Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07183


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Full Text
i
ASNO XXXV N. 8;
Por 3 mezei adiantadoi *000.
Por 5 mezet vencidot 5^000.
01 ARTA FEIRA 12 DE J4NEIR0 DE 1859.
Por anno adiantndo 15$000.
Porte franco para o tubtcriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO DO NORTE.
faraj>ll>a, Ir. Jm. todtlphe Simn ; fui.l, lona Aa-
* "i"" *> Aremlv, ir. A. di bou Braga,
*"*' *>' J* da Olinira ; Manaba*, o Ir. Jo* T.u.ir.
, J5"\5 5l*"1Ta o* Joaquina Avelllao ; Para. Si.
/una* I. lama* J Abuk.hu, fc. Jarearme da Can.
PARTIDA DOS COR REOS.
Ulin.it luJo o* diaf,i !) e neia harn lo da.
IgaaraaeiT, UuianiiJi f>l>arahiba, na aegnadia e MlUt-fatng.
a- Aniao, BtiMtua, tarn, Carau*** AHioiio a Garanhun : ll4 terea-feira
Pao d'Alho, Naiarelli, Limucira, Braja, Pesi|uo*ra, iDgaioira, florel, V >.
la-lti-lla, Boa-Viaia Ouricury a Eiu', aii qaarUa-fairaa.
CtK*. Scriaiie*, Rio Kurmua, Uiia, bar-virn, Kuil'rata Pinoaiciraa
Natal : quiaiaa-fairaa.
(Todo* utcurri-na partatn a* 10 aum di nhia.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal da eomm*rcl* : ngunda quinltl.
If lacia I lerca f.irli a tabbadaa.
Fanodi : quarui a iibbadoi ai ti horai.
iuira d* eomnurci* : quintal a aaal* da.
> Diio da arphioi: terca** leiiai ai 10 bor.ii.
Primarra Tara da eivd.- tercaa a itiiai aa mal* da.
efund vara da iivtl : quarta* a nbbadoi aa mala da.
: z : "Tt
EPHEHERIDES DO HEZ DE JANEIRO.
2 La ora ai 10 horai a 41 miriuloa da manhaa.
10 Quino erascenl* aa I bora a 10 minutoi da tarda.
17 La chala ai 8 horai a 12 miauoi da manhia.
4 Quarie minguanle o 2 minuloi da manhaa,
PREAMAK DE BOJE.
Prlmilri ai II harai c 42 minuto* da manhia.
Sagunda ai 12 hora* e B minuto* da Urda.
DAS DA SEMANA.
10 Segunda. S. Paulo primeiro Erimita ; S. Agalhao p.
11 Terca. S. Hygino p. m. ; 8. Honorata v. ; S. Theodozio.
12 (Juana. 8. Balyro m. ; S. Zolico eseus cnnipanheiros mm.
13 (Jrala. 8. Hilarlo b.; 8. Emilio m.: S.GaGra v.
14 Seita. S. Felia de Nole m. ; S. Macrina f. ; S. Dado b.
13 Sabbado. S. Amaro m.; S. Secundina v. m.; S. Bonito b.
16 Domingo. O SS. Nome de Jeius ; S. Mareello d. xa.
ENCARREGADOS DA SUBSCKU'CA'O DO SCT-
Alagoaa, a Ir. Claudino i*e '-o Dua ; 9ahia. '' IW Mar
tius AI ves Bla da Janalra, o Ir. Joio Partir alaOaa
E- PLIINAMBUCO.
O Praptietatlode DIARIO Maooal Flgaoirae d Para, aa aaa
llvraria, praca la Indepundeae a n. 8.
PARTE OFFICIAL"
RELATORIO
com que o Exm. Sr. Dr. Beavenuto Au-
guito de Magalhes Taques entregou a
administracao da provincia de Pernam-
Luco ao Exm. Sr. coasellieiro Manoel
Felizardo de Souza eMello.
Illm. a Etna. Sr. Tendo, id obiarvinrii orden da S. M. Imperador, ealragaa a V. Etc.
admini.iraca, rumpra-me aipor ( V. Exe. a ai-
tu*c.o da proTiacla a etUdo doa negocio* qoa fi-
cam t cargo da V. Eie.
A Iraoqailidida da provinen, profanda e ineon-
oaaaa, honra a aapinto da ordem qu* caraetaria a
afio.
Em presenca di ascanai a do alia preco doa
priueipte* generar alimaotieioi o bom aamo di po-
pularlo, eieilado aliai par oolraa cousis, ae Dio
deaviiroa, o governo da provincia, iem racorrer
a medidla extraordinaria!, raaiilio a uge.l5et.da
inaiparianeia, dando ao morapio lodl a altencao
qoa a aaa importancia requarn, maotaTi i libardidi
a mareado, aoofiou da concarrencia o remedio
doa malea mllanlo da caula, aconomicii, qoa ira
impoaalTal abalir.
A ImpriDM itria de.lodaa aa cre poliliaaa excr-
eta neata Secadio aalolar infloaacia, eombataado
opinin irroneaa que aa aaeoalhavam, e defandeodo
oa bou priociploa oaalaa circomilanciai dlflieeii. A
opiniao arblica (ol aaclaraeida e o ROTaroo encon-
troo aiiia dio apoio, que be-me grato raconhecar
oeali mamanlo.
Si di lado alo le achim eilincloa ea odioi politi-
coa e ai araret^uaa oaicidaa daa dTisoea dea parti-
doa, he em helo irreeoiaval a calma qoa preaide la
diacuiaOaa acarea doa interoeiea pablicoi, i maior
imporlaaeia qae ailaa aatomam obre coniideracOn
paaaaaai, i ai diapoaicSea faroraveii que iinlam im
torno do (1*1100.
Nula toar** progreaiiva de bmi tociedide icli-
raclda, rivilratro lodoi aa eldadloa em aea eforr,oi
em prol da oaaaa publica, eonerla-a a aoliga lata
dor partido! em hooroaa por fu palo leraifo do pan,
e a opiniao nenala e inperior a' lenlimentoi peque-
no tara'jaatl;a a lodoi oa mereeimenloi.
Tanda e goTiroo imperial por grana raiuM de ei-
tado Iraniftrido para a corla parle da iorca de pri-
maira liuha daala provincia, forcoao foi rallrar oa
diminuir 01 doalicamantoi do inlerior, o como pre-
vi aooanclet, a polica, debilitada id ieai meiog
de leja, nilo podia dauar de perder ao tea vigor.
Kecebead depoii a torga da prualoeia laura aug-
mento traloa-ia de raitaurar oa recompnr oa daala-
camantoa, e alada a ioaailleicaale de torca Dio per-
mittio colloea-loa em algo Da ponloi, onda ilo de
muid imporlaaeia.
Al ciraamatanciai de algomai loealidade, ara qae
man ti oan la era 1 dlicordia, ou necMaarla raprea-
alo maia rigoraaa, eilglam na polieia aatarldadei ei-
IriahM s r.lacti loan. dedicada ae aeivico po-
n"*0 elermlBiram-me e multiplicar aa eom.acei
doe otDeleea dea detlaoamentoi de pneaeia liaha ou
de polieia para eiereerem cargoa poHejjR*.
A eaperlancia lem joitlflcdo o eeeVto daatae no-
raeacoea, bam acolhlda a maitaa uan aolieiladae
palia propriii auloridadea eiiateoln, que conleaia-
vain a ImpoMibilidada em qae ae acluvam, da bem
aerelr.
Em quni toda prorincia lem aido reorgamaadi
a palien de leeordo com ai inforranei eblida dai
aatoridadea maii gradea. Sob a diraeclo illoitrada
do digno magialrado na ae aoha a frente da repar-
llc;3o da policio proteg* ale ramo- da dralnlilra-
5lo com toda a regeleiidade e actTidade, apezar
daa ambarif01 qoa circamitiuciai diTciiai Iba lem
oppoilo.
parando com oa doa termos Tiainhoa para 1 penegui- lerrenr.io do digno ministro do Braail em Piru
;ao doa eliminlos. ; Ui-%% com a viada dailai ir
.UmS'10! /Xx"Dl'. '"'" iil1d* d,"i, ." P*x"'' 17'600 '* e '"> 01 objectoa neceaarioa ao. I dave.u Tenflea-laa. Por miarmedlo da lagaclo im-
ggi*ggg.iS,ltf* '*,.*^' "f?^fe f*W?*^,"*a' de ""l'oe aocollegio,da.or-|parialemLo..dre.leho imialid. na apreienlacao
dado aquella villa. 1 .mo fe lo aegor para all pli.l.s da.pan leu-ae e qnantla da fr. 1.609.20. desea plano* e eorr.spondenles desenhoi.
o primeira hnha a nomaado o A aata daapaza accraicao a da Ir. 4,200 por eonta
reipeetivo commaudante delegado de polieia do ler- de maia ama irmaa, que velo para o lioapil
mo e ao aaa auballerno aabdelegado de tilla e dado j dual que tivaram de aubstituir ootraa fallaeid
outru providencial, ceetoa toda e agitadlo qoa -1 aim por cunta da aomma
do govarno enearragadni da inipeccio 1 n937. e n.ln hoaveiie aapprido por em-
milii da candado a dea- j dai nuHmai^obras dn indispeniaval padreo, porque i iuteriqo Irabaiho quema bol vonlade poude ten- pre.limo rea 2OO-.OU05 ao eiercicio trrenle.
*'; 1 A oeipeza neele eiercicio al o ultimo de novem-
No olUoio do teaenle coronel director da obras | bro foi de .i* 525:8j8{S8Gi. O asida oeut mea, em
mililgree de 2i de novembro acliara-11 declaradas ai tilla da raealla, foi da rii 16:5279289.
obras deita claaie em andameolo. Em conaequeneia da demora da aafra cite anno o
O governo imperial mandn qun com panilla foise
al di lolregue a fortaleza dai Cinco Pootas, mediante a \
das. Al- iniamuisjcio de oiteut.i conloa de res, mjeda forte.
di fr. 35,000, remanida a I Commuaiquei ao aaperinteodeate esta dalermlnatlo
E e*Ma corraclarea, 01 bauqueift. O lMetKt aa-
liafai i diversai iiece.xid .le. de qae acabaaeoe *)
t.llar : e-la' de algama orla ji.>- -o mo verileo*)*
crdito cujoe elemento, eapalli.doa rene, o cuj,
forja, reiume em ai : lie o inditpsmavel agiBl* de
- ----. r------------------------------------- -..----- -- ^ uaa (i lilil? u I II w%i wa
qnal se moslra a maoein porque acha-sa deslribuida cerdute lazarillo, que ae acha 00 hospital de Padro
eila forc. III, eepera-se biettmente entro que prteoeka a (al-
Oaorpo de polica coaita de 313 prajai, fallando lia que deikou o que retiroo-ee ha pouao paral
SI pin o lea ealado completo. Apeiar do augmen- Franca.
le de .odo coueedido pele lei u. 436 de 26 de maioi Cumprin Jo o diiposlo no art. 40 da lai provincial
deile anuo, raraa ilo ae praraa que, lendo concluido o. 452 de 21 de junho deile anno, aolicilei dai aulo-
0 sao lampo de artico, deixim de oliciiar baixa, e ridadea aopariores da Congregacao de Parii a con-
poacaa se ofterecem a alistar 00 corpo, qae anda em cerilo das irrogas de caridad* necesaria, para a di-
leu altado complalo fora iniollicientt paia as nacea- recelo o eaiino do cellegio de meoioai proieclado
ndades do aervioo da provincia. I por ama reuniao de pai* de ramillas, coja capaci-
Fan auxiliar a guarnicio da capital a da eidade; dado inspira toda a confianca, o acabo de raeeher a
de oliuda, dondt relirai o quarto batalhlo de arli- 1 prometa de que dez irmlis deitinadas a fundar o
lliaria a pe, torjoio tam .1 lo aoniervar em dasUca- I doto ilabelecimenlo viro para eilg provincia em
minio 300 prac,ai da guarda uacional da oapital e 20 jan.iro prximo vindouro. Par. as desperas coma
u- _
Exe. qua oos dez mezes
Janeiro ao ollimo de oulubro dette anno, faram pro
ao*. llena de 32 disertore., 293 eiimluotoa, aeodo
por homiaidio 63, por ttntalita da moite 15, por fe-
rimenlo* e affanaa* pbyiicii 84, por furto 66, por
uso da-ir na* difaiai 30.
O avippa o. 4 moilra o* erlmei e fados nolavais
que deram-M ao meimo eipirjo de lampo. Figu-
rara ah 47 homlcidioi, 8 tentativas de mor* e 26
ferlmenle* gravai. Esle resultados abonara a polica
da provincia.
O roubo o o latrocinio nSo sao crim*i frequiate*
em uro paiz, em que ole ba .alteadorea, mi* o for-
. lo di anima** tem-.e deseptolvido em grande escala
por lodl a parle. Nlo cabendo a' acjlo pobliea
por 0*4* erloae. toroa-i* impoinvtl a .aa repraisSo,
cuja falla daaana vadiela particular, oa Induz a
auloridade local, para liifazer a opiniao pobliea, a
recorrer ao recrutamenlo que ai comidera ionio re-
midi giral contra toda* m crimei iramor.lidadei
que eacapam cela da lila.
Divo aqel ehamir pirlicuiarmanle a allnelo de
V.Bxe. pan a comarca de Pajc de Florea, onde
di multo lempo alo frequeole* o* crim*i de morto,
* icham-te nellea entolvidat penoaa ralaeiooada
com ai principaaa ramilla, do logar.
A freguizia do Bom Jardim da comarca do Ll-
moeiro neceulla da providencial especia.1, em al-
teado aa aaaa eircamatinciai, raai aquillai depeo-
dero de logmaniu di farsa.
Em IiaareMii senti-ii 1 necei.idade di prlslo de
ndividoo*, i|quem e riqueza lem animado ao abuio
da *aa lineeocii e m criroe.
A OMiearreacia de gente idttolicia no lermo da
tacada, em mo dos Irabaiho. di aigoodi scelo
da ealrada do ferro, axige all 1101 deetacamenlo qu*
ao meame lempo preitara' ierTi{os importantis, eoo-
di de Oiind
Ooendi pelo dealaeamenlo a guarda nacional
lim-no lastaniado com a cooaeiencia da necetaidade
e importancia do* sao* aenicoa, a qu* o governo l*m
(ido obrigido & recorrer, e folgo aisla occasilo de
tributar os meus igradeeifoeotos a' diitiocli milicia
cididia, que lio valioio* *r*i(oi lem preilado,
preenchendo a falta d* oulra forrea.
Como auxiliar do exercilo o da gaaroigio da ca-
pital tem *ido paga esta ture* em deitacameoto pe-
los eofres do estado.
A guarda nacional em servico di destacamento
para auxilio da polieia ara di veno, pontos da pro-
vincia Uro sido paga peloa cofres provincia.
Ilarendo aido preauehidu o con tingante de recra-
ln exigido 01ra a armada no anno iiodo, ooto eon-
liog*nl* de 120 racruta* foi exigido eiie anno, e ex-
ped a* ordeni ntceisariai para o seu prnochi-
mento.
O recrutamenlo para o exercilo, embore onearre-
gado aa auloridadea policiaea e ao* commaodaot**
da guarda racional, nlo lem aido aRielenie para
dar o ontiogaute que ao anno fiado locoa a esta
provincia, e aubiiitem a* orden* qae par* ene fin
< expediram o anno pinado.
A cmara municipal da villa de Birreiro* eon-
ieiTou-ie perlioax em nio reunir-.o pira proeidtr
aporaflo da eleic^o do* venadores que deviain
eompor a aova coman, e dar pon* .oa julzei de paz
do municipio, ullimimeole eleiloi. S.ndo bildldas
para eoa* fim aa ordena e instancia, reiler.daa da
praiidencia, foi de oee*nid*d* auipender e mandar
reiponiabilitar o* vereadorea do quatriannio fiado,
qae legando ai orden, da presidencia e da confor-
midad! com as dtcisoii do governo imperial devUro
oniinoar em exereielo *l qae (one emponida a
nova cmara, qae recuiaram ao eumprimeolo
deis* dever indUpiniarel a aulonomia muni-
cipal.
A lei provincial n. 314, que trinitario a villa
d Agua Prela para Barreiroi, e o remitido da el*l-
tao deafaToraTel a influencia d'Agoa Prala, consti-
tuera o moveii de procedimento to inslito e aves-
so boi ordem.
Se as providencias que ultimsmenl* ae darain
nlo prodoiirim multado, olo ducubro oalro r*-
enno, lenfle o de encarregir i cmara municipil
vizinba a aparajio da eleicio pon* dos novoi
eleito*.
A falta da eamara manicipal de Birriiros loroou
impoiiiTil a prompta e molo da.te anno, qu* ordenou procedeaie a.va
eleirso de eleilore* da paroehii d'Agaa-Pmi, por
ler a cmara do* depotado* maullado emba as lar-
mi* de eleilor** da intima parochia.
Em observancia do aviso da 5 de ulho nllirao
ta mappa n,l annexo a eite relatorio, vera'V.
k^.e^'l'"J", doJ'* de I m,r1u,i d" l, de notembro "p*ra a nota eltislo
A SOMBRA DE LUDOVICO. C*)
doi venadores e joizei de paz do municipio do Bre-
jo, caja elei(So precedate foi p*lo governo imparial
annollad*.
Do* papiii que aprsenlo V. Exe., eonheeer*
v. Exe. como corrau a eleicio, g que ae acaba de
proeeder. Ao juiz d* direilo da comarca do Brejo
enviei pan informar, ouviudo o delegado de polica
aopplante, una* repreteutac,3o que dingiv-me o pri-
meiro juiz de paz da referida villa contra o proce-
dimento do delegado loppleute, que he erguido de
intervengo indahila ni *lei;lo o do emprtgo de
forc o violencia pare vence-la com oa'eeo* parciae*.
Mo obilaole ai orden, dula presidencia que re-
commaadavam ao dilo delegado que ae bitive.it
de toda o appanlo de forja a deroonitratOeo vio-
lenta*, o delegado reuni forc da gaarda naeional e
ordenen diiigtoeiai que aioda nlo forara loilifica-
dls. A V. Exe. cabe preciar, em viile dai ififor-
maijoei, o proeedimonto do delegado o at que ponto
mlluio elle na el.ic.lu. O pequeo deaUcacoeolo
de prineira linha aob o eommaodo do alfereniob-
rteligado de polica di villa, eumprio o un de-
ver.
Em virtud* da. di.po.lcOes do art. 49 da lei n.
431 de 22 de junho de 1857, o do art. 44 da le n.
452 de 21 de jaoho de*le inoo, forara o eolUgio da*
orphiai e e eeie doi expoilos de.la eldida confiado.
I diieccio dn tirtooiai irmla* di caiid.id*, que,
aontiou.udo iuMiaciai do mea nleceisor, obli.e
di rupicliva Congregacao, sendo tei* pin o colle-
glo cineo pira a easa dos axposios, de qae tomi-
rm eonti.
O* regalamenioi dilles aelabelecimentoi soffra-
rim ai allencei tindiapenaaTOl* 10 seu novo r-
gimen.
Na eooformidade dos conlratoi celebrad** por io-
au* viagem e com objaclo* precito., remelli ao 001-
0 ministro em Par* orna letra de 30,000 fr., qoe
com o aaldo da de 35.000 fr., que Ihe fui eeviada
o anno panado, estar* habilitado para estas de.pe-
oVSy* ** q""* i* nl"R00 operiora geral
22.000 fr., aomo doelaroo-nie em aeo officlo de 4 di
oulubro.
O colligio di educacio e os maii eilaoelecimeD-
toi devera mdemniar a provincia aa d**p*za* qae
com alies se fizerem.
Nenhuin lervifo miior se pode proilar odoca-
(lo do iexo faminino da provincia ; e ao disimilo
ministro do Bra.il em Frao;a a i auloridade* *ope-
rora* da Congregarlo tributo oa m*us agridecimeu -
toa, pela mineiri por qoe acolheram i* minhai 10-
licilejOe*. fica-me a eeperanja de qae dentro em
pouco lempo ierao latufeila* as lecommeudacOei
dos leglilidore* provinclaes.
Enlre 11 obras publicas da provincia avalla a *s-
Irade de farro do Recite foz do Pirangi, e que dove
prolongar-te at o Kio de S. Francieco.
No dia 9 de fevereiro fui eatregue circularlo a
primeira *ee(lo de.ta eidade a' tilla do Cabo, com
a axlenilo do 103,787 ps oa de 19 i( milita* iu-
glezas.
Ndo achaodo-i* eonclaidii ai obrai deita i*r{Io
acced a abertura solicitada, medianil coodlcOi,
comante* do mo officlo 10 superintendente da es-
trada de 6 de fevereiro.
A principal dasla* condeces era qae o governo
na* ficara obrigldo ao pagamento de* joro* garan-
tido., ara qoanto a* obra* da eacrjlo nlo eatiTeiaem
acabad.1. Bam que aquella* condi;Oe* lossem eeei-
ta* pelo luperiotendeote d* en rada, e directoria d*
Uares nelemoa contra a recu.a dos jaro* : o go-
verno imperial, palo* avisos de 21 da raiio e 25 de
junho, approvou loteirameot* o m*o procedimento ;
m* julgoa coiivemeiile deferir eo pedido da eom-
pinhi* o admitlir denla a apoca da abaran da lec-
tao o pagamento do* juro*garantido*. Dos meus of-
hcios dirigldoi io lupvinUndenle da etlrada em
19 de abril, 21 e 24 de malo, poder.' V. Exe.
ver ai qutsldes Isgadss a isie un portante ob-
/eeto.
Finalmente pelo meu ofllelo de 14 de agosto ao
upirintindeme foram rOMltida* a* quealO** eon-
ccrnintn ao auumpto, foi Oxadg em 375.000 o
capital di primeira secslo, fiearam regulada) aa
despezaa de maaatenclo o ai do eosteio, ajuilando-
se aalque devera 1er imputada em eonta do capital
oa da rauda.
O governo imperial per aviso de 3 do aelembro
approvou a soluria qu* dei a' quealSii Iratada no
meu refirido offlcio de 14 de agudo.
O commlieerio da legado imperial *m Londres,
enearregado do *iame daa eonta* da adrada de f*r-
rc1 deda provincia, nao jolgou qua a* conla* remel-
tida* par* Londres fosiem completa, e perfeitai, lo-
mo eamprie ; pelo que propoz modeloi adeqaedoi
iua *icrlplur*s3o. Da eonformidade com o novo
yilema por elle propoato e aoggerido pela ligarao
imperial foram organiadaa novameole as conias d*
feaereiro a junho, o lizeram-io a* doi meza* e-
guinle*.
Com t* representante* da eompiohia nula pro-
vincia enleodi-me para qae a .ua eacriplurafio i*
fizesse em harmona com o systeroa indicado pala le-
gajao de Londres.
Nlo reeebi aioda da legaglo communicat;5o do
retallado do axame da* oova* coala* do semei'tre ul-
timo.
Sendo m.nlfeila a conveniencia de ae fazer em
Loodre* ao ineamo lempo e pelo m**mo modo o pa-
gamento do* juro* girantidos pelo estado pela
provincia, ulieitei do governo a* neeeaiarlai ordem,
qne a* expediram a legiflo imperial, legando em
aviso de 19 de jotln foi-me declarado.
A tbeeoonrla provincial un' de IndorortUtr 1 di
fazandi naeional 1 Imporlaneii do* 2 por ooto pa-
go* por conla da provincia, qae o*garanti alm do*
5 por eanlo garantido* pelo governo imperial.
A abreiiada ioformi(lo que aprsenlo a V. Exe.
do augenhelro fiscal da airada moslra o pouco pro-
greiio dos Irabaiho. da legonda lecclo, aiaim como
a* obra* de qoe careta aimla a primeira eerjo. A
salulituigaodo viaducto da Cabanga, a mudan
de ladro, era qae at aqei lera-.e empregado ara,
mo grado a in*i*l*nci* do eogeoheiro fiscal em con-
trario, lio de necessidade itreeusavel : 01 bem en-
tendido* ioterene* di compiobu do publico o re-
claman).
A f.lta do* plano* da* obra*, o* quiu nao foram
presentido, pel companhii, priva o* empregado*
c{e
da linha exigir' a contrucr;l> da estatu terminal
de. It.cit* ; s eumpanfUa liri'ld* riiolvet te convem
oeeupar com esta ernriraocao permanente o terreno
oacupado actualminla pela feslalaza. oa oulro, em
cuje ticolhi devem influir cjrcuradanciae que ie
preadem 11 obras do porto.
A compinlii* lolicitou do governo a garaolia de
ura erapraalinio de 400,000, que foi aaloriaado
pelo decreto numero 2183 i 5 de jaoho deale
anuo ; ra* pela* raiei xpoata* 00 ultimo relilo-
rio da direcloria, nlo te l*vaB*oo o empredimo e
lomou-ie outra providencia q* pareced man con-
veniente.
Do referido relatorio de setembro deile anno po-
dara V. Exe. ver os novos asta* que ie doraos
enlre a comp.nhia o conl extracto annexo dai contal coohecera' qae no (, de
8'"0 deipexe da compaohiaeleva-** a 685,000.
Ai obrai da provincia lera lomado grande deaen
vniviraenlo, e o* reparo* e eonierTaeao da* qu*
exutera aburvim grao le lomma. Do relatorioi de
10 de seteiobru e26 de novembro do director inte-
rino da nparlcao vera' V. Exe. o e.tado daa obra*
ern andamento por arrematado ou adminitr.cao. d
Lom obras publica* 00 xeroicio pinado despeo-
deu-ie a nmm* di 575:00000i reii. como se rooi-
tra da informaca.i do impector da lht*oar*na pro-
vincial, que V. me. eoeoairara' mu a ede rela-
torio. A quilla iomma *a dote acreicenlar 1 daipaza
V-^ia f,"08' da rPar''5'o, na importancia de
2j:7393000 reii, o que elava 1 detpeza com obrai
pobliea* a r3IJO.OO09O00 ral*.
C>iiipreliindein-ie n.sla .omma quintil* de*-
peodida* do prodacto de loUrhM e de coutribainlo
doi propriet.rioi pira o calamento d.i ral* di ei-
pttii. asura como is despeza* taitas com abra* de
matriz**, pagamento de apolicei, compra d. ama
eaia pira cmara de Peaqueirat 40:0009000 re*
entregue* ao engenlieiro Mamde coolralador dai
obr*. dai idrada* de Norte do Naxanlh.
No relaloriodo director das ebria publicas tenlo
contemplam lodaa a* detpetai, aendo algama* feila*
poli thamuraria em vlrlode d.* ordena da presiden-
cia iem eenhecimento n'aquella reparli;So.
A desposa eom obra* publica* no correle exerd-
eio h* de 157:o00j000 reie, oa*) ocluida a deipezs
com o penoal di repirtiflo.
O recunoa ordioirioi da provincia nao podem ser
ullicienle para aa grande* dclpeai que exig o
feo inellioramenlo material ; eolreanto he Indit-
pensavel faze-la*. A provincia Meeoila da confluir
su** estrada* em om raio de viole legaa* da ca-
pilal. O augmenlo de roa riqueza, a pro.peridad
que d ah ha de resollar, compaaaarao o crifieio
A. rea* da provincia nlo ereeeem na mesma ra-
zio que a* do adado. e os auxilio, que doi eofre
genes reaabe a provincia sao mingaado*.
Tenbo para mim que o ealado vira' em aoeeorro
da* obra* das provincias, qu* prtciaam de **r aoxi-
liada era importante, trabalho., na conformidad!
doi deiejoi manlfedado* na repreieulacao nacional,
b qa* enlre o* ereditos extraordinarios supplemeo-
tarios hao de figurar om da 01 que liverem appli-
car9o a obra* da* provineiaa.
Na falla diste recarso oatro nao havara' senlo o
raprestimo, enja utilidad* e neranidad*) ja reeonhe-
cera a lei provincial numero 296 de 5 de maio de
18j2, e qu. foi utoriado uovameote no artigo 38
di lei do ornamento vigenle.
Para a Irada do iul oa do Rio Formois conce-
deu o governo imperial a qeaotia de 20:000/000
re*.
Usa repartirlo m.rch* com bailante Irngolan- renlira.nlo doeomulado, por onde te arrendara o. grande circulac.au da moeda fiduciaria. Ut a f^H.r
dada, por quanio rege-ie apenee pelo regularatnto direitoi de exporlacjo, l*m sido al aqoi moilo di-1 propriaraanta, ara marcador da endite, pr*i I*-
auuexo ao aturde 18 de julhod* 1856, que orgaol-; minuto : lmbame*!* he o mea de arrecadacao da : do o sau coramercio coaaisle em eampra-l* tm-
suu 1* directora, dai obra, militare* na. provincias, derima, pelo que nao e.tando vinetdii ai eltra. de lo.
nem lem empregado* iulli:i.nl.s, oem 01 indru- doi contntadores da* renda* provincia**, ichiodo- Os qae lem dmh.irt pan tt <
ida em *eos leeorto*. aliei Ihei compra o g iz. p*|
Providenciando ne.lai cireamslanei**, mindei desee diakwir* ; he crdito qa*
pamr para a aixa da renda ordinaria do exarcleio dinheiroe que te dao rtuder 1
correte o* tallo, dai oolrai eaixae, o limite! ctrno lamento, da meredoria cha*
eonvinhi a deipeza com a* obrae publica*.
No m*z siguite a llieeouraria acha
abundante de meio. : porm ai deipeza*
ci *o cre.cida., e li* preciso prover
espez, Iralaodo Ha* obra* pablieee, ero que pro- i bre penhor, o a* mai* da*
vlneia lem grandei eropenhoi a uliifazer. osle : he eiade eredil* q*>_
A secretaria da prudeneia *b a dirteel* do era' am valor que na 1 lhe ura' pa* 1
hbil e zeluso chite (arvio dorante a minha admi- o cerno lodo o negocian!* veade a >ui *a*art>ta*4i,
ai.tracao eom desicicao lealdide qae ale [pello | do he, crdito, ia*i* car* de >* compro*. A
daixar de as.ignalar peraale T. Exe. I No he qa* Jaequ0. val levar a ** Idsr* m **-
Nos documento* *nn*xo* ao mo relatorio apr*- hio ; he elle que recerra pera lar ama Mira esfera
memos neeesurios : ai arremata(5*i, os pagaraen- 1 se a lhe*ouraria reiuiida em leui recuraoi
loi, a eicriptontao, as obrlgatOM e responiabilida-- [
de dos diverso, empregado*, ludo necesiila de ser
coovenientlraente regalado.
O goveroo ordeooa-me neolheee lagar proprio
para om qaarfal de eavallaria, alenla a reconheci-
da inconveniencia do quarlel actual, ttandei le-
vantar a planta de um terreno qoe jas entre a case
de delenro e e fabrica do gaz, o qual bem que
pouco limpio paatceo-rae era boa liloacao. Ootroi
lugares indicara para mi fim, e V. Exe. lera'
f.zer 1 colha re*olter-*e a companhia de eiril-
lirii dieeatr aquitellad* no bairro etnlral da capi-
tal a margem do Capibaribe, oa em oulra parle.
Tambera l ve ordem de mandar lavaolar a plaa
anca*. .
lurie-W indis
iza iIcTxerci-
a Un, como
eet clientes lhe fazem o qui tlt* pie malla r***W-
{ar qiando ih'o pelirem. q*e Ittammatmttm
de diuliciro ven eompn-lh'e, aJgimM jajam safe a
form de tmproslimo dir******
pr*
ama tiz
lesle-
POB
AMEDEU ACHARD.
I.udovieo ibidemoiiele de Erviller* desceran,
Pire a pateo eomo no entro lempo, pilo braco am
do oatro; porm Lidovleo ettivi mido e Isabel
naoeamva flla-lo. Aod.ram mim poralgum lem-
po, dlenelnee, inlregne* .eos pentamentot, un-
aos peles eir.um.ltela., aeparido* por um bjmo.
y unido chegiram ae fim de um* avenida que coi-
'"*'* o rio, cujii arvor** Ib* eram lio eooboeidei,
Iiabil apertoo com amba* a* mo* o braco de Lu-
dOTiee. *
O qoe queris sabir, diste ella, e pira qoe
inierrogir-Blc ? Poupl-me ; eu toOro, om mal in-
dmeel torlen-me ; anral, perm ve a qa*m eo-
nheei to boa *l*nui mel V* amai*-me, olo he
verdsde T E toda a afTei{l* qoe me promttted*,
guardaate-i inlicl* I Pola bem, guirda Umbem esla
ralo qaa to* doa, eonfiei em mim 1
Oae* graatn ligrima, eorriam por mai fice* ;
o voz era .upplic.nl.. Ludovico eantio o concho
parlir-*i-lhi; eaqeeceu se* deaeiparo, olo pioiou
eolio noeaa dar qae a* lhe eoafiv*.
Traoq*il|i*al-vo, ditae ell..... Maii lard*.
quandoedlvardo* mai* leeegid* eonliaaarem** oda
convr**eao...
Oh 1 *io I nunca riplieoa tila eom exilla-
S3o ; empregarel toda a minha farja para urar:
Dio ehorarei mil. ; Daos mo salvara. Perleeco-
VO* pelo piando ; perleoeer-voi-hei no futuro !
Ladovia* li.oo aoi labios mao de Iiabil.
Sata b*a I dita* ell.
Ba I cclame* ella eom indefiaivel expreiiao
de amargura di pezar : ulgaei-o am oalro tem-
P< f>ao o ereio boje. Ah eu darla dei anno. da
miaba vida para pareeer-me comvoseo 1
E eatea-ee por muito lempo : dtpoii, erguendo a
cabaea :
Ma he verdad*, replicn o I ha do-o aom 01
olho molhado* de lagrtm**, qae 00 bello* da* po-
dem tornar? Diael-me qu me amis, repetl-m'o
aom cenar, tiuho ied* di ouvir-vos, cireco de icre-
ditar-Toi /
Dovididi d* mim, l**b*l'.'
Nlo, mu julgiva qa* liarais morrldo.
LodoTieo aalremsseo eomo om horaim locado per
nm ferro am brasa, perm t*v* piedade dona alma
parlurbad, e nSo procurou maia aoodar-lhe an-
gastias f,ridn. Kec.uvi oompr*h*nd*r-lhe* 1
profaodiu.
P4,, Peno pereorreram os sitio* qa* liohara
amado. Fora ao p dttae banco qoe Isabel oevaiesra
a ua botas a a de Ludovico do avenid de ama
eamponmxinha qae ehorave junto da aaa cabra
rooria : fon ote esn irvoro qoe ella o linha aor-
pr.nlido Ul-i.ndo e ea oome eobre fngil caiei
como om aadtr da* Egl.g*. ; .inda vio 1 primei-
ra l*ttn. Qoaola. v.za. ni0 0 ,iohi ,!(, rMebido
sobre ama relv quand elle alravei.ava o rio for-
() Vida Diario o. 5.
;e de remo* I O bstel ja e.tava am poaco velho,
mae anda era baaU*!* olida para *opporla-lta am-
bo*. Fora dena ponta di Ierra que elle te linha
lirado ao rio pan apaohar a eanda qa* fegia i di-
nili. Iivaado o chipe 1 de Isabel, sea nmslhete e
chapeo de sol eomo um pinta.
I.abel escolava-o eom a cablea inclinada para o
peite'. Algama* vezn lorria olbava eom ar allavel
am torno de *l.
Sin .' fim I marmoroQ all baixioho, sim ha
lili meimo.
Clugaram mim a om eolovillo do rio onde gres-
10* Mlgu.lros ceoeivoe deixitam paader sea* ver-
de* ramo* para a agua.
Olhai 1 di.ie lubito Isabel : que oantioho 10.
litarlo, adiante o rio ; all ama cortina de relva qne
faz como ama muralha alraz da qual ninguem lie
viilo. Foi alli qoe a chava ao* aorprendea !
Alli '.' dn.e Ladovico.
Sim ; vollivimo* de am longo pamio : findava
o dil a p*reee-m* eindi ver o horiaonte eondo pe-
lo* ullimos raioa do aol.... I), ropente pusou pelo
eo ama oovom negn, cahio ehuvi a eotrimo.
para e*se esramaochlo... Foi o tronco de am ial-
goeiro qoe me abrigou.
All? repeli de novo Ludovico.
Elle oio linha etp*ro ba.l.ule para das p*i-
loise vi.....
Iiabel iulirrompio-it. Tioha olhido para La-
dovico.
Ab 1 eomo *oa infeliz I exelomoa leviodo i*
mo* ao rodo.
Croa panhilada dada *m eheio 00 eorijao nlo
lina fallo tinto mil i Ludovico. R**ardoa-*o de
mesrao grito soltado de rpenlo por Fredcrieo no
rgem do ligo d'Enghien. Enlre I.abel o seo
migo exldia eomo qoe ame coau mora. Profun-
do dase.pero apossou-i* delle.
Com bruieo movimanlo agarrn DI* mlM da la*
eompiohaira eafaalando-a* do rodo dine :
Deixii-ma v*r de frente aignara do eiqu*-
meolo o di triiejio !.... D*ixii-me lr am vossos
olhcs qoe nao me amis hoja... Dizei-m'o.... qae
reeeiaea agora ? Peotai* qae oln compreheadi la-
do ? Alli lleven jamo ell*. O oalro que diziam
morto, o qa* en' pin ve ?... Ab porque alo me
Ingaram aa oudaa I... V. e elle, rabos junios, uni-
do* pelo meimo concho!... Mea amigo e minha
ooivi... Ah I erei* bem digoos am do oatio Ambos
prfido* e menliroto* I...
Repellid* violentamente Iilbal foi ethir obre o
trunco de om salgoiiro.
Ah por piadade I Lodovieo exclamoo ella 1
Tremor mrvcio agitava-lhe o corpo: aeo roilo es
lava banhado em lagrimal. Forte* soluco. sl;*v*m-
Ihe o leio. Por om impalao rapantioo elle cahio-lhe
ao* p* e levanlando-a 001 bra;o* die :
Perdoai-ma 1 *oo lio iofeliz !
Poii bem, dine ell* encodando-lhe cabera
ao hombro, oio ureii mais.... iou eu quim vo-lo
joro...
Ella chonva e ell* eolia o pulsar do *ea icio de
encontr a i. A' colera laccedoa sbitamente ene
mor qoe o p*i*r lornava mal* vi*. qae cada tor-
mento nove fazia criar mais profuodas raizes em sea
concio.
Ah I replieoa elle : nao me aban1one.ii raiii l
Delx*J-me err qae i minha isroora fara' com qoa
m* Inea lindi .'
Oh lito, ea lava so, eslava loon, nao roe
iciimi... Amai-me umpr*... vereii... Ah I man
charo Ladovico, como podo oa eiai*r-ve* lodo eise
mil l'
Voluvim ambo* pelo mesrao caminho ella eon-
ehegavi-.i a elle como se bseme em seos olhos
ama prateeclo eoolra si. Sai sltilad* en toiaole,
ea trille lorriio chelo de confianza. Um nio de *i-
p*ran;a penelrou o coracao de Ludovico. Emilia
recebeu-01 a porta dos Migooos e eslsudea-lhes 1
mao dixmdo :
Aqoi *da' como godo de v-loi.
M. de Le.pareiz fez eom qoe Lodovlio fieme pa-
ra janlar. Qoeria qoe elle paaiene em ana eaia o
primeiro da. M. de Coorieuelle* ehamoo-o de
par*.
Sabel* quaai eram 01 ma* projedo* lats de
partir., di.se : posso contar qae linda *uhiiitera ?
Iaao depende de v*, espoodsa o medre de
forja*. I.abel ainda tem a ana granja em Corpigay,
01 ioa* Ir. mil e qainhento* friaco* a Ira* por can.
lo, sul. actes do Baoco, e giohoo alera dieao o pro-
cateo ante o tribanal de appellacao dt Honlpellier.
-M. de Leiparelz alo dizia qae depoii do naufra-
gio da eSapho, linha empenbado tea palavra com
M. de U Faurie. Era am detalhe qoe elle peonva
nlo haver ii.ee.sii.de do mencionar. M. de I* Fau-
rie, diroelor em pr*p*ative do ama eompanhia di
caininlio. de ferro, ere canamente om partido ven-
tajlo qa* am taler prudente poda |*c*itar para
u* papilla, porm a fortuna di M. de Coaieuelle.
mdi linha qoe ver no futuro : en real e presante.
A eooaciencia de M. Lesparelz alo poda hesitar en-
lre oe doa* pretiodenl**. Tomoo eemo ponto de hon-
ra e delicadeza edibelcctra as couiai aamo edavam
aatr'ora, cora om bom aparto Je mo consagro* a
prioridade do* direilet de Lodovieo. Em cato d* ni-
cetiidide, H. de CoasaeUes instan* por aaber,
ell* nada Ih* teria occuliado dos **u* rcenle, ar-
ranjo* com M. de la Faurie. Parecia-lha o qu* fi-
zara mallo naloral, qu* nada liaba qa* poden*
ser dessgradrvel ao tu joven vi.inho. Arranjava o
n. nigocios eomo bom pai ds familia negociante
quer fuer honra s iuai operafSes. Sa I.abel lites-
te eaiado eom Froderieo, diiia a M. de Coorieailoi
aae alo en por iaa eolp qae elle linha momio.
Se Ladovico totaise dizia a M. de la Fiarle qoe nlo
en por aaa colpa qae qaem ia a lena de Fogo vol-
tava. Oeaeaofido por taotoo seu espirito, foi ao ga-
binete para eaerever so engenhnro A earll era um
primor de delicadeza e lteoslo. De envoltt cora a
ssieverac.io de seo ssotimeotos de e.lima a *!Teirao,
moitriva qolo aaatido eslava por nJo reamar a
ua palavra.
Apilar da perfeita nrenidade de M. de Leiparelz
e do auxilio de caito vioho de Borgonha qu* ni nhia
da *d*ga 1111 occniSia lolemoes pezar do* etforc.oi
de Isabel e de Ladovico. o jinlir foi conslrangiio
talvez meirao por causa des.es *ifor(os.U fl.o pouco
eircaliva em torno da meaa, *onv*r*a la enlan-
guKende e a* vezea morria. Emilia ob.ervava o*
ai doa* vlzinhos. E'lav* lena, com om cario
deadem qoe eind. mai. augmenta** o vtame
Je Iiabel. H. de Erviller* enlia-se condemnada
por me lado. Parscia-lhe qoe o dia era elimo,
nones o* criado* tioham servido coro tanto vagar.
Qaaoto lhe tardara estar s I
Augodioha e Carlos ehegaram depois do janlar.
Uademoiselle dt Coarstoltt pareci* canala, e os
olho* brilhavgm-llie com expresilo dura. Emilia
d*ixoa-i com Isabel e dirigi-** resolutamente para
Cario* est*nd*ndo-lhe a mo.
Seda bem viudo, dine alia.
que vieii* s oceuper a par* do edificio novo do be-me a sitiifaclo da haver ainla
euaveolodi S. Francisco, o actual quarlel proviio- maohsdo as qual dadei emincnle. dVioi'~popoi-
no da guarda nacional collocado em terreno de cor- co, e em mea reeonhe.iraento s posio exprimir
ce do eouveolo, e eilenden* pelo lado de ierra Urtoroio* voto* pel ion gr.ndeza e proipendad*.
da rui 1- loreniina, que deve ser alargada, ped ao I A elevada inlelligencia e tabedoria de V. Exe.
cipiiao Fraucisco Rapliael de Mello Reg orgam- [ vao gala-la aos eo. alio, didioos e eoogralulaiido-
ai.e planta respectiva coma* ac*ommoda;0e* pr*- me por ino eom toda a provincia, aproteito-me da
C."".Pi*ri om batalhlo d* oilo eomptahiai, quarlel I opportuoidede para renovar e V. Exe. os proleiloi
do miu retpeilo da miii iubid* coosidiraclo.
ReciU, 16 da dezembro de 1858.Illm. Bxra.
Sr. consilheiro Manoel Felizardo da Sooz* e Millo,
pnddente da provincia de Peroimboco.
lienvenulo Augudo de Migilhles Taque*.
A ponle do Recite esla' em ruina, e nova vai-
e tragando, .era qua le lenha podido renovar a
ponle velha. O governo imperial toma'ra a ai a coni-
truccao dena ponle, mai o* divino, plnooi que ie
presenUram para eda obra para a do malhora-
mnto do porto, tem retardado a necenaria r**olo-
S3o para a aa. execuejo.
O cae* da pr*r;a do palieio da praiidenci. sobre o
Beribe tim ndo futo pila consignarlo de40:0009000
re. qoe era dea* preslaces foi eooodida pdo go-
verno imptrial para etta provincia.
Uado da attnbuicao dada na* lei* do orfamenlo
para o eogajainenio de om angenheiro oa Europa, e
leudo ebtido do governo imperial, qoe a* detpeza*
com o* venciirenio. e traniporle do enginheiro en-
Ktjado foise repartida pel provine!* e pelo* mini-
rio* do imperio e da marinha, a cojo **rvico Um-
bem una destinado, dirigi-me eos ministro* do im-
perio era Lundre* a Parli, pedindo-lhe* qoe en-
lendeuem e contralauam par* ervlr neit* provin-
cia om engenheiro hbil a de cennaoea, pan o qoe
eitaheleciai bis** rio contrato .0 nono mini.lro
ea>n 'omelli ama procuraclo para ..signa-lo
O r.f.nJo ministro entsboloo eom o celebro Mr.
Uisv.iiero eogejamenlo de Emilio Chevalier. Ir-
ma* d aquella, em aertico no Chili; mas ehegando a
1 aru Emilio Chevalier apreseniou exigencias d*s*r-
r.zoada, e d'aceordo eem ai minhai lndraf0* 11-
eou *em etTeiU lodo o ajaite, promeltend.-me o
ministro de S. M. Imptrial proinrar oatro onginhii-
ro capaz e ajada-lo para lertir ne protincii, sfim
dt satiifaztr o meu pedido. Eolreanto perdn-**
om anno nada negociado e a provincia a admi-
nistrado fiearam privada* do* servico* de qoe care-
can,, pasando sobre o pequeo pmo.il da rspirli-
geasral a sua* depeudeociai. Este Irabaiho scha-ie
acibado, faltando paua-lo a limpo e pode 1er pr-
senle a V. Bxe.
O trabalhoi pira 1 llaminic,o 1 gax aeham-ie
bislaule idiauladoi, e he de eiperar qa* no princi-
pio do anno prximo goze eila capital do beneficio
de ama illumia*{io perfeita, lauto mal* apraeiavel
quanl* a aelual hi peuima.
Em virlude da auloriarjo qoe Uva do goviroo
imptrial encarreguii o director dt* obra* pobliea*
de fazer o* necossarios ajaile*, lugeilo* a approva-
(lo da prendeneia ; para 1 illnmlnar|o do palacio
da pre.i leen, de ar.enal de caera, do* qaarle 1
da Soled.Je a do Hospicio a do Hospital Milltal:
ao impector do arieoal de marinha encarregati de
ju.l.r a iliuminacau do reipeetivo arsenal.
As obras do rnelhor*rn*nlo do porto prongoem
eom a panivel aetlvidade, ele ja leoiivei* 01 em
retallado* pelo augmento da capacidad* a profundi-
dad! do porto. Obra, dula allanta nlo podem
delxar de *er eiecuUdis com leotidade, apilar de
todos os oiforeo* para adi*ota-lai, a jamis aeom-
pauham em tu. progreiso a phanla.ta doi alvllrei-
las.
Aeha-se levantado o rteife desda o forla do Pielo
el defronte do Trapiche novo, oa exlmao de 365
brar;a*,*.la feila a mnralha d'oed* ni esiaailo de 185
brar^ai com duaa rampas dobrada, a daa* ealdeira*.
e 73 brazal deda muralha Mllofaodeda* al o nuio.
Da muralha da llha do Nogaeira achara-as fonda-
das 481 brscis, estando 210 dede* j* ni divida li-
tara, competentemente revestida, e faiendo juucrlo
coro o cabeco do *ol da Barreta.
A excavadlo tem lido o andamenlo poiiivil com
ama barca de axcavafao. Trabalha-*e activamente
na eonclovlo de urna grande barca de excav.clo,
tojo rnachinl.i. engajedo alUmamaote na loglaierra
dirige o asseotamenlo do* novo* apparelho*. Logo
que isla barca poder funcelonar, o* Irabaiho* para
a limpeza e profundidad* do porto lomarlo eonside-
r*v*l incremento.
Juoto urna sacila otposIcJJo da* obras qoe reala
User para cumplimento da* principa** obn* pro-
jactada* a bim do porto da capital.
E*la* obra* ao exeeaUda* *ob a direc;,lo do ins-
pector do anead de marinha, que ach.-.e privado
dj aoeeorro da \im engenheiro por ler-*e deroillldo
o que edava nade **rvico, a nlo hitar oulro qua
podesse s*r nomaado para a dmecao de obra* lio
imporlantei.
O anenal de marinha lem en*ideravalm*ni< *og
mentido o **u penoal e maehinas. Da Blgica e de
Portugal ehegaram o* opersrios qoe msndei engijar
de conformidide cora ai orden* do governo impe-
rial.
Don* predioi contiguo* 10 anenal foram oblido*
para o artico deale eaUbeloeimeoto qa* dte lo-
mar nova form* pela *iecnjio gnduil do plano,
egendo o quil lerao de er abandonado, o* edifi-
cios collocado* do oalro lado di ra da parle do rio
B*beribo, liudo lodo o aneoil mentado sobre o
mir, d*i*mvolvendo-*e ni misma linha os edcfieio*
qoe dePe depandem.
Aalori**i a aeqoiiicjio ds* madeirn precins pin
i* eondraec.0** qa* lem em villa a pan a* qoaei
o arsanal aeha-ae habilitado.
O arsenal de guerra por ana luac,ao aeanha-
minlo nao admita grandes melhorsmsntos. A ic-
llvldade probldade do aaaa zeloso director fazem
mil* do qoe sa podia exparar.
Do retomo qae deixo dai op*ncoei da Ihatoara-
ria provincial no asrdelo panado e no corrente
v-ae qu* reeeila do ollimo eiercicio mbio a ri*
1,582:2739624 ; comprtheodaado o Ido do anuo
anterior, rende extraordinaria e motimeolo* d*
fondo*, e que a dtipez* foi de ri* 1:532:403o687,
com o movimenlo de fundti, excluido tata foi de
ris 1,3:10:4549117. fieando por plgar rii 1:609939l.
O saldo f*i da ris 49:8S9f937, a leria da ru......
wtitusM t atte$.
Esta palavra qoe tnoquilllsava Cario*, foi direi-
linha ao coracao de Ludovico. Era a primeira pa-
lavra firme e franca qoe elle oovia naqaelle di*.
al. de Leiparelz Umbem aiiirtr enlendeu. Oihea
pira 1 Glbi por eim do* oolos loado ligdr*men-
t. Nlo ere o qoe elle qoeria. Um moca de juizo
devi. receber com mei* reserva ora homaro cajo ac-
tivo tiohe diminuido qaalrocen'*,* oa qainhenloi
mil franco*.
En* movimenlo qae aegue a ealrada de daa* pe-
toas, dliiipou por um indanl* o embanco da Ira-
bel. Hecobruu a palavra e alloa mtlto parejdli-
trahir-**. Pediram-lhe para cantar. Ella liroo d*
om movel urna* maiieai, enlre a* qua** custou
aehar a* que queria.
He ama meloda de que godavei*, din* all* a
Lodovieo. ,_ .
Logo aa primain* ola., oonheeao Ludovico a S-
ronala de Shobarl, que nanea mais tiuha oavidjo de-
pois da aaa partida.
Nanea a voz de Isabel (ora lio exprenive lapai-
xonada : nanea aa xprimira com laes acentos : pa-
rele qoe iua elme tuina penado para 01 labio*. O
lougo* meze* de amencia d***pparecerara *m Oro *-
guudo. e Luioviio lornoa a v-la til qoil ira quau-
do, algara da eo conejo, ella einUva no Urapo em
qoe pauavam o* leroes junios. QoanU* vais* enai
vibrarjo*. nlo o tinbira eguide, eomo om idea*
eheio de lernan, emqaanto elle de-ei. plo o.
Qae de vez., nio o liahtm chamado qoando vi-
cha pan os Mignoo* I Era a vox da moeidade, en
a vox da esperanca que deipirlava. MoitiMlm* per-
turbado, occultou 1 cabete na* mloi. Talvez lubil
lhe foi.e restituida I
Ah I nada me comolan' mal*.
A' DOlte, quaudo Ladovico retiroa-se do* Mig-
Boni, parea am momento a mirgem do rio par*
olhir ao longo ai eacoridlo.
Isabel ni* lava no poial da casa. Ella impi-
rou e atiroo-ee para o bota. Pareca-lhe aanlir
am cvico am torno de i.
Era moli eedo qaando Lodovieo ontroa para o
sea qaario na Gravaliole A primeira casa qaa alli
vio foi Germsno arranjaodo ai eoasss de am lado,
para oatro, porm malta enfsrroicsdo.
Sobre o mirmore di ehimio edavam dooe oa
Ir* monte* do escodoi. Ladovico olhoa para o
velho criado aam v-lo a nirou o chipo para om
cilo.
Como eil bella ilodl murmuro* ella eom o
peuiaraanlo no* Migooos.
Edava aqai 1' e.pera do ainhor pira Un en-
tregar ede dinhairo, diise Germano.
Lodovieo nlo oovio. Aproxiraou-** a' jandl* a
abrio-a.
Abafa-e aqoi, disse alie.
Alli esto qualro csnloi franco* dos joros da
renda qda o senher me linhs dado, dine Germaoe.
Jalgoqoooi gauhei honrad*m.iil* : porm coma o
niior volloo, piren qae nao tiuho mil* direilo a
elle.
Lodovieo eslava alhaodo psra o lido do poial em
que Isabel nio liaba apparecido.
Nlo lem duvida, ella ama-o, lisie.
Qaaoto ao redo do auno qae fiodou, aiodi olo
o lenho, conlinooo Germano : empregaei o eu
produca em comprar ama porfo de tioha 00 mea
paiz : ainda *stou davendo algama eoai* d*** ne-
Iraraovel na ua eideira, com a agolh* na me, 1 goeio. S* o nohor qolx*r, v*ud*-s* a vinlia, a re-
F.milia olhava j>ar* sua prime. Sea fris razio ad- | cabe o aeo dinhairo.
mirara-** do ardor de*** eanto, da profaodeza apal-
xooada de*ia voz. Nio via harmona enlre a tril-
la em que sorprender* aaa prima, a essa anlheii-
a.mo que fazia exploaao.
Isabel esta' com Ubre, dista ella 10 oavido de
Agodinhi.
Ella abaoou a aaber;*.
Nlo, reapondeo I.abel, oal dessspereda.
Entretanto Iiabel roodrava mai* forra ardor, a
proporclo qoe proiegola na meloda. Olhava para
o e.paco com olho* fitoi e lumino-os: .oa* taces II-
nham a pailidez do mirroore. Qaando acaboo, 01
brae,o* cahiram-lha como morto* obre o* jodii* ;
no pelloopprimido nlo linha reipincao. Levan-
toa-ie olbou em lomo de i. Ladovico pegoa-lh*
ua m3o o beijoa-i.
Obrlgado, di*se, era como no oalro lempo.
Iiabel retirou a mao e atnvmoa a tala para *o-
Irar u'um quarlo vidnho. Ladovico olo ie aire-
vio a segai-ia.
Vede, dine Emilia, eda' itm IWaae.
M. de Lesparelz qoe linha oavido e* oltimo* eom-
panol da musi, latantno 01 hombro..
I110 oo lem geilo, dine elle, ella cania eomo
00 tnearro.
Oh deiiaUa di Ladovico, ella tsm alma
de arlid*. urna alma de fogo !
E fiearam (odoa ealado* por alguo* Indante*
Agoitinha fecbou o albom que adeve folhe.ndo e
foi ao quarlo para oode ia linha retirado Iiabel.
Aehoa-a deitada ara om canap, cora a rabega ei-
coudida Dei conni, e lolor.udo convoliaraent*.
Calai-vos I calai-vos \ diise ella.
Maderaoiselle de Erviller* ergusa ui froole pal-
uda.
Germano uspirou a fez soar os aieodo* r*mi-
chendo-ot.
Ladovico edava eom ai mos 00 parapeilo da Ja-
Baila.
Corno asUva paluda diiii elleeotnsigo.
Ll' iiso alo tem duvida, coolinnou Germino,
se ea' a gente loubene qoe o lenhor nao tioha mor-
rido, nao oecedia nada dido... porm o unhor vol-
tea assim lio de repente !
La lovico enlio eomo qae am gemido nos oavi-
do*. Virou-.e, vio Germino a eom nm slgoal das-
psdio-o.
O criado nlo se mechen a poz a mo sobre ai
mosds..
Eo duejiva qae o lenhor verifieasse a somma
disie elle.
Esta' bom : amanhaa veremos, responden La-
dovico com impaeiensis.
Ls' liso, como qalzer, replicn Germino am
pouco broseamiiiti.
Lodovieo que nao tinha onvldo nada de qae Ger-
mano distara, voitoo para a o* ja nata.
Ah quera acradltava '. alia qaa me amivi
Unto I marinaron elle.
Germino de.ceu a' eodnhs. A lacaiada em paso
eslava a' na espera. Qaeriam aber qual fora o re-
sultado da icen* qae elle liaba rpnentado por
eneitacao doa a*o* camarada*.
Algn* delles que nlo linham sido contempla-
do* no Ultmenlo de Ladovico linham ao pobre
criado grave esta snveja perseverante e venenosa tario, senscenloii
qaa a bdxeza do* iodioeto* unida a pobreza alga-
mas vare* pro luz. Dipoii qae elle linha herdado a
todo ioilanle edavam a fazer allusao a' sua fortu-
na. St apparecia da bota* nova*, modravam-na*
Do crdito $ do rgimen dos Banco:
IV.
llasquejj di* divina* op*rac,Ges da baoco.
(Concluio.)
O crdito nlo he e nem pode **r gratuito, lodo o
lervico deve ler u ibu iilario. Quaudo om nego-
ciante fia a ootro aceita oro etTaito em pagamenlo,
o **a aalario comida aa vantagam q -e acha am ten-
der immidiitamento a sos mercadura e em podar
renovar o *ea *ortim*nto ; maia vale lomar am bi-
Ihele *' qoarenta das de data, eom o qoe podem se
comprar oalro* prodacto* do |ae guardar a merca-
doria aioda qu.renla dia* no armazem para espi-
rar am comprador tom dinhairo a' viit*. Se o
comprador Uves** pago em pede* sonnanlai, ter-
e-lhe-is fsilo om ligsiro abatimento no pnco da
factura ; paga eom bilhele, e as mais dn v.zei 1
aeeitacio do **n bilhde **re de abate e h* consi-
derado come tal.
O negociante, qoe pina 10 depoii ene bilhele 10
iu vindedor, fax ama opinlo da misma nalurez..
A necenidade de vender he a razio da aer do cr-
dito roramercial e a ialii(ac,ao dina necenidade he
o seo nlario. Porm o meimo negocame qui-
zn* trocir o ea bilhele, alo por urna merca lona
qualquer, porm p*l. omma qoe ene bilhele repre-
senta, nao o podara fazer pelo misino titulo, porqu*
i** eondicOt* ordlaariaa, na* l.m oeeet.idad* de
Ironr nm valor real pelo ligiul d*** meimo valor,
ido he, mal* por meooi. Dar dinheiro por um bi-
lhde he emprear dinhairo al o prazo, e **ie em-
preslimo, como qualquer oalro, deve prodazir um
lacro qae h* mudo legitimo e que se eharai eom o
uome particular d* ed*aeontoi>.
Ura exemplo. Jecqoet, fiador de panno-, a quera
enlr.gaei leltn d. cambia nead. lobre Carlos,
carece de dinheiro par* pagar ao. eu< operario, no
di* seguinle. Ora, ler-lhe ia mcts.ario eiperar .in-
di ntenla das pira er pago por l'.arloi. Vai por-
Unto procurar ama pe**oa que lira dinhiiro, eulre
ga-lhe a ledra qae pana a' ua erdem recebe em
Iroce mil francos menos o joro da mil franco, em
novanla dim, que c.leul-nio a 4 por eeato d 992
franco* 20 cenlimu*. Eu o qae chima descon-
tar, e he a.dm que desuna em Franc*.
Ea ultima transformarlo he o omplemenlo De-
cenario do cr*dilo commercial ; poim o* n*goei-
aules, qae podem em *ua indodri* fia*r eom qu* o*
leo eapitae* produz.m um juro mailo elevado, lo
em geral, moito poaco dipo*to* a cede-loi deis
rnmeiri e si oeceasarios lioraens especia** para
Jaicontar as Ultra* de commereio.
Oatro caso. Eslou no Mam e tenho qoe fazir am
pagamento em M*r*elhe. He ustoso Incommodo
mandar dinheiro qae pode perderse oa *e. roabs-
do em caminho, a ea detejava adiar em Mao* quero
me podesse dar por diohdro ama lettra pagavd *m
Maraelha, como Jacqu.s pouco deujava dinheiro
em troca de ama lettra. Porm nio eei a qae o*
habitante* do M*n* podim ler em eaa earleira pre-
*iso coobee*r om horo*m que po*iQa om lorllmeoto
de leltn* eicolher.
Ha muilai panoai qu* dawjam, *ob ama oa eatra
forma, lomar dinheiro empredado, maa ha moila*
Umbem que dasejam empreatar dinhairo qae alo
conhicem qa*m Ih'o loma a alo 1* alravem a eon-
liir-i* a qaem olo coohecam. Uo* e oatro* teriam
necenidade qae exialin* em algama parle eteriple-
rios d* crdito e enrreetor** qoe p*m em eenleelo
o* qoa qaorem empredar eom a* qae qoerem temar
mpndado.
porqut opa
Quando am bmeo e* conditai, petsae asa corle
capital. Porm, qual qaer qa* *j eet* capital,
nunca figuia *e nao como a tommi mato Iraca reb-
liviminte a mana da* op*r*(6*a. t.m parla **la'
mpenhada na* deiptia* do primeare tdiBileelme*-
lo acha iramobili.ada ; earira parla acha al-
guraaa vez** couverlida en* rendss, aa acc*aa, *
immovn*. a *erv. para dar aae aagxta* 4a casa
urna gar.ulia moral aulti da qaa aaaa hvaatjaaea
real. I.ma parle lomela, qae a* btoeBeiw pedea*.
he verdade, aagraaolar cada aaaa, acaa-a* asa
especia* na ctixa a poda **r empragada directaaiea-
te 110* empredimo* e no* deaconlo*.
MaiU* peiiou, qae nio lem aaeeaeHa** d* eaa
dinhtiro, la*am-o a ca*a de baaqa*4r* : ha rnnma
paisas am qoa e**e ata he malla ssai* fjaral a* q*e
nlr* do. a *n* qovj alo at deia diakair* <*r*a*r
ni eiia oa ai hulea ; falicileaaea la** paisa* par
edtrem mai* aiiaalado* qae no* aa* idea* d* aro-
dito aa eaaaioho do prtgrtss*. O Baaes roa a* at-
lim as con.mm do qa* vive da raadae, a di-
nheiro intil ao commerciaale e *a fiada* q*e, ala
chindo mpreg* imroediale craearam oade puia
renler com mal* (eguranea *>m prad*-U*, O B*a-
co allrahe a ratea ene cipiUe* pa*ad Iba aaa
jaro am jar* Ualo mais aletada, em eral, qa
lo Iba lo inpre.li Jo. por malar **p*c* 1
II* por e**a operacle qa* elle compra a credile.'
Qoando om Banco esla' tolidamentt
em vez de pagar om jaro, pede em corto* 1
direito de guarda para leda* 01 alare*, diaaatr*.
barra*, litilos de renda* aa de aefoec qaa la* ea-
Irega. Os cipilaei *mpr*dd** etuatm-s* a* 4***-
sllo*.
O* Bmeo* lambem r*etbam cepita. **aa *er li-
lulo de empredimo oa de depo.il*. Um aegaeiaala
tam lodoi o da* **mma* tmperlaala* qaa recebar
oa qae pagar. Pare liviar-ee da* eafade* d* aaa
movim.nio complicad* de caita, alar mea ex-
poslo a erro* e ruaba*, enva a eo diobiiro a* Baa-
eo. 11* a Baoco eolio qa* recebe pac atar alie :
bada qea elle d ua ordem. Parata a Baaaa ejee-
si emprt limita ao papel da imple* cala, *aaa>
he, nio piga ola *ra quaalo lem tm caita diabei-
ro ptrltncenlo eu negociaal*, a qoe exprime **a
lermei de Banco, dizendo qae, a* mal* da* vosee, a
balan;, diva er em dvur do cred*r.
O Banco nlo faz adianl.roeolot ao negseiaate :
pelo contrario, ha o ncg-oeianl* qoe Uta Ba raaaal-
undo-lh* por idianl.minio omraas de diahoira la
que nio diipora' teaao mal* lard*.
Porm se o Iza he pirqae nn.o acha grande* vaa-
tigena. Indepeudenle dos rmliaracoi qae se |
tir. da. soinuias deposilada. am lacre a, a l_
parla do. Bancos c.n'umi pagar p.loa depetila* 1
s* genero, e liquida seu. negocie* com a* 1
ln qaa como ella lem orna coala a* II*a
mai* eomninriamti.te de qa* n poderii Usar cata a
auxilio da Ultra de cambio. Com efftilo, m vi* aa
lenhamo* ira* loraraa ao Banco, ea aaaa
o eu operario tambera linham, baalava qaa 1
ordem aa Banco qaa tiraste mil Iraaea* qaa va*
perl.ociam par* p-lei ao qaa me ptrleace, a *a
no da Mgaiol* doria a mt.nu ordem aaa ,
do fiador de panno, qaa faria oatro leal* pela
operario : o Banco na loria tirada am t escala
da aaa eaixa por am simple* traipana mu b* a*r
orna limpie* nota ne livro-medr, qaalre divida aa
xliogairiam em meao* lempo de qae h* prari** pa-
ra cmit.H mil transo*, e e.lariam rtalmeate axliac-
las, nao por ama imple primiaaa di.[
qu* pode **r proit.uda, parm ilm par aaa |
mtnlo tlf.ctivo e talo i**o ta rite*, ana
de eello oem outra qaalqaar, am mi eaaasra
em ir.balho, pagar par tea sydaaea milbla* aa
om dia. Taca alo a* vaalagaa* eVema giaar* da aje-
peiifoi qae de*iga*m tob ee aemii a* eoaea* c*r-
roole*.
Certoi Banco* dio-**
ra{6** dena aalareza ; a Basto* 4a
vea-laa salr'ara o. larca a aaa I
eotit a* eampaaaza* I
m Loodre oa Ua.pn*** a* divida aa* aaa aaa 1
a exilia um edibalecimaal* e ooda todo. *s da* es baaqaaaraa ae Casi ilielma
ealre d, a por Mola daaaa* cliealaa, tala da 75 aai-
IIiOm da divida* por simple* Iraaafareataa* da M-
Irss. (Jampr* aanfeear qaa aiada ain* a Fr**<;i
eom o dede : aPoi* qa* qoerem ? diziam altes, o -
nbor Gvmano Irele-M val) da libre, a.la' Mo ri-
co Se ao domingo fumiva algom iharolo comprado
oa adminidra(lo do tabaco, diziam logo : Ora his-
torias qaem tem dinheiro pode comprar lado Um
do* g*i*U* da tocia l*mbrou-*e om dia da chma-
lo : S. Exe. o Sr. Germano. Fieou-lhe o appelli-
do. De*de a eodnh* al o groomm todo* a com-
primantivam por oS. Exe.u Qoando S. Exe. o Sr.
Germino comproa ene percio de vinha qoe hivia
ero lomo de om terreno qaa lhe pirtenela, foi aro
clamor geral. Toda* a* cobica vi* a bil deram-
1* 10 prlo. Vexavaro-o de comprimilo! doi quaei
reduodava o odio.
S. Eie. possaia terrai 1 Provavelmente IS. Eie.
mandarla aondroir cisat I Daln ba doa* da* extava
S. Eie. ctmaire de aaa aldeia I
A* doa* boa* mulhera* qae tlnhtm reunido cada
am* am quinhlo de quindenio* franco* na harinea
de Lodovieo, nao ae modravam mano* lovijoiaa.
P*n*avam maia no qainhao roaior qa* Germano re-
cebar* do qae no qae lhe* pirlineii. Ellit o delei-
taran] eom toda a differenra doi legido* em qual-
quer oeeaaiJo, aeeauvam Ludovico de ingrato, re-
lavara aimpre promptas a debicsr o pobre erieda
Grave : eram aa melhores pooa* pira o* motejo..
O pemamento de qae tinha bam rendimenloa,
pago* xaclaraent* eada trimedre, ajudava o pobre
Germano a apporlar e eooioUr-** de**** dijote*
e gracola*. Liaoogeiavam-o lambem na e.peranr.
d* algon* priieules e elle exerela oa anta-eam.ra e
na coiinha, ama especie de sopremicia. Miii ai
couiii lemaram oalro geilo depois do rtgrtno de
na imo.
Soobe-i* logo por enes carnes sobterraoeo* qae
ligam aula eetinha e qoe fazem com que segre-
do ilgom teja bem gaardado em qaalqaer casa,
qae a premies de M. Lodovieo dt Coonallts redu-
zis a oada a seu t*.limenlo, cajo beneficio princi-
pal tocata ao rao* doua irmlo*. Circaloa o boato
de qoe todo lhe liaba aido rodilaido. O qaa ara
ama necenidade pira nm tambem era-o pira oa-
troi. '
Como n deve advlohir, a primeira pernea a qaem
dirara parte dio foi a S. Exe. o Sr. Germino.
Elle, a principio nao les cao. din* qae ino nade
tioha eom elle, porqae **a amo lhe qoeria mallo
bem. O orador da sucia objiclou Ih* qae por mal*
lerna qoe fo**e em* amizid* de qae gabav*. nlo
era superior qae Ladovico lioha Cirios e Agos-
tinha ; logo en nacessario qoa elle liz.ns o que
ell** linham fallo. Germano refieello. Algamai
palavra* apanhadaa por urna porta entr'aberla, cor-
te* dito* repetido pela aia qae servia Mm*. de Cha-
mpean, fizeram-lhe ver qoe mo todo era lerio. A
mlilaicio en 1 lei commom. Germano muito
perptxo enlnncheiroo-se na irapoiilbilidade de seu
amo acallar ama redilaicao viada da to baixo. O
povo da cosinha deu noto assalto para vencer esa*
reai.lanaia ob.tinad*. Houve al um diplmala da
atenUl branco qoe effirmoa qae o nniro meio de
ulvar a heranja, ara otTerece-la e qaem a tinha
dado. Ene pas t hbil, prevenindo a toda a recl*-
ma;ao, talvez tiveise por cuello excitar um impulto
de gen*roid*de de qae Germaao aproveitara. Um
juri.eooaolte que linh* varrldo o cartorio de am no-
que o lagado tomar-**-lila nm.
doagao ainler tito., e qua neise caiu eitaria Ger-
maao livre de lacctssot futuro..
Atacado por Indoa oa lados ao mesmn tempe, G*r-
mano cedeu. O areopago inteiro dos laaaiot reu-
nido em granda eomelbe, noel rea qa
proveitari* primeira nrnll* and*
ea elTereeimiato i Loievica, o _
momelo 4* volta d* Griv*4l*ia ara ap
Edavam prtanlo ladee a 1
escee.iva Impaciencia, em q**~atavia tal*** a tara-
rme. **cr*U de qae ella Uva** eida taal saaatallaaa
oa aol negociacao. Aptoai elle *atr*e aa aaaa de
janUr, Uvantou-ie lado.
O qaa fea elle ? qae dina T gritar
todos oe lado.
Da paito do Germaao *xbalee-*e am |
piro.
Ficou eom lado I diste ella.
A sdaa palivrai, houv* am* expleeie. NemaaajV
manto podiam toaar lodaa m campaiaaa*
qae aenham dellet lhe dari* aliaefaa.
de nm para ootro lad* fillavam todas
tsmp*.
Un male-.e a gente 4 ervtr alas aaaa* I
s* am d*ip*a**iro qoa edav* eaebagaada aaaa |
rafa de vinho de Bordeaax.
Ora aeja a geala fiel deiieaeada I
par* depon lhe tiraren* a pie da barca I
oiiuliena qae ganhava qu.tr seate* fea
aono, mae qa* dallara mil aa cala ecaaemi*a.
Ah aita aode val parar aaam faa a aaa da-
ver replicou am rolheiro qae eedava lempr*aaa
di* eom o carao di Bolea lini rendar a* aeaa ko-
ueda. ecooomii*.
Ede* ama* I
Sao oa* lgrale*.
Nlo tem olma aam cora<;i*.
A gente Irabalh* eaaaa aeda da canta toe-
dea am buho de cmbis qa* acordara 1
com a msliaada.
Uipoii da qaarta da hora da calera, vola a
aa boro da piedidr. Tiabaa *aial*lr.i li
Cour*eulle, Itdimatam alara Gi

Agora nlo era aaaii S. Ese.; ara e pebre Ger-
mano.
Ca hornea to honrad* !
Aiada oalro dia roe dea ella am loar;* da
de India, disse am.
Ficoa da cabofa branca ae nrvie* daaaas,
te ootro.
Qae ser delle qesndo ai* pajar aaaa 1
Ihar ?
Poem-de pela porta a lora cea* eaaea!
Ua balia-lha ao hembra, ealre aperlava-lba a
mo aada qaal dizi.-lhi aaa* **atiaeate*.
Era elaro qae M. de Comalia* temario tambe** a
vinha aa fim cama tioha temed* diaktir*.
O pobre Germino estiva ialairameatt Itnaa. O
velho criado, uolado aa mei* da* tea* ctrntraiae,
elhav pin elle maito acabrenhido.
Um philoaopho da estribara spr*seal**-la* aa
copo de vinho.
Ora btbei esta pinga qae ve* ha dt Usar aaa,
dista alie : a depara quera taba f Talvez Sr. La-
dovico la contemple em oalro todaroealo,
Ua eilnbiiro fex aa momo.
EiU' carie, dieta, Sr. I.edevica ha lia
moei !
Verei* qae elle aia morra mais, reptarse
oalro.
Germano aspiro*.
E por venlun leaho temuo pan **p*nr! x-
clamou *l|*.
0>fiar-e-it. 1
.- --v .::..:


DIARIO DE PKRNAMBDCO QUARTA FEllRA 12 DE JANEIRO DE 1859.
I
lem Secta itrtz e qae aproveitaria em seguir o ex-
emplo dai nar,oee vliinhse.
Nao lio smente etpeele qu o negociante, que
lim urna aorama no banco, manda a' caita ." aa
raaii das vezes, s3j lallr.ia de rummereio qae reee-
lia em pigamento de seas devedore e qae nao qoer
ler o veisme da recetjer no prato, veame moilo
ran le quando aaias ledras iao pagaveia a eem ou
dozeulas leguas da ciJ.i Je em qoe habita. U tun-
co euearrega-ie disao, tomamlo-lha mn direilo de
corainitiao que em Reral seguudo o Urgir do pai-
menlo de 1|8 1|2 por ceoto. No praio, ae ledra
be p'ga, o montante della he levado ao eralllo da
eonla corrale cuinc,a a prodosir juro : antee do
prato, o banco u3o he mais do qoe um simples de-
positario dessas letras qoe se eliamairi alelras pira
por em eaia ou letra para cubren;*.
O capital diepuni val, os dspnutoi e ae contal eor-
csnles fotioiim o alolal melallico a por em caita.
Al aqu t limos visto por assiro dizer, urna das
duas facji do baiuo ; uss operaron de qae ae.iba-
nos de fillir, o banco recebe e nao d : reprsenla
o papel de comprador de crdito ou qaando muilo
o de eooirntuario qoiodo goarcla as lecas para a
cnliranyaii em vez de lorin-lat a por em circularlo
por meio da endmto seu. Vejamos coma opera com
aise crdito cmpralo a com j o torna a vea Jar 10
commercio.
Todos os negociantes nao lem enmraas no banco e
os que tem nA eslflo sem,>re dispotlot a pr as sua
letras em eaixa, oito, dez, ou qtiuue das ames do
prato. Podeni predsir de dinheiro de couiado, e
c pira le-io, lavom-as ao descont.
O banso gribas ao metallico que lem era eaia,
pode dar-lhe o valor em especies, relendo todava,
como j o eiplieanros, o juro da somma at da do
praio.
0 banco aceita em'.geral (odas aa letraa de cambio
a lodos o bilheles ri orJem cojo pagamento he ga-
rantido por daas aselgnituras ao meaos : o buico de
Franja tigo (res. Esaaa lelras eompoem a ana
earleireB. Elle he proprietario dallas, porque
comprea-as dinheiro : reecbe por sos propria cun-
ta o montante qoe no prazo prreuehe o vacuo qoe o
sdlantaotenle ao negociante tirina dettado n* caiga.
Resta-loe demaia por beneficio o descont ou pelo
meos a dilirvn^a eolre a tala do deaeooto e a lasa
do jara qae paga a aejuelle que forneceo o dinheiro.
Ha essa a rasis Imprtanle da operarjoes da am
batie : lie principalmente por esse mtlo que elle
acredita o eommercio a qoe se enriquece, e por i-sc
os boucos em suae coatas, dao alm do montante da
c.irtelra, a cifra do proiuclo dos deseoiltoa.
Os bancos nunca retebem por ai o valor das letras
deieoatadM de que sao proprielarios nem mesmo
das letras por cobrar de qu eflo depositario-.
Sabernos que oceastoes ha em que para fazer um
pagamento longo prefere-se urna tetra do cotmnercio
na eipiclei somnantee.
He aos bneos qae se dirigem entSe, e'les lem
sempre pira oflereeer ama escolha multo voriada de
letras de todo genere, qoe venrt.ni eegande o curso
da eombie. Qaando nSu as tem, pedem f-rnecer le-
tras qae eeecam sobre os seus ro respndanles : he
raro que am baoeo nflo tenlis meios de fazer um*
remessa, islo he, de faztr um pagamento em qual-
qaar prar; do commercio. De toda manen a H le-
tras qae forntcem Irezera o sea eutiosso e por esse
Himples faelo sdqoirom ama grande solidez. Acon-
tece mellas vetea, grecas a esia solidez, que polein
dsr clrealaeRo orna parle da soa carleira e que as
lelras que (razem a uo asugnalnra sil > aeeilai em
toda a parle com tanla conlunra como se fosiem
dinheiro.
Por esas operscei es bancos anda fatem servico
ao commercio e aogmenlam seas proprios lucros.
O desenlo he sem davida a melhor operario de
um banco, porque os dlnhaires que se peern na reo-
der deesa nalnreaa tilo solida, de corla durarlo a
renovam-sa frequeales vetee.
Porto'nm banee nem sempre acha como empre-
giroiea dinheiro em letras iletronlsdas. He-Un
porlsnl > neceeearlo procurar am* emprego eos seas
landos que nanea devem ficsr ocioioe e nena caso
recorre adiantamonlos eo commercio sob pena de
emprisiimo directo, a admissXo do contal corremos
davedom. ilgumss vezes a pOa a rentar por longo
tempe on a deaeoberlo, laet como a compra de ac-
etes, de sommsnditas. algamas vezet lambem a em-
preslimos hypoiheearioi.
Todis Mas oparlefiea lem seos psrigoi ; por mal
segaros que possam ser os empresdmoe hypoiheea-
rios, oolros quaeiqaor emprestimns longo termo
trasecn consigo um mal empeoliar por 'mullo
(ampo o espita! e diminuir por coniegalnte o nome-
ro dos negocios a os lucros do haneo, a ip-lo a n3o
responder aos pedidos de reembolso, que no iuler-
vallo Ihe fiteesem seas dsposllnnos.
Por man ventajosos qoe aejsre os dinheiros poslos
a rander em billietes deicoiilados, p lem sorprihen-
der a esnflanes, do banqusiro.
Ellea nao pagam no prazo, sean por meio de no-
vas letras qae lem descontado alguna diea antes ; e
nio pagam na realidade ao banco, sunlo com sao
proprlo crdito.
fiada nuil perigoso, porqne o bsneo umi vizem-
peahado em semclhanles negocios, jalga-te obriga-
1 a* rontinuar a discoular saas novas ladras, para
ao reembolco, n3o pude lento em caita cincoanta
milhOes, diseonlar para mais de tres milliOes por
da de Ultras a cincoenta dias de data, sera o qae
He seria obrigado a fallar saa assignatara. I'm
Baneo de descontoa pode para as saas opsraces
quaudo conbeeer quo n3 > lera mais dinheiro em cai-
ta : aro Banco do circulsc.au qae parese a tal sig-
nal feria baoearola, porque n3 > poderla reembolsar
seus bilheles ja emiltidos qoe eonliuuasaim a apre-
senlar-ie. He esse oescolho dos lmeos,deise ge-
nero.
Pareeerla qae devla sempre liaver a mesma rela-
jo entreo bilheles em circulaban, a earleira a
que ha de metlico em caita, por qae os bi hiles
nao sahem seuSo qoando entra ama lelra em caita
qusndo ella aogmeula pela sahida dss ledras da
Carleira o diminue pela enlrada dos b Hieles em cir-
cularan. Nao he nssitn (odavia.
Supponhamos que o Banco descunla diariamente
am milhao de ledras pagavels no medio a trinla das
de dala, tara* sempre em soa carleira um valor de
trinla milhdes. IIi isso orna razio para que a cirra-
l'iro dos hilheles seje iada no mesmo namtro ?
Nao. Os nula priireime milh-a do ledros tira sido
trocados por tullidas : porcm quaudo o Banco, noi
prazos de pagamento, reeebeu o montante podem
l-lo reembulfada em grande parte em numerario,
e dos trinla milho>i emdidos t Ihe vollaram lal-
vez cinco. Ao cho de trinla ootos das, ele deu
(nula oulros millides de blindes em (roca de ledras;
e, se os pratas n3o fatem voltar anda siesta vez se-
iiao claco milhOes. els a eirculi(3o levada a cin-
coenta milliOes. Um mez depois coutiauendo na
mesma properclo, a cireolacao aera' de letenta e
cineo uiilhes e o doseonlo de trinla outros milhOes
de bilhetaa leva l*-ha a canto o cinco mimoso. Po-
derla aagmeelar mesmo maia rpidamente ; porqui
poder-se-hla loppor qoe o pabtieo, achaudo os bf-
lii-s do uso cenamodo nao ntregoo o ni s e a circo-
lecHo asslm de eenlo e vinte milliOei, ao paiso qui
a earleira t lem Irinta milhois, e neseo eeso nflo he
a carleira, he a calta qoe responde pela eucalar;fio.
De feito, se ola ae dea a tada om dos Iras prazoi te-
nia cinao milboes de Mneles, lie qoe se deu em la
do stenla e claco milhOes am etpecies qae desde
esse lempo ngo eahiram da caita, e que cut s irin-
ta uiilhOeede cirtelra, rooreientam bun o valor to-
lal de eem-milliGfi de bilhelee em ciicnl-;3.
O moviaaenlo poderla ler ama direec.io Inteira-
menle opposla. fia tomo o Banco no momento ere
que a aga circulara i he de cenlo cinco milhoes,
aa caejaira de trinla soa caita de setenta e cin-
co. No praso, lodos os reembolsos se fattm em bi-
Iheles ; a circoliclo adiase dimlnaida de trinla
milhOee que o Banco, he venale, p5e em cammir-
eio pil.'t tena descontos no miz segaiole. Mu logo P'of'ri jalgando detobrigado o
Patsageiros. O bngue Libralo, entrado
do Rio de Janeiro, trouia o pasiageiro Jo Krau-
eiico /?elein.
O hiale Aracaly sabido para o Araealy, le-
voua sao bordo o pasaagejiro llr. Franciseo ilira-
na I escravo a entregar.
Ulnale Artista, sabido para o Rio de Janei-
ro, levoa os pisiageiros Antonio de O. Lopes, sua
eenhora o 2 filhus, Auluiiiu C. de Vaacuuceltos, I,
I. Leman les Jnior.
Mortalidade do dia i I de Janeiro:
Daroazo, proto, escravo, aoltoiro, 6U aunor; gaslro-
hepallte.
L'in prvulo, que foi echado na poda da igreja do
Terrjo.
Manoel da Silva Uolta, braneo, lollalro, 17 annoi;
fibra amarada.
Jos Alve Ferreira, parda, eaiado, 50 annoi ; by-
dropesia.
Belannlno, braneo, 18 mezet ; eongiilio cerebral.
Jovina, parda, 5 das ; esoaanio.
Jo3o Francisco de Oiiveira, proto, solteiro, 20 an-
noi hepalite chronici.
Antonio Leonardo do Mendonc.a, brauco, casado, "
aon-se ; mil nnirn^i. cli ou ca.
Hospital dacaridaellll de Janeiro.)
Etislem 42 homaiis "il molheres, uaeionaei;
4 homeni escravos ; total h7.
Foram visitados enformariai, pelo eirargiSo
Pinto, is 7 horas e 3.V dalmanbaa, l)r. Uornellas,
i's 0 horas da manliaj, a Ur. Firmo 89 G horas 1
da tarde da houlein.
Air. amanlxa.
da
nao perder as qae ja lem a afinal a soa carleira
que i devia contar valores serios, acaba por com-
por-se em grande parte d valures frlieioe : ha por
rsie caminho qoe marcha pera orna bancamla.
O tlenlo do banqueiro consiste em precaver-ie
contra taes lacenos e em monter sempre ama etae-
ta proporcao entre a cifra dos deiconlos e o modo
dos eredilos, que concede por um lado, a por oolro
a qoantldade e a doradlo.mella doi depoilloi que
admttte. Para termos o meehenimo completo doe
Bancos, m falla orna couta. Fallamos das princi-
pies operac&ei dos beos roramerciaei; nao fze-
inos menclo do bilhele de Banco. He que em mul-
los paiies a pai Ocularmente em Franca a emi do bilhele de Banco, ho omlprivllegio reiervado
.1 um eslabaleclmenlo anico, que por elle limpies
faelo lem obrigie,st particulares, a quo foneeiooa
em cerloi caioi da modo diverso dos simples Ban-
cos de descont.
Entra nos s o Beoco da Franja lem o dlrelto da
emillir hilbetec de Bmeo. Como os oulros e-laln-
liciroenloi de ere tilo, elle lem o seo capital, os seui
lucros, seus deposito!, sasi conlae ecrrenias, sua
moeda em caita, sua carleira, siu dinheiro a' joros
e teui adlantameatoi de diversa aaloreza. Prem
por cania do seo privilegio e do seu grande eredilo,
acha-aa mala do qoe uenliom outro, ligado com o
Estado.
O Ihesonro puhlieo he o tea prinelpil cliente :
tem sai eonta crrante qoe Rgora a parle noi ba-
lancoi mensaei e dlvide-se em aconta corrate ere-
dora de ama parle e de oalra aconta crrenle rie-
vedora comprahendendo eos idianlameofoi ao Es-
tado a 6 descont no Ihisouro do vales do 1 lie
sooro. He apenas ama dilTerenca de forma e do
quantidada que lem ssui duvida grande imporlan-
cl, porcm que Pida adiania do svitema geral do<
Bfetri.
A grande dlffarenck asa" portanto no proprlo bi-
lhele d Banco qoe ebnititue o qae ie chama Banco
de circolajSo. Quaodo ama ledra so aprsenla a'
descont, os Bsncos ordinarios dao em deiconlo ei-
peeiei tonninlii oa dinheiro ie papel qoe tem cur-
so no pail qae antee (inhtm lecebldo como di-
nheiro de contado. Qusndo orna ledra ae apresen-
la para ilescontar-se em om Banco de circularan,
este da' para ella nao numerario, porm uro un
muiloidias was proprios billmei ; njo |roca uoii
promena por om valor real, porm ama promessa
por entra.; nio ae pode mais dizer qoe abre crdi-
to ao .portador da ledra, porque na realidade nada
l|ia iJiauU, porm sub.Uloe-se a ella e parmilli-
Iha pedir crdito nge em seo oome privada, poim
lia em nem do B .neo, Ora, ba grande a dislinc-
5io entre o bilhele da commircio e a da Banco, e
o publico conhece-a bem. O primeiro i he piga-
vel ep) om prato man oo menos remoto, i he Irans-
misiivel par endono, he subicriplo em nomo de
urna pesioa de qoem a maior parle das pesion a
qaem a oflerecim nunca ouviram fallar, e, bem que
ae lenha lampra a garanda conheeida da allimo on
donador, nloguem podua' recorrer a elle aaoflo
depon daa aborrecida! forroalidedea do proleilo : a
por lito o bilhele da commercio nunca circula om
a naetma facilidade que a moeda. Aeooleee o con-
trario com o bilhele do Banco. Este he sempre a
ovilla oa ao poriador bem qna nem eempre estas
patarras eilejim aicriplas no carpo do bilhele. Po-
de-ie a lodo o instante ap.-eieota-lo aa reembolso e
o Bino be obrigado a contar iramedialameme o
valor em aipicias. Podem inuisruitii-lo livremenle
de mao em mao, sem aisignatqra a aaa eudesao ;
lodo aqoella qoe dalle he portador lina direilo a
etigir-llie o pagamento. Essa roeima faeilidade qoe
toras quaai imposuvel o oso do bllbete ae poda a,ir
emillldo palo Baace. Becnsa-se aceitar o primeiro
porqne, deede a segunda oo lerceira Iransmusao,
ignora-se completamente a silaaejo fioaoceira e a
moralidada daqoell* que o asaigeaq : porm lodos
eonhecem o bmee, ladea lem enlanca nelle ana
asslgpalure vale ruis do qoe a de fala endoiaade-
rae a aealla-se da bean grada o seu bilhele como
dinheiro. Podem roobi-lo, he vird.de : porm nio
e pede roabar lambem oa eacndoi t O bilhele de
Baaeo tem a vantagiro do permitir paarar raui r-
pidamente, transmute tem emberacjonm, ama car-
leira, somioas Importanln : a eaea vaolagem bada
para que qoasi sempre o preOram a' moeda.
Em si, o bilbele de Banco nao be, por anim di-
zer, sanio em endono Feito no bilhele da commer-
cio, mala nmi iubililuic,Jo do pagiinente villa on
pagamento a prtto lite | da fselo, ba orna moeda
qoe inbililae vanlajosamenle o ouro e a prala : e
he nlil qoe dena moeda aa espalda da maii em miie,
comanlo todava qne o bilhela de Haneo nao ai
deite cegar pele soa follona o nio esquifa por
lagar qee Iba deem ot malae* da eircnlacae, que
nio ka miu de qee om limpias promessa de pa-
gamoota, om emprealimo pigaval i voutade oque
em direilo, t lem um papel leeondario. O publico
ganda om a mollipllta{lo do bilhele de Banco, par
que ha a moeda m-it commoda a mais conomica ;
o banco de eireulac.Io. gauha tambem porque, alem
i|o locro ordinario do descont, d ama moeda qoe
Bada Ihe casia.
Deve o Buco olbar a enacolo da seo' bilhiles
copio am faade inatgolavel a abrir tem reaerva
aeoe eaeriploriei ao descont '.' Evideulemenle alo.
Ivio deve nem polo faze-lo. Com os ootraa Baneoe,
ella depende, bera que de em modo difireme do
med qoi (em em caita. So um Ban-o ordinario
Km incenla mithOai em eapeeiei a qoe e prato
medio dai lillrai que Ib" apreieniam sija de i in-
cenle dias. nln pede descontar man de um milhao
por dia. Um Banco de circoiac,lo pode descornar
muilo mais um dnvida ; o tea poder todava lem
limites. Se julgoo, por orna lrle de fados observa-
dos qae olo pode por na circulado cenlo e numen-
la milhei do bilbelM aam qoe a tarja pana volts

qoe cada negociante (em descontada esos lellre,
pasiou iminedletameulo ao logar vlzlnhn e Irocoo
por especies os bilheles qoe Ihe liohem emregedo :
eis Irinta milhOes de menos em elrcolacjlo a de es.
peeiei em eaia. No prazo, passa-ee o Banco em
bilheles qne ella pOe em eommoreio no mez seguin-
le : mas n3o pode dar sm3o Irinta mi lioee e rece-
ben eteoeats. Cada orna dat lelras que posme f z en-
trar ama somma de bilheles igoal ao duplo do sen
valor : he a eaia melailira que fornece o qne a car-
tetra ii hi pode fornecer. Todos os Irinta diai, a cai-
ta e a eireolaclo diminuem Irinta milhOes: no flm
do lerr.eiro mez a carleira ficando sempre em trinla
milhOes celara' a caita vana o a circuladlo tara de
quinte milbOei: o Banco sera' credor do commercio
peloe quiizo milhOes de eepecies que Ihe liver a-
adiantado. .
He e-ss ama ntases etlrema qoe n3o pode do-
rar moilo um prodonr ama banearota, ou pelo me-
nos sem forjar o Bao a faltar A prometa de pagar
a villa os seas bllheloe.
Cada pait s lem eeceaeidade de ama corta quan-
tidada do moeda,' proporcionada Importancia de
sea produec.to e doe hbitos do se-i commercio. Se
Ihe dio maia, a moeda depr*eia-ie a etporta-ie.
Ora como n9o se podem tpurtar os bilheles de
banco, quando alo moiloi nio lia remedio ien3o (ro-
ca-loe por especies. O Banco que tem oitudado a
eitoa(lo do seu pait, mohece o limite e nio o otee-
de, aerto de vollar alraz se lentgue faze-lo. Suppo-
nhamoi qae a cifra de eenlo e cinco railhes aeja
esse limite de saa circuladlo e lomemos n momento
em qoe o Banco tioha Irinta mildes na carleira e
setenta e cineo em caita. O qae far.i uo mea segua-
te T Descontara' am eipecm. Se ah ie conservar
ot trila mllhOei de numerario que liver deiembol-
(ado eplrarl para aaa caita no flm do mez, a a
igualdad lira a mesma. Porem quer augmentar
aeo lacros, n3o dallando o leu diuheiro intil, e
por lito aogmeula toas IranaaecOes. Descoma por
mez sanela, uitenta mllhei de leltrai, e einquanlu
ua carleira ie euclie, sna caita da moeda diminoe
na menoa proporrao. Esse diuheiro qoe eaho doe
eeo etcrijloiioi atporto-se em grande partee vai
saldar ai importarles no eslrangelro. Tem asura
orna rircularao de cenlo e cinco miliiOts, ama car-
leira de ctenla a urna caita da vinte e cinco ; nene
caso a carleira torna-se a principal garanda dos bi-
lheles. He sem eontradiecjio mellior sitoaro.o para
um Baneo aqoella em que elle faz mais lervicoi c
commercio, e em que tira ao mesmo lempo os maio-
res lucros : deve somonte parar mudo cedo tiesta
ealriaa pira nio compromettrr o reembulj > de leui
bilheles pelo eigetamioto da easa. Porem a pro-
porfo que ie deve conservar entre o qae se ii
em caita e a circuladlo, ha bem dilllcil de precisao
em Fraiir i ; a le linha-a litado, para os Bancos de-
partamenlael, a "33 por cinto ; entretanto a caita
do Banco de Franca lio mollas vozee igual a' iua
circular.au, ao paisa que nos Estadoi-Uuidos ha da
ordinario abano de 20 por canto ; e uo Estado da
Vermoot ja' o viram deicer a 445 por ceulo, sem
que a seguranza te pirloibassi.
Taes sao os principad movlmentoi de am Banco
de circularan, livres todava dai eomplieacti qoe
nelle inlroduzem as conloe rorreles, os depsitos
de especial e de barras, os ediaotarneulos de diversa
naloreza. De resto, s3u complieic,0ei que modificam
o que esta' em caita, porem que aulee confirmara
do que adorara ai ten que temos aoalyado. Quau-
do o publico procura o bilheles, he porque nao lem
qae fosar do di lieiro, a os depositus atDuem :
quendo vollam o hllhele, os depsitos sao rolda-
dos e a caita empobrece du lamente. Em regra ge-
ral, quaodo o que se malte em caila e a circolacjj
aogmenlam, he qoe o publico lem coufianja : quao-
do diminuem, he porqoe a confianza detapparoee :
quando a carleira se tuche e que se loroa a princi-
pal garanda da circuladlo, ha que o negocios cora-
mereiieii3o aetitoe. Caita, eireulac.Io, carleira, (res
termos qoe el eslreitamente ligados nns aos oolros
eqoe om om peiz onde, orno em Frenes, i ha um
Baueo da circulBClo, po.1er-ie-hiam eom jutlu lta-
lo etiamar oa llier moinciros do commercio.
Procuramos dar sobre o crdito algamas vistea
goraet, propriai a Atar ai Idai sobre questOet qoe
luje a niugoem ha linio ignorar. As coasas de que
licite tamos fallado ele ala novas: nio vitamos a
orna oriiinalid.de icmpre perigosa em laet ma|e-
rlas. Modos homens eqjee etludot lem familiarlsa-
do aam o crdito, conhtcenr-ui mas ha ainda mul-
los qoa o nao eonhecem oa qae o eonhecem mal, e
he principalmente para essea qoe eserevemos. Os
primelros todava tilvec cliem maleria a algumai
refletOss uleis aaa delinirOn qoe demos do crdito;
de aaa etleuiJo, no eneadeamenlo cot qoa opt-
senlaaiee aa formas divenai de qoa elle ae revate.
K. Levasienr.
(Aetue Contemporaine.)
Srt. redactores.O commeniesdo do Sr. Dr. An-
tonio Viceni do .Nairimento Feilosa, incerto no
a Liberal Ptinambuaano Ide beiilem sobro o fado
do havar elle chamada a jalao o editor e propriala-
rio do o Diario de Pernoenbpoo para otlubir a ree-
ponsabilidade da um artigo contra elle publicado ao
(i Diario de 13 da daaembro do anno paesado, en-
cerr varios trechos, cortas leiprettOai qu me sSo
ofTeoiivae e mbre ai qaaei nao pono deitar d fazer
alaumai reflete?.
Pretando a minha dignilade e repdelo, como
hoinem e como magistrado, alo pono contanlir qae
te procura desmorsliair-me aula a opinilo publica,
deitando que se adullerem ci foclot'e comorem in-
juslameu(e oa actos que pralio como juiz sob o fun-
dameuio da qae nio >3o confirmes cun os principios
da setenla e da praliea do loro.
Sr. Dr. Failosa raferiodo-se a' decien j qoa
editor o proprieta-
rio ilo Diario le Peruaabajco avista da raspn-
sabilidad legal que oihibiu am julio, nlndo quo
dovia faaer crer ao publico : primeiro, qas eu com-
uieilera um erro poilo qoe perdoavel por eer mo-
co novel na ititerpreaclo daa leia e no estado da
praliea do furo ; segondo, a qoa ene minha deei-
3o nio era conlorme a justlea e s tuba a forra de
um fono auloriado por um naucebo revestido do
carcter da magistrado ; teneiro, qae lia triol vi-
ver-ie em um paiz onde nio valam e iluto, nem ni
annu dados a praliea, nem a repotaclo adqairda a
forja de Irabslho, e qoe nao liavendo outro reme-
dio ulo sab a ae devia dobrar o piscocn e prepoten-
cia e essa justica que falla lautas veres, e u'um
lampo onde os morusiunrem Com a riqoeta da ima-
ainaqao aqoillo qoe t a' forc de praliea a de appli-
Dr. Feiloaa confunde as consas e emprega termos
fura de sua aecepcao propila mrlela.
Dcclarei o Sr. Figoeirea desonerad da reiponsa-
bilidade, porque julgaei legal a do] autor que elli
apreienlou.
Daiprononcia-lo olo podli, e nem o liz, porque
n.lo havia queita em juizo coolra elle, nem era oc-
casiao opportuna da entrar na apreciajlo da ertrai-
nalidade do responsavel.
U Sr Figoeiroa fui eitado a' reqnirimento do Sr.
Dr. F'eilosa para apresenlar a reipooiabilidade legal
de um arligo que comidernva Injorloso do eua pes-
oa ; etblbio a re-spontabilida dokolor, provoo a
sua idoneidade, e eu nao fiz mais do que considerar
legal a reiponiabilidade exhibida, o {por contegiute
desonerar o editar,
A minha decis3o poli esta' de aeedrdo com o pro-
cedo da le, bateada mil provas docnin'iilnes o tes-
lemanhaet cuiitlaule dus autos, e por uso creio que
ulo pode ter lachada da errnea, nim de Injntla.
E lauto he verdade o que acato [de dizer, quo,
apezar da daclerac.ao qoe fez o Sr. I>r. Feilo ler que redamar eonlra a minha decis3o i> depeio do
haver della eppellado para o joiz de direilo da 2d
vara, desitlio Oa appellaclo, desmenta qoa nio l-
ela etplicac.no, s a minha decuso (nise o resultado
do alguma prepotencias ou effeilo Je riqoeta de
imagluacao ou om mero tacto aolorleedo por um
manei,o revestido lo caraeler de jow.
Poda ser qoe eu olo lenha as habilita;ei para
bem desenvendar as luucrin de joiz, mil fiea-me
a cooieieocia doi esforcos que faco para cumprir os.
meas deveres, como etige a importancia do cargo
de quo me acho revestido.
Ha bem poneos dias, sobre a pronuncia do Sr.
Uanotl Joaquina Ferreita Esleves, o propilo Sr. Dr.
Feilosa disse era um arligo lambem firmado com seu
uame, que eo lia va cumplido o aieu dever com
honra o dignidades !.'
O Sr. Dr. Feiloaa lem plena libardade de pensar
como quizer e apreciar o meo acto eomo eutender
mas me pareee quo ole pode irspor a coimrr.au dos
mait a inielligencia que da' a'a questOet, tobretudo
quando eslat versara sobro potitos dovidosos e ulo
previstos pela le.
So qoizoase entrar am oolras coniideric.Oei, Iraria
lambem para qui a opioian de algoni dos maii dis-
linclos advegados diste (oro, nao ineuoi valila
qoe a do -. Dr. FiilQsa, o publico veris qae oo
nio tenbo em meu favor a aajtitdade deslo senhor,
oulras lena que me gpoiatsem.
Aqu paro, lendu procurado apenas rastabelecar
os fados a mostrar qoe minha deciiao u3o merece a
pecha com que o Sr. Dr. Feduia to fcilmente ful-
lUinuo-a.
Eatrelaulo como loili o qualqosr diieunlo a eil*
reipeilo ho intil e sem resultado algurn, lanlu man
Iuanto nio pretendo lar a gloria do convencer o Sr
r. Foil
Obssi vales.
O brigoe bratlleiro Liberal condoz o capit3o, 5
passageiros, 14 petsoas de lripolar;3o pertencenle a
barca inglesa Biiseis, incendiada na lal. S. 20"
52loogil. O de Greenwich. Foram eocontrados
em urna laucha e recebidos a bordo do mencionado
brigoe no dia 12 de dezenihro em lal. S. 21 411
loiie. O 39 23vinda de l.ondroi pira Vaoeover,
estregada de fazeu lai e uiaii gneros.
voltiles (lespachadoi coro anleceJencia al)
a ve Trapiche n. 40.
fi-
CONCELHO DE COMPRAS NAVAES.
Teado deteffecluar-se no dia 12 do cor-
rete mez, pelas 11 horas da mtnhSa, o cun-
tratado para o fornecinionto de fardameoto
par lempo a Bridar no ultimo de marco pro-
xi uo, necessarto as pr< r;as dos navios da ar-
mada, e tompusto t* r q'.s e camillas de
brim, e de ganga azul, bmiet de panno azul
proprio para maruibciro. lencos de suda pre-
ta e sapatos ; manda o concelbo cima Ue-
clara 'o f*zer isso publlr.j, sen lo i|u i as pro-
postas disvario ser aprsenla 'as n dito di-
alti aquella hora, ac / psobadas des irnos-
tras esses objec(o$, ceitos os contratantes
de se os iodemnisar pelo foriu'ci etilo, pur
a mesma maneira etn praliea, ja couhecida.
Sala do conselho do comprr.s navaes em 5
de Janeiro de 1859 O secretatio.Alexandre
Ro niguas eos Atijos-
U inesoureiro interino da a lministra-
cSo geral dos estabelecimentos de csridade
faz oubllco aos interessatos, que no di* 18
do correle, pelas 10 horas oa manhe, na
casa dos expostos, fura pagamento as res-
pectivas amas das mensalidadea vencidas
at dezembro ultimo ; besn como que do
dito mez por dianle sea o pagamento das
amas externas em amameniscSo na razSo de
89 por mez, e o das em dismamenlar;3o a
39200, de cunformidade cora a utorisr;3o
do Exm. Sr. presidente da provincia. Ad-
mimstracBo gertl dos estabelecimentos de
caridade 10 de Janeiro de 1859. -Otbesourei-
ro Hilerioo, Jo&o Pinto do Lemos Jnior.
"AGINA AVULS*
OlinUa.utsii idade nos diz o nono corras-
pondeota :
a No da 2 do correle, um pardo que aqui ten)
fima de valeolio, lando urna ligeha couteelacao
eom um pobre rapinnho, o acommuteu eom um
compasto, dude o paleo de Sen Pedro ti em frente
ao couveulo du Carmo, onde orna familia qoe vinha
a passeio, o amparpq contra a farocidade do sea per-
eegoldor. He porm de admirar qu, apegar dos gri-
tos que deva o pobrasjnho, pedindo soccorro, nio-
goem tissie era seu aoiilio, nem mesniu o inspector
do qaartairio ..
o Depois ohegando caaa facto ao eoobeeimenlo da
polica, esta mandn Iras soldidoi agarrar o valen-
Uto, mas elle inda armado do teu osmpaiso, aoo
seldon aoe lies soldados ojos coidaasom om vivar o
por-te ao fraseo. Bsso fao.irao ha ja' bailante ce-
lebre nata eidade pila asiaada qna Ism feito aa
maio> Impunidade.
a Um outro tacto escandaloso se deu aqui no dia
4 do crrante. Um pobre portugus alfaiale, que
cantado de soflrer com paciencia a vergonbi que
soa casa lem levado am grande da lusar, aiz seise
da obstar a coulinuarao della, ralbando eom o (al fi-
gilo, para qoe niu a rreqoeutisse mais. Disto re
iuIIjo tomar a conteslatao um caraeler inglez, que
teto dar am locos a valer. Apparsceram oUlo
mediipeiroi, e ai cotisis ie compozeram, sahiudo o
nosio liomem grnndamsnla irritado ; mas quaodo te
oppuuda lodo acabado, qii qae entra elle pele por-
ta da detriz da esta do pobre alfaiale, e lobre elle
he com um chcete deeapsedadimenla 1 O offendi-
do (ot a bocea no mondo, a acudimlu a vtiiuhinca,
ja' nao aocuolrou o oflinior qoe ae bavia poslu esc
(naja.
a Klo me coma que a poliaia tenba tomad eo-
nhicimaule deua faelo, provavslasaoto por ignra-
lo, porque os saos protectores deiem Isr lido o cui-
dado de fazer com que etilo fique oculto ; mas eu
qae n3o sob do nurnsro dos seus protector!, o re-
dro aqui para que ebegue aoi ouvidoe do ooiso dig-
no delegado.
Mnribtca. Urna posioa qoe aa dirigi a etla
rreguezia para tratar de negocios de seu partioalar
Interesso, peranle o respectivo juiz de pat, e de la
voliando asm nada haver conseguido, per nao ler
encontrado nenbom juiz do paz em stercicio, m
eooieqaencia da mudanza da residencia do indivi-
duo qoa devora fuucciouar oslo auno ; quenas
amargamente oetu atropello que solTreu em seo di-
reilo, o reclama providencie!.
Nonuaeaa.Foi nomeado lObtelegade do dis-
triclo da colunia mililir de Pimeuteirai o capiiao
Bazino de Amorim Bazarra idual direc(r da mes-
ma colonia.
Corpo de polica. Para o logar de ajuilanla,
qae ficou vago coib a dimisaio qoe oblevo o Sr. ble-
nosl Ferreira Essovar, foi nomeado o leoenle do
corpo, Jos C'iuegundei da Silva, o para teueule o
Sr. Frauiseo Berenguer Guedei Alcanforado.
.Ii/uarlellamento da guarda nacional.O
pimiiio batalheo da fozlelroa aqoarlelau-ie iota
da liuulein em ubsliiu;ao ao dos Alogadoa, ilneu-
do aisim petaanecer pur doos meiaj.
que tu a orr
carao se pode laber.
A del uarrar3o ilus factos el ae consideraron que
pe-so a etpentler acerco oe minha diclaSo ereio que
podero convencer o poblieu de que o Sr. Dr. Fei-
losa olo foi ju.to para eomigo ; e da que en, apelar
de a novel no elado da lnio>rprotac,ao das leia e da
pnlica do Mr o o nio commedl o erro que
me altriboe, nem pratlquei acto alguna de sr pre-
potencia llovido a riqueza el imaginario.
UeitaiiJo i margem ai etprei-oea oifeusivas qoe
me dirige o Sr. Dr. Feilosa e tilo tem laemediela
re tro com o objecto da quetiao, Iralarei opinas do
que ho esseneial a pode determinar am juizo seguro
sobre o asiumplo, tstolie, do erro e da injumra da
minha dieisio.
U Sr. Dr. FaiUsa decide formalmente qae a deao-
nejarao do Sr. Figoeiroa eomej editor e proprietario
do Diario cr Perasmbuco n em vala da retpenia-
bilidade legal do autor ha um rr, urna injalir;a.
Para Ule funda-sa o Sr. Dr. Feilosa ; pMmeiro,
em qae a S. Figaeiroa nao etlnbio a respoma-
bilidede no proprlo aulagraph, eeodo qee ola foi
provado qae a publicarlo astlveMe om loe e por lu-
do de, uccord com o aatogrepha, cebando-a qu
basta ama aiproaslo injurieva al conlida no aulo-
grapho para que a responsabili lade recala sobre o
proprielario ou sobre o editar ; segeodo, em
qoe a dtMnerarJo da editor eo pode ler logar pelo
juiz formedor da colpa na oceaerlo em que pronuu-
cia ou deeprononota.
Vejamoe te esle (andamentos da opinilo de Sr.
Dr. Fedesa eneontram apoto nal lei, qaa he a regra
e e norma do pait.
O cdigo criminal que regula hoja os delicio* da
imprensa, no arl. 7, 2. dia : f
a lie criminoso no* dalialoi de ebuio de liberoede
de communicar o penieruintu o editor que aa obr i-
gou, o qosl fieara' isenlol da iftponiahilidada
mosltaodo obnuar.o pela qoal a autor i raapon-
eabilite lando cita aa meinaai qualidadea angl-
dai no editor para eicasur o im|preeeor.
Da ditpoiirlo deste S e da do 5, I. detlo merai>
arligd*7 so v que o legjiUdor Iquia qae e responsa-
bilidade pelo abuto da manifeilae.! do pensamenlo
fosse individual e nio collectiva1. reeahiase em om
individuo, que se tivaase obrigado e nio lobre todos
aquelles que cooeorretteiu para essa luanifi-iarJo do
peniamsiito, e tanto he asisim que ao artigo 8.
determiua quo neues dolidos, ulo tuja complici-
dad e.
Vi--se anda qoa para tornar iffeclivj a rospnnsa-
bilidade individual, estabeleceo o legislador a escala
dos dTireutas agentes da manifestar,! do pansa-
manto, e a ordom o modo porque !ubtule a respou-
ssbilad U um corp eiclusJo da d.s outroi. Km
relarjj a' reaponaobilidade do editor, o legislador
dispde qae cesia etla todas as vezes que ello rqoa-
Irar obngi(ao pela qoal o autor se rsipoosabi-
lla*.
Por lano o qa ale! atige, he a obrigijo pela
qual o autor responsabilice.
Toda viz qae Tobrlgajlo etisle lio autdeutica, e
o autor, qae ie apreienta, he pettoa qaa ett uai
ron iicr.n, legan, ceisa a raiponiabilldade do im-
pressor e editor.
Ora, o Sr. Figueirs, romo editor e proprielario
de Diario da Pernambueo mstiou ubrigario, pela
qoal o Sr. Joaquim Kspbael da Silva Crof so res-
punsabilltava, como autor, pela pudlicaclo do arligo
em qoeotlo ; provoa qoe na penoa do Sr. Cruz,
como autor, coneorrlam ai qaallnadee eligidas pela
lal, talo he, qoe era pesioa condecida, rendente no
Brasil e eslava no goso da seos diredoe polticos.
Logo nao se pode eouUttar qa venlicoo-se u mo-
do proscripto pela lal, e aegondo a qual emoa a
rasponiabtlldade do editor, lubilitlnda apenas a do
autor.
A requeriraento do Sr. Dr. Feilosa, o Sr. Figoei-
roa josiieou Com docomealoa qaa a Sr. Cre es-
teva uas eotiriieeOts de respoueab lieai-so como au-
tor ; e alm disto, par delirmin: cao minha, produ-
tio duas tnlemooliai, qoa affn livamiute compro-
varam o qne conslava das provas docomenlaes, sen-
do que urna das testemonliai, o Sr. Dr. Piolo Pos-
ta, joros qee, dapoii de (sr ouvidu ler o arligo,
vio o Sr. t,rut retponsabilisar-io por, elle, recuode-
eeudo a 10a awignatura oa me icionada respousa-
bilidad, e dipaudo ter tido esta a que vira oscre-
ver-ie.
A deciiSo por tanto que prof ri a cerca da qoei-
llo, nio pedia ser outri a vUU )o citado g 2 do arl.
7 do cdigo criminal.
lie veruade qoe o Sr. Dr. Feitoia emende qut
para deoneracolo fj* responsabil dado do editor, he
liidispensavel, qae a do autor etteja escripia uo pro-
prio aothogrepno.
Esta opinilo porm ha ileiramenle nova a nao
ancunlra fundamento na el.
A lei olo determina qui a reipeosabilidada do
autor esleja escripia no aulhogreph ; o qoe olla
quir he qoe o editor mostr algeem qoa se respeo-
sbilise eomo autor. Bita na faz ltlinrao de res-
ponsabilidaia escripia uo anltwgraplio a da qoe he
feta em separado para dar-lhei affeitoi divinos.
lie poii etlreordluarlo qa se queira eslablcr
eomocondic(lo para dsienerstio da reipooiabilidade
do editor, a que a tai ata prtcrevea oem stigio.
D mtit nenhuma raaio ha pira qae a reiponia-
bilidade da aetor etorpta no authographo prodot
a desoneracao do editor o o mutoo ofleilo olo se d
com a qoe he eicripte em parad. V nem prece-
de a considerara i falla pelo Si! Dr. Feiloai de qoe
urna eapretelo Injurila ale eoiilida do authogra-
pho, rnat publicada, deve faaer tobiiilir a respoosa-
bihdade do editor, por qdanlol Islo podo ter logar
nio i qoando responiabilidida do amor he feila
em icparaSo, como qaando he aierlpla no proprio
authographo, eomo he fcil da eomprshandsr-ae e
nio pretise de demomtracSo.
Se o editor cnsenle na pblica{io de etpreisiOis
injorioiai qaa nio i aedam coudas no authogra-
pho, qoer esleja a responsabilidad do aolh r es-
cripia no authographo, quer api separado, ao aolor
abe raoslrsr que o|o pode ser responsavel palo quo
~ -a oprigoa, a assim limitar a soa resnootabih-
osa de minhoW opiuidis, he bem provivel
que nao vollo a' quettBo, desrjaodo que no recurso,
a quo pretende soceurrer-se par reclamar contra a
mluba decisiu, lenha o Sr. Dr. Failosa oecasHo de
ver com prazer niicQaw oa msus oros e a elle
feila a ajusticio que uTmjb.
Sou, Srt. redadme!, ele.
Dr. Ju3o Joi Pinto Jonior.
Keeife, 8 de jaustro da 1859.
Srs. redactores.Permild que por intermedio de
vosso jornal provoque o bacharel Manoel Henri-
quss Car mu, pa ra qoe enlareca ao publico de toa
innocenciae prove a per.egiiirao,tener, infame e
aeciotoia, qu diz loffrera pur meis de anno, pro-
movida pelo Dr. Manoel Curris Lima, moilo dig-
no juiz de direilo da eomaica do Bonito, para que
o abano assignado se habilite a respoudr-lhe con-
venientemente ; aenda qae o dove fazer nio em
ler mus genricos que nada pro va m, mas ion ratiiis
solidas e robustas que iufundam couvtcclo do espi-
rito. r
Ilecifa 11 de Janeiro de 1859.
l.uia ue Albuquirque Martina Pireira.
IttriM
lm&.
Rio de ta'
iieiro.
^lH-.'l e*t?|sj!
PKAgA 1)0 RECIPE, 11 DE 1ANEIK0 DE
1859.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Colares olllciaes.
Cambio sobre Londres 26 1|4 90 d|v.
Cambio sobre Par365 90 d|v.
Descont ae letras8 e 9 OO ao anno.
Fred. Itubillianl, presidenle.
P. Borges, saerctarlo.
elLFArsDBGA.
Raadlmoolodo dial a 10. 12l:'270fl3
dem da da 11, ..... 18:97ti99Ji
H0:249077
Desearregam boje 12 de Janeiro.
Barca portagoezaMara Jotemorcad arias.
Eieona hamburgaezirleleua(azendai.
Bngue liamburguzEloonoredem.
florea IngiezaRermlonecervea e louji.
Pataclio amerlczuo Carolinecorvan.
Brigae tuecoSotanataboado.
Brigoe sardoMarta Elisao reato.
MOVIMENTO OA ALFaNUEUA.
volamos enljrados com fazeu at .... 238
a eum gneros .... 231

Total 4C9
Velnmei sahldM eom (azoadas . 119
c om goneros .... 239
Total
388
CONSULADO (ERAL
Heudlmeni d da 1 a 10. .
dem do siali.....,
33:68781(12
5:4439209
39:1305371
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kaudimauto do dia 1 a 10, 6ii2sH'ti
Uem do dia 11........ 5739783
1:I7>719
Sahe cora muita brevidade a Laica
Recife. de primeia classe, a qual ja lem
a raaior p.irte do carregainento, para o
restante e passageiros para oa quaei tem
excellentea cointnoelos : ti ata-se com Ma-
noel Francisco da Silva Carrujo na ra
do Vigario o. 17, primeiro andar, ou
com ocapitao Manoel Jos Ribeiro.
Para o Ma-
ranlulo e Para.
Segu em poucos dias a barca nacional
Brilhrnte,-forrada e pregada de cobre ; j
tem prompia a maior parte de sua carga :
para o resto e passageiros, traa sr. com o
seu conaignetario Oomingos Alvea Matheus
na ra de Apollo n. 23, ou cora o capitSo
Antonio Cordla da Fonseca.
CEAR*'.
Segu nestea dias o pataebo Santa Cruz,
recebe ctrga e passageiros: a tratar eom
Caetano Cyriaco da C. M ao lado do Corpo
Santo n. i>, primeiro andar.
Para o Hio de .e'aneiru
O brigue escuna Carolina, c-pitso Joa-
quim kntonio Gon;alvea Santos, segu com
brevidade ; para o resto da carga, trala-se
com taeteno Cyriaco da C. M., ao lado do
Corpo Santo n. 25, primeiro andar, ou com o
capiiao.
PARA".
O palhabote Sobral segu com brevidade,
recebe carga e passageiros: a tratar cum
Caetano Cyriaco la (.. M., ao lado do Corpo
Sanio n. 25, primeiro andar.
para o ko de Janeiro.
O biate Venus recebe carga e passageiros;
tratar co-v Caetano Cyriaco da C. M., ao
lado do Corpo Santo n. 95, primeiro andar
P>ra o bio Grinde do i
Segu com brevidade o brigue Argonau-
ta ; para o resto da carga, lreta-se cum Ma-
noel Alves Guerra, na t ua do Trapiche n. 14.
GOMPaNHIA
Pernaoibucctiia.
O vapor lgusrass aahiri para os porto
do sul no dia 14 do crenle, recebe earga
al o da 1S.
Para eommodidade dos Srs. earregaiorss
LEILAO DE BACALHiO
l'AltA FEliIai; COMA.
K UNTE
pelo gente
Pestaua.
O su.iradto agente ven !eri por coDta de
quera pertencer, sera reserva de pre(o, para
ultimar cotila, no dia erima desigualo e
pelas 10 horas da inanba, na escaitnba da
alian luga
Barricas com bacallto ebegado recentecien-
tea eslj mrcalo.
Leilao
Dli
Um sitio e I9 t&oradasdi'
casas na rila tte .liilo
2?eruandes Ve>*a,
fia iSoledadeo,
PELO AGENTE
Pestaa
Honrado com a c mfhnca do Sr. Jos An-
tonio de MagalhSes Bastos que se relira pa-
ra fora da provincia, o referido agente ven-
der em leilao publico no se 1 armazera da
ra da Cadcia do Recite, sexta-feira 14 do
correte pelas 11 bureada maobSa.
lim sillo cora 604 palmos de fundo n 60 de
frente, chitos, parte proprios e parte fo-
reirns, muta 10 em toda a extensSo e con-
lendo 19 moradas de casas a maior parte
de lijlo, com muitos comradoa para fa-
milias, tem 3 gran les cacimbas com abun-
dancia d'agua, cuja* sitio e Coaas randera
mensalmente 1-itfOOO.
Os pretan.lentos pojen desle ja exami-
nar esta propriedade e 'ara vereni a planta
9o terreno e colherem vais minuciosas itt-
forma(0es dinjatn-se ao mencionado agen-
te qqe ludo Ibes ministrar a qualquer ho-
ra do dia at ao acto do leilSo.
ASmiCalt POPILAR
DE
Soceorros Mutuos.
De orJem do Sr. director coivi !o os ae-
nhores socios para comparece em a aras>So
eitraordioaris que ter* lugar boje (12) pelas
7 horas da Urda.
A. J. Tbeasoteu.
I. secretario.
O abaixo assignado cele ao Sr. esviq-
d'nte que diz ser iralo do Sr. eapitlo Ti-
bureio, a entraf a do sea cavallo rodado que
alugara ara ir ao engeotio lunaaaan dem
o di i do crreme Janeiro, e qoe alr ela
data (II) tala nao loe fora eotregue, uem
Uo p juco o aluguel do aaesatio.
A Sra. Ma melle Maaay relira se pera
Inglaterra
-- O capitfio J. R Whieler retira-ae para
fu a do Imperio, deixando como procura*)
res os Srs. Ilenry For.ler & C.
Quem proeisar da uaua aaaa para cosi-
nhar em caaa de horneen solteiro, dirija-asa
ra do alecrim n SI.
Precisa-se de l:s)00s eom byasHeceea eaa
urna escrava moca ctioa todts as ha bil ladea
que vale o duplo, pelotean 90 de a anexes.
ticauio.u servico da lita escrava pelo joro
do dinbeiro : quera quizer (azor ante nego-
cio, annuncie vara ser procurado
GBIIETE P01TG2
Acha-so vgc o lugar j ajtauaota io
guarda da bibliotbeea .- oa senhares ccio-
nists que pretenderen o reten lo eanjrego,
polen dirigir aa auaa propoatae i direciaxia.
J Q de Aguilar, I.- seaxetirio
O abait awinaad (aa var aa Sr. ADceic
Novare a Coala, aae) aa peto* aMeaaar a iiain
da luja ri,- bahus o Pasaaio n 13, casa a Sra. I.
Ilei.nquela Elias Banee do Minetela, potr asjr a
bano aasicnad. creour de tai XUM), presaaHaala
de sola qa emleu ae nsiri.1 da atisia Seafcar a
Sr. Ji A ir. ni,. Alvea da Mtraaaa Galaaiiaat. .
que em jeito prrai, a aoja' a dito Sr. Micaada
declarara qaa o sstahelee ahera.Jos K*art(ata Ferrar.
pagos como mais conviessem aos mesnios
senhores aqui ou as agencias.
Para'o Rio Grande do Sul segu coro
toda a brevidade o brigue Conceicao, i>or
ter qoaai toda a earga promptr, e so p le
recebar a frete 400 ou VO barricas; a tra-
tar com Manoel Alves Guerra, na roa do
Trapiche n. 14.
Para
* 'Baha.
D*S^A.CHOS db poktaCao PRI.A MESA resolveu a direcc'o a que frates fossem
IX) CONSULADO OBSTA ClDADB NO 1)1.\
11 DB JANEIRO DE 18.19. 1
CanalPalarlio hnllandez aBlleabelli Marie, James
llyder rS C, 800 lacees eisucar.
Cirialflngue inBler. nHomulosu, Sauners, Bro-
thers d C. 600 saecnc asiuear.
LiverpoolBrigue mslez eLard Allhorps. SaDtidari
Broihers A C, 900 saecas assear.
LiverpoolBarca mglcza nNetbertonn, Jamas Cra-
btraa & C, 1,300 saeeos assuear.
Lisboafirigue purlatfuez Rdlllmpegai), T. de A.
Fomeea & ImIIiu, 10 pipai .guaidente, 1 barris
tnel, 260 laccot assuesr.
Rio da Pralal'.ilaa hespanhola ePailoreila, A-
raaag.i & Hrycn, 100 sacaos atsuear.
Rio da PtataPatacho heipunhol Nueva Cirloli,
Cirnelr O Karoos, 450 barricas aesurar.
Rio da PralaBina oriental Mananta, Aruorlm
Irmloi, 130 barricas atsaear.
FalmoolhBrigue ioglaz friten!, N. O. Biebsr
fi C, 700 saecut alinear.
PorloBarca portuguesa uSympa:bia, Bailar &
Olivetra, 68 eouroi seocui.
lflORTAgA0.
Canal, eseona dioamarqqeza aHaucy, da 175 to-
neladas, cotiduzlo o segutnle : 2,200 saccui as-
iuear.
RECEBtCDOKIA-ftE RENDAS INTERNAS (K-
HAES DE PEKNAMBUCO.
Rendimenio do da 1 a 10. ... 4:5|6^i.J2
Idara do da lt....... Uj2}795
nio
dada ao qae te echa conlido no aolhograplip'; sendo
netle ceio al do interine do editor etliibir o au-
thogcapho psra defender-te Jo que diz o autor, 10b
pena d proceder caoba elle o queiiosa por lodo
quanto oettrar o aular qua 080! eslava coolido oo
authographo.
He poia eitraordioaria a eiliencla qoe faz o Sr.
Dr. Feilosa da provar-te desde ja qee a coire, 011-
peocia publicada ett confurme enm o aolliographo
em todos os seus ponas vnolos, qoando se apra-
sentanm responsavel idneo sesla ainda nao eamesloo
soasa algoraa de que se acbi publicado uo dita cor-
rcpondaci.
Se houve abaso da parta do impremir ou dilor,
o que alia nao ss dsv* priiuinir, ur infallivel-
meule descoberlo, por qae muguen! lem man iota-
rene em deteobrir do qoe o autor.
A verilicarjao da ideiiiidadej entra a poblicacio e
o aolhsigrapho aaR etame lerla a mluueieao, io-
jeilu ai loraeolai do proeess, que nao ee harmuni-
iSj rom o aelo preparatorio da simples athibiojo di
niponstbilidade, requerida pela proprio Sr. Ur.
Feiloss.
Quinto ao .2 fundimento da oplnio do Sr. Dr.
Failosa, lie lie meaifeslaosenta im proceden le e
mesmo incomprthanilvel, alleodiodo-ae principal-
mente a qoa o Sr. Dr. Feitoia da qaa < ao deapro-
uunelei ao Sr. Figeairoa. u
5:4098317
CONSULADO PROVINCIAL.
RenJimfrlo do .lio 1 a Ki,j>. 30:4131WO
Idesa do dia 11. ^i928a38
33:311 j 538
flaWft?

ffi ,(0fpv
i
C
cr
S
i
2>
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3 -.7
I
I i
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32
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OtWMceot
liorat.
i dB
o
Atmoiphera.
B


i-ivi: i-i-
i. w w t .
c-. -' ^ '^J
Dircr;Jlo.
Iotanii-
dade.
Centgrado
Raaumur.
Falireoheit
j Hygromelro.
Cr.00
Baromelra.
au houve tal deapronttaeia, V
raee-me que o Sr.
Navio entrado oo dia 11.
Rio de Janeiro30 din, brigue brasileiro nLibeial,
de 207 tootladai. capitao JoSa Baplicla Marllni
de Freitat, equlpegim II, carga familia de man-
dioca amala gneros; a Joaquim Agasto Fer-
reira Jacobina. Pertenca ao Rio da Janeiro.
Londres61 das, eseona hollsudezi Weiterkwsr-
lier, da 166 tonelada!, repiti J. Uelnngeu, cqui-
pacem 7, carga 320 barris cum polvsra a roadeira;
a Rolli Bidolae.
Baha12 diat, patactio portusuea aMarla da Glo-
ria, de 181 louilada, eapiii > Antonio de Barros
Valente, quipagnn 9, na ltiro ; a Franeiseo S.
Rabillo Si Filho. Perlenee Figueira-
Naviei lahidos oo uieoruo dia.
Aracaly Hule brasileiro Arcealy., capiUo Joao
llenrique de Almeida, earga varios geoeros.
Rio da Janeiro 11 me brasileiro Arllita, capillo
Mauoel l'areira Jardio, carga mocar e maii ga-
uuroi.
, -
O veleiro e bem conhecido brigue nacio-
nal Veloz, pretende seguir com muita bre-
vidade, tem parte de seu carregamento
prompto para o resto que lbe (alta tratarse
com o seu consignatario Antonio Luiz de
(iliveira Azevedo no seu escriptorio ra da
Craz n.1.
Para o Maranbo e Para segu em pou-
cos das abarca nacional Brilhante. forrada
e pregada de cobre, e j tem prompta
maior parte de sua carga : para o resto e
passageiros, trata -se com o seu consignata-
rio Domingos Alves Mittieos, na roa deA-
polto n. 93, on eom o ca..H9o Antonio Car-
dia da Fonsoca.
Ama.
Leilao
Quatti-feira 12 do cor-
rente .
PELO AGENTE
Pestaa
No mencionado dia e pelas 10 ho'as da
manha o diio agente vender noarmeie-r,
darua do Vigarid o. il por conta e ordem
de urna pessoa que se reliraad ra fora da ei-
dade.
Urna rica mobillacompleta de acrenla,
mesas, comino las, armarios, estantea, mar-
quesas, lavatorio, cabile e outros movis
Un relogio de mesi, quadros. tapetes,
lanternas, apparelho de lour-t, garrafas,
copos porta licores, galbeteiro. babs de
(landres, taixos e bacas de cobre, balance e
tiesos, armas, oculo de alcance e outros ob-
jectos miados.
Diversas obras de prata, como salvas, pa-
lilelro, colheres psra cha e para sopa. Aire-
las para suspensorios ele meio alereco de
camapheo, aonelOes de ouro e brilhaoles,
cordies. correnles, argas, ftvelas, botfies,
brincos com esmalte eum relogio de algi-
beira
Tudo ser vendido sem reserve de
arruii-a na aun t (,
a para Portugal
quer a aras ter por fes U-
laears no aterro da aWe-
e^despacha todos oa lias
N B
prec,o.
GEiSDE LEIL&O
DE
M0733IS
O PRIMEIRO DESTE KUHO.
Na ra do Gollegio a'-mazem numero 15.
Oa 15 de Janeiro.
mum m it 'HiA.:
far.UilSo em o seu referido armazem de
um espen lido sortimeolo de objectos ala
marcioeiria e le outros muitos arligos no-
vas e de gosto. que s com a vista podem
ser a apee i a dus, sendo tudo vemlHo sem re-
serva alguma nosopracittdo dia 13 de Ja-
neiro, quinta-feifa.
UILaO DBBMi ESGRAY
IV t i

annzem du agente
Pestaa
Companhia
de paquetes ingieres
a vapor
.Wo dia 1* tiesto mez espers-se do sal o
vipor Avon, commandante Rivett. o qoal
depois da demota do costme seguir psra
SouUjsnipton tocando uos porlos de S. Vi-
cente e Lisboa : para pssssgens etc. trata-se
eom os agentes Adaa.son, Howie \C, rus
do Trapiche Novo n 42
P S. Os emOKilhos s se recebem st duas
huras antes dse fectarem ss malas, e de-
pois mais ama hora pagando entSo um pata
cSo alem do rele.
companhia
Brasile-ra de paquetes a
vapor *
O vapor Cruseiro do Sul, commsndsute o
capitfio de mar e guerra Gervasio Mancebo,
es;>era-se dos nurlos do norte em seguimen-
to sos do sul at O dh 17 do corrente.
Recebe-se desde j passageiros, frete de
drobeiro e encommendas e eogeja-se % car-
ga que o vapor poder eonduzir, sendo os
O agente Pestaa vender boje em sen ar-
mazem pela l horas da manbSa
Urna esoratTmoca, op.ima figura, perfeita
cnsinbeirs, costureira, engommaleira,
tmiito propria para todo servico de ama
casa de familia.
Jos Soares d'Azevedo, profewor
de lu;oa e litteratura oacionl no Gym-
nasio Provincial de Pernambueo, fut
aberto em aua casa, pateo do Collegio
n. 57, segundo andar, um curso de fieo-
graphia e Historia, e outro de Rhetoi ica
e Potica. As pessoas que desejarm es-
tudar urna on outra oestas disciplinas,
pdem dirigir-se a' referida residencia,
a qualquer hora da tarde.
Hoga-se aos Srs. que se tem es-
quecido dos seus dbitos que fizeram no
deposito de charutos da ra larga do
Rosario n. 52 qne hajam de satisfazer
para nao serem encommodados de outra
maneira....
Jos Das, re tira-se para Europa a tra-
tar de sua ssade.
AMA
Precsa-se de urna ama qua seiba bem co-
inbar, para eaaa de bomem solteiro, pro-
arindo-se eserava, e paga-se bem : ns ra
do Queimado n. 46.
No dia 17 de dezembro Godo desappa-
receu o escravo Vicente, Hade M a 35 sa-
nos, crloulo, altura regular, boeo corpo, cor
prela, andar compassado, fella'brenda efal
la de dente do lado de cima, levoa do
paletots um de algodSo azul e outro aoi-
rello, urna camisa de chita e outra branca e
um cavallo russo andador de baixo a meio,
com caogolba, cujo cavallo tem dous CC um
de cada lado da taboa do pescoco e ss eza-
vessas. Bate escravo ba natural da Cariri e
foi do Sr neniarlo da Silva (juelrdl mora-
dor na povoacSo de Santa .lula e stppl-se
ter levado en sua companhia ua mulber
bracea : roga-se as autoridades policiaes a
sua apprehensSo podendo remetle-lo a An-
tonio i'ulycarpo Calado no enganho Pindo-
baa freguezta ue Agaa Prela ou a Manual
Gunealres ds Silva nesta'praea ruada Ca-
deia do Keeife, igualmente se recommenda
sos capttSes de cacopo a qaem recom censa-
r generosamente e mesmo a quem della der
noticia.
utTerece-se ama mulher branca da boa
conducta para fazer companhia a urna se-
nhora e mais slguns servicos menos cozi-
nhsr, ainda sen io psra algum sitio peno
desta praca : quem della precisar 'dirija-se
ao aterro da Boa-Vista n. 37, segando andar.
Procisa-se de unta ama para
coztnbar para casa de pouca familia ; a tra-
tar no aterro da Boa-Viata, taberna da qnina
do becco doa Kerretros n. S.
Preeisa-ae de um amasador m pealara
da ra da Kloreaiiaa n. S; a tratar ato aaoaaaa
Acba-ae fugado o prato iwuottaaro alo
nome faulo, natural la Babia, do idele ata
<5 annos, poueo mais on meaos, estatura
baja e betcos muito grosaa ]>> o ap-
pretiender.ple entregt-lo ao senraor Manoel
da Silv. Santo*, que recosopensa .
Preeisa-ae de urna anta para casa do
pouca familia e qoe as iba eatatotnaaer ;
em Santo Amaro, caaa do a>. eorooal La-
men Ba.
Bento Jos Ferreira da Silva Baga.
portQguez. rotira-se para Porto
-- A pessoa que quer i
mente o italiano, procara
Vistan. 7, loja de trastee.
reto prauente aa fas ecienta a qaoa ia -
teresavar, queojuizde sai eos axercicio no
1.a diatrtcio da Iregnezia la Santo Antonio
do Recife, despacaa todos oa dias qua avio
forera santos oa feriados, na casta da ana
residencia, na ra de 8. Franciaeo, atarrjelo
o. 8, ou em outra qualquer parto qua ataja
encontrado, e que continua a fazer aa ara
diencias na caaa publica ao naeto alia, tu
laicas e sextas-feiree.
Rufino Jos Correia de Almeida,
juiz do paz do terceiro anuo, do segurado
districto da treguexia da Boa-Vista, faz
publico que da' audiencia au quintas-
feiras da semana as 4 horas da larde* ata
casa de sua residencia na ra da Santa
Cruz n. 80,
uteis.
-s- No deposito de macas da ra Direi-
ta precisa-te de um caiveiro com prattit
ou sem ella.
jf ArkwiightTuckniu & C. tena
8 para vender no seu armazera
ra da Cruz n. 61, biscoutos
A latas por preco commodo.
tis-se oinnairo a premio sal) paastaai ta
de ouro on prata : na rea Augusta a. *.
U-sa efficttvameiartiv diaMtra a pre.
mi sob penhores on hyp jUieea eaa iMstu da
raz : a tratar na ma do Crespo, priaMiro
andar n 19.
Auaasjtau-se na ooita do dia It) para
aatajtabecer no da II do Janeiro ato correala
aneo, a escrava Joaejima de ntejlo atsfola.
(pd em pareee eHonla), cava os algo a es ae-
guletes : representa ter de i la la j-j aataos,
pouco mais da menos, altura regular a bs-
tanle corpolenla, car muita preta, aa lar va-
garoso, cosa o dedo pollesjar da aalo diroito
lefeituoao, islo he, sem unbs, pravaoiajStia
de am paasricto; sabio coas vestido 4a eaen-
salma de asnio braneo cora palmiarnaeae
cor, e panno da costa azul esa listres eicsr-
uidas. Esta escrava veio do logar Pao Aaaa-
rello, ou Mana Fatin.a. e fot vendida ates-
te praca aoSr.iym,>hroaio Olymito 4a Qoai-
roga, e depois ao seu aetaal sea or Joa
Vctor da Sliva Pim-wiUa, tosjaaaa>ta-aa tor
ells seguido para asta lagt' aataja por lar
la maitos coonoci-eearlos. lYattaa
todo o rigor da lei contra qaVeas a
culta, e roga-se aa aatoridades
capilSes de campo, a mats pessoas 4a) pavo a
apprebeosao da dita escrava e leva-la ato a-
terro da Boa-Vista, loja a. 4J, oaamada
< onceitjao do meaos nairro, eaaa torroa n.
19, qua aarlo com csaaraai4aao rsaantfua-
ssdos.
. Precisa -se da ama sanhora aapaa para
fazer comaaenia a asatra, aaaas algaaaaa
d ireccOes : na rna 4a Sania Crui a. 31.
Precisa-aa por alaguel 4a uan preta
eserava, qoe Mista tratar da aa)Sawe>ee a ato
servico interno de ama eaaa : aneen a Uver
dirija-se a ra da S. Francisco, sobra to n. S
(eomo qoem vai pan raa Bata) qoa achara
com quem tratar.
Jnaquiea JoaeS da Coate Fejoaas
ao publico e ao raapaaUval aarp
mereio qua traspasara a aaa leja
eaa sila na rna ato Qneiavasa a. U a soa fi
Iho Joaquim Jos 4a Crjato aTa^aoaa Jasttor
fleando o mesmo aen Ulna raapanwaal por
todo o activo q paaaivo da aaesaasa laja. Re-
cite 8 da Janeiro de Inanias Joa ala
Coala Fajozee.
9999______
Dr. Augusto Cerueiro o alear o 4a
Silva Santoa lem aberto aovo
de anthraelice e gajoanatna
deaaa rasiJaocia ai ra la i^aoi-
.4a
lontetra da X
dar apar. gp.
sa raa es
ova earaa eja.
aam aataa ?
8 40 Qoal-
nado n. lo. primeiro andar. m
O* 9 jMjM
Miguel Jos Barboto Calmarles fax pu-
blico que tem aaeta data a imluiao para aaa
socio o sou caixeira Jos da a latearla rtoaes
Li aa, a qaa por Isso a Brasa aoaant 4a bsjjo
am dianU ser Cumiarles & Liana, qeaa li-
quidar o antarior
Janeiro de 184*.
L
A Dr. Angust Caraoiro L
Silva Santos medica ojaradar
teiro, continua a residir aa r__
Queimidon 10. primeiro aadar : tjjp
B9999 IIN^ffNff
O abaixo asslgna lo ^vtsa as pOavoaa
que teoham jeohores do ouro a prata esa
seu poder que os ventura tirsr no proixa
prazo de 8 dias de eoasrario Masar* a vaa-
de-los para ptgaaaaato do principal a Jai as
veocidos Kacifn II da Janeiro ato IBM -
Antonio Jos 4o *ego.
Leite, Arlburat C. i
remesas de camisas iogtezea oasa
peitosde dilTarentesgosios, a qaa-
I i ladee preco si) na-1 hores qsja aa
francezas e tem para coraos 4a todos
oa tamanhus ; na rus 4o Qaaiasado
* ",0 ~- Wt
**xx*w*m*mmmwwu9
PrecIsa-se de ua oflicial 40 fanitetro :
oa roa Direiti n. 8t.


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PC 1
Jaste ate
/
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a -.-.;. ,



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V
1
Ja
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FOLHlIHS PM 1859 i S1TSIUO
Achem-se a venia di livraria n. 6 e 8 di mAI tW4if Sejes/
DIARIO DE PBRNAMBUCO QUARTA FEIRA 12 DB JANEIRO DE 1889.
500
ICO
400
800
Acbam-se a venda di livraria n. 6 8 _
praca da Independencia, es folhinhes do an-!
no de 1859, para as provincias de Pernam-i
buco, Cear, Rio Grande do Norte.Parahiba e}
Alagoas, das seguintes quilidades :
Fulhioba do proprietario agrcola
poniendo alem das materias do cos-
turan, as lea e regulamentos das Ier-
ras publicis, notadas com todos os
avisos e ordena que as tem espllcado
e ampliado al o mezde seteirbro ul-
timo, pelo Sr. Dr. Antonio Vascon-
celos Menezes de Druremond. EsUs
folhinhes slo esaenrialmeate necessa-
rias a todas as pessoasque possuem de
um palmo de trra, para mais, pois com
olla estfo babilitados para na"o csht-
rem em multas e uSo se;em Iludidos:
preco rs.................
Folhinha de porta rs...... .
Folhioha ecclesistta ou de resa roi-
ta pelo Rvmd. 5r. conego penitencia-
rio da Sede Olinda, segando rubri-
ca eordens da Santa S rs........
Dita com oalmanak civil, militar,
mercantil, administrativo industrial
da provincia rs............
Tanto pelo acrescimo do materias, como
pelo augmento do preco d trabalbo typo-
graphico. nao he possivel vender-se este al-
manak pelo anligo costo
Desde odia 1-2 dedezembro de t858
est fgido opreto Atetxo, crioolo, altura
regular, eara descarnaba, e con suissas,
ter de idade 0 annos, qaando anda deita os
ps para os lados ; foi escravo do Sr. Jos
Bernardo Teixelra, orador no Idq.' provin-
cia do Cear, que mindou vendar nesta ci -
dade do Recite, e os Srs Couvea $ Leite fo-
ram compra-lo: gratifica se a quem pegar
o dito escravo e conduzir ao becco da Penha,
no primeiro andar da casa onde tem taberna
o Sr. Jo8o Pinto Regis de Souza.
Precisa-se alagar orna ama qnesaiba
coztnbsr e ebgommar, para urna casa de pe-
quen; familia : na ra de Hurtas n. 9, se-
gundo andar.
Na ru do Qneimado n. 94, se dir
quem p'icisa-se de urna ama [-, casa de
pouca familia, forra oa escrava; paga-se
bem.
- Precisa-se fallar ao Sr. Domingos Car-
los Jansem deSabqia. e roga-se-lbe queira
annunciar sua morada ouairigir-se a esta
lypograhbia
Na padaria da ra do Cotovello n. 31,
precisa se de um bomem para vender pSes
na ra ; da-se ordenado van tajoso dando Da-
dor ana con lucia.
No becco do Tarohi, casa n. 17, de-
seja se fallar aosSrs. Jo3o Pereira de Arau-
jo Cerdoso, Jos Corris de Mello, Antonio
da Gflst* Ribeiro ce Millo e U, Mara Juaqui-
na da CooceicSo.
Precisa-se de um eiixeiro portuguez
Dar taberna, com idade de 11 a 14 anuos :
na ru da Guia n. 44
Precisa-se de um distribuidor para
este Diario ; di livraria n. 6 e 8 da praca da
Independencia.
J. Hunder, al-
faiate
PARTIDAS DOBStDAS.
METHODO PRATICO.
TltES VEZES POR SEMANA,
Das 7 horas s 9 Ja noite
RA NOVA SOBRADO N. 15
M. Fonseca de Medeiros visa os seus dis-
cpulos e a quem ais interessar oconhe-
cimento da escripia eommercial, qua do dfa
It do correte em diote continuara a lec-
ciooera referida materia. NSo sendo possi-
vel receber-se mais discpulos par as licOes
le t-rcas, quintas e sabbaios de cada sema-
na, estodesignados os dias segundas, quer-
as e sextas para as mais cessoas que dese-
jarem matricular-se. Logo que Se tenba
completado o numero de dt matriculados,
sera anounciado o da da abertura dessa se-
gunda classe de alumnos. Os senhores que
sequizereao aproveita^ do progiimo do n-
nunciante, queiram deixar sens nomes na
loja da ra .Nova u 11 da viuva Gadault. ou
na livraria Universal, esquina do Collegio
O(licial de pedreiro
*lug-sedas9l|2horass4 da larde um
bom oflicial de pedreiro, e que tembem ser-
ve para outro servico : a quem cirivier pro-
cure na ra do Crespo, primeiro andar o. 19,
das 9 horas s 4 da tarde
-- Praeisa-se fallar com um portagoez de
nonie Joaqaim, que no mez de agosto do
anno passado esteve de feitor do engento
Curshy. e que delle sabio por rloenle : na
roa da Guia u. 64, segundo andar, ou no
dito engenho
Precisa-se ainda de orna mulher escrava
oulivre, que cozinbee lave de sabio, pre-
ferece-se escrava, e paga-ge bem : na ra
,s |ri"chPir>s n 44-
WEEEKJ5S -S8SBS K9E9E8ES
<* Collegio de N. S. do Bom Conseibo,
ra do Hospicio n. 19.
Neste instituto recebe-se pensionis-
tas, meio-pensiooistas e externos ; e
ensina-se primeiras letras pelo ne-
thodo portuguez, os 7 preptratorios,
italiano, allemSo, desenho, msica e
dansa.
O director pede quem este annun-
ciopossa interessar, qoe se digne de
visitar o seu estahdecfnen'.o, a qual-
quer hora, que lbe convier, percorrer
os com1 o.Jos do mesmo eslabeleci-
mento. lar os estatutos, apreciar o sea
syslerna, aQm de cooveocer-se por
seus proprios olbos da realidade das
vanlgens, que esta casa de educacSo
ofFerece verdadeiros ltalos para re-
coro monda-la. Res non verba %

tem a bonra de avisa' v> resneitavel publico
desta cidade a FElTIO DELICADO, os pre-
Cos fixos.de cada pec.a sfio os seguintes :
Calca de brim 4,500
Calca de casemira 3 500
Collctss da brim
FESTA A NuWi SEMIOHA
E san igreja de Clinda,
domine o i(* docorrente
Ditos de seda 3,000
('asacas forradas de seda 82,000
Ditas forradas de alpaca aO.Ooo
Paletots forrado do seda 20,000
Ra da Cadeia de S. Antonio n. II, B.
- David Jos Azevelo relira-se pa ra Por-
tugal a tratar de sua sanie.
"* Prcisa-se do um bom amassador, pa-
ga-se bem : tratar na ra da Praia n 4o.
No rtia 9 do corrente per>1eu-se des'e
a ruadoRangelatepraca da Independen-
cia ama pulceira de cabello do me d-ilo de
urna tranca filagram com orna chapa de ou-
ro lavrada onde auca : quem achoo queren-
do restiuir dirija-se a ra do Rngel n. 50,
primeiro andar, que sera bem gratificado.
- P/eoiaa-se de a-xa aaju para coiinbar
n comprar para cata de urna pequea fami-
lia : a tallar na roa da a Flores taberna da
esquina confronte ao porto daa canoas.
Vende-se ama canoa de car reir, usa-
da, concertada de novo, que carrega oito
Alguns devotos de Nossa Sertbora do Mon-
ta reaidentea nesta cidade do Recife, por oe-
cssiiio da epidemia do cholera msrbus, eba-
marim em sea auxilio aquella excelsa Se-
nhora para que os livrasse dos l^rrives ef-
a,500;feitos de semelbinte flagello e abajando
cumpnr a proniess que por ssa occte<3o
Ozeram a mesma Sennor, resolveram ft-
zc-la no da cima inlicado. Testando a
com aquella pompa e brilhaiitismo que con-
viren em soas posses. O programma da
fesla he o segonte : no indicado da pela
oiaehBa a chegada dos devotos directores
da festividade ser arvorada a bandeira ao-
nunciada por girando-las do fogo, acompa-
nhada pela msica do nono natalhSo de
Oliua a qual execular novas e variadas
oecas neste acto e durante todo o da. As
horas do costume entrar a (esta que con-
sistir em missa cantad* com ser ir 80 sendo
o orador o Rvmd. Frei JoSo BavtisU do Es-
pirito 6nto, terminara a f.-stividade com
urna ladainha a tr 'e, estando elegantemen-
te ornada a ig-ej* para esta solemnidiae;
haver mais urna missa resada antes da tes-
ta por rrpmessa de un outro devoto, con-
vidamos por tanto a todos os devotos da
mesma Senhora a comparecerem nesta fes-
OASA DE SAJDS
Os proprietarios da
DOS
SITA EM SJfflTO AMARO,
Amaro, convencidos
_ casa de saue sil em Santo ..
il. % "m ,;s!,,brleci'entodosta nalureza, montado com regularida (e, e-i ama cl-
naje ja to populosa como a nossa ; m?s aon is> faltam ainda os recursos para se t alarem
oM^.LnU,DJ'r0d,'pS,0,8',lu,'<'m8eusdomicilios "So podem encontrar os commodos e
u ,r. h !,/1,DnM.' e"> cerusenfermidades : resolveram lom.-r sobre si esta pesada
ni.m r".'l08V?Iof P0"?'^ cuusa alguma que pussa oyerrer tara o bom
andamento de tSoutiI esta Belecimento.
B .Asvn,8Kensa,jlt'ida cre.Qo de orna casa ds saude enfe nos s3o
sensiveis, que nSo nos canearemos em demi.n?tra-les
Toaros pibe -. os inc
Precisa-se de um hornera com habili-
ta^Oes para ensinar primeiras letras a tres
meninos em um engnho distante desta pra-
ca 9 lfgoas para o lado do Cabo, porm que
seja bouiem que nSo tonha familia : quem
SBcliar habilitado e jhe convenha este ar-
ranj'j, procure o escriptorio de Manuel Ig-
i naci po Santo, pra tratar.
OFFICIAES DE FF.KREIR0.
Na funiiicSo da rna do Urum u. 28, preci-
sa sede um perfclto oflicial de farreiro de
da eran*olfuia Para obras de navios
5*KO^F.ICTO
Manual do plantador de alpodo.
TUaifEB.
Breve aliira' a loi pobiiea a iradacrJo darla ai-
cell 111.' obra, qaa minio ta reeommanda *m Lerl
'avradoraa, fallorea, e.mmno ao nrt*nani
Sorvetes
lo las as noites dos diaa da trabalho das c l,
11'".* U" sjrvetps ".. d. fcT.
asa e saude
O Dr. Ignacio Fi mo Xavier, proprietario
da anlig o ferejitada Ca.sa de saude, sits
Vista n. 3.
-- Preciga-ao r |Be.r ama aaaa de Mata *-
fllb : na praS. da l leaU*ei, n. 38
-- Fe 1ro U-ndo lio
para Paulo Ruar.br
pe" mmlaa neliriaa indoalriaei cemnaerciaM rtes-
se uiiii-.iuiu prodaclo flanela. OtManaal do plao>
ador dealgodaoa trau iDoaiioiamauIa dua taguio.! su "'tima dis .osicSo a
ie. ..ompio.: depois de su. roorte; SSr4Tlo Pe 1
Taboa das materias. Pul> enthesourando easa duooaua.il L,
CAPITULO 1. gunta-*e Paulo obrou com a le d hl
M.ihodoa ordinario, a. collora do aiodn. moral T E. se eom esse rcceJi-eoo .-l!
h.Vk k preT'"d?,obr* < "-ala.do faz con que mais i M de a*aVl,V
d. Cha.nber._-2- RaUtorio a.bre o algotio d e,- : tes COn'inucm na,-* Moaolba,,.
o..r..a,ior Hammond, com a nota clo..Solh-\V.<- '
larn f.rm.r, -3- Col. ao Hoaleba C.lhoan .obro I !!'* C"mo quel1
aWda de direltoa inaliena-
esqoe r caberaij da natL-
o norte da estrada da ("assagea ds Magda-1* 0,'r rt aiaodao__V OaqoViro omer... .obro; fPI"* m*8 I3u lena, entre a yonte grande a "eauena do "*l'1no ,n eoliura do tr. M. W. Philip-.5. "paca coaatituir di ello ; Pj|3 nt, L,
)-. ii'odosqne q-ilqner dorante causa familia,
como as nossas,
vigilancia assilua
gada a prestar-lhe cuidado em casis" pouro commdDs
servico dos escravos
as proscripcoes do medico relativas aos
D'abi o risco de so perder um dueule.o qual
Sa 1180 houver urna
medicamentoso a dieta nSo serao observadis
bem tratado poda escacBr rrorte.
M h ..S 9s'r*nPeir,0S embregados no com-rerclo e as ofJlcinas, e os embareadicos loo-
ili ae*uasPalri,se,l0S seus, sao gera mente con fiados aos cuidados de ressoas couco
zelosas, porqne nada perdejm com o mo resultado do tratamento.
tim.c .^os.engenhos o nos serlOes he incalculavel o numero dos individuos, que sSo vic-
timas deenfermidades lige ras. por nSo terem sido convenientemente medicados. "
lie para
lmenlo
Com a pequea des
_ os proprie arios dos engenhos e para os moraores do mato, que este es-
tabalecimento se torna de mmensa ulilidade.
peza, resultante da consorva^So por tlgons dias, de um es-
cavo na casa de sau !e elle > podem salvar-lhea vida, e deste modo interessarem muito.
#onH o SS'm P.'S' Demv",Jsas vantagensde um estabelecimento desta oatoreza e
Lr.imnf enhl m uKme,ll J JenM ; porque a diaria que os proprietarios
?.?.. ex,8eu,vh,a meuor I" PB da simples visita medica feita em qualquer casa
m.mL, 0S,PrPr,etri,,> speram grand9 protecao das ressoas que esiiverem as cir-
cumstancias de carecerem de seutiiisar de seu estabelecimeuto, para aisim iazerem face
a enorme despeza que lhe he inherente.
- A escolha do local foi a mais acertada,
da cidade, moito sadio
He um sitio de um arrabalde prximo
reherdo^%teH03tm*!SCommod"coes:e,chl,-serei'artij8 de modo, que poda re-
cener doi-ntes de diversas i^ihegonas e sexos.
Ha quartos fortificados para receberem alienados.
r.7*r .,.. pruPr,et'r,0Rs nibihiados pela sua pi tica de mdicos e aradores se prestara a
ggLg*g* P'-MCaoje a nada se ponparlo pelo aceio, ordem, regularldade do es-
tabelecimento, e pelo bod tra lamen lo dos doentes.
... .nK.9.rr.mttld M^'l^.^cuitativo fazer recolher a este estabelecimedto doen-
tes confiados A seus cuidados, e all serem por elle operados ou medicados.
,t- ---*?"? me,nor H d.e 2,50, P"'1*'"'!" fazer-se algum sbatimento no caso de gran-
r.m T i-v ? a 'e cinfo'mo natureza da molestia. Os mentes que-quiere.n tra-
tamento d.stincto do ger, serao recebidos oor Preco mais alto conforme se aiuslar.
As operacOes se.ab previamente ajustadas. ,
^ "g'f Ser3(J hr* por Pres'acOes adiantadas do quinzeem quinze dias.
Os doenles podem/ ser visitados qualqier hora do da.
uem sequizer ukilisar deste estabelecimento pode dirigir-se as casal dos nro-
Krr''mb0SmOraTeS0a ra yyt: 0U tandai.se coro8 rege* "no* esUbele-
str
Notos arniaiens
Wa ra ova n, 24 e na ra da Cadeia de
Sanio Antonio esquina don sobrados
novo do Senhor Gomes Ferreira.
DE
S I1R0EL TORIO DOS PASSOS OLIfEIHA & C.
zST i^.e"es'8esl",ele0''renos chara o respeitavel publico um es-
plendido sortimento de mobili
m es-
...as, e orna numerosa quantidade de obras
avulsas, sendo todas estas obras muito recommcodaveis
ranea, gosto i elegancia, e ainda
menos pre$o [do que em outra
mais porque ludo
qualquer parle.
por sua segu-
sera vendido por
Aos
pessoas : oo armazea de matehaes de M-j tivtlade aflm de torna-la oais brilliante co-
noelFirroino Ferreira, rtia da Concordia. mo desejarros.
mez
RELOGIOS
POR LIQUIDACO.
CHAPROW 4 BEKTRAND tando resolvido dissolv^r ami|ravelmente a socie-
dad que gyrava debavo de sen nomes na loja de relojoaria da Pi-aca da Indepen-
denciai Ni- 18 e 20, hao de vender de hoje em diante todos os rcloprios ex-stentes
no mesmo atal>elecrncnto pelo preco do cuito, seja em porcSo, seja a retallin, com-
tanto que seja a diheiro ; alllancando ser todos os relogios de boa qualidade, e a
maior parte da fabrica afamada do Robert Gerth, o primeiro fabricante do mundo.
pas Urna senhora com h-.bilitaces precisas,
offerece-se para ti.si.iar a ler, escrevor e
contar, coser ch3o, lajhyrinlho, marcar, de
todas as qualidades, bordar de susto, cacuu-
de, bordar de brsncoL matiz, froco, micao-
ge, ouro, pete, tapejearia, ludo com per-
reigSo e aceio : quera de seu prestimo se
quizor utilisar, dirjanse a ra da Concordia
n. 17. Recebem-se pensionistas, meias pen-
sionistas e externas.: Na mesma casa traba-
lha-se para fra em todas est.s obras.
Precisa-se de um caixeiro, que tenfia
boa conducta : na p|adaria de Santo A maro.
Prcisa-se alugar urna casa terrea em
bom estado, no bairo de Santo Antonio ou
Boa-Vista : airja-sa a ra do Cresoo n 2.
-- Kiouard Adouf retira-se para Europa.
-- Pela superite4dencia da via-lerrea do
Kecife S. Francisco, se declara que nestes
das ser fechado a transito pnblico.'cora
conseniimento dg)verno o becco de cima,
as Cinco Pona*; s pessoas que para o fu-
tuio tiverem de car egsr ou discarregaf mi-
lenaes junto a b is de mar, deverao trau-
siiar por baixo da viaducto da Cabroga.
-- Preclsa-se alugar urna mnlner forra ou
captiva, quessibangommar e fazer o tra-
balho interno de urna cusa : a tratar ua ra
da Cidea do Recif^ n. 22, primeiro andar.
Com-.ram-se. moelas de ouro de 20\ :
na ra da Cadeia, loja de cambio n. 38.
HOTEL ADOLPHO
fua Direit* it. 51.
Neste hotel fornece-se simlo e jantar por
309 menses a urna pessoa, slmocos, jama-
res e cetas avulso, j-or preco commoio. com
presteza icaio i os prelendentag achargo
duas entradas, ra Direita e oiilo da Feoha
METHODO CASTiHO.
As escolas eslo a bertas des le o di i 7 de
janeiro.Francisco de FreitasGamboa.
Alaga-seum sitio moito peno da pra-
ci, com grande casa de vivend, baixa para
capim e bons arwiredos do fructo; tambem
se aluga um primeiro andar com grandes
commolos: a tratar com Jos Hygino de
Miranda.
Luiz Jos
VIA FRREA
DO
BUCIFB A S. BSBAWCLBOO
l.'SECCaO1 DO RECIFE A VILLA DO CABO.
Pelo mes de j uteiro de 18S9 at outro aviso os trena
partirao pela tabella seguinte :
DIAS DE TRABALHO,
TREN8 PAR CIMA.
Cinco PopUs.
Afolados. .
Roa. Via gen ().
Prawraa. .
l'ooUziuba. .
Hoa. .
Villa do Cabo.
Mnala.
9,eo
9,15
.S5
9,40
10,00
10,15
10,39
Tarde.
5,09
5,15
5,25
5.40
.99
6,15
6,30
1.
400
700
1,400
2,400
2,700
3,400
PRECOSUEBILHETES.
Singlas. ida e volla.
9'
309
500
1,100
1,900
2,200
2,700
200
300
600
1,00
1,100
1,400
00
1,000
2,009
3,600
4,000
5,000
9.
509
800
1,600
8,890
3.00
4,000
3.
300
400
800
1,50o
1.70o
2,10fj
da Silveira vai ao Cear. e
deixa por seu p ocurador seu socio o or. Jo-
s Francisco Ro iriguts da Costa.
No sitio da capaila da estrada de Jo3o
de Barros elisia um boi maoso, que sondo
por muitas veles encontrado na baixa de
capia do mesmo sitio, foi afioal seguro :
quem for seu dooo, dando os signaes o pa-
gando as despezas, se lbe entregar.
Collegio d'/u-
rora.
O director deste collegio faz sciente ao
respeitavpl publico e especialmente aos pas
dd seus alumnos, que tem aberto sea esta-
belecimento desde o dia 7 do corrente mez,
e continua a receber intarnos, simi-inler-
nos e externos.
Silvano Thomaz de Souza MagalhSes
, Saca-se para o Porto e Lisboa* pelo
prximo paquete : na ra da Cruz n.
0, primeiro andar.
Vicencia Mara ce Jess e sua Glhi Ri-
ta Mara da Concoicao v9o a Europa a nego-
cio, julgam nada dever nesta praca : quem
sejulgarseu credor queira apresentar suvs
contas no pnzodeseis dias da data deste.
A saboana da ra Imperial preci-
si alugar seis escravos para o servico in-
terno e que durmam no estabelecimento
e paga-se oOj de aluguel mensal por ca-
da um e sustento.
Precisa^ alugar urna ama forra ou
escrava, que aaiba cozinhar e engomroar, e
oaga-se bem na ra da Cruz n 53.
-- Ausentoa-se de casa, no dia 5 do cor-
rente, tendo ido recaber dnheiro, e levan
vara, covado e miudeaas que tinha ido com-
prar, a escrava Mara, crioula, de idade 24
annos, estatura e cono regulares, cor pre-
ta retinta, olhos'mediocres, rosto seloodo,
faces descarnadas, nariz chato, testa um
tanto estrella, bocea regular, falta de denles
na frente, bracos releos, munhecas linas e
dedos compridos. ps apalbetados, vontr
cescido que csrec estar pejada, nadegas
grandee botadas para fra, andar reboliJo
e ligeiro, tem ua k do lado esquerdo, qua-
i bascando para biixo do braco, um calom-
bo do tamaito da um caroco de pitomba,
proveniente de queimadura, levou diversos
vestidos e panno da Costa azul com listras
encarnadas : desconfia-se, que tenha so re-
tirado para fra por sor Glha da Gloria de
Coila, e foi escrava no Pao d'Albo ; consta
que costuma andar para as baas dos Aro-
gados : recoromenda-SBi-ta aytori lades po-
liclaes para nao a deixaWni embarcar, e
mesmo que empreguem todos os ineios para
que seja capturada; n tambem pede-se s
pessoas particulares que a apprebendam e
levem a Ponte Velba, casa ultima junto a
serrara do Castro.
Chora-Menino, a na mesma residente, tem
que se v obri- 'lis;oato os melbo es commodos para rece-
e com o uiao ''cr qualquer pessoa eiirerm, e aciiindo-su
O seu estabelecimento em as masagrada-
v?is couli<0es hygipnics, continua a offe-
recar os seus sarvicos, ailiancando o melhor
trat memo e o maior zelo no curativo das
molestias. O mosmo doutor, tem destinado
urna sala psra Hartos ; cuja utilidado be in-
coo teslnvcl.
Slo encarreeados das (clnicas.
Operabas- O Mm. Sr. Jos Fiancisco
Pinto GuimarSes, cirurgiao do gran le hos-
pital de cindaie, coja pericia lie bem co-
n nacida.
Molido consultanteo Iilm. Sr commen-
aador r. Jos Joaquim de Moraes Sar-
ment.
Partos-Olllm. Sr. Dr. Silvio Tarquinio
Vilas Boas
Pathologia dutrinaO proprietario do es-
tabelecimento.
A diaria ser de 3j e 2, conforme a gra-
vidade e durar3o da molestia.
ts pessoas que quizerem ua tratamento
dtstincto, psg.rSo na razio da desp'eza que
luer.
OieracOes, sangoesu^as o conferencies,
serao pagas a parte da diaria.
Para a entrada dos doentes se tratar a
toda a hora do dia o da noite no estabeleci-
mento e ds 10 horas as 6 da tarde na ra
de Hurtas n 12 on no ateo do Carmo n 9
1ITISTA rBlCB. *
tf Paulo (Jalgnoui aenlitla ,rua da. Larao- t^
A *"ra,DlS. na mesma caa tara agua s pos
k& dantrifica. s?'
2S--D^S'aO# -S5
"asa para alugar.
Alnga-se urna sala do primeiro andar do sobrado
j da ra do Queimado n. 37, confronte a escada
! para o largo do Collegio, a tratar na loja do mes-
mo sobrado.
Precisa-so contratar com urna senhora
que tenha habililaco para ensinar urnas
meninas em um engenho nSo longe desta ca-
pitel, pieferiodo-se que silba msica e dan-
sa, alem do mais indispensavcl para educa-
C9o das mesmas : a quem convier, ter a
hondada dirigir-se ao primeiro andar n. S3
da ra Direila,
Hotel ingl z
O proprietario deste estbelicimento tem a
honra de prevenir ao respeitavel publico,
quo elle acaba de obter um escllente cosi-
naeiro francez. O propriaiarlo se prope a
dar peltsoos de 9 de novpmbro em dianU a
toda e rj/nalquer pessoa qaa se digoar hnra-
lo com sua prasanea, chan lo das horas
da mauh as 8 da noite que poder deaejar,
erfbarraga.se igualmente de qualquer en-
commenda para a cidade e de qualquer es-
pecio de mawaa j varice salOes sSo reserva-
dos para as pessoas que quizerem comer sos.
AO PUBLICO
Constando a aljruns proprietarios de Ta-
mandar que esli de posse de terrena* as
cirnamvlsinhan;ts da firlaletaque a eom-
panhia da estrada de ferro ao ri Una, man-
daram pedir ao governo imperial a posse
das 600 brabas que le foi concedida, que-
rendo ellase apossar de 600 bracas para o
norte, 600 ao sul e 600 para o poente, terre-
no esle oceupa lo a mais de 80 annos por
mullos proprietarios, pede-se ao governo
imperial que primeiro tome perfeito conhe-
cimento desta questBo; pois que taea terre-
os n3o passam de um sonho, e o Etm. Sr.
marques de Oliuda miuistro do imoerio ja
se declarou em um aviso em resposta a urna
representacao que fez a mesma co upanhia,
dizendo que o governo o3o pode tomar co-
nhejimento desta queslSo seno na forma
das res (fideo Diario de Pernambuco de 2
!e aezeir-bro da 1858) a vista disso espera-se
que o gorerno aprsenla adselo feita a
fortaleza destes terrenos para poder haver
umademarcaQ5o legal alim de nao envolver
Unta duvida porque a fortaleza tea seu
terreno proprio, que he urna vasta campia,
e ao re ior della esistem algu aas casas fe-
tas com licenca do commandante.
Tamandare 8 de Janeiro da 1859.
Um prejudicaio.
Paecisa-se fallar ao 8r. Kpifanio da
Rocha Bittancourt : na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia.
..." 0fferece-8e uroa pessoa que se ach ha-
bilitada, e que entende e falla alguma cousa
Iingua franceza, para alguma casa com-
Kel.lono ulire o algo'So de W. Suromar.6-Re-!r^ pe-aOte as leis
laluriu di eila'ie Ja agricultura da odiSo .C.iruli- i'slO deseja saber O
na la Sul) .obre o alinda*.
capitulDii.
Syiiema aptrfeijoado da eullura do alcudia da Dr
N. B. Cloud.
1" Mtlhn.ln .lp esiramar, da plantar, a da eolli-
ar.-2- p.hielpio ,\t phlloaopl.ia du (v.ltin:..J-
Kipeneucias aobre tsirume. Sydaua de rola-
cao ua cultura do aleodSo.o Syilaaoa de rolaela
na collura do alaodlo cootino.do.* Eiuuue
eomposio, de paleo, de ammaai tc.
CAPITULO III.
Historia natural de elgadio, hh tipaeiet e varia-
dadw.
1' Dlffarentai spaciaj da aluodlj__3- A plaa
do acodan, o algodSo daa ilhaa da mar.3- Va-
nedai. da aeineuiei da algodo pal* Dr. Phlliui.
Algudio pao da airaear5- Sobre tmenla a-
divinas haaaaais f
Dr. em PstcjI .fii

^ JATTESCAO'
i Na ra d(o Hospicio n 19 precisa- ^
2jjj se de um criao e prefere-se capti- *
S8 vo, promrjtte-se boa mensalidal. @
() 0 trem no parar na esta?So di Boa-Vitgem se tlvar passagelros para receber ou
TRENS PARA BUXO.
ManbSa.
Tarde.
PREgO DE BILHETES.
VHI do Cabo,
liba, .
Pootezloha. .
Prazeres. .
oaVlagem. .
Afogtees. .
etneo Puntas.
Cinco Ponas
a
Villa do Cabo
OS PRECOS
!
l
elas.
7.00 3,00
7 15 3,1$ 700 500
7,30 3,30 1,000 800
7,50 150 2,000 1,600
8,05 4,05 3.7Q0 2,200
8,15 *,IS 3,100 2.500
8,30 4,30 3,400 2.7U0
S.
1.a
Ida e volte.
2
800
1,200
2,410
3,2u0
3.600
4,000
3.
400
600
1,300
1.7U0
1,900
2,100
Gtaarei.
*"'........
Lenha.........
Padr calearia.......
Pedra da quilqutr oulra atpiclt.
Carvlo........, ,
Melado........
t^cvSo da padra paia o ialarior.
300 1,000
400 1,500
900 3,100
1,100 4,000
1,30o 4.500
1,400 5,000
DOMINGOS E DIAS SANTOS.
XREN8 PARA CIMA. TKENS PARA BaIXO.
Minha. Tarle. Manh3a. 'farde.
7,30 6,30 Villa do Cibo 6,00 5.00
a
8,45 7.45 Cinco Poutas 7,15 6,15
DU PRETE NOS SEGUINTES OiJECTOS SERO REDL7ID0S PARA A TA-
BELLA SEGUINTE :
Reiuc^So.
Pala tabella actual. Prejof gara. Pr.ct madiaute ojo.le
eapetial.
A viuva do fallecido Manoel dos Santos
Pinto, tendo com o auxilio de urna coramis-
sSo dos credores do seu casal, realisado co-
braucasque .podem permittir algum divi-
dendo, de conformidade com o que foi de-
terminado pelo respectivo juizo de orphaos,
por onde corre o intentarlo, avisa a todos
os credores do mesmo sea finado marido pe-
ra que at o lim do correte mez apresentem
os aeoa ltalos,aflm de que logo ao lermi-
narem-ae as ferias, se trate de requerer o
que for a bem de lodos. Os ttulos podem
ser apreseniados aos Srs Domingos Alvos
Malbeus e Antonio Lulx de Oliveira Atevedo,
membros da dita commissSo, e pala annun-
cianta autoristdos para essa verilicaeSo.
S
20
20
20
20
90
20
:io
20
14
ti
14
14
21
(AHigMdo.) W. u, PanHUu, angtahaira im chafa a lupariaUndinli interino.
^syfi^--^- -
10
8
8
14
8
8
12
r; Innocencio Smot, profassor de mu-
*{;; sc*. propOe-se a dar licOes de piano
r e canoria dentro da cidale e fora
f;''; della, sendo no primeiro cso a 3S|
^5 por HcSoe no segando-pelo que se jg
justar conforme as distancias, em :j
qualquer dollesporem 10 lifOes se-
rflo pagas adiantadas. j;
O mesmo com Ce msicas sacras e '.';:
profanas, tanto vocl como instru- *
mental: quem precisar de seu pres- mt
t'mo^qaeira dirigir-se a casa do Illin. *K
Sr. ifio Pinto de Lemos Jnior, roa SR
da Aurora >
Caixeiro.
Precs's-se de um jequeno para caixeiro,
da 14 a 16 annos, preferindo-se portnguez :
na ra Direlta n. US, deposito.
Aviso
O abaixo rssignado, vendo no Diario de 7
do prximo protegi, que Manoel-ie Souza
Pereira Jnior a'e asslgnaria daquelle da
em diante por Manoel da Costa Pereira, de-
clara que este senhor queira mudar para
outro nome ou augmentar mais algum, oois
que o abaixo assignado nSo o pode fazer
porj se ter assign>do em pacis pblicos
e papis de circumstaucias fra da provin-
ca. Manoel da Costa Pereira.
Aluga-se urra casa terrea com sotSo,
ou um andar de algum sobrado as seguin-
tes ras : da Aurora, di Uni3o, do Hospicio,
do Aterro, e praca da Bea-Vista : annuncie
O abaixo assignado faz sciente ao res-
peitavel rublico. que o Sr. Antonio Jos Ro-
drigues Porto desde 5 do correte deixou de
ser seu caixeiro.-.Francisco Maciel de Souza
Convida seso Sr. do engenho de Tim-
be, Francisco de Paula Paea Barreto e seu
Gibo Brasiliano Francisco Paes Barreto a tra-
tar na ra estrella do Rosario; desta cidade
de negocio que moito Iba diz respeilo, com
o Sr. Jos Moreira da Silva.
A empreza de aceio, limpeza e ir-
rigado contrata fazer aterramentos de
alagados que eitejam dentro das fregue-
zias de S. Antonio e S. Jos e por precos
razoaveis: a fallar no escriptorio da em-
preza, caes do Ramos n. H.
Da-se 208 de alugnel por urna preta
captiva que saiba t.ozinhar, .para casa de
pouca familia : no largo da Assemble'a n.
12, tereciro andar.
O abaixo assignado, professOr particu-
lar, residente no terceiro andar do sobiado
n. 58 da ra Nova, partocipa ao res.->eitavel
publico e mxime aos Srs. rais de seus dis-
ci ulos, que asaubs de primeiras lettres,
latim e francez, comecarSo a funecionar
desdeo-lia lude Janeiro do corronle, e que
continua como denles, a receber alumnos
internos e externos, para sorom leccioDa Jos
as supraditas disciplinas.
Joso Mara Machado de Figueiredo.
mercial: quem do seu prestimo precisar, ou
annuncie por este jornal, ou entao dirija-
se ao pateo do Carmo n. 9, que se dir com
quem deve tratar. Assegorando a mesma
pessoa o sea comportamento, do qual dar
badorns.
Preclsa-se de orna ama f.rra para to-
mar conta de urna crlanca de 6 mezes, paga-
se bem : na ra dos Pescadores n. I.
Aluga-se a casa terreada ra dos Pra-
zeres, onde morou o Sr Dr. Culeco : a tra-
tar com o Sr. Jos Cameiro da Cunba.
-- Fugio de bordo do bngae Conceic3o, a
25 do mez uroximo passado, o preto escra-
vo, porm de necio Moeambique, com 40
annos de idade, pouco mais ou menos, ros-
to comprido, nariz chato, bigode e barba na
pona doqueixo ; sabio com calca branca,
camisa dpalgodao riscadu e chapeo de el-
tro cinzento, passeia no bairro da Boa-Vis-
ta : qoem o apprehender, dirija-se ao es-
criptorio de Manoel alves Guerra, ra do
Trapiche n. 14, onde ser recompensado.
Precisa-se de urna pessoa sem familia
para criado : a tratar nos Coelhos n. 2, so-
brado de Um andar com 7 jnellas de Trente,
antes deebegar o hospital deearidade.
-. O abaixo aasignado fai ver ao respei-
tavel publico que codlproo a loja de louca
isU na ra do Rngel n 30, aos Srs. Ramos
& Silva, llvre de tola e qualquer transaccSo
tendente a mesma.
Matbias Jorge da Silva.
An la passeando pelas ras desta elda-
de e seus arrabaldea um escravo preto de
oome Julio, marcado com um antigo taino
oa testa, provenidle de um couce da caval-
lo, pernal arqueadas, sendo urna mais do
que outra, e julga-se que tem um meio cir-
culo ("arca de Mossambiquej entre as so-
branceras : quem o pegar e levar a ra do
Trapiche n. 5, armazem de assucar de Brit
& Peixolo. ser bem recompensado.
O abaixo assignado avisa a todas as
pessoas que tem penboree em seu poder,
que os venbam tirar at o fim do corrente
mei de Janeiro, e nao o fazendo pasaa'a
vndelos para pagamento do principal e
juros.Manoel Ferreira da Silva Maia.
Precisa-se deum menino para caixeiro
e tambem de discpulos para aprender o ofli-
cio de marcineiro, dando o mestre o sus-
tento: quem quizer, dirija-se a ra da Ca-
deia de santo antonio n. 18
Francis Burden, subdito ioglez, retira-
se para Europa.
Fugio na noite de 29 de dezembro pr-
ximo passado, a preta Maria de nacSo An-
gola, com os signaes seguintes : representa
ter de Hade 35 a 40 annos, alia e magra,
beicos grossos, olbos fondos, semblante falo,
nariz grossp, toce constantemente, eostuma
embriagar--,,-, toma tabaco, levou vestido
de chita com flores ama relias, e ama trouxa
com mais rouoa, tem sido vista pela C: pon-
ga e Manguinho ; protesta-s com tolo o ri-
gor da le contra quem a tiver oceulta, a ro-
ga-seas autoridades policiaes cepita, s de
campo e n.ais pessoas do povo a apprehen-
eSoda dita preta, e leva-la ero Fora de Por-
tas, ra do filar n. 56, qua sero recompen-
sados.
O abaixo assignado declara quo d'ago-
ra em diante se as'sigoarPedro de Alcn-
tara Poixoto do Miranda Veras.
perfaicoada "pelo Dr. PMlipi.-fi- Sobre aemenle
aperruchada pelo Dr. Philipi coutloaedo.7- Se-
ment da aleodSo Banana.8- AlsotJo seda
Algodle .nullifloraMonev-Buah__10- Sobre ve-
"dadee de semental de aigedio da Dr. Philips.
II' O raipador a aemenle. de atgodlo.12- Aadk-
farenlee variedades da emeeta da algedao.13-
b.pecalarao de eementas da algodSo.14' Loaros
era agricultura.- -15- Pl.iutajio do algodlo das ill.as
do mr.16- E.utistica do algodSo dea Hu do
mar.17- Plantatao do algodo das ilhai do mar
CAPITULO IV.
Molestia a ioieclot dsairuidoree da planta da
algodSo.
! Sobre alrgala do algodia da resilla doBow.
2' Sobre a ferrogem pata profntorllarper. I- O
buo ou lrgala das meCaes.-A- O biao cortador.
> S'.ure a deitroiclo da bartraleta do algolSo.6'
O buo daa mac.s, e a molaslia de algudao a que
seda o nome.da sore-ahio na meaeirs inglesa.
7- O psasaroa eoolra oa iuiaeloa.8' Oolro iono a
fasor doa penaros.9. A ferrogem varoielha, e a
ierroaem Uigoeira.10- Algodao aaol.II- A po-
drida ateca no elgodio.12- A podridla ao algo-
dao.
CAPITULO V.
Analyse da planta do algodao com relela a apph-
cacio dos esirumss ale.
1' Analysa da tmanle a de pierna do algodl
aheplierd.2- Aualy.e de planl do aigojao ,
rn*cc0ee relativa a tua cultora, pe. Tliomaa J.
Summer.V R.lalorio sobre a snalyw do algodlo,
e seu. terrenos por Menra. HigEia-ao Bickell
CAPITULO VI.
Consamo ds algodao a IraQee do algedlo.Tra-
fico ,1o alsodS de 1825 a 1850, pelo pr.feesor
mc. kay qoe foi da oniveraida 1a da Georgia.
1' S.iceas de panno de elgodlo.2a Camas da al-
codSo, boa idea.3' Novo amprego para o alsodSo.
4* Saccaa a cobertores de panno de algodlo de casa.
5' Aparelhea de algodlo para oe avias.__6-
Papel de casca de algodoairo.7- Ule* do aereaste
de elgodao.8' Semanle de elgodle como aalrume.
9' Porros anslentadot rom .emente, de algoatto.__
10' Semantaa de algodao.11- S.intua do algodao
para ansenlo de earueiro..12- A sement de al-
goJSo para o.lento do gado.13' O trafico do al-
aodso de 1825 a 1850 pelo profeiso. Mc. Kay.14-
Cauhamo da ha.te do alaodoeiro.
CAPITULO Vil.
Carie do secretorio da oslado.
Traoimitlindo orna noticia acarea dos direitct o
dos reglamenos dai aliso daga, aiiplicavais ao al-
godlo americano.
CAPITULO VIII.
Ilitloria do alaodlo o do anganho de algodlo.
1' Breve hiatoria do aigo'lo__2' Sobre o enge-
nho da algodlo olroduee,lo do algodlo per Tlie-
mar Spaldioa.3' Nalhaa Lyn___l- Onaam do
engeulio de algodlo.5' Etlntitee do aigedio.6'
Euganlio da elgodlo a parlanos da enfardar.7-
Historie do engenho da algodlo. Eli Whileey.
As>ignt-ae eeta obra na linaria da praca da In-
dependencia n. 6 e 8, a 55000 rt. cada .templar.
LuizLucien Poulain vi Earopa
A mesa regedora da veneravel ordem
lerceira de Nossa Senhora do Monte do Car-
mo do Recife faz sciente a todos os parantes
e amigos dos nossos Tallecidos irmSos, cu-
jos restos mortaes ainda se echam as cata-
cumbas da nossa o'dem.que sendo queiram
podero deposita-los em algum outro la-
gar, pedindoa mesma mesa qoe esta remo-
cSo seja feita durante o prazo de om mez a
contarda data deste, depois do qual, para
aquelles restos mortaes quo nSo forera a$-
sim removidos sera feto as expencas da or-
dem para lugar ja tomado em deliberacSo
eus uma mesa conjuncta, pois tendo de sedar
principio a edificarlo do nosso hospicio,
convem serem demolidas ditas catacumbas
por ser o lugar mais adrede para om lio
po estabelecimentoRecife 10 de jansiro
de 1859.O secretario,
Fraecisco Lopes da Silva.
Joaquim Jos Loiz de Abreu retira-se
para fra do imperio, e con quanto julgue
nada dever a pessoa algasia, todava se al-
guem so julgar seu credor, aeresente a coi-
ca para ser sstisfeito. Oeixa como procura-
dores em su ausencia, em primeiro logar o
Sr Justino da silva Boavista, e em segundo
a Sra. Rolinda Maria dos Res.
Precisa-se de urna ama para casa da
pouca familia, para cozinhar e eugommar :
na ra da Praia n. 46, armazem.
Perdeu-se no- dia 6 do corrate, do Ca-
bo at as Cinco Puntas, em um des wagoes
de primeira claasa, urna luneta de dous vi-
dros com aros de oero : quem i tiver adia-
do e quizer restitu-la, trija-ae a ra da
Cruz n. 33, qoe ser recompensado.
Ao abaixo assignado, morador na ci-
dade de Cixias, provincia do Maraabld, fu-
gio em H ae setembro de 1855 om escravo
uerieoceme a seus eatiades, filhos le seu
antecessor o finado Francisco Jos Cont, o
qual cbama-se Jos Camunla, tem a cor
bem retinta, idade presentemente 47 SO
aunos, hesecco do corno, coa? poeca barba,
tem a testa um Unto grande e as psraas al-
guma cousa finas e compridas, os ps es jar-
rados, e um delles com a eabeca do dedo
visinho ao mnimo torada, tem igoalmenta
pelas costas signaes de relbo, a a ligara be
de bonita vista : qoem o entregar oa OMatno
participar por carta a sua captara as abaixo
assignado, na cidade de Caxiaa, M Ba lo
MaranhSo o s: JoSo Pedro doa Saatos, ser
bem recompensado do seu trabalhe, a jun-
tamento das despezas que houver feto.
Joaquim Jos Gomes
O abaixo assignado, socio da casa eom-
mercial deCarvalhe di Irmao, estabeleoida
.esta pra;a, fas publico que, em conaeqoen-
cia da morte de seu irm3o e socio, francis-
co Gomes de Carv. Ibo, est a mesaaa casa
em liquidacao. Recife 1. de Janeiro de 1859.
Bernardlno Gomes de Carvtlbo
Precisa-se de um pequeo portuguez
para caixeiro de loja de miudezas : no ater-
ro da Boa-Vista n 82.
JOUVTN VBRDADEIaUS.
Sabiraoa bontem da alfandega as verda-
deiraa Juvaa brancas, pretas e de cores para
hornera, e brancas para senhora, da verda-
deira fabrica de Jonvin 4 Futios, e se ven-
dem a 2 100 o par : no aterro da Boa-Vista,
loja de miudezas n. 8i, confronte a matrii
AtfeiiQo
O padre Francisco Verissimo Baadeira faz
constar aos Srs coronal Htnriqae Merques
e sen filho Belmiro da Silveira Lias, que be
falsisslma a noticia qoe Ibes dera alguem
ea o engenho Matapiruma, de taver elle
fallado mal de suas pessoas publicamente na
villa da Escada; por quanto nSo lbe falta-
do ainda a precisa coragem para sustentar
os seus actos, quando pratica, perante a au-
toriJade, qualquer que ella seja, nao toma
tambem a paternidade de um facto, que um
infame e vil calumniador lbe attribue com o
nico fim talvaz da prestar calculadamente
servicos a alguem malquistando-e com
pessoas com quem eutretm relscfles de
amizade, nlo bavendo nenbum motivo de
qoeixa, se.i > de gratidSo. NSo dar de sa-
tisfago mais urna palavra, para que nSo
pareca desculpa, o que be innocencia, e aca-
ba rogando que ae persuadan! desta ver-
dade.
He cbegido i loja do Leconte, aterro da
Boa-Vista n. 7, o excelloote leite virginal de
rosa branca para refrescar a pella, tirar pan-
nos, sardas e espinhss. igualmente o afma-
Compra -sa no armazem de materia":
na ra da Cadeia Ue Santo utuuia 17
bumbovelbo.
~ Compra-so no pateo do Carato, taberna
n. 1, um braco de balance graade ceta 4 ar-
robas de pesos. ^^
Cotnprem-se o peleo da 8. H4n a g,
escravos de ambo* o* wxoe, e vetaste ee **,
preta de habilidades. ^
Compra-se uan porclo de each'aB 4a
mangue que se achia no becco Jtrfr >ate i
Clsa da assembla junto a prensa do hr Ma-
noel Ignacio, qoem for aeu dono e os ai-
xer vender dirija-se a rea dos Ouarteis
dara 18, que achara cota
tender.
pa-
q*aai aeen-
"* Vende-se urna escrava anoaita, de Ig
annos de idade, bonita figura, aiuito rafeew-
ta e sadia, e Cuse SolTrivelmenlo ; aa raa lm
Caea do Recife n 48
Veade-se ama eserava por aonte li-
dra. crioula, que sabe fazer lodo eervaM
?'.or os ;.q,ur" pret"a*r'dirt*- *
Ven Je se um carro aovo 4e trabaaktMr
ni eacadinha, muito barato ; a t-aUr na r .i
de Djiningos Pires, sitia de Maaeet Joaataim
Carotiro Laal, com o fraoces Giazes.
JemesCrablree 4 C tea asara mal..
em seu armazem. ra da Crux a i, aaaaae-
riorchampagoeemgigos de atoa duxiaUe.
gar.-aias, assim como de duis darte a ta
molas ditas ; Igualmente veo lea -iiMiu
lio de vela qea Ua violo a Me nterea-le
Veoe-se urna negra de boa figura, taue
resresenu ter So anaos. a cjual coieha.ii-
gomma e faz doce de todas ea iMlidahai.
tudo eom perfeicao : no aterre da etee-Tis-
ta, luja de fazenlas a 4, se dir vea le
Vende-se urna sacra va criosiU, aeeca
sabe cozinhar, lavar, eagoaaar eceaatareaim
perfeicdo, nao lea vicios e be recotaida: aa
roa do del, casa tarrea Jante ae aehreta do
Eliaa Baatau, de eaaahia al S aeras, e le
urd das 3 em diaate.
-- No sitb) doaoaioado Cafaad, ae ae-
trala de Joao de Baroa, veaee ee aaaa .-
telli bastante gorda : qaaeta a rreleal-r
dirija-se ao mesmo sitio. '
Ven Jem-se 9 ptimos carpiaas. I boa
pedreiro, e 4 escravos fortes e boattos, t es-
cava que engomma perfoiuaeaata ceai-
ube, t mulaiinba reeoihida e coa eigaaaa
b.b.lidedee, a negras aaees a I** esta
urna: aa ros Oiretta a. M.
~ ** "* rrialiaba a tt a IS Me-
nos de idade, coa praUea da eataaaa Uva
de sabio, e tea priocipio de costara, ac-
tivo te ser vendida be pelo senhor precisar
de dnheiro ; os pretndanle aaodea diri-
gir-se ra Imperial, taberna ja ate a fabri-
ca da ssbSo, que ae Jira que a veja te.
Vea lem-se ve cea a e vitadas da eaaai-
leotes qualidades, filbas do ataale. a alga-
mas prximo a parir ; aa Passageana de Ot tt-
da, sitio de Carvalbo Siqaeira.
Cavallo.
Vende-se ua bom cevallo a Halo: aa r-
ebeira junto e casa do Sr. Dr. Ser
prego com modo.
Vendem-se dore
imperio, ea seus vivaros, te dea jeataM sa
vende por roeoor proco, e cacarea da cades
que criamam de Hamburgo! ao sbrelo de
ra de S. Francisco eoaj quoot val -arj a
ra Bella n. 8. ^^
Veade-se urna casa terrea aa* birrro da
Boa Vista na raa do Otiisbo a- I; je***
pretender, Uinja-ae ao atorro ele aaaa Ti ata
a. 7 J, que actur com qaaeaa tratar.
/.iquidacao
Vende-se anuiio aa coau atara
armacSo e mais perteaess ata I
de HorUs n SI ; a tratar ota
tana, ou no aterro da Boa-Vista,
quina o. 42.
Domingos Alves Matliens, teaa para
vender dm seu armazem da na do Aaa-
riin junto a casa dos Srs. Tasso Irmao
os kseguiutes artigo :
Algodao da Babia proprio para sacos.
Farinha de mandioca saceos grande.
Vmlio do Porto superior can caixas <
barril.
Oito superior, muscatel e naalvazia.
Fumo da Babia em foi lias.
Enxadas portuguesas.
Pi-egos portugueses de varias
Superior alvaiadeeanbaarrssdeii
Ricas moliilia de moga*.
K ou t ros mui tosa rtigoi que vea>tirra' pe
mdico prero.
BaratimlM
para fechar ftcturus
IR6AI JlS de liados padroos e qaa-
Itdalei inferiores.
i rite
teheraa
K
francezu de
de atbs
Cfi
CnlrllOS de pelas p
moito galantes e coaaodos pan a
senhoras na preanle estacio
BOHZBGIIS perases^bora.
mens de vahas qualidades.
VESTIDOS de phenta...
qualidades e variados gostos.
CaUmiBu,^.^..,^
quinas de carabraia, fusilo, seda e valla ta.
osjrtimeato maior quo existe ae tavercatta.
UU JjUaaVa) e aia'Urtos 4a todas as aaa-
lidades, vedea se todos estes sruMe par
precos muito commodos. para fechar baa-
ras : na raa do Crespo loja a asare*la a. 4.
A'.loj* de jntomu
Frsncisoo Pereira raa de tVeaaa a. 4, esa-
bam dpcbegr|de Paria os sagaiatos b-
jectos
GAP AS* mantas, sbrate do* o espetes
militares de varis os gostos; hea eeao
a variadlssiaoo sortiasento de petatoU ata
panno, seda e fazendss levas piepilaa
verto.
B01H0DS
horas, sjrttoa
ae ha ao enere
CHPEOS a.
' raaaue
ato nico
tala avelludada pira
senhoras, os mtis ateos ea quali Jadea a aas
mais delicados em gostos qaa toa aesaare-
ci lo ea Pars.
CHAPEOS.... o**.
chapeo para harnea o que ha de taait aw-
dernoem Parse Londres.
PERFI1R1AS
bn oupoleondes >arfu
do oleo baboso para limpar e fazer crcsccti, qu* li la les eapplic.cdes Todos
os cabellos; assim como p imperial do li- '-
rio de Plorenr; para bertoejas e aspendader
da pelle, conserva a frescura eoevelludado
da primavera da vida.
verttadeiras da t>-
aa >arfuarrs, de totas ss
. rliccdes Todos estes .da-
jectos sSo obelados de rreseo e vaadia-
mu r.zoavelmente, por serea iaaortaestx
dtieettmeote para o esUbaleeiaaat > oa
que seacbam.

-^s


. ..
Cheguem
ao barato.
Na loja ao pe do arco de Santo Antonio.
Ricos mantelete pretos do ultimo gosto,
Garrafas vasias.
DIARIO DE P1KNAMBCO QUARTA FE1RA 12 DK JANEIRO DE 1859.
Vendem-se gigos com garrafas vasias: no
largo da Assembla junto ao trapiche do al-
godSo, armazem de Andrade & Campello.
Espartilhos francezes.
Vendem-se espsrtilbos francezes de mo-
las, de carretela e de ilbozes para entiar, :o
melbor que se pode encontrar neste genero,
na bemfeitoria e na commodidade a quem
usar deltas, pelo baratissimo prego de 6,
por prego commodo, chapos (de toucado) 61500 e 79 na na do Queimado, na bem
Y
para senbora, pelo diminuto preco de 129
rs I3azinba muito fina prouria para eticas
e paletots a 750 rs. o corado, manteletes de
fil de llnbo proprios para as senboras anda-
rem em casa a 23300, ISa sed para vesti-
dos a 500 rs. o covaJo, cassas de cores a 200
rs. o covado, ditas organdiz a 600 rs. a vara,
cortea de ISa com 12 covados a 39, cbalim
de seda com 4 palmos de largura a 800 rs. o
covado. franjas de algodao para toalha a 100
rs. a vara, alpacas de seda para vestidos,
moito bonitas a 800 rs. o covado, ros fitas
de seda, eontras fazendas, que estarSo pa-
tentes aos compradores.
Loja da' boa aui .
Vende-se por prego que faz admirar riqusi-
mas filas lavradas de todas as cores e larguras, fi-
las lizas com poma e sera poma, bicos brancos de
seda de rauito lindos padroes e de todas as largu-
ras, iramoias abarlas de linho para babados a 120
e 160 reis a vara, jarros para flores a 2,000 reis
o par, atacadores ou enfiadores de seda de todas as
cores para vestidos, ditos proprios para espartilhos,
tizouras de todas as qualidades as mal- finas que
he possivel enconirar-se, agulheiros de marfim e
ou iras muias qualidades, filas de velludo de todas
qualidades, bolcinbas decamurga muila lindas para
meninas de escola, frasquinhos com cardinal a me-
Ihor cousa que lem apparecido para tirar nodoas em
qualqoer qualidade de fazenda, pelo muilo bara-
to prego de 2,000 reis, trancinhas de seda de todas
as cores muilo lindas proprias para enfeitar rou-
pinhas da meninos e meninas, e ouiraa rauiss-
mas cousas que se afianca vender-so ludo por prego
baratissimo : na ra do Queimado na bem co-
nbecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
sporas e d-
minos
Vende-se os muito divertidos jogos de visporas
pelo barato prego de 1,000, e 1,500 reis, e os de
domin a 1,500 reis : na ra do Queimado na
bem condecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Para mscate e boce-
teiras.
Vende-se caixinhaa com 100 sgulhas francezas
sortdas de muito boa qualidade a 160 e 200 reis,
caizinhas muito bonitas com grampos muito bem
Teitas a 80 e 120 reis, biquinhos e rendas eslreitas
muilo bonitos a 800 reis a pega com 10 varas,rar-
toes^de clcheles francezes a 50 re>s, tesouras finas
para costura a 1,000 reis a duzia, boles para ca-
misa a 160 reis a groza, pentes muilo bons para
aligara 1,280 reis a duzia, ditos muito finos para
coco a 2,000 reis a duzia, caivetes muito finos
para aparar penas a 2,000 reis a duzia, eslojos
com navalhas muito finas para barba a 500 e 600
reis, ditas sem estajos a 320 e 400 reis, pegas de
filas de laa de todas as cores com 13 varas a 180
reis, linhas de miada cabeca branca e encarnada,
ditas de novellos de muito superior qualidade de
cores e brancas de todos os nmeros, fitas de seda e
de retroz, alfinetesem cartas e em caixinhas, e lu-
do o mais que be necessario para completo sorti-
mento e por prego que deixa grande interesse a
quera comprar para tornar a vender : na ra do
Queimado na bem conbecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
He bom e mus
barato.
Vende-se facas e garios muilo finos com cabos de
ossos rolicos e oitavados muito bem polidos, pelo
baratissimo prego de 3,'20O rs. a duzia, ditas com
cabos cravados tambem muito finas a 3,200 reis,
ditas fmissimas com cabos de chifre de viado a reis
4,500, ditas de cabos de balangos o mais fino que
se pode encontrar a 6,000 reis, ditas com cabos
pretos a 4,000 e 6,000 reis, ditas com cabos de
marfim, trinchantes de todas as qualidades, colhe-
res de meta' principe de muito superior qualidade
para cb e sopa a 3,000 e 5,500 reis a duzia, di.
las para terrinas a 3,000 reis cada urna; e outras
muitissimas cousas que se vendera baratissimo, na
ra do Queimado na bem conheciJa loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
FEI.U0 PRETO
Vende-se feijSo preto moito novo: no ar-
mazem de Andrade & Campello, no largo da
Assembla, junto ao trapiche do algodao.
OLEMOS SUSSOS,
os mais frescaes que existem : no armazem
da Andrade & Campello, largo da Assem-
bla, junto ao trapiche do algodao.
Pentes de tartaruga e ou-
tras qualidades di-
versas.
Vende-se pestes de'lartaruga de gostos intaira-
raenie novos e fornidos para coco, pelo baratissi-
mo prego de 4,000, 4,500 e 5,000 reis, ditos
muito ricos tambem de tartaruga imperatriz pa-
ra diversos precos, ditos de balea que muito se
confundem cora os de tartaruga, pelo barato
preco de 1,000 rs., ditos de todas as qualidades
para alizar, ditos de todas as qualidades para pio-
llios, ditos di traveseas de bfalo e tartaruga, ludo
por prego que oingnem vende: na ra do Quei-
mado na bem conhecida loja de miudezss da boa
fama n. 33.
Para meninos.
Bonets do gorgurSo de seda furta-cores,
obra de muito gosto a 49; na loja d'Aguia
Branca, na ra do Queimado nos quatro
cantos n. 16* A granue extraccBo quo elle
tem tido, e a pequea quantidade que resta,
faz-nos dizer que quem nao se apressar li-
car sem elles, por isso apparecam boje
mesmo quem quizer dn as festas aos seus
pequeos.
CHEGA IPARA TODOS.
Na'loja de Campos & Lima, ra do Crespo
n. 19, ha para vender ama poroSo de gros-
denaples de cores para vestidos a 19 o co-
vado, dinheiro a vista.
Attencoao
ato.
conbecida loja de miudezas da Boa Fama
n. 33.
Aviso.
To arazem do Adamson Hovrie & C, na
do Trapiche n. 42, vendem-so sellins para
hnmem e senhora, arreios pr:.tiailos para
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavello. e.
Chales de tou-
I quim.
Vendem-se ricos e supeiiores chales de
touquim bordados em daas ponas, fazenda
muito superior e ltimamente chegados a
509: na roa do Queimado n. 22, na bem
coobecida loja da Boa F.
Aviso importante
Vende-se nm carro americano mu to forte,
pintado e forrado de novo e com gosto, pode
andar com um ou dous cavillos, be proprlo
para algumSr. negociante que more em si-
tio, e que teoba devirao Recife todos os
das : a fallar no aterro da Boa-Vista, loja
de miudezas o. 58, o carro be de construc-
g3i> igual ao do Sr. M. Gongalves da Silva.

--- Venderse ura excellente escravo, bo-,
nit figura, que servo para boleeiro ou para
pigem, por ser branco a tratar na ra do
Queimado n. 27, loja.
Carro novo.
Vende-se nm excellente carro inglez, no-
vo, para 1 e 2 cavallos : na ra de Santo A-
maro (Mundo Novol n. 6,
Vonde-seum boi muilo gordo e manso,
muito novo, de carroga, por poueo dinheiro, o
motivo da venda se dir ao comprador : na padaria
da ra dos Pescadores.
-- Veniem-se tres casas, sendo duasna
Nova agua de malabar
Vende-se esta agua a melbor que tea ap-
parecido para tingir o cabello suissas de
preto : na livraria universa 1 ra do Collegj'o
n. 20, d-se junto um irapresso gratis ons
nando a forma de aolcar.
Enfeites para cabecaSi
Mu modernos o delicados enfeites de flo-
res, fitas, plumas e frocos para senboras] a
69. 89 e 109 precos rstes baralissimos a vis-
ta da perfelgSo e bom gosto com que sSo
elles acabados, assim como outros pretos de
ra de S. Jos ns. 2 e tendo a da esquina \ vedrilhos obrado apurado gosto o
m....-0 E?-"?7_recliric,d0' U|T1" na ra monte modernos e pelos diminutos precos
de 49 e 59 ; para qualquer nessoa se certiti-
de Santa Cecilia na esquina n. 27: auem
pretenler, diri]a-se a ra do Crespo, loja da
esquina que volta jara a ra da Cadeia, que
achara com quem tratar.
Cognac
Cognac superior era caixas de 1 duzia,
vende-se em casa de llenry Brunn & C. ra
da cruz o. 10.
CAMAS DE FERRO.
Vendem-se camas de ferro superiores com
assento de lono, como bem pequeas a im-
tacSo de bergo : na ra da Cruz do Recifa,
armazem n. 5o.
passas novas.
Vendem-se caixas com passas que devem
desembarcar hoje : no largo da Assembla
junto ao trapiche do algodSo, armazem de
Andrade & Campello.
Em casadeRabeSchmettau ACompanhia,
ra da Cadeia n. 37, veudom-seolegante
pianos do afamado fabricante Traumann
de Hambumo.
Cavallo.
Vende-se um excellente cavallo para car-
ro ou cabriolet : no Mundo Novo, coebeira
do Sr. Jos Pinto da Motta.
Vende-se um escravo bom official de
pjdreiro : na ra Direita n. 3.
A 6*000 rs-
Vendem-se saceos com farinha de man-
dioca a Iva e fina, sola e sebo do Porto refi-
nado, em caixes ; a tratar na ra da Ca-
deia do lrcife, loja n. 61, com innocencio
da Cunha Goianna.
A boa f.
Cambrala lisa muito lina a 59 a peca com
8 1|2 varas, dita muito fina a 69 c 69500 a
pega com 10 varas,-dita grossa propria para
forro a 2/500 a pega com 8 t|2 varas cam-
braia muito fina com ebuviscos a 90o rs. a
vara, a 79a pega com 8112 varas, cambraia
franceza muito fina com ricos padroes a 700
rs. avara, nrgandy muito fina a 700 rs. o
covado, be rege de seda co -. quadros a 640 o
covado, cbaly liso muito fino de lindas co-
res que rivalisam com grosdenaples de co-
res a 700 rs. o covado, dito com listraa e
quadros de seda a 800 rs. o covado, chai;
com Dores e listras de seda de pairos in-
teiramente novos a 19 o covado, grosdena-
ples de quadrinhos, fazenda muito supeiur
1940o o covado, ditos estreitos tambem de
quariohos a 19 o covado, grosdenaple liso
cor ae rosa e amarello a 29 o covt.io, dito
preto a 19800 o covado, tiras bordadas muito
finas a 3 e 49a pega *ntre-meios mnito finos
a 199200 a pega, ligas de seda muito supe-
riores a 19280 o par, ricos enfeites para ca-
bega de senhora a 59, chapeos de seda rica-
mente eneitados para senhora a 159, ditos
para menina o mais moderno que be possi-
v-l a 109, bonetes e gorras para meninos a
39500, pentes de tartaruga para atar cabello
a 59, ditos virados muito superiores im-
pera ir i z a 169, leques muito superiores a
49500, meias brancas de seda para senhora
a 3 o par, ditas pretas a 39, ditas brancas
pira meninas a 29500 o par. ditas brancas de
algodao para senhora a 3#600 a duzia, ditas
Inglezas muito finas a 59 a duzia, ditas para
meninas a 39 a duzit, ditas para meninos a
29800, ditas croas a 39 a duzia, longos bran-
cos grandes proprios para cabega a 400 rs.,
lengos brancos de cambraia de linbo com
bico largo de linho em volta a 29, ditos rte
cambraia de linho muito Gna bordados a 69,
gollmhas de cambraia muito fina borda I s
a I9200, cortes de cambraia pintada com 7
varas a 89, chitas francezas com padroes cla-
ros e escuros a 280 o corado, chales de ib-
rico liso muito fino, com franjas de seda a
69, ditos do merino com palma ricamente
bordade e com franjas de ISa a 79, ditos
muilo lios bordados a matiz e da mestaa
cor do chales a 99. ditos bordados em dus
ponas a 119, ditos bordados a velludo a 29,
ditos de cbaly muilo fino com listras de se-
da a 79, ditos estampados muito finos a 9s,
luvasdeseda para senbora 19280 o parj
ditas bordadas e enfeitsdas com guarniCSo
de bico de blondo a 29500 o par, ditas de
pellica muito frescas para homem e senhora
a 29 o par, ditas de torgtl para senbora a 19
o par, ditas de fio de Escocia para meninas a
200 rs. o par e alem disto nm completo sor-
tlmento de fazendas de todas as qualidades,
qne vendem-se moito barato: na ra do
Queimado n. 22, na loja da Boa F, que oara
commodidade das senhoras se conservar
aberla at as 81|2 horas da noite.
BARTHOLOME FRANCISCO
DE SOZA.
/lia larga do
,M E llfiTISS
VenJem em seus estabelecimentos da ra
Nova ns. 6 e 39, folha de Flandres pelos se-
guimos precos, a dinheiro i vista.
Marca IC 219000.
Dita IX 229000.
Dita 1XX 33/000.
Tambem venden a prazo pelos pregos que
se convencionar.
Cera de carnauba.
Cera de carnauba.
Sebo do Porto.
Sola e pe les de cabra.
Na roa da Cruz armazem n. 33.
Vende-se um preto perito distilador de
alcool, e conhecedor do alambique de De-
rosne ; d-se por preco commodo, com tan-
to que se) para eogenbo, e adverte-ae que
nSo be vicioso : na ra Direita n. 66.
Vendem-se verandas de ferro boas e bo-
nitas, para janellas de pestorias : na roa
Nova n 61.
Cofre- para guardar di
iili^iro oujoms.
Vende-se cofres para guardar dinheiro e joias,
pelo baratissimo prego de 59 e 57500 e 69000,
na ra do Queimado na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33,
Luvas para homem e se-
nhora.
Vende-se luvas pretas de torga! muito superiores
a 1,000 e 1,200 reis, ditas de seda de todas as
cores com ricas guarncoes e simples para senhora,
ditas de seda fio de Escocia e algodao, todas de
muito boas qualidades para homem, ditas de1 seda
para meninas e meninos por prego que por certo
nao deizar de agradar, a qualquer comprador : na
ra do Queimado na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
bar
Na ra Nova n. 8, Toja da
f Jos Joaqun. Mun eira.
Vende-se para acabar um resto de borzeguins
de cor da vao de Lisboa para hamem, pelo barat-
simo prego de 6,000 reis, ditos de pellica gaspea-
dos de lustre a 8,000, sapaloes de lustre francezes
com elstico a 6,000 reis, ditos de merino gas-
peados de lustre a 6,000 reis, ditos de bezerro
com elstico para homem a 5,000 reis, ditos de
dito para rapazes a 4,500, bandos de clina para
enehimenio de cabellos a 2,000, ricos enfeites de
cabeca para senhora, mapellinas de seda do ultimo
goslo e qualidade.casaveques de fustiio branco muito
bem enfeiudos, um lindo sortimento de luvas de
seda para senhora, espartilhos de carritel, pentes de
tartaruga de todas as qualidads, e precos ; chapeos
de sol deseda para homem, ditos mois pequeos a
imitacao dos de homem para senhora, golinhaa bor-
dadas para senhora, manguitos de puoho aberios,
chicotes, bengalas de canoa, e outras muilaa fazen-
das de gosto e qualidade, que se vendem por pregos
muito em conia.
Deposito de cera
Kua da Cruz, armazem a. 33.
Cera de carnauba a 109500 arroba, pellos
de cabra, meios de sola, velas de carnauba
simples e de composigSo, e sebo do Porto. '

n.
Kusario
56, botica, vende
Vermfugo inglez, em vidros.
Xarope do Bosque.
Pilulas vegetaes do Dr. Brandreth.
Arrobe anti-syphltico de L'Affecteur.
Ellixir anti-asmatico, em vidros.
Pillas contra sezoes e febres intermitentes,
em caixlnbss
Pilulas Hollovray
Ungento Holloway.
Salsa parrilba de Bristol.
Vende-se orna rede nova para quem
tiver vivelro, a qual melbor nao pode ser,
vende-se porque o dono tinha feilo para nm
viveiro, mas como agora o nSo tenba, por
isso be o motivo porque a veode; tambem
vende-se urna canoa de carretra para 3 ou 4
pessoas quem a pretender di'ija-se a ra
Direita dos Afogados n. 13, que se dir quem
vende.
CERA DE CUNUBX
DE i. e2.' SORTE.
A 10,500 e 11,000 rs.
No antigo deposito do largo da Assembla
n. 9, conlinoa-se a vender cera de carnauba
chegada ltimamente, pelos pregos ci
indicados.
f
Eixos patentes com rodas de madetra
oara carroga, para engenho de assucar : na
fandigSo do Brum ns. 6, 8 e 10
Vende-se superior linha da .'.IgodBo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Soutball. Mellor & r.., ra
do Torres n. 38:
Algodao monstro atoa
fotuta.
Vende-se algodao monsiro, com 8 palmos de
largura, muilo proprio para toalhas e leoges por
dispensar a costura, a 600 reis a vara, assim como
aioalhado adamascado a 19400 a vara : na ra
do Queimado n. 22,"na loja da boa f.
Vende-se em casa de S. P. Jonbston &
C, ra da Senzala .Nova n. 42, o seguinte :
sellins inglezes e silhots. relogios de ouro
de patente inglez, candielros e castigaos
bronzeados, arreios para carro, lonas mgle-
zas, fio de vela, graxa para arreios.
Caf vapor*
Grande sortimento de machinas para fazer
caf e*n um qoarto de hora, de riquissimos
modelos, aoprovadas na ultima exposico de
Pans: na roa Nova n. 20, loja do Vianna.
KA LOJA DA AGIA BRANCA
Bnd ijas e t Hieres
Veniem-se Dandeijas de folha sross i e
tintas muo finas em temos a 89e 99 e sol-
tas a 29, 2,500, 39, 3,500, 49, 4,500 59 e 69,
seus modernos molde e bom gosto de de-
senlio de suas pintoras deixa bem conbecer
quanto sSo ell. s finas e baratas por taes pre-
cos ; vendem-se tambem facas e garfos de
cabo de osso redondos, oitavados e crava-
dos a 3,200 e 3,500, ditas com cabo de ba-
leia cravadas e folhas finas a 3,600 e 49 a
luxia, ditas finissimas com cabos de veado,
de osso pollido e balei, o roeltior que se po-
de encontrar a 59, 5,500, 69 e 6,500 a dozia,
ditas com cabo de marfim e folha de ac a
129 e 149. ditas com cabo de osso para me-
ninos a 320 o talher, trinchantes muito fi-
nos a 2.500 e 39, colheres de metal principe
t3o Aasque se confundem com as de pra-
ta sendo Dar soupa a 5,500 a duzia e para
cha a 2,800, ditas octutiuagre a 1,600 e 19,
'('tas grandes e muito finas para terrinas a
39 cada orna : na loja da aguia branca nos
quatro cantos na ra do Queimado n. 16.
Paletots braneos
Vendem-se paletots de brim branco do li-
nho, muito bem feitos, proprios para a pre-
sente estagao, pelo baratissimo prego de 59
cada um : na ra do Queimado n. 29, na
bem conhecida loja da Boa F
Quenrquiser ter vestidos
de se t, he u roveitara
oecasio.
Venilem-se grosdenaples de seda de corea com
pequeo toque de mofo, a 800 reis o covado, ditos
sem nenhura defleilo, a 19300 o covado, aprovei-
tem a pechincba : na ra do Queimado n. 22 na
loja da boa f.
Camisas de meia.
Vende-se muito superiores camisas de rpeia a
1,000 e 1,200 reis ; na ra do Queimado na bem
conbecida loja da boa fama n. 33.
I'iileeiras de
froco
Vende-se muilo lindas pulceiras de froco das que
nwis se usam presentemente, pelo baratissimo pre-
go de 2,000 reis o par : na ra do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Capel las eramos para
noivas.
Vende-se finissimas e delicadas capellas e ramos
brancos para noivas, pelo baratissimo prego de rs.
6,000 : na ra do Queimado na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33.
Vinho Cherry e Madeira, em qoartolas:
vende-se na roa da Cruz n. 10, em casa de
llenry Brunn & C.
Chinas de ferro
Grande sortimento de camas de ferro de
todas as qualidades, por prego muito com-
modo : na ra Nova n. 20, loja do Vianna.
Vende-se nm cabriolet de duas rodas
com arreios e cavallo sendo este bom trota-
dor ou sem elle, conforme a volitado do
comprador : para ver e tratar na ra do
Brum n. 28.
Vende-se qnartolas de costado de ama-
rello. que serviram de deposito de azeite, e
que levam de 300 a 40o caadas : no caes do
lucios, armazem da esquina n. 1.
Leques muito finos.
Vende-se leques de madreperola os mais ricos
que se pode encontrar pelo barato prego de 129 e
159 cada um, ditos sem ser de madreperola porm
de gostos moito Undosa 2,000, 3,000, 4,000,
e 5,000 reis ; na ra do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Vendem-ie 80 pipas de agurdente de
21 graos : a tratar na roa da Cadeia do Re-
cite n. 29.
Milhoe farinha.
Vendo-se milbo ltimamente desembar-
cado, boro, em saceos grandes, por commo-
do prego, fariuha desuporior qmlidadea 79
o sacco, dito de alqueire a 8/, e em porcSo
fazer-se-ba algum abate : na roa da Madre
de Dos n. 32.
car da verdade do que fallamos dirija-se a
loj da aguia branca nos quatro cantos na
ruado Queimado n. 16.
Tinta para escrever.
Vende-se boa tinta para escrever, em gar-
rafas a 500 rs. : na livraria ns. 6 e 8 da pra-
ga da Independencia.
Alcool de 36, 38 e 40 graos, mais ba-
rato que em qualquer outra parte : na res-
tilsgao detraz da igreja de Santa Rita.
$ ATTENCAO'. @
sa Kissel, relojoeiro francez, vende .>
gk relogios de ouro e prata, concerta s
> relogios, joias e mnsicas, ja aqu be
\'ir conbecido ba tcuitos annos, habita S$
$} no pateo do Hospital n. 17. #.
o:5 Aterro da Boa-Vista 55
Casa de F. Poirier.
Vendem-se taboas de pinho de rezina de
I 11* el t|2 pollogadas de grossura, por pre-
go muito razoavel.
UMA ESCRAVA.
Vende-se um* escrava de i lado, rouito
robusta e sadia, coiiuba e lava bem ; trata-
se na ra da Cadeia do Recife n. 48.
-- Vende-se um famoso escravo crioulo
de idade 30 annos, bonVcanoero, carreiro,
e tambem trabalha em padaria. cor ter pra-
tica bastante, boa figura, mnito possante,
sem achaque algum, e muito fiel, e o motivo
se dir por que se vende : quem o quizer,
dirija-se ao sitio na roa de Jo3o Fernandes
Vieira, junto as casas do Sr. Bernardo Tei-
xeira.
Baifdejas fin s.
Vende-se tornos de ires bandejas muito finas e
de gostos inteiramente modernos pelo baratissimo
prego de 9 e 12#J00, na ra do Queimado
na bem conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
cobertos e descobertos, pequeos e grandes, de ou-
ro patente inglez, para homem e senhora, de um
dos malhores fabricantes de Liverpool, vindos pelo
ultimo paquete inglez: em casa de Soulhall Mel-
lor & C.
Relogios.
Vende-se em casa de Saunders Brotbera
& C, praca do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell, por pregos eommo-
dos e tambem trancellins e cadeias para os
mesmos de excellente costo.
~ Vendem-se rodas novas e boas para
cairo de passeio : na ra Nova n. 61.
la loja
das seis portas I
EM FRENTE DO LlVRAMEMTO
Cortes de seda com babados e com 27 co4
vadosa 209, ditos com 19 covados por 18,
ditos de ISa, fazenda nova, com 12 covados a
5?, manguitos bordados a 59500, gollmhas
finas a 19G00, ditos a 19. camisinhas com
golliohas a 29, lencos de seda encarnados e
brancos a 800 rs., fil de linbo preto de sal-
pico muito lino a 1200 a vara. D3o-se amos-
tras com peuhor; a loja est aborta at as
9 horas da noite.
3
[ Potassi da Riissia e
$5 americana
Jg Vende-se potassa da Russia su-
fig ncrior por menos do que em
$$ qualquer parte e dita americana
(]g superior de Ij.ii.iIo preco i 180
rs. a libra: na ra do Trapiche
@ i>. 11 armazem do Fonseca.
BONITAS EDE BOA QUA-
LIDADE.
Vende-se laa de rauito lindas cores e boa qua-
lidade para bordar pelo baratissimo prego de reis
8} a libra : na ra do Queimado na bem co-
nbecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
i
Leite Arthur & C, avisam aos seus
freguezes que s3o chegadrs as cami-
sas iuglezas de suas encommendas,
com pregas atravessadas o qne se es-
tSo vndenlo por commodo prego
na ra do Queimado n. 10.
a
CHEGEM AO
BARATO.
Nao se es-
panten!.
Vende-so couro de lastre, marca castello,
pelles moito grandes, com oro pequeo de-
feto a 29 a pelle.'!! na roa do Queimado
n. 33 A, loja nova de miudezas.
O Leite & irrno, conti-
nuara a torrar.
Ra da Cadeia do Recife n. 48.
Musselina toda encarnada, covado 220,
cambraia lisa muita fina a .'ijsoo, 49800,
59200 e 59600 a pega de 10 l2 jardas, brim
de linho para caiga, de bonitos padroes a 880
a vara, cortes de moia casimira a 39 cada
um, lengos de cambraia de linho a 39200 e
multo frnas a 49500 a duzia, chales de tou-
quim pretus. ditos de merino liso de todas
as cores a 49800 n bordados a 6/800, chitas
francezas cores Gxas a 220, 240. 260, 280 e
300 rs. o covado, madapolSo a 29800, 39200
39800, 49, 49200, 49800, 59, 5500 e muit
fino a 69 a cega de 20 varas, paletots de al-
paca mnito linos a 69, cortes de colletes de
cachemira a 19, espartilhos para senbora a
49. 69 e 89 e das modernas a 99 saias para
senhora a 19600, bordadas a 39 e muito su-
periores a M, golinbas muito bem bordadas
a 39500. manguitos e camisinhas muito finas
para senhora, cortos de cambraia do gaza
49. tapetes para sala a 19800, para porta de
sala a 49 e para cabriolet a 29500, meias mui-
to finas para hoijjfui a 39800 a duzia, ricas
colchas de damasco de seda a 259 e 329 cada
urna, cortes de cassa -4e lindos desechos a
a 29, boas chitas escuras e de lindos padroes
a 2i 0 rs. o covadv meias de todos os tama-
ito para menino e menina guardanapos a
49 a duzia, eca de cambraia lisa de 12 jr-
do, toalbas para mesa a 49. redes de palha a
69, e ha outras muitas fazendas que se ven-
de por barato prego, e de ludo se dar amos-
tras.
Be incrtvel,
Cambraias francezas depadrOes muito bo-
nitos, pelo diminuto prego de 400 rs, a va-
ra ; na ra do Queimado n. 22, na loia da
Boa F. '
Na roa da UoiSo, ultima casa do lado
esquerdo, se vende urna porcSo de obras de
labyrintbo, vindas do Cear.
Aviso aos senhores de engenho.
Cal nova de Lisboa, em barricas e em an-
coras, moito propria para conduegao de
agurdente ou mel: na ra da Cadeia,* de-
fronte da RelacJo n. 28.
As >erdadeiras luvas de
Jouvin.
A loja d'Aguia Branca acaba de receber as
verdadeiras luvas de Jouvin, vindas de sua
eocommenda, tanto para homem como para
senhora, afiangaedo-se que sSo as melhores
que em tal genero se tem visto aqu: ven-
dem-se a 2*500 o par : assim como outras
igualmente novas, e tambem mui boas a 39
o par. Quem aprecia o bom, he dirigir-se
roa do Queimado nos quatro cantos, loja
d Aguia Branca n. 16, que ser bem servido.
Na mesrr;a loja existe um grande sortimento
de luvas de seda de muitas e diversas quali-
dades tambero para homem e senhora, e a
pregos baratissimos.
Farelo, cerveja
e manteira.
ludo da melbor qualidade que exisle no mercado, e
por prego mais 'rasoavel que se pode encontrar:
no largo da Assembla armazem de Andrade t
Campello.
Tachas de cobre,
para engenhoca de assucar : na fuodigSo do
Brum ns 6, 8 e 10
Vendem-se barris novos de quarto, ar-
queados de ferro e nunca servidos
pela factura : na ra Direita n. 95.
O PREGUIQA ESTA' QUEIMANDO.
Na ra do Queimado o. 2. esquina do bec
ct do Peixe Fricto tem o Pregnica para ven-
der por baratissimo prego um completo sor-
timento de fazendas bem como sejam cortes
de cassa e se la de lindissimos gostos a 65C0
cada um, ditos de ISa e seda de lindissimos
gostos e superior qualidade a 79000 reis cada
um, cortes de cambraia branca com salpicos
a 39500, ditos de dita com Gores de cores a
39800, gangas mescladas de padroes e supe-
rior qualidade a 59400 o covado : chitas es-
curas e claras de cores lisas a 160,180, 200
e 240 reis o covaeo ; ditas francezas de lin-
dos padrOes e de excellentes pannos a 240,
260, 38Oe30O reis o covado, cimbraias ada-
mascadas para cortinados de camas pecas de
20 varas a II9OO0, gravatas pretas e de .co-
res com mola e sem ella a 800 e 1,000 reis
cada luraa, ditas com molas mnito daas a
'560o, lengos de seda com algum defeito a
800 rais cada um, gros lena pie de cer de boa
qualidade a 19800 o covado ; cortes de casi-
mira fina a 69, ditos de meia casemira a 29,
ditos de dita mais fina a 29600 cada um,
cortes de brim de linbo a 19700 cada nm,
ditos de dito branco com listras e de puro il-
nho a 19920 cada um,cortes de gurgurSo pa-
ra colletes a 3/000 cada nm, ditos de merino
bordados de lindos gostos a 49500, ditos de
cssemira preta bordados a 39800 cada um,
cambraias lizas de 8 varas 3,500, 4,000, 4,400
4,80o e 5,500 reis a pega, ditas tapadas com
10 varas a 4,000, 4,500,5,800, 6,500 e 7,200
a pega, cortes de organdyz fazenda muito
larga e Gna a 296OO ; alpaca preta com 6 pal-
mos de largura propria para samarras e ca-
pas de padres a 800 reis, lanzinhasde qua-
dros proprias para vestidos de senhora a 360
e 500 reis o covado, chales de ISa linos com
barra matisada a 49500, ditos de merino lizos
a 49800, ditos de dito bordados a 69200 cada
um, lengos brancos com barra de cor a 100,
12o e 130 reis cada um, chitas francezas lar-
gas para coberta a 240 reis o covado, brim
branco de listra de puro linho a 800 reis a
vara, dito de lindissimos gostos e superior
qualidade a 19440 a vara, dito branco mnito
Gno a 19280 e 19100 a vara, cassas de cores
de lindissimos gostos a 360 e 400 reis a vara,
mussullina com pequenu toque de avarla de
lindos padroes a 250 o covado ; dita sem va-
ria a 300 reis o covado, dita tod encarnada
a 220 reis o covado,dita mais larga a 320 rs..
casemira preta a 2.000, 2,200, 2,400, 3,500 e
49000 reis o covado, panno fino azul e cor de
rap de superior qualidade a 59 n covado,
dito preto a 49, 59. e 5f500 o covado, dito
azul proprio para fardas a 29 o covado. lengos
brancos pjra mSo de senhora de bico largo
e muito finos a 800 e 19 cada um, chitas es-
curas de tintas fixas a 5:200 a pega, alpacas
de seda de superior qualidade a 900 reis o
covado, pegas de cambraia liza com peque-
no toque de mofo a 29, ditas de bretanba
de rolo com 10 varas a 29, atoalhado largo
moito fino cosa bonitos lavores a 19280 a
vara, italianas, especie >'o cambraia pintada
de cores fixas e lindissimos gostos a 480 reis
a vara, cambraias francezas.de lindos pa
droos e excellemes pannos a 500 reis a vara
cassas pintadas miudinhas a 320 reis a varaj
luvas de fio da Escocia, brancas e de cores a
320 reis o par, cambraias napolitanas roas
a azucs do quadro a 350 reis a vara ou 220
reis o covado, riscadlobos francezes de qua-
dros a 180 reis o covado, bramante muito
largo a 29MO o covido, velbutina de todas
as cores a 720 reis o covado, meias cruas
para homem 160, 200, 360 e 400 reis o par,
ditas para senbora de todas as qualidades,
paletots de alpaca preta a 59, ditos de meia
casemisaa 89, ditos de panno preto e de cor
a 109, luvas de seda para senhora a 19200 o
par, ditas de seda bordadas de lindos gostos
a 2I20* o par; e outras mnitas fazendas que
se deixam de mencionar e se venderSo por
baratissimos precos e se darSo amostras com
penbores.
tispelhos grandes
Vendem-se espalhos grandes para parede
com bellas molduras envernlsada* e donra-
das e vid ros mui finos e claros a 49 e 5/ : na
loja da aguia branca nos quatro cantos na
ra do Queimado n. 16.
Vende-se um mulato de 16 annos de
idaao, sem vicio nem aehaque algum, ex-
cellente pagem, e proprio para todo o ser-
vico pbr ser muito iotelligente: para ver
tratarj na ra da Cruz do Recife n. 46, pri-
meiroaadar.
Vinho Bordeaux.
Em casa de Henr Brunn & C, ra da Crnz
n. 10, vendem-se as seguintes qualidades:
Chas Lafite.
Cbat Leowille.
dem Larose.
dem Margaux.
It. Jullea.
It. Jullea Ckbirrus.
9ECA1ISI0 Pili HftK
110.
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN.rvA
RUADOBRUM.PASSANDOOCHA-
FARIZ.
ha sempre". umlgranaesortiasento los se-
guintes obiectos de mecanismos proprios
para engenios, a saber : moenda e meias
moendas da mais moderna construcc3o; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
Jualidade e de todos os tmannos ; rodas
entadaspara agua ou animaes.de todas as
rroporeftes; cri vos e bocea de fornalha t
registros de boeiro, aguilhOes.bronzes, pa-
pafusos e cavilhoes, moinhos de mandioca,
te. etc.
NA MESMAJFUNDICA'O,
se executam toaas as encommendas co, a
superioridade ja conhecida com a devida
presteza e com odidade em preco,
Labyrinthos.
Ricos lenges para cama, toalbas redon-
da se deponas, saias,fronhas, bicoseren-
das largos e estreitos, para todo preco : na
roa da Cadeia do Recife n. 60. primeiro an
dar.
agencia
da fundico JLow->low,
ra da Senzala Nova
n. 42.
Completo sorti-
mento de perfumaras
francezftse inglezes.
Vende-se a bem conhecida o acreditada agua de
Colonia do Piver, em frascos grandes e pequeos
garantindo-se a qualidade a 500 e 1,000 reis, dita
muito boa inf,leza ainda superor a do Piver, a 19
o frasco, sabonsies para barba a 1,000 reis a du-
zia, canudos de pomada franceza muito lina a reis
100 a 100, ditos rouito grandes e de superior
qualidade a 600 reis, opiata ingleza para os denles
em caixas de porcellana e muilo grandes a 800 rs.,
dita franceza em lubos grandes de metal a 800 e
1,000 reis, vinagre aromtico muito proprio para
dores de cabega alm das mais serventas que lem
a 800 reis o frasco, sabao de rreme de amendoas
muito superior para barba, em raizas de vidro a
do porcelada a 1,200 e 1,500 reis, agua de La-
vander verdeira ingleza a 800 reis o frasco, fras-
cos grandes e bonitos com o verdadeiro oleo de
babosa a 15, essencia de rosa em frasquinhos pe-
quenos a 200 reis, pastilhas proprias para bahus
e commodas por ser o verdadeiro preservriivo das
tracas e ao mesmo lempo deixar excellente aroma
na roupa pelo baratissimo preco de 500 rs., ex-
tractos finissimos de diversas qualidades francezes e
inglezes, em ricos frascos de cristal broncos e de
cores, e de variados gostos, banba muilissimo fina
ingleza e franceza em latas, frascos de vidro gran-
des e bonitos, vasos de porcellana de bonitos e va-
riados gostos, caixinhas muito ricas com sorti-
mento de perfumaras proprias para presentes; e
outras muitas diversidades de perfumaras, todas
muito finas e por prego que nao he possivel deixar
de agradar a quem tenha tenba preciso de com-
prar : na ra do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
TACHASPARA ENGENHO
Da fundicSo de ferro deD. W. Bowman
na ra do Brum, pastando o chala-
riz, continua a lia ver um completosorti-
mentode tachas deferro fundido e bati-
do,de 3 a 8 palmos de bica, as quaeste
ccliam a venda por preco co mino do eco m
promptidao,embarcam-se ou carregam-
se em carro sem desoezas aocomprador
Escravo peca.
Vende-se nm escravo mulato, ptima fi-
gura, e ptimo boleeiro na ra de Santo
Amaro (Mando Novo) n .6.
r ot'gsa daRussia e cal
de Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito
da ra 4a Cadeia do Recife n. 12, ha para
vender potassa da Russia e da do Rio de Ja-
neiro, nova e de superior qualidade, assim
como tambem cal virgem em podra, tudo
por oreos mnito razoaveis.
Na loja da boa f, vende-
se muito barato.
Brim branco fino de linho a 19280 reis a vai
dito pardo trancado a 800 reis a vara, dito de co-
res de padroes muito bonitos a 1$, ganga ama-
relia franceza muito fina a 320 reis o covado, brim
de quadrinhos, fazenda superior para obras de
meninos a 200 reis o covado, fuslao de quadros
pretos, muilo enrorpado a 500 reis, Hamburgo
muilo fino a 99 e a 109 a peca com 20 varas, es-
fiuiio de algodao a 39200 a pega com 12 jardas,
dito de linho muito fino a 169 a peca com 12
jardas, bretanha muilo fina de linho a 209 apega
com trinta varas, panno fino preto a 29 39 49 e
muito superior a 59 reis o corte, dito azul a
29500 e muilo superior a 59 o covado, casemira
preta muito fina a 29 e a 29500 reis o covado,
madapolo entre fino a 39200 reis a peca, dito
Pino a 49, dito muilo largo a 49500, e moito fino
59 reis a pega, alpaca preta fina a 640 reis o co-
vado, dita o mais fino que he possivel a 19 reis o
covado.merin selim superior a 19120 reis o cova-
do, chapeos de sol de seda pequeos a 29500 rs.,
ditos grandes de panno com cabo de canna muito
forte a 29800 reis, bengallas de junco, e de canna
com ricos castoes a 19 29 29500, 59, e 7, lon-
gos brancos de cambraia proprios para algibeira
a 29600 reis a duzia, ditos de linho a 49, ditos
muito finos de esguio de puro linho a 79500 re'u
a duzia, ditos de ganga muito finos, para os taba-
quistas a 39000 reis a duzia, e a 320 reis cada
um, chapeos de feltro muito finos a 69, chapeos
prelos franceses muilo superiores com bonila for-
ma a 89, e assim outras muitas fazendas que ss
vendem o mais barato que ha possivel na na do
Queimado n. 22. na bem conhecida loja da
boa fe.
Loja 11. 57
Na ra do Queimado de
quatro portas empana-
nada encarnada.
Tem um completo sortimento de paletots
de panno e de casemira de todas as cores;
sssim como de gorgurSo de seda e de alpa-
ca, de brim branco, que se vendem mais
baratos do qne em outra qualqoer loja, as-
sim como ricos casaveqnes para senbora, de
lustSo e decambrait ricamente enfeitadoa
os melhores que tem vindo a Pernambuco
por 189 cada um, cortes de vestidos de phan-
tasia de ricos gostos a 189 cada um, ditos
muito superiores a 289 cada um, ditos bor-
dados a velludo de gosto iotelramente mo-
dernos a 359 cada um, saias bordadas a
3,0, idem a 5,500 maito finas, enfeites
para senhora de frocos e velludo gostos in-
teiramente moderaos a 89, grosdenaple de
cor a 1,500 o covado, dito muito superior a
29 o covado, dito preto de 1,600 at 39 o
covado, cassas francezas a 400, 500, 600 e
700 rs. a vara, chaly estam pado de lindos
gostos a 900 rs., dito muito superior a o covado, um rico sortimento de camisas
francezase chapeos deso de seda para se-
nbora e para homem, ditos de seda france-
zes e de feltro, e muito mais fazendas que
tudo se vende por precos muito em coota,
assim ebegoem os freguezes. Tambem se
venle por pregos muito coramodos sgaos
cortes de sedas com pequeo toqne de mofo
Chapeos para meninas e
meninos.
Na ra do Queimado n. 37, loja de quatro
portas da empanada encarnada, lem um completo
sortimento de chapeos para meninas e meninos de
6 mezes al 10 ancos, o rnelhor que pode-se en-
contrar neste genero, e proaeite vender por prego
commodo.
Vendem-so quatro quadros com lindas
estampas coloridas em grande formato, pro-
prias para igreja, por prego commodo : no
becco da CongregagSo, loja de eocaderna-
dor de livros.
Vendem-se tres casas na fregaezia da
Escada, por onde tem de pasear a estrada de
Tarro, sendo ama dellas a principal da villa,
com bons commodos : a tratar em Beberibe
com o professor publico, ou na ra do Quei-
mado n. 43, e na Escada com Manoel Aires
da Silva Caldas.
cortes de la&
A4000
anda restam algons cortes de ISa muito
1 fina para vestido com 16 covados cada corte
a 49, prego igual ao de um corte de chita ;
a elles, antes que se acabem : na ra do
Queimado n. 22. na loja da Boa F.
-- Cala IrmSos vendem 50 acgOes do* va-
pores costeirosda comsanhia pernambaca-
na : na ra da Cruz n. 19.
Relogios
Vendem-se relogios de ouro, inglezes de
patente : no armazem de Angosto C. de A-
breu, ra da Cadeia do Recife n. 36.
Attenco
AO UELOGIO.
Vende-se un excellente rwlogio
inglez, de nm novo modelo, que tanto 1
para usar coberto como descoborto; adver-
lindo-se, porm, que nSo he barata, osas
sendo pessoa conhecida d-se a coatento,
tal he sua qualidade : na ru da Cadeia do
Recife, loja n. 35.
Borzeguins
inos franceses*
Chegaran de novo, tanto ara hoaseas co-
mo para senboras e meninas, todo das *
Ihores qualidades e entes irego; na
ra Nova n. 7, loja de Jataby 01 C
Ira. gens do
Porto
Na ra da Cadeia do Recife n. 49, trona-
se imagens vindas do Porto, santo Antonio,
S. Jos, S. Joaqun. Menino fleos, ietSM,
Mara e Jos em urna so pianha, todaa,'moito
bem feitas.
Venda-se o engenho sapocagi do cima
na freguezia da Cacada, o qual moe coa o
riacho do mesmo nome mocle e correle ;
os pretendentes podem dirigir-so ao enge-
nho Sspnesgi de baixo a tratar cos o laan
te-coronel Jos Francisco de Varia Sellos,
como tambem se ende o engenno Crimea
que fica anida ao mesmo Sapucagi do cima,
o qual moe com antmaes, que snaoxo todos
dous he am grande eogenbo o qual podoan-
frejar grande safra, muito porto da Mirada
de ferro o qual dista meos de meia lefna,
os pretendentes entendam-secosa o snoasno
tenente-coronel Salles.
Loja d Estrella
na ra do oueiruado
Neste esUbeleeimento a charlo oa compra-
dores o mais variado e completo sertiosooto
de fazendas de todas as qualidades, come
seja:
Chitas de cores segu. as, o covado 19
Ditas de ditas finas, o covado la*
Ditas francezas finas, o covado Stt
Pegas de cassas de cores MM9
Golllnbas e a angoitos do croch ISOOOO
Cortes de casemira a 89 e 5*9
Chales de froeo
Brim trancado de linho', vara |9ooj)
Mantas e gravatas fina* 9
Musselina do gaz, o covado 9J9
Ricos enfeites para awnbora 14*990
Chales de merino brdalos cosa to-
que de mofo) 49599
Lencos de cambraia de linbo, dosia
*9000e sjSOM
Princoza preta, o covado SO*
Brim de Hambunio n. 7, vara 499
Labyriithos do Araealv.
Vendem-se ricos lencos de lakyriotltod*
Aracaty : oa ra da Cadeia do Moni*, pri-
meiro aodar n. II.
Velas de carnauba o p*nns do 00 :
na roa da Cadeia do Rcife o. It, priOMiro
andar.
Vinho Bordeaux.
Em casa de llenry Broa A C na do
Cruz n. 10, vende-se vinho Parano do dif-
ferentes qualidades como Lafallos O. Leo-
vi lie, S. Julien en caitas de 1 dnsia par bo-
rato oreco.
A60U BUICa.
novo f completo sortiineii:
to de un-is para ho-
raens, mu Hieres, meni-
nos e ineiiin s de 2 a 19
anuos.
Vende-se muito boas saetas croa
costura para homem a 1,999 a dosia
rs. o par, ditaa ingieras mnito
e 3,500 a duzia, ditas muito
fu dobrsdoa 4,509 a dozia o 4*9 rs o
ditas tambem de fio dobrado
a 3,400 a duzia e 399 rs. o par, dita* loa*
a 400, 599 e99 rs. o par, ditos para mani-
os e meninas conforme os ilitln sotos t-
mannos asseveraodo-** sural otis bsalas
do que em outra qoslqoer porto, otaias do
ISa muito finas para ho*M*i a 5*9 rs. a por,
ditas finissimas do fio do Escocia a 999 999
rs. o par, d i tas de laia para padrea 1,999 *
par, ditos desada ssui Boas pretos
cas para senboras a 39,4 e 5* o *w,
mui finas para meninas a t,5topor,
como muitas outras miudezas e o'
gosto que estao patentes oe toja
branca nos quatro cantos da roo do Qooi
mado n. t*.
Genebr .
Vendem-se barricas coi
tijas e caixas com rrasqaeirs : na "largo do
Assembla jnnto ao trapicho do algodao. ar-
mazem de Andrade 4 CasopaHo.
ALIEIDA GOIES, ALVES^C
Vendem no oso aroaazem
27 RU\ DA CRUZ 97
CHAPEOS de feltro sor ti dos da fabrica sora-
ditoda de Carvalao Pinto do RJ* de Ja-
neiro
SABAO* dss fabricas do Rio do Janeiro.
VINHO de champagne de superior ooolidadq
SALVAS, bandeijss e outraa obras do proto.
Vende se effecUvaaaeot* toroso do Las-
boa, aas Cinco Pontas-o. 9S, por oteos da
que em outra qualquar porto.

4
.
i.
A\)\r.\ re los de porcelana
Vendem-se mui bonitos e delicados ap-
ueste estabeleclmentocontlna'aahavsr
um completo sortimento do moendas e
e^Tnd,8/arraengKa.,??*ln"cnin*sd,lP,re,h08 de Porcellana dourada proprios
ffiath-'""0 b-'.d0 C'd0 u P"ra ^"-quelo* de menin.s. sendo elle, de
tortosostamanhosDaradito. differentes tamanhos e gostos a
Vende-se saceos de alqueires com Tari- 2,500, 39, 3,500 e 49: na ra do
da-se nba de mandioca muito boa, a proco de 9/ : | nos quatro cantos loja da aguia branca nu-
I no caos do Ramos.armazem da esquina n. l. mero 16.



o 190
/
rS
r
$**t *ri^**.
1,500. 29,
Oueimado
Roga-se as autoridades palies*** ao
qualquer pessoa qua dar noticia de oso aa-
cravo mulato claro, alto, barbado, i
caes, cabellos grandes, posgi
eoobecido sesto praca por ter i
8r. Joo Pinto Jnior, do qooat fei I
por algum lempo, o actos |
genho Taba', cajo
lio, tem mil moradora poto o*
Coisnna. Csse escravo foi cria do eetjaeaw
Taporema : quem delle dar oottofo, oa a-
garrar, leve-o a ra Nova por eiaoo do Dr.
Seve, que ser geaerosoasaoto rsnsopsoo*
da a entregar ao oso seobor Jado Carvalao
Raposo.
No dia IS de dezembro da 1999 fegio
do engenho Novo, te roto de Igoaraasa', os*
escravo de nomo Joaqaim, cabro, cosa ida-
de de 90 annos poueo aaala oe aseos, su-
tura regular, cor vrmelo*, cabaos peqi
cara comprtda, testa peqoaoa, auto* m
dea, orolbaa grandes, nariz regalar,
grande, bastante bobee arlad pal
quando falla, bstente magra e
maito leso, tolla poeeo, pareos eoatprides
e finas, ps grandes, bastooto ladioe prin-
cipalmente tendo sido escravo do eatoMtoo-
le, cosinha soffrivelmente. coa* algoso* eeo-
sa de alfaiate, levou vestido os* ooifoim
novo de riseado de algodao, acode calca a
jaquetoe una camisa de chita nova, torva
chapeo ja velbo, presume-s qoe elle soda
na cidade do Recife oa seos arrabaloos ce-
de ja tem sido visto, dizendo que vai vio-
gem de sen senhor, trucado cosesigo oso*
bolea e urna carto, be de suppor qoe ja te-
nba dado lim ou tenha guardado a botn o
a carta, por tonto roga-ac aa notorias isa p-
lices e sos pitaes do campo a captara de
mesmo escravo e couduza-o ao eogaobe Ro-
vo de Igaarassa' oa mesmo em lgaarasea'
ra da matriz esa n. 9 a entregar a* sao
senhor que be Jos Teizeira da Malta Ca-
valcanti, quo ser generosamente
pensado.
Fugio no dia 9 do correte o
Joflo, crioulo, do estatura alto, caro
gosa, tem urna costura abaixo do* pe tos
levou vestido calca de algodao atol, asea
camisa de baeta e outra de riseado ameri-
cano, he bem conbecido por sor Irabalbador
de refiaacSo por ter graadeo ralla* aas
m3os : quem o pegar leva roa da Ceoeor-
dis ns relinacSoque ae gratificar coca ge-
nerosidade.
PERN. o* TYP. DE M. F. DE FAIUA: -1*5
>--.-
JsoPJIl"
J".1.'"!


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