Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07245


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Full Text
., Anno XXVI
Quarta-feira 25
fartii MM ookbbios.
Golanna e Parahiba, legundaa e eexlas feiras.
IUo-Grande-do-NoHe, todas ai qutnUs feiras ao
roelo-dla.
Cabo, Srrlnhiein, Rlo-Formoso, Porto-Calvo e
Macelo, not.*,a II e 21 de cada mci.
Garanbuns e Bonito, g e 93.
Hoa-Villa e orel, a 13 e 88.
Victoria, s qfclnta feiras.
olinda, todos os din.
moptiBu,
Nova, 3, 2 e 5(5 m. da t.
Creic. a 11, as 6 b. e 17 ni. da t
Chela, a 19, as 2 b. e 35 m. d.u,
Mln(f. a 25, s 6 h. 54 in. da (.
RUM1II ra HOJE.
Prlmelra 0 e 54 inlnuteW da manha
Seguida 0 e 30 mloutoi da urde.
de Dezerabro de 1850.
M
N. 303.
PBEQO DA BDBSOnippAo.
Por tres meses (adiaatadosj 4^000
Por seis metes > 8/000
I'or uin anno 151000
das da sema i* a.
3 Sag. a. Scrvulo.
44 Tere. S. Gregorio.
TQuart. vB>fc Nasciiaeoto de Nosjo Srnlior Je-
sus Cbrislo.
26 Qulnt. iB l. oitava 3. Estevao.
TI Sextas *" oilava S. Joao ap.
38 Sab. Hf 3.'oitava Os Santos Innocentes.
29 Dora. S. Tbomas.
CAMBIO IlC 34 BE BXZEMBB.O.
Sobre Londres, 2ft.2|4 a JO d. p. 1/000 rs. 60 das.
Pars, 32(>Pr fr. .
Lisboa, 85 a 90 j.
Ouro. Oncas hcspanliolas.....29/000 a 29/50TF
Mocdas de 6/400 velhas. VOOO a .16*200
de 6/400 uovas l/BOO a 16#200
de4j000....... 9/000 a /lOO
Prata.-Pataces brasileros.... 1/K20 a !/
Pesos coliiinnarios..... 1/920 a l/MO
Ditos mexicanos........ 1/680 a 1/700
Crcitm.
tmStSmmtzl*
EXTERIOR.
AS QATItO ESTflADAS DO PACIFICO.
Nem-Yorlqt6.de agoito de f850.
Grir;is l riqueza* da California, e tos
novo destinos qua os dous annos passados
revaliram ao mundo, a problema de una
ommunkacSo entre os dous ocanos toca
evidentemente a urna soluto proiima. En-
treveto entupido elos llespsnlic.es no
seculo decimo-setimo, estudado por diver-
sas fozes, otis como urna bella utopia do
que como projecto realisavel, a sclencla e
a ospeculac,So nSo comecaram t oceuptr se
delle coa perioveranca genio depois de
1K30, como se un secreto presentimento os
li vesse advertido de que se approximava a
hora decisiva. Assim vimos nos por espa-
co da quinze annos a Franca e a Inglaterra
disputaren, fdrea de memorias o de cl-
culos, a honra de. dar a primeira mo a
esta grande obra da civjlitacSo. Foi mys-
ter pormr a intervencSo da rica.america-
na para fezer subir juncefio interocenica
do dominio da theoria, e para torna-la urna
dessas questoes palpitantes que, postas urna
vez. na ordem do dia do universo, nunca
miis desapparecem penuo depois de esta-
rcm completamente resolvidis.
Moje o quetro systemas, que formam
como as variantes da ideia fundamental, a-
cliam^se francamente em presenca, grabas abrir un> canal Da tarea parle pelo menos
i.
i icliviilade prlica com que o povo dos
Estados Unidos abraca todas as partes de
um plano, por.vasto que seja, no momen-
to em que delle se apoden. O caminho
de ferro de Panam, a abertura dos isthmos
de Nicaragua edo Tehuintepec, llnaluiente
o gigantesco caminho do ferro continental,
todos teern os seus (partidarios que se es-
forcam por assegursr a preferencia ao pro-
jecto da su escolha.
Tomando as cousas no seu estado actual,
a estrada de Panam possue urna vantaT
peni de prioridade muito evidente; A facili-
dade relativa da passigam do islhtno coo-
centrou naquelle ponto lodo o transito
improvisado pelas miravilhas da Cali-
fornia.
A emigrcc.lo, na sua impaciencia, co-
rrecto (o/ turnar aquella caminho, pela
nica rsao de ser o mais cunhecido, e de
ler um porto em cada tima de suas extre-
midades. Aproveilando-se destas mes mas
eiicumstancia, propfle a compinbla How-
limt e Aspinwall construir um caminho de
ferro nessa lingoa de trra, empresa fcil
em apparettcia, e que deve corresponder
com mis brevidade que toJss as outrai s
necessldades do momento. tTiIiculdades
inherentes ao clima, e a natureza do solo
tem retardado at hoja os trabalhos; mas
agora que est feito o aprenJlzado, que es-
lo tomadas ludas as medidas pira evitar
novos cuiitntempos, deveri marchar a
ohra npidamento, e dentro de ponco lem-
po as cincuenta milhssque separam Cba-
gres de Panam serSo trmspostas em algu-
nas horas.
Odia emque se realisar este primeiro tri-
umpho marcar uma era nova na historia
dpsdous ocanos; masiiSose terconsegui-
dos n3o um resultado parcial, nSo se ter
dado senSo um passo para o im a que ten-
dem todos os esforrjos. A construccSo do ca-
miiilio de ferro falieltar a viagem, mas nao
encurtir as distancias; os viajantes e as
malas tirrao dahi grandes vantrgens, mas
uanlo s mercaduras, a posicSo nSo ter
lelhoraJo ; ofio pdenlo passar de um para
outro mar senBo por meio de duas baldea-
cOeVCofti despejas e riscos grandes. A va
a;si* creada sera pois forcoMoionte excep-
cional, e o commercio reclamar com alineo
a abertura de um caoal, nica soluco que
pode corresponder completamente aos seus
votse sa.tisfazer seus intereses.
Aqui adiamos os isilimos de Tebuante
pee est Nicaragua em nvalidade a berta. So-
bre ambo* tomarao p os tsiados-Unidos
com a sua habitual previdencia, trias esta
medida desiniples precacao nSodiza quem
licara i victoria.
A' primeira visia pareciam as cousas mui-
to roaig adiantadas na America Central. Sub
* egide do tratidb que Ihe garanta o seu
privilegio, qusi se aclia constituida a com-
panhia Whlte, e ha j alguna das que saino
desta cidade um dos seus chefes para fazer
apprllo aos capitaes curopeus. Ao mesmo
lempo enviarm-se engenbeiros para proce-
CrS.T. iCS cjiStiS! difinf,-'",; fi Irta-se de
um servido provisorio.organisado no istbmo
com o auxilio de tarcos de vapor e de dili-
gencia, inca de chamar desda j para aquel-
la estrada uma parte db transito munopoll
sado hoje por Chigre abname. Islo, o a
brevidade reconliecida deste uuvo itinera-
rio c.ouslitoem vantagns nolaveis. De ou-
tro lado, porm, exjstom, quanto possibi
lldade de abrir neste lugar um canil nter
ocenico, hrvidas ye multo peso, qUe aca-
bam dase'r Cocroloradas por um relatorio
doSr. squier, ex-nfijfejatlp tjo negocios
dos Estados-Unidos n ArHerica Ceotral. Es-
te diploma ti, que eatudoa conscienciosa-
mente a queaUu dopiiz, nega do maneira
quasi absoluta a assere.au de quo o riu de S.
Joo sjt naVegavel, oo possa vir a sft-lo,
desde a sua fotat a sua juicclo com o lago
de Nicaragua. OS optiiuistas viam all um ca-
nal natural de 90 milhas, no dual a m9o do
homem loria a pena* da toen. O Sr. Squier
pensa pelo contrario que ser preciso abrir
um ca*1il artificial ern ditas tercas parles,
pelo mcuos, dsua exlenslo ao longo di
nargniB septptn
tamnemqai
vacaotocii
ultimo ponto tilo poda ser eoswiderauo, p-
ibv como uaBa*eulo,aaim como o ni o
pode ser to pouco a junccSo entre os lagos
de Nicaragua e de Managua.
, Depois de ter sproveitado os recursos que
ffereei natureza, e stravessado o lago de
Managua, a'presentflo-se tres meios de che-
gar as ma'gens do Pacifico. U primeiro con-
siste em sabir da margem esquerda do lago
para procurar o pequeo rio de Tamarinla;
mas, bem que o intervsllo a transpor seja
menor de O militas, entendeoSr. (Squier
que cate plano hn o peior de todos, visto que
nao sstlcflz nenhuina das condicOes essen
ciaes de uma lal empresa. A idea do dirigir-
se para o porto do Realejo Ihe parece muito
mais ventajosa e rnais realisavel; porquao-
to s necessidade de abrir um canal de 45
milhas seria compensada pela existencia de
um bom porto na extremidade da linba, e
pela circumstincia de atrvessar a parte
mais povoada do paiz. Em resumo, porm,
prnnuncia-se o Sr. Squier em favor de um
terceiro projeoto, de que ello mesmo he au-
tor,o que consiste em dirigir o canal para um
rio pouco conhecido, mis perfeilamente na-
navegavel, chamado Estero Real, e que
desagua no golfo de Fonseca. Este rio sob
I5s 90 milhas cima do lago Managua, na
planicie da Conejo, econseguintea distan
ca a transpor para alcanca-Io ser mui pe-
quena. proveitando mesmo todas estas
vantagns, o comprimento lotal desta es-
trada ser anda 330 milhas, e cumprr
desta exlensao. A abertura do continente
neste ponto tifio he pois cousa fcil, nem
lio pouco dispendiosa como pareca acredi-
tara eompanhia. E pois o Sr. Squier, com-
qusnlo d cxplicaci-s que podem facilitar
a empresa, deixa entrever certa desconQsn-
ca sobre ss probabilidades que ha de levar
essa obra a eiTeito.
Todas as observares que precedem le-
vsm-nos naturalmente a encarar debaixo
de um ponto de vista muito menos favora-
olhos do Roverno Ingle?, elle nSo poderla ter
nenhum dlreltoou poder de 'rectificar este tra-
tado por parle, vio da Austria, porm da Con-
fedcraco. O governo prusslano nao tcncio-
nando reeonbcer a autoridade federal de Kran-
ekfort teve especial culdadB de abalfr-ae de
pedir ractificajao do seo pfeprio tratado por
essa autoridade j porm coirui o ministro in-
glcxeui Franckfort teniactuadmeiiie Assignado
o protocolo coajanctainente com o presidente
da dieta, serla um subterfugio absurdo negar a
existencia de aui poder.fed^rsl com qual te-
mos entrado em relaedes diplomticas positi-
vas. Era fcil de prever que cedo ou tarde a
dieta reganharia sna ausencia e serla reennbe-
clda pelo resto da Europa. O projecto da Unio
prussiana he agora declarado pelos seus mais
zelosos campeos totalmente extlncto, e como
tendo chegado a eise melanclico termo a
que nos desde muito o temos consignado, e co-
mo nunca delxinos de desejar a manutenfao
de ama unio pratlca na Allernanha debaixo
das lela federaea, sinceramente nos regosta-
mos de ter lord Gowley reassumido o deserape-
nbo de suas proprlas funcedes em Frankfort
neita occasISo, anda que seja de uma maneira
irregular.
Passaremos agora a mostrar o efTelio desta
nedida sobre o regulamrnto provavel da ques-
to dinamarquesa. A 26 de outubro, no ines-
mo dia em que as ractificaces feram trocadas,
a asseinbla da Confederaeao adoptou uma se-
rle de rejolucoes da malor importancia. Ella
resolveu em primeiro lugar que se declarasse
de uma vex aoStadiholderato em Klel, como a
Brlnclpal autoridade eaistente no ducado de
nlateln, a firme resolucSo em que est a dieta
de nao tolerar mais hostilidades e que elle de-
verla tomar o cuidado de prevenir qualquer
nova agaressao; que as forcat de Holstein de-
viam reurar-ae para o sul do Evder, que dous
tercos dellas deviam ser licenciadas, e que esta
intimaco devla ser levada ao Stadlholderato
em forma proprla pela legaro do poder fede-
ral presidente. Ella resolveu mais que se inti-
maste i corte de Dinamarca que debaixo destas
circuuistanclas nenhuma medida militar devli
ser einpregada pelos Dinamarqueses contra lio
Istein, porm que logo que a redueco contem.
' piada do exerclto do Stadlholderato fbsse eQei-
velaposigfio dos partidarios do slhmode'(Uada, urna redueco proporcional do esercito
Tehuantepec. All tambem o privelegiu osl
j conced Jo sb a garanta da-UniSo; ali
tambem nada resta a fazer senSo dar prin-
cipio aos trabalhos. Ha mesmo um ponto
importante quej est conseguido : estSp
concluidos os estudos, e ha j alguns annos
que se decidi por onde deve passar o canal.
Sabe-se positivamente que nSo hsver se-
nSo 300 milhas .a transpor, seba-se que
trabamos ha afazar, e exceptuando alguna
declives nao ouorecem difliculdades
grandes.
Bem que us ancoradoureSsejam bons,nSo
ha porlp que mereca esse nome, quer no
ponto de partida, quer no da chegada ; mas
ha esta uini objeccSo que ser remediada
com a abertura do canal. Finalmente, nSo se
deve perder de vista que, a respeilo do cli-
ma e da brevidade da viagem, a vantagem
esl toda do lado do istbmo de .Tehuan-
tepc ; e pois, tomando tudo em considera-
cao, possue este urna superioridade quasi
incoutestavel sobre o seu rival. As vanta-
gns desta estrada inspiram mesmo uma
tal coutlanca que dellas se quer approveilar
a eompanhia com a maior brevidade possi-
vel; e como um canal de boas dimensOes
be sembr urna obra de lempo, os crdadSos
iutelligentes quo dirigiam suas vistas para
a juello lado querem principiar pela cons-
truccSo de um caminho de ferro, quo de-
mandar menos lempo e menos despezas.
Esse caminho de ferro nSo ser, bem enten-
dido, senfio o precursor do canal cuja aber-
tura elle mesmo auxiliar. U pensamento
lie pois feliz em mais de um sentido.
O qoirto plano deque fallamos, o do ca-
minho de ferro continental, est aindaen-
vollo as uuvens do futuro ; mas para a-
quellos que medem os progressos feltoJ por
esta idea quasi utpica desde o da em que
pela primeira vez f j formulada, ftcil he re-
conhecer que a sua realixacOo uSo est mui
distante. A sua mesma grandeza a con-
demna a chogar etn ultimo lugar ao estado
da fseto consumado ; mas a immeusidade
dos seos resultados eclipsara tuJo aquillo
que a previsfio humana loai ousada con-
cber.
Ueslo golpe de vista lancado em derredor
de nos resulta que daqui a mito anoos,
quando muito, um triplico laco, creado pe-
la rodo do povo americano, reunir os dous
..uros hoje separados. Qualquer que te-
lilla do Ser, comtudo, destas tres estradas
futuras, a |maia fecunda em resultados ;
qualquer que seja o ponto que obtenha as
honras do canal inter-oceanico ; he Unifio
gupest reservada a parte uiaiui d-si
vantagns. E asSim davla ser, porgue a ella
s, nimgoe'm o negar, dovert omnndo es-
ses trabalhos gigantescos ; e chamando a si
o ctfmmerClo dos1 dona hemlspherios nao c-
Iher senSoos froctos do seu trabilbo e do
seu genio.
( oarrT de$ Flali Vnit.)
(Jo Jornal do Commircio.)
Lmim, -2 di novtmbro de 1850.
Av raiificarots do tratado de pai negociado
entre a Prusila e a corda de Dinamarca e assig-
uadaeiu Bcrllni os 2 de julho deblixo d ra-
diacao da logUlerra, forain delinillvamente
trocadaa a 26 de outubro entre o enviado oarquea em Fraackfort e o conde Thuu, como
presidente da dieta germnica naquclla cidade;
e eaae Acto foi (elto na presenca de lord Cc~
'wley ministro da potencia mediadora, o qual
dli conOnara'cuiii > sua asslgnaliira.
! He evidente niie neite caso lord Guwley, bem
que alguma dilHculade teuba sido levantada
a respeitu do recoulieclinento do governo fede-
ral eiu sua presente launa pelo ministro in-
gle, cuucorrcu como plenipotenciarioaultrla-
um procesasloriual que virtualinenta, e
_eXjpsJrsbaJhosdeexca- -ono0 %gr fii mesmoaetualiuenle.collocao
fteto de seu reconlieciment alul de toda a
Wvidat poeqaatito s^o icsde T!n fio lotee
o eabeta nat e o represte*** da dieM aei
dinamarque ao sul de Scbleswlg deveria ter
lugar. Para levar a efl'eito esles objectos uma
couimlsso federal devia aer nomeada c o go-
verno banoverlano devik designar urna pessoa
proprla para dirigir os procedimeut s em obe-
diencia a instruccOes da dieta. Em caso de
mais dlficuldades meios convenientes de exe-
cucao deveriam ser einpregados e comquanto
esses meios nao fossem cspressainente designa-
dos oa minuta de 26 de outubro, temos ras&o
para crer qis* lies conajstiraw eMi um xercio
federal de 30,000 homens, o qut devera oceu-
par Holstein. Este corpo poder ser compos-
to pela terca parte de tropas austracas.
Tal beo plano federal para a pacificacSo do
norte; os raesmos termos teriamsidooblidos,
ha seis semanal, se a potencia mediadora nao
tivesse absurdamente demorado a raliricaco
do tratado de pai, recusando reconhecer a as-
sembla de Fiankfort.
Por outra parte, o governo.prusslano propoz
oUtro projecto. Elle quer que as partes uon-
tendentea conservera auas respectivas posifdes
militares sein diinlnuico de forca, que uma
outra tregoa seja ajustada e que o regulamen-
to ulterior da despula seja deixado nao a um
s coininissario federal, porm a uma corarais
sao milla, compostade tres membros, um aus
trlaco, uin prussisnoe um dinamarquez, a qual
segundo eremos, dever reuoir-se em Ham-
burgo. Este projecto he uma mera repetlco
doi remedios inellicaies que o gabinete de Ho-
lln tem tantas vezes querido applicar. O que
a Europa e a Dinamarca exlgein nao be uma
terceira tregoa, pois as duas primeiras s tive-
rain em resultado um augmento da difBculda-
de; nem a resiurreico do desgranado expe-
diente de uma commlsso mixta, a qual ne-
nliuma parte respeltou nem obedaceu. Que-
remos ver a pa> rcstabelecida, os Insurgentes
desarmados c uma devlda providencia tomada
pela dieta germnica acerca dos direitos do du-
cado de Holstein, o quecahe dentro de sua ju-
risdico. O plano austraco prove por estes ob-
jectos ; o prusslano nao.
A dcspcllo, pois, dainlssao com que o gene-
ral llalin parti de Herlim para Kel, e a despei-
to dos eaforeoa do conde de Urandeburgo em
Varsovla, be provavel que ette ultimo expe-
diente prussiano lera rejeiUrdo por todas as
partes; e esperamos saber que medidas proinp
tas sero tomadas em Frankfort para por em
immediata operaco o outro modo de interven-
ao pacifica. A probabilidade be que quando
r'illiien e aeus adhercntei fica ciu convenci-
dos de que o governo federal talla rerio, aban-
donaran a causa c a insurreifio caliir inteira-
mente com a fgida do governo provlaorio.
Porm sobre esta, bem como sobre outras
qucsidcs, que envolvem a paz da Allernanha,
be para notar-se que o destino dease paiz viaja
ao longo desle nos uiagueticos; que a scien-
ca moderna tem suspendido de Varsovla a
Vienna, Bcrlim e Colonia. O Imperador da
RUssIa, legundo eremos, ha de querer empre-
ar toda a inOuiol" nne essa estranhacombi
nacao de cireumstauciaa Ihe tem auo para
mantera paz da Allernanha e restaurar a unio
de auaa duas principan potencias sobre a base
dos tratados existentes, po'ui he hurnilhanle
para uma nacao grande o ser livre por um au-
tcrata estrangeiro dos perlgoi em que sua
proprla loucura a tem lameado, e parece urna
coulradic;o em termos dizer-se que a sabedo-
ra e moderacode um azar russo devein salvar
a Allemanba dos resultados de sua piopria lou-
cura e violencia. Tal be comtudo o Tacto e nos
o recordamos sera nenhum deaejo de exaltar
uma parte nem de desacreditar a outra, po-
rm simplesinenle para notar o que se esttt
paseando dianle doa nossos olhos. As confe-
rencias de Varsovla, as quaes spoderam co-
necar a 26 de outubro pois que o imperador
da Austria chegou Aquella capital em o dia
precedente, sao o ponto sobre o qual versam
esles inomentoioi successos, e coinqoaoto o
resultado destaa dlacusscs nos teja anda des-
couhecldo, auteclpamos confidentemente que
a medlacoo da Rutaia ajustar as quesles que
tem ameacado a paz da Allernanha e finalinen-
le annlqnilar e extinguir as prelcnces \la
Pruna em seguir urna linlia de poltica lepe-
rada e aggressivt.
A corte de Derlim, e por este termo designa-
mos especialmente o reda Prussia e alguna aeus nrini-inaee coaselbelros, est destinada a
sotfrer a pana da Juitica reiribuinva. tle ex.
altou-se na enchente de uma rcvoliico'cima
doi estados seus confiderados, e desee com a
vasan te, naufragado, batido do ventoeabndo
nadofaobre a praia. Rile procurou cmgro
inmoderado a sympathia e confianza de toda a
Allemanba; e perdeu at o respeilo de seus
proprios vassallos.- Elle falln de seus direitos
e deveres como monarca na linguagem de pal-
pavel enthuslasmo; entretanto s tem contri-
buido para enfraquecer a influencia da inonar
cha lobre os Allcm3cs c depois de tei feito
marchar auas trapas para territorios que Ihe
nSo pertencein, v4-Io-hemos dentro de poucas
semanas confessar a impossibilidade de ofifen-
der uma serla resistencia militars outras for
cas reunidas da Allernanha e da Europa, e sub-
reetter-se por necessidade a tudo o que tem ten-
tado combater.
A despeilo da proximidade perigosa de gran-
des carpo-; de tropas dlspostos uns contra os ou-
tros, pois em accidente pode produzir entre ci-
tes uma colHso, ainda somos de opinio que a
Prussia i! i i r.ir.i nenhuma tentativa seria para
manter o terreno que oceupa com risco de
gnerra. Sua unio est j quebrada, sua posi-
co na Allernanha est inteiramente destruida,
o curao dos aconleciraentos he mais forte do
que sua arabico e seria loucura coroaresta se-
rie de hnmilliacdes que ella tem inteiramente
attrahidoaobre si, pela ruina de seu exercito e
pela desfeita militar. A destruirn de seus
projectos polticos be comple'ta, eno deseja-
inos que o esercito prussiano e a nacao prussia-
na eipiem ainda mais caramente ai loucura* de
seus govcrnadorrs.
(Timii.)
LONDRES 6 DE NOVF.MRRO DE 1850.
NSo obstante as segunneas pacificas que
dizem ler sido eticadas em Varsovia,
entre os representantes dos dous gran les
partidos em que a Allernanha est hoje in-
felismente dividida, os mnvimentos dos
dous exeroitos sobre as fronleiras da lless"
linfa n.lo pararam, e ambas j penetra-
ram no territorio disputado, a dissolu-
eflo do exercito hessiano operada em par-
te pela resignscSo de muitns oflciaes eem
paite pelo acto do eleitor, tinha deixado o
paiz inteiramente sem protec^So militar:
entretanto que a recusa do supprimentns
pela cmara tinha feito parar todo o movi-
mento da machina do goverao civil. Esta ir-
leconciliavel desavenga entre um principe
seu povo, na qual ambos esperavam o apoio
externo, cooduzio pels natureza das cou-
sas e pela constituido dos estados menores
la Allernanha intervencSo daquelles que
reclamavam exercer o poder federal. A
Prussia teria promptametile representado o
papel que, nSoha muito tempo, represen-
to u na Saxonia, em Badn e liamburgo ;
porm a posifSo da llcsse era dlITerente, e
sobre ludo, a posicSo e poltica da Austria e
seus allados na ConfederacSo germnica
tinham-so tornado ainda mai dilTerentes
lo qua a da llesse. No dia 12 de outubro
um tratado, cujas termos nSo sSo anda
be>n conhecidos, er-se que fui assignado
em liregenz entro a Austria, a Baviera e o
Wurlemtierg eos movii.cntos do tropas
que lein tido lugar depois desta dala diz- se
que sao o resulta lo dessa positiva convon-
c9o e das ordens depois despachadas de
Munich e Vienna. A coiisequ^ncia lio que
as tropas liavaras entraram em llanau na
parte meridiJional do eleitorado, o avan-
zando oceuparsm passo do Celnhausen
mas ao receber esta noticia, um pequeo
destacamento prussiando comuosto de um
s regiment de linha, um esquadrSo de
cavallaria o uma batera de artilharia foi
despachado pelo general Crolben, o com-
mandanle em chefe prussiano, com ordem
de entrar em Gassel. Nos liohamos anleci-
pado que um uestes movimentos seria a
coosoqueucia do outro e que os prussianos
ontrariam em Cassel quasi logo que os
Austracos e Bavaros enlrassem em llanau.
O es. neo que separa as duas parles adver-
sas foi assiin consideravelmenlu estreita lo,
o os riscos de urna eollislo accidental sao
_ora maiores; porm, nSo temos ain-
da nenhuma rasSn que nos levo a temer
um coiifliclo deliberado, e uo lio impru-
vavel que o eleilorado permaneca por em-
quanlu oceupsdo assim pelos dous exer-
citos.
Todo o territorio da Allernanha est divi-
dido por uma cadeia irregular de monta
ulias a qual se estando debaixo de varios
nomes desde o Vstula atoRheno. Oan-
gulo formado pelo Kiesengeberge eo Erz-
gebirg na fronteira septentrional da Bohe-
inii, e pelo qual o reo Elba penetra o
seu pedregoso canal, he succedi lo pela n-
gulo que apona para o sul de Fichlelge-
birge e a da iloiesla Ihuringiana, o qual
cerca o nietiui prir.cipsdo s;sur.:s. Sssy
ponto nascem o Meno, o Eger e o Saale, os
quaes correm respectivamenle um para o
oeste, outro para o este e outro para o
norle a servein como liubas principies de
opera (Oes militares ; porm, a cadeia mon-
tan liosa prolonga-se ainda mais para o poco-
te atravessaudo os distrtetos mais baixos
da llesse, e eoteudendu-su debaixo do lio-
rna de Taunus al s margena do Itiieuo
Atravez d.sses oileiros existeni duaslinhas
principies de comniufiicOes, uma (.ala es-
trada directa de Ascballeudburgo para lla-
nau, ontra da Fraiicuuia suporior pur llruo-
kenau para Fulda. Se serias uperardes
militares fossem contempladas pelos gano-
raes bavaros, be provavel que sua ala direi-
ta svaiiQ-na sobre a ultima estrada a oc-
cupsria l'uld.i, ao patso que a esquerda
cunservaria a impurtaute posirSo que ti-
nha j oceupado ao sul do eleitorado.
O inleiesse peculiar o a importancia da
llesse eleitural nos arranjamentos polticos
e militares da Allemsnha dependem muito
a muito de sua posi(So geographica. A
por^So replenlrional do principado he t9o
esli eilameolo ligada com a Westphalia a os
estados ixoniss, que foraaris uma puto
inrlispnsavel de qualquer aglomerarlo
prussiana de territorio ; entretanto que a
fronteira' do sul pela sua proximidade de
Frankfort e Dla for^a natural do torrofl
he pelo minos de igual Importancia pi
defensa da linha do Mono e da naviera. A
posicSo presente dos exercitos antagonis-
t corresponde mui re perto aestadislinccSo;
cada dellas apressou-sa em tornar pnsso
taquillo que-.iba Gustara rotulo vnrem po-
'ler de uma forca hostil a esperamos que
pelo presente licarSo salisfeitns con iasoe
nSo prorurarSoexpellir seus respectivos ri-
vaes das posiertes que oceupam. porm be
esse um ponto que admitte seria duvida,
i os que as tro'as queobramem o nomo
la ConfederacSo coinpromotterarr>-s<< posi-
tivamente a exercer a autoridade fe lei;.l
em lo lo o eleitorado e a entrada das tropas
prussianss somante pela resolufSo do gabi-
nete de RerlimnSo be sustontada por ne-
nhum direito allegado de intervencSo. .
Ha gran lo difllciilJude en determinar
com exacti ISo a distribuicSo das foreas
respectivas dos exer.'itos allemSes, por-
quanto ordens severas tem sido dadas,
nSo sem rasS >, para impelir a defcobnrta
dos planos militares ao adversario ; porm,
se o governo prussiano nSo reunir na Sile-
sia om exercito muito maior do qua presen-
temente l tem, correr o perigo de ver essa
provincia invadida por uma forca superior
Jos allados do sul, logo que romp;rumas
hostilidades. ICsta circumstancia lia intei-
r.luiente nulavel, pnrque nfio ha nenhum
principio militar, sobre o qual Frederico, o
rao i mais conlinusmente insistase do
que a importancia vital para a Prusia, do
sustentar sua pcsicSo sobre a fronteira sila-
siana em tudas as suas conteslaces com a
Austria. Sua atlitude preseula mostra da
maneira a mais sitigular a extrema fraqun-
za natural de sua forma territorial. A aguia
com as azes abenas, qusl o reino di Prus-
sia tem sido alguums vezes comparados, es-
t ameacada no corpo e na aza oriental: o
nrojiclo deste duplo ataque, se assim'so
en le chamar, torna extremamente difllcil
toda a concentracSo de suas furias, o a pro-
babilidade de uma defeza feliz, ainda mes-
mo pondo de parle a questSo da possibili-
I mi t: da intervenan russa, he proporciona I-
menle diminuida.
Pdese esperar pois que consideracOes
militares nSo monos que obrigacOes polti-
cas terSo reforc'do a disposicSo recente-
mente mostrad a em Varsovia de ajustar essas
desgrscadas disputas de uma maneira ami-
gavel. Da uma forma ou de outra, o gover-
no prussiano deve acceder aos planos que
j foram adoptados pelis outras principies
potencias germnicas, abe de seu interes-
so habilit ir-so para ajuntar-se s outras,
em quanto o pode fazer sem deshonra. Es-
timaremos muito saber qua a uniSo federal
da Allernanha se acha restabelecida em uma
forma miis calculada do que a inliga dieta
para satisfazer as justas oxpectacfles da na-
cSo, equeo bem commiim da Alhmanha,
e na a promocao das intrigas austracas,
prussianis, ou bavaras, lie o objecta de seus
trabalhos; potm qualquer que seja a for-
ma dessa uniSo federal, ella ser sempre
preforivel i discordia a confusSo que tem
sido o resultido da intorrupcSo da autori-
dade. federal, o que tem pro luzi lo todos os
males que a confuderacSo linha por fim
prevenir, islo he, a intervencSo ostrangeira
nos negocios germmicos e a hostilidada en-
tro os dillerentes estados daquello paiz.
(Wem.)
FRANCA.
Os publicistas republicanos, bem como Mr.
de Lamartine c Mr. de Girardin, ao passo que
pareceui reconhecer a Impossibilidade de per-
inanecer-sc na conslituico at 1852, nao po-
dem concordar nos meios de deixa-la. Ha pri-
meiro que tudo una questau de data de grande
importancia. Urna revsao faria dcsapparecer
limitas anomalas, porm un dos grandea ser-
vidos que ella poda prestar seria prevenir a
coincidencia fatal da elricp do presidente e a
eleico da assemblca. Mr. de Lamartine pro-
pe o remedio depois da crse; porm nisso
ha urna falta a respeilo do lempo; e Mr. de Gi-
rardin mostra que a soluco de Ur. de Lamarti-
ne he conslltucionalmente fallando, cheia de
crros. Elle ciproba-lhe o transformar em cons-
tituate a prxima atsembla, a qual smenle
lera o carcter de legislativa, e uma das rasdea
que preveniraui essa assernbla de ter o carc-
ter e a autoridade de uma assernbla coustl-
ini nie he que ella nao ter 900 membros; com
efteito, segundo a conslituico, as cmaras cons-
iiuiiiti devasta t**r 150 membros mala do nue
as cmaras legislativas. Porque i* Apparente-
mente porque creo-se que quanto maior fosse
0 numero dos representantes tanto maior seria
a illustraco Com tudo he claro que Mr. de
1 .amaitine nio aprsenla o seu projecto de re-
visa i em mu lempo appropriado, e nao o in-
trodus segundo o regulainenlo. Mr, fle Girar-
din recoraiucnda outro plano ; elle ere que a
presente assernbla pode convocar umacousti-
luinte para faier uma reviso antes do mu de
niaio de 1852. Islo seria uma coma boa, po-
rm outr'os republicanos sustentara que nao he
coustltucioialmeuU possivel.
L.-UIIB-
uala.
Elles dizem que segundo o artigo 31 da coni-
lilulco, a assernbla nacional he eleiU "
tres annos e que laso significa, ao leu ver.
assim como ella nao pode durar um dia ma
tambera nao pode durar um dia menos. Se*
gundo esta interpretado, a constituale no
pode exercer poder emquanto a cmara actual
uo tlver completado seu periodo legal. Se-
gundo eite sjrstema liria iotpoiiivel desviar o
perigo da dupla eleio de 1812. Estamos dls-
postos a crr com Mr. de Girardin que ie a ai-
sembla converteiie o trplice desejo de uma
reviso em urna resolueao definitiva para os
Una de agosto de 1851, como pode fazer, lerta.
o direito de terminar sua existencia e convocar
a conslitulnte para o fins de aeternbro ou
prlaeip?* de outubro : povm le m ponto da


- -d


laclo o artigo 31 obrlga-a vivcr os seus lie
anuos, un ouiro prnccdiinciiio pode ser conce-
bid a. Qualquer coma pJe sasjpropusta pira
lar aliida des te laberinto, mila impedira,
or cxcmplo, segundo nos parece, a coexisten-
la d pnseme assembla coin a constiluint-'
"ncarregnda de fasrr a revlsio. A ultima de-
ve fomente'durar tres 111e7.es, pois a presente
asicmblca que'tome ferias por se lempo,
lima de duas cunen devr occorrer, ou a con-
liluinte reforma a coustituicao ou nao a refor-
ma. No primeiro caso, a nova eonsliluicSo se-
rla posta em execucap; no segundo, a legisla-
tiva continuarla sua sessao I udo isso lie urna
verdade mili complicada ;^n0riu n dupla ele!
cao de 1852que se deseja Dw^nir he uina coin
plicacao mnito mais InqifVssiMora. Infelizmen-
te nao estamos anda 00 fin das difficuldades.
Os republicanos da vespera, os puritanos da
legalidade, triumpham cm expectaco de ou-
tro obstculo, oqual previne a aopco ainda
un ,111o de un desejo de revisao. Este obsta-
culo est no artigo III, o qual requer tres Te-
ses a presenca de SOff votantes pelo menos, e
tres quartot dos suffragios espressos, al'nn de
tornar valido o voto de revisao. Como se po-
<1( 1 i obler 1..... tal 111111.11 1 que nenbum go-
verno nunca teve cm nenhuma assembla?
I'iu medida lie proposta, a qual consiste em
1 ;/.er concessoes anarchia, e espera-se que
ln-1 n I 1 aula* se podera rom 11 com os votos
da montanha, porm com esse modo de proce-
der perder-se-hio votos no partido da ordcin.
A ni 11011.1 requerida, parece, pois, impossivcl
deobter-se.
Que estranha cousa! Ha urna cmara Je 750
memoro*; )87 incmbros dessa assembla sao
le o|*ini;o que acoaslilui .10 leve ser modifi-
cada sol pena de causar os maiores perigos ao
pii/, 163 ineiiibros sineule naoqiierciu que
a coustituicao seja uiadilicada conseguinte-
niente lodosos nieios de salvaco sao denega-
dos ao paii:
I -(i grande inainria deve arrear sua bandei
ra dlante da minora a qual he omnipotente,
posto que pequena em numero, e observe-se
que o voto nao produtiria nenhuma inudanca
n 1 eoiiiiiiu v o, porm decidirla simplemente
que o paii deve ser consultado afim de decidir
se I lie convin que a consliluicao jeja reloriua-
da ou nao.
I'ma inaioria desconhecida dcbalio de todas
ascouslitiiices possiveis he requerida nao pa-
ra completar mu acto legislativo, porm para
abrir una consulta nacional, e he em o nomc
da soberana do povo que se decide fechar es-
te reenrso soberana do povo He como se
27,0(0,000 de Frauceies fotsem obrigados aiub-
inelter-se lei de 9.000,000 de seus concida-
dos e isto tein lugar debaiso de um regimem
que d poder as maioriaj. Nao ser isso uina
conlradico revoltante? Como poderemos del
xar de dizer que a lettra da coustituicao neste
ponto lie contraria ao espirito da propria cons-
liluicao ? e qual ser a resolucao da assembla,
' piando el 11 se aclia dcbaixo da alternativa 011
de observar rrgulamenlos lo extraordinarios,
to oppostos a todas asnoces admittidas em
materias de governo representativo, ou de dar,
pondo de parte laes reulamcutos, uoiaproba-
bilidade de seguran; a Franca I Ha urna cou-
sa que domina sobre ludo cesta he, quena
opiuio dos proprios republicanos da vespera
uina revisao he uina nrceisidade. Ora o que
lie oecessario deve ser possivel.
(CoiuiUliimei) '
(nando te i/uer facer urna revaiucHo, diz
um dos actuis conselheiros de l.ui/. .a-
ple Jn, re/era sempre disfarcar o mail possi-
vel o illrg l, releva servir-te dot termas de
tima conililuie para a destruir, e dos tn-m-
briii de um governo para o derribar. Esti
Simales mxima de fazer revulurOes he
fundada, sem dunda nenhuaii en um es-
tudio atiento da arta debaixo Je Cndices
mui favoraveis. O povo francez esli to
habita Id n considerar as revolueOes como
un expede .te ordinario em controversia
poltica, que os ditos de seus estajistas so-
breest ponto silo dignos de peculiar res-
peito, e se a prosima operacSo deve ser di-
rigida tecundum urtein, podemos antici
par que o proieclo de accSo ser tra-ga
do pela regra que cima citamos, e dar
pleno crdito aos amigos do presidente pela
sinceridade.de suas recentes d'siprove(5i>s
a respeito do golpe de estado fallado. Em
temos simples, assembla nacional derc
ser in.luzida a dMretar q-ta a conslituico
qutl ella 1110.1 obediencia se substitui-
da torcerlas outras formas de governo, e
isso, liein como em outra occasiSo ja ob-
servamos, s podesereUeiiiiado no mteresse
ile Luiz Na nielo s^m minores dillieuldjilcs
do que ale hoje lem lulo laes projectos.
Foi pin Isiitu perCcitatiienle comprehend-
do no lempo em que a eonsliluicSo fui com-
pilada, que sua revisSo seria imperativa-
mente exigida em n9o distante data, e *
cotitigencia foi formalmente reconliecida
pur disposif,esexprcSti mente inseridas,nSo
cerlamenle para facililnra operado,porem
para garantir a liberdade no processo. A
verdade lie que o regulamento proposlo foi
desapi rnvail.i pelo menos pelos nove deci-
mos da populsefio; porm como nenhuma
BUoria mui grandeoudecedida poda ser
produzida para concorrer ero uiua alterna-
tiva mais popular, o como todo o paiz lenh
espantadi) por profissOcs de republicanis-
mo que elle se envergouhava do falsificar, a
conslituico de novembro foi adoptada, po-
rm rom perfeila conscienci* de todos de
ijtie 11 p imvira oi'csii1osei ia 11 proveilada por
qualquer parlido dominsnle para neuliali-
sarou re vo gar faci. Debaixo deslas im-
rnes'Ges foi concordado e determinado que
iienlinma mudanza orgnica seria effeclua-
da em suas disposi(0es, excepto sobre a
m*nrn*tlr> H- amlilt ir;::: l.I.H A-..-
successivas tomadas em iolervallos de um
mez urna da outra, e decididas em cada ca-
so por Urna maiona de nao menos do que
tres quartos dos u-minos da casa. Kslas
precaucOes suppoz-seque operaran, como
urna barreira insuperavel contra as antigs
tcticas revolucionarias, e protegeran) a
assembla contra a.sorpreza de um assilto
poltico. Ha pois com urna so cantara aaaini
limitada ein aeus modos de accSo que tem
de baver-se os amigos de Luiz NapoleSo, e
eotnquanto seja verdade que urna audacia
vigorosa pode aissliar estos baluartes e
vencer oulros obstculos, mais todava um
tal ayulema de procoder nSo seria conforme
com a mxima citada a frente de nossas ob-
sarracas, segundo a qual a propria asaem-
mI deve ser o instrumento da revolueao. Ja
(arrsmos que neuliuui paral lelo exacto a
este, predicamento se poda Uescobnr nos
precedente* dos pritneiru lempos. Ilouve
res occasioe especia, as qoae* o pri-
meiro NapoleSo augmentou a aua aulonda-
de pessoal a cuala da eonsliluicSo ; a 1.a,
foi a 18de brumario, quandoelle substituio
o consulado ao directorio; a 2.', quaodo
procuran nders durac-j do sea posto
por toda a vida ; 3 ', quando couseguio
fazer-se oiieger imperador dos Krauctwes.
Caaietbodoa adoptado nessas rustei da
r, mstiCuicSo tem cotisiJeravel interesse em
tima conjurtora como a presente.
A famosa revoltrt;3o de 18 de brumario
; 9 de novembro de 1799 ) foi executada ds
maneira soguinte: NapoleSo, v-egressainlo
epiiiitinaiiienle do Kgyptn, achou-ae desli-
11 ido de toda a autnridade directa ro gover-
no, o qual era administrado por cinco di-
rectores inclusive o nbhade Sieye e llnger-
lluros, e duas cmaras iu conselbos deno-
minados dos Anciffos e dos Qtiinhontos,
formando este ultimo urna cmara baixa.
0 general entendeu-se logo com Sieyes, o
qual por sua influencia na cmara alta pJe
ter urna maioria sua disposiglo. Curo
este instrumento elles trabal taram. Ajus-
tou-se que urna commisso dos AnciSos
declarara o governo em perigo, por causa
Je tima conJoracSo jacobina e pedera
( como a eonsliluicSo os autorisava a f zer)
* reniocflo do corpo legisUliyo de Pars
pira st Clon l. o euccessodest* mocllo foi
aisegutado pela maioria a disposicSo de
Sieyes e sendo annunciado o decido aos
Quiulicntos, este corpo foi privado ((am-
bem pelas dispo-icO.-s da constituicHo) de
todo o direilo de discussSo ou dcliberacoas
at que as cmaras, se tivessem outra ves
reunido no lugar para o qual o vuto dos An-
ciSos as tinlia transferido.
Para facilitar mais as cousas, os Aunaos
foram convocados para.as 7 horas da r.ia-
nhiia do da 18,eos Quinientos par as II,
ie mi:1' que a legislatura poj 1 ser abs ilu
t iii-.-iiiu susp-iusa pelo decreto da primeira
cmara antes que a ultima podasse reunir-
se para proteslar ; entretanto qui a respai-
lo de cerlos memliros refractarios tere se
1 precaucilo de convoci-los tSo tarde qti
lito era provivel que elles comparecassem.
Kuilos estes arranjamentos, os dous estadis-
tas se,jararan-se.
I'inli 1 sido concor lado que quanlo as ce-
rnirs chegassem a St. ClouJ, Sieyes e Ho-
g'T-Ducos resignariam seus lugares no di-
rectorio e se deluzriain ou inlimi lariain
um ou nutro de seus collegas para fazer o
insmo. Como esla retirada deslroiria a
miioria pela qual o directorio obrav, llo-
va ser apreseutada como urna dissolucao
virtual do governo, e o consulado dovia ser
iintSo proposto cono urna med la de ne-
cessidade. Estes foram os mcios moraes de
a ce lo que foram emprega los ; os soccorros
materiaes deviam ser dados por Napolelo
em pessoa, oqual estara investido doco-n-
mando de toda a forr;a militar do districto,
debaixo do protesto de escorlar as cma-
ras aoseu novo lugar de sesslo. Todas os-
las medulas foram postas em execucSo com
perfeitnsuccesso, e se Mapolelo nSo tivesse
adoptado a suggcsISo de Sieyes de prender
de noitealguns 40 chefes da cmara baixa,
a rev.dueo tena sido mu engenhoiameiile
eirecluada, segundo a mxima citada, po-
rm os 500 foram infelizmente deixadosein
St ("lod cot tanto lempo para excilar-se
que tornaram-so eugovernaveis, e o e.npre-
go da baioneta foi julgado necessario para
acabar com o protesto que tinbam cmne; -
do a fazer e, o%nga-lus a evacuiiem a
casa.
O leilor nhs'rvara todava quilo esS'ilcial-
msnte estas o.iorarOes foram facilitadas pe-
la apoio indispensavel da maioria dicimi-
r alta ; e foi por este instrumento snme-
Ihsute qu 1 as revolucdes subsequentei f iram
tambem etTeitua las. Sieyes tinha-se negad 1
a tssistir a organis.ir;So d>. una constiiuicSo
previa pela rasilo de que seria indecoroso para
um lio ni 'in como elle, que liana na cabe; 1
vinte constiluicO's pnrfeitas, tomar par-
nos trabn'lios do oulros em uina tal obra ; e
esta notavl excuss foi gravemente aceiti
l'orn quanlo NapoleSo deixou-o depois
da 18 de brumario, com Inlifill autorida lo
a presentar suas concepctie* urna nova cons-
II ncil ) elnmid 1 do aun 1 VIII foi oroin li-
mente produzi la, debaixo da qual a supre-
maca sobre dous ou tres coiiselhos foi con-
IIida a um senado. Esse sena lo era vartual-
mente composto por inliviluos nomeados
por NapoleSo e por isso ljo que algumas
lemonstracdes popularen podiam ser pro-
duzi las para autonsar o moviinento, o se-
nado debaixo da dictacS.) de NopoleSo pro-
punhi oapprovav* os decretos requeridos e
humildemente levava ao prinieiro cnsul as
es il neo 's que tinham sido propostas sua
propria instigarlo. Ueste molo, elle tor
nou-se primeiramenie cnsul vitalicio, c
lepois imperador absoluto, sendo suas upe
rares gran lemente ajuda las pelo segundo
cnsul, Cambicri, o qual depois de veri
licar os desejos do seu superior, aproveila-
va-ae de sua poslco pira tomar a iniciativa
no s.nia l 1. Assim em cada passo da promo-
CSo de Napoleo o resol 1 a lo foi oblidn pelo
n.eio le um cmara inuente da loiislatu-
ra, ou dedicada sua foi tuna, ou sugeita a
sua inspeccSo, po'm acontecer o mesmo
presen lemente com o seu sohn ho ?
He um facto, o qual suggere notavetmen-
te algumas das fallacias do sulTragio uni-
versal, o nSo ter o senlimento apparenle-
mente dominante na maioria numrica da
pnpolacSo franceza iienhiima representa-
rlo na assembla que o voto da mesma
elevou ao poder. Tem sido allegado com
consideravel apparencia de verdide que a
mas-a do povo francez hecomparativainun-
teindifferente as prctencoesdos Irgilimis
las, orianila, ou niiprri a us\oS u piiiuoi-
ro cargo do estido e que seu genuino de-
aejo limfta-seao gozo da ordem interna e
da rrosperidade debaixo de qualquer ma-
gistrado que posea garantir laes resultados.
I.oiz NspoleSodiz que he esse o seu alvo
exclusivo ; e as numerosas representares
que r< cebeu em sua recente visita aos de-
partamentos, sullicientemente mostrara que
u( opimao de mullos elle tem dado boas
provas tanto de sua sinceridade como de
sua capacidad. C.erlameot'i tomando os
suffragios da Franca como elles silo esti-
mados pela eonsliluicSo, e nSo dando pre-
ponderancia a nada senSoa superioridade
numorica, concebemos que ha rasilo para
concluir que urna maioria da constiluinle
narion-.l deseja terminar a presente sita
(ao de negocios, qur por urna melamor-
phose do cargo do presidonte, qur por
urna prolongado do seu po ler. Todava se
allendermos para a assembla acharemos
rasea para crer que nem um dcimo de
seus 750 membros se preslaram ao promo-
ver os interessesde Luiz NapoleSo excepto
cosa mira aai seus privados e ulteriores
objectos. Nesse conselho nacionol o cun-
do do Cbambord tsm um partido, o conde
de Parla tem outro, o general Cavaignae ou-
lio e Mr. Ledro Holln outro ; Luiz Na-
polelo oflo lem neohum. Elle be sustnta-
lo polos conting'nntM daa differentes fac-
q0e, porque sua continn;o no poder as-
segura esst suspensSo provisoria que he
n-esentemonte o desejo dotodosi Aos seu
olhos elle conserva o governo in eemnun-
dam. Um tompo vira em que o erro da re-
volucSos^ra conheciloe confessado, e as
medidas tomadas revogadas, entretanto que
isso no tem lugar, a desorden) h evitada
0 ocamtio he leixado aborto para a Intri-
ga ou par adecsSo. TaessSi os sentimen-
tas da cmara nica com a qual Luiz Napo-
1 Se lom ;uo tratar, ella nSo promette- ma-
terias para nenhuma revolucSoque no in-
teresse do mesmo poss ser effeituad* pi-
los membros do governo, e nns termos da
eonsliluicSo oxislcnte.
( Timet )
Com*nunicado
Lendo, poracaso, noCorro do Novembro a correspondencia de Pcr-
nambuco, deparei com meu nome, c vi que
se me diriga urna censura por nSo ter,
como presidente do conselho geraldesa-
lubridadepublica, acceitado 0 desafio, que
aos mdicos desta provincia lzora o Sr
J0S0 Vicente Martns; entretanto ah So diz
quo"brovoco polmicas com cmicos, ra-
biscando mesmo artigos contra o governo;
o como nSo convetn citar a rcdaccSo des-
se jornal aaillusSo, passarei adizpralguma
couss, aflu de que seja mais escrupulosa
em publicar correspondencias emanadas da
mesma fonle.
Nonhum artigo encontr na lei provin-
cial n. 143, do 21 de Maio de 18V, que me
imponhaa obrigatjao de acceitar desafios de
qualquer individuo, que se proposer a dis-
cutir as vantagens da allopathia, ou da lio-
mospalliia; entretanto, logo que appareceu
aqu, ein 188, quein pretendeu sustentar
adoutrinadellahnominn, nSo s, como pre-
sidente do conselho, ropresentei em 28 do
Julliodosscannocontri seuexercicio, senao
combati, como medico, essa doulrina ;
o alu e-lio meus escriptos na colleccSo dos
trabalhos do mesmo conselh.i, e 110 Diario
de l'ernambuco. Mas0 que consegu ? Ter
a ciivccSo, que hoje deve ter o Sr. padre
mostr Miguel do Sacramento Lopes Cama,
e ser q asi ISo maltratado, quanto elle ha
sido ltimamente ; tendo-se at recorrido
a quem por di 11 huiro me insultassc.
Ainda nSo assignei escripto algum, qua
tratasse do thea'tro ; e creio que .isso era
bastante para que do meu nome. o 3o se ser-
vase o correspondente do Correia da Tarde;
mas, se alguma cousa tivesse publicado, ne-
nhuma 'dispo-icfio encontr na snpracitada
lei, que mejirbhiba de faze-lo... F, verdade
que a certa gent>, que do tudo quer fazer
{.monopolio, at especulando xm protec-
CSo ao thcatro de S. Isabel, nSo conivvm
muito que'se mostr a ) poblicn, que a
administracSo desse theatro tem abusado;
e alguns artigos cerca disso tem sido pu-
blicados nSo na Unido, senSo na Imprenta;
mas que lem isto com sade publiea ? Ja
deixei em urna s ocasiSode enmprir mi-
nhas obrigacOcs, como funecionano publi-
co, ou aquellas que, nSo sendo inherentes
no emprego que exerco, voluntariamente
contralii, e tenho sabido desempenhar ?
Diz o corrcsnndonte.do Correto da Tarde
que eu, por ter'andado pelas Bttropiat, o
ha ver lido algumas revistas Iheatraes, iulgo-
me habilitado para escrevor para o publico,
com autoridadede quaiilicarmademoisclle
Georgo de primeiro cmico de Pariz, prc-
valecendo-se esse correspondente de um
insignificante erro do compositor que
servio-se do artigo masculino em vez
do femiuino, nSo altendendo depois
prova, segundo mo informan!; mas isto
tSo miseravcl, que s me parece proprio
da peona de corto individuo, que eslava
especulando com os elogios, quo sem rasSo
diriga a todos os actores do theatro de S.
Isabel, para p ir esto modo nSo s continuar
u ter entrada franca, so nSo ver se poda
conseguir que su 1 beltesa fosse apreciada
or certa atriz; modificando dopois sua
-inguagem logo que nada pode obtor : sim,
s de pessoa capaz de descer ISO baixo,
que so devi.i esperar esse proesdimento,
quequalilico de vil, por quanto outro epi-
theto nSo Ihp posso dar.
NSosei se mejulgo habilitado a escrevor
para o publico, s porque tenho lido revis-
tas Iheatraes ; nem se estou autorisado a
transformar em primeiro cnico urna das
primeirat trgicas de Franca : o que sei,|
que alguma cousa tenho escripto, sem ser
por dinboiro, soque hei publicado nSo s
lem sido transcri po nos peridicos scion-
tilieos da corlo do imperio, se nSo merecido
elogios; o qu* sei, que conheco made-
moiselle lieorge Welmer mais do que o
correspondente do Corrtio da Tarde, lendo
lido o prazer de vc-la pela ultima vet em
1810, quando, com Mr. Harcl, foi obrigada
a retirar-sc do theatro da porta d S. Mar-
t n, onde cm eu beneficio representou,
com a companhfa do Theatro Francez, Se-
1111 ra mis do VolUiro ; e oque sei emfim,
que entendo de materias Iheatraes, e outras
pelo menos tanto quanto essa aguia, que
escreveess correspondencia, como oulrora
da corte escrevia para certo jornal desta
provincia, cm que sem pojo elogiava-se em
malaria nn ao O r.ohril'n An riijieiilia ViS
o correspondente do Corrtio da larde, que
t-m lido mlis do que revistas Iheatraes, o
que tem feito, o quo lom escripto ?
Diz mais o correspondente do Corrtio do
Tarde que eu estou zangado com o actual
euiprezario do thoalro deS. Isabel por ler
querido um camarote gratit; mas isto
tSo miseravel, que-nfio merece resposta, e
me convence que era exacta a ideia triste
que eu fazia desse orrespondente, que
me suppoem capax tle companha-lo em
suas dtteidat. Mas o correspondente, que
diz como seu, o que nao senSo urna ca-
lumnia publicada oto certo peridico, nSo
era um daquelles que, a troco de elogios,
tinham entrada franca no S. Isabel?
Diz tambero o correspondente que eu
provacifjdo pateadas no theatro, s me te-
nho coberto de ridiculo. N80 tenho pro-
vocado pateadas, e pareco-mo que nuuca as
provocarci; antes tenho com meu amigos
procurado .evitarlas, O que na Europa, em
Pars mesmo ninguem teria reprimido
em laes casos; invoco o lestemunho dos
Snrs. It.J. Uaratad'AlmeidaeJ. H. Borges
Dinfz aihoridades po!ioin. NSosei se me
tctifio por Isso coberto de ridiculo : o que
sei, que o corresppadente do Correio da
Tarde triste figura fazfa, quando oscrevi a
mSSSSSSBSSBSSSSBBSSBSSk
favor do theatro do S. Isabel; e trlstlssima
agora fax encallando'em urna correspon-
dencia, que som duvida selhe paga, e deve
er imparcial, mentiras revoltantes, o ca-
lumnias, que eneontra em peridicos s
errados cm o fin. do ensultarem, escriptos
pelo mesmo individuo, que outr"ora por
ilinheiro matralava-me, porque eu descutla
luslOcs bomceopalicas.
Diz emfim b correspondente que en ra-
la I seo mesmo artigos contra o Governo : is-
lo falso, e nSo passa de InsinuacSo, ja mui
sdica om nossa trra, e de que lanca m!Io
todo aquello que por si nfio se pode vingar
de quclquer funcionario publico, do quem
quer tiraroomprego, ou com quem se acha
cm lula. Ainda hoje pens livremente e
nenhum Presidente desta Provincia se rc-
cusou por isto a dar-ine atteslados mui li-
songoiros: nenhuma voz tem o governo pre-
cisado de meus servicos em materias es-
tranhas ao emprego, que exorco, e a minha
proficuo, que nSo me tenha achado aempro
P rompi, sempre decidido a concorrer pa-
ra o progrosso scientifico e moral de meu
paiz, o que a maior e mclhor guerra, que se
pode fazer a corta gente ; e nunca pergun-
tei o que se me dava. Desde a presidencia do
Sr. BarSo da Boa-vista at a do Sr. Conse-
Iheiro Honorio Hermto Carneiro LeSo te-
nho sido nomeado para commissOes impor-
tantes, anda hoje faco parto de urna, que
nada lem com a minha profissSo ; o creio
que nunca me recuse! de prestar os meus
servicos, qualquer que tenha sido a polti-
ca que domine ; e quando, no apparecimen-
to da epidimia de febro amarella, querei-
nou ltimamente nesta provincia, e tai-
vez ainda reapparoca, fui encarrogado da
direcefio de Hospital provisorio da lina do
Nogueira, nSo flz reflex3o alguma ao Sr.
Conselheiro Honorio ; entretanto todos sa-
bem que, como presidente do conselho de
salubridado, nao nhaobrigncSode encar-
ragar-medo urna commissSo, que poda
custar-me a vida.
N3i a primeira vez, que se diz, que eu
devia acceitar 0 desafio do Sr. J. Vicente
Martina, que a mim se nSo dirigir directa-
mente orno flzera ao Sr. padre Lopes Ca-
nia ; e para que nSo se repita ainda a mesma
cousa, quero-dar a razSo, que obrigou-me a
proceder pur este modo. NSo acceilei o
desafio, por que ja conhecia o terreno, em
quo devia combater, e sabia que nada se
fjanhava com essas polmicas cerca da
lomceopathia. pois que o povo que ha de
fazerjustica a doutnna de Hahnemann, e
os partidarios dessa doulrina s ganham
com essas polmicas, como confessou o-
mesmo Sr. i. Vicente Martins em seu Utdieo
ilo Povo, dizendo que, se se dirigir ao Sr.
padre Lopes Gama, so o flzera, porque que-
ra um bobo com quem discutisse, visto que
os mdicos por systema nSo acceitavam seu
desali. .NSo so nOojulguei prudente ac-
ceitaresse desafio, aenSo aconselhe ao Sr.
padre Lopee Gama que o njoaccetasse :
elle j deve estar arrependido de nSo
haver seguido o meu conselho. O que
conso|?uio? Metter por algum lempo
ridiculo o Sr. J. Vicente Mantins, que se
tem desforrado insultando-o. E convinha
expor-me a solTrer o mesmo trata manto?
NSo : bastam as descomposturas, que con-
tra mim tem vomitado este mesmo indivi-
duo, que outr'ora servia-* da inQuoncia,
que tinha no Diario-Novo, para maltratar-
me, dizen lo at que eu abusava de minha
posicSoofflcial para perseguir meus colle-
gas ; e isto porque se lhe pagava para defon-
der a homceopathia que, em falta de pessoas
proussionaes.queasustetitassem, teve de-
recorrer sua penna.
Sintiter sido obrigado a responder por
este modo ; mas nSo desejando que na
corte do imperio meu nome, queso lem si-
do citado com honra o elogio, continu a
servir de theraa ao correspondente do Cor-
reio da Tarde, jufguci acertado proceder
assim, para quo a 'odaccSo1 dessa folha co-
11 liega que esta sanio illulida; o quo po-
dora verificar dirginJo-se a pessoas sin-
ceras o imparciaes desta provincia, ou a
oulras, quo l existom, e me conhecem.
Rocife, 16 de Dezembro 1850.
Ur. J. a"equino Fonceca.
VAlilEvt'j.
ESTATISTICA DA RUSSI\.
As provincias russas da Europa conten
99,483 militas quadradas; a Transcausia,
2,825; a Sitiera, 208,600; O paiz de Hirgis,
30,000; as ilbas, 1,100; as colonial ameri-
canas, 17,500; total 359,524 mhas quadra-
das. O goagrapho Redoo calcula que o nu-
mero dos habitantes dessas vastas regios
anda por 60:600,000, contando-se entre el-
les, 50,000.000 de Esclavonios e 4:333,000 de
Polacos. O censo de 1763, segundo Schlo-
zer e Storch, deu urna populacho do
20:000,000 ; O de 1782 urna de 26:000,000 :
e o de 1835 urna de 55:000,000. as pro-
vincias russas da Europa a populacSo he
da 609 habitantes por cada milha quadrada
Os districtos iraispovoados sSoosdas pro-
vincias centraes, uos quaes cada milba
quadrada conloa) parto de 2,000 habitantes.
O minimwn da populacSo ^existe nb gover-
no de Archangel, no qual cada milha qua-
drada bu habitada apenas por desacota pes-
soas. Dos vassat s usaos, 30:5>2,uoo per-
tencem a religiSo grega, 6:744,145 so ca-
tholicos romanos, 8:409,330 protestantes,
1:604,767 judeus e 560,320 maliometanos.
0 resto dos habitantes periencem diver-
sas sei tas, ou silo considerados como resi-
dentes temporarios e estrangeiros. Publi-
ca m-se na Russia 154 peridicos, a aaber,
108 em rus.so, 29 em alemSo, 8 em francez,
1 em italiano, 5 na lingoa polaca, e 3 na
auliga lingoa lelticha.
(Yo/mar Zeltmg.)
(Da Tisut.)
lohokm raHis. Mr. Darcy acaba de
publicar n'um rclatorio apresentado ao go-
verno-francez os seguimos dados estad nu-
cos sobre a populacSo, as casas, ras etc.
das capilaes de Franca e d'lnglalerra.
A superficie total do Londres he de 910
milhes'de metros quadrados ; o a aua po-
pulacSo 1 milhSo 924,00o habitantes. O
numero das casas he de 840,000: o oompri-
nienio das ras he de 1 milhSo 126,000
metros: a superficie das mesma* ruaa
uio compreliendendo os passeios latera*'
lie de 6 milhOesde metros.
A superficie total .de Pars he de 84 mi-
llioes 379,016 metros quadrados. Popule-
CSo 1 milhSo 53,879 habitantes numero das
casas 99,596 oomprimonto das ras 435
mil metros; a superficie das ras nSo com-
proliendendo os passeios lateraos he de 3
milhoes e 600,000 metros quadrados.
Assim em Londres corresponde a cada
habitante urna superficie de 100 metros, o
em Paris de 34 smenle.
1 Em Londreacada casa contem, tormo
medio, 7 habitantes em Paris 34.
Noospacodo 24 horas o termo medio
da ciroulac3o nos cinco principaes passeios
de Paris he do 8,600 equlpagens; 4300 na
rua do bairro de Santo Antonio; 8,959 nos
Campos Klysios.
t Km Londres s em Pall-Mall defronte
do theatro da rainha passam por hora 800
carruagens, 13 mil por dia na ponte da
mesma cidade : e na de Westminster a cir-
culacSoannual he polo menos de 8 milhoes
de cavalgaduras.
(Rtpvbitqve.)
PoPDLiCaO EXaTIVa DI DIVUS08 KSTADOS
d* etjrop*. O censo suisso do 1850 di urna
populacSo de 9:893,831 habitantes por toda
a contederacSo, e admittiado que a auissa
tenha 1,791 leguas quadean, teremos urna
populacSo media de 1,340 habitantes por
legua quadrada.
A Baviera tem 950; a Prussia, 1,980; a
Austria, 1,990, e a Inglaterra, 9,980. A
Hespanha tem urna populacSo media 900
pessoas por legua quadrada ; mas se se at-
iende ao resultado de cada provincia, 011-
contram-se differencas consideraveis, pois
medida que em algumas provincias do in-
terior apones se encontrfm 600 habitantes
ror legua, n'outras o censo di urna popula-
nSo de 9,800, isto urna popnlac&o relativa
superior i de Inglaterra.
Segundo o censo que se est praticando
actualmente nos Estados-Unidos, resulta
que a populaeflo de varias capitacs, villas
e oulros centros teve um augmento de 117
por 100 no espaco de dez annos, que decor-
reram desde 1840 dala do ultimo censo.
A populacSo rolativa nSo podo comparar-
so anda i Europea pur causa do numero
territorial que os dimrentes estados abra-
can.
Phofundidadi dos MIRES. Os mares tem
regularmente poueo fundo as iromediaedes
dos continentes, tanto que o mar Bltico
apenas tem 191 ps de profundidede entre
as costas da Alemanha e da Suecia. No A-
drialico s se contam 140 ps entre Tencza
e Trieste. A maior profundidade entre a
Franfa e a Inglaterra nSo excede a 300 ps.
Os mares do Sul da Europa silo muito
mais profundos quo os anteriores:
A parte occidental do Mediterrneo pre-
se ser summamente profunda- A parte mais
estreita do estreito de Gbrnltar tem perto
do 1000 ps de profundidade ; um ponen
mais para o Este a profundidade ho de 3000
ps, e ao Sul das costas do Hespanha quasi
do 6000 ps. Para o Noroeste da Sardenha
nSo se encontrou fundo a ama profundidade
de 5,000 ps.
Pelo que diz respeito ao mar largo, a sua
profundidade he poueo eonheeida.
A urnas 950 militas aO Sul de Nantucket,
a sonda submergiu-se a 7800 pAr. Aos 7fi
gratis de latitude norte, o captSo Rosa nie-
diu mais do 6,000 ps na baha de Raflin.
Porm as mais admiraveis profundidades
encontram-se no mar do Sul: ao Oeste do
cabo da Boa-Esperanca mediram-se 16,000
ps; e ao Oeste de Santa "Helena no se en-
controu fundo aos 27,000 ps.
O doulor Young, fundando-so na theori a
das mares, se considera exacto calculan-
do-se 15,000 ps no Atlntico o perto de
20,000 no Pacifico.
Le-se no obtervador.
Estadstica religiosa. O Catholico jor-
nal de Genova aprsenla a seguinte estads-
tica do catholicismo dos Estados-Unidos em
1850.
Existem ai i 30 bispados; 1073 grojas;
505 capellas; 975 sacerdotes exercentto o
seu ministerio; e 136 empregados cm di-
versas commisses : ha 30 institutos reli-
giosos de homens, e 62 do mulheres; 99
instituices ocelesiastas, com 360 alumnos
que se destinam ao estado ecclesiastico:
ha tambem 3. collegios de educacSo, 91
escolas para os catholicos, sendo e/tas para
o sexo femlnino, e aquellos para o masculi-
no ; e 97 instituices de earidade.
A populacio catbolica ho de 1:233,850
almas.
NavbgacaO aura. Parece que esteva
reservada i Hespanha a honra de ter dqsco-
berto a solucSo do grando problema da na-
vegacSo aerea.
D. i. Montemayor fez om Madrid porania
una commissSo especial experiencias co-
readas de un pleno resultado, e que, se-
gundo se diz, resolveraui o governo aapres-
lar-lbe os tu* i os para a conslruccSo de um
grande apparelhor segundo o sen novo sys-
tema.
Kate aereostato, baptisado com o nomo
d'Kolo. devia ser lancado ao ar a 15 do cor-
rente.
O aereonauta hespanhol promette que,
seja qual or a direccSo do vento, ha-de
pasear os Pyrineos, atravessar a Franca e ir
a Londres receber do governo inglcz o pre-
mio offerecido ao sabio, que descobrir o
meio de viajar nos ares contra todas as cr-
reme aiuiopiiui las.
Tslrgraphos RLRCTaicos, O Coutrltr da
laGirontlt publica os pormenores seguintes
sobre as experiencia* que se fez com o tele-
grapho elctrico de Brdeos a Verden.
a Honlem ( 18 de Outubro 1 escolheram
eois pontos que de viam servir para ter lo-
gar a experiencia; um as ofneinas de Mar.
Colombier, perto da praca de' Richelieu, e
outro no edificio da escola de deeenho.
Era perto d'um hora da tarde quando
apesard'uma chuva que cala em torrontes,
acompanhada d'um vento insuporlavel, se
eleclrisou o fio conductor pondv em opnv-
municacSo os tfois pontos extremos. 0
xito mais felix eoroou esla primoira expe-
riencia ; a transmisiSo effectuou-so coin
uma rapidez incrivel, e as perguntas e res-
poslas sqccederam-se com Buenos interval-
lo queoqtiesenecesiiita par e.screvcl-as.
Tinha-se reunido um grande numero de
pessoas nos dois logare i menciona-
dos para observar^^^^^^H|t>tM^xpe-
riencas, e varios.^^^^^KTAieraBFdiO>-
rentes pergunUs, sempre nsUnUBeas, excedendo a velocida-
e da uansmiasao a quanto se linia podido
peiiaar
A deaordem da atraospiera nSo influiu


*v
Bobrea machina, ru funccionou com urna
regularidade nflo interrompicla por ospago
d'uma hora. O telegrapho elctrico, de quo
nos oecupamas, tem, sobre todos os outros
meios de commnnioagfio asados, a immen-
0i vantagem de poder funccionar com pro-
digiosa rapidez sem que o embaracen) aa
nevoas e o vento, lauto as trovas como na
luz.
Viimoa agora dar urna idea de como so cf-
fectua a transmissflo, limitando-nos a apre-
sentar o resultado sem entrar na analyso
dos molos aofentificos que os produziram.
Em cada urna das oftlcinas preparatorias
de (fie fallamos, onde estilo os dois extre-
mos do fio conductor, lia duas mesas em
cima das quaes oxistem dois quadrantes,
um collocado vertical o outro horisontal-
mente.
O primeiro d'estos quadrantes tem vinte e
quatro divises das que cada urna corres-
ponde urna letra do alphabeW, e urna por-
o de subdivisoes marcado* com cifras.
ate quadranto tem no meio urna especie
de agulha pue se movo com a nulo como se
quer. Um lio delgado de ac pOe em com-
municagfio jjfcsgulha indicadora com urna
pilha clectr collocada debaizoda mesa,
Sue electisa o Qo que vae unir-seao grande
o.conductorqueformaa linlia telegraphi-
ca. Quando sequer Iransmittiruma pergun-
ta faz-ao mover aagulba indicadora ao redor
do quadrante, fazeudo-a deter-se alterna-
tivamente em cada urna das letras que com-
pilo a palavra da pergunta. Se por exem-
plo se quer pergantar que hora ? apon-
iam-se com a agulha as lettras que formam
esta pergunta, e medida que cada urna
desta letras se designa no quandrante, a
corronte|electrio marca em um momento
no xtremo do fio conductor, no sou qun-
darnte horiaontal, ondeoutra agulba repele,
em um alphabeto igual, aa mesmas indica-
res. Desto modo apenas se assignalnu
c que hora i a ? a ofllcina do communicagilo
leu no scu quadranto liorisontal as mesmas
palavras.
0 emprogado do copiador respondeu m-
nediatamonte no seu quadrante vertical:
to oilo huras k as mesmas palavras so vi-
ra m instantneamente em nm quadrante da
ofllcina correspondente. O quadrante ver-
tical est destinado para transmiltir aa per-
guntas que se fazem a grandes distancias,
e o quadrante liorisontal recebe as respos-
tas. Dente modo duaa pessoas podom fallar
a camsideraveis distancias, e as pessoas que
estiverem presente podem ler faidmente a
sua converecu nos dous quadrantes, como
seestivesse escripia em um livro.
Sobra o fio conductor ha collocado um
electrmetro, por meio do qual se pode
medir aforca da crrante elctrica a sua
marcha, e observarse nfio sofireu variagfio.
D'aste modo se calcula tambom, com muita
exactidao, quanto perde a electricidade de
rapidez por causa das tortuosidades do ca-
minho que recorre.
Um sabio mui celebre mediua rapidez dal
centelha elctrica, e dosseus clculos, quo
encontrn oxactos a Academia das Sciencias
de Pars, resulta que a electricidade recor-
re 9O;0OO leguas em um seguifdo.
Na distancia de Brdeos a Verden, quo
de 23 leguas, a communicagilo se far com
Unta rapidez como se falla.
( Do ElUntUrU. )
COMMERCIO.
ALFANOEGA.
Reiulimento do dia 9.....7:531,568
Descarga para o din 27 di dezembro.
Brigue Novo Vencedor marcadoriaa.
Brigue Titania bac.lho.
Brigue Water Witeh Ucea.
Brigue -- Petrlsi dem
Barca -- Carila e Amelio podras.
CONSULADOGERAL.
Readimento do dia 24.....3:790,626
Diversas provincias...... 153,511
30 do regulamento de 7 de maio de 1850
c s.o-Para tudo mais que Blo esta deter-
minado pela presente clausula, segqir-se-
ha nteiramentis o que dispfle o regulamen-
to das arrematacrj is de 7 de maio.
Itecife, 25 de novembro do 1850.O en-
ginhelro chefeda segunda secgilo, loto Luis
Vietor lieuthier.Apurovado pela directo-
ra do conselho no dia 3 de dezembro de
1850.O director, ole Mamede Altes fer-
reira.Floranno Delir l'orlier.--Approvo.
Palacio do governo de Pernambuco, 11 de
dezembro de 1850.Soma Hunos Confor-
me. No impedimento do oflleial maior, o
ofTIcial Domingos los Soarei.
Conforme.O secretario, Antonio I'errei-
ra d'Annunciacio.
Declaradlo.
O arsenal de guerra compra azeile de
carrapitoe fio de algodfio : quem os ditos
gneros quizer fornecer, comparec no dia
30 do crrenle, trazendo sua proposta.
Avisos marilimos.
3:9*4,137
EXP0RTACAO.
Despacho wuuilimo no dia 24
Rio de Janeiro, bergantn) brasileiro Con-
ceicdo : conduzoseguinle : 698 barris com
98 quintad de chumbo, 25 rodas arcos di-
So, 8 fardos fio de vella, 6ditos cordisde
nho, 195 bailas papel de embrulho. 2 bar-
ricas esponj, 16 feixes arcos de pao 1,310
cacese 150 barricas com 7,681 airobas e
23 libras de assucar, 63 rolos de salea pir-
tlllia, 2 duzias de laboalo, 9 caixis e 2 bo-
cetis doce de caj e 32 caixas velas de car-
nauba,
RECEBUDORIA DE RENDAS CEUAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 24......452,099
edM ~
O lllm. Sr. inspector da thesouraria da
f zeoda provincial, em .eumprimenlo da
oedem do Exn. Sr. presidente da provincia
de 19 do correte, manda fazer publico
que nos das 21, 99 e 83 da Janeiro prximo
vindouro ir a praca parante o tribunal ad-
ministrsctrvo da mesma thesonraria, para
ser arremata a quem por menos flzer a obra
do segundo Unco da estrada do norte, ave-
riada em 8 633,966 ris, esdb as clausults
rapeciaes abaixo declaradas.
As pessoas que se propozereih a asta ar-
rematagfio compareci na sala das aessoes
do mesmo tribunal nos oas cima mencio-
nado pelo meio competentemente habili-
tado na forma do art. 24 do regulameuto
de 7 de maio do. crreme anno. E para
constar se mandou afijar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial d Pernambuco, 16 de dezembro de
1850. -0 secretario, Antonio Firrtira da
Anmtnciactj
Clausulad especiaet rfo arremalacio.
< t.'-Q* trbaluos e pbras denle lango de
estrada "rfio fe i loa' pela forma, sb as con-
dlcOe's, e do modo indicado no orcamenlo,
planta e ptjrliz, apreseotsdos nesta data a
approvagfiodo lixm. presideule pelo prego
de oilo coritos soisc'entos e Irinla e tres mil
nove centussesseUesais muris ( ris
633,966. j
2.*- m todos os pontos onde a estrada
nova coincide.ou encontrar-sa com o velho
caMfeho actual, devera ser dirigido 0 ser-'
vn;o lo modo tal que baja sempre um traa-
zito fcil.
* 3."-As obras arinriniarSo nopraao de
um mes, e lindarlo' ao de oito mezea, am-
aos contado* de confortslade com o art.
Para o Havre
pretende seguir at o dia io de
Janeiro prximo vindouro o multo
veleiro patacho francs Joieph
Prosper ; recebe alguma carga e
pa^sageiros, para o que tem bous
commoiios : os pretendentes diri-
ja mse aos consignatarios, J. H.
Lasserre & Compinhia, ra do
Trapiche n. n.
Sahira para Lisboa com brevidade por
ter parte da carga prompla, a barca portu-
gqeza CartolaSiAnella, doprimeira Marcha,
forrada e encavilhada de cobre, da qual he
capitSo Caetano Gaspar Pestaa: para carga
ou passageiros, para o qu tem os melhores
rommodos: trata-se com os seus consig-
na tarios Francisco Severiano Rabello & Fi-
Iho, ou com o dito capitto.
Para o Hio de Janeiro sahe
com a maior brevidade possivel,
por ter parte de seu carregamen-
to prompta, o brigue mclonal
Ledo : para o resto da carga e pas-
sageiros trata-se com o capito a
bordo, ou com Novaes & Gompa-
nilla, ra do Trapiche n. 3$.
Para o Rio de. Janeiro sabe a galeota
SanliuimaTrindada, de siperior marcha,
forrada e encavilhada do cobre, por todo o
prcaente mez por j ter grande parte da
carga contratada, quem oa mesas quizer
carregar ou ir de passagem, dirija-se ao
seu consignatario Francisco Alves da Cu-
nha ra do Vigario o. 11.
-- Vende-se o brigue denominado Pirati-
nim do lote de 204 toneladas, forrado de co-
bre, com lancha, bote, e todos os pertences
de aparelho, prompto para fazer qualquer
viagem, quem o pretender pode ir ou man-
da-lo examinar no ancoratlouro detronte
la eaeadtnha do paaaeio publico aonde eat*
fundeado : para tratar na ra da Cadeia n.
39 com Amorim IrmSos.
-3 -
D-se dinlimo |t*Mii.
de ouro : no paln Mi S l'e 1
Avisos diversos.
Aula de primeiras lettras.
O abaixo assignado avisa ao respeitavel
publico, que as ferias dess aula, na ra
do Mondego n 44, se aesbam no dia 7 de
Janeiro prximo vindouro. Outro siui, rei-
tera o annuncio que ha feito por diversas
vezes de que recebe alumnos externos, pen-
sionistas e meios pensionistas, para quem a
dita sua casa ofierece lodas as condicOes,
tanto de sslubridade como do cominodida-
de Poucos mezestem de vidsa aula do an-
nunciante, e todava ha sido rpido o apro-
veilamento de seus discpulos, para cojo
adianlamento o annnncianto nfio poupara
exforcos. Compromette-se tambem o an-
nuncianle a fornecer a aquellos de seus
alumnos que se quizerem applicar a msi-
ca vocal e instrumental, etc., mostrea com
a precisa aptidSo, sendo que ser escrupu-
loso na escolha delles. NSo se olvidar tam-
bem o annunciante de desenvolver em seus
discpulos as ideias de moralidade e reli-
gilo, e ao passo que ludo far pela intelli-
gencla delles nfio se esquecera de formar-
Ihes ecoraeflo, U abaixo assiguado tem to-
da a esperanza de silisfizer compli tamen-
le aos desejos dos pas de familia, qui llie
oonfiarem seas filos, assim como espera
que serflo devidamenle apreciados pelo pu-
blico os esforcos que bouver de fizar a bem
da edueafSo da mocidade.
Francisco da Salet de Atbuquerque.
liento Francisco de Araujo faz scienle
ao respeitavel publico, que por haver oulrp
de igual no me, de boje em rilante se assig-
nar por Bento Francisco de Araujo Cabra 1.
l'erguota-se ao vendedor da ra do
Queimado n 11, seo mercurio que annun-
cia be homosopalhico, visto que eataa bel-
forien.es estilo fra daa posturas munici-
paesP Se assim he adverte-se ao annunci-
ante declare ser o mercurio iiomceopatili-
co; do contrario, o liscal o multar, pois
ninguem pode, sem aa habilitacoes preci-
sas, vender medicamentos, aalvo ae decla-
larar nomceopalba. Assim o entende
O qutbru cailliras homwopatKieas.
Aluga-ae o segundo andar a casa n.
17 da ra do Collegio : a tratar na ra do
Vigario n. 7.
Jofio Ferreira da S Leitfio assignsr-
sa-ha de boje em diente JoSo erreira
LeitSe.
Precisa-se de um caixeiro que entenda
de venda d fiador a ana conducta : na
ra da Gloria n. 114, refinacSo.
Samuel Crabtree retira-se para fura da
provincia.
Francisco Gomes de Oliveira embarca
para o Rio de Janeiro o seu escravo, pardo,
de uome Luiz
O Sr. Francisco Branco deixou de ser
caixeiro do Trapiche do Hamos, desde o dia
90 de correle.
Joto dos Santoa Tinoco de Souza de-
clara qae ao Sr. capillo Manuel de Atbu-
querque Cavalcauli.Neco, do Buique.perten-
ce saesade do bilhete n. 3413 da lotera da
8. Jofio Baptista da Lagos, extrainJi ao Ro
de JatMire.
s Mi penhores
o, sobrado nu-
mero 3.
Antonio Jos Mureira Pontos comprou
de soce.lade com JuAo Antonio Callacio
Das, de Msmsnguapp, dous meios bilhetes
da quarta o ultima parte da lerceira nova
lotera a favor das obras da igreja rieNosia
S. do Livramento ns. 1123e 1125, e quatro
quartos da terceira lotera do Rio do Janei-
fro, a favor da freguezia da Lagoa, ns. 5763,
5755, 4851 e 4574.
Precisa-se de urna ams de leite, esers-
va ou forra i na ra da Cadeia n. 18.
-- O Sr. e a Sra. Arthiot dentistas chega-
dos de Pars, previnem ao respeitavel pu-
blico que ellos acabam de abrir o seu'gahi-
nete na ra da Cruz, no segundo andar ao
p do consulado Argentino n. 43 ; os ditos
professores leem um prodigiosisslmo es-
pecifico, novamento desenberto para curar
o mal de dentes para sempre, nfio havendo
inflammaQo, c no caso de bave-la, surte
o mesmo effeito depois de passar, teido um
grande sortimento da denles iucorrupti-
veis ; adverte-se que neste gabinete faz-se
lodas as pegas artiticiaes.mais em conta que
em qualquer outra parte ; e faz-so todas as
operares concernente a esta arte ; acha-se
tambem no mesmo gabinete bons pos para
limpar dentes, elixir torric?, agoa de botol,
ele. : os ditos professores i rao as casas
donde forem chamados.
Perdeu-se, no dia 22 do corrente, des-
de a Passagem da Magdalena atos Afufa-
dos, urna carleira, cnotendo dentro 58,760
rs. a saber : urna nota de 50,000, urna di-
ta de 5,000, du'ts dilas do 1,000, duas moe-
dinhasde prata de 1,280 e urna dita bespa-
nhola no valor de 480, cinco lettras da
quanta de 14 mil e tintos rs. assignadas
por Jofio Baptista de Oliveira, meio bilhete
da lotera do Livramento n. 1051, que cor-
re no da 34 do corrente e varios papis quo
de nada podem servir: quem a achou, que-
rendo restituir, dirija-se a ra do Catuc
dos Afogsdos, venda do Joo llespanhol,
que recompensar com 30,000 rs. no aclo
da entrega.
Rogo encarecidamente aos senhores de
engenhoa, devedores so cssal do finado Jos
Antonio Alves da Silva, hajam de vir ou
mandar pagar, na ra da Alegra n. 34,
a minha quarta parte que me coubeem par-
tidla, do total daa dividas que devem ao di-
to casal, pois nfio julgo os ditos Sis. em
circunstancias de pagsrem pelos meios ju-
dietaes ; podendo tambem entenderem-se
com o Sr. Dr. L'iz Coiifalves da Silva, mo-
rador na cldade de Goianna.
Morcellino Jos Lop'.s.
Antonio Machado Comes, da Silva em-
barca para fora da provincia o seu escravo
Venancio.
O Consultorio hoinccopathico, O
O ra do Collegio, n. 25, O
O Do Dr, P.di A. Lobo Moscoio. O
Q O Dr. Moscoso d consullas todos os O
das. Osdoentes pobres sao tratados "
de graca. Sserfio visitados em suas pr
casss squelles que nfio poderem vir 9
& ao consultorio, ou que suas moles- O
O lias nfio possam dispensar apresen- O
Q (a do medico. O
ooeoooooooaoi&oooo
Arremla-se urna cass no Caxanga, a
melhorque naquelle lugar existe, por licar
ao p da ponte e com banbo no fundo do
quintal, lendo a mesma alguns arvoredos,
seis quartos, duss grandes salas, corredor
levado, os pretendentes dirijam-seao tra-
piche do Barboza a fallar com Antonio Mu-
nu Machado.
No becco do Consslves, armszem do
Araujo, e na ra da Cruz armazem n. 33 de
S Araujo vende-se superior farinha em
saccas, mais barato que en qualquer ou-
tra parte, bem como no ultimo armazem
vende-se tambom sola, couros miudos, es-
patos e lijlo para limpar metaes, etc.
Quem annuneiou querer comprar urna
cadeirinha da Babia, dirija-se ao largo do
Caroio, sobrado novo n. 2.
Precisa-se alugar dous pretos para tra-
halharem em armazem de assucar: na ra
do Trapiche n. 24.
Furtararr, no dia 14 do corrente, do
cercado do sitio da Piranga de JoSo Baptis-
ta de Souza I emos, um eavallo corregador
baixo,ruco, rudado, declina preta e pe-
queo ; tem da parte direita urna mancha
branca e abaixo doquadril marca de ferro :
quem o denunciar ser gratificado com dez
mil rs.
- Precisa-se de ums tnulher que estejs
acostumada a andar com negocio de fazen-
das, assim como de urna preta moca para
carregar o taboleiro daa mesmas : adverte-
sa que ss pessoas cima referidas devem dsr
fianza aa suas conductas : a tratar na ra do'
Trapiche Novo, armazem n. 44.
Casa em Santo Amaro.
Aluga-se s casa de sobrado e sold, que
fdi do tinado Pedro Das dos Ssntos, com
commodos para urna grande familia, sitio e
viveiro peilencenlo a mesma casa: para
ver, na mesma casa, e para tratar, na casa
n. 3, defronte da ribeira do peixe, na ra
da Praia.
Quem precisar de nma criada portu-
gueza para qualquer servco de urna casa,
dirija-se a Ponte de UchOa, em casa de Tilo-
mas Donsley.
iloga-se aos devedores ds massa do fal-
lecido Henrlques Gamillo Ferreira, de vir
quanto antes para saldar seus dbitos que
tero com o mesmo fallecido amigavelmente
em casa de I. D. Wolfhoppo & C. ruada
Cruz n. 16, do contrario ver se-hSo obriga-
dos a cobranca judicialmente.
Na ra do Cabug loja da 4 portea, de-
zeja-se fallar ao Sr. Henrique Perera da
Silva, morador,na Varzea.
Aluga-se orna sala para hornero soltei-
ro, na ra do Livramento, n. I, primeiro
andar : nesta typograpbia, se dir quem
aluga.
Offerece-se para caixeiro de qualquer
estabelecimento, a excepefio de venda, urna
pessos com habilitacoes, dando Mador sus
conducta quem pretender; dirija-se ra
Nova n. 60, primeiro andar.
Precisa-se arrendar annualmenlo um
sitio bem perlo da praca, tendo planta de
capim para dous estallos, anda mesmo
prlneipisndo o arrenda ment em Janeiro qu
fevereiro em diante: quem liver annuncie.
Engomma-se e lava-se toda a qualida-
de de roupa com todo asseio e muita promp-
tidlo, por prego mais commoJo do que em
outra qualquer pane : oa ra de Aguas-Ver-
des, n.M.
-Francisco Jos do Paula propOe-se a fa -
zer qualquer escripturaefio commercial, do
que tem bastante pratica, iato mediante um
mdico eatipendio, po lendo quem quizer
utilisar-SB de seu preslimo, procura-lo na
ra do Aragfio, na Boa Vista, ou annunciar.
%m.mm.mmm9--mw>9m:mmmm
% O facultativo J. B. Casanova mudou 9
# o seu consultorio homceopathico da
8 ra da Cadeia para a ra das Cruzes
tn. 28, segundo andar, onde contina (f,
a dar consullas todos os das. Os po- #
' bresserSo tratados gratuitamente. A
S
Chapeos de so
Ra do Passeio, n 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento destes objectos de todas as co-
res e qualidades, tanto de seda como de
panninho, por presos commodos ; ditos pa-
ra senhura, de bom gosto: estes cbapos
sfio feito* pela ultima moda ; seda adamas
cada com ricas franjas de retroz. Na meama
casa se aclia igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
maefles servidas : todas estas Tazendas ven-
dem-se em porfjfio e a retalho : tambem se
concorta qualquer chapeo de sol, tanto de
hasteas de ferro como de haleia, assim como
umbelas de igrejas: tudo por prec.o com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol,
de marca maior, de panno e de aeda, pro-
prios para feitores de engenho, por serem
dos mais fortes que se pdem fabricar.
-- Domingo 24 do passado,
perdeu-se des le a Passagem da
Magdalena at a ra do Collegio
urna pulceira de diamantes enia-
da em peroles 011 aljfar : quem
a tiver adiado e quizer reslilui-Ia,
dirija-se a ra da.Cadeit do lie-
dle, primeiro andar da casa n.
38, que ser gratificado com a
quantia que valer a mesma ataca.
'Aluga-se pelo lempo da festa ou an-
nuMmenle a casa da dous andares, defron
te iie S. Sebastifio em Olinda, com commo-
dos para grande familia : a tratar na mes-
ma casa, ou na ra da Cadeia do II cifo, lo-
ja n. 50.
i9r99W99m9i999m%999%99
9 t'nulo Galsnoux, dentista
fe frunc /.. otTerece seu prest-
* 1110 ao publico para I oilo os *
# inisteres ? pode ser procurado a qual- *
9 quer hora em xua casa, 11a
al rualar;rado Itozario, 11. 36,
? segundo andar. #
Aluga-se o segn lo andar do sobrad
da ra Direita n. 20, com commodo para
grande familia: na ra Direita n. 93, pri-
meiro andar.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repnxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum, ns. 6,
8 e 10,
Compras.
Compra-se urna corrente ou cordfio
grosso, e urna medalha de ouro de le, sem
feitio : na ra larga do Rozarlo n. 48, pri-
meiro andar.
Compra/n se escravos de am-
bos os sexos ; na ra da Cadeia do
Hecife, n. 5i, primeiro andar.
Compra-se um carro de qua-
tro rodas em meio uso : na rea do
Crespo n. 3, ao p do arco de S.
Antonio.
Compra-se um caxorro de fila ou atra-
vessado,queseja novo ebrabo: na ruado
Livramento n. 14.
Vendas.
Aos 30:000,000 de rs.
Na ra do Queimado, loja n. 23, vendem-
se os muito afortunados bilhetes, meios,
quartos, oitavose vigsimos da terceira lo-
tera a favor da igreja matriz de S. Jofio
Baptista da Alaga, cuja lista ebegar no
primeiro vapor.
Aos 30:000,000 de rs.
. Na ra larga do Rozario, botica n. 42,
rereberam-se as listas das loteras do SS
Sacramento e do monte pi do Rio de Ja-
neiro, eahi foram vendidos os seguintos
nmeros da do SS. Sacramento, que sah-
ram premiados, a saber: 1987 400.000 rs.,
1912 40,000 rs.", 3146 40,000 rs., 3671 40,000
rs., 868 40,000 rs.; bem como bilhetes da
lerceira loleria a beneficio da igreja da ma-
triz de S. Jofio Baptista d'Alaga, chegados
ltimamente pelo vapor, 'os quaes vendem-
se pelos grecos seguintes : inteiros 22,000,
meios 11,000, quartos 5,800, oitavos 2,900 o
vigsimos 1,400 rs.
Novas caiubraias.
Vendem-se ricos cortes de cambraia abor-
tas com 6 vsras e 3|4, de listas e ramagem
de cor, fazenda mullo fina de lindos goslos,
pelo barato preco de 4,000 rs. o corte, chi-
ta decores muito miudinluS, pannos mui-
to finos, cores fizas, a 200 rs. o covado;
brins de linho amarello, cor de ganga, lista
v iadu, fm.ou.la uiuiiu fin., poio iiaiaiiasi-
mo prefo de 2,000 rs. o corle : na ra do
Crespo 11. 14, loja de Jos Francisco Dias.
Vende-se cera de carnauba : na ra da
Seuzalla Velha n. II.
Luvas de pellica, a 340 rs. o par.
Vendem-se luvas de pellica de cor para
homem, a 2*0 rs o par, em muito bom es-
tado : na ra do Queimado n. 16, loja de
Jos Das SimOes.
iMoendas snperlores.
Na fundicauae G. Starr 3c Gompanbia ,
em S.-Amaro acham-se a venda mdendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcefio muito (superior.
Lotera do Hio-de-Janeiro.
Aos 30:000,000 de ris.
Na prac,a da Independencia loja n 3, que
volta para aa ras do Queimado e Crespo,
vendem-se os muito sfortunadoa bilhetes,
meios, quartos, oitavos e vigsimos da ter-
ceira lotera a beneficio da igreja matriz
de S. Jofio Baptista da Lagoa. Na mesma lo-
ja estilo patentes as lisias da 25.a do monte
pi e 10." do SS. Sacramento do Rio de Ja-
neiro. '
Vendem-se amarra* ae ferro: n* rae
da Senzalla-Nova, n. 48. |
fundirao de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differentes modelos : na ra do
frum,ns. 6, 8 e 10, fabrica de
machinas e lundicSo de ferro.
At que a certa rain.
SapatSes de orelha e salto alio, feitos a
capricho no Aracaly a imitaefio dos de cou-
ro de lustro: este calcado depois de abitoa-
do a legitima graxa ingleza n. 97, imita
exactamente ao de pedimento: tambem che-
garam dos oulrfls ;sem orelhss, que se ven-
den) a 800 rs.: na ra larga do Bozario, n.
35, loja do l.odv.
SalMi-puri-illiu de SihI
para remover curar radicalmente todas as
enfermidades que proceden) da impureza
do sangue, ou habito do systema.
Esta medicina est opersndo constante-
mente curas quasi inenveis, de molestias
que proceden) da impureza do sangue. A
infeliz victima de moleelias hereditarias
com glndulas indiadas, ervos encolhi-
dos, e os ossos meios arruinados, ficou res-
ta belecida com toda suasade e forcas. O
doente escrofuloso, coberlo de chagas, cau-
. sando nojo a si mesmo, e a quem o servia,
'ficou perfeito. Centenares de pessoas que
tinham soflrido ( por snnos, a ponto do
desesperaren) da sua sorte ) molestias cu-
tneas, glndulas, rheumatismo chronioo
e muitasoutras enfermidades procedentes
do desarranjodosorgfios de secreefio e da
circulacfio, teem-se erguido quasi milagro-
samente do lelto da morte, e hoje, com
constituicOesregenoradas, com prazer at-
iestan) a efficacia desta inestimavel prepa-
raefio.
Comquanto tenham apparecido grandes
curas at aqu produzidas pelo uso desta
estimavel medicina, comtudo a experiencia
diaria aprsenla resultados mais notaveis.
New-York, 22 de abril de 1848..
Srs. A. B. e D. Sandg. Julgando ser
um dever pera com vosco e para com o pu-
blico em geral, remetto-vos este certificado
das grandes virtudes da vossa salsa-parri-
Iha, para que outros que hoje estfio sof
frendoestabelecam melhora sua confianca
e fac,am sem demora uso da vossa medi-
cina.
< Vi-me perseguido coro urna grande fe-
rida no tornozelo, que se eslendia pela ca-
nella cima al o joelho, lancava grande
porefio de nojenta materia, com comiches
que me privavam muitas noiles do meu des-
canso, e eram muito penosas de suppor-
lar.
() Sr. Inogo M. Connel, que havia sido
curado com a vosss sslsa-parrilha, recom-
mendou-me que eu fizesse uso dells, o de-
pois de haver tomado cinco garrafas liquei
peritamente curado.
Tenho demorado um anno mandar-vos
um certificado, para reconhecer com cer-
teza se a cura era permanente, e tendo ago-
ra a maior satisfazlo em declarar que nfio
tenho visto, nem sentido cousa alguma du-
rante todo este lempo, e acho-me perfeita-
mente restabelecido. Sou vossa, etc.
c Sarah M. Intire.
240, ra Delancey.
Nesta provincia "o nico agente deste ma-
ravilhoso remedio he Vicente Jos de Brito,
com botica na ra da Cadeia do Recife.
Millio novo a 2fjooo rs.
cada Mirra.
Vende-se no armazem do Braguez, ao p
do arco da Conceicfio.
Cimento.
Vendem-se barricas com superior smen-
lo, chogado no ultimo navio de Hamburgo :
na ra do Amorim, n. 35, armazem de J. J.
fasso Jnior.
l 0.000 rs. a ilu/.iu.
Verdadeiro e legiiimo champando A Y em
casa de Avrial & Irmfios : ra da Cruz 11. 20.
. Agencia
da fiindicoLow-Moor.
Rui DA SEN/AIXA-NOVA, N. ^1.
Neste estabelecimento conti-
nua a baver um completo sarti-
nento de moendau < meias moen-
U, par enenho; machinas de
vapor, c tachas de ferro batido
oado, de todos os tamaitos,
lara dito.
> N-i deposito da ra da Moda, n. 15,
# ha*para vender superior cal em pe- J
* dra, recenlemenle chegada de l.s- *
boa, em o brigue ConericSo-de-Ma- s
i ra, por prego rasoavel: tambem ahi _
? se vendem pesos de duas e de urna ^
? arroba, por prego commodo ; ha ^
T tambem effectivamente no mesmo 4
4^. deposito barris de mel para embar- ^
$Mtt*AM*M***9
.i.lllt'''* **** ****
Na fundiefio da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos m-
jelos.
Deposito de potassa ecal.
Vende-se muit" nova e superior potassa,
assim como cal virgemem pedra, recente-
meute chegada de Lisboa, por prego rasoa-
vel : na roa da Cadeia do Recife, n. 12, ar-
mazem.
Trcido de algodao trancada na
fabrica de Todos os Santoa.
Na na da Cadeia n. 53.
vendem-se por stacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
toga-se aos fregueses que tenlKm
toda attencao para o novo sor-
timento qae existe na loja da
raade Crespo,id. 6, ao p do
lampeao. \
Vendem-se cseas pintadas de cores fizas,
a 260e 280 rs. o corado; corles de brim
branco de linho puro, a 1,tSOrs.; ditos da
fusta muilo finos, a 5*0 e 640 rs: ; eassa
preta propris para luto aliviado, a 1*0 rs. o
covado ; vnarle de cor, a 90A r*. ; riscado
da linho para casaca, a 240 re. o covado, a
outra* muitas fazendas por prego commodo|


para
Vende-sc superior farlnha
gallega, em meias barricas : no escriptorio
de Deane Yonle & C., ou em seas armazens
o becco do Connives.
Cal e potassa.
Vende-se mais nova e superior potassa
que ha ao mercado, e cal virgem em pedra
chegada pelo uliimo navio de Lisboa, por
preco commodo : na na da Cadeia do Re-
cite, n. 50, a fallar rom Cunta & Amorim ;
assim como um restante de barris da mes-
ma cal, que (1co da safra passada, por ba-
rato preco.
Cobertores de la pete
esc ra vos.
J so vendem os acreditados cobertores
de tapete para escravos, a 720 ra. cada um ;
por issovenhama elles antes que se aca-
bom, ou passem para mai alto preco : na
ra do Crespo, loja da esquina que volta
para a cadeia.
Itap Faulo-Cordeiro.
Vende-se cITectivamente este exoellente
rap.na ruada Cadeia do Itecife, n. 50, lo-
lade Cunha& Amorim.
A i,Goo rs.
Vendem-se novos cortes de brini tranca-
do escuro com duas varas e meia cada corte,
a 1,600; rassa fra aceza de bom gusto,a 3,600
rs.; pecas do esguiSo de algodBo com 12
varas, a 2,400 rs. a pega ; coherlorcs de al
godSo de cures, a 720 rs. : na ra do Cres-
po, n. 6, loja ao pe do la m, eSo.
IVcas de esguiSo a a,5oo rs.
Na loja da ra do Queimado, n. 17, ao p
da botica, ainia tem para vender pelo ba-
rato preco de 2,500 rs. ; pegas de esguiSo de
algodflo, com 12 jardas, muito proprio pa-
ra camisas de senhora, |or ser mais largo
que o madapoln.
Para acabar vendem-se,
na ra do Queimado, loja n. 17, cassas fran-
cezas de 13a abertas, o de |adroes muito
delicados, a 400 rs. ocovado ; cambraias
>le cores modernas, a >60 rs. a vara ; chitas
francezas do melhor goslo que tcm vindoa
este mercado, a 320 e 360 o covado. DSo-se
as amostras.
Deposito de cal virgem.
Na ra do Torres, n. 12, lia muito supe-
rior ral nova em pedra, chegeda ltima-
mente de Lisboa no brigue Tarvjo-Terceiro.
( :abe julns inglezas.
Vendem-se cabecadas inglezas rolicas e
chalas, loros e silbas de la na ra do Tra-
piche n. 10.
Vende-se superior e muito
oova farinha de mandioca, chega-
da agora do S.-Catbarina pelo bri-
gne So'ares, ancorado na volta do
Forle-do-Mallos: quema quizer
comprar por menos do que em cu-
ta qualquerparle,dirija-seabordo
domesmo navio, ou ao escriptorio
de Oliveir1, l's va & C na ra
da Alfandega-Velhfl, n. 5.
Vend -se rafe superior de Paulo Cor.
deire; na ra da Cadeia do Itecife loja de
Jnflii Jos de Carvalho Moraes, e igualmen-
te se vende na mesma leja penas de ouro
com bicos de diamantes.
A ellas antes que se acabem.
Chegaram os procurados sapatos de cou-
ro de lustro do orclhas de 2,000 a 2,400 rs ,
obra forte: na ra da Cadeia do Itecife n.
9, loja.
8SSF.
Frinhaa nova da marca SSSF, chegada
ltimamente : na ra do Amori'n n. 35, ar-
mazem de J. J Tasso Junios.
i'otiii(la iinssin.
Vende-se potassa da Kussia, recentemen-
te chegada, e de muito superior qualidade :
na ra do.Trapichc, n. 17.
Superiores viudos.
Na ra da Cadein, n. I,
vendem-se excedentes vinlios de di-
[versas qualidades, tanto engarra-
Ifado, como cm barris, sendo do
Porto, Figueira, Ducelas, Madeira,
Cracaveloa, Colares, Moscatel de Setubal,
etc. ; assim como outros muitos gneros de
ptimas qualidades, e de que sempre esta
prevenido este eslabelecimento.
fortes de cnsemira, n 3,5ooo
a 4,ooo rs.
Vendem-se corles de casemir de cOres,
a 3.500 e 4,000 rs.; adverlin lo aos amantes
do bom e barato que esla fazenda he dos
melheres goslos que tem vindo ao mercado,
por isso recommenda-se que venham a ellas
antes que se acahem : na ra do Crespo,
ioja da esquina que volta para a Cadeia.
Cigarrillios liesuanlies.
SSorhegadoa os encllenles cfgariillios
hespanhes ao deposito da ra da Cfuz, no
Recife,, n. 49.
Madamn liosa lliudy. moilM
brasilelra, na rila Nova, n. 34.
Madama Rosa llardy tem o prazer de avi-
sar a todas as senhoras de bom gosto, que,
alm das fazendas j annunciadag, recenle-
menleaeacha provida de uoi completo e
esplendido sortimento de novas e finas fa-
zeiiuio, CGriinufiuu zir, ;;::j;imitu3 ii*ilc-
letea e capotinhos de furta-cores adamasca-
dos; ditos de diloa de diversas e ricas co-
res, feilos em Franca ; ricos capotinhos de
muito superior fil de linho ; lindos chapos
de seda para senhora de moderno goslo, e
despachados ha poneos das ; novo e supe-
rior groa de Napolles preto e furta-cor; no-
vas e delicadas franjas prelas, propriaa para
mantelete!; bonitas Irancss piolase de co-
res ; lin chamalote preto, de muita cunis
lela ; superior sarja pn-ta; luvaa de pe
Iica branca, enfeitadaS*, cun ricas flores e
requlfes, proprias para casamento; bonitas
e superiores romeiras de fil, brancas; di-
tas delinho bordadas ; peonas e novas ca-
pejas para calamentos o bailes; um com-
pleto sortimento de flores para chapos, das
mato finas que tem apparecido ; lindos leu
cinos de setim de cores para senhora e me-
ninas; e outras muitas fazendas que seiflo
tenles aos compradores
Lotera do Itio de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooo de rs.
Na ra estrella do Rozario travessa do
Queimado, loja de mludezas n. 2 A de J. F.
dos Sautos las ; venden-, se es multo
afortunado* bilhetea, meios, quarlos, oita-
vos e vigsimos da 3.* lotera a beneficio da
igreja matriz de S. Joflo Baptisla da Legoa ;
na mesma loja esto patentes as listas da
25.' lotera do Monte Pi, e da 1.' do S. S
Sacramento da corte.
3o.
Craxa n. 30, a mais superior que at bo-
je tem vindo este aterrado, pelo esmero
queosau autor te.n ltimamente emprega-
do. Esta graxa he a mais prompta em dar o
mais brilhante e atorado lustro, assim co-
mo a melhor para conservar o calcado : ven
de-se nos armazens de J. J. Tasao Jnior,
na ra do Amorim n. 35.
Vendem-se chapeos de palha
americanos, finos e de superior
qualidade : na ra do Trapiche
numero 8.
na do Itozariolargan. 22.
Vende-se um bonito molatinho, bom pa-
gem e de boa conducta, o que se afiance ao
comprador ; urna molatinba de 13 anuos,
recolhida. muito linda, propria para edu-
car-se, ou dar-se de mimo, e que ja tem
principios de costura ; 6 escravos. bons tra-
ballia lores de enxada ; 4 negrinhas com
habilidades ; e um moleque de 15 anoos,
muito liado.
As senhoras do bom goslo.
Vendem-se os bons borzeguins francezes.
gaspeados ede lino duraque para senhora,
dos ltimos que chegaram ao mercado, pa-
lo diminuto preco de quatro mil res o par :
na loja de Bellarmino dos Santos bolean, na
praca da Independencia n. 33, e na ra Ii
reita, loja com armado envernisada, n
50, de Jos Risilio de Mondonga.
Vendem-se, na ra do Cabug, loja do
Ruarte, agulhascantofas, a80rs. o papel;
correias de couro do lustro pira calca, a
400 rs ; fuzis para amolar facas em mrsa ;
tesnuras finas ; campainhas de nova inven-
gflo ,- grvalas de setim pretas e de cores;
e copos de vidro de cores.
Vende-se, na ra do Cabuga, loja do
liuarte, um tico oratorio de bom gosto por
70,000 rs.
Venderr.-se queijos londrino, ditos de
prato, hcelas de marmelada de duas al
meia libra, latas com sardinhas1, ditas com
ervilhas, ditas com superior chocolate de
Lisboa, seiras com superiores ligos de oito
libras, caixinhas com massas Anas paia
sopa, garrafas com vinho muscatel de Setu-
bal, ditas de dito do Porto e Madeira, gigos
com superior champagne, salame da Italia,
superiores presuntos poituguezes, paios e
chouricas, latas com hiscoutos inglezes,
sementes de ortalice de todas as qualida-
des : tudo muilosuperior e mais barato dn
que em nutra qualquer parte: na ra da
Cruz do Itecife, defronte do Dr. Cosmo, nu-
mero 46.
- Vende-se urna escravs muito bonita,
sadia e de habilidades; e urna dita propiia
para enxada. tendo com ludo algumas ha-
bilidades : na ra larga do Rozario, loja
numero 35,
Sao condeces.
lie na ra o Rozario estreila n. 13, anti-
ga padaria que fui do Cunha, onde ha um
sortimento geral"de condecas muito boni-
tas, azafates e peneirai: tu lo chegado re-
centemenl do Porto e por baralissimu
preco.
Vende-se a casa terrea n.
Uj, na ra tieS. Miguel dos Alo-
cados : a tratar na mesma.
Na ra Nova, n. 8, loja de Jos
Joaquim Moreira & C. ,
vende-se um rico sortimento de
franjas pretas para manteletes e
capotinhos, por preco rasoavel.
Chumbo de mullicad.
Vende-seno armazem de J. J. Tasso J-
nior, ra do Amorim, n. 35.
Maiitcllctcs, rapotlnlios .- cha-
peos de senhora.
Os mantelleles e capotinhos, que mada-
meTnarl esperava, chegaram Analmente
quinta-feira a sua loja, cada qtial mais bo-
nito, sendo uns na moda parisiense, outros
na brasileira, outros bordados, quesfloos
queapparecem du mais rico o de melhor
gosto at agora, por ser de forma inleira-
ineule nova e de seda bastante encorpada,
e outros furia-cores mui bonitos e novos ;
tambem tem chapeos de seda e de eseomi-
llla bordados com passarinhos e plumas ri-
cas, chapeos de palha de muito bom gosto,
os mais engracio* e bonilinhos chapos de
meninos o meninas de todas as idades,
guarnieres ja promptag para vestidos de
noivas e madrinhas, enfeites de bom goslo
para bailes e saraos, rendas de linho de to-
das as larguras, principalmente para baila-
dos de vestidos, transas de seda, franjas de
dita muito lindas, de umde.lo al um pal-
mo de largura ; tambem fazem-se ricos ves-
tidos para bailes e casamentos, du muilo
bom goslo e da ultima moda i na ra Nova
n. 32.
Vendem-se 15 aeges da companhia de
lieberibe na ra da Cruz n. 26.
(Queijos loudi-laos.
Vendoni-se queijos londrinos muito fres-
cos, latas conr hiscoutos, presuntos, caixi-
nhas com massas linas, lats com chocola-
te uecaueiia una, vinhos de ilieiry, setu-
lial, madeira secea e Porto, e outros muitos
gneros, que a vista do comprador se dir o
prego e se mostrara a qualidade : na ra da
Cruz, armazem do Manoel Francisco Mar-
ti ns <* Irmflo n. 62.
4
a-Vv-S
p*0-
tojas para senhoras o homens em urna
grande escolha, estojos para viagem con-
tando culher. garfo, faca, sacarrolha, um
copo para beber, tudo isto formando a me-
nor volume possivel; um lindo sortimento
de thesouras de todas as qualidades; nava-
Ihas do melhor ac coa os competentes afla-
iloroa de couro de anta ; facas de algibei-
ra, ditas romanas para caes ; caivetes para
limpar unhas : estojos para mdicos de um
novo gosto, ditos para limpar e tirar don--
tes; seringas para tomar ajuda ; canJieiros
de ama nova invencSo ; espingardas, pisto-
las de algibeira ; chumbeiro polvarinho, e
baleira ; urna grande escolba de chicotes,
bridas, cabecadas a loros para montara!
bridas, bridfles e chicotes para cerro ; ca-
ximbos com fumo ; fundas de todas as mo-
das,; pedras muito Anas para aliar navalhaa;
esporas de corris, de molla, de salto, de
tarraeha, e espoletas com muitos outros
objectos de utilidade, tudo pelos precos
mais commodos.
- No armazem do liarateiro Silva Lopes,
na porta da alfandega, ha um bom sorti-
mento para a fasta, a saber : castanhas com
ouricos ou sean elles, nozes em saccas de
una arroba a vontade do comprador, pas-
saa em caixaa, meias e quartos, Agos em
caixas, meias e .quartos, batatas novas e
massas de tojas as qualidades: tudo por
precos commodos.
A ao rs.
Vendeo-se flvellaadouradaspara calca e
collete a 260 rs. cada urna : na ra do Quei-
mado n. 16, loja de Jos Das Simes.
(.Iiiu'tiioj de S. Flix a 3,100 a
a eaixa
Vendem-se charutos de S. Flix RrandSo
a 2,100 rs. a eaixa da 100 i na ra do Quei-
mado n. 16, loja de Jos Das Simes.
Attencfio.
Vende-se urna linda crioula de 18 annos,
com principios de eostureira, perfeita en-
goaimadetra, cozinheira e com mui bons
cu-turnes, propria para ama de qualquer
casa de familia por saber lulo com perfei-
ciu : na travessa da ra Relia n. 6.
Cdigos do com me. ci.
Ynn'i'in-x' cdigos do commer-
cio brasileiro, que devem entrar
em execucio em I de Janeiro de
1851 : no pateo do Collegio, casa
do Livrb Azul.
Vende-se feijo mulatinho cnsaccado,
mais barato do que era outra qualquer par-
te : no Forte do Matto, venda de Joaquim
Francisco dcAlcm.
%) Vende-se doce de calda de todas as tf
fj qualidades de frutas, o mais bem fei- 4t
fe to possivel, em libras e em barrill- f
fj nhos, proprios para embarque, por *
i do n. 2, esquina do becco do Peixe- 0)
Frito.
'chincha para festa.
Vendem-se sapates de lustro a 2,500,
3,000, 3,500 e 4,000 ra : no Aterro da Roa
Vista, loja n. 58, junio a de seleiro.
-- Na travessa daaCruzes 11. 8 vendo-so
superior massa, ealrellinha, Sag, cevadi-
11 li.i e outros gneros, por preco mais com-
modo do que em outra qualquer parle.
Tinta de escrever.
Vende-se tinta preta de superior quali-
dade em frascos, em porcjSo ou a retalho,
por muilo commodo prsco : na ra da Ca-
deia do Recife n. 34, primeiro andar.
Cal virgem em pedra
chegada de Lisboa na barca Carlota e Ame-
lia, vende-se a preco commodo : no arma-
zem de Silva Rarroca, na ra do lrum, nu-
mero 28.
--Vende-se um ptimo cabriolet novo
com cavallo j ensnado : os pretendontes
podem dirigir-se i ferrara do Prancet L-
mar, no sitio do Campo Verde, no Corredor
do Hispo.
Vende-se um moleque crioulo, de 17 a
18 annos, com ofllcio de carpina : na ra da
Scnzalla Nova n. 7, segundo andar.
As casas de commercio.
I ni rico sortimento de livros em
branco de 5o lolh-s at 400, bem
pautados, riscados, de encaderua-
co segura e por precos commo-
dos : no pateo do Collegio, casa do
Livro Azul
-- Vendem-se pedras redondas para moi-
nhos : a tratar na ra da Cadeia do Reeife,
|lfffff'tff:ffffffffj
lartilhos, bicos verdadeiros e outros, fitae
le todas ka larguras e cores, transas, fran-
jas, luvas, caapos de palha. para meninos
n moninas, vestidos para as ditas, Atas,
catnbraias, lencinhos degarca e de seda,
veos e mantilhas para casamento, e mais
outras faxendas que so venderSo muito em
conta.
Na ra Nova, n. 8, loja de Jos
Joaquim Moreira S C. ,
vendem-se muito boas gravatas de mola, de
qualquer cor, pelo baratiasimo preco de
2,000 rs.; chapeos da rerdadeira palha da
Italia para senhora; ditos abertos ou arren-
dados do melhor gosto possivel; ditos para
neninas, tambem abertos e lisos; capoti-
nhos prelos de chamalote, que se vendem
por menos preco do que em outra parte ;
chaposxiohos de seda desabados que ser-
vem para crianzas de urna 12 mezes ; bo-
nete* de panno para homem, chegados pe-
lo ultimo navio de Franca ; mantas de gar-
cl, brancas e propriaa para noivas ; florea
brancas para enfeites de vestidos de cala-
mentos ; bicoa de seda brancos, largos e
imitando o melhor possivel os de blonde ;
luvas de pellica para homem e senhora ;
excedente couro de lustro francez ; sapa-
tos de marroquim preto para senhora, a
1,200 rs. o par; ditos de couro de lustro
muito novos, a 2,000 rs o par; toucadorea
dejacaranda, proprios para rapa zea soltei-
ros^a 4,000 rs.; e outras muias fazendas
por preco commodo.
Na loja de Moreira & C. n ra
Nova, n. 8,
vendem-se corles de gorgurSo de
seda para collete, a i,5oo rs. o
corte de covado e meio.
ACIDADEDEPARLS.
leauo.
eta))K agradi
aa pitada :
Itua do coilogjo 11. 4.
Neste novo eslabelecimento se acha sem"
pre um grande e rico aortimento de cha*
pos de sol, dos mais modernos e variados,
para homens e senhoras, tanto de seda co-
mo depanninho; lindo aortimento de ar-
macoes de baleia eom cabo de marAm, e
outras para se cobrirem de seda, que hSo
de agradar aos compradores ; chapeos de
sol, para homem, de chamalote decrese
pretos ; ditos de seda de cores, pretos, la-
vrados e lisos, de 4,500 rs. para cima ; ditos
com armacSo de ac, muilo fortes, de seda
ede chamalote ; ricos chapeos de sol, para
Na loja de Jos Joaquim Moreir a
& Companhia, na ra.Novan. 8 ,
vendem-se
lavas de toreal de superior qualidade para
senhora, a 1,000 rs. o par; bengatlas de
canna da India com ateos castoes, tanto
grossas como Seas, a 2, 3 a 4,000 rs.
Veodem-se relogios de On-
ro e prata, patente inglez : na ra
da SenzaHa-Nova, n. l\i.
Nb ruado Passeio-Publico, o. 19,
ba um rico sortimento deespelhos defrau-
da com quadros dourados de todos os la-
manhoa ; camas francezas de mogno e de
Jacaranda do uliimo gosto, cpulas, cor-
litinados e mosqueleiros para cama,' Upe-
lea, colchas de damasco, pecas de easaa ada-
macadaa para cortinados, guarniefles com-
pletas para i/nelUs, meias de algodio para
homem, ditaa para senhora, luvaa de re-
troz branco e preto, franjas e oordOes de
di (Te rea tes cores.
Rap a inerte
Vende-se este rap, qne peasoas que goatam da boa pitada : a reta-
lho, no Reeife, em casa dos Srs. havistVC,
Kaymond & C e Fonles & Irmflo ; em S.-
Antonio, em casa do Sr. Lody, na ra larga
do Rozario, n. 35 ; no Alerro-da-ttoa-Vista,
casa do Sr. Manoel Jos Guedes afagalhe^;
por atacado, no Recife, ra do Trapiche,
n. 14, segundo andar.
fffffffffffffff^Vfffl
^Depositoda fabrica deS
j .Todosos Santos, na ?
t Baha. 1
Vende-ae, ees casa de Domingo Al-*
>ves Malheus, na roa da Cruz, n. **,^
^primeiro andar, algodflo trancado da-^
*quulla fabrica, muito proprio para aae-^
.cose roupa de escravoa; bem conw^
^lio proprio para redes de pescare pa-^g
Bivios para velas, por prefo commodo.^
A sfaM*
Vendem-se queijos londrinos ltima-
mente chegados de Liverpool na galera Bo-
nita, assim como conservas de carne e fru-
ta, e mais outros gneros ltimamente che-
gados, por preco rasoavel: na ra da Cruz
n. 7, armazem de flawis & C.
Escravos fgidos.
_ da
enhora.de lindas sedase franjas, todo ,ima cr0ula de nome Felicidade com quem
'--> Na loja do sobrado amarello nos
-* quatro cantos da ra do Queimado n.
* 29, tem para vender um completo
,. sortimento decolles de vestidos do

WV#***V* f WWf tf
a>
ViiilioH superiores.
Vende-se excellente vinho decham- *
pagne, ditoa do Porto, madeira o do *
rherry.em pequeas porces at urna *
du/ia, aliaue.inlo se a superior qua- ^
lidade de lodos, oque se pule ver, 2
na ra do Trapiche Novo n. 18, em -^
casa duEioardo II. Wvatt.
#AAAA*AAAA.AAAAA*4i*AA9
Oabaixo assignado, quereudo acabar
com o resto da ago ardente que tem, se re-
solv a vender u.nas 30 011 40 caadas que
tem de araQa, ao prego ite 320 rs : em Fr
de Portas n. 92. Domingoi da Rita.
Vende-se urna inulalinha de 12 para
13 anuos por preciaSo : na ra dos Tano-
eiros n. 5.
N.Pomateau.cutilciroeamreirocom luja
no Atierro da Boa Vista,11. le.recoinmenda
a
>

seda, e brancos, fazenda superior em
gosto e qualidade; ditos decamhraia
de seda de 7,000 a 12,000 ris ; ditos
de ca mnala de cures, a berta cassas
de cores, gostos novos; chita frau-
ceza, padresdacassa ; seda de fur-
ia cores, propria para mateletea e
capotinhos; Posos uoriia'ios aecam-
braia de linho, muito ricos, proprios
para noiva ; pao de linho adamas-
* cado escuro, cor) 9 palmos de largu-
h^a- ra, fazenda inteirameole nova, pro-
* pria pira cobrir mesas ; e outras
j* muitas fazendas Anas du gosto e pre-
Z. (o muilo commodo.
0AAAAAAAA:*A*AA**AAA
Na loja demiudezaa da ra dos Quar-
tcia n. 24, vende-se rap meio grosso fran-
cez, ebegado ltimamente do Rio de Janei-
ro Na mesma loja tambem vendem-se car-
tas francezas linas e ordinarias.
~ Venle-se espirito de vinho a 1,000 rs.
acauada : no paleo do Paraizo n. 20, l-
veme.
Casa de moda* francezas le Bu-
c-sarrt Milloclicnii, Aterro da
fioa Vista n. 1.
Recebeu-ae pelo ultimo navio do liavn
um liado sortimento de modas verdadeira-
menle parisienses, consistln lo em chapeo
de seda, de palha e de montara para senbo
ras, vestidos para bailas e casamentos, man
teleles e capotinhos, plumas e nores, eolle-
nnhos d bieo verdaileiro. corles de cansaf
forrados por dentro e com cabos de mar-
Am, os mais bonitos que se pdem desejar,
e proprios para presentes de festa ; ditos
mais simples de seda com franjas e singel-
los, de 4,000 rs. para cima; ditos de pan-
ninho imitando seda, com franjas e sem al-
ias, de 2,000 a 3,500 rs. proprios para me-
ninas aodarem na escola ; chapeos de sol,
de panno para homens, de todas as corea e
dualidades, tanto de armicSo de ac como
qe baleia, de 9,000 a 3,500 rs.; ditos de
panno trancado, muito grandes e fortes,
com cabos de latSo e de madeira, proprioa
para senhores e feitores de engenho ; gran-
de sortimento de sedase pannos 'empegas,
de todas as cores e qualidadea, para cobrir
armaees servidas ; variado aortimento de
cabos de marAm dos mais ricos, e de outras
muitas qualidades para chapeos de sol, de
homem ; igual aortimento de bengalas e
chicotea. Tambem se concerlam e cobrem-
se todas as qualidades de chapeos de sol e
bengalas. Todos estes objectos se vendem
em por(So e a retalho, por menos prefo do
(ueem outra qualquer parte.
BKKSIOI. SALSA 1'AIUUI.IIA AMERICANA
Melhor 1 maii extraordinaria to manda.
('reservativa ufallivel oontra ai lebrel.
A salsa parrilhs original egenuia de lirrs-
10I possue toda aa virtudes para curar toda
a enferinidadcs que provem de uiu estado de
impureza de aaugue daa secrejes inorvda do
ligado e estomago, e em todos 01 caaos que ne-
cessilam reinedioa para puriear e robustecer
o alaterna. Em todo o caioi de escrophulas,
erisipelas, tlnha, erupcOe cutnea, mancha,
blIU, entUinacao e drbilidade no olho, en-
chacao daa glandolaa, dores lumbares, attec-
(ea rbeuinaticas, dore nos oo e na juntas
hydro'pesia, deipepiia, aathiua, dearrbea, dei-
euiena, tosse, resfriado,- enuainuiacao do
pulinde phtbiiica quando prove da obstru-
yo dos brouchlos em pexoa escropbulosa,
enlluenza, lodigesto, ictericia debilidade ge-
ral do systeina nervoso, febles aguda, calore,
eiilerinidade da molheres, eiilerinidade be-
liosas, e em toda a afecede proveniente de
uso moderado do niercnrio. sta salsa parrl-
Iha ae einprega com etlicacia rui todo o o-
bredito caso, e he reconbecida como a me-
lhor medicina que exite. O frascos de salta
de Kriatol teeni mais de quatro lamanho do
d taita de Sands entretanto que os de Ilristol
se vendem por 5.0O* r. t os de .Sands por 3,000
rs. Deposito central no Rlo-de-Janeiro, casa de
Vital .apupe, e em Pernarabuco na botica de
Jos Mara Goncalvc Ramo, na ra do Quar-
leia neirado ao ouarlel de polica,
Segundo as ultimas noticias recebidas
deFraiiga, os novos processos para a ex
trtceflo do estucar, assim .do canna cono
de beterraba, de que aa gazetat teem fal
lado Unto, ha perlo de 18 mezes, acbam-se
sempre no inesmo estado, lato he, estSo
sendo a inda esludados; todos a fabrican-
tes de assucar em Fraoga persistem portan*
to no emprego de carvflo animal em grCo, o
qual continua a dar os resultados maia sa-
tisfactetrios. A vista disso eremos fazer um
srvigo aossTntiores de engenho desta pro.
vincia annunciando o Manual ortico do fa-
brcanle Ututiucar coinpostu por A. Som-
mier e traduzidoem vulgar por *
Este manual ensina a maneira pela qual
os fabricantes de assucar devem. servir-ae
do carvSo animal em grfio, e bem assim os
meios pelos quaes evitarlo os accidentes
que pdem acontecer pela prepararlo doe
lillros mais ou menos bem feta, a maneira
d tomar o ponto, cousa muito importante
relativamente ao producto, os cuidados que
deverSo ser lomados para evitar a fern.en-
tacSo do caldo da canna, antes de sua dep-
rtelo, etc.
Vende-se a 2.000 rs. na fabrica de carvfln
5o,ooo rs. de gratifica cao.
Fuglo, 110 da 11 de abril do presente au-
no, preta alaria Joaquina.de nacflo Congo
de 30a 40 annos, baixa e choia do corpo,cara
larga, cor retinta, olhos vivse meios gran-
des, ftices groaseiras; tem um pequeo
sigoal de carne sobre o beico snperior do
lado direito do nariz. Esta preta j foi et-
crava do engenbo, eoanno passado era
dita preta audava pelo matto vendendo
miudrzas, por cujo motivo ella sabia quaai
todas as pftvoaces desta provincia; he
muito ardiloas e capaz de illudir a qualquer
pessoa que a nflo cunliera, pode incobrir a
sua fuga rom o negocio de miudezaa, pois
j outra vez que fugio foi pegada no engo-
lille S -Anua com um balaio te miudezaa
queandava vendendo. Quena pegar leve-a
a praca da Independencia, n, 17, que rece-
ber 50,000 rs. do gralilicacflo, e quem dol-
a der noticia certa recebei 20,000 rs.
-- Fugio, 00 dia 10 do crrente, oeecra-
vo crioulo, de noane Jos, de 40 annot, altu-
ra regular, cheio do corpo, olhos amarel-
los, rosto hexigoso, ps chatos egrossos ;
levou caiga de 19a escura : quem o pegar,
leve-o a seu senhor, no armazem de assu-
car, largo do Pelourinho, na. 5 e 7, de Ro-
mflo Antonio da Silva Alctntara.
Fugio do sitio da Taquffra,
no Allinho, comarca de Caruar, no dia 4
de novembro deste aano, o escravo Silve-
rio, crioulo, representa ter 20 annoa, bem
preto, baixo,secco.com urna sicatriz no ros-
to; tem o lado de um dente da frente que-
brado e he canhoto ; foi encootrtdo na po-
voagflo de Grvate,com destino a eslt praca;
lie bem fallante: roga-se a todos os capi-
ISes de campo que o apprehendam o levem-
no a pnvoagSo do Allinho ao reverendsi-
mo Sr. Pedro Manoel da Silva, ou nesta pra-
ca-, ou na ra de Queimado, segunda, loja, n.
18, que se gratificar com generosidad.
O mulatinho Agosttnho O
fgido.
Na noite de 11 para 11 do
correte ausentou-se o es-
r cravo Agoslinlio, pardo a-
0 caboclado, cabellos prelos e
lisos, ps grandes com os de- O
r dos grandes grossos e cambar Q
^ dos para, dentro; he fillio do O
q serto, muito Tallador e fo- S
& ta : roga-se as autoridades O
O
o
&
o
o
o
scus amigos e reguszes os saos olijcetos de...
rnellior gusto, entro os quaes. tem bouitas I e cambra la brancos ede cores, longos del animal, na ra da Concordia, n. 8, e
reJeasde lita (sed* vegetal) do Par, es-1 mo de cambra ia de linhoede algodBo, es-|na praca da Independencia, livraria n 6e"
&
O
na
a I
policiaes,-capil5es de cam-
po, assim como a toda e
jtittijwcr pcssi que c cr.- 5
corrtrar de prende lo e G>
conduzi-lo a seu senhor Bea- ^
to Jos Taveira, na rqa^a ^
0 Cruz n. ao, que nao s paga- o
? ra todas as desjiezas, como &
g offerecc urna generosa Te- $
0 compensa a quem o trouxer. q
-- Fugio, no dia 1 d)' noite do Monjei-
ro, 1111,1 mulata de naine~ Felicia, "Wade de
24 a 26 annos, rfOMda do corpo, cabello
caxitdo, quando /Ha pega-lho um pouco
a liogua,elevou vestido preto,.porm le-
vou outra roupa em urna Irouxa ; esta es-
tira va foi daParabiba, e he all morador O
senhor que foi del la, que be ourivea. Rega-
teas autoridades policiaes, ou qualquer
apltao decampo que a nronlrem, hijam
de pegt-la e levar a sua ara. D. Hara Ve-
nancia, viuva do defunto Antonio JosTei-
xeira titos, no Monteirb, ou a Jos Anto-
nio de ilagalhBea Bastos, que ser bem re-
eoaioensado.
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