Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07211


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Full Text
Anno XXVI
*
, Sexta-feira 15
rABTIDAl SOI OOMHZIO.
Golanna e Parahlba; a secundas e acztas felras.
llio-lirande-do-Norte, todas as,quintas felras ao>
ia*U>-dia.
Cabo, Serlnhiem, RU>Formoso, Porto-Calvo e
afaceld,.nol.*,all e 21 de cadaucs.
GaranhulOT Honllo, ile).
iioa-Vial e Flores, a 13 e 28.
Victoria, As quintas felras.
Olinda, todos os das.
*i
Bmtn*a.
'Han, 4,m ib. da ra.
_ tCreao. a II, aa.8 h. t65m. da t.
Phsim b wx-janu. 1, a2 h. e 15. dat.
Uing. a 28*s 10 b. 13 da m.
r ni ama a dx hoje.
Prlineira as S hora e 6 minutos da tarde. __
Segnoda aa 2 horas e 30 minutos da maufaua
de Novemtjl* de 1850.
N. 259.
fheoo da so Por tras meses (adlantados) 4*000
Por seis mezes M^.
Por uui anno 15|000
das da semana. .
11 Seg. S. Menna. Aud. do J. dos orf. e do ni. 1 v.
II-Tere. S. Hartinho. Aud. do J. da 2. v. do
civel, e do dos fetoada faseuda.
13 Quart. Rcenlo- Aud. do I. da 2. v. do c.
14 Quii. S. Oleinenlino. Aud. do J. dos orf. e
ilo ni. (la 1. v.
15 Seat. S. Gertrudes. Aud. do i. da l v.c. e do
do* feltos da fazenda
18 Sab. S. Goncalo de Lagoa. Aud. da Chae, e
do J. da 2 t. do civel.
17 Dom. 8. Gregorio Thaumaturgo.
CAMBIO EM 1* DE NOVI
Sobre Londres, aS8 1(2 d. por l/0 rs
Pars, 333 por Sr,
Lisboa, 100. por otlo.
Ouro. Oncas hespanholas .... **"""
Moedas de 6*100 velbaa. MA
. de 6/10;) nova 16/0O0
Prata.Patacoes brasileiros----- lA~.
Pesos columliarlos... '{J
Ditos mexicanos........ l#7oU
a60dlasL
a 30/500
a 16J50
a 18M0O
a yin
a 1/D80
a lfiW
a 1/780
i ario it:
EXTERIOR.

CORRESPONDENCIA UO WARIO HE PEn-
NAM800.
Paris, 3 de lefmbro de 1850.
En ultimo que Ihe esereai, fallei-lhe
dea principios da viagem erjvpreheadiUa pa-
lo- presidente eotdepartamookai m qut a
faecSo demaggica tinha tido al aqu uaia
influencia soberana. Hoje eota viagem es-
t terminada e posto annunciar-lhe que
esa* tentativa chai* de pangos foi comple-
tamente bera suooedtda. Em muitas cir-
cumstincias os anarchistas se uioslraram,
a procurando topprir o numero pela auda-
cia, vociferaran! injurias disposlos at
fazer um ataque contra o ch^fe do estado;
eotretauto o presidente por toda a parte Ihes
fez frente, respondendo severamente s
suts ItMioal represenlai;0es, desprezapdo
seus ultragas que nSo podiam alctnca-lo, e
airontando coa) unta resofucSo heroica seus
a meteos e tramas.
Coai etfcilo MU Lyflo l.uiz Bonaparte foi
visitar a pane da ctilade a que cbamtni
Crair flowat e que nervio de campo de ba-
tallia ao sanguinolento oonilclo do asno
pastado. Este qutrteirBohe lodo povoado
d obralro, o unte* tois ou menos to-
maran parte na inturreicSo. O malor nu-
mero ooai luda saudou o principa cora res-
pailo, mas as sociedades secretas tem l
secretarios feroiee,0i, quaes querendo fa-
zer ao ctele do estado om accolhimento ao
seu modo, berraram e vociferaran!, na oc-
casilo que ella pessava, mas esse motim de
gritos nao leve outro resultado que fazer
romper com mais vivacidade aaaccmmt-
cocs do verJadeiro povo, quando o presi-
mte, acabou a visita, lornuu a tomar o ca-
fltoho da seu palacio.
Ean U-saucou a cena foi alada mais gra-
va. I.uir Uonauarte tem Hender aos avi-
aos que Ihe deu a polica, foi assistir a uro
baile qua a cidade oflorecra aos obreiros.
lima eonjuracao tinha sido organisada para
o oppi itnirem de ultrages tal vez para se
apoderarem de sua nessoa. Apenas elle en-
trou na asa, foi violentamente separado de
sua comitiva por urna mu I ti 13o de homens
mal encarados, os quaes se renniram em
Sno delle. O perigo era grave, mas o
ncIpeodMPresou. O bravo general Cas-
! ejaomo auompanhava pusou imoie-
diatameute pela espada para abrir-lbe pes-
sagem este memplo foi seguido por al-
gunsaQJciaes da escorta ; os miseraveis que
tnham preparado esta emboscada, retirar
ramrte e o principe ficou livre.
Km oulras localidades tambera, em Tolo-
sa-Colmare Straburgo a faccSo demaggi-
ca revelou-se por gritos desesperados de
fiva a repblica, e at por alguna de Morra
o presidente, mas eases berros foram qoas
logo .cobertoj pelos gritos mil vezes mais
numerosos (Jo Viva *is Hapoleo, Viva o
presidente. Algumas vazes mesmo vetera-
nos do imperio commovidos ao aspecto do
sobrinhode seu antigo chefegritaram Viva
0 imperador.
Era geral o,accolhimento feito ao presi-
dente as cidade considaraveis foi de sjgu-
dii sorte misturado de sympalhia e n-pul-
sSo, mas revela dizer que a gante honesta,
aquelles-quo, recoshecera o servico que
principe nos tem feito, nSo gostam de gri-
tar e vociferarnos ras Elles callavarn-se,
eotretauto que os bandos Ueqitgogicos ber-
ravam. No campo, pelo contrario, o sobri-
nbo do imperador Tpi triumplialmenle acp-
lliido. Das flleirls aperladas desses campo-
nexet que o euperavam sobre lodos os pon-
tos da estrada, oto parta senlo um grito
formidavol de Viva NapoliOo. Da colleccJo
dos (actos que aqui resumo cumpre con-
cluir que o principo he verdaderamente po-
pular, 0 que 1)0 i'm grande feliciJada para
esse paiz,-porque elle tomou corajosamente
sobre si a oiis8o do o salvar.
bastantes pira que um povo profundamente
imbuido ntt virtudes solidas do soldado e
d Uvrtdor, se transforme em um povo de
ioimigosda religiSo, da ordem e da pro-
Liriedade.
Demais, senhores, porque raio terla eu si-
do mal recebido? (Applauos.) Em que tenho
eu desmerecido de votta ooafiaofa? (Van, nao-)
6*1 locado pelo animo quasi unnime da
Franca, a flatoU deum poder legalamU rea-
trici. usa* luiinenao pela Influencia moral de
tua orlgein, tenho sido acaso aeduiido pelo
pcnsainaato, pelos oooselhoa de atacar una
conslitulfio felu entretanto, como olnguem
ignora, em rande parte esnira mlin?
Nio teoho respeltadp e hei de reapeitar a
soberana? do povo alods matino miquillo que1
asa eapreatio pode ler de falto ou de bostil.
Se tenho obrado asslin. he porque o titulo
que mal ambiciono he o de boineiii de bein.
(4laap6'rs asuoimai.) Nada conbeco tuperlor
ao dever. (Asplasses )
Ft-lgo, portanto, habitantes de btraburgo,
da pensar que ha eommunhao de aeollmentoa
eatre vos e inlni. foino eu, vos queris ver
notas patria forte, graude retpeitada; como
vos eu quero ver a Aliada ocCupando oulra
ve'i teu aoiigo posto, sendo aiod* oque pm
tanto anuos foi, urna das provincia mais fa-
rtosaa, etcolbendo os cidadaos mais dignos pa-
ra a representar e leudo para ilhutra-la os mais
valenles guerrelros (4eetamaeo'f>.} ** Alsaca!
a cidade de Straburgo )
Kste discurso que llaongeava todas aa paixdes
de MU auditorio, ao pateo que Ihe dava severas
licdes, foi recolhido por applausus uoanimea
lie be alm dlsso tu bem pensado qu ooataa
gaietas republicauaa nao acbsram nada que
censurar- Ettou convencido que elle produzi-
ri um eicellente eftViio, ein un paiz que os de-
magogos de alm Rhenu tem pervertido, tem
com tudo terein conseguido sullbcar iotelra-
ineute teut bont iustinclus.
Luiz Bonaparte que partir a 12 de agosto,
recolnera-se a Pars a 28 do mesmo inez mui
fatigado, )>orin de tal sorle encantado de sua
viagem que resolveu euiprehender oulra de-
pois de um repeuto de uiua semana. Hoje 3 de
seienibro na hora mesmo quaesarevo,*
presidente parte oulra vez tcampanhadode
saus ajodantes de campo e de quatro minis-
tros ; o do interior, o da justica, o dos ne-
gpcios estrangeiro e o da marinha. O (lm
principal desaa viagem he ir visitar o por-
ta de Cneburga, onde se acha ancorado
presentemente nossa bella esqaadrs do Mar
diterraneo, composta de ruuitos navios de
a(to bordpe de fragatas de vapor, contan-
do por ludo 800 pecas e 10 rail mtriuhei-
rqs. Nanos uoast capital lave lio perto de
ai um* esquadra Uo rsspailavel, por itao o
Parisienses dlrigera-se em multidao a Ghe-
burgo. -Na ida e na volta o presidente a-
travessar os ricos departamentos da baixa
\ormaodia, que certamente lbe bao de fa-
zer muiio bom acoihimeato, porque as
ideias de orden e da moatrcliia estilo ah
mais eapilhadat, do que nos departamentos
do este.
I'.mlim, brevemente vamos saber quaes
sto os gostos da Franca a respailo da repu-
deplorar.' 0 mais engeohoto e o mais ceje-
bre de nossos romancistas, Mr. z7oor de
falsac morreu com cincoeota e um annos
de idade, depois de uros longa infermidade.
O nome do autor de Eugtnii Crandet, de
Ce'sar IHrottcau, e de varios outros roman-
ees cheiot de espirito, finura e ohservacSo
teri sea duvida chegado o conictimeuto
deVrac, porque suas obrts tem sido tra-
duzidaa em todas as lingoas. A nata ao
nossotlilteralos assistlo as suas exequias,
sendo uro dos cordOes do panno sustentado
pelo ministro do interior Mr. YictorHugo,
que ah .' tem tanto genio que se ce dis-
pensado de ter sensocommurn, pronunci-
ou sobre o tmulo de Balzao u n discurso
mui ridiculo.
dltemanha. 0 Imperador da Aostria
aehi-se oeste momento na agoas de lela,
onda d-fve encontrar-se com o 8'. conde de
NessMrole, ministro dos negociosestran-
geiros do czar. A cotfianca se far em pre
tenca do principe do Schwartzemberg, pri
meiro ministro da Austria, e ter por flm
conduzir a ama soluQSo as diflerenQas so-
brevindaa entre os gabinetes de Vienna e
de Berlim.
A influencia omnipotente da Russia he s-
mente quera poderi produzir esta solucSo,
porquanto as duas nortes parece que fol-
gam de irritar-se reclp'ocamenta, dirigin-
do-se per turno proposiriOes inaceituveis. A
Austria quer restabelecer a anliga dieta de
Kraukrori.e he cora este 0.1, que tem trtba-
Ihado por deafazer as combmages de alli-
iioca restricta tentada pela Prussia. At aqui
ella tem sido bem succedida.pois fez abor-
tar o parlamento de Esfurtli,separando delle
urna pinedos alliadosdk Prussia, mas res-
ta anda i corte de Berlim bastante influen
cia sobre os pequeos estado* da confedera-
co, para fizer a seu turno que abortem os
pianos do gabinete de Vienna, oqual acaba
ousadamenta de convocar a antiga dieta de
Frankfort para o dia 15 de setembro. Bas-
tara para issoquea Prussia se abstivnsse de
enviar seus deputados, e que aeonselhasse
os oslados que aceitam sua direc;8o a obra-
ren como ella ; co,.i esta simples mano-
bra a dieta nao contar nunca numero suf-
iciente de membros para deliberar, e o
amor proprio da Austria recebera um golpe
cruel.
He sera duvida a respeito destas cumpli-
os (Oes que o conde de Nesselrode, poltico
consuraraado, quer dar aeu cooaalho ao jo-
vem imperador e ao seu primeiro ministro.
A.ltussia deseja mui sinceramente o flm
destas questOes, as quaes entretem o espiri-
to demaggico na Allemanha, pela espe-
ran? de urna collisSo. A propria Allema-
nha ( pondo de parte os demagogos j est
profundamente cansada dessts dissencOes
sem resultado, e neste momento esla-se for-
mando la um partido, o qual tem por flm
reconstituir a confederas!, ezcluindo del-
ta a Prussia e a Austria que sSo bastante
tuda a parle urna hbil idade singular. Em
minha ultima caita transcrevi o discurso
por elle pronunciado em l.yao, eis-aqui ou-
tro bao mano lirme, n3o menos hbil que
elle dirig(o aos habitantes da Alsacia. O
principe respondeOTaw os seguinte* termos
a uro bni**a qua Ihe foi feito pelo presiden-
te du tribual un cumniercio de Straburgo :
SenhurH, recebe i o meas agradecimeo-
ios riaia franca coniiaiiosdo rum que me
tendea-acolbido eotre v6s. A melhor roa-
neira de mefeateiar be promelter-me, como
acabis de fazar, o votso apoio na luta em-
pentada ertra, as uitopias e as reformas
uteis. ( Braooi prolongado*. )
Antea de minha partida, houve quem
quisesse diisuadir-me de fazer urna viagem
Alucia Disaeram-me multas vezes que eu
seria mal recebido que este paiz perverti-
do por emissarios etiraugeiros, nBo conhe-
cia uiaia tMwsa nobret palavra da honra e
patria que vosto none recorda o que flze-
ram vibrar o coraelu de sena habitantes por
espado dequtrenla annos.
tttta o* Alsaeiaoo escravos, sem o co-
nbaoBr, de aomens que abusam de sua cre-
dpldade, raausariara ver no eleito da na-
sas o representante legitimo de todos os d-
reilos e do todos os ioleressaj.
a Maieuditaea mim mesmo: Dato ir
todo a parta-onda lia illuaes perigosu que
distiptr bons cidaddoa que forUlecer
( Spplauoe unnimes.) Calumniara a vertta,
*' Alsacia, nessa trra das lembranoas glorio-
sa! e dos senlimeutos patriticos, en acha-
4attt, estoaeoiud;io,corasassqu6 feSo ^
compreheoder a minha missSu e a minl
dedicaclo ao pas. (Sim,
engsP.
blic e da constiltuisSo que os republicanos orleS parl se defaderem por si mesmas.
Este partido n3o tem probabilidadedeser
bem succedido, mas lera certamente por
efleito obrigar as ,duas corles grandes a
acaljjrem com questOes que nilo lera por
causa senSo um urgulho vSo.
A'oaobt a Boma, O rel.de aples acaba de
suppriiuir por um decreto recente a liberdade
de imprenta. Todas as publicaces sao aubmel-
tidas i censura.
Anouncia-se de Roma urna prxima e nume-
rosa promocSo de cardeaet. Dit-se qoe serio
criados tres cardeaea francezes, os artebitpos
do Hbeiuo, de Zieaancon e da Tolota ; Ires car-
deaea alleiuaea, o araebitpo de Colouha, o arse-
bispo de luapruck, e o primal da Hungra ;
dous cardiaea bespanbe*, os arsebispos de Se-
villia e de Toledo ; um cardeal inglez o Sr.
Wiseuiaii; um cardeal napolitano, o Sr. t'o-
tenzi; emnin tret cardeaet romanos, o Sr. Far-
inarl, puncio aposlolico em Paris, o Sr. Roberto
Robeiti, vlce-presideuie e o Sr. Vecci, bitpo de GubMo.
tultUtra A raioba Victoria foi a Ostende
fazer uma viaita a teu to o re dos Belgas. Vol
(ando de l, ella soube da roorte do rei Lula
Filippe, e deu-ta presta de ir a Claieinont pa-
ra apreaeuur tuaa consolacea rainba dot
Praocesea Mara Amelia. Ella tomou lulo e
ordenouquesua corte o lomasse tambem.
Em Parit e Londres falla-se multo de urna
nova e maravllhosa applicacao dos prngresaoa
da aciencla. Dina coiupanhla aoglo-franeeia
acaba de eetender em toda a largura da Man-
cha um fio metlico encerrado em uns bamba
de Gaua-Mrrsae mergulbado protuudamrntc.
K.ie o devo fazer o papel de Um lelegrapho
elctrico o traes"''' dentro de alguna se-
guados as noticias de urna a oulra contado es-
trello, Dcot querr que est entalo aeja bem
succedido!
llnpanha. O general .Narvaei acaba de re-
ceber do presidente de nossa repu bllca um
luagoifleo presente, he una espada de honra
que pertenceu aoltnperador NapoleSo. Sobre
a folha lem-se estas palavraa : A' Napolaio
imperador e rei.
nos dr.ram. Nossos conselbos geraes Cas
semblis pruvinciaes ) esto reunidos, e
terSo que pronunciar-so sobre a queslo de
saber se a eonstituisBo deve ser ou no re-
vista. Alg'iM at j doraos eu a opinBo, e]
convidara com muita instancia a asssembra
nacional a proceder quanto antes i essa
ravisSo- Estou convencido que a tomensa
raaioria talvez que mesmo a liumanidade
desses cousal|iot exprimir um voto an-
logo, Note entretanto, Vroc quo nossa
conslitucD be a obra laboriosa) de nosaos
mais habis republicanos. Se alies nao
conseguiram oontenlar a ninguem he por
que os costamos a Franca sSo decidida-
mente antipathcos i repubca.
No meo da nossaa prsoccupacAas inte-
riores, urna noticia vinda da Landres cam-
moveu dolorosamenle a opiniao publica.
antigo re dos francezes. Luiz Felippe de
Grleans morreu era Claremont, s 26dea-
gusto pelas 8 horas da manhaa, tendo com-
pletado 76 anuos, 10 raeze e 20 das da ida-
Ha quasi um anno que sus frcas se
llevo dizer tambem que elle moslrou por| uq^,,,, gr^uaioaenle aBraquecido- o toda
a arla dos medicas foi impotente. 0 au-
gusto eWio eonservoa al ao ultimo mo-
mento, toda a serenidade de sua raso
,W vespera do dia de sua morte, elle aiuda
dictou ao aeu ajudante de campu, o gene-
ral. Uumts, a ulliipa pagina, de suas tne-
oris. Elle conaervou-ae muito lampo cera
0 seu capello. o qual lbe admiuiatatlo
atttiasimn Kasramenlo a asuiruu com a
mors da jutlo. Todos os saos lilhos tssit-
liram aos seus ltimos suspiros, e a rainba
tria Amelia, vencendo sua immensa dOr
z que elles promettessem sobre o corpo
inanimado de sau pai, que perraaneceriaro
rudos depoi de sua morte, como o linham
ido dorante a sua vida. O corpo do ra dos
fraileases sari proviaoriamstUe deeosiltdo
oa urna sepultura da cabella calholiea de
VVosbridge, utuada a pouca dalaneia de
tlareaiont, al que as portas da Frans se
tornem a abrir para os principes de Orloana,
a que alias possara ir peasoalmente depdr
os restos du seu asi na sepultura real da
igreja da Umax, onda coponsara ja o dous
albo queridos do ra o duque de Orleans, a
f pnneoza Maris.
A noticila desta morte fui ptra a gaste
onesu da, Fraac* um vardadeiw lulo. Hoja
sata sMadeacsu da throno, todo o mundo
fea iaattoa t qualidades emmeMes, ao aa-
airito- eaperior de um principe qae soube
fap-ocom dezoito annos de ptz, urna
rPprJairoroenss. Ainda :nesmp aquel-
^bii cuntribuem para o destliro-
a precuasores do iuizo da historia, a qual
- grandes.
Pars, 3 deoulubro da 1850.
NSo tanos por ora debates parlamenta-
res : a sserobla acaba de tomar as ferias
que havia facultado asi mesma, e o paiz
oSo se queix disjo, porque nunca a teve
mais tranquillo, porm em falla de tempes-
tades de tribuna, temos intrigas de partido^
e as violencias das gazetis entreteem a po
Ijtica.
J refer a Vmc. a visita quo um bom nu-
mero detogitimiaUs influentes foram fazer
ao sau pretndante, o conda de Chambord,
durante a sus rasdonoia as agoas de Wies-
badau. Houve abi numarosas conferencias ;
lodtt M quoalsa da principio e de conduc-
ta tora'agnados. rasutlou distas dell-
bersertes n! enmdlexo de, decisao. que*
deva ser publicado, porm um segredo
confiado a muitas centenas de pessoas nao
poda ser bem guardado, e hoje a imprens
se apoderou desta obra a qual he atacada
por uns, defendidos por outros e faz um
estrepito espantoso. Aqui reproduzo esle
documento que tem urna grande importan-
cia, nao obstante estar assignado por um
oome sem valor; jorm posso afflrmar a
Vme. que elle he a obra das personagens
que cercara o principe, e que fora approva-
do h n todas as suas partea pelo conde de
Cbambord. Eis-aqui esta pe?a :
e Wiesbaden, 30 de agosto de 1850.
e As nossas gazetas de Paris e dos depar-
tamentos ja voshSo sem duvida feito co-
nhecer, em todos os delalhes, esta viagem
que p e lili feliz influencia.
V6* sabis agora coro que religioso em-
neoho homens partidos de todos os pontos
da Franca, e que representam as diversas
posisdes ociaos, vienm reunr-se junto do
neto ile llcnrique IV.
Em presensa das graves crcurastancias
nm que nos achamna, e debaixoda ameaca
de novas complicaseis que parecem dever
produzir-se, o conde de Chambord pode as-
s'm estudar a siloacSo de mais perto.
a Todos os nossos amigos da assembla
legislativa que roderam deixar a Franca,
consideraram como um dever transportar
quanto antes a Wiesbaden, eo conde de
Cbambord, assim como no-lo hSodito as
gazetas, os recebeu a cada um em particli-
|sr, afim de fazer urna ideia exacta do mo-
v ment do espirito e dos diversos inte-
resses das populacOes em cada departa-
mento.
< Nestes dUlrentes entretimentos o cada
vez que elle os reuni junto de sua pessoa,
o conde de Chambord mostrou-se constan-
temente preocupado da linha de conducta,
que nesle momento mais do que nunca,
importa seguir juntamente, afim de activar
os progressns de nossas opinoes e per ao
mesmo tempo, os principios ao abrigo de
todo n ataque.
a 0 conde de Cbambord declarou que
reservava para si a direcso da poltica
goral.
Na previso de acontecimenlos repen-
tinos e para assegurar osla unidade com-
pleta de idoias e de bcqSo que s pede Ta-
zar a vossa forc, elle designeu os homens
aquem encarregava em Franca a applicasSo
de sua poltica.
Esta questSo de conducta devia nece-
sariamente trazer a appreciacao definitiva
da quesloda appellasSo para o povo.
t Sou oflicialmcnte encarregado de vos
dar a eonhecer qual ht sido sobre este as-
sumpto de declarasSo do senhor de Cham-
bord
Elle ba formal e absolutamente con-
demnado o systema de aapellac8o para o
povo, como implicando a negaso do gran-
de principios da heieditariedade monar-
ch-.ca.
Elle repelle de ante mao toda a propo-
sicSo que, reproduzindo este pensamento,
viesse prejudicar as condisOes de esta bel i-
dade que sao o carcter essencial de nosso
principio e devora fazer encara-lo como o
nico meio de arrancar a Frans* *S convul-
so 's revolucionerias.
A lingoagem do Sr. de Chambord ha
sido formal, e precisa ; ella no deixa lugar
a duvida, e toda a interpretasSo que Ihe
alterasse o alcano seria esseooialmente
inexacta.
Todos aquelles quevieram a Wiesba-
den li8o condecido esta decisSo : todos ou-
viram o Sr. de Chambn) pronunciar-si-
coma mesma firmeza, ao maaao-passo que
0 emosao profuuda e a espraaBo da verda-
dei a felcidade que elle poda notar em
todas as frontes pareca assegurar-lheqoe
asa doclaracSo vinda do exilio seria de
buje em dianla urna regra absoluta para to-
dos os legilimislas da Franca. Terminar
todas casas disidencias que tao vivamente
a tem alfeotado, e que nilo redundam se-
no em nosso enfraquesimento ; ahandonar
smcea e absolutamente lodo o syslema
que poieria trazer o menor ataque aot di-
reilos de que elle he depositario; voltar a
lodas atsas tradiccOea de disciplina, que
nicas pdom, depois de lanas revolucflas,
arguer o sentimento da auioridtde; per-
manecer inabalaveis nos principios, mode-
rados cuiiciliadores para com as pessoas;
lal lie o resumo de todas as recommenda-
coes queoSr. conde de Chambord nos ha
feito, e que ns conamot, serio fecundas
om lasultadoa felizes.
O que retulta incontesiavelmenle, he que
acudo adireccao da polica geral reservada au
Sr cunde de Cbambord, nenhuma ludividuall-
dadepoderia de hoje em diante ser apresenta-
da como repre'enlaco deata pulitlca; afora o
Sr Ande de Chamhord, nao pode baver, aos
ataos dos legiliinista. aenao os mandatarios que
elle ha designado, e que sao, aera duvida vos
U o abis, aenhoxe duque de Lvis o ge-
neral d Saint-Prlest, representante do be-
raull, Berryer, representante daa boccaa do
Rheno; o marquez de Pattoret; oduifUe de
Etcart.
a Da volta Franja, eu terel, como no pataa-
do. a honra de vos traimrttii as suaa lnstruc-
coea e confio que continuarelt apreatr-me aem-
nre o voato precioso concurso, c a por me ao
crreme da ailuaco do vosto departamento.
a Nao tendo trazido para a Allemanha a nota
de vosta morada, julguel dever eaperar a mi-
nha volta a rranca, para vos dirigir esta circu-
lar. Aeinado BorUuitmy.
astiguatarlo deau peca he suuplesmente o
aecreuuo da commissao de cinco membros,
constituida pelo duque de Uordeot.
A circular que acabaet de lr poa todo o
r^-sisii s si*^va'aaWSm%BM- -*
ebafeO|>a.UdO baoormUMqo ora um ma- mundo em alarma.
nifflslo uanamillido a seus amigos tobrel Oa repubUcanot e um pouco tambem oa no-
*^totta\&:o$ito]uwvi& Hieem Indignado da audacia de
um partido que conspira abertamente contra
as nossas i osiituicca, eque a si mesmo d um
governo face do govetno legal da Franca;
Os Orleanislaa hio clamado contra as pre-
tences anliquadas dettes homens que exhu-
maiii para nossas sociedades moderna o prin-
cipio do direito divino, e leem declarado lin-
possivel toda a uniao cutre elles e os legiti-
inistas;
Finalmente a fraccoardente do mesmo par-
tido legiliinista, aquelles que pediam a appel-
lafito para o povo, sobre qiieelo de saber-
se Franja quera a monarebia ou a repbli-
ca, hio sido extremamente ferldoa e irritados
pela sentrnca de condemnacio que os esmaga,
e nao ousando queixar-se de aeu rei, mordem
deaapiedadaiueote os aeus cinco conselheiros.
Ilesulla de tudo isso um immenso mal pa-
ra os interesses da ordem, porqu o part-
lo legitrasla he numeroso na assembl,
i se elle se desnoriear, ficar compromet-
ida a maioria que nos dafende contra o
vermelhos.
Felizmente medida que os anligos par-
lidos se dividem e se nnfraquecem, a causa
do presidente se fortifica com o appoo de
todos os homens de bem J refer a Vmc.
o modo porque elle havia sido recebido em
suas vagens do ste e do oeste -. depois da
sua volta, Luiz Bonaparte, cuj activdade
nao adormece jamis, tem procurado en-
grandecer a sua popularidade no exercito.
Duas voies por semana, elle passa revista
as planicies lie Versilhes a alguns dos
magnficos regiraeolos que compoem a
guarnico de Pars, o assisle s sabias ma-
nobras da guerra que o general em Chefe
faz executar. Depois destes ejercicios que
lesenvolvem no mais alio grao a nstruc-
cSo do soldado, o presidente faz distribuir
vveres e vinho pelas tropas, emquanto of-
ferece refresco aos ollicines o subalternos.
Estas larguezas torna furiosos os nossos ver-
melhos o Illancos : elles aecusam o presi-
dente de quebrar to lus os Usos da disci-
plina, afim de allraliir o exerclo a si; mas
ninguem os atiende, e tojos os homens de
ordem estao admirados de ver o presidente
adquerir cada dia mais influencia no cora-
So de nossos sida los, porque se o exerc-
tn he a nossa salvnsSo contra a anarchia, el-
le poderla em ms crises, tornar-se un ira-
menso perigo, e elles sahem que o presi-
dente nao usara de sua influencia sean pa-
ra proteger o defender a sociedade. Tenho
assistido a algums destas revistas, e sem-
pre idilio applaudido o enthusiastno de nos-
sos soldados que acolbem a Luiz Bonaparte
como seus pais de tltrengo e Austerlitz
acolbiam seu lio.
As gazetas acham-se nasle momento so-
brecargadas de toJo o peso da discussao
polilica, e desempenbam essi tarefa com
aquella violencia e sem rasSo que as pai-
xOes dos partidos pOem era todss as cou-
sas. O publico permanec muilo calmo no
meio dostes gritos discordes. Um facto no-
vo va| occasiouar urna certa modificasSo
as condisOes da existencia da imprensa, e
lalvez obriga-la a mais reserva. Vmc. sabe
que as nossas gazetas apparecem lodos oa
diascheias deartgos, em que a torio e a
ilireito se jul.a dos humens e das cousas.
Quasi serupre sao esciptores muito desco-
nhecidos e sem crdito pessoal que assin
se arrogara o direito de dar lices ao gover-
no. Ora, conforme a nova le da imprensa,
todos os arligos deveiu de boje ero diaote
ser assignados pelos seus autores, sb pena
de urna gia.i.'.e multa. Desde as di mez
passado esta le esl posta em execucSo, e
se Vmc. recebe algumas gazetas de Franca,
dever nolar toda essa alluviam de astig-
naluras, que nSo sJo desconliecidas smen-
te a Vmc., pois o esmoenlre nos, salvo os
homens do mesmo uflicio, ninguem btvia
lido a phanlasia de despedazar o veo qua
at aqui Linda oceultado a paternidade das
obras da impreusa A le da assignatura mo
satisfar porUulo urna curiosidad que o
publico nuuca teve; porm diminuir bs-
tanlemenle a impoilaucia das gazelas qua
nao ferem mais do que individualidades
pouco acreditjdas. e obrg-ira ao mesmo
lempo os escrploies a guardarem mais re-
serva, empenhando a sua respunsabilidado
pessoal.
0 embaixador de Neptul, depois de haver
lido as delicias da Londres, veio brilbar era
Pars, onde suas cachemiras, seus veslilos
de ouro, e seus diamanteaallrahem sobre
seus passos um i solicita multidao Jounp-
f.iAadoiir (este ho o seu nome; yai visitar
OS OOSSOS casUiius i C3, CC SSSiia as re -
vistas das tropas, e rarat vezes falta a urna
represenucao da opera, cujat maravillas
muilo parece admirar. Ainla ha h^m pou-
co o prncipe indiano man lou pedir ao di-
rector que Ihe permillisso assistir a licSo de
danc dos arlistas do baile tbealral. Seu
pedido Toi graciosamente concedido, e du-
rante duas horas Jouaj-BaAadoar gosou de
um espectculo pn-ptrado para elle s:
elle achou-se
painha nnmerosa
desaas exiremamente curta, e que repe-
Uam dianU delle o mais voluptuosos
'*0 principe esteva em xtasis: senta n'al-
ma mais prszer do que Brama prometi
aos seus eleitos.Em lestemunho de seu con-
tenlamento e do seu reconhecroienlo, de-
xnu emsuar.lradada, as mSos do direc-
tor cem guiueos que foram immedjata-
meiit reparlid-.s pelas encanladoras rapa-
rigas qoe aoabavam de dar-lhe momentoa
tao deliciosoa.
Italia, Pienoute Em mintu carU fallei
das dilTerenc* sobraumda arjtfe o Mar-
no aordo, a alguns membros do allofKro.
Doua preuaoa eutiustues ; o sroamsop ao
no meio de urna com-
de formosas bailarinas,
toa por tereco


-V .-...--*
Ifc-T. \^ N
.--.1..'^
da auto'Wro'e civil, o processo destes al-
tos dignatarios da groja foi promplameiile
formados. Um fui julgado em Turin, o ou-
tro cm Cagliari. Ambos foram condem-
nados a banimenlo. O arcebispo de Ca-
gliari. fai immoJiatamcnle embarcado em
um barco de vapor que o deve depr em Cl-
vita-Vochia. Quanto ao Sr. Franzonii ar-
cebispo de Trin, ilizem que pedio ser
transportado a Franca, o o governo sardo
acceilcii ao seu pedido.
lia rasao de qoi a de ambas ai partes nes-
tas questacs entre o poder tempural e o poder
espiritual. Infeliimenle a inaneira pela qual
lorain Iratado* os dous arsebispos nao he de
natureza lal que acalme a Irrttacao da corle de
Rohia, a qual he a nica que pode ntervlr ef-
icazmente para por termo a essas discussfies.
O gabinete de Turin enriou a Roma um pleni-
potenciario, o cavalleiro Pinelli. para enten-
derse com a santa S ; mas ha todo o lugar
para crer que j neste momento, nenhuma ne-
gocinro poder ter bom etilo.
Roma. O papa Tai (ojos os seus esforcos pa-
ra realisar as promessas librraes que fez i
Franca, a respeito do governo de seus estados,
lie araba de pnblicar um decreto instituindo
um conselho de estado para a gerencia dos ne-
gados administrativos. Os seculares terao ac-
cesso neste conselho, e he isto um grande me-
Ihoramento. Armuneia-se alm dlsso a pr-
xima oreaco de urna consulta para os nego-
cios Hscaes.
Ttucana. O grao duque deToicana acaba
de publicar um decreto adiando indefinida-
mente em seus estados o estabelecimento do
rgimen representativo. Elle promulgou ao
inesmo lempo urna le sobre a iinprensa, sub-
mettendoas gazetas censara.
Allemanha e Austria. O imperador Francis-
co Jos fez ao general Hayoau o mais lisongei-
ro acolbimento. o outro lado a municipal!
dade de Vienna conferio a este velho e bravo
soldado o diploma de cidado de honra da ca-
pital e a missiva, que Ihe enviou jnntamente
com este titulo, estigmatisada maneira a mals
enrgica, a conducta infame da canalha de
Londres. Assegura-se alm disso que o gene-
ral Hajnau, satisfeto com lodos esses lesiemu-
nhos el- sympalhla, impetrou a gracadese nao
dar andamento ao pedido de reparaco diplo-
mtica que o gabinete de Vienna tinha feito ao
gabinete de Londres.
fraila. 0 re Frederlco Gullherme dirigi
recenteuiente aos cldadaos conservadores de
Berln um discurso que fez na Allemanha gran-
de estroodo. O rei insisti principalmente so-
bre sua inalteravel alfeicao oacionalidade al-
iemos. Eu sou, dsse elle, o melhor Prussia-
no, e vos nao hesitareis em crer-ine, mas em-
quauto eu poder fallar epensar, serei tambein
o roellior Alleino. Tein-se desconbecido em
ineu proprin pas a sincerldade de meus senli-
mentos. He penoso que nao ae camprehenda
anda que he possivel ser-se leal em poltica;
eu nao me tenho deiado influenciar por pes-
soa alguina naquestao da Allemanha.
O que quero fazer por ellas, fa-lo-hei
seguindo o impulso irc por diante al que Dos me fue um li-
mite, o qual tilo ullrapassarei. Como tei
da Prussia, farei executar o que liver obli-
do para a Allemanhi; porm como amigo e
confederado, saherei ser conciliador e me-
diador, tanto quanto o permitlir a honra
i rus-Mii,i de que son o guarda mais liel.
Pelo que diz respeiln a honn, posso invo-
car a historia dos cinco seculos de miaba
dynastia, e a das racas allemflis, que ella
lia i ciin: Id gloriosamente sb seu sceptro, a
O sent lo destas frases um pouco vagas
be puo o rei da Prussia est decedido a su
reconciliar com a Austria, anda inesmo
cusa de notaveis sacrificios nos seus s-
nhosde unidade sllemSs.
As duai llenes. Ja refer a Vine, o que
tinha fcitpogiflo duque de llesse Capel.
Accressenlarei boje que depois de ler sah-
do de seus estados, lornou a entrar Dell s,
e estabeleceu a seit* de seu goveroo na pe-
quena cidade de Wilhelmenbade. A Prus-
sia parece disposta a sustentar os cidadSos
de Capel, mas por outro lado a dieta de
Francfort onde domina a Austria, quer m-
lervirem favor do gro duque. He sempre
a rivalidad das duas grandes potencias al-
lemfles que est em jogo. Sejaoqueforo
exemplo do gr3o duque de 11'sse Capel foi
contagioso, eogrSoduque de llesse Dar-
aeaba de dar pouco mais ou menos a mes-
ma cabezada. Elle dissolveu a assem-
IiIim de seus estados, sempre a instigado
a Austria.
Bollelim da Bolla.Os fundos francezes
hilo experimentado no ultimo mez, fortes
variarles, as quaes liveram por causa anles
a especulacSo, do que a poltica. O mez de
setembro be a poca do pagamento do se-
mestre do* cinco porcento.
Os cinco por cenlo Ocam a 92, 50; os
tres por cenlo a 57, 55 ; os consolidados in-
glezesa 96 1|2.
Correspondencias.
,*>
PERNAMBUU
JURY DO HECIFE.
4.SESSAO ORDINAIIIA OESTE ANNO.
Presidencia do Sr. f)r. Res Silva.
1.' reuiiilo no di I*de novembro de 1850.
A's ouze horas c mcia da minliSa, feita a
chamada, acham-se prsenles 18 Srs. ju-
rados.
0Sr. Pretideute, convida aos Srs. presen-
tes a escolberem no lvro dos sortea los
tantos, quantos sSo os Sis. que fallam ; fei-
to o que disiolve a reuniSo. Era 1 bora da
tarda.
MAN) DE PBM1BLC0.
msoim 10 DI IOVZMBKO DI ISJS,
llontem pelas olio horas da nolte fallecen o
Sr. desenibargador Domingos Nunes Ramos
Ferreira de um ataque apopltico, tendo nesse
inesmo dia a tarde andado na ra. O Sr. dee-
rnibargadur Ramos drstinguia-se entre os seus
colli-gas da retacan pelos conhecimeulos prail-
coa que tinha acerca da legislaco do paz; e o
seu uierccuurnto neste ponto, que pessoas ha-
bilitadas reconheceram, fazsensivel a sua falta
naquelie tribunal.
Eu tencionava proseguir na tarefa, que
vos me metesles em casa. Pretenda Ir
inuito adisnle na analvae da vosa proiluc
cSo.que he uma|miiia mexliaurivel: ea final
atava de animo a mostrar as verdadee,que
cunlm o syatetiia honioeopathieo, demos
l anJo-vos evidenlemenle, que vos sabis
lauto da outrina de Hatinemann, como en
96i8'al3 3/4; os tuutioa braaleiros V0 i, enleodo de Hebr.ico, ou de AHetnSo, alim
ciiuo osuovosa7 i Aascinco por ecuto rus- B UUB quando "aqu vos paasasseis a Pan
ssdell0lj2 a 110 fJPfe os quatro por cenlo|P*r* discutir com Andral sobre o vosso o
portugueses a 331*. \quer que ufa, dissesseis Topei u'aldeia do
O paquete loglez Litmit chegado hoje de
Falmouth, trouse as duas cartas do nosso cor
respundente de Parla que ficaui estampadas no
lugar competente e bem assiin o Timn de 2 a 4
de oulubro prximo passado; mas por falta de
teiupo nao podemos darhoje o extracto das no-
ticiaaesue nelles encontramos. Diremos ape-
nas ajare em Londres os consolidado ticaraui de
lasque
sflaieeii
;>i8 a Wi
lllm. Sr. ioao Vicente Martin.Vamos
nossa tarefa. Vos dissestes, ( eesta em le-
tra redonda no vosso Medico do Poco) que
o Organon ensina a apreciar bem as moles-
lias na sua mais clara manifestar,,*! ; e que
a pathogenesia ensina a conhecer os reme-
dios, cojos effeitos podem ter com as mo-
lestias a maior semelhanca ; e acrescentaes
por lim, que assim a naturesa sem medico
atranca as mais brilhantes curas esponta-
neas, que silo perfeitamenlo bomieopatlii-
cas.Bem vodes, que copio fielmente as
vossas palavras.
Se o Organon, e a tal pathogenesia ensi-
inim estas cousas, necessariamenle liam de
ser os homens, que as aprendam, eadmi-
nistrem os remedios; e os que tal fazom,
s.to sem duvida mdicos neste caso. Vos o
sois, e quantos procuran curar pelo tal o
quer que seja de liahnemann. E sendo ludo
isto exactissimo, como be que a naturesa
( que segundo o mesmo Hahnemann, como
j liz ver, he urna toleirona, urna bruta, que
obra sem rellexSo, etc. ) alcanza sem medi-
co, ( ou quem as suas vezes farja ) curas brl-
Ihantes, e estas espontaneas ? Pois, senhor,
se para se darem taes curas be miispensa-
vel, (oque se conclue das vossas fmesmas
palavras ) que haja um homem, que saiba
apreciar bem as molestias na sua mais clara
manifeslacBo, e conheca os remedios seme-
ntantes para os administrar ; o que querem
dizer curas espontaneas, e estas todas bo-
maaopathcas alcance las pela naturesa? Se
naturesa per si mesma, de seu motu pro -
prio (que he o que signillcou at hoje o vo-
cabulo espontaneo) consegue brilhanles cu-
ras, do que servem essas Pharmacopoliaa de
algibeira, e lanas Dulcamaras a impingir
por alii os vi.Irinbos do quer que i'ja ? E o
mais he, que uo s s9o espontaneas, senSo
todas hommopathcas I l)ar-se-ha Cdso, que
naturesa humana seja discpula de Hahne-
matin '' Querereis dizer por ventura, que o
nosso corpo tenha por dentro urna ofilcina,
ou lsbaralorio pharmaceutico, onde se tri -
turam, e vascolejam ( para a esquerde, j so
sabe) as substancias medicamentosas, e seja
tambein por Conseguinte um armazem de
acnito, d'arnica, de belladona, de noz v-
mica, de drosera, de colochyntidas. Je ipe-
cacuanha, e outras drogas? Com que a lal
senhora naturesa tambem anda de carleiri-
nhi e caderuda .y Cousas farSo estran
geiros!
N9o vos deveis zangar com as minhas fa-
recias; pois occorrem-me naturalmenle, e
sflo tiradas por deducSo lgica das vossas
mesmas palavras. Em resumo e a nature-
sa faz brilhanles curas espontaneas, excu-
sam-se mdicos, devem so proscrever todos
ns methodos curativos srtliciaes, e oiuilo
principalmente o vosso o quer que iea; por
que vos mesmo, meu caro senhor, dissesles,
que as curas, que faz a naturesa, silo es-
pontaneas, e todas i c: filamente lioinioo-
pUhicas. Crande fortuna foi virdas a esta
aldeia de Pernambuco ; porque agora lica-
mos tolos s.tiendo, que cada um de nos
; visto sermos todos liomeus ) lem dentro de
si um lUhnemannznho curador. Ecomo
vos mesmo sois um Irausumpto do grande
meslre, anda que vos retiris, sempre por
c ficareis; e assim nao llavera motivo para
deixar-nos saudades.
Sr. JoSo Vicente Martins.Neata altura
estava, quando rhegou-me o Diario de an-
tes de honlem, e li a vossa insultuosisaima
correspondencia. Se vos nella dissesseis
vagamente que eu vos havia injuriado ; al-
guem, que uo l as folhas publicas, ou
que nestas s procura os annuncios, anda
ooderia ficar em duvida, se era assim, ou
nflo : mas vos, senhor, designastes o voca-
bulo, com o qual vos oendi, e este vocabu-
lo foi o verbo macaquear, do que eu pnr me-
thafora me serv, uizendo, que procurara
macaquear-voi. Qualquer pessoa, que tenha
a mais ordinaria leilura sabe, que este ver-
bo he adoptado do francez singer, que sig-
nifica contrafazer, imitar porque o tropo
he lirado do macaco, que com ilcito em
multas cousas procura imitar, arremedar o
homem : logo dizendo eu, que havia de ma-
caquear-voi, se alguem irioguei a injuria de
qualificar de macaco, foi a innn mesmo,
que sou o arremedador, ou imitador, conti-
nuando vos infallivelmeute a ser homem,
como d'ahles.
Das duas urna, senhor, (como j vos pon-
dera limitan :) ou sois tilo ignorante, que
nSo conheceis a clarissima significac^o
trans iiicia desse verbo familiar; ou se nSo
a desconheceis, de proposito procurastes
uai pretexto mlseravel para desbravar a
vossa ira evanglica, insultandn-me vil, e
porcamettte; e oeste caso sois vos um.....
.Vio me atrevo a dize-lo: diga-o a vosaa
propria consciencia, diga-o mundo inteiro,
que nos liver I ido, ouver de ler. Viestesde
proposito do Rio, ou da Babia para discutir
contigo. Desafiasles-me tantas, e tSo r o Ra-
udas vezes com labia assucarada, e piedo-
sa, s vos faltou pedir-me pelo amor de
Dos, aeceitasse a luva. Calii na impru-
dencia de apanhala, depois de 13o rogado,
anda vos nSo dirig nenhum doeslo ( por-
que est demonstrado, como a luz meridia-
na, que dizer, que se macaqueia a oulrem
So he injuria algutna ) e insuliaes-me pal-
Davelmpniai lp hiaI*> JJq 51752 |*
Vos, senhor, quando com tanta pertina-
cia ae convidastes para urna discusaSo,
parece que tuestes l comvosco o vosso pla-
no, que vem a ser esle-Se o padre nao se
sustentar na polmica por ignorar a ho-
mceopathia, eu serei victoriado, e receberei
os loaos do triumpbo, e isto servir! gran-
demente aos meus clculos linsncciros :
mas se lor 13o forte para mim, que me ati-
plante, ingullo-o, descomponho-o ( sempre
com os olhos em Dos ) e os meua crditos
liomCBopathicos irSo por 'liarte. Mais ain-
Iihiii, Sr Juo Vicente Martins, que os
vossos escripios uo silo tutus comente por
^eule do vulgo. As pessoas d'algunia ins-
ii uccao ja lem feita 4e vos o juizo.que me-
recis.
Pernambuco um pobre clrigo, que me en-
sinou a tbeoria hommopathica de Hahne-
mann, que eu descouhecia.Mas confesso-
me vencido ; triumphastes, senhor ; por-
que me insultaste*, e muito. Recebi os em-
horss, as ovagOes da gente, para quero es-
creveis, isto he ; dos caixeiros ignorantes,
dos curandeiros estupidos, das pessoas
analfaliiitas. Daaiixtuia com as palavras
de Padre Eterno, de nosso Senhor Jess
Christo, de caridade evanglica, e at da
Hostia Consagrada, ao p mesmo dos vjjs-
sos cruzeiros continuai na apostlica mis-
so de insultardes a um padre, que certa-
mente no offendeu a vossa pessoa ; porque
se chimou a algutim macaco, foi a si pro-
prio. Agora acabo de ver, que esta he a
tctica dos que querem primar de homoao-
tlias, e que estSo tao distante do Dr. Mure,
por exemplo, como Saturno superiors-s
d'um cogumello.
Est cerrada d'uma vez para todo o sem-
pre a nossa discussio, que alias tanto ia di-
vertindo o respeitavel publico se eu ca-
base na corrila de continuar; vos a ma-
ntisa espiolhareis outro que tal vocabulo,
como p de cantiga para cuspirdes sobre
mim toda a baba .hydrophobica do vosso
despeito. E de msis como he possivel dar-
se verdadeira discussio comvosco sobre a
iheora homceopatliica, se vos j disseates,
quo a homceopathia nSo tem systema, que
lie somonte um quer que iea f Como se pode
estahoieeei| inesto sobre urna materia,que
uo lie, suiijo o quer que teja? Como discu-
tir comvosco, senhor, que at as ragri-
nlias da graininalica expixaei-voi completa-
mente (como ja uiostrei; dizendo, que ha ver-
bos, que ligam expressdes, privilegios s
dado as conjunces f Como questiunar plii-
losoplnca nenie com um homem, que, co-
mo s fallasse na lingoagem vulgar, diz
verdade pura, quando em terminologa phi-
losophica basta dizer verdade para nBo ca-
recer do epilheto pura ?
Sr. Joo Vicente Martins, oonvosco, e ou
tros como vos, nem mais urna palavra. Es-
crevei l que vos dictar contra mim ovos-
so myslecsmo, o que vos sugerirn al vos-
sas sanctimouUs de tarraxa, respondei o
que vos vier ao bestuolo ; porque a ludo se
pode responder sem ton, nem som. Se eu
livesse abrcalo osconselbos assizidos de
varios amigos uo cahiria na esparrella de
accodir aos assucarados convites d'um ho-
mem, que anda pelo mundo a laia d'um 0.
Ouilole bomoeopathico, enrialado a lanc
da discussio a torio e a dimito. Senhor, eu
nSo quero mais saber da vos, se nflo para
admirara vossa audacia descommunal, pe-
nalisar-me da vossa ignorancia eacyclopn-
dica, e perdoar por amor de D-'os, e em di;.-
conlo doa meus peccados a offenca que me
lizestea.
Sede muito feliz nesta minha trra com aa
vossas espertezas homceopainicas: vendei
gotas d'agoa pura, e cristalina a 50,000 rs.
enriquece! embora cusa doa tolos, cujo
numero he infinito, como diz Salomo.
Cobrai fama desabichSo ntreos papalvos,
os pedantes e capadocios, Approveilai o la-
en : mas nunca mais me mandis c os vos-
sos cruzeiros, que lerei de os recambiar
sem Ibes tocar. Eserevei l o que quizerdes;
que o que vos sois na repblica das letras,
ja est exuberantemente contiendo polos
vossos meamos escriptos. Finalmente re-
mella os vossos papeluxos.
Aos inflis, senhor, aos inflis,
E uo a mim, que sei oqutqueteti. .
Essas vossas engulhosas bealtcea de par-
ceria com o mais inslenle e incomportavel
orgulho, essa labia d'irmias dacarilade,
como parle integrante da hommopathia ,
esses elogios, essas nojeulas louvamnhas s
classes menos Ilustradas e ilitteratas do
povo todas aa vossas espertezas de ralo
embacarflo a outros, mas nuuca ao
Padre, lapa Gama.
lllm. e Rvm.* Sr. padre Miguel do Sacra
ment Lope Gama.--Como sem pro, ludo in-
verteis. Nflo me escandaliaei de que vos ma-
caqueamii ; porque, como dizes muilo
bem, macaqueando-me vos ficarieia sendo
o macaco. Disse-vos que ieis mal, e mal
ides, dando-me outro nonic, que nSo seja
o meu. Api lidastcs-me Roldflo e Ferrabra:
de Alexandria pralicastes urna grosseria
de arrieiro, e me autorisasles a vos apelidar
tambem Tartufo de Moliere ou Fre Marti-
nho : e como vos expendis a raafio porque
me daos aquelles apeldos eu lenho o di-
reilo de dar a rasflo porque vos applico es-
tes. Depois de eu vos ler declarado que
dava por nflo dito, nem escripto, nem pen-
sado, ludo quanto, em sentido genuino, ou
por interpretaba falsa, podeaae de qual-
quer maneira ir de encontr s doutrinaa
da igreja, vos continuaos a chamar a at-
tencSo dos leitores para essas palavras, cu-
jo sentido inverteis com m teneflo de tor-
ar-me odioso. Procedis como um Tar-
tufo. Agora emquanto algnilicagao do
Frei Maitinho flea para outra vez. Conti-
nuai : nSo teobo desejo de vos fazer callar ;
pelo contrario, anda vos hei de fazer fallar
muito, e contra vonUde.
Jlo Sictnte Martins.
P. S. Tome nota, file passagem a que
aemprc vos refers, nlo para discutir, mas
para macaquear, nflo para instruir, maa pa-
ra devertir o publico, muite de proposito
escrevi eu--ysen e muicinapara de-
signar por esta eipretsflo composta urna
cousa bem diflerente do que he em pililos >-
phia tyitema, e dizendo eu vos peco que
formulis as voasaa duvidassem encavar
dude o principio a homceopathia como
um sysiema ( enlaude-se systema de me-
* dicina, que lie diverso de systema em phi-
losophia ) mas como o quer que seja des-
ligado de toda a rola^Ho_com o que te chi-
ma systemas de medicina. Eu vos dava
toda a liberdade para ajuizardes, como qul-
sesaeis, da bomooopalhia ; e vos deviels en-
contrara equivalente expressSo do que eu
negava ser systema d* medicina, por isso
vos dizi que a tomasseis pelo quer que
fi-se que vos designaveis, menos por lyi-
lema [dimedicina, ae enlende. ) Mas o que
ha a erperar de vos, se em vez de argumen-
tar macaqueaos?
J. V. Martini.
Depoii de procelota Itmpiitade,
Nocturna iombra, libilanli vento,
Prai amanhia lerena ctarHadc
Kiperanta de porto, e salvamento.
Verdade augusta, eu te sado .' Provi-
dencia Divina, eu me curvo aos leus de-
cretos !
- --------- --------------
Ainda honlem esta capital estremeca es-
tupefacta e attonita com urna herrara ins-
lita, que levantara a Impronta ( papel), por
occasiflo de dar luz urna declaracSo que
contra mim fizara o soldado Martins, rela-
tivamente o assessinato do infeliz Cordei-
ro ; entretanto que hoje me he dada a so-
hda gloria de entregar ao dominio publloo
urna outra declaracSo posterior, em que
Martins, deiafrontado do horrendo peladillo
que por dual noitei o perseguir, rompe o Veo
la iniquidade, patenteiando ao paiz, ao
mundo, e posleridade o trama mais hor-
roroso que jamis urdir a malicia huma-
na!* Verdade augusta, eu te sado!
Senhores, estou hoje intimamente con-
vencido de que, para maior triumpho da
minha innocencia, approuvea divine justi-
ca que OS meus sanhudos adversarios a per
de outros manejos infames recorressem ao
miseravel expediente de uduzir o aoldado
a compromeller-me, alim deque, depois
de execulado o ardil, fosse elle descoberto,
e desl'arte ae chogasse ao verdadeiro conhe-
cimento dessa maldade immensa, desse fu-
ror desemhestado, dessa raiva devoradora,
que ha presidido a todas as accusacOes m-
levolas,que se me teem feito,sem oulro mo-
tivo mais, do que nSo ler eu figurado naa
flleiras rebeldes/ Pois bem, senbores l
da Impronta ( molambo ), reata que explo-
ren) mais alguma mina, ou que torcam al-
guma outra corda, em que eu deva enfor-
car a calumnia, j que nSo posso enforcar
os seus autorea, porque isso he mies So dos
tribunaea : sim, mflos a obra ; recorran)
ao preilanlissimo Jos Caetano de Medei-
ros, e ao seu incomaieijiiruwe/ sobrinno
Fr. Uochael, que nelles acharSc todo o re-
curso!...
O aoldado Marlins tinha de revelar outros
muilos embustes de que se serviram os tres
njos mos (Jos Caetano, Fr. Kocluel e
Umbelino Catflo ;; mas esles, logo que ou-
viram o estalo da bomba, isto be, apenaa
souberam que Marlins eslava pondo o nego-
cio em pratos limpos, em lugar de empale-
lecerem, correram furiosos so tribunal, ex-
citaran) os maiores tumultos, cuspiram as
mais nojentas injurias contra a pessoa do
pruilcnlissimo juiz municipal, e delegado,
de modo que quasi incompletas foram apa-
nhadas aa declaracOes do soldado, que alias
disse o que era bastante !.'! Frigidui horror
membra quattt! ,
Sem mais occupr-me com ss reflexoe
que naturalmente suscita esse fado de eter-
na execracSo, deixo que os homens pensa-
dores o estudem, e dicidam de que lado
existe a Justina.
Kecife, 14 de novembro de 1850.
Joaquim Pinto de Campos.
Ellas Praoctsco Baitoa, segundo tabelliao d
publico judicial e notas e do registro geral
das hypothecas, escrivo do criine e civrl, e
privativo do jury.e ezecu(6esvitalicio|do (cr-
ino e comarca do Brejo da Madre-de-Deos,
por S. M. Imperial eC. que Dos guarde, etc.
Lenifico que revendo o termo de declaracao
t protrato de que trata o supplieante eiu sua
peticao retro, a qual o seu teor verbo ad verbum
lie da forma e maneira segulnte :
ZVrmo de juramento deetarafo.
Aos oito dias do mez de novembro de 1850,
nesla villa do Krejo e casa da cmara munici-
pal onde foi vindo o Dr. julx municipal e dele-
gado Jos* Rodrigues do Paco Jnior, coiuigo
escrivo do seu cargo, ahi por elle juis foi or-
denado que a sua presenca coinparecesse o reo.
o sida io do oitavo batalhao de cacadores Ma-
noel Martina da Sousa, alim de prestar o jura-
mento nos santos evaogelhos e faicr a sua de-
claracao, a vista do requerido em sua peticio.
E sendo por elle aceito dito juramento decla-
rou que aquella declaracao que tinha feito foi
motivada pelo temor que leve depois que aqui
chegaram os presos que aqui eslao nesta cadeia
e que nao coobecia ; porm que isto fes pelas
noticias que aqui leve. Sendo a primeira, que
este auno nlo havia mals jury, e que elle reo
havia de licar aqui preso. A segunda noticia
que o inajor Jos 6'actano de Medelros que a-
chava-se aqui preso havia comprar a sua baila
a custo de dinheiro. A terceira, que isto mes-
mo vem tangido do Kecife, e que esta noticia
Ihe dava o preso Antonio Feliz, preso em urna
prlsao junto a delle reo. Declarou tambein
3ue o matulo de noine Jos, captivo do Sr. Cor-
eiro, que ha dias da semana paasada estivera
com elle na prlsao pergunlando-lhe quem ti-
nha matado o tenente-coronel Cordeiro, e que
esta pergunta tinha aido mandada faier pelo
moco Casuza i'ordeiro, e que no dia que elle
velo aqui em cima, o moco das bargas grandes,
se elle dicesse quem tinha mandado faser o as-
lassinato do teuente-coronel Cordeiro, que elle
havia e mals pessoas de sua familia se empe-
uharem por elle reo, e que elle nao havia ir a
forca, e csiiveram l ua prlsao com elle reo,
dizendo que havia andar livre pelas ras. De-
clarou mais o reo que o padre campos na occa-
siao que elle fra levar o ollicio que encontrou
elle a noite no quarto de um paasageiro na pro-
priedade do uiajor C'amboiin, ejiue ahi Ihe en-
tregara o oIBcio do alteres Leitio, e que nesta
mesma nolte mandou-lhe trazero oficio ein res-
posta, e que nada mais teve com elle, e tudo
quanto tinha dito tinha sido obrlgado pelo ter-
ror, e se tinta dito ter vlndo para a forca foi
para dar noticia, e nesaa occasio que elle vi-
nba vindo encontrou com a forca e como assim
o disse, mandou a Juiz fazer este termo eiu
que aasignou, e por o reo nao saber escrevar a
seu rogo assignou Joao Rodrigues da Costa.
Eu Elias Francisco Bastos escrivo o escreri.
fasto jnior. Joiio Rodrigues da Costa.
'Termo de protesto que fas o Dr. juis municipal e
delegado Jos Rodrigues do Pasto Jnior como
nbuixo si dictara:
E logo no inesmo da, mes e anno, em que
c juit ol scuiv ua vaaa a cmara munici-
pal ah viudo a requeriineoto do reo o soldado
do oitavo baulliao de cacadores Manuel Mar-
tins de Souza, para esse fazer a declaracao re-
tro, proiestava contra o inajor Josf'aelano de
Medelros, o padre Rocbael, o Dr. Di.belino
Ferreira Clao, pela desobediencia a elle feita
neste tribunal, na occasio em que ellejuit es-
lava enterrogando o reo, inenospresando
se todo o decoro devido ao tribunal e a au-
toridade competente, do que para constar man-
dou elle julslavrareste termo.einque assiguou
sendo lesteiuanhas o lente do segundo ba-
talhao de cacadores Manoel de Campos Lene
Penlado, Joao Rodrigues da Costa e Jos Fran-
cisco dos Santos. Eu Elias Francisco Bastos,
esorlvo o escrevi- *- Joii Rodrigues do Pass'o
Juulor. Delegado, Manos! di campos Lrite Ptn-
liado. Joio Hodriguei da Costa. A rogo de
Jos Francisco dos Sanios, Pilix Civileanti di
Albuquerqui. Nada mais se conlioha em dita
peticao, termo de juramento e declaracao, qur
beui e fielmente lit eilrahir du proprlo origi-
nal, e val na verdade sem cousa que duvida fa-
COMMERCIO.
i ALFANDECA.
Ileodimento dodia U.....14:984,887
Dtiearrofam hoja 15 de novembro.
Barca Stcord-Fish Diercadorias.
Sumaca Flor do kngelim gneros do
palz.
CONSULADO GERAL.
Kendimonto dodiai*. 1:303,(41
KXPORTACA1.
Dtipaehot maritimot no dia 14.
Acarac, hiate nacional Kguia Brasileira,
de 50 toneladas : conduz o seguinte : 1 cai-
xa rap, 4 ditas cha, 9 barris bolacha e bo-
lachinha, 4 caixas SabSo, 1 saccocaf, 9 pi-
pas ago'ardente, 9 barris licor, 2 ditos gane-
bra, 18 duzlas cocos de beber agoa, S osk-
ris e meia pipa vinagre, 4 pipas, mei dita e
4 bairis vinho, II voluntes fazendaj, 1 fcar-
rica baealho, 8 volumea miudezss, 9 cai-
xas letria, 10 volumea louca e vidroSj* bar-
ricas farinha de trigo, 14 caixas pansas, 1
barril azeite- toce, 19 volumes chapeos, 1
chapeo deso. 1 caixa retratos, 4 barris
cerveja, 4 voluntes salitre e enxofar, 8 bar-
da manleiga, 4 volumea ferragens, 3 caixas
folha de Flandres, 1 canaatra albos, 7 boti-
jas oleo, 3 volumes chumbo, 41 barris pl-
vora, > volumes drogas, 6 saccas e 68 barri-
cas assuoar.
Amslerdam, galeota hollsndeza Ntpluno,
de 115 toneladas: conduz o seguinte: 5,004
couros salgados com 163,176 librase 13,000
pontas de boi.
RECEBEDORIA DE RENDAS CERAES
INTERNAS.
Itendimeoto do dia 14. 347,689
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmento do dia 14......1:9*6,487
NOTICIAS CO.MMERCIXES.
Liverpool, i Je outuro it 1860.
Algodi'o. O mercado do algodSo eslava
um pouco em calma durante a semana.
Porm no ultimo dia obteve mais firmeza, e
heuveram avultadiasimaa Iraneaecoee, eos
pssuidores dos da America nfloestSo dis-
postos a baixarem os precos. Ot do Brasil
e do Egipto nSo solfreram alteracflo algu-
ma nos precos. As vendas de hoje pleiq
ser estimadas a 10,000 aacoas, pouco mais
ou menos, um terco para especulacSo. Os
precos sflo mais favoraveia, e o mercada) fe-
chou-se mais animado. Para aipeculacSa
nesta semana 6,470 saccaa da America, 790
:1o Brazil, 410 do Egipto, e 3,030 de Surrale,
Para exporlacSo, 1,650 saceos ia America
30 do Brasil, e 970 le Surrale. O de Per-
nambuco obteve o pre(o de 9 d. a 9 1|4 pot
libra para a qualidade auperior. A i m por la-
cio at boje motila em t;983,49S saces*, a
consumo at esta data orcava por 1,086.710
secas. A exporta(3o al este dia be de
189,6-20 saccas. O deposito al esta data he
estimado em 485,130 saccas. As noticias do
assucsr e do caf sSo mais favoraveia.
_
*
lYJoviineiito do porto.
- ii
Navios entradoi no dia 14.
Falmouth, Madeira e Canarias dpJIjLdias pa-
quete iuglez Linnet, commstnnit o t-
enle James Conduz urna familia para a
P'ovineia da Babia.
Ass. 33 das, hrigue nacional 5. Manoel
Augusto, capitSo Jos da Cunha Jnior,
carga ssl e palha; Manoel Ignacio de
Oliveirs. Psssageiros, os BrasileirOs Jos
Ferreira de Lomos e JoSo Francisco de
Souzs.
/Vacio taido no intimo Ha.
Parahiba Lancha Tris Irmdoi, mestre Jo-
s Duarle de Souza, sarga varios gneros.
Passgeiros, os Brasileiros Manoel Bastos
de Almeida e Placido Ferreira da Silva.
Deca raides.

ca por mim subscripto e alatonado, conferido
e concertado na forma do estro, nesta villa do
trelo, aos nove diaa do mes de novembro de
1850 Subscrevi e asslgnei em f de VsflKde. -
O Cscrivo, Eliai francisco Saltos. Coferlda
JUIZO DOS FEITOS DA FAZENDA.
Na tarde do dia 19 do corrate, a porta do
lllm. Sr. Dr. juiz dos feitos da faz>wia, vem
a praga para seren arrematados os bens se-
gu ntes:
Olrrceiro andar da casa da roa do I.ivra-
mento n., pinhorado aos herdeiros de Jos
Mauricio de OUveire Maciel,avallado d ran-
da annual em 950,000 ra diversos ohjectos
de leja de charutos, ploboradoa a JoSo Pe-
reira de S Vianna, e avallados em 9.50
ris; urna escrava, pinhorada a Jos da
Costa Albuquerqoe, e avahada en 400,000
ris ; um sitio com duas essas e excellentes
commodos, no lugar do Caldeireiro, pinho-
rado ao coronel Francisco Jaclntbo Pereira,
e avallado em 14:000,000 ria: a renla de
urna casa de dous sndares na ra do Jardim,
avaiiada em 132,100 ris annual, e pertee-
cenle a heranca jacenle do abenleatsdo,
Frei Caetano de SanU Engracia de Jess
Munfz, Picando o arrematante obrigado a
fazer oa canenos de que a case precisa,
cujo imporle ser descostado as rendas,
provada plenamente a veracidadeda deape-
za j a melada da renda annual dV casa ti.
12 na ra da Cruzes, avallada em 72,000
rjs, e pinhorada aos herdeiros de JoSo da
Silva Santos.
Para pagamento da fazenda, foram pi-
nhorados os bens supra mencionados ; os
peitendenles dirijam-se ao porteiro do jui-
zo, para melhormente serem informados'
ooDipuiilila de beberlbe.
O director da companbia de Bebiribe con-
voca a assembls geral dos Srs. accionistas
psra o dia 15 do correnle aa 10 horas da
manlifla, afJm de se dar cumplimento ao
despeito no art. 17 dos estatutos e de se tra-
tar acerca do quinto dividendo. Escriptorio
di com pa uli i a do Beber i be, de novembro
de 1850.
As mallas que tem deconluzir o pa-
quete inglez t'naef para a Babia e Re de
Janeiro prlncipiam-se a fechar hoja (15 Ja
urna hora da tarde, e depois desee hora ao
se receberSo correspondencias com o porte
duplo al aaduaa.
-I'.la subdelegacia de San-Jos desta
edsde-'foiappreiieodido um pequeo rilo-
f-io deparede, com falla dos poiileiron, a um
pialo que o auJava vendando pela quantia
Je 160 rs : queai for seu legitimo dono,
i>rocure-o na mesma subdelegacia, "que,
por.jdm primeiro UbelUo, Malnia, Soar.t., ^^^ZTri*,lS .^etreSaZ.*
y$f" *- Mwa
*.. mtnptt.



,.^.,.. ... r.-#
Theatro de Santa-Isabel.
90.' RECITA DA ASSIGNATURA.
Sabbado 16 de novcmbro de 1850.
A companhia nacional representar o
xcellente' drama em 9 actos
D. MAMA PE ALENCaSTRO.
Terminar o espectculo com a nova e
bella comedia em um acto
Emilia travessa.
Apczar de se n3o adiar aioda de todo
restsbelecido o artista G. F. de Oliveira, Ta-
r comtudo o sacrificio de ir acea para
Dio privar por mais tempo o publico do ni-
co e honesto diverlimento que ha nesta bel-
la cidade,
Comegar s 8 boras.
Osbiihetesacham-se venda no lagar do
coalume.
-ff'
O corretor Oliveira farleHflo, perau- --OSr. JoSo Evang lis' II lio tem urna
torisigao do lllm. Sr joiz de orph.los, e a carta na ra do V gari >, a. 7.
requerimenlo do tutor dos orphlos Albos1 Negocia-se urna lelfs do liudo Jos Ramos de Oliveira, de toda tomo Joaquim de Pigueiredu Sesbra, da
a mobilia e mais trem da casa desle : quar- quantia de 89.480 rs. vencida em outubro
(a-feira,'90do correte, as 10 horas da roa- de 1817 : na ra Nova, n* 18
nhffa em ponto, no Aterro da oa-Vists, ca- Faz-se publico qua O sobrado n. 94 sito
ss n. 15.
Avisos diversos.
Theatro deS.-Francisco.
BELLAS ARTES.
' Qutrl mudanza tn vittai do cimortma.
Continua tollos os das ai legulotciTittai no-
val do counorama, a saber:
A cidade de Lliboa pela Aliada.
Pernambuco pela Cruz do Palro, vlita ai 6 coainensado
borai e um quarto da urde. com pensaijo.
A columna de Aleandre em San-Peleri-
burgo.
A precaved de Druiellas.
O boulevard de Santa Magdalena era Parle o
ataque do povo centra ai Iropai, na revoluco
de anao panado.
A ultima aioite de Pmpela.
O tanto aepulcro em Jeruealem.
aples pelo patelo publico.
A bella cidade de Praga na Austria.
A deitruioao da galera de Dinamarca.
6'hilitiano VIH na baulba de 5 de abril de
1841).
O uinel ou galera debaiso do rio Tamisa em
Loa rea.
Avisos martimos.
Para o Porto.
Obrigue portuguei Marim Ftlit, capitSo
Lourenco Fe'nandes do Csrmo : quem no
mesmo quizer carrogar ou ir de passagem,
dirija-se so dito espillo na prica, ou ao
consignatario Antonio Joaquim de Souzi
Ribeiro.
Para a Baha sabe em poneos dias o
bem eonhecidohiate 5nn-Jodo : para carga
e passageiros trala-ae com Antonio Jos Fer-
nandas de Gsrvalho, na tua de Amorim nu-
mero 38.
Para bianda com escala por Renguella
o brigue portuguez Oriente pretende seguir
com a maior brevldede possivel, por ter o
seu carregament completo, apenas recebe
alguma carga (niuda e passageiros, para o
que oflerece os melhores commodos : trata-
se com oscnnsignslkrlos T. de Aquino Fon-
Beca & Filho, ns ra do Vigario n 19, pri-
moiro andar, ou com o capullo ns prega
Para o Arscalysahe comieda a bre-
vidadeobiate Aucs/fco, por ter Js pirle da
carga prom pie : para o restante epsssagei
ros, trate-se com Antonio Joaquim Seve na
ra da Cadeia do Itecife n. 49, ou com o mes-
tre Jos Joiauiai Al ves da Silva, ao trapiche
doalgud.au.
Para o Rio-Grande do sul, sabe at ao
flni docorraaje aries o brigue nacionil klc-
yr(C,- caanlJBfWraiin ; recebe alguma carga
e escravos a fiel, para tratar todero diri-
gir-e* ao escriptorio deslanoel Gonsalves
da Silva : na ra da Cadeia.
Tara o Ceara.
0 hiate Ligeir*, por j ter parte de seu
crregamento engajado, psra o resto e pas-
sageiros : trata-se na ra do Vigario n. 5.
-- Vende-ge o patacho nacional Curioso,
prompto de um ludo para seguir vigem,
forrado e pregado de cobre, de lote dsele
mil arrobas, pode sur examinado no anco-
ra Jouro do Fortedu Mallo: a tratar com o
consignatario do mesmo Luiz Jos de S
Araujo, na ra da Cruz n, 33.
Psra a llallis pretende seguir visgem
al o dia 15 do crrante mez a sumaca na-
cional Cajela, por ter a seu bordo dois ter-
cos da carga : para o restante e passageiros,
trata-se com o mestre da roesma, Jos Con-
calves Simas, ou com o consignatario, Luiz
Jos de S Araujo, ra da Cruz n. 33.
Para o Ceara.
Eipera-ae com toda a brevidade de Lis-
boa com destino so Ceara, o brigue nacio-
nal Empresa, forrado, e encavilhado de co-
bre e de superior marcha; demorar-se-ha
aqu 12 dias, e receber carga e passagei-
roA, iraU-se na la da Cadeia do Recife n.
1JTsegundo andar.
Para Lisboa o brigue i orluguez Conciipi
alaria, pretende seguir por lodo o mez
de upverabro, por tsr s maior parte da car-
ga prometa, quem no mesmo quizer cerre-
gar ou ir de passagem, dirija-se aosseus
consignstarios Tbomsz de Aquino Fonsecs
& Filbo, rus do Vigsiio n. 19, primeiro
andar, ou.ao'capitflo,' na praca
' .... leSjaH .i.
-- Rufino Jos Corris de Almeida, inven-
tarente dos bens de sua fallecida sogra D.
Florinda Mara de Jess, roga ao her leiro
Joaquim Caldno Aires da Silva haja de ti-
rar seu formal de partilhas para receber o
que no inventario Iheconbe, visto achar-se
dito inventario ultimado, e julgadas por
sentenca as partilhas desde 28 do mez de
outubro findo.
.41 ten cao.
Perdeu-ge, no dia 13 do corrente, desde a
ra da Cadeia de Santo Antonio al a do
Crespo um annel de cabello encastoado em
ouro, com a firma de M. R. L. ; este annel
tem una cabellos brsncos : rogs-se a quem
o achou e quizer restituir de o levsr ns rus
da Cadeia de Santo Antonio n. 9, casa da
Viuvs CunhaGuimsrfles, quesera bem re-
Leile
s.

"41 '-------------------1------
-0 corrector Oliveira, Tara leilfio por
con la ergeme ooem pertencer, e em pre-
sente de un Sr. delegado do lllm. Sr. ins-
pector la alfa'ndega, de (rea asastos Bran-
des, urna verga, um gurip e urna bejaeira
com sete remos ; seita-feirs, 15 do corren-
to as 10 horas ds manilla, nos armazeos do
trapiche do Ramea, onde na pretendemos
podero examinar ditos sitigor com sntici-
pacSo.
O corecter Miguel Carneiro. fara leilfio
sexta-feirs, 45 do corrale as 10 horas en)
pouto ne Sbu aimazem na ra d Trapiche
n. 40, de ricas mobilias de jacerenda e
mogato, constando de solas, consolos com
iirdre ede medera, carieirag, meses, camas,
locados* o oalas differenlee objectoa;
tudo de gosle moderno; na mesma occasifto
serA arrrematada dues prensas de copiar
carta, e carteira para escriptorio, assim co-
mo .ao Dniu-jia em pooloseit arrematado
urna porcio de excelentes charutos
K.ikroann Irmloe fardo leilfio, por in-
tarveuclo do corretor Oliveira, de grande
sortimeiuo de fozendss de seda, lis, Itabo
odealgdfioas mais propalas da eststjfo :
segunda-fuira. II do crrante, as 10 hoaas
da mauhla, no uu armazem, ra da Crut.
Ridgway Jamiesoncc Companhia feao
leia.i, por imervenefiodo corretot Oliveira.
variedade de fazendas iiralezas. para fe-
char comas : terca-feira, 1"do corrente, s
, j0"* ***! iau awamii, ru,
o Trapicha-filo o. ^'irV
A Sra. viova ou herdeiros de nm logis-
ta que tere lojaa de lazendas, e que tem
urna lettra aceita por Pedro Alexandre, que
morou no Altioho', snnuncie sus morada,
ou diriia-se i ra Direita, venda n. 03, a
tratar de cario negocio de seus interesses.
Alugsm-se os segundo e terceiro anda-
res ds cssa da ra do Amorim n. 46 : a tr-
tame ra da Cadeia n. 18.
O corretor Oliveira aluga, pelo lempo
da festa ou al e nm de aetenbro do anno
prximo, a sus grande csss de campo, sits
na povosefio do Poco da Panella, a qual tem
os melhores commodos psra qualquer fa-
milia por numerosa que se.ja, e no quintsl,
plsntado de arvoredos, tem cscimbs coro
multo boa agos, a respectiva bomba, um p-
timo banheiro de pedra (nSo obstsnte es-
tara csss perto do rio), cocheira e estri-
barla espscosss i os pretendentes dirijsm-
se so mesmo para o arrenJamento, e ao Sr.
J. G. Cerneiro Monteiro, na dita povoacSo,
pare Ihes foroecer as chaves para o esame.
A mobilia exigiente na dita Caga, e instru-
mentos proprios psrs sitio tambem podem
fazer parte do errendaroenlo.
Paulo Caumont relira-se para o Rio de
Janeiro com sus familia, .urna mull r, tres
(libse urna criada.
-- Traspsssa-se as chaves ds luja de dou-
rsdor com muito boa armacBo i ns rus No-
i n. 59
Marij Joaquina Vianna autorlsou ao seu
filho Jos Pinto Vianna pare receber os sin-
guis de sus cass, ficando csssado lo Jos os
poderes anteriores a este.
A pessoa que preciss de engomniados,
dirija-se so becco ds Remella, atrs dos Mar-
tyrios, n. 9, que promette-se engomuiai
uais barsto.
Antonio Josquim Vi Jal & Companhia
mudaram o seu estabeleciineuto de ra do
Amorim pare a ra da Cadeia n. 93, onde
se acha gyrando debaixo da firma de Anto-
nio da Costa Ferreira Estrella.
Quem precissr de um csnpo de cobre
asado para padarla, relio.cSo ou outra
qualquer fabrica, procure na fundigSo dos
brs. Mesquila&Dutra, que se vender por
commodo preco : a tratar na ra da Cadeia
numero 93.
~ Precisa-ae de urna ama para urna casa
de pouca familia, a qual ssiba engomniar*
fazer o mais eervico : em Frs-de -Portas,
rus do Pilsr, n. 79, segundo andar.
Preciss-se slugar um moleque, ou pre-
to para o servqo de uros casa de pouca fa-
milia : na ra da Cruz, n. 48, armazem
Quem annunciou querer alagar-ou
comprir urna cadeira de arruar, sendo qoei-
ra comprar, dirija-se so pateo do Cermo,
n. 9, sobi sdo novo.
Meooela Medina, subdita oriental, re-
tire-se pare o Rio Grande do sul.
Arreids-sa um sitio com expeliente
esta, no qual pde-se ter 6a 8 vaccas de lei-
te por ter bastante terreno, no lugsr ds
Magdalens, estrada quevsi par* o I.uceas
aspessoas que o prelenderero, dirijsm-seao
mesmo lugar, a fallar com JoSo Auastacio
Camello Pessoa Jnior.
Aluga-se um pequeo sitio com casa,
cacimba, arvoredos e banho, na povoacSo
de Apipucus, proprio psra se passsr a fes-
ta ou por auno: e Irelar com Marcellino Jo-
s Lopes, na ra da Alegra u 34.
OSr. JeionymoCabral Raposo ds C-
mara queira dirigir-se praca do Corpo
Santo n. 6, armazem de Jos Mara Pal-
meire.
--No dia 17 do crtenle val i praca, na
porta do lllm. Sr. juiz de ausentes, para ser
arrematado, o escrsvoManoel Jlo, seques-
trado como bem de ausente.
Quero tiver urna letra de quatro centoa c
tantos mil rs. acceita pelo Sr. Alexandre
Correado Castro, e endossads pelo Sr. An-
tonio de Azevedo e Albuquerque : dirija-ae
ra da Madre-de-Deca n. 36, pare receber
seu importe.
Precisa-ae de um ciixeiro psra um de-
posito dp raldeireiro : na ra Nova n. 97 a
tratar rio mesmo.
Pede-ie aos Srs. redaviures
o favor de declarare ni se Antonio
Jorge Ribeiro de Brito he o autor
do aiinuncio liontem publicado em
o seu Diario respeito a 0. Anto-
nio, escrivSo da sobdelegacia de
S -Jos do Recife.
Nao he do Sr.. Antonio Jorge
Bibeiro de Brito o annuncio que
menciona. Os .
No primeiro andar do sobrade n. 9 da
iravesaa das Cruzes, apromplam-se bande-
jas do botinlios de todss as qslidades, pu-
snjos, seme 10, crenie queimado : tambem
se fazeni presuntos de Hambre com ovos
stiai >lles, jantaies, jwrs cheios, galliiibaa,
isBpsdss, fiegiiieiraa : tudo por prego mau>
comnpdo possivel.
M
altar
ru da Praia denominada -- trapiche di"
Ramo* que contem oilo armezens ns
frente, um grande noa fundos, e dous guin
dasles : tudo avahado por 3:000,000 de ra
annualmente : be ultima prac,a.
. na ra do Rangel, pertenoenio a irmandade
j das slmss, ereets na igreja matriz de S. An-
I tonio, s pode ser slugsdo pelo abaixo as-
signsdo, como procurador da referida ir-
mandade, e nfio por outro qualquer indi-
viduo, como pretende-se fazer.
Joaquim JotiFtrrtira ia Rocha.
ts folhs.
Jos Concalves da Silva vai 10 Rio-de-
Janeiro.
Na ra Direita, n. 78, preciss-se de
urna ama de leite, para acabar de criar um
Mino.
m Aluga-se um ou dona pretos, fiis e
diligentes, psra venderem agoa em carro-
cas : quem tiver annuncie.
Precisa-se alugar um escravo ou es-
cravs pars o servico deums csss de pouca
fsmilis, sendo que seje cozinheirs : na ra
da Cruz, no Recife, n. 69.
Foram vendidos na toja de cambio da
viuvs Vieira & Filhos, ns rus ds Csdeis do
Recife, n, 21, ds segunds e terceirs qusrtss
psrles da tnreeira novs lotera ds matriz de
Roa-Viste, os premios seguimos : 381, 900|;
41, 500,000 rs. ; 525, 500,000 rs.; 340, 500/,
alm dealguos de 50,000 rs. r-
-- Sexti-feirs, 15denovembro, se h3o del sus ordem.
canads, msis do que em outra quslquer
parte : na ra de Agoas Verdes n. 62.
Preciss-se slugar um preto para o ser-
vico do um pequeo sitio : psgs-se bem :
ns rus do Trapiche Novon. 10.
-- Precisa-se alugar um molecote esperto
e de boa conducta para o servico interno de
urna csss ingleza : psgs-se bem : quem ti-
ver, snnuncie.
Januario Alexandrino da Silva Rabel-
lo Caneca, no dia segunda-feira 18 do cor-
rente di principio as suss ligos de gram-
malica portuguesa.
Aluga-se um segundo andar do sobra-
do sito ns rus do Rsngel, defronte da bo-
tica, a fallar na ra do Caboga, loja de Joa-
quim Jos da Costa Fajoses.
-- Na ra de Santa Thereza n. 19, cnsi-
nlia-se acomida diaria por prego commo-
do, manda-se levsr a quem nSo tiver por-
tador : os pretendentes dirijam-se a casa -
cime.
Desencsminhou-sedo poder do caixei-
ro dos Srs. Didier Colombier & C, urna le-
tra da quantia de 537,500 rs. sacada pelo
Sr. Oscsr Destibesux, a favor de Antonio
Bernardo Vis de Carvalno, em 21 do ou-
tubro prximo passudo s quatro mezes pre-
cisos, s vencer-se no dis 21 de fevereiro do
snno de 1851. indossada pelos Srs Didier
Colombier & C.; cuja letra Oca de nenhum
fleito por a estsrem prevenidos, tsnto o
sceitante como os odossantes, para a nSo
pagarem sendo ao abaixo assignsdo ou a
arrematar em prace publica doSr. Dr. juiz
do civel da primeira vare um sobrado de um
ander n. I, da ra da Lapa do bairro do Re-
cife, e outro tambem de um andar n. 7, da
ra do Padre Floriannn, por execuc.lo de
IV. O. Bieberez Companhia contra o falleci-
do Josu Je Jess Jardim : he a ultima praca.
O professor de grsmmstica latina da
freguezia de S. lote do Recife, abaixo as-
signado, d lic&es de letim e porluguez pe-
lo tempo das ferias, em sua csss, ra Au-
gusta, sobrado n. 80 A. llanoel Francisco
Cotllio.,
Lotertst da matriz da Boa Vista.
O thesoureiro deeta lotera fez scienle ao
respeitavel publico que coulina a pagar os
premios da mesma toJos os dias uteis, des-
de, as 10 horas da manhfia at as duas ds
tarde, no seu escriptorio ds ra ds Cadeia
d > Recife n. 36
ds bilhetes psra a recita extraor.linaria
ile 16 do corrente serio distribuidos nos
dias 15 e 16 no saino do theatro.
A pessos que tirou do correio ums car-
la de Jos Francisco da Cruz, queia entre-
ga-la na Soledade n. 26, ou ennuncie sua
inorada para ser procurada.
- Precisa-se alugar urna morada de ca-
se de um andar e sotflo para grande fami-
lia, dase preferencia a ums que tambem se
Ibes ceda as lojss, com tanto que tmiha po-
co com agos, ou mesmo nm segundo
Antonio Bernardo Vas de Carvallio.
% l'aulo tiaignoux, dentista *
i* franecz, offerece seu prest- 9
9 nm ao publico para todos os #
* mysterios de sua prolisso: *
fe pileser procurado a qual- *
<|tii i hora cm sua casa, na #
ra larga do Itozarlo, u. 36, 4,
* spg-undo andar.
Preciss-se slugar urna ama para criar
urna creanga de poucos diss de nsseida,
com tanto que seja de f's de prece : tra-
a-se ni ra da Cruz, no Recife, n. 13.
Roga-se so Sr. seguiido-tenente da Ba-
ha Jos de Cerqueira Lima, que mande
pagar o que comeo, o qual nao ignora aun-
de, ele.
Compras.
Comprain-so escrSvos de ambos os se-
xos, de 10 s 30 aunos, e de bonitssTigurss :
na ra larga do Itozario, o. 48, primeiro
andar.
Compra-sn um habito da Roza : na pra-
ca da Independencia 11. 19.
Compra-se um carrinlio de duas rodas,
novo, ou usado, o com cavallo : na ra
.Nova, n. 97.
-- Gmpram-se, psra urna encommenda,
escravos de ambos os sexos de 10 a 40 an-
uos 1 na ra do Rangel 11. 57.
Compra-se um ornamento roxo para
se poder dizer as missss do advento, que es-
teja em bom uso : quem tiver annuncie, ou
dirija-se a ra Direita, venda n. 93.
-- Compra-se urna taverna em bom lugar,
e que esleja bem afreguezada. Unto para a
prec,e como para o mato : quem quizer ven-
der, annuncie para ser procurado.
-- Co npre-se urna casa terrea no bairro
le S.-Antonio, cujo preco nSo exceda do
w
Boa fama da Cachoeira.
Joaquim Rarnardo dos Res avisa ao pu
blico e aos bons fumantes, que na sus fa-
bricado charutos, na ra larga do Rozarlo,
o. 39, se schs um ptimo snrtnnonto de
chsrutos contendo as qnslidades seguintes :
quem fumar saber, a vista faz f, S.-Fe|i*
de BrandAo, a experiencia provarA, fam"
da Bahia, liberseg, cigarros de Is llnvana,
regala de diversos autores, os afamados,
boa fama da Cachoeira, segunda vez que
vem a esto mercado esta qualidade de cha-
rutos, que tem sido preteridas es nutras que
justam dobredopreco.
O corretor Oliveirs recebeu ultima-
mente, e vende cobre de forro para navio,
com os pregos de composic,3o correspon-
dentes.
Fabrica de licores da ra Direita,
n. i7.
Neste eatabelecimento acha rito
osfreguezes todas as qm lid ules de
bebidas espirituosas fabricadas no
paiz iivres de imposto para 09
compradores, por serem collecta-
das as fabricas, e nao os vendedo-
res, conforme o regulamento dado
pelo Exm. Sr. presidente.
Jos de Souza Teixeira & Companhia
avissm aos seus freguezes e ao respeitavel
publico, que leem s venda o inui superior
cha preto, por preco muito em conta : na
ra da Aurora, em Santo Amaro, vonds.
B999* *
** A. S. Corbelt, ne ra da Cadeia do ?
9 Recife, n. 45, ven le, por prego ra- f>
% sosvel os apreciados sellins de Jocky, <*|
Cl trsbslhados pelos priineiros fabn-
>J cantes, e do molhorgolo, os quies
P n3o execedetn de um dimiuuto pa-
je so de sete librss, inclusive os parten-
ees de cada um, cujos foram vindos
aj) recentemente pele galera Soword-
9 fisk; assim como, tambem vindo
pelo mesmo navio, ricas pecas de cu- m
a|) telaras, que, em fim, para nSo Picar ^
K em duvida ests vdrdsde, des le j chs- A
?I

m,
lo indarigooooQ q'uem'livr a'nnuucio
teodo os commodos ex.g.dos se porm o .. Compr. MS8 u(n pcPlo que sir
prop ietsrio duvidar do inquitino offerece-
*eas gerenties que exigir : ns rus da Sen-
zalla Nova n. 49.
Precisa-se de nm moco portuguez, que
seja robusto e esperto, psra fetor de um
engenho : quem pretender, dirija-se i ra
da Cadeia Velha n. 12, armazem.
Agenda de passaportes.
Tiraro-se passsportes pare dentro e for.
do imperio com presteza e commodo preco !
na ra do Rangel n. 57. .
Preciaa-ae de urna anta de leite, forra
e que seja de boa conducta, pere acbar de
criar urnacriance : na ruada Cruz, no Re-
cife, n. 18, segundo andar, defronte do
charariz.
-Precisa-se sluger mapreleque saiba
cozinhare compraros respectivos arranjos,
dsndo-ae-lbe de vestir, bom trato e pagen-
do-se ao senhor i0,uc4> rs. mensaes : na
ra do Crespo, n. 6, loja que tem lampeSo,
ou annuncie.
--Na rea des Trincheiras, n. 96, se dir
quem d dlnheiroa premio eom nenhores,
hypoiheca em casas terreas, e descontam-
se lettras de Armas conhecidas, e qua agr-
dem.
l'reciaa-ae de costutaifes: ne cesa de
n.odas fiancezss, no Aterto-da-Boa-Viata,
n. 1.
Precisa-se atogar um preto pare o ser-
vico de urna casa: na ra da Calcada, n. 47.
precisa-se de um caixoiro moco para
ajudar outro do balcloem nrua pedera, e
receber algumas coutia na rus, preferindo-
se um que tenha pralica deate servico : o
que seachar as circumslancias, e der fia-
dor a sua conducta pode djieijir-se a ruev
larga do Rozario 11.18, que achira com
quem tratar.
-- Alga-se o primeiro sndar do sobrado
da ra do Rangel n 59, cosa duej sales,
duee elcovax e tre usr'.:: :
preto que sirve pera o
servico decampo, e que tenha principios
do ollicio de tsnoeiro: quem tiver annuncie.
Vendas.
-- No dejg|S do corrente, se ba de arre
litar de rinda trienal a propriedade di
;(- ns !i-
vraria ne. elida prace da Independencia.
--Precisa-se de urna ama de leite forra ou
captiva, que seja aadie : na ra Velha n. 102
Precisa-se de um hornera para feilor de
sitio, que tenha intelligencia de aeu olicio,
e d Redor a sua conducta : n ma do Col-
legio, n. 13, daa II boras da manhfia s
larde.
No dia 13 do corrente furlaram de ce-
sa de Jos ds Roche I'eranlios, um relogio
de ouro sabonete patente iuglex, com cor-
rente, u. 'J,ut>8, fabricante J. Jackson Livor-
pool : quem o apprebeoder ou delle der
noticie ao annuncutnle, ser recompensado.
O Sr. Francisco Antonio 4bjHaa, que
leve loja de lour;a na ra du Itsnfel, queira
mandar receber una encuinoiendo, na pra-
f da Independencia ns. 6 e s
Mara Joaquina dos Sautoa, viuva de
JoSo Beplisia dos Santos, vende, ou arren-
da una morada de casa torrea, uu lugar do
Cechanga, a melhor que nequelle lugai
existe, por flear ao p da ponte, com 6 quer-
tos, dues grandes salas, corredor lavado,
juinlel com algumas fruleiras. banho no
undo : tambem se vende ultra casa na ra
do l'edrn-KInrienno. 11 57: tudo psr irsyu
commodo : na Ceoibo-do-Cirmo, o. 33.
Precise se de pretss para venderem
ezeite de carrapalo, pagandu-se 400 rs, por
I o.ou 11 rs a iln/.ia
Verdadeiro e legitimo champanlie A Y en
casa de Avrial & IrmSos : ra da Cruz n. 20.
Lotera daigrreja de S.S. do i.i-
vramento.
Aos 5:ooo$oco rs.
Na praca da Independencia n. 4, loja de
niiudezas, vendem-se biHieles, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos desta lotera, que
corre impretervelmente no die 30 do cor-
rente.
Bilhetes 11,000
Meios 5,500
Quarlos 2,60o
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Para acabar factura.
Altenco ao birato.
Vendem-se cortes de vestidos de esm-
braia de seda c..m lislras c quadros, a 4,000
ra. ; ditos de casss francezas, bordadas de
seda, a 3,500 rs.; merinos finos de duag
larguras e de diversas cOres, com lislras e
quadros de seda, a 2,000 rs o covado ; pe-
cas de esguSo de algo tilo co n i-2 jardas, s
3,000 rs. ; Infria cor de rosa encorpado, a
400 ra. o covado ; lencos de seda de bonitos
padrOes e grandes, 640 rs. ; pecas de mada-
potao entestado e fino, a 4,000 rs. ; dito fl-
niaaimo, a 5,500 ra.; dito pars forro, po-
rosa largo, a 9,000 rs ; lencos de casta fi-
na, brsncos e com cercadura, a 9,400 rs. e
duzie ; panno fino azul e preto, proprios
para fardas de pageos, s 2,600 rs o covado;
Chitas escuras, pegas de 38 covsdos, a 4.600
rs. ; iiit;-s de riscadinnos ciaros e fixos, pe-
cas de 38 covados, e 5,700 rs ,- chepos
francezes finos do ultimo gosto, a 7,000 rs. ;
alpaca (neta fina e de duas larguras, a 600
rs. o covado ; algodlo tremado azul claro e
de lislras, proprios para escravos, a 180 rs.
o covedo ; cortes de elcinas dos melhores
nsdroes, e 2,800 rs. ; pegas de panno de li-
ndo com 18 varas, e muito lino, a 800 rs. a
vera ; bem como um completo sorlimento
de fazendas finas e grossaa por baretissimo
prego, proprias para negocio; um novo
sormento de luvas de torga I, feiles em
Lisboa, pare senhore e meninas ; tpales
de oleado com franjas de |3e para mangas,
caiulieiros, castigaos, ieaAMaua, etc., de fei-
lio triangulares, quadradosw redondos : na
ra do Queimado, n. 97, armazem de fa-
zendas de hsyaiundo Cirios Leite, nos
qualro-caatoa.
Sal do Ass
abordqdo pelecho S.-Crus, tundeado em
frente do trapiche do algodSo : vende-se
ao lado do Curpo-Sento, n. 95. loja de mas-
sames.
Nao he exageracao.
Vendem-se aepetOes de couro de lustro,
uum muito boa, a 2,500, 3,uw e 3,500 rs.:
na ruada Cadeia do Itecife, loja n. 9.
-- Vende-se una negra de nagSo : em F-
ra de Portas, ra do Pilar n. 104.
.> ma attengSo dos compradores de
.ffj taos objectos, existindo mais em sua
gt casa urna boa porgflo de ceixas dedu-
aa> zie de garrafas com ago'ardente de
,g Franga, e finalmente superior chum-
jy bo de iiiunigilo, nglez, de 11. 1 at 8 :
todos estes objectos serSo vendidos
por pn-gos ISo commodos i)ue Infal-
9 livol-nenle deixara saliifeito ao com- *J)
0 prador. 0
*3#'?* 9>9 # Vende-se om n.eia con moda de mog-
110, e um cabriolel descobeito, com caval-
lo : na ra de S -Francisco, n. 10.
No escriptorio de Francisco Severiano
IUbello Filho, no largo da Assembla-
l'rovincial, n. 4, vende-se um lavatorio da
marmore, podrs comen las e redondas pa-
ra meio desala, tudo de mermare e di bo-
nitas cores ; assim como ume concha de
pedra lavrada, que serve para ermida : tudo
por preco commodo.____________________
aaaaaaBBaaaaaaBBBaBaBaaa^BaBaaaaBBBaBaBBaaHBaBBpBaBepJ
Vehde-se lt cuetera et tal de
muito boa qualidade, em grosso ou a reta-
Iho i cousa de muitissima utilidede, pois
que com ella se completa qualquer discur-
so por mais importante que seja : quem
quizer annuncie.
-- Vende-se 1 preto de Costa, mogo, seui
vicio algum, 1 prela moga; tambem da Cos-
ta, 1 pretinha com principio dn costura ; t
pardinhode7aunos ; 1 preta de nagSo, com
babilj lades e 1 preto erouto gipateiroe
que trsbalha de selleiro : na rus do Rangel.
11. 38, segundo an-'ar se dir quem vende,
Vendem-se quatro soleiras de cordBo
doas ditas lisas, oito hombreiras, seis ver-
gas e duas saccadas, tudo de canterie j la-
vrada : quem quizer, annuncie para ser
procurado.
Superior tinta para eserever.
Vende-se superior tinta em garrafas, pe-
lo diminuto prego de 500 rs. responsabili-
sando-se o ven lo lor pela qualidade.
(ouro de lustro multo barato.
Vende-se couro de lustro de superiu' qua-
lidade, por barato prego : na ra Nova n.
20, loja de JoSo remandes Prente Vianna.
Aos Senhores de cugenho.
Ven 11-ni se superiores enxadas do Porto,
com a conscistencia e solidez costumsda
neste genero, c cuja duragilo he triplicada-
mente maior do que as ingle/as : na ra
Nova n. 90 loja de fcrrageDg de Jolo Fernn-
dea Prente Vianne.
I'ccli india a 1,500 rs,
Vendem-se pelles de bom marroqoim de
lodes as cores : na ra Nova 11 20, loja de
ferragens de Jo3o Fernaules Prenle Vi-
anna.
Vende-se um ptimo eccravo de 95
annos, de muito bonita figura, officiai de
sepaleiro, sem vicios nem molestias: o
motivo por que se venda se dir ao com-
prador : no paleo da S.-Cruz, n. 70, pri-
meiro andar, de manhSa at a 3 horas da
tarde.
--Vende-se ou arrenda-se um ailio para
auara festa. na Roa Viasem. tem tres c-
sea de vivenda com su lucientes commodos,
varios ps de couqueiros, goiabeires, cf)u-
eiros, etc., e com ierras para capim, e urna
das casaa tem estribarla : na ra de S. Ci-
cilie n. 8, junto e vende do Loureiro.
Na ra do Livraaoento n. 11 vendem-
se burzeguins francezes de fazendas de
core, com biqueira de couro de lustro, pa-
ra ci langas ; aapetosde dureque preto pera
seobore ; e um per de brincos de ouro com
alguna lirilhantes.
-- Na la Nuva luja de alfaiale u. 14, ven-
de m-se csmiaaa brsncaa a 9,000 ris, ditas
corn peitos de esguiflo a 3,000 ris, ditas da
riscado francs a 9,800 ris, ditas a 9,000
ris; como tambem obras feitas de todas
aa qualidades, cazacas, palilorea, coletea,
eelgas, e oulras muitas obras, por pregos
commodos.
-'Vendc-so muito si fonor tinte de es-
erever em garrafa : na rut larga do Rozario
O. Mi
Vende-ae a taverna da Lingota, n. 9:
e tratar na mesma taberne.
Vendem-se 3 casas de um andar em se-
gu nsenlo, ou cada urna de per ai, em chgoa
proprios, silas uo melhor becco do Recife.
qua rinJon anuualMtate 846,000ra, ,
estando barato, pelo iWal e bom estado
del las : vendem-se por seu dono retirar-se
pa Europa: quem as pretender annuncie.


'. **-


1
Vendem-se 120 saceos de estopa, com
duss varas cada um : na ra larga do Ro-
zara, n. 48, primeiro andar.
Vendem-se un folhetos que tem por
titulo Inspiracfies poticas, e a duques
de hraganca contendo 339 paginas, obra
esta escripia pelo muito digno e Ilustre
Maranhense o Sr. bacharel Frederico Jos
Crrela ; na ra larga do Jtozario, n. 48,
primeiro andar.
Vende-se urna padaria sita no bairro
de S.-Antonio, com muito boa fregoeaia de
pSeebolaoha, livre o desembarazada: ven-
de-se por o dono nSo querer mais cooli-
nuar e querer retirar-se : no Hotel-Com-
mereio se dir quem vende.
u ra do Sol, artnazem n.
i5, vende-se effectivamente car-
vo de boa qualidade, por precc
mais commodo do que em outra
qualquer parte.
Mllho novo a 2$nuo rs.
cada sacra.
Vende-se no armazcm do Braguez, ao p
do arco da Conceicfio.
Chumbo de mnnlcaA.
Vende-se no armazem de 1. J. Tasso J-
nior, ra do Amoritn, n. 35.
Vendem-se amarras uo ferro: na roa
da Senzalla-Nova, n. 42.
Redes.
Vendem-se redes muito bonitas, de va-
rios pistos e procos, proprias para quem
for passar a Testa descancar ao fresco de-
bsixo de arvoredos : oa ra do Queimado,
n. 14,
Vende-se excedente farinha
de S.-C'atharina, a bordo da ga-
llla Sanlissima-Trindade, fon-
deada defronte do caes do C'olle-
gio, por preco commodo: a tra-
tar na ra do Vigario, n. n, ou
a bordo rom o capilao da oaema
galiota.
lie grande pechincha.
A 2oo e i!\o rs.
Vende-se urna porcSo de chitas francezas,
de 4 palmos de largura, rosas, de cores li-
sas, a 900 rs. o covado ; cassas francesas
de bonitos padrOes, a 940 rs. o covado : na
ra do Crespo o. 14, luja de Jos Francisco
Das.
No armazem n ao da ra da
Msdre-de-Deos, defronte da guar-
da da alfandega, vendem-se sac-
cas grandes com farelo, por pre-
co commodo.
Lotera do Rio de Janeiro.
A os -jo;ooo,ooo de r.
Na ra estreila do Rosario, tratesss do
Queimado, loja de miudesas, n. 3 A, de Joa-
qun) Francisco dos Sanios Haya, vendem-
se os muito acreditados bilhetes, meios,
quartos, oitavos e vigsimos da 19.* lotera a
beneficio das casas da caudado.
Smenlo.
Vendem-se barricas com superior smen-
lo, chegado no ultimo navio de Hamburgo :
na ra do Amorim, n. 35, armazem de J. J.
Tasso Jnior.
Panno fino azul.
Na ra Nova, o. 35, loja de alfaiale, de
JacinthoSoares de atenezes, vende-se pan-
no azul do mais superior que ha no merca-
do, o que se allanes, e a vista desengaar,
por preco commodo.
Travessa da Madre-de-Dos, ar-
mazem. n. 5,
Acha-se estsbelecido um deposito, oBde
encontrsrao os freguezes utu bom sorli-
rrento de licores, espirito de vinbo, e to-
dasas mais qualidades; superior vinbo de
caj ; cb mate ; e liabas de vi me, a precos
moderados.
A livraria do pateo do Collegio n
6, de JoSo da Costa Dourado,
acaba de receber a> seguintes
obras importantes do Rio de Ja-
neiro :
Diccionario de medicina popular, pelo Dr
Cbernovis ; Formulario ou guia medica, pe-
lo mes ino.
< mallos
Vende-se um cavallo ruco-podres bastan-
te gordo e com todos os andares, na estri-
bara por irs da loja de louca do Sr. Fra-
goso : trata-se na ra da Cadeia do Reoife.
A livraria do pateo do Collegio n.
6, de Joo da Costa Dourado,
acaba de receber as seguintes
obras do Rio de Janeiro ;
Doulriaa das accOes, por Correia Te I les ;
Manual dea ppellacOes, por Gouva Pinto;
l'rimeiras linhas sobre o proceasoorphanu-
logico. por Pereira de Carvalbo ; Cdigos
das lea e regalrnoslos orphanologicos ;
Advogado do Pavo, ultima edicqo, aug-
mentada e aeerescenlada ; Cdigo do pro-
ceaso crimina 1 j Cdigo criminal; Consti-
luicao poltica uo imperio; Manual o ci-
dadffb brasileire, obia completa ; Auditor
brasil >-iro.
Veadem-e eepanexlorea e mel
de pao de superior quaiidade, em porcio e
a relalho, por preco commodo : na roa da
Cadeia n. 93, armazem.
CERA EM VELAS.
Vendem-se caixaa com cera em
velas, fabricadas no Kio-de-Jane-
ro, sortida ao goato do compra-
dor, por preco mais barato duque
em outra qualquer parle ; na ra
-4'
Tuixaaft'para cng;enho.
Na fundicSo de ferro da ra do Brum,
icaba-se de receber um completo sortimen-
to de taiss de 4 a 8 palmos de bocea as
jotres achsm-se a venda por preco com-
nodo e com promptidSo embarcam-se,
,iu carregam-se em carros sem despesas ao
comprador.
'Deposito de potassa ecal.
Vende-se muito nova e superior potassa,
assim como cal vlrgem em pedra, recenio-
nieute chegada de Lisboa, por prego rasoa-
vel: Da ra da Cadeia do Reclfe, n, 19, ar-
mazem.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Baha.
Vende-se em casa de N. O. Bieber & C.
a ra da Crus, o. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucsr, roupa de eseravos e (lo proprio
para redes de pescar, por preco muito com-
modo.
Tecldo de algodn trancado na
fabrica de Todos os Santos.
Na rna da Cadeia'n. 52.
readem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
eseravos.
Arado de ferro.
Na fuDdico da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos m-
telos.
Aloenria* nnperlwref>.
Na fundicSo de C. Starr Je Companbia ,
em S.-Amaro, acbam-se a venda .moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcc3o muito Isuperior.
Aos senhores de engenho. -
vendem-se cobertores escuros de algo-
dSo proprios para eseravos, por serem de
niuita durarlo, pelo diminuto prego de 640
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que volta para a cadeia.
Vendem-se 4 pretas, 9 engominam, co-
snham e lavam roupa ; 9 sSo boas quitan-
deiras ; urna uiolalinha de 18 annos, boni-
ta mocams, cose, engomuia o fas todo o
servido de urna casa ; um prelo bom para
servir unta casa e ganhar na ra ; um mole-
quede 18annos serve muito bem urna casa;
I dito de 5 annos muito esperto e lindo: na
ra do Collegio n. 91, primeiro andar, se
dir quem vende.
comida para anlmaes:
vende-se na ra da Crus, no Recife, n. 13,
armazem
Vendem-se cabecadas roli-
cas e chatas ; loros e silbas : na
ra do Trapiche, n 10, casa de
Jones Patn & C.
- O proprielaro doengenbo Tabatnga,
sito ao norte da barra de Coianna, tendo de
retirar-sede muda para a cidade do llecife,
vende o engenho moente e correte, com
grandes obras de pedra e cal, bois, tiestas e
at a safra que est principiando a colner :
quem I he convier, eutenda-se com o dito
proprielaro no mesuio engenho, ou com O
seu correspondente na cidade do Reoife, Jo-
s Antonio Basto.
Vendem-se 4 escravas mo-
e de bonitas figuras, entre as
iloga-se aos fregnezea qnc.tenhain
. toda atteneno para o novo sor-
lipieiito que existe na loja Tn
ra do Crespo, n. 6, ao ;p6 do
lampe&o.
Vendem-se csssas pintadla da cores (Isas,
a960e 280 rs. o covado; cortes de brim
brancodelinho puro, a 1,920 rs. ; ditos de
fustio muito finos, a 560 e 640 rs. ; cassa
preta propria para luto aliviado, a 190 rs. o
covado; suerte de cor, a 400 rs. ; riscado
de linho para casacas, a 940 rs. o covado, e
outras muitas fazendas por preco commodo.
Antigo deposito de cal
virgen*.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboaj massas doces e agoadaa f o
3
no brigue Conceico-de-Maria.
A 2,24o rs. asaeea.
Na ra da Crus, no Recite, armazem n.
13, e na ra da Cadeia, armeiara de Cam-
pello Kilho, vende-se farinha de mandio-
ca do Coar, de encllente quatidade, [a
2,240 r*. a sacea.
* f v f Wfff f fff f f f?W ve
a> N'i deposito da ra da Moda, n. 15, #
a> ha para vender superior cal em pe- '
* dra, receotemeole chegada de Lis-
5 boa, em o brigue Ceeaefio-aVJfa-
r ra, por prego rasoavel : tamba 111 ahi
* se vendem pesos de duas e de urna
E arroba, por preco commodo ; ha 2
jLT tambem eu*ectivameute 00 mesmo .4
J deposito barris de mel para embar- ^
a> que. -m
aMA*duUa>*AA*AsM
Vinho de Borrfeaux:
vende-se na ra da Cruz, n. 10,
casa de Kalkmann Irmaos.
.40 MODERNISMO.
Na ra do Queimado, loja n.
17, vendem-se as mais modernas
cambra ias a bertas de lia e seda,
verdaderamente! chamadas balza-
cabrnha da ii abos, proprio para apren- \ livraria do pateo do Collegio
der ofilcio; 1 preto de 80 annos de bonita
figura, com bons principies de tanoeiro, e
tambem servepara o aerv+co de campo -. no
pateo da matriz de Santo-Antonio, sobrado
n. 4,; se dir qtienr os vende.
I3I0OOOOIOOOOOO,0#O
Vende-se na padaria de g'
0 Jo5o Luis Ferrara Hibeiro 5
O no pateo da Santa Crns n. O
2 >- aramia doces e agoadas, <
0 a mi.ia bem feita possivel, a g
O qual mesmo pessoas de mo- o
' lestias a podem comer por
q nlo ter composicao alguma ;
' assim como todas as mais
O
q preco da ararat* doce he
O de 48 r's a libra, o ma- O
8 barato que,se pode ven- O
q der, e a agoada a 3ao. a
OOOOOOOOOOOOOOOOOO
At que ebegaram.
Vendem-se ocnlos para mipio-
a. 6 de Joo da Costa Dourado.
Alannal dto dlaUlador e p re fu-
mista, contendo o methodo de distila* as
agoardeotes e o espirito de vinho, decom-
por licores unos e auparilnoa de aromas,
fructas e flores de faser os que chama ra-
tafias de conservar as fructas em agurden-
te, de obter a agoardente de varios fruclos
a creas, de preparar as massas aromticas,
pos, sabonetes de toucador, agoas e vio|-
gres aromticos, extractos essencias e olios,
adiccBo muito nova de 18*9.
Quem quizer poupar venha ver e
comprar.
O ganbo de quem vende (lea em m3o dos
compradores, e sempre ficam engaados e
mal servidos os seus amos ou aeus senho-
res. Na ra Nova n. 71, venda da esquina,
to p da poste, e no Aterro da Boa Vista n.
(4, venda nova junto a loja do Sr. Batlma,
vende-te o seguate: manteiga ioclesa, da
melhor, a 640, 4*0 a 240 ; dita fraSeaea, a
590 ; baoha, a 3(0; cha do melhor, a-aJOiO ;
caf de caroco, a 160 ; dito- moido, a 200 ;
aspermacela, a740e64; carnauba, a 280 ;
farinha do MaranhSo, a 120 ; dita deararu-
la, a 900; aseita-doce, a 0*0 a garrafa ; *-
Iho-alpista, a MO'a cuta ,-felJSO, a 990; ml-
lho, a 120; quetjos notos e grandefe, a 1,600;
pe^ou-vista csrta, ckegado. de ^^X^^S^;
Lisboa, dos qoaes nao haviam no ae tujo dam-e amo'trae, a tar-aa toda
mercado. A elies, que vieram pou- 4i.iq*ui*l>Mnaoremoa,ftafuacaabemses-
eos: na ra larga do Rozario, n. ^Vende-se cal branca mnftothre a-mul-
35, loja.
Fazeada nova.
Vendem-se gangas amareltaa cordeein-
za, fasenda muito Rna, propria para pali-
tos de mearnos, e masmo para roupfles de
|senhoras, p%lo banftissimo preco de 20* rs.
a covado : no Aterro da Boa Vista, loja nu-
mero 18.
Cal e potassa.
Vende-se a mais nova e superior potassa
quena no mercado, ecal vigem em pedra,
anegada pelo ultimo navio de Lisboa, por
oreco enmmodo : na ra da Cadeia do Re-
oife, n. 50, a fallar com Cuobt & Amorim;
assim como um restante de barris da
mea-
ras cal, que ficou da safra passada, por ha-
rinas, de padres e gostos multo rato preco.
do Vigario, n ig, segundo andar.
Vende-te urna balance decimal, que
pesa 4 arrobas ; (un guarda roupa de ama-
relio com lepartfmentos para vestidos, ca-
saros, etc. ; om Torno de ferro para cosi-
nhar assados, bulos, podins, etc.: todos es-
tes objectos sao* muito bcni feftos e quasi
novos, por prego commodo: na rus, do
Qaftimado, n. 32.
Vendo-so urna etCravs de nacSo, mo-
ea.de bonita fiuusa.com prlncioios de en-
gomando e de caajjjf,, sem defeilu algum:
na roa do Queimado, n. 3, segundo andar. I
9as,
quaes urna engomma muito bem,
cozinha. faz doces, e he muito ar-
ranjandeira de urna casa ; um mo-
lecote de 16 annos, de conducta
exempJar, e que he bom cozinhei-
ro ; um dito de to annos, muito
lindo, ptimo para aprender algum
ollicio ,- 3 pretos ptimos para
trabelho de campo, ou armazem de
assucar ; um molecSo bom boliei-
ro e jardineiro ; e outros esera-
vos na rus das Larangeiras, n.
14, segundo andar.
Olhem novas pechlnehas no pas-
elo Publico loja n. 11.
Casemiras de ricos padroes msis moder-
nos; a preco de7,000 rs o corle, brim tran-
cado de puro linho, areos e decore, f-
senda a mais rics, 2,000 rs., merinos pre-
tos, alpaca, setim, gasinetas e outras mais
faiendas de gostos que se venderflo pre-
cos commodos.
Vende-se urna preta de nafilo, de bo
nila figura, para engenho, com todas as ha-
bilidades precisas de urna cass o motivo
por que se vende se dir ao comprador : na
ra do Raogel, 0. 10, taverna.
Agencio de Bdvvln Maw,
Ra de Apollo, n. 6, armazem de Me. Cal-
mont & Companbia, fasem ver aos Srs. de
engenho e aos seus correspondentes nesta
prafa, que noseu estabelecimenlo se acha
constantemente bom sor ti ment de moen-
ua8 todas de ferro para animaes, agoa, etc.;
meias ditas para armar em medeia ; ma-
chinas para vapor com for^a de 4 cavallos
taixasde diferentes modelse de todos os
lmannos e grossurss, tanto de ferro balido
como coado; espumadeiras, cocos, etc., de
ferro estanbado ; safras para ferreiros : lu-
it\ mijifo hnm ai- h.r.in nre^G,
Xarope do bosque
para cura da pbthiacla em lodoi oa >eui dlffe-
rrule grao, qur motivada por coostlpacea,
toase, asihma, pleurli, eaoarroade langue,dr
de coatado e petlo, palplta;ao no corafo, co-
queluche, bronchitr, dr oa garganta e todaa
as moleatiai dos orgaoa puluionare*.
\ eudc-ae na ra dos Quarleis, u. 12
Vende-ie teijo mulatinhs
em saccas grandes, por preco
commodo : no armazem de Das
Ferreira, no caes da Alfandega, ou
na ra do Trapiche, a. 34, a tal-
lar com NovSes& C.
Bi iris barato.
Vendem-se brins de linho daquadrinhos,
a 280 rs. o covado : anda restam algumas
prcas de aigodSo largo e com algum ninfo,
pelo baratissimo proco de 2,800 rs. cada
urna : no Aterro-da-boa-Visla, n. 18.
Vendem-se cabecadas inglesas, chatas
e rolicas: na ra da Crus, a. 2,casa de Geo.
Kenworlhy ct C.
V'rinlein^in ai
seohora : na rus
Cao: Kenworthyc
(iclicados. a 5oo rs. covado.
DStv-se as amostras c
lentes penhores.
Charutos de Havaua.
de superior qoalrdade : vendem-
se na roa da Croa, n. 10, oasa do
Kalkmann Irmaos.
ama Nova, a>. 8, loja ata J*
Joaqun .Vlorolra A O. ,
vendem-se muito boas gravatas de mota, de
qualquer cor, pelo baratissimo preco de
2,000 rs.; cbapos da verdadeira palha di
Italia para senhora; ditos abortos ou arren-
dados do melhor gosto possivel; ditos para
meninas, tambem abarlos e lisos; capoti-
nhos prelos de chamalote, que se vendem
por menos preco do que em outra parte ;
chaposzinhos de seda desabados que ser-
vem para crianzas da um a 12 mesea ; bo-
netes de panno para liomem, chegados pe-
lo ultimo navio de franca ; mantas de gar-
fa, brancas e proprias para noivas ; flores
brancas para enfeites de vestidos de casa-
mentas ; bicot de seda brincos, largos e
imitando o melhor possivel os de blondo;
luvas de pellica para liomem e senhora ;
escolente couro de lustro francs ; sapa-
tos de marroquini preto para senhora, a
1,200 rs. o par; ditos de couro de lustro
muito novos, a 2,000 rs. o par ; loucadoies
de Jacaranda, proprios para rapases soltei-
ros, a 4,000 rs.; e outras muitas fazeudas
por preco commpdo.
.1 oao Keile 1 & Companbia, na
ra da Cruz, n. 55,
Vendem a presos commodos, vinho mus-
eatel de Selubal, em caixaa de ama du-
lia; dilo muito bom de Lavradio e Col-
lares, em barris de quinto; dito de Ctiam-
panha, da mais acreditada marca ; dito lin-
io de Corlaillod, de suparior qualidade ;
extracto da absynlh e kirsch ligilimo da
Suisss, em caixas d^uma dusia; verdadei-
ro cognac velho, o da melhor fabrica de
Franca, em barris de 80 garrafas pouco
mais ou meaos : tambem se vendem por
prego muito rasoavel velas de sleariua ,eoi
oaixas de 32 libras ; charutos da Babia de
muito boa qualidade.
Na ma Nova, n. 8, loja de Jos
Joaquim Moreira & C. ,
vende-se um rico sortimeato de
franjas pretas para manteletes e
capotinhos, por preco rasoavel.
^Depositoda fabrica tlej
%. lodosos Sanios, na
I Baha.
ta> Vende-se, em cata de
Domingos
.___<-:.
?.um (ciisi^au.
Veade-sa um lindo estallo bastante
ordo, carregt bem baiso d rodea olla
_ elo diminuto preco de 100,000 rs,; trata-se
m oliml padaria do Varadouro
- Vendem-se muno superiores lingnicas
1 melhor possivel :
s cous
venda
X
asvi
pnmeiro aud'ar, algodSo trancado -*
squella fabrica, aa*ito proprio para aac-z
?eos e roupa de scravos ; bem comoj
gj.fio proprio para redes de pescare i-a-^
a>Tioa para velas, por preco commodo.^
**
Vendes vinho do Porto em barriada
qusrtoe quinto i aseilonas superiores ar-
cos nafa barricase pipas; farinha de trigo
em Barricas e meias ditas ; fio porrete ; ca-
vada; pregos de todas as qualidades.em bar-
ricas; ensaJas do Porto coeiros de algo-
dio ; reros fino do Porto : tudo por prego
commodo : na rna do Vigario, n. 11, arma-
ses de Francisco Alves da Cunhs.
N rus da Cadeia- Velha, primeiro sn-
dsr da casa n 24, de Mauoel Antonio da Sil-
va Antunes, vende-se um rico 8orlimento<
de chapeos de palha da Italia, abertoa para
senhoras, camisetas de cambraia, col
nbos, fomeiras, manguitos, puolios tudo
eioaileiiteiiieiite bordado, bicosTinissimoa,
ricaafHas, capotinhos a manteletes de filolicba. todos dourados e
ede seda pretos, o outros obyectos de oa- '
to ; bem eomo completo sortimeuto
Vendem-se queijos londrinos frescaes,
chegados ltimamente; ditos de prato; la-
tas con biscouto ingles; ditas com sardi-,
nhas; ditas com ervilhas; e garrafas com
vinho muscatel de Setubal: tudo de supe-
rior qualidade : na rus da Crus n. 46.
Anda vende-se a verdadeira farinha de
Tepuy : no armazem de Antonio Aones.
o mesmo armasem ha milbo muito novo a
2,500 rs. a sacca.
fffffffffffffffff*f1
?Cortes de tapete para sapatos.*
j Na loja do obrado amarello, nos j|
0. qualro-Cantosda roa do Queimado, I
k n. 99,' continuam-sos vender cortes -SI
T de tapete para aapatos torca, ha- ^
S vendo multa variedadea de padrOea jg
> para M escolher. -01
i-a A *k*****m
Na ra do Queimado, loja
n. 10, se dir quem vende urna
boa casa terrea no bairro de S.-
Antonio.
Vendem-se sabonetes | higinicos, o
mais superioaea que teem vindoeale mor-
cado, assim como outras perfumaras muito
finas: na ra da Cadeia Velba n. 34, pri-
meiro andar.
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repazo,
pndolas e picota para cacimba :
na ra do Brum, na. 6, 8 e 10,
fundicao de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro
differenles modelos : na ra
Brum,ns. 6, 8 e 10, fabrica
machinas e lundicSo de ferro.
Vendem-se amarras de fer-
ro j ancoras ; fateixas ; 0 estanbo
em verguinhsa : na ra do Tra-
piche, n. 10, casa de Jones Pa-
ln & C.
Vende-se urna sextante nova feita por
um dos melhores autores de Londres e tam-
bem um orisonte artificial e um llieodilete :
pa ra do Trapiche armazem n.
Aos artistas.
A livraria do pateo do Collegio
n. 0 de Jofio da Costa Dourado ,
fcteaba de receber Vignole ou estu-
dos de architeltira por James Ba-
rozzio, obra muito interessante
ptra todos os artistas que quse-
ren desempenhar seus traballio*
de
do
de
to tem medida : na ra do AragSo, n. 8.
Aos pinteares
Ti ola vexde a too rs, a libra:
vende-se no depasito de oaldeireiro, na fu
nova, o. 97, em barris de 16 a 20 libras.
Veodem-se 20 eseravos, sendo nm lin-
do moleque de 18 annos, bom olllcial de
ledreiro ; um dilo oleiro ; um dito de 30
annos, carreire e meslra de assucar ; 6 di-
tos mocos, de bonitas figuras, para todo o
aervico de carneo; nm muialiono da 15 an-
nos, bom pagem ; urna niuleliaha de an-
nos, reeoisida, de muito boa conducta, que
cose ptimamente, fas lavarinte, e marca
em da liaba ; Sescravas mneaa, com va-
rias habildsdes : na ra Direila, n. 3.
Vende-se a casa de dous andarea n.
45, sita na ra estreila de Rosario : quem
se achar com direilo a obstar dita venda,
trate de fase-lo emquanlo so oto pasea a
eseviptura.
Vendem-se sellins elsticos, chegados
agora : na ra da Crus, n. 2, oasa da Geo :
Keuworthy & C.
Vendem-se cigarros de pa-
lha, chegados ltimamente do
Rio-de-Janeiro, por preco com-
modo : na ra larga do Rozario,
n. 3a.
Vende-se urna preta de na-
co, de 28 annss, qne engomma
Uso, cose, he qtiitandeira, e mui-
to propria para o servico de cam-
po, por ser muito robusta e sadia :
aa rqa de
loja.
--Vende-seumt cass terrea na ruada
Praia-de-3.-nita,n.: na ra de S..Jo*,
68.
-Vende-se um lindo escravo pardo,
eaoco, muito proprio para pagem: no Ater-
ro-da-Hoa-Vista, n. 90 primeiro andar,, 0u
na ra do Queimado, n. 19.
lo Queimado,_l^ 3; Af
Eseravos fgidos
de Victorino Jos
e carne do serlSo
na ra Augusta,
Corre de Sa.
Vende-se urna mulata de bonita fisu-
ra com orne aria de um mes, e lera disto
eosioha e engomma spflVjvejQeatc; *
do AragBo n. 20.
Grandes vistas.
Das principaes cidades do mundo, como
deParis, Londres, Roms, Constanlioopla,
New-Vork, etf.: no pateo Jo Collegio, casa
lolivrOtsul
Vendem-se apparelbos para
d*laa*ar' nm'to Don^ louca e fina.,
limitando a porcellana ; dito para
- e de^poresi-. ** r0,O te*ss> *i
_de|fBn > ejarros com bacias ; tudd KpMb^^ijeTe'm^srj
ilhoes psr montar de ^slT-r"' M9ifn'S6P0T P0S muito* |por pr*C muito em
da Crus, o. "'oa;'der-rv^dem-seumaboDUetcravteogom-||!u*.d^ n- &l
1 c- Wadeirt; 2 ditas com habilidades; 1 luid Jame RVder & C,
- Fogio, no dia 10 Jo crvente, o escra-
vo Thoroac, de nacSo Angola, de estatura
regular, sem barba ; tem falta de Idete* na
frente ; representa ter 18 a 90 annos ; le-
von calcas de panno fino asul, camisa de
algodo trancado, jaquela de alpaca cOr de
vinho. Roga-ae as autoridades polirises e
eaptfles de campo, qne o apprebendam e
levem-no ao Aterro-da-Boa-Vista, n. 43, ou
pa passagem-da-Magdalena, sitio co finado
Dr. Rrilo, que serio gratificados.
Fogio, ns noite do dia 29 de setembro,
do sitio de Joaquim Fernandea.de Asevedo,
p preto Trajano, de naci Congo, de SI an-
nos, de estatura regular, cara redonda, bei-
coa grosroa e virados para ema, talla bs-
tente descansada atrapalhado ; est al?
suma cousa amarello de ter ba pouco a ra-
pado de orna frieldade ; levon calcas de me-
rino preto, camisas de algodlo trancado
com listrss asues e outra de bata asul,
orna eeberta tambem de bata asul; cons-
ta que vai junio rosn outro que fogio na
mesma occasiio, perteneenle a Sra. I).
FranciscaTlioma/ia da Conceiclo Cutha,
de ama Pedro; be bastante ello, represen-
la ter 38 s 40 annos; lera as caloanlx'S^a
pona do naris al o melo.da testa : he has-
tsnte rooleirSo e desdentado na frente. Ro-
ga-ae as autoridades ootreiaet e capitfles dn
campo, qtte o apprahendam a irvm-o i
ra do Craaeo, n. 10. que seaSo Ipatifleailns.
Fugio.no dia 11 do corren le, do Ar-
raial, o prelo Antonio, de 3 annos pouco
maisou uieiiui, uaiie. iBr.. mu ianm ai-
queedaa; qoando anda parece que coteja de
lian perna ; quarxlo falla a ,'baiia a rebeca
e com cara de riso 1 quemo pega* leve-o a
ra do Craaeo, o. 4.
Fogio, no dia 10 de setembro de 1850,4*
7lhnras da noite, inde faaer o- rleaa*jo. a
parda J mom, de 9a a 30 anno*, alta, aeeea
do corpo, Se boeila SaMassj ara redonda,
othoa grandes, bocea regulan desdentada
na frente, salea e pe* grande o fiestas,
paito chulos e cheioa: levou vestido da
chita verde j velho urnas roselaa faaatce-
sas as oraihaa 1 quem a pegar ***e-e i roa
Direila, n. 7, leveeiro andar, com a entrsds
pela roa da Pee he, que aeri gratificado.
Daaarparareu, no da S do correle, o
preto atare-timo, oriooln, de 90 a M. aonos,
pilo, aereo do corpo, falla uo poueo des-
canoada, ts seceos, andar de papegeio e
ouado anda lora um p a ajan o corpo de
umlado; tem urna cieatria era doleda
t^ljalBMta quasi a p da bocea; ignJjt
Roga-se sa auto-
;# V
appraheatUm e levem-00 ra do. Vigt-
conta : ngt|rio,a/a^adeCarneifocV,Rtmot *j*>e%
eseriptorie]' SasijaiaassaB
Penar.': as tir. di m. '. ta%ta.'!


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