Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07191


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Full Text
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i
AUNO \\Vi N. 16.
Por 5 mezes adiantadoi AflOOO.
Por S^mezei venados 5^000.
SEXTA FEIRA 21 DE JANEIRO DE 185,
Por anno ad'ianlado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE.
Fiiakiha, >. Jo*, laxtolaae Bamti Natal, 3nh*r Aa-
WhllNW (U ftlva ; Ancatj, I.. A. dt Limo* Bran ,-
feas*,, O 8s. J. Jos di Oveira ; Maranhao. i. Jote Tsixaira
r """.5 r"*!' ** Joaquina Avrlino ; Para. Si.
/unta* I. atamn; Auscan, ii. j.mjm. da Cana.
PART
Olinila lo.loe 01 iliis, i
I leiijra.*a', GviaaB* e> Paraailb
I Aiit^.i. awTcnis a........ i.'
I I'j.j .r i ..... ItiurtU, Ltea
Ila-Bell*, Bm-VmU O irfa
Cabu. SariaMan, ilm Ko.au
Nalal : ^uiiil.a-feiri*.
(Yodoa oecr.rri-ii.a wartaia -f
3

K\ 'M'f

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v^...:

)A DOS COB REOS.
rai'i. h.r.a >to illa.
, nal a*faail*l i aeitaa-f*lra|,
jfU',t Alllah.. r I'...-........i : 0, l.rfa-r.tra
, llreje, Pea.iui-ira, luir.eir, flore., !'.
K.u', naa jiarii. I..rj
, t'na. B.rreirca, .*. ana Preta Pia.ateiraa
boraa ila a.a..ia.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAKS DA CAPITAL.
Tribunal d* comm*rcl* : segundu a quintil.
lelicao i wreai ftirai a Monedee.
FnanJi : quarm a ubbadoa 11 10 hutai.
Juize do eommnrci. : quima. > di*.
Dito Je .rpkioi: ler cu a aciui ai 10 horas,
rimeira tara do eive tercia textil aa mala da.
Hunda na do tivil: quinal a itbbadoa aa mala da.
El'UEMiliDES DO MEZ DE JANEIRO.
2 La oora aa 10 horai a 13 mlnuioi da minhaa.
10 Quariu craaecoi* aa 5 bora a 10 minutoada urda.
: 17 f.ua hele ai 8 hirai e 12 minuloi da manhia.
" 24 ttuar.o minguanla aoa 2 mioulor da maobaa.
PREAMAK DE HOJE.
Prmeira u 6 horai a E mmuioi da minhia.
I Jagunda aa 7 horaa a 18 mi cu loa da urda.
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. Antio m.; Si. Eleusipo c l-conilla mm.
18 Tcr^a. S. Trisca v. m.; S. Leobardo : S. Liberato ui.
19 Quarta. #. Canulo rei m,; S. Audifax m.; S. Bauliano b.
-II Quinta. S. Sebaitao m.; S. Fabi.io p. m.; 8. Neopliilo tu.
21 Sita. 8. Ignez v. m.; S. Patrocolo m.; S. Publio b.
22 Sabbado. S. Vicente diac. ni.: S. Anillado m.
23 Domingo. S. S. lidei'unau are.; S. Raymundo de Pcnilurt.
ENCARREGADOS DA St BM.HIPCAO O M i.
a lai,ai. i. Claudio* Paleao Oaa : ehia. lw Me*.
iciro Airea 8 oda laosla, (r.Jfia Penara atortta*.
B) I ... '.A.V.'MU..
"reprimirla, de MAJUO ifaooti rrgitai-a.ds hna.ai aaa
lirreria, pract da ludo.udue. na. : S.
PARTE OFFIGIAL.
y.
I timo lie daierabro ilo bdqo pdssa.lo, coro o homensde ganio aereditam em aliam grande idea
SUSlQto dos jreso* pobres dalcadeia ', mo de Barrelros, na importan lia de 250^800 i conheee-e logo qual a aua praoccapafao. ellas ir-
** : loforme o Sr. inspector da ti esourarii pro- '""" lul,'"'1"'*!"e o aegredo de ioa alma, e como
de Per- Vincial. aineeraa louvadda. nao lamen) razar auaa confilen-
diooeia as tercas e sexias-felras ao meio da __ ril comman Jante das armas Informa o Sr. toiaa a9 liospedariW* da Mancha.
JosBenlodaCuriha Figueiredo Juoior. nispector da tl.Bsouraria de fa enda. O. macona polla- nao (em roierta nenhnma. Se
________ u'> n- 10 dn director do ar enal da guer- lem alguma preerfncia, conreaiara-o admenle ; aa
lUtmofknt dntin \h a. ia..ir. "' 'raBSlBittindo as Copias do termo de en- acredilam em ceito aemimenloa deelarmn-o aem
notoi ao ma i jatnro. I trega no almi.sarif .do do mes no arsenal de !">"' Qm Kao v, por exemplo, que o fraao
Heqiierimanlo do bacharel Francisco de Araujo todos os ariigis comprados lelo conseibo I de B*cillB Pf'iea amoroaaa-; 1'odaa aa veaa
Barros, juta municipal da segunda vara, pedimlo administrativo no mez de dezf ti
se prorogue por iras mezes o prazo marcado para no pass^do. Informe o Sr.
a apratanueao da sua cariaConcedo aosuppli- thesouraria de fazeoln.
canto mais trea mezes para a apresenurjio da sua lto d* C3m3r* uiuuicipal di
brn rtii an '*" ""* P*uu me|dioao dep-r.i coa o mor e en-
inClau.iiv., 1 contra-* molla va,. par que proncura-o eom obati-
mspecior aa n,cA,_va.,epi aiiim ditar, em derlain.icOei
|apaiionadas ; a mokiea de aoa venoa ail-mina se
Booito, pro- I cada vaz maii : elegancia uabilaal de >ua dieco
pondo alteracaa na aclual lintis Je correios augmento ; a palavrW humana nao lem maii eipr'ea-
D no sentiJo de ser a
ilo do mesrao, pedmdo 15 das delicenca com d, parj ,quella viIU v
veoetraenlos para tratar de sua saude Passe, Jecorreios qun se enca'i!na.Xu scad^'"^ 11101 mmele mil asMhaa: pana palas aceas
carta, na forma requerida .
corre*pooi
a c ni li/.i
quo se ene
porlana concedeno ao supplicanle 15 das de li- nao pela di Victoria, como he.
canija com vencimenios pira iraiar de sua saude ; mente -Inrormj o Sr. admi
devendo corneja r a gozara dita .cenca no prazo i corraio.
de 15 dias.
Dito do capilao do eslado-maioj Francisco
Haphael de Mello Bego, requereRdo o abano da
etapa, que al boje nao lem recebido, mas o que
ss jolga com direilo em iude da nota priraeira
das observaces da tabella do 1 *. de maio do aono
passdo.Informe o Sr. inspector da theseuraria
de fazenJa.
COMMANDU DASARilAS.
4aa araaaa de
clfa, ana 1 y e
^rtel a^aeral do omaaamilo
Paraaaibuca na etdada da Ka
Janeiro da 1850
UltDEM DO DA N. 18b.
O leante general coramaulame d < armas decla-
ra que aobre propoala do Exm. Sr. jrigadeiro Jojo
encia dirig- I**** Para primiri que elle sent. E asa preocca-
oart I i una paa" h,DUu1 rfai biiiOea amorosas faz com que o
i poeta commeta m
man dramticas em v-laa, esboca prasaa o oa
, ctu"'" l'os eeulimeotoi do eor.clo homano. tanta presia
airado do lem de eliegar a'a auba scein de galantera amnvel
da foneso cime e Bieimo de paiio culpada. Qoem
ii.io v qua a preoeiupai;a.> li.ih.tual de Corueille
sao as ideas de hnrale dever
Esa alma grande Lqnece marcha do sao dra-
ma : quando estio eiiiregoes a' aiguma em 15J0 do-
bre, ss saas parsouaseus nao peusam m.i< nos saos
periot e temores, e se embriagam a saciar -se com
Juse da Cilla Pimental iuspaator ger Ido rlilhari
Dito de Hendino Bonifacio Celesiioo da Pon-i .V^' ?* S"!,it""i*l~pM
seca, segundo sargento do corpo de polica, pe-
di ndo 20 dias de liceoca de favor para ir a cidaJe
da Victoria.Nao tero lugar.
Dito de Joao Domingues da Cruz, ex-cabo de
esquadra do exercilo, padindo se mande que o di-
rector da colonia militar de Pmeoteiras Iha entre-
gue os seus litaros de divida de fardameoto que
esli juntos a um requerimenio que se acha em
poder do raesmo director.Informe o Sr. director
da colonia militar de Pmeoteiras.
Dito do bacharel Jos'Rodrigues do Passo J-
nior, juiz municipal do termo da Boa-Vista, pe-
diodo 3 mazas de liceoca com vcnciraenios, para
tratar da sua saude. Passe poriaria cooeedeado
ao supplicinie 3 mezes de licenca com veneimentos
para tratar de sua saude : devendo comtcar a goza-
la no prazo de 30 dias.
Dito de Marcollioo Alves de Sena, preso para
recruta. pedindo aaia 15 das para apresentar os
documentos comprobatorios da sua isenco legal.
Nao tem lugar.
Dito da Cosme das Trevas Teixeira, terceiro
escripturario da thesooraria de fazenda,Passe
portara coneedendo ao supplicante na mez de
licanca eom veneimentos na forma da le.
Diio de Francisco Gomes Ferreira.Volte ao
Sr. director do arsenal de guerra para mandar
a Jmitlir o menor de que se trata, preheoenendo-se
as formalidades do regulamento d 3 de Janeiro de
18,
Dito de Jlo Baptlsto dos Santos Lobo e ou-
tros. Dirijam-se os supplicaDles a quera compe-
te, na eonformidade do artigo 34 do regulamento
n. 361 delftdejunho da 1844.
Dito de Boque Soares da Silva, alteres addido
ao9*. batalbao de infamara.Volte ao Sr. ins-
pector da thesonraria de fazenda para mandar pa-
gar, de eonformidade com a sua itiformacao de 12
do correle, sob n. 20,
OiDeioa.- 809, do tenents general corr-
mandante das armas. Volto ao Sr. inspec-
tor da tnesourana de fazenda para mandar
proceder a indemnisar;3o como neste oflicio
solicita-se
Dito n. 4 do mesmo.-Volte ao Sr inspec-
tor da tbesouraria de fazenda para mandar
erfectaar o abono na forma requerida.
Dito a. 38 do mesrno, ioformaado o re-
quenmento do ex-solJado Manuel Pedro da
Silva, que pede se Ibe man le dar entrada 00
hospital militar para ser tratado.- Informe
a administracao geni dos estabelecimentos
de cardarte
Dito n. *3 do mesmo, informando o re-
querimentodoalferesUaooel da Costa d'xf-
fooseca, que pede indemnisagao da quantia
de 409 rs. qua despendeu com comedorias a
bordo do brigue baica Hamsraca aoseatra-
jeoto do presi tio de Fernando para a cidade
de Maceio.Inrorme oSr. inspector da tbe-
soarana de fazenda.
Dito n 1157, docbefe de polica.Volte
ao sr. inspector da tbesouraria provincial
para mandar pagar.
Dito o. 27, do mesmo, informando o re
querimentode Maooel Antonio Jeronymo
--RemettiJo ao Sr- commandante do corpo
de polica para maular inspeccionar o sup-
plicante, devolvendo estes papis com o re-
sultado da iaspeccio.
Dito n. 35, do mesmo, a presenta ndo as
contas das despejas feilss no mez de de-
zembro lindo com os presos pobres da casa
de detencSo o* importancia de 2:3239400 rs.
Informe o sr. inspector da tbesouraria
provincial.
Dito n. 38. do mesmo, apresentando a
conta do aluguel de seis mezes, vencidos no
ultimo de dezembro fiada, da casa que ser-
ve d quartel ao destacamento da fregaezia
deS. Be oto, comarca de Garanhuns; com
o rornecimento de luz durante o referido
tempo, ao mesmo quartel, todo na impor-
tancia de 419040.--Informa o Sr. inspector
da tbesouraria provincial.
Dito n. 41, do mesmo,apresentando a con-
ta da despeza feita do 1 Je setembro ao ul-
r servir da ajo-
danta d ordaos da S. Ele. o Sr. irg od> lente do
4. balalhio.de arlilbaria a p J s Antonio Ribeiro
da trenas, em lugar do Sr. airares < o eorpo de es-
lado ma ur de segunda clnsse. e majt r da guarda na-
cional Alaiandre Augoilo de Frias Villar, que fol
dispensado deise emprego.
(Asaignkdo.)Joa Joaqoim Coalli 1.
(Conforma.)Horacio da Uasmuo Coelho, alfares
ajudanle de ordene, do eoramndu.
iha querido dir.ar a uliima palavra a tal re-peito. peaooilkada. Davia o autor applicar'.a ee a<- tenham pratieado, por mais bella, palavras que la- Franca, secretara de un ..., .-,.11,, r,-|.
Procuremos laze lo, ja- qu. M. Duinas nos ofleitce iimpto o lysttma da exaclidao da qoe a pon.-j fil- nham prononriado. accoea e palavrai s3o mu po.ca imporl.ole. uiise.. uu.ni om -- -,., ..mi I a
ocea.iao para lase. lavaniot ? Sun. se qouerinos.rapreienlar a vida ha- cousa. O que conmine a verdaleira craudeza do earopej. Quo non meen le !a Em recainnema do
t. antea .le ludo oluervare que^esse syslema de bilual da herona ; nao, aa qoer representar a .1- : homem, he casa forja tlente e sirena qua nrile 00- sea. s.rv u dtptraatic le.le um ton.alada Ma
reproducfao asada da loalnla ie nao lie liiiialmeule ; tuajao excepcional em que ella aa acha. Sim, ee I nlieeciiios. forga qoe lalvez nuoca e empr.goa em ircine.iialamenU li.e he cone.dldo, e aaaaa ir-
_ .m rque aelo 01*00
a um que vai, em lirere estara inmi-lro ulaaipatofi.'ia-
ainda rio. Sm 11:00 da lnstardo. tonga de preludie-r-he,
aaaaaBa,
t r le queiiar-ta da aoa pa ,
arta seceo. Sscretaria do governo v
nambuco, 20 de ianeirt de 1859.S. Exc. o Dito n. 7, do director das ol ras militares. I ilTl toaT^lZ^V^i*^*^' If^TiJ^V.V. **'""" li,l!r,"V Ecell.nl. qoer representar n'ella a"ind0,irla, o elimo, e'nr- urna plVvV.","o"qoV admamo.', tsaa h? o*h"arum aaaaaio atradae-rlllaa a 1um1.l1,
asolvido dar au- \ ^r-ndo o cilicio 25 do enante gene- g ^iZ^ZV^t&l.t tt&Z. ISSaMffl Sr^SC \ SS?S 'SlSE?. ^ q" '" I l^XgZ>t>\^EZT.
I cipaliii.ole de acr.,o e do pana... Pin romaneo o O dagarreo lypo poder canamente reproilozir I nralor, de>viai-vos Sella, que ulo ha digno de alten-1 chama aa contrario soa.e 11
rar-ie. aaplicar.coinnienlar, anin-1 bem ai icenas mccai.ivas da vlJa de Margarida cSo. A realidade uunca lio seolo uro sj roblo, me-1 E-e filho nalou
qoe aula m.i se vai ( versos dos jornae*. alradoa aoacaso no papel'para coiisar%art memo- ; eaeneulo de M. Uuaas .oieiii
,Z>,' ..o? "-" e->dii1e de mull- Margarld. Oaollhlar be Intereisanla : mo porque ra a facilil.r o ir.balh,. fuli.ro da compaaieae. tormos. .St ..verles C,L. ..-tar.e, ,...,
pilcar as convenacues, .11 confidencial, os monolo- he eorlezSa. porra porque ama, e amar para ella Tees o 01 dramas de M. Domas liba. Abundara depreis. por que om lia poderse f ./rr-ve, 1
gol, para explicar-noa aa sor.a peraouageni oo faz ; """ aaaaeaiaaaManuui 11 ,,.:...1^,1 ,.... .m i...i..______.________- _____. ________r__?.
um drama, faz om romooce dialogado.
Para inalhor eiprimlr o meu penemnenlo acerca excepcional.
, ,.,,.. r*^ -.w, .-...i ,,,... .i. 1 .c- ... ... liidi.i.i? uc .11. iromai uni. .-ihuu.Pin ueprt.ai por ij'ie um
idiQio eicepciunal. O prinrlpal inl'rea- j *m iiidicacOes, em notaa engeuhosas qoe^aiein pan- i honra 00 muudo.
devia porlanto liiar-se n'aaaa Ccondijao i sar cm ata bello livro qoe ato aaU feto nni nunca ; Si a pee,, ue M. I
he orna coodiQao escepcional.
se da pec.a
da differenca que upara o 'rama do romance, em-
pragarai oina c:npara;ao gronaira o inleirarflente
realista. Ha enlra om drama a nm romance a mel-
ena differaiirs que entre um acto ciimiuoso a a las-
Iruc5.au circomilaociada dei"e mesmo crimo por
um magi.lrado. A accilo do rrime, a paisEo mo-
menlanoa que o fez cnmmelter, eii o drama ; a e<-
plicaca da, cau.a>. a eniamer.15,10 daa circomstan-
cles que produzn-am a eecu(ao do erime. oia o ro-
palaviii a eameetU.ato ow7e"a."A "pra'oc" I ""","'. A "pr<"!ucr-;i''l ""l d" realidade nao he
copicaai oaSbaLapaaro ha a n.lureza, 'nto.r lo-' p0-""10 P0"""" n" ,!"""'0- Por1 a """ '"
OS R8TADOS-UN1DS E O P 1RAAY.
Historiando houlera o aconlecim
as repoblieai do Uio da Prata dor
I88. e referino-aoi a' desinlelliu
fcitados-UnldoaWey faraguar, diaaej
vernoi ragolaata oos/tre paizea vi
riam iii seuilNaW offkio< para o ar
amigavel deila Imprtanle qoe.1,1.1.
Comla-noi de feilo que o tlra.il. Confederacao
Argentina e o Estado Oriental do L'i agoay oHerece-
ram a so* amigavel mediacSo," se ur preclia, aos
Ksladoe-Unido da America a a' rebubliea do Pa-
raguay.
Cooila-nos tambara que a legaca 1 dos Estadoi-
U111 los neila corle respondeu a'i abirluras qoe Iha
1 iloa occorridoi
nte o anuo de
encia entra 01
moa que os go-
inliii. nflareee-
njo honroso e
foram faitas neile icnlido pelo acti)
doi nagncioa eitrangeiroa do modo
al Sr. ministro
rnaie amigavel,
e inleir.menle << acenrdo rom o ei pinto anterior-
mente manifestado pelo honrado
Me.de.
O Sr. enramen,lador Joaqoim TI101 laz do A mural,
nono agente diplomtico era Mouleiido, ira" "
umpeau no earaeler de ministro ra
btdo especialmente daqoalla mina,..
(fornu ilo Commeirio do Rio.
:r. R. Kiddar
a'Aa-
denle, iucuin-
litictaUm.
acto, por M.
O TUEAKO REALISTA
aO Filho Natural. comadia ara cinc
Aleiaudre Damai filh
Este Juque he om velhaeo. e nb emlaailn liro-
Ihe o meo chapeo ; ier' por qu* he velhaeo ? Nao,
he por aar .toque. Tal he pouco m lis 00 menos o
sentido (porqoe cito do memoria) de um peo-.men-
lo 110 qual um grande mnralula quiz fazer compre-
hender qua alteucas erara devldas 1 eerlos titula.
* a eerlas futiecea, meimo quando essaa ttulos *
fonec,e< sao propriedade da om Ira npolinairn. O
qfi* o moralista dizia dos Ululo* de 11
do suceeeao : tiro-lhe o meu chapeo.
ja legitimo, porra porque lie luccen
reria a razao lular contra a fatalidad
coniumado.
A nova comedia de M. Alexaulrel
leo* lera eilio, e desde hoja podem
aem multa uuaadia, o numaro de r
a cifra das receilas ; lela I he imporli
ram a aDama das C,mellis o o
Verificado como deve ser ene le.lt
rendido ao deo do auccisio ludas le homenagem
que merece, e couaidero-me quilla p ira eom o au-
tor e para com o publico, ei.f publ.co qua aceda
lado o que querera e aeeito ludo qoe Ihe dio. Quem
vaado eaae publico de ulho Iri.ls egoi 1 frouta cur-
vada, couformar-ae eom oa tralas p mamentoa dos
da a vez qu* aua forte lmagiuac,ae enconlra uina
emor-io nova, esgola-a lo.la aem ae importar com a
marcha do drama, sera pensar 0111 intmenlo que a
accio v.i eolangueceudo e que o intartasa do dra-
ma pode (car compromellido.
Todava nao pense M Domas filho qu* cilamo.
Kaciae, Corueille a Shakipeare, p;ra slabeler nlro
a sun pesioa e elles a menor comparadlo, para ei-
maga-lo pedaulescainente sob o peto deises grandes
iiome'. Tal nao he o nmo pemamanlo, apena, ea-
rc'iamoi de axemploi pira explicar bem alaramen-
t* o que solendamoi pela preneeopaclo doa grandes
poetas O dos grand** *scriptores, que qaa.i todos,
sao itlualroa deigoitoso* qoe quaada mesmo qui-
zessem, nSo poderiam ter loccetso nai mesillas oou-
di(0es que M. Doraai.
por aua ualurezi confua : obaoda em factos, em
detalhei, em eoiitradicres qoe lie neceisario re-
produtir sob pana de Iraiuforma-la. Se eortardes
um s drsse detalhei, a von* obra se loma iintne-
dialamenl* iueiaeta, incoiapreheuiivel a invero-
simil.
M. Domas filho tem lanlido roiii de urna vaz
ene inconveniente. I. a de novo a sua qaeslSo de
iliulipiri.il, n man mediocre doi seu. dramas, coin-
prehendera' qoe se 0.10 leve bom xito, foi por ter
qnerido ser del a realidad* e polir os fastos que
iinne 11.111 a marcha do alo drama. XSo, o theatro
11S0 ae pode ecommodar om a realidade : porque,
para existir precita de maior anidad* que os raaia
gneros Iliterarios : algons caracteres, urna paii3o
domiuanto, urna siluacSo nica lao-lhe auflicisnlsi.
Eise o poni saliente qua ara Decenario por *ra
evidencia.
O qu* fea M/'Aleaiidre Dumaa filho deiie at-
sumpto a.lmiravel. too proprio para tentar um ver-
dadero poeto T Qoiz ier fiel realidad*, nao qulc
deixar perder nada do qoe liaba vl,t e oovido.
o iera". Far-araoi (olavia urna joslija a M. Damas percebi.
Iilho ; elle lera a seu servido ara in-'.roai'iuj del
dagoerreol\po, purera nao o arresta 111 iulerai t-
meme .ubre ludo que ie agita em ios piesenca.
Nio imita serlos dramaturgos qu* de.eiih.ra con-
fuiamenle lodoi 01 imbecis faltos oa verdadeiros. in-
A compoilcla dease dlaaM
lejar.
amas i.m ootre aenlido, ado 1
deixa mailo a de
ma-la ton Iriasifao O lom dos teatim-utoi
aclo em acto.
A erooco, era vez de ir ao(rn*nl*ad* al o d>-
-- ,~.-... ^= ....# v vwt.uv. tareaaaotet cu nao, aue vem destilar. Elle S'be da-1 *---------- ~~" -"".*.
Em eonttquenria molliplirou at par.onagent eos cernir o que he digoo de atlancSo o o a.ie he uiunol 'c,,o. aora*(a lago aa prirueira ocio,
n.alitanli- a--^_.- >..____..__.--*_ ( .___ii ._ a aa S__________ a- a I aaa, a> I a> lanvi... ^_a. a _^______t a-
incidentes, circn Marginda Gaallliier de ludia
vulgaridades que companhnm aaa vida hahltaal.
Nao i nao panino um momento em engrandecer
tramformar 01 lypoa que quena reprcseular, como
conservou-lhea u.i liocuasem ordinaria.
A exprasiSo d* qoe a paiio espontanea aineera
doa doui amantas aa revera, he falla dt todo n-
terin*.
M.irgarida falla, como loda ai mulliere de aoa
condico, urna llotcoagem banal,, mixt
de-prtzo. O ieu anico defoilo he apegar ao que vio,
nanea procura fazer uto de aua iraaiuac,ao para en-
grandecer e tranafermar o attaoaplo qua a realidad*
Iba offerece. Grecas a eaie disierntmeuio, laaa in-
icacOes da caracteres, de peraouagaiia, d* situ.ii.
mais
aito lempo no segando, valla ruiiaunla"
le .-eir Jaiapparec* noa Uoot uliiraa., para dar
lagar a orna uUgria fora da propaail* tai etal.i
revollainlo.
Iste todava ainla n i he luda : ha doa* arieaai-
al'
draralicas, tao quasi aempra Telizes ;'mala apezar ro* aeloi. oo anioa, doai expoairoes, a (at i
de ta lo nao passam da indicicai. A per, a Diamn que "U,V Jeu ,J ,e0 P"""ra* art* o Mato da,
de Ljs s ha urna prova irrafutavel do qu* digo. M. P,<,,08, Se he riologn, he n.uilo ciaaprtdaaaaa-
Dumss qua n ja a* angana na esculha dos seus a.- ,no """'o ee lanta. U e.|.-ct..l.r o*ll* aaa aa-
sumplo., se engaa aeerca da msneira d* trata- I"**0 "c&" uJ deaeuvolvimeala espora. Ar.-
7. -- ..aa.aaaai V| Ullld a'ttl'll,.! P lilil;
^.7m..,.-!1^_--n0l", uea} poderiamos aponlar-lhe \ Sei qu* ee poJeriam citar >l"omas icepcOes illas-
Ira, o exemplo de Shakspeare, qoe nao tome a
ibreza, digo
nao porque ae-
Debilite que-
de um faci
Damas filho,
ba prediier-lhe
presanUr^oes e
le) qoe llve-
leim-M.indea.
ido, ereio ler
iditar, le nao
munhas viva,,
nonot autores era voga, poderla acr
exislisaem prova autbeuuca e leal. _
noa comitales Iliterario* da restaurarlo a uos baru-
lhos qoe iiHenriqse III ernania ajuacilaram t
M. Alelan Ir Uomai filho, qoe ilmpre lem aido
falla, anda o tara', poda contar com a realitacio da
nona prophecla caminhar com outadia na vila. O
aceatio o ereou, formou elevou, ellie meimo na-
da dttpreza para leaanv'ol*r an al, com axclose
de loda aa oolrai, aqoellai qaalidad 11 que fazera
Com qoe v lenha bom enlo aa loo o. Por eiem-
plo uto tem escrpulo nenhoro : teja qoal fr o as-
aompto qua ae aprsenle ao aea penaatoeoto, lia ei-
ciia-o ruolalameiile e tira dallf o inilhor partido
pOMivel.
. He um Jacobino dramalorgo qua la.i reaua anla
meio iianhnm para alcanzar o seu firnL e qoe pansa
qoe o lm legitima lodos o expe.iteiitei. He lino
xperlo no ao servico do aeu espirito vivo ena
ousadia, en aplombu loberbo que a lama oa a for-
tuna dSo : couhee* aa mil maravilhaj os inaot Int-
melos do teu publico, os fracot por Onda pode le-
duii-loi e taba eomo ninguam loear ai fibrot qoe
podam faz-lo nr, ou dar-lhe um eipatmo lenti-
meolal.
Emliin, ultima e soprtma qaalidada, ene eiplrito
joven vigoroso nao t* preoecupa eom lenlimenlu
algom, com algama paixao oo convenrao social. Ol
(I) Theitro Realista,a aigaidea aqui thealro qoe
copia a vida real, a vida ordiuaria.
Do traductor.
eieriptore que nao recelara ler preoecopaedet at
qoae. te Irahooa a" despeno de toa habilidad* ; este
poeta, por exemplo, que lera corapoito draroat d*
iiicoiiia ricq se Iraiia too inhabilmaol*. e anda mua parto
de M. Damaa filho o autor de a Angela Anlouy ,
que, dolado de poderoso (emparamento, abaudona-
ta eom emphate, com praier, a lodaa na eraoc&ea
Memas qoe eneonlri, epazar da la gran -e habi-
IIInte sciencio.
Sao dessaa atoeirai que o genio nos faz eommelter
por man elevado qua aeja o greo em qua o lenha-
ioos racebido. Voluntaria involuntariamente coru-
Srumelie-ie o suceesso logo que se tem recebido esta
ilal dom. Vosia forte uatureza lrhe-voi e vot faz
eiorevar eloquanlet |.e laeos iuutan, voita piednpo-
altSu madilabunda faz-vot ptrder de villa o. actoret
para os quaes aicreveii; a quena d'arte, que aniei
da Iodo vui preoccopa, fai-vos riirar mil vulgar!-
dodea qoe laara agradado a mullidlo e que aorta.
menle teriara feilo o vouo luccesso. O bom senm e
o bom goito unem-se para advartir-vos que oa aeiili-
mantu nao te exprimam por meio de acalembour.
em voga, e qu* ai paliOea nao t* alliviam ua Ten-
cara por meto de lindel palavraa dras i proposito.
E.forr.aii-vai porlanto para adiar para eisai paixoee
e saniiraentoa a ipreiiao maia forla o mais lavada
em pensar qua corren risco de nao sar umprehan-
dido palo aapecladnree, a maior paito do* quaei
nanea seulio len.io paixdea mullo pacifica! e cojos
sanlimentoi sao os mala modestos. Qoanlo trabalho qoooto vot agradar, arala intereisant
intil, e como he nuil simple imitar M. Damai "
Iilho I
Eis um autor qu* no* lem preoceupado ; por mais
qoe a lenha procurado, anda naa dei com ella. Cr*io
quo a uuica que tem he f.zer Iluda* palavraa e no
maior numero poiaivel. Trata M. Duraia oa carac-
teres, os leulimentos a a* paixoas como fmulo, at-
soldadadot ; quando precisa dalles, cl.aiua-os, ape-
nas encommodam de tem te importar com saber se eitn na verdad* e na
natoreza. Tudo he miiii pelo melhor no mclhor doi
t.yinniiiios poa.iveu, porqu* M. Uo.i.a. fillio lem la-
vrado com fruto o seu pequeo jardira, qua he o
auccesio. Applaudam, o qoe queren mal 1 poda-
ra, he vardade, reipoudir-uo* algum eulhusia'ia do
fado. Peoaaii ler raiSo contra lodoi'.' Fazei como 01
mait, ioelinai a cabecav Nao, palavra 1
Um* iulelligencia qua nao tem orna preoccopacao
qU'lqser, nao pacca garalmenla pelo enlhusia-uio a
pela nubilidad*, e por uso nao temos qoe accuiar
uo lalentu de M. Domas filho os vestigios de nen-
lium deivario fo aspinlo e do eoracao. Suaa paca.
recommendam-te por orna admiravel aridez. Seo
dialogo lem linda palavras qu* parecen) ttutelhaa
taludas do choque do dula pedral bem duras. Aqui
all ratgot de pau.Vi, purera qoe parecem cham-
ma. de raadaira aacca oo de palha. Em contrario u
le do Iheatro, que quer qoe o* actoro* de um dra-
ma esponham francameul* itai paixoet e daixem 01
eipecladoret ler era ma alma, tuat peraonageni pa-
recem lomar a' pollo oacullar quanlo podara os seos
entunamos. Parecam aampre recelar do seo rora-
>>, e por contegaiule comprtmem-o quanlo podem,
al qu* esta comprenso proluza algama explosao
violenta edramatice. M. Humas Iilho lem urna pre-
ferencia decidida peloe coracOet saceos e pela* pl-
idas tinhorai de n, quo sabem calcular o tuciesta
e eouter-ie ato o triumpho.
Qasolo i poesa, ola fallemos : eala' complela-
meul* auienl* da aaua dramas. M. Dumat filho ra-
fal vezet procura urna iraagein, a na vardade faz
bem. Ai poucat inelaphoras que te poderiam ei-
fralur ne seu* dramat sao modelos de empba.iae e
de ma'o goilo.
Qaal he enlao a graude qoalidaJe de M. Damaa '.*
A meima qoe recominenda todos 01 nonos autores
ro voga : apenas elle a ponoe em um gra'o supe-
rior. T*m bom olhot a iabe olhar ; (tm ouvnios
bem abarlos e sabe escalar. Pona* am instrumento
d* ptica oolro da acullica, que anela aobre toda
a *ocledade pariiient* : v, oave e eterave. Em orna
palavra, M. Dumat he o que hoje te chama om ho-
mem da realidad*. V o ouve consta carilas:
quera duvida ? Porm contenta-** com o qua v e
com o que ouve. 8* o incidente qu* eucoiitra he
dramtico, basU-lhe ; ae a pattoa a quera desenlia
tem om exterior ngin.il, e.la' olUfello. Na ver-
dal, admtra-iu* que de oilo para des annot que te
ducule ena'quaiian de realiirao, anda niuguem I*-
/
SCENAS DA VIDA AMERICANA. (*)
roa
abundancia dos delalhet, o qoe tervio-se no Ihta-
Iro do procinn da analvie : porm a' niuguera
acontelhoqu* invoque oasa exemplo.
Sa o lyatema da reproduc;ao eiacla da realidada
nao ae appliea igualmente a lodo* ot geuatot Ilite-
rarios, lamber ua > te pode applicar a' lodat at
eoiidicdet da vida humana e a' lodat aa tiluacSai do
corarlo humano S-i qoe he mui difficll, determi-
nar a< arcotioes em qoe um arfitta deve aer oo a3o
fiel a realidade : porm ludo o arlisla verdadeiro
sentir' por insidelo, sem o aoccorro de grandea ra-
cioeiniot, qoe icenas e que eanclerea eiigem urna
li'.'lid.ide lilteral, e que aceitas e qno raracleras ali-
gara qoe se aparto da realidade. Proeararei fazer-
me compreheiidor. Se amprahendetlea contar rl-
dlealariat, vulgaridades. paiiOet miiqainhn : le
quimil deicrever-me a feeldade, a miseria, o vi-
co degradante e surdldo, teda raaliat* vonlad ;
he vosao direlto, purqo ae am la*s assomploa vos
nfaslardet da realidade, chirria no dominio da
nlira, da fliidada e do artificial. O mal, a vul-
garidade e a lulice, sao cousas que devem sar lr.ui.-
ariptai fielmenle.
OVlalUellOel .a, paaMlA daa iluiiat da casa, ot
humildes interior, c* luforlonloi do um homem
da poueot mio-, os cuidado! mtiqoinhoi do em-
pregadn, o soiTrimenloj groneirot doa pobres dia-
bot, ,S> assuinplos em qoe o vosio ly.lema pode e
deve ser ippdcadn. S-de minucioio dsirriplivo
._ porque nao
deuareii de ser verdadeiro; porm io u vouo de-
tejo lie mo.lrar-not algnm grande tenllmenlo da
alma humana, oa mesmo tmenle alcuma mtuacao
moral nter,".ante, reuunciai ao vossu sy.lema que
nada mais val*. Ah .' infalizmenla a vulgaridade ha
a eomiirao humana ordinaria : porm logo qoo te-
mos nm bom aeiillmeolo, urna einocao elevada ou
lmenle urna velleidada de entusiasmo e de dasiu-
Urene, eicidemos o nossa uatureza urdinaria, e ta-
himoi de algama torta da realidade. E dabalde
procurareis Iraduzir-m eis. amocJio ou ose senli-
inenlo por orna copia fiel do loa exprossao eile-
rior.
lio tal a iuferioridade de nona alma que sna lio
guaeem ha tempre mfeiior aa eino(ee qua etpe-
rimenla, e por acato es palavras qoe noa eaeapam
uestes raroi moineuloi da sobro e^citaeao moral to
ura pouco menos banaea do que os que pronaneia-
nios lodos os das, a loda hora, ntt conversal man
iniigiuficanlaa. O erro em que lem cabido a maior
parle doi nono* man illutlrados drama(*orgos con-
lemporantoi. M. Dumat pai por exemplo, be jus-
tamente terem querido copiar a lingaagem da pai-
la*, do .tese.pero, da ira, in loda a aua exatlidao
e tal como taha dos labios homaoot. Julgarnm que
aproiiinari.nn mait da verdad* faztndo abato dn
intorjair-oa* dai phraiea enlreeorladat, daa palavrat
elliplicat; aoa tentativa lev om da de exigen-
cia. Reprodaziram ol grilot phyicoi da alma ani-
mal, porm na* *tlingiram poesa do* euiuneolos
que quariam pintar. Pertubafam, etoautaram, po-
rra nunca cominoveram. Urna s'tua^ao lavada da
alma, orna eraocao oobre nao oevem ser reprodo-
ziilaa materialmente, porm qaerein aer compre-
bandidat moralmeule : a realidade torna-ta imig-
nilicanle, mismo em terlot caaos falta, aa dSo he
interpretada pela inlalligeneia do poela. Se nto sa-
baii Uier a dialiurc,a.> entra oa assumplos em que
ease sy.ltnia d* exaclidao lilteral pode oo nao aer
pplicado, nao lomai n*m um cinzal, nem orna peo-
na, aera um pincel ; n3o lois era nones sereii ar-
tilla.
O Iheatro de M. Humas offerece-noi a prova da
aa.area.. qoo avaogamoi. Suat dual peeaa mait ap-
plaudida* alo a aDama dae Cameliai a o oDomi
Monde. A' deipeilo dos applaoeoa com qu* am-
bas foram reeebidas, eoolar-mo-hei a dizer qua
falto moilo para qoe ainbsi jenhain o meimo va-
lor ; orna he om raalodrama vulgar, pone* aossa
fallou a segunda para qoe fo.se urna obra prima.
Porque ? Porqu* 11. Damas filho applieou o mis-
mo eyitema a dom asioraplot que demaodavam atr
Ira la.I os de inantir.i difleraote. O niumplo da
aDama dai i; uneliai he o mait bello dot doui, he
o nico poitico.
Certamen!* a harona .lena drama nao he patso-
nagtm de naturezi mal elevada ; asta aollocada,
pu la-ie aisim diz*r, o* condicao mait baua degra-
dada, a sociedad* de qu* te carca he a vulgaridade
pa
causa da
lliar apaixonada.
A daipaito do tuceisio oblido. pode-te dizsr qa*
M. Duinai filho fol infeliz e fez um inlerutaole
melodrama qaiodo poda ler futo um drama poe-
lico.
J.i qua M. Damas filho inda qoeria alterar a
railidade para qua nao se limilou ao aaa romanee I
Dama das Camelia.!), onda pi* dfser lado! toa forra a lomar ;'como todos os caracteres urgufhitt
vontade, a que he iniiilo superior ao t*n drama I *tla' furiota por ler lido anginada a nao aceita o
i .ar. mi A ana. Iiqrimn .,, .....: __ ~ "- -"" uuc sa .,!. iiiiwi.r STIII lr VITIUJ, .------------------. --^--^
doeuto do paita, do au. s 1 1 qUe ""eiDe" < ".dignacn e d, eoler. coudas. O da ''"'* 1" >-p.lMa. a a aaaof*. are
fraco quanlo mait difficil h tatiafaze-lo, augmnula
aqu cora loda ai tentaces da eariotidade a com
uina certa neeesstdade de vingitica ao mesmo lum-
po raiiili singular e raudo natural ao carabao fe-
miuiuo.
Hianna de Lyt pensa e aeredila que lem omi do-
l itsumpto do aDemi Mondes reclamara pelo
contrario a aiaclidao mala lilteral, o dssla vez o
joven autor leve excsllenle xito.
No ..Hem Mondes ( matada do mando ) M. Du- que vera eochichar ao teu ouvidu cu'biraa
mas nao quiz pintar orna siloa.an moral, porm aem
publico
papel dt victima anim como n3o aeeila aa iconso-
lacOes qu* ihe offerece a sociedad, no maio da qaal
viva at ailulaeoe., at lisonjas facen, ib promoasat
inleressa-
Irimealo* de ama pattoa qua M h* iadiaeranf..
mi o acctdantot qoe enco'.iraraoi oaa taaia aa**.-
Kem, aaa roat da Paria. Jacaaet Vutaot e *na aaai
In-piram-iiotjuiiaraenl* o bbossb* g.a.ra da aal-
reateque nos inapira urna grisetl. *a|* saacSdio a-
b*mua-..u um pobre padrtire qa* caasrao aaj lerba-
do a baixo latliatama-lo* al* aar qoo I
moral da nter*.arao-nes por alie*, :
sa erectas humanal que loHreBa a i unas i alma phyeiea ravolla-s* aarlot* ao aale a
esperl.culiila dor. lodat as par*aaa,,aaad. paca
de M. Duina., to a banald.d* a valg*ridaat aaa-
ainileadat, quando prcorara xhin"
ALFREDO ASSOLANT
II
1 Tanlagcm qne ha ena
lev Abnlfeda sao texto.
(Conynoacao.)
A paqoaoa eldade da Oaktbargh he i maii baila
de lado o valle do Kenluky lalva do mundo in-
toiro. San clin *ipa(o.si commada tSo feilai
da madtira da cirvalh*. a se pirecam loditTafante-
mtole eom templo, gregos, igrejat byzantinas, pi.-
sepes, igrtjn golhicii, implnos pilaeloa de
Windsor. Adornara ra. extentai reetai, cojas
axlr.mldadea vio ter na florad*. No meio dtslai
inai, e aos qairlairbas j.d**ignad*t para aa eone-
trofOss talaras, apasesntam todas as eiptcits de ani-
aaaoa doaaeitieo, a tobrelu lo vaeeai e porcot. Et-
tas allimoi slo oncairagadot d* varrar a aidada a
fazer dtiappareear ai Immandiclai. Na diitaoeia
do earn paatoi das allimn cisas ass o Kentucky,
rio bssloole eomideravel, qae daa tea oome ao os-
lada. Corre no fondo d* am valle tflo eitreilo a
to profundo, qu. nio juera v debis* lenao ama
Ola da seo por etma da e*bei. lima pon* pensil
reno, ai dan margeos ns altara d* lr*solot pos.
O llaglo e John L*wit aparam-ie dtanl* de
urna cata da boa appareocia. A porta abri se, e
om malalioho appareceu para receba/ ai ordens de
Aaaeia.
Dltk, vai ludo bem ? per/ronlou uta.
Sim, aaahor.
Faaa entrar esto aganttomans pira a illa, a
dita toa eaahira, que apparaca. Mu charo Liwii,
() Vide iTiarto.n. 15.
voo apraaanlir-voi a ama das mais bellas mala
ipiniuoiai mocxi do K.ulucky,anu Julia Alva-
raz. Dai-ma os agrada.-iin.nioa Ua lo ji', oeaqo.-
cti por ura morando Swadeubory ; ella nao ama o
Punanos.
Se est longe da Dos, di.se gravemeule l.t-
wii, Dtoi a Iraga para parlo da si I
Mtu amigo, Ha oto eila longo, ntra p.rlo.
Tem vi.le annot, h. bella, rica, g.neroia modo
boa salliulica. Goili da mista, da msica a da dan-
ta, ama o prximo, o-qoo ha anu raro ueal. pan.
Infeliimeuie lem tanque afriea.o am tuat vrat. Sua
mi era lemi-branc, eicrava d. um hespanhol de
Nova-Otleans, o Sr. Alvaros. Etto mislora d* aan-
goe afrieaao a exclu para sempr* da alia tociedada
di 0-ktbarch. Kn ugtnlltman de borra, qu*
te d.vorraaa jolgar falizei d. podenm beijar a aola
da auaa bollaaa, olham para ella eom detprez*.
E tendea animo de nr no amigo lito he
bello.
Nao. Soo franco;, e por etla Ululo iloa fura
da le eommom. O qaa terla offentivo par* o
Americano, he para mim orna divertida eieantri-
cidad* ; pano por ura original, *is aqoi o caso.
Por ventara moraes com isia moca ?
Sim ; iou iea socio.
Dick tnlrou.
Senhor, mili Julia qasr fallar-vo*.
Acacia labio da lila ; o ingtez ficando i ouvio
am leve luimrro, toma o lopro d* brisa ; em ora
twijo : na m.lo oa not labio. ? o bom I.ewis nao
pode decidir a quetiao. En* beljo foi teguldo de
ama eonveriarjio em voz balxi, que dorou algom
minuto, finio Acacia vollou dando o braea a
mm Julia.
Como era baila I Saa ailalura ora delicada e fle-
xivil, toas oipiduar largat a ten uio admiravtl.
Todo o tea corpo, divloameolt roodtlado pala na-
loreza. linda a arredondado a a firmeza do marmo-
re. Saa Bf ara ehaia da utogria, d* graca d. ani-
madlo, era seductora e volnplooia. Em s*oi olhot
adeviohava-s* todo o ardor do tanga, africano e
beipanhol.
Mii Alvarez, din. Acacia, pres*oto-vns Mr.
Joba Ltwn, inslez do condado de K.ut, awedenbor-
iiutus de profusao mea amigo ha vinte a qualro
horai.
Vonoi amigoi lero iimpri o tniui, dista Ju-
iniciar a pallco not coitamet da certa tuciadade
perdida no meio da populacao parineme da uina
tociadade artificial que viva de mentiras, de aducas
. de falia. apparanciaa.
Sera loucurs querer inUrasar nan* etpectacalo
ootra (acaldada ilra da cun. s.dade.
A curiostdade exig. que em lal anampto mos-
tram-lhg a verdad, uua, i.m conildera(ea ntra [
hypoeriaias detd. as pnrotirai setuaa do drama asta i
decidida a saber lodo, qoer ir al o fim da re.-
lidade.
Alm dis.o, at pertonageni perderlam todo o in-
lerene, sa nao fottem ropiadoi exactamente, por-
que a ma poaita (per;o disculpa para empregar e.la
palavra) consista justameula em aaa infamia. Se o
autor qustate altertr aiguma coua era iuat phy-
tionomias, te quizen* modificar ine.mo ligiira-
menle a r.alidade, tupprirair-lba a roail pequtna
coota, uo mesmo inilanl* as perioiiagana 'te toina-
riam faltas.
Tudo h. bem observado necia paej, caracteres,
incidentot, linguagtm o autor soube" avilar u et-
colho em que poda naufragar, i,to be, a ac^ao. Era
para ttmer com .Qeito, que um anumplo que exi-
ga 1,1o grande exaclidao nao folie tao capaz de pro-
duzir oma luccenao da seenai interinantes tomo
um drama verdadeiro.
i autor triomphoa dene perigo lodoi ot doti-
ihes e ludos ot incdentet qoe obtervou (oram con-
tratados em ama aeran slidamente ligada e modo
dramtica. Acabo de ler u Deini Monda ; he um
bello drama, vivo, ncrgleo, bralal ; ha obra de ara
homem que conhtee bem o i*a aisoraplo, que lem
bous ulhot a tpiriloi firmen.
Ja qoe tssa qoetUo da a reilistno era liltentara.
m. permit* paitar em revine, o thealro d. M. Du-
ina, filho aventurar! anida oma ullim i ubservaejo.
Temos valo qoe easos ha am qa. o syslema d* exaa-
liddo lilteral he naceisario, porm que ha oulrot
pelo contrario, em que le torna filio Dapplicaval
emfira qoe lodoi ui gneros Iliterario! nao o ac-
eflitom igualmento. Elevemos nm pouco a qoeitBo
. vejaran! orne em qu. proporcao o anilla devi,
em regr. gir.l, all.ndtr realidade.
No mando phytico a realidad. oBer.ce-noi cia-
tat eoroplifn, ai quaet o arlistica uada pode acrai-
ceutar, so loma cada urna dellai itotodamenla. O ar-
tilla n.da pode acreiceular a ama arvore, a am ani-
mal a ora rara de luz, e no entonto aperar da pra-
cis.lo plstica qu. diiliugae enei diver-os objeetoi
lomadot indivi lualmente, tile modificl-lhes a phy-
lionnraii tegondo o modo porqae os r.ane. Sem na-
da aderar ootdetalh.i da nalorezi, mettiuorphosia-
lh* u lodo. Por bem ou por mal, roiga lobr* a ui-
lurea. Se ana ruceas I.m lugar para cum obj.cloi
moilo determloadoi, mallo completoi em ii metmoi,
qua nao preciiam que te Ihai ncretcanla coui. al-
gasia belleza o que pareeirlam oppor a uuagina-
5io nrat retiilencia iuvaneivel, o qai ieri qaando
o artilla te acbam era face da naluraza moral, and.
d-do he fluido, a onde tudo muda e ntodiGca-so a
cada pastu 'l A uslurtza moral da hornera nada off.-
rece completo, o u3o pode lular, no qua loca i p e-
eisao, com o objectoa mait lenlos ds craafio. Urna
podra he iufioiUm.nl. maia completo qoe o man
acaulaado carcter humano. O qa. be qae a reali-
dade da vida humana podi olTiraeerao arli.la a ao
poela, valo como a nona uatureza moral aada tem
de mulavel e acabado ?
Simplesraenle indica;ei. O qae miit princlpil-
raent* idinirnmoi no* horainique encontramos, nao
h* o carcter qu* un apresmiam, porm aquill.
qoe notdaiiam tuip.itir. Seria moitas vozet em-
pregir am mo m.lhodo julgar homeot conforme
qae tem ftito oa I.m dito ; por maiorot acee. qu*
daa e detejot egoilli. Seu eoracao qa* nanea pou- rulad* t*ruam~-l odiosa,. .NMa ai* aarlaila
de expan lir-.e, lien a' para tempre fechado a rae- conforme* a naluraza humana ; qaando ao-alaan
caiuim.ui pro-nrara sieudir a vahtaridaoo para q*
foram leda* sao paoidat den nrgalaa lora o ara-
puntu turnan lo. imme li'timenle adi*.*a. Toa*
sao as personnazeni d* fi:h> natural aaanla a.
lia graciosament*. Dick, mauda trazar ihtrry.
ViDdat da loglatorri, teohor f aeraieenlou ella.
Sim, mm Aivtrez, ha ura maz que cbeeaei.
Venli* pregar a abol^ao da ncravidao no K*a-
lucky.
Julia corou raordau os labios :
Callada 1 diati u francz, nao tratemos disto.
Disse eu por acato algama asueira pergunlou
John l..wti a ti mismo
Como couhectii, Aneii ? leplicoa Jada.
Por um acno. Sim *oohecir-ma, salvuu-mt
houlem vida em Louivilli.
Querido Piolo 1 dina i moea aparliodo l.r-
namiuie a mflo do -liogoU. A queui nao ten* prai-
lado servico ? Seolo fooset tu, siria ao ho|e is-
crava do infame Craig.
Bom interrumpen o lingota, contar-me-beie
depoia si i velh.i hiitoria, livtrdea lempo para
itio. Querida Alvar nao faersd mim um hroe.
Sabis parfaitameule, qua nto son mais do quo om
feliz espeeoltdor ; mpratto mluhat bou icc.de* por
jorot elevadoi.lTirei-voi do poder do palife Crng,
mas ou vosa tocio ; lirei John Ltwn dai raaos doi
rowdiea, mu quero fazer que elle pregue em nn-
oha groja e augmente ot ineus lucro*... Meo bom
wed*uborgu*nti, permilli qa. a vosto reipailu
obre livremtu*. Vou mandir abantar o coutra-
mislr. d. miaba fabrica da plvora.
Manda, diisa o inglez.
Dick, val chamar Applelon.
O c mira-medre appareceu logo. Era ura ho-
Qde a dmiraca eila Por venlora pode-s* offeuder
a ama negra t
Job* empallideceu.
Apptolon, diaio friimente o (ranee/., eu vot
d.vo cen dallara do voaio ordenado detle iu*z. A-
qoi o lenJts. Dick, bola-o p*la porto fra.
Dirk i. encainiuhoa com retoluc,to. Appliulou
lir.a da algibaira om revolvere.
Se eila cao tocar me, din. elle, tualo-o ira-
msdiatameote.
O mulato recooo .tpanlado.
I.ewii, dista .olio Acacia, teod. a bondad,
d. lavar daaui mili Alvarez ; vamoi divarlu-oot.
.\So, exclaraou Jolii, nao sahirei. Era uoine
do cea, senhor Lewis, einpadt este combato. Elle
iiiiieruvel o qutr anaasiuar.
Nao lentiai medo, querida Julia, dina o 11 u -
goto sorriudo-ie ; teoho imantado firai mail bra-
vn do qaa eila.
E armou tambera ara arevolvera.
Applenlou, conlinuou lie, oove e cotnpre-
heud.-me. Se adrares, i. fizire raedo I mu Ja-
lla, far-te-hei tallar ui milo, da eabeca.
Appleuluu lie.it iu. Conheiia lamia Acacia ;
mat tintn vtrgonh.i de reeuar. O lingot .uiami-
ohoa-i* pira .11. atrev lamente arraocon-lh. o
rev*lvar.o
Sai daqni, mseiavel, dina elle, da' gracae 4
presenea d* mlss Alvarez, qu. ma irupsde de Iralar-
*, como mereces.
Applelon iiliu cheio de r.va. No momeulo da
mam de eis pi de altura, magro, laceo, di ir si- 'tenar a porta, vollou-se :
vno ; olhoi pirdot ioterradoe debaixo de eipenat | E vos. defensor dos negrui, dina elle, lomai
entido ; algum dia dos cnconlrartinot.
Qoe tisnifica etla anuici ? dlne John Lewit.
Nada, retpondeu Acacia. A serpete nao ou
noa qua om dia uura, por um acno fatal, am ai-
aeulo de paixao tincara.
Neo* dia etla aa perder, nao por eQeito do euln-
vo ou era rauraenlo dt desvario apaixooadn, porm
le proponte, cum pramadilacao, cora relltia.i, com sao inaigaificaniet, So odia-as. Mr n puta anta
"iisciencia plena a nteira do acto que crame,ler.; tutci'iae domiuam mana nt rararloreo. FUh a**:..
o urna causa pideria dala-la, o dever ; perora he I qoe se paata mter.nar so rota Mlaaeo-a o *aa> -
lal a sua du-cao qu* por ene lado julga-te liara eeeeorre dot cirarier.,; porm atit iatweaaa be
toulior* elitolaia da .i por liso que o auaa ule pa loJo peona a na., ta r ,rae ir aa il.aelr-. nraoa
ra .om o qual lera oolroi deveraa, alera d .s .levares' conlr.i-io.
daroiiveneao, nanea Ihe impoz mnhama obrigicSo, | Sao* M. Dumat qua aeme n aa m lid raan a
quer p*r tioi discuraos, qor por sua conduela. To-' poca* m qu* at ailuarfto* a ludo e os CHrrtare~.
dai os trajos dce carcter nutavel sao indicadm no ', aaoa ? .Nao ie chamara .trama*, eharnam aoeln -
drama de H. Duma, mas infelizmente sao apena. Iracol,
indicadot: elle piuluu-nos a personag.ra exterior.
porcm nao a personegein moral. Em vez de ura ca-
rcter profundo, logno a verlaieiro, t-mn uina
raulhcr iriilric.i, anicular, en nina palavra urna
perionagem aniel diveriiJi do que enternece ora.
M. Huilla, piasen ao lado do sen aaiompto sem
aprofondn-lo, quaii sem eomprahtnde-lo. Entre-
lano, apezar de lUaiimperfeicaJes e mverosinialhan-
it. si. drama ka, na miulia opiuiao, d-p,ni do
uDemi Mondes, o melhor qu* M. Alex.ndre Dumat
filho lera pruduzilo, pjrqu* he o que tora plano
maia potico.
O Filho natural modo superior a' que.t.o de
dmheiro, he romo plano val>r lid-rano, nudo
inferior a' Idana ne Lya ao Henil Monde. Ha
ao meemo lempo ora soceesso e uina quida ; tueea-
to te coraperurmot ene novo drama a* comed qaa
te repreieutoo o anuo panado ; queda, ae corapa-
rarmoi ns anligat p.-ndocce. dramalicat do aator.
Ne>ae novo drama aeham sa loda as qoalldaJia e
defeitoi que lecuinm-ii i Mr. Dumat Klho : be o
me.mo talento ingenhoso e vivo, mai enrgico do
qoe vivo, linda maia brutal do qoe enrgico ; be a
meama aridez, a ruaaraa anuodancia de palavraa por
mallo lempo procurada! e felizmente acha tai, a mei-
ma amencia, ou te o qoizerem, o metmo desdara di
toda a pona. O realismo Irlaraph* ora ludo, o que
nao loma mirhor o drama. Ai persouigeni sao Uo
ran, qu* i* tornara abornciveii e odion.
Ha mal grande (alalo draraalieo no Filho Na.
luralu, porm s not dilalhei m cerlat icenat a em
eertoi acloi. O todo, o plano da peca, ha o mais de-
feiinoso qoe pode imaginar. ste drama peer
pela coniposican, pela eon**pca* a ptloi earaelern.
Era vez de dixer que o nevo drama de M. Damaa
fillm pecca pela coucepto, fora maii liraplai lizer
qu* nao exilie uclle eooeepdh. Ouvi a poca com
atlencSo, li-a com recolhimaulo de npirito, o linda
nao comprebeudo o que o autor quiz demonstrar a
leus espectidorii a a teo leitoras. Parecera, a an
a principio peoiei que M. Duinat linhi qutrido
eitigraalitir este cutlum* on tse prejoizo que pro-
hibe *o pai legitimar o filho uncido de am amor
(Ilcito ; qne qoitera mostrar as conseqaancias qoe
esta aclo da egoiimo poderia ter sobra a vida ult.-
nur do filbo, falsa policio *ra q*e *a achara' *ol-
locado por falla da ootra, ot obttaculoi de loda na-
toreza qu* Ihe nucilara' eisa amencia da um nom*
honrnio, a moa axclasio a qaa o mundo o condero-
nara'. O qoe faz a diigrara dos lilkos illrgilunoi,
he que nao ni tora qu* queixar-aa da nui pan, co-
mo tambem dos homem o d* sociedad*. O a, o filho
naloral de M. Uuii.h nao se ped quaixar nem doi
homem era da tociedada ; he mala feliz do qoe a
maior parte dot Dlhoi legilimot. He ronco, rico, io-
ductor, inleilige.ile ; todas portal Ib. sao iberias
lodos os coraron voara a' aaa panagem. En-
conlra ama mm;j encantadora na eilrada laz-ie
amar logo a' prmeira viita ; torna-i., por cama
dat tympalbiai qu. impir* a nm valb* p r de
HManer-
obrancelba. negras.
Applelon, die Acacia, de qu. vos qaalia.i
aqui'.'
De nada.
Soit rtgolirmeuta pago?
Sim.
Alguem vot ha maltratado ?
Experimental, le tendel a ouiadi, dim iu-
Mantenanle o onlra-mealre.
Vinmoi itlo agora. Mattre Applelon, offen-
detlet griveraeot raisi Alvares durante a miuba
auseucii
iara' morder.
Piolo, dina Julia, devnnos septrar-not. Son
o quem vo. procura lanos inimigot. PodnSo ma-
lar-vo..
Misi Alvarez, dista o francez, se n.lo sou mais
I voito amigo, tou adula voiso socio. Por eite dalo,
fioo. Qaa diriam em Franca, sa um vel.rino d'A-
I frica reeusaii. toa protec;ao a orai molher Corri
i Irn aonoi uo encalco de Abd-et-Kad
11" i irn anooi uo eocalcu de Abd-el-kadir, e deveria
Abracei-a a forca ; ella grdoa, apptreceu ene temer agora um Craig ou um Applaluu Nao, palo
mualo a ea saeadl-lhe a pella para amioar-lh. a | Dos vivo !.... vinde comigu, l.ewii.
nao la empollar com oque nao lie da sua couta. Onde ides'.' pargoutoa Joba.
A' caa do Jertmin Aodertoo. Meu amigo
John etto l'erido a ala o quero confiar ao doutor
Rrown, o miii ignorante dot morais. Miit Debo
rali cuidara de-He.
1 Jii rauda vezn i cata di Jeremas Ander-
luii. dlne Jalla ; mist Loria he raudo bella.
Acacia moslrou-s. ditcuntinli. Aparlsu nlencio-
larainti a ma.i da mora a saldo com o ingles.
. Man charo amigo, dits. Lewn, nao sois
por vanlora innao, marido, amanto daisa joven
dama?
Nlo, certiraeol. Sou sin amigo ; nida
maii.
I.twii luipirou.
He nm aojo do ceo, dina tile. Qua pena qoe
e leuhi cagado pilit irivit do paplimo !
Poii bem .' converlei-i.
llouve um mmenlo di lilaucio. O ingliz conli-
nuou .-
Qoem he rain Daborah Andirion ?
Vono medico.
/ .luh.il- 1
Nao. Min Deborah he tao bom medico a lio
gradoado, como nenhom medico dot Eitidoi-Uni*
dot. Preferit qae vot entrega, a asta chirlatao
Browo, qoe, nm ter vitlo am imphilhnlro, tira
orlado maii d. sentida pern mencin oo
yaokw?
D.oi me livr* mas urna mofi ha om medico
singolar.
Perventon dnse ea, qae era moca 1 Min Dar
borali nao tem idldl. Hl I virlo.le em pnsos,a
virtud, com oceuloa. Su fronte he rgida, ion olhoi
s.1o rgidos, loa bocea o sol hirba i3u aaalirat, tua
lez he a de um machonta. Ella lem a forma e du-
reza de urna tab i bim cipilhada. Siu porto be
dlrtilo e infleiivel como tua alma, amboa como
um maitro d. navio. Sen niriz lem a curva e o
gume do tabre. Se ella ptma em aiguma eouia, he
na raarlyrio ; to canta, ht am pialmo ; sa 16, he a
Biblia. Falla o francez, sabe eoter fazer doeea ;
ha lioda apezar d. tua magreza. Se soabnte eilar
callada, qoanda conven, teria peifeila. Eolri. le-
reit lempo de lomar amizade a ella e a toda iua fa-
milia.
Min Deborah eslava untada a Ha Milln na
aooipaiihia di sai joven irmBa l.acy. Vendo Acacia
lavaiiloa-se,apirlon-lhi a mo da om modo varonil.
No primero .eto dele mrlodrami, a*
i rnorli .le un amor lll.gilim. '.'.m na peqar- o
qu.i.lo, em qoe o rrein obitiloi lux... ateta a*
am berro m qu. durm* ama cr:-ra,fro*ta da aa
paixao ta.-i.i, ja volh.i d qua'.ra ana... tata tavea
cotlaanra, t;i*ra Vin..l. >rra a -eo am>ain, r -
|a visn.a t.r,iam-.e de da para ala maii caras, a
eiljat e.rirut vj osfriaa ,. K..Irel.nl. Clara atto
duvida do eora{aO do tu amante, tilo praoaodrn
n.r t-u n i ne ao inei'iao : na ineai
que ella exprime to. coi lia.n noa NIk^
lot da Cario* Slerny, col* checa.
Apena, entra, luapir. rnml-a a eapneUdar ad-
iiiire-aa como nobre Clara poad* aiu.r aaa le
Uo mi.era.el. Em ca la oma de un palavraa, *aa-
to-a* palpitar a ego tm o nada caarr. Kaaa par-
lonaiMoi qu. ae poda bem definir, i
cu ..ea.., ii 1,-in r. mprahendida bt
M. Duiaai qu* pviaaa em piular enea l)pm aat
dauoi que ao cumpo>loi da rgoiatao, d. aridoaact-
vidlaii* ; b.ntar-aos-ha retardar ao taitar o I
do era Diana da |,y*. Carlos Mera.y qaa val
recorra a mentira, para aiiganar Clara : asta I
oiiio, da ille, o ha 'arcad* a partir prra i
a sua forluiia. A *cea* da iep.rela ka a i
la a puaganla qaa h* poativel. Na U>
Uara oaaa ha qaa *a lave cima da 1_
aiaaria de oma griaatta qaa aasi ; p*r*aa
pilavrii dan. ddr tincara aehaaa eah* aa catara*
dos npactadaras.
Ealra a primairo s o oaauodo acto,f
ta s trai anus, e ranaa levanla-a <
na d* amor enlra M. Jacqaai de linany. tana) de
Clara Vignel, qa* viv* filis o era raldadai. aaas
qoe Ignora o stajado do te* alaciara!*, o ataac-
muii.ll* Hermina, propna i.bnuha da Carla*
Stornay.qn* boj* ja esta' vetavaoeo o soato val laida-
dti d* ambicio poltica. Ha algamaa Hada* aanaa
no eamo do* ...ua .p.iiinaJw, a falieltiasa* a M.
Duraai por uso lana mtu qca'nte al a punalo
oonea leva a arto da exprimir as pnie* ijatasaa o
purai. l'udaii anda lean pi ogressas "fall: aa Bai-
le duelo aa linda, uoiai, aiturnas ha bastale fassas.
Anira i ao gosto que Jacque oc-avolva aala a *-
perita da llarinine ai perspectiva da volMea a da
mone. que Ibe fa{a entrevar ae l*a** oaa aal
deav?
M. Domas devii sabor qae i Idei d* volata, a de
ruurie qu* am g*r.l ha adioaa ac* aaacibit. asada
o h man aoi ap.'ixo.ia lui.qaa qaaraaaerar aa -
laruidade da ventara, da mocidad* a* mor. Ca-
ma qoer que aoja, dovein** aaradaecr-Uta oaaa aaa-
iia, porqu* M. Dama ala ss dentar* anaile ao lar-
reno do. aentim*nlt Itaaoatat o eveorreaa fstajaaoa
le para o lama;.I da* paixSn calpavatt. Ello aaa
(icaria couleula nSo inlrodaaina n'algam l*.r
do seu drama, um den** iacid*ale* Oasagradavaa.
proprios reportar o nono penumem* pira nui aai-
xoet qot Iha deram seos antigs saeeanoa. Mo so
podo explicar tinao por ua
fez urna corlezi ao sea Compiaheire, aprsenlo j ea-
deirai a ionloa-ie.
Mita Deborah ara alia, magra, aKictada, ten,
virtooia, orgolhoia, ioilrada, davota e dedicada aoi
leot araigoi. Sua raai, raalhoditta fantica, a linha
man lado mallo ecodo para New-llavaii (Connaeti-
eol) pira caa de ama da anal lias, encarr.gada d*
guia-la na ortica de Intat as virtudes. Infeliainan-
le a lia d. Debirih era nrat loltairom, qoo ana
fealdadi sea homar a/.e lo Hollara redundo i.
celibato, em qo.m o celibato irritada toraav.-s.
furioto. Abarracia profoodara.nl. vi hura.ai, qne
11 ii liara deipr izado i deca mi va contri o can men-
t. Citava constantemente a Deborah o exemplo
dtiiu moltures tilailre*, qa. lera honrado o t.n
exo eom o mu dnprezo dos homant ; Joanaa o'Arc,
qa* livroa a Fringa do* Inglese* ; a grande Elna-
balh, mi Vrtlil stntidi no thruoo do Oteideiiti.
Sabi-M em Franca, que paixao toa ai mull.rea
amaneipidn de emancipar a* oatrai mulherei. Es-
ta paixao nada b. comparada eom a furor, que pos-
tuna slgamas velhas meilrai da Ioslalerra a da
America. A Irlara anido*, a interpretadlo da Bi-
blia, um myileci.mo denegrido, qaa s. aproxima
dos hystericoi, a agua gilida, qae perturb n fane-
c6n orgnica., o cb, qoe liria acabado a alegra
do proprio Kibellaii. a nivoa qui cobre eilei pal-
le*, o mais humilla do globo, a que faz crear urna
.umbra melancola, lado coi:tribu* p el use de ma'.liirn irrito veis, devota*, p? da ule, pec-
cadurai, invejoias, deiprezadorn e de.prcxidn, aa.
joi romiocei aot:eroi parecem ama feliz e pru.Un-
a mi.lura do Cntico dot Caulicot e dai lamanla-
r^es da Jeremiai.
Creada uesta escola, Diborab aprendea a citar o
Levldco o Exoda, ol Proverbio! d* Saloma... ot
qualro grandet e os deze pequeos prnphelai. De-
prezava a msica profam, o na* pudendo ubter i
harpa do ral David, abandooou o iunucenli puno.
Era compeonco estadoo a rae.lictua ; detsec.u,
tem petlanejar, noi amphdhealroi o loeebeu eu
diploma de iloalur. Tinh.i entilo vmle o son annoi.
Algum mezas depon toa lia raorrru dtiaudo-llie
qusrenLi mil dolan, e Daborah vulloo para a Ken-
latay.
Na p Cl, m qu* eemeji esta historia, tmhl
Daborah vlnt. e nove annoi; Ir. annot d*poit di-
riga a cata d* sto irmiao a edocarao d* aa IrmSa
l.uey, maii nuc qaa ella dota aaa**. Locy asa a
proprii innocencia. Era oma belleza loar* a faaei-
naule do iiorte tranr>tinlada para a tal diarad.
pelos rayut do sol. Da* graca a ama modoatio oa-
eaoladorat d.vaoa realeo a loda at aaa* patanal
Tiohi a le luc^ao irretitlivel dai fine da* i
Ninguam poda ve-la ttrn ami-la, e otl i
davia amar ama vea. L'm fr..i;a Uva para
pon per tancar nnSo a em lir.mara >*i i l>*o*.
Vendo Acacia, olla cora do pite* a i
Iha a mi, coma i. f. tac saa irsMa. O i
sado roana *ra com o* hana* a i.a a |
borth, atrevet-. aponai a locar lavo
prmla'do, dedos ana mo incauta .ora,
dianl* da* dua lrm."us. Depars d* tor
lavrat a bnloria du leu ricao. Locy Uulia oa .eu bel!. elbo* Hsot abro a
iiugolu ora urna mialara da adonrecSo o tiraar*.
Deborah comprehanden- o reipoadaa cosa asna es-
pele da fneza :
Ha muda lampo e.abafaaaii a aasapaaa a a
dedicaba* do leahor Acacia. N* Ma oaa qaa |
II. o pe no eaaiub* do Senhor, asea aaa
mana perfeilo.
Aceito o -osuno, dissa fraacaz, a pata aaas-
trar-vot rainbt pedal*, loas* liaordaS* do aaVa-
r*eer-vi, querida mitt Deborah, aU aajatia, ajaa
adtogar vicion*um*nta mi o ka au. Falo aaa
voi Oiz respeilo, mm Lacy, pardoai-ata, *a vos ta-"
olio judiado mniot porfaila ; diger-*** aa acallar
ti. urjartu profano, qa. na alaria offscoasr a
min Deborah.
A i-ias palavrat lirn da algiboira oma Biblia
magnifica, nca.l.ruada oo onro. o ata -nftmnbi.
que contiiiha om collar b.aceteti aa parola. O.
olho* de Lucy brdb rain da praier, e overa Da-
borah teutio.e modar.r esa soat proveaeS*, dal-
lando um ulhar de pezar para ae perol*, destn.."..
toa irmSa lalvez qaa livora d.aeiado |*ra m
m:iu i algom preal* roait mondan* ; iH.rqa*>,
qua luulher ronunciaaJaaaata a er baila? Ha la-
da a paru Hcouirata-i* Bibliaa. mo* oada p--
dem adiar parolas ISo gr.ni.i.t I:u branca, a i....
* na mar dat India., ao (.- ui lomaataa airaril...
que eircandim Cyl3o ?
rT'.-f/naar-ae-ai* .
la|aist**7z^-*--. ~** ~"

wmm*w. wLa.71
.V
^n


DIARIO DE PERNAMBCO SEXTA FEIRA 21 DE JANEIRO DE 1859.
a.ior, a trena em que nadan* de Sleroiy fax coae
confilenctai a J.cques.
M.dame de Sleraay que nanea leve mallo pai-
i3o por teu marida, procuron em oatra parla com-
penaa{6ec ; rhegou a lemo praiialo da nana de tan
avealuiat amoroaai, a nio lita reata pera empresa
eua linflaageni, sent opr o* aalloea am uro amor
telonio.- E l qoam esculla para lettimanliar eaia
Borle, pedir ai aerial eicriplaa, o* relratne troea-
doa ? a J.equea, uro mancebo a qaem ipenei co-
nhece, qeati um menino. He ao timplei crecilo
apaliniiad.de lea aobrinlia que elle revela et*et
ttiile* egrede* da deaaflei(to aurl.i dflraeae do
mor. Essa atrae ha umi dea m>ii aodaimeoia un
muran qoe *e leen pretenledo no Ihealro.
Coma ae encontraran) Jecquei a llernuna ? Co-
mo ai pailorai encontrara ot fillioi ilus reit noa con-
loe de redil, a tirada. Jicquei li panamo, Hir-
Bina vio-e ; Imiram-ai.
Paimoo* por alio cata leve inviroiimilhane,!, no
lando lO'lavU qo* a oriiulli.-sa marqueta dfOre*nac
* he lio ridicula como qaar laier cir M. Domn
quando ella diz qui muguen) ca* coin um Ii. mem
qoe tuconlie Da ettraSe. U> manei Ii is que te am .111
rio breve cataram. pvr que l.idos au&iliain seu amor
' eirepclo da vellia m iiqu-za, as, de Hermina,
i Bule* ueitoa que apei.r dos teot precooceilns lem
mimo coiDmain neite i|rupo de, cahecat anett. To-
das aleas periuiiauem rom efTeito lio falsa* e ver-la-
dalrat, e sii Um por anini raer orna parle de ver-
darle. A-mu o autor i t em scena am cerlu eondt
de Urgib.ic, par de Franja cujo carcter noi reporta
Bo< utiiiuot anua* He mu velho (idilio que au proeoron retiilir ao
aeu (Millo, qoe te eproumou delle, tomoo eua h-i-
btlos burgue/es e adoplou seus novot cuslames. II i
muilua delslhee virJadeiroe nttae carcter h quem
o autor n.lo eonipretieiideu at o fim. As pllerias
qoe o conde d'Otffebac dirige coillra u nubre/ i em
geral e coulia teut aulepasiados i;1o repugoaolis e
Ulan.
Silba H. Dumai qoe am fldatgo pode comenlir
em ludo, menot metter a ridiculo o aeu naseiroenlo
por mal burgiiiz que ae leoha lomado, na i id-
oiiile gra-ajot acerca da nobreta. Porm o raraeler
maie singular da paga, lie o de lleiiniu.. M. Du-
elas parece lar a' repeilo dat moCJii ai mais ilugu-
laret idai : apreitiita-n tempre como demoninhoi
alieiut da dtcnSo, de Tu nieta e utialiiiac.ag. Ua a
tercena vea qo titea pteit.i ene carcter inrerori-
nil, porque Ilumina he digne Irma, de Marcilla
do o lleini-1]onde i> e de Matlnlde da aQuislao de
diaheiro.
Beta 111051 Dio fui educada Da eicol.i do reapeilo ;
e*ta re.olvi la a ludo, mismo a mandar pipel talla-
do com ordena a' tua av e eeta forca d'alina nao a
loma ululo inleresi.iote. Todos jultuvam que o.
raelar dat anafes coneltlta em au l-lo : M. 1 > ,,,,,,s
pinta o eoBlrino, mas nt nao podeniot ser da tua
opinao.
Apparece nm cerlo Arislidei Frettard, notario de
provincia, traigo de infarten de Clara Vignut. no
<|ual M. Dumaa moderuiioa mu ingiBlioiamenle
ate animo lypo de ceiivenfio do Ihealro du ro-
maiire. lioiuam benvola a ssnsivil. Todava ce*
aeuher Aritlides he eauto groaseiro e prefttta ter-
ca do tai menlo opiuuei honetln, porm vulgares.
Blle he itirn te encarrega de revelar a Jacqoet o
t.gr.du da teo netcimenlo. O l.rc.iro aeto da peca
preludie ae ledo com o dea.pero de Jarqua que
pede um ame a no Pi e que nao pode oble-lo.
A reeiitniiacat da Jacqaes a' Slernaj, ai cenaurat
amargas qUe f. a' tai mil, 11 lagrimal qoe derra-
ma api wh icenat vieleolat, rompo* um quadro
le cominover a que unan 01 applauto* doa eipec-
l.iriores. A' dlipailo o morilisiu, et teaiiioanlot
violento! qoe o mancebo eiprima nao eao, na ininha
"pimo, offaoilvoi e eallo bem na lgica da iiiuncu.
Todo 11 huwim qui te echar na tiltiufle da Jacquea
l.illara' como lie. ttr/ a meama coleta ainprtga-
ra ot meeiooe topliitmai. Se lode a paca foite co-
mo lita larceira acto, t le lamo* qse dirigir eom-
primanlot ao mior,
Ot dout ultiaiai acloi preeneliem-te com a ptrte-
CoicJoqae Ctrlot Slernay fu a' Jarquis, agora ce-
lebre, e que atiba de talear 1 Kutopa da ama guer-
ra omnenle pela tai hibilidade daploaaallca, para
obrigi-lo a aceitar o noine qoe 1 principio Ihe reao-
ire.
Nlo ai pede imaginar nada mait cobarda e vil do
que a conduela deate miiiravel, que quer faier de
eu nilio o degrao da tua ambican polilica. Nlo
ha om gfllo que ojo teja odioso, elle nlo prouoocia
urna pitarra que no teje ditpretlvel. De cene, a
alma humana cenim aliytmot de baiiea, mat lo
ni loJana t he pottive deecer-se laolo. O pu-
blico he aam dgrida da minbe opioiio a peota qoe
nmilliaua etpiciaculo he (alio de lolerttae e de
moralidad* porque oavio eiiet dona ollimoi aclot
(riaqienle com cerlo movimanlo de eorprexa e los-
mo q* detprazer. Sa reterva leilemonhiva nlla-
minlt qui poaco le entreliiilia lum a odioip espec-
IiirIo qn* fia a que por honra da mlurea huma-
ua nao quena ua itiiteneii de Carloi Sliroay.
Tal h a filho N.tmal ; nlo hi uam um bom
nuil am rolo drama. Enlrelanlo he am tueceeio
V **** ,,','M "Dh* cem rPr,lnlecai. Porque
nlo ? A canon a a la publica procura alimento onde
pode aclia-lo. K11 lod.via a qee cfftraca ao p-
bliap, com a opine de comedia, na palria de Habe-
taii. de Moliere, .de Voliair* a da Beaumarchaii !
Pobre i'pinio rraaeex graade fidilgo arrumado I
hoja jante em meta ra looda. Perdoom-noi eete
eslylo realiiK, que cite' da perfeile aeeordu com
o anumplo qoe IrilimiH. Nei dias ordinarios jau-
la a nula a dooa toldas o al'illio Nalurala, a nos
das da grsnda gala anta a tres fraocot o eUnni-
Monde,
porm qut queda apoa ene trmmpli, que revetet
api essa forlona Stgui eeta Ticuldade etsencial
da ecouomia, esta soberana que he a caber;*, quan-
do o Irabalhi), o capital, o eommerctu etilo reduii-
dot a tir os umembroi, a obedeaer-lhe como etera.
vos, aegoi-a em lodat ai toas emprenta, em lodat ai
ipplica^ta que lem leulada entre en., e vede oque
ta ttm tornado em Franca. 01 atpiculadure, enii
hardeiroa direilot d'Aleaodre a da Cestr, graudet
aiperuladoret, como dii M. Proadhon,
linli e niii, iio lia urna emprere que o dolo e a
fraude nlo corrompa, nlo ha um negoeio que Dio
eeja ama eilada ; ereaoflo da fabricas, abertura da
minat, eonttratfao de camiohot de (eiro, eontlilai-
cao de totirdadet de segorot.
Em lodot eiiet valoret, analyaadm sacceaiivamen-
te por Mr. Proadhon a colado! na Bolla, nao ha ne-
iiIiuid qua nlo itlejt so cato de reptlir a formula
saleare applicada ,1 propiledade o diier com mais
15a ainda : A etpeculacjo lie n roubo !
Ha (iiiiivI nato <4mia Ka sautaia\ala____1____J>n_
juili
Emilio Montegnl.
(Rtvua des Deux Mondes.)
tgrienciqj e attt$.
A EsPECLAUO' E A INDUSTRIA.
I.Miuuil do especalador ni Ilulc por II. P. O.
Proadhea.II.O Uana'aadorat de dmheiro
por M. Osear de^VaHe.III.Slaliellca da In-
dutltia am Frauca, por U. Morcau dejoous.
A eipicolacSo, em notiot dita, lem fornecido lie
aniplimspie maleru para escriplot de lodo genero
qaa nata mmenlo faria am papel quando menoi
taaltl, qaam ea qoiiete* envolver neisa rrutula
aioliaiial eoBlra a qua chamam loucara preaeola,
te matme ata* ergiada 11 ashase cpmplelameule
ju.tibcada ; porm nlo luvera' aiagertcio 110 ata-
que, nio tara' ppporitino ludtgor-aa, a mal he
ta alent euip o dliem, lio peiigoio tomo o
*Pf onn t Ttiver qua se julgaa nr chig.iio a me-
nisolo, alo da clavar a voiem favor da eapecula-
cl, porm d 'Miagar douje vrm a para ande vai,
oppor, m lit pe-ancl, ama apriciaclo eircumtptcla
aut olaauaret ai*raaat que a perseguam. Theatre,
romance, proel, veno, ludo de elgoua anota a cala
parla ataca amor do oaro com e ardor a unanimi-
dada 4* telo qee aatea linham apresiolsdo em pre-
roaitar a induiliia, conqotla do Ierra pelo (rabl-
Ino da homam, o fainada doa gotot malariaei ptr-
milUdos iCMStiieis a ledot. ge > notaos contornes
pritlam-ta ao choro a ao ra, o drama a a salyra
Ijteui bem apotiaudo-si diilet; 01 vicios parlicala-
ni a ppblitoi periepftm-lhe, (ligelam-01 porm
ah nlo uararpiB a am obrn puiamtnla didatlieat,
riipiurai mait auiaritadoa au qoe jalgam le-lo,
lomanua a' par* Undineia qua noi arraila, qua
canclarisa a nona apata, porm qua eerltmiute
vam d mili langa, a ena a ooiroi eunelalram com
a lemiyel pie^ii.tia, da qaa t ooasa aocledadt car-
ril la abyttna.
Ai doas rtaiaisiloriai mtit amtara lorai pranuo-
ciatlas nata tiplido, ilo, sem duvida aanhuma, o
Hanoal do Eapaealador na Boleade M. Proa-
dhq. liare di M. Osc|r da Vslli qaa (em por
ttlulp o| Mtnuatnjorea ds dinhtire. Parlidee,doi
puoioi mu tppoiioa. al. Proudhon da iilrami ei-
querdi Bit eetambleai da lttiH, u. de Valle de
urna alia policio ua megitlraiure imperial,imboi
reeoahecea roeatio mal a concluem palia meemai
ctltilrepaist, am liafande tebre a moderna Biby-
lIH* ai imprecaeoii da llana, oolro. aapirando a
raprojunr tt eioqueolea porm iniliicaiti, adver-
leurni da Daiuatseao. O aoaeo lempo ha caraela-
r indo por illn da ama maoiira quati Ideallca ;
lie, pira o primnro oreinado I.un XV doi bar-
ganalpara a ligando ainda he prior a a eseollie
do mdala qaa alia sa esforc por imitar lembra-
noa 01 diai desistrotoi da regencia, que prece-
den e ieaugurou ene reinado de fuala memo-
ria.
Anim, quiado M. Proodhon po ach pin os
especuladores oulro molleo de esperar ama curia
ddaelo, laiei deesa llqaidacjo com qua 01 aineacs,
ttrlim naiaiapteidada dai elaim mednie na
inioceneii do povo -. como quando l. de Vade
pede ao principa om derradeiro aoccorro nioguem
pode deilar de procurar no fondo detaei quadroi, a
sombra da revolucJlu, e joiga jt ver lavanlar-to ene
phanlaima do poeta.
Sombro 93, anno eipanloio, que o primeiro pa-
rteo chamar eom o tenl daiejot, do anal o legua-
do noi aaiiera garantir. *
E ta nerecemoi loffrer 01 mumo* enligos qoi
noisui pala, atra' parque timbera tomos eolpadi ?
Ouvlndo-te tittilaraenlo eises doos aecaiadores po-
bheos, lano o nimigo declarado que qaar distribuir
a soeidsde preeeule para refaie-la, orne o magis-
irado Integro qoe aepire a reforma-la, parece que o
niel nlo lem mu grende intensidado, a ellei mat-
moi se encirrigjm de refutar umi pirta di mis do-
vidas.
II. Proudhon parle do printiplo da qoi a eipe-
eulaeio he ama eoasa boa am si, o ti I para todas a
oprorjaeltvaa, a qoe nlo he a leas olhos mrito me-
diocre.
( A etpetaliclo, diz ella, n9o he oalra eoota
mala do que 1 eocepclo inlelleclual dos dilltranlit
proeetsee pelos qoaes o iraballio, crdito, o trans-
pone, a trota, poiim iulervlr na produerjao.s
He elle qui procura e diicobr* por aisiin n/.ir a<
miiiat da riqueza, qoe invenaos miioi mais eeono-
roieos de edqmn-l.i, qoe a multiplica, qaar por no-
vo* modos, quer por sombioaedes da eradllo, de
Iranaporle, de eiiculicao. de Iruea, qner pela crea-
cao de nova neaenioaaet, qdr mssmo pela disie-
m nacao e dliUcaclo dat forlooat.
A e.picolielo, em ame pal.va, he o crgeoio da
descobirla*. para acbar de dimonilrar qoe nlo
ae engaa acarea da .na aaloreze, o aolor do *Ma-
noal do Etpeenladom aerescinla :
A e.pieuUeao he por leal', assancialmenle
oelealoriaa como loda ai eouiaa qua, nao Iluda
.tul.ncla acolo no enteudtmento, aipiram iane-
cao da etperitocia..
He da ceno ta glorioso dibnl a a etpceolaclo
elmda umi aliara 1 qut mUti loug* da aipiraV;
aj leimuia^ou ne ir inatlIU .
Eua concluiao, deve, l.i verdade, parecer singu-
lar depor do esordio qua virooi, e lie o cito de se
prrguui r- um, faeindade lo bella como a dei-
c^eveu M. Proudhon nao tnha pn ti lo predaatf orna
10 tonaequeneia acailavel para ua hommi honrados;
oa uao inerecn taet elogioi ou scus Irucloa nao san
lio amargos. Evidentemente o autor do < Manual
do Especulador i> ezagernu o mal, e pata corrigir 01
erroe do din do ten litro, na.ti lomar a ler o prin-
cipio. M. Osear de Yalla nao vai lito luuge; dis-
tingue entro a industria e e especulael propna-
mente dila. Qaaudo aos olhoi do primeiro deases ea-
criplores inoiallilai lodat at empresas commsrriats e
indu-lnaea pareecm hoja frauduleulat buninas, 11
honrado advogado geral no tribunal de P.iru reco-
nhece que nimia eitaleo em Fran( liameut que da-
vem eua riqueza ao Irtbalho itrio a .1 e,-.....,.: j, :
s pile a colpa aos jogadores, agiotas, esiei filhos do
ccaaoou do genio, em urna paliara aoe manu.cado-
rei de dinlieiro. aineula acha que aeu numero he
conaideravel, e lal que, por um aenlimtnlo ragilioao
e inon .reinen imitado do grande eee.ulo elle n.lo tem
eapereuja, para oppor um dique f ettat desordena
stnla no principe e em Deu-. Ao pava qu- f,|.
Proudhon diz do sen lempo. Ha o reinado |.ui*
XV dos borguezes o M. de Valle desajs que Uin
i novo MaMillon torne a comocar anle a a burgoeziao
I 01 seriiiocs qoe diriga aos o graude, sei.i 10-los
infalizmeiile, eonvaueldos nem salvo.
Ds cerlo a hurgoezia lem eommeltido follas, e
I pia-as ; poretn ser' |usla a guerra que hoie Ihe fa-
/em. e quamlo JiiKirim.i com oeilgore de cv e
i la violanaias do mundo, lera' por um fado qua Ihe
he proprio, e por crim* da que s ella deu a tis-u-
liiir a icspoosabiljda le t
I Ai allat classes, assim como as cianea infer iret
fieavain mais exlrauhas a essa fomsla I dlnhero a do qoa ai classes inedias, cujo poder aba-
1 lldo por dceus.cis ratroipaclivas e sem generon-
idade hahojeallendival? II,mi. cnenteme mal-
lo que dizer, a essa rcapeito, a eeria o cuo, a pro-
posito metmo da eiperala(lo de pergonias como ou
n ora a reapeilo oat clisitlleteoea polilicaa, onde co-
meta e onde acaba a burgpezia. Porrn. aem pro-
crennos lancar quer sobre os de-varios do poder
qoe libra a entienda dai maas. s, quer emlim sobre
avidez imputada tem rallo tmente at classes me-
dial, os ezcessos a ptrigoi da eaneeulaclo. nos parece
que deve ser bom. esludar mellior a nalureza e 01
elemento* da etpeeuleelo aeloal, mostrar o mal que
pode fazer ao Irabalho real, ao que se|deve chamar
odaeiria, comparar os progres I*, deplorando a debilidsde do espirito moleruo i!
etquecimenlo em que dalia genermot iniineio* a
I uobret .eolimenloi. -Indagain-te it. preoceuparoes
, maleruss que predomiuam, eondazem a soeiedade
rrcneeza ai calaalrophes sngrenla* e as esoraees
amis de urna prosima revolucao.
A apecul!i;tln.
A eipecolacHo, como vimoi, he 1 ober* o eom
mercio. a induilria. ido 01 mainbro : comeeamoa por
taminar 01 progresaus ua obuios. la esoeculacSo
ib Jovt prmeipiuin, a Acompanhemo-lt, como
Mr. I raudhoii 110 qoe elle chama tea lemplo, e
qoe malhor dina proclamando leu antro, teu fueo de
ntfenlo, ds.de que, l.zeudo-a deieer da pusit-lo de
genio, areador uo Irabalho, i vio pella a o cancro
da produiclo, a pene da tutiedada e doa etladot
ir eorruplin oplinn petiima. n Eulremotera orna o.
lavra, ua Balas, procuremos cilcular out capuje,
adrados osssa orvedouro ; abandono do rnonstro da
eipaculaclo eomparamu priocipalmenla, poroo*
tse he o poni eiitncial, o numero de suat viclium
em ddleieiitei pocat, e vejamm se he verdade
como ae lem dito, que luda actividad* Mil d.sy.ad.
do Ir.b.lho pira euir.g.r-sa ao jago, lodo o capital
Bol n,|",,M 'a"'"tcs para ter levado a
Para fazer a ene reipeito urna compararla ulil
nlo ha oeceitidade da oes reoaoolariuoi a' regenril
a a anas pocas da perluib*clo quais a duordem foi
pauai om mal pasaagtiro Kinbem nlo ha neeetia-
rtp que lomamtt por lypo um eilado tucial difieren
te do regimem moderno, o qual prevalecer', facara
o que lizerom. Procurando em um periodo de vnta
tnuos om lampo qo* nao era agitado nem por uuei-
loes poltica*, neto pelot bruscos inoviro.ulo. do
oramerclo a da ludoslria, auuoa da vida regalar
ara unta pilsvra, nlo .e podar*' *er atcotado de
"ppur ao presente lio desacreditado, um quadro ao*
'lo C* lObresahir com evidencia o* ,,u, ezcuio, o
Itat. Em 1835. I83 I8X?. a qae.tiu palma. !
recia resolvida, o movimeoto industrial au ijli*
anda lomado desaovoivimaato. esager.dos, a eipe-
calac.10 pareca calar reitricla am jualo. limiiei
JSra o remado do csus.i lerrilonal, da propriaJade
teiriiorial que suba ao mais alio prece, e uingaetn
nem raeimo quelite qo* dalle luarain urna iem..i
arma de guerra, cu,da.4 era censurar a soeiedade
por se precipitar como caga na Irada das empre-
zat materiae, e ao poder o corrompe-la para sacra-
IH-Ia. I'regtva-te enlao o contrario a uao sa dizia
jue a bolea ara o aoracto da Franca. Entre oe an-
""',t i. 836. 1837 e 01 ...uoi de 1855. 1&.6 .
|8j a diUtrnija muttu menot do que se imagiea
e a eipeculaclo olo fez Uo rpidas progrcs.oi como
te peuta e como te diz. A cu* rt.pnlo, a eifr.a ,au
coucludeotes.
Comecemoi por tappr que lolat ai IrantiecrJes
perada, na Belfa de Par, .lo nigocioi di .v;co.
lavao a de jogo, comparemot as doas epocai. A
aompanhta dos ageuiei de camino iuliodozo em tut
orgaiiitaclo lutenur urna di.posic.1a que pirmule
tazer esse mina com toda a eiaelidao. (Jiiando dom
agenle ttm fuilo entre ti ama negonaco a praao
u a premio, (eit a aipeculaclo lomada sobre o fac-
i; loeam logo 00 dia leguinte dual obrigarei que
cooslam compra e a itudt. Ettat obrigace. um
seo cello, nlo o .ello de talado, por.m sim um el-
lo e.peeial quo emana do teyudicalo doi ag*utet di
c.mb,o,.o,oewpag*2francu. M cenlimot por
todo negocio de l.aOOfrauca da rendat a 3 ar
lento el franco 25 cenlimot por lo lo e qoilouer
aegueio de vntl, e cinco .eco., de caminl.u d. f,r-
ro. Esse* sallo* to regorlirm.uta pro*>s.tivoi. de
modo qne ueg-cits de Jj.uOO fraucoi da r.oda a i
por cent, ou de 22 mil e quiueatut fjoncoi de reu-
da a qatlro e meto por eealo, v*rilic.m-i, por um
documento qu. pag* um tallo de 12 frailee* 50 ceu-
tiraot pira am utgocio da duzanla. a ciucuenlt ac-
etes de ciminhu da ferr ele.
(Coalintii.)
Mortalldade do dia 20 de Janeiro:
Francisco Ezaqniel da Silva, braneu, soltiiro, C9 an-
nui, liydroptii.
Um honiem, rujo neme ignora-ie, por l-r aido re-
manido para o hoepilal de caridade, sem falla.
Honorina, branca, 2 mezes, eoiivulaOee.
Theodoro Jos do Livramento, pardo, entilo, 50
annos, plumeo.
D. Maria dot Aojos, branca, canda, Gl) conos, ap-
popleiia.
Anacala, prela, esrrava, solleira, 45
slupor.
Joaqutm, preto, 5 annos, beiigat.
Ale aminh'ta.
annos,
iXomntisitifado.
mais conieulsiieo* do defeza e de verdaae, e que
adaptando-se s urna combinadlo reecional, live.sa
de leito em reiullado apreaentar um novo cu-reo aos
othoi da jusilla.
K pode prelend.r-ie ludo lito mis bem demom-
It-adodo que se acha o. etnsa qoe disentimos'.' Vio
eila' mesmo posto me relivo uo lado da aquiescen -
ca do soldado Martina aa soggesttt empregadat
para te obler a segunda depoaicdo o quaulo deieo-
nheecu eala n verdadeiro terrino em qoe devera fir-
mar sua defeza; nao esta' nhi bem el.ro o espe-
diente (inesperado por meto do qual procorava
DIVKKSAS PKOVINCIASe
Rendlmenlo do dn 1 a 19. .
dem do dia 2 DF.SPACHOS DE KXPOKTACAO PF.I.A MESA
DO CONSt'I.ADO OBSTA C10ADB NO DlA
21) DE JANEIRO DE 1859.
F-ilinoulliUrigue meen eSazann, Saundert Rro-
llieri & C, ritIO liceos atsucar.
azar
o at
faz
OSR. DR. FEITOSA E SLAS RECRIMINACOES
CONTRA O DISTINCTO SU. C.NEliU JA-
yLTM PINTO DE CAMPOS.
o Q.'i fatrem inuin rdit in\
la' o'Srii tmb.hil el ne,c.i
quo eal, qoia lirnrpbrrp ob-
secaveium .eiiba ejua, ilaqne
sepius 1 iI'.i'.li meesie al.o
t. J. 2.II
Couliuuafo.
P.ra urdir contra o Sr. coueso Cttmp s etsi Uit
infernal, eafacteriaa4a por nina reeriaatBaajIe gratu'*
la e Calainiiiuia-u S'. Dr. Feloza ou o un Libralo
liverama Iraqu/1 de prev lecer-.e ou ai a.lritili.i.-ie
de urna l(istissima;iiilerpell -eflo, qje na asiemh'iM
provincial.111 cenia do anuo p. pas-ado,(izera .1 Sr.
depulado Parale de Bnto, aem minia gloria para si
e para 01 iiiiinigoi do Sr. coiieuo Cimpus ; deuda oe-
casiao qoe eate-de oulra ute, pelo nrao de tui
voz eloquenle de.se n letdfmunhu mais fonual e com-
pleto de sua innocenc a e le sua eztranbaz. ebteluia
em relac.lo ao f.eto.no qual tteiiilemeiilo prelendtain
essas immig.is poaco generosos, cimentar unta nova
trama eonlra sin lep.tlictlo e honradez !
Pon bem, antes que noi bnleteisemos na dheatiS
* na an'alyao jundica duse fado, cojo qiudro a
anitti .n.i.i.ie e o desp-iiu laoberam dasOgorar com
lalanieo engenln. qoe a falla de con.ciencia dei-
les Itom. ps implscavns, 9oube traar, tomando as
cores man ombras qoe a malevolencia de nm e o
espirito de linfaca mata alv.oetn de oulro.- hes p..-
dta prestir, procuremoa re>tabele:er os fados, taea
quaei na rmou o no-to amigo em toa deleat, eom a
lgica man severa e iPilemuiiliui respeilaveis, na
meama discu.gao a cujo alcanre rerotreu o Sr. Dr.
Feluia, ou o l.ibe-al ParuambuCMio 11 qoind..
levarain ao eepilliu ,iu aeu juroaliaiuo a repula.lo do
noase respeilavel amigo.
O Sr. canego C'mpos, romo delteadi da polica e
agente de ctniliane.a do governo provincial, bivio
euipenhado ,eu. uiethores estreo* pela torta da
tranquilidad* e seguranza publica, da
Br*ju, ,'iumle *uecttss etiraorilia.i'ioi li/.eram sentir
a utcessidade a o yalimenlo doi teui tarvir;ot recia
mados naquelln loeilida la : e como cooaequenela
ncceasaria oa po.ielo am que o imito amigo-no 111-
ltre-se publico-ie "collocara, al indi.postr6es pestoaes
e os reieiiliinenlos de minios eipintot mal iiileueiu-
n.idni, no dinmiain 110 proposito da urdir a* mu
barbaros planoe da vingauca contra o prealimoio
luiieeiontrio que nlo (lia quena de encoininodna,
de cniaideraciiea e eaerilirius, quando a pruviucta e a
ir lem publica eiigtam teu iervics.
LEILO
Seunf!,j-feira 14 do cor-
*rete.
pelo agente
Pestaa.
Neile tiladu de cou.at, o corunet C'irdeim.t quem j "pec,a '!' S'rt-"M "u "
aleulos a coniciincia do* i*oi dos traziaeinsobre ''dade; e ineuoa aindn
I
alto e l.i/.n uimiamente daaeonfiado oe ludo quinto
po ie.se aisemtliur-se eom aoiorid.d. policial, e des
peno dos raei.it brandot eiopregado* pelo nono ami-
go para ehama-io a rbita do le, abandona a villa
do Urtjo e em urna de tuat piregriu.coe* palas nn-
m*dia(Oes daquelia localidade-ao eutoii'.rar-t. cora
um soldado do deilicamenlo, que eoadaiia oflicio
predominaron) o aeeoiado Mar luis no momento leapoader p-lo seu rr me : e em |*e*Ctrram.Uaj.tai
nad. *e pedia pr-tinder de mais rneons leratlo, iu-
juridico e iite.iiiv.iiietiie do que lomar semeln nie
die'ar.cao cuino unta prova legal cottlra o Sr. eeaja.
go CiBJBUI.
E es-a ineema daclaracje sugearila mllre anda
man larde una retratar,!*fetli lambem peran'e a
tioloritlade publica, cob aproteceai de juizo, a cuja
pr.-eip;., fui levado easlla o accu.ado, ni* a reque-
nniiulde algneai, mat a teu proprio requariineu-
lo ; | oi inlermedio do seu coiiiinaiidanle e eom e
fin de dealnnr cs.a meirua Irania e artefacto, qne
coma si propale o naeaaj fiito crear.
E queris prova mais completa, man soberana da
falla ge eoiiieiavteta que Beetaptatiari lodos aa deela*
rsenos do soldado Martina ; queirole com essa ines-
ma f.Ha de conciencia ejatj* de roniradicoes cousu-
lidei nlgdma Ooaaa a qoe pretenden chamar prova
legal Par. iito-ii.tr a iaeogrataeil e illogica de
emelliaule modo de raeriocinar en juri-pruilincia
ciimiiial, applicar-llie-inus a espreaso graciosa de
um nule/, qut* aceasade por provat semelhenles.
dista ti nao nao eoucebia como 0. de* un pstacos
d* t in eava' branca se poderla fa/er um cavad,,
prelo u a dn inclino molo diremos nos, que ntVi be
com a mobilidailt. d. unta eaaaMiancia rmaobre-iil-
toa eacttr-s.emente illomiiiada por i>ma razao inculla,
que se podein cr.ar preval de .ccu.acAo criminal ?
O Sr. Dr. i-'-tt --, mha alm disto perfelameote
que o indieameitlo em qualquer del co sendo um
laclo odiosu, que como Halarla da criminaliJada ae
nao pieaume, nlo pule Bel creoJo .ibitr.rleiueul.,
e que etgand* mullos jiimconsultoi, enir. a*
quaes o Batata eottlempuTeiieo e lalneio o Sr. tle.
eulliaruailor lmenla lloeuo, o ludiciameiilo em cri-
ma luolliaueavet para determinar a prna> pr.ven-
n vi da loga, nao pode eiilau ler-se eiistnile tanto
quando pelo menot duas le.lumiiiilias lona d.pslo
...o i ol"e quem sej. seu autor ; o qoe lambem de uulra
orla i* h.rm.imta eom o precinto das bllrat sa-
gradas. I n ure duorum vel Irmn leiliuin slabU
oinnii vurbiim. O S-. Dr. Fetosa gola muilu de
api e lar para a auion la-ie da >ua opinilo c por is.
so n.lo sera' amia lora ue proponlo, que ou-
r.amnt e Sr. FaaMia llelie. quando ennol'iido
o eicillenie lala lu n IIal delldo* e pinas o do
Sr. Beec.na escreve e.lai palatra* cimas d. sa-
beilonada ninspinlo rmineiiiHiii'iil* plnloiophieo
e humanitario. Nao, o jan (falla 10 |uiz da in-
iruecilo criminal;. to dev. .,, vtr-ae .le qoa quer
simulavdo para desmb.ir
i deve empiegar arltiictm
ardis para obter revelar;rles do aecuiado 1 A |usli-
ca que na pliraae de Dutn.l he a vertade em -i mas-
mu n.lo pode faztre prevalecer par oulrol limos
que litio sej.m os da ver.iade.
Ora d'aqui nlo redara' leulo o conclolr em boa
lgica, que ie be velado ao paite uaar de arlilieius c
ardiz.para obler revel.c/Se* de aecoiado.f^rt.ndo-o a
coucebe por eipirito de deiconllnica que tase toldado j """'1 "u deelarace. qu. mo Uvera em visla fa-
fa
PAGUA AVULS.
, ;5JB KDlfaaX S
Juizo de rpkiot.Em aonieqatnci. da nomea-
Slu d. juiz de direito do Sr. Dr. Sibatlilo do Reg
itrrotde Licerdc, qse oceapav iw. loitatn, *
cha hoi* ea .incido da vara o primiiro eappleule
a Sr. Dr. Saoloi Aleluia.
AumsinatoConua-nnt qoe no Moutaire, nm
tteravo do Sr. Eraldilo Mae.tl M .ol.iro, h.veodo
loffrido orai ceoiveleda em nm/tumba mea Imt,
dalle fallecen das deponiendo imputado ene enm*
i am soldado d* es villana, que dicira ja etttr preso.
Quebrntenlo de lampees__Clti.namenie te lera
dtieuvoltido om furor de quebrar Iampe5*i, qne he
couta oolavel. De primeiro quebrar a m os lira pin
da cumptnhia de illomioaclo a gaz, e agora pana-
ram a quebrar ot do arrcmctinli di de az*it*. P*r*
imanheter honiem, ioformam-not qu* quebrara)
mai* oO.
Prs**v*lmeole inleodem ni paluscoi qoe a illa
mioecJo olo vai bem, e por iiw prtf.rem oenhuma
qoe temoi. Sea alma, tot palma.
Falllecimento. A Sra. D. Mari* Higarlnos,
logra do hr. dipaiado geral Domingo* di Stuia
' *lo, fall.cea hoattin, ugaodo no* loformtm, vic-
|iroa de um alaqut de apoplixu ralmiiiaue. O
feo cadver foi sepultado no cemilario de.la cidad*.
batmetro. Temo* a regialrar om aeoolecl-
meol* qee leve logar honiem nene ettabclceimeolo.
que bastante nos contrittou. As duts horas e mcia
dt tarde deu-ie ama *iploa3e di gaz, qo* denou
pirigoaameoie qneimado* iret opercrio* e ciuco le-
vemtnle. aSo se podando venflear at a h.ra em que
parramos isla desnlri, ot motivos qu* eauaram
porqu.nlo os engenhairoa. tnBD |7,m |ido lempo
pire aceudirera aoi .nleirao*. miuier a ordem ni
tt*b*leeiro*nlo, panoude a polica do a*oultci
minio havia tliatnjdo grande mullidlo.
Ot doot eogenheirot, o da compcohia e o do eop-
Iralador, eslavam examinando um a um e amigda-
damtnte ot dITcrcule apparalhoa, e dii.o e ,1'ahi r.-
tu lou, por ora* infelicij.de niaadila, quo i.n3o
ichii.e pretente nc oeasilo da calaalrophi n.uhum
tilii, da qualquer optrano qoe enleudeise da tni-
lena, porque eolio ferian) tmido o tlitiro do gtz
queezhalav aquelle Itagajr, e qvilariain nditaitre
que poda ter ndo mailo mnor. Chamar.m-te me-
dicot e depon *ovi*r*m-aa ot enfermos ios m*lhorea
ho.pila.t : aceodir.cp imipdialamenle o* Itnhire
r*. I itania e Uordon e mal* oulraa petsoai que *
pretlaram de bom grado. T
Jolglo ot eogenheirot qoe aperar .liste infortunio
conaaguirlo sempre illomiuar a eidade uo da 25. A
fabrica fui viilonada pelo fepeelivo in.pitlor pi-
lo ageole do propnelario, e encontraran* ludo etn
estado s.iii.raiorin, ciliado ledot o* apparelhos ctpt-
I** d* faoeoionar.
Paisaoeiro.-O brigo* bratileiro Elvira, viudo
do Attu troo* o panagetro Bernardo de Araoio.
Hospital de caridad* (19 dt jaoeiro.)
Elitlam 40 homint 5| mlhcre*. naeioncea;
1 homam eitraugeiru ; 3 hoiqem ncravos ; total 95.
Foram vhliadaa ai eufermarin, pelo airnrgijlo
Pinto, aii 7horas 40 mi. d* minina, r. Dornellas,
ii 8 hora* a 3-5 mioiitet di manilla, o Dr. Firmo
1*5 l|i horai da larde da honltra, am homem de
cor prela remedido pilo lobdeltgado de S. Joi a*
9 horas de naiie do dia 18, e falleca oe dii 19 eo
mno dia, am tilido di Boa poder fjitr deeltrirao
Ihe andava no cacarea, e poseesiu de chuler. .rre-
melle para cuna da tuldado armado de um baeamar-
lo asilan tenia obilihalemenle contra a eiitleucia
lale, que em aclo d. defeza, arma ie romo etlava
de -ua grauadelra, faz primeiro calur o seu aggret-
i.r.
Ene fado pretendido por ama prele e por mili
urna petsoa que la em camnanhiu do proprio (". i
deiro, nao soflrena comiueularloe, nom dara boje e
nem em lempo algara lugar a recriminarles eonlra
o uoeso amigo,.' nao ter a epoea anunnal em que se
achava aquella I calidad., e a trama horrorosa, qua
seos inimigos loober.in preparar ruin o autillo d.tie
deploravel tucemo, libelando o anidado Martina
ale o ponto de eoagi-io a' qua d.poil de proreaiado
interrogado, de h.ver neile aclo eouf.iialo lea.
g e ezpenlaiiccminle lodo o atu enme, de modo
coincideule* vindico, viesa.a jaleo, i.qneriinenlo
ne um dos inirelgui do Sr. Ccmpos, e c prelezlo de
fazer revelarai, involven* a esle no enredo tene-
broso de lal alenla In.
Maii tarde eaae meamo toldado Urgido pela dr
do ramorao, pede ae ttu eoinmaii lante qaa quer ir
a pi.t.nri da aatondade fazer lereeira deposicSo e
novas declaracoes, e all chegando faz pelante lodo o
ardil a eotccgia qoe crearara o teu dipoimcnlo
preoedeniemetile fulo e faz apparec.r verdade e
. iunoe.ii.ia do uoaao amigo, d. mudo u mais pleno
e satisfactorio 1
En a leciiima e lial eipoiicao de lodo cite deplo-
ravel lucceato :
Amia do eipoilo, fie. poit eonheelda n loz da lo-
de a evidencia c tunda, a anlinosidade a lilla de
lealdida que foimain o nfima relevo, desie eergo>
nhoio molde em que vacou a Sr. Fcilota eu o seo
Liberal o melena! desta increpaelo-leita ao sea hon-
rado adenairio, e tob eata phase a apreciaremo* em
relarlo ao-direilo.
Dos lermos e plano da ealilinaria foTmadi eonlra
o Sr. cor.ego Campos, |* pelo Sr. Bnto. ja pelo Sr.
I'eatosa.he f.eil compraheuder-ia, .era neeea.ida.ie
de deinouilraclo, qoe um umeo fado ta coiiverlt
era tu ..memo de acensarlo uu prova de criinuiali-
dade, que ie Ihe da por fundameulo e ao quo o Sr.
reun, ou Liberal chegoo metmo a chaunr em um
ae ""* 'ipluide.la nova .-hrlo-prova legal '.
K**a fado lie um segundo interrogatorio oa entes
essa despoaiiij suggetliva a qne n pretluu oioblado
Harlint, o homicida de Cordeirn, a' reqoerimeolo
iniiiiuarao de am Iniroigo do Sr. eontgo Cuupoe,
que nio en parle no processo, e tilo poda mesmu
de mudo alguin legal all figurar, anida meimu p.lo
ponto em qua cite a achava.
Para ellidir semelhanie argumento e provar sem
eouiradiclo posnvel e anda ao espirito meii i. culto
in jetiaprudeiicia, a ineplidlu legal de teinelliaule
argumeute.nln ua miiter maii oo qoe coi.tiderar aAoEvin. Sr. comelheiro M. F. de Souza
eoacelo moral iub ada preitlo te verifieoo ana de-
zer, mullo menos, a proeederem estes principios,
podera' o juiz adm llir que os ar.n* de una larceira
pisaos, mlerissada na obra da viiai!C,a a d. um
deapeilo pe.soal, fomente allit-iart.ei e .suggesloei
de geueru mait dile-lavil, man'jaudo es sobre o .pi-
ulo fraco e luuido ds um mt-ei.ivel reo, par. obler
desle ama pretendido rtvel.edu, fementida, extem-
pornea, aerear urna verdadeua anomala na unlem
legal,regular do pio-e-ao criminal:E se assim he__
claro he lambem, que quando um juiz predominado
por umi eonitiencia mal legura dos teut devere,
.luvairado por um principio de iohabiiidade, ou por
qoalquer oulra causa admille e lanccion* *ob nina
formula de processo, urna tal deposictlo suggerlda ou
iihlidapor innosetlra-.eg.es lal depoiiclojamis
pu.ler ler um carcter d* prova nem meimu iudi-
eial e menot aln la ileupruva legalua forja dan
pres-lo do Sr. Dr. Felos., ou lio al.'beylii|
Apreduido pois deviiainenle es-e fado, no qual
te quer crear arele urna cnminalidade contra o
Sr. conrgo Campo-, podemo-l'o resumir desle moto-
Um immigo do Sr. Campos, no foror dns teus odio
lembra-te de um expe lenle por meio do qual en-
vulvtndo-o em um enredo tenebroso asaiin euuieguii-
teanniquilar d. urna raaueira pcreinpluria a aepola-
clo, a boina e o futuro Jo teu adversarlo ; aproyei-
la-se da occurrancia do ast.ssinalo do tenle caro-
i.cl Cordeiro, sabe que um toldadoaolor daiti al-
lantado havia confetiado o seu crime, vai a prisflo__
onde sa achava o miseravel tccaaa.lu e por um. cs-
elo moral inslitacetiaegue influir aea geilo m-
br. a animo, de.le para obriga-lo a decl.raeei que
compromdleriatn oSr. Campos; e ei-lo o logo depon
de preparada a naultWcto e an^Kestajilo du crimino-
so, ciieoulraiido om jinz, iuetpnlo que a requev-
inenlo dcue mismo prestidigilador do eriiuiuni.
o admillnse, rm om procesio cora o qual nada linh.
a ver, e que ja se achava us termos de pronunei..
para aequirer a chamada duroja inlerrugada alim
de fazer reveluedei, nal quaes a toppor-se pila loa
uiesm.i etpraaslo lobre-modo uilereiiada, achaaa
aisnn mei j vppurluuo le mover c leu tllala o bra-
co da jaiitcaeonlra a cabera de um itu immigo.
E o iuimigot .to Sr. padre Camp.i, e o Sr. r.
Felicia oo u.Libn.la.eoino ot ar.ulot detia craza-
da oe infamacto criar.m arbilrariamcnle nesle fqc-
lo oni inaiciameuto e parnra.n deise punto ao eala-
belecerem tuai recrimtnacei I
_To lo o aiiro tem teos eelypiet e a lla grandei eipinlos, anda meimu ua or lem jadiciaria
Dio be orna luz nm mancha !
(Condona).
*$umci\eao a ptbio.
elaracao do toldado, rnullanli de .uege.ilo que a
preceda e do cartcltr da penoa que a teelainoa e
prep.rou ; que la** declsrorr&ii du toldado Marliot,
foiam feitei poileriormauteao priineiroinl.nogalorio
judicial porque paeio-no aclo da f.riuaco da cul-
pa, e uo qual francamente e aem rebujo fez a Cun-
Itsaau plena e completa do delicio eom todae ai tuai
cireumilanciai euiueidenle, i nm o imbuir imio
a al rae.ino e a' iinpaudenci. a provacaclo d. aun
Vicinna ; finalmente
e finalmente que i a parelalidaJe de um ,. ,. _
juiz demaiiadamenle impraniuuado por aqaelle mes-! >"ee"lo ltimamente ; quem .aba.
nmqae eitorqnia, aoggerra e reqoerer* taei rev- d!^cJ"as tem ueste* uliun.it lempo*
lite* do soldado M.rlini, n. inieret.e d. mvolv.r
ra tal r*eto proieaio o tea desifleclo-o Sr. eoni-
*o Campea; i urna ineoniidereclo en deteunb.-,
eiraeuio da. formula, a u.lureza do anian., erimi- I 0lc'' b.n.rmo, qu. Ih. quizeram fazer cora o
al de colpa, poderam dar lugar a qoa lamellianle "*" *}.
e.Mello.
Ot nfllciaii da guarmclo de Pirnnnbueo linhim
um luli.niio pan aluguel de rain ; ra jutio, deide
que os qu.rliit nao liuliam. como nlo lem propor-
cii par* morada dot me-tnoi of1icia*t.
O *x mmisiru da guiri a, Exm. Sr. marqoez da
Calila, quando a ttapa foi augraeiitada, etiminou
aquella *ubtidio, aun davida ni f de que am*
cuta compensaba largamente a caira. Entretanto,
qaem abe quaulo a vida aqu, ja lio cara, tam an-
qu o precut
duplie.do, i.
nao ca.sci-lo am raaior propurr^lo, nlo r.cinara a
ubttrvaclo, de que aquellc augminlo de elcpe lem
ido abs.irtido par. |,| mial.r, da suri. nao frolr
larc. s. resinan. nom* do Sr. conego Campea,
qu. olio etcrdi com dedieaclo e desiateressa o car-
go de delegado do Brejo, envate de *paU ao* e.lioi
e a*, d.apeilut daquellet-ijbre quem lora precito
havir fiilu enriar a lapada da jusilla.
Alada metmo porm que a esta* eirenmalanciai
se na pre-lasse o valimeulo e a unporlancla que a
dir.ito Ih*. Isngna, par* tirar t.melhante deptni-
{lo (uguiiila) qualquer etracur de prova,anda mes
mo ludieiat, e poia qoe, por eaaa me.ma quaiidade (de
secundaria) na lgica do proprio Sr. F*iluaa, teria
lora de quailio haver pedido de lo lo o teu valor,
oouiiderada a ciiilanaia da urna prtinetra depoiticla
tob formula mus aullienliea.mait legal, maii lolem-
ne, mait iivre e depurada ue qnaiquer eleratuto de
suRgesilo ; ainda a po eoniplerir.dizemot, l.in
coudijn lurijien, pruprias invalidar ene pre-
tend iu ugmanlu da atcutac.io lUr-'li* o enti-
no dt prova ; uaohuma liguilicaclii legal dase
falloir. eouiequeiiei. q.i meimalueulpacio qoe
a qujtr fazer hoja ao Sr. Campo.di hever tido o
rnnandanieo de saraalhauta alliutado eonlra a exis-
tencia d. coronel Corda)ro; por quaulo he incontroo
verae, e o man mediocre eeludtnl* de direilo cri-
minalo labe qoe a coniilo d mandatario oo
do eo-ra nlo faz prova eonlra o na cu-ic Ia
mira o eminira Pereir* Seoza.IJnhas Crlmi-
uacs e lodos o juriaeoinullot que ttm netiplo *obr*
alai material.
Para autoritar melhor eila daolrina nflo pmein-
diremos porrn de cil.r a* palavra* elnquenles do
Sr. Mittei muer, oo tea tratado. aDi prova era ma-
teria criminal.
1 raan lo iioi liiliraonhos tuipeiloidiz ese dia-
lihela jucireonsollu). O teslnnunho do eomplie*
pilenla lambem grtive diiculdtdn. Aqoell*
que, por su. propria coiifisiao, lem manchado
soa vida com a perpelraclo de nm crime, nao
pode ler mili dinio i ier crido ne lealemu-
oho que prista como humim que tempre ce cou-
tervou puro. -Poli he mulla n lural qu* o cumpl-
te te deixe arraiiar a fazer racahir sobre o eb-ro
do delicioame parte de ioa propria culpi ; p-
de-ie metmo .lueir^-qui elle lera um metiste dl-
edu em dpr ,t )0odu contrario o verdade. Cri-
mino.os te lem viato qoe nlo pudendo de oolro mo-
do avilar a pena, eifercam-se por arrastrar oalroc
cl.lailoi ao abynno era que cahiiem ellea propriot;
oulra* vmi fazim compliret inuoaeulncom
o unice (Im de allailarem ai auipeilt* daqqellea qoe
realmenle tomarim parle no dal|clo, e o.at. modo
toroarem e proceno mait barulbado ou mandilll-
cil, oo nuda porque esptrem fazetniu eirga a pet-
oas acllotadii em urna pllelo elevada, ot ler o be-
natliio da um Intrnenlo meu.ii rigorosa, m
E o que oulra cou-a pode expressar sla dootrina,
culo a iniptidlo legal da .nclaiaeu d. am cm-
plicelomo prova couln o ieo co-ro1 Dig.-oui
a Sr. i- oiiosa cora a coo.ci.ncil e tima, eum a inlel-
llfeocia de qoe diipue e sera os tuhierfugiot do io-
ohinna Ii Poia que oulro motel i. pode presepr no
dtpoimeplo de ora co-ro, .orno prov da lucrimi-
narjlo de oulr.mae nlo o inlero.se de declinar da
prupria culpa, anda mnmo ja eoiifean, de desvir-
tuar ~
II*.
d
Ihaole iulcrnae i}uindo, oo em melhor piirate, quaei
tempre mal considerado por om homem ignorante,
* eom. ueste catoo eoljado Marlini, nlo se pode
crtr qu* imntiua tobr* o miiot man logieo *
O Eim. S.. marechal Sergio d'Oliveir*. com o
relio q... o caracterial em loil a *s pus (Oes qoe og-
lupa, ripret-iuou, quando cumin.ndini. dat armas
liiterino, pouco mais ou menos no sentido em qoe
hemos fallado, segunda estamos infrmalo! ; a lal
reprenntacau n.lo leve dnp.cho. O Exm. Sr. eon-
lllbiro Souza e Mello, que daqpi vai pare a paila da
guerra, que .bs.rvou o que Cuita a vida em Per-
liambueo, S. Etc., cjue sem,.re se |nm d'tlinguido
por iua dsdicaclo au bnlho bera etlar da toa clat-
se, lomar, ni # eipernnoa, em rootiileraclo
aquella repretentacao, ler assim n'ama pan. do
etercilo maii um Ululo a profunda iilima e alia
o'isid.r.ierp, que Ihe voli o exereito bra'ailairo.
Um efliciai da guiruirlo.
&'& i
;-.
I'BACA DU RECIFB. ) DK JANEIRO Da.
1859.
A'S 3 HORAS DA TARDB.
Colacet ofQeiaei.
Oaiconlo de letra.8 op ao anno.
Fred. II ibiilianl, presidente.
P Borgut, i.er.larlo.
AI.I-AMiKtiA.
Rtadlmenlo de lia 1 a 19. .
dem de di* 20. : .
2il:2Ua78fi
j::9295783
275:l44>69
Dnearregam hojt 21 le janairo.
Polaca sirdaPaulodiver.a* geaeroi.
fl.rc americana John Wsnlbrop carv.ln.
iarea ingiera llermn nlerr. .
Barca fraueezaSe. mecemento.
Barca porlogue/aMana Joiepedrea de cantarla.
Bngue ioglecDaiiubieobjertpi ptra a Mirada.
*rigue IngleAnu M. Kianebae.lho.
lime ririerieaiioKate Wetlerferiuba, rnilho *
bolaehinl.a.
Pancho americano W, II. Brime farinha de
rige.
flrigue ioglazArlemaibaealbo.
lliate americano Pilla Rridfazenda*.
E-cuna hollandezaWeiter Kinanlorobjeclot pa-
ra lirada de ferro.
MOVIMBNIO DA AI.FANDEUA.
Volomea ntradoi e m faitearla 1 .... 9
eom geueroi .... 329
Tolil 338
(aianda* .... 3-,
geueroi .... 473
Tol*l 508
EXPOIlTAQA*y.
Falmealb, brisue bellandez oMarrlj* llonigo, de
271 louela tai, roudu/.io o regata*.*: 3.800 *ac-
cot as.ucar.
Canil, briso* ingttz iiltoniiilos*, da 292 I Hela-
das, eoiuluii.i o senunle : -- 3.8011 mecos macal.
Liverpool, brigue u.gia* Lord Alihoapo, coo-
dnzlo o tegniiiie 1,480 taecee assuear
BECtilitDOKIA Dfi HUNDAS I.MKK.NAS CE-
KAES DE l'EKAMIIi;CO.
Rendimentu do da 1 a l'.i.
dem do a u).
CONSOLADO PROVINCIAL.
Rendiupi.i- do da I a 19. .
I Jen. do dia 20. .....
-,.__, 1()|0,t atante epassarjr nos para o quaei tem
" 2()8;."i00! eKl-'t-'"i>ntfi commodos : tratase com Ma-
------------ j noel Francisco da Silva .farrico na ra
3KWa>5ia[r|o Vigario 17. primeiro andar, ou
com ocapitao Mnnotl lose Ribeiro.
-- Para o Rio Cranrie do Sol MtM com
t'tla a brpvidaje o brigue ConceicSo. or
ler quasi totl carga prompt, e s polo
roceh?r a frele 40o ou oo barricas ; a tra-
tar com Manuel Alvos Guerra, na ra do
Trapiche n. 14.
Para o Rio de Janeiro ou Rio Grande do
Slll.
Acha-s* proaipt para qualquer destes! Ko lia tcima drsigaad.i pelas 10 havraai
portea par recabar carg* a frote ou se fre ** nafihSa o rele-n io *g-ate eraearregida*
lar por elagt-m rclontia ou t ida, o bero Be|,JS s's. Meilos I -rulos, (ara. latlio
conbeci lo e veleiro is'.ticho Bom Jess, do *
pnmeira nisrcb", do qual he cepittio Juo Ttbernt sita n* ra Jes Cmee Peatai a. 3bt,
Gonrjelai sajjVii : os iirotenrjectes polem o- I'm vont.to dos oTifmam.
rigi-;o a H rih.'ln- .-1 i.otiri -ti-.-o, ni roa; uSoierj lu r n* aiesin libera*,
dt Madre ile Deoa o. i.
l'ara o Hto lie .laneiro.
O veleiro e bem onnlioci lo pattobo mcio-
nal Beheribe, de priiiioira marena, piega'o,
e forrado de cobre, pretende siuir i o!
Om d pioxima serot na ; t. m a seu borato i
me>t.ie do S"U carre^aineiilo ; p>.ra oque
Um falta pauageiroa e e-^cravos a freie, p.ra
os quaes tem exeeltenlvs oontasoloa : i i*.
53iSMa380 SR c""' SPU cons|fn*,'>'t'io Aiiluniu I.uiz de
2:0086j! Oliffira Azetedo, uo :ou esc. iptorio, ra d*
________ Cruz D. 1.
.V,:(il9l|o!

11:1.V>',:_.
Bj|959
12;l SOciit
aranh&,:> e Para.
'X >m

Segu com brevi leda para os porlos in 1i-
| calos, por ter a maior parta da
irsla !*, o brigu escuna Graetoaa, capiUo
do 181 lo-JJ"3" J(?s da Sonsa ; os Sra. que pretende-
* en aa i u *>, i ii arvaua *-
Lcilo
S \ta-Liia l ilo :r-
renff
PELO AGr.NTK
Pestaa
Orefrido igente ventar* por conta
Navios ei.i-ii ;,.. nU di* -lu.
Assu'S dias, liriijue liranleiru Elvirt.,
neia-tae, eapi.iu JoSo V. doi Saniua ladvuca, j rem carrogar no mismo navio, queirem en-
qoom er.eiic'r porta da elfatiiega ^*la
carga con- ,0 hris ,,,,,;,,
equipaaem 1->. earga |.| ; .' Jus Joaqnim Di
Peruamlw & i'ilho l'erieure a Peinamaaco.
Rio de jHiieir.iIfi .lias, polaca Bcpialaola Fran-
riiquiia. de 170 lonetadM, eapltlle J... alaria
Bus'i. ei|'ii|.-. in 1^, eerga Iti.llL'il qinni .e. d*
carne ; a Arauaga Brj ni. l'erlenee Terra-
cuna.
New York. dias, palhah>te amerieauo K.Ie
We-i.iu, .le 172(eaeledaa, capilio NYe'i.ain Baile,
"l1"!'-:-!" ". e.rna "ii baeriea* eom farinha de
trino e mais eneros ; a II. Portier 4 C. Per-
lenje a New-Y.uk.
Riclim.mt3i das, palueho me res no \V. II. Bru
ne, de 2 toneladas, rapHIa Wlliam II. KinfilU,
equipape-n i, carga 1.005 bsrriea' r..in la-
ruiha oe Iri^n ; II. Kunler & C. Periouco a
fi.lliinore.
Navio sahi lo no mema di*.
Porlos dn Sol,liar.-, arnerir.n.i Rnebuek, capillo
I.. L. SimOet. com a misma erg* que Irouxe de
Ricliuiund. Suipentleu do l.imtir.lr..
lender-se com os <'.iu ornes, AlfCI t C oa ra Ja Crtl o. '17.
200 oisas com u.ssas ioJaa no afie Ro-
ulo, cbi-gido leceoieeteale.
G-iiebieeai bulijta cootadas e eaa lo* a
vontade dus cor.prji lores.
20G libras de tnirnielad*.
P, amo uoru ae maraitiaaa.
ara o Araeatyj f .aoilSn
sobo no in -;3 o hia'o Duvi toso, receb. e.r- I -:-**V> etMCl* Sobe no di 3 o hii'e Duvi loso, receb. c7r- !
ga e passageiroa, trata se ua ra da Hade'
te Heos u. 2
Ceara'
No dia 25 do mez correte segu o puta-
cho Sania Cruz, recebe carga e paasageiros :
a tratar con Caelano t'jriaco da C. M., o
lado Jo Curpo Santn. a5, priaieiro andar
Para'
C-3'
5T J


1 'M
1 -y.
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-17.--Ir.
Atmotphera,
Dir*cr;.1o.
Intenti-
dade.
Centgrado
I-i IC ti- KJ IO
s. i e 9
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Rtaamur.
Fahrenheil
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*?S-lo Hygromelro.
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Barmetro.
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da c
imHni'mii.
Pele inspecc^o da aifantega.se faz pu-
blico, quo em cumprimettlo de ordem da
thesourarii se bSo de arremtlar em beata
publica, no flte 91 do correnle, a horas e lu-
gar do costo me, sen o a arrematafSu de-
pendente ta pprovac9o do Sr inspector da
thesouraria, as seguinles trercadorlas :
19 pegas om 964 varas, e 160 varas
en relillio de 40 pollegadas de
largura de baetis no valor de 49;60O
2-219 saceos de ilgodSo com o peso
de 1109 libras, no valor de 316999*
Alfandega de Pernambuco 17 de Janeiro
de 1859'U inspector, Benlo Jos Femandes
Barros.
CONSEI.HO ADMINISTRATIVO.
O conselliu a.itiiimsiraiivo, para forneci- i
ment do arsenal de guerra, tem de coai-
prir os objeelos seguitites :
Pira o pri aidio de Fernindo.
Farlnba de mtnlioca, alqu -ir- IS me-
dida vel ua e 4 evos ; barricas de cimntala.
Para provunento djs armazeus do arsenal
de guerra.
Papel cartuchinh.), resmas 20 ; chumbo
eoj bii-ra, arrobas 70.
Quem quizer vender ttes objectos pre-
sente as suas propostas am carta fuebada na
secretaria do consrlnn aa tO horas Ua ma-
DhJ do dia 2* do correnle.
Sala das sessOes do conselbo administra-
tivo, para fon.en atento do arsenal de guer-
ra 19 de Janeiro de 1859 llanto ioscLime-
nhs Lius, coronel-preaidente. Francisco
Joaquina Pereira Lobo, vogal secretorio inte-
rino.
A provedoria da taude do porto, preeis de
seis remeiroj para o servirlo do escaler da mesma,
paganlo-se a diaria de um mil res.
LOISSfcUlU ADMiralSTRATIVO.
O eouaeiliu .iliniuUiriiivo par* foroecimeolo do
ineoil Oe guiri* lim d* eompiar o tbjceloe *t-
guinlc :
Par o hotpltal regimtnlal.
Euineia de *ilta parnlha, vi.l.ot 12 : atropina
oilava. 2 ; aaeuear relinalo, *rrob*t 8 ; eaibonaio
de magoiaia, I br*s a ; crgalina, uiicei ; atien-
da de alfiztma, libras 2 ; ciencia oe IW de la-
rangeires, onca 1 ; eneuc* de rotas, luel anea ;
pululas de Vallal, frascot 20 ; papel de embro-
Iho, rumas 2 : pedia:hume, libra* 8 ; roas labras,
linas 8: tuiplialo de iitagueiia, afrobi 1 ; smoe
ineia ariob-i ; vidrot para ipiuleld>e, 100 : arico-
metrot de l'riaum,, 4 ; citralo de pulan*, libra 1 :
loionilhl, oacas 8 ; maguuia Calimada, libra 1 ;
icamoua, mei libra ; rollos pare Videos, .".00 ;
banlia de poreu, arroba 1 ; capsulae il poreela-
*, 3 : enrielo da salta pairilha, oncu 8 ; cilarelo
d* qoina, onc.as ; oleo de erotot ilglium, nn(* 1.
Quem quuer vender taes objeelos zpra-
senleis suis propostas em carta fechada ua
secretaria do cooselho. as 10 horas d ma-
uutla do dia 26 do correnle.
bala das sessoes do conselho administra-
Palhaboto Sobral recebe carg o
geirus a tratar com Carnario Cyriaee _
al., ao lado do i.orpo Santo n. 25 ou com o
Capitflo a bordo.
Segu para o Rio de Janeiro at o di*
27 docor-tute impieleiivelmenie o brigue
nacional Liberal ; para o resto ala crgi,
true-se i ra de Auollo n 16, armazum,
ou com o capitao a bnnln do meamo.
PARA LISBOA,
Al o di. 2 de fevoreiro segu com a car-
ga que Uve.- a bordo a b.irc* porlu^ueza
,B:GratidSo, caintSo Antonio Pereira Botgta
Ceta Ppstana : quem na mesma quizar car regar u
S 3, 'r de Ptssagetn, ente ia-se com Amorim 6
Irm.is, ne ra da Cruz o. 3, ou com o Ci-
pitfo na pra;a do commercio
Para a Jihlii.
O veleiro e bem conboci Jo brigue nacio-
nil Vdloz, pteteiitie seguir com muiia bre-
videde. len parle no aeu carregaounto
a bordo ; para o testo que Ihe f.u, e pas-
s-geiros, para os quzes tem excelentes com-
modos.irata seco _. o seu consignatario An-
tonio Luiz do Oltveira Azevedo, amada
Ciuz n l.
i'ara Lisboa segu mpreterlvelmente
no dia 29 do correnle o veleiro brigue por-
lugu^z Peninsular : quem no mesoio quizer
Carregar ou ir de passagem para o queTem
'ommodos ; euteoja-se com os seus
sabiauo 32 mmmmumu
PKLr; AC KXTE
Pestaa
O ilo agente a requer tiento de tario interino (I* masse fallida de Jo9e C*"-
Ibo rio Rosario e pn' desjacho dn Eata. fsr.
: U' juiz do commercio expora novaaaaaie
i em leiKo
i A aroiaclo n mai* objeelos existen lea a U -
i berna cita na ra lo Pilar,a. *e arrlaa
cent** a refe i i* oieaaa.
O le.iiilo tera lugar pelas le) hora* a> alia
na moma taberna.
?*>'-!0,* *5ti>s*#i-.:
rOUUHAl PAIA lili.
Achm-se a venda na livraria a. a 4a
prega da Independencia, aa folhinba* de an-
no de IS59, pira as provincias Va Pernam-
buco, C Alegajas, das seguinles qualidadea :
Folhiuba do proptietario agrieoaa
conieiijo alan das malarias do een-
tume. aa leis a regulamnnlos das let-
ras publicas, notadas enm todua os
avisos e ordena que as tem aplicado
e ampliado al o mez de aeleu bro ul-
timo, celo Sr. l>r. Antonio Vascon-
eellos atenezea de Druartoond.
folhinbas sa> essenrtalaaao
ras a todas as pesaoasqaa (
um palmo de Ierra para mais, nota.
ella estao habilitados para DSOeaOi-
rem em mullas e nato seren illndidaa:
preco rs.
ani^f. ,?n Vh J Bae COra rs 8eus "'""'h* de porta rs. .
eoniignaunos Thomai ae Aquino Fonsec -Folblnh. eccl.tsist,. oa de rene l-
&Filho, n. ra o V.g.r.o n. 19, pi-neu-o U pelo Rvmj .r. conego pe^teeita.
..dar, oucom o c,p,t5o Ignacio Ventura no da 9de Olinda. seMttdT.lubri-
ca e ordena daoaota Se rs.......
DiU eom o almena civil, aailrtar
mercanttl, admioialraUvue ib '
d* provincia rs
Tanto
ou com
Pernaades, na praca.
GOMPANHIA
FernHmhucaiirt.
O vtpor nacionsl U'iarissu' comman len-
te Maciel Ji.nior seguir para os porlos do
sul no dia 25 do crrenlo es 5 hor.s da Ur-
de. Recibe carga al o da 24 as 10 horas da
manhSa os fretes sao a Tontada dos Srs
carre^.dores pagos equi ou oas agencias.
fiSf.
Leilo
DA
TABERNA SITA HA EA AU-
GUSTA N. 94-
A "i% fio rorrete.
O agen'e Marcolino de Borja de ordem do
Illm -Sr. Dr. juiz municipal e proveJor de
canellase residuos, a reqtterimento dotes-
tamei.teiro do fallecido Jo Pinneiro No-
gueira. fira K-tlTio da taberna sita ne ru
Augusta n 9, que pertsneera aodito fina-
do, consistindo em rmaclo, gneros, espe-
ciaras e mais objeelos ele, etc.. sabbado
22 do enrreute as II oras da manh3e. ni ., "" """"uu" no
taberna e narjao Jlocic bt
mesn
pelo ir-rescimo de aaatartaa. anana
pelo augmento do prec/1 do trafealno Ivm
raphico. nao he posaivel veoder-sesato al
manak pelo antigo costo
aa.;" (>er8unt-*" o Sr. offlwal d*4 iaU-
ihSo da guarda H.cional do aaenietaio da
Hecife, qoe nnfrou de eata la ilaar no alia
4 do corre ite, ae S. S sane qu.l o aararanta
que ro.ib iu es galimbas i ob a vsatni
que deuoite as maadou conduair oaan au
casa? V.. estn o de este >o-mater nm
i, deve dessiJi umenle *abr qoe I o antnr
de a mei, ante grac., e vor taao la re decla-
rar por esta ui.>snn folba, cario de afleo son
silencio nos fira persuadir que ao T g
mata niuguem leva ant ads aesta *i iasanai
ra, e do*ta sarta lea se poeto asa airiga a
honra dos sa -genios qne ueuuum* ir ranal a
liveram nesle negocio.
O sargento da tereaira
As pessoas que liciram a devnr ae lea-
do Manoel Lntz de Abren, pro*-ni ente de
me licamenios, queirana aiapararnrnnl
do Tambin. 17, do contrario se*
doa por este jor .al.
Avisa-sa ao Sr. tbesouroi-o -Ist Iota
ras, que -er-|pn lo-se duua meios bilfeaOa
da lotera que lem de correr no dia M
cirrente, ns. 185J e tiii cos a rabriea
II K, Q. Amaral. que nlo os pagae ae>ln en
abaixoassignado.Ceciiieno Korjria
Passo.
- Continua andar fgida a prata f ieteria,
" jo, lem urna aarrliaa de
Velomii lahld** *om
lum
interino.
CORREIO.
Pela administracSo do correio desta pro-
vincia ae faz publico, que oooi* 25 do cor-
rele, pelas 3 horas da tarde, seta fechada a
mtla que tem de conduzir o vapor costeiro
Iguirtsau', com destino a provincia de Ma-
cei-
Baile masqu.
Sabbado 33 dq crrante havuta um grande
baile nacional maaqn noa sumptuoaos sa-
lOes do caes de Auollo; tocando nesle dia
urna banla de msica variadsimas contra-
dattaas, todas noves de cpmposjcau marcial
O adi.aistrador do silao do eses de Apo lo,
continuas empregar to'ps qsseus esfucos.
fiara qpe reine a Do* ordem : preco dos b-
neles para iiomeni 29, aenboraa gralis.
I'rincipiaii aa 8 huras da noile e termina
r as 2 da madrugada.
I Grande leilo S
S das mais odoriOcas e bellas fltires,
fructaa e uniros objeelos do paiz e
Jtt da Europa feita em favor da fes-la do
gloriuso manye s Sebastio ni ves-
A pera e no ,-eu dia na villa do Cabo.
Nos das 22 e 23 do crrente mez
!g a noile depois da vespere e Te-Ueum
ti) da festa uo glorioso santo advogado
f^ e di-fensor da peste havei na villa
;.% do (abo porta da matriz grande
g leilSo contendo variados e lindos
^" boques das mais bellas flores do
civ
*#W*9 I ^M4rtWlii0#
IMPOriTACAO'.
_ Hiale americano pilule Brida, vin.lo de Nava
Yn.rlt, eouitKuad.i a Wnalley Pur.ler & C.
F3 caliat Tlenlas da alinidl. 599 b.rrieat firi-
Para o (laranblo e Para segu em pou-
cos dias a barca nacional Biilnente. forrada
e pregada de cobre, e j* lem prompta a
,,m'or parte de ana carga : para o r0sto e
passageiros, tntf-secom o seu consignata-
rio Domingos Alvaa llelheos, na ra de A-
. olio n. 23, ou com o capiUo Antonio Car-
da da Fouseca.
Rio de Ja-
ar Vh.,oP|,e r t,''U d"'"- hadaune. 100 barr* vinh ...51 meia. siiai. h.
eac o-IuT, T\ \^iaU T"" "" m "'""has bolaxtnh... 6,179 tabea, d, pi.
.','".? *n"*!i? ? "l0 lan, m.,,, >""" """ UI.Nfjl.A |KI tJKRAL
Ke-idlinenl* da .lia 1 a 19.
(am da di* 20.
71:8*74102
2:2139310
74:040}412
te riscado escuro, panno da Coala asul eosa
Tranjs branw, costuma dizer que ande em
servio da seu sonbor para melhor engii
* quem Ihe pergunte : ea pessoaa que a nva
der, le vera-na a Capunge, sitio dn alan-
tes, ou a praa da Independencia, loja a
calcado, qoe aerao recompensadla
O abaiio essignada, pro'easor aartien-
lar, r-sid -rite no terceiro andar doaiorada
n.58,1. ra Nova, participa ao ret*4tivei
publico e mxime aos Srs. uais de son dis-
cpulos, que aa aulas de primeir.a letras,
letim e franrez comecaram a funccionar das-
de o dia 10 de Janeiro do crranla, e ae
continua, coma d'antes, a recebar ala asno*
internos e externos para seren leeetnnados
as aupraditaa disciplinas
Joae Maria Macoado de FigeetreaO.
Precisa -se de urna ama aara n service
Interno de urna casa do pouea familia* ave
psteo do Carrao n JO, primeiro andar
i) abeixoaasigoado pedeao8r-VieanU
Fer.eira Navas, que appareoa no segundo
an-Jar do largo lo Tereo n I, pira concia ir
o negocijque nlo igaors.
Antonio Ferrnira da Lima Mello.
Qoem annnncion querer vea dat nana
boa casa, dinja-se a ra larga do Rasarla) n.
SO, loja de calcidq.
Ricardo CadutT, retira-te anra rara dn
imperio.
A mesa regedora da veneravel pNaaa
lereeira de Nos* Senhora do Monte de Car-
mo do Recife faz seioole a todos oe aerea tes
n amigos dos nossos fallecidos ir si tos, ce-
jos restos rnortaes inda se achare naaetta-
qtaairam
Igum oulro la-
gar, pedndqa mesma meaa qaa asta
cSo seja f.'it. durante o praao 40 nm asa
contar da data desta.
objeelos que ser3o ex
postos a curiosidade dos concurren- :K"
& tts ;
r-., HaverSo duas toldas lateraea a .'-.
.j, poita da igreja sendo urna para as ';*:
"r familits e seus chefes e oulra .pira ?>
9$ a expoaigto dos objectoa qne tem CjJ
ej de serem arrematados e para os ar- %
i rematantes.
S Haver urna belli mosica marcial *j
Jf para louvar com saos hermoniosos 9
W sgns a quelles que forero mais w| O
9 matos e generosos pleiteadores no fd
.a, dilo leilo.
t festeiro pretende dar o miior
brilho a este acto cujo resaltado tem V
le ser ap licado a deapezaa da festa
nfUl,aVao '.y080;. TT .H,e icumtal7aMs7aVd'eei1qwlS
existentes oa villa, e spera que as
do Recife venbam augmentar o bri-
lho da ftsia e a influencia do dito
leiUo
Leilo
TJR
neiro.
Salie com muita brevidade a barca
Recife, de prirneira clatte, a qual ja tem
a maior parte do carregamento, para o
., denota do qual, para
*?j aquelles restos mortaes que nlo foraai sm-
^@333@-3-ag s,m removidos s,r. fe.lq asexpaucaa da ".
dem para lugar ja lomado em delibcracle
eoa om* mesa conjuncia,pois tendodo sedar
principio a ediucico oo nosso botpcio,
convem serem demolidas ditaa calacumpaa
por ser o lugar mais adrede pera nin lo
pin esubelecimentoRecife 10 da Janeiro
de 189.- secretario,
Fra-.cisco Lopes ds Rilv*.
K\istm--'o presentemente no faro
desta eidade como solicitador o Sr. fe-
li\ Francisco alagalhaes iinaiki dn Sr.
Manoel Pereira Magalhes tambetn soiu
citador, o abai\o aiaignado faz irioaila
ao publico que i-o foro aonde exerce he
bastantes annos o lugar de solicitadora
seta conhecido por!ouca Magalhaes ,
pede aot Srs. escrivaes que com este no-
mo lancera em seua protocolaos os reque-
MOVIS.
(^OKTINUACAO )
0 (la sextrt-ejra l do
corren te.
IilHMI*;) DE B.1RJV
I!
conlinuara no referido dia sexta-feirs 21 o
j leilo de movis e oulros objeelos etc., etc
que leve lugar no dia quarte-feira 19, pm o'
sen armaxetn o qual nSo pode ser concluido
em ctinsequencia do grande numero dear-ir"nfnlo?1ne oaba,xo "RnarJo fizer em
tigos existente : o resto ser anda rendido j audiencia por teut contlituintes.
sem reserva de preco. I Flix francisco de Sousn Magalhaes.

M


1
We*TH'v*l5F*r,^'*

,

..lafall. PaMlll ..


DIARIO DE PF.RNAMBCO SEXTA FEIRA 21 DR JANEIRq DR 1859.
1
,-/

;l

i
4
i
A viuva do fallecido Manoel dos Sintos
Pinlo, tendo c>m o auxilio de urna commis-
sflo dos credores do seu casal, relisdo co-
branzas quo rodera permillir algum divi-
dendo, de conform lade cora o que fni de-
terminado pelo respectivo juizo d orphSos,
por onde corre o intentarlo, avisa a todos
os credores do mesmo sea liudo marido pa-
ra que al o fiai do corrento mez apresenlem
os sena ttulos, fim de que logo ao te-mi-
narem-se as ferias, se trate de reqnerer o
que for a bem de todos. Os litlos podem
ser presentados aos Srs. Domingos Altes
Matheus e Antonio l.uiz de Oliveira A?evolo,
membros da dita commissSo, e pela annun-
Ciante autorisidos para essa vericacio.
-- Desaopsreceram no dia 16 do correte,
do sitio do Mtnguinuo, aon le reside Manne
Francisco Dnirte, urna vecca de cor amarella
e urna bezerra malhada, i crescida, levan-
do ambas urna corda ao pescocn, e consta
que seguiratn pela est-ad do Espinlieiro,
perseguidas por caes : a pessoa que as echar
queira lvalas o mesmo sitio, que seta
gratificada pMo seu trali-llio.
O padre Manoel Adriano de Alboqner-
que Mello avisa aos Dais d"> seus alumnos e
quem mti* interessar, que abri a sua au-
la desde o (lia 17 do correiite, na ra dos
Marlyrios n. 18.
Precisa-se de urna ama livre ou es-
crava, de boa conducta, que saiba cozi-
nliar e engotnmar para casa de pequea
taroilia : no Hospicio, sitio prximo a f.i-
culdade de direito, casa terrea com por-
tao de madeira.
M4fWM9-M$9&
i Anda existe un resto de frascos ^
* de cimento inglez para collar vidro, m
5* UrtsruK* e toda a qu .lidade de ior- p*
f* cela na : na Inja da ra do Queimado '--'
@ n 10, te Leita, Arlbor & C. .'}
i*9eMvM$-Q ::: O ':. Q$*
Paga-se 30/ de aluguel mensal, por
ums etCi'ava que saiba cozuibar para o sar-
vitjo de uuj casa de pequea fat ili : tre-
tar na ra Imperial, segando an Jar do sobra-
do u 67.
14 FBRICA H1C10HAL DA Rui DA FL0BEHT1HA 14
Grande sortimento de VNA^aV^i'^bW de baeta, feltro e outris
des msis superiores e por muito menos preco do que os do Rio de Janeiro.
qualida-
Pode-se yer ege>llleI,
chapeos de seda.
> Ion Ira e nutras rjualiilades
DENTISTA
Jbsiiithio,
O uniera deposito do excedente e muito
ennhecialo stisintliio da marc Constint Le-
cnultro ile Mticr Travor, he em casa alo Sr.
liliidin Aine, na rus do Trapicbe Novo n.
20, caf do commercio.
Lote
ur
.-,.-..,...
.'.--.'..--.
' [ \ ":
.. ..,.-..-..,...._^>.,k
'
1
.Provincia.
*v
ClRl RADICAL DE.TOftVAFFHCVOESCOSBITICl RAS fiVJS.
Fahnca toda a qualidide de dentaduiak, simples por mais complica ,as que se-
jam
s
assim
como
deP
m
O novo m?thodo conhezi.lo pelo neme
IrinluTiu^Si-J ConceUe porfelcoats pecas que fcam fal-
ta* pw Mttm artistas, qoindo imperfetas ou inulil'Sadaa. Car*; oque tea a honra de
seapresentsr munido nao sodas melbores (iformaces, camprovsnJo a sua haDilitsc,
como ta^ibem possuor do melhor e mais KoJerno sortimento de J2/Uu U IEj 5
Artofiqi
,11!
qup tte hr>je b'\ appnrecido.
c
lunneeneio Sroott, pmfessor de mu- |
',! > ',>..-. -. nr i;i o de plano
e minia deniro da cilate o forn
della, s^ndo no prirceiro c so a 3-
por |t$9o e no segando pelo qae se f',{
justsr cnnfr)rn'i" bs distancias, em :
qualquer dellesporem 10 lindes se- j \
rfl'i pfgas ai!i:nU'as.
O mesmo compOe musleas saers e "
profanas, tetto vuc-il con.o instru-
mental: quem precisar de seu pres-
tino queira dirigir-se casa do Illm.
Sr.Jn.io Pinto do Lenius Jnior, ra j
da Aurora.
- .* -.......- -..-.
-"...:;-...-:-..-......43
--- :N.n fiiii-fir.ln d*. urora i".: $ar:> a,m u
Precisa-se do urna [essoa quo queira,
sociarcom nutra, na loja do celcoJo da ra
larga do Rosa'io n. 20, ou de un caixeiro
qae tome canta por bahinco, e qua de ga-
ranlia su con tucta, visto o dono da nies-
ma ter de M retirar.
Alle c;o
Ausentou-se ha 15 dias, do legar de Ta-
mateupe de Florr.s enmares de Jazsretb, o
esrrsTu Flix, com is signaes seguintes :
erioulo, idade de 23 a 24 anuos, mi io fulo,
bocea um Unto grsn'e, denles rneio li- dns, marcas dn firl las t lis peritas, n umo j
i
:'}

O Sr. tbesoureiro manda fzex pu-
blico rjue se acliam u venda das ) hora* da
mannSa as S da noite, no pavimento
I terreo da casa da ra da Aurora n. 2(i
era cata i-ominissionada pelo mesmo Sr.
thesoureiro na peaca da Independencia
i 11. 'li ate al G boras da tarde, soinente os
Sj I bilhetes s meios da sexta parte da se-
gunda lotera do Gymn isio Pei-naml>u-
cano cujas rodas deverBo andar impre-
.; 1 terivelmente nodia 2 do corrente tnez
'?:_' 1 Thesoniaria das loteras 12 de Janeiro
de 1859.Oescrvo.J. M. da Cruz.
Precsa-se dando-se por seguranra um sobrado na tratar na ra da s.-nzMa Veiha 11. 81.
praca da Boa-Vista : quem quizer diii-l F01 penbdo no ia 4 de Janeiro
Attencaoao
barato.
ni rtH N'v;t 11. 8, laja di
;os >|o<|iiirii !vf \ enile-sa para aaabat um resto Ha hnrxpguins
. de cor " p,n" p"""- ', simo preco de 0,000 reis, titos a pellica gaspea-
cs vslv olme cicatriz be ; visivel sobre um dos tonioze-1 de cor da vio de Lisboa par. homem. pelo baratis-
los ; levoii vesti lo camisa de "
Sm^tt^ant'&U"M^ I 2 TZ \ f"-*
BUHO mais compridos quo OS oulros ; fj ='"-lasl.eo a O.Oi.o re.s, d.toj de marin gas-
eiicontradn no lugar das Capnei es, no nicin V>Ao* de lustre a 0,(100 rat. Hilos da bezerra
te matulos eos busca do R*cfe J qurm o po j com p,,sl,co Psra i-mein a 5,000 reis, ditos de
gar n levar o dito eiinho de Tama Ir upe I Hilo para rapazes a 4,500, banjos de dina para
de Flores, oo deile der noticia certa, sera enHumenn de cabellos a 2.C0O, ricos enfeites de
bem recompensa 'o cabera para senhora, mapellinjs de seda do nltir.
SE!tV|i/> DBCAMP,, gosloequalidado.casavequesdefustaobrancomuil..
SZSSEZJffS: ou SSSuSr-j -.o rr,0 b. *
vos, salido o serv.co pa-a tolo o anuo: a U para f"1"". partilhos de carmel, penles de
tartaruga de lodas as quahdads, e prer;,s ;rbspeo<>
Muilos dos mais di stinctos habitantes desta cilade ja codera rlar fe da ligeires.i, Prec|s|,-sede officiaes peritos de parpina
promptidSo e brevidf 'e com que rslrah qu'si sem dor, at os bltimns restos de raizet
que a qutres escaoaram, corno da perfeigSo ds obns que Itie dSo direito a so reeommen-
dar especial e beqevo h attencao das p-^ssoas quedos i;u;i servidospessam necessitar
ru larga do Rosario n. 3S, vnmeiro andar. i
filho
Wsiatis: *.l .(>.-,-r.5SS'.'
^PUDRAS PRECIOSAS ;
BD
Loja de ouriv8s
TE:
Aderemos de brilhan- fjf
tes.diamaotesepero- ** niti no m ni'ni t ai
Jas pulce.ras. alfine- ^ RLA DO (lACLGA H. 7.
les, brincos e rosetas, >*?
botOeseaneis de d.r- fg Kepeheill DOr
ferenles gostos e de j? fc..CCt/iJtJ
S versas pedras de va- "v. tndo* OS
iVflla do Cabol *
Compram, vendem,
ou trocara prata, ou-
ro, brilhsrites, dia-
mantes e perolas, e
.'i
i
I
GRANDE FESTA DO MARTYR S.
SEBASIIAO'. Wm
Domingo 23 do corrente ter lu- j>; ?"
gara festado roartyr S. Sebastiao %$: nutras quaesquer joias
na matriz da villa do Cabo, com ves- ?*} i jj de valor, a dtnheiros
perts e Te-Deum sendo o pregador Ss f ou por obras,
o distincto ere- 2.1 ,^*:**:* stsarw 5a
i
i^eeebem
vapores
da Europa ;i
obras (io nrjals mo-
[;|i.'-. .-.-..
OUROE PRATA. %
4dereees com&lei>> .y.
ou'o.meios ditos,pul-!
ceiras,alli.ietes, tur
eos e rosetas,cordOes, 5i
transens, medallias, S0
correnles e enfeites;
! s
i
fiemo srosto Vi
to de Frailen,
mo fie Lishoa
2, da (esta e Te-Deum o distinelo pre-
2g ador da capella imperial o Rvd. ?
vi? Fre Antonio do Espirito Santo. *>
@ A msica de orebestra e marcial g)
J sao diriguas pelo hbil professor (_::
a Hermugenes Norberto de GusmSo. ;.
Da maroga la de domingo i 5
3 horas rom,eia a alvorada a msica f|
C3 do segundo batalbio de infantera i$
^ da guarda nacional do Recife, tendo $.
u lagar aesta oceasiio' urna aalva de g.
91 Uros, com descarga e urna gyran- i",
g dola fogo do ar.
W Antes da entrada e depois da festa -
^ tocara t mencionada msica pecas :v-
m todas novas ; na occasio do gloria pl
S Subir ao ar urna gyrandola de oito
* duzias de fogo acoinoanhada de sal- ",
sP vaae um bailo em figura de moga,
i' e no fim da missa lera lugar as des- $$
j^j cargaa do estylu. (_\
AS 5 horas da tarde srhir a ima- p.
9 gem do marty 8. Sebastiao em so-
v3 lemne preclssSo que percorter as 5??
S3 ras da villa, depois do o.ue ter lu- ^
^a gar o Te-Deum, flndo o qual bavera gg
^ um grande leiloabaixo transcripto. *
A' noite lera lugar um grande e ]~J
9 variado fogo de artificio, debaixo da
9) diree?5o do insigne ai lista Teixeira. ^aj
^_ llavera tambem um rico diorama J.
** de 'tO e tantas vistas pata recreio e ^
distracSodo poblici. is
^a Finalmente os encarregados fiesta >.
^ festividade nao pouparo meios nem ^*
* esforgos para toMiarem esta festa "f
JJ digna de tSo milagroso como glo- ^
j rise marlyr ^
m^-m%mm& quaesveiifiet
B-
S
por
rara rnlogio e oulrosj
mullos objeclos del
ouro.
Apparclhns comple-:
:
^i los de prata para cli, -;;
I bandejas, salvas, cas-,'*'
i tir;aes, cullieres de so- '
I ^a e da cha. e inuil >s Jfr
objectos de
preco commodo
costumam. I
e
outros
prata.
: ;j sks tul ta.-.. -.j; .
mi
N.
Ciaa-sealugar urna ama de Isite sern
na praea da lu le;en lencia '. 3H.
sitio Tapauur, meia legua ao sul da
ja-se a ra da matriz d.i Boa-Vista o. 1
que dir' ciucn o? precisa.
CORK PATLNT RCLMET, SII00T1NG
HATS. te.
Sun-Proof Water-Proof.
urna ''H "' 'l'-^'la para liom :n, ditos mais pequeos a
- ; peca iie um flauliui na praca da Umau : quetn milacio dos de lioinem para senhora, (tolinhas bor-
"* la arhou, entregue n loja de i un es n. 3i, dadas para senhora, manguitos de puobe al
na mesaia praca da l'niao, que tora I3OO de chicotes, bengalas de eanna. e outras muilas fazeo-
tchado. ; das de gosto o rpialidade, que se vendem por araeos
-- No pateo do Carmo n. 18, pr.me.ro an- rauil0 ein coma. ^^^
dar, precisase de um criado uu escavo tlu-
gado.
Amost araluable invenon has justbeen! AlenC.0 & La. nnns e bnnzoea. B
?lt:Sa ^,UOr'8' Vende-S9 &'Uns burr0S m^S: bronght forward to sopp.y ti gre.\ w.ot of Na rea do Hospicio n. .9, olTorece-* 205 f Cobree mCtal P"r" forro com
a/oper cofering for tne Hoad in t opical | mensaes por ma escrava que saiba fa7er & prejos. A
''-.'i Oleo de linliaca. S
3 Barrilha. f,
.3 Vinhot finos de Moselle e Joan- A
,^ ntsberg espumoso, e de Bordeux A
.;",) em quartolas. Z
C. J. ASTLEY 4 C fk
He chegdo loja do l.econte, aterro da
e novos.
Candida Balbtna da Rocha, profet-
sora particular de primeira lettras, re-
sidente na i\ia do Rangel n. 59, taz pu-
I)!ico ([ne continua receber stias discipu-
las do dia o de fevereiro em diante.
ENSINO
DE
!t
.
IS DOBRAS
ii
como
CHE6UEM A PECMIHCHA
Com pequeo toque de avaria.
Na loja do Pregniea vende-sn madspelao com pequeo toque de avaria a 3,400 rs
a peca, ditos mais Ouos largos a 3 800 rs a teca, chitas fram ezas largas cores escurase
lindos padrOes com pequeo toque de mofo a 200 rs o cova^i o, coalas de merino com 1-
gumas pintas de mofo econvlindas pin>siin pontnsa 5,50 1 rs cada um.
Isaaainiio 1; ir &?** \ \j
METIIODO PRATICO.
Tres vezes por semana.
Das 7 horas as 9 da noite.
RD\ NOVA, S03RAD0 NUMERO 15.
M. Forsecs de Medeiros avisa aos seus dis-,
c.puios e a quem mais interessar o conheci-
i ment da escripia coromercial, que do dia !
11 do crrente em diante contiouar a Ice-I
Clonara referida materia.
N3osendo possivel roceber-se mais disci
pll'"s P'ra *s licOes da tercas, quintas el
sabba los de cada semana, estSo designados I
os dias segn tas, ouartas e sextas para as!
m.oJoC!flS0q.U\d6SeJ,re,m.r!atrCuUr-!:e-1 0,,r 'K""'0 Firmo Xav,er. Proprietario
se reoha compltalo o nnmem da antiga e acreditada casa de saude. sita
ao nono -la estrada da Passagam da Magda-
lena, entre a ponle gratue e a requena do
r''i^HeV t2to? d"\dOTloirol,J'OD-|toioo*eraio de urna casa, e queaeja Bel.
tamed hy Ilelmet, llats, ani Caps, betng r
nade, iri any stiape, ofC.otk, nnder anew *' '" II Jfti-ie tie W. (l-l
process by woicb it is rcndeel lloxible, anJ Jimt Vamu
Us natural brittleness effecluali) removed.. -JUrt ll( ..||.
Kvery kiud of head-dress, cov red withanyj Em face dos arligos 14 e 15 do com^ro-
msterial dasireJ, can be made exceedingly j nt'sso que rege esta irmandaae, s3o convi- .,
ligbt or of real streugtn, sutlicient to wil ,.s- dados tolos os iruiSos de que ella se com- '-"
tanl any blow, with liltle exl-a Increase of Pptf Par* o,"9 cemparegam no dia domingo,
weigbt. Colk Shalcos, of thesame materia), ''^ do corrente, as 8 huras da manba. eui
are in the course of manufacture, by order seu con.isiorio, a fim de que congrgalos,' Roa-Visla n7 7, o excelloate leite virginal de
ofthe Governinent, for a portion uf tne Bri-I possam dar cumpnoenlo ao que determina rosa branca para refrescara pello, tirar pan-
tisti Army in England, Plain Helme.ts, Sis. ;' os referidos arligos. O secretarlo, nos, sardas e espinbas, igualmente o afama-
ornamenls al pleasuro. HaWKES & Co., 14, Manuel Muriins Peres.
Piccadilly, London. Sol Mauufacturers. I "" Anda se precisa de dous bomeus, em-
A spurinus imitalion of Ibis manufacture DOr* sejam casados, os quaes enteaJam de
must beguarde.t againsle, s it is eutirely 1 Irabalhar com carrosas na rus e em sitio:
des'itate of all ihe advanlajces pnsiessed bv quem eativer nestas circumstancias, dirija-
IIAWKE9 & Co.'s llelmets, &e., whict Lave j a a ra Direita dos Afogaios n. 64
tbeir .lame stempeJ u^on tliein. -- Aluga-se ou vende-se urna boa c>s> na
------ I villa do Cabo por traz da matriz, com com-
Snle Age.nt for the Sale of tbe above.T. R. motos para grande familia, e pam quem
LEWI4,16 Gould Square, London, to whom ; quizer botar algum negocio, ja lera a arma-
all Ordersshonll be addre?seJ,accompanlei eflo de urna laberua : a pessoa que quizer,
with Cash payments. | p te dingir-se ao engetibo Uiinga de cima'
' que achara coto quem tratar.
Casa de sautle.
gua
do oleo baboso para limpar e faz'r cresces
os cabellos ; assim como r imperial do li-
rio de Florenca para bermejas e asperdader
da pelle, conserva a frescura eoavalludadu
da primavera da vi la.
Est acabamlo.
Bolacha a .-to a arroba : na ra da San-
zal Wina n. 90
Vende-se urna escrava moc,a, pret.i
de nacao, com bonita iigura e sem aclia-
([ues oudefi-ito algum pliisico : a tratar
-- Aluga-se a luja de duas portas deb.ixo''! "0IP,C,. '0 prximo a faculdad.-
de dez matriculados, ser annunciado o dia
da abertura dessa segunda classe de alum-
nos.
Os senhores que se qnizerem approveitar
ido presumo do annunciante, queiram dei-
1 lura-Menino, e na mesma residente, tem
lispustoos melbores commodos para rece-
be' qualquer pessoa eufa-'ma, e achando-se
daM?. rlT* ,n' li* d? fU' No-1.ioaeu establecimento em as maisagr-da-
vijvaGadaut, ou na livrana Universal, veiseondicoes hygienlcas, continua a offere-
do sobra jo n. 5 da ra do Passeio Publico, ee dllcom casa terrea e portao di1
' madeira.
Vecle-se un) alambique continuowprn-
pno para espirito e aguldente : a ver na
fabrica do Sr. Leal, no aterro dos .fogado,
ea tratar na ruado Vigario n. 10, loja t>
pintor.
leilJo
junto
GRAMiE ESTABLLKCISIEXTy
PA
RA NOVA N.27, ESQUINADA CAMBOA DO CARMO, UMCO DEPOSITO
DE
CARLOS SCHEEL &. W. SASS
Neste bem conheci to establecimento seopre achr-sa-ha os mais ricos, lindos.
ortes e bellos pianos al huje conhecidos des afamados Mu
IHFF.
icantes da Europa
CARLOS SCHEEL W. SAS1ERH0FF
os qnaes lem sido muHa vezes oremiados as exposices d 1 Europa, e os primeiros sen*
- So da 8S de aexemDro prximo pass- do escolhidos pelo joven Artliur Napole3o, para seus cuncertos auando se achon nest-
Vendem-se esles pianos'debaixo de tola garants, flaneando nao semudarem, co-
cidade.
do fugio do engenho Miga de Baixo, o s-
cravq erioulo Antonio,estatura regular.cheio
d,ocorpo e espadaudo tem.o slgnal de um
tlho de relho atraj do peco*go, ps com[>ri-
dos e bem feltos, falta de um dente na fren-
te, tie officia! de (anueirn, fot compraoo nes-
ta praca ao Sr. Antonio Ricardo do Reg,re-
presenta 84 sanos ; gratifica se bem a quem
o apprebemtar e entrega-lo no referido en
genho ounesta praea a Antonio Goncalves
Ferreira GascSo, na ra do Apullo n. -2-i
Fuglo no ,lia 24 de dezea>bro prximo
pateada do engenho Frrico do Gamella de
Barra-Grande, provincia das Alagoas, um s-
i-rcvode nonie Maxiuiiano. comprado ha 6
me^es aos firs. Adriano 4 Castro, vindo da
provincia do MaranhSo, temos signses s*-
guintes : bastante alto, mgro, cor preta.
rosto eompriio, nlhos grandes e pretos, an-
da seaipre com a cbeca de banda, quandu
falla ha com a vista baixa olhando para o
ehfio, representa ter de 27 a 28 annos : ropa-
se a tolas as autor."lates policiaca a rapi-
ISps de campo.de o pegar e mandarem ou le-
arem ao engenho acuna dito, ou nest pra-
a a Lourepco t.niz das Weves, na ru da
Cruz do Recife 11. 64, que lisiar todas as
despezts.
Mr.'Farquhsr propOe-se a enslA.r in-
Blex a duas (ices por seman a 5 por mez,
indo Acasa dos alumnus: quem pretender
dirija-sea ra da Cadeia n 25.
- A aoaixo assignad, professora parti-
cular deinstruccSu priman, esttbelecil
na ra da Aurora da fregurzit d Bu-Visla,
avisa aos Srs. pais de suas alomnas. que, tm \"'^,5i''':5l',%*,iv?
oonsequenci de se char no campo pela ^?s.&M$$"
grave enfermiJade de seu marido, n8o lbe'
be possivel abrir aula no da S de fevereiro! S*)
prximo futuro; eass.m peile-lne que a-' '
guardem o entrando pelo qual serSo avisa-
dos, lego que cesse 13o legitimo impedimen-
to Frefuezia dos Afogailos 18 e Janeiro de
1858.Maris Carneiro de Suuia Lscerda Vil
U-secca.
Preeisa-se de um am pira cisa de
pouca familia : na ru da Kola n. 52.
Caetano Pinto de Veras, pelo piesente
rectifica os oooncios que fez publicar nos
Otarios da Pernambucodo anoa de I845 ns.
217,2I8, a 219. e nos Diarios de t8T7, n 171,
|73 a 174, prevenindo ao respeitavel publi-
co nflo responsabelisando por pagamento
de qualquer quaotia que nao fosse por elle
propriq coutrabi Ja, pur qualquer forma de
compra ou negocio, o que assira o torn a
rectificar pira que se previnam. afim de nSo
vepderem ou entregarem qualquer objecto
em seu nome pedido
Jos FranciscoTeixeira. tendo tomado
para sucompnhia quatro afilbadas, sendo
dus menores e duas mocas, as quaes vi vim
em compapbia de su mulber e urna hlb
iiniqr dp finta a um anuos, conteceu que
no doiningo ultimo, inlo com ellas a misa
* igreja de tfossa Senbora d Penh, dei-
xou-as no corpo da igrej, e elle foi pira a
cap3|la-mor; finia a OpfSf in Jo para a porta
d eferd igrrji, somente encontrou sus
mulber copa tres alunadas, ftlUBdo-lbe su
filia e una ijlhada, e n3o tendo sido possi-
vel saber o ntn que levarm dita so ti 1 ti a e
alunada, por isso faz-se publico, pira que
consta, sss.ai como decltra que leviram o
dinheiro quebavia casi, e somente a roupa
do corpo
Precisi-se deum cozmheiro on cozi-
nb.ira de qualquer cor : na roa da Cadei
do Recife o. 14, primeiro andar.
Precisa-sede um criado para bo-
lear um carro : na ra das Cruzes n. 18,
primeiro podar.
Caixa liii em t>enimhuco 17 de Janeiro
de 1j9.
Pe 9JSW JlS- EXP Sr- preinrlenfe da
caix tfl|| dp Banco do Brasil nest* provin-
cia, sp faz publico para condec renlo dos
Srs. accionistas, que o thesoureiro da ses-
ma Oka est autorisado a pigar d'ora em
diante 10 jO, dividendo relativo ao se-
u-asure fin lo 3t de dezeo. brp prximo pas-
Hilo, 1 rulo de 123150 por aceto, de con-
for"'''1i4e pama ordens recebidis da ciixa
ceptra'.-Q guarda liyrps.
. ||Pciq Nupcs porreia-
frecisi-se de um portuguax para fetqr
deum sitio parto dest cidade: tralar n
ra > Crespo 11.
mo todos os nsis que tem viudo este mrcalo, sendo a c<
fortissima, tendo o tecltdo a elgsticidade desejtda, e o exte
Vendero-se tambem nlpuns instrumentos harmimlcts proorios par acompanba-
roentos, cojo piano e para quatro m3os e'iitualmente pzr
Na mes. casa concerla-see i6ni-se com perfeieo
nstrucco a mais moderna
ior a inalor elegancia.
caaed.se pequeas igrejas.
os mesos instrumentos.
RELO
CIIAPRONT & BERTRAXD tendo resolvido diisolver amigavelmente a socie-
dadeque gyrava deba\o de sen? nomos na loja de jelojoaria da Piara da Indepen-
dencia Xs. 18 e 20, bao de vender de hoje em diinte todos os retogtoa ex-stenfes
no mesmo eslabc-lecimento pelo preco do c.isto, seja fem porcao, seja 1 retalho, com-
tanto que seja a dinheiro ; amaneando ser todos o relogios de boa qnalidade, e a
maior parle da tabrlca afamada do Robert (erth, o primeiro fabricante do mundo.
''Ti

i ifua Nova n. 24 em rui da Cadoia ele Santo |g
Antonio esquina dos sobrados novos do

Sr. Gomes Feneira,
DE
ma
mu
ffiAHOEL AHTOHIO DOS PASSOS OLITEIBA & C.
Restes doos estabelecimeotos achata o respeitavel publico um
sottimenlo de mobiliase ama numerosa
'^ eainda mais porque ludo ser vendido
> qualquer.parte.
...^ w >.mbu..-u uu .. i? todas estas obras muik> recimmendsveis por sua seguranc, gosto elegancia 'j
por
a
esplendido V;
nlida le de obras avulsas, sendo
igancia
enos preco ao que em oulra
me
mM

Sociedade
as.PIODOSIXEIBOS.
Em virtude do ri 14 no estaiutos sSo
couvidados os senhores socios comparece
rem domingo. 23 do correte, as 4 oras da
tarde, na casa sita na ru de Apollo, pri-
meiro andar, para assislirem sessSo da as-
sembla geral, e proceder-se a eleicfio do
novo conseibo administritivo --O secretario
Brito
Oibaixo assigeado pretende viajar pe^
los sertOf. Assu", Serido, Rio de Piranha, d "
Esp.nhri, do Peixo, Riacho de Porcos, A-
podi. Sorra do Teixeira, tocr em todas s
villis dessas freguezias, .cri, Cic, Pom-
bal. Catle, Paltos, cidade do Assu', Martin,
etc., se offerece para cobrar d.vi tas a trinta
por cento, dando Hedores nest praca : quem
quizer se utilisar je tal off>recimenlo, quei
ra apparecer na ra da Cadeia de Santo Au-
topio, cas n. 18, do Sr. G)udio Djbeux; as-
severindo a todos que se ihe offereceni mi-
tas vantagens por ser natural da freguezia
da villa do Calc e ter relacas t> amizad) com
as pnnci.aes pesspas desses lugares cima
exarados, e juntamente por receber wl;> pa-
gamento anlunsi gaios, trras, escravos,
etc., fazepdo entrega a quem ptrtencer, em
dinheiro.--Candido Perer M inteiro.
H ra do Tripicbo Npvo q. 2% preci
st-sa da leriinte-
pe-
Aluga-se umo casa na ra Im
nal nJ. ttil com duas grandes salas,
quartbs, coxinha fora e grande quintal
que linda na estrada de ferro : a tratar
na ra Direita n. 45.
lar. lVgnlur, ensin inglez 2 veza por
seman a 58 por mez, dirijam-s a cafa n. 25,da
ra da Cadeii de Sanio Antonio.
Uoii senhora lubiiiiada, professora
particular de provisflo, desla cidade, deseja
ensinjar fora : a senhora de engenho que
esquina do Collegio n. 20.
Sabbado, 22 do corrente, vai a
a tab-ina sita na rua Augusta n. 94,
ao viveiro do Muniz.
O fjrofessor de lalitn da freguezia da S.
Jos dest cidade, abaixo assignado, faz sciente ao I
publico que a matricula de sua aula se acha aber-!
la desde o dia 15 do crranle, e que os traballios
lectivos da mesma, tero comeco no dia 3 de feve-
reiro prximo futuro Os interessados dirijam-se
a casa de sua re>idencia n. 33, sita no largo do
TercoManoel Francisco Coelho.
ATE QS CBEGARAI,
Asdesejadas lampadas para igreja, turi-
bolos e navetas, ce I leirinhas para ag.ia ben-
l, commadres de estanno pa a hnspitaes,
Santos enristos, tanto para altar mor como
para latertes, campainhas grandes e peque-
as, bigornso tesouras para funilelro, fu-
les para ferreiro, o outras muHas cousas
muito baratas : na rua Nova n 38. defronte
da igreja da Couceicao dos Militares.
O. aluno aial|{ado< leclaram au torpo do rom-
meieio que de commuin aecordo deaugou-te da fir-
ni norial de que en-m oclu, a qual cir.iv, na ra-
23o de L.ite Ariliur j C, o taoiu Arlliur Fabijtu de
MmaMa Meodaue, li-.ndu aoUriarlaanaail ohne^.
ilat pelo p.tiivo contrallado al 3| limo p*sdo e pertneenilo-I!ieo eelivo al a ines-
ma dala o ocloa Manoel J, I.tile e JoSo Joa-
qoim Cartel, o, quaes coniinuam enm o estabeleci-
menlo, semln a firma aoaial l.eite Correa.
Itecie 20 il jaueir.i de 1859.
"ll'lhl'l .1..... |.-l.
Arlbur Pabia* de Almeida Meudonca.
laiojaaqaifl Correa.
D. Aona Joaquina Tflixeir da Motta
Cavalcanti erren ia o seu engenho Novo no
termo da villa delguarass, quem o preten-
der dirija-so ao seu sitio do Uuteiro enca-
vado entrn trras do mflsmo engenbo ou na
mesma villa de Iguamssu' rua da matriz Ca-
sa n. 9, a trlar com o filho da orop ietaria
que be Jos Teixeira da Multa Cavalcanti.
Itoga-se eocareci Jsmente ao Sr. ir..
a bon-iade de niamlar pagar a diminuta
quanlia de.... que he devedor o rua do
jUueimado n. 2b
Precisa-sede um amassaior enm for-
neiro para padaria : na ru* do Rosario u
Boi-Visti n. 55.
De boje para amanh.la partem pira a
cii'aie da Victoria um ou mais carros, e re-
cebe familias ou passsgeiros avulsos, s par
levar : na cocheira da rua da Cadei n. 15.
Precisa-se f< llar ao Sr. Fortnalo Ta-
veir, na ru lrga do Rosario n. 46
-- Precis*-se de um forneiro e um a mis-
sa .or, que entendam perfeiUmente do Ur-
lico de padaria, pr* fora da praca : a tra
lar na rua estrena do Rosario, armszem
n. 29.
-- Precisa-so de ai amassador
ra da Soledade n. 16.
A pessoa que annunctou vende' urna
morada do casa ter'e, poje dingir-se a rua
do Santa Rita n. 4. ; sendo que agrade nao
se ulha a prego.
25/UOO mensaes.
Precisa-se slugr duas pretas cscrav s,
sendo urna para servico de cozioha e nutra
engommadeira, paga-so 259U00 meustes por
cada una : na rua ja C-dei de Santo Anto-
nio n. M (entrada a esquerda).
Jos Mana rta silva Ferreirt.avisn ao res-
peitavel publico, que as casas do Sr. Selria
n ru d Gruz.loj de ctlc* lo.e na ruaINnv
n 26 em cis do Sr. Antonio Joaquim Pa-
nsco, continutm
tingtr da preloa
feQSo. e barato preco
Precis-se de um mulher para fazer
comranhia a urna senhor, e que tambera se
sujeite a algum servicp da cisa : na rua da
Santa Cruz n. 2t, achara com quetn ir tar.
- J. llunder, nucate, tem a honra de
avisar aos seus numerosos froguezes, que
boje por diante encnutraiSo sempreum lin-
do sortimento de fazendas para quilquer
obr : na rua da Cadeia de Santo Antonio
n. 11 B.
cer os seus servicos, afiancando o melhor
tratamentoeo maior zelo no curativo das
molestias. O mesmo f>r. tem destinado urna
sala par partos; cuj utiliinle be incon-
leslvel.
8.1o encarreeados das clnicas.
OperacOes.O lllm. Sr. Jos Francisco
Pinto GuimarSes, cirurgiSo do grande hospi-
tal de candado, cuja pericia he bem conbe-
cida.
Medico consultante.O lllm. Sr. commen-
dador Dr. Jos Joaquira do Moraes Sarment.
Partos.O Ulm. Sr. Ur. Silvio Tarquino
Villas-Boas.
Patbologia dutrina O proprietario do es-
tablecimento.
A diaria ser de 3 a 2, conforme a gra-
vi rade, e duracSo da molestia.
as pessoas que quizerem um tritamento
vende-se nma boa armacao propna \>. :\ ne-|
gocio defazeudas, que esta collocad deniro
da mesma loja : quem pretender, dirija-se
a Jos Joaquim da Costa Mala no mesmo so-
brado, rua do Collegio, ou na loja ue cha-
peos no arco de Santo Aulonio n. 4, de Maia
IraiSo.
.No di 17 do corrente rugi da palaria
do a baixo assignado um escravo preio de
nacSo Angola, por imane Jos, representa 45
> 48 unos, de boa estatu, um pouco des-
carnado do rosto, lera um p e perna bs-
tanle luchado proveniente de erisipellas que
couiinuemente. soffre ; este escr*o foi do
Sr. Pindolaqui-, a quera servio mullos annos,
e bem coucecido : recumraeuda-se as auto-
ridades e pessoas particulares, por quem
possa ser encontrado, o maulera pegar e eu-
Iregar na rua larga do nosano n. 18, aonde
geiierosameuta se recumpensara a quem tal
servico p;oslar.
Feijao.
yumT'rfiv4
Compram-seuxacasa terrea em Olin-
:, eleoder-se com o Rvd. cotego Mi-
nuel Tnumaz de iveira.
Compra-se no armazem de materiaes da ru
distincto, pagtrSo na rz3o da despeza que d Cadei de Santo Antonio n. 17, chumbo velho.
na pala-
qutzar servir-se io seu presumo ,iara a edu onde morou o Sr. Dr, Colaco : a tratar com o Sr,
clara
cacad de suas fllbas,* dirija-se a rua do Ran-
gel,.cas do dons andares n. 36.
jEu abaixp assignado pelo presente de-
ter vendido nesta data a mititia loja de
raiuiezis e calcados sita no sierro da Boa-
Vist n 82, o Sr. Joo Luiz Vinna, ficando
na rnsponsabilidade doacliro epassivo, co-
mo consta do papel de venda, e autorisacSo
dos|credores.Recife 1. de Janeiro de 1850
Jos Maria de Azevedo.
[- Precisa-se slugar urna* casa terrea em
esUJo, no bairro de Sinto Antunio ou
Vista : diiija-se a rua do Crespo n. 2.
- Aluga-se o segn io andar da cosa da
ruja da Cadeia do Recifa n. 4 : a tratar no
armizem da mesnu.
-,- -
e em lodae
eiemplar.
- Alugi-se o primeiro an lar do sobra io
n. 67 da rua Im-.erial, ten lo duas gr.nies
- Precis-sa de um rapax de 14 a 16 an- salas, duas .xcellentes e espcos*s Icov.s
i. quatenha priuc da taberna, p que e miis tres quarto, alem ua coilnba fura
eir ir Pr um em Apipucos : di rua I com quintal a servenli para a mr : a tra-
' lar na rui da Cadeia do Rjcife n. 34, loja.
zer.
OperacOes, senguesugas e conferencias,
seriio pagas a parte da diaria,
Para a entrada dos doentes se tratar a
to la a hora do da e da noite no estableci-
mento ; e das 10 horas as 6 di tarde, na roa
de Hortas n. t2, ou no ateo do Carmu n. 9.
PW.OSPEfTO.
Manual do plantador de algodo.
HIR.
TURNER.
Hreva achira' a luz pobliea a IraHnrcfto daala ei-
cellanle vbra, que minie ae recnromeiida m geral
ao laralcre, feilurea, e ID'mo aoa negociadles
pelae muilai noliciaa induairiaea a cummemaes
desae ulilnsimo prdiirtn afirol. O aMenoal do
plHtitad r de algodlo trata miiiocloiaiof ule Ooe ae-
i^uiulea issompl.ia:
Taboa das materias.
CAPITULO I.
Melhorioi ordinanoe da cultora de algodo.
1. Cuta i-i i remia.lo aobre a r o llura 1o algodlo de
Chaaibar*.gp P.elatono sobre o elgolSo do ea-gj-
varaadaf llamiimnd, cono a nota .lo aSuulli-Wei-
lern Karmer 3' Cola au llmitcho Calhnuii aolire
a ailara do algodo 4- ti- qualrn mmeme so-
bra o algndao laa culluia do Or. M. \V. Pbihpe.
.V Relalorio aobre o alao,l9o de W. Sumiller.
6* Itelalorin rta ocledade rte agricultaia da omito
Carolina do Sul aobre o ligedlo*
CAPITULO II.
>w'cn. i aperfeQObdii d cultura do algado do Dr.
N. B. Clood.
1. Mediado de mu uniar. de plantar, a da ealli-
var.> Princiiiui de pliilnauplua do tv-lfina :!
Eipsriencias aobre Iruines. 4- taVIeiua ele rola-
(! na cultura do aluodao. j- S)siema He rota{Ao
na cultora do algudSo ronlinuado. C' Eslruma
eoropoilo, de paleo, de animiea ele.
CAPITUCO III.
Historia natoril do algodlo, auia espeeiii e varie-
dades.
! 1>-freanles esperiea de alzodlo. 2' A planta
do algodlo, e o algo lo daa allana, rio mar 3- Virle-
ladea de semenlea de algodo pelo llr. Pliilips.4-
Alindan (i,la de aasorar. '> Sobara aeinenle eper-
fecoada pelo Dr. Philip*.<; Sobra aemeiite iper-
fern.iila pelo Or. Pbilipa roiilanoado.7* Semenle
de alaolilo Banane. 8- Algodao seda.9- AlgodSo
riiuli ll-.i.iMan, \ Boall.10' Saine acaeila i, de
mentes de algu.lao do Ur. l'hllips.It'Oraapa-
il'.r de seineulaa de algodao.1-J- A d>ITerrnle* va-
riedades al* semenlea aa alodo.13' Epaco|cao
.1e semenles de algodao.ti* Logros em agricultu-
ra.15' Planlacflo do algodao cas ilbaa Oo mar.
16 Eslatialira do algoilo das ilbaa do mar.i" PUn-
laro do algodao das llhii lo mar.
CAPixri.o iv.
Molealia inaeclus Oeriruidorea da planta
do algodo.
I* Sobra a lrgala do algodao da reeiata da Bow.
2' subre a fanugem |,lu professor II rper.3. O
m a receber f.ien ias para -1*" ','" lr'<," rta" aiajlM 4-0 Me ca lado*-.
de tolas as cores com ner. '* *"'" a""Wa barble! do algodao.B- O
nr' b,,a ,", ""'. "l"' > a'Bodl. a quo ..
i.i o nome de sore-shio na Amarira Inglezi." O
paiaaros conlra o* insectos. 8. Oulro jaiio a favor
nos peaiaares.!) A Tarrugem vermelh, a ferru-
gam Irigoeira.10- Aljo iao atol.II- A podri-
da* seeca oo algodlo. 12- A podridilo uo al-
god;lo.
CAPITULO V.
Aiiilyse'di planta do algadAocim ralajS tppllca-
{ao dos oiiumes o r.
1.* Analyse da senaente e da pluan i dp algodBo
por Miepbard.2." Analise da piapa cfn aigo.Mo
eom reflarcoes relallvaa a saa rultora, por Ttiomat
J. Sumiller.S.- Relalorio aobre a *naly,e do al-
golao, eaeua lineos por Miura. lliggin-t Bl-
akll.
OPITII.O VI.
Consumo do algodao e trafico do algodo.Trafico
do algnilln de 1825 a 1850, palo professor Me.
Kay que foi da l'uivarsidade a tieonia.
I." Saccaa de panno de algodlo.2.a Camas da
algo.lao. boa idea.3.- Novo tmprago para o algo-
dlo.i.' Saccas e cobertura d panno de algodao
de casa, 5.- Apparelhoi de algidao para navios.__
6.* panal de casca de elgodoeiro.7.. Oleo de ae-
meiite da algodlo.8." Sementi de algodao como
"ruine.9.- Porcos soslenladoa eom eemenles de
algedao. tu- Smenles de algodlo.1|- Sernmle
de algodSo para soslsolo di carneiros.12' A se-
ment de ilgodlo para losleulo do gul.13- O
Irafico do algodao de 182") a 1810 pelo pmfeoor Me.
Ka\.24* Cauhamo de basle alo algo-loilro.
CAPITULO VII.
Carta do aecrel-rio do astado.
Tranmitiindo ujna uulicia carca d s dirailoa
doa regul. meiii.a atas alfandegas appl raveis io il-
godlJ ainencan'.
CAPITULO VIII.
Historia do algodlo e do eugenlio de algodlo.
1' Breve historia do ilgndlo.2' Sebr o nge-
oha de algodlo inlrodnec.li do algodio por Ttin-
mi Spalding.3. Nallian Lvaiia.( do Origam
do ngauho de algodlo.5. K.iaii.iiei do algollo.
fi' Kngenho da algodao e parrfuaof da enfardar.
7. lfislon.1 do eugenlio da algodlo.81 Dli V\hi-
luey.
A.iigna-se ala obra na livrarla da pra;a da In-
dependaneia n. I! 8, a 59000 rea cid xeui-
plr.
flktlklia
Vende-se um ecravo mot-.o, de bonit
hgura esdio: a tratar na rua da Senzal
Veln n. 96
Vende-se urna barca; em brm estaio,
e -irompta a navegar, a qual carreg 120
saceos com assuuar : quem a preten ler, en-
tenda-secom Manol Ignacio de Olivetra A
Filho, ira largo do Corpo Snto, por cim do
lrpiche da Corupanhi.
-- V nde-se um ptimo cavallo, o me-
lhor que he possivel para sella, carro e ca-
briolet, est muito gordo e he manso que
admira : na cocheir da rua da Cadeia n. 15
Com toque de
avaria.
PeC'sdm1pol3o a 23500 o 39. peQas
deelgoiSo de listras cora 40 covados por
4j)00|>: venle-se na ru do Crespo, luja da
esquina que volt para a rua da Cadei.
-- Vendem-se saceos coro milho a 6, fa-
nnha de trigo para engordar inimaes, osic-
co com 5 arrobas 45000 .- na rua estrella do
Rosario, arm.zem u- 49.
Vndem-se 2,000 grrfas vasias ; so
p d fabrica de ferro em tinto Amaro, t-
beru da esquina c-j o fronte a Caima q'tgus.
Batatas e gom-
raa.
Vende-se feijSo mut'nho muito novo,
em grandes e pequeas porgOes : na rua Ii-
reita n. 8.
-- Veude-sa orna casa de ppdra e cl, no-
v, com Instante commodo para grn;e fa-
milia, a qual tem de um lado um solio in-
dependeute, e de oulro lado outr cas mais
pequen, tu lo tambem de pedra a cal, ten-
lai ao lo lo 64 palmos de frente, sita na rua
do Cabral da citada de Olinda, ptra onde
faz frente, e com quintal grande em toda
largura al a estrada publica que segu pa-
ra Kragoso, cora algumas arvores de fructo,
e agua tolo vero, .sendo o terreno proprin ;
os preten lentes dirijam-se ao sartorio do
Sr. escrivio Ferias, que ahi sabnrSo quaru
vende.
Barato para ac-
bar.
Venden-se borzeguios franceses com la-
co. para bornea a 98, sipatdes daiuslre para
homem a 58 : na rua do Cahuga. loja u t.
Casa
secundo aii-
Manoel francisco Teixeira, dou- ?*
tnrem medicina, tem fixaio a sua ^
residencia na rua da Cruz n. 51, se-
gunilo n Ur, ati uoaler ser procu-
rado por qoem de seu piestimo se
,jg queira utilissr.
Aluga-se a cas terrea da rua dos Prazeres
Jos Carneiro da Cunha.
ATTENCA0\
Esll no prelp a aalura' a lu nos primeiros dia
do proumo mar. de fevereiro a inlereasaoli obra ni.
titulada cit), Jesoila.a e-ciila pelo Ur. Ildefonso
Llaner Gnlmer. Eala obra in -Ira em re.umo os
meios peina qu.es se |ev..u a Cunoaiilni de Jess
ai paidcno clieganalo a dominar Rsis e fovos, e iiri
praudo na propria ciarle ate Koma ; e eom a saga-
eade de (minele Estadista o Marques da poinbal
ehefe da liga enm ns mimslros o lleapanhn e da
Franc i, logro destruir completa iiKlanlauaamen-
le sa lerrivel aoriealade. Snbceeve-s na praca
da laa.lep- n Pni-ia n.6 8; na rua do K nano n. 14
as Unirlas de l'etnainbnco, a 28 rs. cada
de tonmiisso de escravos
it5! riiH Wirg-a do /Rosa-
rio n. 92,
dar.
Nes'a casa recebem se escravos para se-
ren vendidos por commisslo por conta de
seus senhores, aflanca-se obom tratimento
a a prompia venda,afim de os donos aSo sof-
frerem empate eom a venda do meamos;
iiest mesma casa bi semprn para vender es-
cravos pra eugenbo. i-olequese negras.
mm^sm^m 9^>io
9 Arkwright Tuckniu & C. tem %
f para vender no seu armazem na $ff
r9 rua da Cruz n. bl, biacoutos ero
%l latas por preco commodo.
iterrj ta Bt>a-V8ta n. 7,
Noral IrmUos
Avisamos ao respeitavel publico desta pro-
vincia e principalmente os seus numerosos
freguezes, queseabimris timo Vapor as obras mais lidas qate tem
a.pprecialo sa mecido, como sej, ricos
aderecosde brilhnntes, m-ins ditos, Ifine-
tes ditos, rosetas ditos, snnel e botOes dos
ditos, aderecos completos de mosailf, rubia,
grinots e perlos. lindas pulseins bavre
de vesuvio, bolOes de peito e de ponho, cas-
soletas, mndalhas, cruzes, trancalins e cor-
renles, ralogios da ouro patente iogles o
sussqs, pnta e prita dourida, todos multo
roiis barato que em qualquer outr parte),
vistu que estamos, pa-a nos retirar per Eu-
ropa ; troca tambem qualquer obra' velri'a
por nova, e ncaifegatn-se deencommen-
las para Europa e HSo de Janeiro.
i
Hontem desemoarcaaias, e vendem-se nos
armaza-ns de Andrade & Campello. na rua da
Madre oe Dos n. 18. e no largo da ssem-
bla junio ao trapiche do algodSo.
Vende-se a taberna da ru da Gloria n.
4 : quem quizer, dirija-se a mesma a tratar
do negocio
.-- Vendem-se dnus escravos, um perito
destilador de alcool e conliece lor o alam-
bique de Derosne, d-se por preco commo-
do, com tanto que spja para eog-nho, e ad-
verte-se que n3o he vicioso, e outro ptimo
cabouqueiro na ru Direita n 66; ambos
da-sa para esperimentar.
Vende-se urna canoa berta com 6 pal-
mos de bocea, piopria para conduzirtjuipim :
quem pretender, di'ijs-se em Fra de Potts
noesialeiro de Thomaz Jcs ds Neves.
-- Vende-se excellente bolacha o bola-
chtnb, que faz cunta, tanto para negocio,
como para arranios de familia, pelas boas
qualida tes e cotnmodo preco de 3/200 e
33.V20, bolacha a 48160, bolachinha muito
lia e de bons tamanhos para negocio : na
padaria da rua dos Quarteis n 18.
Sab^o do Kecife
Castanho e amarello.
No antigo deposito do largo da Assembl
n. 9. roniioui-se a veoder s^bq m*ss o
marello, senloesle de superiqr qniljaile,
e pelos irecos de 110 a li a libra
Vende-sn um esccavo mogo, boa figu-
ra, por pouco dinheiro por baver preciso :
na rua o Nogueira n. 25.
Farinha
A 5 6 e 7,000 rg.
< s^eco.
Vende-se no Forte do Multo, armtiem de
Aodrade & Caaipello, prximo ao trapiche
do algodSo.
JFigueira.
VJnhp rinto da figueir, em barril de ,.-,,
mui suoerio", puro e de um gosto agrdvel, i dn, pecas de bretinha de rulo a O. lencos
muito p-o.'rip par* casis parlicular.es ; ven- j ,e s<3<* encarna lose ti.anc s go i rs. OSo-
de-se pij-p-e;o romijirjlo, no armazem de se a musirs com na>nhor; a loja est hera
Ferreira & Ma'tios, trvessa da aladre de j J"s 6 horas da manhSa as9 da noite.
lieos ti I 6; ssiin como tambem se venle <.r\KN\'
em pipas. No armazem deFrsncisco Al ves de Pinbo
01KI40S DE BHAS flERAES* 'doPar*,rc^eb"iot"Vo0u"timvepo^"v)o!
Vendeui-se uo aterro u boa-Vista n. 8,jde-se por junto ou s loras. a prea muito
ebegadoi pelo ultimo vapor. 'comraolo pira se dar conUde veo Ja.
.- r
BART30L01E FRiHClSCO
DE SOZi.
/na |argH do ttusario n.
56, botica, vend
Vermfugo inglez, era vidros.
Xarope do Bosque.
Pilulas vegetaes do Dr. Brandrelh.
Arrobe snii-syphlilico de L'AtTectaar.
Ellixir inli-asmalico, era vidros.
Pilulas contra se/Oes e febres intermitentes,
em caixinhas.
Pilulas llidlnway
Ungento Hulloway.
Sais pirrilha de Bristol.
Vende-se ou itnrmuta-se por casas
nst cila le o sitio ala travesa do Km.'dio
n. 2\ : quem o pretender nlenla-se com o
seu proprietario C elano Pinto de Veras.
Va loja das seis
portas eai frente do L-
* vramento.
Barato para acbar eom algum resto de
faxendis.
Pecas de cassas de cores com 33 covado* a
68, e o covado a '200 rs peede Ua com SS
ovados e btstanle iarg 5, a o cov Jo a
160, cortes de rass com 11 ovados a lt*J*Q;
lencos de retroz a 500 rs., cetnisinh com
golliuha pira senhora a 28, musselin en-
cimad e branca a. 3*0 o covado. cortes de
Ka de qua Iros, fazenla bastante larga a 59,
lazinha fina para vestidos a 400 rs. o cova-


POMi amcssbaattst^a

DIARIO t PliKNAMBUC SEXTA KElllA 21 DE JANEIRO DE 1859.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
PlLULAS HOLLOWAY.
Este lnestimavel especifico, composto in-
teramente de hervas medicinses, nSo con-
ten mercurio, nem al gumaoiitra substancia
Espartilhos francezes.
Vendem-se esprrtillms francezes de mo-
las, de carretela n de ilhozes para entiar, o
melhor qoe se pode encontrar neste genero,
na bemfeitoria e na commodidade a quem
delecteria. Bentfino 4 mais tenra infancia, asar delles, pelo bamssimo prego de 63,
e a completgSo roais delicada ne iguaimen-1 6;soo o 79 na rna do Quei?ado, na bern
le prompto e seguro para desarraigar o mal
na compleicSo mais robusta; be iutelra-
meote innocenteem s'ias operagoes e etfei-
los ; pois busca e remove as doengss de
qnalquer especie e grao por mais antigs e
tenazes que sejam.
Entre militares de pessoss curadas com
este remedio,muitas que ja estavam as por-
tas da murta, preservando em seu uso : con- cavullo.
seguiram recobrar a saude e torcas, depois
de baver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mSis adictas nSo Jevem entregar-so a
desesperagao; fagam um competente enuaio
dosefficazes effeitos tiesta assombrosa me-
dicina, e prestes recuperarSo o beneficio
da saude.
NSo se perca tem, o em tomroste reme-
dio para quaquer das seguintesenfermida- '50; : na "ra do Queimado n.~22, na "bem
des : j coobecida loja d* Boa Fe.
Accidentesepleplicos Pebres inlermltelen
conhecida loja de mindezes da Boa Pama
n. 33.
Aviso.
No ariiaiem de Adamson llowie & C, ra
do Trapiche n. 42, vendem-se sellins para
hornero, e senhora, .arreios prctiados para
cabriolet, chicotes par carro, coleiras pora
cavadlo, le.
Oales de tuu-
quim.
Vendem-se ricos e superiores chales de
touquim bordados em duas pontas, fazeuda
mto superior e ltimamente ebegados
Velas de car- |
nauba
o enligo deposito da ra do Vigarion.
27,rvendem-se velas de carntub em peque-
is\e grandes porgues, o do rtflerntes bi
por menos do que em outra qualqner
Carro novo.
ide-se um excellente carro inglez, no-
*ra 1 e 2 cav.los : na ra de Santo A-
i (Mundo Novo) n. 6.
Bjindejj s finas.
Vende-se lernos de tres bandejas muito finas e
de goslos inleiramente modernos pelo baralissimo
prego de 9 e 1 2*000, na ra do Queimado
na hem contienda loia de miudezas da boa fama
n.33.
te
A
X-
Alporcas.
\ai polas.
Arelas mal de)
Asthma.
Clicas.
Convulsoes
Eebreto da especie.
Cotta.
^lamorrhoidas
Hydropisia.
.Ictericia.
Indigestes,
Uebilidade ou exle- Inflammagoes.
nuacSo. .
Debilidadeoufalta de
forcas para qual
Aviso importante
Vende-se um carro americano muito forte,
pintado e forrado de novo e com gosto, pode
andar com um ou dous cavillos, be proprio
para algnmSr. negociante que mure em si-
tio, e que teoba de vir ao Kecife todos os
das : a fallar no aterro da Boa-Vista, loja
e' smra
quer cousa.
bysinteria.
Dor de garganta
de barriga.
no rins.
Duraaaiioyentre.
irrogu la ri da des 1 j de miudezas n. 58, o carro he de construc-
e1 ienstruacjo. | co igual o do Sr M. Coocalves da Silva.
-'.Louibrigas de toda M^k
a
especie
Mal depedra.
Manchas iu cutis
Obstrucgflo deven Iro
Tsica ou consump-
gao pulmonar
Vendem em seus estsbelecmentos da ra
Nova nb. 6 e 39, folha ae Flaodres pelos se-
guimos pregos, a dinheiro vista.
Marca I C 219000.
Dita I X 2-29000.
Dita I XX 23#000.
Tambem vendem a prazo pelos pregos que
se convencionar.
Vuildom-se varan las do ferro boas e bo-
nitns, obra janellas de pastoras : na ra
Nova n.
CoVt
ti
Kiiferthidades no ven- Reieugo de ourina.
tre. Itlioumstamo.
Enfermidades no liga- Sviuptomas secun-
do.- darios
Ditas venreas 'Tumores.
Enxaqueca. T ico doloroso
llerysipela. [Ulceras.
Febres biliosas | Venreo (mtl).
Vendem-se estas pilulas no estabeleimen-
to geralde Londres n. 241. aStrand, e na
loj de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoaseitcarregada.s de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespinna.
Vendem-se as bocetini-as b 800 rs. cada
uma dellascontmurna instruccSoej por-
luguez paraexplicar o modo desse usar
deslas Diluas.
O deposito geral he e n casa do 8r. Souro
. harniaceutico, na ra Ja Cruz n. 22, "'
Pama m buco
Para do en tes
imuioveis.
Comadres de estanho cara doe tiles oue se
bHo podem mover para fazorem s ptecisOes
rorportes; esle til apparelho tem na ra
Nova O. 38, defronteda Conceigao dos Mili-
taros.
Xarope do Bos-
que.
Foi transferido o deposito desto xarope
para a botica de Jos da Cruz Santos, na ra
Nova.o. 53 : garrafas 5/500 e carias 39, sen-
do falso todo aquelle que n5o !or endito
neste deposito, pelo quo ss faz u preaonte
aviso
IMPORTANTE PARA O PUBLICO.
Pa-a cura de phlislca em todos os seus
differeutes graos, quer motivada por enns-
tipagos, cosse, asthma, plenrz, escarros 'le
sangue. dor do costados e pello, pal;msg5o
nocoragSo, coqueluche, broD^-ite. dor n
garganta, e todas as molestias dos orgfios
pulmonares.
He |>" r igrej..
Lampadas, turibulas, navetas, caldeiri-
ulif s de metal an.relio ; os turbulos e na-
vetas tambem K"lv obra de gosto inteirsmente novo, erucifixos
grandes e pequeas, com cruz de madeira,
bem fetos, sincles e campas de diversos ta-
annos, tudo mais barato do que eni outra
parta, e quem duvldar venba comprar na
ra Nova, defronte da coocdcSo dos Milita-
res o. 38.
He fooin e muito
barato.
Vende-se facas e garios multo finos com cabos de
ossos rlleos e oitavados muito bem polillos, pelo
baralissimo preco de 3,00 rs. a duzia, ditas com
cabos era vados lamben) muilo finas a 3,20o res,
ditas fioissirnas com cabos de chifre de vado a reis
4,500, ditas de cabos de balarlos o mais lino que
se pode encontrar a 6,000 reis, ditas com cabos
pretos a 4,000 e 6,000 res, ditas com cabos de
marfim, trinchantes de todas as qualidades, colla-
res de melal principe de muilo superior qualidade
para cha e sopa a 3,000 e 5,600 reis a duzia, di-
tas para lerrnas a 3,000 res cada urna; e outras
muilissimas cousas que se vendem baralissimo, na
ra do Queimado na bem condecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Pe.ntes de tartaruga e ou-
tras ({iiali (les di-
versas.
Vende-sa peales de^larlaruga de goslos inleira-
mente novo* e fornidos para coco, pelo baralissi-
mo preco de 4,000, 4,500 e 5,000 reis, ditos
muilo ricos tambem da tartaruga imperalriz pa-
ra diversos precos, ditos de bslea que muito se
confunden! com os de larlarupa, pelo barato
preco de 1,000 rs., ditos de todas as qualidades
para alizar, ditos de todas as qualidades para pio-
Ihoa, ditos iu iravessas de bfalo e tartaruga, nido
por preco que ninguem vende: na na do Quei-
mado na bem conhecida| loja de miudezss da boa
fama n. 33.
**otessrt j* Russia e
* an encana
0 Vende-se potassa da ltuskia su- jg
0 oerior por menos do que ;m $fe
0 quaquer paite e dita americana gt
A superior de birato preco >. 1SU ..-.
0 rs. a libra: na ra do Trapiche $
A P.lt armazem do Fonseca. MlBlf} ?fc*. '^"
coberlos e descobertos, pequeos c grandes, de ou-
ro patente inglez, para homem e senbora, de um
dos melhores fabricantes de Liverpool, vindos pelo
ultimo paquete inglez : em casa de Soulhall Mel-
; lor & C.
.eioios.
Vende-so em casa de Ssunders Brothers
iv C. urace do Corpo Santo, rclogios do afa-
mado fabricante Roskoll. por presos eommo-
dos e tambem trancollins e cadeias para os
mesmos de escolente costo.
Eixos patentes con rodas de madeira
para carroca, para engenho de assucar : na
fundicSo do Brum ns. 6, 8 e 10
Alcool de 36, 38 e 40 graos, mais ba-
rato que em quaquer outrt parle : na res-
tilaco detraz da igrejade Santa Rita.
O i-eite& rrno, eonti-
iiyaii] a torrar.
Ba da Cadeia do Becifc n. 48.
Mussolina toda encarnada, envido 220,
cambraia lisa multa fina a ,'!a800, 4^800,
59200 e 59600 a peca de 10 I 2 jardss. brim
de linbo para calca, de bonitos padres a 880
Em casadeRabeScbmottau &Companhia,
rna da Cadeia n. 37, veudem-seolegan c
pianos do afamaJofabricauta TraumanD
m Hamliuro.
Vende-se 2 vaccas de leitej r ridas ha
pouco, qoe dio 6 garrafas cda urna ; na
t'assagem da Magdalena ao | do sobrado
grande, tabern> n. 70.
Vende-se urna boa casa terrea : quem
quizer anouncie.
A 6>0OO rs-
Vendem-sn saceos com faiinh de man-
dioca alva e fina, sola e sebo do Porto refi-
nado, em caixOes ; a tratar ta ra ria Ca-
deia do Recife, loja n. 6\, com Inm.cencio
ua Cunta Goianna.
A boa fe.
Cambraia lisa muito fina a 5? a per;a com
8 \y varas, dita moito fina a 69 e 69500 a
peca com 10 varas, dita grossa propria para
forro a 2/500 pega com 8 t|2 var*s cam-
braia muilo fina com Cbuviscos a 900 rs. a
vara, e a 7* a peca com 8112 varas, cambraia
fraoceza muito Gna com ricos padroes a 700
rs. a vara, orgsndy muito lina a 700 rs. o
covado, barege de seda com quadros a 640 o
covado. eluly liso muito fin* de lindas co-
res que rivalisam cum urosdonaoles de co-
res a 700 rs. o covado, dito com lisir* e
quadros de soda ti 800 rs. o covado, chaly
com flores e listras de seda de na".i0es in-
teirameule novos a 19 o covado, grosdeua-
plesdequadrinhos, fnzenda multo sui.e-ior
a 19400 o covado, ditos eslieitos tambem de
quadriobo* a 19 o covado, grusdeoaple liso
cor de rosa e imarello a 9 o cov oo, dito
preto a 19800 o covado, tiras bordadas muito
linas a 3 e 49a peca cutre-meios moito finos
a 199200 a pe?, ligas de seda muito supe-
riores a 1280 o par, ricos eufeites para ca-
neca de senbora a 59, chapeos de seda rica-
mente enfullados para senhora a 159, ditos
para menina o inls moderno que be possi-
vel 109, bonetes e gorras para meninos a
39500, pentes de tartaruga para alar cabello
a 5a, ditos virado* muilo superiores iin-
peratriz a 169, leques muito surerioresa
43500, meias brancas de si"ia para senhora
a 39 o par, ditas pretss a 39, citas brancas
para meninas a 2500o par, ditas branets de
lgodo para senhora a 3(6Utl a duzia, dtUs
ingldzas muito tinas a 59 a duzia, ditas para
menims a 39 a duzit, ditas para meninos a
2980o, ditas cruas a 39 a duzia, lencos bran-
cos granies pro.mos para cabeca'a 400 rs.,
lencos brancas Ce cambraia de linho com
bico largo de linlio era volla a 29, ditos iio
Cambra M de linho muito linn bordados a C9,
gollinnas de cambraia muilo fina bordad s
a 19200, cortes de cao.braa pintada com 7
varas a 29, chitas francozas com padrees cla-
ros e oscuros a 280 o coado, chales de mi-
ri liso muito fino com fronjss e sed a
69, ditos do merino com palma ricamente
bordac e com franjas de 13a a 7o, ditos
muilo (nos bordados a matiz e a mesma
cor do chales a 9o, ditos tur -a.los em duas
pontas a 119, ditos bordados a velludos 129,
ditos de chaly muito fino com listras de se-
da a 79, itos estampados muilo finos a 99.
lovas de seda para senbora s 1*280 o par,
ditas bor iad>s e enfeit>das com guamicSo
de bico de bloude a 29500 o par, ditas de
pellica muito frescas para bomem e senhora
a 29 o i ar, ditas de lorcd para senhora a 19
o par, ditas de fio de Escocia para meninas a
20o rs o par ealem disto um completo sor-
tlmento de fazcudas de todas ta quahd.des,
qne vendem-se muito br'.:o na ra do
Quemtdo n. 22, na loja da loa Ke, que ara
commodidado das seuloirs se conservara
aberta at as 8 l|2 horas da noito.
BONITAS EOE BOA QUA-
LIDADE.
Vende-se la de muito lindas cores a boa qua-
lidade para bordar pelo baralissimo preco de reis
8 a hbra ; na ra do Queimado na beru co-
nhecida loja de miudezas da boa fama o. 33.
CERA DE CARNUIl
DK 1.' e 2.' SOBTE.
A A 10,500 e 11,000 rs
No antigo de-osito o largo da asse Li
n 9, coulioua-se a vender cera de c*rn uha
chegada ullimameote pelos presos cima
adiedos
-- Vendem-se rodas novas e boas paia
cairo de passeio : na ra Nova n 61.
Vende-se superior linua do Igodao
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em cass de Soulhall, Mellor C.. ru
do Torres n. 38:
i|hero oujoMs.
Vende-se cofres para guardar dinheiro e joias,
pelo baralissimo preco de 59 e W500 e 65JOOO,
na ra do Dueimado na bem conliecida loja de
miudezas da boa fama n. 33,
. avara, cortes de meia casimira a 39 cada
LaiViiS para llOlIieO e ge-um, lencos de cambraia de linho a 3;200 e
i _m I muito finas a 49500 a duzia, chales de tou-
CHEGUEM AO
BARATO.
O PREGUICA ESTA" QUEIMANDO.
Na ra do Queimado n. 2. esquina do bec
ct do Petxe Friclo tem o Pregaica para ven-
der por baratissimo preco um completo sor-
timento de fazeudas bem como sejam cortes
de cassa e sea de lindtssimos goslos a 69500
cada uin, ditos de ISa e soda de linssimos
gostos e superior qualidade a 79000 reis cada
um. cortas de cmbrala branca com salpicos
a 35500, ditos de ;'. i la rom llores de cores a
35800, gangas msela las de padres e supe-
rior qualidade a 5900 o covado : chitas es-
curas e claras de cores lisas a 160, 180, 2t'0
e 240 res o covaeo ,- dit. s francezas de lin-
dos pudro; s e de excelentes pannos a 240,
260, 280e 300 reis o covado, c mbrsias ada-
mascadas para cortinados do camas pecas de
20 varas a 11?00o, grvalas relas e d co-
res com mola e sem ell: a 800 e 1,000 reis
cada as a
I960g, lencos de sed com algum defeito a
800 rMs cada gm, gros enaplo de cer de boa
qualidade a 19800 o covado ; cortas de casi-
mira lina a 69, ditos ue meia casemira a 29,
dilos de dita mais fina a 296OO cada um,
cortes de brim de linho a 19700 esda um,
ditos de dito branco com listras e de puro II-
nho a 19920 ca la um,cortes de gurguro pa-
ra c..Heles a 3/000 cada um, ditos de morillo
bordados de lindos gostos a 45500, ditos de
c cambraias lizas de 8 varas 3,500, 4,000, 4,400
4,800 e 5,500 res a peca, ditas tapadas com
10 varas a 4,000, 4,500, 5,800, 6,500 e 7,200
a peca, cortes de orgaHdyz fazenda muito
larga e Gna a -2,-600 ; a I pac preta com 6 pal-
\1eporas e d-
minos
Vende-se os muilo divertidos jogos de visporas
pelo barato preco de 1,000, e 1,500 res, e os de
domin a 1,500 res : na ra do Queimado na
bem coDhecida loja de miudezas da boa fama 11. 33.
Para meninos
Itonets de gorgnr3o de seda furta-corcs,
obra de muilo gosto a (5; na loja d'Aguiaj
Uranca. na ra do Qicixado nos quairo'
cautos n. 16 A gratiue ext'accSo que elle1
lem tilo, e a pequea quantidade que resta,
faz-nos dizer quo quem nao se apressar fi-
car sem elles, por isso apparec/.m hoja
sesmo quem quier dai s festas acs seus
pequeos.
Loja ii. 57
ROA IHIUI
Rec-ebidas em liireitnra
de Parta.
111
ira.
quim prttos. ditos de merino liso de todas
as cores a 49800 n bordados a 6/800, chitas
francezas cores lisas a 220, 240, 260, 280 e
300 rs. o covado, madapolf.o a 29800, 39200
39800, 49,49200, 48800, 59, 59500 e multo
fino a 69a pe^a de 90 varas, palctots de al-
Veode-salluvas pretas de toreal muito superiores
a 1,000 a 11200 reis, ditas de seda de todas as
cores com ritas guarnices e simples para senhora,
ditas de seda no de Escocia e algodo, todas de
muito boas qualidades par. homem, ditas de seda p^a muTto HVaTwT c'rs de'coTletcs de
para meninas! e meninos por preco que por certo
nao deixar dfe agradar a quaquer compridor : na
ruado Queimado na bem coobecida loja da miu
dezas da boa lama n. 33.
NA FUNDIDA O DE FERBO DO ENGE-
NHEIBO DAVID W. BOWMAN.rtA
RA DO BRU M.PASSAN DO O ullA-
FAR1Z.
ha sempre". umjgrandesortiaento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para engenboi, a saber : moendat e meias
moendas da mais moderna conslruccSo; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
aualidade e de todos os tamaitos ; rodas
entadas para agua on animaes^de todas as
rroporcOes ; crivos bocea de f orna Iba a
registros de boeiro, aguilhes,bromes, pa-
pafuaos e cavilhOes, asoinbos de mandioca,
ate. etc.
NA MESMAiFUNDICA'O,
ae executam toaas as encommendas co.. a
superioridade ja conhecida com a detida
presteza e com odidade em preco.
Agencia
a uiid.gu Low-rlow,
rufc da jSenzala L\ova
n. 42.
MasteesUbeleclmentocontina"aataavi
um completo sortimento de moendas c
meias moondasparaengenho, machinasds
vapore taixas de ferro batido a coado n
lodosostamaunospara dito.
Uim DA GUIA BR&HCA
ISund jan e t-lher Vendem-se bacdeijns de folha urossa e
tintas muito linus em ternes a R$ e 99 e sol-
tas a 29, 2,500, 39, 3,500, 49, 4,500 59 e 69.
se- s- modernos moldes e b>m gosto de de-
senho de nas pinturas deixa bem conhecer
qnaiito s3o ell-.s finas e baratas por taes pre-
cos; vendem-ss tambem facas e garfos de
cabo de osso redondos, oitavados e crava-
dos a 3,200 e 3,500, ditas com cabo de ba-
leia cravadase folh.-s finas a 3,600 e 49 a
luzia, ditas fioissirnas com cabos de vesdo,
fe osso polii de encontrar a 59, 5,500, 69 e 6,500 a dozia,
ditas onm cabo de marlim e folha de ac a
129 e 149, ditas com cabo de osso para me-
ninos a 320 o talher, innchantrs muito fi-
nos i 2,500 e 3, col rieres de metal princi e
tSo tinas que se confandem com as de pra-
ta sen lo cara soupa a 5,500 a dozia e para
cha a 2,800, titas oclotinagro a 1,600 e 19,
ditas grandes e muito finas para terrinas a
3$cada urna: na loja da eguia branca nos
(palio cantos lia ra do Queimado n. 16
Piietois brincos
Vendem-se oaletots de brim b.-anco de li-
nho, muito bem feitos, proprios para a pre-
sento estacSo, i elo baratissimo ^.reco de 59
coda um : ha ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da Boa F
Unem qtitser ter vestidos
dese-l, he roveitara
occasiap.
Vendem-se grosdenaples de seda de cores com
pequeo loque de mofo, a 800 reis o covado, dilos
sem nenlium deffeito, a 19300 o covado, aprovei-
lem a pecbinclia : na ra do Queimado n. 22 na
loja da boa f.
Camisas de meia.
Vende-se muilo superiores camisas de meia a
1,000 e 1,200 reis ; na ra do Queimado na bem
conhecida luja da boa fama n. 33.
Piileeras de
troco
Vende-se muito lindas pulceiras de froco das que
mais se usam preseniemenie, pelo baratissimo pro-
co de 2,000 reis o par : na ra do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Capell&s e rhtt.oi par*
nbivasi.
. Vende-se fioissirnas e delicadas capellas e ramos
brancos para noivas, pelo baralissimo preco de rs.
6,000 : na ra do Queimado na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33.
Vmho Cherry e Madeira, etn quartolas:
vende-se na rna da Cruz n. 10, em casa de
Ilenry lirunu & C.
-- Venae-se um cbrtolet de duas roas
Algodo monstro atoa*
llial,;.
Vende-se algodo monstro, com 8 palmos de
largura, muilo proprio para loa I has elences por
dispensar a costura, a 600 reis a vara, assim como
atoalhado adamascado a lMoO a vara : na ra
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Vende-se em casa de S. H. Jonbston &
C, ra daSeuzala Nova o. 42, o seguiutn:
sellins inglezes e silhOts. relogios de ouro
de patente inglez, candielros' e castieaes
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas. fio de vela, raxa para arreios.
Nova agua de malabar
Vende-se esta agua a melbor qne teta p-
parecido para Ungir o cabello a suissas de
preto : na livraria universal roa do Colleg:o
n.20, d-sejunto um impresso gratis em'.
nando a forma de aonlicar.
Eufeites parn caberas
Mu modernos edelicadosenfeites de flo-
res, fitas, plumas e frocos para seihoras a
69, 89 elj precos estes baratissimos a vis-
ta da perfelcflo e bom gosto com que s9o
elles acabados, assim como outros pretos de
vedrilhos obra de apurado gosto e intera-
menle modernos e pelos diminutos presos
de 4,e 59 ;pra quaquer nessoa se carlifi-
cer da verdade'de que fallamos dirija-se a
loja da aguia branca nos quatro cantos na
ruado Queimado o. 16.
Tinta para escever.
Vende-se boa tinta para escre^er, em gar-
rafas a 500 rs. : na livraria ns. 6 c t da pa-
ca da Iadependencia.
55 Aterro da Boa-Vista$5
Casa de F. Poirier.
Vendem-se taboas de pinbo de rezina de
1 1| el 1|2 pollegadas de grossura, por pre-
go muito razoael.
CHEGA|P*RA TODOS.
Na'loja de Campos & Lima, ra do Crespo
n. 12, ha para vender urna porcSo de gros-
denaples decores para vestidos a 19 o co-
vado, dinheiro a vista.
cachemira a 19, espartilbus para senhora a
49, 69 e 89 e das rxudernas a 99 saias para
seubora a 19600, bordad; s a 39 e muito su-
periores a 4#, golinhas muito bem bordadas
a 39500. manguitos e camisinhas muito finas
para senhora, cortos de cambraia do gaza
49, tapetes para ssla a I98OO, para porta da
sala a 49 e para cabriolet a 29500, meias mui-
to finas para homem' a 39800 a duzia, ricas
eolebas le damasco de seda a 259 e 329 cada
urna, cortos de cassa -'e lindos desenhos a
a 29, boas chitas escuras e de lindos padrdes
a aii-O rs. o covado, meias de lo ios os t-. ma-
nilos para menino e menina guar 'anapos a
49 a duzia, ecas ce cambraia liga de 12 jr,r-
las a 39. mussolina branas, a 300 rs. o co va -
d >, toalbas para mesa a 1.5. redes de palha a
69, e ha outras muiles fazenlas que se ven-
de por barato prego, e de tudo se dar amos-
tras
He iocrjvel,
Cambraias francezas de padres muito bo-
nitos, pelo diminuto prego de 400 rs, va-
ra ; na ra do Queimado n. 22, na oa da
Boa F.
Na ra da UniSo, ultima casa do lado
esquerdo, se vende urna porcSo de obras de
labyrinlbo, viudas do Cear.
Aviso aos senhores de engenbo.
Cal nova de Lisboa, em barricas e em an-
coras, muito propria para conducgSo de
agurdente ou ml : na ra da Cadeia, de-
fronte da Kelacio n. 28.
As erdadeiras iuvasde
Jouvin.
A loja d'Aguia Branca acaba de recebar as
verdadoiras lavas de Jouvin, vindas de sua
eocommenda, tanto para hornera como para
senho-a, afianraedo-se que sao as melhores
que em Ul genero se tem visto aqu : ven-
dem-se a 2J500 o par : assim como outras
igualmente iiov.-s, e lambem mui boas a 29
0 par. Quem aprecia o bom, he dlrigir-se
ra do Queinido nos quatro cantos, loja
J'Aguia Brauce 11. 16, que ser* bem serv 10
Na mean a loja existe um grande sortimento
de luvas de seda de muitas e diversas quali-
dades tambem para homem e senbora, e 1
precos baratissimos
Tachas de cobre,
oara engcnboca de assucar : na fundicSo do
lirum ns 6, Se 10
Vende se efectivamente fr boa, ras Cinco Pontas n 63, por raeuos do
que em oulra qualqu. r parle.
< ot ss-* da Russia e cal
de Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito
dn ra da Cadeia do Kecife n. 12, ha para
vender potassa da Kussia e da do Rjo de Ja-
neiro, nova e de superior qualidade, assim
como lambem cal virgem era podra, tudo
por precos maito razoawis.
Na loja se muilo barato.
Brim branco tino de linho a 1J280 reis a vara,
di 10 pardo trancado a 800 reis a vara, dito de co-
res de padres muilo bonitos a 19, ganga ama-
rtilla francaza muilo fina a 320 reis o covado, brim
de quadrinhos, fazenda superior para obras de
meninos a 200 reis o covado, fuslao de quadros
pretos, muilo eocorpado a 500 reis, Hamburgo
muilo Uno a 99 e a 109 a peca com 20 varas, es-
Ruiao de algodo a 3200 a peca cora 12 jardas,
dito da linho muito fino a 169 a peca com 12
jardss, bretanha muito fina de linho a 209 a peca
com trila varas, panno fino preto a 29 3} 49 e
muilo superior a 59 res o corle, dito azul a
'-'9500 e muilo superior a 9 o covado, casemira
prela muito fina a 29 e a 29500 reis o covado,
madapolo entre fino a 39200 reis a peca, dito
fino a 48, dito minio largo a 49500, e muito fino
5a reis a peca, alpaca preu fina a G40 reis o c-
cora arreios e cava lio sendo este bom trota- i vado, dita o mais fino que he possivel a 19 reis o
dor ou sem elle, conformo .1 vonlade do icovado.nierin selim superior a 19120 reis o cova-
Brum 2fT P8ra ^ lr8,*r n"-rtta t,0!,l. chl-~s des'de seda pequeos a 29500 rs.,
1 dilos grandes de panno com cabo de caona mullo
mos de largara.propria para samarras e ca- ^*_do.8 *!*
pas de padres a 800 reis, lanzinhas de qua-
dros proprias para vest los de senhora a 360
e 500 reis o covado, chales de ISa finos cora
barra matisada a 49500, ditos de merino lizos
a i;800, ditos de diio bordados a 6920* cada
um, lencos brancas eotn barra de cor a 100,
l"2o e 130 reis cada um, chitas francezas lar-
gas para coberta a 240 reis o covado, b-1111
branco de listra de poro linbo a 8C0 reis a
vara, dito de lindissimos gostos e superior
qualidade a 19440 a vara, dito branco muito
fino a 192S0 e 19100 a yara, cassas de cores
de lindissimos gostos a 360 e 400 reis a vara,
mussulltua com pequeo toque de averia de
lindos padres a 250 o covado ; dita sem ava-
ria a 300 res o Covado, dita tod encarnada
a 220 res o cova lo, 1 i11 mais larga a 320 rs .
casemira preta a 2.000, 2,200, 2,400, 3,500 e
49000 reis o covado, panno fino azul e cor de
rap da superior qualidade a 59 o covado,
dito preto a 49, 59, e 50500 o covado, dito
azul proprio para lardas a 29 o covado, lencos
braceos o .ira inflo de . e muito finos a 800 e 19 cada um, chitas es-
curas de tintas lisas a 59200 a pega, alaacas
de seda de superior qualidade a 900 reis o
covado, pegas de cambraia liza com peque-
no toque de mofo a 29, ditas de bretauba
de rolo com 10 varas a 29, atoalhado largo
moito fino coa bonitos lavores a 19280 a
vara, italianas, especie de cambraia pintada
de cores fixas e lindissimos gostos a 480 reis
a vara, cambraias francezas de lindos pa-
Ricos vasliJos de seda de cor es %
1 babados
NU ra (10 QUt'llUadO ue Ditos ditos de dita de cr-r com ha-
niiatrn a bados brancos
({UclTIO porta empalia* Liodoa corles de vestidos bordeos
nada encarnada. iorosd'naV. .. detodM-
Tem um completo sortimento de paletotsj res, covado
de panno e de casemira de todas as cores; j Dito de cor de quadrinhos. covado
assim como de gorguro de seda e de alpa- Dito preto liso, covado 1/600 a
c, de b-im branco, que se vendem mais Seda branca lavrada.covado 1SOea
baratos Jo que em outra quaquer loja, as- Sedas de quadros largos mui lia-
sim como ricos casaveques para senhora, de ds, covado
fuslSo e deeambrais ricamente enfeilados Mauritania de seda com 5 palmo*d
os melhores que tem viudo a Pernambuco j largura, covado
.or 189 cada uro, cortes de vestidos de phan-1 Belleza da China de seis, covado
189 cada um, '
9
I

a**
l*7W

I
ditos Follar de Pars de seda, cavado
Chaly de Dores de liado* padrn,
dados a velludo de gosto totelramente mo- covado
dernos a 359 cada um, saias bordadas a,Setim da Escocia e diana de teda,
3,500, dem a 5,500 mnito unas, enfeites 1 covado
para senhora de frocos e velludo gostos in-1 Popelina de seda de listas, covado
teiramente modernos a 89, grosdenaple delimqueza de seda de liados goslos,
cor a 1,500 o covado, dito muilo superior a | covado
29 o covado, dito preto de 1,600 at 39 o ; Froudelina de seda, covado
covado, c*ss s francezas a 400, 500, 600 e Chaly liso de todas as cores, covado
11
II
700 rs. ii vara, chaly estampado ue lindos
gostos a 900 rs., dito muito superior a 1/ rs
o covado, um rico sortimento de camisas
francezas e chapeos deso de seda para so-
nhor? e para homem, ditos de seda Trance-
zes e de fellro, e muito mais fazendas que
tudo se vende por pregos muito em coula,
s V
US ^'
Chitas francezas clsns e escora*,
covado 280 a
Bsregede seda de quadros, covado
Meio velludo de cores e preto, es-
va do
Velbatina decores e preta aovado
Arlaudys de novo* desecho, vara
1
assim cheguem os fregnezes. Tambem se r-.assas francezas linas, vara M a
ven le por pregos muilo com-.-o los alguns
cortes do sedas com roqueo toque de mofo.
iforzegius
tinos francezes.
Chegaram de novo, tanto para homens co-
i-o para senhoras e meninas, tudo das me-
lhores qualidades e dille-entes pregos ; na
ra Nova 11. 7, loja de Jatiby C.
cortes de la&
A 4000
Anda restrm alguns cortes de ISa muito
dres e excellentes pannos a 500 reis a vara,. fina para vestido com 16 covados cada corte
ATTKN(;aO'. $
;ya hissel. relojoeiro francez, vende Z
X reloglos de ouroe prata, concorU W
*g relogios, joias e msicas, ja aqui he
"? conbecido ha -uitos annos, habita
.;'., no paleo do Hospital n. 17. -.
Leques mu i tu finos
r Vende-se leques de madreperola os mais ricos
que se pode euconlrar pelo barato preco de 12 e
l'9 cada um, dilos sem ser de madreperola porm
de goslos muilo Undosa 2,000, 3,000, 4,000,
e 5,000 reis ; na ra do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Chapeos para meninas e
meninos.
Na ra do Queimado n. 37, loja de quatro
portas de empanada encarnada, lem um completo
sortimento de chapeos para meninase meninos de
6 mer.es at 10 annos, o melhor que pode-se en-
contrar neste genero, e promeite vender por prego
comando.
tfpparelhos de porcelana
Vendem-se mui bonitos e delicados ap-
parelhos de porcellana dourada proprios
para brinquedos de meninas, sendo elles da
differentes tsmanhos e gostos a 1,500, 2a,
2,500,39, 3,500 e 4: na roa do Queimado
nos quatro cantos loja da aguia branca nu-
mero 16.
JemesCrabtroe & C. tem para tender
em seu armazem, ra da Cruz n. 42, supe-
rior champagne em gigos de urna duzia de
garrafas, assim como de duas dozias de
meias ditas ; igualmente vendem o melhor
lio de vela que tem vindo a este mercado.
Kscravo pega.
Vende-se um escravo mulato, ptima fi-
gura, e ptimo boleeiro na ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n .6.
r- Vende-so um moleque crioulo com 18
annos de idade, muito saJio e sem vicio al-
gum, proprio para pagem ou boleeiro, para
o que tem umita aptidSo, e he grande ga-
nhadordo ra; assim como se aluga um
quarlo de urna casa capaz & pessoa honesta
e que seja s : a fallar no largo de S. Pedro,
casa n 7, que se dir quem esias cousas
pietende vender.
forte a 29800 reis, bengillas de junco e de canoa
com ricos casles a 19 2 29500, 59, e 79, lon-
gos brancos de cambraia proprios para algibeira
a 21(100 reis a duzia, dilos de linho a 49, dilos
muilo fiaos de esguiao de puro linho a 79500 res
a duzia, ditos de ganga muito finos, para o* taba-
quistas a 39600 res a duzia, e a 320 reis cada
um, chapeos de feltro muito finos a 6, chapeos
pretos francezas muilo superiores com bonita for-
ma a 8, e assim outras mu las fazendas que is
vendem o mais barato que he possivel na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida loja da
boa (.
SA'spelIios grandes
Vendem-se espalhos grandes para parede
com bellas molduras enveroisadas e doura-
das e vidros mui finos e claros a 49 a 5# : na
loja da aguia branca nos quatro cantos na
rna do Queimado n. 16.
Vende-se um mulato de 16 annos de
idade, sem vicio nem achique algum, ex-
cedente pagem, e proprio para todo o ser-
vico ptfr ser muito intelligente : para ver e
tratar, na ra da Cruz do Kecife n. 46, pri-
meiro andar.
Vinbo Bordeauz.
Em casa de Hanr Brunn & C, ra da Croe
n. 10, vendem-se as seguintes qualidades :
Cbas Lslle.
Cbat Leowille.
dem Larose.
dem Margaux.
II. Jullen.
H. Julien Cabarrus.
TACHASPARA ENGENHO
Da fundirpo de ferro de. W. Bowman
na ra do Biutn, passando o chafa-
riz, continua a ha ver um completosorti-
mentode tachas deferro fundido ebati-
do.de5 a 8 palmos de bica, as quaesse
ucham a venda por preco commodoecom
promptidao,ernlarcam-se ou carregam-
e em carro sem desnezas aocomprador
Venie-se o do osito do aterro da Boa-
Vista n 21, com muito boa armago enver-
nisada, em muito bom local e muito afre-
guezado para a ierra ; vende-se por seu do-
no ter grande nrecislo de reti-ar-se para
lora, e por isso se faz todo o negocio, quer
a prazo quer a dtnbeiro; a tratar na mesma
casa.
cassas pintadas miudinhas a 320 reis a vara,
luvas de fio da Escocia, brancas e de cores a
320 reis^o par, cambraias napolitanas roxas
e rzues de quadro a 3S0 reis a vara ou 220
reis o covado, riscadinhos francezes de qua-
dros a 180 reis o covado, bramante muito
largo a 29400 o covtdo, velbulina de todas
as cores a 720 res o covado, meias cruas
para homem j 160, 200, 360 e 400 res o pai,
ditas para senbora de todas as qualidades,
paletots de alpaca preta 59, ditos de meia
casemisa a 89, ditos de panno preto e de cor
a 109, lavas de seda para senhora a 19200 o
par, ditas de se ia bordadas de lindos gostos
a 2(200 o par ; e outras muitas fazendas que
se deixam de mencionar e se vendern por
baratissimos pregos e se darSo amostras com
penhores.
Completo sorti-
ment de perVin ri s
francs! se fctt&lez^s.
Vende-se a bem conhecida e acreditada agua de
Colonia do Pver, em frascos grandes e pequeos
garantindo-se a qualidade a 500 e 1,000 reis, dita
muito boa injdeza anda superor a do Pver, a 19
0 frasco, sabonetes para barba a 1,000 res a du-
zia, canudos de pomada [ranceza muilo lina a res
100 a IG0, ditos muilo grandes e de superior
qualidade a 600 reis, opiata inglesa para os denles
em caixas de porcellana e muilo grandes a 800 rs.,
dita fraoceza em tubos grandes de melal a 800 e
1,001) reis, vinagre aromtico muito proprio para
dores de cabega alm das mais serventas que tem
a 800 res o frasco, salino de creme de amendoas
muito superior para barba, em raixas de vidro e
de porcelada a 1,200 e 1,500 res, agua de La-
vander verdeira ingleza a 800 reis o frasco, fras-
cos grandes e bonitos com o verdadeiro oleo de
babosa a 19, essencia de rosa em frasquinhos pe-
queos a 200 res, pasttlhas proprias para bahus
e commodas por ser o verdadeiro preservnivo das
tracas e ao mesmo lempo deixar excelleais aroma
na roupa pelo baralissimo prego de 500 rs., ex-
tractos finissmos de diversas qualidades francezes e
inglezes, em ricos frascos de cristal broncos e de
cores, eda variados goslos, banha muilissimo fina
ingleza e fraoceza em latas, frascos de vdro gran-
des e bonitos, vasos de porcellana da bonitos va-
riados gostos, caixinhas muito aricas cora sorti-
mento de perfumaras proprias para presentes; e
outras muitas diversidades de perfumaras, todas
muito finas e por prego que nao he possivel deixar
de agradar a quem lenha lenha precisao de com-
prar : na ra do Queimado na boa conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
V mito Bordvaux-.
Em casa de Henry Brunn e C. roa da
Ctuz n. 10, vende-se vinbo Bordeaux de dlf-
fereotes qualidades como La falles Cb. Leo-
vilte, S. Julien em caixas de 1 duzia por ba-
rato preco.
Opgnac
Cognac superior em ctixas de 1 duzia,
vende-se em casa de Henry Brunn & C. ra
da cruz o. 10
Jamas Crabiree & C, tem para vender en,
seu armazem, rna da Cruz o. 42, superior ckam-
panbe em gigos de urna duzia de garrafas, assim
como de duas duzias de meias ditas ; igualmente
vendem o melbor 80 de vella que tem vindo a esle
mercado.
Vende-se farnha de mandioca de superior
qualidade, saceos glandes, saceos com roilho, fa-
rello de Lisboa, gomma do Aracaly a 2,200 rs,
a arroba, arroz pilado, courinhos do cabra, eslei-
rs de palha de carnauba, ludo por menos do que
se vende em outra parte ; na ra estrella do Ro-
sario n. 29.
Fazendas baratas
adit.ir.-m.
Lias de cores escuras e muilo lindos padre-
a 240 reis o covado, ditas claras' de padroes miui
dinhos a 280 o covado, cassas francezas de cores
1 240 o covado, riscados francezes largos de qua-
drinhos a 200 res o covado, mussulinas francezas
d* -cor a 240 reis o covado, e outras muitas fazen-
das mais baratas do que em outra quaquer parle ;
na loja do sobrado amarado nos quairo cantos da
rui do Queimado n. 29.
Fazendas de Iiom gosto.
Lindos cortes de vestido de orgendys cot
duas saias, aqoille o mais o Ionio que tem
vindo a esta praga, ditos de chaly de seda
malisadode maito gosto, superiores cortes
de soda com babaios bordados a matiz,ditos
adamascados com duas saias, manteletes de
seda prelos bordados, casveques fde fustSo
enfeitados com lindas trangas, eufeites de
ca beca, para seuhora' de muilo gosto, cassas
francezas miudinhas com multo lindos pa-
drOes e outras muitas fazendas de bom gos-
to : na loja do sobrado amarello nos quatro
cantos da ra do Queimado n. 29 de Jos
Moreira Lopes.
Labyrii.thos.
Ricos leoges para cama, toalhas redon-
da se de ponas, saias, Ironhss, bicos e ren-
das largos e estreitos, para todo prego : na
ra da Cadeia do llecife n. 60, primeiro an
dar.
a 49, prego igu.l ao de um corle de chita ;
a elles, antes que se acabem : ua ra do
Queimado n. 22. na loiajla Boa F.
Relogios
Vendem-se reloglos de ouro, inglezes de
patente : no armazem de Augusto C. da A-
breu, ra da Cadeia do Recife n. 36.
Domingos Alvcs Muthens, tem para
vender em seu arrunzem da ruado A mo-
r in junto a casa dos Sis, Tasto os ^seguintes artigo* :
Aljjodao da Baha proprio para saceos.
Farinha de mandioca saceos grandes.
Vmho do Porto superior em caixas c
han is.
Dito superior, musca li I e malvuzia.
rumo da Bahia em follms.
Enxadas porttigue/.as.
Pregos p0rtugue7.es de varias qualidades.
Superior alvaiade em barrisde 4 arrobas.
Ricas mobiliSs'de mogno.
E outros inultos artigosque vender' por
mdico preco.
Velas de carnauba e pann-s de ema :
na ra da Cadeia doKecifen.lt, primeiro
andar.
Na ra do Cres-
po n. 23
que
par vende:- o segun-
1
H .
te por pietj'M'ommodo :
Casaveques de cambraia bordados.
Ditos --o l'yslao.
Ditos de fil.
Dilos de musseliha.
Kou.Oes de cambraia bordados de lindos
modelos.
Peuteadores de dita bordados.
Camisas de dita bordadas.
Saias de dita bordadas.
'ami/innas com gola e mangas bordadas.
Manguitos de todas as qualidades.
Colinhas.
Chapeos para senhoras, baratos,
Knfeites para cabega.
Vestuarios de fuslSo para meninos.
Vestidos de grosdenaples pretos e com bar-
ra de cores com 26 covados por 30, 0 ou-
tras muitas fazendas por piego muito mui-
to barato para acabar.
Loja (I Estrell
11 ra do oueimado
Neste estabelecimento acha rilo os compra-
dores o mais variado e completo soi tmenlo
do fazendas de todas as qualidades, como
seja :
'"hitas de coros segu. as, o covado 190
Ditas de ditas finas, o covado 180
Ditas francezas finas, o covado 240
Pegas de cassas de cores 2*000
Collinbas o manguitos de croch
cortes de casemira a 8; e
Chales de froco
Brim trancado de linbo, vara
Mantas e grvalas linas
Musselina do gaz, o covado
Ricos enfeites oara senbora
Chales de merino bordados (com to-
que de mofo)
Lencos de cambraia de linbo, duzia
45000 e 59000
Princeza rela, o covado 400
Itrtm de Hamburgo n. 7, vara 480
5400
1*280
320
14*000
43500
Foes p^ra fer-
riro.
Olbem que sSo portoguezes, e vista da
sua bem conhecida construcgSo, e qualidade
superior, tornam-se recommandaveis aos
senhores ferreiros e mais pessoas qne usam
dos mesmos : na roa Nova defronte da Con-
cento dos Milita res u. 38,
#os funileiros
CheRaram afinal ra Nova n. 38. defron-
teda ConceigDo dos Militares, as desejadas
tesouras de CuimarSes para funileiros, e
tambem as boas bigornas : a ellas, antes
que se acabem, porque s vieram as amos-
tras, e por isso sSo poucas, e os pregos s8o
os mais razoaveis possiveis.
aruaDreita. becco do Serigado n.
91, vendem-se figos decommadre, ara rota
gomraa de engommar, manteiga ingleza]
dita franceza, bolacbinha de soda, e todos os
m>is gneros por barato prego, e rinbo a
320 a garrafa.
.Deposito de cera
Ra da Cruz, armazam a. 33.
Cera de carnauba a 109500 arroba, pellos
decabrajsmeios desoa, velas de carnauba,
simples e de composigSo, e sebo do Porto.
Chales de merm estmpalos de
4/560 a
Ditos de dito franja de seda
'-. Ditos de dito franja de ISa
Ditos de dito bor lados
Dilos de diio bordado a vedado
Ditos de seda de cor, prelos roso*
Lavas de seda para senhor-s om-
nina
Colinhas, entrmelos e tiras barda
das
Paletots de alpaca pretos do co-
res, forrados
Ditos de Liliana de seda de cor
retos I i
Ditos de alpaca preta com colla da
velludo
Dilos de brim branco de cor Haas
Ditos de alpaca de cor com colla do
velludo
Ditos de alpaca preta fina
Passando o becco da Congregarla), do mam
direito em segu ment para o I humala a
qcarta loja de tres torta*) eoaa rotulna
eos.
Para 11 lasca tes e hoce-
te.ras.
Vende-se caixinhas cosa 100 afaJbas
sortidas de muilo boa qualidad* a 160 a
caixinhas ailo bonitas com tiaipss
feitas a 80 120 reis, biaaiahoi raad
muilo booiios a 800 res a paga com 10
losada clcheles fraoeaus a SO tais,
para costar* a 1,000 reis a daaia, batas para ca-
misa a 160 reis a grota, acatas
alisar a 1,280 reis a dozia, dita*
coco a -2,000 reis a duzia. casi
para aparar penas a 1,000 (ais a aa,
com navalhas muilo finas para barba a 500 a
reis, ditas tero eslojos a 320 a 400 res, pagas da
tilas de lia de todas at catas ata 13 aras a 100
rea, linhas de miada cabega braaca s itiBtili.
ditas de novellos de muilo superior tnlistai da
cores e brancas de lodos os atuseras, fias de nata a
da retroz, alfinetes era1 canas e em eaiiia&aa, la-
do o mais qua he neceas trio para
monto a por prego que deisa grata*
quem comprar para tornar a tos 11 ;
Queimado na bem eonbecada loia At sastresas da
boa fama n. 33.
Loja Vende-se por prego qoe fas
mas filas lavradas da todas as eeres a
us lizas cota poeta a teta peaia, Mata tria tai da
seda de muito liados padrst a da lasas latftj
'as, tramoiai abarlas da liana para Uaadat a ISO
e 160 reis a vara, jarras pira lasas a S.000 sais
o par, atacadores ou anataiw da sada da tsdat as
cores para vestidos, ditos
unturas de todas as qatlissest as atis
ha possivel eocontrar-aa, tsjtjaoaiitada atW
ouirat muitas qualidades, fiada alivia da
qualidades, bolciabas dacattaras
meninas de escola, fratqaiaaot tota
Ibor cousa qoe lasa apaarattia pata osar
qualqoer qualidad* de I
10 prego de 2,000 reit, traaritatai da asda d* teda*
as cores muilo liadas proprias pan
piabas de meo i nos a rasniaet, a
roas cousas que te afiance sjadar-ea toda par pase*
baratissimo : na ra do Qwtasssd* na asta ee-
nhecida loja de adatas da asa fama a. U.
AGUU lUICa.
novo ecompleto sortiineii:
to de meias para o-
meiis, mu Dieres, meni-
nos e meninas de 2 a 11
annos.
Vende-so muito boas sata* entes ama
costura para bomem al.PM a anata tfO
rs. o par, ditts ingieras maito amas afeada
e 3,500 a duzit, ditas maito tmarfmdoa Ja
lio dobredo a 4,5*0 duzia a 4M re. atar.
ditas tambero de fio doorada
a 3,600 a dntia Mora, o por,
a 400, 506 e sao rs. o par, ditas
nos e meninas confo-ma os di
mtnhos ssseveraado-so
do que em outra oalqoer parle,
19a muito finas para bomom a tM rs. o por,
ditas finissimas da fio da Eacocta a dOO o aao
rs. o par, ditas de Isla para padrean 1,010 o
par, ditas de seda mui atan* pialas o
cas para senhoras a 3, efe M
mui finas para man
como muitas outras mlndni i* a
gosto qne esto patales aa toja da
branca nos quatro cantos
mado n. Id.
ALlEIDACHESsALVB-fC
\ eudem no sen arrataxetai
27 MUA DA CRUZ 17
CHAPEOS de feltro sortiios da harta *er
dita-ia do Carvalho Pinto do Uto da >
aolro.
SABAO- dss fabricas do Rio do Jaoeare,
Vl.Mlu de champagne do portar omI
SALVS.S. bsndeijts a outros '
I

" 1
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mm.
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*:X J9% f5^ ?
b> Fugo a eserava da boom Marta, asm tasd*
de 40 snnos, nacao Angola, a ooal aterava fei
eorrprada nesta praga aoSr. ------ni* Fi
de S, Mtgalhaes, e tata as gnaas saaasjajaja -
unir baixa, cor preta, sojas apartado*, um am-
bos os pj eoehadot, levaa am attida samo da
chita, e nos hombros um pasmo loo vaos*
la queanda pelo Arraiai, ed* mal
prar carne aqui; protesta-** cata taj* o finar J
le, contra quera a ver stootad* ttsjt 14 a ttdaa
as autoridades polieiaai, e rtpiliai Vt camoo. ao*
apprehendam a leves-na ao ata ttnaar n* I
Francisco Antonio do Reg aoen* aa roa das
Crnr.es n. 35.
S4
a ^. X.
PFKN TYP. DB M. p. De PARU: -ION

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