Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07160


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Full Text
AUNO XXXIV N. 285.
SEl.LVA IEI 15 DEZEMBKO DE 1858.
Por 5 mczes adiantadoi fJOOO.
Por 5 mezet vencido* 5J000.
Por anno adiantado 15#000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
)*iiihlb<. r. Jhi todolph Somtt; Nuil,. 3nhoi n-
Uni Mirquii di tiln ; Aneare, Ir. A. di Limot Braga ;
Cura, Si. J. JuM di Oliriiri i Minnhio, o 11. Joit Iiiiiiri
di Melle ; Pnuhj, Ir. Jocl Jcxquim Aicllino i Par. Si.
/uiiini I. Budm ; Aamunii, t li. Jimjm. d* Cwu.
PARTIDA DOSCOBREIOS.
OlfnHi lo lo o* das, ia 9 e raen hars do it.
'Xoaravan', Guiann* p Pdrahiba iu aciiindAs 5ttai-feiraa.
> Iriii.i, l(. rr .-, Bufia, Caara*, Ailinho t Gariohtinfl: aa terip-f>>ra
Pao d'Alho, NanrtU, Lmuer, Brej, IV* juta, Infraieira, fiara*, V,i.
la-IMla, Roa-Viata Ouricury e Km,', na* quartaa-feiraa.
Cabo, S.TnhiciB, Itio Formula, L'ua, Birrrirua, AguaPretaPmoteiras
e Nalal : qamtai-Mras.
(Tudoa o corrciua partea *i 10 o ora a aia inbia.
AUDIENCIAS DOS TRIBDNAES DA CAPITAL
Tribuoil d rommircl. : Mgunda quintil.
Blica* .* Ureai furai labbadoi.
Pmndi : quirUl tibbidos al 16 boruv
Juii doeommorci* : quinete di.
Dito d< irphiee : tercasi mi n 10 rieras.
Primeira ti de eiv*l.- ierras Milu niie da.
funda Tin dt un! : quirUl itbbidot mil* dn.
EPUEMERIDES 1)0 MEZ DE DEZEMBRO.
5 Lu doti ii 7 horii 50 minutos di minbii.
13 Quino emcenii 1 bori < 9 minutos di Urde.
10 Lu ehili u 10 hotu e 47 minuloi di minbii.
17 yunto minguinu 3 horu 19 minutoi di minbii,
PKEAMAK DE UOJE.
Prlmilri u 10 horu o 54 minuto! di mmbii,
egundi la 11 hoiu e 18 minuioe di urd.
DAS DA SEMANA.
l Segunda.S. Luzia v. m.;Ss. Eustricio eOresles mm.
14 Terca. S. Arseuio ni.; S. Pompeio m.; S. Agnello ib.
15 "tuna. S. i' 1 i-inp. Jejum.) S. Albina m.; S. Euzebio b. m.
16 Quinta. Ss. Au.inias, Adonio, A/anas e Mizael mm.
17 Sexta. (Temp. jejum 8. Floriano m.; S. Cilanico m.
1S Sabbado. ,Tem(.. jejum.) S. Speridiao b. c; S. Theotonio m.
l'J Domingo. 4.- do advento ; S. Daro m ; 8. Panlillo m.
* WkVn 01 PIOIU.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO SIL.
Aligoii, Ir. Claudio. Falrio Din ; Babia, Ir. O. Duprad
Al* di J iniin, o Sr. J oto Piraira Mar un.
EM PERNAMBUCO.
O Praprimrli di DIARIO Mt.oel Plguelraa li Viril, m mi
Itvrirli, pnc di IidiowdineU m. I 8.
logo qu. comece n vo auno por qnanlut posta vir a ,
durar este tratado,
Deo-te por linda a conferencia, e licaram o pie- .
MINISTERIO DOS NEGOCIOS ESTRANGEIROS.' nipoleneianos di reuoir-se lluramente no dia e ho- .
Continuacao do n 283.) I'" pa" .? I0"*0 Sr- *'"<""* ao Uroguay ivisasse '
., i ^""""""f"0 80 *' jo seu college.Visconde do Uruguay.Andrs La-
Irolocolo da quilla oourereocia para a revi.aodo ma..Como ecretario, Joaqaim Mana Naseenles de
traiido de commercio uiTeg.ic.ao di 12 de oula- Aiamtioia. oflicial-uiaior da iicrelaria de eilido doi
brode 1861.
N. .
Aoi 20 dias do mez de julho de 18J7, ne>(a cidade
do Kio de Janeiro, reumr.m-ie, para eonliuuaram,
para cootinuareiD teni trabalhnt, o plenipolencia-
rio< de S. M. o liop.rarior do Branl e do presideu-
la da Repblica Oriental do Omguay.
l'oi lidoi ipproTado o piolooolo da'lerceira coa-
lereucia.
O Sr. Tiscoode do Uruguay diue qu;, no obilin-
te a reipotla que na eonf.renaia anterior Ihe dera o
Sr. Andrs Lamas, mautinlu ludo quanlo na mesma
eourereoiia li.Tia dilo, e prescinda de rplica e
novas cleiuoiiilrac.ei pan iiiIj tornar a discassao
inierminaTil, e pira a ojo fazer salnr iuleirameole
negocios cslrangeiroi.
Protocolo da quinta conferencia pira a reviso do
tratado de eorniniriio a uavega^ao de 12 de mim-
bro de 1851.
N. 5.
Aos 28 dias Ho mez de jolho de 1837, nesla cida-
de do Rio d* Janeiro, reunirain-i. ni plenipoteu-
ciirioi de S. M. o imperidor do Krasil e do pr.i-
denle da Repblica Oriental do Uruguay,para o fim
de promguirem ira g.us Irabalhos.
I o i li 1,1 e apprevado o prutoeolo da quarla con- i
firencia. |
Duse o Sr. visconde do Uruzony qae sendn-lhe
; recommeoriado pelas soal niiIruccOei que se darla- '
laquelles limites em qae ella cosluma couler-ie em rasie soleinuemente que a reducsao que se fize protocolo! e negociarles. Uos direiloi sobre os producloi agrcolas e naluraes i
tlepoilava-ie. portanlo, quanlo quesiao sobre a raSie rclaoliva aos dir.itoi actuaes .levando guirdar-
vigeucu do arl. 4 do tratado de 12 de nululno de te misma proporc,ao. d modo que, fosiem quaei
18j|. aoque dissiri ua conferencia aularior ; e ao fosssm ai alleracis reasadas pelo governo orten- ,
que eipe o relaluno do correule anno do Sr. mi-! tal em soai tarifai, gozaisem sempre os productos
uislro dos negocio! eitraug.iros do Brasil, e repela braiiloiros de um.i re.locca.i iiuucj menor da qoe I
for effecliTameule estipulada, propunlia para este
Un o seguinle artigo :
o Se o direitoe lobre prodactoi similare de ou-
Im paizes esliverem ou for.tn diminuido, de mo- '
que, no MM em que a prsenle negociafao no li-
veise ilcito, ogoterno Imperial eiupregaria todos os
maioa ao eu alcauce para fatir valer o na di-
rcilo.
Acoresee que nao ha de ser a iao conlralito- do que sejim ou se l"ornem menores do qu. aqaelles
na liavtds e procolisada o que ha de regular as rea- que actualmente pagam os similares dos don paizes,
(ou dos dous pn/.es, mas inn e reil'ictam.nle a le->quellci dircitos assim diminuidos .erao os qae
lia das impulse.jes que formaren o tralado. A- Itio de servir de base a' reducto de que se traa.
quelia ducussao aao polira'erlamentc servir para o Sr D. Andrs Limas diste que, anda que Icm ;
resolver queston uao comprcheudida pila lilra do por subentendido que os producios doi dooi peaos
tratado, e que o plenipolenclanoe nao resolvirem : avorocidoe pelo tratado que se cita' fazendo, devem '
oo nao fomu inoarregados di resoleer. i couiervar. emquanlo durar o mesmo tratado, po- ;
Heituibeiiiido ambos o plenipoleucianos qee Ibes j nSao vanlajon em que elle o colln relalivamenle '
era impoisivel ehegar a un acord que dsia em i aus cumiares de qu.lqaer oulra procedencia nao
retallado aadopso completa das preteuciies di orna poe duvida a' alop^o do artigo proposlo, comanlo
Illa sejam accrisceuladas ai palavras ssguiu- '
e oulra parle, o considerando
< le os valiosos motivos que iuduziram ns dous mo-
vernos a eoovir na revisao do tralado di 1851 toruam
da maior coiivinieniia um novo aasordo ;
Qui ule accordo lem o carcter de ueniaio, e
que o fin) desse insaio lie adquirir dados, cuja falla
oppe lioje iusupcraviis dilDculdades ron.-lusi>,
scienoia e coniciencie de um ajo,,le igualmente equi-
tativo reciprocamente beuelico, tal qual ambos os
movernos o desejam ;
Oue, alenla a breve durar io do ensaio a oalu-
reza doi producios sobre os qaais recabe qualqaer
erro, ser de curia durarlo, e nao pode ter couse-
qaoneas seusiveluiente prejudiciaes ;
/
que
tes :
De maueira que os productos dos doai paizee
comervim seaipr.. duriuli a es.ecuc.ao do presente
(rala io, as vaiilagiui em as quaes o mesmo tntadu
ac enlloca.
0 Sr. visconde do Uruguay di.se que nao puulia
duvidi a qui fossein acerescentadas isas palavras,
como eiplicaulo anida inais o saudo e lun das pre- \
de lites.
1 o perianto adoptado, rom o n. Ii, o artigo redi-
gid da seguinle mancira :
Si os direilus sobre producios similares aos incn- '
riouados no artigo antecdanla, proveniente* de ou-
fc, finalmeiile, allendeudo a que lodo e qualqoer tros paizes, estiverem ou forem diminuidos de modo
prejaizo lea" sempre iiiferior aos que resallaran) que paguein ou v.u- ao) a pagar menos do que pa-
ilas oinplirar,("ie, qae a falla de um novo accordo | gam aclualmenle os de orignn braiileira oo ores
produzria un relacei dos doui paizei : eouvieram
os mi. plimpolenciarios nn remover por urna Iran-
saceSo as dilli:ul lades eiu que se achavam.
Depon de lembradas de parle a parle vanas com-
binac,cs, chegaram ao segoinle accorlo :
i'- arls. 1, 2 3 apres.iilados pe. Sr. visconde
do Uruguay lidio approvados na forma por elle pro-
pona.
Os productos do gado, aos quaes se refer o ail.
'i, -erao declarado! em um .muelo io traillo, o qual
era do Iheor seguinle :
tal, roo us direilos assun diminoidos os que l.o< de '
sarvir de base a' reducto de que Iralo o artigo au-
lece lente, de molo que os productos dos dous pai- <
tti mencionados no mesmo artigo constrvein sem-
pre diirau:i a esecueao do |ireseule tratado ,
,i< vaolagius eom as quaei os qaiz ella favo-
recer.
O Sr. visconde do Uruguay passoa a propor os
arligos seguuites :
o A durie^o obrigaloria do t>resenle tralado ser*
I de dous alios, r Hilados da dala da sus eiecur.lo, .
Productos do gado a que |0 ipplicaveil as iseiirOts podara' durar |ior oais lempo ale qui urna das parl.i
absolutas e mmidialat du arl. do tratado de contraanles denuncie oolra sua lenmnacfi.i. Es-
rommerein e n,iveear;,ni. | sa denuncia someiile poden' ser fela depoi's de ven-
l.arne de vaeca o da porco, neos, larque com ou Ciclo a prail obrigalorin, e coin urna anleclparlo di
neto sal, em salmouri, fuma-ie, preparada de qual- | seis mczes, lindos os quaes cisaara' complelamcule o
quer oulro moto, oo em conserva. I meimo lala lo.
Couroi ou pelles de gado eaccuin. cavallar, lani- | Kero, eabrum e euiuo, seceos, salgados, corlidos a
preparados, como bezirrus, cardavOee, TaqaeUl,
carniins, marroqams e outrot -ini.lli mies, solas
inleirii oo em relalbo.
Clina, loa -uj i, limpa ou cardida.
Sibo em rama, coado, derrelido ou em gran ;
sebo prepralo di qualquer forma para uso e com-
uiercio ; grasa, extracto de tutano.
Azeite e gran de egua e potro.
prazo mateado no ari. i do tratado de 12 de oulubro
de 1831, o Brasil continuara' a gozar da iseuc.ao que
Ihe concedo sata arillo ale a' eipiraco daquelle
prazo. u
Lidos etles irllgoa, observou o Sr. viscnndi di
Uruguay que llie paree a coiivenieule dar algum aug-
inenlu ao prazo de deroilo mezes eslahelecidos u.s
I bases apreieuladas pelo Sr. Lamas, tornan lo o pro-
rogav.l nos termos proposlos, vislo que se Iratava de
Manieiga de vacca ; manteiga oa uulo da porco, um ensaio, o qual lalvez se uo podtsse c.mplelir
tonciuho salgado ou em salmoura, e em eral os pro-[ em lao pouco lempo,
dutlin solidos e liqaidoi obtidoi por meio di pro-
ensos a ageulai ihimicos, da gordura anim>l, quel-
quer que teja, seio excipcao, a fuima com que si
destnete para uso c commercio.
Leiti amrnal
modo ; masas de leita, mauleiga e qoei|
Lingual siccas, em salmoura, e di qualquer ou-
tro modo preparadas e conservadas.
Chifras, oisoi unlias im estado natural, calcina-
dos .ni fragmentos ou em oiuza, carvAo animal.
Tripas oa lolestinos da vacca, uu porco em cou-
Mrya, salmoura ou seccoe.
Game, colla animal.
Singue de boi de outros animaes, preparado di
qualquer modo a aouvartido em produelo iodus-
lnal.
O prsenle aniiiin lera' i misma farea e valor
orno se fosts tniirlo no tratado palevra por pa-
lavra.
Coovaio-ti em que a re Juera immediata di que
traa o arl. 5." lena de 3 por ceulo, a em qoe foise
asiim redigido.
Arl. 5.
Duranli o prsenle tratado, e da dala da loa ete- use.
cuc,ao por dianle, ot producto! natura aercolas A resUurar'io da execura do arl. i- do tralado
do Braiil iutroduzidoi directamente de leus porlos Ji 1851 lie nina verd.delra impos-ibili la le.
uoi oninlaes, e os producios naluraes agrcolas
Acercicenlou que a condiejio de que, cessando o
tratado, antis de completo! os qaatro anuos pelos
quaes linda deven, dorar a i-mr i ctlabelecida
;," VouserVa'oa d. qualquer nutro I ?"l:i\ d* ^'"" da.18?1' *"V9e Pre II de leiti. mauteig. e qoei.os. quer jasUlUsalT qa9 d"PeDSd>a *"""
O Sr. D Andri Laraao respondeu qoe a propoi-
la de dezoito mizei uao tivera onlro objecto seuo
vencer alguma das repugnancits que eucoolrava a
immidiata do tratado da 1851.
O prazo ern, em si, li > dicienti para o lira do
ensaio, que divia eiperar-n, como suceede, que o
o mismo goveruo imperial o impagnaisc, urna vez
admillida a base do eusaio. Pifio obstante, eilavainoi
disposlos a ojeilar-noi a este prazo, sa na appare-
cei'e impugnara por parle do governo imperial.
forera, digm-se notar o Sr. viicnnde do Uro-
gnay, que, srgund a nnssa base, a xecur^o do arl.
4" do tralado de 1858 nao poda rislaurar-u.
Entendamos, no Orieutaes,qae, veoeido o prazo
do ensaio, recuperamos a libcrdade para regular o
commircio di fronlura, tino mellior uoi couvi-
a repablica inlroduzidos directamente di seos por-
l>s habilitados dos du Brasil, gozsrfio da siguile
r'lurrjc. us dircitos de consumo qae pagam
ittcalmenli, o qoau nao podero ler aograio-
laloi.
No primeiro anno, qoe comec.ara' a corrir da di-
ta di uecucao dueclo de ...........1 0,0
No segundo de.........4 0i0
No terceiro de.........5 0,0
Ho qoarlo di ........ 6 0|0
E --Im por diau,, dimiuoiudo-se maie 1 0|0
FQLaaETIS
ORIGINAL O DIARIO-e PERNAMBUCO-
11 DE DEZEM11K0.
Lxlrangancias nolavais.Crilicos sem er..a e ju|_
gadorec em juizo.O mio termo ein,'||1j1)__
D'clli afastam alguus paleadores o insig % __
Nova Iheoria de dillelanlismo. Appllea..!, da
1 leeA pralica he o absurdo, he a iminc t_
dad*.
lloje mesmo o goveruo lula para encoia-lo com
gravissimas diflicoldadis, que ja livi a honra de 111a-
nifeslar reileradamiule ao govitoo de S01 Magul-
lada.
Pode jolgar-si possi vel que, depois de haver go-
zado o paiz de um rgimen que Ihe aera maia favo-
ravel, torne a escrutar pura e simpleimenti o rgi-
men qne goia mesmo he manlido com lilrcma d I-
liculilade '.'
He esla nica considerar ao Ifio poderosa, qoe bai-
la para que o goveruo di Soa Mageslade o aio dig
00 plenipotenciario recouher,am e reipeitera a 1111-
possibilidadc ne qual se acha o meu goveruu de to-
f anesmenteqoe cima de ludo, pira apreciar a
arle est e deve eilar a nalureza qoe falla pelos seus
orgos de piimeira forja o goslo e o crilerio.
O classico, se for |uslo, lia de concundar cuin-
uosco, vera irresisliTelmente susl.nlado o h ir mo-
mio I o que he peifeiru natural eom o que he po-
limenlo ou correejao Vario : nao brigar comuosco
por causa das frmalas da classe de eloqorucia e po-
tica, s vezes tanto mais vasias de sentido qaanlo
ia man apparaloias pingues. O romanlico, a ser
bom pensador, si concllala igualmente comuosco
em objecto que ambos podemos examinar citudar
sem o pirtiucioio deseufreameuli da nalureza, lem
que adoplemoi a licenta e anarcliia por llurmo-
milros do sabir c por bossolas em iuvesligar,ei cri-
ticas.
Por nos, com a man 111 conicieucia os olhos ua
I razia, declaramos d'aqui a lodo o mundo pensante
em lilteralura em arles, que u3o adinillimos, uam
~ _.._,,. ._,__j... podemos admillir oolra critica, a na sera verda-
l'irdoem-nos class.cos rommlicos, enlendedo> d,jr jo(|lel ,ullraj. em legitimas baies : e
res UgiliiEof o estremados da. cou.as d arte, se ', ^ o que fora ~ eap^ <^
da ra-
leropre. Ja esla radicado am mis o cosluim, e o eos-' Ma' "
loma, fecundo om vilho proverbio, faz Ici, qoe a
ratio aceila a aprecia convenienlemenle. Em n- o
habiio he o oais nitoral potsivel : somoi om
d'essee colonos sinceros e laboriosos no exiens imo
terreno das lellrai, e tambem caminhamos com al-
..oda ror esla viz Ihe. vam.e batir a parla, com o -u ,,,, ,' J,,, se 8f|irma
.imples trejir de viajan.. Ii.t.rari. d. que oi.mo. z.. n>|ure' f '
a-s
ron,
considerada, a cousa tica fcil sb certa reli-
giiin de.embara;o ( valha averdade ) uai regici
arlntioai.
Perd em-nos, porm, lodos essis eom qoem ooe
vamos eulreler agora, ja que as horas da noile, na
ena mudez prolundi e inspiradora de la boas i 10 >,
abrem eipa;o a couvirsaQOes iutimas e a medilaruei
liem grases.
Fechemos por um pouco 01 livros d'nset rhelori-
nifi da escola emproada e ramerramira do re ve-
lim ; deitemos inl'dos e-ses 13o vaporoso, c i 11
misos e-creviotiadures de 1 (Miara* plsticas
em lubslancia e na furma : demoi-lhis por noisa
parle a certeza de que os nfio encommodamus nunca.
Sem que teja neces Herpe, ler luulTrsy e Gioberli sobn o bailo ou l'a-
-guoh lubre ot dominio.da eslhelica; revolver o Dic-
cionario da Conversaba o ou aleuos volomes de
e'iiid ,le ^>H"> lu1"' 1"* l"n,qu* apradm, que
*J poqul nem lodos n'csse numero e-tilo -em-
n ir.lu05 '''aquellas armas de lauto prc,
" .,. ei.avd ulilidade na practica.
, .',V ''''' I"* lo'bilho dos erilioo
gem por v.,s eilr,vag.
atlo. **m ^eMaJtt
res vemul -o
nopporlanas
. de
.avel ulilidade na practica.
I sor-
inles, ssm carias de habili-
=..^.., sem litada*! i dun por
'e pmse do paiz onde sao enliJadei
.em diploma leS"'"!"' coroo !"ia um "f P n'oou cim.r. q>1 P,ler" reconlioe,d,s,
pir.mid...ai.Xtw^ P''P* -
tamo, hoe nem no,"1"'- C"'" nem no. agei-
algum: sao person-g.?'1'"""" 8E,"ar m ,,mP
se,, proprio vol, e q3'!" P^T,'"' ZV
a. ..-.;.. ___ ....... "idam e Inraluslain por lo-
i, mas Ua
loz um eego de n
So :um nao lem olhos
da a parle, bem anchi.,
repletas de ver.'ad.iro mt'm h',M rt.e .
o eomo p > le na ei -o d*
'" 'ximile nao lie forcada,
lem no e.pir.l ; a phras. fce'; ""''l U5,"S
phora arrojada, lalvez, qa. ^0,na'c?' **-
mais de um .helonrao da o geiV'1"'" "" "
..nlagem de exprimir um pen.?' vatKm {"a *
luuga e ailidiosa eueyelopedia. a para encontrar imusjhi < .m1"1" um pen.ai...
pidacinhus d'oorn em assuinulos d. goslo intelll- j l'einos inlelizinente na repblica .. '
gencia critica ; celamos convicrao de que se pode d'esse aprecia lore, mullos d'esses,:.: "
leoruprelii nder alguma cousa da arle na sua accip- ment. 011 latinea los de improviso, .
.rio abiolula, parliud da observarao e rio came celos zumbidores a imporlunos que\fa,S.'.? '"."
11 uradi sebre a oalureza, que he la > einmenlemenle encoinniodam, mais que felizmente K :', e
Sata, bsias
por
I ne jamis qoi he natoral : conceden) foroi excentricidades sao nolaveis, ior cerlo !
le emancipado, mas nao s I lie conscnlc rebellir-se ahi cada Juvenal que a primeira visla fan"^".
e onl'a u pairio poder :enlio, si o liie.ee, nao af- man piolado dos cultivadores das ledras ooV
I enderia Dirail Romano, nem direilo civil, nem Di- (las: apregoam-se orculos sapieutissimos.quaf^ :".~
r eilo Natural, li.is n simples bom seu.o, qoe lani-' paisain de ridiculos papagueadoics da bolequ,"'1
Ii em ha direilo, e de muito bom moho, Assim he de loja de livros: sao crticos sim o necissario ,"
Ii iri di dovidiao menos penizmol'-o e diztmoi'-o lirio, porque nem cilodam nem lun goilo; sao j1*
mar o compromiso di reilanrar a evecujao do arl.
4- do Iraladode I si I.
_ Ai coudi;0ia difliceis, a moito mais ai imposuveis
lio prejodiciaei a iodo! e a ludo.
Compreheodo que o governo de Soa Mageslada
quena conservar .1. franqu.t.s que dava o arl. 4'
do tratado de is">|, por o lempo duigoado no mei-
mo liat.do.
Parece-me ieso na tmenle rozoavel, eomo tam-
bem louvaval que o queira.
Porim o nico rano da pnenehir e..i fim aoria
fazer coin qoa o eui.no de que Iralamoi eicedaiie o
prazo do arl. 4' do tralado de 1851.
A doracllo qui entro liria o talo apinai seria bal-
tanta ie n lo,,, para preincher orna part dot seus
lius, porque pira lotisfizir a lodot completamente
he uecessario dar lempo a qoe os producios orien-
lass adquiram verdadeira importancia, a para que
adquir tambem a leducr.iu progreeiiva dot direilos
lobre os producios brasilciros.
Por isso suppoobo que, aioda mareando para o
ensato om prazo que excide.si o do arl. 4' do bala-
da de 1851, nao divina comludo eisa prazor lin-
do como definitivo.
O sr. viieeuda do Uroguay diz qoe nao est ha-
bilitado para admilttr om prazo maior do que aquel-
la que propoz, e que devendo isle espirar antes do
filado no arl. 4'do tratado da 1851, de modo al-
gum poda presentir, a visla da. .na. ioslrucres,
do pr.enchimenlo desle, o que he urna con.equencia
necesaaria de considerar o governo imperial o sobro
dilo arl. i- em perfeilo e intciro arigor. Qoe eobn
esta ponto nao pm nem deva Irinsigir, a por Isio
que levaria ao coohecimanto do seu governo o qoe
icahava de oovtr, e rec.bcna cuas nrdens,convidan-
do ao Sr. Limas para non cooferencia logo qui
com ellas ii achassi dividameut. habilitado.
Pooderiudo os doos plenipolencianoe que a mi-
leria dos atllgoi que te seguiaro nao olerecu grauda
duliculiade, e nao ei cumplicava eom a do qae 1-
cabivam da adiar, re.ilveraui, para aproviitar o
lempo que Ihe. lobrava, proseguir 009 ngaiolit Pu-
mos :
O Sr. vitconde do Uruguay propoz 01 arligoi
segrales:
O respectivos gocemos orginiarim os rigola-
menloi que Ibes parecem mais etlicatei para a veri-
!icjr.lo da origem dos prodoclos, e para evilar que
eumme.cio illicdo .1 ollliie dai vantagius aqui cou-
cadidat, dando se por enes meimos regulamenloi 10
consol reipeclivo a inierveneao uecessana para qoi
mua certificar, com conhecimeiilo de causa, qoe o
produelo lie efleetivameuie da paiz que o exporta.
Ae respectivas jepartic,si de um e de oulro
paiz orgauuaram ato qu-dro gcral c circumslancia-
do do cummerciti entre ambos, com especificado do
valor dos direilos abolidos, ou diminuidos por vir-
luie desle Iratado, afim de que pnssam ePses dadoe
servir oe base para linar no Iralado definilivo os
incios de astsbeleccr urna contrnenle coinpeniac,do,
a escala da diminuir 10 de direitos ale a sua loial
eil>ucc,3n.
Terminada a leilnra dcsies arligoi, o Sr. visconde
do Uroguay disse que Ihe pareca conveniente espe-
cificar em um artigo algum s das medidas qoe con-
viene adoptar para impedir o contrabando de pro-
ducios de aoda |irocedencia, o q .al poderla fazerte
o Si rabra dos favores cnnceltdos por esle Iralado.
0 Sr. D. And e- Lamas respondeu que, estando
ronlormes com oe 55 (i e 7 da pnmiira bate 01 aili-
gin qm o Sr. viscund. de Uruguay acabava de pro-
p-, us ac.ilava pela toa parle.
Em virlude desu dielirncjla licaram ambos os ar-
ligos ajuslalos, laes comu foiam proposlos pelo Sr.
visruode da Uroguay.
1 Jo into a ospecicarem-se algumas me Ii las para
P evenir e avilar o contrabando, no que asa' o go-
vento da repblica mullo inleresiado, disieo Sr. D.
A lidies Lamai :
O coutrabmdo de carne secca, que he o que par-
ticularmente te teme, encentra dilliculdadc. *ipe-
ciaesaquast iusuperaveie.
Nao sa pode passar a carne secca de om para ou-
lro lugar mu sotlr.r im sua quanlidada e qualida-
de, eissi prejutzos oceasionam facilmanle urna de-
preciado de que nao he suscepliv.il oulro artigo de
commercio.
Entre a earui secca a os oulros artigo, de com-
mercio, por ex.cnpi. o cafe, o tabaco, ele, ha pi-
ra o contrabando dilleieura as uiaii capitaes.
O outros irligos poduu ser desembarcados as
costas, com lodo o lempo, a' sombra da noite, a re-
muver-se sem dillicoliadi sem prejuizo, 11c.
Assim nao acoulece carne secca ; cada baldea-
S3u prejo lie t-a como si disse, em soa qumtidade e
qualidade, uo pode ser desembarcada na. cosas,
porque a sua remocho a damnifica, o mi lempo a
arruma, a li o simples orvalhu da noile.
No caso de que ae trata, a abjurlo do imposto no
Brasil em favor da carne orienlal nao utlerece com-
pensaran dos gostos o dos demuos qui irazem etsas
operaces.
O contrabando da caroe tecca t podera' verifi
car-ie nos niesmos navios que a livasiem aos porto,
orienta.
Eilabelicido eil* fado, qui nao pode s.r eonlts-
lado, ja se qoao facen idequada. podam ser a.
mi Hilas para prevenir .emelhauU contrabando.
Acrescinlinl a isso, literalmente, o que sobre esle
ponto conleem as iiiitrucrtie. que recib do goveruo
da repablica.
Dizaiii el lea assim :
o As medidas estabelecidas pilas leis a reglame -
los que regeoa a nona alfaudega -00 por si so dul-
cientes para impedir o ibuio que se teme; se sao al-
guma vez incili-ai.es he porque nao ha, como ueste
caso, um inleresii geni em cumpn-los com vigor.
A propna conveniencia da repblica lleve lOlancar
ao Branl que ella empragtr a rais rigorosa vigi-
lancia aliiii de conservar eise privilegio para uotsjs
producios.
o No iioiso proprio inlereeee, como maii orna
parenlia para o Braiil, poder-se-ha verificar a eom-
111 a de quinlaes de carne que a* embarque, fazeodu-
tc registrar lias estancias o uutnero de animaes que
malo cada xarqueada, e como o calculo medio da
om quintal meio ot) seis arrobas por cada ui-
mal, be fcil a governo eonhecer -e os embarques
correspoudam am cada eslabilicimeulo a' sua ma-
langa.
gatlore. sem oizo, porque prineipiam por nao sabe-
rem formar um raciocinio que valha a pena de ser
ouvido.
Nao e-i u 1 im, porque nao goilam a couiiqueiioia he que uaquillo que mais fallara me-
nos enlendem.
Deiiam di aperfeir;oar o engenho, se he que o
leera, ou di apurar os onvidos, se ce uao tem de
bonoi ; a o resultado be fallar llies o gotlo, moida
de primeiro valor para la traosacres da Tida Ilite-
raria artstica.
be desse b iiallni de censores que nao lie peque-
no, iias.anuos d uuirn grupo, a cousa he para pedir
misericordia.
Pois nao ha muid gante qae de um momento pa-
ra ootro arroga-se o epithelo de illoelrado e de sa-
bichao, quanlo nem eabe a. eoo.it mais triviaei da
graininaliea di aua lingoa Poie no ha p tirador
insupporlav.l em a.iouipto de poesia, de pinlura,
de esculplura e de archilcclura que dulo ludo nada
pesca I
Pois nlo ha inlendidorabalitado de msica doe
segredot di barinonti, qu* nada comprehtnd* de
ludo qoe talla, que nem poesue conhectmniios ele-
menlaret da materia, nem 11 gosto imlispauaavil pe-
ra aoiiveniealemcnle aprecia-la o julga-ll com cri-
lerio I Hi-oi aos ceios ; e para maior infilicida
di do genero humano, e para maior castigo doi
nonos pcenlo., eises laes peeiido-criticns de masi-
ca superabondam, formigam de tropel, azoinam a
tolos, alropellam o mundo iuleiro, grilam berram
desrutnpassadaraenl" ; e, 1,1o piegas lao bi|ho*lm
como slo, iraaginam-se habilitados al para ludi-
brio e insultar a quem qoer qui seja qoe no domi-
nio darle principalmente n.1o Ibes enche ai medidas,
ou nao Ibes vai pedir licenja antes de appareccr em
publico.
Mi-eraveis (ruOss !.....
Po.-in que imporla .' lie a munia da poca. O pe-
dantismo he arvore que proloz minio e innilo de-
pressa : ser charlali nao cusa na.la.a a sabedorin,
e i'initrario dos cafes e dot ren lez-v tus__da
prara publica veiilem-se por bom mercado.
Ha lal que, por ser booilo, inf illivelmenli he h-
bil ; e us criticas deila tirdem do os mais pengotot,
porque loda a vez qui os nao achatn bem fettoe 1
elegintes.elles perdem a eabajee.a Ii vera impreliri-
velmenle a emurrade He parvoices a la mola,
que se chama critica Iliteraria artstica de barraca
ou de taberna. A g ins ha que ti porque ouviram
diz.r que ciiilio ou axial* urna candn chamada
Pasta, uu Malihrau, oa i.aMam, ou Slollt, ou Te-
desco, ou Sonlag, enteiidam qoe na la devem apre-
ciar, se s* Irala d* ranloras, muilo ambara nfio vs-
teiii nunca nem a propna sombra de laei interpretes
sublimei .'a msica e do canto. Oulros (1elee o
numero he prodigioso] aquilatara o artista, especial-
mente se elle perteuce a' ciaste dos qu* fallam pela
liiiguageo il 1 Itirmonia, ni pela circum-lancia tic
antipallna ou lympalhla peisoal qui Ihe volam. Se
Ibes perguutardot o que faz o caulor, qasuda ellei o
a Esta verific.^ao he tanto msi. rialisavel, que
. aquella elaborara di-sc em redor di lia lisa di M011-
leu le. No Urogoay su exisle, ale o prsenle, om
i eslabelecimeulo de alguma Importancia, mat em lo-
do, o qoe venliam a craar-ie podim-.* obsirvir a.
mesmas prccao^Oes, e com multados iguaes.
I As uossa. leia impOem penas rigorosas aus qoe
rommeltem qualquer fraude, e o governo as laria
elleclivae, e potera loma-las anula mais eeverai
: para a reprendo do contrabando, que cumpromelle-
ria ama regala valiosa para ns.
a O Brasil, a seu lamo, pode lambem litcalisar
; estas operaron. O manifeelo de lodot oe navios qae
se despachara para o Brasil he visado pelo tiu con-
tal. Este lem, poit, o dirnto de x.mimar que caiga
l.vam, c lomar aa medidas qu. julgm convenienl.i
para eonhecer a proee leticia. O governo Iba faaill-
[ liria isea tirela, daudo-lhe ai inlorma^oii o apoto
1 que jolgatsi nicesiniai. s
i; incluida a leiiura deele documento, o Sr. Limas
dii.i que sia goveruu te considerara Tirtaalmenle
I obngado tornar elleclivot u. meio. de lii :alsar."i
, e da repress.to que o meimo doeomenlo Indica*! ;
que inlendia ser isle bastante, mas que nao poria
1 diflieoldade alguma 1 que le cousigiiinem em om
' artigo addicional.
O Sr. viicoude de Urogoay disse qae le dava por
alisfeite com o que acabava de oovir, e seria cou-
lignado no protocolo, e pnrque (110 que cnncordoa o
1 Sr. D. Andrs l..iiiu<... os dous goveruos lomarism
mam lomando, pmporr.lo que fossem n**eesarias,
aa medidas convenientes que um artigo da tratado
[apenas podero indicar vaga e geralmenle.
Ileu-se por linda a conferencia, e licaram os ple-
' nipoleneianos de reunir-so uo dia hora para oe
1 qoaet o Sr. vieconde do Uroguay fizitie o aviso.__
1 Visconde do Uroguay.Andrs .amas. -Como it-
1 crean. Joaquim Maria Naieenlee de Azamboj, of-
| liciol-maior da seorelana de estado dus oigoiios es-
Iraugitroi.
COMMANDO DA5ARMA5.
Vxsartel c enera 1 ao commando d.e amai de
Pern.tabuco na cidade do Recite, em 11 de
de>cmbro de 1858.
ORDEM DO DIA N. 168.
O lenla general coromandante das armas de-
clara para conhecimenio da giurniojlo e deviJo ef-
feilo, que no da (3 do correnle se apresenlou vindo
da curie, para ser empregado nesia provincia como
mais coaviesse ao servido, o Sr. alfares do 1 re-
giment de cavallaria ligeira los Melquades Be-
zerra da Silva Cosa, a quero o Exra. Sr. conse-
Iheiro presidente da provincia, honlem nomeoii para
servir as suas ordens, ficando aJJi.lo a companhia
Bxa da mesmo arma, por onde perceber os res-
pectivos venciinenlos.
U Qiesruo lenle general nomeia para servir o
eraprego de ajudania do presidio de Fernando, o
Sr. 2.a lenle reformado Jos Rabello Padilha,
por ler exonerado desseemprego o Sr. alfaresrcfor-
mado Louren desiacamento do dito presidio em lu^ar do Sr. alfe-
res Antonio Joaquim Falcao, que regressou preso e
est responden lo em conselho de guerra.
(Assignado).Jos Joaquim Coelho.
Conforme. Horacio de Gosmo Coellio, alte-
res ajudanle -J ordens do commando.
SITERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PER-
NAMBUCO.
PARS6 de iioTcmbro.
A empreza relativa ao raigamcnto do islhmo de
Suez ie acha cm vespint de rieeber um impulso
novo e decisivo. Ja la' v3o quiln anuos, depms
que o vice-ni do Egxpto biixou o firman fazen-
do a Mr. de Lesscpi, a coneet jeelado para a uniao doi doos maree. Toda a gente
emitiere os nb.ieculoi, jue tem tardado al hnje a ex
eofie desle prujeclo, o governo da Porla domindo
pela inil.iiii.-i.t da d pl. maeta ingliza, nao qaiz dar
eua -anrrao ao firman do vice-rci, itu valalo. Es-
tes qnairo anno* de cspiclaliva e de inac^ao for-
ada, nao foram perdidos pelo eredilo pira o pro-
gre-s 1 mural, para a populjridade da empreza.
Nao fallamoe snenle da Franca e do eonluienle,
ende a upm ,"10 publica te pronunciou com urna for-
(i, com tal harmona, que pormilli fllrinar. que
ii o canal de Smz, era tomeulo ulil ha qualtu
incres, he boj* ueceseario.
Na Inglaterra, os representante, dos grands. cen-
Iros martimos industriis e comnierciiei, bao pro-
clamado cm vanoi miitingm ai suas lympathias ao
proiectode M. d* Lticeps.
No seio du parlamento, >! eitadiitae mais illas
Ires, 01 oradores maii poplales, Ifein dado o apela
da sua eloqueucia e da soa aulondade parlamentar
ao canal de Soez. O goiemo iuglez he o orneo que
ficou inabalavel. A oppn-:r:lo de lord Palmerslon
succedeu a uppoticao de Mr. Disraeli. A Europa
qoer : o gabinete de S. Jaimes uao qoer. Neila s>-
lu.ii,, Mr. de Lieceps comprehindeu o que elle
devia t si proprio, o qe devia a' caun qae repre-
senta, ios inliressis geraei de que he o mandata-
rio. Peniou que a oppo.iri cga, egoisla de duas
poleucia. nao devia luoplmla-lo as suas delermi-
naries, sobre a lympelhia nao equivoca, sobre as
nimaces unnimes que elle linha incoulradn 110
resto da Europa. Com a penevorauc.a placida n-
llecllda, ruja prova brilhante elle lem dado ha qna-
iro anuos, lumoo a reiolur.1 > do passir alcm a levar
avante o sea prujeclo, dcixando a diplomacia o cui-
dado de resolver a queiiao poltica, e vencer os
obstculo). Eucarrrgado de ama empreza europea,
ele julga poder contar cora a interveneda dos gover-
uos europeos pan aplainar o caminho a esta em-
preza ; cidadio francez elle tt entrega eom confian-
za ao goveruo de seo paiz, quanlo 1 prolerrao de
seus direiloe |iarlioalaret, como eoucetiionano do
canal martimo, e quanlo a prolerrao dot inlcresset
que esta cunee-,00 lem criado em Franca.
Mr. de Leseeps se oceupou de oraunar a com-
panhia qu* prestar o seu concurso financeiro a em-
preza ; appellou para as notabilidades do commer-
cio, da inducira a aa propnedede as principacs
cidades da Eoropa e da America, para Pies nljere-
rir a raisiao de icpresiular os intercales da rompa-
nina, e lem recebido alheies numerosas. Imme-
diatamenle *' con.iitiiira dos diferente! agentei,
que devem repreeenlar a companhia em 1-ranea a
110 eilrangeiro, elle abrir' as formal lagaei orna
iiiliiciinrrio publica. O cnnielho de atlmiuieirar.lo
reunido, o momento he chegado para o. particula-
res, aiiim eomo para 01 goiernos que te atsoeiaram
pelos seas voto, a'sua empreza de prestar ao eo-
genheiru-franeez, o seu colicorto activo, maletial,
eficaz ; era algomas semanal o canal de Suez ja nao
sera' representado mnente por Mr. de Leeceps, ve-
lo-ha por urna companhia europea, oa antes por
urna companhia universal. Orgaolsado, segundo os
estatuios approvadot pelo vi.e-rei do Egyplo, ja nao
eera' a obra de um erS, nem de algum, sera' a obr.
de lodo.. He desta forma, e neslas enndieea nova,
qoe .era' preciso cousid.rar e apreciar esta empre-
za em I, ires e em Contiaiilinnpl..
O capital da companhia he fixado ern 200 milhes
de francos dividido em acones de 500 francos cada
ama
O congresso da propriedade luterana e arlistica
de Brnxellas, coja absrtora anuunciamos na nossa
mala ultima, foi cerl.menle pelo numero e pela
qualidade dos seus adereulee urna dai reuuiOet la
leroaciouies mus respeilaveis dos lempos presente!.
Agora lera' elle respondido a' eipeclaliva publica ?
Duas qoeslOei principacs f.ram sabmellidas a esle
congresio, a priraeira concernenta eo mesmo prin-
cipio da propriedade literaria e arliilica : Iralava-se
d* lber, -e o trabslho do homem de seieucia de
lilteralura, do irt'sti ede criar urna propriedade
igual m direilos a' aquella que lem a sua origem
no trabalho de agricultura, ou do industrial, se exis-
le urna propriedade intellectoal, que possa ter ad-
millida a eaminhar apar com 1 i'ropsiudade mate-
nal, e se 01 governo. ton obrigadoi em contequen-
eie a recouhecer e garantir, como aquella de urna
maneira indifintla no lempo e no aspar 1. A seeou-
da poesiao ti refere, nao a' propriedade, mal a tro-
ca dus productos da inlelligeucia e da arl*. Trata-
va-se de saber, e em materia de trocas internado
mies da- obrat mitraras artiiticai. lia a liberdade
que d.ve ter.ir de regra, ou i* pode ser ul I e op-
porluno proteger .oulra a lilteralura e arte eslrao-
geirai a lilteralura a a arle 11 Ii guias.
Digamus primeirainen e qu* esla ee;inda qoei-
13o foi reolvida em um sent Jo to livie, como poi-
ivel.
A aesemblea adopiou unnimemente um rom exo
tle risnlnr.'i em favor da alilirv> doi diteilos de
alfandegas sobre os livros e as obras da arte : oa di
reducto desiis diruln. U\a mais moderada, da
simplilicasao das formalidade. que llus dzem res-
peilo, e do abatnncuio das laxas dos cnrreioe Em-
liiii pronuncin se um lauto fuereramente cm
t.tTor da supprceeo dos obstculos opposlos ao com-
mercio da turara. Dtsgracadameute a priraeira
quesiao nao receben urna rejelafjle 13) satisfacto-
ria. O eougrisso i* mostrou fevoravel a extinvo da
propiiedade Mlerana e irliilica 110 lempo e uo 1-
par;.o ; mas caidadosamenle goardou para al reco-
ubtcer esa propriedade.
Csncedeu aos escriplores orna proloogle der, eonce.ieu-llies SO aonoe em lugar di -JO, ou 30,
mai he a Ululo di favor nao a lilul de direitn.
Ora queriam qu* a assemhlca declara.se qoe a pro-
pueda le Inleiaria e artstica he urna propriedade.
salvo a imptir a esta propiiedade ae restnct;es e
encargue nacis arios para a fazer respailar, e au
obliveram. Moslraram-se generlos a seus olhos,
nao se moslrararu justos !
O alvo eesencial do congresso malogrnu-ie, a
propriedade Iliteraria artstica san lalvez en-
Iraquenda e diminuida di urna reuma 1, qne linha
pur ubjecl lorlilica-la e esleude-la. E lelo, porque
ai quesloes espirituosas e delicadas que agila o r.co-
uhecimeolo da propriedade inlellcclual, nao linhim
sido sollieieiilem.nl. elaborados por ame diieaiaSo
preparatoria ; e alm diste, porqo* certas ediloree,
oa livreiros, si julgiudo injuitamenle mleressados
em impedir o recoithecimcoto da propriedade doi
Irabalhadoris, que Ibes fornece a molera prima de
ua m loelna, viera, perluibar as coueas. Mas, le
o cougressu coruraetteu a falla de desconhecer o
principio que linha pur tniseau fazer prevalecer, te
I nao oidenmi em molera de propriedade e direilu
j que stiluenis puramente arbilrarias e empricas, de-
I ve-se desculpar-lhe o ler chamado a attenc.a'o pabli-
, ca sobre cala quisdlo iuleressaule de dir.ilo, e d*
economa poltica, e ler desl'aile preparado o cami-
j olio para um foluro cougreseo, para reenlvi-la com
I pleno conhecimento de cansa. Emlim. qualquer
cuugresso he om bom exemplo : sa urna bella mu-
sa estas grandes asieinblcae, em que tolos os pocos
te ttao at maos, e em qoe os inleresses genes d
mundo civilisado se debalem a luz de meio dia, cm
lugar de te Iralarcm em voz baixa us coloquios
misliriosos da diplomara.
Os congnssos ainda se achara na tua primeira in-
fancia, mal quando crearem raizes noi coelumee,
qu.mdti souberem organisir-ie, regular a orden) do.
seus Irabalhos e discernir mais claramente o cane-
lar especulativo do teu verdadeiro dominio ; q 1 ni-
do os homena mais illuelredoe si liourarem de lomar
Parte nelln, estas issemclae acumenicas lerao na
historia das i leas o papel, que os concilios represen -
lavam oolr'era. Sera os concilios modernos, con-
cilios seculares e livret. em qu* ludas as gran le,
qocsle. de inters.* uicenal serao tratada, e re-
olvida. ueises comicios do espirito humano, cajas
decisSis, prembulos naluraes da obra legieialiva,
con-titairao um dia a un dade du direilo inlernacio-
nal, e eiil.lo sem que cada urna dai ra;as, que for-
mara a variedade do universo pensante, abdique eeo
I espirito a iua moa. llavera ver ladeiratneule sob a
diversidaJe dos povos una verdadeira bumanidade,
urna sida mural commum.
I Ao pesio que etles Irabalhos te realiiavam em
: Bruxillas, que se intitula orgulhosemenle o peque -
t un Pars, a grauda cidade renascia ; os hospedes es-
; Iraugeiro. ah regorgilavam ; e lodo, os parisienses
e-eulam e o critican), responder >, sem dovida :
esla' cantando mal e entretanto nao eab.m dizir
porque nao coraprehiu lem, onde esla' a ma' execu-
rao, qual he o defeito da voz ou da escola do artista,
uu ie elle pteca par ignorancia 011 por fulla de goslo,
onde elle Impera e cabe redondamente.
Se a cantora he boa ou .oflnvel, mas nao (em um
rosto elegaule, eriticam-oa, porque nao Ibes agrada a
forma ; se a cantora he de merilo subido, rumia,
1111- lem o grande defeilo de ser honesta, ceusuram-
01, porque nao presta para as altas conquista, da
civilisecao corlcza e voluptuosa, lie om imperdoa-
vel deleito, sem duvida, a lioneeti lade e a morali-
dsde n'uma cantora, porque os esplritos que pemam
com as lucas de pellica, e a racioctonam enm o ci-
garnlo hespanhol, subem muito alt na escala das
apreciares arlielicas, donde nao lliss he airoso des-
cer para o (eireno uceo e proiaioo da. a|irecarOe
moran.
O artilla para um parlador critiquiiro desse jaez
dive ler um detabussdo na exleuro da pala-
ere : se nao he assim, traz caria taja, e o conselho
le saude nao a drame, porque ua quer com, ro-
metler-se, principalmente no furo intimo de eua
conscieucia lao s3a e ioalteravel.
S> o homem da critica he dus laes que ja viram a
Europa, que ja comeram em algum bolequim de
Par., que ja eilivaram na platel di algara Ibealr*
dos mellones q. ol rece o mundo elegaule, ra/nn
de sobra tem elic para nao se conlenlar, para zan-
gir-se mullo e para perder a paciencia, quando ra-
p /olas que nao viajaran) nunca meltem-se a dar-lh*
algum quinao.
De ludu islo, o que se tleluz em boa lgica he o
segoinle :A critica ttm suas lela iiupiescripliveis,
fundadas na boa raziio e no goslo :eis o meto ter-
mo. Aparlar-se daqui he para qualqoer entrar em
risco de ser lachada uu de lulo ou de seusibilidade
e Imaginaran rumbas.
Ja la se foi o lempo dai autoridades absoluta, em
cousas que sao do dominio .de lodos he a lingua-
gem de mulla gente que nao l por oulro alphahelo
a n,1o ter o das eslravagancias e criaucices ridiculas.
us diremos que u lempo ni he lamhem para
as liberdades sem principio e sem base : o indivi-
dualismo pnlo ser ura graude vicio e um mal iucal-
culavol, se so Irala de inleresses mciaes e polltco" :
mas nao den 1 de sir igualmente um pera loso, una
aberrado uioiislroosa do bom seoso. quando por
elle ie quec e se pirtenle mudelar o goslo e a mora-
lidade publica.
r.ele principio nao agrada a lodos : paciencia '
Tamos contra une o regiment celebre dos pateado-
res insignes, mas a muso favor etilo a moralilade e
a raiao que falla man alio >e he prrmillido a
homem tic solida instrucra ou de apurad goslo
apreciar o que vai pelo moudo das arles ou das Ul-
tras, nao u (ara u igtioraulc, porque nao pode fae
lu ; porque, era ultimo resollado, elle na tabira'
di/ei o qui quer dizer. Ha igasldada em muila
relarao imitinavel di homem para homem ; mas,
iniquaulu se nao mudaren) as le. da nalureza, em-
quanlo houver ordein na marcha comanle dot fac-
lus e do. aconleciraeolos phxsico.e muris, o pa-
polvo, o nescio, n paslrao jamis se pudera' igualar
ao espirito illuslrado, discreto, polido e vigorosa.
Ouem patea, tlit-se vaga e geralmenle. excrec om
direilo ; mas, si he direilo, o qae nao queremos
diicolir a a priori > he forra confeesar qoe est
sujeilo a mu ualuraet e ligilimat limitarais. Or-
dinariamente o paleador ou paleante etcolham o
'que quizercm ) ua puta di ura pobn ceg di 111-
I lelligiutia, que, fufo di iusolTrivel iniuslciitavel
orgulho, enteinlf que pode gritar, balar ceru oa ps,
e iniuliar desabridamente qualquer artista qoe ve-
nda a' .cena, s porque diu dinbeiro e pagua am lii-
I lie le 1 ...
c exrelleule esla Iheoria Assim lodot eau en-
lendedoree, pouco. os entendidos ; todos .3o fall
dores, e poucos os eloquenlts ; todo, sao habis e
mu poucos os habilitados.
E queris saber a razAo Ei-la. Quem lem om
pouco de juno e de goslo comprehend. muilo in.ns
que us outros ; masessecoui laes 1.....Iirr, nem se
rebana a ir patear um ador ou um cantor, porque
1 piusa que obrara mal prucediudo assim, e a sua
educaran Uuibim Ihe embarga os pa : miado precipitado e pouco honesto ; nem julga que
, lal pateada importe a r.alisac,ao 00 applicarao de ura
direilo, porque elle lamben) seul* que os direilos nao
s3j simiente |iara ons que nao para oulros, como
i homem de bem presta liometiagem igualmente a'
lei do dever.
1'u.indn se diz que o publico pode palear, expri-
me-se um pensamenio que deve ser comprelieodido
em regra. Para palear ee faz iudispeusavel a cuin-
! pelencia, e essa s quem a da he a inteligencia.
' I'e-!a li.ia sa e 110 sea lugar lautos que por ahi sur-1
I gem con a iuexplicavel presump^ao de censorei. que
i nao valem nada, que nunca valeram, em prusa e ver-
so, e dos quaes se pode dizer que smente os mo-
ve o capricho, ou a imprudencia uu e pertinacia de
j qtiaierera primar como representantes do goslo de-
l>ravadu e da critica absurda e asueiruna '
Den t.i 111 por si ns que noi lerera, c rourordem
de-de ja que ueste terreno ha multo e muilo que res-
pigar. A palavraliletlautumoque a' idea gerale
rut-iiiiiiin faz eiwurporar-se urna phrase eslragcira,
la qual vai passanlo como excilleucia da moda, ou
garridice de caaquilho e de tt daody tem estado
Imjeila pre>eiiltmenle a ura jugo bem avillaute e
desiininador. Lanada a boa uu 1111 venale, que
inlo o goslo a illtislrar.tn, por guias d.15 apreeiarnee
ardslioae, na oeprcialidade do canto e da rousica,
ludo se ligiltma irum Ihealro, detde o recitar poesia
e o alirar fleret, ale o gnlar, o lanctr cobre, ele. !
I etc. ele. a quem quer que seja, que por teu porte
e por tua delicadeza, e mermo pur ter di paiz eelra-1
' 11I10 parece que devora e-lar mais cima de laes ma-1
nilesi.1e.1e1 brulaes, qnanlu u minio proprio ja mo '
qoi a paiv.in da cara nio relem noi campo, a oat
lloreslat, tornovim a enlr.tr para sea. lares. Aio-
da nao ha reee|ires, ma. a geule le encontra,
16 e.
Todo. ; quellee. qae na capital vivem do laxo e
dos prazeret da oilouo, nao eabem a que alten lar :
a nr-e-si lade do oulono te fizia geralmenle iintir,
o Iiobourg Sainl-Uermaiu eslava un eaa. trras, a
Chaoiee d'Aulin em Bade, o bairro Bride em Spa,
a bolsa quasi em luda aparte : e eis qae oe Ihealro.
oe holeis, o. reilauranl.s, os armazem de toda. a.
esjuciis, festejan) a volla desla. aadorinha. viaitu-
lei.
O livriiro pirlicipou da Testa eomo todas ai nosiaa
industrias, no meio de todas estas publicarles, qae
o ojiro di. ultimas brisas fez disabtocbar, citsr*-
moi e romance de om pobre mancebo, de Oclaeio-
Keiiillel, um i.criplor eugenhoio, 1 qaira ripata-
r5oe a felicidade vieram eorrir doc.menle, a qoem
a seen. e o livro derain cs.es Iriumpoos que lodot
au lam, e que uinguem contesta.
Nao queremos dar-lhe esea nova historia do noiso
espirituoso narrador, essa nova historia, que foi Ii la
nos seres desees ltimos dias, na. longa. hora, em
qoe se procura fazer crepitar o lar, do qual a gente
se alegre anda maie d que se aqaece. Mximo de
Champry de llaulerifa per leu o pai e mai, a mSi
primeiro, o pai depoi : urna ruina mal dissiraulada
tleu lugar a um completo e inevitavel dea.lre ; Ma-
xim aceila a lieraur 1, paga lodae at dividat, Ii -1
com sua irmanziuha Ual.na, ja 11.11 leudo ne. moni
algumai nliqoat de urna fortuna creicida. O qoe
fazei Elle aao quer vender, nem o tea nomo, nem
o si, e a uobreca eipunlo-o a offerecimentot vergo-
nlios ,s ; em qoanlo for pobre ja le nao chamara'
teuao Mximo Odiol. Em busca de ora emptego el-
le experimenta a peuuria as os dasfalleeimenlos da
fome. Emlim ara di. o notario de sua familia pro-
cura-lheo lugar de emndente do easlello di Roca.
Ei-lo 1 ti-i.sI ado, preoceupado cm uao abrir brecha
ua sua diguid.iie, e eulrincheira-la para eolloca-la
fra da aisallo. O que era elle para os hospsdec do
casiello? Nada. O quo deviam ellas ser para elle
Tao pouco nada. Tiiiham sua I rluua ; elle linha
seu lgredo ; itio lie, o tegredo de teu nome. duple-
ee barreira entra ci e ellos. Nae familiai do. ca.li-
Ihacs havia urna rapariga de 20 annos, Margarida La-
roqoe, bella e de urna formusura grave e perfeila.
Mximo vio-e, eis lodo ; n'uma pilavra, orgulho
contra o orgullu .' Estas duas ualurezas resistente!
se abriram, san se altrahtr e sem lemer-ie : se de-
defci.diam sera que soubessem pur um iinlimeoto
Igual de descontiaura e disiolameuto.
Este senlimeiit de deseuiifisncs ee comprehendia
cibalinenle e ii Mximo ; mas d'onde proceda elle
era Margarida ; porque raza eile promplo deseucau-
t .meilo com lauta mocidade e belleza 1 Com a fur-
1111a, que nada tem a desejar de raais embriagad,
do que ella mesma Margarida era bella, aisira co-
mo Mximo era nobre. A su. belleza nao pareca
man, do que adaviz do seu dol?, ou autes desappa-
recia por traz do seu contrato de casamento. Ella
elle occollavam uos seus eorarnes esta secreta humi-
HaeJIo, um de na ser mais do que o primeiro che-
gado para loJa agente, oulro de nao ser man do qui
aouillo que se chaina um magnifico partido.
Per um lado Margar! ia, qu* era rica, e que nao
erando no amor, su acre lilava no inliresse dtsfarra-
do, olhava para lodos 01 leus prelendenlet eom
despiezo; porque era rica. Por oulro lado, Mximo,
qoe era pobre, que era soberbo, e qo* s* eximia de
ainarr porque era pobre. Eis ahi as puilcoes, os obi-
(aculoe, o laco, que ira prenso desalar. Assim poii,
na c iner desla biliaria, nada de casamento poesivel:
N Mximo amava Margarida, ella nao o sabia, elle
se Irahio, porque he pobre. Se Ib'o dissessi, illa nao
o ecredilaria, porque he rica.
Miileraoiselle-I. troque vai fazer nma eicolha en-
tre aqaelles que Ihe procurara a ma 1, v.u cazar-se
eom am homem, nao que ella ami, ou que estima ;
mas, que sendo lao rico, como ella, nao he suspeilo
de procurar foiluna. Mximo, fiel a sua reserva, oh
serva de loi ge. en espera o que desaja, e u3o deseja
o irapossivel. Entrelanlo um pai.eio embrralo, um
dia passado por acaso na feliz solilo dos bosques,
ura accidaule aconte ido a cao val I de Mirganda,
um perigo corrido, am troca muda di dediraciiis, e
de imocdes, perlnrbara o corando do oosso heioc, on-
de te m i infesta u estremeciraenlo do amor. Elle a-
ma ; mas enlao qoer parriz ; ama, mas Margarida
reprehenda a loa frieza e o no e turne, el a des-
cubri qoe elle he o marquez de Champey de llonle-
rive, imagina qae ee iolroduzirii ao p dalla, oc-
cullaudii llie iea nome, viera sorprehenderlsoa for-
tuna na ma de soa molher. Enlao quer precipilar
o icu caeaineuto suipenso. Mas ludo nao eila' aca-
bado.
A medida que Mximo se afilia della, be ella qae
se apruxima, enrontr 1-0 om dia, na veipera da as-
signatura do contrato, passaudo a cavallo no campo,
ella prepara-lhe orna visita na torre de Erven, elle
aceila, e eit qo* a noile o guarda da rainha ot en-
cerr ahi por engao. A cabera de Margarida ee en-
che rpidamente de suas chimeras, a limita rapari-
ga aerosa Mximo de Ihe ter armado um laco para
compromelle-la, Mximo rosponde Ihe do curae da
torre no foseo alriv.z dos ramos d. urna grande ar-
vore. He no seu Irilo, com am brur quebrad qae
elle sobe do rumpimenlo do casamento da Margari-
da, qui rompen o seo eonlraclo, .obre orna riiscui-
s3o de inlereeee agitado pelo seu futuro mi. o obs-
tculo vem delle ; lancando-se do alto da torre de
Erveo, elle joroa que Margarida nanea sera iua
molher, im qoanlo nao fossi rico como ella ; oo illa
pobre como elle ; urae llenura inesperada vira ar-
ranjar as coasas, uniram-se a viveram felices, eomo
em lodo. 01 conlot.
Eis ahi mui resumidamente a obra do nosso ro-
mancista ; di-tingue-se cima da lodo por muila e-
leTaeao de bom exemplo, de bom conielho, de pro-
bla te profunda, e depeie por este grac.e, por esse
lorneio esquesilo e lino, que he a flor e o perfume
do raeslre.
A delicadeza do pensamenlo falla uo etlylo e pro-
duzio essas paginas encantadoras, em qae moral se
espanta de ser jioesia. O autor nos dea am livro,
que comove o cir.te.io, o inobreee, e o eleva De-
pon de ter encantado os nossos fros e longos cerdee,
qual seje o encanto da. ardenle horas de deicauco
a elevasee muio lem desse terrino batxo a immundo
dai regalliricei e dos diiacalot pblicos.
Eulr nos, com a cxnlencia da pequea mss bem
digna companhia italiana, que ora possaimos, o gos-
lo que naturalmente ja exislia pela arle de masica e
pelo canto, tem ido ero nolavel augmento, e nao
poneos resultados pr melle para qae p .su c 11-1 le-
rar-se ama 1 lea civilisadora e progressisla, da qaal
devenios a iniciativa e a talisfacean pralica aos nos-
sos illuslra 1ns represen! Hites provjiiciaes.
Pois bem I esla paixao que he legitima1 de apre-
ciar e galardoar o merilo, onde quer que esteja,
a de aperfeiroar o gotto d'arlc pela pralica, esla
p ix.io que lano noa ennobrici, porque em ai mes-
ma he elevada e 1101 abona como cullot e polidos
em qualquer parle, vai sendo cunlrabalanr.ada ptli
nova iheoria de om t dileltantismo a original, exlra-
veganle,disserainoe antisbrutal semi-barbaro.
Forja he recouhecer que esse mil ataca orna parte
bem insignificante da sociedade apreciadora do bello
e das grandezas d'atte : he ama tropa de incom-
prehensiveie e indeniveis censores, qo. ora applau-
leiu enlhusiaslas e ftenclicos, ora grilam discom-
passaJss furiosos, ora echem o tablado di llores e
de massos de versos, ora Ihe arremerem moedas de
cobte, e algumas preciosidades mais que Ibes timbra
o espirito cultivado e o goslo exquisito.
Sera bello um procedimenlo semelhanla '.' lera'
elle lambem .eos antecedentes lgicos na. usancas
eurupras, ua eeii antis etiqu la dai regie. cultas
que banhan o Niger o Araxes'.'
No dominio da apreciar) artstica lamhem ha
-re tena-- que venham da llollentoda da Omite-
baeia .' II* dil.tlanti.mu regular, legitimo, genai-
00 e-a que se traduz em improperios, em falla de
respeito as aticlotidades, cm meuo moral
publica, em deicomiderarao s familias sisadas o ho-
nestas, que procurara no Ihealro a mais Ii ne-la e
aprasivel de lodas >e dislrac(ties '.' Deve-se star a
soflrer um bando de loureadures, que perleudem
fazer do Ihealto um circo de uova especie, e aos
quaes so falta a capiuli e a vara, si be que as ja'
Uo teem de cobra .'
Nunca, por amor da arle, se chegoa ao poni de
fazer lanos eaciieei r*prehen.ivei* e absurdos : o
que he alada mai- para notar sa se reemihicer que
nao ha ra/.ao alguma |tara lorniar partido indiscre-
los, acular paixnes odenla, e por cm practica idoas
vii e mesquinhas. Se a lucia dos uovo. dillelt.tutes
lem ecu lundaimnlo ua aprecatelo cumparaliva di
duas candirs de merilo, u procedituenlu ltima-
mente havido nem he justo, nem conveuieuli : he
Humoral, he eminentemente absurdo.
Nilo lie justo, porque, ao ueuhunia deten doas
candil as menee acclamacoes epleudidas e o u.opra-
lurumum dos elogios louvores, ainda minos me-
rco qoalquer dellat, como senhora e como arlnla,
ura ineullo tle i.i 1 btixa origem.E quando o pro-
cedimeulo fosie poslerlorm.ule filho di ilgoma ri-
presatia, aluda assim nada o justificara ; |iorque a
cantora illuslr*, que primen o leve divir uo ctRigo-
doi paizes mleriropicaes, ella fira netle muudo a
fortuna que merece.
A eilac.ao da opera italiana comeron da miuein
' que faz eiperar que aera' brilhante. A ala ji esta'
riiplaudecenle di rosto. Irseos, de traje, illegaute*,
de peroias e diamantes ; podo que molla geota ain-
da eileja no campo.
A Traviat. apparaeeu em primeiro lagar, eali 0-
bta do maeslro da moda, em que si ach lodas at
tuat qualidadet, o inlhotiasmo, a inspirara, a cor.
M. Pioeo, que criou o pipel de Vilela, colheu lo-
dot oe applaosos devidoe ao ieu ootavel a dramtico
latelo ; (raziaoi, novo terror, eslhrcoo uaiincsma
, noile, e a sua voz fresca, esttica, bem aGnidi, re-
ciba o mais lympathico acolhimento dot Dileltauli.
Depon o grende tnompho de Rtgoletto, depois vi-
rara ai grandes obrat primee com Alboni, lodat
emmioeociat artsticas da companhia de.la i.lacio.
Urna uova estrella appareceu uo c. Chorographi-
eo da academia imperial de munea : neta noite 10-
; do o Pars voltara ciprinamente do (ampo dos ba-
o! Ihennaei. ds bataos de mar da llalla, e d'Al-
leinanlij, du Fnaboorg, Saint Germaio, a nova aris-
tocracia, o Joilkey-Club, a diplomacia, a liltaratora,
' ai lioauras, a itiiprensa, ele. ele. ; a Illa cslivi
complclamenti cima ; cida cimaroie, cada cadena
eslava occopada por uina eclcbndade, Dianle deita
areopago, Iret vez eieolhido represiatindo o papel
da Sylphtde em que Tagliooi diixoo para tempra,
: veio e jovem dauc.irine mademoitelie, Euma Livry,
e foi ipezar de lodas at evocarles do panado, de
ama ligereza aerea ; dittereis om pasiariaho. ama
; pena, um duenda ; laocava-te, como ama flexa a
, toruava acahir, eomo om froco de nave. Ja nao era
urna molher, era urna onde de caz flucluaudo nui
1 are,.
Anda nao he eua panza inimlavtl, ana nresis-
| tiv*l sedar.ao da ensorula de elernat saodades, qua
1 toruoti-i. umi Ii taiga noi no. palacios de \ enca :
a raiuha desceroada do Adritico ; apena, corneja ;
I a mulber anda na. eob.niuio a creance, o foluro sa
eocrregara', lalvez de rcaliiar a. bullanles promis-
at do presente.
Eugenio Scribe deo no Ihealro do ymnaiio nina
. nova comedia era 5 actos lirada do. ltimos auno*
do rimado de Lola XIV, oa aatei dai pnmeiras le-
viaudadee anticipadas da regencia ot Tres Maupu.
Mademoiselle Maupiu urna cantora de uossa valha
opera, proleje qualro amaules, que coodoz a felici-
dade, atravet das torprezas dos engaos, dus qoi pro
quo, dos salios furlados, das disforen, e doi reco-
uhecimintos; o fondo do todo he deslumbrante a eu-
geuhoso esse iufatigivel autor qui excede a tua
prim.ira mocid.d. aa. ao comedia, de sarpreza..
era qui as (oras apparecem a dnapparecem, m
que a. porta, si abrem e te feicham, im que u mo-
vimetiio agrada fascina, e disaGa anelyse.
Os tbealros eeeuoderioe deram ilgaus dramas grot
seiros aos quaes a mullida nao sabe resislir, ma.
qa. eom ludo uao raerecem ser nomiadoi a dun mil
legnat tle distancia.
As mais bnlhautes proraisiai nos sao feill. par o
mez prximo.
U. M.
P
KECIFE, 11 DEDEZEMBHO DE 1858.
AS 6 HORAS DA TARDE.
RETROSPECTO SEMANAL
A excepjao da ehigada do Exm. Sr. conselhairo
.Mmoel l'eltsardo de Soaza e Mello, no dii 4 do cor-
, vente, para administrar esla provincia, e da respec-
; liva poste, uo dia (i, os lele din da semiua, que se
I fin lou boje, qoati nada ullireeeram que si posta r-
i r liiir tiesta revista.
.-abo se poii qoe o Exm. Sr. conselhero Soaza a
Mello a ae acha na administrarlo da provincia.
Se o alvo c'esle artigo retiospectivo tveise uni-
camenle por fim illaslar os leiloret da capital acerca
dos aconlecimeulos, qa* lera lugar dentro dos limi-
tes da eidede do Recife, fora eecoeado reproduzr es-
te faclu e oulros sementantes ; mae esla revista heb-
domadaria lem por especial mensa noticiar ios lai-
lores de loda a provincia e tos oolro. os saccisso.
mais uutaveis, qae aqu l.m lanar.
A.sim niuguem levara' a mal, oo achara' om
moiio de censura plaotival na reproduejau e apre-
ciarlo de ceos fados importantes.
Muili. esperanzas eitao fondada, na nuva admi-
nislrajao. Oeo. quena que ella, se uao malogran!,
nao por falta de boa voulade, nem Uo pouco do il-
Iu.liarlo, do* couhecimentoe preticot, e do carador
de reendao o jottije do novo administrador; mas por
que o corara humano semelhanle ao lunel dos Da-
uaides, nunca se eoch* ; se i.to se verifica em to-
da espitara das esperance, e arabiroes humanas.
muilo principalmente ee ubseive esle plienom.no
no dominio daquillo que, oa. sociedades modernas,
ee chama poltica : ido he, a eatnfacao de inlerissi.
pissoaee, oa di parlidoe, intriga, piqoeninii e roi-
iraveii, aspirarle, aut cargot dot etladoi lucrati-
vos e honorficos.
Facemos votos para qae S. Exe. nao encontr
tropejo algum uo seu uovo cargo, e possa promover
lodo o bim a que esla provincia lem direitc, hzeo-
do-a marchar rpidamente ua ostra la do progresen,
que iueugurou, e na qual, em abono da verdade e
da jossira, ja se aeha bastantemente allantada.
Apizar du vera, qoe ti Um experimentado uetta
cidade, temot communicaroes de diverso! ponloi da
provincia, ligando ai quaei, se nos annuueia que e
stsrjio vai currando regularmente ; entretanto e.iu-
| sa espanto que as carnes verdee te vendam aqoi por
tao alto piejo. Assim como uetta eidade, em alguos
; pontos tem cabido aguceme, qoe homidecem a ler-
j n, e alimentara o pasto para o gado. A salubridade
j netse poulot he sal.factora, e, pondo de parte
urna oa oulra vlolajao a' legaranja iudmdual, o
eitado gcral dae coutat he lisongeiro.
At entradas do assucar uesle mercada foram admi-
raveit. lie provavil, pois, que as Irauacjat eom-
rairciats, que al agora lem ldo 13o morosa, lomem
maior d.siuvolvimeolo ; mat ot .fleilot d.tti moro-
tidad* nao se nolavam tmenle no dominio rommer-
cnl, eslendia-s* a lodas as espherat da aclividada
industrial. Islo prova qae o assuoar be a uossa prin-
letlo urna moeda de cobre cahir-lhe aos ps, qaeu-
do s urna cnia brilbanle Ihe devra ter oll'irecida,
aioda menot merece ene procedimenlo qae oatra
qualqoer, qae toda companbia, qae lodos o lica-
ranles i'ella.
Nio he conviuiole, porqae te ja' ie applaodin
lano a anas dun artistas, nenhoma razao ha para
fazer-lhi. hoje o contrario. Houvo excesto anles '.'
lalvez : mas, em regra, antes omuilu Inavor, quan-
do algum he merecido, da que o desabatimenlo, o
furor, a brutalidadi em soa qointa ei-encia, quan-
do nada dislo he cabido. Dimait, qui pasmosa co-
herencia n'etles divertot procedimentoe He para
embatbacar, sem duvida, i niuguem tere' injusto se
vir em ludo isto am exemplo vivissima do quanlo
pode a exagerarlo de caprichos sem uome, qoe ti
acoberlam eom o esfirrapado manto de ura dillel-
lantiemo fora de todas as condijdes do goslo, da de-
licadeza e al meimo do bom teoio.
0 etlr ingeii querera' jalgar por essis fados o
nossa adlautamento e progresto '.'.... Nao o devera
faz.r, se atieuder que esse procedimenlo parle de
am pequeo i iueiguiGcaote grupo de desordeiros a
taivez raais alguma coosa : porm lera lo Ja o raza
am reprehender e eslranhar tao flagrante coatra-
diejao com a. regra. da delicada boipedagim qoa
uos gerelmeule Ihe concedimos.
Eis anda por *sli lado um gravissimo ineonvi-
niiule : he esle o absurdo di .emelhanle. occarreu-
cias, he eela igualmente a immoralidade qua m-
qaeitioiiavelraeul* respira.
Felizmente, porm, vivemos n'oma provincia 1-
losirada, e eom sobejos litlos para ser fnoravel-
menle avahada,quanlo ao goslo que a domina pela
cousas d'arie. O desenfreiemenlo dos inculcadas
dilleilaotes queja se lem constituido gladiadores em
pleno publico, nao podi ser a me lid i para aferir-se
a nossa ja bem allantada civiliajao ; e a renovijao
de soae brulaes invectivas e deslalos na antepenl-
tima recita a priuiiiia dai candir, do uos.o Ihealro
italiano, aquella que rene nalureza arta, bclle/a
merilo como artista, he mai. um litlo para o des-
prezo di tais orgao. do man goslo, e mais om
tnumpho levantado a' ana embira tao digna.
1 o raislir dar expausao eslas ideas qae nos i
intimas e que espiramos ver apreciada por lodot.
Se o f ilbelim peccar por moralitador. ficara' an-
da por esse lado mui saliefeilo quem o escreve, por-
que nao perteuce phalauge ebemavenloradau dos
dillellanlet que descouhecein a decencia no tmpatio
d arle.
Por Deut o joramoi .Se not quizercm mal por
iiso paciencia : lomos mulo mor > ainda pira ver
gar tob o pezo de muldijoei ri denlas asnalicas ; e
ja velli i para lirmos dor de cabeja e Calanos por
causa de liros qne vem da critica villaa e srdida,
da qual nos riinoi sempre, que respondemos eom
a conscieucia di bam que pralicsraoi.
Basla por neja: sa fr de equidade e justija, toI-
laremos a' carga.
C.oai/a/i-ei-Arai^.}


DIARIO DE PERNAMBUCO SEGUNDA FE1RA 13 DE!l)EZEMBRO DE 1858.
cipil funlt de riqueza, que.alias he difioa de loda a ma do lir. Praiedet Comet de Suoza rilan, i e
ublir. D. Leopoldina Carulinda da Souz.i 1'ilanR
miii 1 ai efe que brevemente tetemos em pralica a il-
lummai.ao a.iM*. poli |> se-titilo culturando as c-
nala! doa eandieiroe. Sen mait um patee que etta
beha ci ade vai dar na t-lrada da u\ linaria inoder-
*. Deot qoeira que, os grande* mellior amento,
que j cuulain.-, poSMfflOe juntar nial ando-.
Se nos nao Ilude o legrado amor da palrta ne*la
trfatela : a provincia de Peinamtucu e-U deetinn-
Leopoldina. branca, naseida rm !t Je junho do anno
pai.alo,lilha legitima do l)r. Lua Rodrigues |Y'i-
l,ici' I). Amelia Idalina da Uliveira Vitare*.
I 11.1 > f 1111 h muiiU, tom 2 inets de na-cida, liih.i na
lu .1 de I uiiii'i >i.i Mana da ('.miren; i, nulieua.
Francolino, criuulo, eom 2 mezes de uaacito, ti i lio
legitimo de Luis, liouralves da Cuta Maria III-
blaoi Ferrelre,
do a representar bu evplendido papel nede eoia(aol Mana, branca, com 1 anuo de naseida, fillia legiti-
ma de Manuel l'trtira e Aleandriua Mana da
Jess.
Utrculano, branco, naicido em 211 de Miembro do
anuo paitado, filho legimo da Maootl do Natei-
iiiecto Silva Dados e I). Iguez (juilliaiiniua ter-
111; i Bailoi.
Itelvina, branca, nateida am 7 do julhu desto anno,
lilba legitima do cenilSo AiiIudu Joto dot Patios
e I) Mana Joauna dos Pasioi.
Maria, biiuea, uascida a 28de uulubro liaste anno,
lilha leonina de Antonio MsiIdi da Silva e Ma-
na Joseplnna de Millo.
Aqueliuo, pardo, nascido em 1G de maio de 1816.
lilhn legitimo de Olegario Francisco Metidas e
erlrudts Mana da Couceic,3i>.
Siiiiianna, par Ja, com II mezas de naseida, lilha na-
tural de I.aoreiilioo Coritia de Barros Arauju e
Antonia Viriwina da Silva.
de fugo qoe a Providencia Idiij., no mi'o das nnda
do ocano, a que sa chama Braail. Pornarubuco
coma boje gratule noiuiro de inelhorainenlos : om
loicrmto d odueacao aaeuudaiia. uodfl ui p-i de
familias eneonlraiii uin cuno compiti e regular de
lili i e icienciat, para eilurar e illualiar >aut liiho;
ni fiic.iiibiiicnl <>e cicellenle tgoa polavel ; ama
Mirada da Itrio, da qual dezenove imlhas prtndem
una das comareat man importante ao centro geral
de trucos da provincia, e le achain em conlinoa(Ao
os Irabalhos de outros lauro da misma Irada ; II-
liiiiniiHr.'i-t a gez ; 'jiu cnutralo cun om eslrangeiro
respeilavel par.i limpcza da* caa* particulares, se-
cundo o sv-lema iuaisadcqu.nl, a aalobridado pu-
blica ; urna co.apanina particular para inigacao e
liinptzt das ras la t i.ldiie, a outros benelicioi pu-
blico*, coja ulllldade be inconltstavel ;c o que es-
panta tm ludo uio lio eaber-oe qoe este gran le nu-
la,u.,.nenio-, tem sido rcalisadot em uin curto e-paco Mana, prela. cun 15 dita de natciils, llii naloral,
de lempo. scrava.
Com lado he teneivtl e rcparavtl que, al hoje Autenio.crioulo, naacido aro 15 de julho dealo anno,
ponto ni aada sa lenlia ftilu leiidtnle a mtlliorar o i filha natural de Clemtutiua Mana da Aiiuoucii-
liaata parto, a que ha Ire para quatio a-mas se trata ,So.
,1e eantlrsir urna nova poni para luhsliluir a vellia |
As appejlages crimes:
Appellanle, o juizo ; appellado, Maximiano
Amonio de Souza.
Appellanle, ojuizo; appellado, Pudro Celestino
Magno da Silva.
Appellanle, o promotor appellado, Anselmo
de Souza,
Por suliMituirao :
Appellanle. Francisco Jos Firmiano ; appella-
do, o juizo.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, o
aggravo de pelicao :
flggravanle, Bernardo Amonio de Miranda ;
ggravado, ojuizo.
As appellacoes crimes:
Appellanle, o juizo ; appellado, Manoel Pedro
Amonio.
Appellanle, Amonio do Rogo o Silva ; appel-
lado, o juizo.
Por subslluicao :
Appellanle, o juizo ; appellado, Joo Ribeiro
da Cosa e oulros.
Appellanle, Antonio Diasdo Nascimenio: ap-
pellado, o juizo.
Cambio sobre Parle360 ra. por fr. !M) di.
I re. Kubilltard, presidente.
P. ilorgei, atcralartu.
ALFANDEUA.
lUadlmanlo do aia I a 10. .
dem de dia II, .
119:09)9757
19:0419164
138:1359921
do Kecile, e alo hoja ndo se tenha feito outra cousa
roaia, do que oluJai-ie a direcrau da nova ponte, e
apremiar planos e projaclus acerca do syetima qoe
se deve adoptar para a nova coiistrucc3o.
Ambas tatti ninas sSo de Mnima ulilidade e ne-
ceasidade a ponte lineara, grave perign, poia te acha
bstame arruinada, e qoauto au inelhorametilo do
porto tao Incalculavtit as vanlagaue qoe u'ahi re-
sollariain para a riqueza publica e pancula'. He
islo cousa lia evidente, que teria ocoso qualquer
demonitra^fto a este letpeilo. Confiamos qot S. ic.
a--iiii curco o< seui onleeessorn, nao ees-ara' de re-
clamar dos altos poderes do estado, a evecnciu do-
tas duas Brandes obras.
Da ii,re i>fiu livemoj communirar;ao.
lalleceram duranle a semana 3 pessoas, sendo :
10 homeus, S mulbtres e 15 partuloi, livres ; I ho-
meiis, 1 luullier e 1 prvulo, tsciavos.
fCIMA AVLSS.'
/ illa do Cali.Commonieam-not desse losar,
i)ii un das do mez pastado, uin Inglax empresado
na curada da farro, lema gravimeute a um traba-
Ihador, cravando-llia bala ni uin dot bra;ns. I)i-
zem qua fai uina casuahdade deltas que acoutecfin
louitts vtzet, depon de sa haver janla.lo be To-
vl.ivia peracc-nos ijue o retpectivo drlesado, deve
loinarem aaDaideracSoaaaa acoatecuutnlo.
Fchre nwnrcliti.?io aitiro da laa-Vista foi
una senbura aconiDollida cravitoente 'Oeste mal, e
"ni vmitos neiiroi, o Sr. llr. Joao llanuiiu > eu-
oarretado do curativo, e a entrma t*capou.
Desastres na eslraiia de /erro.No din i do
trrenlo, um dos trabalhadore iicuu com ambas ai
peritas Iracluradot, em cousequeuria de sobre ellas
parar um carro de comlozir roateriae<. >'o dia (i
liarle de urna barreira, das e-oav, i.cti protiroas a
illa do Cabo, leujo desabddo, matn um homein, e
leiiooulru gravimenlo. SSo mais duai vjiclimat que
vao rtoi.jar o numero dat que teni feito a eilrada
da ferro.
Ciatorar.Desta fresoezia pedem-nos que fal-
lemos da auspemao do reipeclivo vi&ario, em lav, r
do qual foi dirigida ao Exm. Sr. bispa urna repre-
aaniacato aisianada por grande nuiutro de pestuas
disliuctas, no lucar ; por quauto etlaiidoa ti mezes a
frtguezia ttin seu pastor, os respectivos habitante-
prejudicados no pasto aspiilaal, desejam a sulucio
dtsse reuocio.
Crueliade estupenda.Chamamos a alttnr'
do iIsdo subdelegado da Boa-Vula para o brbaro
proceder de urna muiher,moradora na rut da Gloria,
qoe, apenas a aurora ditponta, l.inca-se deaapieda-
daima'ile -obr urna pobre meoina, que infelizmente
se acha em seu poder ; dando-lbe corrtiadas tilo
fortes, entao grande qoaulidade, qoe a inleliz tolla
(ritos tan dolorosos, que compoxn) toda viHiihanc;a.
Ele barbara proceder, ella o |.oe em etercicio jior
mais Tere* dorante o rlia.
Tribuii'il to jury.Dia I!. A'i onze c mala,
I ei'.i a chamada, e acliaiido-se presen tes 3S jurados,
o Sr. presdanle declara abcrla a sessn, e mulla-
do- em ilOgOOO juizes de fado, qot faltaram.
Comparte*u pora ser julsado ptlu crinie de (arto,
o roo I rime i-ci Jo- Kibeira preso em flagrante.
Fe >ea advocada estojante do quinto anno da
faculdade de direilo BogoDio Augusto de Coolu llel-
inonte.
Antes de praeader-ia ao ronielho de ttntcnca, o
Sr. presdanlo leo aos jurados ai disposi^et doa ar-
la. J75, e U77 du cdigo do procesan, leilo o qoe, e
preoiicliidat as damais furmalidades da lei, quanlo
.ni coinp-reciineulo das leal- uunliaa, foi h.lo o pro-
et?so, stgoindo-se os debates, no fim dos quaei fez
a taimo Sr. prtsideuleo resumo legal.
\'s -2 bor is e meia recolheu-se o conielho a' tala
de suas confirencias, donde vnltando dtpois de om
quarlu cun raapaaia aftirmaliva ao quesilo sobre o
potito principal, e n3o leudo recouh"Cidn circuui--
taucia aggreviole, oen etteuuaiite alguma, o Sr.
juiz coiideiiiiiou o reo em 2 annoi, 5 mezes e 5 diat
de pri,ao simplts, ti.io medio do artiga Ji7 do co-
digu criuiinal, combinada com o arli&o ii do mei-
mu cdigo, mandaudo qua esto sentenQt fosse com-
pnda na raa de delencao deala cidade.
_ Baplitadoi da freguezia de fiante Antonio de
"> (i 11 ao corrente.
Eduardo, braaco, lilho legitimo de Manoel da Al-
ineida Copes e Joaquina Thomac*a do Heno.
Iguez, branca, lilha legitima de Thomaz Lint Sori
anno e linilhermiiia Amalia de to/. Lint.
Maria, branca Santo Oleo, lilha lagilima de Anto-
nio Jo: da Costa liego e Maria Btiilta dos San-
loa.
Aopa, braajea, fillta legitima de MarcelinA de Borj
Oiraldes a America Braiilurs Albaqtierque.
Ceelaoo, pardo filan natural de llelnia Libarla.
Fraaeiaaa, arioala, eirrava da uva Frauoisca Gon-
ijalvts da Silva Barroto,
Amalia, branca, filha lagilima da Marcellino Anlo-
mu l'ereira Jnior e Maria Cont aucia Vielra Pa-
rer.
Jolia, branca, lilha legilina de Jet Viceole I.oiz da
Silva t .Miia C uuiiliu l.vra e Silva.
Zolmtra, branca, lilha legihaaa do alferes Manoel
Juaquim Machado e Mana da Conceic,ao da Silva.
Maria, branca, lilha legitima ,"e FriocitCa datCha-
-a Cordairo a Mana Prolira da Couce t;So.
Idalioa, branca, lilha legitima de Cirios Eduardo
Muhleit e Alaria Solana dfs Merctt.
Vitoria, crioulu Santo Oleo, ateravo de Aleunilri
Norberlo dea Santos.
I.uiza, rriuula, e-crava de Jos Marlins da Silua.
Maria, branca, fiha natural Da Clara Hoza du Ama-
ral.
Carolina, branca, lilha lee t ma de Jos Peres da
Cruza Virgina Maria Perts.
Paula, parda, Santo Oleo, lilha natural de lnnoceo
cia Maria da Cunreijao.
Honorio, pardo, lilho natural de Kicarda Alaria da
Conaeic.flo.
I o, lho legitimo do lenle Leopoldo Borges Gal-
eas IcIio.
L'm lilho legitimo da Jos Gonralrts de Oliveira
Maia.
Casamentas
Antonio Joi Ferreira Braga, com Isabel Maria
I raucehna.
Manoel Ferreira Pinlo, com Joanua Vicancia da
Cmiceicao.
lUanoal Villar Francisca da Costa, com Msria Lessa
de Alroeid.
Joiquim da Silva Torre, com Maria Kairaouila de
Castro Catrijo.
Antonio Bernardo Ooiultiro, cum Maria lluarque
Lins Wanderley.
Ca^ilulino JoJo da Bocha, com Mareulina Joaqui-
na Carduzo.
Joc Alves, coru Maria Fausta da Conceitao Pa-
reir.
I r. Dcitaa Hortira Utas, com Coiiilautina Francisca
dot Sanio--,
/uliariaa Viaiwa Austria lime?, com Ihomazia
Secundina de Jeto*.
1 J.i'quim Alvee da Costa, com Malina Loica
I rbana da Oliveira.
J Jote Ferreira do itrilo, com Anua Maria do
Carato.
Andrc Avelino Sonreir de Moli, cun Anua Eu-
frosiot da Mella.
I'r. Manual du >a-cimento Machado l'orlclla, com
.i i.inu.i Francolina Pinto.
Jote Looronae, com Niaaoia Maria do Carme.
Adriano Uoraaco BoJriguea, cun Kotalma Fran-
cisca da Silva.
.laai.i.io Jote da liosa, com Elvira Auguila de
Loyola,
Mortalidad* :
I bio, braucu, lilho de Jcsu Antonio da Conlia. :t
etcarregam hoja 1 de de/.embru.
/Varea inglezaAlbanaarroz, quetjus a cerveja
Brigue inglezUatilebaralhao.
Brigue ingltzKiinytntdedem,
/(arca franetzallavrtfazeodat.
Brigue houovertuiioAtlaole--idem.
MDVIMKMO OA ALFANDEGA.
Volnmas entrados com facaudat ....
* a com gneros ....
Vtlamei sahldes tom lazanda
a tom gtaeroi
Total
Total
258
101
359
205
167
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, as appel-: '"nifeslou o seguitile :
IMl'OBTA^AO'.
riguo ingle/. ISriiius, vindo de Liverpool,
8 caitas chrislaes, perfumaras,portel na ele. ;a .goiule : 18t>
I. H. Den-cker i\ C.
Barca francoza Havrn, vinda do lla're.con-
siitna-ia a Laserre, Tysset frero & C, ma-
Difestou o M'guitiii':
1 ctisa modas ; a Campos ,\ Lima.
100 gigos champanhe; a Alves Matieus.
2 barricas rame do lalSo ; a Silva cuma- i
r5es.
8 meias barricas vinho, 1 fardo rolhas a
Silva Faria.
'2 catxas chapeos e bonels ; a i'-nristiaii
freres.
10 calas papel, 2 ditas e 24 volumes mer
cearia, vidros, pedras deTogoetc, 1 caixi-
nha instrumentos de msica ; a Feidcl Pin-
to &C.
100 barris cimento; a Antonio Jos de
Araujo.
335 ditose 310 meiosditos manteiga, 116
barricas farinba de trigo, 4 barris viniio. 60
gigos cbampanhe, 60caixinhas quetjos '25
saceos Tarello, 3 gigos garrafas vastas ; a
Ltsserre >V Tisset freres.
33 canas e8 volumes fazenda dealgodo,'
de la, de seda, mixta, vestidos, roupa, cba-
peos, ditos de sol, perfumarla, calcado, es- '
voluiuea
eneres eslrtngairoa, 1
pipa agurdenle, 1 barrica e 15 meiat ditai a-sucar
relinado, 2 saceos tainaucns. 1 ealio velas de car-
naubi, 1 ditos qoartinhas, 10 duzas da cocos de
quenga, 200 canas iab.i>>, (i saceos eaf, 1 cauAo
chapeos ae baela.
HECEUUOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PUKNAMBLCO.
Rendimento do dia 1 a 1. 9:3919158
dem do dia 11....... 1:2219534
10:6129092
CONSCLADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia I a 10. 17:5971272
dem do dia II...... -JiOV.jiTa
I9:653|047
AtiL-usto, pardo, eom 7 mezet de nascido, lilho na-
tural, tstravu.
Pedro, pardo, naicido em 22 do oulobro deste anno,
1 Uia n.'.toral, escravo.
Juvitiiano, branco, uaicido em 16 do agosto deite
anuo, lilho lisilimo da Praoelico do Paula de Al-
buquerque e Epiphauia da Silva tVevu.
Anlonio, branco, nascido no 1- de julho deste anno,
linio legiuiu da Francisco Joaquim de Oliveira
B uloin.
Calamentos
Antonio Joaquim da Maia com I.uiza Maa da Con-
eeirj.'io, braucos.
AndreCramo da A.sjmpc.iu cun Joanoa Leoptl-
diua de Jtsds, braucus.
Irineu Januino de Uliveira com Matildes Francisca
de Oliveira, brancoi.
Marcolmii Jos Valerio, com Candida Mara Lins,
pardos. ,
M-nuel da Silva com Auna Lucia da Oliveira, bran-
coi.
Ahtunio dos Santos e Silva eom Biearda Coralinda
do Nascimeulos, brancos.
Jos de A tnquer Simet do Amaral cora D. I r.in-
risca Aleandrioa da ^ilta, blancos,
loaquim Jos Lopes da Cunha eom Aleandrioa
Francisca tiotic.iives, braucos.
Bibiaono de Jess Bandeira ecm Joaquina Jovina
de Souza, pardos.
Zeliniiu Cunsiancio de Jess com Iria Virladina do
Espirito jauto, pardoa.
Luiz Jos dus .Santos com I'rtciica Maria do O'
brancoi,
Bernardu Lei te da Silva GoimarSet com Maria Goi-
Iherinina da Conceic.lo, pardos.
Antonio Jos da Silva Carvalho cum Idalina Issbtl
Alves da Maia, pardoi.
Lista dos baplisadoi hacidos ta regueiia de
S. Jos de 5 a 11 do crrente.
Marcolina, naseida em 10 de julho desle anno,
lilba natural, escrava.
Cvardo, branco, nascido a 10 de novembro de
18>7, filho legitimo.
Francelina. branca, niscida a 5 do corrente mu,
lilha legitima.
Joao, branco, nascido a 11 do maio de 1855,
lilho legitimo, (Santos leos).
Amelia, parda, naseida a 8 de setembro desle ati-
no, filha legitima.
Basilio, pardo, nascido a 14 de junho desle anuo,
lilho natural.
Antonio, pardo, nascido a 9 de marco de 1857.
lilho natural, (Santos leos).
Josepha, pama, naseida a 2S de outubro deste ana
no, lidia legitima,
folevao, pardo, nascido o 2 de maio, filho natu-
ral, escravo.
Luii, preio, nascido a 1 de novembro de 1851,
lilho natural, (Santos leos).
Lidio, Franco, nascido a 29 de marr;o desle anno,
lilho legitimo.
Maria, branca, naseida
atino, til lia legitima.
Francisco, branco, nascido
anno, lilho legitimo.
Joaquim, brancu, nascido em dias do anno de
isjt, lilho legitimo, (Santos leos).
Amelia, branca, naseida a 2 de setembro desle an-
no, lilha legitima.
Franeisco, branco, nascido a 13 de outubro deste
anno, lilho legitimo.
Maria, parda, naseida a .'> de agosto de 1855, li-
lha legitima, (Santos leos).
Mortalidade :
Maria, parda, 2 mezes.
Francisco, pardo, 7 dias.
Luiza, parda, 2 horas.
Joo, branco, 7 meies.
Raymunda, prela, 3 mezes.
Hospital ae r.aridaie {\\ d deztmbro.)
Elislam 37 huilln- 50 mulharea, naciunae- ;
1 humera eslrangeiro o 4 homeus ascravos ; total
92. I- ram visitadas ai enfermarla!, pelo cirurgiao
Piulo, as 7 horas da manliga, Dr. Domellas, a's 9
hans da maobaa, Dr. Fumo as 5 da tarda dt
honliiD.
At amantiaa.
lacoes crimes
Appellanle, o jni/.o ; appellado, Manoel Joa-
quim loares.
Appellanle, o juizo ; appellado, Antonio Fur-
tado dos Sanios.
Por subslilunjao :
Appellanle, o juizo ; appellado, Flix Jos do
Lima.
Appellanle, Taliano Caetano de Barros : ap-
pellado, o juizo.
A appellacao crime da villa de S. Joao do Prin-
cipe, do Cear :
Appellanle, ojuizo ; appellado, Ignacio Fran-
cisco Ribeiro.
Mandaram a novo jury, e tamliem responsabi-
lisar ao escrivo pela demora do fciio por mais de
2 annos.
A 1 hora 1|2 da tarde, encerrou-se a sesso.
&0m$p PKACA'DORECIFh, 11 UE DK/.EMBKO DE
1858, AS :i HORAS A TARDE.
. fensta semanal.
Ca-nbiot--------Sobre Londras sacca-so do2li :!|
a 27 d. por 19 a 90 diat tilla, ao-
brt Paiis a ii.'i rs. por fr., sobre
Lisboa a lu] por cenia dt pieinio,
sobre Jlamborgn a 675 rs. pur
marco banco a 90 d., e tobre o
Bio de Jautiro a 1|8 por etilo de
a 22 de setembro deste
14 de junho desle
Srs. redactores.--Se o juizo favoravel on
desfaVoravel do Sr. Dr. Antonio do Nas-
cimento Feitosa, fosso cousa que pezasse na
balanca da opiniSo, pode bom ser que o Sr.
conego Pinto de Campos, o todos aquelles
qu tem sido mordidos pola maledicencia
habitual do Sr Feitosa, se intristicessem
com as apreciarles deste senhor; mas saben-
do o mundo inteiro quetnheosr. Feitosa,
horneo saturado de odios, e se lento de vin-
ganciis ; hornera herdeiro e testamenteiro
dos rancores do todas as parcialidades pol-
ticas que se tem succedido nesta trra ; ho-
mem que na sua se le de ferir no poupa os
seus proprios allialos, muilos doa quaes
tem eobeMo deinju-ias e insultos, nm tal
homem, dizemos nos, n.lo pode desacreditar
a ntnguem ; porque um tal homem, negando
e combtanlo a liberdado do proprio Dos,
nega e combate por maioria de raz3o, o m-
rito de todos aquelles que lhe d3o o devi lo
valor Um homem tal pode injuriar, compor, calumniar a todo o genero! huma-
no, porque um homem tal honra com as suas
injutias as victimas sobre quem as lauca I
O Sr. Pinto de Campos, tendu por detrac-
tor o Sr. Feitosa, bonra-se com isto, e oSo
cessar de pedtr-lhe que nao se esqueja delle
nunca em suas maldioes coutra todos : o
Sr. Pinto de Campos nao alardeiando de mo-
ralidade. n3o ioveja de modo algum a inno-
ceiiciado coslumes do Sr. Feitosa : o Sr. Pin-
to de Campos n9o hesitarla un momento em
levar a juizo o Sr. Feitosa.se este.sahindo das
trevas do anonymo e da respoosahilidade
collectiva do Liberal, que neohuma culpa
tem de seus exc ssos, formulassesuas aecu-
sacoes contra o Se, Pinto de Campos, selan-
do-as com o seu nome, e sob sua rcspon biiidade : oatao cooheceri oSr. Faitosa se
o seu vulto mete medo a ninguem ; entao
coneceria qual a paga que costumam rece-
bemos grandes calumniadores ; entSo conbe-
ceria qual dos dous devia ba muito tempo
trazer urna braga aos ps ; entao conheceria
se be exacto que o Sr. conego Campos abon-
donou cobardemente a accusar;i5o por elle
300 barris cerveja, 30 caixas conservas, S ditas
mustarda, 5 ditas biscotttos, 34 dtlas e G5 fardos
lecidos da algodo, 70 pojas cabo, da manilha,
982 barris o 155 feixes de ferro ; a J. Allev
&C.
8 caixas, e 4 fardos fazendas de linho, bO bar-
ris manleiga a Jouston Pater i C.
3 caixas fio do algodo, 2 dilas drogas, 1 dita
roupa, 6 volumes machinara, 13 folies, 1 pacole
barbante ; a S. P. Johnston & C.
50 barris manteiga, 30 caixas queijos, (i dilas
biscoulos ; a Tasso <\ Irmos.
100 barris manteiga, 47 dito pregos, 15 dilos
alcalro, 18 caixas vidros; a E. H. Wyalt.
13 caixas fazendas, de algodo de linho, de laa
de seda e mixtas, coxins de la o de cabello ; a Joao
Keller & C.
11 caixas e G fardos fazendas de algodo e de
seda, 1 caixa lio de algodo; a A. C. de
Abren.
6 fardos algodo para saceos : a N. O. Biabar
&C.
3 fardos alcatifas, 11 caixas fazenda de linho
c algodo, da laa e de algodo; a 11. Brunn
&C.
5 caixas biscoulos, 1 dita loucino, 1 dita con-
serva, 2 dilas presuntos ; a M. J G. da Fonte.
40 fardos e 18 caixas fazenda de algodo ; a J.
Ryder & C.
31 fardse 20 caixas fazenda de algodao, 5 di-
tas chapeos de sol do algodo; a Arcwrighl Tu-
ckuess & C.
2 caixas phosphoros, 1 dita aiiadores, 1 dita
colches, 1 dila biscoulos, 1 dita 4 barris, 1 quar-
tollas, e 2 gigos ferragens, 4 barricas (echaduras,
G ditas serras, 1 dila culiloria, 1 dila facas ; a P-
reme Vianna & C.
16 fardos fazendas de algodao ; a Isacc Curio
&C.
1 calxadrohas, 1 pacote barbanto ; a B, F,
Souza.
70 caixas e 35 fardos fazeudas de algodao, 3
dilos pannos, 1 caixa lecido de linho; a H.
Gibson.
5 fardos fazenda de algodao ; a Braga Carvalho
e Silva.
27 ditos e 11 caixas fazendas de linho e de al-
godao, 2 dilas objeclos de seleiro, 3 fardos barban-
te, 1 barrica estanha em barra ; a Saunders Bro-
thers & C,
2 caixas e 2 fardos fazenda de algodo ; a Bar-
roca di Castro.
13 fardos e 9 caixas dilas de dilo ; a Soullil
Mellors v.\ C.
14 linas de barro, G eixos, 2 caixas e 9 bar-
ricas ferragnes, 210 folhas de ferro ; a ordem.
32 caixas e ot> fardos fazenda do algodao ; a
Rostro Roker & C.
43 caixas e 12 fardos ditas de dilo ; a Fox
Brothers.
22 caixas fazendas, 1 dila e 20 barricas ferra-
gens, 10 dilas cerveja ; a Isidoro Halliday & C.
33 fardos e 5 caixas fazenda de algodo, 1 bar-
doaoonlo.
covas, porcellana e crislaes etc. ; a F. Son- Algodao----------Vieram ao orneado (ilH accat,
regulando at vendas du fino a
7ot*00, reuular a 7?t>00. e segun-
da surte a 7{2IKI por arroba.
Assucar----------Nao temos noticia de venda do
brauco para poiLcao, tendo-se
pago aot can lorale- do iuteriO'
a primeira e tegauda tnrle de
vage C.
8 caixas vidros, luvas, modas etc. ; a Bo-
bert iV Fiiiuis
20 barris e 60 meios ditos manteiga, 200
gigos batatas, 3 caixas cartas de jugar, mer-
ceana, titas, escovas etc a ordem.
18 r isas fazenda de seda, de laa, de algo-
dSo, mixta, chales, lencos, pannos, perfuma-
ra, roupa, calcado, etc.; a Tymm, Mon-
sen & Vinassa.
15 caixas vestidos, roupa, bonets, mante-
letes, cbapeos, camisas, orgSos, boles,
quadros, etc. ; a Seve, Filhos & C
1 i volumes e 2 caixas fazendas de algo-
dao, de 13a, de seda, calcados etc., 2em-|
brulbos amostras ; a Jo3o Keller & C.
1 lardo e 2 caixas chapeos de palba ; a C.
Sapo iti.
1 balaio ferragens, 28 rodas, 1 caixa ; al,
A. Bourgeois.
i caixas velas, cordas, instrumentos de
msica, bonetes etc.; a II. Domont.
1 caixa perfumarlas ; a Cb Saunier.
2 ditas ignora-se ; a Ferreira & Matheus.
29 caixas meias de algodSo, chapeos, re
'OHKI a 'iijCiOO por arroba,tareeira
boa dt 9200 a 1*300, quarla ser-
le de 39100 a :l.-i,'iu, e somenoi a
I38OO por arroba. Para o eslran-
geiro venden iie u mascavado pur-
gado chamado Liaboa dt 2-~iiilii a
21650, Amenca de 2,100 a 2950
e Canal de 29250 a 2#3O0 por ar-
roba. Enlraram 2li,O00 saceo, e
o deposito nao augmtnlou em
eonsequeneia dat vendas.
Aguardeule------I01 pouco procorada, vendndo-
se a Ib? por pipa.
Coaros-------- O sectos aalgados vendtram-11
de 220 a 230 ra. por libra.
Arroz-------------Veudeu-se a 2st00 por trroba.
Azeite doce- dem de 29 a 29200 por gallo.
acalhao----------Betalhoo-se dt 139500 a U9OOO
por barrica, licaado em ttr 11 nuil
barricas.
Btalas----------Veuderam-te dt 2.3 a 29200 por
arroba.
quifes. perfumaras, livros, burras de ferro. Carne terca--------Regalos de 59800 a 78200 por ar-
pennas, vestidos de seda etc. ; a Montciro & roba da do Bio Grande, de 5)600
Lopes. a l'i-iUO da de Buenos Ayros, fi-
& caixas chales de 13a, fazendas de dita e Beando ata er i,ooo atmbas da
IgodSo ; a A. Tucknew. primeira e 9.000 da segunda.
12 ditas llores, camas de ferro, roupa, par- Cafc......\*uab,.u'se de '''M a J'm por
fumaria, livros, peales, vidros, camisas etc., ch......l4tm j, 1>|i|n 1w0 por llbrii.
I Hamos Duprat < C. CarvSo de pedra- dem a 159000 por tonelada do
ceder-se a formado da junta de qualfica-
53o ; pelo que em execucSo do artigo da
referida lei, convoco-os para que se achuru
na igreja fa rioss Senhora do Tergo, pelas
9 boras da manhSa da mencionada lerceira
dominga 16 de Janeiro do anno prximo vin-
douro, sob pena de incorrerem na multa
commiuada pela mesma le.
Lleilores :
Joaquim Luccio Monleiro da Franca.
Jo8o Jos de Moraes
Mano. I Ferreira Acciole.
Manoel Joaqui-u Ferreira Esteves.
Joaquim Pe iro dos Santos Kezerra.
Joao Francisco Begis dos Aojos.
J0S0 de [tmio Crrela.
Jo3o Soares da Fonseca Vellozo.
Manoel de Almelda Lima.
Antonio Moreira dn Mondonga.
FtlippeSantiago Cavalcanti de Albuquerque.
Vicente Licino da Costa Campello.
Joaquim Francisco de Mello Santos.
Josc Simplicio de S Esleves.
Jos Carlos de Souza Lobo.
Miguel Jos da Silva.
Antonio Concalves l'ereira Lima-
Jos Francisco Bento.
Joaquim Jos Tavares.
JoSo Francisca bastos de Uliveira-
Supplentes :
Francisco Antonio das t.napas
Dr. Innocencio Serfico de Assis Carvalho.
Hemeterto Maciel da Silva.
Padre Albino de Carvtlho Lessa.
Antonio da Costa Bego Monleiro.
Manoel Camello Pessoa.
Jos Francisco de Souza Lima.
Domingos de AzereJo Coutinbo.
Jos Virissimo dos Aojos.
Francisco Antonio l'ereira do BriUo,
Antonio Francisco Aires.
Joao Joaquim de Figueiredo.
Tiburcio Valeriano Baptisla
Francisco Joaqun de Souza.
Jos Baimundo da Nalividade Saldanha.
Jos de Freitas Barbosa.
Maximiano Francisco das Neves.
Manoel Joaquim de Souza Vjauna.
Elias Manniio Falco de Albuquerque Mara-
nho.
Antonio Emigido Bibeiro.
Joao das Virgens Motta.
trnz Antonio da Cunba e AJbuquerque.
E para constar mandei fazer o presente
para ser allixa lo nos lugares mais pblicos
da freguezla, e ser publicado pela imprensa.
Eu Jos Goncalves de Sa, escrivSo o escrevi,
aos 7 de dozembro de 1858.
Manoel Jos Teixeira Bastos.
intentada contra os jornaes que calumnia- rica llmall"> e ago ; a Paln Nash & C.
raoa em 1850 ; entao conheceria que a razo 2 caixas fazenda de algodao, 3 ditas feragens,
foi o tercerto juiz suoplenle retido o pro- 4 barricas colheres de fetro e casti^aes ; a Feidel
cesso por espado de sete mezes, depois dos
quaes foi que se deu por suspelto, ej quan-
l'inio & C.
13 caixas e
fardos tecidos de algodao e de li-
quaes estavam j severamente punidos pela Bri8ue francez p>rahibano, vindo do Havre,
sanegao moral : alm -le que o Sr. Pinto d9 rDan'festou o seguale :
Campos nao linba neobum interesseem per- 53 caixas o ,'1 fardos tecidos de algodao, de linho,
CIIROMCV JUDICIAKIA.
Lucinda, branca, filha de Francisco Brandan Pats
Brrelo, 1 anuo.
Manoel de Barros e Silva, pardo, catado, 50 annos.
libre )
Auna, parda, c-cr.iva de Francisco Iznaaio Ierre re
Das, 8 anuos.
Joanua Polleeoa, erioala libarla, lellolra, lio anona.
I ilii't'd liarla das virgens, riioula, solleira, "ai
anuo-.
Mana Jr.;uiiii,;i (tsar, branca, tolloira, 1(1 anno--.
l-ua-ii Hara, b>aaea, Mlloira, 85 anuos.
Joan I ranc co dos Santo', alricano livre, casado,
63 anua*.
I.islu ilnt baptizados hanilostia regu;ia da
1 i'ta, de 5 a II de iezembro deste anno :
Jelemaco, branco.....cido a II de igoMo do cor-
rala anoo, filho legitimo de I'lys.ea Coc es Ca-
valcanti de Mello e D. Herminda Boia Caval-
canti.
Rila, pardt, enm (i me/.et de naieida, filha legitima
de Apnllinarin Ignacio da Couceicao o Serapliiua
1I0 latrocinio da Bocha.
Meria, banca, nnscida ,,11 23 de jonho deste anno.
filha naiural de Jote Frauciicu de Malos e Mar-
gtrida Eigtnia da C-mceicSn.
Antonio, branco, nascido un de agolo deite anno
lilhn Itgltlmo dia Thtreta dot Btis,
Elisa, brinca, con 2 meitdt naseida, lillialegiii-
TRIBUNAL DA RELAgAO.
SESSAO EM 11 DE DEZEMBBO DE 1858.
Presidencia do Esm, Sr. cooitluairo llermeliuo de
ralo.
A's 10 horas da manhaa, achando-se pr-
senles os Senhores desetuhargadores (iilirana, e
Lourenjo Santiago, Guerra, Silva Gomes e Cae-
tano Sanliago, procurador da cora, c o juiz de
direito Dr. Doria, foi aberta a sesso-
Passados os feilos e entregues os distribuidos,
procedeu-se aos juramentos seguinies :
Becurso crime.
Reccorrenle, o juizo ; recorrido, Antonio Dias
Barroto.
Sorteados os Srs. desembargadores Silva Gomes,
Guerra e Lourenco Sanliago.
Deu-se provimento.
Becorrente, o juizo ; recorrido, Joao de Barros
Accioli Lins.
Sorteados os Srs. desembargadores Guerra, Gi-
lirana e Silva Gomes.
Deu-se provimento.
Recrreme, Joo de DeosSampaio ; recorrido,
o juizo.
Sorteados os Srs. desembargadores Guerra,
Gilirana c Lourenco Santiago.
Deu-se provimento.
Caria tesiemunhavcl.
Agravante, Manoel Jos de Souza Carvalho :
aggravado, o juizo.
Sorteados os Srs. desembargadores Silva Gomes,
e Guerra.
Deu-se provimento ao aggravo.
Appcllacocs crimes.
Appeantc.o promotor; appellado, Tibureio Va-
letiano da Silva.
Proredenic, absolvondo o reo da mulla.
Appellanle, o promotor ; appellado, Ignacio
Francisco Ribeiro.
A novo jurv.
Appellanle, o juizo ; appellado, Flix Amonio
Ciiii.ihrava.
A novo jury.
Diligencias crimes.
.Mandaram com vista ao Sr. desembargador
promotor da juslija, as seguinies appellacoes ;
Crimes.
Appellanle, ojuizo ; appellada, Quitea Ma-
ria do lspiito Santo.
Appellanle, o juizo ; appellado, Pompeo, afri-
cano.
Appellanle, ojuizo ; appellado, Manoel Fran-
cisco do Araujo.
Appellanle, o jui/.o : appellado, Vicente Fer-
reira da Bocha.
Appellanle, o juizo ; appellado, Antonio Fer-
iiandes.
A1 pllame, Daniel Bibeiro dos Santos ; appel-
lado, ojuizo.
seguir o pobre Homem que apresentaram co-
' mo responsavel.
Esta b a verdade do facto, e admira que
oSr Feitosa tenba a imjruJencta do trazer
a memoria essa atrocidade. que entao pra-
ticaram os adversarios do Sr. Pinto de Cam-
pos!
Ouauto aos factos da delegacia do Sr Pin-
to a Campos, estes so forana con lemnados
pelos assassmos e perversos a quem charaou
ao imperio da lei, e n3o pelos borneas ho-
nestos do termo do Brejo, dos quaes conti-
nua a receber provas da mis decidida adhe-
s3o, e ha de recabe-las a despeito de todos
os tramas do Sr. Feitosa, e do seu agente :
ha de recebe-las, porque os distinctos habi-
tantes daquelle termo nlo leram nunc,
nem bo de ler pela carttlha doSr. F'eitosa,
cujas vozes n3o ultrayassara a ra estreita
do Bosailo; be voz sem echo nem harmo-
na ; poroue be voz de quem deseompe, e
nSo de quem dirige os nimos pelo bom ca-
minho ; porque a mtss3o do Sr, Feitosa he
a babar e morder ; mas pode faze-lo ras-
gadamente ; ba de ter quem o rebata com
asjmesmas armas. SO teme a discussao as al-
mas gaogrenadas, mas nao quem tem a cons-
eiencia da propria dignidade. Venha, pois, o
Sr. Feitosa com recentes insultos, que ha de
ter a resposla em mueda corrente. Invada
quanto quizer o dominio da vida privada,
que la mesaio ser* recebido.
Pouco imperta ao Sr. Feitosa saber se o
M. he Pedro ou Paulo ; basta quesaiba que
he quem o posaa rebater vigorosamente.
M
*ubcaciu> a peMD*.
O. e X>.
Aa primeiro tenor Mclcliiorc Saclicro por
AppellaDle, ojuizo ;
reir de Veras.
Appellanle, ojuizo ;
ro Danta.'-.
Appellanle, ojuizo
de Souza.
appellado, Francisco Fer-
appellado, Manoel 1'iniiei-
! appellado, Pedro Flix
Appellanle, ojuizo ; appellado, o vicario Gan-
dido Jos Coelho.
Appellanle, ojuizo; appellado, Pedro Correia
Ja C -la.
i>islribuc. Ao Sr. desembargado!- Gilirana, a apnellacao
civel :
Appellanle, Amonio do Reg Rarroa ; appel-
lado, Francisco Pereira de Carvalho.
occosiito de seu beneficio.
Colosso do paleo, canlor mavioio,
(.la leus co'o talento ganhado laureit ;
Ttu uen a de esp'ran;as apparecc brilhanle
Cu'os sornsus lian.
Hoje, le elevas tenor elegante
Co'as noiai txeeUa le excedes na seana
Aslro suberbo, quo fulges as perlas
iVtirna noite serena.
Hoje me asiomhras uuviudo liarmouiaa
Do illusire ilelline da Italia lozeiro,
A voi, que It adunia, conqiiiMa Iriumpliul
Nesio ceo brasileiru.
I) pnvo le escola cantor souornco,
be inflaman cum K,.-t e bemdu o ttu nome,
Applousus le extllam, a luiba, que le ouvo
le aprega u leuume.
Avante, Sschero, bradamoa contcntea
Co'at ansias l'ervenles do uin pasmo feliz
Bradamos-ta alegres louvandu-le o genio
Dt llrente malii.
decebe no palco mil bravos e palmas
O povo nflo dorrne, festeja os arlislaa,
Anima ao tlenlo, que brota espontaneo
No correr das conquistas.
Moje ci.mplelat missflo eicelltute,
Alais larde odeilmo le ordena parlir,
Vai, que leu uume tara' nossa gloria
IVrcorre mil ondas cerleas e verdes,
lanicia co'os caulos suaves que alo
Ao povo, qnt gloriat ollerece aos talentos
Do gentil Marauho.
Supremos triomphoi lera's oh artista,
As turbal te elevam lias grandet ac(ei,
As nussas paliaras, as nu.ias ideas
Tem iguaei .oipretsoes.
Deisat saodadts ao povo, que estola
Teu canto sublime, supremo e feliz,
Deuat gravado Ito uome no pello
Qoe ao talento bemdiz.
II dedezemhrode ls >s.
de seda e mixtos, chales de fil, dilos de algodao,
bordados em algodao, grvalas, chapeos, obras de
palha, ele, 4 barris vinhos, 6embrulhos amostras;
a Joo Keller & C.
4 caixas pianos ; a J. Vignis.
26 caixas e 2 fardos tecidos de algodao, de li-
nho, de seda, de la e mixtos, panno de laa, cha-
pos, dilos de feliro, roupa feita, papel; a Tiram
Monsen & Vinassa.
3 caixas tecidos de seda e algodao, de linho, al-
godao e mercearias ; a ordem.
8 caixas lecido de algodo, de dilo e seda, de la,
etc., 1 caixinlia amostras ; a Scbafheillim & C.
1 caixa lecido de algodao, 1 caixinha amos-
tras ; a C. J. Asiley &C.
1>0 gigos batatas, 10 caixas queijos; a Bur-
le i\ Souza.
12 caixas mobilia, drogas, carros, camas de
ferro, obras de eouro e sellara, etc. ; a tamos
Jnior e, Leal Reis.
1 caixa modas; a Campos & Lima.
1 dita sedas ; a Barroca & Castro.
1 dita chapos : a Chrisiiani freres.
1 caixa calcado, perfumarla e estampa ; a J.
Radick.
2 dilas modas e chapos ; a Siqueira & Pereira
1 dila roupa feita ; a Guilherme da Silva Gui-
ma raes.
1 dita perfumara e pentes ; a J. R. Coelho.
3 caixas sedas, merceara, perfumara, papelo,
etc. ; E. Lecoraie.
2 caixas mascaras e ferramentas ; L. D-
lo uche.
52 caixas bebidas espirituosas ; Ed Rorel.
3 dilos lecido de al;odo e grvalas de seda ;
Henrique Santos.
2 dilas vidros e camas de ferro ; T. T.
Bastos.
4 dilas calcados : .i .1. Praeger & C.
3 dilas papel ; Guedes e Araujo.
2 ditas medicamentos ; J. d'Almeda Pinto,
1 dila luvas ; Miranda & Vasconcellos.
3 dilas medicamentos ; S. Pharool.
10 dilas chumbo em laminas ; Meuron ^ C
15 barris o 30 meios manteiga, 2 caixas luvas,
filas de seda e algodo ; A. L. Rodrigues.
51 caixas mobilia .lilas, calcado, obras de ferro,
papel, esporas, chapos, roupa, porcelana, caixas
de tabaco ; a J. F. Prente Vianna.
25 caixas e 21 volumes, drogas, medicamen-
tos, mobilia, papel, perfumara, produtos chimi-
cos ; a R. Francisco de Souza.
15 caixas carros e pertences, chapeo, roupa
feita, mobilia, calcado, bijoulerta, perfumara ele.,
a I.. A. Siqueira.
4 caixas instrumentos de msica e pan-
nos. 1 embrulho amostras ; a N. O. Bieber.
2 ditas perfumaras a marroquins ; a Cals
Ireres.
2 ditas ahapeos de palha e se Jas; a Johns-
ton Pater 2 ditas lazendas e roupa; a J. Cardoso
A y res.
3 ditas chapeos do sol e cartas ; a Siquei-
ra i\ Pereira.
1 dita roupa e perfumaras a G dos Santos
Gaita arftes,
I dita roupa ; a J. B. Coelho.
1 dita obras de couro : a B. Francisco de
Souza.
1 dita modas; a J. B Fragoso.
15 ditas obras de ferro, merceara, perfu-
maras, cbapelaria etc. ; a Prente Vianna.
1 dita prensas e plantas ; a Kihn Joaqui-
no i\ C.
30 caixas champanhe, 40 ditas sardnbas;
a J. Praeger & C. 1
100 gigos batatas, I caixa porcellana, I
dita livros, 5 volumes chapeos, roupa, litas,
bonetes, quinquiluaria, lacre, calcado, mer-
ceara, ameixas etc. ; a Burle & Souza.
10 caixas licores, 1 caixinna amostras,
12 ditas pentes, mercearias, quinquilbarias
etc. ; a F de Pinbo \ C
3 caitas trastes, teda etc. ; a 1.. A. Squeira.
i. barril alfuele, 7 cauaa eaptlhus a faendas de
algodao ; a 11. Bruun >\ C.
3 cana* papel ; a Cueles de Araujo.
2 lilas fazeudas a camisas d alguda.) ; a barroca
& Castro.
4 ditas brinqoedos ; a G. A. Bourgoii.
:(ditas eacova Injautria fabo, luvas, eolchetes,
botOes, ele. ; a J. II. {lleiicker A; C.
1 caixas fazeiidaa de algo.lo, laa e seda, ditas
camisa de algodao ; a Schafheitlim iV C.
11 caiat Inicia-, coustrvas, chocolate, obieclot
para e-cnploiin ; a Alineada Gomes, Alves & C.
I calza litros ; a Cumiarais v\ Oliveira.
26 volumes tiulaa, vidros, drugat ele. ; a A. J.
Fragozo.
II raiv-i chapeos, obrat de llandres, escovas, cal-
cados, bonels, chapeos de sul, porcellana, roupa,
chalis, sedas, quinquilleras, pellos, etc. ; a J. P.
Adour.
12 vulumts drogas, vidros, calcado, objeclos da
botica, etc. ; a Joao Saum A; C.
8 cuas papel, quadros duurados, etc. ; a .\. J.
I ana Jouior.
.'. ,-f#5.:>f#
Brigue inglez Dante, vindo de Terra Nova,
manifestou o seguate :
2,350 barricas bacalhao ; aos mesmos.
Rrigtte-escuna dinamarquez Nancyn, vindo de
Ilambttrgo, manifestou o seguinie "
154 caixas vinho, 8 dilas armamento, 1 dita
plantas, 1 dita bolos, 109 dilas fazendas de algo-
dao, de la, de linho, de seda e mixtas, carias de
jogar, charutos, vidros, mercearias, ele., 1 picote
e 2 caixas amostras, 220 garrafes vazios, 0 las-
tros de carvo de pedra ; a II Brunn & C.
18 caixas fazendas de alfjodo, de la. de seda,
mixtas, ele; 2 pacotinhos amostras ; a G. J. As-
tley A C.
I caixa filas de seda ; a F. J. Germano.
1 dila etiquetas para vinho '. a Schuly.
1 dila porcelana ; a T. T. Bastos.
4 dilas bezerros; a Isaac Curio.
4ditaspelles envemisadas ; a D. Alves Ma-
llieos.
50 dilas velas slcarinas; a Antonio L. Rodri-
gues.
31 dilas ferragens, 1 dila mobilia ; a E. H.
Wyalt.
f ditas pelles preparadas, 4 dilas ditas em obra,
1 dita chocolate, 43 dilas e 3 fardos fazenda de
algodo, do linho, de lao, de seda e mixtas, dilas
para caigas, meias, chales filas, ele, 2 caixas e 4
barris ferra;ens, 2 pacotinhos amostras ; aTimm
Monsen >\ Vinassa.
1 caixa piano ; a J. P. Yogeley.
1 dila relogios e mercearias 1 a G. ^ alier.
8 ditas chales de algodao ; a N. O. Bieber
&C.
5 caixas panno de linho, 1 dita tinta azul, 1
pacole fazenda de la, 2 ditos amostras ; a Joao
Keller c\ C.
12 caxas phosphoros, 1 dita chapos de palha,
1 caixinha relogios ; a Rabe Schmelian Aj C.
50 barricas cerveja, 3 pceles junco para radei-
rat: Noral & Irmao.
50 barras de aio, 6 caixas pelles enveroisadas,
1 caixinha amostras ; a Samuel Power Johnston.
18 caixas vinho, 23 dilas licores, 20 dilas
queijos. 2 dilas quinquilharias e mercearias, 2
111 m 'i', e a IT- do maulo poslu
em Ierra.
Cerveja------------1 Jera a ,">l800 a dozia de garrafal.
I atiuli.i do Irigo- O merctdo boje tica de po>sa de
19.900 barricas, sendo 9,200 de
Bicbmond, t>,900 de Trieste, 1,100
de /.'iltimoro e 2,100 de New-Or-
kiaas. Bttalhou-at da ls,- a -21)2
da primeira. de 223 a 2i"T da it-
gunda, a !!- da lerceira, a a I8-~
''a quarta.
ila de mandioea-V'endtu->e de (i.3 a S? por tacco.
Feijao- dem de :2? a 1-r piir arroba.
(jeuthra---------a lla'Un '../, vendeu-se a 3:10, e
a hamburgueza a 280 rs. por bo-
tija.
i.onri--------------A inglea ordinaria vendea-se a
-."II por ceutu de premio tobre
(aclura.
Manteiga';--------A latela vendao-se de 600 a fitiO
r-. por libra, e a frauce/.a a 590
rs., (cando em drpmiio 2,500 bar-
ris dt ambas s qualidades.
Passat---------------Vtnderam-se a ,'>;j00 por caia.
Queijos- Idtm de S9IOO a -J-O por cada
um dos flameugos.
Viiihot Sun vendas.
Fntraran durante a semana dos portos eslran-
heiros os segumtes volumes ; 307 toneladas carvo
de podra, 250 caixas fogo da China, lO barris
alvaiade, 497 baricas genebra, 100 ditas cimento,
50 dilas o >0 caixoles velas, 115 caixas vidros, 59
ditas conservas, 50 gigos batatas' 40~ barras de
chumbo, 150 saceos millio, 11,708 barricas fa-
rinliade trigo, 200 barris e 200 meios manteiga,
90 canastras alhos, 200 molhos ceblas, 54 pipas,
142 barris, (38 caixese ISO canastas vinho. 27
caixetes sebo, 150 rodas arcos de pao, e 897 vo-
lumes diversas mercadorias, das do imperio ; 379
saceos caf, 370 dilos feijo, 175 dilas cera, 490
couros curtidos, 1,089 courinhos de cabra, 6,976
pelles de caba, 10 meias pipas e 23 barris vina-
gre, 45 barris e 10 cascos azetic, 25 barris alca-
lro, 250 magos rotim, 111 saceos farinha de
mandioca, 3,000 quartinhas,400 molhos pissava,
20 pipas, 413 fardos fumo, 37 caixas sanKnbas
262 alqueires sal, 2,680 barricas abatidas, 755
meios e 22 fardos sola 62 molhos palha, 20 ces-
tos toucnlio, 63 ccixas, 74 volumes e 2,938 cai-
xinhas charutos, 53 volumes diversas mercado-
ras
Sahiram, p2ra os portos do Brasil : 11,100 ar-
robas carne, 1,464 barricas e 45 caixas bacalhao,
400 sarcos assucare 538 volumes gneros estran-
geiros, e 287 dilos nacionaes.
Acham-se a carga 17 navios, sendo 1 para
Lisboa, 1 para a ilha de Sao Miguel, 1 para o Rio
da Praia, 1 para o Itio Grande do Sul, 9 (para o
Pi de Janeiro, 1 para a Rabia e 3 para os panos
do norte, do.-tes 2 porlu^uezes, 1 nacional e 14
brasileiros.
CONSELI10 ADMINISTRATIVO.
O conseibo administrativo, pera fjt lini-
mento do aresenal de guerra, tem de com-
prar os objectos segumtes :
Para provimento de armazens do arsenal
de guerra.
Ferro inglez qua Irado a 5)8, quintaos 30 ;
ferro em verga de varanda, quintaes 10 ; a-
rarce inglez, arrobes 4 ; limas cbatasde 16
pollegadas, duzias .
Quem quizer vender taes objectos apr-
sente suas propostas em carta fechada na
secretaria do conseibo as 10 boras da ma-
nhSa do dia 15 do corrente.
Sala das sesses do conseibo administra-
tivo, para forr ecimento do arsenal de guer-
rr 9 da dezembro de 1858 Bento Jos I.a-
menha Lins, coronel presidente. Francis-
co Joaquim Pereira Cobo, vogal secretario.
CAPITANA D PORTO.
Pela capitana do Porto desta provincia,se
coovtda a quaesquer individos quo queiram
agenciar o alistamcnto de cidadSos volunta-
rios, pata o servido da armada, a compare-
cereal na referida capitana de meio dia as
tres horas da tarde, para contralarem seme-
ntante incumbencia, certos de que percebe-
rao por cada prar;a idnea que apreseotarem
a qoautia de 4?; se eaia for eslrangeiro e 5o,
se for nacional. Na capitana se dar a taes
agentes as devidas instrueqes nos termos da
lei
Capitana do Porto de Pornambuco, 26 de
novembro de 185**.Fernando Vieira da Ro-
cha, capitSo do porto.
THBATEO
DE
SANTA ISABEL
*d/n>.f*?.<'

P0tt9
Navio titrado no dia II.
Fortuno Bay--28 dias, barca ingleza Eliza,
de 183 loucladas, capitao E. Dupre, equi-
pagem 9, carga 1856 tinas, 46'J barricas
com nicslho; a James Crabtree i\ C.
Per tener- a Jersry.
Navios sahidos no mesmo da.
Parahballiate brasilciro Flor do Brasil,
capitaoJoSo Francisco Martina carga va-
rios gneros.
Idem-lliate brtsileiro Conceirjo Flor das
Virtudes, cepilo Aleuan tritio da Costa e
Silva, carga varios gneros.
MAPPA demonstratico d agua que tere o baen da
barra deste porto na semana ltimamente
/inda.
Nominaco
dosdias.
Domingo
2.a feira.
3.a feira.
1.a feira.
,">.' feira.
6.' feira.
7|Sabbadn
Preamar.
Baixa-mar.
COIPANHIA LYRHA 1T\U\N\
DE
G. MAR1NANGELI.
IE RC A-FE I B A It DO CORRENTE,
BENEFICIO
DA
PRIMA-nOXA-COXTR.tI.TO
Represealar-se-ha a oper
Qtoi*()ttrtoQlrtSO
Melodrama am tres aclot, mmica do maestro Cae-
tana 1)11117 r.etll.
Ilepoit du terceiro ndo, a beneficiada eaalata -i
cavatina da opera
MARA PADILHA.
Masica do maetlro Deniz/elti, eom o qua termi-
nara' o espectculo.
A beneficiada tapera merecer loda a coadiuvarm
de lao illuslrado publ co deila capital, do aoal na
recebido exuberantes provas de animado > tymra-
Ihia. Previne a lodat at pasioat que 'be eneom-
mandarain hllhetes de eadelra e plat*. mandar rerebe-lot na aaaa de soa r<*| Crespo n. 9, vislo no lhe eri","'%el procurara
lodot ot tenhore por ignorar ** "eradas, por 1110
fax a prsenle dei-lara<;,lu
Ot billieles etlarilo a venda n> da doetpeelacolo
no escriplorio do diestro, das- hora da larde em
diente.
l'iiii'Piara as 8 lloras.
17 pea itigletet
161,2
16 D
I51|2 i)
I51|2
15
U1t2 n
9 pet 11. ptitt
Hli2 V
10 1)
10 11
101,3 a
II
II l|2 ji
ta't>t^ *f&
Olwei vaffto.
Nos dirfeientet anearadnurns da porto nsriMnu o
baixa mar de 12 a &> a 14 i\2 22 l|2 pt iaglesaa
e o praamai de 23 e 29 a 26 l|2 a 31 M--
Enlrou a galera auieiicana Belford em 16 pl
larzos.
Em II de iltiemlirn re 1858JoSo 'rancisco Par-
ditas objectus do ferro, 100 ceslos batatas, 31 bar- | uenia. aiudante do pratk.....or.
ris alcairo ; a .T. Praeucr & C.
20 caxas vinho, b dilas fruta em conserva, 1
dita papel para cotilas, 1 ditas extractos, 2 dilas
limonada gazuza, 1 dila fazenda de algodao, 1
dita encerados, 1 dita fellros, 1 dila fundos para
chapeos, 4 barris folhas de zinco, 100 ditos gene-
bra, 5 pacotas papel de embrulho, 1 dilo amos-
50 caixas vinho. 7 ditas roupa feita, chapeos, lras- J ca5!as e 5 "" drn-as. > -* a
bengalas, ele. ; a Ramos Duprat & G. }m am- insolado (ERAL
10 caixas calcado, enfettes para senhora,modas, Kendimtnle de dia 1 a 10. 17:7961367
orgaos, roupa feita, bijouleria falsa; a Seve et Idam do alia 11, 1:478*707
^''nOS' I *T7.~~I7|
50 gigos champagne; a Lasserre rS T'yssel __'^ .
freres. DIVERSAS PROVINCIAS.
50 barris c 50 meios manteca ; Johuslon Pa-. Rendiman do da I a 10, .
dem do dia II. a a a
o ;:
I
os S
B -
' t'\
PHACA i)0 RECIFE, II DE DE/.EMBKO DE
1858.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Colar;ea oflleiaat.
Cambio sobre Londres 26 3il 'JO d|v.
(er i\ C.
8 bariis vinho, 1 fardo rolhas, 20 caixas bebi-
das espirituosas, 5 dilas gotnma lacea, vidros. ins-
irumeniosde msica etc.; a Joao da Silva Faria.
7 caixas chapeos, panno de laa, perfumara,
sedas ele.; a J. li. Fragoso.
2 fardos panno ; a Arekwright
5 caixas porcelana e christal ; a Fetreira & Ma-
theus.
10 barris pregos, 1 dilo vinho, 9 barricas por-
celana, 25, caixas fazenda de algodio, filas de so-
da, papel, pentes, mercearia, cartas de jogar, lu-
vas diversas; a Monleiro ,\ l.opcs.
9 caixas vidros; a Fraogso A Valle.
17 caixas chapeos de palha, perfumara, calca-
do, dioga, alfineies, merceara, lilas ele.; a Va/.
Leal.
15 caixas papel j a Manoel Fgueira de Faria.
1:8251912
801514
1 :'.HKi*2l.
DESPACHOS DE KXI'OK IACAO PE.A MESA
1)0 CONSULADO DESTA CIDADE NO DA
11 DE DE/.EMRRO DE 1858.
MarseihaBnsue francez (iladiatemn, N. O. Bie-
ber A; C, 600 tacco atracar.
Valparai/oBarca inglesa Precursor, Viuva A-
nioriin A. Fllbof, |3( saccoi aucar.
Litboallri^oe inalat rrLaU IIlo, Franeitco Seve-
riano Itabello A; K1II10, 250tatCM astucar.
EXPORTAgaO'.
Rio de Janeire, patacho nacional Cyro, conilu-
xio n atguinle : 300 barricas 2,102 lceos at-
turar.
Araraiv. liiate nacional sAracatv, de :!."> tone-
lada, conduran o segoinlt ; '.III volUmet eeutros
eslraugciroa, MI ditos dilos nacionati.
Paraluha do Norte, lancha nacional aConeeiCle
Flor das Virludee, de 26 loucUJai, cuuduuo o ta-
=
C: ic tC O
r a s

Horas,
o
c
3
Mmosphera.

Dirtcf,aa. -.
_____- ='
c -
= J3
lnlf
d -
-t X ai- -1
i!ura.l,
- 'Rtaunmr.
u, i- i -- -
OOOD r -r. -}' 1
l'ahrenlieit
C

b|
O
flio tfe Janeiro.
Sahe pnr-stes ,0 ,;> dias o muito veleiro
palhabot'-'rtlsU' por J* tPr a metade de sua
carga p.,,Pl, : "ar resto e passageiros,
para o4nae8 trm excellentes commodos,
Pode- u'r'K'r a ''", ua Madre de Daos n.
., com o capitio Manoel Peroira Jardiui
/rdo.
Para o Ara ca y
1 Segne na segaiata semana o veieiro hia-
to Lxhalacao" ; para passageiros trata-so
com Gargel IrmSas, primeiro andar n. 11,
ra da Cadeia do Becife.
Para Siahia.
O veleira e bom condecido patacho nacio-
nal Amazonas, tem a seu bordo nielado de
seu Carrogamento : para o resto que lhe
falla, trata-se com o seu consignatario An-
tonio Luis de Oliveira Azevedo ra da
Cruz n. l.
Para o Rio
de Janeiro
segu eom bravidade o veieiro e bem conhe-
cido brigue nacional DamSo, por ter parte
do seu carreuamento prompto : para o res-
to, passageiros e escravos, para os quaes
tem excellentes commodos, trata-se cornos
consignatarios Jos J. Dias Fernandes & Fi-
Ihos, ra da Cadeia do Becife n. 63.
Para o iiio de .lanairo.
Faco'""1' <|ui: uc,c""" iirocoucr-so no O veieiro patacho nacional Julio, prelen-
dominga de Janeiro prpximo futuro de seguir com muita brevidade; tem promp-
.o.'So da qualificacOi na conformid le I to parte de seu carregamento ;. para o resto
j tigo 25 da lei de in de agosto de 1846. que lhe falta, traia-se com o sau consigna-
az mister que os eleitores o supplentesI tario Antonio i.ttiz de Oliveira Azeredo,
.mo assiguados comparc<;am,tliin do pro-'ra da Cruz n, 1.
lggromelro.
^1
llarometro.
2 Pl
= -
f.\
'G
Manoel Jos
perial or
jixeir- Bastos, ollicial da im-
m da Rosa, e juiz de paz mais |
'frcguezia de S. Jos do Becife,
,? ?-io da loi etc.
em vir
,ber, que devendo proceder-si> na
II
l\ /I


DIARIO DE PERNAMBCO SEGUNDA FIBA 1 DK DE/.LMBU DK I85S
Para o Rio
DE
Sulie no da 15 e recebe carga ate 13
lo corrente, o bein conbecido brigue
Daciooal Sagitario >i de primeira mar-
cha, o qual a tem a maior parte dacar-
;;i prompta, para o resto e passafieiros
li.ita-se com Manocl Francisco da Silva
Carneo na rna do Vigario n. 17 primei-
ro andar ou com ocapitao Joo Manoel
I "i nza.
Rio de Ja-
Salic com muita brevidade abem co-
nbecida barca nacional Kecie, de pri-
meira marcha, a qual ja tem a maior
parte da carga prompta. para o resto e
passageiros para o que tom aceiados cora-
modos trata-sc com Manocl Francisco di
Silva Carrico na ra do Vigario n. 17
primeiro andar ou com o capitao Manoel
Jos Kibeiro.
Freta-se para o Rio da "rata, lugo que
vg'oilM Oitoft***,
F0LH1HH5S ?LU 1859
Acham-se a venda na livrana n ti e N da
praga da Independencia, as olhinhas (o an-
no da 1859, pera as provincias de Pernam-
buco, Ceara, Itio Crande do Norte,Parahiba e
Alegoas, das seguimos oualidades :
Folhinba do proprietario agrcola
contando alem das materias do cos-
tume. as leis e regulamenlos das tr-
ras publicas, notadas com lodos os
avisos e ordeos que s tem espllcedo
e ampliado al o mez de seles- bro ul-
limo, pelo Sr. I)r. Antonio Vaseou-
cellos Menezes de Drummond. Kslas
folhiubas s3o essencialmenle necessa-
rias a todas as pessoasque possuom de
um palmo de Ierra para mais, pois com
ella est.Jo habilitados para nSo catn-
rem em multas e n3o sorem (Iludidos:
prego rs. ,.............
Fulbinha religiosa, a qual alm
das materias do costume, contem
oflicios, ejercicio para ganhar o juby-
lo, modo de visitar as imagens do
Senhor, de Nossa Senhora, e qualquer
santo ou santa, e orago de S. Ber-
nardo e a seraana meditativa, o dire-
renles novenas, prego rs........
Folhinba de porta rs........ .
Folhinba ecclesistia ou de rasa fe.
ta pelo Rvmd. sr. conego penitencia-
rio da Se de Olinda, segundo a rubri-
ca enrdeus da Santa S rs.....
500
320
160
iCRA PROMPTA E RADICAL.
400
. DOS
acabe-se de fazer os reparos de que necessi- CALOS, .lOAiNF.TFS, OI.HOS DE PERDIZ,
ta, a barca oriental Creoula, nova c de pn-' a mai s enfermdades dos ps, por um svstema no-
quera desejar effectuar dito vo e particular, sera cortar nem causar a mais leve
meira marcha ; quera desejar effectuar
fretamento dirlja-se ao esc iptono dos con-
signatarios, viuva Aninrira <5iFilho, ruada
Cruz n. 45.
Maranho
c
dr :
para.
Mr. Levi de Paris.50 bis, ra do Rivoli ;
eeiti Londres, Conduit Street Regenl-Sfreet :
pedicuro de S. M. o Imperador do francezes, da
familia real e nohreza de loglaterra e de Hespanha,
accedendo ao convite feito por varias pessoas das
piimeiras familias dislinctas do Brasil, para que
ivesse a esta capital, tenciona demorar-se ai|ui al-
;urn lempo, aonde d consultas lodos os das desde
as dez horas da manha al as qualro da tarde,
excepto aos domingos.
Ra do Trapiche hotel inglez n. S>
COPIA DOS CERTIFICADOS.
(De S. M. o Imperador Mapolean III, im-
perador do Franca). Jo certilic que M. Levi en-
leve les cois avec uno externe habilit.Luiz I\a-
poleon Bonaparto.
(Del Exm. Sr. duque de Berwick y Alba.)
Cerleo que Mr. Levi me ha extrahiJo varios
callos sin dolor ninguno. Madrid 28 de abril de
1857.El duque de Berwick y Alba,
(Del muy nohlo marqus de Miralorcs. )
El seor Levi me ha extrahido um callo que me
mortificaba mocho, con summa habilidad y destre-
za.Madrid 30 de mar/.o do 1857.
Carrera de San Gernimo, n. 35. El mar-
qus de Mirtdlores.
O patacho Alfredo, capitao Antonio Tra-
v.issos da Rosa, segu som demora por Ine
fallar apenas um terrea da carga para fechar .
s pessoasque quierem carregr dirijam-se
aos consignatarios Almeida Gomes, Alves &
C. ra da Cruz n. 27,
Para o Rio de Janeiro,
O brigue Mana l.uzia, ca?iio Itdmiro
Raptista de Souza, a chogar uestes dias do
Assu', segu logo ao destino indicado epo-
do recebar passageiros ou escravos a frete :
os pretendentes queiram entender-se com
os consignatarios Alraeiia Gomes, Alves &
C, ra da Cruz n. 27.
para o JSio de Janeiro
Segu no dia 18 do corrente abarca Ceci-
lia : para o resto da carga e passageiros,
trata-se com Caetano Cyriaco da C. M., ao
lado do Cor^o s*nto n. 25.
PAR* O RIO GRANDE DO SUL
sahe com muita brevidade o bem conhecido
o veleiro patacho loin Jess, por ja ler parte
de sua carga prompta, e para o resto trata-
so com o proprietario Bartholomeu Louren-
CO. na ra da Madre >le Dos n. 2, ou com o
capitao JoSo Gongalves Res, a bordo,
Para Lisboa com brevidade, o b-i-
gue poituguez Lua 111, de que he capillo
Jos Januario da tosa, tem parle da car-
ga prompta, para o resio e passageiros, tra-
ta-se com os seus consignatarios Fraucisco
Sovemno Rabello & Kilbo, ou com o mismo
capitao.
para o ro de Janeiro.
O brigue escuna Carolina, capitao Joa-
quim Antonio Concalves Santos, segu com
brevidade : a tratar com Caetano Cyriaco da
C. M ao lado do Corpo Santo n. "5, priraei -
ro andat.
RIO DE JANEIRO.
O palhabote Venus recebe carga : a tratar ,
cota Caetano Cyriaco da C H ao lado do "'perfect fanhiy and success
Corpo Sanio n. 25. orimeiro andar.
Para a illia de San Miguel egue o patacho
portuguez Flor de Mara, novo e de primeira
marcha, pretende sahir cora brevidade por ter a
maior parte da carga prompta, para o resto o pas-
sageiros aos quaes offerece bous commodos : trata-
se com os consignatarios Thumaz Je Aquino t'on-
seca & Fillio : na rua do Vigario n. 19 primeiro
fcandar ou com o capitao na praga,
Leilao
(From his 0-race the Duko of Leeds.)
I consider llint Mr. Levi isa very rlever opera-
torforcorns, as lie has extracted several very
painful for me this moning, wiihout tlio smallesi
pain.
Leeds.
From the Most llev, his Graco iba Lord
Arcliishoop ofArma;;li.) I cerlifvt that Mr. Levi
extracted tlie corns wliicli wera in my fcel withoul
giving me any pain.
Jolm (i. Armagh.
30, Ghailes Street, Si Jamoa's-iiueic, Augusl
8, 18*3.
(From the Most Noble ibe Marquis of Lans-
downe.)Mr. N. Levi extrated a corn from me vvi-
Lansdowne
Muita nttenijao.
Antonio Barbosa de Barros, com sala de
barben o na rua da Cruz n. 51, araba de re-
ceher urna porg3o do bichas da llamburgo,
as quaes so Tendeo) aos ceios e a retallio,
mais barato do que em outra parto ; assim
como avisa ao publico que tem a verdadei
re massa ariamt ntina para calgar os dentes,
a qual massa nao precisa ser preparada com
azougue, como acontece com outra qual-
quer.
Aluga-so poraono o sitio da Ca- ($
ftU punga Nova, que lica emfrente da ^
~ rua que vai tora estrada de S. Jos Vg
8* do M-inguinho, tendo grande a ex- W
W0 cellenle casa assobradada, coxeira,
B casa para criados e para banhos g|
gj com tanque ladrilbado de marmore, js,
^ boa estribara e bastantes arvores 2?
*? fructferas : a tratar no mesmo si-
tV lio das 6 as 7 horas da manbaa ou @
^ da tarde. $$
VACCINA OKATLIl'A NACAPRA.
Para coraraodidade das pessoas que roora-
rem lora da cidade, oabaixoassignadocom-
promette-so a vaccinar nos domingos das 6
as 8 horas da manbaa gratuitamente, em o
sen sitio, a datar de 5 do corrento. NSo sen-
do porm posivcl que continu asta distri-
buido i-or muitas vezes, sem que os vacci-
nados voltem pura extiahir-su o fluido que
lem da ser moculfdo, unicamento gozarlo
do beotlicn gratuito os que tornarem ao oi-
lavo dia.-Dr. JoSo lerieira da Suva.
Attenco!
Precisa-se de um prcto escravo para fazer
o servico de casa : quem tivar dirija-se ao
lintel iuglaz, rua do Trapiche n. 3 e 5 ; pa-
ga-se bem.
Desencaminhou-sa do poJer de urna
preta lavadeira de noma Josepha, que em-
barcou para ir lavar no Por;o da Penella, no
dia 28 de outubio, orna trouxa de roup-,
com as seguintes pecas ; 15 camisas de ho-
rnera, 9 calcas, 3 camisas de mulher, 3 pale-
tota, 15 vestidos diversos, 1 ceroula, 2 rou-
piuhos, 4 lencocs, I colleta, 2 cuberas de
dula, 2 limos de menino, 3 vestidos de me-
nina, i saia, 3 camisas oe menino, 3 caigas
de menino, sendo a ma;ca da roupa J. S. A.
A. e F. C. ; as pessoas que tiverem conheci-
mento da dita roupa poderao se entender
com Frelerico Chaves, no aterro da lioa-
Vista n 17, que recompensara.
Precisa-se de um caixiiro que tenha
necessaria pratica de taberna, a que d. fia-
dor a sua conducta, agr laudo paga-se bem:
na ru Nova n. 65.
-- Precisa-se da dous amassadores de pa-
daria, que enlendam perreilamente de aoiss-
sar e mais setvico, de dous canueiros, e de
un a pessua para entregar pAo em urna Ir? -
guezia no rua com um preto : quem estiver
neslas circunstancias, a dando liador a sua
conducta, dirija-se a rua larga do Rosario
Q. 18, que acbac com quem tratar.
-- Um pr?lo," no dia 27 de novembro pr-
ximo lindo, as 9 p8ra 10 horas da manhfu,
ichou na rua da Cadeia de Santo Antonio,
um pacote ue fazenJas, o qual julga-se ter i
cahido da algum comboy : prtenlo, qucm|
se julgar com direilo a elle, dinjt-se a esla
typographia que so Ihw dir aoule est o
dito pacote, quo dando os signaes cett.os, e
gratifican to a pessoa que cbou, lle sera
entregue.
Amola-se lodo o instrumento cortante,
boiam-se ouvidoa era armas de espoletas,
alugam-se bichas*applicm-se ventosas, li-
ram-so dentes, limpam-s-; a ebumbam-sua
ouro e praia, ludo com perfeigao o promp-
lidao : defionle da matriz da Boa-Vista
n. 86.
GASA D2 SA"J
-
DOS
SITA EM SVNTO AliRO.
Perante o juixo dos feitos da fazenda
nscionali depois que lindar sua prxima au-
diencia, se bao de arrematar os iiens seguin-
tes, penhoraios por execucoes da meama
fazenda contra seus deveJores, saber por
venda a quem mais der :
lima casa terrea sita na rua da Assump^So
n 66. com 18 palmos de Dante, 30 de fundo,
cozinha dent'O, quintal mura lo, a cacimba
meeira, avahada en 7005, peohorada a ir-
manda la do Senhor Rom Jess dos Matyrios
da freguezia de San-Jos.
Um sobrado de um andar sito na ra Di-
reita da freguezia dos Afogaios n. 50, com
86 palmos de Denle a 70 de fundo, quintil
murado a cacimba meeira avMiado am reis
1:6009, penliorado a Manoel GmiQaIvs Ser-
villa.
A armario existente na loja de sapatos
n. 25 da rua do Livramento. sendo dita ar-
maQao de madeira pintada, avaliada em 2009,
penhorada ao l)r. Ignacio .vi y da Fonseca.
Um grande sitio no lugar do Salgtdinho,
com 3 casas de tijolo e cal situadas dentro
do mesmo, sendo 2 com 3 palmos de Denla
cada uma a 70 de lon lo, e 1 cora 28 ditos de
frente e 46 de fundo, minias arvores de truc-
tos differentes, baixa para planUcSo de ca-
Os proprietario da caaa de sande sita em Santo Amaro, convencidos da granle
utilidade de um astabeleciraento desta natureza, montado com regularidade, em uma ni-
dada ja tSo populosa como a nossa ; mas nni faltam ainda os recursos parase t'atarem
grande nuoinro de pessoas, que em seus domicilios nSo podem encontrar os commodos a
cuilatos indispensavais em cartas enfermidades : resolvoram tormr sobre si esta pesada
tarofa, deliberados nio se poupa'ara cousa zlguma que possa concorrer para o bom
andamento da to til estabelecimento.
As vantagans qne resultara da creai;So do uma casa de saude entre nos sao t5o
sensiveis, que no nos candaremos em demonstra-las
Tod09 saber os incoTmodos qoe qualquer doente causa familia, que 9o ve obri-
gada a prastar-lha cuidados, am casas pouco commodas como as nossas, e com o mao
servido dos escravos
Se nSo houver uma vigilancia assidua ; as orascripees do medico relativas ros
medicamentos e a dieta nSo sar3o observadas D'ahi o risco de so perder um doente,o qual
bem tratado poda escapar a raorte.
Os astrangeiros empregados no comtrercio o as ollicinas, a os ambarcadicos Ion- P'm, grande extensSo de terreno com bom
ge de suas patrias o dos seus, sao geralmonte con fiados aos cuidados de pessoas pouco|Psto para animaos, um viveiro de criar
zelosas, porque nada perlam com o mo resultado do tratamento. ; Peixe, avahado era 7:000, penhorado :os
Nos enganhos e nos sertoes ha incalculaval o numero dos individuos, que s5o vic- j herdeiros de Miguel Ferreiro d Mello
timas de enfermidades ligeiras. por ntn terem sido convenientemente medicados. Quem taes bens quizer arremalar compa-
lle para os proprietarios dos enganhos e para os mora lores do mato, que este as- reca no da e hora no lugar do costume. Re-
tabelecimenlo so torna de inmensa utilidade. |cife II de dezembro de 1853.-O solicitador
Com a pequea degpeza, resultante da conservacSo por *lguns dias, de um es-j do juizo. Joaquim Tbeodora Alves.
cravo na casa da su le elles podem salvar-lhe a vida, e desta modo interessarem muito. Precisa-se de uma ama para fazer o
Assim pois, bem avahadas as vantagans de um estabelecimento desta natureza e servido interno de uma casa de familia de
tando-sa em vist o nenhum augmento da desuaza ; porque n diaria que os proprietarios
geralmante exigecn, ha menor que a paga da simples visita medica feila em qualquer cas
particular: os proprietarios esperara grande proteccSo das pessoas que estiverem as cir-
cumstancias de carecarem de sa utiiisar de seu estabelecimento, para assim fazerem face
a enorme despeza que Ibes ha inherente.
A eseolha do local foi a mais acertada. He um sitio de um arrabalde prximo
da cidade, e mnilo sadio
A cisa tem ptimas eccommodaQ6as ; a acha-se repartida de modo, que pode re-
ceber doentes da diversas cathegorias e sexos.
lia quartos fortificados para receberem alienados.
Os proprietarios habilitados pela su pratica de madinos e operadores se prestam a
fazer qualquer opxracSo ; a a nada se pnuparao pelo aceio, ordam, regularidade do es-
tabelecimento, e oalo bom tratamento dos doentes.
Ha permitlido a qualquer facultativo fazer recolher a este estabelecimoito doen-
tes confiados seus cuidados, ealh snrem por elle operados ou medicados
A diaria menor hade 2,500, podando fzer-se algum abatimrnlo no caso de gran-
de demora do doente, a conforme a natureza da molestia. Os <>oaoles que qolzerew tra-
tamento distincto do geral, serSo recebidos por preijo mais alto conforme seajustar.
As operacOes serSo previamente ajustabas.
As pagas serlo feits por presta^Ons adiantadas do quinzeem quinze dias.
Os doentes podem ser visitados qualqnnr hora do da.
Ouem sa quizer utilisar deste estabelecimento pode diriglr-se as casas dos rro-
prielanos, arabos moradores na rua Nova : ou entender-so com o regente no estabele-
cimento.
tidos do imposto geral em qnantia de 100
para cima a dinheifo relo s"guitita Drego
Rilheto 56500 recebe 5:000
Tambem se corapram bilbetes do lotera
recolhida a thesourana provincial com o
disconlo de 20 por cent o.
I'. J. La y me.
fMtt-1- &.
Compra-se on aluga-se um sitio que tenha
baixa para capim e pasto para bois: no aterro da
Boa Vista n. 52.
< oni.ram-so portas e caixiliosde ja-
ne!!*., inda mesmo servi.los: na ruada Ca-
deia do Recifo, primeiro andar da casa n. 47.
Compra-se um oo dous correpirW do
Cear, quesejam raansus n cantadores: na
loj da ru do Crespo n 3.
Compra.se no armazem da maleriaas,
na rua da Cadeia de Santo Antonio n. 17,
chumbo velhu.
*{**}#
duas pessoas: na rua de Apollo confronto
ao theatro, sobrado do Sr. larroso, uo pri-
meiro an lar.
A pessoa que annunciou por asta Dia-
rio ter em seu poler um pacote com fazen-
das que foi echado no dii 27 do passalo, na
VinhodaFiguei-
ra
Vinho tinto da Figueira muita supeno'.
em barra da quiniu. nico quo aotualmenle
se tole beber pela sua simplicidad?, eo
mais aprnpriado na prsenle. estaQSo ; ven-
de-sa por commndo precio, no armazem do
Ferrnira & Martins, travessa da Madre de
Dos n. 16.
-- Vande-se nm boi muito manso de car-
rog, muito na conta; na padaria da rua
dos Pescadores.
-Veude-se uma nreta crioula de 35 annos,
pouco mais ou menos, cozinha bem e lava
rua da Cadeia de Manto Anlonio, queira ap-jde sabSo : a tratar na rua do Rosatio n. 58.
parecer ni rua da Cadeia do Recife n. 48, j defronle da rua do Arago.
visto nSo ter dilo nesta typographia aonde Vendo-se uma casa de sobrado com
era a sua residencia. 'duas salas, quintal murado com poriSo no
A pessoa que so julga com direito ao ; Tundo e cacimba de agua boa, na rua de
pacole de razendas, achado na rua da Ca-'Mathias Ferreira na cidade do Olinda : quem
deia de Sent Antonio, pole dingir-se ao a cretender dirija-se rua Nova da mesma
sobrado de um andar e sotao, na esquina,! Olinda, sobrado junto ao palacio do Sr.
Rispo.
ROUPA FEITA
QUFRAIICE'
ua Nova N.
lia nestas durs lojas nm grando sortimen'.o de roup'S francr/as a ^a tarra.de to-
itas as qnalidades. Calcado Dancez dos meloores Ubricantos e tu lo so vende por muito
menos prego do que em outra qualquer parle.
o
;2
GAL1STA DfllVEESiL
AMERICANO.
From Rohert Fergson, Esq. M. D. Physi-
cian, in Ordmary to Her Majesty of (Ireat Bri-
tain. Mi. Levi has most skifullv extratole two
corns from my foel, witliout giving me the sliglitest j
pain.
Robl, Ferguson M. D.
0, Queenst., MayFair, London, March S,
1S38.
DE
HOYIS E OBRAS DE PBAT
(SF.M LIMITE.)
A 15 de dezembro.
i?
fari leilao em seo armazem na rua do Col-
lagio n. 15, de una grande quantidada de
objectos de marcinoiria novos a usados, e
de uma porc,3o de obras de p-ata viola ha
pouco de Lisboa, tu lo sar vendido sem
reserva de prego al^um ; e em consequen-
cia da grande quantidade de objectos que ha
o leilSo priuci naja as 10 horas era ponto da
manha do referido dia quarta-foira 15 do
correte.
Leilao
A 14 do corrente.
\\m\m de i! i!.i\
da ordeu. do Kxm Sr. Dr. juiz especial do
comciercoa requenmento dos administra-
dores da m>ssa fallida da Domingos Jos da
Costa, rara eilSo das dividas peitencenles a
referi la mass,, constantes dos resjactivos
docum-ntos, vr,n se achara Dtenles ao ex-
me dos Srs. pr*endeotes, no armazem do
agente annuncia*,, rus h0 Collegio n.
aonde lera lugar o lell3o uo su r8dto
Icrga-feira 1* do co.ell,e ao mc{0 uia
ponto.
Alem dos tesiemunhos aulheniicos que ahi fi-
cara, tem o Sr. Levi em seu poder outros innitos
(eotro elles alguns de senhora da mais alia socieda-
de), que poder mostrar as pessoas que precisa-
re m dos seus servicos.cm sua casa,rua do Trapiche j
n. 3, hotel inglez. Pcrnainbuco.
OFFlCIAKS DE HiRRKIRO.
Na fundigao da rua do lirum n. 28, preci-
sa-se de um perfeito ollicial de ferrei.'O de
furja para obras do navios.
*ua Nova n. 34.
Madama Rosa Hardy tem recebnlo pelos
ltimos navios um grande sorlimento de
chapeos de senhora e de menina, ludo o que
ha de mais moderno, amazopa de sed, de
de palha. de feltro. do soda para ba.-ii-.ndo
de criangas, um grnude sorlimento de ricos
enfeites da cabega de lita e llores, e de 'loras
so, os mais ricos que tem vio o a esta pra-
ga, que se venden! d.< 103 al 20, e muilas
outres fazendas, que 9 vendora em conla.
ORerece-.se uma portngueza para criada
de casa, obrigando-se a tratar de meninos,
engommar a fazer algum outroservigo. me-
nos lavar e cozmhar ; procure na rua da Ca-
deia do Recife n 13, loja.
-- Precisa-se de um i.omem que unten la
de horta, jardim e pomar, e que queira fa-
zer uma visita a um sitio uma vez na sema-
na, para dirigir o servigo : annuncie ou di-
rija-se a livraria ns. 6 e 8 da priga da Inde-
pendencia
Precisa-se da uma preta forra ou cap-
! tiva que saiba eogommar b,;m e para sarvi-
Igos domsticos, so
S. M. Sp\er participa ao respeilavcl
3 publico esta cidade que mudou a
f'ij sua residencia do hotel inglez para
,-,, rua do Itangnl n. 11, aon-ie ello cura
2 calos do quilioer natureza por um
@ systema original e snm-tile seu sem
>{} causar a nteoor ddr, o Sr. Spyer tom
o-, era seu poder diversos documentos
gl n5o su: ente de pessos das oulras
51* dilTerentes capilaes como do multas
5f? pessoas residindo em Prnambuco,
@ que elle julga desneressarlo publi- @| v
!. c*r jjor serera ja uiuilo conhecidos,
^ nenhum pagamento sari exigido se o
w pascienle nao licar inteiramente sa-
-:

i i;
b?
Nfl 11111 Vi ora u. '/i (> nn na da Cada a de
Sutil a Anlonio enquia dos sobrados
ocos do Senhor Gomes Ferreira.
DE
A10EL ANTONIO DOS PASSOS 0LI7EIRA & t
Nestea dons estabelaeiTientos achara o respeitavel publico ura es-
plendido sortiinanto de mnbihas, e um numerosa quantidade de obras
avulsas, sendo tolas estas obras muito rerommeudaveis por sua segu-
ranga, gosto o elegancia, e ain!a mais porque tudo sera vendido, por
menos prego do quo em outra qualquer paite.
cefronle de S. Francisco.
As ultimas audiencias do juiz de Paz
do 1." districto da fregoezia de Santo Anto-
nio do Recife, no crtente anno, serao nos
das 14 e 17 de dezembro ao meio da, ni
casa publica. Recife 10 de dezeibro gc
1858.Antonio Jos de Oliveira.
Precisa-se do um fornsiro quo seja pe-
rito : na rua da Senzala Mova.
Francis Mac Manisero, subdita britni-
ca, relira-se para Londres no primeiro vapor
Fugio do engenho Jaguar de Seri-
nbaein, em novembro do co'renle auno, um
escravo cnoulo de no:ne Luiz, com 1 la-la de
iO e tantos annos, baixo, grosso, pouco bar-
bado, mcio fula, curto das pomas : quera o
pegar, entregua no mesmo eugenho, on nes-
ta prega aos Srs. Mmoel Alves Ferreira Li-
ma, rua da Moeda n. 3, que ser bem re-
compensado,
IOS SEnHORES DE E8SE-
110.
No mntailoaro publico desta ci lado no lu-
gar da Cabanga, acha-se venda uma eor-
gi) desangue preparado em or .em a servir
comoextrume na ;daolagn das cahn*s i'e
assucar por niiu das covel'S. No mesmo
lugnr sa dar aquellas senhops que cum-
pr.irem mais -le 20 arrobas, um folheto in-
dicando o molo e o lempo de applicar o
singue.
Ainda contina fgida desde 25 deju-
Ihodocorreuto anuo a negra Cyrila, de na-
gao Caciuuda, de idade 40 anuos, cor preta,
altura regular, rusto com-.-ndo, secca do
corpo, falla -e dentes na frente, puxa bas-
tante por urna perna, levou roapfo branco
de coita, e tanno da Costa com listras en-
carnadas e franjas as puntas ; fui escrava
de Jos da Cruz Santos, com botica na rua
Nova ; tem si lo vista pela matriz da Varzea, j
onde talvez tenha feito sua morada a titulo 1
de forra, ou que est pagan lo seman : pro-'
t sta-sacomongor das le.is contra quem a ^J"1"5 dfl- froco rauit0 m,>p0* e cores
livor uceulta ; ssim cuno roga se aosca-l
Presuntos ingle-
zes.
Francisco Jos Leite jn rua do Collegio,
recebeu os melliores presuntos do mercado,
excellentes para fiambre, quo vende a prego
cora.i.odo.
3a laucas.
Ven lem-ss muito superiores balangasde
inveigao no lerna, a de varios tamanhos.
muito proprias para estabelecimontos de
retalho pela sua certeza e commodida.de : na
rua Nov> n 6.
Chales de tou-
qoim.
Veniom-se ricos e supeiores chales de
touquim bordados em duas ponas, fazenda
muito superior e ltimamente ebegados a
50| : na rua do Queln.ado n. 22, na bem
conhecida loja da Boa F.
He incrivel,
Cmbraias francezas de padres muito bo-
nitos, pelo diminuto prego de 400 rs. a va-
ra ; n^ rua do Queimade n. 22, na loja da
Boa F.
11
:-*a loja de Machado &
Santos, rui do Queimado
n. 6.
& tisfeito : rua do Raiigel n 1|, con- t(}i
:'% sulla lodos os Uias das 8 as 4 huras. ;J
1 & 9 O
Precisa-se conlritar coai um nomem
que salba fazer phosphoros ou palitos de lo-
go, paga-se bem : a quem este negocio enn-
viar, dirija-se a rua da Ca-leia do Recife a
filiar cora o Sr. Vicente Jote de Drilo em
sua botica.
Aluga-so nm sitio por anno, ou pela fcsla,
3S6S
s>::
-:>:
^Grande ai-itiazem
le, roupa
junto n fg'reja da Coneei
mi
m,
if.49jg
dos Militares.
assirn cjoio rosa se
I pllSes de campo e as autoridados que a pe
gu-mclevaoi seu senhor na rua dos Mar-
, tyrio 11. 14, que scr3o lecjmpensa Jos.
Ocsappare-
ceu
tta rua no va
ao
=^s Nesta armazem encontrar o pnbilco um grande e variado sorlimento de gsi
mnilo peno da praea, com bons arvoredos de fru- &g* roncas fciiastanto para bomem como para meninos. :')>-';
to, baixa de capim com muito boa casa de vivan- :
da, casa para feilor, par estribara, rnrhein
para escravos, camboa ao lado da casa : quem pre-
tender dirija-se a Jos Iligino do Miranda.
V-vV'tlV
*TA.*avTV**
O empreteiro da estraJa de Ierro faz pu-
blico que esta resolvido a fazer effectivn o
anTajamenlo que co'ilratnu com diversos es-
trangairus para o servigo da dita estrada
nao su para com os mesmos engajados como
para os que os alliciarem 011 os admittlrem
*o seu servigo na conformi lade da le de II
do oulubro de t837, e pelo presente convida
aos di-.os engajados que tem so recsalo a
Limas cluoiicas para extracgSo dos ca-
los dos ps nova mente ctiegalas do Rio do
Janeiro : vendara so ua rua da Cruz n. 22
Hotel inul z
O prourietario dcste estabelicimanlo tem a
houra do prevenir ao respeilavel publico,
quo elle. ?caba de obtor ura exc.-llenta cosi-
nneiro francez. O propiiatrlose propoe a
dar petiscos de 9 de novembro era diante a
\ tola e qualquer pessoa quo so dignar honra-
1 lo cora a sua presenga, acban lo das 8 horas
: da i'-..iihli as 8 da noite quo poder desojar,
encarrega-se igualmente da qualquer en-
jcoraraonda para a cidade e de qualquer es-
peeiede massast varios saldes s3o resrva-
los para as pessoas que quizerera comer sus
-- Pi da 6 ausenlou se um mulatinho de
noma Vital, cora caiga de cascmira azul,]
camisa de'algodSo branco, chapeo de palha,
idade 16 anuos, e coosla que tem dormido
n \ larde de 10 do corrente, da rua do Cres-
po n 4, um CiChorilnbo preto, de rga ras-
taira, com a cau la e orollus cortadas, com
uma coleira de metal branco con o nome
do ab- ixo assignado ; o cachorrinho acode
ao nume del^aslo : roga-se portento a qual-
quer pessoa que o char ou der noticia cor-
ta, do o levar a dita casa, que ser genn.o-
;:{: sanente recompensado.J. Falque
I\a travessa do Cbalo n. 9, lava-se e
engomma-se por prego razoaval.
Mateos itulleo, subdito inglez, vai para
Europa,
John M. Dodds, subdito escossez, vai
para F.uropa.
~ Precisa-se de uma ama que saiha bem
coziihar, para pequea familia : a tratar na
rua 4o Cbtig, loja da esjuina 11. 2
Perdn se no da 9 do crrante na as
quera O pegar, ^ (Uslinco \>ontlls Bl os |>raZ<-res um
K "* n pequeo embrulho, contendo differeotes ob j
"", jecios e nm biluole inleiro da presntelo- ii,,,,,',, .i,Vi
teria n J9;t2 elo que pede-se ao Sr. thesou-; *22?*SZ* ?*. M"r bor"
I roiro quo caso saia oremiado o nao pa_guc
bonitas, cigalos pelo ultimo pa-
quete, fazenda inteiramenln nova no mer-
cado, a ricas losillas da labyrintlio vln las
da provincia Jo Geera, obra muito bem fei-
la, e oulras muitas fazendas por prego mui-
to em conla.
eructas e doces.
Venle-se nesle estabelecimonlo as me-
Ibores Duelas como hera mangas de Itama-
ract, doces era frascos, caja" ele em caldas
e secco muito delicado para as senhoras por
parecer doce de uvas ; na ruada Cruz n 21,
ronfroute ao cbafarlz
Loja n. 57
nu rua do Queimado le.
quato ; ortus ttinpana-
nada encarnada.
Tem ura completo sorlimento de paletoK
de panno e d cassmira de todas as co'es ;
issim cono do gorguriio de se la e de alpa-
c, de h.-jm branco, que se vendem mais
1 baratos do que em outra qualquer loja, as-
| sim como ricos casavequ-s pera senhora, da
|fustaoe Jec*mbraia ricamcnle enfeiladns
os rm-lr.o es que tem vinJo a Pernarabuco
oor Isr cada ura, cortes de vestidos de phan
tasia de ricos gostos a isa cada um. ditos
nas cocheiras la Roa-Vista
leve a rua INuva, luja n. 12.
Precisa-se alug.ir um sitio quo seja nos
luaares seguintes : Barro, Pares, Tlgi.'i e
. r 1 teria 11 y.>' eio uu i>ei'e-e u or. wiasi'u- i 1. ,,,,11.. j* j.
Jaboatso: queraol.vor,d.r,,a-sea *-\nir 0 qUo caso saia^ oremiado o .So pague J*?, Te"^ *<** -W'a^onte mo-
gusta n. 92, ou a.inune.e por esto Diario \o sgu j ,0$ Vlpjr/ 1Vl. dwnos a ... cal. um, a.as bordadas a
d-__: __________,___ ,:...___,___,u_ p. I o,ow, 1. asi ,1 5,500 muito finas, enfeites
15,
dia
em
Leiirao
se tratar cora pessoa
que pos dar testemunhas da sua boa con- da Costa, na rua do Crespo n". 1
lucia : quem estiver nestas circuo.staocias nuncio a sua morada,
dirija-se a rua da Cruz n. .
^restar seus servigos a vi-los prestar nsra | que ii3o sutfr m as penas da dila lei que s3o '
severas e impostas suniinariamente.
Precisa-se
fallar com o Sr. Joio Alves Psrcira Bota-Fogo :
na rua da Cadeia do Sanio Antonio n. 18 loja de
mariinoiro.
Furto
N 1 dia 9 do corrente pelas 3 horas da larde
farlaram do armazem da rua eslreita do losario
n. 29 i~-13000 reis, ludo em ouro, sendo > moe
das de 169000, velbas, 10 de 9~000 e
d50 leudo entrado a estas horas uma molatinlia
Deseja-se fallaran Sr. Ilenriqua Carlos
A, OU 811-
a su morada.
Attenco
Os senhores que devem cochaira do fier-
ro da Roa-Vista, queiram ir satisfazer quin-
to antes, se nao querem ver seus nomes pe-
los jornaes.
No aterro da Boa-Viste, luja n 44. se
lira quera precisa da ura pequeo do 12 a
l 1 irnos do idade para caixairo -le loja.
Precisa-sa fallar ra Sr. Ji'^ Xavier Ca-

wmk miCB. 1
Paulo Gaigtiooldentlala,rna Jai Larao- -. .-
,^ ceirasn. 15, na mcsinacaia Icio agua e pos ^1
Beiito .los Antiiiies Pereira, mudou sua
residencia do lar^o da Assemblea n. (i, para a rua
da Cruz do Recife n. 45, 2. andar, aonde conti-
nua a receber a correspondencia de ossucares, e
outro qu^liiiier genero.
TAMANDAR
0 proprietario do hotel Farias previne aos Srs.
eiros dos vapores costeos que tiverem oc-
A Iodo con ......
O agente Oliveira fara leilao or 0T,iem ,ie
James Kewheeler, capitdo da gsra ampn.
cana Califor-ni n Packat com auU,s,Qj;) ^
Illn.Sr. ins-ectorda elf-ndega, e.^nivam
ga do Sr coosul dos Est ios-Uf.(()S (1( quando ella evade-so levando o dinlioiro de ouro
America Septemtrional, e por conla jsco nue se acbava subre nina mesa deixando os 500 rs.
de quem pertence, doCtSCO lia tres zes de||a roga-se a qualquer pessoa a quem ella for
forrado decobreelol^.v''a^trlosne > trocar ou souber, apprel,ele-la c leva-la ao dito
nirleva. roni os res .ectivos mastrus re^ ..w.i: .
e Bu""s ds diU galera (ConsignaUrios gl "helecimento que sera generosamente recompen-
IlenvForster&C ) arribada cura agua absr sad0-
ta a esto porto, em cojo ancoradouro pode. Precisa-se aligar um negro mensal-
sor anlecpadamenteexarainadae onde foi V?0_P** ser?igo de casa na bulica da
regularmente con lemnad, na sua recente
vale nu .la Rocha Wanderley. ou quem .-s
'| liver iocumbido da seus u gocioa nesta pra- tasiaoe demorarem-se em Tamandai, que acba-
le Sanio Aii.iro. ra0 pgmprg no nie.smo lioiel bom peixe cocos ver-
m precisar da 4v(i;0()0 a juros, sol) ,' ._. .
. ^ .. ,' .. .' des nilanos e entras fricas na
i-ypoiiieeaou rmas, vi a rua da Soledade
g ; mi Colle
moa de __y,,
ii. 70.
P
de 8 a 10 anuos, que di/.ia cliamar-se Maria, mo-
radora no palco da Carmo, pcdindo-lbe que iho| Precisa-se arrendar um sitio que tenha bai-
Irocasse 500 res que trazia em cubro, por prata :| xa suflicienle para planlagao de capim que di^ para
o dono voltandci-se para elljcluar e>t pedido, eis o invern e verao, que eja parlo da praea e paga-
eslacao, asim co-
etc, etc. ; por procos
grade ; quem liver annuncie
do Cabug n 11.
viagem procedente de New-York cora des- za; Uno ao Itioda I-rala quarta-feira 15 do cor-! desV ,'" q1',eira P'ee^f '"> eseriptorlo
rriitc ao meio dia em ponto, porta da as- po siders Brothers A <; m traga do Cor-
sociagSo commercial desta praga. meio 'f l quarla-ieira 15 do corrento ao
LEILAO DE VlfiHO BRANCO
Tergajfeira 14 do cor-
rente .
PELO AGENTE
Pestaa.
ioglezi
disidas
..c'anb"''.!1130 ^"S8^.! barC"
aue a sua t se '"yoiisabilisa por
Prcis1*530 contr"bir-
ler eescrever0 de um homem Ia0 S>'D
che de Boa-ir'" Iministrador do trapi-
?.ta?eno o"'\ de 'Piuca :
ro-d^aWlr,d\TB"i-'r01braS,e-
/. ...i \ 1U0 da fiador a sua
5.
O referido agento vender por conla de
quera pertencer a porta do armazn do Sr
Annes. defronle da alfandega no dia cima \ ausentes, 88 chapeos
designado e pelas 10 horas da manbaa
25barriscom vinho branco de superior I tan lo cada ura avahado
crrante iroa pra-
depois daaud.enc,d0 Sf br \ dc
do-
se bem, sendo que a
para ser procurado.
- Uma familia offerece-re para tomar
conta da muj, man Ja-la laver a engom-
oinr, indo com prompli 19o; rssim como
lo Ihs as quali ladee de costuras, lauto de al-
saofada cumo de bastidor, o por pregos ra-
ZoaveiS : qu m destes servlgos precisar, an-
len la-re na luja do Sr JoSo Kantista Cam-
pos na rua da Cadeia, osqulua do becco Lar-
go, ou ns rua do Codorniz com o Sr. Fran-
cisco da Silva Macieiro.
Precisa-so dc ama : na padaria da rua das
Larangeiras n. 2tt.
Ama.
Paga-se bem para o servigo interno da uma rasa
de mui poca familia : na rua da Cadeia do Recife
n. 3, i. andar.
Quem precisar, deum piano para a-
prender, muito bom e muito barato, em
perfeito eslado, annuncie.
1:5008000.
Toma-so 1:5005 rs pelo lempo do 4 me-
zas, com o juro que se convancionar, e dan-
do-sa garantia em 4 ou 6 escravos : a quem
conviei, airva-se annunciar para ser procu-
rado.
Piccisa-se na rua do Santo Amaron
! mo vinho, ceneja, queijo,
rasoaveis.
Precisa-se do boas costureras para palitots,
caiga e colotes, paga-se bem para fazur vonlade do
irabalhar : na rua da Cadeia do Santo Antonio
n. 11 B.
--- Preparm-se bandejas enfeftadas com
boliubos das qui-li lades mais escolhldas, em
forma de rastellos,pirmides e oilavadas com
o centro elevado, b'dlo inglez, pSo do \b,
pastis de nt.ta ; ludo do melhor gusto, o
pregos na is rizos veis : as pessoas que qui-
zerem alguns ja-se a rua da Pcnha n.
para ajustar-so.
aher.nga de Joi Kv.ri" Vm ^ '" i
!._.- --.. _______: Ir.morro, es- | .9, primeiro andar, de urna ama secca que
pessoa que annunciou que>er ser ec
miuistrador de engenho, levando 2 escravos,
quarendo fazer sociedade nos lucros -la ura
sitio muito rendoso, podo dirigir-so rua
do Passeio, loja de fazeudas u. 7, que se di-
r com quem devo tratar.
-- Precisa-se fallar ao Sr. Jos Xavier Ca-
valcanli da Itocha Wanderley, ou pessoa in-
cumbida de seus negocios nesta praga: no
Collegio de Santo Aore.
ao Sr. procurador dos foros do patri-
monio da vena avel urdem terceira do Car-
mo, ou a quera competir, venha ou mande
receber tres annos que se hSo de vencer no
lim de dezembro de 1858 na rua do K:n-
gel n. 21, ate o da 21 desle mez.
A pessoa que annunciou por este Dia-
rio querer fazer negocio em o alugucl de
ura iiiolaque, receben lo 3 ou 4 mezes alian-
lados, i .'i J. apparecer na run de Abollo, es-
criptonodoSr Alves Matbeus, das 9 as io
1|> horas da manbaa, ou das Sis ; 1|2 da
tardo.
Defronle do torta das Cinco Puntas,
tanda dc ferreiro, ou em esa do Miguel que
foi inspector era Tigicio aluga-se uma ccr-
roga para carregsr trastes, por ramio menos
que outro qualquer, do Recife Santo Am -
io de Jabu?.l3o
No dia l do corrente, am casi do de-
pusilaiio geral, -Manoel Joaquim Ferreira e
Silva, e com assisteucia doSr. Dr juiz de
orphaos casenles desta cidade o seu ler-
mu, a dc sor arromado, a comegar do meio
Jia, oespoliodo (nado JoSu Eduardo Char-
don.
Olllm. Sr. Manoel Pereira Cuimares
lein urna cria na rua Nova n 1, esquina da
rua das 1 iiuclieiras.
M. Charles l.ainy. subdilo inglez reti-
ra-so para a Curopa.
Precisa-se de um feilor que entenda
xeira, e quera achou o dilo embrulho fara o
favor de lovar a rua Augusta u I.
SEGUR CORTEA 0 FOGQ.
CUMPANIIIA
para senhora da frocose velludo gostos 111-
teiraoante modernos a 8c, grosdenapla de
cor a 1,500 o covado, lito inulto superior a
asoeova io, do preto de 1,600 al 3 o
covado, casa S francesas a 400. 500, 600 e
700 rs vfa,chaly eslampado de lindos
gostos 90d rs., dilo muito superior a 1/ rs.
'-M-i|H;!eC francezas e chapeos deso de seda para se-
ALLiANGB.
em ujargode 1824
CAPITAL
CIXCO MIUIO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brothers & C. tem a honra de
informar nos senhoras negociantes, proprie-
tarios de casas, e a quem mais coovier, quo
estSO plenamente autorisados pela ditacom-
panliia pera eOectuar satauroa sobre edifi-
cios de tijolo e oedra, cnbertos de lellia, e
igualBtenta sobre os objeesbs aue coi.live-1 mm u: (gdail f ^ Mm fc Jo-0 di
rom os mesmos edificios, quorcon.-ii ero
nobilis, ou em fazendas de qualquer qua-
lidada.
nhora epara honcrr1, dilos de seda france-
zes e de feltro, emuuo mais faz>>ndas que
ludo se ven le por pregos muito em conta,
assim chaguar os freguezes. Tambem se
ven le .or pregos ciuito com no toa alguns
cortes de so as com eqni u toque damAfo.
Vende-se ama escrava crioula de 20 a 24
annos pouco mais ou menos : a tratar na rua lar-
ga do Rosario n. 5, loja de miudezas.
Vende-se a armacode urna loja na rua I)-
reita n. 85 sem fazenda : a tratar defronle da
D
O l
OVNCIA.
Iralar na rua da Cruz n 4.
Na fundigSo d'Aurora em Santo Aniari
precisa-sede ulliciaes peritos de carpina. IfT
No dia 11 do corrento se ha de arroma- j da Conceicao
tarera praga publica do Dr. juiz municipal IverSo andar
da segunda vara um sollo, coulendo 400 pal-1 ,x (|0 C0I, ci,
mus ue frente iara a rua da Concordia, el
fundos para o Kio Capibanhe, aforado a Joao
ESTRADA DE FERRO
UE
qualidade.
1 acha-se em mao do porteiro
i 8?. O escriplo I sirva para coz i libar e comprar na rua,
maro. 1 duas pessoas.
para
O vapor Camaragibe sahira .leste, po lo
para o da 'l'amaddaio sabbado 18 do cor-
rente a meia noite, e vollar i.o da imme-
diato ; os Srs. accionistas que quizerem
aproveilar-so dessa occasiSo para visitar
lamanlar, terSo passagera flanea do ida e
vulta no mesmo vapor.
2a, segundo andar, j Je p|anlaoos 0 que posss uar'boas infor- tliesoureiro na praea da Independencia
rcages ue suas habilidades e conduca : a .>> aU. a, ( |lol-as (ia tarde somonte os
bilbetes e mcios da segunda parte da se-
| gunda lotera do recoilimento de N- S.
de Olinda cujas rodas de
impreterivelmente no dia
mez.
Thesourara das loteras i de dezem-
Carneiro Machado Ros por esecug5o de|bro de 1858.O etcrivao. J. M. da Cruz.
Manoel Pereira Magalhaes contra os religio-
sos do convenio do Carmo detla cidade.
Precisa-se de um caxeiro, com pratica de
taberna, o qual d liador de sus conduela : a tra-
tar na rua do A pullo n. 19.
SaCa-se para o Porto e Lisboa : na
rua da Cruz n. 10, primeiro andar, es-
ciiploiiodc Caivallio & IrmSo.
Precisa-sede um molequu de 11 a 16 I
anuos para casa tstrangeir : na rua da No escriptorio do abaixo assignado na rua
Cruz n. 10. I do Collegio n. 21, vandom-se bilhotes garan-
Silva Letis, ou ca rua Augusta o. 22 sm casa do
cabo.
Aviso aos sapateir 8,
Ni rua de SantaTberez, tibn>a n. 60,
exista uma grande pnrgiu de latas da grai-
xa. que se vende muito baralo para seaca-
b-.r.
VenJe-se um cabriole! quasi novo, 6 qual
se est pintando na offieina do Miguel segeiro, as-
sim como o seu competente cavallo : a Iralar ua
! rua do Trapiche n. 14, primeiro andar.
ATTENCO' A O BOM,
1 escrava a quera se p le entregar tolo o
maneio da orna casa, cora uma lindissima
manh9a as S da noite, no pavimento lh. mulatinha da idade (0 anuos, 1 dita a
terreo da casa da rua da Aurora n. 26 m*lhorei.gomma,icirB de idade IS annos o
ena casa commissionada pelo mesmo Sr. *e orna conducta exemplar,
O Sr. tliesoureiro manda fazer pu-
blico que se acliam a venda das 9 horas da
Lotera
DA
s

I molaqua pega
de i la 'o 14 annos, 1 ascriv por 900^000 rs.
para engenno, 2 escravos para todo o servi-
go, 2 lindos mulatiohos da idade 9 a 11 an-
nos : na rua das Aguas-Vo des n 46
NEGOCI >.
Faz-se todo o nogocio com um pequeo
estabelecimento, ou d;i-se sociedade : diri-
ja-se ao paleo do Carmo n. 9, primeiro an-
dar.
No armazem de Domingos Alves
Matbeus, na rua do Amorim junto a ca-
sa dos Srs. Tasto & Irmo tem para ven-
der superior millio em saceos grandes.
He chegado loja do Leconto, aterro da
Boa-Vista n. 7, o cxcellonte leile virginal de
rosa branca para refrescar a pello, tirar pan-
nos, sardas e espinhas, igual-mente o afama-
do olno baboso para limpar o fazer erasces
ns oaheilus ; assim cumo p imperial do li-
rio de Flureuga para berlccjos e asperidader
da pella, conserva a frescura c o avelludado
da primavera da vi!a.
II Fiai\/FI


DIARIO DE PKRNAMBUCO SEGUNDA FKIKA 13 Dh. DEZE.MBRO DE 1858.
dos dous .mil pa-
letots
Nos quatro cantos di ra do 18 A, esquina que vira para o Horario, nesta
loja ha sempre um completo sortimento de
paletots de todas as qualidades e prego com-
niodo. assim como um completo sortimento
de l'azen la de bom Rosto
Obras ao Di*. Jiuieiiti|
Bueno;
Direilo publico brasileiro e analy- gj
se da conslituigSo do imperio 99 ; g
a ponts meatos sobre as formalidades 5
do processo civil, 2 edicao 9 : apon- w
tament >s sobre o processo criminal, W
2a edisao 89 : vendem-se na ra do
Sbo. afronte do n. 22 3
Cantigas de prese pe.
Vendem-se cantigas para festejar o nascl-
uieuto a 480 rs. : na livraria n. 6 e 8 da pra-
ga da Independencia.
Vinlio de Madeirn.
Uriginal antiguissimo da melhor qualida-
de, vende-se em casa de N. O. Bieber & C,
ra da Cruz n. 4
jg Na loja de Nabuco & C. na ra No- fia
vi n. 2 vende-se loalbas de panno 'j
;? de linbo do Porto para mos a 89 a V:t
J--J duzia, guardauapos a 39 e 4a a da- 3?
X zia, toalhas grandes para mesa de .^
y. janlar a 5; caja una proprias para Jg;
< as pessoas que v5o passar a festa, $V
'3 por serem baratas.
Milho.
A pechincha es-
t no resto
Cortes do meia casemira para calca p-
dfdesescuros a 29' nos quatro cantos da
ruado Queimtdo n. 18 A, esquina que vira
para o Rosario, loja dos dous mil paletots.
Vinho de champanhe.
Em casa de N- O Bieber C. ra da Cruz
n. 4, vende-se o melhor vinbo de champa-
nbe de marca acreditada tanto na Europa
eomo no Brasil, vende-se em caixas de 1 du-
zia.

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NA LOJA DA AGIA BRAHCA
lia nd iy"fs e taHieres
Vendem-se bandeijas de folha erossa e
tintas muito finas em temos a 88 6 99 e sol-
tas a 29, 2,500, 39, 3,500, 4g, 4,500 59 e 69.
seus modernos mol Jes e bom gosto de fle-
senho de suas pinturas deixa bem conbecer
quanto sno ellas finas e baratas por taes pre-
Cos; vendem-se tambem facas e garfos de
cabo de osso redondos, oitavados e crava-
dos a 3,300 e 3,500, ditas com cabo de ha -
leia cravadas e folhas finas a 3,600 e 49 a
luzia, ditas linissimascom cabos de veado,
de osso pollido e baleia, o melhor que se po-
de encontrar a 59,5,500. 69 e 6,506 a doza,
ditas com cabo de marfim e foiba de ac a
129 e 149. ditas com cabo de osso para me-
ninos a 320 o talher, trincbantes muito fi-
nos a 2,500 e 3g, colheres de metal princiae
t3u linas que se confunden) com as de pra-
ta sendo Dar sonpa a 5,500 a dazia e para
cha a 2,800, ditas octutinagre a 1,600 e 19,
ditas grandes e muito finas para terrinas a
39cada urna : na loja da aguia branca nos
quatro cantos na ra do Queimado n 16
Vende-se urna commenda para oflicial
da Rosa, mui linda, e por baralissimo preco;
quem pretender annuncie.
Domingos Rolrigues de Andrade, rus
da Cruz, armazem n. 33, vende cera decar-
nsuba, velas de dita de 6 a 13 em libra, di-
tas de composiciio de 6 a 13 em libra, meios
de sola muito propria tara selleiros, pelles
de cabra.
Vende-se um escravo moco, de bonita
figura, proprio para qualquer servido : a
tratar na ra dos Guararapes n. 20.
ilvaiade
Veude-se muito superior alvaiade em p,
e em barris de arrobas : no escriptorio de
E. H. wyatt, ra do TrapicbeNovo n. 18.
Cr
Vende-se superior cr em barricas de 11
arrobas, pouco mais ou menos : no escrip-
torio de E. H. Wyatt, ra do Trapiche Novo
n. 18.
vende-
a
loja da boa f,
se muito barato.
Brim branco lino de linho a 1280 reis a vara,
diio pardo Irangado a 800 reis a vara, dito de co-
res de padroes muilo bonitos a 15?, ganga ama-
relia franceza muilo lina a 320 reis ocovado, brim
trn'"1^fazenda Triofr para/bras,de ^^oSX^^Z^l
meninos a '200 res o rnvarin. fnsiSn Ao imi.lmt .___t.n____. ___-_ .
Vendom-se saceos com milho na lanoaria
confronte ao trapiche do Cunha.
ATTBMCAo.
A -aOOO rs. o sacco.
As pessoas que quizerem ter seus caval-
los gordos para passeio de festa enconlra-
rSo em casa do Sr. Anto.iio Annes Jacome
Pires defronte da escadinha d alfandega
saceos com farinha de trigo pelo diminuto
! oreco de 49, com 5 arrobas- e tambem fare-
| lo por 59600.
Ra Nova
N. 20, loja do Via i ni.i
A esta acreditada loja acaba de chegar
grande elindissimo sortimento de appare-
Ihos para cb, de metal do principe, foleado
de prata, desde o mais finoe requintado gos-
to at o ordinario, assim como sopeiras e
pratos cobertos do mesmo metal, riqnissi-
mas fructeirasdos mais lindos lavorese mo-
delos do mesmo metal, riquissimas cestas
de lindissimos modelos do mesmo metal,
grande sortimento de colheres de todos os
tamanhos do mesmo metal, assim como
tambem um bonito sortimento de salvas de
todos os tamanhos dito, grande sortimento
de bules, cafateiras e leiteiras de metal fino
de duas chicaras at oito, a vulso. riquissi-
mas manteigueiras de dito, um lindissimo
sortimento de lanternas de dito, assim co-
mo casticaes de dito muito finos, grande
sortimento de Ulheres para mesa e sobre-
mesa, das seguintes qualidades : cabo de
metal do principe, ditas de cabo de marfim,
ditas de cabo de bfalo, ditas de valo, e
ditas de cabo de oco, muito finas, ditas para
meninos, gran.le sortimento de bandejas de
char3o, e imitando charSo, em temos e
a vulsas, vassouras riquissimas para sala,
um completo sortimento de guarda-comi-
das, assim como lampas para cobertas de
pratos, de rame, e outros muitos arligos,
que com a vista do comprador se deverSo
agradar pelos precos muito commodos-
Toalias, guardauapos e
lencoes
Novo sortimento destes artigos, e outras
fazendas que na loja do Cunhaje Silva na ra
da Cadeia do Kecife n 50, esquina defronte
da ra da Madre de Dos, se vendem por ba-
ratsimos precos,' havendo toalbas de linho
adamascadas para mesa de janUr de 2 at 5
varas pelo barato preco de 4 a 129 cada urna,
ditas e algodSo alcosoados tambem para
mesa de jantar de 1 at 2 varas e de lia 59
a duzla, guardauapos de algodSo alcoxoados
a 2/400, 2o800 e 35U0 a duzia, ditos de linho
a 4/ e 59 a duzia, atoalhados de linbos ada-
mascados de duas larguras para toalbas de
mesa, fazenda muito superior a 2^240 a va-
ra, dito de algodSo tambem adamascado a
19400 a vara, toalhas de linho para mSos e
rosto a 89000 a duzia, ditas de dito finas com
labyrintbo e bico as ponas a 59, pecas de
panno de linho do Porto bom de 600 a 900
reis a vara, pecas de hamburgo ou brim lijo
99*
peca com 20 varas, algodo de duas larguras
proprio para lencoes a 560 a vara e a I a; a
peca com 25 varas, panno de linho fino de
lencoes o melhor que ha para este fim, por
ser moito fresco e que com I 1|4,1 112e 1
3|4 varas laz-se um encllente lencol a 2/400
avara.
o
O o.
&s.
-r
o a
o >#
3
m
K> O
'.'.'
mas de ferro
Grande sortimento de camas de ferro de
todas as qualidades, por preco muito com-
meninos a 200 reis o covado, fusiao do quadros
pretos, muilo enrorpado a 500 reis, Hamburgo
muilo lino a 90 e a 109 a peca com 20 varas, es-
guiao de slgodo a 39200 a peca cora 12 jardas,
dito de linho muito fino a 169 a peca com 12
jardas, breanha muito lina de linho a 200 a peca
com irinta varas, panno lino preto a 29 39 43 e
muilo superior a 5 reis o corte, dilo azul a
29500 e muito superior a 63 o covado, casemira
prela muilo lina a 23 e a 23500 reis o covado,
madapolao entre lino a 38200 reis a peca, dilo
nno a 49, dito muito largo a 43,00, e m7i, lino & ^SE Mi i
5 res a pega, alpaca preta lina a 040 reis o co- f^ e, %
vado, dita o mais fino que he possivel a 13 reis o I
covado.merinselim superior a 13120 reis o cova-
do, chapeos deso de seda pequeos a 23500 rs.,
ditos grandes de panno cora cabo de canna muilo
fono a 23800 reis, bengallas de junco e de canna
com ricos casloes a 13 2 29500, 53, e 7, len-
cos brancos de cambraia proprios para algibeira
a 9600 reis a duzia, ditos de linho a 43, ditos
muito linos de esguiao de puro linho a 73500 reis
a duzia, ditos de ganga muito linos, para os laba- "<"><
quistas a 39000 reis a duzia, e a 320 reis cada na loJ n 50 da ra da Cadeia do Recife, es- I
ira, chapeos de feliro muilo finos a 09, chapeos .uina defronte da ra da Madre de Dos.
i
vapor

Chapeos para meninas
Vendem-se chapeos de palbiuha para me-
ninas e meninos, com enfeites de todas as
cores, ditos para baptisados de muito gosto,
bonetes de nalbiuha para meninos com en-
Icites de cores, tudo por barato preco, e d3o
se amostras com penhor : na ra do Quei-
nado ii. 25, loja de miudezas de Gouveia &
Araujo.
Couro de lustre.
Vcude-sc couro de lustre pegado, pelo ba-
rato proco de 19 a pelle ; na ra do Quei-
mado n. 25, loja de miudezas de Gouveia <
Araujo.
Pentes de tar-
teruga,
VENDEM-SE E CONCERTAM-SE M
Jos Joaquim da Cunha CuimarS.
com loja de tartarugueiro da ra
das Trincheiras n. 8 com a frente '
1 da casa pintada de verde, queio en- '
tra do la io da matriz segunda loja *
de tartarugueiro, avisa as senhoras M
que tem de mandar comprar pentes $$i
de tarlaruga. quo recebeu r-elo ul-
timo navio ebegado da Franca un
bom sortimento de pentes de. dille- S
rentes gostos que csl venden'
mais barato do que em outra prte, *
manda-osea casapaiaas sei>horas *f"
escolberem a seu goslo.
&aaaaiiMKir< i.-:~., n^
Vende-se urna linda escravmha cnouia
deidade de 1( a 15 anuos, muito s .lia e
possanto, costura soffrivelmenle, e algumas
habilidades mais se dir a quem a p'elen-
der, edirija-seao patea do Terco, segn lo
.indar confronte >a iaria de 11. 40.
SOLA.
Vende-se urna partida de 83|-2 de sola, na
ra da Cadeia do Recita 11. 64. loj* ; a t Vtar
< >m Innocencio da Cunha Goianna /amor.
Camisas INGLEZ5.
Leite, Arthur & C te- para vender <
ii'o complato sortimento do omisas te
inglezas de lodosos tamanhos re- B
I los, o que sao mais bem auufaciu- 3
^ radas, que as francezas.lanlo em eos- 3
5{ tura coiso em qualidade de fazenda w
;^ os precos regula:; os meamos que as S
camisas francezas e a duracSo lie S
maior: na ra do Qoeimadu 11. 10. S
ura, chapeos de feliro muilo finos a 09, chapeos
pretos francezes muito superiores com bonita for-
ma a 89, e assim outras muitas fazendas que se
vendem o mais barato que he possivel na ra do
Queimado n. 22, na bem conhecida
boa f.
Brilhante-, ouro e prata
R to Ctibiti n.
LOJA DE OURlVES
DE
1 SERAFN & IRMAO'
Neste estabeleciment o publico
g achara sempre as mais novas e deli-
Jgj cadas obras de brilbantes, ouro e
gt prata, dos melhores gostos vindos d
3 Europa, e mais em conta do que era
( outras partes, garantidas com reci-
|8j bos especificando a qualidade
(.randr^soritmento do machinas para fazer
cafe em um quartode hora, de nquissimos
modelos, approvadasn ultima expsito de
faris : na rna Nova n. 20, loja do Vianna.
-al de Lisboa.
Vende-se cal nova do Lisboa, em pedra,
recentemente chegsda, por trenos do que
outros vendem : a tratar com o Cunha Silva
oja n 50 da r
qui
m DO QUEMADO N i\
4rinazeiu de fazendase
mod s de
MIGUEL JOS DE ABREU.
O annunciantn tem em excosicoe ven-
da no seu estabeleciroento, o que verdadei-
ramente pode constituir o mais completo e
variado soriimeulo de fazendas de modas
para ambos os sexos. Ainda que n'um an-
nuncio n3o seja possivel descrever a maior
parte das fazendas, comtudo, e para dar urna
idea da importancia do eslabelecimenlo,
bastar indicar as seguintes : ricos curtes'de
gorgurSo de seda com 3 e 4 babados, gros-
denaples, damascos, nobresase tallas esco-
cezas, pretos e de cores, lisos e com lavrores
de apurado gosto; ricos cortes de phanta-
sia, tarlatanas, bareges, gazese velandinas ;
interessante colleccSo de objectos para toi-
lete de senhora, em que se encontra tudo
quanto pode exigir o bom gosto e o capri-
cho, compreheii Jendo vestidos e marquets
imperatriz, ja promptos. de rica velandina,
obra das melhores modistas de Paris. com a
competente crinoline de cambraia tecida em
guita-percha ; basqulnesde acolchoadinhos,
fustes e cambraia, guarnecidos e bordados,
do mais elegante gostu, com os respectivos
broches de cambraia de linho, do mais fino
borda lo; paletots, gondulas, twines. so-
brecasacas e redingotes de popelina de l.yon,
de todas as cores e qualidades, do ultimo
gosto ; panno preto e de lo Jas as cores, im-
permeavel; finissimas casimiras pretas e de
cores, impermeaveis i senador ; cortes para
colletes de acolchoadinho, picle, fustes,
velludos, gorgurOes e pellucias, chapeos de
legitimo castor brancos e pretos, do ultimo
gosto, ditos de feliro de diversas cores, ditos
de sol de seda, e outras muilss fazendas, das
quaes ssepoder fazer idea visitando-se
o eslabelecimenlo, para se adquirir a con-
viccSo deque nenhum outro pode competir
com elle ; assim como superiores charutos
de encommenda e de superior qualidade es-
pecial.
Vende-se realejos de varios tamanhos,
tanto harmnicos, como de cannos, com ex-
cellentes pecas conbecidas no paiz : na fa-
brica de orgSos, aterro da Boa-Vista n. 31.
Labyrinthos.
Ricos lencoes para cama, toalhas redon-
da se de ponas, saias, Ironhas, locos e ren-
das largos e estrenos, para todo preco : na
ra da Cadeia do Recife n. 60, primeiro an
dar.
Presuntos
E
queijos inglezcs
Acha-se venda na ra da Cruz n. 17
pelo barato peco de 500 rs. a libra, on na
ra do Trapiche Novo n- 14, cfc dos alu-
dos, e em qutlquer destes estabelecimentos
se pode- encontrar tudo quanlo poder ape-
tecer ao gosto mais delicado, bem como
conservas alimentarias e de doces ncionaes
e estrangeiros. recentemente ebegados, por
CAMISAS INGLEZAS. gi
Leite, Arthur <\ C. participam aos jg$
seus freguezes quo Ja recebeu nova >g{
remessa de camisas e por preco mais )3<
commodo, e com difterentos gostos e ki
tamanhos : na ra do Queimado n. 10. Jv
Liuguicas do serto.
Vendem-se as boas lingulcas, chegadas
hoje, por preco commodo na ra de Santa
Thereza. taberna n. 60.
Vende-se um boi manso, novo e gordo:
a fallar ua ra da Cadeia de Santo Antonio
n. 17.
Nova ua de malabar
Vende-se esta agua a melhor que te ap-
parecido para Ungir o cabello suissas de
preto : na livraria universal ra do Colleg'o
n. 20, d-sejunto um impresso gratis ens'
nandoja forma de applicar.
Carros no vos
Vendem-so
muito bons
carros mo-
dernos de 4 sssentos maneiros com seus
competeutes arreios: vendem-se tambem
muitos preparos para carros com eixos,
molas, lanternas boas. gal3o, encerado, co-
leiras boas proprias para carro de peso e
tudo por preco commodo : na cocheira de
Adolphe Bourgeois na ra Nova n. 61.
Espelhos gran-
pparelhos de porcelana
Vendem-se mu bonitos e delicados ap-
parelhos de porcollana dourada proprios
para brinquedos de meninas, sendo elles de
differentes tamai. os e gostos a 1,500, 29,
'2,500. 39, 3,500 e 49 : na ra do Oueimado
nos quatro cantos loja da agnia branca nu-
mero 16.
Cimbraia do des
Vendem-se ricos espelhos em ponto gran-
de proprios para lojas on mesmo salas, pelo
barato preco de 25,000 cada um: na ra do
Queimado; loja de miudezas da boa fama
11. 33.
i ATTE^CAO-
a^ Kissel, relojoeiro francex, vende Z
2? relogios de ouro e prata, concerta 9
^ relogios, joiase msicas, ja aqui he
'.;:' contiecido ha muitos anuos, habita $
:y. no paleo do Hospital n. 17, f,
a
11.
Loja nova
DE
calcad ofrancez
Vende-se um excellente carnnho in-
glez, Victoria, de 4 rolas, com commodos
pera 4 pessoas, e tambem pode usar-se como
cabnolet pua um ou dous cavallos, por ser
oja da falsa a bolea, vende-se com urna excellente
parelha ou sem ella : para ver-se, no aterro
da Boa-Vista, casa de Mr. Porrir
Vende-se em casa de S. P. Jonhston ct
C ra da Seuzala Nova n. 42, o seguinte
sellins inglezes e silhes. relogios de ouro
de patente inglez, candielros e casticaes
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas. fio de vela, graxa para arreios.
53 ATERRO DA BOA-VISTA o
Veu lem-se duas crnicas de 4 rodas para
um boi ou para um cavallo, de feitio dos
carros da alfandega.
55ATERRO DA BOA-VISTA55
Vende-se um cabriole! novo e muito leve,
sem coberta, com arreios ou sem elles.
Sellins ingleses
Dos melhores que se fazem na Inglaterra,
vendem-se em casa de Augusto C. de Abreu.
ra da Cadeia do Recife n. 36.
Linha de cores0
Em novellos, venie-seem casa de Augus-
to C de Abreu.rua da Cadeia do Kecife n. 36,
Jos Das Brando& C, vende fei-
jao proprio para animaes no becco da Lin-
goata n 5.
-- Vende-se superior algodo da Bahia,
em fardos de 30 pecas a 300 reis a vara : no
armazem de Barroca & Castro, ra da Cadeia
do Recife n. 4.
Sortimento escolhido as melhores e mais
acreditadas fabricas de Pris. e tudo mais
em conta, tanto em porches como a retalho :
na ra Nova n. 7, loja de J tahy di C
Na ra da niao, ultima casa do lado
esquerdo, se vende urna po>cSo de obras de
labyrintbo, vindas do Cear
PERFUMARAS FflANCEZAS
>ende-seabem conhecida agoa de Colonia do I *
Piverem frascos jrandese piquenos.quadrados.ga- *a 3undlCaO LOW".
2,300 jsg^ 2,500
Na loja da praca da Independencia n. 36 e
38 acaba de receber nova remessa de cha-
peos do Chili para diminuto preco de 2,500.
TACHASPARA ENGENHO
Da fundicao de ferro dcD- W. Bowman
na roa do Bium, passando o chala-
i"iz, continua a lia ver um completosorti-
mentode tachas deerro tundido e bati-
do,di: 5 a 8 pilmos de bica, as quaesse
celia 111 a venda por preco commodoeconi
promptdao,embarcam-se ou carregam-
se em cano sem desDezas aocomprador
para fardo.
Vonde-se panno azul superior em cor e
qualidade para fardSo e casucos militares,
por menos que em outras parles, assim co-
mo panno fino preto, verde, cor de caf, e
bronzeado, de muito boas qualilaes, por
precos commodos : na loja do Cunha e Sil-
va, na ra da Cadeia do Recife n. defron-
te da ra da Madre de Dos.
ALMEIDA GOMES, ALVES C-
Vendem no seu armazem
27 kua da chuz 27
CHAPEOS de feltro sortidos da fabrica acre-
ditada de Carvalbo Pinto do Rio de Ja-
neiro
SABAO' das fabricas do Rio de Janeiro.
VINHO de champagne de superior qualidade
SALVAS, ban leijas e outras obras de prata. "'" -- v. na napa mino a ov o tu-
CHECA PARA TODOS. \a musselln8S escuras, muito boa fa*n-
Na loja de Campos & Lima, ra do Crespo r a 30 C0VaJo. sedas de quadrinhos a
1510O e IJ400 o covado, grvalas de seda a
600, 800 e lo cada urna, chapeos francezes
de superior qualidade de 7 a 9* oda nm,
ditos a Pino muito linos a 9, um completo
sortimento de chales de merino bordados e
lisos, estampados, para todos os precos, rico
sortimento de chitas linas escuras para 200
rs. o covado e a 220, ditas franceza para
240, 280 e 320 o covado, um completo sor-
timento de panno fino preto que se promette
vender mais em conta que em outra qual-
qner parle ; s se deseja que os freguezes
pparecam; chapeos de feltro muito linos a
o9 e a 59500 cada um.
* otassa da Russia e cal
de Lisboa.
No bem conbecido e acreditado deposito
da ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para
vender potassa da Russia e da do Rio de Ja-
neiro, nova e de superior qualidade, assim
como tambem cal virgem em pedra, tudo
por precos muito razoaveis.
Cheguem
pechiucha.
Nova farinna de mandioca, milho e feij5o,
saceos grandes e baratos, para se acabar :
na ra do Queimado n. 1 ->loja de ferragens
de Jos Rodrigues Ferreira.
Escravo pec.
Vende-se um escravo mulato, ptima fi-
gura, e ptimo boleeiro na ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n .6.
-fttencjao.
RA UO QUE1MXDO N 37
Loja de quatro portas, empanan eocarnada.
Vende-so organdy escuro a 800 rs. a vara,
dito a 900 rs., nlendinas de quadros de su-
perior qualidade a 500 rs. o covado, cam-
braia e seda de cor transparente a 640 o co-
ftecebidas em riireitura
de Pars.
Ricos vestidos de seda de cor com
babados 9
Ditos dllos de dita de cor com ba-
badus brancos 9
Lindos cortes de vestidos bordados
ao lado
Crosdsnaples lisos de todas as co-
res, covado
Dito de cor de quadrinhos, covado
Dito preto liso, covado 1/600 a
Seda branca lavrada,covado 1jj300 a
Sedas de qnadros largos mui lin-
das, covado
Mauritania de seda com 5 palmos de
largura, covado
Belleza da China de sela, covado
Follar de Paris de seda, cuvado
Chaly de flores de lidos padroes,
covado
Setim da Escocia e diana de seda,
covado
Popelina de seda de listas, covado
Duqueza de seda de lindos gostos,
covado
Fronde-lina de seda, covado
Chaly liso de todas as cores, covado
Chitas francezas claras e escuras,
covado 280 a
Baregede seda de quadros, covado
Meio velludo de cores e preto, co-
vado
Velbulina decores e preta covado
Arlandys de novos desenhos, vara
1 assas francezas finas, vara 320 a
Chales de merino estampados de
4/500 a
Ditos de dito franja de seda
Ditos de dito franja de 13a
Ditos de dito bordados
Ditos de dito bordados velludo
Ditos de seda de cor, pretos e rosos
Enfeites para caboca de froco e llo-
res
Luvas de seda para senhoras e me-
nina
Colmbas, entremeios e tiras borda-
das
Paletots de alpaca prelos e de co-
res, forrados
Ditos de italiana de seda decore
pretos
Ditos de alpaca preta com golla de
velludo
Ditos de brjm branco o de cor linas
Ditos de alpaca de cor com golla de
velludo
Ditos de alpaca preta lina
Passando o becco da Congregoslo, dolado
direito em seguimento rara o i.ivramcnto

18800
1;700
2J800
29800
13600
ico oo
19400
19200
IcOOO
15000
900
800
640
560
360
600
19400
720
19000
800
69OOO
65000
9800
85000
9
O Leite ,\ Irmo na
n. 48, receberam | 11
Franca, lindos curte- de uuL
rentes cores as qnaes ven ".i
50 dg 49 cada um : a el!
Vendem-se ricos enf-
de flores e de litas -
lencos deretroz bo t
de froen, ditas de
das com manguitos par
saveques de fustSo,
a Cadeia do Recife
10 navio vniiii de
ia do gaz de dile-
lo baralissimo pro-
a sao poucos.
les de froco,
a senhoras,
los, golinhas
raia borda-
senhora,ca- @

slina, cam-
braia para sonhora vx- de seda,
mantinhis de froc "'a senhora
luvas de sela bordau te : na loja
d eNabuco & C. na ra lova n 2
-:>:
Vende-se um cabrr'et patente inglez,
muito forte, e aesbado -> ser novamento
pintado ; para ve-lo na beira confronte
o arsenal de marinha, tratar ahi com o
respectivo praftrietario, on na rna da Cadeia
do Recife, escriptorio, prinriro andar da ca-
sa n. 3, vende-se por preco ommodo.
&&$>#* @@
^5 Na loja de Nabnco & C. na ra gQ
^ l ova n. 2, vende-se borzeqnins e gs
;? sapatos de lustre e de bezerro de to-
w das as qualidades Unte para homem '$
comp pura senhora e meninos, por i$
5$ preco commodo. Enfeites par, ca becas
Mui modernos e delicados enfeites de flo-
res, fitas, plumas e frocos para senhoras a
69. 85 e IO9 precos estes baralissimos a vis-
ta da perfelcSo e bom gosto com que sSo
elles acabados, assim como >utro pretos de
vedrilbos obra de apurado gosto e inteira-
mente modernos e pelos dininutos precos
de 49 e 59 ; Dar qualquer pssoa se certifi-
car da verdade de que fallamos dirija-se a
loja da aeuia branca nos quatro cantos na
ra do Queimado n. 16
B
Potassa da. Russia e
americana
Vende-se potassa da Russia su-
nei ior por menos do que em
qualquer paite e dit. americana
superior de barato preco % 180
rs. a libra: na ra do Trapiche
1. 11 armazem do Fonseca.
i
m
79000
95000
85000
690U0
55000
35800
iamm
m casadeRabeSchmettau &Companbia,
rna da Cadeia n. 37, veudem-seelegante
pianos do afamado fabricante Traumann
de Hamburjto.
CAMAS DE FERRO.
Vendem-se camas de ferro superiores cora
qnarta loja de tres aortas com rtulos bran- a,*senl0 dn lon0- orno bem pequeas a imi-
tacSo de berco : na ra da Cruz do Recife,
eos.
Aviso.
n. 12, ha para vender urna porc^lo de gros-
denaples de cores para vestidos a 19 o co-
vado, dinheiro a vista.
AGIi BRiNCA,
novo ecompleto sortimeo*
to de lueias para ho-
mens, mulheres, meni-
nos e meninas de 2 a 12
a n nos.
Vende-se muito boas metas cruas sem
costura para homem a 1,800 a duzia e 160
rs. o par, ditas inglezas muilo finas a 2,500
e 3,500 a duzia, ditas muito encorpadas de
fij dobrado a 4,500 a duzia e 400 rs o par.
ditas tambem de fio dobrado para senhoras
a 3,600 a duzia e 320 rs. o par, ditas finas
a 400, 500 e 600 rs. o par, dits para meni-
nos e meninas conforme os differentes ta-
manhos asseverando-se serem mais baratas
doqueem outra qualquer parte, raeias de
13a muilo finas para homem a 500 rs. o par, I @ Avisa-se as carinhosas mis de"fa-
ditas finissimas do lio da Escocia a 600 e 800 i @ miliasquenaloja de Nabuco & C. S
rs. o par, ditBs de laia para padres a 1,600 o tA ,la ru" Nova a> vendem-se ricos *
B vestidos de seda para meninos de 2 f-
Ko ar- aiem do Adamson Howie 4 C, ra
lo Trapiche n. 42, vendem-sc sellins para
homem e senhora, arreios prniados para
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavallo. ele.
-- Vende se effectivamente laralo de Lis-
boa, ras Cinco Ponas n 3, por menos do
que em ouira qualquer parle.
na det Cadeia o Recite
n. 48.
t O Leite di lrmu> eslo torrando.
Toalhas para mesa urna 49.
AlgodSo monstro com 8 palmos de largura,
vara 560.
I B'nmante de linho com 4 ditos de dita, vara
700 rs.
! Meias pretas de laia para nadre por 19
' Ricos chapeos de sol de seda para senhora.
Tapetes para sala um 15800.
i Palets 1e alpaca um 2950o e muito bons a 69.
! Tapetes para entrada de sala um 4.
Lencos de linho duzia 25S0O, 39200 a 48500.
, Cortes de colletes de cachemira um 18.
j Meias finas para senhora, duzia 39800.
I Espartilhos para senhora um 49, 69 e 89.
Xezni?.2/8b0r0aOCOS Cm In<,aS cercadur"'du- l
Cobertores de algodSo com pello a 19280.
Alem das fazendas cima mencionadas ba
um completo sortimento de boas fazendas,
que se vende por barato preco e de tudo se
dar amostras.
armazem n. 5o.
@ Vende-se chapeos de castor preto, lj
/ ditos branco raspado, ditos de seda, A.
2 ditos de feliro copa alta e baixa.di- %
|g tos do Chill para homem etc., cha- ?
S5? peosde feltro para meninos, ditos @
js do Chili, bonets de palha, ditos de rt
.. panno prolo e de cores, chapeos e "j?
i.' lindjya para meninos etc.: na loja
ti> de Nabuco \ C. na ra Nova n 2. ^
Vende-se um mulato de 16 annos de
1 i.-i'ie. sem vicio nem achaque slgum, es-
colente pagem, e proprio para tedo o ser-
vico por ser muito intelligente -. para ver e
tratar, na ra da Cruz do Recifa n. 46, pri-
meiro andar.
Vende-se urna morada de casa larrea no
becco do Marisco n. 12, chao pioprio : a tratar
na ra de Hortas n. 92. -*.
Vendem-se 18 escravos de 15 a 30 an-T
nos de idade. bonius figuras, sendo 4 de
ollicios, serrador, coiinheiro, carreiro e sa-
pateiro: quem os pretender, dirija-se a pra-
Ca da Boa-Vista, botica n. 22, que achara
com quem tratar.
Venae-se um pianno de forma moder-
bem acreditado
fabricante Collars Collard, por preco com-
moilo no aterro da Boa-Vista n. 31.
Vende-sa superior linha da algodSo
brancas e de cores, em novello, para cos -
> : em casa de Southall, Mellor 4 C, ra
t Torres n. 38:
par, ditas de seda mu finas pretas e bran-
cas para senhoras a 39. 45 e 59 o par, ditas
mui finas para meninas a 2.500 o par, assim
como muitas outras miudezas e objectos (de
gosto que eslSo patentes na loja da aguia
branca nos quatro cantos da ra do Quei-
mado n. 16.
Agencia
g'Otli
Che
foja de fazendas ..o p rio
arco de Santo Anl onio,
um rico sortimento degrosdeua le de todos
1 cores, que se veude pelo di 1 inuto preco
o< 15000 o covado, rssiiii co i o litas s mais
ricas que se tem visto no mercado, e que se
vende por barato preco.
A 59000 rs
Ricas toalhas de panno de linho com la-
bynntho, pelo prego de 5/ : no deposito da
rna de S. Francisco n. 6.
BONECAS DE CHORAR,
Venlcm-so nonecas de chorar, muito bem
feitas, o bem acn licieoadas, de 5 a 18 pol-
as dbcompriniciito a 89 a duzia; no
palco do Carmo 11 !.
ranlido a qualidade a 50 e 1 reis'o frasco,"sa-1
bonetes a 19 a dusia, canudos de pomada muilissi- '
mo lina a 10U 160 reis, ditos muitos grandes a
600 reis, oleo de baboza verdadeiracom uiuito bons
aromas, em frascos grandes e bonitos a 1, ex-
cencia de rosa em frasquinhos peqnenos a -00 reis,
opiata muilo Cna para os denles, em tubos gran-
des de metal a 800 e id reis, pos para denles, ba-
lda iiiuilissimofina em vasos riquissimos edediver-
sos gostos, extratos finissimos em vidros brancos e
de cores, de cristal e de bonitos u diversos gostos,
e ouiras muilas diversidades de perfumaras qu
quem as vir nao deixar de comprar na ra do
Queimado na bem conhecida loja de miudezas da
boa fama n. 33.
Aigod&o monstro e atoa-
Ihad
Vende-se algodo monstro, cora 8 palmos de
largura, muilo proprio para toalhas e lencoes por
dispensar a costura, a 000 reis a vara, assim como
atoalhado adamascado u lOoO a vara : na ra
do Queimado n. 22, na luja da ba f.
-- Vende-se om escrava recolhida, mo-
ga, muito bonita e robusta, com um cria de
6 metes, lem as debilidades precisas para
una cas de familia, engomla com perfei-
gao, cose, corta e faz urna camisa de ho-
inu-.j. corta e faz ura vestirlo de senhora, faz
laDyrinlbo, sabe vestir e pontiar una se-
1 ; 11a ra larga do Rosario 11. 22
Qum quixer ter vestidos
de su lie a roveit.ua
occasiao.
Veadem-se grosdenaplas de seda de coros. om
no loque de rulo, a 800 res o colado, ditos
sem nenhum detfeito, a 1300 o covado, uprovei-
lem a uecliincba : na ra do OuoioiaJo 11. ^2 na
loja da boa f.
Macaas a'lO^OOO
.No deposito do gelo no caes d'Apollo resta
por vender urna pequen* qu*utidade de
barriquinbas com mo3sa pelo diminuto
pn CO de IO5, pois u9o pode haver ousa
melhor para se mimosoar, pois estao ma-
duras e cheirosas que az gosto, a ellas an-
tes que se scebem.
>W,
ru& da Senzala Mova
ti. VI.
asteestnbeleclmentocontlne'aahaver
um completo sortimento de moendase
meias moendasparaengenno.machiiiasde
vapore taixasde ferro batido coado d
lodosostamanhosoara dito.
PERFUMARAS INGLEZAS.
V endem-se saboneles inglezes muilo linos e gran-
des a 19200 a duzia boioes de porcelana com
Imnha de ureo e oulras qualidades muitissimo hnas
a Hi) reis, agoa de Colonia a lj) o frasco, dita
de l.avander a 800 reis, vinagre aromtico pro-
prio para dores de cabeca a 800 reis, diversas qua-
lidades de extractos muilissimo bons o baratos, sa-
bio de crerae de amendoas com caixa a 15200,
opiata em caixos grandes de porcelana a 800 re-
is, e oulras muitissimas qualidades de perfumaras
todas das melhores qualidades que se pode encon-
trar, na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Enfeites e chai vs
... /
ena>m-se ricos e modernos enfeites de
froco, llrese lilas para cabeca de senhora,
assim como chaly do cores com bonitos de-
senhos pra vestido, por pregos commodos:
na loja do Cunba e Silva, ra da Cadeia do
Recite n. 50, esquina.
Aviso aos senhores de engenho.
Cal nova de Lisboa, em barricas e em an-
coras. niuiUi propria para conduccSo de
agurdenle ou mel : na ra da Cadeia, dc-
Ironln da ReUcao n. 28.
Vende-se sr ecos de alquoirescom fari-
nha de mandioca muilo boa, a preco de lt/ :
no caes do Itamos.armazem d esquina 11. I
Vendem-se tahinliasdo i libras de pastas,
proprias para lgiim mimo, por serem ornadas
rom magnilicas estampas : na ra do llangel
n. 7.
\ ende-sc urna escrava moca, o de bonia li-
sura : a tratar na travessa da Madre de Dos
11. 12.
Vende-se um sobrado de tros andares,
na ra do Cordoniz n. 8 : quem o pretender,
diriia-se rna do Queimado n. 41.
O
a 8 anuos a Lucrecia Borgia. a i-n- @
Ijy peratriz dos Francezes, a rainha Vic-
^ loria, princeza Joinville, a impo-
fa ratriz do Brasil, a Travista etc., e
^ vestuarios de seda e de casemira pa-
ra meninos da mes na idade, a Puri-
i5 taos, a Torquato Tasso, Itigolet-
g to, a russiano, a pacha do Kgypto, a
i g. Trova lor, a polaco, a zouaves-cor-
W po de guerreiros francezes, a prin-
; '.t cipe Alberto : jaqus de velludo a
i@ hespanhola ou barbeiro de Sevilha,
|g ele, tudo por sreco commodo; e 2
i jjf um lindo sortiaiento de chapeos de ^
..._. ^ seJ* e de palha eufeitados para me- &
x* loja n. 50 da ra da Cadeia do Kecife, S? nios e meninas. gt
esquina defronte da roa da Madre de Dos, @ & SS&,'S -'> O S$ ^'^^i'if9iS>(Vi
vendem-se fazendas por pregos baratos, I ^ .^-f 'V' ^ A ,'-?@?i2
eslaodo-se acabando os cortes de cassa chita i AO s^c'lte X i rill.tu, (|||Ot,'S-
i1i> rnran \\x*< enm c 4 ,.. .....^ ,.,.1.. .1.^:___. I '
Fazendas
baratas.
mtet>&&fnnti #,
Relogios
Vendem-se relogios de ouro, inglezes de
patente : no armazem de Augusto C. da A-
breo, ra da Cadeia do Recife n. 36.
flgodao da B -
hia.
Na rna da Cadeia ao Recife, loja n. 50. .
esquina defronte da ra da Madre de Dos,! toridades policiaes e capites ele ermno a
Doeogenho Jundi, sito na freguezia
da Escada, fugio na noite do dia 27 para
amanhecero dia 28 do prximo passado mez
de novembro, um molecote ciloulo de nome
Kelix, que representa ter de 20 a 22 annos,
bonita figura, cara lisa e sem barba alguma,
cabello ralo, denles limados, estatura regu-
lar, quando falla parece querer rit-se, tem
m*rcas de relho as nadegas, he bastante
dissimulado e bem fallante roga-se asau-
&
ha para vender pee a peca o bem conbeci-
do e acreditado algodo da Bahia, o mais
proprio para conducSo deassucar dos enge-
nbos para esta cidade, e para roupa de es-
cravos, assim como um outro a imitasSo, e
mais barato preco.
de cores iixas com 6 1|2 varas pelo diminuto
preco de 15600, cassas de cores tambem li
xas de diversos padroes a 320, 400, 440 e 59
a peca, pecas de cambraia lisa para vestido a
29600, 29800, 39 e 35200. chitas de diversas
quali Jades e cores lisas a 160 e 200 rs. o co-
tao torrando-
Rna da Cadeia do Recife n. 18.
Chita franceza cores lixas. o covado 220,240,
260 e 280.
Musselina toda eocarnada, covado 220.
vado, ditas largas francezas a 260, 280, 300 e Meias de cores para meninos, duzia ->s.
.'20 O COVado. mil<)>liftafi ltranr>qu r. .1,. ,.,...,. V ,... ......!____- ____ ....... .
sua captura ; e quem o pegar leve ao Recife,
em casa de Joaquim de Almeidt e Silva, tra-
vessa do Queimado. ou becco do Peixe Frito
n. i, ou ao sobreiito engenho J ndi ao seu
senhor o l)r. Jos Candido Di.s, quo em
qaalquer das partes ser generosamente re-
compensado.
Continua a estar fgido desde0dia 6
de agosto do correte anno o escravo Anto-
nio Cacange, de idade de 36 annos. pouco
,., ,fn/lro mais ou menoSl ,llur regular, cOeio do
lauBBiiuus, jiiiiiciiiua, corpo, rosto redondo, pouca barba no quei-
proprios para cobrir mesas, bancas, commo- xo, cor preta, cangueiro no anJr, muilo
das, lanos, ele delSa29 o covado, con- i calado, tem aigomas marcas de elho ; foi
lorme a largura : na praca da Independen-I escravo dos herdeiros do iioa ca ns. 24, 26. 28 e 30, chapelaria de Joaquim i Congalves da Cunha, senhor do -ngenho Co-
deUliveira Maia. queiros, ho muito contiendo Pr o sul on-
Aviso
Oleados
importante
Ven le-se um carro americano muito forte,
de se julga estar acoutado, ps teodo felto
varias fgidas, tem sido se-'Pre preso para
quelle lado : quem o ca*urart conduza-o
:>0 o covado, musselinas brancas e de cores
a 320 o covado, chitas para coberta bos a
180, 220 e 260 o covado, gollinhas de cam-
braia linas bordadas e adamascadas a 19600
e 39200, manguitos de cambraia bordados a
35600, cassa para babadoa 240 a vara e 1*800
a peca com 8 1|2 varas, grvalas de seda de
quadrinhos a 640. novo sortimento de gan-
gps finas francezas le cores para calca e pa-
lelot a 25400, brim trancado pardo de puro
linho a 800 rs. a vara ou 25 o corte de calca,
brim b'anco trancado bom a 15200 e 15400 a
vara, cortes de casemira escora a 49 e 49500.
e oulras muitas fazendas que se vendem por
baralissimos mecos, e d3o-se amostras.
- ognac.
Cognac superior em caixas de I duzia,
vende-se om casa de llenry Brunn d C. ra
da Cruz n. 10.
elogios.
Vende-so em casa Je Saundors Brothers
C, praga do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell. por precos eommo- i
dos e tambem traucellins e cadeas para os
mesmos de excellente oslo.
Vende-se qnartolas de costado de ama-
rello, que servil am do deposito de azeite, e
quolovam de 300'a 400 caadas : no caes do
liamos, airaa/em da esquina 11. 1.
Saias para senhora urna 19600 e bordadas -
3;000.
Cortas de barege com 17 covados a 9 e 68.
Hitos de dilo com 20 ditos a 85.
Ditos de chaly com 16 ditos a 51500.
Chales de toquim a 69 e 189.
Ditos de dito p/elos a 29.
Ditos de merino lisos a 45800.
Ditos de lulo borla los a 69S00.
MaoapolSo a 25800, 39200, 39600, 358OO. 15,
15200,49800, 5/200 e muito liuo a 69 a peca
de 20 varas.
Chitas escuras e claras de lindos padroes a
'200 reis o covado.
Cambraia lisa lina peca de 8 o meia varas a
35800.
Ditas de salpicos pega do 8 e meia varas a
3-5800.
Ricas gollinhas bordadas nina 3550.
Entremeios < tiras bordajas
Chales de cambraia do ultimo gosto um 9
De tudo da-se amostras com Deuhor.
cortes de Iw
pintado e forrado de novo e com gosto, pode ao engenho Cu'sahy da c-marca dePao d'A-
Iho, ou no Kecife na ru'"a Guia 64, que
sera generosamente rpmcensado.
-- Em das do me-^6 novembro prximo
passado fugio do -genio Cursahy da co-
I andar com um ou dous cavjllos, be proprio
jpara algumSr. negociante que more em si-
tio, e que teoba devirao Recife todos os
dias : a fallar no aterro da Boa-Vista, loja
de miudezas n. 58, o carro he de construc- marca de Pao d'Alu escravo Marcelioo.de
gao igual ao do Sr. M. Congalves da Silva.
Re
i>glOS.
Vende-se um lindo sortimento de relogios
de ouro o praia dourados, para todos os pre-
cos. para homem e senhora : na ra dajCruz
do Recite n.50. primeiro andar.
Cabriolet e ca-
vallo.
Vende-se um excellente cabriolet inglez
1 com coberta, arreios, ele feilo de encorr
menda, e com pouco uso; e um ptimo '* Si
vallo para o mesmo, que serve tambem r* 7]
montana, pois esta acoslumado a amHJ'8 $K
servicos: os pretendemos diniam-sel br*;i|

'
ar

cobertos desenhertos, pequeos m gran-
des, de ouro patente ingle/, para hornea,
o senhora, do ura dos melhores fabricantes
ie Liverpool, vindos pelo ulti.no paquete
nglez : cm casa de Southall Mellor ov .;
ra .jo Torres 11. 38.
Vende-se palha de carnauba a 320 rs o
cento ; na ra do Vigario n. 22, primeiro
tndar,
A 4#000
Ainda re->tm alguns cortes de 13a milito
nna para vestido coro 16 covados cada corle
a 45, prego iMtial ao de 11 m corte de chita ;
elles, antes quo se acaben] : na ra do
Queimado n. 22. na loja da Boa le.
V aniso Bordeaux.
I.m casa de llenry Brunn & C. ra da
Cruz n. 10, ven le-se vinho Ror leaux de dif-
ferentes qualidades como Lafalles Ch. Leo-
vilie, S. Julien cm caixas de 1 duzia por ba-
rato oreco.
-- .No deposito do ra do Trapiche, arma-
zem n. 9. tem para vender potassa da ltus-
.-ia superior, dita do Rio de Janeiro superior,
cal virgem de Lisboa, o panno de algodSo
da Babia, ludo por menos do que em outra
qusIqu'.T parto.
cor prela, pouca 'roa. rosto comprldo, o
moleirSo ; levo um canastrinha com sua
roupa, julga-s-*cnarse "esta praga por ter
vindo de ouf provincia e nao ter pratica
de outros cr',noos:. quem o capturar, con-
duza-o ao JRenho cima dito, ou no Reci-
fe na ra a ,jUla n- 6*t que ser generosa-
mente 5 omrensado.


Escravo fu
i
Rido.
II. Vvyatt, ra do Trapir'
Eluardo
n. 18
o ,
aloja
f n. 2 ven
2 ditos de
@ Em* para cachimbo.
Sil?
No da do corrente pela volta ..
meiodia desappareceu o escravo Jo- >f?
se, cnoulo, que poder ter 17 pra
18 anuos de idade, be cozin leiro,
lem a testa estreita com falta (,e um S
ou dous denles na frente e falla co
18 <> .-, ... ,no sert"PJo ; he alto e delgado e "
^@-Sj@@v:?-:v'*"'*' " I AVISO A!>S H'JUMT ,. ailespolic.iaese capitSes da campo jj>
' a deftabucoeiC n^8,^078 5 o obsequio de oaprebenler o levar *
nJem-so sigarros 'l\ Fo*' S r '"" ''" (ilori' n- 3. ss do FundSo Jfe
e papel pardo, e l'i0 d* ver" ^ ". "''es'- a seu senhor o l)r. Pedro *{
. t .... .
>S
! de Aitahyde I.-ibo Moscoso,
Carro nc' .
Vende-se um ezceller carro 'nlcz' "-
vo, para 1 e 2 cavallos '* rua de 6anl A"
maro iMuodo Novo) n
Un ffrandes
--------, que re- BS
^,. compensara convenientemente.
fugio no da
ispel
8 do corrente, ce tarde,
um negro cnoulo, de idade de 22 a 2i an-
nos, baiso, sem barba, cor fula, 1,-vou
tido caiga e camisa de riscado, cha
Vendem-se ean." "1 para parede, ^^^.^^T^t'T
com bellas moldu.Je',va.r,sada.s ?"- ber delle, o levo a rulTreit. '
ser bom recompensado.
j envernisadas
das Vvidros'muOS e cl8ros,a V : na
loja da aeuia br*6* "M lU8,r' C8,,tl,s ns
rua do Queim^ ""'
tes-
peo do
n. 69, que
PEiiN TjTP. pe y. f. DE FARM:- l*i
11 irri\/iri


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