Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07224


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Full Text

Anno XXIV.
Sabbado 30
partida o oonauuos.
Golaona e Parahlba, i egundas c sextas felrai.
RIo-Grande-do-JIorie, todas as quintas fciras ao
roclo-dia. V
Cabo, Serlnhiem, nio-FornWo, BorW*Calvo e
Maceld, noI.*,all e ti de cedan
Garanhun e Bonito, a$;e?.'i. .
Hoa-Viitae Florea, a le SV
Victoria, as quintas felra.
IWHt*- todos os das. '
EPHEMnUDES.
Nora, a 4, ao 20 m. d iu.
d...... .,. )t-'rec. a 11, ai 8 h. etom. da t
l-H.IM IU IDA. cheU# ,, ,Q a,2 ,, e |5m j^
Ulijg. 36, as 10 h. 13 da in.
'N
pntABA DiiiOJr

*I
N. 272.
Pritneira as 2 horas 6 minutos da tarde.
Srgnnda as 2 horas 30 minutos da manila
Duem.iP9Ao.
(adlantado.) 4f000
' 8/000
15#000
das da ais*ama.
85 Sea;. Catharlna. Aud. do i, dosorf. tilo m,
36 Tere. S. Pedro Alexandrlno. Aud. do J. da K
v. do clvel, e do do feltos da fazenda.
37 Ouart. t. Marga/ida de Sabola. Aud. do J. da
f. t. do clvel.
38 Qulnt. Gregorio III. Aud. do 1. dos orf. e
da m. da 1. v.
29 Sext. S. Saturnino. Aud. do J.'da 1 v. c. e do
dos teltos da fazenda
30 Sab. JffS. Andr.
1 Dom. S. Eloy.___________._____________
CAMBIO 1
29 DI OTI
Sobre Londres, a 28 1[2 d. por 1/000 ra.
a Pars, 333 por Sr.
Lisboa, 100. por cento.
Ouro. Oniai hcspanholas.....29/500
Moedas de 6/400 velha. 16/200
. de 6/400 novas 16/000
a de4|000....... /u00
Prata.-Patacde brasileiroi.... l/60
Pesos columoarlos..... 1/^60
Ditos mexicanos........ 1/700
a 30/000
a 1j3,
a 16V
a 9/200
a 1/980
a 1/980
a 1/780
DIARIO DE
1

PARTE CFF1CUL
MINISTERIO DA JUSTINA.
Le n. 6^2,
DE 1 DE 8ETEUBRO DE 1850.
>A* BOTA OMaNISACA A* CUABDA lUClOMU.
O 1MPM1O.
Dom Pedro por graca de J>ros e unnime ac-
clamaco doa pavos, Imperador Constitucional
e Defensor Perpetuo de Brasil :Faxeinoa sa-
ber a todos os nosss subditos, qua a assembla
feral decretou e nos queremos le seguate;
TITULO I.
DiiposiQes gerae.
Artigo 1.' A guarda nacional Instituida pa-
ra defender a consllmleio, a liberdade. Inde-
pendencia e lntegvldade do Imperio: para
tnanter a obediencia s lela, conservar ou
resubrlecer a ordein e a tranquilltdade publi-
ca ; e para auxiliar o exercilo de linba na defesa
das praca fronleira e coilas.
Toda a deliberado lomada pela guarda na-
cional a cerca dos negocios pblicos e ara at-
' contra a liberdade, e um delicio con-
Bstituicao.
f.* O trrico da guarda nacional consls-
rvlco ordinrlo deutro do mu-
nicipio.
$ 2. Em servico de destacamento dentro ou
fra do municipio.
$ 3. Rui servico de carpes eu couipanhia
estacadas para auxiliar o exercilo de linba.
Art. 3.' A guarda nacional ser organisada
em todo o imperio por inunlcipioa.
Quando porm p numero de guardas aaclo-
naea alistado* em um municipio nao ior sutil-
ciente para /orinar urna companhla ou bata-
Siio, poder o govrrno mandar rriinil-os para
se dm aoa de outro ou de outroa muni-
cipio.
Art. 4.' A org.nisacao da guarda nacional
aera permanente ; todava o governo, quando
julgar conveniente, a poderi suspender ou dis-
solver em determinados logare.
Km qualquer do dous casos ella ser cha-
mada a servico, ou reorganlsada, passado um
anno do dr em que e tlver verificado a aus-
pensio, ou dlsaolucio, te por le nao for este
prazo prorogado.
Art. 5.' Se a guarda nacional tomar drlibe-
racoessobre o negocio publicas, ou resistir
s requisiedrs legaes da autoridades, o pre-
sidente da provincia poderi suspende-la em
determinado logares.
Esta suapensio durar um anno. se antes
nao fr revogada pelo governo, ou prorogada
por le.
Art. 6.* A guarda nacional sera subordi-
nada ao ministro da justica e aoipre idele de
provincia.
Quando ae reunir qualquer torca em loga
onde nao esleja o ministro, ou presidente, II-
car 4 dlspoaicao da autorldade policial mal
graduada
Ari. 7.' A guarda nacional nao poderi tomar
arma, nem (orioar-se eiu carpo, aem ordem
do aeu chefes, que taiubem nao podero dar
esta ordem sera requisicJo da competente au-
torldade civil, excepto o caso previno no ar
ligo 82 da prsenle le.
Art. 8.* Henhuin coinmandante ou oflicial
poderi distribuir cartuxame pelos guardas na-
cionars, salvo o cara de requisicao competen-
te ; alia ser reapoaaavel pelea resultado.
Os mencionado ao* $$ 2 e 6. poderao ser
Incluido na lleta do servico activo, se volunta-
riamente ae prenarem.
Art 13. 0 servico da gaarda nacional obrl
Ktorio e pessoal. salva a excepce* declara
n'eita Id e Incompactivel com a fuocfdra
da autoridades que lem dlreito de requisltar
a (brea publica.
Art. 14. Serio dispensados de todo o servico
da guarda nacional, nao obstante acharem-se
alistados, quando voluntariamente se nao
preste m.
S I. Os depulados i atsembiea inai eg*-
faiiv, o utembro da* aaaesafctfas provin-
S 2. Osjulxes de orpho, promotores p-
blicos, e Inspectores de quartelrao.
S 3. O profeuore e oe Undante matri-
culado no curto jurdico, escoUs de medi-
cina, emlnsrloi eplacopae, e outra acade-
mias, ou escolas publica, com tanto que effec-
tivamente as frequentem.
A meina itencio poderi o governo conceder
a bem dos colleglo, ou escolas particulares,
que Ibe parecerem digno d'ella.
4. A pessoas efleclivaineote cmprrgada
no. servico Interno do hospitaes, e outroa etv
tabelecimenlos de caridade, podendo o gover-
no limitar o numero das dispensada quando
seja excesslvo.
$ 5. O offlclae honorario do exercilo e do
corpo d inunlcjnae* permanente da corte, o
daa exlincta milicias qae nao vencerem sold,
oa de ordenaacas e os da guarda de honra,
que- nio tiverem legalmente perdido a anas
intente, bem como o guarda de honra,
salvo o cato previno no artigo 56 da presen-
te le.
Ari. 15. Serio dispensado dotervico activo,
uao obstante perlencerem i lilla respectiva,
guando voluntariamente se na preitein :
' 1. O vereadore ettecllvos da cmara
munielpae durante o quatriennU, e o cu
supplente em quanto o lubitituirem-
S 2. Os empregados da administrarle* e
agencia do crrelo na cidade e villas.
3. O proprletirlo, ou um adminlatrador,
ou feltordecada fabrica, ou fazenda rural, que
contlver20 ou mal trabalhadore enecva-
mente empregados.
onde a numero d'ellet for en Ble lente poderi o
governo determinar que lorm rm companhla
e corpo dlttioctoa com teas offlclae proprlo,
Art 27. Sem expreteaemolivada requlsljo
da autorldade civil, a gaarda nacional de re-
serva no aeri chamada a aervlco lgum.
Art. 28. A forca de cada companhla deinan-
tari ser de 100 a 150 praca do servlfo activo :
todava o municipio, paroahia ou capella onde
te allttarem 80, poderi te urna eotapanhia
Art- 29. Em cada companhla de inlantaria
da differente claue biver -.
miiiii. .
numero de pracas.
---------
.---------------------- -
Capltao.....................
Tenente ................
Alfere....................
Primelro largeato............
Segundo argentos...........
Furriel......................
Cabo.................... ..
Tambores ou corneta.........
Si
*
I
a I
Art. 30. Cada batalho constar de aria a
olio companhla; mas no municipio que coo-
(Iver tmente quatro compaania poderi o go
verne formar um batalho.
Art. 31. O citado maior menor de cada
batalho constar de
I 1 enente coronel commandante.
1 Major.
1 Tenente ajudante. .
I Tenente quartcl metre.
I ClrurglSo com a graduaeiade ente.
I Alfere aecretarlo.
I Alfere porta-bandelra.
1 Sargento ajudante.
I Sargento qnartel-meitre.
I Tambor-mr ou cornela-roor(l., (argento.)
Art. 32. No municipio onde bouver so
mente dua ou tre compaabia, e que a go-
Art. 41. Haver eat eada commando npe-
rror um chefe de estado maior, com a gradua-
cao d tenenie-cnronel, escolhldo, sempre que
for possivel, d'entre os offlclae do exercilo;
dooapfudantes de orden com a graduacto de
major, e um ecreiario peral, um quarlel-mes-
tre, e un clnirgiio-mr com a decapilCo.
Art. 43. O chefe de eitado-maior teri a eu
cargo, alm do deveres que Ihe forem iinpos-
los pelos regulamento, a dscaliaaoio sobre os
instrumentos, armamento, corrame, muni-
edea e aiais obiecto fornerM; f ;!i >;*" ^
guarda nacional, e obre a instruccao, conta-
bllldade, e aicrlpluraco dos corno. Substi-
tuir o enmniafan ir superior as faHs ou Im-
pedimento, sem por issodeixar deesercera
funcedes proprias do seu posto.
Art 44. Os batalbes, corpo, esquadrdes,
companhias e sec^oes que na occasio em que
comecar a execucao d' esta le nao tiverem o
ioditpen.avel numero de praca do servico ac-
tivo, aerao extlnctoa ou reorganiaados confor-
me o resultado do novo aditamento, e quali-
ficaco fteral, a que se deve proceder,
Art. 45. A desposlcao antecedente tambcm
applicavel quelles batalhiVs, corpo, esqua-
drdes, companhias, e secedes que depoi de
posta em execucao esta le, ficarem reduzidos
a um numero de praca inferior ao que ella
marca. Os omelaea que sobrarem em oonse-
quencia da extinecao, ou reorganlsaco, de que
trata este artigo fleari aggregado ao cor-
po que o governo designar al que haja vaga
em que cutrem como eifectivoa
CANTLO II.
Bu nomtaiei pare o posto.
4. Um vaquelro, capaUz, ou feltor de ca- verno nio mandar reunir a outro para a eom-
-' posicao de um batalbio, como permltle a artl-
5o 3.*, formarn rasas companhias uan aeccao
e batalho ; a qual teri um majur coiomao-
dante, um clrurgiao com a graduaco de alfe-
re, usa (argento ajudante, um argento (ecre-
iario e utn (argento quartel-meitre.
O municipio que nao conllvereni infflcien-
te numero de praca para uina companhla com-
pleta, e nao forem reunido a outro, tero sec-
coea de coaipanliia.
Art. 33. Em cada eoco de companhla de
lufantaria baveri :
* TITULO II.
? D obrigaefio do gervigo.
CiPITDLO i.
0o tlUumtmlo, i aftsprnsM aV aareiro.
Alt. 9.' Serio alistados para o aervlco da
guarda aacional eui todo* o municipo do
imperio :
5 I. u* cldadloa bratllelro que tiverem
renda nrceUarl para volar na elelcoe prl-
mariaa, c a idade maior de IS e menor de 60
uno*.
C 2 0 cldidao lilho familia que tiverem
a IdadnWrcada no $ antecedente, aluda que
Ihe* faltefrnda nroprla, se a de scu pas for
Unta que, dlvida, caiba a quantia de 200f000
a cada um. Aquellas a queui nao couber esta
quantia nio serao alistados.
Art. 10. Exceptuio-se do alistamento :
5 1. Os que por niarirallaa incuravelt se acha
rem Inhabiliudo |>ara qualquer"ervi(0.
3. O eaadorea do Imperio.
3. Os ministros, o causelbelros d'eitado, e
o* presidente* de provincia.
S 4. O officiac, e a* praca effectlru do
exercilo e araada, do corpos pollclae pago,
e da (iuperi4*fnra* de archelros.
S 6. O cierlgo* de oroens lacra, e o rei-
giia de tMu a orden.
J 6. Os aiagletrados perpetuo*.
\ 7. Os earcereiro* e aeu* ajudante.
5 8. O Individuo matriculado na capita-
na doa porto* conforme a* condicoe que es-
tabrlecerem o* regulauenlo do governo.
Art. 11. Os guarda nacionaes serio clasii-
licado em dua Uta, aendeMun do* que de-
verein pertencer ao servlfo activo, e outra dos
da reserva. Todo* aquelleque neae acharem
comprefcendlda na excepife* do artigo 10,
nem forem poatoa na I lata denierva, perleo-
cerio do vto activo.
Art. 13. N lilla de reserva serio incluido*:
1. Os que por tpolestia Incuravelt te -
charem lncapazes para o servl(q activo.
2 O nialpre de 50 annos.
5 3. qypheV munielpae de orpbao e
pro mr^*sF pob 1 ico*.
S 4. O tabelllies e e^rives.
S 5. Os IntpasHere* ae quarteirao a offlclae
deiuica.
O governo poder limitar o numero da* ClB-
clae* de jusllfa que deverem er dlspen
do aervlco activo em cada dlstricto.
* 6. Osadvogados, mdicos, clrurgide et
ticario que tiverem tralo legitimo, a ell
nem em eflecllvo exercicio de sua* pr,
pe*.
da fazenda de gado, que produtir 50 ou mala
cria annualmente.
5. Ale' tre caiiei.re de cada uina casa de
cominerco, nacional ou eitraugeira, confor-
me a sua Importancia.
Art. 16. cidadao que for nomeado ou elel-
to para qualquer emprego que d dlreito a
requisltar a forca publica, deixari, durante
o seu ell'ecilvo exercicio, de servir na guarda
nacional, qur como limpie guarda, qur
como olllcal, mas continuar a faze-lo quan-
do cessar legaliiienle a raaao do impedimento..
Eta oisposieSo applicavel ao que a pre-
sente lei illapanaa do aervlco da guarda nacio-
nal em razio de aeoa emprego ou proAssdei.
Art. 17. O guardas nacionaes poderid tro-'
cara sua vez de servico com outro dame*,
raa companhia ou corpo, quaado perten(o i
inesina parochla ou capella.
Art. 18. 0 governo e os presidentes de pro-
vincia, poderid dispensar do servico da guar-
da nacional os chefes das repartiedes publi- j
cas, e oa seus empregados a pedido do* chefes,
quando exigir o servico da meimai repar-
tiese*.
Arl. 19 A* dispensa temporaria por qaae-
quer outroa motivos, aaiim como as liceo-
(a para oa guarda nacionaes e oinciae se
ausentarem, serio concedidas nos casos e pe-
la inaneira que deterinlnarem o regulamento
do governo.
Pode todava o guarda aacional ausentar-se
quando a urgencia do negocio asslm o exija,
com tanto que depolt prove ea urgencia
competentemente.
HUMERO DE PRACAS.
s
Tenente............. .....
lferes....... ...........
Primelro sargento........
Segando sargento..........
Cabo .................
Cornetas ou tambores.....
CAflTUl-0 11.
Da tualificacae i eUui/lcafUo m litl de lerrif
etico e da rturva.
Art 20. A qualificacio do guarda* nacio-
naes, e a *ua clasticacao em lisia do ervlf o
activo, e da reserva serio fritas em cada paro-
cbla, ou capella. ou no disirlcto de cada com-
panhla ou corpo, como deterinlnarem os regu-
lamento, por um conselho de qualiticaco,
com recurso suspensivo para um conselho de
revista, e d'ette, sem autpensio, para o gover-
no na corte, e par oa presldete oa* provin
O reeurso compete nao s ao proprlo cidadao
indevidaineate incluido ou excluido, mas Um-
bem a qualquer ofncial ou guarda.
Art. 21. O conselho de qaaliBcaf 3o era com-
posio de officlaes da guarda nacional : e o con-
selho de revista do ofncial mala graduado de
cada municipio, do julz municipal, e do presi-
dente da cmara. Onde nao houver luis muni-
cipal, nem sabselluto, ervlra o delegado, ou
aubdelegado de policia.
Art. 22. O parochos. julae de paa. delega-
do, ubdelegdo e quaeaquer outro funecio-
narlo publico saoobrlgados aprestar oa
clareclmentoa a eu alcance, de que a* conse-
lho possao precitar para bem curaprlrem o*
seu deveres.
Art. 23. O cidadao, depoi de alistados,
nao aeixaro ae pertencer a guarda uaciuuai,
nem teri lagar a baixa senio por motivo ex-
preuaaaent declarado na lei.
TITULO UL
Da orginstao da guarda nacional.
capitulo i.
De reparlirSo 4a /erra, coaipaipeo e*> ecrpoi.
Art 24. A guarda nacional de InfanUria teri
organisada dentro do limite de cada munici-
pio por lecce* de compaobia, companhia e
batalbes.
Art. 25. A repartico em eccoes, compa-
nhia* e batalbes, bem como a deigna(ao das
classes, sera flt pelo gorerno no municipio
da edrte, e pelo presidente na provincia,
com dependencia de approvacio do meaino
governo,
A parMa aerao marcada* no municipio da
corte pelo governo, e na provincias pelo pre-
sidentes.
Art. 36. O guarda* da lista da reterva serio
repartido* pelas oocupanhias, de maneira que
possao ser chamados a servico. em caso de'no
ceuidade, a juizo da autorldade civil que han
ver de requitar a forca. No lugar*, porem,
Art 34 Jl a veri igualmente accede de com
panhia, companhla, esquadrdes e corpo de
cavallaria no (osare ande o governo julgar
conveniente i eillencla d'csta arma.
Art. 35. Aa compaobia de cavallaria cons-
tarid de 70 a 100 praeas.
Em cada secf ao ou companhla haveri
NUMEKO DE PRifA.
rapitio.................
Tenente................
Alfere*................
1 .* targento............
2.* argento...........
Furriel................
Cabo*..................
Clarira.................I.
8
S8
o
Art. 36. Um corpo de cavallaria conatari de
dous at quatro esquadrdes e cada eaquadro
de dua companhias.
Art. 37. O estado maior e menor de um cor-
po de cavallaria conitari de
I Teen te-coronel commandante.
I Majar. .*
1 Tenente ajudante.
I Tenente quanel-mestre.
1 Clrurgiao com a graduaco de tenente.
1 Alfere secretario.
1 Clarim-mdr ( 1*. ssrgento. )
E de tanto* alfere* porta-ertandarles quantos
forem oa ranisadrdes de que le comnozer.
rt. 38. O iquarfrdes qae nio enlrarem na
compoilcao de corpos terao o aeguinte eaudo
maior e menor:
1 Maior commandante.
I Altere porla-etUndarle.
1 Clrurgiao coai graduaco de alfere.
1 Sargento secretario.
1 Sargento ajudante.
1 Sargento quartel-mettre.
Art. 39. O governo poder tambero crear
na provincia, onde formilter, companhla,
batalhdea ou corpo de artilharia, dando-Ibes
a organteaciio que inai convler.
Art. 40. O* corpos da guarda nacional po-
derid ter bandas de msica por conta dos
offlclae* e guardas que voluntariamente con-
correrem, sendo poreni o numero e o farda-
mento do msicos approvado palo governo,
on pelo presidentes
Art. 41. Fica extincto o poeto de coronel
chefe de legiao, e os do respectivo estado maior
creado* pela le de I de aguato de 1831.
O governo poder crear commando* upe-
riore oiide o julgar necesirlos, com tanto
que nao baja mal* de um em cada municipio.
O commandante superior tari a graduaco
e honraa de coronel, quinao por outro titulo
Ibe nio compiti malar*,, e eu devere e
altribulcde serio especilicado* em regula-1
mMto,
Art. 46. O* offlclae* Inferiores, asslm como
o* cabo, corneta, tambores e clarn, serio
nomeados pelo commandante do corpos,
precedendo proposla do commandante das
companhla a que' pertencerem, e erio re-
baixados smente quando cometterem falta
notareis no servico, havendo exame do caso
par um conselho composto de trea offlciaes, i
vida de cujo resultado decidir o commandan-
te do corpo.
Para cada urna das companhia avultas e sec
cor aeri a nomeacao fclla directamente pelo
respectivo commandante. *
Art. 47. Serio preferido para ofHclael in-
feriores os guarda que eallverem legalmente
Isentos do recrutamento para o exercilo e ar-
mada.
Art 48. A nomeacao doa omciae subalter-
no e capilie era feita no municipio da cor-
te pelo governo, e na provincia pelo presi-
dente, sobre propone dos chefes dos corpo,
e nfinuacao do commandante superior, onde
o houver, ob*ervando-e a ordem gradual do
accesso.de surte que ninguein seja nomeado
ir lenle. >-u capilao aem haver oceupado o pos-
to liiimerliataiiiente inferior.
Exceptuio-se d'esta regra oa cirurgidea, que
poderao ser escolhldo dentre os simples guar-
da, alada mesino da lista de reserva, preferin-
clo-se, sempre que for possivel, os que tiverem
titulo conferido ou approvado pela escolas
de medicina do imperio..
Art. 49. Os majares e ajudante serio no-
meados pelo governo d'entre os offlclae do
exercilo/ Em quanto o governo nao julgar ne>
cessaria essa nomeacao servir de major um
capital e de ajudante um subalterno, que se-
nio designado na forma dos regulamenlos.
Art 50. Tambem ser feila pelo governo,
precedendo proposta dos presidentes de pro-
vincia, a nomeacao dos coinmandantes dos
batalhOe, corpo, secedes de batalho e es-
quadrdes avulsos, a qual poder reoahir em
qualquer guarda que possa ser officlal.
Art. 51. A nomeacao doa coinmandantes su-
periores, e dos chefe d'eslado maior ser feita
directamente pelo governo; esobre popostas
do primelro, informada pelo presidentes
da provincia, serio nomeado o ajudante*
d'ordens secretario* gerart, clrurgides mores,
e qnarteie-mestres, preferindo-ae, quando se-
ja possivel, os offlclae que e acharem avul-
sos ou aggregado.
Art. 52. Quando o governo nomcar olficiaes
do exercilo para os commando superiores das
capftaes das provincias de primeira ordem, ou
das fronteiras, poderi arbritrar-lbe a gratn
cardes que forem razoavris.
Art. 5'!. S poderao ser nomeado offlciaes
o guardas que tiverem a qualidade de elel-
lor. excepto a idade, e que roidirein no dls-
tricto do corpo.
A respriio do lilho familia, que no ti-
verem renda propria, obervar-ec-ha a dltpo-
cao do 2 do artigo 9,* da presente le.
Art. 54. Na*, povoaede onde houver mals
de um corpo ser permittida a residencia dos
offljflacs em diverso dlnrlcto.
O govrrno poder tambem conceder-lhe
passagem de un para outro corpos existentes
no districlo da sua reaidencia, quando haja
vaga, ou por troca entre elle
Art. 54. Para o servico activo serio nomea-
do o offlclae d'entre o cldadio compre-
hendldo na lista respectiva, e o me sino te pra-
tieari a respeilodo* da reserva.
Art. 56. Oa officiae* da extincta milicia
que nao stencem odo, o de ordenanca, e oa
da guarda de honra, que nio tiverem legal-
see *.^Ma usa nai**.^ rrunlci
o requisitos eligidos por esta lei, poderao se
nomeado officiae da guarda nacional, fican-
do-lbe a liberdade de nao aceitar o poiloaque
forem inferiores s graduace de queja gosao.
Eata dlsposfcao c tambem applicavel ao
officlaes honorario do exercilo, e do corpo
< munielpae permanente da corle, e aoa
guardas de honra.
Art. 57. Todos o offlclae da guardajgclo-
nal terao patente, e por ellas pagaran d novo
dlreito, a lm do sello, a quantia equivalente
a Um me do nido que competir ao offlciaes
de llnha de iguacs posto.
A titulo de emolumentos soe cobrar na
secretaria d' estado, e as daa presidencial a
tilma parle da importancia do novo dlreito,
cando abolida qualquer outra imposlrio, a
que estejao sujellos taea diploma.
Os promovido de um a outro posto pagard
de novo dlreito a quantia equivalente i di'e-
renfa do toldo; e o* tilulos passados aos of-
Hclael do exercilo para lervlrem em coin-
miisio na guarda nacional crio sujeiise ni-
camente ao sello.
Art 58. O novo dlreito daa patentes, que fie
pertenerado receita geral do estado, ser
exclusivamente applicado s dcspeasda guar-
da nacional.
Arl. 59'. O oflicial, antes d*er reoonbecldo
e ele obediencia constituirn eleis do Imperio
Para o acto do reeonheetmento da com-
mandante de um corpo nio serio abrigados a
comparecer os guardas que resldirem a dis-
tancia maior de duas legoas do logar da parada.
( Conlinuar-ie-ha.)
Commando das armas.
Quarlel do commando da arma na rlade do
Recife, m 29 de nnvembro dt 1850.
GRDEm >u a W. 11.
0< corpos do exercilo existentes nesta ca-
pital, na da guarda nacional, o o de policia,
que o Exm, Sr. presidente desla provincia
poz a minha disposico, para em grande
turada no largo do Collegio, solemnisarem
no di* 2 de dezembro vindouro, o vigsimo -
quinto nnirerssrio natalicio de Su Ma-
gestide o Imperador, se acharilo postado-i
pela manhSa na prac,a da Roa Vista, for-
mando dual divisos e quatro brigadas, pe-
la msneira seguinte :
A primeira divisSo comm*n lad pelo Sr.
coronel chefe de legiffo mais enligo, se
compor da primeira brigada formada do
esquadro de cavallaria, do primniro, se-
gundo e lerceiro batalhfles da guarda nacio-
nal ; e da segunda brigada pelo quarto,
quinto e sexto bstalhoesd mesma guarda;
tendo ambas por commandentes o< ofllciaes
que oSr. commandante superior da guarda
nacional do municipio do Hecife houver de
signar. V^
A segunda divisfio, que devora ser com-
mandada pelo Sr. tenente coronel Antonio
Mara de Souza, compor-se-ha da terceira
brigada formad do segundo bstalhSo de
cacadores e do corpo de policia ; c da quarta
brigada pelo primeiro e oilavo batalhOe
de cacadores. e pela companhia lita de ca-
vallaria do ejercito, lendo por comnmi-
dantes os ofliciaes que posteriormente no-
mea rei.
Um parque de artilhtriaria composto da
qualro boceas de fago, servido pelas praeas
da companhia de nvtifics, ao mando do
resi cetivo Sr. capilSo, se collocari no cen-
tro da columna, i qual segundo ordem
que Dea detalhada, lomar pnsicSo guar-
n c Mido dois lados da referid tiraba, da
sorte que direita da primeira diviso li-
liie apoida junto a matriz, pro luzin lo-sa a
linlia n dtrecgSo da ra da Concen-So.
Os S's. com mandantes de divisos e da
brigadas, e d'entre os seus com mandos es-
culheio os respectivos empregados.
As II horas em ponto passarei revista, e
assumirei o commando ebefe.
Convido aos Srs. ofllciaes das quatro
classes do exercilo, que nflo marcharem na
lileira, i cuniparecreiD no Indicado da, e
a essa mesma hora (II}, na secretaria do
commando das armas,aflm de assistirem ao
cortejo que se tem de fazur a Cflgie do
iiiesino augustoSenhor
Jo.u; I cenle de Amoiim Bizerta.
EXTERIOR.
I prestar juramento de delldafle ao Imperador,
O BRASIL E ROSAS.
SettSe ioe dios 2 3 <* oulutro.
ARTIOO IV E LTIMO.
Montevideo, 2i de oulubro de 1850.
A guerra, a guerra (inmediata, eis o penta-
mento fundamental que o* representante de
Rosas foram apregoar na sala.
Kem. Mas se este pensamento he urna con-
viecao, nunca poderao elles explicar o motivo
por que hoje, e hoje smente se manifettou
tal pensamento. O principaes factos que cu-
al la i.un scu furor parlamentar, as principaes
allegacde que fizeram, assentam em quenes-
ou incidentes que datain de 1843; sao a mes-
mas reclamaron lautas vetes publicada e re-
pelidas al o ensaco pela dictador em lluenoi-
Ayre e pela sua legacao no Rio-de-laoelro. Es-
te representantes nao teeiu o menor couheci-
menlo-offlclal de nenhuraa questao ou conhe-
ciinento ulterior. Roas neobuma menaagem
Ibes mandn que os instrulsse de facto algum
novo. e que provm pol hoje ee arrebala-
mento sbito, esse sbito ardor bellico, ao res-
ponderem i memagein de 27 de dezembro de
1849?
Supremamente ridiculo he o papel que Rosas
Ihe fez representar figuremos-no por um
instante ciiet pobres boinen recebendo com
tubmissao as Inslruce superiores icerca do
papel que tem de deseinpenhar na farca e das
declama(des que devein soltar. Reilrando-se
aos seus gabinetes, tomara afervoradameiite a
pennapara elabnrarein eus discursos ; arran-
jam-os, redlgem os, castigamos com o maior
cuidada e mullo a sangue fri ; decoram-o, e
depois rcunem-se no dia da (esta, tantoasan-
gue fri como esiavam em eus gabinetes. Mas
na sala sentam-se oa inspiradas em vapoisVla
iriiindes : e quae nova* Ibjlta. lnMfH> pea terrivel divindade de Palermo comrcain a
agitar-se em patriticas coniorsdes eatraduzir
em lingoagem abrasada a ioapiraede subli-
mes recebidas do alto. Segunn-se uns aos ou-
tro), segundo a ordem que Ihes fol mareada na
pauta de Palermo. Competem, rivaliiam em
calorosos elogios a Rosaa, em fogosas antearas
ao Brasil, em ardentes excitaces i guerra.... E
entretanto nao ha debate, nio ha discussio
nem coritradiccio que alimente esse flciicio
incendio! S elles e eialiam. s elles se iodig-
nam, tero que ninguein Ihe diga uina palavra.
E terminadas as encommendadas peroraee,
d-se por acabada a candante feita coma cos-
liunada ananimidade, e retiram-se oa his-
irides mu tranquillo e freicos, desafogado ji o
abraaeado enlhusiasmo que ad Aae se mandara
fabricar. Oh! fre Jeruudlo, f-i Jeruodio 1
uue falta faiea em Boenos-A jrea .
.Aquella gente cuida tsn perorar, em se
importar com o ponto de vina em que e col-
loca, nem com a grave contradice) em que
encorre. aera corat acejuacao que dete modo
foiinU contra si mesma
[ De feito, se da mentagem e do exame do ne-
gocio resulta lio claramente ludo o que diiem,
e resulta que o governo braslleiro he prfido
desleal, iniuilgoa doa Argentlao* eda America,
vendido ambicia da Europa e instrumento
dos leus plano murpadore*; ce remita tam
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he ni (pie a repblica Argentina, por obrlgacao,
por vinganc, por conveniencia proprla, por
tem do continente, eat no devcr e na necessi-
dade de correr s armai, lio rnrsmo resultara
encurtiente no da primriro de Janeiro, ein
que a inensagesa. (oi apresmiada e lida, como
resultav* lamlirin que era intil e desairlo
oontinuar ou esperar consa alguma das nego-
oiacea e reclainacdcs dirigidas a governo u-
roneu amtricMo, uto evidentemente sen fe e
traicoeiro.
Que casta,, poli, de rpmrnlanri lo poro he
eita? RecoDhecein dcide logo o perigo e a af-
frsnla feita naci, e em vez de darein o grito
de alarma e de vinganca que dao boje, calam-
ae cora a maior Indifferenca Abandonam as-
alm os srus primelrot devere; consenlem que
continuem negoclacdea que 9abm nao pdem
aervir senao para augment.r o perigo e 05 ul-
trajes da repblica; nao lia um a dellei a
qlie 111 occorra faier urna 0109.10, proferir una
palavra, ordenar ao goveino que, visto serein
tanto os elemento! elao seguro o triumpho,
fuesse eniao o que a honra e os intereses na-
cionaea ealglaocoin tanto imperio, e urgencia/
Que lhe< importa laso? Hocejain como Sarda-
napolei e deitam-se a dormir nove metes, at
que no da 2 de outubro, tocados por una vara
mgica, accordam todos repentinamente, e a
una aisalta a todos a inesma conviccao, a mes-
ina ideia hellicnsa, o mesmo entliusiasuio, e
correin a exala-lo, clamando em coro : guerra!
guerra! guerra!
Ss srguraienff nests quadrn alguma coma
de original e de typico. Na Europa recusaram
dar-lhe fe ; reputaro anbrecarrrgados os tra-1
eos ; mai o que he certo lie i|ue sao debis e
p.illid is, porque impossivel he lan(a-loi csm
toda a iua verdade e colorido.
Proa gamos, porm; e sem nos determos na
mu! obvia consideraco de que essa guerra dea-
astrosa he altamente criminosa, por ser eligi-
da nicamente pelos inleresses e pandes de
llosas, e nao por iienhurn interesse argentino
real e urgente, ditcorramos na hvpuiriese de
ser o eii favoravel ao dictador, e de levar este
a effeilo todos os objectoa que declarou ter em
vista.
lie evidente que o prlrneiro resultado de tal
succesao seria a consolidadlo perpetua da 1 j -
rainnia de Rosas na repblica Argentina, e de-
haiio deste poulo e visu esse lucceuo nao p-
.. de ser desejado por ncnhuma nacno, por ne-
nbuin hoinein que sympalhise coui a cauta ge-
ral da liberdade e do progresso. Muito pode-
riainos diter sobreest poni; mas nao quere-
mos considerar agora as coasequencias do tri-
uinpho de Rosas sobre o Drasll em relacao re-
ine dcgolln, como con mnitn exactidHo, ge
luso na cmara dos depuUdos do imnerte,,
paree. que, oa os Brasileros rulo sSo ho-
rnuns q'io perteneem a nnss especie, ou
tem de responder a rssa provocara sen
axnmplo, eessaameaca de morle nacional,
nm um grito de ira, uniforme e redobrada.
Ser fsso o que obtra a poltica estpida
le Rosas.
O Bnail he ora estado poderoso e prospe-
ro, all ha direito; garant*, leis, institui-
cfles, liberdade real e tfio extensa como tai-
vez 113o haja em nenhum dos novo esta-
do, americanos. Oh! como nos daramos
por felites se vissemos reinar na nossi e;
cravisada e desventurada Ptr de(
oarte das liberdades brasileiras A nm paz
detaeecon'licOes. oque tem aconsjenme
do seo estado a'dos seus gozos, val dizer
Iheum Rosas que preUo.de fazer desappa-
recer-lhe tudo Uso e dar-lhe em troce o
que t -- o seu systema .americano, ua
mashorca ; o seu retrato e a dictadura .
Ilaosta a perspectiva, o actritvo quejo-
sis Ihe aprsenla f SSo estas as seducfOes
poderosa e legitima que sua babiiidede
poltica Ihe suggerio pr influir utilmente
sobro o espirito, sobre o corac3o, sobre a
maginacfio dos afortunados nihos do Im-
perio. ,
Dista. Julgamos ter prvido paiuave-
mentea inaptidSo de Rosas nesla delicada
conjuclura. Concluiremos com urna refle-
xSn de incontestavel exactdBo.
Os representantes de Roas, proclamando
emphaticamente a necessidada de arrincar
o> planta* exticas na Amrica, sem'repira-
rem que nada he mais extico na Amerita
do que a diclidura vitalicia e Ilimitada",
fazem mais do que cupir loucaaierite par
o co, proferem urna verdadeira inepcia.
Satanaz, tentando no clmo do monle ao
Senhor do Universo com a promei de dar-
lhe oque nSo tinha, fizis, um papel menos
ridiculo do que o dos representantes de llo-
sas, quaudo, enterra los no lodo da escnvi-
dao miis abjecta, falUm pompoaimente em
dar ao Brasil a rcgeaeracSo e a liberdade.
Queris transtoruar a orden poltica do
Brasil? Queris que o i mperfo ie desmo-
do corrente mez. para n qual sahlrem sor- aqu 19 das, e receberJ, cerg.1 e P""e'
teados os 48 juizes de faci que ae seguera: ros: trata-M n roa da Cadeia do Recife n.
loo Manoel Carneiro de Lecerda, Constanti- rY. eegundo andar.
ro da-Coste,
Beoto Jos
lo Petoa,
Lucio Mon-
nnes Jscome
no Jos Raposo, Joo Francisco Regia do
Alijos, Francisco Joaquim ~
Luiz de Franca Muniz 11
la Costa. Joo Anastaci
Gustavo Jos do Reg, h ,
teiro da Franca. Dr. Ante.
Pire Jnior Minoel Joaquim Sflveire,
Bernardo DaroiBo Franco, Joaqun Rodri-
guea Pinheiro, Joaquim Juyenclo. da Silva,
Jos di Silva Mondones Vianna. Andr Fef-
reira de Almeida, Jos Loiz Pereira, Jos
Ignacio Soares de MaceJo, JoUo Mirinho de
Souza Ledo, Jollo Fernande d Cruz, Fran-
cisco Xavier Carneiro da Cunha, Ladislau
Jos Ferreira, Maooel de SougHteSo, r.
Vicente Pereira do Bego, JoSo Policarpo
dos Santos Campos, Jos Rodrigue de Oli-
veira Lima. Mamoel Joaquim Sete, Antonio
de Morae Gomen Ferreira, Antonio Lins do
Amaral e Silva, Maooel Gome Balthaaar de
Araujo, Tenente coronel Nereu de S e Al-
buquerque, Manuel Bezerra, Jos Martina
da Cruz, Antonio Aires Barbo, Jo** Lou-
reoco Bastos, Jofio Maooel de Barro*. J-
nior, Joaquim Francisco de Miranda, Fran-
cisco Lucio de Castro, J0B0 Ignacio do Reg.
I uiz Francisco Barbalho, Antonio dof Seo-
tus ooiiino .h""h .aw.cjp ----
Ir J080 Floripe Diss Barreto, Jos reiix
de'Alhuqer(uo M""180. 1n#n, 'ose
de Oliro'ra, JoSo Tbeodoro da Crut, Ma-
noel F.llppe de Catro.Nune, Jorge Vctor
Ferreira LJjpes.
Os quaes hao de sernr na dita sessSo, para
o que sSo pelo presente edital convidado,
assim como lodos os interessidos. E para
que chegue a noticia de todo, mandei pas-
ear o presente, que er* publicado pela im-
prensi.eaniiido no lugares mais pobii-
cos desta cldade e seu termo. Eu, Aprigio ga
Joa da Silva, escrivflo interino o escrevi.
ioti Itaymundo da Cuta Menf.
-Pira Lisboa o brigoe portuguez ConcHead
ie Mara, aihir imprelsjIBrelmente no da 5
le dezembro : para o resto da carga e paa-
sgeiro trita-e com Thoroaz Aquino
Konseoa & Filho, ra do Vigario o. 19, pri-
meiro andar, oucom o capitao, na praca.
Pede-so aoSr. cirregadore queiran le-
var os seu eoohaci menta casa indicada
at o dia 3 do prximo futuro.
Para o Rio de Janeiro sahira em pon-
eos diaa o brigue iVero : recebe carga a fr-
te assim como escravo : quem quier car-
regar, trate com Leopoldo Jos da Costa
Araujo, ou com Ncvee& Compaobi.
para a BaMa legue em poocos dia* por
ja lar parte a eu carregamento engajado
o hiato Ligtiro forrado e pregado da cobre,
para o reato e pissigeiros, drjam-ae a ra
do Vigario n. 5.
Para o Par com escala pelo Ceara pre-
tende aabir impreterivelmeote at 8 de de-
zembro a escuna nacional Marta Firmina^
cipitio e pritico Jlo Bernardo da Rosa,
por ter o seu carregamento qoaei comple-
to : para o reatante para um e outro porto e
oissageiros, trati-se com o consignatario,
Luiz Jos de Si Araujo, na ru da Cruz nu-
Pira o Aracaty tem de aabir breve o
hiele Ntvo Olinda, por ter j parte do leu
carregamento engajada : quem nolle mais.
pretender carragarou Ir de pisssgetrj. eo-
lendi-se com o respectivo mestre, Antonio
Jos Vianni, no trapiche do algodo. ou na
ra da Cadeia-Velba n. 17, aegundo andar
Para o Rio de Janeiro aegoe cora mul-
ta brevidade, por ter parte de aua cirga
prompta, o brigue nacional Carolina,, de
excellente marcha : para o resta ata dj car-
roe, se republicanise se democratise ? O
meio he faci!. Principia! por liberter-yos ;
ao Brasil, porque isso nos servir para acabar
de psenciicr 9 principal objecto deates arll-
gos, lato he, tornar patente a absoluta inbabl-
lidade coi que Rosas, alientas as asplraces
\iue dli ter, procede na actualidade.
Adniitta-se que a victoria nao insplrasse a
llosas o espirito de conquista, a lenlacao de
augmentos territoriaes; admitase que drpois
de conseguir seus lins, ist, be, depois de su-
blevar os escravos, de desmembrar a afio e
de deinolir e republicanisar o imperio, tivesse
a niod-raco de relirar-se, respeilando a inte
gridadade terrllori. I e denando as provincias
brasileiras em estado de con.iiiiiirein-se, bem
que resaablicanainente, do modo que melhor
Ibes coavieise.
He, porm, incontestavel que a victoria esta-
belece formsameote no paiz vencido a supre-
maca e Influencia decisiva do vencedor. Con-
seguinteineote essa inullido de repblicas ou
estados que surgisseiu das ruinas do imperio
ficariam sujeitas soberaua iotluencia do dic-
tador do 1'r.iu. Mais da menos dia rebenla-
ria a guerra entre mis e outros appareceria
a anarchla em cada um desses estados, porque
est isso na nalurea das cousas, e porque bom
cuidado teria Hosas de que assim accomecesse.
Os dilFerenlrs partidos, os didirreolei caudi-
lhosou preleudeotes, vencidos ou vencedores,
apoiar-se-hiao naturalnicnle no dictador; arbi-
tro supremo, viudo assim a ser to Jodepeu-
denies esses estados como he boje Oribe, co-
mo fol Velasco, como sao os governadores das
provincias da nominal confederajao argeulina.
De maneia que, depois de ter desapparecldo
a ad'oaiiirlui/s brasileira, deaappareceria de
facto sua independencia.
Mas antes mesmo de ebegar a eite catado 10-
felii, teria sidoobrigado o Brasil a aceitar bu-
niilhacoes e calamidades de outro genero. A
victoria dos lyramnoi traz apOi si nm aejullo
inrallivel e espantoso. Com a victoria definiti-
va de Rosas entraran no Brasil os seus odios,
as suas divisas, as suas doutrinas. as suas de-
golaces, a sua feeraco, os seus coniscos.
Futrarla mesmo mais alguma cousa. Miara
nos seus inleresses barmonhwr, assemelbar
com as argeulinas as Inslituicoes dos novos es
tados brasileiro, e poruoto haveria alli neces-
sarlameiile.como ha no Cerrlto, as faculdades
eitraordtnarias. a concentracao do poder pu-
blico em urna so pessoa.
Hao ha no que dizemos a menor ejsgeracao j
no ha idealidades, poesa. He moralmente im-
possivel desconhecer que estes serlam, em re-
lacio ao brasil, resultados immediatos do
triumpho de HosOTc da realisacao das suas as-
plracdes e declsracdes.
He evidente, pois, que Roas, fasendo apre-
goar boje por meio dos seus representantes o
proeramma feroi dos objectos da guerra, nada
ivais fadoque dizer alio e boinaom: Urasi-
leiros. sabe! que se me deisaes Iriumpbar, he
este o destino terrlvel que vos aguarda,
Em seniflbatile procedmenlo no vemos
muill habilidade. Parece-nos que tifio era
esse o modo de dividir boje o seus ini-
migo, neo de conquistar para a sua causa
e para a ui rmas o apoto e as sympathas
do imperio e epprovacSo das nacAet estran-
geiraa. .
A tirannia Iraz em s mesma suas des-
vintigens, sua repulsfio e seu casligo Se o
governo de Roeaa fosse constitucional e
moderado.se apreaentasse garantas i liber-
dade, ao bem eatar e ao progresso dos po-
vus; se urna vez que tem de chegar o des-
Sado caso de urna guerra estrangeira ,
* de e-nnreaar essa lineuigem exaspe-
ran'e e infiW, ae amoldasse spratica
cultas ; se longe de fazer alardo desses pro-
posito asustadores e deaorganisadores, ti-
vesse dito ao Brasil, foasem quaes fosaam
suis inleocoes ou speranca secreta : a Pe-
co com as armas satisfacOes, reparacoes,
segurmcis para o futuro, que reputo da
maior juslica, eque o vosso governo jol-
gou dever encarar diferentemente ; com-
batar vos-hei confltodoo meu poder, es-
forco e energa at obl-las. ou suecum-
hirei na lula m hei de combater-vo
. pobremente, respeitarei voseas ideig,
vosso inlereate aoeaeae maleriaes.vos-
. sa nicionalidade voiso aeodo de ser po-
llico !! Se tivesse fallado e obndo IH
nalmento como em caso' semelbante
obnm e falleo otgovernos moderado e
decentes, ulvez podesae lionjeir-ede ai-
irabir, aenfio a cooperaefio, pelo meno a
benevolencia de-jjgOnJiartido deaaidente
ou inquieto que iWBraaTT exist; mas quao
lo coa rugidos da^hyena appresenta aos
olbos do Braail o reverso abommavol di ita
medalba ; e ouanto alm dlsso ntojuen ha
no Bnail qtffnBo aaiba que Rofc nSo be
um >stso. e sim urna eotidade monstruo-
sa", personaliaada em un dspota aD.oiu-
isaiao, em um lyrann que aaubalsle por-
iieclarayoes.
publica Argrntiua, e sim sieote em relacao twgenerai-vos, afide verdadeiro republica-
' nos verdadeiro demcratas; fazel desapa-
recer primeiro que tudo. essa*aietadur8
barban, aOronla da America, e que pes
co.no urna montanha sobre vosss abatidas
eabecas; apresentai o quadro de urna na-
efio constituida e florescenle ; convence! o
Brasil de que elle he escravo e desgracado;
fallai tambem is suas conveniencia male-
riaes : ensinai-lhe com o exe,mplo que a
vossa'organisacfio he melhor do que a orga-
nisacao monarchics, que produz e assegu
rs melhor'o bem elr inJividual e publico;
invadi-o,. conquitai-o, avasilai-0 coa a
hondada dos vossos priocipios, comalibe-
nlidadedas vossas leis com a exeelreaola
das vossas instituisOes, com o espectculo
da vossa grandeza.
Enlo, e s entao, poder* o Brasil dobrir
para sempre o manto imperial, edar um
adeos uniforma, a esse throno que boje faz
a sua dita eo seu orgulho. Mas se em vez
desse magnifico panorama lite apresantais
o lgubre a repulsivo quadro da escravi-
,!8o. do atraso, da dictadura, acrediUi-nos,
nada mais farol do que fortalecer e exaltar
as inslituicoes monarchica. e lomar pro-
fundamente odiosis as formas republicanas
F he isso o que fazeis, insensatos 1 oque
ja fizestes, levantado o dolo immundo que
adoris sobro a migMtade da leis que der-
ri bastes, traidores.
( Commtrcio iil Pala. )
(Do Jornal 4o CosxsMrcto.)
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Ilon.limeiitododia 29......10:681,685
Diearrafam koje 30(/ novembro.
Brigue /-i smenlo e ferro.
Patacho Joie-pA Pro/per mercadori.
Barca -- William Ruiseli dem.
Brigue Paul T. Jone Tarinha e bolacbi-
nha.
Barca. Conle Koger o resto.
Brigue Emtlii-- laboado.
CONSULADO GERAL.
Rendmento do da 29.....
diversa provincias ......
1.315,871
120,583
l:*S6,453
RECEBEDORIA RE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Kendimento do dia M......283,406
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendmento do dia M......1:2*7,598
.---------'-! 1 :-":.1~r : ^"
ovimento do porto.
Tendo o inspector do araanal de man-
nha de remetler para a provincia da Benia
A entregar na respectiva intendetMU, ">
virtude de ordem do Exm. Sr. preidiU Je
25 do corrente, urna antena de pinbo da
Nova-Zelndii, in de servir no brigue
que se est construindo naquella provincia
coi vida, em consequencl, o cipilfies ou
mestrea dos navios mercants, que ae desti-
nen! aquella porto, e que tendo os preci-
so commodo a queiran conduzlr afrete,
a entenderem-se com elle, afim d ajusta-
rom convenientemente.. A antena existe
ueste arsenal, e pode ser previamente exa-
minada pelos mesmo capitBes ou mestres.
jnspecloria do arsenal de marlnha de
Pernambuco, 2* de novembro de 1850.
oeVifo Theodoro Je Freitai, inspector.
-0 arsenal de guerra compra azeitede
Garrapato 80 de algodfio : quem os mea-
mos gneros quizer fornecer,comparece bo-
je. 30 do correle mez, trazenio sua pro-
post. .
Theatro de Santa-Isabel.
32.' BECITA DA ASSIGMaTURA.
SegundJ-feira, de deieMtr re 1850.
Em festejo ao natalicio feliz de S. M. I. u
Sr. D. Pedro II, o artista administrador em-
prezario tem a honra de apresentar o espec-
tculo aeguinte:
Logo que S. F.IC o Sr. presidente 4 pro-
vincia lenha comprecido na tribuna, a or-
cheslra executar urna brilbante ouverta-
ra, Anda a qual abrir-e-h a cana, e pe-
rantea eOlgie deS. M. I a companbia dra-
mtica cintara-o
HTalNO NACIONAL.
Seguir-se-ba repre*enteco do bello
drama, ornado de musci, em 5 actos
A GRAt?A IHE DOS.
jjisTanwicio do Naata.
O commendadrde Boi|snry -Ceraaano.
Mrquez de Syvry, debalxo do noaee de
Aodr CoaU.
LousUlot, pai de Mari Rajunundo.
Pedrinbo, cabreiro da montanbis Sil-
vestre.
O Cura Cotmbra.
Mara, joven eldeSa -Emilia.
Chonchn, dem Joanna Januaria.
Mrquez da SyvrySoledad.
Magdalena Louslalot Rita.
Jacob, aldeflo Santa Roaa.
Charlot. idea -- Cabral.
i.aroquf, dem Jos Alfas.
Camponezee, criado, convidados, etc.
Oabtlhetes de platea veader-se-bflo no
dia do espectculo no lugar do coslume.
ate r
pistafeirose escravos, trita-ss no es-
criptorioda viuva Gaudno & Filho, itras
do Corpo Santo n. 86.
O brgue-escun Craiaa, que j
muito breve para Buenos Ayres, recebe ae*'
sageiros, para o que tem exceHentes *-
mo Jo : oueai aretanaar egir para aquel-
la legar, 4irije>ee ao cpUo bardo, ou no
ascriptoria da iova Gaudno rilho, atrs
do Corpo SasJtJ n. M.
Freta-se ara o Aracaty, Ceara oa As-
s a bircaca Voea F.tpirane, de Iota de 45
cailaa : a tratar na ra da Madre de Daos,
toja n. 34.
Para cidade do Porto sahe^
com muita brevidade, a veleira e
bem conheeida barca portugueza
S.-Cruz : quem na mesma quizer
carregar, ou ir de passagem, para
o que tem excedentes commodos,
dirijo-se ac eu consignatario
Francisco Aires da Cunha, na ra
do Vigario, n. li, primeiro andar.
Quernqaiaer cirregar para qualquer
um do porto lo norte na barcac Fetu at
Onda*, di rija-se ao Forte do Maltas,
lar com o mestre
Para I isboa.
Sebe com a maior brevidade o velleiro
brigoe pertognezTereJe/J/, capitao Fran-
cisco Antonio de Almeida : quem no mes-
mo quizerr'arregirou ir de passagem, pa-
ran que offereceo modos, dirija-e ao mesmo capitao, na pra-
ca, oua aeu cooaign laro Mnoel Joaquim
Ramos e Silva, aa ra da Cadeia do Recife
a.M
Leiles.
/Vafo entrado no dia 29.
Aaa 7 diaa. brigue nacional EipirUo
Santo, dino Jos Raposo, equipagem 14, cerg
sil; 8 Frncisco Martn Ferreira. Veio
largar o pratco, reeeber ordea e segoe
ne n Win ds Jsni'O.
Nucios takidoi no mesmo iia.
Rio de Janeiro-- Patacho naeiooal Sania
CruM. mestre Jos Joaquim Freir, cirga
assucar e mais genero*. Peutgeiro, Cla-
ra Mara de Moura com I eacrava e doua
escravos a entregar. .
California pelo Val Paraizo Barca chilena
Vina del Mar, capitao Juan Reurda, carga
eaaucir.
Philidelphia Bngue-escuna americano
General Worlh, capiUo James Rackleff,
carga assucar.
Figueira Galeota portugueza Mtllana,
meslre Jota Vieir, carg assucar.
EDITA L
0 Dr. Jos haymnmlo da Costa Menezea.Jort
municipal supplenie da tgund var, em
exercicio ueste lerfao, por S. M. 1. e f.,
que Deo guarde, etc.
Faeo siber que pelo Dr. juiz de direilo
inteetno da primeira vari do crime da co-
marca do leosle, me foi participado ter con-
vocado parao dia II de dezemb deste
anno, quinti sesso ordinaria desU tor-
no, cujo sorteaaMolo teve lugar no dia 28
Theatro de S.-Francisco.
BELLAS ABTES.
Quinta mudanza da$ nova* vitlai do eo$-
morama.
A galera oplic continuar abarla todoa
os das com ar^egniotaa VlsUa nova do
cosmorame, a saber :
A galera nacin!, asa Londres.
A graode procio de Coraia CArit, em
S*''"..........
A IU U AIUII, OUi WUI !"
O lego llosobeln, ttm noite de la, na
lUlia.
A pra A retirada de NipMSfo aobre o rio, na
Berrisen.
A cldade de Dublia, na Irlanda.
Zurich, naSussa.
A cscala de Maximiliano, em Tyrol.
Aliona, nos suburbios de Haesbargo.
O interior da grnU Azul, em Capri, na
Italia.
O director preteade epreaenUr is viataa
.cima al domingo I.* de detaanbro, a des-
ta data emdianle tam de fechar a galn,
em MUJequencia da >>uca concurrenct
3ue Um tido, o que ngo chega nem para ja
espezas. A nova abertura aera annuneiada
por este jornal
Avisos rnaritimos.
Pan' CearaV.
i-aa com tada a brevidade de Lis-
simo eo Ceara, *bngj" f*'0-
b>eede superior narcos; demorr-M-ba
O correctorOliveiri fari lei!8o porinto-
rlwcOo do lllm. Sr. Joiz de orphos. e i re-
queri ment do tutor dos orpho filho do
(liado Jos Ramo de Ollveira, da mobilia e
mais trem da casa deste, conitlndo eff.
mesas redonda de meio de talla com lam-
pos de pedra e outro de midcin, cideiris
de tnadeiri de mogno e de outns madeiras
de diflerenle pdre, bencaa de jogo, so-
f, consolos com magnfico* eapelboa, um
grande trem com ptimo eapelho, candiei-
ros doorado pan cima de mesa, jarro com
florea artificiase de pennae e mangas de vi-
dro, mnga de vidro, um relogio de bron-
ze com figura emblemticas muito elegan-
te, um lustre ricamente doorado ptraoito
luisa eom mengea, tre parea de diraadel-
lasaatres luzes cade urna, tambem linda-
mente douradaa e com meugas, guarda-
roupe com vidrias e aem ellas, guarda-
louc/ grande, mese pera escritorio, mesa
de utogoo elstica para iantar, um esplen-
dido leito franceza de jicnnda e
cupuli, bercos, esleirs de forra de
lavatorio, e mu i tos outros objectoa o
como seja urna linda cadeirinha em pouco
uso e com a caita correspondente para
guardar-ee, etc.: aabbado, 30 do correle
is 10 hora di mnhaa em ponto; na Atier-
ro de Roe Vate caa n. 15.
Kaikmann IrmBo farlo leilao, por in-
tervenclo do corraior Oiiveira, de grande
ortimenlode ferragena a miudezaa, con
sistnde aa teaouraa, caivetes, cordes, fa
coes, pirnihiba, igulhi, esaelhoa de ga-
veta adedami, meiee, upensorioa,bioos,
renda, perfumarla, boete de faie e ba-
hs, caixaa para rip, cadarcos, grande aor
,:*..! ?ts !;vf"d*f t *** !> de
reTroz',"loveii de ilgodao a de aada, fraojis,
tranca e requifee, palitos de fogo, agulhei-
ros, lipis, botfln de osso, de audreperola,
de sed e de durtque, oceuloa, contn, pa-
pel de peso a almsco, liabas portuguezes,
de novado a de marcar, lamparina, brin-
quedo e muitos outro artigo: terca-faira,
S de dezembro, 10 hora da minhlaam
ponto, no eu armizero, ra di Cruz
Ocorretor Miguel Carneiro, far leilOo
no dia S de dezembro prximo vindouro
10 hora da aaaabBa aa aeu armaieat ni
ra do Trapiche n. 40 de um completo-sor-
limento de fetend* tode propria deste
mercado, cooaiatindo em ricas casia, car
te de colletes, lenco de sed para grvala
e algibeira, empece d cbilil etc. todas
ohagadaa ltimamente para a fasta : aJm
deates feaendaa aigema* oulraa iitem
com pequeo toque de averia. NSo percam
a oocaaiSo que antea de fasta nSo terao ou-
tr monclo.
t
su coodueaWera urna csa de pouca fa-
milia. Dirigirle ra ds Trinchairas, ao-
bradon. 19.
-Quilquer Sr. offlcial reformado, que
por no poder esperar que termine o mez
7a vista da preciaSo que por ventura possa
ter), quizer rebter o seu sold mediante
um diminuto oteresse.queira dingir-sa a
ru dos Martyrio n. Se, excepto aqufllai
que lm por coslume o fzer a duas, iroaae
ai pessois. .. _v.
- Mmoel Ignscio de Oiiveira embarca
para o Rio Grande do Sul o eu esersvo Ja-
cntbo, deAngoll'.
- O Sr. Luiz Jos de Ctro tem urna car-
ta oa ra DireiU n. 13lMbotica de Torres et
Caitro, defronle de N. S. do Terco.
- AluKa-ee|oidaroaNova*i. 52 com
a armecao.etalAein se vende a arroacSo
da mesma : a tratar com o proprteterio no
te'rceiro endar.
Precia-ae de urna ama que iba ca-
zinhar e engoia*r, par* eaaa da botoem
aolteiro : em Fra da Porta, ra do Pilar,
o M ,L A
- OlTerece-ae urna mulher para eaaa de
bomem solleiro ou de pouca familia, a quil
sabe cozinhar, engommir e UUr do erran-
jo de urna casa : allane. sua con lucU : na
ruido ngel n. 6, primeiro and ir.
- O Sr. que no dia 2S do correnta wl_ a
caixa d'agoa, na ra do r-s, o Cir5Ba
Um chapeo novo, queira tai a hondada, ae
prazo de olio diaa. de o levar; do contra-
rio ter* o deagosto de ver o seu nome por
exteneo neita folba. -
- Alogam-se, por prego commolo, os sr-
fmazeofdacasada ra nova do Brum, per-
teooeotas a Francisco Alves da Cunha, pro-
ara aromen de assucar, cora caes:
o Vigario, n. II, primeiro andar.
Ufa-se o segundo andar e sotfocor-
i sobrado amirello da roa Augaal ;
d estrada do Cordeiro, proprio para
pessoa que teaba tratamenia; um outr na
campia da Caa-Forte, con casa nova, co-
ebeir, cavallarice, e diversas ea* pro-
priis pra se pasear a faU : na roa do Amo-
rim, n. 15. ....
- Manael de Oiiveira f adente ao res-
peitverublico, que por baver outro de
igual nome, 4 hoje em dienta se asignr*
por Manoel Jos de Oiiveira.
- Roga-se ao Sr. Mmoel Machedo
redo o favor de ir ou mandar busc
carta, no Atorro da Boa Vista, aobrad
- Precisa-se alugar urna ama de leite,
que seja captiva : na ra do Rosario estrel-
la n. 34.
- Itoga-se so Sr. Dr. Honorio F. 8. Va a
Curado, que venha ou mande pagar a aua
leltre onde no ignora; do oontrario tara
de ver sempre. o aeu nome nesta folba.
- 0 Sr. Jos de Souza Moreira, que no-
rou muitos aunos era GrvU, tuba bon-
dede de dirigir-se ao Atorro di Boa Vista
n. 14, afim de remir a sin lettra de M.300
ra., vencide em 27 de fevereirO de 1814.
- Precisi-se de um bom offlcial de tao,
eiro, capaz de fazr obra novas: na rest
lacBo de Franca i IrmBo, oa ra da Praia
da Santa Rita. "
- Precia-sa errendr urna ouris, que te-
abi boro brro dentro, e seja perto da pra-
ca : quem a tiver, dirija -se i roa Formse,
o quarta casi terrea. Na meama vendein-
e vaccis d leila.
1 Guilherme Sette, nlo querendo pessar
por tollo para com oSr.....que no dia 86 do
corrente Iba furtou um caivete de peuna
decim da sua banca, avisa ao mesmo, que
ji comprou outro, a la o espere segunda
vez, se bem que tal vez o annuncianle n3o
tenha a mesma condescendencia de ser ea-
lar, como da primeira.
- Precisa-se de um menino que siiba lar
pe eserever, eque queira aprender o olTJco
de barbeiro : na foja da ra da Cruz do Re-
cife n. 43. Namemloj vedem-eelu-
gm-ae e verdidein bichas de Hamburgo.
.. pracisa-se daum pequeo-que tenha
pntici de pharmacia eque d fiador a aua
conducta : quem etiver nestas rlrcumatast-
ci. dirij-seapraca da Boa Vista, botica
n. 32. N mema vende-e o excellente re-
medio contr os embrgdos, ebegado l-
timamente do Rio de Janeiio, a que tem
produzido admiravel* eueitoe, e tintura de
losna romana.
-Preciii-ie errendir nnuilment um
sitio bem perto dasta cidde, que tenbe
plaa da capim para dous cavaltos, atoda
mesma principiando parranda ment de Ja-
neiro ou fevereiro ata diente: quem u livor
aonuncle. .. .
-A[ianhou-a nm bteiJo grande, que
hedeilgunbite,oqul 1 pela barra fd-
r : queroiar stti dono, dtrija-se i Fra de
Porla o.M.ajue pgndo s deapezaa Iba
aera entregue
miro de
signar
k
difWlb.
Aviso versos.
t>r$tju-aa rj Q2J CfiaflQ. DBCCHS
e*trugeir, ,que d boas informacoe
-Quem'schot 105.000 rs., sendo ume
scdule de 100,000 e oulra Be 5,000 Cl. do
principio drrua da Cadeia. at a praca do
Coromerclo, ouat a por do SakHanoel
Ignacio de Oiiveira, onde fui reoepda esn
qunlia*sl0horaa do dia 2 iTo correoU
novembro, querendo rigli-lM, pode eo-
tender-se com o meimiTSr. Oliveirs, que
sabe a quem pertencem, e tem ordem do
dono para gratificar a quem quer que os
sebou. .
Deseis-se enlreger nms esrt, vinds do
Rio de Jioeiro, a lllm. Sr. D. Anna Pul-
quera de Almeida Albuquerque, ecomo s
ignor a su torada, pede-*e a mesma ae-
nhora oueira deix-la no eeariplerio deste
/Warie m caria fechada, eom a laiciie i.
I. S. M. &"<%* ., .
A pessoa que achou Om meio bilhete
da 25.* lotarie do monte pi do Rio da Janei-
ro n. 100 e untos ao 00 e lento, quoren-
do-o reititulr dindo-se da grctincaclo
5,000 r., o pede fezer n serrera do abal-
eo assignado, que recebes* dits quintil.
Antonio Dios da Silva Cordial.
Casa em Sauta Amaro.
Aluga-ae a oaaada obrado que fol do fi-
nada Pedro fitas das Sauto, com cosmo-
do iiluiente para urna fraudo famHi,
eom filio e vivetro pertenoante a meama :
a tratar oa mesma eaaa, ou na ra da 8a
Ritan. 3.
Os abaixo stlgnado fszaja publico
pelo prsenle, que nesla dtate1**jSolfeTi n
imigevelmente a aociedade que thjjham aa
taberna do AUrro da Boa Vista n. T5. qu
gyrav deba Jo da firma aaTal de Fernan-
da Cosa, llcando a referida Uvera* dei-
ts dita nm diante perlencendo nicamente
aoaocio Costa, o eata obrigado por totas a
dividas pasaivaa cootrahidss at boje | '
refariJ firma. Recife, 85 de novambrt
igfti__jsS Jfaresua Frnandt
loaaess
Jo$4 Rodrigues da Coet*^
*t
>



*
Sr. redactor.--As repetidas diatriba e pi-
cardaa derramad* por cima de urna pe-
aos cisuda, a quem a maledicencia trata de
Miooel Pernambuco, me dam lugar por
amor da moral a dirigir duas palavras a
quem quer que for. Na verdoe em nada
honram ao seo autor, porque alm de reve-
laremo mais jvonunciado despert contra
o paciente, comprometiera a tercejru, per-
soniajnSo familias respe-ilaveis", queem
nada eoncorreram para o grao de crlmina-
lidade em que inoorreu o eggreaaor injusto
doSr. M. P., eujouoroee posigfio est bem
longe dos liroa de um calumniador. Prosi-
ga o Sr. M. P. volando despreso a vbora que
annimamente o mordeurto nSo exitn ferir
de morte a hoora alheia, porque as pessoas
de aeoao Ihe farSo jusliga, oondemnando
discussea odiosas, e s digna* do delin-
quenla que nflo salisfeito cm oneosis phi-
licas e injurilas, recorre lo reprbvado al-
vilre da calumnia. Lembramos ao autor
dos annimos, a decencia, ao menos em al-
inelo a honra de terceiro, nSoTossem tra-
sidoe a publlcidad, tanto mais quinto he
publico e notorio, que s um maligno espri-
tode vinganga, urna cede insaciavel de in-
dispr o juiao publico, arroja o calumnia-
dor contra aquella que apenas procurou os
meios legaea de defeza na sociedade civil,
com preferencia ao culposo meio da Torca
brvts. Esfis devs^o? lemhrar-trnt ;nd
que nada be duradouro uesta vida, pois aa
tranaagee 8o mui frequentes; quaodo
pensamoa estar no meio dos melhores go-
zos um dezaalre noa entrecorta os praseres,
guando auppomo-oos em amena quinta,
fazendo alarde doa rigores do sol, abriga
do* a um copudo pinlieiro, subtil machado
de -sbito nos rouba a sombra, a que en-
tonamos hymnos do bem ou maledicencia.
O Moraliila.
"CONSELHO PRUDENTE
Adverte-se ab F. das Cinco Ponas, que
se corrija dos seus grandes deleito*, tratan-
do smente" de aeut negocios, donde pode
tirar melhor resultado, do que tratar da vi-
da alheia, a pontos de intrigar; lembre-se
que por amor de si foramassusUdes mul-
tas peasoas as Cinco Ponas, no dia 26 de
junho de 1848; porqu oulro olivo nflo
levou os sediciosos aquella ra, a nSo ser o*
seus fritos heroicos, veja Que por sen respei-
lo aa^Mlia alguem no sul! e finalmente
JemBajne que* seus patricios o despresam,
e ItuajPaiii execragflo, e dsla torna nflo
sei opde adiar guarida. Uto loe aconaellia
4 O Mentor.
Grattea-ae bem.
Fngio no da 91 do corrrnte mez de no-
vembr, o prelo Antonio do nagflo Cabinda,
que representa ter 45 a unos de idade, altu-
ra regular, chelo do corpo, cara abocetada,
com bastante* cabellos trancos aa caneca,
muito cabelludo nos' pellos, levou caifa e
jaquela de ganga asul, he oflicial de caldei-
relro da fabrica da ra do lirum n. 28;
deseonfla-se que lenha ido para o malo por
ter ja estado fgido perto de um anno em
algum engeooo: roga-se pois a quem o
aprehender leve-o ao* Sr*. do mesmo es-
eravo MasquUa & Dutra na dita fabrica que
aerto geaeroaa mente recompensados.
~ Precise-*ade urna ama que seiba cosi-
hsr: ns ruado Rozsrio n. 46, segundo
andar.
--Precisa-so alugar umsotflo ou fundos
de urna casa bem clara, proiima a ra No-
va : a tratar na meama ra, venda n. 65.
Preclsa-se de um fetor para tratar de
um filio era Beberibe : quem estiver oestas
ciroirmstancias, dirija-te ao Aterro da Boa
Vista, terceiro andar do sobrado n. 37.
Attencao Attencao !
Consta qUeoSr. Manuel Antonio de Aze-
vedoenda por abi duendo que ha de cha-
mar regponssblidadeo autor dos artgos
contra elle publicados neate l'iante 13,
16 e S do correte, mas coi todo do
{era, porque o nflo tem j elle feito cmo
ihecumpria? Para que apenas se conten-
lou em fazer om requerimento muito asna-
tico e guarda-lo depois que o desparhou ?
Ser isso para meller medo a alguem? Nflo
es t ridiculo impostor que melles medo,
nem que ponas mais illudir. Se s capaz
prosegue, anda, chama a responsabilidade
como dizes, que o autor dos arligos se a-
presentar* chelo de prazer e conllanca para
confundir-te. Quem melhor que a {era Aje-
vedo sabe, que tudo quanto se tem escrip-
to dflle, ese ha de eserever anda, he ver
dade, e esl provado j, on ae ha de pro-
var conducentemente i Emprazamos, e
desaliamoa aoSr. Manoel Antonio de Aze-
vedo para ir ao fim com isto ; queremos
que elle veja e o public algn*documen-
to* de que anda nao tem noticia : algunas
declaracoes impoitantea: Igualas uarra-
cOes filil raa de eu infeliz pai, qne vive
boje esmolhindo pelas ras de Lisboa.
Queremos ver o^rlo que tero a 'tempera do
estaiirft que cobre essa cara arpaldicoada,
incapaz de corar de pejo ou de vergonha
Na vida terna multas almas pedem a Dos
o jualo'f d>ino caatgo contra ease mons-
iro, mas entre*JU*B distingue a*
Ajtde Cartucho FUkm.
-- Aluga-ae o segundo andar e solflo da
rus do Kangel ii. fi, com commodos para
familia, excedentes vala* pira todea o* 4
lado*, muito fresco e asaeiado, eom sala
forrada de papel etc.: trata-se no largo do
Corpo-Santo n. a.
Negocio vantajoso.
. Domingo, I de dezembro, fecbs-se a pa-
aiia em aiii Amaro, qne loi ao Sr. val-
ga, por MiMlooo no querer continuar
mata coa ella, e por iaao declara aos Sra
que preterid.m dita padaria, bajam da di-
rigir-se a meama, em Santo Amaro, que
acnaram peaso* eom patente par. dito tra-
to a ae deseja boje mesmo realissr este oo-
gocio, aIIai de e nfloperdarem aa fre-
gu/ laa.
--Ninguem coepre a taberna da esquina
do Becco Uxgo, anuuoe. venda no
Diam doAonlem, poro-* k ae acha ar-
restada pelojatzo da primeira vara, ascrl-
vfio Santos. aMuatimeato de Candido Al-
berioft*da otla.
- O abaixo asignado rog aos Sr. que
lhe esiap^dateTtitihejiio da curativos, te-
n iP ?flPd,lle quanto salea snanda-
rem salfsMzer-liie, pelo que Ihes Acara
muito agradecido, podando ser procurado
na ra do Hospicio n.
Dr. Ptdro i* A t hay d Lobo Mes
Deaeja-ae (aliar con o Sr. Fran-^^H
SaMas Azevedo Corris : na rui da Cade
do Itecife, escriptorio do Sr. Jos AH
B*ato, oa annuncie.
bastante de padaria par* a administrar :
quem se acbar nestecaso, dirija-seao Man-
guinbo, em urna das casas ao virar para a
Baila Verde, que ahi achara cm quem
tratar.
Precisa-se de um bna foreiro e de um
masseiro : quem eslivor neste caso, dirja-
se ao Manguind, na nova padaria ao virar
para a Baila Verde. ,
ODr. J. S.Santos Jnior, |
Q medico bomoeopatha mora X
9 na.rus Nova,n. 58, primei- O
^ ro indar. 0
Constapdo a abaixo assigoada que a
Sra. viuva do finado Gsspsr Jas dos Res
est vendendo os terrenos que tem na rus
nova dos Cuararape, declara em lempo, e
Dar evitar questes no futuro, que o terre-
no que demarca com oque a abaixo assig-
nada principiou a edificar ao lado do oorle
do seu sobrado no tem direito so meio ti-
jollo do que se soba levantado, por nSo ter
o finado e a senhors viuva at hoje compri-
do a condcSo com que lhe era cidldo o
meio tijollo do que esl edificada, cuja con-
dlc3o se v na segunda escriptura de 16 de
revereiro de 1844. no carlorio do Sr. Gui-
Iherme Patricio Bezerra Cavaieoti.
Franehct Emihm de Albuquerque UaranhSo.
Precisa-giideum criado para coxeira,
3ue tenha pratica da meama a fallar na ra
a Roda n. 15. _
--Anda sedesejs fallar aoSr. Jos Fran-
cisco da Costs Guimar&es : a ra do Cres-
f"^p, D. 16.
Precis-e de urna ama para o servirlo
suma casa de pouca familia : na ra do
Yogo, confronte ao becco da Bomba. ,
Arrematadlo judicial.
No dia 3 dedezembro, pelas 4 horas da
tarde, na ra das Flores, ae ba de arrema-
tar na praca do juiz do civel da primeira
vara, a parte de urna morada de casa de ao-
brado de 3 andares, com solSo e trepeira,
sila na roa da Senxalla-Velha, n. 119, com
23 palmos de frente, e 92 de fundo, oozoha
nos andares, quintal murado, porteo, ca-
cimba meielra, a em chSos proprios, avalla-
da toda casa em 8 000,000 de ra., sendo a
parte que tem de se^arrematada da quan-
tia de 4:530,708 ra., bem como um terreno
que lica alm do quintal da dita casi, psrte
doqusl esl aterrado e parte em alagado,
sendo foreiro.avaliado ero 250.0a0 ra. cu-
joa ben's v38 a praca por execuco de D.*Ca-
thariha Francisca do Espirito Ssnto contra
Jos da Silva Braga, escrivSo Cunha.
No sntigo deposito de bichas da ra
eslreila do Rozario, o. II, chegou um ao-
vo sortimento de biches hsmburguezaa que
se vendem e alugam-se por mais commod
preco do que em outra qualquer parle.
OSr. Joflo Cavalcaoti de Albuquerque,
aeohordo eogenho Camo-Escuro, m Se-
rinhflem, por si, ou por seu correspon-
dente nesta cidade, qoeira dirlgir-se ra
da Cadeia- Vellia, n. 54, para se Ibe entre-
gar urna carta de seu particular interasae,
vinda da villa do l'ombal.
Quem precissrde um caixeirojpara en-
genho, tanto para o sul como para o norte,
para o que dar Dador a aua conducta, dir-
ja-se ra Direila', n. 30.
-- Quem quizer alugar urna ptima ama
de leite, ptima em todos os sentidos, di-
rija-se so principio da ra da Aurora, no
primeiro andar da terceira casa em que
mora o Dr. Francisco da Paula Bapliata.
aji^aisarajKasjSmBwamaai ejBOsaiaMM4s*>^n*Bse*v>Te
Cnsuliorio homceopatbico.
Ra do Hospicio, n. 56.
P doulor Hoscoso d consultss to-
dos os das.
Oa pobres sBo tratados gratuita- a
mette.
-a*, dsskux aakftaatfaVBBAAlaallYa^V
ffWWMalWUajaaj
Na ra larga do Rozario, toja de miu-
dezaan. 16, precisa-se de um caixeiro que
tenha pratica do mesmo negocio,
No dia ao deate mes eerdeu-se urna
carteira com a quanlia de 16,000 rs. e u
meio bilbete da lotera de N. S. do vra-
menlo, com o n. 494 : roga-se so 8r. tbe-
sourei/o da dita lotera que nao pague sen-
do qu ssia algoma cousa no dito bilhete
o cojo bilhete eat as costas assignado por
Filippe de Paulo Arruda e Manoel Joaquim
llibiro. enra letra de lapea.
-5-
da outra, nos mesmns termos da primeira,
o faz publico, para que aquellas pessoas
que a quizerem frequenUr.se sirvam logo
procura-lo, para eserever aeus nomes, no
escriptorio dos Srs. C. Starr t Compnhia
na ra da Aurora.
ioii da Maya.
frmandade de Nossa
Idos Militares, em
3 dos eststutos que
O secretario
Senhora da Concei^
vista do titulo 5, artT,
regem a mesms,,avisa a todos os irmSos da
dita irmandade para que as 8 hora* do dia
primeiro de dezembrp comparecam no con-
sistorio da referida Irmandade, afim de ele-
ger-seo presidente que ba de servir no an-
no de 1851.
Roga-se aoSr. Manoel Mendes da Sil-
va Baraog o favor de vira ra da Cadeia
de Santo Antonio n. 13, P" negocio que
nflo ignora.
O O Medico do Povo
O jornal da propaganda hommopa- V
O linca distribue-se grati* na loja de v
O fazendas do Sr. A. F. Poreira. na ra
O do Craspo, n. 4. _^2
Prec*a-e d um foreiro que saiba
desempenharas suas obrigar.0es. e deura
caixeiro, ambos para padaria: na praca da
S.-Crui, debaiio do sobrado n. 106.
r.'cc -e a logar um piano bom ; nem
tiver aonuncie.
Aluga-se Um sitio na Capunga, eom
bastantes arvoredos de Crudo, cacimba e
lauque para banho, com eomraodos para fa-
milia, e be muito perto do rio : a tratar na
ra do Caldelreiro, atrs dos Martyrios,
n. 46.
Alugs-se ums casa propria para nego-
cio, por ser muito sfreguezads, ns estrada
dos Afilelos : a fallar na mesms eatrada,
defronte do sitio do Sr. Joaquim de Olivei-
ra, com o l)r. Sirnes, ou no Recife, na pra-
ca do Corpo-Santo, n. 2. No mesmo lugar
vende-se um bom cavallo de estribara,
por preco commodto.
Joaquim da Costs Vleira avisa aos
Srs. que teem penhores em seu poder, ba-
jan de os ir tirar do prazo de 15 dias con-
tados desta dala [ 28 do corrate]; do con
trario, serio vendidos para sea pagamento.
Antonio Joaquim de Sooza retira-ae
para frada provincia a tratar de sua arude.

Compras.
Compra-se um relogio patente de pra-
ta, estando em bom uso, por preco regu-
lar : na ra da Senzalla-VelJia, n. 100, se
dir quem compra.
Compra-se um sellm inglez em meio
uso : na ra do Queimado, n. 28, primeiro
andar.
Compram-se, para urna encommenda,
escravos do ambos os sexos : ns rus do Ll-
vrsmento, n. 4.
. ,y Compram-se escravos de am
bos os sexos : na ra da Cadeia do
Recife, n. 5i, primeiro andar.
Compra-se urna mobilia simples e em
bom uso : quem s tiver aonuncie.
Compra-se um sellin inglez em bom
uso : quem o tiver, dirija se ra do Ca-
nug, loja de miudezaa n 1 C.
Compram-se 6 garratoaa, mesmo usa-
dos e que aejam grandes, aasio como um
pilflo grande : na praca da Boa Vista n. 17.
Vendas.
FOlilllMIAS I'AKA 1851.
Na llvraria da praca da Inde-
pendencia, ns. 6 e 8, vende ui-se
oliiinlia* de algibeira e porta pa-
ra o anuo qne vem.
Vende-se urna escrava moca, com urna
cria (uiaclio) do 2 auno, cozee engomma
perfeilamente, tambera cosinba, e tem ou-
traa habilidades ; quem a pretender saliera
o porque se vende : na Boa Vista, primeira
casa terrea da ra Formozu, que faz esqui-
na para a da Unifio.
Vendem-se uns alicerces de'uma casa,
na rus da I'i ranga nos A fuga dos, com 42
palmos de fieute*, o terreno he foreiro so
lllm. Sr. Francisco Carnoiro Machado Ros :
quem pretender dirija-se a ra larga do Ro-
zario o. 22, segundo andar, que se vende
muito emeonta.
f4
> Para p*f ens. *
4> Chapeos envernisados para pagens >
# de forma moderna : vendem-se na ca- (
Jl sa de sirgueiro, ra do Queimado nu- *
# mero 19. tj)
t
lina do Hozarlo i
tras, cozinha fra, foges efornos de assa-
dos, cacimba de boa sgoa e quintal grande,
ror preco commodo: quem a pretender, di-
rija-se ao seu proprietado, morador no Re-
fi, ra Direita, aobravo u. 88, terceiro
andar.
He baratissimo.
Vendem-se ricos chicotinhos, a 600 e 800
rs. ; charuteiras linas douradas, a 1,800 rs ,
pentes com espelhos, proprios para auissas,
320 rs.; escovaa finas com espellio para
cabello, a 1,000 rs.; carleiraa com mollas
para guardar dinheiro, a 640 rs. ; superio-
res caixa para rap, a 3,000 rs. ; fivelinhas
douradas e prateadas para calcas e colletes.
a 200 rs.; meias cruaapara homem, a 180
rs.; ditas de corea, a 240 rs. : na ra do
Queimado-, loja de miudezas, junto de ce-
ra, n. 33.
Caivetes de machina.
Vendem-ae superiores caivetes de ma-
china para com multa facilidade se sparar
penas, e por que preco ? a 800 rs. pois nSo
ha cous melhor para quem he curto da vis-
ta : na tfi do Queimado, loja de miudezas,
junto de cera, n. 33.
He barato.
- Vendem-se bonete de panno, de gosto
moderno, a 2,000 rs.; ditos de vellado e
panno fino para meninos, a 800 e 500 rs. :
oa ra do Queimado, loja de miudezas, jun-
to de cera u. 33, os quai.ru cautos..
, Vendem-se os apreciaveis charutos de
llavna La Norma : na roa da Cadeia
ii.l.
Novidade.
ptimos cortes de chitas Anas e se-
guras, de lindos padrOes, com 12 co-
vados cada um, pelo diminuto preco
de 2,500 rs. por estarem devididas em
alguna retamos, um 2,500
Novas cambraas pintadas com bar-
ra, de novos padros, proprias para
dous vestidos, por terem mais de 10
varas e 4 palmos de largo, cores fizas
a pera a 4,000
ptimo franrklim preto, fino sem
defeito o covado a 500
Grandes lencos de seda ou meios
chales, viudos da ludia, para hom-
bros, uro 3,800
Nevos padroes de lencos deseds
para mSo, finos tambera da India,
um 1,600
Nova lila franceza larga, prefer vel
ao lapim, flnissima, covado 1,000
Assimcomo todo o completo sortimento
de fazendas finas e grossas, por barato prego
no aranazem de fazendas de Ray mundo Car-
los Leite, ra do Queimado u. 27, nos qua-
tro cantos, casa encarnada.
Vende-se urna casa terrea na ra da
l'raa, e urna balance g'ande com seu com-
petente braco e pesos de 2 arrobas at 8 li-
bras: no pateo do Paraizo n. 30, venda.
Bom e barato.
Sapatinhos de Ua para criancas a 320 rs.,
suspensorios para meninos a 80 rs cartei-
rinhas com sgulhasa 310 rs.. caixinhas com
gullias francezss a 320 rs., caixiobas com
brinquedos para meninos a 480 rs., franjas
proprias para cortinados de cama por pre-
go que ninguem vende, thesourinhas in-
glezas finssimssa 500 rs., superiores es-
covinhas para denles a 16# rs., quadrozi-
olios dourados com estampas de santos
120 rs Itntus de peso a 60 rs. a miada,
gulha cantora a 60 ra. o papel, contos fi-
nos de alisar a 360 rs meias brancas para
senbora a 390 rs. o par, bengalinhas de jan
co a 2,000 rs., maracas para meninos a 300
rs., toooazinhas de sedas pretaa para cran-
gas a 500 rs., caivetes Anos de aparar pe-
nas a 200 rs., requifes para enfetoS de ves-
tidos a 200 rs. a vara, agulheiros de vidro
200 rs., e ootras muitas cousas qne pelo di-
minuto prego dBo deixarflo de agradar aos
compradores, e para que conhegam que
ludo iato he bom e barato d-se psra a-
mostras : ni ra to Queimado loja de miu-
dezas Junto a de cera n. 33, nos quatro
cantos.
Pecas de esguio a a,5oo rs.
Na loja da ra do Queimado, n. 17, ao p
da botica, anda tem para vender pelo ba-
rato prego de 2,500 rs.; pegas de esguiSo de
algodo, com 12 jardas, muito proprio pa-
ra camisas le senhora, por ser mais largo
que o madapolflo.
A 3,000 e a,4oo rs. a pega.
Na ra do Queimado, n. 17, vendem-se
pegas de madapolflo entrefino, pelo dimi-
nuto prego de 2,000 e 9,400 ra. por terum
pequeo toque de avaria de agoa doce.
t-lrn IItn.
Ve'ndem-se fitas lavradas para cinteiro o
para enfeites de chapeos de senhora ; ditas
lisas de todas as larguras e,cores, por prego
mala commodo do que em outra qualquer
parte : na ra do Queimado, n. 16, loja de
Jos DiasSimas.
Deposito de cal vtrgeni.
Na ra do Torres, n. 12, ha multo supe-
rior cal nova e.o pedra, chegeda ltima-
mente de Lisboa no brigueTani/a-Ireairo.
Frascos de agoa de Colonia
a 5oo rs.
Vendem-se frascos de agoa de Colonia, a
500,800, 1,000 e 1,500 rs., do bem conha-
cido autor L. T. Piver : afianca-se a sua su-
perioridade: na ra do Queimado, n. 16,
loja de Jos Dias Simes.
Charutos de San-Felix
Os bilneies para a recita de 1 de dezem-
bro serSodistribuidos nos dlss 30 e i.' at
ao meio-dia, no saldo do tbeatro.
-JuIrBol'orlella da Silva, morador nes-
ta cidade, embarca para o Rio de Janeiro a
sua escrava de ora Luiza.
A abaixo assignado, viuva do fallecido
Caelanol-uiz Ferreira, avisa aos oradores
do mesmo, que s loja dq Aterro da Boa Va-
la, se acha oenhorada por um dellea ; por
cuja rasas) fas o presante auuuuwC, r?
que os maiacredorsafagam o mesmo para
terem direate a o rateio. Bu fina Jntuntt
dt OUtera,
Frederico Augusto Rodrigues, retira-se
psra fra da provincia.
Precisa-se alugar um moleque pars o
servigo de orna caaa que nSo taoha vicio, e
Que seja fiel: na ra larga do Rozario u.
39, fabrica de rhsruloa.
Pf eciss-se de 9:000,000 rs. a juroa, dao-
do-se esa garant* um predio, cojo valor
excade do qne ae pede dea vetes, e inteira-
menle detemptdido: quem este negocio
quizer fazer, annuncie sus morada, ou diri-
ja-ae ra Novo n. 67, segundo andar, que
achara
-- Preca-se de
quemlralar.
a fallar com o Sr. Hygino de
lo, ou com algum seu paren-
que faga auaa vezea nesta pra-
aTunaova n. 67, segundo andar, oo
annuncie sua morada.
imO dias deve ficar promp-
ta a primeifalVBfti que tem estado ap-
lurago mercantil por par-'
itixo assignado, e
entendale , larga n. 22.
Vende-se urna molalinba de 19 annos,
opilo linda, propria para mucama, tem
principio de costura, he muito umildce de
bom genio, o motivo porque se vende be po
precisflo.
Cartas para jogar.
-Vendem-se flnissimas cartas francezas
para voitarete, chegadas ltimamente de
Franca, por prego muito barato, tambera se
vendem portuguezu* 500 lia o baralbo :
aa ra dq Qiaainiado, loja aje aniudazas juuto
a de cera o. 33, quatro cantos.
Grvalas do malla.
Vendem-se ricas gravataa de molla, pelo
diminuto prego de 2,000 res e 1,600 res:
ns ra do Ouimado, leja de miudezas (unto
a ue ceia n. 33, nos quairo cantos
Mollas para grvalas
Vendem-se mollas para grvalas por pre
go que nSo deixar de agradar aos compra
dores: na ra do Queimado loja de miude-
zas junto a de cera u. 33.
Vende-se urna porglo de caixea de
folba para latoeiro; uoia porgflo de paos
de sicupira, que foram de barcaga ; urnas
grades ue pao, que foraui dq esciipiorio;
urna janelia* velbas, que anda podem ser-
vir para alguma obra ; urna prensa de pao
para aperlar fardos du fazendas; duas quar-
lolasvasias, que foram deazeite depeixe;
urna porgflo de ferros velhoa, que foram de
navio ; urna bulga muito bem feila, propria
para navio ou cass de familia, por levar
uiaisde dez canecos d'agoa; e mais urna
poigo de taboas da assoaibo a coatadiub
de amarello : ludo por proco commodo :
na ra da Cadeia do P.eclfe o. 54.
Vende-te urna das melbotea csea ter-
reas, altas na ra do Mel da cidade de Goi-
^l. 93, de pedra e cal, comportadas de
pedra, com duas ama na- frente, dois cor-
redores, seis esmarinhas, duas salas de da-
ellas ante* que se acabesa, pois sao muilo
poucas.
Fara acabar vendem-se,
ns ra do Queimado, loja n. 17, cassas fran-
cezas de Illa a be ras, e de padrOes muilo
delicados, a 400 rs. o covado ; cambraias
de cores modernas, a MO rs. a vara chitas
francezas do melhor gosto que tem viudo a
este mercado, a 320 e 360 o covado. DSo-se
as amostras.
Vende-se um moinlio novo, e outro em
meio uso, de moer caf ; e urna porgflo de
aseos vastos: na ra Direita, n. 69.
Calcado.
No Aterro-da-Boa-VIsta, de
fronte da boncea,
be chegado, pelo ultimo navio francez, um
uovoe completo sortimento de calgado de
todas as qualidades, lano para homem co-
mn n.r* sruhora e nieuinas de todaa as rla-
des ; assim como os bem conheciJos tapa-
tOes do Aracaty, tanto para bomem como'
para menino*: ludo por prego mais com-
modo do que em outra qualquer parte.
Vendem-se 40 cascos de pipas de Lis-
boa, e joso de gam&o : na ra da Praia-de-
S.-Hiia,.defroiiledaribeira, ns. 10 e 12, de-
posito de licores.
Vende-se um terreno no Aterro-dos-
Afogados, e um sobrado de dous andares1
na ra doFagundea: na ra do Uvramen-
to, u 41.
A o bom gosto
Vendem-se balaiabos com um cacho de
uvas e oulras mais (rucias artificiaes ; pra-
tinhos com um t cacho, obra mais delica-
da possivel.e muito propiio para iufeilea
de mesas e contlos de urna sala: na ra
do Queimado, n.16, loja de Jos DisS' Si
Imes.
" Ricas bengalas.
Na ra do Queimado;'n. 16, loja de Jos
DjasSimOea, veotlem-ae bengalas de muito
superior ajajaliiiade, e com caalOea de diver-
sos gosto*." por mdico psjeojfi que muito
convidar ao comprador.
H #
a a,8oo rs. a caixa.
Venda-s esta superior qualidade de cha-
rutos de San-Felix, na ra do Quima Jo,
o. 16, loja deJot Das Simes.
A a,4oo rs. a duzia.
Vendem-se a 2,400 rs. a duzia de meias
de algod&O cr e muito encorpadas, pro-
prias para livrar a'bumidade dos ps a
quem pauece de molestias interiores: na
ra do Queimado, n. 16, loja de Jos Dias
Simes.
Trancirihas de !5a a Co rs. a peca.
Veodem-se tracinhas de 13a de tolaa as
cores, polo mdico prego de 60 rs. a pega,
muilo proprias para enfeites de vestidos,
>u para outra qualquer cousa que se queira
applicar : oa ra do Queimado, n. 16, loja
de Jos Dias Simes.
Uicas luvas de pellica.
Vendem-se ricas luvas de pellica enfei-
tsdss psra senhora; ditas de turgal com
palmas, com dedos e sem elles, e de ou-
tra mais qualidades, por mdico prego : oa
ra do Queimado, n. 16, loja de Jos Dias
Simes.
Caixas de clcheles a 70 rs.
Veodem-se caixas de clcheles, a 70 rs.
cada urna : a ellas antes que se acabem : na
rus do Queimado, n. 16, loja de Jos Dias
Simes.
Fumo em Folha.
Vende-se fumo de primeira e segunda
sorles, por prego commodo, em porgflo e
a realho: na rus larga do Rozario, n. 39,
fabrica de charutos.
Attencao.
Aos Srs. chefes de repartieses.
Na livraria do paleo do Collegio, n. 6, de
Joto da Costa Dourado, vendem-se os se-
guiotes objeclos precitas para o expediente
das reparliges :
Papel almago perlina com listras de agoa,
aparado 3,600
Dito de machina de 100 cidernos, de
muito boa qualidade 3,000
Hilo almago de primeira sorte, apara-
do, de linho 3,600
Dito de peso de superior qualidade,
inglez S-000
Dito de mais inferior qualidade 3,500
Lapis finos e envernizados, a duzia 700
Penas de secretaria, o milheiro 10.000
Ditas mua secretara, o milheiro 8,000
Gomma grasa em frasquinhos, raspadeiras,
caivetes de dilTerenles qualilad*s, pei-
nas de aeo, borracha, tinta carraim, dita
azul, dita preta muito boa, pennas da pato
aparadas em caixinhas, caetas demarfiw,
facas para papel, peso para dito, o uniros
mullos objeclos de secretsria e escrjpiorio:
lainbem se apropian encomroen las para
oulras provincias com presteza ; e para ss
reparliges desta provincia se mandara ss
amostras, e se obriga a por qualquer objec-
lo as reparliges, sem que estas paguem
carretos.
Vende-se una escrava de
oaco, moca e de bonita figura,
que engomma, ose pouco, ensa-
boa, e he quitandeira : na ra do
Queimado, n. 37 A, loja.
Vende-se urna preta crioula de 17 an-
nos, com habilidades: no pateo do Tergo,
o.. 18, sobrado.
Champanha C k C.
Vende-se a verdadeira champanha desta
marca, vinda pelo ultimo navio do Havre :
em casa de Me. Calmont & C., na praca do
Commercio,n. it.Tem-stf'Jsncontrado por
ahi champanha ordinaria com esta bem co-
nhecida marca C de C falsificad, os com-
pradores de champanha devem ter cautela.
-Vende-seobre em folba para forrar
navio, ferro iaglez em barras, arcos, chum-
bo de munigflo sortido : em cass de Me.
Calmont & C na praga do Commercio,
n 11. >
Vendem-se 20 escravos, sendo 2 pti-
mos carreiros, e de bonitas figura; 2 dito*
ofilciies de pedreiro; um dilo oleiro; 5 di-
tos de todo o servigo de campo ; um mula-
tinho de 14 annos, ptimo para qualquer
ofcio, ou para pagem ; urna linda mulati-
nha recolhida, que cose, faz bem lavarinto
e marca de linh, de 19 annos; 9 esersvas
mocas, com muito boas qualidades ; um
escravo que cozinha bem o diario de urna
casa, e he de muito boa conducta : na ra
Direita, n. 3. .
Vende-se potassa da JAussif,
c;:s;*o de H?mb'?r"0, e g;r?s
fas pre tas inglezas : na ra do
Trapiche, n. i4
Lotera da igreja de N.S.dO Li-
v ruine uto.
Aos SioooSoeo rs.
Na praca da independencia n. 4, loja de
miudezas, vendem-se bilheles, meios, qusr-
los, decimos e vigesiafos desta lotera, que
corre mpreterivelaneDle no dia 30 do cor-
tele.
Bilheles '
Meios
Quarto*
Decimos *
Vigsimos
11,000
5,500
9,60o
1.100
600
- Vendem-se bilheles e meios ditos da
loteria do Livrameoio que corre amanbaa,
30 do correla: na ruado Cabug, n. II,
toja da esquina, jauto %Sr. Jlo Moreira
arques. ,
- Vende-se a tabarra da travesa do Quei-
mado n. 5 : a tratar na meama.
^oHo,*>oo ra. a Atfatta.
Verdadeira e legilima cbampaube A Y eoi
caa de Avrial & irmlos: ra da Crux n. 90,
**



Vende-se excellente farinha
de S.-('glbarina, a bordo da ga-
llla Santissima-Trindade, tun-
deada defronte do caes do Colle
gio, piT preco commodo: a tra-
tar na ra do Vigario, n. II, on
a bordo com o capilao da mesmn
galiola.
Smenlo.
Vendem-se barricas com superior simen-
te, chegado no ultimo navio de llamhurgo :
na rus do Amorim, n. 35, armazem de J. J.
fasso Jnior.
.'omita para anima.-:
vende-se na ra da Cruz, no Recito, n. IS,
armazem.
> O proprietario doengenho Tabating,
sito ao norte da barra de Goianna, tendo de
retirar-sede muda para a cidade do Recite,
vende o engenta moente e correte, com
grandes obras de pedra o cal, bois, beatas e
at a afra que est principiando a colher :
quem Ihe convier, entenda-se com o dito
proprietario no mesmo engenbo, ou com o
seu correspondente na cidade do liecife, Jo-
s Antonio Basto.
Fogoes para cozinha.
muito proprios para sitios e qual-
qualquer lugar aonde nao ha cozi-
nha, por preco commodo : ven-
dem-se na ra da Gru, n. fo,
casa de Klkmann Irnios.
N'-i deposito da ruada Hoda, n. 15, -Si
i* lia para vender superior cal em pe- *
** dra, rerenli'ini'iile chegada de I is- 2
hila, emo brigue ConctifUt-de-Ma- 2
j? ria, por prego rasoavel : tambeo ahi _
S! *o vendem pesos do duas e de urna 2
^, arroba, lor prego commodo ; ha ^>
s. tambem effeclivamenle no mesmo -;
i, deposito barra de mel para embar- m
a> que.
Vinho de {tordeaux:
vende-se na ra da Cruz, n. 10,
casa de Kalkmann I maos
FaV.enda nova.
Vendem-se gangas amare]la e cOrdeci-
za, fazenda muito fina, propria para pali-
tos de meninos, e mesmo para roupOes de
senhoras, pelo baralissimo prego de 200 rs.
ocovado : no Ateiro da Boa Vista, toja nu-
mero 18.
* .* ##
sHelroz da fabrica do Siqueira.5
Lotera do H io-de-Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Pelo vapor S.-Salvador recebeu-se
mu tos afortunados bilhetes e cautelas da
10. lotera a beneficio da freguezia doflSS.
Sicramento da corte do Rio de Janeiro: ven-
dem-se na ra da Gadeia do liecife, n 24,1o-
I* de cambio.
Vende-se, oualuga-se urna canoa aber
la de carga de 600a 700 lijlos da alvena-
rla : na ra da Aurora, n. 46, taverta.
Vende-se urna sarda escura, fiel e sa-
dia, com algumas habilidades ; um mole-
que de 15 annos : na ra do Fogo, o. 23, se
dir quem vende.
Vendc-se cera de carnauba : na ra da
Madre de Dos, loja n. 34.
CIDADE DE PARS.
no Porto :
ende-sena ra do Vigario, J
n. Ig, segundo andar, es- 4b
criplorio de Machado & Pi-
Snheiro. 4
!##
Chitas limpss a i3o rs. o covado.
Vendem-se chitas limpas rezas, a 4,600
rs. ,eat30rs a relalho ; corles de cam-
braias com 6 varas, muito larga, de bonitos
padrOes e cores fizas, a 2,800 rs : na ra
larga do Rozarlo, n. 48, primeiro andar.
Charutos de llavana.
de superior qualidade : vendem-
se na ra da Cruz, n. 10, casa de
Kilkmaon Irmaos.
Alllbo no vil a 2*000 rs.
cada sacra.
Vende-se no armazem do Braguez, ao p
do arco da Conceicflo.
Ksguliio de algotlao a 2 85 o o a
peca de Jo varan.
Vende-se esguiilo de algodflo com 4 pal-
mos e meio de largura, a 2,500 rs. : esta
tsztnda he muilo'propria para lenges, ca-
misas, ele. : na ra do Crespo, loja da es-
quina que volta para a cadea.
Vende-se a loja da ra do Queimado 11.
22, com poucoa fundos, e com urna das'sae-
Ihores armaees toda envernizada, os pr-
tendente* dirijam-se ao l'esseio l'ubliblicq,
. 11, que.se far todo o negoeio.
Vende-sejim ptimo mulatinho, prn-
prio para paspara : na ra da Affiumpgo,
n. 4, casa das aferigoes.
Vendem-se 5 apolices do theatro de
Apollo, das primeirasaque dito theatro es-
t hypolbecado, por 500,000 rs., as quaes
como juro que vencem dmelo por rento,
montam em oito ceios e tantos mil rs.:
na ra da Cruz, n. 40.
. Chumbo le IIIir 11 ira. 1.
Vende-se no armazem de J. J. Tasso J-
nior, rita do Amorim, n. 35.
No becco do Goicalves, ar-
mazem do Araujo, e na ra da
Cruz, armazem de S Araujo
vende-se superior fsrinha em sac-
cas, por pre Po mais commodo do
que em oulra qualqnr parte : bem
como lijlo de Lisboa para limpar
metaes ; sola, couros de cabra e
oapaiOS.
Deposito geral do superior ra-G>
% p-Areia-I'reta da fabrica
O de Gaotois Pailhet & C. ,
O na Bahia.
lina dO CollOgl 11. 4.
Neste novo estabelecimeoto se acba sem-
pre um grande e rico sortimento de cha
icos de sol, dos mais modernos e variados,
ra homeos e senhoras, tanto de seda co-
mo depanninho; lindo sortimento de ar-
macOes de baieia com cabo de marlim, e
outras para se cobrirem de seda, que I1S0
de agradar aos compradores ; chapeos de
sol, para homem, de cbamalote decores e
pretos ; ditos de seda de cores, prelos, la-
vrados e lisos, de 4,500 rs. para cima ; ditos
com armagSodo ago, muito fortes, de seda
e de chamalote ; ricos chapeos de sol, para
senhora, de lindas sedase franjas, todos
forrados por dentro e com cabos de mar
lim, os mais bonitos que se pdero deseje r,
e proprios para presentes de festa ; ditos
mais simples de seda com franjas e singel-
los, de 4,000rs. para cima; ditos de pan-
' Domingos Alves Matheus, agente da]
fabrica de rap superior Areis-Preta da]
Bahia, tem aberto um deposito na rusj
,da Cruz, no Recife, n- 52, primeiro an-1
dar, onde se achara sempre deste e-|
Ocellentee mais acreditado rap: vsn-l
<)de-se em botes de urna e mera libra,!
{>por prego commodo. I
Vendem-se amarres ae ferro: nu ras
da *z*U-Hova, n. 48. ,
** Relies.
Vendern-se redas amito bonitas, de va-
rios gostos e preces, pfopnas para quem
for paasar a festa descangar aqjresco de-
baixo de*4redos : na ra do wueimsd,
a. 14, -
de
do
de
Cal e potasas., *
Vende-se mais n.ova e superior potasas
que ha no mercado, e cal virgen em pedra,
chegsda pelo ultimo navio de Lisboa, por
prego commodo : na ra da Cadei* do Rs-
cife, n. 50, a fallar corruCunhs & amorim ;
assim como um restantade barris da mes-
ma cal, que ficou da w passads, 'por ba-
rato prego.
... Vendem-se sabonetas higinicos, 9
mais superiores que teem vtndo teste mer-
cado, assim como outras perfumarlas multo
finas: na ra da Cades Velos n. 91, pri-
meiro andar.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repozo,
pndulas e picota para cacimba :
oa ra do Brutn, ns. 6, 8 e 10,
fundicSo de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro
differenles modelos : na ra
Brutn, ns. 6, 8 e 10, fabrica
machinas e lundicSo de ferro.
- Vende-se ama sextante nova feita por
um dos melhores autores de Londres e tam-
bem um orisonte artiQcial e um theodilete:
na ra d<> Trapiche mazetB s. ii.
lotera da igrel de N. 8. do Llvramento.
Aos 5:000,000 de rs.
Na ra da l'.adeia, n. 46, loja de roiude-
tas, vendem-se meios bilhetes, decimos e
vigsimos desta lotera, que corre impre-
terivelmenle no dia SO do correte.
Meios ~'' >' 5,500
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Nao he exageracao.
Vendem-se sipatOes de couro de lustro,
obra muito boa, s 9,500, 3,000 e 3,500 rs,:
na ra da Cadea do Recite, loja n. 9.
Farinha de mandioca.
Vendem-se saess com farinha de mandio-
ca muilo al va, e bem torrada a melhorque
ha rio mercado por nSo ter cheiro de barco
e ter bom gasto o por preco cominodo : na
ra do Queimado n, 14,
Cobertores de tapete part
esersvos
Ji se vendem os acreditados cobertores
de tapete para escravos, a 720 ra. cada um ;
por isso venhsm a elles antes que as ac-
bom, ou passem para mais alt prego : na
ra do Crespo, loja da esquas qus volta
para a cadea. ^f
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 3o;ooo,ooo rs.
Na'rua larga do Kozario, botica n. 42,
aSJJ
.___i._ .. ..Um llhptp* nw. mscsst: o motivo por qus se vende se
dir se eomprsdor : bs ra da Cadoia-Ve-
las, de 9,000 a 3,500 rs. proprios para me-
ninas andarem na escola ; chapeos de sol,
de panno para homens, de todas as cores e
quslidades, tantode armagBo de ago como
de baieia, de 9,000 a 3,500 rs.; ditos d
uno trangsdo, muito grandes e fortes,
com cabos de IstSoe de madeira, proprios
para senhores e feilores de engenho ; gran-
de sorlimento de sedase pannos empegas,
de todas as cfts e quslidades, para cobra
armagOes servidas ; variado sortimento de
cabos de niarfim dos mais i icos, e de outras
multas quslidades psra chapeos* de sol, de
homem ; igual sortimento de bengalas e
chicotes. Tambem se concertam e cobrem-
se todas as quslidades dechaios de sol e
bengalas. Todos estes obj^etos se vendem
em porgSo e a relalho, por menos prego do
queetn outra qualquer parte.
Vendem-se colleecSes com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do Kecic com a
alfandega, a ponte' da'Boa-Vista,
a cidade de Olinda, a ponte do Ca-
changa, Poco-da-Panella, e a ra
da Cruz tomo arco do fiom-Jesus;
bem como duas grandes vistas de
l'ernatnbuco : na ra da Cruz, n.
io. casa de Kalkmanns Irmo.
Vende-se um grande sitio no lugar do
Mangoinho, que lica defronte dos sitios dos
Srs. Caneiros, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba, cum
bomba e tanqueeoberlo para banho bas-
tantes arvoredos de Inicio : na ra da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de um andar.
Na ra Nova. n. 8, loja de Jos
Joaquim Morelra & f.,
vendem-se muito boas grvalas de mola, de
qualquer cor, pelo bsratissimo prego de
2.000 rs. ; chapos da verdsdeira palha da
llalia pura senhora ; ditos sbertns ou arren
Jados do melhorgosto pbsslvel; ditos psrs
meninas, tambem abertos e lisos; capoti-
nhos pretos de cbamalote, que se vendem
por monos prego do que em outra parte;
cbsposzirlios de seda dessbados que ser-
vem para criangas de um a 12 mezes ; bo-
netes de panno para homem, chegados pe-
lo ultimo navio de Franga ; mantas de gar-
ga, brancas e propriss psrs noivas; flores
brancas para enfeites de vestidos de cssa-
mentus; bicos de seds brsncos, largos e
niiitauiu u iiitfiiiur |iuDiV( O u uiuuue
lavas de pellica psra homem e senbora
excellente couro de lustro francez ; tapa-
tos de marroquim preto para serhora,
l,'2O0rs. o par; ditos de couro de lustro
muito novos, a 2,000 rs. o par; toucadores
de Jacaranda, proprios para rapazes soltei-
ros, a 4,000 rs.; e outras militas fszendas
por prego commodo.
Na ra Nova, n. 8, loja de Jo|
Joaquim Moreira & C. ,
vende-se um rico sortimenlo de
; franjas pretas para manteletes
capotinhos, por preco rasoavel.
Vende-se vinno do Porto em barris de
quarto e em pipas, chegado yllimamente ;
peneiras de rame; cavada ; arcos para pi-
pase barricas; lio porrele ; pregos de to-
ldas as qualidades. por prego commodo '.fia
ruado Vigario, n. II, armazem de Fiancis-
co Alves da Cunba.
Vende-se chumbo- em barra, sulpbato
de quina, o gomma arabia em partida malor
miados em troco dos que estao a
venda. Nesta loja vendeu-se o nu-
mero 1,950 dv ia.*loter1rl#da%
casas de caridad^ que teve o pre-
mio de 4-1000,000 dvVa.
Vendo-so orna preta (la Costa, ds meia
daae, aadia, oque he boa quitandeira : na
ra deS.-Jos, n.CO.
~*vendom-se dons eseravos moite bons
jerradorea, e de muitQ.bonitas figuras : na
rus do Llvramento, n. 4, se dir quern
vende.
AgmjHjKjuaMasvaKABmBia jajusjySJusjysjySJjmjSI
S"SBsmrmmaiW'Owo^aaBi^^^^^^ro^o^^^^^^^^
Vendem-se qustro bonitos moleco-
tea, sendo um delles.bom cozinhei-
0 outro eom principios de sapateiro ;
1 negros de 99 annos, ds bonitas fl-
urss, ds ptimas conducta, sendo
m driles bom aspsteiro, ds cortar
fazsr toda obra; um preto de 95 an-
nos, bonita figura,ptimo podrelro; 9
prolos para todo O sorvigo; um lin-
do moleque do nove annos, ptimo
para aprender algum ofllcio, por ser
muito habilidoso ; 4 negras mogas de
de bonitsf figuras, com algumas ha-
bilidades do engommar, coser s co-
zinhar ; 2 negrea de 30 annos, muito
em conta. nma dellas cozinha muito
bem: na ra das Laranggrss, 14,
segundo andar,
M
i
10
to I
?ti
A,
a, n. 24, primeiro aniar.
farinha.
Vende-se farinha, a 1,600 rs. a lacea, em
bom estado : no srmazem de Campello Fi-
mo, na rsa da Cadeia no Recife, n. 64.
A 1,600 rs.
Veodem-se novos cortes de brim tranga-
do escuro Com d^saa vsraa o meia os^jrte,
S 1,600; cassa frsoceza de bom aostoVi,6oo
rs.; setas de esguSo ds aigojio oom 19
vara*, a 9,400 rs. a poca ; cobertores do al-
godas decores, a720rs. : na ra 4o Cres-
po, n. 6, loja ao P* do lafflpeSo.
A 800 rs.
o cento ds ceblas : no armsiem de Cam-
pello Filho, na ra da Cadeia do Recite,
o. S4.
Vendem-se relogios de on-
ro t prsta, petante ingles : na ra
da SenifMa-Noya, n.^a,
Vendsm-se dous lindos moleques, de
19st4annos um escravo de 20 annos, ds
elegsnte figura, com principios ds lanoeiro;
urna preta moga, perfeta engommadeira o
cosluraira ; urna dita do servigo ds campo :
no pateo ds matriz do S.sAntonio, sobrado
o. 4, se dir quera vende.
_ Vendem-sesaccasde muito
superior farinha de S.-Cathariun,
por preco commodo : a fallar com
'(Manoel Alves Guerra Jnior, ou
" l S\m i 1 11 a*
38, primeiro andar.
-
ii', uo *,uu/io. pila Llura, unwa ww F"ma ----------- a 1 ( _i. M
niohoimitsndo seda, com frsnjssesem e\J recebeu-se 1 listo da lotera1 das cacas de
candado, o abl foram vendidos oa seguin-
tes nmeros que sshiram premiados, s sa-
ber : 1,950, 4:000,000 rs:, vigsimo ; 2,672,
1:000,00o rs., quarto ; 5,029. 100,000 rs. ,
inteiro : 1,662, 100,000 rs. vigsimo ; bem
cpmo bilheles da decima lotera a beneficio
da freguezia doSS. Sacramento do Rio de
Janeiro, que se vendem pelos pregos ser
guintes: bilhetes. a 22,000 rs. ; meios, .
11.000 rs. ; quartos, a 5,800 rs. ; oitavos, a
2,90rs.i vigsimos, a 1,4Sers.
U ultimo navio de Lisboa
trouze o' folheto publicado este
anno pelo duque de Saldanha, em
que se l i. vida mysteriosa, as
borrorosss ladroeira* e baixess da
adminislracao presente dos Ca-
brees : vende-se no pateo do Col-
legio, casado livro azul, a 64o rs
cada um.
Ilap l'aulo-Cordeiro.
Vende-se effeclivsmente este excellente
rap, na ra da Cadeia do Recife, n. 50, le-
la de Cunta di Amorim.
Loja de seis portas em frente do
Livranxjtnto.
O administrador deeta loja tem a dar ba-
lango no fin de dezembro, s como lenha
restos de alcaides, quer sea bar com elles,
Irocando-osporsedulss, sendo o prego o
mais rasoavel possivel, cmo sejam : pegas
de msdapoMocom 12 jardas, por sete psla-
cas ; chales do dula, a 480, 640 e 1,000 rs.;
ditos pretos ds rede, s meia pataca cassa
prels, s 190TS. ocovado) corles de chiU
preta com ii cavados, por 1,980 rs.; ruca-
dos monstros, s 260 rs. O covsdo; chitas, a
120, 140, 160, 180, 200, 940^0 320 rs larga
franceza ; brim tranco de liatras, a 200 rs. o
covado; o outras multas fazeodas por pre-
gos que coadjuvam a ocoooaiia.
O Rap americano. A
9 Vende-se osle rap, que ba de agr- $
q dar as pessoas que goslam da boa pi- q
i tada : a rola-llio, no Recife, ero casa G
Jlaymond& C. ^
Vende-se urnaporgflo de rotim propa- i ..
rado, chegado ltimamente a este merca- na rus da batteiS dO Uecile, n.
do, vinda no brigue-escuna Gramm : quera
orelendor, dirija-se aoeseriplorio da vi uva
Caudino & Filho, atrs do Corpo Santo,
n. SS.
- Vendem-se seis duiiss do cougueiraa
de Jacaranda, o melhorque tem rindo a es-
te mercado : quem pretender, dirija-se so
escriplorio da viuva Caudino & Filho, para
tratar.
Vende-se ssllina novo eom todos
os arreioa por prego commodo : na ras ds
Cedis do Rseife n. 88. '
-VsndssB-so duas canoas qne psgsm rail
lijlos ds slvenara, sendo Mis aova e ou-
lra usada : na roa Imperial, n. 19*.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooo de rs.
Nosqualro-cantosda ra do Queimado,
loja de fazendas.n. 90,vendem-se os muitos
afortunados bilhetes, meios, quartos, oi-
tavos e vigsimos da 10.' lotera do SS. Sa-
cramento ; bem como da 25. loteria do
monle pro, cujas listas devom chegar no pri-
meiro vapor, a mearos loja se trocam bi-
lhetes premiados de qualquer lotera, o,se
mostra a lista das casas da candade.
--Vende-seo sitio Agoazinba em Bebe-
ribe, junto do porto da Madeira: a tratar
com Manoel Antoaio da Silva Motta, na ra
de Apollo, n. 34, que far lodo o negocio.
. Loterio do Rio de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooode rs.
ra praga da Independencia, n. 3, confron-
te a ra do Crespo e Queimado, vendem-sq
bilhetes, meios, quartos, oitavos e vigsi-
mos da decima loteria a beneficio da fre-
{Uieiia do SS. Sacramento do Rio do Janei-
ro, viudos no uliimo vapor. Na mesma loja
ae mostram as lalas das queja eorreram.
Vende-se um relogio saboneta de ou-
ro, paleiite suisso, muito boro regulador t
ns praga ds Independencia, n. 95.
A 3,ooo rs.
Vendem-se pelles de becerro de lustro, a
3,000 rs marca caslello : na rus do Quei-
mado, n. 24, loja do mludezas.
Vende-se um molequodeSa 10 annos.
sem vicios netn schaqnes, ou trocase pnr
urna nogrinba :* motivo por que se vends
se dir ao comprador : na ra do Encanta-
mento, n. 43, armazem.
a ra Nota, n. 4. 'ja de alfaia-
te de Augusto Columbier,
vendem-se palitos de linho de dif-
ferenles padr5es, proprios para a
festa, a 5,ooo rs.
A- 2oo rs. o aovado.
Vende-se madapolflo ds cores, proprio
psrs esmisas, pelo baratissimo preco ds 900
rs. 0 covsdo; bem como a inda restasa al-
i de hila de liDho a algodao.
Aterro-da.
aaoel Jos O
atacado, O
iobe, u. 14, O
- dos Srs. Dsvis o\,
g O Fonles & Ir
V Boa-VisU,
O Guedes
O seguudo andar.
Vendem-se, por preco com-
uivuuj aaCCo Cv.u* iSTm.. Z IHu.
dioca ; potassa em barriquinhas ;
fumo em folha para, apa mi-
lo de charutos : pos armazens de
Gouveia & Das, no caes da Al-
ia ndega, e de Das Ferreira, ou
a tratar com Novaes fie C. na
ra de Trapiche, n. 34-
Vendem-se dHversoe perlences para ts-
verna, como sejam : canteiros, medidas e
caixOea para amostras: ns ra da Cruz, n.
14, armazem.
Lottria do Ro de Janeiro.
Aos 20:000,000 ders.
Na pri Independencia,
n. 4, loja de nsidezas, vendem-se
Cs afortunados bilhetes, meios
quartos, oitaros e vigsimos da
^5fc;loteria do monte po, da qua
u m^en^^^Tdo Amoirm:;:'!*: ""Jj se-pera a lista )primeiro navio;
gumas paos de eniia de nu
obsv 10 corados caifa urna, a I
Alerro-da-jtoa-VUts, 11.18, loja.
s> Allencao.
Vsodom-s ou iforam-,
fc moa de Ierra pp.AUerro
5 dos proprio para slgum
. ra edificar casas, por
> tb bom e ssdio, ven
ra> commodo : a tratar
Vende-se um molequinuo
muito bonito, de t annos pouco
mais ou fnenos, muito proprio pa-
ra andar com meninos : na ra da
Cadeia do Recife, n. 55, loja.
Sabio.
Vende-se sabio do Rio. ,M* ra. a ar-
7zi~' 'iited; tsrr: !,99^ l?- ma-
zem de"campello Rlho', na rus da Cadeia
do Recito, n. 64
Vende-se urna bonita mulato de 90an-
nos, que pede servir de sma de laite, per
estar criando urna filha do 8 meses; um
preto cosinheiro, do boa lgura, moco o ro-
busto, esnie tambem ho canoero; vina
muUtiabs de 10 anoos, de linda Ogu^l
ra larga do Rozarlo. nv48, primeirOstidar,
so dir* quem vendo.
Vendo-so um reiogo pstente, con cai-
za ds pisto : na rus Nova, n. 16.
Charutos.
Vendem- os chegados ultima-
mentn da Bj^^^Harato prego : no ar-
mazem de Campello Filho, na ra da Cadeia
do Recife, n. 64.
Chitas para cpber
Veadem-eechilaspara coberta, de cores
escuras, fizas, e de gonlu turco, palio bara-
Eflcravos fgidos
Fugio, no dia 89 docorrente. urna es-
ersvs ds Costa, de, nooM-Luzia, de altura
regular, ds meia Idsde, bom prqts, com un
tato* no rosto, olhos pequeos o fundos,
peilos pequeos, corpo roediaoo ; tem urna
argilano brago ; levou salido do risesdo
eom palmas onesrnadas s.chslo de chita
com urna barra sas^rods : quem a pegar le-
ve-a s,rua Bella, n. 16.
38,080 rs. ds gratificago
a quem apprebendsr um escravo marinhei-
ro, do nomo Filippo. do nacflo HocjUque,
do 85 annos penco mais ou- menndPtioiio,
cheio do corpo, barba serrsda, naronBWuito,
falla bem ; fogio de bordo do brrgoo paro-
tina, no dia 94 do correte, o foi encontra-
do para as bsndaa de Olinda ; levou caaai-
ss branca e outra de riscadoazul e branco
com botoes brancoa dofledos, e cbspo de
palha : levar so escriplorio da Viuva Cau-
dino & Filho, ou s bordo do dito brigue,
fondeado defronte do arsenal do guerra.
Fueio, no dia 99 do .comnto, polas 4
boras da t*Tde ama esbra mflnsma da qua-
si 40 snno, slturs regular, bastante sopea
do corpo, com fslta do denles na trente. ;
levou as orelhss brincos de peors, estido
"de casss-ehils, chalas ds lis ioxs, e saos.
tos de couro; julga-se andar **smo neU
cidade, aorterdous Albos osorsvos d ou-
tra pesaos: q uem a pegar levs>e ap so* *.
nhor,ptenento-coronelJoaoBore*liliol.a.
valcaiti de Albuquerque, no engenbo R*>
canl.em SerinbSsm, ou a seu correspon.
dente, na ra da Florentipa, esa* da esqui-
na confronte ao thealro novo, que aer bem
recompensado.
No dia 19 do eorrento, desapporceeu,
da casa do Joo'tos do Csrvrihe abusas,
um escravo crioulo, de nomo Manuel, de
16 snnos : levou caigas novas de algadsozi-
nho azul, camisa branca, cnseo ds palha
vellio : este escravo chegqu da prolimo a
asta praga, e fb remellido da villa do Cra.
to, provincia do Ceari. ptlos Srs. Bilhar &
Irmflo; foi encontrado no ntosmo dia na
>ssagem-da-Magdalenr, ero companhia da
una comnoieiros ; (olga-so ter sido se.iuz-
do: quem levar a dita casa, ser recom-
penssdo.
-Fugio, no dia 95 ds outobro prximo
passado, do engenho Sitlo-do-Molo, da rl-
beira do Una, o mullo Benedicto, de 94 an-
nos, de altura regular, gtosso do corpo, c-
belos carapiohados, eara escamada, odos
fundos,pouca barba, "entes aberlos, per-
nas arqueadas ; temos dedos grsSdes dos
ps abarloa, todo mal feilo de corpo; quan-
doaoda acompanhacom os bragos aa pas-
aadas ; faz-se muito milde ; he natural da
Carerya-Velhes ; foi escravo de Francisco
Bessrra do Vasconsellos e Silva, de Catinga
VtrmelhadsGrsvat. ROga-seas autorida-
des policises o cspttBes ds campo, que o
apprebendam e levem-no ao dito engenho
Sitio-do-Meio. ou ao engenho orauaaau ds
mesma rrbara, oo ao Recife, a Antonio
Caldas ds Silva, na ra dos Martyno, n.
14, que serflo gratificados.
Cosme, escravo ds Manoel Veridisno
Pinbo, morador na cidade do Pendoo, fugio
de Cotinguibs ( do porto grande, rio Japa-
ratubaj em fevseoiro de 1850: sato esersvs
he pardo alvo, o asss, de 91 a 94 annos,
baixo, cheio de couswfiernas um punco
tortas e grosaas, cabssl* um pouco duros e
ruivoa; tem um talho sm um dossobr'olhos,
outro aopdus es bolles o signos n cabe-
es ; tem sJgnses de corris naa nadegas,
por fugidaa qus tem feito ; nasceu no ter-
mo ds villa Nova, provincia de Serglpe ; foi
escravo ao alfares Joo de Dos do Amparo,
senhor do Mensas na ilha dos Bois, termo
ds dita villa, o sogro do dito Pi0 i > ful
preso em rio Resl, com outro parcelro, |>or
uirem oaui saiiiio ugiuufjpw
e squi a portados ; lie um Wu/co paebola,
sabeaffectar de homem livre, fas lodo o
servigo de rocs^pesesris e afecto de msri-
nheiro ( ni a rujo ); alo tem outoio, mas he
slgums cousa habilidoso, e por iaso Ur^S""
hs dado a algum; elle lem urna irmls,scr-
va do djlo Amparo, a qual tem dous filhos,
que elle disse em ro Real oa liaba com si-
go e a quem lustentave ; nsquelle lugsr J
estsvn o para s-p*
ile do queiu i Suporior un
denle principiando apodrieap; est prio-
cipisodo s barbar; be de suppor o^ue isn
s Boolo como fez no rw R':
Igsr lsve-o a-sisujsenpor, ns cips-
Wo, so Or. -Jose.SsjJmndoAvsi-
>u a seu pai, o 1 ^^Vf J"5*
l'inho, sm Bcei ; *b Dr. SabipJnStagar'
Ludgerid'Btoho, em l'ernamb*co, rus do
Trapiche-Novo, n. 15; o a Manoc
escuras, nsas, e He gosto Uirco, prO psrs- TlSnt a Baha ukima bji do
_^^_.____ __*r*i Snaanflrau t*l_
~ Vondo-se urna bonita escrava mi,
de Angola, que cozinha, epgomma bt
se, e solando muilo do servigo inlsr
l
-'
'r
.


Full Text
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