Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07212


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Full Text
Anno
"2L
SabbarJo G
FABTIDAS DO OOBBIOS
Golanna e Parabio*, l segundas e sextas felres.
Itle-Grande-do-Norte, todas as quinta feirai ao
meio-dla.
Cabo, SerlnMem, Rlo-Forraosc-, Porto-Calvo e
Macelo, nol.\a II e 21 de cada met.
Garanbuns e bonito, a 8 e 23.
lloa-WMa o Flor*, n 13 e 8
Victoria, i quintal fciraa.
Ollnda, todos os di.
Piusas Di LO*.
imnann.
'Hova, a 4 ao 20 tu. da o.
Creac. a 11, a 8 h. e : m. da t.
Chela, a 19, as 2 h. e 15 m. d t.
Mlog. a 18, as 10 h. 13 da m.
rniimB dxioji,
Priineira as 2 horas e M minutos da tarda.
Signada as 3 horas a 18 minutos da maohaa
i.'f. ""*
...
de Nove^bro de 1850.
N260.
t
90 sa aoBiOR i0 Ao.
Por tres meses (adUxptados; 41000
Por seis mezea 8/000
Por un auno 15|000
das da sekaiia.
1 Seg. S. AlenDa.Aud.doJ.dpierf.edoin.lv.
12 Tere. S. Martinlio. Aud. do 1. da 2. v. do
civel.e do dos feitosda fasenda.
13 Onarc. 8. Eugenio. Aud. do J. da 2. v. do c.
H Qulnt. S. Clemrntlno. Aud. do J. dos orf. e
do in. da I. V.
16 Sen. S. Gertrudcj. Aud. do J. da 1 v.c. e do
dos feltos da lzeada
10 Sab. 8. Goncaln de Lagos. Aud. da Chae, e
do J. da 2 v. do civel.
17 Doni. S. Gregorio Thaunalurgo.
*um-i**~u>%** ..... i ^iisaastSasMsaassasasaasaas
CAMBIO BM 15 DI NOV
Sobre Londres, a 28 1|2 d. por !/D0O r. a 60 diasl
Pars, 333 por Sr.
Lisboa, 100. por cento.
Ouro. Oncas hespanholas..... 30/000 a 30/500
Mocdas de 0/400 velhss. 1(i/3il0 a I8J500
de 0/W.l novas HSflXM a 162O0
> de4000....... U/100 a 9/200
Prata.Patacae brasilelro..... I/U70 a 1/980
Peso coluinnarlos..... 1/070 a 1/980
Dito mexicanos........ 1/760 a 1/780
BK?9JWl .
CFFICUL.
(rVERiSO DA PltOVlNCU.
EXPEDIENTE DO DA 11 DE NOVEMBRO.
Odicio. Ao Exn. commaudanle das ar-
ri oommunicaado que, segundo fui de-
sde em avise do ministerio da guerra
datada d 17 do torrente, sjeeuiram para
esta pre*noia>o.cas>o de sauad Tbaodoro
Jos da Silva a o soldado- Francisco Antor
nio Jas Chagss e Manoal liento do Santa
Amia, Codo ido 5.' bstalhSo de cagaderos,
que se engsjaram, este por annos, e aquel-
es per daws, pira servirgm como pravas
en*eeU*M4i>aumi4iflt> na metma provincia,
durante o lempo do en engajatonto, aem
que raerebam para fon deila por aer esta a
condiafie*, cosa que se ellesengejaram.
Dito. Ao mesase, inteirando-o da dla-
posicio de. viso i de ministerio da guerra
datado des de eiMubro ultimo, que manda
dar passagea* para a 8.' clatae doa ofllciaes
do eereka por se achsr comprebenddo
naa ofsaoeicOei do art. g. tj a. n. i. da lei
n, Mt> da i. de desembro de 18*1, ao 1.
temple a 9.* batalbOo de arlilnara a p
Carras] Beruurdwo de Uoura, que se achara
addiifc M,4,* Dito.- Ao mismo, reoom mondando a ex-
pedrea* oes ordena para qee dous ofl-
ciaea Je< patenta superior romparegam no
Salacio da presdaosla as 10 horas de rni-
odia 18 dr> eosmile. alini de servrem do
rogara na junta de justics, que se tem de
renaar no mesmo eelaeio no dia e hora de-
signados. Neste aeutido expediram-se as
coa veniente ordena
Dilo. Ao mesmo, dizendo (loar inteira-
do de baver fallecido no|dia 9 do correte o
alfares do 5.* bstalhSo de fuzileiros Jos
Correa deOliteira Castro, que tinha licado
na guarniere desla cidade por se echar
dseole,e afm de .responder a conselho de
guerra. ..
Dito. Ao mesmo, diiendo que em (e
po otsporlune serilu trsnsmittidos ao minis-
terio da guerra os mappas mensses, que
remetteu. do i.* beta Inflo de artilharia a p.
1.*, V e 8 de capadores, e das companbias
lila de ca vallara e de arliliaes, todos per-
tenceales ao mez deoutubro ultime, bem
como o da onlcialldade das quatro oleases
do exerciiq,ajxunpaiiliado da respaclivare-
laofio wmwLl.
UitoT- di'inspector da lliesouraria de f.
zenda, raoommendanae a expedicOo de suas
rateos ao inspector d'alfandega para que
consinla no despacho iseoto de direitos nos
tormos do $ 3 do artigo 1." do regularaen-
to n. 6s de 28 de agosto do auno prximo
paaaado, da 50 barricas de cimento, que
seutroencommeodadas pela cmara munici-
pal desta cidade para sobrado aqueductu
d paleo do'Cermo, acUam-se oajueama al-
fandaga, viada da llamburgo. --Neste senti-
do ollciou-se a referida cmara.
Dito Ao director do lyteu, ordenando
que marque um dia prximo para o con-
curso da cs.leira de primeiras letras do sexo
femimno do Pao-d'Albu, em vista de sua
atormscfio.
Dito.' AO inspector ds psgadoria militar
rametlende as oontas em duplcala das des-
pejas fettas cora o transporte para bordo
dea vapores Thetit eS. Saludar do Iista-
lhMs-3.*it artUliansa p, e5 de fuzilei-
roa, da bJgssm desta e paule da daqueils
e bem assirade reslods domesmo 3.* ba-
talhapara-e-hamaca KeHx Alsgoana, iim
de que mande pagar so paUflo-mr inleri-
no ds barra desla cidade Jos Faustino Por-
to, ou a pessoa por tile aulorisad, a quan-
tia de 77,440 rs. em que importan) as refe-
ridas eontsa Imelligeooiou-se so inspec-
tor do arsenal de marinha
Dito -- Ao mesmo, inteirsndo-o de have-
idar-os seMsWes psrticslsres do a." bsU
Iba* ds artilharia- a p Manoel da Silva e
Jlo Alexandre Neves, dopois de lindo o seu
Umaode servico, conlrstado de conformi-
dadd Je decreto e leguiajnento de 18 de
noaeaibsed 1848, para continuar no mes*
me servio> asediante a gralilicacSo de rs,
480,400 para ada um, e ordenando que
mande pagar asfeferidas gratifteacaes, seq-
d> Ss>i4 rsv A vista, e oralo em presta-
cOea mensaes de 16,000 rs. Comtnonicou-
ae ao Exaa.comaniHi<1aiite das armas.
Dito. .9.detector do arsenal de guerra
assiqas o^soe faxes as pinturas de que
pteciss s srtilbaria, feragens, reparos
ina!iigaste iz~iii\i tZ^m da rorui
da Brum, visto sssim o requisitar o Ex,
msreqbsl oommaiidantsdss' armas. lutei-
rou-s so mesmo marechtl.
Diia* -*. Ao- messso, par mandar entregar
ao laspsetor do arsenal.de marinha 14 bar-
ras-do serviQoda enfermaradaquelle arse-
nal, qiseforam emprestadas ao 5." batel bao
de fiutleiros. u qoaes, segoodo consta de
oflteto da iastsetor do referido, arseoal,
aeaaaB.se recolbidotsoa arraazens da rapar-
tiolo s sargo, de >Saw. loteHiaranoiou-ae
soinspeetor doasseosi amarinha,
Dita. -- Ao mesmo,ordeasado que man-
de oosaertar os enzetaaeis que servem de
deposito d'sgos ds forUIns do Brum, o*
qusas s aakam arrttiaados. Intairau-se
ao fixm. aommandante dea armas.
Dito. Ao julx municipal do termo de
mesmo delegado e so respectivo promotor
publico.
Dito. Ao juiz municipal di primerra vara
desta cidade para que mande recollier ao
respectivo quartel o soldado da corpo de
polica, qcese acha as ordens de Smc, vis-
to asslm conVir a regularidade do servico
do mesmo corpo. -- Neste sentido oflieion-
se ao juiz municpsl da 9.a vsra, sos prumu-
lores pblicos do Kecifa e Oiioda e commo-
oicou -se so commaudanle do mencionado
Drto: Ao joiz de dirello interino da 1.'
mira desta cidade, dizendo qoe n8o pode
ser satisfeito o pedido qne Smc. fes em of-
Ikio do 8 do corrente,-visto nlo existir ns
secretsris da presidencia o decreto n. 707
de 9 deootubro ultimo.
Dito. Ao commandante do brigne escu-
na Legalidad!, devolvendo os requerimentos
dos engajados Jos Manoel e Luix ds Frsncs
Pacheco, e diiesdo que, apenas se linde a
commiasSo em que Smc. tem de sahir, po-
de fazer desembarcar oa referidos engaja-
dos, visto liavereui ultimado o seu lempo de
sprvico.
Dito. A Apolinario Florentino de Albu-
querque klaranhfio dixendo, em resposta ao
oflleio em que Smc. communics, que msn-
dsndo tomsr posse do lugar de subdelega-
do ds freguezia d'Agoas. Helias, psrs o qusl
fra nomeado sb o prolexto do o baver
perdido par ter deccorrido maisde um an-
uo depois ds sus uomeacfio ; que nBo tendo
sido Smc. dispensado do dito logar deve
tomar posse e entrsr no exercio del le.
Dito. AioSo Som psra qnedevolva eom
brevidade possivel o formulario que Ihe
foi enviado para o fin. de arbitrar os respec-
tivos precos; visto hsver necessidade de
se mandar por em arremaUcSo o forneci-
mento dos medicameulos para o hospital
rt'ginieutal desla cidade.
Portara Nsmeando para o lugar de
subdelegado da freguezia de N. S. ds Gloria
do termo de PAo-u'Alho, a Antonio Pinto
de Mallos e psra o de 1. supplente do mes-
mo subdelegado s Joflo Virlssimo do Reg
Barros. Communicou-se so chefe de po-
licis.
Dila. Mandando por em liberdade o re-
cruta Lourenco Alves de Paula visto ter ap-
preseotado isemp(8o legal.
ECirK, 15 DS MOV
o di issa.
O vapor PernamoBeana, qoe hoje ohagoo
dos porto do sal, trouxe-nos jornaos do
Rio at 3 e da Babia at 11 do corvante, e da iIMuus
leitora dos meamos uenhuma noticis inte-
resssnt podemos colher no que respeita k
poltica do psiz, qne nos parece permanecer
no mesmo astado.
Acerca porm dos nossos negocios eom o
dictador Rozas, vimos que os Incentivos
pal a a guerra contra o Brasil, fazem pro-
gresos em Buenos A yres
Nos das 9 e 3 de nutubro pastado houve-
ra m sessOes r.s sala dos representantes,
eom o fim ostensivo de responderem A men-
ssgem do dictador ; e por ests oecesiSo fo-
rsm proferidos os discursos os mus insul-
tuosos e provocadores, que se podlam diri-
gir contra o imperto. Euibora cuate, ao
nosso telo e smor pela honra da patria, a
repetirlo de tantas injurias e infamias, jul-
gamos todavis necessario, que todos o
brssileiroti conhecam a maneira porque se-
rnos tratados ; e ssibsm avahar quane he
indecoroso um tal proeetlrmento entre as
nacOes, anda quandn existSo os mais vali
sos;e justos motivos para urna declaracSo
de guen-fc entre as mesmas. O lornal do
Commercio traoscreve o seguinte exlracto da
discussSo dos tees represantantea, publica-
do no Diario de Avisos, e tambom trans-
cripto no Commercio del flota.
No Diario de Kcitos trsnsrriptos no Com-
meretodti Pial, tiramos o seguinte extrac-
to dadiscussao:
D. Ka dem ore Garca. A poltica negra
e pertda do governo do Brasil, e o estado
de Dosaas relances eom o imperio, foi as-
sumpto que mais oceupoa s atteneSo do
orsdor, como o foi para os domis honra-
para reprimir o desaodraado proceder do
gDverno imparisl.
S. Buslaquio Torres restringio-se logo a
parte relativa so Brasil, a disse eom muito
acorto que desde o momento em que peri-
gou s independencia do Estado Oriental, da
qual era garante o Brssjt e a Confedera-
cilio Argentina, o governo imperial nao so a
abandonou Tergorihossmente, mas at se
fjuz a frente dos inimigos da America e rra-
obu a poltica desleal, prfida e aleivosa
Oprrd^uo teas astado Iva mullos annos of-
fendendo a ConfederacSo. Que os escan-
dalosos procedimentos do Sinimb e Pon-
te Ribeiro em 1849 quando o commandan-
te das forqas navaes do Brasil commetteu o
attentadn de desconhecer o hloqueio d
Montevideo erara, ja os preliminares do tra-
ma que tinlia formado o governo imperial,
que bem depressa appaareceu prostrado
perante os Utronos europeus para indu-
-loe a que interviessem eraasnossas ques-
tCes americanas, ntervencSo que era obra
exclusiva do governo brasileiro. Essas
olTensas enumerou as do Sr. deputado,
provando que este odio a ConfederacSo e
independencia oriental esse afn pela in-
Ifrvencfio europea, e esse esquecimento
ojos seus juramentos revelavam clararaen-
as suas preten(0es de recolonisar aquello
Halado. Jualou a tsta lista de ultrages que
9 reconbacimento da repblica do l'ara-
duay importara por si s urna indigna
nostildads, porque so sustentava um mo-
vinieuio aiiarchico dessa provincia, que
ivretenda separar-se da naquo a que per-
tbnce. A novos argumentos sccrescentou
f Sr. deputado a justa exigencia de una
reparaeflo por parte da ConfederacSo que j
esteva no caso de proceder em represalia
Sromovendo a desmembradlo do imperio
provincia do Rio Crande que deviaj
promover sublevadlo dos escravos e in-
vadir o territorio do Brasil psra provar ao
governo imperial que s a moderacao tinha
contido al agora os Argentinos, os quaes
tem defendido eom o seu sangue a sua in-
dependencia, que nao deixam manchar ja-
mis impunemente.
D. Eoardo La hite. A respeito do Brasil,
o deputado enunciou os justos cargos que
o nossn governo eslabeleceu constantemen-
te contra o governo do imperio. Pesou
os nossos meios rospectivos para ohter o
triumpho na lula que serias consequencia
da nosso justo resentimento se o o throno
do imperio nlo satisfacer s reparacOes pe-
didas ; e trszendo a recordado de nossas
passaJss victorias nos campos do ltuzaingo,
quando, talla de elementos, dividida a pa-
tria, sem governo e sem cabedaes, surgi
esta joven repblica at aos degros do
throno ; hoje ricos, eom exercilos discipli-
e valentes, e commandados sobre
BmV
dos rcpreseiuantes que Uveram a palavra. 3>remoinagltrado da repblica eigiej, por
A simples ruencSo dos facasconsummados|ftnelo d guerra, daquelle gabinete, europeo
tudo pelo goneral Rosas, o lustro e a glora
da patria obteriam infallivelmente o alto
tiome qne merecen),
. D. Roque Saenz Penna oceupou-se om
stoguida daquelle ramo em que mais se de-
mora boje a opinio publica, asrelacOes
xteriores, e muito especialmente-na parte
concernen ao Brasil. OSr. deputado nao
pode hesitar em quo urna guerra justa a
que se ** provocada a nacSo he a nica
resolucSo a tomar para seu desaggravo;
hila gloriosa, onde est o triumpho do
entmonto republicano e a satisfarao dos
aggravos sem cont que se nos tem feito,
som outra orgem mais do que as vistas si-
nislrasqueo imperio- abriga para conver-
ter-nos de lvres em servos de um throno
signara o momento de estenderem aquelle sys-
tema ao territorio do Brasil, ede arrancareui
de urna ves esaa inonarebia que forma urna
planta extica que repelle o solo americano.
Que esla guerra proporcionarla tambem aos
Argentinos a gloriosa atlsfacao de por termo
ao cruel e abomlnavel trafico da especie huma.
que eom vlllipendio da ririlisaca actual
se sustentava eom tenaz inflesibilidadc debat-
i dos auspicio deass monarchia. Que essa
guerra, einfiin, serla reparadora dos dainnos e
prejulios que tem occasionado Confedera(5o
a Inlervencao europea, mendigada coui'oppro-
brio por essa monarchia.
oD. Lorenzo Torres avaneou na quesillo do
Brasil algumas opinies de maior eilenso que
as que iiiivimos nos discursos anteriores, por
que, considerando a solapada e sinislraconduc-
ta do Imperio para coin a CooA '.era^ao o pas-
sos Iniquns coin que mendigou a interveoeo
estrangeira, a superiorldade reconheclda dos
elementos da t.onledcracao para o caso de urna
guerra, ea natureza estranha dusystema pol-
tico do governo do Krasil na America, nao po-
da duvidar de que um poder mais forte que
aquelle alenta o imperio em seus disvarios, e
que elle em inteira llberdada de reflexionar,
suspeitava que esse poder fosse a Franca. Esta
ideia nao poda deixar de produtlr todo o eHei
to nos circumitanles, cuja indlgnacao, e cujo
enthusiasmo foi crescendo medida que o Sr.
Torres enumerava a estensa nota das culpas
que pesam sobre o governo do Hrasil, e as ne-
gras offensas eom que .sem cesaar tem bostili-
sado a 6'onfederacao
Nao se ouvir.un eom menos iudignaco as
rlolacdes que o Sr. Torres citou, perpetradas
por agentes do governo do imperio em o uosso
territorio lluvial, e ieinbrou por esta occaslo
as duas barcas canhoneiras que desceram o rio
Paraguay ate a capital daquella provincia, pro-
cedentes de Mato-Grosso. As vandlica cor-
rerlas do Infame liaran de Jacuhy na fronleira
do Estado-Oriental, e complicidade c at a
m-otceco do governo imperial a esse foragido,
dcaram claramente manifestadas, e nao meuos
a allianca protectora que aquelle governo re-
velara nos seus Tactos eom osselvagens unita-
rios obcecados na ruina da sua patria.
0 conheciment perfeilo dos inumeros
fados hosts que o goveino do Brssil tem
perpetrado contrae Iranquillidadee inde-
pendencia da ConfederacSo, e o conheci-
mento profundo tambem do elevado carc-
ter lo general Rosas quando se trata do lus-
tre e da gloria da sua patria nSodeixaram
duTidaao honrado representante de que a
guerra levada sem demora ao solo do Bra-
sil, he o nico meio de repararlo indig-
nos aggravos, o que essa guerra santa, por-
que nSo s reviodiear os direitos da Con-
federacSo, mas proteger os profundos
germens democrticos que aquelle paiz en-
cerra, ajudsr a expressSo solemne dos ins-
lincto* republicanos que all pullulam, e
salvar do peso da escravidHo a essa consi-
lerivel parle do genero humano submer-
gila na reprovacao pelo latego de seus
amos
O Sr. deputado considera o governo do
Brasil, as repetidas manifestac,0es do seu
procedmento insidioso, como sentinella
vaneada das pretendes europeas e agente
indigno da ambicSb.daquellas potencias pa-
ra pqssuireai oslo americano, onde tai-
vez, para tardo escarment do imperio, se-
r o seu throno o nico que ceda o seu pos-
to a outra coro.i mais furt, que nSo pode
sentar-se sobre a humilde cadeira republi-
cana.
Os ataques do governo brasileiro para
lesnembracflodo nosso territorio pozeram
lim ao discurso qus- o Sr. Torres consagrou
a historia dos ulirages que aquelle governo
nos t-in feilo, e depos disse que n3o de-
via conservar-se um agente publico da Con-
federacSo nsquella corte. O reconbeci
da vontade dos senhores da Europa- Pro-j'oento da independencia do Paraguay eos
VouoSr deputado, cm cltacOes historeas P"s>s nue deu para que a Austria a reco-
de nota ve! importancia, as tendencias cons-
tantes, ss nstigacOes e o alineo peapetoo
eom que se occupara o imperio em procu-
rar allian^as para collocar no sonhado thro-
hoquenos destinava um principe europeo.,
faue quera enlacar eom alguna ramo das
racaspninitvasda America
D. Kustaquio Jimenes recahioein ultimo lu-
gar sobre a poltica dealeal e anti americana
do gabinete brasileiro; expressou que olhava
Eom assombro aquella poltica, e a conslderava
al que so poda ser inspirada por inimigos da
lonra e dos interesses materiaes da naco bra-
ilelce, assim como da independencia e seguri-
lade doS estsda americanos que be ajo con-
erraaaae: cicou algn pontos do dfreito pu-
Cilico aberiaineute infringidas pele gabinete
mperial; eiprtsaeu o aeu deaejo de que o su-
Fe!cssverr.o do !ai>w fuara
racSe e o Estado Oriental exaspera de novo
e senlimeiito nacional, eaesplcacSo mais
demorada do honrado deputado nao dei-
xam duvida de que mu enrgicos serfio os
meios que empregar o nosso governo pa-
ra obter daquelle infame gabinete a davda
reparagOo da tantos aggravos.
* Sr" Garcia enumerou um por um os
attentasioa do governo brasileiro desde a
allaaoi tenebrosa e crapulenta do minis-
tro Sinimb eom os selvagens unitarios,
antrs sfcja orgias titilia vomitado aquelle
indigno diplmala us tenebrosos planos do
seu governo. A protecfcflo decidida cora
que o gabinete do Brasil favoreceu sempre
as vistas iisehsatas-doa caudilhoa prfugos
da ConfeUeratUo entrou tambem na enume-
C'ini'.'.Ih- |sao seu modo de -'ter. a reparacao e sail-
tafo que deve dar ConfederacSo pelas inju-
ias que Ihe fas, eom oa seos actos, os de snas
iitoridades subalternas e de outrot subditos
imperiacS I qsn bastante lempo se tem espera.
do, e que j he excessiva saoderacao. que se
tem observado neste caso; que tendo-se ne-
gado o governo brasileiro a dar calas aatisfa-
edes, provocou a gaerra a '.'onfederacao : alm
de que os ltimos actos do governo Imperial
constituan um estado de guerra, poia que se
vio que longe de reprimir aa coronel oerl
ciama de bario Je Jacuhy, que coranMIteu
vandlicas isMuraAca no territorio do alliado da
Coaredcrecabt o governo legat do Uruguay, he
publico ntorio que aquella ebefe esteve no
Rio de Janeiro, e at eom o proprio Imperador,
dliendo-ae mesino que recebeu uro premio pe-
cuniario ; que alm dlsso se sao* que aquelle
governo tomouaaeu sold osselvagens unlta
tos refugiados no Imperio.
tConcluio expressando quea guerra provoca-
_ racio sinitra destes cargo-, e ultimatneu-
i.A.?^,n2rtiP^!i"!.P*' *T imP"?id0. e PPrOvac8o eom da neto nerdo-.ntl-amefkano gabinete in.pe-
atuaai ijqe^srsev naa tune dada prtaKtadr. que aquella govarno aeorocoou os ioiquos l serta sitsusaada pelo.rgemlnea, persua>
^K*l!rffum> ^*'dB>"nstaurarporsj>. desmandos, os nabos e as atrocidades db dMaaausjjseaOaofederaco paoscgulraa mis.
-waiso da norte da Miguel Csbriel Perer bandido barSo de' Jaouhy. O honrado de- aso auguIS para que parece deMsstada peto Brasil"
le Lira, incumbi esta diligencia ao date- faMado- n|k> poda deixar de em pregar no 4HU que pt mais presasnpcoao que Uto
lucido discurso a animada lingoagesn WSPVi,P A ndiBMefc otados OS coloridos^ ^Sido ">ribulr para eesUbelecimen-
yi.!-Vr?r? ?r.?Z'ZZ.- Ibdasystema democrtico, aoaaxlliarem coin ,
usiasoM querauspera o patriotismo no oWoaaRue e seus thesouros a formacao de o cooimaudo do conde de
-T* *ranoa O. S patr'S qaatro repUblic.. u AscrtCa dosijl, a guerra Cil:
io conflanca tois profunda no general Rosas a que os excluya o governo Imperial loe* de- < Depoisdeuma seroelhante rnaaifasUoIo,
nliuces.! lambeni, nenhuma dasculpa tem
ante o juizo de lodosos governos da Ier-
ra, nuin antea opiniSo dos povos, porque
P'Otege descaradamente um acto de rebel-
liao daquella provincia contra o corpo da
uac3o a que portenee, e Ornstitue a mais
aberta violceo da neutralidade nos nego-
cios domsticos de um estado.
c ti EstevSo Moreno mencionoo todos os
planos ds conquista que as potencias euro-
peas tem desenvolvido para se apoderaren!
da America, e demonstrou eom fados his-
toreos o papel Indigno que o imperio he
chamado a desempenhar. Provou iropns-
sibilidade de existencia entre dous esta-
dos vizi nhos qus sSo antpodas em sua or-
ganisa^ao, e a necessidade d que faa triumphar o sentimento amer-
oano quo exhala toda a America contra um
unc,., que ; ff-nde e qsc hd urna man
cha irnica no solo de Colombo. Enume-
rou os diversos aggravos que o imperio nos
tem feito, e revelou a deia dominante do
Brasil ao reconhecer a independencia in-
sensata da provnola do Paraguay. Ao che-
araeste ponto, o honrado deputado diri-
go-se i assembla para que declarsse
agora e seuipre que nio consentir nunca
que essa estrella brilhantese desprenda do
ajeo da sua patria. Ao mencionar de novo
a necessidade da guerra, disse que os li-
Ihos da Couiederacfio deviam mar.har sjr
lenciosos como nobres paladinos ao com-
bale, delxando aobomem providencial que
nos dirige, ao general Rosas, o direito de
arrancar eom suas mos s mascara indig-
na eom que o Brasil encobre suas vistas,
e de stirar-lbe cara eom o seu bracu ro-
busto a luva que nio ae altreve a mos-
Irar-nos.
Mencionou os preparativos que faz o
contra nos, e entre elles referi os
ltimos dado* que se tinharn reeebido de
tef saludo do Itio-de-Janeiro una esqua-
1ra de nove vasos jde goerra conduzn-
que nada pode justificar perante o decoro e
dignidad?, que entre si devem observar as
nacoes, que se dizeu civilisadas, percorre-
ram na noiie do dia 4 s ras de Bunnos-
Ayres alguos baodos de enthusiastas, sendo
i casa do nosso cnsul um ponto de parada
para os mesmos. O Sr. Moura revestido de
coragem mandou abrir a porta da sua rasa
o car a bandeira brasileira. De. os da con-
cluido o insulto pelos morras que se de-
raro ao governo do lira si I, e de se terem re-
tira lo os rdante,'o Sr. Soulltern, agente
do governo iiiglez, olfereceu a sua protec-
co ao nosso cnsul, que dignamente a re-
cusou.
Apezarde lulo quanlo ha de inslito nes-
se procedmento dos devotados de llosas du-
vida o Diario do Rio, que o governo de Bue-
nos-Ayres tvesse nelle parte algums ; nos
porm, que sabemos muito bem e por ex-
periencia propria, como se fazem estas co>-
sas,julgamo-lo res;^iosavel por tantas af-
irontas.
Noda i2dopassjclo parti de Monlev-
Jeo para Buenos-Ayres o brigui-escuna
brasileiro Eoio, e corria que la buscar o
no;socons>l.
Tinha caegado a MontevJeo no dia II do
jassado o vapor infiernan, levando a seu
bordo o general Cuido, e logo no dia se-
guinte psrlio para Buenos Ayres.
Dj Ro Crsnde do sul baviam noticias al
22 do passado, toda a provincia achava-se
em paz, o .-. espera ilo Sr. chefe de divisSn
Pedro Feraira de Olveira, que devia ser
eoiiduzidoparaali no vapor Paquete i Sul,
iue para esse lim chegra MontevJeo
a 12 do mesmo niez.
Deu roa caria particular escripia de S.
Paulo em 20 Jo passado e publicada no Jor-
nat do Commercio de 26 do mesmo mez,
consta que o recrulaneuto naquella pro-
vincia se acha va na maior aclivdade, o que
era atribuido a prohabilida le da guerra,
eom que estamos amoacados. A mesma
carta referia o success'j favoravel ao gover-
io na ellecao a que se proceder em Cori-
liba no dia 7 de setembr'o, tendo a opposi-
(,'flo abandonado o ca'npo, em consequen-
cia sem duvida dos alternados de 27 c 30 de
agosto, j referidos por este Diario ; de sor-
leque de 1,400 votantes apenas compare-
cern! 400.
Acha-se nomeado presidente da provin-
cia de Matto Grosso o Sr. captSo de fragata
Augusto Leverger.
O supremo tribunal de justr> em sessSo
de 15 do passado denegou a revista no pro-
cesso crime, em qua s9o parles, recorrente
o Dr. Fillippe Lopes Neto e seus companhei-
rosde infortunio, e recorrida a relac3o des-
la provincia. Presidio a sessSo oSr. con-
selheiro Pereirs Duarte, eesliveram presen-
tes os Srs. conselhciros Nabuco, Campos,
Pinto, Pecanha, l'erdigUo, Malheiros, Garca
de Almeida, Seqneira, Mello Mattos, Veigs,
Carneiro e Cornelio Franca, faltando os
Srs. Cirne, Verueke e Brrelo Pedroso; e
fui relator o Sr. Carneiro.
Tinharn silo nomeadns juizes de direilo
osjuizes municipaes Hermano Domingues
ioCouto, Rulino TheotonoS'gursdo, Jos
Inocencio de Campos e Antonio Augusto
Pereira da Cunha ; o prim-iro para a co-
marca de MaranhSo da provincia de Coyaz,
o segundo para a da Carolina da mesma
provincia, o tereciro para a de Cequilinho-
nia da provincia de Minas Geraes, e o qaar-
to para a comarca de Matto Grosso.
Tambem tinharn sido numeados varios
juizes municipaes, e outros reconduzidos
pelo lempo ds lei; sendo nicamente re-
movido o juiz de direito da comarca do Ca-
bo desla provincia Alfonso Arthur de Al-
meida e Albuquerque para a capital d i Para.
Tinha obtido ordem de soltura o Sr. Jua-
qiiiin Pinto da Fonceca, aecussdo corno
cmplice do crir.e de contraban lo de Afri-
canos, qae importara o hiale Itulha ; mas
fra-lhe intiinada a orJem do Sr. ebefe de
polica, para sahir do imperio dentro em 4
meses. Louvaows este acto de justa repro-
vacao da paite de-te agentado governo, e
oxal que elle se fosse tornando extensi-
vo lodos quanlos sSo reconhecidos como
uzeiros no trafico, uSo hesitando por um
torpe interesas comprometler as relacoes
amigaveis entre o Brasil e a Inglaterra, que
ambos se empenbam na extinccSo desse
odioso trafico.
,.1-elebrou-se na igreja do convento da Ajuda
(ns Rio) urna 111SS4 pela alma do fallecido con-
de de Neuilly ex-rai dos Franceses. SS. fM'
!!.s::i:l!r."" zz j,;cJo;g c >ueiuue
recordacao i e deteruiioam tomar luto po dous
metes.
Da tfahia nada vemos
cial mensao.
que merecesse espe-
Kis-aqui o ana tomos a accrescentar s
duas cartas do nosso correspondente de
Pars publicadas em o numero anterior des-
te Diario.
Um despacha telegraphieo de Hamburgo
de 30 de setembro prximo passado anuun-
cia 'que, tendo as 1 roan dn .Schelctwig-
Holstein avanzado no dia antecedente con-
tra os liinaiuarquezes, una accSo tivera
lugar, da qual reaultara ser a cidade de
l'unningen lomada e oceupada pelos pri-
meiros deaais de um combate que duran
duas horas. A cidada fortificada dat'rie-
dsricbstsdt foi tambem bombardeada desde
a manilas al a noite, mas ofio coostava
que se tvesse rendido. Va escaramuza ti-
vera igualmente lugar em Breekeadorf, po-
rm sem iteohum resultado.' O numero dea
Dmainaiquezos apresionados em loaaio-
geo he avallado em 117.
O governo diuamarqoez autorisou oeom-
sndanta em chefe do seu exerctoa ta>
ci i navegacBo oapMar a todo a ua-
vlos, se julgasse issnacessario para os


#u \ ... ....mmj*}
>9>
9

fins mllitiees porm tt ao prsenle se-
ment dos nivios de llolste:n he prohibida
a entrada no Ei^ar pela costa occidental ou
pelo canal.
As cmaras dinamarqueas approvaram a
suspensfiodos arligosda constiluig3o rela-
tivos liherdtde pessoa I, ao direito de fa-
71T reuniOes publicas o inviolabilidade de
correspondencia.' O governo por tanto a-
clia-se ai.torisado a prender quaesquer pes-
sc.s suspeitas de terem communicagSo
com o inimigo, e bem assim a assigtmr-llies
una residencia particular dehsixo da ins-
pecgfin da polica. Elle pode tambem ep-
preliender gazefas, abrir e deler as cartas
no correio a discrego.
O ministro dos negocios estrangeiros da
Prussia, o Sr. Von Schleinitz dera a sua da-
miss.lo e Tora substituido pelo Sr. Von Ra-
dowitz.
O governo pruuiano enviara tres despa-
chos ao bario de Thiele, embaizador da
l'i ii ssia na corle de llesse e ao governo hes-
sianoem Wlhelmsliad. Dous desses des-
pachos, o primeiro datado de 12 e o segun-
do de 21 de setembro prximo passado, s8o
assignados pelo conde de Brsndemburgo,
mas o terceiro datado de 36 do mesmo mez
he assignado pelo novo ministro dos nego-
cios estrangeiros, o bario de Radowitz. Os
primeirosdespachos diz o 7imt,ezpressam
o i ezar do governo prussiano por tor o elei-
tc.r de Hesse recorrido a medidas nSo tu-
tor i.-adat pela coostiluicAo doseupaiz, e
aconselliam-no a voltar com toda a brevi-
dade possivel estrada da legali'lade e da
jusliga. tiles declarara que a appellagSo
do eleilor para o conselho de Frankforl n3o
fde ter outio resultado mais que aug-
mentar as difllculdades de sua posicao ; que
a Prussia n&o |de recoohecer a compe-
tencia dessa conselho para dispr e decidir
dos negocios da Allemania ; que ella pro-
testa contra quaesquer medidas a que os
n:i-mtiios desse conselho possam recorrer
eni sua capacidade liciirii de urna dieta e
que S M.u re da l'russia reserva para si a
liberdade de tomar qualquer outra deci-
s3o que possa s.er requerida pelo dever que
elle deve Allemunha rm geral e ao seu
proprio pai: em particular.
Corra que oa menibros do conselho de
Frankforl tinham encarregado a Baviera de
tomar as primeiras medidas para urna in
tervengfio no llesse. Um ezercito de forja
consideravel vai portanto ser concentrado
as fronteiras.
Ujuiz do districto de Avola na Sicilia,
vendo que alguns navios de guerra ingie-
aes se aproximavam da costa, preparou va-
rias bandeiras tricolores afim de collocar-
se frente de um movimento popular; po-
rm, sendo isso descoberlo, ou denunciado,
elle foi preso e transportado para Palermo.
O povo vendo os navios ioglezes dingirem-
se para Castelvelrano, ao que foram obr-
gadoa pela violencia do lempo, e pensando
que iaai favorecer um movimento levaotou-
se, e gritando a fita a conitituicio! Uor-
ram os tyrannot a paz em fug Ja urna com-
panbia da guarngSo edesarmou oulra, mas
nSo obstante isso, o movimento foi sulTo-
cado, e urna commissao militar foi Hornea-
da para julgar os cabegas.
O Statuto de Flor-enea de 21 de setembro
diz que urna commissSo especial fra no-
meada em Roma para considerar aquestSo
piemonteza. Esta commissfio he composta
dos car leaes Antonelli, Lambruschini e
Vizzardelli, do Moosenhor Santucci e dos co-
negos Fioravante e Pacillco.
Correspondencia.
Sr. redactor. Muito lempo que adimiro
ver Manoel Antonio de Azevedo, passeiar
solt as ras desta cidade, alardeando de
rico e de valente ; e ao passo que eu suppu-
4iha que esse senhor havia sido absolviJo
pelo jury, pelo crine de robo porque esla-
va processado ; relirava tal ideia porque
nao considero haver em Pernambuco ne-
nhoaa cidadfio, que revestido do honroso
carga de juiz, proslitua seu juramento, ab-
solvehdo a um homem, contra o qual exis-
ten! Netos, que cada um de per si basta
para autorisar a condem iiac.no de seu autor;
mas quando se tivesse dado tal absolvgBo,
existia no jury aa autoridades competentes
a qoem cumpria appellar para o tribunal da
relacSo, que sendo como he composto de
jurisconsultos distinclos, por sem duvida
mandaran) submeller esse reo de polica a
novo julgamento, aonde precisamente rece-
beria o castigo de que he carece Jor.
No meio porm de muitas reflexoes a
respeito, deparei bontem com um artigo un-
presso neste jornal, que demonstrou-me
claramente que esse facanhudo Manoel An-
tonio de Azevedo esta a O aneado, e vai a ser
julgado na presente sessSo do jury.
Ora he claro que se os factos apresentadoi
liontem, nSo fossem exatos, o famigerado
Azevedo, tratara de os contestar, e mesmo
- chamara a responsabilidad?; o autor aquel-
la artigo por assim convir a sua causa ; mas
porque nSo rumpre elle com este dever que
u sociedade Ihe impoe, e a lei Ihe faculta *
He poique conscio de suas nialversagOesnlo
quer dar lugar a um desenvolvimento de
provas, que so escapara ao castigo fugindo
daiju, Ciii ja tugi i agrniu ili/eiii ) iic
Lisboa para a Hespanha, por cr i mes de robo
e assassinato. He ns verdade urna das cou-
sas que ao primeiro golpe de vista parece
difcil de julge-la; mas o homem prespicaz
e concencioso que preatar-lhe a devida at-
tenefio ver claramente que he faclimo o
seu julgamento, por se achar plenamente
provado o faci pelo qual he ecusado, lau-
to mais quando existem precedentes que he
preciso aprecia-lo, e mesmo o olhar sinis-
tro e manhoio desse homem indica as suas
criminalidades; eentfio qualquer decalo
que nSo for condemnandu-o he injusta, e
menos digna de juizes oncenciosos e I-
luslrados. E havera anda quem deposite
conftanca nesae homem f Cre que nSo :
porqoasfio tantos os seus setos ie provados,
que a noticia delles j snda alm do Cairo,
Eu aa qualidadedejuiz s dara o meu voto
a favor desse reo revestindo-me primeiro
de todas as consideraces v3as, que aca-
nkam somanta' as peasoas daspreaiveis,
mesmo assim anda vscilavs, porque lem-
brar-me-hia, que esse homem ha inteira-
mente desacreditador, e dira de roim o que
consta que elle dissera do subdelegado, que
osbsaivscs de uat-^ocesso exime, que em
lugar de ser grato, ler comprado aten -
lenca.
lllm. Sr.-- Accuso reoebido oficio da V.
S. com a data de 25 do crrante, em que V.
S. solicita urna lista dos Africanos, que ha-
vendo sido importados como escravos, fo-
ram ltimamente declarados livres pelo
jury, com especficacSo das medidas adop-
tadas a respeito de cada um delles, eem-
pregadas para proteg-los em sua liber-
dade.
Empandada, como esta, esta presidencia,
em fazer que sejam fielmente bservsdas
as lesdo imperio, que reprimen) o traego
de escravos, applaudo todas as occasoe de
patentear os actos, que delta partem neste
sentido f e por tanto me apresso em remet-
ter-lhe a lists que pede dos Africanos, que
vindosdeoutros portos do imperio, foram
aqui aprehendidos, e ltimamente declara-
dos livres pelo jury, accresceotando que lo-
go depois de sua spprehensfio, foram entre-
gues aosestabelecimentos de orphflosede
cardade desta cidade, obrigandoso as res-
pectivas administrares por termo lavrado
parante o juii municipal da segunda vara
sustenta-los e trata-Ios com toda a humani-
dad*, a fazer entrega dolas, quando Ihes
fr ordenado por esta presidencia nos casos
previstos as instrucgOes de l9denovem-
bro de 1835.
Para maior esclarecimanto de V. S. exig
do respectivo juiz, e opportunamente Ihe
onviaei um copia dos termos de que teniio
fallado.
Daos guarde a V. S. Palacio do governo
delVrnamhuco.em 28 de outubro de 1850.
Joie Iltlefonto d$ Soma Ramoi. Sr. Hy
Christophers, vice-eonsul de S. M, Britan-
nica nesta cidade.
RelacSo do* A/r/canoi a que te refere o oflirto
do Exm. Sr. prndente datado de hoje.
1 Rodrigo, Nag.
2 Serimetro, dito.
3 Joanna, dito.
4 Juvila, dito.
5 Rachel, dito.
6 Felicidade, dito.
8 Tito, dito.
9 Meaia, dito.
Secretaria do governo da provinca de Per-
nambuco, 28 de outubro de I850.--O secre-
tario interino da provincia, Antoxio fran-
cisco Pereira de Carvalh.
Prometi voltar*iprello, entretanto ro- refinadores he pequeo e o supprimentotor-
dimnuto. Teve lugar um sdian*
go a Vmc. a inseretto dessas linhas.
Itecife, 14 de novembro de 1850.
O homem honesto.
TblicaQes pedido.
Senlenca que obliveram Antonio Fabiio de
Mendonca e sua mulher, contra EstevBo ot
l'aes Brrelo e sua mulher.
AccordSo em relacSo, etc. Que menos
bem julgsdo foi pelo juiz s quoem sua sen-
lenca a folhas, deque se interpozera a ap-
pellacSo folhas 53 verso; reforman) a mes-
masen tenca por julgar, comojulgam im-
procedente a acclo intentada i vista dos
autos e disposicOes de direito. Porquanto
sendo permettido pelo al vara de 27 de no-
vembro do 1804, 10 aos administradores
dos vnculos e morgados fazer aforamentos
de trras com desgeras sem dependencia
de approvacSo regia para a sua validade, e
pelos paragraphos 2e 3 do airar de II de
abril de 1815, sendo facultado o aforamen-
to de trras incultas sem limilac3n das gei-
rasdos terrenos, sem que igualmente se
cominasse nullidade, senSo Tosse confirma-
do pela mesa do paco ; mostrando-se a fo-
lias 9 e lo I has 12 que o afora ment fra
feilo pelo emphyteuticante com consenti-
nientn do administrador do morgaJodo Ca-
bo, quejlioha emphyteuticado o mesmo
terreno, cornos v pela escriptura a folhas
12 verso desde 1830, n lo se pode julgar nul-
la a mesma escriptura de cessSo feila com
permissSo do lnado administrador pelo
simples pretexto de declarar-se a clausula
de confirmacSo imperial; poit que pela ex-
tincc,3o da mesa do pa;o pela le de 22 de
setembro de 1828 nenhum; auloridade
passou esta atlribuifao, e mesmo por que
sendo tolerado e approva lo o contrato de
subemphleuse do sitio pertencente ao mor-
Kado atea data da le de 6 de outubro de
1835, explicado pelo aviso de ti de marco de
18(4, por esta le, segundo a doutrina do
mencionado aviso neniuma necessidade ha
Je licenca imperial, a n3o serem os bens,
que si ifbram de capellas, confrarias, hos-
pitaese estabelecimentos pios, anda con-
servados como vnculos pelo 3." da mes-
ma lei, e para cujo aforamento se exigiam
certas e indspensaveis formalidades pela
ordeaac,3o livro primeiro, titulo 62, para-
graphos 45 e 46.e alvar de 7 de fevereiro
le 1772, visto cfkno os bens dos montados
sSo allodiaes desembaracados para serem
transmittidos aos legtimos administrado-
res, alias herdeiros dos legtimos adminis-
tradores, aos quaes smente vedando a le
citada a alienscSn por escriptura, ou testa-
mento, nSo prohibi com ludo o tforamen-
to, que quando fosse considerado um onus
ou encargo, e n3o urna consolidado do
dominio, e nSo se pode com ludo chamar
alienaeSo. Portanto vala do expendido
digo vista do ponderado a do mais que
dos autos consta a disposicOes de direito
com que se conformam.eosM tafo toem os
nr.(!;.Jo2 r.rnlldn II !! inlannHr, rcfr.T-
mando,como reformado team a senlenca ap-
pellada, julgam improcedente o libello fo-
lhas 7 e condemoam os metmos as custas
Recife, 12 de setembro de 1850.ksecedo,
presidente. Sousa Ramos.Hebello.Lu-
na Freir, vencido. Foi voto vencedor o
Sr. desambargador Teles. Soma.
nou-se-------------- ----------<.--
tamenfo no prego, parece sustentar-se. Ho-
jo o mercado fechou-se mui firma dopois
da transacSo de muitos negocios. O grande
aliaiitamentoqaetevelugaraserasnapsssa-
la no prego do caf nativo de Caylon n3o se
s oslen ton, o o prego de hoje he53s. As demais
surtes de caf tiuham tambem declinado
nos prego porm os mercados continentes
tornaram-sa bons, e sustentaram-so com
milita lirmesa. As vendas de tlgodSo du-
rante esta semana, orcam -por 3,500 saccas,
e bons pregos .se alcangaram. apois de
alguns instantes houve um mclhoramento
de 1|8 d. por librt.
RIO-DE-JANE1HO.
cambios No da 2 di Novuiaao.
Cambios sobre Londres .
a Lisboa ,
I Pars .
Hamburgo
Metaes. Oncas heapanhlaa
. da patria. 3000 a 30/100
Pecas de 6/400, velhas. HB800
. Moidas de 4/000. 9/000 a 8|200
Peaos beapanhes
da patria .
ii PatacSea .
Apollcea de 8 por cenlo
provinciaea
1/900
T
84
(Jornal do Commrei.)
UAHIA.
CAMaiea no da 0 di novekbio. *
Londres........
Paria.........
Hamburgo.......
Lisboa e Pcrto.....
hitis. Oncas hesp'auhlai.
mexicanas .
Pecas de 6/400 ,..-,,
novas .......
Modas de 4/000.....
PjtacSes brasileiros. .
hespaobes .
c mexicanos. .
28 ljl
343
635
100 p.c.
30/500 a 31/000
301000 a 30/500
. 16/200 a 16/400
. 167000 a 16/fOO
. 9/000 a 9/200
. 1/900 a 1/980
. 1/960 al
1/940 a 1
(Jftreanli'l.)

Movimento do porto.
Navios entrados ao da 15.
Rio de Janeiro --12 diat e de Macei 12 ho-
ras, paquete de vtpor Pritamsi*M* 940 toneladas, commandante JoSo Henri-
que Otlen, equipagem 30. Passagairos:
para etta provincit, o Exm. commandan-
te das armas coronel Jos Vicente de A-
morim Bezerra, o alfares Jofio de Amorim
Bezerracom 1 cimtrada, o Dr. Zeferino
Justino da Silva Meirelles com 1 escravo,
0 segundo lente do segundo batalhao
deartilbaria Josde Siqueira Lima, Jos
Msrtins Gomes, Jos Domingos Pereirs de
Mallos, Augusto Carlos da Silva Santos,
Jos Evaristo da Cruz Goveia, Bernardo
Jos AlTunso, Miguel da Costa Dourado,
Theotonio Cerqueira Csrvalbo ; o Chille-
no, L. Pn. Crocco, o capilBo do Segundo
batalhSo de cagadores Fernando Antonio
Rozauro, 1 desertor, Zelio Procopio do
Reg, Jos Joaquim Vieira Pexoto, Ma-
noel Hypolito da Costa, Manoel Andr de
Souza e 3 escravos, JoSo Jos de Miranda,
Francisco Jos da Costs Madeiros, oPor-
tuguez Antonio Jos Duarte da Silva Bra-
ga, 1 segundo cadete, 25 praess de pret,
1 preso de polica, escravos a entregar
e 8 ex-soldados : para o norte, o alferes
Joil-1 Paulo de Miranda e sua sen hora. An-
gelo Francisco de Mendonga, Jos Paes de
Souza ; o Portuguez, Fr. Antonio do Bom
Successo; o Italiano, padre mestre Fr.
Theodoro Testa de Santa Mara ; o Ingles,
John Wilham Ttudart, 1 ex-solJsdo e s
mulheres
Ass 8dias, brigue nacional Paquete de
Pernambue*, espitao Alexandre Jos Al-
ves, carga sal. Seguio para Santos pelo
Ro de Janeiro.
Parahiba 14horas, hiate nacional Para-
kibano, de 36 toneladas, mestre Nicolao
Francisco ds Costa, equipagam *, carga
loros de mangue e 30 saceos com assu-
car ; ao mesmo mestre. Passsgeiro, o
Portuguei francisco do Reg Pontea.
Philadelphia --46 diat, brigue-escuna Ge-
neral-Worth, de 188 toneladas, capitao J
Rackleff, equipagem 7, earga Tartana e
mais gneros ; i Matheus Austin & Com
panhia. <\
Vodios sakidos na mesmo afta.
Amstordam pela Uahia Galeota twUtnde-
za ipiuno, mestre S. W. de Boer, carga
couros e ponas de boi.
Acarac Hiale nacional \guia Rraiileira,
mestre Francisco Jos ds Silvs Ralis, car-
ga varios ganaros. Passsgairos, os Brasi-
leiros Francisco Lauriano Figuaira de
Mello, Jerooymo Macario Figueira de Mel-
lo, Antonio Tbom Rodrigues e Joaquim
Tiiumc Rodrigues
Natif sabido no mesmo Oes.
Seguio para os portos do su I o psquete
inglez I-innet, commandante o lenenl
James.
COM3lC.
v.
ALFANDEGA.
Iteedssento do da 15.....6:904,213
Deiearreja hoje 16 de novembro.
Barca Sword-tish mercadoriat.
CONSULADO GEKAL.
Rendimento do da 15. .... 461,364
RECEBEOOR1A DE RENDAS GEHAES
INTERNAS.
Rendimento do dial 5......538,072
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 15......876,46
NOTICIAS cfotMEKCIES.
Lffudtu, i di bulubro S 1850.
O prego do atsucsr linda subido 6 dinhei-
ros por quintal. O depotto nat mSos dos
l)eclara;0C8.
JIJI/.O DOS FEITQS DA FAZENDA.
Ns tarde do da 19 do correnta, a torta do
lllm. Sr. Dr. juiz dos feitos da fazeuda, vam
a praga para serem arrematados os bens se-
guintes:
O trreeiro andar da casa da rna do Livra-
mento n., pinhorado aos herdeiros de Jos
Mauricio de Olivelrt Mtciel.tvaliado de ren-
da annualem 254),uOO rs; diversos objectos
de Ioja de charutos, pinhorados a Joo Pe-
reira da Sa Viamta, e avahados em 9,500
rit; orna escrava, pinha/adt t Jos da
Costa Albuquerque, e avallada em 400,000
ris ; um sitio coto duas casas a excellentes
commqdos, no logar do Caldeireiro. pinho-
rado coronel Francisco Jacintbo Pereira,
e artWdo em 14*00,000 ris: a renda de
ums cas* de dousafet,re n* ru do Jardiro,
avahada em IS^swrit annual, a perten-
cente a berenga Jacente do abentestado,
Fre Caetano de Santa Engracia de Jess
Muniz, licando o arrematante obrigado a
fazer os concertos de que a casa precisa,
cujo importe sera descontado as rendas,
provsds plenamente a veracidade da despe-
ja ; a melade da renda annual da cata a.
12 na ra das Cruzas, avallada em 72,
ria, e pinhorada tos herdeiros de JoSo
Silva Santos.
Para pagamento da fazenda, foram pi
nhorados os bens suprs mencionados ; ot
pertendenle dirijam-se ao porteiro do jui-
zo, para melhormente serem informado*
Pela SQbdclogacia ue San-Jos tieai*
cidade foi appreheadido um pequeo relo-
gio depsretle, com falta dos ponteiros, i um
prato que o andava vendendo pela quantia
te 160 rs.: quem for seu legitimo dono,
orocure-o na mesma subdelegacia, que,
dando ot signaes eartos, Ihe ser entregue.
Cartas seguras, vindas ltimamente do
sal, para os Srs. Affongo Arthur de Almeida
e Albuquerque, Antonio Jos Duarte Jnior,
Claudino Jos Barboza Araujo, Jofio da Cu-
nta MagalhSes, Jos Verissimo dos Anjos,
Manoel Joaquim Barrse Silva, Porfirio [da
Cuaba Moreira Aires e Viuva Vieira &
Pililos.
As malas que devem con-
dtair o vapor Pernambucana
pan os portos do norte prin-
elpani-se a fechar hoje (16)
ao ineo-dia, e recebe-se correspondencias
com o porte dupfo at urna bora da tarde
Thealro A Santa-Isabel.
.' RECITA DA ASSIGNATURA.
B*H, 1 aV novembro de 1850.
A companhia naciontl representar (
excedente drama em 3 actos
D. MARA DE ALENCaSTRO.
Terminar o espectculo com i nova t
bella comedia em um acto
l.iiilllii Iravessa.
Apezsr de se nfio achar anda de todo
restabelecido o artiata G. F. de Oliveira, fa-
r comtudo o sacrificio de ir acea para
n3o privar por mais lempo o publico do ni-
co e honesto direrlimento que bt nesta bel-
la cidade.
Comecar is 8 horas.
Ot bilhetes acham-se venda no logar do
coalume.
piur
idoW;
Avisos martimos.
Pura o Porto.
O brigue portuguez Maa felit, capillo
l.ourenco Keniandes do Csrmo : quem no
mesmo quzer carrogar ou ir de passagem,
lirija-se ao dito capitao ns praga, ou ao
onsigoatario Antonio Joaquim de Souza
Ribeiro.
Para a Baha sabe em poucos das o
bem conhecido hiate San-lodo : para carga
e passsgeiros trsta-se com Antonio Jos Fer-
nandas de Carvalbo, na rut de Amorim nu-
mero 36.
Para Losnda com esctlt por Benguellt
o brigue portuguez Oriente pretende seguir
com a maior brevidade possivel, por ler o
seu carregsmenlo completo, apenas recebe
alguma carga miuda e passsgeiros, para o
que offerece os melhores commodos : trata-
se cot os consignatarios T. de Aquino Fon-f
secs i Filho, nt rus do Vigarlo n. 19, pri-
meiro andar, ou com o capitao na praga
Pare o Ac'y *be com toda a bre-
vidade o hiale Anglica, por ter j parte da
carga promptt: para o restante e passsgei
ros, trata-te com Antonio Jotquim Seve na
ra da Cadelt do Recife n. 49, ou com o mes-
tre Jos Joaquim Al ves ds Silva, no trapiche
do algodfio.
Para o Rio de Janeiro
sabe com brevidade o patacho nacional Li-
vramento, capitao Francisco Jos Ratea J-
nior : recebe carga a escravos a frete : q.iem
((linar embarcar, falle com o dito capillo,
ou com Manoel Ignacio de Olivelra, na praga
Jo Commercio, n. 6.
Para o Rio de Janeiro
sane, nestes 3 diss, o brigue nacional Valle:
recebe passsgeiros e esersvos a frete : quom
pretender, falle com o ca pililo Aa praga, ou
com Manoel Ignacio de Oliveirs, ns praga
do Commercio, n. 6.
Para o Rio de Janeiro sabe em poucos
das o pataxo nacional Cmrioso, capitao Ma-
noel Rodrigues Faneca, por se achar parte
la carga engajada, para o restsnle e pss-
ssgeiros trata-se com o consignatario l.uiz
Jote de S Araujo na ra da Cruz n. 33.
ParaoCearA.
O hiate Ligeiro, por j ter parle de seu
carregsmenlo engajado, para o resto a pas-
ssgeiros : trata-se na ra do Vigano n. 5.
. Para o Cear.
Bspera-se com toda a brevidade de Lis-
boa com destino so Cesr, o brigue nacio-
nal Empresa, forrado a encsvilbsdo de co-
bre e de superior mareba; demorar-se-hs
squi 12 diss, e recebar csrgs e passsgei-
ros .- trata-te nt ra da Cadeia do Recife n
17, tegundo indar.
Para Lisboa o brigue portuguez Conetigad
de Si aria, pretende seguir por todo o mez
de novembro, por ler s maior parla da car-
ga prompta, quem no mesmo qnizer carre-
gar ou ir de passagem, dinjs-se aos seus
consignatarios Tbomaz de Aquino Pontees
& Filho, rus do Vigario n. 19, primeiro
andar, ou ao capillo, na praga
Leiles.
-- Kalkmann IrmSot farfio lelflo, por in-
tervengSo do corretor Oliveirs, de grande
sortimento da fazendas de seds, )8a, linbo
e de algodo as mais proprias da estsglo :
segunda-feira, 18 do corrnte, s 10 horas
da mantisa, no seu armszem, ra da Cruz.
-- Ridgway Jamieson & Companhia farfio
leilfio, por intervngalo do corretor Oliveira,
ue variedad < fazendas ingiezas, para fe-
char conlas : terga-feira, 19 do crrante, s
10 horas da manhaa, no seu srmszem, rus
do Trapiche-Novo.
O coirelor Oliveira far leilfio, por au-
tor isaglo do lllm. Sr. juiz de orphfios, e a
requerimento do tutor dos orphfios filhos
do finado Jos Hamos de Oliveira, de toda
a mobilia e mais trem da casa desta; quar-
la-feira, 20 do corrnte, s 10 horas da ma-
ntisa em ponto, no Aterro da Boa-Vit, Ca-
ta a. 15.
Avisos diversos.
I'recisa-se de urna ama : na ra do Ran-
gel n. 25.
>- Jofio Soares da Fonseca Velloso parti-
cipa a quem inleresssr, ue se acha nomeai
o escrivSo interino da subdelegacia de S
os desta cidade, e resida, na rus do Padre
Florisnno, casa n. 33.
--Nara deSanta-Therexa n.21, apromfe
tara-se com toda perfegflo comidas para
qualquer osea particular, conforme o ajuste.
- Clara Maria de Moutsi embarca para o
Ah seu filho menor da nome Antonio o sua i
erara orioula de nome Joaquins,
Attcngo.
A mesa regadora ds irmandade do Senbor
Bom Jess das Chsgas, convida a todas ss
pessoasquese julgarem credora da mesma
do da 15 de jufho de 1849 at 11 de agosto
de 1850,queiram compsrecer domingo 17 do
corrnte ss 10 horas da mantilla.
IMlio extraordinario a quem mais dr.
O redactor da Marmoto, tendo de ae reti-
rar no primeiro vapor para osul, venda em
leilfio todos os seus trastes, lougas e bsga-
gens, constado ds lisia saguinta: 2propne-
dsdes de casas abarracadas, na rus d'Agoas-
Verde, com quintaos grandes e plantados
nos fundos ; 1 negra de 50 annos avallada
em 80,000 rs. por ter um olho fursdo, e ser
Kiuebrsda da virilha ; 1 spsrelho de porce-
ana dourado, avahado em 9,000 rs. ; 7 ca-
misas de bseta vermelha, e 3 suspensorios
de borraxa; 1 banheiro de brome a 1 ce-
rings ; 6duilss de caroulas de cambraia em
bom uso ; I livraria completa de todot ot
autorea novoa e vetaos incluindo o paator
e s ovelha e as poesas de Antonio
guet; t estojo de homoapatnis com i
ptente livro que ensilla a usar dss i
9 armagOes de chapeo da tol com arcos da
junco; 6 pares de castigaos de prata com
lamparina de machina ; 1 llanta de tarta-
ruga apparelhtela de onro; 1 violfio de car-
liga com tanteo >sola ; 80 eeluVt do vi-
nho Bordaux avallado a 50,000 a garrafa ;
1 oceulo de ver ao longe, a globos geogra-
phlcos; a oulro muitoa objaeloa .ue ap-
parecerSo na occasilo de te arrematar.
Principiar t 10 Doras em ponto.
O Sr. Joaquim Jos Ferraira da Rocha,
nfio he competente para aluger at oasat do
patrimonio da irmandade das almas, erecta
na igreja Matriz de Santo Antonia, a simo
respectivo thesoureiro ou quem suas vezas
(izer, por ser o nico encarregsdo da recei-
ta e despaza a por ter sob aus guarda lo-
dos os bens ds irmandade t tisis do cap.
3. do compromisso. Aa atlrbuicoet do Sr.
flecha sfio bam differentes cono te podar
ver no csp. 5 do mesmo compromisso que
trsts dos procurados. Elle poder*, tomen-
te procurar Inquilinar para as cssea, e ar-
recadar os alaguis se para isso for anlorl-
sado pelo thesoureiro, ou quem suss vezas
fizar. Ficassim respondido o annuocodo
mesmo Sr. Rochs. O thetouaeiro booSr.
Joaquim Innocencio Comea, equem presen-
temente fsz suss vezes he
Bernardina de SetnaeSilva.
Avisa-se ao Sr. Antonio Rodrigues de Oli-
veira, como administrador de sos mulher
Paula CorrAa da Silva legataria da sua ei-
Sra. a fallecida D Lourenga Corres que mu-
nido ds competente eertdfio, v qnsnto an-
tes, receber do testamenteiro Manoel da
Silva Neves o importe do seu legado dedii-
zido o sello nscionsl, que por lie foi pago.
Quem tiver urna letra de quatro centos e
tantos mil rs. acceila pelo Sr. Alexandre
Correa de Castro, e endossada pelo Sr. An-
tonio de Araujo e Albuquerque -. dirija-se
rus da Madre-de-Daa* o. 36, para receber
seu importa.
O Sr. Francisco Xavier Flix da Lima
tem urna carta, vinda da villa Ouricury, em '
poder de Jos Thomsz Cavaleaali Pesaos,
ds Magdslens, ou snnuncie sua morada.
Precisa-se de ums ama para o servieo
de ums csss de familia : na rna de. Horta,
o. 54, esas terrea ns esquina que volts pa-
rta de s.-Thnraia. Na meim naaa. aw dSn
bolos de vendsgem a pretas que sejm Deis:
tambem se spromptam bandejas de eiicom-
menda.
O abaixo assignado, morador as Cin-
co-Ponlss, n. 4, nfio obstante fazer.o seu
sjuste a rolo fechado, com toda e qualquer
pessoa que Ihe empenha objectos vocal-
mente, ou com pspel comtudo, para que
ninguem posss allegar ignorancia, que des-
tes ha muitos, faz publico a todas as pes-
soss que tiverem objectos em seu poder, se-
ja qual fr o trato e qualidade do objecto,
'bajura dos resgatar no prato de 30 das,
contados ds dsts desie (16 do eorrento); ;
do contrario, o abaixo assignado pasas a
vende-los psrs seu pagamento, isto muito
constrangido, poriue s ot pode vender
por menos de seu valor e sem feillo, e des-
ta forma mais servem para seus dnnos,.do
que para o absixo assigna lo, o que faz pu-
blico pelo presente para a ana recalva.--*fa-
noel Joaquim Pinto Machada GuimarHes.
Hoje saha o primeiro numero do Artis-
ta Rrasileiro, peridico poltico, liberal o
social, escripto por um artista hrasileiro. A
lei tura deste peridico deve agradar a todos
os Brasileiros, especialmente sos artistas.
Vende-te s 40 rs. cada exemplar, ns lypo-
grapbla da Voz do Brasil; ns ra estrella,
do Roisrio, n 31; ns travetsa do Padre, n-
9 ; e no Alerro-da-Bos-Vitta, n. 74.
O Sr. Antonio Maximiano da Cotia qua-
ra aparecer neata typographia, a negocio
que Ihe diz respailo.
Precisa-sede um pequeo bespanhol,
ou portuguez, de 19 l 14 annos, para criado
de urna casa de pouca familia, e que d fia-
dor ana conducta : na ma dss Trincbeiras,
sobrado n. 19, a qualquer nota. ..
Precisa-se de uros ama pars casa de um
horneas tolteiro : no pateo de S.-Pedro, n.
10, segundo.andar.
--Desappareceudopateode SJedro, a.
10, tegundo andar, urna mnlatMe nome
Luits.de 94 s 25 annos, baila, cor bem
clara, dente* podre*; laven tala e manto
preto ; desconna-se esiar occuiu em ai-
gama casa : quem apegar leve-a ao pateo
doS-Pedrq,n. 10, segundo andar, que ae-
ra recompensado.
A pessoa que annunciou, no dia II do
corrnte, precisar lugar um molaqua paro
o servieo de urna casa inglaza, dirija-se *
ra ds Cruz, no Recife, n 6, armszem.
OSr. Jos Josquim Ferreire, arrema-
tante de ama da* casat da rbeirt de S.-Jo-
t, queira dingir-se praea di Indepeoden-
Cia, ns. 6 e 8, qoe sa Iba daaeia faltar.
Antonio Al ves Barbota fsz acianto a
quem convier, quedasdejunho do cartate
anno, deixou de ser caixeiro da osea tora-
meroial dos Srs. Jobnsloa Potar & C., e sjue
contina como at aqui a negociar ao atu
esta beleoi ment de arroazem de sssocor sb
a firma de Barbota 4 Oliveira.
Eugomma-sa roupa, tanto da btaatm
como de tenbort, coa toda a aarfalelo, a
por prego commodo t na ra de S.-Then
ta.'U. 2.

Quem preciaar de uta canno da cobra
osado para padaria, refinagfio oa outra
qualquer fabrica, procura na fandiego do*
3r. KssquiU OUi, us ss saJsri per
commodo prego : a tratar aa rut 4* Ctdsit
numero 93.


f
^M
Preci.a-sc de ama ama para urna casa
de pouca familia, a qual si iba engommar e
fazer o mais servigo : om Fra-de-Pdrtas,
ra do Pilar, n. 72, segundo andar.
Precisa-ae singar um moleque, ou pre-
to para o servido de urna cata de pouca fa-
milia : na roa da Cruz, n. 48, armazem.
Quem annnnciou querer alugar ou
coroprir oma cadeir* de arruar, sendo quei-
ra comprar, dirija-so so pateo do Carmo,
n. 9, sobrado novo.
Mmela Medina, subdita oriental, re-
tira-ge para oRio Grande do svi.
Arrenda-se um sitio com excellente
cssa, noqual pde-se ter6a 8 vaccas de lei-
te por ter bastante terreno, no lugar da
Magdalena, estrada queai para o Loccaa :
as pessoas que o pretenderen!, dirijam-se ao
mesmo logar, a fallar com JoSo Anaatacio
Camello Pesaos Jnior.
--Aluga-seum pequeo sitio com casa,
cacimba, arvoredos e banho, na povoagfio
de Apipucos, proprio para se passar a fes-
ta on por anno : a tratar com Marcelilno Jo-
s LfJMS. na ra da Alegra n. 34.
Mea-sede tim esxeiro para um de-
posloo* raldeireiro : ua ra Nova 0.97 a
tratar no mesmo.
OSr. JoSo Evangelista Bello tem urna
carta na ra do Vigario, n. 7.
Jregocia-se tima lettra do Sr. Dr. An-
tonio Joaquim de Figueiredo Saabra, da
-quanlia de 82.480 ra. vencida em outubro
de 1817 : na ra Nova, n (8.
Faz-so publico que o sobrado n. 94 aito
na roa do Rangel, pertencenle a irnandade
das almas, erecta na igreja matriz de 8. An-
tonio, s pode ser alugado pelo abaixo as-
signado, como procurador da referida ir-
mandado, a nfio por outro qoalquer indi-
viduo, como pretende-ae fazar.
loaquim Jott Firreira Ja Rocha.
Jos Concalves da Silva vai ao llio-de-
Janelro.
Na na Direita, n. 78, precisa-so de
urna ama de leite, para acabar de criar um
menino.
Aluga-se um ou dona pretos, fiis e
diligantes, para venderem agoa em carro-
sas : quem tiver annuncio.
Precisa-se alugar um escravo ou es-
crava para o servigo de urna casa da pouca
familia, sendo que seja cozinheira: na ra
da Cruz, no liecife, n. 69.
.4 ttencao.
Perdeu-se, no dia 13 do correle, desde a
ra da Cadela de Santo Antonio al a do
Creipo um annel de cabello eocastoado em
curo, com a firma de M. R. L. ; este annel
tem nns cabellos brancos : roga-se a quem
o achon a quizer restituir de o levar na ra
da Cadela de Santo Antonio n. 9, casa da
Viuva Cunha Cuimarflea, que ser bem re-
compensado.
A Sra. viuva oo herdeiros de um logis-
taque leve lojaa de fazendas, e que tem
urna lettra aceita por Pedro Alexandre, que
morou no Altlnho, annuncie sua morada,
ou dirija-so 4 ra Direita, venda n. 93, a
tratar de certo negocio de sena intereases.
-- Alugam-se og segundo e terceiro anda-
res da casa da roa do Amorim n. 46 : a tra-
tar na ra da Cadela n. 18.
-- O corretor Oliveira aluga, pelo tempo
da festa ou at o flm de selei'bro do anno
rximo, agua grande caga de campo, sita
povoagJo do Poco da Panella, a qual tem
os melliorea commodoa para qualquer f-
milt. por Bafnero<{u aj, no quintal,
plantado dr arvoredos, tem cacimba com
muito boa agoa, a respectiva bomba, um p-
timo banheiro de pedra (nfio obstante es-
tara casa porto do rioj.cocbeire e estri-
bara eepecosas .-os pretendentes dirijaai-
so ao ajeamo para o arrendamenlo, e ao Sr.
J. O. Carneiro lionteiro, na dita povoagfio,
para Ihas fornecer as chaves para o eiaine.
A mobilia existente na dita caaa, o instru-
teentos proprlos para sitio lambom podem
fazer parle do arrendamento.
Paulo Caumont retira-se para o Rio de
Janeiro com aua familia, ,umi mulher, tres
lillios e urna criada.
Traapsssa-ge as chaves da toja dedou-
radoroom muilo boa ar maguo; na ra No-
ra n.'St
Mara Joaquina Vianna autorisou ao aeu
ilhd Jos Pinta Vianna para receber os sin-
guis de sua caga, Picando cassado todos os
poderes anteriores a este.
Antonio Joaquim Vidal & Companhia
mudanmo sen eslabelecimentoda ra do
Amorim para a roa da Cadeia n. 93, onde
ge acha gyrando debaixo da Arma de Anto-
nio da Costa Ferreira Estrella.
--No primeiro andar do sobrade n. 9 da
travessa das Cruces, sprompiem-se bande-
jas de bolinbos da todaaas qualidadea, pu-
dins, pastis de nata, pfio-de-l, pipos de
aojos, teme io, crome queimado : tembem
se fazem presuntoa da fiambre com ovos e
sem elles, jantares, pers cbeios, gallinhas,
impadas, fiegideiras; ludo por prego mus
comaiodu possivel.
No dia 18 do correte, ge ha de arre-
matar de renda trienal a propriedade da
ra da Praia denominada Trapiche do
Damos que cootein oito armazens na
frente, um grande noa fundos, e dous guin-
daste* : ludo avaliado por 3:000,000 de rs
gnnualmente: he a ultima praca.
O prafassor de grammatica latina da
fregueziaTflS. Jos do Recife, abaixo as-
signado, d licOe da latim a portuguez pe-
lo tempo das ferias, em aua casa, ra Au-
kum, suurav n. aw A. Mouott Franeiicn
Cae/fe.
Lotera da matriz da Boa Vista.
O theaoureiro deata lotera faz seieote ao
reapeitaval publico que eoulina a pagar os
premios da mesma todoa os das atis, dea-
de as 10 horas da manhfia at a duas da
tarde, no aeu aacriptorio da ra da Cadeia
do Recife ti. 36.
Fugo do engenho Caiapa da freguezia
dafgaarasau, nn escravo de nome Mximo,
he cabra-negro, barbado, pri*io do corpo
olhos pequenoaefcrartcug, ralla manga: j
levou aurra na grade, tem 85 .nnos de ida-
de a representa os ps com algumaa racha-
durai; foi comprado neata praca a Ray-
muodoCarloa Leite, vindo da villa do Gra-
to, e fot captivo do Sr. Antonio Luiz Alves
Pequeo Jnior; suppe-se que dito escra-
vo tate ido para esseeaertes: roga-se por
lantaag autoridades poli oa as e maig capi-
Ue* d campo que o apprebeodam e levem-
uo ao meamo eugenho Caiape.ou neata paa-
Sem caga da Viuva l'ereira da Canoa, que
eompoogar. *
<3
de bexigaa, nariz chato o todo arrepanhado pectivos donos, cornear qaalquer genero
em roda que parece queimadura, cor um : te exportagfio, agenciar desrnntos de let-
pouco fula, pouca barba e he quebrado do tras, despachar navios, imito na allandega
urna das virilhas, levou camisa e ceroulag como noconsulado, iraduzir mi infestos, e
compridas dealgodfio eotrancado ; quem o finalmente toda e qualquer IransacgSo que
pegar leve-o a ra larga do Rozarlo n. 18,' aeja relativa ao referido lugar : c ludo medi-
que ser gratificado generosamente. ante ama mdica correlagem.
Aluga-se a casa terrea n. 38 na ra de Miguel Carneiro.
Glora da Boa-Vista, a qual tem no fundo' Luiz Epifanio Mauricio Waudcrley, quo
urna padaria : s tratar no Atierro da Boa- ha annos ge occupa em agencisr os negocios
Vista, na loja de fazendas de 4 portas de- de varios Sra. de engenho nesta praca, a-
fronle do Sr. JoSo Pinto de Lemos.
Os bilheles para a recita extraordinaria
de 16 do correte gerfio distribuidos noa
das 15 e 18 no sainado tbeatro.
A pessoa que tirou do correio urna car-
ta de Jos Francisco da Cruz, queira entre-
ga-la na Soledade n. 96, ou annuncie aua
morada para ser procurada.
Precisa-ae alugar urna morada de ca-
ga de um andar e solfio para grande fami-
lia, d-se preferencia a urna que lambem ao
Ihaa ceda aa lojaa, com tanto que tenha po-
ro com agoa, ou mesmo um segundo andar
tendo os commodog exigidos; ge porm o
propietario duvidar do inqulino offerece-
se as garantas que exigir : na ra da Sen-
zalla Nova n. 49.
Precisa-se de um mogo portuguez, que
seja robusto a esperto, para feitor de uro
engenho : quem pretender, dirija-ge i ra
da Cadeia Velha n. 19, armazem.
Agencia de pasaportes.
Tiram-ae passaportes para dentro e fora
do imperio com presteza e commodo prego :
na ra do Rangel n. 57
Precisa-se alugar urna prata que saiba
cozinhare comprar og respectivos arranjos,
dando-se-lhe de vestir, bom trato e pagn-
dole ao senlior 10,000 rs. mensaes : n
ra do Crespo, n. 6, loja que tem lampefio,
ou annuncie.
Na ra das Trincheiras, n. 96, ge dir
quem d dlnheiro a premio coro penhores,
hypothecaem casas terreas, e descontam-
se letiras de Grmas conhecidas, a que agra-
dar.
Precisa-se de costureiras : na caaa de
n.odag francezag, no Atecro-da-Boa-Vigla,
n. 1.
Precisa-se de urna ama de leite forra ou
captiva, que seja sadia : na ra Velha n. 109.
O Sr. Francisco Antonio da Silva, que
leve loja de louca na ruado Rangel, queira
mandar receber urna encommenda, na pra-
ga da Independencia ns. 6 e 8.
Mara Joaquina dos Santos, viuva de
JoSo Baptisla dos Santos, vende, ou arren-
da urna morada de casa terrea, no lugar do
Cachang, a melhor que naquelle lugar
existe, por licar ao p da ponte, coro Oquar-
tos, duas grandes salsa, corredor lavado,
quintal com algumas fruleiras, banho no
fundo : tambero se vende una casa na ra
do Padre-Florianno, n. 57: tudo por preco
commodo : na Cambo-do-Carmo, n. 33.
Precisa-ge de pro las para venderem
azeite de carapato, pagando-ge 400 rs. por
caada, maig do que em outra qualquer
parte : na ra de Agoag Verdes n. 69.
Precisa-so alugar um preto para o ser-
vico do um pequeo sitio : paga-ge bem :
na ra do Trapiche Novo n. 10.
Precisa-se alugar um molecoW esperto
e de boa conducta para o servigo interno de
urna caga ingleza : paga-se bem : quem ti-
ver, annuncie.
cbando-so habilitado para receber maior nu-
mero de correspondencias ao offerece para
agenciar a venda dos assucares daquellea
Srs. que se dignaren consignar-lh'os pelos
maiores precos da praca, comprar-Ibes lo-
dagas enconimendas, sejam de que nature-
la forem, pelos menores pregos possiveis ;
e mesmo fornecer-lh'as a prazo, tendo casa
preparada para as suas aggistenciag e de
eos recommendados, e cumpriudo todas
as suas ordena : ludo isto sem inleresse al-
gum, tirando apenas a commissSo de dous
por centu sobre a venda dos assucares : na
ra da Florentina, casa da esquina confron-
te aooitfio do theatro novo, cuja casa tero
lampeSo e jaoellaseovi dragadas.
Aluga-se urna casa no Poco da Panella
com bous coromodos para grande familia,
estribara para quatro cavallos, boa agoa
de beber e jardim n frente; sdverte se
maigque a dita casa he murada em roda e
tem um grande copiar tapado, com frente e
sabida para o ro : a tratar na ra do Tra-
piche, armazem n. 44.
-Quem quizer comprar urna lettra do
Sr. Dr. Honorio Fiel Sigmaringa Vas Cura-
do da quanlia de 110,280 rs .annuncie pa-
ra ser procurado, que todo negocio se far.
Aluga-se urna boa casa na Capunga,
omito perto do rio, com commodos para fa-
milia e com quintal murado : aluga-se at
o mez de junho ou julbu quem quizer di-
rija-ge i ra do Palacete, casa pegada
quina onde mora o escrivfio de paz.
Eogommarse e lava-so toda a qualida-
de de roupa com todo asseo e muita pro ni p-
tidfio, por prego maig commodo do que em
outra qualquer pnrte : na ra de Aguas-Ver-
t es, n. 26.
. Fugio do sitio do Parnameirim de-
fronte da campia de Santa-Anua, na
noite de 99 do passado, o preto Manoel, de
nagSo Benguella, de 30 annos, bastante
alto, cara redonda, barbado, eslava com o
olho esquerdo vermelho. o que podert ter
desapparecdo ; levou camisa branca e cal-
gas te riscado, apesar de ter bastantes an-
uos de trra, ainla falla um pouco atrapa-
Ihada, e parece bugal: este escravo foi com-
prado a nuil e nieio aos Srs. Franca 5c tr-
aillo, pela viuva de Joaqnim Lopes Macha-
do, e tem sempre trabalbado em padaria ;
julga-se que alguem o tonha occullado ma-
liciosamente, e nesse casse usar de todo
o rigor da le, pois ha documentos legaes da
possedelle: quem o pegar leve-o ao dito
sitio, ou i ra Direita, n. 89, que ser re-
compensado.
Compras.
Comprsm-se egeravos de ambos os se-
xos, de 10 a 30 annos, e de bonitas figuras :
na ra larga do Rozario, n. 48, primeiro
andar.
Compra-se um carriulio de duas rodas,
novo, ou usado, e com avallo :' na ra
Nova, n. 97.
-- Cotnpram-se, para urna encommenda,
esc r a vos de ambos os sexos de 10 a 40 an-
nos : na ra do Rangel n. 57.
Compra-se um ornamento rxo para
ge poder dizer as missasdo advento, que es-
teja em bom uso quem tiver annuncie, ou
dirija-so ra Direita, venda n. 93.
Compra-se urna mesa de juntar, sendo
de amarello na ra do Cabuga, loja de
Joaquim Jos da Costa Fajoze.
Compra-se urna balanga completa, e
propria para armazem de assucar : na ra
Galgnoux, driifiM.fi> d Cruz'n """>.
mm --Compra-se urna duzia de colheres de
soupa, e urna colherSod prata sem feitio;
um oculo de ver ao longe, em bom uso : na
ra to Collegio, 21, primeiro andar.
Compra-se urna mega de janlar, j usa-
da : na ra do Livramenlo, n. 14, loja de
fazendas.
Compra-se urna casa (errea no bairro
de S.-Antonio, cujo prego nfio exceda de
800,000 rs.: quem tiver annuncie.
Compra-se uro preto que sirva para o
servico decampo, e que tenha principios
do ofllcio de tanoeiro: quem tiver annuncie.
Ausontou-senoriia 8 do correte, oro
canoeiro de canoa de liiolo de nome Joa-
qaim'daifitao Cagange.'egtalura regular,
dade 94 a 9f innos, eir redafada, e picada
l'aulo
4 fi-ancez, otTei'eee mmi prexll-
9 iiio ao publico para todo oa #
9> iiiysteiioa de ana proflsso qy
. pode ser procurado a qual- #
# quer hora eui ana casa, na
S ra larga do Kozario, u. 30,
? sr ruado andar. q>
Roga-ae ao Sr. gegundo-tenente da Ba-
ha Jos de Cerqueira Lima, que mande
pagar o que comeo, o qual nfio ignora aon-
de, etc.
Na padaria de Manoel Ignacio da Silva
Telxeira, na praga da S -Cruz n. 106, ven-
de-se urna porgfio de mergulhosde parrei-
ra moscatel, e alguna com cachos : al o
dia 90 hilo de ser mudados. Quero quizer
ppareca.
OSr. alferea Antonio de Malozo, se-
cretario do primeiro batalho de cagadores,
queira mandar pagar ua ra do livramen-
lo, n. 38, a quanlia da 15,000 rs.; do con-
trario, lera te ver sempre o seu nome nes-
ta folna
-- A abaixo assignada sendo senbora e
pogguidora de um eonhecmento da divida
publica deata provincia n. 139 da quanlia de
$01,735 rs. inscripto no livro auxiliar do
grande livro da divida publica o perder, a
como lenha de requerer a thesouraria a
respectiva apolice em troca do dito conhe-
cimento. pede a auem nimr que or ventu-
ra o tenh achulo, o baja de entregar a an-
nunciante, porque s a ella poder servir o
mencionado eonhecmento, ou ser entre-
gue a apolioe, que tem de ser substituida
pelo dito eonhecmento. D. htexandrlnu
FranciKa Romana ie Sonsa.
SAPATEIRO.
Precisa-se de um ofllcial de aapatejro pa-
ra trabalhar em sapalos te seuliura : t-se-
llie toaw os aviamentos ; no Aterro da Boa
Vista, roja n. 58, ju;,lo de cera.
jjlxo essignado corretor gera! nes-
ta prffnNfBa ao respeitavel publico, qa
tem estabelecido o seu eacriptorio e arma
zero para receber qualquer mercadura, na
ra do Trapiche n. 40, e alli encontrarfio ef-
fectivamenle o Sr. loo, Edwin Roberts, com
quem podeffio tratar sobre qualquer trang-
gcgfio comqiercial, visto ter o abaixo assig-
nado conferido ao dito Senhor Roberts, (seu
Vendas.
BS
4o,ooo rs. a duzia.
Verdadoiro e legi/imo champanhe A Y en
casa de Avrial & IrmSos : ra da Cruz n. 20.
Lotera da igreja de x.s. do i.i-
v lamento.
Aos 5:ooo!ftoeo rs.
Na praga da Independencia n. 4, loja de
miutezas, vendem-se bilbetes, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos desia lotera, que
corre imprelerivelmente no dia 30 do cor-
rente. .
Bilheles 11,000
Meios 5,500
Quartoa a.On
Decimos 1,100
Vigeaifnss (00
Lotera do Rio-de-Janeiro.
Aos 30:000,000 de ra.
Pelo vapor Pmoancoiia, ebegado a ea-
E porto a 15 do
a 15 do corrente, recebemos a
Bastante procurador ) nfio so a direego d Ma da prirneira lotera do hospicio de Pe-
san estabeleciment como os peeessarioa
podereg para firmar qualquer tr^^dr^T
ponsabilidade inherente ao referido lugar,
As materias eggenciaea a que so o
abaiio asaignado alo as seguintes .-irn
procurar Mi tim qualquer mercado! ra da Cdea to
ria, tanto aai particular como em iiio,' c| Vieira & Filhos.
pela friri q(to teterminarem os sena res-1 Vendo-af azeite de carrapato, a 300 ra.
dro II, com bem os sempre afortunados bi
Ibetes e cautelas da 12.'lotera das casas
da oaildade, que se extrado a 5 do cor-
rete. Dg 8 horas da mantisa la 6 da tar-
icha-se venda na loja de cambio da
Recife n. 24, da Viuva
a garrafa; maearrfio etalbarm, a 160 rs. a
librs ; msntega ingleza nova,- a 400 rs.;
cevada, a 80 rs. ; gomma fina para engom-
la r, a 60 rs. a libra : no pateo to Carmo,
n. 2, venda nova.
Vende-se urna taverna das melhoreg do
bairro de S -Jos, por ser defronte do quar-
tel das Cinco Ponas, muilo afreguezada
para a trra, e que vende diariamente 15 a
20,000 ra. como se far ver ao comprador,
he propria para principiante, por se fazer
negocio com poucos fundos : o motivo por
que se vende he por ter o dono outro ne-
gocio.
Vendem-se duas pretas de nacSo, sendo
urna de meia dade, que lava hem de varre-
I", coy iiiba o diario te urna casa, e entende
do servigo de campo ; ea outra de 18 an-
nos, boa quitandelra, e nfio tem vicios nem
achaques: vendem-se para pagamento de
dividas : na ra da Concordia, quem vem
da ponte a esquerda, segunda casa terrea,
se dir quom vende.
Vende-se guands em libras: este le-
gume he a imitagfio de hervilhas, muilo
proprio para guisare muito saboroso, vin-
do prximamente do Rio-de-Janeiro, a 120
rs. a libra : na travessa do Queimado, o. 3,
'averna.
~ Vendem-se 9moleques de bonitas fi-
guras, proprios para oualqaer ofcio : na
ra do Fogo, n. 23, se dir quem vende.
Vende-se om moleque de 12 a 13 an-
nos : na ra de Hurlas, n. 51, casa da esqui-
na que volta para a ra deS.-Tbereza.
Ven le-se ssl do Asx : a bordo do br-
gue S.-Munoel-Auguslo, ou na praga doCom-
mercio, n. 6, a fallar com Manoel Ignacio
de Oliveira.
Vende-ge doce gecco de caj novo,
mangaba, sidrfio, e de outras qualidades ;
bem como de calda em barrilinhos e em li-
bras : lambem se fazem bolinhos para cha,
bandejas enfeitadas dos mesmos, coro ra-
mos, flores e figuras de alflnlm e de bolos,
pfio-de-l, pastis de nata e de. carne, pas-
telees, empadas, tortas de doces enfeitadas
com flores de massa, jeleia te sustancia, e
lambedores: lulo feto com muita perfei-
gfio : na ra Direita, n. 33, aop da botica.
Vende-se um ptimo oculo de ver ao
longe : na ra 'do Queimado, n. 37 A, loja.
Vendem-se pesos de duas arrobas no-
vos, proprios para armazem de assucar : na
ra das Larangeiras, n. 18.
Jarres,
vendem-se jarras, quartinhas, moringos,
garrafas finas com nrato para resfriar agoa,
vasos para flores, alguidares vidrados te to-
los os lamanhos, balaios para ensinar me-
ninos a andar; ditos com taropa para com-
pras, ditos para costura, condegas de todos
os tamanbos : na ra ta Cateia-Velha, n. 8,
armazem.
Rom negocio com pouco dinheiro.
Vende-se urna preta, cortada no valor
nicamente de 120,000 rs., que cozinha
bem, eugomma e cose soffrivel: este ne-
gocio he feitoet que a preta pague com
seus servicos este dinheiro, e depois rece-
bera a carta d'alforrria, que he o penhor em
mfio de quem der este dinheiro: no largo
do Tergo, taberna n. 141, se dir quem faz
este negocio.
Para acabar factura.
Attencjo ao barato.
Vendem-se corles de vestidos de cam-
braia de seda com listras e quadros, a 4,000
rs. ; ditos de cassa francezas, bordadas de
sida, a 3,500 rs.; merinos fios de duas
larguras e de diversas cores, com listras e
quadros de seda, a 2,000 rs. o covado ; pe-
gas de esguifio te algodfio com 12 jardas, a
3,000 rs. tafet edr de rosa encorpado, a
400 rs. o covado ; leogos de seda de bonitos
padrOes e grandes, 640 rs. ; pegas de mada-
poln enfeslado e lino, a 4,000 rs. ; dito fl-
nissimo, a 5,500 rs. ; dito para forro, po-
rm largo, a 2,000 rs ; lengos de cassa fi-
na, brancos e com cercadura, a 2,400 rs. a
duzia; panno lino azul e preto, proprios
para fardas de pagens, a 2,600 rs. o covado;
chitas escuras, pegas de 38 covados, a 4,600
rs. ; ditas de riscatinhos claros e fixos, pe-
gas de 38 covados, a 5,700 rs. ; chapeos
francezes finos do ultimo posto, a 7,000 rs.;
alpaca preta fina e de duas larguras, a 600
rs. o covado ; algodfio angado azul claro e
de listras, proprios para escravos, a 180 rs.
o covado ; corles de alcinas dos melhores
padrOes, a 2,800 rs. ; pegas de panno de li-
li ho com 18 varea, e muilo lino, a 800 rs. a
vara; bem como um completo aorUnieutu
de fazendas linas e grossas por barajtssimo
prego, iropriss para, negocio j um' novo
sortimento de luvas de torgal, fetaa em
Lisboa, para senbora e meninas; tpelos
de oleado com franjas de 13a para, mingas,
caodenos, castigaes, lanlcrnas, etc., de fei-
tio triangulares, quadrados a redondos: na
ra do Queimado, n. 27, armazem de fa-
zendas de haymundo Carlos Leite, nos
quatro-cantos.
Madamu Koaa llardy, niodilu
brasllelra, na ra Nova, n. 34.
Madama llosa llardy novaroente tem a
sstisfagffode annunciar ao respeitavel pu-
blico, que receolemente acaba de despa-
char um luzido sortimento de varias fazen-
das, proprias de se usarem na proiima fes-
ta, consislindo em ricosebapoa de seda de
differenles crea e com enfeiles maia ele-
gantes pokatveia> para senhores ; ditos de
ica i'aiinu; i lilis, rendados e leona-
dos, tantb para aenbora como para meninas
e de vai ios tamandoa, com ehfeiteg e sem
elles; cliaposzinbos ue abas largas e en-
tallados, proprios para meninos ; ditos de
paitiinha redondos e enfeilados para ditos ;
ditos de seda com lindos enfeiles, para me-
ninos e meninas de 6 mezes a 3 anuos, do
mais rico gusto possivel; riquissiroas tou-
oas de superior seda, feilas em Frange e pro-
Sriaa para creangaa de 6 mezes a 9 annos ;
eos manteletes e capotiohog de gros d
aples furia-crea e relos ; ditos, de fil
jelinho preto de gosto o maig moderno
possivel ; capoiiuhos de fil te seda, tanto
brancos cosi pretos, paraaenhoraa eme-
ninas ; bi Ihantisslmas capailas para senho-
rag, proprias para casamentos e bailes ; su-
periores voa de seda, proprios para ditos
ricos pescocinbos de lil de lioho bordados
para sen horas, do gosto o mais rico que
tem viudo de Franga ; camisinhas de cam-
braia bordadas para senhoras, com golla de
cambraia da liuho; esparlhos de mola,
os melhores 'que teem apparecido neata
praca; um variado sortimento de trangas
da seda ; lil de linbo e de seda ; aapatoa de
saiim brancos ; luffcs de pellica para soabo-
ra ; ditos de seda de maltia para ditas ; di-
ta de seda preta para hornera ; ricos groa
de aples pretos o furta-cre*. quo se vn-
demeos covados a vontade do comprador;
chamaloto preto de grande consistencia
para manteletea ; om completo sortimento
de perfumaras finas; e outras rouitaa di-
versas fazendas. Na mesma casa se fazem
manteletese capotinhos para senhora e me-
11 i as, nssi ni como chapeos de crep preto
com toda aperfeigfio: tudo por prego mais
commodo do que em outra qualquer parte.
Retratos
dos homens celebres da Europa, como Ara-
go, Cuisot, Lamartine. Chateaubriand, Car-
los Alberto, Vctor Manoel, Horacio Vernel,
Luiz Philippe, Changarnier, Marechal Itu-
jeau, Frederico rei da Prussia, Aacebispo de
Pars, Cavaignae, Dla Moreciere, Cobden,
Ary SchelTer, Luiz Napolefio, e outros mu-
tos : vendem-se no pateo do Collegio, casa
do livro azul.
.Sal do Ass
abordo do patacho S.-Crun, Tundeado em
frente do trapiche do algodfio : vende-se
ao lado do Corpo-Sanlo, n. 25. loja de mas-
simes.
Nao he exageracao.
Vendem-se si paloes de couro de lustro,
obra muito boa, a 2,500, 3,000 e 3,500 rs.
na ra da Cadeia do Recife, loja n. 9.
-- Vende-se urna negra de nacfio : n Fo-
ra te Portas, ra do Pilar o. 104.
Boa fama da Gachoeira.
Joaquim Bernardo dos Res avisa ao pu-
blico e aos bons fumantes, que na sua fa-
brica de charutos, na ra larga do Rozario,
n. 32, se acha um ptimo sortimento! de
charutos conteodo as qnalidades seguintes :
quem fumar saber, a vista faz f, S.-Flix
de Brandfio, a experiencia provara, fama
da II lia, libertes, cigarros de la Devana,
regala de diversos autores, os afamados,
boa fama da Cachoeira, segunda vez quo
vem a este mercado esta qualidade de cha-
rutos, que lem sido preteridas ss outras que
.lusiain dobradoprego.
O correlor Oliveira recebeu ltima-
mente, e vende cobre de forro para navio,
cornos pregas de composigfio-correspon-
denles.
Fabrica de licores da ra Direita,
n. ir.
Neste estabelecimento acharao
osfreguezes todas as qualidades de
bebidas espirituosas fabricadas no
paiz, iivres de imposto para os
compradores, por serem collecta-
das as fabricas, e nao os vendedo-
res, conforme o regubmento dado
pelo Kxm. Sr. presidente.
- Jos de Souza Teixeira & Companhia
avisam aos seus fregnezes e ao respeitavel
publico, que teem venda o mui superior
cha preto, por prego muito em conta : na
ra da Aurora, em Santo Amaro, venda.
???* ? *,???? ????
4$ A. S. Corbett, na ra da Cadeia do tf,
*J Recife, n. 45, vende, por preco ra- )
A soavel os apreciados sellios de Jocky, <}
0 trabalhados pelog'primeiros fabn- 0
f$ cantes, e do melhor gosto, os quaes r
9 "fio execedem de uro diminuto pe- av
9 so de sete libras, inclusive os parten- j,
9 cog de cada uro, cujos foram viudos ^
fj recentemenle pela galera Soword- ^
_ Ftsk; assiro como, lambem vindo ^
9 pelo mesmo navio, ricas pegas de cu- ^
telaras, que, em fim, para nfio ficar
Sj) em duvida esta verdade, desde j cha-
j, roa attengfio dos compradores de
at taes objectos, exislindo mala era sua
w casa urna boa porgfio de caixas de du-
m zia de garrafas com ago'ardente de
a Frange, e finalmente superior chum-
i bo de munigfio, inglez, de 11.1 at 8 :
todos estes objectos serio vendidos "
por pregos tfio commodos que Infal- t?
? livelmeutedeixarsaliafeito ao com-
m prador. q
?) mm
Vende-se urna meia com moda de mog-
no, e um cabriolet desroberto, com caval-
lo : na ra de S -Francisco, n. 10.
No escriptorio de Francisco Severiano
Rabello& Filho, no largo da Asgembla-
Provincial, n. 4, vende-se um lavatorio de
marinare, pedras compridas e redondas pa-
ra meio de sala, tudo de marmoree de bo-
nitas cores ; assim como urna concha de
pedra lavrada, que serve para ermida : tudo
por prego commodo.
-- Vende-se 1 preto da Costa, mogo, sem
vicio algum, 1 preta moga; lambem da Cos-
ta, 1 pretinba com principio de cogitara ; 1
pardinho de 7 annos ; 1 preta de nagfio, coro
habilidades ; e 1 preto'crinulo sapateiroe
quetrabalha de selleiro : na ruado Rangel.
n. 38, segundo an*lar se dir quem vende,
Vendem-se quatro soleirgg de cordfio
duas ditas lisas, oito hombreiras, seis ver-
gas e duas saccadas, todo de cantaria j la-
vrada : quero quizer, annuncie para ser
procurado.
Superior tinta para eserever.
Vende-se superior tinta em garrafas, pe-
lo diminuto preco de 500 rg. responsabili-
sando-se o vendedor pela qualidade : na ra
do Queimado o. 33, loja de miudezas, junto
de cera.
Conro de lustro multo barato.
?sjrf-a ennrn de lo'.ro de Superior qu:
lidade, por barato prego: na ra Nova o.
20, loja de Jofio Feroandes Prenle Vianna.
Vende-se ou arrenda-se um sitio para
passar a feata, na Boa Viagem, lem tres ca-
sas de vivenda com Mfflcientea commodos,
varios ps de cauqueiros, goiabeiras, csju-
eirus, etc., e coaa larras para capim, e urna
das casaa tem estribara : na raa de Si-
cilia o. 8, junto a venda do Loureiro.
Na ra do Livramenlo n. 11 vendem-
se burzeguins francezea de fazendas de
core, com biquelra de conro deluatro, pa-
ra changas ; sapalos te turaque preto para
senbora ; e uro par de brincos de ouro com
alguna brilbaates.
Aos Senil ore s de engenho.
Veiidem-ae superiores enxadas do Porto,
com a conscistencia e solidez costumada
oeste genero, e cuja duragfio he treplicada-
oiente maior do que as inglazas : na ra
Nova n. 90 loja de ferrageoa de Jofio Fernn-
des Prenle Vianna.
Peebineha a 1,500 n.
Vendem-ae pellea de bom marroqoim d
todas as cores : na ro Nova 11. id, loja de
ferragens te Jofio Fernandes Prente VI-
iin.
Vende-se-a tavarMda I ingoeta, o. 9:
a tratar na mesma taberaa.
m
m


*-
'P

Vendem-se 120 saceos de estopa, con
duas vsras caii um : na roa larga do Ho-
raria, n. 48, primell andar.
-- Vondem-sa uns folhetos que tem por
titulo InspIracOes poticas, e a duqueza
de bragenga rontendo 339 paginas, obra
esta escripia pelo multo digno e Ilustre
Maranhense o Sr. bacharel Frederico Jos
Corroa ; na ra larga do Rozario, n. 48,
primeiro andar.
Na ra do Sol, armazetn n.
i5, vende-se effectivamente car-
vao de boa qualidade, por preco
mais commodo do que em outra
qualquer parte.
MU lio novo a Sftooo rs.
cada sueca.
Vende-se no armazem do Braguez, ao pe
do arco da ConceicjSo.
Chambo de ninnlcad
Vende-so no armazem de J. ). Tasso J-
nior, ra do Amorim, n. 35.
Vendem-se amarras ae ferro: na r
la Senzalla-Nova, n. 42.
Redes.
Vendem-se redes muito bonitas, de va-
rios goslos e preeos, proprias para qnem
for passar a festa descsngsr ao fresco de-
baixo de arvoredos : na ra do Quoimado,
Vende-se excellente farinha
de S.-( albarina, a bordo da ga-
llla Santissima-Trindiule, Tun-
deada defronte do caes do Colle-
gio, por preco commodo; a Ira-
lar na'ra do Vigario, n.
a
ou
a bordo com o capitn da me-ma
galiota.
He grande pechincha.
A 2oo e a4 rs-
Vende-se urna porgSo de chitas frsncezas,
de palmos de largura, roas, de cores li-
zas, a 800 rs. o corado; cassas fraocezas
de bonitos padrees, a 940rs. o corado i na
ra do Crespo n. 14, luja de Jos Francisco
Dias.
No armazem n. 30 da ra da
Madre-de-Deos, defronte da guar-
da da alfandega, vendem-se sac-
cas grandes com fardo, por pre-
co commodo.
Lotera do Rio de Janeiro.
A os 20:000,000 de r.
Na roa estrella do Rozario, travesss do
QueiBiado, loja de miudezas, n. 2 A, de Joa-
qun) Francisco dos Santos Maya, vendem-
se os muito acreditados blheles, meos,
quartos, oitavose vigsimos da 12.a lotera a
beneficio da* casas da cariJade.
Stmento.
Vendem-se barricas com superior simen-
to, chegsdo no ultimo navio de Hamburgo :
na ruedo Amorim, n. 35, armazem de J. J.
Tasso Jnior.
Travesea da Madre-de-Deos, ar-
mazem. n. ">,
Acba-se estabelecido um deposito, onde
encontraran os freguezes um bom sorli-
menlo de licores, espirito de vinho, e to-
llas as mais qualidades; superior rinho de
caj; chmate; e Hacas de vime, a preeos
moderados.
A livraria do pateo do Collegio n.
6, de Joao da Costa Domado,
acaba de receber es seguintes
obras importantes do Rio de Ja-
neiro .
Diccionario de medicina popular, pelo Dr.
Cheroovis ; Formulario ou guia medica, pe-
lo mesmo.
Ca val los.
Vende-se um carallo rugo-pedrez bastan-
te gordo e com .todos osandarea, na estri-
bara por Irs da loja de Iouq* do Sr. Fra-
gozfi: lrata-e na ra da Cadeia do Recife.
A livraria do pateo do Gollegio n.
6, de Joao da Costa Dourado,
acaba de receber as seguintes
obras do Rio de Janeiro :
Doutrna das acedes, por Corris Telles ;
Manual de appellacO*s, cor Couva Pinto;
Priiueiras Molas sobre o processoorphsno-
logico. por I'ereira de Carvalbo ; Cdigos
das lea e reguUmeotos orpUanologicos;
Adrogado do Poro, ultima edicefio, aug-
mentada, e accrescentad*; Cdigo do .pro*
cesso criminal; Cdigo criminal; Coosti-
tuigo poltica do imperio ; Manual do el*
dadflo brasileiro, obra completa ; Auditor
brasileiro.
-- Vcudcui-si' espanailores e mel
de pao de superior qualidade, em porgSo e
a retalbo, por prego commodo : na la da
Cadeia 11. 23, armazem.
CERA EM VELAS.
Vendem-se ce xas com cera em
velas, fabricadas no Rio-de-Janei-
ro, snrtida ao gosto do compra-
dor, por preco mais barato do que
em outra qualquer parte ; na na
do Vigario, n ig, segundo andar.
Vende-se urna balance decimal, que
pesa 4 arrobas; um.guarda roupa de ama-
relio coas repart motilo para vestidos, ca-
sacas, etc. t um ionio de ferro para cozi-
nhar aseados, bulos, podins, etc.: todos es-
tes objeclos sfio muito bem feilos e quasi
novos, por preco cooimodo: na ru do
Quaima-e>; 11. 39.
Vendem-se 4 pretas, 2 engommam, co-
sinhaoi e lavara roupa ; 3 s3o boas quitan-
deiras ; urna uiolatinha de 18 annos, boni-
ta rooearns, coee, engomuia e faz- todo o
servico de-um* ose>; um prese bom para
ser*ie>uma eesa e galibar na ra ; um mole-
quede 18 aneo serve muito bem orna este;
1 dito de 5 amate* muito esperto e lindo: na
ru doiColiOgio o. 21, primeiro anear, se
dir quem rende.
Comida para anlmaeee
tade-M na rua^aCruz, no Recife, n. 13,
armes* e#
Vendem-se cabidas roli-
cas>e elisias ; IW** e- silbas : na
- -
ra do Trapiche, n. 10, casa de
Jones Patn1 & C.
0 proprietaro do engenho Tabatinga,
sito ao norte da barra de Goianna, tendo de
retirar-sede muda para a cidadedo Rocife,
vende o engenho moente e corrente, com
grandes obras de pedra e cal, bois, bestas e
at a safra que est, principiando a colher :
quem Ibe convier, entenda-se com o dito
proprietaro no mesmo engenho, ou com o
seu correspondente na eidade do Recife, Jo-
s Antonio Basto.
Vendem-se 4 escravas mo-
cas, e de bonitas guras, entre as
quaes urna engomma muito bem,
cozinha. faz doces, e he muito ar-
ranjandeira de urna casa ; um 1110-
lecotede 16 annos, de conducta
exemplar, e que he bom cozinbei-
ro *, um dito de lo annos, muito
lindo, ptimo para aprender algum
oficio ; 3 pretos ptimos para o
trabalho de campo, ou armazem de
assucar ; um moleco bom boliei-
ro e jardineiro ; e outros escra-
vos na ra da Larangeiras, n.
1 :'|, segundo andar.
oiii. ni novas pichinchas 110 pns-
.-< io Pnbllco 1 "ja n. 11.
Casemiras de ricos padres mais moder-
nos; a preco de 7,000 rs o corle, brim tran-
cado de puro linho, areose decores, fa-
zenda a mais rica, 2,000 rs., merinos pre-
tos, alpaca, setim, gasinetss e outras mais
hiendas de gostos que se venderSo pre-
eos commodos.
Vende-se urna preta de nacSo, de bo-
nita figura, para engenho, com todas as ha-
bilidades precisas de urna casa o motivo
por que se vende se dir ao comprador : na
ra do Rangel, n. 10, tarerna.
Vende-.se feijao mulatinho
em saccas grandes, por preeo
commodo : no armazem de Dias
Ferreira, no caes da Alfandega, ou
na ra do Trapiche, n. 34, a tal-
lar com Novaes & C.
Brins barato.
Vendem-se brins de linho de quadrinhos,
a 280 rs. o covado : anda restara algumas
pecas de algodSo largo ecom algum mofo,
pelo baratissimo preco de 2,800 rs. esda
urna : no Aterro-da-Boa-Vista, n. 18.
Vendem-se cabezadas inglezas, chatas
e rol leas : na ra da Cruz, n. 2, casa de Geo:
Kenworthy & C.
-- Vendem-se silhoes para montarla de
senhora : na ra da Cruz, n. 2, casa de
Geo: Kenwortby & C.
Na loja de Moreira & C. na ra
Nova, n. 8,
vendem-se cortes de gorgurao de
seda para collete, a i,5oo rs. o
corte de covado e meio.
Xaropc do bosque.
SALVACAO de mais um a vida.
Euabaixoasstgnado, morador na ra da Val-
la, n. 10, tendo padecido por espaco de 13 an-
nos do mal de astlima, proveniente de urna
coBttipacao que apanhel quando inore) no I
garchamado Pona-Negra, no distrlcto de Ma-
rica, durante este lempo mine-, cesiei de to-
mar remedios, uns applicado por amigo
lueus, outro por professores a quem consul-
te i ; por Rui detengarain-ine que o ineu mal
nao tinha cura, por ser j muito amigo ; cu
neia trate sltuacao, com 01 ataques continuos
que me perseguiam em todas ai mudancas da
la, e com o desengao de nao poder aer mais
curado, esperava a morte a todos os momentos
em que me vlnbam os ataques, porque ticav
lio auUocado.que perda a respiracao ; e assiin
que ine passava a inaior forca do ataque come-
cava-me ento urna tosse lio focte,que nem ilei-
iado, nem de raaneira alguma poda socegar,
e para descansar algumas poucas horas, pasia-
va recostado na cabeceira da cama. lia sete
annos para c, quando vim para a corte, fui
aconselhado para ir residir fura da eidade, ede
lomar de lempos em lempos vomitorios de
poaia : assiin fi, porin ludo fot intil. Con-
linu.ivain os inesmos ataques da inesma luanei-
ra: ja cansado de tanto aotfrimeolo voltei
para a eidade : nesta occasiao disseram-me
que havia um novo remedio que curava
asihiua, e que se venda na ra do Hospicio,
n. 40. Ora, eu tendo j gastado tanto dinbeiro,
e nao tendo o luido resultado algum faroravel,
pouco esperara do tal remedio da ra do Hos-
picio, n. 40 ; porin nao foi o que eu esperava,
fol a minba salvacio. Compre! uina garrafa do
tarop do bosque, que he o tal remedio que la
se vende ; principie i a tomar este precioso e
impagavel remedio : desde o di* em que prin-
cipiei a tomar a primeira dse logo senil que o
remedio coinecava a fazer-me bem; nao me
enganei, fui todos oa dias a inelhorar al aca-
bar urna garrafa, e baj usa raez que nao sei o
que he ataque de asthsua. leos prolongue os
dias de vida ao descubridor deste tao precioso
remedio para bem da bumanidade soredora,
assiin como eu; digo, e aeinprc o dlrei, que o
zarope do bosque be uin grande e excellente
remedio para as molestias de pello.
Esta minha declaracao fol finta de inulto mi-
nha llrre vontade, e esn reconheciincnto ao
bom clicito ; port uto, reeouiinrnrio a to-
dos os que sorereui, assiin como eu sollri,
que nao percain tempoem irem ra do Hos-
picio, n. 10, comprar o incoinparavel zarope
do bosque, para gozarem do que estou gozan-
do, qne he de minha perfeita sade.
Todo o cima referido juro aos santos evan-
gelhosquehe verdade tereu soffrldo.
ltlo-dc-Janeiro, 14 de agosto de 1848.Joii
Anttnio da Ai/e.
Rcconheco rerdadeiro o aignal supra feito
perante inin.Juaquim Joi t Catiro.
Vende-se na ra dos Quartels, n. 12.
Vendem-se colleecoes com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do eciie com a
alfandega, a ponte da Boa-Vista,
a eidade de Olinda, a ponte do Ca-
chang, Foeo-da-l'anella, e a ra
da Cruz com o arco da Bom-J esus;
bem como duas grandes vistas de
Pernambuco: na ra da Cruz, n.
io. caaa de Kalkmanns Irmao.
Venderse um grande sitio no lugar do
Mangoinho, que nca defronte doa sitios din
Srs. Carne iris, com grande can de riveri-
:#
.
%
m
48
e
4B
-48
t
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de capro que sus-
tenta 3a 4 carelios, grande cacimba.com
booiha e tanque coberto para banho bas-
tantes arvoredos de fructo : na ra da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de um andar.
* f f f ff WffWff? f V4
s> fr-i deposito da ra da Moda, n. 15,
s> ha para vender superior cal em pe-
* dra, recentemente chegada.de Lis-
* lia, eso o brigue Conetif&o-de-Ma-
? ria, por prego rasoavel: tamben ah
_ se vendem pesos de duas e de urna
arroba, por preco commodo ; ba
tambero effectivamente no mesmo
deposito barris de mel para emliar-
j que. 2
Vinho de Borcleaux:
vende-se na ra da Crac, n. io,
casa de Kalkmann IrmSoa.
O MODERNISMO.
Na ra do Queimado, loja n.
17, vendem-se as mais modernas
cambraias abertas de laa e seda,
verdaderamente chamadas baila-
rinas, de padres e gostos muito
lclicados. a 5oo rs. o covado.
)ao-sc as amostras com os compe-
en tes penhores.
Charutos de Ha vana,
de superior qualidade : vendem-
se na ra da Cruz, n. io, casa de
Kalkmann Irmaos.
i Vendem-se urna bonita esorava engom-
madeira ; 2 ditas com habilidades ; 1 lindo
cabrinha de 1H aonos, proprio para apren-
der oflcio; 1 preto de SO annos do bonita
Figura, com bons principios de tanoeiro, e
tambem serr para o servico de campo : no
pateo da matriz de Santo-Antonio, sobrado
n. 4, se dir quem os vende.
Vende-se, na ra do Vigario n. 11, ar-
mazem de Francisco Aires da Cuoha, os se-
guintes gneros, todos de superior qusli
dstle, e por menos prego do que em outra
qualquer parte : azeitooas em sncoretas, vi
nho ilo Porto em barris'de difTerentei ts-
manhos, cevsda, cal virgem de Lisboa, ar
eos psra pipss e barris, lio porrete. retroz
deSiqueirs, cha de San-Paulo, canaslras
com albos e ditas com rolhas.
Vendem-se relogios de on-
ro e prata, patente inglez i na ra
da.Senzalla-Nova, n. 4a.
"Noescriptorio de Francisco Alves da
Cunda, na ra do Vigario, n. 11, vendem-
se as seguintes obras, vindas de Lisboa: a
l'alavra de Dos, regeneracao da bumani-
dade pela revelacSo da organisav3o social,
um volume de 3M paginas, por 3,500 rs. ; o
Mrquez de Letoriere, de Eugenio Sue, por
1,500 rs; Max, romance de Frederico So-
li, por9,000 rs. lima familia corsa, por
9 acadmicos de Ceimbra, por 1,000 rs.,
-Horas elo ocio, por M. Mallos, por 600 rs.
Um quarlo cotn duas camas, farca, na qual
representam s duas pessoas de sexo masco-
lino, por 500 rs.; o Discurso do-conde de
l.svradio em resposts a Costa Cabral, por
400 rs.
Deposito geral do superior ra-O
q pe Areia-Freta da fabrica ^
Q de Gautois l'ailhet & C. tf>
na Babia. g
Domingos AlvesMatheus, agente da
^fabrica de rap superior Area-Preta da"
^Bulla, tem aberto um deposito na ra
9da Cruz, no Recife, n. 53, primeiro an-
Oilar, mide se achara sempre deste ez-
OcHllenlee mais acreditado rap: ven-
de-se em botes de una e meia libra,
por preco commodo.
^0#OGO
Vend-6e.u"i>a e*etadenac5o, dedade
18 a 20 annos. sem vicios nem achaques,
boa engommedeira, cozinheira, lavadeira e
quitsndeira : oa ra da Cruz, terceiw andar
da casa n. 17.
Na reada de Domingos ds Silva Cam-
pos, na ra das Cruzes, n. 40, ha bichas
hemburpuezas, das melliores que apure-
ceta no mercado a renda, Unto por junto
como a retalho : tambem se alugam.
Vende-se sag de-prtnlelra sorU, gom-
ml de araruta, tapioca do Msranhlo, ceva-
dinha de Franca, e cereda* por pre?o com-
modo: na ruadas Cruzes, n. 40.
Vendm-se um prete bem oHeiel de
sspateiro, trabalha bem deselleiro, muito
mo^o, bonita Ogura, sem vicios nem acha-
ques ; urna preta de uacfto cora 25 annos,
eugommadeire cosinlia bem urna dita de
13 annos, um pardinbode.7anos, proprio
para se educar : na ra do Hangel n. 38,
seguudo anda*, se dir que vende.
Charutos de S. Fehx.
Vendem-se os verddeiree> ctvehitos de
regalia da fabrica deiS.-Felix, a a,800 rs
caixa de 106 charuto* s na ra de! Queima-
do, n. 16. loja de ie ias SimOes.
Vendem-se e( cortam-sevtdroe para vi-
Jracas, ou quaeVO* P*ra re&ktos de todas ss
dimensOea,e por Pf : na ra
do Araglo, n. .'-
ditas de ponto inglez para homem a 1,800
rs., ditas de toreil, fszends muito superior
a 1,000 rs. e 800 rs., todo fszenda moito su-
perior chegadas ltimamente de Franca i ns
rus doQueirasdo loja d miodeza Junto a
de cera n. 33.
.09OQ&O9
Vende-ae na padaria de
Joao Luiz Ferreira llibeiro
no paleo da Santa Cruz n.
6; araruta doces e agoadas,
a milis beaa feita possivel, a
qual mesmo pessoas de mo-
' lestias a podem comer por
% nao ter eompwiciW algueWr
asaiaai como todas mmm
Q mtamm doces e goaili*; o
g, prefa d> ararB* dh h#r
de 4> nira libra,.
& is bar4o qwrui \f+*
n der, e a agoada a 3ao. q
O
At que chegaram. .
Vendem-se ocnlos para mipio-
pes, ou vista curta, chegados de
Lisboa, dos quaes nSo haviam do
mercado. A ellos, qoe vieram pou-
vendem sspajae, couros de cabra, sola e
lijlo de limpar metaes.
.Vendem-se cigarros d pe-
ina, chegados ltimamente do
Hio-de-Janeiro, por preco com-
modo : na ra- larga do Rozario,
n. 3a.
Vende-se una preta de na-
ci, de a8 annos, qne engomma
Uso, cose, he quitandeira, e mui-
to propria para o servico de cam-
po, por ser muito robusta e sadia :
na ra do Queimado, n. 3; A,
loja.
1 Vende-se urna casa terrea na roa da
praia-do-S.-flita, n. 25 : na ra de S.-Jos,
h.<8.
-Vende-se um lindo eseravo pardo,
mofo, muito proprio para pagem : no ater-
ro-da-Boa-VisU, n. 20 primeiro sndj B> ou
ha ra do Queimado, n. 19.
Lotera da igreja de N. S. do l.lv
Aos 5:000,000 de rs.
Na ra da Cadeia, n. 44, loja de miade-
tss, vendem-se meos biliietes, decimoe e
rigesuiue eiesta ioieri, que corre imprc-
lerivelmeote no da 30 docorrente.
Meios 5,50a
Decimos 1,100
Vinaanaa 400
He ebegado a esta prsce o admirsvel
1: no auer-
andi fv ou
IvrUto.
eos : na ra Urea do Rozario, n. llioor ndie-syplniitioo, de joaoPaesds r-
-- 1^. a gueiredo.e se vende em garrafas a 5,000 rs.
Na ra da Cadeia do llecife, loja de camH
bio n. 34, se aclram a venda os afortunades
hllhetese meos a favor das obras da igr;
de N, Sra. do Livramemtos, sendo p>
presos correntes :
Bilpetes iiiterros 10,000
Meios 5,000
I uva de ptrille e de torcnl.
Vendem-se luras de'pellica para sentiora.
as mais superiores que so pJm encontrar,
pelo diminuto prego de 2,000 rs. e 1,500 rs.
Fnzenrta nova.
Vendem-se gangas amarellae cordecin-
za, fazenda moito fina, propria para pali-
tos de meninos, e mesmo para roupes de
senhorss, pelo baratissimo prego de 209 rs.
o covado: no Aterro da Boa Vista, loja no-
mero 18.
Cal e potassa.
Vende-se a mais ora e superior potssss
que lis no meresdo, e cal virgem em pedra,
thegeda pelo ultime navio de Lisboa, por
preco commodo: na ra da Cadeia do Re-
cite, n. 50, a fallar com Cuoha & Amorim;
assim como um restante de barris da raes-
ma cal, qoe Ocou da safra paassda, por ba-
rato prego.
Vendem-se quejos londrinos freseses,
Chegados ltimamente; ditos de prsto; la-
las con-hiscouto inglez ditas com sardi-
nhss jditsscnm emitas; e garrafas com
vinho muscslel de Setubal: ludo de supe-
rior qualidade : na ra da Cruz o. 44.
i Anda vende-se e verdsdeira farinha de
Tapuy : no armazem de Antonio Aunes.
No mesmo armazem ba milho muito novo a
2,500 rs. a saces.
ffff*Vf*f*fff*fff*ff
Cortes de tapete psra sapatos-"^
Na loja do sobrado smsrello, nos
qostro-CanlOsda roa do Queimado,
n. 39, oontinuam-se a vender cortes
de tapete psra sspstos i turca, ha-
vendo mnita variedades de padres
para se escolber. -4g
****** A A A.1A ***********
Na roa do Queimado, loja
n. io, se dir quem vende urna
boa casa terrea no liairro de S.-
Antonio.
Vendem-se ssbonetes higinicos, o
mais superiores quoteem vindoaesle mer-
cado, assim como outras perfumaras muito
finas: na roa da Cadeia Velba n. 24, pri-
meiro andar.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repnxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Bruta, ns. 6, 8 e io,
fnndic3o de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
rlifferenles modelos : na ra do
Brnm,ns. 6, 8 e io, fabrica de
machinas e lundico de ferro.
Vendem-se amarras de fer-
ro ; ancoras ; fateixas ; e estanho
em verguinhas : na ra do Tra-
piche, n. io, casa de Jones Pa-
tn & C.
Vende-se urna sentante nova feita per
um dos melliores sutores de Londresetam-
be1 m um orisoote artificial e um tlieodilete :
na ruado Trapiche armazem n.
Vendem-se apparelhos para
jantar, muslo bonita louca e fina,
imitando a porcetlana ; ditos para
cha, todos tlourados e de porcet-
lana ; e jarros com barias: tudo
por prefo muito em conta : na
ra da Cadeia, n. 4&i ecriptOsTo
de James Ryder & C.
IVende-se esl branca muito tina e mul-
lo bem medida : na ra do AragSo, n. 8.
Aos pintores.
Tinta verde a 100 rs. a libra l
vende-se no deposito de caldeireiro, na ra
Nora, n. 27, em barris de 16 a 30 libras.
Vendem-se 30 escravos, sendo um lin-
do moteque de 18 anuos, bom offlcisl de
pedreiro ; Um dito oleiro ; um dito de 30
annos, carreroe meslre de assucar ; 4 di-
to mocos, de bonitas figuras, para lodo o
servico de campo ; um mulatmito de 15 an-
uos, bom pagem ; una mulatinhade 13 an-
uos, recolhda, de muito boa conducta, que
cose ptimamente, faz lavarinte, e msrc
bem de linlia ; 9 escravas mogas, com va-
lias hbil dades : na rua'Dire, n.3
Vende.se a. casa de dous sudares n.
45, sita na ra estrella do Rozario : quem
se adiar com direlo a obstar dita venda,
rste de faze-lo emqusato se nfio passa a
escrlnlura.
Veudtwt-se seliins elsticos, chegados
fr : sBra da Cruz, D. 3, casa de Geo ;i
bada una na rus da Madre-de-Deos, botica
de Weilclt Bravo & C. i se enfermidades a
que elle se tem applicado, e as quaes tem
pbtido favoraveis resoltados,So es segun-
es : esquineneiss, Jeurices, apoetemM lo-
ernas e externas e outros qusesquer tu-
nores e iaflamagoes, quedas, contutes ,
lonladas, clicas do estomagoe baixo ven-
re retencoes de orinas, constipagae, ma-
ignas, febres, snciedede efalta* de respi-
rsgSo, apoplexias, paralizias ou estupores,
tosses e grandes deOuxos, asmas ou puia-
menlos de petos, dorea reumticas e gli-
cas, molestias galleas ou veneraes, enavar-
css, hydropesias, abscissos, ddres sciaticas,
etc., ele, ; facilita o* parios lentos e acci-
dentaos, promore a menatruacBo, cura as
constipagoea e malignas sobre os partos,
dores de madre e mais encommodos que -
tormentam aa paridas, e he tambem appli-
cavel al as criangaa recem-nascidss, cu-
jo melhodo minucioso de applicar-se a-
companha as respectivss garrsfss, que a to-
dos se recommendaro.
Domingos Alves Matheus, tem para
vender no seu escriptorfona ruada Cruzdo
Recife n. 52, mu superiores e verdadeiros
charutos de Havana, a prego de 7,000 rs. ca-
da cento.
Vendo-se urna eserar de nagSo, mo-
ca, de bonita figura, com principios de en-
gommado e de cozinha, sem defeto slgMC
ba ra do Queimado, n. 38, segundo andar.
Araruta a 3,500 rs.
Vende-se farinha de araruta, a 3,500 rs. a
rroba, muito nova : no armazem de Dias
fTecreira, po caea da Alfandega.
worU
No armazem do Araujo, becco de Con-
calves, e na ra da Cruz, armazem de Si*
i. vnilem-M sfSas com superior fs,;
rinhs da insndioca, por prego commodo;
bou como no ultimo armazem tambem se | Paas. : ka ttp. ds m. r. m r*nu. i
Esclavos fgidos
-
-- Fuglo, hontem dvmaniMnu A paroo ve-
nsneo. escuro, reforcado, sfaMa be ; fot
esersvo do Sr. Dlogo Jos da Oost, que o
vendeu ha um anno ; esteve nos metes de
julho, agoslo, aetembro e outubro prximo
pssssdo em casa do Sr. BaYa, noMonteiro :
quem o pegar leve-o s cesa do Sr. Riehardo
Royle, na ra da Cdele, o. 37, a entregar a
Antonio Machado Gomes da Silva, qne re-
compensar.
-- Fugio, nodia 85 de outubro prximo
passado, do engenho Sitlo-do-Meio, da jrl-
heira de Una, o mulato Benedicto, de 35 an-
nos, de altura regular, grosso de corpo, c-
belos carapinhados, cara escamada, olhos
fundos, pouca barba, denles abortos, per-
nss srqueadas ; tem os dedos grande* dos
Ss a herios, lodo tnsl feito de corpo ; qoan-
o anda acompanha com os. bvsgos as s-
ssdss ; faz-se moito umilde ; he- nitoral de
Carerys-Velhos ; Wi. eseravo de Francisco
Bezerra de Vasconsello* e Silva, de Cstinga
Verme Ib de Craveta. Roga-*e as autorida-
des poljclaes e cspitSes de campo, que o
apprehendam e levem-np ao dito engenho
Sitio-do-Mio, ou ao engenho Caraeass ds
mesms rbeir*, oa eo Recife; a Antonio
Caldas da Silva, na rna dos Marlyrios, n.
14, que serio gratlfloados. "
-- Fogio, nodia 10 do corrale, o esera-
vo Thomez, de nacSe Angola, de estafara
regular, sem bsrba; tem falla de dentes ni
frente ; represenU ler 13 a 20 annos ; le-
rou caigas de panno fine azul, camisa de
algodSo traogsdo, jaquelado alpaca cOr de
rinbo. Rogs-se ss autoridades porlciaes e
cspltSe de campo, qne e aprpreheodam e
lerem-no ao Aterro- da-Boa-Vista, n. 43, ou
na pssssgem-ds-Msgdlen*v sitio t*o toado
Dr. Brito, qoe serSo gratificados.
Fugio, ns nolte do dis 39 de selembro,
do sitio de Joaquim Frnsndes de Azevedo,
o preto Trsjano, de nago Congn, de 39 an-
nos, de estatura regular, cara rsSJondk, lici-
gos grossos e Virados par cima, falla bas-
tante descanssds e alrspalhado ; est al-
fuma cousa amaretlo de-ter na pouco a ca-
ldo de urna frreldade ; lerou caigas de me-
rino preto, catnisss de slgodSo trsngado
comlistras azues e outfa de bata azul,
orna coherta tambem de bata azul ; cons-
ta que vai junto com outro que fugio ns
mesma occasiSo, perteneMite a Sra. D.
Francisca Thmazla da Concelgb Cuoha,
de nome Pedro ; h bastantealto, represen-
la ter 38 a 40 annos ; tem uns calombos d
porita do n*rrz al o hielo da testa ; h bss-
tsnte motelrff e rfesdentBeMf im frentp. lio
glaseas1 autoridades poheiae* e espitOeS de
campo, que o apprehendam a levem-o a
ra do Crespo, n. 10. que serflo gratificados.
"Deslpparece, nodia 8 do corrente, o
preto Msreilno, crioolo, de 20 s'25 annos,
alio, secco docorpo, fsTts um pouco des-
canesda, ps seceos, sndsr de papagsio e
quatido arde toree um pouco o cotpo de
umltfo; tem um crcatriz em
de resto quast to p ds bor
ra-sea roupa que lerou. Itoga-se'as soto-
rfdldes pol irsese ce pitaes de campo, que
0 eppTericndam e evem-no 4 roa da Viga-
rio, armazem de Carneiro $. (tamos quele-
ro geatiiaaslo generosamente, |


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