Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07219


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Full Text
Anno XXIV.
Segunda-feira 25
PABTIDAl OS CORB.EIOS.
Golamia e Parahiba, is segundas e sextas felras.
Rio-Gramle-do-Norte, todas as quimas felras ao
inrio-dla.
Cabo, Serinharin, Rlo-Korraoso, Porto-CalTO e
|Mscel, nol.'.'a II e 21 de cada luc.
Oaranhuos e Bonito, a 8 e 93.
Iloa-Visia c Flores, ad3 e 28.
Victoria, s quintas flirts.
Olinda, todos os dlas*>
ZFBKMIBIDES.
Neva, a 4, aos 20 in. d> na<
Creac. U,si8h.en.4s,k
Chela, a 19, as2h. e 15 m. dat.
Mlng. a 20, s 10 h. 13 da m.
nilUSB DE BOlt,
de Novembro de 1805.
N.267.
Primeira as 10 horas 6 nlnutos da maohia
Segnoda as 10 lloras e 80 mloutos da tarde.
raicK) di nmaawvflo.
Por tres meses (adlaatadov) 4|000
- meiee 8/000
auno 15<000
'P *K
i i ..... si li i s i i sa _i_ ii
diario de
----------------.....---------------=-~--------------.....
nxyo
I Por tres me
i I Por seis me
I Por um an
_kmuK
DIAS DA ItlUVl.
25 Seg. S. Catharlna. Aud.do J. dosorf. e do m.
26 Tere. S. Pedro Alejandrino. Aud. do 3. da 2.
v. do civel, c do dos fritos da faienda.
27 Ou.irt S. Margarida le Sabola. Aud. do J. da
9. t. do clvel.
28 Qulnt.* Gregorio III. Aud, do J. dos orf. e
29 do m. da 1. V.
Set. S. Saturnino. Aud. do J. da 1 v. e. e do
30 dos feitos da faienda
Sab. 8. Andr*.
1 Pom. S. Elov. i
CAUSIO EH 24 M NOVMBao.
Sobre Londres, 28 l|2 d. por 1/000 a 60 dias
Parfs, 333 por Sr.
Lisboa, 100. por mito.
Ouro. Ufas bespanholas .....
Modas de 6*400 velhas.
de b/100 novas .
d4|000.......
Prata.Pataces brasileiros....
Pesos coluninarlos.....
Ditos mexicanos........
20/600 a 30/1100
lttf-2110 a lbjftOO
16*000 a 181*00
9/000 a 9/200
1/960 a 1/WO
1/960 a 1/J80
1/700 a 1/780
ERRATA.
O balancete da receita e deipeza da ca-
mra municios!, publicado no Pieria a. 866,
hedeoulubro prximo lindo e oSo de se-
tembro, e aldo de *JJ8.S7 rtv hb de te-
tembro prximo pistado, e nao de agosto,
como por engno ge publicou.
r Ji.1'. i"__-u--' Jl~-L
GOVERNO DA i'HVlNCl.
EXPEDIENTE DO DA, 91 DE NOVEMBRO.
Ofllcio.Ao Exm. eresidenle do Mara-
nlio. aecusando recebido o oflicio coto que
V, Esc. reroelleu um exempiar do msppa
deroonstraclivn dat distancias pelo camiabo
msis curto entre esoabegesjle comarcas
daeuella provmcia.e enlre ellas e as de uag
"nanles as provincias do I'sri, Goyaz e
y.
.-Ao commandante das armas, dizenT
.. ir inleiredo de haver orneado inleri-
eute para ejercer o lugarue Commeo-
anle do forte do Pi AmateMe, que era oc-
cupado pelo msjor do ettdb-maior de.pri-
leira ciaste Sergio Tertuliano^ Cattello
30 de setembro
da fortaleza do
nenie da lerceira
lito, Pompeo llo-
ria interinemen-'
Brsirco, que foi r
ultimo para o
Cabedelfo na Paral,
claase dos olcises
mano deCarvalho,
te o lugar de ajudanle, e para substituir a
este o alfares do catado maior de segunda
clssse Joao do Amorim Bezerra.
.--Ao mesmo, declarando que p aviso
ir do ministerio da guerra datado de
,oulubro ultimo, nSo comprehendeo
reres do esltdo-maior da primeira classe
lo exercito Luiz Gomes Ferreira, que se
aeha e su pregado pelo governo imperial no
lugar de ajudanle do guarda-inr da alfan-
dega desta cidade.
DitoAo mesmo, para mandar prem li-
berdad*, por serem incapszss do servido,
copo consta do parecer da junta dessude,
6a fcrutat Pedro Bptista Bruno e Jos
francisco,"que se acharen) recolhidos ao
hospital regimenlsl.Intelligenciou-se 0
commandante da forltleza do brum.
Dilo.--A'thesouraria de fazends, trans-
millindo o viso Se urna lettra na impor-
tancia de 190,000 ra., tacada pela thesOura-
ria do Rio Grande du norte, sobre a deela,
e eTvor de JbSo Francisco Arves.-Parllci-
pou-se ao Exm. presidente daquella pro-l
tela.
Dito.A' mesma, inteirando-a de baver
o hachare! Gaspar de Uenexs Vaseoncellos
de Drumond participado que em 18 du cor-
' rente entrara rio exercicio do cargo de juiz
municipal e de orphSot do termo de Santo
AnlSo.
Dito,Ao commando superior da guarda
nacional do municipio do Recife, scientifl-
cando-o de haver, em rumprinienlo aosrvi-
to do ministerio da ustica datado de 31 de
outubrO ultimo feito cessar em 16 do cor-
rente os vencimenios dos instructores da
guarda nacional, porque nos termos dis-
postot na lei n 602 de 19 de setembro desle
anno, a dita guarda naioual tem de ser ins-
truida t,raruitaniento pelos teus comtnan-
dantes eoflleiaes, ond ndo forem Hornea-
dos nmjoies ou aju 'antes de luiha, a quem
nesie caso incumbe eSsa onVigaglo, e re-
commendando em execu^lto do mesmo avi-
so que envi urna relac.Ho nominal dos ditos
instructojes, que sendo ofllciaes de linlu
nierecsui ser nomeailos tnajoreaouajuOan-
tes pi los hons servidos rjue houvorem pres-
tado, devendo a referida relacao ser acom-
panhada da declaradlo do tempo e lugar
em que taos refvlgos foram prestados; e
lem assim dos nomis Joa instructores, que
nfio sendo de linba merecerem com tudo
especial aiiencSo.
Hito. Ao dezembsrgador Fhrnilno Anto-
niu de Souza, dizendolcar inteirado de ha-
ver 8. S. euirado no exeicelo dos lugares
de juiz Wlator da junta de Justina e procu-
rador da corra suberania e fazenda nacio-
nal, para que fora nomeado pelo Exm. con-
selbeiro presidente da refaci por ter fal-
lecido o desenrbargador Domingos Muiies
Ramos Ferreira,que exerfiat.'
Hilo.A pagadura militar, inteirando-a
de liaverem at pravas do pimneiro e oitavo
de caladores, mencionadas na reanlo que
remelle, depois de fiado mu lempo de tr-
rico, coqjruda nos termos do decreto e
regulamenio de ta ue ucveuiuro o G-1G,
para contisraar so masmo aarvicp.mediaute
ai gratiiicacoM declaradas na referida re-
lacao, e ontentndo -que Ibes mande pagar
as ditas graiificacOes, sendo 50,000 res a
vista, e o rjo em prestarles mensaes de
10,000 retal- lutelligenciou-se ao com
mando das srmss.
Beltcia a qm teftHre o ofcio cima.
PriMirdlhtalhld do capadores.
Cabo de esquadra Ldj^Haodes 170,00*
Soldado, Vi!! til 80.000
Joaqi 180,00(1
Oitavo bai'alliao de caesdores.
Cabo de et'qdadra, Jos Pedro 180,000
^^H a Ignacio Jos 180,000
180,001"
180.
180,
180,000
Dite.-A' uivsuia, para qoe a vista, das
tres coplas que remelle em duplcala, ini
mande paga/, a Jofi'Csrlos Augusto da Sit-
. vsva quantia de 880,000 ris, em que, iirt-
porlaui us qualroceutos alqueires de fari-
pendeu com os tacos e conduccSo da re-
ferida fsrinha. ScieoUucou-se ao mesmo
arsenal. .
Dito.Ao arsenal de rnerinhs, commu-
nlcando que segundo eonsiou de urna por-
tara expedida pelo encarrilado do qusrtel
general da marnha, an capito de fragata
Caetsno Alvas de Souza Figueiras. em 23 de
Iaelmbro ultimo, oom referencia an aviso
leVioiaterio.de *rinh de a* do tneamo
, fas prorogatla por tres mezas a lieenc
anno se conceden sqoalle oftlcial cot o res-
pectivo sold afim de tratar Je sua saude.
Scientiflcou-se a contadoria de marinha
Dito.Ao Comimaridknte do vapor Thelis,
ordenando que mande pasear pira bordo do
patacho Pirapama, como destsesdos, dous
grumeteseum marinheiro, para ali servi-
fero durante a vagem, que vai fazera illi
le Fernando.-Inlelligenciou-se so arsenal
de marinha.
Dito.A0,|hefe de polica, inteirano-o
de Uver o#Exm. presidente da Parahiba
participado que foram entregues aquella
provincia os criminosos Slviano Bezerra
de Brilo e Nicolao Jos de Mello.
MUtMK' adkBhiistracSo do patrimonio
dos orphflos, approvando o contrato pelo
quaUoSo Paulo dos Santos se obrigou a fa-
zer os reparos de que precisa o muro exte-
rior, banhero e levada do collgio dos or
phSos em Olinda.
Portara.-o presidente da provincia tendo
em vista o ollicio do director das obras pu
hlress de V9 do corrate, no qoal propOe
qne consigne a qoantia de quarents conloe
de ri* pira continuicSoda obra da casa de
detengo desta cjdade no correte exerci-
cio, vislo js se baver esgolado a quota des-
tinada paraessa obra, na dilribuic.io pro-
visoria do crdito para aa obras publicas
na lei provincial n. 261 de98 de jontio ul-
timo, e ser prejudicial suspenderla no esta-
do em qt sa ells'acha, resolve os termos
do artigo 58 do regulamento das obras pu-
blicas de7de mam desle anno, aulnrisara
'lespeza proposta pelo referido director.
a Ignacio Jos 180,000
Soldado, Mtlheus da Gama 180,000
FranciC da Costa IsO.OOt)
. Manoel MaitiBlfd'Ariujo 190,000
Antonio Jos Francisco
po...
nha de que tratou nos oflkios de 9 e 19 do
correu'.. n bem "ai ao almoxaria do
arsenal ,do snwinbs ou^s pet^s^oeiw
aulonada, a e 211,360 res que te de-
EXTERIOR.
I .....IsaaaatssssataasassaaaaaaMsa^^
CORnESPONDESqA DO DIARIO DE PER-
NAilBUC.
Farf, / Pode Vmc. i vonlade escarnecer da" povo
francez, certo de que se nsle momento el-
le nflo he o objpcto da mofa do mundo in-
teiro, isto he devido i grande indulgencia
da Europa e da America. Nunca tslvez nos-
situacSo fol msis prospera do que he ac-
tualmente : o trahalho ahonda, as fabricas
achsm-se em plena aclivjdade ; cada um Taz
osseus negocios du mesmo modo que on'r*-
ora ; niuguem dira porttqto, que sal irnos
de urna revolucSo e que estamos taivez em
vaspera de outra ; entretanto eata he a rer-
dade. Todo este bemestar inesperado qoe
renasce nSo basta i contiistsdora mobilida-
de do nosso carcter nacional. Ha aqu mui-
(as pessoatque passam por sensatas o qun
al ao prente lem lido "bastante crdito
sobre o paiz, que parecem dispqsta's a ex-
prtr no triste jogo das intrigas polticas lo-
dos esses bens que a providencia nos tem
lado l-uiz Bonaparte lem sido at hoje o
instrumento de qoe Dos se tem servido
para repartr os males que a revofuao fez, e
pnra restituir a Franca a ordem o a paz ;
entretanto o homens do que fajlo nilo que-
rem que ella teja feliz e prosnera por Luiz
lionapsrte.jelle* querem o conde e> Cham-
bn! e se nao'-Mr fela a sua vonlade, esiSo
decididos a perturbar por todos os nteios
nossivis o nosso desgranado psif. Isi
loucura, he miseria, dir JlTlrez Vmc.Tinis
o que qbr ? Os Bkflidos pWRods no Cal-
culam nunca sanio o seu intefess narliCu-
lar, elles no tomam jamis em contidera-
<;So o interesae geral.
Tudo quanton presidente faz he para os
legiti mistas m texto de censura. Ja coov-
moniquei a Vane, como esses homens tem'
desfigurado os bellos e patriticos discur-
sos por elle pronunciados em suaa viagciis,
e dos quaea lhe tnlio feito extractos, lio
je elle tem adoptada ou tro tliuma. Depois
que o presidente se reesITheu a Pars, tem
passsdo muitas vezes revista nss tropas
aquarteladss aqui aa capital, ftu noa arre-
balitea. He contra estas revistas que se
exVMe a eholers 4los legitimislas. Os sol-
m* o pr,.:d:r.::, V--" /Va
dadot"grittm .
poleof algumas vezes al Vita o imptrm- atleo(Io publica durante esta quinzeua
dar, o estes gritos desagradara mito aot
parlidarios do conde de Chambord. Por
esta rasSo as su as gazetas e os teus ho-
mens politicot enfurecidos, gritara com to-
das as torcas que 1 constituido he viola-
da, como se se tlvesse encarragadeTia guar-
da da repuWfgb, gracas a esta sitaacoQ
nova quffTTOs tem lomado, aeham-se etQ
prfeito accordo com ot nossos f'publioa-!
nos vrmenos.
assembla, a quai conti-
ias. temos ero Patts, bem
..unlquei s Vmc. urna com-
_ reprsenla o que se phama a
commisaao de permanencia. O iegitimis-
Us sao mui numerosos nesta commistBo e
mora alguna republicanos que nella tein-
tcoduzaram, lornum a maioria. Osa,he pjr
ajero deesa fracclo da assembla que os
do presidente quereo-astear
em nosso paiz. As revistas dak
WeSpsdo multo a oemmissSo L
a t mutuos de seus membrr
rteat-eenearadoe criticado aaaargamenio
preardente aoe a ellas assiste e bem assli
os militares" quo g.li.n y;>i o w4
o fita' t^wqtMftMt.! Kt mt
lempos tudo te tinha pmtio em conver-
sscfJes, mea receolemeote a commissffo
lambroo-se de mandar hamtr o ministro
da guerra e de convidado a explicar-se so-
bre os gritos que dio oe soldados quando
em Orms. O minlslrolimitou-sea respon-
der que no tinha o poder nem a vontadi-
le Impedir os soldados de gritaren). Esta
resposta desagradou multo ana legttimis-
laada consBiitsflo, e como usa nova revis-
ta devesst ter logar em Verialhns, ella de-
nidio que eertos d* aeut maibms parta-
por si mesmot.
Com efleito s revista teve logar, e aegun
do o costume, o exercito gritou Viva Na-
pnitio, yiva o imptrador, entretanto que des-
nieva na presenta do presidente. Os mem-
bros da corhmissSo flcaranf furiosos. No
dia seguinte a commissSo reunio-se e t^tn
mesmo mandar chamar o ministro da gner
ra consignou em tus acta urna censura enr-
gica contra o mesmo por causa dos gritos
que rartm dados, osquaes, fia opiniBo da
commissRo, foram provocados pelo gover-
no em vez de serem por elles repremidos.
Esta deliberac.lo da cnmmissflo devia ser
conservada secreta ; mas o segre.lo foi msl
guardado e o publico soube logo que a
commitsSo que representa s sssembla es-
tar em guerra aborta com o presidente.
Esta noticia tem sido na imprensa o objec-
to de urna viva controversia, e para todos
os homens iotelligentes, a ritusco tem-se
tornado extremamente grsve.
Se a assembla nio desapprovar o que
fz a coinmissSo, se o conflicto se der en-
tre os dous poderes, a mircha" do governo
ser paralysada e as difliauldaoVs polticas
nao poderao-maisresolver-se pelas viss le-
gaes.
Kis-aqui o estado em que nos acharaos
actualmente. Se Vmc. me pergeniar quem
vencer em caso.de luta, te o presidenta,
te a assembla, responder! tela hesitar
que a victoria ser do presidente, porque
elle tem por ti a maioria do paiz, mas a
guerra aera sempre una desgrana mui gran-
de porque ella perturbara a Franca, e aug-
mentara dilliculdades qu a harmona dos
dous poderes leria fcilmente retolvido.
Comprehandem-se fio bem 00 mundo
poltico us pengos que suscita a eabecads
da commissSo que os homens mais impor-
tantes da assemblcs fazetn actualmente os
otaiores eaforcoa pa acraajs* negocm,
decidindo a commitsSo a supprimlra acta
Je sua deliberado ; enlretauto, na hora
em que escrevo nada anda se tem conse-
guido.
Dever-se-hia certamente fazer ama
ideia bem triste dos parli tu-, ss elles tan-
1,-assem hoje a Franca. Das perturliacfi.'s
dolilicas, porque ntnca, bem como no prin-
cipio desta refer o aspelo geral dos nego-
cios foi mais favoravel do que agora. To-
dos os obruios trabalham, e. teu Irabalho
he I5u productivo qoe em nenhuma poca
t seto mas depositadas as caixas economi
cas foram mais, cousideraveis. De Janeiro
destinno para ca sement om Pars estas
somnias excedem de 15 milliftes, e oque
prova que a claase laboriosa viva na abas-
taes be que durante o .mesmo espseo de
lempo, as so minas retiradas da caita eco-
nmica nSp teniexcedido.de 3 inilh>s. De
utro lado o consummo do povo lem cres-
cido em proporcOes taeaque nos nove pri-
raeirot mezes desle anno, a renda dos im-
postos indirectos ( vinho, sal, tabaco, atsu-
car, cal, etc., ele,) lem augmentado de 98
inilhOea. .
Nossa situaQfio geral be los, e se alguma
desgrana nos acontecer, ssto he do governo
que devemos queixar-nos, mas sirn de nos-
Asas proprias loucurat, de nossos miseraveis
partidos. .
O presidente, o qual dirige to hbilmen-
te os nossos negocios do interior, nfio hej
nem tenos prudente, nem menos feliz noj
inauejo dos nossos negocios estrsngeiros.
Elle lem sabido fazer-se amar de todas asi
corles, e acaba de receher leslemunhos
os mais brilhanles da estima que inspira
A rainha de llespanha aiandou-lhe recen-;
lamente pelo seu enibailiJor o cuitar daj]
ordem do TosSo de ouro, que a corte del
Madrid nfio contare sanio aos cheles dtsj
casas reinantes. De uutro lado o rei do a-
ples acaba de decura-lo com a gram crur
da ordem de San Fernando ndo mrito.
Uelgica. $Me pequeo reino da Blgica,
que ordioaiamente da pouco que fallar de
*.o,ii uwwi ijniivamenl cccp

entretanto nSo te trata seno de um facto
ao qual as leisda nalureza humana nos lem
habituado da morte da riinha dos Belgas;
mas esta rpiuha era um anjo de bondade e
de misericordia ; mas ella achava-se anda
cheia de mocidade e de belleza, e nSo pas-
sou sobre a trra, tenso para fazer bem
ipor itso tambera nunca se vio umdUo
profundo como este que se desenvolveu ns
Uelgics. As cidades eos campos, os ricos
eoe pobres, os calholicos e os protestantes
choraram sua rainha como se cada familia
hplga tivesse perdido sua m8i. laso u8o
se tinha jamis visto em tal grau, e no
naomentq. em que a realeza be lio fortes
mente ameaosda pelas emprezas da dema-
gogia, Ues atauilestacOea devein ser reco-
midas porque provam que o principio mo
narchico tem tuas raizes no fundo mesmo
do coratio doa povos.
Luita da Orleaus, rainha dos
naaoeu em Palermo, uo anno de 1819; ar
sou em 1839 com o rei Leopoldo, e raurreu
a II de outubro prximo pastado na idade
de 98 abaos, depois de baver reinado 18.
A fnrtrte de sen pai o re tulz Fetippe, o
qual elbAdoraYt,' desentulveu os gsrmeus
da doenca de languidez que devia leva-la
sepulturs. Os mdicos, assustados sobre
o seu estado, prescreveram-lhe o ar do mar,
pelo qoe ha algiimas semanas ella se tinha
paseado para Ostende; mas ah! que dahi
nfio dvia mais vnltar I Em ves de obte'
0 reatabelecimenlo de sua saude, ella foi
enfraqupcendo progressivamente ; e a sci-
encia perdeu finalmente as esperances de
salvada.
A rainha Mara Amelia, advertida dos
progresos do mal, deq-se pressa em partir
de G'arnmont com sua familia echegou a
Oslendeanda a tempo de abracar Sua filha
querida e de reeeher o sen ultimo suspiro.
A dr desta santa molher e de sus nobre fa-
milia nSo pode pintar-se. O rei Leopoldo de
sua parte foi abismado em un triste deses-
pero.
0< restos mortses ds rainha foram trans-
portados de Ostende para l.selten, residen-
cia real, que ella mesma designara para
sua ultima morada. Toda a populacfio da
Blgica acompsnhou o enterro.
AUtmanka. O eleitor de Hesse-Cassel
anda est desavindo com os seus subditos
A Austris sppos o eleitor : a Prussia pelo
c mtrario d rssfio aos habitantes de llesse.
Falla-se de urna intervenr;8o armada da Aus-
tria em favor do governo do gram duque.
Se esta inlervencSo tiver lugar, o gabinete
de Berln dever oppor-se-lhe, psra ser fiel
aos empephosque lem contratado, nas nfio
creio que ts cousas cheguem s tses exire-
mos; nem a Austria nem a Prussia tem in-
terese em U/er guerra 'ima a outra. He mais
provavel que ambas estas potencias scon-
selharam o gram duque para decidi-Io a
adoptar medidas de conciliacSo. Com Tei-
to este principe j deu om passo importan-
tes nesta veieda, porque despedio o minis-
tro llassemplulTg, o qual aconselhra ere-
ferendra todas as medidas arbitrarias con-
tra as quaes a populacho de Hess protestara.
Alin disso, a Prussia nfio quer envenenar
mais as suas di(Terenras com a Austria e u
que prova isso be a iiomeacfio do Sr, de Ro-
lowitz para a repartirlo dos negocios es-
trsngeros. O Sr. de Radowitz lio confiden-
te e amigo intimo do rei Frederico Guilher-
ine, e opmquanlo seja mui partidario da
uuifio aliemSa, elle sabe que a Austria deve
ser alten iida nestas sones de arranjamen-
los; suppe-se quo elle se entender me-
1 hor do que nenhnm nutro diplmala prus-
iano com a gabinete de Vienna.
Falla-se do prximo casamento do joven
imperador da Austria coma princesa Sydo-
nia de Saaona, niha do principe JoSo.
/(inim.--o imperador Nicolao visita ueste
momento as provincias meridonaes do seu
vasto imperio. Elle parti deS. Petersbur-
go a 18 de setembro e depois de ter atra-
vessado Moscoo, foi a Odessa e a Sebasta-
pol Em sua*Volta o ctar demorar-se-ha al-
gum lompo em Varsovia. e muitos princi-
pes da Allemanha iro visita-lo all.
Turqua. O primeiro ministro de Abas-
Pa-ha vice-rei do Egypto, Arlin-Bey, fugio
ltimamente de Alexandiia, levando com-
sigo, segundo se diz, dous milhOes e meio
de francos. Assegura-te que elle se refu-
giara em Gonsiantinopla.
Roma A consulta de Justina acaba de
condemnar morie seis miseraveis que
commetteram um horroroso assassinato po-
lilico no tempo da repblica de Mazzini.
Esta sentenca, a qqal foi executada, pro-
duzio um effeilo mui saudavel.
Em um consistorio secreto qoe foi cele-
brado no Vaticano a 30 de setembro, o pa-
pa proelamou qnatnrze cardeaes novos.
Pela primeira vez esta proclamacfio com-
prehende um cardeal inglez, Mr. Wiseman,
o qual fra nomeado arcebispo de West-
mistar. .
Inglaterra.ti* ausencia do parlamento,
o que oceupa presentemente a altencfio pu-
blica em Londres he a futura exposiefio
quo devo abrir-se no primeiro de maio de
1851 e que deve receher os productos na-
turars e manufacturados de lodosos pon-
tos do globo. Fslla-se do prximo estabe-
lecimenlo deum telegrapho sub-mtrinho
entre a Inglaterra e a Irlanda.
Hollando.Q rei da Hollanda acaba de
abrir em Haya a sesillo dos estados geraes,
e o discurso que pronunciara nesta occasifio
faz um quadro o mais satisfactorio possivel
do estado de prosperidade a que tem che-
gado a Hollanda e bem assim as tuat ricas
colonias- I" *
l'iemoHle.-O cavalheiro Pmelli, o qual
dre tanto as negociacfles relativas is diffe-
rencas religiosas, scaba de retirar-se de Ro-
ma, tem ter podido cumprir sua missfio.
Qunto ao mais o Pietnonte est tranquillo.
Um estadista mui dislincto, o 8r. conde de
Cavour 6ra ltimamente nomeado minis-
tro do commercio.
Hespauka.--Narvaez, em momento amea-
cado por-- urna intriga de corte, est mais
seguro do que nunca em sua sitoaefio. A
llespanha, gracas eua mfio hbil e firme,
vai outra Tez prosperando, as rendas do
thesouro augmenlam lodos os dias, e traj
ta-se seriamente de uro arranjamento, o
qual em lim ba de tttisfazer as reciama-
cAes dot numerosos credores daquelle
paiz.
PERNAMBUCO
II lili
JURY 0 RECIFE.
*. SES3AO ORDINARIA DESTE ANNO.
Pruidenciu do Sr. Or. Rtii e Silva.
Dia 99 de novembro de 185o-
A'sonie Horas 4a rnaabee, ieiu acba-
mada, acham-se prsenles
rados.
O Sr. Pretidente abre a testan, multando
os Srs. que deixaram de comparecer, setn
excusa legal.
OSr. Presidente t*\ proceder-se so sorteio
dn conselho, que tem 'de julgar o reo pie-
iente, aecutado pelocrime de assassinato,
ralicado na pessoa de Manoel Quaresma
do Espirito-Santo.
l Sorteado o conaelhe, sfio escolhidos os
Srs. Jos Joaquim Xavier Sobreira. Jos F-
lix de Brillo Mace lo, Umnetino Gue les de
Mello, Victorino Francisco dos Sanios, Ma-
nuel Bezerra de Menazes, Francisco Anto-
nio Cousseiroe Silva, JoSo Pedro Maduro
la Fonseca, Luiz da Veiga Peasoa, Domin-
gos dos Passos Miranda, Manoel Jos de San-
ta-Anna Araujo e J080 Athanazio Bo-
telho.
Prestado o juramento do estylo,
aJ Sr. Presidente faz ao reo o seguinte
Interrogatorio.
JusComo se chema ? __
Reo Profiri Ferreira dos Santos.
Jui;- Sabe porque vem hoje responder
parante este tribunal ?
, Reo --Piirq'te Iui processado.
JuitAonde eslava no dia 28 de agosto
do anno passado ?
Reoy pristo do seguro, na cadeia.
JaisSabe, que foi espancado o juiz da
cadeia Quaresma ?
o Eu estava na prisSo, em que ello
existia, vi oharulbo.
JusQuaes foram os autores do espanca-
saenio ?
fleoNao sei dixer a S. S. porque nSo vi.
JuisEstando na mes na prisfio nao. ouvio
izer, quera tinhamsido os presos que o
espancaram ?
fleo~Eu fui processado com 8 ou 9 n to-
los esses dizia o Sr. carcereiro, que tinham
sido. .
JuiiNa occasifio em que Xico mulali-
nho espancata o juiz vot nfio o ajudou
tarr.bem ?
flso--Nao Sr.; ese foi elle que o matou eu
nfio sei, porque a prisSo eslava qualhada e
eu nSo pude ver.
JutaSabeqoaes foram os pretos, queti-
raram a escuda na occasifio em que hia
descer a guarda ?
flo-NSo Sr., porque a luz estava apaga-
da, e eu nfio vi isso. _^.
JusSabe, que bou ve nessa noite um
conlulo entre Xico mulatinho e oulros para
o lim deatsassinarem Quaresma ?
Ro-Mu sei, nfio Sr.; e se houve foi en-
tre elles, eu nfio soubo disso.
Jus Voc tsmbem nfio enlrou nesse a-
juste P
fleoNfio senhor.
JaisSabe ascrever?
ReoNSo senhor.
O reo interrogado he pardo claro, bailo,
sem barba, representa ter quando muito 19
annos, vem bem traja lo, e conserva bas-
tante preseofa de espirito. As circumstan-
cias do crime porque he aecusado slo ss
mesuias do reo julgado antecedente, visto
ser romprelieu I ido no mesmo processo e-pe-
lo mesmo fado.
Lidas ss pecas do processo, e lindases
llegacfles pro e contra o reo:
O Sr. Presidente faz O relatorio da cauta
e entrega ao concedi os seguiutes
Queiilos.
1.0 reo Profiri Ferreira doa Santos pra-
ticou o facto, de que he aecusado, de cou-
correr directamente pera as offensas feitas
no sentenciado Manoel Quaresma do Es-
piriio-Saot, ds quass lhe resuliou a
morte ?
9. O reo praticou esse facto com a ctr-
eumstancia aggravante da surpresa ?
3 O reo praticou esse facto, tendo pre-
cedido ajuste entre elle e seus co-ros para
o lim de commeller-se o crime ?
4 O reo praticou esse facto, com a cir-
cunstancia aggravante, de supenoridade
em armas eemforjas?
5 O reo preticon esse facto, com a cir-
cunstancia sggrsvanle, deter-se dado a
noite?
6.* ExIstemrtronmstanciatattenuaBtesa
favor do reo ?
concelho voltando pouco depois, res-
ponde negativamente a todos ot quetitos :
quanto so primeiro por 11 votse quanlo
aos mais por onanimidede.
O Sr. Prit'.ixU cuui~c=io cs= s
decisfio do jury abtolve o roo, mandando
pagarse cuntas pola municipalidade. (Eram
3 horas da (arde.)
liUKH) E PEBSAMBCO.
siKoiri, a a aoviasao d tata.
Cbegou bvjs procedente de Ferntndo da
Noronha o brigue-escuna Culiope, que tli
fra em commissfio poucos dias. A febre
estava quate extincla. Unto que apenas
exisliam no hospital dout enfermos. Alm
dos S de que em oujra occasiao demos uoti-
cia.nfio falleoeu maiseafermo alguoi. A ilha
licra em paz, e como dito ftca acbt-se des-
assombrada dos perigos da epidemia. Dos
presos polticos apenas fura afeetado da fe-
bre Lucena, que para se restabelecer ser*
transportado para esta cidade no brigue-
escuuaJCuaupe, que d'ali devia partir do dia
95 do andante inez.
as gazetss que nos trouxea barca fran-
cez Contt Roger, caegadt uUtmaoMtM* 4o



- 'Il
mm
nata
Havre nenhuma noticia 'achiraos, que nfo polos escaninhosdo meu corri, e digt o
tenh sido ja por nos publicada, ou que nSo Que ainto.
conste da carta do nosso correspondente de
Pars que deixamos estampada no lugar
competente.
Moje, pelas cinco horas da tarde, teve lu-
gar a procisslio ile Corpus Chfisli, que as
espencas de S. Exc. lievm., costuma-se
fazer de tempos a esta parte no corrente
mez, por causa das chuvas, no tempe, que
Ihe he propro ; sahindo ella da igreja ma-
triz do bairro de S. Antonio, percorreu as
ras do Cabugi, Cruzes, Cadeia. Colle-
gio, l.ivramento, pateos de S. Pedro e
Carme, ras das Flores e Nova, ero par-
te das quaes se achava postada a tropa
em alias'. O acto esleve desente, levando
S. Bic. Itevm. o Sagrado Viatico. Aeomna-
nharam-na o Exm. Sr. pesidente, com-
mandante superior da guarda nacional
inspector do arsenal de marinha e mais of-
ficialidade. O Sr. commandante das armas
commandou divisflo coroposta de duas
brigadas, e estas-de oito eorpos de dife-
rentes armas.
Publica^ues pedido.
I-|k (Milu de Prospero Dinlz. re-
dactor da Marmota, ao genero-
so e estimare! povo 1'ernani-
hiicano.
Queridos irmot. SSo passados seis me-
zes que voaram to ligeiros e tSo alegres,
que me parecern seis minutos I So pas-
salos seis mezes depois do venturoso da
em que as 4 horas da tarde entrei nesta en-
cantadora cidade .' Aqu nao lie minha Ier-
ra, minha mu la esta os Baha velua e viu-
va, eu sou o nico filho que Ihe resta, o de.
ver da nalureza me chama a obediencia, e
o amor de ftbo mearrasta, mas a graliaO
me prenda; quero partir e feichar os olhos
aos agrados deste lugar, perm sou homem,
sou frco, nSo teiiim corarlo de pedral...
Ah e como nao heide eu ter saudades !..
Nasei na baha, la passei sta Idede de
30 minos si-m nunca ter visto Pernimbuco
de repente resolvi-nie a vir at ca, cheguei.
a este poilo, aaltei nesta cidade ( 1 entrei
por estas ras descuiihecido como se fosse
n'um paiz estranho, mas oeste pouco lem-
po tenho gosado a honra, ter frequenlado as
principaes casas de familia, tenho cultiva-
do a preciosa aousade dos mais importantes
homens desta trra, tenho sido confundido
com a nobreza e generosidade de seus co-
racOes, tenho Analmente lgrac,as a lidalguia
das seohoras Peruambucai>es J be i ja do as
unios das diviudades terrestres, as flores do
jardim da vida, as Deosas de Poesa, as mo-
i;-- bonitas de PernamBuco i. esta gloria
que gosei mais me enlhusiasma,e me faz su-
bir as nuvens da fanlazia quaudo conside-
ro a subli.nidsde deilas, contrastando a mi-
cha inslliciencia tristeza e miseria ''.'.
Ab qtiem ilcra que meu peilo fosse um
ameno pradod bdnins. um vergil de azu-
cenas para poder cunte-las todas e leva-las
commigo tanta furluua uSo cabe aos mes-
quinhos fillios de Adi, mas a lemliraiica,
os preciosos nomes delas que tenho im-
pressos na minha folha, e gravados em le-
tras de uuro do meu corceo, v3o commi
go ; aquella Tulla he o balsamo para miti-
gar niinnas saudades na cruel ausencia.
Amigos Pernambucanos, recebei o sau-
doso adeos do escriptor Haitiano que bon-
rastes com a vossa benigna atteucao, e para
que a todo lempo appareca um teslemuuho
ae minha gralidao, aqu declaro publica-
mente que me rttiro de vossa trra captivo
de obsequios, levo commigo muitos favo-
res, immensas finezas, e neiihum agravo,
porque mesmo essas queslOes da opiniSo
combatidas nasgazetas, nu pJem jamis
iiitu ud ir no meu pensameulo oojiu pessual.
si ni, eu u,e retiro como devedor, e nSo
como credor, porque nada de til vos ufl'e-
irci.ao passo quedevo a vossa hospitalida-
des agrado que jamis me pdeai esque-
cer ; prrtendo, se lieos me penuittir demo-
rar-mu pouco na Baha e alatli seguir para
a Corle, e chegandua presenta du nosso im-
perador, duer-lhe-hei sinceramente que
esla capilal e si us inleieaaes se acham en-
tregues a cidedOus de ment, e imeira ca-
pacidade para cumprirem os deveres de seua
cargus : o goveruo ua provincia a um pre-
sidente que lem a graca do gauhar affcicOes
com aflabilidade, pulidez e cavalbeirismo
de suaa pelavias, us priuciptes tribunaes
bem como as Ihrsouranas entregues a co-
lumnas de probidade, quaea cunsiderues
Nery Feneiro 6 l(- uto Jos rajjruandes e
oulrns ale igual mrito que se nao lem o
mesmo nomo do meu comproviuciaou Sam-
paio Vianna, sao traslados liis das virtu-
des delle. Os arsenaes de guerra e mariuha,
hrillianlemenle administrados, aquello pa-
lo n.cansavel tenenle-corouel Juo Pedro de
A r ojo e Aguiar,e osle ao capitao mar e guer-
ra Rodrigo 1 heodoro de Fi eilas;e em tSo re-
liz puca o que me reta dse jai? Que linde-
mos esle auno livres da sentiora febre ama-
relia que segundo dizem bao volla mais por
ca, p.or causa de tero Bourg^rd acabado os
seus srveles, e | olanlo, nesle interim me
retiro desejando boas testas a todos oa habi-
tantes de Pernamburo, homens e mullieres,
velhos e meninos pobies e neos, fetos e bo-
micis. Au em.
:=. noi do fuer ver ao nosso tm*r;;r
que Peinan buco be o jardim do imperio
oo Brasil, que o carcter dos Pernambuca-
dos he brioso em geral; hei d diier-lhe
que aqui cheguei sem recommendacOes
sem prestigio nem de diuheiro e mm ne
cathegonas, a fui obsequiado como um li-
lho que se ama, como um amigo que se a-
piecia coro talmente, e desde ja aposto qu
quando o Impender chegaraeala cidade
der um passeio a ra da Autora as cinco ho-
ras da tarde, a hora em que fresca e nia-
viosa agoa.do rio vai sorpeauau tiouaa
muralha do caes, a elle vendos elegantes
eililicios, cometido um deliciosa abacacln
collii''o freaquinbo, e chupando um saboro-
so caiiho uas nioscalesde Itamaraca, e che-
gaado ao r delle aa friticetrase elegantes
meninas desla cidade paia Ihe beijaraoi a
mi; o homem ha de fiear tfio encantado
3ue anda lenoo um corscSo de pedia ha
e flear derr. lido da teruuia, e ha de ate
querer andar a corle para aqui.
Ora, agora depois, de faier minha despe-
dida geral, e agradeeimeuio a lodo povo
manda a gratidao particular que eu entre
Em primeiro lagar declaro que na se-
guate lista nSo me importo com a maor
ou menor opinifio que algumis das pessois
que aqui redro possam gozar do publico, e
nem tambem tenho ere vista considerar
KraduacGes da sociedade .porque dentro
do meu coracSo todos sflo iguses, con-
siderando a todos homens meus patricios
amigos.
E quaes sao elles ?
SSo os seguintes genios obsequiosos que
quando eu ausente em qualquer canto des-
te vasto mundo ouvir fallar na provincia
de Pernambuco elles mmediatimenle hilo
leme apparecersopensamento retratados
noquadro daamissde.
SSo elles:
Or. Antonio de Vesc.oncellosMenozes Dru-
mond.
Francisco do Reg Barros.
Agostinho Ermelino de LeSo.
Thomaz Pereira de Mattos Estima.
Antonio Correa Seira.
Gustavo Jos do Reg.
Dr. Antonio Epaminondss de Mello.
E outros referido no novo methodo do
meu coracSo que Ihes darei um abraco
quando fr occasiflo.
Senlimenlos da minha alma na hora ia des-
pedida.
Adelina que te fiz
Para ser tSo desprezsdo
Pilis acaso o meu agrado
Pode tornarte infeliz ? 1 *
Smente por te adorar
Tu me querea condemnar t!
Maldita foi essa hora
Em que pela vez primeira
Eu te vi bella e faceira
Naquella rus da Aurora
Se eu mo le visse maldita
Nao te acharia bonita.
Que importa i feia figura t
Q' Importa a roupa mal feita
Pela casca nSo se engaita
A fructa que tem doenra
Sou feio e de mo carSo
Mas tenho bom coraf So.
Vou-me embora aqui te deixo
Tu flcas livre de mim
E cum tudo mesmo sssim
S do meu fado me queixo
Se sou constante amoroso
Sou no mundo disdilozo.
Ingrata toma aenlido
No leu genio pertinaz
NSo le venhi um mao rapaz
Q' inda s-fja leu mar'do
Q' depois de dado o n
Tu bas de soffre-lo s.
Perdoa meu bem perdoa
Esta palavra atrevida
U' urna cabera perdida
S diz palavra aloa'
Atiende que urna paixSo
Nos faz perder a rasSo
Tyranna anda distante
Hei le leu noine adorar
NSo queiras embora amor
Eu hei de ser leu amante
Amo porque he minha ana
Embora sejas ferina
Nem tenho a consolarlo
De ve-la na despedida
Quererla s na partida
Ao menos beijar-lbe a mSa
Poimial guerra me armaran
Q' at d'islo me prvaram
Se q' esta minha paixSo
Tu por soberba desdenhas
Em maratsr-me te empenhis
Com feroz ingratidSo
Porm pode ser q' a sorte
Te faca mudar de norte
to tempo seua livros. Felizmente os ho-
mens vSo manifestando ama grande repug-
nancia para aa dses allopathas, eosdoen-
tes se vam salvando, e evitando oras e pe-
rigosas molestias pela forea desuarasSo.
0 trtaro que os ndicos allopathas em-
pregam como urna panacea universal para
todas as moleatias, tem produzido funestos
resollados. A gastro-enterites chronca
produzida pelo trtaro ha muito frequente
no Rio de Janeijo, onde se tem faito muito
uso desta substancia eminentemente irri-
tante. Se o trtaro he empre'gado segun-
do as opiniOes absurdas de Razori, entSo
o mal he maior; a decima parte de um grlio
de trtaro he bastante para produzir urna
revolu^So no organisno do homem, urna
revoIncSo incalculavel, isto be de obaerva-
cSo constante : as nauseas, os vmitos bi-
liosos, as horrpilaces, os suores, as dores
agudas no estomago, as dejecefles frequen-
tes, prostracco de forQas, etc. A accSo
local do medicamento he corrosiva e dele-
teria ; parta he logo rejeitada nos vmitos
enas dejecrOas, a urna parte obra violenta-
mente sobre o organismo, a creaccSo he
muitas vezes mortal, ou tSo violenta que o
lente leva mullos das a reslabelecer auas
forjas.
Esta substancia que tem uma accSo tSo
violenta sobre o organismo, ha aconselin-
da pelo medico italiano om grandes dses,
sobretudo quando ha tolerancia. Com ef-
feito isto nos paraca o absurdo mais funesto
a humanidade de lodos que se tem escrip-
to I Hem coffiprehen lido, quer dizer que
quando o organismo do homem nSo tlvtr
freas para rejeitar o trtaro corrosivo,
para reagir contra aua acc,3o violenta, quan-
do, emfini e liver morrendo, deve se dar
urna maor dse, para acabar de matar.
Destruir a reaccSo balutar he anniqular a
vida. He necessario que os mdicos eos
doentes estejam bem prevenidos, psrs se
acautellarem dos perigos de seinelhantes
opiniOes razorianas.
( Continuar-ts-h. )
Dr. Maximiano Marques di Curval/io.
(Oo orssal do Commereio.)
COMMERCIO.
i'
Casmtciis por esca petriScada mural ha
Quando a noticia t-> fr
Do mais remoto paiz
Has de saber que o Diniz
He leu consunta amador
Basta s ero qualquer parte
A lembran^a para amarle
Por bella nSo dis espanto
S s um pouco prendada
De ouro tu nSo tens nada'
E como te ltelas tanto
Q' s por le pretender
Julgas crime de ulT.-n Jer .*.'
Com tudo minha pombinha
Se querea meexprimentar
Basta urna lettra mandar
Feixada n'uma carlinha
Manda meu bem q' has de ver
Q' por amor se morrer..

Mais vale a feia figura
Q' te der hom tralamenlo
Do q' ter luxo opulento
1.1 Laudo o fel da amargara
Doce amor inda em pobreza
Val mais q' acerba riqueza
Deixe asses vis im pusiores
Que de mim querem fallar
Daos inda p lo me alear
A ana de mil doutores
Basta que s a preceito
u traga Dos em meu paito.
Prospero Dini.
ALFANDEGA.
Itendiment do da 23.....31:028,890
Detearrefam ha je 25 de noeembro.
Brigoe -- B$lm ferro.
Rrigue Araf vintio.
Brigue Emelie taboado.
Brigue Queen bacalhio.
Brigue Gugleeimo farinha.
Brigue Taruio II mercadorias.
Brigue -- Anloinelte farinha a vinlio.
Bacca >- Witliam Russell mercadorias.
Barca-^aforra/-- bacalhae.
Barca. Oml R*ttr baratas, garrafes
e bacalbSo. "***
Patacho JosepA Protftt mercadorias.
Patacho Watt farinha de trigo.
CONSULADO GERAL.
Itemlimento do da 93.....
Diversas provincias......
Manteiga dem de 350 a 360 rs. a II
bra da franoeza, (a 300 rs. a
da ingleza.
Massas dem a 4,200 rs. a arroba.
Plvora Ha falta.
I 0 nosso ancoradouro fol be m sopprMo de
navios esta semana, e hoje licaram surtos
nelle 65 embarcarles, a saber : 2 america
as, 1 austraca, 26 brasileiras, 1 chilena, 2
dinamarquezaa, 4 franoezas, 3 hespanholia,
(Oinglezas, 9 portuguezaa, 1 peruviana, 4
suecas e 2 sardas.
Os fretes do assucar regularam a 40 para
Liverpool, 55 a 60 para os portos ioglezes do
Canal, 63/6 para os ditos entre llamburgo e
Havre, e do algodSo para Inglaterra al/2
com 5 por cenlo de proMfgem.
1.044,881
147,658
1:193,539
EXPORTACAO.
Despacht martimo no dio 23
Rio Grande do sl, brigue nacional A/e-
grel, de 131 toneladas: conduzoseguinte :
700 barricas com 5,321 arrobas da assucar
a 2 barra ago'aroente.
RECKBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia S ..... 215,210
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 23......l:O98,320
PRACA DO RECIFE, 2SDEKOVEMRRO DE
1850. A'S 3 MORAS DA TARDE.
atavala semanal.
Cambios No principio da aemana
houveram lransar;0ee a 20
d. por 1,000 rs., mas hoje
ha faca dores a 20 1/2, sem
que haja quem queira com-
prar lettraa a eate preco.
AlgodSo- Foi menos procurado, e aa
830 sacaas que vieram ao
mercado obtiveram 7,200
ra. a arroba de primeira
aorta.
Assucar As entradas forao avulta-
das, eaa vendas do ensac-
cado aembarricado branco
regularam de 1,900 a 2,900
rs, a arroba, e do masca-
vado da 1,630 a 1,7#0 rs. a
dita. NSo ha do aoeaixado
novo.
Team aido procurados, e
as veadaa regularam de rs
118 a 120 rs. a libra dos
seceos salgados.
Vendeu-sea 1,600 rs. a
I roba da rouxa.
Azete-doca dem d %M a 2,(00 ra. o
galSo.
Bacalhio- O mercado foi supprido com
doui carriHtamentoa som-
.- r A*Y I___
foram vendidas de 19,400
NOTICIAS COMMERCMES.
Hatrt.H da ou miro de 1850.
Jtfodao. A procura para ol algodOea cod-
lervou-ae mu regular, cata aemana, a excep-
(io destea dous ltimos das, que se paiaaram
em uma calma quaii absoluta, quotarain-a em
aorta mediana mala de 1,100 saccaa por cada
urna pra;a do commereio. Sabbado, o merca-
do eatava J em melhor poalflo, e aa veodaa al
a tarde, or(avam por 750 aaceaa, aoa pre;oi flr-
meioeute auatentadoa. Na aegundi e terfa-
feira, o conauuo tendo eicedldo as ordena as-
aa numerosaa no lagar, fiaeram-ae no mesmo
lempo, pouco mais ou meuoa 2,800 saccaa, a fa
vor de aOcentlmoa a fr. I sobre a u llmaquo-
lafao. Naquarta-feira, tralaram-ae alada 1,000
saccas ; comtudo, desde entao, o movimento
cala intelrameote paralyaado. aa notlclaa de Li-
verpool vieram um pouco frouias, e ai preci-
ares da liacao esio alias moiDcntaneainente
prehenchidas. Oa prefos, pelo lempo adiante,
nao apreseutain hoje var39o notavel naquo-
lafSo precedente, a que oa correclorea nao de*
rain alleracSo alguma, porin a qual permane-
ce mu firmemente sustentada. O inui ordi-
nario de Nova-Orleant he procurado asilro de
fr. 115 a li.VM, a o balso de Ir. 105 a 106. A
lotalidade das vendas da semana monta por
5.193 saccaa, contra as chegadas pouco mais ou
menos menos utas. ,
Ai noticias da America, recebldas pelo vapor
Ihbdomndario Canad, e de tres atas smeota
posterlore aquellas que meoclonava, sabbado
o nosso post-scrlplum, nao tlreram grande ef-
(elto oa praca.
Pelo vapor Pranklin, chegado esta tarde do
porto, vainas reerber noticias mal frescas de
quairo diaa, quer com data de 5 do correle.
Em Nova-York, de 28 de setembro ao primei-
ra de outubro o mercado tinha mudada com-
pletamente de aspecto. Sobre as informa;oes
deafavoraveia do sul, relativamente a proaiina
colhelta, a estagna;ao produtlda pelos ltimos
aviaoa da Europa tinha dado lugar a urna pro-
cura assa activa, e os precoa se tornaram mala
rmes ; veadaa dos dona ltimos das da sema-
na : 3,500 saccas; mediano de Nora-Orleana,
Mili 1/4 centesimos.
Em Charlnton, a subida rpida das prece-
dentes semanas tinha eicltado uma flgelra
reacflo de 1/8 a i/4 mediano 12 1/2 a 13.
Eiu Savaonab, a aublda de 3/8 a 1/2 centesi-
mo, valo reduejao do dopuiilo : mediano,
12 7/8 a 13 1,8.
Km Mobile, a subida d 1(8 a l>4, mediano
12 3/4 a i3.
Em Nova-Orleaus, prejo sera variacSo, se-
gundo as ultimas cartaa lelegraphlcas datadas
de 28 de seleiiibr*: mediano. 12 1/2 a 1(8. Ge-
galineiue o negocloa nos portoi do sal no ti
nbam aioda muito movimeato, como ordina-
riamente, no coineco da eainpaoha porm oa
precoa ae eonaervavaua antes coiu indicio de
subida, nao obstante o conleudo mui pouco
animador das cartas da F.uropa. Uma corres-
pondencia de Nova-York de 2 de outubro/rece-
blda uaa lialifax pelo vapor) aiinuncia que ac
acabara de receber um extracto resumido dos
avisos de Liverppol de 21 de de setembro, que
tratiain, arinal, a subida. Todava a hora lar-
dia em que tlnnam chegado, nio periniuia an-
da o appreclar o seu effelto no mercado.
Aa correspondencias do sul con ti rmam sa 1-
limaa noticias doa estados do Atlntico, pouco
lavoraveis i colbeita, que contioha o nos:
precedenle resumo. Nos do golfo, queiza-ae
actualuieule de urna aecca extrema, que preju
dicava a planta: ai ultimas correspondencias
lelegraphlcas por este lado, sao todava, mala
reanimadoras.
Caf. A procara foi muito mais regalar es-
ta, semana com oa precoa da subida, e a peque-
a recahida aaiigaalada na oossa revista prece-
dente, eiti boje aaaia que recuperada. Diver-
aaa porcdei obtiveram precoa que os compra-
dores nao tornaram, ha 15 das, para a incauta
qualidade
Nos as Hiyti, reallaaram-ae pouco mala ou
menos 3,600 aacca, de fr. 50_a 61, segundo o
merecinieoto : boje nao existe no mercado a-
baia de fr. 00, e este preco fol anda pago es-
ta maana, para entrega, pelo Georges, antea
qae ae coabecease a ebegada do dito navio.
Por cauaa de araras pozerain em leilao 817 sac-
aas, proveniente da Mara, vendidas de fr. tOU
a 112, seguodo o estado da lateada.
Ma
Brasil, de A 7i8 a 5 5|8 ; 1800 saccas de S Da .
mingos da 5 1|8 a 5 3|8, e 800 saccis 1.a-
guayrs, de 5 a 5 5|8.
Assucar bruto. Os avisos favoravels. rece-
bidos de todas ai partes, principalmente da
Inglaterra, eiclUrain urna procura activa, a
p rec os al tos.
Movimento do porto.
i ''
Navios entrados no dia 23.
Camarsgibe 24 horas, lancha nacional S.
alomo Fiordo Rio, de 33 toneladas, mes-
tre Andr Bezena de Souza, eqiiipsgem
4, carga taboado ; ao mesmo mestre Pas-
ssgeiro, o Brasileiro Msnoel Joaquim da.
Silva.
Baha 7 dias, birca ingleza Roisendalt, de
997 toneladas, eapitSo Thomas Guilbrt,
eqipagem 16, carga algodSo e pi da Un-
gir ; a Crabtree & Companhia. a
Buenos-Ayrea 34 das, patacho dinamsaa
quezCnimm, du 905 toneladas, capillo
J. P. Brandt, equlpagem 8. carga carne
seces ; a viuvs Gaudino & Filho.
Navios taidos no mesmo dia.
Parahiba -- Lancha nacional /V. S. dat Nevet,
saetre Henriqua de Souza Nafra, cirga
varios gneros Passageiros, JoSo Luiz
Rangel Jnior, Brasileiro; Jos Concal-
ves dos Res, Pnrtugun.
Csnsl pels {Parahiba Brigue sueco Solv*.
capitfo G. Mofgren, em lastro.
Em commissBo para a ilha de Fernando
Transporte nacional Pirapama; comman-
te Gamillo de Lellis Fonseea.
Navios entrados no dia 21.
Parahiba- 2 das, lanoha nacionsl Nova
Santa Crut, de 93 toneladas, meatra An-
tonio Uanoel Alfonso, equipsgem 5, car-
ga toros de mangue ; ao mesmo meatra.
Passageiros, Beoto Botelho Pinto da Mea-
quita e JoSo Jos da Silva.
Camaragibe 9 diaa, huta nacional Novo
Destino, de 21 tonela las, mestre Esli
Ribelro, equipsgem 3, carga assufi
madeira ; a Jas Manoel Martina,
geiros, Manpel Vieira, Jo Vieira
escravo, Jacintho Alves, Msrcellino
de Mello e Vicente Ferreira.
New-York--3l das, vapor americano Un,
de 600 toneladas, capitHoJ. Mrks, equl-
pagem 95, carga madeira; a Deaue Youle
& Companhia,
Ubi de Fernando -i, 3 das, brigue nacional
de guerra Callapo, comraandante o capi-
Uo lente Antonio Carlos de Figueiredo.
Navios sa Aldos no mesmo dia.
Santa Galharina pelo Rio de Janeiro Bri-
gue nacional Valle, capitao Candido For-
jas de Lscerda, carga assucar.
Canal pela Parahiba--Brigue escuo
glez G. Deane, capilfio G. W Sm
em lastro. Passageiro, Antonio Machi
Comes da Silva.
lachado
iJeclar.iyes.
('. o uros -
:1-

i Alfaxema -
REVISTA AL1.0PATICA.
Molestias chrinieat trlifieimet, produiidas
pelo iiuiuuieulij allepalhieo.
O genero humano lula com um grande
numero de molestias chamadas chronicas,
as quaea desgracadamenle tem sido creadas
e sustentadas pelo uso prolongado de me-
dicamentos heroicos em dse* alevadaa e
sempre crescenles A's dses allopathicas,
coroposlas de muitos medicamentos, se de-
vem grande numero de molestias, as quaes
sa leriam evitado a nao haver aaaes abusos.
O homem de bom snnso coas, rasSo se admi-
ra vendo comoos mdicosallopallias con-
tinan! emperrados em suas erencas sem
neolium fundamento. Os mais fortes argu-
mentos em theuria, os mais brlhantes
triiimphos ns ortica, oaanaoge'ral "los ho
I
com que a aature'aa reaguardou das furias delmens Ilustrados, nada disto be baalante
Kcpumo. I para o medico allopalha que facbou ha mui-
IS.000a 13,500 rs. a barri-
ca, a licaram em ser 7,900
ditaa.
Carne secca Ckagaram doas carrega-
menloa, um de Buenos-Ar-
res que foi vendido por ata-
cado a especuladoras. o
outrodo Rio Grande do Sul,
que se esli retalbando del
8,7M a 4,000 ra. a arroba. I
CarvSo de pedra Vendeu-se Je 8,000 a 9,000
ra, a tonelada.
Cerveja dem de 4,000 a 4,400 rs.
dazia de garrafas.
Chumbo O de munieSo foi vendido
a 15,500 ra o quintal.
Fari nha de IrigoOa precoa nio solfreraai al-
trsele, bem que o soppn-
menlo augmenlasse com
doas carregamentos, com
os qaaes o deposito boje
monta a $,500 barricas.
Ferro ----- Vcodeu-se do 8,000 a 8,500
ra, a quintal do da Suecia.
Loutja Idus a S55 por ccnlo da
premio, a ingleza.
noaj,
Oa do Rio eicitaraas tamben alguna nego-
cios. Apaaar do algarismo llmitaalo du nosso
abasleciniento, coiarmn-se pouco aaaia ou tar-
2,300 saccas, das quaes 1,000 aaceaa do la-
l, de fr. 0060 a 67 50 per estes ltimos, e
. 67 a (3 50 por o nao lavado. Terca-fel-
ravindoura, 2, nao de ae vender publicamen-
te, para redaccao dos direitos, 650 saccas ex-
Nouvella-Paullne.
Noa cafes provenientes da India, nao se flze-
ram amlgarelinenle aenao 301 saccas de Java, a
fr. 114. Km hasta publica, 130 saccas de Cej-
in, chrgadaa por Emmantil, tocadas de avaria
loraiu adjudicadaa de fr. 107 a 109 os 50 kilo-
grainmaa.
O Oeorais, viada do Cabo do Hayii, e ao qual
se tinhaiu vendido esta inanhn ?00 aaceaa a
entregar, nao importa seuao 20 aaceaa. Coin
toda a chegada, alein disao, no recebemos, lia
oito diaa, aenla 409 saces, 18 barricas em
transito, por va de Mor.ieaux.
Os mercadas do noria e de Londres sa con-
srvalo mais animados. Nos portos do Medi-
terrneo, o seero est igualmente subanlo
parcao daa compras da aemana, na praca, est
desliuada, diaeui, paraMaraelliaa.
12,400 rs. Retalhou-se de Asueur. Os assucarea brutos se sustentan!
- O Ulm. Sr. director do lyceu manda fa-
zer publico que em virlude das ortens do
Exm. Sr. presidente ds provincia de 18 do
corrente, est vaga a cadeira de primeiras
letras para o sexo maaeulino da povoacSo
de Cruangi, cojo concurso deveri proceder-
a em fevereirodo anno vimlouro de 1851.
Secretaria do Lyceu, 92 de noverabro de
1850. Januan'o Alcxandrino da Silva Rabil-
lo Caneca, professor de desenlio e secretario.
O Ulm Sr, director do arsenal da guer-
ra contrata oflliciaea de serralheiros, es-
pingsrdeiros, coronheiros para irem traba-
lliar no arsenal de guerra da cOrte, pelo
po que se convencionar, sendo osjor-
* nos dias em que trabalharem de 2,000
; para os primeiros oRlciaes, e de 1,600
1800 rs. para os segundos ditos ; tudo
conforme o aviso circular do ministerio da
guerra de 31 de outubro ultimo, e ordem da
presidencia desta provincia, de 18 de no-
vembrocorrente.
Arsensl de guerra de Pernambueo, 22 de
novembro de 1850. O escriturario. F.
Serfico di Attii Carualho
i* Coinpitnliiavde Beberibe. 0
tja, A manilla 26 de novembro pelas 10 Q
a horas do dia ha reuniSo dos Srs. ac- q
fs cionislaa no escriptori da Compa-
nhia do Bebenba: be a lercoira ^f
O reunido S]aiese marca para que tenha &
O lugar o quinto dividendo, sendo da O
O esperar que desta vez compareci os O
O esSra. associonislaa O
909090009900000009
em ba posico esta semana, com negocloa, to
davia menos activos, que durante os oito dias
precedenies. Os das Boeaas anuiras tivarai
urna aalii Ja de 500 barricas primeramente a
fr. 62 lypo, depois a fr. 0260 e 63 conforme a
qualidaae. Visto a poucaeacolhaque orTereceo
n osa o deposito, reduiid.'a 1,400 barr. os preco*
nao sao ealabelecidos rrgularinenlc, e, segundo
a conveniencia, a boa 4 variade fr. 61 a 61, OS
correctores ajuataram-aa a fr. Ui50, ao pre-
co corrate. ^ r'
Nos aasucares eilrangelrafc aotaram-ie, no
come;.da semana, 800 a^SSJklaW da Uavana,
Ciealurgos ao prejo preceileaaa de fr. 26 a
Ma 4.'. Eate negocio, qua (aila o aarrega-
inento de la Revaudre, mas o resto das car-
gas do Alberto e da Elisa, foi tratado para
Liverpool. Desde eolio, nieraiu-se 321 caitas
de aisucar malcarado ordinario, lamoem para
rxporlacao, a fr. 24, pela amostra. As chega-
as da sumaca coustam amente de 10 caixas
e assucar bruto importadas do Pari pelo
brigue Esmraldt, 11 barrica de Dunkerque.
flasaasree 15 as Outubro.
C a/ir. Os negocios permanecetn aalmados
no lugar, com precoa meiborea. Os possaidoraa
eaiau oa reserva- O brasil real ordeario n.1,-
ou-se at p 3)0. Desde Sabbado, quer esa
dlai, Bteram-ie tambem: 9000 saccas do
Theatro de Santa-Uabel.
tU* RECITA DA ASSIGNATBA.
Quarta-feira, 27 de novembro de 1850.
Depois da execuc,So de urna bella ouver-
lura, a companbia nacional iropresenlari
o drama em 5 aclos, composic^o do Sr. U
A Burgiin
, LUIZ CE CAMOES.
Pertamagent.
Luiz de CamOes Germano.
D. Pedro de Athaida -Coimbra.
Carlos de Mendonca Sebaatiio.
D. Fernando Coata.
I). Ruv Raymundo.
I). Rodrigo Cabral.
Antonio Silveatre.
D Calhartaa da AUaayda D. Joanna.
Laura D Rita.
Terminara o espectculo coa a comedia
em um acto
Fatllstr verdn.de a mentir.
Comessari is 8 horas.
Os bilhetes acham-ae i renaf* no lugar do
coalume.
Theatro-1 e .-Francisco.
BELLAS ARTES.
Quinta mudanea dat novas vistas do coa-
morama.
A galera ptica conlnuari aber.la todos
os das cum as seguiulas vistas novas do
cosoiora.ua, a saber:
A galera nacional, em Londres.
A grande procujao de Corpus CMitU, em
Sevilua. \ i
A ra d'Alcala, em Madrid.
O lago llosobells, em noita de lus, na
Italia.
A praca Del Poplo, em Roma.
A retirada de Naaoreao sobra o rio, na
Berrisen.
A cidade de Dublin, na Irlanda.
ZurJatb, na Su isas.
Aclrala de
Maximiliano, aso Tyrol.



w

Altoni, nos suburbios de Hamburgo.
O intorior da gruta Azul, em Capri, ni
Italia.
W 0 director capera que o respeltsvel publi-
co ha do (car batante salisfeto com aa ri-
cas vistas desta mudanza.
ii iwi'iinmi \mmmmmmmmmmmm
Publicares litterarias.
( Chroniea da rebelliflo praiein em 1848
A 1849, pelo 9r. drsembargador Jeronymo
' Martiniano Figuelra de Mello, chafe de po-
lica da provincia dePernmhuco, e por es-
ta deputado sssembla geral legislativa do
imperio, offerecida aos l'ernambunos de-
fensores da ordem ; 4 vol. de mala de 600
paginas em 13 mximo : vende-se na ra da
Cfuido bairro do Raeife, livraril o. 58, em
brochura a 4,000 rla.
ata* Hialoria do Portugal, por Alejandre
^Mtrculano, cbegou o terceiro volume.
' Dita do Ceroodo Porto, dos voluntes.
Conloa d<> Serio, um dito.
Almansk popular.
Revista militar, de na. 1 a 19.
Jornal das Mellas arles.
Alheen, jornal Iliterario, cllegaram os
primeiros numeroa at 26.
Semina, jornal litlerario, cheginm os
pnmeirog nmeros at 28.
Revistauniversal Liabonenae.
atellil o*era.
lrammaticas Franoezaa.
Meihodoe facilimoa.
Na casa'n 6. defronte do Trapiche Novo
Avisos martimos.
She para a ahia no flm do presente
taez o ti late San oto e para o resto da carga
a panageiroi :a tratar na ruado Amorim
o. 36.
Para o Uto de Janeiro sabir em boo-
eadias o brigue'lVVo: recebe carca a fre-
aajiassim como escravos : quem quier car-
Mar, trate com Leopoldo Jos da Costa
**ujo, ou com Nevaaa&Coehpanhia.
Para o Hfo de Janeiro
segu viagem com milita brevidade o| bri-
gue nacinner Coneeitfo, per ter parte do
arreg.menlo prompta : para o restante,
passageirn e escravo* a frete, trala-ae com
Manoel Al vea Guerra Jonior, n ra da Cruz
doReetfea 4o, ou com o capitSo Manoel
Francisco de Res.
~ Para o Par, tocando no Cetra, sabe
em poneos das a escuna nacional Maa
Ftrmma, eapitJo e pralico JoSo Bernardo
da Res, por ter parte do aeu carregamen-
Sjada : para carea para um e outro
? epassageiros trata-so rom o consig-
no, Luh Jos e Si Araujo, na ra da
:ruz n. SS.
Panrb Cear
tegue viagem por toda a semana o hiate Li-
gro, por i trr-parle do aeu cerregamento :
para o reato au passageiroi, dinjam-so a
ra do Vigarioh. 15.
Dar Luanda con escala por llenguella
, brigu poituguez OMtntt pretende seguir
coaia maiorbreviaa/aa possivel, por lero
aeu carregaoMnlOaSpileto, apenan recebe
alguma carga miuirFe paasmgeiros, para o I
que otTerece os melhores ccaSroodoa : trta-
le com os consignatario* T. de Aquino Fon-
seca & Filho, na ra do Vigario n. 19, pri-
aneiro andar, ou com o capillo na praca.
-- Para e Araeet*- sane, no da 2 do cr-
reme, o hiate ,\*gelie, por ter ja parle da
carga- prompta : para o reatante e passagei
ro, trata-se com Antonio Joaquim Seve na
ra da Cadeia do Red fe n. 49, ou com o mes
treJoa Joaquim Al vea da Silva, no trapicho
do al goda o.
Para Santa Catharina
aahe com brevidade o patacho' nacional IJ-
vramtn/o, capitSo Francisco Joa Rites Ju-.
nior : recebe carga e escravos a frete : quem
quizer embarcar, falle com o dilo*a-prtao,
ou coro Manoel Ignacio de Oliveira, na praca
do Commercio, n. 6.
Para o Rio de Janeiro aahe em poucos
diaao palaxn nacional Curioso, ca pililo Ma-
noel Rodrigues Faneca, por se chir parte
da carga engajada, pira o reatante e paa-
ageros trila-ae con> o consignatario Loil
Joa de SI Araujo na ra da Crui u. 33.
Para o Cear.
? Eapera-se com toda a brevidade de Lis-
boa com destino aoCear, o brigue nacio-
na I Emprea, forrado e encavilhado de ca-
bree de auperior marcha; demorar-ae-ha
aqui 13 dias, recebnra carga e paasagei-
roa; trata-se na ra da Cadeia do Itecife n-
17, segundo andar.
Par Lisboa o brigue portuguez Conertad
att Mana, pretende seguir por todo o mez
de novembru, por ter a raaior parte da car-
ga prompta, quam no mesmo quizer carre-
gar ou ir de paaaagem, dirija-ae aoaseus
conugnalarios Thonuz de Aquino Fonaeea
otFilbo, ra do Vigario n. 19, primeiro
andar, ou a o capililo, na praca
Leilei.
Apeasoa que quizer alagar um andar
deum sobrado na ra da Penha, dirijs-se a
ra do Cabug loja de Jos da Costa Fo-
jogei.
Lourenco Luiz das Nevea embarca para
oengenho Ferricozana provincia das Ala-
goasa entregar a aeu pai "o Sr. Lourenco
Jos 'das Neves, o escravo pardo de nome
Pedro.
No dia 19 de selembro fugjo um escra-
vo e una escrea dos nome aegointea: o
escravo de nome Joo, idade 50 annos, ros-
to chupado, pouca barba, pernas um pou-
co apalhetadas, altura regular, he croio-
lo, tem ollcio de carrclro-: a escrava de
nome Mari, alta e seca, rosto redondo,
mei fulla, idade96 annos ; portanto pede-
ae I todas ai autoridades policiaes, assim
como a todos os capitSes de campo que
aabendo dos ditoa escravos o hajim dos
aprehender e leva-Ios a pracinha do Llvra-
mento n. 50. V6nda de JoBo Paulo da Silva,
ou no engenho Juricaca litio do Cajueiro a
Francisco Xavier Mendei, que se recom-
pensar generosamente, e protesta-se con-
tra a pessoa ,onde for encontrado ditoa es-
cravos.
cj ODr. J. S. Santos Jnior, $
medico homceopallia mora $
na roa Nova,n. 58, primei-
ro andar.
-- Ocorrelor Miguel Carneiro, far leilfio
no da 85 do crreme aa 10 horaa em ponto
no aeu armazem na ra do Trapiche n. 40,
de diversos trastea, louca a obras de prala .
todoieates objectos aeran vendidos multo
em conle, por aerem de urna praaoa que se
retira lela provincia, aasiawaramo r>
iccniera roalquer oljecjo para dito leilSu
ale o da 81 do correte ao maio-di,
. JaoeaOahlree & C. farlo leilflo, por
intervenrao do cprrvtor Oliveira, de grande
e esplendidosor timen to de fazendaa ingle-
zaa as maii prppriai do merend, inclusive
algunas avagadas: eegunda-feira, 95 do
corren te, s 10 boraa da manhfia em ponto,
no aeu aruiauaa da ra ala Cruz ; adverte-
se qualid.dea daa rvrfendM f.zendas, aera o
le.l8ocontii,uannr> dia immediato, te-
fe ira, 96 do eorrete
- Kalkmann Irmloa faraoeilBo, por in-
terveaao do corrator Oliveira, de multas
fazendaa de algodflo, lioho, 18a asada, al-
gumai para exar conlaa: quarta-feira 97 do
corremeaa 10 horaa da uianhJa, no seu ar
nuzejii ra da Cruz.
Avisos diversos.
Roga-se ao Sr. JoSo Joaquim Rabeilo u
favor de dirigir-ae ra da Cadeia do Iteci-
fe, n. 85, a negocio de mu interesse.
J. Germano faz ver ao respeitavel pu-
blico que despedio seu caixeiro Jos Affon-
co de Aievedo.Campos, no dia 80 do cor-
rete.
Jos de Azevedo Campos, em abono ao
seu crdito, faz sciente ao respeitavel pu-
blico que se despedio do Sr. J. Germano no
dia 91 do correle, e nao como dito Germa-
no annunciou no Diario de 33 do mesmo
mez.
Precisa-so alugar urna preta captiva
par o servico de urna casa, que aaiba cozi-
nhar, lavar e engomntar para duas pessajaa:
quem tiver dirija-ie praca da InJependen
cia. n.99. m ,
Ouiola-felra, 91 do crrante, sahrSq*
vender em um taboleiro o Africano Manoel,
de 10 para 11 ancos, mais conhecido pelo
nome de Antonio, deixindo o taboleiro con
a venda a parceira que oncompanha*; su-
mio-se por ser maito vadio ; conata andar
pelas ras, eji ter aido encontrado sem ja-
que ta ; revou jaquel velha da riscado bran
co com listras roa, calca quaai branca
tumben) velha, Camisa de algodfiozinlfo
com tresletirasM. A. S. que s3o as ioi-
ciaes de Manoel Antonio de Sena : foram ar-
rematados os servidos deste Africaoo pelo
fallecido profesaor Jos Bernardino de Se-
na, e boje pertencem a viuva do mesmo pro-
fesior. ijuem o pegar, leve-o tus Augus-
ta n, 33, onde mora a dita viuva, que re-
compensar ; sssim como roga aa autori-
dades policiaes que o apprehenderem de o
levarem a dita casa. ^
*#:#: MIC*
> Remedioa de grag para os pobrea,
# e efDcassimoi para o sararopSo, que
Sacluulniaula raioa.
Distribui-se no cnsul torio ce-
ir li-nl lioino'opntlilc de l'ii.
jp nainbneo dirigido pelo Dr. Sbi-
la noolagario Ludgero Pinho, ra do #
0 Trapiche Novo n. 15. a
- Precisa-ae de urna ama forra, ou de
ama earrava alugada, que cozinhe, engom-
me e faca compras : a tratar na ra do Vi-
gario, n. 8, primeiro andar.
-- Aluga-se urna canoa aberta, que carre-
gue de 900 a 1,000 lijlos de alvenarla :
quam a tiver e a quizer alugar, falla' com
Jos Goncalvea Ferreira Costa, em S.-Ama-
rinho, que dir quem precisa.
Pfeewa-se um cosinheiro forro ou cap-
tivo, no ultimo sitio do lado direito antes
de chegsr i pontedoManguind, ou na ra
da Cruz, no Recife. o. 97.
Nos abaixo assignados declaramos as
pessoai que nos sfio devedoras dos nego-
cios tomados em nosso estabelecimento de
miudezasds ra doRozario larga n. 92, que
instituimos para nosso cobrador a Manoel
Joaquim do Nascimenlo das dividas daeia
prar;, A togados, Manguind e Oltnda, em
circumferencia a esta cidade orna legor,'e
por ser verdade fazemos este.
tietorino i Guimaiei.
Alugaan-se duas eacrava, que lavam,
eogommam e coziuham o diario de urna ta-
sa : na ra do Collegio n. 25, 9." andar.
-- Segunda-feira, 95 do crrante, s 4 ho-
ras da tarde, na ra de Hortas, praca do Dr.
juiz de orptifios, se ha de arrematar urna
preta velha avahada em 60,000 ts.; agam
comosinco cadeiras vellias, urna mesa para
engommado, um bah velho e urna cama de
amarello em mi estado.
Quem precisar do um esno de cobre
usado pan padaria, reflnacSo, ou outra
qualquer fabrica, dirija-ae a fundifSo doa
Srs Meaqulta & liutra, que ae vender por
com modo preco: a tratar na ra da Cadeia.
n. 23.
Sr, ManoetPeriminbuco. Bin 0 nosso ante-
rior escripto proinetlemos continuar aa pu-
l)llca{So da aua clirnnija, e como nSo aabe-
moa faltar aa nosan prouieatai. | val... A
reapeilo daaduas menlnaa por Vine, deshon-
radas (enios mala aafresccniar para conhe
cimento do publico, que eraiu ellas filhaa de
u-n pobre velho chamado Pedrolo, e que em
outro tempo morou no beceo do Aci(e de
Peiie: esla declaraelo faicmoi no Intuito
de melhor dar a conheoer o seus brilhantei
feltoa.
Nova deacoberta !qu fltemoa, l vil a pos
a antecedente, e pelo ineimo theor fareiuos
publicar outroa que contamos alcancar cin
breve. Ha anona um negociante multo hon-
rado desta praca, conduzfndo de Lisboa auas
innaas, trouac para companhia dellas, una
menina, lilha de pobre, mas honrada gente.
O nosso hroe que por mlVlicidade freqnen-
tava entao a casa do negociante, pdi viataa
Impuras aobre a desgraeada domella, e nao
descancou um momento em quinto nao po/.
por obra o seu nefando projecto : o meloa
mais reprovados foram posto em accao. e
estes allim deram em reiulladns o rapto, proa
tltuicSo e abandono da Infeliz victima. Quin-
to crlmea em um so facto O abuso da con-
flanca nefle depositada aeduiindo urna Infe-
lit, protegida pelo aeu amigo; a prostltul-
fo deaia meaina infelli, que a nio aer este
perverso, poderla aspirar a um futuro seoao
brilhaute. ao menos honesto o obandono
Iczs aicam Infelli dp"is de have-la fur-
tado protecelo d'uma familia respeitavel, e
de ter-lha roubado a honra, uuico bem que
possula na trra A juslica dos homens an-
da nao puni tanta pcrvrraldade, mas a de
Deoa, que mala recta- e prompta. Ja come
(ou o castigo Iinpriinindo-lhe na fronte o fer-
rete da infancia da perveriidade e da tnalra-
deza.
Rncarai-o lisamente, e observareis que na-
iicll,- rosto plido, macilento e descarnado,
ae retratar a hediondez de leus chines.
Oh! da authoridade publica a cuja guarda
eatao encarregadaa as noaaaa vidas, proprie-
dade e a honra de nossas familias, nao per-
cal! de vala um malvado, que loma por
divjMimento aedusir e desgrac ir as incautas
qua lem a Infelicidade d'agradar-lbe : fazei
cair sobre case reprobo a capada terrivel da
Justica, expurga! a aociedade d'um ente que
pelo aeu carcter a deshonra da especie hu-
mana :seaasim o praticardee chamareis sobre
vos aa heneaos do C.o e aa de todas as pessoa
honestas.
Sr. M. P. Paramos aqui por boje, mas em
seguida voltat/mos com urna outr historieta
uuito engraeada, e que tambem faz grande
honra a aeu genio libidinoso. At logo.
-- Est tratado a compra da casa terrea n
24, d roa da Roda : quem le julgar com di-
reito a dita casi, haja de declarar no prazo
Je tre dias, contados do da 93 do corrent".
Jos Antonio Marlins dos Sanios retira-
se para Tora dolmperio, e declara ao publi-
co que vendeu o aeu estabelecimento a Do-
mingos Marlins Vieira, sitio na ra da Ca-
Jeia deS -Antonio.
Precisa-se de um caixeiro, de 19 a 14
anuos para urna (averna : na ra da
Cruz, n. 32.
O Sr. Manoel Vaz de Souza LeSo, venda
ou mande pagar a sua letra veueida em 18
de novembro do auno prximo passado : na
ra do Crespo, loja n. 12.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
da ra Direila n. 90, com commodo para
grande familia : na.ra ireita n. 93, pri-
meiro andar.
~ Quem precisar de um caixeiro que
tem bastante urlica de venda : diriga-se ao
pateo da K'haj^jj^J^fBBj^-iB->--|-
Pnulo fGalgnoux, lentlxta *
franeez, oiTrecc sen prest- 9
ino no publico pava todos os >
mysterios 2 ptle ser procarado a qual-
9 quer hora em aatn ensa, na _
J rila larga do lozario. n. 36,
# segundo andar.
Mobiliasde aluguei.
Alogam-se mobilias a vontade do aloga-
tlor; tambem se alugam cadeiras para olli-
cios e bsiles : na ra Nova, loja de trastes
lo Pinto, defronte da ra de S.-Amaro.
Precisa-se alugar urna morada de casa
terrea, sendo que tenha sotilo, quintal, po-
co e commodos para grande familia, nSc
se procura lacatidade : na ra da Senzalle
Nova, n. 42, segundo andar
Aluga-se o segn lo andar da casa n. 20
da ra da Cadeia do Recife, com [commodos
para grande familia, com um grande s-
lito para tr fmulos separados e com urna
boa cacimba : trata-se na loja da mesma ca-
sa, aonde acdam-se'as edaves para se po-
der ver os commodos e arranjos da mesina.
O Sr. Francisco Antonio da Silva, que
teve loja de lou^a na ra do Rangel, queira
mandar receber urna encommenda, na pra-
ca da Independencia ns. 6 e 8.
Precisa-se alugar um molecnta esperto
e de boa conducta para o servido interno de
urna casa ingleza : paga-se bem : quem ti-
ver, annuncie.
Trispassam-se as chaves da loja de dou-
rador com omito boa armaclo : na ra No-
va n. 52
Eogomma-se e lava-satoda a qualida-
de de roupa com todo asseio e muta promp-
lidito, por prego nuis coturno lo do que em
outra qualquer parle : na ra de Agoas-Ver-
des, n. 26.
- Preeisa-se de urna ama para urna casa
de pouca familia, a qua! saiba eogommar e
fazer o mais servico: em Fra-de-Portss,
ra do Pilar, n. 72. segundo andar.
Compras.
Compram-se escravos de ambos os se-
xos, de 10 a 30 annos, e de bonitas figuras :
na ra larga do lozario, n. 48, primeiro
andar.
Compram-se trastes usados de todas as
qualidades : tambero se troca ni por novos :
na ra Nova, loja de trastes de Pinto, de-
fronte da ra de S.-Amaro.
Coxpram-se duas venezianas, que
sirvam para janellas de sacada!, em bom
oso : na ra do Queiinado n. 14.
Cumpra-se urna canoa pequea dea-
_ marello de um s pao, que esteja em bom
estado :quem a tiver annuncie.
Compra-ie urna mesa dejantar, sendo
de amarello: a tratar na ra do Cabuga,
loja de Joaquim Jos da Cosia Fajoses.
Co'npra-se urna morada de caa terrea,
sendo grande e tendo bom quintal : quem
a tiver annuncie, ou dirija-se ra da Con-
cordia, n. -- das 9 s 1U horas da manliSa,
n das 3 as 4 da tarde, a tratar do ajuste com
Jos Antonio Crrela Jnior.
Compra-se urna balance completa, e
propria para armazem de assucar: na ru
da Cruz, n. 13, armazem.
Compra-se um bom cavallo com anda-
res proprios para senhora : paga-se bem:
na casa das aferic,Oes.
Compra-se um cabriolet j salo, ou
mesmo novo: na ra do Trapiche n. 40, ar-
mazem de Miguel Carneiro.
Vend
as.
. ~a 8ra. C. Mathilde Camilla da Kigueire-
do Galio, Sr- l>r. Manoel Adriano da Silva
I ootes eo.Sr. Augusto Jos da Veiga teem
cartas vinda do MaranMo no consultorio
ntra! o...u;opatbico do ir. Olegario Lud-
gero Wobo, ra dojrapitme, n. 15.
Aluga-se o legundo andar e sqlSocor-
rido do obrado amarello da ra Augusta ;
o sitio da ealrada do Cordeiro, proprio para
pessoa que tenha tiatamento; um outro na
campia da Casa-Forte, com casa nova, co-
cheir, cavallance, e diversas casas pio-
prias para se paatar a eita : na ra do Amo-
rim, n. 15.
Aluga-se, pelo lempo de festa, ou in.
nualmente a caaa de dous andares, defron-
te de S.-Sebastiao, em olinda, com com-
modos para grande familia : a tratar na
mesma casa, ou na ra da Cadeia do Reci-
fe, n. 50, loja.
U ibuxo aiiignsdo faz publico que ter-
minou lodat aa suas contas amigavelmenle
com oSr. Francisco Jos Barboza, e com u$
derdeiroado fallecido Manoel MiUiias de
Freitai. Aafoaio Comes Villar.
Precisa-se de um muleque que ehtenda
alguma couaa de cosiuhar, embora aeja pe-
queo : a tratar na ra da Gloria o, 114,
reflnaco de assucar.
Preciaa-ie de unta ama forra, preta, e
que i*iba cozmdar : na ra larga do Koia-
iio, n. 4n, segundo andar.
Aluga-se um litio no becco do Quiabo,
na povoacHoduMonteiro, com caa e fruc-
telras. proprio*>ra ae oaaaar a festa : a tra-
tar na ra a m&taniico, o. $, defronU
do largo do Pinito,
Precia-ae alugar um moleque, ou pre-
to para o servido de urna casa de pouca fa-
milia : na ra da Cruz, n. 48, armazem
--A pessoa a quem detallar urna preta
da Coa moca, dirija-seirua Nova, venda
n. 65, signaes Ihe ser entregue.
Urna paaioa habilitada se otTerece para
tirar passaportei, bildetes de residencia <
despachos de escravos, por limitada paga de
leu trabalho : na ra do Vigario n. 13, pri-
meiro andar.
Quem quizer comprar oleo de curar
glndulas, procure na ra dos Quarteis, no
ultimo sobrado n. 8.
Aluga-se urna boa casa na Capunga,
propria para passar a festa e por preco com-
modo : a tratar no becco Ja Lingoeta n. 3.
Quem annunciou querer comprr umaa
taverna com poucos fondos, e em muito
bom lugar, dirija-se ao becco da Lingoeta
n. 3, que se dir quem vende.
- Arrenda-se o armazem grande da ra
da Moda n. 5, que tem servido para soca-
meolo de atracar, para o que otTerece as
melhores proporcOes, vendem-se tambem
todos os ufensis que no_ mesmo existem,
pela maior parte novos : quem o pretender,
dirija-se ao Aterro da Boa Vista n. 19, pri-
meiro andar, que se fari todo e qualquer
negocio.
D-se de comer e 10,000 ra. por mez a
um escravo, ou escrava qu tenha geito de
vender fructaa a hoitalice deum sitio mui-
to perlo da praca : na ra da Cadeia do Re-
cife, a. 95, queae dir quem precisa.
*2S*-ss "".: ::? n '-" ".pe.iai,
com muito bons commodos, por barato pre-
co : na ra Augusta, n. 25.
Urna pessoa que lem s hahilitafOes e
todos oeconhecimentos prticos de admi-
oistrseaode engenho de fazer assucar, pois
ae tem constantemente em prega do neste
t'abalho, a que, alm disto, enlende de to-
das as obras respectivas, e do processo de
fazer assucar, offerecce o seu prestimo a
quem delle se queira utiliiar : a tratar no
pateo do Terco, n. 10.
Aiuga-se um preto, oa moleque para
conduzir jantares (ora : na ra larga do
Hozarlo, botiquim defronte da botica.
Na ra estreita do lozario, n. 28, se-
gundo andar, ae'dir quem d dinheiro a
premio. Na tneima casa se vendem obras de
ouro e prata ; urna bandeira nacional; seda
preta lisa e lavrada muito larga, propria pa-
ra lulo, a 1.280 ra.
Dio-se 900,000 rs. a premio sobre pe-i
nborth : na ra da Gloria, n. 52.
Prepiaa-se alagar urna ama seci, forra
ou cativa para crear um menino : quem es-
tiver nestas circumatanciai, dirija-sea casa
n. 49, Trapiche Novo do Recife.
rien Pontea n, 9!, preciia- de
um caixeiro, que tenha pratlca de renda e
d fiador a sua conducta.
I -'O.invii is i>aua is.,1.
hVa 11vaii. da praca da Inde-
pendencia, ns. 6 e H, vemiein-se
Col li i ii lia- de algiheira e porta pa-
ra o auno qne vera.
I o.ooo rg. a duzia.
VerJadeiro* legitimo champanhe A Y em
casa de Avrial & Irmflos : rus da Cruz n. 20
tf?wnvfvv??fffffft'
mosejam: famada bahia, quem fumar si-
bori, especiaes, proar, regalia de S.-F-
lix, regala e-regalos da llavana, defenso-
res da patria, liberaes, mimos, afama voa,
acadmicos, yaya, capadores da Baha, fa-
ma, depuUdos, cavalheiros de llavana, ci-
garros de fa llavana, pastoresr e outras qua-
lidades que serSo patentes.
Folliinhas para o auno de 1851.
No pateo do Collegio, casa do livro azul,
vendem-se folliinhas de algideira com a
ngoagem das flores, o folhiuhas de porta.
Vende-se uti carro de qualro rodas em
bom uso : na ra do Trapiche n. 40.
VriHlcm.i' es lia n a llores
e mel de adelda, de superior qualidade, em
porcSo o a retaldo, por prego commodo : na
ra da Cadeia, n. 23, armazem.
Lotera do Lito de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooo rs.
Na praca da Independencia, loja n. 3, que
volta para a ra do Queimado e Crespo, ven-
dem-se os muito acreditados bilhetes,
neios, quarlos, oilavoso vigsimos da 12.
lotera da casa da caridade do Rio de Janei-
ro, cujas rodas andaram no dia 6 do crran-
le. Na mesma loja est patente a lista da
1." lotera do Hospicio Pe lro I!.
Lotera do l'.io de Janeiro.
Aos 30:000,000 de ra.
Nos qualro-cantos da ra do Queimado,
loja de i'.i/i'n I-i-,ii. 20,ven lem-se os muitus
afortunados bilhetes, meios, quartos, oi-
tavose vigsimos da 25.'lotera do monte
Dio geral, cujas listas devem cliegar no pri-
meiro vapor. Na mesma loja se trocam bi-
ldetes premiados de qualquer lotera, e se
mostra a lista da primeira lotera do Hos-
picio de Pedro II
Tecido de nlgodo trancado na
fabrica de Todos os Santos.
Na rna da Cadeia n. 52.
'endem-se por atacado duas qualidades,
jropms para saceos de assucar e roupa de
*8CTavos.
Lote lia ta i l leja de X. S. do l.i-
vrainentn.
Aos 5:ooo$oco rs.
Na praca da Independencia n. 4, loja de
miudezas, vendem-se bldeies, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos desta lotera, que
corre impreterivemente no dia 30 do cr-
reme.
Rilhetes 11,000
Meios 5,500
Quartos 2 60o
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Na ra do Vigario, n. 19, primeiro an-
dar, vendem-se pecas de ouro de 4 oitavas
de cundo velho.
Vende-se cera de carnauba : na ra da
Madre de Dos, loja n. 34.
Vende-se superior panno de
linlio do Porto, em pecas, muito*
Attencao.
Vendem-se ou aforam-se 1500 pal- *
mns de trra no Atierro dos Afoga- "J
dos proprio para algum sitio, ou pa- Jj
ra edificar casa, por ser o lugar mu- ~
to bom e sa lo, vende-se por preco ^>
r*. commodo : a tratar na roa na ra da
? Cadeia de Santo Antonio n. 9. -ag
9***AA*********
Vende se uvaa brancas rauscatel: na,
ra da ConcefSo n. 58.
Vende-se a loja da ra do Queimado n.
22 com poucos fundos, e com urna das me-
lhores armacOes toda edvernisada, os pr-j
tendentes dirijam-se ao passeio publiblico
n. II que se far todo nogocio.
--Vendem-se tre temos de medidas de
old's j uzados : na venda da quina da ra
do Rangel de Jos Rodrigues Cocido.
Vende-se salsa parrilha nova
a 33,000 rs. a arroba, na liotici
de Bartholomeo Francisco de Sou
za na ra do rlosario n. 36.
-- Vendem-se qualro lindos moloques de
8 a 18 annos ; tres preto, sendo um ptimo
cozindeiro, e dous peritos sapateiros; dous
pardos de 19 a 18 annos, tendo um bons
principios decarpinleiro ; duas pardas de
15 a 17 annos, com habilidades; e seis pre-
tasdet2a25 anuos, algu'uias com habili-
dades e proprias para todo o servico : na ra
tio Collegio n. t.
A aoo ra. a rara
Vendem-se seisa adecentas varas de pan-
no de algodSo da Ierra, muito bom, a 200
rs. a vara a quem lomar todo : na ra do Li-
vramento, loja n. 1G
Vrii'it'ui-* ir.\ i unos prompios edfi-
carem-se, com Vivciros de peixe ja feitos, e
em chSos proprios : a tratar com Manoel
Luiz da Veiga, em S.-Amarinho.
L Veinle-se una cadeirinha da Bahia, em
bom estado, por prego commodo: na ra
da Guia, o. 7, afmazem.
Na ra Nova, n. a, loja atrs
matriz, deA. Calombier,
vendem-se palitos de linho de dif-
ieren I es padioes, proprios para a
festa, a 5,ono rs.
Vende-se cal de Lisboa, chegada pelo
Tarujo-Tereeiro : no becco de Jose-Caetano,
confime ao botiquir*, ou oa fabrica de
charutos, n. 4.
Vende-se um almofariz de bronze.com
o pezo de 52 libras, e com a mSo de ferro,
por prico muito commodo : na roa estreita
doRozario padaria n. 13, dafronte da boti-
ca no Sr. Paranhos.
- Na fabrica de chirutoa da ra INova,
n. 56, acha-ae um grande e novo sortmen-
t do charulos, chegados pelo ultimo na-
vio da Baha : o dono deste
ra
dj
estabelecimen-
to, pcis graude prova que Um tido do pu-| em S.-Amaro, acham-se a venda inoedas
proprio para casas de familia; bem
como meiis de linho finas: tudo
por preco commodo : oa ra do
Queimado, n. 17, loja.
Sapatoen de. lustro.
Vendem-se sapaloes de couro de lustro
para homem a 9,500, 3,000 e 4.000 rs. o par,
obra boa no Aterro da Boa Vista, loja de
sspatos n. 58, junto a de selleiro.
Grande deposito de carvao
saceos grandes a 500 rs. ;
vende-se no antigo armazem de
capitn, na ra do Sol n. i5.
Deposito da fabrica de Todos oa
Santos na Bahia.
Vende-se 11 casa de N. O. Bieber & C.
a ra da Cruz, n. 4, algodSo trancado
(aquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar, roupa de escravos eflo proprio
para redes de pescar, por preco muito com-
modo.
Cigarrilhos hesnanhes.
S5n ch -gados os excellentes cigarrilhos
hespanhes ao deposito da ruada Cruz, no
Recife,, n. 49.
Gracasa Dos queja coegaram.
Causiva pena ver um pobre miope quasi
aos trambolhOes, mocos ou velhos, porque
esta molestia nao respaila a idadea, devagar
pelas ruase de loja em loja a procura de
um par de oculos para vista curta, para po-
der ler, escrever, ir aos nossos theatros,
aonde s par informacAes sabia da aeu es-
pantoso progresa, e voltar na mesma, por-
que os nao ha va ueste mercado ; se recor-
ra a medicina encontrava-se nruilasvezes
com um igual paciento a quem de balde se
queixava, e ao ouvir ver as tamurias.quei-
xss e caricaturas que reciproca ment se
faziam, perdera de riso ao homem mais ta-
citurno que de parte este dialogo ouvisse ;
porque esla molestia nSo s zumba com os
allopalhas, cono at mesmo com os ho-
moopatdas que muitos del les asoffrem ; po-
rm gracasa Deoa que chegaram os tilo de-
sejados oculos por especial encommenda
que delles se fizeram e ae vendem na ra
larga do Rozario, n. 35, loja.
Na ra larga do Hozarlo, n. 23,
vende-se urna bonita crioula, moca, que
eriKomma. cosa e cnzinli Hnus ^ofitos
molequas de 15 annos ; um' mulatinbo de
13 annos, prosrio para pagem; um preto .
de naco Costa, moco de bonita figura,
ptimo para cadeirinha, por ser bastante al-
to; um dito ptimo nara enxada ; um par-
do moc, bom official de aapateiro ; urna
preta moca ode bonita figura, boa quitan-
deira.
Arados de ferro. '?'
Na fundicAo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se atados de ferro da diversos m-
jelos.
itoga-se aos freguezes qne tentaam
toila attencao para o noro sor-
time uto que existe na loja da
ra do Crespo, u. 6, ao p do
lam iit-ao.
Vendem-sesss pintadas de erea flus,
a 260 e 280 rs. o covado; cortes de brirn
branco de linho puro, a 1,930 rs. ; ditos da
fust.lo muito finos, a 560 e 640 rs. ; cassa
preta propria para luto aliviado, a 120 rs. o
eovado; zuarle de edr, a 300 rs.; riscado
de linho para casacas, a 340 rs. o covado, o
outras muitas fa.zendas por preco commodo.
Moendaa superiores.
Na funaicode C. surr .V Cfpsnbi
blico 0 de seus freguezea, espera qua ufio de canna, todaade ferro, de um modelo e
ae demoren a avallar esla boa fazenda, co-' construccSo muito Isuperior.


Js-Lj^ast.,':-^ .3P~
. ..~_
no-
a tra-
II, 011
me--nni
Charutos de Havana.
de superior qualidade : vendem-
se na ra da Cruz, n. 10, casa de
Kalkmannjrmaos.
Vendem-se 120 saceos do estopa, com
duas virus cada un: na ra larga do
zario, n. 48, primeiro andar.
Milho novo a 2$ooo rs.
curta sueca.
Vende-se no armazem do Braguez, ao pe
do arco da Concec*o.
Chumbo de ninnlcad.
Vende-se no armazem de J. J. Tasso J-
nior, ra do Aniorim, n. 35.
Vendem-ae amarras ae ferro: na ra
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
Redes.
Vendem-sa redes muilo bonitas, de va-
nos goslos e preco, proprias para qnem
or paasar a fasta descancar ao fresco de-
baxo de arvoredos: na ra do Queimado,
n. 14,
__Vende-se excellente fannha
de S.-Catbarina, a bordo da ga-
liota Sanlissima-Trindade, Tun-
deada defronte do caes do Colle-
gio, por preco commodo :
tar na ra do Vigario, n.
a bordo com o capitSo da
galiota.
Slmento.
Vendem-se barricas com superior simen-
to, ebegado no ultimo navio de Hsmburgo :
na ra do Amorim, n. 35, armazem de J. J.
Tasso Jnior.
comida para anlraaes:
vende-senaruadaCruz.no Kecife, n. 1>,
armazem
O propietario doengenho Tabatinga,
sito ao norte da barra de Coianna, tendo de
retirar-sede muda para a cidadedo Itecife,
vende o engenho moente e correle, com
grandes obras de pedra e cal, bois, bestag e
atea safra que est principiando a colher :
juem Ihe ronvier, entenda-se com o dito
proprielario no mesmo engenho, ou com o
leu correspondente na cidide do Itecife, Jo-
s Antonio Basto.
Vendem-se becadas ingleza, chatas
e rolica : na ra da Cruz, n. 3, casa de GfOi
Kenworthy & C.
Vendem-se silhOes para [montarla de
senhora : na ra da Cruz, n. 3, casa de
Geo: Kenwnrtby & C.
Foges para cozinha.
muito proprios para sitios e qual-
qualquer lugar aonde nSo ha cozi-
nha, por preco commodo : ven-
. dem-se na ra da Cruz, n. lo,
casa de Klkmann I maos.
f ffWffffVfff ff ?f f f *
9> N i deposito da ra da Noda, n. 15, *
e> ha para vender superior cal em pe- *
s* dra, receutemente (-llegada de Lis- 2
ba.emo brigue Coctic*o-d-af li-
ria, por preco rasoavel : tambem elii
se v.-u leni pesos de duas e de urna
arroba, i or preco commodo ; ba
tambem ell'eclivamente no mesmo
deposito barns de mel para embar-
que.
mMm
A O MODERNISMO.
Na ra do Queimado, loja n.
17, vendem-se as mais modernas
cambraias abertas de laa e seda,
verdaderamente chamadas balza-
rinas, de padres e gostos muito
delicados, a 5oo rs. o covado.
Dao-se as amostras com os compe-
tentes penhores.
Vinho de Bordeaux:
vende-se na ra da Cruz, n. 10,
casa de Kelkmann I raos.
Charutos de S. Feliz.
r Vende-se retro sonido do Porto, e
mercurio, chegado ha pouco: na ra do
Vigario, n. 19, primeiro andar.
Pazenda nova.
Vendem-se gangas amarelia e cor de cln-
za, fazetida muilo lina, propria para pali-
tos de meninos, e mesmo para roupOes de
senboras, pelo barstissimo preco de 200 rs.
o covado: no Aterro da Boa Vista, loja nu-
mero 18. ^
# #**#
Hetroz da fabrica do Siqueira,*
Agencia de Edwln Maw.
Ra de Apollo, n. 6, aromen) de Mo. Cal-
mont i Companhia, fazem ver aos Srs. de
engenho e aos seus correspondentes nesta
,>raga, que noseu estabelecimento se acha
constantemente bum sorlimento de moflir-
as todas de ferro para animaos, agoa, etc.;
neias ditss para armar em madeira ; ma-
chinas para vapor com torga de cavallos j
taixss de differentes modelos e de todos 08
iinanhos e grossuras, tanto de ferro batido
como coado espumadeiraa, cocos, etc., de
ferro eslanbado ; safras para ferreiroa : tu
lo muito bom e or barato prego.
Na ra da Cadeia do llecife, loja de cam-
bio n 24, scacflam a venda os afortunados
bilhetesemeiosa favor das obras da igreja
le N Sra. do Livramemlos, sendo pelos
precos correntes :
liillieles inteiros 10,000
Meios S.<><*>
Na loja de Moreira & C. na ra
Nova, n. 8,
vendem-se corles de gorgurSp de
seda para collete, a i,5oo rs. o
corte de covado e ineio.
na

le-
a-
a>
Jofto Keller& Companhia,
ra da Crnz, n. 55,
Vendem a precos commodos, vinho mus-
catel de Setubal, em caitas de urna du-
zia; dito muito bom de Lavradio e Col-
lares, embarris de quinto; dito de Cham-
panha, da mais acreditada marca ; dito tin-
to de Cortaillod, de superior qualidade;
extracto de abtfynth e kirsch ligitimo da
Suissa, em caizas de urna duzia ; verdadei,
ro cognac velho, e da melhor fabrica.de
Franca, em barris de 80 garrafas pouco
mais ou menos : tambem se vendem por
prego muito rasoavel vela de Stearna ,em
caixas de 32 libras; charutos da Babia de
muito boa qualidade.
*ft?ffffWf***f*ff*f
Deposito da fabrica de*
Todos os Sanios, na $
Baha. 2
Vende-se, em casa de Domingos Al-4
ve Matheus, na roa da Cruz, n. 58,J
a>primeiro audar, algodflo trancado di"2
aquella rabrica, muito prbprio para sac-_^
'"""cus e roupa de escravos; bem como^
awflo proprio para redes de pescare pa-^
^.vios para velas, por prego commodo.^
tAAAAACA*A*AAA*AA*
Vende-se vinno do Porto em barris de
quarloe quinto ; azeilonas superiores ar-
cos para barricas e pipas ; fariulia ile Irigo
em barricas e meias ditas ; fio porrete ; ca-
vad; progos de todas as qualidades,em bar-
ricas ; enxaJas do Porto ; coeiros de algo-
dflo ; reiroz lino do Porlo : tudo por prego
commodo : na ra do Vigario, n. 11, arma-i
zem de Francisco Alves da Cunta.
Na ra da Cadeia- Velha, primeiro an-
dar da casa n. 24, de .Manuel Antonio da Sil-
va Aniones, vende-so uin rico suri menlo
de chapeos de palha da Italia, abertos para
senhoras, camisetas de cambraia, colaii-
nhos, romeiras, manguitos, purvlios ludo
excellentemenle bordado, bicos finissimns,
ricas Blas, capotinhos e inaiileletes de filo
e de teda pretos, e oulros objectos de gus-
to ; bem como um completo sorlimenlo de
fazendas : tudo ae vende por pregos mullos
rasoaveia.
O Rap americano.
0 Vende-se este rap, que ba de agr- Q
O dar as pessoas que goslam da boa pl- Q
q tada : a roU-lho, no Itecife, em casa ^
-^ dos Srs. Iiavs&c'. itayinondit C. q
2 e Pontea & Irmao; no Aterro-da- T"
V Boa-Vista, casa do Sr. Mauoel Jos O
O Cuedea Magalhiles; e por atacado,
O no Recife, ra do Trapiche, n. 1*, &
Q segundo amiar.
muitas qualidades para chapeos de so, de
hornera ; igual sorlimento Je benga| d
chicotes. Tambem se concertara e cobren-,
se todas as qualidades de chapeo d. sol a
bengalas. Todos este.objectos. se vendem
em porgao e a reUlho, pormeoo prego do
que em outra qUfclquer parte.
Cal e potassa.
Vende-se a mais nova e superior potassa
que ha no mercado, e cal virgen em pedra,
chegada pelo ullimo navio de Uaboe, por
preco commodo: na ra da Cadeia do Re-
cife, n. 50, a fallar com Cunha & Amorim ;
assim como um restante de bsrris da mes-
ma cal, que flcou da safra passlda, por ba-
rato prego. ,
.- Vende-se orna parda esoura, con ha-
bilidades : na ra larga do Rozario, n. U.
Lotera do Rio-derJaneiro.
A(M 2o;ooo,ooo 1"8.
Na loja de mludezaa da. praea da IHe-
Cendnela n. 4, vendem-e os afortonadoi
ilheles inteiros, meios quartos, oita.vos e
vigsimos a beneficio da 95" lotaria do
Muiite-I'io.
. Vendem-se sabooele* higinico, o
maisaoperiores que teem vindo eale mer-
cado-, assim como outras prfomriaa ajHittb
flnas: na ra da Cadeia Velba n. 84, pri-
meiro andsr.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombea de rcpuxo,
pndulas e picota para cacimba ^
jia ra do Bruta, ns. 6, 8 e io,
fundicSo de ferro. .
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differentes modalos : na roa do
Brum.ns. 6, 8 e 10, fabrw* de
machinas e lundicSo de ferro.
Vende-se urna sextante nova feita por
um doa melhore autores de Londres e tam-
bem um orisoote-artiucia! e um theodilete:
na roa do Trapiche armazem n. ,Va
- Vendem-se srilinael^s-chegadj. |ft,d,um wueM p0rgodeate
ora : na ra da Cruz, n.% casa do Geo: _.,,,, ,1(,rrien...
Lotera c?o Rio-de-Janeiro.
Aos 30:000,000 deris.
Na ra estreita do Rozario traveasa do
Queimado loja do miudexas n. 2 A de Joa-
qun F. do Santo May, vendem-se o
muito acreditado hilheto, meios, quartos,
oltavos e vigsimos da dedma-segunda lo-
tera da Santa Casa da Caridade do Rio de
Janeiro, ooja roda andaro no da 6 do
correte: simsim loja t patele a lis-
ti da primeira loloria do Hoaptcio de Pe-
aro.ll.
Veode-*e junco superior pa-
ra tecer cadeiras, o melhor que
tem vindo a esta pta9a bem co-
mo maiaVHrdinario : ntj ra
loja de trastea do Pinto, defroo-
te da ra de S.-Amaro.
Vinho superiores
recentemenle chegado* de Inulaterra pela
galera ingle Sicord-Fk, Xeres, Ma>
deWa e Prto, tanto em barr peque-
nos, como engarrafado, em caixaa de urna
diiziat o pretendentes, dirijm-e 10 es-
criptnrio d Eduardo H. Wyatt, roa do Tra-
piche-Novo, n. 18-
-VeWe-se espirito de 58 graos: no pa-
teo do ParaizO, n. 20.
Vendem-se sacca de [mullo (superior
farlnhaile8 -CaUtarina : a rallar eom Ua-
noel Alve Guerra Jnior, ou na ra da Ce-
deia do Recife, o. 88.
% Charutos de Havana.
Vendem-se charetos de Havana, de supe-
rior qualidade : na rna da Cadeia do Reci-
fe, n. 2.
Kap Paulo-Cerdeiro.
Venda-se elTectlvsmenle este exoellente
cap. n% ru da Cadeia do Recite, 0. 50, Io-
ta delCuaaa & Amorim.
Shampagne.
superior vinho de Cnam-
uagiie, recebido ba poucos dia pelo
'gmrd-fik m caa de Eduardo n. iryait,
18, e existe
vinbo em
BRESTOL 8AU8APARR1LHA AMERICANA
lilkort mai$ txlraordtnaria do mund.
Pnaervtlva infaltirel oonlra"aafebres.
k alia parrilba original egenuia de brei-
10I poasue todas aa virtudes para curar (oda
ase'nferinldadea que prov^ln de umealadod
impureza de aangus daa ecreffies morvidaa d
rifado e estomago, e em todos os caaos que nc
ccaiilain remedio para puf i Acare robuatecei
o alaterna. Em Ados 01 casos de escrophulas
erisipelas, ttoha, erupedes cutneas, mancba
blli, enllamaco e debilidade nos olhos, en
chaeSo das glaodolas, dorea lonibaren, ilei
fOea rheumaUcas, dores noa osios e Das junta
hydrope>la,despepsla, anilina, dearrbea, des-
enleraa, losad resfriado, enflammaovo So
planles phlbiica quando proyin da obstru-
yo dosbroDChios em penoas escropbuloaas,
enfluenza, indigestao, ictericia debilidade ge-
ral do systema nervoso, febres agudas, calores,
en ferro dades das inlherea, enfermidade be.
llosas, e em todas a afeceflea proveniente
tito moderad* d mercurio. Bau salta pa
Iba ae empresa cora efiioacia id todos os
breditos casos, e he, reconbecida como a me
Ihor medicina que eiiste. Oa frasco* de salsa
de Hrlstal teem mala de- qualro taannos doa
de salta de Sands enlreiaulo que oa de Urisiol
se vendem por 0,09" r*. t os de Sanda por 3,000
r. Deposito central no Rlo-de-Janeiro, casa de
Vital Ijippe, e em Pernambuco na hotlca de
Jos Mara GopcaNet Ramoa, na ra dos Rur-
tela pegado ao quartel de polica.
Vendem-se, por prer;o rom-
modo, saccas com farinha- de man-
dioca ; potassa em barriqairftias ;
fumo em folba para eapa c mio-
Jo de charutos : nos rmateos de
V^ouveia 8c'Das, no caes
De-
m
agora
Kenworthy &C.^
Lotera da igreja de N. S. do Llvramentd
Aos 5:000,000 d r.
Na ra da Cadeia, n. 48, loja de miuds-
ias, vejLdem-se tneioa billieles, decimos e
spre-
Vendem-e 4 escrsvst, duss cosem
garr
:md"~f:^.1":Lta^^-8^,,tC v.lc.,a*dAlboqoerq0e, no engenho Re-
-- faglo, no di 93 do corrente, .
borss da tard, urna cabra mucama, de i_
si 40 anno, altura re|ular, bailante secca
do cqrpo, com fslt de dente na frente ;
levoo nss oreQia brinco de pedre, vestido
ecsssa-chlts, chale de 18t toxa, e sapa-
tos de cooro; Julga-e andar meaeso nesU
Cldade.porterddd IBoa eecravoa** ou-
tra pessoa* qum a p>ar leve-a so sea se-
1, vejuie
eesimot
fgunno anuar, es- je>
de Machado & Ft- #
> S
g no Porto :
i vende-se na rna do Vigario,
a) n. (9, segundo andar, es-
criptorio
0, nheiro.
Vende-se um cavailo roda-
do, moho grande e novo, carre-
ga baixo a esquipar, muito pro-
prio para carro, por ser muito bo-
nito; na ra do Queimado, o. 10,
loja.
. Graxa.
Vende-se superior graxa iogleza em tetas
a 130 rs. j dU 97 em pasta,*. 30 rs.: oa rus
Direita, n 81, loja de miudezas.
Vade-se, ou alega-se um sitio com
grande cas de pedra e cal, com 6 quartos,
estribarla, slm do ssudavel bafeho perto da
casa, exoellente cacimba: aa travesea da
ra Bella, n. 6, daa ( hora da maobfia s 9,
das 3 as 6 da larde.
Chitas limpas a i3o rs. o covado*
Vendem-se chitaa limpa rxas, a 4,600
rs., e a 130 rs. a relslbo ; coi tes de cam-
braias com 6 vsras, muilo larga, de bonitos
patire e cores Dxi, a 1,800 rs : ua ra
larga do Rozario, n. 48, primeiro andar.
Vende-se ums tipoia tai bom estado :
na ra da i-enim, a. 8.
Vende-se chumbo em barra, sulplislo
de quina, e gomma arabia em psrtida msior
ou menor: na roa do Amorim, n. ii.
\i IDADEDE PARS.
Yt^At CW\\c\*\i iA,


vigralo desta lotera, que corre
terivelmente no dia 30 do corrente.
Meios *>M0
Dcimo i.tOO
Vigsimo COO
Livros demasiadamente baratos.
Cdigos dos jurados, ou eoHeccSo das lels
prindpae8 r"mo constituicSo, lei da im-
prensa, cdigo criminal, e cdigo do pro-
cesso crimintl e regulamentos dequede-
vem ler coohecimento todo os cidsdsos
que exercem a funche de jurado, i v.,
or 800 rs.
Guia policial e criminal, contendo a le
das reformas do cdigo dofprocesao crimin
os regulmentos ns. 120 e 12, e as dls-
posic.6es provisorlss, 1 v., por 400 rs.
Cdigo criminal, 1 v.', por 640 rs.; Cdi-
go do priicaaso, I V. por 40 ra.
Vademcum das guardas nacionaes do
impeno, contendo todos as disposicOet a
repeilo. 1 v. por 500 r.
Itepertorio da legislacto brsileira, por
2,000 r*. .
Vendem-se no pateojdo Collegio, casa do
livroazul. te>ei
Vende-se uo.s Uveros com poucos fun-
dos, ou .smente a armaco o perlences,
com commodo* para Tamili, bojn quintal
e cacimba : na teverna da esquina do nec-
eo das Barreiras, n. 49, a UlUi" co* JoSo
Jos Lope da Bilve, que far todo o nego-
cio. .
Couros miudos :
vendem-se oa ra da Cadete, n. 83,
zem.
Sa patos do kmmty,
vendem-se por menos do que em outrs
qualquer parte :na roa^da Cadeia, n. 93,
armazem.
Velas de carnauba
em porefio e a retalbo > vendem-ae na ru#
da Cadeia, n. 33. armaxem.
Vende-se sal do.Aaau: a bordo do bri-
gue S.-ifanotJ-Aui/uii, ou na prac,a doConv
mercio, n 6, a (aliar com ilsooel Ignac
de liveira.
N&o he exageracao. .
Vendem-se tpate de eburo da lustro,
obra muilo bol, a 9,(00, 8,080 e 8,500 r. t
na ra ta Cadeia do Hecife, loja n. 9.
He chegado a eata ptata o adeatravej
licor adte-syphililicot.^iklsjIoPaeade Fi-
gueiredo, e ae vende eov garrafaa n 5,000 rs;
cada urna na ra da Madre-de-Mos, bolica
de Weitck Bravo C.: a aalermitlades a
que elle se tem applicado, e aaaaquaes tem
ubtido favoraveis resultados, silo ss seguin-
M1"
landega, e de Dittj I- erreira, ou
a tratar com Novaes ck C. na
roa do Trapiche, n. 34-
__
Escravos fgidos.
deoV-
deiras; uma mulalinha dt 8 anao, que
cosa, engomm. veste MBttatWhor, e nao
te falta slguma ; um prelo de 30 annos,
optitoo para servir um casa e gjnbar m
ra ; um mojeque de 18 annos te muiu
bonita figura ; um ditode 5 annos, muito
esperto e lindo : arriado Collegio, n. 31,
primeiro andar, se dir Qtiem vende.
Vende-se, ou aluga-ae a prensa que
foi de Alexandre Lope Rbelro no Forle-do-
Msttos, com 110 palmos de fundo e 71 de
frente, propria para recolher molhados, por
estar perto da atfandega e trapiche de em-
barque ; ou pira madeira por ser grande a
tratar na roa da Cruz, no Recife, n. 40.
Vendem-se 20 esersvos, sendo um bom
ofllcial de oliro; um dito de 30 annos, que
hecarreiroe roeslre de assucsr; 6 ditos
roo^os, de bonitas flgurae, o que sSo pti-
mos para todo o servido de campo j Um mu-
latinho de 15 annos, bom psgem ; uma lin-
da mulalinha de 13 annos, recolhida, de
muito boa figura, que cuse, faz ptimamen-
te lavannlo, e marca bem delinhi; 10 es-
cravas mocas, com varias habilidades; aa
ra Diroita, n. 3.
Chitas para coherta.
Vendem-se chita para cubera, de cores
escuras, fixae, e de gosto turco, peto bara-
lissimo preco de 900 ra. o corsdo: no Atar-
ro-da-Boa-Visla, o. 18 loja.
Alterne"
Vende-se, oa pirsae-se de soeiedeV um
botica fra dest praroe tafaV'de se f.
rerinlere: sellar habilitado e
quizar et**TsMiJJocio de umj ou de ou.
?jPistan, dirija-se i ra das Tfincheiras,
n. 34, que achara as taformacOes preciss.
?ende-se cha nacional, mui-
to superior, em caixinhas de 8 li-
bras, por preco mito commodo :
na ra da CrntjH) Recife, n. 4o,
rimeiro andar.
J Vende-se doce de calda de
todas ss qualidades, muito bem feilo, em
bsrris proprios psrs embarque, e ss libras,
por preco commodo : na rus do Queimado,
n. 3, esquina do becco do Peixe-Frilo.
Vend-e m mnlsque de 13 innos; ni
ru de llorlas, n. 54. ...
Vende-se lriuca vidrsds, vinrTt de Mar-
selh no brigue rncez Jrago, Como ejam:
casssrolaaccm cabo, panellas grande e pe-
queas, tes psra manleigs, algudsres de
todosolttmanhost tudo do mllbr gc#U>
omlfoitepoaivel. por preco muilo ba-
rato : na ruada Cldela-Velh, n. 8.
Vcnde-ee_plaP.de curar glndulas : al
ros dos'Qusrl
tiln do .oiiogio n. 4.
Neste novo estabelecimento se acha sem-
pre um granue e rico sorlimento de cha
pos deso, dos mais modernos e vsrisdos,
psra hornese senhoras, tanto de seds co-
mo depanninho; lindoaortimento de ar-
macSes de balis com cabo de marfim, e
oulras para se cobrirem de seda, quo hlo
de agrsdsr aos compradores ; chapeos de
sol, psra homem, de chamelote decores e
pretos ; ditos de seda de core, pretos, la-
vrados e lisos, de 4,(00 rs. para cima ; dito
com armac&o de seo, muito forles, de seds
e de chsmBlote ; ricos chapeos de sol, psra
senbors, de lindas seda e fraojas, todos
forrados por dentro e com cabos de mar-
fim, os msis bonitos que se podem desejar,
proprio para preaentes de festa ; ditos
mais imples de seda com franjas e singel-
I os, de 4,000 rs. pura cima; itos de psn-
ninho imitando seds, com franjas e sem el-
las, de 3,000 a 3,500 ra. propries para me-
ninas andarem na escota ; ehs)os de sol,
de panno psra hmeos, de todas ss coks e
qualidades, tanto de arniacfio de ;o como
de baleia, de 3,000 a 3,500 rs. ; ditos ue
paiino HanQado, muito grandes a forles,
Com cabus de lalfi e de madeiia, proprios
para senhorese feitores de engenho ; Rran-
do sorlimento de sedase pauuea. em pt,
de todaa as cose o qualidade, psra cobnr
armacOes servida vanado sorlimento do
esbus de uiarliai dos mais ricos, e M ootris
te : esquinenoiss, pleurices, apostemas o. .. Vendem-se 15 acides da companhia de
ternas e exterasa eouiros qusesquer tu- Beberibe : n ru* do Qu'^, D. 37 A,
e ntti ls*f8'a> (fSed, eontutOe 0ji#
poniadaa, clica do swMoeoo baixo vea-
ire retences da oiiaa, eonalipacOas, rna-
iinn.a ft.1..-.. JK>idade e filias da retni
Mft.
grandes ae""*", Pxa-
mentos de peiisa, dores reumticas e gli-
cas, molestias galio u venerae, anavar-
cas, bydropesiaeaabMiasos, dOrea sciatieas,
etc., ele, ; facilita oa parto lento escei-
dentaea, promov a menstruacSo, cura al
constipaes e lalianaa soexa os parto,
dores de madre e saas eseaa|odos que a
tormentam ss paridas, a he Umbean appli-
cavel at as crisssqss reeem-natcidat, cu-
jo methodo mioaciaso de eppiiaar-sd af
compauba as repetivai garraf, que a tot-j
dos ae recommendam.
Karinh de mandioct.
Vendem-se ssjcss com tarinb de mandio-
ca multo alva.'e bem torrada a melhor que
ha no mercado por nSo ter cheiro de barco
e ter bom gouo por prego comaiodo : na
rus do Queimado u, 14,
Rap de Lisboa.
Na loja nova n* preciara do Livrsmenti
de Jos llodrigoes COelho, vbde-se rai_
deLisbs, 4011. a hava; chiles de .chita
com DCqueno de'filo, a 400 rs. cada Um ;
lencos de cambraia de seda, a 640 e 800 ta.
cada um ; cliaia de Si 6 io>, t.SOO t. ,
Chita lints, a 840. 340, 200, e180M. bco-
vado e ouirsi murtas fszenda' que i vista
dil qualidades te dir 0 preco.
'-- Vendem-se, na roa larga do Rozario,
n. 23. loja dniudezss, bsrricas de fafloha
Jkm -; Haloonlfe a ires mil rs. me-
nos o caico, e cjn e|le >,500 rs.
. JVende-se urna mulata com uma ciia de
3 mlies, o motivo da venda se dir* ao com-
prador : 1 sof oovo; uma marqueza em
bom uso ; 3 mesas pequeas novas; 1 de
mire'lKt bo par Jsotdr; 10 cadeira deja-
caraodl: oa ru Nova h. 91, sedirqu'em
Loja de seis portae em frente do
Livramento.
O administrador desta loja tem a dar ba-
lando no fim de dezembro, a como tenha
restos de alcaides, quer acabar com elle,
trocando-oporsedula, endo o prego o
mais rtsoivl pssivl, como sejam : pegas
de madapolao com 13 Urdas, por sete pata-
cas chales de chita, a 480, 610 e 1,000 rs.;
ditos psato de rede, 1 mei pateca ; casas
preta, a 120 rs. o covado ; cortes do Chito
preta com 11 covados, por 1,380 rs.; risca-
dos mooilras, s 260 rs. o CoVado-; chites, a
} tlO, 140, 10, fSO, 900, 210(e320 rs larga
fraiicezs ; brlm branco de liitras, a 300 rs. o
covado ; e outrss muitss fszeod por pre-
go que eoadjuvem a oconomi.
- Ns rs's da Cruz, no B'ecife, n. 58, pri-
meiro andar, vende-se unta elersvs crioul,
de 18 a ramio, perfeita engommaduifi a
coziobein, por prego cbmttodo,
esnto.emSetiaMem.pu leu correspon-
dente, na roa da Florentina, casa da esqui-
(aweonfronte l thestro noto, que
recompeossdo.
Ands fgido, desde o di 17 do
te, o escravo Bento, de nlco NagO, t
Iho pelos rosto, sigaal de su ntgflo, de
boa estatura, bsm pret, brgos compridos,
pernss finas : represente f* 3 I 35 lao ;
he bem perecido, muito Saino e vito; quasi
nunca ella calado ; levou urna canoa aber-
U de ctrga de 800 lijlos de alvenaria. em
3ue andava trbiTJBo no eterrp da casa
e deteneSo; tem wo visto com s mesiia
cano, ora com t*ar|We capim, e ora de
areia para diffsrenlesJPbrss, e qusndo sn-
da em lerraniempre com a p de tirar
arel na mfrrquem opegr leve-o i ru
d Auror, n. 13, que sor bem reconpen-
ssdo.
--Fugio, no dia 95 ala oulubro prximo
passsdo, do engenho Sillo-do-Meto, de rl-
beira de Una, o mulato Benedicto, de 25 an-
o, de llura regular, grosso decorpo, cs-
belos esrspinhados, ears, eaesrnada. olhos
fundos, pouca brbs, ttoMes abertos. per-
eearqueadaa ; tente* dedos grandes dos
pes abertos, lodo mal feilo de corpo; quan-
do aa I1 atripa 11 lia com os bracos as rss-
Wr-e muito umilde ; he natural de
rjerrrra-Velhos ; foi escravo de Kratietsco
R>zerr de Vasconsello e Silv, de Cting
Vermettia deCrlvali. Roga-sess autorida-
des polica es e capiles de campo, que o
ai'prebeiniam e levem-no ao dito engenho
Sitio-do-Meio, on ao engenho Ctrsuassu da
mestna riheire, on ao Recife, a Antonio
Caldas da Silva, na ra dos Martyrios, a.
14, que serSo gratiieado.
A Henean.
Nanoila417 pera 18 do oorrenle, des-
tppareceu, doengenho Dourado, da fregue-
zia de Ipojuea, o escravo Manoel, cimulo,
baio, frbsso cor prets com alguna
Emnos "pel rosto e pellos, multo pouct
trb, pes grossos tem na cabega bastan-
tes enarcas como de entiladas,'e um lobi-
nhojuntoaorelhadireita, auppoe-se que a
esquerda tenha Turo para argol; he bastante
barulhveto; heprovavelque rarregge um
ehugoque forln; tevou chaieo de ralha,
e camisa de medepo1"o, podando andar da
calcas e jaquets e mudar, bem con o de ca-
mis, por ler condUxido roupa enrolla
moma maca de courodaoovelha j ha indi-
cios de que anda nesta prsga: quem o pe-
gar leve-o ao dito engenho, a seu senhor,
ou ueste prsca, os ru ds Cruze, o 30,
que ser recompensado.
Fugio.no drst7 do corrente, um mo-
leqneneilomeFrsrcisco, de nscSo Angola,
de 18 s 90 sanos; he bstanle ladino, e tai-
vez queira intitular-s forro; levou esmisa
de riseado; conste ler andado em Otiada no
dia 18 do corrente quem o peger leve-o a
roa da Cadete do Recife, loja do Sr. Manoel
CoDCalvea da 8ilW, que gratificar^.
-- iintll tf Ourmiit, ~rPsrr;;-'
''arvfUii
KUIIDUSJW
da cim de J0J0 Jos* de Carvflho Moraei,
um escravo crioulo, de oome Msnuel, d
16 annos: levou calca nova de algodSoz-
nho axol, camisa bttnoa, chspo de h"'
valho : este ecrevo chegou de prximo
esta prac, e foi remettido da villa do Cra-
ido p> '
pelSsl 1
to, provincia do Cetra,' penal Srs. Bilhsr &
IrmSo; foi encontrado no mesmo di ns
Patgem-d.Mgdslens, em companhia de
un eomboieiros ; ulgs-se ter sido seduz-
(lo : quem o levar a dita cass, ser! recom-
pensado. 1
- Em 1 noite de 18 docorrsnte tornou 1
fugiropreto Mossambique, de borne Do
mingues, de bes figura, represpOts 20 e
lanos snno fevou clc brancas e c
misa dnalgodSe axul ; o signtl mais visi
vel que tem he uma *rca de un (albo no
canto da bocea no beico inferior, que qusn-
do falla repula o beico; be marceeelro;
por issodesdejao bajxo fftiWo pro-
teste pelo jrnsl diario de l;9*J0ir, contra
qualquer pessoa que o liver em eo poder
aasim como promelto grstilicar generosa-
mente a queat Ih'o entregar na ru Nova, "
59, loja de tristes. AM<>tn> Dontol
_ III LLiHl J^g
PaM. i hi'hr. s X
>Hf
au.


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