Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07202


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Full Text
Anno XXVI.
Tfir^a-feira 5
Sfc
partidas oos ooaazios.
na e Parahlba, a segundas e spxtai felras.
andc-do-Norte, todas as quimas ftiri ao
niciu-dla.
Cabo, Serlnhaem, Hlo-Formoso, Porto-Calvo c
Macelo, no 1.a, a II e 11 de cada uics.
Garanhiins e bonito, a 8 e 23.
Koa-VIsia e Florfs, a 13 e 28.
Victoria, i quintas fura.
t-.OUnda," todos os'dial.
...sMasn
XVHSMtBIOU.
Nora, a 4, aot 20 m. da m.
n. ..-. ,n. (Cresc. a ti, as 8 h. oSAiir. da t.
IMIng. a 20. as 10 h. 13 da m.
HMMta dihwi.
Priineira as 6 horas e 6.minutos da manha
Srgnnda as 6 horai e 110 minutos da tarde.
de Novembro de 1850.
N.250.
ara
raico da atJBsoaipcXo.
Por tres meses (adUuUdusJ 4*000
Por srit inezes H/UOO
Por utu anno 15}000
IAB DA SEMAIfA.
4 Seg. S. Claro. Aud. do J. dos orf. ra. 1 .v.
5 Tere. S. Zacaras. Aud. db J. da 2. v. do
civel. e do dos fef tos da fasenda.
6 <,>uart 8. Severo. Aud. do J. da 2. v.
7 Qulnt. 8. Florencio. Aud. do 1. dos orf. e do
ni. da I. V.
8 Seat. S. Sevrriano. Aud. do J. da 1 v. c. e do
dos feitos da fazenda
9 r>ab S. Theodoro. Aud. da Chae, e do J. da
2v. docivel.
10 Uom. O Patrimonio de Noata Senhora.
CAMBIO CU ti STMBBO.
Sobre Londres, 28 l|2 d. por 1/000 ri. a 60 diasl
Paris, 333 or Sr.
a Lisboa, 100. por cento.
Ouro. Oncaa liespanhola.....3ty0fl0 a 30/50(1
Moe,iasde6100velhas. I6/3U0 a I6j500
de b/101 novas 10/000 a 164200
de 4=000....... 9/100 a 9/200
Prata.Pataces braailelrot.... 1/V70 a I/K80
Peaot columi.arjo...... I/B70 a 1/980
Ditos mexicano......... 1/760 a 1/780
DIARIO m PEM4MBIC0
------------------ i i i

PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DO IMPERIO.
DECBETO N. 598. DE 1* DE SETEMBRO
BE 1850.
Concedaao ministerio do imperio un cr-
dito extraordinario de duzeotos cont*
para, ser exclusiva mente descendido no
cometo da trabalhos que leedtm a me-
inorar o estsda unitario da capital e de
outras po*o*cSes do imperio.
H"i por hem sanecionsr e mandar que
executoa regolucSo seguinte da sssembli
gcral legislativa :
Art. i. He concedido ao ministerio do
Imperio om crdito extraordinario de du-
zentoi contos para ser exc'usi va mente des
pendido no cometo de trab-lho. que tn-
dam a melhorar oest'do sanitario da oapital
e de outril povosgOes do imperio, como o
desseccamento de logare* alagadizos, que
se tenham reconhecido Insalubres, o esta
beleciflieoto da vallase canos de despejo, e
reparadlo e limpeza dos existentes, a mul-
tiplicicflo de depsitos de agoi para uso o
asseio das povoacOe, outros trabalhos de
seme*jaOtc natureza ; entre os quaes pre-
ferir ogovemo os quejulgar mais urgentes
Art. 9. Pica ereadr urna commissflo com-
posta de quatro ofRciaps do oorpo de enge-
nhelros, que serSo romeados pelo governo,
alm destes have.r nm presidente da li-
vre escolha Jo governo. Compete a esta
tfommso:
1 Tirar a planta, e fazer o orcamento
nSo s dis abras e servido de que trata o ar-
tigo antecedente, mas tambem de quses-
quer outras obras e servico* qottestiverem
incumbidos ao govorno, tojeitando lulo
pprovseSo do armo governo,
g 8. Entender em qm estas obras e gervi-
Sds so fteSo conforme a planta que liver si
o approvada pelo governo.
S j. PropOr todas as obras 6 servidos que
julgTr necesario* ou convenientes, e dar o
sen parecer em todos os casos ern qne pelo
governo for consultado acerca de taes oh-
jecto, O ejercicio de cada urna destas
funcc<3"B poder* ser delegado a u m, ou mais
memhros da rommissflo.
Art 3. Fies tambem creada orna junta de
hygiene publica,a qoalser|compostide um
E rifen te da nomeaeflo do governo e dos ci-
ioes-mres da armada e >lo exercito, do
etor do Instituto vacinlen.n do provedor
dasa-ledo'portndo Rio de Janeiro,servindo
de aecrqtario o do instituto vacinico, ou um
dos da InsnajecSo da as le do porto, como o
governo designar, Ficam enenrporados
nesta junta os estafeelecimentos da inspec-
Io da sade do porto do Rio de Janeiro e
9 instituto vaccinieo.
Art. 4. Sflo allriboicfles da junta :
S t. Proprtrao goveno (olas a medidas
que julgsr oecessariat ou convenanles a
bem da aalubrjda 'e publica, e informar so-
bre as que lite forem indicadas pelo go-
verno.
$ Entend-r na effecliva execucSp das
posturas da cinara municipal, relativas a
objerlos de-sslubrid-de, publica, e Indicar-
Ibe aa n adidas que julgar neceisaris* ou
convenient- s para que se ronverlam em
posti ras, teco rendo para o geverno nos
casos do art 73 da I-i de I de outubro de
1828, quando nflo for alten Hilo.
$ 9 Kxe'cera polica me lira as visitas
das embarcafOes at agora encarrega is a
inspeccAo da aade do porto, e as que de-
vem fajur-se na* boticas, lojs* de drogas,
neredos, araiazens, o em geral em todos
os lugares, esUbelrcimenlos, e casas donde
posaa pro.ur damnu a aade publica.
Oexercicio das fuuccoes declaradas nos
SS 2 3 puder aer delega lo a um ou m"i-
membioa da junta, ou dos astabelecimen-
tosque nella licam encorporadot.
Art. 5. O* fiscaes da cmara municipal
execularfio as ordena da junta ; e betp as-
sim as dos seo* delegados no desempeoho
das funches que por esta lei |he sao com
anettidas. e as autoridades judiciarias e pn-
licnes ipreslar-se-ham as suas requisieOes.
Art t Ajuma de hygiene publica creada
ni capital era o centro dos estabeleci nen-
io* l igual natureza, que existirem, ou
se cralrem na* provincias, om virtude rtesta
lei, e conforme as bases nella stabelecidatu
ecnriesponder-sc-ha com elles.e bem assim
coma cmaras municipaes, e com quaes-
quer eulrrsautoridades, sobre objectos re-
lativos io exereiejo de suia funcedes.
Art. 7. Ficsm concedidas o geverno tres
lotariasannuaes, cujo producto sera appli-
eadn a hastaticio das nhras de a'i Ir.I. ni
art. 1, podendo o governo mandar que
ella* corram com preferencia a quesquer
outra*.
Art. 8.0 governo expedir os necessaros
regula mente* para a boa execuefio desta
lei ; nelles podar* estabelecer multa* ale
200,000-ris. e peas de sospensBo at 8 me-
ze, de prisao al 15 das, e em caso de
reincidencia poder* mandar fechar at
meze a* lo|as, boticas, armazens e csl.be-
lecimenlos mencionados no art. 4, $ 3. O
governs dssignsri tsnibsm o lempo o mo-
do de se fazerem as visitas a que se refere o
art. 4, $3 ; as autoridades competentes para
imposic.au das mudase da* penas; a forma
do proeesso, os recursos que deverao con
cedei*se; b*m assim determinar* as gra-
tificajoes que deverao perceber os mem-
hros ai commissJo de eogeoheros, eos
membros o secretario da juntado liygie-
e "L'Ic.
Art. 9. O governo a presentar* issem-
Wea gara! na primeira es*9o ordinaria,
para podaren ser definitivamente spprova-
dos, os regulametitos que espedir em ir-
I
lado, ou feito corrigir antes de authentiear
o mesmo manifest, reeahira a rosponsabi-
lldade sobre o administrador que assim bou-
ver procedido. Se, porat, se conhecer que
o vicio foi praticado depois da sssignatura
do administrador, ser* reaponsavel por elle
o mestre da embareacSo.
Art. 4." Se a emharcaeao destinada a um
corlo tocar ou largar parte da carga em ou-
tro, levar* deste porto certificado aulhenti-
co do que tiver descarregsdo ou de nada
lar descarregado, para apresenta-lo alfan-
dnea do seu destino. Se, porm, receber
nova carga, dever faier um segundo ma-
nifest com as mesmas formalidades do pri-
meiro.
Art. 5.* As din*erenc*s nara mais oo para
menos no numero de voluntes, e as diffe-
rencas de marcas ou quadade encontradas
nss descargas serlo julgadas plo inspec-
tor d'alfandega, no que loca *s mercadonas
estrangeiras, ou nacionses. sujeitas aos di-
reitos de exoedlenles; e peb> administrador
do consulado ao que diz regpeito ** merca-
dorias que nenhum dimito pagara.
Art. 6.' Por cada dilTerenca de qualidade
de Mame ou de marca, poder* impor-se
a moita de 1 a 2,000 ris, alnd* que em tu
do o mais a descarga conBracom o mani-
fest.
Art. 7.' A embarcarlo que entrar em las-
tro de qualquer dos referidas porto* e nflo
(presentar certificado que assim o declare,
pagar* urna multa de 20 a 900,000 rs. Na
mesma multa ineorre o nastre que tendo
tocado ou desesrregado parte da carga em
porto. difirante do seu destino, nSo (pre-
sentar o competente certificado.
Art 8.* O mestre que nio apresentar o
j manifest ou nSo o apresentar aothenticado
tude do artigo antecedente, e bem assim
urna conla especialecircumataciada, tanto
i respeilo d applicaoBo do crdito conce-
dido pelo art. 1, como do producto da re-
celta creada pelo art. 7.
Art, 10. Ficam rerogadis as diiposic^es
eli contrario.
O viaconde de Mont'AJegre, oonselheiro
da atado, presidente do conselho de minis-
tros, ministro e secretario de estado dos ne-
gocios do Imperio, assim o tenha entendido
e ac execotar. Halac'o do Rio de Janeiro,
eim 14 de setemhro d 8M, vigesimo-nono
da independencia o do imperio.--Com a ru-
brica daSua Magestade o Imperador. fit-
conie ie Hont'Altqr.
AVISO DE 17 DE SETEMBRO DE 1850.
Manda sobrestar na execucao do artigo J7s do
reglamento de 27 de leleinbro de 1849.
3.* seccSo. Jlio-de-Janei'ro. Ministerio
dos negocios do Imperio, cin 17 de scteiubi o de
1850.
S. M. o Imperador, attendendo ao que Vine,
pondera em seu omelo com dala de bontem,
ha par bem que se sobres leja na execucao do
artigo 278 do regulamento de z7 de setembro
do anno passado, emrjuaoto se nao ordenar o
contrario. O que aoinmunico a Vine, para aeu
conhecimento e execucao.
Dos guarde a V. Exc. Ticamlc ie Uont'A-
Itgrt. Sr. director geral do crrelo.
AVI-O DE IT DEbETEMIIRODEIfUO.
Declara que, quando se coucederem Ilcencas
com venclmnnto aos empreados do crrelo
ae entender sempre que o sao liinplennente
com ordenado, e nunca com gralificacao e
que a porcentagem dos agentes, estando
estes impedidos, dever reverter em favor
itos ajudantes qne os substituir em.
3.." seccao. Rio-de-Janeiro. Ministerio
dos negocios do Imperio, em i7 de setembro
de 1850.
Level preienca de S.-M. o Imperador, com-na forma determinada neste regulamento,
nRdin 9 a V*nn ii> 1*1 ilaala mol nnna Ika itl __ ______..a. aa
o oIBcio de Vine, de 13 deste mez, o que Ihe di-
rigi o administrador do correio da corte, per-
fumando se, concedendo-se a um agente licen-
ca com venclmento, dere o respectivo ajudan-
te servir era lugar daqnelle gratuitamente, oo
com algumas vantagens, e, neste caso, como
ha de faser-ae essa despeja : e o mesmo augus-
to Senhor asanda responder a Vuic. que, todas
as veses qoe forem concedidas Ilcencas cora
venclmento aosempregados do correto, se en-
tender que o sao siinplesincnte com o vencl-
mento do oroplente ordenado, sem que em
caso alguin ae coinprehendain as graUBcacOes
que s sao dadas pro labore: e como a porcen-
tagem marcada aos agentes do dito correio Ibes
lie dada, na forma do artigo 48 do regulamento
n. 390, de 21 de dezerabro de 1844 a titulo de
grarMtcacao, deveri, qnando elle, se acharein
Impedidos, ouseja por llcenc. ou por qualquer
nutro motivo, reverter em favor dos ajudantes.
que eectivainente os substllulrein ; cuinprin-
do que nesta conformldade te proceda para
com o pregado da agencia do crrelo da ci-
dade de Campos, de que trata o oIBcio do refe-
rido administrador, e que se ach com licenca.
nSo obstante a declaraco, a qual fica des ie j
de nenhum effeito. de Ihe ter sido concedida
com venciinento. O que communico a Vuic.
para seu conhecimento e execucao.
Dos guarde a Vine. VUcont de Monf-Ale-
gre. -. Sr. director geral do correio.
via que receber fe-
multa de 30 a 300,000
MINISTERIO Oi FAZENDA.
DECRETO N. 710 DE 16 DE OUTUBRO
DE 1850.
Manda executar o regulamenlo labr 01 tnani-
fetoi das cmarcaces de eabotngtm.
Usando da autorisacSo concddi pelo
artigo 46 da lei n. 514 de 28 de outubro de
1848, liei por bem ordenar que nasalfande-
gas n consulados do imperio se observe o
svgulsmento obre os mnifestos das em-
barcacoes decabotagem, que com este abai-
xo assignado por Joaquim Jos Rodrigues
Torres, do meu conselho, senador do im-
perio, ministro e secretario de estado dos
negocios da fazenda e presiden! do tribu-
nal do Ihesouro publico nacional, que as-
sim o tenlia entendido e faga executar. Pa-
lacio do Rio-de-Janeiro, e,n 16 de outubro
de 1850, vigesimo-noao da independencia e
do imperio.Com a rubrica de S U. o \a-
perador.Joaquim oie Rodrigues Torree.
Hegulemento tabre oe manife'tot da embarca-
nte de eabotagem.
Artigo I.* As disposices dos artigs 146
1836, ficam extensivas *sembarcares de
cahutagem, sabidas de portos onde existem
Ifandegas ; devendo porm declarar-se se-
paradamente nos manifestos das ditas em-
bercaceg : t., as mercadorias esirangei-
ras reexportadas ou bal ledas ; 2 ", as reex-
portadas depois de terem usgo direitos de
consumo 3 sa de prodcelo nacional.
Art. 2." O mestre de qualquer das refe-
rirl.. *ffbirc;C5sS IcgC C- tivff a hnrdn
seu carregamento, e feito o manifest com-
petente, spresentsr* as duas vias delle ao
administrador da mesa do consulado; o
qual depois de fazer conferi-las cuidadosa-
mente com os despachos e guias de reex-
portacSo da* mercadorias estrangeiras, e de
verificar se cootm as declarares exigidas
no art. t.*, numerar* e rubricar* todas as
folhas, riscar* oslug.resqueestiverem em
branco e certificar em cada urna que o ma-
nifest esta em devida forma.
Feito isto, reunir* os despachse as goias
do reexportarlo do* genero* estrsngeiros,
que Ihe devem ter sido remeltidas pelo ins-
pector d'alfandega, a orna das vias do ma-
nifest; fechar* este* documentos com o
sallo da mesa e sobscripto ao inapeejor d'-
alfandega ou administrador da meas de
rapdas do porto a que se destina a embar-
cstjfio, e o* entregar ao mestre dola, ar-
c!;v;sds culi vi* o tTiCSiso iiii'o.
Urt. 3.* Seo manifest que o mestre apre-
sentar. autbenlicado. pelo administrador da
mesa do consulado, conliver algum dos de-
leites ou vicios que elle dovesse ter aciule-
ou trouxer aberta
eluda, pagar* urna
ris
Arr. 9. A embareaefio que recebar car-
ga em porto onde nSo houver alfandega e
iue nflo possa trazar manifest processado
pala mesa d> rendas, dar* entrada con
urna lista especificada daaarga, legalisada
por qualquer autoridade do logar. Os cer-
tificados exig los por este regulamento se-
rflo passados pelas respectivas slfandegas e
mes.s de renda, ou por qualquer autor ida-
de dos portos onde nSo exislirem estas re-
parligOes fiscaes
Art. 10. As embsrcacOeg de eabotagem
tarSo entrada, como as ua longo curso, as
respectivas alfandeg.s, dolido serSo reniet-
lidas copias a'>thenticas dos manifestos *s
mesas do consulado.
Art II. Nos despachos de mercadorias
estrangei'as navegadas em barcos de eabo-
tagem *eguir-*e-ht o que he determinado
nos regulamentos das alfan legas, qur as
mercado'a* sejam despacha l.s para con-
suno, quer para seren reexportadas para
outros portes do imperio.
Art. 12. aos inspectores das slfandegas
compete indagar se as embarcacoes de ea-
botagem trazeos ou nflo manifest de sua
cirga, ou certificados de que tratam os ar-
t'gos 4.a e 7.. e mi'r as multas pela falta
ou irregularidade desses papis. Nos luga-
res em que nflo houver alfandega*, compe-
len) esta* altribuicoes aos administradores
da* mesas de rendas.
Art. 13. Ficim revogados os arlgos
184 e 185 do regulamento de 30 de maio
de 1836
Art. 14. Os Inspectores das slfandegas e
administradores d.s mesas de rendas, a
juem forem apresentados msnifestos inde-
votamente aulheiiticadoa ou des-compa-
nhados dos despachos e guias de que trat
O artigo i.*, deverao dar ronl< disso su the
souro. o qual poder* impdr a multa de
50 a 200,000 rs a c.da um dos empreg.dos
que fbietn responsaveis por ttes inegulan-
dades.
Bio-de-Janeiro, 16 de outubro de 1850.
Juuquim ioei Rodriguee Torree.
Exlralo do expediente do da 28 de telembro.
A' thesouraria da Babia, em re.poata ao seu
ofliciu de 21 de novembro do aono passado, ta-
bre a duvida de aerem ou nao eitcnsivot t re-
convencoes os duus por cento de dizima de que
trata o decreto de 9 de abril de 1842, servindo
de fundamento della o traUr o artigo 3. do ci-
tado decreto smenle do pe..ido dos autores, e
dot artlgos>3, paragrapbo 1.a, e 52, paragra-
pho 5.a, do regulamento.
Ao mesmo, em aolucao toa qulsltos do seu
officio de 20 : prlmelro, se os llvros dos trapi-
ches alandegados estilo sujeitoa ao sello; se-
gundo, se os administradores delles devem In-
demnlsar a Importancia dos llvros que Ihes sao
fornecidos; te declara, quanto ao primeiro,
que acorto ot livrot dot trapichea por sua na-
tureza fiscaes, e devendo como taes aer nume-
rados, rubricados eescripturados na ennformi-
larte dot reglamentos, sao por Itso lientos do
*e|lo como os outros llvros daa reparlicdea Os-
caet, a que tSo annexos os mesinos trapiche. ;
quanto ao segundo, que deve continuar a ob-
ervar-e o que estlver em pralica a este ret-
peito, poitque, te a despera dos llvros nao he
paga pelos administradores, paraisso seda boa
rasao, de aerem os trapiches dependencias das
repartieres flseaes, e deverem portanto estas
fornecer-lhet o llvros indisnentaveit para a
esc Ipturaeao relativa ascalltacao e expedi-
ento.
Ao mesmo, ro tolucao duvida proposta
em officio de 12, tobre dever ou nao applicar
ot arligos 203 e 204 do regulamento de 22 de
iunho de 1830 s mercadorias que ha annos ei-
stem na reparticao, e clao comprehendidas
no teinpo do consumo, e cnjoi donos e ppela
de cnnfeienciai naoapparecem, e declara que
taea mercadorias de facto estao emuprehendi-
dat as clrcumstanciai dos citados arllgns; e
assim teodo-je procedido ao auto de consumo
com observancia de todas as formalidades or-
denadas pelo decreto de 27 de fevereiro de
1849, devem-se-lhes applicar as disposicoes
doi meninos artlgos, sem necessidade da pre-
tenda da parte de que se d a revelia, visto que
nio acudi s nolincicdes que Ihe foram fcit.v,
na conformldade do dito decreto; sendo sem
duvida que, em materia administrativa, tam
bem tein lugar o procedimento e deciso re-
velia, do que, em raso anlogo, ha eieinplo no
artigo 286 do supracitado regulamento.
-'do Rio-Grande do sul, em aolucao
duvida propoita em officio de 8 do mez paisa
do, se pela uiorte de um orphSo, a quem per
tencam dinheiros recolhldos por emprestlmo
aoi cofres da tbetouraria, devem cessar oa ju-
ros e repotarein-te taei dlnbeirot detsa data
em diante como de auzentet, te declara que
taea juros lio devldot al effecliva entrega,
visto que, na forma da le de 13 de novembro
de 1841, artigo 6.*, as lominat dos cofres dot
orphaos sao tomadas pelo tbetouro por em-
prestimo, com jurot deieit por cento, com pro-
hibieo de seren emprettadas a particulares;
e teeila prohibico nao houvesse e taes som-
inas coutinuassem a ter emprestadas a parti-
culares, esle terlain obrigadns apagar os Ju-
ros de todo o tempo que as retlvessem ; adver-
te-ac porm que, no caso de a parte Intereisada
reter em ai o precalorlo para o levaotameuto,
aem o apresentar, com o fin de coalfouar a
vencer ojuro, dever este tmente ter contado
at a data do precatorio.
GOVERNO D\ PuUVlNGlA.
EXPEDIENTE DO DA 29 DE OUTUBBO.
Officio.-- Ao Exm. commandante das ar-
mas, nieiran loo la disnosicflo do aviso d>
supposto ot reconviutet leiaio autore. e'mquan-
lo ae considrala pedinao alguina cousa nos
inesuioa autos em que sao deuiandadus. toda-
va a reconvenci em regra he urna derivaeo
da coutrariedade, e parece nao ser o pedida de
qne a lei mandn arrecadar o imposto, e menos
estar comprchendida na liueral dlspotlcio do
artigo 9.a do decreto; se declara que S M. o
Imperador, em retolucao de 18 do correte,
soorc i.uo-ulla da seccao de iazeua o conse-
lho de estado, bouve por bem declarar qoe o*
dous por cento ae derem Igualmente do valor
do que o reo demandar em juizo por raeio de
recoiiveocao, pela inesuia rasao por que ae de-
vem do valor da pedido ein embargos de ler-
ceiror arligos de preferencia, ein que o lercei-
ro embargante e o preferente, potto que ein
cautas j pendentes e por outros oomecadas,
reai azer as veiet de autores, como f.z o recon-
vino?, demandando coutas determinadas tobre
que ho de recahir aeotencas de que, tegundo
ai lela a que ie refere a de 22 de outubro de
83G, artigo 14, parkgrapho 21, te devla pagar
a disima.
DA 30.
Ao iotpector da alfandega, em retpotta ao
officio de 19, le declara que sendo os manifes-
tos isenlos do sello, por estarem comprebrn-
didos oa diipoiico do artigo 52 partgrapho 7.a
do regulamenlo de 10 de Julbo, tambem isen-
tai devem te ai copias ou tradceles delles,
quinde, e einqyanlo forem precisa! e applo*-
das ao espediente das reparlicoes Uicaea para o
desempcnbo e despacho dat einbarcaces e
iiiercadojpis. A* lettrat de reexporiacao, e ai
cautel'aa que te do quando sao aonulladaa,
tambem sao lientas do sello pelas diipoilcOes
ministerio da guerra datado de 30 de se-
tembro ultimo, qu* quando pela presiden-
cia s hnuvr de remetter aquella secretan
de estado nformaces sobre requerimpnlos
d ofliciaes do exercito, pedindo ser agra-
ciados com a ordem de Sao-Bento de Avie
se devor declarar, se dos vinte annos exi-
gidos pelo srt. 18 do slvari de 16 de de-
zmbr que nflo fui do se-vico activo, e os dss licen-
Cas dadas por motivo de molstia na form
do di-po to ultimo, que por copia remelle a S. Exc.
Dito. A-> mesmo, remellen lo copia do
decreto n. 705 de 5 do correte, pelo qual
se determina, quaes sflo as instrucedes, por
qn" devem regular-se as manobras e exer-
cicios das difT'rentes armas do exercito,
prpvenindn-o d que se mamlsram impri-
mir as ditas instruccOaa para seren compe-
tentemente distribuidas e terem a devida
exeC'icflO conforme consta de aviso circular
lo'ministerio da guerra datado de 17 do
correte.
Dito. Ao mesmo, inteirando-o da dis-
po.icflo do aviso do ministerio da guerra
de 30 de setemhro ullimo, que quando a
presidencia tiver de fazer pedidos de objec
tos que da ciirte devam ser enviados, e te-
nham si lo ja contemplados em pedidos an-
teriores qne ainda nfloestejim satisfeilos,
f>ci dlsso mencfli), afim de se evitaren) du-
plicitas, e confusflo as ordena que se tive-
rem de expedir a tal respeito por squnlla
secretaria de estado ao araenal de guerra
da mesma corle.
Dito. Ao mesmo, communicando que
s M. o Imperador, segundo foi declara lo
em aviso do ministerio da guerra datado de
8 do crrante, bouve por hem por sua im
mediata e imperial resolueflo de 28 de se-
lemhrn ultimo, tomada sobe CCSS-Ill do
conselho supremo militar,- psasar para a 3.a
classe dos ofliciaes do exercito o tenente
do 6." batalhflo de cacadores Jos Xavier l'o-
reira de Brito, por se achar compreheodido
nis disposir;0es do art. 3." 2.* n. 1 da le
n. 260 do t.'de dezembrode184l. --In-
telligenciou-se ao inspector da pagadura
militar.
Dito. Ao mesmo, comtnunicando-lhe
qui'por aviso do ministerio da guerra dta-
lo de 30 de setembro ultimo, foi prorogada
por um mez com sold simples a licenca,
com queseacha na corte o primeiro tenen-
te do 4 batalhflo de artilharia a p Ma-
nos! Joaquim de Barros.
Dito.Ao mesmo, communicando, que
para evitar graves inconvenientes, que pus-
sam apparecer, sdmillin lo-se raspaduras e
outros vicios as nfurmac,6es que se te-
nham de enviar ao governo imperial sobre
quaeaq; sssuuiptos em aviso de 30 de
setembro ultimo, expedido pela secretaria
de estado dos negocios da guerra, foi deler-
niiiado que nflo se remella aquella s -cre-
tsris de estado papel algum com semelban-
tes defeitos. Scientificou-se ao inspector
da pagadoria militar.
Dito. Ao mesmo, intelligeheiando-o do
terS. M. o Imperador; conforme foi declara-
do em aviso do ministerio da guerra de 7 do
correte, concedido passagem para o 5."
b.talhSo de caladores ao al* sargento oir-
ticular do 3 de artilharia a p Luiz Firmi-
no de Souza Caldas que se acba nn corle.
Dito. Ao mesmo, coramonicando que
ooraviso expedido pela secretaria do dosnegocios da guerra em 15 do cor-
ente, fui determinado de orde-n des. M. o
Imperador, e de conformidade c.-.m a sua
immediata e imperial resolueflo de 28 da
stembro ultimo, tomada sobre consulta
lo conselho supremo militar, que se des-
cont a 5 parta do sold do major do 2
halatalhfln de caladores Joflo Nepomnceno
da Silva Portella al completar a quanlia
de308,6tt rs. que devn pagar comalLqurila
correspondente ao desfalque enconlrsTln na
caixa d'administraQflo do 2.' bstslhiido
fuzileiros do 1:851,873 rs. pelo que lano
Me como o cominan tanto e quatro c(pi-
taes deste batalhflo foram sentencia tos e
conleii'na los a indemoisafSo. Scienti-
cou-so so inspector da paga loria militar.
Dito. Ao mesmo. inteirando-o da dis-
posieflo do aviso do ministerio da guerra
datado de 5 do crrante para que se pro-
cede as indagacOes necessarias para se sa-
ber o destino que leve o soldado do 1 bs-
talhflo de capadores Pedro Gomes da Silva,
cuja guia foi remedida aquella secretaria
de estado em 35 de abril deste anno, visto
como informa o commandante das armas '
da corte que em nenhum dos corpns da
respectiva guarnidlo existe, ne.m nunca
existi a refrtda pr*ca.
Dito, Ao Exm. conselheiro presidente
la relacfln, coinmuuicin'do que, segundo
fui declralo em aviso do ministerio da
jnstipa datado de4 do crrante, sa c>nced-
ra ao bacharel Jos Thomaz Nabuco da
Araujojniz de direito da 1.a vara crime .les-
la cidade seis mezes de licenc,a com orde-
nado, contar do da 12 de setemhro ultimo.
Intelligenciou-seao inspector da thesou-
raria de fazenda.
Dito. Ao mesmo, inteirando-o de ter
sido prorogado por mais seis mes sem or-
dena lo segundo constou de aviso do mi-
nisterio da justica datado de 8 do corrente,
a licenca com que se acha na corte para
tratsr de sua ra le o bacharel Lourenco
Castao Pinto juiz de direito do civel da
comarca doLimoeiro Scientificou-se ao
inspector da thesouraria de fazenda.
Dito. Ao inspector da tbasoursria de
f.zenda transmittintindo, em cumprimento
lo aviso do ministerio "di guerra datado de
7 do corrente, os papis que versflo sobre o
pagamento da divida de 713,630; pedido
wr Francisco Antonio de Oliveira como
cessionaho do major Joflo Pedro de Araujo
o Aguiar, afim da que man le satisfazer a
exigeucia da contadoria geral da guerra
constante da iuformacflo annexa aos mes-
nos papis.
Dito Ao director do Ivceu, inteirando-o
le ha ver espacado para os ltimos dias das
ferias, que tem de seguirse prximamente
osexames das cadeiras vagas de primeiras
letras do sexu masculino de Fra de Portas
e da freguezia de Agua Prela, e da do sexo
feminioo do Pao i'Alho e ordenan lo que
oeste sentido mande fazer os annuncios do
costume, destgoando os das, em que de-
vem ter lugar os referidos exames.
Dito. Aocapilflo do porto, remetiendo
am cumprimento ao aviso do ministerio Ja
narintia datado de 5 lo corrente, um desc-
oll relativo a bandeira dos navios de guer-
a perlencentes a confederaeflo germnica,
.fim de que como til seja ella reconhecida
naquella capitana.
ilo.--Ao inspector da pagadoria militar,
para que, vista da cautella, qua remalle,
mande abonar ao coronel comman lanle do
3 bataihao de artilharia a p a quantia-de
t 838,640 rs. para pagamento dos vencimen-
los no mez corrente dos ofliciaes e pracas
le pret do referido batalhflo, sendo com-
ireheudida uessa importancia a de ris
2:838,6i0 que elle j recebeu em os dous
nvis oo 1. a 10 i! de II, a 20 deste mez
Commenicou-se ao Exm. commandante das
armas.
Iiiio.Ao commandante da fortaliza do
Brum, dizendo Ocar setente de se acharem
recoltiidos aquella fortalesa 60 recrutis dos
que cooduzo do norte o vapor San Sal-
vador.
Dito.Ao juiz de oapellas deste termo
dizendo, que para podar dar comnrimento
ao aviso do ministerio do imperio datado
de 12 do corrente, faz-se necessario que S.
Me., esigindo da irmandade do SS, Sacra-
mento da freguezia da Vanea o respectivo
eompromisso, approvado em virtude da lei
provincial n. 265 do l.9 de julbo deste auno,
o envi com brevidade, atim de aer trans-
mitido aquella sacre aria de estado.- Gom
a mesma data e teor offlciou-se ao juiz da
direito do civel da coTurca de Santu-Antfio,
iceica do cot)promisso da irmanJade to
SS. Sscramenio daquoa freguezia.
EXTERIOR.
A PBUSS4A E A AUSTRIA.
O Kolner Zeitung publica um summario
das notas diplomticas ltimamente troca-
das entre a Prussi* a a Austria sobre o ob-
jecto da recooslruectlo da dieta fe eral. A
nota austuacaquo directamente discute ea-
la quesillo he datada de 14 de agosto a dif-
iere am sua ultima parte somonte do* con-
vites; faites antecedentemente pela Austria
^


aos oulros governos allemfies. Esle ultimo dieta ra a hcrdeira das fancgfles do re-
convite, diz a nota, he especialmente feito gente.
Prussiaj) espera-se que ella o aceitar de
lioa vontad.e. A inlluencia prussiana na Al-
lemanha he grande, porm maior he anda
a sua responsabildade, pois sua conducta
determinar a sorte da Allemanha e sua po-
sicfio na Europa. Ella se cobrira de gloria,
seexercersua influencia para o bem com-
mum da m9i patria; mas se desconhecer
sua vocacflo. ser esmagada pelo juizo da
historia. Aescollia, continua a nota, he an-
da livro. A Prussla deve considerar o que
?ai fazer ; ella deve proclamar em alta oz
ao mundo inteiro que quer adherir aos tra
lados existentes. Se esta Cor a sua conduc-
ta, a Allemanha confiar as duas poten-
cias (a Austria ea Prussia)ea inlluencia
das mesoias augmentar.
!2!
ata
A respoau da l'russia e sua recusa a to-
mar paite no projeclo austraco afio conti-
das em um memorial datado de 28 de a-
gosto.
Esse memorial cnntem um protesto con-
tra a intentada reconslroccflo da dieta fede-
ral e contesta a legalidade dessa medida.
Elle comees aoalysando as intences da
Austria e o desenvolv ment urlico das
relaces feleraes. Os resultados que a Aus-
tria esnerou da chamada assembla plena-
ria de 26 de abril no foram alcanzados. O
convite austraco feito a essa a-sembla as-
sentra sobre um direito presum olivo e f-
ra reforjado por urna protestado de que
era do dever de to los os governos aceta-
lo ; poro en nfio foi possivel conseguir que a
Prussia reconhecesse nem essa dever, nem
esse direito. Ella- disse que o embaixador
austraco tiuha o direito de presidencia s-
n.i'nie na antiga dieta federal, e essa dieta
tinha cahido co-n o consenlimento de todos
os goiernos, sm exceptuar a propria Aus-
tria ;jjue o govcrno austraco nSo tinha
oiiirrjgrevilegio mis do que presidir nessa
extinclaasseoibla, accrescendo que a reu-
in.ioqi.ea Austra convocara era denomi-
nada reuniSo plenaria extraordinaria e co-
mo tal desconhecida na le federal ; que
nem a Prussia, nem os governos da liga
P'ussiana padiam consentir em tomar par-
te nessa assembla, a qual com quanto es-
tranha le federal, reclamava o lugar, e
aapirava i autoridade conferid! por essa
lei; que era verdade que alguna governos
envhram seus plenipotenciarios a essa as-
sembla, e consentiram em reeeber como
um deseus memhros o embaixador deum
rei com o qual al ao presente tero recusa-
do concluir urna paz ; que pa a lim de sanar
a ill-galidade da assembla plenaria, se
propos ra tranforma-la em um conselho
secreto, mas que esta proposta tambem f-
ra regeit.da. tflo evidente era que nenhu-
ma inetamorphuse pode prevalecer contra
o virio inherente de urna assembla ilie-
gal 1 Que no obstante isso essa assembla
arriivara a proposta do gabinete austraco
para urna reconstruccfio e convocarlo da
dieta federal, e esse gabinete ado. tira essa
medida, e sem allegar o pretexto de um
novo expediente, julgara proprio convocar
outra vez a dieta fed-ral que frs dessolvi-
da a 12 de julho de 1848.
O memorial austraco funda essa convo-
cado na all.gaglo de que a dieta federal
nunca deixou de existir em le; que a cor-
te a ustriara tinha o direito de convnc-la e
que a obediencia s intimbaos pur ella lej-
as era um dever para todos os governos
federaes ,- maso gabinete prssiano expli-
cando os factos procura provar que a dieta
federal cessou de existir, no trnente de
fado, sendo tambem de jure, e que por tan-
to nilii lie dever federal ibedecer as intima-
Ces feitas pela Austria para comparecer na
dieta. EH- allega que o estatuto Je 28 de
junho de 1818 fundara a regencia e com el-
i.i n ronsiiiuic.no deum estado fedeial re-
Dresentativo e monarchicn ; que esta trans-
formarlo daprimeira contederacSo dos es-
tados no fra certa mente fnila para o fim
de depois de um certo numero de semanas
ou me7.es legalisar a rcinlroduccSo dessa
confederarlo e sua dieta ; que pelo contra-
rio fra destinada conlinuar at que um
estado definitivo do colisas sahisse do esta-
do provisorio, porm que em um estado fe-
deral definitivo ha ISo pouco lugar para a
dieta como houve na regencia, em cujo
cumeco foi feita a lei de 28 dejunho; que
he desnecessario examinar se o parlamento
de Frankforl era ou no competente paia
fazer esse estatuto, pois he indispeusavel
qu o consenlimento dos governos germ-
nicos o legalize ; que a Austria e todos os
outros governos reconheceram o regente,
cujo poder fra creado por essa mesma lei
e que esse regente entrara em exercicio.
dando o juran ento de que no smente ob-
servara esse estatuto, com a sua sholicfio
da di- la, sepilo tambem que obrigaria os
oulros a obseiva-lo ; que se a dieta tivesse
querido retirar-se smente por um lempo
e no para sempre, seria de seu dever e do
dever dos governos declara-lo publicamen-
te, porm que nada disso acontecer, que
pelo contrario, depois de ter a dieta decla-
rado em Dome dos differentes governos ger-
mnicos que cedia seus poderes e autorida-
de ao regente, nenhum governo izera nem
dissera couaa alguma que podesse revelar
a mais remtita ideia de dissen tmenlo s ra-
sulutOfs ton adas em 28 de junho e 12 de
julho ; nenhum deu nunca a entender a
poaaibilidade de urna continuadlo ou u lu-
a reconstruccfio da dieta federal, antes he
ficto que lodos sem exceptu confirmaran)
a eUinccSo incondicional da mesma : logo
io iiua wjecco iunuaiia na lei inter-
nacional pode fazer-se a esta dssoiucfio.
No se pode dizer que a resolucfio de 12 de
julho excedeu o poderes plenipotenciarios
da dieta, mas se se uiz que esse assentimen-
to unnime dos governos s a aulorsava
para instituir a dieta federal, e ufio para
dtcretar a sua abolic,So, poiguanto a ucfio
germnica tinha o direito continuada
existencia dessa dieta, o gabinete prussia-
no nfio pode por nenhum modo adraittir a
validade, nem a aincendade de lal argu-
mento, pois que a necSo pelo meio do orgu
que o preprto enibaixador austraco con-
lessou fazer legal, deu seu consenlimento
incondicional a abolicfio da dieta. Por es -
paco de dous anuos essa resolucfio perma-
neceu sem s.-r atacada nem mesu.o pur urna
sombia deduvida, adinilliudo tudos os go-
vernos que a dieta tinha cessado de existir
assim de direito como de faci. Quando a
regencia aprolimou-se do seu ter ojo, ne-
nlium gi.verno do dual l'lenum de Fiauk-
ioit deu sequera entender que a insiitui-
cao da dieta era anda existente, e que
Todos reconheceram que um novo orgfio
federal s po lia ser creado pela vonlada
unnime e commum de to los. Causa por
tinto espanto haver quem affirme agora que
adieta nunca cessra de existir lem direi-
to, e que seu reconhecimenlo ha um dever
federal.
Depois de refutar os argumentos que a
assembla pen iris empregou para susten-
tar essa nova doutrina, o memorial conclue
da manira saguinte :
Estas supposices encerram o mesmo
erro que penetra a verdade que a dieta, era
depositara de seu proorio direito. Obran-
do em nome dos governos, essa assembla
cedeu ao regenteo seu deposito de poder ;
pelo consenlimento dos governos o regen-
te cedeu esse deposito commissto fede-
ral central e esta commlssflo, quando se
completar o te > po, ser obrigada a ced-lo
quelleorgo que a vontade unnime dos*]
governos nomear para asta fim O orgfio
em si mesmo, debaixo de uro ponto de vis-
ta legal, nao tem nenhuma consequencia ;
o ponto essencial he a vontade unnime de
todos os governos: Essa unanimidade mo
faltou, quando o regenta occupou o seu
posto ; ella nlo faltou quando o sau cargo
iassoii para a commissffo federal central;
oortanlo seria urna vinlacfio fatal da lei, se
sem o consentimento di lodos os governos
esse cargo passasse agora para as mfios de
outro orgfio, qur novo, qur arbitraria-
mente ressucitado.
a Temos assim provado que a dieta ces-
sou de existir de ficto bem como de direi-
to, e que as objecc^s que leom silo feitas
contra nossos argumentos silo tnteiramen-
te insustentaveis. Cada umilos governos
fe leraes lem o direito de perguotar aos nu-
tro* governos se conseute n ou no na re-
construccSo, porm nenhum tem o direito
de convocar urna dieta federal, a se isso
r feito, se esta convocado fr mais do
quo urna tentativa para conhecer as opi-
nies dos memhros da confederado ; se a
convocado illegal fr seguida da anda
mais illegal epplicacflo do medidas obsole-
tas de forrea, um lal procedimento, o qual
nem por um momelo anticipamos, sera
urna violaco da lei federal, a qual pora em
risco a propria existencia de todo o cdigo
dessasleis.a
(Timti.)
Joaquini Ignacio de Carvalho Mendonca,
Manoel Elias de Moura, Antonio Luiz de
Freitas, Paulino Augusto da Silva Fraire.
Francisco Antonio Freir, Manoel da Silva
Ferroira Jnior, Elias Eliseu Simplicio do
Carmo, Torquato llonriquea da Silva, Ha-
noel Camello Pessoa, Manoel da Silva Fer-
roira, D. Heduvirgas Amalia Salte Cavalcan-
ti de Albuquerque. Luiz Carlos da Costa
Camoello, Antonio Fr nciseo Xavier da Cos-
ta, Frederico Augusto de Lemos, Jos Beba-
no Ribeiro, Bfaz Antonio da Cuaba, Luiz
Carlosds Costa Campnllo (outro ). Con-
forme. Antonio Luis do Amar el t Silva.
Parante a cmara municipal desta ci-
dade estarao i praca, nos das 8, 9 a It do
crreme, aacazinhasda ribaira da fregue-
zia de San-Jos ns. 12 e 13. Os precos das
arremitaces sanio pagos a bocea do cofre
E para constar ae mandn Publicar o pre-
sente. Paco da cmara municipal do heci
fe, em sesso de 4 da novembro de 1850.
l'ranciico Antonio de Olioeira, presidenta.
Joio iot h'erreira de guiar, secretario.
JJeciuruyes.
CmMEtciu.
a i. ka me i; a.
Itendimento do dia 4.....8:893,787
Deecarrejam hoje 5 de novembro.
Galeota -- Neptuno genebra.
Ilrigue ArabtUa bacalho.
Patacho Soceourt mercadoriat.
Patacho ~ Curioso sabio.
Ilrigue -- Hara Feliz mercaduras
Hiatn -- Flor do Cururip gneros do paiz.
Iliate S. Jado--mercaduras.
Barca -- America gneros do paiz.
CONSULADO GERAL.
Pela administraco do correio se faz
publico a quem convier o artigo do regula*
ment abaixo transerioto.
Art. 988 SerSo sujeitas a porte toda ai
cartas, ainda que no eslejam fechadas.
O fiscal Ignacio Jos Pinto mudou sua
residencia para a praca da Boa-Vista, n. 19,
primeiro andar.
Lista eral da earlat fue fiearam, em ter no*
metet de jalko a tetembro de 1830.
Continueefio do n. 948 )
Mara Magdalena Conceico, Varia Mag-
dalenna Monteiro, Mina Monta Nuoes,
Mara Rozario Alm^iila, Mara Virgen Vel-
loza, Mananna lavares Conceico, Marian-
na Mara do I,., Martiuho Baptisla Ferroira
P. Marlioho Luna Mello, Mximo ( alfaiate )
Mximo Cardozo Almeida, Mai'Cellino Ilen-
rfques Pereira, Miguel Antonio Miranda,
Miguel Ferreira Pinto, Miguul Francisco
Frota, Miguel Consalves Brilo, Miguel Joa-
quim Castro M Miguel Jos Rodrigajaa ala
C., Miguel Martina Cvalo.nte II., Miguel
Pereira Lial, Manoel Amando A., Manuel
Azevedo Marques, Maaaae! Andranle Pestaa,
Manoel AssumpcSo S."T., Manoel Aurelino
Vieira, Manoel Anloalooa Andrade, Manoel
Antonio Miranda T., Manoel Antonio Silva
Aotunes, Mano -I Barboia, Mi noel llinincio
Barboza Sdva, Manoel Carneiro Albuquer-
que, L.. Manoel Ernesto Souza K., Manoel
Ferreira da Silva.
_________________(Continumr-eeJi.)
Theatro de Santa-Izabel.
28.' RECITA DAASSIGNATURA.
Quarta-fetra, 8 de novembro te 1850.
10. A ponte Seids, em Veneza.
11. A entrada da cathedral de Lincoln,
la. A erupco do Vesuvio.
13. A mesma.vista de noite.
14. Um moinho d'agua, no llheno, dito,
15. O castalio Abbats, na Escossia.
16. O castello Slolzaofel, uo llher.o.
17. A caucla junto do aples.
17. As ruinas do templo do Jpiter,
Ralbe. '
19. Un caminho deferro e locomotivas em
raovi ment.
90. Excellenles bebidas.
91. Pos de sapa tos.
99. Um ponen.
23. Urna dama de fogoa artificiaos cbarao-
chramo bopes.
TERCEIRO ACTO.
em
( Em guaira de nuvetu. )
L O poeta destruido.
9. Umlo.
3. Um homem transformando varias ca-
becaa
4. A entrada do palacio do Dogo, em Ve-
neza.
5. A estrada e Simplom, nos alpes, na
Suissa.
6. Aymar, n'alta Granada, no invern.
7. Um moinho de vento, idem.
8. A vista d'olhoa do conde Otto sua mu-
Iher assassinada.
9. A cidadede Belm.
10. A ciliada de Ai-xandria.
11. 0 templo d'Aopolinopoles, no Egyato.
19. 0 lago de Camo, na Italia.
13. O palacio de Glicbo, junto a Zuaalck, na
Ralla.
14. 0 templo de Mnaon, emThebat.
15. 0 palacio de Yirfio do Imperador da
China.
16. O interior da mosquita de Santa Sophia,
em Constantinopla.
17. Duas faces giometica.
18. 0 retrato da rainba Victoria, de Ingla-
terra.
19. Dito do princip Alberto, idea.
90. Um pavSo.
21. Un jarro de florea.
99. O mgico.
93. Uaa gato apaahando O rato-
21. Um duzia da fogoa artificiaos chano-
chramohopei.
Os blMNtes estso i venda no t
theatro.
Avisos martimos.
Kendimeoto do da
Diversas provincias ,
*.
2:95i.4t9
165,082
3:119,501
EXPORTACAO.
Despacho martimo ao dia 4
Porto Alegre, brigue nacional Flor do Sul.
le 179 toneladas con luz o seguinte : 1 500
alqueiresde sal, 700 barricas com 4*616 ar-
robas o ai libras de assuctr, 42 arrobas de
estopa de liuho e 800 cocos com casca.
RECEBERlA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Bcmlimento do dia 4......770,273
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendlmenln do dia 4..... 2:493,016
Movimeuto do porto.
Navios entrados no dia 4.
Babour-firace 37 das, brigue ingle Ara-
bella Tarbel, de 182 ton capitfio Richard
Kearney, equipagem 11, carga bacalho ;
a Me. Calmont & Companhia. Este bri-
gue foi o quefundeou honlem no La-
meirSo.
Rio-de-Janeiro -- 17 das, brigue nacional
Carolina, de 226 toneladas, capitn Fran-
cisco Antonio Simas, equipagem 14, car-
ga varios gene os; a viuva Cau lino & Fi-
mo. Passageiros, o segundo tenenlo de
p tilhari. Joaquim de Souza Navarro com
2 filhos menores o 1 escravo, 2 pretos for-
ros, o Poriogu-i Jos Antonio Ribeiro e 1
escravo a entregar.
EDllAEti.
~ O Sr. inspector da Ihesouraria de fa-
zenda, em cumprimento ao ofljcio do Exm.
Sr. presidente da provincia de 18 do oulu-
bro prximo passado, manda intimar s
pessuas abaixo declaradas, que teem obtido
concesses de terrenos de maiinha, para
que, dentro do prazo de 60 das, contados
do primeiro do corrente, tiremos seus res-
pectivos titulos; pois que o no fazendo,
lindo o dito prazo, no terSo mais direito
a essasconcesses, e serfio os msenos ter-
renos cedidos a quem os requerer. E para
que chegue a noticia de todo s-.snd
publicar n presente.
Secretaria da ihesouraria do fazenda de
Pernambuco, 4 de novembro de 1850. No
impedimento do ofllcial-rnaior, Antonio Luis
do Amoral e Silva.
Helacao dos pessoat que se refere o presente
edttal.
Antonio Henrique Mafra, Justioianno An-
tonio da Fonseca, Gaspar Jos dos Res, An-
tonio Jos Ribeiro de Horaes, Belcbior Joae
dos Iteis, Jofio da Molla Botelho, Mara
Jos Lina Soriano, Manoel Luiz de Mello, Jo-
se Higino de Miranda, Constantino Jos Ra-
poso, Franca & Irmflo, Joaquioj de Olveira
e Souza, Manoel hodrigues dos Anjos, D.
Mana de Pinho Borges, Bernardo Jos Car*
neiroMoiil-iro, Mano. I CaelanoSoares Car-
neiro Montuno, Joilo Baptisla Herbater, Jos
Rodrigues do Passo, Jos Antonio da Silva,
D. Marta Rusa da Assumpcfio, Jos Rodri-
gues do Posso outro), Victorino Jos de
Souia Travasso, Aulonio da Coala llego
Monteiro, Jos dos Santos Nunes de Olvei-
ra, Antonio Luiz Goocalvea Ferreira, Diogo
Machado Portella, Joaqun Elias de Moura,
o bello drama em i actos
AFFONSO III OU O VALIDO D'EL-REI.
Deneminacao do* actos.
1." O conselho.
2 Marli n de Freitas.
3 A partida para o Algarvo.
4 A traicao.
5.* .. 0 segredo.
I'ersonagens.
D Alfonso III Germano.
I). Mendo Maximiano.
D. Pain Peres Correia Sebastifio.
I.-. Martim de Freitas Coimbra.
D lluy de Menezes Cabral.
D. Pero Estafo Jote Alvea,
D. Fernod'Aguilar-- Silvestre.
Assan R-yiiiundo.
D. Mathilde, condena de Bolonha J
Januaria.
D. Clara de Torgas -- Emilia.
D. Hi' oca Mara de Solidada.
Fi talgos, pagens, soldados, etc.
Terminara o espectculo com a graciosa
farca
O velho peraegnldo.
Come^ar is 8 horaa.
Os bilhetes acham-se venda no lugar do
costume. __^^^^____
Theatro de S.-Francisco.
BELLAS ARTES.
Hoje, 5 de novembro, ser levada ace-
a a segunda representaefio em phyaicaa ex-
perimenlaes, em tres actos em quadro de
nuvens, sendo os intervallos preenebidos
com msica militar.
PRIMEIRO ACTO.
( Em gwidro de nuvens.)
1. I.'ma flgura siomelrica.
2. O esposo infeliz.
3. Urna escola de meninas em urna vill
4. Una casa de campo em Tbunin, na Su-
issa.
5. 0 interior da cathedral de MilSo.
6. Bella plaga junto Florencia, na Ita-
lia.
7. As catacumbas do cOnde Roland, em
Leicesler.-hires
8. O inferior da igr*ja da S Mara del Car-
mina, em Naeples.
9. O palacio do Dogo, em Veneza.
10. O templo ueJUggrnaut, naa Indias Oc-
cidnlaes
11 A cathedral de Manyens, no Hheno.
12. O interior do Collegio, em Maoches-
ter.
13. O castello da janbem Washington.
14. O interior da cathedral de Lefio
15. O templo circulo, em Balbece.
16. a capella de N. Seoliora, em Jeruza-
lem.
17. O interior da mesma capella.
18. Ciinspiui, r.-mend.dor de sapatos, o
tres niovimento*.
19. Urna duzia de fogoa artificiara, chamo-
ebromo bopes.
SEGUNDO ACTO.
( Em guaira de nuvens.
1. O imperador da China.
2. Um curador de ereaipella.
3. Urna faisca de pSo volho.
4. O creadn.enlo de um cravo.
5. O castello Bernardo, na Inglaterra (em
eclipse. )
6. O interior da grande sala dos senadores
no palacio do Doga, em Veneza.
7. O iouipio de Sybilla em lyveo, na Ju-
lia.
8. A cidade de LonJraepelo Tamisa.
9. 0 eastello Katz, no Rlieno, vista noctur-
na com relmpagos.
O vapor americano Vm>-
York% da primeira marcha do lote
de 84o tonelladaj, segu viagem
para o to-de-Janeiro no dia 6 do
corrente : s pessoas que nelle
.quizeretavir de passagem diriiam-
Depois da execuefio de umaagradavel Ou-LL A .... A~ T^;, o '
vertura, a comp.nbi. n,cioMl?aaeaantar a ru 4o I rapiche, o. 8, esenp-
lorio do* Srs. Henry rorster & (,'
Com brevidade sahe para 0 Aracaty o
hiate Anglica : quem nella quiser carregar
ou irde passagem, trate com Antonio Joa-
qun) Seve. na ra da Cadeia do Recife n.
49, ou com o mostr no trapiche do al-
godia.
Para o Ass sahe em poucoa diaao bri-
gue hrasilwiramaaaaaiflo, do qM| ba ea(Uo
Manoel Francisco dos Res: qoeot no mes-
mo quizar carregar ou ir de paasageaa, di-
rija-se ra Para a Babia aae em poucoa das oo>
ae achar com parte da carga prompla avau-
mci nacional Caala, para o reatante da car
{a e passageiros trala-se com o eonaigaala-
io na mesma Luiz Jos de S Araujo, n*
ra da Cruz n 33
Para Lisboa o brigue portuguez Coneeicoi
de Mara, pretende seguir por todo o me/
de novembro, por ter a maior parta da car-
ga prompta, quam no mesmo quizer carre-
gar ou ir de passagem, dnja-se aos seu.-
consignatarios Thomaz dAquino Fonseo
& Filho, ra do Vigario n. 19, primeiro
andar, ou ao capilfio, oa praca
Par o Ceai'
segu em poucos das o hiate Ugeiro: quem
quizer carregar ou irde passagem, dirja-
se ra do Vigario o. 5.
- Para o Rio-Grande do sul segu, con
brevidade, o patacho Voue-lrmdot: para
carga e passageiros, trata-se com Antooi.
Francisco da Silva Carneo, na.ra de Apol-
lo, n. 4, ou com o capitfio na pracs.
O palazo nacional tiereide, sae para <
Rio de Janeiro no dia 5 do corrente, que
quizer ir de passagem ou embarcar esrra-
vos, dnja-se a Novaos & C, ns rus do Tra-
pxe n. 34.
Vndese a barca racional America, to-
da construida de carvalho, forrada e prega-
da de cobre, de primeira marcha, e de hit.
de 14 mil arrobas, propria para andar par.
o Rio Grande do sul por entrar e ssbir na-
quella barra completamente carrgada,
lem urna excedente cmara : quem a pre-
tender pode examina-la no Forte do Mallos
ondeseacha Tundeada, e para tratar coo
Novaes & Coropanhia, na ra do Trapiche
n. 34,
Leilea.
Em consequencia do Exm. Sr. general
Antonio Correia Seara haver de relirar-s>
para a corle do imperio, o correlor Olivei-
prol'essor Je lingoa franceza no \y~
cea, tem berio em sui casa, na
dis Trtncheiras n. 19, .umrfirso
le PHtLosoPHTA, e outro de lincoa
fiuncfza. A. pessoas que dezeja-
em estallar urna ou ontra deatas
isciplinas podem' dirigir-se
mencionada residencia a qualquer
hora.
Preciaa-sealagar um moleque ouuma
rela de meia idade para vender na ra :
asCinco-Poatas, venda n isa.
Aluga-se, na ra de Moras, um excel-
ente sotfio corrido de frente a fundo, com
suftlclentes commodos para hornero soltei-
ro, ou pouca familia, por ter dous quarUs,
cozinha, quintal a cacimba 1 a tratar na
mesma ra, sobrado de um andar, n. 130.
Dessppareceuda companhia dos apren-
dizes menores do arsenal de guerra, no dia
1 descorrete, pelas 6 1/2 horas da nmaihfia,
em oceasfio de fazer o despejo ds mesma
compeniia, o Africano denoste Tiago, que
representa ter 30 annos pouco mafs ou me-
nos, altura regular, cneio ,do oepo ; levoa
camisa dealgodfioziobocm odesiieo as
liras Africano livre e no xollerinno
V. G. calgaade brim liso e chapio de
alha : roga-se as autoridade policiaca e ea-
aatstaa de campo, que o apprehen lam e le-
vem-noa dita companhia do arsenal, que
serfio gMliuxadoa. at- .- .
-OaSra. M. F D. el., de P. B. queiram
mandar pagar o importe do calca lo que se
a dever onde nfio dovem ignorar; do
rio lerfio de ver seus nemes por ex-
tenso, sendo o primeiro 15,190 ra. e o se-
gundo 10,500 rs
Anioiiio Pinto de Souza Brito, subJito
pnitug'isz, retirs-se para a Corte do Rio-de
Janeiro a tratar de seu negocio
O sobrado da ra larga do Rozarlo, ou -
tr'ora ra dos Quartes n. 2i, nfio se pode
fazer negocio com a dita cas*, aera que no
pasee dous annos q.e fallecer a propieta-
ria quem se quizer certificar lea o taata-
mento com que a mesma fallecao. *.
OSr. Tilo Augusto Portocarreiro quei-
'S ir ra ds Alegra n. 49, pagaraqoantia
de 34,060 rs. importancia de aeu vale, pas-
sado ha mais de um snoo; cario de que nao
o fazendo no prazo de oilo das, ter de que
*o arrespender. ', ,
O abaixo assignado lando hoje nojotv
nsl Imprenta urna petlefio, que o Sr Elias
Emiliano Ramos dirigir ao Sr. r promo-
tor bublico a reapeitodo Sr. Francisco Ig-
nacio de Alliayde, contemplando o abaixo
assignado cuino teslemuoua do facto san
denunciara, vem declarar por meio defle
que nfio sabe de semelhante fado, a que
nada dissera a essa respailo aoSr. Elias re-
lativamente ao Sr. Athayde, admireodo-se
por isso que o dito Sr. Elias o queira iavol-
ver em seus negocios ou desavengas. Reci-
fe, 4 de novembro da 1850.
Jo Vieira 0 abaixo assignado raga a pesaos que
por engao lirou do correio urna carta via-
ja dos portos do sul pelo vspor Imperador,
d'a entregar no Aterro da Boa Vista, loia de
aOlleiro. Joaquim Ferreira Chame*.
Apessoa que por divers.s vezes tem
aito aiinuiicios no Harta de Prramagag)
pars fazer todo o negocio com urna leltra
a quaulla de 110,280 rs.., que Iba deve llo-
QroSigmariiiga Vas Curado, tenha a bon-
iade de dirig 1-se ra do Rosario larga
0.39, primeiro andar.
Attenco.
Precisa-se alugar urna casa terrea com
urgencia uas ras de Hurlas, Agoas-Verdes,
Roda, Camboa-de-Carmo. Flotes e Ranga!;
paga-se bem : quem liver aonuncie.
I'recisa-se da uuia ama qce cizinhe
bem, para urna casa de pouca familia: na
rna Nova, n. 6, aedlra quam precisa.
Quem quizer comprar ou alugar urna
casa terrea no desierro de S -Tbereza, em
oiiiida, n. 28, dirijs-se ra de S,-Cecllii.
n. 23.
Precisa-se de urna ama preta idosa, de
boa conduela, a qual compre e coziuho : na
ra estrella do Rozario, n. 9, loja de miu-
ezas.
Antonio Ferreira Braga embarca para
0 Rio-de-Janeiro o seu escravo crioulo, de
nome Luiz.
Na rus estrella do Rozario n. 28, segun-
do andsr, se dir quem ds dinlieiro pre-
mio. Na mesms casa se vendem varias obras
de ouro e prata.
Aluga-se ou veode-se o sitia 4a Casa
Fort, com boa casa, 95 ps de jaqueiras, 8
d jambeiros, bstanle larangeiraa, e ou-
lros mullos arvoredos, grande planta do ca-
f, denominado sitio dos Arcos, que foi do
Uado Francisco Bernardo da Cuuha Perei-
ra, boje de seus herdeiros'; quem o preten-
der, dirija-se a Casa Forte, para tratar com
o Sr. Jos Ignacio, ou com a viuva D. Josefa
Joanna do Sacramento, que mora no sitio
da Pitombeira, defroule dosillo do Coronal
francisco Jacintlio.
A pessos que snnunciou querer urna
multier de idade para ama de esas, e. que
ssiba cozinhareengommar, dirija-se a*ra
do Queimado, loja o. 14, que se dir quem
be.
A Marmota est optims e refinada, con-
ten urna rica licfioda lingoa portugueza en-
sillando a frca dos termos, ricos srtigos
de variedades, um bemdilo ou ladinba a to-
ra far leilfio, por ordem e em casa do mes """**"' '
" ?v m. Sr. nru. H. a uror. ,Sa u"ei- A! M" ".* "
ra, 6 do corrente, s 10 liora.'d. m.hfi. '
de toda a sua mobilia, consislindo em un
primoroso piano, mesas de ssls, consolos,
sophs, ecadeirss de Jacaranda e de oleo
ludo de feitios modernos, mesa de jauta'
aparador, guarda-vestidos, armarios, com
modas, marquezas, toucadores, um leil<
franeez do mais ezquisito gosto, vasos para
xima de mesa, crysiaes, louca de mesa <
sobremesa, apparelhos par cb e caf,
trem decuzinna, cavallosde montara, sel-
Ims e outros mullos artigos de presumo e
adorno.
- Jones Pston & Companhia fardo leilfio,
por miarvencfio do correlor Olveira, di
grande e variado sortimenlo de fazrndas
inglezas, todas proprias do mercado quiu-
ta-feira, 7 do corrente, as 10 horas da ma-
nnaa em- ponto, no aau armazem, ra dt
Trapiche-Novo.
Avisos diversos.
Jos Soares de Azevedo
velmente logo e logo, e alm de outros ver-
sos urna poesa sobre o seguinte tbeaa :
Os leus oibos tem meninas
Estas meninas tem odos
Os olhos deatas meninas
Sfio meninas dos meus olhos.
E oulras muitas cuusas boas : ludo por 80
rs. nos lugares do costume.
OSr ajudante do primeiro batalhfio de
cacadores trate de ir ou mandar pagar 99
lias do tratameotodeseu cavallo, sendo a
00 rs. cada dia, assim orno tambero urna
bride que comprou ao mesmo Sr. e nfio
costume a tralar mal a quem va i sos casa
cobrar em bons termos o que o Sr. deve ;
pois se nfio manjar ou fr logo pagar ter
o gosto de ver o seu nome no Otario todos
os das, e o modo que cosluma a obrar.
Aluga-se um armazea na ra do En-
aotaniento, proprio para qualquer estabe-
lecimento ; es ,0a i CsISS Vcift n. 5,
botica.
Precisase alugar um sitio, que tenha
lanho, sendo da l'oute de Uclia al o Moa-
leiro: na rus das Cruzes n. 41, ou sn-
ouncie.


.*.'-


Prfoifi-se lugar aro preto ou um no-
leque pin o servico de urna cas* : na ru
da Carfea Velha n. 3, bolee.
Alugam-se para se pausar a festa ou an-
nualtpente 2 sobrados ns. 99 e 30, na ra da
S. Denlo em Dunda, era Trente da ladeira do
Varedouro, sendo o primeirn muitissimo
grande, con) commodos para duaa numero-
sia familias por ter duaa eepacnsas salas, 5
quartoa, cozinha grande rom fogo loglez,
fomo edoua quartoa mais, aloi de um an-
dar terreo com grande saldo, 3 quartoa c
mais uma saleta cnm janella na frente, com-
niodoa para cavallos em armazem inferior, e
douaquintaes, sendo um murado outro
cercado cnm fundo para a parte da mere
grande, e o segundo contiguo ao primeiro
com commodo* para grande familia, com
duaa salas, 3 quartoa.
nina ama, no caso de prestar o mesmo aer-1 -- 0 bacharel formado Kgidio Henriques
Tico: na ra Nova da Praia, ou ces do IU-|da Silva advogae cusma re'.b ica e geogra-
mos, segundo sobrado.
Prooisa-se comprar grande quantidade
de candas de arela para eoncluir-ae o atier-
ro do caos da ra da Aurora : quem quizer
aa fornecer dirija-se ao socio e administra-
dor Jos Concalves Ferreira Costa, em Santo
Amaro.
.. Quem precisar de um cozinheiro para
qualquer casa : dirija-se venda n. 4, nec-
eo da Lingoeta.
A pesaos que nnunciou para vender
algumascanoas de carreira : dirija-se* rus
de Santa Cruz n 74.
Attencad.
* Tiram-se passaportes para dentro e fra
do imperio, folhas corridss, ee'tldCes de
idade, dispensas para casamentos, ludo
um andar terreo, e
quintal murado com lugar de estribarla,! com brevidade e presteza, pelos seg'uinles
ambos muito frescos e prximos de banho
doce e salgado : os pretndanles dirijam-se
ra Imperial n. 79.
Um eatrangeiro soltelrn precisa de uma
cozinheira que nlo seja dedada, oem la-
dra, e aluga de pr fwencia uma escrava que
faca todo o aervico, excepto o de lavar e en-
gommar: na ra do Trapiche, n. 14.
--Precisa-se fallaran Sr. Thom Fran-
cisco da Costa a negocio de seu ulerease :
na ra do Livramento, n. 4. Na mesma ca-
sa eompra-ae uma crrente chalinha para
senhora, um reiogio pequeo de ouro, uma
pulseira da ouro de bom gosto.
- E gomma.-ee e lava-ae loda a qualida-
de de ioupa com tolo aaaeio e muita promp-
tidflo, por preco mais commodo do que em
oulra qualqeer parte : na ra de Agoaa-Ver-
des, n 86
-ODr. Dornellaa mudoua aua residen-
cia da rus Nova para a Camboa-do-Carmo,
0.10, primeiro an lar
-- Januario Alexandrlnho da Silva Rabel-
io Caneca propoe-se a dar licdes de gram-
Oatica portuguesa nos mezes de novem-
brQ, dezembro e Janeiro, e obriga-se a dar
os alumnos promptos para fazerem exa-
meem fevereiro.
-- Quem precisar de uma ama para casa,
a qual j tem aervtdo, e he de boa couduc-
ta, *a Dador aendo preciao, dirija-se 4 ra
daa Cruza, n. 18, loja.
-Obemaiel Filiupe Jansen de Castro e
Albuquerque Jnior advoca no civel, cri-
me e eccteaiastico noa foros de Olinda e
Recife : quem de seu prestimo se quizer
uliliserpodeo procurar: em Olinda nos
aabbsdoe, roa deS -Benlo, casa contigua a
nova academia, e no Recife, em casa do
Jllm. Sr. Dr. Fooseca, ra do Queimado.
I'reciaa-ae de dous a tres tiomens que
saifiam trabelharde enxada, para limoarem
precos
Passaportes para dentro do imperio 1 4,000
Ditos para fora do imperio I 6,000
CertidOea de idade 1 1,000
Dispenca de casamento* t 10,000
Passaportes d 1 5 annos 1 5.000
Ditos para aempre 8,000
Todas as prssoas que quizerem annuncie
para serem procuradas.
ATTENCO.
Avisa-seao respeitavel publico que nin-
guem faca transaccSo alguma com o enge-
nho Altinlio no termo d'Agoa Preta. em
quanloe henleiros do finado Pedro Fran-
cisco de Mello nflo litigarem uma queslSo
judicial que leem de propr a quem ae
inculca senhor da dita propriedade.
Domingos Joaquim Ferreira,
faz sciente ao respeitavel publico,
que inudou seu estabelecimento de
mulhados da ra da Cruz n. I\n ,
ihia : quem de seu presumo se quizer uti-
isar, o pode procurar na ra de Hortas,
B. 22, residencia do juiz de orphSos.
Compras.
para a mesma n. 43, armazem que
ib i do finado Manuel Joaquim Gon-
culves e Silvo.
fitarem eapim; em Olinda, padaria do
bur. Adverte-ee que o gervico he
oem Olinda, na ra do Balde, quem
r empleiur, dirija-se a mesma pada-
ria, no domingo, que achar com quem
~0Sr.JG.doeS. queira ir pagar 8,000
rea que deve na olaria do* Coelbua.
Fugio do sitio do Parnameirim de-
rronie da campia de Sania-Anua, na
no te de do crrenle, o preto Manoel de
nacao Benguella, de 30 annos pouco mis
ou menos, arto, tem um ollio vermelho
vestido Jeeamisa branca* calaste riscado'
apezarde ler bstanles annos deterra ain-
0 lem a falta UM poucu alrapjlUada, ja 1ra-
raUou na padaria da ra DireiU n, 82
JjUem o actiar ou souber ooticiaa delle.di-
nja-sea mesma padaria, ou naruadoTra-
pxe n 8, ou no sobredito sitio donde elle
lugio, que ser bem recompensada.
P'*cisa-5e de uma ama de lefle que e te-
nha bailai.1* e ijueaeja livre ede.embaracad:
na ra da i adela-Velha, n. 24.
Arrenda-seum sitio paseando a ponte
do Manguind, do lado esquerdu, com casa
p ra acrommodar grande iamilia, arranja-
da com luxo e gosto, com os quartoa forra-
dos de papel, e pintada ha pouco, jardim ao
lado, multas fruleiras, baixa com capim
plantado para susieutar 4 cavallos animal-
mente, S pocos com bomba, cocheira, gran
deetrlbariapara6cavalloa. casa de cria-
dos, e mais oommodida tespara uma pessoa
quetemequertratamento : a tratar no es-
criptonoda viuva Gaudino.ct Fllho, na pra-
ciOhadoCorpo-Sanio, n. 66, e no mesmo
sitio, das6 aa 9 horas da manhSa.
.olera do Uto-de-Janeiro.
. Aos 2o:o0osooo.
Toi vendido na loja de cambio da viuva
Vieira & Pilhos, da prirueira lotera do llos-
?n-"*.',^L''1 ''remiu "'ole n
5.0,6-10:000 000 de rs. ; na uesm. loj
troca-ae billietes premia los da lote ia da
Matriz da Boa-Vista, i or bilhelea da 12 lu-
eria a beneficio das catas de caridade do
Hlc-de-Janeiro.
* Preclsa-se de um rapaz porluguez para
"raro.*qa r-:
- Precisa ae de uma ama de leite forra
ou captiva : na ra Nova, n. 29.
-- Eduardo Nolke relira-ao para fra da
provincia.
A luga-se, para se paseara resta, uma
casaa brira do rio, rom commodoa para
Kr,"'SLr".m',i" : M ,u de s -Amaro, ni 14
-rci"*-se alugar uma prela captiva,
que slfea engommar e cozinhar, para o aer-
vico oe orna casa de pouca familia : na ra
Nova, n.S9,aegundo andar.
--A viuva de Antonio Jos Oiniz Macha-
do avisa aos credores de seu casal-, ou a
quemeonaier, que acha-ae procedendo a
inveulirio nos poucos bens deixados noraeu
-...mu, j.cu juizo ae orphfioa do termo do
- Nodia is do crtente furtaram da ca-
sa de Jos da Rocha Paranhoa, um relogio
de ouro eabonele palele inglez. com cr-
rente, o. 9,068, fabricante J. Jackson Liver-
pool; quem o appreheuder ou delle der
uoliei.au annonc.anle.;aer recompensado.
Dr. J. J. Pmto, mudou a sus residen-
tj. PI*4 d* Boa-VU, n. 19, p,,.
meire-aobrado ao entrar na ra do Ar^So.
-- Lava-ae e eogon.ma.se roupa com todo
?.'"*? k P."rf*5"0 'or Pre commodo,
respooabilia.ndo-se por qu.lquer falla que
haja : na ra do Queimado, Joja o. 10. se
dirquem he. '
O arrematante das afferices
dete municipio fas corto a quem interessar
que oto Ihe he poasivel des, achar a lanos
em lio poucoa diaa, visto (odoa guardarem-
ae para o* ulim... a;*a -~.. --,* -. ..-
Z T ......"" ( !' *a Unan-
sando o tempo marcado por Im, e o depoi
nao se dewuipem com o mesmo arreroa>
lerTi"^0'.**"" ,*r 0,D* "' P,r
ertico luteruo e externo de uma casa, ou
Engomma-se perfeitamente tanto para
homem como para senhora, no caminho
novo que atravess* da Soledade para o
manguinho, do lado esquerdo antea de che-
gar* uma poca d'agoa, per tria de duas ca-
sinhas novas que esto pintadas de verde.
Precisa sude umeaixeiro dos ltimos
chegados, para ser admiltido em um depo-
sito de padaria anda mesmo sem ter prali-
ca : a tratar na roa do Cotovel n. 99.
Aluga-se, por lempo de fests, ums
grande casa no Poco-da-Panella, perlo do
banho, e na melhor posicSo possivel, muito
elegante e freses, com commodos para uma
grande familia, a saber : excelentes salas
de frentee de jantar, 6 grandes quartos,
copia e recreio, cozinha fora, e com o seu
meio sitio todo murado, conlendo diversas
arvoreade fiucto, estribara, senzalla para
escravos, e commodos para carros : na ra
do Rozario, n. 1 : a tratar com Antonio Do-
mingos de Almeida Poca*.
l'recisa-.se alugar um sitio na
Hagd&leBBjpelo temp da fesU.ou
por armo : quem tiver annnncie,
ou dirija se ra do Trapiche,
n. 3.
Precisa-se alugar um cozinheiro forro
ou c.i.tivo. para uma casa estrangeira de
pouea familia : paga-se bom : na ra da Au-
rora, n. 8, segundo andar, daa 6 s 8 ho-
ras da manilla, e daa 4 horas da tarde em
diante
~ Precisa-se alugar uma ama deleite:
pa ra dos Marlyrins n. 15
Precisa-ae de uma mulher de idade pa-
ra ama de casa de homem aolteiro, que sa-
be cozinhar e engummar: quem estwer
neslas circunstancias, annuncie para aer
procurada.
O Sr. Francisco Antonio da Silva, que
leve loja de louca na ra do Rangel, queira
mandar receber uma encommenda, na pra-
ca da Independencia ns. 6 e 8.
-- Aluga-se para passar afala, no lugar
da Capunga, uma casa muito boa e muito
Desea, perlo do banho e indopendenU de
casa ao p, lem bons commodos e he das
melbores : trata-se na Lingoeta n. 3.
--Aluga-se um primeiro andar proprio
para escriptorin ou homem soltero : no
beaco da Lingoeta n. 3.
O Sr. Jo.x Mara Ribeiro natural da
villa Real, que veio para Pernambuco en
1844; bem como o Sr. Antonio Pedro de
Figueiredo, tambem Portuguez, que esteve
le caneiro em S.-Aniflo em 1831, queiram
deix.rneaU typographi. a sua morada pa
ra Ibes Kr entregue caitas que Ihes perten-
eem bem como se pede a quaiquer pessoa
que por estes Srs. se inteiesse queira deixa>
ua mesma lypographia a sua morada, alini
de daralguweaclarecimentoa esterespeilo.
Quem precisar deum forneiro aqui pa
ra praca.ou mesmo para fra, dirija-se i
ra larga do H/ario, ao p da polica.
MMMNfMMHrlNI
l'aulo Galgnoux, dentista irancez, otTerece son preMI- *
8 mo no publico para todos os *
~ niystcrfos de. aua proflsso : %
pArle ser proenrado a qaal- %
qner horn oin sua casa, na a>
i'Ualargado Kozario, u. 36, %
? segundo andar.
--Precl*a-se alugar um eseravo para o
cvico de casa : a rallar no escnpiono de
C Slarr k Companhia, ra da Aurora.
0 lacbygrapho Carlos Ernesto de Mes-
quita Falclo da li(0es de sua arte por caaas
particulares : quem de aeu prestimo se qui-
zer ulilisar, dirija-ae i praca da Indepen-
dencia, na. 6 e 8, para abi deixar aeu nome
e morada.
O Sr. Antonio Maximiano da Costa, tem
uma carta na livraria n. 6e8 da praca da
Independencia.
Aluga-se o primeiro andar da casa n.
34 da ra do Trapiche : a tratar no armazem
do mesmo.
Precisa-se de um caixeiro portugus,
3ue seja iutell gente, entenda bem de veo-
a e d fiador a sua conducta, pois agradan-
do dar se-h bom ordenado : na ra larga
do Rozario o. 59, venda.
Precisa-se alugar um eacravo para a
trabalho de um sitio perlo desla cldade : no
roa na cojic.eic.lo, u. 2.
Precisa-se de um bomom para feitor de
sitio, que tenba intelligencia de aeu ofllcio,
o d fiador a sua conduela : na ra du Col-
legio, n. 13, das it horas da manla.s i
tarde.
Compra-so, efectivamente, prata fina
de gallo queimado, em grandes e pequeas
porcOes: no armazem da iliuminaclo pu-
blica, nii ra de S.-Amero, e no escriptorio
de Joa Ramos de Oliveiro, ra da Cruz.
Compram-se escravos de ambos os se-
xos, de 10 a 30 annos, e de bonitas figuras :
na ra larga do Rozario, n. 48, primeiro
andar. r
Compra-se uma carroca que sirva para'
um cavallo : na ra do Trapiche, n. 8.
Compra-se uma batanea gr'ando, pro-
pna para armazem de assucar, com um ter-
nodepesosde 6 a 8 arrobas : na ra do
Ene* lamento, n. 13, arnuero da esquina.
Compra-se uma escrava de I6|a 18,anos
que saiba cozinhar e sngommar : na ra do
Queimado, n. 55, loja de chapeos
Na pra^a do Corpo San tu, casa do Sr.
Antonio Coelho de Mello, compram se obres
fritas de ouro delei, embora estejam ser-
vidas.
Compra-se urna lage de pedra de Lis-
boa, que tenha de tres a quatro palmos de
comprimento e quasi a mesma largura:
quem tiver, annuncie.
Compra-se um braco Je balance por
Romflo i C.: quem ifver annuncie.
-- Compra-ae um violto em bom uso na
ra da Matriz da Boa-Vista, n. i.
Vendas.
- Vende-se a lista geraj dos blheles
premiados na lotera da malaiz da B ia-Vi-
ta que ae extremo nodia 31 de outubro ul-
timo, por 160 r*. cada uma: na praca da
Independencia, livraria ns. 6 e 8
Lotera da igreja le B. S. do Ll-
vranieuto.
Aos 5:ooo.1oeo rs.
Na praca da Independencia n. 4, loja de
miudezas, vendem-ae blheles, meios, quar-
tos, decimos e vigsimos desia lotera, que
corre impretervelmente no da 30 do cor-
reate,
Bilhetes 11,000
Meios 5,500
Quartos 2.6O0
Decimos 1,100
Vigsimos #00
No principio ds ra da Concordia exis-
te para se vender uma porclo de quartos
muito gordos, que se venderlo muito em
conta.
Mara, drama original brasilelro,
Acha-se 4 venda na livraria do Sr. Car-
doso Ayres.
lliciiH bengailas.
Vendem-se aa mais ricas bengailas cooj
castOea de differenles e superiores gostos :
na ra do Queimado n. 16, toja de Jos Das
SimOes.
- Vendem-se 200 barricas vasias que fo-
ramdefarinha do reino, tolas americanas
e novaa, por preco commodo, por se quere
deaoceupar a casa onde ellas estilo : quem
as pretender, dirija-se flefeonte da nbeira
de S. Josn. 9.
Vendem-se bsrris com 12 esnadas de
vinho do Porto, multo superior para casas
psrticulares, a 24,001) rs o barril: no arma-
zem de Das FeTeirs, junto aalfandega.
Vende-se uma linda escrava de 29 an-
nos, sem defeitos, e com habilidades: na
ra do Rangel, n. 57
Venie-se uma padaria sita no bsirrn
de S.-Antonio, com muito boa freguezia de
pl e bolacha, lv e e desembarac d* se por o dono nlo querer mais conti-
nuare querer retirar-se : no Hotel-Com-
mercio se dir quem vende,
g Vende-se uma escrava crioula, de 20
a 22 annos pouco mais ou menos, que cozi-
nli 1 o diario de uma casa e engomma sof-
frivelmente ; nlo tem vicios nm achaques:
o molivo por que ae vende ae dir ao com-
prador : na ra das Cruzea, n. 19: a tralai
com Candido C. G. Alcaoforado, ou na Es-
tancia, n 10.
Anda vende-se a verdadeira farinha de
Tapuyu : no armazem de Antonio Annea.
No mesmo armazem ha milho muito novo a
2 500 ra a sacca.
Vendes- um moleque de 10 a 11 an-
nos, bonita figura, o bom para mandar a-
pr nder algum ofllcio: no Aterro da Boa
Vista, o 78,
Vende-se um excedente cibriolet des-
colarlo, com boas molas, arreiua novo, de
elegante molde, eem bom estado: na ra
do Cullegio, n 16, primeiro andar.
Vendem-se dou sitios de terr*. com
usas de viveods, proprios para levantar
uma engenhuea, pela ferlilidade do terreno
00 lugar de Jararaca, comarca de Coianna,
por preco commodo : na ra do Collegio,
n. 16, primeiro andar.
Vende-se un.a excelente canoa de car'
reir, calafetada e pintad* de novo con
moilo gosto, e que pega 10 a 9 pessoa*
por preco commodo : na roa dos Coelhos
n. 13, padaria defronle do hoapital.
Vendem-se pipas de ptima ago'arden-
te, por preco rasoal: na ra do Hospicio
o. 9, se dir quero vende.
-- Vende-se um MM>n h p|B0,n| fl
re, periio mesire carreiro, e ptimo pari
todo o servico, principalmente o de campo
por preco commodo: na ra do Hospicio,
n. 9, se dir quem vende.
Aviso a pobres.
Na ra do Rangel, armazem n. 36, ven-
de-se farinha de S.-Cetharine, a 1,500 rs a
"" l,rro* d csca superior, a 2,300rs
'i0^.'Lidie,nMCC,s r,ni,*. 6,000 rs'
%r,'a,;b.a **> molnnos.
NaconfeilariadaruaesUeiido Rozario.
n. 43, vende-se aoperior carnauba, e dous
moiohos, por preco commodo.
-- Vendem-se duas vsrandaa novas, de 10
palmos cada uma, por preco commodo :
ra Nova, n. 61, sobrado novo.
-- Vende-se, ou troca-sepor escravos um
sil.oamargemdorio.oo Remedio, pror
mo a Passagero-da-Magdalena, comemb.r
que na porta a loda hora, oa casa par.
prelos, cacimba grande, ludo de lijlo .
cal, mais de mil palmos de fundo, cerca na-
uva, com cuqueiros, lamarioeiros. pa re
aaibuaoatel cheiroso, baiianeiras macla .
terreno devoluto, com proporcOes para uma
olaria : o sitio he de trras proprias, muito
parto do Recife, e com muito boa vista: a
tratar na ra do Rangel, n. 54, com Victo-
rino Francisco dos Santos.
Aos 2o:ooo&noo.
Na ra larga dj Rozario, botica n. 42,
vendem-se bilhetes da 12* lotera a bene-
ficio das casas de caridade do Rio-de-Janei-
ro, a saber.* bilhetes inleiros a 22,0i0rs.,
meios ditos a 11,000 ra., quartoa a 5,700
rs., oitavos a 2,800 rs. vigsimos a 1,400
rs, : tambem ae trocara por bilhetes pre-
miados do monte pi
Repertorio alphabetlco das ieis
do Brasil
promulgadas des te 1829 al o fim do anno
de 1840. e dos decretos, nstruoc/ios, regu-
lami-ntos, avisos, portaras, ordens, circu-
lares e ofllcios expedidos pelo poder execu-
livo para execucto dell>s ; em continua-
clo ao repertorio geral de Manoel Fernau-
des Thomaz, e ao ndice alahabetico do Dr.
Morase Carvalho, por um advogado bra-
silelro, vende-se por 4,000 rs. : 00 pateo do
Collegio, casa do livro'azul.
itoniiinees modernos, chegados
do Uio no ultimo vapor, a loo
rs. caita um
O Monge de cisler, por Antonio Hercula-
o l'rocesso de Madame LaSsrgo, ou en-
veaeuamento de um marMo por sua mu-
lher; oFilboda louca, por Frederico Sou-
li ; os llltimos BrelOes, por Chevalier; a
Mana do jogo, ou historia exemplar ie
u m jog dor; o Serao; Um dueMo ; ao p de
uma arvore Dous amores a un tempo;
Desgraca e ventura ; Coocalo Hermlgues*,
romance histrico ; Um sondo da vida ;
ADOntamentos de um verlo no campo, por
Mendes Leal ; Cam', novella americana;
o Pobre poeta; a Mil e segunda noites se-
gu las de um duello entre dous velhos ;
Mestre Adam jo Caladre, por Alexandre
Dumas : no pateo do Collegio, casa do livro
azul.
Vende-se uma casa no Manguinho, n.
35 ; uma dita no Poco.por 300.0JO rs ; tam
bem se vendem garrafas vaaias: nasma
casi.
Ven le-se um cabriolet com cavallo on
sem 'lie, em bom estado, e com seus com-
petentes arreios : na ra de S.-Goncalo,
n. 29.
-- Vende-se rap de Lisboa em frascos,
chegalo agora de fresco : os Srs. freguezes
que estilo acostumados a tomarem a boa pi-
tada, nlo deixaro de mandar busoar ao
argo da Assembla, n. 4.
na
pr.U,ec.jueiroa, tudo dando coi a, ocueh X
gum.s larangeiras novas pouoaa, aU *T%
para curar da phlysica em todos os sen-
differenles graos ou motivada por consii
pacOes, tosse, asthma, pleuriz, escarns di
sangue, dorde costase peitus, palpitado
no roraco, coqueluche, bronchites di
na garganta e todas as molestias dos orgHo-
pulmonares.
De todas as molestias que por lieranca fi-
camao corpo humano, nenhuma ha que
mais deslruitiva tenba sido, ou qu1' tenha
znmhado dos esforgos dos homens mai.
eminentes em medicina, do que aquell*
que he geralmente conhecida por moles-
tia no bofe. Em varias pncaa do se-
culo nassado, tendo-se offereculo ao publi-
co diffi'rentea remedios corn attestados das
extraordinarias curas que elle tem feito ;
oorm quasi que em todos os casos a Muslo
tem sido apenas passageirn e o doenle
torna a recudir em peor estado do que se
achava antes doapplicar o remedio lo re-
commendado outro tanto nlo acontece
com es le extraordinario
Xarope do bosque
Novaos & Companhia, os nicos agentes
nesta cdade e provincia, noni adus pelos
Snrs. R. C. Vates & Compsnhia, agente*
geraes no Rio-de-Janeiro mu laram o de-
posito desie xarope para a botica do Sur-
Jos Mara G. Ramos, na ra dosQuarleis, 11.
12, junto ao quartel de polica, onde semprr
Sobarlo o nico e verdadeiro, a 5,500 rs
cada garrafa.
Vendem-se 120 ssccos de estopa, com
duas varas cada um : na ra larga do-Ro-
zario, n. 48, primeiro andar.
Vendem-se us folhetos que tem por
titulo InspiracOes poticas, e afduqueza
de braganca conlen lo 339 paginas, obra
ala escripia pelo n ui'o digno e illoatre
Maranhense o Sr. bcbarel Frederico Jos
Correia ; na ra larga do Rozario, n. 48,
primeiro andar.
LegislacSo brasileira ou
cn!!ec?5o d* l?- decretos, reso-
Iu95es de consultas, provisdes,
ele, do impeiio do Jira.sil, desde
oannode 1808 a iS4;, em a5
volumes : vende-se no pateo do
Collegio, casa do livro azul.
Vende-se um lelogio palele suisso, de
ouro, novo, e lio bom regulador que um
inglez nlo o excede, mas que pela precalo
do dono se v obrlgsdo a vende-lo pelo ba-
ratsimo preco de IOOxO0O rs.: na ra No-
va, n. 8, loja.
Fara jogo de voltarete.
Vendem- se ricas caixinhaa com lentos de
maifioi para o voltarele : no pateo do Col-
legio, casa do livro azul.
Loieiia do Bio de Janeiro.
Aos ao;ooo,ooo de rs.
Na ra eslreita do Rozario, travessa do
Queimado, loja de miudezas, 11. 2A, de Joa-
quim Francisco dos Sanios Maya, vendem-
se os muilo BLieoiiauos blheles. meios,
casa de vivenda de pedra e cal, baixa para
capim, trras para plantar, e proprio para
tr duaa at tres vaccas de leite : na ra
Nova, n. 46, loja de cbapos.
Vende-se, por preco com-
modo, osseguintes gneros de pri-
meira qualidade, larinha de man-
dioca em saccas; fumo em folha
para capa e milo de charutos ;
potassa em barriquiohas, muito
nova : a tratar nos armazens de
Gouveia & Dias, e Francisco Dias
r'erreira, no caej da Affandega,
oucom Novaes & C. na ra do
Trapiche, n 3^.
Vende-se uma preta de 20 annos, que
engomma, cose e cozinha ; uma dita da
Cosa, boa quitan leira ; 2 prelos bons para
o trabalho de armazem de assucar; um mo-
leque peca de 18 annos ; um cabrinha de 10
annos : na ra do Collegio, n. 21, primeiro
andar. ,
Vende-se, por preco commo-
do palhinha para cadeiras, e cba-
pos do Chile : na na do Trapi-
che, n. 34, caba de Norawfc C.
Vende-se a loja da ra do
Crespo, n. 5 A, ao p do arco de
S.-Antonio, com poucos fuios :
Tirante-s o arreadamento uma
vez qua o inquilino agrade ao se-
nhorio : a tratar na mesma loja.
Lotera do Rio-de-Jan<>.
Na praca da Independencia, n. 4, loja de
miudezas, vendem-se os (afortunados bilhe-
tes, meios, quartos, oitavos e vigsimos da
decim-segunia lotera daa casas de caridade
la provincia do Rio-de-Janeiro. Na mesn
loja tambem se r-cebem bilhetes pre na
los da lotera da B la-Vista em troco dos
que tem a venda do Rio-de-Janeiro, e se
inostra a lista da matriz da Boa-Vista.
Loteriido Kio-de-Janeiro.
Aos ao:000,00o de rs.
Nos qua tro-cantos da ra do Queimado,
loja de fazendas, n. 20, vendem-se os mul-
los afortunados bilhetes, meios, quartos.
oitavos e vigsimos da 12,* lotera a bene-
ficio das caaas de caridade da proviucia,
cujas listas devem chegar no primeiro va-
por.
Charutos de Francisco Gros da
Baha.
Deposito daa melborea qualidades desle
fabricante, comoaejam lanceros, regalos,
caesdores e outros : na ra Nova, loja n 9.
2 Vende-se na padaria de
0 Joao Luiz Ferreira Hibeiro a
3 no pateo da Santa Cruz n. O
5 6 : aramia dores e ngoadas. O
q a mi is bem leita possivel, a X
J qual mesmo pessoas de mo- 3
* iestias a podem comer por
vj nao ter composico alguma ; ~?
O
I quarlos, oitavos e vigsimos Ua l.'ioleria a
casas da caridade.
Vende-se ua sitio na Agoa-Fria, com
assim como todas as mais 0
massis doces e agoadas ; o
preco di araruta doce he
de 480 ris a libra, o ma-
is barato que se pode ven-
der, e a agoada a 3io.
3QOQQOOOOOG0OOOO09
Komanees modernos em portu.
gnez m loo rs. caita um.
A Quint para vender, por Frederico Sou-
lie ;os dous tirados do p, pelo mesmo ,* vi-
da e amores de II loise e Abeillard ; l.eoca-
lia ou a innocente vicma docrime; as ar-
mas e as leiiras por Alexandre de l.averg-
ne; a incogoita ; as aventuras do ultimo a-
bencerage, por Chateaubriand; Elmund o
suaprioa por Paulo de Kock ; o lelo apai-
xonado, por Frederico Soul; o procurador
do re ; aples em 1841 ; a rosa amarella ;
para nlo serem treae; o mendigo; a filha do
negociante ; o artista e o soldado ; o homem
poltico, novella histrica extrahida da obra
uigleza, intitulada diario de um medico ; a
'lerancadu meu lio; a amada anonyma ;
< a mal hete de nove novellas ; o pirata, por
iand-j alomada de Lisboa; chronicas por-
lognezas, por Feliciano Caatilho ; Jlo ou
o poder de amor, por Paulo de Kock ; Jaony
l.illeou os amantes desgrasados ; o easa-
menlo por vingaoca, por Bucage ; os amo-
res de um ladran ; a ressurrei;lo do amor ;
chronicas Rio-Cran tense : vndem-se no
.ateo do Collegio, casa do livro azul.
Boticns homoBopatbieau.
Na ra no Crespo, loja n. 4, vendem-se
boticas de 24, 30 o 36, tubos grandes e pe-
queos ; ha tambem todos os livros necea-
sarios ao estudo e pratica horoceopalhica,
viudas ltimamente do grande estabeleci-
mento central da ra de San-Jos n. 59, no
Rio de Janeiro, o qual eslabeleceu-se ha
mala de seis annos, poaauindo ji nma enU
eccao precios u'os medica melos melhor
condecidos na Europa na America, e co-
midos uns nos lugares mais apropriadoa e
escolhidos, outros com maior esmero noa
mais acreditados laboratorios. Desde essa
poca tem sido constantemente renovada
eniequicida essa collerflo ( renovada ) com
muitos outros remedios, que a experiencia
de todos os homoeopalbas teem reconbecido
efllcazes, e alm disto com mudos outros
que ainda carecendo de experiencias ho-
niffiopath cas mais positivas slo com ludo
ja acreditados como uteia e efllcazes por
uiatinctos pralicos, e por muitos amigos da
sciencia e da humanidade, qur na ameriea
do sul, qur na frica e na Asia.
Na loja de seis portas da ra do
l.ivramento,
contnua-se a vender chitas a 120, 140, 160.
180, 200 e 240 rs., muito finas ; corles da
calcas de bnm trancado branca com liatraa.
a 800 rs., e 4 2t-0 rfc. o covado ; riacadoa
monstros, a 260 ra. O covado, e mais es-
trello a 200 rs.; cortes de cambraia lisa, a
2,500 rs ; chales de chila e tarlatana, I,osa
'.; lencos brancos para mo de seubora,
aberiosde renda, a 240 rs. ; um completo
nriimentn ii fgtendss, tanto em porcto
como a retalho por precos rasoaveis.


wm
Q,iiom adi.rtrar venha ver c eom-
firnr. na rna do Crespo. loja da
r.niina que TOlta para a Ca-
deln.
panno fino preto muito bom, a 3.AO0 e
3,6f>0 rs. dilo milito superior, 4.500 p
5,onn rs. ; dito azul nuito fino, t 3,080 e
5,500 rs. ; casemira nrele, 5.000 rs. o cor-
ta ; Jila tr.nito superior, a 10,000 rs. ; cor-
tes de fOsVIn a 3-20 a 600 rs. : ditos milito
boniios.%400 rs. ditos dasetim de cores.
a 1,600 rs^dilns de gnrgnrfln, a 1,9M>ra. ;
cassaad crtres lisas ede bonitos padr's.
a 2*0 e 380 rs. o covado : c'les de cassa
preta. a 9,300 rs. ; dilas a 110 rs. o envido :
riscado de linho axul. a 840 rs.; corte de
lirim de tinho, a 1 00 rs. ; ditos milito
bons, a 1,800 e 2,000; dllos superiores, a
1,280 e 1,600 rs. a vara ; lencos de seda de
core, multo bonitos, 1 000 ra. ; ditos pa-
ra grvala, a 1,000 1,380 rs. ; ditos de
cassa com I tras da cures, a 240 e 330 rs.;
ditos com listras de seda, a 500 ra.; algo-
Uno azul de vara de largura, a 200 rs. o co-
vado; dito furta-cros, a 200 rs.; picote
nuito encorpado, proprio para escravos, a
200 rs.; rlscado do algodfio americano, a
140 rs.; cortes de brim de listras, a 1,000
rs.; chitas de cores fisas e de bonitos pa-
drees, a 140,160,180 e 300 rs. o covado ;
racados monstros, a 230 ra.; cambraiaa de
quadroa, a 8,720 rs. a pe? ; cortes de case-
mira de aigodSo. a 1,600 rs. ; cissas fran-
cesas muito bonitas, a 320 rs. o covado ;
chapeos de sol, com asteas de baleia, a 1,800
ra. ; e oulras muitas hiendas por prego
cnmmnilo.
Fogoes para cozinha.
mnito proprios para sitios e qoal-
qualquer lugar aonde nSo ha coii-
nha, por preco com modo : ven-
c erjBfcse na ra da Gru, n. lo,
casa de Kalkmann lrmaos.
Travessa da Mndre-de-Deos, ar-
inazem. n. 5,
Acha-se estabelecido um deposito, onde
oncontrarSo os Tregeles um boro sorti-
mento de licores, espirito de vicho, e to-
das s maisqualidades; superior vinho de
caj; eh mate; e liagas de vime, a pregos
moderados.
Tatxas para engenho.
Na fundicSo de ferro da roa do Brum,
acaba-so de receber um completo sortimen-
to de la i xas de 4 a 8 palmos de bocea, as
quaes acbam-se a venda por preco com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
ou carree*m-seem carros sem desperas so
comprador.
Deposito de potassa e cal.
Veude-se muito novae superior potassa,
assim como cal virgemem pedra, recente-
meutechegada de Lisboa, por preco rasoa-
vel: na ra da Ctdeia do Recito, n, 13, ar-
mazem.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na liahfa.
Vende-se eni casa de N. O. Bieber & C.
ra da Cruz, n. 4, aigodSo trancado
daquella fabrica, muito pioprio para saceos
do assucar, roupa de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por preco muito com-
modo. *
Tccido de nlgodo trancado na
fabrica de Todos os Santos.
Na rna da Cadeia n. 92.
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora eui S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
letas.
Moendas superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companbia ,
em S.-Amaro, acham-ae venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construccSo muito 'superior.
Aos senhores de engenho.
vendem-se cobertores escuros de algo-
dSo proprios para escravos, por aerem de
multa duracSo, pelo diminuto preco do 64o
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que volta para a cadeia.
Vinho de Bordeaux:
vende-se na ra da Cruz, n. io,
casa de Knlkmann lrmaos
-- Vende-se cha preto : na ra do Trapi-
che, n. 34, armazem de llavmond & C.
AO MODERNISMO.
C
i-se urna porcVo de rutlm, por ata-
doou a retalho : no escriptorio da viuva
audino & Filho.
Bombas de ferro.
Vcndetn-se bombas de repuxo,
re adulas e picota para cacimba :
na ra do Bruui, ns. 6, 8 e io,
fundicSo de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differenles modelos : na ra do
Brum,ns. 6, 8 e io, fabrica de
machinas e lundicSo de ferro.
Na ra do Queimado, loja n.
17, vendem-se as mais modernas
cambraias abertas de la e seda,
verdaderamente chamadas baila-
rinas, de padr8eti e gostos muito
delicados, a 5oo rs. o covado.
Dao-se as amostras com os compe-
tentes penhores.
Charutos de Ha vana.
de superior qualidade : vendem-
se na ra da Cruz, n. 10, casa de
Kalkmann lrmaos.
Vaodem-se sabonetas higinico*
mais superiores que teem vindoeste mer-
cado, assim como ootraa pe fumarias muito
finas : na ra da Cadeia Velba n. 34, prl-
meiro andar.
Vendem-M latas com superior bolachi-
nba de llainburgo, chegada recentemente :
na ra da Cruz, n. 48, armazem.
Vende-seurna preta crioula, ptima
engommadeira, cozinheira, eque cose cliflo;
urna dita de 13 annoe, com principio de
costura, propria para alguma divida, por
ser recoltuda ; orna parda escura que cozi-
nha bem.e com principios de engommado
na la do Rangel, o. 38, seguodo andar,
se dir que vende.
Biena*.
Vendem-se ealugam-se bichas de Mam-
burgo, das melhores que ba no mercado,
por prego commodo : na ra do Aragfio,
tendado barbeiru Theolilo.
':ndes-sc i .ouoii.r.;; ea uui esia-
do : na rna do Aragfio, o. 10. ?*
38,000 ra oCento.
Vende-se um cento de couros de cabra,
bons, por 38,000 ra.: no Aterro-da-Boa-Via-
tt, d. 58, loja.
Capotlnlios c manteletes.
Na ra Nova n. 6, luja de Maya Kamos & C,
acaba-se de receber capotinhos e man
teletes d cambraia branca bordada, da ul-
tima moda, e muito bem guarnecidos com
blco a imitacSo de blondo : os precos con-
vidam aos compradores.
Na ra Nova, n. 6, loja de Maya
Kamos S <.'.,
vende-se. alm doa llvros j annunciados
por este jornal, o novo romance intitulado
Urna familia corsa obra do insigne au-
tor Alejandre Dumas, muito bom traduzi-
do, 1 v., por mil ra.
Vendem-se meias de algod&o grossas,
muito duraveis, feitas a agulba, ptimas
para conservaren! a saude: he ponto este
em medicina, em que nflo divirgem os di-
versos autores que teem escripia at hoje ;
isto he, ps quentes, ventre desimpedido,
caneca fresca, sSo os signara evidentes de
perfeita saude, e he por isso que estas
meias sSo recommendadaa por todos os m-
dicos. nSo exceptuando os dignos discpu-
los de llaoneman : quem as quizer vi i ra
larga do Rozarlo, n. 35, loja.
Millio e arroz com casca a 2$5oo
rs. cada sacra.
Vende-se no armazem do Braguez, ao p
do arco da ConceicSo.
Chumbo de muniend.
Vende-se no armazem de J. J. l'isso J-
nior, ra do Amorim, n. 35.
- Vendem-se amarras av ferro: na na
Ja Senzalla-Nova, n. 42.
Redes.
Vendem-se redes muito bonitas, de va-
rios gostos e precos, proprias para quem
for passar a festa descancar ao fresco Je-
baixo da arvoredos : na ra do Queimado,
n. 14.
Vendc-se muito boa faria do mandioca,
em barricas grandes, quesejnlga ter um
alqueire, lano pelo prego do 3,000 ris sem
o cisco,como com o casco a 3,500 rs: na ra
larga do Rozarion. 22, loja de miudezas de
Victorino & GuimarSes.
-- Vende-se um perito official de pe-
dreiro, preto, moco e bonita figura : na
ra da Cruz, armazem 0. 33, de Si Araujo,
se diii quem vende.
-- Vende-se briui de velli e lona : na ra
Velha n. 57.
Modas franeczas. ra Novan. 34.
Mdame llosa llardy, modista brasileira,
novamente participa a seus fregueses que
recebeu um lindo sortimento de chapeos
de seda e de palha de Italia, para senhoras
e para meninas, leni igualmente chapeos
de palha de Italia lina* pa'a meninos, en-
feitados e por enfullar, novos capotinhos de
chamelote, groa de naples e fil de seda,
manteletes de furta cores para senhora e
meninas de8 a 12 annos, transas de seda e
de IS,perfumaras, hicos, filas, luvas, meias,
sspatua, fil de seda de todas as cores, cre-
p, caaiisinnas de cambraia e fil de linho
para senhoras, a 2,000 rs. e nsitas oulras
fa/eii las de gosio que vende por prego
commodo, e das quaes, di amostras a pe
suas conhecidas ou com penhores. Tambem
empresta a seus freguezos oa figulinos da
moda recentemente chegados; e faz vesti-
dos de seda, toucadua e veslidinhos para
criingas, manteletes e capotinhos pira se-
nhoras e para meninas, na ultima moda
n com perfelcSo.
No escriptorio de Francisco Alves da
Cunha, na ra do Vigario, n. 11, vendem-
se as seguintes obras, viudas de Lisboa: a
1'aUvra de Heos, regenerarlo da humani-
dad pela revelarlo da organisagSo social,
um voluine de 350 paginas, poi 3,500 rs. ; u
Mrquez de Leloriere, 'de Eugenio Sue, por
1,500 rs ; Max, romance de Frederico So-
li, por 2,000 rs. Urna familia cursa, por
i acadmicos de Coimbra, por 1,000 rs.,
lloras do ocio, por M. Mallos, por 600 rs.;
Uui quailo co 11 du-s Cam.s, larga, na qual
repiesentam s duas pessoas de seso maaco-
lino, por 500 rs.; o Discurso do conde de
i.avra >io ein resposta a Costa Cabral, por
400 rs.
Novos retratos do desem-
bargador Nunes Machado, metti-
dos entre o fumo e o caf, chega-
dos ltimamente de Pars, a 5oo
rs. cada um : vendem-se no pateo
do Coilegiu, casa do livro azul.
Para a festa.
Vendem-se, ou alugam-se canoas de
carreira, novas e de um s pi: quem as
pretender annuucie.
Na ra Nova, n. 8, loja de Jos
outiuim .iimeiiu i v.,
vendem-se muito boas grvalas de mola, de
qualquer cor, pelo baratissimo piego de
3,000 rs. ; chapeos da verdadeira pallia da
Italia para senhora ; ditos a herios ou arren
dados do melhor goslo possivel; ditos para
meninas, tambem iberios e lisos; capoti-
nhos prelos de chamalule, que se vendem
por menos prego do que em oulra parte
cha^oszinlios de seda desaba ios que ser-
ven) para crianzas de um a 1 mezea ; bo-
netes de panno pare hometn, chegados pe-
lo ultimo navio de Fringa ; manas de gar-
ga, brancas e proprias para noivas ; flores
brancas para enfeiles de vestidos de casa-
mentas ; bicos de seda brancos, largos e
imitando o melhor possivel os de blonde ;
luvas de pellica para homem e senhora ;
IxcelU nto couru de lustro faucez; iapa-
ja de niarioquuu preto para senhora, a
1,200 rs. o par; ditos de cuuro de lunim
u.uituiiovw, a 2,000 rs. o par; loucadoiet
de Jacaranda, proprios para rapazes sollei-
roa, a 4,000 rs.; e oulras muitas fazeudas
por prego commodo.
4
Cera amarella do SertSo.
Vendn-ae cera amarella do serillo, da me-
lhor que t^m apparecldo : na ra do Ran-
gel, lija de cera.
-- Na ra da Cruz n. 33, armazem de Si
ojo, ven le-e njollo de limpar matees
porg0-s,e vontadedos compradores, drf
50 para cima, por prego commolo ; ssccas
cim superior farinha do mandioca, chelea-
da ltimamente 1I0 Cea- muito alva e tor-
rada ; dita com bom milho ; urna porgo
de couros de cabra enconta para liquidar
contis. sapatos bem feltos, elo.
.locos ]ai 11 divertimento.
Chegaram i luja de Maya Ramos & C., na
ra Nova, n 8, o divertido jogo do assalto,
seri'to urna fortaleza defendida smente por
ilous soldados, assim como o (indo jogo da
(loria, os melhores que teem apimrerido
com dados, e fixas para marcar : tambem
se vendem jogos de xadrez e de vispora :
ludo por prego commodo.
Para fra da provincia
vende-se urna bonita escrava crioula, de 18
annos, que corta, faz veatidos e camisa pa-
ra hornero, he engommadeira, e multo fiel ,
um moleque de 2 annos, muito esperto, fi-
lho da mesma escrava : na fu larga do
Itozario, n. 48, primeiro andar.
--Vendem-seduas lindas negrinhasde 10
a 12 annos, com principios dehabilidades ;
urna preta boa cozinheira, lavadora e qul-
tandeira, que Taz doce e engomma soffrl-
vel; 4 ditas de muito bonitas figuras, mui-
to mogas, per feitas quitandeiras, e que silo
boas para todo s-rvico de casa ; urna par-
da de 25 annos, de muito boa conducta, o
que se allaoga, cose muito bem, engomma,
e he muilo carinbosa para meninos; um
moleque de 20 annos, do elegante figura ;
3 prelos muito mogos, bons para todo o ser-
vigo ; e outroa muitos escravos : na ra
da Cadeia do llecife, n. 51, primeiro andar.
Vende-se urna preta moga sem vicios
nem achaques com tres lilhos pequeos
afianga-se ao comprador : na ra da Cruz,
escriptorio da viuva Gaudioo & Filho, nu-
meio 66.
Deposito geral do superior ra-O
p reia-Preta da fabrica S
de tlautois l'ailhetck C. o
na Babia.
, Domingos Alves Matheus, agente da"
^fabrica de rap superior Areia-Preta daO
VBahia, tom aberto um deposito Da ruaw
^da Cruz, no Itecife, n. 53, primeiro an-Ci
dar, onde se achara sempre deste ex-O
Qcellenleemais acreditado rap: ven-
Qde-se em bolea de urna e meia libra,
por prego commodo. 0
QQQOOOQOO9Q0QO9O
A cidade de Pars.
Fabrica de chapeo de sol de J.
Falque, ra do ( olloulo n. 4.
Neste novo estabeleciment se acha um
grande e rico sortimento de chapeos de sol
dos mais modernos e variados, para bo-
mens e senhoras, de seda e de paninho, sor-
timento de sedase panos em pega para co-
brir armagOes servidas, igualmente benga-
las e chicotea, vendem-sa em porgSo e a re-
talho, tambem se concerta qualquer quali-
ladn de chapeos de aol e bengalas, ludo
com brevidade, e por menos preco duque
i

He grande pechincha.
A 2oo e il^o rs.
Vende-se urna porgSo de chitas fruncazas,
lo 4 palmos de largura, rozas, de cores fi-
tas, a800 rs. o covado; cass>s fiancezas
le haajtni padrOes, a 240 rs. o covado 1 na
ra db Crespo n. 14, loja de Jos Francisco
Utas."
Manteletes e capotinhos.
Na ra Nova n. 6, loja deM.ya Rumos & C,
acaba se de receber de Franga um sortimen-
to de manteletes e capotinhos do seda la-
vrada e lisa, da ultima moda, e que se ven-
dem muilo em conta.
Para vestidos da senhoras.
Vendem-se os mais aaselados manguitos
para vestidos de senhora : na ra do Quei-
mado n. 9.
Agencia
da fundicao Low-Moor.
BA DA SEKZAIXA-NOYA, I. 1^1.
Reste estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
das, para engenho; machinas de
irapor, e tachas de ferro batido e
coado, de todos os tamaitos,
jara dito.
. A elles que sao baratissimos.
Vendem-se sapatSea de lastro, a \
a,ooo e a>5oo rs., o que valem
de feitio na ra da Cadeia do Re-
cife, n. 9, loja.
A 4,ooo rs. o par.
Vendem-se sapstOes de lustro para ho-
rnea, muito bem feitos, a 4,000 rs. o par :
no Aterro-da-Boa-Vtsla, n. 58, loja de Mi-
gado, junto a de selleiro.
sapates para meninos.
Vendem-se sapates para meninos de C
a 12 annos, muito bem feitos : no Aterra-
da Boa-Vista, n. 58, loja de calcado, junto
a de selleiro.
Koga-se aos fregueses que tenham
toda attenco para
que
em outra qualquer parte
Venlem-ae chupos de sol de seda pre-
ta e decores a 4.500,5,000 e 5,500 rs. ea um, com armagSo de baleia e muilo bons.
Na ra da Cadeia-Velha, primeiro an-
dar da casa n. 94, de Manuel Antonio da Sil
va Antunes, vende-se um rice sortimento
de chapeos de palha da Italia, abarlos para
senhoras, camisetas de cambraia, colari-
nbos, romeiraa, manguitos, punhos, tudo
excelentemente bordado, bicos finissimos,
ncas filas, capotinhos e manteletes de filo
e de seda prelos, e outros objectos de gos-
to ; bem como um completo sortimento de
fazendas : ludo se vende por pregos muitos
rasos vela.
Vendem-se, bom e barato, na loja de
miudezas, de Victorino & GuimarSes, na
ra larga do Rozario, n. 93, trancelina pre-
los de borracha, ditos oe retroz do Porto,
em pegis e varas, chaves para relogios, pa -
peis de rebique, lonetas, escovaa linas pa-
ra denles, com cabo de baleia, oculosde ar-
rnagu com aios de ago e de todas as quali-
dades para todas as idadea, tntenos de vl-
dro com lampa a moderna, lacre muito fi-
no, em pSea e aa libras, ilhozes para alfaiaie
e s.paii-iro, um candieiro grande para cima
le mesa ou balcSo, lapia grossas e linas pa-
ra carploa, ditas muilo Anas, a 60rs.,li-
velas para caigas e rolletes, prateadaa e
louradas, fitas de selim lavradas, escovaa
para falo, de boa qualidade, ditas para ou-
rives, clcheles batidos fraucezas, ditos
prelos miudus, habadoa de linbo de um
dous palmos de largura para toalbas, len-
ges e guarnigao de camas, rendas de linho
de dedo e meio al 4 de largura, e ealojoa
de uavalhas.
Na loja de seis portas da rna do
l.lviiiiiicnto,
vendem-se para lulo cortea de chita preta
fina com II cavados, a qualro patacas ; chi-
ta prela, a 160 re ; dita lustrosa, a 900 rs.;
casaa preta, a 190 rs.; alpaca de 3 palmos,
a 440 rs.; dita de4 palmos, a duas patacas;
cbalea prelos de rede, a meia pataca, eoLii
pregos sSo p;rs scsb?r, psr :e !sr psr^Su,
e querer-sedar balango en3o se quer in-
cluir em dito balango.
Vend im-se 90 escravos, sendo um p-
timo moleque bom bolieiro; um dito car-
reiro e mestre de assucar ; um dito oleiro ;
3 lindos molequas de 14 annos; 5 ditos do
scrvigo de campo; ama mulalinha de 13
annos, que cose, marca, faz lavarinto; 9
escravas bois eogommadeiras, e que cosem
bem ; 6 escravaa de bonitas figuras, que
coziuham, lavam e fazem todo o servigo de
urna casa : na ra Uireita, n. 3.
Vende-se excel leu te farinha
de S. ( all a ria, a bordo da ga-
llla Santissima-Trindade, fun-
deada defronte do caes do C'olle-
gio, par preco commodo: a tra-
tar na ra do Vigario, n, 11, ou
a bordo com o capilao da me^ma
iiota.

m
m
m
m

al
Vende-se ciisilhos promptos com vi-
- Vendem-se dnus bois mansos, muito I dios, para tres portas, por muilo barato
i gordos: na ra do Queimado, n. 6. I prego : na praga da Independenoir n. 5.
o novo sor.
tmenlo que existe na loja da
ruado Crespo, u. 6, ao p do
lampefto.
Vendem-se cassas pintadas de coras lisas,
a960e 988 rs. o covado; cortea de brim
brancodelioho puro, a 1,930 rs.; ditos de
fu si II o muilo finos, a 560 e 640 rs.; caasa
preta propria para lulo aliviado, a 190 rs. o
covado; zuarle de cor, a 900 ra.; rlscado
de linho para casacas, a 940 rs. o covado, e
outfas muitas fazendas por prego commodo.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
no brigue ConceicBo-de-Maria.
A 2,24o rs. a saeea.
Na ra da Cruz, no llecife, armazem n.
IS, ena ra da Cadeia, armazem de Cam-
ca do Ceari, de excelleote qualidade, a
9,940 rs. a aacca.
Antes que se aefabem.
Novo sortimento de lindos tapetes de to-
dos os tamanhoa ecores ; grande quantida-
de de luvas para senhora e meninas, de ver-
dadeira torga! : tudo rhegado ltimamen-
te ; bem como um completo sortimento de
fazendas tinas e groasas, e o verdadeiro pan-
no de linho entestado, a 800 rs. a vara, em
oecas de 18 varas e meia : na ra do Quei-
mado, n 97, armazem de fazendas, de Hay
mundo CarlosLeite.
S> Ni deposito da roa da Moda, n. 15,
f> ba para-vender superior cal em pe-
t> dra, receotemente rhegada de l.is-
* boa, em o brigue Co*atif&o-de-Ma-
Ha, por prego rasoavel: tambem ahi
** se vendem peso* de duas e de urna
* arroba, por prego commodo; ha
E tambem eftVctlvemenle no mesmo
a> deposito barris de niel para embar- ^
> que,
AAAAAAAAA**
Farinha de mandioca.
Vende-S1* farinha de mandioca multo al-
a e bem torrada, a melhor que tem vindo
ao mercado, por ser fabricada na aerra da
Mi'ruoca : na ra do Queimado, n. 14.
Vende-se urna rasa terrea no. sitio Ca-
gte, com pouco fundo : na ra Augusta,
n. 49, junto ao viveiro.
Lotera do Rio-de-Janeiro.
Aos 20:000,000 de ris.
Na praga da Independencia n. 3, que vol-
ts para as ras do Queimado e Crespo, ven-
dem-se os muito acreditados bilbeles,
meios, quartos, oitavos e vigsimos da 19.a
lotera a beneficio das osas da csridade.
Vende-se urna escrava parda, propria
para o servigo de casa, que cose, engomma
a cozinha soffrivelaiente : na ra do Codor-
niz, casa que faz esquina para a ra da Moe-
4a, por cima da venda do Sr. Francisco Doa
Vista, primeiro andar.
Veode-se urna parda que cozinha, cose,
lava faz renda, da 30 annos pouco mais on
menos, por 300,000 rs., isto por ser para
lipuidagSodacontia : na ra larga do Ro-
zario, n. 46. primeiro andar.-
Cdigo do processo criminal.
0 vapor Imperador acaba da trazar da cor-
te orna nova ediglo do cdigo do processo
criminal de primeira instancia, commenta-
d e augmentado com ricas notas de urna
peona hbil do Itlo-de-Janeiro, as quaes
se moalram oa arligos que foram revoga-
dos, ampliados e alterados, seguido da dls-
posigfio provisoiia acerca da administragSo
da justiga civil, da loi de 3 de dezembro de
1841, que reforaa o mesmo cdigo, e de to-
dos os regulamenlos inherentes, com dio-
dellos de todos os mappas e guiasjde inspec-
tores de quarteirSo vende-sa no pateo.do
Collegio, cisa do livro azul.
-- Veudei-Bo superiores chapeos para
senhoras, do mais moderno e elegante gos-
lo, ede varias cores, denominados i Ama-
zonas : na praga da Independencia ns. 91,
n(e28.
Vendem-se mullo superior papel amar>
rooijnsdj de lindas e vsrisdss cores; cu-
1 '"
neos da llalla de copa alta, a 9,000 ris: na
pregada Independencia n. 26.
\ casa do livro'azul acaba de re-
ceber de l'aris pelo nnvioTulti_
mmenle cliegado as obras im-
portan tes :
Oe Lamartine: a historia da revn-
lugBo franreza de 1848, enriquicida cuan
bellasgravuras das passagens mais imia-
ve>s; dita dos Cerondinos ; o passado, o
prsenle e o futuro da reuublira francrz.
Bouiiiet: Diccionario universal de his-
toria de geoKra.ihi, coutendp primeiro a
historia prupriamenle dita, de lodos os po-
voa amigos e modernos, com a serie cluo-
nologica dos soberanos de cada estado, no-
iciaa sobre suas instituigO's, etc.; segun-
do a blographia universal, vidas dos perso-
nagens de lodos os paizes e de todos os
ti-mpos, etc lerceiroa nuMbologla ; quar-
to a geograpbia antlga e moderna, seli-m
edigao augmentada de um auppleorento
feito este anno de 1850, 1 v. com duas mil
paginas.
Mangln : tratada de acgSo publica e
de icgflo civil em materias criminal.
Cesar Cantu : historia universal, 19 vo-
luntes.
Chateaubriand : o genio do ebris-
ianismo.
Chocolate amargo de musgo is-
lndico, ou thesouro do peito.
Preparado por Mr. J. G. C.
As affecgOea do pallo offerecem todaa un
symptoma geral e constante. A tosse, esta
doenca Iflocommum, quando descuida
t9o graves sSo suas eousequencian, qui
parece ligeira em seu principio, Uo '
dora por si s como todas as oulras
gas que consomem a especie humana, nSo
tinha para combate-la e destrui-la um me-
dicamento especial o unicn. Todas as paati-
Ihas e jaropes que teem apparecido at bo-
je, tem sido impotentes.
NSo tem acontecido isto com o Choco-
late de musgo preparado por J. C. c.
O principio que forma a sua base principal
offerece propriedades incontestaveis, e re-
conhecidas depols de muito lempo, e nin-
guem ignora os felizes resultados, da sua
applicagSoem todas as phleugmasias agu-
das, ou chronicas do pulmSo, affecges do
pello, phtysica, defluxos, toases, etc. para
dar toni ao estomago, abrir a vonlade de
comer, conservar as gengivas, e o bom ail-
lo, matar as lombrigas, principalmente as
criangas.
Toma-se puro mascando-o, e pde-se to-
mar tambem combihado em agoa como ou-
tro qualquer chocolate, e com leite, tomas-
do-se urna das.dses marcadas etD nj|i
chavena dos ditos lquidos, ou qials de,M8,
conforme a gravidade da doenga. .3
Vende-se nicamente na ra do Q*Ptni-
do, n. 9.
Na ra Nova, n. 8, loja de Jos
Joaquim Moreira & C. ,
vante ser am rico sortimento de
franjas pretas para, manteletes e
capotinhos, por preco rasoavel.
> etu
da
Escravos fgidos.
Fugio, no dia 9 do crrante,da villa de
Iguaraas, um cabra de norne Mano-I, A
40 a 45 annos alto e scco ; tem a falla al-
guma cousa atrapalhada, 00 quaei |gague-
jando: quem o pegar l-v-o i ra Augusta,
n. 49, que sari recompensado.
Oesappareceu, no dia 17 do prximo
passado outuhrn, a negrinlia Jacintha, de
13 annos, crioula, cara romprida, cabellos
um lano ralos e com urna marea pellada,
olhos grandes e rasos, nariz regular, bocea
um tanto arangulada, denles aparados;
levou veslido de riscadlnho e outra de cam-
braia com duas pregas larcis : quem a pe-
gar leve-a ars qnalro-cantoS da ra do Quei-
mado, n. 99, loja amarella, que sera grati-
ficada.
-- Desappareceu, do Aterro-de-Bo*-Vu
la, n. 43, o prelo de noroe Marros, gauha-
dor de proflaaSq, de 50 annos pouco mais
ou menos, com urna marca na cabega de
urna entilada, soube-se que ele preto j
tinha sido pegado : quem o pegou leve-o a
dila casa, que ser gratificado,
Anda rugido, desde o dia 90 do proii-
mo passado, o esrravo Silverio, crioulo, de
2-J annos, estatura ordinaria, reforgadodo
forro, bracscompridose nadagas. salien-
tes ; he multo regrista e official > saiatei-
ro, nflicio que aprendeu com O mefre An-
tonio de Piala: quem o pegar lave o i
ra da Aurora, n. 19
Na noile de 30 de selembro, fugio, da
villa do Principe, provincia do Rio-Grande
do norte, o mulato escravo do Reverendo
vigario Manoel Jos Fernandes; he baiso,
cheio do corpo, cabellos prelos e corridos,
cara redonda e franzlda. pois ji lem 40 an-
nos, ar Irislonho ; he de pouro fallar ; en-
tendede sapateiro e sabe ajudar a missa.
Quem o pegar leve-o a Olmda ao Reverendo
ennego Pedro Jos de Queiroz e S, ou ee-
ta cidade na ra do Queimado, n. 87*
Fugio, da freguezia de S.-Antflo, o ei-
cravo Manoel, de 35 a 40 annos pouco mais
ou menos, cor um tanto fula, naixo, de bom
corpo ; he muito esperto, e falla bem ; lem
um tall'o na testa procedido de um cosca
ecavaiio queiiie iicou uma uaixa: eaieaa-
eravo ji fez um fgida e fol preso na comar-
ca de Pajah-de-Flores ; desappareceu no
dia C deoutubrodo correte anno: quem
o pegar leve-o a dita freguezia, ao enge-
aho Minhocas, que seri recompensado.
Fugio, no dia 98 do crrenla, pelas 3
oras da tarde, a preta Minervina, de nago
ago, de 90 a 35 annos pouco mais ou me-
aos, de estatura alta e magra, persas linas,
cabega e cara pequeas, cor preta, bastan-
te deafargada, com a cabega raspada de pou-
co, e com alguna tullios no rosto; tem os
bragos um pouco defeituozos, nflo podan Jo
estirar as mSos por os conservar estirados
doscotovelos psra baizo; coslums a mu-
dar o nome pan Fellcidade ; levou cami-
sa de madapolSo, aaia branca e oulra azul
com ramos amarelloa, vestido de chita com
listras azues eem partea desboladas, panno
da Cosa com matamea. um lenco de chita
azul com ramos encarnados amarrado ni
cabega. Iloga-ae as autoridades pollciaese
capilSes de campo, que a apprehendam a
levem-na i ra doa Gusrsrapea, n. 14, casa
terrea.
*
-
T?f. D5 58
f 1 HSft


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