Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07254


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Full Text

anno xxxii. s. r>;
.
.*-
Por 3 mf/.es adiantadm 4$00.
l'or 0 meses vencidos i.s">00.
SEMA MA 8 DE FEURE1R0 DE 1856.
Por anno adiantado lo,s000.
Porle franco para o subscriptor.
DIARIO DE PERNAMBUCO
i:.\<:.\iuiK.;.\r>os i>.\ suischipcao' no NORTE-
Parahiha, o Sr. Gervaiio V. da Nalitidade ,- Natal, o Sr. Joa-
qun) I. Pereira Jnior: Ararat]', o Sr. A. de Lemoi Un i-1 ;
Cear, n Sr. J. J"e de Oliveira ; Marann 10, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigues; Piauhy, o Sr. Domingos Herculano A. Pessoa
C'.irciue; Par!, o Sr. Juitiano J. Hamos; Amazonas, o Sr, Jero-
nvmo da Coila.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda ; todos os das.
Caruaru, Bonito e Garanhuns: nos dias 1 elS.
Villa-Bella, B.ia-Vista.F.xu'eOuricurj : a 13a28.
Goiatina e Parahiba : segundas e sexlas-feirai.
Victoria c Natal : as quintai-feiras.
AUDIENCIAS DOS THIIU XAFS HA CAPITAL.
Tribunal do coinmereio : quartase sahbados.
Relaco tercas-friras e sabbados,
t'azcnda : quartase sabbados as 10 horas.
Juiro do cammercio: segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juio de orphos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira tara do citel : segundas e sextas ao meio-dia.
Segunda Tara da eirel' quartas a sabbados ao meio-dia.
EPHEUERIDES DO Mi:/ DE IT.VI.Itl.lHo.
6 Loa nova as 7 horas, 23 minutos, 13 Quarlo crescenle aos 7 minutos e 4H segundos da mauh.ia.
2U La cheia a 7 hora, 30 minuto* c 48 segundos da tarde.
20 Ouarto minguaoteaos 19 minutse 48 segundosda manhaa.
PRKAUAH DE HOJt.
Primeira as 6 huras e >l minutos da manhaa.
Segunda os 7 horase 18 mioutosda tarde.
DAS DA SEMANA.
4 Seguuda. S. Andr Corsino b. : S. Jos da Leonissa f.
3 Terca. S. gueda T. m.: S. Pedro lljplisla e seus compan.
6 Ouarla de Onza. S. Ilcrothca f. m. : S. Vidaslo.
7 Quinta. S. Romualdo ali. ; S. Ricardo re ,* S. Movses b.
8 Sexta. S. Joao da Multa ; S. Curiolliia mi. : S. Pedro Damin.
'.I Sabbjdo. S. Appollmaria v. tu. ; S. Anberlo.
i:\c\ititi:i;\i)ts da si'Bscripcao NO su..
Alagoas, o Sr. Claudino Falcio Dias ; Bahia, o Sr. D. Duprai
Rio de Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martins.
Eli PKItWMIll <;<>.
O proprielario do DIARIO Manoel Figueiroa de Faria, na sua
.' -i-i'i i-'. .-. i| i.........' : > tt. .ii.'irnu. ** iriui'i iiioi i i ni t'imiii/ iiioiiutl I ifcl.
10 Domingo. 1. da Quarcsma. S. Kscolaslira v. irmo de S. Bailo, litraria Praca da Independencia ns 8 e 8
\
I
PARTS flFFICIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da 1 de revereir i.
OflicioAo Exm. rominandani'r superior ;la guar-
ila nacional do Recife, recommendando a expedido
ilc suas orden-, para que em lugar da companhia e
praras <|e que Iralain va ollicios da presidencia de !l
le Janeiro ullimn e i do correle, cja aquarcllado
un rt8 balalhoes da mesma suarda nacional, o.qual
devera ser apresentado a mareclial coruinaiidaiile
dos arma., para coadjuvar a Iropa de primeira lilil.
mi sertico da guarnalo. F'izerain-sa u ucressarias
i-iiimililliir.ii_.i-. _
DiloAo inspector da^Unurarh de fazenda,
para mandar entregar ao douior lcnacin Firmo Xa-
vier, direclnr do hospital provisorio do Carmu, a
quaiuia de UOOsUUO, a fin de occorrer ao pasamento
da despezas com o pessoal do mesmo hospital.
Communicou-se ao referido douior.
OfloAo mesoio, reraeltendo para os convenien-
tes exames,copia da acia do conselho adminislralivo,
para fornecimento do arsenal de guerra datada de
~Zi de Janeiro ultimo.
DiloAo mesmo, aulorisando-o a despender sob a
rspnn la contos de res com o pasamento das despezas j
feitas, e que se forem fazcuducooi soccorros a bem
da salubridade publica.
DiloAo mesm i, recommen lan lo que mande en-
tregar ao douior Candido Jos Casado l.ima, que vai
em conimissAo medica fora da cidade, a quanlia de
' 400-5 r.
* DiloAo mesmo, para que sul> a rcsponsabilida-
deda presidencia, fara entregar a cmara municipal
desla cidade, eom urgencia, mais seis contos de reis
para ronliiluarao dopagamenlo das despezas a fazer-
se com a limpeza das ras. Cominunicou-se a su-
pradila cmara.
DiloAo mesmo, devendo licar inlciradodc ha-
ver S. S. nomeado urna commissa'o para aviar as
ambulancias e ontrn soccorros que liouverem de ser
remedidos para Tora da capilal ; e hem assim que
a mesma commissilo deve ser mui diliscnlc em sa-
lisfazer promplaraenle as mesmas incumbencias que
receber ; visto como ha summamenle prejudicial
qualquer demora, tomando nota do da e hora em
que osnbjeclos forem entregues, assim como dos por-
tadores que ns couduzirem-
DitoAo mesmo,recommendando que mande pa-
par a Uchoa & C, a quanlia de cincoenla mil reis
dealuguel de um carro que levara a cidade da Vic-
toria um sacerdote e dous acadmicos.
DitoAo chefe de policia, inteirando-o de haver
expedido urdem a Ihesouraria provincial, para pagar
estando nos termos legaes as contas queS. S. remel-
i
I

r
regrdor a quanlia que elle requisilon para continua-
r.1n das despezas.
HiloAo me-rno, para que a visla do pedido que
remelle, mande ailianlar ao lliesourriro pagador da
repartirn das obras publicas a quanlia de l.">:SW\
para continuar/io das obras por admirn-lrara/i a rar-
co daqnella repartirlo.Cominunicou-se ao respec-
tivo director
DiloAo cnarljrjclor ila fresuzia de l'.-'m d'All.o.
Iterebi n ollicio de \"mr. de.TOdo correle, li-
en inleiradn de quanlo me rommiiniea, esperando
de sen zelo n dedicaran (o rer a pobreza dea fresue/.ia .icrommellida da epi-
demia reinante.
S.i solicilei do F.\m. hispo diocesano providencias
alim de ser Vmr, auxiliado por um sacerdote na ad-
ministraran do paslo espiritual ao enfermos.
DitoAo rinirciHo Francisco Jos da Silva, di-
zeudo que loso que seja necessario, fica Smc. aulo-
risario a admitlir os enfermeiros que julsar precisos
para o hospital da fresuezia do Pojo da l'anella.
DiloAojuiz de direito do Cabo.Em respnsla ao
seu oflicio de do crrenle, lenho a responder que
em dala de hoolem exped orilein a' Ihesouraria de
fazenda. para fa/.er apromplar duas ainbulancias o
duas peras de haelillia alim de seren enviadas com
ursencia ; e que o auloriso a chamar o rirursiao
que ah exisle, para que se encarresue do Irata-
menlo das pessoas [lobres no caso de apparecer a
epidemia reinanle.
Iterommemlo .i Vmc. que de arcordo rom o vi-
sario autoridades dessa comarca, nao s Irate de
animar a pnpular;lo e de agenciar subscripres para
o socrorro da geule desvalida, como lamber .que se
esforc por montar urna enfermara e cstabeleccr
um cemiterin em lugar apropriado, empregando
alem disto Indas as medidas que forem tendentes a
eomhaler a epidemia, e requisilatido-me as provi-
dencias que julsar necesarias.Ulliciou-se neslc
sentido au juiz municipal e ao promotor daquella cu-
marca.
Dilo.Aojuiz de direilo do Bonito,Km addila-
meulo ao meo ollicio de hontein, lenho a dizer-lhe,
que para ah sncuein 7 prarasde linhae o cadete Joaa
Joaquim de Almeida Piulo he quem leva para en-
tregar a \ mr. a quanlia de um cotilo de ris, de que
fallo no sopradilo ollicio.
Passo a olliciar ao Sr. hispo diocesano para pro-
videnriar quanlo ao sacerdote que ah va excreer as
funcc/ies de visario.
Quinto as medidas acerca dos senles poliriacs. j.i
Iho respond.Ofliciou-se a Ihesouraria para entre-
gar ao menrioiado cadete o conlo de rs. de que se
traja.
COJHMANDO DAS ARMAS.
Qu.inel general do commmda daa armas do t
Pernambuoo na cidade do Rectra era <> de
feverolro de 1886.
OH.DEM DO DA N. 200.
O marerhal de campo rommandanle das armas
declara para os fins convenientes, que boje fez sna
apresenlar.lo no quarlel general, tindo da provin-
cia da Baha, onde se arliava destarado, o Sr. capi-
llo .los Francisco da Silva, que lira reunido ao ba-
lalhao 10." de infanlaria a que pertenre. Declara
mais que nesla dala eonlrahio novo ensajamenlo i
pr maisl", anuos, nos termos do regulameiito de 11
ile dezenthro le IS'iJ, o soldado da 3.a Companllia i
do -2." Iialilh.lo da mesma arma. Jn.lo Anlonio de '
Oliveira, o qual perceber alem, dos venrimenlo
que por leilhc eoinpelirem o premio de ilKbf, pago
egondn dispOeo arl. :t do decreto n. 1401 de 1(1 de
junlio de 1K">i, e lindo o engajamenlo ama dala de
Ierras da 32,500 braeot quadradas. Se dezeiiar li-
car considerado como se fosse recrutado. perder
as vanlacens do premio, e aquellas a quo tiver di-
reilo; desronlar-se-lbe-ha no lempo do engajamenlo
o de prisco etn vrlude de senlenra, averbando-se
eile desconlo e a perda das vanlagens no respectivo
ttulo como esl por le determinado.
Jnsi- Joaquim Coflho.
ORDEM DO DA N. 301.
O mareclial de campo comroandanle das armas,
ilelermina para resnlaridade do serrino, que qnando
adoerer qualquer Sr. facullalivo do corpo de saudc
em commissio nos do exrrcilo, on es(abelecmenlo
militare*, dte lm da parte que der ao Sr. cm-
man endererar directamente na mesma ocrasiao parle
isual ao Sr. delegado*do cirurgiSo-mir do exereilo,
o qoal mandando verificar a molestia, dar aem de-
mora parle ao quarlel-geueral do resultado, desig-
nando logo o facullalivo a quem locar suhsliluir o
doenle, alim de se providenciar como for convenien-
te ao serviro.
O mesmo mareclial de campo delermina.que se fa-
ca cITecliva a diposrAo do aviso do ministerio da
marrado 7 de Janeiro ultimo, publicada na ordem
do da n. I'.l'.). relativamente ao Sr. rapilao do .e
hatalhao de artilharia a p, Manoel .lose Coelho de
Freilas. o qual ten) de sesuir para a corle no vapor
que se espera do norte.
Jote Joaquim Cotlho.
TRIBUNAL DA KKI.AI.A'O.
SeM&o de. ."> lie fevereiro tic 18.VI.
Presidencia do Exm. Sr. consclbeiro Azevedo.
Comparcceram|os Srs desembarsadores Baslos, He-
bello, l'elles, Fisueira >lc Mello. Valle c Santiaso,
DiloAo paesdenle da commissao de liigiene pu-
blica.Ponho as mos da conarnlasao de hvgiene
publica lodos os tdlicios que lem viudo a secretaria
do soverno dando parte dos aconlecimei.los que tem r,|t,m| com causa Sr. desembargador Baslos do
leu oas despena icilai com a lavasem da roupa da | havido acerca da epidemia reinanle, alim deque,'
casa de detenrao, c com a compra de cobertores de lomando-os logo e logo em considerarao. d o sen
is o oulros objeclos para aquello eaubeleci- p.recer, nao s quanlo a nalureza c pronresso da
ment.
DitoAo mesmo.Tendo-se orsanisado na fre-
Kuezia dos Afosados, urna commissao de beneficen-
cia, composta doscidadaos mencionados na rclatio
inclusa, eoerccendo-se ella para ser o centro don-
de darlam as medidas ledenles a romhalcra epide-
mia ; compre que V. S. ordene ao subdelegado da-
quella freguezia, que ponha a dispoMc.o da referi-
da commissao qualro praras to destacamento, e que
aprovoilaiido as boas disposires que ella mitre. Ihe
molestia, como tos meios llierapeulicos que com
maior ou menor vanlagem se ha empregado no eu-
ralivo ilella, tlevemlo Vmr. tlevnlver-nie os dilos
ollicios, quandu tiverem sitio lidos.
DitoAo Dr. Joe Joaquim de Soma, medico do
corpo tle policia.Devendo no esparo de oilo dias
seren rendidos os dous mediros que partirn) para
a yicloria, compro que Vmc. esl^ja promplo a se-
guir para all a primeira ordem. Eslou que Vmr.
entregue a direcrao dos liospilaes ou enfermaras I !? se, '""-;''' freslar esse .erv.ro, mormenle
que temcsiado a cargo da subdelegadaqoe deve con- "<<"'<"">"< linuar a prestar os bons serviros que lem pre-lado. c0 n."* e*["-"s ,U reinante,
auxiliando a commissauem ludo que liouvcr ella de | "''o\o subdelegado de Murihera.Approvo a
reqoisilar a bem dos soccorridos. i deliberarlo que loinou Vmc, quanlo au prolessor
7Ttrfff3tf^^it*m!icr-tmf^ pnWiw da ss.jwda- ..wtpi, upiu m tem mmm0*l
appellados, Thomaa llar-
niiltindo para ser relatado em ses-ao da mesma junta,
o processo verbal feilo ao sellado do i halalhao de
arlilhara a p Anlonio Jos ta Silva Participuu-
sc ao mareclial commaudaulc das armas.
DiloAo lenente-cnrunel Manoel Joaquim do Be-
so e Albiiquerquee mais membrosda coinmis-ao lie-
neficente dos Alosados. Em resposla ao sen oflicio
de honlem lenho a deelarar-llie que exped a con-
venientes ordens, para que a polica tlessa freguezia
mande por a disposinlo ta cnmmissfto de benelicen-
cia quatru praras do dcslacameuto, e bem assimos
liospilaes e ambulancias que ah houver.
Acabo l.imliein de olliciar ao director das obras
publicas, para que se apresenlem a Vmc. os conser-
vadores que I lie llie forem requisitados para o des-
secamenlo dos lugares encharcado-.
Sendo es-a commissa'o o1 ccnlro d'onde devem par-
lir as medidas tendentes a combaler a epidemia, rc-
ceber das autoridades policiaes lodo o auxilio de
que neressitar conforme as recommendaecs que
ueste sentido lenho leilo.Olliciou.ee a respailo ao
director das obras publicas.
DiloAo (enente-coroncl Anlonio Carneiro Ma-
cliadu Hios.Tendo eu nomeado a V. S. para mem-
bro da commissao de beuclicencia da freguezia d
Boa-Vista, e que se compe tos cida bles menciona-
dos na relarao inclusa, com quem V. S. se entende-
r ; assim lli'o communico, euviando-lbe as ius-
trueque* pelas quaes a referitla commissao se deve
dirigir, ficando porcm litre experiencia e dedica-
rao de seus membros a faculdade de providencia-
ren! sobre o mais que as circunstancias reclama-
ren!.
DitoAo provincial do Carmo. Tendo os reli-
giosos desse convento prestado os mais relevantes
servidos na qnadra actual, espero que o Rvd. Fr.
Manoel de Sania Clara, que acaba de chegar da ci-
dade da Victoria em companhia do Itvtl. Fr. Manuel
ile Sania Auna que veio doenle, Irale logo de rollar
aquella cidade, a coadjuvar os seus companheiros
que la Oraran) acudindo a populac.lu. Solicito mais
esle serviro da caridade carmelitana, que lera as>im
mais titulas aoreconliecimrnlo e benraos daquelles
habanlci.
DitoAo douior Ignacio Firmo Xavier, encarre-
gado do hospital da freguezia de S. Jos, declaran-
do que em quanlo mo esliver promplo o In-pilal
militar, esiahelerido no hospital do Hospicio, po-
de Smc. receber no hospital sob sna direrr.io alsu-
mas prajas do corpo de policia e de primeira linba
que forem atacadas da epidemia reinante.
DiloAo inpeclar da Ihesouraria provincial, ro-
-commeiidando que mande pagar ao regedurdo Uy-
iiasn provincial.o saldo das conlas que foram remel-
tiilas para aquella Ihesouraria, e entregar ao mesmo
do Iralar tos doenles daquelle lugar.
Remello n Vmr. duas pe^as de baelilha.
Sinlo qne lenbam apparecido mais alguna casos
da epidemia : espero que Vmc. conlinue a desen-
volver aclividade, eoadjuvado pelos cidad.lus que
menciona em seu ollicio, cojos serviros sao tlisnos
de lonvor.Communicou-se a Ihesouraria tle fazeil-
pa para dar a baelilha.
DiloA' cmara municipal to Recife.Hemello
inclusa rupia to ollicio to presidente ta commissao
de hvgiene, dalado tle honlem, para que essa cma-
ra mande quanlo anlcs aterrar os alagados e fazer as
obras deque ello trata, devendo, porem, o execulor
desses Irab.illios cxlremar bem a quanlia que se
despender com o aterro, em terrenos particulares,
pois n.lo leudo a cmara obrigaro de fazer alerros
particulares, devem os respeclivos proprielarios in-
demnisa-la de laes despezas, para o que nao , conceder licnn;a para edifirarilo, sem que lenham
elles fcilu semclhanlc indeuim-aro.
DiloA' mesma.Itespondeudo ao cu uiliriii tic
II do mez prximo passado, tenbo a dizer, que vis-
to ntio ser sullicienle a quanlia tle dous roulns de
rc-, decretada no orrameuln municipal para a enns-
Irucrao ta Mirada do remiler o publico, auloriso
essa cmara a despender que falta para completar-
se a importancia da referida obra, que fora arrema-
tada por 3:799$.
DiloA" mesma, declarando que licam expedidas
as convenientes ordens, para quo se franqueie a en-
trada dos vareadores Anlonio Jo' tle Oliveira. Sim-
plicio Jos tle Mello e Jos Maria Freir Carneiro,
nitn sti as fortalezas e quarlcis militares, mas tam-
ben) nos estahelecimenlos tic Caridade. alim de le-
varen! iefleito as\isilas tle que eslao incumbidos
por aquella cmara.Expeiliram-se as ordena de
que se traa.
DiloA' cmara municipal do Cabe.Recejan-
do-sc a jnvasSo ila epidemia reinanle nessa villa, e
ende conveniente staheleccr-se abi um remilerio,
reromnienilo a Vmc*. que preslem totlo o auxilio
un e-sario para a rcalisar.o tic lal medida.
DiloA' cmara municipal de Caruar, appro-
vaudo a tlespeza de VI-, que a mesma cmara man-
dn fazer com a limpeza das ras daquella villa.
PorlariaNetneando ao bacbarcl l.uiz Svmpbro-
niu Martina Pereira, para o Ius ir tic promotor pu-
blico da comarca do II nulo.Fizeram-se ai ueces-
sarias cominiinicaroes.
DilaConsiderando vago, de conformidade rom a
proposla do chefe de policia, o lugar de I." supplcn-
le do subdelegado ta l'rerfuczia dos Afogatlos, e Ho-
rneando para o preenrher a Francisco Carneiro Ma-
. tppetlardm erfmet.
Appellanle, Jn.io Anlonio tic Oliveira ; appellado,
o juizo.
Appellanle, o juizo ; appellado, Jernimo Salgado
de Alhnquerque.
Appellanle, o juizo ; appellatlo, Josr Raimundo.
Appell inle.o juizo; appqllados, Antonio Joaquim
de Jess e mitro.
Appellanle, o juizo ; ap;>cllado, Cerinano Jos1'
dos'Santos.
Appellanle, o juizo ; ,<\ j e 1!-' 11 Manoel Clemenle
de Vasconrellos.
Appellanle. o juizo ; aburilado, Francisco Fer-
reir do Naicimeulo.
Appellanles, o juiro e Maiioel lilippe Santiago;
appellado, Maria Joaquiua fe Mello Cmara.
Appellanle, o juizo ; appellatlo, Francisco Jos da
Graja.
ApjfUaeCet cireit.
Aprellanles. Memics t\ ItinSo ; appellado, Jolo
Iranklin de l.ima. .
Appellanles, Maria da Pci'lia de Franra c oulros;
appellado. Joto de Abreu I ralica.
Appellanle, Jos Maria da Cruz como lulor ; ap-
pellado, Juaquim Kerreira Chives.
Appellanles, a viuva c herdeiros de Joan Porfirio
da Molla ; appellado, Vicente 1'errcira da Cosa.
Appellanle, Ignacio Luir, dnj Santos; a(>pcllado,
EslevAo Jos Paes Brrelo.
Appellanle, Eduardo tionc,ah7ee Valeulc ; appel-
lado Anlonio Pereira da trala
Appellantcs, a viuva e berd
de Mello; appellado. Jote Fe
Appellanle, JoAo Climacn I
appellado, lisbriel Anlonio.
Appellanle, a irmandade ti Nossa
tiloria ; appellados, Jos Jo
e sua mulher.
Appellanle, Vicente JoaquiJi Ncves ; appellados
l.ni/ Anlonio de Medeiros e o
Appellanle. Aulonia Frauqi
lado, Francisco Xavier Caraei
1
iros de Pedro Vclho
amles ila Cruz,
mandes f^avalcanli ;
Senhora da
lim de Olixeira Boza
Appellanles, Jos Duarle-. Bangel e nidios ; ap-
Po 11b. Faimat.
diado P.ios.Ctnnniunicou-se ao mencionadu chefe. do llebello.
Oliveira, foi aberta a uasilo as 10 horas.
Diligencia.
Klandaram onvir o Sr. desembargador procurador
ta cora nos seguinles procesaos :
^lipellariif cietis.
Appellanle. Manoel Alves Cardozo ; appellatla,
a fazenda provincial.
Appellanle, a fazenda ; appellados. I.acerda &
Companhia.
Appellanle, a fazenda appellados, Boslron Ho-
oker j C.
Appellanle, a fazenda
rissoiis \ I lili!-.
r ..^ppellante. Ju-i; S;iare. tarla^ ajvpel.latln-, os
lierdefros de Joaquim Morcira Jos Santos.
Appellanle, Thom dcSa Cavalcanli ; appellados,
Jo- Machado ta Silva e oulros.
Appellanles, Manoel l.uiz Coelho de Albuquerqne
c uniros; appellatla, D. Mariana Dorolhea Joa-
quina.
Appellanle, o jfi/o ; appellados, Jos Heraldo Be-
zerra de Menezes o oulros.
Appellanle, o joizo ; appellada, D. Maria Thereza
de Jess.
Appellanle, Joaquim Lobato Ferreira ; appellado,
o consol porluguez como curador lierauco.
Appellanle, o juizo ; appellados, Thomaz liar-
rissnns & Filbos.
Mandaram ouvir o curador geral nos seguinles
processos :
.Ippellarts citeil.
Appellanles, os herdeiros de Joao Jacinlho Borges
Diniz ; appellados, os herdeiros de lenlo Jos d*
Costa.
Appellanle, Joao Jos do Beso ; appellados, Lr-
sula tas Virgens o seus filhos.
Mamlaram passar carta do edictos n'appellarao
eivel-
,ppellac3o citel,
Appellanles. os herdeiros de Joaquim tle Almeida
Calanho ; appellada, a adminislrarao da cxlincl8
rompanbia.
Designaccs.
AppeUttet civeis.
Appellanle, Jos de Azevedo de Andrade ; appel-
lados, a viuva c herdeiros de Jo.lo Ignacio Bibeiro
Boma.
Appellanle, .lo< daCosla F'erraz; appellado, Joa.
quim Jos de Medeiros Correa.
Appellanle. Jos Francisco da Bocha duedes; ap-
pellados, Anlonio l.ourenr,n Rodrigues Limo e
oulros.
Appellanle, Bita Pires ; appellatla, Thereza de
Jess tle Souia.
Appellanle, Pedro Beierra Pereira de Aojo
Uellrao ; appellado, Fram isco Jos Arantes.
Recudes.
Do Sr. desembarsatlor Bastos ao Sr. desembarg-
tros.
ra de Barros ; appel-
o d. Cunba.
appelladat
ngel,
e Barros
fe.
s Carneiro da Cunha:
los Sanios.
a de Souza csua mu-
de Jess e oulros.
ap-
Vm- n.'t.ni- mi lia*,-trtl: salles aKHt 4.P. l^ -aMcs.
Il.in- l.i i h.inair." a,' |' ;r'"i'T mil -.lili '.
.X' Jamal- lnr"in^-, jaaMH '"i'ri.ihl..
a.aS|.....IOI "l'ull ft-'lU Em urna noile de verSo a porta aberta de um hel-
io palacete da ra de Saint Doiuitiique deixava ver
no paleo nina-igilacao ilesaco-lumatla. filo era fes-
la, pois as marteiras dos que iain e rinliam allesla-
vam cerlamenl. urna especie de nquielaciio ; lam-
bem njo era urna desgraca, visto que nenliuiu indi
c.Mi'fle'itWeia nolava-ae iiixs amulante, e al o sor-
riao apparecia tiles fcilmente.
Esse motimenlo rommuiiirara-se a parle da ra ; |
os servos das casas vizinh'as delinbam na passsgem
os dessi habilacSo, e inlerrngavam-nos vidamente.
Lacains de libres mui diversas nfllniam ao quarlo to
purlciro, e vollavam depois de liaverein trocado com
elle breves palavras.
Apezar dessas deputaqes offlciosai que pareoiam
ser esperadas, o paleo do palacete eslava longe de
nllerecer o asscio c a orden) que a aristocracia exi-
ge emseu interior, mesmo o mais modesto- Em vez
tle conservar aballadas suas cortinas de lislras, a co-
cheUa e anea dependencias exponham avista car-i
ruagens e arreios ; a< muras, as romAzeiras, as la-
ransciras e osloendros Mo verdejavam como de cos-
lume, mas estavam coberlos de poeira iinpalpavcl e
cinzeuta ; restos de folbas e de llores juncavam o
chao. ,
>'o paleo achava-se urna carruagem tle lucio. Ou-
Iras duas carruagens, urna calera elegante e um ca-
briolel de alugucl cnlraram simullaneamcnle, de
nma deseen urna mulher de idade avanrada, vesli-
da decentemeule, mas sem luxo, da oulra um bo-
mem de trage preto, grave e lesto.
Preoccupados sem duvida por uulro pensamcnlo,
ambos saudaram-se apenas subiram precipitada-
mente a escada forrada de magnifico 'apele de Au-
Ihissoii, e enlraram nos aposenlos cotn grande salis-
facao de um grupo de pessoas anciosas que os rece-
berain na antecmara. Todava icm romper o silen-
cio, o homein grave, que cerl menle era medien, e
a v'elh.i alravessaram urna tasla alcova e foram as-
senle--se um direila, oulro i c-querda do leilo,
onlt achava-se urna mulher j atacada pelas dores
do Parlo.
Era urna bella mo;a de viule auno?, alva como a
cambrala tle seo roupSo, esvella e delicada romo orna
columna golbica, e dbil como urna rrianra. II ler-
rivcl acln que fazia exceda multo sua craselo c
suas forras. Cahira sobre o leilo fatal na allilmle tle
profunda proslrarao tinha a rabera inclinada bei-
ra ta cama, os cabellos soltos, os braros eslendidns e
as nilos aberta*. Urna das ehiaellas escapara-llie to
pe ; o vestido eslava amarrolado; toda a sua pessoa
atteatava a lula sem Iregoa que dnrava ha Ircs dias
enlrea cousliluirao arlil'uial ta mulher alleila aos
prazeres da sociedade c a nalureza cierna credora
inexoravel, que exiga o pagamento da divida fc-
miriin.i.
Aos ps do leilo urna mulher vestida tle lucio c de
asperio severo saud.iraMistrahtlainente a cbegatla ilu i
mediro e tle madama tle Waldeuek, mi da doenle.
Violentamente nbsorla pelo drama doloroso a que as- \
sislia, nao Brava a vista da paluda mora, e pareca ,
perginilar a si mesma com angu-lia crescenle, se o
parlo seria feliz, se essa rrealura ligeira como o ven-
to, airosa cavallcira, divina tlansadora de ancas es-
trellase pello sumido, hpo vivo da Diana de Jo;lo
Uoojon poda ser oulra rousa que cavalleira maravi-
Ihosa e esposa estril'.'
Era h criante esperada que dirigia-sc sua sollici-
lu le, c o franzir tle suas sobranndlias allivas lesle-
iiiunbava desprezo raivoso quandu a paciente excla-
mava rom voz quebrada :
O' Chrislieru tu mematasle! Ah! para que
mniasei.' Por ventora possodar a lux un lilbo .'...
O medico ouvia lambem casas palavras penalisa-
tlo, e tlissea comsiRO :
A condesil de Uauranofl be a primeira mulher
que lenho vistoeainorccer diante das dores do pal-
lo. He venale que ella mo he propria para sup-
porlar (al provar.io !
Esta inercia extraordinaria na forra da idade dia-
perlava Irisles presrulmenlos, lano" na mulher de
lucio, t|ue desejava ardcnlemeule o filhn do emule
de MouranofTseu lilbo, como em madama tle Wal-
ilenetU. Durante as rrises esta (icava quas douda,
in I" e viudo rom ar espantado, orando, iilucandu e
lorcemlo as mitos, lina vez. cutre oulras no mutlen-
lo do paroxismo tle que a Ollia querida sahira para
cahir no soinno de abaliinenlo em que eslava anda
mersulhada, a yclha ousra sopplicar ao douior que
sarrilirasse a crianca, se fosse preciso para salvar a
mili.
Ah senlior! exclamara a viuva de Muura-
uor rom voz vehemente, posto que sullural econli-
da, lenho sessenla anuos, e ineu lilbo nico j mar-
ren Ponfo antes de fallerer, elle disse-me : Vmc.
criara raen lilbo. Juero a crianra, senlior!
I, sentindo quanlo eram crois para a joven fon-
deara t-las palavras escapadas mu vivamente de seus
labios, a viuva urerescenloracero ar conslrausido :
I'oupe a mui, isso he muilo juslo ; mas con-
seive-nos o menino einquaiilo reslar-lhe urna dui
ta, tima esperaura.
Seuhuras, responder rom tlignitladc o medi-
co, nosso muM-1 mi n.'iu ptide ser dirigido nem pelos
desejos tle nma mai, nem pelos de urna av ; sti de-
pendemos de Mossa eonsciencia, e a liumauidade he
a unir lei que recunhecemos.
As duas mais cinpallideceram sem proferirem pa-
lavra.
Agora urna que fura loura romo a lilha, mas me-
nos delicadatuenle bella se naj lie bliisfemia cha-
mar belleza ao que esl fura das leis da nalureza )
suspirava e dz.ia romsigii contemplando as fuirncs
fatigadas ila doenle :
Eu amara muilo um lilbo de Luiza ; porm
amara semprc mais a Luiza.
E oulra imperiosa al em sua ternura, peigun-
la\a a si mesma rom amarsura :
Porque tleixam-sc os homens seduzir pelo ex-
travasante quantlo ti simples e o xerdadeiro Ibes tla-
riam a felicidade".'
A altiva conde-a russa levada pela pailas)ao sen-
limenlo ta verdade, accre-renlava em seu rorarAo
Se elle bouvesse casado com urna lilha ila Ros-
lia, eu estara certa de xt'-lo revivar; mas quiz urna
Parisiense, e minha ultima esperanra vai morrer com
ella!
I ni grilo agudo inlerrompeii estas reuVxics diver-
sas ; a scena trgica recomerava desesperada, activa
e furiosa. A joven roiuless.i tle olht-s scintillailtes,
faces ceratias pela energa de una decidlo suprema,
ora muda c tle tientes cerrados, ora riigimlo, era a-
nrnas coolida pelos bracos de duas mi Ires pessoas;
o sangue aeodia-lhe ~ nnhas dos dedos que asarra-
vam-se ronvulsivainenlc ao leilo. c pela primeira
vez de sua vida lodos os seus msculos moviam-se
com vigor.
Madama de Waldencik espern, c veio abracar
lernainenle a lilha, a mulher rus-a experimenfou
urna impresso sympathica, e os olhos enrhertun-se-
Ihe de lagrimas.
Bem bem'. senhora, disse o metlico, n3o le-
ma, Dos e eu aqu estamos.
E tinas amas, urna esrolhida pela moia, oulra pe-
la condessa viuva deram-se pressa un preparar ludo
o que poda ser ulil crianra que iam llisputar en-
tre si.
Colloraram em um ngulo da alcova um bello
berro de bronze dourado e forrado de selim hranco,
guarnercram-no do roxins marios coberlos de rendas
e bordados, e cada una poz-se tle un l.i lo do her-
eo lanrandn i compelidora um olhar ainearador,
unir manifestar,*) que infelizmente Ibes era pr-
mitlida ; pon|iianlo alm to respeito e ila ilereucia,
una que ra Normanda, mora e vigorosa, smente
sabia a linguade seu paiz, e a nutra tle estatura me-
diana, nervosa, de tez morena, cabellos castaubns,
feries sagaies e duras, apenas conbecia o russo.
pellado, Francisca Barreiros U
Appellanle, Jos Candido"
a irmandade das Almas do Re
Appellanle, Pedro de Mora
appellado, Antonio donrah
Appellanles, Ignacio Carnei
Iher ; appellados, Luiza Mari; de Jess e oulro
Appellanle, Antonio Joaquira Xavier Burgos;
pellado, Knfraz.io de Andra le amara.
Appellanle, Manoel Bulinot e Olivena Jamacaru;
appellatlo, Beiiiardu Lupe- de tmorim.
Do >r. desembargador Basto ao Sr. desembarga-
dor l'elles.
.Ippcllanio orme.
Appellanle, o juizo ; appella o Francisco Fernan-
dos Bezerra.
Do Sr. desembargador Bastes io Sr. desembarga-
dor 1- igueira de Mello. _
.Ippellacfs ri ees.
Appellanle, .lose Francisco < i Costa : appellatlo,
Anlonio Moreira Kes.
Appellanle, Jos Doeaingui s Codircira ; appel-
lados, Domingos de Holanda lavalcanli da Albu-
querque c oulros.
Appellanle, Manuel Vicira he Azevedo ; appel-
lado, Boaveotura Alvos da Fon eca.
Appellanle, Eduardo Uotieal ps Valenle ; appel-
lados, os herdeiros de Antonio ionralves Valenle.
Appellanle, Francisco \ati r ,|e Oliveira ; ap-
pellado, Forlunalo Philadelplu Camello Pessoa.
Dia tle appar -er.
iiif.
o das Cliagas ; ap-
i.
o ao Sr, desembar-
IIIW,
o, Manoel Jos da
AppellacS o
Appellado, l'rancisco Aotol
pellante, Jos Maria de Amorr
Do Sr. descm bargador Bebe
gador l'elles.
AfpetttfOu cr
Appellanle, o juizo ; appella,
Paix.lo l'rnmbiba.
Appellanle, Manoel Bczeri
lado, Josi' Correa de Oliveira I
Appellanle, Pedro Ferreira
ustira.
. Ippetlacet ei
Appellanle, I). Francisca Th
Cunha ; appellado, Juaquim
qtierque Santiago.
Appellanle, a cmara munici
pellado, Bazilio Alves de Mii.nl
Appellanle, Carlos l'redcrico
pellado, Jo.lo Carlos de Mcndoi
Appellanle, o pardo Fidelles
rador ; appelladti, Jeronv mo de.
Appellanle, Jos Faustino de
Francisco Comes da Silva.
Appellanles, Manoel l'nnrei\e ,],. Jesus c sua
mulher ; appellado, Jos l'ereirai|, g||va Carvalbo.
Do Sr. desembargador Rebollo M vjr. desembar-
gador Figoeira de Mello.
ippella'.io cin^
Cavalcanle appel-
ma.
Lima ; appellada, a
s*.
raaiil da (^oncero
rancisco do Albu-
^ildesla citlade ; ap-
a Varejfo.
la Silva Piulo : ap-
;a Vasconcellos.
lezerra por seu cu-
Ihuquerque Mello.
I."mo-: appellado.
Silu'ira c oulros ;
o Pessoa c onlros.
Appellanles, Manoel Comes dd
appellados, o padre FranciscoJPi'
Se a in.ti de Luiza livesse potliu t.coiparc de
oulra rousa alm da lilha. Icria pl,)|0 grandes tlif-
firuldatles ao aspecto tlessc esladt>-:30i)SE'rvi'rno los.
lil. Quinto h velha viuva de Mo', n' estiva filo
resolnla a levar a crianra que |ki, se ||,0 ,,,,, (lc
saber as inlenrftes do onlros meJ|,ros ,|, ramlia
Foi ella quem n receben c levon- junto do fo-
gilo do um quarlo vizlnho, onde i|hn parlera espe-
rara desde Ircs dias.
Crande Deosl exclammi psl r desembararamlo
a lidalga de sen precioso Tardo; p lercr |a,llu*.,ara
tlar a luz um eule semelhaule I
Na verdade era urna menina bes, |>0uco attracti-
va : sua rabera enorme sobresahi ;l ,,, rorpo |go
exiguo que nao se sabia como ase rasse ; os pos e
as niaos, pequeas e debis alm i. (ll,|n x expres-
s.lo. pateciain antes suspensas a h i,|0 qlle nj,|i1s .,
membros, e a rr vermellia lirantl,,, iie^r0 ,), ,,,.
cem-nascidos dava horrvel harmoii) a e>Je totlu re-
pulsivo, rl
Mas esla menina esl mora !a)nrnuu a parloi-
ra fazemlo um gesto de horror. .
E a depoi vivaroeate sobre o eoMn de'oina pol-
trona, o
Esta mora! meu Dos.' ilis', ., 1UXil :,,.
Ihando di me da poltrona ; coilat .(,., i
Tentn levanta-la, mas Iriuucra ||lt.
Do alreveu-se. ,
Convom chamal Mr. Begna j ,,
tli>se. anda.
I corren ella mesma.
A parida eslava desmai.id.i, e ii i |S eiil ,_, ,.
ro. que mollas ve/es Mr. Kcgmult julgra mora.
Ouando vio entrar a viuva masa ro ,"t, ,., .,erl
turbada-, elle sus|ieilou nova desgr-. o levantan-
tlo-se preripiladamenle sem dar-llio, .|npo de tallar,
seguio-a ao quarlo vizinho.
A menina c-l mora .' pergdrpu a velha con-
dessa em lom tle augu-lia. -^T
O medico fez um motimenlo venr'l esseenle hor-
rendo, contraste estranho com a bep mulbrr que o
tlera a luz. Apalpou esse corpo imn vei e disse me-
neaiido Irislemeule a cabera :
Ah esta mora, e a senhora 'jo dexc laman-
la-la. victima das numerosas impni>noas de nina
mulher da inotla, esla rrealura ahoi",),, nunra leria
existencia complela. Nilo stm daqucl'.^ qM(. qoere-
riam soDocar os monstros : lodaxia',ju posso dei-
xar tle render gracas a Dos quai1,, desapparece
urna anomala. Por mais forle que u,,,sse s|,| amor, mo leria feilodaste esboro >' erfi-iln de tur-
ma humana urna tligna descendente *,,, MmirauolV.
C.uisole se, senhora ; fara ile ronta i,,. iu hnuta
menino, Beata-me desviar esto golpA, n,,, a {tal
e-la em si ande risco.
K laudando profnndamenle, retire.^
A velha condessa de Mour.iunil fi1,,, nelriAcada
as raaos e
medien !
Do Sr. desembargador Behelln ao Sr. desembar-
gador Santiago :
Appellafet tcete.
Appellanle. Jo- lligiuo tle Miranda ; appellatlo,
o juizo.
Appellanles, os Indios de Arranches ; appellados,
os herdeiros tle Joao da Costa'Alham.
Appellanles. I uiz de Mallos, romo administrador
de sua mulher, e Joseplu de Amorim : appellados,
Anlonio Joaquim de Souza Itiheiro c oulros.
O Sr. desembargador Talles possoo ao desembar-
gador Figoeira de Mello :
Appellaeez criavef.
Appellanle, o juizo ; appellado, Manoel Joaquim
de Souza Ferrar..
Appellanle, o juizo ; appellado, Vicente Anlonio
Rodrigues Machado.
Appellanle, Sebasliit'o Anlonio tle Santa Auna ;
appellado. o juizo.
Appellanle, Manoel da Silveira Rosado ; appella-
tlo, o juizo.
Appellanle, Marcos Anlonio de Oliveira ; appel-
lado, ojuizo.
Appellanle, Luciano Francisco Comes ; appella-
do ojuizo.
Appellanle, o juiz.o ; appellado, Bernardo de Sou-
za Pinto.
Appellanle, Faustino Ferreira tle I relias ; appel-
do, o juizo.
Appellanle, u juizo ; appella.lo. Mariano Jos da
Silva.
Appellanle, o juizo ; appellado, I ilippe Ncrj
Santiago.
Appcllare< ciceis.
Appellanle, Antonio Comes Pessoa ; appellatlo ,
Francisco Cavalcanli tle Albuquerqne.
Appellanle, 1......un Jos Rodrigue! Ferreira ;
appellado, llenrique Cibson.
Appellanle, Jos Francisco Cajneiro Moulciro ;
appellada, II. Francisca Xavier de llollanda Caval-
canli.
Appellanle, a viuva e herdeiros de Joao Pires Fer-
reira ; appellada, a adminbtrarAo da extinela com-
panhia.
Dia tic apparecer.
AppellacS citel.
Appellado, Manoel Antonio dos Sanio l'onles :
Appellanle, Victoriano Amonio Borges.
Do Sr. desembargador Tellrs .ao Sr. desembarga-
do! Valle :
Apoellaree i tteie.
Appellanle. Francisco ila Bocha Wamlerlcx ; ap-
pellado, u juizo.
Appellanle, a administrarn do patrimonio tos
orphaos tlesla ridade ; appellados, Francisru Ignacio
de Albawle e oulro.
Do Sr. desembargador lelles au Sr. desembarga-
dor Santiago :
AppeUara citel.
Appellanle, Virialo Aurelio da Cuiilia Gooxa ;
appellado Trajanu Olxmpio da Cunha Coiivi-a.
Do Sr. desembargador Figucira de Mello ao Sr.
desembargador Valle : .
Appellaet rrime.
Appellanle, Anlonio Joaquim de Oliveira ; ap.
pellada, a juslira.
Appellanle. Manoel Flix de lama : appellado, o
juizo.
Appellanle. o juizu ; appellado. F.slevao Carneiro
da Cunha.
Appellanle, o joizo ; appellado, Anlonio l.uiz de
Mello.
Appellanle, o juizo: appellados, Joaquim Pedro
de Andrade e oulros.
Appellanle, o juizo; appellado, Joao Mendos da
Cosa.
Appellanle, o juizo; appellado, Anlonio Filippe
de Souza.
Appellanle, o juizo ; appclladas, Antonia Rosa
de Jess e oulra.
Appellanle, a juslira appellados, Francisco de
Barros Arcioli e oulro.
Appellanle, o juizu; appellado, Anlonio Muniz.
de Barros Falcao.
Do Sr. desembargador Valle ao Sr. desembarga-
dor Santiago :
Appellacee criuiet.
Appellanle, Jo.lo Comes de Moura ; appellado,
Manoel Bezerra tle Menezes.
Appellanle, o juizo ; appellado, Salviano Pereira
de Lucelia.
Appellanle, Joao Alves de Souza ; appellatlo, o
juizo.
Apiyllanle, a estira ; appellado, Manoel Josilo
Kascitlcnlu Jnior.
Appellaccs cicein.
Appellanles, Augusto Uongalves da Rocha e ou-
lros ; appellados, Zolirino da Cunha Baslos e un-
iros.
Appellanle. o juizo appellado, Jos de Araujo c
Silva.
O Sr. desembargador Baslos pedio relator para :
Jppcllaciio citel.
Appellanle, Francisco Ferreira dos Passos Jnior;
appellado, Manoel de l'onles Franco, como lulor.
de dr ; parecia-lbc perder si nesse momento seu li-
lbo, tanto alagara o pcnsameulo de ve*lo renascer.
Kmlini den um semidn surdn. ahaixou-sc para u ca-
dver, cuiilcmpluu-u dorante alguna segundos rom
intliz.ivel aperlu de corarlo ; depois recobrando o
porte orgulhoso, mandn chamar a ama, c retren-
se sem ilignar-so dizer adeos a mora moribunda.
('anona! disse ella mhindo a carruagem de
lucio, uilo temos mais lilbo !
Foi a mulher cslrangcira quem a malou res-
poudeu a ama com voz. Inmola de rcsenlimenln ;
ella tleixou morrer o ineu nohre cullaro o conde tic
Mouranoll, e impedio-lhe a lilha tic viver!
Sem responder a estas acensantes Icrrivcis, a viu-
va ahaixou o veo preto sobre seu roslo severo ba-
ndado de lagrimas.
II-
Uando o mediro voltou para junio do leilo da pa-
rida, arhou-a com os olhos aberlos, com as feircs
levemente animadtis, e fallando mili.
>'3n necessilo ma)s de seos serviros, douior !
disse-lhe ella com voz fraca. mas sorrindo.
.Na verdade. senhora : pois bem, vou-me.' res-
ponden Mr. Beguaull cuidando nos elTeiloa funeslus
tiue produziria urna indiscri^iio.
Tomn o pulso da doenle, c sabio precipitada-
mente.
Totlos tinham-se ja relrado ; mis nao senliam ler
para espaldar urna noticia embola Irisle, onlros tle-
sejavain desranrar tle lao lunsa vigilia. Mora a rri-
anra, os soilriinenlostla condensa de Mouranoll eram
apenas nma doeneal Dcmais, na< linba ella junto de
m a mi, duas camaristas e a enfeameirn* l'ourn
antes lodosdedicavam-se. agora liiuila\am-se ao de-
ver, ."xo havendo lilbo, nao havera llberalidade ex-
Iraordinaria! Sabiain do vasto campo da especula
co para loruarem a nina sluaiaao positiva.
Mr. Besnaull n.lo ficou sorprezo, pois um mediro
conhece muilo bem as versnnhusas palinodias do In-
teresse ; mas seu pcnsameulo perrorreu as ideas t|ue
arahamus ile indicar, e dispiinba-se a .lar algumas
iiislrucroes a parlera. qnando seus olhos encontra-
ran! a victima que jatia ainda sobre a radrira onde
lera depositada. Approxiinou.se e disse :
Triste deslino lanos oulros apenas lem um
multado de palha, e ah vivem felizes ilehaixo to-
beijos maternos, e InJ nascida no fausto, morres em
! ler visto um sorriso Fosle lanrada aqu longe tic
| la mili, longe de leu berro douradu. lao punco le-
ras nina lagrima lalvex.'
Ao mesmo lempo que fallava. o medico ronlem-
i plava mai- atlonlaineulo a riianr.i ; depois apal-
pou-u. ia poz-lbf um dedo oble o rorarao onde
iiilsnii enlir urna palpitar au mui fraca. F.uMo lein-
biou-se tle que siib o dominio tle conjocluras mui
bem fiiiid.ttlas, o coirobnratlas por todas as appa-
renciaa, elle unitlira um exameserio, l'eiiivelineii-
F'oi dislribiiida ao Sr. desembargador Santiago.
I.evanloii-se a sessao a hora emeia.
Domingos Affanso Ferreira.
NOTICIAS DA CIERRA DO OMKM E.
O Moniteur tic la Flolle, publica a seguinlo !
correspondencia :
Kamiesch, 13 de novembro.
Os Piemontez.es do rampo de Tchernaia prende-
rain ha piuco um Cosaaco que vasueava em redor
das suas barraras; poxaram-lhe pela lingua, e con-
fornv; as suas declarares, os Bussus fazrm grandes
preparativos, mas silo por ventura preparativos para
atacar ou de partida '.'
Com efieito, conslruem grandes jangadas coberlas
com pclles. Esla especie de jangadas sito usadas, pou-
ca agua levam na sua correle.
Com tndo abi vos dou a loticia sem lite augmentar
ou diminuir a importancia.
Kamiesch vai se tornando um novo Gibrallar eos
engrnheiros francezes e a marinlia imperial aqu
lem ronslruido obras dignas dui Romanos.
Pelo contrario Sebaslopol desmnrona-sc. ilavia
qoime dias que visilava a nossa conquista, e cncon-
Irci grande difierenra do que antes vi. He rerlo
que o soldado sabe fcilmente tlemolir e nprovelar
ludo que pode servir no seu acampomenlo.
A commissao mixta encarregada de inventariar o
rito material que o iiiimign abandonou, rclacionou
e mandn guardar urna qoanlidada inmensa de ma-
chinas, tic massas tle ferro, de cobre, de folba de
I landres, tle madeira quo ob-lioiam as ras eos
caes.
Este inventario conloan xerbas fabulosas. Assim
em Malakoll. e no Rudeulc cncoiilraram-se pertode
:I,IKK) peras de varios calibres e i-20,000 libras tle pl-
vora.
Km Sebaslopol encoulraram-selJK pera> de bron-
ze c 3.711 de ferro. F.sla artilharia he dividida em
dous toles icuaes, um para I-rauca, e oulro para a
Inglaterra ; ao general La Marmora foram otTereci-
tlas duas magnificas pecas tle bronze.
Em quanlo aos tlespojos sero repartidos propor-
cionalmenle pelo numero tic combalcules que cada
urna das |ioleucias alijadas linba em serviro ellec-
livu.
Assim a forra cllccti.a aoglo-sarda, oo dia 8 de
Miembro, era de63,7l homens, c a das notaas Iro-
pas de 126,705, total 190,420 homens. Perianto mi-
lenios dous tercos do valor tos despojos, eos nossos
alliados un Ierro. As pecas foram avahadas do se-
suinle modo : as de ferro a 10 oen!. o killogr., e as
de bronze la 2 fr. .V) cen, o kilogr.
Todas eslas combin.iroes de resto se fizeram no
melhor acconlo.
Muitos objeclos nao poderam ser repartidos. Nes-
le caso houve nma compensarau amigavcl. Assim a
nos roube-nos em ajuste de contas o segninte : urna
machina a vapor de alta presso, urna bomba diiti-
laloria e um relosio. Islo foi como Irocos do maior
quanlia. Tamben! livemos de repartir quatorzo si-
nos, um dos quaes pesa va 2..O0 kilogr.
lie inrrivel a quanlidade que nos rouhe de ma-
deiras c tle pannos, de sorlc que as nussas barracas
silo agora realmenic muilo conforlaveis.
O lempo vai bom, e o estado anuario he excrl-
lenle.
Deixamos ao Moritiiig-.tdiertiser i responsa-
hilidade da seguinle nocia, que publicou no seu nu-
mero de de dezemhro :
o Allianra anglo-fr,1nreza, rommandos de lerr
e mar.
Sahe-sequea ultima viagera do duque de Cam-
bridge a Pars leve principalmente o carcter de urna
mi.-au mililar. '
Muilas rommiinicares lem lido ulliiuamenle
lugar entre os dous governns sobre os comniandos de
Ierra e mar. A nos-a adiada a F"ranr4 in-ile forte-
mente sobre a uccessidade tle eslabcleccr um com-
mando em diviso das forjas militares na Crimea,
c por causa da immensa preponderancia do exerei-
lo franca, pnnOa qne um oHicial franrez de dis-
lincrno seja nomeado gcneralissimo.
O imperador, por esla rondicSo, esla disposlo a
lranferir o eonimandotlas esquadras iranrez.i- no
mar Negro o no It tilico a almirantes inglez.es.
ile prematuro fazerjeOetes sobre a possiblidade
da execor.lo dcsla proposirao delicada ; mas deve
dzer-se que o espirito honroso em que he tuhmel-
lidoao soverno inglez, da-lhc (lulos ao mais serio a
mais i'avoravel exame.
S. Pelersburgo i de dezembro.
Deve celebrar-se um grande conselho de guerra,
para o qual aeras convocados o general em chefe do
exereilo da Crimea c os gencraes Crabe. PandlUne,
R'i.iiser e os almirantes.
Nao sao cnmprcheiididos n\-st.i rumoraran oiage-
ncraesquecommandam em chefe as provincias me-
ridionaes em Asia e Asia menor.
Marscllia i de novembro.
O Kuphrate* Iraz as seguinles policas de Cons-
lanlinopla de 26 do novembro.
O almirante sir FMmun.l Lyons ronlinua a eru-
le rommovido ao |iensamei)lo de lao gravo olvido,
Mr. Reguault procurou aprofuudar logo as conse-
rqnenciaa inofiensivss ou falaes, e pouco depois re-
molieren que a menina fura smente asphyxiada.
I ni suor fro colirio a fronte do homein recto, e pe-
la primeira xez. em sua corajosa carreira tremeu-lhe
a nio esforzando se por pralirar urna sansria, ope-
rac.lo lardia. expediente desesperado, to qual nata
mais esperava. A menina deu um grilo. O medico
respiros furlemenle e disse :
I,timado seja Dos! nao malei esla rrianra '
Neasa momento apparcceu urna mulher a porta ;
era urna aldcta.
Vmc. he a ama'.' perguumu o metlico.
Vossa sennoria quer fallar de urna mulher a-
doruada de randas c de corrcnles de ourn.' Klla re-
lirnu-se dizendo que a menina eslava mora. O
mordomodcu-lhc dous luiz.es para indcmnisa-la.
.Mas a menina uo esla mora, e precisa de
ama.
Ilavia lambem a Russa. A senhora condessa
de Mouranoll lexou-a em sua carriiagem.
Chame alguem |ior favor ; a mai nao achs-se
em estado tic ouvir billar de ludo isto ; todava be
misler urna ains.
Pois bem. senlior, son rciuleira de C'i ilaig-
nicis. A joven coudessa conbecc-ine bem, pois he
em suas Ierras que habito. Ha cincoenla anuos qne
nuil pal e minha mai arrendaran) a fazenda de Cha-
laigniers. Arrendei-a depois tlclles, e temos pago
semprc a rerula, tanto nos lempos mos, como nos
boii- ; nos uiaos lempos romciido batatas, nos...
Minha rica, iiterrompeu Mr. Recnaolt, rhe-
gue logo ao fin tic sna historia, do contrario corro-
re eu mesmo a procurar alguem... Mas nao, vista
a menina Vmc. iiima, o continu, disse elle drpois
tle un instaule de refiexo ; todava seja breve se
pude.
Vai quera dizer a vossa sehlioria que se nao
| lenho renles de miro c brincos de orelha, nAo
tleixo por isso tle ser mulher honesta, ronlicciila de
, loda a altleia de... c nao urna miseravel.
Aristocracia disse coinsigo o medico ; onde
be que a nao ha '.'
Flslou cerlo, responden elle : mas nao he -
menle isso que Vmc. quer dixer-roa ?
Se vossa senhoria disna-se tle omir-rne. mui-
lo bem. Digo qne au ser fcil adiar ama para urna
menina lo pequea, 1.1o magra, cdcve->e ruufessar,
: iiiio bonita.
Com tlinlieiro acha-se lodo, minha chara.
Com dinbeirn ? Sun. ella ser aceita ; mas vi-
vera 1 seta auiaila '.'
i> medico guardn o siieiifio exainf/iaiido o sem-
blaulo Iraiiro o riiubo ila remitir, l-'.ll.i lornon
pouro depois erguendo os olhos par.i Mr. Kcgnanll
rom nma especie to nqoielar3o :
lenho um susto exquisito. Ouando ha um
zar perlo du Kertsrh, contra o qual os Boatos pare-
cen) meditar um ataque durante o interno.
Os llii-o- furlilicam Arabal e concentrara as cer-
canas :iil,lloo homens em quanlo dirigem l.OOO
sobre Genitchi afim de restabelecerem as rummuui-
cares entre o grosso do exereilo do general Cor-
Iscliakolf e a Russia pela Oexa de Arabal.
Convom todava notar quo as peras dos navios a
vapor e das baleras Ooctuanles dos alliados podem
chegar sos comboys russos sbbre loda a largo-
ra da llexa se o mar d'Az.oll for lomado pelos
gelos.
A divisao naval ingleza, coramaodada pelo almi-
rante Sleuart licar* durante o invern no Mediter-
rneo.
As perlurbaces da Syria que linham sido apasi"
guadas em consequencia da nlervenc,ao de M. de
LessepS, cnsul [raneex, tornaram a comer ar em al-
?uns pnnlos.
A cidade da Kars continua a ser defendida com
energa pela sua heroica guarnirlo, mas a data das
ultimas noticias os vveres comecavam a escaeear.
As tropas tle reforco de Selim-Pacha ainda nao li-
nham apparecido. 500 transportes retido em Sulina
pelas aguas baixas do Danubio soffreram em una
tcmpcslade.
L-se no Morning.posl
Sabemos como comeou esta suerra do iirienle",
aromo a Franra e a Inglaterra alliada de repente,
para manterem a independencia c a inlegridade da
Turqua tleram um golpe lao rpido e aodacioso,
como o que a Roxsia dera para as aniquilar. Fomos
primeiroa Couslanlinopla, e saltamos o imperio ot-
loinano. Sebastopol esta arrazada, as esquadras rus-
aaaj nso cxislem.
( czar j nao paitan nenhuma das garantas male-
riaesde que se apossra no principio. O Danubio ja
ralo Ihe perlencc os Turcos, que estavam aterrados,
j sanem desprez.ar o podero do sen formidavcl v-
sinho. Os exercilos da Franca e ta Inglaterra resol-
vern! de fado a quesi.ii do Oriente. No anoo pas-
sado o caso era oulro.
Asora lemos eslabelectlo os fados como realisados
irrcvogatelmenlc, como servindo de base aos prin-
cipios que devem no futuro dirigir os destinos do
Oriente,
He ueste estado de coosas que sohrevm a ques-
lao da paz. e na nu*sa opiniao ss, pode ser (ralada de
urna mancira, s ha um accordo possivel, he aquel-
!e que restringir de urna vez a ambicio russa, que
garantir a independencia da Turqua, c a seguran-
za fulura da Europa. A cndilo mais essencial pa-
ra conseguir este proposito, he a complela destrui-
rtlo do poder russo no mar Negro.
He misler que o poder da Russia nao se levante
mais para amearar os Tuteos, e que nilo exisla es-
quadra russa na aguas do mar Negro. Islo he imi>e-
riosameule necessario ; sarauleaseguranra de Cons-
lanlnopla e a liherdade do Euxino. Porm se a
Turqua lira por esle modo previnida conlra a Rus-
sia pelo lado do mar, igualmente o deve estar pelo
lado da Ierra.
He misler que a Russia aban lime as embocaduras
do Danubio, as quaes, rom os principados danubia-
nos, seatos do seo protectorado, devem ser ga-
rantidas^ i Turqua pelos tratados mais expli-
cilas.
He misler renunciar completamente a qualquer
Interveocao em cousas relativas aos suhdlus da l'or-
la ; be misler que a Russia aceite oulras rjispnsi-
rOes coiicerneutes ao Bltico e aos inleresses geraes
da Europa, sob condces, que nenhumas duvidas
deixem a firmeza e ellicacia seguras e reaes da paz
que venha a concluir-se.
Silo eslas as nicas propostas que as potencias oc-
cidenlaes podem acolher, convencidas de que se a
Russia agora nao aceita, oulra cumpanha a forjar
a isso.
Se as disposires que a Austria palenla para re-
novar as negociaroes, levam em visla alcanzar con-
diries lao salisfaclorias ; se ella esl como a Suecia
e a Dinamarca proraplas a derlararem-sc por mis, e
a imprcm o seu vol, qnando for misler, as poten-
cias occidenlaes sedo enlAo obrigatlas a allender as
proposlas sem sublerfugios. sem trocas diplomticas,
mas francas, positivas e leaes.
Foi dirigida de Hiinbiirgn no l, de de-
zembro liidepeiipeiiriu litiga a caria segoinle :
o Segundo o qua e'crevem de Kiel o almirante
Penan.I que linba faite acabar os preparativos pa-
ra vollar para Franca rom os vasos de linba Tour-
lille e Duqueinc, receberia ordera do ministro da
marinha para se 'conservar anda provisoriamente
rom a sua esquadra na baha, onde ronlinua a licar
estacionado lambem o almirante Dundas, com o
ll'ellint/ton, Ircs onlros vasos de linba c qualro cor-
vetas ingle/as.
A partida do almirante llanda-, que tirilla sido fi-
xada pera os primeiros dias de semana, parece ler
sido retardada em consequencia tos despachos le-
vados pelo vapor de guerra flulldoa. ta parle do
contra-almirante Baiues, que se acha ainda com a
sua esquadra a vapor no Rallico, onde o lempo ex.
Iraordinariamcnte, parece ainda faroravel nave-
gado e permitle esle anno de all inanler, mais (ar-
de que nos dou; ltimos, o bloqueio contra os porlos
dos Rosaos.
co vil na aldeia, cu he que o quero. Ouando nina
rapariga he espancada pela mai, cu he que a leio
para minha casa, dizendo: Ella se lomar boa, e
assim acontece. Amo o que be feiu e doenle. e alias
son alegre como um lenlilhao. Pois bem, accrescen-
tou ella coralillo muilo, vou encarregar-me da me-
nina, se vossa senhoria quizer. e fare isso gratuita-
mente, pois sem mim ella morreria !
O medico senlio-se commovdo.
Vmc. deve ser feliz, chara lilha de Dens, tlisse
elle empregando a lusuagem do povo para piular
essa virlutle insenua.
Ouer dar-m'a '.'pergunluuella com viveza cora-
prehendendo nniramenla que era appruvada.
Sim ; mas previno-a tle que he larefa penosa.
Oh! senlior. obrigada disse a mulher beijau-
do o pobreembrxao, be mais felicidade.
Leve-a ja'; mas disa-ma primeiramente seu
mime.
Rosa Joanna, senlior, em Clialaignicrs. l'er-
gunte ao mordomo quem he Rosa Joanna.
Tem razo, vamos fallar-lhe juulamcnle.
\. Mr. Rcsnaull deseen cum Rosa, a qual levava a
menina nos bracos.
A esa visla houve una admirarao geral ; lodos
pieriam saudar a rereni nascida, e proeuravam apa-
gar com palavras lemas e rospeilosas a indillercnra
rom que liuhain abandonado o cadver.
Senlior Carlos, diese o medico ao mordomo,
nal lie i -omina que a senhora condena marcara
para a ama normanda*!
Cera francos por mez, snhor.
Vmr. n tiara a esla mulher. Silencio aceres-
i'cnlou elle em meia voz porque Rosa quera reru.-ar
una pensao lao ronsitlcravel, isso a ajudaraeni sua*
boas obras. E qual foram as arras, senlior Carlos. .'
Ouarenla francos, senlior.
D quarenla francos a esta mulher. Agora,
continoou dirigin-se rriatla graxe, enlregue o en-
xoval a Rosa Joanna. e mande preparar urna carru-
agem para reconduzi-la .i sua casa.
Senlior, senlior, gritn Rosa ao medico qusrrdo
cnlrou no carro, como rhania-se a menina?
Crande embararo. F'.ra |ircciso fallar a parida
para sabe-lo, c Mr. Besnaull nao o quera.
Chame-a Luiza disse elle enifim esrolhendo
[irnvisoriamenle o nome de baplismo da condessa.
Nesse momento madama do Waldenerk rbegava
ao pola!.
Nao, ii.mi, disse ella, minha lillm e eu decidimos
que a rrianra e chamara Chriftiern romo o pai se
fosse menino, e i'hristtna. se fo-t' menina.
V. Rosa Joanna parlio litando rom sigo Clmsliua
tle Mouranpll.
[fonfinMor-j-aa.)
II
i\ /r-i
MI ITTTin1^^



DUM DE PIMMIU1 SEXTA FEIBI 8 fiE FVERtlItO 18-6
O cruzeirosronseguem assim fazer ainda algumas
presas n navios dccornmcrrio finlnidc/ts c neutros,
que pretendan) entrar em qualqurr porto bloqueado
pela c As costas da Curlaiutia do-de Polanseu al Win-
dm, fio parlicularmcule observadas por estas cm-
barcacoes ligpiras.
Estes ltimos diaseousesuiram capturar un navio
pertencente ao partido neutro de l.ishecK, e que se
'inli,i avisinhado desta* costas.
. Marsclha de dezembro.
Cdega o .Vniaicom noticias de Conslanliniipla de
20 de novemhro e de Trebizonda de 10. Pelas ulti-
mas noticias a cidade de Kars, embora eslreilamen-
> sitiada, iio se tinba rendido.
A'.) de novembro urna expedico de 10 mil lio-
mens, a maior parte irregulares, commanilada por
Sedm-Pacha tinba dcixado Erzeroum alim de levar
provses a Kars.
A' ultima dala Omer-l'acb.i arliava-se as mar-
gena do Marini, a .'! horas de caminbo de kutais, e
esperava de I surghclc a divisao de Muslaph-Pa-
chii, assim como una divisao egvpcia de 12 a 13 mil
dumeus, llor da tropa, que Ibe devia ser enviada da
Crimea.
As noticias do Danubio sao favoraveis : as asnas
do rio ja lindara baixado loo ps ein ronsequencia
do que 400 navios carrejados de cereaes comecavam
a vencer a passagem.
Km Sebastopol comecou o grande trio ; as tropas
alijadas foram inmediatamente providas de vestidos
quelites c pelles.
O Mori\ng-l'Kl reproduz no sen numero de S
de dezembro o programma das garantas i m pos-i-
voia, qoc o gabinete inglez quer fazer aceitar como
base das negociables.
Eis o artigo, que i folha initleza publica na forma
ordinaria das commnnicacGcs oflicaes.
A Austria.se as intencoesse podem jolgar pelos
fados, nunca leve teno.io de se envolver na guerra :
lioje porm parece decidida a nao deixar a menor
duvida sobre as siias paeificM iotencoes.
O (elegrapbo da-nos boje a importante noticia de
que a Austria collocou todo o seu exercilo, excepto os
eorpos que oceupara os Principados danubianos, em
pe de paz.
Esta resoluto parece ler sido tomada de propo-
sito para provar que a Austria tem inleira conlianca
na elticacia provavel das nesociacoes que se prepa -
ram, e is quaes foi ella quem dea cornejo, e que a
Russia eslar disposta a acceder as condiees, que a
Austria parece querer impor-lhe.
Seja como for, eslabelecamus sempre como facto
que a paz nao podera' jamis ser solida, que as ne-
gociantes nunca poderao ser satisfactorias, se o
traa.lo nos nio garantir clara e definitivamente*
a posse das vantagens, cuja conquista l.iu cara un,
custa.
Alcam.amos pelas armas vanlagem, e tal suhmis-
s.lo deve ser garantida Dio s por tratados solemnes,
mas anda por tactos evidentes...
Nada de Sebastopol no mar Negro, nada de Bo-
marsund no ltallicu para imeaear a integridad* dos
Estados vizinhos ; nada deesquadras russas no Eu-
xino para cabirem em urna OCcasMo sobre Constanti-
nopla para deslruirem a paz da Europa, pondo em
pergo a sua sesuranca.
He preciso que a Roana renuncie a toda a pre-
eii'.io de se envolver nos negocios dos soberanos
MlriaglilM eu dos vassallos destes.
He preciso n,lo s que as aguas do Danubio sejam
inteirameiite livres. mas tamhem que a emhocradu-
ra dcste rio fique desobstruida abondouando a Rus-
fia todas as pimental, que Ibe licam prximas.
Em quauto a Ru-sia nao acceder a todas estas
comlires, vale mais que nao lenliamos paz, e que
na prxima campanha punbamos em obra lodas as
torcas, de que podemos; dispor. para assegurar a
victoria.
M. Saint Har lrardin no Journal des De-
buts publica o scguinle interessanle e signilicalivc
artigo acerca da queslao da paz. que agora preoccu-
pa lodos os espiritos. _
Estamos persuadido que em toda a Europa,
lauto na Kussia como na Allemanba, tanto em In-
glaterra como na Franca, as razes a favor da paz
si i mais c melliores que as que pode haver pela
continuaba da guerra. Por tanto, lendes fe na paz !
dirlo alguns ; nao, nos esperamo-la .-inclusamente,
c eremos nella rom moderarlo. Evistem, com ef-
feilo, ronlra a paz, preconceilos e pailoet, siste-
mas c resnluces positivas. Despjavamos, pus, ex-
aminar alguns desses preconceilos ou algumas des-
sas illurea que obslam a paz e desejavamos proce-
der esle a exa-ne com a maior reserva, nfin s por-
que esta reserva be urna necessidade, sean porque
lie propria do nosso carcter.
Comcrarcmos por examinar os preconceilos e as
illusoes, que vista dos joinac* estrangeiros, na
Itussia e o| |.....i a paz. Nio contaremos entre
preconceilos c illusiies da Russia o seu orgulbo na-
cional eo sen patriotismo ; respeilamos osses senli-
mculos nos nossos adversarios, porque nos ufana-
mos de lamben) os sentir ; estamos, porm, conven-
cidos que o patriotismo e o orgulbo nacional da
Ru-sia nada lemque temer da paz; a defensa per-
tinaz de Sebastopol be disso urna prora exhuheran-
tc para honra das armas da Russia.
Jual he, pois, a illaato que na aclualidade obsta
a que a Russia manifest os seus amores pal c sa-
lsfaca os votos da Europa. A Russia est conven-
cida desque a alliauca anglo-franreza nao pode du-
rar muilo : jalga lambem que as nossas financas
nAo podero supportar p or muito lempo o eslorcu
da guerra. Acerca desle? dons pontos desejamos
dizer algumas palavras. alim de que soja geral o
convencimentu que em tranca, todos, tanto os par-
tidistas do antis rgimen constitucional, como os
das novas instiluices, eslo resolvidos, para logra-
rcm a paz duradoura e imparcial que esperam. a
sustentar a lodo o transe a alliani-a ingtexa, e a nao
recuar em face de sacrificio algum, que a guerra
impnnha as nossas financa*. Convencemo-nos que
a unanim lade da Franca acerca destes dona pon-
tos, e a idea que a Europa lem dcsta unanimidade,
servirlo para apressar a paz.
llamis de 30 anuos que nos defendemos a al-
lianca ingleza, como a que mais convem a" Franca.
He misler con (es,ar qae escolheriamos urna singu-
lar occasiao para abandonar essa allianca ; agora
que esla prodazindo o desejado fruclo, que sempre
esperamos, islo he, o poder a Franca sustentar una
guerra que nao seja revolucionaria.
A allianca da Franca c d Inglaterra foi durante
dezoito annos a causa da conservadlo da paz na Eu-
ropa ; c Beata conjuntura he ama das causas do as-
cendente que a Franca tomou m-Enropa, as ques
bies do Oriente. Onde eslo. pois, os incovenien-
les desta alliauca Ainda na appareceram, dizem,
mas cllcs apparecerlo. t'.oufessamos que durante
a paz lio uve urna occasiao, na qual a allianca in-
gle/.a leve oaaeu inconvenientes. A Inglaterra le-
vava ate ao excesso o son principio de paz ; deseja-
\a reter cm demazia a Franca n'um es,lado de nega-
tiva, e foi por isso, que lano se irrilou na queslu
chamada dos casamentos hespanhoes. He possivel
que cheque ocaso, em que lambem durante a guer-
ra a allianca ingleza venha a ler os seus inconve-
nientes, qiiando deseja levar muito longe o princi-
pio de guerra, e reter a Franca no estado ollensivo,
alein dos interesses que a Franca pode ler nesse
estado. Veremos. Seja como for. essa rara con-
pinctura anda nao che^oii, e :,cin enlrarmos no
numero daquclles que acrcdilam na interna Intimi-
dad! da allianca ingleza, todava pertencemos
etajta dos que lem fe na sua lon^a duracao, na ana
Inmanencia, sem embargo das revolofoea popu-
lares i- das cataslrophcs d\ naslicas ; filialmente so-
mos d*quelles que cham cxcellenle a allianca '-
gleza, e especialmente com a poaicBo que nella te-
mos c que dercnios s victorias do nosso exercilo.
Esta allianca aprcsenlar.i divena* formas e phases
diversas, como n'ama lamili,i. a forma da intima
afleicao, a forma do mutuo auxilio, a forma da re-
serva ; durar snb lodas estas formas, porque ella
utlereaaa aos dons paizes, e garanta da Europa
Otilia qualqucr preponderancia ambiciosa.
Poi tanto, como acredita a Russia que e-ta alliau
ja pode vir a dissolver-se, e fundada nesla idea
Monga a guerra, ou pelo menos nllererc propo-
l.ii de paz '.' Nio, em quauln a guerra actual con-
servar o me.ni.i carcter, cm quauln for dirigida
pela poltica conservadora e limitada de que falla-
mos ha das, a allianca da Franca e liilalerra nao
corre riaeo algum. A poltica conservadora lorna
fcil a manuleiH.lo deala allianca. porque nao im-
pela nem nvaldaJes de eqgnndecimenlo, nem ri-
validades de influencia, o que de cerlo acontecera
poltica conquistadora ou i poltica revoluciona-
ria.
A poltica conquistadora faria logo revivar os an-
lgosciumes entre a Franca e a Inglaterra. A quem
deveria pertencer a ilha de Crea, o archipelauo, a
Blgica, o Rheno ? A poltica revolurionoria lam-
bem suscitara gravsimas quesles. Alcm das van-
lagaa que Ihe alo propria, a poltica conservado-
ra lem, pois. mais a vanlagem do lomar mais firmo
e mais duradoura a alliauca ingleza. Ja temos re-
conberido e proclamado que at hojo a poltica
conservadora dirigir a guerra, e por isso nos temos
congratulado. Eslamos convencido* de que o go-
verno francei permanecer fiel a esla poltica que
(ao auspiciosamente o lem inspirado. He nisto que
esla o bcii ulerease c a sua forja.
Den se que ha gente que parece arredilar que
pederamos seguir a poltica conquistadora, ou a
polilica revolucionaria com a annuencia da Ingla-
terra. Segui-la, -im : mas com ella, be essa oulra
queslao.
Mal bremo*, porem, cm snppor que so nos po-
deriamos contar seaoir a poltica revolucionara ;
a Inglaterra poderla lambem adopta-la. Ella pode
porsuadir-se que qual outro Eolo, do centro da sua
ilha inaeeessivcl as lempeslades, pode anula deteu-
cadea-la sobre lodo o mundo, lie um grande er-
ro : a Inclalerra sii be ilha na geographia, mas nao
na polilica. O que he cerlo he que a poltica re-
volucionaria, ou ella venba de mis ou da Inglater-
ra, dissolveria a alliauca ingleza pela nova dircr-
cao que esla polilica daria a' guerra, c pelos suc-
cessos imprevistos a que dara locar. Mas para is-
io, seria anda misler que a poltica revolucionaria
nancease a conservadora e limitada nos ruiiselbos
das potencias occidentaes. Cracas a Dos, nao es-
tamos nesse caso, e em quanlo a gnerra nao se tor-
nar avenlurosa, em quanlo Dio correr apoz o dcs-
conhecido, em quauto lver o alvo a que viera des-
de o principio, a allianca da Franca e da Inglater-
ra he indestructvel, e a idea da Russia de espe-
rar a dissolucao ou afrouxamenlo desla allianca be
una illanSO.
Oulra illnsao da llus*ia he acreditar que as nos-
sas naneas se exhauriro. KlO somos daquelles
que dizem que as naneas ,ta Franca sao incxgo-
taveis ; sabemos os sacrificios ja pedidos ao nosso
crdito, porem acreditamos sem querermos ir mais
adianlc, que as linancas da Franca estao cm muilo
bom e-lado de esperar a paz, embora as illusoes da
Russia a demoren.
Queremos fallar da.paz, que pode dar-nos a po-
ltica conservadora ; poique em quanlo a paz que
nos alcancaria a polilica conquistadora ou a polti-
ca revoliicionrria essa esl lio remla e 1,1o even-
tual, que heno*** npinilo que nao ha linancas na
Europa, nem as da Inglaterra nem asda Franca,
que se achem cm estado de c-perer essa paz.
Para acredlannns na solidez relativa das finan-
cas de Franca, temos um fundamento que apresen-
Mote* com a maior conlianca, porque no assenla
oo examc do orcamento, mas na experiencia que
lentos do auumouto da riqueza em Franca desde
ISIlfc [Sao paaaaram em vao quarenta annos de
trabalho e de industria, quarenla anuos de econo-
ma c de accumulajao de capilaes. O recimen pa-
cifico e libral deslcs quarenla anuos, ilesniivolven-
do ao mesnio lajnpo a aclividade industrial e moral
da Franca, lornaram poivei* os esforeps da guer-
ra Por isso a Franca he suflicienlcmente rica para
pacar a sua sloria. De caso pensado empregamos
urna phrase, que foi ubjeelo de muilas controversias
ha uns mis glora do nosso exercilo no Oriente.
A paz semeou para a guerra. Ste ros nnn tobfi,
proverbio triste e doloroso, quando se Irata de in-
dividuos, proverbio que nao lem applicacAo, quan-
do se Irata dos estados e das naces : quando se
Ir.il desses grandes inlcresses polticos, cuja per-
manencia he urna compeusacao da instabilidade das
instiluices polticas, sem com ludo ser urna conso-
lacao.
A resenerarao do Oriente e a sua entrada na scena
rio mundo poltico, a rehabilitaeao das populantes
chrisl.las por muilo lempo oppriraidas, es o grande
filo que ha 10 anuos segu a polilica da Franca, e
que esta' a ponto de alcancar, e que alcancara' pela
Ineaaeantemenie se vao aggravando e tomando boje
quasi as proporcoes ele urna guerra civil. He em
Vio, parece, qua o invernador se tem dirigido au-
loridade federal para obler tropas, que Ihe pcrmil-
tain maiiter a ordem publica ; seja falla de poder
material ou de firmeza, para tomar Dina decalo,
qup o compromelleria sem duvida rom um dos par-
tidos, n gabinete do general Piereo, que penan an-
tes de tu lo, na prxima eleic.au de um presidente,
deixa r as colisas do modo o mais deaagradavei.
As noticias da California alcanjam ale -Jo de no-
vembro : s,lo animadoras no ponto de vista da pro-
ducc.lo das minas. Falla-se que se fariam impor-
(anles descobertas cm urna localidad* designada com
O nomc de montanh* da lable, e para a qual boje
se precipua a massa dos bnscadores de ouro. Tra"
la-ae de colhcr magnficos diamantea as escava-
nos ja feilas.
Os Estado* Salvador, Honduras e Cosla-Rica. que
oulr'ora faziam pars da anlga ronfederacilo da
America Central, protealaram o maja vivamente em
vVashlngtonlcoutra a revolueaoque acaba de por um
aventoreira doa Estados-L'nidoa, o coronel Walker,
frente do governo do Estado de Nicaragua; proteala-
ram especialmente contra o reroiibccimenlo deala
govemo pelo gabinete do general Pierce, ojoeeo-
Iretanta pis-oa alcm, porque aasignoo um tratado
com o ministro dos negocio* estrangeiros do coronel
\Aalker, tratado, rojas raliflcacOc* l'oram trazidas
para Washington por um cerlo coronel Parker
Frenen, feilo representante de Kicaragoa nos Esla-'
ilos-Fudos. Comiedo, o que se pasa* na America
Central parece alTastar-sa do que se peana oulr'ora
no Tetas, e ah, como no Texas lie Decenario pro-
vavelineule aermo* levados a ver a indolencia e a
fraque/a da raca hitpane-aniericana assenl.oreadas,
vencidas c expoliadas pela audacia pouco escrupu-
losa dos Americanos do norte.
As noticias coinmerciaes de New-York annaiiciom
urna raridade bastarde srande da prala : s., com dif-
liculdade se aehava alauma de 1U a |-J por rento de
nteres** sobre os melhore* valores. O proco do I-
god.io liulia levantado, mas o dafarinha linha ahai-
xado de (IJcenl. o ineio por barril.
' \ E fo-se o bom en i.
Parlirparam aa autoridades que era fallecida a
muHier, l vai a auloridade rom padolaa, sobladoa,
gente ele. ele., para transportara mulber para ore-
milero publico ; a mulber que anda Ihe reslava vi-
da empresa e.forcos desesperados para justificar que
eslava anda viva. Sabe toda. Bnira ootrolicen-
ciado e diz.
o Eala mulher esta padecendo agora do moral por
causa deleito do marido, mudem-a mudem-a
Quando a transportaran! a pino de meiu da para
um hospital era quasi um cadver.
Para se enterrar nao leve rom que... V. os:! con-
linbos foram funnegados. (Exlr.11
lieos hospital r. carrera
Sepultura de hnineiis piros;
Onde se amannam os guapos
li te nerdem o amigos.
Dos guarde a V. Exc. muilns annos. Victoria 7
defevereiro de 1856.lllm.e Exm. Sr. conselbeiro
Jos' Bentnda Cunba c Figneiredo, dignissmn pre-
sidenle desla provincia.O delegado sapplenle, 77-
burtinn Piulo tic Ahntida.
P. S. .Nesto momento ralnram l> soldados.
III I.I.ETIM DOCHOI.ERA-MOIUII S.
Entrn hoiitem noile na enfermara do Carmo
e acha-se nial um rorrelorde eacravos, e boje um
cmela do corpo Anlflo. e sabiraui os dons soldado* do mesmo corpo
que linham sido rerebidoa anteriormenle.
Do da J9 de Janeiro al boje tem sido sepultados
no remterio publico onte cadaverea de pessoaa fal-
lecidas do cholera, sendo oilo do aeio inascolino, e
Ires do feninino, scanndo se v da relacAo remelli-
da, e ueste numero figora Manoela Maria'da Concei-
c.lo, avii de Hermenegildo de Paula Albuquerque,
que snccunibira lambem na ra du Ooro, e na mes-
illa casa em que ele espirara.
O menor da eompanhia de aprendizes do arsenal
Antonio .!.-..
Ignacia Mara
. sena permillido ao viajo* contemplar aa mallas
porque numerosas seges pejadas de elegantes vir-
lem sido-medicadas pelo Dr. Isnacio Firmo \a- ge... e donas, que sorriam-se ao murmurio longin-
ias, com 38, antes da chegada do mes- quo dos bosques, e aos preludios sonoro-, (hele* de
alleccram de Jl de dezembro uncao e tanUdade do alvorccer do dia, nao Ihe con-
vier l
mo Dr. fazem l(
do*nno patudo.i 18de Janeiro do correnle auno,
-Jl pessoas, que formam o tolal de 127.
Hccife 7 de fevereiro de 1S.",|>.
Or. Ignacio Firmo \ acia:
($mmunic ------r-~......'- o.-^..n. ma. Os Portusuezes o reppllpm, porque os l'or-
t ma rosa dcsaaa que lem minios espnalos coa- ; -lo guerra. Porfirio Samuel de Brilo, quo tinba si- togoezea nio podem transigir rom infamia ; os Por-
luma a suirar as escravas, arrolhando-Ul** as boc-1 eccommetlido por nma rholerina grave, jase '
cas com un. panno ; o que seouve sao gemidos sur- !*? '""i"- "'"m o sueco de li-
. .. milo. egundo cnmmunica ao respectivo director o
Us. que angustian) os OOVinte*. E**l nm deve-se | |ir. Duarle de Farias em ollicio de boje.
recordar que n.lo ha assim que se pune nina esrrava,
principalmenledrpuis que seinvenlou aconsliluirao,
porque succetlera como naguella que j.i lenlou de-
Solar-se.
Os homeiis dos josuinhos baralos principiam
a botar mangiinhas de fra !......oh Ir !...... nos
brisamos...
CorreindoMonlriro.Rimo-nos (rapara nm
Sr. do mnibus rom a vossa missiva. mas ronscnli
que se publique o que pode nleressar ao publico, c
polica cm particular : (ni quanlo a essa masada..
deixai que a cxccnlem ; luis nao somos monros nem
templarios; rom ludo balotamos a Palestina, porque
estamos em remara, e r nosso catado se bem que
nao ferrado, be manejavel,|e poder-nos-hemos def-
fender das cimitarras mmriscas e dos sabr* chris-
taos.
O Sr. subdelesadodo l'oci.se bem qae seja nm
fiinccionario diligente e arlivo, com ludo nn pode
ser Pctrus in rmirlis. Nao sabe que baum...que
lem em sua casa nina banca de jogo, onde lira o seu
baratinlio ele.
de feverfiro as i horas da larde.
i lr. Joaguim a",n/mi!o Fonceca.)
Relacao dos cadveres las postla fallecidas do cho-
lera e sepultada* no cemiierio publico, sem as
formalidades do regulamctilo de J de jotibo de
1XV,.
IKViJaneiro JOnumero I, Ermenesldo de P.
Albuquerque, branco. il nnnos. solleiro, natural de
Pernambuco, fresuezia de S. Jos, em sua casa.
Dr. Moscoso.
Janeiro 30 n. J, Jos Manoel, pardo. (1 anuos,
rasado, natural de Pernambuco, Boa-Vista, hoapi-
lal de caridade.
Fevereiro I.-n. :t, Dionizo (ornes do Reg,
branco, casado, natural de Sanln-Aniao, freguezia
de S. Jos, em sua casa.Dr. Ferreira.
dem J n. i, Trajano (ornes da Fnnceca, bran-
co, solleiro. natural de Pernambuco, freguezia da
Boa-Vala, em tua rasa.Dr. Poggy.
dem J n. 3, Jos Mari* Borges, branco, natu-
ral de Porlusal, fresue/ia de Santo Anlonio, em sua
rasa.Dr. Pilanca.
dem -J n. (i,- Alexandrina (ornes do Reso,
branca, :!' anuos, vinva, natural de Peruainbuco.
fresuezia dn S. Jos, em sua casa.Miguel Fclico
ila Silva.
dem in.7, Aogoalo Privlo UuimaraM,branco,
Ha na l^as.i Forle Iresmaladouros.e no Arraial I natural de Pernambuco, freguezia de Santo Anlonio,
um, que infecciona todis anadies poroados : pare- enl fa,t 'lsa-
dem .> n.
PAGINA AVULSA.
t'eli.i gui pnluilicium cognos, ccrccausas'
Oue lalinoriiim'.'.' Ou em nos-a Ierra os enrarre-
gados da liuipeza o cegos-eurdot, ou enllo ni* vo-
lain a menor amizade a esla homanidadeainha pc-
cbililinha ile IPernainhuro que lauto nos merece ;
valha-noa Dos! Se lemos oexppdienle do govpmo!
vemos as recommendaces mais restriclas para que se
vele no acia publico. Se as parles hValisadoras
dos liscalssmos Srs. fiscaes ludo raip'i'a casa
grande tenia pzer, sean acontecer, c..... e.....e
o beceo da na da Mangueara em direrr.lo ao arou-
sue esl, mea Dos....que be um gambclln memo.
Ora, be infeliz a rrealura, que nao pode olbrisar l
muilo ao lonse ao menos as causas das rousas re-
rum. causas porque se mis podpssmos.... om...I en-
llo outro sallo nos cantara.
Parque se nio ha de remover lodos estes estin/ui-
Unios, oulros lanos focos de impurezas'.' Para que
a municipalidad* lem um csplrilo-sanlo de golla
.iberia, tabica na mo, ar carrancudo, pasto grave,
refes eomjbandnrra, derrogandn a consliluic.lo, dic-
tando leis aos maliitos.impondo mullas ana defunlos:'
Sera iinicamcnle para pechinchar o qucijnho, a
manleisiinba de macaco, a vellinha de sebo, o paio-
zinho, o prcsunlinho, o towinlw, o vnbiuho, em
paga do avisozii.bo de o/i eeei o liomem ".'
/Ule tem para empregos tamo sueco
Como para sol/isla lem o cuco.
A proporc.lo que se vai recebando ms noticia*
do cholera, vao crescendo os escndalos na capital.
Nao querem que censuremos? Pois nao sirvam-se
do publico para lesla de ferro Querem das janel-
las arenar, esperncar, conversar, implorar, ajo-
ce-uns que pssea ineus KMihores nao leem almas, ou
o interesM srdido amiba-Ibes os nazos para nao
senlireni o terrlvel feti.lo que exhalan).
Dizem haver na Poco um joguinho,que faz
consoanle com babo Vaina a verdad*.
As novenas do Peo foram concorridas hrilhan-
temenlc mas perderam muito da pompa doa aunos
anteriores.
O nosso Correio'fallando do bello sexo,que fre-
qiienlou as novenas asMn se exprime :
a Meninas, a um tato religioso va-se de orna ma-
neira de traje, a um; partida vai-sc de oulra. All
loda a decencia, loda reserva, lodo comedimenlo be
pouco.
N.lo sabemos a quevem o Correr com suas heal-
cesrparece homem ve In,aposto que .;e calcasse pan-
talonas depravadas nio se melteria a cebofeio '.
S.lo disnos dos aaaiores elogios aquelles cida-
daos habitantes anualmente no Poco, que tcem con-
currido para a orgaoiMeo de um hospiial iiaquplle
helio povoadoDos he- de o que mais desejam.
Insistimos para pie a lllma. cmara conceda
licenca plena a quemquizer fazer emsuas portas fo-
gueiras, pois sabemos que ha multas pessoas que
crendo na prolicuidaee do fumo contra o lloido de-
lelcrio com lirenra dns entendidos) qae ha na all
niosphera desejam errpregar esse meio, alias cm al-
gumas cidades j i usiiio com lal ou qual proveilo.
Osquarles deveriam'.aubem empresarouso das fo-
gueirat.
Porque os rirjs proprialario* de Goiaooa c
Iguarass nao van dclde j dando um impulso para
a espensas suas ereatam bnsplacs '. Ah sim...n3o
paz. A paz! noa desejamos so para poupnr o sans i ciliar, chorar, brisar, macaquear, desesperar,
gue dos nossos valenlcs soldados, e o dinhero dos j cjumar, e desfrutar '.' .Nao hp bom, uo he hondo,
rontribuiilea; nao a desejamos s no inleresse da nao preda ; earandali.-n, vra. inrommoda a quem
nossa induslria c do nosso commercio cuja aclivida- nao esl dispoato a \cr representar pantomimas,
de rednbrara'. Nao a desejamos por que eslPJamos Dos de Mizerirordia Cnnlinuam os delrixos
cam.ados da guerra ; a Russia be ensanada se Ihe di- e porcanas no maladouro publico ; Desle ltimos
zem, que esle sentimento domina ja em Franca.
Desejamo- a paz, porque esla paz sera' para o Orien-
te o principio de urna era nova, e porque a combi-
nacao equitativa das colisas do Oriente he uccessaria
a sesuranca da Europa. A prmeira condc,ao desle
concert imparrial do (trenle hejque a Russia nao
traele mais de ah cslahclecer a sua preponderancia
e de preparar o seu predominio. No dia em qae a
Russia convencer a Europa que abandonou os seu*
projeclo- ambicilos, nesse dia alcancon-se o lim da
guerra, fez-se a paz, e be por islo que nos desejamos
que a Russia, pondo de parle lodas as illusiies, que
apenas se fundam em lata/fei vagas, aprsenle pro-
postas de paz, islo he, appelle para esle grande tri-
bunal da opinio publica, que com raz3o pode invo-
ear-sc contra ella, em quanlo o nao invocar contra
os seus adversarios, sutiincllcn lo ao pablico as con-
dieiics com qi!*; deseja (radar da paz.
Mostramos quaes eram as Illusoes da Inglaterra
e da Franca ; trataremos lambem de as palentear, e
eslamos convencidos que o podemos fazer com liber
dade, se o lizermos com moderacao. Com efl'eilo,
nos nao pedimos que o processo desle Irbunal da
opiuiilo publica, que se IntUoroo rom urna declara-
dlas lem al apparecido bichos as junlas do ladr-
Ibo, e canto das paredes ; as pedral que formam an-
irparo ao cano exbalam um aroma que be capaz de
sphilisr o campo em frenle ao telhero, est sem-
pre disseminado de moclos, tingue, e fragmentos,
de intestinos etc. etc., ludo em eslado de pulrcfac-
5flo ; ajuize-se comodexar de agsr.ivar-se a epide-
mia '.' Senlior fiscal, ao menos, na quadra actual,
lile as amizades para a banda, por agora c faca
com lodas as suas forcas. que se observe a mais res-
nela limpeza, 'que esse cslabelecimenlo exise, c
muito principalmente asora.
Os hus que morrem sao enterrados de lal manei-
ra (se chegam a enterrar-**) que no da scguinle esla
ludo fura da cova desenterrados pelos caes; de sorte
que rom ei-ses, e oulros aromas, he que se purifica a
alhmospbera muito bem muilo bem! !
A eslrada esla intranzilavel pelas agua* da rhuva
por isso que he muilo liana, e passa por dentro de
um alagado ; por asora sabem as crnicas por cnlre
o mangue, atravesando urna camboa ; mas quand
a mor esliver rhea. por onde saldr ? responda-nos
quem soulier, pois tico na eapectaliva.
E as malditas Hlgadeiras anda na ra Impe-
lios lembravamos, es
to a espera du governo !
Ale amanhiia.
rao solemne, seja tilo estrepitoso e aguado como ou- j rial !........... Com lodo o aralamonto lembra-
Ir'ora, sabemos a poca em q e vivemos ; desejaria- j m"s ao tiln. Sr. Dr. rhefe de polica, qu em visla
mus s, vslo que o publico europeu deve sentenciar, ',,e n'"i seren allcndidos os flscars S. S.a deveria de-
que u processo fosse preparado cm publico. E, rum-1 lerminar aos sondares subdelegados, que prcslassem
pra nos dize-lo nos nossos deaejo* pela paz, lia os I l"rCa policial aos fiscaes, para se fazerem respeilados
que dizem respeito a que vollemos.a esa vida pu- lesacs embirriles contraventores, negociantes de
blica, que foi durante quarenla annos o rgimen da I cousas pcsli en(a, e mais chusma de cbamarizes da
REPAKTIfAO DA POLICA.
Parle dolida 7 de fevereiro.
lllm.e Exm. Sr.i-I.cvo ao conhecimenlo de V.
Exc. quedas dillereales parlicipacesbojerecebidaa
nesla repartidlo, eotiila que te deram a* aegninle*
oceurrencias :
Na freguezia da loa-Vala dorrs indirMuo* de*.
coiilieci.tos cm a iioip de 1 do correnle feriram na
estrada de Santo Anaro o pelo Antonio, escravo
de Miguel Antonio Silva (.osla, tendo que o res-
pectivo subdeleaadodilsenciava descubrir os auto-
res do enme, a res|t*ilo do qual esta procedendo na
forma da le. '.
No termo de Nazaclh segundo refere o respectivo
delegado em oflicio je i do correnle, no logar de-
nominado Massangaia du districlo de S. Vicente, o
prcto Joaqun! Jos r>^ Sanl'Anna.dc idade 39 annos,
all morador, sem motivo condecido, o levado
lulvez por um access( de loucura. em a madrngada
do dia 30 do p. p. nez, attatthaara sua propria mu-
lher da.ido-lbe pn'undos golpes na cabeca com
urna fouce, e lulo sealisfazeudo com esle atlenladu
matn iiistauiaucam.,iite com o mesmo inslrumenlo
e na mesma occasiai a Isnacio Jos da Silva, que
se aehava arranchad! no limiar de sua propria casa,
diiisin lo-sr depos pira a casa de seus sgros, os
ferira gravemente dexando-os por Ierra, ejiisando
nao saciada a sua feoeidade, procurou ferir com
graves conluses na albaca um seu visinho e com*
padre de nonie Jo< Francisco da Cosa, feriado
tamhem nesaa occas'uo e levemente a urna irm.l e a
mai dn ajilo Cosa, pudo um paradeiro a todos es-
tes inqualilicaveis alentados a prislo do criminoso
pllectuada rom algn ruslo pelas pessoas que aecu-
(In.iiu aos clamores loa victimas: o qual licava reco-
Ihdo a Cadcia para or summariado.
Dos guartle a V.Exc. Secretaria da polica de
Pernambuco7de fevereiro de IK."ili. lllm. eExm.
Sr. conselbeiro Jos tent da Cunda e Fisueircdo,
presidenlc da provincia.O edefe de polica, l.uiz
Carlos de Patea Tii.reira.
S, Jos da Cosa, freguezia de Santo
Anlonio, dospital do convento do Carno.Dr.
Firmo.
dem 5n. ;|, Vctor Jos, freguezia de Santo
Antonio, hospital do convento do Carmo.Dr.
Firmo.
dem (i n. t(l, Thereza de Jess Oliveira Cma-
ra, branca. 17 annos, solleira. natural de Pernam-
buco. freguezia de S. Jos, em sua casa. Dr. Nerv
da Fonceca.
dem 7n. II, Manoela Maria da Conccijao,
branca (J annos, vinva, natural de Pernambuco,
freguezia de S. Jos, em sua casa. Dr. Nery da
louceca.
GABINETE PORTLtEZ DE I.EITLKA.
L'm communicado insidioso e revnllanle sob a
epigraphe Cabinete Portugtuz ce inserto as columnas du Diario de Pernambuco,
n. 26, do di* :10 de Janeiro prximo panado. He
um appello dirisido aos Porluguezes socios desse ins-
tituto ; mas be um appello qup cneerra urna infa-
senlira mais que admira-las. Os fogosos gneles a
relinchar e a saccodir as crinas longas e onda-
das ao aopro do vento, as gallas das amasnos,
gentileza doa cavallltr**, oa lona loognqoos da mu-
sica, as llores, ludo Toreara ao desgarrado viandan-
te a euvo|ver-se no lurbilhao que passava at parar
i entrada de urna malta, cujas columnaa Gigantescas
(ocavam as noven* roseas e ailadas qae fugiam dos
raios do sol.
Acompanhemos as formosas donzeilas que sal-
tam doa carros, ateum caramanchSo donde pendem
bandeirolas de cores variadas. He no centro de orna
malta. (J O riacho Mangar murmura cahindo
obre 1J degrao* de pudras. Do sexto degro corre
um vaslo labiado donde se erguem as arcadas do
cirnmancho, debaixo do qoal ferve a danaa. A
dircila da entrada um piano abrigado a sombra das
palmeiras: i esquerda avulta'iima alia muralha de
lugiiezes o coiidemiiam, porque os Porlugoer.es Dio
podem raternisar com o descrdito e com a deshonra
do seu nomo.
Nesse communicado asqueroso be ciliuenle censu-
rado o homem mais disjiurto pin eoiiheciinentos e
virtudes, que ncslas pocas mais prximas, de Porlu-1 pedras negras coradas por grava!n, formando um
uJSt "i,"l",ll^,,:lr.e,"r,","<;' >""' Sr- "f.jaimWrcul... no centro do qual urna mesa colossal
Aluieida, he pela prmeira vez como que reprehend-'__>, ....
do em sua obra de dedicic.io e zelo ao crdito da I ers'"ia ao ,'e' ,le '""l>* e llrores- elevados
nossa trra e do nnsjso nome ; digo rtmenle, porque
esse homem, quo assim se arrojou a tocar nesse no-
me, que assigua-la em Pernambuco o renascimeulo
dos brios e lustre dos Porluguezes, niio leve a cora-
sen, (nem desafiado !, para firmar com o eu nome a
sua obra de perfidia e de Inicio. Covurde, leve m-
do Deque a ignorancia amia sempre de raaos da-
das com'a audacia, a cobarda par a par e em estrei-
camacaris, as imbabas assemelhada* s palmeiras,
os ingas militado* de alvas llores se v.lo s noven-
come um immenso para-aol: e um amphilealro en-
gracado sobe como os sipa pelos troncos robustos
des arvores da malta virgem.
A msica do 9" balalhao de cacadores fazia Ir-
mer as ramos do afvoredo, inspirava o delirar da
lo diraco com a deslealdade 7~ ......"..... ,' ""..... wmam na
Maa nao foi su o lllm. Sr. Dr. Almeida o mordido I''anM' ? derramava pelas profundezas da malla
por esse reptil abjeclo, que se nao pejou de revelar a ] "armoniosas svmphonias, que confundiam-se com
sua nacionalidade porlugueza, assoriando-a a orna o murmurio do riarho, cujas cscalas acinlill ivam
vergoiiha e a urna vileza. O Sr. vice-presidenle do j aos esplendores do sol ardenle das Iodcos
liabitiete o Sr. Joao da Conceicao Bravo, o Sr. 1. ii_.i j /""
airo, presidente da assembla "^ a lonf!e caba"a do "ador, os mo
giotii
os.
Ilerer
epidemia, do contraro sero baldados lodos o; esfor-
CO* do governo, cmara e junta de hvsiene.
Ira propriclario despeilado, porque na sua la-
que enlre nos moitas vezes vem apnz en- derna a polica desmanchen o adjunto, que bavia,
nca. Dcsejariamos o uso para prevenir o abuso, marrou um prazo para o Inquiline sabir do sobrado.
Europa. Nos n.lo lemos cega conlianca no esqneci-
menio a que boje 1 Franca parece ler volado esse
resigan. Arreceamo-nos dessas rcviravollas impe-
lu
di
\s nquiolares da sesuranra publica, e mais larde
as inquielaroes gloriosas da guerra poderao ler im.
poslo o momentneo sacrificio de alguns dos direilns
que eslaluam os principioa de 17S'J. A paz atlasta.
ra esla necessidade passageira ; a paz nos (rara o
aso dessas insllarcs liberaes cujas eslaluas eslo
sempre de p, embora vedadas.
Ziao &c pernambuco.
E esla'
O Atlantic, paquete dos Alados-Unidos, chegoa
no sahhado larde Liverpool, tra/.endo as rorrea-
pendencias ordinarias de New-York al a dala de 1J
de dezembro.
O discurso annual do presidente, queso esperava
nesla viasem. ainda nao linha sido publicado. Se-
gundo os termos da constlocao elle Dio pode te. *
lido no congresso senao depois de citaren) censliluir
das as mpsas das duas cmaras. Emquanlo me-
sa do senado, cujo pessoal he lixado pela le, a ope-
rario nao ir ihili -ni la.le alguma ; porem nao
acontece o mesmo com a mesa da cmara dos re-
presentantes, que deve ser cleila no lolal em cada
tessfto. Ouando a cmara scacha, como a<>ora, sub-
dividida em lautas fracees, o processo pode exig,
rr.uilo lempo, e be oque acontece. Todava, se a
memoria nos ajuda, eremos que al o presente nun-
ca se experimenlou lana dilliriililade, como a que
que lica por rima da taberna
serve a juslica'.' Ora brabos
Os jugadores do baraUnhojii van botando as ca-
bacinhaa.... cu lingo!... ora bem.
No da a Cabanga deugoslos ; matou boi de
mal-triste, que le:-se tiesta. Al as S da noile ain-
da o cillello do cirnireiro refulga por cnlrc as som-
bras dos csqnaldosqiiBrlosdos animaos, que pingan-
do... pingando iam empacar cm promontorios desan-
cuinea es| una por sobre es bllcet desses lgubres
hcinispbei ios !... que eloquencia Todas as alfaias
des res da l'ersia eram de ouro. sreplro de ouro,
radera de miro, Irrito de ouro, e temas de ouro ;
agora lodos rs no-sos marchantes sao de lama, os
balancia, os balcOetde lama,
de lama os avenaos. One reja de lama !
Pomo* aulorisadospara declarar, que os -enho-
res Drs. Nerv, deixam de roiiliiinar a rr-ceilar o Rv.
Fr. Serapliimlpor Ihe lerem azaplirado urna mistura,
sem seren elles ouvidos. A proposito, conlaram-nos
urna cousa, que passamosao publico assim com vi-
sos de cont oriental:
llontem pela- 11 horas da manila.i leve lugar
de modo solemne abertura du Gwnnasio Provin-
cial, i
Presentes S. Exc,o Sr. presidente da provincia, a
congregarlo do estuelecimenlo presidida pelo res-
pectivo regedor c i ulas pessoas dstinclas para este
aclo convidadas, o'tllm. Sr. Dr. Jos Joaquim de
Moraes Sarment,laile da primetracadeira de scien-
cias ualuraes, que |ara isso bavia sido previamente
escoltado, subir a ama radera deccnlemenle or-
Para que nada e com voz cara e intelligivel leu a oraclo
anloga ao ubcelo pie pabli.'aremns em oulra oc-
casiao a qual prndyo em lodo o auditorio urna im-
presso impo-sivpl le exprimir-se, l'rincipalinente
a parle em que o illuslre profestor dirigio-sc aos
alumnos prespnlcr'll deixouu todos extremamente
coinmovidos e enlirnccidos.
Cousla-nos que virios oulros meninos se estao
preparando para curar no (viiinasio, e bem que
os lempos nlo aojan propicio ao estabeleciment,
todava augurainoLlhe um feliz futuro.
Recebemos uotias da Alagoa dn Monleim em
dala de J do crrale. Desde o da Jli do pas-ado ale
aquella dala nao c linha dado casa algum da epi-
demia, o que fa/.i erer que o mal j tinba dosappa-
rerulo. Eiilretano, durante JJ das em que elle
reinou, morrerainso pessoas, escapando l*J indi-
viduos d'enlre os durados, inclusive minio- de Ala-
goa de llaixo
llonleinS. Kx
duas ambulaneh
arroz e sag.
Coosta-noi qia
quebaviam par
e rhegado ao so
anda fez partir para Santo Anlao
dbas cargas de bolacha, urna de
os Srs. medico* Brilo c Bibciro,
o ilaqui nodja :! para Santo Anuo
csliuo somonte no dia .i pelas 1(1
l'm camponez, rico, infeccionado por uma enide- l'"r'1" !la ""'I'11 voltarain para esta ridade honlem
I :l I :l r .li >!,", ..,,,. I -i...i ,,i t\ ii, li '1.1 .! nnln Slr ,nil\^
ma, c a sua virluosa esposa reliraram-sc para pcrlo,
ou dentro dos recursos em nina capilal suppomns
que... dos... Paizes BailOf.J Ocamponcz quebrou o
a i..i Imli i. viiid
Carneiro Monlcib.
se enrrnlra desta ve/. Depois de se correr ajuaren- rf'3'iar,,n ,le '""" e 0'"" depos da comalesccn-
la c cinco vezes o escrutinio, a cmara anda nio se
aehava em eslado de eleser um presdeme ; pela
ultima vez o candidato doa hnoir-noll-ings tinba
reunido 106 voloa ; seriam Decenario* IIJ para a
eleicao ser valida.
As correspondencias rio Washington referem.ro-
mo certo, que o governo receben de Mr. urlianan,
ministro dos Eslados-Unidos em l.oinlres. uma mis.
liVa, pela [qual esle diplmala anniinria que o so-
verno inslez rerusa em termos muilo pulido-, porem
lambem os mais positivos, dar qualqucr das explica-
enes etisidns pelos Eatadua-I nidos, sobre o* fictos
de violaran da neutralidad*
lados aos senles inslezes.
ra. lirn sua pobre mulher, e rereheu a utira com
resignaran evanglica, licou lambem com Ires con-
loa de reis n'uma rarleira. Ouando a j montan-
do o cabo da saude apparcce-lhc um licenciado, c..-
dii-lhe : *
ii Esl na reacrao : lome opio para ajudar a rc-
accao.a
A mulher inellcu-se pin opio.
Cmn pouco appareceu o licenciado, c a mulher
jii ha\ a primado, e diz :
E(.i no lo." periodo lgido /reeioue-se o pe.
liaste do epigastrio .obrra regiilo lllllbelicatcom
terebcnlin.i. pomada ealihiada, mas-a raustira, agua
la ronfcdcraclo impo-l forle. inlu-ao de alc>ol rom pntenlas.
E... foie o licenciado.
Diiem que
hemos que inoliv
acompanbados pelo Sr. capillo
Brilo viera doenlp, mas nao sa-
obngou aos Si-. Montriro e Dr.
Ribeiro a abandf arem o poslo de honra que Ibes
loi lenguado pe
Agnanlauo
respeilo para lev
A tluacAo do Ivansas (orna -e rada ve/ mais gra- i Novo inclnelo de rular o rbolera : lencos de
ve. Sabc-se que o bil qne ronsliluio esle lerrilo- feda dr 23 a J~ViO r-., pares de meias lina- dcalg"-
ritio a qupsi.lo de -aber se se lornaria do, rolbrrcs de melal do Principe e In ores tinos de
de escravos. mas deixou o cuidado de I superior qnalidade !!!
popularao que vesse se eslabelerrr O enlcnieiio de iiiulhcr.quc era um valenle geii-
sforcos feilos pe- | darne, ci.lendcn que Imlos aquelles timplicea eram
i
rio, nao
um l'-i .1
resolve-li
ne'se tusar. Dabi os grande:
los abolicionistas de um lado, de outro pelo* pro-1 iguaes a plvora, e ajunlou plvora llsanasrecei-
prlelarios de escravos. para introduzr no Ra usas ladat e locou logo. A mulher pellou.Entra entro M-
o maior iimuRb de haliilante- posaivel, naluralmpn- renciadn e diz :
Ir desuados a aprespntar suas opinies, c faze-las E psla no estado rordica. Causliros as
prevalecer. E-les elementos ipresenlando-te, lecm, palpebrai para evcilar a supurarn por mcio da oph-
comu era fcil de prever, produzido deaordent, quo I lalmia, c o etrtu ,,bir pelos olhos.
governo.
formaces circnmalancada a esle
-las ao couhecimento do publico.
Knireanto com| a confeaaar que se -e repelirem
excmplos desta uturp.i. as boas inlenres do go-
verno terlo Iriisradas, e os inlelize* habitantes do
interior tnnrreri a ininsoa, vislo que u governo
nao enconlra qulin o coadjuve nos aeu* nourea aeu-
limcnlos. Assiji. entendamo* que se deve empre-
gar medidas endgiras, com lauto que o egosmo n (o
Iriunmhe. '
Aoconelnirrakeslaa liohascouliou-nos o gover-
no copia do unci do delegado da Viciara, que
ubaixo irau-crev^mo-, o qual conservarse no spu pea-
lo aperar das alntiveis prrdas que lem solfrido cm
sua familia i ho ra IIip -eja leila, o Dos roiitinue a
preserva-lo.
lllm. elvm.-r.Fin de pe- einaos quebradas,
com a ausencia i reverendo o muilo digno Fr. Iler-
ciilauo, que lr iva dos carregamenlos c anlerra-
inpnli d..s c im p s. File vai bem allerlado do mal. e
Dco-prrinilla i| relie melhore evolle.Eu eslou irme
eniniru puslo.i as ji debililadnde forras porque vivo
toando e eomei le quasi nada com reeio de ser al-
feriado. Conli
salvo para arc
graras. Agora
linha que era o
Iber lambem
'tenorio, Romi:
aneciado*, a fa;
quereria anl's
, prom, em Sanio Anlao, que serei |
tantos clamorea, miserias e des-1
ni sino araba de fallecer uma mua- i
dio de minlia rasa. Minba mu-1
sla bem adoentada. Os eirurgiea
bloc Rodrigue* conlinnam, embora
i-me companbia o a rrcpiirem. Eu
ma euerra de balas.
Helaran das p'ssnus que foram atacados da desyn-
theria na freguezia da l'arzea c medicadoi pelo
Dr. Ignacio firmo \arier.
Manoel, crioulo, escravo ; J. annos.llom.
Andrcsa, crnala, cscr.iva ; SO annos.Boa.
Anlonio, crioulo, escravo ; 1 annos.Bom.
Severino Pereira da Cosa, pardo, cazado ; 3j an-
nos.Bom.
Mirandolina, parda, :! annos.Boa.
Lucinda, parda, i annos.Boa.
Clcmcnlinii, crioula, i annos.Boa.
Anlonio Jos da Cunba, pardo.rasado; JJ anuos.
Bom.
Francisco Rodrigues Pinlo. branco, vuvo; 2
annos.Bom.
Anua Maria, parda, solleira : 13 anuos.Boa.
Anlonio, branco, 7 anuos.Bom.
Jos, pardo, com I ."i annos.Bom.
Antonia Maria, crioula, solleira ; -JO annos.
Boa.
Joaquina Mara, parda, olleira ; 17 annos.Boa.
Josefa Maria, parda, solleira : 2o anuos.Boa.
Francisco Correa da Silva, crioulo, solleiro ; 10
annos.Solivia animia, pouco inelhor.
Manoel Jos, pardo, casado ; .10 annos.Bom.
Anlonio. branco, 7 annos.Bom.
Ignacia, parda, 1 ||J anuo.Mclliorada, passou
para hompop*lhia.
Mariana Ferreira de Mello, crioula, 60 anuo?.
Maria do Sacramento, crioula, 56 anuos.Muilo
mclhorada.
Marta Ignacia de Figneiredo, parda, solleira: 10
anuos.Boa.
Jos Marlins de Farias, pardo, 12 annos.Bom.
Felicia Maria da Conceicao, parda, viuva ; 04 an-
nos.Em convalccenca.
Manoel Campello, pardo, casado; :IS annos.
Bom.
Silvestre,pardo, casado ; I auno.Bom.
Francisca da Conceicao l.ins, 70 annos,Mcllio-
rada passou para a homeupalhiu, pciorou, passou para
oulro sysleina,
l.uizu.Boa.
Theophila Maria da Conceicao, parda, casada : :lj
anuos.Melhor.
Anlonio, crioulo, cacravo : -J-J annos.Bom.
Francisco de Paulo tiomes, pardo, rasado : 17
annos,Bom.
Mirandolina, forra, 8annos.Boa.
Manoel, escravo, 10 anuos.Don*.
Joaquina Marcella, parda, casada ; com 10 anuos.
Boa.
Melchiades Comes, pardo, rom 12 anuos.Me-
lhor.
Verissima Mxima, crioula,: 12 anuos.Melhor.
Maria, crioula, 10 annos.Boa.
Felicia Mana, parda, solleira; 2"> anuos.Melhor.
Hollina, parda, 12 anuos.Boa.
Maria, parda, com 20 annos.Boa.
JoSo Prudencio, criooloJJSO anuos.Bom.
Julia, 2 anuos.Boa.
Joaquim, pardo, 1.1 annos.Melhor.
Constancia, parda, 1 anuos.Boa.
Flix, pardo, X me/.es.Rom.
Joanna Maria, parda, (O anuos.tallecen, cn-
Irando para a enfermara em eslado incuravel.
Mara l.uiza, O mezes.Melhor.
Filippa. parda ti annos.Boa.
Marcolliua, crioula, 19 annos.Boa.
Francisco, crioulo, i anuos.Bom.
Maria, parda, 2"i annos.Melhor.
Maria da l'rindade.Melhor.
Fin tildo de Manuel Antonio.Melhor.
Paulo de Carvalbo.Bom.
0 inspector Roque.Melhorado.
I'ma sobrinha do.Melhorada.
Joo Alberto, 8 annos.Melhorado.
Justino, 2 anuos.Melhorado.
Adelina, branca, X mezes.Melhorada.
lim escravo de Manoel Thnina/.Bom.
Caclano Ferreira da llora.Melhor.
1 ma roulhei em Sanio Ainarinho.Mclhunula.
Severino .lose da Cruz.-Melhorado.
.luhao.Melhorado.
Isabel Captolina Correa.Melhorada.
Curados por dieerso- sgstrmas antes da prest ma do
Dr. fiemo.
Scverina, parda, escrava ; 70 anuos.
Jos d'AngdIla, escravo. (() anuos.
Manoel Alvos Pereira, branco, sollcir.
Constancia, parda, IJ annos.
Juliana, parda. 10 anuos.
Antonio Jota, pardo, "iO anuos.
Auna Maria de Jess, lili anuos.
Manoel Valcnlim, pardo, lo annos.
An!oniu Cipriano, branco, com 17 abitos.
l-rancisco, branco, O anuos.
Francisca, blanca, ."i anuos.
Jlo, bronco, 'anuos.
Anna Joaquina Correa de Mello, branca, vi
70 anuos.
Marcolliua Maria, parda, 20 aunos,
Manuel Candi.lo, branco, li anuos.
Antonia, rrioula, escrava, 20 anuos.
Jos Rodrigues do \ alie, solleiro, 17 anuos,
/eferino Rodrigues do Valle. I* auno-,
M.uia Joaquina, parda 70 annos.
Ros Maria de Jc-us.
Paulo de Can.ilho.
Mana Joaquina.
Reanlo, crioulo.
Domingos Alvcs, prelo, Hialinos.
Cosme, pardo, l auno-.
Cartilla, pela. 10 anuos.
Joaquim Olegario, l aunas.
Cruz, branco, 30 anuos.
Maria, parda, S anuos.
Maria Joaquina, viuva, 70 auno-.
Manoel Anlonio de Oliveira.
Joao Bapliata Campello, ."iX annos.
Jos, cabra.
Febronia, cabra.
Erarlin, crioulo.
serrelario. o Sr. tbesoure
geral e doconselho deliberativo, o Sr. Bernardino
Comes de Carvalbo. finalmente toda a directora c
conselho deliberativo desla insliluicao, a lodos che-
gou a baba no|en(a d"-sc portugucr. degenerado, que
por desdila da asociarlo do tiabineta Portuguez de
l.eilura, pode ufanarse com a honra de Ihe per-
tencer.
I.ev anta-se o aleive de um pen-amenlo -inislro
contra o digno director de (iahinele, porque conven-
cido com seus collegas de adminislracoda desneces-
sidade de maior casa para as exigencias acluaes, e
mpsmo mais prximas do Cabioete, e rcflectindu na
deapeza enorme, que um tal passo acarretaria ao es-
labelecimento, nao cede a prelprices de um luxo
trealoucado, nem consente nn csbanjaracnlo dos d-
nheiros da sociedade.
l-alla-se na augecao uulhomalica doconselho dc-
liberalivo ao lllm. Sr. Dr. Almeida, ao mesmo passo
que se advngaa independencia arrieiralira, ou a li-
berdade dos vendedores das prara publica-, borran-
do e brareiandn como possesos nn rertnlo do edifi-
cio do Gabinete Portuguez de l.eilora He que esse
homem Tmenlo j lalvez estas aceas de tmulo c
anarchia de que ainda ha bem pouco tempo era
Ibealro a sala das scsses ilo eonselho deliberativo ;
he qae esse homem vio j por vezes surgir a deshon-
ra no recinto do edificio, donde devia ser expulsa
com infamia, folsou com o clamor dos berros, com o
alarido, c com o elampido dos taces balendo de
encontr ao plano d* as rio-se do descrdito do e-tibelecimeulo '. I'ergonba '.
Torpeza '.
Argae-se o Sr. Ihesnurciro por nao ler paso uma
conla do Sr. Pinlo ; ama canta entrecue no lim de
dezembro, e sobre a qual o mesmo Sr. thesoureiro
jaleara uecessarias certas reclamaces a hem do ea-
tabele.menlo Infamia ; mais uma infamia.
Argue-seo Sr. secretario por nao ter tirado os re-
cibos de alguna Mnhore* associldos, eesse homem
que lano parece esUr ao facto dos negocios do Gabi-
nete, nao sabe qae a approvarao de muitus desses se-
ubores associadus se acba exarada nu lvro das acias,
que o Sr. ex-secrclario Joo Bapliata Vieira Ribeiro,
apezar de lodas as rerlamaces da directora, conser-
va ha i mezes em seu poder; ignora mais, que a ir-
regularidade e fallas encontradas na escripluracao do
Gabinete, dirigida pelosSrs. vire-director e serrela-
rio. que surcederam aos Srs. Bernardina Gomes de
Carvalbo c Manoel Ferreira de Snu/a Barbosa, mo
lem anda permillido ao actual Sr. I "secrelarto col-
locara escriplurac.au cm dia.
Cenaura-se finalmente o Sr. Dr. Almeida nem
eu sei mais porque porque reparte os seus cuidados
e os seus estorbos com o Hospital Portuguez de Be-
neficencia, e ludo he pouco. ijueriamos mais obeas
grita o communicanle. S um louco ou um mise-
ravel poderia exigir mais desse prestante mancebo,
lie queo communicanle habituado lalvez a proces-
sos de deslrnicao por mua de disturbio* e de discor-
dia, dcsconbece o quanlo custa a conservar uma
instilaicao, e fundar oulra. que lem a deagrac* de o
contar no numero dos seus inembr
montes
cordados de mallos escuros, os cannaviaes alTdgados
pelo venlo da manha ; anper.to os sonisos feilicei-
rosdas virsens de*""*v"*!nibuco, aa cores roseas,
brancas, esverdeadas ..as roupas a eslremeroreni s
ondulares do venlo e ao doudejar febril da wajaa
e schotts.
12 horaa do di*.
Era pelo meio do dia, quando cessou o volitar
delirante da dansa sobre os abvsmos das aguaa a Ter-
ver. A calma chamara os convivaa ao abrigo da
folhagem da malla : e enllo pode a sos reflexiouar
sobre os deslaos humanos. Puncos momenlos ga-
tea no vollejar da dauaa vira que
Alcm passara formosa donzela, qual
Sombra rapalpavel, vaporosa e bella,
Ou qual suspiro ao exhalar do peilo ..
Agora era ludo mudez no eco e trra. Enllo
lembrei-me de que ha alguna annos all, esturgira o
som do bor c do manc indiano, revoando no*
dosques com os cnticos guerreiros da tribu dos C-
lleles.
No mesmo lugar daquella esplendida sociedade,
os guerreiros indios recalhiam-se a sombra daynre-
ma, ou banliaram-se naa cachoeraa do riacho, ou
somnolenlos espreguicavam-se as redes enlreteci-
< prsenle, no passado, aquella hora, a calmara ca-
lava a naloreza, e uma Irauquillidade admiravel
embebia o eco e a Ierra. Nio se ouvia o mais leve
sopro do venta oacillar o cimo das arvores gigantes,
nem as planicies povoadas de hervas bravias estre-
meciam, nemas moscas zuniara, nem as cigarras
canlavam. ludo pareca adormecido, al que o sol
deixaudo a srimpa do eco, e descahindo para o oc-
cidente (rausmudasse a calma no agitar convulso
que presagia u tafan, oo o calor da zona lorrida fos-
se temperado pela bafasem tapida da tarde, qoe aa
hambalear as alias arvores da malla, move o sonoro
palmeiral-do deserto. S nAo mudara o correr do
Mangar sobre os lenrea de perfra. As virgens
selvagens mas, e a saltarem cntenles, a preparar
o cauhim festival cederam o lagar aos roslos formo-
sos e provocantes das filhas de Vneta, que exlasia-
vam ao espadaar das aguas do riacho. Ilerdeiras
de um co ameno e uma naloreza bella e fecunda.
mo Irncariam ellas a sua Ierra nalal pelas propor-
coes cmetricas do Partheuon grego, os muros de ver-
associaao do Gabinete Portuguez de l.eilura pard-
illa a deshonra co opprobrio desse communicadn in-
fame, cuja lira s vira a desacreditar nm cslabeleci-
menlo, cuja prosperi.lade alTroula i
cante.
A assocarfio generosa para com lodo e qualqaer
memhra que no rerinlndo eslahelecimento como os
estalutos Ihe facultan) erguessea sua voz pro ou
contra o eslahelecimenln. allenriosa mesmo para
com lodo e q ualquer socio, que na sustentarlo dos
spus principios se auxili.is ajodos os recursos da lei ; repelle qualqaer insinua-
cao qae nio teja accorde com o decoro, e com a dig-
nidade da assoriarao. O i ommonrante abjuroo lo-
ilos os principioa de boa f e leablade ; calcou aoa
pesas mximas mais eomeiinhai de franqueza e ea-
valleirismo ; -
faces com a i
1
i
-Jl.
' Irnlio^os'no>^dr;-^uro; Porluguczcsl'!"" |,elS m*rmores as colum"s vegelaes pelas
approvam 13onegro e feio proeeder;naa se dir queli^'e^M'0^'^"u'\f'f^rjl^-nerfigr^^nilj^^
giliranat pela arcdilrava a suslenlar-se sem esfor-
ro.
Eu tambem nao Irocara a flor menos formosa
do meu co pelas riquezas de Creso !
6 '. horas da larde.
Mas as horas da calma erara passadas rpidas
no cooversar intimo da espessura da malla, e o sol
descia prestes orla do buiizonle occidental. Ja
se bavia quasi escondido por detrs da corlina das
maltas que ondolavam ao lonse, como o ocano a
geiser e baloucar-ae na vasta caldeara dos conlinen.
les. Se albura raio se encapara por enlre as rama-
das da
as arvores era sem calor, como um e iillimo
nao se envergonhou de encliovalhir as huxulear da lamparina em ampia sala: era melan-
nascara de pseudnimo para cuspir apo- coiia irU(. lm
dos e injurias a um maucebo respeitavel. c a ] .
uma corporarao tambem respeitavel. Esse lio- |"via-se enllo as ullimas notas harmoniosas do
mem, eis o voto da asori.ir|o. eis o voto da lolali- i lbti e do canario n esvoarar sobre os ramos do in-
dade sensata dos membros do Gabinete P.irlusucz de 'sa.e depois fugir para o "abrigo da canoeira \
l.eilura, he um vil, be um cobarde. A sociedade o !,-.,; .irPUv,..1. c"Peira. A
expelliriadoseu gremio, ae ll.esoubcra o nome, mas .' -irrulavasentida na espessura do buaqae.cm-
esse nome.... lie que a serpele tamhem lem seas 11uan, "''<" gargalhava contente nas margens
iustinejos. O commuiiicante imilou-a ; morde, mas I lonsinquas do riacho sempre a murmurar. Aos ul-
corre de rojo pela Ierra a escouder-se em seu covil
immundo. Dis ollendido poda Iriturar-lhe a cabra.
Continu no enlamo o lllm. Sr. Dr. Almeida, e os
mais membros da direcelo r conselho deliberativo do
Gabinete Porlusiie de l.eilura cm sua obra de de-
dicabas aos interesses e decoro do estabclecimenlo,
que a assoriarao reconherida nunca esqueccr os
seusservicos. Rapias que s sabem lacerar e des-
pedazar siierrcam-nos; lano melhor ; maior ser a
sua gloria. Emquanlo a e-se memora podre, juque
nao de possivel mutila-la e arrojado ao monturo
porque se escande), Hque-se com n rcprovaelo he
miiiloainda.com o mais abjeclo. desprezu da" asso-
eiactio do Gabinete Portuguez de l.eilura.
l'm arcionista.
ii
O baile sobre as ecchoeiras do riacho
'Mangare, em Sonto Aramo de Ja-
boala'o.
I "i '. horas da manbla.
iol rompa as nuvens do o ienle festejado por
toda a naiurcza.
Era pelo amaobecer do dia formse de I!) de Ja-
neiro de IS.">li, quando ainda a luz he indecisa, e
as llores brnlam e estremecen) a- corola.- hmidas
do roco mttutino, como a lacodirem o maulo da
nnile. Era naquelln dora em que as tontea rehen-
limos clares do sol no occaso succedera luzfrou-
xa, embaciada. do crepsculo.
Oh como era bella aquella hora de melancola
em que a alma inebra-se em cuidar vago, infinito'.'
\ ) mais de um semblante de mulher empanar-** de
nuvens tristes; mais de uns olhos negros orvalha-
rem-s* de pianto. e mais de om seio n arfar-se
ao leve aopro do venlo fresco e datsannco, e muitos
ladioalreraeremao cciar de om date que fallava
como o murmurio do venlo na foldegem da malla :
* Cuan trmula esl tu mano I
lurcrason cuan oppresso u
Iam tepidas do seio da (erra, e os ros cnvollusem. osnillcios ondulosos da Badia de aples onde ae
daguerreolgpa o Visuvio e as estrellas do eco :
quando os vegelaes do Brasil lornaram a seus olhos
forma- das columnas de marmore de Forum, do Co-
liseo, ou da cornija inonuinent.il do templo de An-
lonino com seus arcos de trjumpho da Roma guer.
reir e republicana, ou voluptuosa e montrehira ;
quando ouvio aqaelle applaudr ncessanle, frenti-
co, como o dos espectadores de la cala, ou o ad-
car de todos romo na calhedral de Millo ; a SUa voz
O disco esplendido do da assomara de todo ari- vidranle, pura, darmoniosa, emudereo a natureza
Vlannos-J ",a ''" Iniri/onle, lialmirnndo-ae lormoso sobre o lo- *lc perder-so como om soluear delirante aos p do
' po das mallas. O viajor que depois de pasmar ante 'drono de Dcos !
densos nevoeiros murmuran! na espessura da malta
virgem. ou o riarho rerala a tremer pelos seixos
da campia vellida de basto hervil: era naquellc
mmenlo de sublime poosia, rm que senle-se a fra-
grancia das llores ao resfolgar barmonion da natu-
reza. que arrorda ao bocejar presuicnsoilus homens,
10 Irinar das aves que eavoacam a saudar os priroei-
ros clarcs do dia, ao su-surrar da arasem uas ramas
das maltas e capoeiras.
Se as lasrimas deslisaram-se aa expressf.es dos ar-
recios, que moravam em muilo seio ardenle e
palpitante, quando sobreludo o ar poviou-seda mu-
sical einrettle lo te amo'. o le amo '. nao tei.
Mas quando os ltimos suspiros do morrer do
dia se uuirain a voz do cantor da Italia : quando elle
senlo o bafo do crepsculo americano, e os prelu-
dios do piano a cxlravassar-se na arcara dos ve-e-
laes a morrer triste, melodioso, poelico, na aboboda
do ceo mosqueado de branco e ail, e a memoria
lembrou-lhe a sua querida Italiacomo uma nota
musical, do Adritico nas lagunas de Vcnezacomo
o romper do ida 10 de Janeiro, relanccassc os olhos
pelos oiiteiros e povoarao de Jahoalao, bavia admi-
rar uma cleg.iufe ponle su-ponsa sobre as caladupat
do rio, c passando-a enibrenhar-fe nas resines do
sul de Pernambuco: u estrada da Escadn, assom-
breada de mallas e de donosas perspectivas quem
I 'beguiara os pastos!Mas he que naquell* dia nio
I Por nma prelerleao podia eu dizer que o
j bailo do Mangare '
| Jaboallonentes: que a escoma foi devida ao Sr. Joflo Francisco Paes Brrelo, que
dansou-se, locou-se, canloo-ae. noa das aabbado e
domingo, que o Exm. Sr. bario da Boa Vala brin-
dou a saude de lodos os Pernambucnnot, gloria e
grande/u da provincia, sendo applaudidocom enllui-
siasmo por 200 convivas, e que o hv mno nacional la-
zendo tremer as raizea dn arvoreilo rememorava os
I, Un. do- no-sos guerreiros de-de o Amazona* ale a
repblica* do Prala. Podia dizer inait que um es-
i., i.........i .. ....... ....
?are toi lado pjr una sociedade de .,
s: que ,i esculla de lau poelico lusar al'"""l" a a""il-
Meu Dos! dizia
Enllo sim : vi que os lencos mal podan apa-
nhar as lagrimas que mcrejavam de lodos os olhos:
porque aquello cantar mavioso era como nnwhialoria
de mancebo que amou corr, phrenesi a mulher dc7cu-
iniaginar ardenle : e a iciagem que lauca e lebtil se
cincelara n'alma pcn\era-a o poela. Ja nas horas
moras da noile chorar e lemhrar-se no pncaro da
moni.nha, lace da la e de Dos, r pedir-lhe um
como orvalho para as dores e reeordares que pun-
" joven poela, nio ser um
dom funesto a imaginaco que exalta, o amor que
delira, o tlenlo que inspira 1 Porque me bavia ap-
parcrcr aquella virgen formosa em momento de lan-
a inspirarao'.' cm noile amena em que a la pralea-
va campias e montes, mates ero\' Julia! Julia!
que de anuos lombaram no advsmo doprclerilo! c
luanle saudou a anio do- JalMalloncnses e a pros- ***** lloJ vejle os cabellos negros a Ijrincar com
pend.ide asnela ,] dialricto,que o Sr. Dr. Aba- ; as auras da noile, c os leus bracos e tollo mis ana
ho fez-0 .1.- brindes ao bello sexo de Pernambuco. o ,|s 1>ela c .riilade n.tlid, a, i
en. part colar a donadla que alaava qual sombra '' "''ndade paldda da la, e os leus olhos vol-
que wasava q...
impalpaxcl, vaporosa c bella, c foi applaudido com
delirio. Finalmente pedia dizer ainda que o Exm.
Sr. bario da Boa Vista rnra em promover uma su-
liacrlpclo a favor da suarda nacional. O Sr. Ma-
noel Cavalranl do Res, oulra a favonio balalhao
dos Afosados. O Sr. Anlonio Francisco Par. Br-
rele a favor doa pobres do dslrirlo de Jahoa-
lao para se preravereni de remedios, ele., ele.
Ouc seis esludunles juraram por Racehn, que versa-
lilla, que horror!, mamlareiii o l.obao refrescar-se
no fundo de alguma cacimba c fazerem-se medico*
se a epidemia apparcess*. Mas en que nao me que-
ro necupar de lae* enusas, fique o dito por niio dilo,
e -n leinhrado o pensar de que be feliz a naci em
que os poderosos rerreim-se pensando nos plices I!
vidos para o ce,, como^invocarcm Dos e a naiu-
rcza. Ouro ainda, Juli,-o murmurio de 10a voz-,
calar nos scios de minba alma, como o roco da ma-
nhaa a applacar o ardor do mvi cerebro. Oh! dio-
ica iam placidos os meus das como o resvalar sono-
2 Geographia.O riacho Mangar nasce na ser-
ia da .Macamb.ra, lugar d'onde se deacobre a ridade
do Kecife romo que perdida no meio do verde del
campos e das azuladas ae;ua do mar. O riacho de-
pois de regar as trras'dos engrudo* Macugc, ?al-
ineira. Soatsona, sempre dpsrendo sodre fon osas
[edreiras, vai confundir--,- com n imporlaut* rin
de Jabiallo.
'

/
-
\
ILEGIVEL
Mirnr7r
*>


SIMIO DE fSftUlB'JCO SEXTA FEIRI 8 O FVEHIRO fl l*S6
I
toso do ribeiro, o o mcu corado balia regular com
o oKillar cadenciado de urna pndula : nem teleicas
sombras me anuviaiaiu .1 fronte, ero arrouboi fe-
liris me povoavam as nuiles, nem o corario pedia
desejos vagos, indefiuiveis.
Mea Dos sempt'e a ve-la 7 na la que soce-
Sada passeis pelos nebulosos planos do co no fon-
do do valle onde tremulam-llie as roupas alvas, sol-
as, qoe o vento beija : as aguas onde se estampara
,s ondulaces dos cabellos hmidos do rorio da noi-
le. Lembra-me! que nm da lenlei repousar ao pe
da Mtala, mas ella repeta so o som de la voz, a
voz do (eu corado. Em oulro dia qoiz calcar aos
ps da morte os meus das inglorios, e ao ver-te o
rosto orvalhadn de pranlo, o leu pranlo agrillioou no
uminlio agro da vida. Ku maldissera dos bomens
que mago>vam-me o peito, e nodoavam as paginas
de minlia vida; tedioso maldisse do odor ilas llores,
dos queiiumes do riacho, do orvalliA da noite, 1I0 ci-
clar do vento, da Mioma e de lieos, eoteusoiri-
viidizer: perdom'. aplarou as dures da minha al-
ma, e refrige rou a febre do delirio.
Julia I Julia porque roe appareceste na scnda
do raeu vivar, como urna visito triste e alegre,bella e
potica, anjo a demonio ?....
Eos ltimos tremidos do cantor da Italia perde-
ram.se como um soloco as profndelas das mata.
'.i ,'1 horas da mantilla.
O namlm (3) girgalhari iluas vezes no meio das
cjpoeiras : era depois da meia noilc. Era urna dis-
tas nniles d. Ierra americana, em que a la lihrava-
so orgulhosa as elijas do firmamento, a golphar on-
das de prala sobre as Malta adormecidas, enjos tron-
coi seculares contemplavam os prazeres do baile.
Ceasara a msica a o arruido da dansa. Eiceptn o
tremida da palmeira, o enachar longinquo da ril, o
estridor dos grilos, o cantar da cigarra, e o murmu-
rar harmoniosu do Mangar, todo mais era silencio-
so, mudo, triste. O somno cerrara as palpebras de
todos ot convivas: os lampenes dospediam os ltimos
claroea enloquecidos, frnuNiJ^fco orvalho clenilia
sea manto cimento sobre o lei donado, sobre a
arcada das arvores, sobre o lablado'SilIansa. A'
espacos a roudei da noite era interrumpida pelo gri-
to ronco da curuja, qoe corlava com azas o denso
nevueim licuando aps si a esleir alvadia do luar a
gulphar ondas plidas sobre as campias e valles. Ai
redes onde repousavam o ronvivas fatigados come-
ravim a ser de leve embaladas pelo bafo do vento da
nanha.i pura e diapbana. Que noite! Em meo leilo
de insomma pens nella, otaca de saudades! .Viu-
da <.into a mgica fragancia das flores das matas, e o
om drlli, da noite, trmula, sentida, maviosa, co-
mo os preludios sonoros do piano a perder-se no co,
l-emhra-m* de um eolio de alabastro, onde folaavam
01 raios do luar, de um bracinho n e lomeado a-
poudo no meo robusto e forle, como o cipo a acer-
cr-se da palmeira, a invocar proleccAo ilos ardo-
res do sol e da rigidez do vento Oh .' como suspira
va, e como dos seus labios se derrama va m os affeelos
d'alma Via-a depois a mirar-se na cscala do ria-
cho e fugir logo apressadi, porque la no fundo das
aguas vira a sua imagem, imagem de rosto formoso!
IMi! seria aquilto mentida apparir.o aos delirios da
nispirac.io I
E a la reelinando-se no occidente ia soregada
* derramar os derradeirns pallores : e as estrellas a
recamar o estrado de Deo, ja embut am-se no
manto do ail, a fugirem do aslrn do dia que rom-
pa o lionsonle ensopado cm cores de cravo, rouio e
rosa.
Meo l>eos que dia c que noite'.' Ainda no mcu
leito de insumo ia soluroa pensar nos prazeres do bai-
le. Ainda me esli iusculpida* no peito as recor-
dacues della, da Baile, ( di wilsa, dos convivas, do
canto, da cscala, das maltas, do Mangare potico.
Ali! se tent fallar os libios s podem muimorar__
Saudades Saudades!
M. P. de Moraes Pinheiro.
A diarrhea ezressiva acoinpanhada de vmitos im- aprnveitandn-se a declinai-ilo de um crescimenlo.
moderados, nao sendo o producto da arle, nem o ef-
tSoccefcpmtbertcitt.
Srs. redactores.Tendo ti lo occasiao de Icr as
lirivcoe sobre os mcios preventivo,e tralameuln do
cholera, qne para satisfacer i seus amigse as pes-
soas de sua confhnc confeccionara o Sr. Dr. Joo
Jnac Pinto, colligindo-as dos mclhorcs autores que
acerc da materia lem escripia, e julgandn que na
presente quadra, na iiiipussihilidade da presenta de
um medico, mu til e conveniente se turna que se
esleja suficientemente esclarecido no moilo de atacar
e corar o mal, entendemos dever concorrer para que
a gaia ou din cenes acerca do curativo do cholera do
dito Sr. I>r. Pinto nao fossem exclusivas d'aquelles
a quem elle se dirige, e.pois.com o seu consentimen-
lo pedimos-lhcs que pelo seu jornal Ibes d a publi-
eidade devida.
O Sr. l>r. Pinto assasse torna reeommendavel pe-
la sua inlelligencia e firmeza de carcter ; conhece-
dor das materias de sua prnfisso.hc nellas fortificado
feilo do enveneiiameulo, rnnslilue a cholera legiti-
ma. A sua inx asilo he de ordinario impetuosa e s-
bita; os seus sxmptomas ja sao hem conheciitos pe-
las descripertes que se lem feilo us folhelos ltima-
mente impressiK, quer no Itin de Janeiro, quer na
Babia, c nosta provincia, e al no prnprin Diaria ;
e por iso nao me demoro em desrrcve-los aqni, li-
mitando-roe sanente a ilizer que. em um ataque de
cholera violento, o lente esgolado pelas evacuar/es,
pelos soflrimentos phxsicoso moraes, aprsenla no
fim de puncas horas urna pliv-iunomia profundamon-
le alterada, traeos de grande abalimento, e a nao ha-
ver pressa na adminislracao dos soccorros surcum-
bir no espuro poucas hora?, ile I, de -2 ou de :i dias,
c rara vez mais larda,
11c mporlanlissimu dividir a cholera em febril, e
em nao febril; a febril, he sx mplumalica de Cebra
intermitente perniciosa, que reina noi paites ma-
nosos c quelites .a nao febril, he milito mais fre-
qiienle. p se tem observado em lodos os lugares.
au ha, al o prsenle, Ir.ilamenlo algnm certo,
nem especifico conheeido para o cholera. I A me-
dicina nos sxmptomas he a que inda boje se acon-
selha c se icanielhnr em quanto nao for descularla
.1 causa productora de um semelhanie llagello, que
mais parece casligo do co, de qno molestia. Os
meios, que mais rasoavclmenle se tem recommenda-
do, e que se pode aconselhur sem o rrceio de fazer
victimas, vida da alrttviaode remedios apragoa-
dos, sao os seguinles:
Conservar a pessoa atacada ilc urna scnielhante
molestia, em cama commnda, e em quarlo agasalha-
do; e asislido soinenle por aquelles, que della cui-
ilarein, ou se oceuparem da seu Iralamenlo; conser-
vandn-ae no uuarlo a mclhor ordem, o maior silen-
cio, e muila animac.30; sepamnlo-se, qiiando baja
mais de n:n doenle. priuripalmeule, sendo pessoas
da familia, cestando algun dellea em perign de vida ;
o que he de urgente necessidade.
A' pessoa al.irada, logo no principio do mal. se
dar a heber alguns copos d'agoa mona, al provo-
car-se vmitos e dejecres biliosas abundantes; o
que he til, e so ubtein com muila facilidade, pela
disposicu em que se acha a iiatureza nesta alleccan ;
sem que seja preciso o em prego do eroelico, e dos
purgantes, que alguns pralicos ainda recommendam,
apezar da sua iniproncuidade, ja demonstrada pela
experiencia de lodos os lempo?.
Pastadas i a (i horas, depois das evacuaccs bilio-
sas, adininislre-se ao doenle ahumas eolheres, de >
a (>, de quarln cm quarlude hura, de qualquer ilos
rozimeuios recommendadoana diarrhea, ou dos chas
da flor do tilia, de sabugo, das folhas de larangeira,
da macella; e de-la, Iigcira infus.an<; rom lano
que, cada chicara cnntcuha urna eolhersinhl da tin-
tura de opio, 011 de ludano liquido; (>' e oulra da
agua de II>r de laranja, ou da canella ; oo de 10 a
20 guitas ile elher sulfuricu ; que se dar fri, uu
mornu, ou quentc, ao gusto do doeii?. Acabada a
primeira chicara do remedio.aprompte-se a segunda,
a Ierren i. ele. e se va continuando por alguns dias,
emliora lenhao desapparerido a diarrhea e os vomi-
los; pudendo ser npacadM as doses. para de hora
em hora, de duas, de tres.ou de qualru cm qualro
horas; a proporcao das melhoras, que o deente for
a presentando. Se estes remedios forem regeitados
pelos vmitos, Inlrodiiza-se na hora do doenle um
torraozinho de assucar, em que so lenha pingado, de
10 a i "1 gollas da tintura de opio, ou de ludano ; e
se va' dando oulrussemejantes, de quarlo em quar-
lo de hora, al que cessem os vmitos e a diarrhea ;
diminuiu.tu-se a dose do opio, na cspaeando*se, se-
gundo o melhoramenlo, que for icndo o doenle. As
gotlas do opio I. inhem podem ser dadas cm uina
colher d'agua de inelissa. uu d'agua commum.
Se apezar dos mcios empregados a molesli: pro-
gredir, acompanhada de convulses, de grande an-
ciedade precordial, 011 agitaban evlrem.i, de solutos
continuados, de resfriamento das extremidades, de
calor interno, de alleraco profunda da physionu-
tafal, de Ivpolhimias frequenlcs, etc.; am semelhan-
ie estado annuncianma morte prxima; au obstante
isso.nao se deve perder a esperanca de salvar doen-
le, 1,,'in baja desanimo, nem se abonilune o dnentc
em quanto der sigual ilc vida ; |iorquc nesta moles-
tia; mais do que em nenhuma oulra, e em estado
zemhrn passado. 8- Exc. o conde de Clarcndon,
NM inlervallos, porque neslo caso o doenle sof-1 minirtro dns ncncios eslrangciros me erdenou
1 consideravelmentc, e mrre no segundo uu 1111 \'"' fferecer a V. S. ns agra.leciminlns de SS.
MM. por sua rorieziat! pelo inlcresse que \. ,s.
mostron us negCCos dos resideulcs llntanicns em
fro
tereeiro aecesso, quan lo nao sao logo tratados pelo
quinino. As esfreaaeenlo sulfato de quininn no es-
pirito de violto ile gio, os clisteres cun o quinino.
devem ser empregadns igualmente.
Desvanecidos os symplomaa do cliolcra convem
restabelerer as forjas do doenle. Acaulele-se <1
dispertar ns espasmos por meio de excitantes, ou de
remedios dcsajradaveis. O cozimcutn da lomba,
ou infuso em vinhu, assim como a tintura de marte
em agua de canella. produzem elleilos vanlajosos,
quandu ha relax.leao do vcnlre. Os alimento, ile-
vem ser nutrientes e facis de digerir, e lomados
em pequea quantidade. O ar do. campo, frequen-
cia de sociedada agradavel, e um exercicio modera-
do, cumpl 1.1111 a cura.
Botica, OU rclacao dos medicamentos que devem
acumpaiihar as dirccces do llr. Jeto Jo-i- Pialo.
Flor de tilia nocas I.
Dita de sabugueiro ancas i.
Hila de macolla oncas.
Covadioba libras 2.
(ioinma arbica libra I.
Parinha de linhaca libras -2.
I>ila de moslarda libras J.
Bi-carbonato ile soda oncas t.
Quina oncas 8.
Calumba anease).
Sulfato de quinino oilav.i I.
Masa caustica unes i.
Ungento amarado oncas i.
Tintura de opio nuca I.
Ludano liquido 0115a I.
Elher sulfrico onca I.
Agua de inelissa oncas'..
Agua de Colonia um vidro.
Agurdenle eaiil'nr.nla nina grrula.
Espirito de vinhu dr grao, com urna uilava de sul-
fato de quinino libra I.
Oleo de mnrn lo i-, com qualro grUos de h\ di n Ion-
io de morfina oncas I.
untura de marte unjas ti.
Vinagre aromtico uina garrafa.
Espirito do nlfatema oncas ti.
Alfazema boa libra urna.
Yinhodo l"ort> uu da Madeira du.is garrafas.
Agua de llor de laranja. dita de canella separadas
oncas 2.
N. II. 1'ar.i qualquer familia a quantidade .lestes
remedios liesiilliriend'; sendo grande familia, de-
ver, ser Inhra la, assim cuino para engenhos, qne
tiverem mais de lio pessoaa, deveri ser triplicada,
ou qiiadruplicada, quand.i naoqiieira que baja Talla.
^iit'iri-.tciM'is apt&ibo.
Pernambuco.
Approveitoa ofessiiodc olferccer a V. S. meus
prnleslos de mainr' estima c consideraran.
Dos guante a V- S. Consolado britnico em Per-
nambiiro 7 de fevereiro de 1856.lllin Sr. Manuel
Lu/. N'iraes, administrador do remilerin publico em
Pernambuco.A. yluguslos' Coirper, consol.
Illm. e Kxm. Sr. --Em respusla ao olcio qne V.
Esc. me fez a honra de enviar, cnnvidando-uic pa-
ra ir prestar o mcu ai'xilio na cidade da Victoria a
iquelles que all cora) pile syslema humenpalhirn.
cumpra-mc diier que sm embargo do olliciosn con-
vite ile V. Exc. cu ja l,'ria partido em soccorro dus
ineusseinellianles por illibi-racao proprii, se 11.10 me
acbasse eicessivamente sobrecarregado de Irabalhos,
la medicando grande nniiicrn de doenles, alguns dos
quaesse acham em cnu'as circuinslancias, i a-quem
mili devn abandonar sen- espo-los i* lerrivois eouse-
quencias da muilanra de medlM e de methodo cura-
livo, ja satisfateado as exigencias que me fazcm de
luilos os pontos ila pruvincia. onde o cholcr.i vai to-
rrando, para onde idilio mandado numerosas con-
sultas e medicamentos, ja preparandoIrahalhos scien-
lilicos pn a screm dislrih"los por lodos us pontos
aneciados, com o que tciiInS le'ln servieos imporlan-
les, c cnnlinuarei 1 faze-osj:' medida que a expe-
riencia for justificando a ulilldade dus meus Irabalhus
anteriores, e ja dando lod)' US providencias para
que socicdadc Homeopatlfc* Heiielicente, de que
son humilde presidente, po>sa lornar-se una reali-
lade na salisfaj.'iu dos lins pira que fui creada.
Heais, esnerando-ta a o"! mumeniu a empello
dn cholera nesta capital, es' consequencia das fre-
qoentM cnmniiiiiicaces qua ha cm ns lugares af-
fectadus, e at por ja conitaj queem Jaboalao, dis-
tanle tres ou qualro leguas, 1 tom manifestado al-
guns casos, ciilcndu que conlcrvauilu-me na capital
prestarei mais valiosos scrvkos, alientas nao s as
ra/es cima expendidas, em10 tainhein a extencao
da piipulai'.iu. e a ciiiguiddcv ile mdicos hoineo-
pathas.
Basta mam-ira julgo icr respondido ao menciona-
do oflicio de V. Iac, daladc de honleui e boje rc-
cebido.
Dos guarde a V. Exc. lltcife 2S ile Janeiro de
1856.Illm. Erna. Sr. conMheiro Jos He uto da
Canda e Figueiredo, presidej'e desla provincia.
Dr. Sabina Qleai^o [Aligero l'inho.
-------c
MA RECLAlACAO'.
Ilavendu nhlido docorpoele,loraldi provincia li'ill
votos para deputado provinciafl r"m sorpresa vi que
iiiu fui contemplado na aporafln ltimamente feila
na cmara municipal, e como Juer que seja do meu
riguroso dever agradecer aos slnhores eleilores que
se dignaram honrar-me com us seus sufragios, para
o que csperav.i pela apuracio '-ral, liz-sa misler
que o publico saiha que n ab#*osMeignnd nmiio
se honra com os 363 votos qne tblcve para nao del-
xaIm em olvido. Recita s ilcfevereirodc lS.*>(i.
O padre F. I'. Hitarte.
caixa chocolate, l fardos calios do linho, 721 barri-
cas, jsti meias ditas e 100 saceos com 7,:MM; arrobas
c di libras de assurai. (ai pipas agiiardeute.
consulado pkiivim:ial.
Rendlmentododia 1 a 6 .... <7:32)|A37
dem do dia 7....... :l;S91.;0|ti
21S203883
(VOCtOS entrados no dia 7.
Babia6 dias, brigne hamburguec (Allanten, de
320 toneladas, rapilao J. Weapert, equipagem
14. em lastro ; a N O. Ilicber & Companhla.
Itiu de JaneiroM das, galera purlngueza n.N'ova
Snbtilo, de 537 toneladas, capilte Vicente Jos
tioocalVM de Sooza, equipagem -j:!, em lastro ;
ao espillo. Coodoi lili pasageiros. Veio rece-
ber alguma carga c segu para o Porto.
UlUltO sabido no menino da.
LondresBrigoe inglez tTalbol, capitio D. Pul,
em lastro.
ScclamcSc.
A sentida morte 4o met rollev Antonio Jooqnim
'romo de Su, aeodemira dotitarto aiuin.
Morreo nm colleja, inorreu umpocla,
Poeta Bisante, gigante cantor ;
as letras, as arles era um alhela
Mui joven nimia e ja vencedor.
Illm. e Rvrad. Sr. vigario Domingos Alvares
\ icira.tjoianna 28 de Janeiro de 1856. leudo
maullado lirar licenfa de V. Uvmd. para sepultar
no convento do Carreo dtsta cidade o meu querido
filho Arislheo Pinheiro de .Mcmlunca que fallecen
a noite p. p.,para cuja lim remslll a V. Rvmd. urna
nula cometido u mime delle, nlade. naturalidade, I A l)cos cv'eiiios por elle nracis
eslado, lihacao e o motivo da morle, e nao querco -
do V. Rvmd. declinar do seu louvavel cosiente de
se aproveilar de idnticas circiimstanrias para aug-
mentar os meus vexames, como o fez ao lempo da
morte de meus 2 Gibes e sugra, leve agora a bella
lembrancu como parodio, que lem um eoracjlo aon-
de nao falla a religilo, o dever. e nem o menor
scntiincnlo da liumanil.ide, do nao obstante aquella
uta mandar liceoca. para ser eu sepultado e nao o
meu Ribo, u que cordcalmente muito agradec] a V.
Rvmd. essa triste lembranca Blha da bondade que
llM he propria ; e incluso achara a dila liceoca para
substituir por aquella pedida, no caso de V. Rvmd.
julgar que nao devo ser eu o sepultado, e sim o fl-
cenle meu Bino ; enmprindo-me todava pedir a
V. Rvmd que se digne aguardar a licenca de minia
sepultura para quando Dcostiver de chainar-me a
si; parque enl.lo sera ella solicitada por parte de
miaba familia, islo he, de V. Rvmd. ou de alguem
que 1 esse lempo o possa Icr sobsliloido, porque a
Deuscm quem acredito compele o saber qual .le
nos ir prmoiro perante elle dar esircilas canlai do
pela longa pratira qne tem tido: amigu de sua fami- ,,n*'ro lia |e de seus amigos, e fiel cumpridor de seus
deveres nao aconsellmria urna marcha i seguir
110 cholera contraria a suas convieces, e sim como
elle mesmn eoufessa, toda conscienciosa e bascada
nas ideas dos melhores escriptores de medicina.
Assegora elle que no collcgio dos orphaos na qua-
lidade descu facultativo nao seguir oulra marcha,-
e muito he de esperar que seja tilo bem succedido na
prsenle quadra quanto o foi por occasiao das febres
amarellas, que apezar de accommellerem a todo* os
alumnos e empregados do dito rollegio n,1o passou
lelo dissabor de perder um s com o emprego dus
meios por elle segoidos. *
Possa a noisa deliberacao ser favorvel aos nossos
concidadaos, como eremos, que (lamo-nos por rom-
peusados da nossa larefa. c sobre o Sr. Dr..Pinto,
descam as benc.vi ilaquelles a quem aproveitarem as
suas observaees. Aproveitaruos a occasiao para a-
gradecer publicamente ao Sr. Dr. Pinto mais esta
prova, que nos den de sua philautropia concedendo-
iio- a permissio da publicacao de seu receiluario.
DA CIIOLERA-MOKBUS.
Direcrdes sobre os meios prerenliins e sobre o seu
tralameuln, pelo Dr.I001 Jote Pinto.
A pessoa que na presente quadra for atacada da
diarrhea, por mais benigna que ella se aprsente,
deve logo ser submeltida ao rgimen alimentar, ou
antes o que he muito mclhor, deve ser submeltida a
dieta de caldos, de canjas, de sopas, ele, por alguns
das,ludiendo nos inlervallos algumas chicaras do co-
simento de arroz branen, da ccvadinha, da gnmma
arbica, etc. adocadn com pouco assucar. Os hanhos
momos geraes c parciaes, os pequeos clisteres da
gomma cozida, nao silo para despre/.ar-se ; assim co-
mo o repouso do corpo, e o socego do espirito.
Cessando a diarrhea. passados 2 011 :; dias. OMMri
a lomar alguns alimentos solidos, mas em pequea
quantidade de cada vez ; dando preferencia as car-
nes brancas, au peixe, ele. As comidas pesadas c
indigestas, como as feijoadas, as carne de purco c
salgadas; as comidasgordurosas, oleosas, apimenta-
das, e adubadas com coco, ele; devem ser prohibi-
das ; assim como as fruclas verdosas, leitosas, oleo-
sas, c mui acidas; c lambem as bebidas espirituo-
sas. r
A pessoa atacada da diarrhea com vmitos, n.lo
sendo osles mui intensos, e nao liaveudo oulro algum
encommodo mais,' deve ser siibniettida ao mesmo Ira-
lamento, observaidu maior dieta, c a dicta absoluta
y^netv/t>c4i(<\ 'ornando.algumis goltas da linlura
ile opio, un de ludano, letiaS guitas e mesmn
mai*, cm rads-ineia chicara de qualquer dos cozi-
mcnlos rccommeiidados; lamhem nos clisteres da
gomma cozida, :1 pjr dia, de menos de chicara cada
um, ede 1 em i horas.
A' um semelhante incummodo he que se lem da-
do o noms de cholerina, o qual cede fcilmente ao
que se tem rec immendado, e aos sv napismos nas ex-
tremidades, quando he acompanhado do dores de
en beca, e de al-am abalimento.
Sea pessoa atacada for de menor iilade, a (lose do
opio deve ser mcnor.do que a .!#- adulto.eser gradua-
da seguudo as idades ; lano nas bebidas, como nos
clisteles. O opio deve ser administrado com cnte-
la, e ser suspendido quando prodnza somnolencia,
peso de cabera, ele, para ser conlinuado depois que
este incuiiimudo desappareca, e elle ainda venha a
ser preciso.
que pin ca temos feito. A Providencia Divina,
j* bem desesperado', igoin se lem salvado: mettam s/iirve a existencia de V. Hvm. que eu como pai
ps e as mSos em agua quente. nao precisa, que | de familia nao Ihe pomo desojar o cuulrarin, o prin-
cipalmente t-ni lempo que a pesie ou a ira de Heos
so vai querendo approximar de nos. Son de V.
Rvni. Hlenlo venerador e criado.
Antonio Pinheiro deMciidoma.
Illm. Sr.Achaii(io-mc iuleirainenlo inhabilitado
para continuar no emprego de 1 supplenle do de-
legado desta comarca cm raiio da indigencia a i|iie
cstou rcduzido eom 10 lilhus, devida em graode
parte a esse e oulrus cargospuhlicos.que lenho exer-
cidn, por nao me ler sabido aproveilar dellcs, como
devia ; e sendo cu sempre abrigado a esercer aquel-
le emprego nas rrises perigosas e Irabalhosas como
da revolla p. p. c febre amarella. cont por certo
que se por ventura a Previdencia Divina se dignar
castigar-nos com ,1 lerrivel peste do cholera que tan-
tos estragos ja lem feito cm oulras [4ovincias do
imperio, serei chamado a e>se lempo ao exercicio
d'aquelle emprego ; por isso que o aclual delegado
ileixara o exercicio e o primeiro supplenle se eximi-
r delle por ser incompalivel com o commandn su-
perior da guardaSnacional desle municipiu, porque
011 depois de
seja em agua fervendo; e os cunseivem por algum
le, esfregando.se as pernas c os ps ; e lirando-se
d'agua, enchugucni-noscm lencol, 1111 toalha quenlc,
envolvam-un lodo em cobertores de l.ia, uu .le liga-
da, passados pela alfazema ; cerquem-on de garra-
fas, ou botijas cheias d'agua, e bem arrolhadas ; e
quinde o doenle fur Multado muito calor, lircm-se
as garralas, ou botijas, e depois os cobertores ; e
sulistilua-sc por oulrus mais leve, mudandu-se a
roupa que cslive molhada pelo suur ; c se faja d*
O banho quente no periodo do fri, tem sido re-
comincndadu ; mas que cautela nao exige um ba-
nho quente, em um semelhanie estado? Ossyna-
pismos nas extremidades, mudando-sede urnas para
oulras parles, sem que produzam dores, e tanihem
n.is costas, e mesmo subre 0 eslomago c vcnlre. nas
dures agodissimas, no periodo lgido, nos solucos,
etc. ; sao recommendados ; assim como as fomenla-
ces de oleo de amenduas, como hjdrocloralo de
morphiua, quente, no venlre o nas extremidades, e
em todas as partes uolorosas do corpo do doenle, 1 ncnhiim oulro supplenle existe antes
por meio das mos, uu por intermedio da flanella,
da haelilha. uiolhadas nesse oleo, na agurdenle al-
canforada, no vinagre aromtico, no espirito da al-
fazema, u'agua de Colonia, ele., ele. ; c que devem
ser feilas com inelho lo, e muila paciencia, sem o
emprego da forca, e das etcovaa ; edsi escovaa as-
peras, que sao muililiranles para o doenle.
As limonadas, as laranjadss. Mal uu (nenies, se-
gundo o estado em que se adiar o doenle, sao de
proveito muilo recommendadas, quando ha sede,
ou securas ; devendo se njuntat a cssas limonadas,
ou laranjidis, algumas coliierc do biearbonito de
oda.
Seo abalimento e a proslracao forem considera-
veis, di-se-lh algumas colberes de bons calilos de
glllioha, e lamhem de muilu hom vinho do Porto.
011 da .Madeira, com inlcrvallo unas das oulras ; re-
dobrem-se os cuidados, rcnoveni-se os s\ napis-
mos, as esfregacas, ele. ; appliquem-se os custicos
lixos nas coxas, nos bracos, e sobro as costas ; esles
cumplidos, cenlre a columna vertebral, para serem
curados no lim de 1 uu de 21 horas, rom u ungen-
to amarelln. .. r-
A agua li-rveuilo, quan.lo^iun houver lempo a
perder, e se lizer preciso o clleito dos custicos, po-
de subslitui-lus.molliando se um chiiniaco de panno
ipi i-liado, 011 do tamaito qne se quizer applicar,
molhudo nossa agua, c applicade na parle, e no lim
de pouco lempo a vesicacao esta feila, e se forera,
para se curar com o iingucDln amarello.
Se depuis de um semelhante oslado snbrevier forte
reacc,lo, com muilo calor, muila febre. dores agu-
das o peso de rah-ca ; dores nos peitos, com losse ;
e 110 eslomago e venlre ; appliquem-se algumas bi-
sas aira/, das orelhas, ao redor do pascocn, sobre o
anus, sobre o Mtomigl e venlf.; ; e lamhem sobre
ns peilos ; nina e mais vezes, e cada vez cm sua
parle, segundo as fon; is do doenle. e a necessidade,
que das mesillas houver, c que nao se pide calcu-
lir.o seu numero scnauVi vista do doenle.
A cataplasma da isrinlii de linhaca sobro-e venlre
e nos peilos, us binhos momos, sao recommenda-
dos; assim como lamban as sangras nos bracos e
nos pos ; as quaes nu devem segando pens, ser
copiosas, antes pequeas e repelidas ; e creio mes-
mo que, em poucos casos, ellas sern conveniente-
mente empregadis. As bebldii cmolicntcs.ligcira-
menle acldulldas, sao ulei,.
mim e querendu evitar a cnutinuacao dus males
que esse e oulrus rargus me lem acarrelado, venho
pedir a V. S. que se digne propor a minia demis-
ie ie Bina. Sr. presidente da provincia, a quem a I
este respailo ja medirtgi em dala de 2.1 de Janeiro LFANDEti
p. p. e sobre o que 11.10 se dignoii responder-nic. Hcndimeiitu dudia I a ti .
Snrria-lhe um liado brilhanle ptrvir
l>rcado de -cncanins. gentls ilones !
I.ruel veio a morle l.in cedo o fe ir
Sua vida fui breve, igual a da rc-l
Oue nasce formse, icrluiue esn>l*ndo
un qual pcqiicnina auda mari|0sa
Oue louca c leimosa a luz vai b.ijando.
Co' as brMS da larde perdendo.' frescor
A rosa cmmerchece cahindo no ",n
E o frgil insecto buscando o fu"i'
se abraza e consom no vivo cltrao
Vivesle na Ierra sozinho isoladol
TSo orphao que eras, sem teres ioauem,
Recebo um adeos de i|uem conaMldo
Cantar-te na moilo deseja lambui.
Horren nm collega, mor cu umJncla
Poeta gigantegigante cantor ;1
l.m anjo ligeiro veloz como a se|l
Ao seio o levuu do eterno Seiilinl.
u.
Ilecifc ti de fevereiro de ISjti.i
Cesar ( d t'lbetra.
ERRATA.
N.i poesa publicada 110 tHaritt*.M nooilavo ver-
so anude se l : .
12 boje.... leus brilhs, leus slnlun donradus
ilcve Icr-se :
K boje.... leus lirios, leus son'os dnsirados.
Nn ultimo verso aonde se le J-liguemos deve
ler-se leguemos.
CFommereit)
ilACA 1)0 RECIPE" DE IEVEREIROAS3
HORAS DA1ADE.
Cola^fics ollicpes.
Cambio sobre Londres2Kd. 6(jd|v. e 1H) djv.
Assucar inascavndo regularAjfi" por arroba com
sacco.
Pretrito lioUford, presidente.
/>. >r.'/cs, secrclario.
CtHH)
au par
. ;.\Mitios!
Sobre Londres. 2S I2 a -2S \\\ por 1?.
i( Paris,.'liS rs. por f,
Lisboa. '.l2por 100.
(( Mo de Janeiro, ao par.
Acces do Banco, 10 0o de pn O.
Accocs da companhia de Beb be.
Acces da companhia l'ein.nnl; ana
Ulilldade Publica, :IO,jircciilo de premiu.
(( ii Indcmtiisadora.sem Discoiilo de lellras, de 12 a |."ior l)|.(|
HETAES.
Orno.Oncas liespanhnlas. 28>i 2SJ500
Moe'das de 6i00 vellias IGgOIW
11 69100 novas- Iinhki
n 9000. tt^uxi
Prala.PatecnM bresileiros. ..... sotni
Pesos roliimnarios. ..... 2aOO()
i) mexicanos. ...... 1-sStiO
1UNCO DE Pi:i.\AMBl CO.
0 Banco de Pernairbuco sacca ;i vista
soliic o dn Brasil 110 liio de Janeiro. Ban-
co de Pernambuco 5 de dezembro de
1855.O secretario da direcro, Joo
Ignacio de Medeiros Reg.
O banco de Pernambuco loma dnhei-
t'o ;: juros, do conformidade com os seus
estatutos. Banco de Pernambuco 24 de
novembro de -1855.Joo Ignacio le
Mdenos liego, secretario di dnecco.
BANCO DE PERIAMBUCO.
0 conscllto le direcrao do Banco de
Pernamliiico avisa aos scnhoics accionis-
tas, [tic acha-se autorisadooSr. gerente
para pagar o 7. dividendo de lO.sSll rs,
por aceo. Banco de Pernambuco 1 de
fevereiro de 1856.O secretario da di-
reccao, J. I. de Hedeiros Reg.
Pela primeira sessan da mesa do consulado
provincial se far. publico, que ns :(| dM uleis para o
p mmenlo do imposto de i sobre diversos cstabe-
leeimentos, 10? sobre casas de mudas, 2O3 sobre ca-
sas de juno de bilhar, e 1:3009 sobre rasas que ven-
derein hilheles de loteras de oulras provincias, fin-
dam-se nn dia 19 do correle roca; lodos os que dei-
xarem de pagar dentro ile.l,. praio inrorrem na
mulla .de :[ sbreos seus dbitos.
SffcHoi Slttrittmoi.
Confio pois que V. S. se inleiessara por esta minia
demissao, fazendo-mc nisto subide favor ; por i>o
que eslon inleiramcnte resollido a relirar-nic anles
da comarca, ainda ibandonsndo a familia por al-
gnm lempo, do que 1 esercer emprego algara, para
assim evitar a continuaran de males. Posso asse-
verar a V. S. que se por ventura aquella peste se
manifestar me sngeilarei (no lempo que me sobrar
ilos cuidados ilc minha familia a ser enfermeiro dus
que forem sendo atacados 110 qu-i no pouparei meus
fracos esforcos por salva-Ios, c islo por dever ile hu-
maiiiilade c nao como servico prestado como autn-
ridade qoenAo poseo e nem devo ser.
lieos guarde a V. S. felizmente. Cidade de Cnian-
11a l(i de ile/.embro de 1855.Illm. Sr. Dr. Lui/
Cario, de Paiva leixeia. ebefa de polica desla pro-
vincia.Antonio Pinheiro dr Menduina.
I M CONSEI.IIO.
Acoiiselhamos sos redactores ou edicloresdn cha
Pcrnambwano que tola e qualquer opposicao fiia
ao aoverno, por mais fraca uu forle, ainda mesmo a
desabrida, n'um paiz regido pelo sistema reprc-
sentilivo, he mui diil'erente ('.'aquella que o ficho
lem adoptado c principalmente a que vein na olli-
ma pagina do sen n. o ile 2"> de corrente!
liqucm pon seienles os nobres colaboradores do
l'rho. que com scinelhantcs cscriploi au se censura
goveroo algnm, pelu ronlraro avilli-se a socieda-
de proenraodo-so quebrar ns elos de sua cadeia, cu
jl cotiscrvacao, quer pelo la,!o mural quer pelo
phiico,dependee depender.! sempre do goveroo se-
ja elle (pial for.
De mai-, se o Eeko ili/-sc popular e por eonso-
uinlc defensor extremo da liberdado, da igualdade
etc., etc., que significar,3o podara' le os termos cun
quo elle procura provar que Pedro, por cumplo,
nao sendo lilhu do sol, ou neto da la 11,10 pode ser
hom administrador'.''.
Cooclojmos aconselhando ao l'.rho que contine
a censurar os actos i\,\ adinmislracao publica quando
ellos violaren) as Icis dn paiz, que leanea.re' o seu
O cholera febril se complica de ordinario com as 1 desidertum ; islo he, ou a correcrao do aoverno ou
: O nanlm' he urna ave de cor avermelhada ou
rosa como em onlros lugares da pruvincia. Os ps,
o bico, os olhos he de um encarna^) brilhanle. Esta-
ave parecida um pouco com a juruti, dislinaue-se
em que nao lem cauda, llecrenca dos ramponezes de
Jaboalao, que quando o uambiicania larde da noite,
he justamente meia noite, 011 poucos minutos de-
pois. Quando o sol se pe 011 surge no hnrisonte.ou-
ve-senas capoeiras urna como earaalhada a perder
a respiraco, um como rir de louco, n,io vos assus-
teis se tal ouvrdes, leilores: he nem mais nem me-
nos do que o namhii a -andar a nalureza americana.
febres Intermitentes perniciosas, fazendp immensas
victimas nas visiohancas dos pantanos, dos ros, e
nas costas do mar, e nos lugares onde as febres in-
lermilenles sao freqnentes, morraenle quando a at-
mosphera se torna mais hmida em consequencia
dos apiaceiros, etc. ; c requer prompta ailininislra-
c.io docozimenlo da quina, dn sulfato d(*quiniu(>.
nadse de :l a i gritos,sendo adulto, c en. menor
dose. sendo rrianr.i, em meio calix de hom vinho,
oudo chda India,com qualro 011 seis gotlas da tin-
tura do opio, ou do ludano, de tres cm tres huras,
I 0 summo de liman nKo pode ser o especifico da
cholera ; c dado da maneira, que se lem recommen-
dado, he para fazer males incalculaveis, porque ns
cidosfliacim a mucosa gaslro-inlestinal inllamman-
du-a, como he sabido.
,2. O opio, eslo divino remedio, como Ihe cha-
ma certo autor inligo, nao deve aer dado logo no
principio do ataque, e sim algumas huras depon, co-
mo elle mesmo recommenda.
dem do dia
53:1180X05
..^l'.IISill
V.hllOjllOi
esearreaa hoje S d ferircirn.
Brigne brasileiroMarasabs e pipaa vasias.
IMPORTAC/O'
Ibisuc escuna brasilciro .1/nr, viudo do 1,1 de
Janeiro, consignado a Novara AC., manifeslou o
seoniute :
2"i caixas vinhu, 5 ditas cognac a V. Siiuvagc &
Companhia.
."ill temos burricas vasias; a I; eir II volomes mobilias. 10pipas sias. I.fto caixas
com sango, ,>o hitase 201 rolos f 00, 38 barra lou-
cinhii, 0 caixas chapeos, I euihruvo colla, tu caixas
velas, volumes cha. I caixa rap 300 barrica- fa-
rinha de trigo, 2 prauches : a orcm.
CONSULADO UElUi.
Kendimenln do da I a ti ... I3:l>2(>>l 1:1
dem do dia 7...... >:W5.SI0
I9:12JJ97
RIO DE
Janeiro.
0 biigae luoionaljiVarla Luzia \a\
seguir com brevidade, tem a maior par-
to sen cnrrogamcnlo prompio ; paru o
rcslu i|uc Ihe falla, passaueiro* e e^cra-
vns frele. aos quaes d as melhores
acroininutUn'ti'-i, lral;i--i; com COnHanitoro Anto-
nio de Almeida Gomes, na ra do Trapichen. I(i,
legando andar.
no de mmt).
Segu pniad Riode Janeiro com mui-
la lituvidadc, |)Of let' a maior parte da
carga prompta, o veleiro patacho U.
Prancisca: para o resto c passageiros,
laala-se com o.s consignatarios Novaes &
C, na rita do Trapiche u. 3i, primeiio
andar.
I'AIU O RIO DE JANEIBO.
Se^ae com muita brevidade por ler parle ile seu
c.irrc.amoiilo promplu 1 bem Condecida barca Mtt-
thitde, rapilao Jernimo Jos Tellrs, para o resto,
passaseiros, e escravos :a Irelc, para que lem cjrel-
lentes cuminodos, Irala-se no escriplurio de Manocl
Alvos tiucrra, na ra do trapiche n. 14.
RIO DE JANEIRO.
Vai sahir rom milita lircvidadco novo
e veleiro brigue 1)01 S AMIGOS, tem a
maior parte da carga prompta : para o
resto epassageiros, trata-so com os con-
signatarios Novaes & C, na uta do Trapi-
che 11. i~>i, 011 comocnpitao na praca.
Para o Ho de Janeiro
sesue em poucos dias, por ler a innior parte da car-
ca prompta o brisoe Co;icci-,j, cap ilao Joaquim
Ten eir dos Sanios: para o reato e escravos a frele,
para o (ue lem liuiis commodos, Irala-se no csrrip-
torio de Manoel Alves tiucrra, na ra do Trapiche
n. i.
I'ara a ltahia seque em poui-ns dias a veleiri a
bem conhecida garopcira rrai-tlo, por j ler parte
ila carp prompta : para o resto, Irata-ae com seu
eonaigoilirio Domingoi Alvos Malbeos, na ra da
Cruz n. l.
Companhia
de navegaco a vaporLu-
so-Brasileira.
Espra-
le nesle
porto de
S para 9
do cr-
renle, o
vapor /).
Mar ia
II, eom-
mndenle n Icneiitc Goimariea, e depois da custu-
mada demora seunira para a Baha e Rio ,1c Janoi-
ro: para passaceiros. drijam-se ao agente Manoel
Uarle Rodripues, na na do Tiapiche n. 2li.
Para o llio de Janeiro sahe no dia 9
do crtente, o bem conheeido brigue SA-
GITARIO: para o restante da carga e pas-
sageiros, Irata-se com .Manuel Praneisco
da Silva Carrico, na rita do Collcgio n.
17, segundo andar,ou cotr. ocapitoMa-
noel .lose Ribeiro.
DIVERSAS PROVINIAS.
Itendinienlodo dia I a (i. .' l.iiMKsls
dem do dik "....... 1924397
a sua retirada, porcm rom termos prnptios de um
jornal da apposiru de um pai/. civilisadoe uiin com
doeslos, insultos etc., ele, que nada Conseguir'
salvo um mo cuuceilo ilos estrangciroi, c o ilesics-
pcilu as autoridades menino cutre n*.
X.
Illm. Sr.A incl.imorphosr di-um pal em un
cemilerio lindiHimo, he nmi prov liomosa lano
dososto e rclinanientn de V. S. romo dn pr 1-
sressu de sua cidade nativa ; por esle motivo
nao liesilei aluuns mc/.es passailos, de pedir a V. S.
o auxilio no iiiidhnramentu do cemilerio britnico*
V. S. leve 1 bondade nflo lomante de mese prestar
com 1 maior c rdhlid.ide.mas nffcreceu-inc lambem
seus valiosus servicus pratuilamenle.
Nao fallei em levar esle fado au conhccinicnln do
mcu governo, e em resp-isla de dala de :il de de-
l*j Oue rilo lie o dinliciro como enlende o meu
incansavel vigario.
Dn corretfonimte.
1l:t93*il.'>
PELA MEiA
DE NO DI v
. 7 DE KEVEREIKO 1, 1836.
Liverpool Barca inlea iitieu, eve, Schramm
Wlutel & Companhia, o ios e i barricas
assucar branca c miicavido. ,
liba de S. Uieoel l'alachopo|: Juei Alfredo*,
.Marques c\ llanos, lOnccM a:.car hranco.
LisbuaBrigue portogoei iilarujl", -Manuel Joa-
quim Ramos c Silva, 10(1 saceos issucar brinco e
inacnailu.
I'ortoBarca pnrlusueza l*'erntli iS Clllro. 810 saeens assucar hrafu B inascavailu.
LivcrneolBarca inglesa elieneviepiiRoilren lloo-
U'i \ Companhia, 3l mullios dida-mb, e Iiaae
Curioi,\ Compinnia, l,lHKirrorf deenoi.
1'hil.iih IphiaBrigne americano u'ioma/. Waltero.
Malheui Ansfin A. Companhia, -50 surcos assu-
i o inauro e muciivade, c 1,21)1) iios lito masca-
vado.
Liverpool Barca imjc/.a nCicnceve, Johnslon
Patef i\ Companhia, 2illl saceos airar mascavado
Uarselhi Brigue frenen Mari ni Eieelman,
Lasscrrc A Cvimpinbil, ''") sacis assucar mas-
cavado.
Slocliolmollrisiic meco nSdperio, N. O. Bieber
8: Companhia, S'itl saceos assuca iranen.
CanalBarca indicia uOiieen, Bar & Lemas, (KI
sacros assucar lira: eo.
SlorkolmoBarc i'ieea "ICIi^abcxii N. O. Bieber &
Compinhia, l,."i(i() couroi salgad
I.ishua Barra pnrlu.-iii'/a Cornil ">i 1'llomazde
Aquino lon-eca c\ Killio, (ai -,i h assucar mas-
ravado.
Barcellona -Polaca beipanbola .\( trida, Arinain
v\- Urjan, ios mecas ilgndo.
CanalBarca insiera uEmilvn, Bl'ca >\ Cailro,
1,201) saceos assiica' mascavado.
portolarra porlucnexi Fernini11 I'1- Bailar c
illivi'ira, lii cuinos seceos, c saceos a-sucar
loanco e miwivado,
BnltimoreBrigue americano lr\ "'' llcnrique
lorsiet A. Companhia, (i 1 saceos mear braneo e
maseivado.
Exportacao .
lueiios-Avres enm escala por Mni video, polaca
hespanboli Promptia, de 280 tone la', condoli
o segninte -20 lilas resmas de pe braneo, t
DE NAVEGACA'O A VAPOR
LUSO-BRASILEIRfl.
Os senlioies
accionistas des-
la companhia
'o convidados
reunirem-se
sevla-feira S
do trrenle,
pelas ', rmras
di larde, nn
Ilao do sabi-
*l?'S-:~J7=,f%p'-*^fi "e'e portu-
- ,,- 5 ^K^"r- nuez ,|c |e.
lora, pira (ral ircm dos inleressos ,|.i mesma com-
panhia. Pernambueo 5 de fevereiro de IS.V>._.i/a-
nocl Pitarte /lodrii/ites, igcnte.
Para o lio Grande do Sul frela-se
um navio da primeira marcha para carresar para o
mesmo porto cima a carm dn brigue inglez lolm
tlalker, capililo N. T. N. ^llliams, arribado a esle
porto ni sua vilgem de Liverpool para o Rio Crande
do Sol, lesalmcnte condemnadu. A carga comiste
de Carvito e inerradorias, pouco mais ou menos 130
loneladli: ns pretendentes drijim-ne en; carta le-
chada, no dia S dn corrente, em casa dos Sr, Mr.
Calmonl Ov Companhia, agentes de l.ovds, na praca
do Corpo Sanio n. II.
Pira o l'orlo a barca Fernanda I sbila un dia
9 do correle me/. : para o resto da rarpa e nasiasei-
ros, Irata-se eom Barroca Si Castro, na roa da Ca-
deia do Itecife n. I, 011 com ,1 rapitAn na praca.
Companhia hrasileira de paquetes de
vapor.
O vapor Paran, commandante 1. I". Borgos, c^-
pera-se dos porlos do norle a 12 do corrente em se-
gnimcnle para os de Maeebi, Babia e Rio 1 para
passageirns, rarga, encommendas e dinlieiro a frele.
liaia-i- na agencia, ra do Trapiche 11. SO, segunda
andar.
N. 11. O dia de chegada do vapor lio u marcado
par -c receber volumes siijeilos ,1 despacha, c o da
saluda para pissageiros e dinheiros at as horas da
expediente.
Pira l.isiioa o veleiro c bonito hriuue porlu-
gnez "Soneranuii, llllir no dia 20 do correle ;
quem qntzcr carregiro rcilo di carga ou ir de pas-
sigom, ilinja-se aos seos consignatarios Francisco
Severiauo Rabcllo k\ lilhu, no largo di Assemhla.
PARA A BAHA
sabe imprelcrivelmenle no dia 10 do crrenle o hia-
to brasileo iiAmelia ; para u resto da carga, Ira-
la-se rom n --en ronsi::i,alar. 1 Vntonio l.uz de Oli-
veira Azevedc, iui PARA A BAHA
pielenilc sahir rom muila brevidade a veleira suma-
ca hrasileira llnrtenrn ; ja lem parte do seu rar-
regimenlo prompta : para o resto e piengliroi,
Irala-se com o seu consignatario Auluniu l.uiz de
Oliveira Azeveilo, ra da Cruz n. 1.
A salera iVoea SnblU, chesada hontem do Rio
le Janeiru, e em sesuida para o Porto com a maior
parla de sen carrecainento, pretende sahir 110 dia H
00 corrente imprelcrivelmenle : para o reslo da
carga na pamigeiros, para o que lem encllenles
rommodiwi pmtem os pretendentes diri^ir-sc ao ca-
pitn da mesma Vicenta Jos Goncalves de Snu7a,
na praca do commercio.
Para o Aracalv sesue no dia 10 do mezcorren-
10 o hule Crrelo do .Surte ainda pude receber
leumacarga: a tratar com CaalanoCyriaeodaC.
H., ao lado do Corpo Santo n. 23.
ieUoci^.
O agenta Borji fin leilao em seu armazem,
na ra do (.olle-m n. 15, de um cmplelo sorlimen-
lo de obras dewnarcineria novas c usadas, algumas
obras de ouro e prala, reoslos para nlgibhra, ricos
quadrosde moldura dourada com eiceilenlcs eatam-
pas, vasos linissimos para enfeiles de sala, apparc-
IIOS de louca lina decores para sobremesa, ptimas
linternas de vidro, quinquilleras diversas, urna
srande porcao dc charulos linos da Baha, e onlros
inultos ohiectos que fra imposivel mencionar,
os quacs se acharan palenles no mesmo mmazem :
sexta-feira,_ 8.lo corrente, as II horas em ponto:
bem cornil jll sacras cun familia.
SfiSoi; S5Mi)erioi5.
Knsio do engenho Comportas, na ireguezil de
Munbeca, um eabrinbi de nome Joilu, rom us si-,
naos wgulntes : cabrea redonda, cabellos pesados,
olhos moilos. bem feito du corpo, tem marcas de
acoiles nas costas do lempo em que fui do sertao ;
levuu camisa dc riscado de llgodSO azul c calca de
a/.ulao ; eiicaminhoii-se para n'engcnbn Rccrei on-
de fui pegado, c luriiuu-se a evadir par as bandas
Ju engenho Conceicjta : quem o apprehender leve-o
ao dito ensenho. nu a ra da Cadeia, no esenptorio
de Josc Joaquim de Miranda, qoe sera recompen-
sado.
>
l tOXSILTORIO HOMIEOPA- %
TI1IC0 %
DA COMARCA DO CABO.
,V engenho Martapagipe
Gratis para os pobres.)
-.....nl .1- ^:___ .. ...... r >
a
--;
0
Manuel de Siqneira Cavifcanli, prufessor
B hoineup.tiha, cuntinna a dar consultas todos 9
q> jostel
O cseriptiirario da Companhia c
BeberibeiHarcolino lose Pupe, ainda con-
tinua a agenciar a compra c venda de
apoliceirda mesiiiu companhia, mediante
nina peuuena gi-alicai-ao: as pessoas
(pese (piizerem ulilisar de sett prest i mo
podem dirgir-se a rita Nova n. 7, 110
escrptorio da mesma. das S horas as 5
da larde.
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Aeliam-se a venda os novos liilheles da
lotera ."!) do Monte pi Geral, que dfevia
correr de I a I- de fevereiro correrte.
Amonio Atatunes Lobo faz sciento) ao
respeitvel publico, e particularmeVite
aos seus freguezes nue tem transferido
sua loja de chapeos da rita da Madre de
Dos n. .". para a ra da Cadeia n. 80,
junto ao arco da Conceieao, onde o en-
conlrarao sempre prvido dos melhores
sorlimcntosde chapeos.
Como assignalai os da pclicao inde-
rerada a sabia directora do Gabinete
Portugus de Leitura, cumpre-nos agra-
lecer-lhe o bom jui/.orpie (le nos lizeram
no seu Ilustrado despacho, asseverando-
Ihes rjue ainda li/.eram pouco, visto a in-
discricao que livemos em dar nossos vo-
to a pessoas to Ilustradas.Jos Jon.
fpiim l)as Fernandes.Francisco Perci-
ra da Silva.
Precisante de urna ama que lenha
bom hile eseja sadia, para criar um me-
nino dc poneos mezes, c se gialilicara'
com a quantia de. 10^000 a quem a levar
ao aterro da lioa-Vista 11. ."!).
Xa ra do Trapiche n. .", csctiplo-
rodcNovaes&C.,lia cartas paraos sc-
nhores Antonio .lose' Hibeiro Guimaraes;
Sebastiao Jos de Souza, .lose Joaquim
Rodrigues Lop., Joveniano d'Amantino
Alves de Lima c Francisco de Paula Ca-
valcanli de Albitqiicique Mello.
IRMANDADE 1)0 DIVINO ESPIRITO
SAMO DE SAN-FRANCISCO.
O secretario dessa rmandade autori-
sado pela mesma, convida a lodos os seus
charissimos raos, para amanhaa as i
lunas da larde, acharein-se reunidos no
mesmo convento, alim de eticorpotados
acniipanharem a procissaoda Irasladaeio
das imagen de San-SebasSo e de Nossa
Senhora, que lem de sabir da igreja
do Liiramciilo pfra a de Santa-Cruz, o
mesmo secretario pede aos seus rmaos,
que nao deixem de comparecer para
acompanhar esse acto, que nao nos de-
vemosescusar, visto termos sido convida-
dos pela rmandade de NoSM Senhora da
Soledade.
Na estrada de Jo.io de Carros, no silio do alfe-
res Assumpcfm, precisa-ie alnsar pnr me/, um (Bra-
vo vclho, ou oulra qualquer pessoa forra ou capti-
va, para paitorar vaceas ; di-so casa para morar e
paga-te bem : quem esliver nestas circumstancias e
quier, dirija-se ao mesmo sitio, ou annnncie para
ser prncurailo.
-Magam-sp crnicas para o servico das rus, e
pasam-sc a Xs diario ; bem como Irabalhadores a
HOO r-, : a quem Ihe eonvier, dirija-si- a ra de San-
io Amaro, labrado de um andar.
No |.- do mes protimo passado desappareceu
a escrava crioola, ile nome Tlioinaiia, com nsn-
guintei iit;naea : estatura h.iiti, cr fula, denles li-
mados e ns dedos dos p-s turtos para dentro ; acha-
se proyavlmcnte rafuciaila em algum destes Inga-
res : Cacliocira, Tabilinga on Arandepe, por seus
inligos senhores Flix Jos \imeodes e I). Anua
Miria Cathirina de Sena ah serem muradores, nade
I mesma escrava lem lilhos ; qual foi ltimamen-
te nesla prava vendida a Fructuoso Jos Pereira Hu-
ir pelo corrector de escravos Jos Estoves do Nas-
cmeulo : aqoem quer, portanto, que iutercssa ap-
prehendc-la, levando a Soledade n. J, se recom-
pensar com generosidade.
Atten(;;io.
t> ahaiiii assimiailo, leudo de fa/cr urna viasem
para I.ishua. rosa encareciilameiile aos seus fresuo-
zes de saldar suas contal al o lim do corrente me/,
no seu eslabelecimenlo, nos qnatrn cantos da Boa-
Villa. Florencio Harllmdi Silva llorses.
Auaentou-M di fabrica de siliau um escravo
ile nome Frederlco, erioulo, etlalnra alta, rosto eom-
prido, barba cerrada, cor mnilo prel, falla muito
rorrcnlc : rogaie i quem o ipprebender leve-o a
mencionada fabrica, que sen recompensado.
l'recha-se de urna ama para caa eslranseira ;
na ra ila Aurora n. 58, primeiro indar.
Precisa-se de urna ama de leite. forra ou livre.
sem lilho. e que lenha bom e bailante leiie -. acra-
lando a sua conduela snr.i hem pasa ah-nv do hom
Iralamenlo a q-ie lem direilo: no l'ocn da l'anella.
casa da residencia dodesembirgidor Custodio M. da
S. (iuimaraes.
' l'l BI.ICACAO I.1TTERARIA.
lis aponlinicnlos jurdicos sobre as protararuesl
extrajo liciacs dn hachirel Jos,- Maria di l'riiuade
icham-sc a venda na livraria rlassira dn pateo du '
Collecio n. 1, per J- rada cxcmpiai broebapo, c I-
cucadei nado.
A mesa regedora da imperial capella nal Estan-
cia, me nrdenou que particpame i lodos os levlos '
residenle no referido limar c mais arredoris, que
no ilia '.1 do crrenle, pelas 7 horas da noite,1 oslar
a igreja iberia para arluraco i Sanlissima Viraem
Senhora pela sua Annmpco, seja a nussa advocada
di epidemia reinante nesti praca entao nas rjuarlas
e iibbldoi e'lar.i aliarla para os devotos enlolrcm o
ante terco c lambem a magom da Scnliniji des-
cera ilu altar para o cruzeiro; aproveilamos a occa-
siao para convidar a lodos us mesarios para o Ilia 10
leste me/, se acharan no consistorio as !l bolas do
dia para numeacao dos novos elcitos, como njainli
o iiosso regiment.O eterivao iciu.-l.
Juan Silvestre Francisco dc Mello.
MF.CHAMCA APPLICADA E 0I.0SSAR1O
DAS MACHINAS DE VAPOR.
Prospecto.
.Nos paiies em que a mechanica contribne com os
seus incalculaveis recursos para o desenvolvimenlo
da industria, encontram-se numerlas collecces
de tratados especiaes de mechanica, nos quaes se
prodigilin as rlasses operaras os conhecimenlos e-
lemenlarcs desla sciencia nas suas applicacea fre-
quentes. Esscs Irttadn, resumidas, eminentemente
priticos, e cscellenles, como sejim escrptos em
lingua' cslrangeiras, de nenlium proveito s3o no
Urasil porque nao podem ser estudadoa pelas clas-
MH a que sao nflerecidos.
Entro mis ha o ensino da mechanica, mas be como
Mo eiislisie. Concenlra-se o estudo desti seiencia
nos individuos que recebem urna instruccan snne-
nor o especial ; mas fcando sempre os*operarios
limitados ao circulo do aprendizado edi rotini, da
qual se Ho querem apartar pela forja do habito,
nem quando o quizessem, o poderiam porque para
issn Ibes fallara principios, aqoi resulti como que
a ineflicacia do esludo superior; porqoe M bomens
porressionaes nao enconlam cooperajao basUnte,
onde i deveriam achar, isto he, oaquelles a quem
conham a cxecuc.lo de seus planos.
Entedemos pois que presUramos tal qual semejo
ao nossa pai/, escrevendo para as classe operaras
, nm tralado elementar de njirnanfni applicada, o
primeiro que apparece em lingoa portosueza, es-
forcando-uos por simplifica-lo eresumi-lo. de forma
que nao licasse iniulelligivel para aquelles a quem
he dedicado, nem escedesse as posses de cada um.
Em qualquer circunstancia sera bem cabida urna
puhln-acan desta nalureza, mas lorna-se summa-
mcnle opporluna na aclualidade. porque he como
a ronlinuacao do ensino que recebem os operarios
; na academia das bellas artes e no arsenal de raari-
; nha do Rio do Janeiro, onde corsam cadeiras de de-
senlio geomtrico ede ornatos, e de matemticas e-
; lementares.
Eis de que materias nos oceupamos nesse volume :
Nnccs c principios de mechanica, desenvolvi-
i metilo das Icis que resem as machinas simples ;
| comprehendendo as machinas de elevar i agua, a
prensa hvdranlica, ele. ele.
! Translormaces de movimenlo.
Clenlas relativos as rodas dentadis.
Resiilencia dos materiaes, muros de construci;ao.
Propriedades physicas de vapor.
.Machinas de vapor.
Supplemento.
Especialmente dedicado aos ofciaes de marinha,
e aos ronstruclores ; applicacilo da mechanica aos
clculos hxdrostaticosdo navio, deslocamento d'igoa,
centrudt carena, metacentro, centro de gravidade
do sistema, centro vlico, experiencias sobre a es-
tabilulade.
"e-
dos
Contamos com a itululsencia do publico, masd
vemos rontac principalmente com a benevolencia d
i qoe so/amdesse estudo superior, e jolgam qoe he
do proprio inleresse que se popularisem couheci-
meiitos (o indispensaveis a eiecncflo intelligente de
lodos us prujectos dependentes da mechanica.
A pos o tratado de mechanica tencionamos publi-
car um glosiario das machinas dejvapor nas lingnas
portusue/a trinceu e ingleza. que j temos ela-
borado e prnmptn para a mpressito. Soh cada vo-
cabnlo contero-m umi e ria, de modo que cada artigo pode ser lidode per si, e
o volume forma como um lodo independente, e que
nos paree poder ser consultado com proveito na
leilura dc obras relativas a machinas de marinha,
escripias em qualquer dos referidos idioma. O dito
glosurio he precedido de : Inslrncc,es genes sobre '
a maneira de eondnlr e colreter as machinas de
vapor na navegic.3o ; de instrucc.oes sobre o com-
boilivel, >ua c.-rniiia, etc.'etc.
Pars ,1 de Janeiro 186. J.-C.de Sooza Ma-
chado le lente de armada. Engenheiro naval.
Rosa-se a pessoa a qual endereramos esla lista,
de a remeller com a su.i assignatura, e asdaspes-,
soas de seu conhecimento que quizerem contribuir
para a publicacao de IHo importantes obras, a aaber :
\o fm de Janeiro, Ao Illm. Sr. Sabino Eloi
Pessoa, Director da Bibliotheca di marinha:)
Pernambuco; ao Senhor Jesc Antonio de Souza
.Machado ra do Trapixe, n. 17 ra da Cadeia do
Rccife n. ,"i^ :l andar P. S. Escrever o nome e mora-
dana rasa correspcndenle, e o algarismo indicado o
numero de ejemplares' na casa da obn que se is-
ligna.
Preco da Mechanica, nn Brazil.....*EjM*k
Em I-ranea (i francos Preco. ... do Clossaria. no
Brasil ijjOOO em Fronrja 10 francos.
L ma lista dos Srs. assignanles iccompanhafa ca-
da-obra.
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas bara-
tas, ra do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazendas, finas e grossas, por
piceos maisbaixos do que cm ent-
ila qualquer parte, tanto em por-
eocs, como a retnllio, aflanraiido-
se aos compradores um s preco
para todos : este estabelecimento
aluio-se de comblnacao com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, Irancezas, allemaas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem vendido, epor
sto olferecendo elle maiores van-
tagens do que ouo qualquer ; o
proprietario deste importante es-
i tabelecimento convida* a'todos os
I*seus patricios, e ao publico em ge-
j ral, para que venbam (a' bem dos
i seus nleresseS) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
Collegio n. 2, de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
Precisa-se de urna ama para ca-- de ponca fa"
milia, preferindo-se urna mulher idosa ; paga-se
bem : qnem esliver nestas circumstancias, dirija-se
a ra do Encantamento n. 5.
Xa distilaco da praia dc Sania Rita retallia-sc
alcuol ile 10 eraos, ,- garrafas, ;a 3-20) cm quanto du-
rar a epidemia, c fornecc-se grals s passoas pobres
da freguezia, ja canforado.
. FREGUEZIA DE S. JOS'
Se alguma senhora possttida das sublimes vrtades
chriaUM qui/er por caridade encarregar-se da fac-
tura de *Isuma roupa destinada a soccorro da pobre-
za, queda mandar indicar sua morada ao memoro
da commissao dc Beneficencia, encarregado desle
misler, na casa junio a distilaca) di praia de Santa
Rita.
A mesa regedora da rmandade de N. S. da So-
ledade, erecta na isreja do l.ivramento, declara que
boje lera lugar a condcelo das imazens para igreja
de Sania Cruz, onde lem de Picar depositadas al que
exmela a epidemia, possam vollar em solemne pro-
csi.lo para asna igreja, sendo que a mesma cunduc-
C.lo ser pelas ras seguinles: ao sahir da igieja pra-
cinha do l.ivramento, Queimado, praca da Indepen-
dencia, Cabus. Nova, ponte, em seaumento, aterro
da Boa-Vista, Praca, AraeJIo, recolhe-se na igreja :
roga-se aos dones dos eslabelerimentos deseas ruis,
por onde tem de passar, queiram, attendendo o lim
da mesma condacc.lo, fechir os mesmos fibeleci-
menlus durante ella.
Respondc-se ao annuncio inserto no Diario
de Pernambueo sobre falta que tem havido d'igni
na cidiJe de Olinda, conduzida daqni em canuas,
publicado no Diario de Pernambuco di hnnlein. nAo
caber ao Sr. inspector do arsenal de marinha qual-
quer advertencia a respeilo, visto nao estirasen
cargo mandar fazer para all o fornecimenlo desse
objecto.
Paga-se com a maiur generosidade a urna mu-
lher forra on escrava, que sirva a urna familia de :!
pessoas, urna das quaes esta doenle : quem quizer,
drijl-ta i ra de S. Gonzalo n....
Xa ra deS. (ioncalo n.... casa terrea, precisa
se ile urna mulher forra on captiva para o serviro
mil-! ni- c externo de urna casa dc pouca familia";
pnga-se a contento.
. Sr. JoHo Paulo Comes de Paiva tari favor
dirigir-se a ra Imperial n. 6i, casa do major Anto-
nio da Silva Gusmjo, para receber urna encoramen-
da que Veio do Par.
us ibaiio assignados fa/emns cenle ao pu-
blico c principalmente ao cnmmerrio, que dssolvc-
mosamigavclmcnte a sociedade que tinliamos na lo-
ja do iiiiude/as sila na na larga do Rosario n. ,'IS
ruin a hrina de Barros ft Irm.io, licandu responsavcl
pelo activo e pastivo o socio Manoel Geaealva Bar-
ros, c (csuncrado Joaquim Josc ile Barros e Silva.
Recite S dc fevereiro ile 1836. Manoel Goncalves
Barros. Joaquim Jota de Barros e Silva.
Precisa-se de urna ama de leite para lomar
cotila de ama crlmca res.-em-nascida : na ra dn
\ igario n. 1N, segundo andar.
#SSMM liii
S ^e':'Sestcal'"as- pediasdemai-- J
sW more para mesas, papel de peso 9
Sn inglez, papel de embrulbo, oleo *i$)
Cf3) ''>' linhaca em botijas, chicotes (j?)
') pata carro, pianos de armario, (A
^ lo.....i brira de vclla, cemento rr> (.
fA mano, armamento de todas as 2
$1 qualidades, cilios de linho e dc ;
9 m:\nillia, |ii\e da Suecia, cbam-.W
W pague e xinlios linos do Renko :
^ vendem-se no armazem de. C. J (^
'$) Asllex x\ C., ra da Cadeia n. 21. fj*
A peoc que achar-se liabilitada para feilon-
nr a escravos em nm silio, procure o litio da Estan-
cia do I,tquiu, que achara car, quem tratar enndi-
i.'-es e presos.

II
l\ /I
A k\ \mfmT\W



DIARIO DE KRMIUCO StXTA Flu 8 di FAVEREERO DE 1856
Tcrceira cdfyao.
TRATAMEJTO HOIOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO
ou inslrucr.,'to au pov., parase pe
CHOLERA-MORBUS.
PELOS DRS
KlaeB: JaH3 .1/%.V1
lela enfermidade, administran.!
remedio mameflicizes
Offerereni-se doui m......brasileiros para cai-
seiros, un para loja de blenda* mi miudezas, e 011-
Iro paca taberna, sendo mn do 19 anuos e oulto de
I i : na ra do Aradlo n. i.">.
t.rn eaixriro que ainda osla arruinado, des-
llelo sabir por circumslancias. nao o quer fazer soin
adiar OOlra arrumarao ; por isso qucm precisar an-
huncie por esta follia para sor procurado.
I'reris.io de ama ama de leilo, forra ou cap-
tiva, pasa-so lii,? por me/. : na roa da malriz da
Boa-Visla n. 7.
lnslihi
ara cura-l< iiidapeudcnlo desle> no lugares
A. LOBO MOSCOZO.
o pela sua simples e concisa expesi-
para atalha-la, emquaiilo s<-reconi.io medico,nu niesm.
em que nao os lia.
TRADUZIDO EM PORTUGUEZ PELO 1)15. P
Estes dous opsculos conten as indieaces mais claras e precisa
rao estao alcance de lodas as inlclliccncias, naos pelo qu ilii respeito aosjneios curalivos.eomo prin-
cipalmente ave preservativos que lemdadn os inais satisfactorios resultados em loda a parle em que
elles lern sido pos los cu pratlca.
Sendo o Iralainenlo hnmeopalhico o nico que lem dado grandes resultados nocuralivn desla lioru-
vel enfermidade, julcamos a proposito traduzir reste* dons impon.mies opsculos em Inicua venan-
la, para desl'arle facililar a sua loilnra a queni imioic o franccT.
Vende-se unicainenle no Conaultoriodo traductor, rna Nov n. 5, por 2^000. Vendem-se tambem
os medicamentos precisos c boticas de J tubos com um frasco do lindura 15$, un. i lila de *30 tubos rirnir
ivro e i frascos de tintura rs. :5cO00.
Mas-a adamantina. ,
He feralmente reconhecida a evcellcncia desta
prepararlo para chumbar denles, porque seus resul- <
tadus senipre felizes sao j do dominio do publico. ,
Sebastiao Jos de Oliveira faz oso dcsta preciosa |
massa, para o Um indicado, e as pessoas que quizc- i
Noirueira
Jos Noguairi de Soma
rem honra-lo dispoudo de tea serviros, podem pro- ; ciicadern.-icao da ra do Collegio pai
cura-lo na ^travessa
beiro.
do Vicario n. 1, loja de bar-
inudou sua ollicina de
a a roa d Cres-
po conlroiite ai> arco de Santo Antonio, edificio do
Sr. commeiulador Magalhaes Bastos.
\ogueira
Jos Kogneira de Souza tem a sali-fac.in de anuon-
i |\ i i'in | i. l)l)ii\|-ill ciar ao re-peilavel publico, que abfio um novo ela-
li I Mift UV IllWtl'l.iV. I belcciinenlo de livios c mais objeclos leiidenles ao
( cautelisla Salusliano deAqoino Kerreira lomou i ""i?:."! ^AL^VSi "''^"'V1'.' ar?. *$-
a rcsolucAo de vender us seus bilhetes e cautelas a
: .1. JANE, DENTISTA, S
9 contina a residir na ra .Nova u. ID, prime!- O
Q ro andar. $
pessoas qiic cumpram para negocio, sondo a qtiautia
de IIKI3 para cima, dinbeiro a vila, pelos procos
abaixo nolados. na ra ito Trapiche n. MI, segundo
andar, em qnaiito exishr o plano acloal de .MMI
bilhetes na importancia de 24:000$, iic.udo esles
presos uries. Elles sao pacos sem o descont de
oito por cenlo da le nos tres primeirus premios
Standes.
Bilhetes
Ifaioa
Tercos
(Ruarlos
pululos
I hlavos
Decimos
Vigsimos
tfefiOO
2*300
1S>W
1li80
15:160
840
080
360
licccbe por ioteiro
(i:000>000
3:IKHfc0U0
0005100
1:501 Olio
IriOOjOOO
ToOSOOO
6009000
3005000
O cautelisla
SabuHano di quino l'crreira.
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTRAH1DO DE RUOFF E BOEN-
NINGHAUSEN E OUTIOS,
c posto em ordein alphabelica, rom a descripro
abreviada de lodas as molestias, a indicaran physjo-
logica e Iherapcutica de lodos os medicamentos bo-
meopalhicos, scu lempo de acc.lo e concordancia,
seguido de um diccionario da signilicacAo do lodos
os termos de medicina c cirurgia, t poslo ao alcance
das pessoas do povo, pelo
DR. A. J. DE MELLO MORAES.
Os Sis. issisnanles poden, mandar buscaron scu
exeroplarcs, assimeomo quem quizer com pr.tr.
KXU DE LATS.
to Antonio, edilicio doSr. comniendadnr Magalhaes
bastos, onde espera receber a prolecc.lo de seus
tregeles e amigos, e do publico em garal como al
boje.
Precisa-se alosar para o serico de una fami-
lia inijlc/a, una prela que s.iiba lavar, angommar c
coser : na ra do l'rapiclie Novo n. 10.
Tendo urna senhora casada de se retirar desta
para a cidade da Parahiba, precisa de urna ama sec-
ca inleirameiile capaz, ,a queni se dar boin paga-
mento), que se quelra prestar a acompanba-U ale
aquella cidade, alim de rutilar de una crianza de
1 auno didade, e dado o caso ile n,)o querer al I i fi-
car, sera para aqui i ecoiidu/.ida : quem a issn se su-
jeitar, pude dirigir-te ao pateo da raalrix de Santo
Antonio, casa de I andar n. .
No paleo da malriz de Santo Antonio, casa de
I andar n. _', precisa-se de um homem ou inesmo
de urna niuthrr, que se queira prestar na actual qua-
dra ao scivicn de eiilermeiro. c se liver pralica dis-
so, lano mcllior ; fazem-se boas yntaseos, o quemj
quizer pode dirigir-sc a mencionada casa.
0 Dr.Ribeiro, medico pela loiver
sidade de Cambridge, continua a residir
na ra da Cruz n. lo.
Precisa-se de um Irab.dhador i|ue emenda do
scr\iro de relinarilo, forro ou cscravo : na ruada
Concordia n. 8.
CCdO pumita elciiH'iitai".
Acba-sn cm exerricio a seminda e-cola da fregae-
zia da Boa-Villa, na ra Vellia n. ^
TROCA NO MNIBUS.
Ouem levon por engao nina caira do briill ver-
do claro, ikio lavada,einbrulhafla em un numere do
Tempo, pule entregar ao bidieirn Jacob voltio, mi IM
ra Nova n.5, segundo audar, que sera agradecido,
Suinio-se no da lerca-feira, 39 do passadoinez
para o amanheeer rio itia' quarla-feira, mu qnart.io
) caslaiiho, grande, capado, sem slgnaes Brguns, com
o ferro na perua direila, eon a canda almelada com
dous aunis, idsde de 7 a Sannos, viudo no coinbov
do Kecife para o cncrnlio das Mallas : rnga-se a
quemo liver adiado o mande enlresar oeste en^'c-
iiho que se uratilicar, nu annuncie pelo Diario.
l-'usio do encuho do abaixo aisignado, no dia
17 ile Janeiro do correte, um mualo por nume Je-
roitNiuo, Idade de 22 anuos, de boa cor, baiso, uros-
so, principiando a barbar, he oflicial de aipaleiro ;
levou iiiiuj pega de ferro la perua ; lev.mi um ea-
vallo rozilbo novo, idade (i aunos. bem passeiro, r-
bano, leudo a orelha dtreita mais balsa, rom ferro ;
quem o pegar ou delle liver noticia, dirija-se ao
eugenho das Maltas, que ser bem rerompensado.
Antonio de Paula Souza l.co.
aag-#<
W Jos Anarleto da Silva, hem ronheridu 5;
9 dentista c sangrador, anuunria ao publico S
i* desta cidade, que se arha ile novo no exerri- ;.;
(t rio de sua prostao,, na ra da timbea do ;j
Carmo n. -Jo, onde pode ser procurado a lo- S$
K da e qualquer hora do dia ou da nnile: ;
A fabrica He (amneos
da Boa-Vista n.
ess'?3Ksas:js-@a3@@32f
3 O l)r. Eiras, leudo acoinpanhadii a epide-
9 mia do chulera-morhus na corle, ja' como $
membn da comniiss.io da fresue/ia do San- 0
lissimo Sacramento, e ja' romo um dos medi- g
jB eos da enfermara particular da mesma fre- fl{
S; gaezia, offereceaos seos comprovinciano! os ss
,~ serviros ile ua profissao. durante o tempo @
S de sin demora nesla capital, a que un S*
grande dever o cliamou. I'az a sua residen- 5
.l M.tl
de
(i.
la mancos.
>i ecisa dcoflieiacs ile
O padre Vicente Ferrcr de Albuciucr- Sia n4 J10?1^ ??* defronle da do Mtm. .
, 1 1 .- S ^r. AnlonioJose liomes do l.orreio. .Na ci- A
@ dad, pode ser procurado nos dias uteis, al $
S as :i huras da larde, na ra do Oueimado II. 3
^ 7, primeiro andar. .-*
Grande panora-
ma diorama.
RtfA DO CRESPO N. 1
Io ANDAR.
O propiietano deslc panorama avisa ao publico,
que domingo ;l do correle lem ilc apreseutar as no-
vas, vistas abaixo declaradas, squaes s ser.lo mu-
dadas no domingo segoinle. Esias vistas realmente
sao inuilissimo lindas, e por isso o propnctaiio es-
pera que todos se agraden, de mesma forma ou mais
.1111.1... do que se lem a.^radadu das que lecro apre-
sentado. A entrada "c cada pessoa he 500 rs., c as
criauras ale a idade de 8 anuos pertenrenles as fa-
milias que lenlian de honrar, esle eslabclecimento.
(eem enlrada gratis.
Os martvrcs da fe de Jess Clirisio.
que contina com sua aula delatim, do
dia 2 dejaneiro cm diante, pela mesma
maneira e sol) as condieOes ja' anntin-
eiadas.
PURLICACAO' LITTERARIA.
Repertorio juridico.
Ksla puldicarao ser sem duvida de nlilidadc ao
principiantes que se quizercm dedicar ao oxercicio
do foro, pois nella encoiilrar.ln por ordem alphabe-
lica as principaes e mais frequentcs oceurrencias ci-
vis, orplianolajica, commerciaes eerclesiasticasdo
nosso foro, com as remisses das ordenaroes, leis,
avisos e rceolamenlos por que se reec o ltras.il, e
bem assim resolucoes dos Praxistas ulicos o moder-
Ito* cm quo se liniiam. Couliii scoielliallternoiilc
as decisocs das quesles sobre sizas, sellos, vethose
iiovos direilos c dcimas, sem o traballio de recorrer
rollecro de nnssas leis e avisos avulsos. Consta-
r le dous volumes cm oilavn, srande francoz, eo
primeiro sabio luze esl venda por 8-5 na loja de
livrosn. ti e 8 da prsca da Independencia.
LOTERAS da provincia.
O cautelista Salustiano
de Aquino Ferr ira
993-S}J!i9S>
?5 Francisco Icnacio de lorres llandeira.es- 5t
rrivilo do juizo especial do commercio desla jt
capital, lem .iberioo sen esrriplorio na ra
eslreila do losario, no primeiro andar do so- ;';
brado n. |:t. e ahi pide ser procurado nos f
9 dias nteis, das !l horas da manlia, s i da t
larde. j,.
-95
A enmmissao de benencencia da freguezia de
S. I''r. Pedro Concalvcs convida a todas as,pessoas
que quizercm voluntariamente suhscrever para o
soecorro dos infelizes necessilados que por ventura
forem acconmiellidos da epidemia que nos ameaca,
e que ja vai devastando diversos pontos da provincia,
para que se dirijan) ao respectivo thesoureiru o Sr.
Manocl lioncalVM da Silva, que podera receber
aquillo rom que cada um quizar conenrrer. Iterife
l de feverciro de IS.it.padre Francisco Jos 'lava-
res da Gama, Antonio Joaquim de Mnraes e Silva,
o arcediano vicario Placido Antonio da Silva Sanios,
Jos Joaquim de Oliveira, Manocl (ioncalves da
Silva.
Jos Jacinlhn Pavo relira-se para Portugal,
levando em sua companhi.i sua senhora I). Mari.i
Epbigenia de Araojo Pavio, e una criada crioula,
] livre, de norne Joanna Rila da Trlidade, e dcixa
| como sen primeiro procurador sen primo Jos l'crei-
ra Pavo ; como secundo .Manuel tlmirle v'ieira, e
romo lerceiro Jos Slaria da Cosa Carvalho.
Nos abaivo assigoadas, leudo perdido urna lel-
Ira de JoAo l'eruaniles Prenle Yiauna da ipianlia
de rs. ltUI.^'120 aceita boje a 5 me/es, declaramos
Bear de neiihuiii (Helio dita lellra, nao so por j es-
lar o aceitante prevenido, e prninplo a enlreaar-nos
mitra de icual valor, como lambein por nao oslar
por mis assignada, c por issi de nenhuiii valor para
qualquer oulra pessoa qu'e liver acbado-a, Kecife
(i de feverciro de I8C.CaslellSo & Vieira.
Antonio |;ranrisco Alves, morador na cidade
de Sobral da provincia do Cear, pndeu nina rarla
de iirdeus de Trajano Jos Cavakanli contra JoSe
Jov i'e Carvalho Moraes, da quanlia de 1003 ; pe-
de-se, porlanlO, a quem adiar dila ordein, de eulrc-
car na ra do Queimado. loja de feracens do Jos
llodiiciies, visloque o Sr. Moraes csia prevenido
para nao papar.
lolliiiias
PARA 0 CBRENLE ANNO.
Folhinhas de algibeira coniendo o al-
manak administrativo, nnercantil c in-
dustrial desta provincia, laJbella dosdirei-
tos parocliiaes, resumo das imposto* ge-
raes, provinciacs e intinfrcipaes, extracto
dcalgumas posturas, pTOVidcncias sobre
incendios, entrudo, mascaras, rcmiterio,
tabella de feriados, rresumo dos rendi-
menlos e exportaran da provincia, pur
500 rs. cada urna; ditas de porta a I (id;
ditas ccclcsiasticasoil sa deS. Tito a400rt^is: nalivraria n. 0
e 8, daprara da liidi'pendeneia.
Veudc-se hoje, lima lamosa mesa de
escrever demadeira, jurema, com ditas
gavetas ( um mpen-'liavel segredo, que
so se mostrara' a(p3Cin a comprar, depois
de eflccluadaa coropra ; tambem se ven-
derao alguns li'nst asmis, da mesma ma-
deira jurema, como sejam: um sola",
urna mesa redonda, dous consolos, urna
boa mesa de janijir rom duas gavetas,
nina cama de atinacao, um Iteren, um
bonito toucador, isadeiras communs c de
braco, urna maiY|ueza ( mais alguraas
bancas que server) para o interior ou sa-
la de jantar, etc. Estes trastes vendem-
si separadamente ou por junio, e tor-
uam-se recommimdaveis pela exceden-
cia da madeira : advertindo-se qne todo
o ncgoeio iiue SO nouver de fa/.er lie ho-
je, pois ipic do contrario embarcar-se-
lio amanliaa : .a ra Mella n. .").
Vendem-se wc- 1 com feiio hranro, ni nial i-
nhn e ira.Iiiilui ; na li ivessa da Madre de lieos, ar-
mazein n. 15.
Vende-so DnufMgrinha muilo bonita : para
tratar, das 8 at II liJr'ls da inanliaa, na ra da San-
ta Ouz n. :18. i
Va roa esUei do Rosarlo n. II, deposito,
veude-se dircionari latino, 1 lellecbl, a obla de Vr-
enlo completa, i I abula, I grammalica por Pcrei-
ra, I svnlaxe, I me hodo de clarinela, ludo por pre-
ru rommodo.
RA i'
em frascos, checad
boa, e de milito
Crespo n. 7.
Veude-9e a dlecco do Diario desde o anno
de IK"d ale o prese lo roa das Trincheiras n.:l(>.
-Milito superior e barato.
Vendem-se sarca com inilho minio novo, pelo di-
minuto preco de :l cada una : na ra da Cadeia do
Kecife ii. I.
Vende-se oro'"oalo de Idade de h anuos: na
ra Nova n. 39, pr' neiro andar.
Vende-se un uom cavnllo alaso muilo manso
e raslrado, a.ida de udo, c tambem vende-se arreia-
do. ellun de. horai-a e estribos de melal principe :
para ver e tratar. Uento Jos i'creira, na ra
das llores, cun rot'eira de carros.
TA1.WS DE FERRO.
Na fundir1' d Aurora em Santo
Amaro, e tanjbim no DEPOSITO na
na do Brum I "
te do Arsenal
DE LISBOA
pelo ultimo navio viada de l,is-
iperior qualida.le: na ra do
Vendem-se ni roa da Soledade, casa envidra-
c.kI.i ii. di, baccllos parreiras de muilo boa qua-
lidadede uva muscatel de cheiro, e por preco em
ronla.
Cobertores deJSa,
os melhore, e maisenrorpados que ha no mercado :
vendem-se na ra do Crespo d. II, loja de A. I..
Sanios ,\ Kolim.
Vinlio do Porto superior
Chamico. *
Vende-se nicamente na ruadla Cadeia dn Iterife
n. i, aiin.i/ein de Barroca i\ Castro.
Vende-M a/eile de col/o em bojlias, pelo pre-
co de l.-ili;Oc,ida botija : na ra da Cruz n. 22.
Cal tle Lisboa barata.
Para fechar emitas vendem-se barril com cal de
Lisboa, pelo ditninulo pirro de :1>2IMI. assim com,,
ha nina porrio da dita ral sulla, nplima para raiar
pelo *cii brillianlismo e doraco, ,. enche-se nina
barrica que leuda sido de |bacalhao por :ij: na ra
ila Cadeia do Itecife n. 50.
SAPATOS DE BURRACHA.
No aterro da Roa-Vista defronle da lionera n. 11,
ha chocado um grande sorlimenlo de sapatos de bur-
eo Vi muiio proprios para a estacan prsenle, lano
para bornea como para senhora, meninos e meni-
nas ; assim como calcados (ranre/cs e de Nanles, e
doAracalyde lodas as qualidades, por preco muilo
commodo, a Iroco de sedlas velhas.
Relogios patente inglez:
venilenj-s no armazem de Rnslrotl Hooker v Com-
panliia, esquina do lario do Corpo aillo n. 8.
Vende-se aro em cimbeles de um quintal, por
prero muilo rommodo : no armazem de Me. Cal-
moni "v Compaiihia, praca do Corpo Santo n. II,
Grande palacio
ile Pars.
Os pescadores napolitanos c a
Vesvio na Italia.
Oconscllio fjeral que teve lugar em Var-
lnliistra; e\posrao
vijtft do
na, entre os generaes francezes, ingle
avisa ao respeitavel publiro, que leudo sido alterado
n plano das presentes loteras da provincia para
i.lHlll liillietesna importancia de i:lHK)CJ, tem revol-
vido fa/.er lirmes os procos dos bilhetes e cautelas
como abaixo se demonstra, os quaes sao pasos sem o
descont de oito por cento da -Ici as tres priireiras
syrles grandes em qiiaulo existir o plano actual,; ...,,,, .,.. ,
pelo qoal sao exlrabidas as loteras desla provincia.' L ,L luuos- ,c st u immtnsa Hopa.
Elles estilo exposlos i venda as lojas do roslumc. I Grande natal I til de DotClllIza, OS RuSSOS
Si he responsavcl a pagar os oito por cenlo da lei com os Turcos.
sobre os Ires primeiros premios grandes cm seus bi- I.-,..,,,,i,, |,_.u,_ ,1.. p,,i : >
heles inteiros vendidos em originaos. (.l.imle hatalha da Kupaloria, os RuSSOS
com os Turcos.
lokolno," giande cidade martima na
capital da'Suecia.
New-York, grande- capital dos Estados-
Unidos.
catbedral de lia vana.
i Vista geral de Turin, interior da grande
cidade ili Italia.
Ri'.beles 79000 Recebe por
Meios :i->")00 a
Tercos )1IK) a
Hilarlos I58OO i>
Quintos 1>1I0 a
Oitavos 900 i(
Decimos 710 a
Vigsimos 100 a
ioteiro
llrlltlOSOOO
3:00090001
2:0009000,
1:500000
l:200000
7.VI5OOII
tien.50001,
:ioo.^)00 i'-'"
t) cautelisla
Salu.'iniio de Aquillo Iwrriira.
a
Fazeat-se caicas, clleles e casacas de merino i
francez para luto, por preco commodo : na roa No-1
va n. 52.
Precisa-se de urna ama livre 011 escrava, que j
saiba engommar e coziuhar perfcilameiile, para casa |
de poura familia : no largo da Ribcira, taberna 11.
1, que faz quina para a ra de Santa Rita.
1
m
i
*
i
3
w
CONSULTORIO
ll0M(E0PATinC0.
>S. Rita das Cin/.cs ->H,
'Gratuito para os pobres.'.
O |)r. Catannca da cjinsullas e faz vi-
sitas a ipialquer hora do da.
No inesmo consultorio vende-se
O TRATAMENTO rlOMOEOPATHl-
CO, pretercatito e curativo cholera
morbus, aceommodado a inlelligencia do
povo.
Carteiras de 12 mediramcnlos para o
cholera.
'-_ onca de untura......I? Tubos avulsos.
Carlciras de lodos os lmannos muilo
em ronla.
i
1

i
I
um grande soi
de fabrica
batidas, tund
razas, e funda)
c\istem giiintil
noas, ou can
precos sao oj
MOENI
Na Cu nd i rao
em Santo Air
go na enlrada, e del'ron-
de .Maiinlia lia' sempre
ment de taichas tanto
nacional como estrangeira,
Jas, grandes, pequeas,
e cnt ambos os logares
ses, para carregar ca-
> livres de despeza. O
mais coinmodos.
Lotera* do Gvm-
Consultorio homeopatliico, .aterro da
Iioa-Vista 11. I Ii.
Kraocitco de Paula C.rneirn l.e.lo ollerecc gratui-
tamente aos pobres os preservativos contra o cliole-
ra-morbus, e para os que o nao forcm. vende-osa
O abaixo assignado faz saber a quem ronvier '*" Esl'' l,ro",l,1 a qualquer chamado c a loda hora
que Ricardo Jos llias da Cruz deixou de ser rai-
zeiro do sen deposito da roa da Cruz. n. 61 desde o
dia 'i do correnle, e por issu uilo se responsabilisa
por iransaccao alguma feila por elle dc-se dia em
dianle. Recife de fevereiro de 1856.
francisco Jos de Moilo.
A mesa regedora da veneravcl rmandade da glo-
liosa Sania Rila de Cassia, faz publico que aquella
igreja continua a oslar abolla todas as noiles, ale; as
'.l huras, inte os liis poderan rogar a N. S. da Pie-'
dade, que se acha exposla desde otilutiro. para que
nos preserve do lerrivcl flagello, queja lautas victi-
mas lia feilo nesla provincia; bem como fazscienle
aos seus irmos c a quem se inleressar, que as
quintas-feiras da quaresma pregara os sentaos de
penitencia, o Rvd. padre-meslrc prgador da capel-
la imperial, Joan Capilrauo de Mendooca.Amo-
nio Franr.iteo Correia Carilozo.
Daguerreolvpo
electrptypo.
Na ra do Crespo n. 19, primeiro andar, conli-
nu.i-se a tirar retratos rom loda a perfeirao, das r)
horas da manilla as i da larde, c tambem '-e eu-iiia
1 -la irlo a quem quizer, segundo so ronveiicionar.
para tratar qualquer doenle cholerieo, com a condi-
cao, leudo elle meios de pagar, de nao receber senn
o que elle voluntariamente lhe quizer dar uando
estiver salvo, e seo bao curar renuncia a toda a paga
da familia, se liver sido o primeiro chamado, c liver
lomado cunla do doenle.
GUATIl'ICACA'O.
Da'-sc 2(),v0o de gratUicac^o a quem
inculcar urna ama de leile loria ou es-
crava, rpie tenlia boas qualidades e bom
leite: quem pretender dirija-te a ra do
Collegio 11. 13, armazem.
ABRENDAHENTO.
A loja o armazem da rasa n. :b da ra da Cadeia
do Recife junto ao arco da Conceicao. acha-se deso-
cupada, arrenda-se par qualquer estalicleriircnlo
cm ponto grande, para o qual tem coinmodos sulli-
cienles : os prelcndeiitcs eulender-se-hao com Joao
Nepomureno Barroso, 110 segundo andar da casa 11.
57 na mesma ra.
A 10 (ncola de aula de latim do colegio das
artes estara abei la todos os dias lectivos das :l as h
horas da (arde, na residencia do respeclivo profes-
sur, ultimas casas da cidade nova em Santo Amaro.
francisco Nicolao de Araujo, cidadao brasile-
ro, relira-se para Lisboa.
Aluga-se um 1 escrava que saiba engommar :
na ra do Collegio 11. 2">, primeiro indar.
Precisa-se de una ama de leite : na ra da
Cruz n. rt, segundo auuar.
Paulo Galgoou relira-se nesle mczde fevcrci
ro 110 primeiro vapor para a Europa.
ESCOLA DE NOIIK PARA OS ARTISTAS.
Na escola do melhudo Cislilho, na ra Nova, com
entrada pela ruadas llores, esta ahcrlo um curso de
ler, escrever e contar, que principia regularmente
as 7 lloras da noile c (indi as por este insigne
metliodo so os artistas levarlo 320 horas pira apren-
der a lee, e.-crever e contar, exceptuando os que sao
desliluidos de scnsocoiiimuiii. O [irolessor da lu/.es
livros, peonas, papel, tinta, etc., ludu por jaOUO
incnsaes.
I'rccisa-se de um moleqne
nasio i'ernai-
l>ueaiiOo
Aos 6:000,. 2:000; e 1:000-0000.
Corre no dia !."> de fevereiro
Os bilhetesC cautelas do cautelisla An-
tonio Jos Rodrigues de Souza Jnior,
nao esto sujeitos ao disconto dos S por
rento da lei, os quaes se acham a venda
as lojas da piara da Independencia ns.
, 1.1, 15 c iO, rita Dircita n. I Ti, ruada
Praia n .il), ruado Crespo n. ."> e do l.i-
vramenlo n. T>0.
Os premios sio pagos logo que
lisia geral.
Bilnetc inleiro T.sOOu
Meio billiete 5$500
Tetros -isiOn
Quartos l.sSOO
Quintos l.s'tiO
Oilayos !>(i(|
Decimos 7(j()
Vigsimos 400
O referido cautelisla di't
saia a
(i:000.s'0(IO
:000s000
2:000x000
I :.")00.s000
1:200s000
730.SO0O
(Otl.sOOO
300SOOO
ra que s pa-
ga nos seus bill.etes inti iros vendidos, os >>
por cenlo tomo lem annuneado.
H.
i....... .. _____ I rccisa-se de um niolcque para roiiiluz.il um
HcTdi al, enn un m .la 2 '? \\*w ''" m<> bahu com joi.s pela! ras desta edad Z
"Cadelabenn ou sem ella, para estar em rompa- gando-so I IfOOO mensaes : a quem convier din a-se
nina de oulro : quem quizer dinj.i-se ao palco da o bolel iugiez. "'ja-se
sania Croz n. 2.
Precisa-se de urna co/.iulieira : na ra da Ca-
deia de Santo Antonio, defronle da ordem lerceira
de S. Francisco n. I.
l)eseja-se fallar com o Sr. Domingos Jos de
Mg.ilbaes para negocio de scu particular inlercsse; I da Cadeia do Recife n. >.'
na ra do Vigario n. 7.
\ iclor Lasoe participa ao corpo do commercio
que lem feilo sociedade rom oSr. I-. Kremoiil, c do
I.-do corrale em dianle todas as IransaccSes silo
leilas pela nova firmal-'remont i\- Lasnea cargo
da qual hca a liquidadlo da enliga : sendo u primei-
ro dos socios o actual gerente nesla praca.
Pede-se a quem acbou no baile de mascara-,no
Apollo, de do renle, um lenco de camhraia do
Imho o l.ibvriiilho, cm as IcIIra'siR I, nu centro do
mesmo, dignarse manda-lo entregar na ra do
Crespo, loja n. :t, quo muilo se agradecer.
Liquidacao.
O abaixo assignado, leudo de fazer urna viagem a
Europa, conforme ja lem aniiunciado, iiovaroenle
ruga a lodas as pessoas que anda lhe eslito devello,
"!e -:c,l.crus comprados em sen eslabeleciinenlu da ra
defronle do hecco Largo,
que queiaiu pagar seus dbitos alo o dia t- du cor-
renle, e nao o lazendo -e vera coiislrangido a usar de
oulros meios.-Manuel Jos do Nas;iincnlo Silva.
Arrenda-e o eiigcnlio Sania Cruz, na fregue-
zia da Esrada, levantado ha (i anuos, em Ierras do
engcnlio Vicente Campello, de muilo boa prnducrao
distante do embarque Ires e rucia legoas; quem o
pretender, dirija-e ao proprielario .Manuel uoncal-
ves l'eceira Lima, no engeiilm Vicente Campello.
Precisa-se de una ama para servico de nina
casa de pouca familia, para coziuhar c engommar :
a fallar na iu.i do VigirM n. Ii, primeiro andar.
NA IGREJA DE NOSSA S. 1)0 TERCO.
I'oi transferida a f.sla do glorioso
inaitvr S. Rraz, advogado das molestias
da garganta, para sabbado do corren-
te; os devotos deste milagroso sanio ahi
queiram comparecer, para dcllcimplora-
tem proteccOo, e rcelierem a bencjlo dp
garganta, como he coslumc.
VS SUPERIORES.
C. Starr & Companhia
ro, aelia-se para vender
moendas decapas lodasde ferro, de um
inodello eeonjitruccao milito superiore.
VARASiliS E (II1IIES.
I m lindo o vars'lo sorliincnlo de modellos para
verandas c fvadrai de gesto modernissimo : na
fundic.lo da AuroLi em Santo Amaro,e no deposi-
o da mesma, na i a do Hniin.
ARABOS DE FERRO.
Na lundiea' de C. Starr. & C. cm
Santo Amaro elia-se para vender ara
dos i1- ferro t -:" <|ualidadc.
Vendem-se sellins com pertences pa-
tente ingle/., e 'a mcllior qualidade que
lem viudo a cst mercado : no armazem
de Adamson IliwicA C, ra da Trapi-
che n. 2.
Veude-so un: prelo prnprio paralaervi{0 de
siiio, bom Irabalhadr de enxada, e -alie bem tralar
de vaccase tirar leil : na ra dos Pires n. .j8.
Vendem-se s."iores charutos da Rabia, clie-
g.idos iilliinamcule :l" a caisa : na rus Nova n.'io.
GEMEirO ROMANO.
Vcnde-se c nento romano recente-'
mente cbegad.a (i.s'OOtl a barrica: no
tl'apicllC do 1 tbo/.a, piara do Corpo
Sanio n. I i. .
Fu/.enda'de lai.w* vestidos de sculioras
a Sr' rs. o covado.
Xa loja n. 17da '* do Oueimado ha novas mcl-
pomeneson orleae le la dequadros adamascados,
propria da presen e-lacJo. para volido ile senho-
ras, as quaes deve usar de vestidos de laa romo re-
medio contra a ii eslia (pie infelizmente esta ala-
cando os airah-.ld'da capital. Ilo-se as amostras.
Cintas .Ii laa para o estomago,
i viudas do Rio de aneiro aun.le se u-ain cuino um
] dos pre-ervalivos ?'lra a molestia reinante ; ven-
dom-so ou eedem pe'0 preco mdico de 13 e)
cada nina : na nr do Oueimado, toja n. 17, ao pe
| da botica. 'i
o
RJ I.AIIECTEI R.
Ounico autoritarpor deeito lo conutho real e
'virio imperial.
Os mdicos di'iospilacs recomnieulam o Arrobe
de l.alleclcui, c.1'sendo o nico aulorisado pelo
governo, c pela 'pl sociedade de medicina, i'.sle
medicamento d! gosto agradavel, c fcil a tomar
em secreto, osla i uso na maiiuha real desde mais
de 00 anuos; c I radicalmente cm pouro lempo
rom pouca desp ". sem mercurio, a allercies pello, impingeiifs conseqoencias das -amas, ulce-
ras, e os acciderv dos parios, da idade critica, c
da acrimonia h* li'aria dos humores; ronvem aos
cal.uihos a lio Ra, as conlraccoci. e a fraqueza
dos org.los, pro' -ida do abuso das injecees un de
sondas. Coniii'|ti-sv pliilitirn, o arrobe cura cm
punco tempo os V"s rcenles oa rebeldes, que vol-
veu iiicessanlr1' n coiisequenria do empreo da
copaiba, da n'i a, ou das injerroes que repre-
senleni o viruC m neiilralisa-lo. (larrolie La-
llerleiir Ii
e esp
docucas nivele11 ,s rebeldes ao mercurio e ao
i indurlo de u Mo. Lisboa. Vende-se na boli-
Candida Mara da I'aixao Rocha, pro- l ra de Barral c Anlonio Feliciano Alves de Azc-
i'essora particular de mslruivao primaria, vc<1"' Draa ** Hin SS" 0"'lc i'^i",,' *-
Imenle rcroinuieudado contra as
residente na ra do Vigario do uairro do
Recife, faz seiente aos pas de suas alinn-
nas, que acha-se aberta sua aula, na qual
contina a ensillar as materias do costu-
me, e admitte pensionistas, meio pen-
sionistas e externas, por precos ra/.oa-
veis.
Scienliliea-se ao lilm. Si. Inspector de mari-
nlia, que a pessoa que esta enrarregada de levar
agua em canoas para Olin.la, nao Icmciimprido com
seu dever, que desde, o I.- de Janeiro alo o dia 1 de
fevereiro coi rente smenle levou para vender na dila
cidade dooscarregamenlos de agua, e ha (> dias nao
.11 | ucee all.
gar urna grom jiorcao de garraf.is grandes c pe-
qoenas vinda"lircrlamenlc de Taris, de casa do
lito Rovveaii."1ecleur 12, ra Ricbeo ii Paria.
', Os foniiii|ario,,0-so gralis eai rasa do agente Sil-
va, na praca f I*. Pedro n. Sj. Porlo, Joaquim
Araujo; ilal'"' l.'.m.i \ I raos ; IVrnainbiico.
|J leiro, Rocha i\ Pililos ; c Morei-
i ; Villa .Nova. Joao Pereira de
1 ko Ciande, Francisco de Paula
i>mpta&.
Compra se efl'eclivamenle hronze. lalflo e cobre
velho : no deposito da fundidlo da Aurora, na rna
do llruin, logo na entrada n. 2S,c na mesma fiindi-
rito, em Sanio Amaro.
Compra-s urna lipoia nova ou usada : na rna
da Madic du lieos, loja n. 3i.
Compram-M azas para arijos : qucm tiver an-
nuncie.
SSeum?.
Vende-se ....... negrinha de idade de 15a li
anuos, de benita lisura, sem vicios nein achaques :
na ra Direila u. .'i.
cljcr
iC,
Soum; Rio
ra, loja de dr
Magaies leil
Coulo A C.
vi
Em cal le N- 0. I!
da Cruz n. I vende-sc :
Lonas da .ussia.
Rrin/.an. |
Tintas em>leo.
Ultramar
Cognac ,jiCai.\as de urna duzia
Saceos or topa.
Espadas"' ra msicos ecornetas.
or conc idos precos.
Vendffsc dous pianos lories deja-
islrueco vertical e eoni to-
ca randa
Jtn,
dos os mi 'iranientos mais modernos,
leudo vin iouitimo navio dellambur-
go : na niela Cadeia, armazem n. S.
PIANOS.
Vendei uem casa delleni-^ lliun, &
('.. ra i'Crii/. n. III, ptimos pianos
".ultimo navio.la Euro
CllCl
lila
ados
4
]).
Iiioiiiiia do
Aracaty.
Vnde-fa nd rm;.zm de I). R. Andrade & Com-
pnnliin, ral da Cruz n.1v">, c\rcllento omina do
Araraly, cm Mecos de 4 arrollas, e por cuimnod"
(irero.
Liquidacao.
O arrcmalaulcd,i,loj.-i da ra do t'.respo n. 1, jun-
to a casa nova da quina, confronte ao arco de Sanio
Antonio, quereiidn acabar com as fazeudas que cii<-
lem, vende barato para liquidar, sem perda de lem-
po. Princesa prela de boa qualidade a :MK) rs. o
covado, alpacas finas de superior qualidade a HOO
rs. fln covado, lucias prelas de algoto para se-
nhora a 200 rs.. suspensorios IIIO rs. o par, rrles
de rassas linas l'ranrezas a 1-100. e 2?t>0tl muilo li-
nas, lencos de camhraia linos a 200 rs., dilos de eda
da India muilo finos para lioinem e senhora a l?100,
romeiras de camhraia lina de l.icos de seda para se-
nhora a 25, manteletes de seda Doos a i?, mantas de
seda p.,ra senhora de superior qualidade a ff, orles
de rlleles de lAazinha para homem OO rs., lencos
de seda branca muilo linos a Ig, rrles de toMSo
para rolletes a 010 e S00 rs. de superior qualidade,
corles de vestidos decambraia c seda muilo linos a
3f <- 'i?, cunes ,lc cambraia com baados linos a :to,
ditos de cambraia de cor a 23500, brelanha de linho
de6 varas a peca, lina, a 29200, chales de larlalana
a KcHI rs. e lj2HO, dilos de cassa c seda muilo linos a
23500 c :!~. laa para vestido de senhora a :!20 o co-
vado, camliraias ,|c cores linas a 1)20 e 400 rs. a va-
ra, peras de lit para mosqueleiro de 20 varas a :)?
a pera, corles de mei.i case ni ira ,le snperiar qualida-
de a laGOO c 2's o corle, mcias para senhora linas a
20 o :I20 rs. o par. madapoln e alfiodaiizinho, e
oulras muitas razendas que per serem militas nao se
pdem mencionar, o que se vendem por lodo o preco,
na mencionada loja.
Vende-se feijao cm caceas Rrandcs, chegado do
Aracaty : na ruada Crui n. 34, primeiro andar.
Pipas vastas.
Na roa da Cruz n. 10, vcnde-se urna porcao de
pipas vasiasz, muilo em conla.
AO BARATO!
Na roa do Crespo, loja n. 1, vendem se por lodo
o preea fazeudas de priineira qualidade, para acabar
nao se ollia a prer.0.
NICO DEPOSITO.
Vende-se a verdadeira c iiicomparave
agua dentfrico do l)r. Pierre, muitoeOi
caz na conse vacuo dos denles e bom lia
lito da bocea : n^ botica dos Sis. J. Soum '
iVC, nico deposito cpie existe nesta e-
dade e provincia de Pernambuco.
Alrjodao monstro a 000 rs. a vara.
Vende-seo verdadeira nlgodlo monstro, com!)
palmos de largura, pelo baraiisainw prero de lioo
rs. a vara : na ra do Crespo n. 5.
Cera do carnauba.
Vendo-Meen de carnauba de boa qualidade, por
menos prei;o do que em oulra parle : da ra da Ca-
deia do Kecife, loja n. 50, defronle da ra da .Madre
de lieos.
Tinta preparada em oleo.
Na rna do Trapiche Novo n. IH, em casa de K. II.
Wyall, vcnde-se encllenle linl.i branca, preparada
em oleo, em talas de 2S libras.
Eixos e arreios para
carros.
\ endem-se superiores eiios e arreios para carros :
na ra do Trapiche Novo n. 18, casa de E. II
Wyall.
Candelabros e lustros.
Acha-se venda cm rasa de E. II. Wyall, na ra
do trapiche Novo n. 1S, om completoforllmeulo de
candelabros c lustros lironzeadus de :; aN luzes.
Vinho Xerez e Porto.
Vende-se vinho Xcroze Porte em barrisde qnar-
lo : em casa de E. II. Wvall, ra do Trapiche No-
vo n. 1K.
POTASA E CAL VIRGEM.
Xo antigo o ja' bem conliecido deposi-
to da ra da Cadeia do Kecife, eseriplorio
12, lia para vender milito superior
potassa da Knssia, dila do Rio de Janeiro
e cal virge m de Lisboa cm pedia, ludo a
piceos milito lavoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisieitos.
aixas para engenhos.
de ferro de D. W.
ra do Brum.passan-
, continua haver um
completo sortimento de Liixas de ferio
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, asquaes acliam-se a venda, por
preco commodo c com promptidao' :
embaream-se ou carregam-sc cm carro
sem despeza ao comprador.
Na fundicao
Bowmann na
do o chafari/.
Relog'ios
v/es tk
Icnle,
ing
pa-
os melhores fabricados em Inslalerra : em c.i-a .lo
llenrv Gibson, ra da Cadeia do Recite n. S.
giosaeouro
oglezes ele pa-
tente, nelcedevidro,
Clieados pelo ultimouaquele, vendem-se por preco
razoavcl ; em casa de Aunusla C. de Abreu,'- na ra
clat.adciado Itecifcn. is, primeiro andar.
Taboado de pinna da Suecia, alcatrSo e idie,
UcCalmonl \ Companhia, leudo recchido um
carresamenln desle (eneros pelo hricue sueco /).
Ilirreza, de (lolhemlmine, vendern os mesinosa
relallui por precos baratos: o taboado acha-se reco-
Ihidn o armazem dos Srs. Caivalho J Irmo, ra
do llriiin.
Meias pretas pa-
ra padres.
Vende in-sc
pelo haralissii
godlo prelas Cid o pur : na rna do Qoeimado.lnja
domiudezasda II...i lama n. 3.1.
superiores m.ial de laia para
preco de I98OO0 par. riilai
idr
le al-
Vende-se panno Tino (rosso 'J-5 o covado, pro-,
prio para capoles 011 cobertores : na ra do Passeio,
toja d. 'J. *
Cartas france-
sas.
Vendem-se superiores carias fraucez.is para vol-
larcle 1 500 f. o baralha : na ro- do Oueimado,
luja de nrindexas da lloa Fama n. 33.
Moinhos de vento
oombombasderepnxo-nara regarhorlas e bata,
decapim. nafuii'ticacre I). W. Bowman: naroa
do Brum ns. 1 > 10.
Curies de cassa para tiucm (JUCr dar fes
las por pouco dinhciro,
Vendrm-secorles de ras. chita de bom susto .1
ii. dilos de padres francraes a2900, cassa rosa,
para nleviar lulo, dilai prelas d-^padries miudos a
o eiirle, alpaca d< seda de quadros de lodas as co-
res a 720 o covado. lencos de bico lauto pintados
romo bordados a 320 rada om, grvalas de seda pa-
ra homem a 13 c ls00 ; todas estas fazeudas ven-
dem-se na rus do Crespo n. (!.
Cousas finas ede
bons gostos
NA-LOJA DA BOA FAIA.
Vendem-se ricos leques com plumas, bolola, e
espelhe a -J-\ I ovas de pellica de Jouvin o mcllior
que pude haver a 13800 o par, ditas de sed ama-
relias e brancas para homem e senhora a 1;ct0, di-
las de orcal prelas e com bordados de cores a 800
rs. e fj*00, ditas de fio de Escoc brancas e de lo-
das as cores pira homem e senhora a 00 rs., ditas
para meninos < meninas muilo boa fazenda a 320,
lenrinhos de retroz de todas as cores a 15, toncas de
laa para senhora a liiO, peines de tartaruga para
atar cabello, fazenda muilo superior a jiS, ditos de
alisar tambem de larlarusa a 39, dilos de verdadei-
ro bfalo para atar cabello imilando muito aos de
larlarusaa !>2KO, dilos de lisar debtalo, fazen-
da muilo superior a 320 e 500 rs., lindas mcias de
seda piuladas para criancas de t a .1 anuos g IjhOO
olpar, ditas de lio de Escoria lamhem de bonitas
cores para enancas de 1 a 10 anuos a 320 o par. s-
pelbos para parede com encllenles vidros a 500,
700, l#e 19-200, loacnfjorescom ps a iJOO, Titas
de velludo de lodas as cifres a 160 e 210 a vara, es-
covas linas para denles a 100 rs., e finis.imas a 500
rs., dilas linissimas com cabo de marlim a 1?, tran-
cas de seda de lodas as cores e larsuras a 320, 100 e
500 rs. avara, sapalinhns de laa para enancas de
bonitos padres a 210 e 320, adereros prelos para
lulo com brincos e allineles a 1s, lencas prelas de
seda para crianras a Is, Iravessas das que se osam
para segurarcabello a 13. pistolinbas de metal para
crianras a 200 r>.. "alheteiras para azeite e vinagre
a 232OO, bandejas muilo finas e de lodos os lama-
otros de la, 23, .13 e (3, meias brancas Tinas para
senhora a 210 e :t0 o par, dilas prelas muito boas
iOOrs., ricas ra vas par a rape rom riquissimas es-
tampas a 38 c 23500, mcias de seda de cores para
homem a 640, charuteiras muito finas a 23. casldes
para bengalas a iOrs., pastas para guardar papis
aSOOrs.. oculosde annacAo deacoprateadose dou-
radosa 610, I c tl20, lunetas com aro de bfalo
e larlaruga a .500 rs. e IS, superiores e ricas banca-
lindas a 23, c a 500 rs. mais ordinarias, chicles pa-
ra ravallo pequeos e zrandes. fazenda mnito supe-
rior a (O, S00,1.3, Ij-joo, 13500 e 23, atacadores de
cornalina para casaca a 320, penles muilo linos para
suissa a .>0O, esrovas linas para cabello a (10, dilas
para casaca a 640, capachos piulados para sala a
640, meias tironeas c cruas para liomem, fazenda
superior a 160, 200 e2i0 o par, camisas do meia
muilo linas a 13 e 15200, lavas brancas encorpadas
proprias para montara a 210 o par, meias de cores
para senhora muilo forles a 220 o par, ricas aboioa
duras de madrcperola e de oulras mollas qualidade*
e gestos para colletcs e palitos a .500 rs., tivelas doo-
radas para calcas t colleles a 120, ricas litas linas
lavradese de lodas as largura, bieos linissimn. de
bonitos padres c todas as larsuras, ricas franjas
brancas e de cores psra camas de noivas, lesonri-
nhas para costura o mais tino que se piule encontrar.
Almde ludo isto oulras muilitsimas cousas muilo
proprias para a fesla, e que ludo se vende por pre-
ro qne faz admirar, coran lodos os freguezes ja sa-
hem : 0.1 rna .lo Oueimado. nos qualro cantos, na
hem conhecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
Vende-se om cabriole! em bom uso ; a tratar
n' ra do Collegio n. 21, primeiro andar.
Camisas de meia
de pura laa.
\ eii.lein-.e siipennres ramisnsde meia de 1,1a, pe-
lo haralo preco de 3,3: na rna do Qucimado, loja
de miudezas da Boa Fama n. 33.
FARMHA DE MANDIOCA.
Vcnde-se superior farinlia de mandioca
em sacras que tem um alqueire, medida
vellia por o$000 reis : nos armazem ns.
3, be*, e no armzem defronte da porta da
alandega, ou a tratar no escriptorio de
Novaes Companhia na ruado Trapiche
n. ."H, primeiro andar.
A3$.100
Vende-se cal de Lisboa ullimamenierbegada, as-
sim como potassa da Itussia verdadsira : na praca do
Corpo Santo 11. 11.
VIM10 XEREZ.
\ onde se soperior -.-inlio de Xerez em barris do
l|. era casa do E. U. Wvall: ra do Trapiche
n. 18.
AGENCIA
Da Fundicao Low-Moor. Ra d a
Senzala nova n. 42.
Ncstc cslabelecimcnto continua a ha-
ver um completo sortimento de |mocn-
das c meias moendas para engenno, ma-
chinas de vapor, c taixas de ferro balido
c co.ido, de lodosos tamauhos, para
dito.
I.ABYRIKTIIOS.
Na na d.i Cniz n. ;l!. primeiro andar, eonlinoa
a haver sortiinenlode boas obras de labvrinlbo az
venda.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
lon & C., na ra de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglczcs.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de montara.
Candieirosc eastieaes bronzeado*.
Lon atinglezas.
Fio de sapateirrA
Vaquetas de lustre para carro.
BaiTis degraxa n.!)".
Vinho C.herrv em barris.
Camas de ferro.
i.iyi in.vi.Ati'.
O arrematante da toja de miudrzas da ro.; dos
Ouarleis n. 2, qiierendn acabar as miudezas que
c.lslem, vende barato alim do liquidar sem perda
de lempo.
Franja com bullas para cortinados, peca isOOO
['pe paulado, roma, de peso'. 33000
Hito de peso, resma 23700
l.la de cores para bordar, libra T3INMI
'entes de bfalo para alisar, duzia .I3OOO
livelas douradas para calca, u 111,1 100
Croza de brelas muilo tinas O3OO0
l.encos de -eda linos, ricos padrdes |>.",00
Caita de lindas de marca 210
.Meias para senhora por -JiO
Penles de tartaruga para segurar rabcllo 130011
Crozas de canelas linas para pennas 23OOO
Hilas de bolees linos para casaca 231100
Meias prelas para senhora, duzia .'13200
lulas ditas pira homem 23S00
lacre encarnado muilo lino, libra 13800
Papel de cores, maco de 20 qnadernos 600
Dozia de rolletes 1 720
Espedios de lodos os' nmeros, dozia -jj.mhi
Lindas de novellos grandes para bordar l3(i(K)
Iticas lilas escoce/as e do sarja, lavradas,
largas 00,,
Meias cruas sem costura para homem 33300
Hilas de seda n. 2, poca 380
Trancas de teda branca, vara OO
Caitas de miz, duzia 18600
Peras de lilas de coa 300
l.apis finos, groza 23vOO
Cordiio paca vestido, lihra 13200
i'ooras (fe blondo para menino 1C200
Cliiquilos de merino bordados para menino 13000
c oulros mullos arligos que se lornam rccoinmenda-
veis por suas hoas qualidade-, e que nilo se dovidara
dar um pouquinho mais barato a aquello senlior lo-
gisla, que queira a dinhciro comprar mais barato
do que se compra em primeira nnlo.
COGNAC VERDADEIRO.
Venda-seo verdadeira cognac, lano em garrafa
como cin garrames: na ra da Cruz 11. 10.
IECHANISMO PARA E16E-
HHO
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NIIEIRO DAVID W. BOWNIAN. rA .
RIJA 1)0 BRUM, PASSANDO O OllA-
rARIZ,
yjfglgjff*1 'rmenln dos sesuinlH nb-
\r loZr """"'Proprios par, en.enhos, asa-
conslruccso j laijaa de ferro fu,|i,|o balido, de
superior qoahda.le e d lodo, os tmbs rHa.
denl.ulas psra agua ouanimaes, de toda. .. ro,H,r-
T" ZSSZ >"*">' '"""' registro,'(le'bo-
e .0. aguilhoes, broma, parafu,, ecvilhoes, m.n-
11I10 de mandioca, ele., elr ...~, *
NA MESMA FUNDICAO.
se everutam todas as cncommendas com a supe.,.*
nilade ja conheeda, e rom a devida preslezae con.
I modulade em prero.
RELOGIOS
Robertos e descobertos.pe-
quenos e grandes,de ou-
ro, patente inglez.
Venden-te no eseriplorio de Soulh.m Mellor A
Compaiibi, a ra da Cadeia do Kecife u. 36, .,.
mais superiores relogios coberlos e descoberlos, pe-
queos e grande,, de ooro. palele ,.|, >',
'lT.r .""i ,,r,C,i,",",e <-verpool~vindos pelo
ullimo paquete inglez.
Relogios.
Vendem-se relogios de ooro patente inglez : no
eseriplorio do agente Oliveira, roa da Cadeia do Ke-
cife n. (2. primeiro andar.
, AOS SENHORES DE ENGENHO.
Avisii-se ao.^"^Sjres de cngenlio rtaan
pura Inejja/i- > uso do arcano do Dr.
Slolle ,a piirificaeo de assucar vcn-
de-se o momo ao prero de SfMt cada
lata de TO libras: vcnde-se em casa de
N. O. Bieber &C.( ra da Cruz n. i.
Em casa delleniv Brunn & C, ra da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brint da Russia.
Instrumentos pota msica.
Espcllos com moldura.
Globo* para jardins.
adeinu c solas para jardim.
Oleados para mesa.
\ istas de Pernambuco.
Cemento romano.
Gomma lacea.
TINTAS DE OLEO.
Vende-te tintas de oleo sortidas dame-
Ihor qualidade que tem vindo a esta pra-
ca c por prero commodo : na casa de
Adamson llowie &C, ra do trapiche n.
42. '
Coqueiros.
\ endem-se coqueiros pequeos, proprios para e
plantar : 11.1 ra estrella do Kosario n. 19, settano
andar.
Vende-se a taberna da ra das Crorcs n. 6 : a
tralar na mesma.
Vendem-se 36 harri, de 4 em pipas, promplo
rara azeite nu m. I, e 70 pipas 22 aludidas e a, smbs
em p : na Imperial n. 17, adenle da fabrica do
vinagre. .
RUA\OA \ ^2!2

COM 00PORCEtfO MAIS BiMTO
do i|ue cm nutra tiualqucr parte.
Me. de Idoiid de seda prela runa qaarr^na e bo-
nitas Tita,, como se recebe esta farenda directamen-
te da fabrica, por isso pode oflerrrer esta vanlaeeta
a seu, freguezes, raa do lelojoeiro.
_Vendem-se tpeles de cores matizadas, em ca-
vados e em peras : na loja da roa do Crespo si. 3.
Sapalos de luir-
racha.
Na loja de Kodrisoes & Lima, roa do Mgeimidn
n. 31 A, existe om bonito sorlimcnlo de pate* a
burracha, obra de nonio bom gr-slo a da boa quali-
dade. sendo para menino, liomem e se.ihera, lendt.
porc.lo ec"!ier. que se vende peto barato prece-
de 30 e 3-."itl o par.
Vende-se urna mobilia*
de pao d'oleo com peuro uso, urna cama franrrza.
nina saeta com aparadores, cabides para reopa, ama
commoda le amarillo, e urna marquen de dito Ur-
sa que serve de cama, e mai, oulros trastes divetM.:
na ra da Cadeia de Santo Antonio n. IH.
Vende-se algodo americano para
saceos: em casa de'James Rvder&C,
ra da Cruz n. G.
Em casa de Timm Mnmscn &, Vin-.
nana, piara do Corpo Santo n. 15, lia
para vender:
L ni sortimenlo completo de Ii vi os cm
bramo viudos di II.iihIhii ";,,.
Vcnde-se um ravallo em boa carnes acosa
Imot andares bailes por prero rommodo : na roa da
(.iii'imado loja n. -_>, ou na Camboa do Carmo rasa
n. i.
Navalhas a contento.
Na ra da Cadeia do Iterife ... 18, primeiro aa>
dar. eseriplorio de Aleoslo C de Abren. omiII-
1 uuam-se a vender a s^mo o par preco lhe. a- j i
! bem conhecidas e afamada, navalhas de barba, feila,
i pelo hbil fabricante que foi premiado na ei.vosh ..
de Londres, as quaes alm de dnrarem cilraard.na-
riamenlc. n.losesenlem no rosto na arrao d corlar;
vendem-se rom a rnndirao de, nao acradando, po-
derem nscompradnresdevolve-lasal 15 diasdepni,
pa compra reslitainde-seo importe.
CHAROPE
DO
BOSQUE
O iinicodeposiloronlinia a ser na botica de Bar-
Iholoinen I ranriscodcSooza, na ra lardado masa-
rio n. :lli; sarrafas randes SgSM e pequeas t$Ht
nil'OUlWTK TARA 0 PIBLItO
l'ara rura de phlisira em lo.lo- ., .eu diflerenle-
Rros, quer molivada por constipa enes, losse. SSSaV-
ma, pleuriz. escarros de sansue, ddr de cosiado- .
peilo. palpitara-a no rorac.lo, coqu-lurhe, bronrbile
dr nacarsanla.e Inda, as molesiia^esroiYJTpoT
nionares. -^_
(Ncrat?ofttfliboge
No dia IS da correnle faci dn encroho I ra-
sos,., |,.lm (| oiinda. um mulalu de cerra de
anuo, de idade, araborulado, rabello corrido, sem
barba, e br sapateiro : quem o apprehender leve..
ao dilo cnscnlin. ou a rna da Anroia n. It, .,. je-
ra recompensado Kenerusameole.
Pipas vastas.
Vende-se porr.lo de pipas vidas proprias para en-
cher de agnardenle, a preco de 179 cada uina : a
tralar no eseriplorio de Alanoel Alves Cuerra, na
ra do Trapiche o. I i.
- Contina andar fu-ida a preta Merenci, rri-
onla. idade de > a 30 Jnos, puro is ^
com os s.cnaes se^inte, : falf de denle. ... fren., e
urna d.s ..reinas rascada proveniente dos brinco
qucm a pecar leve-a a ,1 Brom. armazem de
assucar .,. 11, ,,ne ser bem sralifie.do.
I uciram na manhaado dia l!l do rorrrnle do..
esrravo, um por non,. Theodoro, prelo, rriouio. pe-
cador bam, rorpolenlo, com miniosr.liellos br.n-
cos pela barba e peito., ,dade ai.no. rn,.eo man,
ou.mencs: oulro de nome Jorse. mualo. InlM,
serco do corpo, pouca barba, quebrado da veril). -
lem do lado esqnerdo do roslo ama cicatriz, esle es-
rravo foi do Sr. Manocl Thomai ei-carccreiro ;
coiiduzram enmaso nina calva, na qual levaran
toda roupa que linbam. calcas e camisas de alcodilo-
z.nho de lisiras. camis.s de madapol:,,.. nina dila .le
Meta encarnada j usad e eaterlaraa roca-w >,
auli.ridade, poli.ac rialllH de ramim queosan-
preliendam e levem .. ra da Conrnrdia n. _*, nMsj-
zein de malenae, que serjo Keneiusamenle recom-
pensados.
-



(

PEKN. : TV. I>K M. F. DE FARU. 18
III I
nir


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