioca, prensas pa-
la itlo. Tornos de Ierro halils para lainilia. arado- de
Ierro da uuii* approvada couslrucr.lo, fundos para
W alambiques, envos e portas para fornlba. a un.a
* inlinidade de "liras ilc ferro, que seria enfaslonbo
i enumerar. No rnOBOM deposito c.isle lima peaaoe
iulcltisenie e bal.ililada para rereber todas as en-
commendas, ele. etc.. que os am.uncanles contan-
do com a capacidade de suas otliciuas e marbitnmo,
c pericia de seus oliciaes. se cuinpromcllem a farer
esecutar, con a aaaiar pre>icr.a, perfccAo, e ,-\a. a
couformidado com os modelos ou desenlies.e iostruc-
ces que Ibes furciu fornecidas.
e, a
adeia
(1 Sr. Gabriel Antonio de C. Qainlaes tem urna
lOm jtll/.0(|lie ile nos Il/.eram |car!a viuda dcilaccio, na ra i.treilii do Rosario :i.
no seu Ilustrado despacho, aseverando-. '" Prin,eiro dar.
loes <[iie anida lizeraiu pouco, visto a in- : w> K;'--....." pUo da aaUrj americana
discrieaoriue tivemo.s etn >\.:r nossos m,-' *' "'''"' 'i'./'"^^"'^"e encaiiii.ia'.iii pna d,
taquara, e baja tundeada ueste porto, 11A0 :e res-
nouabiliss por divida alguna que faram aspessoas
de sua tripoliicao.
tos a pessoas lo Ilustradas.
IRMANDADE DO DIVINO ESPIRITO SiNK).
A mesa regedora denjando valer nesla crin nos
seus irmaos desvalidos; nns lo o pudendo lser
por falla absoluta de meios, v.ii rogar aquello, de
seus irmilos que possam concner.--.ni suas esmolas
se dirijan quanlu antes a casa da irmao jai/, o Sr.
Antonio Hamos na ra do Encaiilamenlo ou a do
Sr. Uiesoureiro o Sr. Antonio Jos Ilias na ra das
Laraogeirai alim de reriOcar-se sesera possivl le-
var a elTeilo e-la obra tilo pia.
I'reciaa-se de urna forra ou escrava que saiba
fazer o servico diario de urna casa de pouea familia :
quem pretender dirija-so a ra de Collegio 11. I
arnanm,ea na ra das Crozasn. II,segunde andar.
THAIIK.AO'.
KcsolucAo adoptada pelo ronsellio de Slock E\-
chauge. Londres dezembro 19 de 1835.
Consta ao cousetho que poderes neutros tendo li-
cenciado nos seus dominios subsriipcoes para en-
preslinos a Itussia.
O enunlbo icsolveu unaiiimcmcnle.
.< I.luc nunca, nem agora, nem .lepois de esl.be-
lecimeoto da \n/., elle lomara counecimeota das
Iransarcnes, nem permiltir.i colacocs dos cmprcsl-
mos oblldos por um poder quando e-tava en guerra
com a Cra lrelanliii.
Aasigoado George iichb, secretario.^. .tu-
gatlut <'orpar, cnsul.
Londres de/euibro l'J de l8jo.
l'rrrisi-se para feilor do sitio de um cslraogei-
ro, de um Inmeiu robusto e rapa/., que entella do
seu uflicio, paga-so bem : a [miar na ruado Trapi-
che n. 38, segundo andar.
l'recisa-se por alagnel de um nielo nu inesmo
algn noleque queseja robusto, para criado de urna
casa eslrangcira, no leudo vicios e sendo lel paga-
Precisa-se de um b-un iimassadur o que ciiIpii-
I .1.1 da corlar nassa, alianca-se bom ordenado, porm
quer-se pessna d.e alguma capacidade: na padvia
da ra do (^ol.ixello n. :il.
l'recisa-se de uosaceziaheira : na casa de dous
andares da ra Pornosa.
Preeisa-ae de nina ama que saiba eozinhai o
diario de uina casa de punca familia : na ra do
Crespo n. 1\.
l'recisa-se de una ama para casa de pouea fa-
milia ; na ra do Cabag, leja de niodezvs de
portas.
Os administradores da eili: -la rasa de lieane
Voule A: Companliia tein dadu procurarlo bastante
ao Sr. Walter rainger, em lagar do Sr. Ricardo
lleppcrniann, que se relira pira Europa.
Acba-sc fgido un eseravo do abaiio assigna-
do com os signacs seguales : cabra, cabellos cres-
pos e curtos, olbos pequeos c rom urna 1. lli.lv n'uro
delles, altura regalar, espadado, com nina peina
arqueada, ns dedos graadn dos pes mala separados
dos oulros; foi eseravo da viuva Tciieira l.opcs :
quem o capturar pode levar a ra llireta, que sera
generosamente recompensado.
Dr. Ignacio Nerj da Ponsece.
RiiB LAFFECTEUE.
Oanico autorisado por dtcitao do coHtelh'j real e
decreto imperial.
Os. mediros daS(sSspHas recommendam .. Arrobe
de l.alVecleur. como sendo o nico BSJtattndJO pelo
governo, c peta real sjacaadaaSa de MdMan* Ks'.e
me.licainenlo d'um ROSM agfoilml, C fcil lomar
en secreto, eatoen uso na nariosn ieal.lesjem.n-
de l>0 unos; cura radi.alinenle cm pon... l.-nq.
eompooca desposa, sera mercurio, as allercoes ja
pelle, impingens, as coiiscquencus das samas, ulce-
ras, e s :.i'C.lou(f-s .tos parlo-, ,1a i,la.Ir PJjflHaa,
da acrimonia bcre.litara dos bumores; convela aoa
calnrrbos a becbiga, as coulracc.'H;s, e a fraque/a
dos oreaos, procedida do abuso das njecces on le
sondas. Como aiiti-sv pbililicu, o arrob cura en
pouco lempo os Huios rcenles oo relieldes, qoe \ .!
vcu incessiiutes em consequencia do empreso da
co].aiba, da cubeba, ou das uije. roe-que repac-
senlem o virus sem nculralisa-lo. O arrobe l.a-
ITerleur be e-pccialmeiilc rrronmien.lado contra as
doenr.is juvulcradas ou rebeldes ao nierruri e ao
iodureto de polas-io. Lisboa. Vende-se na boti-
ca de I'..n..: c de Antonio Feliciana Alvcs de A/ -
vcilo. placa de i). Pedro n. SK, onde acaba dr rlie-
gar nina graoa porcilo de aarrafas grandes e |e-
iiuciia- viudas ilirerlamentc de Paria, de c.sj do
dito IJovvcau-UillecIcur \>, ra Richco y-l'.in-.
Os formularios dio n gratis em casa do apern sil-
va, na praca de l>. Pedro n. Sii. Porto. Joaquim
Araujo ; Haba, l.ima i\ Irm (os ; Pcrnambarn.
Soum; Rio de Janeiro, Roclia c\- Filhos ; e Morei-
n, loja de drogas ;^ illa Nova. Joao l'cirua de
Uagaln Leile ; Riu Orande, Francisco de Paula
Couto ,\- C"
tratar na rus do Trapiche n. 38, segundo
Uesciu rrijiim hojt II de fevereiro.
Barca portuguesaIaoIsil.
Brigue braaitoiroMaraibfta e louiinbo
..ii.Nilil.At'U UERAC.
Reiuliiiieiiiii.!.. dia 1 a 7 .
dem do dia 8 .
it':ij;-:i::
3:>75&o:|
LUSO-BRASILERA,
. O* senhures
iccionisias des-
-lii rompanhia
lio convidados
rcunnem-se
sesla-feira s
do rorienlc,
pelas i horas
la tarde, no
saino ilo gabi-
Saieto porlu-
's"' -/"" ";.>-''' :ue/. de lei-
lura, para iratarcm dos uleresses di mesma enn-
paohia. I'eriiiimliuco ."> de fevereiro _.. 1855..t/u-
noel Ditaclr Rodrigue, agente.
Para o Kio Grande do itil (rela-sc
un, navio da primeira marelia para"r~)ri'-ir para o
inesmo piulo cima a carga do brigil iugln lolm
H'alktr, rapilfloN. T. N. Williams, -rribiulo a osle
pa*lo na sua viageui de Liverpool nenio Rio tirando
do Sul, legalmeule rondemnadu. A taiga corrjTslE
de carv.lo e merradorlas, pouco mais m menos |.mi
tonel.i.as : os prelendeules dirijaiu-si em caria le-
cha la, n din :1 do crlenle, em cn-a dos Srs. Ale.
Calinunl ,\ Conipanliia, agentes de l.o .is, iu praca
do Col |ta Sanio u. 11.
I'.ua o l'orlo a barca I-'rnnndcs isabii.i no dia
se bem
andar.
Precisa >e de urna ama de leile : na ra de
Apollo II. 19, primeiro andar.
SOCIEDADE IHIS lio NORTE.
i)' onleni do Illm. Sr. director silo convidados lo-
dos os sucios desta corporarao para eoiapareceren
boje as.', horas da Urda na sala das sessuo*. Seoc-
lana da sociedade Iris do Norte > de fevereiro de
li-ot.O I." secretario, J. I. '-'.arques.
'.ido irrcnte mes : para n restada caita e passagei-
a ra da t'.a-
a praca.
ueles de
ros, tr.ita-sc com Barroca v'\ Castro,
deia du Recite o. ou cum o capia
Com
22.-382j77(
DIVERSAS
Rendimeatodo da I a
dem do dia :. ,
ROVINCIAS.
I:i3i la
'W33->
itTTSTaB
DESPACHOS DE EXPORTA CAO PELA MESA
1)0 CONSULADO DESTA (.IDADE No DI v'
8 DE FEVEREIRO DE 1856.
IlallimoreItrigue americano kIUIIcii, llenriqoe
Forslcr & Coropanhia, 939 saceos nssuc.ir branco e
annuneio sis,r0 e prccursor dd ; 1.0,r,;^]^r-a p0[Ul:,UCM ,., Sllllli,
Companhia, 500 necoa assucar branco. ft
CanalUarca inglesa Queena, Basto & Leos, (ion
saceos assucar branco.
Porloilarca portuguesa uFernandes lo, diversos
carregadores, 700 saceos e i barricas asnear blan-
co e masravado, e ."ill couros Hgados.
calamidadc que nos cspreila.e infelitmenlc para nos
esse annuncio raras ve/.es mente.
Srs. accionistas do Hospital Portuguez de llencli-
cencia, no momento cm que a divina indignarlo
ameara dest'arle acoinmeller um povo bom c gene-
roso, no momento em que a juslica de Dos nos pre- Pbiladelpbiallrigue americano a riioma/. Walter.
para momentos He lauto fel e amargor, be nauso i Malhens Auslio Cenpaahia, 750 saceos aasoear
... _, ,,-,... Iiranco e masruvadu.
,ns..nclo,comoambem be le, brist.la, esqu-cerein- i Slorkolmo-ltarra ,.. Elis.bell...,N. O. Bieber ,\
se ueslu lslante lodos os, furos e privilegios naci I l'.ampanhia, 1,500 couros salrados.
usileira
vapor.
panlua
o vapor Paran, conimandante l;. 11 Borgea, es-
1'eia.....los porlo.. do norte a l^dococfenle em se-
guiuicnlu para os de .M icio. Itahla d Itio : p.ira
passageiros, raiga, iiir.iii.ineud.is e diiiljeirn a fele,
lrala-sc na agencia, ra do I rapirlie n. id, segundo
andar.
N. i!, o dia .la ring,'.la du vapor hjj o atareado
p.ua se icccl.cr volunics sup'ito. a despacho, i. .la
sabida para passageiros e diidicuos alo as boras do
expediente.
Para Lisboa n voleirn e lionilo I
gue/. Soaeranoa, (ahir no lia -ii1 l
'|uein qui/.er carregaro r.sio .1.. carga (
(agen, dirija-so aoa seus consignalarii
Severiano Rabello Ov Filho, no largo da
PARA A BAHA
sabe impretcrivelnienl no .lia Id do crtenle o Ma-
le brasileiio "Amelia). ; para o rcslo da' c.iv^^, tra-
la-se com o seu consignatario Antonio i.ui/. dellli-
veira Asevedo, la i\a Cruz n. 1.
PARA A BAHA
pretende sabir rom nimia brea idade a ve leira siiina-
ra brasileira allorteoriaa ; j lem parle do seu rr-
legainentu prnmplo : para o reslo e jaassagei.oi,
a
.le vestido de inoire
de s -.la para senbo-
scnboras menin .s.
loan inl: la de retros
proprias p ra vesti-
id., bordada a *<-
rigue portu-
correnle ;
l ir de pas-
i Francisco
AsMtohlca,
m

<9
ii.uaEuiiroTviMi. electrot\p
i: stekeoscopo.
Na antiga c bem condecida galera e oflieina de
retratos do sierro da Boa-Vista n. i, lerceiro andar, i;
conlmua-sr a lirar retratos por qualquer desses s\s- ')
lenas com loda a perleic... Ahi se encontra o I
mais ni., eabundante sortimenlu de objeclos para a *
rollor.icao los lelralus, que lem viudo a esla capital.
tilo se entrega retrata algum acm estar imrecido e de
um triibiilbi. partalo. Das '.) boras da manb.ia sa :i
da tarde esta aempre a galera e oOlcioa a lisposi;ao
do publico, podando lirar-se retratos cm das 'de
ebuva.
Os procuradores de Joaquim Fernaodes da Sil-
va Campos, duraofs* sua ausencia, mm os Srs. \isto
Vieira Coelho, Adamsou lluwie iV Coinpauhia e
Tinim Uonsen \ Vi nassa.
Jos l'ort.lla da Costa Silva retira e para a
Entupa a tratar de sua saude.
O Illm. Sr.Dr. jais de direito especial do com-
mcrcio desla capital manda f. /er publico para co-
nlicciinenla de |uem iutereaaar .leva, que as audien-
rias do mesmo uizo scrSo d'ora cm diante nos se-
gundas equnlas-fciras ..o inoio da. Cid...le do Re-
eifede Pernambuco 7 lo fevereiro de 1836.O CS-
crivao do jui.'.o especial do coimnercio.
i'iaucisco Ignacio de Torres Bandcira.
.4 loja de matlaine iScas-
sy, modista, no aterro
t Boa-Vista n. 29,
adiando s seinpre surtida las nielbores fa/.endas
tendentes a modas, a pial p ra o lempo presente d.
qoiiri'-ni.i i.-eben liellas curtes
antiquo, cor prela, nielas prelai
i., luvas prelas .1^ tortjal p.ua
luco preto do linbo verdadeiro,
ornadas com um bello desenlio,
.la decotadu, roiueiras pelas i
da, piopiias para o lempo presente.
IMM4MMDE DO DiVfN ES-
PIR1T0 SiHTO.
A innaiuladc do Divino Espirito Santo, na inleii-
' jilo U. implorar a Clemencia Divina para pie nos
| preserve das luctuosas secnaa queafnigem os habi-
tantes da infeli/ i.lade da Vicloria.lem re-olvido sa-
hir em proeiasio, eonduzindo o emblema do aeo di-
vina p idroeiro, e s imagein da immaculada virgem
do Cenculo, sem signal algum de pompa, a visitar
as grojas do Livrumeuio, Terco, Smta Tbereza,
Carmo, Concci^tlo dos Militares, matriz de Sanio
Antonio cCliagas. Convida, prtanlo, a lodos osse-
uliures sacerdotes seculares c regulares, e a Indos os
liis ebristaos que qui/erem acompanliar dita procis-
s.to a comparererem em SOS igreja no dia lOdomr-
renle as .*, boras la larde, llavera sermao ao reeo
llier da procissSo.
IECHAIISIQ PiRi E1GE-
- Auielia.u. de l'inbo liorges. prole-sor publico N.\ FUND1CA0 HE FI.KKO l>0 ENGE-
dc primeiras lellras, jubilado, ullerei-e-se a dar Ii- \|||'l IU)' I) Wll) \V ItOXVM V\ \\
roes em casas particulares, com zelo, civida le c ap-' ... .. Jl a* a
pioveitamentu : aspessoas que preciaaren dirijan-l lil.A IK) livLM, IASSAaIKI O -.IIA-
se a ruu Vellia n. l, que aehorao coi* quem lra|ar. I'AUI/.
Quem liver nm""eamarnle de segunda nrdem ba sempavj um grande satiunenln dos segnintcs ob-
liara qualquer das recitas do Ihealro lrico, c qnizer i ieclos de iiiccbmi'in.is proprios para cngenbos, a sa-
ber : moeii las e netas moendas da mais moderna
coiislrurc.io : laias de ferro fundido c lulido, le
superior qualidade e de lodosos tamaitos; rodas
dentadas para agua uu animaes, de tolas as propor-
edes ; crivos e boceas de forualbae registros de bo-
eiro, aguilboes, broosasi parafusoscc.nillioes. Bat-
ano do mandioca, etc., etc.
NA .MESMA.FL'NDICAO.
se e\ccul.ini todas aj ciicoinincndas rom a superior
11 la.le j conhecida. c com a devida preste/.te roiti-
modidade em prero.
N-1 1.' do mez proiimo passado desapaaareceu
a escrava criuula, de nome Thuinazia, com ns se-
I guiles signaos: estatura ti usa, cr fula, denles li-
mados e os dedos dos pe. lorlos para dcnlro ; acha-
se prov.ivclmcnle refugiada em algum dc-lcs luga-
res : Cacboeira, Tabatinita ou Ar.ui.lepe. jet sos
antigos seiibores l-elii Jos \imon.les e D. Anua
Maria C'ilharm.i le Sena .du seiem moradores, oode
a mesma escrava lem fillms; a qual foi ullimjmen-
le nesla pra^a vendida a l'rucluoso JassJ Pereira Un-
ir pelo corrector de escravoa lose Esleves do Nas-
cimenlo : a qoem qoer, porlanlo. que interesse ap-
prebende-la, levando a Soledade n. \i, se iccom-
pensari com ccncrosidadc.
Attenco.
O aliaiio assicnado, leudo de f.i/er urna viagem
para Lisboa, ruga enr.sre.'ulamoiilc aos seus fregu-
es de saldar suas ronlas al o liui de corrente me/,
no seu etabelecimento. nos qnatro cantos da Roa-
Visla.llorencio ?larlus da Silva Borgcs.
ccde-lo, pode mandar a loja n. 3, provima ao arco
de Santa Antonio, que se entregara suy importancia.
. Na ra Nova n. 12, laja, dir-se-lia quem pre-
cisa de urna ama de leile.
O abaiio anignadn faz seiente ao reapeitavel
publico, que o Sr. Lili/. Antonio Ja Silva nao be
mais seu cuiseiro, pelo que muila Iheagradereo
bom deseinpcnbn que leve na sua casa. Recife 7-le
fevereiro de 1856.Julio Cewi '. de Oliveira.
Precisa-se -de um feilor que seja Irabalhador
para um sitio perlo. c bolarseolido a algoos esclavos:
na rus do Passcio, loja n. 7.
COMSI.TOBIO ($
HOIIEOrATIlCO. 1
28. lina das Crn/.es 28. W
Gratuito para os pobres.,, >aw
t) Dr. Catanora da rousullasje faz vi- '<$)
itiis ii qualquer bora do dia. *.
No mesmo runsullorio vende-se W
O lltATAMENTO HOMOEOPATIII- (;*,
l'.O, preservativo e curativo di cholera ^^
morbw, accommodado a iutelligencia lo (.
poro. 2*
t.irlciras de IJ medicamentos para o vg)
cholera. (*
[ onca do untura......1-HH.I ViW
Tubos avulsos. ()
Carleiras de lodos os ntanos minio
^ i Ausentou-se da fabrica de saba. um eseravo
*^ ~, '"'Vi; .. Jj. de nome Frederieo, orioolo, eslalura alia, noto com-
V9@9s9si9^-^<9-@@^b991 P"do, barba cerrada, cor n.uilo prela, filia muilu
corrate: roga-oe'aqaen o apprebenlcr leve-o a
PIRI 11 VI' Vil H5 IF\ R'\ nienrioiaila faluic.i, que seni recompeosado.
Precisa-se le una ama para cas eslrangeira :
Acham-se no prelo as INS1111 K.OES DE DI- i na ra da Aurora n. 58, primeiro andar.
Itl-.l POP BLICOECC.I.ESIASTICU pela Dr. .loa-!
quim Vllela de Castro lavares, lente da Facuidade ~ rrecisa-M de urna ama de leite para tomar
de Direito desla ci.ni.le-. e por estes (lias ser lislrui- \ca,,u.lte um* manea rawcaan-raaaacrala : na ruad.
do pelos Srs. subscriptores u primeiro roame d'eala vigano n. 18, segundo asolar.
mi rosnante obra, para impr.ssDo da'qual os editores A pewca qnr achar-w babtlila.la para fcitori-
so nao lem poupado sacrilicio algum, leudo so- s.ir a ,-scravos cm um sitio, procure <> sitio la Kslan-
ineule em mira apri-si'iila-la ao publico nilida e as-1 ci do tiiquiu, qua ochar com |nem tratar condi-
nadameole impressa, em bunilvpos e ptimo papel. ea e presos.
Na es rula de Joao ,lr Sirios, no sitio do alie
res Assuuipr,-,,), precisa-se alocar por me/ um evra-
VO relho, ou oulra (juabpier pessoa forra ou capti-
va, para pastorar vareas; da-n eaaa para morar e
paga-se bem : qnein estiver nestaa eirrnoMliaeln a
qnizer, diriji-n ao inesmo sitio, u auuuncie para
ser procurado.
Alug?ni-se carrocas para acrvlco das mas, ^
paonm-se .i :> diario : l.cm reano irabalhadnrrs a
son rs. : a quem Ihe convier, dhija-se a ra de San-
Esse voume. pois, (outen.lo de :'j)a :t',d pagi-
nas, en elegante formato, achar-se-ha a venda rio
dia 10 de fevereiro em diante, na livraria los edi-
tares, Ricardo le Freitaa s.1'.. esquina rio Collegio
n. iM, ao prero .le (o'ia i rcis, para os nao asignan-
tes 0 ahi, bem rumo cm mflo las pessoas que se en-
ram de afieociar assigoaluras, ser distribui-
do aos Srs. subscriptores, mediante u enlroaa la
primeira preslacAo le sua assignaliira -niU icis ; i
ficando a segunda e ultima presta.;.o. de igual quan-
lia, para ser paita na occasiiu da entrega do sexual-
/" rolanne, queja se ach no prcln; reccbciulo ain-, lo \m::ro, sobrado de um .inda..
dn esle anuo o lerceiro e ultimo roame seto oais re- __ (jSr lolo Paulo i.oiu.- -le
l.ilinicAoalgama. | dirigir se roa Imperial o. 1
Aquelles senboics que qui/.crcn anda subsrrcyer
pdenlo faze-lo nesla provincia na livraria los edi-
tores e em casa das pessoas cncarregadaa la salw-
crip;,lo, e em oiilras provinciiis em can do- respec-
tivos agentes, uto a puldic.ic.lo do segundo volme
por qnanlo d'essa data cm liante a obra (rnente se
vender por I.VsOdO reia o cxemplar.
I'.aa lace das enormes despezas que sao obrigados a
fazer com a presente iinpressao, nao podem os edi-
tores deiiar de eligir dos Sr.-. subscriptores (em
exceptu :i inmediata entrega de sua respectiva
prestadlo logo que Ibes seja apreseul'ada o primeiro
volme; porqae da contrario, vcr-c-bum na ne-
rmsidade de suspender por ora a impresslo dos
oulros.
/.'. \ird'j de I ruta. \( .
Parra tara fjvnr
i i do (aojaa Anto-
nio la Silva tiusm.l.i, para receber urna euconinicii-
1.a |ue venido Para.
Nos abaiio assianadoa taaenio -ci.-nle M pu-
blico e piincqialiiiciile m coinmercio. que lissolve-
nios iiiiigavelmeute a sncinlade qoe libamos na la-
ja de niadezas sita na ra larga do Rosario n. Us
i com a lirm.i le llanos ^ Irmao, brando i,.p,.ii-avel
pelo activo e pa-sivo o socio Manoel CoocaHea Bar-
ros, desooerado Joaquim Jos de Ra ios Silva
Itecife s de fevereiro le I*,,;. Maoocl Con. alie-
llanos. Joaquim Jos le llanos e Silva.
Na ra de S. Hnralo n
.le nina mullier Carra ou
interno e rilernu le una ra
i paga-se a couleulo.
.. rasa terrea, prensa
apliva para -. rviajo
de pouea lamilla ;



DIARIO OE .EnMIUCQ SUBA O 9 OE FkVEftEEiRO fc 1856
/
Terceira edieao.
TRTAMERTO H0I0F1THIC0.
Reservativo c curativo
DO CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS.
;s nts B3 -T/-% nii ,.
pudor cura i testa enfCrmidadc, adiiiinislriniilmis romediui. tiiais'ertieazes
-. recori un medico,ou mesmo paracura-ii ludependonle desle nos lucres
mi in-tim-ran aupovnparace
para atalha-U, emquanlo
ni im< ii.'iit iis ha.
TRADUZIDO EM P)UTi;f.UlZ PELO i)!'.. !'. A. LOBO MOSCOZO.
Estes doos opsculo contena- in licar mus clara- o precisas, pela sua simples o concisa cspnsi-
c,au Mlaaoalcance ilo indas asinteliigcncias, nao mi pelo qoe diz respeiln ana meios curalivo*,coma prin-
ciplmenle aa preservalivo que leindado > mais salii-factorios resultados cm loda a paru- mi que
viles Icio sidu pus-Ios cm prallca.
Precisa-so de nina nina de leilc, forra 011 cap-
liva, pagare lo por me/.: na ra da matriz da
Boa-VitU ii. 7.
lustriiccan |iiil>licii elementar.
Ai-lia-.sc un evercicio a sesunda encola da licgue-
tia da lloa-Visla, na ra Velha n. 'i2.
Sumio-se no da lerea-foira, 1 do patsadomez
para o amaiibccer do da' quarta-leira, un quarlo
c.i-tanho, grande, capado, sen signaos siguas, com
o rorro na poma direila, rom a canda annelada com
dous aunis, idade do Kecife para o engenho dan Mallas : roga-se a
quem o liver aqhadn o mande enlrroar nenie enge-
uho ipio se gratificar, ou aiinoncie pelo Mario.
frigio do engenliq do abaiso assignado, no da
17 de Janeiro du coi rente, um mulato |ior uome Je-
rnimo, idade de 2_ anuos, de lua cor, bailo, gros-
mi, principiando a barbar, he ofllcial de upaloira ;
Ii'mui uina pega de ferro ia perna ; levou un ca-
vallo ro/ilbo novo, idade li annos, liem passeiro, ca-
fin caixeiro que anda est arrumado, dese-
jaiiilo sabir por ciiroinsl.incus, nao o quer fa/or nein
adiar uulra arruinado ; pm swi quem precisar an-
iiunciu por esta folhi paia sr piocurado.
(Sompmt.
Compra-fe urna lipoia no\a ou usada : na rua
da Madie de Dios, luja n. :l.
Compra se eRctirainenla bronu, latan e cobre
velhi. : un deposito da funitie.io da Aurura, na ra
dollrum, logo na entrada n. iH,c na mesma fundi-
cao, 1111 Santo Amaro.
SScuMv.
Sendo o lral,lineuloiomeop.iiliicu o nico que lein lado uran i"s resultados nocuralivo desla lioru- i bao, leudo a orrlba direila mais haixi, rom ferri
veleiifermidadc, julgamosa proposito Iradusirrcxtea dous importantes opsculos cm litigua vctnari-i quem o pecar ou doli liver noticia, dirija-te
la, para arfarle facilitar .i sua lcitura a quem nnoic o trance. engenlio das .Mallas, que ser liem recompensado.
Vemie-se unieamenle no Consultoriodo traductor, roa Nov n.V!. por 23000, Vendem-se lamben Antonio de Paula Soasa l.cao.
os uiodic.iniiMilos precisos c botica! do 12 tubos com um Irasco de lindura la?, umadila de 11(1 tubos ciunr
vro e 2 frascos ile tintura is. 258000.
Mas-a adamantina.
lie gerlsaente reconhecida a excedencia desla
preparaco para chumbar denles, porque seus resul-
tados seinpre feli/es sao ja do dominio do publico.
Sebastian Jos de (lliveira faz uso desla preciosa
masas, para o lina indicado, c as pessoas que quie-
ren] lionra-losiispoudo de seus servicos, podem pro-
cura-lo na ', Iravcssa do Yigario n. I. loja de bar-
beiro.
: .i. jane, mitista. i\
0 couiina a residir na rua Nova ... 19, primoi-
b ro omitir.
Nogiieira
Jos Nogueira do Sonta modon sua oflicina de
encadornac.io da rua do Collegio para a rua d i Cres-
po eonfroule an arco de Sanio Antonio, edilicio do
Sr. roniiiieiidador Magalhaes Bastos.
Nogueira
.loso Nogaeira de Sooza lem a salisfaoo deannun-
lATPIMi II1 0|)/i\l\'i"H I r'ar ao respeilavel publico, que nbtio lim novu esla-
LlIlLlUAe) IP.V 1 UU t ALIA. belecimenlo de livres e msis objectes tendentes ao
U caulelisla Salusliano de Aquino l'crreira tomn j c". do Crespo, eonfroule ao arco de Ssn-
a icsolucio de vender os seus Inlheles e cautelas as '" *"loniO, rdibcio doSr. commeiidador MagalbSes
itmlit ridtt
s
Vende-se urna noriiib.-i de i,I,,,I,. ,|e |.", a lli
| anuos, de bonita ligura, cm vicios noin' aclianiics
na rua Dircita n. :l.
foliiiiiias
PARA 0 COMENTE ANNO.
rolbiuhus il iillicita contendo o al-
manalt udmiuistraivo, mercjtntil ( in-
dustrial dcsta prdvitci.i, tabella dosdirci-
topafocliiaes, relimo do mpostoi pe-
ttti's, provinciaei .muuicipaes, extracto
da Boa-Vista n. (i. precisa deolliciaes de |.ca'6umas posturs, providencias sobre
p .luso An.irlelo da Silva, HDm
9 dentista c sangrador, aanuncia ao publico CS
fi desla cidade, que -o adiada novo no ovcrc- gt
C co de sua proliss.lo, na rua da Camboa do ':
@ Carino n. jo. muir pudo ser procurado a lo- fj
g) da c qualquer hora du dia ou da imite. ;g
^as3:s5!3-es!s .;.
A fabrica de tamancos lo aterro
. .-.-X ?S6>SS-S-3-
lAAaAai
pessoas que compram para nesocio, sondo a quana
de 1000 para cima, duiliciro o vista, pelos procos
abaixo notados, na rua do Trapiche o. :tti, segundo
andar, em quaolo existir o plano actual do .immi
billiel-- na imporlaucla de JI:t'Oti-, lieando osles
precos lirmes. Clles sao pagos seni o descont de
uito por ceulo d.i le nos tres primeiros premio-
-raudos.
Bitbeles
Mcios
Tercos
Quarlos
yuinlos
Olla vos
Decimos
Vigsimos
69U0U
J-illO
Jr-iii'
ISliKO
19360
sto
IsSIl
Kcrcbc por ioteiro
Btoonsoon
;i:00O9000
0009100
Bastos......le espora receber protervia de seus
rregnexes c amigos, e do publico cm gc"r,il como al
boje.
Precisa-se alugar paran servido de nina fami-
lia ingleza, urna prela quesaiba lavar, angnmmar c
roscr : no rua do Trapiche Novo n. tu.
Temi una scnliora rsala do se retirar de-la
para .1 cidade da Parahiba, precisa de uma'ama aec-
ca inteiramente capaz, a qunn so dar bom paga-
mento!, que se queita prestar a acomnaulia-la ato
:50eOOO! au'"a 'alada, aflro de cuidar de urna enanca de
t auno do idade, e dado o caso de nao uiierer alli li-
I :-2(M>.-r 7.">li>0(K)
(ilMt^HMl
ItHWHK)
tao querer
car, sera para aqni recondu/ida : quem a sso se su-
jeiiar, pode dirigir-se ao pateo da matrii ric Santo
Antonio, casa de I andar n. '2.
(i caulelisla
Salii'liano c Aquino l'crreira.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEQPATHA.
No paleo da matriz de Sanio Antonio, casa de
I amlar II. \. preri-a-so de um liomem o.....i'-mo livre, de nomc J
de una mullior, que so queira pro-lar na actual qua-
dra ao aervico de cufermeiro, c se liver pralica dis-
to, tanto melhor ; fazem-se boas vanUgns, e quem
qui/.er podo dirigir-se .i mencionada casa.
la\iar tamancos.
j $$ francisco Ignacio do torres Bandeira, es- fl|
|p crviio do jui/.o especial du commercio desta
O capilal, lem aborto o sen o-cruiiorio mi rua s
3:f eslreila do Rosario, no primeiro andar do so- a;.
i lirado n. (3, e abi pode ser procurado nos f$
9 dias~nteis, das 9 boras da manhaa, as i da :}
larde. jo;
ea S8gs3-sf e-s se i a
A CommitBJIo S. It. Pedro Imnr.i.vcs ci>miila a IimI.is ,th peagOtW
que x|ui(*.('rein volniUriaiuptilr stilicr para o
snreurro des infeli/ps iiccetttitsidos que por ventura
forcm arritininciiiiliis da epidemia (|hr nosameaca,
e que ja vai devastando divcTMi pontos da provincial,
para que-e dirijan, ao respectivo tlicsoureiro o Sr.
U a noel lionralves da Silva, que peder rpceher
aqoillO rom que rada um quizer roucorior. Kenfe
rcsdaliama. Antonio )oa('Jin da .Moraes p Silva.
o arcediago vigarlo Placido Antonio da Silva Sanios,
Jos Joaqun, de Oliveira, Manocl Gonc^lves dn
Silva.
Jos Jacinllin pavao rclira-sc para Porlngal,
levando cm sua conipanlu.i roa senbora !). Maria
Dphii:piiia du Araujo Pavao, c una criada crionla,
anua Kita da Trintlade, o dei\a
como scu primeiro procurador seu primo Jos I'erei-
ra Pavao ; como secundo Manuel Ihiaile Vieira, c
como lerceiro Jos Maria da Coala Carvrlho,
0 Dr.Ribeiro,
isulailo ilc Cumbi'itlfrc
mdico pela Lniver
continua a residir
na rua da Cruz a. I >
Precisa-sede um Irabalhadnr que entend do
erviro de rilinacao, forro 011 esclavo: na ruada
Concordia 11. S.
.-.' II Hr. tiras, leudo arompanhado a epido-
mia do cliolera-morbua na cutio, ja' como {;.;
JJ membro da commisslo da fre^ue/ia do San- ;
,-$ li-siinn Sarranieiilo, e ja* como um dos medi- @
m rus da onfermaria particular d.i mesma fre- f
ii soezia, oflereceaos sena comprovinciano os (e
servicos ilp.sua proOssflo, durante o lempo @
(fa de sur demora nosla capilal, a que um @
9 arando dever o cliamou. Pasa sua residen- 55
vi cia nn Monleiro, rasa dpfronle da do lllm. JB
Sa Sr. Antonio Jos tomesldo Correio. ,\i ri- ;*
& dade. podeaer procorad no- das olis, al ^
as :i lunas da larde, na rua do Oueimado n. ;-i
O 7, primeiro andar. %
guatifica(;a'o.
Da'-se 20^000 ci grktilicarao a quetn
inculcar urna am.i crava.qnc tenlia bous uualidndes e bom
leite: ijuein pretender dirija-sen rua do
G0II1 (;..i 11. "i, ni i,,,./.,-in, oil lia lilailas
Crur.es n. I, segundo iludaa-,
Navallias a cuntento.
Na rua da Cadoia do Kecife n. s, primeiro an-
dar, escriplorio de Aneuslo t'.. de Alircu, cooll-
nnam-se a vender SpOtl o par 'proco ii\o, as ja
liem conliecid.is c afamadas navalliiis de barba feilas
pelo hbil fabricante que foi premiado na ov,.osicao
de Londres, asquaesalm de dararem eilraardina-
riamenlc. lulo so sentn.....rosto na arcan d cortar;
vendcni-se rom a cuudii^to de, nao agradando, po-
derom os compradores rievolve-ls)s al l diasdepois
pa compra ro-liluindo-sc o importe.
GHAROPE
no
BOSQUE
O unicodcposiloronliniua ser na botica de Bar-
' Iholoineo Francisco de Sonsa, na rua largado llosa-
ti; garrafas grandes 9500 c pequeas :i?i)iio
IMPRTAME PARA i\ PIBLM10
XTRAUIDO DK ROFF E BOEN-
NINGUAUSEN E OUTROS,
poslo c:n ordein alpliabelica, com a descripcioj
abreviada da todas as molestias, a indicacao plijsio-i
lgica Iherapeulira de lodos os medicamentos ho-
meMpalliicos, bou lempo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da Slgilifica^flo to todos!
slennos de medicina c cirnrcia, c post ao alcance
das pessoas do povo, pelo
RR. A..). DE MELLO HORAES.
Os Si-s. tsscnanlea podem mandar bascar oa scu !
e\emplares, assimeomo quem qoizer comprara
AILA DE LATI.H.
o padi* Vicente Fcrrer de Albuqucr-1
i|in- contina com sua aula dia 2 de Janeiro cm diante, pela mesma
maneira e sol) as condicOrs ja' annun-l
ciadas.
PUILICAQAO' L1TTERAUIA.
Repertorio jurdico.
l'.-la pubtiraco sera soin duvida de ulilidailc acs
iu uicipi.inic> iiuo-o qni/iTom dedicar ao eserticio
lo foro, iiiiis uolla euciintrarao por ordem alphabe-
lica a- l'i iucinaes o mata rreinienlcs orcnrraneiaa -i- '
vi-, orplianolosicas, corararrciaea eeoclesiaslicasdo !
untir avisos eregulamenlos por qaeserege o Brasil, t
liem assim rcsuluces dos Praxislas snligos o moder-
no-em que so lii mam. C.oiiloiu soinollianliinonlo
as dcci-ncs fias quesioes sobre sizas. sollo-, velhose
novo- diretos (- decima-, sem o Irabalho ilo recoirer
.1 comi'ci.io do nossas leise avisos avnlsos. Consta- .
rdedous volumeserooilavo, grande franco/, o o)
primeiro sabio : lu/e osla venda por s> na hija do
livrosn.6 e8da praca da Independencia.
UECUANiOA AiTl.lCADA E l.l.OSs.VUlO i
DAS .MACHINAS l>E VAPOK.
Prospecto.
\o- paisas pin que a mechaniea contribnecom li-
stos nicalcul.ncis recursos para o ilc-envulviineiilii |
t\A industria, enrontram-so nameroias eolleccOea
de tratados especiaos de mechaniea, no- quaes se
prodigalisa as das-es operaras os conheciineulos e-
louicni.ues desla sciencia as sua- apidicaccs fre-
quentes. l-'.-so- Iratados, resumidos, eminentemente
pr.tti^, e escellontes, como sejam c-criptos em
//iHji/fr* e*trangeiras% de nenbnm provello sSo no
Brasil porque u.io podem ser eslndados pelas clas-
ses a que sao oDorecidos.
Entre nos lia o ensino da mechaniea, mas he como
-enan exislisse. C.on.entia-se o eslulo de-la sciencia
m.s individuos que reeebem um., in-irncc.-ei sope- rj :; garraas grandes 39500 c pequeas3MO0
or e especial; mas Picando sempre os opranos 1
limitados ao circulo do aprendizado oda rutina, da
qiial se nao querem apartar pela forja do hbil.1,
tem quando o quisessem, o poderiam porque para
1o ihes laliain principios. Daqui resalta como que
a inefticacia do esluJo superior ; porque os hoinens
porfo-siouaes nao eiicuntam cooperaco bastante,
onde a dovciiam acilar, isto he, naqellos a quem
conli.im .1 execucao de seus planos.
Kuledomos pois que prealariamo< tal qual servido
ao nosso pas, ucrevendo para as classes operaras I >r.m MUn c I|lle ,,,,, ,
mu tratado elementar de weenanica appieaaa, o
lirimeiro que apparece em lingos |N>rlogue forrando-nos or simplifica-lo e resumi-lo, de forma
que nao licas-u ininlcllicivel para aqnellcs a quem
lio dedicado, ncm oveedesse as postes de cada um.
hu qualquer- circunstancia seria bein eabi la una
piiiilicac.lo desta naliire/.i, mas Icrni-se summa-
inenle opporlana na aclualidade, porque ha como
a conlinuaca do ensino que recchem os operarios
na academia das bellas arles e no arsenal de man-
aba do Km de Jamiro, onde corsam c.uleiras de de-
senlio geomtrico ede ornatos, c de matemticas e-
leineut.ircs.
tas de que materias nos oceupamos uesse volume :
Soces p principios de mechaniea, desenvolvi-
mento das leis que rogem as machinas -imples ;
oomprelieii'lenilii as machinas de elevar a agua, a
prensa hjdrauhca, ele. ele.
l'raiisforinacrics de movimento.
Calcatwl rela'ivos as rodas dentadas.
Itesisteucia dos maleriaes, muros de ciiislrucrao.
Propriedadcs physicas de vapor.
.Machines de vapor.
Supptemetilii.
Especialmente dedicado aos olliriaes de marinha,
e aos conslruclores ; appliracSo da incetiaiiiea aos
clculos hvdroslaticosdo navio, dcslocamcnlo d'agoa,
Antonio francisco .Vives, morador na cid.ido
de Sobral da provincia do Oar. pndeu una caria
de ordena ue Trajano Jos Cavalctnli contra Joao
Jos de Carvalho Moraes, da quantia de 100$; pe-
dc-.-e, paranlo, a quem adiar dita ordem, de entre-
gar na roa do Qoeimado, luja de feragensde Jos
Rodrigues, \istoque o Sr. .Moraes esio prevenido
para nao pagar
incendios, entrudo mascaras, cemiterio
tabella de feriad*, resumo dos rendi-
mentos c exportijo da provincia, por
5O0 rs. caila nina ditas de porta a KiO;
ditas ecclesiasticaou de padre, com are-
sadeS. Tilo a49res: naiivraria n. (i
e S, da praca da dependencia.
Vende-so 80varde bico da ierra de diversas
larguras : na ruado i.-'iinado, Inja n. |s.
Vendem-se sacc grandes com milho, arroz
de rasca em aaccas c gianel, alzodSo em caroco
latas com oleo de rici.i le :I7 libras cada urna,
loros de angicn propri [ara marrineirns, ludo por
proco roinmoilo : nroj do Vigario n. 3, mi o
caes do llamos a hora ( barcaca Provideoeia.
Vende-se a colleccao do Diario desde o anno
le IS'il ate o prsenlo : na rua das Trincheiras n.:lti.
Milho superior e barato.
Vcnilem-so saecas com imlho milito novn, pelo di-
minuto proco de 38 cada urna : na rus da t^adeia do
llerife n. I.
Vciidcm se sacias rom fej.,0 branco, inulali-
nho e fradinhu : na Iravcssa da Madre de Heos, ar-
masen u. i'i.
Ycin!e-'o urna liesrinha niuilo bonita : para
Iralar, .Ihs S ale '.I horas d.i uianh.ia, na rua da San-
la Cruz n. ;i.s.
Na roa eslreila du Rosarin n. II. deposito,
veude-w dic........rio lalim, i ...iict,,.....|,ra de Vir-
gino compici i tabula, | raminalira por Perei-
ra, I avnl.no, melhudo de chirinola, l
co commodo. *
\ ende-se ac em cunlielss de um quintal, por
proco minio rnmmodo : no armazem de Me. Cal-
moni ,\ ."inpanhia, praca do Carpa Santo a. II.
Qartas france-
sas.
\enilem-se superiores carias france/.i para v.d-
laiili- a iiHI r-. o baralho: na rua do ilueimado,
loja di......idezas da lloa fama n. :i:l.
SYSTEM
r.AV
KAPE DK LISBOA
em frascos, rbesado prlu ullimo navio vinal
boa, e iic mullo superior qualnlade: na
Lrespj n. 7.
Vendem-se na un di Soledad
cada n. til, bacallo parreiraa de
li.lado do uva muscilel de cheiro, e
conla.
Moir.hos de vento
*ombomb.isdcrepusc-nara regar borlase b?
eapii.....afundieaiiife I), w. Bowman:
do Brnm iis. (;, s o 0.
[,' s
mr pro-1 r i '
I Lories ile cassa para rpicm fiuor
las por |>oiic...l'ilie.cml,.,
Vendem-se corlas de ca- chita d facaos ro'
-'-. dilos iie padri.es frailes a^c,,,,., miud'
de |.is.
rua do
rasa Piividra-
lllllll
por
boa qua-
prcro em
iie laa,
I que ha no mercado I
n. II, loja de A. I..
do Kecife
Coljerlores
os nielliore, e maisenrorpaihi
vendem-se na rua do Crrspo
Santo- ,\ ll.ilim.
Vinlio do Porto superio*]
Cha ni ico. **
\ ende-se iioicamanle na rua"'da C^ '
n. armaseem de Barroca & Can'
_ v.,.i.. j i ,n l'oilias, ppln prc-
\ eiMe-M- .,/.iIp i\f mi/ A ,,'
ro de tNItH.cda botija : fl,a L"" "
Cal de J^boa barata.
Para fechar ce vendem-se Larris com cal dp
Lisboa pelo d ,"""1" '"''''-" ne 3**W| ;"slm c"n"'
ha nina porc" da d.l.i cal sola, ptima para caiar
lelo san i dhauli-ino e doiacAn, e euche-SS nina
barrica i-'e |p"lia sido de jliacalhao por II* : na rua
da Ca*'* ''" But'ta '^,,,
liara ataviar lulo, dila l"el,is dcjijj, lo,)as a ,*o-
liinos.
Lotera doGvui-
nasio Periiank-
luicaiio.
Aos 6:000.s, 2:000s e l:OOO.iO0OO.
Corre no da l.~> de levereiro
Us bilhclese cnidas do caulelisla An-'
Ionio Jos Rodrigues de Son/.a Jnior,
nao eslao sttjcilos ao disconto dos s por
centoda lei, os quaes se achara a venda
as lojas da praca da Independencia us,
, l.~i, 15c i-tl, rua Dircila n. 1"', ruada
Prain n 50, ruado Crespo i>. "> edo l.i-
\ rameiito n. .~0.
Os premios sao pagos logo (JUC Sata n
litn csoral.
Billiete inteiro 7s00o
Heio billiete r>.s'>00
Terco-s 2S00
Quartos l.s'Stio
Quintos l.siO
Oitavos 000
Decimos 7(i0
Vigsimos (K)
O referido cautelisla declara i|iic s pa-
ga nosseus bilLcles inteiros vendidos, os 8
pw cento como lem annunciado.
CkOOO.vOOO
.i:(I(I(1.sI1IH!
2:000,v0(l()
I :."00,000
1:200,s0O0
750.V00
liOO.sdtIO
:>oo.ooo
H.
KA IGREJA DK NOSSA S. DO TERCO.
Foi transferida a fesla do glorioso
marlxr S. Braz, advogado das molestias
da garganta, para salibado !) do crten-
le ; os devotos deste milagroso-santo abi
ipieirarn comparc.Vr, paradellcimplora-
tcm piolecirni. c recelierem a bencao d-
Vendem-se 3 optlospiaoos vertirnos rom escol-
enles votes, iillimneite chegados de llamburgo
pelo navio OUnda mcasa de Itollie & llidoulae,
iua do trapiche No n l.
\ endoiii se '2 Wi-niuilu mansos, lionilos p
manliuilo-.que temen Jo alo omalinaiijarra de cn-
genho e cm carrera : b loja do l'as-cio u. 7.
linio a/.nl.
\ ende-se panno ;ul mita encornado, de oorelo
branco a l-lim o ayao cm prca, c a letalho a
IjlKI ; ra ii mc-ii| ofilii que a liarla, c he mui-
to mais barato pela ba uracAo: na rua do Quei-
mado n. .'i.
f
BT (IIVLS IL'RCOS-
\ endem-se esle lateados curios de rasa prela
com pintas carmes etislrados, os mais lindos pos-
siveis pela sua novi idide padroes, e s se vondoin
as lujas dos Sr-. mus & Lima, rua do Crespo;
Manuel Jos l.eileiiiato Oiieunadn ; .Narciso Ma-
la Carneiro, rti.ul.i Uideia, por proco muilo cm
coala.
(i^^sssi @@%@^>^>^)
Jff Velas estVias, pedias dentar- W
'^ more pariMieas, papel de peso
($9 ingle, pajel ib erabrulho, oleo
(f) de linliac; cm botijas, chicotes
10^ para caer, panos de armario,
i lona ebrii devella, cemento ro-
/q, mano, arlain'nlu de loda* as
O 4u,c'adl cajos de linlio e de
w mai]l|ia,li\c da Suecia, chana
W pagne i; mitos linos do Renho : W
B9 vendetta-ano arma/.em de C. .1. W
{^) Asile .. tita ilaCaileia n. 21. ($)
RBLOGIOS
Coberto edescobertos,pe-
quenes c grandes, de 011-
ro, pteiitc inglez.
Vendem-se a escriplorio do Soalhall Mellor i\
Companhia, nana da Cadeia du Kecife u. 36, os
mais saperioreaebgios colierlos a ilcscobertos, pe-
qucni s grana, de ouro. patente injdez, de um
nos luclhiirc- fariraiitesde Liverpool, viudos pelo
ultimo paqaelqngleSi
Rdoirios.
-o do
;|/lelogio8 patente inglez:
i aima/rin do Roslroo II
ua do largo do Corpo an
Liquidado.
vem/em-se no irmiffm de Roslroo
pauliia, esquina do largo do Corpo
llooker \. Com-
ulo ii. .|8.
2? o Corlo, alpaca df''(''' de quidre ^ -j, 'dos
ro- a 7:211 n covado lencos de I':' ..,',. des> ,* PS-
ro.no horda........MI cuta uic ="V ,,, '- ven-
rahumemal/ell;'^,M"' U >
dem-sc na r-a do Crespo n. b. i*
i;0,iwviSinas^Jc
boas gosws
NA-LOJA DA B4 Fa-JA.
Vendem-se ricos loques tu pluma. bol*4aa'
..pelho a -2>. lufas de pellic,' de Jouvin o mcliN'r
quopi.de haver, 1^8011 o^r. dilas do seda aiuaA ,.;'.'. .
reliase brancasar. liouinTe senbora a 152, di- H^;.1"1"''"'' "" ,'',, Ue
tas de lorcal prcS "e o*Tbordados de cores a 80(1 >r^ "'"J 1-"1""
IMI.I \S HOLL WAV
,'.slc ino-liiiiavelespeciliro, ci.ni|-isl.. inltiaaaiif li-
le de llena- mcdiriiiars, nao conlrm nicrrorm. lum
al-nma uulra subslaiiria SkletlSSOa. Hoiiii;imi mail
"'"' a infancia, a a riimpleirAo mai delirada, b-
'-' ialmeate promnlo e senara para dssjsstaaBM n.--
' a i-Miiipleiijiu iii.ii> ndiiisla ; lie nilriianieiilr mil
rente rm saaa upttfu r lleili- : naai bsaan r tr-
IUo\e o- iloeuc.i- do qualquer r-prcic c ajan, |-i
mais .lulipas e tenares que sejam.
yEnlrc milliares de pess..a- curadas r.mi e-le ir
ineiliu. miiilas que j.i eslax.nn as parla, da uioile.
lu -crwndo em seu Uso, ronsesoilam rmd.iai ..
- nide c forcas, depass de naves lenta*......nli.....>-
lodos os oulros remedios.
As mais afilelas nao devoin SSJtroBaT-ea a anaSjafB-
iicio; lacam um competente tssaaia .1, aflsaasa
eiioiius desla aasoaaaroM medicina,
perarao o benelicio da saude.
.Nao se perca lempo em lomar BSSS irme din par
qualquer das scgumloeiileiiiii.l.de-
o pn -a rrr-
Vccidcnles opile plicos.
Vlnoreas.
Amputas.
Aroias mal d .
Asthma.
Clicas.
CuilMll-iil -.
Ilchtlid.idc uu evlciiua-
m
z
0 iirrcmalHiite ilii ,">j.i io ;i CMI nova il.i aina, ciinfroDle ao arco de Santo
Antonio, iiuprpmlo acabar com as fazen ien), vende barato para liquidar, seni perda de lem-
po. I'r i n < f'/i i'M'i.i ilo l>oa qualidadc a MH) rs. o |
covado, alpacas fina* de superior (pialidade .isik)
re. e t.? > covado, meias piolas de alsodAn para se-;
nhura a ((* rs., I0f>ponsorio4 tOOrs. o par, corles
de cassa* Unas france/as a I?f00, e -i^VlH. mullo li-
nas, lencos de cambiaia linos a 0*1 ri., dilos de seda
da luda muilo nns pura biimeni e sonliora a l-"-i'N),
romeiras de rainbraia lina de lacos de seda para ie-
nhora a 2fJ, inanileles ile seda linos a tyt maula< ilo
seda para soiiluira tle nperior qualidade a ."?, curies
de rollete de iSazinlll para humein a .MO r., lencos
de seda branca muilo lino*ft 1?, corles de Tosa
para collelcs a (i.O o SO!) rs. tle superior qualidadc,
corles de vestidos derniubraia e soda muilo linos a
."O e i>, curies de eambraifl rom babadus lino a ;t>.
dilos de eambraia de cor a 2-^.VM>, l>retanha de linli i
de varas a pera, lina, a '2?*200, diales de (arlatanti
a HH rs. e I^JIH), ditos de eaaai e seda muilo linos a
:>?:*rir e :i-\ laa para vestido de seuhora a :t20 o co-
\ado, cambiaias de cores linas a :i:n e ilH rs. a Va-
ra, peras de lili para mosqueleirn de Jl) \ara-> a .'I5
a pera, corles de mci.i cascmira de superior i|u.ilula-
*2'i0 c -IJfi rs. o par, madapoln e lgodloxinlio, e
oulras minias faxeiidas <|uc por scrom muitas nao se
pdem nieuciunar, e ue se vcndein periodo o preeo,
na mencionada loja.
vasias.
ide-sc una poreao de
Para cura de phlisica cm lodus nsseusdiflorcnles ;arfanla, como lie costlltnc.
sros, quor motivada por constiparles, losso, eslhe
ma. ph'iiri/.. escarns de sancue, dr de costados e
peilo, palpitando no corac.10, coquelurlie. hrnnrhil-
dr nasarRanla.e todas as molesliaadosorgSo pul.
molales.
Precisa-se de una ama de loile, forra on livre
1 un o bastante leitc : ssra-
dtndoasaa conduela ser I m paja alcm do bom
Iralamento a qoc lem direito: no l'nco da l'unella,
casa di residencia do desembargsdor Custodio M. da
S. uimarSes,
Candida .'\Iii;i da Paixo Rocha,pro-
fessora particular de nstrncro primara,
residente na rua do Vicario do bairro do
llectie, (a/, scientc ios pas de sitas aluui-
nas, ijiti' iiclia-sealu'riii sua aula, natiual
coiitiuiia a ensillar as materias do costu-
nii'. c idmittc pensionisliis, mcio pen-
sionistas c externas, por precos fazou-
vci8.
I-'iio do en^enho (loinporlas, na fre.uc/ia do
Moribeca, um cahriiiha do noiae Joan, com os sta-
naos -ouuiulos : cabeca redonda, cabellos pegadi s.
ollios morios, bein feilo do corpo, loni marcas de
acodes as cosas do leiniiu em que fui du serl.lo ;
levon camisa da risesdo de algojllo azul c calca de
a/ul.io ; encaininhou-se para u cngenbo Rccreio on-
rt liuc.u ao I.ITTEKAMA.
Os apoiilanicntos jurdicos sobre as pr.,enrames
estrajudiclaes do bicharel .lose Mana da 'frindade
acbam-ic venda na livraria lassica do paleo do
Cltacio 11. -2, por-2; rada eiemplar brocliadn. c :i^
encadrrnado.
AKRENDAMENTO.
A loja G armazem da rasa n. 55 da rua da tiadiia
dn Kecife junta ao arco da Gmoeicao, arhao deso- de fui pesado, e lornoii-se a evadir para as llandas
cupada, arrenda-se pan qualquer eslabeleciirenlol do engenhn Onceicn : quem o apprihcnder leve-0
em poni grande, para o qual lem commodos sulli- ao dito engenho, on rua da Cadeia, im cscriploriu
cenles : os prctenideutes riileniler-se-liito com Ju.io do .luso Joaquini de .Miranda, que sera recoinpen-
Nopomnceno Barroso, no ssgttndo andar da rosa n.
.">7 na mesma rua.
A matricula de aula t\p lalim do collexio das
artes estar aborta lodos os dias lectivos das 3 ss6
Ijjiras da lardo, na residencia do respectivo profes-
or, ullimas casis da cidade nova em Santo Amaro.
Liquidarlo.
O abaiso assignado, leudo de fazer una viagem a
centro di carena, metacentro, centro do gravidade Europa, conforme lem annunciado, novamcnle
do svstrma, eenlro vlico, experieaciss sobre a es- i roga a todas as pessoas que anda Ihe e-tilo devendo,
labilldade. de gneros comprados em seu e-lalielecimcnln da ma
lamamos com a indulgencia do poblico, mas do- da Cadeia do Kecife n. 25, defrontc do becco Largo,
vemos conlar principalmente com a benevolencia dos que qneiram pagar seos dbitos at o da t."> do cer-
que gosamdesse esludo superior, e jnlsam que he rento, e nano fazendo se ver conslrangidu a usar de
do proprio inleresse qoe se popolarisem eonheel- oulros meios.Manoel Jos do Nas;imento Silva.
menlos lao iu lispensaveis a execuro inlelligenta de
lodos us projeclos dcpendenles da mechaniea. ; Arrenda-se o cnscnbo Sania Cruz, na freguo-
Apiiso tratado do mechaniea leneionamos publi I sis da scada, levantado ha t anuos, em ierras do
cu um glouarh das machinas de.vapor as lingusa i ensenho \ cenle Caippello, de malta boa prodnccSo,
portuguesa frauco/a o inglesa, que j temos ela- i distante do embarque tres c meia legoas ; quem o
llorado o prompto para a imprcss.io. Soh cada vo- I pretender, dirija-sa ao proprielario Manoel lionral-
e.ihulu ronlom-se urna csplicacao -iiccinla da malo- ( ,cs l'creira Lima, no eugenho Vicenta Caiupello.
na. de modo que cada artigo pode sor lido.le per si, e PrKn4e de urna ama para erviro de um ,
o volume forma como iodo .ndependonte, o que Casa de poma familia, para coiinhar o cnaomn aT
mi parece pu.ler ser consultado com proven, na n.tl.tr .;. roa do Vinario u. l,
loilura nc oliras relativas a machinas do marinha,
escripias em qualquer dos referidos idioma-'. II dito
gloassrio he precedido de : I u-l ruceos genes sobre
a maneira de condu/r c enlrelcr as machinas de
vapor na naveg.ieao ; de iuslruccos sobre o com-
bnstivel, sua escnllia, etc. etc.
Paria ,t de Janeiro 1836. J.-C.de Souza Ha-
chada !" lenlo de armada. Engenheiro naval.
Roga-se a pestoa a qual enderezamos osla lisia,
de a remeller com a sua assignaiura, c as das pes-
soas de seo conliecinrenlo que qnizerem contribuir
pai a puMicacjo de lau importantes obras, a saber :
.Vo Alo ata .lanrii-'i, Vo lllm. Sr. Sabino Eloi
l'essoa, Director da Bibliolheca de marinha;em
l'cmambuco; ao Senhor .leso Anlonio de Sousa
Machado rua o Trnpise, n. 17 rua da Cadeia do
Kecife n. 5.1 :'p andar ; I'. S. Cscrover o noine e mora-
sade.
oooooooo
O)
aeoocMMMPoos
pnmeiro andar,
Prccisa-se de urna ama livre ou escrava, que
saiba engommar e cozinliar perfeitamento, tiara casa
le |iouca familia : no largo da Ribeira, taberna n.
I, que faz quina para a roa de Santa Kita.
LOTKRIAS DA TIIOVIMIV.
O cautelista Sabistiano
de Aquino Ferreira
avisa ao rcspeitavel publico, que leudo sido alterado
o plano das presenl loteras da provincia para
.iNin bilhelesna importancia de :tHKi-, tom rcsol-
vido l.i/."r tilines os piceos dos bilhetes e cautelas
como abaiso se demonstra, os quaes sao pagos sem o
tana casa correspondente, e o alearismo indicado o descnnin de oiio por cento da ici as Ires priireiras
I CONSULTORIO IIOMeiW-
TH1C0
DA COMARCA DU CABO.
v o eugenho Mtlapagipe
(Gratis para os pobres.)
S3 Manuel de Siqneira Cavalcanli, prole
4S homeopatha, conliuna a dar
C*.C us dias.
-"C
i

S
"i i
tas lodos @
-O cscrptitrario da Companhia di-
nuinorii de esemplares na casada obra queso as-
signa.
Proco da Ueehanica, no Brasil.....2>"i00.
Cm I rauca li Iranios l'icco. do tilos-aria, no
Brasil igOQQ em Cronra I'' traucos.
luna lista dos Srs. assisnaotes accompanbara ca-
daobra.
Precisa-se de urna ama para easa de poma fa-
uili.i, preferindo se urna malhcr idnsa ; paga-ae
bem : quem esliver nestas rircomstancias, dirija se
a ma du Encantamento n. 5.
tSa distilaco da praia de Santa Rila relalha-se
alcooldc lisiaos, as garrafas, [a3d(l cm qnanlu du-
rar a epidemia, c fornerc-se gratis nassoas pobres
da frcgoezla, ja cauforado.
l'aea-se com a maior generosidade a i......mu-
Jhi'i forra ou ccrava, qoe sirva aun,., |,,i.....a de :l
pessoas, urna das quaes esta doento : quem quizer
dirija-sa a rua de S. Goiicalo n....
sorles grandes cm qu.inln existir o plano actual,
pelo qual san exlrahidas as Interina desla provincia.
Kilos clan espostas a venda lia. lujas do Cosame.
Si'i he responsavel a pagar os nilo por rento da Ici
sobre os tros primeiros premios grandes cm son- bi-
lhetes inteiros vendidos cm originaos.
Billieles Tsinn Recebe por inteiro f>:0O04)00
.Meios riVilH ii u ::(IIIII>IKKI
torcos l-IM o li _':(HHI-IHKI
ii I :.'iIsishni'
i. LJINrjtHKil
i 75H9000!
> l.mj^KHi
iHJOgOOU
(i caulelisla
Salusliano 'le Aquino iirrctra.
Oflcreccm se dous menino- brasilelrospara rai-
SCirOS, um |iara loja de fa/.enilas ou miudc/.as, e nu-
tro para (ahorna, sendo mu de I'.' anuos c nutro de
I i : na rua do Arjg.iu n. i.
Quarlos l-SIUI
yuinlos latitl
OHavos ''.Kl
Decimos 7C(1
Vigsimo' i 00
(la
Beberbc,Marcoiino Jos Pupc, .nula con-
tinua a agenciar compra e venda de
apolices da mustna compauliia, mediante
tuna pequea graticaco: as pessoas
que se quizercm utilisar de sen pros ti rao
podem dirigirle a rua Nova n. 7, no
escriptorio da mesma, das K lunas a's ~i
da tarde.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Achain-si: a vendaos novos liilli f"!.'da
i lotera "! do .Monte Po Geral, que Jevia
correr de .11 a 1- do levereiro crrante.
Anlonio AnlniKs Lolio a/. seitnle ao
i respeilavel publico, e particularmente
aos seus Ireguezes pie lera translerido
sua lojn do chapeos da rua da .Madre de
Dos n. .i. para a rita da Cadeia n. lid,
junio ao arco da Conceico, onde o en-
contrado cempro prvido dos inelliores
sorlimenlosde chapeos.
I'reeisa-se de urna ama rpie lenlia
Imn leilc eseja sadia, para criar um me-
nino de poucos nie/.cs. e .se gralilicara'
cora a ipiantia de IO ao alerto d.i lloa-Visla n. ~>'.K
Pipas
Na rua da Cruz n. iO, ve
pipas vasiai muitoem conla*
A( BARATO!
N rua do Crespo, loja n 1. vendeid-tt por ludt
o |irpr<> aendav do primcira qualitlade, para acabar
nao Fe ollia a pre^o.
NICO DEPOSITO.
Vende-se a verdadeira i* incomparave
agua dentifrice doOr, l'ierre. muiteelli
caz na conservara^ los d--ntcs c bom lia
litoda bocea : na botica dos Srs. J. Soum
c\ C., nico deposito que existe nesla ci-
dade e provincia do Pernambuco.
Algodiio monslro a 000 rs. avara.
Vende-se o verdadeiro algodAO monslro. com 0
palmos de largura, pelo bariissimo preco de '.100
rs. a vara : na rua do taospo u. 5.
Cera de carnauba.
Venile-seccra de carnauba de boa qualidade, por
menos proco rioque em nutra parte : na rua da Ca-
deia do Kecife, loja n. 30, defronte da rua da Madre
de Heos.
rs. o l?200, dil s aelio de Escocia brancas e de to-
das as cores par a ornen e senhora a .VM) rs., ditas
para meninos c peninas milito boa fazenda a :l-.'0,
lencinhos de retios de todas as corea a t;, (micas de
Ifla para senhorn a (i',0. peui^s de tartaruga para
alar cabello, fas" onda multo superioraSS, dilosde
alisar lamlicm de lartarnga a :i5, dilos de verdadei-
ro hualo para alar cabello imitando muilo aos de
tartaruga a laiKO, ditos de alisar de hualo, fua-
da muilo superior a 320 e 500 rs., lindas meias de
seda pintad;'- para enancas de I a \ annos a !;800
olp.ir, dilas' de lio de Escuria lambein de bonilas
cores para enancas de t a 10 anuos a 3Do par. s-
polhos paro parede com excellenlcs vidros a 500,
700, lo 15200, louciBdorescom pesa I^iOO, litas
do vcllui o de lodas as ctjres a 100 e iO a vara, es-
covas liras para denles a 100 rs., e fuiisdmas a 500
rs., dih-s tiui-simascnm cabo de marlim a 1.?, tran-
cas de -oda de lodas as cores e larguras a .12(1, 400 e
500 rs, avara, sapalinhos de laa para criancas de
houili s padroes a lito e '120, adereces prelos para
lulo com hriucos e allinetes a 1?, toucas prelas de
ciln para criancas a 1, travessas dasquese usam buco.
par! sesurarcabello a 1), pislnlinbas de melal para
critncas a 200 r^., galhelciras para azeile e vinagre
a )00, bandejas muilo linas e de lodos os lama-
n'io do 1?, 29, 39 e Ss, meias brancas linas para
senhora a 20 e 320 o par, dilas prela- muito linas
i iOOrs., ricas caixas para rap com riquissimas es-
tampas a :i.-s c 5300, meias de seda de cores para
liomem a Hit), cliaruleiras muilo tinas a 2c, raslic?
tura bengalas a 40 rs.. pastas para guardar papis
a SllO rs., oculos de arinacao do ac pratcados e don-
radosa 010, i^ c 1.1200, lunetas cem aro do hualo
e tartanas a 500 rs. c t, superiores e ricas bensa-
linlias a 2?, o a 500 rs, mais ordinarias, chirotes pa-
ra cavatlo pequeos e srasido-. fazenda muilo supe-
rior a 6*0, 800,14, IJKtSI, 18300 e -2?, atacadores de
cornalina para casaca a .TO, peoles moilo fiaos para
suissa a 500, cscovas linas para cahello a lita, ditas
para casaca a GiO, capachos pintados para sala a
610, meias brancas c cruas para liomem, fazenda
superior a ItiO. 200 e 2i0 o par, camisas de meia
hiuito linas a te e 1?200, lavas brancas encorpada-
prnprias para montara s 2tO o par, meias de cores
para senhora muilo fortes a 220 o par, ricas abotea
durasile madroporola edenulras umitas qualidades
o costos paia rolletes e palil* a 500 rs., fivelas dou-
radas para calcas cuteles a 120, ricas filas linas
lavradas o do ludas as larguras, litaos linissimos .Ir
bonitos padroes e lodas as larguras, ricas franjas
brancas e ele cores para camas de noiva*. tesouri-
nhas para costura o mais lino que so pode encontrar.
Alcm de ludo isto nutras muilissimas cousas muito
prnprias para a fesla, c que ludo se vende por pro-
co que faz admirar, como lodos os fregueses ja sa-
bem : na rua do Oueimado, nos qualro canlos, na
bem eonhecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
Vende-se um cahriolcl cm bom uso ; a Iralar
a rua do ldlccio n. 21, primeiro indar.
Camisas de meia
de puralaa.
Vendem-se superiores ramisasdc meia de la, pe-
lo barato prco do 39 "a rua do Qucimadu, loja
de miiide/as da lloa Fama ti. 33.
ciausa.
UasinHsfta.
Ilor de i'aiL'anla.
de i arriga.
i. no--, rm*.
Dureza no entre.
Kn krrini'l. 'h II" fiendo.
n venreas.
En\ai|uoc.i.
Ervsipcla.
Fohro- biliosas.
ii inlrtmilltnle.s.
Fehro toda especio,
.ola.
Ileniorrbuiilas.
ll>dropisia.
Irtorici.i.
ladaneaisos.
Iilllainuiai.i.i -
ti iiiulaiuU.lc doanoan
tru...rfn.
I.oariarifaa da Mtasapt-
ric.
Mal-dc-|iedra.
ilaurliasiu culi-.
hslmrcao di ventar.
I'hli-ii anii riinsuiniH ao
|...ll.U.,,;.
l.eleiicao ,| urina.
llhrunialisnM.
vplomas asrnndiua.
I cmmes.
I ico doloroso.
I leers.
Venere mal.
Vonilein so estas pilulas no cslabelrcimeiilii era
le Londres, n. JJI, Slrand. e na toja de iodo- o.
bolicario-.'irouiiistasc nutras |ic--na-ene arrayada-,
de sua venda em loda a America do Snl. Ilavana e
llespanlia.
\eiidi: se asborrltal.as afKSI rs. tada ama drlla
cuiilem nina iii-iriicc.n. cm porluciicx para evoticar
o modo de se usar destas pilulas.
O dcposiln seral be cm casa do Sr. Sovm nljn>
inacoulico, na rua da Crui n. 2J, cm Pcrnam
Vcndem-M dous pianos fortes de ja-
caranda.", lonslriiccao vertical com to-
dos os inellioiainentos mais modernos,
tendo viudo no ultimo navio de llambur-
go : na rua da Cadeia. ai ina/cm n. 8.
TINTAS DE LEO.
\ ende-se titilas de oleo soiiidas da un -
llior qualidade pie lem viudo a esta pra-
ca e por preco commodo : na casa de
Adamson HowieC-sroa do ta piche n.
i2. '
Vende-se um mualo de Idade do 15 annos: na
rua Nova n. 39, primeiro andar.
Vende-ca um bom cav.illo ala-Ao muilo man-.,
c castrado, a.ida de ludo, e lamhem vende-a arma-
do, -ellim de boraina c estribos de melal principe :
para ver c Iralar. rom lenlo Josc l'creira. na rua
das Flores, com cm liona de carros.
CEMENTO ROMANO.
Vende-te cemento romano luuJstu
menta chegado, 6fOOT a lian i. a: no
traptclie do Batl>oui. (iraca do Csjrasj
Vend^in-se Aosius de ouio palcnlo nxle/.: no
aacri|iiorio do MteOliveira,rua da Cadeia do Re-
ciTc ii. '2. priitiro cindar.
AOS SE.NIOKES DE ENGENHO.
Avisa-sc as senliores de
para facilif r
Slolle para
pie
o uso do arcano Jo Ur.
iiti ilicacio de assitcar ven-
dc-seo mes o ao precio de .sOOO cada
ala de 10 bras: vende-se em casa ele
N. O. Biebe \C, rua da Cruz. n. .
Stinlo n. I i
FAHINIIA DE MANDIOCA.
Vende-se superior larinlia de mandioca
cm saecas rpte tein um alqueire, medula
Tir ni'P ni rali Pll leo veMiapor3jOOO res: noarmatens ns.
xinta preuaraaa cm oieu. &e^|CnoarmzeiIIdeirontedaportadi
Na rua do Irapicho Novo u. IS. oni casa ilo I'.. II. ,
litn casa i e llem \ rtiiin A C, rita da
Cruz n. I
Lonase1
vendem-se:
> ns da Kiissia.
Inslriuuciios pota msica.
Espedios(ln:i moldura.
(ilobos paj jardins.
deiras etol'a's para jardim.
Oleados pj-a mesa.
\ islas de ernambuco.
Cemento >mano.
(iotiima l cea.
Wyall, vende-sc escolenle tinta branca, preparada
em oleo, em latas Ue -JS libras.
Eixos e arre ios para
carros.
Vendem-se superiores oivns e arreios para carros:
na rua do Trapiche Novo n. IS, casa de L. II.
Wyelt.
Candelabros e lustros.
Acli.i-sc i veuda cu. rasado E. II. Wyall, na rua
do Trapiche Novo n. is, um coiupifin torliiBOnto de
candelabrot olaslros hronxoadea do3n8loaos*
Vinho Xerez e Porto.
Vendem muIi Xeroxe l'ixi" e"> oarrisdoojoar-
lo : em casa de E. H. Wyatl, rua do Trapiche No-
POTASSA E CAL YIRGEB.
n xas
Na fum
Amaro, e
t ua do Iijii
te do Arsc
DE PEKItO.
d'Aurora
ora em Sanio
anilKiu no DEPOSITO na
ogo na entrada, e defron-
.de Mai tilia lia' semnre
um grande lorttmcnto de laiclias tanto
como estrangeira,
de la
batidas, li ididas, pandes
razas, e lili
CMStem unas, 011
c era ambos
.trpta, i
pequeas,
o:> logares
>ara carrejar
ill ros hvres tle despe/,a.
cu
0
No antigo c a bein conhecido deposi-
tada rita da Cadeia do Rccifo, escriplorio
n. 12, lia para vender muilo superior
poiassa da Itussia, dita do Ro de Janeiro
e calvifjjem de Lisboa cm pedra, Ittdoa
precos muito iavoraveis, com os quaet (i-
carao os compradores satisleitos.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ierro de D. W.
liowmaiin na rua do Briiin, passan-
do o cbafariz continua haver um
completo sortment de tai\as de ferio
fundido e batido de Ti a 8 palmos de
bocea, asipiaes acbam-sc a venda, por
preco commodo c com promptidao' :
embarcan)-se ou carrcgain-se em carro
sem despe/.a aocomprador.

allandcga, ou a tratar no escriptoiio de
Novaes >\ Coinpanliia na ruado Trapiche
n. 7>\, primeiro andar.
13$500
Veflde-secal de Lisboa ullimanienlecliecada, as-
sim como potassa da Kussia verdadsira : na praca do
C"rpo Sanio n. 11.
VINHO XEREZ.
Vende o superior ".inho de \erc7 em barralsde
l|i. einrasa Je K. 1!. Wyall I rua do Trapiche
n. 18.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Rua d a
Senzala nova n. 42.
Ncsle cstnbeleeimento continua a lia-
ver um completo sot lmenlo de |mocn-
das e metas moendas para eugenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de Ierro batido
c coado, de todos os tamaubos, para
lito.
I.W'.YIIINTUOS.
Na rua da t'.iu/. u. .l. primeiro andar, couiina
a havor sorliine.nlo de hoas ohras de lahviinlho al
vi lula.
I'a/enda de lia para vestido rlr- anaisoSMni
a 800 iu. ii cov.ulii.
Na |o;a n. 17da rua do <.locini.nl.> ha Batas* mcl-
pomciies ou Tiesas de laa de quadro- adamasradm.
prepria da pri-cnle e-laca.i. Bar* ve-til,. .1 aantja-
ras, a.ipiaes ilevom usar de vestidos dr laa rumo re-
medio cunta a molestia que inf'lirmeiilc e^a ata-
can,lo o, arralMMaa da apital. |lao-ae asarawalra-.
Cintas .le laa para o eslom.i;;o.
viudas do llin de Janeiro aonde se .im rmnii m
dos preservativos contra a nudeslia inranle ; ven-
ileni-se ou codom-so pelo tueco mnilicu ile Ij e .r-
cada nina na rua do Mueimdo, Inja n. 17, M |h:
da botica.
Vende-te lioje, urna lamosa ama de
escreve de mailcira jtucm.i, com dua
avclas e um mpenelravel sepredo, jih-
tote mostrara' a iptem a comprar, iIcjmms
de ell'et luada a compra : I .mil mu se nana.
derao nl;;uns haslcsmais. da mesma ina-
deira jurerna, como sejam: um sola".
urna mesa redonda, dous consol*, urna
boa mesa de janlar cora dtias rjavelas.
nina cama de armaeo, tira licni. mu
Ixinilo loiuador, caileiras comraiins e de
braeo, urna niaripie/.a c tnin alguinas
bancas que servem pira o nlerior on *-
la de janlar. ele. Estes trastes vendem-
se separadamente ou por junio. lor-
nam-ce recommendaveis pela evcellen-
cia da madeira : adtt*rlindo-st' M lodo
o negocio pie se hoover de laaer Ik1 bo-
je, poi*pie do contrario emlwixai-sc-
hiio amanliaa : na i ua Bella n. ."i.
Coque i ros.
\ ondeiii-se coqnciros pei|unos. |troprics para .
planl.it : na ma c-lioila do Horario u. I'.l, scuHnil.
andar.
pceos sa< os
MCEI/iDAS
Na lilil I l.
-vi Sanio i|/
mais commodos.
SUPEKIOKES.
I.io de C. Starr & Companhia
Amaro, aclta-se para vender
c
moendas de caimas todasde trro, de um
uiodcllo c ouslt ttceao muilo superiore.
VAHAilHS E H
\ ni lu.to c variado orlimenlo de niodellos i-fra
varan das o "adarias ilo gosto modernissimo : ua
(tiihlii.m da i urora, em Saulo Amarn.c no deposi-
o da n.i'-iu.' na roa do Ihnni.
Relo>ios
y/es dk
tente,
os molliores fabricados em Inalnlerra : em casa He
llenrv liibson, rua da Cadeia do Recite n. "-'.
Illg
pa-
Na
Sanio
fu
A n
KADOS di: fekko.
de ('.. Starr. &
ilos d" (i
uieao
aro aclia-st
'ro de
C. em
para vender ara
N'" qualidadc.
clomos ue ouro
iaig
/es
de
pa-
Vend 'in-se sellins com perlenccs pa-
tente inj'l '/., e da mellior ipialiilade (pie
lem Minie a este mercado : no arma/.em
de Adam>. 3h llowic&C, rua (lo tapt-
chc
it. Vit
-Na
i ni.i do Trapiche 11. ~>\, escriplo-
rio de Novaes & C, lia carias paraos se-
nbores Anlonio Josc lilieito litiimaraes,
Seliastiao .lose de Sou/.a, .lose .lonipum
Kodrigues Lopes, Joveuiano d'Amanlino
AI ves tle Lima e Francisco ilo I
valcanli de Albuipiciipie Mello.
'aul
La-
Em casa dcN. O. Bicl ici \ (i., rita
d i Cruz, i . i, veiulc-se :
Lonas la itussia.
Uriiizii i.
Tintas iu oleo.
Ultrau ar.
Eirpiai : em caixas de um. ilit/.ia.
Saceos de eslnpa.
Espad; is para msicos e cmelas.
Por 11: liimni los pl ecos. PIANOS.
Vc.ide Ill-se cm casa de lli un Itruun iv
c , rua da Ci it/. ii. II), o liinos pianos
. legados no ultimo navio Ja Eitrop.
nek
Vendem-se cm casa de S. P. Jobas*
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro c de montara.
Candieirose eastieaes bronzeados.
Lon atnglezat.
Fio de sapateiro.
Vaquetas de lustre para carro.
Barris de ;r;.\a n. 07.
Vmlio Clierrv era liareis.
(lamas de Cerro.
i.iyi iii.\i.:.\n'.-----------,
O arrematante da loja de miudo/as da rua dos
(jnarleis n. Si, qoerendo acallar as miude/as ipie
evislem, vende barato alim de liquidar sem peda
de teiupo.
Franja com botlas para cortinados, poca
I'apcl paulado, resma, (de poso
hilo de poso, resina
Laa de carca para bordar, libra
l'enles de blalo para alisar, dttZS
Fivelas donradas para oalc.i, una
Ijrn/a do obroias niiiito linas
Loncos do seda linos, ricos padroes
l'.aixa de linhas do morca
.Meias para sondara por
l'enles do tartaruga para seuurar cabello
tirlas de canelas linas para peonas
Hilas do liolnes linos para casaca
Meias prolas para aenhota, du/ia
Hilas ditas para liomem
Lacre enramado muilo lino, libra
| Papel do coros maco de JO unadernos
C. Sil tlfttai axla docoKelcs
i Kspelbos do todos o- nmeros, du/ia
l.inliasdo novellos grandes para bordar
devi dro,
Ricas lilas escoeezas c de -arja. laviadas,
larcas
Meias ornas sem rosiura para boiiioui
IHlas de seda n. 2, poca
Trancas de seda branca, vara
Calvos do raz, iln/ia
Poras do tilas de cus
I,apis linos, c.rn/a
CordAo p.ua vestido, libra
Toncas de blondo para menino
Chiquitos de merino bordados para menin
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73000
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do iptc em ontra ipialipier parte.
Iliro ilc blund de seda prela paia neamma e !-
nilas fita*, romo aerrrebe la tatemia dirrrlamrn-
le da labrira, por isso pode ollei. re el.i vanlasra
a seus ("re^ue/e, casa dn iclnjoeiro.
Vciidcme tapetes de cores mali<4dav rw c*.
vados e em pecas : na leja da rua do t.iesp n. i.
\ende-sc alrodio americano pila
saceos: era casa de Jumes Kvder i C
rua da Cruz n (i.
I.ni casa d Tirara Morasen *\ Viii-
nassa, praca du 'aupo Sanio n. 15, lia
para vender :
Um sorlimenlo '.oraplj
bramo > indos de
<$cr**#i fu^ibo^.
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19000
o nuiros miiilos arligos que se toriiam Aonimenda-1c"* I'1'1,1 barba c pasta, ulaor :t", annm n>
duvida
cheuados pelo ullimo paquete, vendem-se por preco
rasoavel ; em casado Aocusla l',. do Abren,'- na rua
da l'.aileia do Kecife n. IS, primeiro andar.
tahoado de pinboda Suecia. alraliao epise.
Mr. '. iimont \ Companhia, leudo receido um
cario^amenln ilesles couoiiis pelo litigue siiocn D.
TherezQt deliolhemboors, vendern os mesmosa
relalho por precos barato: o tabeado acba-se reco-
Ibido no armazem din Srs.Uarvalho i\ Irmao, rua
do liriim.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vendem-se superiores meias do laia para padres,
pelo bariissimo proco de i^simi o par, ditas de al-1 cher de agurdenle, a proco de 179 cada orna :
godSo pretas a t.'iti o p..r : na rua do tjueimado.loja i tratar no escriplorio de Mauoel Alvcs (iuerra,
de miudezas da lloa lama u. XI. i rua do Trapiche u. t.
Nn dia IX do crrenle fnei do eoceah" lla-
goso, termo dr Olinda, um mualo de cerra de -II
anuos do iilaile. aralHicolado, tabello corrido. -m
barba, o be s.ipalriro : qoem o apprrlwndrr leven
ao dito eiiueulio, ou a rua da Auroia u. II, qoe se-
ra recompensado generosamente.
Contina andar fusida a pela Merencw, iri-
oula, nlailo de S a :ill annn, pouen n.als mcm-.
com os mii.ios sosuintes : falla de denWa na lenle
una das arribas najada |irn\riiimle Tr> brincos,
qurm a pesar leve-a a ma do liinm. aiuiarrm ile
assiicar n. IJ, que ser bom cialilicado.
I utiNim na manbaadn dia t'.l do corrfHlr *
esrravea nm pee nasna Thcilou>. nrnla, niaala. per-
cador, baiso, corpulento, rom minios cabritos bian-
ro Bat
1 ou menos ;
veis por suas linas ipialidado-, o que n.i .
dar um pooqoinho mais barato a aquelle wabor lo-1 ;,'rr",','' ;"l'". poma liarba, qlabiado da venlha
si.la. que qneira a dinheirn comprar mais barato
do que se compra em primeira mao.
fOllNAI. VKKHAHKIKI).
Venda-seo verdadeiro cognac, tanto em garrafa
como om garrafOtr: na rua da Crol n. 10.
Pipas vastas.
Vende-se poroso de pipas va as proprlst para en-
ulro de nonie focan, mnlaln. |.
naan da i
i irain/, asta as*
eravo foi do Sr. Mmmi lh..in.,/ nrurnoui ;
condii/ian na sbM avna raiva. n.i qu.d levaian
loda roiipa que linbam. calca e i asmaos de alsori..-
/inbo do hslras. l.niw. sin madap.il.... una .Ma .k
baela encarnada j antn O eabtl Ion I i:e4
anleridades policiae. t canil ios da caaaaa quemap-
|ui beiiuaiii e leven i ma dn Ci neatdia i> -<. arm.'i-
.'oii! i! maleriaes que mi i..e..c recom-
pen .idos.
l'ERN. : TW. B Bt. r. K FAMA. IK*
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