Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07179


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANUO XXXV H. \.
SEXTA FEIRA 7 DE JANEIRO DE 185.
f
' Si
I*
Por 3 mezet adiantado *$000.
Por 5 mezet vencidos 5|t000.
Por armo adiantailo 15)000.
Porte franco para o sultsc iptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
ftrahlha, Ir. J*a* lodolphe Bemn ; Natal, 3nh*t n-
lenl* Marqun < lilri ; Araealy, li. A. dt Limu Braga ;
(Mrt, ti. I. Joaet di Olitiiri ; Mi rubio. >. Jim* Teizeiro
di Millo ; Piuhj, II. Jod Joaquim Atillino ; Par.
SuiiIm l. tama ; JtaAeonat, ir. Jtrtt jm. dt Cata
Si.
PARTIDA DOSCOBREIOS.
Olinda to'itti o* das, i;. a Meta hcraa do da.
'/arainu'. Guian na > Parahiba, au ,-jun.lJt o iiaj-feiraB.
Am.'o, tflorr<>ti, Bonn, Carura*, Ali.nim Gartabaai: mgt tilia
Pao d'Allio, Naurott,, l.imueir. Brt-ja, Pea | u< i i. Inon.-tr, flom, !'
la-bolla, Roa-Visu Oatfcarj u Km", n., <|Ufrtao-iViraa.
Cabo, Svnnljc, )..< KriQni, Una, Barre.roa, /.tfiaProtaPiafialfira*
a NalaJ : uuinua-fairaa.
(Todo oa corran-a paran, ai (0 aoraa da aab&a.
AUDIENCIAS DOS TRIBDNAES DA CAPITAL.
Tribunal da eornmircla : nzundii e quintil.
I Selecto larcaa f.lrai a abitada.
?ainda : quarui a aabbadoa ai 10 hora;
' Juila do eomrnereio : qu.sut aa mato ait. *
, bilo da crphcoi: lercaii textil a* 10 bar.
; rimaira tara da tivtl: lercni a axial a* malo la
I 1tund vara da livel : queran labbadoi as ciaic di.
EPHEMEIUES DO UF.Z DE JANEIRO.
2 La non ai 10 boraa a 45 minulot da manhaa.
i 10 Quario eretreoli la I bnra 10 minuloa da urda.
17 La chelo ai 8 borai e 12 minuto i da manhaa.
I 14 u.iio minguania rol 2 m.nuioi da manba.
PREAMAIl DE HOJE.
I k-rimcira ai 7 born e -12 minuloi di rniDhia.
'indi ai 8 borai e 6 minuto di urda.
DAS da semana.
3 Segunda. S. Aprigio b. de Bcja ; S. Amero p. m.
A Terca. S. Tilo discpulo de S. Paulo ; S. Gregorio b.
3 (Juana. S. Simeo Estellili : S. Trleiforo p. m.; S. Synclelica.
(i Quinta. vji Di de Reil. Epifana frnanifcsuco do Senhor.
7 Sexta. S. Theodoro monge ; S. >icelo b ; S. Telminio re.
8 Sabbado. S. Loureneo Juelniano patriarca de Venera.
9 Domingo. S. Juliao m. e S. Baslica la eepota : S. Celio ni.
; BICABJtEUAUOS DA SIBSCRIPCA'O -O Mu.
Abtgoai, *. Claudia Falca* Oiaa; alabia. a. Je-, Mar-
tim Altee *w da .'.nwr., a St. Jai ?et-i-e Menas
E" PE.HNAMBIO).
0 reprima ce BialKM SUaetel fiara, il'a i, fi-a, a ae
herirla, pr.ee -a ladapadeacta o*. a ).

II.
A coailltaijle d ah,. VIII di.tiariw-ee da la-
LISBOA.
Visita real.
Ilqa Tircaira 8 da noembrn de 1858.
O aaraniaaimo Sr. infanla D. Laii chigoo Ubi
I arceira do da 30 de uolubro, depoia do iol poito.
O gavoadnr civil, o aaerelino garal, o barao de
Butoi, atildo rrnior, o Tlwoude de Brogea, dlo,
juii de dire-lo e delegada foram logo a bordo aam-
primentar S. A., llveram a honra de Ihe beijer
a mi.
Failoaoi camprimenlo., S. A. munlou qae flen-
ae com elle o governtdor civil Caailano Sepnlvada
Ttiielra, lando eom elle ama larga eonvereac.Si so-
bra o aeoateeioientoi ila Terceire.
S. Alina Iratou e govaroador civil eom atabilida-
da a con diiliorQo.
Na da 31 o govatnalor civil, bulo da Bailoi e
roaisaalaidadei foram oulra vate bordo batear o
Sr. infame, qae daaambaraoi ao mala da, salvando
o eaalallo.
A cmara reaebea-o dibaixo dn pallio, e o pres-
tito diri(io-se t Se, aoode lioave Ta-Diam cantado ;
depon itgaie pan o pilado de g.iverao civil, mili
houve bei|amSo oe sala do Jo-el, ein aegaida foi vi-
nlir a memoria do Imperador, racolhsndo allnal a
borda.
No dia 1 da crranle, o Sr. infante veo i Ierra
mala hora depoii do maio dia ; aotroa uai igrejai da
Mnericordia, da Concillo, vitiloa o ai)lo da
infanaia deavalida, o hoipital a at freirai de S. (ion-
calo.
A recepfao do taylo eiteve boa ; om doi vegaea
da eoanmliaio administrativo fea urna allucngSo ao
Sr. Infame, o qual reipoaden, e na Qm o govaroa-
d*r civil enloou Ir* viva*, nm a el-rai, ualro ao Sr.
infame, oulro (oda a (amllia real.
Depoia o Sr. infante velo ao palacio do governa-
dor civil onde fallou eom o governalor civil, e
con ogtairal bar* d* Bastoi, raeolbeodo afinal a
bord*.
No alia lagaiot* tancionava vltUar o eailello ; mai
era aooaoqoaocla de o mar ia por man, teve de ae-
guir viagem para a illia do Payal.
Nana onai octa.ifln foi a diraecXo d iiHmbla
convida-lo para uro baile ; raai j* foi tarde.
A aiiembla lem fcilo malta despean, mas em vio,
porajaa provavalmenle o Sr. inlaule ja nao volla por
aqu.
A crvala sSagr**chagoa lionlem aqni qoatl jun-
to ao*ol pasto, pura proteger o embarque do tr.g. ;
a Sr.' infame linna Saido oa Harta, eoa j Iba darlo
qaalre bailes.
O govwaador eivil regulo* por om adital a expor-
table do Irigo e rnllho ; tomn as providantiai pra-
veiillvi* eaovanlaola* pubhcoa nm edltal tobr*
ajuntaoiealoa lamulluuioi, diteod* qae leriim dit-
peno* pe* forea armada at eom sITosAo da singue.
se tanta foaae millar.
lasa salado ama guarda de 21 bilooela* oo e** ;
d*vil* tem htvido ronlat, acompaultadaa da m-
pragado* civil.
No dia i a pavo da fregaeiia doa Bisaoitos *m nu-
mero d* parle de 400 hoioens, aproximn se a me-
nor d'ura qua'to da legus da rilada ; o goveruo eivil
mandou salnr ironadiatamanle o alramlatrador do
eoBMlh* coa ama forca d* 50 batnalas a faxe-lm
dispenar, o qae consegdu sem derramamento de
saugue.
Consloa qae o povo ds nutras frsgnezias quera
vir na naile siguile ; aelave a tropa pravinlda para
rebaler o tamulluoso*; mis files n.lu se etreveram
a vir, porque soubaram que a tropa linlia persegui-
do at do* Bucoiitis, e porque imtia desembarcado
tropa da corveta Sagres.o
Pira mU-f.Ira deve star concluido o ombarqo*
do trigo, Mpera-sa qae em vial, da* madida, acer-
tale, e eoargicaa da goveru.dor civil, alo haja a la-
aoentar nenhura icontacimento desag-nlavel.
O jornal loglet The Examlneto evlrahimo* o se-
giole :
A carta ato imperador.
A. earta do imperador ao seo primo, o minislro
daa Colonial headmirivil em tolos o ponlei. mo-
no* ni data. Era eerlaminte milhor que liveiie sido
eseripta aa ftm d'oulabro ; poli a fama a verdadei-
ra dignidade do eacnptor daveria ler apparaeido
miie **do do qae no ootono.
O fraclo aleve goirdido al que amaduraeeste
deroaiiademante, nao abitante o aeu vitado ealoti-
f*ro, perdn a llar da magnanimidado, e o viilambre
dejattlc*. OsaDobal o nico jornal francez que
al boj* tem alladida a r*trala;lo imoenal, falla
dalla orno t Immentamanle opporlona depoia do
negocio do Charle* et George, mas teria legura-
mmie side nais epporlana a ule. daqoella ineipe-
rada occurraaeia, qae dea nicamente em resul-
tada eollocar a Franja em ama (alea posiclo, em
preeeaca da Baropa ; falsa por doai rexSes ; orna
porque inieia om projeclo qae o* *ctaalid*de te
admilla como-indefensivel, oua por lar ildo om
grglBl* lalar com nm pequeo astado como Porlo-
gil, qu* ha aabido, suilinlou a dilaito em prnnna
da* ir*OMC(0a* fot* d*i qiaai te inMiloO a dia-
pala. Aleo disto he aoleamenle fondado na reli-
gilo qae o arrependimeoto annnlla o qae ie fez de
meo.
A opinilo 'pirlicelar do* aDebalio combini-ie
molla com a a**ia, legando podemos coneluir das
oa* eb**rv*c5M. DlMamo* que a ubi* rcsoloc.Ho
qa* a govarno franca* lomeo em 11 horas a era ga-
ramenlo esperada om Par*, aperar da obilnida
negativa da alguna jornaea que eaa geral puatm
por iimi-officim ; e dmese rasit, qae alnla
qae o imperador aa axprena aa aaa earta de ama
rataeira dovidoea quanto aoeaiaeler dai operiron
de qa* M trata, t a opinilo do goveruo a ette re<-
peilo parare nlo ser mane* ciar*. Itlo he orna
nplniao (nlf irimenle conforme eom ai factoi. A
a liherdede pneael he nolariamente detconheeida
aa coala oriental d'Afriaa. e oengajamento de
trabalhadaraa aaqaelle pealo, auen poda aer
oulr* cousa mail do que a cempra de escra- A Caria Romana pena podar mentar ainda por do Cimbodge no p.iz do Mo. om ron.equ-ncia dei he oulra cousa mais dj que o trafico disfart^do, de- real tiuha feilo desaparecer ludo o que havia da.
. .. moli lempo, no maio da Eoropa liberal, a reeeiui de invailo dui ('.iinbi.lgeauot, visto que o1 claro que n3c o qoero p>r preco algom ; poi* qo* fsvoravel a' divislo dot podares na ant ga canttilui-'
dn lUh'i "?" i h alnr,''*Lj8 u" '""""'toas e a sua legiilacito poltica excep-: vice-rci de.le ana 1o se declaro i contra o imperador nao serei eo que me eucarrag.rei de proteger em ci do E'taoo. Os parlameutoa faziam jostica eota dasqua a pracadereaa eaa qa* eatabalaaaa aja* ha-
ic,'"'' i do Annam. S'beie que a separaju entre dous! p*rle algu oa empraza* conlrariat aa progresto, a indepamlenaia, porm atando do direilo de evoesflo va t. liado al ealae a revelarle francesa en r-
A resposla a etta quesillo est i talvez na even-. luberana* l'vera lagar r
man
desenvolvidas sobre nm assumplo da tinta A respom a etta queillo esli talvez na even- aobennoi l'vera lanar porque o vice-rei de Cam- humanimle, e civilijaelo. Rogo-voi pon de in- o >ei podia annullar a sautenca : em caao de necea- v*rno. Siaaolar vid.de de* p
inieqnancia p.ra a cauta da hurnini lada, e he pos- tualidades do anuo de 1839. Nlo f .llamot aqu de lia dge recosava por em axeeugilo oa adidos aangui- i vesligsr e verdade com todo u zelo a inteligencia lidide podia Tazar jasti;a, masmo por commissario*. v*rdad*ir*e Api ais a gevara* be reaUaielarul..
aivel ineimo que para a l>anqaillidade do mundo, todo* o* nagocios italianos, lio sombros aellas ulti- nirioi proclamados em II ue contra os calhollcot. qua prestaes a lodos os negocios de qoe vos oceu- Outi'ora os Estados geraes tinhatn participido, de aob a mo do pnraeiro coatal. a Kraaca aa
n. N VI V a" ">" propr"' r,,t"P toaopnnei- modiaa : Iraliremoi dellei man aliante. O corpo etpedicionario fiaaco-he.pauliol, conli- pas ; e como o melliar mel de por io a cantas certo modo, do voto do impoclo e do polar leg.lati- sotiadada reroiiitilue-e*. o* graade*
II ^ 'i uua Quanlo ao Orlante, nlo ha temaridade em privar i num lo as sua- oper*r;5ea. apideroa-se da ciade de de conlinoados confelos serla lobsliluir palo traba- vo, porm no lempo de Luiz XIII. I.uiz \IV e revolocao fraaceza te daieaabaiecataa e m>
... i, n.!! n,,,'s"la,19 aue ossaiimpe- oapparecimenlodegrave criieino eorrerdoanno, Jouronertos fories da Jeapoo, assim coma de 200 llio llvre doi Colie* da India o do negro, en vos I.uiz W os Estados giris linham deixado de aer ligu he restanrada a as ceda gas .le
,.! i emu tatvazeitlo eonvaaiea le naqiuella p rte do inundo. | canliOa.. As perdas do iuimlgo foram eonsideraven; i convido a enlender-vos eom o mlnllro do* neg- convocado. O exama e.ercldo sobre a autoridad Na desamo procerar a* livre a M.
para comumar aa oatinieiiigancias dot povoi entre Us rabncanlea de almaniks alo correm rliao, poi.' ella concenlrava 100.000 h.m.ni em Ionio da cap-i co eelrangeirot, para tealareom o governo inglez reg ni consislii naa advertencia do parlamento. d'Haarlsae ama apraeiaeae ImpareM a
i, coma para regular a p.z eom ontrot. d* *e eogauarem anonnciaujo para o anuo de 183!), la', mas a raaiaien-i, era fraca ule aa ullimas dalas, j as negociaefies qoe haviom sido encela las a alguna por oceatilo do registro doa edito*. Una eenlo real t*a do aaaa VIH. Nada parea*
ya. *xii. aovida na pliraeeoloaia do imperador, gran les econlecimmtoi. I Aguardam-se noticias das oceurraocias po'leriorea. miles desta parte. E aitnn, meo charo primo, pe- baslava para forcar estas ultimas ezislaociat. Bmfim dunnla essa graade oaea de _
puie ver-** pea iiaiurcz da commiaiflo que deu e >' urna certa ditpotijlo nm espirilot, para No maio da aunosphsra petada e silenciosa em qoe c,o a Deoa qua vos con.erve em sua sania goarda. loa psize de Estado linham go>ad oalr'ora da I- ebeaiono pele* enligo revalaettHietia* dsa'eevx
eaa pnroo. A in elligencia que o Ivort de B'u- contiderarem at eousas sob om poni da vitla du- nos nolicialores parisienses vivemos, nlo podamos i He impotsivel euxergar nislo urna con:esslo falta ; gumas garantas partieolara, porm linham qaan principio pailieaa. Oeeeae principia qae, doraala
aeiiai da a carta, deve regeilar-ee. U aNorde si), nmisla, uto em verdad* nao admira. Depois de aer senlo echo iucerlo,* enfraquecilo<: todivi p>- a intimidada, e nlo reconhicer a exi'tencla da urna completamenle desapparetido seb os deseovolvlman- deanna, daban) abviraade a Kraaca aa deaat'ei
noiia quea irani-a unicajuaue ha de abaaloiur o ume guerra carao a de Orienta que quebrou o feixe deiuot ver qu- a-g oeio d< Italia se acliam n'uma | franqueza varonil e de ame verdadeir* lealdade. O lo* d* eeiilr*lsa;lo monarehica. I a aa aaarrhia.
irauco denegro*, se a Inglaterra cliejar 8 om ac- dai alluncas ntnlilai dorante qoareula anuos, qoe p">ase assuitadora : a agitacl da penutole loms governo francez reconhecendo ni mineira p,rqoe Qoando o Estados geraea, eoavoeadoi em 1789, { A coi.slilmc.lo de aane VIH tana sida seviraeaaa-
coruo com eiia, para supprir o trabaltir. uas aaai Uu;oui aa potencias n urna vida nova, pouco confia- porporcOes amiacadoras, Silo lagar ao boatos o< era praticada a immlgratlo n cania de embaraces quizaram dar nm* eonaliloirlo a' Fraeci, pode-te te apreciada par ealro* qa* ale U llave.neja: ele
coiouiat, pelo doa nostos dominios da Iadia. Mas: cida alnla, e por contegmute cheia de incerteza, man absurdas, dos quaes lie* tentare ela convieelo, poisiveis, lomou is evento .lidades em seria conald"e- diter qoe foram oanimes em considerar a divislo llaurann. Enera lia ad.a'rar.. A ..t.ll 11.1. >a
upponio que o principe inrorma. como lo podt; na Tacil comprel.eoder que a opimlo pouco segora que urna d.siiitellgencia flagraota rea ntre a relo ; neda lia de mais leal. [ do poderes como principio dorainant daa iinti- reslibalecer a ptz social arpo, da revelarlo a de
naveraovioii aequ inlormara, qoe o yalema da aearca de um eslado de conaa que amia nao teve Frene. 8 a Austria, entre a Auilria e o Piemonle, ', Urna commitilo foi encarregda -do regolar etle loice ,10v. e garantas daa libardale qoe te pre- maaler oaaa eapecie de dieladara militar ea
emigra^, aincaiia nao na maia do que u o trafieo | lempo da criar raizes profundas, como qu. trans- a qoe Milao ha o centro y lo la etsa excilajlo. > o.goco minio mal difilcil do que geralmenle se punlum fondar. A aetemblea constiloinle era mo- da Enrop hattil e roaliaed*. naa neraMMie
aeacravo diaiarca lo, e mo o proprio imorrador I vala, s* aterra com os meooret incidenle, e Hita Urna verla leira fatalidad* parece multiplicar ot I penta : ella celebro a soa prime.ra se o mi (I*, n nca nlo vollara a de nm aleinee exagralo : ella tenia inslincliva- motivos de preocuparjlo, e precipitar esle infeliz I uovembro. Eu os inembros que a eompOe : O prin-, moment. Monleiqni.o : inlallzmenle se nlo (lie- verdad.ir e ee deeetivaiveeae na tela *
mente que a utuajau lem om qoer qo saja d* paz em novas crises : em pimeiro lugar a prolon- cipe minialro, preaiJenle, os Srs eoedes de Persig- ram, orno esse grapde Homem, om id jada da toadla Iranqailla a recalar. Entretena,
anormal, e que o menor candido potera quebrar gai-lo da ruptor* do gavaroo Napolitano com a Fran- uy, Barbaroax, senadores da Cfiarreloop-I.aubat, monarehia, o nlo Vlram que a dilribirlo das tre puhliei.le e enlr oatro* biHariadat *
*. qoaiqoar que saja o retallado dai tan nego-
eia;Ses com a Inglaterra a respailo doa scoolies.
.."* .*'"... ",rla"""a:.* dseoim- ailiaosa aa quaes o lempo nao eetcoo aioda de suf- ci e s Inglaterra ; em agona logar o gabinete d* birlo da Riclimond, deputado : de Parieo vice podere. nlo exclua! o governo do prineip'a. aal.de e do imotrla, tena eil jante
licenle garanta ; mas por oulro lado, o liorq.ens | Vienna distrajo na Lombsrlia par inedilaa recenlea! presi lente do eontelho de ealado, I.eplay, Laiigli;, I l.embrem-os at popritiexpraMasaupregasit per dea* a originalidad* da* iiei qae piiiiHen a* du-
que
perador, te ae provar qua merece o mau nome
o mondo Ihe di.
< Mo ttrti tu qoara de qaalqoer maneira pro-
a tija empregoi conlrarioi au progretu, a hamani-
< dad* i civilsimo, n
Iofelizmanle ** esta he o sea verlideira earacter
ha maito lempo que o lem prot.gido em graade nlo vencem lenlo dapais de er tratado derraba-lo! I ets'jovei iar'aVria'arre
cala. Wa verdade e violencia lena 1 hum.ailale 'He este a lei da naluraza. I'..ranlo, lado pode vir! sadj por turpreza, nlo
1 nivil u^ni ae ex mnilia >n ,a A m1 ...! __ la__________ I ra .
e a civiluarjlo, era inuilo maia admlravel no caso
do navio qa* o porlogaut conlisearam. A disputa
iolemaciaool dan Iquelle negocio ama preeminen-
cia moilo elm da imporlaucia qua em si envolve
cumo miseria humana.
Mr. Chevaller ass ha 5 anuos eovolvido em em-
praza, que afinal ao poata em do vida pele gover-
no qoe as patrocionoa. O ofllciaas do Regina
Coelis llveram pn0e e foram condecorado pelo
eoi servicos na toa emprtza, anda que te encon-
traran) prova contra aquello navio, de qae proie-
guia no trafico da eteravot na agots da Libara, e
qoe algona eeroigndot que ella condnzia folien) ab-
olvidoi da aecutarao da amotina loret e de -siotti-
noi, com o etpretio fuu lmenlo de qoe haviam si-
do forcalos a uto, e a procoraram a dleza da eua
liberdade peetoal.
Tralaramoi tambem do Siella, vapor da 380 to-
nelada, em
reflaiiidos nao reeeiam cou cues inh.rent.s ao eatado de transira em qae ae aclosjdo archiduque Maximiliano. As certas asig- Birenger, p>eidenle do tribunal de Canaclo, Bv-
acha a Earapa, deoms do reilabalecunenlo da paz : nalam o vivo deiconl.mmenlo excitado eio tolaa le, Mouillard, Cli. Uiranl, amigo minislro roombro
as correiitoi polilica lem de ae abrir um novo le-1 as classes da populadlo pelat nova le obre a con-'
; a cada instante encontrem obstculos quaedat I cripgio e a maeda. Em Koma o incidente relativo a
balad ua familia e bapli-
parece ter ehegado a oro det-
a ser oro perigu, um terio embarar.o no meio do eul ice fiaal. O papa eo cardeal AiUnnelli deplo-
etlado provitorio em qae s agita a Europa. I r.im ter dena lo ene negocio ir lie adianto, mis co-
\ poltica asta' aoienle de P. ra: o imperador i mu aoccede sampre em taei circamtlancias, quando
lam prolongado at ag.ra e ana esladt em C .m- | se tem a gante adianla lo de mais, torna-se mais dif-
piegn onde a carie se enlrega ios diterlimentot da fi'il r*cur. Sa o papi deve respailar a opimlo pa
qaadra, a atea, a excuraSn, baile, espectculos
ele. ele. Iilo alo obslame, ot conselhoa de ministro
tem lugar asas rngolarment*.
A oosa qu mais lem prendido a allenco publica
lie om proce90 intentado contra o conde de Mon-
lalembert porocc.nlo de om artigo de Reviati, em
qae lob pretexto de glorificar as instituicSe ingle-
zai, ella maltrata lingolarmeote o governo impe-
rial da Freoca. Ele artigo a opinilo publica o lia-
ba sa da Europa, poaco (ivnravel a ums legislarlo
qoe fere to de freute os lireito da auloridade pa-
terna, por oulro lato o papa sa v obngalo leinbem
a nlo conlran ir o fanatmo detsa popula;lo roma-
na, que por pouco sacrifica a mli dessa cri.nca. por
aupar qoe ella preUn lia lublrahir seu fillio. Toda
eisa cousas silo longe de Iranquilisar ot amigot da
ordem e da paz. No maia deis i.luaclo to tema, a
entrada falla ou verdadelra no PiemonU, re manli-
vice almirante, Tardy de Moulraver e linlliars ca-
pille da mar e gaarra.
O premio considerado ob o ponto de
vista constitucional.
Monlesquieu para caraclerisar o principio ~ moderno ', tribtela das pdate na ty.leaa'a deata laailiiail,Oi.
d roonarehia : a a distribuido no* ir poder* no I Mesmo depei d* queda de imparia a wb r*
governo de om a|; a aisimbla eonttitolnt foi. da* carias de 1814 e 1830, ratita i
do inttltoto, bario Bratiier, enligo secretario geral | mais longe ; nlo se conlenlou coui distribuir as po- laatte d conatiiaiclii da aaaa VIH* liaban
doa negocio, eitrangeiros e ministro ; A. Pensad, daros de reeoeira a eonve !er o governo conttilueio- i eos vigor. Pleea altar npanielatiato a
nal. quiz delinear o governo e faza-lo eahir daa ralee dos deparlaaeatet era diMricta. a* laaMorieS)* 4a
do re, na mot de ama at.embli. l)-sconfi lalvez legillmai, mptdlram-a de retpeilar a prero- objeclo dol* viva cenlrevareia*.
g ai va regia, e pouco depon a excitada da paiioea Parece lem dis* maila aaa I eacalbida
revolucionarias nlo Ihe ptrmitlio manter ea prla- te para ran.tder.tr ramo abra eaJteatera e i
eipios necessario eonaervacio oa monarchia em 1 su coneiiiaica* qae, daa* vale aaa i
Franca. Eotrctanlo a aiembli aonalltoinle rece- aae, leve a boe fertaaa da caatribejr para r*-
nheeeu qoe o re, como cliefe do poder execot.vo, abeleeimeol* da pe pakliea o da graad-xa aa-
tinha o direito de escolher o eos ministrot, e alo Ciaaal.
ara nbrigado a raeebe-lo* da roaioria da anembla. | A coosliloirli da anae VIH
va ya julgado, e loi lalvez bem mal a prepoiilo qae mentos, de muui(0es e d* arm* lem sua ignifica-
o processo se intentara, poi* qut eonfario ao nobr* ci e altitu te o'Aatlrii ua Europa inspira serlos
pamplilelario as honras la |ieregoiao, e minia- receto para a primavera fblura.
troa-lhe occasiao de fallar pelo orglo doi mimbro I A propotilo de boato deroplara entrea Aailria e
cojo pono ochavara 9jO negros, an- man illostre do corpa de advogtdot franeezes. o Piemonle poderamos todava pergunlar de que ru-
le, de e_ler eommeltido o etiarneo de Ihe* t.r pro- | Um condemnaClo foi a eonirqnencia do proc.ao. I lar. *qui *. trata. Da oroaTruplara diplomalica? El-
O imperador aioa de soa prerogaliva soberana da la existe acerca de dous anuos. Ora. ama nova
agraciar. Sem embirgo dest grac. o eoiidtmntdo i raplora mti eomplel ale pnderia er sanio ama
nlarpoz appeilarjai, a opinilo publica fortemenl
poeto om eoalrate pela Iripolatlu armada. Se pn-
cameos verdedairamente, mais de 30 p e. d.quella
carga humana livaram o hurrtval e aiaal destino de
urna infame passagero.
A humaoidade a aivlis*(lo lemsesurarnenle
motivo de qaeixer-** com lantimtnto de que a ptr-
goula leja seguid* de abominecao como eatii, em
vez de ai preceder ou evitar. Nlo ha do vi la de qoe
o governo francez, na occanlo da toa interferencia
deve lar notado a* diflicnldadit a qoe se refere ot
o Deba lio, uto lie, os podero neile daleitavel eomm*rcio ; m qu.nln slo iuli-
nilamenle maiore* a difficuldade que eale paiz li-
aba para enmbaler, nlo t ebandonaudo o commer-
co, maa aboliiulo a prop/ia etcravidlo na nonas
colonial traniatlaoticat 1 Todava, nlo uegaremot
ao imperador a importancia doa loavore qae afinal
te reserva, por te retolver a obrar coolra lodo va
qoe liram o* ialeresses da e opinilo pubnca a teu fevor, nem a imprenta litro,
para o defender eonlra a ho.lilidadee provocada!
por urna boa causa, ou em inleresse particular.
Na ha o nosao fim iudag.r se ae echa Hurlado
por oa voutade, oa por exigencia de eircamilan-
cia: apenas uoliciamo a infeliz cundilo do eaa
poder, eem de maneira algoma enlorpaeermoa oa
aeut passos quando elle errar, oa eaxllia-lu quando
cunhecer o seu erro, e desejar retroceder.
O aileaeio di imprenta franceza a respeito do im-
perador prova a ineapacidade de nm semelhanle
Mrvilumo, mesmo em um negocio de seu proprio
emo.
O jornae de Paris, com peqaena eicepoSo, em-
pregaram-ee ao trafico africano, do qual o governo
qae Ihe deu a lei, achou expediente para deiittir.
A um jornaliata nao he lio fcil eogolir ai iuai p.i-
lavrtt, como ha ao Sr. imperador mudar a loa po-
ltica.
(Jornal do Commercio de Lisboa.;
aja.
SOMBRA DE LIJDUYICO. (*)
POS
AMEOEU ACHARD.
vn.
Em Piri*, oad* ai origeai de lodua* coatas per-
dem-ie rom lana rapidei, olngoem aabia qaaolo
etfor{ot e quaolt ptrtaveraDca tloha sido necet*arii
e bario Moneitler* para ehegir :i na direc;lo Re-
ral, ero qae emoberbecia-ie como om pivlo auindo
fizroda.
Filhod* orojoiz do tribunil de Cien, qoe viva
pobremente de tea ordenado, o joven Paalino Mo-
ni,
de
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
PARS.-1 de dezembro de 1858.
Politiea.Balaoeo de 1858.A qaeillo italiana.
A qneetlo do Oriente.Ot negoeiot de AHema-
nlia.Anda o iCliarles el Otorgas.A llesji-
nha a a* aovat crtet.See;ao do uihma d* Pa-
aaaai.
Quanlo man no* aviziuhtmo do anno de 18>9,
laaie mait aa preoceapam a diplomacia e oa ealadia-
la* om aa eventualidades qoe por ventara 'em aeu
no encerr o novo aooo. Ma Allemaoha, a oteen-
(lo ao poder de orne poltica liberal na Prae*ij, po-
da Inzer comiqueada* delgran le alcance. Etlt loi-
ciativa o principa regente he eontiderada, na regifiei
i fiiiiaei, eomo cuta moilo hibil, porque eolluee *
Prasaia no caminho d* om movimeolo qae ie eipa-
Iha rapidaminlt por toda a Europa.Ao pao qu*
* Rutsia te aproxime da civiliiafla occidental por
aa* raforma* sacia, teui caminliei de ferro, por
ama liberdode interior mais ampia do qoe em ne-
nhoina oaua poca, vemos a Inglaterra adiaolar-ee
ni curtir oaa reforma polillcae, as iutlitoicdts
conititucionies a eooiolidartra ua Pronia, no Wur-
lembarg, oa Batiera, na Blgica e na Sardeoha, e
abortaren) toda as lenlallvas da golpe de eilado na
Heepaab*.
Historia do govtrno parlaraotar em Fraocn, por
M. Duvergier de Haoranne, 2 vol. in 8. Paris
1857.
A cunstiluicao de 1852 ettt' boje eonstgrad* por
ama experiencia de aei* auno que uln se passaram
sm prosperidad, sem gloiia a sem libsrdade. Ao
governo imperial nlo faltiram o reconhecimeiito do
teu paiz e do ettraugairo. Avaellaa raeamoi que em
val alia criticara o ea principio, em voz baix fa-
zem Justina aaa poltica. Oa mail linceros epazar
dos seos desgosto, nlo podem recusar-Ihe o Iribn-
in|le orna admiraclo em qoe ha ama tal oo qoal
M. Duvergier d'ilaarana, centora com vivaridado os- aa* lutere.-t lutlariea tateme ;
sa ineoateqetncl* da anembla eontlilointe ; pro- I dieclo qa* he weetmha laletrragar.
cura demonstrar qae a garant prallea e ellicat da
preponderancia das anemblaa, consiste na obriga-
clo imposta ao principe de tirar os seos miniatrot d*
roaioria do par a rain lo de moda-lo segundo oo mo-
vimeulos des** malaria. He este, d* feito, o verda-
deiro aytlema do eoverno parlamentar. Porm a
aatembtea conalitainle, abaleada prertgativa regia,
_ i n.io Itnha querido deapoza-lo, ero provel doe mi-
uetlieri, aa Idade de 15 tonos, sera rocana alga
ra ara daple pralieaoie de libeililo na cidida
Orleini. A esperanc*. 0 destjo de ver Ptrl, eode
laolaa aeeuide* oa off*reeerj| lo* honnns i qoem a
pertpecliva da ama Iota enearaicada alo amadroo-
'* en* nlo ni qut, qa* Ilumina e Irantporla o
tpiriloi ivtnluiciroi, lavaram o joven Pinlioo
(raode eidade, oode a prelecelo do om prente,
qae ptdeaeii a cOrle real, pelo entrar na qoalidide
de eipedletoaarie no minitlerio dn finmeae. A tai-
na ora laboren; a elle oio abiodonou-i mais. Du-
da a prlmiiro dia em qa* unloa-M diaol* da toa
olante, no ngulo de ama Mi* cajas anella* deila-
vara para nm paleo interior da can, a oode qaetro
peoiiHo romorejavam eabr* o papel, Paalino Maaei-
liiruroprigoa-i, Com pe mioi em alargar o -
paeo *m qoe st o liaba olloeado. Almor;*va nm
ataovlo o nm copo d'agua. a eneommod.vn ao por-
leire d**arvl;o pala encarlemeato eom qoe nlo
(liniv* i iua eideir*.
Impoi-te deidt logo o d*v*r de n.io adoeeer. Soa
*obri*d*de tepaalou tjodavt-o perfeiitmtnte. Nen*
poca devorajy** o litro em qo* a qoeilOa
de finanajae eremlntadw, alo por qae qaiieta. co-
nheeer ee elemenle da aciencia econmica, porm
para Mohecer sea lingatgam. Urna intoirlo con-
tri quil a experiencia nlo te revolte linha Iba fei-
to eeaaprehender qoe a miior parle dea noroeste
pagana eem palavra*. Anim poli, fea prvido de pa-
latrat. Logo dapoi* poz om* grivata braoea e nanea
mail a liroa.
No aipaco da dn anno*, nonca le Ihe lorpreodeo
em oiiondad*. A Talla de Irabilho, oa a Inlemldide
dot llore* do cilio nlo artm motiva* para Ino.
P'dlo lelo, mai tambera nanea delxeo de
pedir adantamentoi. Por alea lollcitndet, eonier-
v*va nm pramo terrivel. Cedo eonvenceu-te de qbe
o melor bocado, he concedido ao apatita mal eii-
8 : m4' l,mb*m nada eqoeeia do qae poda vir
em aotllio d*u* apetite. Convidado, m coniiden-
(lo le **o liom comportamenlo, para casi do sea
() Vloa Mario o. 297.
ch*fa, qa*, todoi o domingoa diva peqatnaa parti-
das oode dantavarn ao om dt piaooo, nnuca del-
loa de comparecer, aeno qoiado liaba oegociot
man iroportaalai.
Elevado a goarda litro*, depoii de dozc anno de
om trabalho infatigavel, onde desenvolva toda* ai
qualidadea de formga da aranha, o aoligo prati-
unte eazoo-ie.
Ma lemoiielle Horteoeia Pelegrin tlnha enllo 26
eono* o ponuia oliente mil franeot qat, a pootu
lempo, Ihe imha daixido om to roorto em paiz ai-
Iraogelro. Muito lempo havia qae ella daiampenha-
va o papel de adame de eompagoleo em casa de um
conaelheiro da curte de Orleam, com qoem era apa-
rentada e qoe aenlava-se nos bancos da oppoiiflo da
cmara dos depulados.
Urna longa prillca doa negocioa a jmnttlralivos
traba ensinado a Paalino Monetlitrt, influencia
qae linham junio ao minitlerio, oe depatadoa hoiti
ao gverno Laofa iuai vistai lobra a adame de
eompiguie, de quera o contelheiro detejava mu
lo detembaracar-ie catando-a. Horteaa nlo era
bonita, porm linha, pela Canaeieneia d* qae nlo
era bonita, o qne a fazia humilde doeil de espirito,
ara fondo de qualidadea boa qa* o gaarda-llvro
aprecian. Ella agradecen-Ihe por elle ler-lhe pres-
tido atien;io e te devotou eorpo e alma a sua feli-
cidide, eom orna abnegaclo de icrava ama aclt-
vidide de criada.
Apean tnembro da familia, o faoeeionario apro-
priua-ia da maier parte da influeniia qae o eobar
bo depulado da eiquerda ponha a ditpoticlo do*
seai e por meio di qoal oblinha, alardeando da toa
independencia, bon logare* e pingue* emolamentoe
para o* wbriohot provincianos. Desde ene momen-
to, o* anno* de tervico, cootaram-ie em duplicna
para o goarda-liv*o9.
Paalino Muoeilier* qa* ate entilo viva da privl-
c5ti, dea jinlore dolieadoa net quaes lev* moilo
cudalo em alo edmillir tenlo peinas qoe Ihe pu-
deuem ler uteit. Amigot, ni vtrdadeii* e gramma-
lical acepto da palavra, elle nao linha ; e s re-
eonhecia como tata oa aae o protegiera.
Ot jaotarn igoalam ai poei(dei, orna certa fami-
Iiaridade etlabelec.r-se enlre penoa* qoe. tres oo
qualro vete, parlilharam om fiiale da Bohemia, oa
ama garrafa de vioho do Rhtuo. Ptolino Monastier*
comentia em viver de htrenqnti e de lenlilhas teii
veres por semana com tanlo qoe livesit oo stimo
dia chefee de divlalo, depulados e onlros, sua me-
sa, a qoem, em oceatilo opportooa podetee apartar
a mo em cata de minittro.
(risas mesrao a seos lacos de paren'esco, eom o
feroz iribuno, que mais larde repreaanlon en papel,
M. Monesliera (ornou-ie ama personaren] que em-
pregava seerettmeme 'em negociaen.s polticas qoe
o ministerio elleclasvn com os cheft da oppoaiclo.
Recompensas nio fallavam a eaeas nagocisres.
Secrelario de ama coramina > Horneada pan eatit-
dtr urna qoeitio relativa a tarifa*, obteve a borla
da legiio de honra, dapoil, tnembro de orna ootra
commino insliloida por oceatilo de ama expoticlo
oniverial do* predotlot da indoslri*, foi oomsado
chafe de reptrliflo em conteqoencia de nm relato-
rio publicado oo Mouilor. Nlo Uve trabalbo pira
abalada te conserva em suspendo, e imprensa es-
Irangeira faz a proposito desl aatnmpto violentas
elucoiirarjes acerca da Franja Imperial.
A Franja plantn soa bandeira '(obre om sierra
nova, qarremo fallar di expadiclo contra a Coibtn-
china. A Frainja lem tentado em vio des le o come.
So do praunte aeculo redar a ti relar;fns com a
Cochiochioa ; o rigires extremos de que lem sido
coiistaolemaule victima ot missionarios, tem por ve-
za levado oa navio de gaarra franeaet n viailar a
coilas do raan Anu.iinil.. ma um que na aeaa et-
foroot, para entrar em ralacei eom o governo co-
chinchinz, e para alcanzar alienoajii-s esas vio-
leuciai habituaos, deaaem o menor reaaltado. lm
1856 o governo do imperador enviou ora agente os-
paaial a Toaran* adro de tentar oovameule veneer a
cege obsdoirjlo da coala de Aouain ; esle geme
nem ee quer pude desembarcar, a leve de afaslar-ie
deu* paiz *m consag_oir a entrega rrt tiieneagera -lo
qae era pertedor. Esle proeedlrnento fui seguid i de
ama nova peregal;io anda mai rlgerost qu ai
precedente dirUida contra o minioaarioi, e um
iiiipo mooienhor Daz, fui morlo dpoi de haver
ITri lo oa man crueis (orraenlos. O goreruo fran-
eaz nlo podia tolerar qoe ai sua abanaras foisam
repellldas com tanta allivez, e que a sua solieilude
foiseeaota de perseguidlo, e resolvea enviar ama ex-
p- lic.l.i e asas parageus. O governo hespanhol no
linha queixas anloga*, apressou se de concorrer
para esta expedi{lo, cujo caminando foi confiado ao
vice-almirante Rigaolt da Genooilly, poni a soa
ditpoii(!o om regiment de Manllha e dous vasos de
guerra.
Entremos em algom promenore sobre o fado
consamadoi : o almirante RigaoK parti de Canto
a -2i da agotto eom ama diviiiu etpedicionari. Des-
de o dia li httia elle enviado transpone para o
corpo auxiliar hespaahol. a a 18 havia ello ordenado
variit tontas na Bibia de Tourana. Os navio de-
viam navegar aa comerva tobre doai llnhas, a a ilha
de Haluan, lituada enlre a China e o golfo deTon-
klm, havia ildo indicada eomo ponto de unilo. To-
das ai medida tiveraro inleiro b un xito. O ineo-
radouro da Tourana, onde desembarcaran! ai iropai
espedleionariai, depofs da *ua jonc:io, forma ama
vnta Babia nraielrtular, oo fundo da qual ach a
embocador* do rio do metmo oomt : a late e ao
o*tt* estao alguns fortes qoe foram immediataminle
oceapidoi. L'm mandarn) apreiionad palta tropa*
foi no dia i*guinte remeldi para Hu-, capital da
Cochinchina e do Annam, levando despachos para o
imperador, nos qoae* se exponhiro ao principe aa
exigeneiat do almirante. No caao dt nlo haver rei-
poitat no praio de 10 diat, a exeedlcclo dtvia mar-
char sobre a e*pi|.| e apa lerar-ae della A eidade
de II o ella' liloada cerca de GO kilmetro de Tou-
rana, e a caminho he perfeilameule prltieavel. Elle
pre?a he defendida por vrioi fortes un rnorelha
continua, qa* nlo offerecem aoi alliadot lirio em-
banco. Desle o moraeulo era qoe a eidade de Ha
for tomada, a poteSo do paiz tica corapletamtote
egora : ama grande Irada, em perfeto talado de
ennaervajlo, liga a prap.a de Ho a de Keeho oo
Hansi. capital de T mitin. O nico exereitn qae
posiue o imperador foi enviado para fronteirai
ecabir cora os jaolirta. Sea molher qte via nelle
ame tgni segua cigaraenle oa tens diclames.
Tmha lido om flho, bello como o dia ; tegun lo a
exprsalo dt comadre qoe linha assislido a roade-
ino'-sellt Moueiliiri. Adolpho Uva por madrinha a
molher d* om sub-iecrelano da astado. por pa-
drinbo, o famoso depoltd* qoe enllo linh* eaperan-
$ai da mbir ao mloiilerio. Ol piremei orara des-
prezado* nm pitdade ; madtmoiielle Moneitieri
ehoroa um pouco porm logeiloa-te.
O eilado de um projecto de lei a r*p*ito da
amorliaclo, qae o p.z em relatte quasi continuas
com o ra.mslro, o* aptidio aro apanhir oa ladoa da
qoeitlo qoe pareciam man ancommodar ao meilrt,
tea trdor ptlo trabalho que nada arrefecia, fize-
ram-o em fim noinetr director geral, emprego qoe
linha ejercido nttrinamentt, por occasiao de urna
molestia do lilolar.
Dous annos depois, ero dia de annos do rei, lea
ama ordenan; inserida no 'iBullelim da* l.eis qo
o faata birlo.
Mademoi.tlle Moneslien morrea uissi occasiao ;
leve ao rotnot a coniolaco de morrer baroneze e
deitar intacloi ot oiieula mil franeot que "linha
htrdado, togmentidot peloi jaro* eipitilisada *
ligan anno. Bna boa criatura, tojeila ao domi-
nio da Paalino Monestiers, explroa persuadida qo
seu marido, qa* a linh* obligado a vasllr-i* com
Igodlo era ca, era de*conhaeldo e devotado a *ua
familia. M. Honeitiar* ehorou-a, como om obrairo
chor* o insirumenlo eoj* lemperi eooheel, e qat
quebrout* ao teu servido.
Onatcimeoto de Adolpho havia de algoma torte
tornado Paalino Moneeliers maia rispido mais fir-
ma em uas eonviccOea. Como lioha offiido desd a
mal lenra infancia por falta da dtoheiro, e eomo
era o muco qae aabia o qo* Ihe linham coatado es-
le* I ngo anno passadoa; o dia untado adianto de
ama eeerivaoinhe, no eento de nma jaoella d'onde
nlo via o ce i, a noite era ama agua tortada mo-
blliada com ama cama de loro e doa eadaira de
palha, quera, aniel e depoie de todo, qo* sen filho
tlvena dinheiro. M. Monsliers, he cario, nlo diva
moilo caveco a eitet lernorea de coradlo, e atnli-
mtiilot delicados a que certot homeot lacrilicam
parte de aut vida ; dava-lhoi de ruuito bea mente
o nome de puerilidades e nlo eomprehendia corno
laetbagatolias podiam preoccapir am ente bem or-
ginitado. Para He Mt* eouiai nlo eram malaria de
dncaitlo ; alo ae admitlia, e ino era tolo.
Vendo o pequeo Adolpho gordo, rosado e riso-
nho, briocaodohos joelhot de tot mli, u funeeioni-
rio publico, mafloado a de algoma torta tofTrendo
di provajes por qae lioha panado, jaran qoe ieu
filho nunca Irilhirla o mtimo caminho. Tav* pala-
vra; somante, etae homim de cara gorda e lotlroia,
ampio, aobr*earr*gdo de om* nudez qo'fatigava a
aipereza do aangoe escandecido palas vigilia* e im-
mobilidtdt, ttctdea-ie meimo pelo excitao de toa
ihtoria.
Onda lo principio lioha visto apias am bailo
menino para proteger eonlra a diflleoldade da
vida, deieobrio depon om diicipulo caja faculta-
das proearoa aiTairo*r a aaua interene. O filho
ceden o logar ao inslrumiulo. Paalino Moneitiers,
derlaraflo de guerra. Ai coosas nlo esto lalvez
anda ntste ponto. O qua be verdade, he que a ti-
(uarlo Bcha-se em estado melindroso enlre o* ga-
binetes de Vienna e Turin, he que a Italia tola "tu-
llir se agila, e que a relacSea enlre a corle das
Tuilheriaa a a de Roma eslo longe de aerein excl-
li'ites. He de esperar que a grsndts potencia un
peo.- m o apparectmenlo de granes comptiCsriOet. De
mais, a Austria lem contra ella na Italia tola a
pop ilao-', a naci iuteira ; p.r oulro lado tem el-
la ulliroamanle descontentado as grande potencias.
Ora, nlo he por ceno qoaillo tenlo lem apoio em
parle alguma qae se corre a risco das eventualida-
des la guerra, a anda menos qnmii os recursos
fiuanciiros nao eilo ero e indicio prospera, como
acontece au lliesouro auslriaco. Quanlo ao Pitmontt
elle tt lera con iludo ai sy'ptimas da Europa, e
e apoia sobre o s-ntiraenlo uaciuual da Italia. Em
caso do guerra he pon ir.'., aat provavel q-ae a
opinio pnblica se prouauciaria pelo alado Italiano
eonlra a Austria, mas nlo parece crivel qae ella
qoeira por ) alTronlar os ptrigas da guerra. Attra,
se por ura lado a Austria nlo eita' oas circoraalan-
cia de emprehendtr urna gderra tienta a situarlo
de iua Unan;* a de dt rela;Ae poltica com"a
oulra potencias, por oulro lado o Pieuioote nlo ai-
noleria 15o pooco emprchender aera ae ter pre-
viamente acautelado contra sa durls proven-
ca da 1818. A Franc. rtfleciira' antes de deterahai-
nhir a ua espada cujo peso pode trazor urna confla-
gradlo gal.
T.mbein se tem fallad a acerca d nma li
principe italiano com a Austria : he um fado mo-
ralmtnt* inverusimil ; politicamente be elle ira-
possivel. Itlo nlo seria oraa confederadlo para ot
ealadoi que te coligtaatm, mas sim em toda a forca
do termo ama absorpolo denes estados pela Austria.
Urna liga deaa nalarna iri aqatbrar-it dt encon-
tr as tsfor^os dos homens os mais- raiuantet da
[Islia aclaal, apoiado pela Italia inteira.
A divergencia fraoco-portagueza por causa do
Charla* 1 Otorgo pana par alo estar ainda termi-
nad. Ma realidad*, ; altilude da Franca para
eom Portugal, nlo foi a da ireislo do forte *-
maaeando a fraco. Essa demotistracao de firmeza
era dirigida a Inglaterra. Um caria do imperador
Napolelo III ao eu primo, baila para cominear o
espirito o mal priveoidor.
a Mea turo primo.Eu desojo vivamente qat
ao meimo untante em qoe st Itrmina a nona di-
vergencia eom Portugal a propoiito do Charlea el
Georgei, a quettlo no engajamento dot Irabalhado-
rei livre na Coila d'Africi seje defindivamente exa-
minada e rea luda de conforroidade como* verda-
deirot principios do direito e da humanidad. Eu
reclamel energieamaute, junto a Portugal a reatiloi-
c;la do Charle el Oeorgea porque coueervarei em-
pre intacta a independencia da bandeira oacianal.e fo
millar nesla circuuslaneia aconvi;lo|profun la do ma
bom direito para que me nrriseasse e ver quebrada
as relacOe amiga vea que nimio me apraz de enler-
ter com o rei de Portugal. Mas quanlo ao princi-
pio do engajamento do negro, a minha idea etilo
longe de te acharara bem essentadas. Secomeflei-
to ns Irebalhadore recrutaln na Costa d'Africa nlo
dispoem de si livreoitole, e se ule eegajamenlo nao
governo, am q
do, sem ser contestado lodo os diat, acha-se em
contacto conl nao eom e opinilo, pela cooperarlo
ilustrada do corpo legislativo/e doi grandes eo-poi
polilicot constitu Uk no EstliTO.
Podia-te talvez etperar que eisaa noval inslilu-
toe* funem rtspeilada por horatn que lera algu-
ma prelenc,Oes a inoder.niilo de eiptrilo e de carte-
ttr. De feilo opponlo um obtlaeulo ao conftelo vi-
lenlo doi partidos, levantando barreira contra aa
mis paiies qoe, depois das revotuc, agilam1
senipre no fondo da sociertade, estas instiinices cor-
respondiara as naceisidadea universalmnle reconhe-
clda*, e e nlo abriam mais a ambico prsoecliv
infinilaa. nllereciara lodavia garanlias suficientes a'
indepen lencia da* opiniO.s do caraclera. Porm,
certo* eipirito* eumpreheudam como doolriua
nos, na panada a erigen faa
initiluiceet acta***; eifenaea.
tiluicott, analagiat a d aeritaoae
til da conspirarla a ata aatatta.
Sabe-ea qa* a cMalliaicaa da I
de iyt tnteadtda pala
a, parlante, a* Mea* i
qtH foi a paaudar atai* I
raais vade qua a ralr*. frimti i
eiperieaeiea Ua lafelne. da naHKilel. tolTM,
da goveruo rev.laeeaaaria a 4a aaaaaalablt* ta aa-
ne III liel..a dtttjaalaaa a* aatlrilat eJw a*
c*e votidta pala* a*
*- a paa*ar qaa aaaa caatollliilolt aa* i
aaa* abra celleelive dallbar.d Be
partid* a dn ptltaa*. par malina*
cam seb at iaflaenciai atan Nanrw*.
a oraprehenuer qaa at Ibaa* laeH.nli.la
- aqo-llai qu* da aara "
que adurava o til e o eproveilavel, decidi pan
com sigan pequino Adolpho ajult-ln-hia am dia na
pralice den* tciencit qne linha lido o eiludo di tu a
vida Inteira e o moval comanle da taui etforci...
Como te havia habituado a ver na (accedi doi das
urna liria de oecasiOes, e noe homeni forjas diver-
aaa ojoa recursos deve aer ildalo por ama trea-
tura tiitelligaole, nlo hetitoo era fazer sobre o ni-
co herdeiro de eu nome e applioaclo de-se bello
ivslema. Dahi origfnon- apparente ; dahi etsts gostot incalidoi desde a in-
fancia e dttenvolvid >s tera intirrooclo, dahi ts>e
ceidado em moilra-lo a fazi-lo tobrtathir em toda
parte. Nada eonctdia ao ideal, pren lia-ie ibsoluta-
menle ao peiilivo, ao prazr lobre toda, oad via om
do principae elemento do succaaso qoe conquule-
va com a paciencia de om gavian, pnaegoindo a sua
preza. Mu a pereonalidada de pal menifelava-ee
violentamente netta edocac.lo, em qae as tendencias
e os desojos do filho olo eram consultado*. Se taea
eram os intmelos do pai, o filho devia lambem
te-lo.
O bario sonhindo acariciava, o seductor Adolpho,
valtador infatigavel, cavalleiro perfeto, msico con-
minado, conversador encantador, homem do mondo,
araavel o diiartlo, om casamtnto sobarbo qaa o aju-
daria a colloca-lo em um carrtira brilhanle. Via
como que era troca uro casa era Par, um caatello
onde a malhor eompanha se reneria, *rn vez de*-
*a vid* qae -6 milagr* d* ecanorai*. tribdbo*
inceisintct linham lomado potsitel, am* firtt ein-
lancia, de qae lie, Paulino Monesliir, fillia mieera-
vel do vellio jaiz do tribunal d< Gieo, fazia ai
honras.
Madama Monertieri nem n quir comprehendit ot
planee e proieetot de seu marida ; a f porm fazia-
constitucional a do governo parlamentar : de rao- i 7,Unu e" ",0* eo 'P-I.
uarehia awtH}itir\
nio gvern.. Qo.iqaer oatro y.leraa nlo p.a t *'" ** "']"m "r,d" d
sea olbo de am forma mai* on menos dlfarc,*4*
de diapoliimo. Qoem o oove penta qae he neetna-
iniutar nlo parliiham no meeoao gra
Receiava-e qae o d| da labir a* minitterio
esaitisse a ambicio do* orador** produznse riva-
lidadet fanetlt* to btm publico.
Tema.te ramio prioeipalmeaie qo* os minitlrot
oa ot orador qa* o* comhaliara para Ihe* torce 1er,
conteguiaiem engaar- eom at tan inlrigti fivortt
ua piouiessas a maiona da anembli. dapa dtt prelonde. raeil>ar>i qa* ara
A correpdlo do parlamento inglez no minitlerio oh ialradatido aa saciedad* frasean. aa*it- tal**
W alpole ere ame perspectiva qo* repagnav* mala ** lada qae a aova eaatlilatfia garaaaltt** a*
qae lodo 1 honradez dot con tt I minies de 1789. Em conqnl.laa da aeadad* nava. Aleta
auageneroea intxperiencit, a assembli-t cnuilituinle ara e-in exemplo qae grandae h.i
quera preaervar a honra dae ssemhla fundando a coadilaiciie* ferie e daravti* a' aaiam taliiiui
iua preponderancia peraiitio porlaoto m prohibir na* grande paeae da rtg*aeri,aa taattl.
qoe oa aaua raembroe alcancanera pialaa. P'ltioi apeteci a aalariaaaa, Stev-t ara na-
Rcconhacemoi, com M. Doiergier d'llioranne qaa turaleaeal* indicado para preparer a leattilauti.
rio qae Frene* eseulha entre e dictadare dt um
homem oa* preponderancia de nma atsemblea. Era
ura litro a' poaco dado a luz, cou a' histo-
ria do goveruo parlamentar ero Franja, M. Duver-
gier de Haarann*, formula altamenta na idea
logo ii.s prnneira pagina* do seo livro.
Eutre ogoverno pal un miar ojo governo Ibtoloto,
diz lis, nlo ta nlo coinbmacOee facticia, ioeo-
lieie-'M. nariaaiat, combinacSes que cuuduzera fa-
lalav>*v'a's insurreijdes e aus golpts de atado.
En a ttieie do livro : u aolor deve juitifica-la pela
historia. Ella Ihese parectu-not falta a exclusiva ;
alero disto lie lio evidenttmtote dirigida contr* a*
iuilitaijei qua nos regem qae deve nr censurada
pur uqueilea que, comu ni etilo ecoitumadoi a res-
peilar estas iustitaijirai o dtaejo do paiz qo* con-
agroa-*i eom o seu tadragio.
I
A (ciencia poltica fez no ultimo iicolo, progrei-
oi consideraveii devidot principalmente eos Oaerip-
lo de Loelte e Monlesquieu. O principio qae ei-
ses grandes horneas propsgivam erira apenas entre-
visto* enlss dallei. Na anll era gtral a libtrdtde enro e repablica e a mouar-
cliia com a lyrannia. Monlesquieu conlribuio mai*
do qu* ninham oatro para propagar a verdade de
qoe a liberdade do cidadlo poda aer garanlid* tan-
lo no governo monarchico como ao governo repu-
blicano.
Ura com principios ora com axamplos, elle
moilrou qu* vardadeira garaolia 40 liberdade Con-
sista na divido dos podtrt* pobllcot.
Ol amigo, diz Monteiquieu, qoe nlo ennhe-
ciam a dulribuijlo doa tras podare* no governo de
ura su. nlo podiam fazer urna id jaita da monar-
chia. a (Espirito daa lela, hv. XI, cap. IX.) A ce-
lebre Iheoria de Uooteequfeu tem tldo cultvala mais
de urna vez ; todava nlo tem deixado de servir de
bata a todaa aa conatituijOes qoe tem tido estable-
cidas, ngo s em Franja eomo ua Eoropa a na Anoe
parlamento, roas ao minino temposobrexcita at cu-
higa rivalida ln da ambicio e nao val aem ama
certa corropjlo uo parlamento a no corpo el*i-
loral.
Se a anembla contiiluiul*, em logar de tlibale-
ci a prepunderanci* Ja* aaiemblaa deliberanttt a
de preparar anira a repablica, tivesie eomagrado a
principio moderno da monarchia, comu Moultt-
quieu o eomprelitiidii, leria retpeitado a governo do
rti e podit eolio tara inaonieqatacii, eollocar at
ministros fura da aejlo do parlamealo.
Teria feilo do corpa leglt tlivo am poder modera-
dor a nlo om poder director.
As actat do* etltdot geraes nle qotrum mait.
Anles de er *rr**tda pela lorrtnl* revolucioaarie,
a Franja liria fiendo aiiafeila coa nm* conaliiui-
jl i qoe, aero deslucir o govarno, terit mtdiD-*d* o
eu principio absoluto e loria anegurado a anea-
blaa deliberante a* nices altribuijoe* que para
alia te raclamavam ; o voto do inipoele, xam
dai daipeza* a participaclo na padtr legulitivo
Nlo ha aqu o logar da ludigarmo* porqa* c*ut
* revolajlo franceza foi levada lio longe do leu
fim.
Na lirrival ataalrophe qaa lave lagar na* ultimo
annoa do *ee*lo deioilo a rales avinada par Lata
XV Uva o eu qoinhlo de ritpotuibilidada d* fal-
las do meimo modo que ei tssemblas dtlibtrante*.
O lerrivd ttforjo, qn* fizaran) noiso para para r*-
gantrir a lociedede e funitr nm Miada poltico
malhor, prodazi* o* raaiare* excenoa de qaa o
mando moderno Um ido taiiamanh*. Ni* eaqae-
jamo, apezar d***** einoa, qa* a empr*zi fui ga-
eron em i*a principio a qae a gerajto de 1789 aa
cornejo perecea ceder la mala nobre iopire5e*.
Todu cooslilticOes qa* suacad.m, desde
aonvoeejlo d.i ealadoi gerae* at o 18 bramarla,
ao obra dai aiiembln delibarante* e condoztra r-
pidamente anirchia.
M. Duvergier d'Hearanne consagra o primeireva-
lara* di sa* obra eipor a Iheoria d***a* ditenei
eoniUloijo** uro esqaecer o projecto da constilaijlo
Otpo* de ler repretootado aaa papel c*attaJ*ravH
na aaaentbla ron.tilatntc, Sicy; hsva >.iki4i a-
n** obervador a divina bata* 4a
Este penudar aburarlo e leliKria fallara |
eseratia em rere* ialervalla*. peraa
ceaear a grandae prablaatai patilUa o ea
i revolujlo havia e*tcilal. A' moila l*
parava o tea plena 4* arganinjla politice. "Ja," at
aaaa III liaba feilo eoeh.c.r aliimat patn atdt*.
putera et ciream*t*nciai Ihe linhnti paraeMa pasea
favaraveia a' applicacl da ate toaao. Na bre-
inatio, Sieyt linha obrado da a. etta rao* Biai
parte ; liaba p.rlilha la cea) lie dltaafa* O roa-
pon.alnlidade de* aceaaiaa. (ai parltale i
da de preparar cniatilu jlo
aa*-
O ci Jada Siyt, nizia Beeaparta, teda a aaa
vida lem meditada eabr* a argaauajia aloe cavar-
nos ; lem graade* laaet, vaata* i44a* patoatiaaia :
nada ha raelhor a fazer 4o qo* adaalar a prairvta
qae elle eoncabaa.a
Um hornean qa* ae tttape da retale da ele aea-
perte repreteataa aaa papal
Boalay da Mearlbe, tvtia aeeta paaa 4*
le e tecrettrle i' Sityet. Abat* ataja (|iaM I
al* aaa**). M. B.alay 4a la Uaariha aaaa*
tincar a eaaaaae* ata qaa ara dinla.
vea ta nos a a aaan praotna tabre ae 1
cmb Sey, r*aai*-* *a MK aaa I
qa* (arma aa* dteaattal. MUaraaa
(I). F ana daaaaiiaU a
rica. Monarchico* ou repoblicaaoa, iodos ot govtr-1 girondina, e o projeclo da eoailitoico mnniaubata.
noi qu* ie lem fondado ou transformado depois do
ultimo aeculo, baseam-se eobre o principio da divi-
do doi'podeiet.
Sob o anlig rgimen, em Franja, a aathoridadi
jOet para renuncia-las. Se nlo p<51* inoenlar essa
vontade feroz e dora em seu filho, sulunilleu o
sua.
Jt vimos como ai leve deiobedianeiai a que o
natural dcil e leal de Ado'phoo impelliam, linham
ido combatidai. Sem iniciativa e sim vontade dei-
xeve-e arreitar pela mo implaeavel do barao.
Na poca em qae M. Muneilieri havia Iravado
relajea com a familia de Coanellei, Auguilinhi
balda de parante* e dotada dai qoalidadee firmes
que faltavam a te* filho cojnt ira jm detcobrio no
tea temblante, pareceu-lhe reunir elgamet dai qoa-
lidadee qoe proearata para eoa ora. Ella leria, a
cabeja e o brajo de Adolpho. C ira a aorta da l.a-
dovico, a Intuflicienoia do dote deiappareeii. Tmha
II* finia mil franco* d* renda. Btlava echada e
maia importante dae eondijea, e o bario impellio
eu filho e agrada-la. A volla porm da Ladovico
havl todo detlruido.
Era pira o bario oraa nova lola a enceler.
Aoguilioha lindo-te lomado ImpoMvel; prin-
eipitu II* dirigir auaa viittt a cmilia.
Mai gaardiva-i* pera fallar nuio a teu filho no
Mignon e lmenle depoii que a tQsencie o livevie
corado. Un eooia o eomolava na parda dena
priraelra balalha, era a victoria particular de leo fi-
lho junto a midemoiielle de Cournulles, i qoem
liaha inspirado aro amor real.
Varaoi, diise elle, Adolpho aabar jagir eom e
mor.
Ot din qa* preeoderam a chegada de Ladovico
em Gnvellolt haviam lido inigualados por uovoi
aconlecimentot.
Carlea ahi se lioha apritiolido antes da (ao ir-
mo. O qoe linha aabido por Auguitlnha, relativa
mente a visita di Ladovico ao Bocage Ihe tlnha mo*
,, i .. ... m .n. ,.uuv,,i,w mv uuti.c illa iiiiiie 1UOI-
ih. acha-lo. .xcelleoles. Esperaado ver o peqoeno | ,r,do ,c^id.de de am. cntemelo pmicalir
Adolpho, bello, altivo, adulado por lodos, fieav.i *a-
tnftita. O fuluro nlo a praoceopava. Sen mari-
do, qa* ra para ella ama providencia viiivel,nlo ee
eocarrtgtva de o^pgeilar ?
Qoaudo tratna-se de escolher ama earraira pira
eu filho, M. Monislierc nlo hesilou em dirigi-lo ao
minitlerio dot negocio tatrtngeiro, onde ti quali-
dadea exleriore, o rosto, ai mentirai, a lingnagem,
tem nma importancia nal. Naa corlea net mais
bellas capitn da Europa, devia, ene diamante,puli-
do com tanta arte, moatrar-ie com.mal brilho.
Sa o birlo titea encontrado ama nitnrez enr-
gica, um eipirilo emprehendedor e peitpcas, cipaz
de por em pralic teus pontamtnlns, nlo se podtria
prever o qne leria sido de sen filho. Infelizmente
para toas comhinajdes, Adolpho era de om caraeler
Trio e rada. Tiuha naseido bom, e este vicio foi
uro embir.ico que tarnou impm loeliva educarlo
vera a que fui sugeilo. O pobre Adolpho teria li-
do de boa vontade, feliz e seu modo, enlre nma
raol'ier a quem amane e um lugar que desempe-
nhaas* eom honeilidadc. A plmnagem era encan-
tador*, porm o panero nao tiuha a aza nem o bl-
co da agoia.
O bario eooheeeo io, porm era moito lanl*
eom M. de Lpirelz. A* elreomstaneias liavnm mo-
dado, e era argente ame explicajlo.
Atim poii oraa manhla apretenloa-l* nos Mig-
nont, eom oeorajlo aaa pooco tremolo, o ptrguutua
pelo mnlre de forjae. M. da l.eiparatz Clt|va na
eu gabinete, Iralando de anignar algans papis ;
perto dille aohavam-st alguna empregados. O de-
putado din* Catrina qo a tentaise ; lomara con-
tal do eitade de iaa exploradlo, qae linha nogli-
gtnciido havia alguns mezes; tralava moito fami-
liarmente com o tea joven amigo ; demait occopa-
va-ie de om negocio qoe em breve aer-lliei-hia
cornmum.
Etsas ullimss .palavra entriiteceram a Carlat e
lornaram-o peosalivo. Nlo poda prever qual o re-
sulta.lo de tua conferencia. M. da Letpirelz nio se
aprestou em eoncloir os negocios, o despachar o ge-
rente di fabrica eom qum conversiva largamente,
(ornan 1o nota e entrando era minuciosidades qae
repetie com urna condescendencia qoe pareci al-
fectada tealeraunha ailencloaa dena converaajlo. m'li, a meo Irmo enlroo de novo em pana do qaa
Ao rabo de ama hora fechou a soa porta, filando ot ",e perteocia.
ocoles obra o nariz.
Vede* qoe lanho moita neceiiidsde da om aoii-
liir...... Slo mailos oegociot para um bemem....
nem mesmo a Iheoria de Saint Jast; trabalho mul-
las vazta lgralo, algoma* vezo* instructivo e curie-
o,e qut roetlra at ond* podem negar, *m poltica,
ai aberrejSe do espirito humane.
aoaoailea a bMartaatar 4* waiihl* a 4a I
ria aa capital* ajaa ca aaua a'
aaa VIII. M. BaaUy 4a la I
ta qaa (atea aa gwpnigli
litaijao cate a* bfiai a
paaa : T.lleyread. alterar a I
ion qaejaat* a'*M aa>rrtc4*, m
itfar*. ai fraganala* aa par eMajajrtaa vaaaoaM*.
derraeoaia viva la* tabre a Ihaarta allHtt a* f
e Ierra.m o emmatarta anii i Biblia ata i
titeijle d* aaaa VIII.
III
M. Boalay de l Mearla*, etlt na |
gar dtaa fragaaaeila qae faa
priacpios gerae ata prstjtrtat at* eeaaalMaBe. I
priaNira denes fr*gta*ala be etcr.pt* pata prapara
(I) Tirara**-**
brochar* de M.
xiite a*
detto, oa qa* p*din demialo dtt funejoat de de-
putado e de mimbro da eontelho geral ; maa o be-
mem nlo deve contar id comtigo ; qoe mi. do* m-
oomeroe obreiro* qa* oeeapo o* deix**ae T Soa
seu pai ; e amo sun familnt. Por oatra lado.
reconhect-ii -qat tenbo algara eonhecimelo dot
negocio!, e ama parla da influencia adquen la par
Irinla annos do trabalho not cooeelho* do governe ;
tomii a peilo a etasa dot diitriclo* qa* represento.
Proj.clos utei *o bem publico etlndam-*, a p-
rtccram ae o abaudonane. Atsim poli he preaie
qoe me aacriliqa oa qa* lev* al o fim o fardo
que lomei sobre aieai hombros. Q.inlo mait peaao
nitlo, laoto maia felicilo-m* per re* ter eoiou-
lrdo.
Eale pequ*oo diMario terminido por ma ettroa-
doat pilma tornoa o pobra Cario* mait perplexo
aiuda. Serla ainda o meimo hornera "!
lato, din* o madre de fotjtt, ordonando ot pipah
na carltiri, per doai-mae demora nttte arranjoe, a
qoal he aoloritada por minb**nlig* tmixade a di-
zei-me qual he o motivo de veste riiil* ; porque
julgo qn* ligara oegoeio importante ai Irouxe.
Nlo ro eoginaei, diut Carie*.
Trata-ie daa teoe, caja pata* a naa raadei-
ro nega ao vono adraiairirattar t
(lio ; vono reudoiro cortara' o b**qa* aa Ihe
prouvor,
E mal* tardt fallir' no diaheira..... itte
dist* ee muilas vez*, a* bom homorn Giaehcr !
Cirio* Ionio ; M. d* La*p*roU encerraa et
pipin a* tai eaeriraaiaba, e *lb*a para a mej* par
cima do* talo*.
Daro entregar-ve*, ditn aa* fim Carla*, aaii
quanlia Imprtente a 30 dm* mez.
M. de Leparalz abri am ctnhtnho qaa liaba aa
rol*.
Sir, dina lie 350 mil eteudo oe tquiva-
lenlt peloaanrao do dit. lio]* b* 28 dever.' pata ter
d'iqul don diat.
Joilaraaole.... mu dovido qo* potta earaprir
eisa cootrato.
Cae** qae at
(tria i naval.
Maa teppia** a vaa*4a IWHa,
tara' ?
Coate e lala* aail Iraatat
aat. Ni eceallei-va axaa aaa
aegacio hapiadeale, 4a afta aat'ara
dai.mbtrtjaa, Biaba ferlaaa
graadt chtqaa, aa nana *jm a
tidaravelaaaale.
M. de Laeaaraa* a* aat aaM
bati* eaa elle taaoe*at* aatV
En aaM coa** qa*
bu .-aaa ajjaaaae oala
Canteada cesa a vaat*
pr*atim* qa* atparaai
cal* pagaaataU, paivaaV
va* ae-aaaellida, (ra
y arele ataba Vea |
bem 1 4n*a Ctela..
NI* 4ata* U. a LlapifOH.
rajaa gtaaran ; parea ttarai iimtlu t lada ana
j*Qntt raCtSafaMak
LorRtva a fac ala ataia*,. a Uraa aat papal 4* ata
analah* parlicalar 4a tatataa.
Carlat Mana i
*a atolla fari>. qaa aaraita Mr aaaa
leacleetap
ccadi* a eebaaja a aaeleea pata.
Qtuiada laralaia a latttrt 1
carlcHa, p
-Enea*
teda M oaa* jarla, a I
la par dtraWe; iiptart toatt* a
Ira
brigara.
Parea Eailia
Se lrala-se apena d* am prazo, fallii, taada
necemdad dt nma oo daat temiaa! Ino a*- atniga-taa laat. ci
dt he. atan* cama banteaa nrtat
A difficuldade na provm da poca mais pal*
contrario d* tomma meizoo
-Ah!
A chagada de me* irmlo, qa* taal* aa ale-
grn....
Oh I qoem o sabe melhor qee ea din* M.
de Le-pareu. iperlindo a do a Carlee.
Ella chegada nlloca-mea* iiapanibilidadi de
dtpor date* 350 mil franco*. O* ltala dt praprt*-
dade valor, qee bavla bardado de Ledaviee a-
chara-to como ibe no carloii do nelaria da fa-
Madeaelatla 4a HipariU ?
paltoa. C>ai
eaalrata eeliado
nalle aa !*. ABa
>" aa,*
Ea aataaai
tal* a aairiaiala da ataba tWa. 4a alea
ala a aa heaea qae pnlin tar aaaa aaaa
a* tirapo qae aa atea geart. Ora, a*
lei aa aaaa* eaalrata ; a ana
para mudar de escola, o pai lava moito ennicio j Um oatro o (orna-ie-me lodo oa da mai indu-
de ion anligo ytema, muilo firme em uat eonrle- \ pensavel.... Aconaelhon-ae-me qoe deixase-ai, sen-
jtse moito confiado no resalalo de saa combina-i do a minha forlanaafilcient* paia ro*asgoto mo-
Sem dovida. porem ono ha veres peeea.ee ni*
repratenlam ama tomma pelo menoi igual *
Certamenle : porm p.ra liqeida-la, be preci-
to recorrer a venda de b.os indevttot entre mira e
Ladovico ; ee ppr*M*rmo-uM eeaa btna padea
ter vendido! por btixo pr*jo ; le apwar-ano* *l-
ra^da qat* a fII* i
eaa a carajlo aa ale. Syaaatatae i
vo*re, a ^9* aaeathaeie tea datjtd* a i
mate a va* 4a aiteh* aiarava aa
voz 4a rada 1*11* aaia alia Dev. a* i
dad* de pai 4a faalIU aabaetlav-aa a att...
pao.ti tana a aadattvettatta al. aun**, a.
voeet al*. C abita va tmm aa* batata 4a
mnba eaa. aaac ataisaa' 4* lar abe. a aa
M. de l.etpareti ltaata-ea ; a i
lava leraian.
r.

.
-;. -


2
DIARIO DE PERNAMBDCO SEXTA FEIRA 7 DE JANEIRO DE 1859.
Sieyee, recoi4sV_^tela iui forme breve e interroga-,
live lemoea brochara qoe eoroejoa 1 rtpalacto d*
Sleyee :
O que ht o tercetri estado ? Nada.
O qoa ojeve w? Tudo. en o fragmento :
Dt que te IriU '!
En 1789 o npretentanle litredilario foi aba-
lado e em pasco tieilronttdo.
a Qaeria-ie pre|odinr a ordem aocial "! Nao.
y.ieri:i-se urna ordem de coma em qae lado
qae tii de boro, de ulil cem nuior titilo de
oeceeiario ui raieriini social entao ilatenlea, low
comervado dovlarn-ta contentar eom abater luda
a ioalituIcSea regias, ten lia, liereditanai, aa qoaea
oa vardadeinn e naaeaeertee Instrumento! da ioco-
dade aa lioham ligado. Aaaim tenhiroos tade o qae
hara de bom part fuer eiminliar aa couiaa, acret-
oanteaao-lhea lado o qae tallava, dealruamei para
eempra talo o qae hara de mo oa de contrario aei
principio.
Fea-ae lito Nao.
a l).ve-te reneoclar a fere-lo? Nao.
Como havarmo-noi ?
* Biiittrn oa maica da eneuelo.
a Tornemoi aa Idaa da 1789.
Aaaim, o prlmeiro peoaaruanto da Sleya era ahi-
tar da eonalituirlto ora aa flia d >ulrinai da revo-
luto e repellir todaa ana Iheoriaa aobvertlvae da
ordem aocial qua havjam disvaira rante det annoa. lie preciso lrnarmoa aa id.ia de
1789, ditia elle a principio.
i Era 1789 nao qoereriainos prejudicar a ordena
social.
N9 lie empenho fcil fatar lom.ir atraz ama re-
vuluc.il i que patsou alni do aau lim. Nada menos
ere neeeaeario do qoe o golpe da calado de 18 bra-
marlo pata que Siryei podeaa filiar altamente tesa
liintuauem. em presonca de lautos linuieiii que ti-
ntina pjitilha'lo oa erro* o oa eruaea dni ultimoa
annoa. Poim. ao meamo lempo qae qacrla re.te-
heleeer oa granillo prinalpioa da ordem aocial, Sirve
lioha (irado o hornera dos prttneirie diaa da revola-
(4o a quera afaalar todaa aa inatiluicai leudad do
enligo renien.
Neeee pmneiro poota, Sieyes a Bonaparte achl-
vaaa-au de aocordo.
Como Hieyi. lambern Bonaparla ii.tn qaaria tor-
nar ao enligo rgimen, e aioda mus do qae Sirves
tinhe e peiln recen.muir a ordem social pode crer-
ae que, deede eaaa apacha o harta ganerel qne em
punco devie aeo prlmeiro eanaol, dep ia imparador
va na anima eociedade mala cnaaaa a rtalabtlaear
ile que o peuaena o taailarno pliiloeoplio da reo-
locao.
l'orio Bonaparte comprehendia ao meamo lempo
qoe amia harta a puupar mailoa preconeeitoa e
pauea e qoe o ncret.o a cerlaa lrmiicf.es do patea-
do derla eer principalmente e obre do fuloro. Acal-
toa pait ee i leas de Sirves e nao perece qae hoa-
vesii Jiiiouliinenlo entro altea, acerca doa principios
de orgauieacAu aocial.
O aesnado fragmento eitedo por M. Buulay de la
llearthe he relativa ael principia geraea da orgaui-
aarjlo poliliea, fui dilatado por Sleyee.
Alada aqu aa maamaa preoeapecdee domlnem o
aaa eapiiilo, piopAe-ee e reagir contra aa eiagaracee
dea doulrlnaa rivolueioaarias, em raalerae do gortr-
no. Sua liugaagem he de aingular energa.
Pode jolger.ee por elgam aa paatageiit lirada dot-
ae fragmento.
A democracia brota ha abaarda.
i Ainda que ella fotee poaairel, o systsmt repre-
aenleliro he mallo superior, e unten eepai de faier
goaer da erdedoire liberdadeede melhorer a eipe-
oie hamena.
a Democracia, bate de yeteme repreaentalira e
da ealabelecmaiito poblieo.....
i Ut maia calaroeoe parlidietna da democracia
hrate, na ateoctacjlo maia faToravel a etaa menelre
de Ireler e negoeiol, ntu qnerem luderie por a de-
mocracia na parle eieeelore edminlalraliva jadicie-
rie a oulraa parir do eervieo publico. Samante a
qoereai aa ordea lagitlativt. Trata-te pola de i ir a
lunccio Ifgialelite em represen tac,ao, para lera r-
gimen representativo.
Nao ere a priaaire va qoa Suyit eiprlmia aa
idaa que etae frlgmenlo ranme.
Erara no tee espirito a retallada da refleoss je
antigaa. Em oin rtiscarso que pronancloa durante a
dlKntaSo oe ounatilaiolo do enne III, linha-at dee-
euvolaido em termos que ee aproiimam mallo do
fregenenlo citado par H. Boul.y da la Meurthe. Ele
aa palavrea qua Bieyee pronunciara na eanvenco
nacional, oa itaeuo do7 iharmidor enno III :
Tade he reprniniicJU rin ordem aoeial. En le-
da a parte ella ae eche (nata na orelo prnada como
na arden publica ; ha a ton da indaatrla producti-
va a commorcle) a doe proareteoa libtraea e polti-
cos.
ment de faier podarea pablieot chama toe a repre-
eantar a necio ume atpecie le erietocracia inaccetii-
vel a' influencia da opinilo, e collocada fura da
-inRanca nacional. Nao he eiaclo diier como fai
At. Uoveegier d'Htoranne, qae o eysloma de Biyci,
condal e fatalmente a oligarchia veneaiana.
Siyie nanea eaperoa por am juico deetei. Sem
dan le, qoerfe qaebrar cora oe preconeeitoa revolu-
cionarioa, qoe linham aballado o poder ao nivel dea
idaa demegugicea e dee paladee pnpala.es ; porem
recontlitalnde o governo, detejava licor liel ao prin-
cipio da aobarania nacional, a O poder deve vir do
alto, dula elle, porem a eonnanca davo vir de bai-
lo, a Atelm, ea meamo lampo qae lomava eaaa
preceacOee para qoa oa po torea pablleoa nao foeaem
fuhmeltidae a' preealo daa attemblac primaria, doa
eluba oa doa jorneea, qaaria qae toda a naci ma-
nlfaattttt a la coofianca ooa podarea pablleoa e con-
eorreatt para e aacolha doa repreaenlanlea.
a Ifolai, dii M. Baolay de le Meurthe, eommen-
lando o peoaamento de Siys, qoa ha delude a
maior latitud a' confiante que etealhe ; nlo he ree-
trieta por nenham entreve, per nenbaoie eondicjo
do elegihllldeda. Atelm, por etemplo, a fortuna
pode Influir eomo mel de eontideiHcau naa eeco-
Ihee, porem nao he am elemento oeceeiario : ataim,
quendo leve lager a daaooeeJo no alo daa cammie-
tdee, tendo elguem pedido qoe ee Halar de notabili-
dades fostem regaladaa pele tarifa daa fortuna.Sicj i
eppot-te-lhe forlemenle diieuJo qoe casa idea era
aristoeralica.
Siyi pronnnelon-te poie peto tufTragio unlver-
tal como bate daa inalituicSet electivas. Debsito
deete poni de vala elle a mait longo qae e estem-
bla conalilQinle e dava ao direilo de eaflragiu ama
etlentdoque Ihe lintiem recatado a eoiuliluicao de
1791 ule tuno III. De feilu, a coiitlituicflo do
anuo VIII coo-aara o aufT'agiu universal continua Jo
cun sin eyalema de eleirtio em trea graoa.
i o.liii ut cidadaoe aao ciuinado sem ditlinccao,
J
darer, Boolay, de le Meurthe atiottaram-te com tao
grave diaaentimenlo e pentavem qaa era oeceataria
orna entreviste. Telleyrend encaregoo^e de arran-
ja-la e eetiatio e elle e. Boolay de la Meurthe cont
qoe Talleyrand parletpoa nena matine noite e elle
a a Rolorerqoal o raaoltado. a Nance, diiia Tal- qae compreheiHe o fatoro,
Iryreu I. aolfri tanto e devo aonvir qae nessa di-puta | que fenram a cata imperial
mono mlhor o primuro impe>i. Ot errot arden-
let do genio de Repaleae, dula Henriqoe Fonfrede,
leriem aido repaiadot te e dynaalia napoleonina ee
t veste eslabelecido. He corlo, pare lodo o humara
qae, rem oa deaattrea
tn suat armar, Napu-
Uouparte pareeen-me que levava vanlagem porque | leao II pela forca dat cooeaa, havla datar rompelli-
f'i ao aeu adversario objeccoee a qoa este responden do a irudiliear o que baria
frneamente. o De (eito, (eVilmanie te comprahende
a eupariundade de Bontparle tobre Stvet nena da.
cutido. O (,ram-Elailor eipo.to a ter absorvido
pelo senado e redolido a nota atlribaitao oniea, a
le eecolher os coueolee, nao rt eertamenle o chafa
que convinhe e urna nc,aa como a Franja. Bona-
parte via de mait alto o papel do governo.
Entretanto, acalmaran) ponto a pooco t primti-
rat emocort, e ao cabo de lgant das, foi ajoelada
nova conftrentli. Detla vei aitiatiram cinco pettoet:
Bonaparla, Siyer, Telleyrend, Roderer o Boolay
de la Meurthe. a A reeordaflo qae delta me ftcoa,
dli Boolay da la Meurthe, nanea ae mrrltetra da
memoria. Foi mullo cima esta conferencia porqoe
lodot lluham vindo a elle cm inlencfieo picificaa.
Era ume implas eonvtraacao poltica, porm a con-
vorc,ao mate profunda, e mala Inetmcliva que te-
nho o.ivi lo nei-a genero. Miriam qnairo inlerloeo-
toret bem capitel de dar tuterese e derramar lote-
en) (al aiaoinpio. Koderer o Talleyrand, m>mhro<
diatinetoa da aweanbla contliluinle, tinham seguido
o curso da revulocao com espirilo alenlo e reflorti
do UenapirtOj ja celebie no mando inteiro por reo
genio militar, n9o era men m interearante ouvlr em
quastet poliltcaa e'elv.t, quanlo a Siyet, cuja ea-
lieca eslava chela de eabiae analyaee penta-ta e c m
razan que nao era entre oa inlerlocatorea, o meuot
digno de ter oovido. a
O Gram-EleKor, prono to por Siyesdetapparecen
do proieclo de cuutlnai(ao : foi eubaliluido por trae
I cunsalee, eo general II manarle, uomeedo pnmeiio
formar et lietae de notabilidades entre et quae o go- I eonaul, fui iuvetiido d-a verda
En tinhj emprthindido. a doa aunoe (en 1793)
demooairar que tyatama rapretentalivo he quem not
liada layar ao mait alto ponto de llbtrdade ou de
proiperidode do qn teja potilvtl goiar. Qt amigat
do povo nesit lempo, fieram parar o mea Uebalho,
logo na piimei'a ollia. Em aua Ignorancia craeta,
julgavaui o ajattm. repretenlalivt incoinpillvel eom
n demoeracia, pomo ie un edificio fone incoropali-
vel com e age bate ; ou entao qoensm epegar-te a
Itaae Imaginando aera duyida qua o altado aocial de-
ve eondemoar oe homeot a bivaear toda e vida. Eu
quera provar que ludo gauha para o povo em por
mi repreaentacao lodaa ee natoretaa de poder de que
se compite o eolabeleciraenlo poblieo. o
V-te por eatei fragmentos qae a llieoria do go-
verno repreaenlalivo nao dale de qada do imperio
romo muitas vezea ie lera dito. Eiea Iheoria nateeo
da reaccau do erptriln poblieo conlre o governo po-
pular. Sieyet eontribuio maia do qoe ningoem pe-
a formla-1 e propaga-la. E-a obaervacao nao et-
capou su h atorialor do consulado o do imperto.
Cine p-levra qae, qoica' pele primeire vate
achave m tudat ae boeaa, dii M. Tlnere analyeando
a eontliluicao do anne VIII, a de governo repreaen-
lalivo, de' urna idea eiacta do eatedo doa eepiriioa
mita apoca, s
M. Duvergier de llauraona n.io deteouhaea ab-
tlulainenle que a eontliluicao do enno VIII liou-
veste tido por obteeto eslabelerer ura lyslema de go-
verno repreaenlalivo, porm etplica cunto etlia pa-
Uvraa ,oerno repreaenlalivo. raodarara de alau-
licarao em I8!l0.
N.1 he aero intenso, dti elle, que a fenle dee.
te dealo livr., colluco a palavra parlamentar, de
preferencia a psl.tyiirrprennUtivumait liabi-
lu limante einpregada. Ha trulla anuot, quaudo op-
l'iinhamoa governo repre.enl.iivo a monetobie ab-
soldla, cada qual quera aro syileme da governo no
que! a naci, por intermedio de aetemblee livre-
mente eliitae a deliberando livremeule etreo urna
acejo pieponotranl eobraj a dirirrja e getl.io dut
uegoc|[.... Chama at hoja govetno lepiasenlaliyg
que (hamivamos governo coneultatvo em 1830, e
verno prlauv>ii|r o qae chamavainoi governo re-
preaeniaino. porm pepeo importam aa pelaviai,
comanlo que ai coaeat ee anle'ndam. o
Ai palaviai imporltoj pouco com fleito : he bem
todav itdo daavia-laa da ea eignificacio natural. A
thaorit do goveruu repreaenlalivo foi, em aua ori-
gem, om prolcato contra o govarno paramente demo-
crtico. Nao he e monarchie ahselula qae Sieyee op-
punha-a eo deapoliemo doa club e a dictadora dea
Bisembleae.
Mala tarde com effeito a Iheoria do governo repre-
lentatltu foi rooJificadi de modo a Uruar-ia urna
arme contra a autoridad! ria. Fui entao qne ae
comecoo a oppr o governo representativo a mooar-
chie abeolula ; foi durante ot ultime, annot de ret-
tauracu que e Menvqlvaju i pilamica a qae M.
Duvergier d'Baiauue lai alluaio pole-e aoateu-
lar ueaee poca qoe o governo repreaenlalivo, ae nao
lenia ao governo provisorio, mo ora ontia couaa
senSo o governo eenaoltallvu.
Mat era urna Iheoria de opposicAo qoe oto pedia
sobrevivir aa eircumelenciee qaa a (iterara oeteir.
U govarno repreaenlalivo nao he o governo perla-
neniar, porm nao he tembet o governo eoneulla-
tivo. Ha eom etlalle, entre o governo coaeallalivo
a governo reprteolativo a dltTerenrje da qua o
primeire U edmitle podeeai puliltooi, porm lo-
mela eentalhei qoa nao tero vea deliberativa ele
Kiropleernenle, voz coneoltaliva em materia de lait,
de iinpaeloe a da eootat. O gavetne repraaeoliiiie,
coate Bieyet o comprehendia, eappOe ao eonlrerio
um tyileina de governo rae qual o corpo leglilalive
o o cenado nle ugo limpie* eouaeltiae.perrat formara
verdadriroa poderea poblieo, que, noi hmilaa ira-
cadoe pala coneliluicio, podem regeiler ee propon-
{dee qoe Iba lio faitee, o que sem ie lubilltar ao
govtrno, podem aonl le a da cario norj, modlfl-
car-ike aa lendeneiai. Na fe) ooaan VIII, porm
im em 1830 qaa o enligo aenlidn daa patavrai te
nudo, para dalle (alar tahir couiaa novas.
E n qae lia piinoipcloiente digno da neta, be qae
levando o goveruo reprteolativo pire o ledo do go
verne parlimenter, trouie-ae ata nevo ot pericia qai
o governo repreientativa, em toi orlgam lenh per
lia afaalar. Cem ttielte, ajoando depon de revola-
rs* da 1830, o governo repreeealalivo lomoa decidi-
damente u oeraeler o aaa governo parlamentar, a
iaflaeoeie politiee daeaaa rpidamente no reeleie pa-
- ra a eamare eieeliva e da cmara elsctiva par a
imprenta quotldiana, toreada o querlo podar d i os-
lad nice qae ae podaote gabar cora jattu litlo
de toe preponderancia.
reaaliade na ee fai esperar ; deecendo sempre,
a iafloenola politice etlrabia a ti a poder, al o da
em qoe ditpatado nti ruar, eteepave ao vathe ral qaa
embado te etforcava por aonservalo.
Sicyi-a no quena qei u governo repreaenlalivo
Toeoe eolloeado oeaie declivio que no eeledoe dmo-
crallcaa eondqi to depratse a gerarue popular.
Nlo tmenla' qoalifjeava de absurdo o lyileina i,
1793 qae ettabelecie eiaemhlat prlraariat taeocia-
daaao potar lagtiletivo, porerpinb quena lamam
que o governo lepresenltltvo fosae eoflocido eb e
prttito doi clubs, que liohtro eiercido lio deplora-
vel ccio tobre a revolocio, ntm meamo tob a dot
jornai polilieof, orgaot dot partidot violintoe a an-
lieonilitncionaao, ajo papel nao (6ra meooi fanaelo.
Nitlo. ola tq Siji-i cqndemniva aa ideas de 93, po-
rm afaitave-ae al cerlo ponto daa idat de 1789,
At ate eiecott pliticga a a liberdadada imprauta
dalayam doa primetrot din da revoluta > a Tarara rea-
pciladat pela eonellaicjjo de 1791. Siyi nlo qaii
etlabcleeer em aeu projeelo de eootliloicio o dirai-
lo de aaaoclaclo pea i liberd'ide de imprima eomo
djralloe poltico! garantido! toe cidadloe. a Fora de
eteolha reprnentaliva, ditia elle, oingoein lera o
dlreil de repretinlar, oiugaem tara o dirallo de fal-
lir em norai de povo. o
Siyi, aereiceote M. Boolay de la Meurthe, in-
itlia ubre aiae ponto lando principalmente am
vleta apreaenlar como orna neorpeedlo ai preten<;Oes
deaaas aoeledsdee qae, qaali(icando-ae de popalaree,
arrogavam-ea o direilo de fallar a da requerir em
nomo do povo.
Nlo se creia todava qoa Siy.'-i livoen n peni-
rtio e o tenido cemervadur diviam eecolher oa
(uiieciutiarioi publico e o repreienlentei. He asalm
que Siyat dava a democracia por bata a'i Inttitoi-
(ii repreaeuleliva e qae elle applieeve o teu prin-
cipie a o poder deve vir do alto, a cuiiliauca deve
vir da baiio.
IV.
Temos dito que no peuiamenlo de Siys, o go-
veruo representativo u3o devia lar em resulta,lo o
governo parlamentar.
Nlo he intil entrar am aliona deieavolvimentot
sobre este ponto.
O eyalema iugln em malaria de governo, linha ti-
do perlidarioe na asembla contliluinle Moonier,
Cleinonl-T nnerr, Lilly-Collendal, linhaiu procu-
rado faze-lo prevalecer na coiumiiiao de ouotlilui-
cio, lauto no inenoi quinto o pariuittia a eapintu do
lampo. Mirabeau nao partilhava aa toaa i teaa pro-
noiici indo-,e com paulo pilo lorceire orlado contra
a nobreu e o claro, dando ot mait rodee golpea era
todat ae inililuicoea erittocritieai. Mirabeau foi um
doi qde ra-i eontribuio para arruinar em Frene o
pliooipio dli iuttilui(6ea ingleta. Mirabeau pule
admirar a libirdade ua Iiulalerra, mat lie oicena-
rio que U. Davergier de lliurnnue renuncie a
apreaenlar me grande ora t,.r cuno um daqaellea
que ae proponham oeturaliaar em Franca a fuma
do govarno loalei. No ulmo perlado da tae cer-
reira poliliea, Baroeve defeudeu uobremente e cauta
da monarohia, porem nunca pennm em fondor e
prepoiidoreueie du parlamento aobre o preponderan-
cia de moa arieloiracle, tanhora de urna camera
pala heredilanedede e da oulra pela eleico.
Siyi prouanciou-ie aiuda mu enrgicamente
contra o eviterna poltico que por cantal loeeet e
eieipcionaet prevaleeu eom eeplandor ue Inglater-
ra. N.lo ere na preponderancia do parlamento que
elle procarava garanas para a libsrdade, era ua
divisao doa podares.
dividirlo oa poderea, ilitu ella ; divid para impe-
dir o deapoliaino, eeolraliai pare impedir a euer-
chia. Keala-uot eieminar' eomo Siyi compre-
hendia a divialo dot pediros em tea iyttme de go-
verno repreaenlalivo. im fregmeulo do diacorso
qae alie pr.muociou no dia 7 tliarmid r aono III,
raame oompletunaule ai toat idaa tobre etle pon-
to, u Nlo ouuheco eenio dou ayiiemat de divieso
doa poderea : o syaiema do equilibrio e o do couoor-
to, oo em outrua lermoe a lytlemt do contrapelo o
da unidade oiginiaada. Um eiim qae a eitroma
habilidatje mu geoiro he da ae diram dona oo Irai
rapraiiaUotii para eiercer a malina fanaelo... Ai-
uiladue com a immauaidade do poder qoe acabara
de conceder am lonmoi reproreiilaoiei, u qae fe-
zem 7 Imiginim der e' am cegando Ctpo de repre-
tenleule a mesma mana de poderes, oo entao ottri-
buein a ra ubre oalro am direilo do vela. Eio o
yilemt do equilibrio oa do contrapelo.
eulro tytleme da divitlo nao consiste am am-
pragar ranilos corpoa de repretentenle oa conetruc
eiraa altrihntcea do
mesino paiz em que Minteiquieu habilon. Jolgava caridade que O caracterial, pa lavras de ani-
mo e de consolacSo. e Ihes teu i sua bengSo
apostlica. Foi eotSo que um dos enfermos,
estende as mSus para o Santo Padre, Ihe pe-
dio que f issa mai particularmente ero seu
soccorro, e que houvesse por bem ouvi-lo
de coolidso O augtis',0 ponliGce logo anuuio
ao desojo do pobre duente, e ordenan du as
possois que o cercavam que se afTaslissem,
fez o ulllcia de confessor desU humiUe rx,as
coollada ovolha.
Diz ama carta de Roma que o penitente
que solicitou este favor do Santo Padre ga -
titnra grande celebridade nos lempos da re-
volta romana ; parece pois que elle quiz
doscarregir i sua consciencia mesmo aos pes
daquelle, que outr'ora desconhecera como
seu pastor e aeu re.
Este episodio da visita do Santo Padre ao
hospital do Espirito Santo, produiio a maior
impressSo em tolos os circumstantes.
Os nossos leitores hilo de ir compreben-
den lo a razSo porque os livree pensadores e
racionalistas bradam tinto contra o papa.
Se Pedro negasse a Christo, sem cborcr
amargamente, outro gallo Ine contira .
Sao da ranina obre, porem aooHa a dlveriot repre-
iiulautei partes differeule, de modo qoe o retolta-
do.de todo o trabelhoe produi com eerieze o todo
pedido. Nao da' doaa va Iret ciberas eo meamo cor-
po, porem separando com cuidado em ama a eebeca
at dltTerentei faeeldadaa qoe eoucorrem pera de-
terminar a vontade eom ubedoria, a luaa operecSes
retpictivas, cuncede-as pelat leu de ama organiaa-
clo natural.
Sleyee ecreieenteva que o primeire eyslema le
dlvitao dot poderet o do equilibrio, ere o tyitema
inglet, o procurara crltica-lu. Via. no outro avle-
me, o da anidada organirada um syaiema maie con-
forme aoa principio, da tciencia poltica e ao genio
particular da Franca. Sieyes ie rauito longo eoa sua
orillea do govarno ingle; parlilliava oa preconeei-
toa do seo lempo eontg a arletoeraeie ; talve mea-
mo nao eompraheodeaae completamente o oenit.
mo ompllcado da vrlha cnnalnuiclo da Gila-Bre-
lanha, maa havia em auas crine.a maia de urna ub-
terv.cao cheia de flrmeca o de troni : o mait apaixonadoi amadores do lyttema ingle....
te ene famolo partido da opposicdo, que tambera
algumai vezei a fu ehemer o migo do povo, nao lie
teuao orna ante-enmara deevillda do re, forlemenle
oceupada em criticar e bridar conlr. a oolra ra-
mera de aervieo, alira de ter .eu qoinhao no pro-
veitoa da caa o Essa apreeisclo do papel da op-
poeicao. no lyslema psrltmenlar, nlo deltava de
ter teu linio ou qaanlo de verdade, ae noe repor-
larmot a eerloe ptaodioe da histuria da Inglalerre
no scula XVIII, porem que emargat a rcenles re-
cordacoea deepettl am Frincl 1 Nao teria conve-
niente apreeeula-lae iqul a M.'Doveigur de nau-
ranne, cabe reuui-laa a fua-lat na (naturia que em-
prrliendeu.
No sj alema da tua eooitiloielo, Siyat nlo quera
poderes rivaee eliocedee em frente naa doe oolroa
par dupulireiB aolra li o governo. Quena poderes
dialiniiui, obrando cada um em aoa eiphere. corpot
pollltcoa etercindo fuucrtjea aapeelaee, deBnldae e
limitadas pela cuntlilaieA Elle epplieavt o princi-
pio da eapectalidede dae atlriboicOet a cada nm dos
corpoa polticos qoe iuililuta. O cooeelho de estado,
ltiierpre|e do govarno, ara anearregedo de preparar
a lea e defeuda-lat ante o ourpo lagitletlvo. O
Tiibuualoo, orgia dot intireetet popalaree, tinha
por muiao dtaculir e centenar et lea, tam vola-lee.
O eorpo legislativo volava-ae em tileucio, depoii de
ter ouvido as diicuteoet do couselho de eelada do
Iribunato, o prooaoeiave I manelra doi Inbanaei.
Eiulnn, umudu, eolloeado no pinculo da Inerar-
ehia poliliea, era anearregado de eonler ea la poder
noi teaa limilai a da annular toda e quelquer acto
conlr.nu a coneli|uie|o.
Tem-ae mailat vetee criticado euai combinacoa
da cntltluiclo da moa VIH. Syea liaha.de leilo,
levado mu longo ai oontiquiocias deeea eyslema :
havia etagerado o principio da divido doa poderea
o da ispectalidada dee (onceflea. Uaqui a pouCo ve-
remoi at felitat modilleaeee qaa a constituirlo de
vial f "'b^ "" p,n, n" ""'Inieao do anno
viii. He todava dnrioio notar que o principio cola
appucacao ua ordem poliliea Siyn reclamara, era
oque por lodo a parle hevia prevalecido no orea-
oiiatao da lociedade depon da revolelo. A dle-
tinccao dat divertat foncefiee lociaet em parte al-
guraa foi analyada eom tanto cuidado eomo em
I-ranea, a em parta lgame realitada de um modo
lio conforma I razio e e teleocla poltica. At func-
coetadininiilrillvis a ae funccOea iadiclarlat furam
caldediieemeiileaeparadae deade 1789, a no.aa le-
gialacao, de ha dioeoenta annot, tom sempre tido
leodeuciai para diltlogolr claramente o" que he do
dominio do poder eteeolivo, a o qoe he do dominio
do poder legialatlvo. Se peolrormet om penco pela
noesa orgemeecao lnancolra e a Iminlalralivs, e no
noiso tyttima do lame doi lrvicoa ponlicos, achi-
mes em toda i parle a appheacao do principio de
Sieyee : Divid pira Imped r o de

l'ei para impedir a inarrhia. i lie ette o carieter
saliente I unglnel daa inililuIrSes da Franca. Na
luulalerri ha o Contrario J todaa ai funcedea pa-
blieae sio confundale. A camera dot lodt eierce o
poder jo dietario ao matine lempo que o poder po-
littoo. A cmara dot eammoot adminitlra, governa
a faz a um lempo at funccSea de ooneelho de oslado
o de corpo legislativo. Oe aervifot poblicot to or-
Hnia Jg, da ordinario era alinelo a' diviilo are-
toral dae ailtlbuicdei, a a contraliMcte he aulhtpa-
Uce ao goaio ingei. A gaerra da Crimea reversa,
par mili de am lado, eavieioa da organiae.lo adml-
n elraliva da Inglaterra. A Franca, pelo eontrerlo,
den-ae betn tom o aau tyitema d divitlo dat fooe-
coet e de cenlrliticlo administrativa. Havia, pois,
no plano da Sieye's, $a iaj0 dat irapirf.icoet de de-
tlhe, liogular profdodeza de idaa a ma rara in-
telngenea do gepio da notii naci, que quir em
lodat aicouui ter urgaoiadi pero a unidade, po-
rem qua ao meim lempo goita da ordem a de re-
gra, a sempre mutrou igoal renlo poli auirchii
e arbilrariedade.
V.
Toda i parle do projecto da Sive que iciba de
eer anal viada foi aceito pelo general Bonaparte, po-
rem na cognada, em que ee trata da orgaoiaaclia do
poler eiecallvo, latclliram-te entre ellas algnmai
dilTlcaldadei. Sabe-te qua Siyet quera 'ollocsr oo
ventee do leo edificio poliliea am Grem-Elelter, lo-
veetldo de ama nica attrlboicJJo, a da eseulher don.
consalee : o cootnl di pal e o comal de gaerra. Ot
eoosnle daviam eecolher oa ministro!, que nomea-
vam oa oolroa agentet da adraintilrieri. Bra evi-
dente qoa am peder mira eamlilaido nlo poda ter
lofDciante para a abre de reorgeniaaclo aaeial qae o
general Bonaparte llnhl de faier. foi mal viva a
deitoulenlamenlo do general, lealemonnou-o lili-
mente a olo te pode detconbecer qoa tinha por ti a
atientimeuto di opinilo.
Nanea peotivi, com eiTiito, em eooteetar ao gt-
neral Bonaparle o primeiro lugar oo governo a cora-
preheodiem todoi qoe ene lagar olo poda nr o de
um Grom-Eleilor. Siyet a Bonaparte diaeordavam
poli am orna qnattlo fundamental. Talleyraod, Ko-
(1) Honllaor de Iharmidor, ann III, pig. 1-236.
goveruo. Nem a con-tituiclo de 1791, nem e fnetitoi-
ctli du anuo III tratnvaiii du governo; tiuham-se ron
Untad t cora regular niliai ai altribuic,&ei do poder
eiacutivo edo poder legitlalivo. Pantnvem, aem du
vid,que o goveruu devia eahir nalurlmente da lula
dos oredoret, dot Inbuuoi e dot cliefet de partido.
Sleyei nlo era dna opinilo. oO governo nlo he nma
tribuna, s dina alie. A cunatiluiclo do anno VIH
he pota a prtmetra da nosaai comliluiroei que eon-
agra utn capitulo ao goveruo ; porm lem inter-
vmclo do general Bou,parle, o enverno constituido
por Sive nao loria a forfa.necesaaha para conter a
revolitcAo e orgauisar a eociedade que della liulia
sabido.
Urna naci eomo a Franja nlo prospera aem um
governo furtemente conalilaido. Ora, govtrner Irin
la o eeia milh&ea de humen qoe lem um cerlo peso
na balance doe dettiooa da Europa e do mando, nao
lia tmeme otercer o poder etecalivo a eoacorrer
paca o poder le*itlalivo. A larefa he maior e maii
dilMcil, a ot graudet homim que lem governado
l'ranra era diverss pocas, mililitros, reis oo impe-
radores, lem a comprehendl lo de oolro modo, e
lim pollo o nono pan em ntuiclo difiranle doi
pequenoi oantea suiesos ou doa Eitadoi-Uuidoi da
America. Porm o grandes resultados qoe a pol-
tica franeeia deve conseguir, nlo podem ser obtidos
por uro governo sempre impedido em ana aecao,
eipuilo aoe alaqoae doi partido! a entregue pela
propna cooilitui(io, ai ogilac&eo violeutae dat am-
bicdee que a democracia eialta.
A re.olurio de 178!) na i tinha smente abatido a
monercliia, havia oppnmido o governo ; a conni-
(utlo do anno VIH ailabelecea-o, purera tabsti-
lutndii om goveruu rrpretentalivo om governo ab
i iluto. Sieyee organisoa o ayslerai representativo a
lodo o micliainsino poltico, Bunlparte acrescenloo-
Ine a totea raotrit, tilo he, om gnveino dolado de
iniciativa e da aatorldide Qailro aanoe depnis,
completava o primeiro cooaul a tua obra, a depois
do lar rattabelecido o govarno, eoroava-o eom a
heredilarlidado. Porm, conitilaindo eob a norae
de imperlu a monerchia de 180i. Napoleao deu-lhe
um carcter particular lobre o qual he uicettario
lixar um pogeo a allanrl...
Va
Dar mi da revolocio franceza, o poder hereditario
do chefe do Eelado t-in eidn eonallloido asgondo
tree p incipioe ditTereulei. Em 180, um aanalua-
coneulto prope deferir a diguidado hereditaria im-
perial a t^apoielu Buoaparle a a aaa familia ; aita
propourjgu ne submetlida ao voto di naci, a, mo-
narchia de 1801 baaee-aa pois sobra o principio da
loberaula nacional obrando 10b a iniciativa de om
governo regular Ue o enligo priuclplo nacional :
a Le fil auloretala principo et eoaeuen populi. n
Em 1814 l.uiz X VIH reivendicando om direilo pes-
ia"! e iu letevel, labio ao throno e em virio te deue
direilo, outorgoa ama caria a naci. Ette principio
recebeu entao o nome da legitimidide. Em 1830, a
caraira doi depuledoi lUreceu u throno ao chafe
da cata d'Orleiot qoe ieel(ou-o com it rondtcOet fi-
lad. pela carta modifieade. Definin-te o princi-
pio dona mooarohie, a o priueipio do contrito re-
ciproco. *
Nlo qoeremoi mirar iqal em ame disceiiAo
theorioi acerca do mrito doi diverioe prioelpioi to-
bre os qoas poda baiear-se orne raooarehia. Em
um lempo como o nono, em qoe lentot principio!
tem ti Jo ii, .enmontados a regeitadot, ot povo te
preuc upara de um govarno maia do qua de loa ori-
gem a nodo vele ama boa poliliea para aeaegurar a
O'ije a ouraclo dos imperios. I.imilar-uos-haioea
portsulo e ilgumaa obtervoc&ee qae o principio do
goveruo podo ter tobre a auloridede do chefe do es-
tado.
Keconheeemo que em 1814, a Franca eeparada
Violentamente do imperador podia nener grindi
vanlagem em ebrigar-sa eob o principio da ligiti-
midade, qoa a protega eontra o odioi doa sobera-
nos ciliado, por uni lempo humiihedoi eom as
noiiae|victuriai. Mat ene principio qae devie agra-
dar aui reii olo metlra lufOcioutemooie eol povoio
leca qae oe prindo eo tea toberno. Eutre ama eo-
ciedade nove o um principio absoluto, Independente
d-ata eociedade, ha ame eepeeie de aotagonitma l-
tante, e o priocipio de Irgitimidade, depoii de ler
lid por longo lempo urna garaulie contra ae revo-
luce, lomou-ie, depon de feilu as revolecjlet, um
as.umplo de doiconfiaurji para as naefies e pr isio
lucino.nini rauta de fraqueza para o poder.
O principia du contrato reciproco Ira/, i me-
moria, ne Inglaterra, antigs a patritica recorde-
ces. Porm em Frene dalava da hontem, e foi
Oojeclo de vivae caalrovareiae. Uoi conteslivam o
m.ndato doe depuladoa em 1830: oulrot pidiam
que eu menos a uaijlo faite chamada por um voto
regalar a ratificar o contrato. Aquallei meemoe
aaa preleodiam ler estipulado pele oaco, te divi-
dirn. Elle podio perdi a Daoa a uui homem do
que lioha falto : aquello recordando eo mberano oa
aeui ajustes, eiclamava do alto da tribuna, a Era
necessario diie-lo em julho da 1830.
M. Duvergier de Haarenno he dot qae applao-
dtam eiin palavrai: pode convencer ea depoii que,
e o principio da monerchia de 1830 jaitlficava ei-
lai vihetueitloa apostroplies, devie om dia fallar-
Ihe e aoloridade oeceuirii para dominar a revo-
luclo.
u principio de mooarchia imperial escapa a enai
oiuiai de fraquei. Como te batea lobre a vontade
nacional claraminte manifcilid, reduz impj|n-
eii o partido! hostil e ai linunat revolaciuuariai.
He om fado que ntm o imperio do 1804 nem o
imperto de 1852 tiveram de luler contra anal in-
iurrefrries formldavelt que derrabaram a monirclua
legitima em 1792 e em 1830, e qoa depois de ler
obelado e monerchia de julho em 1832 o 1834, aba-
ler tro-a em 1848. O principio da monerchia de
1804 foi uoico qoe venceu dale vete i repu-
lir e a revolocio.
Por etie litlo, reeoramondo-te qae penttm qae
a rettebelicimento de am poder reipeitado he e pri-
meira oecenidade do aoseo lempo a a lalvigairdt
miii pracion det liberdtdti, a dai peitoai e det
propriidadet.
M. Davergier de Haannai falla do principio da
monarchia da 1801 maia ligeirameole do qae con-
reen a um publicista torio. Naa dtliblrarjOte de te-
nido a oo veto da nacilo qoa deferiram o Imperio a
Napolilo I ni ve urna comedia dipoit, por ama
euntrodiccio qae he diitlnl enteadar, eotet
cenia :
He meenario alm dina rteonheeer qoe ne es-
lado do espritu!, ara intil terem tanto Irabilho e
que te por om ilpgular requinto da amer proprio, o
primeire contal oao detijatie qae o auiiliiuim, o
paii inliiro te-lo-hia apreatid i em iilisfaie-lo.D O
amor proprio qua consisto om consultar a n.;lo so-
bre ee quetISet fundamenlaea que deci lera do teu
futuro, nlo not parece tar nada de requintado : he
m teolimento laavavel qee leilemanha ao mtimo
lempo a roufianca do principa oa narao, a a con-
lianca detta no principe. Nlo vimos, em dlroilo,
principie lotia racional, ana em fado melhorea con
dioses para asieoler ama monarchia oova ao dapeis
deutni granio revolugio tocfal. B a neeeesario qae
e elevacio do primeiro consol I imperador lotee bem
conforme ao olo da nirio, para qoi ot proprioi
adverurioi apaiionado do primeiro imperio cho-
gaem a lecooheeer qae o ehefe da nova dyneatii
nlo eareeie ler Inbalho o que o palt inteiro aoreaei-
va-se em latitfeze-lo. Pauta M. Duvergier de H.-n-
raone qae ae posa]diier outro lauto da raonarabl.
do 1814 a da 1830 f Elle proprio leve o cuidado Je
eipliear.oot qoe *m 1814 M. de Talleyrand, ft. de
Vnrulles, o |conde d'Asioit daviam o ler se agitado
rauito psra obler, qoer do esnado, quer dae poten-
cial aliadas, quer det municipalidades dae ei dudes,
dat docltricoat favoravelt returcelo da monar-
chia legitima. Ol hamena qae ais contribuirn!
para o qilabelaeiraenlo da monarchia le 1830, tem
cantado inoilai vocee diflirul ladee qaa eacunlrt-
ram no hotel de Villa a em oolraa parla* para faier
proelamir a rei Loit Filippe, Foi oeeenirio pro-
manar mono aa partido revolucionario para Cont-
lo, nada menos que ama monarchia cercada de
iaiItluicOea repablicaoii. Mait ale a eolieilode de
1804 a a conlimci de Napolelo nasssa vontade na-
cional, que o elevoo aem cuelo eo imperio. Ahi nlo
ha nem comedia, ueiu intriga, nem mlarvencao de
potencia atlraogeira, nem Ircmiccto eom | revola-
cln... ha a raanifealacio mait brillimle di Interei-
ie<, de oeciasidades, dot destjjt do pait ; ha tam-
bera o leitemaobo meit oatarel do reconheimenlo e
de admiraclo de nm grande povo pelo hroe qoe o
havia .airado I
VII.
A taeliea doi partidos hoje he reninrir eom nma
tal oa qual complacaocil o abasos < atondado qoe
poderim ler lugar oo lempo do primeiro Imperio e
apreaenta-loi como a conseqaencia necenaria do
principie di monsrihia imperial. M. Dovirgiir de
Hauaone, tob eela ponto de' vina, fui mata longo do
qae. oinguem. Um pobllcitla que nlo ara homem
da partido e qoe aa fez admirar am nonos din no
da muilo enrgico no po-
der imperial. Na legan la c-racao o malte lena
eilenuiJj, ni lereeira nia restara mait oenhum
veitigio : t haveriam ot benaficiot da ordem, de li -
xidade ae repooan, de progreaao qoe o eipirlto dy-
nesllco toril prodozido. (I) A qoe te preoccapim meit di vordide histuriea do que
dot prejoizoi dai paiiott e doi partidos, Reconhe-
cem que depoit daa grandat deiordent prodoiidat
pela revolnrjio, o genio leva ieai enlevot como a II-
borlada, como a eloqoencle ; porm nlo veem not
arrailramenloi de um genio nico, excitado por om
eoneuroo inaudito de clreomelenciii, ame objeccio
contra a vlrtudo do principio montrchlco.
Tranqailiiem-te ot dilrielore dot grande lla-
men ; aivevolucSe no prodozem dnat veiei a h-
roe dai Pyramidet, de Tileitt e de Santa Helena,
porem dmam ape si mal de ama geraeao deeaoi
eophittei invejcaoi a iangoinaioi vasallos nu molde
vulgar dos Habiipierre e doi Bakof.
lis perlo de vinlo annos qua Fonfrede escrevia o
livro caja pitiaeem ecabamua ie elr. Era em 1839,
lio mal. forte doi debates da eoalisso, era a dimin-
u de Mr. Duvergier de llauranne aceica do gover-
no parlamentar que Fonfrede refutava eom o acento
convencido de urna eloquencia cheia de panio, de
dor e la einitiroa pienenlimenlua. (la espirito (r-
lenla opposicao inal>aqueavam entilo o corjoto pu-
bliciita do ironda. Foiifredeapeuai era previdenle.
Ui runleciinentoo realis.rain'ot aiai receioi sobre a
frigilidade rio governo parlamentar, como M. Du-
vergier de llauranne comprabentia ; e oque lie
anda maie iiolavel, ellee realiearam ai luai privi-
Oes acerca do carcter que deiie lomar a mouarrhia
impacial ua lareeira gortrao. He cite punto qui
nos rula esclarecer, mostrando iob que ponto di
villa a conilitaica oe 18.2 difere ua cumlitoicao do
anno III e o goveruo do imperador Napoleao III do
goveruo do imperador Napoloao I.
(Contimiar-se-ha. )
fAG.fiU VUUaifc.
/leclamaro,to Sr. |)r. Francisco Ferreiru ae
oa, rocebeim.a urna correspeaideiicia que absiso se-
gu, em r.ldic .,;,lo as nolicla que o oosso corraspon-
iiente de Peo i'Alho. nos'tem Iransmillido. Coufia-
m..s mullo no carcter do Sr. Dr. Ss. e por iiso oo-
nhuma redeiio upoeremoi atoa palavra.
Sr. relclor da Pagina Avulsa.AIgumi|nolicii
que ie Mo publicado am tua pagina, acercada ad-
iiiiiii-lrai;3ii judiliaria da comarca de Pao d'Alho,on-
de eierco o cargo de promotor, ha alguna mezii, o
a aceusacao ostensiva e directa que com ellas si tom
Teiln ai autoridades am giral d'aquella localidad!,
lavam-roe a diier em eua mesma pagina algami
rousa om resalva de minhs respootabilidade, ti bem
que se ufa lentia tratado puaiiiumeole de m-m, e
ea eren que nlo honra liquer inleuc.lo de ae me cum-
promeller alevosamente. E nlo ha nilto inicepli-
bilileilo v, porque he de melindre eitremo e repu-
lacao de um empregado publieo.aetim peraule o go-
varno, como al pernote o publico, qoapollo,
declaro do mait lolunne modo que, sobre o (acloa
de que tralao aquellas noticias, em um procodi
como ara o meu dever, e Om oolro nao fuuccionei,
como foi um dotes o processo de Francisco Comes
Meuezei.
Uelificando, entro lauto, o que te diatt aeerc
deele proceaio. cabe aqu nina eiplicieio em abono
do Sr. Dilegsdo no tulido de que, si e pronuncia
de rranciieo Gomas Monezas, foi oro tanto demo-
rada, o molivo disto fui o eaperar-te um inlerrogi-
tono qaa o Illra. Sr. Dr. chefe do policio fleoo de
proco ler e algaer qae pedia esclarecer a crimine-
''"idido me.no Menores conforme docleroo em om
seti offlcio, o que tem duvlda teria de eer aitai pro-
vellosu para a substancia do prucediinmtu cri-
minal.
Com a publiearjlo deittt linhn, Sr. redactor di
rign Avuis.i. muilo obngar.i ao aeo leilor.
Somca{lo^-0 Sr. Dr. Jlo da Conha Rabello
ciba da ear uomeado delegado da
laoianna.
Dai inlormajr.es que lemot datae Dr., aerdita-
moi que mu acera Ja foi ana nomeardo.
OS DIREITOS DOS l>AES SOBRF. OS Fl-
LHOS NA SURCIA,
Escrevemao Iluiverao Je Luhecea : ol.cn Jo
a polmica dos joroaes subre a qaestSo d.t
minino Mora a, liqu*i maravilhadii por nao
ver a Su.'cia tomar ahi parte maia notavel
Porque se far tn.-ncn da propjst- real.pa
ra urna libarJade religiosa mais extensa.que
os Estados regeltaram na Dieta como mu tu
liberal? E no diz oxjressanenteo paragn-
pbo 4-. des.li famosa proposta, qae os UlOos
Bujoa progenitores lutheranns se convertes-
Sfni do. os do tiisci v.ento delles, serio por
forrja e contra a tontada dos pala edu-
cados no lutlrvanismo E no obstante urna
ia! tsjosigiio nao saudaram to los os jorrees
Itberaes da Europa como um gran te pro-
gresso para a Suecia, paiz de livre exima,
urna somelhante h'isl co ? Os joroaes de
livres pensimeotos peiir- m acaso aos go-
vernos qae intervie.ssem com o papa para o
fazer ceder : mas nunca se fallou de utn ac-
to semelhante etn retacAo ao governo da Sue-
cia para o Tazer respeitar os direitos dos
par-a.
Jase ve qae com estes precedentes ficam
muito autorisa los os nianileslos protestan-
tes contra a Santa Se".
(./ .Yflfiio).
mw
afrSirt
i*ra(;a do recifk. 5 de dezembkd dk
1859.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Cotar/.es olliciaa.
H-r mo de lelra9 (i,(I ai aono.
Fete para t.nndieiJ7|6 para aaniir.
Asanoar m.ncav I* bruto-#070 por arroba.
Fred. RoblMiard, presdeme.
P liorget, lecrelirla.
Al.i AMlKl.A.
Rendlraenlo to dia I i i .
dem da dia 5 ,
<".:0l9fifi0
U:2.836
tM.-u,)tt Um CKlume reprooaio. Iofonnam-noi qae
na casa da fabrica do rap Maorua, leudo detabado
um pataco do muro do amo, e por lili aronlecendo
entrar alguna animaos, aa tem admittido o ouatume
de iilirar sobre os meamos auimae. Ainda lionlem
pela manhla deram divereo liroi em am eavallu,
qae Gcou queii inalilliido. Acreditemos qaa n;lo
he ette o meio de evlltr deitruic&it em levoures,
porqao o que se permiti he o deposito do animal
qoe caon a deslroiclo, pare ler.lagar a cobrauca
detta.
Ue precito urna providencia nao si tobre estes
faetoi, como ttmbem lobre outros que por ahi ie re-
fere*.
Um bom rigar-, Cont.im-noi que era urna
treguada qae pao he du mm distenta delta eida-
de, tralando-ia do ciraminio de urna ptibre rapa-
riga, eujo pai alm della tem roaii duai, nao pode
er elle realisado. porquanlo depoia doi ba-
olioa corrido!, e iati,feitei todat et eiigmciatda
iureja, o bom vigano iinpoi a- ondieio de aer pri-
meiramente pago de om airando! que Ihe lcou a
dever o* pan doi neivoa A' viata disto, e do attedo
de pobreza dot nahiniei : o casamento nlo tevo
logar, in.il elles se achara unidos em manceba !
A ler ino real, o bom vigario olo aera o reipoo*
avl pelo estreraalhaioeqlu desasa >uas ovelhas t
PattageirtH. O vapor Pertinungin. slhiln
para oa poitus do noria, levuu ot pttsigeirut :An-
tonio Goncalves de Moraes a 1 escravo, Jos Aulo-
nlo da Silva rill, Manuel Jos da Silva lirillo,
r red.rico Velloto Reop, Jote Francisco Silva jnior,
Antonio Rabello Oliveua, Miguel Jote Machado,
Juie da Silva Leal, lorlco Alve Raposo da Ca-
mera.
O blata bratiliiro Etalaclo, eolredo do Ara-
caty, Irouxe o passageiro : Francisco R. branlas.
Hoipital de raniaii (5 de Janeiro.)
Eiiiloin 41 homiui e 50 mulheret, oaeionaet ;
homeui eacrtvoi ; total 95.
Furam viiliada at enferman n, pelo eirargilo
Pinio, lis 7 horas e 30 minutot da manhai, Dr. Dor-
uollai.a'is horas e l|t da mtnlila, o Dr. Firmo ea 5
horat l| de larde de hontem.
Mmtadouro publico.Mslaram-se no da 5 do
crreme, para o consumo detta cida le, 58 rets.
. Morlalidade o da 4 dt-Janeiro:
Craciano, eiposto. prelo, 1 mez ; enren.
Demitliua Mara dd l.ivraraenlo, parda, viuva, 110
annoe ; vethice.
Francisco l'erura Pinto, brinco, aolteiro, 20 annot;
ttano.
Francitca Xavier, parda, tollelra, 80 annot; herv-
aipelli. *
Al aman/iaa.
Datearragam hnji 7 de Janeiro.
Brigne ingleRomuloifaiendas.
Rngue bamb nuezEloonoredem.
Beree frinceioSererovioho e eeraioto.
Bngae ingleDanubiorerveja.
Barca porloguezaMarii Jodiversos generoi.
Polici hetpiihola Leonorviolto.
Brci ingletaRiehmondcerveja e macliinitma.
Ilrigue hambureueiHelenafauodai.
Harra ingleza- Nslhert- Briue ingleBrooklngitera.
eo maree de j Patacho ingletSlr Jobu Camplelbecalklo.
Bngae IngletHsrrieidem.
MOVlalBNTO A ALFANDEUA.
Volomei eolridot eom fneunae 159
a a com genero .... 720
Tatil
Volemn a.ihide eom atenda
e a eom geoaroe
Tull
879
203
333
536
THESUL'RARIA PROVINCIAL.
Iltmonitracao dd laldu exilente na cana de diposi-
los, em 31 de deiembro de 1858.
jaldo em 30 de oovembro
p. pistado.....506-9768971
Recolta de 1 a 31 do cor. 3
--------------50ri:976j971
Deipeta dem..... SOJitStieJrilO
UI.NSUI.AliO UBRAI.
Kaudlmenla do dial a 4 .
dem do -4j| 5 .
ll:rt.,f.3
1:740*482
13;0a9t5
DIVERSAS PROVINCIAS.
Reudlmenle da dii 1 1 4 .
dem da dil 5 ,
181907
19250
183J157
DESPACHOS DE IXPOKTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDA DE NO DIA
5 DB JANEIRO DE 1859.
Rio di Prata Sam Amorim Irmiloi, 325 barricas >surar.
Riu da Pratanarra haspanhuli Juanita, jllar
6 Otivetra, 139 barrica atsncar.
Rio da Pretaa-lirigue luspiuliol Amable Therea,
Viuva Amonto Jj Filh. 50 pipas aguardante.
PlnladPlpinaarca americana Reiudere, Juhns-
lon Palor \ C., l.OOO corot mlgedot.
EXPORTAgAO'.
Billimore, hiate emirleano Koiamond, de 149
toneladat, condono o teguiole : 1,600 iiccoi ai-
aocar,
Montevideo, pelecho portuguet Faalo, de 245
tonelada, coiiduzio o leguiute : 2,127 barriai
aatucar.
RKCKBlSORIA DE RENDAS INTBRNAS B-
RAES DB PERNAMBUCO.
Randimeuto do dia I a 4 ... 662*535
(aem do dii 5....... 3310773
997*308
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia I a 4 .
dem du dii 5.......
9:537*517
3:6109581
13:1788098
Saldo .... 456:1509141
Com do>iarcieio.de 1858 a 1859.
Saldo em 30 de oovembro
p. panado.....16:527289
Receile do 1 a 31 do cor. 178:3779205
. ---------------- 194:9019491
Deapezai dem .... 78:6589550
_ Sildo .... 116:2459964
t.ana especial do cileiraento dat ron deile cidade.
Saldo era 30 de novein-
bro p. paveado 3:1624011
Rocela de I e 31 do cor. 3:242e)v960 oaj
Ditpita iilem.....
Saldo ....
Calta especial la loteras.
Saldo em 30 de un vera-
bro p. paetado. 17:3129209
Receili de 1 a 31 do cor. 6259000
6:4049971
J:22.VrOOO
4:1749971
OU vi^i^gifitS- 'H >tv8
Nivios entrados no dia 5.
Ararsty 12 din. Inste braaileiro aEi.ilaqSo, do
37 loneladae, capillo Antonia M. Affbnta. equi
pagem 5, carga eola, cera de carneaba a meit ge-
mrui; a Gregal & Irma. Ptrleoee a Pernim-
bueo.
t'.auttoia31 diaa, brigui Inglet oHirrlem, de 164
loneledaa, capliao Wllllam A. Senpaon, equipi-
Eom 12, cirg 2,130 birrieil eom bicilhio ;'a
Wliatloy Foater & C. Perlonea e Londre.
Ilamburgo56 dlat, eaconl dlnimarqdeza Ilenreek.
de 136 lanelldai. espillo Slihr, Iqaipigero 8,
earae faieuda; 1 Rite Curio i C. Perleoce a
Blakenez.
Nivlos nhldoi no meamo dia.
HavreCalen fnoclta tAdeleo,ctpiao i. B. Dor-
ru'y. carga maer e algodlo.
Portot do noriaVapor brtttleira aPeriinangie com-
mtndantl o legando tinento Joiquira A. Mo-
reiri.
Detpeca idem : .
Saldo ....
Clita aepeclal daa epolicaa.
Saldo em 30 da oovem-
bro p. paseado 52:00080(10
Reeeila de 1 a 31 do cor. 9
17:9479209
16:42197.15
1:5253474
Despeza idem
52:0009000
9
52.000SOOO
Saldo. .
Calta eapecial n om da ponte.
Saldo em 30 de oovem-
bro p. patead. 12:0219515
Recelli da 1 a 31 do cor. 9
---------- 12:0219515
Deipeziidem .... aofjnjooo
3 5-SS:
K3 0>
ir2
onS 5
" 2"
e. -W2.
SI
l
i
a-
i
f
5 ? &
H
n
Sildo ,
4:021.005
S5arie)at)e.
CARIDADEDE PI IX.
Cama nnpressSoo qne se paasoa a 92 de
oat'tbro ultim i, na visita qoe 0 Sitito Pa-
ire fez ao hos Jital do Espirito Santo, a tn
Sissia.
Sua Santidle foi recebado por monsenhor
Nardoni. presidente da comtnlaaBo doa hos-
picios de Roma, aaistido peloa menbros,
que cotnpOe a mesmi comoiiasSo, pelos m-
dicos, cirurgiOas eootros empregados el vis,
e pelos eccleaiasticos em aetrlco neste gran-
de estabelecimento. E tirando oa sala grande
jpproxi-oou-sb do letto dos doenles. e. fez
ouvir-ines com este espirito de dogara e de
(1) Do govarno do rei, pig. 260.
T. V> fC (7) 0.10 a. l/orat.
0 r> i-i 0 sttmotpKera.
"S Direeclo. 3 O 1
? Bes-? Intenai-dada. fe. i
W Cr3 Centlgrldo 9 a I 0
Riaomur.
SSSSSo Fahrenheil
rsssss. Iffgromelro.
ai aj aj J OSSje Baromelr t.
%vjit>. m<>M$
Directora das obras mi-
litares .
Precisa de alguna reparos a tartaleta do
Brum, o qufc'tel do Hos ticio, e oda Soleda-
de : quem delles le quiter encarregar por
empreitada, comprela ni directora, onde
ae acham os respectivos planos e orcame-
tos.
Pela mesa do consulado provincial se
Taz publico que os 30 diaa uteis para o paga-
mento a bocea do cofre da decima urbini
das fregueziasdesta cilade e da dos Alaga-
dos, pertencente ao primeiro semestre do
anno Qnanceiro de 1858 a 1859, findam-ae no
dia 10 do correte mez, (cando aujeitos 1
a multa do S por cento todoa os que pagaren)
seus dbitos depois deste prszo.
Mesa do consulado provincial de Fernam-
buco 3 le Janeiro de 1859.Antonio Carnti-
ro Machado Ros, a .'ministrador.
Olllm Sr. inspector da thesouraria
manda l'azer publico que do dia 4 do corren-
te por diante pigam-se or leados maia
despezas provinctaes, vencidas al o ultimo
de dezembro prximo liado.
Secretaria da thrsouraria provincial de
Pernambuco 3 de Janeiro de 1859 O secre-
tario, A. F. d'ADnunciacio.
Pela subdelegan do primeiro distric-
to da freguexia dos Afogados se (ax publico,
queseacba recolht la a casa de deteucSo,
Joaqaiaa, preta do Gento, a qoal dix aer ea-
crava de Manoel Caroeiro, lenbor do enga-
rnio Santo Esievfio. a qual diz qae sabira de
casa aem liceBcat de sea aenlior, auppoado-
se assim ealar fgida : quem ae jolgir eom
direito, cumparcQi, que manilo de aeos ato-
cumentos e provaa legaea, Ihe tari eolregae.
Subdelegada do primeiro diatricto da fre-
guesa doa Afogados 31 de dezembro de
1858 --0 subdelgalo,
Jos Gorgonio Paea Brrelo.
RevisSo da quititicacAo dos jurados do termo vios.
da cidade do Recite, fena aos 17 de de-
zembro de 1*58.
Furam qualificados jurados, tolos os ei la-
ilios que se ac:avam qu-lilica Ins. e que
nSo foram illimtnados, e lambern oa segua-
les :
AnRusto Jos Goncalves I.essa.
Antonio Joaqutm de F-rias Juuior.
Antonio Francisco Lisbna.
Antonio Jacome de Araujo.
vntonio Jos Mauricio.
Vntot.io Jos Carvilbo Santiago.
Aotonto Jos Ferreira.
amonio Di s Fc-rrunles.
Antonio Maximino Muniz Sobreire.
.ffonso Peixoto da silveira Cavalcanti.
Apolimrio Pereira BaJuem.
Antonio Jos Perei Viana.
Alexaudrino Correia Marques
niooto Jos de Ab'u_Ribeiro.
AOlonio l'rocooio de Souza Barcellos.
\ntoniO Jos Rioso de Mello Juni.tr.
t^ntonio Jos de Vasconcallos.
a,ntouio Jos Pinto
Antonio Moreira de Mendonca.
Antonio Ignacio Rodrigues Macbatlo.
Antonio Rolriguea de Monas
Anastacio Alexaodrino de Salle* Dalra.
nr. Augusto Elisio de Castro Fonseea.
Angf lo Ro Ligues da Silva.
Antonio Carlas de Lemos Duarte.
Antonio Augusto d Costa GuimarSes.
Antonio dos Santos Siqueira Cavaleaali.
Tenente-coronel Antonio Germano (Caval-
canti de Albuquerqoe.
Antonio Francisco das Neves.
Antonio Jos da Silva Grillo.
ntoniodeCarvalbo Pies de Andrade.
Antonio de lio tila Cavalcanti de Albu-
querque.
Basilio Baptista Furtado.
Caetaoo de Asis Campos.
Candi lo Eustaquio Cesar de Mello.
Cimillo Pinto de Lemos.
tutano da Silva azeveJo.
Claudio Firmino Jess da Molta.
Doxingos da Silva Ferreira.
Fredeneo Robelliird
Francisco Joiqutm Pereira Pinto.
Ftrmlnn Pessoa da Gama.
Dr. Francisco Jos Mirtina Peona Jnior.
Francisco Ribeiro PavSo.
Flix Pes da Silva l'ereira.
Francisco Paulo de Souza Halagela.
Francisco Ignacio de He leiros.
Francisco Concalves Rosa.
Francisco Antonio de Brito.
Dr. Francisco Pinto P6ssoa.
Francisco Jos da Costa.
Francisco Burgos l.aal.
Francisco Menlea Martina.
Francisco Unirte Coeiho.
Frencisco Xavier Marinbo da Albuquerqoe
Francisco Cesarlo de Mello Jnior.
Francisco Correia de Barros.
Geral 10 Ferreira de|Siquen|VareijIo,
Herculaoo Jos Gomes.
Ilarotenegil'io Coeldo da Silva.
Ignacio Jos Pereira da Silva.
Ismael Cesar Duarte Ribeiro
Ignacio Jos da Luz.
I Inocencio Antunes de Parias Torres.
Joflo Pedro de Jess da Malla.
JoSo Miria Muniz.
Jorge Pattebet.
JoSo Marques Correa.
Joaqun Detlvo Talles de Sooz.
Jos Jdaquim Diis Feraandea Jnaior.
Jos Mauricio BitenceorlLicerda.
Jos Lourenco da ailva.
JoseMiria Pestaa.
Dr. JuliSo da Costa Monteiro.
Dr. Joaquim Tavares da (ktsla Miran la.
Joaquitn Josdi Costa Tavares.
JoSo dos Santos Porto Jnior.
Joaquim Luiz VirSea.
Jos Francisco de Salles Baviora.
Jos l1 i.-oira de Caes.
Jos Meebsdo l'tmeu'e!.
Jos Muniz leixein Guimarias.
JoSo Jos Birroso.
Joaquim Jos Bipliata Jnior.
Joaquim Beroartimo de Queiroz.
Jernimo Emiliano de Mi, aula Castro,
Jos Antonio de uiivelra
Jos Cecilio Caroeiro Monteiro.
J.iSo Bsplista de Castro 0 Silva-
Jos iSunes de Uliveira.
Jos Joaquim da Silva GaisiarSaa.
Jos da Costa BraodSo Cordeiro
Major Joaquim Jos de Fariaa Naves.
Joaquim Jos de Fariaa Nev<>8 Jdnior.
Jos Xavier Pereira de Oliveira.
Joaquim G>llino Coeiho.
JoSo Francisco de Oliveira.
Dr. JoSo Capislrano Baadelra da Mello
Filho
Dr. Joaquim Antonio Cameiro da Conha Mi-
randa.
J >se Antonio Lopes CuimarSes.
Jos Antonio de Azevedo Santoa Jaoior.
Joaquim dos Santos AzeveJo Jnior.
Jos Francisco Duarte.
Jos Pereira de Alcntara.
Jos Goncalves Ferreira da Coate.
Dr. Jos Silvano Hermogeoes da Ya rea
callos.
I ir Jos Lourenco Meira de Visconcelloa.
JoSo Robert.
Jos Ceaario de Mello.
Jos de Inojoaa Va-ejJo.
Jos Cavalcanti de AlbuquerqueS.
JoSo Cavalcanti Filgueira de MeneztM.
Jd9o Hermenegildo daa Candetis.
Luiz Pereira de Fariaa.
l.uiz do Reg Barros.
Luiz Gonqalves da Rocha.
Luiz Jos' GooQalves da Luz.
Dr. l.uiz Jos'Peres
Dr. l.uiz Francisco Belem.
Manoei da Silva Mendonca Vianna.
Manoel Lopes Rodrigues.
nr. Manoel Innocencio Pire* de Figueiredo.
Manoel Antonio Camargo e Silva.
Manoel de Paula Correia.
Manoel Joaquim de souza Miranda.
Manoel de Almeida Nobre.
Manoel Gonajalvus da Luz
Manoel Antonio Martina Pereira.
Manoel Rodrigues do O*.
Manoel itod igues doa Aojos.
Manoel Joiquim Diaa.
Manoel Ribeiro da Costa Oliveira.
Manoel Carneiro Machado Freir.
Manoel Joaquim de Miranda.
Manoel Augusto de Meoezes Cavalcanti.
Manoel Jos de Azevedo Santos.
Manoel Theodoro Rodrigues Pinto.
Manoel Joi dos Santos.
Manoel de Hollindi Cavalciotl.
Manoel Xavier Correia Feiloaa.
Manoel de Jesoa JordSo Cordeiro.
Manoel Eduvlgesdas Cindas.
Manoel Joaqaim Mauricio Waatderley.
Norberto Moniz Teixeira Guimarlea-
Pedro Marciano das Marees.
Dr. Pedro Antonio Cesar.
Dr. Ped-ode Albuquerque Authran.
Ped o Duarte Rodrigues Franca.
Dr. Pedro de Alcntara Miranda Veras.
Or. Pedro Olegario Cesar Cabuasu'.
Pedro Cavalcanti Waoderley.
Sil vino Gmlberme le Barro-.
CapllSo Trajano Alipio da Carvalho
doea.
Tbom Carlos Peretti.
Dr Vicente Ferreira Lima.
Viriato de Freitaa Tavires
Virgilio Rodrigues Camoello.
ConformeO eacrivio intoriao do
Manoel Correia Comea de Almeida.
peeelo 4o areeatel da amana
decorrido de outabro a 1
prximamente fiado.
Cae* ato aorta.
Pactara da U bracea a eatacHa -
rante e coapotentemu inlakaaaai; a
de 9732 palmos cbicos, oa Irl kraiseaa eat-
reqte de muralha de tlvweria ravtatlla Aa
cantaria.
Diqu. da ilha do Hatlira.
Factura la It hrica
cftm os reatpaeti voa UWaalW
alea da de I2.JO ^lm>a* 1
bracea corren me de mayralha
una.
Arrec a.
Fletara da M.Mt palaMa
t|l bra^aa correnta da) avaaralka da 1
argamassid da cu
tmfmu
Kxtraeclo aoa lagiraa ata
do Mattoae Coroe d< PaanariotMa. oa 1
ta de ts.150 toneladas de arada,
por 9315 canoas, sea do qae IB 7t71
foram para aterro*, a taM para laalivj. da aa-
Baile nacional
masqu
Sabbado 8 do crrenle, navor am 1
baile masqu ao graode saldo dia <
pollo.
O administra lor ato sais* do eaoa da A-
aollo nlo se tem toupado, nava aatialMar no
mieitavel pubeo ; a muaiea aeata oot
aera dobrada e as pecas lo-iee aova. Prii
cipir* es 8 li .i a* Ja uuite o ladera aa t <
madrugada.
Oa btlhetes para homem 2) a pan 1
gratis.

(toa-
Rio de la-
ueiro.
Salte com muita l>rrvda>uV a borra
Hecife. de primeira laaae, a qual ja team
i a maior p irte do carrejanacarto. pan
restante e paaaageiro* para o* quaet !
' evrjellenti-s com mixto* : trata-ae rom Ma-
I noel Fraitcisc. da Silva Carrito i-m
OjV gario n. 17. priavjwatv aainr, ou
I com ociipitfio MatKK-t Joa RaWifv.
Para o Ma-
raiilifto e
Segoe em paaeaa dM
Bnlhinte, forrada
tem prompta a maior parla
para o rosto a pasa
aao eonasgniterto I
o a roa de Aoolk a. B, mm
Antonio Cordia da Foaweea.
CKAKk'.
Segu neate* dia* o pataafc
reas** e.rga a paaaagMraa: a
Caatano Cyriaco 4a C. M.. aa lado ato I
santo n. S, primairo a a dar.
Para o llio de Janeiro
O brigne eaeona Carolioa, *M
qutm Antonio Gooealvea Se a va*.
brevldade ; para o ramo da aaTf
com laatano Cyriaco da C. ., ao
Corpo Santo n. a, nriaMiroa
capillo.
PARA*.
O oilbebote Sobral aagoa <
recebe carga e patsacoiroa: a tratar
CaeUno Cyriaco la C. M-, ao lado do Corpo
Santo n. 25, primoiro ealar.
para o ro le Janeiro.
. O biela Veaua racoba carga a 1
a traUr oom Caw-Ua*e> Cyriaao da C.l
lado do Corpo Saato a. ai, primeara
Har o uio Gr-iiide da di
Segu com brevidada o krigtM Argaoia-
te ; para o resto da carga, trate-eje mea Ma-
noel Alvo* Caerra, na roa do Trapictaa n H.
Maranho e
para.
r"f,
Segu com brevidatia pan ee |
cadoa, por ler miior paaTM a*
tratada, o brigne escuna
Jlo Joa e Sarasa, 1
teneeiem earragor oo
nm eMstenerer-se cosa o* .
molda Como, alv%* ak c. raa da Cnu m. 57,
Para o Uio dr Janeiro
O volteare e tea* eirttaaali aotaojeW aiiliaal .Bes.
emite* depriaaaira mucha artjjaH a feetiie a*
cokre, eiraea eaaalr eaea taaMla ataiKaSi. a ano
parte ate e*a aarragaanale jreaiala ; aana
a)e Ihe falle, atuitolroa aaoav* a
aaaaa leea etee4le*lea rife le, art
eaettiaetori* AalaaU Lata ^OMliaia
esa eeerlplerle raa ala Creta a. 1.
Segoe para o A-aeaty no ato t
rente o biale Aracaty,
de Almeida ; para carga a
o qua tam mono tona rammalaa) i
coaa CaaainJ* A Filtra*, oa roo ato
Recifea dd.
tCUM.
Leilo
SABBADO 8 DO COBaBNTRv,
pelo agente
Pestaa
No referido dia o
dora por eoota to qo
ras da mankla
t>s ganaros a mal*
na roa la Hortae a II era aaa ara
teaa vontade doa
*
LDUft l liCUJO
PELO AGKirrR
Pestana.
OrefarMo agente
qiiom portencei- oo di* aciaaa
aalas 10 horaa da maabaa aa
alfaadega.
Barrica oa baealaUo om
do* oompradorea.
SIPTOISO LQU*
MOVBia
TBRCA-PBiaA II DO
celan* a da broaza, la
Resumo aaa obras retas rolatiramn- qainna. liado*
ao melboramento do porto, earg0 g, 1,4.1 para livros,
RRNTR
AS 10 HORAS F.M PO.VTO Dt IINU
/Va rtn >ova n. 44, fa*
irundo andar.
O agente Mareollno da ovte loaor* a af-
railo deBoitivaaaeot* aa dia 11 oe carrate,
oloillo4o motejapartaaeiln aa IHmS-.
lar. Cy jriano Feodon C laafaiadl
eoaaiHe em rapleodii* mobilio a i
Lait XV, esleir, taeK**,i
I
kbbb


DIARIO DE PERNAMBCO SEXTA FETHA 7 DE JANEIRO DE 1M9.<

dore, qotruubeirag, gutrda louoa de era-,
ble. mesis e cadeins de diversos gostos e
fei tos, livatorios com mermle, guarda:
roupas, camas de (erro e colches, marque-
zas de dormir, cabidos portateis pera roupa,!
porcelana, fidros, appareihos de metal do
principe pare almoco e jsntar. Ulheres e
outros ohjeclOB de mesmo metal, toa Ibas e
guardeoapos para mesa anda Dio servidos,
i elogios de cine de mese e pereda, mesa
de ferro, caieiras pare jardn, jarlineiras e
vasos para ores, um rico coo^ muito bem
fabrica lo com todos os arreios e novo, orna
excellente pareloa de cavados. 2 cavallos
mais, seado um de carro,'diversas pecas de
pratae outros muitos objectos de gosto e
capricho ele, etc., que serio sem reserva
vendidos.
FOLHUHiS PIBA 1859
Acham-se a venda na livraria n. 6 e 8 da
praca da Independencia, as folbinbas do an-
no de 18, para as provincias de Pernam-
bueo, Ceer, Kio Grande do Norto.Parabiba e
Alagoas, das seguintes uualidades :
Folhinba do proprjelario agrcola
contendo alem das materias do cos-
iume, as leis e regulameotos des ier-
ras publicas, notadas com todos os
aviaos e ordeos que as tem espltcado
e ampliado al o inez de seter bro ul-
timo, ttelo Sr. |)r. Antonio Vescou-
eellos Menezes de Drummond. Estas
folbiohas sSo essencielmente necessa-
rias a todas as pessoasqae possuem de
nm palmo de trra para mais, pois com
ella estao habilitados para nSo cab-
rem em mullas e uo seren illudidos:
preco rs. ..............
Folhioha de porta rs........
Folhinba ecclesistia ou de resa fei-
ta pelo Kvm 1. Sr. conego penitencia-
rio da Sede Olinda, segundo a rubri-
ca e ordena da Santa S rs........
Dita oomoalmaoak civil, militar,
mercantil, administrativo e industrial
de provincia rs. ,...........
Tanto pele aorescimo de materias, como
pelo augmento do preco do trabalbo typo-
graphiro. o9o he possivnl vender-se este al-
manalt pelo antigo custo
Compra-se urna boa toalha de labyrin-
tho ; na ruado Rangel n. 15, loja.
Jos Moreira Lopes vai a Europa, e leva
em sua companbia umajtxenina e seu filbo,
ambos menores. *
Fuglo do engarito Molinete da fresueii.i do
Cabo, o inoUqoa Joo Ciregorto, creoulo, bem pr-
o, (atora regalar, marta ladino, e rallante eem
barba, tendo apea alguna tabello; de nm lado do
qaeixn. Ha loda a raaeo para aappor-ae qoa tai ee-
doiioo par ale.em, j ro eniontrado no Recite :
quein O nppr.bender podar laaar ao meamo enca-
lillo, oo no Raelfe aoa Sra. I.amoa Juaior, o Leal
Rea, aonda recabara' generla grniilicac,3o.
Preci>a-ee de orna mullur capaz para faier
eompaahia a ama aenhora a mais alguroaa riireecSe-
qoem pretender dlrija-ie a raa da Sania Croi da
Boa-Via o. 21.
AMA
Precisa-se de orna ama que saiba bem co-
linhar, para casa de ho-nem solteiro, pTe-
fernlo so escrava, e paga-so bem: na ra
do Queimado a. 46.
O abaixo assignado pelo presente de-
clara ao 8r. Luiz Jos Marques, arrema-
tante do imposto de 20 por cento sobre a
agurdente, que deisa de vender (al genero |
de prodcelo do paiz em sua taberna n. 1351
da ra Impe-ial. desde o dia 31 de dezem- '
bro prximo findo, tempo esse quando Gn- i
du a collecta dos seis metes por mim as-1
signada, e servindo este de prova para a jus-
tilicacao.Recife 30 de dezembro de 1858.--
Fretoriee de Sooza Gomes.
500
160
?00
800
Publicado litte-
rria.
O casamento civil ou direito do poder tem-
poral, em negocios de ce smenlos { discus-
sBo JuTidico-historico-theologic*. ea duas
partes, por Carlos Hornis de Totrarad, ex
lente de direito criminal na l'niversidade de
Peal na Hungra : vende-se na ra do Colle-
gio n 20, livraria Universal, e na ra Nova
n. 63.
OSerece-se um rapaz para fater co-
branzas nesta praca, dando liador a sua con-
ducta : quero precisar aiiuiiucie por este
jornal para ser procura Jo.
Atteiigo
O dono do hotel Aurora do paleo da San-
ta Cruz faz ver aos senhores acadmicos e
mais pessoas, que fornesse comida para fo-
rs ; e no mesmo, quarto para morada, rou-
pa lavada e engommads, por diminuto pre-
go, ludo com aceio e presteza,
O Sr llermino Ernesto de l.emos Ama-
ra I faca o favor de vir a rua do Collegfo o.
25, te ice no sudar, recebar o aloguel da casa
da rua do Bebo n. 27.
OASA D3 SAUD
DOS
SITA EM SANTO AMARO.
Os proprieta rios da casa desande sita em Santo Amaro, convencidos da grande
ulilidade de um estabelecimentodesta natureza, montado com regularidades em una c-
dade ja t8o populosa como a nossa ; mas aonle faltam anda os recursos para se t-atarem
grande numero de pessoas, que em seus domicilios o8o podem encontrar os commodos e
cudalos indispensaveis em certas enfermidades : resolveram tomar sobre si esta pesada
tarefa, deliberados a nlo se pouparem cousa alguma que possa enneorrer para o bom
andamento de tSo til estabelecimento.
As vantagens qoe resultara da creecSo de urna casa de saude
sensiveis.qoe nSo nos ranearemos em demonstra-las
O solicitador Manoel l.uiz da Veiga avi-
sa a todns os seus constiluinies e mais pes-
soas que com elle tenham de tratar, que mu-
dou sua resitencia para o bairro da Boa-
Vista, na roa dos Pires, casa nova n. 4t A.
U MUA livkos.
Espera-se em poneos das urna pessoa de-
vidamente habilitada, para guarda-livros de
qualqnerca.sa de commercio ; sabnndo alem
da lingoa nacional, a ngleza, allemSa e
franceza : quem do mesmo precisar, queira
dirigir-sea rua da Cadeia do Hecife n. 4
Precisa-se de um preto escravo para
todo o servico do casa de rapazes : a tratar
na rua do Trapiche n. 47.
(II KlCl A ES HE FERREIRO.
Na fundicSo da rua do Brum n. 28, preci-
sa-se de um perfelto oflical de ferreiro de
forja para obras de navios
Jos
So.ircs de Azevedo, profewor aa. a
( lirrprntlira luninaol -a .,_X V Saeeaa a
entre nos sSo t3o| Prepara*-se bandeijas de bolinhos de
superiores qualdsdes com diversas formas
-----_-------------., ., .,--------.....m taus n la iu i na, que se ve ouri- i
gsdaii prestar-lhe cuidados, em casas pouco commodas como as nossas, e com o mao'"*6 divisas ^qualidaies, p9o-d-l, pudins,
Todos sher os inco.-rmodos que qurlquer dnente causa familia, queje obri- ^e castellosou oitava las, assim como bolos
IdediV' rsas 'qualidaJes, pSo-de-l e excellenies pastis de todas as qualidadcs
servico dos escrevos
Sa nSo bouver urna vigilancia assidua ; as nrescripces do medico relativas aos I
medicamentos e a dieta n8o serfin observadas. D'ahi o risco de se perder um dnente.o qual i
bem tratado poda escapar mor te.
Os astrangeiros empreados no comirnrcio e as officinas, e os embarcadcos ion-
ge de suas patrias e dos seus, s3o geraimenteconfiados aos cuidados de pessoas pouco
i zelosas, porque nada per em com o meo resultado do tratamento.
Nos engenhos e nos sertes he iocalculavel o numero dos individuos, que s3o vic-
cheai j lia fr? Air ^. V rPJ SS '' Um'S de enrermidd*< "&i. por d3o terem sido convenientemente medicado.
aja ha pouco, d.rija-se a roa Nova n. He para os propietarios dos engenhos e Para os moradores do mato, que este es-
tabelecimento so torna de ircmense ulilidade.
Com a pequea despeza, resultante da conservacSo por alguns dias, de um es-
cavo na casa de saule ellos podem salvar-lhe a vida, e desle modo ioteressarem muito.
60, para tratar, a qual saoo lavar, engom-
maT e cozinhar bem
Forneiro
Precisa-se de um fornciro : na padaria do
Forte do Malos, rua do Burgos o 31.
Jos Pedro Marques de Silva deixou de
vn ler agurdenle desde 31 de sete^ bro de
1858 em sua taberna n. 2, esquina da roa de
S Francisco, e faz sciente ao arrematante
deste consumo, que desle o.- de Janeiro
de 1859 nfio vende mais
Precisa-se de dous homens, emboba
casados, para andarem com carroca, que en-
tendam do mesmo trafico e trabal&arem em
um sitio dando-so bom ordenado : na rua
Direita dos Alogados n 66, padaria.
Solicito ao Illm. Sr. francisco Sotter
de Figueiredo Castro a resposta da earta que
the entreguei do Sr. Vicente Guedes Palla-
res, podendo deixa-la na rua Nova n 26,pri-
meiroandar ; se sollicilo ao mesmo Sr Fi-
gueiredo essa tesposta, he por faz ir 8 me-
zes de entrega da mesma carta, ten lo o
mesmo S'. dito qaeremetteria em um da-
quelles das, e como tenha de resp< nder de-
Bitivamente sobre o negocio de c ae trata
a referida carta, assim o faco Reci fe 23 de
dezembro de 1858.
Jos Mara da Silva Fi rrelra
Gollegio de N. S. do Bem Cons ilbo, W
rua do Hospicio n. 19. SU
Neste instituto recebe-se peni ionis- S
tas, meio-pensionistas e externos ; e gj
ensina-se primeiras letras pel>ne-g
thodo portugue?, os 7 preparatorios,
italiano, allemSo, desenho, mi sica e
dansa.
O director pede quem esle a man-
ejo possa ioteressar, que se di ne de
visitar o seu estabelecimento, i qual-
quer hora, que lbe convier, percorrer
os commodos do. mesmo eslakeleci-
mento, ler os estatutos, apreciad e seo
aystema, afim de eonveneer-ae apor
seus proprios otbos da realidtjdalas
vantageus, que esta casa de adf eacio
offerece verdadeiros ttulos p
commenda-la. Ites non ver
que se procurar quem precisar de ditas
Hiicommenilas dinja-se ru da Penha n.
25, e tralar -so do ajuste que lie o mais com-
modo.
llasa de ? aude
0 f)r. Ignacio Fin>o Xavier, proprletario
da amiga e acreJitada casa de saude, sita
ao norte da eslrmla da Passage a da Magda-
lena, entre a ponte grande ea pequea do
Chora-Menino, e na mesma residente, tem
Assim pois, bem avalladas as vantagens de um estabelecimento dista r.atureza e disposlo os melhoes commodos para rece-
HOSPITAL PlIRTUfillIZ
DE
Por ordem do Illm. Sr. provelor convoca-
se a aesernbla geral dos drs. accionistas
para a aeaalo ordinaria no domingo 9 do
correte, as te) horas da manaSa, no alSo
do hoBBilal. Real Hospital Portugoez de
Beaelicoocia eaa Peraambuco 3 de Janeiro
de 1859O secretario,
M. F. de Souza Barbosa.
Aluga-se a cis* de um andar e sotfio
sita na rna do Cabug n. 18 : a fallar na
|oja da mesma.
Aluga-se um sitio no lugar
beira do rio Cepibaribe, com
para banbo, lodo cercado de limSi
sa-grande e decente, estribara pi
cavallos, quarto para esdravos, c
boa agua de beber, baixa de cap
la Torre,
imo porte
. com ca-
ra 3 ou 4
cimba de
SoffMvel
tendo-se em vista o nenhum augmento da despeza ; porque a diaria que os propr otarios
geraimente exigem, he menor que a paga da simples visita medica feita em qualquer casa
particular: os proprtetarios esperam grande proteccSo das [essoas que eslivurem as cir-
cunstancias de carecerem.de ss ulilisar de seu estabelecimento, para assim fazerem face
a enorme despeza que Ihea lie inherente.
A escolha do local foi a mais acertada. He nm silio de um arrabalde prximo
da cidade, e muito sadio
A cisa tem oatimas accomraodacGes e acha-se repartida de modo, que poda re-
ceber doentes do diversas catbegorias e sexos.
Ha quartos fortificados para recebercra alienados.
Os proprietartos habilitados pela sua pratica de mdicos e operadores se prestara a
fazer qualquer operaefio ; e a nada se poapsrao pelo aceio, ordem, regularldade do es-
tabelecimento, e pelo bom tratamento dos doentes.
He permittido a qaslqoer facultativo fazer recolher a este estabelecimedto doen
tes confiados seus cuidados, e all serem ror elle operados ou medicados.
A diaria menor he de 2,500. podando fazer-se algura Bbalimento no caso de gran- i ment.
ber qualquer pessoa enferma, e achando'-se
o seu estabelecimento em as mais agrada-
veis coudicoes hygienic*s, continua a offe-
recer os seus servicos, alliangando o melbor
traUment e o maior zelo no curativo das
molestias. O mesmo doutor, tem destinado
urna sais pira partos ; cuja ulilidade he in-
coulestirvel.
SSo encarregados das (clnicas.
Operacoes- O IUm. Sr. Jos Francisco
Pinto CuimarSes, cirurgio do granJe hos-
pital de candade, cuja pericia lie bem co-
ndec la.
Me tico consultante--n IUm. Sr eommen-
dador l)r. Jos Joaquim de Moraes Sar-
de demora do doente, e conforme a natureza da molestia. Os doentes que quizerem tra-
tamento distiocto do geral, serSo recebidos por prego mais alto conforme se ajustar.
As operacoes serSo previamente ajustadas.
As pagas serio fets por prestaces diantada de quinzeem quinze dias.
Os doentes podem ser visitados a qualquer hora do dia.
Quem se quizar ulilisar deste estabelecimento pode dirigir-se as casas dos pro-
prietaos, ambos moradores na rua .Nova : ou entender-se com o regento no estabele-
cimento.
Sr. D.'. Silvio Tarquinio
ROUP4 FEITA
JaH3
CALCADO FRANGE!
Rua Nova N, 1 e N. 10.
Ha nestas duas lojas nm granda sortmento de roupas francezas e da trra, de to-
das as qnahdades. Calcado francez dos melbores fabricantes, e tudo se vende por muito
menos precodoque em outra aualqner parte.
Motos armaien
Partos-Olllm.
Vilas Boas
Pathologia dutrioa0 proprietario do es
tabelecimento.
a diaria sera de 3 e 2, conforme
vidade e duracSo da molestia.
as pessoas que qjizerem urfi tratamento
distincto, pagirSo na razSo di despeza que
tlier
Operares, sangusogBS o conferencUs,
serSo pagas a parte da diaria.
Para a entrada dos doentes se tratar a
tod a hora do dia e da noile no estabeleci-
mento e des 10 horas as B da tarde Da rua
de Hurtas n 12 ou no pateo do Carmo n 9.
2 iEHTIST rlHCfil.
$p Paulo Gaignooi denllata roa daa Lara-
' geirain.15, Da meamacaia tem agua a pea
V dantriGe.
comsrvoredosdefructo, oueapetar d ser
novo ja vai rroduzlriio. A casa lie a mais
fresca qaeba no lugar : quem qujzer alngar
o refer Jo sitio, entenda-s. com los Maria-
no de Albuquerque, ou nesta typograuhia.
ltentelo.
Ermioia Chucluari artista lyrica da com-
panbia italiana (afim de procurar os meios
de subsistencia que Ibe fo-nm tirados pela
lyrsiiriia do Sr Marir.angel) avisa as fami-
lias e os dilectantes de anos fea, que est
^rompta a dar litoes de canto e piano pot
modico prece : quem se qoier ntilisar do
en preaUimo e aju la-la, rde procure-l na
rua da Cruz do l'.ecife n. la. priaaeiro andar.
RELOGI08
POR LIQlIDAClO.
a
CIIAPRONT dade que gyrava debai.vo de seu nomes na loja de relojoaria da Praca: da Indepen-
dencia N. 18 e 20, ho de vender de hoje em diante todos os relogjo existente*
no mesmo estabelecimento pelo preep do custo, seja em porco, seja a retalho. com-
tanto que eja a dinheiro ; affia.nca.ndo ser todos os relogios de boa qualidade, e a
maior parte da fabrica afamada do Robert Gerth, o primeiro fabricante do mundo.
Na rua J&ova n. 24 e na rua (la Cadeia de
Santo Antonio esquina dos sobrados
novo do Senhor Gomes Ferreira.
DE
I1R0EL ANTONIO DOS PiSSOS OLIVEIRA &
Nestes dous estsbelecinentos achara o respeilavel publico um es-
plendido sortmento de mobilias, e orna numerosa quantidide de obras
avulsas, sendo tolas estas obra* muito recomroendaveis por sua segu-
'anca, gosto e elegancia, e anda mais porque tudo sera vendido por
menos prego do que era outra qualquer parte.
c.
DENTISTA.
Lonreneo laesse.
OA RADICAL DE TODA AFFEIC\0 ESCORBITICA DAS WWm.
Fabrica toda a qualidade de denlauu,a, simples a por mais complicaos
ra
que se-

jam assim como o novo methodo jconhecido pelo nome de
^TCHl^Og^lHlIlO^. Conce.tae.perfeo..B pecas que foram fei-
tas por outros artistas, quando imperfeiMsou inutilisadns. Para o que te a honra de
seapresentar munilo n5o so das melbores iuformar,es, comprovando a sua haDililacSo,
comotacbem possnidor do melhor e mais moderno sortmento de [sr l&S
^ulju U t llvSlI/rulaS que at boje baja apparecido.
Muitos dos mais distinctos habitantes desta cidade ja podem dar ( da ligeiresa
promptdSoe brevidade com-que extrahe quasi sem dor, at os ltimos restos de raizes
qoe a outros escaparan, como da perfeic3o das obras que lhe dSo direito a se reconimen-
dar a especial e benvola aitencSo das pessoas que dos seusservicospossam oecessilar
rua larga do Rosario n. 38, primeiro andar.
ta frrea
DO
ESCIPB A S. FKANCXSC
I. SECCAO' DO RECIFE A VILLA DO CABO.
Pelo inez dejane.ro de 18S9 at outfo avist os treus
. partiro pela tabella seguinte :
Cinco Pauta. .. ,
Afogadoa. i
Boa-Viagem (). ,
Prazeraa. ....
Pontedoba. .
". ...
Villa d/> Cabo. .
^j (*'( lr* s parar* na estacSo da Boa-Viagem se tlver pansagelros para receber o
DIAS DE TRABALHO,
TREN* PAR4 CIMA. PRECOS DE BILHETES.
ManbSa. Tarde. Singelas. Ida e volta.
la jj S 1.a 9 a 3.
*,0 5,0*
,15 5,15 400 300 -200 600 50 300
9,95 5,95 700 500 300 1,000 800 400
9,40 5 40 1,400 1,HI0 600 9,01,0 | ,600 800
10,00 , 2,400 1,900 1,000 3,600 9,600 1,000
l*>,!5 fi,15 2.700 9,900 1,100 4,000 3,900 1,7o
1,80 6,80 3,400 3,700 1,400 5,000 4,0(10 9,10o
TRENSPARABMXO.
Villa do Cabo.
liba, .
Pootezinba. .
Praier*. .
Boa Vjagem. .
Afogaios. .
Cinco
ManbSa.
7.00
7 15
7,30
7.50
8,05
8,15
8,30
Tarde
3,00
3,15
3,30
1,50
4,05
,15
4,30
1.a
700
1,000
2,000
2,700
S.10O
3,400
PRECO LE BILHETIS
Singelas. Ida e volta-
Lines de piano i
e francez, I
Mademeselle Clemence d'Hannetot de Man-1
neville faz sciente ao respeilavel publico!
que inudou sua residencia para a rua do I
Trapiche ovo n 12
Aos pas de familia.
Urna senhora com babilitacOos precisas,
offerece-se para eosinar a ler. escrever e
contar, coser cbSo, lahyrintho, marcar, de
todas as qualidades, bordar de suato, cacun-
d, bordar de branco, matiz, froco, mieao-
ga, ouro, tapete, tapeciria, tudo com per-
faQSoe aceio : quem de seu prestimo se
quizer ulilisar, dirija-sea rna da Concordia
n. 17. Receben)-se pensionistas, meias pen-
sionistas e externas Na mesma casa Iraba-
lba-se para lora em tolas estas obras.
Precisa-se de urna ama para o servico
interno de urna casa de familia de duas pes-
soas : na roa de Apollo o. 15, primeiro an-
dar, confronte ao theatro.
Precis-se alugar urna ama Torra ou
escrava, que saiba cozinhar e engommar, e
paga-se bem : na rua da Cruz n 53.
Precisa-se de dous amsssa lores depSo
e bolacha, que entendam perfeitamente do
trauco, assim como de um ou dos canodi-
ros quesaibam stravassar pontes para con-
ducir lijlo dos Remedios para esta prica !
quem eativer neatas circunstancias, pode
dirigir-se a rua dos Quarteis, padaria n. 18,
que athar com quem tratar. Na mesma se
vende um moleque de 11 a l9annos, ese
compra nm preto etnoeiro qoe seja de meia
500 300
800 400
1,600 900
2,200 1,100
9.500 1,300
2.7U0 1,400
3. 1.
1,000
1,500
3,100
4,000
4.500
5,000
800
1,900
2,4*0
3,200
3.600
4,0(10
3.
400
600
1,300
1,700
1,900
9,100
Ciueo Ponas 7,30
Villa do Cabo
DOMINGOS
1RENS PARA Cima.
aiaohaa. Tarde.
,30 Villa do Cabo
DIAS SANTOS.
TRENS PARA BAlXO.
ManhSa. Tarde.
6,00
7,15
5,00
6.15
__Si*5 7,45 Cinco Pontas
OS PBCO DE FRETB NOS SEINTKS OBJECTOS SERO RKDUZIDOS PARA A TA-
BELLA SEGUINTE :
Keiucfio.
Pala (aballa actual. Pr*c,oi garata. Pracu madlanle ajaila
eipacial.
Gtnaroa.
Aaaaear .
k*1*- ''.. *. *. *.::
Paira coleari.....
C^o"* ,",,,Mf "", ""PiV
Malaca -.'.'. '. 1 '. '
C*,T*t d.e P'f1 para "o iola'rior.
20
90
90
90
90
20
30
20
l
14
14
14
21
(Aang04B.>-.W. al. Pantaln, angeobtiro m (hala a luptrlnlaudeult iultriuu.
- i'.- .,- .
16
8
K
14
8
8
12
Lotera
tas,
Provincia.
O Sr. thesoureiro manda fazer pu-
blico que se acliam a venda das 9 horas da
manh&a as 8 da ooite, no pavimento
terreo da ca$a da rua da Auroran. 26
e na caa commissionada pelo mesmo Sr.
thesoureiro na praca da Independencia
n. 22 at as 6 horas da tarde, somonte os
bilhetes e meios da quinta parte da se-
gunda lotera do Gymnasio Pernambu-
cano cujas rodas deverao andar impre-
terivelmente no dia 12 de Janeiro do
anno vindouro.
Thesouraria das loteras 18 de dezem-
bro de 1858.O escrivao.J. M. da Cruz.
O abalt.0 aaalgDada, (enro da uguir para pro-
viacia do P-r, a irataa da aaada da toa filha, oo
primairn oa iran ln vapor daila rrm, pada a lodoa
oa aenhnrea qoa aa jolRaram leaa oradorea. para ana
preanteiD aoaa cuui.n al o dia 8 do corraii(>, afim
de terem conferidaa a pagaa. E peda igaalmaule
aoa aeut davedorai, qoe ae dignem aaldar aeui de-
bltoi.
Joa Anlonie da Magalhlea Batloa.
Jos Anin o da M*calt>a>a Baaloa, leuda de
parlir para a provincia do Para, dalia per aeoe bat-
anle a em lodo procuradora!em piimeiro locar a
eeo filho Joi Amonio de M'galhllet Bailo* Junior,
Ne berea do lirebi e.M n. 17 rlate|e-ie til-
lar aea Sra. Antonio Joaqnim Pirta, Joa Corr6a da
Millo, Joaqalm de Carvaibn Mura, O. Maria Rila
da Olivetra Paola. Manoel Francieeo Rodrigaea.Jolo
bemlalo Boiman, l). Maria Joaqoina da CoinnrHn.
Joo Peraira de Aojo Ca'doao, palia Cavalranli
de Alboqoerqoe e Mallo, Eteqalel doa Santoa
Aiavado, e D. Tgoet Maria da Mello Reg, na falla
aa soai moradaa.
idarie urna ..."" V mn em """",0 Mu Pr,m0 J"* Ta aira Beato.
mhm 11 .q u k t*nh ,cb0 tambem se vende mil barricas vastas, postas | Farrlo.
no caes de Apollo, com o prazo de 3 a 4
mezes.
-- Um rapaz portuguez, intelligente e de
boa conducta, da qual d coubecimeoto, de-
seja arrumar-se em qualquer estabelecimen-
to, except taberna, at mesmo caixeiro de
eng-nho ou distilador, do que tem bastante
conhecimento: quem de seu prestimo se
quizer utilisar, pode dirlgir-se a confeitarta
39 A confronte ao Rosario de Santo Antonio,
ou em S Loureoco da Malta, largo da ma-
triz, casa cur de chumbo.
Precisa-se de um boleeiro para um en-
geobo perto desta praca : a tratar na roa
Nova n. 53, botica. Na mesma se dir quem
tem urna porcSo de livros de direiio.
P'eclsa-se de um caixeiro, que tenha
boa conducta : na padaria de Santo Amaro.
Precia-sede um caixeiro que emen-
da de taberna : em Pora de Portas rua do
Pilar n. 143.
Precisa-se de urna ama forra para to-
mar conla de urna crianca de 6 mezes e la-
var a roupa da dita crianca : quem quizer
djrija-se a rna larga do Rosario n. 40, loja
de raiulezis qne se dir quem precisa.
Aluga-se um grande sitio com casa de
sobra lo de dous andares e sotSo, com gran-
de terraco, tintada de novo, com arvoredot
de froctos. baixa para caoim e cora todas
comodidades precisas para g-ande fami-
lia e muito perto desta cidade per ser situa-
da na rua Real defronte da igreja da Es-
tancia : quem o pretender dirija-ge ao dito
sitio que ah achara com quem tratar, coja
casa he muito propria para algum nego-
ciante.
Da barca nacional Santa Maria Boa Sor-
te ausentou-se ha dias o escravo Salvador,
preto, marinheiro, alto, e com urna orelhi
de menos: quem o pegar ou der noticia,
dirija-se ao escritorio de Manoel Goncalvea
Ja Silva, rua da Cadeia do Recife.
Casa prn altiga*.
Alnga-fe urna sala do primeiro andar do sobrado
da rua do Queimado n. 37, confronte a escada
para o largo do Collegio, a tratar na loja do mes-
mo sobrado.
Precisa-se contratar com urna senhora
que tenha habilitado para ensinar urnas
meninas em um engeoho nao longe desta ca-
pital, (iiefernjo-se que saiba msica edan-
tsa, alem do mais indispensavel pvra educa-
c3o das mesmas: a quem convier, tera a
| bonlade dirigir-se ao primeiro andar n. 93
ida rja Direita.
Hotel iiil' z
O proprietario deste estabelicimento tem a
honra de prevenir ao respeilavel publico,
que elle acaba de obter um excellente cosi-
nheiro francez. O proprieiarlose pro;0e a
dar petiscos e. 9 de novembro em diante a
toda e qualquer pessoa qoe se dignar hnra-
lo com a sua preseoca, achan 'o das 8 horas
da msnhS as 8 da noile qoe poder desejar,
encarroga-se igualmente de qualquer eu-
commenda para a cidade e de qualquer es-
pecie de massas ; varios salos sSo reserva-
dos para as pessoas que qulzerera comer sos.
O director do collegio de Santo
Andr, avisa a quem convier que os
-?,- seus estatutos foram leformados e
$?? que os podem mandar procurar no
$| mesmo collegio a qu-lquer hora do
i? dia. As aulas darao principios aos
9 seustrabelhosnodia 10 de Janeiro W
M do proxi. o futuro auno de 1859. I
aaaB
iMUtE. COMES DA SILVA, estabe-
leciio com casa de cabelleireiro na rua do
Queimado n 6, yrimeiro andar, avisa ao
respeilavel publico que acaba de receber de
Pars um completo sortmento de objectos
proprios para a poca actual, e jun(amaute
um lindo e variado sortmento de cabellos
pira cabnlliras, crecentes,' msrrafas, etc..
etc., o que apromptara coai brevidade, celo
e vrfeicSo. Ne?te mesmo establecrmento
existe o exrellrr.te -- Tricopherous!! -- re-
meoio inteiramente efllcaz para corar as
easaaa, e fazer rnascer os cabellos. Tarji
bem continua ter a prodigiosa agua divina
para conservacSo dos denles ou o ihesnuro
da bocea.
mm coHTRi o roGo.
COMPANHIA
Kstabuleeida ein Lomirew,
su* itibigotie 1824
CANfaL
CINCO MILHOES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers & C; tem a honra de
informar aos senhores negociantes, proprie-
tarios de casas, e a qoem mais convier, que
estao plenamente aotorisados pela dita corn-
pannia para oQectuar seguros sobre edifi-
cios de tijolo e pedra, coberto de telha, e
igualmente sobre os objectos que contive-
rem os mesmos ediciog, quer consista em
mobilia, on em fazendaa de qualquer qua-
lidade
~ Precisa-se alugar orna canoa' de carga
de 500 tijolog Je alveaaria : na rua da Ca-
deia do Recife n 61, loja de ferragens, se
dir com quem se deve tratar.
O abaixo assignado faz sciente ao
reipeitavel publico que o Sr. Joo Morei-
ra Lope*, dede o 1' do corrente deixou
de ser seu caixeiro.
Jos Goncalves Malven-a.
O abifxo assignado vendo um annun-
cio pelo agente de leiles o Sr. Pestaa que
diz fazer no dia 8 do corrate dos Jobjeclos
da taberna sita na rua de Hortis n 3l, por
eont* de quem pertencer, cientfica assim
a este sechor que a dita taberna ou quem
he sea dono seacli* devendo urna letra ven-
cida e outn a veocer, por isso que est est
sugeita ao dito pagamento que por ella foi
contrado o debito, lato aviso para O Sr.
egente quando le for as letras presenta-
da* man ignorar. Reelre 5 de Janeiro de
1859Antonio Fernand.es de Oliveirs Hamos
Desappareceu o escravo Bonifacio, mu-
lato, trigueiro, de 15 annus pouco mais ou
menos de idade, feic.0es miudas, cabello ca-
rapinhalo, falla mni pausadamente, tem
duas ordens de denles em ca la man libul e
cicatriz iie um grande talbo no brago es-
querdo : quem o pegr leve-o ao !>r. Lopes
Netto, na rua Nova ou no Monteiro, que Ser
"" recompensado.
de lingua e litteratura nacional no gvm-
nasio provincial de Pe nambuco, tem
aberto emsua cata, pateo do Collegio n.
37, segundo andar, um curso de pliilo-
sophia, e outro de lingua franeexa. A*
pessoas que oretenderem estudar urna ou
outra dt-Uas disciplina, podem dirigirle
a indicada residencia, de inanha ate as
f> horas, edetardea qualquer hora.
O abaixo assignJo tendo prevenido
ao ?r Luiz Jos Marques, arrematante do
imposto da agoardente, que deixava de ven-
der o-se genero em suas tabernas do pateo
da Santa Cruz n. 106. e da rua do Hospicio
n. a. des le 31.de lezembro prximo pausado
era diante.raclifica o seu aviao pelo presenta,
afim de o fazer publico, pira que em lem-
po algum posssa o dito Sr. Marques allegar
ignorancia Recife 3 de j;neiro de 1859.
Jos Rodrigues Peixoto
Jo3o F. X. Paes Brrelo, tendo trans-
ferido sua residencia, da fregutZia deJaboa-
lilo para esta capital, faltara a uro dev-r do
gratidosepor ventura n 3o vi esse dar nm
publico testcmunho ae amigado e agradec-,
ment aos habitantes daquella fr*-guezi,i.pe-
las maneiras obsequiosa* e delicada coro
que sempre o penhoraram. a mesmo te ipo
repetir aos seos amigos o* sinceros oflere-
cimeotos, pondo a seu dispr o pequeo
p estimo de sua pessoa cesta cidade.
Da-se dinheiro a premio sobre penho-
res de ouro, prita ou bypotlieca em ben* de
raz : a tntar na rua do Crespo n. 19, pri-
meiro andar, das nove horas as tres da tarde.
Anja passeano pelas ras desta cida-
de e seus arrabsldes um escravo preto de
nome Joo, marcado com um antigo talho
na testa, proveniente'-de um cooce de caval-
lo, pernas arqueadas, sendo urna mais do
que outra, e julga-se que tem um meio cir-
culo fttarca de Mossambique; entre as so-
braneelbas : quero o pegar e levar a rua do
Tra MChe n. 5, arinazem de assucir de Boto
& Peixoio, sera bem recompensado.
O abaixo assignado avisa a tolas as
pessoas que tem penhores nm seu poder,
que os venham tirar at o fim do corrate
mez de Janeiro, e nio o fazendo passa' a
vndelos pa-a pagamento do priacipil e
juros.Manoel Ferreira da Silva Maia.
Josepha Heoriqueta de Miranda Barros
participa aos pas de suas alumnas, qoe abre
a sua anla no dia (0 de Janeiro, e mais al-
r*- gunspais de familias qoe de seu prestimo
se quizerem utilisar ; dirijam-se a roa da
Alegra n. 43.
-- Fugio na noite do dia lerca-feira, 4 do
correle, o escravo crioolo, da nomeHypo-
lito, de idade 25 annos, estatura pouco ci-
ma da recular, secco do cor'po, ps grandes,
com falta de denles na frente, pouc barba,
official de sapatiro, eozinbeiro, sabe ler e
escrever, e por isso bastante I* lino : quem
> PeRar, leve ao seu senhor, morador na ra
das Agnaa-Verdes, primeiro andar do sobra-
don. 50, quesera recompensa lo.
Precisa-se de ii-n meaino para caixeiro
e tambem de discpulos para aprender o offi-
cio de mircinero, dando o mestre o sus-
tento : quem q>izer, dirija-se a roa da Ca-
deia do Santo antonin n. 18
-- Aluga-se orna casa dos Apipucos, tola
caiada e pintida de novo, com ama sala e
doos quartos, por baratissimo prego -. a tra-
tar no hotel do mesmo lugar,
-- Na rua Augusta, junto a casa do Sr.
Antonio Nobre de AlmeidS, se dir quem
vende 4escravos, sendo urna de bonita figu-
ra, s.crfelta eogommadeira. ecozinruo dia-
rio de cata, oatra de idade 15 annos, que
cozinha mullo bem, e muito boa para ama
casa de familia por ser muito diligente as
suis obrigcoes, e doos para o servico de
campo
-- Jo* da Silva Ferreira ratifica polo pre-
sente o aviso que hoja fet ao Sr Luis Joa
Marques, arrematante do imposto daa agaar-
denles, de que deixava de van Jar etse ge-
nero em aua taberna, aita na rua da Ventu-
ra no lugar da Capunga, a contar do I de
Janeiro de 1859 em diante, viato como alo
aceitou a cnlecla que o mes a, o Sr. irte fet
para o semestre que tem de principiar do
mesmo dia, e para que nSo possa depois ala-
gar ignorancia, se faz o presente.
Precisa-se de om caixeiro com pritiea,
para taberna : a tratar ao aterro da Boa-
Vist n. 78.
Pegou-se nma cabra (bicho) no sitio do
Randeira defroote de 8 Jos do Manguind:
quem for seu dono dir ija-se ao aterro da
Boa-Vista, loja n. 4, que promptaoiente se
lhe entregara, pagando ^ distruicJmqoe fea
em urna baixa de cpim, e as daspezas dos
annuncios.
No armaiem de Domingos Alves Ma-
theus na rua do Amorim, jauto casa doa
Srs. Tasso IrmSos, ha para venler superior
ni tino em saceos gran lea;
laa Meta.3
acajtea ata* e, *
V ApaajejaW da
Papel etoejaen-ataal
la alaadata.8
9- Pee-eae eeMcalaataa c-SMBI
10- Seaaaale, ata
para leneate ta
fedl j para e>rHtU ele feala. Vt
tdlj de ISi". a 1K eaale aifl lll *, Mj.Itr
C.Hliaeae 4. kaeM ata ala .fa,.
(.ah i i.o vil.
Certa ele eeceeieeeej eta
TrineenittiniW aaaa awtiraai
ata. reaeiam.M da* aMaa ta
nadie aaaerieaa*.
..,_ CAMTIU)VIII.
Ilielaria da alaaata a ata aaeaeeeL
! Brava kMaria eta aiaaxie^--
abe 4. at|a)ae ilre4ae(la ata
mai Spal lina.3- Natla.ei Lyaeaa.-. 1
eugeoha de alfd.-5 E1 lilaila a
E'icanlia de al(i>dS llialwru da eaartiha ata aUeWe. EM Um
A>!.-M wu k,e Heearta ata avara eta ra-
depea lenria a. C K. a .ISBMa) e*.
Na fundirlo d.orura amata*
precisa-e 4 officiaea ocriteta ata
Antonio Jacii tho rtaetaam
rcs'.:eilve| c irpo do r.imrcie a
mais interesur possa que daixnej Ca
gorente da taberna n 7 sita aa rara
"el perteneante ao >r MaaM*4 Jaejr1
<'. ismJo, licindo elle t'eaaaeraataj ata ajaml-
quar ara debito fei o pr Hlc aatta Iroli
liusmo ate % 4o jaueira del
aafcjj-T- \
WMaaa,. \
m a. a- ^
arO *1$t*!i$
%
17.
O Novo Banco da I
aeces da estrada de f^rradesU BravieaeM.
Compra-*e no srameas ala matoriaa
na rua d* Cadeia de Sato
bombo velho.
Compra-sa o 5.- volavM d*>
-aga-se bem : quem o tivar i
der, annaneie Bear ata joraal. aa
loja de Maia Iralos, no ara
touio.
Compra-se a >Patria a joraal __
na carie ii. -279 de ll da dezembro eta ana*
passa lo : cesta ty^ograaJiii a* dir
compra.
Aa-

m*
CHECA PARA todos.
Na loja de Campo* di Lima, raa i
). ti, ha para vender ama paa\li
denaples decore* para vesUato*) a ta a ca-
vado, dinheiro a viata.
Venle-seam.
maito lina* aa
adra carra): aa
AuguitoFier na
da Santo Antonio.
Ven 1e so urna pe-ota ertMla, ato rejada
de 30 a ti annos, com algumaa IrianlHala*.
e be boa q linuaMra : ha raa VatvM m. 74.
Vende-se aro earrava eriaato, ata ltata
30 anos, pouco mais oo aaawa*: a tratar
def 'imie da oca do Sr. Dr. BapUata, ata, raaa
do Cotovello a. ti*.
I 50D rs. agar-
rafa.
Superior vinho de caja' a 5*B r*. a
fa : na ra w^rraallei do fc), ?*) ya. It
V^ r#t. *V
bem
s
Na ruado Hospicio o 19 orecisa-
@ se de Uincriado o prmetle-se b*
@ 9 3 32-5
ERRATA.
No com mu nica lo da Assucieco de Col-
nis'co, encoutram-se os seguinle* errog :
n 2j-i mha, em lugar deda lei -diga-se
d'ahi Na oltiaia dita colonos -digs-se
colonisac).
Presa-se rallar ao Sr. Kpifanio da
Rocha Blttancourt : ha livraria n 6 e 8 da
praQa da Independencia.
aviso
Fogio ao Dr. Jos de Arojo Roso Dnm,
do Para, o sao escravo de dome I.ourenco,
com ti a 14 annos de i Jale, cabello corrido,
cor ataoniada, e com urda cicatriz sobre o
beico superior; levou camisa, calcaabonet
de fazen-la azul. Consta que este escravo
se intitula forro Promette-se recompensar
generosamente a quem o capturar e entre-
gar seu sennor, morador na rua de Santo
Antonio 1o Para ; e protst-se com todo o
rigor d lai contra qceffl o fceoutar.
HHOSPBCTO
Manual do plantador de algodSo.
POB
TURNER.
Breve eahira' a lai publica a (raduer^e daala as-
edenle obra, qoe muito aa recommenda em cre
aoa lavradorea, leilorea, e oiearoo aoa oaieeianlee
pelaa rooilae oolieiae indenlriaee 1 remuaereiaee de
e ulilu.imu prodoclo asnela. (\ a.Mtnaal ata plaa
ledor daalgadloa (rala luinoiieaaaaeole do* e*|oJa
lea aaaamploa;
Taboa das materias
CAPITULO I.
Melhodei ordinerioe da callara de algodio.
1- Eoaaio premie do aebre rallara d. aUodta
da Chambf ra.2- Rolalorie acbr* o alRodio do ei-
Koaernador Hammond, com a nota doaSonlh-Wee-
lern Fermar 3- Col ao Honlehn Calhaaa eobre
a collar, do ainadlo.4- O. qialro aaroeree eabra
o alaeolo a aaa culiura do Dr. M. W. Philipi.
Relalono obra algo 3o de W. Sonimer.6- Re-
lalurio da sociadada da agrlcullor. da ailo (Careh-
ua do Sul) aobre o aliod*..
CAPITULO II.
Syileraa Iperfticaarlo da oullbra da algodl* di Dr.
N. B. Ciaud.
1* Mathodo de eelrarnar, de plantar, da aolli-
aar.> Principies d ptiiloAplna do yllaeoj.3'
Btperiaociaa aobre ealroinaa.-4- Sjetaan* da role-
o.lo ne cultora do algodSo.5 Syalama da relaele
na cultura do algodlo caatineado.6- Eilrurae
compoilo, di palea, da animaea ele.
CAPITULO lll.
11 latoria natural da elgodlo, mu tapada* e aarie-
dadea.
1- DlITereiilea acpeeiee de algodl).i- A planta
lo aUodls, e algodlo daa lirias de mar.3- Va-
riedades da aemeulea da alioJlo pal* Dr. Philip*.
4- AlgodSo po de aaaaear.5- Sobre ament a-
perrai^oade pelo Dr. Pl>ilipa.61 Sobre aemeale
perfeieada pela Dr. Plnlipe eoeltlnoid*.7* Sa-
mante de algodlo Banana.8- Algalio aada.9
Alaoriae mallilloriMoiiay-Bueh.r-10- Sabr va-
riedadea de temenlea da algedi* do Dr. Philipe.
11- O raapadnr a eemenlea da algodlo.12- A dif-
rarenlea variedadee de aemeale ele algodlo.13-
Eipacdiclo da lemenle* da algodo.14- Leara*
em igricollnre.- -15- PUntatlo So algodlo dea llhae
do m-r.16' Ealatiiliea do algodao daa llhae do
tnir.17' Pilotadlo do algodo dai ilhaa de mar.
CAPITULO IT. i
Moleilia ioaaclot dcelruidre* da pliati da
ligedlo. I
1- Sobra a lmala do algodao ija tetilla deBew.
2' Sobre a ferrugem pele prafeeaaynarpar.3- O
biio ou lrgala daa aaiclei.4- O biio eorlader.
5' Sobre a deitr*c,lo de berbolola do altodl*.
O bito daa maflae, e a moleatia dai algodlo a que
la da' o nome da eore-ehia na rp
7' Oa paeaaroa eoolra oe inaectoa.
favor doa paaearoa.9. A ferragei
ferrugem (rigo.ire.10- Algodlo
dridlo eecea ne algodlo.12- A
dio.
CAPITULO V.
Analvie de planta do algodao eom relelo a appli-
c{l doa eslromee ele.
1' Analyaa da temante a da ploma do algodl*
Shepli.rd.2- Anaiyie da plaara' da algodlo eom
reOi-ccoe* ralatita a lea culiora, pe- Tliomai J.
Suminer.3- Halalorln aobre e aalyaa do algort.io,
* toai lerrenoa pur Menra, Hl(|in-ae Birkall.
CAPITULO VI.
Conaumo de algod., e Irafreo d algodao.Tro-
Oco do algodao de 1825 a iaV), pelo pr.faeeor
Me. Kay qoe foi da unirenidad. da georgie.
1- Sacca de piaao dt ilgodle2- Ciaix a al-
s

aira logleu.
Oelro ioito a
armelha, o a
*>!.II' A po-
dridle algo-
DecebidafM tu tlireitura
de P4|H.
Rico* v**tilos do *ed* ale cor caaa
baba dos j
Ditos dito* da dita do cor
badus brancos
l.iodos eortes do vestidos
ao lado
Grosdeaap4ef lito* da todas ae co-
rea, aovado
DMo do cor do qoadrinaaaa, londO
Dito preto liso, ovado 1/oOOa
Seda branca lavrada.covado 1a3O0a
Sedas de quadros largos aaoi lia-
da, covado
Mauritania de aeda com 5 peleaos eta
largura, covado
Belleza da China do aeda, cavada
Follar de Parts de aada, covado
Chai y de dore* do liado* polilii.
covado
Setim da Eieoeia e diana do soda,
covado
Popelina de aeda de listas,
liuqueza de seda de liados
covado
Frondelrna de seda, co1
Chai; liso de todas as
Chitas francezas otaras o
covado 28* a
Barege de teda de qoadree, covado
Meio velludo de cores o froto, ca-
vado
Velbatina decores e preta
Arlandys de no vos deaaa*
Casca franeexa* filias, ata J*e a
Chales de merino estam
4/5aa)a
Dito* de dito franja de
Ditos de dito franja de lia
Ditos de dito bor jado*
Ditos de dito bordado a vallada
Ditos de seda de cor, preto* o
tofeile* eara cabeca do froco o ato-
res
Lavas de seds para iBOBirtt a sao-
nina
Colinhas, entremeios o tirss boa-da-
das
Paletots de alpaca preto* a do co-
res, forrados
Dito* de italiana ato sedo da car o
preto*
Ditos de alpaca preta cata sjala tto
velludo
Ditos de briol braaeo a do car atoes
Dito* de alpaca do cor eom golle do
velludo
Dito* le alpaca preta Boa
Passando o boceo da
direito em segeimeato sera o
q'iaru laja do tro*
co*.
(ajp Louas, larini "
^ Cobre e nieta f rjaojjf
m (Meodelinhaca.
m Barrilha.
Vinho* finos de Mosellc e
( nuberg espumoso, e de
(^ em quartoios.
C J.alaTLlY C
\a loja das seis
portas em frentt do Li-
ymaienio.
Binto para acabar eom alga ai
fateodoa.
Pacas de casan de coree com SS i
a, e o covado 2oa r, peea do isa eemtft
covados e bstttnts larga a A), o o cana** o
ISO, cortas de casta eom || eotradeea MBt;
lencos de retret a 500 rs., rimislaatoa rasa
gallinha para tenbora a 3B, motan lia a aav
rarnad* e branca a 3vB e covod, carte da
II* de quadros, faienda bastite larga a Se,
llttiaba fina para etlidos a 4CB r*. o eovo-
do. pecas de bre'tnh. aa roto o at, lantai
de seda encarnados e braaeo* a aaara. Bata
se smostras cosa pmisior; a talo aaaa atera
das 6 horas da manla t o da i
.
tono



J
*
/
Cheg
barato.
Na loja aa^e do arco de Santo Antonio.
Ricos/"nteleles pretos do ultimo gosto,
P<" PJ?^\ commdo, chapeos (de toucido)
Leonora, pelo diminuto preco de 12a
^ I _-.^'-,xos Ptent*s com rodas de madeira
'llt^sTCl E*>V,,r''ca, piraeDgenho da assucar : na
UVI [pundicSo do Brum ns. 6,8 e 10..
Garrafas vasias.
Vendem-se gigos com garrafas vasits: no
largo da Assembla junto ao trapiche do al-
godao, armazem de Andrade Espartilhos francezes.
Vendem-se espartilhos frineezes de mo-
las, de carretels e de ilbozespara entiar, o
melhor que se pode encontrar oeste genero,
na berareitora e na cotnmodidsde a quem
usar delles, pelo baratissimo preco de 6,
6J50O e 7 na ra do Queimado, na bem
cunbecida loja de miudezas da Boa Fama
Aviso.
no ar.axem de Adamson Howie 4 C, ra
do Trapiche n. 48, vendem-se sellins para
homaro e senhora, arreios pratiados para
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavado, etc.
DIARIO DE PERNAMBCO SEXTA IRA 7 DE JANEIRO DE 1859.
para.f""' P.
rs muit0 fin' Dr"pria para cicas
e Alelots a 750 ra. o covado, manteletes de
Zf e linbo proprios para *s senhoras snda-
eB,nA*8* a 2*S00' la* e sod" D,n ve4ti-
dos a 500 rs. o covalo, cassas de cores a 900
rs. covado, ditas organdiz a 600 rs. a vara,
cortes de 18a com la covados a 3, chalim
de seda com 4 palmos de largara a 800 rs. o
covado. franjas de algoso para toalha a 100
rs. a vara, alpacas de seda para vestidos,
mono bonitas a 800 rs. o covado, ric-s Titas
de seda, eootras fazendas, que estarao pa-
tentes aos compradores.
Loja da boa fama.
. Vende-se por preco que faz admirar riqusi-
mas fila lavradas de todas as cores e larguras, fi-
las lizas com pon la e sera pona, Lieos braceos de
sda da muilo lindos padroes e de todas as largu-
ra; tramoias abarlas de lioho para babados a 120
e 160 reis a vara, jarros para flores a 2,000 reis
o par, atacadores ou enflores de seda de todas as couhecid. n, ri.^Q8'v*'
cores para vestidos. Hirn. nmnri^ .,. .____:ik C0Qnecida loja da Boa Fe.
Aviso importante
Vende-se um carro americano ailo forte,
cores para vestidos, dilos proprios para espartilhos,
tizouras de lodis as qualidades as mais finas que
he possivel enconirar-se, agulheiros de marfim e venue-seum carro americano Bailo forte,
outras muitas qualidades, filas de velludo de todas P'Btsdo e forrado de novo e com gosto, pode
qualidades, bolcinhas decarnurca muiu lindas para ,nd,r C0ID am Ou dous cavtllos, be proprlo
meninas de escola, frasquinhos com cardinal a me- f?n gum Sr- n,&ocinle aue more em *'"
de miudezas o. 58, o carro he de construc-
cSo igual ao doSr. M. Goncalves da Silva.
qualquer qnalidade de fazenda, pelo muilo bara-
to preco de 2,000 reis, traocinhas de seda de todas
as cores muilo lindas proprias para enfeitar roa-
pinbas de meninos e meninas, e outras muitissi-
raas cousas que se afianca vender-se tudo por preco
baratissimo : na ra do Queimado na bem co
nhecida loja de miudezas di boa fama n. 33.
Visporas e d-
minos
Vende-se os muilo divertidos jogos de visporas
pelo barato preco da 1,000, e 1,500 reis, e os de
domin a t.500 reis : na ra do Queimado na
bem condecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
Para mu sea tes e boce-
teiras.
Vende-se eaixinhas com 100 agulhas francezas
sortidas de muito boa qnalidade a 160 e 200 reis,
eaixinhas muilo bonitas com grampos muilo bem
feilas a 80 e 120 reis, biquinbos e rendas eslreilts
muilo bonitos a 800 rais a peca com 10 varas.car-
les de clcheles frsncezes a 50 re'J, tesouras finas
para costura a 1,000 reis a duzia, botes para ca-
misa a 160 reis a groza, penies muilo bons para
alisar a 1,280 reis a duzia, ditos muilo finos para
coco a 2,000 reis a duzia, caivetes muilo finos
para aparar penas a 2,000 reis a duzia, eslojos
com navalhas muilo linas para barba a 500 e 60U
reis, ditas sem eslojos a 320 e 400 reis, pecas de
filas de lia de todas as cores com 13 varas a 180
reis, linhas de miad* eabeca branca e encarnada,
ditas de novel los de muito superior qnalidade de
cores e brancas de lodos os nmeros, fitas de seda e
de retroz, alneles em carias e em eaixinhas, e tu-
do o mais que be necessario para completo sorti-
raento e por prego que deixa grande interesse a
quem comprar para lomar a vender : na ra do
Queimado na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
He bom e muito
b a ir a t o
Vende-se facas e garfos muilo finos com cabos de
ossos rolicos e oitavados muilo bem polidos, pelo
baraiissimo preco de 3.S0O rs. a duzia, ditas com
cabos cravados tambera muilo finas a 3,200 reis,
ditas finissimas com cabos de chifre de viado a reis
4,500, ditas de cabos de bala neos o mais fino que
se pode encontrar a 6,000 reis, ditas com cabos
preos a 4,000 e 6,000 reis, ditas com cabos de
marfim, trinchantes da todas as qualidades, colhe-
res de metal principe de muito superior qualidade
para cha e sopa a 3,000 e 5,500 reis a dnzia, di-
tas para terrinas a 3,000 reis cada urna; e outras
muilissimas couses que se vendem baratissimo, na
ra do Queimado na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Ra Nova
N. 20, loja do Van na,
A esta acreditada loja acaba de chegar
grande e lindlssjmo sortimento de appare-
lbos para cha, de metal do principe, foleado
de prata, desde o mais fino e requintado gos-
to at o ordinario, assim como sopelras e
pratos cobortos do mesmo metal, riqusi-
mas fructeiras dos mais lindos lavores e mo-
delos do mesmo metal, riquissimas cestas
de lindissimos modelos do mesmo metal,
grande sortimento de colheres de todos os
tamanhos do mesmo metal, assim como
tambem um bonito sortimento de salvas de
todos os tamanhos dito, grande sortimento
de bules, cafeteiras e leileiras de metal fino
de doas chicaras at oito, a valso, riquissi-
mas manteigueiras de dito, am lindissimo
sortimento de lanternis de dito, assim co-
mo easticaes de dito muito finos, grande
sortimento de talheres para mesa e sobie-
mesa, das seguintes qualidades : cabo de
metal do principe, ditas de cabo de marfim.
ditas de cabo de bfalo, ditas de viado, e
ditas de cabo de oco, muito finas, ditas para
meninos, grande sortimento de bandejas de
charao, e imitando cbarSo, em temos e
a valsas, vassoaras riquissimas para sala,
um completo sortimento de guarda-comi-
das, assim como tampss para cobertas de
pratos, de rame, e outros moitos artigos
agradar pelos precos muito commodo
FEIJAO PRETO
Vende-se feijao preto muito novo: no ar-
mazem de Andrade & Campello, no largo da
Assembla, junto ao trapiche do algodo.
OVEMOS SUISSOS,
os mais frecses que existem : no armazem
de Andrade & Campello, largo da Assem-
ulea, junto ao trapiche do algodSo.
Pentes de tartaruga e ou
tras qualidades di-
versas.
Vende-se pentes dejtartaruga de gostos inieira-
raente notos e fornidos para poco, pelo baratissi-
mo preco da 4,000, 4.500 e 5,000 reis, ditos
muilo reos tambem de tartaruga iroperatrz pa-
ra diversos precos, ditos de balota que muito se
confunden) com os de tartaruga, pelo barato
preco de 1,000 rs., ditos de todas as qualidades
para alizar, ditos de todas as qualidades para pio-
lhos, ditos da traveseas de bfalo e tartaruga, tudo
por preco que ninguem vende : na ra do Quei-
mado na bem conhecida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
P
'ara meninos
Booeta de gorgaro de seda furta-cores,
obra de muito gosto a*; oa loja d'Aguia
Branca, na ra do Queimado nos quatro
cautos n. 16 A granoe exlraccao que elle
tem tilo, e a pequea quantidade que resta,
laz-nos oizer que quem nSo se apressar fi-
cara sem elles, por isso apparecam boje
mesmo quem quizer dat as fesUs aos seus
pequeos.
Vende-se am terreno para 4 moradas
de casas, o qaal fax frente para a ra da
Concordia e para a roa da Palma : a tratar
com Jos Hygino de Miranaa.
-- Veode-se omaarmacSode taberna, e
cede-se a casa : no pateo do Terco n. 4
Vende-se um sobrado de dous andares
na roa Uireitan. 112, bem construido, livre
e dezembaracado: a tratar na Capunga, ra
da Ventora n. 23, oa na tua do Kangel
n, 56.
Chales de tou-
quim.
Vendem-se ricos e superiores chales de
touquim bordados em duas pontas, fazenda
muito superior e ltimamente ebegados a
50j>: na ru do Queimado n. 22, na bem

Mtifr
Ew casadeKabeScbmettau &Companhia,
ra da Cadeia n. 87, veudem-seolegan'.e
ianos do afanado fabricante Traumann
a Hamburco.
Ventle-se erva-doce em fardo, vindo da
Europa, muito bom e limpo por 99 e 88 a ar-
roba, conforme a quantidade que comprar,
~em barricas, vinda de Lisboa, a preco de
toa a arroba : no armarem
fronte da escadinba.
do nnes, de-
Vende-se pelitots franceses de pan- 55
h no fino preto e de cores pelo baratis- ^,
j simo prego de 20 cada um, para J
r acabar, na loja da ra do Queimado
i n 10 de Leite Artbur & C tj
Luvasde Jouvin
Vendem-se luvas de Jonviu, chega las pelo
ultimo vapor a a Europa, para hornera e se
obora : na ra da Cadeia do Becife n. 45,
esquina da Midrede Dos
A CyOOO rs-
Vendem-sa saceos com farinha de man-
dioca alva e fina, sola e sebo do Porto refi-
nado, em caixoes ; tratar oa ra da Ca-
eia do Becife, loja n. 6t, com lnoocencio
da Cuaba Goianna.
A boa fe.
Cambrala lisa muito fina a 59 a peca com
8 1|2 varas, dita moito fina a Se 69500 a
peca com 10 varas, dita grossa propria para
forro a 2/500 a peca com 8 t|2 varas cam-
braia muito fina com ebuviscos a 900 rs. a
vara, e a T a peca com 81|2 varas, cambraia
franceza muito fina com ricos padrees a 700
rs. vara, orgsndy muito fina a 700 rs. o
covado, barege de seda cot quadros a 640 o
covado. .cbely liso muito fino de lindas co-
res que nvalisam com grosdenaples de co-
ros a 700 rs. o covado, dito com listrao e
quadros de seda a 800 rs. o covado. chsly
com dores e listras de seda de padroes la-
teiramente novos a 19 o covado, grosdena-
ples de quadrinhos, fazenda muito superior
19*00 o covalo, ditos estreitos tambem de
quadrinhos a 19 o covado, grosdenaple liso
cor de rosa e amaretlo a 29 o covido, dito
preto a 19800 o covado, tiras bordadas muito
finas a 3 e 49 a peca, rotre-meios moito finos
a 199200 a oeQ, ligas de seda multo supe-
riores a 19980 o par. ricos enfeitea para ea-
beca de senhora a 59, chapeos de seda rica-
mente enfeitados para senhora a 15$, ditos
para menina o mais moderno qoe he possi-
vel a 1C9, hocetes e gorras para meninos a
39500, pentes de tartaruga para atar cabello
a 5J), ditos virados muito superiores im-
peratriz a 16o, leqoes muito superiores a
*9500, meias brancas de seda para senhora
a 39 o par, ditas pretas a 39, ditas brancas
para meninas a 29500 o par, ditas brancas de
algodao para senhora a 3f600 a duzia, ditas
Inglezas muito finas a 59 a duzia, diUs para
meninas a 39 a duzii, ditas para meoinos a
*9800, ditas cruas a 39 a duzia, lencos bran-
cos grandes proprios para eabeca a 400 rs.,
lencos brancos de cambraia de linbo com
bico largo de lioho em volt a 29, ditos de
cambraia de lioho muito fina bordados a 69
gollmbas de cambraia muito lina bordad
19-200, cortes de cambraia pintada com 7
varas a 29, chitas francezas com padroes cla-
ros e esciKos a 280 o covado, chales de me-
rio liso muito fino com franjas de seda a
69, dito de merino com palma ricamente
bordada e com franjas de Ifia a 79, ditos
moito fios bordados a matiz e da musma
cor do chales a 99, ditos bordados em doas
pontas a 119, ditos bordados a velludo a 139,
ditos de cbaly muito fino com listras de se-
da a 7, ditos estampados muito finos a 99,
luvas de seda para senhora a 19280 o par,
ditas bordadas e enfeitadas com guamicSo
de bico de blonda a 29500 o par, diUs de
pellica moito frescas para homem e senhora
a 29 o par, ditas de torcal para senhora a 19
o par, ditas de fio de Escocia para meninas a
200 rs. o par e alem disto nm completo sor-
timento de fazendas de todas as qualidides,
qoe vendem-se muito barato : oa ra do
que com a vista do comprador se deverSo Rne "eni,ein-8e mu't barato : na ra do
agradar pelos precos muito commodos Queimado n. 22, na loja da Boa F, que para
commodidade das sentioras se conservar
a berta at as 81|2 boras da noite.
Hfll
1 FabrIrn| de baeta, reltro e ootras qualidades
10,000
muito superiores e frescos
E MUITO MAIS BARATOS!
do que os do Bio de Janeiro.
Vende-se superior linba da algodao
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa deSouthall. Uellor fc C, ra
do Torres n. 38:
Algodao Uionstro atoa-
Ihado.
Vende-se algodao monstro, com 8 palmos de
largura, muilo proprio para loalbas e lences por
dispensar a costura, a 600 reis a vara, assim como
amainado adamascado a 19400 a vara : na ra
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Vende-se em casa de 8. P. Jonuston &
C, ra da Seuzala Nova o. 42, o segoiote :
sellins Ingleies e silhots, relogios de ouro
de patente inglez, candielros e easticaes
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas. fio de vela, graxa para arreios.
Caf vapor.
Grande sortimento de machinas para fszer
caf em um quarto de hora, de riqoissimos
modelos, approvadas na ultima exposiedo de
naris: na roa Nova n. 20, loja do Vianna.
Vende-se a barcaca Beija Flor, de loU-
cSo de dezcaixas, muito bem constru la e
prompta de tudo a seguir, para qualquer
parte: trata-se ns roa do Crespo n. 5, loja
de Miguel Jos Barbosa Guiarles.
Vende-se leite puro a 320 a girrafa
na praca da Boa-Vista n 4, casa de Jos Al-
ves Lemos.
Cognac
Cognac superior em caixas de I duzia,
vndese om casa de lien ry Krunn & C. ra
da Cruz n. 10.
CAMAS DE FERKO.
Vendem-se camas de ferro superiores com
assento de lono. como bem pequeas a imi-
tacSo de berco : na ra da Cruz do Recifa,
armazem n. 50.
LIIA E IMTI3S
Vendem em seus estabelecimentos da ra
Nova ns. 6 e 39, folha de Flandres pelos se-
guintes precos, a dinheiro vista.
Marca IC 219000.
Dita IX 229000.
Hita I XX 23/000.
Tambem vendem a prazo pelos precos que
se convencionar.
Cera da carnauba.
Cera de carnauba.
Sebo do Porto.
Sola e pedes de cabra.
Na roa da Cruz armazem n. 33.
-- Vende-se um preto perito distiladorde
alcool, econhecedor do alambique de De-
rosne ; dase por preco commodo, com tan-
to que se) para eogenbo, e adverte-se que
nSo be vicioso : na ra Direita n. 66.
Vendem-se 200 espadadores de diversos
tamanhos e precos : quem os quizer com-
prar, dinja-se a ra ao Queimado n. 49, que
acbarSo as amostras.
Vendem-se varandas de ierro boas e bo-
nitas, para janellas de pestorias na roa
Novan. 61.
Cofre,- para guardar di-
nheiro ou jotas.
Vende-se cofres para guardar dinheiro e joias,
pelo baratissimo preco de 5 e 59500 e 69000,
na ra do Queimado na bem conhecida loja de
miodezas da boa fama n. 33,
Luvas para lime a e se-
nhora.
Vende-se luvas pretas de torcal muilo superiores
a 1,000 e 1,200 reis, ditas de seda de todas as
cores com ricas guarnices e simples para senhora,
ditas de seda fio de Escocia e algodo, todas de
muito boas qualidades para homem, ditas de seda
para meninas e meninos por preco que por certo
nao deixara de agradar a qualquer comprador : na
ra do Queimado na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama o. 33.
/..'
4h-
ALOJA DA AGUIATBRAGA
liand i/as e libere*
Vendem-se bandeijas de folha eross e
tintas moito finas em temos a 89 e 99 e sol-
ts a 29, 2,500, 39, 3.500, 49, 4,500 59 e 69
seus modernos mol 'es e bom gosto de de-
smbo de suas pinturas deixa bem conhecer
quanto sSoellas finas e baratas por taes pre-
cos; vendem-se tambem facas e garfos de
cabo de osso redondos, oitavados e crava-
dos a 3,200 e 3,500, ditas com cabo de ba-
lea cravadas e folhas finas a 3,600 e 49 a
luzia, ditas finissimas com cabos deveado,
de osso podido e baleia, o melhor que se po-
de encontrar a 59,5.500, 69 e 6.500 a dozia,
drtas com cabo de marfim e folha de ac a
129 e 149, ditas com cabo de osso para m-
nmos a 320 otalher, trinchantes muito fi-
nos a 2,500 e 39, colheres de metal principe
tao tioasquese confundemeom as de ora-
t sendo oarasoupa a 5,500 a duzia e para
cha a 2,800, litas octotinsgre a 1,600 e 19,
ditas grandes e muito finas para terrinas a
9 cada urna : na loja da guia branca nos
quatro cantos na ra do Queimado n. 1.
Paleto!s braneos
Vendem-se Daletots de brim branco de li-
nbo, muito bem feitos, proprios para a pre-
sente estacSo, pelo baratissimo preco de 59
cada um : na ra do Queimado n. 22, na
bem conhecida loja da Boa F
Quem quixer ter vestidos
dse 1h, he a roveitara
ticcdsiao.
Vendem-se grosdenaples de seda de corea com
pequeo toque de mofo, a 800 reis o covado, ditos
sem neobum deffeito, a 1300 o covado, aprovei-
lem a paehincha : na ra do Queimado n. 22 na
loja da boa f.
Camisas de meia.
Vende-se muito superiores camisas de meia a
1,000 e 1,200 reis na ra do Queimado na bem
conhecida loja da boa fama n. 33.
Polceiras de
froco
Vende-se muito liodas pulceiras de froco das que
mais se usam presentemente, pelo baratissimo pre-
eo de 2,000 reis o par : na ra do Queimado na
bem conhecida loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Capellas eramos para
noivas.
Vende-se finissimas e delicadas capellas e ramos
brancos para noivas, pelo baratissimo preco de rs.
6,000: na ra do Queimado na bem conhecida
loja de miudezas da boa fama n. 33.
Vintao Cherry e Madeira, em quartolas-
vende-se na roa da Cruz n. 10, em casa de
Henry Bruno & C.
Camas de ferro
Grande sortimento de camas de ferro de
todas as qualidades, por preco muito com-
modo : na ra Nova n. 20, loja do Vianna
Vende-se nm cabriolet de duas rodas
com arreios e cava lio sendo este bom trota-
dor oa sem elle, conforme a vontade do
comprador : para ver e tratar na ra do
Brum n 28.
Vende-se qnartolas de costado de ama-
relio, que serviram de deposito de azeite
que levam de 300 a 400 caadas : no caes'do
liamos, armazem da esauina ni
\\ RA DA FLORENTINA ul
OHILI
superior, fino e ordinario
POR PRESOS COMMODOS. &
Leques muito finos.
Vende-se loques de madreperola os mais ricos
que se pode encontrar pelo barato preco de 12 e
15 cada um, dilos sem ser de madreperola porm
de gostos muito lindos a 2,000, 3,000, 4,000
e 5,000 reii ; na ra do Queimado na bem
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
co-
Vonde-se nma molata de Idade 18 an-
nos, bonita figura, coze, engomma e cozinha
o diario de ama casa : quera a pretender
dinja-sea ra do Pilar n. 20, que chara
com quem tratar.
m
Nova agua de malabar.
Vende-se esta agua a melhor que ten p-
parecidoparatingir o cabello e suissas de
VJft !."* 1,vr*na universal ra do Colleg:o
n.20, da-sejunto um irapresso gratis en*
nando a form* de aoDlicar.
Enfeites para canecas
Moi modernos e delicados enfeites de flo-
lt,8:,Plin"e frocos P,r r.horas a
69. 89 e 109 precos *stes baralissimos a vis-
ta da perfelcao e bom gosto com que sSo
enes acabados, assim como outros pretos de
vedr.lbos obra de apurado gosto o inteira- &
mente modernos e pelos diminutos precos1
ae 49e 59 ; para qualquer pessoa se certifi-
car da verdade de que fallamos dirija-se a
loj 1 da guia branca dos quatro cantos na
ra do Queimado n. 16.
passas novas.
Vendem-se caixas com passas que devem
desembarcar boje : no largo da Assembla
junto ao trapiche do algodao, armazem de
Andrade & Campello.
'otase* d Missia e @
Completo sor ti-1
m

Tinta para escrever
Vende-se boa tinta para escrever, em gar-
rafas a1 500 rs. : na livraria ns. 6 e 8 da pra-
ca da Independencia.
Alcool de 36, 38 e 40 graos, mais ba-
rato que em qualquer outra parte: na res-
Ulscao detraz da igreja de SanU Bita.
ATTENCAO'. J
ag Kissel. relojoeiro francez, vende
k relogios do ouro e prata, concerta
'elogios, iotas e msicas, ja aqui he
condecido ba mullos annos, habita
no pateo do Hospital n. 17.
Macaes a 1#.
No deposito do gelo existe 17 barricas com
macaes, afianca-senSo ter nenhuma podre,
por estarem escolhi las, e mostra-se ao com
pranor no acto de comprar.
55 Aterro da Boa-Vista 55
Casa de F. Poirier.
Vendem-se taboas de pinho de rezina de
I 1| el 1|2 pollegadas de grossura, por pre-
co muito razoavel. v
Vende-se om caallo melado, bem ger-
do, muito forte, muito bom para carro oa
Bandejas finas.
Vende-se temos de tres bandejas muito finas e
de gostos inieiramente modernos pelo baratissimo
preco de 9 e 12000. na ra do Queimado
na bem conhecida loja de miudezas da boa fama
D. Sai .
m
coberlos e descobenos, pequeos e grandes, de ou-
ro patente inglez, para homem e senhora, de um
dos malhores fabricantes de Liverpool, vindos pelo
ultimei paquete inglez : em casa de Southall Mel-
lor a C.
Helo^ios.
Vende-se em casa de Stunders Brotbers
& C, praca do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Boskell. por precos commo-
dos o tambem traDcellins e cadeias para os
mesmosde excellente osto. "
Vendem-se rodas novas e boas
cairo de passeio : na ra Nova n. 61.
para
%*
I UMAPECHINCHA
{lAnua da Florentina 14
PPESS DI S81
em qualquer I

m
mais baratos do que
parle cara acabar.
3^00.
SapatOes francezes decouro de lastre para
homem a 55000 para acabar : na ra dn r
bag, loja n. 9.
Vende-se um cabriolet quasi novo o qual
se est pintando na oficina do Sr. Miguel Segei-
ro, assim como o seu competente cavallo : a tratar
na ra do trapiche n, 14, primeiro andar.
fto se es-
pantem.
Vende-se couro de lastre, marca cistello,
pelles muito grandes, com am pequeo de-
noto 29. pelle.Ml ,ua do Queimado
n- 33 a, loja nova de miudezas.
O Leite & irmo, conti-
nan! a tonar.
Ra da Cadeia do Recife n. 48.
Musselina toda encarnada, covado 220
SSnr,". !f mUU fln' 3800,-4800;
59200 e 5600 a eca de 10 1,2 jardas, brim
de linho para calca, de booitos padrOes a 880
a vara, cortes de meia casimira a 39 caua
um, lencos de cambraia de linbo a 39200 e
multo linas a 49500 a duzia, chales de tou-
quim pratos. ditos de merino liso de todas
as cores a 49800 o bordados a 6/800. chitas
,rAncez,s core* f,x,s 2i0 34. 260, 280 e
?"?" covado, madapoln a 29800, 39200
99800, tj, 49200, 49800, 59, 59500 e muito
fino a 69a peca de 20 varas, paletots de.l-
paca muito finos a 69. cortes de colletes de
^IIS "** e*Ptllbos para senhora a
19, 69 e 89 e das n,oderns a 99 salas para
senhora a I96OO, bordadas a 39 e muito au-
Pe,c0ns *' K?linbs muito bem bor Jadas
a 39500. manguitos e camisinhas muito finas
para senhora, cortas de cambraia do gaz
, tapetes para sala a I98OO, para porta de
sala 49 e para cabriolet a 29500, meias mui-
^,!"S /'!' botaem W00 a duzia, ricas
coicnas de damasco de seda a 259 e 329 cada
urna, cortes de cas* He lindos aeseubos
a 29, boas chitas escaras e de lindos padrOes
a SKO rs. o cdvado, meias de tolos os tama-
nhos para menino e menina guardanapos a
4 a duzia, Decaa de cambraia lisa de 12 jar-
das a 39. musselina branca a 80o rs. o cova-
do, toalbas para mesa a 4. redes de paiba a
69, e ba outras muitas fazendas que se ven-
de por barato preco, e de tudo se dar amos-
He iocrivel,
Cambralas francezas de padrOes muito bo-
nitos, pelo diminuto preco de 400 rs a va-
Bo' r"" Queln,,",8 n- M lojai da
Na ra da Unio, ultima casa do lado
esquerdo, se vende orna porcSo de obras de
labyrintbo, viudas do Cear.
Aviso aos senborea de eogenbo.
Cal nova de Lisboa, em barricas e em an-
coras, muito propria para conduccao de
agurdente ou mel: na ra da Cadeia, de-
rramo da Relacio n. 28.
As >erdadeiras luvas de
Jouvin.
A'"Ji d'Aguia Branca acaba de receber as
verdadeiras lavas de Jouvin, vindas de sua
encommenda, unto para homem como para
senho a, afiancaedo-se que sao as melbores
que em tal genero se tem visto aqui: ven-
dem-se a 2500 o par : assim como outras
guaimente novas, e tambem mui boas a 29
o par. Quem aprecia o bom, be dirigir-se
ra do Queimado nos quatro cantos, loja
a *guia Brauca n. 16, que ser bem servido.
a mesa-a loja existe um grande sortimento
ae luvas de seda de muitas e diversas quali-
dades tambem para bomem e senhora, e a
precos baralissimos.
Farelo, cerveja
e mnnteig-a
tudo da melhor qualidade que existe no mercado, e
por preco mais'ra.soavel que se pode encontrar :
no largo da Assembla armazem de Andrade &
Campello.
Tachas de cobre,
para eneenboca deassucar: na TundicSodo
Brumns 6, 8 e 10 ^
Vendem-se barris novos de quarto, ar-
queados da ferro e nanea servidos ; d-se
pela factura : na ra Direita n. 95.
americana
Vende-se potassa da Russia su- $
nerior por menos do que em
qualquer parte e dita americana Q
superior de barato preco ^ 180 g
r. a libra: na ra do Trapiche f
p. 11 armazem do Fonseca. ^5
BONITASEOE BOA QUA-
UDAOE.
Vende-se la de muilo lindas cores e boa qua-
lidade para bordar pelo baratissimo preco de reis
8 a libra : na ra do Queimado na bem- co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
@ m%i$m -@ ess
^fj Leite Arthnr & C. avisam aos seus *i
gR freguezes qoe sao chegadas as cami- S
^ sas inglezas de seas encommendas, j
'; com pregas atravessadas e que se es- W
B tao vndenlo por commodo preco 5
bj5 na roa do Queimado n. lo. j".
bahus
e commodas Dor ser o verdadeiro preservrtivo das
trajas e ao mesmo lempo deixar excellente aroma
na roupa pelo baratissimo preco de 500 rs., ex-
tractos finissimos de diversas qualidades francezes e
inglezes, em ricos frascos de cristel brancos e de
cores, e de variados gostos, banha muitissimo fina
ingleza e franceza em latas, frascos de vidro grao-
des e bonitos, vasos de porcellana de bonitos e va-
riados gostos, eaixinhas muito ricas com sorti-
mento de perfumaras proprias para presentes; e
outras muitas diversidades de perfumaras, todas
muito finas e por preco que nao be possivel deixar
de agradar a quem tenha tenha precisao de com-
Na ra do Queimado n. 2,'esquina do"b'ec ?'*'! 1* ru* do QU9'mado M bem conhecida loja
ci do Peixe Fricto tem o Pregoica para ven- de mmdez,s da boa fama n. 33.
der por baratissimo preco um completo sor- TACHASPAR A ENGENHO
domra. IMW'a'v b,eracomo cir'e8 Da fundic5o de ferro deD. W. Rowman
ao cassa e seta de lindissimos gostos a 69500 ni n<. A* n..._ 1 t_ 1
cada um, ditos de la. e sed. de limissimo" .- PaMando,0 chata-
gostos e superior qualidade 79000 reis c.da contlnuae na ver um completosorti-
um, cortes de cambraia brtnc. com salpicos mento de tachas deferro tundido e bati-
a 39500, ditos de dit cpm flores de cores a do.de 3 a 8 palmos de bica, as auaesse
33800, gangas mesrl.d.s de padrOes e supe- ecliamavenH., nnm-------A-____
REMEDIO I.VJC0MPARAVEL.
UNGENTO UOLLOWAY.
rlp iiprfumarinol Milhares de individuos de talas as H0M
Hit III 1.1 Ce periimariaSlpodemtestemunharaavirtudoadertereiiii-
franCexna A iiM'If/- dio incomparavel o provar em caso naceaaa-
v.n,i..i, \^. S ?. f r,0.que.pelousoquedellefzeramUaaeai
vende-se a bem conhecida e acreditada agua de corpo e merabros inteiramente saos tofois
(.oloma do Piver, em frascos grandes e pequeos I de haverempregadoinutilsaeate outros tra-
garantindo-se a qualidade a 500 e 1,000 reis, dita tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conveai-
rauito boa inp,leza anda superar a do Piver, a 191cer dessas curas maravilhoaas pela leitura
o frasco, jabonetes para barba a 1,000 reis a du-! ".?* Perodicos qoe lh'as re'.atam todos oa
zia, canudos de pomada franceza muito fina a reis i d,as,h muilos annos; e a maior parte deis
100 e 160, ditos muito grandes e de superior' l,L Uo.onre,>denleaque admira
em caixas de porcellana e muilo grandes a 800 rs., de bracos.e pernas, depois de ter per-
d la ira nceza em tubos grandes de metal a 800 e manecido longo lempo nos hospilses, oul'
1,000 res, vinagro aromtico muito proprio para deviam soffrer a amputacaol Helias ba mui-
dores de eabeca alm das mais serventas que tem tas que havendo deixado esses asy los de p -
a 800 reis o frasco, sabao de creme de amendoasjdeci.oento, para se nSo aubejetterem a i-ss-
muito superior para barba, em raxas de vidro e operacao dolorosa foram curadas completa
de porcelada 1,200 e 1,500 reis agua de La- mentei medi.nte o uso desse precioso re-
vander verdeira ngleza a 800 reis'o frasco, fras- mBdio- Algumas das taes pessoas na efus..
CHEGEM AO
BARATO.
O PREGUICA ESTA' QUEIMANDO.
padroes e supe
or qualidade a 500 o covalo: chitas es-
curas e claras decores filas a 160,180, 200
e 240 res o covaeo ; ditas francezas de lin-
dos padroes e de excellentes pannos a 240,
260, 280 e 300 reis o covado, cmbraias ada-
mascadas para cortinados de camas pecas de
20 varas a tl00o, grvalas pretas e de co-
res com mola e sem ella a 800 e 1,000 reis
cada iuma, ditas com molas multo (loas a
19600, lencos de seda com slgum defeito a
800 r-is cada nm, gros tenaple de cer de boa
qualidade a 18800 o covado ; cortos de casi-
mira fina a 6, ditos ae meia casemira a 2.
ditos de dita mais fina a -25600 cada um,
cortes de brim de linho a 19700 cada om,
ditos de dito branco com listras e de puro ii-
nho a 1920 cada um,cortes de gurgurSo pa-
ra cohetes a 3/000 cada um, ditos de merino
bordados de lindos gostos a 4500, ditos de
csemira pret bordados a 39800 cada um,
cambraias lizas de 8 varas 3,500, 4,000, 4,400
4,800 e 5,500 reis a peca, ditas tapadas con.
10 varas a 4.000, 4,500,5,800. 6,500 e 7,200
a peca, cortes de organdyz faienda muito
larga e fina a 2600 ; alpaca preta com 6 pal -
mos de largara propria para samarraa e ca-
pas de padres a 800 reis, lanzinhas do qua-
dros proprias para vestilos de senhora a 360
6 500 res o covado. chales de 13a finos com
barra matisada a 48500, ditos de merino lizos
a 48800. ditos de dito bordados a 68200 cada
um, lencos brancos com barra de cor a loo,
120 e 130 reis cada um, cnitas francezas lar-
gas para coberta a 240 reis o covodo, Jjrim
branco de listra de poro linbo a 800 reis a
vars, dito de liodissimos gostos e superior
qualidade a 18440 a vara, dito branco maito
fino a 182S0 e 13400 a vara, castas de cores
de lindissimos gostos a 360 e 400 reis a vara,
mussullina com pequeo toque de averia d
lindos padrOes a 250 o covado ; dita sem ava-
ria a 300 reis o covado, dita tod encarnada
a 220 reis o covado.lita mais larga a 320 rs
casemira preta a 2.000, 2.200, 2,400, 3,500 e
4J0O0 reis o covado, panno fino azul e cor de
rap de superior qualidade a 59 o covado
dito preto a 48, 5. e 5500 o covado, dito
azul proprio para fardas a 28 o covado lencos
braceos pjra mSo de senhora de bico largo
e muito finos a 800 e I cada um, chitas es-
curas de tintas fixas a 5200 a peca, abacas
de seda de superior qualidade a 900 reis o
covado, pecas de cambraia liza cora peque-
no toque de mofo a 29, ditas de bretanha
de rolo com 10 varas a 29, atoalhado largo
muito fino com bonitos lavores a 19280 a
vara, italianas, especie de cambraia pintada
de cores fixas e lindissimos gostos a 480 reis
a vara, cambraias francezas de lindos pa-
drOes e excellenies pannos a 500 reis a vara,
cassas pintadas miodiohas a 320 reis a vara)
luvas de fio da Escocia, brancas ede cores a
320 reis o par, cambralas napolitanas roxas
e azues de quadro a 3SO reis a vara ou 220
reis o covado, riscadinhos rraocezes de qua-
dros a 180 reis o covado, bramante muito
largo a 28400 o covado, velbutina de todas
as cores a 720 reis o covado, meias cruas
para homem a 160,200, 360 e 400 reis o par,
ditas para senhora de todas as qualidades.
paletots de alpaca preta 58, ditos de meis
casemisa a 88, ditos de panno preto e de cor
a 10, luvas de seda para senhora a 1200 o
par, ditas de seda bordadas de lindos gostos
a 2|20O o par; e outras muitas fazendas que
se deixam de mencionar e ae venderSo por
baratissimos precos e se darSo amostras com
pedbores.
speilios gr lides
Vendem-se espelbos grandes para parede
com bellas molduras envernlsadss e doora
das e vidros mui finos e claros a 4 9/ : na
loja da aguia branca nos quatro cantos ni
ra do Queimado n. 16.
Veode-se um mulato de 16 annos de
idade, sem vicio nem aehaque algum, ex-
cellente pagem, e proprio para todo o ser-
vico por ser muito inteliigente : para ver
tratar, na ra da Cruz do Recife n. 46, pri-
meiro aodar.
Vinbo Bordeaux.
Em casa de Hanr Bruon & C, ra da Cruz
n. 10. vendem-se as seguintes qualidades
Chas Lafite.
Chat Leowihe.
dem Laruse.
dem Margaux.
It. Jullea.
It. Julien Cabarrus.
echam a venda por precocommodoecom
promptd3o,embarcam-se ou carregam-
se em carro sem desDczas aocomprador
Escravo pe$a.
Vene-se om escravo mulato, ptima li-
gara, e ptimo boleeiro na ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n .6.
Pot-ssa da Russia e cal
de Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito
da ra da Cadeia do Recife n. 12, ba para
vender potassa da Russia e da do Rio de Ja-
neiro, nova e de superior qualidade, assim
como tambera cal virgem em podra, tudo
por precos muito razoaveis.
Nh loja da boa f, ven te-
se muito barato.
Brim branco fino de linho a 1 280 reis a vara,
dito pardo trancado a 800 res a vara, dito de co-'
res de padroes muito bonitos a I, ganga ama-
relia franceza muito fina a 320 reis o covado, brim
de quadrinhos, fazenda superior para obras de
meninos a 200 reis o covado, fusteo de quadros
preos, muito enrorpado a 500 reis. Hamburgo
muito fino a 99 a a 10 a peca com 20 varas, es-
ffuio de algodao a 3200 a peca com 12 jardas,
dito de linbo muilo fino a I6a peca com 12
jardas, bretanha muito fina de linho a 209 a peca
cora irinte varas, panno fino preto a 29 3 49 e
muito superior a 5 reis o corte, dito azul a
29500 e muito superior a 59 o covado, casemira
preta muito fina a 29 e a 29500 reis o covado,
madapolao entre fino a 3200 reis a peca, dito
fino a 4, dito muito largo a 49500, e muito fino
5 res a peca, alpaca preta fina a 040 reis o co-
vado, dita o mais fino que he possivel a 19 reis o
covado.merin setim superior a 19120 reis o cova-
do, chapeos de sol de seda pequeos a 29500 rs.,
ditos grandes de panno com cabo de canna muito
forte a 29800 reis, bengallas de junco e de canna
com ricos casloes a 19 2 2J500, 59, e 7, len-
cos brancos de cambraia proprios para slgibeira
a 29600 reis a duzia, ditos de linho a 49, ditos
muilo finos de esguio de puro linbo a 79500 reij
a duzia, ditos de ganga muito finos, para os taba-
quistas a 380O reis a duzia, e a 320 reis cada
um, chapeos de feltro muito finos a 6, chapeos
pretos francezes muito superiores com bonita for-
ma a 8, e assim outras muitas fazendas que te
vendem o mais barato que he possivel na ra do
Queimado n. 22. na bem conhecida loja da
boa f.
Loja n. 57
N& ra do
({liatro .
Queimado ci
ortas empana-
tenticarem sua alfirmaliva.
Nioguera desesperara do estado do u-
saude se ti vesse bastante conanca para en
saiar este remedio constantemente segin-
do algum tempo o tratamenlo que aeceasi-
tasse a natureza do mal cujo resallado seria
provar incontestavelmente: Que ludo cera.
O ungento ke ulil, maipmrttniiarmum f
non eguintei cmtoi.
InDammacSoa ;i-
Alporcas.
Caimbras
Callos.
Cancere a
Cortaduras.
Dores de eabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermldades da cu-
tis em geral.
F.nfermidades do ano
trix.
Lepra.
Males das aeraai
dos seitos.
de olbos.
Mordeduras de roptis
Picadura de moaajai-
tos.
Pulmoes.
Queimadelas
Erupcoesescorbuticaa Sarna.
Fstulas no abdomen. Supuraces palrnias
Frialdade ou falta de Tinha, em qaalqr
calor as extremi- parte que aeja.
Tremor do erras.
Hice ras-aa bocea.
aw do ligado.
. das arcoUelas.
Velas torcidas oa m
dadas as 1
msisio m* m
*
NA FUNDigAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN.WA
RUADOBRUM.PASSANDOOHA-
FARIZ.
ha sempre^umIgrandesortisaentp dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
para eogenbo*, a saber : moendas e meias
moendas da mais moderna construccSo; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
Sualidade ede todos os tamanhos; rodas
entadas para agua oa animaes.de todas as
rroporefles ; crivos e bocea de fornalha o
registros de boeiro, aguilhOes,bromes, pa-
pafusos e cavilbOes, -.aoinhos de mandioca,
te. etc.
NA MESMAJFUNDICA'O,
se executam toaas as encommends coi a
superioridade ja conhecida com a devida
presteza e com odidade em preco.
Labyrinthos.
Ricos lences para cama, toalbas redon-
da se de ponas, saias, Ironhas, bicos e ren-
das largos e estreitos, para todo preco : na
ra da Cadeia do Recife n. 60, primeiro a n
dar.
igencia
a undicao JLow-Mow,
ra da fenzala Nova
n. 42.
nada encarnada.
Tem om completo sortimento de paletots
de pBnno e de casemira de todas as cores
assim como de gorgurao de seda e de alpa-
ca, de brim branco, que se vendem mais
baratos do que em outra qualquer loja, as-
sim como ricos casaveques para senhora, de
rosti de cambraia ricamente enfeitados
os melbores que tem vindo a Pernamboco
por 189 cada am, cortes de vestidos de phan-
tasia de ricos gostos a 18 cada um ditos
moito superiores a 28 cada um, ditos bor-
dados a velludo de gosto inteiramente mo-
dernos a 35 cada bm, saias bordadas a
,500, dem a 5,500 moito finas, enfeites
para senhora de frocos e velludo gostos in-
teiranente modernos a 89, grosdenaple de
cora 1,500 o covado, dito muito superior a
29 o covado, dito preto de 1,600 at 3 o
covado. cassas francezas a 400, 500, 600 e
700 rs a vara, chaly stam pado ue lindos
gostos a 900 rs., dito muito superior a 1/ rs
o covado, um rico sortimento de camisas
Trncelase chapeos deso de seda para se-
nhora e para homem, ditos de seda france-
zes e de feltro, e muito mais fazendas que
tudo se vende por precos moito em conU,
assim ebegoem os freguezes. Tambem se
ven le por precos muito commodos alguna
cortes de sedas com pequeo toque de mofo
-.lianeos para meninas e
meninos.
Na roa do Qaeimado n. 37, loja de quatro
portas de empanada encarnada, tem um completo
sortimento de chapeos para meninas e meninos de
6 mezes al 10 annos, o menor que pode-so en-
contrar nesle genero, e prometa vender por preco
commodo.
dades.
Frieiras.
Gengivasescaldadas.
Inchacoos.
InOammacodofigado
da boxita.
Vende-se este ungento no esuboiaciaaeai-
to geral de Londres n. 844, Slraod, am
loja de todos os boticarios droguistas oo-
tras pessoas encarroadas do sus rasada eos
toda a America do Sul, llavana e Hssoasdas.
Vende-se a 800 rs cada bocetiaha.coateaa
urna inatruccao em porluguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral be em casa do Sr. Sonsa,
pharmaceulico, na r 11a da C.rnz a. i. ata
Per nam buco
Vinho Bordeaux
Em casa de Henry Brama & C ra da
Cruz n. 10, vende-se vinbo Borueaux 4* dif-
rerebtes qualidades como Ufalles di. Leo-
'ilie, S. Julien em caixas de dazia por ka-
rato oreco.
AGIi BtalU.
nov< r. completo sortiiueiis
to de iiieins para lio-
mens, miilIteres, meni-
nos e menii.is de 2 a 11
annos.
Vende-se muito boas meias oraos rasa
costura para homem a l,80t a data o 1M
rs. o par. ditas inglesas muito fiaas a t,sOo
e 3,500 a duzia, ditas muito encorpadaa do
tu dobradoa 4,500a duziae 400rs. par.
utas tambem de fin dobrado para senbarax
a 3,600 a duzia e 3*0 ra. o par, ditas finas
a 400, 500 e 600 rs o par, dits para mesil-
nose meninas confo me os difireme ta-
manhos asseverando-se serem mais baratas
do que em outra qualquer parte, saetas do
13a muito finas para hornero a 500 rs. o par,
ditas finissimas do fio da Escocia a o OSO
rs. o par, ditas de laia para pedresa l.sHo
par, ditas desedaeul finas pretas Oras-
eis para sen horas a 39. 49 e 5 o par, ditas
mui finas para meninas a 8.500 o par, soasas,
como muitas outras miudezas o ubjeetos do
gosto que estSo patentes na loj o da guia
branca nos quatro cintos da rus do Qaoi-
msdo n. K.
Genebr .
Vendem-se barricas com genobra, esa bo-
tijas e c ixas com frasqueires : no largo da
Assembla junto ao trapicha do algodao. ar-
mazem de Andrade t Cam.ello.
Veode-se ama negrinba de 12 anoos
com principio de habilidades: as ra Novo
n. 34.
ALIEIDA CUES. ALTO 4* C.
Vendem no seu armazem
27 kua da cruz 17
CHAPEOS de feltro sonidos da fabrica aora-
diUda de Carvalho Pinto do Rio de Ja-
neiro
SABAO' das fabricas do Rio do Janeiro.
VI.NH de champagne do superior solidado
SALVAS, bandeijas o outrss obras do anta.
Vende se effecti vamente fa ralo do Las-
boa, nas Cinco Pontas n 3, por mea es do
que em outra qualquer aorta.
Parlona de mandioca.
Domingos Ivs Matbeas tem para
em sen armazem da ra do Amor isa, Ja
o escrlptorio dos Srs. Tasso di In ~
rior farinne de mandioca em i
#*** tpg
i >fc
Milho.
Vendem-se saceos com milho ns tanoaria
confronte ao trapiche do Cunba.
-- No deposito do ra do Trapiche, arma-
zem n. 9, tem para vender potassa da Rus-
sia superior, dita do Rio de Janeiro superior,
cal virgem de Lisboa, e panno de algodSo
da Baha, tudo por menos do que em outra
qualquer parto.
cortes de la
A 4#000
Anda restam alguns cortes de ISs muito
nns para vestido com 16 covados ca la corle
a 49. preco igual ao de um corte de chita ;
a elles, antes que se acabem : na ra do
Uueimadon. 22. na loja da Boa F.
Carro novo.
Vende-se um excellente carro inglez, no-
vo, para i e 2 cavallos : na roa do Santo k-
maro (Mundo Novo) n. 6.
Relogios
Vendem-se relogios de ouro, inglezes de
Estente : no armazem de Angosto C. de A-
reu. ra da Cadeia do Recife n. 36.
.dfppirel!ios de porcelana
Vendem-se mui bonitos e delicados ap-
rannre (t.sH'p forrn'h. -----; parelhos de porcellana dourada pronrios
Xso.UmVnho.oar. d to C,d d &SU,6dS d menin"' 8endoelles de
- Vende-se saceos de alqueires com f.ri- S*. 5M "f" ^ ,' ffl 2
tAwsasaw
Mosto estabelecimentocontlna'aabavor
am completo sortimento de moendas e
meias moendssparaengenbo.machinasds
vapore taixasde ferro batido
lodosostamanbosoara dito.
Roga-se as autoridades policiaca aw
qualquer pessoa que der noticia de as es-
cravo mulato claro, sito, barbado, oaos a-
zues, cabellos grandes, pes grossaa. arailo
conhecido oeste praca portar pUncido ao
Sr Jlo Piolo Jnior, do qaem lo i boleeiro
por algum lempo, o antes pertaoc ao ea-
genho Tab", cojo escravo chama-se Cor-
lio, tem mli moradora para os lados do
Goianna Esse escravo foi cria do eagoooo
Taperetna : qaem delta dor tiesa, aot a-
garrar, leve-o a ra flora por oiasa alo Dr.
Seve, que sera generosaasoate--------rtssa
ds s entregar ao seu aoaJMr Joto Carra loo
Raposo.
Fugio o preto Manoel do tal; atalo.
de idade 20 annos pouco mais ou retaos,
sem baroa. altura regular do azoto saiss.
meio abestalbado, acbaodo-se do estriboiro
na cocheira do Varsdooro em (Miada aosi
tou-se oo dia 1 de Janeiro as t pan Id
noite levando comsigo um cavallo rsstaabo
escuro, pequeo, inteiro, anca de porao.
cauda metida para dentro, poscoco loo, ali-
as a esauerda e compri tas, cosa ama cica-
triz em urna das oadegas, arreios ovos o
manta de panno azul ja estragada. O abaixo
assignado muito gratificar a qoeaa dsaeo-
brlr, roga rortanto a todas ss a u ton dados
a cantora Antonio Joaqoim do Al
Quedes Aleo forado
Fugio no dia 9 do corrento o
Joao, crioulo, do estatura alta, cara
goss, tem oms costara abaixo dos paitos <
levou vestido cales do algodSo azul, ama
camisa de baeta a outra de riaeado ameri-
cano, he bem conhecido por asr trabalneder
Je refinacao por ter graodos caltas aos
maoi : quem o pegar levo a roa da Coaoor
dia na retnacSo que se gratldcar cosa go-
nerosidade. "
nnutjt'io
Fugio no dis 7 do mee pasasdo (ooraabra)
do ngenbo Parnaao, freguoaia de Agaa Pre-
ta, o escravo Cregorio, com os tiaoaca se-
guintes : baixo, algosa cooss groas, pos
largas, cor fula, sem barba, qoeixo fino, tal-
la de dentes nos qoeixaea, e por coja razio
tem a bocea chupad, tem oais orna ralla do
dentes na Tenia; levou camisa de Sata
verde e roupa de algodao da Ba' ia : roga-
se a quem o apprehender ou dor noticia dei-
le, dirija-se nesla praca aos Srs. Lisas Ja~
mord C ou no dito engenho ao abaixo ae
signado.
________Umbelino Goncalves do Azorado.
PERN. .. TTP. DB n. f. DC FAJUA. -Id
--i

di I
I
.

.* fcaasjaO '


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EQ9O3Q1Q2_RFCUCL INGEST_TIME 2013-04-24T19:48:05Z PACKAGE AA00011611_07179
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES