Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07248


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Full Text


K.
ANNO \V\II. il.
Por 3 mczcs adiantados .s'OOO.
Por "> meses vencidos toO.
DIARIO DE
St\\ \U I \)i FEVEREIKO DE .O.
Por uni adiantado IJ.sOOO.
Porte franco para o subscriptor.
r
\
KNUAItltKtiADUS DA SL'IISCIHIPCAO1 KO NORTE.
Parahiba, o Sr. Gervazio V. da Natividade ; Natal, o Sr. Joa-
qun) I. I'mira Jnior; Ararat;, o Sr. A. de l.emos Braga ;
Cear, oSr. J. Joad deOliveira ; Maranho, o Sr. Joaquim Mar-
ques Rodrigues; Piuhj, o 9r. Domingos Hereulano A. IVv.na
Cearense.- Pari.o Sr.Justiano J. Kamoi; Amazonis. o Sr. Jer-
nimo da Costa.
PARTIDA DOS CORIIEIOS.
Otinda .- todos os das.
Caruaru Bonito e Garanhuns: nos das 1 e 15.
Villa-Bella, Boa-Vista, Eiu' e Ouricury : a 13 e 28,
Goianna e Parahiba : segundas e seilas-feiras.
Victoria e Natal : as quintas-feiras.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA! DA CAPITAL.
Tribunal do commercio : quarase sabbados.
Helaran lercas-feires e sabbados.
I azeoda : quartase sabbados as 10 horas.
Juizo do commercio : segundas as 10 horas e quintas ao meio-dia.
Juno deorphaos : segundas e quintas as 10 horas.
Primeira rara docivel : segundas e senas ao meio-dia.
Segunda tara da civel r quaruie sabbados ao meio-dia.
EPIIEHERIDES DO MI"./. DE KHVKREIRO.
fi Loa uova os" horas,23 minutos. W segundos da mantisa.
13 Quarlorresrenle aos 7 minutos e Vi segundos da in.iuha.
SO La clieij a 7 hora, 30 mioutos c 48 segundos di tarde.
2!) Ouario miuguaute aus 19 minutos e 48 srgundosda manhaa.
PRKAMAH l)KHO.Ib.
Primara n e 30 minutos da larde.
Segunda II e :i minutos da manhaa.
das da semana.
28 Segunda. 0 8S. Nonie de Jess ; S. Orillo b.: S. Lenidas.
29 Terca. S. Francisco de Sales: S. Papias soldado m.
3oQuarta. Dedicado da Bazilica de S. Pedro dos Chneos.
31 Quinta. S. Pedro Nolaseo ; Ss. Cyro e lacio mm.
1 Sexta. Jejum. S. Ignacio b. tn, ; S. Pronin presh.
2 Sabbado. <[ Purilicccao da SS. Virgen Mi de Dos.
3 Domingo da Quinquagesima. S. Braz b. rru ; S. Celerino diac.
O proprielario deslafoMia, sempre solicito fm pro-
mover o melhoraraeulo da mesma, qua Iqucr que se-
|.i o sacrificio que para isso lenlia de fa zer, pois ao
feo interesse particular pretere a honra e gloria da
provincia qae o vio nascer, reolveu dislribui-la
lainhero nos domingos, para deste modo proporcio-
nar aos benignos leitores della mais ama recreacAo
iiinocenle e instructiva em lAo festivos dias.
O Diario dos domneos sera' do mesmo frmalo
n o-do diasjuteia. toas lora' smenle duas pupila*
eni vez de qualro. Alm do folhelim orisioal deno-
ininadn Ciirleira, cuja publicarlo sera' para elle
transferida, conler' uih o mais arligos sobre aquel-
les asumplo* de que a redarcAojulgar mais conve-
niente tratar.
Dar' tambem as noticias reeebidas na vespera de
sua sabida, o Iranscrevera- de peridicos estrangeiro*
l'eito isto. o medidor que eslava na relasuarda, e
que dever conservar as 10 fitas que arrancn, avan-
ca para frente, e procedern ambos de maneira se-
melbanle a que fi,*ou determinada antecedeotemen-
li'.roin a uniea dilliercnc.a de trocaren! do funecoes.
Seinelhantemenle procederilo dahi em dianle, al-
lenidiido os dous mrdidores na ordeni da marcha, e
no servico de cullocar e arrancar as litas.
Art. S. Sempre que os dous medidores tiverem
medida a etlacA.i correspondente a 2"> radeias para-
ro, afnu de que o inspector ajudanle ou agrimen-
sor, marque o ponto em que ella terminou, c man-
de litar o respectivo marco de quarlo de seccao,
seccAo ou lerritonn.
Arl. 9. Determinando o regularnenlo de Hde maio
de 1831, nos art. 14, 15, 18, 20, 21, 23 e 21, que
na medicaa e demarcaran ordinarias' se colloquem
tud. q.anto do maf importante publicaren, rela.i- | """"la ''"-" vrtices do. anglos dosterri-
vamsi.le a' lilteratura. s sciencias e as arte. I"r,0s e '0C"<',6 mtm ao mcio J<" lados "es,as'e
iJwejoso de agradar a um e oulro sexo, o Diario T" **". "' "" "rvores e podras que junio.
los domiogos publicara', debaixo do ltalo de f.eitu-
rn para < .tentaras, arligos proprios ou extrahidos,
nos quaes ellas arhario instrucejio e recreic. E pa-
ra captar-Ibes ainda mais a benevolencia, dar' de
quando em quando a descripcao dos vestidos, hulea-
dos e penleados mais cm moda na capital de-sc paiz
que lodos de corarlo desejam visitar, por quaiiln o
cousideram com razao como o foco da civilisarao c a
Ierra classica do bom goslo.
Nenlium annuneio, uenhuma correspondencia que
nao seja uoticiosi, nenhum expediente de repartirlo
publica sera' publicado no Diario dos domingos,
seja detallo do que preleito for.
KeaKsando lao importante quilo dispendioso me-
Ihoramcnto, o proprielario desla falla nao llera em
nada as condiees da respectiva subscripcAo, mas es-
pera que ten* concidadAos coucorrero de boa von-
lade a juda lo.
O Diario de 3 do correnlc sera' distribuido ama-
niata.
PARTE QFFCAL
MINISTERIO DO IMPERIO.
Sua Mageslade o Imperador ha por liem ordenar
que provisoriamenle se oliservem no imperio ,as se-
^uintes instrurres pralir.as oraanisadas pela repar-
licilo geral das Ierras publicas para execuc/m dos
arls. 11, 15, 17, 20. 21. 21, 28, :10, 32, 38, 39, 1:1 e
.?> do regulamenlo de S de maio de IS'i.
Arl. (. Na cnnformidaile doarl. :tl do ragalaV
ment de s de maio 18-ii, a liase principal e suas
parallelcs devem ser lra(a,las rom agulha ; ma|
rireumsIanci.-K especiaos do Icrreno podem lomar a
declinarn etlremamenlc variavel, e assim a >ga-
Iha inrflicaz para marcar a direreo ilessas linllM.
Eulo o inspector, seos ajudanlcs ou agrimenso-
res empresaro oulro qualqucr in<(riimenlo, prefe-
rindo enlre ellesn (beoilolito, ou na falla desla un I
esquadro de agrimensm que M ai.pi otima.,.,,, ,1o
10' ; lomando porem as necessarias cautelas para
evitar que, em vez do verdadetro parallelo terrestre
que o reculamcnto manda trabar, nlo se percorra a
perpendicular. O que se conseguir) collncando no
plano do parallelo aoeqnador as liasles das bandoi-
rolas.
Para qne eslas e-lejam ne*e plano, precdase daJ
maneira seguinle: lo 'pe da tal (i m i bandeirola litada
|>ela direceo dada pela agulha, meca-se na direc-
^ao NS verdadeiro para o lado do equador urna por-
cJo igual aocomprimenlo da bandeirola multipli-
cada pelo seno da lalilude do logar, e iucline-se a
inesina bandeirola de modo que o prumo pendente
de sua etlremidade superior caia no fin da porrjo
medida.
Logo que a agulha deiie de las circumalancias especiae, e a declinacto se con-
serve regalar, deven', ser a risca eiecaladn o cilado
arligo.
Arl. 2. No Iraco da base principal e ba>cs de
correcc^lo, ilevendo haver o maior cuidado e exacli-
'lao, cumpre que de qoalro em qualro leguas ae fa-
ca m obtervaces de lalilude.
Arl. 3. A raedico do meridiano e base principal,
e bases de correcrllo, secando o arl. SI do resula-
mento, lleve ser feila com o basiiuelrn de M. Porro,
e na falla desle inslramenlo rom as reguas de qne
(rata o arl. 12, e que tem de ser fornecidas pelo go-
verno.
(Juando se empregarem estas reguasassentar ra-
da urna sobre duas estacas, e -ero bem niveladas,
alim de que a ondularlo do lerreno nao inllua as
medicoes.
Em resra nunca se deitarAo de emprear cinco
reguas ao mesino lempo ; e pelo menos duas reguas
desenvolvidas, cuma lerceira completamente fecha-
da, alim do que a eitensao por ellas modidas (enha
1(1 ou "> brajas, e seja igual qoe for medida por
urna on meia cadeia.
Arl. 1. Na medievo com a cadeia, se o lerreno for
borisonlal, sert esta bem lensa e parallela ao solo.
Se o lerreno for maito irregular podei i a medirn
fazer-se com o quarlo da cadeia, qoe se conservara
sempre horisonlalmente.
Arl. .>. Os poni extremos de cada cttensao me-
dida por meia cadeia ou reguas -cro marcado*
no terreno por urna lita ; e para diminuir a
probabilidade de erro, nao te avallar em bracas
a exlensdo das lindas medidas, mas sim m cjdeias,
que segundo o regulameato emilem III bracas.
Desla maneira SO cadeias darAo o romprimenlo de
um dos limites de seceso : DO, o de territorio, e
de 33 em 2> cadeias so collocar um dos menores
marcos de que trata o art. 11 do regularnenlo.
' Para evilnr-se a curvatura das cadeias, islo he, a
catenaria, determina o regularnenlo que a medirn
das linhat em que se empregar esle instrumento se
Tara com meias cadeias ; mas isto nao obsta a que
a uuidade lomada para a descripcao seja a cadeia.
Arl. ii. As meias cadeiaa e resuas diariamente se-
rio na presenca do escrevenle, pelo inspector, aju-
danle nu agrimensor, confroulailns com o padrao de
vara Coruecfo pelfgdvelfc). __
As fraci;0es de palmo serao medicas pela escala
deste, Torneada lamben) pelo gnvcrito, empregando-
se um campasso de punas muito liims, de modo que
os quartos de linba, ou o l|38i d(, palmo possam
ser avahados.
Arl. 7. As litas, de que cima sa/lralou, scrilo de
ferro, e inuito mais peadaa para lado da ponta,
alim de conservaren! com facilida^c a posir.lo ver-
lical. I
O exlramo superior lerminaim annel, onde se
alar um pedaco de qualqoer panno de cor viva.
Cada turma de medidores ser'munlda de 11 li-
tas : enllocada urna destas no (,'onlo de parliila, as
oulras 10 serao entregues ao medidor que marchar
na frente, o qual no lim de caita? meia cadeia ou .">
reguas conforme esliver servimlo ,-, cadeia nu re-
signaes \, \l, conforme a linb
de lernloric.
fr nu nao limille I Enlrelanto no projeclo de medirao e divisan que | incro da respectiva pagina em que se acham as olas
| o inspector geral he nbrifado a azer pelo Miigo :|| relativas a lal lado, c o lugar deltas pelas letras do
Arl. 10. Se nos terrenos que seliver de medir, de- do regularnenlo de 8 de maio de 1854, devera ler cm alpliabelo a) b clr.
marcar e desrrever, nao liouver pedral para marcos, visla formar as secces sobre os rios navejaveis ilc j No memorial seodesico, em frenle das olas do-
serao esles feilos de madeiras de lei, e das de maior | tollas muilo curvas, lagos navegaveis e cosita de clculos e observares relativas a cada .VIO bracas,
duraran. Nesle caso os marcos collocados de (i.tKKI mar, de modo que a mxima quantidade poaahrel de -.e escrevera' o numero da pagina do .miro memorial
em 6,000 bracas, isto be, nos terlices dos ansulos dos | secees lenha servidAo para esles rios, lagos e ros- em que ellas se acham piecripias.
territorios, terAo 2t pollegadas enterradas, e nutras ; las. Comtudo. em caso algum a frenle sobre os rios, A-sim os dous memoriaes se correspondern, e se-
21 polleaadas fora da Ierra. Da parle descoberta ser j lasos e coatas podara ser menor do que a dcima : ra' lacil eoohecer os pontos ile cada urna das linlias
aplainada em qualro faces oclononacs un palmo parle da linba do funlo. em qne se lesa feito nfiservacoes natronomieaf, barn-
conlisao ao extremo snperior, que sera aplainadn do I Ero geni Mllotaa da frenle serao lncenles as I mtricas, ihennomriric.is e mediries Irigonome-
mesmo mojo, afim de com facilidade se poder ins- curvas, e as do fundo noinyes. trios.
i;\<:\ini:.\D(is da sruscitipcv \o si i..
Alagoas, o Sr. Uaudino Falcio Dias ; Bahia, o Sr. D. Duiual
Rio de Janeiro, oSr. Joao Pereira Marlins.
BU PERA'AHHL'CO.
O proprielario do DIARIO Mannel Figueroa de Faria, na sua
livraria Praca da Indepindencia ns. 6 e 8.
------------------------------------------------------------------I
Palario do Rio de Janeiro, em 19 de dezrtnbrode
1855./.ir l'rreira i'o Couto l-rrraz.
delles esliverem ou se acbarem as Hullas se facam
lambein marea* e siguaes, o maior cuidado e unifor-
miit.i le deve haver na [achira de lies siguaes, alim
de que estes monumentos se nao ronfundam enlre
si, loruando-ie assim iuulil a despeza, Irabalho e
lempo consumidos na medirn diviso das Ierras
devoluta. Para evilar-se esta grande incunvcnienle
sern observadas M regras seguinles :
I. Os marcos era vados nos limites dos territorios
lerao siguaes diversos daquellet que dcsisnarem a
linbas interiores do mesmo territorio ; e o raesmo
s observara resaeito das arvores o pedral que
sobre as lindas e as vizinliauras (|0s marros forem
assignaladas para indicarem os marcos ; tornsndo-se
assim arvores e pcdrastestemuiihas.
2.a Os marcos de pedra que o arl. 11 do regula-
rnenlo de 8 de maio de IH.")! chama ainda maiores
nunca IcfAo menos altura, e as oulras dimeis-es serao taes que seu vo-
lme nao seja menor de (72 pollegadas cubicas, cor-
respondente ao corpo que liver lli pollegadas de com-
prido, 11 de largura e 3 de espestura.
Meases marcos >e abriro a escopro doze curies bo-
rizonlaes em cada qoina ou lado, licandn os cortes
dos lados equinas oppostosao N. S. I,, c O.
3." Os marcos de pedra que o arl. 11, ji cilado,
chama maiores nunca lorAo mais de 11 polleaadas
de altura e ou volume regulara' .'i0 por pollegada,
cubicas. Iliiaiido collocados dos limites dos territo-
rios lerao cm dous ngulos ou faces opposlas ao N.
eS. ou L. cO. lairtns cortes, feilos pela maneira
cima dita, quanlas forem as Venes .VIO bracas que o
poni distar do ngulo N. e S. ou L. e O. do terri-
torio, conforme se correr um meridiano ou paral-
lelo.
." Ol marcos chamados matorri, deque se Ira-
tnu na resra anterior, ajundo enllocados as Untas
interiores do territorio, leudo a me-m,i Grandeza da-
quelles, serio marrados no> quatre, ngulos ou faces I ,ras (Mei ser1o ninrcii,s quando se proceder a me-
opposlas ao N. S. L. e O. com lanos cortes qn.inlas ; ,i,,-io e demarcaro .las culras secees contiguas,
va.*, .VIO bracas dr.urem elles aHlss N. S. L., Arl. ,. 0s marcos menores de" madeira lerao lli
e (l. .lo lerntaiio.
5.' Os menores marcos de pedra de que Irala o
mesmo arl. l nunca lero mais de 12 pollegadas de
culpar as ledras e signaes de que abaiio se Irala.
Arl. II. Esles marcos serAo collocados verle.l-
mente e feario bem encravados, aperlanto-se a Ier-
ra e juntan Io-se-lhe alguma pedra, se a hoaver na
vizinbanra.
Arl. 12. As faces applainadas de que Irala o arl.
III leio de larsnra I pollegadas, e cm cada nina del-
la-, segundo a secrao para que esliver vellada.se in-
culpiro os nmeros e iniciaes do territorio, fileira e
secrao fronleira, e as iniciaes que designan) a posi-
cfto em relaro ao meridiano o base.
N
No lopo superior se Irarar a figura O-I-I.de mo-
S
do que o liados desla e os das lellras lenbam urna
linba de profundidad", a diagonal N. S. e-leja na
direrr. do meridiano, e a L. O. na do parallelo ter-
restre.
Onda nma das faces do marcos olhara para om
dos qualro lerritorios e secres a que o mesmo mar-
co be rnmiiiinn.
Arl. 13. Se o leirilorio for isolado se collocar o
marco diasonaluienle, como fica determinado, ma*
smente se marcar a face que olhsr para o mesmo
lerrilorio, tirando as oulras faces limpas para nellas
se inscolpirem as respectivas iniciaes e numero dos
lerritorios vizinbos quando se medirem.
Arl. 11. Os marcos medios de madeira, islo he,
os qoe designam os ngulos das secees, lerao 211
pollegadas bem enterradas, e oulras 20 lora da Ierra.
Eslas 20 pollegadas serao aplainadas em qualro fa-
ces octngonacs.
Serao lamhem collocados diagonal e verliralnien-
N
le, e no lopo terAo a figura O-l-l. odiando cada la-
S
do da figura o face do marco para urna das qualro
serenes, de que o ngulo que se esliver marcando be
commnm.
Em cada face follada para urna das quatrn sec-
ees contiguas se inscnlpirAo as iniciaes da seccAo,
territorio e fileira com os respectivos nmeros e lel-
Iras que indiquen! a posic,Ao relativa ao meridiano e
base.
Arl. 15. Se o marco medio de madeira nAo l.r
coinmum a qualro secees. se marcaran smente as
faces que ulbarem para as screAes medidas ; as ou-
f
Kiial litar urna no limar em que terminar a m
meia cadeia ou cinco regua*.
polleaadas enterradas c bem cravadas, e oulras |g
pollegadas lora da Ierra.
Nesla ultima parle e unlo ao lopo superior sero
lavradas em esquadria qualro faces, tendo rada una
qualro polleeadas de largura.
Eiles marcos sero poslos tambem diagonalmen-
p.
le, e no topo se insculpir a fisura O-l-L como se
s
lem de ler ni i nado para osoiilros, e na face que olbar
para o S. E. se insculpir a IracfBQ 1(1, eem mais
lettra e signal algum.
Arl. 17. Alm das iniciaes e nmeros das faces e
fisuras nos topos lerao os marcos maiores e medios,
isto be, os que denolam ngulos de lerritorios c sec-
ees, os seguinles signaes :
I.Nos marcos maiores, islo be, os dos ngulos
dos lerritorios, se abriAo doze (albos em cada urna
de sitas qualro quinas ou ngulos solidos.
II.Nos marcos medios, islo lie, os dos ngulos
de seccoes, que esliverem nos limites dos lerritorios,
se abrirse as quinas ou ngulos solidos que olli.i-
rcm para o N. e S. ou L. e O. Untos lalhos quanlas
vetes .100 bracas os dilus marcos medios distarem dos
eilrcinos N. e S. ou L. e O. do territorio, conforme
o limile que se esliver medindo e demarcando for
um meridiano ou parallelo.
III.Dos marcos medios, porcm, que esliverem
as linhas interiores do lerrilorio, se inarcn-a as
qualro quinas mi ngulos solidos com lanos lalhos
quanlas veles quiuhenlas bracas os ditos marcosjdis-
larem dos qualro limites do lerrilorio para que o-
Iharem.
Arl. 18. Junio dos marros de madeira de que se
Iralou nos arligos 10 s 13 se marearn arvores e pe-
dras, como se delerniinou no arligo 9, regra stima,
relativo nos marcos de pedra.
Na falla de arvores em urna ou mais das qualro
eces contiguas ao marco se farSo as vallas, exra-
vares, pocos e pequeos montes, como seacba de-
terminado no arligo!), regra stima.
Arl. 19. Sendo inlerrompidas as linbas de medi-
co, on os limites dos lerritorios e secr.es, pelo en-
contr de obstculos nalaraes, se enllocara um mar-
co de madeira no ponto em que ebegar a linba jun-
io ao dilo obslacolo.
Esle marco lera tres palmos enterrados, e nutres
tres l'.ir da Ierra. Melado desla etlensAo ser lavra-
ila em (res faces, islo lie, em prisma triangular, tu-
ja base seja o tope, que ser um triangulo equil-
tero.
L'ma das faces conler a linba que se esliver me-
dindo, e na mesma face se (ara um lalbo horilon-
lal com as iniciaes N. S. ou I.. O., conforme a li-
nba que se esliver correndo f.ir um meridiano ou
parallelo.
Arl. 20. Transpnslo o obstculo, devendo a linba
continuar na mesma direrro no poni da partida,
que sera o mais prximo possivcl do mesmo obst-
culo, se collocar um marco de madeira igual ao an-
tecedente, e com os mesmos signaes.
Arvores leslcmunbas serao marcadas rom tres la-
lhos, olhando para o marco c mais vizinliauras
desle.
Por esle modo se reconherern em qualquer lem-
po os pontos de intenupcao da linba pelo obstculo,
e esla licari determinada.
Art. 21. Se os obstculos forem rios navegaveis
que dividam as serrfles, segundo 0 arligo 38 do re-
gularnenlo de 8 de maio de 1854, nos pontos das
suas margens encontradas pela linba se collorarAo
marros semelbanles aos do arligo antecedente, leu-
do, porcm, qualro palmos de comprimenlo, dos
quaes palmo e meio sera slidamente encravado na
Ierra.
As arvores leslemunbas desles ltimos marcos em
losar de tres lalhos lerAo qualro, e nellas se grava-
ra o numero das secres, lerritorios, fileirsa. que li-
coniprimenlo ou altura o volume regular por 360
polleuadas cubicas c serAo marcados uas laces que
olharem para S. e L. rom a fracrAo r'(.
(i.a Os marcos de qne Iralam as regras 2.a, :|.a e
.a para seren com facilidado reconbecidos lerao
contiguas a si e aos lados L. O. dua< oulras pedras
menores.
Alm disto a distancia nao maior de duas bracas
se levantara u/n pequeo monte de pedra secra c de
base rectangular, tendo esla es lados na direec.Ao do
meridiano e parallelo. Esles munlct leslemunbas dos
marcos terAo de alio 3 palmos quando e referirem
aos marcos de ngulos de lerrilorio, e {.palmos quan-
do se referirem aos dos ngulos das secees.
7.a Tambem junio aos mareos de que trata a re-
gra antecedente, quando as vizinbancas bonver ar-
vores, se cncolherao as mais vizinbas, anlaveii e de
mais longa vida, e nellas se abrirn os s'ignacs se-
guinles :
a Se o marco perlencer a om ngulo de lerrilo-
rio ou a seus Hrniles se oacother cm cada seeco, He
qoe este angola he enmmum, ama arvore as coodi-
ees cima, e nslla nao muilo distante do chao, e a
una braca quando muilo, se far um escudo.
Na parle media deste se abrir, com am instru-
mento crlame, om lalbo horizontal bem .listmcto e
pronunciado. Por cima desle lalbo e no,mesmo escu-
do, ou na casca da arvore, se insegripirao as lellrss
A. T. [iniciaos da Arvora Teslemunh i,) e os nme-
ros do lerrilorio, fileira e seccao, com as iniciaes res-
pectivas N. S.-i,. ou O. psra dislmguir completamen-
te aqueites territorios e serenes. ,
bNos sgalos das seccOes internas se escolhrrAo
e mamarn lamhem qualro arvores pela maneira
cima indicada, fazendo-se porcm dous talbos no
meio do escudo em lugar de um s.
dSe nAo houver arvores as qualro scceoes de
que o marco indica o ngulo comroum, e viziabas a
elle, se marcarlo cumiado as qoe esliverem distan-
cia nAo maior de ciucoenla bravas; s nesle caso, o
quand i nAo sceuronna em qualquer das qualro sec-
re.* contiguas ao marco arvore uas circumslancias
cima Indicadas, se adiar com vallar nm qundraclo
de que o ponto de intercepta* das diagonaes seja o
mareo.
Os lados do quadrado lerSo nma braca de compri-
menlo ; a profundidade das vallas sera de dous pal-
mos, e se laucar as suas bordas citeriores a Ierra
que dellas se ettrahir, formando assim orna conli-
nuaro de talude, que deve ser reveslida de si anima.
As vallas terAo a direeco do meridiano e parallelo.
Em cada um dos ngulos do qoadrilatero se abrir
urna cavidade de doas palmos de profundidade, e
nelle se cuconlraiao pedras, carvAo de madeira, urna
estaca de boa madeira ou oulro qualqoer objeclo que
seja de difllcildecomposirAo.
eA poaca distancia do marro se levantara um
pequeo outeiro mnico de3 palmos de altura. A Ier-
ra e pedra para formar o conc ser lirada do lugar
vizinliu, cuja distancia e diieccAo emrelarAo ao mar-
co ser medida. A cava ou poro deve ser quadrangu-
lar, e nina de suas diagonaes, quando protongada,
passai pelo marco. 0 ouleiro deve ser formado de
maneira que se nao desmorone com facilidade ; para
isto nAo deve entrar em sua conatrucrAo bervas, ra-
mos, madeira, etc., que, decompondn-se, deitem in-
Icralirios, diminuam a adbesao das letras, e facili-
tem assim o desmoronamcnlo.
Seas Ierras frcm de alluviAoe Iracas, de maiores
dimensoes devem ser os cones, e sua superficie con-
vem que seja reveslida degramma, ele.
A localidade do montculo e do poro deve ser de-
terminada em relarao ao marco, e escolhida e prepa-
rada de minio que nAo seja atacada pela corrcule de
asnas.
/' Devendo lambein -er marcadas as pedras que ; verem por limite commum a linba que se stiter
se arharciii as vi/.iiibanras dos marcos, e sendo dif- i correndo.
MINISTERIO DA JI STII.W.
Decreto n. 1 Ii7li de 11 de noremhro ilc I8.V.
Derlara quaes os juizes que devem servir de adjun-
tos nos casos de su.peiro posta ao juiz dos or-
pbAos da rrle. j litar, conladoria geral da raariata,
llei por Imm decretar que, nos rasos de snspeiro denle da provincia de Mllo-tirossO.
pesia ao juiz ,ios orpliSm de corte, sirvam de adjun-
tos, conforme a ordenarAo liv. i", lil. '.II.. j? 2">, em
primeiro losar o juiz de direitn la |a vara criminal,
as gralilieaeoes, como ludo se acha determinado
nos tres primeiros "arlisos do decreto n. 1463,
cima mencionado : o que rnmmunico a V. S. para
sua iulelligencia e etecurAo. Dos guarde a V. S.
I /ota Mauricio II anderley. Sr. Joaquim Jos
Ignacio.
Kemeeti-se por rupia ao conselho supremo rni-
presi-
lieil gravar nellas ledras e algarisinos, no Tara uss
No progresso .la meditan, o medidor da relaguar- faces que olharem para o N. e O. o numero de inci-
da ira arrancando e guardando as litas cravadas pe-
lo oulro ; e esle, quando liver colloeado a undcima
gritar dez ; c parar. Reunido.! os dous me-
didores, contadas as fitas, para rerlificarem-se da
ses correspondente ao de vezes 500 finirs que dis-
tar dos limiltes dos territorios, quando s pedra per-
lencer a alguma linba interna do lerrilorio ; quando
porcm tur relativa ao limille do lerrilorio se far na
mediciio das 10 meias cadeias ou 10 veres cinco re- j face que ollur para o S. ou O. conforme se correr o
guas, lomarn nota desla medir... laucando em i meridiano ou parallelo, o numero de inebioes corres-
urna pequea canana, que para esle fim Irar.lo. um pondentn ae de fexes 500 bracas que distar o marro
sro de l'eijao, de milho, ou lenlii. ele., e lomando do aovillo S. ou O. dn indino territorio,
nota sm caderno auxiliar, rom que s. rJr depois a Se as pedras por.in esliverem sobre a linba, al-
conferrncia. mm cotM diatanlH dos ntarrof, se iiisrulpirn os
Em falla de arvores em una ou mais seceescon-
liguas se construirn os pequeos montes leslemu-
nbas da mesma forma e dimenses que os do arligo
A ; mas sera assenlados em base triangular de que
ama das faces, se prolonsada fosse, encontrara o
marco.
Art. 22. Na h> pnthe.e dos arligos 28 a 30 do re-
sulamenlodeS de maiode 18'it. impossivel be dar
resras |.rnliea para lodos os rasos .pie oeenrrprein.
pois san t intn. e lao variaveis que s a vista de .un
recoiilierimenlu previo, posto que muilo ligoiio, se
poder a delerinnur o que riinveiilia lazar.
Arl. 23. Em consequencia da conversenria dos! Batea pontos deveinse designada* imm diagraronMl eem segunlo higarojnii de direito da 2 vara
meridianos para os polos os limites N. e S. dos ter- pelas mesillas letras, postas na margem das respec-
rilnrios que no principio da medirte, islo be, na in- livas olas dos memuriaes.
Art. 33. A descrinAo das bases de correcro sera'
feila em memoriaes dlslinclos, e semelbanles aos
das especies dos arls. 3i e 32 .testas inslrueeoe'.
Arl. 31. Tambem em duas especies de memoriaes
enaltantesae tara* a deseriprgo das linbas exieri-
ores dos lerritorios.
Arl. 35. A descripcao das linba interiores do
lerrilorio sera' semelliantcmenle feila em dous me-
moriaes.
Arl. 3fi. Devcn.lo n inspector scral. sesundo o
arligo 8 do resiilainenlo de X de maio de |8.i, or-
ganisar o memorial seral dos lerriloiios de modo que
a cada urna de suas secees corresponda sua descrip-
cao completa com lodas as dcclaracdes eligidas pelo I nesla parle derogado o art. .">*> do decreto
tersecrao do meridiano ebase priucipaes dislam en-
tre si li.lMM) bracas, se approtimarAo ou se aparta-
rn, sesundo se prosesuir para o S. ou X da mes-
ma base ; e se alsuma correceo se nAo li/.er, os ler-
ritorios e secees se afaslaro cadavez mais do qua-
drado de (>,0(KI bracas, ailectando a forma de Irape-
zios, cujos lados parallelos prosressivamenle iriaip
dilleriiid cada vez mais em grandeza.
Para obviar esle inconveniente determina o regu-
lamenta de 8 de maio que se Iraccm untas fiase que
se chaman) bases de correccm, sempre que se der a
liypolbese abi considerada.
Eulo, sobre o ultimo parallelo. limile do lerri-1
lorio incluido enlre os meridianos que parlem da ba-
se principal, se fsrn nova medican das -JMI, VMI e
li,IHX) bracas, collocando-*e cm cada mu das extre-
mos deslas ettenses marcos, como abaito se ex-
plica.
Este parallelo on base de correceo ser verifica-
do por observaees e clculos de lalilude. e recti-
ficado.
Arl. 21. Os marcos collocados sobre as bases de
corrccQo nos ngulos dos lerriloriss e secees que
abi s fecbam, serao da mesma grandeza c forma que
os das respectivas classes collocados Dos oulros limi-
tes dos territorios ; nunca, porm, strao poslos dia-
gnnalmcnle, mas as areslas do lopo e as faces csla-
r,lo na dircccAo do miridiaiio c parallelo.
Arl. 35. Se o mareo sobre a base .1" correceo
perlencer a um ou dous lerritorios que abi se fecbem,
se marcarn as duas faces que olharem para L. e O.
com o respectivo numero e iniciaes dos lerrilorios,
lileiras c secees, c as quinas ou ngulos solidos se
laro 13 lalhos. Junto delles se marcarn arvores e
pedras, e se l'.uao os pequeos montes, poros, valles,
ele., como se determinou nos arlisos 9 a IS.
Arl. 21!. Seo marco colloeado n.i base de eorrec-
cAo perlencer ao ansulo de um ou dous lerrilorios,
que principelo na mesma base de correceo, sera
em ludo isual ao anterior, colloeado da mesma ma-
neira e seinelfianteinenle marcado leudo, porm,
qoalorze lalbo-.
lis pequeos montes, valles, ele. sero tambem
feilos da mesma maneira ; as arvors, porm, alem
dos signaes determinados, lerao no escudo ou casca,
e por baito do lalbo borizonlal, as iniciaes II. i;
( base de corroero.
Arl. 27. Seos marros collocados sobre a fiass.lt.
correceo forem de pedra, seao em ludo isuaes nos i o nutras massas consi.ler.ivels de asna, pantanos,
das respectivas classes collocados nos limiles dos ler-i bosques, terrenos ridos, mencionando a direceo
r i torios, como se deleiminou nos arls. !l a 19; em ''c suas marsens ou contornos as vizinbancas dos
lugar porem de lerem 12 lalhos nat quinas ou faces ,; Fonl0' dc inlercepeo : bem como t distend cm
lerAo os que perlencerem aos lerrilorios que se Te- 1>e se comecar a ubir, chegar ao alto, principiar e
chain na base de correceo, 13 lalhos: o os que per- acabar de descer qualquer ouleiro ou serr, men-
lencerem aos lerrilorios que abi comeram, I i cionando sua direceo, forma e allqra calculada cm
lalhos. palmos sobre o nivel do mar, c sobre os terrenos vi-
Arl. 28. as visinliaiicas de quaesquer marros de zinbos.
ngulos de territorios e serebos, e mesmo nos dos! *' lodos os rios, bahas o oulras aguas perma-
ponlos de inlercepcAo das linbas pelos obstculos na- nenies ou que parercrem taes que os lidias alra-
luraes, se plantarn sementes de arvores que na lo- vessarem, a distancia entre os pontos de iiiterccpco
calidad* mellior prosperaren), e principalmente as de ''a* mesmas linhas com as margens desles rios,
arvores fructferas, alim de servirem de um indicio I e'r-. largara delies no ponl.t, de entrada das li-
mis que indique o lugar do marco, posra esle ser. nbas, profundidade c correuleza das aguas nesse
cora mais facilidade eucoutrado, e determinados e ponto,
claros se conserven) os limites dos territorios e 7. A superficie do solo, se plana, ondulada ou
crune.
Jcs l'homaz Naliuco de Araujo, do meu const
'lio, ministril e secretario de estado dos nesoeios da
'nstica, assim o lenta entendido e laca etecular. Pa-
lacio do Rio de Janeiro, em I i de novembro de IS".">,
Irigesiino-qnarlo da independencia e do imperio.
Con a rubrica de S\ M. o Imperador.Jote Tho-
inaz Sabuco tle Arairio.
Decreto,i. 1710 de 31 de de:einbro de" 1855.
Declara que as provincias da Babia c Peruamliu-
co sejam dous os eserivAes especiaes lo juizo de
primeira instancia do commercio.
llei por bem decretar que as provincias da Balita
e Vrnamburn sejam dous os ese.ivAes especiaos do
juiz> de primeira instancia do commercio, licandn
mesmo regularnenlo, llavera' mais um memorial
seral em que por ordem de lerrilorios e serenes se
lanrarAo as diversas olas dos memoriaes de que se
lem ralado.
As que forem relativas os memoriaes semles'eos
serAu laucada- resumidamente no memorial geral,
fazendo-se porem e a marsem urna chamada para a
paginas lugar do .lito memorial geodsico donde
fnrein etlrahidas.
Arl. 37. Os memoriaes conlero principalmente as
nnlas relativas aos nbjeclos segointes :
I." DcscripcAo exacta da forma, qualidade c po-
sicao do nia.co e das leslemunbas.
2." Comprimenlo exacto das parles das linbas in-
lercepladas pelos diversos maree, arvores, pedras e
srandes Villasnaloraes, fazendo-se meneo do ponto
de partida, e o modo de medeao, se com a ca.la,
resuas ou basimelro, se com a agulha, ou se com
qualquer oulro instrumento.
.'I.- O n.iine, dimetro junio a raiz, e altura appro-
tiinada de lodas as arvores leslcmunhas, c das que
se acharen robre es lindas, declarando-no .a direc-
eo e Istancia em relaco ao mareo mais protimo.
1." A nalureza dos malenaesde que se compocm
os pequeos montas; a circunstancia de estarem as
condiees delerininadas por eslas inslrueeoe--.
A dirercan e distancia em que o centro de sua
base e os doi pocos Bean em relaco ao mareo. A
qualidade dos nbjeclos enterrados nos ansulos das
vallas, c ,i das sentealM das arvores plantadas.
").' As distancias dos ponto., de inlercepco, lano
B* enlrada como sabida, das diversas Ifnhaa com
posses, bemleitorias, obstculos naluraes, rios, lasos
n. 1597
lo 1 de maio do crtenle anuo.
Jos Tiloma; Naliuco de Araujo, do meu conse-
lho, ministro e secrclario do estado dos nesoeios da
jutlica, assim o tenha entendido e faca etecular.
P. lacio do Rio de Janeiro, em 31 ds dezembr"
de 1855, Irigesimo quarlo da independencia e do
imperio.Com a rubrica de sua M.o Imperador.
Joti Tliomii: Vataeo de Araujo.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel geaerai do commaado das armas do
Pernambnco na cldado do Recite em 31 de
Janeiro de 1856.
ORDEM DO DA N. 1%.
O marechal de campo, commandaute das armas,
faz cario, para os linsconvenienles, que, em virtude
de ordem da presidencia, foi considerada em desta-
camento, e aquarlelou so honlem no Paraizo, urna
das campanbias do balalhAo segundo de cacadores
da guarda nacional do municipio do Kecife sob o
commando do Sr. capilAo Pedro Tertuliano da Cu-
r.ba, alim de coa.ljuvar a tropa de linba no pesado
servico da guarnirlo.
Jos Joaquim Coetho.
seceoe".
Arl. 29. Devendo os memoriaes foruecerem ele-
nontantaaa.
8. 0 terreno, se da I.
ou 3.' I'ormaeao ;
Al INISTE RIO DA GUERRA.
Hjcptiieilte do dia 11 de Janeiro de 1856.
Ao presidente da provincia de S. Pedro ibiSul.
declarando, em solucao a represenlaeao, que acom-
panhou o seu ollicio n.35l, do coronel Mauoel l.uiz
Ozorio, conlra a deliberarAo da Ibesouraria de fa-
zenda da provincia, por Ihe ler mandado pasar t-
menla duas netas de forrasens.qiie semelhaulc deli-
berado nao f..i resillar, visto perlencer ao dilo co-
roner tres raees de forraeens. por ser de eavallaria ;
eumpiindo que Ihe mande pasar a que deitou de
ser abonada, licando^ia intellisencia que a lluvias
sobre ajuda de cusi, que tambem deii.m deser-lhss
paga, esla decidida pela revosaeao do atiso <'c 2") de
julho do mesmo auno.
l
Ao presidente da provincia de IVrnnmhuro, rom.
mullicando, para seu cnnheciineutu e exceurAo na
parle que Me loca, que, por deerelo de lli de cr-
lente mez, se concedeu troca enlre si de rorpos e
eonipanhias aos rapilAes Candido Leal Kerreira e
Manuel Luciano .la Cmara Guaran, esle do III"
balaliwode infartara a aquello dotada mesma
arma.
Ao mesmo, dem, que por derrelo .laquella
dala so ronce en igual greca aos capilaes Antonio
Jos l.ancj e Irancisco Jos do Rozario, rsle do 2"
balallian de intanlarja e aqoelle do meio balallio
da Parahiba.
Ao mesmo idem, dem, passou a assresado na
arma de inlanlaria, na rnnformidade do disposto no
art. S 1- o. 2 do decreto n. 2b0 do 1 de dezem-
brode 1811, o alftresdo I baUlhta da mesma arma
Anlonio Cardoso da Cosa.
-Ao da do Cear. em solara,, ao seu oflicio
"...0 de 21 de marro .le IS.,1. pedindo esclareci-
men.o, acerca da verd.deir. nlellig.nca que sel
deve,lar ao vocabolo natural, de que .rata a lei
de id.setenta de I.V7. para reronhermen.o dos
cadetes do exercito. porque o censelho de avergua-
cao nomeado para conl.ecer das provan.as do soldado
do me.o balalho da mema provincia Francisco das
Chasn, l.ira, ocha.....,,1, p;ira (|,1r 8ua Helniliva
mental para a formaQAo dos diagrammas e calculo i para que cultura nu industria se presta ; c qual o ,|era a conselho nOre o "hi"* *'
das reas do lerrilorios secees.Je suas fracc.oes; c preco da braca quadra la na forma do arl. 11 da lei
sendo a tanta dos eaclarecimealos para no terreno se i de 18 de sslemhro de 1850, e do arl.
disliusuirem entre si em qualquer lempo, e sem no- ment de 30 de Janeiro de 1851.
.in resula-
vos etame*, suss qualidades e propriedade e prero
da braja quadrada, segundo o arl. I i paragrapbo 2
da le de 18 de setembro de I8.VI, preciso be que
laes litros coiilenham fiel e precisa descripcao de
lodos os actos e 0hservac,9es que us inspeclures-geraes
seas .-ijudanlese agrimensores pralicarem, na confor-
mid.ide dos regulamenlos de 3t) de Janeiro e 8 de
maio de IS.">.
SerAo pulanlo osmemoriaesescriplos nili.lamenle
sen. breves, borres, omendas, raspaduras, ou cn-
Irelinhas; em linguageni precisa e clara, de modo
que nAo possa haver equivoco lias figuras, letras, ,il-
garismos, palavras on senli Arl. .30. llavera '.) esperiesde memoii ic, servindo
cada una dolas para o lancamenlo dos actos c ob-
servaees da linba a que be destinada.
Arl. 31, Os da primeira especie serao reservados
somenlc a medirn, demarcaro e deseriprAo dn me-
ridiano e base priucipaes, e das circumslancias do
lerreno vizinho mandadas nolar pelo arl. i.'i do re-
-ut.imenio de 8de maio detVtl.
Nesles memoriaei se lanrari n comprimenlo das
parles das linhas enlre as Irs especies de marcos de
que traa o artigo 11 do rilado resulamen(o.;No|se
omiltir a descripeAo clara e precisa da forma c qua
lidades dos marcos, damelo c altura approtmada
das arvores lesleiiiunbas, c dos signaes, ledras, nu-
meres sravados nos mesmos marcos, arvores e lias
pedras Tilintas, A ili-i.ui.va e direceo em que laes !
9. Madeiras, as difiranles qualidades, se em abun-
dancia, e quaes predominara, ou a qualidade da ve-
gelacao.
10. Trras baitas, se tercas e esteris, ou h-
midas e panlanosas ; c sendo sujeitas a ionnda-
cAo, al >que allura, e por que lempa licam ala-
gadas.
11. Pontea e nascenles, se puras, salinas, ou mi-
neraes, e o curso que loin.nn suas asnas.
12. Lasos, sua exleuso e profundidade, nalureza
e elevacao de suas margens, e das aguas, se puras cu
cslagnadas.
13. Mellioramei.los maleriscs, povoaees, aldeas,
e casas, campos ertifldeea e oulras tamteiteriaa ;
indicaeAo para eslabelecimenlo de povoaees, al-
deas de indios, forlilicaees, arsenaes, e servidoes pu-
blicas.
I'i. Jazida de earvta, de metaos e outros quaes-
quer nineraes, deeereeisndo sua qualidade. etien-
sAo, e as eteavaees que se lenbam feito para co- i
liber lo, as foules e terrenos salinos.
Todas as iufurmacer fidedignas que se pnderem I
ofiter sobre estas 'objeclos, quer liquen) lias linbas de
medicao, quer nao, farAo parte das olas dos memo-
riaes.
15. Eslradas c eaminbos, suas direcees, lugares
donde parlem apara onde se dirigen. As estrailai c
eaminbos que se devem fa/er.
lli. Corredeiras e quaesquer quedas de asua, o
sua alturaeipreasa em palmos.
a quem se nnvio,
que tendo sido guardadas no processo de lesilima-
cAo todas as formalidades substanciaos, he inleira
nenia Intil a dislinccta entre nihos natoracs, no
sentido restrirlo, e filhos espurios pelo que o dilo
soldado p.ide gaaar do indulto que a lei Ihe concede.
arvores e pedras licam em relacA aos marcos devem !
Ismbein ser notadas no memorial,fiera como o nome,! ''" Cnriosidadaa naluraes, fosseis inleressanles.
dimetro e altura approximada de arvores notaveis pelrilicares, restos organices ; obras anligas, como
e pedras que se enconlrarcm no meridiano c base I tnoiiumciilus, tarliflcartas, povoaees, reprezas, di-
principaes, e snas distancias aos marcos mais vi- 11oes' e,r-
zinhos. \ ls- A derlinaeo Nosinsnioiiies lambem se lanrara a descriprao da i''' "os Pon,* cm <|UP e]U *>"**
allura, dimetro, junto a base, dos pequeos mantea | ,(''' ,:>",f''^e"ci:, ,los agrimensores nos pontos re-
leslemunlias, das materias de que <~\o formados, das <"m"'ndailos pelo arligo Mlido regularnenlo de 8 de
vallas, cavas, materias neslas enterradas, poros ele.
e da distancia e direceo em que licam em relaco
ao marco.
llavera lambem nos memoriaes declararan .los
cursos de asnas, srandes vallas naluraes, valles, ou-
teiroa e montanlias porque passaren as linbas, e da
qualidade do solo, das madeiras, iniurraes ele.
Eslas drrlarares, notas e dosrriprai que prinri-
piarAo pela dala em que se Hieren as respectivas
mediees, sern relativas a rada .VIO bracas lado .las
secees ; e serAo separadas tas deelaraecs, notase
descripees de cada 500 bracas por um lorie Iraro de
tinta.
Arl. 32. As notasen declarares das observaees
e cenlos para a veriearao diaria da declinarn da
agita, para ronlieriniento de longttude e lalilude
da inlerrepro do uieridiaiio, bases priucipaes, e as
de lodas as oulras observarnos 0 ralelos que se lile.
rem para traccr a- mesnes meridiana > fiase priu-
cipaes, largura dos rios navegaveis, lagos ele, con"
linuaro das ludias inlerrompidas pelos obslacolos
naluraes, avalia^Ao da allura sobre o nivel do mar,
dos lugares mais elevados, serao lanrados em memn-
maio de 18"il.
SO. Os lenos que devem ser reservados para a
mariuha, na roiiformidade ,1o arl. 12 da lei de 18
de sclcmlim de 1850.
21. As notas de cada etleusoo de jOft bracas OH
lados de serres serao escripias na localidade dellas.
nada .lei\ando-su para ser conservado somenlc de
memoria.
Os agrimensores no lim de cada 3,"00 bracas de
cada urna das linbas, e o inspector e seus anidantes
MINISTERIO DA MAKIM1A.
lixpediente do dia 1. de Janeiro de 1856.
Aoquarlel-sener.il da mariuha. Marinba.
Aviso de 15 de Janeiro de 18V. Taz algumas de-
clarares a respeilo do lempo de servico e das srali-
lirares das praras da eompaaliia de imperiaea roari-
nbeiros da provincia de Malo-lirossoe.las do res-
pectivo corpo. Kio de janeiro. Ministerio dos ne-
soeios da mariuha, em l de Janeiro de 1856.
Tendo levado ao alto ronheeimenlo de S. M. o Im-
perador o ofllejo n. IS de !> de julho do auno prxi-
mo passado, em que o presidente da provincia de
Malo-lirosso, por motivo de represcnlaces do com-
inaiidantc da conipauhTa de imperiaea marinheiroa
da dila provincia, pede que se Ihe declare : I.", se
deve ser contemplado o lempo que as praras .la re-
ferida cenpanbia serviram no eterjilo, para ser-
illo addieionado ao de servico na mesma enmpanhia;
2.", se tcm direilo gratilicaro maior que a terca
parle do respectivo sold as praras qne completando
16 anual de servico quizaron) nelle continuar, ten-
do a precisa robustez; 3., se as prscas que, haven-
do requerido e obtido sua escusa, por terem com-
pletado o lempo de' servico, c continuaren) lodavia
voluntariamente e sem inlerrupcao no mesmo servi-
co, lem direilo gralilicarao, una vez que se com-
prometan) a servir por um determinado lempo ;
boiive por bem o mesmo aususlo sentar, confor-
inando-se com o parecer a esle respeiro emitido
pelo roiiselho supremo militar em consulta de 17
do mez prximo preleriln, declarar, por Inme-
diata resolncgo lomada suhre a mencionada con-
sulta, em dala de 12 do cerrante, qnnnlo ao pri-
meiro poni, qne sendo explcita a provista de 7
de de/.emtro de Is Ij. deve-se addicinnnr ao lempo
de servico que laes praras liveran na enmpanhia
de imperiaes marinheiros aquelle em que serviram
no exercito; ucerca do sesundo, que as proras d*
| imperiaes marinheiros que, su fiireui rerrutadas ou
lenham rindo da enmpanhia addida de aprendiies,
quando comp'.elarem ll aniins de servico, e nelle
quizerem eonlinoar, estando com a preci-a robus-
tea, lem direilo sraliliraro de melado do sold
correspondente sua respectiva rlasse, na contar-
niidadc do ?2. do decreto n. 1165 de 25 de oulu-
iio lim de (i.niKi bracas, daqnella que o regularnenlo I bro de IHi ; e prlo que tora ao 3, que se ns pra-
do S de maio lliesinrumlie medir, farao a descriprao Cas frcm voluntarias c nAo prorederem dascompa-
de qiialf,iier objeclo relalivo ao territorio ou quarlo t nhias de aprendi/.cs menores, sero obrigadas a ser-
do lerrilorio que julgarciu til, e fechar,) estas in-
formaces ou descripees rom a ,'tpnsiro seral do
pai/, seu solo, condiroes geolgicas, madeiras, mine-
raes, asnas, ele.
Nos memorias seodeslco- se notero Indas as me-
didas angulares e lineares que servirem .1" .lados..,,,
clculos,e os resultados desles. .Nunca so omiltir a
declaracao do processo para rouberiuieulo das latitu-
des, longilode dos lugares recommendsdos no regu-
larnenlo de 8 de maio, e neslas inslrucces, .lo Ira-
vir por lempo de seis anuos, se entrarem para o cor-
po rui alguma das [iracas de inarinbeiro no primeiro
auno, e por lempo de de/ annos, se entrarem ns
praea de grnele e nao pausaren i de niarinfieiro
dcii'r do piimriro anuo ; eni qualquer .testes
i a-o-, se qui/erem eontlnnar no servico, so/aro
da vantasem de mais um Ierro do sold correspon-
dente .i sua rlasse. romo gralilicarao, desde o dia
em que declararen) querer eonlinoar no mesmo ser-
viro, e da sraliliraro de melada do sold, lambem
raos de oulra especie, que lerAo o uome de me- ro do meridiano, e bases priucipaes e bases de cor.; correspondente, quando ll/.erem isual declararn
mortal geodsico. I recri, a do que se liver segoido para a verifica- lindo o praio de 16 annos; pudendo ser esta-- ,le-
Nn-memorial do arligo 31 em frente da descripcao I rao da derlinarn da agulha e de Indos os oulro para
de rada una das on bracas ou lados de se
tara' lima chamada para a pagina e julsar enrres-
pou.leule do iiieiiinii.il geodsico, notndose o nu-
ler a dilferenra de niveS da continuarn das linhas
quando interrumpidas, da medirn rins, lagos, ele.
clararnos successivaiuenle renovadas, minea por
menor lempo de um anuo, e ti,-and,, rulen.lido que
aquellas que as nao ti/eiem, concluido ,, lempo
do etis.ijaiiienlu. coiiiiiiuarAo a servir sem ler direilo
PARAN'.
Coriliha 8 de Janeiro de 1856.
Nada Icnho de muilo importante a Ihe commuui-
car sobro os neRocios desla provincia. Estamos sob
o imperio da Iraquillidade publica. Qnanlo ao es-
lado sanitario, be elle o mais lisongeiro possivel. He
cerlo que na fregnezia da Palmeira, em Campos Ge-
raes, appareceu com carcter epidmico ama corla
enfermidade a que se altribuiam svmplumas de clio-
lera-morbus ; mas o Dr. Jos Candido da Silva Mu-
riri, que por ordem da presidencia parti para aquel-
la (reguezia em auxilio dos enfermo-, acaba de ebe-
sar, e assegura que essa enfermidade cede ao mais
iigeiro Iralamenlo. Prntanlo, nAo temos de que
nos amusjar.
Ja possuimos om Ihealro em Coriliba. Aqui che-
sou em dias do mor. passado una enmpanhia dram-
tica dirigida pelo Sr. Domingos Marlins de Souza.
Em o I" .lo correnle lizeram a soa eslra represen-
lando o l.uiz de Camics do Sr. Burgain, e a reap-
parecern! rom o Detcr e nalureza. Produziram es-
sas peras grande elfeilo, o publiclas applaudio com
emlhusiasmo, e j se discutem mui soOrivelmente
as qucsles dramticas nesla ooss.i boa cidade.
O Sr. Domingos Marlins de Souza be digno do
nosso reconhecimeolo pela promplidao com que m-
provisou um Ihealro onde o nAo havia. Dos quei-
ra que o nosso procisorio se lome permanente. Ve-
ja se nos manda de l alguna canteres para termos
lamben una enmpanhia Ivrica.
NAo se sabe aqui se o Sr. Pires da Molla aeeilnu
a presidencia des.a provincia. O Sr. Ueaurcpaire a-
diou a sessAo da assembla provincial para o I" de
marro protimo fotuio.
Carta particular.)
Jornal do Commercio do Kio.
COKIIKSPONDENT.IAS DO DIAHIO DE PER-
NAMIUCO.
MARAMIAO
S. l.uiz 22 re Janeiro de 1856.
L'ma dislinro bem visivel se aprsenla, quando
aquilatamos os homens de hoje pelos do -eculo pas-
sado. Entes da mesma especie, vao todava, de dia
l>aia dia decenerando da ndole de seos anlepassados.
Esla infeliz verdade, que se podera rouverlerem um
axioma, a seulo o reine Portugal, oulr'ora vencedor
e hoje vencido Quem dina que os vares, qoe pas-
saram alni da Taprohana, fossem succedidus por li-
Ihos laes"? Assim be. Hoje vo-se esle mondo pelo
reverso. Tudo tem mudado ; as prnpriaa fazeudas
lem lido suas phases : una casaca do lempo auliso
era obra para .">!) ai.nos, e as de asura sAo para 2 me-
ze* !... Merc de Dos, compr,izo-me de rontar os
meus (iO janeiros, e be por isso que Vino, lem um
correspondente filo assiduo. I ni rapaz llie promel-
lerio, porm Ihe fallara sem n meiiur escrpulo. Eu
dissedisse ; sou Panlisla ; sou um cavalleiro da
cruzada, que morre pela fe. Nem mesmo os meus
auiisos asvignanles da bolica do Santo Agosliuho me
fariam esquece-lo.
Sinlo lilillaeoes quando vejo o veloz barco vir cor-
tando as salsas ondas.
Corro logo ao meu borrador ./o : e, depois de
(er saudado a Vmc, principio desle modo :
O vapor Imperador, ehesado a esla capital no.dia
12 do correnle, sesuio para u Para a 13, levando
sen bordo o E\m. presidente do Amazonas. Dr. Joo
Pedro Dias Vieira, e o chele de policia da mesma
provincia. Dr. SehasliAo Jos da Silva Rraga. Acom-
paufiou al o porto de embarque a estes dous cida-
dAos. um grande numero de pessoas de dilferentes je-
rarcliias. Foi so um lestemiinfio patente da esti-
ma, consideracAo e svinpalhias de que elles gozaiu
entre os habitantes desla rapilal.
O soverno de S. M. por cerlo que se nAo pedia ha-
ver rom mais tino e rellexAo na esculla do pessoal
para astea dous lugares. U Sr. Dr. Dias Vieira, na-
tural desta provincial be om dalias caracteres, que
infunde respeilo e conlianca, e que nos revela i/ma
prudencia natural realcada pela sua illusiraeAo.
0 Dr. Seliasliao llraga, lilho dessa provincia, veio
para esta como juiz de orpliAos da capital, de cujo
lugar, completando o qualrieniiio, foi depois de pou-
cos mezes despachado chele de polica do Ama-
zonas.
A calliegoria que ora lem Psse cavalleiro na magis-
tratura, a deve a sua conducta anterior ; c soa ac-
llvidade e llloatracge ; a estima e cuisideracan de
que goza na soeiedade, soa insenuilade de carcter
e exceltentet qualidades. Amigo particular do Dr.
Olympio Machado, o Dr. Braga se uAo podia isenlar
da bilis do estandarte ; e,por lano, foi urna de suas
victimas. Todas as invectivas, porm, de que se ser-
vio ese jornal, nao abalaram a sua reputacao, quer
em relaco sua vida publica, quer cm rclaeao ,<
particular. A prova do qoe levo dilo, esl.i nos dous
fados:o te (er desposado ama filha do harAo do
Taryass, pela ventura una familia dislinela e de
avallado rabc.lal : c o do sen despacho, apenas com-
pletado o tirocinio, lie esle o ere.lilo do /estandar-
te : duas .le suas mais inarlvrisadas victimas acabam
de se elevar sobranceiras a soas calumnias raneo-
rosas.
Resta a esses dous cavalleir.is perdonr csses en-
tes, que se chafurdain em um lo.lacal lo immando,
os dainos que Ibes tem causado.
Pesiando a dar-lhe nolicia dos lacios occorridos,
nada lenho a dizer a respeito da tranquillidade pu-
blica.
O nosso oslado sanitario be pouco satisfactorio ;
pnrquanlo ja nos nao reala duvida de que eslaiuos
respirando urna alniosphcia cbolerira. Militas pes-
soas ja tcm sido victimas do preludio ; uAo se| se es-
larei reservado para a svmpbonia.
^'o dia I", e lli chuveu abiindanlenicnle, e c-pera-
inos boa invernada.
O consol poriusuez avisou pelos jornaes, .pie ii-
uha de chamar a responsabilidad.? o vice-rousul |Hir
abuso da imprensa, ele. ; e ronsla-me que esle Ho-
rneara advogado para a cansa o Sr. Horses, vulso
o l'odre-grande '. Esla lembianea Eu. no caso do
cnsul, nomearia o l'*4re-pequen < pela eonseniali-
ade, e pelo imitas cun similibut faeili congre-
gantiir...
Aneiosamenle esperamos a companhia que abi se
acha, c o nosu S. l.uiz lodos os das se escota para
a rereprAo.
O T'ivolv se acha tachado por cansa dn invern ;
he um suscito muilo achacado !
(I reii.limrnlo da aliando.;.! al odia 10 desle he
de 100:3229517 r.
lie um rendimcnlo elevadissinio, c pie ha milito
nao se da.
Pcr.liie a massada.
Sen venerador c criado
PIAUI1Y.
Valenra 2") de dezembro de 1855.
Pois que o correspondente do l'iauhv, segundo
me consta, resulten por justos motivos, qoe tem
pode allegar, nao escrever mais para o Diario de
l'ernamhuco, noticiando nos seus leitores o que vai
orrorren.lo por esla provincia, en conceb o plano
de snpprir sempre que me for dado a talla den con-
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OURIO OE PlRMMB.0 SEXTA FElRA I D JANEIRO *E I8b6
111i.11l.10 ; e rogo a \ me. que te tlita .te aceitar moni i peridico ilciiomiii.idoAraript, que advooa ci
podres e intuitos cscriptos, se caso mcrccercm esla
honra.
Nio prometa ser musanle, porque nao quero,
dando-se a talla, mcorrer na culpa de inconse-
quenle; pulanlo, so apparecerei toda vezqoe
peder.
O dilu correspondente letu lobejas ratoes para
dcnar a larefa, porquanlo ngo he brinco tle junco
cattegar eom o iu>upporlavel tarda das iras e an.es-
;at dc*ses santinhos, cujos reprovados arlosmaos
i\iprichus e desvarioscondciuna e deve con.lem-
liar o que esta constituido ua abrigaran de noticiar
ao retpeila>el o quo succede as vezes bem escondi-
do !... Elle, pois, fe/, muilo bein, e lano mais
quaudo inl'eli/meiile ja nao podo negar, Porem,
cu, qus hoje romeen, l.ei ilo acaulelar-me, ali:n de
nao sollrer o que lenlio visto ao patririo.
Mordam-sc agora os mu delirados santinhos de
/vio podre, o IMestera seis feros tiros e odios pira o
demo, arredaudo-os assim do rujo a quo me retiro.
/.oilos niordci-vos '. ii o ileixai quieto a quera so
he criminoso em vosso estpido conceilo por nao
lisonjear aquillo que juslamculc merece a mais acre
ccnsnra !
Sendo esta a priineira, qucio-a concisa ; e pois
ponlio-lhe termo logo que acabe de exarar o que
te -.viio :
O natalicio do Divino Legislador, niorlvrdo Cul-
SOtha ou Jess l'.hrislo, cujo dia he boje, nao foi fri
nein licou ou passou desapercebdo : un grande
numero de meus palricius matulos, igualmente que
as bellas e simples matiilinlias, engracadinhas como
nns anjiuhos. concorreu a esla villintu para ouvi-
rem a mu popular missa do gallo, e se leem de-
morado ato estas horas, quo sao ouze e mcia da
uoile. A noite de di para di, islo he, do honlem
para hoje, nao fui para uinguem dormir : toda a
noite eslivcram as portas c as ras chcias de gente :
lumoii-se charutos bebeu-se geucbra, cerveja, li-
cor, vinho, etc., conversou-se. pas em suinma em movimento. I'ma (laiita o urna ra-
beca, que aqui appareccram pouco antes, contribui-
rn! nao pouco para acorucoar os nimos, ja lo
disposlos dos piedosos, e vedar-Ibes das pslpehrns o
importuno peso do mea amigo Morpheu. Assim li-
temos ueste anuo aqui um Natal festivo, divertido,
rosado, inleressante...
Ja esla Vmc. rindo como um perdido-, por ouvir-
rue a narracao succinla de lo humilde festahu-
milde he o modo eom que a fazemos ueste centro, en-
tend bem ;acho alguma razao, porque ala cos-
tumado no seu Kecifc, onde ella he pomposa u
nvagnitica c... etc. Pare aqu o riso, lemhraudo-se
do nosso alrazo. Mas omino, ria-se, pois que cu
faria o mosmo se nao eslivesso costuinado.
No dia I." do carrete mez cntou no ejercicio do
cargo de piesideulc desla provincia o Sr. Dr. I-'rc-
derico de Aliueida c Albuquerque. Nao Mi, al
hoje, cousa alguma sobie osados de S. Exc, por
isso aqoi lico. Quaudo souber nao Ibe esconderei.
Os eirculittas, ou apologistas do novo sxslcina de
eleires por circuios, esli entusiasmados e chcios
de desejos de a vetem em pratica. l'orem. o que
lie indubilavel he, que os circuios nesla provincia
lurjni mal determinados, o que de algum modo Iraz
uro ou oulro iiicoiiveuiente. Dcsejarei ser falso pro-
pbei.i. porque cmlim. a causa do Sr. povo ira i sal-
vimeiilo.
Ooo son contra ella, desde ja declar-lhe para
lirar-lhe duvidas : lodavia eslimarei que produza
os buns desejos que liveram quica em vistas os que,
formulando-a, prelcnderam curar algumas, ou to-
das uio lie isto moilo possivel'i, chagas do uosso
passado sistema eleiloral..
I) futuro decidir das conjecluras. Esperemo-lo.
Cahio afinal a lonnid.ivel Seluislopnl, e eis us par-
tidistas dos Alliados e dos Rtissos a quebrarem as
raberas e a remerherem eom as liuguas, dofcudeu-
do uns aos Russos, e apresentaudo as razes porque
estes forain veucidos. outros acompanhaiulo nos ap-
plau-os aos vencedores. Nao padece duvida que os
Russns leem-se i ouduzido como homens briosos, silo
ons hroes. Ilem que vencidos em Sebastopol, leu-
do motivos para isto, lodavia nao estilo humilliados
nein cora isto soinente se pode contar vencida a
Hastia. En pens deste inoJo ; mas nao sci se
acert.
lista provincia vai sein nuvirlade ; uo ha dcsa-
gaados nein disturbios, e tamban sein o cholera-
morlius, o que ja n.lo he pouco. Vamos levaudo
om
lodo eiupciilio a ueressidade da creacio lessa nova
provincia, tervindo-Iba de priocipaea argumentos i:
grande distancia decenio e qunlorce leguas, em que
esl.i esl i cidade da capital do Cear, e a dillictilil.ide
que leill O invern enllocado em urna tan grande Ion-
gil Hile, em conhecer quaes as verdadcirasnecessdarles
des-es lugares remlos p,ir bem dirigir a polica c
outros ramo* da administraran, diflicoldade esla qoe
.mu],i se loma mais palpavel no que diz respeilo ao
empregu de mcios tendentes a bem aproveilar a fer-
lili.lade do solo de urna extens.io de vinte a trilito
legua* bordadas pelas venerandas florestas e eternas
verduras da elevada seria do Araripe, formando um
verdadeiro oasis ao meio dos ridos serles das co-
marcas do Icc Inhumuns nesla provincia, de Jai-
coz no Piauhx. do Ouricorj e l'aje em Pernain-
buco, do Rio do Peixe ou Cnladc deSuuza na Para-
luba, sendo que a mxima p ule desse scrles ali-
menlain-se quasi semprc eom legnmes, esobre ludo
eom assucar. c lambem ja eom algum cafe deste fa-
moso ousf's chamado Cariris.
Ilando-lhc esta noticia, devu emillir meu juico i
respeilo, e o farei eom franqueza : se livesscmos
nina melhor urganisaeo de cmaras muuicipacs, de
ni.mena que as localidades enconlrassein em suas
municipalidades urna autondade cun mais alguma
accao, c que promovesse, como se espern desea ins-
lituic.10, os melhoiamenlos mateiiaes dos inuuici- i iucolumes em seos termos.' eis de triste o que se
pios : cu Maleolaria que o encantador oaiia dosCa- pode dizer que lein havido ; trislc, purera, para os
riris, pudendo adiar as quatro municipalidades, de ferido, porque para outros lem sido ale-re e mui-
queelle sccompe, os necessarios recursos para lo alegre.
desenvolvimiento de suas riquezas naluracs, deveria i A salubridade publica ale aqui continua inallcra-
viver conteni juntamente eom os -crines, que o cir- vel. Os gneros alimenticios lem escaceado no iner-
cuindam ser aspirareiii preteucao de ser creada a cado, c por cousequencia eslao por uns preces ex-
uova provincia ; mas sendo as cmaras municipaes I Iraordinarios.
Agora enlrarei no noticioso, c como anda esle rdelles '.' leudes a precisa capacidade e liabililacnes '.' I us meninos de hospital da Caridadc iuconi-, penlro de meio minuto apparecera' o suor por loilo
livosse o seu corresponilcnle llie dado no- ( Moslrai nina e nutra cous, e responderei entau so- niodam a vizinhanoi bem snllnvelineulecnm os Ira-
vas do que nelle lem dernrndo nesla cidade, de I bre esse ponto, pois que por ora nada dissesle que
qualquer laclo ou data que principiar, creio que co-
rnejo bem. nao acha'.'
Eu quizara encelar mintia nova trela por nina
cousa alegre, mas a primetra que me veio i cachola
foi triste, c que hei de eu fazer... Deiva-I i no lin- Exc. nao se enliegou cegameiile n direccao de una
inereea as honras de una resposla:
Fumai at e.rcelleiilniiinas.
O que nesse ponto ceusiiraes ein S. E\c. be o qoe
mais o honra, porque provastes de sobejo que S.
Iciro seria una trapace, que lhc eu armaiia logo
da primeira vez Islo he feio, c eu aborrece aos
tfapaceiros.' Inverler a ordeni dos fados, creio que
seria um erro, o cu gosto pouco de errar, pois que
nao gosto muilo de erranles d,sdmu< oiuntt :
aqu esla un. i nao pequea difliculdadc para um es-
ciiplor caloiro !... Mas nao ha oulro remedio.
FoidemiltldoO Dr. Jeron\mo C.dn.il Raposo da
Cmara, do limar de inspector da lliesnur in.i pro-
vincial, notncado para o substituir o Dr. francisco
Xavier l'ereira de Brito, queexerria o de procurador
Bacal.
Tamben) foi demillido oronlinuo da secretaria do
governo, Jos Cvriaco, creui que por lalla de ciini-
primciilo de seus deveres, pois que vivia qiierendo
jogar as cri.l.s eom o velho secretario, que, como
so sabe, lie austero para eom seus empregados : duas
ou Ires ilemi--ne- mais em ilelegados do rentro-
que, desconheceudo seus devores, se nao so lem ar-
vurado em protectores de criminosos, os loleram
caiuarilba cega e rancorosa que delle se servir,
como instrumento de suas vinganc.a- : eis os molivos
das qucixas contra S. BlC, eis porque ja nao gos-
Rabello : lodos esses minea se curvaram a vossos
caprichos, caliirara em desagrado. Dillicil de Con-
tentar he essa gente. Basta por boje.
Aceite os sinceros votos do seu
em nosso paiz o que todos vemos, islo he, corpora-
coes, que nada poden fazer, senao por meio do pos-
turas, que so podem ser execuladas depois de ap-
provadat pela auembla provincial, qnem sao re-
mellidas, muilas vetea para llalli so voltarem ap-
provadas depois de alguiis'aniios. de serte que con-
forme seja a uccessidade que se quiz prevenir, acon-
tece em muilas occasioes quecliegam extempornea-
mente eja (piando nein um beneficio (aneen ; resul-
ta dahi que essas corporacoes nao tendo era se"
stio ura agente ou seja de nomeacao popular, ou
do governo para evecular iiuuicdialameulc as medi-
das adoptadas conforme as oceurrencias do monicu-
lo, rediizem-?e meras couiinissoe.< do um corpo,
que so de,mu i em auno se rene, islo he, reduzem-
se a cumplir mui lenta e imperfeitamente o que
llies determina assemblea provincial, ou para de
uraa vez dizer-lhc o que sao as cmaras inuuici- se,,i
paes ca pelos sertes, rcduzein-se a unid auloridadc
aulla, cujas allribuicoesde fado cuusistcm em dis-
tribuir o seu pequeuo or;araeulo eom meta duzia
d'empregadet, c se por nlicidade resta-lbe anda
Ouizera aqui fechar esta minlia primeira carta,
eom o pouco que tenho dito, porem agora me che-
pa o Liberal do rorrcio, e deparei em os lis.
I'T e I"." cora duas correspondencias desta eidade,
em que se oceupam exclusivamente cora S. Evc, as
quaes nao posso deixar de dar alguma resposla, pois
do contrario seria eom meu silencio coucorrer para
que a calumnia, que de coto loo erguido ataca S.
Exc, amanhaa cahira sobre nutrein ; assim, pola
permita \ me. que consagre abrumas liuhas mais em
defeza do E\m. Sr. Dassos, que por tantos ttulos
he digno de melhor ti .Mmenlo dos Itio-tirandenses,
sontindo que minha peuna seja ass.is fraca para tal
empreza, mas aoudc esta a razao est a loie.i. c
creio que conseguirei debelar esse desleal inimigo
que lao Iraicoeirameiite ferio a reputadlo de S. Exc.
Occupar-nic-hei agora cora a correspondencia in-
uo Liberal n. '.171, c na segunde prometi
pulverisar a do o. 07.', e luraarei para isso os pon.
tos principaes em que se acha luseada essa aecnsa-
{3o, cora asepigra|ihes Elciuies proviuciaos(t-
bras publicasTumulto popular Quarenleua
ques : meus lilhiidios.para S.JoAo anida reslam lar-
gos das !
lie repulsiva a mancira pela qual quereiu ex-
liusiiir nse;ie-. Aclnmies ine-u.......ni Imi bandado
e uni exemplo ; mulla), pren le. mas nlo deis nuc.
om. a um pobre cao, que nao sabe se ha nina lal
postura: lens-seobservado que. quaudo o cao esta
nos ptrexismot, os meninos o apedrejam debaixo de
gritos, algazarras e risadas. (Jue Ierra eivilisada !
11c o cumulo do lidiculo ver um irmao d'opa
tirar esmollas eom eme imageni a'uma mao. n'eatra
urna bolsa ensebada c nus pe< uns clun-linhos, ou-
"."".. "erculano. eis |iorque mordis ao Dr. | vuj0 grHCejos de un, pilherias ,| outros e muilas
vezes obceiiidades ; respeilosamenle pedmos a S.
Exc. o Sr. hispo, que lo zelozo se lem mostrado
pelo decoro do cullo religioso fulmine e-sa inaueira
urotesla de se pedir esmolta-, serviudo de le-leum-
nba de tantas irreverencias e impiedades una iraa-
\. iom !
Estarnos na Ierra eom o reneroeel tribunal da
inqiiisicao, ou eom um seu familiar em exercicio ;
veio de geropa eom o mofino ilo eAolera. Na ra
do l.or.loni/ unas iitiioecnte.< queixaram-sQ ao ins-
peetor que Ibes liaviam furlado un- aunis. O ins-
pector, liomera que nao agenla musas, que digam
respeilo as memorias das tonanle-, interrogou a
urna pela, que cusluniava a fornecer.i casa eom
agua, c como a negra eslivesso innocente, o meu
iii'peclurznho pedio ao Xico-eaboclo nina graua-
ileira. lirn a pedra do can o suhslituiu-a pelo ca-
ruuchoso dejo da pobre prela : fouozaztrocofii
aloque a negra lierrou por lodos os autos ; ajun-
la-se o povo. c a negra foi salva da sala dos tormen-
tos !" lu homem deslea deve ser polictado e nlo
|ioliciar. O Sr. subdelegado do Rectfe, que Ue bous
desejos toril sindique desse fado e sabera' pdo
miado.
CacgouoSr, Oirueiro Mouteiro de Santo An-
tao bstame incouiinodado de nina eholerina ; cons-
ta pormsa echar innlhorado felizmente.
llio homem eom coracao de fra morador no
caminho novo acaba de cravar no rosto de nina en-
anca mu ferrao, por haver elle dilo algumas pala-
vradas a sua Eva. CoMlt-MM que o sr. subdelega-
do ja loro sabedor de-se altentado.
COKRBIO DO UONTEIRO.
J7 de Janeiro.
Srs. redactores da l'ajina .teul*>i.Nao pensa-
mos, que loga em a nossa primeira carta livesemoi
de sottier di* Viii'S. mu imploiamento modo de .ol-
verlencia, porque .
alguma sobra de sua renda, lie inmediatamente con- Contrato I- umacas excelleulissiinas.
sumida cun cusas de processos decahidos.
tira seudo esle o retrato lid da forca, aerjo c re-
cursos de urna cmara municipal; seudo por lauto
manifest que os hahilaulcsdesla comarca nao podem
esperar das quatro municipalidades, de que ella se
compoe, os inelhorameulos, progresso e grandeza, de
que a ferlilidade de seu solo lie susceplivel; sendo
por oulro lado evidente que o governo provincial
cullocado a mais de IUO leguas nlo pode fazer clie-
;ar ^punios lao remotos I accao beuelica de sua au-
rjbr
idad
loridade para elleilo de desenvolver a industria, obs-
tar que homens selvageus devastan) as florestas, obs-
liuain as foutes etc., ele; sendo liualmeole cerlo
que o Canri he um pata fertilissiinu, que pela cir-
cumslancia de eslar cullocado entre sertes ridos
couslilue una verdadeira preciosidade, cujos frudos,
se aqui lesee a sede de uiu goveruu, que delles sou-
besse tirar provello, podenatu levar a abundancia e
a prosperidade ao scio de populacoes de unta exten-
sa circunferencia ; era lacs circuuistaucias eutendo
ser muilo justa a preteucao da creatjte de urna nova
provincia uo Carlri e me convenco que os altos
poderes do estado, logo que a medida for compe-
tentemente esclarec la,uem urna duvida lerilo ema-
dopla-ia.
Tenho-me extendido de mais sobre o Cariri, c por
i?so deixo de escrever-llie algumas de suas bellezas
aluraes ; mas ndo posso rosistir ao desejo de dar aos
Lleiret -proclueiaei.
(Juerer me emporcalbar cora regaleirisino pro-
pno de si, de que se servio o celebre Snonvmo,
nao eslou alleito a discutir em tal linguageui ; a-
proveilarei soineule desse periodo u esseucial ; isto
he, funda elle sua queixa sobre as eleices por ler
S. Exc. formulado urna chapa para depulados pro-
viuciaes, na qual nao iucluio, lalvex a si, e diz fez
correr como chapa de ferro ou inoeda circuanle !
Vjala, Sr. anonvrao, em que lica, he chapa de
ferro ou moeda circulante o que V. quer".' S. Exc.
nao formou chapa, cuncorduu cora urna que llie
foi aprsenla por membros do partido a que vos
perleuceis, e que em vossa algaraviada queris re-
negar, creio niesino que S. Exc. tambem lerabrasse
a alguns amigos, e mcsino que os recommendas.se
para os diversos collegios do centro, e que crime he
esse ".' l'or ventora nao poda S. Exc. faze-lo, se-
nao como presdeme, como particular t Oue eslul-
licie, que loleima he a vossa em quererdes desse
procedimento, alias muito natural, ordinal'# e se-
guidu pur todos os presidentes desta c ue uulras
provincias, crear um cavallo de balalha contra o Sr.
Pastos.
Dizeis anda sob essa epigraphe de eleices pro-
viuciaes, que S. Exc. por Mal ideas quiz dividir o
parltdu uorlista. Nova asneira : pois foi S. Exc.
quem relaliiou esse partido na provincia em 1838,
estudiosos .i noticia de una cunosidade scieulilica. q"enl creuu o grupo amaiista, ou ja o han anu
que se encomia nns suburbios da villa do Jardim
ne-la comarca, quero fallar de nina graude abun-
dancia de pases petrificado', que se acham nos ar-
muilo fumeporque us gneros alimentares eslao i redores daquella villa; abundancia tal, que tendo-se
exigusimos epor alto preco,a carne magra c ca-
ra, p. sobre osles males nao ha cabido chiiva al
hoje !
Para Irazer sempre forrada esta minha pan>a,
eslava esperando pelo invern de IKjti ; porem des-
de que vi o que nos diz o f.aemmerl na sua folhi-
iiltasobre ser a l'ascliua cm BUSO, liquei estnure-
cido ; porquanlo anda nao passei um auno lal, no
qual au hou\c--cm fumes, doeueas geraes, et r>r-
liqual. Eslou rom medo, confesso-lhe, meu cha-
ro seoher.
! I i pedaco de hora em. que eslou aqui borrando
papel, e, ja e-lando cora algum desojo de dormir
senao cuchillo e ate precisAo,encerr esta, na
qual envo a Vine, limito saudar, desejando-lhe
saude, diuheiro, sempre tange dos invejnsus e dos
iii.ildizentes, e persuada-so que se assisna hoje seu
criado, amigo e compatriota
Jararaiid.
CE*RA'.
Cralo -J"i de dezembro de ISj.
Proinclti dar-lhe de vez em ajeando algumas no-
ticias desla comarca e pontos adjacentes, qner desla
provincia, quer das comarcas pcrlencenles an Piau-
by, l'eruaiiibuco e Parahiba. que eom ella conli-
n mi. utas a esca-sez de acuiilecimcntos nolaveis ca
por estes remonlados, e mais que ludo urna boa dase
de picguicd, que quasi sempre me acompanha pa-
ra ludo aquillo, que n.'o son re-li idamente obri-
gado. me lera privado de cumprir minha piomessa ;
hoje par que he dia de Natal, dia de geraes fol-
g.incas em lodo o orbe calholico, cm qnanlo de mi-
ulia jaueila observo o rebolicio da populacao pelas
ras, e occorre-me a leuibrauca de que o anno esta
a expirar, e que muito hreve, d:qui i r, dias, tendo
de entrar o novo auuo de l.V>, minha falla para eom
Vmc. lera de lornar-se mais sllenle, se eu 'nao der
algum sigual de vida anles de soar a ultima hora
desse pessimo auno, so celebre para o Brasil pelas
inesperadas navidades da visila do cholera-mor-
bus, c adopc,Ao da le dos circuios e incoinpabbi-
lidadci ; corro a banca e sera saber ainda o que
direi, comeen por deseiar .i sua pessoa e as de seas
leilores' ptima lesta c feliz entrada do novo
auno.
Antes porem de entrar em materia quero fazer
una declarac.au, e he que preicndeudo continuar a
dirigir-lhe minbas missivas, de cujo grosseiro esleto
c ideas pouco acertadas t eu quero ser rcsponsavel,
bem como se vier o seu joru.il ler oulro correspon-
dente daqni ou de qualquer oulro poni, ouJe cu
me ache, ene quero que us escriptos de outrem ja-
mis, me sejara attribuidos, previuo seus leitores
que todas as miabas pobres produeces, que houve-
, rrmile ser publicadas em seu jornal, serao assigna-
das eom o pseudoii.vmo. dePhocionPreliro esteiouem su
observado -erem calcreas as pedral, era que se a-
chain convenidos os peixes, emprincipi) se colhiam
carradas para rcduzir a Cal, e hoje ja nao havendo
tantas, lia cora ludo anda bastantes para eom algum
Irabalho obterera-sc pesadas cargas do possaules ca-
valgaduras. As pedras mo conservan) per teamen-
te a forma de peixc e podem mesura confundir-so
cum oulras pedras, mas sAoem geral compridas e a-
chalada, e mostrando exterior nn ole urna |iarle da
canda, ou da barbalana, dao-se assim a conhecer, e
depois escalladas eom alguma industria muslrain o
peixe era loria sua perfeicao, sendo de notar que cm
aliins pexcs o piren mono se loma ainda mais ca-
rioso, porque em quan'.osc observa que a materia de
pedra be iiileiramcnie calcrea, encnnlrain-se no in-
terior rio peixe partes, que e estn crislalisaurlo, ou
ja convertidas cm cristal de rocha,
Moilos ros peixes, qac lem por aqui sido aualisa-
dos, sao inleiraineule de'conhecidos pelos babltantag
do paiz, o que Ibes da a convicc.ro re qoe sao espe-
cies, que s no mar podero existir, deduzindo-se
dahi o natural corolario de que esses peixes sri pudc-
riara all ir parar pela existencia rio diluvio univer-
sal, ou de algume onlra revolucao do globo.
Para completar esta minha noticia devu dizer-lhc
que o lugar, onde se achara eslei petad petrificados
he um nao extenso valle, ou antes uiii.i garganta
formada por dona ramos da seria Araripe, entre os
quaes existe o leilo de um pequeo rbeiro, por onde
correm as agua-, que uaquella garganta rehenUm
em boibolao de diversos poutos da fralda Ha sorra,
lis peixes porem ordinariamente se acham longo ras
m.irgeus daquelle ribero, o uns logares mais eleva-
dos do valle, donde inflro que anles que se lixesse
formado aquello ribein. rom I profnndidade e de-
clive, que boje se nota, deve all ler Dcade depois
do geral esriiainento das aguas algum pequeuo logo,
que dc-sc lugar an processn ra petrificarlo ros pei-
xes as*im ericonlrados.
Alem deseas curiosidades, euennlr,ini--e em al-
guns pontos desta comarca fossris mui nolaveis pela
extraordinaria grandeza de suas oseadas, evidenci-
andri-se il'alii que uiio peilencem nenhuma rlases-
pecies de animaes conhec'dos, e sim a rlesses mons-
truosos quadrupedes, que dizera os /.ooloai-l.is ler
sido exliucla pelo diluvie. Assim pois ja v que si
por aqui livessemos algom Cavier nao seria ditli-
cil rlescobrir e organisar algum maslodonle.
Adeos ate a seguintc.
I'hoc'um.
iionic illuslrc a nutro qualquer para o haptismo de
ineus humildes escriplru, porque entre us auligbl he I
um dos caracleres, de que mais goslo : severo e sera
jamis ser visto lisongcar as paixoes dos Alhenien-
-e-, sena cnncidadSos, como o descreve a historia
,as sabendo quebrar, oa ceder um pouco da rigi-
dez de suas opinioes, quaudo sua paula delle exigia
este sacrificio, he Pbocion ura dos tvpos, que julgo
mais digno de ser imitado por qnem se dedica ao
servir de san paiz : assim pois enibora publicando
sempre minbas opinies cora franqueza fique bem
tange de peder imitar o proceder daquelle grande
hnmem, sejarae aoameuos licito acompanha-lu era
meus bons desejos.
Darlas estas explieaees ein forma de proemio :
entrona parto noticiosa de mirilla mlssiva, rlizendo-
|he que ha uinito se acham os habitantes desla eo-
marca preoecupados cora a irlea ra creac.lo rio nina
nova provincia, que leudo por capital cela cidade do I do qne concorra para
Cralo, si deva compor re aluumas ilesmcinbi.icnes que de coiacao desojar.
RIOURANDE DO NORTE.
Qdade do Naial jt; de Janeiro.
tlcspeilaiel senkor'.t.loem sou cu para sabir do
meu H'ida, c arrojar -me ao campo dea escriplores '!
rara, deseeuheeendo minha fraque-
'a, emprehei! ler voar cm um e-paco, ein que mi-
nbas debis azas rae nao podem Motel '.' Com que
(Mulos exijo ile Vmc. que rumbas ludes prorlucces
van merecer a honra de alcancar iriir cauliuho em
seu .tan coneeiluado Diario .' Porque a lauto me
abalancci'.'
Pelas razes legnintos :
IN3o sou cousa alguma na grande repblica ras
lellras bem porlera dizer iiiiiuuein, porem Vmc. ja
lera um nincuein. que nao se lera sabido muilo
bem com o publico di-so bem sei en, porin, co-
mo isso buje nao obsta a que rpialrpier COHM nrnha-
ii, escreva para o rcspcrlavel publico, diflicoldade
algume achei cm lasereverme no ouniero rlus es-
criptores ; e rrs litlos cora que exijo de Vme. que
minbas loseta producgAes vejara a luz do da, e
torrara pelas raaos reseos pioj leitoies, san soinen-
te sua deuia/.iada boudade, e o desejo que sei nutrir
sua einprexe todo aquella
|ue ella prospere ; e tiestas
iloCOiua, Pianhv, Peruamliuco e Perahibr, idea es- circumstancias eslou cu, e liiialinenle a issn rae re-
la qoe len lo sirio levada ao seio da representaran solv, porque vi. pelo muilo lempo que ja ha de-
ii.ii roal ha mais re iii* antros por um prnjeclo apre-
entado i cmara dos depulados pelo senador Alen-
car, quaudo faxia parle della, lem depois di-so sido
reproducida diver os vezes per meio de repreeen-
l.i.iiis da municipalidadeaoe altos poderes rio Bala-
do; na- ltimamente esta idea lem tomado muito
maior vulto, ja porque lie consUnlamonte discnlida
,.rn conversacoes particulares, j. porque alguna ba-
bi>ant mais abastados desta cidade mandaram
busenr urna tvpograplna. era qne se imprime um
creado quaudo cm "i I loniou a adinini-lracao da
provincia '.' Depois, nao vedes que isso de aorlistaa,
sulislas bo|B he |iela, que sSo ideas reprovadas pelo
governo de S. M. 1., que nao dena de clamar do
alio do tbronocuticiliacao Vos que clamis contra
a desuuio para que apreguais esse exclusivismo ".'
Nao he isso multa ignorancia dos negocios polti-
cos '.' Se |i.ira outra vida nao liverdes melhor queda
para publico vos allirmo, que nao servs.
No arligo, pois, eleice provinciaes, nada dif.es-
les que nao fosse ridiculo frioleiras e banalidades,
que, sob palavra de honra vos allirmo, que o Sr.
Passos despreza.
Obras publicas.
Aqui, porrn, u escan talo, ^o despejo com que
falluu o correspondente revolla ao mais fleugmalico
dos homens Basta ler-se para ver que nada li-
vc-ses re que, sob esla epigraphr, porlesses fazer
contra S. Exc, (aulo que soccorresle-vos desse vil
jogo, que adoptaste de fbrmotO, bonito, etc.. ele.
Datando de parle o ridiculo, responder-vos-hei
serio : para que lingis ignorar os servicus que 'no
ramo de obras publicas lem feito ;i nossa provincia
o Sr. Passos'.' Nao sabis que em menos de seis nie-
les fez elle edificar um oplimo hospital, que deve
servir deasxlo aos pobres para que n.io morreo)
abandonados, em miseraves ranchos de pclba, co-
mo aconteca ".' Nao sabis que cunlralou o ittdis-
pensavel atorro do Salgado, e que se j.i nao esta
prompto a culpa he do contraanle, o uodeS.
Exc, que lalvez. tetilla para cora elle sido por de-
ntis condeseendente, raesmo para nao gritardes
perse^uic.io '. Nao eslao ah as puntes c aterro de Ca-
jupirauga, e Pitirab t E que raais^ibras, queris
que faca S. Exc sera para isso ler cola .' Ouereis
que o facade sua bolsa '.'
Meniisies anda cum vosso eoatumeirn desfaca-
iitenlo, quaudo rlizeis que a cusa dos dignissi-
inos mandn S. Exc. comprar um relogio grande ;
nao, a sul.scrrpcao foi aberta, c lodos os empregados
e habitantes da cidade silla subscrevorara, e inuilos
ilinissiinos deixarara de o fazer, e ncm elle*, cui-
ladus, ainda lodos juntos com excepc.io de .1 ou 1
poderiam despender essa quantia. Nao se vexe,
porem, o Sr. embocado, que cm lempo opporluno
sera o relogio enllocado em lugar conveniente.
Tumulto popular.
Oa esls por cerlo que ninojnarn eeperarii que e
correspondente para le o gostinho de rlesvirtuar n
lacios ralumniasse a rlocil popolargo desla cidade I
E que Irabalho no leve de ir buscar tactos ja de
5crs mezes para vcsli-los a seu geilo I Todos saben
que logo que se inauifestuu o cholera no Para, se
estabelecen um cordao tanllario no Maranhao, e
que os vapores rio sul sn rhegavain al all e tclro-
cediam, era pois claro que os vapores viudos do nor-
ia nao neccssltavam fazer qnarenlenas, c por isso
S. Exc. muilo hem permilliu o ingresso dos vapores
no porto ; poroccasiao da entrada de um rlesses va-
pores quiz certa|pandilha insuflar o povo para cla-
mar pelas ras con|ra S. Exc, xia-sc um ou uutro
fallar nesse sentido, porem o povo se nao altern, e
ahumas pasteas que concrrcrain a Ribeira foram
levarlos desta curiosidade que sempre us domina,
quandu qui rltega qualquer vapor, e bem sabe o
correspondente que um dos seus grilou para o po-
voqueiiuein esse vapor que esta empesladoe que
o povo lite ce-p ni leu com urna prolongada bilarr-
darle !
ijuarentenas.
Diz o correspondente que depois desse improvi-
sarlo su-io porque passou S. l-.vc. foi estabelecida
a quaicnleita. Bnganon-se. Depois que a epide-
mia se maiiileslou na Babia, e que se acabou cora o
cordao sanitario do Para, foi que S. Exc. mandn
ealabelecere qoarentona, o telo muri bem, porque
antes nao era misler.
PAUAIIIBA.
'2't do Janeiro de I85fi.
Certos incoramodos idiatoados jior un tnerlico, e
no sei se por lodos prosnuM, rae imposttbililaram
re eserever-lhe pelo crrelo passado ; purtanlo car-
regue a cunta dus ues seuboresprodmos [ olhe
que eu nao sei u i|ue sejam e'-d falla, lalvez fcil-
mente desculpavel.
Pela minha parle niu foi muito luinenlavcl, por-
que depois rpie me convencern), de que ha cerlos
inconvenientes em dizer todis as verdades, vejo-rae
ein serios crabaracos muilas vezes quando lauco
ra.lo da penna. E por arte* nlu sei de quera, sao
sempre as taes verdades de nao dizer, que boiam no
tiuteiro, re sorle que quaudo se quer fazer correr a
penna no papel, sao as priraeiras que Ibe chegam
aos bicos !!!
Sacuda e liuipe a penna, (orne a molha-la e eis
que a maldita verdade de engarrafar, lem \oado
e aninhado no mcsino liento era que a penna pe-
netra no negro liquido.
Descuida-se o pobre escriplor, uu aborrece-se da
nsistencia, c ei-la estirada no papel cm lellras per-
ceplivcis pelo compositor mar- alienado ao anligo
syslhema re leiltira demorada, ei-a arregiraeutada
em Ixpos, et-la aperlada no(irelu, ei-la estampada
no Diario, ei-la correnJo mundo, fazendo barulhn,
c causando escamlalu aquello- quo a ouviram em
lodos os cantos, que desejavain que ella fos-e vista
dos quatro ngulos do inundo; que a augmentaran)
e eiiruuparain, que a nioralisararii.e desmoralisaram
c o pobre aeeriptor "
Derlos que lal pinna novaste !
Na forca, no degredo, na pristo, na dngrara, no
odio, na maledicencia, e as vezes moido ne-le uu no
oulro mirarlo.
Em vista rio que, nao crcia que eu lite diga ludo
quaulo sei, como faz o seuBora lia que deve
ter dado raaos minutos pelo menos ao amigo das
ewcEot.
Enlmu uo dia Jl do crrenle, ueste p.-rto. pela
primeira vez o vapor Mrquez ele Olia, He um
elefante e rommod vaso, o melhor sem duvida que
frequeuta nosso porto. Enleiidein alguns que b<* un
pouco grande para o lira, (luiros dizem que he de
pequea marcha. Seja como for, he de eicellcnles
cominodos, e penca aos ecos que a carissima com-
panhia brasileira livesse u cuirbidn de substituir suas
vAarruas de lama por vapores daquella fe^o.
N.lo cotiheceinos u seu coiumandante : mas pare-
ceu-nos excellente pessoa, c de \\n\i delicadeza 00-
lavel. lie nosso ronbecirlo o itnmedialo, o Sr. Ma-
rra, e le i'jiv uno sempre gozara amavel compauna
d'aquelle honeslo amigo.
Entrn no dia -- o apreisadi 'aran, que nao
lem goslado das demoras fortuitas que oa viagem
passada cuconlroj.
A nossa municipalidade que so compe hoje rio
presidente, e do Srs. (llaudranV-Joaquim-a,Bezer-
ra Cavalcanlie Irabalha era casa do pretVJItnoso
cidadao o Sr. Oaurliano Joaqnim Bezerra Cavalcan-
li, excepto peeuenos esquccimenlos^ vai melborzi-
tiha eja lem liscaes diguus della.
Agora nao veremos mais,posso asseverar-lhe, atra-
ves-airrenlos de vveres, carnes de bois caneados,
ces morios dteagando lias ras, gallitilias nos bec-
cos podres, porem as ras sem facilillo, c caes que
n.lo sejam do liscaes.
As cabras, bixos, lor.cn supprimidas rio calhalogn
rlus quadrupedes, que podem morar as cidades.
Nolou a cmara, que os meninos amamentados por
aquello- animaes, que, coilados, a isso se preslavam
linli.in tendencias a espirrar. sallar c cabriolar pelo
que prohibirn, as cabras. Tirada o causa cessa o
efleito. Nao sei se o bando alcanca aos bodes. He
provavel que mo.
O cousclho re qualilicacao desta freguezia deixou
de funccionar no da legal, porque a cmara uceupa-
da com os negocios, e discusses caprinas, esque-
ceu-se de mandaros objeetos para aquellc Irabalho.
A nossa salubridade nSe vai boa. Sentimos n3o
sel o que, que nos iucoiunioda e aniesquiuha.
Eonsla que a euideinia acha-se uas proximidades
de S. .lo o. e t'ek.ceiras e tambera no Inga.
Para aquelles iugares teguirara mdicos e ambu-
lancias.
Cbegaram no Pirana mais d i< cstudanles de
medicina.
S. Exc nao : em rlescaidsja de nada. Illi-
mamenle encerregon eodeeano de uossos ue^ocian-
les, o Sr. Victorino Pereira Maia, re mandar vir do
.Maranhao urna porcao du arroz, e comprar fariirlia,
aliin de ser vendida popularn, logo que a escas-
sez se lizesse sentir, pelo preco do cusi. ,
-Vquelle negociante aceitou a comniissan, adian-
lou rlinheiro, e aada quer re lucru, ou commissao ;
licando porem cffeduada a venda ; o governo res-
pousavel pelo prejuizo se o bouver.
Os thut/gf uAo lem dado sigual re vida nestjs l-
timos lempos.
Na noite do dia 1 rio crrenle, us presos da ca-
deia desla, aprovnitaudo-se do temporal que durante
ella acoMou esta cidade, auxiliados pelas presas, ar-
rumbaran! o assoalbo da prisao d'aquellas e frzerain
unta a-ci'iican.
Esquecidos rio lim prinridal que all os levou, nao
poderam aproveilar aquella noite cm continuar o
arronibamento.
Na noite de dia 33 fizeram nova ascencau, porem
muilos inlreliverara-se algores e pouens (ralaram
de perforar o assoalbo de urna ras salas do andar
superior ; concluido u que eslariam na ra.
A mu le, porem, fui mais curta, do que seria mis-
ler, e nao tendo elles ura Josu, que desse a noite
a compensadlo de um prejuizo, que oulro Josu Iho
deu aosineiilamlo um dia, licaram burlados.
O celebrrimo Victorino, sulur de oulra tentati-
va em que uiorreu o misero soldado e que tambera
linh.i si.to aolor desla, Iralouna manhaa de denun-
ciar o arrumb iin-'iilo. assim inulilisou-se oqi plano
corabruadn entie us dous sexos existentes na' cadea.
E dizera que as mulheresso incapazes de um se-
gredo Assm Ihes coHvenba guarda-lo.
Itera fazem as iiorte-aiuericauas que procuran!
emanciparse e turnara sua parle nos negocios p-
blicos.
Sera' ura dia do rigesijo para todo o mundo, um
dia uotavcl era quaulo a rauudu for redoudo, o em
que bouver lugar lal emanciparlo. Entraremos na
idarle rl'ouru. Eu sri linio nao alcanca-lo em minha
moeidade. '
Qus mao seria, que me bouvessem entinado a
coser, a bordar, locar piano, etc., elc.e ele, e me
deixassera tomando cotila ua casa em quanto minha
corapauheira agenriasse a vida'.'
Que mo seria, que ellas dirijan) o mundo, e eu
corno cute o gzame/
Eutendo e por isso assim fallo, que com a ornan*
eSpaelo do bello sexo nos oulros llevemos envergar
a sata; porque llovido que possamos trabalhar de
accordo ccuriiulalivaineale ein negociosS'-rios.
Oue o mondo seria um jardiiu, uan ha duvida que
as pomadas, essencias, csparlilbos, e cspelhos ebe-
arieni a urna perfeicao assombrosa, lambem nao ha
duvida.
Oue as discussoes sen- m mais animadas, lambem
he cerlo.
Finalmente gue a poi lica de Macltiavelli locarla
aoapogeu da subiimidade, acredita-io-ha qualquer.
Men amigo desta vez lenbo por mim u bello sexo
a no dia de emancipacalo cont ser Horneado cliro-
nista.
Al la' saude e patacos, ausente do cholera, cho
terina, e prodmos.
o corpo
E-lc inodoro portera' ser de quatro minutos para
as pessoas lories, e de rlous para as de compleicao
fraca.
CORAI.EM I
O horizonte parece lurvado,
A borrasca lalvez va surgir :
l..i negreja a gangetieo misado,
Oue nos lenla, nos quer eugor !
Nao se torca o semblante ao malvado,
Ou'ba de, alliru, cabisbaixo fugir.
Prevenimos d'it.i muilo o ataque :
Eis-nos firmes, leaes cam pees ;
Se vier, nao tememos e saque,
Oue sera repelli lo a timiirt,
E o tvranno, rolando rio baque,
Morrera' cm crueii couvulses !
Nlo he esse o recurso sniuetile
Oue nos temosa do.se shl sl,
Ou'ha re a marcha etlorvardo impudeuta
E fazo-lo parlir-se de ca,
E se for. rollar lao doeule
Oue aqu nunca, jamis, rollara.
Mas no eaaO que venlia o Ixraniio
Desejatiilo ininol.ir-nos .ios' mil,
Resistamos com ar soberano
Essa fra, do (unges, Uo vil.
Neta saibamos temer o profano,
Jaque somos um povo gentil.
E luletnos em quanto no peito
Nos restar urna su pnlsaco ;
Nein volleinos o rosln au tspeito
Do cbolerico enfermo cliri-lao
E os qu'ein turno velaren! rio lorio...
Oue louvores, que premios lean !
O chrisblo que ao doeule soccorre
E que assiste-o no leilo de dor,
lambem lera quera assisla-O, se morro,
E o consote nos transes de horror ;
Mas aquella que ao leilo nao corre...
Te na hora.... Ibe falla o Senbor !
He as crises que o homem se musir
Sobranceiro lal qual f lo Dos;
i le as nises que o homem arrostra
i luer os males allieios, quer seu* ;
lie na lula que o exereito proslra
O inimigo ganhando Irofdicus '.
de fallar mordazmente
urna vez que pugna pe-
ulor. Sim, tem razao
ra nossa primeira raissiva
la sua geule, seria minia ingraliilAo nao defen-
der a sua pelotoina, quaudo a nossa raissiva ex-
probra o procerbineulo sclvagcm dessa genlt, qne
suppe que um Porlugoez nti tem direilo le ser ^a-
ranlido pela sociedade, e que a auloridade deve en-
tregar o estramieirn qne passa por aqui a voracida-
de desses anlrnpophagos, desacredilaudn assim esle
lugar, onde ha felizmente pessoas dignas de toda a
esl una. lie Dos servido que a polica boje se acha
na mao de um homem de bem, muilo dillerenle era
ludo de algum unalba. Emquanlo ao tnai que vo-
mitou esse aborto infernal a nosso respeitu, nao
respnideremos, porque somos homem que a nossa
arma be o raciocinio, e por isso nSo podemos nive-
lar-nos cura o macla, que sem decoro melle a lor-
io e a direilo o bacalbio na vida alheia, mordeudn
a mao que na vespera deu-lhe o po...
O nosso vigario goza de consideraeSo, respeilo e
sympalbill de lodas as pessoas gruas desla fregue-
/ra, jamis oulra pessoa poda stsacar-lhe rlefeilos. a
ralo ser algum chlncllo, que inlroduzindo-se (como
be de costume ) em sua amizade, sentou-o sua
mesa, por ran o conhecer ; fazendo dar em sua ca-
sa a educaco a urna sua lilha i do que na se arre-
pende : s um monslro depois de ler recebidu es-
ses favores, que sao pblicos netle lugar,- leve o ar-
rojo re querer... pelo que fra bolado formalmente
le casa para fura a sombra de chicote... Cao malha-
do, lu bem sabes que us leus denles caninos cslau
saslns re labres e alassalhares a repulai.ao alheia e
honra ras familias...
Prtenlo, a correspondencia bocel, producao de
um miseravel de lao baixo quilate, nao tem respos-
la. Continu, assim esperamos, atim de guardar
cssos pergaiuinhns, que em lempo competente ser-
vir re prova para a nobreza daquelles a quem
mselas.
Peco-lhe, mea amigo, que leuha a bondade de
inocular nesla minha mi-.iva estes poucas liuhas a
respeilo de om captao da patulea, que sempre se
acba prompto a insudar aus inespertos pata esbor-
rlotr os eslranueiros que por aqui passam, que
sem temor insulta as autoridades no acto de suas
foncfuto ; e como tera o ultimo encherlo que pre-
tendemos fazer cm at nossas missivas. esperainu*
ser servirlo, pelo que se respousabilisara u seu ami-
go velho.ll\
Jdem )
Eu calarlo, caladioho,
Minha bocea be mu botao,
Mellirlo no meu cantiuho.
Dando-llics ligas co'a mao.
Varaos tratar do snir que houve ca un dia Ift
era lonvor da sania han leira de N. Senhora da Sau-
rle. E nao aehlo Vmcs. bem galante este mixlo re
devocao e de fniiccau.' Pois be condic.lnrie qua
nonleste lempo do horae rpalhia e allupathia, de
ensino mutuo e do melholn Caelilho, de liberdade
Civil para lodos.e de pecbiuchas polticas para alguns.
le preces, nraccs e recislos contra o cholera e de
combaria e de provocargAs* ao cholera ;quero cm-
lim rlizer que ueste nosso embruiho e deaembrnlho
rio cousa- nrconcilraveis, nao apraz a gente do buiu
lora una festiva .bule religiosa, que respire somentc
o acatrrenlo aos mysterios da rolillile, sem que a
par se d fpsa faci ura baile, un soir bem tocarli-
nho, bem danssdinlio, dr- niodn que liqne a igreja e
oa actos religiosos eom o adeudo de logeles e mu-
ica militar; que sao ramio buin louvar a Dos', pa-
ra a senlc rio povo. para os pobres ele: c o soir,
para a gente limpa da sociedade pensadora.
lie assim, justamente mo se fazem as nossa* fes-
las Mus hit,Mialile-.
Eslou, pois, na porla da casa do soir de .'- nesla
fregaezia de N. Senhora da Saude do Pocn da Pa-
nella, que com ser panel!,i be um poco sem fundo
do modernismo cima ctplicado. Sim, senhnres, a
chuva rio eo n,i > permillio ser u soir mais concur-
rido, e por consequcu'cia houve pnucas mudencas
dos estribes qaadriUianles; em coinneusacao po-
rem corren bom o cha' e o boin caf com lei-
te, que me dizem fura o lorie fornecidu pur um
phrlaiitropoed'alein assurle, que o venden quasi de
.raca.a' palaquinha a garrafa, sob conrlica de
llie deilar pouca agua ; e por islo foi o cafe
confortable. OMando e-1.iva saboreando o nctar de
Mocita, depois de ler pernearlo a centesima quadri-
llia, qual n.lo foi o raeu susto, -o meu sobnn;o e o
destroc das bellas ideas que me chuviao da gln-
dula pineal a' pona da liugua e leste na domada
chavaua, quando reparei, que os prosaicos armado-
res da sda (inliam endura lu o luslru, que illunii-
uava a escodara com ramoe de ex preste Sent I020
o cafe amargoso e pareceu-me ver nesa deeoracjle
diana da caverna ra morle ura lemhrele providen-
cial do cholera I Oh !..sim! I'm soir sala impres-
So fatal ra visita desee re das diarrlieas, fot assi-
guaiadu cura folbas decypresie !
islo nao leinbra nem ao \'....
En. que soll'rn do nervoso
l'iquei lodo futieata
Dei doos p.is-os para Iraz :
Dissc :o cholera aqu jaz,
1'aJe retro, ro tiuhoso.
Von-me embora, xou*me emb na
Nao rpieru mais o caf
Nao arra-lro mais o p
Nein dous dedos de demora.
Pa'ra,Jacob; ja esla vai loriga.
O omnibos Carlianga.
A Ordem Terccira de S. Francisco acaba rio
nreparar o seu hospital de maueira que passa com
lodosos recursos soccorrer aos seus irniaos, quando
por ventura forem acommeltidos da'epidemia rei-
nante. Nao podemos dcixar de chamar a altencao
do publico paca nm acto de lano amor e candarle
dos venerandos Terceiros de S. Francisco. Dos os
ajude para que levein a cITcilo lao pi soccorro.
Hoje liuilisa o triduo dedicado a Mar de Dos
pelos prestrnosos religiosos eapiichinhos. Para ver-
se qmnto o nosso povo lem considerado esla lao pa
devocao, basta olhar-se para i inmensa concurrencia
que iiaquelle hospicio em seu templo lera havido.
r.oc.i 1 uu 1 o despejo de suas immundas ein va-
rias ras c paleo-, cun a rbirerenisa, porm, de se
fazer esse despejo das '.I horas em vente ; o pateo do
Collegio continua por essas horas a ser pelos tigre*
infestado, e sito tai atrevidos, que nao duvidara
despenbar-se re certas varandas e janellas, laucando
ttaosas occasies insopporlnvel cheiru de marila-na-
c.a 1 ah nao haver entre ni algum lineal matador
de lees, ou una boa compaohia de zouaros\
mas qual '. ha-lava os Monos se quizessem...
Os cofres provinciaes nao pagara aos policas
para ler u soslu de ve-Ios fardados, sim, para que
euinpram bein suas obngaces, verdade seja, que
muilos lera pieslado relevantes servijot ; oulros,
purera, apeuas serven) para sanecionar. De qu
E se o mal engredir-nos intenso,
lao intenso qual be seu furor!
Resistamospor* Dens, qu'he imnieiiso,
Padeceu, sendo Dos, maior dr !
Resistamos que era cima propenso
A salvar-nos l.i esl.i o Senhor!
O horizonte parece lurvado,
A borrasca lalvez vai surgir :
La negreja o gangetieo uusado, .
Oue nos tenia, uos quer engolir !
Nao se lonja o temblante ao malvado.
Ou'ha de, alfira, cabisbaixo fugir.
-i!) Janeiro de ISjfi. c
I 111 alagad. Na naite do dia :t(l foi ao mar
um mole pie. quoracessado pela chbala re ura solda-
do, que vigiava a regularidaile do despejo un caes de
Apollo,u recurso que leve foi laurar-se ao mar. O
soldado foi immodiatamenle preso por oulrn, e o 1110-
leque por algum melro. pois ainda nao apparcceu o
sen cadver.
Honlem appareeen na praia do larguda As-
semblea ura cadver de negra.
'Al amanhaa.
' laoeni -------
C0MA11C.V DO BONITO.
J de Janeiro.
O mal conlraua. e ja vai 11 m pouco intenso. Ilon-
tem morreram -2 quasi ao meimo lempo ; j sobe a
7 o numero dos morios deutro da villa ; a Barra do
Rischaoee esla-erracendo, e para la foi honlem o ci-
rurgiau da Colonia i requisicao do delegado, a subs-
tituir ao Jos Maria Brainer, que 11,01 corresponden
a expectativa rio delegado que leve o Irabalho de o
ir levar al Balatcira, donde nao sabio urna vez para
r ir a Barra do Riaclulo '. as crises he que se couhe-
.-- I cem os homens.Nos lempos bonaur.isos ludo sao
" dore*.
O Dr. Piiibeiro al hoje ainda nao desmereceu o
que a seu respeilo Ibe dtsse, e continua preslar-se
dn mesmo modo.
A pressa he muila. Diga aos nossos do P050 e de
S. J. que al boje eslamossem novidade ; ha de ser
o que Dos quizer.
Ateos.
.lu rettiurncr.
1 Carta partirular.
COMARCA UE GOIANiNA.
I lambe \ de Janeiro.
Meu amigo.Eslou vacando no mundu das esle-
ribrladcs ; n que mais nos prooecopa Iro a organisa-
cao da cuarda nacional, que, scaumio dzcrn os tal-
ladores, he para regimentar gente rara as eleiCOes.
O governo com as leis de incompalibilid.. le e elei-
ees por crculos quiz dar mais liberdade ao vulo,
purera as inuuenraaa locares hurlaran! os rirculus e
BSPATATIQAO DA POLICA.
Parle do dia 11 de Janeiro.
Illtn. e Exm. Sr.Levo ao conliccimenlo de V.
file, que das dillerenles parlicip.coe boje receblas
nesla rcparlico, consta que se deraro as secuinle
"cen reneas : ,
l'oram presos : pela subdelegaba da freguezia do
Recite, o purluguez Miguel Jos da Costa Maia, por
desobediencia.
Pela subdelegada da freguezia de Sanio Anlnnio,
Antonio Joaquim C-uedet Alcanforado, por insultos
e embriaguez, e a preta Maria l.ourenca, pur briga.
I ela subdelegada da freguezia de S. Jos, Ma-
noel Machado, por desordem.
E pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista,
o preto escravo Hermano,a requerimenio do senbor.
O commandante do corpo de polica refere ua
parle diana de buje que fra preso e recolhido ao
calabouco d aquel'e quarlel. a disposirilo do subde-
legado do Recite o suldaio do mesmo 'corpo Malhias
Jos de Mello por haver causado a mortc de um
moleque escravo re Joo da Cosa l.ima, alirando-o
do caes de Apollo ao rio.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da policio de
Iernambuco Jl de Janeiro do 183b. Illm. e Exm.
Sr. conselhcro Jos BeolodaCunha e l-igueirerlo,
presidente da provincia.O chefe de iroliria, Luiz
Carlos de Paira Tei.ceira.
resolvern) o arando problema da quadralura .
cun, cora a potencia guarda nacional ; isto he
pensamenlo rlus nossos polticos daqui.
Guarda nacional.
No da ( audnu ludo aqu ein um f quei admirado de ver o graude numero dos quahfica-
dos, pois sein duvida almima podia-se crear nutro
balalhao nos lugares de Tirabauba. Mocos e Cruan-
gi, coran outr'ora.
A maior parle ros capitaes se apresenlaram farda-
rles ; um vi cu, que me pareca um cauind, e no
ha duvida, que esla o balalhao bem servido com esle
onicial, pois lem gosto p*las dragonas, nao obstan-
te achar-se muilos da companhla de camisa e cerou-
la, o bravo capitao'mandou fazer evoluret, que nao
foram execuladas por falla de praliea "da parle da-
quelles.quc algom dia dario lirOesde laclica ; 11 talla
de ura cabo de guerra lao hbil, Sebastopol cahio oas
raaos dos alliados.
Polirla.
Dieem que os nossos subdelegados eslao um pouco
poltico*, m virlude de ler o subdelegado de Per-
rrainbuco mandado prender um patulea, por oeca-
siao de qnererern esses selvageus esbordoar o porlu-
guez escrivfto do colleclor, oe que ja llie fallei ; era
melhor, e seria para desejax que o subdelegado de
Parahiba nao eslranhnse o procediraenlo do oolro,
que peta contrario sa eongfotulasse i-m o seu colle-
ga, pretlandu-lbe lodo o auxilio, alim 4e qua a poli-
ciaMe qualquer dos lados nao encontr obstculos na
pesca dos criminosos.
Nao pssssmos oelxar de dizer. que o subdelegado
de Peraasanuco eslava ero sen direilo, obroa em re-
gra e peior foi nao processar desset desonleiros, a
O Dr. chefe de polica da provincia resolve, que
pela iieie.-,,ca do pnmeiro districlo desle termo e
pelat subdelegadas respeclivas se observera as se-
suinles providencias em ordem a ubstar a perpetra-
cau dos delictos por occasiao dos prximos das do
entrado.
I.- He expressamenle prohibido o jogo de enlrn-
do e o lancar-c agua tobre as pessoas que transi-
taren) pelas ras, quer seja iiso feilo por meio de
vasos 011 seringa, quer pelo emprego das chamadas
limas de cheiru ; c bem assim o uso de liulas, lamas
e uulros objeclos que lem sido empregados em tao
perniciosu jugo.
-2.a Sao permitlidrs os grupos de mascaradus ca-
raclersadus por qualquer modo, porem sem allusf.es
e especialmente das que digam respeilo a rcligj.ro e
seus ministros.
:!. NosililTerenles caracteres com que se apresen-
larem os mascaras nao sera permillido usar de ou-
lra- armas que nao sejam as fabricadas de papelao
ou na Ierra frai-il.
I.-Nao be por modo algum penailUde a intro-
duccao de escravos no raeio ros mascaras, e os que
enlre elles forem encontrados sero presos e colec-
cionados.
">.- Os mascaras porlar-se-bao com decencia ;
nao pralicarao insullot, c Ibes 11.10 sera permillido
vacar pelas nas depois das oilo huras rtn nuilc.
>. A aquelles que formarera reuniespara bailes
-Iros be prohibido dar assoMos, gritos e pra-
Udat. Sera' respetado o segredn dos ves-
tuarios e mascaras, e nieguen) portera' rliri2ir-ll.es
pergunlas, Iravar cora elles conversaees quo nao
sejim decentes e dignas do repelir-se as melbores
renuiues.
Do raesmu modo se haveraoos mascaras uns para
cora os oulros, e principalmente para com as fami-
lias dos camarotes a que se dirigircm.
7.- Toda a pessoa mascarada que por algum modo
oltender a decencia, provucar rixas e perturbar a
ordem mandila nos salees, sera' mandado retirar
imniedialamenle.
aVKa falla de oliservancia das providencias cima
a polica proceder' contra os infractores como deso-
bedientes.
Secretaria da polica de Pernambuco 1J de leve-
retro de ISJ.O chefe de polica,/.<; Carie* de
Pasea Teixttra,
nos tliealru
licar assi:
PAGINA AVULSA.
Oiien.i--e mais .le ser a cata das quaronlenas dc
padrao ordinaria .' Como querieis r|uo fosse .1 can !
Ouerici- no c-ivlu gothicn Oinneis com a forma
ros castalios feudaes, nm suas espa liarlas, torres
floreteadas, marmrea pululo-, ele ele., para que
Vista do birlo de Sanio Antonio, se nessa parte cou-
tiuuaraeulo eslao assestados obuzes '.' por ventura
nao esalario vapores inephiiicos as ostras qua> con-
tinii irme uu- alu se depositara t
A suciedade quando creou a torca ar! 1 a foi
para sua garanta, para inanutencao da boa ordem,
para fazer repeilar a Ici. lie bein lamstitevel,
poilanlo, cerlos actos brutees pralicatjos por os
agentes incumbidos de mantera ordem. Os porcias
eslao sempre cahindu uestes abusos, e algons etera-
vos bao licado maltratados, e mesms defeituoso
por causa das pancadas que recchem desses senho-
res.
He preciso, pois, que o soldado conhefa que a
brulalidaile nao he propria, nem pode ser-He des
culpada.
Apezar das 1 ecommemlacSes medioat, muilas
casas ha, que (em Ut porcaria.que ebegara a Oxhtlar
ura forte buduin cheiram a feijHo de toco feriucn-
la.lo, ou a ovos chocos 1 libi...
Ao poto.
Pias circunstancias urateules era que nos acharaos,
prestes a serillos invadirlos pelo cholera, julgamos
fazer um b'in a biiinanid.ide, man lan lo publicar a
seguinle leceila exlrahida rio Jornal da llanta de28
de agosto de IS.V1.
E-sa receila be plenamenlo confirmada pela note
seguinle, que nos foi enviarla pelo Sr. l.uiz Antonio
re Suiiza Lisboa, emprcg.idu uo cuinuiercio :
Prepare->e nina garrafa-de vinagre de Lisboa,
cora S cabreas d'alhns inaclrucadas, e deixa-se estar
assim preparada. Lugo qoe o doeule sentir cala-
Iri is, lonlices de canece, vomites e jados, inanda-
se-oabafar, e da-sede em i inmoles o rulhcrrs da
1 sripa de rlilu vinagre prepararte ; esfrega-se bem o
; corpo cun o mosmo vinagra momo, priiicipalmenle
o estomago e o ventre.
Se a molestia he nova, cede dogo a' primeira dose
011 segunda, mas se he mais grave, enlao he uceessa-
rio tres ou quatro, ale' quinte dose, com a qual ello
diirme e transpira, o que he sigual de eslar bom ;
conven) anio ler cuidarlo ua dieta ; sen mal he
serve a senlinella que exi-le piulo a punte da Boa- ,ar' ">"* conleuliam muito precisamos de urna
quatro pravas, goe jamis ceisaremos re pedir a s.
Etc. o Sri presjente, que reforc a polica deste lu-
gar, onde a patulea be soberana, s assim ab.11x.1ra a
grirapa.
O nosso fiscal, sesunda-feira, fez veuder a familia,
que os alravessadores tlnharb comprado para veude-
leiuao pubre povo por niai, como costuinun -----
parsitas; e assim, meu irdsjo, receba o nosso fiscal
meilas felicitaoDes por tal procediraenlo, continu,
que ser apreciado.
Salubridade.
O estado de sauidaHe temsolTrido algnmt altera-
cio, a populado desta povoai.au c seus arrabaldet
lem soffridd de diarrhea, o algumas pessoas acompa-
nhada de vtialkos.o qde'nos tem amerlronlado bem ;
bexiga lem apparecido, porem ate nvire pessoa leem sido curadas, Deus permita nao paste-
mus disto.
Consta-osa qne o Rvdm. Sr. vjsitadur Chacn.
lema*e vir abrir cbrrSma nesla povoar^ln re Pedras
de Foso, eoiH&-^ti>eor da Parahiba ; bom seria
Matte bt *&etnmnbnc0.
Recebemos honlem milicias de Sanio Anlao, qu-
itaoomal no mesmo estado; eulretenlo a populad
cao se acbava mais animada. Para all parlirain. e
mandado do ioveruo, os esludanles de medicina,
Domingos Carlos de Souza e Jos f moni o Campello,
levando ambnlancias, roupa e oulros soccorros.
Felizmente nesla cidade nao se lem dado casos ao-
ves, c ut Ires doenles lie fra que vieran, curarse
aqoi, atacados O Sr. presidente da provincia rom o seu secreta-
rio visilou nrtnlem as enfermaras estebelecidas nesta
cidade, c reileroua todos os encarregados as ordena
que lem dado para o prompto soccorro das vctimas
accommellirlas do mal, que fossem enviadas a lacs
enfermaras.
Montera pela volla ras oilo horas da manhaa,
leve lugar ua inalnz da Boa Vista nina raissa so-
lemne pela alma do Dr. Amazonas. q ,i assisli-
ram vanas autoridades o grande numero de convi-
dados, lendo pronunciadojima oracao anloga o re-
verendo parir Francisco Peiinta Duarle.
Recebemos noticias de Caranhuns era dala de -'i
do correle. Posto que o mal lambem se lenha ma-
nifeslndoe reine naqeella villa, em luilo ,fn. si,,
combando com graude vanlagem ; e al aquello
momento eo linha apparecido um caso de murle
n um soldado de polica qoe daqui tora levar soc-
corros, ao passo que la tavrnndo do una manera
1 onsideravel nos suburbios e monlanhas visinbas,
irude fatlam os recursos necessarios da medicina.
Na povoayfo de Papacara o numero das victimas
ja vai decrescendo, entretanto iras arredores os eslra
O acalde Sanio Antonio. Em quanto os
lunccionarius publico forem ruinprindu 05 seus de-
vores, inda que nao exactamente ao menos com de-
sejos bous, encontrarlo nesla imprenta, c era iodos
que prezarem a sua niissfo um apoto iiifallivel.
Recoohecemoi que algara lugares pblicosseivem
de apauagio a ramillas inleiras, e loca a muilos em muilo grave, rom caiinbras, estado-lgido, exlremi-
lormal de parlllbas, mas por isso nao se diga, que os darles frias, ele, foinentac.'s a miado du dito vina-
empregados lionradot o demo os levou; nao, senbor, gfe por lodo o corpo, e nina cataplanna queme fei-
temos muilos e muilos. la com o dito vinagre, e posta uo estomago ; se tur
Desde o da J:l do crnenle, i|ue o fiscal de Sanio pfociso dcile-se-tl.e lijlos quelites aos pos e sina-
A subscrirao para a casa de caridad* ja anda em
7111)? a 8UO9 re., muilo se deve a ludos aquelles, que
compenetrados dos senlimenlos de humauldade e ce-
ridade chrislda subscreveram uan pequeas quanlias
para obra 13" pia, milito precisamos, ja eja, que o
Exm. Sr. presidente, nos envi nina ambulancia,
iito em miniatura, e sim hem provida, e em quau-
li 11 le; acompauliada du competente medico.
IVrmilta-nie. ineii amigo, dirigir duas palavra- no
nubre collega l do occidente.
Fique cerlo o uobre collcga que lulo sou esse que
julga, pois a sua allasaS nada lera cora esle seu res-
peilailor queso o rnnherc para o servir; se por ven-
tura tive o arrojo de me presentar alca mo minha
lelil voz no llainlie, fazeudo-mc acaslelar em Pe-
ricas de Fugo, foi o nobre collega causador,' pois lo-
inanda sobre si aimporlanle trete de rorrespon te|i-
le da It.invsio, Iratou de lodos sns lunares que eons-
IMiieni o Itambc, ilivagori por Nossa Senhora rio (V,
lioianninha. lioianna. Nazarelh Jal) menos de Pa-
inilerio, e, ruin nao havia
iiSzzsezB**
Santo Vui ,,re?i!; ,u'sI!!.1'.'rrevic,,Sr" lisci" '''' I '^"""l"'-"'"1 l"'',-"-' '''.'<> nietm.i vinagre se appamemos no Itambc tai smenle pelo ...olivo j
mii o .xuionio a presta desse serv nos, 0c mallo preparado, tomando-so peta manhla ao sabir da ca- ,,,,' s .,.-,., ....i,,. ,a\ie~, nucr tomar-iu.s -.......-
penl.oraraao povo ota Mima, cmara. roa, e imite quando te IV.r ...ira ella ama c llieri- v ,.. ... .., l.i,. -a ''" ''lacamcntv de polica.
- Pedimos ao so-arda municipal Espirito Santo. ha. lancaiAe na mao u,,,',!.. co illa"'- '-"f *2tt* an, .' ^ mte Sff"?! 2*! <>m WSm........era de Bom-
que seja mais delicado em trata, na ribeira os can,- fregar .1 ........, ,i,.. e algumas vece, mus no de- i ^ 1U]"', todeta Tfi*FSZETm.eaSO de T*T e'"'l<'m,i'1 ""' -Pt-recido lli. achn",.
quero despcrl.r-lo do letargo era que parece achar-
se : eis minha proleslacao, eis meu cavaco, u co-
mo te lireito dizer se leva em linouaeem lech-
nica
pur Ierra, e que de nada lera ellas valido '.'
Controla.
Anal lestes o contrato teiin por S. F.ve. \chs-
te. muilo Tro. qu?m os v s para conhecer
I
-


para Correntes. embora nao csUvesw complcl.imeu-
le restabelecida e laca grande taita aos habtenles de
(aranhiins.
Cum elleilo a respectiva cadete lem crea de lito
presos, ha urna enfermarte militar para onde lem
all 111 lo os casos de mais perigo, e oulras de preso-, o
qurfem verdade reclama preseuca assidua de una
pessoa entendida.
Experimcnte-se naquella loc.ilidarle grande falla
de vveres, chegando a penuria ao ponto de se uan
talhr carne ha mais de tres semanas, e algumas
pessoas compravam-na mui salgarla a dio rcis a
libra.
.la linliam ehegado os soecurros enviados por S.
Exc. o que Iranquilisou rlja^sroviTra stvrtsj^inoiiuta -
cao. mas a mor le do soIiTado. dentro itcTTmcl^"
apezar dos estaros empregados pata salva-lo. causal -i
muilo suslo. poislque al enlao nteUnba apparecido,
enlie o grande nfimero de pessoa, atacadas do mal
um sn caso fatal.) "*'
Keccbemos carias de MO do corrcnle da comar de
L.moe.ro, a. quaes annunciara que a salubridade li
. ha sute .rlterada na pvoaea de Taquariting... o -
le existan, illa .^pessoas atacadas da chote,Tina.
Enlrelanlo na villa, linham-se dado ale arWlta
data race casos de cholera, bavendn un, dosTh'i-
panhia deeitlerraaorM,aOm deque o cadveres na 1 ll,n lenco o rosto, paia que o luinn o nao sofibque,
eslejam expustes sem que sppareca qu'ein os inhu-'----------------- _____________
me. Bala medida reverle em bem de todos, e nao ,'1 Ton-inta o no-so chi'b.zo comi, qoe ilirni-
pfieem t.inlorisen da-vidas delante- o.d.idn., que nemo.;r> raines dn seu porque 1 onlinne po-em
della praenant lano para o eaTTiea publico | ~mr. a nos dar .. pmrer de ler uas mtaslvns.
t>:aiuiHuiuiii)o.
nos veio a mao o Brada di Poco n. S. era que iraz ,
nma correspondencia de .Manuel Caimica ; porm, |
nao obstante o disfarce, deixou ver e-fe proletario, ti \BINETF l'OKTIT.l'E/ DR IKlTrnt
na., iho vaiendo o capote ,te Ninoel Cangica, as fe- : Acabando de ler o commtmieao insert .,01,' 9.
vetotaa da cara, pel.i quaes todo-. conhecemOT o|dCstoPMTto, do da de hoje, relativo aMe Vlt
II FRIVFI
miitittv:


\
DIARIO DE PRIAIBUC SEXTA FEIM I DE JAMIROtl 18)6
I
lecimenlo, no qual se .1 i le a u;i directora, por de-
leito, no ttesempenho dos seus deveres, c se aollici-
(a urna assemblra geral: aunuiraua de muito boa
vonlade a esle perfilo, mi- por diversas razea.
A r.u.'to porque queremos una assembla, ^cral,
lie para Ufar aquella sorierlarle da situaron ein que
est, com un] estalalos nilo le.ialmente approcados.
queeu mo quero cumprir, e que opotso muito bem
sustentar.
A suadirecloria, cmquanto.liver asua frente o.s'r.
Dr. Jote de Almeida Soares de l.ima Bastos, o mui-
lo diguoproredor e medico di hospital, merece a
iniiilij confi un; i; aquella cavallciro nao tem a bou-
dade de aturar as nirerrei de alRUM.. quo coslu-
mam querer que llies consinlam guantas laucaras
Ihc dilo a cabera, bem baja elle, assim o deve
baer.
Os oulros socios a qucn o 1.1 comniunicanle ini-
mosca. Ibes agradei;am a parle que Ibes (ora ; he o
premio das suai condescendencias com os laes com-
mnnicantes.
Porcm eu que aiuda lenho na memoria ctuas cor-
respondencias insertas no Diario ns. Wi c -JIW do
anuo de 183!, cque vejo aqu es inesmos autora e
escriptores peri;uuLr-llies-hei; licaram agora as
xossas aecusacaes como (carao as chuchadeiras e
tueros mdicas honestos do Sr. Miijuet Josc Alces
naquelle estabelecimeiito' ficarilo como licou a fs-
il estranheza a causa emtttllar. de laes correspon-
dencias, appareceudo depois o Fstima a respouder
por ellas'.*' he que escrever em publico rfiffrre al-
^um.i coo-,i de berrar n'nuia reunan; aqu araar-
ra-se qualquer l'alsidade, e nao se pode uecar depois,
apezar de qua se leiiha a baiolia de ser bom rbu-
la '. e iii'iu a isso che-tam!!
I lizmeiile. oj socios do gabinete nao to qua(ru
pessoas que se licain embasbacados a uuvir as vossas
prelecces; e por isso sahei que quaodo forem .1 at-
-einlil.-1 ;eral, attram Cum o< vuasos estatutos para
os papis vellios, epissaispcli que ja vos aconle-
ceu na eleicio da Comraissao Portuguesa de Benefi-
cencia, espinia que vos n,lo passa da garganta; nao
vos deram all um lugar!...
Trate, pois, a directora, como ja tem feilo, de ir
regulando os au llyal dos seus empresarfos, puna nu
despera o que nao souber cumprir os seus deveres;
continu a par em ttevida ordem inultos escriplus
que allilhe deixaram a inonle; mande vir oulros que
alli devia hacer desde o principio do estabelecimen-
lo, e desde muito que foram tembrados u sua ante-
cessora, que os socios approvarilo a sua adminis-
trarlo.
I'inalrueule rena a assemblea geral. para -e des-
prender desse estatuios que nao merecern) jamis
regerem aquella sociedade.quc su a condescendencia
da anterior directora Ibe deraiu approvarito, e que
neubuina directora poder faier ctecular, por Ihe
faltar < legitima coiiArinacAo ; e que su Ihe pude dar.
urna assemblea geral convocada na forma ao arti-
go 19 dos estatutos de 15 de agosto de 1831.
Kecife 31 de Janeiro de 185o. *
0ttt%ponbtna$.
para os portos do imperii.......
Expedieule de 5 por rrnlo dos lioneros
strangeiro) despachados emu carta
de uia................
Iiiio ile iyl |ir r, dos genero* do au.
Dilode I \\2 por c. ilus itencroa litios.
Arnia/.eiiaeni das mcrrailorias.....
Premio de t|- nrrenlo dos itHigiiados
Miill.is i-.iliuladas nosilisparlios. .
Interior,
Sello ti\..................
I'alenles dosilesparhanli's i'spcciaes .
l'eitio de (lulos dos despartanles, dos
raiteirns despachantes, ele......
Bmolume'ulos de cerdcs.......
527a625
7WCI5
l:llil>'.f.||
7430&
589B-J!)
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Sm^n.,^mTXr"e0nrol'.r /!Ti!! ''" I "'" "n'n'nd,:"' a"s, "Uta* q passem .em- rl.o.icas desla fregUeril eslarau aherlas al mei., oi-,
asatao "o a tesle, u h '"C *\t ""'!" inU e"i<>i"-ca,;.lo-l.ar..l. Ke, conservndose cad, urna iberia al io ainanbe-
ssignoocomas leslemunhas. A.boiaTonauedo .Nordeste inuduu- raneitco Duarle, Merivao priva- meia ulha para oOeila em \< bracas ei
i('.l:12i,-s()7s
\lt* srqiliiitr
hinheiro .
Assimiados .
cspmrs.
. ^Il:lt-J5>l7
. 26b;tW8Sfl Depsitos.
Em l'.il.iiuo no ultimo de
dezeinhro.......J9:7Su>ll5
Saldo do exercicio de 5
1853 s 60t-Ji-2
EnlradasiiiM-orrenlu mez I7:1030J<
Sabidos............
i9:49o>78;l
1111-ll't
E\isleules..........
\us seqiiinirs especie*.
. '.7:l(i2?75!
4T:I8?3
Dinheiro.
I.el ras.
('ontribuiciio de ruridade.
Kendimciilo ueste mez......... 741^129
Airaudega doferoaiiibuco :tl de Janeiro de 18.36,
O eserivao,
Faustino Josi dos Sanios.
UINSDLAOO UERAL.
Kendimenlodo da 1 a :U) 9&8it>i27
dem do da 31....... 749394
MeSUXp-ll
UMVEI1SAS PROVINCIAS.
Kendimenlodo da I a3U. 5:6tilOJ8
dem do di 31....... 1730*3
En Miki
livodn juizo commerri.il o suhsrrevi.Ricardo de
l'reilas Kibeiro, Elanisl.o l'ereir.i do Oliveira, Jo-
s tionc^lves de S.
E mais se nao eoillinha em dill |ietii;ao e termo
aqui ludo copiado, depois do que proilii/.indo o sup-
plieanle suhs lesleinunhas em vista dudas dc a sen-
lenea do tbeor seguiiite :
A'visla da inquirirn de lis i lis 5 verso, pela .,
qii.d eali provado qe os individuos d.aiguados na do (tesle de Cleve-W uod, apenas aherlo para o Des-
pelicflo de lis--se achaiii alsenles em lugarea nao (a Molnho-Weat, Blrehiulon, Sal; Uoinho-Sarr,
subidos mando que para lies ser mtiuiado o proles- dnas vezes-cu appareulo comprimenlo aborto para
o eonatanle do lenno de lis se pasaa caria de cJi- o Leste da balisa MarRale-Uook S. i :Ii S. O. ; a
toa com o prazo da JO das o cosas. |,01il ,l0 |,aixo da .Nordeste l'an, 0.1 li.'.N. O. ;
Maiigimibu Jlule dezcinbrn de ISo.i. Anselmo (iirdler-Spil N. i :l|i N. O.
Francisco l'ereii. A embarcaco de i.harol liirdlcr muitou-se como
Ema.s se naoJeoBlInlin em dila aentonca aqui i a 118 de orna milha para o Su I em l hj bracas na
copiada, em virlude da qual o esenvao que esta marbaiu. A embarcarao lein um pbaol revolven-
cousa de-i-er, segundo a dislribuirao abaivu declara la
Faverero nos dias I, t,
senliora Viava Cunda.
Hilo nos dias 1, 7, \>, 17, si el
ci Jos do Coulo.
I, 16,21 e'J6,a botica da
a do Sr. la-
la ile S. Pedro em urna linlia rom a igreja nova de
Mrgate S. i l|4 s. E.; balita Uonckton, duasvezea
sou appareule comprimenlo na extremidad* de La-
lo de Nuwei-llale (rovo S. i 3|1, S. (I. ; a bola I Hilo us dias 3, S, 13, 18,11 e S, a do Sr. Joa-
Horlb-Tongae O. i3|l, N. ().; balisa de Sliinglcs N. quilo Unacio Itilieiro.
A MASCA HABA.
ii que he urna mascarada He um saerllicioda
de uns para divertimenlo de
es-e divcrlimento inonuliuio,
e fadigas
mas sera'
Fugiram de I). Durculina Mara da Conreieau,
d.i villa do llrejo. provinciii do Marale, ilouses-
cravos, no dial de dezembro do anno paisado, os
quaes leem os signaea seguiules : o primeiro de uo-
me Marciano, be cabra, de idade de 32 anuos, de
estatura repulir, tem a cara meia redonda, nariz ba-
tido junio aoa olhos e chalo, qucixo e (esta salientes,
leudo na chave da m.lo psquerda urna cicalrix de aoi-
E. I|4N.
A boia Tongue do Norte mudou-se cuino meia ini-
Iba para o Oesleemli bracas, com a eslreroidade
Ma
3:6785371
Sniores redactores. Tendo-mo dirigido ao meu
collega o amigo o Illu,. Sr. Dr. l-rancisco da Silva
Castro, alim de saber se o surco de liman anda con-
tinuava a obter bons resultados no (ra(amen(o do
cholera morbos, acabo de recebar pelo vapor Impe-
raijr urna caria datada de 17 do corrale, em que
elle assim te exprime:
Opovo coutna a ter tnula conlanca nesle re-
medio (sueco de limiio, e posio assegurar a sua elti-
cacia sempre que for usado nos casos de cholerina,
cholerina grate, e cholera confirmado, poucu adan-
lado, e einquouto o perodo lgido nao esta muito
pronunciado.
l.i o Diario desa provinca.e grande prazer sen-
t an saber que este remedio vai salvando vidas, lan-
o ah como em Alagoas; espero que o mesroo suc-
cederu por toda a parte por onde o empregarem com
diligencia, e em lempo. .Vluilo estimo que o pjvo
confie bastante oeste novo remedio.
Assim, pois, dando toda a importancia que mere-
cen) as palavras do presidente da Commsso de lly-
giene Poblica da provincia do Para, nao possu dei-
xar de recommendar que e empregue o seco de li-
mito de cooformidade com as prescripc,es que pu-
bliqoei e correm Impressas. I'rocedendo por este
mn.lo, oo faco m.iis do que esforcar-mc pela salva-
cao da populacho, que nao deve desanimar ; cum-
prindo recommendar uquetles que se seutirem in-
commodados, que recorram aos mtkis que Ibes lem
sido aconaelliado-, apenas experimentaren! os pri-
meiros symplnmas.
Sou, senhores redactores, com toda a coacidera-
cao.Dr. Joaquim de quino Fonscca.
31 de Janeiro de 1856.
tlABINETE PORTL'Ul B/. DE I.EITLRA.
Srs. Redactores Promello prompla e cabal res-
posta ao autor do cominunicadode boje sobre oGa-
binete porlaguea de Icilura no momento em que
este se dignar publicar o seu najan*, ile preciso que
todos vejan) e admiren) como Ibe fca bem a cabera
enramada com os lauros do triumpbo. De Vines.
aliento venerador e nbrisado. Jos' d'Almeida
Soares de lima Bastos, director.
Kecife 31 de Janeiro de 18.36.
Srs. redactores.Havendo sido eleilo provedor
do Senbor Bom Jess do Bomhm, na soa greja na
ridade de Oliuda.un auno de IK34 a 1855.IZ a fe-la a
ni ni ha cusa.o reedifique! a cpela: agoraaiue son ree- i KENDIMK.MO D \' MES V
DESPACHOS DE BXPORTACAO PECA MEsA
DOCONSULtUO DESIA CIDADE NO DI*.
31 DE JANEIRO DE 1856.
Buenos-Ayres por Macein Polaca bespaubola
l'roinpta, Bailar cls Oliveira, l0 barricas assu-
ear branco.
MarselhaBrigue fraucez uProspera, Viuva Amo-
rin. ,\ l'illio, i.lliKI puntas de bol.
Ua le S. MiguelPatacho poriuguer. Alfredo,
Castro t\- Companhia, :'( saceos Isancac mascava-
do, e loles 8t Irmao, i barricas assooar branca,
LisboaBarca porlugueza Tejo, Ainorim Irmaos
iV Companhia. 1lt saceos assncar branco.
HavreBarca franceza Cuslave la, LastatW i\
Companhia, 100 Mecoa asanear mascuvado.
RENDIMENK) DA MESx DO CONSULADO DE
PERNAMBUCO NO MEZ DE JANEIRO DE
1856.
Consulado de5 por cenlo.
Dito de 1 por cenlo .
Aneoraaeiii........
Dreilos de 15por cvuto (las.
einliarcacoes eslrangeras
que passaram a nacnuaes
Ditus de 5 por cenlo na
compra e venda das em-
barcacoes......
Expeilieule das rapalizias.
Mullas.......
Sello lixo e proporcional. .
Emolumento- de certidOcs.
'.13:20-23100
86fT76
3:1049910
93:2885876
0650
------------------ 6:27l^s5
Dircrsas producas.
Dizimo do algodao e imlros
. gneros do Itio drande do
Norie....... 130*749
Dilo dito dito dito da l'ara-
l"ba........1:2449207
Dilo do assucar, c oulros
gneros da dita..... 4i.5?565
Dito dilo do Itio Grande do
Norte............ 5125623
Dito dilo das Alagoas. 3:31.55127
99:5603721
5:678;27l
105:238-992
Dcpotilos sabidos
Ditos existentes .
1.-9375089
5:5, 13.5)27
Mesa do consulado de Pernanibuco 31 de jautiro
de 1856.O eserivao, Jacomc tierardo Maria Lu-
nuicki de Mella.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiuientiiilodiala.il!. 83:53;252
dem do da 31....... 1:555*270
sulucreveu. mandn paaaar a presente rom a prato
le 30 dias, pela qual e sen Iheor se chaina e ci-
ta e hei por intimados aoa supplicada* ausentes de-
clarados na pelieau snpra de todo o conteudo na
inesma, e termo le protesto aqui ludo transcripto.
Pelo que Inda e qualquer pe gos dos aupplicadoa o poderao fazer scienles do que
lira cima exposto, c o porteiro do juizo ahilar e
publicara a prsenle nos lugares do costume e se-
ra publicada pela imprenta.
Dada e passida nesta cidade do Kecife aos ->'.l
de dezembro de 1833. Eu Maximiano Francisco
Duarle, cscrvrto privativo do juizo commcrciul a
nbserevi.
Anselmo Francisco Peretli.
A cmara municipal dcsla cidade faz publico,
para ronheciineiilo de lodos, que cun aulonsacao
do ICxni. presidente da provincia, de 23 do concille,
desfez o engao que se den lias posturas subre a lim-
peza publica e particular da cidade, as quaes j fo-
ram publicadas c estao sendo executadas. ronsislin-
do o engao em se ler dilo no arl. II. i nutra o que
passou tin discussao. que as ras ,!,, C.ruz do Ke-
cife doCollegio c Noxa, deviam ser xarridas eirri-
gadas pala companhia, sendo que por isso o men-
cionado artigo >e deve entender da maneira por-
que vai abaixo transcripto,
Pafo da cmara municipal do Kecife em sessflo
de 26 de Janeiro de 1856.Barrio de Capibaribe.
presidente. Manoel Ferreira Accioli, secretario.
Exlrabido da postura addiruoal approvada provi-
soriamente em 20 de uoveinbiu de 1855.
Arl. II. A conipanhia encarre-ada da limpeza
desla cidade, mandar varrer e irrigar os segundes
lagares, e aquellas ras, cojos mu-adores sao por
estas posturas lenlos de fazer este servico: pateo do
Pilar, paleo de Sau-I'cdro Goncalvcs, tarso da As-
sembles, paleo da Alf.ndega, ponte do Kecife, pa-
leo de Sanio Antonio, praca r ponte da Dua-Visla.
paleo da Sania Cruz, p'aleo do Calino, dito de S.
Pedro, dilodo l.ivrameulo, dilo da Penda, dilo da
Klbeira, dito de San-Jos, dito do Terco, largo do
Thealro e pateo ccacs do Collcgio, nal boros j in.
recebee
le conm dantes. e acloaliuenle acha-se com a lorre ;
de Aall*Cliurcli .igreja i meio caminhu entre Ceor-
ges-Farw o Iteculvers S. I|i S. E. (I extremo oc- I
cidenlal le Cleve-Wood aberlo para leste da esta- '
Co oriental de Si. Nicols gaarila-cosla S. 3|i S. I
B. ; bausa de Kodding-Ros, seu appareule com-1
priineulo aherlo para leste ila torre .Norlh-Down S. I
E. I|S.: boi.i do bailo Sbiverni: N. >'..().; ai
boia ilo bailo Wesl-Pan S. l|2 S. E.
Collocarani-se mais du.is bolas nesta viziiihauc.>,
a saber :
A lEaat-Tongtie, boia, quadrados, prelos o br.in- I
eos, collocoii-se om bracas, com a primeira casa I
prxima a lala da igreja de SI. Nicols em linlia
com aeslacAo de oeste de Uoarda-Coata S. Nicols j
S. O. I|4 S. O moiuho Minsler oesle em Itnha
com a pona ilo oeste de Kast-Clill da babi.i Weslua- i
te S. i 3| S. O.; a boia West-Tongas O. i lii
N. O. ; a boia Wedge O. i 1|2 S O.
O Gildler Oesle: nina luna encarnada em 2 i|2|
bragas com a torre da itcreja Ash apenas aherto para a.j -.
o oesle da villa Keculxers S. I|l S. E. A parle do I ^~:.
oesle extrema de Cleve-Wood aherta para o oesle '
de Margate-llootk baliza, o comprimenlo apparento
da baliza S. 3| S. E.; boia do banco Snivringll
N. O. 11 i N. : a baliza l.iruler e a boia Suulb-liiU-
ler em linba E. S. E
Boia do baixo Norlb-Pan. lia tale najo que no
primeiro de oulobro prximo, poueo .nais ou inc-
uos. a boia de quadrados In ancos e preloa desla es-
la^ao, ser retirada eemseu luaai i-ul locada um boia
pintada de pudo.
Todas as demarcaces sao magnticas.
Assignado.John Washington, hxdroarapho.
KEP.VKTIvAO HYDKOlilUPIIICA Di) ALMI-I p.....
KAMAliOE.M LONDRES,
A 12 de agosto do auno de Nusso Sentior de 1835.
Este aviso refere-se aos seguiotes mappas do al-
miranlado: canal da Inglaterra, n. 1,598; mar do
Norte (eral, n. 2,339; rio Tamisa, lolha segunda,
n. 1,607; Inglaterra E. C, lolha 2. n. 1,610;
mar do Norle, lolha u. I, n. 1,406; e lisia de plia-
res brilanuicos, ns. .34 e 55.
E nada mais coutiuha uu declarara o dilo docu-
mento, que bem c h.dente (raduzi do proprio ori-
Diln us dia i, '.', l, 19, 2i c 29, a do Sr.
noel Eliu de Monra.
Dito mu dias 5, 10, 15, 20 e 23, a do Sr. Manoel
Luiz de Abren.
Em lempo se fura a dislribiiiriu para o mez se-1 qual
guinte. se anlcs a Providencia'nao apartar de ii.isifssc povu Periiambucano.
i) mal.
I'regueziada lna-Visl, I." de fevcrcrn de 1856.
O eserivao, Francisco de lluros Correa.
Pelo Osea) da frcgoezia da Boa-Vista foram
mudados no da 26 do crrenle, por infracrao do
arl. 22 til. i.- das postaras de 30 de juibn de' 1849,
os segninles Srs. : Ricardo Romualdo da Sila e
liento dos Sanios Ramos, cada um em U$ reinci-
dencia;. Secretaria da cmara municipal do Kecife
28 de Janeiro de 1836.O secretario,
Manuel Ferreira Accioli.
dinbeiro
nimios :
sempre o ine-ino, sempre com as mesmas ves-
tes, tic, etc., .' Nao. de cada nz e procuran) no-
vo* Iragei, novas caricaturas, ele, ce. conforme I pe de enx, e oulra no dedo grande de um dos pos,
J os lempos, as cirruinslaucias, o, uso*, etc. Pois l'e lalbo^de machado, qu* curluu a uuha cora o dc-
; bem. diremos a essa mocidade ebeia
boje se prepara para d.,r esse bnliiunle i
cria o especlaculo mail bi Ha e mais grato a I escrever mal, e lem na tesla urna cicatriz de pnca-
le quasi pelo meio. O secundo de
' do, dividiudo
'" I uume Policirpo, crioulo retinto, de idade 20 anuos,
pectauio, i lem os ollms grandes, eslalnia reaular, sabe ler e
mail grato a I escre
la de pao que -otlrcu. Ambos san irmos, fugiram
junto,, %,: armados de espingardas e calcados, lias
mas
SlritvU* matittm*.
RIO DE
Janeiro.
O brizne nacional Minia l.uzia vai
seguir com brevidade, lem a maor par-
du sen carre^amenlo prompln ; para o
resto qui Ibe falta, passageiros o escra-
soa a cele, aos ojuaea ilo as mellones
Irala-ao com o consianatario Auto-
n.i roa do Trapichen. 16,
Keoni-vos lodos, nao rom rasas caricatura
. ,._ -'"uo-se n\res. triilialliam ile carapina, sendo u Mar-
com vos ar modesto, procura, as diflerenles com- ejano mais perfelo no ollcio, pois que lamben, he
missOes de beueflceneia publica, e com ellas repar- carpinleiro. Lsvam rom sigo um cabrinha liare de
li essa liarle do vosso suor, que dedicaveis an prazer | "","'e1Josl'' Jb idadede 7 a 8 anuos, que dizem ser
dos feliz.es, e que ser convertida em aoccorro du
nio de Almeida lioiucs.
teguodo-*ndar.
S gue
H10 DE JANEIRO,
_)ai:i o Hioili' Janeiro com mili-
ta brevidade, por ter n maior paite da
prompla, o veleiro patacho D.
para o resto e panageiros,
taata-se com os consignatarios Novaej St
C, na ra do Trapicbe n. ."\, primeiro
andar.
Em le do que pastel o protenle que assignei e
sellei com o sello ilo meu olliido. ne-la leal e heroi-
. ca cidade de S. Sebastian do Ku de Janeiro, aos
para rcceuc i 2; de dezembro do anuo de Nosso Senbor de 1855.
a iinmiindicias junto ao caes e a noilc.Conforme. \Jo$6 Agostmho Barbosa, traductor c inlerprcle
PARA O Kio l)K JANEIRO.
Segu com muila brexidade por ler parle de seu
carregameuto prom|ito n bem canbeeida barca ,i/a-
thilde. capitn Jcroiixiim Jo-e l'elles, para 0 resto,
, passageiros, e escravos a fele, para que lem cxcel-
guial impresso em inglez, ao qual me reporto, c | lentes coiiimodos, Irala-se noescrlploria de Manoel
depois de liaver examinado com e-le e adiado con- : Alves Guerra, na na do liapiche n. 14.
lurme, oloruei a entregar a quem in'o apresenlou.
dicadis, c lera alvarengas cun loaeia
O secretario, Manuel Ferreira Accioli.
X)eclataci3ei5,
BANCO DE PEItXAMBl'CO.
O Banco de Peiiiaii'bnco sacca a vista
sobie odo Brasil no Kio de Janeiro. Ban-
co de Pernatnbuco "> de dezembro de
183.").0 secretario da direceao, Joao
Ignacio de .Vdenos Reg. .
O banco de I'ernambirco Toma diiil-i-i -u"!e,.avis:
ro a juros, de
estatutos. Banco le Pernatnbuco 2V de
novembro de 18.").").Joao Ignacio de
Hedeiros Reg, secretario da direceao.
Manoel Ferreira Accioli, juiz de paz supplen-
le da fregntzia de San Jos, em exercelo no corren-
tc anno, d audiencia no |. de Tevereim ns 9 ho-
ras daimanhla, e continua nos dias de tercas e sex-
tas-feiras de todas as semanas, s mesmas bo-
eommercial jurainenladn.
Cu Jos Agoilinno Barbosa, cidadao brasileirn.
Iraductor publico e interprete commercial juramen-
tado documentd impresso em intlez. o qual, lilleralmcn-
te Iradozido para o idioma nacional, diz o seguinle:
TKAM.CCAO.
Aciso aos niicegnntcs.
N. 29.
Ancnradouro de l ineyard, Uussackuitelt lista-
do*-t:udos. u
Embarcaco-pharol no Banco Succonnessctl.
A directora do- pbaroes acaba de publicar os se-
niles avisos nos Cslados-t'nido
1
.,(____:j i._____ i-" A eiuharcaro-pharol no banco Siiccunncsselt
midude COin OS SCllS fi enllocada no seu lugar no dia 17 de junbo de 1855
rio de mm.
\ ai bahir com iiiuila brevidade o noxo
e veleiro Inigue DOL'S AMKiOS, tem a
Olior paite da carga prompla : para o
restoepassageiros, trata-se com os cou-
signatariof. NovaesiV C, na tua do Trapi-
che n. V, ou comocapilao na praca.
Para o Kio de Janeiro segu einpouros dias a
polaca brasileira '/.chita 11, pregada e forradade co-
bre, e de primeira marcha ; lem meia carga prnm-
pla : para o resto irala-se no escriplono de Isaac
Curio S Companhia, ra da Cruz n. 10.
Para o lio de Janeiro
segu cid puncos das, por ler a maior parle da car-
ga prompla o brigae Cunrcicd-f, cap itao Joaquim
leiiu provedor para o auno de 1855 a I8>6, deixo de
aceitar por me nao ser possivel, uto me escusando
de dar a nimba quola no lempo competente do so-
leiunisar-se o me-uio Senbor, e convocando a irman-
dade para nao smenle da mesa, fazer esta declara-
rlo que cima fica dilo, como para declarar que as
quolas que deram os liis, devi.un ser applicailas a
factura de ornameutos para o santo sacrificio damis-
sa, visto que, os que presentemente se achara, estao
improprios ; nao me foi possivel reunir mesa, eslau-
do ate o prsenle dilas quolas por se arreradarem,
i linio tambera as quolas que leem por costume dar
lodos os ompregados por eleicAo, como consta do
lixro da mesma .irman lude, brando eu j d'agora
desoneradu de responder como provedor, e -no, eu-
carregando-ine da zelar a mesma capella como um
irmao devolu, o o juiz de capellas que iio lenho
cuntas a dar-lhe, visto que dorante o lempo de pro-
vedor, nio recebi dinbeiro perlenceiite a mesma ca-
pella, o nena inesmo o Ibesoureiro do auno de 1853
a 18')i preslou coula-, como constara'do litro da
mesma iruiandade ; assim como declaro que a rela-
Sio dos nomos e qosolidades dos fiis que concorriam
para a feslividade do Senbor, acb.i-e em meu po-
der, e que logo que liver occasio da mesma irroan-
dade se reunir, farei entrega. Francisco Jos' do
Ainnral, irmao.
Oliuda 25 de janeir de 1856.
Srs. redactores.Leudo boje no artigo Diario de
l'ernambuco. Nao obstante todas as medidas lo-
madas para embargar-se a entrada da epidemia Ma-
la cidade, alioal ella ja' se lera manifestado entre
nos, f.izendo alaumas victimas, u Avista da Iris-
lesilaaciioem que nos acharos, suspenden-re a
quareulena a que eslavam sujeilos ns navios,
ele, lenho a declarar que nao me consta que
nesta cidade se baja dado caso algum de cbolera-
morbus. contrabido aqui mesmo, esses
PROVINCIAL DO ME/.
1856.
Uireilos de 3 por rcnludo assuear. .
l)ilo de 5 por cenlo dos mais gneros.
Caaataxia de .I2U rs. por sacca de al-
godo...........
Decima nrbana........
Sello de herancas.......
Meia siza dos escraves. .
No\os e velhos direitos.....
Imposto de 4 por eentu......
Dito de .1 por cenlo. ../...
Passaparles de polica......
Mullas...........
Malrreala..........
Jaros..........* .
Casias...........
85:008j522
DO CONSULADO
DE'JANEIRO DE
53d83fM9
ll:6ia;2l
1:2215720
I5:728j)!I2
2766'i!
8523027
3019272
1:2099240
1413450
73800
2130:17
.5*000
222
103321
85:0083522
de
Mesa do coosuladu provincial 31 de Janeiro
1856. O 2 escriplurario.
I.uiz de Azeceio e Suza.
9!to*immto do ppvto
'?
que falla u
artigo acmulem sido em pessoas ebegadas dos lu-
gares aneciados por es'.a epiteinia^comu da comar-
ca He Santo Antao e da (.loria, qSe leudo vindo a LiverpoolBarca iugteza ealary Harlleyi),' capilo
negocio ou rugindo do mal, leem ebegado doenles BasleU, caiga 14a e mais eneros. Susaeudeu do
no si i, mili :,1 .i-.,:!.,, a... n..-.. ,^.,.1 __ >____ .
fanos entrados no dia 3\.
Babia11 dias, sumaca brasileira ullorleucia, de
li toneladas, mestre Joaquim de Souia Coulo,
equipagem !l, carga, farinh* de mandioca e mais
gneros ; a Antonio I.uiz de Oliveira revedo'.
Passageiro, Joaquim Jos da S'l*C|ra.
libas Sandwich121 dias, galera americana odover-
uor Troupe, de .'H toneladas, capitio Milln,
equipagem 31, carga azeite de pcixe ; aocapitae.
Veio refreatar esegite para New-Bidford.
V'I-o sonidos no memo din. m.
Kio de JaneiroBrigua brasileira. irlrise, capilao
Antonio da Souza Maciel, carga assucar e piis
genero'. Passageiro. Joaquim Pedro de Paiva.
ou sido aqui atacados, dos quaes Iralei den, qa* se
achara quasi reslabelecidos.
As qnareiiteuas noctaulo nao foram suspensas ro
rousequencia de ja' se liaver desenvolvido esla mo-
lestia nesla cidade; mas porque nao ae podendo
impedir a eommiinieaeao por Ierra dos pontos ata-
cados, intil era continuar cora as quarentenas pela
barra.
Rogo-Ibes, Srs.. redactores, que se dignern de pu-
blicar essa deelararao, ele. Dr. lao Ferreira
da Silra, provedor da sande.
(^ommercio.
RACA DO RECIPE 31 DE JANEIRO AS3
HORAS DATAKDE.
ColacCes offlciaes.
Demente de lellras de I e 2 mezs 1 l|i au mez.
Cambiosobre Londres28l|2 60 d|v.
l-'rete de Ceara para Liverpool45| e60| para assu-
car e couroi:. '.I|16 d. para alsolao com 5 ',
Freierico llobilliard, presidente.
CAMBIOS.
Sobre Londres. 28 112 a 28 3| d.. por 1>.
i> Paris, 348 rs. por f,
o Lisboa, ijpor 100.
! Rio de Janeiro, an par.
Accuea AtSnco, IO0ftX.de premio.
Accfles da companhia de fiViieribe. ,
Arenes da companhia Peruumban.'ana
l.iraejjr.lo.
PorloBarca porlugueza traasHa 'jai; capillo lia- ma nocional, diz o seguinle
O lilla. Sr. capitn do porlo. cuinpriii lo a orden)
do Exni. Sr, presidente da provincia, dalada de
hoiitem. referindo-seau dliposto no aviso da repar-
iic.io da marinha de i do crranle mea, manda dar
publicldade aos ejemplares das Iraduccoes, que a
ealaacompanliara, de cinco avisosaoi navegantes re-
lativamente a navios e pharoc-.
Capitana do porto de Pcruaulmco, 'i 1 de ianeiro
le 1856.
O secretario,
ie.rgiiilrc Itodrigu atoa Anjos.
Eu. Joto Agostinhu Barbosa, cidadao blas.lairo,
traductor publico e inlerprcle cuinuieici.il juramen-
lado da piara, etc.
Certifico que rae foi apraseutado um impresso em
inglez, o qual, lillealuienle Iradiizido para o idio-
ma nacional, diz o seguinle :
TKADICC.VO.
Aviso aos futceganles.
N. 26.
Cusa do uurle de lle-panha.
I'harol fixo em tiijon.
O sovernn hespanhol acaba de participar que no
dia 15 de junbo ultimo [1853] um pharol lixo de
urna cor Datara! seria aeendide na viainhanca da
llermilage de Santa Catalina, prximo da Mira-
da do porto de (jijn ua provincia de Oviedo na cos-
ta do Norle de Despatilla.
A altura do pharol be de 170 p* cima do
nivel do mar, e sera visivel do ronvex de um na-
viu, era lempo claro, na distancia de 40 a 12 sni-
Ibas.
A posicfio do pharol eabi na latilude de 43", 35',
13" Norle ; lungilu le .5", 37', 46" Oesle de Creen-
ich.
Assignado.John It'ashimjlon, bydrographo.
Ilcparticao hijirogrophira do almiranlado em
.liidres.
A lude jullio de 185.5.
Esle aviso allecla os srguinles raappai do almi-
rauudo ^bahia de Bncaya. n. 64 ; bahia de i,i-
jon, n. i, elisia de pbaroes hespeuhocs, numero
155 a.
E nada mais condola on declarava o dilo docu-
mento, impresso no idioma. inglez, ao qual me re-
porlo, e depois de liaver examinado com e'le e adia-
do coi i forme, o lornei a entregar a qiiem m'o apre-
senlou.
Em fe do que passei o prsenle qlie assignei e
sellei como sello do meu oflicio, nesla muilu leal e
heroica cidade de S. Sebastian do Kio de Janeiro,
aos vinle e qualro de dezeinhro do anuo de .Nosso
Seubur de mil uilocenlos e ciucoenla c cinco.
Jos Agostinhu Borbota, traductor publico e in-
terprete cominercia I juramentado.
Eu, Jos Agotlinbo Barbosa, cidadao hra-ilciro,
Iraductor publico e inlcrorete commercial juramen-
tado da praca :
' CertiHco que me foi apresentado um documento
escriplo *m iuglez, o qual, (raduzido para o nlio-
Perreira dos Sanios: para o reslo e escravos a frele,
para o que lem bous cu.-nino.los, Irata-se no cscrip-
e esta collorada em 6 bracas de agua, quasi nielo I lorio de Manuel Alves (iuerra, Da rila do Trapiche
canal entre Succonnessell e Eldridge (baixos, com n. l.
as.seguidles deinarcares : o pbaiol de Oabo Poge S. ,....... ,
i.-'S. U ; itesle Cbnp O !.' do S. O. ; pona Nobs-I Para o Hio de Janeiro segu com brevidade o
que O. |2N. O. ; a boia na ponladu Noroeste do ; l"""1 'onliecido brigue brasileiro llamao, jalera
banco lloise-Shoe E. 3|i S. E. A embarcaco que -r;ll,ue P"'0 '" seu carregainento proraplo ; para o
mosiia urna luz fila clara de imite tem armacao de '*" paaiagairoi e acravoe, iraia-se comncousig-
escuua, e lem um globo ou bol i no tope de' cada "i,.li,r''> J mastro ; o nuuie Soecounessell est piulado com '<,e,1'
lelras encarnadas de ambas os lados da euibarcasao Para a Babia pretende sabir cun muila brevi-
f.Ji0.1". aJxu-" Ci,sco,'sl,.l",ll"l,, n quadros aller- dad* olliale brasileiro Ameliaa por ler j paridle
seu rarregjHieiilu prnmplu : parar o resto, Irala-se
nados de cores encamada e amarella.
luslrucres para livrardos liaixins.
As eraba.cacOes que vem do lado do Oesle com
desuno ao canal do norte de Vineyard aSound (au-
coia louro deveni fazer com que o pliarol de Ponte
Nobsque senha a demorar ao Oesle,e seguir gover-
com u seu consignatario Antonio Luiz de Oliveire
Azevedo.rua da Cruz n. I.
CEA KA-.
0 hiatc l'-calacio ', ainda piole
nand aoruuio de l.'Esie ate que o Davie do pharol reeeber c>rga : a Iralar com Caelano Cyriaco da C.
demore L'Esle I|1S. E.: e enlAo governar para | M.f ao lado do Cer|
ella,
o
imiiiun.
i esses
guv
aquella einliarcac.lo, c depois de pjssar mr
rumo be E. ti. E. al ao pharol de Poinl-I
lleve bave lodo u cuidado ern faz- bi
rumos.
Ancoradouro Newboryporl, Massachussctl-.
2." Urna boia uNiinii piulada de prelo e branco
em [neos perpendiculares|acha-se enllocada em 5
bracas em frente a barra d Kewburyporl, o pbra-
rol de Oesle, demorando Oesle l. S. O., distante
2,267 jardas.
luslrucres.
Embareaedea cora desuno a entrar por cima desla
barra devem Irazcr esla boia em liaba como pharol
do Oesle e correr para ella. Esle luiro leva a en-
Irar em seic pea, na mar balsa.
Eiilrelanlo nesta linio, v-ae una pequea luz
quasi locando a parle do mi do pliarol do Oesle. De-
pois de passar a luna, o rumo enlo be N. O. 1.a
l|2 an Oeste al palear nina boia a meio canal,
piulada de lislras perpendiculares pretas c brancas
para a boia encarnada nos Kochedos Prelos, c depois
Oesle 41 |2ao Sol; paanndo ama boia na pona
Joe-Noys. digo em frente aos baixios de Joppa,
piulada de prelo ;que se leve deitar pelo lado de
sotavento', e una boia encaruaiia ua pona de Joe-
Noys que deve.leixar do lado de clibordo para a
boia de cima de meio canal piulada com traces
brancose pretus perpendiculares: c depois entre os
dous Piers ces para o ancoradouro. Estes caes
sao prximos a cidade.
Bate desino prximo a tiraves-l.edge na bahia de i
Buatoii. lasso Irmaos la/.om leilio,
3. Acaba de cotlocar-sc urna embarcaco com si- vcnco do corredor Oliveira
oproximoaC.raves-l.edg. na baha ^Bost*. | do$ mH,orcs aut0re$ do M
: :i li
* Corp Sanlu u. 2j
Gear e Maranhao.
Segu com brevidade o patacho Santa <"/., ca
pilao Marcos Jos da Silva ; recebe carga e passa-
geiros: a tratar con) Caelano C*. naco da C. M., ao
lado do Coipd Sanio u. 25.
PARA O PORTO.
A barca Fernandes I vai sabir cora muila brevi-
dade ; para carga e passageiros Irala-se com Barro-
ca ,\ Castro ua ra da Cadcia do Kecife n, i, ou
cun o capilao na praca.
Para a Baha segu ein puncos dias a veleira a
bem conliei ida garopeira Ucranio, por ja ler parle
da cargl prompla : para o reslo. trala'-sc com seu
consignatario Domingos Alves Malheus, na ra da
Cruz n. 34.
pobresedosmlseraveis, que aem recursos e con
horror esperara a calamidade, que nos bale li porta.
Depois ido reunidos, ou de per si al rasas dess^-
bells Pernambutanas, e diiei-lhei :comertemos
emearidade o nono passatempo em holocaustu a
veis, i roasaa familias c a esle povo; julgamos que
Vos sera mais aga lavel cs-e espectculo, quando a
pesie nos aneara, e o povo usie a contempla, do
que a presanea de meia duzia de carcaluras, que
ein lempos felizes vos provocar i sm algum riso.
Cssas bellas donadlas, cssas matronaa, eu vos juro,
vos abracarlo com lernnraa bemdirle vossa resolu-
c.lo. Sun, bella niocidade, nau xos arrependais lar-
de: qual de xs ii.lo se roeri.i da reiiiorsus, vendo
ainaiili.ia a pe-le, a fome o miseria assolar vossos
irmaos, scui que Ihe pu.tes-eis soc.-orier, por lerdos
desperdcadu boje sem previdencia, o que repailirieis
eidjjlo cun mais proveitu, c con mais MlUfaccjio de
vossa alun, pois u.lo ha ciracao lo pelriUcado qui-
nao einta um l>:! amo uave, quando allivia a pe-
na, a d'ir. a alilicco de algucn ou mitiga ao infe-
liz a sua perda ou desgrar,,.
I m amigo.
:'':' "- :. ,:;4**i-KSSfc
9 O Dr. Eiras, leudo acoinpanhado a epide- C
* mia do rlulera-inorbus na corte, ja' como s;
memoro da commissio da fregnezia do San- fj
,"?; liasimo Sacramenlo, ja'como um do* anedi- ^}
eos da enfermara particular da mesma fre- (5
SW goelia, offereee aos seus comprovincianos os St
serviros de sin proGsso, durante o lempo j;
de sua demora nesla capital, a que um $j
M grande dever o ehamou. laza sua residen- ::
$ na no Mmiteiro. ras,l ilelrunte da
m Sr. Antonio Jos tiomes do Correii
@ dade. pode ser procurado nos dias
J3 as 3 horas da larde, na ra do Ouciniado n.
7, primeiro andar. J
Grande panora-
ma diorama.
RIJA 1)11 CRESPO N. 12.
1 ANDAR.
O proprietarin deslc panorama avisa ao publico,
que domingo :! do crrenle lera de apresenlar as no-
vas vislas abaixo declaradas, as quaes s scrao mu-
dadas no domingo seguinle. Eslas vislas realmente
silo mnitissimo lindas, e por isso o preprielari* es-
pera que lodos te asradem. da mesma furnia 011 mais
ainda do que se lera agradado das que leem apre-
1 geniado. A entrada de cada pessoa he 500 rs., c as
criaiicas al a idade de S anuos peileueeutes a- fa-
milias que leiiham de honrar esle cslabelecimrnlo,
leem entrada gratis.
Os maftyres da li'di: Jcstu Cluisto.
Grande )).il.cio de Industria, exposirao
de Pars.
Os pescadores napolitanos e a vista do
Vesuvio na Italia.
Oconsellio geral que leve lugar etn Var-
na, eutre os generaes franceses, ingl-
sese tutx'os, onde se ve immensa tropa.
Grande batalha de Dolenilza, os Russos
com os Turcos.
. os Russos
do I l'ni. ($
Ni ri- s*
otis, aiii jg
Grande batalha da
com osTiirc.'is.
Slokolno, glande cidade inaritima na
Inglaterra.
Eupal
linio do eseravo Marciano, cora o qual se parece :
quera os pc-ar ou der noticia exacta dellos ;i senlio-
ra dos meamos, ser recompensado generosamente.
A mesa da veneravol ordem lerceira de S.
Franciaco desla cidade convida a lodos os Srs. clri-
gos, que queiram acompannar no dia ( do corre ule a
procissao de Cinia, adiarem-se no cnusiilnrio da ve-
neravel ordem pelas :l horas da larde do referido
dia, paramentados. Consistorio da veneravel ordem
lerceira de S. francisco I.- de fevereiro de 1856.
0 secrclario, liaidino Jo.'io Jaciulbo da t'.unli...
I'KOCISSAO DE SUIZA.
A mesa da veueravel ordem lerceira de S. Fran-
cisco desla ridade pretende exp.'-r 110 dia ti do fr-
rente a precisan da lanza, a qual lem de percorrer
as sesuiutes ruaS: Cadlil de Saulo Antonio, Colle-
gio, Ira vasas do mesmo, Pracinha do Livramenlo,
l.ivraineuln, Oireila, paleo do Terco, iravessa do
Marisco, Marlxrios, llorlas, pateo do Carino, Cam-
bo.1, Flores, Nova, Cabug, larga do Kosario, Ira-
vessa do mesmo, (Jaeiinado, Cruzes para recolher-
se ; assim pedimos aos moradores deslas ras man-
dem limpar ne-e dia as testadas de suas casas, a fin)
de cum melhor ordem e decencia poder Irausilar a
mesma procis..io. Consistorio da veneravel ordem
tercena de S. Francisco I.- do fevereiro de 1850.
O secretario, Glldiuo Joao Jacinlho da Cunha.
Troca-sc |nma iinagem do Senhur dos Passos'
muito perleila, rbegada ltimamente da Babia : no
alerro da Boa-Vista n. 72 B.
Desappareccu no dia 28 do mez prximo pas-
sado urna escrava da nome Auna, de nardo, de a
45 anuos de idade. de estatura mullo haia, a qual
foi comprada ao Si. Manoel de Souza Pereira, e li-
nua sido escrava dos herdeiros do finado coronel Ma-
mede, e consta que esla acuitada em certa parle, que
lano he, que carregou loda a sua roupa, porlanto o
aiiiiunciaiiie protesta contra quem a liver acollada
na forma da le, e ao m.'-uio lempo pede as autori-
dades policiaes c rapihes de campo que a apprehen-
dam e levem-a i ra da Roda a. 52, qae serio bem
recompensados.
MASCARADAS.
Al'isam-se restaarioa para mascaradas, por preco
commodo : na ra .Nova n. 1.
Precisa-te de urna lavadeira que la-
ve de varela, e d conliecimeatos de sua
pessoa : na rita de Horlas 11. 02, casa de
trente azul.
Do engenho Poeta, 110 dia|25 do ierren le,' fu-
gio um mualo acabralbado.dc idade (annos, alto,
cara rapiahoea : levou um cavallo rnco, sellado :
quem o pegar e levar ao dito enzenbo, u no Kecife
na ra de Apollo n. 6, sera gratificado,
Irinandade do Divino Es-
pirito Santo.
A mesa reuedora da irmandade do Divino Espiri-
to Sanio, convencida de que na tribu.ic.io em que
se ajbain os habitantes desla cidade nico refugio
lie a Clemencia Divina, lem resolvido conservar
abarla a sua igreja lodos os dias ale as 0 horas, da
nuilc, e nella eiposloi a veneracAo dos liis que
quizeiem recorrer ao medico celestial, o emblema
de sen Diviu Padroeiro, e a milagrosa imagen) do
Menino Jess oulr'oia padroeiro desla Igreja. Pos-
Sara as oraees dos verdadetrns crentes ser lio fer-
vorcs.is queallendidas pelo Allis-imo, arredem de
s dir nos a calauudade que nos araeaca.
ainandade do Divino Es-
pirito .Santo.
A mesa regadora convida ios seus charos irmaos a
coinpareccreni em sua igreja no dia 6 de fevereiro as
2 l|2 horas da larde, para encorponidos, irem acom-
panhar a proeii|o de Cinza, em salisfac.10 ao convi-
te da veneravel ordem lerceira de S. Francisco.
Tendo urna senliora casada de se relirar desla
para a cidade da Paraliiba, precisa de nina ama scc-
ca inleirameule capaz, a quem se dar bom pega-
mento;, qu* se queira prestar a acompanba-la ale
aquella cidade, alim ile cuidar de urna mam-a de
V i ".. 1 1 -. 1 1 anno de idade. e dado o caso de mo querer alli li-
Kew-Vork, gltlnde Capital dos LStadOS- car, ser para aqui reconduzida : quem a isso se so-
Luidos..
Linda cathedral Yisia geral de Turin,
cidade de Italia.
interior da grande
Seiye*.
C. J. Asile) i\-Companhia faino IcilSo, por in-
lervenrao do agente Oliveira, du inelbor sortimeulo
de fazendas de algodflo, la 1. liubo e de seda, a mor
parle preprias para a prxima quaresma : sexla-
felra, I dr fevereiro, as 10 horas da inanbaa,; no aeo
arma/.em, ra da Cadeia do Kecife.
GRiDE LE1L40 DE VINHOS.
noel de Freilas Pires liuimar.tes, Sarga assucar
Liverpool pela ParahibaBarca ingleza lUcipro-
cil>, c.ipilau Filippe Madge, Cargl istucare al-
godao. Passageiro, Samuel llalllday. '
Kio de Janeiro e portoa inlarmsdlos-rVapor, brasi-
leiro o Imperadora, comnsandania o I.- lenle
Torrezao. Passageiros esla proalncia, Ur. Luiz
Crrela deQueiroz Barros, cammendador Joe An-
tonio de Meu buica, -2 til1 s b -2 criada, Adolpho
Scbaflieillin, 2 desertores I ex-meslra do briguc
iiCeareuaen, Antonio Lopes Rodrigues, Mananno
Lopes Rodrigues, M. J. klendea c sua senhora,
.lii.io Auloninda Cosa e soa familia, Luiz Anto-
nio Monleiro e sua familia, Bcrnardino de Scnia
l.oareirn, 0. Maria Luiza da Rocha, Mianel da
lloclla Bastos, Manoel Jos Pinto, Aolonio Lisboa
e sua senhora, I ex-soldado. Esleve Dalbara, co-
ronel Benlo Jos l.amenha Lim, 2ex-pracas, Fei-
derand Jaeniske, 1 eseravo a enlregar, I.- tenan-
te Francisco Jos de Oliveira, ;1 recrulas de mari-
nha, Jos de Pina.
TRADL'CCA'O.
Acito aos naeegaiilts.
N. 27.
'Coala do Salda Franca.
Pharol fixo em Marseitle.
O goveino frarrtsaz acaba de participar que dcpuis
loadla 15 de gilo prximo fuluio, um, luz fita
encamada seni rendida na lorie rcceiilcmeule
coiisliuida na Peala do Sal do inolbe ou caes do
porlo de Julielle em Mar.seille.
avisar criibarcaccs da sua proximidade ao
por inter-
de vinlio,
editerrnneos
priucipio ou borda. Acha-se fondeada, digo o sino em lotes a vonlade dos compradores : se-
peza cuno cinto cwl., acha-sc pcnduiado na aliara ;da-cira de fevereiro, as 10 horas
de 12 pes acuna da seperhcie du mar, Inca pclu rao-:' ," *
tunalo domare podcuuxir-se na distancia de urna 'Ua nlailll''-,i no sen arinaein da na do
Ainorim.
A embareacaa he pinta la de prelo, o em gambos
os lados de urna forma acuna Jelle as palavras
tir.i'es-Ledgoo ,c acbam dislinclainenle piuladas
em lelras brancas, acha-se fondeada sm censa de 10
bracas du agua, e quando fndenla com vento ti.
., o pharol de Boston demora S. S. O. I|i O., o
pharol de l.oiig-lslaud O. S. O. I|2 S., a boia da
barra (ircal-Fawrv O. :: ., Hotel Nahaut N. N.
O-, 1 baliza da lilla Deerquasi Oeste 1.' S.
Indos os rumos e demarcaces sao magnticas.
Assignado.Jo/m Washington, hydrpgrapl.....
Reparttcao hydrographtg do anirantado.
Londres, 11 de sgoslo de 1H55.
lis- c aviso refere aos seguiotea mappe do almi-
ranlado : America do Norle l. C, 11. 2liK ; lisia dos
pbaroes dui Estados lindos, 11, l7 a.
E nada mais continua ou declarava o dito docu-
cumenln impresso, que bem c fielmente tradozi do
proprio original escriplo no idioma inglez, ao qual
me reporto, e depois de haver eraintnado com esle
e adiado conforme, o lornei a eu>,,i;ara quem me o lem para distribuir o> carines
apresenlou. nos dia* :'., e 5 de fevereiro,
Em fe do que passei o prsenle ;tue assignei e sel- Santo Antonio, da maneira seuui
O Sr. Joaquim Octaviano da Silva
queira dirigir-se a esla typograpliia a ne-
gocio sen.
Ordem DOS
Mascarais.
ntsmtwsmss^sjsswmamsstis^sWsWssimssWsmmr
Pelo presente sao convidados os SSlIges do |
acadmico Antonio Jnaqnin Franco de 8a',
para assistiicm urna mista, que lem de ser di-
I) pcl 1-uaalma, na malrizdl Boa-Vista, 110
dia 2 de fevereiro, as S horas da m.uihaa.
LOTERA da provincia.
Hoje andam as roelas da
terceira parte da terceira
lotera do Gjmnaisio Pe
tirar a sorte grande, ha-
billte-se comprando sen
bilhete, afim de passar nma
boa festa da Senhora da
Saude: vdudem-se na pra-
ca da Independencia ns.
4, 15, 15 e 40.
ffiMANIMDE i)0 BIVINO ESPIRITO
SANTO DE S. FRANCISCO.
O secretario da mesma irmandade,
autorisado peta mesa i-e^edora, convida
"Uar. peda diriuir-ae no p.-.teo .la inatrit de Sanio
Antn..!, easa de I andar n. 2.
Nu paleo da matriz de Sanio Antonio, casa de
I andar n. 2, precisase de um bomem ou ruesinn
de urna inulber, que se queira prestar na actual qua-
dra ao aervfo de cnferuieiro, e se livor pratica dis-
to, tanto melhor ; farem-se boas vaiitascns, o quem
qui/.er pude diriuir-se 1 mencionada casa.
Precisa-se de una ama para casa de pouca fa-
milia,para lodo o servico, lano de ra como de casa,
011 forra ou captiva : ua ra do l.ivrameulo 11. 3 loja.
Ricardo Deppermann vai fazer urna vilfem a'
Europa, licitando por seo bstanle procurador o Sr.
!'. I*. Ti rain.
^-;-iJ33asj3-*8Sa*fi
? 1) llr. Carolino l-rancisco de l.ima Sanios, 9
5 deiejando ser mil no quaulu caiba em saas 9
forras, ao dislrirlo que Ihe cnube por serle j
IV era cons. quenea da epidemia do cholera.
@ roga aquellas pessoas que se queiram ulilisar
0 de seu OTeslimo, para que mal se vejam 58
0 amearados de inrommodos sutpcilos. o pro- SO
nitlllllieiiiri mo ir. atan ir#Qi.i """ immedialameole em casa de sua resi-
rllUIHH -t.1 quem lllllZer[ai den*U,na ni daaCrasa n. 18, onde o acha-
1$ 100 sempre dispoale a prestar ; vislo como, am
9 tesando he de lonja oh-erva^o, qualqner 9
9 perda de lempo pode ser nimiamente prejo-
diejel. ;:;
Precisa-se de trahalliadoies para o
servido das mas desta cidade, paga-sea
S00 rs. diarios: quem estiver no caso
dirija-sea casa do al>ai\o assignado, na
ra de Santo Amaro, casa de um andar.
Joao dos Sanios Porto, administrador
geral da companhia de Ribeirinhos.
nstrueco.
A aula da ra de Apollo continua a
dar iicresde instruccao primara, lalim
de
O ehefe aeral do lodos
exordios
para a
mascara.los
c.ivalliadas
la I adela de
esquina d
o de tevereiro, Ia
para encorpora- I %
a lodos "os seus charissimos irmaos,
comparecerem no dia (i de ft
telas 2 lioras da larde,
dos u-oinnanharajiu a procissSo da l.in/i, I "^
que tem de sahir da Ordem Terceira do 1*9
mesmo convenio, que para isso lomosj
convidados pela mesma ordem.
e francs, lo I* de fevereiro.
^r@^S@ :$$:$MSM
O pharol cha-se collocado ein urna elevaran de SI i lei com o sello ,lo meu o'flieio, nesla muito leal e roa do Crespo que vira para a ra da Cadeia ao
do nivel do mar,,e ser visivel, em tem-1 beroira cidade de S. Sebaaliao do llio de Janeiro,
pet Iclma
po claro, ern nina distancia de S milha
A lorre acha-se na lalilude d- 1:1', 17', .Vi" .Nor-
le ; longiluile 5", 21"; 28" au Oesle de tireen-
ttich.
Assignado.Jolm Washington, liydrographo.
pela mesma
.\o dia -.:--' de Janeiro do correle anuo a noilc, fur-
laraaa de lora de Corlas. no< fundos do cae do Sr.
Barbosa, de um moirAo que partiram, urna canea de
carreira, cora nina labea no fundo, de dous palmos
e meio de lareura, fallando-lhe a taboa do meio no
CONSULTORIO
ilOMOPATIIIfrO.
2S. Itua das Cruzes S.
Gratuito parados pobres.
o Ur. Casanota da c
m
4)
nsullas c faz vi- yy)
Indcmuisadora.sem vendas. Kibeiro me le a fastigio dolhor secninlc :
Disconlo de lellras, de 12 a 13 r>or 0|.|> Illm. e Exm. Sr. Dr. juiz de direilo especial do
METAKS. Icommercio.Ricardo de Kreilas Kibeiro, cuino pro-
Ouro.Onras bespanholas. 2f a -SSOII curador bstanle de Iranoiseo da Coala Soares real -
Moedas ile "iSiOO vellias'. IfilMH) i ,le"le em Poilugal, sendo este herdeirn deseo
n o 6UK) 0OV3-* IbNllK)"
49000. ..*... gomm
Prala.Palacet hrasileiros...... 2#m\
Pesos columnaries...... ; -..un
mexicanos....... |j(o
lleparli;ao hgirogrophiea do nlmiranlailo.
Londres, 27 de julho de ISJ5.
Esle aviso allecla os mppas do aliui.miado se-
gnintes: peral du Jdediterrane >, n. 2.IS ; raa-
mos lo Ventimiglia, numero 1,180 ; llaudoll i liba
Ilion, numero US; porto de Marsedle, numero
lO ; assim como a lista dos phames do Uedilerra-
11 Dr. Anselmo francisco Perelli, comniendador da neo. numero :il a.
imperial ordem da Kosa, e jui7. de direilo espe- E nada mais continha ou declarava o dilo docu-
raal do cummcrcio desla cidade do Kecife por S.' menlo impresso, qua bem e belmente Iraduzi do
M. l.cC. etc. I proprio original impresso no idioma ingles, ao qual
l-aco saber aos qoe a prsenle carta virem, uu | me reporto, e depois de liaver examinado cora esle e
quem m'u
jjjgeoo
ao par.
U'lilidade Publica, In pe,r cenlo de premio. I delta noticia livereiu. era como Kicardo de l-'reilas jachado conforioe, o lornei a enlregar
o inlerprcle commercial juramentado. pira poderem correr as eavalh
Eu Jos Agostinlin Barbosa, cidadao brasileiro, I dispensa a arlilharia femea que lem
Al.KANl)l'.C,A.
Kendimeulo dodia I a ol). .
dem do dia 1)1......
M5:722t909
2j:."8-2fl929
M9:3IS|838
Osearrcgam hnjr I. de fertreiro.
Mimaca bratdeirallorlenciadiversos gneros.
Ilrigue brasileiroMaanitarncrcadorias.
Iliigue brasileiroliedleLunilla de trigo.
Pdlaclio americanoAbbij Klizabetkdem.
KENDIMENTO DO JIE/. DE JANEIKO.
Kemlinienln lulal
Keslituici^
Ks.
KfllgflXi
1919760
i;'.l:l2^)7S
/iiipor/afiio.
Direilns dernnaumn..........iriO-.V.IK.-'CH
lulos de I por cent., de reexpiirlacilo
j.jia os p.o'u- i-lrai,..-ii. ... WS79I
Diios de I por cenlo de reexportado
lilho Antonio Maciel, que falleceu nesla cidape sem
desceiidenles, quer protestar contra os devednres'
dessa liera-nea alim de abalar a preseripefle dos res-
peclivoa lilulos na forma do arl. 133 S :1 do cdigo
commercial.
Esses devednres silo Manoel Hachada evorc lo
pela qoinlia de t7rO2H0, l.ai de lleiievides Paleto
por 3379330, PelixEstevea Viannu por 1239-150, Jo-
s. Anlonio de Menezespor 1:7539313. Jusc Joaquim 1 para o idioma nacional, di/, o seguinle :
dea llei. por 789900, Jos Hermano Pereira l.ima I TKADUCCAl).
por II199B40, Jos Camello de Meu -lenca por '.K):U"I Iriso nos martimos.
e os herdeiros do linado Ignacio dos Keis Cani|ielo N. d.
pela quanlia de K2aWK, sendo que. Indas essas quan- Entrada no llio Tamisa ; canal do Principe,
lias que san do principal, lera vencido e coiilimiain j A corporarjo do 1 rinilx-lluusc de Corniles (,1
a vencer o premio estipulado nos meamos lilulos. publico que, ein vn lude de um iinnuiiciu datada em
Kequer a V. Etc. diana a de mandar lmar por i 30 ato aaaio ullimo, as seguate* mudancas leem lido
termo seu protesto para ser intimado aos devednres | lugar noeanal du Principe, a saber :
por edite*, por seren ausentes, juslilir.ida previa-
raeute essa ausencia. Pode a V. Etc. assim delira
E K. M.Kicardo de PrciUs Kibeirn. fundo de 10 bracas na pleamar. A einbarcaijAo lera
Tome-se por termo o protetlo do supplicaute, e I urn pliarol claro c bullanle por cuna, c por bailo
justifique esle a ausencia dua anpplieadoa. nina luz encarnada como danles, e actualmente aclw-
Kecife \H dedezeinbro de I8j.Anselmo l'ran- ne com as segrala* marras edemarraeOes : Miu-i.-i-
cisco Perelli. Easl-Mill para com o centro da slacao da iiuarda-
Aos 22 de dezembro de 1855, nesla cidade do Itc- costa na bahia vWesIgalen S. I l(2S. O. ; a igreja
cife de l'ernambuco, ein meu escriplorio veio Kicar-
do de l-'reitae Kibeiro, e peranle mim e as leslemu-
nhas aliaito a-signada, ilisae que prnlestoya pelo
conteudo um sua pelico retro qae fazia parte do
traductor publico e Interpreto commercial juramen-
tado la praca, ele.:
Certifico quo me foi apresenlado um impresso era
inglez, o qual. Iillei.ilmculc. Iradnzidu para o idio-
ma nacional, diz o aeguiale ;
IKAIH l'.C.Xi).
Aciso aos nareganles.
i\. 30.
('.osla de llespanha.
i.sirriio de Utliraltar.
Allcr.tcini no pharol I anfa.
ti goterno hespanhol fez publico que. a contar c
depoi- do da priaaeiro de setembro prximo loium
a actual luz revolvenle na poma do >ui ra iilia la-
na, sei! mudada para nina luz lixa de cor na-
tural.
A po-ic.iu do pliarol continua sera alterado em
:lli", <)', o" .V., e loiuiilude LW*, 37" oeslo de
(ireeiiuich.
i> noto machiulamo Humillador liocaladriopUco
I da primeira ordem, o a luz, estando a 1:12 pos ci-
ma .lo nivel do mal, pode vei se na distancia de 20
millia*.
'asignado.John I! shtngton, bydrographo.
Itepartiro ligdrographica do ntwiraiitado ein
Londrh
Aos .1 de agoaBde IRI.
E.de aviso tem referen.il'ii* m-juiiiIos diioccoes
o niappaa do alinirautado: cusa da tul de lleipa-
11I1.1 de Into-allar para AliOMIC n. I ISIi ; planudo
eslieilo de iiibraltar, n.. I2 ; c igualmente ua map-
paa gcrai-s do Atlntico e Maajilerrancu rom o plano
nas ducecnos deTotino, en. ^ na lista dos pba-
incs.
E nada mais continha nu declarava o dito mpres-
so. que bem e lielinciilc Iradu/.i do pnqui a que
rae retiro, e depois de haver examinado com esle e
A einbarcacn-pharnl Tongue mudou-se curan Ires achulo confoime. o lornei a enhenar a quem in'o
quarlos de milha para o lado do .Noroeste, ein um apresenlou.
Em fe do que passei o prsenle une assignei c sel-
lei com o -ello ilo meu oflicio, nesla muito leal e he-
roica cidade de S. SehasIiuD do Kan de Janeiro, aot
viole 1- qualro de dezembro do auno ile No.su Se-
nbor de is'i.
.lose Agostinho Barliosa, traductor publico c iu-
lerprelo commercial jmamentado.
O Illm. Sr. De tnbdeleaade da rreauexia da
Boa-Visla manda fazer publico para ronherimenlo
do povo desla fregoe.ii, que de hoje em .liante n
Huleo siin
ile dar a guar-
rcchal comniaiidanle di I2H> brigada. Na ra Nota
jos1 i de dezembro do anno d*lNsso Senhor de I 38 o chafe de engenheiros, sonde os cavalleiroalpaneiraVoaVraM'iSBWi^
l>, i.,.Jote Agostinho Barbosa,, iraductor publico | 'la bordo pndem dirigir-se procurar Mditns carines!,. ,,CJ f, piulada por dentro : quem della souher
aviso na l.ingocla, cata n. M. de Muii-I lioncalve
Pereira. qoe ser bem pago.
Consultorio liomeopailiico, aterro da
Boa-Vista n. 1 (i.
francisco de Paula C.irneirn I.cao nfferere gratui-
tamente aos pobres os preservativo* contra o chole-
ra-morbus, e para ns que o nao farem. vende-os a
19. Esla promplo a qualquer chamado o a loda hora
nara tratar qualquer doenle cholenco, com a condi-
etto, lendoelle meios de pagar, de 11,10 receber senio
o que elle voluntariamente Ihe quizer dar quando
eslixer salvo, e seo lulo curar renuncia a toda a paga
da familia, se liver sido o primeiro chamado, c liver
lomado coula do doentr.
.'fc lilas a qualquer hora do dia.
*y No mesmo ciuisulturio vende-so
) 0 IKAIAMENTO IIDMUEOPATIll-
I
apresenloo.
Em l do que passei o prsenle une assignei e sel-
lei cura o sello do meu oflicio, nesla inulto leal e
heroica cidade de S. Seba-tnio .lo Kio de Janeiro,
aos vinle e ejoalro de dezembro de anno de fiosao
Senlior de mil oitnceuliis o ciucoenla e cinco.
Jos Agottinho Barboio, Iraductor publico c in-
terprete commercial juramentado.
Ea>, Jos Agosiiuho Barbosa, riJadao brasileiro,
iraductor publico e Interprete commercial jaramen-
la.lo da praca :
Certifico que me foi apresenlado mu docunieiilu
impresso em ingle/., o qual liltcralmente liaduzidu
niedo as fortalezas, oque se participen aos respecti-
vo* eemman lentes. Dado no quariel general .10 -ul
de aailakolT em 31 de Janeiro de ISMi.
lili rapaz hespanhol, chaado ha ponen de
P0rlus.1l, *p oereco para criado de alguma caa es-
Irangeira : na ra da Cadeia du Kecife n. I.
\TiE\i;\0.
O padre Lourenco de Afliuquerque
Loxola, mora na rna do (tange! n. S,
segundo ailar, onde pode ser procurado
a i|iiali|iier hora do dia 011 noil para
e\ercetos de veras concernen tes seusa-
grado niinislerio, durante o lempo da
epidemia.
IKMANDADE DES. PEDHO.
O provedor da irmandade de S. Pedro, da igreja
dos clrigos desla ciliada, lera deliberado eon-ervar
aherla a sua igreja lodos ns dias das 7 horas ato as u
da noile, a ucU* expor a1 veneraeflo dos liis, qu
quirerem recorrer ('Clemencia lllvina, para que
nos litro do lerrivel llagello de que esta" amearada
esla rapiUI, a milagroat Imagen) da Senhora da
i .un en;an, leudo principia s.ihh.-i.l > 2 da rnrrenle a's
7 horas, presando nesla nrrasiSo o litm. ex-
proMiu-ial. o prega.l.T da capaila imperial, Kr.
no do Munle Cuinello.
CO, preservativo e curativo di ehotetu 7T
rnorbut, accommodado a iuleiligencia de tk.
povo, cada folhelo...... 300 />.
Carteiras de 12 luedicamentos >ev
para o cholera, a S"* e I^OO. ,1*.
4 enea de linlnra......I9OQO tB
robo* avolsos, a 300, 300 e 9OOU y*j
unanbo* TI
P
C. STAKR & C.

Carleiraa -i-- lorio*
mil 1 mi conia.
o Illm. Sr. ilfreelnr
"ilcrh;i!ii(';i- o l.iheru"* .le
vellta de Margalt*, a ppaienlr* largura .iberlA pan 0 Lulo di-1 (?*ie *lo |iiiai ni l*ier Snl ; a li.i-
lisa Shini?k-s N. O. li, N. : Hp ile N. K. a S. K.
10$.
>AI.A DE PANSA.
o .iImivi assi^nailo l.i/ scieiilc .> Si-. a lis lo Ma -ala, c (Ulllaincille -:':i- difCipillo.^ '|ie in
lia 7 ilt> me/ wiinliiiiro em iliaiilc a mr-uia c-ltia'
abcrla Irniiliiiiiaiidu os sus iiivcrllnte'ilu^ ruino
ern rio roslume.-Manoel Fraiu'isco ie snn/.; Ma-
uatli.n--.
A mes. re redora da irmandade rio Senhor Hom
.IrMis ,1 s l'dsiu, erecta na nnlriz do (.orpo Sanio,
rcwlveu novanienle c\por ao publico a Imngem do
nietniu Si-iiliMi, a i|ual -c acha corp da Rreja
para (|e m Hels com uas Riipplica'j Ihc pecam que
in'- Itvre do mal eiialeiilc i'iiifi: nos.
\ns MASCARADAS.
Naprac^ida Independencia n. ; alaga -e
vcudc-se2cabelleir;i** por pre>.> commodo
pspeilosamcnlc anmniriai" qc no setl c\Umim e-
alivlcciineiilo em Sanio Amaro.conlinuam a fabricar
Com a maior pe reir.io e promplfdflo, leda a f|uai de de roaebliiisnio para o uso da asiicallnrai na-
vcsa^ilo e mauufaclura; e que para maior comnodo
de seus numerosos freguezee e do publico em Mral,
leem aberlo em um los grandes armaxeos do Sr.
3tlesquita na ra du llrin. alraz do arsenal de ma-
niilu
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no dilo sen eslabelecimeulo.
All acharo os compradores mn completo sorli*
menlo de moenda de ranna, rom iodos os melliora-
nicnlu- alguns ilclles mnos c orit;iuacs' de |'i<: a
experiencia de mnitos amos leu mostrado a necee-
um caUeiro para qualquer eslahe- sidade. Machinas de vapor de basa o alta presNio,
111 v.i- de lodo (amando*, lano batidas como fundi-
das, carros de miio e ditos para conduzir ftVrmas de
assucar, machinas para moer mandioca, prensa*) pa-
rafdilo, tornos de ferro balido para farinha, arados de
Ierro da mais approvida coDalruCfilo, fundos para
alambiques, ciuos e portas p tra lornalbas, e unta
ioiiidaile de obras de Ierro, que seria cnfaduuho
enumerar. No mesmo ric|toslo cvislo urna pessua
iutelli >enle o liabililada para receber (odas a cn-
commen las. ele, 'Mr,, que os minuncanles contan-
do rom a capacidadedesuas ulHcinase machinismo.
C pcri i. ile seus olliciae, -c compicimitem a la/er
exeeui.tr. rom h maior presteza, perfeeao. e exarla
conformi i ule com >>> modelos ou doeiiuoste instruc-
ees que lliea forem firnecidas.
Nadisidarjo da piaia de Sania Kila retalha-se
alcool de 10 Rmos .1 sarrafa a :ldOt durante a epi-
demia, c fornesae-o |i canforadn gratis aos pobres
da fregoexia tuc o nao podem comprar.
Joaquim Fernandes da Silva '.ampo, porla-
cucZi \,ii .1 i'niiiu.it tratar de sua saude.
OtTerece-
lecimento, nu ebranra pira qualqner parle da pro
vincia : a fiessna que ile rea preslimo s^ qnixer oli-
lisar, dirija-se a prar-i d.i In ! das1.* lioras da ni,mba,i ao meiu lia ; o metmo d
liador a sua conducta.
da
nlail.-
1 I 1 das Arle*
, manda fazer
Id- 1 publico a ledas os socio, respectivo-, que aula* da
i esniH -.u iedado prinripurm a Irab dhar nu dia 7 do
1 proviiti lotero mr/ de fevereiro. eos hkos (|o nel-
las se qirizcrem matricular, diiMm-*c 1 da mesma aocieriade. Ser retar i 1 di >asie.lado das
arles-21 ile ianeiro ile IRM.ti ;. secretario,
Manoel Kaxmundo dos l'razcrc* lunioi.
DO
Precisa de om fern iro 1* de um .nnas^.i.b r :
na ra Imperial* padarta n. !, ilefronlc do chafar i/.
imiTISII ClaERKS lROVIDEM ASSM.IAtlO.N
Tlit. moiithh Hubscriplmn^ will be received Ibis
riax by (he Tr^asorer al n .:(>. ra da 1 leia In I
ween Ihe hours of "11\ fi o c I* M.\{\ oidor. Lii u
l. Le l.ierre, sccretarv.
Os drvedores da massa Fallida de An Ir N iu-
zer qiu'ii un, no prazo de K dA*t, p:i':-r no me*mo
Ym/< 1 o iu- ilevem, qoe pan 1 1 esi i auiorisidv,
I alim de ullimar-se a liquidadlo.
Navaiias a contento.
>a rna da adela il > Kecife 11. s. primeiro an-
da', cscriplorio de Au&indn C. de Abren, coiili-
nua 111 se 1 vender a KSWa) o par precio fixo, as ja
bom canhecidas e afamadas na\alii,iv .le barba feilas
pelo hbil fabricaule que foi premiado na exposirae
de Londres, as qua s alm de duraren) exlraardina-
riamenle, nAosesenlem non lo na accio d cortar;
\cn ifin-sc rom 1 cnndic/io de, n*o auradaudo, ,10-
deri-m tispomprdoreoifl
pa compra restiloiodo-se o impone.
II Fril\/rri
KA ITM A^^



DIARIO DE Pir.IUt.UtG SEXTA FU* I SE FlVEREEtRO DE '856

Terceira cdicao.
7MTAMENT0 BGMOPATHICO.
Preservativo e curativo
DO CHOLERA-MORBUS,
PELOS DRS.
. l s tf: bh:
ou inslruec..o ao pv parase pedci cura, -lala enfermidade. administrando... ""Odio*
rrecumaomedico.ou mesino paracura-l; nidapenJcnle desle
nai* "efllcaies
os lugares
O guarcla-livros
brasileiro.
O aulor nenia obre musir os dilleicnies meihujos
le p-c cipiuiar.io al agora conhecidos, nao so au
rummrrcio em geral, ina> em especial ao couimercio
a rclalho, c le nina mancira clara, succinla e con-
rormealei. Oguarda-livros brasileirn moslra ev-
lenwmente a mancira como se e*criplora as parli-
das no Diario e oulios mais livros, em pailida* do-
bradas, milla c singlas, tamben moslra o quanlo
he importante ..... livroAecojuloiioreste lie um
livra importante que riz r!esapprccer immensas dif-
liruldade. que bao para que orna casa de retalho le-
disso lie um qna-
ohserva em um
le visla o movimento nieiu-.il ile seu.cotnmcr-
para alalha-la, einquanlo se
,raq"eTRA)iazil)0 EM PORTUGUEZ PELO J)R. P. A. LOBO MOSCOZO.
Fsles dous opsculosconlmas indieaees mais claras e precisas, e pela sua simplese concisa exposi- i'lia csrripluracau regular. Alcm
co slalo alcance de todas as nlelligencins, nao s pelo que diz respailo aos meios curalivo..,como prin- oro por/eito em que o negociante
cip lmenle a..s preservativos que lemdado os mais satisfaclorios resultados em loda a parle em que | "
ellesleni ido posloi em pralica. .,,...
Sendo o iralamenloliomeopalliiroo nico que lem dado grandes resultados nocuralivn desla horrt-
vel enfermidade. iulgamosa proposito Iradimr ccsles dous imporlaulos opsculos em lingua verncu-
la, para dc-:'ar!n facilitar a sna leilora a quem ianoic o Trance/.
Vende-se nicamente no Consultorio do Iradurior. rua Sov 11. ..2. por 2-000. Vendem-se lamliem
os medicamentos precisos e boticas de 19 lobos com un frasco de lindura 15, umadila de :tl lulios rom
ivro c 2 frascos ale tintura rs. 2.'i>000.
O Dr.Kibeiro, medico pida Univer
sidade de Cambridge, continua a residir
na rua da Cruz n. 15.
lllm. Sr. presdeme e mais memlires da rom
n.-5o ilc livgieue desta provincia.Diz Paulo l.niz
l.aigunux, dentista irance/. que,precisa a bem de
seu direito, Vs. Ss. sercm semidea1 examinar a pre-
paraban de que se serve para chumbar denles, e de-
nominan raassa adamantina, em ordem de venlirar-
se que a dita preparai.ao difiere inleiramente de to-
das as mohecidas. Pede Va. Ss. sejain servido* dd-
ferir-lhe como requer.E. It. Me,
\Paula lAtlz .fi'/iiou.r.
A massa denominada pelo supplicantc- Adaman-
tinae por elle apresentada coinmissAo de hvgic-
ne publica, differe de todas as apresenladas nessa
inesma occasiao por outros; sendo a caiifronlacao
feila na presenra de lodos. Sala das sesses da oom-
missjo :lt) de ulio de 1S.V.Dr. A. Fonseca.
g'uerreotypo,
electrotypo e
stereoscopo.
No nlerro da Boa-Visl;t D. I, lerceiro andar, fon-
tinua-se a lirar iclralos por lodos os s\slen>a?> anti-
eus e modernos, o ahi se ai lia um rico orlimpiitii
de arlefarlos de onro, e oulras quahdades paira a
collocarao dos irli.ii.i-.
PUBLICAQAO' UTTEKAKI.V.
Repertorio jurdico.
Ksla publicarlo sera sem duvida de lilidade aos
MtNI I priiicipianlcs que se quizero.n dedicar ao exercick.
S do foro, poisneila encontraras por ordem alonaba-
DEITBTA FRASGEZ.
! Pauto Ciaignoiix, dentista, eilabelecido na
rua larca do Rosario n. 36, segundo andar,
collocadcnlcscom a prsalo do ai, e chumba #
> dsnlcscom a massa adamantina c outios me- a)
tac. W'
REPERTORIO DO MEDICO
HOMEOPATHA.
EXTUAII1D0 DE RUOFK E BOEN-
NINGHAUSEN E OL'TKOS,
misto em ordem alphabelica, com a descripco
abreviada de (odas as molestias, a indicacao phjsio-
locica o therapeiitica de lodos os medicamentos ho-
menpalhicos.^cu lempo de accao e concordancia,
seguido de um diccionario da significaran de lodos
os termos de medicina e cirurgia, e posto ao alcance
das pessoas do pnvo, pelo
DR. A. J. DE MELLO HORAES.
Os Srs. MRgnoIei poden mandar buscar 09 sen
e\ciu]>larcs, aspira como quem quizer comprar.
lica as principaes e mais Troquenlos ocourreucias ci-
VIS, orphauolomcas, coinnicrt'iaes eocclesiaslicas do
nosso foro, com a* reiuisses das ordeuaces, leis,
avisos e reculamenlos por quo se i"*gO o l*r.i>il, e
Jm-ni assim reso!u nos em que se linnam. Conlm scmelliaiiiemcnlc
asdecisftesdasqueioes sobre sizas, sellos, velliose
n 'Vn, dirpitos e dcimas, sem o Irabalho de recorrer
colleccao de nossas leise aviso* avulsos. Consta-
r de doim volume> cm oilavo, grande rraiicoz, eo
primeiro saino luze esla venda por 89 na luja de
livrosn. i. e Sda prara da Independencia.
Masearada uni-
versal.
OS RAPaZES E MOCAS DE
GOSTO.
Bale a porla o carnaval, e um rapaz de aigiima
reputaban n.i,i p.nlc dispensar um Irage completo a
^^*l'>^^^s^,&*^5>V goslo nao dispensar collocar urna bella mascara
i$) ODr. Firmo medico, tmidoii (,. M^"^L,,^0!'mbl?",ii'..eic"roM""'e '""" ric"
O Dr. Firmo medico, miidoit
a sua residencia para a rua Nova
25, primeiro andar
n
c
conlt- gS
una noexercicio desua prossao. gft
ALL DE LATIM.
0 padre Vicente Ferrer de Albuquer-
din 2 dejaneiro cm dianle, pela metan
manan e-sol) as condicoes ja' annun-
ci.idas.
A viuva (lo linado Domingos Affjnso Krrreira
c seus flhos, convidam a lodosos seuscredores, para
no da ultimo do prximo mez de fevereiro compa-
recerem por si ou por seus procuradores, na villa do
Cabo, em casa do Sr. JolUo Pereira Halllo, aliin
de convencionarem nos meios dos pagamentos de
sua dividas, e all adiarlo com quem tratar conve-
uienlemeote.
Offerecc-e urna ama portugoez.i para casa de
um homem solteiru ou de nauca familia : quem pre-
cisar, dirija-so a loa-Visu, becco dos Perrciros
n. i.
Alug.i-sc melade de urna boa casa (errea na
rua Velh.i : a pessoj que prctendr, diriju-se no
aterro da Boa-Vista n.70. taberna da Almeida.
rico
dio-
Grande e
panorama
rama.
N\Rl\D0'CRESrD?i.12r\?iD\R.
O proprielario desle panorama declara ao pu-
blico que todos os domingos lem de apresenlar no-
vas v'wlas; porlanto as pessoas que alada nilo viran
as que eslao exposias de*de domingo, devem apro-
veitar atcstbhado, para que nao aconteea como ja
acontecen, de algumas pessoas lerem Orado com
senlimenlo de nao lerem vislo o t'.nlvario c oulras
vistas que a semana pesiada csliveram expostas.
Este eslabelecimenlo estar aberto todos'os das das
| 'i horas da larde al as '.I da imite, e uos domin-
gos e dias santos de guarda das l> ;is 1(1. A entrada
de cada pessoa he de 500ri., e as enancas al a
idade de 8 anuos, perleucenlesas familias que quei-
rsm honrar este estabclecimento, teem entrada gra-
tis. (I propnelari.i deste eslabelccimeiito alianca
que he o mellior panorama que aqui tem appareri-
dn, c ape/ar de ler lido grande concurrencia julga
uao.lirer hum resultado pela raao de Icr feilo gran-
des despezas em montar um eslabelecimenlo que
e mliido agrade no publico, assim romo tem agra-
dado a lodos os que o lem frequenlado : (as vistas
al ^libado exposlas sin as seguinles :
Grande cidadede Londres, capital de In-
glaterra, vista da torre de San-Paulo.
Urna riquissima vista'da cidade de Nan-
tes, na Franca.
Grande bombardcamcnlo de Sweaborg,
na Ittissia.
Grande batalha de Tchernaia
bem
r em
seu lindo semillante, e euroopar-se n'um rico ves-
luarioda ciirte de llenrique VIII; para oque o an-
uiiuciante uirercco a cada um ou caita urna, por l>i-
gucl ou venda, e por coirtmudos precos, afim de che-
gar ao alcance de todas as bollas, o mais completo
snrlimento dos mencionados traces, para ravalleiro
on pe;lo ilo serillo de Uovis, Carlos Magno, llenri-
que l\ l.niz XI i", da convencau nacional e do con-
sulado ; as espadas e lauras de pao brilham como
ac, e nos Irages femeninos os bullanles e perolas
sAo perfeilamenle imitados ;.-mlim lodos os goslos
eneontrarflo onde escolber, na rua do Collesia n, IS,
primeiro andar, onde se v asteada una BAKOEI-
KA ENCARNADA. As pessoas que quizerem ver
oi hom aceio e boiu goslo dos x estuarios, podero di-
rigir-se a cas da aiinunciante das (i as 9 horas da
noile, que a acharan ricamente Iluminada, embora
nao queiram alugar os mesmos vestuarios.
.Massa adamantina.
He gerloictile rrcontienda a eicellcncia desla
preparado para chumbar denles, porque seus resul-
tados sempre felizes sao ja do dominio do publico.
Sebaslio .los de Oliveira faz uso desla preciosa
mases, para o lira indicado, e as pessoas que quize-
rem houra-lo dispoudo de seus servicos, podem pro-
cura-ln na .Iraxessa do Vigario n." i, luja de bar-
beiro.
03SS3si6S3S:3a8
% J. JASE, DENTISTA, 2
^ continua a residir ua rua Nova u. 19, primei- ^
f0 ro andar. Z
O SOCIALISMO
Pl.LO GENERAL ABREU E LIMA.
Anda exislem alcona exemplares enqoadernados,
eacham-sea' venda na loja de livros dus seulinres
Kicardo de Kreitas C, esquina da rua do Collesio,
e em casa do autor, paleo do Collegio,casa amaiclla,
no primeiro andar.
No sobrado da rua do Pilar n. 82, precisa-se
alugar urna pessoa livre ou escrava, que saiba cozi-
nhar alguma cousa, para ser empregada ueste a
n'oalros serviros ordinarios de urna casa de pequea
familia, a excepcilo de engomniado, preferindu-se
desla ollima cndilo, cdo sexo masculino ; paga-se
hem agradando.
lius-
C
ampos-
ikor
sta.
A linda praca ca Concordia e
Elvsios na Franca, vista de .Lia.
Tomada da grande torre de Mr I
Rutaia.
Cidade de Cdiz na llcspanlia, vista da
grande haliia.
O porto de Mai-seillena Franca.
O lindo palacio dasTullierias em Paris.
Cidade deS. Francisco, na California.
Sabbado, -(i do correnle, um prelo deixou fi-
car na loja de fazendas no arco da llonceicao n, li,
um caixao com louea, e levou \\ calcas, dizendo elle
que seu senhor as mandava buscar para esrulher
iiiih, eque quandn vottasse pagava seu importe, e
corno al hoje o mo lenha feilo, o aniiuuriaiile ruga
ao dito senhor do escravu h^ja ler a bondade diri-
gir-se a dita loja para fallar a respeiln.
Joo da Silva Ramos, medicu pela l'niversida-
de de Coimbra, conlunia a receber em sua casa, na
rua do Cahug n. 16, das K as 10 horas da inanha,
c das 3 as da larde as pessoas que o queiram mn-
sollar : bem como a salr a qualquer hora em que
seja procurado, o a fazer viagens para o matto quaii- i
do seja chamado.
Precisi-sn de um rapaz para niceira de urna'
taberna : na rua Imperial n. i|.
. Na rua l'ireila,sobrado de um andar n. ::!, aoi
I' ila boliea, vendenvse doces seceos de caj', de ,
mangaba, degrozeiles o maracuja assu'. ludo hom e
hem uceo, e laiubem de calda, e Tazem-se lillm/es
lecirmga : quem precisar piide mandar eneommen-
dar, que ser bem servido; lamliem se fazem ban-
dejas de holinhns do mclhnr gusto que for apetecido,'
faz-se irroz de leile. pao-de-l, alfinim, c ludo
quanlo tur preciso pira sobremesa.
No cru/eiro da igreja da N. 8. da Terco, que1
serve de matriz a freguezia de S. Jos do'ltecile '
acha-se exposU diariamenle al as!) horas da noile''
a sacrosanta imagem do Senhor Bom Jess dos he-'
amparado! ; ahi pota rerorram Indos os fiis,
de implorarem ao Divino Salvador nos am '
nos livre do teirivel flagello da pesie.
COMREIACAO.
li fsenvao da irmandade de N. S. di Conceirao da
Congrecicto, pordehheracaoda IDOMresedora, con-
vida a todos os irmao da mesma, para que, auarta-
foira de Cinz, li de fevereiro, se iligner
cer no consistorio
corporadoa aeomp
Precisa-se de nm Irabalhido
servicn de renafao, forro ou
Concordia n. S.
Lotera doGvm-
nasio Pernans-
bueano.
Aos 6:000.-,-. 2:000.s' e 1:000 0000
Corre no dia sexta-l'eira 1 de fevereiro
prximo.
Os bilhetese cautelas do cautelista An-
tonio Jos Rodrigue* d" Souza Jnior,
nao estio sujeitos ao disconto dos S por
centoda lei, os quaes se acham a venda
as jojas da praca da Independencia ns.
i, 15, 15 e 40, rua Oireita n. 13,ruada
l'raia n 50, ruado Crespo o. 5.
Os premios sio pagos logo que saia a
lisia jeraI.
BiUiete nieiro 7.s'00ti 6:OOOf0OO
Heio bilhete r>.s."><> 5:0O0SO00
Tercos .sVOII 2:000/j000
Quartot Ij800 l:500jO00
Quintos IjjH" l:200$000
Oitavos 900 750|000
Decimos 7() (OOsOOO
Vigsimos ()0 500/JOOO
O referido cautelista declara que s pa-
ga nos seus bill.etes inteiros, os S por cen-
to como tena anntinctado.
co. |) aulor lian pnu|iou ex forros para no lodo sa-
bir perfeila esla obra, t) mesmo lem longa pralica
do cummercio do Brasil. I) autor do guardu-lirros
bratiltiro conta com a valiosa proteecao uo sii dos
lllms. Srs. assignanles que ja le diguaram subscre-
ver, mas lambcm com o de lodos aquelles a quen. o
seu Irabalho se lorne til. O aulor jalea esta obra
de mullo proveiln a nobre profiNao do yurtra-li-
rrM de que he humilde memhro. Espen-.e esla
obra por todo o rorrele mez do Rio de Janeiro. Ke-
rebeni-se Itaignalaras nesta praca. rua da Cadeia
Vclha do Recite, leja n. !>. Precn t>^ pagos no en-
tregue da obra, e esta sera distribuida pelos dignu-
simos Srs. assignanles. e nao se vender avulsa.
Grande baile de
mascaras
as imites de c de fevereiro, na casa
em pie ioi o Kecreio Militar, praca da
Boa-Vista/i. 50.
h'la casa he a mais apropriada para diver'imeulos
desle genero por ter aletu de tres exccllciiles salas
para baile, lodas as commodidades exigidas para os
sumpiuusos e magnficos divertimeuius, que devem
ler lugar nos din* cima referido*. As K horas da
noite todas ns salas e de mais aposentos estarlo bri
Ihantementeadornados e iilominados. llavera boa
msica, e a rrelhor ordem, visto que ns directores
silo o' mesmos dos diverlimentos que liveram lugar
na rua da l'raia pela i'ascoa. As entradas silo : pa-
ra I in me ni J, e para senhura 1^.
tls.hilheles acham-se a venda na rna do Calinga
n. t-t-B, loj do uimare.s, e na ves pera e dia, ua
casa dos bailes.
Precisa-se alugar para o servico de nina fami-
lia ingleza, urna prela que saiba lavar, engnnimar c
coser : na rua du trapiche Novo u. III.
loteras da provincia.
I* caulelisla Salusliano de Aquino terreira loinon
a resoloc.lo de vender os sens hilhelcs e cautelas as
pessoas que compram para negocio, sendo a quanlia
de 100.-J para rima, dinheiro i villa, pelos precoa
abaixo notados, na rna do trapiche n. :t6, segundo
andar, em quanlo existir o plano actual de 5,000
bilheles na importancia de -Jl:000, fetndo esles
precos firmes. Elles sao pagos sem o descont de
o por ceulo da lei nos Ires primeiros premios
Hecebe por inleiro fi:00(l?000
i o :t:00(WK0
n o J:000?l00
o i. 1 :.">00ff000
o I :-2IH>00
u a 7309000
o IKMrjtKlO
n itlMI^OOO
t) cautelista
Salusliano de Ai/unto /'erreira.
Precisa-sede urna ama que seiba co/.inhar c
fazer o servico interno de ama casa : na rua Dircila
n. Ia(>, segundo andar.
Nogueira
Jos Nogueira de Souza mudou sua ollicina de
encadernacao po conlioulo ao aren de Santo Antonio, edificio do
Sr. commend.ulor Magalhae* Itaslos.
Nogueira
Jos Nogueira de Souza lem asalisfacaodeaniiiin-
ciacao respcilavel publico, que abri tiui novo esla-
bercimento de livros c mais objeclss ledenles ao
mesmo, na rua do Crespo, runfronte ao aren de San-
to Antonia, edificio doSr. commendador Magalhae
Itaslos, onde espera receher proleccilo de seus
freguezes e amigos, c do publico em geral como al
hoje.
dous vestuarios
de velbutina.
Alugam-sc dous ricos vestuarios de velbutina, em
bom estado, para o baile maqu, pur barato preco :
na rua du (Jueimadu u. (0, em iciile do beccodl
Congrcgarao.
GKAT1FICAC.VO.
Da'-se aopOO de gratificarlo
inculcar urna ama de lei le for
crava, que tenha boasqualidades e bom
leite: quem pretender dirija-sea ruado
Collegio n. I"), arina/.em.
Precisa-te de urna ama para lodo o servico de
una casa de pouca familia : na rua de Santa Hit
n. Mi.
I'recisa-se de una ama que saiba cuzinhar o fa-
zer o servico de nina casa e fazer as compras : na
rua Nova n. II, primeiro andar.
Na Boa-Vista, rua Velha n. S|, precisa-se de3
olliciaescliarulciros.^de tres poi douse I de 10 reis
i Antonio Joaquim l'.oelbo, subdito portoguez,
retirarse |ira lora do Imperio.
Jacinlho Beato de Souza. subdilo portoguez.
relira-se para fra do imperio.
Preeisa-se de nina ama psra eaH de pouca fa-
milia : a Iratar no oilAo do l.ivrainenln u. Ili.Jpri-
meiru andar.
LOTERA Di PROVINCIA.
Sexta-feira 1 de feverei-
ro, pelas 10 horas da ma-
l ha a, he iiiallivel o an-
damento das rodas da ter-
ceira parte di terceira lo-
tera do Gymnasio IJer-
nambuoano: os nossos bi-
lhetes e cautelas esto a
disposico do respeitavel
publico, as lojas j an-
mnieladas ; os premios
maiores de S0,000 rs., sao
pagos no escriptorio dos
abaixo assignados, c os
menores as lojas da rua
do Collegio n. 15, e rua
do Rosario estreita n. 17.
Oliveira Jnior S C, cau-
telistae.
LOTERAS da provincia.
O cautelista cialustiano
de Aquino Ferreira
IVMi ao respfttavel publico, QJ06 leudo ^ido allerAdo
o pluiio das presentes loteras da provincia para
.,000 hilbetps na importancia de 2i:OoO?, (em resol-
vido raset lirmes s precoz dos bilheles e cautelas
comoahaun se demonstra, os quaes sao pasos sem o
descont de oilo por cenlo da lei as ln?s prirreiras
sortes grandes em quanlo p\islir o plano actual,
pelo qual sao extrahidas as lulerias desla provincia.
Elles eslao euposlos i venda as lojas do co-dume.
S he responsivel a pagar os oilo por cenlo da lei
sobre os tres primeiros premios grandes cm seus bi-
lheles nloirofl vendidos em onsioae*.
Itillieles 70000 Kecebe por inleiro
Meios :iytH o
crandes.
Bilheles Meios tiStilX) J;:ilHI
1 err;os (.loarlos Joiulos Oila>os liecimos IJhXO Ijltfitl 40 IMI
\ Igeiimoe lilil
Tercos
(Ruarlos
Ouinlos
llilavos
Decimos
Vigsimos
JollHl
ISHtHI
iSid
!KXI
"ll
KNJ
li:rHMV^H)(l
:i:(KMIKK)0
*(K)OJ00O
I :,'i(Mrj(KI
1:2009000
750*000
tifKISKHJ
iltHltIO
O i-.lilleli-.la
Salusliano de quino herreira.
(",oir.|ira-se papel pan embrnlho
rs. a libra ; na rua do Kosaiio n. 55
paree da Santa Cruz, ua padaria.
IKariee),! 100
o chegar ao
SCtlN^e
Vendem-te dous planos lories de ja-
caranda', contrucr8o vertical c com to-
dos os mellioi'amcntos mais modernos,
tendo viudo no ultimo navio de llambiir-
(jo : na rua da Cadeia, armazem n. 8.
M LOJA DE JIADAIIA
Theard.
Aclia-se um rico lortimentode vestidos
de seda liordados e de blond para casa-
mento, ricas maulas de blond bordadas,
capellas pira noivos, llores, franjas,
trancas, lilas, como nao lia glinex, ricos
e lindos eul'eites de cabera para tbeatro,
grande sortimento de chapeo* de seda e
de pallia lauto para senlioias como pa-
ra meninos, e meninas, bons velludos de
todas as cores para vestidos, muito lindos,
c muito em conla.
Rclof'ios de mesa c de parede, dilos
de algibeira, lauto de ourocoir-o de pra-
ta domada e (oleados, patente ou hori-
Bontaet: acha-se sempre am grande sor-
tmenlo, na loja dos relojoeiros Clia-
proni & Bertrand. praca da Indepci-
denda n. I8e20.
Oculospatentes para tbeatro. dilosde
alcauc;, ditos de armacao. de bfalo, de
ac, de tartaruga
vistas caneadas,
braceos ou a/.ues, oculos de 4vidros, c
bnelos de lodas as cpialidades : encon-
tram-se sempre na loja dos relojoeiros
Cliapronl i\ Bertrand, praca da Indepen-
dencia n. IS e20.
Km casa deN. O BiebercV (]., rua
da Cruz u. I, vende-se :
Lonas da Kussia.
Brinzao.
Tintas em oleo
Ultramar.
Cognac em caixas de una du/.ia.
Saceos de estopa.
Espadas para msicos ecornetas.
Por cominodos precos.
Chapas de burra-
cha.
Cera de carnauba.
edeouro, tanto para
como para miopes.
capas de burracha. pelo
na rua du Crespo n. 9* lo]
quem
ou
feve-
LOTERA DO RIO DE JANEIRO.
Acham-se venda um pecpjcno nu
lo le bilhetes da lotera
ramos boje on
cional: os premios sao pagos a distribui-
ciodas mesmas listas.
Manoel da l'onle Araojo. subdito portiicuez,
e seu liiho de ^1 lanos, Jos, reliram-se para lora do
imperio.
me-
as listas espe-
amanliSa pelo vapor na-
C0.\Sl'LT0RI0 CENTRAL 1
HfflHEOPATHIGO.
(Gratuito para os pobres.) gt
Una itf Sanio Amaro. [Mundo-Noto n. li. Y
O Dr. Sabino Olegario l.ndgero Pinho ri i
consiillas loilos os dias desde as S horas da
n,;,i,ii.i i al as -j ti* larde.
Visita os enfermos em seus domicilios, das
2 horas em (liante; mas em rasos repentinos
e de molestias aguda- c graves as visitas scrAo
fcas em qualquer hora.
As molestias nervosas merecem tralamenlo
especial segundo ineio hoje aconselhados
pelos pralicus modernas, Esles meios exis-
lem lio comilitona central.
s, aim fBSSShS2SS^^-riSSS3SSCSIS^
ipnrc, e .
rrensa-sc de um caiveiro para laberna, que
lenha pralica do
n. 2K.
mesma negocio : na rua da
1
t.ruz
O secretario da irinandadu de S. Jos d'Ago-
na, em ame da mesa regedora, rog a lodos os seni
harissimos irmaos ,1 raiii|iarecerem no consistorio da
irmandade no da li de f.vereiro a: horas da larde.
m Tan,,7 T'""" '",n'",rc- NM eneorporadoi aeompanhirem a ..roeima., *<.
proclamo de Unza. | e lenhim capia cl ,eu poder, lenlnun a bondade de
Jeto Alves l'avao relira-se p^ra .1 lll,,i ,|e S.
.*l(i;iir?I.
I'recisa-se para n cvico interno, de umi i.e.-
ra '|in i-oinlie c rnqnmmc : na rua Nova 11. 17.
que emenda do '"anda-la- entreor ni ron estrella do Rosarte 11. 19,
escrava : na rua da I "u.";1 r"a do Ranael, na .-asa rio c\-lhcsoureiro Joa-
quim Jacinlho paro com lempo seren distribuida!.
Deseja-M rallar com uruenria ao Sr. Manoel
Hapti-ta t.orrei.i, r como -e ignora a sna morada, ro-
ua-se de tallar na rua .1,, Amorim n. I. no bairro do
Kecile, ee mesmo ao Sr. loa Nosueira ile \/e-
vedo.
1)0 u'YJMSIII
WTCABO.
Sexta-feira 1 de
reiro, vespera de Nossa
Seuhora da 8aude, he o
i i id u bita ve 1 ndame ntojda
referida lotera, pelas 10
horas da man ha a, no es-
pacoso salao da roa \ da
Praia u. 27. Os meus'bi-
I lie tes e cautelas que etao
no resto acham-se venda
as lojas jconhecidas do
respeitavel publico. Per-
nambuco50 de Janeiro de
18S6.O cautelista, Sa>
lustiano de Aquino Fer-
reira.
l-'a/em-se Calcas, collelcs c casacas de merino
francei para luto, por proco coinmouu : na rua No-
va n. 52.
A aula denominada Sania Rusa, que evislia na
ruai Anguila, rra o ensino de meninas, pelas lilhas
de l-irinino J. I', da Rosa, mmlou-se para a rua .lo
\ icario, KgUOdo andar da casa do Sr. Tliomi/. de
Aquino Fonseea & Fiihu pur cima de seu eaeriptoriu,
anude recbenlo as meninas que seus pais lli'ns qui-
zerem eonliar para ensinar o que sabem, e vem a ser
o seguinle :
!. ensinaiao a ler. esenaver, conlar, etc.
!. coser chao, Ubyrintho, eacundo, Inirdar de sus-
to c acohhoado, marcar ele lodas as qualidades.
X" tapete, lapeearia, matar, uncanga e orno, ele. ;
el|ambein se lar qualquer deales' objeclos I feilio
por preco* razoaveis. A aula principiar no lia I."
de fevereiro.
I'recisa-se alagar nma ama para rasa de punca
amilia, e se for escrava sera mellior : na rna dos
i.Miartei n. 3, loja de miodezn.
I) abaixo asignado, invenlarianle dos hens dei-
na.los por seus fallecidos pai, Jo- Andr de Olivei-
ra e sua miilher, pede a peaa ou pessoas aqu no
Recire, em cojo poder exislir as procuracOea baslin.
les que Ibes lem dado OSOoherdeirosJos Andr a|
Oliveira Figneiredo, da cidade da Fortaleza, provnV
cia do Cearu, c Jos Mara ile Souza, ila ftegueala da
Becada desla provincia, para serem juntas ios solos I
de inventario que se esla proreileudo pelo joiio le I
orpliaos desla cidade estrivau Itrilo, de assim u faze-
rem ate o da :t! do rorreule mez, atiin de evitar de!
sob-rarrenar anda mais aos herdeiros da continua- '
ciio ilas i-rearlas despezas que sera o aiiiiuurianle
obrigado a tazer com cartas precalorias, etc. Reci-
fe 2 de Janeiro de iK'iii.
Ilonnralo Jnseph de Oliveira l'igueirodo.
O Sr. Joan Ferreira de Carvalliu lenha a ban-
dada de tirar a sua mohilia do ileposilo da l.iogoelo
n. G,nopraxode8diis, levando a quanlia de lliSiill
que nao ignora dever.
ffolliilias
PARA 0 CORRENTE ANNO.
Folliuilias de algibeira contendo o al-
manak administrativo, mercantil e in-
dustrial desta provincia, tabella dosdirei-
tos parocliiaes, resumo dos imposto* ;e-
raes, provinciaes e munieipaes, extracto
de algumas posturas, providencias sobre
incendies, entrado, mascaras, cemiterio,
tabella de leriados. resumo dos rendi-
mentos e cvportacao da provincia, por
500 rs. calla urna; ditas de porta a 160;
ditas ecdesiasticasou de padre,com are-
sadeS. Tito a Wll res: ialivraria D. 6
e 8, ila praca da Independencia.
Sapatos de bur-
racha.
Na laja de Rodrigues & I.ima, rua do (jueimado
n. :! A, evislc um bonito sorlimenlo de sapatos de
burracha, obra de muito bem go-lo e de boa quali-
dade, send-i para menino, homein e seuhora, leudo
pernio a escolber, que se vende pelu barato preco
de 3a e 3-y'MD o par.
Vinho do Porto superior
Chamico."
Vende-so nicamente na rua" da Cadeia do Recite
n. i, armazem de Rarrnca A; astro.
IN.i rua do Rriiui n. i, armazem de l.uiz Josu
de Sa' Araujo, vende-se sola cm pornes conforme
a- marcas quevieram, cera de caniauba superior em
saccas, saccas com superior gomina, couros de cabra,
bicus e renda, ; ludo por precos razoaveis: a Ira-
tar mi mesmo armazem.
Vende-se urna mobilia
de pao d'oleo com pouco uso, urna cama franceza,
urna mesa com aparadores, cabides para ruupa, urna
commoda de amarcllo, c urna marqueta de dito lar-
2a que erve de cama, c mais nulrus trastes diversos:
na rua da Cadeia de Sanio Amonio n. 18.
Panno azul.
Vende-se panno azul muilo encorpado, de ourelu
brinco a IgOO o covfdo em peca, e a retalho a
I?|IKI, faz o ine.-n-i elleilo da lia-la, c he muilo mais
barato pela sua doracao : na rua do IJueimado n. 5.
Cobertores de lita,
os melhnre, e maisencorpados que ha no mercado :
vendem-se na rua do Crespo n. II, b ja do A. I..
Sanios 4 Kolim.
Vende-se nma carraca de trabalhar com boi,
u-ada : na rua da Concordia, armazem de materiaes
ile .Manuel lirmino lerreira.
\'ende-se urna vacca laurina, um boi. e alyu-
mas crias, por preco cummodu : a Matar na estrada
uova.no silio do t'orles.
-- Vende-se urna parcao de saceos, garrafas c bo-
lijas vasias, assim como urnas dulcirs ordinarias,
por precos commodos : ua rua do Bru, passando o
chafari/., pruncira casa.
Vara masqu, vende-se nm elegante vestuario,
em hom eatnlo : na loa do Crespo o. 16, esquina
que volla para a ral das C.ruzes.
SAPATOS DE BURRACHA.
No aterro ila lloa-Vista defroule da lionera n. 14,
ha ehegado um :;rartde sorlimenlo de sapatos de bur-
racha muilo proprios para a estacan prsenle, lano
p ira hornea! como para sculiora, meninos e meni-
na- ; assim cauo calcados franceze- e de Maules, e
do Aracaly ilo lodas -as qualidades. por prora muilo
commalo, ,, (meo de -edul.is velha-.
AOS SENHORfeS DE ENGENHO.
Avisa-seaos senliores de enjjeiibo (lite
para facilitar o uso do arcano do JJr.
Stolle para purificarlo de assucar, ven-
de-se o mesmo ao preco de ."TsOOO cada
lata de 10 libras: vende-se em casa de
N. O Rieber &C, rua da Cruz n. i.
Em casa delleiuv Uriinii c\C.,rua da
Cruz n. 10, vendem-se:
Lonase brins da Kussia.
Instrumentos pora msica.
I.spelliosciici moldura.
Globos para jardins.
ndeirai e sota's pata jardim.
Oleados pata mesa.
Vistas de Pcrtiambuco.
Cemento romano.
(omina lacea.
Vendem-se mnilo bol
dimiuulo pre^o de 1-2? :
deJuAo Moraira Lopes.
Relogios patente inglez:
vendem-se no armizem de Roelron Ruoker \ Coa).
panhia, e-quina do largo do Corpo Sanio n. 18.
Vende-se a^o em cimbeles de um quintal, por
pre^o moilo commodo : no armazem de Me. Cal-
monti Cumpanhia, praca do CofpoSaulon. II.
Mascaras.
Vendem-se a ($000, IJ600 e 2s000 de
tame: na rua da Cadeia do Kecil'e n.
15.
(aoiniiia do
Aracaty.
Vende-se no irmi.iem de I). R Andrade Si Com
panhia, ra na Cruz n. 15, evrellente gomma do
Aracalv, em saceos ile \ arrobas, e por commodo
preeo.
Vende-se cera de carnauba de boa qualidade, por
menos preco do que em nutra parte : na rua da Ca-
deia do Recife, loja u. .10, defionle da rua da Madre
de lieos.
Cal de Lisboa barata.
l'ara fechar coulas vendem-se harris com cal de
Lisboa, pelo dimiuulo preco de 3?00, assim como
ha urna porcao da dita cal sola, ptima para caiar
pelo seu brilhaulismo e iluiar.in, a enche-se urna
barrica que tenha sido de |bacalhio por :to : na rua
da Cadeia do Recife n. 50.
Tinta preparada em oleo.
Na rua do Trapiche Novo n. 1H, em casa de E. II.
Wyll, vende-se evcellenle Unta branca, preparada
em oleo, cm latas de -2H libras.
Eixos e arreios para
carros.
Vendem-se superiores eixos e arreios para carros :
na rua dn Trapiche Novo n. 18, casa de E. II.
Wvalt.
Candelabros e lustros.
Acha-se i venda em casa de E. II. Wyalt, ua rua
do trapiche Novo n. IS, um completo snrlimento de
candelabros e lostros bronzeados de .'. ;iK luze-.
Vinho Xerez e Porto.
Vrnde-so vinho Xerez e Parlo em harris de quar-
lo : cm casa de E. II. Wyall. rua do Trapiche No-
vo n. 18.
POTASSA CAL YIRGEM.
No antigo e ja" bem conbecido deposi-
to da rua da Cadeia do Keci, escriptoiioj
n. 12, ba para vender muilo superior
potassa da Kussia, dita do Kio de Janeiro
e calvirgcm de Lisboa em pedra, tudoa
precos muito lavoraveis, com os quaes li-
carao os compradores satisfeitos.
Relogios
inglezes de pa-
tente,
os nirlliore- fabricados em Inglaterra em casa de
lletiry tiibsou, rua da Cadeia do Recife n. .1-J.
Tai xa- para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann na rua do Brum, passan-
do o chafan/. continua haver um
completo sortiip.ento de taixas de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes acham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Relogios de ouro
inglezes de pa-
tente, de saino-
lele e de vi dro,
dictados pelo ullimo paquete, vendem-se por preco
razoavel ; em casa de Auuusla C tle Abreu,- na rua
da Cadeia do Recife n. is, primeiro andar.
Taboado de pinho da Suecia, alcatrao e pise.
Me. ('. ilmuiii .\ Companhia, leudo recehido um
carrcsamenlo de-les (eneros pelo hrigue sueco />.
hrrrza, de liiitlii'nih,,ui _. venderAo os mesmos a
r.lalbo por precos baratos: olaboado acha-se teco-
Ihidn no armazem dos Sr. Carvallio & Irmao, rua
do Brum.
CHARjOPE
Di) '
BOSQUE
O unicoilepusiloronliniaa ser na boliea de Bar-
Iholoincu francisco de Souza, na rua largado Rosa-
rio n. 36: Brralas grande*5500 e pequeas 3S000
IMPORTANTE PARA PUBUCO
l'ara cura de plilisira em lodos o seus dillerenles
uros. quer motivada por eoniliparoeR, losae, eslh-
in.i. pleuri/. evarros de sangne, dar de oslados e
peilo. palpilacilo no eoracio, coqueluche, bronchile
ihir uauaruanla.e ludas as male-lia.ilo. nrt;jo pul-
monares.
Cartas franee-
zas.
Vendeat-M superiores carias fraucezas para vol-
larcle a .100 rs. o baralho : na rua do Queimado,
loja de miudezas da Boa I-ama n. :11.
Couss Anas ede
bous gostos
NA-LOJ DA BOA FAIA.
Vendem-se ricos loques com plomas, bolilla, e
espelho a 5, luvas de pellica de Jouvin o meihor
que pode haver a 15800 o par, ditas de seda ama-
relias e brancas para homem eseohora a 19280, di-
las de torcal pretal e com bordados de cores a 800
rs. e 15200, ditas de o de Escocia brancas e de lo-
das as cores para homem c seuhora a .100 rs., dilas
para meninos e meninas mnilo boa fazenda a 320,
lencinhos de retroz de lodas as corea a 13, laucas de
l.l.1 para senhura a ti O, pentes de tartaruga para
alar cabello, Tazenda mallo superior a 59, ditos de
alisar lambem de larlaroaa a 39, diloi de verdidei-
ro bfalo para atar cabello imilando mnilo aos de
larlarusa a 15280, ditos de alisar de bfalo, faien-
da moilo superior a 320 e .100 rs., lindas mcias de
seda pintadas para enancas de 1 a 3 anuos a 15800
olpar, ditas de lio de Esencia lambem de honilas
cores pira enancas de I a 10 anuos a 320 o par, es-
petaos para parede com escellenlcs vidros a 500,
700, l#e 13200, touc.idorescum ps a 13500, lilas
de velludo de lodas as cores a 100 e 240 a vara, es-
covas finas para denles a 100 rs., e linissimas a 500
rs., dilas tinissimascom cabo de marfim a 1-5, Iran-
ias de seda de todas as cores e lardaras a :I20, 400 e
500 rs. avara, sapatinhos de lila para erianca de
bonitos pidroes a 240 e 320, aderecos prelos para
luto com brincos e altineles a 13, loucas prclas de
seda para enancas a 19. Iravessas disquese usam
pira sesurarcabello a 15, pislolinhiide melal para
arrancas a 200 rs., galheleiris para azeite e vinagre
a 292OO, bandejas muilo finas e de lodosos tama-
ito de 19, 29, 39 e 5. meias brancas filias para
senhora a 210 e 320 o par, dilas prelas muilo boas
a 400 rs., ricas caixas para rap com riquissimases-
lampas a 39 e 29-100, meias de seda de cores para
homem a (i 10, charuteiras mnilo finas a 29, rastoes
para bengalas a 40 is., pastas pan guardar papis
a 800 rs.. oculos de armaco deafopraleadose dou-
ra.lnsa til, 15 e l,)200. lunetas com aro de bfalo
e tartaruga a 500 rs. e 13, superiores e ricas Densa-
linhas a 29,-o a 500 rs. mais ordinarias, chicotes pa-
ra cavalln pequeos c crandes. fazenda muilo supe-
rior a 640, 80(Vt*,420O,-TS5O0 23, atacadores de
cornalina para'eanesS3211, pentes moilo finos para
suissa a 500, escovas fA,s para cabello a MO, ditas
para casaca a Ii40. cayachoS pintados para sala a
f40, meias brancas cenias para homem, fazenda
superior a 100, 200 eSfO o par, camisas de meia
muilo linas a 19 e 13200, luvas brancas encorpadas
proprias para montana a 210 o par, meias de cores
para senhora moilo forles a 220 o par, ricas aboioa-
durasde madrepcrola e de oulras umitas qualiilaiies
e gostos para colleles e pililos a ,100 rs., fivelis don-
radas para ralbas colleles a 120, ricas lilas linas
lavradas e de lodas as largara', biros linissimos de
bonitos padrees e lodas as largaras, ricas franjas
brancas e de cores para camas de uoivas, lesouri-
nhas para costura o mais lina.qne se pude encontrar.
Alcm de ludo isto oulras muiliisimas cousas mnilo
I proprias para a fesla, e que tuda se vende por pro-
co que faz admirar, como lodos os freguezes j sa-
bem : na rna do Oueimado, nos qualro cantos, na
bem conheeida loja de miudezas da Boa Tama
n. 33.
I.EONOK D'AMBOISE.
Vende-se o exfolente romance bistori-
co Leonor d'Amlioise, duque/a He Breta-
nba, i volumespor l.sOOO rs., na liviana
n. > e 8 da piarada Independencia.
Liquidaijo.
O arremtame da loj 1 da rua du Crespo :i. I, jun-
io a rasa nova da qoina, confronte ao arco de Sanio
Aulon 10. quereudo acabar com as fazendas que exis-
lem, vende barato para liquidar, sem perda de lem-
po. Princesa prMa de boa qualidade a 300 rs. o
cavado, alpacas lina* de superior qualidade a 800
rs. e 13 n cavado, metal prelas de algodito para se-
nhora a 200 rs.. suspensorios 100 rs. u par, cortea
de calas linas francesas a I3OO. e 23<00 muilo ti-
nas, lencos de cimbris linos a 200 rs.. ditos de seda
da India minio tinos para homem c senhora a I5OO,
romeiras de rambraia lina de laros de seda para se-
nhora a 25, mmeteles de seda finos a 43, mantas de
seda para senbora de superior qualidade a 36, corles
de colleles de lAazinha para homem a 500 rs., lencos
de seda branca muito linos a 1-3, corles de fostiio
para collelcs a Od e 800 rs. de superior qualidade,
curies de vestidos decamhraia e seda molla linos a
.15 e 69, curies de camhraia com bahados finos a 39,
ditos de cambraia de cor a 29500, brelanba de linho
de 6 varas 11 peca, fina, a 25200, chales de tarlalana
a 800 rs. e 19200, dilos de cassa e seda muilo linos a
29-100 e 39, l.l.i para vestido de srnhora a 320 o co-
vado, eambraias de cores finas a 320 e 400 rs. a va-
ra, peras de filii para mosqueteirn de 20 vara a 3J
a peja, curtes de meia casemira de superior qualida-
de a I96OO e 29 o curte, meias para senhora linas a
240 e 320 rs. o par, madaiol.1o c algodaozinho, e
oulras muitas fazendas que por serem muilas nao se
pdem mencionar, e que se vendem por lodo o preco,
na mencionada loja.
Vendem-se saccas com milito muilo bom, e dei-
Ifo cinco quarlis, medida velha, pelo preco de 59,
sem sacca : na rua da Cadeia do Recife, cisa n. 55.
Attengo.
Vende-se muilo barato orivel vinho. a prec,o de
100 rs. a garrafa, e em ranadas a 2?880 : na rua d>
Senzala Velha, taberna 11. mi.
lilho e farinha
cm saccas.
Vendem-se saccas com milito e farinha muilo su-
perior, e por baralo preco : na rua de Sania Rila,
laberna n. .1.
Vende-se l'eijao em saccas grandes, ehegado do
Aracalx ; na ruada Cruz 11. 3', primeiro andar.
Bichas de Hambnrgo.
Na rua estreita do Horario n. 2, loja de barbeirn,
ciiiiiiiiiu haver muilo boas bichas de Hamburgo, que
se vendem nos ceulo* e a retadlo, e lambem se ala
.Mu pur commodo nrero.
Pipas vasias.
Na roa da Ou/. n. O, vende-se orna porcao de
pipas vatio*, muilo em conl.i.
Madapolao com avaria
l'ecasdo madapoln com loque de avaria a dous
mil res, dous mil e quiuhenlos e lie* rail reis : nj
loja das seis portas em frente do l.ivrainenlo.
ao BAKA.TO'!
Na rua do Crespo, loja o. 1, vendem-se por todo
o preco fazendas de priroeira qualidade. para acabar
u.lu se olha a preco.
NICO DEPOSITO.
Vende-se a verdadeira e incomparavel
agua dentifrice doDr. Pierre, muito efli-
a/. na consc var;"m lito la bocea : Da botica dos Srs. J. Sotiiri
&C, nico deposito que existe nesta ci-
dade e provincia de Pernambuco.
Obras le ouro
As mais escolhidas.
i .ili.iivu assignados. rom loja de ourives al rna
do Calinga n. 11, confronte ao poleo di malri/ etiia
Nova, fazem publico, que estilo recebendo conlinua-
(lamente muilo ricas obras ile ouro dos melhores gos-
los, lano para senhoras como para homens e meni-1 Venderh-se superiores noiai de laia para padres,
tas, o precos coniinuarn ruesroo barata., e passB-se | pclo baralissimo preco de 1SH> o par, lilas de al-
contascom reinonMbi i.la.le. e.pechcand,. a quali- R01,., ., (iio ,, Mr do Oueimado, lua
lado do onro .le 11 ou 18 quilales. brando assim su- de miudezas da lloa Fama n. 33.
jeitos os mesmos por qualquer iluviilji.
Peixe secco.
Vende-se peise secco : na rua do (.lucnuadu, loj
n. li. .
Para bailes de
mascaras.
Vendcm-e dous lindos vestuarios proprios para
bailes, e urna bnnila cahelleira : na rui du Uuei-
mado, loja u. I ~
Os ptimos e verdadeuot charutos Lanceiros
demarra C. I'., chegadus iiltimam.ule da Babia:
vendem-se nicamente lias fabrica, da rua estrella
do Rosario n. 15, e l.ingocla n. j por ,,rei o com-
modo.
Vende-se janeo de primeira e segunda sorle c
palha preparada cora loda a prrfeicao, por pieco
mais barato que cm qualquer parle ;" vista du com-
prador nao se Miara de fazer negocio : na la das
Cruzes ii. 1(i.
MASCARAS.
Vendem-se mascaras de rame, (anlopira homem
como para senhora a 1*501 cida orna : na rua do
Collegio n. 1, ca-a de J. Falque.
Vende-se om cabriole! em bom nsu ; i tratar
na rua do Collegio n. 21, primeiro andar.
No escriptorio de Domingos Alves
Matheus, ha para vender por comraodos
precoa, os artigosseguintcs:
Ricos e elegantes pianos.
Becerro*, eneraxadm.
Ditos enreronadoi.
Flor de Tilia.
Piatsava em moldo.
Camisas de meia
de puralaa.
Vendem-se superiores camisas de meia de lia, pe-
lo baralo preeo de :) : na na do Queimado, loja
de miudezas da Boa Fama n. .Vi.
MOENDAS SUPERIORES.
Na fundicao de C. Starr & Companhia
em Santo Amaro, acha-se para vender
moendas decannas todas de foro, de ttm
modello e construccSo muito superiore.
FARINHA DE MANDIOCA.
Vende-se superior farinha de mandioca
em saccas que tem um alqueire, medida
velha por osOOO reis : nos armazens ns.
3,5e7, enoarmzemdelronte da porta da
allandcga, ou a tratar no escriptorio de
Novaes & Companhia na rua do Trapiche
n. 3i, primeiroandar.
A3$500
Vende-se cal de Lisboa ultimamenleehegada.as-
im como potassa da Kussia verdadiira : ni praca do
Corpo Sanio n. II.
VINHO XEHEZ.
Vende se soperior'.inho de Xerez em birrisdo
l|i. era rasa Je E. II. Wyalt: rua do Trairhe
n. IR.
AGENCIA S
Da Fundicao Low-Moor. Rna da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimenlo continua a ha-
ver um completo sortimento de |moen-
das e meias moendas para engenho,, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tamauhos, nara
dito. K
I.ABYRINTHOS.
Na rua da Cruz n. :tl. primeiro andar, continoa
a haver sorlimenlo de boas obras de labvrinlhn az
venda.
Vendem-se em casa de S. P. Johns-
ton & C., na rua de Senzala Nova n. 42.
Sellins inglezes.
Relogios patente inglez.
Chicotes de carro e de monUiria.
Candieirosc casticaes bronzeados.
Lon asinglezas.
Fio de sapateiro.
Vaqueta* de lustre para carro.
Barrisdegraxa n. 97.
Vinho Cherrv em barr*.
Camas de ferro.
COGNACVERDAEIRO.
> eorie-se o verdadeiro cognac, lano em gairaf,
como em garrafes :>ua rna da Cruz n. 10.
Pipas vastas.
\ ende-se porcao de pipas vasias proprias para en-
cher,le agurdenle, i preco de 175 rada ulna : a
tratar no escriptorio de Manoel Alves Guerra, na
rua do trapiche n. 1.
LIQUIDACAO'.
O arremalanle da loja de miodezas da roa
Ouarleis u. quereudo acabar as miudezas que
exislem, vende barato alim de liquidar sem peda
de lempa.
Franja com hololas para cortinados, peca
l'apel paulado, resma, (de peto)
Dito le peso, resma
1.1a de cores para bordar, libu
Penles de bfalo pan alisar, dozia
Fivelas douradas para calca, urna
Groza le brelas muilo linas
Leaeea de seda linos, ricos padres
Caita de linhas de marca
Meias para senhora por
Pontea de larlaruga para segurar cabello
Grnzas de canelas finas para prnnas
Hitas de boles finos para casara
Meias pretas para Manota, duzia
Hilas ditas para humem
Lacre enramado muilo fino, libra
Papel de cores, maco de -JO quadernos
lln/ia ,1c enlistes
Espelbos de lodos os nmeros, dozia
.inhasde novellos grandes para bordar
Ricas lilas eseoerzas e de sarja, lavridas,
largas
Meias cruas sem coslun pira humem
Ditas de seda n. 2, peta
I ranea de seda braur'a, vara
Caias de raiz, dnzia
Pe;as de filas de cris
l.apis finos, groza
CordAo para vestido, libra
Tooca de blonde para menino
Chiquilos de merino bordados para menino
e outros mullos arligos que se lurnam recommenda-
veis por suas boas qualidades, e que nflo.se duvidira
dar um pooquinho mais baralo a aqoelle senhor le-
gista, que quena a dinheiro comprar mais barata
do que se compra em primeira nulo.
Vende-se azeile de colzo em hojlias, pelo pre-
co de laoDOeada botija : ua rua da Croz u. 2,
dos
13600
:i3 25700
"5000
3|000
100
liJjOOO
IS500
240
240
18000
4000
2500O
3KM0
29800
15800
600
720
25-"iOO
1S600
!KHI
::ki
m
too
15*00
:too
28500
152110
Hsuo
18000
kas pretas pa-
ra padres.
Seraphim \ Irmao.
ECONOMA.
\ cudera-se Clisas cow alelria ,com 2." libras
propria para sopa, por diminuto preco : no caes da
alfandega n. 7, arm.izem de Jos Joaquim Pereira
de Mella.
Algodo monstro
Von,le-seo verdadeiro
palmos de largura, peto baralissimo preru de OO
rs. | vara : na rna do Crespo n. 8.
Coqueiros.
\ endein-se coqueiros pequeos, proprias para
plantar : a Iratar na rua estreita di Rosario u. 19,
segundo andar.
i 000 vs. avara,
olgndao monstro. rom 9
Moinhos de vento
aombombasderepuxopara regar borlase bata,
decapim, nafunditai'ide O. W. Bowmau : na rua
,(n Hrillll II-. (i, Se 10.
Cortes de cassa para quem quer dar fes
tas por (idiico dinheiro,
Vendem-se ci'irles de mmi chita de bom goslo a
28, dilosde padres francezes oSOMO, cassas reSM
para aleviar lulo, ilitas prela* de^padroes miudos a
25 o corle, alpaca de seda de quadnis de lodas as co- I ^nj dp
res a 720 o covado. lencos de Meo lano piulados i pensados,
como bordados a 320 cada um, grvalas de seda'pa-
ra homem a I- o Istmo ; todas estas fazendas \en-
lem-se na rua do Crespo u. li.
_ Desappareceu no dia 27 de Janeiro de Mo'om
prelo de nomo l.uiz de nardo Cahinda, idade pen-
co rna,. ou menos annos, estatura bai.a, gosm
do corpo. com falla de denles na frente, olhos gran-
des evermelhos e alauns cabellos brancos na cane-
ca, ledo na fenle mal., com orna das mflos qne uflo
.l.re bem o, dedos, pea pequeos, lem urna cicatriz
- l**aela azof, levou' rrraa^
cinco peta, de rouna : roga-se a qualquer "ut rid^
policial e cap.lAei-Sie campo que o apprebe [1 '
sendo condolido ao seu senlmr ,3 % SeboMa 17
na Boa-\ls,a, generosamen.e sera recompensa;.' *
No dia 18 do correnle fogin lo engenho Fra-
goso, lerma de i 'linda, um mualo de cerca de 20
anuo, de idade. a<-abocolado, cabello corrido, sem
barba, e be sapaU.ro : quem o apprehemler leve-o
ao dito enceulu, d\i a rua ila Aurora u. II, que se-
ra recompensado generosamente. ,
Conlimia andar fngida a preta Merenci, cri-
otila, idade le 28 a 30 annos, pouco mais ou menns,
com os signaos seguinles : falta de denles na frente e
nina das orelbas rasgada proveniente dos brincos :
quem a pegar leve-a'a rua do Brum, aimazem de
assucar n. 12, que ter bem gralilicado.
.-rugiram ua manhilado dia 19 do correnle Ion
escravos um por nome Thendoro, prelo, criuulo, pes-
cador, baivo, cm pule uto. com mullos caladlos tran-
cos pela barba e peitos, idacle il-'i anuos pouco mais
ou menos; outro de nome Jorge, mualo, bailo,
secco do corpo, pouca barba, quebrado di verilha ;
lem do lado esquerdo dn roslo urna cicatriz, este es-
cravo foi do Sr. Manoel Thomaz ei-carcereiro :
conduziram roaaatao urna caixa, na qual levarani
toda ruupa que fin lia m, caltas e camisas de algodflo-
linbo le listras. camisas de madapolflo, urna dila de
uaela encamada j usada e cobertores ; roga-se as
animidades puliciaes ecapilesde cani|io queosip-
, prebendan e leven i rua da Concordia n. 26, arma-
maleriaes que serflu genrrosamenle recom-


4


*
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l'KKN. : TVP. UK M. F. K FAHU.-1856.
II
l\ #1
MIITII Af>^


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