Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07157


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Full Text
m* XXXIV N. 282.
ror 5 mczet adiantados 4$000.
Por 3 mczes vencidos 5000.
(UNTA FEIKA 0 DE UEZOBR0 E .838.

Por anno adiantado 15J00.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
f inhib, Ir. lu lodolpho Bomel ; Kiu!, i.'tnhoi An-
nio Htiquli di lilvi ; Ancaij, e ?. A. d Ltmu Braga;
tute, Si. J. JoiS di Oliveira ; Marinhao, o ti. Jot. Tiixiin
ai Melle ; Fiauhj, Ir. Joil Joiquim .vallino ; Pili. Si.
J unios I. limos ; Amiionai, Ir. J.teajme da Cuna.
PARTIDA DOSCOBREIOS.
Olinda lodot ol da, 9 e meii hora do da.
'Suars5u', tiiianna t> l'.irnhibn na segunda* e tai-f'-iraf.
5. AdIAo, Bei^rroa, BonilO, Cariara', Altinho eGaranhon* : na torfia-frira
Pao d'Alho, Naureth, Limoeir*, Braja, Pm |uri-a. Iru-m-i-j. ttote*. VU
U-Iti'M*, Boa-Visca Ourixurv e Eiu', na* qDariaa-fairaa.
Ca" SonoMaaj, llio Fomuio, Una, Barreiroa, Agual'raiaPinieniciras
r >ii : quintas-fuiras.
{Ti'*!.. oaOrfMoaj parlen aa 10 horas da aanhla.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal leiacao .' ercat faitai a sabbadoa.
Fai.Ddi : quariai a labbadoa ai 10 horai;
Juii doeommarcia : quinta, a aaala da.
Dito da arphm terco si sexUI ai 10 hora.
Primeira tara da civil i tercas a ttxiai aa mal* dia.
**f undi raa da livil : quirui a labbadoi aa mala dia.
EPUEMERIUES 1)0 MI-./ DE DE/EMBRO.
5 La nova ai 7 borai a fio minuloi da manhaa.
13 Quarlo cramnia a i bora a 0 minuiui da larda.
10 La enca ai 10 horai e 47 mibuioi da manhaa.
7 (Juan* minguanla al 3 horai a 19 miouloi da manhaa.
PREAMAK DE HOJE.
Primeira as 7 horaa e 42 minuto! da manhaa.
Segunda n 8borne6 minuto! da Urda.
DAS DA SEMANA.
0 Segunda. S. Nicolao b.; S. Leonoia m,; S. Dativa rn.
7 Terca. S. Anibro/io are. dr. da greja ; S. Agalao soldado.
S Quarla. S, ?!< A Conceicao de N. 8. padroeia do imperio.
9 Quinta. S. Leocadia v. m.; S. Resumi b.; S. Ropiniano ra.
10 Serta. Jrjum) S. Melquiadei p.; S. Eulalia v. ra-
il S.ibbado. S. (Jejum) S. Damaio p.; Ss. Trazon e Fosciano mm
12 Domingo. 3.' do advento S. Sereno Icllor ni.; S. Justina.
ENCARREADOS DA SUBSCRIPCA'O DO SUL.
Alagoai, Si. Claudino Faleio Dlai; Babia, a Ir. D. Duprai
Ra da J a nei re, o Sr. Joeo Partir Marima.
E9f PERNAMBUCO.
O Proprlaiarla da DIARIO Manoal raiueir.. da *irl, aa na
linaria, praca da Indapandaneia ni. I a 8.
f.
INISTEKIO DOS NEGOCIOS ESTRANGEIROS
Dtwm u. unai a ae moro \m.
omulrs o 1 rilado da Co.nmirsio a Navigac.ao en- que ol proJuclo, -, fa
Ira o Imperio do Brasil o a Repblica Otienlal do colnrnel0 poMWH ere
ruua\, le 4 de setiuibro de 1857.
>n.lo-aa oncluido e astignado nasla corle ioi 1
materia de neg cario ulterior quando le tratar do i pelo nosso miDiilro a secretario da eslado abaixo
tratado definitivo. | asiignado.
Arl II. liotrelaolo, o governo de S. M. o lmpe- i Dado no palacio do Rio da Janeiro aoi 22 das do
rador do Brasil ie oil'erece espontneamente a dar I mez de atembro do auno do Nascimenlo da Nono
todas aa fciltdadei poasivei. ao euiumereio qoe se Seuhor Jess Cnritlo de 1838.;L. S.) Pedro. Iiu-
i../. pela I.ig., -Mirim a pelo Jagoarao, permillindo j perador. ( com guarda ). Vtscuuda da Marao-
zem o cbjecto do inetmo
pusum ser embarcados directamente nas
cniliarr.ire- que os devem condozir par aquellas
aguas, seiu eslarem sojeitos por medidas fiscaes a
lo mez i, enmrese navesatao enl.e o im,.ano e a re- doctamente para seus deinoe.
Iica Onroll do L.ogo.y e aclunJo-se asle le- Ar(< |5 A< COI1,ranlei reco.
^loaraenterai.ncado e trosada. s rnrieC5.s, nriecem ein priaeipto I conveniencia da facilitar a
r' ?V ..iaml,r0 a m Uel P.r bem qua o co.nmumcaau e o transporta das p.ssoas a oosas
?.' ti "^b"r,ad0 e '^P'^o inletramala eolre Ub rtou, ,,teSi ,,J ,,,_, ; lnlior 9tguran.
'" \ j.^1"* .< 15a posuvel. E reiervando a eslipulacao dot ineios
,,.conde de'4rjngoapf do K6a consell.^mi- lic, nK.Iio, para prencl.er e.se fim, eom a
?n* i.,.hae i' \* n,R0C",,es,,,"l,;l-:mai,realensAueellK-aeia possiv.l, para o tratado
ros,imcle..n.ntendtdo o aspira para esse. fim jdiniUvo, convm desda ja na abolido de lodo e
"" ^.I.,.r i....l~ ..I... ......W..I. pj,,, |r,n_
guape.
Prntocollo da primeira c -tifereri.-i < para a ravisio do
Tratado de Ccnimarcio e Navegado di 12 de ou-
lubro de 1851.
N. 1.
Aoi 7 di.s do me de julho de 1857, nista aidade
do ilio de Janeiro, reuutram-se para dar prinripio
i n> r i' u a qualquer nnpolo sobre o panaporle
r*0H^ndDan"* ."" r rte lo palas Ironleiras l.rre.lres.
ni i? W",' do impar.o.-Com a ro-. Arl< |(ii 0onvbm ou,rolim ,1S ,
185
>"<: S. M. o Imtador.V
up
No IrjnperaloT luo da,(lltl, .U., ta01 ,aber a ,0(Jol qat a
P-esot c.rla de eoni.,^ :ippr0vaca> rallfi-
eago a, que aos 4 a ,,, a, miembro do
18< sfoncluio e assig, ,,, ,ortt rta Kl0 d,
Janeironir. o imperio, rcpublica orienlal do
Lrusoa pelos respeelt p|aUi|.olenceri .icliavaniiunilos do Relentes pleno, podara,
nm trata, de commeren naves.ICJo do ihcor e
forma seiinle :
Em no, da Sanliima lnd,,vf| Triadl e.
Sua Ma-slad. o lmpsi. ,i Bra-il a o pro.i-
dtnle da iutilic.1 oriental {[rul,u,Vi reconhe-
..... ,w, v... .. i.Mwa...... Has parles contra-
sconde de laran- |anie( em v _ ai aulori ladas e I,,rrai da fronleira procidam de
commum aceordo na persecuic.ao dos deliuquenles
oonlra ai psso a proprieladts.
Arl. 17. Kerunli.'O'.Miil<- a convenieucia de fa-
cilitar a exerurio do arl. I'J do tratado de 12 de
oulubro de 1851, relativo ao recife do Sallo Oran-
t da do Uruguay, as duas alias parlas contraanle*
couvern desdi ja em addlciouar au dito artigo o se-
i guinta :
S 1. No ca*o em qoe sejam reconliecilos da im-
P".*ive!. ou de moi dlipandloll eecur;ao, os meios
indicados naquelle irt. I'J para deitroir oo cvil ,r
aquelle Salto, ser.lo hih meios substituidos por om
ciunnlio icrienre que ligua entre si, da maneira
na.!'"I. .le ',e "* r"^cU"0' m*m Po-I'el, .,,p,n naveg.ve.s do n, sepa-
? ao i m! ob n'Ha ..' 5U," froa '" rada, por aquelle recife.
imhs o. i,iB?,0! ., .bre;0"1"- ",rav,s roei muilo ep.c.ae, M quae^" eim Jlen- """"' 0a ^,,,.""l" 1ue !e P">P f->- <=""
didas e r.guidas por eslipolailamb.ln inoilo .
pWBSM, que pa.so qua favoi,, 0, j|,re e. .
eonomiCiis e i ro*perida1t ni -
li.ueiu bonev
compreliend
qua ae encon
-lepublica Orienlal do Lrugua
vem em dar as maiores facilidadia a' navesar?o a
vapor enlr. os porlos do Brasil a o* da repblica, e
; a navegabas a vapor de transito entre os porlos do
i imperio por malo do rio da Prala e do Paran'.
Arl. I'J. Estas faoilidadei ssro estipuladas p.r-
{inanenla e minuciosamente no tratado definitivo ;
; entretanto a republira anegara linhas de vapore
punoi- brasil.iros 11 lai as franquezas ou favores qua le-
Os plenipotenciarios negociadoras do tratado
unitivo -er.Vi encarreg^dos de ajaslar ai bases e
i yrospeiiaant ii A .. dnut n.,7,,-------"- "-- -.....-r.-~ -. -,-.... -------.
...l.in.Dl. .cus bis 7 e ,|". ojitoes eipilaoi, rn.dll.l. .. qoa.i devera" a ese-
nrpraticamenta a ,,,' depen lee" 5? "Ilerecida a coucurreucia pu-
^Tl^lHT l'."n:s,'r re-| At. 18. A Repblica Oriental do Lruguav con-
1* O favor ou a concisa.) raal qoe se fni a' re- crilicio, na palpavel conveni.ncia de ola prejudicar i O Eslado Oriintal poda prohibir abiolutaroeme a ,
publica coasisla na isen^lo dos diriitos qoe pagsm a combina^ao benvola dos iul.nssis econmicos ixporiir 11 d : gado om pe para o Rio (jranle.
a< carnes e os demais prodoctoi do gado de proce- polilicoi doi dona paizei. Poda prohibir tambera absolutamente a exportarlo
dencia eslrangeira. S.in tocar n.isa qoesto, posso, comludo, fazar | dos productos Jo gado pela fronleira terrestre.
A falla de urna eitalisliea regularmente organisa- notar qn. as iseu^oes de que hoje gozam no larri-! Nullifi*a4o, oa vencido o artigo 4* do tratado da
da nao noi permille eslabelecer o valor dessa isen- lorio ortinlal os criadores brasileiros *Ai da maier 1851, do Brasil nao pode deitar de respeitar estas
(3o sena por ineios aproiimalivos ou indirectos. importancia. prohibic/jes, emanadas de um podar indapendanle, (
Nossos pioJuclos cunsistain agora, e provavel- Como ja ficou diln, o Rio Grande nao tem manda- e do ezarcicio legitimo dos altos direitoi da lobera-
mente consistir durante o limitado periodo do ajus- do para e eoii>umo de carne secca no Brasil senio uia territorial.
le do qual nos occupsmoi, lmeme em (llgoui dos uns 52 por cenlo incluida a rame orienlal, qne asii- Se o E*lado Oriental quizesie conservar o mono- ,
productos du g.do, porqoe, p >r exemplo, os couros. mil i, ou pela introducto do gado em pe ou pela in*! polio da miteria prima creada no' seu territorio, es-
os cintres, ele, nao encontrara mercado no Hra-il trodocr-Ao da inesma carne lieneli-i.i li uo territorio j tari) em aaa perfeilo direito.
t*alvo se este augmentar a iu ludustna do corlume, orienlal frouteiro. E aproveilando-sa da abundancia de plantas propriai A carne ocientil asiimila la por sin meioi i.ee- se chagar a urna omhiua^ao econmica, igualmente
que posue para o preparo dos couros), e o alrazo da 'le. sem davida, a' lu.tade da enviada pelo Rio.'-agradaval, nao l.m silo bem apreciado.
He preciso, he conveniente para lodoi que leja
uas conferencio! os plenipotenciarios Horneados
por parla da S. 11. o Imperador do Brasil, e pela nossa industria, a falla de hrar-n e de capitaei inha- 'ira.ii. ; de maneira que eua provincia nao produz j
do prasidaule da Repblica Oriental do Uruguay, \ bilila-noi para aproviitar lodoi os producios aui- com ell'eilo 25 por ceulo da carne que reclama o
para a revisao do trola lo de coniinercio e navegarao tuaes. mereado do imperio.
12 de oulubro de 1851, a saber :
O Sr. vucoude da Uruguay por parle de S. 11. o
liiparadnr do Braii!.
O Sr. D. Andrs Limas por partido praiidoule da
Repblica Orienlal do Uruguay.
Os quaes passaram a coinmunicnr-ie os seos ple-
nos poderes, cujo Iheor he o seguiule :
(Seguem os plenos podares.)
Tornando o Sr. viieoude do Uruguay a palavn,
disse. que Inven.lo o goveroo imperial/segundo fu-
ra eumronincado legado oriental por no|l de 27
de nbril prximo pa*sad >, aceita lo para a negocia-
Importamos mas-a* de leile, manleiga, qaeijos, e Para poder ler urna proiucr;ao importante, para
amia mesmo gor lurai animaei. poder inanter um direito sobre a carne eslrangeira,
Iniciamos o f .[irire de velas estearinas, norm isia que diminu o Ueilo da concurrencia, o criadores
fabrico d.sapp.ireceu, o meiina Rio de Janeiro nos rio-grauleii.e reeorrem ao territorio oriintal c re-
manda eisa especie di velas. correm por inexoravel necessidade.
O que ha de real, porlanto, nos producios ani- Nao me he preciso deiuoixtnr que se os Rio Grin-
niaes, que exportamos podemos exportar para o denses livessem na sua provincia ierras equivalentes moradas, seia for celebrado umarranjo qQi
Brasil, sao ai carne*, algiim sebo e alguma graxa. U que oceupam no tem jno oriental, nao existira possivel a sua eonservacao.
mai* seta' insiguilicanle. all urna m estancia brasileira. \ A' pirda dessai vinlagem cumpre acreieentnr as ;
Pelo que respeita a' carne, que he o artigo impor- As guerras de que tem sido Iheatro o E-lado O- : voltas e trauslornos que teriam de soflrer a colloca-
lano capital, sabemos, pela esUtistica das alfan- rienlal tem arrumado os eslabeleciinentos dos lira- ;ito e a combinarlo dos inlercsses, nao s dos cria-;
degai brasileiras, qoe no coicumo da carne secca aileiros, bem como os oulroi eslabelecimenlo* indus- dores a xarqieadores, como tambera do commercio
apreciado e rec.iiiheci lo por lodos qoe a lobirania '
territorial da repblica tem os mesmoi direitos, exae-
limente os mismos diriitos qui a sobirania lerri- :
tonal brasilaira.
Chegado, 'poiv, o termo das isenges de que actual-
menle gozam os criadores rio grauleuses, como ha
de chegar em breve, terso elle* infallivelmenle de
perdac mais, mnilo inais do qua as vanlagins enu- .
iTlie ;
r i.i que la abnr-*e as baies offerecilas por parla da j le,lu l"l imperio nos ult inoi auno*, as carnes orien- Iriaes do paz ; porm, era es-a ruina, nuil vea- do Rio Grande, ao qual assim viril a fallar o cura-
Repblica, rumpria-lhe a elle plenipotenciario bra- ',
uleiro, puiuciro que tudo, manifeslar cora a indis-
peusavel iodivldoifl* o peiisameulo do meimo go-
vemo imperial sobre cadi urna das referida* bliet,
e o* termos em que potara acula-las defintiva-
inenle.
cir;i5e, e alera disso
iiienle, Iio pareca
(oes erueis, iiem o* riscos peisoaes, team all',slado mercio frouteiro, e urna parle d.s seo* habltuaes
\ productos de exportarn.
l'orm as consequencias aiiidi seriam maii ex-
leii'as.
Keduzido o Rio Gran le a rapacidade dassuasle-
rai, nao uia fondada a supposij.lo de que podiria
exceder o liinile em que sempre se ruerna a sua
cstavam redigilas englobada- 'ada no Brasil {ol em 1833 1854-----139,941 a'rro- adqi.rem novas ; e he tal o empiuho que nisso mi- i producto da gsdo.
elle, viconde de Uruguay,! bas, eiu 1851 a 1855 280.(ill arrabal. nileslaro, qu. nao admira qua nimos prevenidos, Si a*.-e limite pulesse ser excedido, le-loliia sido
ae* rntiaran. uas propor^ei segoinlis :
Era I85il a 1854 o consum da. carne secca oo de*ie lerrilorio a criarAo de gidos brasileiros.
Brasil fui de 1,91)4,127 arrobas, e a rama oriental Era lulas as interiniltencias que leem .presentado
eulrou nesa sorama na raz3o da 23 0|U. as guerras nacionaes uu civis, o criadores brasilei-
i'.in 1854 a 1855 o consumo foi de I .lilis 350 ar- n>s se lem vinln eslabeleser com seus goloi uoi pas-
robas, e a carne oriental smenle chegou a 15 UiO. i ll's orienlae*.
Ueilei dad a rciulti qun a carne oriental mipor-i l.onga de vender as Ierras que tinham, cada dia !
ciprocos, em aerara na revisto "31,j,, ,|. cora-
mercio uavegnao de 12 de oul, ie |8j|f lla
conveuiencia ce um eniaio que P'fecer os da-
dos e ioformaroei para nelles as-1(. n(|1 ir l, lo
definitivo que rraga progresiivam,a ,|,olicioilos
direitos liscies a prolectores sobre i-m|urto* mtu-
laes eagrcola* doi doas paizes, a rm a :jvre )r(l
ea, coja ulilidade reoiproca reeoiiiig ein
pie.
que o melhor Bielhode para beiu innufestar o pea- | E>la imp uta.;,o no Brasil nao se venficou ornen- "" pelss tradirr,6n ou pelas preoccupajon popula-
saineutj do seu governo e encamuibar a dis-us*Ao ; le por mar ; una boa parte densas carnes foi iulro- rcs, lenham visto com prevenro esse empeulio que
seria o de aprcaeutar a materia de ca la una das ba- ] duda pela fronleira terrestre du Rio-Grande. alus sa explica do modo o inais natural, logo qua so
sr* em forma de artigo* de Tratado, o qoe, ao paso i Segundo os da los, larabim olliciacs do imperio, a huica a sua origem com animo tranquillo e despre-
que permilliria dividi-lai e lablividilasconvenien-1 carne oriental imprtala pela frouleira do Rio Gran-' venido.
teniente, Iraria a vautagem de evitar om liabaino | de fol a_m 1853 a 1854212,5*7 arrobas, 1851 a 1855 I O Rio-Grande*es querem, naluralmcnla, a pros-
ulterior ds re.lacja.), e as durtdas e quesles que es- IGU 599 arrubaa. peridada da sua provincia, quede 1 sua propria
le trabalho soa irazer e reproduzir. Com o Rio-Gran le, com proveito seo, assimila a proipendade.
Tendo coiicordado o Sr. 1). Andri Lamas, deca-! carne orienlal nilrodozida pela frouleira terrestre, e A baso, a unid bou ale heje, da prosperidad!
rou o Sr. vucoude do Urugnay que ia olTerecar a ass'inilaiido-a, a isenta de direitos de consumo, re- collecliva, e da pro*peridadel de individual, he o
por man de urna ra/ao eoneludenle, durante as
prolongadas guerra* e desastres da repblica.
As circunstancias erain laes qoe podiam levar o
Rio Grande ao mximo da soa producrao de gado,
a esse mximo fui enlo levado.
Iloje. que a prodacca) do gado decah>. hoje, que
a cirriiui'lanriai le seus vitiuhos, l3e diversas, nAo
he possivel cerla nenie que alcance o mximo que
enlo locoo.
uha ronce I do ou houver conceder a qualqoer oulra
hnha de navegarao a vapor.
Art. 20. De ronlormidade com esli conceis.ln da-
clara-se qu os vapores da companhia braiilelri
Ja demonslrii, p.li eilatislica olncal do Brasil,
su* redac^ao oa materia da primeira base, incluindo aulla que a carne oriental introducida por mar, e coinmercio do gado. 10* o qoe he propnamente carne do Rio Grande,
nella as mu lifiraces qne, segundo as soas iostrac-i Qi he sujeili ao pagamento desse direitos, foi em Elles querem alcanzar o consamo do Ilra-il, polo mnenle rcre-en; 1 2> 0|0 do consamo rffeclivo do
S6e, le vi,, eligir, bem eomo a proposla de algomas I 1853 a 1854 153,330 arrobas, 1834 a 1855 b uelieio que Ibes Iraz o augmento de prodcele m | Brail, e ja' foi dilo que a quanlilale ronnuii la foi
islipulaees novas e complemenlarii dai que pro- j 12l).OI2 arrobas. si mesmo. pela garanta que esse augmeulo Ihei inferior a' necessidade cre*cenli, o qoe prodazio o
O termo medio desici dons anuos stria 139,671 dara de continuaren, a ser protegidos, islo he, da crescenle augmento de prero.
arroba*. cont.nuareiu .: oblerom premio fical sobre ai pro- Por inuila qua laja, como be sem duvida, a io|(-
citada do govirno de S. Migeslaie pila provincia
dilo sa es da eslatistica nllicial do Brasil, oblnla : l'orm, atrazados como estamos todos dos do Rio j do Rio Grande do Sul, logo que crescenlo, a neris-
liaa urna base approsimada para calcular o valor da da Prata em maleras aercolas ; nao obstante itrni'i [ sidada de urna Uto privilegiada aobsiilencia como a
isencao, ja' era rr-lar-lo aos producios brasileiros si- qoaii i. primitivos pastores ; nio sabendo com ni 1 carne, a produ:rao di Rio Grande liga cm desa-
milares, j,' em ratafia ao Tuco. nlo s.ibimo* supprir a falla e qualidada do terreno ;
Os ootros productos do gado oriental sao relativa- ".i" leu lo nata siqaer Miihldo, como no. Ola sonha-
le ineios para augmanlar, por
punlia a Kepuidica.
Acreieaulou o Sr. viiconle do Uraguav qne a
primeira bate proposta pela Repblica aonliohl :
I." As loosideracoes c molivos genes qoe I nlum
ilelerininado os dnus guiornos a eulrar em novos
ojoslei.
Coiihecidos esles algarismo., 01 quaas, como liea durroei limilares dos povoi visinhus.
Para nsi lira nuraesram icui pie,, uha conced do ou houver oouceder a qualqoer outra as aoiisiiiaraees e molivos geraei que I nham dilo sao es da eslatistica nllicial do Braiil, oblnla 1 l'orm, atrazados como eslamo* Ioi
saber : '
Sos Mageil.de o Imperador do Hi (|m ,
Exm. Sr. l'auln 1 Jos Soares de Sei viseonde lo
Uruguay, do seu cousilho e do de 0|0 emador
do imperio, offical da imperial ordangf'irlaea da
Coros de trro, ta real ordm napol 1 de g_ ijd,.
aaro, da rail ordero de Dannabrog de,llro,|rca t
E o preiidcnle da repblica oriental '*!{* daa dtreitoi de ancor.igim, lonelagem, entradas de | S. M. o Imperador do Brasil e o pre*ideole da Foi islo quaillo, nao ha mullo lempo; anda o se- Ierra p.la" freunda i licilliva de llakewel, e, de Ar- eiperanra de ler um imparto proleclor.
10 Exm. Sr. D, Audii Lamai stu env Ln"'UH- alfaodige a oulm pagaa oa direitoa Impaatei aot a-1 Rapubliea Oriautal do Uroguay, rcnuheccndo que "' P" algumas pesioas, qoe anda nao pastaran Ihur Yeung, os Rio-Grandemes nao eoncebein, i O impoilo protector nlo poderla faze-lo exceder
dnurio min siru Dleiiioolenri'.rii !." .*l~' *,!" mercanlea. 1 P"iS,lo geographica da eus'ra.peelivos pai/.e*, a eximir-se da inllucncia da certas prenccuparri e como ns lainbain nao ruiicebemos.'augmenlu da pro- maximom, que, pelo mais estopen o do* e*tiiniilo<,
2." A parte dispoiiliva, oa ai eslipulacis pro-
j qne navegla para iUoiilevidco gozaido desda ja dos ( pnamente dilss.
I IMBlolaa (aaorar : IJoanlu a anusi lcrai;oes e motivos em geral que mente Insignificantes, e em lodo o caio, as conclu- mos, na existencia
S I. Do* m.*inus privilegios da que gozam es pa- | determinaran! os dous goverius, tinham natural ea-
11 qoele* da S. SI. Britaiinica a os da iinlia surda. | bunento no prembulo rio tratado, coj relacrao
; 2. S'iao isiutos os vapores da dila cumpanhia I vllcrecia nos teriMiseguales :
dencia ese lome eala da mai* 1 nsiilli:iento, ser*
inip s*ivcl ao mesmi governo sacrificar o interesal
geral ao intsreise.da prorJaejto de urna so lao.lt-
loes relativas a' carne Ihe siriam appbcaveii. < ex-inplo, qu.inlidade de carne sem augmentar o dade.
A livre lailr-i lucc,fi> das carnei orientis preju tica numero do gado por meio do mellioramiulo da. con- No dia em que o Rio Grande ficar antregoe ao*
a producrao 'lo* fimlares do Ido-Graude '.' dir;oei physica do animal, como ron*eguio a lngla- produeloi aoonenla lo seu gtdo dever ranuuciar a
, qu foram adiados sallicenleconvi--
a.'ii nos rticos leguinles :
Art. O gado em pe qua pela fronleiifr .\-
porlado da repblica orieut.l do Urucav pa :, r0.
viiic. do Rio Grande de S. Pedro do Sin; ,, |f.
de tolo equ.tquer direito da aiportacao p ,)a,lB
da d:ta repblica. E para que n.. entre e, duvi-
da eeitin-So dessa euncesioo, declara-se r^ nao
era o .ursino gaJo enjillo a diredo algara pe, fdCto
de sabir com aquelle desuno do den ramelo ou
dietrirlo em que >e achir.
Arl. 2-. Nao peder sir sujeila a direilo a um a
ilroductao dos gad.s que, pera serem criaos oo
eu^irdadoi, passam da provinea do Ro Grade de
. i adro do^Sul, para o lerrilorio da repblica oti- ,
-nial do Uroguaj. Esles gados, bem como oque ; ,?,,1 I"'"1 '"<">l 'eprodozido e
o. Braiil.iroi possuem do lerriloriu da repobica
iiaopoderaoiersojeitos a nariliuui outros direto.
nim i< ma.orai do qoi aqi.elles que paguem osg.dos
doi ridadaui da repblica, de maneira que, era ja-
lara da dueiloi sobre o gado em pe, baja entre o*
dilos cidadaoi da republira eos Br.sileuoi a mais
peifeila igualdade.
A'1.3-. O xarqoee man productos do gado da
origem orienlal, importa l.i na provincia do Rio
Ijrande do S11I, pela fronleira, ,.r,io livres de lodo
o dinilo ds exporlarao por parte da repblica.
Arl. 4-. Em compensaao, serao tures
da c insumo por parle do Brasil, e equiparadoi o*
nactonae, u xaique e maii producios do Eado de
origem orienlal, declarados no anneio junio a til
tratado, importados na provincia des. l'adro do K10
branda do Sol, pela sua fruul.ira com a repblica,
ou por mar dinctament. dos porlos habilitados da
repblica para os do brasil.
Arl. 5-. Dorante o prasente tratado,
sua execocau por diante,
ia logo depon da soa ch.gada, debaixo da fi-cali-
sar)o do* eiiip-r :a 1 se rapotaotei palo molo e for-
ma preicripiv nal lilla nuot nienlns da alau-
deg 1.
Art 21. Alcm diuei favrora, fice care.nlida desde
ja p >r ltl auras. ,,os dipoeilai d* carv.io que se es-
labelerereni em llonievi.leo para o verviro da* li-
nhii de vapores bruiltiroi, a filuatao erlabelecidl
pela LniTi existmlc.
Arl. 22. Arabas a. ..U-- p.nies coulrataules coin-
metlsrin au* plenipolenria-ios que devem nagoeiai
o ir-la.ln definitivo a leclaiaco e o asl^heleciin.nlo
dos ineios praticos de por aro evecurao o art. 7 du
Irelado di cnminircio navegiir;ao de 12 de oulubro
n laaia-
inuuho da iiuporlaucia que dAi ambas as ditas alias
facsia romprebeuler prallcameate I ailreita depen-
ileucii em que ae eueenlram a paz, a riqueza a o
bem-artarreeipr *, eaurteram 1 rartiaa doTra-
lado de Coramerclo e Navegacaa de 12 Je oulubro
de 1851 e ua conveniencia de um nuil) q'e po*ia
lurueccr os dado* e iufrnnire* iiec'*saria* para
laMltar ura Iralalo definitiva que traga pro-
gressivim*nle a anolij dos direilos fi*caes e pro
O mesmo governo imperial demonslrnn qoe, en- j colher riqueza.
Iranio 110 couiuuioelleclivo do Imperio, nos ullimns I He este u fac 1 simples' Os Rio-Grandenses ne-
annoi, loda as oarne*_ dn llio-Grande, a* do Esta- ci,*itam de Icrreuui para criar, encontraran] dianle
do-Oriental e ai da Cinfed '.rio Argentina, n.lo de *i desoc upados, ou de fcil ncqui'icao, 01 mag-
rorrispun lera.n essas tres prodocoi.es r.iinida ex-1 oifleos pra Ioi naturee* de qu. fallei ; furam oceupa-
teu-,10 da iiecesiidada ; que esla uecesjidada cre-
ceu cura o aogailtUa da popul.rao, ao pasm qoe a
quaiitidale le carne lem diminuido por um fado
lectores sujre 01 producios naluran e igrieoln dol uuiveisal ; que d'ahi lem resaludo a crescenle ele-'
dnus panr o p.i,- Bra a livre troca, coja utililade re-
conhecem em p mcipio. a
Li lo ase vrearabuli, e ten lo ''ilo o S'. D. An-
drs Lamas ine o inesma prembulo reprndoxia,
uverbum a < terbom, as considerar;es e monvos
vac.ao doi pifi;js e o augmento da sc;,5se;r de ali-
mentos, e da penuria slas classe* nece*ntada..
Iie*les fado*, inconle*laveis e iDCOBleitadi s. de-
dozia exactamente o governo imperi d qu sendo a
procura superior a todaa ai carnes que poletn Cor-
naala amplu e man barato de um genero alimenticio
Ido indiipensavel como a rime '.'
Seria impossivel : o reealtldd infallival de fi:ar
resnela a producrao da carne ao territorio da pro-
vincia du Rio Grande seria a ab'lijao total de lodo
o imposto sobre a carne p,lran2eira.
lofallivel, rcpili ; a e.-u infallibilidade ola te de-
Coohieido o fado, devem dianle dalle diminuir ,|o. P01 mero raciocinio, por meros elementos t-cicn-
1 preoceopacOas popolares ; porm, codIicJo, ha'* ^of.
los, oceuparam-o
lu*.
qoereio coiilmoar a oceup.-
que determiatram o eu governo a entrar nos navas necar as tres ptoluc;ois reunidas, a iseutzu di di-
ajusjes, a queior consequencia, elle o aeailava tal | reiloi nao prejodicaria o productor hraseiro.
Nao he misler dizer que illa nao prejadlea c con-
psrlcs coulralanle. ao faejo de que fiquam fecha- i qual o apreieilava o Sr. viseonde do Urugoay, a*-
dai. em nom de Dos, e pilo espeilo divido as ba-! *" ficou concordado e concluido entre auiboi os
sis fiiudameulaes da lociedaiU humana, todas as pleinpulenc arm.
fronteiras iimricauas |o eomme;cio dm frocloi dai
barban*. conli serii, e loruani hereditarios os odiusdas guerras e
di.sen^es civis.
Arl. 7. Do tratado de commucio 1 nivegir.lo
da 12 de orjl.hro da 1851.
11 Recouhecindo que si confisco bellico da proprie-
tivoi
do diraila '*1"'e P,r'"",'*r "il guerra ierre.Ir, ou por motil
radoi Oe I Pol"'cu,s ,e Or'Pa a' organisarjao a ao* fin* das
Plisando a p-opor as es(ip/alar;Oei lobre a materia
la primeira b*e, ollereceu o Sr. viseonde da Uru-
guay os eeguinfis ailigoi:
O galo era p que pela fronleira lor exportado
da repblica oriinlal do Uruguay para a provincia
do Rio Grande le S. Pedro do Sul tari livre da
lo lu e qualqoer lucilo de eiporlarn por parlada
iiti repblica, i para qoe n.io caire cm duvida a
o asidor.
Nao preju Meando o productor nuil o eotliomidor,
o irap sio vem a ser rignroiamenle liic-'.
Como imposto fiscal, vista da rjaialldadi do
carne que, por via ,le mar, fornece o Bslldo-Orion-
1.11. he iniignificanliisimo.
ninegavel a mpnriancie que tem para us Rio-Gran-
danin, Angoaanta a sua producrao e a sua nula.
Kia tem rom lodo direilo nem perfaito, nem itn-
perfeito do lirar pioveilo da lerrilorio orienlal lera
o conici:tiraenlo e sem o uccordo do lohtrauo deise
territorio.
Trata-sede prodozir materia prima no lerrilorio
oriintal para alimentar e robustecer cora illa una
latirla similar 1 ladntlria orieulal favorecida no
mercado brasileiro com urna .diminaic,io diileraocial
A -uppres-.au d> importo operada pela caresta 00
escassez do genero he ja' um fado pralico.
O imposto de 25 0(0 sobra a carne eslrangeira, nao
pcide susleutar-se dianle da caresta da geuero. Bai-
xou de um s golpe a 15 0)0.
Comprchende-si que o governo imperial queira
ruaolir o imposto nassa algarisrao para f ivor.cer a,
ale agora, nica iniustria do Rio Grande.
Poram te a situarlo actual deisa iudaslria, longe
le melhorar. empeiorar, o qoe suecedena privau-
do-,i da materia prima oriental, as uiesmas causas
re impcslo.
Vi-se, pir lano, qai a concesso que faz o aobe-11"'' m"> -'alo, leem proluzido a diminuieao do
rino.do Balado Oriental da ama parle do seu lerri- imposto, nao grado produzirSo a sus suppresiao
loria he orna eoncesaCo imporlantissima, porqne d '*'**
Porm, como o imposlo do qai ic I' :a rri-ahe so- lugir a ei'ipregar-so matern prima do lerrilorio' Lina nnica roinbmacSo pode jaitilear e temar
lira um genero iudispemavel para a lubsisiencla do cncnlal yo augrnonlo de prodoclos, qoe vem fazer Psvel a conserva;ao de um premio fncal em fa-
trabaihador, e a p.iiana do Irabalha lor alTeeta a ri- eancorreaelM prifilegladi a igHOi "ntodaeloa on- i vor dos producios do gado do Rio Grande, e esta
qaeza, a p odufcjla, e por consequencia ?. randa, lo- eOtaw combinajao esta formulada nos arligus qui me pro-
0. I ailansa* dessa cuicisiao, declara-se que nao sera o da inlluMiria que nosiam oa quelr.-tm a'Irih-:;r-i:ie '! menos que poderia.cxigir eJEilado Orieolal se- P* ^r- sooBde do Uruguay.
o n I maimo gado aujuto a direilo algum pelo ficto da aquellas que. para so*leular o dilu impo.'.o, ia reem ra que, cnneedcnlo efle livre'm.nlo urna gramil I or ella o Rio Grande pode supprir a sul falla
confisco pela l.gislacao dos doas puz.s, e sendo de j l,lr com aquell. desliuo du departamento ou dis- a necesii lade de allribuir-llia aljama inP.aincij, porgas) da sua materia prima, Din fosso essa mate- de lerranoi para criar.aproveilando os terrenal orieo-
direitn perfillo ae cadi ama das parles contraan- ido era que se ichar. no pode deiiar de ser prejudicial e damaeca. rin empregada e-n rrear nma roncorrencia pr.vila- !
les i.au peniiitlir no sei, territorio, nem o seus na- N3o polera ar sojello a direilo algum a ntra- O ohjeclo dos iinpnlos flicars he ,1 randa ; e o ir- g la J mi propria induslria.
producrile lie contrario ao Verba emboca o gado orienlaPa ser beneliaiado '
producios
da dala di
iialuraes e
igricolii do Brasil iolroduzidos diiectamenla dos 'i0 Jo", > prohiuir a eius respectivos cldadaus
aeoiportos 1101 on.ntais os prodado, nalnraes e
agrcolas da repblica iulroduzido* directamente de
siui portos habilitados 11 do Uraiil, gozar.lo da le-
gaiate reducrao nos direitos de comomo qoe pagara
ectualmente, oe quaes 1,3o pdenlo 1er augmenta-
dos.
No primeiro anno, qoi) comer, ira' a correr da da-
la da .xccuro desla Irali do, gozarau de urna redac-
r.ln di............-
No segundo de......41
No terceiro de......;,
fto quarlo di......(J ;
K usim por dame, d.minuindo le m-is I louo
que comece novo auno por quaulo posia vir a durar
eile lutado.
Art. (i-. Se os direitos lobra producios iirr.il.trei
ao. iii.iicioiiadoi no artigo anlecedenle, pruvanieu-
les de oulroa paizes, esliverem ou forera diminu la
de modo que paguem uu venham a pagar manos da
qui pagara actualmente os de origem Brasileira ou
Oriental, serao ns direitos aiiim diminuidos os que
ha de servir de basa a retacalo de qae trata o arti-
go antecdeme, de modo que os pro lucios dos dous
palla* mencionados oo memo artigo, con-arv-m
sempre, dorante a cxecuglo do presento tratado, as
var tagens com as qoaea os quiz elle l.voracir.
Art. 7". A durar 10 obiigituria do presente Irita-
do lera de qaalro annos, contados da dala da sua
exeenrao, e poder.' durai per man lerapu al que
orna das parta contraliul.s denuncie a nutra a tua
I1rm111a1.au. Hita denuncia, a qual podera' lir lu-
ciouaes, que directa ou indirclamcnle rontrariem duccao dos gadosque, para serem criadoi oo engor- poslo liseal que ataca
os principios a dipos riis de soas l.is, obiigam se : dado, passam da provincia do K'O orande de S. Pe- ', sea propria fim.
ellas r.ciprocamenle 1 nao a.lmillir era sen* lerri- dio do ;ul pin olarrilortn da republiea oriental do Diminuir a quaalidade da sub'itlencia do Iriba-
lorios os lieos cunfiscadui, a devolve-los a sea legi- Uruguay. Enes :ados, bim eomo os que os Bra*i- lhador, encareceud i-a, he dimiooir a prodoceSo.
leiros pos.11 -ni nu territorio da repblica, n.o pode-: Para projuzu muito he ntceiliria r'.'lor prcdtUr
que Irnliquem ou aexiliem o Iralico de lies beoi. ra 1 ser .ujeilos 1 ueiihuiis outros direitos, nem a barato.
Os meios p'aliros de levar a efteito a disposii;o maiores do que a]uelles que paguem os gados doi Mo qae concluira que.se aquella rnoslo qne cln-
desle artigo pira p-ova da propriedade eonli*cada, a cidada da republ ca, ds imnaira que *m msleria mii iniigoltteantiHlma como randa, liTaaH latinea-
entrega a seus legtimos danos, sci.io eslipulidos em 1,le dirailos sobre o gads cm pe baja enlre os dilos Ola (e se mln a lera, nao lera ltese qne sonentem
ajosles especiaes.n el, Idos dj repblica e 01 Bra A". 21. O prsenla tratado sera' ratificado, e as la iualdade. nrtico, do que um* illuiao perigosa em rrt.v"-i
ralilicar;esirocadii oesla cidade do Rio de Janeiro, j O sarqua e mais productos do gado de origem P'Odoecjia do Brasil syslemalicamenli connderad], lejas, a a* benefieiada uas orientad ; cnlra as car-
dentio do niinor lempo possivel. orienlal, importado* na provincia do Rio-Grande do 00, mais propugnante, em ralllo a loa renda, lies orientiea dupaehadH no Rio Grande, a* uri-
rindoa Ires inezei, c nlados da dolada Iroca dai 1 Sul rea frouleira, serao livres de lodo o direilo da sua riqueza e ao ieu poder nacional. enties despoebides na alfandega de Montevideo,
radificjsfj, enmelara' a correr o prazo eslabeleci- eipartacjla por pirle da repblica. Toiu o importo qae recabe sobre a llImialarJJo ; Igaaldade, repita, igualdad! absoluta, he um aclo
do no arl. 7, e o mesmo tratado lera' plena exe- | -' Sern livre du dinH* de consumo por parle do ludispeosaval, a qae alleda, deixa, debaiio do alga- da mais ptenle justic,a.
OBfla. Brasil, equiparados aos nacionaes. o xarqua e mais rismo qua o reprsenla na estatifica, ama firida oe- I Ha essa ieunldade ludo quanlo na realidade con-
nos larejaenda brnsilcira*, mas odo sejam r ni ver ti -
'. tas pro-iueoi metanles damjipid* em eiemeuio :
hostil a iguacs produca, dn mesmo gado beneficiado*
nai larejneada* orlenlaei, porque oattlo resultara o
que ninguem pode exigir e ningoem pode conceder,
que se restrinja o-i arroin* a propria Indostrla eam
nico fim de favorecer ou alcrgar a induilria ei- !
lr*r*c!eira.
Deh lixnjil3st| tnico especio, a irnaldada enlre as
airncs orentaes M0ficiid*s au x*rquead.s brasl-|
Vt-eonde
oenla e sile.L. S.
tL. S.) Audrc* Lamas.
Aiiuexo ao art. 4 do Tratado de Commercio e Na*
vedarlo de i de selembro de 1857.
Productos do gado a que s,1o applicaveis as isoafci
biolatai e ioaanediaisi da arl. i do Tratado de
Commeiciu e Narega-JJ* deila dala.
Cima de Vecei e de porco, secca, xarque, com
ea sem ni, em nlaioara, fumada, preparada do
I ijualquer oulro modo, ou em conserva.
Courosou pell.s da gdo vaceum, cavallar, laui-|' <|ue dellei se Iralasse na icuolida "oferencia'
naqueiiB prazo, sera lena com urna aalecipaSao gero, cabrum e sumo, seceos, salgados, curt los e para a rtoal se raaniriain no da 11 do correle, as
di teis mezes, lu lo 01 qoaes, a eilaulo vencido o : pr.psradui comu bezerroi, cordoves, vaquetas, ear- 7 horas da noile.
prazo oDugalorio, cenara complilamente o mismo i ueiras, marroquins outros semelhante* solas in-
iratado. leiras oa cm relalhos.
Arl. 8*. Os respectivos goveruoa organisaro r- ,-. -
regulam.n.o. qae Ihe. par.ce.em at.i. enic.z. a 2**'*t *5T u" "JS"*'
a verificarlo da origem dos producios, e uara eviir I ..^1!'!"*: cut'U:\ ""lo a em graxa.-
Em venale, a i-eiig.lo das earnei orianta's tiene -
ficiada no lerrilorio oriental he a consequencia a
mais legitima, e a 111 lis irrerosavel das isenres con-
Em leilemunlio rio que, ns abaixo assignadoi pie- productos do gado de urigem oriinlal. imprtalos ua Il qual se darramam e sa perdem porres de subs- j lem a concesao da q oal hoje no* occupamoi, de ma-
niplennos de S. M. o Imp-radar da Bra*il e do provincia da S. Pairo do Ido-Gran!o du Sul. peta Unca e de ieia industrial, inapreciaveis aos olhoi mira que. anda qua ndo exiilss nenhuma outra
preii lente da Repi.biica Orienlal do Uruguaj, rin mi Irouieira cara a repblica, ou por mar dela- vulgares uu disalteutoi, porm que repreienlam cunsiderarao, bastarla esaa so para ju-liliei-li.
viriude de nossos respectivos plenos poder**, assig- 'lenle dos p.rlos habilitados da repblica pira os do urna qoanlldadi mullo real das miserias iudividuass,
amo* o prsenle tratado com oa nosso* ponbos, t Braail. e das dilliculdades collectivas que g*ralmenle 1.I0
Ihe litemos por os nonos nllo,. 1 Duraule o prsenle Iralado, e da dala da sua allnbuida. a causa* tnals ostensiva*.
Feita uessa ca.le du Rio de J.raeiro, aos qualrn eieoaeata par liiiite, os productos oaluraes e agrie*- Ha islo vardade quando se Iraia de todas as espe-
das lloran de a.temhro do anuo do Nascimerilo de 'ai do Bmil iolroduzidos diraclameiile de seus por- cus de alinieutirau ; porum ha verdade Valia impor-
Nosso Seuhor luo* Chrnlo da mil oilrenlos cm- \ 'us nos onenlaes, e os pro lucios nataraaa e agrcolas ; linle, maii Irauscindenlal, qOando se Irala da espe-
e L'roguay. da repblica iilrnduzdos directamente da seus pur- la de alimcutt(ao animal, porque a cania nao pude
tos habilitado! noi do Brasil, gozaran da leguinle re- ier subsliluida satisfactoriamente por nanhum outro
duegau ios dneilus da consuma que pagara actual- alimento.
Olilo, Kilo inllue sobre a cons|ilae.Jo phviica do povo, e
(i No primeiro anno. que comecar a correr da sobre a quinlidade do trabalho individual,
dala di execuc,3o diste Iralado, gozarao de urna ra- A supenori lade do liouiem, e por consequencia a
d.icrao de 5 0,0, dimiuiiindo-ie 1 tl|0. logo que co- j supenoridade do povo, em cujo alimenio enlra roaior
mee* novo anuo, por quanloi possa vir a durar *sl* porrao de carne, he um faelo irrecusavel, pelas de-
taes; uestes terrenos pode augmentar e tnelhurar a
sua criaran de gadus.
Por ella o Rio Grandi pod* conservar a inlroduc-
rl.i sle productos do gado oriental .jo. lamo -vore-
ce o seu inovimenlo interior, o seu commercio e a
sua renda.
Por ella se estimula a crispi de gados em lodo o
lerrilorio oriental, e se assegura a iutroducjAo de lo-
ria a carne desse gatos ,10 Brasil, pois se ihes d
uelle ura mercado privilegiado.
Fomeiilaudo a criarlo de gados em todo o Eslado
Oriental, e asi'gurando-se to ia a sua carne, pela
vautagem qoe Ibes ti rece a abolicao, em i.o favor,
dos dueiloi acluacs que devem couliuuar a pagar 01
prolodoi similares da rolra procalencia, o alia-le-
cimeuto do genero pode ser progresivammte mais
ampio.
A conservaran do impn-lo sobre as nutras carnes
e-lrangelras he enlao luslenlavel ; porque por meio
dolle se ohlini a continuaban dai franquezas que
podem manler e alargar ate agora, nica Induslria
de ama provincia importante tlu imperio.
Se o iniposlu fosie abolido para aigum oolro, ca-
lo este em que esie bmefic o aproveitana ao Estado
Oriental icm ueceisidade de obte-lo pelo praco do
cedidas no tarrilorin oriental aos, criadores brasllei- 'W de ama po>$ao importanlt da .ua materia
rQ, 1 puma, ou e nao fo.se abolido exeepciunalmenle cm
Sem aquella ienr> u,1o ipoderiam e'Ias nutrs I* ,iyaT o Estado Oriental na* coucederia ai
tratado.
L11I01 esles arligoa convierara o plenipotenciarios
que o commercio illicilo
aqu concedida?, daudo-s. por esles memos regola
menlos ao cnsul respectivo a intervengan necessaris
para que possa certificar com cunheciraenlo de cau-
sa, qoe o prodoclo lie efectivamente do paiz qoe o
exparla.
Arl. !). As respectivas reparlirues da um e outro
raz organiarlo aro quidro geral e circunislancia-
slo do commeicio enlre amboi com espicificarJo do
valor dos dirailos abolidos ou diminuido* por vir-
lude deile Iralado, am de que possain enes dados
eeivir de base para lixar no Iralado definitivo 01
meios de eilabelecer nm 1 couveuieut* compcn-ai;ao
ullifise das aut.Vn. 8,D0 P'-P""1" qaalquer form, para uto e com- conde
r 's^meVmoVrigl, "' aC?> "!^.4* rio' '
mal.
a escala da diminuijao dui direitos al a sua lo-
fai aitlaaol*.
Arl. 10. As duas allaa parle* contraanles reco-
nhecem am priuciplo a cnnv.niencia da igualdade
ras larifai, e a do eslabelecimenlo de alfan legas;
i-, uimuiis nas Iroiilciras para favorecer o comincicio
legtimo qu* cumpre pro eger cnnlra a immnral e
d imnus.i concurrencia do roulrabando.
Arl. II. Despeudiudo 1 appliear.io desla princi-
pio de estados lopograplticus e econmicos, ambos
01 goeeinos proverao a que sejam empre-
l.ndidose colligiloi os extraes e dados precisos pa-
ra qae fiquem beni habilit idos seu, pleuiputencia- lemhr*
lioi, quando Iralar do tratado defiatliv*.
Art. 1J. Eatretanlo, os lira* governoi enten-
derlo ainigavrluiente par 1 ertahileecrem o concur
u, havendo-ie convincionidn em que os prolocol-
loi desla negociar^ao senara fcitol am duplcala, e
nal duas lingaas respectivas, guardando-si o aller- !
lalo, deu-.e pur linda a primeira conferencia.Vis- j
conde lio Uruguay.Audr Lamas.Como secrela- 1
ro, Joaquim Mara Nascaulcsdi Azimboja, ofliclal-'
Azeitee graxa da egua e polro. I manir da secretaria de estado dos ucgociui cslran-
Manleiga de vacca,mant.ig ou uolo de porco, i g.iroi.
luucinho lalgadu au em laltnaara, ero geral, os ______
producios sol ios ou liquirioi oblidoi por meio de 1 Prnlocollo da segunda conferencia para a revis.lo do
prucesso e agentas cbiiuicus, da gordura animal, Iralado de commercio e navegarSo de 12 ds uutu-
qualiiuer qne leja, ion excepcao, a forma com qae bro de 1851. ido, qaanto'an seu produelo rcadoso
sa deslincm pira aso commercio. >.2. I Que, alad, como fiscal, he coolrario ao fim dos
L.eiie animal m conserva ou modo,maisa ue leite, manleiga, queijis. de du Rio de Janeiro, reuniram-ie para coniinua- E, liaalinenle, qua a suppresiao desie imposto,
I isinguaa aeccas, em salmuora, e de qualquer oulro reui eoi Irabslhm os pleuipolenciarios de S. M. o sena, na hvpotheie c peloi molivos expostoi, de
Impera lor sle Brasil e do presdeme da repblica conveniencia social e industrial, e favorecera a pro-
docelo e renpa do Brasil ;
i.jucloa qua a nenian 11:10 lem o mauor valor nas
lereucia. uas relar.0. rom a producrao. e rom a renda do
inoustracOes da eslalisca 1 da historia.
A eslatistica industrial lem demonstrado com a
ultima evidencia, que o alimento inllue 111 qasotl-
'i.i I? do trabalho, e que o homem alimenta lo com
carne prodot maior quanlidade de trabalho do qua
aquella que ie i.ltinciili com alguma oulra sulnii-
lencia.
Sa nao eitou em grave erra, o Sr. \ conde de
Uruguay nao cstrauhara' qae, tendo por demons-
trado :
Que a inieorao do producios do gado orieulal de
que sa traa nao ptejudiea a pruduardo similar bra-
sileira ;
Qu* n.lu prijudiej, antes pode favorecer o con-
sumidor ;
Que o impasto ; como fncal. he inaignifieaolssi-
Clnfres, u-sn* iinha* rn eslado, natural, cal- orieulal do Uruguay.
1 fragmentos ou em ciuza,,-arvao aui- i Foi (ido a approvado o prolocollo da primeira con-
1 ornando em coiisidera;ao os artigos oltericidos: Brasil, e esla' .-or conequeucia nas verdadeiai con tam a pro lucrio da provincia, o sea c inraeicio e a
soa renda.
l'rip.s ou intestinos de vaeca ou porco em con-
serva, salmuura, ou seceos. pelo Sr. viseonde dn Uruguay, cajo texto se eneoulra veniencias do imperio,
lianascola animal. nu precedente prolocollo, disse o Sr. I). Aadr l'orm, quaesquer que lejam 01 meus crios neslai
Sangue de bul, c de out-us animaes. preparado de ; Lomas : apreciares, io menoi dellas nao pol* deixar de re-
qua quar modo a convertido em producto indas O governo imperial, de cojo peusiminlo he orgio i lUltar, coro evi lenria jrresi.livel, que, se a isenrio
i' oSr. vtseoude do Urugoav, inlroduz, pelos rljgos lem algum valor e,-e valor diminiiiissimo, quasi
u prsenle annexo Isi. a mesma forca valor | propo-tos por S. Exc, alleracois laca nas eslipola- inapreciavel, e quasi indemonslravel.
o tratado pilavra por pa- tile* que se conten na primeira base desla negocia- 2. Agora anearan!, em vi-la dessa inro, a
rio que bem manifestara que se exag*ra a valor da j compensarlo rom que a deve pagar a repblica.
cnmpeiiia.tSo ufferecida i republiea, pelas frauqueza* | Isla ha de lavar-mi a apreciar o valor da llnela
qoe asa da a' pMsagMB e commercio dn gado pela dada aos productos do gado oriental, debaixo de m
fronleira lirre*lre, e qui nao sa faz uina aprecia- novo ponto de viita.
rao evada da nalureza desias Lanquezas. e ue sua ; Nao he nimba laUnfle dlsoatll a inlelligencia
importancia. '. nema execuro do artigo 4 do Iratada do 1851, por
Pe le lic.nr 1 para, antes de entrar no exami dos' mai* que a isao me paiessc iuduzir o proposito me-
irligoi prnpnslos, cousideraj syiilbilicnmente a com- nilelado 110 ultimo relalorio do nlnilario dos ne-
Iniarai, ja* irsabslancialineuten admitirla pelos dous gucius islrangeiros, da refular os argumentos, com
liara que | guvernos, deixanrio para dcpois a discu**au das par- os qua.s, em uccasiao opportuna, praeachi o dever
com pezar, v que di- de luslenlar o* diraitus as canvenieucias da mao
' -.'.....',......!'= "'-ii ru.pri-10 111- ...geuonr. visrouue ao i.rugaay, pclai ollerarnes paiz, pelo que rcspeila a inlilluencia e a eiecucrtu
Urugnav e,,i Ud l('Pul,il Oi.enlal do ; vinlavelmenle e fa/.e-lo eumprir e observar por qua os artigo, por arte formulados mlrodozero na do artigo citado.
l'un-i" dr.i..nriaua. i > i qoalquer mo lo que pos-a ser. prlmaira basa daali negociicJJo. E-ta discus-;lo nao leria applicarau pralica adaal-
d.Van: e ..indo* PPWS*' ta principio Ivn le.le.nunhu e fir.n.z. da que, litemos la.rar Pas-a depois o Sr. I). And.c Lamas a fa/.er as con- mente ; seria urna simples satisfar., de amor pro-
.iperi DrwalerdiidM" ""'"" '"""," : .'."'.....". "h"" '""' nos """- '"'C"" L-rae. s.gu.n.es : ario, e, o amor propria o mais ...eeptifel encon
imperial proceier oes le logo, ura eiia concess.1o nllo graude das arm-s do imperto, e relereudada Con.idcrares sobre as svnlliise da cotiihinacdo. Ira 1.111,1 oompmsata. mais que sull Mente do mi sa-
uslenlar-se, lenas) pot motivoi polticos mu transi-
torio*, porque nao pode existir allianea alguma po-
ltica duradoura, quando fere, e sobre ludo quando
lere assim Uo profuudamenle os inleresse ecouomi-
coi de um p il.
Eslao lo demonstrado qui a concesso da ortigo *
do tratado de 1851 nao pode sersuslenlala leaSe pela
ampl ..co da sua doulrina, isla tu, pela ignala^ao,
no Brasil, de tod s os productos dos gados orientad
demonstrado liea que.o governo imperial nao pode
cou*eguir manler as tenr&ei em favor do Rio Gran-
de, das quae* nos oceupatnos, seojo comes;ando pur
aceitar a exprenada icoalaclo, que he a primeira
bise de toda e qaalquer combinaraj po-eivel, nesla
materia, com o Estala Orienlal.
Sem ella o Eslado Orienlal 11.1,1 oavir sqaer a
favor
franquezas que u prigresso. e aiuda mesmn a raan-
lenta da industria actual do Rio Graale rielara 1.
A combinar ni que o ajuste em discusin deva con-
solidar he pois a nica pruiicran afficaz que pode
recebar a iodartria da salga uo Rio Grande, em-
quauto com o correr do lempo, por enlen.ti lm e
pirscveranlcs e*'orri-i nao idquir* os aubitituloi
para emancipar a sua propria iuduitria da ue-
cessdade d* excepciouaei combinatei interuaco-
naes.
Peto qne ao disn B01, a actual combinarlo, que
cor -cria ao Rio Grande to las as franquezas de qae
ne essita no territorio vri.ulal, nao Ihe Iraz o mais
lava prejuizo visto que a procura pira o coasomo
do Brasil he superior a quanlidade de carne que
o Estado Orieulal e o Rio Grande Ihe podem en-
viar.
proposla de arranjo algara sobr* esta malaria. Ja hoave ama poca, nao moilo remola, em que o
Heorensa 11.1. era do guverm oriental que elle' Kio Grande assimilou a's suei, pela fronleira ter-
es! deiobrigado era rela;ao au ettado artigo ; po- resir rm, sem discutir-se a obrigatao conlrabida por asle | de que, era alguns duqnellcs annoi foi beneficiado
ligo arta 00 11.10 nuil da, baila observar que um namaro *icepciraalmeiile crescido d* animus,
ella foi temporaria, e qaa o prazo da sua durarla
vai-se veuceudo.
O 'ernin pacta iu ha de chegir era mai poacoi
anno*, nenhuma esperanr 1 pode ler o governo do
Brasil de que a estipularlo se remove.
Cber/ado esse lermo, vii a rescr.i 1 contra urna
e-lipular.la com i.o m volitada suportada.
E*sa re.ctao, quaulo mean*, abolir.*! desde logo
as i'enres do citado artigo 4\
E esias isencea de que gnram 01 criadom Rio
Graudensis para a eriacao dos seos gados aagmen-
livra.
Eeilo e uslgna lo no llio di Janeiro, aos de se-
de 1857.Viseonde de Uruguay.Audri
Lama*.
E sendo-uos presenta o inesrou trata lo cojo theor
a de .eu. rapecllMi "scaes para a npr.V,ao",lo nL7!"nJT''!0\ '"'" V"",; c""si'""''
contrabando. minado por un* lulo o que nelle ie conlein. o p-
....,,! provamos, raliliramos e confirmamos, asaim notorio
au 11. fica reconbecida em principio a mutua como em cada..... de sus arligos e ealipulares, e
ronveniencia pan, conimcn-io. a industria e nene- pela pre-enle o doraos par lirme valioso para que
" "1. u,.,'?i\ *'"" p"1"'. d' *b" por co,,ces- """s 'H-roduzr os .rn* devidus eaTelto*. Prometiendo l-.rulunriades ubre as quna*.
navegaran da Llgoa-Mnim e rio Ja- 1 eu. fe e palavra imperial abcaraa-la e ea pri-lo ni- raga do Sr. viseonde do I
aa Republiea Onental
nao prejodicoo esse (aclo ao Rio Grande.
0 Estada Oriental 11,10 podar 10 minni pelos an-
uos que lem de durar o ensaio de qoe se trata, igua-
la a quanlidade de carne, que sem prejuizo tea,
assimiloa ai tuas o meimo Rio Grande naquellas
pocas, am que alia'i era o consumo do Brasil infe-
rior o qoe hoja faria, se fone mais abundantemen-
te supprido.
Di qae acabo de enzer cnclne :
1 .loe a isenr.i que faz ao art. 4. apresinlado pelo
Si. viseonde ds Urusuas he ama cundidlo iosepara-
vel que lee ;r. pir si mesma das frauqoezas
que se
qaer oblir do Esla lo Oriental em beneficio di llio-
Os producios do gido oriintal qae o Rio Gran le I Grande.
a-- ma 111 miera om movimenlo importante da na- | Oue essa coadicSo nao cansa nem leve prejuizo ao
veg-tan interior qne tem chegado a oceupar 500 llio Graude, aniel o favorece, debaixo de diversos
eiubarcatOes animalmente, e agora meimo, nao obs- i aspectos, lodos importantes.
laute, haver a preteremia dada a uilrodticrSo do ga- j S 3. I'azendo as demonslrares das qnaes acabo de
do em p diminuid* a quanlidada de producios be- uceupar-me, nao pretend ocultar que deile ajuste
neficiados em lerrilorio orieulal, oceupam e*ses pro-
ductos mais de 10 mil tnnelada aunnalmenle.
Com as carnes, sebo, ele, a provincia do Rio
Grande alarga o icu commercio com a. oulras do
imperio, e coln dalla proveilos de diversa ordem.
loriara vir grandes nroveilos a mea paiz.
lio pela eonvicra.i intima de que ha de produzi-
los, se, ciimo espero, for ac. mpanhado da execuro
dai ouira* parles de syslenia a que pctlence, qae em-
prei'uei 13o perseverantes esforc.01 para levar a bom
Coa os couroi, cintre*, crina, ele, augntenla 011 lira a minio com que mi bonnu u goveroo da repo
iau. r.:.lucios exportaren paia o coraraercio e Irn-' tilica.
geiro ; e alera rio qoaisto isso favorece o sen mov- O ajuste tal qual o solicito sera' til ao mea
metilo corainerct.il, a cifra nicamente dos impoitn* pliz, sendo, como demouslrei, vanlajosi ao Brasil, a
qae robra ua exportar.^) rilases piodactos nilo ha de singulaiinenle vanlajoio a' provincia du Rio tiran le
modo algum para desprezar. du Sol.
lo lis essas neiiQos desapparacero se u.i 1 liouvar Solicitando a i-.'nrlo de dirailos para todos os nos-
um novo arranjo com o Estado Oiiental. i so producios, pretendendo a uacionalisa-loi no
lie aacoiiarle ler bem presente que o Brasil B3e Brasil, da inaueia que go/.em por alguns annos do
lem Incito, nem perteilo nem imperfeilo, para ext-; premio qu* sobre outros similares da' ao Rio Grande
gir a isanrjoai di que hoje guara uo leirilorio or- | rio Sol a tarifa exi-lente, soiicilaraos isliinuloi 1 ipi-
enlal os crudore rio grandansai. ciae* para chamar a noss populatau as vas do ra-
balhoeda produrfao da riqueza, das qaaei a des-
viaran) as ravulurjis e as gnerm, a das qaies po-
dem anda continuar a desva-la os olopislai, oa os
demagogos incorrigives, que prelendem restaurar as
funesta, lulas pas-adas.
O governo da Repblica quer crear footes de pro-
lucr'n e de trabilbo, qaer reparar o paiz, fazendo
vollar ao (rabalao o ir iros dos qnaes a guerra a
ma' politice u privaran), quer colonisar, nltrahir
Inaroi e capilaes eitrangeiros, equilibrando a* dei-
vautagins da litasrao am qae o denou a allimi
guerto, supps encontrar ua nacioualisatao dos
producios do lerrilorio oriental 1101 prximos merca-
dos do Braill ura dos meios mais fficazes, man im-
medialos, a qua pJe recorrer pira preenclnr esses
lins.
lis esle o seu intireise principal na prisenle ne-
gacia;ao, inleresse qaa confcsia alia e francamente,
l'or fortuna, palia pretender esse estimulo, qu*
era lamben) ora meio de poltica benvola entre am-
bOi 01 paizei, como o pretendeu deutro da baie da
mais -inda juilici, e di mais ilricta leeiprocidada.
Nao diz islo o plenipotenciario oriental para signi-
hcar qae liaverw menos prezado solicitar um favor
para t. imparlanles fiui naciunass, quiz lmenla
consignar u faci, sem da vi la agradavel, de poder
chegar a estes lins sem solicitar um favor.
Se a concesso solicitada ia nao paaeasse ns mais
alricia jo-ue 1 e reciprocla le, com quaulo aeja de a-
ininenle interesse oriental, nao detxaria comludo da
interessar lambem ao Brail.
Talvez nao seja inolil recordar aqai que a prospe-
ridad! e riqueza do Estado Orienlal, he um loterei-
ss lano brasileo como arginlino.
A indepen lencia nao lie um 1 simples formo'a, ama
palavra v3a, he om faclu material para o quil cor-
orrera, alem da vonlade dos povos lodos os meios
que coutliluem a exisleacia e a 'ore 1 de ama lucie-
dide.
A independeocii nao exiile'i pilas leis do piil
oa pelos pactos inlernacionaes, s. i-llie indiipemaveis
, tudas os elementas Ce governo e de defezs.
A< mutuas prelentei que o Bra*l a Repblica
A'geut na birdaram dai co n de Hespanha e Por-
tugal -obre a posieisao do territorio oriental do Uru-
; gaay. nao podiam ler outra olujao do qua a que
mu hsbilinenle lina propoz a luglalerra. Ioi aceda
I como bate da convei.ru de paz ae 1828
Cinaegaio-se a paz. a ella i poie minler-sa com
a existeucia de um Ettado iolermidiario indepeu-
denle.
Suppnma-se esta Estado, lula reappareee lao
: insoluvel, 1,10 fuuesla enmo o foi nas pocas s mais
sanguinol.otas e calamitosas.
Reappareceria, nao pelas vinlagens que lites pro -
I veriaro da ferlilldai. do territorio disputada, mea
por engencias da lionri, poi obvioi e polleronsimos
molivos de seguranza e da equilibrio.
M este Ella lo intermediario rimara de existir.
nao s pela absirpcao, como pela soa exlenuarao,
dissulura 1 dos vnculos sociaes, odios e rancores civis
que loruariain impossivel a paz, o Irabalha, a pro-
duejau e qualquer governo.
A Confdirasao Argentina e o Brasil renovaram
mu receiilerneule, e com um direilo muito eontes-
tnel, pilo molo por qae o fizsrim, a obrigaca da
rielen lar a 111 ieptndeiic a oriental em casi quista declarada, oa quando alguma narao aslran-
g;ra pretenda madar a forma de sea governo. etc.
Mu, ss a en.lencia do Estado Oriental viesse a
ser impossivel pelo peso de saus propnos infortunio!,
pelo In amplio das odenlas dissenrOes civis qae a
! lem dilacerado, pelos excesioi das p'aixSea e dos de-
magogos que anda faz.m ouvir sua rol enlre as rui-
nas que es-as mai paixOes lem prodozido ; le o res-
iabeleeirneulo do (raba'ho nao viesie a salva-lo e a
dar-lhe oa msios de utilisar os immeaiot dotci que
Hie depura n Providencia ; se a d 1 de um governo
da concordia, Msale, em ama palavra. de um bom
I gosemo. qua s ple ler aquelle que puzer em pra-
liCa os i- mi-cIios do bom seusa. toase iinpossinel ; se
HSI bella iniagem di iadependencia orienlal que be
a paz para sem viziuhos, a honra e bem lar para
seus fila**, cheg isse a extiogir-se como se extingue a
lu/. pjr falla de alimento: qae feria o Brasil, qae
faria a Confederaran Argenliu.'
Aquella territorio lena Incorporado ao Bratil.'
! A cone le.-ae.i, Arginlina o cousentena ?
Seria iitco'poradi. a Conferatau Argentina .'
O Branl o contenlira '.'
Taulo n'um como n'oulrociso o cousiiiliriam a In-
, glalarra.a Franja"'
Siria incorporado 1 alguma deslas potencias oa a
qaslqoer outra'.'
l'aes sao as queslesfpara o Braail e a Confedera
. as Argentina.
A inJepeodsneii oriental he 1 paz 01) a gaerra.
(>t esp ritos vulgares, aquelle* que nao se dio ae
, trabalho da asludar asta* cousas, podem sonhar, pro-
; mover ou roceiar absorp;es ou incorparac,Ges.
Para o hornera sensata, o anieo recejo que poda
i haver que se tente imprudeuteraeole provocar sem
exilo a* calamidades que a conservaban do Estado 0-
, rienlal deve evitar, on que esla Ettado se dissolva
1 pariisliudo em vivar a vida de sea paseado.
O Sr viseonde do Uruguay sabe que a miuha cega
coofiauca na pulilica de seu paiz esta' bateada, prin-
cipalmente no couheciminto intimo qaa lenho da ei-
acliriao com que, ha aleaos anuos, apiecia o gover-
no do Imperio as conveniencias da conservoslo do
Ealado Oriental, na cnuviccao que lenho da juste 1,1
com que o ms*mo governo meao os enormissimos e
! molis sacrificios qoe Iba irnporia qualquer tentativa
de aiisorpr.lo, e digo teolativa parque a abtorprao
coma elle o reconltece, sena impossivel como fado
1 ouradooro.
Nao basta, parra, como ja disse, proclamar e re -
eoohecer a conveniencia, a alia conveniencia para o
Brasil da conservar 10 do Estado Oriental.
A dissoluc,3o des-e Eslado dettro* asta coavenieu-
i Ca, leilabeicci a tituarao, as coiiiplicdrts pastada--.
Ue, portaoto, de iuleresii brasileo que essa dii-
silorio se verifique.
E para que se nao verifique, o qae he nicessario.
O qu: he precisa he combatir e extirpar is ciuias
qae podara prodozir cita ditsoluc,ao, consolidar a paz
disiulvaudo 01 partidos da guerra civii e substitoiu-
do-os par partidas regalares qua conservera as Ira-
licce* gloriosas de sua patria, e nao ai de odio e
de enmes qoe ai lem obcurecldo, fecondar essa paz
pela Induslria, pela restaurarlo doi habitas da paz.
e do trabadlo e colonitirao induilnal du paiz.
Dessa couvicc,ao nasceu a poltica de 1851 qoe of-
fereu o apata do Brasil ao governo legal, dando-lhe
por baies a concordia dos Orienlaes e a organisarao
; di lus nautai.
lie para raro urna grande fortuna poder invocar
ai 1 icnr laris dessa poltica peranle o man illatlre
doi ra:tiilrui que a fundaran), e pode-la invocar pa-
ra dzer-lh* que. se apezar de 11.10 haver ndo bem
corapreheii.il.ia nem bem execotada ; qua, se ape.'.sr
; de erros commum, lera fulo beneficios reaes aos doui
: paizes, e beneficios taes qu* permitiera a sens aulo-
res appellar tranquilla silenciosamente da injustiea
Ciiiitemporaiiea para a justira da posterdade, caba-
> not hoje slar-lhi a man solida de lodas is bases, o
I restabelecimeolo das turcas prodaclvas dsquell*
paii.
Sem que possa realmente contar eom os seui ai-
cos recursos, 11,10 ha iudependencia real, e para po-
I der conlar com os sens proprlos rscorsos, necessiti
I crear estmulos ao trabalho, e aogmeolar a soa pro-
j duejan.
A isso leodi direetaminte o ajusta qoe ie dis-
eulc.
Ua, pois, om inlerisse braiilclro o qoe for benefi-
ciado, medanle 01 favores qae esie ijasli incirre a
bim da producrao da industria oriintal.
Oaalquer favor concedido seria di conveniencia
reciproca.
Sera' da maiorimporlancia para os Orienlaes, mas
sira' tambera Importante pira o Brasil, como para a
: boa poltica argentina.
Demorei-me mnilo mais do que permittiam as
conveniencia! da sitoac,ao e desti prolocollo, nas mn-
sidera^es poltica* que acabo de aspar, porque jol-
go ulil aproveitar toda a opportaoidade para qaa ti-
queo) bem consignadas nelle todos os motivoi que
determinara eitas impudentes negociac,dss.
Astim, sera deiccr-ie a urna lula pouco nubre,
po.le-se, deve-.e oppor a exoressA 1 da verdade, da
ra/i.i, sla conviniencia, aos esfuitos do erro, e das
mas paixes.
As consiricra{des qaa expoz mostrara qae se, como
combiuscao econmica, n ajusli de qu* se trsta he
lavoraval aos contraame!, as iiisenres qoe solicita
a repblica, abstralnndo mesmo de tola cumpenia-
i;;Vj econmica, estaran) 110 iuleribse poltico bem
entendido di Braail.
E o qaa deve tornar dobradamenle grato chegar-
se a esla concluan lie que as iseucDes que 13o ben-
ficas s3o pin ui coulralautes, nao prejadicam a lir-
ceiro.
O* producios do gado oriintal tem, ha annoi, aber-
10 um mercado previlegiado no Brasil, e tem nelle
eolia lo astimilados aos nacionaes, sem djimio da
prolucgo similar dos oulros paizes.
Porque nao Ihe lem feito damuo .'
Porque lodo o \arque orieulal unido ao do Rio
11 ..'.. le n 1 1 satisfaz 00 consumo do llra*il.
O actual ajU-le nao faz enao conservar e enn-
soldsr, por alguna ,-11110*. a ntBieJia creada ha
anuos.


DIARIO Dfc PEKNAMBGO QUINTA FElttA Ai onira* difltfaafa* sa anumos :
1> conaummi laRiBoMM no B'Mil procura de
tumor ajtualidade Je \i|ii he eretatote.
() .lireipii ".ibre o urque ettrancatra iioe rain
He 23 por reolu uRa s>> ;i_'ur canto.
\ eaadotlo, prtanla, a" qne chegaroos de que
as i-eujfs que tolii-iU a rapulitica, abilralimdo me-
ido de loda c*uinpei,a.ic,ai econmica, pilaran, no in-
le'f-e paliliCo lu entendido do lraail n,o M
ia aaaaalra ineonvaaicala de inulnim genero, co-
iii i li- favoravel a' lodos es Intuate* ligados a con-
nerv.ija.i ila iin'epeii leneia oriental, islo ht, ao ele-
mento de par. qne afta independencia real e ro-
bustamente consolidada deve apreaeninr miles panes
Sobra os cinco artigo! propalo*.
A' isla da eoiiniderarftea que cab de oflerecer,
1 o ici.lo ser inelhor apreciadas as < b ii.i.i paate deixar de f-zer sobra os arligot apreciados
palo Sr. iicoude do l~rugu\.
Admitir, cun lisura a a.I. 1', porqua (lia' de ae-
comIo coro a base.
0 artig > e :! do Sr. viaconda de Uruguay,
eonim ou nao uini alinelo da situado cxis-
Icnle '!
Conforme. Horacio de Cu.-mao Colho, atie-
res ajtiilanl -i'ortiens do commando.
Se nio cerniera >Jo inuleis ; sa coutem ifio lojuati-
licaveis.
A bise a Imitli 11 para a prsenla neenciaran. he a
ionerva\;.1ii do slalu qa das franquezas CousidiJas
palo arl. 'e do Ira la.lo de 1851.
Ero lodo o csso nao se poderia pretender maior
rom pensara o do qua a que por esse artigo dar a
repblica, scm augmentar os favores qne llie aram
ooiorgados.
Os favores que Ihe erara nulorgados eonsisliam em
ama isenco de direilos de 25 por ceuto para seus
productos.
Essa i-enrao, tesando a larifa ja existente, nao
pul agora exceder de 15 por cenlo.
Por esas consideracoes levemente indicada., os
arligot 2" a 3" roe psreceio, prioi facie, iujus-
tificados.
2r*ro embargo, antes de repelli-los defoitivaroen-
l(, espero onvir sobra elles o meu illnslre rollona.
Apiesto-me em rhecsr ao artigo i- porqua uelle
Inlroduiio o Sr. viseonde de Uruguay nma allerai-So
grave da base pruneira admi'.tida para esta mgo-
ctacao.
Dnia c-l i basa :a Ut producir) nataraes, os do
gado e quaa.quer oulro. agiieulas da repbli-
ca oriental de Uruguay, gozarao da iaenc.Ho da di-
reilos de consamo no Bra.il, finando equiparados a
fgoaes productos do Brasil, quer por roer dos par-
ios habitados da repblica.
Esta conces-au nao coiitiiilia muilo de real, senio
como etlirr.ulo pare o renascimento do Iraba-
llio, como aslimulo a' eiplora;Ao dea riquezas nalu-
ract e agrcolas da repblica, e como mam de prepa-
rar a rcalisagao da base da livre Iroca, ja admiltida
em principio pelos doui govemos.
Como estimulo esta' ella ju coiiiidiracoei, qoer eronomicaa, quar poltica* que
Uve a honra de eipor, tratando synihiiieaineule
deita combinacSo.
Como mein de preparar a realitarai da base da li-
vre troca, he ella lndisp*navs|, po s a livie iroca
eolre estet dons paizes nao pode chegar a verificar-
se sem que augmenten] em numero e quantidade ot
prbduetos actnaes da repblica, e por isio ha ntces-
tario estimular a culiura desea tolo.
Por roais puderoto que fosie este estimlo, nflo
poderia alia produzirnot anuos pelos qo-es deve du-
rar este tala lal quantidade de pro lucios natu-
ral e agrcola* qu* padei-am influir no meraado do
Brasil urbano de nenham aspecto.
Desgrac,adauiente para nos, a populacho, ot capi-
laet, ot hbitos de trabalho iio *e adquiram (libia-
mente, nem por meras comlnnsejes de gabiucte.
Essa acqpisi;lo rnente p la ser frocto de inlelli-
genles e perseverantes (tfoTCM, que nacetsilam,
alm da benc.3o de Daos, do auziliodos aconlecimeii-
los tobre ludo do lempo.
He obra do lampo.
KSo vejo, pormnto, raiiio algnma para a elimina-
rjo que faz o Si. viseonde do Uruguay, no arl. 4.
que propoz dos producios naturaes e de quaes qaer
outros agrcolas la Repblica, compreheodidoa na
uanrao iinmtdiata da baaa primeira.
O Sr. viseonde do Uruguay plisando para o arl.
:>. os producios qae eiclue'dn arl. 4.", amia faz
oulra aliiraco imtiorlante na ctala baie.
A Repblica offereceu na bita primeira lima re-
ducran da direilos ero favor dos pruduclos brasilei-
rss -2 %.
Este vflertcimenlo fon lava-*:a sobre a iaenciln m-
mediala de '.odos o productos naluraei e agricolat
da Repblica.
I. milando esss iient;.io smenle tos prodactos do
gado, o Sr. viseonde do Uruguay quer elevar a ."> ;,
a rcdurc.lu imroelieh tobre os direilos que pagam
na producios brasileirns, dando a easa reduceflo um
augmento annoal proireaiivo de I %.
Os.proluctos orieiitaet qae, legando ese artigo,
devem fiar tubmattidos a' raatma escala di reduc-
S3o que ot Bratilelros, terao, dorante o lempo do
uiaio, ou quasi nominnes, ou pouco imporlantei, de
maneira que a reducto da direilos sobre os impor-
tante, productos brasileiros, smenla vejo a ler uin
anguililla dado as eompuosac.6es ja coucedidat pelat
franqoetae da frooteira.
Pelo qae respeita iiencjo canes li.la em fivor de
lodot ot productos da noaso gado, anleudtmos que as
franquezas que concedemos pelo art. I., filo urna!
roinpen-acao nao srneuts ulicienle, letiSo exage- j
rada, conttderada isolalji.ienie.
Como asgmenlo a' essa compensarlo, he do mau !
dever reptllir decidida darioilivamente, nao s i
eise qae se propoe, como qaalquer oulro.
(.reto, poim, qoe, senlo quanio razo, pelo
manos na prattea, podemos chagar a nm acconlo,
conservada i base da itencJio de todot ot nostos pro-
ducloi.
Em attenr.lo i essa base, e correlalivamenla com
ella, como raeio de preparar a livra troca, eslodan-
do-a em seos elTeilot praticoi, entrando em nossts
ideas econmicas, fazer todas ai re tceles sobre di-
reilos de alfandegat, qoe permita o ettado de noisa
randa, offerecemes no projaeto primitivo urna re-
dacto immadiala de -J jobrt o direilos a qae eslflo
hoje sajetlos as ooisai alfandegat os producios bra-
sileiroi.
As miohat imlrur<;jes permitlemma elevar etsa
reduccAode:! e declaran di franca leslmante.
declaro ao Sr. viscuoda do Jrogaay qae nao potso
iceder esse limite.
Esse limite nao ha arbitrario, nem de mera con-
venci ; he nos impotlu pelo nano estado liuan-
ctiro.
A nosta rend da alfandegaf, qae he a nosaa ren-
da capital, n.o pode recerier nnnhum desfalque ron
tideravel tem compromeller i >sie momento a exis-
tencia do pila ; e desfalque comideravel seria o de
orna reducra. tubta maior do qae aquella que offe-
reremos.
Espero qae, lomando na devila considerarlo eilaa
observefOea, o Sr. viseonde do Urogaav convira' em
que acommodemot ai mismas ai esiipuUces que es-
tamos encarregados de formular.
Estando a hora moito adiauuda pela noile, o Sr.
viscoutle de Urugoay declarou que respondera na
prxima confereocia, para a qual foi disignado o dia
lodo crreme as 7 horas da noite. \tsconde do
Urugeay.Andrea l.smaa. Cnoo secretaria, Joa-
a 111:11 Mana Rscenles de Az-mhoja, olliciaUmaior
da secrelana de estado dot negocios etlrangeirot.
BOVEHMO DA FH0V1NC1A.
S. Exc. o Sr. presidente da pnvinria da aadien-
ria un legundaa. quarlas-fetraa e labhadot ao roeio
da. Secretaria da governo de Pemambuco 7 de rte-
zembro d* 1838 O secretario do governo, Jos
Benloda Cauda Figueircdo Jnior.
S. PAULO.
S. Paulo, 18 de novembro.
O noaso f.'.ro cruuiual esta' em agtenlo: lie o caso.
O r. Furlado, que foi ureinlegraloa no lugar de
delegado de polica, por salas pnpuli, coincrou
urna devas'a 011 ioiagatOes policiaean, p-ra di-
eobriros mananle! do e.panc.menta do Blindante
llalihazar. Elle rapancaniaula tem lido por alguns
allribuido a certa rola de pesaoat dasromposlat pelo
I ublieadoi ; e porlanto, lodo o circulo de penoai
all injuriadas val ser meltido em proceato, c logo, piopriaineute devassa ja coniecoo. Eales
piologos, que precedem o summario, em que se lem
visto jurar at os propnoi reos, mais larieassim de-
clarados, ja foram reprovados pelo Dr. Tavares Bst-
lot.joitde direito, e como sabe jurisconsulto, ho-
mem nioilo moralisado.
Coroesou. pois, um exordio da summario moilo
tpanonado ; e uesla pilase occorre um incidenle
que lem aua greca. O delegada Faado qae, como
lodos o sebero, quando ambirra. vai tu 10 pilo, aree,
acaba de declarar o promotor publico impedido, clas-
Hican lo-o coino -eo O promotor publico tem es-
tado de cama ha lampo, e nada t.be da historia ; e
como fot tamben, ananhado pelo Publicados, qoer
o ur. Mirlado constdara-lo reo mananle doespan-
, camenlo 1 Pelo que, sem mais nem menos, pedio
ao |uiz de diretto uomeacaa de um ai hoco para tal
prncetto. r
Tenho oovido dizor por ah qut talo | orna e.lra-
legi.i ; que convindo remover o promotor o l)r. Ja.
ques detlt1 prucesto, onde o Dr. Furtado nao que.
que elle oITlcle, por motivo. qa elle l soba, |m-
brara-se de o cousiderar ro !... Ale agora ne-
nhum sommario t* fez ; a diflhul.ia.le denva-ie
de saber de lautas victimas da imprenta, quero be o
mandante.
1) promotor que'xou-10 10 presdanle da provin-
cia e aojan de dreHo ao modo po.que o lancavam
da olliciar no procasa, modo mjario.o, caniideran-
do-o reo ; pedio requeren que o governo mandas
e o delegedu nisl iur.ir-li,e prueeiso, j que a tiuha
considerad! reo, e nenhum proreJimenlo livera.
yo se alla aqu em oulra cou.a : he um caso no-
vo dar-se u promotor como indiciado para o fim de
ulan.lo da audiencia du prucetso E en que
sempre elogiel o Ur. Furlado. li .uei agora com cara
de tolo, em face de semeihante imrnoraudadl. O Ur.
t-urlado ht laimigo da peridico l.ei e d todos que
ah escravero ; estes tfie indiriados no eipaocamen-
o, e por dtvatsa O Dr. Faltado tem fe.lo .i,
bons lervijoi na polica ; mat lem um defeito ; para
mostrar imparciali lade, nao alba a abofo-. Uoje
lata A basca que te deu em eata do I. de Igu .-
pe, Bao sei a qoe pieletlo, em cerlo lempo, so por
que e-la doutor quer mostrar que urna excedencia
nada Ihe valle. Deuamoi porem este t .pico
Parece que a pobreza da capital vai ollrer me-
noi, em easuropto de carnet verdee, que aqu le
vende a 110 n. a libra. A cmara municipal, enm-
pott.i hoje dt iiiJ.viduot de mboios parlidoa. tra-
baiha com actividade para diminuir a alll.ccao das
cla.set menos favorecidai. Eolrou em ju.t rom
urna asaoctatto. debati dastas batea : emprastar-lh-
d eolitos de res, que serao pagos gradualmente, o
obrigar-se n dar ao poro hoa carue, abundaute a 100
leis. O contrato durar .1 annoi.
A cmara tujeitou a proposla approva^ao do
r. lorret, que certamen!* far mait *ste bmeficio
a nona capital, qoe j lanto Ihe deve. Nao ha peii-
legio para a associacao, que he o melhor.
Tem appareciJu muiiai recuiat para os cargos
de tuppliDles do jala* municipal, de surte qae o pre-
sidente creio qoe lera' nova inaisada de oscolher
individuos que mo conhece, paia o interior da pro-
vincia. A razo de semelhames recusas he obvia
no lempo dos (.partidos arregimenlados, qoando o
partida de acuna gosernava o presdeme, cada
mandao da localidaJe raandava a soa chapa qua in
limine era aceita ; chapa ja coueertada e combina-
nada noi lugarejos, e coropotlo de geni* nipta..
Hoje, qae felizmente mu larain-se as setoas, hoje
que o prndenla eicolhe por infonnc,0et, a esculla
val recatur no individuo que, embora o mais capaz
da localidade, nao quer preslar-se ao trabalho, por
su.is circunstancias especiis.
Keappareceu aqui um cu oolro caso de mi-
ga ; mas, veja o que lia o habito, ja unguem foge
haironsado da molestia, estamos como vossas marees
coro o cholera ou febre amarella. Assim, pois. sai-
l>am os seas aisignaules qoe j nao im lem dizer
medroso des bexigas como um Peululaiio.
Os actos do 5. anua vaa correndo marevilln-
samente ; anda n.o bou ve um imoliciter, urna
cari, bo.rada. O r. Fui lado, que lie o inexoia-
veloda Faculdade, parece ler ab andado, poia nao
te pude dizer que, en, uro auno lao grande, nao hoa-
vene lugar a um simpliciter, a levar as couaaa
coro o rigor que o Dr. Furlado levou. Para tudo ha
rosa linguas : dizem-not gtraes da Facoldade que.
este anuo houve urna (garaatla para o 5,* Se vona
merr- quer saber o qae quer dizer garanta, 01, bica.
em liiiguegaru acadmica,he fcil perguolar aos Flu-
minenses que daqui leal ido.
A Feculdade, pota, esta' agora msis honanrosa ;'
ja nao sa v as embirracOea do Dr. Fuilado. *
. ~ l" *>'t""eeido alaoni aisasiinaloi pelo
taime de Braganca, sempre nulavel. Foi multo boa
providencia dtianexar-te Atibaia daquelle lermo,que
lica assun menor, e com roaii cuidado do juizo 11111-
nieipal. Agora ha o Dr. Fonnca Morale, que
lem feli captorar mullos crimiu mi.
O cometa deaappareeeo : dizem alguns que ap-
pareceram dooi. Nao sej se esles alguus leram a sua
correspondencia de Beilin.
Fallaceu o Dr. Aunbii. joiz de direito de lia-
pelininga. Ue mais urna vaga para o Mercautil
disieriar.
{Carla particular.)
(Jornal do Coromercio do Rl),
fm*MOGlk,
COMMANDO DAS4RMA5.
artel gaaeral da aornaaiido d.iarca e
FarnatBbaiea na eldad* da Recito, ata 5 de
deiembro da 1868.
ORDEM DO DIA N. 166.
Tendo amanliaa de lomar pjsseda administraco
desta provincia o Exm. Sr. consellieiro Manoel
Felizardo de Souza e Mello, dotermina o general
rommandante das armas, em harmonia as ordens
da presidencia, que urna brigada compesta do es-
quadraodecavallaria ; do 1. batalho de nnilha-
ria, dos balalhes l.-2.'e3. de infantaria,
todos da fjuarda nacional cesle municipio ; o de
utn parque de artilharia de 4 boceas de ogo guar-
necidas pelas pracas da co npsnhia de artfices, sob
o commando do Sr. coionel Domingos Alfonso
Nery Farreira, se forme ni largo do Collegio pelas
10 horas da manhaa, e que s 11 horas esleja pos-
tada no do palacio da presidencia, aflm de fazer
as devidas continencias ao roesmo Exm. senhor.
Deiermina.outro sim, que os senhores com-
mandantes de corpos do exercito e respectivos olE-
ciaes bem como os dos corpos especiaes, e da
"iianla nacional arjuari-ilada, comparacam no mes-
1110 palacio para assislir ao acto da posse.
(Aaaignadu.)Jos Ji a.iaiim C nlbo.
(Conforme.)Horacio da tasmao Coellio, alfares
judaaite da ordtut, do commando.
6
ORDEM DO DIA N. 11,7.
Ubvendo o governo de S. M. o Imperador, por
bemldeierminar emav.so do ministerio da guerra,
do ID de novembro ul imo, que fosse exonerado
do emprego do com mandan te da fortaleza do Brum
O Sr lenonld coronal graduado do corpo de estado
maior de 2." clasie Joaquim Caelano de Souza
CouSseiro, em consequencia da fuga do preso le-
nent|j coronel da gualda nacional Eustaquio Jos
Velloso da Silveira, que a disposicio do Sr. juiz
de dtreito chefe de pelicia se acli.wa recolhido a
meslna fortaloze, o g;neral commandanle das ar-
mas, ass'ua o faz ptblico para conhecimento da
^uarnigoo ; bem como que a presidencia de con-
formidade com o nesmo aviso, resolvau no-
inecroSr. lente coronel reormado Francisco
Rodrigues CarJoso para substituir apualle Sr. te-
nenjte coronel no oimraando inlerino da sobredita
foribleza, o que luloconsiou de olcios da mesma
presidencia, datados em 30 do niuz (indo e de 4 do
'.urrente.
(Assignado).Jos Joaquim Coeltto.
PGiNA AVULSA.
filosa iBn.ii s
De/eza de lluiei.O Dr. J0.I0 Alfredo Coa-
vea de Onveira e Andra le. priotipiou a tul defeza
de tlieses nu da 7 do crrenle.
Tlieatro.Segunda-feila a noile ajada, represen-
tando se o Itigoleto. aliraram-se raoedas de cobre a
urna das cantoras. He desnecetsario notar mais a in-
conveniencia des>a proceder, por qoe estamos cerlo
qoe com is-o nada se conieguir.'. Un dos partidos
da platea aceedeu as reflexoes acisadat, e o oulro
nao... A polica que faj, o seu dever.
Faculdae de direito.- No dia ( do correnle ron-
cluiram-se os trabalhos do coocor.o para o preen
chmenlo de urna das cadeiras vaas, foram appro-
vados em primeiro lugar o Dr. J0A0 Jos Pinto J-
nior, em segundo o Dr. Jao Capistrano Bamleira
d* Mello hubo, e em lerceiro o Dr. Francisco de
Paula Pinto P.tsoa. Em multado foi oblida do ler-
ceiro escrutinio.
Ima que'uca.Divertos moradoret da ra Augus-
ta se que am de um cerlo ronco, morador na fre-
gaeziada Boa-vala, qoe. durante as 11 horas da
i.uite de a do correnle al a manhaa leguinlt. os in-
commodou com ama briga ero que esteve c predilecta. E como alem do incommodo que a visi-
nhain;a caosoo *sse fado, resulta grande immorHli-
dade de tua reprojucr,io, Iranamittimos ao seo in-
loroconteiido daqueixa que rceebemo.. Contelho
nao Ihe daremos, por que elle bem deve coropre-
liender e que he que cuiupre fazer, ab,ler-t de tal
condona.
Um /acto recollanle Inormam-nos qoe no
da b do correnle, na ro Direila, um lilho prelen-
d.ra eipancar o proprio pai, porque isle o reprehn-
dela por lisver vendido ornas fazendss por prero
menor do qoe 'o estipulado, e leria realis.du ee-e
acto de perversidad*, tenao fri diversas pe acudiram na occaai.lo I Pedimos a polica a aver.-
guac.io dette acunleciment, flm de caso teja vtr-
dadeiro. ler .ol suas vistas am tal (libo.
Tribunal do jury Ao meio-dia, fs7?nrlose
a chamada, ve.ilica-ia eitaram presentes 38iurada,
em virlude do qae o Sr. presidente .laclara berta a
sts>ao, e molla em 20J oa jurados qoe faltaram.
Compareceu para ser julgado pelo, erimes de rou-
bo t etlellionalo, Pal,lino Augoslo Barbalho Uchoa.
Foi seu advogado o Dr. Jo^e Silvauo Hermogenes
Vesconcetlis.
As qualro horas e meia da larde, coniluidos os
debates e felo o resumo legal, recolheu-se o jury
d. seutenca a tila de suas confere:iciai, donde vol-
tea os 5 e meia, negando o fado qne constloia o
priroOro crime, e recouhecendo a cxitlencia do se-
gundo por unanimidad?.
E como nao (ossem allegadas nem provadas cir-
cunstancias ggravames ou allenaautes em favor do
reo, o Sr. pre.idenle o condernoou no gro medio
da pena eilabelecda no arl. 2 do cdigo criminal
com referencia o arl. .,9 do mesmo cdigo.
Uotpitul ite r.aridaie (7 d* dezembro.)
Exslem 43 homeiia :>i mullieres, nacionaes ;
I liom-m etlrangeiro e 4 horoeus e 100. Foram visitadas at enfermaras, pelo eiiorgiSn
Pinto, is 7 horas da manhaa, Dr. Dornellas, a's 9
horas, Dr. Firmo is (i horas da larde de hon-
lem.
Mortalidade do dia 7 de dezembro :
Anna. parda, aiciavs, 8 annos. apoplexia.
Jos Ricardo, prelo solleiro, 18 annos, tima queda
Josna Polecena, prela solleira, 00 auuoi, innm-
mac!".
I-rancia, branca, 7 dia) espasmo.
Al amanha.
.lulgou-se improredunte,
Appelianle, o juiz do direilo ; appellado, Boni-
facio Jos Alexandre.
A novo jury.
Appelianle, o juiz de direito ; appellada, Feli-
c.dudij Perpetua do Monte.
Julgou-se improcedente.
Appellaiite, o juizo ; appellado, Manoel Gomes
da Silva.
Improcedente.
Diligenciis erimes.
Mamlaram com vista ao Sr desembargador
promotor da juslica, as seguintes appellaroes :
Crimet.
Appelianle, Joao Beruardino de Vasconcellos ;
appellado, o juizo.
Appelianle, o juizo ; appellado, Aniceto, cs-
cravo.
Appelianle, o juizo ; appellada, Mara Magda-
lena de Azevcdo.
Appelianle, o promotor; appellado, Jos Mximo
F.spindola.
Appellantc, Joo Gomes dos Santos ; appella-
do, o juizo.
Appelianle, o juizo ; appellado, Guillierme Ki-
boiro da Costa.
Distribuiram-se por substituices os feilos se-
guintes :
Ao senhor desembargador (iiiiana, a revista
crime:
Recrreme, Manoel J oaquim Bacellar ; recor-
rido, a juslica.
A revista civel :
Recrreme, Melcbiades Jos Silvino Ferraz ;
recorrido, Jos Joaquim Novaes da Silva Gui-
maies.
As appellaces civeis :
Appelianle, Crisiovo Xavier Lopes; appella-
da, a irmandade das Almas.
Appelianle, Manoel Ferreira da Silva Ramos ;
appellado, Jos Maria da Cosa Carvalho.
Appellanie.Joaquim Goncalves IJasios ; appella-
do, Joo \alentim Vilella.
As appellaces erimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Anselmo Perei-
ra de Lucena.
Appellaule, o juizo ; appellado, Jos Lourenco
Ammarl.
Appellante, o juizo ; appellado, Jos dos Sanios
Caria Jnior.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, os
appellaroes civeis :
Appelianle, Jos de Amorim Lima ; appellado,
Umbelino Machado de Carvalho.
Appelianle, Vicente Ferreira Gond'tm ; appella-
do, Scralira Nunes do Nascimenlo.
Appelianle, a rmandade das Almos ; appella-
dos, Manoel Pires Ferreira e ouiros.
Appelianle, o juizo 5 appellados, Oliveira i\ li-
maos.
As appellaces erimes:
Appellante, o juizo ; appellado, Arsenio de Mel-
lo Brrelo.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Fran-
cisco de Araujo.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes, as appel-
lagoes civeis
Appelianle, Manoel Vieira de Amorim ; appel-
lado, Boaveotura Al ves da Fonseca.
Appbllante, Ponciano Rodrigues da Silva ; ap-
pellado, Caelano Rodrigues da Silva Aragao.
Appellante, o juizo de ausentes; appellado, An-
dr Umbelino de Alenla.
As appellaces erimes :
Appellante, o juizo ; appellado, Tiburcio Va-
leriano da Silva.
Appelianle, Amonio Jos dos Anjos; appellado,
o juizo.
Appellante, Antonio Ferreira dos Sontos Cami-
nha ; appellado, Manoel Lopes Pessogueiro.
Disiribuicpes ordinarias.
AoSr. desembargador Gilirana, as appellaijoes
erimes :
Appellante, o juizo ; appellada, Quileria Ma-
ria do Espiito Sanio.
Appelianle, o juizo ; appellado, Pompeo, afri-
cano.
O recurso crime :
Reccorrenle, o juizo ; recorrido, Amonio Das
Barrozo.
Ao Sr. desembargador Lourenco Santiago, as
appellaQies erimes;
Appellante, o juizo ; appellado, Vicente Fer-
reira da Bocha.
Appellante, o juizo; appellado, Antonio Ferraz.
Appellante, Daniel Bibeiro dos Sanios ; appel-
lado, o juizo.
O recurso crime;
Recrrante, o juzo ; recorrido, Joio de Barros
Accioli.
_ Ao Sr. desembargador Silva Gomes, as appella-
ces erimes:
Appellante, o juizo : appellado, Pedro Flix
de Souza.
Appellante, o juizo ; appellado, Manoel Pinhei-
ro Dantas.
Appelianle, o juizo ; appellado, Francisco Fer-
reira de Veras.
O recurso crime :
Recrreme, Joao de Dos Sampaio ; recorrido,
o juizo.
A 1 hora 1|2 da tarde, encerrou-se a sesso.
COMARCA DO BKEJO.
28 de novembro de 1858-
Felizmente, grabas ao nosso Padroeiro,
passou em santa paz a elenjSo municipal,
procedida no di> 21 do andante, apezar de
ser t3o mal annuncia la. Eu se npre esperei
que ella tivesse saudavel e pacilico acaba-
manto : pj-qijo muilo confo da ndole e ge
nerosi la 10 do povo desta t'reguezit. A chi-
pa conservadora foi a triumuhante, e eis o
resultado da voUr;3o :
Cmara municipal.
CaeUno de Oliveira Mello.
Jos da Silva Amaral.
Jo3o MarinQo PalcSo.
I'lieo loro Martins Chaves.
Francisco das Chagas Pereir.
Kvd. Jos Theo loro Cordeiro.
Joo Marques Pereira.
Juizes de pa:.
1-dislricto da villa.
Jo5o Marinho Falco.
Theodoro Martins Chaves.
Jos da Silva Amaral.
Uvj. Jos Theodoro Cordeiro.
2.- dislricto da Taboca.
JoLo Marinho da Purilicac3o.
Jos Amancio
JoSo Anteportam Pereira.
Manoel Joaquim ite Souza.
3. dislricto da Jurema.
Lufa Antonie de anlade.
Jos de AlbuquerqueCavalcinti.
Cristovo da rtoena Cavalcanti.
Francisco Cordeiro l.ima Falcao.
*. dislricto do Poco.
JoSo Jos Nepomoceno.
CUu lino Ferreira Valdevino.
Joao Jaimes Marltns Chaves.
Joaquim Nuiles Rarboza.
5.- districlo de Carapolos.
Jos Baptista Pereira:
Antonio Joaquim ^a Costa.
Francisco ie Sales Tnenono.
Antonio Marinho da Costa Thenorio.
T'riurjjphou a opposicSo liberal em T'aqua-
relinga, onde somente houveram t7 votan-
tos, e saturem votados juizes de pax do ois-
triclo de Jacarnra
Manoel Cor letro dos Santos.
Pedro Felisberto Pereira.
Manoel Congalves Passos.
Francisco Ferreira Guimare.s.
A comarca lies em paz. nada mais tenho a
dizer-lhe desla vez. Saie.
O conciliador.
de dantps, um calista para corlar ou arran-
car um clo, e logo >elem grossa paga pebis
seus servidos E o dente cotitiuna a doer, e o
calo la lica no p do desgratado. Em regra
asstm he.
lliate nacional Araeaty, vinio do mesmo
porto, consignado a Caminlia & Filhos, nia-
nifestou o seguinte :
21 saceos feijSo, 27 ditos com 112 arrobas
e 29 libras de cera de carnauba ; a Joaquim
Francisco Alem.
485 meios da sola, 37 molbos com 925 cou-
AinJa ha dentistas e calistas ou pedicuros
do consciencia, mi ssSo raros. De oulra o--
den de calos. I. custa tambera a achar quera rinbos, 8 saccos""com 6 alqueirM^dTeilSo,
arranque os proprtos que origina. De aper- 1 fog3o inglez ; aos consignatarios,
tos procedern os calos, uns das botas, outros
da bolsa.
Mas emfim o calista que extrahe calos ou
os corta com pericia, he um artista estu-a-
vel. Iiizpoi-oos que Lisboa chegou Mr. Le-
vita famos > pedicuro, que tem tirio as suas
mSos os ps de notabelidades polticas, li-
nanceiras e aristocrticas da Kuropa e Ame-
rica ; at leve a honra do operar nos ps do
imperador Luiz NapoleSo. J houve um pra-
guento, que disse, que por causa dos calos
he que anda Unta genle para traz no mundo
poltico.
Ora, Mr. Levi vem carregado dos mais hon-
rosos atteslados que teslemunhsm a sua pe-
ricia calista, e diz a fama, que apenas che-
ga a qualquercidade, logolhe vilo as mSos
os pes m-is mimosos e elegantes.os ps mais
grosseiros e labregos, todos implorando a
sua interenc3o para se verem Itvres dos ca-
los moles e ouros, dos oloos de perdiz e de
mil outras calosidades que aHigem os pes
dos dous sexos.
Mr. Levi, sem causara minb*. dr, extrahe
as pas agudas que entram pela carne por
baxodascalosiaad,>s, projuzmdo os mais
atrozes suffnmetilos
Em summ, quanio se tira a um calo a-
caba com elle, mas sem fazer soltar um gri-
to, sem causar o menor estremec ment ao
paciente.
Crtam-se calos na paciencia, mas ainda
ninguem creou calo para atuar calos
Porlanto de boa fama precedido noscheg
Mr. Levi, e Dos queira que elle Itmpe de
calos toJos os ps que recorrer a sua peri-
cia.
E n5o pense o leitor que tudo isto he calo-
(Jornal do Commercio de Liboaa).
PKACA 00 KECIFE, 7 DE DEZEMBKO DE
1858.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Cotaces nlliciaai.
Descont de letra*8 0|0 ao anno.
FreJ. Kobliard, presidente.
P. Borgat, tacratarlo.
Al.I A.MIKI.A.
Raadlmanlodoatia I a li .
dem da da 7 ,.....
74:2737:tO
'.':3133:ll).
S3:787|034
i)escarream hoja S de dezembro.
/'arca inslezaAlbaraplvora.
UriKue brasileiroVeleirodiversos gneros.
Galera franeeiaA'ellelazendas.
Barca americanoMarangerdem,
(alera inulezaD. Dioaofazendas.
Brigiie porlugaez Esparancs ceblas, arcos c
alhos.
Ilnaoe Irnueer.Parahibaliendas.
Patacho o mam arque*N mcvfazendas.
MOVIMENTO A A'LFANDEiJA.
Volames enlradoi e>m fa;en ia. .... J7(
a > com generoa .... 83
Viimu tahidet aom tazandit
aom tuerot
Tolal
Tolal
159
192
399
22 fardos sola (230 meios. 2 ditos com
6976 pelles de cabra curtidos ; a ordem.
Barca americana Leighton.u vinda de Bal-
timore, consignada a James Crabtree & C,
manifeslou o seguinle :
2686 barricas fsriuha de trigo : aos mes-
mos.
C0NS11UD0 CEBAL
ItCBdimenta da dia 1 a 6
Uem do *aia 7 .
9:2861596
2:99*9128
12;280724
DIVERSAS PROVINCIAS.
Reuoimanlo iio da 1 a t 1:0039862
ltm do da 7....... 2289300
1:2823162
DESPACHOS DE CXPORTACAO PELA MESA
UO CONSULADO DESTA CIDADB NO DA
7 DE DEZEMBRO DE 185.
LiverpoolBarca muNza Cara, Parante Vianna
di C, 500 sacc s aitucar.
ValparaizoBarca mul/1 Precnrsor, Viuva A-
morim ,y Filbo, 1,000 saccot astuear.
MarsalliaBriKoe Irancez ntaladiaieaiB, N. O. I!e-
ber ^ C, 8U0 saceos asm, r.
LisboaBriuue poilogu"/. Soberano, Thomaz de
Aquino Fonseca o Ftlho, 100 tacos aasucar, 8*
barris niel.
EXPORTAQAO'.
Passo da Cimaragibe, Inte nacional uSanU Lu-
zan, de 2 toneladas, con iniio o tasninte :__||9
valomes seeros estraugeiroi, 201 ditos ditos ia-
ciunaet.
Rio de Janeiro, brigue braaileiro nReaulon, de
2'JI tonal,1 lat, conduato o secuinte : 400 saceos
surar. 11,100 arrobas de carne tteca de Monte-
video.
Araeaty, Mate nacional -Invanevel, eondozin o
(-uiuie :ll volomet gneros eslraugeiros, 22
dilot rliloa nacionaes.
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS CE-
KAES UE PERNAMBLXO.
Rtndimento do dia 1 a 6 ... 5:390|533
dem do dia 7....... 1:3823909
6:7739442
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do da I a 6 .
Uem do dia 7 .
8:53*9958
3:05*9*95
11:5899*53
i9ublitacQt& 6 pcH>iDo*
s
3-
* =
B -
o. ".
CHROMCA. JDICIARIA.
TRIBUNAL DA RELACAO.
SB8SAO EM 7 DE DEZEMBRO* DE 1858.
Presideucia do Enu. Sr. eoi,s,i|,ro Hermeliuo de
Lein.
As 10 horas da manhaa, achando-se pre-
sentes os Senhores desemhargadores (.tirana1, e
Lourenco Santiago, Guerra, Silva Gomes e Cae-
tano Santiago, procurador da corda, e o juiz de
direilo Dr. Doria, foi aberla a sessjo.
Passados os feilos e entregues os distribuidos,
procedeu-se aos julgamenlos seguintes :
Ju llamen los erimes.
Appellante. o. uic de direilo ; appellado, Jos
Jacimlio de Souza,
*#ubcacao a ptbio.
IMPORTAgAO'.
Brigue inglez vMechens, viudo de Liverpool,
consignado a Roslron liooker & C., raanifeitou o
seguinte :
307 toneladas decarvo de peJra ; ao mesmo.
Barca americana Leighlon, vinda de Balmore,
consignada a James Crabtree S; C., maoifeston o
seguinle :
2,S6 barricas farinha de trigo : aos mesmos.
Vapor inglez Tayne, precedente deSoulamp-
lon, consignado a agencia, manifeslou o seguinte:
1 caixa joias ; a Jos Morcira da Silva.
1 dita dilas ; a Luiz de Carvalho Paes de An-
drade.
1 di[a dilas ; a Cli. Hardy.
1 ditas ditas, 1 embrulho amostras; a Isaac
Curio 7 C.
4 ditas dilas, 6 caixas amostras; a Timm
M. & Vinassa.
2 ditas ditas; a F, J. Germn.
1 dita ditas; a Miguel Arcanjo da Figueirado.
1 dita dilas; a H A. Borges & C.
1 dita ditas ; a Levy Samuel.
1 dita dilas, 2 dilas relogios, 13 caitos c 3 em-
brulhos amostras; a J. Keller&C.
1 dita joias, i embrulho amostras; a Schafhei-
ilin & C.
2 dilas dilas, gales e amostras ; a F. Souva-
ge&C.
2 dilas dilas; a J. T. Adour & C.
1 dita relogios, 0 dilas rendas, 1 dita amostras;
a Souiball Mellors & C.
2 dilas joias; a RabeSchmelian & C.
1 embrulho relogios, 1 caixa e 1 embrulho
amostras ; a U. Gbson.
2 tinas bichas ; a Mr. Falque.
13 caixas ferracens facas e caivetes, ditas
ferragens praieadas, 4 embrulhos amostras; a
Prenle Vianna.
1 caixa roupa ; a Mr. Bromsonge.
2 caixotes bichas ; a D. A. Matheus:
1 embrulho amostras; a Saunders Broters.
1 caixa relogios ; a ornem.
1 dita impressos; a I lima, direerjao do novo
banco Pernambucano.
1 caixa amostras : a L. Delouche.
1 embrulho dlas ; a l'alon Nash & C.
1 emhrulho ditas a Fox Btuthers.
1 dilo dilas; a C. Starr &C.
1 caixa ditas ; a M. A. Rodrigues.
1 dita roupa, c 1 dita amostras ; a Adarason
Howie & C.
1 embrulho dilas 5 a James Ryde & C.
2 ditos dilas; a Barroca & Castro.
1 dilo e 1 volume amostras ; a N. O. Rieber
&c
3 caixas amostras : aSiqucira "f Pereira.
l dila ditas o 1 enibrulho luvas ; a J. C
Ayres.
1 dila ditas ; a Ricardo Coelho.
3 ditas ditas ; a 11. Brunn & C.
1 dita ditas ; a Burle i\ Souza.
4 dilas ditas; a Feidel Pinto & C.
2 ditas dilas ; a .1. da Silva Fula.
t lela roupa ; a J. karkham.
1 embrulho amostras a Tucknur Arkwiohl.
4 caixas quejos ; a M. J. G. da Fonle.
2 ditas ditos ; a J. F. Lima*
1 dita impressas ; a Bastos Lemos.
1 dita casiieaes ; a John Lelly.
1 dita bolas a sapalos ; a John Whit Fild.
1 dita papis ; ao cspio V. de Medeiros.
1 volume ditos ; a Whalely Fontes & C-
1 dilo livros ; a 11. Iliich (ou Forte" & C)
' dito ditos ; a A. M. C. Soares.
Barca americana Me^singer Bird.n vinda
de Richmond, consignad" a Henry Forster
& <; ir:anifestou o seguinte:
3600 barricas o II metas farinha do trigo,
o barris com 207 gales Ue Wheskey ; aos
mesmos.
Briguo nacional Veloz, viudo da Baha,
consigna lo Antonio Luiz de Oliveira Aze-
vedo, manifeslou o seguinte :
10 meias pipas o 23 carris vinagre, 35 (li-
tis azrite doce, 10 cascos azeite de palma,
25 barris alcatrilo, 2 ditos serrotes, 125 mar-
cos de rotim, 1 caixinha junco, t caixa car-
tas de jogar. 3 litas cialy de merino. I dita
chales de algodao, 10 fardos mantas de 13a e
algodSo, 4 c ixs zul lino, 2 ditas tabaco
em p, 10 pipas fumo moido, 108 fardos dito
em follia, 111 saceos farinba de mandioca,
4 ditos col, 10 ditos fio dealgodSo, 1 dito
cacao, 4 caixes chapeos de baeta, 1500
quariinhas 200 molbos piassava. 1 cader*
ia w-c
r a a
/loras.
n
e 3
e
Mmotphera.
* = & I Dricrso.
i B B^
Inlenii-
dade.
rC lw lw IC l-L
u 00 ~i bi
Ccnllerado
Cl-.ili-
Reannmr.
5gg= l-ahrenheil
. v St S* j Uygrometro.
.1-1-1-1.1
rir^cH
Barmetro.
II- bilbelet eetarao a venda no dia do tipeelaculo
no escriplmio do Ihealra, dat 9 borat da manhaa am
dianle, os tenbores ettiguanlet terao a prelircu-
cia al o meio-dia.
Principiara' '&"." -?0,
IPara p, Babia.
O veleire e bem conheci^o patacho nacio-
nal Amazonas, tem e seu bordo melade de
seu carrgamento : para o resto que Ihe
falta, trala-se com osea consignatario An-
tonio Luiz
Cruz n. 1
de Oliveira Azevedo, ra da
PAEAO
Bio de Janeiro
Sane por estes 10 a 15 das o muilo veleiro
palhabote Artista, por ja ler a metade de sus
carga prompti: para o resto e passageiros,
paraosqnies tem excellentes commodos,
oode-se dirigir a ra da Madre de Dos n
2, on com o capito Manoel Pereira Jardim
a bordo.
jLeilao
L 7 de dezembro.
Brandera Brandis& C. farSn ie13o or
autorisaao e em presemja do Sr. cnsul da
Blgica, por conAe risco de quera perten-
cer, e por inteivemjo do agente OHveira
de cerca 64 barris de prego em grande par-
te avenidos a bordo da escuna hollandeza
Gouverneur Vander Eb. na sua recente via-
gem procelente de Roterdam para este
porto: terca-eira 7 do corrente, as 11 ho-
ras da manUSa em ponto, no armazem do
Sr, Araujo, no ces d'Apollo.
Leilo
MOVIS DIVERSOS E OBRAS
DE PRATi.
(SEM LIMITE.)
Sexta-feira 10 do cor-
rente.
MsrcolinodeBorja far leilSo erasen;
mazem na ra ao Collegio n. 15. de o
immensid.de de objectos, movis de di
rentes qmlidales, qua lora desoecess.
mencionar, e bem issim de uoa gra
quantidade de obras modernas de p
ebegadas ltimamente de Lisboa; cojo1'
tigos se>3o sem reserva vendos, n
sexta-feira 10 do co-rente as 11 hor
manh3a, no supradito armazeo
Leii)
HOJF
Qiiinta-fc-ira 9 d convite
Continna porta da allV'fg, o Ifo de
g-neros salvados da bJ" inglez* Ben
Muick nbiii. e outros, ''nsive qujosde
idos n
TV
Leao
i
?$
capitana do porto.
Pela capitana do Porto desla provincia.se
convida a quaesquer individos que queiram
agenciar o alistaoicoto de cidad3os volunta-
rios, para o servic,o da armada, a compare-
cerem na referida capitana de meio dia as
tres lloras de tarde, para coolratarem seme-
Ihante incumbencia, certos de que percebe-
rSo por cala prara idnea que apresenterem
a quantia de 4-3; se esia for estrangeiro e 59,
se for nacional. Na capitana se dar a taes
agentes as devidas instrucc.es nos temos da
lei.
Capitana do Porto de Pernamboco, 26 de
novembro de 1858.Fernando Vieir da Ro-
cha, capilSo do porto.
Pela mesado consulado rrovincial se
faz publico que os 3o das uteis para a co-
branza da decima dos predios urlanos des-
ta cidade da freguezia dos Afolados, per-
tencente ao primeiro semestre de 1858 a 59,
si principian a cootar do dia I- ie dezem-
bro prximo vindouro, lindo os quaes in-
correm na multa de 3 por cinto, todos
aquelles que deixarem de pagar seus dbi-
tos no referido prazo. Mesa di consolado
provincial 22 de dezembro de i858.--Anto-
nio Carneiro Machado Rios, administrador.
COr O conselho administrativo, jara lorceci-
mento do arsenal de guerra, lem de com-
prar os objectos seguinies:
Para o 4-' batalb3o de anillara a pe.
Bonetes 88; platinas para sobrecasacas
44 ; bandas de 13a 1 ; grvalas 52.
10.* balalhSo de infanaria.
Bonetes com o n. 10 306 ; gtavatas 282 ;
lian las de 13a 26.
Hospital regimental a carge do mesco
bata ib 3o.
Smenles de linbaQa, arrobas 2.
Fardaruento e provitnento dos arma-
zens do arsenal de guerra.
Hollar, ln de forro, covados 2000;
companhia
Brase ra de paquetes a
va por
O vaporOyapoek, commandante Francisco
Ferreira Borges, espera-se dos pollos do sul
em spguimento aos do corle at 12 do cor-
rente o ez.
Recebe-se desde ja passageiros, fretes de...
dinheiro e encommeiidas e eng]a-se a car- prato, tambem salvados oavio.rfb.
ga que o vapor poder conduzir sendo os vo-
lumes despachados com antecedencia at a
ves jora de sua chegada : agencia ra do
Trapiche n. 40.
Para o llio de Janeiro.
O veleiro patacho nacional Julio, preten-
de seguir com muita brevi la le; tem promp-
to parte de seu carrgamento ; para o resto
que lbe falta, trata-se com o sau consigna-
tario Antonio Luiz de Oliveira Azeredo.
ra da Cruz n,1.
Para o Rio
de Janeiro
segu eom brevidade o veleiro e bem conhe-
cido brigue nacional Damo, por ter parte
do seu carrgamento prompto : para o res-
to passageiros e escravos, para os quaes
tem excellentes commodos, trata se cornos
consignatarios Jos J. Diaa Fernmdes & Fi-
Ibos, ra da Cadea do Recife n 63.
Para o Rio
DE
Salieron, muita brevidade o bern co-
nliecido brigue nacional Sagitario ile pri-
meira marcha, o qual a tem a maior
parte da carga proropta, rara o resto e
' passarreiros trala-se com Manoel Francis-
co da Silva Carneo na roa do Vigario n.
17 primeiro audar ou com o capitao Joao
Manoel Fiuza.
Rio de Ja-
s
a C
"t
Ha
5 CT
r
r
c
c.
n
>
v.
Sexta-feir 10 tic cor-
lite.
pelagente
Petana
O referido ag6 vender por conta de
quem pertence',ra fechar coritas, no ar-
mazem de Ande Se Campello, no Forte
do Mallos
800 saceos r f'rinha de mandioca.
Principiar 9 horas em poni.
&H
:--%.
:oo
Salie com muita brevidade a bem co-
ndecida barca nacional Recife, de pri-
meira marcha, a qual ja tem a maior
parte da carga prompta. para o resto e
passageiros para o que tem aceiados com-
modos trata-se com Manoel Francisco di
Silva Carneo na ra do Vigario n. 17
primeiro andaroucom o capitao Manoel
los Ribeiro.
320
160
ACn
fe
branco, varas 2000 : clcheles pretos, pares
2000 ; bomba de tirar agua do poQO 1 ; car-
v3o pe pedra.tooelalas 31,
Uuem quizer venJer taes objectos ap'o-
senle as suas proposlas em caria fechada na
secretaria do conselno as t oras da manhSa
do dia 13 do corrente mez.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo, para fornecimento do arsenal de guer-
ra 4 de dezembro de 1858-Beulo Jos La-
menha Los* coronel presidenteFrancis-
co Joaquim Pereira Lobo, secretario inte-
rino.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, para forneci-
mento do aisenal de guerra, tem de com-
prar os objectos seguintes :
Para pruvtmento dearmazens do arsenal
de guerra.
42 covados de panno alvadlo ; 17 bandas
de 13a para inferiores do meio battlh.lo da
Parahiba ; 2 espadas com bainhas de ac
para os sargentos ajuda te e quirtel-mestre
do corpo da polica ; 2 lellins do couro de
lustre para os mesmos ; 20 reguas de ma-
deira para aula dos menores do arsenal de
guerra ; 2000 covados de panno azul pura o
7.' baia'.hSo de infantaria, para provimenlo
dos 8rtnazens do meio balalhao do Ceara ;
50 covkIos de casimira verde ; 50 dilos de
dita encarnada; 1000 pares de clcheles
pretos.
Para o presidio de Fernandio de No-
ronba.
2* pies do jingada para baleas ; 2 pe^as
de cabo e lindo de 5 pollcg'das.
Quem quizer vender ditus objectos apr-
sente as suas proposlts en carta fechada na
secretaria do conselno as 10 horas da ma-
nhSa do dia 10 do corrente mez.
Sala das sessies do conselho administra-
tivo para l'orneciaiento do arsenal de guer-
ra 3 de dezembro de 1858. Bento Jos La-
menta Ltns, coronel presidente.Francis-
co Joaquim Pereira Lobo, vngal secretario.
FOLHIS PiBA 1859,
Acham-s'venda na livraria n. 6 e 8 da
pr*ca da intendencia, as lolbinhas do au-
no de 1859,1" >s provincias de Pernaiu-
buco, CeaiR'O Grande do Noite.Parabiba e
Alngoas, -eguinles aulidades :
FlDin(.''do propiietario agrieola
contendiera das materias do cos-
tume. a9s i regulamentos das tr-
ras pubr>s. notadas com todos os
visos e ders que s tem esplicado
e amplio al o mez de setembro ul-
timo, io Sr. Dr. Antonio Vascon-
cellos jnezes de Drummond. Estas
folhiobasSo essencialmente necessa-
nas a tas as pessoasque possuem de
um palr> de trra para mais, pois com
ella est> habilitados para n3o cahi-
rem enmultas e no se:em illudidos:
preco t ..........
sFolhfiha religiosa, a qual alem
das rflerias do costuroe, cootem
ollicie, exercicio para ganbar o juby-
Ifeo, rudo de visitar as imagens do
Senhr, de Nossa Senbora, e qualquer
santr ou sania, e oracSo de S. Bor-
nard) e a semana meditativa, ediffe-
rents novenas: preco rs........
Filhinha de porla rs.........
Filhinbaecclesistia ou de resa fei-
ta pelo Bvmd. ir. conego penitencia-
co da S de Olinda, segando a rubri-
ca e ordens da Santa S rs.. ......
Precisa-se de 400}} a juros ou sobre
hvpotbecaou irmes, quem tiverannun-
cie.
Capella da Senhora da ConceicSo da es-
trada de Joo de Barros.
A- sociedade de devatos que se incumbi
de festejir, j deste anuo, na referi.la capel-
la, a excelsa ni3i de Dos e mSi dos horneas,
tem marcado o dia 19 do correnle para a
Testa de sua padroeira, a qual lera lugar pelo
modo seguinle : As 7 horas da noite do dia
9sibira da igreja da Soledade a bandalla,
que ser conduiiia procissional ente, a-
companhada de urna banda de msica mar-
cid, para a capella, curoecando nesta mesma
noite a novena. A's novenas have'So versos,
e a da ves:>era ser augmentada com msica
de baulho. A festa comecar tshonsdo
costume, pregando no evangelho o Bevm.
padre meslre Fr. JoSo d'Assum r5o Moura,
bavendo noite ladainha com praiica pelo
mesmo Revn. padre meslre. Das 4 horas da
lardate o iim da li-1-.in'i tocar incessan-
lemente a msica marcial Dopois de con-
cluida a ladainha, a banleira ser conduzt-
da tambem procissionalmenle para a casa
da nova juiza. Eis como a socielale dos
devotos da Senhora da Conceic^o di capella
da estrada de io3o de Barros pretende fazer
a festa de sja padroeira a virgem das vir-
gens, a quem vota toda a honra e louvor de
que ella 0e t-o soberanamente digna. K
concurrencia dos fiis de ambos os sexos,
completar o plano det solounldade.
A mes, regeiora da irmandade de N.
S. do O' de Ipojuc*. avisa a todos os seus ir-
mSos para cumparecerem no di 26 dede-
zembro corrente, pelas 9 horas do dia, na
povoa^So da mesma senhora. aflm de assis-
tirem a missa do Divino Espi-ito Santo, e
DE depois para o consistorio da dita igrej* para
800 barricas com farinba de trigo Bichs | se proceder a eleQUo dos novos funeciona-
m #.
Leilo
A 10 do corrente.
Izidoro, llalli !ay & C farSo leilSo por
' conta e risco de quem perteacer e por io-
tervenc3o do agente Olivei', de porrjao de
; correles de ferro de difiranles bilol'S e
brim 1 ancorles de varios tsmanhoj. tu lo proprio
para navios e ba'ca^as: sexta-fuira 10 do
corrente, as 10 horas la manha, no arma-
zem do Sr. Araujo.ces d'Apollo.
LEILO
DE
Farinha de trigo
QUiota-feira 9 do cr-
lente
pelo .agente
Pestaa
Tasso Irm3ns fazem lei!3o por interven-
q3o do referido agente para fechar contas
de cerca
CALOS
O co doe sempre, seja de que natureza .
wfr'i?- i'S pt'Sl1 M b!?a L'e cousa 'nsu'p-loeerruar, I mobilia usada,3 bar, cas talhas.
rwtavel, e quando o calo chega a formar- cuias e quariinhas. 5 picotes, Ocaixas. 1
?^ ?P"C,enc"' quanl,,s dores na le< cus- "o. 63 caixfles, 1,75 caixinhas charutos :
'a ordem de divesos.
He o calo um dosmaiores llagcllos da hu-
minidade, exirahi-lo, ou corta-lo He urna
uecessidade uruenlissima para os inlelizes
que sa estorcem com aquella dorsiuba quo
az ver as estrellas ao rseio da
Osdrntes e os calos s3o a california de
innmeros charlatSes. Chama-se um facul-
tativo ptra cura' urna dor n'uma perna, e
paga-se-lhe a importancia de urna visita.
Barc nacional Itrildante, inJa do Rio
de Janeiro, consigna ;a a D. Aires Matheus,
manifeslou o seguinte :
1 volme miudezas, 37 caitas sardinhas
75 rolos fumo, 230 saceos feijSo ; a ordem.
lliate nacional Sergipano,- vtndo do Assu'
consignado a L. 11 de Cerquen-a, manifeslou
o seguinte:
262 alqueires sal e 62 molbos palba de
TEBATBO
DE
ANTA ISABEL
mond das mais acreditadas marcas ainda
muilo frescas e em bo n estado ; assim co-
mo do 200 barricas com f-rinha de Ohio,ex-
tra da que acabou de i!escrngar com to-
que de avarie, que setao culregues ao maior
prego.
O leilSo ter lugar no armazem ^los an-
nunciantes junto a ponle nova, o principia-
r as 11 honras da mantt3ae em ponto.
Leilo
aSexta-Feira 10 do cor-
rente
no armazem do agente
Pesiana.
ros que tem de servir no anno de 1859.
Consistorio em mesa, 5 de dezembro de 1858
Jos Antonio Pires Falc3o.
Juiz <\* irmandade.
Jos Bernardino G >mes de Souzs,
EscrivSo
Antonio Jiivencio Pires FalcSo.
Thesoureiro.
Manoel Matheus Ovaleanti.
Antonio Martins Luiz da liosa.
Procuradores.
Doengenho Jundia, sito na freguezia
da Lscada, fugio na noite do dia 27 para
amanhecer o dia 28 do prximo pissado mez
te novembro, um molecotoc loulo denome
Flix, que representa ter de 20 a 22 annos,
bonita figura, c*ra lis- e sem barba alguma,
cabello ralo, denles limados, estatura regu-
lar, quando falla parece querer ri'-se, lem
mrcas de relho as nadegas, ha bastante
dissimulado e bem fallante roga-se as au-
toridades policiaes e cipitSes de ampo a
sua captura ; e quem o pegar leve ao Recife,
O referido agente ven lera em seu arma-; em casa de Joaquim de Almeid e Silv. tra-
zem no dia cima designado e pelas 10 no-, vessa do Quedado, ou becco d > l'cixe Frito
ras da manhSa : n.l.ou ao sobre lito engenho JunJia ao seu
O mais completo e variado sortimento de | senhor o Dr. Jos Candido Das, que em
Chama-se um deutista para, curar urna dor carnauba ; ao mesmo.
II
C0MP\MII\ LYRIfA IT.VIMI
DE
G. MAR1NANGELI
RECITA EXTRAORDINARIA
M.mr-aS
(JUINTA-FBIRA 9 DO CORRENTE.
Para latllfazar noa immensos pedidos represenlar-
it pela I! LTIMA VEZ
LLCiiEtlA IJHGiA.
I mobilias de tnogno, Jacaranda, amarello e
! le toda a sorte de mi deiras. Movis avul-
jsos, como sejam sofas cadeiras, mesas,
consoles, guarda vesltdos, guarda louca,
secretarias, aparadoras, estantes, lavatorios,
toilels, espelhos. toucado'es. quarliobeiras,
eshi les emuitos outros objectos que seria
prolixidade enumerar.
Vender na mesma occasio urna por^ao
de paletols e casemira, alpaca e colletes
de selim preto.
Assim como nm mulato ptima Ggura
muito mogo perfeito copeiro e proprio para
pagem ou coeneiro.

'N
qaalquer das parles ser generosamente re-
compensado.
- Urna familia oerece-se para tomar
conta de rouoa, manJa-la Uvir e engom-
mar, tudo com pionptiJSo; assim como
lo las asqualidades de costuras, taulo deal-
mofada como de bastidor, e por precos ra-
zoavets : qu.m destes servicos precisar, en-
ten la-re na luja do Sr. Jo3o Bapti'sla Cam-
pos oa ra da r.adeia, esquiua Jo becco Lar-
go, ou na ra do Codornti com o Sr. Fran-
cisco da Silva Macieiro.
-- Sebasli3o Jos de Barros Barreto vai a
Europa.
% #1


DIARIO OK PERNAMBUCO OUMA FBIHA 0 DR DEZEMBKO DE 1858
OescrivSo interino da irman lado Je S.
S. la Solofai" da Boa-Visla, faz sciente a
tolos os IrmOS da mes na ii manda lo, que
se ;ham as catacumbas em estado tic j^ re-
i !>er corpos, e por sao so avisa a lulos a-
qjp| os quo n5o tivoreQ suas patones, que
bj n desollicita-lis; assim como seavisi
a toi osem ge-al, que bajam do as manjar
sellar ; e os que ainia cao cntraram com a
sobserircSo para as mesmas catacumbas,
hajamdeo faz-r qunto ants, isto o ir nio
lli'sokireiro Bernardo da Cunta Teixeira,
morallor na Solo lade. Kjcife de dezenibro
de 18iS OescriviSo interino,
J >s Antunps (.uimnres.
luga-se durante a Testa urna cas do
Poco Ja Punella, em muito bom lugar, e per-
to do baulio : na ra do Queimado, botica
n. 13.
STRADl DE FESR
DE
O vapor dmaragibe satura desle podo
para o de Tatnadlaie Sibbado 18 do cor-
rente a meia noite, o voltara l> dia imtne-
disto ; os\rs. accionistas que quizerem
provearl|So dessa occasi3o para visita,
laman l.rcy ter3o uasssgem flanea do ida e
volta no mamo v;ipor.
Freanse p*ra o Itioda I'rata, logo que
acabo-s' defazer os reparos de quo necessi-
ti, a barra oriental "re ulao, nova c de pn-
meira =- cia ; quem desejir i fl'ectuar dito
lietament dirja-se ao esc iplono dos con-
signatarios, viuva Amorim &Filho, ruada
Cruz n- 45.
festv d\ mam nos LA-
ZAROS*
E-n consequp'icia das muitas festividades
que hon'.em tiveram lugar o que oceuparam
todos os msicos, lica transfer ia para o dia
19 do eorenl-s a fesia ceig,io irt> hospital dos Lazaros, telo quo se
Tara hoje a noite o levantamento da ban-
deira.
Precisa-s alegar um preto escravo
robusto : em Fofa de Portas, ra dos Caar.- | ^ 'pe'^.V^in,; "^ g^^
rapes n, 116.
V_jUU PROMPTV E RADICAL, DOS
CALOS, JOA\F.TL>, OLHOS DE PERDIZ,
a niois enlermiiladcs dos ps, por um syslerna no-
vo o parlicular, sem corlar nem rousar a mais Une
dr :
Mr. Levi de Pars.50 bis, ra do Rivoli ;
eem Londres, Conduii Street Reuent-Sfreet :
pedicuro do 5. M. o Imperador dos fr.incezes, da
familia real e nobreza de Inglaterra e de Hespanh.i,
accedendo ao convite feito por vanas pessoas das
primeiras familias distinctas do Brasil, para que
ives.-c a osla capital, lenriona demurar-so aqu al-
gum lempo, aonde d consultas todos os dias desde
as dez lloras da rnanhaa al as quatro da tarde,
excepto aos domingos.
Ra do Trapica* hotel nglez n. S.
COPIA DOS CERTIFICADOS.
(Ue S. M. o Imperador Vapoleon III, im-
perador de Franca) Je certilic que M. Levi ->n-
leve les cois avec une externe habilit.Luiz -Na-
polen Bonaparte.
- (Del Exm. Sr. duque de Berwick y Alba.
Cerifico que Mr. Levi me ha exiraluilo varios
callos sin dolor ninguno. Madrid 28 de abril de
1857-----El duque de Berwick \ Alba,
(Del muy noblo marqus de Miradores. )
t! seor Levi me ha exlrahido um callo que me
mortificaba mucho, con summa habilidad y destre-
za. -Madrid 30 do marzo do 18oT.
Carrera de San Gernimo, n. 35. El mar-
qus de Utrafloies.
(From his Grace ihe Duke of Leeds )
I consider that Mr. Levi isa vary elever opera-
torfor corns, as he has exiraeled sevoral very
painful for me this moning, witbout tbe smsllest
pain.
Leeds.
From tlie Most liev, his Graco tlie Lord
Arehishoop of Armagh.) leertifyt that Mr. Levi
extracteJ the corns which ere in my feel \\ i'Jioul
giving me any pain.
John (i. Arni.e'h.
30, Gharles Sireet, James's-quere, August
8, 18*3.
(From the Most Noble tho Harquis of Lans-
do\vno.;Mr. N. Levi extrated a com from me xvi-
Lansdovne.
No bairro da Boa-Vista, em urna casa
de familia honesta, se aluga um quarto a '
urna senhora que nao teuaa meninos, ou I rom Roben Fergson, Esq. M. D. Pbysi-
mesmo a urna preta quo seja capaz : quem
quizerdirija-se esta typographia.
l'reparam-se baa-jas enfeitadas com
bolinhos das qualidides uiais escolbldas, em
forma de caslellos.piramides e oilavadas com
o centro elevado, b lio in,;iez, pao de l,
pastis de n U ; tudo do meitior gosto, e
precos mais riziaveis : as f-essoas que qui-
zerem alguns Jos objeclos cima diios, diri-
ja-se a ra da Peona a. 25, segundo andar,
para ajustar-s3.
ACha-se ausente a prct:i escrava Maris
Rita, compra Ja a 20 de noveun'ro passado a
Sra. I) Antonia Mara de Moura, mest.a) mo-
cian, in Urdinary lo Her Majeaty of Great Bri-
tain. Mi. Levi has most skifully extratede two
corns from my feet, xvithout giving me iho slightest
pain. |
Robt, Fergnson M. D.
9, (Juecnst., MiyFair, Condn, March S,
1838.
Prccisa-se de urna rapariga escrava di; i
1'. 16 a.mus psra servir Oi> i>ma n'uma cava
de pouca f mili ; quem cstiver nestas cir-I
eijmstiDciasdtrija-aea ra ao Trapicho n,|
2J, segundo andar, que chara cora quem
tratar.
Alnga-se poranno o sitio da Ca- $s
(SAZA
SAU2S
@
^j punga Nova, que lica emfrente da
. ru que vai tora estrada de S. Jos
g doManguinho, tendo granJe e ex- fj
$9 cellente casa assnbradada, coxeira, 4*
^ casa para criados e para banhos ^i
g^v com tanque ladrilhado de marrrore, ja
^? boa estriharia e bastantes arvores X
^ fructferas : a tentar no mes-no si- ^
S$ tiooas6ts7 horts da manbSa ou 6?
@ da tarje. &
VACUNA (jRATOITA NA CAPUM.A.
Pra ronirao ^idndo das pessoas que mora-
ren fora da cidade, o baixo assignadocom-
sroniette-se a vaccinar nos domingos das 6
as 8 horas da matlhSa gratuitamente, em o
seu sitio, a datar de 5 docorrente. No sen-
do porm possivel que Continu esta dist'i-
buic,3o or muitas Teses, sem que ns vacci-
nios voltem p.vra oxtrahir-seo flaido que
tem de ser inocul do, nicamente gozaiao
do beo'ficio grrtuilo os quo tornarenj ao oi-
tavo dia.--Dr. JoSo Kerrcir da Suva.
Precisa-se de urna ama que saiba co-
I atibar e engomnnr, eucarreg'.'do-so de fa-
zer as compras para o diario de urna cssa ce
mmilia: quena estiver neste caso, seri bem
'emuneraii.1, procurando tratar no segundo
aadar do sobrado n. 51 da ra da Cadeia do
Kecifj.
-- '-rccisi-se de orna ama forra ou capti-
ra todo o servifo de una casa de pOUOl
fajmilic : na ra Augusta n. 26
Attenco I
a
Precisa-se de um preto escravo para fazer
o servigo decfsa: quem tiver dirija-se ao
hotel inglez, ra do Trapicho n 3 e 5 ; pa-
ga-se bem
Desencaminhou-si ilo poier de umi
preta lava leira de nomo Joseptia, que em-
DOS
SITA EM SiVHe AMARO.
Os proprietarins da casa de saode sita em Santo Amaro, convencidos da gran le
ulilidade de um estabrlecimento desta natureza, montado com regolaridade, em urna ci-
dadeja t3o populosa como a nossa ; mas aon'e faltam ainda os recu'sos para se t'ata'em
grande nu t ero de pessoas, que em seus domicilios nflo podem encontrar os commodos e
cui la los indispensaveis em certas enfermidades : resolveram tomar sobre si esta pesada
taref, deliberados nSo se pouoa-em cousa alguma que possa concorrer para o bom
andamento do tSo til estahelecimento.
As vantagons qnn resultam da creaQ.lo de urna casa de saule entre ros s5o t3o
sensiveis, que nilo nos canearemos em demonstra-las
Todos saheii os incorrmodos que qqalqoer doente causa familia, que e vA obri-
cada a pre,star-lhp cuidados, em cases pouco commodas como as nossas, e com o mo
servico dos escravos
Sa nSo houver urna vigilancia assidua ; as rrw.ripcSes do medico relativas aos
medicamentos e a dieta nSo sero observadas D'ahi o risco de se perder um doente,o qual
bem tratado podia escapar morte.
Os ostrangeiros empregados no comrcercin o as officinas. e os erabarcadiQOS Ion-
sede suas patrias e dos seus, sSo geraimente confiados aos cuidados de pessoas pouco
zelosas, po-que nada perlem enm o mao resultado do trata ment.
Nos engenhos e nos sertOes he incalculavl o numero dos individuos, que s3o vic-
timas de pnfermilades ligeiras, por no terem sido convenientemente medicados.
He para os propietarios dos engenhos e cara os mora lores do mato, que este es-
tahelecimento so torna de immensa utilidade.
Com a ppqupna dpspeza, resultante da cons^rvaijilo por alguns dias, de um es-
cravo na casa de sau le elles podem salvar-lhe a vida, e desle ui"do interessarem muito.
Assim pois, bem avahadas as vantagprs de um estabelecimento desta natureza e
tendo-se em vist' o nenbum augmento da despeza ; po-que a diaria que os proprietanos
Ceralmente exigpm, he menor que a paga da simples visita medica feita em qualquer casa
particular: os propietarios esneram grande protecc3o das pessoas que estivorem as cir-
cumstancias decarreerem de s" utilisar de seu estabelecimento, para assiro faxerem face
a enorme despeza qup lhas he inheiente.
A cscolha do local foi a mais acertada. He um sitio de um arrabalde prximo
da cidae, e muito sadio.
A esa tem otimas aecommodac's : o acha-se repartida do modo, que pode re-
ceber doentes do diversas calhegrias e sexos.
Ha quartos fortilicados rara receberem alienados.
Os proprietarins habilitados pela su; platica de mdicos e operadores se prestam a
fazer qualquer operagSo ; e a nada se pouparo pelo aceio, ordem, regularldade do es-
tabclecimen'o, c nelo bom tratamento dos doentes.
Hi permittido a qialquer facultativo fazer recolher a este estabeleclmedto doen-
os
no caso de graii-
que c uizerem tra-
taraento oistincto do gem, serSo recebidos por preQo mais alto conforme seajustar.
As operacOes se-So creviamento ajustadas.
HOMEOmillA.
O l)r. Casa nova avisa quem possa in-
eressar que havendo determinado fazer urna
viagem a Fran?', tem vendido toJos os me-
dicamentos que exis'.iam em seu consulto-!
rio ; porem nao se ten Jo realisado essa via-!
gem, tem novamente receido de Pars, una
outra collecfSo de medicamentos k.teirr.-
mente novos e os mais bem preparados tos-
sive!, como tambera cartelras mui ricas e
livros : assim quem deseja os verdadeiros
melicamentospode procura-Ios em seu con-
sultorio homeopathico em Pernambuco ra
das Cruzes n 28
Na fundiqSo d'Aurora em Santo Amaro
precisa-se de officiaes peritos de carpina.
mpt-'&
Compram-se moedas de ouro da lOUOOO :
na ra da Cadeia, luja de cambio u. 38.
Compra-se um exemplrr do Auxiliador |
da Industria Nacional dos mezes de agosto |
outubro, novembro e dezembro de 1817. ja- i
neiro e marQo de 1818, agosto, setembro,
outubro e novembro de 1851, maio e jnnho
de 1852, e Janeiro de 1853 ; na ra do Tu-
res n. 14, primeiro andar.

bjareoo para ir lavar no Poqo da Penell, no tes conliados seas cuilados, o all serem por elle operados ou medicad
da 28 de oulub'o, urna trouxa de roup a diaria menor he de 2,500, podendo fazer-se algum abatiroento
com rsseguintes pegas ; 15 camisas de ho- de demora do doente, e conforme a natorpza da molestia. Os ooentes q'
rt oistincto do gem, serSo recebidos por prego mais alto conform
As operaces se-So creviamento ajusta-tas.
As pagas ser3o (sitas por prestarles adiantadas de quiezeem quinze dias.
Os doentes podem ser visitados qualquer hora do dia.
:> ATERRO DA BOA-VISTA 35
Veudem-se duas rarrocas de rodas p*ra
um bui oupar; irn cavallo, de feilio dos
carros da alian lega.
55ATERRO DA BOA-VISTA55
Vende-se um cabnolet novo e muito leve,
sem coberta, com arreios ou sem ellps
- Vende-se um eslabeiecim-.nto de neg- Q saveques .e fusl3o# musseltria, cam-
cio em urna das principaes ras da freguezia fia nri_paro sonhora, seda,
de Santo Antonio, cuja cas. em que elle se -^ majitinh
acha, oflerece vantagens para qu Iquer ne- *
Aos senho-
res alfaiates.
Erna escolenle machina para eozar, bj
tema americano, o mais aperfeigotdo que
tem a ipr.recido em Paris alo hoje. vende-se
na rus da Cruz do liecife, armazem n. 7-
JSedas para vestidos-
Lindos vestidos de seJa com babados, o de
outras qualidaJes, erin-ldas de flores finas,
cassas estampadas modernas efoas, casimi-
ras boiiU las e linas para caigas, colines boi-
dados, grvalas desel, bengallas etc ven-
de-se na ra da Cruz do Recife, armazem
n. 7.
Camas de
ferro.
De OiBerentea qualida Jes,com lona ou sem
ell, lavatorios inleiraiuente cwTipletos
bergos mu clegames para criangas,vende-se
na ra da Cruz lo Recife, armaze'm n. 7.
Q Venlem-se ricos enfeites do liocc,
H de flores e de litas para senhoras, &
elencos de retroz bordsdus, golinhas 2
de froco, ditas 'o cambraia borda- *
W das com manguitos para senhor,ca- C
mem. 9 caigas, 3 camisas do mulher, .'{ pale-
tots, 15 ves'idos 'iversos, 1 ceroula, 2 rou-
pinhos, 4 lengoes, I collete, 2 cuberas de
cliita, 2 timdes de menino, 3 vestidos de me-
nina, 1 saia, 3 camisas de menino, Scaleas Quem se quizer utilisar deste estabelecimento pode dirigir-se as casas dos pro-
le menino, sendo a ma-ea da roura J. S. A.; prietanos, ambos moradores na ra Nova : ou entender-se com o regente io estabele-
A.el'.C. ; fs pr ment i'e dita roupa podero so entender -------------------------------------------------------------------------------------------'__________________
com I"re lerico Chaves, no aterro da Boa-
Vista n. 17, que recompensara.
gocio diflerente, quar.do o comprador nao
convenha continuir com o que actualmente
existe; a tratar na Boa-Vista, ra do Ara-
g3o n. 36.
Vende-se urna escrava recolbida, mo-
ga, muito bonita e robusta, con urna cria de
6 mezes, tem as habilidades precisas para
urna casa de familia, engmela, com perfei-
g3o, cose, corta e faz urna camisa de ho
mem, corta e laz um vestido de senhora, faz ] j* d
laoyrintho, sabe vestir e ponliar urna so- \ -,^z">< guardanapos a 30 e 49 a du- W
zia, toalhas grandes para mesa de ...,
ja.,t.ra 58 caa urna proprias para
... as de f.oco para senhora &
vas de se la boriadas etc : na loia ^P
(,.' deNabucodi C. na ru Novan 2
Vende-se um sbralo de tres andares,
na roa do Cordoniz n. 8 : quem o pretender,
lira-se a ra do Queimado n. 41.
i^j Na |i.j, do Nabuco & C. na ra Nu-
va n -2 venda-se loalbas de panno ',. _
" de linbo do Porto para m3os a 83 a %i
Car ib.
" rum dos seus servieos.cm sua casa,ra do Trapiche
*''' I r 11 n i I i>..r! 0~-~-. !-..
giiinles : de nagio liengoella, Com urna ci-
catriz as cosas, proveniente, diz ella, de
queimaduras, de cara mal feita, boeca e na-
riz grandes,' cor fula, he muito conhecida na
Roa-Vista, por ter sido escrava Ue um prelo
da Costa de nonie pai Antonio,e veader agua;
fugio nonteni t do corrate as 7 1[2 horas du
dia, levaiido saia de rlgodo azul o panno
da Costa, tem por Cisluiue quando foge, an-
dar por Beberibe, Tamarineira.Jacarc e tam-
bem pelo Cabo : quera a appietieiuer leve a
Roa-Vista, ra .'.traz da matriz \. 36, que
sera recompensado.
-- D-se por muito pequea quantia, e
com favoravtls condiqes o servigo de nm
escravo
C
sem
que
vonciouar, de 3 ou 4 mezes. dan o-se-ltio a
garanta que exigir para sustentara.i do mes.
i: o negocio : quem prclsnjer, annuucie pa-
ra ser p'ocu rdo.
Precisase cont'itar com um homem
"in. 3, hotel inglez.-Pernambuco.
Fiaeao e teeidos
de ilgodSo
Tendo sido convcala a reuniao dos so-
cios da eatincta sociedale denominada do
QaeSo e lecidos de algod.lo p.ara o dii I do
corrente mez em casa do Sr. I)r. Feitosa na
roa estreita do Rosario n. 23, e n3o se a-
chando nesso dia numero -'e socios, para ser
composta a directora, e commissiio precisa
Saunders Brothers ba'ca inglpzi Garib, arribada ueste porto,
convida-1 as pessoas que quizerem contra-
i-r os redaros le aue a dita barca precisa,
a mandarem suas propostasem carta fecha-
da at quinta-feira, 9 do corrente, do seu
entre elles alguns de senhora da mais alta socieda- i escriptorio, praga do Corpo Santo n. i!. A
de), que poder mostraras pessoas que piecjsa- es ,ecilicag3o dos r-paros peder ser vista
no mesmo escriptorio*
Alem dos iestc.munl.os aulhenlicus que ah fi-
cam, tem o Sr. Levi em seu poder outros muitos
liS
DO
1PS A S. PSA1TCISOO
l'eln supo Inlen lencia da mesma se faz publico quo do dia 1" de novembro prximo
Precisa-se de um csixfiro de 16 a 18 fotnro em diante, a actual tabella dos pregos de passagons sera snbstituida pela seguinte,
innos, que d fiador a sua conducta, vara .i a saber:
Das Cinco Ponas e
ta em 24 horas, a
A'ogados.
Prazprrs
i padaria de Santo -.maro ; a tratar na mesma.
-- Antonio Maciel da Costa embarca para a
cidado da Baha, levan lo em companhia s.i
Eultier Sabina Ma'ia da CnneeicSo e um
olatioho forro do nome Jo3o, com idade
de 11 annos.
Alega se urna casa no Pogo da Pan"!!*, Pontezinba.
cor' com o los pra graDOe familia, defron- lili,
te da casa i1o Sr. Cibson : quoei a pretender,! Cabo
dirij?-se a I'ra do Portes, casa de Manoel da Das t.inco Ponas a
Silva Neves.
Togados.
Prazeres.
vol-
CL ASSES.
1.- 2 3
1,000 00 400
2.i00 1,600 500
3,600 2 800 1,500
i.000 3,200 1.700
5,000 4,000 2,10!)
1.a 2 3*
700 500 300
1,400 1.100 600
2,400 1,900 1,000
2,700 2.200 1.IC0
:,400 2,700 1,400
Do Cabo e volta cm 24
hora, a
liba.
fontezinha.
Prazeres.
Afogados.
Cinco Pontas.
Do Cabo a
[Iba.
Pontezinha.
Prazeres.
Afogados.
Cinco Pontas.
CLA.SSES.
1. 2.' 3.
1,000 800 400
1,500 1,2.10 600
nhora ; na ra larga do Rosario n. 22
V---Je-se um terreno na roa da Con-
cordia, e 5 fiteiros que servem para loja t'.e
sapatos; na ra estreita do Rosario, loja de
eucadernador n. 26.
Vende se urna negra crioula de 18 a
19 nnos, muito boa con Incita : quem pre-
cisar dirlja-sa aruadoCuo, casan.28,se
d.rs quem vende.
CHECA PARA T0DJS.
, Na loja de Campos & Lima, ra do Crespo
n. 12 .lia para vander urna .-orgSo de g os- ^ ng ru Nova n> a> venie^-se ricos ,
_!"*P!.e;S.t-f.cores. Para vestidos a 13 0 co-; QS vest ios da seda p %3 a8 anuos a Lucrecia Borgia. a im- @
as pessoas que v3o passar a fes'.a, Q
em bsratas.
-- Vende se um escravo mogo, de bonita
figura, proprio para qualquer se-vigo : a
tratar na ra dosGuararspes n. 20.
.-..
visa-se as eannhosas mais 4" f;l
millas que na loja de Nahuen & (.
^i perttriz dos Fraccezes. a rainha Vic-
r*t loria, a princeza JoinviHe, a impe-
ratriz do Brasil, a Trtviala etc., e^
r vestuarios de sed.i e le casemira pa- *W
^ ra meninos da mes '.; idade, a Puri- &
nos, a Torquato Ta.-so, a l'.igolet- ^
*A lo, a russiano, a pac- a do Egypto, a gtk
, Trova tor, polaco, a zouaves-cor- S
* pode gue:reros francez-s, a prin- "a/
cipe Alberto : jaqus de velludo a ^J
" li spanhola ou baibeiro de Sevllba,
qualquer numero de socios, que so achen1
presentes lomaroa delinitiva dclibcrcg3o a
respeito.
Innocencio Smoltz professor de cunto
e piano tendo acabado seus empeoiios com a
que salba fazer phosphoros ou palitos de fo-iempreza lyrica do Iheatro de Sfnta Isabel,
go, paga-se bem : a quem este negocio con-' offerece-sj para licionar cm casas particu-
virr, dirija-se a ra da Cadeia do Recife a
fallar com o ;sr. Vicente Jos de Brito cm
sua botica.
Untar
l'recisa-sc .le ura eaixtiro que tentia
necessana pralica do; a su* conducta, agr jaudo pBga-se bem:
na ra Nova o. 65.
~ Precisa-sade um senhor sacerdote para
cel:Drar missas nos domingos o oas santos
-- Quem precisar de urna ama para todo o
lares, e 08 Srs. que quizerem aproveitar se na matriz a I eguezia lo Pogo da Panella,
do seu piestimo pojem procura-lo na ra Idando-se de esaiola a quanli- Je 300;000 rs.
da Aurora em casa dolllm. Sr. Joao Piulo lannual, a bem da coa juloria e mais duas
de Lentos Jnior. hcapellani s, as segundas e sablulos doca-
servico do casa, cose, engoumae. coziuha, Preeisa-se, e paga-se generosam-nte a da semana, que ao tolo poder prefazer a
para casa de homem solteiro ou viuvo, sen-, urna ama sadia, que queira alimentar urna | quantia do um 1:O0Oo p do menos: quem
do de familia que nSo lenlia meninos: na jerianga : rara tratar na ra da Cadeia do pretender, queira eut.n ler-se cora o ^aro-
rua detraz da m tnz Pede-so ao engragado. que no dia 10 do. Pecisa-sede OOS a prpmio, da "do-se
ciio da mesma freguezia.
-- Precisa-so de dous cmassa lores de pa-
dade : no deposito 'a ra da santa Ciuz
n 60 s'; dir quem i .
-- PrcM-se| ie um amtssador de pa Ja-
ra o que tambem saioa Iralulhar o p3o de
sar e mais servico de dous cauoeiros, e e
u i a pessoa para ei tregar pSo em noia f.-c-
guezia n> iua com um p eio quum eativer
npslas circunistncias, o dan !o liaior a sua
prove >g-, na padano da Passagom da Mag-I Conducta, 1 i. j-^o a ra larg>., Uo Rosario ~;
inez prximo passado pelas 8 horas da noite tirou em scgurunga i.ma casa pequea nesla ci- dara, que enlendam peTeilamente de amas-
iirn relosio, cot una cadeia de cima de urna ban-
ca na ra do Hospicio em urna rasa junio ao nol-
egio do Mossa .Senhora do Rom Concilio, lenlia u
bondade de vir, ou mandar entregar ao seu dono,
pois houve quem o visse lirar, e nao puhlicou
ha mais lempo, esperando que viene entregar, e
do contrario sea publicado o sen nome.
TAB4N0AR
0 proprielario do hotel Farias previne aos Srs.
pa-sajeiros dos vapores costeiros que liverem oc-
casio de demorurein-se em Tamandar, que acha-
rao sempre no nesmo hotel bom psixe cocos ver-
ROUPA FEITA
calcadoIfrance
EluaNovaN. ScN. 1
700 500 3001 ?h:
1,000 800 400
2,000 1,600 900
2.700 2,200 1,100 ,
.1,400 2,700 1,400';
vado, dinueiro a vista.
A boa pinga
Vende-se superior vin^o a 400, 500 e 560
rs., m-nteiga iagUza a 800 i 880 rs., france- I
za a 720, e outros gneros por precos razoa-
veis; na travessa dasCrozesn. 11.
PAPEL SUPERIOR PAB
DESEHHt)
da melhor qualidade que tem vindo a esta
cTnV3Lpe2le;r?nirU!,'J,,<'t1C' toll,'lii elc- l* P' W commolo; e 2
vL i. ,' me',r?S ni'ns\ ; um lindo sortimen.o de chapeos de
c,.rhid, h"n ",ma "S"U.t.,"^.Pre.1|i,,VAe; seJae dep.lt.. excitados para me- 9
flrlil 11 t3' 6 ,|ualmpnle s'be ,r" !" ?3 niose meninas. &
l accez, Jmoleques, 2 pretoa nocas, e I dilo rw^ a fP,^&,gbGkl*i,
carpmteiro ; no paleo de S. Pedro o. 6, sa'&&&&'-&w&&W$&-&\&
<#pparelho8 de porcelana
bonitos e deiicalos ap-
doura :a propri.s
as, sendo elles de
gostos a 1,500, ts,
J 2,500, 30,3,500 e 5: na r^a do Uueimado
1 O ipil |5**i nos quatro cantos leja da aguia branca nu-
oll ll^a ulcerle.
VETJDEM-8E B CONCERTAM-SK ^mt^SSSSSO^-W^mSSSXX^.
Jos Joaquim da Cumia GoimarScs ti i, .-*iM^l* com toja de tartarugneiro da ru I 'i""8 ', 6 lttiviitii
das Trincheiras n. 8 com a frente **? I S Riipiwi
da casa pintada de verd quem en-
tra dolado da matriz segunda loja 'ft
de tartarugueiro, avisa as senhora
que tem de mandar couiprar pento-
do tartaruga, que reccl,eu relo ol
Dimito pubiieo brasileiro e analy- g
se da constituigS.) do imperio 9"f; H
pon;melos sobre is formalidades S
do roensso civil, 2* edicSo 59: apon- *
lamentos sobre
O,
S scolherem a seu gosto
p,^'..:......... -.-. satjp; w-i-.-.r -...
Ghnpeos par.- meninas,
'as as qoalidades. Calcado francs dos meluorcs fabricantes e tudo se vende por muito i Vendem-se_chapeos da W{bBha para me-
___....... ___i-______.. :nin8s e meninos, om enfeiUs d todas as
la nestas duas lejas nm grando sortimentn de roupas franenzas e da Ierra, de to-
aiidades. Calcado francez dos meluc
menos prego doqur em ootra qualquer parto.
lalena ao p da ponte grande, que se dar
be i ordenado ; a tratar no aterro da Boa-
Vista u. 66.
Manuel de Sonta Peeira Jnior decla-
ra qu-) havendo outro de igual nome, se as-
signar des'.a data em dame por Manuel da
Costa Pereira.
n 18, quo acia com quem tratar.
Um preto. no dia 27 de nov.-robro pr-
ximo linio, as !> para 10 boas da manhn ,
acbou na ra da Cadeia de Santo Antonio,
ampacoto e la/en.las. o qual julga-s# ter
cabido le algum comboy : portanto, quem
sejulgar c .m direilo a elp, dinjfsea esta
Precisa-se alujar um escravo pira 1 que Ibediraaonle esta o
.
COT.prar e fazer o mais servigo de una easa
des melancia contras inicias da estaco, assim co- le '"fa familia, paga se bem ; na liaves-
sa da Madre de Seos 11. 21, armazem.
mo vinho, corve a, queijo, etc. etc. ; por prunos
rasoaveis.
Fortunato da Silva N'eves, la/, scienle aoi
respeilaAel publi.:o e ao corpo do comercio, que
nesta dala, tara justo e contrariado com Antonio
Jos Zacaras de Cervalho, a compra de sua taber-
na sita na ra du Senzalla Velha n. 136; se al-
guem se julgar com direilo a mesma, apresente-se
110 prazo de 3 oias acontar da data deste.Re-
cife i da ilezemhn de 1853.
Bcnlo .los Aniums Pereira, rcuilou sua
residencia do larso da Asseinblea 11. 0, para a na
da Cruz do Recife 11. 45, 2. andar, onde conti-
nua a rereber a correspondencia de assucares, e
outro qoalquor genero.
Quem precisar de 11:11 menino para caiie-
ro de loja de fazenrias ou midesas, annunriar 110
Diario, rua. enumero, para tralarein.
Precisa-se d') k-ascoslurciras para palilois,
caira e coleles, paga-se bem para fazer vontade de
trabalhar : na rua da Cadeia de Santo Antonio
n. 11 B.
Precisa-se fallar com o procurador da Sr.'
viuva de Jos Carlos MarincK : na rua da Seiizala
Velha n. G8, -.- indar.
William Robetls, inglez partir para e Eu-
ropa,
O abaixo asfignado avisa o resneitavel
publico, para prevenir abusos para o futu-
ro, que nin^uem f'gi Irs'isacgSo com urna
letra da
OKFICUS HE KEKREIRO.
uto uacote, uu dando os signaes certos, e
grtilcao 10 a pessoa que jehou, loe seta
mu. ue.
-- ah, la-se todo o instrumento cortante,
7 nm n.
Na fundiCSoda roa do Brnm n. 38, preci-' botam-se ouvidos em armas do espoletas,
sa-so de um
forja para obra
lll

W c nn rua da Cadeia de
ntonio enquia dos sobrados
rua
Su ni o
navas to Senhor domes Ferreira.
< irl lio f.llicial de. ferreiro dd alugam-ao bichas, applicam-se ventosas, ti- i^>
iras de navios. |ram-se denles, linij/ani-sa e chumbam-soa ''X
n. 3 \.
Nirva
lladami Rosa Htrdv 'om rcceliido pelos
ltimos navios um grande sortimenlu de
chapeos de seniora e de menina, tu Jo o que
lia de mais moderno, amazoia de seda, da
de alb*. de feltro, de sola para ba plisada
de enancas, um grandi sor ti ment de ricos
enfeites de cabeca de tila llores, e de llores
s, os oais neos quo tem vio lo a esta i>ra-
ga, que so vendem outiss lazcndas, que se vcodein e:u cunta.
ouroeprata, ludo com porfeicao o promp-
Udao defronle da matriz ua Boa-Vista
n. 06.


Muta
trenca
O Sr. tbesoureiro mando I'./ 1 m-
blico que se acfaam a ven la das 9 horas dp
manfaaa as S da noite, no pavimento
Antonio Barbosa de liirros, com sala de
bsrbeiro na rua da Cruz u 51, acaba de re-
cebar urna porcSode bic'ies de llamburgo,
as quaesso ven 10111 aos centos e a re loo,
m barato do que em outra parte ; assim
como avisa ao ubiieo 1. tem a verde, le
lamintina para caigar os tientes,
a qual massa nSo precisa parada com
azougie, cuno acuutecu com outra qual-
quer.
Aluga-se um preto para o servico
casaestr ng ira ou outra qualquer pessoa,
pois se s(lauga a conducta : na rua do lian-
g;-l n. 61, segundo andar.
alugi-se peio lempo da resta urna cs-
eelleate easa nos \oipucos, com duas salas,
dous quartose muito boa cozinha : .1 trata:
ni. r^a ja Cfid ia do Recitan. 33, loja.
' I -
DE
iiiOEL JT0950 DOS PSSOS 0LIEIR4 C.
N ates do is cstaheleci -cotos achara o respellavel :>ubIico um es-
plendido sortimento de mobilias, e urna numerosa quantidade de obras
avulsas, sendo tolas estas obras muito recommendaveis por sua segu-
ranca, gosto e olcg'ncia, e ain la mais porque tudo sor vendido por
renos prego do que cm outra qualquer parte.
po-es, ditos para baplisados de muito gost ,
, bonetes ae palhinha para meninos comen-
, faites de cores, ludo por barato prego, ed3o
se amostras com nenhor : na rua do Quei-
; maln. 23, loja de miudesss de Gouveia &
MN
. *OtS3 i (1 Rdfi.Sri t
(iica 111

ffaz
O Leilo o; Irmo na rua da Cadeia do Recife
n. -18, receberam pelo ultimo navio vindo de
Franca, lindos corles de cambraia do gar. de diffe-
rentes cores as qnaes vendem pelo haralissimo pre-
go de 4? rada um : a elles que sao poneos.
Enfeites para cabe cas
Mi modernos edlicjdos enfeites de llo-
ras, !. s. Diurnas o f ocos para serhoras a
la' e 1O0 pregos estes baratissimes a vis-
ta a perfeicSo e bom gosto com que s3o
elles acallados, assim coioo outros pret
velrlhos obra de apurado gosto e inteira-
menle modernos e pelos diminutos pregos
d 't?p Sf ; 'ara qualquer pessoa re cartili-
car da v.-.rdade de que fallamos dirija-se a

^n^:.r^^da ,H,,Siia su- flttffJSKIT qulr0 canlos na
speihos gra nde
Vendem se esptlhos grandes para pare-i"
com b lis .n I loras envernisadas e doura-
das e vi luis mui finos e claros a 43 o bg : na
I,.ja da aguia b aoei nos quatro cantos na
rua d'i Oueimbdo n. 16
li LOJA Di GUIA MM
and .i/as e talhefgs
Vendem-se lian ieijas da folha crossa e
ira cesa de RabeSchmettan &Compnhia,' timas mui o linas em t-rnos a h^ e 9f o sol-
|,rua da Cadeian. 37, vendem-seolegan >, 4,50a, 3-, 3 500, c, 4,5u0 55 c 6?.
-' pumos do afao5aof8bricante Traum* seos modernos mol e>ebim gosto de de-
)\ .mx Id llambur^o. s nho de suas pintoras eixa bem conheccr
CAMAS DEFEItlI I oto s3o ellas linas e baratas por tees pre-
?endem-se camas le 1 o supe ores com r"s v '"* i!,mbo.n facas e garlos ae
nenor por menos do que em .
qualquer parle e dita americana
superior de barato preco 180
rs. a libra: na rua do Trapiclie
.11 armazem do Fonseca.

Sr Miic a ile roupa feita rua nov
junto a igreja ta Concest.d.o dos Militares.
S 'Ste armsiemencontrara o pnbiico um grundo e variado sortimento d-
roupas feita tanto par to -ein como pan meninos. ''if.

..-
lenco da casa da rua da Aurora n. 26
lena casa commissionada pelo mesmo Sr.'
CUST iEHSAL
AIERICAia.

importancia, como afirmam ote- reeebido
com as suasassifiiaturasno nrps"nte annnn-
cio -Julio & Conrado Tbeodoro Jos Perei-
ra Tavarps Recite 6 de dezembro de 1858.
SEGUR! CONTBA 0 F000.
COMPAMllA
. AldUASB.
Estab* ena Londres,
e tuarge de 1824*
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, lrothers & C. tem a honra de
informar aos sanhores negociantes, propie-
tarios de casrs. e a quem mais coovler, uno
estao plenamonce antorisados pela dita com-
i andar impreterivelmente no din
18 do corrente raer..
Thesouraria dos loteras V de dezem-
bro de I808.O escrivao.J. M. da Cru.


DA




No escri[,toriodoabai3o assignado na rea
doCollegio n 21, vendem-se bilbetes garan-
tidos do imposto geral em qnantia da too
para cima a diobeiro uelo spguinia prego
Bilbete 59500 recebe 5:000o
Tambem se compram bilbetes do loteri
a a
panhia para Sectuar <^l*lJil- recolbida a thesouraria provincial com o
nos de lijlo e uedra, cobertos de telba, e djsconlo Je 20 pr Cf.IU(1
igualmente sobre os objectos qnecontive-l K ., .
rem os niesrros edificios, quor consista em '
mobilia, on em fazendas de qualquer qua- "" Lucas Rod-igues, suh lito peruano, re-
lidade. lira-so para Kranga or Inglaterra.
Precisa-se de urna a.;:a de leite forra Deseja-se Faltar so Sr. Joaquim Ff-
ou captiva, puim que nAo tenha liliio ; a
tratar na tua do llangel n. :8, segundo an-
dar.
ystema original p soin nlo sen sem
usar a meaor flor, o Sr, 8| yer :,:,!
em seu pudor diversos documentos
isu enle le esso s das outn
-.: ita c -- o e muil a '>
ioas residindo em Pernambuco,
' que elle a .;-. csnccessarlo puhli
.'-. c rporsoren ja muito conhocidos, ,
ntium pagamenlo ser exigido se o ~*
asciente nflo (car mieiramente sa- 3
' tisfeiio : rua do Rangel n 1|, con- S#
jj sulla lodos os dias das 8 as 4 boras.
Ai. he mis
. 'recisa-se de. nina :ia de I lite forra
on cup'iva : a tratar na livraria defronte do
e S. Antonio.
O eseripturarioda Companhia do
Beberibe, Murcolino Ji' Pupe, ainda
continua ,i agenciar a compra e venda
de a plices da mesma Companhia po-
dendo ser procurado no escriptorio rua
Attenco,
Na rua da fadeia de Sanio Antonio na
casa pertencent ao Sr Gomes Ferreir,ar-
mazem n 11 (",, ven Jem-sc urnas 30 a *0 pi-
pas com vinbo de superior qualiiade chp-
gado ullimamente ne Fringa tanto cm pi-
pas como em meias, quartos, quintos e do-
Lttiiipe&ts
illuminaro e
aluguel
de
Inilliantismo de riual-
? tos do Chill para homem etc.. cha- i.12^1^ ditas com cabo deosso para m -
meninos ditos p* n,nM 320otalher, inocbantrs muito li-
dot.mii, bonets de al:,.-,' ditos do ;-;:- nps; 2.5oe 3#, colheres de meul princi e
panno preto e de cores, chapese
W llndjya para meninos etc.: na liia
9 de Nabueo S C. na -ua ,N iva n 2 ?'* im "' s "tul'"lr<"- i,60"i
....' uito Boj para t rrina i
......-- *- >.''" 7? .-- ima:naloji da aguia branca nos
Ikiiiro de lustre.
~t i u li ..i> ; i se e m ande n com as do rjra-
. 'as nlo c-jra soupa a 5,500 a duzia e paia
< cantos na rua do Qusi.mado n 16
Vende-se urna como onda para oiBcial
>si, ",ui linda, e por baralissimo preco:
como Jo lusl-e pegado, pelo ba- ,,,.,.,, pretender annuncie.
quer festividade religiosa ou pxifana : na rato preco de c a pelie ; na rua do Qei- -- Domingos Koiiieues de Andrade. rua
ni.. Dn-eila n. 47. malo n. 25, luja de miuuezas de Gouveia
Perdeu-sedesdea CongregacSo at
a rua de Santa Rita nina pulseira de ou-
ro, quem a acbou equerendo restitu-la
. .\a loja de Nabuco g C. ua
...... .-.! -......<-.... ..<.mm,;. cimos por prego muito commodo para fe-
S rhar cuntas, tambem se vende a relalho em
caada sendo tinto a 'i 000 e o banco a
3,i00 equem quizer ver a boa pinga mande
vir urna garrafa por *80 e mande o casco
DeiUist
(1 D". I ourengo la Cazp, cirursiao > den-
tista francez, avisa ao respeitavel publico,
que mudou a sin residencia para amalar-
rosario n 38. priau-ro andar. Se Se
urna pessoa quo esteja padecn lo
le alguma enflammagS i dolorosa, o est'ibu-
io a inda qu.. estej chronico, i,io dirigir-
se A sua casa Bciuia declarada, que cura ra-
dical .i enlo i nao se aceita aga alguma
sem o doenie licar bou d enfermidade
| BIBTBT rRaRCEK. f
'$} Paulo daignooi .entula rua dat Larao- C'.V
c?iraa n.t, na mesmacasa Um agua e pa ^L
& dentrific. K-
@#-SS I 9a9
Limas cbimicas para exlracg3o dos ca-
los dos ps novamente ebegadas do Ri do
da Cruz, armatem n. 33, vende cera de car-
nsuba, velas de dita de 6 a 13 em libra, di
. las dacomi>osicaode6* 13 em libra meios
rua g desoa muito propria para selleiroa, pelle
j Kov n 2, ven le-se borzoquins a* de cabra,
pode fazer o favor d dirigir-se a rua do 2? sapatos de lustre o de bezerro de lo- /' -~ v-;| le-se urna rede com 3* braga:.,
Cabuea' loja de miudezas da aruia de' ^ 0HS as P-'ali-lades tanto ^ara homem W' nropria para se des lesear viveiro ; na rua
coma para senhora e meninos, por i" Im.cial, no ultimoarmizem de sal.
'...:>..: .:}?.. '';..-..v^..;..-.- Louas, brins e brinzes.
ouro (|ue se gratificara .
Alugatn-se escravos ou fbrrot <|ue
sej'am ponantea |iara trabalhar com car-
\tnde-se uuia cairoga de u :, bol, er

e atSUCar, paga-s- S mujt0 bom estado, e juntamente um par de
diarios a secca, principiando o traballio j rodas novas aue ain la n3o estflo frralas :
as 7 lioras da manhaa e acabando as da Qocm a preten Jer. dirija-se a rua estreita do
larde : quem puder dirija-se ao trapiche l(^s,'ri?. V?' ^^"'..-w*
la companhia a fallar com Jos Ver^|^^9at
;_____ l -S AHsOA!)-, I-i:\U.\TES

Hotel infipz
es- A Na loja de .Nabuco & f. na rua Nova
. n. J voiiles-se sigarros Bota Fogo,
0 proprielario deste cstabelicimento lera a ,liLos t^^ih'a^K0, e fU!D0 d" yer"
honra de p.evenir ao respeilavel publico, S..H'5?.-? SL- 0>
que elle acaba de obterum excellente cos- W9 .'
nDeiro francez. O proprielario se propOe
im
999
Obras de ^>uro.
Cobre e metal para torro com 0
pregos. fjj
Oleo delinhaca. Mj
5 Barrilha. aj
%k \ olios luios de Mosellc e Joan- ^
&t nisberg espumoso, e de Bordcn\ ^
A em quartolas. fi
% C. J. ASTLEY & C. C-,
entes
LA
tar-
Preciso se de uro caixoiro que saiba Janeiro : vendom so na roa ia Cruz n. 2-2
reir de Souza na rua da Madre le beos, loja i 1er e escrever ; na rua ds Flores, esquina -- Paga-se 30? mensaps ielo aluguel de
de J. A. da Gunha i\ Irmaos, ou tnnuncie conlronlc ao porto das caao.s taberna i, 11 m esciavo que saiba cozinhar : a tratar na
sua morada para ser procurado. 'n. 24. fabrica de sabo da rua Imperial.
dar petiscos de. 9 de novembro era dianle a
toda e qualquer pessoa que se digoar honra-i
lo com a sua presenga, achando das 8 horas muito modernas, como sejam. alerecis, li I B'IIO *l
da n.. iin."i as 8 da noite que poder desojar, pulseiras, rosetas, botos depunho, aunis,'
encarrega-se igualmente de qualquer en- ie outros enfeites dilferentPS : vendra-se na Ricos pentes de. tartaruga para tranga do
commenda para a cidade e ds qualquer es- rua da Cruz do Recife, armazem 11. 7. senhora, os in- li rnos que tem apua-
eciede massas; varios saldas sflo reserva-: -- Vende-se um escravo cnoulo. e multo I rect lo, uitos muito finos p ra alisar e di-
ioe para as pessoas que quizerem comer sos 1 bom carrouo, de bonita figura, de idade 23 semba agar tolas estas fazendas so vendem
O Sr. Jos Gongalves da Silva Bastos, I a 24 annos. pouco mais ou menos : quem o j por prego mnito commolo, no armazem de
tem urna carta vinda no paquete inglez, na I preieidcr, dirija-se a rua estrella do Ros.*- Thomaz Teixeira Bastos, rua da Cruz do
leja da rua do Queimado n.46. |rio n. 43, tercuiro auJar. i Itecife 11. T.
miitii Ann
II trf^iv/iri


DIAKIO DE PERNAMBLCO QUINTA FE1BA 9 DE DEZEMflRO DE 1858.
FAB.A*FELTRO$
da ra da
FLORENTINA
14.
Esp. de
Machinas de QOSIBR garaatidas,
dctod. asq.des
14.
Chapcleiro, sclleiro, costureira, sapateiro, alfaiate, ete.
Na loja da boa vende-Quem quiser ter vestidos. C^lInc ii se inuico barato. deseda, he aproveitara S5t3111ua "igl^CiS
_ Dos melhoresquesc fazom na Inglaterra,
OCC f.Mlt_t. vendem-se rm csa do Augusto 0. de Abreu,
Vendeu-se groadenaples de seda >la cores com rua Cadeia do Recife n. 36.
relia fran.-eza mullo fina a 320 res ocovado, briru Mn loque de mofo, a 800 reis o rovado, dilos
obras de Sem nenhum delfeilo, a 19300 o rovado, aprovei-
Brim ranco fino de linho a 13280 reis a vara,
dito parJ trancado a 800 reis a vara, dilo de co- i
ras de padrees muilo bonitos a i?, ganga ama-'
scravo.
jde tfuadrnhos, fazenda superior para <-
raenmos a '200 reis o covado, fusiao de quadros f*"1 a Pchincha : na rua do Queimado n. 22 na
'pretos, nuilo enrorpado a 00 reis, Hamburgo '0
muito fino a 9? e a 10 a pega com 20 varas, es- j
;uiao e algodo a 39200 a peta coro 12 jardas,'
dito de linho muito fino a 169 a pera com 12;
jardas, brutanha muilo fina do linho a 203 a peca
com irinta varas, panno fino preto a 27 3* 439 e a r"f u" "-B1UJla uo "eclle- Pnraciro an-
muilosuprior a^ reisJ corle d,o ^^^S^T ^
2Oo00 e muilo superior a 50 o covado, casemira r .
preta muilo fina a 25 e a 20500 reis o covado, i *| I \ \ j I |k I f |w
Vendem-se famosos lingos de labyrinto de
muito bom gosto,na rua da Cadeia no Itecife,
primeiro andar n. 11,
Vellas ae carnauba,
Vendem-se chegadas ltimamente pelo
Liiiha de cores.
madapolo entre lino a 39200 reis a pera, diio
lino a 49, Jilo muilo largo a 4S50O, e muilo fino
59 reis a pega, alpaca prea fina a 640 reis o co-
vado, dita o mais fino que he possivel a 10 reis o
rovado,merm selim superior a 10120 reis o cova-
do, chapeos deso de seda pequeos a 205U0 rs.,
Km novellos, ven le-seem casa dn Augus-
to C de Abreu,rua da Cadeia o Itecife n. 36,
Jos Dias Rraod3o& ('.., vendo:- foi-
jao proprio para animacs : no boceo da Lin-
goela 11 5.
Vende-se superior algodo da Bahia,
Na rua da Cadeia do Itecife, primeiro an- em lardos de 50 pegas a 300 reis a vara : no
armazem de Barroca & Castro, rua da Cadeia
do Itecife n. 4.
agencia
da fundic&o JLow-SI&w,
na rua da Cadeia do Recife, primeiro aular
n. II. No mesmo escriplorio vfndem-so su-
oeriores pelles de cabra cortidas, muito boa
sola e cera de carnauba.
Milho.
ditos grand.s de panno com cabo do canna muilo Exbaleg5o, na rua da Cadeia do Recife, pri-
fone a 2O800 reis, bengallas de junco e de caima --------- '
rom ricos cssloes a 10 29 29500, 50, e 79, len-
cos brancos de cambraia proprios para algibeira
a 20600 reis a duzia, ditos de linho a 40, dilos
muilo finos de esguio de puro linho a 70500 reis
a duzia, ditos de ganen muito finos, para os taba-
quistas a 39000 reis a duzia, e a 320 reis cada
um, chapeos de ftllro muito finos a 69, chapeos
pelos franceses muilo superiores com bonia for-
ma a 89, e assim ouiias muias fazendas que se
vender o mais barato que he possivel na rua do
Queimado n. 22, na bera conhecida loja da
boa f.
Briihantes, ouro e pi ata
90&A8
Una do Vnbug n. II. jj
LOJA DE OURlVES $
SERAFN & IRMO'
Neste estabelecimento o publico
achar sempre as mais novas e deli-
cadas obns de brilnantcs, oaro e
prata, dos inclhores gostos vin los da f
|3j Europa, e mais em conta do que em jg{
outras part;s, garantidas com reci- &
bos especificando a qualidade
Loja nova
E
calcad ofraneez
rua da nzala Nova
11. 4.
Keto ostisbeleclmentocor.tina'asbaver
- ura completo sortimento do moendase
Ij\,*^:' .1 1 meiascioondasparaengenho.machinasde
JCiSteiraS Me Carnauba vapore taixasdc ferro batido coado d
t\.\ il .^ lodosostamanhosoara dito.
vJMU.IJ. Camas de ferro.
Vendem-se famosas esleirs de carnauba, I Vendem-se camas de ferro superiores.com
assento de cama ; como bem pequeas, a
Vendem se saceos com milho na tanoaria
confronte ao trapiche do Cunha.
ATTENCAO.
A 4000 rs. o sacco.
As pessoas que quizerom ter seus caval-
los gordos para passeio de festa encontra-
rSoem casa do Sr. Anto.iio Annes Jacome
Pires defronte da escadinha da alfandega
saceos com arinha de trigo pelo diminuto
prego de 49, com 5 arrobas' e tambera tre-
lo por 59500.
Rua Nova
N. 20, loja do Viamiri,
A esta acreditada loja acaba de, chegar
grande e lin lissimo sortimento de appare-
Ihos para cha, de metal do principe, foleado
imilago de bergo : na rua da Cruz do Re-
cife, armazem n. 50.
A <,000 a sacca
Vendem-ie saceos com f.irinha de mamltora fina
alva a 69 o sacco : Da rua da Cadeia do Recita
loj n. l, a Iratac com innocoocio da C. Coianua
Jouior.
luvnooiiniAiio \ 11
4nuazein de fazendase
modas de
MGUEL JOS DE ABREU.
Oannunciante tem em exposi;3o e ven-
da no seo. estabelecimeoto. o que verdadei-
rameulo pode constituir o rruis completo e
variado sortimento de fazendas de modas
para ambos os sexos. Anda que n'um an-
nuncio no seja possivel descrever a maior
parte das fazendas, comtudo, e para dar urna
idea da importancia do cslabelecimenlo,
bastar indicar as seguinles : ricos cortes de
gorguriSo de seda com 3 e i babados, gros-
denaples, damascos, nobrosaso tafets esco-
Sortimcnto ^^colhillOJlas inelhores e mais
acreditadas fabricas dr-ris, e ludo mais
em coala, tanto em porches como a rctalho :
na rua Nova 11.'.', loja do J i-hy & c
Na rua da IJaiSo, ultima casa do lado
esquerdo, se vendo urna po'c.ao de obras de
Ubynntbo, vindas do Cear.
Na rua da Cideia do Recife n. 50, pri-
meiro andar, venlem-so linhas de roris,
dilss de nmeros sortidos, coctiins de linho,
toalbas de panno de linho de differentes ta-
mtnhos, panno de linho, ctlsinhas com li-
nhas eufeitadas, encllenles rels dediter-
sol lecidos, caixi: com velas de cirnauba,
toalbas lisas e bordadas, bocees para ce-
PERFOIABUS FKAHCEZiS
A ende-se a bem conhecida agoa de Colonia do
dlos do mesmo metal, riqusimas cestas i fT-f ^?I 2 TconlraluJo
de lindsimos modelos do mesmo mel,,f!q""to pode exig.ro bom goslo e o eapn-
grande sortimento de colheres de todos os. ^' cmprehenuendo vestidos o marquis a
tmannos do mesmo metal ass.m como\SS!^JZE'I&ZaIvFSZI
tachera um bonito sortimento do salvas do ^and^ me'horef n.odistas de Pans, con a
todos os temauhos dito, gran le sortimento competente cnnoline de cambraia tec.da em
d '
d
mi
sor
mo
sortimento do tslheres para mesa e sobre-'
mesa, das seguinles qualidades : cabo de "".'.""""n" """, C T'.'T''. L" "-T
metal do princi;.e. ditas de cabo do marfim, I ^''^7 pre-l ,le lw "rl'^l
ditas de cabo de bfalo, ditas de viado, e
goles de pnpeliua de I.yoi
de todas as cores e qualidades, do ultimo
ditas de cabo de 050, muito linas, ditas para
meninos, grande sorlirr.ento de bandejas de
chariio, e 1 Miando c.iaro, em tennis e ,
permeavel ; finissimas casimiras prclas e de
cores, impermeaveis i senador ; cortes para
colletes de acolchoadinbo, picle, fustes,
velludos, gorguroes e poliurias, chapeos de
um completo sortimento de g
das, assim como tampas para cobertas de
pratos, de rame, e outros muitos arligos,
que com a vista do comprador se deverSo
agradar polos precos muito commodos-
Piverem frascos grandes epiquenos.quadrados.ga- foalaS. "liai'damiPOS C
ranlido a qualidade a 500 o 19 reis o frasco, sa- ^
bonetes a 10 a dusit, canudos de pomada muissi-
mc fina a 100 160 reis, dilos muitos grandes a
lencoes
Novo sortimento destes arligos, e outras
600 reis, oleo de baboza verdadeiracom muito bons fazendas que na loja do Cunha'o Silva na rua
"\^1^.i*?!2*:~ ES^7XnJ\tZ^JT.!* itSTTil*. woTd7'P;r;;h:na0com
do sol de seda, e outras muilas fazendas, das
quaes s se poder fezer idea visitando-se
o estabelecimento, para se adquirir a con-
vierto de que uenhum outro pode competir
com elle ; assim como superiores charutos
do cuconjmcnda e de superior qualidade es-
PERFUMARAS inglezas.
Vendem-se sabonoles inclezes muito finos e gran-
sos goslos, extralo, finissimos em vijros brancos e
do cores, de cristal e de honilos e diversos goslos,
e ouiras militas diversidades de perfumaras que
quem as vil nao deivara de comprar na rua do
Queimado na bem conhecida loja de miudeus da
boa fama n. 33.
Vende se um boi proprio para cirro ou
carrosa: quem iiui?or, dirija-se ao sitio do
viveiro do Muniz, que achara com quen
tratar.
(had
Vende- so algodao monstro, rom 8 iialoi
largura, muilo proprio para toalbas elemj s por
dispensar a costura, a 600 res a vara, assim como
atoalbado adamascado a lOioO a vr* na rua
' Mieimado n. 22, na loja da Loa f.
-- t;era de carnauba, sel o, o pelles de ca-
a rna da Crux, era azem do Domingos
- i'f And' 1 le 11, 33
mesa de jantar de I al 2 varas e de le a 59 lidades de exiractos muilissmo bons o baratos, sa-
a duzia, guardanaeos de algodSo alcoxoadosj bao de ceme de amendoas com caixa a 10200,
a 2#i00, 2j800 e 3?000 a duzia, ditos de linho 1 opiala eln caixos grandes do porcelana a 800 re-
nSZJ?? 1UZa' 1,0,lhaos de li."h?.s ad-?-1 is, e outras muitissimas qualidades de perfumaras
ma.sca.ios de duas larguras para toalbas de ,'. .
mesa, fazenda muilo superior a 2-240 a va- lodas das me,l;or" |>'"d nue s pode encon-
ra. dilo de algodlo tambora adamascado a trar-na rua do Queimado, na bem conhecida loja
I?i00a vara, toalhr.sde linho para mfios e de miudezas da boa fama n. 33.
rosto a 8-: 000 a duzia, ditas de dito linas rom H7< | ^l\..lr*-,
labynnlioebiCon..s ponas a 59, peces de gh \\|ClieS C ClUI I \ S
panno do linho do Porto bom de 600 a 900 /
reis a var, pegas de hamburgo ou brim lizo' Vcndem-se ricos c modernos enfeites de
bom para losillas, loncoes e semillas a 99 a! froco, flores c lilas para c^be(;a de senhora,
potja com 20 varas, algodo de duas larguras essira coraochaly de cores cora bonitos de-
proprio para lencoes a 560 ; vara e a 139 a sentios para vesli Jo. por presos cummodos:
pei;a com 25 varas, panno de linho lino de "a loja do Cunba c Silva, rua da Ladoia do
lenr,oeso melhor que ha para este fio!, por Itecife 11. 50, esquina.
Aviso aos senhores de engenho.
Cal nova do Lisboa, em barricas e et an-
coras, muilo propria para cnnJuccSo de
agurdenlo ou mel : na rua da Cadeia, de-
fronte 1!a KelocSo n. 28.
Vendse realejos de vsrios lmannos,
tanto harmnicos, como de camos, com ex-
cellentes pegas conbecidas no paz : na fa-
brica de 01 gos, aterro da Itoa Vistan. 31.
Labyriithos.
Ricos lenges para cania, ti albas redon-
da so do ponas, saias, Ironbas, bicoa c ren-
das largos o estrenos, prra todo prego na
rua da Cadeia do Itecife n. 60, primeuo sn
dar.
ser muito fresco e que cow I i |l, i 112 o 1
3|4 varas l'az-se um excsllcnte lengol a 2/OO
av^ra.
C ms deferr<
Crande sortimento de camas de ferro de
todas as qualidades, por prreo muito coai-
modo : na rua .Nova n. 20, loja do Vianna.
Cabriolet
Vndese um novn, excellente e rico ca-
briole!, completo de todo : na coeheira to
Augusto, rua da Cadi'ia do Santo Antonio.
- Vende se urna lin.la crioula de ali-
os, recolhi.la, de opiims ligura.que engom-
me, cose chao e cozinba, e he ptima para
tratar de criangts, e urna dita de 24 annos,
optimr. figura, engornmadeira o cozinheira :
na rua estreita do Rosario n. 25.
Caf vapor
Crande sortimento do machinas tara fazer
cal em um quarlo de hora, do riquissimos
modelos, approvadas na ultiro exposieflo le
Pars na rua Nova n. 20, loj. d'i Vianna.
;-! fie lisb
Vonde-se cal nova do Lisboa, em pedra,
rec^riterr.cnte chogal-, por 1 enos do que
outros vendem : a tratar com o Cunh: Silva,
na lija :\ 50 dn rua da Ca lea do Recife, es-
quina defruiite da rua da aladre le Dos
Ven.io-se um excellente carnnho in-
glez.Vlctoria.de 4 rodas, eom comon los
pera 4 pessoas, etarabnm pode usar-secomo
cali iolet para um 011 dous CM-alios, por ser
falsa > bolea, vende-se com urna excellente
par^l a ou s ella : p ira vei -se, no aterro
d .;. -\ --t, casa de M-. Porrir
ATTEN^O.s;
Vi udero-sebollissimas ebapolinasa 119000,
chapeosmbos de pellur.ia a h\: loucados de
reiroza 19, ditos de I9 a 2/, enreites para
caneca a 89, ditos a ve : na prega da Inde-
pendencia ns 32 e 3, luja do chapeos do
Uadurelra i\ Pinto.
Aitenca .
Vendem-sn na rua da Cdela do Santo An-
tonio, na grande loja do mircmeiro, ricas SABAO' das fabricas do Rio de Janeiro
mohiliaspara casamentos e passamenlos del VINIKI 'o champado de superior ouali'lado
lesU.de todas as qualidades. I? .i.v.. bandeijas i; outras obra de prata
AGUIA BRaNCA.
novo ecompleto sortmens
to de meias para ho-
nieirs, niulheres, meni-
nos e meninas de 2 a 12
o nnos.
Vende-se muito boas meias cruas sem
costura para homem a 1,800 a duzia e 160
rs. o par, ditas inglezas muito finas a 2,500
e 3,500 a duzie, ditas muito encorpadas de
fij dobredoa i,500 a duzia e 400 rs o par.
ditas tambem de fio dobrado para senhores
a 3,600 a duzia e 320 rs. o par, ditas finas
a 400, 500 e600 rs. o par, dit's oara meni-
nos o meninas conforme os differentes t-
manhos asseverando-se serem mais baratas
do que era outra qualquer parte, meias de
13a muito linas para hornera a 500 rs. o par,
ditas finissimas do fio da Escocia a 600 e 800
rs. o par, ditas de lea para padres a 1,600 o
par, ditas de sedA irui finas pretas o bran-
cas para senboras a 39. 4: o 5d o par, ditas
ordinarias para meninas a 2 500 o par, assim
como muites Outras miudezas e objectos (de
gosto que estSo patentes na loja da aguia
branca nos quatro ontos da rua do Qjei-
medo u 16.
Fazendas
baratas.
Na loja n. 50 da rua da Cadeia do Recife.
esquina defronte da rua da Madre de Dos,
vendem-se fazendas por pregus baratos, e
estando-se acabando os crlns de cassa chita
de cores fixas com 6 1|2 varas pelo dirsinuto
freg de 1>600, cassas de cores tambem li
xas de diversos padres a 320 400, 440 e 5>
a pega, pegas de cambraia lisa para vestido a
29600, 2;5j0, .'; e 3c200, chitas de diversas
qualiades e cores fixas a 160 o 200 rs. o co-
vado, ditas largas fraueczas a 260, 280, 300 e
320 o covado, musselinas brancas e de co:es
a 320 o covado, chitas para coberta boas a
180, 220 e 260 o covado, gollinhas do cam-
braia fines bordadas e adam.-.scadas a 15600
e 39200, manguitos de cambraia bordados a
3E600, cassa para bbsdoa 240a vara o lf8U
a pega com 8 tyl varas, grvalas do sedi de
quadrinhns a 6io. novo sortimento do gnu-
gfs finas francezas de cores para caiga e pe-
letot a 29400, brim tranga lo pardo de puro
linhi) a 800 rs. a vara ou 2? o corlo do caiga,
biim ruanco trrngado bom a 19200 o l;400 a
vara, cortes de casemira escura t 42 e 3500.
c outras muitas fazendas que se vendem por
baratissinios pregus. e dan-se amostras.
Vente-se urna mulata moga c bonita fi-
gura : na rua do l.ivramento, loja n. 4.
02;;!< e
Cognac superior era oixas de | duzia,
vende-se era casa do Henry Brunn & C. rua
da Cruz n. 10.
elogios.
se ero casa do Siuaders lirotliers
C, (ag. do Carpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell. por pregos commo-
dos o tambem trancellins e cadeias para os
resmosde excellente aosto.
Despejo de casa
ao he desojo de perder
dinheiro, mas forra
maior me obriza.
Manoel Rodrigues Costa MagalhSes, cora
loja ile ferragens e miudezas na rua do Quei-
m*.do n. 30, sendo forgado a entregar as cha-
ves sue proprietaria uestes poucos dias,
resolve vende-las cora o abate de 10 a 20
por cento, assim como seja pupcl almago a
2-310, c de peso e 2*600, lacas de bilango
de dous botos por 5c500, cravadas a 2ji20,
muito boas, o de outras quali tades at lc200
a duzia, pegas de liins de velludo, estreitas c
largas a 1^300, bules e cafeteiras do metal a
4 e 65, apparelhos de dito, sortimento de
bandejas, nanelUs, chaleiras e fugareiros,
colheres, litas, bicos, e outras muitas ferra-
gens e miudezas que se deixa de mencionar
or se turnar muilo massanle.
Vende-se qnartolcs de costado de ama-
relio, que serviram do deposito de azeite, e
que levara de 300ra 400 cana las : no caes do
Ramos, armazem da esquina n. 1.
Carros no vos
Vendem-se
muito bons
carros mo-
dernos de assentos maneiros com seus
competentes arreos : vendem-se tambem
muitos proparos para carros com eixoS)
molas, lante.rnas boas. galSo, encerado, co-
leires boas proprias para carro de peso e
ludo por preco commodo : na coeheira de
Adolphe Rourgeois na rua Nova n. 61.
Espelhos gran-
des
Vendero-se ricos espelhos em poni gran-
de proprios para lujas ou mesmo salas, pelo
barato prego do 25,000 cada um: na rua do
Queimado' loja de miudezas da boa fama
n. 33.
Farinha de
mandioca
S1CC0S GRANDES
a 8.000.
Nos armazens de Tasso Irmaos na praga
da oonle Nova.
$ ATTEBCAO" (;
m Kissel, relojoeiro francs, vende .-tJ
'.:; relogios de ouro e prate, concert iT
** relogios, joiase usicas, ja aqui he
3 conhecdo ba muitos annos, habita
'j no paleo do Hospital n. 17.
Cheguem
peehineha
Nova l'irinha de mandioca, milbo e feijilo,
saceos grandes e baratos, para se acabar :
na rua dotjueimado n. 14, loja de ferragens
de Jos Rodrigues Kerreira.
tscravo peca.
Vende-se um escravo mulato, ptima fi-
gura, e ptico boleeiro na rua de Santo
Amaro [Mun lo .Novo) n .6.
PECHIOT.
Cortes de chita do barra a 25000 o corte :
na rua do Crespo, esquius que volta para a
rua da Cadeia.
Jltencad.
ROA DO QUEIftUDO N. 37.
I.oja r!e quatro portas, ompanaMa ncarna l,.
Vende-se organ ls escuro a 800 rs. a vara,
dito a 900 rs., olendinas de quairos de su-
perior qualidade a 500 rs. o covado, cam-
braia e seda do cor transparente a 640 o co
va Jo, musselinas escuras, muito boa faxon-
da a 320 o covado, sedas de quadiinhos a
10100 e 1?400 o covado, grsvalss da soda a
600, 800 o I? cada urna, chapeos francezes
de superior qualidade de 7 a 9? cada nm,
dilos a Pis milito finos a 9, um completo
sortimento de chales de merino bordados e
lisos, estampados, para todos os pregos, rico
sortimento de coilas linas escuras pere 200
rs. o covado e a 220, ditas francezas para
240, 2S0 e 320 ocovado, um completo sor-
timento de panno fino preto que se protnette
vender mais em conta que em outra qual-
qner parte ; s se deseja que os freguezes
r-paregam ; chapeos de feltro muito linos a
5; o a 59500 cada um.
No escriplorio de Domingos Al ves
Matheus na rua d'Apollo n. 25 tem para
vender o seguinte :
Kicos eelegantes pianos.
Panno de aigodio da Baha.
Linba de roris.
Cochina denbopara montara.
Mercurio doce.
Capsulas ecupaiba.
Duchadas portuguezas.
Pregos portugueses do varias qualidades.
Hitas mobilias de moguo.
Papel paulado para luios.
Courod lustre marca grande, cujos ar-
ligos vende por menos do que em ou-
tra hiialqucr parte.
Farinha de iiian-
Aviso.
No ar; axem do Adamson Howie C, rua
do Trapiche n. 42, vendem-se sollins para
homem e senhora, arreins pretiados para
cabriole!, chicotes par, carro, coleiras para
cavello. etc.
Vende-se eftectivamente trelo de Lis-
boa, as Cinco I'ontas n 63, por menos do
que em outra qualqujr parle.
iua da Cadeia do Recite
n. 48.
O Le te & Irmu estao torrando.
Toalhas para mesa um i-r.
AlgodSo monstro com 8 palmos de largura,
vara 560.
Bramante de linho com 4 ditos de dita, vara
700 rs.
Meias pretas de laia para padre por 18
Ricos chapeos de sol de seda para senhora.
Tapetes para sala nm 1:800.
Palets de alpaca um 2950o e muito bons a 6J.
Tapetes para entrada de sala um 45.
Lengosde linho duzia 29604, 3S200 ; 49500.
Corles de colletes de cachemira um 19.
Meias finas pan senhora, duzia 39800.
Kspartillios para senhora um 4-9, 69 e 89.
Longos brancos com lindas cercaduras, du-
zia 2*800.
Cobertores de algodo cora pello a 19280.
Alera das fazendas cima mencionadas ba
um completo sortimento de boas fazendas,
que se vende por barato prego e de ludo se
dar amostras.
Relogios
Vendem-se relogios de ouro, inglezes de
patento : no armazem de Augusto C. de A-
breu. rua da Cadeia do Recife n. 36.
JIgodao da B -
hi
a
2,i$00 ,%l ,500
Na loja da praga da Independencia 11. 36 e
38 acaba de receher nova remessa de ch-
peos do Cbili para diminuto prego de 2,500.
Vende-se ssccos de alqueirescom fari-
nha do mandioca muilo boa, a prego do '.tf'
no caes do Ramns.armazem da esquina n. I
TAGHASPAKA ENGENHO
Da fuidioo de ierro dei). W. Bowman
na rua do Bium, passando o chala-
ii/., continua a haver um completosorti-
mentode tachas deerro fundido e bati-
do, 'I 5 a 8 p .luios de bica, as <|iai
ecliamavenda porpreeocommodoccom
pr >mptidSo,embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas aocomprador
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50,
esquina defronte da rua da Madre de Dos,
ha para vender pega a peca o bem conheci-
do e acreditado algodSo da Bahia, o mais:
proprio para conducao deassucar dosenge-i
nbos para osla cidade, e para roupa de es-
cravos, assim como um outro a imitag.lo, e
mais barato prego.
dioea.
ai
a
ai

Ven e-se panno azul superior em cor e
qoalidadp para firdSo e casacos militares,
por menos que em outras part-'S, assim eo-
niu Rimo lino preto, verde, cor de C f o
bronzeado, de muito boas quali'a ;s, p
pregus eommodos : na loja do Cunha e Si I
na rua dn Cadei: dn Recife 11 50, defron-
te da rua da Madre de heos.
AL1EIDA (OMES, ALVES*-
N endem do seu armazem
27 ItU v DA CRUZ <27
UHAPUS do feltro sorli los da fabrica acre-
ditada do Carvalho Pinto do Rio de Ja-
neiro
Pcchisieha.
Corles de barego cora barra borda-
da a seda, 15 cavados ?nr 4,500
LSazinha do cor do bom gosto para
vest lo, o covado a 00
Pe,, s Je cambraia com saipjcos do
cor, com 8 1|2 varas por' i,,'i0()
Cambraia de organ ly de bom gos-
ta, v.-ra a 1,000
Chaly de cor co:n listras de se la, o
adoa 1,000
Cortes de caigas de cas. mira
cor por 5.000
le dita dita de superior qua-
li' por 6,000
1 nn > acolchoa-
das, 20,000
Cortes de colletes d
a 2.500 e 3,000
Ditos tic iiio de velludo superior
por 7,000
Hilos .h; calcas 1 c 11 mira
fleto 11 2,000
V. outi rs 1 rail 1 faz ir preg is i-om-
niodos : vende-se ni o, loja da
esquina q e volts para a ma da Ca lea
Ven e-se 1111, cabriolct de duas rodas
com ai 1 l-, son lu ate bom (rota-
dor, oo sem ello, conforme vontade do
oompradoi : ,ara vei e tratar, na rua do
Ikum n. '28.


Ven le-se esta agua a telhor que ton p-
parecidopara tingir o cabello e suissas de
r>etn : na liyrai ia universal rua d Colico
"' -. la-sojuntu un im o ralis en*:
1 111 1 pii, 1.
Muilo superior, acaba de de/.einuarcar boje do
vapor uCruzeiro do Sul, vindo do Maranhao, e
vend-se por barato prego no aomazem de Fcrreira
& Maiiins : na Iravessa da Madre de Ueos n. l,
assim como arroz em casca.
Vinio Bordeaux.
Era casa do Henry Brunn o\ C. rua <"a
Cruz n. 10, vende-se vinbo Bor icaux Oe df-
! rentes qualidades como Lafallos Ch. Leo-
vilic, S. Julien ca caiias de 1 duzia por ba-
rato preco.
; ssa da ftussla e ca i
Lisbf >.
No bem eonhecido e acreditado deposito
da rua da t^adeir do Recife n. 12, ha pare
vender potassa dn Russia e da do Rio de Ja-
neiro, nova e do superior qualidade, assim
como tambem cal virgem em pedra, tudo
por precos muito rezoaveis.
o Leite& irmao, que es-
r<> torrando.
Rua da Cadeia do Recife n. i'N
(ula franc:8 Cores lisas, o colado 320, 240,
360 e 2S0.
Musselina li la encarnada, covado 220.
Heias de cor s tara meninos, duzia 2-.
Saias pan: ama 19600 e bordada.-
30O0.
Cortes de com 17covadosa 59e6J,
Ditos de dito com 30 ditos 189.
Ditos de chaly com 16 itos 1 55O0.
s de toquim a 09 e 89.
Ditos de dili> pretos a 2;.
Ditos de mei 1 is a 4;s0o.
Ditos de. :ito bor la los B
UadapoiSo a 2J800, 39200,39600,39800, i,
49300,491 !'' !Je mi Uo lino i, 69 a pega
20 v ; ;
Chi dirs de lindos padrdes a
200 reis 1 cov
Cambraia lisa lina pega ,.e 8 e niea varas o
39800.
Ditas picos pega de 8 e meia vares a
0.
Ricas gol I i ni as boi dadas una 39500,
l.ntreuieos o liras bordadas
Chales de cambraia do ultimo gosto um 1:
Da tud 1 da-se amostras com nenhoi.
iO
Jos Ricardo Coelho avisa aos seus fregue-
/ .- qu recebeu pelo va or Tyne um Sorti-
mento Jo luvas .le louvin de lods es '"ores
Oleados
Daratissiuios, pintados*
Proprios para cobrir meses, bancas, commo-
das, : ianos, etc de 19 a 29 o covado, con-
forme a largara : na praga da Independen-
cia ns. 24, 26, 28 e 30, chapelaria de Joaqun
de Oliveira Maia.
Aviso importante.
Ven'.e-se um carro americano Dnilo forte,
pintado o forrada do novo e com gosto, pone
andar com um 011 dous carillos, lii? proprio
para algum Sr. di gocianle que rao c em si-
tio, e que leolia de vir ao Recife todos os
das : a fallar no aterro da Boa-Vista, loja
do miudezts n. 5S, o carro ho de construc-
g.lo igual so do >r. II. Cjigalves da jilva.
He I>aratis-
simo.
O Preguica continua
a queimar,
ft'a rua do Oueimudo n. 2, csquiua do boc-
eo do I'eixe Frito, continua o l'reguiga a 1
vender toda a qualida le do fazendas por be-
ralisslmos pregos, entre ellas tem pegas do
brelanoa de rolo com 10 varas a 29000 cada i
urna, atoalhado muilo la'KO e de lindos la-:
vores a 1j280 a vare, italianas, especie de
cambraias pintadas, de cores fixas a 480 a !
vara, cmbralas francezas de lindissimosj
goslos a 560 rs. a vara, luvas do fio de Esco-1
eia brancas e de cures a 320 o par, cams
braiis napottnas r\as. azuea e amarella-i
de tintas lixas a 360 a vara, e 220 o covado.
riscaios francezes miudinhos a 180 o cova-1
do, branunle mito largo o fino proprio pa-1
ra lengoes a 2>400 a vara, casemira prela de
su-erior qualidade a 89, 2J200, 29400 e 39 o
tova o, panno preto fino a 9 e 59500 o co-
vado, dilo azul o verte muilo lino a 59200,
musselina encarnad a 220 o covado, dita
dita mais larga a 300 rs., dita branca fina a
2s0, dita de cores a 320 o covado, cambraia
de salpicos branca muilo lina a 800 rs a va-
ra, meias cruas para humera a 160, 200, 400
rs. o ar, cortes de cassas pintadas a 29 cada |
um, ricos chales de sed* a 109 cada um,
mantas uo seda para senhora a 59500 cada j
urna, meias case mi ras enfestadas prop us
para paletol a 29000 o covado, briai pardo
de linho a 64o a vara, dito blanco de cordSo,
fazenda emito fina a 800 rs. a vara, leagos
de cambraia de linho linos a iOO rs cada
11 ni, ricos cortes de fust5o de cores de lindos
padioes a 2? cada um, e outras multas fa-
zendas que se daiSo amostras com penbor.
Relogios.
Vende-se um Im lo sortimento de relogios
de ouro o piala ilo.iri.dos, pf r todos os pre-
gos. para humera e senhora : na rua dajCruz
do Itecife o. 50, primeiro andar.
Macaas a iO,?000
No deposito do g?I>noc8esd'.\pi>iln resta
por vender urna pequen qu>ntidade de
barriqninbas com macSes pelo diminuto
prego de 10-5, pois 0S0 todo haver cjusa
raeihor para se mimosear, pois cstSo ma-
durr.s c cheirosas quo fez gosto, a ellas an-
Cabriolet e ca-
vallo.
Vende-se um excellente cabriolel inglez,
com coberta, arreios, etc feito de encom-
menda, e com pouco uso; e um ptimo ce-
vallo pera o mesmo, que serve tambem para
montara, pois est acostumado a arabos os
servigos : os pretendentes di rija ni-so ao Sr.
Kluardo II. Wyalt, rua do Trapiche Novo
n. 18.
Vende-se um sitio denominado Caro-
tes, na povoagSo de Gamella de Barra Gran-
de, provincia das Alagoas, o quil tem 600
bragas quadradas, com 3,500 a 4,000 pels de
coquciros, sendo a maior parte delles de
fructos, muito bons terrenos para criar e
para planugoes, hnvondo dentro de dito si-
tio um bom viveiro, o qual he de natureze.
o proprietano de cujo sitio cima dito faz
todo e qualquer negocio a viste do compra-
dor; os pretendentes deverSo dirigtr-se
quella povosgao, em casa do Sr. Joaquim
Pereira da Rosa, ou neste praca na rua da
Cruz do Recife u. 64.
Veodem-so duas crioulinhas de 18 e 12
annos de idade, sem vicios, pelo que se ari-
anga ; a tratar na rua do CotovellTj n. 63,
na olaria deMircelino Jos Lopes.
Vende-se urna taberna na Capunga,
propria para um principiante a tretar n
mesina Capunga, na padaria de Antonio Jos
l'ereira Restos.
Vende-se palha de carnauba a 320 rs o
cento; na rua do Vigario n. 22, primeiro
andar.
Vcnde-se um cabriolel patente inglez,
muito rorle, e acabado de ser novemenle
pintado ; para ve-lo na coebeira confronta
o arsenal de marinha, e a tratar ah com o
respectivo proprietario, ou na rua da Cadeia
do Recife, escriptorio, primeiro andar da ca-
sa n. 3, vende-se por prego commodo.
Loja n. 57
Na rua do ueimado de
quatio portas empana-
nada encarnada.
Recebeu pelo ultimo vapor vindo do Ha-
vre, ricos cortes de vestidos de pbantasia
dos melhores gostos que tem vindo ao mer-
cado, prego de 189, 28/ o 309 cade um, casa-
vcquesde fustaoe de cambraia ricimente
enfeilados a 189c ^09 cada um,saias borda-
das a 49 e a 69 cada urna, goliubas de pon-
to irlandez a 500 rs. cada uraa, dilas fratice-
z.sa80o, 19 e 1,200 cada urna, ditas de
pontosuperiora 49, 59 e a 69 cada urna,
manguitos com puohos bordados a 1,800 e
a 2,200 o ar, um dito de manquitos e goli-
uha ricamente bordados a 49, 5/, 68 88,108 e
a 123 cada ura, grande sortimento de tiras
bordadas franceza e ingleza o entre meios
e pregos baratos, enfeites para senhora de
frocos aveludados de superior qualidede b
89 cada um, grosdeneple de cores cora al-
gumas pintas de mofo a 1,600 o covado, dito
perreito muilo superior a 29 o covado, dito
preto de todos os pregos a saber de 1,500 ate
39 o covado, cassas francezes a 400, 500,
600 e 700 rs. a vara, chaly metisedo e 900
c a 19 o covado, rico sortimento do chepeos
deso do seda pare senhora, ditos para bo-
mem, chapeos enfeilados para senhora,
grande sortimento do paletots de panno,di-
tos de casemira ede brim, cortes de vesti-
dos de seJa com algumas pintas de moo,
cortes de ditos de barego aue tudo se vende-
r a vontade do ^comprador, assim elle te-
nsa de comprar que n3o sabe sem fazenda.
Vendem-se 12 escravos de 15 a 30 an-
nos de idede, bonitis figuras, sendo 4 de
ollicios, serrador, coiinbeiro, carreiro e sa-
cateiro : quem os pretender, dirija-se a pra-
ga da Boa-Viste, botica n. 22, que achara
com quem tratar.
Vende-se urna negrinha crioula, com
'0 para II annos de idede, figura muito bo-
nita, e com principio de costura; a tratar
na rua Augusta n 43.
Venje-se ura pianno de forma moder-
na e de excellente voz. do bem acreditado
labrlcante Collars & Collard, por prego enra-
mo'-o no aterro da Boa-Viste n. 31.
Vende-S6 superior linha de alp-odao
brancas o de cores, em noveilo, para costo-
-a : em cas. de Southall, Mellor & C, rua
do Torres n. 38:
No deposito do rua do Trapiche, arma-
zem n. 9, tem para vender potassa da Rus-
sia superior, dita do Rio de Janeiro superior,
cal virgem de Lisboa, e panno de algodao
da Baha, tudo por menos do que em outra
qualquer parte.
Vende-se em casa de S. P. Jonbston t
C, rua da Senzala Nova o. 42, o seguinte :
sellins inglezes e silhoes. relogios de ouro
de patente inglez, candielros e casligaes
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas. lio de vela, graxa para arreios.
Carro novo.
Vende-se um excellente carro inglez, no-
vo, para 1 e 2 cavallos : na rua do Santo A-
maro (Mundo >ovo) n. 6.
iJf:
de Im
tes que se acabem.
crt<
A ,9000
Anda resl m alguns corles de ISa inulto
fina para ve lido com 16 covados cala corle
a 4-, preco i :ul ao de um corte de chita ;
lites qiw se ;'eaiicin : na rua do
Oneimado n 22, u, loja ia Boa F.
Chapeos.
Finissl -os chapeo de castor branen e
preto, com (.ello e sera elle, dos mais mo-
dernos a ven a no mercado, ditos do seda
francezes, mo lero s, 1 fazenda muito supe-
rior, ditos ra senhora, amazonas, de -a-
Iha, seda, e feltro, completo sortimento de
Chapeos do Chile e Italia rn-a todos os prc-
c s, chapeos do palha ingleza para meninos
e rapazes i 29 ca la nui, h-metes de seda,
palha, macroquira c nno para ho.rens c
meninos, bem como sertimento de chapeos
do feltro e. v 11 u lo ara homens e meninos,
tudo por pregos muito baratos vista da
boa qualidade: na chapelaria da J. del).
Meie, na praga da Independencia.
Vende-so um terreno de 111 r.nlia com
parte aterrad*, nos Coelbos da Boa-Vista,
entre as otarias do Srs. Amorlra o Almeide,
com frenen para as obras do pez J a tratar
na rna do Cotovello 11 63, na olaria de Mar-
cchno Josi i.i
# -n.
Conlinu'a a estar rugido desde odia 6
d agesto do correte anuo o escravo Anto-
nio Cacange, de idade de 36 runos, pouco
mais ou nenos, altura regular, cheio do
corpo, rosto redondo, pouca barba no quei-
xo, cor pret;, canguciro no anlar, muilo
calado, tem algumas marees de reino ; foi
escravo dos herdeiros do linedo Caeleno
Congalves da Cunha, senhor do engenho Co-
queiros. be muilo eonhecido para o sul on-
de se julga estar acoutado, pois toldo felto
varias fgidas, tem sido sempro preso para
aquello lado: quem o capturar, conduza-o
ao engenho Cu-sahy da comarca de Pao d'A-
Iho, ou no Itecife na rua da Guia n. 64, que
sera generosamente recompensido.
Km dias do mez de novembro prximo
passsdo Tugio do engenso Cursahy da co-
marca de l'ao d'Albo, o escravo Marcelino.de
cor preta, pouca barba, roslo compriJo, o
moleirio ; levou urna canastrinha com sua
roupa, julga-sc acbar-se nesla prage por ter
viudo de oulra provincia e nao ler pratica
d" ;nitros caminhos : quem o capturar, con-
duza-o ao engenho cima Oito, ou no Reci-
te na rua d Guia n, 64, quo ser generosa-
111 uto 'cromi ensado.
-- I'ugio do engenho Briihante comarca
le Nazaretb, no da 2 de novembro desto
anuo oesc.avo Cosme, crioulo, idede 25
annos, esUlura baix, corpulento, cor ver-
melna, barba o e cabellos nos peitos, den-
les .!a frente quebrados, inclinado ao furto
bebedeira,entende de carapinae cerreiro :
portento roga-te e polica, cepilies da cam-
po e qualquer pessoa do povo a r,prehen-
s9o do mesmo entrogando nesla praga eos
Srs. Manoel Ignacio de Oliveira fi Kilho, ou
no mesmo engenho a seu scnh.or, do que
serSo recompensados.
I'ugio a 13 de agosto o cabra Manoel
Candido, boa estatura, cabellos crespos, 2
dontcs tirados na fronte, um ollio. vasado,
grande cicatriz do niesoio lado, de um tiro
que levou, costuma a cantar, elogiando que
faz adjunto: roga-se a captura do referido
escravo, sendo conduzido a rua do Collegio
11. 16, ou engenho Taipe, onde serSo bem
gratificados.
PERN -TV li!.' m v m- 01 ni. ..'
ll I
11 a rva^N
II cri^i\/cri


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