Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07215


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Full Text
Anno. XXVI
Quarta-feira 20
ME
vabttdai ih ooaazioa.
folaona e Parahiba, > taarundas e aellas felras.
Hio-Grande-do-Norte, todas as quintas reir* ao
totio-dla.
Cabo, Srrlnhem, Rlo-f'ormoio, Porro-Calvo e
Macei, nol.'.a 11 e 11 de cada luc.
Caranhuns e Honilo*. a 8 e 23.
Moa-Vina e Plores, a 13 c 28.
Victoria, as quintas feiras.
((linda, todos os diu.
PlliSIS Di LO.
rpHEMimiDia
Hova, a 4, aos 20 m. da m.
Crtsc. a 11, as 8 h. e55m. da t.
Chela. 19, as 2 h. e 15 m. da t.
Mlng. a S, s 10 h. 13 da ni.
HKaUKAa MHMt.
HHPS
-4
Primeira as 8 horas e 6 tninu
Segnnda ai 6 horas e 30 mo
WHH LlJI
manhii
da tarde.
lili JJ"
de Novembro de 1850.
N. 263.
raerlo da ntaiCatip^io.
Por tres meses (adiantados) 4*000
Por seis meces *. 8/000
Por un anno 15*000
* ll. '" "
Dlil Di IBMAMA.
18 Seg. S. Itomao. Aud.do J. dosorf. edoiu.lv.
19 Tere. 8. kabel. Aud. do J. da 2. v. do
clvel.e do dos fcitosda faienda.
20 Quart. S. Flix de Valols. Aud. do J. da 2. v.
21 Quii. Apreaentaclo de Nossa Senhora. Aud.
do J. dos orf. e do ni. da 1. v.
22 Seat S. Cecilia. Aud. do J. da 1 v. c. e do dos
feltos da fazenda
23 Sab. 8. Clemente de Lagos. Aud. da Chano, e
do J. da 2 v. do clvel.
24 Dom. S. Joao da Crui,____________________
i|t8aaM)aaayssaaaMaMsWssaBassa^aasM
CAMBIO EM 19 DE HOVIMBBO.
Sobre Londres, a 29 d. por l/OOO rs. a 80 diu 1
Pars, 333 por Sr.
a Lisboa, 100. por cento.
Ouro. -Oncas hespanholas ..... 29/500 a 30/000
Moeclas de 8/400 velhas. 10/200 a IRsftUO
. de 6/40. novas 10/000 a 1B200
a de 4.000....... 9/-00 a 9/200
Prata.-Pataces brasilelros.... 1/960. J/980
Pesos columaarios..... 1/960 a 1/1'
Ditos mexicano......... 1/700 a 1/780
PEMAMBIC0

IMPERIO.
TE BOMA.M
A' commiisiJo da. praca do commereio ,
dadarand-ae que, Mndo o gnvorno autori-
sado pelo 4.a do art. 9.' da re n. 586 de
por, que alfv pera enrreios, transporte* e
rebooagem al ai provincias vizinhas e ter-
ritorios estrangeiros confinantes, rumpre
que a referida commissOn, tornando publi-
ca na rnesmi praca aquella disposicSo, pro-
cure promover a formiclo de una compa
nhia quesequeira encarregar dajwnciona-
da rmprest, mediante as condc*. privile-
gios favores que se sjuetaretn : devendo
participar o resultado dsa diligencias em-
pegadas pira esse fia. Na itiesma con-
forijide ao presidente da provincia do
l'ir.W
- Ao pvaatdehte da provincia do Mara-
nhlo, dedarinao-M que, achndo-se o go-
verno agrisado, pelo $ *.* do irt. a da
le n.M* dd # tfo peasado, para faier abrir
uma Mirada entre as cidades de Csxiis e
da Beln por mel da coneesslo de privi-
legia*, por lempo limitado, a particulares
ou companhias, deve o meamo presidente,
ilu aeerdo com b da companliia do Par,
promover a formeclo do uma companhfa
para o indicado flm, propondo as cond-
(Oes o privilegias, mediante os quaes, que-
rer ella enrarregar-se de semelhante em-
presa. '- Cbmmoicou-se ao dito presiden-
ledo Par*.
5seguintemente exclu Jo do 2. hatalhlo de
rtilharia a pe, onde s chava Umbem ad-
ido.
Antonio Mara Rabillo.
Capillo ajudante de ordaos ntorino.
dem, da dia 18.
ODEaf DO DA N. 3.
O llm. Sr. coronel Jos Vicente de Amo-
rim Beaerra.comsaandaule das amas, man-
do paseado, a ellblecer desdej no Ama- da convidar aoa Sra. commandantes de
imia eigoai do Par a nivegacfo pofVe- ariei, e aeos respectivos ofllciaes das q ni-
tro classes do exercito exilenle< nesta ci-
pital, para que comparecen) no arsenal de
maroha, boje as 3- horas da tarde, alim do
cumprmentarem im ssu lesa despedida o
F.xm. Sr. Mareclial de campo, Antonio Cor-
rea Seara, eassslrem aeu embarque,
O mesmo Illm, Sr. coronel, ordena que o
8.' batalhSo de cacadorea se ache formado
ai 3 horas em ponto no referido arsenal de
marinha, para fazer a devida continencia, e
lolamnisir o acto do embarque do mesmo
Exm. Sr. general : as msicas de todos oa
cornos deverSo comparecer a citad hora
e lugar, para tocar na meama oecasio.
Antonio Mara Rabillo,
capillo ajudante de ordena.
MlMSTERtQ DA JUSTINA.
Decreto do desistencia qua fax Nicolao Coelho Messeder,
do oflicio detabelliSo do judicial notase
eacrivBo de orphlos da villa de Nova Fribur-
go da provincia do Bo de Janeiro.
dem, hiendo merce a Candido Jos Ve-
lho Bitacourtreserivloda primeira vira ci-:
vel eerime do municipio da corte, di ser-
venda vitalicia do oflicio de escrivlo espe-
cial dos proeessospira julgamenlo das pre-
sts, e dos reos incursos em contrabando
de Afktcapos, na confbrmidide do migo
22 do reguiamauto n 08.
dem, racondzfndo o baeharel Luiz Soi-
res de Govf i no lugir de jqiz municipal e
de urphos do termo di Campinhi, ni pro-
vincia d Minas Cenes, por lempo tle t sa-
nos, na forma da lei.
Idea, dem, o baeharel Jos Antonio de
Souta Pico, no lugar de juiz municipal e
de orphflos dos termos reunidos de lbeos e
Olivencs, ni prvida da Baha, por lempo
de 4 annos ni fimi di lei.
dem, nomeando o baeharel Ignacio Car-
los Kreire de Carvslho, Juiz municipal e de
orphlos dos termos reunidos de brante! e
Malla de S. Jlo na provincia da Babia, por
lempo 8e 4 annos, ni "rma da le.
dem, de>9 do dito, removendo o juiz
de direito Alfonso Arthur de Almeid Albu-
querque, di vira civel di comarca do Cabo,
na provincia de Perqanrbuoo, para a pri-
meira vera crima da capital da provincia
do Pir
I lem, reconduziodo o bichirel Antonio
Plicdo da Rocha no logar da juiz munici-
pal de orpbaoi do termo do Maragogipe ,
na provincia da Baha por lempo dban-
nos, na frma da Mi '
EXTERIOR.
CJ9pjuindo das armas.
)uarltl i mmmiathis ar+ama cidade do
Heetft, im 9'4 tutembto 4* 18.
QltDEMDODUN. I.
Toado asaomido hoja o coanmandoi das
armas desti provineii, compre-m decla-
rar aaa eoraoa da ruavniclo, e Tortaletaa,
que conlinoaaaem pleao vljror as ordens
dadas a Marchado servio-) esUbelecida pelo
meu digno atitocasaor, o deslindo general
Anlonio-Cona Sera
Noasaio paraaxatcar interinamente o asi-
rego da sjuaUntad* ordans, o Sr. capilflo
|do batilMo oa artrlharia a p Antonio
arla Rabello, qe excreta o da ajudante
la ordenada Passoa do mesano Exsa. Sr
genaral.
Sm r ICmnm mi avaarra.
Idim do dia 17.
O&Ddl DO DA N. 3
O llas.Sr. carasM Jas Vicenta de Amo
"^APtfPt cwnmfadmte das a>mas,
Biaaia daclirar para conhecimento di
guarnilo, qua o fixat Sr. arasidenta dm-
la provincia emoQJsiofidiUlos do hontam
he commanicou o aeguinte :
1.* Ova por *iio d reparticJo d guerr
de3a>^a*^laJit)#o.aUroo,S. M. o 1 m riera-
danlMa firtaleaa da Cabadello na provin-
cia di ParabJba de norte, o Sr. ntajor do
Mido maior do i.* clisar, Sergio Teilula-
"10 Castalio Br neo.
a. (Jueoinesmo Exm. Sr. presidanu ,
oncedeu tres meses da I cenca com oa ven-
imaatuaa'uelhe competirem na formada*
dispoetedet am,vigor, parta tifiar, eon-
orma o parecer da junta de saude, ao Sr.
Uferesda companhia lisa de cavaHaria Luiz
de AlhuqadMewUaranlifio, cuja licenca de-
frir, eonUr da presente data.
3. Que'por despacho de 15 daata mex
permltQ, que Sr. lente do astado
miioVd^SjatS saicni a-Ksiirs;
servir dosao addido na
nxaieearaHarrajcon-
O BRASIL E ROSAS.
Seiidei do dia 2 e 3 dt outubro.
Montevideo, 14 da outubro.
. As sessfles celebradas em Boenos-Ayres
nos das i e 3 do corrente pelos represen-
tantes de Rosas,no slo sanio o eco arregi-
mentado dossentimentos rancorosos a por
muilo lempo reconcentrados quasesgilam
na sombra athmosphera de Palermo. En-
ginir-se-hia voluntariamente aquella que
viase nesses slsridos estrepitosos s expres-
slo llv.ro di opinilo publica. J no he dado
a Rosas fazer persuidir s ninguem que sso
issim seja.
Com quinta forca se aprsenla boje a ob-
aerviclo que pordifferenles motivos taas
vezes temos feto Os systemas Ibsolutos e
pessoies de governo, temos nos dilo, pffe-
recem, he verdide, ios mmdoes qne os di-
rigeon.crabdes vantagens na celerlda.de e se-
gredo da ua acc.lo, na livre disposicSo de
lodos os recursos de um paiz, na obedien-
cia passiva que estabelecerr, e rro a batimen-
to habitual de todas as resistencias moraes ;
offerecem, porm tambem grandes desvin-
tsgenl, as quaes fra demencii pretender
alguem subtrahlr-se. Uma detlas he que
todas as opiniOes que se emitlam, lodos os
factos que so apresentem, a sejs justlssimo
reputi-loi, coma simples mamelo das
suss vontades, e conseguioiemente n3o seja
nunca posaivol discernir estas vonlsdes das
vontades vardadeiramente nacionaes. Tudo
o que se faca, diga e escreva traz em si mes-
mo o sello, ou pelo menos a fortisima pre-
lumpcSo deisi coicclo, espanto e submis-
io, que slo a essencia a o elTeito de seme-
Ihantes systemas.
Se eiti observjcSo ha exacta a respeito de
todos os regimeos despticos, muilo msis o
he a respeito daquelle qua Buenos-Ayres
se icbi submttido, porque nenhum psiz
existe sobre i Ierra qnde.0 absolutismo seja
nuis completo, nas intensos scus terrores,
mais pronunciados os actos servs qua ale
engendre.
Alm dsso, ha igualmente notorio que,
escravisada como est a imprensa, a com
esse systema que reconcentra todo em um
s hornero, nunca a/ follus publicas ins-
truem successvamente o paiz das questOes
ou assumptos qua inleressam, e da march
que segum. A verdadeira opoSo publica
ofio pode pois formsr-se. Dshi vem que
qunido pira formar urna opinilo delicia
iuer Rosas fiier fqsM revelsOe/, lem de
iz-las de golpe corri um estrepito e tin-
geagam lies que produzam o objeclo que
tem em vala. Recorre pois so meio miis
adequsdo, qual o da fazer funecionir os
seus progoeiros ofllciaes. EntSo a vordi-
deira imprensa de Rosas slo os seus repre-
sentantes.
8e ninguem duvld*(porm, dadal peroraefles destes'representantes nos
das 9 e 3, e a tropela brutal da not de 4,
nao sSo sarrio a manifeslsclo di vontido
do dictador, nlo succede oulro tinto, quio-
.....Vi* 'i "'I............I
ss negociic/Jesdiplomticas, intimidiclo
e imeaca ; mis no ciso prajente ha muito
mals do que isso j lia trememos insultos,
e ullriges lio infaoies.quatllf sSo offensivos
o Brasil, e querevelim que o objeclo real
ediracto de Basas he a guersk.
Se assim nlo fosse.ameioatia com i guer-
ri. mas no insultara. Osve reconhecer
que anda que conseguisse Jppor ao Brasil
com as suas fnfarrlces, os rnproperios p-
blicos que slmiillsneamente.lhe dirige, Ihe
fariam eerder todo o fructo quu por ventura
produzissea inlimidacita; porque esses im-
properios forcariim o Brasil a sobrepdr-se a
lodosos temores, a todos os riscos.
Na mor parte dos caaos pode om governo,
em qiebra da sus honra, dar-se por desen-
tendido de tudo o que nSn psssa de meras
amelgas; mas quindo uma differenga in-
ternacional est chegada a um estado de
Iti expectaclo, nlo pode fazer ouvidos de
mercador aos ultrages pblicos e directos.
Sabido he qua astes, longe de acobarda-
ren!, produzem o effeto contrario, ndg-
nam, azeilam, exaltam ; e se llosas esperas-
se on aspirssse sinda a um arranjo, nlo se-
riam estes os sentimentos que procurara
excitar no governo do imperio.
Rosss, pois, procede daquelle modo por-
que caminha para a guerra.
lato posto, examinaremos a maneira por-
que iniciou esta obra perigosa.
Confesssmqs que, quanto a iato, grande
foi a nossa sornrosi, porque nos psrece pa-
tate a inhabilidade deisa bomem, a quem
slgiins se esforcam por apresentsr como
dextrissimo e perspicaz em poltica.
(Commtrcio del Piala,)
(Do Jornal do Commereio.)
asi'


l|US WUIH5
Peasaat alguna que, engaado em. seus Portugal deve tanto.
clculos orgulbosos, nlo podendo fazer
anda o que qoer, mas resolvido r fiz-lo
mais tarde, se limita hoje so rompimento
daa ralicOes diplomticas, e prescreve
iquelles pronunciinmenlose manfslscOei
para fizar praca do seu mor da paz e d
aua moderaelo am nlo declarar a guerra.
Mas estas arcas tintas vezes tem sido repe-
tidas que eslo gastas, e fra necedade em
Itoeas imaginar que Ihohe dado fazer a.cre-
diur iudo o que he ?e=! s c.ieci ou e
coa vero.
Oulros nlo veem neste actos*nlo o desig-
nio de issustir o Brasil, lio possivel que na
rabees de Rosas enlnsse o calculo lio ex-
travagante do conseguir hoje por esse mo-
do o que al agora nlo pode eposeguir por
oulros. He difficil, porm icrediti-lo. Os
faclps j consumroidos, os preparalivos
bellicos de ambis as pirtes, eiUbelecem
uma sitoaclo nova e viqbjnliiSim que nlo
pode durar muilo lempo. He um estado de
comas qu, nlo sendo a pax ne,m 1 guerra,
tem qoasi todos os inconvenientes da guer-
ra, sem nenhum dos beneficios da paz.
"eoS.fcS^K! quv ibter' algunu bous do outro governo. re-
corra, qaando tsnhii*MHa|Ps|||||P9
LISBOA 15 I>E OUTUBRO.
A noticia da mortedo duque da Palmel-
la tem causado a sensaelo mais profunda.
Nineuem deix da lamentar uma parda to
difllc de reparar.
Guando hontem esoravemos espontanea-
menta o que sentimos a tal respeito, nlo
linhamos informacOes to minuciosas, a
respeito do que passara nos ltimos instan-
tes, como depois recebemos.
Anda que ss mesmas informacOes sejam
hem semelhantos no qne hoje se l em nu-
tras folhas, nlo duvidamos repetir o quej
se-acha escriplo.'Qasndo se trata de um ho-
rnero ISO distincto, todos derpm reeislrar as
aerraaBirasuisposicoes,especialment- ilo ellas vem attestir a grandes dess slms.
|fa Instante em quo a morte se aproxima, a
seconbece, i que se descobre o vilor oui
friqueza.
O Duq ue conservou o uso da rislo at ax-
pirsr. Foi elle proprio que pedio os sacra-
mentos pelis 8 horas da noite do da ti do
corrente. Antea de receber o Sagrado Via-
tico iiuiz ver e abencoar todos os seus fi-
Ihos, aos quaes deu os conselhos mais salu-
tires, demorando-se especialmente com os
Dsrqoezes do Fayal.
Quiz lamberh filiar ao Sr. conselheiro
Jos Joaquim dos Res Vaiconcellos, seu
amigo muito particular, para delxar ao seu
euidsdo nlo s determinac/les que nSo con-
signoa em testamento, porm pan o encar-
regar de novo de publicar pela imprensa
muitos documentos importantes pin a his-
toria contempornea. Semelhante escolba,
efeita por tal homem, e em taes crcums-
tancias,he o maior testmunho de conlian^i
que fe pdedsr.
Consti-nos que o primairo (volunie dos
documentos se ach quisi completo,
que elle s de per si he hastante para de-
monstrar que o Duque, desde 1820, foi sem-
pro verdadairo liberal, e to inimigo do
absolutismo como das damagagis.
. 0 funeral do Ilustre Uado ha de ser
amanilla terca-feira 15 do corrente. Os of-
.flcios religiosos principim pelss 10 horas
di minhla ni igreja parochal de Nossa Se-
nhora da.EocaraiclQ, sendo depois o corpo
conduzido paraojazigo particular do ce-
miterio dos Prazeres.
Em todas as igrejss da capital se celebra-
ran) hoje missas de corpo preiente, e os si-
nos da cathedral teem dobrado todo o dia.
Para o funeral sabemos que nlo ha convi-
tes espeeises, porm tambem sabemos, que
alm de ser uso enligo nlo se fszeram para
os d 1 personagem de tal cathagora, eram
desnecessarios. Ninguem se- ha de esque-
cer de prestar os ltimos oflicio a um ho-
mem a quema ?srop; rssp'*: a quem
deS. Mamede, foi conduzido para o mages-
loso templo da Enrarnaclo.
Da casa reil tinham sido msndados tres
coches; um psrs o corpo,outro de respeito,
e o lerceiro para o parodio. O mareclial do
exercito duque da fercera, cmtnandante
di primeira divslo militar, determinou
que o segundo regiment decavaliarii hn-
ceiros da rainha, e loda a cavallaria munici-
pal flzesse a guarda de honra, e elle proprio,
com todo o seu estado maior, acompanhou
o prestito do palacio at Eocarnaelo, o
que igualmente fez o marquez de Frontei-
n, commindmte geni dos bxtalhes, os
seus ajudanles de ordens, e os ofllciaes, e
ofllciaes inferiores do esquadrSo da Carta.
O templo achava-se todo coberlo de Iucto,
easjaoellas tapadas de modo quo tornavam
o acto mais melanclico, cencorrendo pera
que ninguem deixssse de ser asssltido dis
coglaQes de que nem os espiritos mais
fortes sSo isemplos em taes momentos.
O homem que taminho vulto fizora no
mundo, achava-se encerrado n'um caixlo
Je poucos palmos ; os que presta va m ho-
memgem 101 despojos da morte pdem,
lodos ellos, amanhS, logo, aclurem se as
mesmas croumstancias '
A irmmdide do Sanlssimo di freguezii
recebeu o corpo, e o conduzio ao ithaude,
levantado pan esse flm. J a esse lempo
a igreja estiva chais. O corpo diplomtico,
mus llieiros, ministros de estado effeclvos
honorarios, pares, depulados, chefes de
repartieses, e muitos funecionaros publi-
eos, generaes, nfficiaes de marinha, e dos
batalhes naciouies, e muitos oulros indi-
viduos de todis as classes, e de lo Jos os par-
tidos, foram espontneamente ao funeral.
Suas Majestades mandaram um camal sta,
9 um ajudante de campos ; o a Senhora du-
na UniSo Americana fado algum que merc-
ca ser communicado a nossos letores.
O congresso sinda Irabalhavs, mais tinha
sido flxsdo o dia 30 do setembro pira o en-
cerramento da actual sesslo.
O cholera fizia grandes estragos no Pa-
nam..
O vapor Falcan que saho de Chigres para
llavana, foi atacado durante a vtagem, n
qual durou5dia*o 7 horas, por esse te:-
ri vel flagello, e per leu 18 pessoss de sua tri-
pulaoSo.
OOMo em sua viagen de Havana pin
Ney-York foi tambem atacado do rnosmo
mal, c perdeo quitro pessoas
Em Cuba reinAva grande uquielscSo pelo
reoeode nov invasSo; as autoridades hes-
panholas eslavam vigilantes, eiam adop-
tando aquellas med Jas que julgavam pro.-
prias para frustar os projectos dos inva-
sores.
raaaa*Bass.iapspass^^
Communicadu
tluitos funecionaros pblicos podem fal-
tar am consequauci da bora, mas nlo por
Ihes fallecer vontade.
IDE DO DIA 1G.
Enire as ultimas dlsposices, recommen-
dou o duque de Palmilla, por bem da hu-
manidad, e nteresse da scienca, quo se
Ihe lizesse a aulhopsia cadavrica alim de se
reconhecer a origein dos seus mortferos
padecimenlos. Gala disposicSo foi cunipri-
u. He natural que OS proiessurca publi-
quen! o aeu relatorio. Temos ouvdo que
o rim esquerdo so achava n'um estado aase-
melhado i.gela, oque se Ihe encontrou
grsode quinlidide de pedras na bexiga
do fel.
A familia do Duqufraxcedeu a-recommen-
dacfio, porque ordenou que o corpo do fina-
do se embaisamasse. Foi por esse motivo,
que lendo fallecido 00 sabbado, 90 hdp s
verilicou o funeral.
Achava-se depositado na capella do pa-
lacio do Rato, perlencente a seu filho o
mirquez de Fayal, aonde resida. Um des-
tacamentoda guarda real dos archeiros, de
que era rosssssd"!*- uardava o fretro,
SW Jua 11 hers da inanhla, depois de
tsvdmmandado Ipelo pirclio da freguozi
queza de Rraganca mandou igualmente o
seu camarista.
Cantadas malinas e Isudes de defuntos,
msica de Pere executada pelos primeiros
profs%ores da capital, o pancho di fregue-
zia celebrou missa solemne,sendo a msica
de Mouzart.
No flm da missa paramen tou-ss o Exm.
arcebispo de Coa primiz do Oriente, para
presidir s absolvieses, as quaes o acom-
panharam qua tro priores
Duraram os ofllcios at depois das 3 horas
e ineia. No largo da igreja, em todas as
ras do transito, e com especializado as
immeJIaces do cemllerio a concnrrnn/>a
ara extraordinaria.
Quisi as quatro horas era levado o duque
de pilmella para a sua nova e ultima liabi-
taclo.
Na frente d prestito a o commandante
geni dos batalhes com os seus ijudintes,
precedendo os ofllciaes do esquadrSo na-
c mi.
Em seguida vinha o corpo, conduzido em
um coche dos antigos e msis ricos da casi
real, cercado de criados da rainha e o do
duque descoberlos.o levando todos elles ar-
diles de cera. Apozo coche ia o desta-
camento dos archeiros, e continuavam os
dous rorpos de cavallaria, que tambem
icompaoluram desde o palacio, comman-
daii'lo os lanceiros o Sr. coronel Antonio
Pedro de Noronha.
Logo depois da guarda de honra ia o co-
che de respeito tambem da casa real.e igual-
mente cercado de criados com archotes, e
ipoz elle anda outro coche real em que a
o prior de S. Mamede, o seu thesoureiro
com a cruz, e dous mestres de ceremonias.
Os outros ecclesiasticos pira oflicarnoce-
miterio iam em oarruagens e seges.
Ao parodio segua uma carruigem do
duque, om que ii o seu gmrdi-ropa vesti-
do de luto, com a cora ducal, os criados a
p, e entre elles o catador descoberto.
Esla carrosgem precadia grande quanti-
dade de outras de respeito; a primeira de
S. M. I., e ss domis prenles e amigos do
firiado, e Analmente fechava o prestito a
maior parle das pessoas, que assisliram na
igreja, nlo nos sendo possivd contar o nu-
mero de oarroigense seges.
A infantera eartilharia di guarnie.no da
capital, e a guarda municipal divididas em
brigadas,sendo a primaira commandadl pelo
birlo de Mesquita, a segunda pelo brigadei-
roMarcely, a artilharia pelo bario de Villa
Nova de urem, e a guarda municipal pelo
Sr. D. Carlos, commandante em chefe o du-
que da Terceira, tinham formado no cami-
terio, entrada do qual vieram todos os
machado, <\az ZZTZTi c c;lxuo ate
entrar no jazigo, em cuja capella sa cantn
o ultimo responso.
Tres descargas de fuzilari, e uma salva
de artilharia annunciaram que o duque ti-
nha baixido i sepultura. Annunciaram aos
us amigos que o nlo tornavam a vqr!
Deram aos seus protegidos o verdadeiro
desengao, do que Ihes falta o protector.
Finalmente allestaram que desappireceri o
segundo Pedro, dos dous que tantos esfor-
cos lizenni pira darem a liberdade a este
paiz 1
Nlo faremos hoje nenhuma outra consi-
derado ; pediremos nicamente ao co
que Ihe abra as portas, e permita que
A Una Ihe leja Uve.
(Da Ettandarle.)
IlliHIO fi MNMftU
oir, i* x avoTxatauo m tasa.
Do Wechly-Herald de 28 de setembro pro*
xime_>assdo. oqnl recebaos pela bar-
ca WatU enejado' hoja de Ney-York, nao
consta qu lenh recentemente occorrido
O magiilrado intelligente 1
honrado eobre a tena da
empenha o papel da Divin-
dad distribuindo a ju$-
tica.
( 0 CuiNCKLLRIl 1/ AOOBSSEAU. )
Nlo he proposito nosso queimsr incen-
s s quem ji existe na tem da verdade, na
manslo dos justos ; sim apenas rendar tr-
bulo, intelligencii e honradez devido.
Fallamos do fallecimento do desembargi-
lor Domingos Nuiles Ramos Ferreira, que,
encanecido nos trabalhos dos julgamantos,
suecumbio no dia 14 do corrente polas 9
horas da noile, victima de um ataque do
ipoplexia quasi fulminsnte.
De nenhum modo queremos nos fazer
cargo de ennumerar todos os dotes do seu
espirito Ilustrado, todas as qualidfdes es-
tima veis do seu coraclo generoso ; de to
gostoso trabalho nos dispensa a voz segura
0 imparcial, depois de sua morte levantada
pelo publico dosta capital inleiri, que con-
sidenva esm magistrado provecto como
uma das intellgencias mais preeminentes,
como um dos symbolos da honradez mais
salientes do tribunal da reanlo, aonde seu
voto seguro e justo sempre servio de apoo
a justica, que perdeu muito, e com alia
tambero os amigos desse Ilustro,fhado, quer
1 .mi i. / 1 .11 ; ...i./ .. 1111 ni. n i.. no mu
ifi lagrimas que bem merecidas slo. E
esse virio esti mi vel, esse juiz intelligente
e probidoso, tendo consumido uma vida
inleira nos trsbalhosdo seu nobre oflicio,
havendo occupido is posices as mais bri-
llantes dessi cirreira ao mosmo lempo
honrosa e espinhosa, morre, o morra dei-
xando apatas como um precioso legado
pira far guardado por seus fllhos pobres o
desvalidos um nome ornado com as recor-
laces que de si dnixam a inteligencia o
honradez, mis infelizmente acompsnhado
da penuria e cortejo das suas tristes cir-
cumstancias, quefica condemnada uma
familia inleira, composta de 4 llhps meno-
res, e 4 cunhadassolteiras, desvalidas e or-
plias, que sua sombra viviam.
Temos para nos que todos os homens do
coraclo, todos aquellos que sabem dar
apreco ao qua ha de estimavel nesta trra
de engaos e torpezas,a iitelligencia con-
duzida pela honradez, concorrerlo cnlhu-
siaslicamenle em auxilio dossa familia des-
aventurada, que nlo consentirlo flqua
entregue ao abandono. E o governo mes-
mo, quem raba acorocoar virtudes deste
quilate, nlo deixar quo fique perdido to
brilhante exemplo digno de ser imitado ; a
ser somante assim que poderlo ser ani-
mados aquellos que, empregados no sacer-
docio da justica, deven sobre a torra des-
empenhar o papel divmdade reservado,o
de distribuir juslign. E ai denos se nlo
apreciarmos lio nobre exemplo, ai do go-
verno qua nlo souber, por incuria ou im-
previdencia sua, escolhar a verdadeira po-
dra de toque para a distribuidlo de suas
graess e favores. Dissemos o que no mo-
mento pensavamos, a Ulvez nlo dissese-
ms quanto seuliamos.
Correspondencias.
film. Sr. redactor. Rogamos a V. S. o espe-
cial lavor de mandar publicar no Diaria car-
ia *tuimc c m Cwp* MirncM. Aproveitaiuos
cala occaoiao par declarar que auaiyae As
carias do Illm. e ltvni. Sr. padre M, S. Lopes .
Cama continua ser publicada so Medie do
Poto, que be destribuido g.alis ua toja de fa-
lcadas do Sr. uloniu Francisco Pcrcira, ra,
do Crespo n, 4. Nessa aoalyse vamos de vagar;
mas kavssMs ioio Vicente Martine.
CONVERgOES HOMOEOPATHIA PURA.
ftVioh muito tempoque oSr. DT. Pedro Tilo
Regs me cscreveu do Bonito, camiiiuuicando
scus feliies icsultad. obtdos pelo suprego
dos medicamentos homceopatbtcos nos solda-
dos enfermos naqucllas paragens; e o acto de
suaconversSo hoiuceopatbia acba-ae publica-
do no Diario de Pernambuco. Agora me escreve
!de Agva-Piela o ueu collega c amigo Dr. Pe-
dro de Athabide Lobo Moscoso, participando
seus brllhantes successos, medanle oemprego
da homceopathia no tratameoto dos soldados
entregues seus cuidados; tambem em pea-
soas que habltam aqueltes lugares, ealranhas i
n >bre oarreira dasannaa.
Kol se mpre con viccao mlnli que a deaastro-
aa revolucao de "Pernambuco em 1848, posto
que fosse extempornea e varresse da face da
ierra centenares de cldadlos, que multo utels
i'oderlam aluda ser lavoura, ao commereio a H
industria do nosso araenisslmo pas, serla to-
dava lenii em resultados, alguna dos quaes ae-
rlain de Immedlato interelse i buinanidade
Sem importar-ine com o lado poltico desaa re-


V.
!2!
volucno, Jirel que i ella he sem duvlda devida
a conversa de dom mdicos medicina lio-
iiin'opathlca, ot quaes ae conaervarain anda
dorando a coftra de (almo, ou o erro endeuda-
do deade inuitos aeculoa, ae o dever de soccor-
rcr os miseros soldados em suas dores oa nao
levaaae a percorrer easea centros, onde a huma-
nidadc geme sdb o peso da molestia,sem haver
um sliomein da sciencia, que combata cun
conliecimcnto o mal, rcslituindo a saude, ou
minorando os sofTriinentos.
Longe do bolicio desta capital,e cni lugares
onde os meas collega] uo encontraran] con-
correncla de mdicos, que Ihei disputassein
aeus interesses, poderao riles convencer-se, de-
pola de nina serie nao interrumpida de expe-
riencias que a homaopathia deumatublirne ver-
dad!, s desconhecida daquelle que ou por nao que-
rerrm perder poiieo'es o/feiaei porque tomata
por ponto di honra o aferr ai anligai crneos, si-
nao querem lujeitar a aprender euanona ciencia,
cujos resultados teein aido stnipre mu profi-
cuos at as mos de pessoas alheias a pro-
iissao. (*)
Nenbuma occasiao poderla o Sr. Dr. Hosco-
so deparar inais vanlajosa sua honra para de-
clarar-sebomceupatha do que esta; potquan-
to nem tnesmo a malevolencia dos nosaoa con-
trarios se aballar ao ponto de classlflcar sua
conversao, como um acto de cobija ou especu-
larlo.
Me 11 charo collega, Sr. Dr. Hoscoso, eu vos
sado como iiiru irmao eiu creocas. Eu vos
amo agora, como se tivessemos empre pensa-
do uniformes relativamente a nossa profuso.
o vosso deslnleresse e probidade me assegu-
ram um futuro cheio de esperanzas para a ho-
luceopaiia, e urna leal cooperacao para os nos-
sos trabadlos de propaganda. Ao vos aaaus-
teiu os infrenes gritos da turba allopathica re-
firesenlada por alguim que, acoitumaiio a rrdicu-
arii.traiqueito'u mu impurtintei, lem adra-
do eom unnav i denle lobrt a Aomaropalaia s,Ure
noi. He neceuaria multa rejignacao parasof-
frerdea aa aem-rasrs dos vossos antigos colle-
gas e amigos
Encontrar seinpre era vos a pobreza dos lu-
gares que percorrerdes, um amigo dedicado e
carinboso, um medico verdadeirainente phi-
lantropo. A pobresa tem indisputavel direito
nosts beneficencia, anda queuo fosse divi-
sa nossa a caridadt tem limita. Fareis o bem
que pud'rdes aoa nossos semclbanles, e Dos
ser com vosco.
Kccife, A de novembro de 1850.
Dr. Sabino Olegario Ludgro Pinho.
Amigo i collega Dr. Satino. Agoa-Preta,
23 deoutubro de 1850. Mu de proposito te-
iibo delsado de comuiunlcar-lbe os bona eflei-
toa que tenho colhido da applicaciio da homceo-
pathla, porque squeria faier publico, quando
liveaae plena ronvieco e certesa dos elidios
das dses boinceopalhicas. Iloje, porm, que
urna serie nao ioterroinpida de successos bri-
1 haules tem-ine feito conhecedor das nuii gran
des vantagens da nova sciencia sobre a velha,
be licito que eu lite patntele que, por experien-
cias repetidas e observaces mu silenciosas,
Eude-iue desarreigar das ideias que se me iui
uiram na escola.
Nao be a neceasldade de especular, nem a ca-
rencia de crdito, e clnica que me fazem abju-
rar da antiga sciencia: todos em Pernambuco
conbecem a poslco que como medico tlnha
euabi: infelizmente eslou a um anno arreda-
do da mloha clnica, aislm tem querido os ca-
prichos da fortuna e de inais alguem!! Foi es-
a incsma perrgiioacao diulurua que Uve de
faier por esses centro, onde o servlco da a-
fio me chamou, e onde Uve de prestar ainda
mu grandes servicos a humanidade em geral e
aos ineus companbeiros de armas em particu-
lar, que me proporcionou a occasiao de experi-
mentar a sciencia de Hahneuiann. Tantos pro.
julios e Incommodos, que tenho solfrldo nesta
derrota dou por bem compensado, com o lute-
HHl t|M- ...- *W ..I...... VU MilMIUlilllUl.l C
de conhecer o poder de urna sciencia que cura
com ranea, cerina e energa, e sem causar iu-
commndo aos doentes, poupando-lhes dias de
crueis dores, e tormentos, de que he [o frtil a
allopalhia, E qual be o praser do medico phi-
lanlropo, que poasueas virtudes que o boiuem
verdadelrawente humano e carldaso deve nu-
trir? He ser uUla buinanidade : be receber os
agradecimentos daqaclles a quem tem a for-
tuna de salvar a vida; he ouvir as heneaos dos
que receberam seus cuidados eque driles lu-
craran) a saude e a vida ; be receber urna des-
pedida de lagrimas e saudades, como a que tive
por uccailto de deixar o hospital da villa do Do
Dito, que na realidade fez-mea maior sensaciio
por conhecer, que se tenho por inimigos a-
quelles que nao pdem encarar com bons olhos
o crdito ce que goio ; aquelles cuja srdida
ambicao os cega e obriga a tramaren) traicoei-
rainente contra raim, nao se animando de fren
te a coiubater-iue, e menos adquirirem pelos
melos honestos e lcitos a reputaco e crdito
3ue por este modo tenho conseguido, sem usar
as bailesas e Indignidades que elles praticam;
aquelles que deveudu ser os primeiros a reco-
nhecer os servicos que tenho prestado, sao pe-
lo contrario os primeiros a persrguir-iue,
l porque sel dar Importancia a dignidade de
uin medico que nao mendiga clientes, nem fa-
vores ; digo se tenho a esses por inimigos, te-
nho por verdadelros e lioceros amigos a cada
soldado, a cada vvenle, que tem de mim rece-
bido saude e vida, que tem-se aproveitado de
raeus disvelos: por estes sou recebido como
seu salvador, como seu amigo, e poder haver
niaior prazer para o medico ? 'Yertamente que
nao. sta he a nica utilidade qne tenho lira-
do de servir a mloha patria com todo o zelo,
e o mesuio tem acontecido a todos os noasos
collegas, que lhos de urna escola scienlifica, e
onde gastaram a mocidade a aprender.leem li-
rio a desventura de aliilarein-se no ser vico mi-
litar, pola teein aido igualmente Iraladoa como
esses qusoles da sciencia oa charlatn, que
tendo por diploma apenas um atteslado de ba-
verem sido enferineiros de ura hospital, sojei-
tam-se como ou tros cordeiros, a quanta exigen-
cia sem fundamento, e principio emana dos
que nos sao superiores em posios.
Aqu fico, meu presado amigo, as suas or-
dena, e continuando as minhas observaces,
eroquaoto Dos me qulser prestar esta preca-
ria e arruinada saude que me lew conservado
at o presente; porque acno-me bem doente
do estomago e intestinos a mais de dous annos,
e sem poder traUr-me, pois com a falta de com-
niodidades e proporces caracterstica, desle
erino lugar nao me animo a entrar em um cu-
rativo qualquer.
Adcos, fico as suas ordens como seu amigo
velho e collega obrigado. Pedro da Atkahgde
Lobo Mokoio.
Nao repare alguns erros porque a pressa
be multa, e nao tenho lempo de tornar a ler o
que esexevi."
pomas, venlre, costas, sem alivio, apenas
sentado, assim estiva por mais de 40 dias,
ungido e sacramentado, vmitos continuos
da urna materia ptrida e ftida, ansias
mortaes, suppressSo de todas as operacGes
inferiores, em fim tim verdadeiro vaso de
podridSo. Neste estado a minlis familia fez
chimar o Sr. Francisco de Paula Carneiro
Lefio, o qual, vcnJo-me, logo desenganou
a meus filhos, porque na realidade pareceu-
Ihe impossivel salvar-me, esem embargo
aqui estou vivo esSicomo favor de Dos.
0 Sr. Paula apezar da repugnancia que o
meu misero estado Ihe causn, tomou-me
a sua conta, o logo no primeiro dia sent
grande alivio com a sua applicacSo homeco-
pathica, e a torca de perseveranca aqui es-
tou salvo ; foi portanto a homceopalhia o
meu refugio, a minha taboa de silvacfln,
sendo o Sr. Paula o instrumento da provi-
dencia nesse grande milagre a que devo a
vida.
Din, pois, as mais sinceras graejs ao
meu salvador, e protesto a mais eterna gra-
tidao.
lodo lzulara \lvei da Fonseca.
Publicarlo pedido.
Interrogatorio feito ao prono Manoel escravo
de Antonio Ferreira Batios, morador na fre-
guezia d' Agoa-Preta.
Aos onza dias do mez de setembro do an
no de 1860, senlo nesta freguezia de llar-
reiros da cuma rea do Itio-Fonnosu provin-
cia de Pernambuco onde se achiva o sub-
delegado supplente em exerccio da sobre -
lita freguezia o cidadSo J laquitn ('.aval -mi-
li de Albuqucrque e Mello com migo escrivilo
interino de seu cargo e sendo ahi foi in-
terrogado o preso Minoel escravo de Anto-
nio Ferreira Bastos da maneira seguinle
Foi-lhe perguntado qual o seu verdadeiro
nomo estado vveres; responieu que cha
mava-se Mano! e que era escravo de Anto-
nia Ferreira Bastos, o que era casado, e
seu viver era tnbilhir brazal, foi-lhe per-
guntado onde foi preso e porqua, respon-
den que foi preso no eageoho Araguaba,
lesta freguezii e que sua prisSo fon por
indar ausente da casa do seu senhor, e que
Cora preso no dia 2 de setembro do presen-
te anno, fui-llio perguntado quem foi o
seu primeiro sesraor e sua morada, respon-
deu que cliamav*-se Antonio Benedicto,'e
queja en fallecido, e que sua senhora cha -
msva-se D. Josepha, eque sua morada era
ni birra do l.ongal, porm que sua senho-
ra I). Jusnpha, hoja se achava morando na
cidade da Parahiba, foi-lhe perguntado
quem fra que o trouxe da Barra do l.ongal
pan esta provincia, respondeu que foi An
Ionio slonteiro que tambern morava no tnes-
mo lugar o queodilo Monteiro quando o
trouxe para a provincia de Peruambuco o
mandara por urna travessa com guia espe-
rar por um pouco de gado, e que estaaMri-
vessa era de 10 leoas, foi-lhe perguntado
le que provincia he a Barra do Longal, res-
pondeu que n"u sabe, foi-lhe perguntado
quem o vendou na provincia de Pernam-
buco, responieu que fra o dito Antonio
Monteiro, foi-lhe perguntado aqueta foi
ven lulo, respondeu'que foi vendido a An-
tonio Ricardo moraior na ra do Collegio
que cosluma negociar com escravos e que
este o vender ao senhor do engenho l'ene-
linho, do termo de Loianna uo nome Lasu-
za Major que por este nome he conhecido,
e esta o venden novamento ao tnesmo An-
tonio Ricardo morador na ra do Collegio,
e que este o venden a Antonio Ferreira
Bastos morador na freguezia de Agoa-Preta,
a por nada mais ter a dizer o interrogado
iuve o subdelegado supplente em exerci-
cio pur feito o interrogatorio em que
signou, e pelo interrogado por nSo saber
escrever assignou Francisco Ignacio da
Fonseca. Eu, Ignacio Ro Irigues da Fonse-
ca, oscrivSo interino o escrevi. -- Jo.ifuioi
Cavaleanli de Jlbuquerqne e Mello. Pelo
preso Manuel, francisco Ignacio da Fonieca.
Ests conforme com o original. -- 0 escri-
vilo, Fonseca.
COMMERCIO.
Stockolm 69 dias, brigue sueco Emelii,
de 212 toneladas, capitao F. F. Wulff, e-
quipagem 13, carga tsboado e ferro; a
Me. Calmont & Companhia. tf
Navios snhidos no mesmo dia.
Rio Grande doSul -- Patacho nacional Doui
Irmilos, mostr Jeronymo Jos Telles, car-
ga assucar e algod&o.
Rio de Janeiro Barca pacional Amanea,
capitSo Antonio Pereira da Costa, carga
assucar. Conduz 2 escrivos a entregar.
Lisboa pelo MiranhSo e ilha di Mideira
Patacho portuguez Especulador, capitSo
Francisco Prudencio Metro, em lastro.
Passigeiroa, Antonio de Souxa Mirlins.
Ricardo Aotonio de Lima e Trajino Cauu-
toCarvalhoCalvCo.
EDITAL
Pela inspectora da alfandega se faz pu-
blico que, no dia 25 do corrente, depois do
meio-dia, se hi de arrematar em basta pu-
blica na porta da intima o seguate, Ji annuu-
ciado pelo edltal do dia primeiro do mez pr-
ximo passado, na conforinldade do artigo 27(3
do regulainenlo, a saber : urna' cala cora um
arieiro c tinteiro de vldro por 1,100 rs dais
caetas pira eicrever, urna de pao e outra de
ac, urna 400 ra 800 rt, 3 folhetoi linpressos,
um 400 rs i ,200 is.; 1 cala com um oopo pa-
ra taverna de 1 quarlifho p r 140 rs. l garra-
fa de vldro Uso de I 1,2 dita por 362 rs.; I em-
brulho com dous folhetoi inpressos, um 400
rs., 800 rs.; 2 camisas de panninbo para crian-
fas, urna 200 rs., 400 rs.: calas com 18 baus-
zinhoa de perfumara arrulaada, um 4,000 rs.,
72,000 ra.; 1 dita com i escora para espinar
mesa por 1,000 rs.; 4 frascos com mustarda em
p de 6 oncas, um 600 rs., 2,400 rs.; 1 bolo
com manteiga arruinada |K>r 1,000 rs.; 2 fras-
cos de uin qu iriillio, com conserval, um O rs.
1,200 rs.; 1 caixal coinduai resmas de papel de
einbrulho de 14 pollegadas, urna 700 rs,, 1,400
rs.; 120 duzias de baralhos de cartas para ju-
gar, duzia 3,000 n 360,000 rs.j 4 calas com
390 libras de rap brasileiro arruinado, libra
80 rs 25,520 rs.; 1 dita com |32 libras de dito
dilo, libra 80 rs., 10,500 rs. ; > ditas e um ein-
brulho com 191 libras de dito dito, libra 80 rs.;
15,280 rs.; 5 barris com manteiga arruinada,
100 libras, urna tO rs., 2,000 rs 1 fardo com
cabos de linho, pesando Um quintal e tres ar-
robas, quintal 20,000 ra 35,000 rs. ; 1 cana
com 10 vasos pequeos de barro, proprios para
plaas, uin 30 rs., 100 rs.; 1 vaso de barro por
40 rs.; 1 barril vasto por 200 rs.: sendo a arre-
mataco livre de dlreltos.
Alfaodega de Pernambuco, 19 de novem-
bro de 1850.O inspector interino, Btnto
Jos Fernandes Barros.
Sr. redactor.fcm miutia consciencia nao
posso deixar de referir um facto, que pode
tnteresssr a mais alguem, porque foi um
verdadeiro milagre. Tenho mais de 60 an-
nos de idade, e soflrii hibitualmente emis-
sOes sanguneas por efleilo de repelidos
ataques Demorroidaes. Por urna impru-
dencia minha suspendeu-se esss evicuifllo
habitual, e houve um retrocesso, que me
levou as portas da tnorte, todo inchido,
(*) Quando acibara eu de escrever estas 11-
nbas ti no Diario de Pernambuco que oSr. Anto-
nio Borges d Fonseca tem empregado os me-
dicamentos bomceopaiicos na ilba de Fernn
do com o mais feliz successo no tratamiento di
jebre amareila. O Sr. Borges escreveu-me
cominunlcanuoiae seus irabainos, e em um
atUgo cipecial tratare! deile objecto.
ALFANDEGA.
Rendimentododia 19.....26:281,233
etcarregam koje 20 de novembro.
Brigue Arago mercaduras e louca.
Brigue S. Heltne i Jem.
Brigue -- Santa Crux batatas.
Brigue -- Taru/o III mercaduras.
Brigue General Worlh farnbi o bola-
chinha.
CONSULADO GERAL.
Rendimeuto do dia 19.....1:224,132
Diversas provincias...... ,045
1:224,177
RECEBEDORIA DE RENDAS CEHAKS
INTERNAS.
Rendimento do da 19.....815,080
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 19......761,38*
M ovmeuto do porto.
Navios entrados no da 19.
Ass 9 dias, brigue Aero, de 193 1/4 to-
mdidis, cipilflo Jos Joiquim Pereira, e-
qupsgem 15, carga sal, palha e cera ; a
Leopoldo Jos da Costa Anujo.
Mirseilhe -- 64 dias, brigue francez Arago,
de 176 toneladas, cspil&o Claudio Juge,
equipigem 13, carga fizendis e mus g-
neros ; a Lu/. Bruguire. Passagoiro, Leo-
poldioo Seraftm dos Passos, BrasileirOi
New-Tork --37 dias, barca americana Fraii-
cex Watts, de 255 toneladas, capillo F.
Bernse, equipagem 12, carga fiiinha ; i
Deane Youle* Companhia.
New-Castl 54 diis, brigue sueco Clara,
de 200 toneladas, capitSo L. A. Anderson,
equipagem II. carga carvSo de pedra ; s
Me. Calmont &. Companhia.
Ballimore 40 dias, hiate americano Tri-
tn, de 107 toneladas, capitao S Griham,
equipagem 7, carga farinba de trigo ; s
Deane Youle& Companhia.
Ass 19 dias, brigue brasileiro Inca, ca-
pitSo Ferreira Brag, cirga sal. Veio
largar o pratico e segu para o Rio Gran-
de do Sul.
Declurayes.
COMPANHIA DO BliBERlBE.
Nlo ten lo compirecido numero suflicien-
te de accionistas da companhia do Beberi-
be pira haver assembla geni no dia 15, o
director oonvids de novo os Srs. accionistas
para que hajam de reunlr-se impreterivel-
menle quarts-feira, 20 do corrente, as die
horas da minhSi, no escriptorio da com-
panhia.
Pela aJmitrislragfio do correio desli
provincia, se fax publico, que vai a praca
peranti a mesmi no* das 25, 26 e 27 do
corrente pan ser arrematada por quem por
menos fuer, a conduccao .das mallas por
trra para (Htnila, Goianna, Parahiba, Ca-
l>v, i. i uiil.mu, HIO-ruT u,uo, Torio Calvo,
Garanbuns, Bonito Boa-Vista, Flores e Vic-
toria. As pesaoas que ss propozerein s esta
arruinatacilo, compiregam ni referida ad-
ministricSo nos dias cima mehcionsdoi
pelas II horas da manhKa, competentemen-
te habilitados.
Cirtss seguras existentes ni adminis-
tracSo do correio para os Srs. : Antonio Jo-
s liuart" Jnior, Antonio Jos Maria Jorge,
Antonio Marques de Firia, Antonio Nobre
Almei Ja Jnior, Bernardo Antonio Cruz Pin-
to, Claudino Jos Barbo'za, Francisco Anto-
nio da Cunda Pereira, Francisco Tiques
Alvim, Jernimo Melquisdes Ferreira Silva,
Joaqum Domingues de Souza I"., JpSo
Francisco LeitSo, Joao da Silva Nazareth ,
Jos Bezerra CavalcanteAlbuquerque Mello,
Jos Maria Cardozo, Luiz Fortunato Mondes,
Luisa Maria lavares, Manoel Jos Lopes,
Prolirio ds Cunba Moreira Alves, Roberto
Gomes Pereira de Carvalho, Tilo Franco de
Almeida.
Theatro de Santa-Isabel.
Quinta-feira 21 de novembro de 1850.
Reciti extraordinaria a beneficio da ac-
triz Josnns Januiria de Souza Btloncourt.
Logo que os hibeia professores da orches-
tra teoham executido orna brilhante ou-
vertura, abrir-se-ha aseos, e a companhia
dramstici nicional representiri a excellen-
te tragedia em 5 actos
ANTONIO JOS'
oo
O POETA E A INQUISICA
No fim ds tragedla o* artistas Silvestre
Francisco Mein e Raymundo Jos de Anu-
jo, cantarlo o dueto jocoserio da opera Se-
nerentola
O IIAIIA engaado.
Vertido em portuguez.
Terminar oespecticolo com acomeda
em 1 acto
Fallar vert arte n mentir.
Os bilhetcs acham-se i venda em casa da
beneficiada, ra bella n. 22.
Comeoara s hons do costume.
Theatro de S.-Francsco.
BELLAS ARTES.
Hoje, quarla-feiri, he a ultima vez que ip-
pirecem is vistas expostis do cosmorami,
e a manhSa. quinla-feira, atar a galera
fechada, c:r csnscqueneia de se estar pre-
paran lo novas, que tsrlo lugar em outro
dia.
ajsaaaaatjl|
Avisos martimos.
m
ds Ross, por ter parte do seu carregamen-
toengajada para carga para um e outro
porto e passageiros trata-se com o consig-
natario, Luz Jos de SA Araujo, na ra da-
Cruz n. as.
fio tin Janeiro.
O patacho Santa Cruz segu oestes dias,
s recebe alguma cirga miud, passageiroa
e escravos .frote : trata-se ao lado do Cor-
po Sinto, loj de missimes n. 25.
Para o Cear
segu viagem por toda a semana o biate Li-
giiro, por ji ter parle do seu carregamenlo :
para o resto ou passigeiros, dirijam-se i
ra do Vigario n. 15.
-- Para Collnguiba sshe nestes oito dissa
sumaca nicionil flor do kngtlim, roestre
Bernirdo de Souza, por ter a carga prompta
pode receber algunas miudezis e passigei-
ros, a tratar com o mesmo mestre, ou com
Luis Jos da Araujo na ra da Cruz n. 33.
Para o Porto.
O brigue portuguez Maria Felis, cipito
Lourenco Fernandas do Cirmo : quem no
mesmo quizer cirrogir ou ir de passagem,
diriji-se ao dito capillo na priQs, ou ao
consigostirio Antonio Joaqum de Souza
Ribeiro.
Para a Baha sahe em poucos dias o
bem conhecido hiate San-Joto : para carga
e passigeiros trata-se com Antonio Jos Fer-
nandas de Cirvslho, na ra de Amorim nu-
mero 36.
Pan Luanda com escala por Benguella
o brigue portuguez Oriente pretende seguir
coma maior brevdsile posslvel, por tero
seu csrregamento completo, spenas recebe
alguma carga miu la e passageiros,' pira o
que offerec os melhores commodos : trata-
se com os consfgnstarios T. de Aquno Fon-
seca & Filho, na ra do Vigario n 19, pri-
meiro andar, ou com o capitSo oa praca
Para o Aracaty sabe, no dia 28 do cor-
rente, o hule Anglica, por lar jiparle da
carga prompta : para o restante e passagei-
ros, trata-se com Antonio Joaqum Seve na
ra da Cadeia do Recife n. 49, oa com o mes-
tre Jos Joiquim Alves ds Silva, no trapiche
do algodlo.
Para Saota Catharina
sahe com brevidade o patacho nacional Li-
vramento, capitSo Francisco Jos Rites J-
nior : recebe carga e escravos a frete : qjem
quizer embarcar, falle com o dito capitSo,
ou coro Manoel Ignacio de Oliveln, oa praca
do Commercio, n. fi.
Para o Rio de Janeiro
sshe, nestes 3 dias, o brigue nacional Valle.
recebe passigeiros e escravos a frete : quom
pretender, falle com o cipililo na praca, ou
com Manoel Ignacio de Oliveira, na praca
do Commercio, n. 6.
-Para o Rio le Janeiro sahe em poucos
disso pilixe naciooal Curlato, ca pililo Ma-
noel Rodrigues Faneeo, por se schar parte
ds carga engajada, para o restsnte e pis-
ssgeiros Iriti-se con. o consignslirio Luiz
Jos de Si Araujo aa roa da Cruz u. 33.
Para o Ceara.
Espera-ae com toda a brevidade de Lis-
boa com deslino ao Ceari, o brigue nacio-
nal Empresa, forrado a encivilhido de co-
bre ede superior marcha; demorir-se-hi
aqui 12 dias, e receben carga e passagei-
ros .- trata-se na ra da Cadeia do Recife n
17, segundo.andar.
Pin Lisboa o brigue portuguez Concsiea
0 Umriu, prolendo a*stuir por iodo o mo*
de novembro, por ter a maior parle da-car-
gi prompta, quem ao mesmo quizer cirre-
gar ou ir de passigem, diriji-se aos seus
consignatarios Tbomaz deAquino Fonseca
k Filho, ra do Vigario n. 19, primeiro
andar, ou so capitSo, na praca
it -J______',''
9 L T I
I e| -i ife i|
t. 3 q 9 fc
goag.g-
2#S-St 2 o fe
Leiles.
O correlor Oliveira fara leillo, por au-
torisicSo do lllm. Sr. juiz de orphSos, e a
requerimento do tutor dos orphSos filhos
do finado Jos Ramos de Oliveira, de toda
a mobilii e mais Irem ds csi desle : qusr-
ta-feira, 20 do corrente, As 10 hons ds ma-
nb&a em ponto, no Aterro da Boi-Vista, ca-
sa o. 15.
Richard Royle firi lelSo, por interveo-
cSo do corretor Oliveira, de grande e es-
plendido sortimento de fizenJas ingle/as aa
mais propiiis do mercado,'inclusive brins
transado brincos de linbo de todas as qua-
lidides, e porfo de algodozinlios avaha-
dos : quinla-feira, 21 do correte, as 10 ho-
ras da manbaa em ponto, no seu armazem,
rus da Cadeia ; advertindo-ae qoe nSo ca-
liendo no lampo expr A venda lo Jai as qua-
lidides dis referidas fazendas, ser o letlSo
continuido no dil immediato, scxti-feiri,
22 do corrente.
Avisos diversos.
i fr-
u
da
nc
Para o Klo de Janeiro
viagem com muita brevidade o bri-
gue nacional Gonceiceo, por ler parta do
carregamenlo prompta : para o restante,
passageiros e escravos a frete, trata-se com
1 Manoel Alves Guerra Jnior, ni rui da Croz
Jo Recife u 0, ou com o cipitao Manoel
Francisco dos liis,
oerg, equipagem y, carga lazenais r a n. Pira o Par*, tocando na Ceir, sabe
Bidoiac. FiCu de quareuieua por em poucos dias
l'recisi-se de urna preta idosa para to-
do o serv jo iolerno e externo de umi easa
da liomem solteiro : na ra do Rozario es-
irets, travesea do Queimado, loja de aiiu-
dezaa, a. 9 A.
A pessoa que ha dias annunciou umi
vacca mans de corda pan vender, com bi-
zerro novo, caso ainda a leona, ou mesmo
oulra qualquer peaaoa que lenba para ven-
der, dirija-se i ra do Pasaeio, loja n. 91
Precisa-so de um oixoiro pata o depo-
sito de caldalreiro da roa Nova n. 97 : a tra-
tar no mesmo.
A quem Ibe faltar orna encommenda
vinda ba pouco de Fernando de Norooha
dirija-so a roa do Livramanto n. 90, que be
sera entregue.
Na ra Augusta n. 33, precisa-aa alu-
gar urna preta que sej* boa veodedeira.
Precisa-se alugar urna ama seca, forra
ou cativa para crear um menino : quem es-
tiver tiestas circunstancias, dirija-se a casa
n. 49, Trapiche Novo do Recife.
Pela primeira vara do cive!, escrivSo
Molla, no dia 99 do corrente, pelas 4 horas
da larde, ae ha de arrematar a porta do Sr
Dr. Custodio Manoel da Silva GuimarBesj
um aillo na estrada do Rosirinbo, por exe-
cujao de Antonio Luis Ferreira contra An-
tonio Munz Pereira.
~ Aluga-se orna casa terrea na Ponte-Ve-
Ihs, bastante fresca e com commodos pan
umi grandef.milii a tratar na ruada Ca-
deia do Recife n. 94.
-Alugaro-seaslojas do sobrado da ra
do Hmgel n. 45: i fallar com Cuilherme
Selle, no A Ierro da Boa Vista o. 10.
Quem annunciou querer comprar urna
casa terrea no bairro de Santo Antonio, m
ot biaoiac.rtco e quareuwua por ero poucos dias a escuna nictoail Maria ino exceda da eOe.oa r. H|h, g>",: r,
din. Fimina, capillo e praiic JoSo Bernardo'Augusta n.2S. 'rij-s rae
-- O Sr. Francisco Mtfes da
quaira quinto ades onecer
Rosario n. 30 que se Ihe <
urgeacii, para evitar polmica.
A mesa regadora di venenvel ordem
terceira de S. Francisco convida a -todos os
seusIrmBos, para o dia 21 do corrente, is 3
horss di tarde, comparererem ornados de
seus hbitos, para irem acoarpanhar a pro-
cssflo de Cnrpo de Dos.
Itoga-ae ao Sr. Juflu Francisco Marqaea,
qoe vi ao Aterro da Boa Vista o. 10,
--FelixJoscdaSilva.com loja de *apa-
terno na ra larga do Rosario a. 44, partici-
pa aos seus freguezes e ao respeiuvel publi-
co, que mu Jou a sua loja de sapatsiro par
a ra eatreits do Rozarlo n 27, aon le pru-
roelte exfofear-se pira bem servir os seis
fregueses coro toda a prorautidSo ecommo-
didide possivel, como he costume.
Em vlrtudedo artigo 173 doa estatutos,
a mesi regedora da veoeravel ordem tercei-
ra de S. Francisco, tem de celebrar atam-
meino'acSo geral de seos irrofios fallecidos,
no dia 23 do corrente, palas 9 horas da ma-
ntisa ; por laso espera de seus irtnSos o
cumprimento do referido artigo.
Quero precisar de urna ama para todo o
servir; j de urna casa de familia, dirija-se i
rus de Santo Amaro, casi o. M.
-- O sujeto que chegou ultimimente do
Rio de Jinetro, que est residindo no segun-
do andar di cisi da ra larga do Rosario n.
30, e que se dirige por seu annuncie inssr.
to. no Diario, de bontem, a Francisco Sim es
da Silva, julganJo-o autor dos nojetrtes au-
noncios pnblicsdos sobre faeloa quaL Iha di-
zem respeito, digne-se ouvir eom taima a
paciencia a sua declararlo, e assim a expo-
sicSo do comportaroeato que tem dado lu-
gar a tudo isto ; e como jatee esqueceu dis
regras da delicadeza, dignra\ede a civalhet-
rismo que devem acompaohsr as accOes do
homem honrado, eu vou esclarecer o publi-
co do novo e philintropico Intmenlo que
se metem largamente prodigalisado, pan
collocir-se no seu devido lugar aquello a
quem.assistr raaio e jtutlta, eme quem pir-
te nsusea que pJeempestar a aociedade:
Ile muito nojento meu senhor, que um ore-
dor desatendido tantas exea, quantas Ilu-
dido quando procura receber o seu Jinhei-
ro annuncie pelo jornal que seu devedor
venha ou mande pagar-lbe, e nSo he ajen-
lo, mis slm delicado e honroso nSo pagar-
se oque se deve, o que he mais, querer
espancar oa csixeiros que civilmente se a-
presentam em aua casa exigindo a impor-
tancia do que S. S. ji comeu: nao be no-
jento, mas sim delicado, e ci vi leal roso
comporta monto, retirar-se desta provincii
pan o sul, e deixar urna ordem para o lllm.
Sr. quarlel-mcslre do contingente do 2.
batilaao deirlilliarii pagar ao tal StmOcs
o r"'*- ~fiT" de abril do corrento anno,
leudo-o jT'tecebido antes de sus partid.'
NSo be nojento. roas sim delicada e cava-
llieiroso eotuporUmenlo, dirigir-se i casi
MU ji J i esUbelecimento do tal Smiles
e loadiPPWtrihio a divida, e em lugar do
psgar, emeicir quem de boa f fiara, de
meter-lhe as costas s sua espada ; aera de-
coroso u nSo nojento fazer-se acompanhar
por-alguem que achando demasiado e hon-
I dar no credor panos de espada o
illia a fazci esas operario a golpe di
chicote ?. Nao seri mais bello e mais hon-
roso meu cavalheiro, que guardis pin me-
Ihor e mais opportum occisiSo, tanta forra
e tanta audicti e he melhor e j que landos
sofreg vonlide de brigar mostrar qoe sois
vilente, pigal primeiro ao tal SimAes, e
depois otferece-vos so governo e idali.pi-
ra o sul, pin que no ciropo de mu te, e
no meio de aguerridos bitalhoes, eolhais
maior gloria, do que por aqu, e prestiris
oest'srte com vosso genio bilicoso, com
vossa sabedoria e vigoroso brice; relevan-
tes servicos a vos e ao throno. Deelaro-vos
pola, que sou o outor dessrs annncioi qoe
tinto nojo vos casanos, e que OOTOjioser-
clo dos meamos, nto pretend alpe couss
que nao fosse despertar-voi a vontade da
pagirdes o que me devele, e lano aaairo be
que logo que vos dignardea fiz-lo, me es-
quecerei de lscoroplettmeote.
francisco Sim0e$ ta Silwa Mafra.
N. B. NIo vou a vossi casa receber o
que me deveis, porqua nlo fui a ella cha-
mir-vos pin contratar a divida, ida pois,
vos psgar aonde dveis.
mi l*_nl- -*- I
no um i o uu cnente, ues-
ceu de debaixo da arcada
dega, um barril com man-
teiga ingleza ; rogs se a qualquer
peaaoa a quem for ofterecido, da
o tomar e restitui-lo a seu dono,
na ra da Madre-de-Deos, arma-
zem n. ao, que ser recomoen-
ada.
Precisa-se alugar um preto, (
sendo fiel, para todo o servico de
urna casa estrangeira : na ra do
Trapiche, n. 11.
Mobiliasde alugoel.
Alugim-se mobiliaaa voolade do alugi-
dor t tambero se alagan ci deiras par ofli-
cios e bailes: ae rus Novs. loja de tristes
do Piolo, defroote da ra de S.-Amaro.
Precisa-ea alugar ums morada de casa
terree, seado que trabe solio, quintal, po-
en rommodm para Brinde faalia, nSo
se procera localidade :"na rea da Seasall-1
Novs, d. 42, segundo andar.


sr^
Aviso.
Oabaixo assignado por altengSo so res-
peilsvel publico, a quem mullo respcita, e
mesmo para quo la reputadlo nSo fique
em duvida para cora aquellas pessoss que o
nSo conhece.ni, f que hilo lJo 01 snnuncos
que neate Diaria fez inserir oSr. Bernardi-
no de Sena e Silva, passa a publicar abaixo
deste, a carta que dirigi ao Sr, Joaquim
lpnoceocio Comes, actual thesoureiro da ir-
manda de das almaa erecta na matriz de S.
Antonio i e bem asaim, a reapoata que o
mesmolhe.deu,coma qoal suppoe o abai-
xo assignado ter cabalmente respondido aos
referidos annuncios; seientiicando outro
sim ao dito Sr. Bernardino de Sena e Silva,
que he esta a ultima resposta que a tal res-
peito lhe d, por iMo que po est disposto
em eemelhant discussflo. Re-
membro de 1850.
os Ferreira da Rocha.
lonocencio Gomes.
inte a V. S., que a
e de declaradme ao
acto haver-me V. 8.
Pdia alugar o sobrado n
Kangel, pertencente a ir-
is erecta na igreja matriz
de Santo Antonio, assim como se j por es-
as autoritacSo, e j como procurador que
sou da referida i rroao dade poda ou nSoalu-
5ar o indicado sobrado : 9.% se s excepto
o V. S. como thesoureiro ds irmandade em
quesillo, e eu como seu sctal prorurador,
ha outro empregado autoiisado para effec-
tuar o aluguel daa casas : 3., finalmente, se
V. 8- aoha-se em exercicio do cargo de the-
soureiro, que pela rmandade fui eleilo.
< Coas a resposta do que scima (lea dito,
mu i lo mai i agradecido lhe flearei, pedndo
lhe no tntanto que me consinla fezer de sua
resposta o uso que me coovler
* Creia que sou de V. S. amigo muilo
abrigado, oaquim los Ferreira da Rocha.
. a S. C 16 de novembro de 1850.
a llliu. Sr. Joaquim los Ferreira da Ro-
. Em resposta a sua caris auprs, cum-
Kre-me declsrsr-lhe: Ao 1.* quesito, que
i exacto haver eu dito a V. 8. que pedia
alugar o sobrado deque me (alia ; ao 2.',
que so eu e V. S. podemos actualmente alu-
gar oa predios da irmandade das almas erec-
ta na matriz de S. Antonio, nSo existindo
outro empregado para tese f m autoriaado :
ao s.", que desde que fui eleilo thesourei-
ro acbo-me em exercicio do mesmo em-
prego.
Tenho setisfeilo o que me pede, poden-
dooulr'sim fazer detta minha resposta o
uso que quizar. Sou de V. S. venerador e
criado, iocquiwi Inocencio Cernes.
& G. 18 de novembro de 1850. >
as Cinco Ponas n. SI, precisa-se de
um caixeiro, que tenha praliea de venda e
d fiador a sua conducta.
O Sr filippe Benicio Csvalcanti de Al-
buquerque queira ter a bondade de dirigir-
se i ra larga do Rozarlo, n. 38, segundo
andar, ou annuncie sua morada, que se lhe
deseja fallar.
Precisa-se de ora eoiinheiro torre ou
captivo, coro boas recommendagoes. Diri-
gir-ses esta lycographia.
Atiene.'
A enliga a bem conbecide agencia da roa
do Rangel, sobrado n. 9, contina no mes-'
ano exercicio, de tirrar paeeaaportes pira j,
dentro e (ora do impeiio. despachar eserM
vos e solicitar ttulos de residencie, coca
presteza e prego muito commodo. '
O abaixo assignsdo fsz sciente as pes-
sosa que receberam carias para darem es-
molas psra a fesla de N. S. da l'iedade, no
nicho de ra do Amorim, em cujas cartas o
mesmo abaixo assignsdo est sasignado co-
mo thesoureiro, que nesta data se desone-
re de dito esrgo, e por isso se nflo respon-
sabilisa por mais nada relativamente a fes-
te, sor circunstancias quo lhe dizem res-
peilo, e nesta dala faz entrega da qusntis
de 8,000 rs. so procurador Galdino Francis-
co doRcgoeS, de cuja quantia lhe tinha
pasudo recibe, e que nests data o recebe
na ocrasiSo da entrega do- dinheiro. Per-
nambuco, 19 de novembro de 1850.
Narciso Ferreira ato Valle.
Fassaportes
Tiram-se passaportes oara dentro e fra
do Imperio, correm-se folbas, despacham-
ae escrsvps e liram-so ttulos de residencia
para sempre: para esle fim proeura-se na
prsca da Independencia livraria ns. 8 e 8,
e na rus do Queimado n. 85, toja de miu-
dezas do Sr. Joaqnim Monteiro da Cruz. '
Deposito de bebidas espirituosas
na travesea da Madre-de-
Dos, n. 5.
Nffile deposito charlo os fre-
guezes todas as qualidadea de be-
bidas espirituosas fabricadas no
psiz, livres de imposto para os
compradores, que as poderSo re-
lalhsr em suas casa* sem mais
onus algum, visto ter o Exm. 8r.
presidente da provincia ordenado
no regulamento que deu para a
cobranca do respectivo imposto,
que a collecta se fizese as fabri-
a*na d*nO-!C, S !?0 ?12 C2S5*
que retalham para consummo* pe-
lo .que j se acha este deposito
collectado por todas as bebidas
que vender para a trra.
Aluga-se o segundo andar da casa n. 20
da ra da Gadeia do Itecife, com commodos
para griade familia, eom um grande so-
tao para tr fmulos separados e com orna
f oa cacimba : trata-fe na loja ds mesma ca-
sa, Buno Ciii-Bfl ib chave* para ee uu-
der ver os commodos e srranjos da mesma.
a Precisa-se alugar uns prets psra co-
ir esa urna casa de pouca familia : ns
tus Isrgs do Rozario, loja de miudezas, nu-
mero -M.
Aluga-se o segundo sndsr do sobrsdo
ds ra do Fogo n. 18: para ver e tratar no
primeiro andar do meamo sobrado.
Cubre, bicho.
. Desappareceu urna cabra (bicho) no dia
16 do correte, com oa signaos seguales :
cor parda, tombo preto, pernee finas, barri-
ga prele, lem slgumae pintas brsncas pelss
pernas, unhss tortas, o paito grsnde com
* auaeaalS dio leite (rea
quem a llvar echado, lave-a ra do Ps-
tele n. 5, que ser generosamente recom-
pensado.
Alugs-se um sitio ns Canunga, com ca-
sa para familia, pelo lempo da fesla, muito
periodo rio, com bastantes srvoredos de
fructos, cacimba e tanque psra baoho:
atrs dos Msrlyrios, ra do Csldeireiro, nu-
mero 46.
O Sr. Jos* Francisco de
Costa Guimares, qaeira appare-
cer na ra do Crespo,, n. 16, que
se lhe deseja fallar.
No dia 22 do corrente se hs de srre-
matarem praca publica doSr. Dr. juiz do
civel da primeira vsrs, urna casa terrea com
um telbeiro e forno de cozer lijlos, no
lugsr do Mooteiro, ludo bastante arruina-
do, qor execucSo da administradora do
vinculo do Monteiro contra Joaquim de Al-
buquerque Fernandes Gama: he a ultima
praca.
No dia 9a do corrente se ha de arre-
matar, em praca publicado Sr. Dr. juiz do
civel da primeira vara, um sobrsdo de um
sndar e soto, sito ue rus do Padre-Flo-
rlsnno, n. 7, outro dito de dous andares, si-
to na rus das Cruzes, n. 26, outro de um
andar na ra da Lapa, n. 1, por execucSo de
Nicolao O. Beber & C. contra o fallecido
Josu de Jess Jardm: he a ultima praca
0O00OOOOOO000OO51Q0
O" O Medico do Povo
j jornal da propaganda homceopa-
O tinca dislribue-se gratis na loja de O
O fazendas do Sr. A. F. Pereira, na ra
Q do Crespo, n. 4.
O abaixo assignado faz publico que a
crioula Mara da Paixlo, escrava da Senbo
ra Domingas Francisca do Rozarjo, mora-
dora em JaboatSo, he forra desde o dia 18
de fevereiro de 1843, no qusl s mesma se
uliora recebeu do abaixo assignsdo s im-
poilancia de seu vaior.em consequencia dos
servicos qua lhe prestara criando um de
seus Filhos, o que provs pels certa d'alfor-
ria queexiateem seu poder, e exarada no
livro das notas do tabelliSo Coelho, portan-
te, lodo o negocio foito s respeito ds mes-
ma, be inteirsmente nulro. J. F. Eira.
Offerece-se um moco psra caixeiro de
qualquer estsbelecimento, de dade 14 sn-
noi.oquil tem boa conducta e d fiador
mesma, quem de seu presumo se quizer
utillssr: dirija-se ao alterro da Boa-Vists
n.54.
Agencie de pasuaportes.
Tiram-se passsportes psra dentro e fora
do imperio com preateza e commodo preco :
na roa do Rangel n. 57
O Sr, Francisco Antonio ds Silva, que
leve loja de louca ne ruado Rangel, queira
mandar receber urna encommende, na pra-
ca da Independencia ns. 6 e 8.
- Precisa-so slugar um preto para o ser
vico de um pequeo sitio : psga-se bem
na tua do Trapiche Novon. 10.
Precisa-se alugar um molecote esperto
e de bos conducs para o servigo interno de
urna casa ingleza: paga-se bem : quem ti-
rar, annuncie.
Roga-ae ao Sr. segundo-tenente da Ba-
bia Jos de Cerqueira Lima, que mande
pajgar o que comeo, o qual nfio ignora Bon-
ete.
sais Epifnio Mauricio WanderUy, quo
ha annos se oceupa em agenciar os negocios
de varios Srs. de engenho nesta praca, a-
cbando-se habilitado para receber maior nu-
mero de correspondencias se offerece psrs
agenciar s vende dos sssucsres daquelles
Srs. que se dignarem consignsr-lh'os pelos
msiores precosds prsca, compra r-1 lies lo-
dasss encommendss, sejam de que nature-
za forero, pelos menores precos possiveis ;
e mesmo fornecer-lh'as a prazo, tendo casa
preparada para as suas sssistenciss e d
seus recommendsdos, e cumprindo todas
ss suss ordena : tudo istosem inleresse al-
gum, tirando apenas a commissSo de dous
por cento sobre s venda dos sssucares : na
ra da Florentina, casa ds esquina confron-
te aooitfio do thealro novo, cuja caaa tem
l.mpeo ejaoellas envidraca das.
radorcom muito boa ar.iic3o na rus No-
va n. 52.
Antonio Joaquim Vila|& Companhia
mudaram o seu eslahrleciiiii-nio da ra do
Amorim para a ra da Cadeia n. 23, onde
se acha gyramio debaixo di firma de Anto-
nio da Costa Ferreira Estrella.
Lotera da matriz da Boa Vleta.
O thesoureiro desta lotera faz sciente ao
respeitsvel publico que contina a pagar os
premios da mesma todos os das uteis, des-
de ss 10 horas da manbSa at s duas da
tarde, no seu escriplorio da ra ds Csdeia
doBecifen.36.
Engomma-se e lava-se toda a qualida-
de de roupa'.com todo ssseio e muita promp-
tidSo, por preco mais[commodo do queem
outra qualquer porte : na ra de Agoas-Ver-
des, n. 26.
O Sr. Innocencio Anlunes de Farias an-
nuncie e sua morada para ser procurado.
Precisa-se de urna ama para urna casa
le pouca familia, a qual saiha engommar e
faieromais servico : em Fra-de-Portas,
rus do Pilar, n. 72, segundo andar.
Precisa-se slugar um moleque, ou pre-
to para o servico de un casa de pouca fa-
milia : na ra da Cruz, n. 48, armazem
Alugam-se es segundo e tercelro anda-
rea da cass da ra do Amorim n. 46 : a Ira-
lar na ra da Cadeia n. 18.
Precisa-se de um Portuguezpara cai-
xeiro de engenho, preferindo-se chegado de
prximo a esle imperio : na ra do Livra-
mento n. 20.
Quem annunciou querer comprar urna
casa terrea por 800,000 res, dirija-se so pa
too do l.ivramento n. 6 segundo andar.
Precisa-se de urna ama de leite : no pa-
teo da ribeira n. 23.
i i aaaa
Compras.
Compram-se escravos de ambos os se-
xos, de 10 a 30 annos, e de bonitas figuras :
na ra larga do Rozario, n. 48, primeiro
andar.
Compra-se um cabrioletque tenhs co-
horte, e que sirva para um Cavallo ; igual-
mente compra-se um cavallo para o mesmo:
na ra da Cadeia do Recife n. 54.
Compra-se um cavallo gordo com bons
andares ; na rus da Santa Cruz, na Boa Via-
n. 38.
Compra-se urna venda com os fundos
de 1:000,000 rs., sendo no bsirro de Santo
Antonio ou do Recife, nas ras da Madre de
Dos, Vigsro, ou da Cruz ; quem tve sn
nuncie por esta folha.
Compra-se esersvos de ambos os sexos,
para urna encommenda : na ra do Livra-
mento, n. 4.
Compra-se urna refinscSo, ou padsria,
sendo em bom local: quem liver annuncie.
Compram-se trsstes usados de todas as
qualidades: tambero se trocsm por novos :
na ra Nova, loja de trastes de Pinto, de-
fronteda ra de S.-Amaro.
Compra-se urna batanea completa, <
propris para armazem de assucar: na ra
Ji Cruz, n. 13, armazem.
Compra-se urna duzia de colhres de
soupa, e urna colherSnde prata sem felio ;
um oculo de verao longe, em bom uso : na
roa do Collegio, 21, primeiro andar.
Compra-se um bom cavallo com aula -
res proprios pa ra senbora : paga-se bem:
na casa das afericOes.
Vendas.
Gabinete portugnez de
teftnra.
A directora convida aos Srs. socios
nstiladoresdo gabinetera todos os
Srs. que se teem alislado, eque tam-
ben) s8o considerados socios insta-
ladores, para comparecerem no sa-
lo do theatro de Apollo, setts-fei-
ra, 29 do correle, pelas 7 horas da
noite. Todos os membros ds socie- <*
dade, quo liverem promptss ss suas 4
lalas de accionistas, tenbam a bon- j
dada de manda-las entregar at ^
quiola-feire, 21 do crrente, ss II J
horas ds manhSa, no primeiro an- 2
dar, da cass n. 6, defronte do trapi- ^
che novo.
m*
Roga-se ao Sr. Theodoro Habello da
Luz, que anda trabalhando de machinismo
pelos engeohos do Cabo, o favor de mandar
ou vir pagar t4,500 ra. da obrigacSo que
lem vencida desde St deoulubro de 184.
Os Srs. alferes Antonio Mattoso o Jorge
a>
i
>
>
4o,ooo n. a duzia.
Verdadeiro e legitimo champanhe A Y eu
casa de Avrial & Irmfioa ra da Cruz n. 90.
-- Vendem-se duas vergas de pedra e urna
rotula : tudo em bom eslsdo: na ra de S
Rila n. 14,
Vende-se cera de carnauba, em porcSo
ounca menos de 4 srrubas : na ra da Sen-
zalla-Velha, n. 100.
Grande descober tas allemSes.
Acaba de chegar do Rio urna descobertss
allemSespsra acalmar immediatamente as
dores dos callse extirpa-los para sempre
em pouco tempo, licando o lugar sSa e per-
filo como no seu primitivo estado. Gran-
de aceitacSo mereceu no Rio esta deseo-
berta como se observa dos jornaes e gersl-
mente se experimeotavaseu effeitoadmi-
ravel : vende-se em um vidrnho bom la-
crado por 2,000 rs. no pateo do Collegio, ca-
ss do livro szul.
Vende-se um esersvo de dade de 2-2
annos, com principio depedreiroe cozi-
nheiro, que cozinba o diario de urna cass :
na ra do Csrdeireiro n. 52, vista do com-
prador se dir o motivo porque se vende.
I Fazendas baratas geni defetto.
ptimo brim trsncsdo de pao de
linho pardo, corte 1,600
Novo brim lona branca para calca,
vara 2,000
As melhores cssemiras de listrs da
cores, corte 6,000
Lindos lencos de casss finos proprios
para meninos, com bonitas cerca-
duras, duzia 2,400
Algodo encorpado psra sacos, peca
de 39 jardas, com pequeo loque
desvara, jarda
eaba-se do receber um completo sortimen-
tode tsixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaes acham-so a venda por preco com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
ou carregam-se em carros sem despezas ao
comorador.
Na ra do l.ivramento n. 11 vendem-
se burzcgiiins francezes de fazendas de
corea, com biquelra de couro de lustro, ps-
ra enancas ; sapatosde duraque preto para
senhora ; e um par de brincos de ouro com
alguns brilhantes.
A 2,24o rs. asacca.
NaruadaCruz, no Recife, armazem n.
13, e na ra da Cadeia, armazem de Csm-
pello Filho, vende-se farinha de mandio-
ca do Cear, de escolente qualidade, a
2,240 rs. a sacca.
lu< ni admirar venha ver c com-
prar, na ra do Crespo, loja da
'-(|iiiiia que volta para a Ca-
deia.
Panno fino preto muito bom, a 3,000 e
3,600 rs. ; dito muito superior, a 4,500 e
5,000 rs.; dito szul muilo fino, a 3,000 e
5,500 rs. ; cssemira preta, a 5,000 rs. o cor-
te ; dita cuito superior, a 10,000 rs.; cor-
tes de fustSo s 320 a 600 rs. ; ditos muito
bonitos, a 800 rs. ; ditos desetim de cores,
a 1,600 rs. ; ditos de gorgurSo, a 1,980 rs. ;
cassasde cores lixas ede bonitos padrOes,
a 240 e 980 rs. o covado ; corles de cassa
preta, a 9,900 rs.; ditas a 140 rs. o covado ;
riscado de linho azul, a 940 rs.; corte de
brim de linho, a 1,600 rs. ; ditoa muilo
bons, s 1,800 e 2,000; ditos superiores, a
1,280 e 1,600 rs. a vara ; lencos de seda de
cores, muito bonitos, s 1,000 rs. ; dilos pa-
ra grvala, a 1,000 e 1,280 rs. ; ditos de
cassa com listras de cores, a 240 e 320 rs.;
ditos com listras de soda, a 500 rs.; algo-
do azul de vara de largura, a 200 rs. o co-
vado ; dito furts-cros, a 200 rs.; picote
muito encorpado, proprio para esersvos, a
200 rs. ; riscado de algodSo ameiicano, a
140 rs.; cortes de brim de listras, a 1,000
rs. ; chitas de cOres filase de bonitos pa-
drOes, a 140,160,180 e 200 rs. o covado;
riscados monstros, a 220 rs.; cambraias de
qusdros, a 2,720 rs. a peca; cortes do case-
mira de algodo, a 1,600 rs. ; cassas frsn-
cezas muilo bonitas, a 320 rs. o covado ;
chapeos de sol, com asteas de balis, a 1,800
rs. ; e outras muitas fazendas por prec,o
commodo.
Para acabar factura.
Attencao ao barato.
Vendem-se corles de vestidos de cam-
braia de seda com listras e quadros, a 4,000
rs. ; ditos de cassa francezas, bordadas de
seda, a 3,500 rs.; merinos finos de duas
larguras e de diversas cores, com listras e
quadros de seda, a 2,000 rs. o covado ; pe-
cas de esguiSo de algodSo com 12 jardas, a
3,000rs. ; infria cor de rosa encorpado, a
400 rs. o covsdo ; longos de seda de bonitos
eadres egrandes, 640 rs. ; pecas de mada-
poloenfesladoe fino, a 4,000 rs. ; dito fl-
nissimn, a5,500 rs ; dito para forro, po-
rcm largo, a 2,000 rs ; lencos de cassa fi-
lia, broncos e com cerradura, a 2,400 rs. a
duzia.; panno tino szul e preto, proprios
psra fardas de pagens, s 2,600 rso covsdo;
cintas escuras, pecas de 38 covados, a 4,600
rs. ; ditas de riscadinhos claros e fixos, pe-
cas de 38 covsdos, a 5,700 rs ; chapeos
francezes finos do ultimo gosto, a 7,000 rs. ;
alpaca preta fina ede duas larguras, a 600
rs. o covado ; algodSo trancado azul claro e
do listras, proprios para escravos, a 180 rs.
o covado ; cortes de slcinis dos melhores
oadrOes, s 2,800 rs. ; pecas de panno de*li-
nbo com 18 varas, e muilo fino, s 800 rs. a
vara ; bem como um completo soitimento
ie fazendas finas e grossas por baratissimo
prego, proprias para negocio; um novo
sortimento de luvas de torca I, feitas em
Lisboa, para senhora e meninas; tpeles
de oleado com franjas de 13a para mangas,
candieiros, caslicaes, lanternas, etc., de fei-
tio triangulares, quadradose redondos: na
rus do Queimsdo, n. 27, armazem de fa-
zendas de haymbndo Cirios Leite, nos
quatro-cantos.
Chocolate amargo de
Sidreira queiram vir loja n. 6 do pateo do ptimos cobertores de psps, um
Collegio, s negocio qua nflo iguoram,
Precisa-se de um rapaz para tomar con
la de urna venda, tendo ia pratica dente ne-
gocio e sendo de boa conducta, oirija-se
lojinha de livros ds ra do Rozario estrella
n. 15, que ahi te dir quem pretende.
Precisa-so de coslureirss que saibam
bem cozer, assim como de urna criada que
tambem aaiba bem coser o engommar: na
ra Nova n. 32. 4
Precisa-se de urna ama secca que co-
zinhee faca o maisarranjo de portis para
dentro: na ra do Rangel, n. 36.
Preeisa-se de urna ama para o servico
de nma easa de familia na res de flor la,
n. 54, casa terrea na esquina que volta pa-
rua deS.-Therexa. Na mesma caaa se dSo
bolos de veudagem a pretas que sejam fiis:
tambem se epromplam bandejas de encom-
menda.
Achando-se em andamento as obrss da
igreja N. 8. da Paz, nua Afogadoa, precisa-
aa de alguns serventes forro ou escravos ,
paga-se bem : em casa das afericoes.
Quem precisar de um canno de cobre
osado para padaria, reiinacflo ou outra
qualquer fabrica, procure ns fundieflo dos
Srs. Mesqoita & Outra, que se vender por
commodo preco : a tratar na rea da Gadeia
numero 93.
Traspassaaa-ee u cea ves da loja qoov
170
1,800
Novos guardanaposde panno de li-
nho com lista asul, um 800
Luvas de Iroral para meninas, chapeo de
easior urancu patente ingiez cum aba gran-
de e pequea, os melhorea cortes dt< fustSo
de moderno gosto, bem como um completo
sortimento de fazendas finas e grossas por
bsrato prego : no armazem de fazendas de
Rsymundo Carlos Leite na ra do Queima-
do n. 97, quatro cantos casa encarnada.
-- Vende-se farinha do mandioca a 9,900
ria a sacca, ditas com roilbo a 9,000 ris ; e
de tudo se afianca a boa qualidade, ven-
dem-se por tflo diminuto prego por ser res-
to : no srsssam de Antonio Annes. no caes
da Alfandega.
Uoga-se aos freguzes que tenbain
toda attengo para o novo sor-
timento que existe na loja da
nra do Crespo, n. 6, ao ,p do
lampeao.
Vendem-se csssas pintadas de aeres flxas,
a 960e 980 rs. o covado; cortePde brim
branco de liuho puro, a 1,890 rs.; ditos de
fuatflo muilo finos, a 560 e 640 rs.; Cassa
preta propria para lulo aliviado, a 190 rs. o
covado; zuarte de cor, a 900 rs.; riscado
de linho psra casacas, a 240 rs. o covado, e
outras muitas fazendas por preco commodo.
Tul xas para engenho.
Na foadieio de rerrv da na do Brum,
amargo de musgo is-
lndico, ou thesouro do peito.
Preparado por Mr. J. G. C.
As alIcccO 's do peito offerecem todas um
symptoma geral e constante. A tosse, esta
doenga tocommum, quando descuidada,
tflo graves so suas consequencias, quanto
parece ligeira em seu principio, tflo mata-
dora por si s como lodas ss outras doeu-
gas que consomem a especie humana, nflo
tinha para combate-la e destrui-la um me-
dicamento especial o nico. Todas as pasli-
Ihsse xaropes que leem spparecido al bo-
je, tem sido impotentes.
NSo tem acontecido isto com o Choco-
lato de musgo preparado por J. G. C
O principio que forma a sus bsse principsl
offerece piopriedadcs incontestaveis, e re-
conhecidssdepois do muilo tempo, e nin-
guem ignora os felizes resultados da sua
applicagoem todas as phleugmasias agu-
das, ou chronicas do pulmSo, affecges do
peito, phlysica, defiuxos, tosses, etc. para
dar tom ao estomago, abrir a vootade de
comer, conservaras gengivas, e o bom au-
to, matar as lombrigas, principalmente nas
crisngss.
Toma-se puro msscsndo-o, e pde-se to-
mar tan.bem combinado em agoa como ou-
u (j;!q?",h'>cnllp# eos*, oilc, tos",;r:-
do-se urna das dses marcadas em urna
chavena dos ditos lquidos, ou mais de urna,
conforme a gravidade da doenga.
Vende-se nicamente na ra do Queima-
do, o. 9.
Fabrica de licores da ra Direila,
n. ir.
Ne.-te estabelecimento acharo
osffeguexes todas as qualidades d .
bebidas espirnuss fabricadas no
paiz. iivres de imposto para os
compradores, por serem collecta-
das as fabricas, e nao os vendedo-
res, conforme o rgalamento dado
pelo Exm. Sr. presidente.
Cigarros bespanhes.
Avisa-te aos amantes destes cigarros
que na ra larga do Rozario, n. 39, fabrica
de charutos, acba-seum sortimento chega-
do prximamente.
Vende-se um psrde mangas de vidro
lavrado de muito bonito gosto, e um par de
caslicaes de dito : na rus da Gloria n. 81.
Vende-se urna'parte da casa e silioque
fies ao lado da capella do Mouteiro, e que
outr'ora pertenceu ao teen te-aS*"onel Jos
do Reg barros: na ruado Caldeiretro, n.
12, segundo andar.
a fabrica de charutds'di na
Nova, n. 56,
acha-se um sortimento de charutos, vindos
da provincia da Bahia pelo ultimo navio,
contendo as seguintes qualidades s.-F-
lix, de BrandSo, a experiencia provar,
quem fumar saber, fama da liabia, cava-
liieiros,liberaes,defensores da patria, acad-
micos, regalos, afama voa, mimos de Ve-
nus, deputodos, yy, regtrk de diversas
marcas, fama e ouiras mais qualidades, que
se veudero por prego commodo.
Salsu-parrilha de Saud*
psra remover e curar radicalmente todas as
enfermiiades que proceden) da impureza
do sangue, ou habito do systema.
Esta medicina est operando constaete-
mente curas quasi incriveis, de molestias
que proceden) da impureza do sangue. A
i.ifeliz victima de molestias hereditarias
com glndulas indiadas, ervos encolhi-
ilos, e os ossos muios arruinados, ficou res -
tabelecida com toda suasale o forgas. O
doente escrofuloso, coberto de chagas, cau-
sando nojo a si mesmo, e a quem o servia,
ficou peifeito. Cent-Miares do pessoas que
linham soflrido ( por snnos, a ponto de
desesperarem da sua sorle ) molestias cu-
tneas, glndulas, rheumatismo chrooico
e multas outras enfermedades procedentes
do desarranjo dos orgSos de secreguo a da
circulagflo, leem-se erguido quasi milagro-
samente do leito da morte, e lioj-, com
constituigOns regeneradas, com prazer at-
iestan) a ellicacia desta instimavel prepa-
reflo.
Comquanto lenham upparecido grandes
curas at aqu produzidas pelo uso desta
estimavel medicina, comtudo a experieucia
diaria aprsenla resultados mais notaveis.
New-York, 22 de abril de 1848.
Srs. A. B. e l). Sands. Julgando ser
um dever para com vosco c para com o pu-
blico em geral, remetto-vos este certificado
das grandes virtudes da vossa ssisa-parri-
Iha, para que outros que boje estSo sof-
frendo estabelegam melhorasua confianga
e fagam sem demora uso da vossa medi-
cina.
Vi-me perseguido com urna grande f-
rula no lornozelo, que se estendia pela ca-
nella cima al o joelho, langava grande
porgSo de nojenla materia, com comichees
que me privavam muitas noiles do meu des-
canso, e oram muito penosas de suppor-
tar.
OSr. Iiiogo M. Connel, que havia sido
curado com a vossa salsa-parrllha, recom-
mendou-me que eu flzesse uso della, o de-
pois de haver tomado cinco garrafas fiquei
icrreitamente curado.
Tenho demorado um snno mandar-vos
um ceitificado, para reconhecer com cer-
teza se a cura era permanente, e tendo ago-
i,i a n.a o sali.-l co em declarar que nflo
tenho visto, nem sentido cousa alguma du-
rante todo este tempo, e acho-me perfeita-
mente restabelecido. Sou vossa, etc.
Sarah M. Inlire.
240, ra Delancey.
Nesta provincia o nico agente deste ma-
ravilloso remedio he Vici nle Jos de Iluto,
com botica na ra da Cadeia do Recife.
Loteria do Mo de Janeiro.
Aos 20.000,000 rs.
Na praca da Independencia, luja n. 3, que
volta para a ra do Queimado e Crespo, ven-
dem-sc os muito acreditados burletes,
meios, quartos, oitavose vigrs'mos da 12.a
loteria da casa da caridaJe do Rio de Janei-
ro, cujas rodas andaram no dia C do corren-
te. Na mesma loja est patente a lista da
I.* loteria do Hospicio Pedro II.
Na ra do Vigario, n. 19, primeiro an-
dar, vendem-se pegas de ouro ,de 4 oilavas
de cunho velho.
A 3,5oo rs. o cento.
Vendem-se superior charutos de S.-Flix:
na ra do Cabugs, loja do uarte.
Lotera do liode Janeiro.
Aos 20.000,000 de rs.
Nos qualro-cantos da. ra do Queimado,
loja de fazendas,n. 20,vendem-se os muitus
afortunados bilheles, meios, quartos, oi-
tavose vigsimos da 25.'loteria do monte
pi geral, cujas listas devem chegar no pri-
meiro vapor. Na mesma loja se trocam tu-
llirle- premiados de qualquer lotera, e se
mostra a lista da primeira loteria do Hos-
picio de l'adro II.
Cigarrillios bespanbes.
SSorhegados os excedentes cigarrilhos
hespanhes ao deposito ds ra da Cruz, no
Recife,, n. 49.
- At. A. S. Corbett's. Ra da Cadeia n. 45.
English jockey Saddles or lhe best quality,
weighing, only 7 lis complete.
A lurge sssortment of Dressing Cases,
filted up with fine Sheffiuld cutlery.
Cutelarias.
Vendem-se muito bos cutelarias : na ra
da Cadeia, n. 45, casa de A. S. Gorbett. .
Ferragens.
Vende-se ferragens muilo finas e do me-
Ihor gosto : na ra da Cadeia, n. 45.
Vende-se aeo'ardeote de Franca, mui-
to boa : na ra da Cadeia do Recife, 11. 45,
cass de A. S. Corbett.
'Vende-se chumbo de municSo, de mui-
lo bos qualidade, den. late 8: na ra da
Cadeia, 45.
-- Vende-se muito superior tinta de es-
crever em garrafa : na ra larga do Rozario
n. S6.
Vende-se, ou aluga-se um grsnde sitio
em Beberibe, porto do Porto da Madoira,
com bastante pasto para vaceas, e com al-
gu5 arvoredtS : s tratar com ">: tonio da Silva Molla, na ra da Cruz, n. 32.
Na ra larga do Hozarlo, n. 22,
vende-so ums bonita crioula, moca, que
engomm, cose e cozinba; dous bonitos
moleques de 15 snnos ; um mulalinho de
13 annos, proprio para pagem; um preto
de nagSo Costa, mogo de bonita figura,
ptimo para cadeirinba, por ser bastante al-
to; um dito ptimo para enxada ; um par-
do mogo, bom offlcial de sapateiro; urna
prota moga e de bonita figura, boa quitan-
deira.
Arados de ferro.
Na fundigao da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
! lelos.



IC=
Charutos de Havana.
d superior qualidade : vendem-
se na niafla Cruz, n. 10, casa de
k allanan Irmaos.
Vendem-se 120 sacco de estopa, com
duas varss cada um : na roa larga do Ho-
zarlo, n18, primeiro andar.
Mniu
cada sueca.
lho novo a 2$ooo rs.
Vcnde-so no armazem do Braguez, ao p
do arco, da ConceicSo.
Chumbo de mnnlcad.
Vende-so no armazem de J. J. Tasso J-
nior, na do Atrorm, n. 35.
Vendem-eamarras ae ferro: na roa
da Senzalla-Nova. n. *2.
Redes.
Veodem-se redes muilo bonitas, de va-
rios gostos e presos, proprias para qnem
for passar a Testa descansar ao fresco de-
baixo de arvoredos ; na ra do Queinudo,
n. 14,
_ Vende-se excellente farinha
de S.-Catliarina, a bordo da ga-
llla Santissima-Trindade^ Tun-
deada defronte do caes do Colle-
gio, por preco commodo: a tra-
tar na ra do Vigario, n. n, ou
a bordo com o capitao da mc-ma
galiol.i.
lie grande pecluncha.
A 2oo e i!\o rs.
Vrnde-se urna porgSo de cbitaa francezas,
ile palmos do largura, roxas, de cores li-
las, a 900 rs. o covado ; cassas francezas
de bonito padroes, a 240 rs. o covado : oa
ra do Crespo n. 14, loja de Jos Francisco
ias.
Smenlo.
Vendam-se barricas com superior simen-
to, chegedo no ultimo navio de Hamburgo
na ra do Amorim, n. 35, armazem do J. J.
Tasso Jnior.
Travesea da Madre-de-Deos, ar-
iiia/i ni. n. 5,
Acha-se ealabelecido um deposito, onde
encontrarfio os freguezes um boro sorli-
mento de licores, espirito de vinho, e to-
das as mais qualidades; superior vinho de
caj; cha mate ; e limas de vime,a presos
moderados.
Vendem-se espanndoreg e mel
de pi de superior qualidade, em porcSo e
a retalho, por preco commodo: naiua da
Cadeia n. 23, armazem.
CEBA EM VELAS.
Vendem-se cgixas com cera em
velas, fabricadas no Hio-de-Janei-
ro, sortida ao gosto do compra-
dor, por preco mais barato do que
em outra qua(quer parte ; na ra
do Vigario, n. 19, segundo andar.
Comida para anima. -:
vende-senaruadaCrnz.no Recife, n. 13,
armazem
-?'0 proprietario do engenho Tabatinga,
sito ao norte da barra deCoisnna, tendo de
retirar-so de muda para a cidade do Itecife,
vende oengenho moente e corrente, corn
grandes obras de pedra o cal, bois, beatas e
at a safra que est principiando a collier :
quem Ihe convier, cnlenda-.se com o dito
proprietario no mesmo engenho, ou com o
seo correspondente na cidade do Itecife, Jo-
s Antonio Basto.
Vende-se feijio mulatinho
em saccas grandes, por preco
commodo : no armazem de Dias
Ferreir, no caes da Alfandega, ou
na ra do Trapiche, n. 34, a fal-
lar com Novaes & G.
Vendem-se cabecadas inglezas, chatas
r rolicas : na ra da Cruz, n. 2, casa de Geo:
Kenworthy & C.
Vendem-se silliOes para montara de
senhora : na ra da Cruz, n. 2, casa de
Ge,o: Kenworthy & C.
Fogoes para cozinha.
muito proprias para sitios e qual-
qialquer lugar aonde nao ha cozi-
nha, por preco commodo : ven-
dem-se na ra da Cruz, n. lo,
casa de Kalkmann Irmaos.
m
1
Jofto Kellcr & Coinpanhln. na
ra da Cruz, n. 55,
Vendem a presos commodos, vlnbo mus-
calel de Setubal, em calzas de urna du-
zia dito muito bom de Lavradio e Col-
lares, em barris de quinto; dito de Cham-
panha, da mais acreditada marca ; dito tin-
to de Cortaillod, de superior qualidade;
'xtracto de absynth e kirsch ligitimo da
Suissa, emcaixas de urna duzia ; verdadei-
ro cognac velho, o da melhor fabrica de
Franca, em barris de 80 garrafas pouco
mais ou menos 1 tambem se vendem por
prego muito rasoavel velas de stearina ,em
caxes de 32 libras ; charutos da Baha de
muito boa qualidade.
Na ra Nova, n. 8, loja de Jos
Joaquim Aloreira & G.,
vende-se um rico sortimento de
manteletes
franjas pretas para
capotinhos, por preco rasoavel.

Gal e potasu.
Vende-se a mala nova e superior potassa
que ha no mercado, e cal virgaWem podra,
chegada pel ultimo navio de Msboa, por
oreco commodo : na ra da Cadeia do Re-
cife, n. 50, a fallar com Cunta & Amonm j
assim como um restante de barris da mes-
ma cal, que ricou da safra passada% por ba-
rato prego. ....
- Ainda vende-se a verdadeiro ferraba de
Tapuy : no armazem de Antonio Annes.
No mesmo armazem ha milho muito novo a
2,500 rs. a sacca.
Vende-se orna parda escura, com Ha-
bilidades : na ra larga do Rozarlo, n. 55.
O Novo estabeleclmeitto de Q.
fl modos,n ra Nova n. 3S, Q
g de Madame Theard. O
O Madama Theard, tem o prazer do
Q annunciar a todos os seus fttgfiezee, Q
A, o maia respeitavel publico desta oi- O
dade, que alera do boa eorti ment $
que j existia em sua loja, acaba de 0
receber pelo ultimo navio vndode q
Franca, os mais lindos chapeos de j_
seda, veludo. palbinha e lil arrenda- j
dados do palha, do mais moderno e x
ultimo gosto de l'aris manteletes, *J
capotinbos o vesilas de grodenaple **
preto e furtacores e de chatnalote, V
llovi 11. 4.
Neste novo estabelecimento se cha sero-
pre um grande o rico sortimento de cha-
peos de sol, dos mais modernos e variados,
para homense senhoras, tanto de seda co-
mo de panninho ; lindo sortimento de ar-
macOes de baleia com cabo do roaifim, e
outras para se cobrirem de seda, quo hSo
de agradar aos compradores ; chapeos de
sol, para homcm, de chamelote decrese
pretos ; ditos de seda de cores, pretos, la
vrados e lisos, de 4,500 rs. para cima ; ditos
com armacSodc ac, muito fortes, de seda
e de chamalote ; reos chapeos de sol, para
senhora, de lindas sedas e franjas, todoa
forrados por dentro e com cabos do mar-
lio), oa mais bonitos que se poder desejar,
o proprios para presantes de fesla ; ditos
mais simples de seda com franjas e siogel-
los, de 4,000 rs. para cima; ditoa de pan-
ninho imitando seda, com franjas e sem
las, de 2,000 a 3,500 rs., proprios para me-
ninas andarem na escola ; chapeos de sol,
de panno para homens. de todas as cores e
qualidades, tanto de armacSo de eco como
de baleia, de 2,000 a 3,500 rs.; ditos de
panno trancado, muito grandes e fortes,
com cabos de latSo e de madeira, proprios
para senhores e feitores de engenho ; gran-
de sortimento de sedase pannos em pecas,
de todas as cores e qualidades, para cohnr
armacOes servidas ; variado sortimento da
cabos de marfm dos mais ricos, ede outraa
muitas qualidades para chapeos de sol, de
hornera ; igual sortimento de bengalas e
chicotes. Tambem se concertam e cobrem-
se todas as.qualidades de chapeos de sol e
bengalas. Todos estes objectos se vendem
em porgo e a retalho, por menos prego do
queem outra qualquer parte.
Na ruada Cadeia-Velha, primeiro an-
dar da casa n. 24, de Manuel Antonio da Sil-
va Antunes, vende-se um rico sortimento
de chapeos de palha da Italia, abertos para
senhora, camisetas de cambraia, colari-
nhos, romeiras, manguitos, punhos tudo
elocuentemente bordado, bicos fnissimos,
ricas litas, capotinhos e manteletes de (lo
e de seda pretos, e outros objectos do gos-
to ; bem como um completo sortimento de
fazendas : tudo se vende por pregos mu i tos
rasoaveis. ja
WTTTffWfTTffWfffft

^Deposito da fabrica dc
*
a^ves
lodosos Santos, na
Bahia.
Vende-se, em casa de Domingos
Malheus, na ra da Cruz, n.
O com as mais linias guarnigoes de- O
rj> franjado e tranga, que tem vindo a O
q este mercado j os mais lindos enfei- Q
q tes para cabega a parisiense ; as mais Q>
j modernas e delicadas capellas de fio- q resarticiaes lantojiara noivado co- ^j
de
do
de
na rwa do Bruui,
(undicao de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro
differentes modelo >a "a
Brum.ns. 6, 8 e 10, fabrica
machinas e undicao de ferro.
_ Vende-se urna sextante nova feita por
um dos melbores autores de Londres e Uru-
bem um orlsonte artificial e um theodilete :
a ra do Trapiche armazem n.
Aos pintores.
Tinta verde a 100 rs. a libra :
vende-se no deposito de caldeireiro, na ra
Nova, n. 27, em barris de 16 a 90 libras.
- Vendem-se sellins elsticos, chegados
agora : na roa da Cruz, n. a, casa de Geo:
ioworthy 01 C.
Olera da igreja de N. S. do Llvramento.
Aos 5:000,000 de rs.
Na ra da Cadeia, n. 48, loja de mlude-
zas vendem-se meios bilbetes, decimos e
vigsimos desta lotera, que corre impre-
terivelmente no dia 30 do correte.
Meios 3,500
Decimos Mv?
Vigsimos
600
f mo para bailes; riquissimas guarn-
X ges para vestidos de senhoras; ro-
X meiras, colerinhoa ecabegOea.cami- JJ
setas, tanto pail passeio ou baile,co- W
O mo para montana, espartilhos, fio- v
ti
6 l
_ para
O res, luvas, leque, seda e copas para
fj) chapeos de senhora e outros Im- Q
0 mensos objectos que nfio se mencio- O
3 nsOt pars nao cansar a paciencia dos 0
A amsdores;tao smente se asasevera a
O boa qualidade e bom gosto de tudo
por prego o mar rasoavel a coa-
2T lento dos compradores. Juntamente
? se fszem vestidos, manteletes e che-
* pos ; e tudo quanto fr tendente a Jj
modas, eom a maior brevidade e V
O perfeigSo possivel, por ter as mais <3
O peritas costureirss que mui bem exe- O
O colara sua arle. &
Vende-se um cavallo bstente gordo,
e proprio psra montara de menino, por
ser pequeo e manso : na ra da Aurora,
o. 46, laverna, se drr quem vende.
Vendem-se pipas de ago'ardenle de
superior qualidade : na ra do Hospicio, n.
9, se dir quem vende.
Vende-se um escravo de alegante fi-
gura, ptimo carreiro, e proprio para todo
servieo, principalmente o de campo, por
prego commodo : na ra do Hospicio, n.
9, se dir quem vende.
i.oteria do ttio-de-Janeiro.
Ao 20:000,000 n.
Na loja do miudezas da praga da Inde-
Cendencia n. 4, vendem-se os afortunados
ilhetes intelros, meios quartos, oitavos e
vigsimos a beneficio da 85" lotera do
Monte-Pio. '"
Museu Pittoresco histrico e Ili-
terario, oa
livro recreativo das familias, con-
tengo a descripejio de monumen-
to!-, e de factos histricos ; grande
copias de novellas moraes e inle-
ressantes, .tanto nacionaes como
traducidas dos melhores autores
Irancezes, inglezes e allemSes;
variedades, ancdotas e poesas,
Al-4?
52,
*primeiro audar, algodOo trangado da-J
--, muilo proprio para ssc-s
de escravos; bem como^
Ni deposito darua da Moda, n. 1
9- ha para vender superior cal em pe-
*" dra, recentemente chegada de l.ls-
* bs, eui o brigue Concti(&o-de-l/a- 2
g* ra, por prego rasoavel : tambem ahi J
^ se vendem pesos de duas e de ums 2
S arroba, por prego commodo ; ha 43
S tambem effectivamente no mesmo ^
m. deposito barris de mel psrs embsr- ^
s> que.
A O MODERNISMO.
Na rya do Queimado, loja n.
17, vendem-se asmis modernas
cambraias abertas de ISa e seda,
verdadeiramente chamadas balza-
rinas, de padroes e gostos muito
delicados, a 5oo rs. o covado.
Dao-sc as emostras com os compe-
tentes penbores.
Na venda de Domingos da Silva Cam-
pos, na ra das Cruzes, n. 40, ba bichas
hamburguezas, das melhores que appare-
eem no mercado a venda, tanto por junto
como a retalho : tambem se alugam.
Vinho de Bordeaux:
vende-se na rus da Cn, n. 10
casa de Hsalkatiimn Irmaos.
Charutos de S. Flix.
Vendem-se os verdadeiros charutos de
ragada da fabrica de S.-Felix. a 2,800 rs. a
caTxa'ue 10 charutos : na ra do Queima-
do, n. 16, loja de Jos Diss Simdes.
Vende-se reros sortido do Porto,
aquella fabrica, muito proprio para sac-J
feos e roupa de escravos; bem como^
mfio proprio para redes de pescare pa-41
j.viis para velas, por prego commodo.41
lAAAAAAAA#M*4AAAAAt'
--Vende-se vinho do Porto em barris de
quarto e quinto ; azeilonas superiores ; ar-
cos para barricas e pipas; farinha de trigo
em barricas e meias ditas ; fio porrete ; ce-
vadt; pregos de todas as qualidades,era bar-
ricas; enxaas do Porto ; coeiros de algo-
JSo ; relroz lino do Porto : ludo por prego
commodo : na ra do Vigario, n. II, arma
zem de Francisco Alves da Cunha.
Agencia de i:[\vin Alaw.
Ra de Apollo, n. 6, armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, fazem ver aos Srs. de
engenho e sos seus correspondentes nesta
praga, que no seu estabelecimento se acba
constantemente bom sortimento de moen-
uas todas de ferro para animaes, agoa, etc.;
meias ditas para armar em madeira ; ma-
chinas psra vapor com forga de 4 cavallos ;
taixas de differentes modelos e de todos os
tamanbose grossuras, tanlo de ferro batido
como coado; espumadeiras, cocoa, etc., de
ferro estanhado ; safras para ferreiros : tu
do muito bom e Dor barato prego.
e
mercurio, chegedo ha pouco: na ra dofoCovado : o Acierro da Boa'Vta
Ylgtrio, S. t, nrimofr andar. mero 18".
Na ra da Cadeia do llecife, loja de cam
bio o. 34, seacham a venda os afortunados
bilbetes o meios a favor das obras da greja
de N. Sra. do I.ivramemlos, sendo pelos
pregos oerrentes:
Bilbetes nteiros 10,000
Meios 5,000
Pazenda nova.
Vendem-se gangas amarellae crdecin-
za, fazenda muito fina, prppria para pali-
tos de meninos, e mosmo para roupoes de
senhoras, pelo baralissimo prego de200 rs.
loja uu-
Loleriado llio-de-Janeiro.
Aos 20:000,00 de r.
Pela vapor ParasaateamiM, chegado a esv
_i parlo a 15 do corrente, recebemos a
.isla da primeira lotera do hospicio da Pe-
dro II, comoibem os-aompre afortunados bi-
lbetes e cautelas da 18.a lotera das casas
de oridade, que se exlrahio a 5 do tor-
rente. Das 8 horas da oantvss is 6 da tar-
de, acha-se a venda na loja de cambio da
ra da Cada do Recite n. 84, da Viuva
Vieira & Filhos.
Vende-se urna taverna da melhores do
bairro de S.-Jos, por ser defroute do quir-
lel das Cinco Ponas, muilo afreguezada
para a trra, e que vende diariamente 15 a
20,000 rs. como se fera ver ao comprador,
he propria para principiante, por se fazer
negocio com poucos fundos: o motivo por
que se vende he por ter o .done ostro ne-
gocio : a tratar na ra deS.-Rita, n. 97.
Veude-se sal do sa: a bordo do bri-
gue S.-Jfaaal-Anoiuto, ou na praga doCom-
mercio, 11. 6,a fallar com ilaooel Ignacio
de liveira.
Nao be exageracuo.
Vendem-se sapalOes de couro de lustro,
obra muilo boa, a 9,500, 3,000 e 3,500 rs.:
na ra da Cadeia do Itecife, toja n. 9.
O corretor liveira receben ltima-
mente, e vende cobre de forro para navio,
com os pregos de cotnposicSo correspon-
dentes.
O vapor trouxe do Rio o
quarto e quinto voluntes dos Mys-
terios do Fovo, por Kugenue Sue,
a l,ooo rs. o volume : vendem-se
no pateo do Gollegio, casa do li-
vro azul.
Lotera do Rio-de-Janeiro.
Aos ac:ooo,ooo de ris.
Na ra estreila do Rozario travessa do
ueimado loja de miudezas n. 2 A de Jos-
de todas as hitlas, lonas de todas as qua li
dades, brinsda flussia.lbandeiras imperises.
agulhas de marear, e mais objectos ooacer-,
nenies s oavagaeao : tambem se alugam
amarras e ancoras, por mdico prego.
Vendem-se 90 arrobas do carnauba,
smconta para acabar: na praga da Boa-
Vista, n. 17.
-Vende-se espirito de 38 graos : no pa-
teo do Para izo, n. 20.
Vt-udom-se tres bois mansos o duss
carrocas 1 na roa da matriz da Boa-Vista,
o. 58. "^*
Vendem-se saccas de muito- superior
farinha de S.-Catliarina : a fallar com Ma-
noel Alves Guerra Jnior, oq na ra da Ca-
deia do Recife, n. 88.
Charutos de Havana.
Vendem-s charuto* de Uavss
rior qualidade : ama da C*
fe, n. 80.
Veadem-sa quaijq
sgnioa inglezes, conae*
eazas, liego inglezas
inglezas, latas cera [
preto, latas com
massas finas : ludo dei .
ns ra da Cadeia do Recito,1
Rap Faulo-Cordei
Vende-se effectivamente este excellente
rap, na ra da Cadeia do Becife^D. 50, lo-r
lade Cuuba& Amorim.
Champagne.
' TSsttle-se multo superior vioho de Cham-
Inagne, recebid ha poucos das pelo,
cieorJ-Fi*: em csss de Eduardo H. Wyatt,
na ra de Trapiche-Novo, n. 18, e existe
anda orna pequea poregodeste vioho eu
garrafas pequeas.
Vendem-se doas cavallos de carro : na
roa da Gloria, 81.
' Itoratisslmo-
Na saaa do Crespo, n. 18, esquina quo
saeta para a roa das Cruzes, vendeo>se ex-
cedentes cortes de casemirs, pelo barsH|
jrego de 5,000 rs. e oatras muiss fazen-
das por prego commodo. .
Vende-se urna mulaltoha de 16 annos,
propria para o servieo de campo, por nao
ter habilidades: ns rus da Madre-deDeos,
n. 36, se dir quem vende.
-- Vende-se um ptimo escravo de 85 en-
nos, de muito bonils Bgors, offieialdq *s-
psteiro, nlo tem molestias nem vinos r o
motivo por que se vende se rtiaeComoraK
dor : no nsteo da S.-Crux, v ,7*i B andar, at is 3 borss ds Uiti
--Vende-se orna tipouesavieni estado s
ns rus da Peone, n 8.
vendem-se 8 escravos de amito bosn-
ias figuras, cobj oBeiO da serrador, sem
vicios nem achaques: na roa- do vfa-
enlo, n. 4, se dir quem vende.
Vendem-se 4 esersvas, duas com,
engommam.cozrnham e fazem* mais ser-
fleo de nms csss ; duss ditas boas quilan-
defrss ; ums mulatinha de 18 annos, que
cose, engomma, veste urna senhora, e nlo
tem falta alguma ; um preto de SOeannos,
ptimo psrs servir um casa e ganbar na
ra ; um moleque de 18 annos, do muilo
bonita figura; um dito de i armos, multo
esperto e lindo : na ra do Collegio, a. 91,
primeiro andar, se dir* quem vende.
Venda-se, ou aluga-ae a prensa qoe
foi de Atexandre Lopes Ttiblro noForle-do-
afaltos, com 110 palmos de fundo a 71 da
frenlr, tiropria para recolher moldados, por
estar perloda alfandega e trapiche de em-
barque ; ou para madeira por ser grande : a
tratar na ra, da Cruz, no Recife, n. 40.
3 v. bem encadernados em 10110, ,,uira p. ot santos Maya, vendem-se oe
com 418 pag. cada volume orna-
dos com 96 estampas.
Esta precioss obra em formsto grande,
mpressa no Rio de Janeiro cOm lypo novo,
em excellente papel, e ornada de gravuras
de tal fineza que pdem soffrer compara-
gSo com as mais bellas e Ilustradas edicoes
da Europa, offerece'ao respeitavel publico
Brasileiro, amante de leituras inleressanles,
variadas e instructivas, um verdadeiro the-
souro de dirertimento, como se encontra
em poucas horas escripias no idioms por-
tuguez : vende-se cads volume por 6,000
s., ou os 3 volumes por 15,000 rs., no pa-
leo do Collegio, casa do livro azul.
Grande deposito de cha.
No paleo do Collegio, cass do livro azul,
vende-se
che hysson superior 8,500
dito aljfar brasileiro i100
dito paquequer 9,000
dito de oulrss diversas qualidades
muito acreditados bilbetes, meios, quartos,
loilavos e vigsimos da decma-segunda lo-
tera da Santa Casa da Caridade do Rio de
Janeiro, cujas rodas aodarSonodia 6 do
corrente : na mesma loja est patente a lis-
ta da primeira lotera do Hospicio de Pe-
dro II.
Vende-se sarja preta, muilo superior,
a 1,800 o covado ; selim dealaco, a 1,800 o
orle; corles de brim de Trabo, a 1,410;
lengosdeseda finos, a 1,500; cortes de 1.1a,
p 1,990 ; ditos de cassa-ebita, a 2,000 ; e ou-
,ras muitas fazendas por pregos mui bers-
os : na ra do Queimado, loja n. II.
Xarope do bosque.
atara cura da pbllmcia em todos os teua dlffe-
Feule graos, qur motivada por eonstipafiSea,
lose, aathma, plcurit, eaearroi de tangue, dar
de costado c pello, palplUco no corabas, co-
aueluclie, bronchite, dor oa garganta e todas
n> inoleatiaa do orgoa pulmonares.
Vende-ie na ra dos (juarieis, 11. 12
Vende-se junco superior pa-
m
Escravos fgidos.
dilo de ouiras diversas quaiHMior ,<~v ; -,,
O vapor trouxe do Rio novas mu- ra lecer cadeiras, o melhor que
tem viudo a esta praca,- bem co-
s esa para pian nos
O Mtirinho e a pobre, detto jocoso, brasi-
leiro, srrsnjado para piaoooe canto :
Como poderei viver,
Sem as esmolas dos fiis
iris.
E me de alguna <
Marche j "mioha devota
Tenho ordena riadas,
Velbas, tontas, moga, lorias
lrfio todas amsrradas.
O militar e a ffimitira: romanee e
duelto.
A nova lyra. Ilymno da independencia,
composlo por 8. M. Pedro I. As ProvinciaeS,
e muitas qusdrilhas : vende-se no peleo do
Collegio, cssa do livro szul.
Vende-ae ums prole de nagflo, ptima
cozinheira.eque he muito boa quitandei-
ra ; nSo tem vicios : na ra da Praa, n. 9,
armazem de carne seces.
Vessjem-se saboaeles higinicos, o
mais sopeWores que teem vindoeste mer-
cado, assim como outras pe fumarias muilo
finas: n* ras da Cade Velba 84, pri-
meiro andar.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
mo mais ordinario : na ra Nova,
loja de trastes do Cinto, defeon-
te da made S.-Asnaro.
V inho superiores
recentemente chegados"de Inglaterra neja
galera ingleza Sux>rd-FI$k Xerea, MK
deira e Corto, tanto em barris peque-
os, como engarrafado, em caisas de urna
duzia: da pretendemos, dirijam-se ao es-
criptsjrio de Edusrdo H. YYyall, ru do Tra-
piche-Novo, a. 18
O verdadeiro rap I'aulo-Cordeiro
Na ra da Cruz, n. 57, vende-se rap Pau-
lo-Coraelro, viajado do Para, responde-se
pels qtssdade, s 1^00 rs. 9 libre.
Vende-se s bordo do brigue A*ro, tun-
deado so p do trapicho do algodfio, sal do
As, e palha de carnauba bem nova, por
prego emconls.
Barricas.
Vandem-se algumas barricas que a i rusa
restsm, por preco commodo: 110 theatro da
ra da Prai, a fallar com Guilberme Selle,
ou 110 no Ateiro-da-Boa-Vista, n. 10.
No armazem de massemesde Bra-
ga k C., na ra do Vgwio, n. i,
existe contlaa temen tea venal* nesle esta-
belecimento amarras de ferro, aneosaa av
disaaaos umasJios.icaaost.do laaho nateau.
Y Em a noite de 18 do corrente tornou
fugiropreto Mossambique, de no me Do-
mingues, de bos figura, repreeenla 20 a
tantos snnos ; levou caigas brancaa e ca-
misa do algodfio aiul s o signal maia visi-
vel que tem be orna marca de um talbo no
canto da bocea no beigo inferior, que quan-
do falla rapuza o beigo; he marceneiro ; e
por isso desdej o abaixo assignado pro-
tests pelo jorasldlario de 1,880 rs. contra
qualquer pessos qoe o livor em seu poder ;
assim como prometle gratificar geniosa-
mente a quem Ih'o entregar na ra Noya, n.
58, loja de trates. Aafeaw flem***
Pinto,
- Fugio, no dia 16 do corrente, s preta
Mara, de nagflo Costa, he hean alta e gor-
da lem os peiUs,grBds.e cabios*,s levoa
dous veslidos. um azul e ootro de clula en-
carnada ; cosluma vender na ra horlalice
e fruetas: queme segar lev-a ru da
Cadeia do Recife, n. ^S.^efronte do Becco-
Larco. quesera recompensado.
-IFuglo de ongeeho Csiapo da freftmta
de Iguarass, um escravo de nome auuimsH
be cabra-negro, barbado, chelo do' corpo,
olhos pequeos e brancos, falla mansa ; j
levou surra na grade, tem 85 annos de ida-
de e representa oa pea eom algumas racha-
duras ; foi comprado nesta praga a Rey-
modo Carlos Caite, vindo da trilla doCra-
lo, e foi captivo do Sr. Antonio Luiz Alves
Pequeo Jnior; suppSe-se que dito escra-
vo lenha ido para esseaserlOes: rogs-se por
lano as autoridades policists e mais-esB.
lies de dsropo que o appreheadam e leveaa.
no ao ssesmo eanenbo Caiape, 00 sete pra-
ga encasada Viuva Pareira da Cunos, que.
recompensar.
-- Fugio, no dia 87 de outobro prximo
Te sai ir li -'------ ir- """ d
levoucalca de casemirs es-
j branca, chapeo branco eom
ra branca Je capa baixa, de es-.
tature regular, re/otgsdo, beigps krossps,
nariz chato, coro alguna signa es delwxigu
oralo, o qual nfio tendo sabido pea fra
da cidade, suppoa-ee estar aqoi oceullo ou
noe srrabalde*: qnem sppreheader leve-o
cas de seu senbor, na ru Frtnsa o. 8,
que ser generosamente graliflredo. .
Pesppsreceu do Ai^rrn-ita-Boa-Vist;,
paeeria n. 66, o cebra de nome Leandro, de
20 annos pouco msisou menos: quem o le-
var a diU pedera, sera recompensado.
- Fugio, Bonlemde msnbSe. o pardo f ^
naneio. escuro, reforeado, falla besa ; foi
escravo do Sr. DogosfW da CosU, que o
vendeu he um anno ; esteva nos mezes de
Julbo, sgoslo, setembvo e oulnbro proxfmo
passado em case do Sr. Baixa, 00 Monteiro :
quem o pegar leve-o e coa dffSV. Richard o
Itoyle, na ra da Cadeia, n. 17, entregar s
Aoleniolts.cbsdoGomel da Sllte, quo re-
compensara.
sasWap*)^BpaWsae>a*efB>
Pea. ."JHiSTf, bs1 r. 8SZUSU. *


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