Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07149


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Full Text

ANNO XXXIV N. 274.
Por 5 mczes acuanta dos 4^000.
Por 3 mezei vencido* 5$000,
SEGimi FEIRA 2!, DE NOVEUBRO DE 4858.
Por auno adantado 15J00O.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREADOS DA SUBSCKIPCA'O DO NOKTE.
iribiba, e Ir. Jeae lodolphe 8omei; Nuil, e l*nhoi An-
lenie Marque* di Silva ; Araraij, Ir. A. di Uim Braga ;
Cauri, Si. J. Joa da Ollnira ; Marinhio, o Si. Joa Taiaira
da Mal* Fuuhj, Sr. Joel Juaquim Avillmo ; Para. Si.
Judia* J. la moa ; Amarouu, Si. Jcreajme di Ceda.
PARTIDA DOS COB REOS.
Otilada todos oj das, as c meia hars do da.
IaTj 8. Ani*o, ReiiTro.s, Horma, Garuara', Allinho e Garanhans : da |er(a-feiri.
!. Lourenvo, "o d'Alho, Na ia re ib, Liraoeira, Oreja, Pusqueira, loRaaei-
ra, Flores, Vilii-t.-JIa. Boa-Vitu, Ouneury a Em', nal qaartas-rclraa.
Cabo, Ipojuca, Seriobfeni, II io Formo,u. La, Barreirof, Agoa-Praia,
Pieaeaieiras 0. /Vaio/ ; quiatat-feira s.
(Todo ua corren t -anea, 10 ajoraa da aaahla.
AUDIENCIAS DOS TRIBNAES DA CAPITAL.
Tribunal da rommarcla : satfunda quinui.
elacao I urca feirai aabbadoa.
Faienda : quariaa a aabbadoa ai to hora*.
Juia do eommerci*: aaguodaa aa 10 boraa a oofoiaa aa aile da.
Dito deerphaoe : aaguodaa a quinlaa aa 10 aorae.
Primeira rara do mil: segunda! o in lai ao meio alia.
Saguodi vara do aira! : e,uarui a aabbadoa ao meio dio.
EPUEMEKIDES DO MI./ DE NOVEMBRO.
5 Lu nota aa 7 bona o SO mlnuioi da manbaa.
13 Qua rio croacanla a bora 9 mmuioida larda.
SO La ebaia aa 10 boraa o 47 minuto! da manbaa.
17 Quine mioguania aa 3 boraa a 19 minuioa da manbaa,
l'Itl. wi.w. DK UOJE.
Primalra a< tlboraa a 41 minuloa da manbaa,
?e-runda aa 11 horaa e 6 mioutoa da urda.
DAS da semana.
21 Segunda. S. Saturnino m.; S. Cesino diac. m.: S. Illuminau v. I
Z<> Terca. S. Euprepio nv; S. Justina v. m.; S. Trajino m.
l (Juana S. Naboa prof.; S. Eloy b.; S. Castriciano b.
12 Quinta. 8. Halbina t. m.: S. Pouciano m.; 8. Nono b.
.1 Sena. Jejum S. francisco Xavier ap.; 8. Magiua m.
i Salibado. (Jejum) S. Barbara v*! m.: S. Pedro Clirjiologo b.
S Domingo. %. do arlveulo ; S. Geraldo are; 8. Crispina m.
ENCAKREGADOS DA SUBSCRIPCA'O UO SCL.
Alagoaa, o Sr. Claudino Faleao Diai; Babia, f I. D. Dupra
81a di J anaira, o Si. Joao Parura Mar Una.
EU PERNAMBUCO.
0 Praprlaurlode DIARIO Hanoal r igual roa de farU, na isa
I vrana, praei da Independencia aa. a 8.
Aviso
Inglaterra, a 1'ruMa maitoi paqueaos eiladoa al- governo austraco para entrar am am csroinho oovo. Ene partido rcge.la a ceniralisicao e apoia ao raei-
*.\' i .- <>rs' ha om y'*"" menos iispeii.lii.in, roaie po- roo lampo cora todas aa sua, 'oreas a ani Id lo poli-
he e,,e Iuar P"P< P*'a discutir sobre as pular e amine..lemeala eo.ifur.ne ao a.pirito oacio- liea. Ella quer o scl-g.vernintnt .. tal como lia
vintageiise o, inconvenientes distes ditl.reoles syi-.n-l do pala. A Amina s puder resiabelecer o pralicaroente etercido na Inglaterra, islo he, a in-
terna.. Uimaie. e.la que.iao lera sido decidida que- equilibrio da aou orc.ainenlo e livrar-ae de feu. em- dependencia das coramuma em seui negocioi locnes.
Como se approxima o fim do anoo, previ- *i por loua parle n vista do, raeloa, do eapinto da taracos linanreiros e polilieos, se voltar-se pora a administradlo dosses negocios pela a endry o e
ne-se aos seohores subscriptores deste Di* ""y" e da "" '"l0"4- Cre>oa qnaam geral a een- um ir lelf govcrnmeut >. sabiamenta organisado. As! plaa classes inlelli^enles, proprielariai e ilumicilia-
rio, que sao Considerados assignantes tolos: ,i!. ,,lmn,,"a,lv 0""!" ao espirito po- dilliculd.dM d'.s-a modanCo de.yflema nao seriara ; daa na localidade reclama das ssemblea. provin-
OS Que n3o mandarem em tempo COmpetPn- 'en,"Dn"' "lonal d tiaoca, e nam por msupera lesusoenler a reme^sT. oS eslamo. no, faI da.co- ..os, prpo... lirm.menle obrar .egando pr.n- qae.te. d admim.lracao com .cl..lo da pollli-
te suspender a remessa ponanio os senno i hecer os erro5 e os pengos da samelhanle sjslema ; cipioa d'anliraao fisados. Trala-.a da mod fiaar, pelo ca. Emlim, para coroar eile .dilici.. e cuniar as
res que nao quizerem continuar, devem Pr.men..d.mo, ,. me.mo lempo qte as nacoe. de que dl raapaalo 4aalrl.....gdo espirado ...embla.%oP.mciaa. am s.us lim, .e, al a.u.
prevenir ao proprietariO OU aos senhores rajai germnica anconlram no syilem* oppo.to mais ae.-alo. a. imnloitOes adminislralitas que ah sub- urna repra.eolaco uacioiil n.i capilal do imperio
correspondentes das provincias para se sus- *"l"l" S'amus para o. senlimeoles de liberdada e sisliram ale 1831, conseivando-lhes. todava, o seu anda quando nao pesiaste ella de am corpn com vo-
pender a reaessa da asslgnatura antes que i d* "depeudancia Individual cojo desenvolvimenlo se carcter da a s.lf government i> e de aprovailar os lo consultivo, anda quando me-mo nao oise mais
comece o novo quartel do anno, visto como m"!"'!"a ,ua h',,,0,, com ,an' plandor. O elementos qne ahi ai devem eueontrar am abundan- ; que uma assembloa designada e convcala, mais ra-
muitOS se Ulf?am offendidOS pela snspensao "/'". ^qV "' V"T'n'" 'y,'m' semorderh previa igualmente pedimos aOS ?. ^ t',.mtUM de',e'a, 'ge.aome.mo, E.s-.qai o campo de balalha do. partido, polili- Ido a que alludimn. eon.id.ra e.la repre.eul.cao
sera oraem previa, igualmente peaimos aos lempo qui desembarca o goveruo da penda res- co n'Aaiina. O. partidarios do minislerioanual in- -
senhores correspondentes das provincias, e pous.bilidade que Ihe ihipfie o rgimen conleslador. clinam-s. a eantralisacao admimatraliva. a umdade
interior desta, dlgoem-se mandar as rea-i O sal government oiTerece anda ootra vamagem de ovemo, al naquillo que importa aos interasaes
(oes <10S que deixarem a subscripto lem- Ia* consiste em oaeupar de um modo adl e conve-' locset a provioaises, ao passo que os oiOareutes par-
po de ser suspensa a remessa. mente muitai actividades e inlelligeocias, em toda tidos da opposi(;So leem adoptado como palaara de
--------------------------------------------------------------------- j a ailengao do paii, em satisfater a ambi^n legiti- ordem o self goveruinenl dai communas e das
Jfe fJiaaaVaa saa MV *_ l"l"l,l"1"' indivldopa, e am dislrahi-los mnn provincias em seus negocioi particulares m -u.i
JRJb ji K fmWMa%Mli^lk$ "A'"0'-'"'13 Pol'"ca'.P"r "tts_eslerais. Depoia amaneipaclo do rgimen bureiucr^lic... Kolizmeu-
n3o dixsr a descoulanc,a, do pan neala parte, atiiro manto da qae he chegado o dia da lula, e que llie
como o iiolanieiito crescauta do gabiuele actual, convm combaler ou succumMr. A n'obreza aus-
INada he mais perigoao do que ossa deserto dos Inac, es'.' preseilemenle no siu lyrocimo de ela-
amigos e ease silencio dos adversarios. Esta situado cac,ao poliiica. Cada vez reconhece a diiTerauca qua
anda ia aggrava mais pelo esl.ido provisorio da le- poda esislir entre o principio monarchico immoia-
gstacao. Esta provisorio asiste ha noveanno.. Nao vel e fundaraetilal e um lytUraa de goveruo sempre
fui a, niaiite a coiiitiiui;.ii> poltica do Imperio aus- variavel pur sua natiireza. Ella coohece, eirilirn,
tnaco que, segundo vimov, mudou e 18i9. depois que podem haver ciicumilancua em qua uma ver-
am I81, e que ae deltoo ficar u'um estado provi- I dadeira anstocracii tenha n direilo al o devor de
aorio e da eapectacao : tambera esUo nene c^so Uier oppoiic;ao a am, sem detxar entrelanlo de res-
coiHliiuire-.las provincias qae foram abolidas em ; paitar religiosamente ao nutro.
nacional cuino o meio intis alllieaz, at mes-
mo coreo o nico effica de eslabelecer snlida-
manle a umdade poltica do imperio, de fortifi-
car o goveruo, de produzir ponco a pooco uma fo-
z.lu bemlica entre as dillerentea nacioualulades, a de
eatingair oque ha de perruno em o espirite de in-
depeudeucia de tal oo tal provincia. Elle entende,
finalmente, que ama rapresenla;ao nacional, anda
, mudadas depois da 1850 ; o mesmo ie pode duer de
nioilas oulras lea nrgainca, quasi todas da mais alia
i importancia, taes como a lai communal, a le sobre
i a hberdade dos callos, sobre o ensillo publico, ele.,
que foram todas abrgalas a substituidas por orde-
narles provisorias, lia claro que, afim da Iranquil-
vitalidade dasle eta lo ; sbamoa que a forja de
eohealo que une entre aija, diOereotei parles do
imperio deriva nao 10 de sua longa uniai poltica,
la identidale de seu int.risse m.Ieruei e de ou-
t'os ; mas lambam da profunda eooviecja em qae
ealilo de permaiiecerem unidas, eonvic^ao qua ualu-
de 1819 tenlou-ia iulrodnzir ua Aatlria a cenlrali- te para a Austria, a Iota dos partidos encerra-se j qoando s devesse lar nm voto p'urameiita con.ulti-
sacao Iraneeza. n estes limitas, e nSo abraca nanhuma das qus- v, olTeracena ao paz podero.as garanlia, em nla-
Ate a revulusao ila ImS, o syiiama opposlo do- loas de primeira orden), taes como o principio mo
miosri all am todas aa provincias lmenle a ra- \ narclneo e a exi-leocia poliliea do estado. A eicep-
g .'in lombardo-vaneziana eslava isenla desse jugo, i c,4o da alguns e.pnitoi ardenles, lodos cilio de
De ordem de 8. Exc. O Sr. presidenlo da pro- ; E'e ysleraa fura poso em nratica mutila eoro am cudo em conservar e re pe lar a auidade poltica do j preciiameule o complemento das
vieta Se faz publico que no dia 2 de dezembro | '"'^ *|oa91 ""h'M em Heirla, na Caroacia a imperio e seu goveruo monarchico : o goveruo lraettidas a
QOVEBIO DA PBOV1MC1A
4.* secyau.Secretaria do governo de Pernam-
boco, 24 da novembro de 1858.
rao a a Imun-ica;i i das fioaoeai e ao reilah.l.ci-
inenlo do crdito nacional, assun como em materia
ac- de legislado. Por comequencia um tal syitems seria
"1 o complemento das iniliiuic,0ai pro-
. reconheoidaa necesiarias pelo rusuifeslo
licio daS "7'"a""-Pl,r. prximo vindouro. anniversano natalicio de S. j ,lmslri,ca0, mas alna 0J ,,, (,|fos ,p,na, os 140lata, 8, rcu, tstinaiamenle s urgentes! V-aa que o hom.n. que a.s.ra s. expr raem i.a
M. O imperador, llavera cortejo a elbgiedo mes- mais elevados careos) rain electivos, a se substitu- solicilaca,, oos huraens sabos e modarad.s. i sao demagogos, uem racimo sao o qu
mo augusto Senhor, no paiacio do gaverno s 5 i am da tras am tres anuos. Naa provincia, austros- Se nos tone parmillido aiprimir nona opiniao so-
n'uuIroB luga-
horas da tarde.O secretario do governo, Jos
Benlo da Cuoha Figueircdo Jnior.
COMMANDO DAS ARMAS.
artel gaaaral do comnaando daa araaaa de
Farnanabaco ata oldada do Baclfo,iaaa 27 de
novembro da 1858
ORDEM DO DIA N. 162.
O tenante geoeral eommandanla das armas, f*z
certo para conhecimenlo da guarnir;ao, que o Sr. le-
lenle-coronil commandanle do 4 batalhlo de ar-
lilharia a r angajou honlem para servir por mais
ais anno, nos termos do regulamenlo aouexo ao de
crelo n. 2171, de 12 de m>'c,o deste ano >, o 1 sar-
gento Francisco de Asis M-nleiro, e o cabo de -
quadra Eozebio Martina da Cosa, aquella da 2a e
este da 5a companhia do meirao li.ilalhao.
Aisignado.Jos Joaqaim Coelho.
(Conforme.)Uoracio de Cusiuo Coelho, alferes
ajudaole da ordam, inearregado do detalhe.
a leiu.iase na Galllcia, ai intus juris licc.a, senho
riaes subsisliram ale is,s : eiiavam ellas enearrega-
das (sempre sob a superintendencia do governa) da
administradlo communal, da polica local, do poder
re, se convaiicionou chamar liheraei ; elles querem
realar o fio do passado que os liberaes, e com ella* o
ministerio austraco, violanlameuti romperam, e fir-
mar uma aaiociecao furia a livre sobre a bae das an-
ligas iniiituiroes histricas. Taes liomen, alias for-
bre uma quasia > de lauta eomplicacao, nos diriumo
qae nao s o partido ministerial parece-nos, sem
olhar a -ituar.io ja por demais desenvolv la, querer
obler muiii ao mesmo lempo, mas qae sobre ludo
judieiarioem pnmeira instancia, e da irrecidaco i nao lem sido feliz nem hbil na escolhi da laei! mam bem decididamente o-parlido do progresso o
I doi imposto, publico, de que eram raspoosaveis.esla meios. Ha cerlas coasas e idaa qne o esta lista se- partido da libardade civil e poltica, a qual perfeil'a-
sy.tema dea iminlsUacao era mu poueo dispendioso, goe consiaulemenle em silencio sem qae as inscieva | menta coucorda com um goveruo monarchico e
era alem dislu, lao eminentemente pralieo, simples i em suas bsiideira,. Sariam neceisarios loogos anuo, forte.
e suave qae sobre ludo nos ultimas lempos, a etcep-, de paz e de repouso para estabalecer e consolidar I O grupo dos amigos reformadores de antes de 1848
cao lalvcz da altcia, iiLlinii. citado reclamar.o i e.sa syslema de ciotralisatao adminislraliva qae le-|Dti provincia, austro allemaea, a na Hungra ama
alguma da maior parle das populasei e communal; na que vencer n'Aailria lanlaa difii-uldadei a pai- importante fraccao de nobrea, que ooti'or i perleu-
lieai o eipirilus, fazer ranascer a confianza na a,- I ramenla' se Ibe dave tornar mais viva"e mais geral
labilidade da urdem da colisas actual, seria argenta a' metida que se llie, Jesenvolve a iiilelligni.ia pe-
: sabir emlim desse provisorio que ja tem dorado lilica. O qui a Austria deve temer cuno qualquer
muito, qoe apias concorre para perpetuar uma j oulrn paz, sa i is cnei poltica, ou fiuancairai. O
ferrnnlai;ao e uma certeza pengon. meio da avila-las all he o rresm i qae em ootra
I Neste eonfliclo de partidos, de opioide, e da pai- qualquer parle : um geverne sabio moderado.
| tfies divanas, qua fazem da Autlna, ouli'or.i pro- A Austria he fecundi em recursos inalenas ; por
: verbialmeute tranquilla, um dos paizes da Eoropa Unlo, pda reeriMcr-se de seu, einbaracos acluaei
i mais agitado, no seu interior, t.t 13a imporlaole se s-u goveruo nao perder um lemoo preciso. Aban-
; quaulo cunoio considerar a psito da aristocracia, donar am lyslami de administracio dispentimoe
e, u que veril a ser quasi o m.sino, da grande pro- impopular, apuiar-sa coiifialamenlesm a uardj (aas
priadade larritefial. A nobre/.a possna p meo mais alo as midida euargicas que devera observar e pra-
! ou menos os doea tercos lo salo auilriaco, cooftitu I ticar.
; do a's mais das vazei como morgaos : tanihem des-! O minislerio boje encarregado dos uegoeios di
| da mullos anuos ala. alia inlere.saJa seriamente em j Austria, cilloca com um perfaito laclo poltico, a
mullas grandes empreza, in lusinae. Fcil ha com- ; frente de seu programo], a i lea da >ociedade polili-
prebeudar que .mi pusi^ao Ihe di urna iulluincia | ca do imperio e a alnlicij ,1) doali-m q ie t si ira
material de muilo vulto no paz : nao he menor toa ate 1818 ; mas es meios de que se servio para che-
lulluancia moral, sua pottcle social, a isto nao SO no
meio .las p 1,-ul-ciifs dos campos, ma, lambem na.
gar a esle fim, parece-noi qua Ihe tem silo directa-
mente eonlra'ios. Para estabelecer ea unidad
EXTEMOH.
cidades, sem etcepluar a prnpna capital. Nao ha com aUuma prob.bilidaile de daracao, nao he preoi-
', viajante que, alravcssando a Austria, nao fique im- i so -lar-lli,: por nicas bases orleuai;es e leis provi-
pressionado por ene faci. Qoaudo em 1855 e 18>< sorias ; Importa inanle-la da oulro modo qua nao
i o e-pinln ae especulacao que domiuava entao a En- j pala t.-r j.a e p>r ama bureaucrarit delgala ; cou-
ropa. roinicou a invadir a Austria, e ah fui chama- vem que se arraigoe na opini3o|poblica ligaodo-si a
administradas. ; toa,, lanas rarorlatas, lanlss anlypatluas nacio-
Esla organisar^o cahio em 1818 eom a abolido naei. Durante essa longa poca de transan, o go-
dos dir.ilo, senhoriaes, anda que am sua essencia i virti ettl'ia. nseessariameule fraco e paralyado am
nao eilivesse hgadi|com esses direilos. fcniao o go-! sua ac{3o un inlerior e no exterior eom resultado
vsrno imaglnou subslilui-lo pnr umiyslema dame-1 eompielo, quando |ae imiginsa obie-lo seria, al
Irilmeute opposlo por uma cenlralisar;o almimstra- mu cara e dillicilmenle comprado. Ora, lo la essa
Uva rompala, aiu la mais comolela qae a da Fran- lula, lodo eise numen, > apparato de forja e de as-
ea, pois que ella desee de grao mais ibaiio. Em i csn, qna asgolaria por moilo o poder d'Amlria.nara-
quanlo a Franca lem prefeitos e sob-prefeit >s de- ce-uos sem m.'tivo e iem lim. A aeelraliaacSo polili.
pen leules do ministro do interior, a Austria lem e- ra, a ani la ie comparle do imperio em todas ai ques-
labeicci lo uma hierarchia admnnslrstiva de qu airo I-s unpoilaules e va'dailtiramenle geviruamentaei,
araus : o mini,|.iio "o interior, os aovemos das pro nao -conlra um s adversario seno a'Awlril d'a-
vinclaa, os clufca Oe circalo, ni criefe, de caniao. quen is Alpes, e encontrara roilharas Mudar inteiramenle a admioislrpcao da um grande rio, ae *os e activos, apena, o goveruu cesa,se de
i paz, effender as Iradi^es, A AUSTRIA SOB O COVERNO l0 IMPERADOR ><* am, empreza lempre seria e diflicil ; mas essa i admini ..-aliva. I cidades incunleaveis que se oiiconlrain
FRANCISCO JOS. ; difliculdade ha duplicada n'Auslri, onde a grande Acabamos de fallar dos dillarenlai parido, da op- rio actual, aoffre esle de da em dia .liminuiclo no
As queslai p luica e o movimeulo de propnedade he poderosa consolidada por numero- |.....cao 'Austria. Importa conhece-loe bem para numero de ,eus aillierculei, e v reiirarem-se'd'anle
ca a' npposirai liberal constitucional formam o
ncleo do grande partido cujo programla lia pooco
iudieamos. Em torno delles reunem-se aa classe
lutelligenle, e abastsilaa quasi sem etcepro, a que
realmente cousliluem por ieu proprio numero anles
um publico atiento, ms inerte de que um partido
organisado e activo, ge ocnuns praviaOaa nao nos il-
ludem grosseiramenle, be aos homens desse partido
que pirleuce o prximo futuro J'Au>lria,os emba-
razos finauceirns do governo assim dona os desiguios
d'uma ta poltica lenderao a faze-lui approximar e
tornar oecessana a viuda delles, a menos que eile
i imperio nao leja eoodamnado a passar por novas re-
l vuluedes e eslrrmacimenln, mais funesiui anda do
1 qoe os que acaba de alravesssr. Apezar dai capa-
; do, acororoado pelo gjvernn, foi misler que norne,
'. inslocralico,, grandn pasicoes locises ,e collocassem
a' (unte dissas empretai para popularsa-li, e ga-
ida da, vaiilagensiiieonleilavaisqaedahi podem re-
sultar para a eaclo. N'uma p.lavra, para que a ,o-
ciedade poltica dore, he da mister populari,a-la
reforma na Aetlril desde 1818.
(Por H. Muller.) i")
sos morgados, e oode os doui lerco, do solo perlen- I lazer uma idea exacta da calado dos espirito, n'es,e i alie as classe, superiores da sociedad*ira
cera anda a uobraza. O novo syslema afasia da >d- [ paiz. Afora as provincial Italianas, nao liste, ja o assaslador em qualquer nutra parla mas lolwalu.de
miuislrarao local loda essa granja propriedade e loda dissemos, Iparl'do serio qae aspire ao desmem- '
es>a nobreza para po-la na niAo de funccionanos
(Conclmau.) e,'a nobreza para po-la na mAo de funccionanoi la- j liramenlo do inipirm. Aceresoenlemo, que tambera
]]I. bailemos mal retribuido, a por couseguiute de pou- ( nao etiale partido ahaolalllU. Tato havido n'ti.-
Se se remontar aos principios do toda a adrarais- ca mlloencia no paiz. Nao nos podemos persoadir tria, comu era ontros lugares, mallos atplritoi limi-
trar;io poltica, recunhecer-ie-ha qua ha doia syile- | de que ama idmioiilracao 'esla uatureza esleja no dos que, aleiradoi pila demasogia .le liss, procu-
ran principies segando os qaaes se governarn os c "" de dar forrja e aulondade'ao govirno, uem que raram um refusin mnmeulaneo na prolec^ao de am
paites do mondo civilisado : o da cenlralisarjo ad- esses fanccionarios sulxllernos. iuexpericiiles, ei- poder forte e absoluto. Na Ao.tria, onde a intelli-
rainittrativa e o uielf-governmenlu. trangeiros e que mudaiu lucesatuleiuenta, possam ; gencia poltica ha menos desenvolvida do que am
O primeiro desees syslemas consiste era reunir lo- : sabsttuir de aoda couveuienta us represenlantea do I oulroi paizes, algumas pacaoai tal vez leuhaio julga-
da a acerjao adminislraliva, al us negocios locae, sWema anterior. A cenlralisaelo adminislraliva ] do de boa f que o abiulaliniio era rapaz de fun lar
a provlnciaes.nas raaos de funecionarius asialanado, i deve neeesiariainenle encontrar u'Aiiitria mais obs- i uma urlem da eous, duravcl e ,atisfaclnrin, a de
dapeodentes do governo central, que vala sobre laculoa do que em nanboma oulra p.re por causa as,surar a prosperilade do paiz: a experiencia deve
ellai o ot dirige inceisanle a uniformemente. Esle I da immcnsa divenidadi das provoelai e das rajas. | le-las desengaa 1. O proprio govaruo nunca pre-
syilima divide a narjao em duas classis mu dislinc- I ^a deva acre litar que o govaruo acbasse um lendea impor deliiiitivainaiile ao paiz o poder titi-
las pelo qae diz respailo ao numero a a importan- j apom em seus empregado, em poca* melindrosa, :
cii Iharea de admim.lradores. asegunda dos demais I do o contrario. Tambem be pouco provavel qae por
membros da uatao, dol administradores. Ella ol- ,n*' d'essa vilenla cenlralnajao administrativa se
lima conserv, quando muilo, negoeioi que io de ohlanha a fosio daa provincial e da, difieren!!, na-
inlereise am voto consallivo, qae eterce por inler- | eionelidadei, qoe parece ser o peniamenlo fuods-
inedio de cornelina aeras,, asladoa provino,es, ou mental dessa nrganissco laboriosa. Por mais que
oulras corporales iiraelhanlei. Alem diito, a id- | aro resaltado d'eiles ie|a para deaejer, pensamoa qua
minulraflo pobliea foneclona como ama grande I na h* pnssivel consegm-io por meioa ao mesmo
machina, ligando principios Invariaveis simples, i lempo violentos e luperliciaes, mais prepnoa anlcs
ni) a diiecrio e a exclusiva rciponsabilidade do po-1 P"_' provocar a resistencia a excitar as paix5es.
milado que exerce li je, e que elle mesmo lem o
cuidado de apresenlar em todas as o?casioes enrao
provi,orio. Ha um partido qua te chams o partido
ultra conservador, provavelmenle porque trabalha
n ura paiz Ido aristocrtico como he i Austria.
He imposslvel, n'um paiz illusirado e situado no
meio da Euiopa, governar por muilo lempo em o
apoio e Boncorso moral da popelacjo, e renslir por
si s ao espirito do saclo. Soin que sejamo, parti-
dista! cegos do lyalato* repre-entativo, < sobreludo
sem irer que aa mismas formas de governo poHirn
conv r a lodo,, esUmo,, todava, ronvineidos da que
asclas'e, propriatariai a mlelligeulis nao po leriam
ser definilivameula excluida, de Inda a cooperario
uoi negocios poblicos. Deb.lde se pretender dar
boai leis, leis pralica, regular as lran,ac(0e, dia-
rias da vida civil e os intare.se> cipaciae, das difi-
rante! clas.es da socicdade, quando ,e nao lem ou-
vido previamente o parecer e o con,elho dos inle-
ressados. Nao se podara exigir alo paiz sacrificios ax-
tranhos, nao ,e podar appellar para o seu patrio-
tismo, sem Ib* dar prova da eoeBlBCl a de eslima.
ulisr-lhe, a coulianra das insssss. Algumas alta, ca-' Ale aqoi deigrajaddmenle ella s record, idea, de
pacnla le, linanceira, do eslrangeiro, desconhecen lo | imposto, Iriplicadns, da dficits cresceules de vexa-
esla eslado de cousa,, imagmaram fundar seme- C5e* bureaucralicas.
Ihanles emprezsi smenle obre a aatoeiaeia dos ea- | Dolando o paiz de inslituicOes liberaes, oulnrgan-
pilaei; sshiram se mal. Por i,so vemo, a' frente de do-lhe uma jaita p,rliripa;ao ao, negocios publico.,
todas esta, emprezas, in-liluirofi de crdito, com-! o governo atnorlisaria com um ,o impalso ai psixoes
P iiihia, de caminhoi da ferro, ele, os nones mais eonlratlai a anulo, e fana popular em a nacao a
illo-lres, os per- minen, mai, eonhecidos da nobreza Id, da unida le polines que s pule ser soli lamm-
; austraca. A' exceprii da Inglaterra, a Austria he le fon ladi leudo por ba,e uma represen! ir5o nielo-
. lalvez o nico p.1 z em que a nobreza em hjssos das nal ; a bi dai qui cilo dalo. De dia em di, vai-se
' be. nao sominle rica e poderusa, maa aluda respei-; lomando mais dilticil excluir cerlas classis da socie-
| lada e popular, em qu* ella ofi'ercce um elemento dade de toda a participarlo nos negocios pblicos, e
i precioso de gaviino e de nr- un-,rio poltica com a : be dupla pirllci-
I qu.,l seria fcil a nm legislador illuitrada e | um governo monarchico, modelo, cercado de insli- ana, passadas clles, conv-ra que ludo recupere aa
loi(6el ao mesmo lempo livns e con,erviidora>, reu-1 marcha habitaal Ha pane' em qae taes momentos
niada em seu lodo a solidez e a grandeza. Se ha na peiem pruloiigar-iasob a inlloenna de um cirio in-
Europa um paiz que esleja no caso de poder imitar Mlereni -mu poltico a de um dasenvulvimeulc iues-
eom vanlagem as iiililuires da Inglaterra, lera du- '. parado de proiperidade iiialernl. A Austria Ola
vid, alguma he a Au,lria. | esta' unte caso : o inditlereinimu lera si I i ricslca-
l'o' lirio essa nslocracia, para nos lervirmos lo por ama profuu la irritara > contra o novo sjsle-
de urna phraie ctlebre amua-ie e enci,|lie-se.o Ao ma HdmiOrilrativo ; a prop i'elads material lem sido
[ conl'ano da nobraza hngara, que tem sempre per-
manecido como um poder poltico r* ten corajosa-
mente combatido a frente dos difiranle, partidos
eonsiiiiicion.m, a aristocracia austraca ahdicira ha
mai* de meio secuto sua posic..io poltica. Fsque-
' ceiidimus deveres para com sea lubirauo e para
' com seu paii, esqoecendo qae miobreza nhriga., ells
.' se hevia coudeinnado a um nihrltsino poltico e em : Vienoa amia ado consigui acalmar o, espiritas, e
Mal exceso que a si mesma se prohibir lu la a opi- seria lalvez, prudente cuidar insto, porque n go-
; nulo em malinas polticas. Ei< como perdea suc- verno, anda o maii forte nao he seulior do luluro.
muit sumo embaraesdi pelas dllliculdades iblenorn
e pelos cmaracos liuaiice ros do governo. A p i -
to di iulepiudeucia provincial, a versao coaira o
regimea bareaoeratiee, permauecem sempre como
ai panei prcdoiniuanles do paiz, e como em todo o
espirito de r,arai, he anles o excesso que se dive
receiar aqu. Desde 1818 paraca, o gabinete de
Pelo nona lado acabamos de provar a impotencia
do Sr. Lopes, o qoal, leudo zombado sempre doc
noitoi meioi paeifieo, qoanlo a rcclamic,oea juilai
da parle do Brasil, eadeo imniedialameole a tudas
as soa, pretendas absurdas, apinai souba dos nonoi
preparativoi bellieoi.
A corapenhia da estrada da firro acaba de reac-
bir ceuto e viute e taulos Inbalhadorai eslrengairoi,
sen lo o maior numero Belgai. K-le larvico, qae
n i i lem orador algara oflieial, poda lornar-ie um
I principio propicio para as nossas cxperieuciis colo-
n saturas. Todos os cscnplore, que si lem Decapa-
do com a quesldo da colooiacaa no Brasil, quinto
i Iralam da escoihi dai r,i;as, nao leem duvida algu-
i ma de se pronunciaren! cm favor doi povos de ori-
gera neo -latn, ; por qua man fcilmente appren-
d>o a nossa liugoa, se harmoniara dentro em pon-
ro com os nosioi costurae,, e a final profeisam os
meamos principios de religigo : o que no acootae*
ora o Teotomcos, ou Saxonicos, que sempre con-
servara sios hbitos e IridiccSis nacionaei, a sua
lingua. religiSo, coiluices, poesa, lillerilora, e o
| paiz colouisador be sempre considerado por clles,
como um lugar de desterro. Todas as soas records-
re-, lodos oiiseus votu, todas as soa, esperances da
felicidad!, todas a, loas saudades emfim lio pila
ni.ii patria, nnlc viven) pelo pensamenlo : cxcmplo.
a colonia de Sao Leopoldo, uo Rio Orante do Sul,
e i de Pelropoln, no Rio de Janeiro; eisim conclui-
remos felicitando a compauhia da eslrada de ferro
t palo pasto qae .leu em dar preferencia aos Belgas
para virem coadjuvar os Irabalbadorai do paiz tus
! siui tralialllo,.
Ale esle momelo anula Aao be chegado o novo
presidente nom,ado pira esta provioeii Ol espritus,
; amigos de novidades, ie preoccopam *-m esli cir-
cunstancia. II, a sorle da todas ai eouias neste
! mondo ; -,io as esperanzas, que inspirara sempre o
novoa asiros polilieos, embora, depoia do lea appa-
recimenlo no oriente, ellas ie converlam cm decep-
, (oes virdadeirn ou lalias.
As carnes verdes nao leem diminuido de preco,
st-mos eerlos, qoe nao urao a, nossas refleioes,
nem as da lodoi o jarnaliila, dasla cidada. que cor-
rigirao as iraficanei.i do, negociidorai deste genero.
S ha um miio para lalvar a populara dai garras
I de-les Iraficanlcc : ha a tsia. Mas, bradam os par-
I lidarlos do principio da lber dale da indo,tria, que
isto he uma violceo a' comliluicao do imperio. A
! reipoila a esle ce lis.,, arguraeulo esla' na forca da
opmiao publica, luperior a estes Ihcoriilai que,
quando i retn I.ni ganlur urna cleirio por meio da
i fraudo, uu comroellar qualquer illegahdada, e,Uo
prumptoi, nao a violar um priacipio da eoosliloic^o,
i mai a rasga-la complelamenle, como o facloi o
mostram. Assim ricorra-ie a laxa, a veninos a ca-
I lamida le desapparecer.
A, eutradn de -s,u:ar pooco angraentararo du-
I rauta a emana, d'uuda reallam a, conseqoencias,
que mencionamos a semana passada ; o qae lera en-
trado pela maior parle he raaicavado, e o braaco de
inferior quali.la le.
Tivemos a gumaa chura,, mai em pequea quau-
< lidate, e pooco miligoa o calor.
Dj noria nao hoaveram noticias, e as comrauoi-
; csciie, do iuteriur da provincia continuara a ter l-
ongeirai.
Chegou no dia 21, pclai.3 horas da larde, o vapor
nacional ulguarisi. pertenec.ie a corapanhia Per-
nambcana de naveaciu cmteira, Irazeudo a rebo-
que a i.arca ingleza Carib. por elle salvo dos bai-
| xoj de S. Roqne (lugar denominado Goreac), lodo
j devido ao commandanle do dilo vapor, a ieui of-
ciaes que eraprcgiram lodos os isforcoi afim de po-
derem salvar dita barca e seu caingameolo. Com-
a que esle carrea amento be de grande importancia.
Fallecern) dorante a semana 36 pesioas : lendo,
; livre* ;i homeni, n malhere,, e 15 prvulos ; *
escravoi 1 bomem, e 2 parvaloi.
em restaurar o aatige eslado di copias ale com ieu, i Em uosso seculo, lodo o governo quequer prescindir
nao ,1.. .____... A- -.i- .._ _- r
der central, lia a esta cyslema, ama das conquis-
tas de 1789, que a franca deva soa grandeza, maa
tunbem aajuumerosai revolui;des, politien qoa du-
da aquella poca a lem agudo. He claro que, qoan
do toda aecjo a todo poder de renitencia cilio con-
centrado! u'um sn poni, basta ara roovimenlo fe-
lia para que se possa tonar routa do poder e do
paiz.
O oulro eyslema parle de om principio opposlo :
abandona o cuidado dos negocio, Incae, a provin-
ciaei aoi individuos noleviii do lagar, qoe, por sua
fortuna e ioai qualidsdcs pesise,, offerecero a, ga-
rantas ntceisaria, : n'uma pal>vrs, confia-lhe, a
adminiiiraiao pobliea, am primeira instancia, reser-
vando para o poder central o direilo da nomeacao
algumas vetu vitalicio, e oulres vezes por om (ira-
do limitadu) am relcelo a astas funcriiei, giralmen-
te grluilln, aisim anim como o dircilo de supe-
rintendencia a o de demilllr aqaelles dos fuurciuna-
rioi qae nao comprircm escrupulosamente eus da-
Conleiilemoa-no, em suinma, com o examinar
defeiloi e inconvenientes. Elle pa'lido linde nao
s a destruir a cenlralisacao adminilraliva, mas a
romper ao mesmo tempo a anidado polilica do im-
perio, para assenli-ln sobre a base de om sjstema
federativo, e.ntido nicamente pelo laco, hoje fra-
fraquissimo, de uma dyneitia. comraom. Ee parti-
do iie numeroso n. Huuaria, aoude o dualismo e o
qoesiao -ol a releerlo Baaaeaira. Ai despezai dad- I anlagorjismo d'.oles de 1818 deitaram multas e bri-
uiinisirarao em 1817 nao cliegavan inleic imenle a i Ihanlc recordatSes. Elle applica-se em rialabelecer
Ii2 milhO-s de florn,, entretanto qae nova aun i a auliga independencia dai provincia, hngaras, sua
maia larde, sob a influencia do oovu rgimen, subi-
ram a rain- de IDO milhois de llorn,, islohe, a quasi
o triplo. O exeraplo de tinto, Ol paizes administra-
do, iiguodo 'esse syitoran e a propria naturaza do
rgimen burea .citico dgo-noi a entender que sin
despezas, como he muilissiiuo provavel, irao aaa-
menlando lodos os anuos o que elTecliv,mente ha
oocedido oj, le 1851), dala da introdcelo do novo
rgimen n'AosIna, islo nao sopor causa do aug-
mento necessario dos ordenado, era eousequencia da
crescenle caresta da vida civilisada, mas anda a
c iinlituicso propria, soa adminiitrariin, sea governo
a lurte. Apezar do principio monarchico inscripto
cm soa, bandeira,, a rnonarebia austraca, se o es-
ruisse, ficaria ero breve tempo mal dividida, maii
enf' iquecid.i, ilo que j unan n foi |aute, de 1818,
porquaulo, teja dicto entre nos, reslabelccido om,
vez para a Hungra o rgimen constitucional, c-m-
vina iminadialamenla dar uma constituirlo parli-
colar ai provincias austro-alteradas, e eslas duas
grande, divisei do imperio n.do Imdariam em lur-
n-i -se lio cilranhii uma para enm a ootra como o
veres. Segundo asta syslema i3o administradas a fossem pelo ladu hnanceiru ) devem, pon, impellir
sobre ludo porque csemelhodo d'admiulslrac^ao con- ; sao a Suecia a a Noruega. Ora, he rlero que desde
duz inevitavilmonle da augniento do numero doi'
negocio,, a complicar o modo de Irata-loi, a a mul-
tiplicar o faucciouarios.
Rizn numerosas e urgentes ( aioda quando o
TQLHSTM
ORIGINAL DO DIARIO 02 PERNAMBUCO-
27 DE NOVEMBRO.
Era qaanto a noite val paasaudo silenciosa, apro-
veitemoi aigoni momentos para esla especie de di-
vn.ao Iniciara, que tanto caita ao pobre eacrip-
tor, na situadlo toreada de folhelimala 'que lie a
peior da todas siloaces poinvci, e al da todas
a, sitoaces imaginaseis. Faram s hoje por conci-
liar, em termos que sa cnteudam, essai duas gr-n-
dis cjii lices de quisi lodo o Irabalbo .le espirito,
que o celebre autor da formosa epstola aos l'ises
tanlo recommeodava, com especlalidale aoi poeta,.
Desde aquella poca senta -se ja o quanto Le ne-
cessario harinouiiar, em obrat d'arle a em coa,as
de litleratara, os doos gravas pnucipio, da ulili-
dade e 'do recreio, da coja exacta comprehaniao
lanos sa aparUm, a qoe os reformadores phreoeti-
cos da, et'qoolas cla,sieas, e dos rilo, neraraenlac
da velha esc da potica, lano deieonhecera, ou la >
brbaramente raaliratam. In.lnm razao de ,ob>a
us nossos anteo,.ores, porque mais do qua n, cm
moila mina d'uuro finissimu cavavam e excevavam
clles de dia e de noile, e nao poucas vezes crcavam
e nhanlaeiavam muilo, sem outro molde aula us
olhos que o n,toral e o verdadeiro, sem nutro di-
rectorio a seguir alem do genio e do gusto limado e
polido.
Divaguemos, pois, em palo-Ir i intima com os
nossos amigos da mais intimo tracto, com asna que
lera e e.todam. qua riem mas que raedilam, que
folgara ao luar, aosom vago da, harmona, do oca-
no. ,|s lloras mora, e nao pooco iuspiradorai de mal-
lo pensamenlo vivo e profundo, mas que larr.bem
labem penetrar nonio das idealidades sublimes, e
olhar para o mundo real atravez de am prisma
timbante e por entre us myslcnvs deliciosos da
creaclo e da ualureza.
Ser om devaneiar de artista, ou um eslado se-
vero de philoiopho '! Nem urna nem oulra couia : ha
um passeio pelo mundo, a correr sempre, a voar
com r,pidet aqu e all, lera ler foros de publicista,
nem de econ imilla, era tac pouco da orador ou
mesmo de poeta :he o escrever daa, linhai para
uo perder o habito de pegar na penna, be o ler
fulheliniila para fabricar um folhelirozinho msgro,
rachilico, e, por ventura, tem sabor a desgra-
cioso Qae modestia nao lie a nos a !
Parccc-nosnovir a algum critico a enndemn>c.ao
exp.'icila do nusso proceder ne-l i occasiSo : crtli-
quo-ivis embora, mulla paciencia temos nos para
ouvi-lo e ouvtr a lautos qne, nao f / n I. nada, es-
perara e esigcm que osoulros faram ludo.
l'romtllemos divagar : rump am.- a proraeisa.
Diz-se por ah m"' einptilieamenle que o mon-
do vai ii mil maraviiliai, que a sonedade caiimiha
em tpele de llores, qua a civilisacao atleade-ca
por Imla parle com gran lissimo apparato de inni-
luire, benficas, da mellioramento, malcriaes, de
aasuciarea uleis e humanitarias, de humemos fo-
co, de illuslrarao suli-liiici.il e prodigiosa. Tece-ie
lodoi os das o mais pomposo elogio an espirito pru-
greasisla da nova era, enlam-se hyinuos a libarda-
da a fralernidada dos povos, mostra-se, com o de-
do no mappa dai naces cultas, resollido precioso
das bellas conferencias diplomticas e dos tratados
de lumrao lalensse polidco. Fallae mullo em vas
ferreai, em lelaarapnoi elctricos, em navegaban i
vapor, em illuir'nsc.l i a gar, era reformas in iu<-
triaei e liuaneeiras ; em milharn e railhares de
novida les qoe se antolham como precursoras de fu-
turo, esplendidos e magnifico,. Pela nossa parle,
lem regcitar o principio do progresso, porque acre-
ditamos na per feclibil dade humana, sob e. ndiedes
de Itrailacao moi natural e eminenlemenle razoa-
vel, crsrao, que o seculo tem muilo de prosaico
para merecer a honra de ser cantado em puelia de
lentiminlo a de inspirar -u fecunda. Ho muilo para
apreciar nene ni mnenlo rpido ascendente do
que vulgarmente se chama civilisac.ao : Ututos de
sobra exislein por ahi para eonveucer-nos de que o
planto he nutro, mais fcil, mal, regular al cerlo
poni, mais condceme pro'peridadc material
das naci, e do, povos ; mai a socedade que vive
do pao do eipinlo e nao s do pao po corpo. a so-
cedade que renaace qua aerie de geraces, niai, vivida e .aperanc sa do que
anles, vG-se no seculo aelual comu em urajcirculo de
ferro, n'uma lula, n'uma reacrd comanle, com o
peniamento a remontar para o co, a com os cilio,
pregados no ponliviimo de uma realidade eimaga-
dora e cruel. I) r-ie-hia, lilvaz, qu* ai utopiai vao
fascinando o l'olhitiniila, para condcmna-lo em
vida a desesparacao da om futuro mclhor : nao ha
nada disto.
1' lino deste seculo, partcneeraoi a ella irrecusavel-
menle : vemo-ln as obra, que o representam, no,
interesses que o symbolisam, nos lypoi ispceiaes que
vai creando em seu ..-..inii.liar emi uno, em laoi ar-
rojos philosophicos, era -eus clculos induslriaes, em
Mas i.perarin. mercaiili,, em seu raalerialiimo a
al no s-u aspinlualismo loao especial e novo. Sem
renegar a esperance qoe 001 falla mu alio, nm
perder a eren;* que desde muilo depositara..! na
marcha providencial dos aconlecimentoi grandei e
ponderlos, lemos apprebensrs serias deque a vida
espiritual e moral da socedade modirna ie v a ale
liuliar e a sabir, lalvez, n'uma dinas enfermidades
leares e peiigoiisiimas que a propria philosophia,
I3u indillerei.il.ta para com a sorle da humanidade,
crisma com o nomo de indifferenlismo. Aventura-
mos mais:eremos que a dominaran do egoismo
pessoal, individual e concentrado lera hoje suas hon-
ras re ial.ii. a ices enramo bem podernos.
Embora as associin;Oei formigucm, embora as
clasaes operara, respirein mai, livris de um jogo
pesado e morlilicador que a liberdade de industria
e a oincu.renoa necessariamsnlp Ibes dislruiram,
ha ahi im,ii o.nesaaa Bsiociac,uei formada,, man um
cullo de individualismo material e estril, do que
o cunho de ama verdadeira frali-nn-ario. I.avra em
aran le escala a !, i d, agiolagem devasla lora e
furiosa ; o capilais ceir alnados e monopolisados
aflluem rnenle para inellioramentns nislenaei, a a
civili,a;ao que ,e applaada lano e qoe lao enlhu-
siailicamenla se preconisa corre poaiiiva a calcula-
da, >ob orna alhuiosphara da carvao da pedra, por
cima da Via, feri a-, am lelegrapho, e am combi-
nai.nes do meio in tro-i-i ,|-mo. Para as classe, que
man precia.un di Irabalho e de imae*t>* ha-os pre-
entemeul* de molo que as possam isenlar de ludo
o rifa* da ama situado atera Ior- '.' Rispondam
aconomislas e plnlosophos ; respondam pur oulro
lado o bom -tu-. e a verdada do hometu pralieo e
pliil.nlropo.
Vai e,l* leeulo lio precipitado por esses carril
impetuosos, coro qne o industrialismo nos cslroge
o, uuvidos, que a maioria, oo, quanto nao, grande
parle do genero humano parece comprehender nisto
un comente a telicidade publica e privada. Nao pen-
saran! assiro :inatrucr.in para lina he coua diver-
sa da c lucar.i i; e si nao ha opp.isirao nu lerrooi,
anim como nao ha na, ideas qua ellas representara,
ha, todava, um grava inconveniente am aonsidera-
esse womenlu a Austria desceria da sua calbtgoria
ir potencia da primeira ordem.
Mal ao lado daise partido existe oulro, raailo mais
numeroso a man poderoio, posto qua lalviz menoa
habtlraeulc organisado, menos aclivo qoe aquilli.
las a misma cousa, era idcniilica-lai ou confund-
las. O progreso ma ler i a I he con lirio bim valiosa
a importante para a conquista da m .r,nn r.in ; do
laber ; mas qoando sa percorre iudefinila ou qbaii
indeliuilameule o estadio aberlo as lucia, da ma-
teria, aos combales dos interesad da vida positiva e
pautada pelos ganhos a pelas per.lai na praca pu-
blica, nem o espritu ic an>ma a sobir al onda po-
de, uem o cuiar.io pode axpandir-se e cultivar -su
como deve.
Avallamos a eivilisac,ao a' luz de dous princi-
pios allaminle philosophicos, a instruirlo a a edu-
caran ; e assim comu queremos sempre qoe o corpo
viaore, e as tendencias naturaei a proficuas se Ibe
desenvolvam convenientemente, assim qaizeiamos
empre qua o espritu e o curasao enconlrassem para
eu especial progresso incentivos elcazes e estmu-
los regulares.
Im hbil economista, o Sr. Clicvalher, diase, alera
de mili a-, ama precioaissima verdad*, qaaudo em
seo livro da n argauieacao do Irabalhun muslrou co-
mo, dominando a malcra, e aprovail,udo-a *ra sea,
ampios recurso,, o hornero se nobilila, e rre.ee em
poler e augmenta em verdadeiro progreso. Giros
ja o disseram anles, o pensamenlo he limpie, mai
profundo ; e mis nao oslaron, longa de ateila-lo em
loda a loa legitima fona. Temos para nos que os
melhuramenlos maleriaea, 01 aperfeia;oamenlos nos
diversos ramos ,le luduslria, o, augmeulos a i -
vengues na e-cal.i das foules productiva, e dos iua-
Iruraenloi e recursos prnprios a dar novo impulso a'
riqueza a a' pr.>,peridade das iiajes, revcrlera
mais cedo oo mais larde ero beneficio, riaei para
a aociedada qoe os observa a recebe.a para o hornera
que us esluda e m aproveila. Nem noi iriamo, col-
locar em lalsiluarao hostil aos verdadeiros inlares-
ses snciaes, que dcsconhacessemos a gran lo,a grau-
disaima iiitersenrao qae l...... espiuio nossas mes-
mas insuifeslaroee mais alevadaa do progresso ma-
terial ; porque em ultimo resollado, he compre a
nilelti.enca que eres, qu* Irabalba, que prodoz.
Enlrelanlu, un bao de conceder, por uma vez ao
menos, qua estejamoi em bom terreno sustentando
que o demesiado aferr s elsboraciies posiliva do
industrialismo vai malerialiaandu demais a soce-
dade, e fazeudo entrar uu templo da ,abedoria co-
mo divindade ou geoio superior o qua s era a
sera' sempre considerado prlu que deve ler,miio
para a nvlis-rin e nao a masma rivIliHCta am ii.
Por oulro lado, lioj mismo te reconhece que
esla tendencia pisada e malerialisadora do seculo
se vai aslendando e communicaudo a vapor, sa be
pnssivel dizi-lu, a todos o ponto, da eaphira on la
a i .un -ciencias, lellrar* arle*. A philoaophia tam-
bero vai veslindu boje a' moda dai innovacOes e dos
clculos malaria,, e desoladorai ; e nao he por ou-
lra razo que eipinlos pensadores e einiueoles eu-
genhos la' procuram reagir na Europa moderna co i-
Ira ni lonhos vaporosos do transcciidentalismu *llr-
in.io, do panlheisrao franeez, e de centenales de \s
lemas eslravaganles e ruinosos qua se vio prodo-
zin lo e reprodu/in lo lodos os dial. Sa nosdoti-
-'''>.-i os leilom do folhelnn diremos que, alm de
ser a ptiilusopliia aquella de Indas as setnelas que
menos lalvez lenha felu duque so propozera fazer
era prol da humanidade, he de todas ellaa a que
mais prostituida lem sido a vai sendo presentemen-
te nos proprios cenlrus do mundo civilisado.
Sonhara Plaiao em seas raomeuto, de febricitante
enlhusiaimo uraa ordem de idai a de couaas que a
soadRepoblirai eo seu oPlialon vieram ademons-
trarimpralicavcis; e puslo quafosse adiviuu.oe mai-
(a gente boa o siguisse, e muilo sanio padre o aira
(asa como meilre desde os primeiros sceulos da
igrea, fanlaiiua muilo, evspuroa-se mailo e nao
fez la' inulta cousa pelo geuem numauo. Vieram
Ariiloleles e Soiratei, /.aun a Diogenei, Pitbagoras
du concurso do paiz, he nao smenle om governo
"impopulan, mas aote-populsre, e dave uecessa-
n Hlenle ser um governo violento: ora, sem fallar
de sua solidez, nao ha goveruo mais diipendioso do
que nm governo violento.
O governo auslriaco parece eomparlilhar intaira-
ineute estas opim&es, elle o tem provado promet-
iendo a' naca.1 in,lilun;e polticas era lugar da-
quellas que entender dsvir abulir em dezembro de
1851,e lev* o eu'dado da nao daixar esqaecer
sua promesia, asegurando furmalmeule de lempos
a lempos qua dissu so occopa oeinpre. Verdada ha
que u rgimen bureaocralicu parece ser pouco pro-
prio para preparar o camiuho a msliluir;6es livrn e
fortes, e he islo qu* noi explica a ludillerenc, para
| cessivamenle o gosto e a inlelligencia dos nego-
; ci, pblicos, e al a lembraiiga de sua historia, o
scnliinetito da seus direilos e dos de seu paiz. 11 .-n-
| verno au ruiioo de tira la desse abalimoulo vo-
I lunlario : conservan para com ella favores especiaes,
van dislincroes, manleve ale as ani.gas formas cons-
titucin.>cs para ci.trclo-la c confirma-la em suas
illuies acerca de sua absulula nullidade. A' axcep-
su do partido, aioda pouco nnraerus >, que algn,
anuos aules da ievoluc;ao abrac,ou a causa da letur-
raa as a.scrablas pruvinciaes, e,sa eslado de couaas
prolougou-se al 1818. A nobreza. repit -.. ,
perdeu ale a lemlirauri de soa d anidado, e divid .-
ie insaii.mmenlo cm duas cathegorias igualmente
insignilicanlcs, da, quaei uma se apiuhava lias ante-
cmaras da capital sospirava ai.rio.a pela chave
de camarista, am quanto a oulra, aalisfeila eom sua
existencia do campo, encorlando seu horisoule a sua
vi la iutelleclual, restringa las occupac,es aos pra-
zcres da cac.s.
Enlrelanln, depois de 1818, on ante, dasle 1851,
Vicua, I8J8.)
Ii.i Revista dos Dou, Mondos.)
( 1 ) Um enripio publicado era Vienoa, em IS'.u.
sob ule titulo : A ceir,Inar i.. e a descoutralKa-
<;ao n'Austiia a ( Ceutralisalioii uud Dicenlr-lisi-
liou in O Esterreicn ) poda ser considerada comu
como contend! o programla do partido de que fal-
lamos. O aolor deste ens.io he o S l>arao d'An-
drian, um dos liomins mais di,tinelos des,e partido,
qoa nos conheceraos era 1818 e tS'J como enviado
extraordinario do archiduque Joao, eniao represen-
tante da c me ier*r,io germnica, jauto a raiuha
Victoria.
KECIFE, 27 E .NOVEMBKO DE 18">8.
A 6 HORAS DA TARDE.
RETROSPEGTO SHAIUI
O fado mais impualano que esla semana obser-
ou-ie nesla oda le, foi visita so nusso pollo por
algoni dos vapores, que leem de fazer parle da e-
quadr. americana, que deve apoiar ai raclimacoii
doi Esla los-Fuidjs contra o presidente Lpez do
Paraguay.
C mata-nos qne esla esqoadra, qae ic corape de
doze navios, eando leis movidosa vapor, sera' com-
man la.l.i pelo proprio oflieial, que e acha'ra na,
agua, do Paran' quando ,e deraui os successos, qu,
molivarera, a prsenle expedirlo. Elle sera' ao mea
e Hules, lanos outros ; e moralisla, ou puro,
ceplicos, tumislas ou caloieoe, e-piritu iliaia, cum
n divino PUto ou materialistas com o lao humano
Epicuro, creadores ou plagiadore de doulrinas
alheias, grandes ou pequeo,, pooco adianlaram no
cuno encela lo, parque corabaleram, disputar.un,
formaram escolas, eilabetecirom sysleraas, fnrjaram
Iheonai, douliinai e opiuies ; eludo veio a dar
em lucia, em contradcete,, cm upposijao de idea,
e de prosamenios,
Marchava entao a Grecia am sem formnsis das
para conquistar essa gloria admiravel que ani la llie
nolam auligos e modernos, que anda Ihe oletram
nos monumentos, puopado, pilo tempo, viajautei o
podas, qua anda Ihe venerara phllosopliua e Hilera-
Im de mrito. Ilavia eutao muilu que ver na litle-
ratara disse povo civihsado e amante ilueeio da li-
berdade,que se imraurlallsaira em Salamina, em Ma-
ralhoma eem Platea. Riqueza e commercio dos i'ho-
nietos, egredos astronmicos do, C'ial leus e Egvp-
cos, sabe loria recndita doa primeiros c inaii anii. .
povoi do Oriente, ni tlregoi a, tinharn, ai con-
servavam, e na musa pica, traaica, e l\r ci, a us
voi (arrogantei da imaginaran creadora,* la se viam
'urgir e resplandecer os mais helios cararlares
de uma civilisarao cnllosaal adiniravel. .Mas, quan-
doHomero deixou orna ellliada, llesiodo os ,eus
a I rahalhoa e o, seus Diaso, P\ndaro o seus
posmas heroicos, tan realmente iniraitaveii em
quasi todas as nv.dems lilleraturas da Europa ;
quando a pneaia suba l.io frvida us arrojos irope-
tuosos de Soph ele, o Eoripedoi, nos melodiosos
gorgeios do cyne de Loibos e do velho de Teim ;
no,vivacsimos arrcbatimenlos de Tirleu e Arolii-
loco ; a pbiloioplna, lio alta e oberba, lao anima-
da p i-anle, contenlou-se em combatir ein rom-
batir pa-s mi lodo o seu meilior lempo Ficaram
grandes veligios de sua sohorania ; ma, os poetas
vivera por que encanlsvam c encantan!, e os philoio-
phos, que pudiam instruir e moralisar, mu poucas
ve/es fazem uma cousa e oulra !
I'assenins com o nosso folhelim cidada celebre i
dos iiieii- e Ciceros. All a philoiophia leva es- |
cola,, a por consegrante ni -lies e diacipulos ; mas,
as.un como na lirena, deseca ou subi muilo e nun-
ca licou ao nivel da humanidade. A socedade da-
quelle lempos, carcomida pelo sensualismo e -levas-
lada pela Idolatra, ah esta' piulada cum bem ex-
presiva! core, na historia e na, Iradijiiej coevas :
o primeiro dos philosopbos, qu>; a n>o *er,pagao,
seria ainda maior, leve a sorle dos de Alhenas a do
Oriente; e o combala a o contraste das opinines he
ainda Ijtulu nico para o apparalotu livru da pht-
losophia romana.
Deixemos em paz essas memorias dos primeirns
lampea : paaaemos por cima ilcses prticos e Ivceu,
e academias ; fiquem-noa apmas de inerouria as nn-
preisei viva das rivolucei scienlilica, e Iliterarias
di uellas pocas ; e a vu du passaro chegaemoi
nona, e olhemos para o presente. All, as iloulrin.n
gregal, orienlaes a ruin mas, ou o esplritualismo era
incompreheusivel, inciplicavel e abatroce, nu u
m.ilcrialismu era pesadu, ando destruidor e honi-
vel. Anida lerobra, por ventura, a maii de um peu-
olor o loipepecu, do lyrleo romano, e as niani-
feslarea epiconslica, a sullocadoras do bom souso,
que a alma poalica de Lucrecio era toreada a gra-
var am traen, indeleveis era sao poema philosophi-
co da u.\ iturr/a das Cousai. Mas hoje.... Or he o
cartesianismo, Irajaudo capricho dos lgicos era-
proadus, qua s lora analheraaa para a bella philuio-
plna ehnstaa de S. 1 liorna/, da escolstica a da ida-
de media ; ora he o kantismo, espacie de quinta a*.
eaeta da razao philosophica, sublil, capcioso, i Ir.I
a visionario, com soas acalhegonasi. e aeos uobjecli-
viiii e osubjeitivo,ii caala da liuguagem propria pa-
ra as raberas profundas da Alleuiauhi, que nem
a, musas mulararn essenoialmantp. Aa inslitiiir;es mo lempa o plenipotenciario, e ocoraodore, e a iui
polticas de ouli'ora foram aniqulalas al em suas I espala, como a de II innu>. sira' lanrili ero uma
formas, e o sumii) da nobreza foi violentamente ni- i dai conchas, cujo fiel, um da, le inclinara' para o
lerrompido pela appartsjaO da rgimen boreaocralico i lado dos atrevido* Vankee,.
com Has tendeuiiai a seas repellad** essencialmcn- Ealam is eerlos que o bom eiilo da expedirlo mo
le (avoraven a' dernocra la. Nao foi possivel qua sera' duvidoso por um momento. A gran la obra de
ella,a illudisse mais sobre oque Ihe pasaava era eivilisar-ao praliead* pelos Norte-Americanos no
torno da si. seus IniercMic, p .515.10. e ale a propria impenalravel imperio do Japio, a que franqoeoo 10
digniladi foram da repente aniaagadn e compromel- ooculeuta o e'pect lidos. Agora ella hnila. Sem poder ainda resal- na. silo uma Breva ieeoBtccIlvil do ceo poder ; nao
v*r-se a deacer a lii;a poltica e a renunciar a leus { serao raeia duz.i de Paraguayoi, por assim dizar,
hbitos de inacr;ao, lem, todava, um vago presenli- que ie opporau a esle poder."
PAGilLU ibVLSA>
'ifffiBT CBIIi. S
Illia dos falos. Ao imanhiccr de dia ^ti
do correle, desabou a parte Iraseira da oaia, em
que morarava om Sr. Sdvino, guarda da alfandega,
fazendo um grande eilrondo ; mas felizmente ne-
uhuma Oulra desgiac occorreu. O mao estado da
ca>a f.zia com que os seos moradores pernoilassera
as aeeommodae&ei da frente, o qoa deu tugara
que loda a familia, alm do susto, nada mais sof-
fresse.
Acso. Cerlos mor s que moram ero am
terceiro andar, de uma roa as proximidades da da
Cadcla .leste bairro, e qae coslamam a pasear parle
da noile sobra o lelhado, em tragos por demais li-
geiros, desaseando desac modo o interior das casas
alhel! ; liiuem de hoja por .liante labcnda qoa
ji nlaumse paisoa, lem energicaraeole rectamado
1 contra esie proceder. Aceitero, porlaoto, eile aviso.
I para que nao tenham motivo de qoeixa, quando, da
1 reincidencia, noi vejamos obrigadoi a auuuir a de-
clar .riies mal, poiilivas.
O Sr. general Coelho Comla-noa qu* S.
Exc, em conseqoencta de nu melindros, eslado de
saude, relirara-se para a povoacao do Monleiro,
em virtoda de cornelinas do mu medico. Fa/emos
voto, para que cna madaoca de ares leja etlicaz a
su l* do dnlinclo general.
Urna acelamarao. O cclura* qoe leraoi
restabelieido, re nao negar eipaco as rerlaairei,
qoe, contra ai nossas noticias, dir.girera os prejudi-
cados ; faz cum que abaixo transcrevemos a oirres-
poodmcii, do Sr. vigino da Palmeira doi Indios,
por issos.lo menos 8o|eilaa a loocora e a inania da, plsgia. a muilo, dol anligoi, ale o socialistas puro, gismo, e collocado fra da observarao a da axparien-
rurmuiai hybriJai a alteroaa, do racioialiainu puro genuinos ; de,de o, fatalulas lenebrosai al o, ca. O qoe lera ella pro tozido em'dillerenles parles
ou di-l .rea ii Aquella philosophia d'alem Rheno
que l.ermtiiier lano micaqua, que Ihe deu male-
atlieus direcloa ou dissirouladog ; ha uma escala de
rimador*! pelo roenno loro, da couiraponlislas pela
na para escrever lautas paginas de pesada e abafa- mesma reara, d pregidure pelo mesmo Iheroa.
dora eru lirilo psychologica e al mesmo jurdica ; I AHI est l.ouii Itlanc, com nu patritico e liorna-
aquella philosophia init'mvel que sobe coni a r.i- I ninimo -\-teina d, organisacao do Irabalho : oque
ido alo Dos, ou desea de Dios ale a humanidade nos la: elle .' deslrde a concurrencia porque nao presta
s oilio. de 1 iclii-, nos alalino! le llegel. 110 para- I para nada, codoca cxclasjvameute as raaos do ao-
doxui borriveii de Strausa; la' se accliraala na Frao- verno a sorle a o dccnvulvimenlo das classes l.bo-
1.1, na Ilaha, na In-Jaterra, onde as mimoria, di' rio-as, mala a 111 tuslria que nau vive na sua organi-
1 Spinosa e Loeke, de ller- kley e Cabanis, de Vaniui ai.'.io aeulo vida do opprimi.lo e do aesbrunbado
Je Didercl, de Rayle e Vollaire, de Boiinghroke e pela prepotencia alo seulior, quai despola. Aquello
! II lides, de Pupe c D'Alembert, aiuda sao, parvea- oulro quer, conn Fourier, a desenvoluQao dos pria-
liira, apreciaveis a nina duza de espirito! fortes, ripies ailraclivo, a sympalhicns ; forma, lalvez, uma
l'-s.ou a encyclopedia, ro*is licaram os encyclope- nova escala de paivea a de ulereases que legilima,
dulas ; fm sea revelaco franeez, de 1789, mas fi-e revulve a sociedade al us iulimo, e derradeirus
caram revelacloaarioa e adeptos da Iheonas lunes- | fundamenloi. Oulro proclama o falaliirau htiloric i, I Ihe, podemos asseverar he qae anida'lieale poni nio
las daqualle, apostlo, do lerrnr. Hoje o que faz a e o livro da ullumauda.len de Pierre l.eroux he tiremos msiidoqoe leguir a, nossa, intimas idli
do dominio qoe ie attribue. nad, he ; o qu* cabe de
mais positivo, recebe-o de fra, o qu* pretende pro-
duzir he copia oo plagalo.i>
Eis como se jalga de philosophia no centro da o-
viliMda Franca, no foco da illoslracao philosophica
da poca, nonde ella lira lido lanos apoloeislai, a
aun te ha lido sempre tilo fartil de hinovac,;i e de
cbimeras.
O qu* dinlo agora os qae lerim esta tirada semi-
plidosopliica u'um Irabalho que s requer amamssi-
ma lilleralura era conversarlo folgada e prasenteira '.'
Digam o que Pi-s anr uver, av-li.m de nosso proce-
der como lhe< fr mais eonveuiente ; o cerlo e o que
philosuphia '.' Sceptica por capricho, omlma e car-
rega la de uevoa, por que he moda da atinuspliera
briiiann r 1 a dos amplissimos laboralorio, scienlili-
para am pensador dasla ordem um guia infallivel.
uu antes, um Ihesouru inapreonvel. 1M0 conceb,
ntretauto, que a,im deslre a humanidade culier-
eonvicces ; uem pinm qoa ceja este objeclo
al.'ieio rolssao loda Iliteraria a critica do folheli-
nisla.
cus di moderna Oeiroaiiia ; vaporosa pur galante-i tiva pela humanidade individual, a acaba por fazer ] Encorn sinceramente pensamos sobre as coasas
na, incrdula por pan.iu, psntheislica por devaneio, propria ra,)o humana o maior, o mais positivo, o desta seculo, pelo que diz respailo principalmente- .1
man vilenlo iniullu. | philosophia. .Na que negoemoi a quero quer qoe
Em boas se fui melter o folhetiniall dir muila *j* nme do philosophn, s porque nao pode es-
posar nossos pensa-nentoi ; fra rematada loocora.
Cada am siga a doulrina e o eviterna qae Ihe para-
parecer, can Jo-lhe salvo o diraito daiuslenti-lo ou
nao qaaudo a onde bem Ihe agradar.
Se o qae dis,em 's olTindiii* a algaem digno de
lastima, fura impiedade ; la aggravasie aoi poetas,
isto he, aos bous poeta,, seria imperdoavel, falla
de goslo ; i* ie dirigiiie com 1 insulto aa olas, |jo
n I,res em que se ach dividida ,1 so-aedada, fra in-
justicia ; mas sendo relativo philosophia e a pililo
suplios lulo quanli expenderaoi. nao ha recelo da
mnima uflensa. A razao lie obvia. Ni nao que-
ella he tu lo ao mesmo lempu, ma, em sua eisencia
he iuleiraraenle malerialiila. Ha malte quera u
se se,iio mesa dones pliilo.uphanles da poca, c gime que ler este artigo ; maa .epondemos com a
muita gente ha qne ralo commungue os principios e palavra sincera de escriplor sincero a conscienaio,o.
as doulrinas excntrica! desm novoi exploradores Tambem be dado .0 rabiscador de folhclim inb.r
da sciiucia humana. A reacclo apparece ; a Irn-; ale onda pide lomar folego ; e uma vez qua n3o
sicra.i. poreni, lera de ser langa e pe-osa, e anlee ||,e faollece a repiracao, continua o caminho. Ente-
que os v enturas, a.i l.acordaire, 01 Moulalemberl, | ver era lillcralura cremo-lo ni nao he s e.-
os Balmes a 01 Dun.nus-Loiles h.jam recou.lruidu I crever poesa, rom.ncc, vanedales, *lc. ; o dominio
fabrica mel desmoronada da philowphi* .lela s.- das lelra, he immenso. e para apreciar om pouco o
col*, o scelo ira cm seu gyro, o materialismo a o culo aelual, o folhelini.la nao julga que Ihe seja
indo.lrialiime s nao emlirunisando no roeio de po- I prohibido currer a vo de pasia.o por sobre N es-
putar.,.", inteira,, e o pantheismo e o proleslanii.mo cola, e os svslemas.que se apraz de averiguar em sai
,e dillundirao pracipilados era lanos moiiumeuloi i.er.grinacao lilleraria, ailulica e identifica,
da leva-id.,,, iutelleclual e moral. Ko| que ,jm posaiuo, ,,, p,nrtore -e.
mancipa-la du jugo da reveladlo da f, e por ul- i phd.isophia o pensador, aules austero do qoe frivolo.
tuno mulla Su --e miaeravelmcnte. 1 Ceooia que e,- i 'es rgido e rido do que (lleminado e adamado ?
crevera u Curso da lli-lmii da P liloaoplnan, que luimigo do romantismoexlreraado. smn 1-I0 tsinli-m
Iradozra Platao, que afrancezara lodo o oneule e ''o qoe para nos he romanliamo plrlosophico, 00, dis-
todn o occidente mi materia de philosophia, eacreve aeramos anlcs, scieunliroe social. -sau vaporisadores
o o Bom, o Bello e o Verdadeiro n, e condemna-se
nles de o conderonaruu. .looflroy idcalisa dogmas
para derroca-los cuino ra-lello, de caitas; 1./. nina
revelacao a seu geilo, prophetia a queda do reinad*
pineales e contamina todos os cora-
rles humano,.
Aoi verdadeiro, philosoplios, saul.ir.lo e respeitn
profunto : ao, pliilosopluntes, quero no, vida de os
ir apreciando tanto quanto couber em nossse forjas .'
De mais, clles qoe lant cousa dizam e com lano
desembaraco e hberdade, nao esta., mu lo habilita
1 p ra exigir que delles se nao diga cousa alguma.
Sa ellas perturbara a socedade, pregando doulrinas
suvernvas e delestaveis, nao ha mal nenhom era
reusu'a los ; ha nisto muilo bora direilo, e todo a-
quelle qae u poder fazer qoe u laca.
permitan)-nos s phrase propria e iui generis o.
que ,e 1.utrera de clnmeraa, oo as propalara, sej.
em qua paiz Jr, e deh.iito de qualquer ligoo
que s-ja : a para prova de que nao vamos errado,
dograalieo, e lera a gravi-sima lerieda ie de mmlrar ] concluiremos a-li parle com u pensar escripia de
como se acibara esses pnucipius emiuciileincute u,n hornero, da grande repobhca Iliteraria e icienti-
pniiun i,.s da razao cal lolica. Bol de hoje. Tern e,la cilacao a vanlagem de ser di.
Nao pnisi-11......i bem. quando di/.emo, qoe esses | Proodbon, philosopin. economisla, e ludo quanlo s, O nosso lito foi bem simples : moatrar qoe a 10-
so os reprisenlante, legitimo* da poca lunnnosis- 'jneira que elle sej.i em a nova ordem de couaas era i ciedade na poca prsenle nao marcha Mu ,i, mil
sima em que vivemos, deale ucul.. qae, cm vet di 'aura, sub a retar.io purainenle .c eulilica. Julga I maravilhas cumo dizem muiloi, ou anles que *it*
ser idade de ouro, como paree* que devera ler o se- 1 pl"losi,,lna em a .ral aquella que romo lnlo, ou-| seculo he mai, o scalo da combinar;ijes e dos ca'cu-
culo das luzes. he id,da dn ferro '.' Aenlamos qae ''"" a """ daturpado e cerrompi le, aquelle qae lo, maleriaes, e -ros meilior.menlos desta ordem, do
nao be somenle ferro o que ..-cilla as linhas Ule- disse alguris que a exislenci.i d Ltco, he uma que de verdadeira civilisscao, a' luz da roorsl e da
graphicas, o que ea batanea no vapor, o que e en- hvpolhie*. que a relig ao lem sido a causa da historia. O carcter da moderna philniophia, na
Iranha pur debaixo doi niaras, o qoe produz nula- 1 'O.'aiajao da sociadide, qm a propnedade he aro mxima parte doi seos slrcuuus apostlos, he mo-
gres pela forca reunida do magiieliamo e dos praiti- cima, que a familia rula' as xpensas d* cada um delado por esse espirito materialista da poca ; e se o
gins da rhimica e da physica ; larabera he ferro lano 1 Pe,'i".">> de raulua espontsneidade natural. 1 folheliniala consegua provar o que a lal rei-
aysiema qu* por ahi val, lana Iheoria malerialisa- j A philosophia, diz l'roodhon, he o raovimento ; peilo pansa, de que esta inlimamenla rooven-
dora, tanta philosophia anle-horaaiiilana e mesmo do espirito para a iciencia, com o syllogismo por cido, j, nao fez poueo. Ao racnoi valha-lhe isto
anle-pbiloiophica, di qoe por loda parle se vai fa- melhodo, o ella nao he a 'ciencia nem especie nigu- para compensa-lo do raailo qoi ha de soflrer de crt-
zen lo lano alarde. ma de sciencian. Por isiu nunca pode, apezar dos lieos a piillnanphos ahaslardadoi e illegaei.
Oue papel est reservado ao pnhlicisli, ao econo- j csfircos de seus adeptos, uim dd-rinmar seu objec- llavera' plnlosophos desle jaez '! Ils-os d* sobra,
misla, ao jurisconsulto que sal* de l.es escola- ou 'o, nem circumscrever seo dominio, era crear um e o follielinila su peda a Dos que o livre de seme-
qae aprende aellas'.' Desle os rasgos iuouramen.ura- j meliloto ; ella permanaee, mao arado as declamo- Ihaiile casta di aente.
veis do comraunitoo, qua larabiin por la parle I (is doi moderuo, eclcticos, sob o imperto do s>lio-' {.ibiallah-elKrati/.
fc Mt I


2
DIARIO DE PEKNAMBUCO SEGUNDA FE1RA 29 DE NOVEMBRO DE 1858.
enm carcter de proteilo sobre a publicado qae (i- 2 liomins eilranceiroe, e :t homens escravos ; lolal
zeinoi, da um ftrari|o de eu saclirisiao. ua occasiao 77. I oram vinla laa ai interinara" : pelo cirursil >
em qae, ni respectiva matriz, celehrava un ca-
an,miin. Bascaudn aaaofaM noticias, quasi empre
ni fado* que no* rio deseunlieridos, e ministradas
por iufurinaroes estantas, uo ha mnito que, ape-
zar da cutidla que temos,urna oa oatra vez rnsc|ue-
mos ineaalidei : mas nunca o cunlieciiuanto del-
laa nos tena chfeado, que iromidiaUuiuli nao f,i-
ramu a necessaria rectificarlo.
Deveudo ler ilist > ciencia o Sr. V'gario, baslava
dirigir-nos una simples reclamarlo, para qm us
l'uilo. a 7 lloras rta uianli.i.i. Ur. Hornillas, a's 8
I|J huras da ni o n la, l)r. Firmo ui 5 horas da larde
de beata*.
Matadouro publico. Malaram-se no da -JO
do crreme para u consumo dista cidadt, 77 razas,
a ealier :
l na eoridad malou 1, oalra 12. Joao Jos
d'AlliUiiuerque 8, Jos Lacio Lina l.uizjui Lu-
cs ile Mello, <> caua oro, Jos Francisco da Sooze
l.nna >\ l-'ulio e .Manuel di Souia Tavarn, S cada
promptamenti desaegravaiaemos a repulaco do siu um, Bernardino Amancio Aoguito o'Araoju 4, Ma-
nuel Juaquim aarla e Suu/a e Joaqaim Piolo, 3
cada uro, francisco Candido da Taz e I.
achrieliln, que seinpre Uo coraprometlida a julo
aua reveraudusima. No colratanlo aseim n.lo o fez
o diuno Pastor, e dnudo-M i do, cabe hi'je coro o eu mo humor sobre itim no
liciador, que nSo pude ser outro aeuao o redactor
(testa pasma. Poli se a zanga he comunico, quere-
mos conciliar-nos desde ja aoro ana reverendlsaima,
pe luido aos lettores que adeem o dito por nlo
dilo. Supponham que aonca Uram cousa alcalina,
que tiversc ralacSo coro o sachristao do Sr. vicario
da Palmaira dos Indios.
Sra. redactores. O Diario- de 15 do crran-
le, na Pagina Avulsa, nolicii um fado praticado
pelo sachnslSo da matriz Palineirn dosladios, ( pro-
vinria de Alasas, 1 por occaeiSo de eaaar-aa Mmoil
Ignaoio dos Sautus ; e como, Srs. rodadores, nao
teja o Sr. sselinslAo I! iibino Francisco Cav.ilcanii
aqu condecido, cuinpre-ine como vicario daquella
freguezia, prnieslar pela falsilla la de semelhante
fado, lilho simiente da laaagieM$So eialtada de al-
___aiz e (Jiiei
roa Barroa, 2 cada um, Joaquim Jacinlho, Jos
Mauricio dos Saolot, Maooel Joac da Reisurrei-
tHo, Chriilovao de Sauliago Leisa, Manoel Jos
l-iii-a Lima, l.uiz Mureira de Mendonc,a e Joaquim
t(i t ro da Silva, 1 cada um.
N da 20 maiaram-se 1U8, e os marchantes fo-
rim os meiuios do dia autacenle, e maia Belarmiuo
Alaes de Arouclu.
Morlalidade do dia 27 de novembro :
afaaeel Joaquim de Mirauda, braoeo, casado, 43
avnnt ; hyilrupesia.
Onofre, prelo, solleuo, asertivo, 2-2 aniius ; ano-
plttia.
Antonio Icuaco Machado, pardo, casado, :itl anoos;
hepallu.
Jos l'rancuco Marques, branco, casado, 7V annos ;
''- "' cardiaca complicado cuui hepalite chro-
nica.
I.uciuia, prela, 7 anuos ; escrophula.
tos homens ilalma mnsquinha, daremos a .moa rugidos a' entrada do ovil. Portanto inqutelio-
conhecer quem lie esta victima iao endeo.sa- navelmente osdous animaes estavam nasie ponto.
da pelo autor da correspondencia, que assie- ] Ouamlo se levamassa, a lea devia, segundo o cos-
noudecruz o malvado Manoel Francisco lu",e-con.l1"I'r leso para o paiz lia tinha
protegido hoja do homens que nesta fregu- e,,"d.";.,m.,,1^'1"?1,^"", tSi," dB"0,Pr """
zia Sl\ se nutrem de inlrio-. disl.accao Infallivali Inandei cunduzr, a's qualro
Sr ,rU,,?. i i gV Il,or" "a t,rd*- u,ua """"di d- Pro.imame.it, ln-
u-.'. ':_ V. .d0.n'a freguezia de zenlos bois para a veiteute da encuata que tica mas
Jaboatao, e bem info-mado do que se pas-
sou entre o Sr. Paes ISirreto e Manoel Fran-
cisco, passamosa referir oque houve.
Este malvado, querendo encobrir osseus
roaos fetos, tratou de procurar a mizade do
digno delegado o Sr. Paes liarreto, prestan-
do-so de mu i boa vontade ao servicia da po-
lica ;enoentanto plantn, algumas cannss
no engerido do Sr. Paes Brrelo. Este reco-
nhecondo ltimamente a m conducta do
mesno Manoel Francisco para com saa mu-
lher e sogro, o foi desprezando at que elle
desconfiado retirou-se do engenho, e foi of-
forecer as cannas ao mesmo Sr. Paos Brrelo
que n3o as quiz comprar ; mas que dopois
resnlveu a fazor a compra para um seu ami-
go Ir moe-las no engenho Viagem, offerecen
do-lhe 2009 ; e portanto n5o he por dez reis
mo pin frente de cuvll, uu cammliu que a lei>a liaba
aesuido do man' ,1a.
loram necessarioi trinta rabes pira cooduziram
e coDiarvarem a manada uaase sitio : tal era o medo
que tu bain dos lees.
A'i seis horas da tarde todos os esfnrcos se torna-
ram Inuteii, us trezeutos bola ae precipitaran! na
plauice como as maisas da nev quaudo rolain pelas
montanhas.
Felizmenle, como medida preventiva, linhamos
lido o cuidado de prender um bol pelas qualro pa-
las a qoatro estacas, de um metro de comprmeme.
(Juando os rabes iam desear para a planice, vi o
lelo ein p sobra um rocliedo que orla o covil. Lo-
go depoie appareceu a laoa, que se deilou ao p do
sen ii-enliori).
Tinham ouvido a visto a manada, viam tambim o
touro qae devi.i servir-Ibis de preza, portanto com
rerle/.i se aproiiinariam.
t)s rabes retirarum-sat muito saliileilos, e su fui
- Post scriptnm. Existem actualmente
na subdivisSo de Bona sessenta lefiea. Es-
ses terriveis animaes malaram desde 1850
at 1857, tD.OOO caberas de gado. Esse aug-
mento be provenientu da boa conservarlo
das florestas nessa parte da colonia, em
quanto que os tunisianos continuam a in-
cendiar osseus covis. (La Presse.)
liiiem. que prevalecendo-s* da opa de nolitiador,
procura a lodo trause manir a rspolac.Ao illibada i Joaquim Rodrigues de Sooza, branco, sollciro. J
do Sr. Cavaleanti. Se porm o autor de nina tal | annos ; lollauunacaa de intestino.
aigaravia quii censurar na pessoa do sachristgo ao Joamid, |iraU, solteira, 31 anuas; ttano.
nobre coadjuctor, ueste caso re>pando-lhe que sen-
do o reverendo meu coadjutor respetado, e apre-
ciado palea pessoas maia gradas, nao ni d'alli como
da provincia, nao sera' por cario saa honra aboea-
nhada por urna alma perdida', e 13o mesquinha.
ijiieirnni, Srs. redactores, dar publleidade a eslas
buhas do aau muito respelladcr,
O vigario Jos da Maia Mello.
Keeifa 27 de novrmhro de IK.'iK.
Termo da Boa-l'iita.Em dias do mez da
agostu, no logar denominadoValeriodaquella
comarca, Jos Carpina fura asusiinado com 7 fa-
cadta por oin indivuluu de noine Francisco Mirtina
(ornes, combinada com a mulher do asassinado.
No mesmo termo, e ao lugarMaaanzanaum in-
dividuo, cojo Dome se ignora, ferira gravemente a
una mulber lambem desconhecida, que depoie de
ferida p.osara-se para a provincia da Baha. O de-
lnqueme pnz-se em fuga.
l'illa-BeUa.Na noite de 2i do mez paisado.
no lugarSanta I.uziadaqoelle termo, o cigano
Francisco Alves Queiabeira asAesinoa aos de nomea
Manoel Antonio e Antonio Joflo, depois do qae
poz-se em faga.
Jurados.Sabbado comparecern) 32 jnizej de
faci. Foram lirados da urna 16, licando a ses-io
adiada para hnje 29.
Dedicacao de urna mulher. Na ullima ses-
sao da Academia Franceza, presidida pelo bem co-
nhecido Saint Marc Uirar'en, foi dado um apremio
de virluJe do valor de 3,000 francoe, a Francisca
(iaudin, mulher de um lal llurand, da freguezia de
Joucas, uo departamento de Vauclose. Contramos
como ha que fez jus a elle a Sania mulber.
Foi assasiinada em 1821 a viava Royes, e acensa-
do de baver coinmettidu o erlme o tai Ourand, qoe
era all cainponez. Houve muito quem no tribunal
depozesse contra illa, que s por um voto de malo-
ra foi ebsolvidj. Duran 1 prolaslava lempre que
eslava iunocenle, e ao declara-I. assim o jory avan-
C-iu a preieura do juiz a rauiher do que alo anl.la
fura olliado como ernninoso e que Deru sabia nlo
ser culpado o marida de semelbante allentado. Com
mo erguida e tomaudo a Christo per testamuiiba
eiclamou :
He verdade que raen marido acaba da ser su.
solvido, mas uem por isso esi de todo rehabilitado
aos olhos do publico. Juro en sua mulher. que
ienhuraa parle houve ella no crime horroroso que
Iba impularam. era consequencia de inferiiaes raa-
chinajoes, e aqu mesmo faco o solemne juramen-
to anle Dos que me escuta, e ante vos, senhores,
que sois os representantes dajuslica na ierra, de
que era breva farei sentarn'aquelle branco da infa-
mia os verdadeiros autliores do assassinio de Mme.
Rover.
Ao ouvir eslas palavrss enrgicamente profe-
ridas, a^rreu por todo o auditorio urna emocao
elctrica.
Que aconleceti depois ?
Durante seto annos successivos espirou e vigiou a
mulher da Durand os que supunha culpados, di-
rigindo-se de continuou as feiraseaosmercados,con-
versando cjm lodos, interrogando a todos, reutiin-
do cora a maior evidencia e paciencia todos os in-
dicios, e indo dia por dia communicar o resultado
de suas descobertas a polica.
L'ra dia, amura, notou por acaso um geslo de
inteligencia entre uns taes Chou e aliourgue.
que vio dirigirem-se para tima casa solada, pr-
xima a aldea de Joucas ; entraran) e fecharam-se
all a chave. Pensou Mme. Durand que se pudes-
ouvi-los conversar livieraenie. Ibes apanbaria tai-
vez na conversa o segredo que havia lauto procura-
va. Era quasi noila.
Mme. Durand chega surrateiramenie a mesma
casa, salla por cima de um muro, chega ao p do
quarlo em que eslavatn os dous homens, agarr-se
a urna grado da ferro que ficiva prxima a janella
do quarlo, e d'alli vio e ouvio, Chou e Bourgue,
que falmiiarraento conversavam a carca de seus cri-
mes. Bourgue aecusava Chou de ser tallador ;
Chou pedia dinbeiro para se calar ; c Bourgue, que
era o raais rico dos dous assassinos o genro da vic-
tima que tanto compromeiiera a vida de Durand,
Bougue, digo, pagou all o silencio do seu com-
plico.
Mme. Ourand estiva senhoraetnCra do segredo
dos culpados e podia provar a innocencia do seu
marido.
No dia inmediato foi revelar ludo ao procura-
dor ragio. Inslaurou-se novo processo e compa-
recern) anle o tribunal respectivo onze aecusados,
entra os quaes Chou e eiBourgue, que foram
condemnados a pena maior'"ou menor. Ao mes-
mo terapo proclamou o magistrado a inocencia do
Durand.
A absolvico d'esle datava de 1322 e a condem-
nacao de Chou e Bourgue, foi de 1829 Setc
annos jeslara Mme. Durand em procurar e des
robrir a verdade que devia reabillar seu marido ;
sele annos do trabalbos, de fadigas, de perigos, de
inteljigencia, de coragein, de dedicagao, e no Cra
d'elles um dia de alegra, de honra e de rehabili-
lacao.
I.istu del hapthados e calamentos bandos na
freguezia da lioa-lista, de 21 a 27 do crreme.
Aribur, brancu, naacido ha tres meis vint dias,
bino legitimo doalfere Joso Oaelano da Silva e
U. Belarmina de Moraes da Misquila Pimen-
tClai
Anlouio.'branco, nascido ha tres semanas, filho le-
gitimo de Jos Pacheco e D. Jacinlba Ermelina
de Araojo.
Alfredo, branco, nacido a 23 de dezembro do anuo
MtMdej, fillu le;.limo do lenlo Amonio Lacillo
de Moraes da Mesquila Pimeutcl a U, Mara Can
dida do Reg de Moraes.
Joanna, croula, nasclla no i.' de agosto do anno
panado, filhj legitima de Jo.lp Joige e Florinda
Marta.
Francsco, brsnco, naicido a 22 de uovembro da
lHal,, filho legitima da Francisco Bodrigus
<|oi Santos e l). Leonor Mari Francisca dos
Saulus.
Jorge, branco, nascido a 13 de oolubro do anuo
penad*, filho lejiliino de Jorg O-inralve Cha-
vis a Paula Mana do Sacramento Chaves.
Joao, pardo, de idade 6 annus, lr.hu natural da Ma-
ra da Conceirilu.
Amelie, parda, n.ascida a 7 da marco desle anno,
lillia legitima de Jaslino Barbosa' e Maria da
Irindadc.
Anlunia.crioola, naicida a 13 de jollio desti anno,
ulna natural, escrava.
Eduardo, pardo, de idade 7 annos, filho naloral de
Anna Mana da Cnnciic.in.
Emilia, parda, nascida a 20 de feereiro de 1856, li-
Iha natura', escrava.
Arthur, branco, nascido a 25 de fevereiro do cor-
rente, llho lesitimo de Uuilherma Fredericn de
.s iiza Carvalho Mana Carolina da Silva Car-
valho.
Casamento.
Arialidea loso de Leao, com Anua Gomes Perei-
ra, braocos.
Joaquim .Hercolmo Pereira Calles Jnior, com
Anna Leopoldina da Menezn Chacn, brancas.
/Miados baplisados hados na /reguezia de
S. Joti de 21 a 27 do correnle.
.M ra, parda, nascida a II de agosto desti anoo, fi-
mo naloral.
Radial, preta, nascida em dias de jiuairo desle an-
uo, filha ualurel, escrava.
LUta (toa otltu hatidos na freguezia de S.
'ot de 21 a 7 do correnle.
Hieren Maria de Jess, parda, idade 14 anuos,
olleira ; eiposla.
Flora, branca, idade nnos, prvula.
Josephina Lmbelina a'Albiiqaeriiue, branca, idade
.li annus, -iiII-ii.i.
Jefe, pardo, idaile 2 mezes, paivuln.
Mana dos Prazeres, parda, nade 40 auiios, scl-
laira.
HnUiio Josn de torres Calliudo, prelo, idade 35 au-
nos, solleiro.
Beaadieta Mara Monleiro, prela, idade 30 anuos,
solteira. ,
Kran ,.-, .rAnnanciacao Avres d'AlmeiJa, branco,
UM le 22 .innos. solleiro.
de mel coado, como diz o mestre escola do i call"CbrIn P ^e um myrto, distante do touro C
fc njGCllf /I I 'A Q fliel ni I \ aeti
Manoel l'rncisco. qui
mas nSo effectunu-se
M.noe. Francisco, que elle as quiz comprar; KT^Zl'ly^'^ ""^ P"" *' ""'
At amanhaa.
CIIROMCX JUDIGIARIA.
TRIBUNAL DA RELACAO.
SESSAO EM 27 DE NOVEMBB E 188.
Presidencia do EiD), Sr. cuuselbeiro llarmeliuu de
Leao.
As 10 horas da manhaa, acbando-se presentes
os Senhores desembargadores Silveira, tlilrana,
Lourenco Santiago, Guerra, Silva Gomes e Cae-
Uno Santiago, procurador da cora, foi aberta a
sessao.
Passados os feitos e entregues os distribuidos,
procedeu-so aos julgamentos seguinles:
Crimea,
Amellante, o juizo; appellado, Candido Be/.er-
ra Lima.
Julgou-se improcedente.
Appellante, o juizo ; appellado, Francisco Jos
das Chagas Salles.
Novo jury.
Appellante, o juizo -. appellado, Chnslov.io
Ferreira dos Santos.
A novo jury.
Appellaule, o jui/o ; apiw'.ladu, Manoel < ioiues
dos Anjos.
A novo jury
Appellaule, o juizo ; appellado, Antonio Mar-
ti ns dos Santos.
Novo jeery.
Appellante, o jui/.o ; appellado, Joaquim Bar-
boza Abteu Cavalcanii.
f>'ovn jury.
Appellante, o juizo ; appellados, Antonio Alves
Guerra o otitros.
A novo jury.
Appellante, o jui/o ; appellado, Manoel Cuslo-
! dio < iomes da Silva.
Confirmaram a setilenija.
Appellaule, o juizo ; appellado, Joaquim Correa
Brasil.
Novo jury.
Appellante, o juizo ; appellado, Policiano Ale-
xandro de Souza.
Novo jury.
Appellante, Ignacia .Maria da Conceicao ; ap-
pellada, a justija.
-Nullo o processo.
Appellaule, o escravo Luiz ; appellada, a jus-
tic.n.
Nullo o proce.s;o.
Diligencias crmes.
-Mari.iaram com vista ao Sr. desembargador
promotor da juslica, as seguinles appellai;oes .
Crimes.
Appellante, Manoel do Nascimenlo Reg ; ap-
pellado, Manoel Bezerra de Metieres.
Appellante, Pedro Jos de Mello ; appellado, o
juizo.
Recurso crime.
Rcrorrenle, o juizo ; recorrido, Joao Belartni-
no dos Santos.
Sorteados os Sis. desembargadores Lourenco
Santiago, Silveira o Silva (lomes.
Julgou-se improcedente.
No processo dehabeas-corpus de Zefeiino Mon-
leiro Barboza Jnior, mandaran) passar ordem pa-
ra ser apreseniado o paciente nesia mesma sessao
as 2 horas da larde, o que feilo concederam soltu-
ra ao paciento.
O habeas-corpus de Firmino Jos do Reg.
ConceJeram ordem para vil o paciente na sessao
de '0 do crrante, as 11 horas do dia com o de-
tentar.
Di.iribuiram-se.
Ao Sr. desembargador Silveira, o recurso crime :
Recrreme, o juizo recorrido, Bazilio Jos
dos Reis.
Ao senhor desembargador 1 .tirano, o recurso
crimo :
Recorrente, o juizo; recorrido, Francisco de
Assis Carvalho.
O aggravo de petico :
Aggravanle, Paulo Gaignoux : aggravado, o
juizo.
Ao Sr. desembargador Lcurenco Santiago :
Recrreme, o jui/.o ; recorrido, Manoel Bibiano
Lopes da Silva.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Francisco An-
tonio do Mello e oulro.
Ao Sr. desembargador Silva Gomes :
Recrreme, o juizo; recorrido, padre Joio
Francisco Pinhoro.
Recrreme, o juizo ; recorrido, Antonio Pi-
nbeiro do Mendonco.
As 3 horas da larde, encerrou-se a sessao.
ni negocio : em outra O leao acabou por se delar ao Iado|da leua. de
occasiao in Sr. Paes Brrelo, n3o o achoil, o tratando 'a parena-m lito paqnens, qae se na livesae onvi-
das cannas a Exma. Sra. esta Ihe respondeu (l" 0* 58a* "gidoi a visto a sua pegada, migara que
que as moesse ao que elle retorqoio.quc nSo e" um 'ozuiho.
o fazia para n5o ser roubado pelos o-npre- JssaJo um quarlo de hora de observacao, a lea
gados do engenho ; vista do que chegando iZTS^^JSSl, d,'c." :, lea "!'","8
o Sr. Paes Brrelo, a Extna. Sra conta-lhe o, Z o, ,S /V. Z"* T'' pore rmD
______K...;.__...4 .. : "'""' s-pidez, e correa alraz de sua coropenheira.
que se havia rassado com O Manoel Fran- Bulle com.cou a resoar pelas montanhas um duelo
cisco: entao o Sr. Paes Barreto mandn magnifico 1.............
chame-lo pare saber quaes eram esses la-I..........'. '..'...'. ',
drOes, e melhor orientar-ge do que se pas- Apeoai oovi laes harmonas, o loara fez logo lo-
sava em sua fazenda elle recusa a vir, pro- ''" as ,lll"5,n-'ai possiveii |
testando achar-se doonte de um p : de novo que ru*'l10S aproiim^vi
insta o Sr. Paes Barreto. que venha Sg^,.";, +
presenpa, e que venha mesmo descaigo ; mas -
elle lespreza inteiramente o chamado e s
leuois de alguna dias. lie que se presenta
com urna carta do lllm Sr. Dr. D. dn Souza
Lco, e entregando-a ao Sr, Paes Brrelo,
quelendo-a disse-lhe, est dispenso da fslta
Comt^ifcief.
PRACA DO RECIFE. 27 DE NOVEMBKl DE
18,58.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
Cotarues olliciaes.
Ac^oes do novo Banco de Peruambnco17 ()[0 la-
bre o valor nominal.
Descont de letras9 0,0 ao anno.
Dilo da ditas10 0|0 ao anno.
trel. Rabilliard, presidente.
P. Borgea, neniarlo.
ALKAMlEGA.
Raidlmanlo ds elia 1 a Ai. .
dem do eii 27......
t2j:."il.>X)70
14:021-,!',
Ii:t'.l:.i:il,.;:,s
Desearregam hoj 99 de novembro.
Galera inglezaD. Diogofazendas.
lrica americanoholline llerdf.rzendae e farelo
Biigue poilaguezRelmpagobacalhao.
Polaca lieipoiibola Paslorcila pipas de vnho.
Patacho porluguez^Flor de Maria divinos ge-
nero*.
Vapor brasil ai rolguar assu'fazeodaa.
MOVIMENTO DA ALFANUEGA.
Volumei enlridoa com fazanda .... 1;|:|
com gneros .... 17
aealhao------------Ralalhou-sa de 135009 a 11 gOOO
por barrica, ficando em diposilo
11,000, furi dous carregamentos
que e'lao em er.
Bitalas------------Venderam-i a 1a00 por arroba.
Carne ucea---------Bilalhou-se da 58500 a 7 por
arroba da do Rio Grande, e de
V; ,00 a 5^800 da do Ro da Pra-
ta, ficando em etr 21,000 da pri-
meira e 27,000 da legunda.
Caf------------------Vendeo-se da 4^200 a 500 por
arroba.
Cha'-------------------dem da 1600 a 13900 rs. por
libra.
Carvao da pedra- dem a 179000 por tonelada sem
viadas.
Farinha da trigo- O mercada ficoo hoje eom 9.100
barricas de Rlehmond, 8,300 da
Triesle e 2.000 de Ballimore. len-
do se vendido de 189 a 209 i" '
barrica da prlmeira, de 229 a 249
da aegunda e 169 da lerceira.
Dita de mandiaea-Vendaa-eaj de M) a 79 por aaeeo.
FeijSo---------------dem de l5 10} por secco.
Genebra------------Idun a 290 rs. por botija.
Looca---------------dem a 2O,pir cenlo de premio.
Manteiga---------A ingleza ubleve 610 rs. por libra,
e a franceza a 520 rs.
Massas---------------A ultima venda elleclaoo-se a
5g500 r. por arroba.
Passaa----------- Vauden-sa a 59500 por caiza.
i.huijus---------------dem a 29200 dus fismeugos.
P'esunlos--------dem a 000 rs. a libra.
\ inagre------------dem a 85J por pipa.
Vohoi------------ Os de Mediterrnea venderam-se
de 1659 a 170 por pipa.
Navio sabido no mesmo da.
HavreBrigue francez Ceara', capilo Cabaret,
carga assucar.
MAPPA demonstralico d'agua que teceo banco da
barra desle porto na semana ltimamente
finda.
la - -.
O =
.
0 ? ri >omina{ao
! o dos das. Preamar. Baia-mar.
ae s 5
21 17 Domingo . 16 pe iugletei 10 ps ioglezes
22 18 2.a l'.'ir.i. . 16 10 u
23 19 3. feira. . 151,2 s I01i2 .
24 20 4.a felra. . 15 11
9 21 5.i felra. . 141|2 p 11 ir.: 0
26 U 6.a feira. . 14 111(2 1
27 a Sabbado . 14 ,. 12
que commettnu para commigo, mas advir-
to-Ilie que n3o contioue a proceder destn
forma, a cuja observacSo o que seguio-se a
indarracHO do que elle dissera sobre os em-
pregados, principiou o Manoel Francisco em
K'itos ao Sr. Paes Karreto, e este observan-
dolhe qu elle estava em sua presonca que
devia acata-lo, nda peior se portou.a ponto
doSr. Paes Bsrroto manda-lo retirar e sem-
pre o ip')tmanhand.o diz a um soldado que o
corresse, ao que arranca o mlvalo Maooel
Francisco de urna faca e dizenlo que eslava
desgrecado, a tudo estava dispnsto, lance n-
do-se logo sobre o Sr. Paes Barreto, que
muito prximo so aclnva, mas que revestido
de valor agarrou na laca o gritou que o pren-
dessem, o que deu lugar a urna sentida luta
qui Batite com a tomada da Taca, deixindo
a familia do Sr. Paes Brrelo em pranto e
alarme,
E ser Srs. redactores, prudente e mesmo
consentaneo com as vossas leis, que u-aa fera
desta ordem fique impune ? Parece que nao,
muito principalmente tratando o subdelega-
do daquelle lugar do processo. que como
honrado ha do responders vis insinuacOes
que avancou o mestre escola do Manoes
Francisco, dando o mesmo subdelegado co-
mo capaz de conslringer as teslemunhas.
Ets, Srs. redactores, o Tacto tal qual se
passou ; o publico que avalie qual o proce-
dimento do Sr. Paes Barreto.
Agora resta-me dar a conheccr quem he o
famigerado Manoel Francisco, homem m'10
pai, mao marido e ror tanto capaz de tildo.
He voz publica de que foi elle o autor morte do cargueiro de Francisco de I'.ula
Paes Barreta antigo senhor do engenho 1.-
rangeiras, em teiras do engenho Pereiras,
assiui como que assassinou a um lhn de
Flix Torrps, qufoi encontrado morto den-
tro dorio Gurja ; eja que tocamos neste
poito lembramos ao Sr stihlelegado do se-
gn Jo districto que verifique estes tactos
que se deram lia 8 annos, pouco mais oa
menos, e cnl3o recouliecera o que. vimos
de dizer.
E sera, Srs. rodadores, um homem desta
natureza esla victima innocente como a
apresentam estes desalmados capazos de
comprometter a su, conscicncii e mesmo
capazes de furar um olho seu com tanto
que forom o do seu inimigoi'
Ainda mais revolitntc, S s redactores, he
o ler-se a mencionada correspondencia e
ver-se o modo lesabrido com que se eslima
a um Manoel Francisco, cara atasstlhar a
honra e hoiestidade ^e urna auto'idade que
tantos servicos tem prestados esta fregue-
zia e que somante he mao porque cahio no
desagrado de um ou dous individuos, que a
todo o tranzo querem tcroccasio deseen-
tceter na vi la alneia e promptos para com-
prrem quesles.
Basta por hoje, Srs. redactores, e volta-
nmos ao assumpto sejfor necessario, pois
he pouco preguicoso
O nimigo dos assassinos.
Velaran Libidos ium (azendis
a anu generoa
lolal
Total
260
281
61
345
das as diligencias poeaiveis para togir. A' medida
am o pobre animal da-
e o sea abdomen con-
como ae fosee um tam-
bor. Lega depois vi a lei parada a distancia de meio
paeso e .1 olbar para traz.
O touro lambem a vio, e f'zendo um eiforro vi-
lenlo, levanlou-se lobr as patas trazeiras, e cabio ao
che, de lado.
No enlanto appareceu n Isla, a eolloeou-se atra-
vesado liante da leda como qutrindo evitar que ella
avaagaate.
Esse m.vimenlo foi divido a que o leao vio dia-
linclaminle ai corda* qae prendan) o looro, e pelos
eaforcos qae esla fazia para sa aollar concluio qae
era um la^o, e purlauto quiz evitar que a sua eom-
panlieira, que de nada luspeitava, fusie cahir nesse
laca.
Deicrever os movlmentos desees dona animaes, a
saa linguagem eiprimindo a cubija u'uui e a colera
no oulro. o terror do louro e as mulla iiiqi)iela(es
pelo destecho deisa sceua, he cousa verdaderamen-
te iinpossivel, mas que vus eamprehendereis facil-
minle.
Estiva a ponto da me levnnlar, e avanrar para
ellas, pensamento feliz, resolaca, qoe, nao lindo si-
do po.l.i em pralica, ma dea depoie motivo a mil
pasaras porom eu quena malar tanto o Ic.ln como
a leu 1, c atacando nessa occaaiao, era muito prova-
vel que nAo mataste seno o leao.
Infelizmente lano um eomo oolro se aHislaram
lalvez para nouca irais vnllarein 1
Apet dieso nao deeanimei, porque tinha a cerle- 'aos e 2 caixas fazenda de alodao ; a Barroca &
la dos encontrar ainda, se podaese sabir em qoe Carlro.
eovil eolrariaiu de mauliij, e pnanla fu
dellis.
Como de quarlo em qaarlo de hora se ouviam os
iyPOBTACAO-.
Galera ingleza D. Diogo, consignada a Saun-
ders Brothers, manifestou o seguinte :
83 gigos 12 barricas e 1 cesto louca, 5 faixes
ac, 15 folhas Je chumbo, 1 barrica ferragens, 10
barris manteiga, 3 caixas rendas, 8 ditas salina,
3 ditas fazenda do linho, 1 caixa uina machina ; a
E. H. Wyatt.
47 taixas de ferro, 18 pecas urna roda tfagaa,
20 rodas de ferro, 12 barras do dilo ; a I). W.
Bowman.
29 fardos, e 15 caixas lazenda de algodao, 3
caixas meias ; a A. Tuckmos.
3 caixas fazenda de algodao ; a Timm Monsen
& Vianna.
100 caixas passas, 4'J dilus c 10 fardos fazen-
das de algodao, 1 caixas e 2 barricas lachas de co-
bre ; a C. J. Astley.
50 fardos e 47 caixas fazeuda de algodao, 1 di-
ta miuilezas, 3 fardos pannos ; a H. Gibson.
100 caixas fnlha do Flandres, 3 barricas canos
de chumbo, 2 barricas e4l volumes de zinco, i
Observacao.
Hos diP/erentee ancoradooros do porto oscillon o
baua mar da 12 e 20 a 14 a 22 ps ioglezei a o
preamar de 23 e 29 a 25 e 31.
Eotraram, o brigue de guerra francez lEnlrefes-
sanlen com 14 ps francezes a galera americaua
California, m 15 lpj pi d'agua reforcadoi.
Em 27 de novembro de 1858Jos 'lusliuo Porto
______:'';4wt?$.
De ordem do Illa. Sr. inspector da
tbesouraria de fazenda desta provincia se
Descont-----------O rebate de letras banon para 0, faz publico para conhecimenlo dos interes-
Fre,________pira^ ran.iVT-d?n" ",dos' que n0 dia 13 e doMmbro oroximo
iVnL,,m i 7 |6- rutul"0 "erSo arrematadas de venia, a quem
Lntraram durante a semana os seguinles volu- msis der> ,s lerras que pertencerim ex-
mes: dos porto, estiaageiros. 7,081 barricas e tincta capella de Santa Bosa de Lima, na
104 metas ditas bacalhao, 158 pipas, 387 barris comarca do I. moeiro : os pretendentes pois
e 30 caixas vinbo, 100 caixas queijos, 201 bar- deverSo comparecer as 2 horas da tarde do
ris loucinho, 50 ditos carne, 292 caixas e 111 referido dia, no lugar do costume.
barris figo, 80 barris vinagre, 200 caixas batatas,' Secretaria da tbesouraria de fazenda de
67 barris chouricas, 50 caixas ceblas, 140 an- p"n,,mbuco 27 de novembro de 1858. O
crelas azeitenas, 150 saceos arroz, 800 caixas 0"C1*1 m.a,?[> __ ,,
pannos, 1240 feixes estacas, 1221 barricas far DolE"'0 5'"" S,b?,r' de W6.'
' K. Jo : ,A .' f ,. ." Pela mesa do consulado provincia se
nba de trigo 400 barnquinhas bolaehinhai, 600 ; faz publ.co que os 30 dias uteis para a co-
barricas milho, 150 barris banba, 73 l|2 caixa, branga da decima dos predios urbanos dei-
eba, 2o0 remos, 470 barris cal, 193 caixas velass ta cidade a da freguezia dos Afogados, per-
Si pipas e 30 barris vasios, 357 caixas vidros, 72 tencente ao priroeiro semestre de 1858 a 59,
podras de cantara, 126 barris e 20 caixas presos, S9 Pnocipiam a c intar do dia I- de dezem-
5311 pedacos laboas, 548 volumes diversas mer- bro prox'fDO vindour0' Cndl0 os Quaes in-
cailorias : dos do imperio, 560 caixas sabao. 200! corre1m na mult" de ? Por cento, todos
volumes barrica, \ ^^^7 "S'LZls^t
provincial 22 de dezembro de 1858.Anto-
vasias.
Sahiram para os porlos estran;eros, 461 bar-
ricas e 150 saceos assucar, 20 saceos caf, 20
ditos arroz, 722 saecas algodao, 3314 couros sal-
gados, 58 volumes agurdente : para os do impe-
ni o Carneiro alachado Kios, administrador.
Pela procuradoria fiscal da thesourana
provincial se fa publico a quem ioteressar,
que tendo viudo para juizo neata data as re-
rio. 1250 alqueires sal, 9557 saceos, 721 barr- ,,<5|5S dos impostos de decimas, 0|0 e 209
case 11 1|2 ditas assucar, 21S saceos millio, 400 rs'S0hreJcasa lle bilnar- do exercicio de
meios de sola, 297 molbos courinbos, 7200 co- \K'l~'f' da"S?, prizo de 2 dias> C00^^
m. U barris espiro, ,0 ,0.,., .. ^^crSaV^ "mer.^roc^ador,
iodependente de notifieacd>s e oulras des-
fondo, 6 para pezas judlciaes, as quaes podem ser procu-
irangeiros, 3121 diios naciooaos.
Acham-se a caraa 13 navios:
aira/
5 caixas fazenda do algodao ; a Roslron Kor-
ker & C-
lOObarriscerveja.50 ditos manieiga.l ditoferra-
g5cre)abCa
1 caixa camisas ; a 11. Williams.
5 lardos casimiras, 20 barricas enxadas, 14 di-
ruaidoa, foi-me muito fcil segai-loiil qae'ama- i,M 6 caixas ferSens ; a Paln Nash & C.
niipcio. 4o caixas e 34 fardos fazenda do a'godao, 6
Depois de terera morlo dous cameiros no aduire, ditos dita de linho, 2 caixas camisas de algodao ;
que anconlrarain 110 caniinlio, laram deilar-se no a Fox Brothers,
covil do sul.
t.iii ,11 lo fui reronhacer esse covil, vi na meia en-
coia um pequeno muiile, donde o leao coslumav.i a
olbar para a planicie.
aiima^rp'r-Cm'ca^irob^d^
um buaqiie oiiJe, por dillerenles ve/.ee, oati os seus e rouPa. 6 caixas e 1 fardo fazenda de algo
ragidoa : esse bosque era completamente visto do
sen p mln Je i.I.-hi vacia.
leudo cscolhido esse lujar como o mais conven-
anle para o eiicuiilro, maudei para la lodo o gado
toe arrabal lee, afirn de que o lco o podes-e ver
quaudo ae levanlaese.
Para allrahr o auimal, em vez de um boi empre-
uei um cavado.
Inrelizmeule o terreno estava 13o duro nesse eslo
que foi iiiipossivel fazer uso das |eslacas, e prnden-
se o cavallo da um lado ao rocliedo e do outro a um
arbusto.
Preso pilas qualro palas, e com a cabeca vollada
para a pUnisie, o animal nao podia ver o leao quau-
do esle avaocasM para elle. Como a noite eslava
nuilo escura liz logo lenc> de dar lempo a que oa
lenee rualassem o oavallu, a su fazer fogo quando
muiiosdeeeanc.ados us duui animaeiesliveesem devo-
rando a sua presa.
Apenas termine! lodoi os preparativos oQvi dous
arandee rugidos, que parliram do lugar de observa-
ran de que 11 fdlle.
Como lano o gado como os homens que eslavam
coinigo fugiram immedialameule para os seus res-
pectivos aduares, fiquai so em presenta da vicli ma
que dalu a pouco devia murre.......
O rugidos conlinuaram porm sempre no mesmo
lu^ar : s a's nove horas be que o leao e a leus se
tti&ri
He.'-
t
w*
apionmaran mai<: meia hora depois estava ja no
bosque, leao saltou sobre o cavallo, agarrou-o pe-
lo pescoc.0 e deilou-o por larra.
\ 1 apaas doue corpos enUcados um no oulro, e
su oovi as paladas do cavallo os rugidos abalados
d i leao. i- inalniente eedea o mais fraco ; e o vence-
dor levautandu se, olhando ora para o sillo onde es-
lava a leiil, ora para o arbusto onde eslavam aladas
ai cordas que preudiam a sua victima.
De repente o cavallo fez un derradeiro movimen-
lo, de afona, ramos do arbusto repeliram esae ino-
ininlu, e o leao, a pjr de um grandi salto, deu um
lorrmdavel rugido.
_ | O animal, recriando urna nova armadilha, correa
O celebre catador da lees Julio t.cranl, em m 1 Para a ltoa' ""m de obrigar a retroceder : depuis
numero uo njournal des Cliaiseurr publieou una *"u novamenle, e quanda o vi prximo da presa
caria receiiteineiile escripia, com o titulo de1 dwparri um tiro qae llio aoertou, puuco mais ou roe-
.iCampaiiha do calador da Isoisiila qual transcre- ,0*' """: direilo.
vemos es Irethus segointei : Apenas disparei o tiro o le.lo ni dea am pequeno
ruiido, abandonou u cavallo. avancou con) furor pe-
o Rio de Janeiro, 1 para a Baha a 6 para os por- radas no escriptorio da rna da Cadeia de
tos do norte ; desles 1 inglez e 12 brasileiros.
Pelo Cruziro do Sul 1 enlradu lioulein ilos
pollos do liarle, livemos noticias do Ainazunas
qua ale iiu-ain a ti du crsenle. O oslado da provin-
cia ja inalteravel, conliuuaudo a asseniblea provin-
cial em suas func(es.
Do Para aa dalas alcanzan) a 20, sendo qae o qae
de in-is inieretsanle encunlramos nos joniaes, que
d'ali recebemos, he que o seu astado de lubrida-
de au era salisfatuno. Em Bello) liuham app.re-
aido diversos rasos de Darla repentina, em Porlo
de Moz graisava a ftlire amarella, faziudo de 5 a li
viclimai por dia.
A descuberla do remedio para curar o mal da cle-
phanliaria, que em oulra occasiao ja ineucioiianius,
1 aleincao lu falas resultados.
Do Maranhao a ulluna data be de 22.
Ja all eram ebe^ados dous vapores da companlna
de navecacau lluvial, o nPindarc e u iS. Luna, l
direclorea da companhia ernm um lanche a bordu
do primeiru, para o qual furam convidadas ai pas-
soas mais uolaveis da provincia.
No da .1 do correnle havi naufragado o hiale
Voalor, qoe ia com desuno a Manliba. .Va II lio-
ras da 110.le encelhou, e dentro em pouco eslava de miv,i ,i.
ecua aberta. Murrarusn d
vam a bordo, lindo esc
contra as ondas, alcancou urna curun em aue luniuii i,.^i,,'___, .. ,
.* ... 1 1 Decididamente esse animal Imita cnslumes singu-
pouco. a endiente da maro o -
11 Apenas parlio o conde Constantino llramirki e
o euruuel llalaford, diz Mr. Grard, sals de li na
em persegui<;ao do grande leao, a quo oa rabes dao
o noine de rugidor., Parli nos priuieiros dias do
mez de jiinbo.
ConsUva-iiii que esse Ido fazia estragos tenivei*
noa arrabaldes de liona, atreven lo-se .1 iipparecer
al 110 lugar do mrcalo ; qae ludia feilo parar a
delineada de GaatOM, e que a sua murta causara
sallifa{jls a luda e genle.
Perol :ill nuiles pircurren lu a estrada de liona
un lao Ked/.oia, e a do lago em l''lilippe-ville, no-
viudo sempre > rugidos do animal, porm sem nan-
ea o poder encentrar.
.Hienden lu que etsas buscas ao acaso pod-
rtelo prol nigar-se indefinidamente sem nonca al-
caucar o le3o, decid-ma a operar reun .rmeule. Em
primeiro lugar quiz ler perfeilo cunliecimenlo atas
covis: os proprius rabes du pala me disseram onde
elles eram.
O primeiro eslava enllocado na verlenle sal do
Edoitch, na mala encasta, rom freuto para a estra-
da e para o lago l'edzora. Dous uniros covis eslavam
situados na varenle norte.
Vi logo que (udus eram de dillicil acces'o, porm
da uina fresquilla,, das mais a^radeveia siesta esta-
can, e lodos elle*, prvidos de uina oasctiite de agua
eiystalioa.
Sabe que o leao bebe de mairngala quando se re-
eolhe) d planicie, depuis quando o calor he inten-
so, e a' nuile quando sabe do covil.
Tendo encomiado a pegada desee arrncenle ani-
mal diaiiiiclameme eslampada nn chao do covil do
noria, fui c>l-helecer-ine all, levando as minha.s
al ilieiras o pao qua me era nccessiriu para 111 jilos
das.
Algone javalia e rolas, rooxnoes e porcos-eapi-
iiln a, ralas e melros vieran) succeesivainenle beber
nao longe do sitio em que eu me achava : pomn o
lean nflo appareceu.
No terceiro dia regreise a ininlia lurraca armada
entre 01 Aicbeoua.
Ouraulo a lunilla ausencia foram vi
-,------coo com turur pe
lo bosque e desappareceu. Oaando sahi do incu ea-
cuiidrijo fiz as diligencias possivais por ver a lea
porem nlu conaega u que desejava. Eram lalvez dez
horas ; porm a imite eslava lao escura que nao me
(01 posaivel preciar o alcance do meu lirn.
Logo ilue rompen manhaa, appareceram iinine-
diamenli moitos rabes, e depois de os allaslar um
pouco, Irale de averiguar qual tinha sido o resalla-
do do meu tiro de carabina.
Fiz ln;n ua iliretcu da planicie, sobre o lado di-
reilo do leao qua esleva a' e buxa quneparava a pulvora da baila devia parar
iiu corpo do leao e cahir 1111 cliSu se iffecl vamenla
ede fui feridu ; procurei-a nesse lugar porm nao a
encontr!. Foi collocar-me na posii;ao im que esla-
va o leao quando disparei o Uro, e vi mire o cavallo
a a arvore, a qua elle eslava preso o signal de suas
garras.
Ouando me aproxima! desse sitio achei logo a bu-
la : cuino a nmle nao tinha estado ventosa, conclu
qoe o leao tinha levado presa a'joba al esse ponto.
A arv..re eslava (oda partida e cortada, porin nao
linlii sangue.
O leao cabio a tt panos de distancia, o a distan-
cia de cincuenta pasaoa enconlre um charco de ian-
gue. Eu e os rabes encontramos sangue al ao co-
vil d'oude o animal Hulla sabido ua vaspera a' noila.
Mo appareceram siena*) alguns da lena, coeil po-
da ter a ixtensao de meia gefra : o U3o euliava ou
sahia delle por duas aberturas, l'iquei de senlinella
a nina dowai abrrburas, e cunfiei a outra a seis ra-
bes arandea que iam comuoico.
llm c5o que entrou no covil, encontrou-se
com o leSo. ladrou-lho e foi morlo.
depois o leao saino do covil com a
baisa o andando com di
do, 4 caixas gomtua clstica, 18 cylindros, *2
carretas, 24 rodetes e caixas machimsmo ; 0-
huslon cV C.
5 feixes ps de ferro, 5 ditos aro, 5 caix fer-
ragens, 1 dita serras ; a C Siarr 6i C.
55 caixas fazenda de algodao, 200 ditas passas ;
a ordem,
4 caixas fazenda de laa, 23 volumes manli-
mentes, 2 fardos fazenda de laa ; a Soulhall Mel-
lors & C.
19 fardse 18 caixas fazenda de algodao, 3
caixas dita de bIio, >0 barris manteiga ; a Isaac
Curio & C.
14 fardos e 18 caixas lazenda de algodao' 2 di-
tas dila de linho ; a Braga Carvalho & Silva.
27 caixas e 2 fardos fazenda de al.i.oJao, 1 dilo
cobertores, I volume fazendas de lia ; a James
Crablreo & C.
G caixas cobre. 1 dila labio, 60 ditas ano, 26
ditas lindas, 3dilase 9 barricas ferrados, 1 dita
Icuca, 6 ditas estanho, 2 ditas bigornas, 10 dilas
instrumentos da agricultura, 100 dilas chumbo,
50 caixas dito, 4 ditas queijos, 20 pares de follas,
1,218 barricasde Ierro, 14 chapas do dito, 120
120 fexose253 arcos de dilo, 1 barrica amos-
tras ; a Prente Vianna & C
7 barricas ferragens ; a Brander a Brandis.
4 fardos fazenda de algodao ; a N. O. Biabo r
&1 C.
97 ditos c 61 caixas fazenda de algodao, 1 dila
dila do linho, 1 dila livro, 50 barris manteiga,
20 ditos salitre, 2 barricas estanho, SO caixas
chumbo, 1()0 ditas folha de Flandres, 24 tonela-
das e 15 quintaes de carvo de pedra ; aos consig-
natarios.
45 caixas e 52 fardos fazenda do algodao, 2
caixas elTeitos privados, 125 barris ceneja ; a Ja-
mes liyder & C.
59 fardos e 22 caixas lazenda de al;odao, 40
ditas folha de Flandres ; a Patn Nash } C.
10 fardos o 12 caixas fazenda do algodao; a
Admson llowie 4 caixas fa/.enda de al-odao, 1 dila alcatifa ; a
J. Kller 3 C.
4 barris oleo Je Imliarc, 1 caixa drogas ; a B.
Francisco da Souza.
6 caixas miudezas ; a James Ilatlidav & C.
25 barris manleigas, 1 dilo fruta em conserva.
2 ditos lingoas, 2 caixas presuntos, 1 dila louci-
nho, 6 dilas conserva, 1 dila ligos, 5 dilas bscou-
los ; a M. J. Concalves da Fonto.
1 caixa 9 10 pegas ferro, 1 caixa paraftizos, 2
ditas azeileele. ; para a estrada de ferro do Recife
a S. Francisco.
1 caixa miudezas ; a GeoigeP.
I dila presuntos, 1 dita quejo, 2 d tas biscou-
tos, 5 ggos garrafas ; a J. F. Lima.
6 caixas e 3 fardos fazenda do algodao, 2 diios
dita de laa; a A. C. do Abreu.
CONSU1.AIIO tiERAL
Rendlmanta da dia 1 a 2t. .
Idun do dia 27.......
PALTA
dos preros torrentes do assucar. algodo, mais
gneros e produrres naeionaes que se despn-
cham na mesa do consulado de Pernambuco na
semana de 29 de novembro a i ae dezembro de
18..8.
Assucar branco.......@
mascavado..........
Algodao em pluma de l. sorla
o 2.a o
o i) u 3." i> i>
a em caroro.........
Aguas ardenlesab-nui. ou espirito
d'aguardente. caada
de cachaca .......
Genebra

Licor .
de cauna
urna
um
i(
Logo
cabera
culdade, o dirl-
tfi-si". para a abertura del'enlida pelos seis
tiomens miados. E:n lugar de o espora-
reni a queima roupa, estes recuaram, e de-
pois de leretn deisado passar o animal fe-
rido, I7Tam todos fono ao mesmo tempo.
ciiinia dn le-, Nunca ua minha vida tive tanto receio, por-
rvera. "esioes. que esta- i ""^r^^l i" '" fT^E......."' U"e SCn,'r0 V S "!eS ferU09' ,>
vao ; mas dentro em puuco, a i icneme la maro o I i-,.
desalojou. .11. apena, agarrado a nina pipa, pode ^."an.T t,, ,e a r n ^ ifc' u, "1" "a
depo.s de grande, sfurco. alcancar le.ra. V. VSL'J?.*IHZH*?.ti 1' T^!^.^!^
O i in.il u.Nuva poca, vai ser lubslituido na
imprenea pelu aSeculu,,.
De Piauhy livemu dla de 1:1, do Ceara de 2i e
da Parahiba de 27. Ai noticias dessai provincias sao
destituidas de ulerease, bem como do Rio Grande
do Norte. Reinara nellas perfeila tranquilidada.
Srs. ro'aciores, lia factos na vida social,
que revouam ao homem mais fleunmatico,
e que por conseguinte nao pode passar des-
apercebido.
Deparando com urna correspondencia in-
serta no Diario do Pernambuco de 2* do cr-
rente, assignada por um celebre Manuel
Francisco da Silva, contra o Sr. delegado
lo segundo districlo, o lllm. Sr. Jo9o Tral)-
cisco v.^vie^ Paes Barreto, nao podemos dei-
xardo dizer duns palavras ; e muito princi-
palmente porque estamos convencidos que
inimigoa gratuitos do Sr. PaegJBorrelo.e qu<>
s procuram feri-lo pelas costas, serviram-.se
di Jesgracado Manoel Francisco da Silva
para seus litis, apreseutando-o como victima
! le quinze das e aoilaa do rimo da monlanlia a que
us rabe du o liorna di Coodil Kauba. I.evii vve-
res para cinco dias, deven do os rabes reebaslecer-
me.no settu da, se eu accindeesa uina fogueira ao
ii.i-iei do aul.
Apenas chegne ao m.u posto di obaervar.lo, es-
queci-me coinpletamenle do eana.co da jornada, e
al mesnin do pcu|,riu leao, para admirar o magni-
fico espectculo qae a ualureza me apresenlava......
Amonio |g,oio Kudhgues Machado, parda, idade Ja un"1 sohJa prepotencia, e a n3o aer isto
3 annus. catada. [ entiearariamos ao des^rzo o nauseabundo
Hospital ae raridale 27 d. novembro.; i asssiguante ; mas como se faz mister que o
biiiUm 13 li iiiiti,,- a 2'J mulinres, naciooa.es;' publico conheja de quanto so capazes cer-
in ruido longainquo do lelo veio desperiar-me
das lunillas inedirea.
Dase que sub an carne da inonlanba para abatT-
var quaea eram os e-oiluuits des. animal, afim de
proceder nao ao acenso, mas cora certeza.
Nao enlriei nn porineiioits relalivoi a minha al-
iada em Cundil-Ranha ; direi apenas, qae na duu-
decima nmle llalla a certeza de encontrar o leao ;
ludo o mais era nicamente quesillo de lempo. O
nohrc animal habilava alternativamente us qualro
covis de que ja fallei, demoran lo-se apenas tres dias
em rada nm dellee.
Alem dleso linha na sua eompinhia una lea dos
A'laiioue, qoe o acumpanhava nas suas eicursoes
alrave/. dos adoaris.
O caminan que ambos e--a animis seguam
quando iam para a planicie era por iniin bem co-
nliecnlo, r no dcimo lerceiro da perrorri lambem
eu, esaa distancia, alim de preparar us meus meis de
ataque.
Pouco mais ou menos nmi hora antes de romper
a manhaa ouvi ramr o leao e a lea meemo por
bailo do covil dd Cscela, logo dapuu Btuli os nies-
^ I mesmo para os que nenhum mal lhes fazem.
Lembrava-medu muitos companheiros mous
qu.) vi morrerein idnticas circunstancias
e sempre suppuz que esses infelizes iam
soll'rer a mesua sorte. Kelizoenie enga-
nei-me : o leo conlinuou a avanzar como
se nala tivesse visto uem ouvido.
Durante todo o dia andamos em perse-
guidlo do animal sem nunca o pdennos
encontrar. No dia seguinte algnns oulros
rabes armados se reunir,-tu aos prunuiros
e continuamos a procurar o le3o, que foi
visto dez vezes, e trinta vezes iiraram fogo
sobre elle, sem que eu po lesse disparar um
nico tito. No lim ao ullimo dia estaamos
na planice, o os homens e as cranlas dos
adu.res visiohos aliravam pelradas ao nos-
so fugitivo, sem que ello fizusse a menor
resistencia. A explicacSo desse facto, real-
mente exquisito, lie a seguinte : assicu co-
mo livemos occasiao de ver pelos sigmes
do sangue no bosque, etal qual foi confir-
mado pelos arab-s que virara o animal mui-
to de perto, a baila entrou no lado dircito
ao ,i; da espinha lors.l, e |a exp!os3o tove
lugar cm cima, de modo que o leo licou
impossibilitado de saltar.
Como a noite veio sorpren Jer-nos, deixei
aos rabes o cuidado de continnarom a pro-
curar o leSo, e dirigi-me para Bona, afim de
me preparar para as cacadas do outono As-
sim lerminou essa longa e penosa campa-
nha contra o mctor leao que tonuo cagaJo
na minha vida..........
51:5629678
40OJ9O0
5t:963|578
o dislilada o do reino.
Arroz pilado............
i> em casca..........
Azeite de mamona .......
o mendobisn e de coco. .
ii de peixe .... .
Ave* araras ........
papagaios \.....
Periquitos.............
Bolachas.............
Biscoitos.............
Cacan..............
Bachimbos............
Caf bom..............arroba
em urao reslolho .
com casca........
ir moido..........
Carne secca .........
Cera de carnauba em pao. .
em velas........
Charulus bous......, ,
ordinarios.....
regala e primor .
Cocos seceos........
Couros de DOisafgadoa. ....
seceos uu espixados.
verdes........,
o de mica......,
cabra rorlidos .
i> carneiro.....
Doce b i) goiaba......
)> secco.........
b jalea .........
Espanadores grandes. .
t> pequenus .
Ksleiras de preperi.....
Eslpa nacional......,
eaqo.p eoeijusiij l-oj.-jjc
Fariuha de ararula......
B II,,, li, 11 ii, ,|.....
b a niilbo......
Feij.io............
Fumo em 10I0 bom ....
b ordinario ......
b em folha bom.....
u ordinario .
b b reslolho ....
(iengibre..........
I mu in.i...........
Ipecacuanba.........
Leuha de adas grandes .
* pequeuas..... o
a troa....... i,
PranchOes de amarello de 2 costadas um
b louro......... i.
Costado de amarelln de :l a 40 p. de
r. e 2 S a 3 de I..... o
de dilo usuaes.......
l.n-tailinlio de elilo........ u
Soalho de dito...........
Forro de dito...........
Costado de louro......... a
Cosladinho de dilo........ ,-
Soalho de dito.......
Forro de dito.......
b b cedro ......
Troa de lalajuba.....
Varas de pereira.....
b agallbadas....
b quina..........
Em obras rodas de sicupira para c.
39630
2a500
851)00
7J6O0
7;200
29200
780
9390
5")0
Wi4fl
3800
9210
5800
6J80
^tX)
3b4O0
caada
. botija
canalla
garrafa
caada
, arroba
. alqueire teOOo
, caada IjOOO
. 19760
a 19920
123000
35tH)0
19000
3|84u
7.3OO
595OO
milbeiro AcOOsJ
Santo Antonio n. tl-E. ftecife 24 de novem-
bro de 1858O solicitador,
Joao Firmino Correia de Ariuio.
CAPITANA DO PORTO.
Pela capitana do l'orto desta provineia.se
convida a quaesquer iudividoe que queiram
agenciar o a lisia monto de cidados volunta-
rios, paia o servigo da armada, a coropare-
cerem na referida capitana de meio dia as
tres horas da tarde, para contrataren) seme-
lhante incumbencia, certos de que percebe-
r3o por cada prar;a idnea que apresentarem
a qoantia de *j; se esta for eslrangeiro e 59,
Je or nacional. Na capitana se dar a taes
agentes as devidas instruccoes nos termos da
lei.
cenlo
cento
. B
B
Um
um
B
urna
B
.62
5000
3580U
43000
9-3hO0
5*500
12C00
143000
;iIO
3800
2>'>O
39000
9S0
32WI
3130
183000
300
3O0
50
3HI
13000
|8M
13200
,5000
30
1300
I-3O0"
l"
3300
.Alqueire 33a)"
DIVERSAS PROVINCIAS.
Readimanlo do da i a 2ti. 2:7'n',;.Vi7
dem do da 27....... 249960
7713007
DESPACHO DE IXPORTACAO PELA MESA
O CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
27 DE NOVEMBRO DE 1858.
LisboaBriiiue pautusuez aSoberannii, Thomaz de
Aquino l'uoseca A Filho, 100 sacos ssorar.
LisboaBriKua porluuuez uFlorinda,,, Tlmmaz de
Aquino Fnnaeca & Filho, 11)0 s)ccs as-ucar.
RECEBDOKIA DE RENDAS INTEKNAS liE-
RAES DE PERMAMBUCO.
Rendmeolo do dia 1 a 20. ... 17:4749607
Uem do dia 27....... 777d5
I8r379562
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenlo da .lia 1 a 2b. 33 372793
dem da dia 27....... 6829653
34:0629446
DE
,r\ssiguado; Jules Uorard.
PK.VCA DO RECIFE, 27 UE NOVEMBRO
1858. AS 3 HORAS DA TARDE.
necisia semanal.
Cambios--------- O pouco que s fez sobre Londres
regulou a 2ti 7|8 da prao,a, e 27 por lellras vi'ndae
de oulras pravas. Nao 11 is consta
houvessem transacc,es soore as de
oulros paites.
eVIgodiO-----------O fino veodeu se a 83 prr arroba.
A-tuardeule---------Veudeu-se de 703 a 7 >JOOO pur
pipa.
Assucar------------Vieran, ao mercado 22,400 taceos,
o as vendas rigolaram. Terceira
surta eoperior de 49*00 a i3(HI
por arroba, dita Inm o qusrla
sorte de 3-32'JO a 33'iOO ; smenos
de 39 a 39100 ; mascaeadoa pur-
ados de 2500 a 29600 : ameri-
ta de 2/300 a 23400 e C mal de
29240, a 2C260 loilmein primeires
indos ; nlo consta ler-se feilo
venia para exporl.co.
t.ouros-------------Veinleram-se a 230 is. por libra
dos necios salgados.
Arroz---------------Veudeu-se a 2300O por erroba.
Azeila doce--------dem .1 23000 por gaUo do do
Estrelle.
alqueire
. *
. B
B
B
alq. 2
a
cenlo
a b et&oi i*
Mu..........
Milho........
Pedia de amular .
b b mirar .
n rafelos .
Piasaava cm inolhos.
Puntas de boi ....
Sab.io........
Salsa parrilba .
Sebo em rama .
Sola ou vaqueta .
tapioca.......
Untura de bui .
Viuaere .......
B
B
B
quintal
duzia
B
B
par
ranada
alqueire ;;-u10
"'"a 340
B 69OM
, b Ijfjoo
. um
cenlo
,/.
@
. 13,
, meio
. ,-f
. cento
Pipa
0 9%nxt
Capitana do Porto de Pernambuco, 26 de
novembro de 185a.--Fernanio Vieira da Ro-
cha, capilodo porto.
A administrecao geral dos estabeleci-
meiitos de caridide manda fazer publico,
que o beneficio concedido pelo Sr. Manoan-
geli aos estabelecimentos de caridade ter
lugar no da 29 do correnle ; bem como que
o resto dos bilnetes de cadeiras e de platea
geral estarSo a venda no mencionado dia,
das 9 horas da manhaa as 3 da tarde, no lu-
gar do costume Outro sim previne a mes-
ma administrarlo s pessoas que se digna-
ren de aceitar bilhetes para o referido he-
neficio, que os de camarotes serSo recebi-
Jos, o seu importe, por duas expostas a-
compaohadas das senhoras dos Srs. Antonio
Jos (, mies do Correio e Joao Pinto de Le-
mos Jnior, eos de cadeiras por um dos
membros da mesma administrado, logo que
findar o primeiro acto. Administrarlo ge-
ral dos estabelecimentos de caridade 25 de
novembro de 1858 O escrivao, Antonio
Jos Gomes do Correio
A cmara municipal do Recife, em
cumplimento do art. 31 d le do orcamento
municipal vigente n. 454, tem marcado o
prazo de 18 mezes, contados desta data, pa-
ra os propietarios de terrenos nao edifica-
dos, dentro da cidade, e nos seus suburbios,
mura-los ou cerca-Ios como obriga o art.
2.- das posturas addicionaes de 10de novem-
bro de 1855, e lindo o mencionado prazo, se
proceder contra os infractores. Paco da
cmara municipal do Recife em sessSo de 24
de novembro de 1858 -Joequim Lucio Mon-
teiro da Franca, pro-prpsidente. -- Manoel
Ferreira Accioli, secretario.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo, para fornec-
meuto do arsenal de guerra, tem do com-
prar com urgencia o seguinte :
Panno ver e para differentes corpos, co-
vados ,'576 ; dito alvadio para provimeoto do
arsenal de guerra, covados42; casimira
branca para dilo do dilo, covados 30 ; ban-
das de Ua para o meio batalhaoda Parabi-
ba 17 ; espadas com bainbas de ac para os
sargentos ajudanlo equartel mestie do cor-
po de polica 2 ; tellins de couro de lustre
para os mesmes inferiores 2 ,- reguas para
aula dos menores do arsenal de guerra 20.
Quem quizer vender ditos objectos apr-
sente as suas propostas em caria fechada na
secretaiia do conselho as 10 horas da ma-
ub3a ao dia 29 do corrente mez.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo para forneciment do arsenal de guer-
a 2 de novembro de 1858.liento Jos La-
meuba Lins, curonel presidente.-Francis-
co Joaquim Pereira Lobo, vogal secretario.
A dircccSo da companhia Utilidade Pu-
blica, convida aos Srs. accionistas a compa-
recerem no da 30 do corrente ao meio dia
em ponto, no escriptorio na mesma, para
determinaren! o dividendo na conformidade
do art. 41 dos estatutos. Recife 25 de no-
vembro de 1858 O director,
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Relaco das carias "seguras viudas do norle pelo
vapor Cruzeiro do Sul, para os sniores
abaixo declarados:
Argelino Remorino.
Antonio Rufino Severiano da Cunta.
d0 Helarminode Barros Correia.
59000 j Francisco das Chagas Cavaleanti Pessoa,
24MOO GoisePPa Hyppoliio.
69300 Geanni Venere.
4,-MXN); Justina dallo.
13000 Jos Callandriny da AzevcJo.
10-000 Silveslrc do ''esils dos Santos Carao.
Thomaz Antonio de Paula Pessoa.
Virginia Rama^noli.
2300:
300
I0300J
6W0
l30c!
t>300
300,
23tH0
'' *awo
32900o
2950,
1M0
f6900o
-05000
I09000
-">3000
-"OcOOO
*3000
TjOOO
3000
"'sOtKI
<"3lJ0
3000
49OOO
19280
1-3600
13:i20
4>J80
03000
109000
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2.
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Uiractao.
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-, x------ -
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Riaumnr.
;g=
Fahrenheil
Hygrometro.
a = -1SS 3
00 i.,?
Barmetro.
C
c;
v.

-1B
a.
:*
I1
r.
^avio mirado no dia 27.
Terra Nova 27 dias, barca ingleza Cora, de1
TB3LLTRQ
SANTA ISABEL
CUTAMA LVRIfiA ITAUASA
DE
G- MAR1NANGELI.
SECUNA-IEIRA 29 UO CORRENTE.
BENEFICIO
DOS
ESTABEI.ECIHEXTOS POS IU HADE,
Raprisantar-se-ha
M'CREflA ORGIA.
O bilhetes starAo a venda no dia do aepeelacnlo
no esciiplorio do lliealro, das lioras da manhaa am
diaule.
l'rineipiara' as oilo huras.
?&&&&> :i#.
283 toneladas, capilao James Walhce, equ-
pagan I', carga 3,060 barricas o 45 calvas CcJlP 6 A('-< 1'iCU'.
bacalhao ; a Johuston Pater & C. Pertenco .11 nev seguir ato o dia 10 de dezembro vin-
Greenock. Idouro o patacho Emulaao ; para carga o
MIITII AHO


passageiros trat.i-.se com o capitSoa bordo
ou no escnptono de Manoel Congalves da
Silva.
Para o Rio
de Janeiro
segu eom brevidade o veleiro e bem conde-
cido brigue nacional DamSo, por ter parte
do seu carregamento promplo : para o res-
to, passtgeirns e escravos, para os quaes
tem excellentescommodos, trata-se cornos
consignatarios Jos J. Dias Fernndes & Fi-
llios, ra da Cadeia do Recite n. 63.
Para o Aracaty.
Segu na presente semina o hule. Capi-
baribe, mestre Trajan > Antunes da Cosa,
por ja ter alguma carga para o resto e pas-
sageiros trata-se na ra do Vigario n. 5.
Para o Rio
DE
Sabe com inuita brevidade o bem co-
uliecido brigue nacional Sagitario de pri-
meira marcha, o qual ja tem a maior
parte da carga prompta, para o resto e
passagciros trata-se com Manoel Francis-
co da Silva Carneo na rna do Vigario n.
17 primeiro audar ou com o capitao Joao
Manoel Fiuza.
Rio de Janeiro
Segu com brevidade a barca Cecilia, re-
cebe carp a freto, a tratar com (.uetano Cy-
riaco da C. M., ao lado do Corpo Santo n.
25, primeiro andar.
i3io de Janeiro
O brigue escuna Carolina, segu com bre-
vidade.para carga e passageiros trata-se com
Caetano Cyriaco da C. M ., ao lado do Corpo
Santo n. 25, primeiro andar, ou com o capi-
13o Joaquim Antonio Congalves Santos.
Maranho e
para.
O novo e veleiro patacho Alfredo, capitSo
Antonio Transaos da Rosa, segu nestes
diaspara os portos indicados, os senhores
que pretenderen! carregar no mesmo navio
queiram entender-se cotr os consignatarios
Almeida Gomes, Altes &C. ra da Cruz nu-
mero 27.
Rio de Ja-
neiro.
DIARIO'DB PBRNAHBDCO SI. DE NOVEMBKO DB 1858.
o servigo diario, vidros de diversas quali
dados, utencilios iniisper.savois de casa
differentes pegas de prat. e outros muiln
objectos degosto ele ; e bem assiro 2 boni-
tos cavallos de estribarla bous andadores
completamente arreados : segunda-feira 29
dorurreiilet.su horas en poni da mai-
nhaa, na Ponte de Uchoa.silo do F.xm. 8.
conselheiro Jos Bento da Cuaba e Figueii-
redo. N. B. Adverte-se que ibaver para
maior commodi Jado de alguns dos Srs. prc-
lendenies um mnibus para ida e volta,
qual partir a lo l|2 horas da maullas da
esquina da ra do Crespo
Lcilao
Io de deveiiibro.
llarry Cheeseman, capitSo da barca ingle-j
za Ben Muick Dbui, rara leilao, por autori ''
sacao do lllm. Sr. Inspector da alfandeg
desta cidade, em presenca do Sr. agente d
Lloyds, por intervengo do agente Oliveira
e conta e risco de quem pertencer, de diver
sas poices de vinbo. agurdente, queijos
manteiga, cha, genebra em caixas, tintas
oleo de linhaca, veraiz, cabos, bnnzdes para]
encerados, lampees, vasos, carretees pro-
prios para servigo de engenho e para coiH
dugilo de fazendas na praga, e quanlos mais
gneros de estiva, cajos lotes possam for-
mar-se, para occorrer aos gastos com o sal-
vamento, reparos, costeio, e mais despezas
com dita barca, encalbada prximamente
na cosa da illia de Itamsrac, ao norte des-
te porto, onde afinal arribou na sua rcenle!
viagem procedente de Londres com destino
S Santa NelenB : quarta-fer, !. dedezem-
bro, as lo horas da manhaa, porta da so
bredila alfandega.
Leilao
TERCA
FEIRA 50
RENTE.
pelo agente
DO COR
Iovok arinazens
Na ra JSova tu *M e na ra da Cadeia de
Santo Antonio esquin/i dos sobrados
novo do Senhor Gomes Ferreiro.
DE
MANOEL ANTONIO DOS PASSOS OLIVEIRA & C,
Nsles doas estabelecimentos achara o respeitavel publico um es-
plendido sorlimento de mobilias, e urna numerosa quantidado de obras
avulsas, sendo todas estas obras muito recommendaveis por sua segu-
ranga, gosto o elegancia, o anda mais porque ludo sera vendido por
menos prego do que em outra qualquer parte.
CIRSO I)E LIMA FRAMffi
Das 8 as 9 horas da noite.
PARA AS PESSOAS
JQIE O KAO l'ODEM FKKJLtMAK DE DA
Jos Soaies de Azevedo, professor de
lingua c litteratura nacional no gymna-
sio provincial de Pernambuco, tem abor-
to em sua casa, pateo do Collegio n. 37,
segundo andar, um curso de lingua fran-
ceza, especialmente dedicado s pessoas
do commercio e outras, que desejando
conbecere (aliar esta lingua, a niio po-
dem com tudo estudar de dia. A insore-
ver-sena referida residencia, a qualquer
liora da tarde.
HOSPITAL PORIllGBEZ
DE
Por ordem do lllm. Sr. provedor convoca-
se a assemblca geral dos senhores accionis-
tas para a sesso ordinaria no domingo 5 de
dezembro futoro, as 10 horas da manba, no
salo do hospital. Real H ispilal Portuguez
de BeneGcencia em Pernambuco 27 de no-
vembro de 1858.O secretario,
M F. de Souza Barbosa.
Aluga-se a sala de delrax com urna
alcova, de urna loja : na ra do A'agao n. 8.
PUBLICagAO' LITTERARW.
Acha-se a venda na livra'ia Cnivera>al, ra
Precisa-se do urna ama deleite em II- do Collegio n. 18. o 1 -volume degeogra-
lho; oa praga da
Independencia n 36 e 38.


3L
liem co-
de pri-
a maior
Sabe com muita brevidade a
nliecida barca nacional Becie,
meira marcha, a qual ja tem
parte da carga prompta, para o resto e
passageiros para o que tem aceiados com-
modos trata-se com Manoel Francisco da
Silva Carrito na ra do Vigario n. 17
primeiro andaroucom o capitao Manoel
Jos Bibeiro.
Pestaa
Aportada alfandega pelas II horas da
msuhSa, o rrfeiiJo agente fara leilao por
cunta de quem pertencer
DOS
Sobrcselentcs do navio dnaniarqu"z Ab-
solnn, vinl.ide Antuerpia, constando do se-
guinie:
Bol'diinha, farinha de trigo, arroz, ervi-
lhas, fejao, erva-'oco, batatas, caiue de
porco, carne de vacca, pctxe seco e caf.
LEILAO
Sabhado 4 de dezembro.
As 11 botas da manhaa em ponto
D0P.mfH0T.4MEa
O agente oliveira pora novamente em lei-
15o no di indicado, porta da assoeiagSo
commercial desta praga, por despacho do
Kxru. Sr. Dr. juiz le direito e especial do
commercio, a requerimento dos depositarios
da massa fallida de Novars & C. o referirlo
bem construido, veleiro e luido patacho na-
cional Tameaja, de 116 toneladas, com todo
seu aparelho, veame a mais pertences, tal
qual se acha no ancorad >uro deste porto,
delronle do trapiche do al Mallos, onde os pretndanles sao rogados e
convidados a tudo examinaren) com ante-
cipago e segundo o respectivo inventario
em m3o dos supradilos depositarios os Srs.
DO
SECIPS A S. FEAITCISCO
Pela superintendencia da mesma se faz publico que do dia I" de novembro prximo
futuro em dianto, a actual tabella dos pregos de passagens ser substituida pela seguinte,
a saber ;
Das Cinco Pontas e vi )1- Do Cabo e tolla em
la em -24 horas, a CLASSES. horas, a
f. 2 3
Afogadns. 1,000 800 400 liba.
Prazeres 2,600 1,600 500 Pontezinha.
Pontezinha. 3,600 2,800 1,500 Prazeres.
liba. .000 3.20O 1,700 Afogados.
Cabo 5,000 4,000 2,100 Cinco Pontas.
Has Cinco l'ontas a Uo Cabo a
I." 2.* 3.
Afogados. 700 500 300 llha.
Prazeres. 1,400 1,100 00 Pontezinha.
Pontezinba. 2,400 1,900 1,li00 Prazeres.
liba. 2,700 2,200 1.1C0 Afogados.
Cabo. 3,400 2,700 1,400 Cinco Pontas
24
CLASSKS.
1-* 2.
1,000 800
1,500 1,200
3,100 2.400
'i ,000 3,200
5,000 4,000
1." 2
700 500
1,000 800
2,000 1,600
-'.700 2,200
3,400 2,70(1
3.
400
600
1,300
1,700
2,100
3."
300
400
900
1,100
1,400
Precisa-se de um caixeiro de idado de
12 a 14 anuos, portugue/, para casa de ne-
gocio forte no mato : o que se julgar habi-
litado para isso. poderi vir a ra lra do
Rosario n. 35, que adiara com quem tratar ;
isto he, na loja de miudezas.
Directora das obras ini=
litares.
Precisa-se fazer um reparo na lalrina do
quartel da Soleda le : quem delle se quizer
cnca-r. gar por empreitada, comparega nes-
ta diroctorja.
Precisa-se de urna ama de leite, dan-
conselho uireclor da com .>auiua naci- ; do-se preferencia captiva : na ra das Cru-
nal de Tamandar e lina previne aos Srs zes n. II, segundo andar,
accionistas desta empreza que de cnnformi-
dade com os estatutos marcou o prazo de
30 dias contados do I" lo novembro do CO'-
ESTRADA DE FEKRU
DE
assignado participa aos S
[ restabolecido de sua molestia, e J
pretende no da 29 do correte con- w
,: tinuar as uncgOes de seu magisterio fil
Francisco Deodato Lins. ^
# @e^wo
-- Jo3o Pedro da Rocha Pereira & Kilho
venderans a sua taberna do pateo do Tergo
pbia por M K B. S. L.: os senhores assig-
nantes poderao mandar buscar os seus ej-
emplares na razaode 4^000 porcada um, e
para quem n5oassignou, vende-se a bs-
Atten^o
Desappareceu no dia 21 de novembro do
armazem de Sal, um escravo de nomo Pe-
dro com os signaes seguintes : caigas de
castor de lista parda, camisa de madapolo
lino, chapeo de baeta preta, altura regular,
secco do corpo, ps grandes e apaletaJos:
n. 12 ao Sr. Florencio Tertuliano do Rcgoroga-se r.orlanto a todas as autoridades po-
Costa ; suppe nada dever aos senhores 'ciaes e capit5s dfl campo ou a qualquer
commerciantes da alfandega, porm se al-iPessoa de prender, lvalo ao seu senhor
guem se julgar seu credor, aprsenle a sua
conta por cima da mesma taberna para ser
paga.
Limas cbimicaa para extracgSo dos ca-
los dos ps novamente chegadas do Rio do
Janeiro : vendem-se na ra da Cruz n. 22
_ "" Quem precisar de urna ama para co-
zinhar so das portas Dar dentro e em casa
de pooca familia dinja-se a ra da Guia nu-
mero 2.
i lis ab as W -v, iTs t >-s BMfiBH .^

Joao Jos Jo Carvalho Moraes Fi- JJi
)ho, nSo podendo pela presteza do t"i
sua viagem ao Rio de Janeiro, des- }1
pedir-se pessoalmente d'aquellas
pessoas que o honram com ua ami-
zade o faz pelo presente, pedindo-
Jji Ibes desculpa por urna lalti toda oc-
casional e involuntaria ; e Ibes of-
I
m
.* ferece o seu fraco presumo n'aqueli''
T lugar oodo pretenda demorar-se por t
algum lempo.
r,;,:
" *-*jt7>'^a?V O escri pturario da Companhia do
Beberbe, Harcolino Jos Pupo, ainda
continua .i agenciar a compra e venda
apoKcet da mesma Companhia po-
dendo ser procurado no escriptorio roa
do Cabuga' n. 1(J.
rente r/ino para entrada da l prestagao de
:: 10 0|0 il' importancia das suas assienaluras.
Os ttulos provisorios dos qoaes constar a
: entrada da prestagao serao entregues nesta
lorag no eseriplorio do thsour'-iro proviso-
i'rio AntonTo Valentim da Silva Barroca, em
iTamandare na do engenheiro llenrique Au-
gustoMilet.
Kecile 22 de outuhro de 1858
Os directores.
Provincia.
Jos Francisco de Sant'Anna no armazem do
sal da Boa-Vista que ser generosamente
recompensado.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
da ra da Penha n. 29 : a tratar na loja do
mesmo.
O tintureiro do aterro da Boa-Vista
convida seus freguezes, e avisa que tinge
com perfeig3o de todas as cores, e mais ba-
rato que em outra qualquer parte.
Perdeu-se dos le a ra Imperial atja
ra larga do Rosario um jaqu de panno
verde escuro para montana, com gila e
mangas de velludo preto : quem o achar,
querendo entregar, dirij-se a ra larga do
Rosario n 35, loja de miudezas, que 6er
gratificado o seu achado.
i
CALISTA UNIVERSAL
AMERICANO,

-
.- .
CarneiroA Hamos, no seu escritorio, ra L -?"**; "J"*" um P^ Pra ven-
ftwaiw, iua ,jpr fa/PHdas pelas las com outra pessoa : a
tratar na ra .dos Marlyrios n. 36.
LaiupedeM de aluuuel
do Vigario.
0 tt
companhia
de paquetes inglezes
a vapor
At o dia 29 deste mez espera-se da Eu-
ropa um dos vapores desta companh'a, o
qual depois da damora do costume seguir
para o Rio de Janeiro locando na Rabia :
para passegens ele trata-se com os agentes
Adamson, Hawe& C.,rua do Trapiche mi-
to n. 42.
Para & Baha.
A veleira e bem conheci la sumaca na-
cional Hurteocia, pretende seguir com mui-
ta brevidade, tema seu bordo dous tergos
de seu carregamento, para o resto que Ihe
falta trata-se com o seu consignatario An-
tonio l.uiz de Oliveira Azevedo ra da Cruz
n. 1.
600

StU^*.
LEILAO D2 PAiSAS
Segunda-feira 29 do cr-
lente
PELO AGENTK
Pestana.
<;. J. AStley C far3o leilao por inter-
vengo do referido agoute, e pur contada
quem pertencer, pona do aruiazcm do Sr.
Annes defronlo da alfandega no da cima
designado c pelas 11 horas da manh3a
DE
100 caisas com passas do ptima quali-
d'de LEILAO DE PASSAS
Seguuda-Uira !) do cor-
Precis-sR de um homem para distri-
buidor deste. Diario, o qual devesaber ler e r'ua Dueila n. 47.
nao ter achaques peridicos: na loja de
livros n fie 8 ua praga da Independencia.
F0LHINHS HU 1859
Acham-so a venda na livraria n. 6 o K da
praga da Independencia, as folhinhas do an-
no de 1859, para as provincias de Pernam-
buco, Ceara, Rio Grande do Norte,Paralaba e
Alagoas, das seguiutes aualidades :
Folhinba do pruprietario agrcola
contendo alem das materias do cns-
tume, asleis e regulamentos das ier-
ras publicas, notadas com todos OS
avisos e ordens que as tem es.ilic.ado
e ampliado at o raez de setec bro ul-
timo, pelo Sr. Iir. Antonio Vascon-
celos M.nezes de Driiminond Estas
folhihas s8o essencialmente oecessa-
rias a todas as pessoasque possuem de
um palmo de trra para mais, pois ora
ella est3o habilitados para nao catn-
rem em multas e nao serem illudidos:
prego rs. ,.............
Folhinba religiosa, a qual alm
das materias do costume, co^torn
ollicios, ejercicio para ganhar o juby-
lo, modo de visitar as imagens do
Senhor, de Hossa Senhora, e qualqoer
santo ou santa, e oragSo de S Bene-
dicto e a se Bina meditativa, e diffe-
novenas. prego rs..........
Folhinba de porta rs.........
Folhinha ecclesistia ou dereaa fei-
la pelo Rvnvi. Sr, conego penitencia-
do da Sede Olinda, segundo a rubri-
ca eordens da Santa .s rs........
No termo da Parahllia, na l'reguozia de
Gaarabira, existen dous escravos, um de
liorna Alexan ;re, eom os sign.es seguales :
negro, idoso, baixoo gross, e bom feilo de
pemas ; o ootro de nomo l.uiz, com os sig-
naes seg untes: negro, alio, scco, sabe
ler, escrover, bem ladino, e be alfiat.e, traz
comsigo urna mulher da norac Ignez, sendo
cabra, balsa grossa, e <-esc.onia-se ser
tambem escrava : quem sj-.ilgar com di-
reito a elles, annuncie sua morada para so
para illnminarao c brilliantismo de qual-
quer festividade religiosa ou profana : na
O Sr. thesureiro manda fazer pu-
blico (pie se aeliam a venda das 9 lioras manliaa as S da noite. no pavimento
terreo da casa da ra da Aurora n. 26
e na casa commissionada pelo mesmo Sr.
iesoureiro na [>rara da Independencia! ^
n. 22 ale as ti lioras da tarde somente os i jg
bilbetes e meios da quarta parte da se-
cunda lotera do fiymnasio Pernamnu-
canocujas rodas deverao anclar imprele-
rivelmenU: no dia i- do futuro me/, de
Thesouraria das loteras 2V He novem-
no de 188.O escrivao.J. Al. da Cruz.
S3( Convidam-se aos I Uns. Srs. rs- f\
i Ijdantesdo quinto anuo da Fa- ^(
culdaile de Direito do Becie a vi- g
J em comprar litas para suas 8
^ cutas de bacliareis : na ra Nova w
n. 2, atraz da matriz loja de Na- |
bucoA C. w
Na fiindic.lo d'aurnra em santo Amaro
precisa-sede ofliciaes peritos de carpina.
EHTlSTi FRJCES.

Altenco.
Rs ra da Cadeia de Santo Antonio na
casa pertencente ao Sr Comes Ferraira. ar-
mazem n. 11 C, vendem-se umBS ?,0 a 40 pi-
pas com vinho de superior qualidade cli"-
gado ltimamente de Frang tanto em pi-
pas como em meias, quartos, quintos e de-
cimos por prego muito commodo para fe-
char cuntas, tambem se venJe a rrlalho em
cariada sendo tinto a .'{.000 o o branco a
3,100 o quem quizer ver a boa pinga mande
vil urna garrafa por *80 e mande o casco.
Sociedade das carnes verdes em liqui-
dacfio.
Tendo-se feito em outuhro findo o tercei- : dezembro.
ro raleio dos fun 1os da companhia existen- i
tes em caixa, e faltando sincnte recebercm
os oito seguiutes Srs Manoel JoaquimRap-!
Lista, Jos Francisco Souza Lima, Manoel!
Jos Soozs Lima, e por estarem fora da cida- i
de os Srs Ignacio Ferrdira Cuimares, An-
tonio da Costa Alecrim, Virginio 11 iracio de
Frei'aseThom Lopes de Sena, sSo onvi-.
dados a esse recebimento, na mSo do actual \
caixa ; bem como o socio Sr. Be.larmino Al-
ves de Aroucha hu convidado a vir justar a
sua conta, do que ho devedor a liquiiagao
da mesma socieda le.
Compauhia das carnes verdes em
liquida efio.
SSo convidados os 60 socios da mesma
socieda io para reuniao em assttmbia geral |
DO da sexla-feira, 3 de dezembro prximo,
afim de ah tomarem as medidas necessanas
sobre a final liquidago do pouc i restante ;
e para a p'estagao de cont s dos liquidantes j disconto de 20 por rento,
da mesma sociedade ; na ra da Cadeia de P. J. Lavmo
Vf Mr. Spyers ltimamente cliegado ^?
f!os Fsladns-L'nidos da America do @
-;"; Norte, acha-se residindo no hotel s&
;v, inglez na ra do Trapiche Novo n. 3 2?
a ilispnsigo do respeltavel publico
desta cidade, aonde elle extrahe cal- :.'
los de qualquer natureza a qualquer ^A
hora do da exceptuando das 6 as 8tt
da manhila, por serem estas horas j
dedicadas a pobreza .gratis' ; qual- ^
quer pessoa que deseja ter os seus
calos ettrahidns para nunca mais
serem atormentados por elles nada
melbor podem fazer do que ir ao
domicilio do annuncianle visita-lo,
_^ onde poJem em menos de 5 minutos
'i ser aliviados da peior de todas as t$
; dores (um callo), o annnnciante na- ajaj
a da perceber se os calos niio forem gjs
extrahidos a satisfaQ3o do pasciente j
assim como se o p..cente sentir al- **
gema ilor ou algum sangue for tira- fP
do da parte afectada na occasio da jJ
operacSo nenbuma paga sera exigi-
da OSr. Soyer espera que estas ga-
rantas que elle acaba de offerecer
serao suflicientes para satisfazer o
respeitavel publico quando n3o elle
Jg aproveita-se de diversos attestados
*3 que tem em seu poder de pessoas re-
5^ silentes nesta cidade,
-:



:

RLA UO OL'EIHADO M. H.
Armazeai de fazendas e
modas de
MIGUEL JOS DE ABREU.
O annuncianle tem em exjosigao e ven-
da no seu estabelecimento, o que verdade-
ramente p le constituir o mais completo e
variado sorlimento de fazendas de modas
para ambos os sexos. Ainda que n'um an-
ouocio nao seja possivel descrever a maior
parle das fazendas, comtudo, e para dar ama
idea da importancia do estabelecimento,
bastara indicar as seguintes : ricos cortes de
gorgurSo de seda com 3 e babados, gros-
denaples, damascos, nobresase tafets esco-
cezas, pretos e de core, lisos e com lavrores
de apurado gosto ; ricos corles de pbanla-
sia, tarlatanas, bareges, gazes e velandinas ;
inicressante collecgSo de objectos para toi-
lete de senhora, emque se encontr tudo
quanlo pode exigir o bom gosto e o capri-
cho, comprehenjendo vestidos e marqaets
imperalnz, ja promptos. de rica velaodina,
obra das melhores modistas de Paris, com a
competente crinoline de cambraia tecida em
guita-percha; basqulnesde acolchoadiahos,
fustdos e cambraia, guarnecidos e bordados,
do mais elegante gosto, cota os respectivos
brochas de cambraia de linho, do mais fino
borda lo ; paletots, gondulas, twjnes, so-
brecasacas e redingotes de popelina de Lyoo,
de todas as cores e qualidades, do ultimo
gosto ; panno prelo e de todas as cores, im-
permeavel; Qnissimas casimiras pretas e de
cores, impermeaveis senador ; cortes para
cohetes de acolchoadinbo, picle, fastes,
vellidos, gorgures e pellucias, chapeos de
legitimo castor brancas e pretos, do ultimo
gosto, ditos de feltro de diversas cores, ditos
de sol de seda, e outras muias fazendas, das
quaes s se poder fazer idea visitaado-se
o estabelecimento, para se adquirir a con-
fiego deque nennum outro pode competir
com elle
Vende-se um escravo criouio, de bo-
nita figura de idade de 23 a 24 annos, pouco
mais ou menos, com cilicio de caqoeiro :
quem o pretender dirija-se a ra estreita do
Kosario n 58, terceiro andar.
Oleados
baratsimos, pintados,
PfoPrios para cobrir mesas, bancas, commo-
das, fanos, ele de 1: a 23 o covado, con-
forme a largura : na praca da lndependen-
ca ns. -2%, 2S. 28 e 30, chapelaria de Joaquim
deOveira Maia.
chapeos.
Finisslsfos chapeos de castor branco o
preto, com pello e sem elle, dos mais mo-
dernos a venia no mercado, ditos de seda
francezes. mo leroos, e fazenda muito supe-
rior, ditos para senhora, amazonas, de pa-
Iha, seda, e feli'o, completo sortimentn de
chapeos do Chile e Italia pa-a todos os pre-
gas chapeo do palha ingleza pa'a meninos
e rapazes a 23 cada do, bonetes de seda,
palha, marroquim e panno para homens o
meninos, bem como strtiment de chapeos
de feltro e vellulo para homens e menm >s,
tudo por pregos maito baratos i Tista da
boa qualidade: ua chapelaria de J. de O.
Maia, na praga da Independencia.
arato quead-
^
mira.
A

No escriptorio do abaixo sssignado na ra
do Collegio n 21, vemtem-se bilhetes garan-
tidos do imposto geral em qnantia at 100
para cima a dinhc.iro pelo s^guiuta orego
Bilbete ."i~500 rec-he 5:0008
Tambem se compram bilhetes de lotera
recolhida a thesouraria provincial com o
@-:l: :K-Ote0%% S@@ Superiores cortes de seda de cor adamas-
cada de muitos lio los padrOes, com nm pe-
queo loque de mofo, pelo haratissimo pre-
go de 10 a 133000 cada corte : oa loja do
Paulo (iaignoQvaentiata, roa da* Laran- @ Santo Antonio n. 13, pe s it horas da ma-
Cir^s n.l, ua mesma cata ttm ai;ua e pus
il mirifica.
160
?00
Ihe di/er melbor
'
GABINETB
DO
'
MKDICO
.
BR. P. L
Rnn do Rantrel'niimern ts.
Clchete
c.
rente.
PELO AGENTK
Pestaa
Patn Nasle & 6. fariio leiMo porconta de
quem pertencer, a porta do armazem do Sr. i
Mimes del'roulo da alfandega no dia cima
dengnado e pelas 10 horas da manlia
DE
200 caixas com passas escolhidas e de
superior qualidaae
GRANDE LEILAO
DE
MOVIS.
NA PONTE DE L'CHOA
A 29 do corrente.
O br. Lacerda Vrne(,k. tendo de reti-
rar-secom sua familia brevemente, para o
l'.io de Jiueiro, far leilSo por iulervengSo
do agente Marcolino de Borja, de todos os
Moa movis, consistindo em excellente mo-
bilia de u.ogno, tapegaria, candelabro, ser-
Dentinas de vidro, vasos de porcellana e
crystal, relogios de cima do mesa e parede,
quadros e oulros adornos de sala, secreta-
ria, estantes para livros, tageres, mobilia
genovesa'para gabinete, guarda-roupas, ca-
bidos, portateis, riea cama franceza com
cortinados, marquezas de dormir, commo-
das, mesas de charSo para caf, cadeiras e
bancas de diversos felios, mesa elstica de
jantar, aparadores, guarda-louga, lavatorios
com pedra e sem ella, aparelhos de lina
porcelana para almogo e jantar, dilos para
Jos Alves da Silva Cuimarfies, tem ele-
v\^'.o a sua fabrica de clcheles a um ponto
de poder supprir todo o mrcalo desta pro-
vincia, assim como Ceara, Parahiba, Ala-
goas e llrthia e outras, para o que sempre
lera proxpto niio menos de 6 ou 8 mil du-
zias de caixinlias com clcheles de to los os
nmeros, roga pois a todos os seus fregue-
zes nao s destas provincias como das mais
que precisera deste genero dlrigir-se ao de-
posito na ra do (".ahupa n. 1 B, quo acba-
r3o sempre um completo sorlimento pron-
tificando-se a fazer qualquer reuiessa que se
Ihes pessam tanto a dinbeiro como-a prazo,
sendo de pessoas cpales, alem de se achar
bem montada a dita saa fabrica ainda espe-
GUBt COHTBA 0 FOGO.
COMPANHIA
tabeleeida em Londres,
em i .arco de 1824
CAPITAL
CINCO MIMIO'ES DE LI lili AS ES-
TERLINAS.
Saunders, rtrolhers & f.. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de casas, e a quem mais cor.vier, que I
estSo plenamente autorisados pela dita com-
panbia para etTectuar seguros sobre edifi-
cios de. ti jlo e pedra, cobertos de telha, e
igualmento sobre os objectos juo contive-
rem os meamos edificios, quer consista em
mobilia, oa em fazendas do qualquer qua-
lidade.
CSompanihie
SEGUROS OLIOVDE.
Estabelecicl'i na cidade do
Porte.
Aapenc.i desta companhia, no escrito-
rio de Tliomaz de Aquiuo Fonseca ti Filho,
ra ra do Vigario n. 19, effectua qualquer
seguro martimo por remios os mais fat-
iaveis
Precisa-sede urna
forra,ou captiva .para casa depouca familia:
paga-so bem, na ra da Cruz, n. 2, botica.
nbSa.
-- O abaixo assignado avisa que. pessoa
alguma contrate com Manoel Comes da Sil-
va, morador na cidade de Coianna, urna let >
tra da quanlia de <; lo- por elle aceita, a fa-
Da-se liccoes a> pianno e msica por
casas particolares, e por um melho lo intei-
ramente novo e fac) : tambern se afina pia-
nos, tudo razoavelmente : quem quizer uli-
lisar-se dirija-so a rna do Itangel n. 36, se-
gn lo andar, que alli se dir a quem se de-
Carneiro V llamos, ac.tuaes depositarios da |
mesma massa : certos de que lindo esse in-
terregno, serSo esses dbitos cobrados judi-
cial ente.
Soasa'de ^audeS
vor desta, a vencor-se no ultimo de dezem-' ve dirigir para tratar
bro do corrente aono, por isso que nao ser j Fu abaix" assjgnalo
paga por s achar letigiosa.
BentO Jo-e das Meves ^'anderley.
Nos dias 2, 26 e 30 do correle mez,
tem d" ser arremat-do por arrendamenlo a
requeriui^nto do tutor o sitio denomnalo
do Viveiro, sito na ra Inperial, com casa
de sobrado, esenzallas no fundo do sobrado vembro do presente com a cooperagSo sem-
com as condiges que se acbam descriptas! pre honrosa do guarda liv os do mesmo Sr.
no escripto em u>ao do porteiro do jmzode
orphos Amaro Autonio de Farias. o sobrado
de um andar com gran le solao loja e quin-
tal com portao ara a ra do lluro, ,-ito ua
ra Augusta n 76, pe.rleiicenles aos orpaSos
lo finad>> Jos Mana de Jess Muniz, e sua .gado lodos os have-es o documetos respec-
mulher, sendo a arrcinatagu eOeetuada na \ lisos do dito casal eom excepgan dos livrosj
ultima praga de 30 do corrente na sala das o papis inda em meu escriptorio como de-!
auiieucias. jclarei em minha caria do dito da 22) ao seu |
O abaixo assignaao. desejp.nlo servir primeiro tesUmeateiro nesta o lllm. Sr.
bem as pessoas que tem mandado e so dig- ;commendador Elias Baptista da silva, com
narcio mandar doenles para serem tratados
em sua casa de saude da Passagem da Mag-
dalena, leu) creado para melborarLeulo Cl-
nico do seu estabelecimento, o lugar de me-
dico consltame, o qual lie oceupado pelo
lllm Sr. I)r. Jos Joaquim de Muraos Sar-
ment, cujas allribuigOes sao visitar o esla-
belecrmenlo, comparecer as conferencias e
oporagoes, ce etc.
Dr. Ignacio Firmo Xtvier.
AUt'iicao.
AoSr Jos Fiuza de Mello, raarcineiro, e
morador na Cabanga, pergunla-se quantos sobrado amareYlo. noVquVtro"catos"d."raa
^e^""os ""? preC'S0S P8" me-" i d0 Queim.do n de jTseMoreir. Lopes
mo senhor y.r concluir o negocio que nSo .. vende-se nm terreno na rna do Ale-
ignora na taberna da ra de S. l-rancsco ...; crim cum 260 lmos Qe e r *
b!>, pettencent ao abaixo assignado. Pires n 46 a. """
Jo, Mendes Salgado Cuima.aes Vnde-s0 por todo o preg3 urna casa
- Os curadores fisc.es da fallencia deNo- |,errea em ritn*e PorU r, ^ h "
raes ft C., competente e dev. Jmente auto- 22i cora frente mar' h5
r.sadospeloLxm.Sr Dr.ju.i de d.reito es- livre e d.sembaragada! com bas-
pec.l do commercio, scentihcam a todos \ ^^ pr'0 0es para ,evantar m gran te
os senhores develores a massa fall, ja por i ,obfldo por r ut* 4b lerrenoUnf ^
compras de gneros a dmne.ro, que devem te oreiend"rt queira dirgir.se a
ai. o da 7 de dezembro prximo vindouro \mefms cas,, a tr,t8r com a su a propri et^ria.
entrar com as quantia que est.verem a rie-i qae loJo negocio se fara, visto ser para I.-
ver, as quaes lhqs serao exigidas pelos *'s. I q,Mliar50_ v
Vendem-se dous bois muito bons n
barates: na ra dos Pescadores ns. 1 e :>.
VenIc-sc um escravo pardo de 26 an-
nos, bonita figura, projrio para armazem de
assucar: a tratar na ra do Trapichen. 11,
armazem, onde poderao e-lo, e informar-
se da conducta do mesmo esclavo, e ah se
dir quem vende.
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, roce- (9 Vende-so urna rede propria para se
beenisua casado sande. que fica ao ala* desaescar viveiros por ter a malha grande,
norte da estrada da Passagem da J? eom 34 bragas; na ra Iouernl, no ultimo
Magdalena, entre a ponte grande e a 9 armazem de sal.
pequea do Chora-Menino, todas as Q Vende-so urna negra crioula, da idade
pessoas (cenles, aliangando o me- g* I''annos, com principio de habili iades : ne
It.or iralamentn, o maior zelo e cui- W aterro da Boa-Vista n. 6, primeiro andar.
dado medico. O local em que esl Q Vende-se muito bom vinbo tinto a J60
edificada a casa destinada para esse a gar afa, manteiga iogleza a 800 rs. a
miste.r as regras hygienicas, sobre ^ libra, dita fraucaza a 6S0, cha perola a
as quaes est construida, os commo- W 2s2io, dito prelo a l#60O, caf em gr3o a
dos de que dispoe, o acei", ordem, (fj) '80, arroz pilado a loo rs gomma a 100 rs.
e regularidade que ahi se eccon- a libra, queijos a 13760 : no pateo dol'arai-
? tram, sao condigiies ponderosas para J z, taberna ua estrella n I*.
0 urna breve cura o completo resta- Vende-se no armazem da Com na-
XSS^UJ^!SS^ *f ''-amhucana laboado de ced.ode
i* dem dirigir-se a ra de Horlas, so- O *all0s compnmentos : a tratar na ra
t& brado de um andar numero 12, das 4 d' Cruz n. 21, arinazein.
!2 10 horas da manhaa as 3 da tarde, g XgEXKSUSKSK^ 2SS! ^93EKKI
* e dessa hora em diante no seu esta- Jr wc Os mais moderno.-, veos para cha- ^
"^5 beleci ment. S peos de senhora, se vendem na ra >g
^S@@ S^Q@@Sf5!^ ,io Qoeimado n 10, loja de Leite, %
l'erdeu-se urna pulseira de ouro do J8 ^rthur& C. S
feitiodo aljovares ou cuntas, pelas 8 horas ^$2&&XXfi&-&2g^X!
quem se deverSo entender lodosos que te-; aa noiie de 2 do corrente, desde o edificio Machina para coser.
ntiaro negocios ou t-ansacgOes pendontes. -,ue se esta faceodo para o Gymnasio em se- A mais mo lerna e a erfeigoada que te-n
Hecife 28 ue novpmbro de 1858. ij.i.mento da la da Aurora, ponte, ra do | v';."' e8le mercado, feta pelo melnor fa
Jos Jj3o de Amorim. '^ol at a ra Bella; quem a luer acbado,! bricanto da ICuropa na ra da Cruz do R.9-
~ Precisa-se alugar um preto escavo ou Rodera leva-la a casa terrea junio ao sobra- cife- "rm-zeen n
lago sciente a
quem Intereasar possa nesta praga como fora
della, que leudo reeebi lo a 7 de margo de I
1853 do poder do lllm. Sr. commenddor!
Elias Baptista da Silva a gerencia dos liego-1
cos da casa do l:\ai. Sr, viseon le de Lou-|
ns, os tenho dirigido at o dia 22 da no-
&
Manoel Francisco l'ontes. Tendo fallecido
em Lisboa a 31 do agosto ultimo o subte-
dito meu amigo visco'ide de Loores, em
virtude das desposigoes do seu testamente,!
fago certo, que naqueHa data tenho "Tire-!
NOVOBANCO
OH
criiMnbuco.-
A direccao convida o Srs. accionis-
tas a lealisarem a Lerceira prestar^ao de
25 por cento sobre o valor de suas res-
ra no primeiro navio fcuegar de Franga o Ipectivas acees, ate o dia de dezembio
novo macbmismoaperfeigoado afim de que 'prximo. Recite 2! ue outtibro de 1858.
seus freguezes sejam bem servidos. Manoel J aquim liamos e Silva.
Attea^fto.
U dono do hulel Aurora do pateo da Santa
Cruz, participa aos seus freguezes e ao pu-
blico, que fornece comida pata fora, e no
mesmo a toja e qualquer hora tem comida
posla, e aos domingos haver
vacca ; assim como tem diversos quarlos
com janella para a ra, e que osalugaas
pessoasque iiecessitarem da comida do mes-
mo hotel; lava e eugomma para fura, tinge
de diversas cores, por diminuto prego, com
aceio e presteza, tambem aluga a pntnei-a
sala para qualquer pessoa que necessitar de
dar algum baile com decencia.
O abaixo assignado faz sciente so res-
peitavel publico, que o seu caixeiro Pedro
da Ora Santiago, no dia 2 do corrente Ihe
pedio sabir a roa, eal o presente nSo he
apoarecido. liecife 27 de novembro de 1858.
Bernardino Jos da Costa.
Aluga se urna casa terrea em Olinda
ao lado esquerdo da bica de S Potro, no
Alugam-se duas casas na matriz da
Varzca, caiadas e pintadas de prximo, sitas
na roa do Fogo, ten lo quintal grande com
" uitos arvoredos, proprias para se passar a
festa : quem quizer, dirija-se ao iialeo do
boa mao de Carmu, sobrado novo que bola a frente pa-
ra a ra de Hortas n 2, segundo an lar.
Na ra do Hospicio u. 19, precisa-se de
um teilor.
Na ra do (Jueimado n. 8, precisa-se
fallar ao Sr. Aureliano Luiz Alves, ouan-
nuncie sua morada para ser p ocurado
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va, que tenha bom o abundante leite, e pa-
ga-se b 'in : na ra do Colovello n. 05.
OITerece-se urna ama secca de boa con-
ducta ',-:.n cozinhar o diario -te urna casa :
quem precisar, dirija-so a la do Nogueira
u. 41, que achara com quem tratar.
No dia 30, as 11 horas, na sala d:s au-
diencias, depois de linda a do Sr, lir juiz de
homem forro para o servigo interno de cas
de Louca familia ; ua mesma se precisa de
urna mulher de raeia idade para tomar con-
ta de um sob'a io, e qt.e eozinhe o diario :
tudo isto a tratar na la r;o l'adj' iano
n. 32.
Hotel inul z
O proprielario desle eslabelicimentu tem a
honra de prevenir ao respeitavel publico,
quo elle araba ae ohler um excellente cosi-
nbeiro franecz. O proprretarlo se prope a
dar petiscos de 9 de novembro em dianto a | Compra-seo Jornal do Commercio des-
tola e qualquer pessoa qae se digntr honre- ts cidade ns 99,135,140, 232: na ra de-
No dia 23 do corrent.i des te as 5 at i lo com a sua preseuga, achando das 8 horas fronte de S. Francisco, ollicina de encader-
OiFIClAts E PBRREIRO.
Na fundigoila ra 30 P>rum n. 28, preci-
i e ii ni per feilo nlucial de ferreiro do
forja para obras de navios.
Precisa-se alugar urna ama para an-
dar com "ina crianga ha pouco desmamada
Ufl
ama pa-a cosini.ar, B, roal do Hospicio casa terrea canfronte ao
collegio de N. S. do Itom Conselho.
as (i horas da lar le, lo aterro dos Afogados
aleo porlo doCiqui desappareceu um ra-
vallo quartocom os signaos seguintes : cor
castanho, com os dous ps calgados de bran-
co, tendo as cimas e caula azlalas ; tem
passo hatilo curto, e he muito ardigo : ro-
ga-se a qualquer pessoa quo o tiver achado,
leva-Io a Coi rea k\ Irroaos na ra do Livra-
miinto n. 20, que sera recompensado.
Preparam-se bandejas com bollinhns
de todas as qualidades escolhidas o arma-
ges de castcllos, pyrandes e oitavadas com
o centro cLev lo, para servirom nos bailes,
csame utos, festas as igrejas, formaturas
de bichareis, e mais qualquer outro di-
verliraento que houver fora ou dentro da
cidade, por pregos os mais razoaveis que se
encunlram, a vista das superiores qualida-
des que muito se deseja ueste genero ; as-
sim como tambem prAparam-se vestidos
para senhoras de diversos gostos modernos
para toJus os divertimeutos de soars, pan-
ieios etc.. com agradavel perfeigSo no ges-
tee obra. As pessoas que quizerem qual-
quer dosobjeelos cima ofl'erecidos, diri-
jam-se a ra da Pcnba n. 25, primeiro an-
dar, para tratar-se.
Alu|a-e urna oaaa para paasar a fasta em
Sama Anua de dentro, cam bastante* cominodul pa-
ra familia o logar lie o maia aaudavel e banho patio
da casa : a tratar ua roa talreila do Butano n. 29.
la maiiha as 8 da noile que poder desojar
encarrega-.se igu luiente de qualquer en-
commonda para a cidade e de qualquer es-
pecie de massas; varios saldes sao reserva-
dos para as pessoas que quizerem comer .sos.
B$&teOOOOOOOQM
fi| Mano-I Fue litio do Bego Valenca, ^jj
a doutorem medicina, avisa ao publi- ;\-
'.''.. eo desta cidade quo reside na ra da .:t
Croi n. 49 onde poder ser procura- ';;:
v?S do para o exercicio de sua prulissao. ?
Consulta calis aos pobres. /'
oooozyosmm
HE FORTE MANA.
Certo trapicheiro deu agora na lina : vai
senao quanJo, cooijra ludo quanlo le ven -
dem a chegar, e depois manda raven Jer pelo
corretor em segredo, como em primeira '
m3o como queijos, vinhus, passas etc. Va
andando que alguma vez dezanda ; quem
me conlou isto foi um ferreiro que veio de
S Vicente etu um navio que deu a costa : e
at eme disso quo as pessoas quo boje vao a
leilao s5o do tal : e que tal ?
Attenco!
de 5 varandas, vis.nho ao mesmo edificio | 3$&8&-KaK)K32K>&s3
& Anda existe um resto das cami- gf
$$ S8s inglezas o mais fino qae tem vin- $$
gf; do ao mercado que se vende por com- g
jg^ o io prego : na loja da ra do (.luei- g{
fy mado n. 10. de Leile, Arihar & li.
edas para vestidos.
Na ra da Cruz do Recife, armazem n. 7.
tem-se recib io vestidos de na iavndos
com libalos, e de outras q'ialidades, Glas
de se It lavradas, grinaldas de llores para
bailes ou casamenius cassas estampadas
muito finas, casemiras linas para caigas ;
todas estas fazendas se vendem por prego
commodo.
do
do Gymoaslo, que ser gratificado.
Precisa-sede urna criada que sail-a la-
var e eoeommar: quera estiver nestas cu-
cumstancias, apresente-se no hotel inglez,
ra do Trapiche.
Precisa-se alugar um prelo que seja
possa nte ; no pateo do Tergo n 21.
&wmp*&>
nagSo e tyrographia.
Covpram-sa vinte aeges do novo b>n-
co : a tratar na praga da l j lependencia n. 3
A <,000 sicea
Wndam-so saceos com f.irinha de mandio>'a fina
a alva a li? o saceo na ra da Cadeia d.i Kectfe
Inja n. (i, a tratar com luuoconcio da C. h nanna
Jnior.
Vende-se um pianno de forma moder-
na e de excellente voz. do bem acreditado
fabricante Collars & Collard, por prego com-
mo Jo no aterro da lioa-Vista n. 31.
JIgodao da li-
li!
Na rna da Cadeia ao Recife, loja n. 50,
esquioa defronte da ra da Madre de Dos,
ha para vender pega a pega o bem conheci-
do eacredilado algodao da Bahia, o mais
proprio para condugSo de assucar dos enge-
nbos para esta cidade, e para roupa de es-
cravos, assim como um oulro a imitacao, o
canto que vira a ra da Mangueira
lar ua la da Cruz do Recite u. 27.
ausentes, se ha de arrematar o pardo Jos, os seus ttulos de c edito, afim de poderem
a tra-i pe-lencento a beranga do finado Joaquim proceder a ciessilicagao na forma do arl. 859
I dos Sanios Leal, ja com o valor de 1:1529. do cdigo do commercio.
mais barato prego.
Precisa-so do um preto escravo para fazer -- Vende-se superior vinho de Abein
Timm Moxsen & Vhiassa, administra-jo servigo de casa : quem tiver dirija-so ao 2^560 a caada, e 400 rs. a garrafa: na ra
dores nomeados a massa fallida de Domin- | hotel inglez, roa do Trapiche n 3 e 5 ; pa- Nova n. 55.
gos Jos ua Costa, advertem a tolos os se- j ga-se bem. lirinquedos para criangas.
nhores credores da indicada massa, que de- Aluga-se ama casa terrea em Olinda, I Na ra da Cruz do Recife. armazem n. 7.
com bastantes coomodoa para se passar a I recebeu so um grande e cscolhido sortimen-
festa : a tratar na ra de S liento com o \ to de lirinquedos vindo pelos ltimos navios de sola encarnados e hrancos a 80) rs. D8o-
Sr. capitSo Viraes, ou na Faculdade do Di- de Franga c de Allemanba, por prego com- j so amostras com penhor; a loja esta abala
vero, no prazo de 8 dias, apresenlarem-lhes
Mieos binculos para iheatro, se pfc
fveniem na ra do Queimado n. 10,
leja de Leile, Artbur i G. M
.-..-....V.-V..V,.*-;T; .....-,... ,--r--;.M'-fr.'
-- Vendem-se 13 escravos do 12 a 30 an -
nos, entre elles lia u ti mestre e outro olli-
cial decarapina, 1 dito ollicial de pelreiro,
1 dito bom calafate, 1 dito ptimo marinnei-
ro, t sapateiro e 1 ferreiro, o resto servo
para todo e qualquer servigo ; assim como
vendem se -i escravas de 16 a 26 annos, com
hablilla les; tolos estes escravos vendem-
se baralos : na ra Direita n 66.
i\a loja das seis
portas em frente do Li-
vramento.
Barato para acabar com algum resto da
fazendas
Pegas de cassas de cores com 33 covados a
65, e o covado a 200 rs., pega i de 13a com 32
covados e bastante larga a 55, 160, cortes de cassa com 11 covados a 15200;
longos do retroz a 500 rs., camisinhas com
gollioba para senhora a 25, musselina en-
carnada e branca a 320 o covado, cortes de
lia ile quadros, f a z11J a bastante larga a 55,
13azinha lina para vestidos a 0 rs. o cova-
do, pegas de bretanl.a iie rolo a 2c, lengos
'cito com o mi-iuo.
nioJo.
'das 6 lluras da manhaa ns9 da noile.
i*, itii Ano


DIARIO DK PKKNAMBUGO Sl.liUNUA FEIKA 2'J Ut NOVF.MBKO UK 185S.
- Vende i-sadussescr mu mugas, urna
perit costure! ra, engommadeira, coziohei-
ra, doeeita, e taz tu lu o servigo do una casa;
be.m cono outra qu i cozinba, lava, e tim-
ben faz o servido interno e externo de urna
casa, o tem urna cri-. de ida do de 20 mczes :
na ra do Sebo o. 3.
ende-se na ra Nova n. 2 loja
de Nahuco & C. venlem-se ricos
chapeos de seda de palo* eufeita ios,
vest ios de se la os mais ricos que

m
Q
9
tem vindo, meias de se'a brancas,
borzegums de velludo e e luvas de sela ote ludo proprios
para meninos e meniuas quo o vao
(} chrismar.
m ##^
Vende-se nma dis melhores tabornas
em Olinda, no Varadouro ao t do desem-
barque; serve para algum principiante por
ter poucos fundos, e tem commodos. para
morada : a -tratar na mesma.
3 ;C --y r.:::0 :.-::.> i
a3 Ricos chapeos amazonas para se>
T nhora : venie-se na ra Nova n. 2, t
3* airaz da matriz loja de Nabnco ^ C 3
No aro.azem de lle.iry ForsU r& C,
ra do Trapiche n. 8, vendem-se escadas
americanas de engooso, de dilfarentes com-
yrimentos, bombas americanas para puxar
agua em cacia>ba, cora correntes de coatpo-
sicSo, multo commolss e baratas
9999L99999999
Veo em-se casaveques de fustao ?j
Dar senbora, ditos de musselina,di- .'a
O
dttenqiib.
RUA DO QUEIMxDO N 37.
Loja de quatro porlxs, empana la encarna 1a.
Vende-se organdy escuro a 800 rs. a Tara,
dito a 900 rs., olendinas dequalros de sue
perior qualldade a 50U rs. o covado, cam-
braia e seda de cor transparente a 640 o co-
va.lo, musselioas escuras, muito boa faz n-
da a 320 o covado, sedas de quadrinhos a
18100 15*00 o covado, gravatas de seda a
600, 800 e 15 cada una, chapeos francezes
de superior qualida le de 7 a 9 cada nm,
ditos a l'ino muito linos a 99, un completo
sortimeoto de chales lisos, estampados, para todos os presos, rico
sonimento de chitas finas escuras ,an 20o
rs. o covado e a '2-20, ditas frnocezas para
240, 280 e 320 o covado, um completo sor-
timento de panno lino preto que se promeite
vender mais em conta que em outra qual-
qner parle ; s se deseja que os freguezes
oparegam ; chapeos de feltro muito linos a
5d e a 59500 cada um.
Vende-se um cabriolet de duss rodas,
com arreios uovos, e um ptimo cavallo ru-
go, muito manso : os pretendentes dirijam-
se a ruada Csdea do UecilV., loja n. 6
Vende-se superior vinho de Hordeaux
engarrafado : em casa de Kihm, Jaquinol&
C, ruada Cruz do Kecife n 18.
Farinha, mil lio
e feijSo.
...*
' tos decambraia, t 111 .!.> e cingui-
'*' tos de cambra la borJidos pera se-
?"$ uhora. camisinlias bordadas tara
^j senhora. gravatinhas de velludo, ri-
th eos aderegos de froco da Uta e de
o fiares para cabega de senco a, ligs
*~ de seda para senhora etc., e oulras
9 fazendas de gusto que so veudera
" por prego commodo; na loja de Na- _J
ti buco & C. na ra .Nova n. 2.
MM&S && .:-:."@:o5
Vende-se sebo refinado para vellas e
pelles de cabra, no armazem da ra da Cruz
n. 33.
Vndese duas moradas novas de casas
terreas as ras do Bran e Guararrpes n. 14.
a tratar na ra dos Cuararapes n. 20.
Vende-se urna linda ctioulinba pega,
de 15 a 16 annos, recolbda, qoeengomma,
r.oze ch3a, cozinba e lava, muilo propria
para tratar de criangas : na ra do Rosario
eslreita n. 25, primeiro andar.
m UOUPASFR ACEZAS. @
Vendera-se paletols de panno l- >
"J? no preto e decores, ditos de brim, .-?
de fustSo e de alpaca, por prego &
>J$ commodo : na loja da ra do Quei- S
sa maln. 10, de Le te, Arthur C.
ATTENCO.
A 49000 rs. o sacco.
As pessoas que quizerem trseos caval-
los gordo* pira pstelo de festa encontra-
rlo em casa do Sr. Anlo.iio Annes Jacnma
Pires defrunte saceos com familia de trigo pelo diminuto
-reg da 49, com 5 arrobas' e tambem (are-
lo por 5850O.
Feitoral.
Na ra do Cille.ireiro n. 94, vendera-se
(rejas pelo bsratissimo prego da 100 rs. a
libra, Unto em caixas como a relalho, para i
lechar contas.
\ en leiii-sa saceos com (arlaba ile mandioca su-
perior qaalidade, nccoi com ei,.i.i molallnlio. dito
com milho, Eomma do Araeu accos com farello
de Lifboa, boa esfeir 1 da dila, qcei]us da coalha,
eoorinhos da cebra, rap mturon pelo prtra que
^P" \ te vende no deposito gr*l ; ludo :ee venda por mi'-
t'.? 1 nos de que aro outra qualqutr parte : na ra et-
9
9
treiU do Rosario arina/.i v o. 29.
^.geaca
tund gao iow-Hsw,
rua d& Senzaila Xova
a 4.
te osUbeleclmento 011 tlna'a sr.a ver
uta completo sortimento de moen tase
ajeias ctoendas paraengenho, machinas-s
vaporo tnixas de ferro batido coado de
I.- -osos tamanhosDara dito.
Loja ii. 57
Na ra do Qieimado de
quatro portfis empana-
nada encardada.
Recebeu pelo ultimo vapor vindo do Ha-
vre, ricos corles de vestidos de phantasia
dos melbores gostos que lera vindo ao mer-
cado, prego de 189, 28/ e 309 cada um, casa-
veqoes de fustSo e de cambraia ricamente
enfeitados a 189 e 2O9 cada ura.saias borda-
das a 4a e a 69 cada urna, goliuhas d pon-
to irlaudez a 500 rs. cada urna, ditas france-
z\sa8o, 1? e 1,200 cada urna, ditas de
ponlosupenor a 4j, 38 o a .3 cada una,
manguitos com pui,hos borlados a 1,800 e
a 2,200 o par, ao dito; de manquilos e goli-
nha ricamente bordados a 49, o/, 65 89,109 e
a tacada um, grande sorttmenlo de tiras
'ior ladea franceza e iugleza o entre meios
e p'egos baratos, enfeites pata senhora de
focos avelu lados de superior qualidade e
TACliASPAKA ENGENHO
Da fundiro de ferro deD- W. Bowinan
na ra do Jium, passando o cliafa-
tiz, continua a liaverumcompletosorti-
mentode tachas defer o fundido e bati-
do, de 5 a 8 palmos de bica, as <|uaesse
echamavenda por precocommodoecom
proinptidao,einbarcam-se ou carregam-
$e em carro sem despezas aocomprador
PERFUMARAS inglezas.
Vendem-se sabonetas inglezes multo finos e gran-
des a 19200 a dnzia, boies de porcelana com
hanha de urgo e outras qualidades muitissimo finas
a 640 reis, agoa de Colonia a l 0 frasco, dila
de Lavander a 800 reis. vinagre arorr.alico pro-
prio para dores de cabega a 800 reis, diversas qua-
lidades de extractos muitissimo bons o baratos, sa-
bao de creme de amendoas com eaixa a l-r'2 00,
opiata era caixos grandes de porcelana a 800 re-
is, e oulras muitissimas qualidades de perfumaras
todas das melliores qualidades que se podo encon-
trar, na ra do Queimado, na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
57 RtV DO QUINADO. 37
Loja de quatro portas da
empanada encarnada.
Recebeu-se pelo ultimo Tapor vindo do
Havre, 'icos cortes de vestidos de phantasia
dus melbores gostos que tem vindo ao mr-
calo par 209, 308 e 35000, casaveques bran-
cos todos bordados, muito boa fazenda de
fustSo, e de cambraia de 20? a 259 cada um,
saias bordadas a 4 e 68 cada urna, golinhas
de ionio irl-ndez a 500 reis, ditas fruncezas
a 800 res, 18 e 18200, ditas inglezas de tras-
passo, superior fazenda a 48, 58 e 68, man-
guitos de punbos bordados a 29, ditos com
golinbas bordadas 59, 68, 88 e I?.- muilo
boas fazendas, liras bordadas do todas as
larguras, inglezas e francezas. Entre meios
de grosdenaple preto e de cores, sortlmento
de fazendas finas e por prego com modo.
Vende-se realejos de varios tamaitos,
lanto harmnicos, como de cannos, com ex-
cedentes pegas conhecidas no paiz : na fa-
brica de orgaosi aterro da Boa-Vistan. 31.
Labyrnthos.
Ricos lenges para cama, toalhas redon-
da se de ponas, saias, Ironhas, bicos e ren-
das largos e estreitos, para todo prego : na
ra da Cadeia do Recito n. 60, primen o an
dar.
Venie-se, arre.nda-so, ou pennuta-se
por casta nesta praca, um sitio no lugar na
Magdalena, no principio da travessa do L-
ea, chaos proprios, com casa de pedra e cal.
COSinba lora e casa ; ara pretos, cacimb e2
tanques, 1 grande, pa-a banhos, o outro pe-
queo,cora 700 piamos do frente e I.OOOe tan-
tos de fundo : queni quizer fazor negocio
com dito sitio, entenda-se com Antonio No-
bre de Almnida, morador na ra Augusta,
casa n. 17 B
,
a

I casadeRabeScLmettau Compinhia,
ra da Cadeia n. 37, veudom-seelegante
pianos do jfamadofabricauto Traumann
do Hambur&o.
Atterico
Vende-se gmude sortimento de ropa
feit-, caigas, jaquetas e camisas a la cada
pega : na ra do Col'.egio loja n. 9.
as.
Chegon rtinal a occasi3o a qual nao se
deve perder de so mimosear os compadres,
comadres, amigos etc. : no deposito do ge-
lo no caes do Apollo, ac'am-so a ven 1a bar-
riquinbas com magias viudas no mesmo e
proprias para o lim cima pois estSo madu-
ras e ciieirosas que taz gusto.
AGDIA BMC*.
no va agua de luala'y;,^
^Vende-se est* -^ a me)hor queVe'i ,p.
rarecido para tingir o cabello e suissas de
5reto : na livraria universal ra do CoIleg:o
n. 20, d-se junto um impresso gratis ens'
nando a forma de applicar.
Potassa da ftussla e cal
de Li: boa.
No bem conhecido e acreditado deposito
da ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para
| Tender potassa da Kussia e da do Rio de Ja-
neiro, nova e de superior qualidade, assim
cbmo iF.mbem cal virgem em pedra, ludo
por precos muito razoaveis.
ogn c
duzia,
C. ra
2,300
2,500
Na loja da praga da Independencia n. 36 e
38 acaba de receber nova remessa de cha-
peos do Chili para diminuto prego de 2,500
Fazendas
baratas.
Na loja n. 50 da ra da Cadeia do Kecife,
esquina defronte da ra da Madre de Dos,
vendem-se fazendas por pregos barato*, e
estando-se acabando os cuites do cassa chita
zas de diversos padioes a 320 400, 440 e 55
a oega, pecas cambraia lisa para vestido a
29600, 2^600, 33 e 3?200, chitas de diversas
qualidades e cores hxas a 160 e 20O rs. o co-
va Jo. ditas largas france/as a 26(1, 280, 300 e
Cognac superior em c-ixas de 1
vende-se em casa de Henry Itrutin &
da Cruz n. 10.
S
3
3
fotaasa du aussia e
aierieana
Vende-se potassa da Rtissia su-
^ nerior por menos do que em
g (|iial(|uer paite e dita americana
superior de barato preco >. 180
3g rs. a libra : na ra do Trapiche
gg n. 11 arinazein do Fon teca.


Vende-se muito bonius bonels de palha
alva para meninos, enfeitados cora ricas fi-
tas e plums pelo baratlssimo preco de 98 e
2,500. assim como chapeos de palhinha de-
sabadoa para meninas com ricos enfeites de
fitas, flores e bicos e outros mui proprios pa-
ra baptisados a 4a e 59. Estes objeclos sao
incontestavemlente baratissimos a vista de
suas perfeigOes as quaes infiuem a comprar
aindn mesmo a aquellas pessoas que pouco
desejo tiverem, e porque a festa cata perto
apruveilem a occasiSo da comprar o boro,
bonito e barato : vende-se tarabem mui bo-
nitas pulceiras e gravatas de froco pelo di-
minuto prego de 39 cada cousa, assim coico
golinhas tambem de froco guarnecidas de
idumas a 5, ditas gran les que acompanhatr.
as capas ou sahidas de baile, obrado sulili-
rr.e gosto a 7.;, capellas mui lindas c ricas
com bonitos caixos de flores para uoivas a
78 e 99, bonitos caixos de llores para cha-
peos a 1,500 e 2?, fitas laigas para ditos de
mui delicados padres e superior qualidade
a 1,280, -J.;o 2,500 avara, ditas de velludo
recortadas e matisadas, de difterentes larau-
ra.s < pregos, ditas de garsa mui bonitas e
propri'.s para lagos, enfeites etc. Alem disso
urna infundado de miudezas que enumera-
as se toruaiia infadotibo, mais que sr3o
tm-m&&&v

a a-
5 5
en..
o
Eil
a"3

I 8 cada um, grosdenaple de cores com al- l 32' o covado, musselinas brancas e de cores
: gumas pintas de mofo a 1,600 o covado, dito : 32o o covado, chitas para cobrta bo-s a
jperreito muito superior a 29 0 covado, dito; 180, 220 e 260 o covado, gollinhas de qam-
preto de todos os pregosa saber de 1,500 ate braia finas bordadas e adamascadas a Is600
89 o covado, cassas francezas a 400, 500, e 3?200, manguitos de cambraia bordados a
600 o 700 rs. a vara, clialy matisado a 900 39600, cassa para babadoa 240 a vara e 1JI800
. 1^0 covado, rico sortimento do chapeos a pega com 8 1p varas, gravatas de seda de
I de sol de seda para senbora, ditos para ho-1 quadrinhos a 640. novo sortimento de gan-
I mem, chapeos enfeitados para senhora, g ! grande sortimeulo de paletots de pauno.di- letot a 2?400, brim trsoga tos de cisemira e de brim, cortes de vesti- linho a 800 rs. a vara ou 2-9 o corle de raiga,
I dos de seda com algumas pintas de mofo, brim blanco trancado bom a 1-200 c 19100 *
cortes de ditos de barege que ludo se v*-n Je- vara, cortes de casemira escora a 49 e 3500.
ra a vonlade do ^comprador, assim el!e te-' eoutras muitas fazendas que so vendem por
nba de comprar que oosahe sem fazenda. baratissimos pregos, e o-sc amostras.
VenCniJi-se 12 a 16 b.ils muito bons,
dando-se *j comprador a escolha em 40,
tolos manus e proprios para carros : quem
pieten.ier, poder entender-se com Joaquim
Comes deSanl'Anna Kego, ou com seu ir-
> mSo Mauoel Comes do Reg, no engenbo
Uoa-Vist.,freguezia de Sayto Atitao.
cobertos escobarlos, pequeos e gran-
des, do ouro patente ingloz, para ho:,;n
o senhora, 'o u;r> dos melhores fabricantes
de Liverpool, vindos ^elo ultimo paquete
inglez : em oasa de Soutliall Mellor 4 <'
ra ao Torres n. 38.
Despejo de casa
lo he desejo de perder
diiiieiro, mas forra
maior i->e obri&ra.
Manoel Rodrigues Costa MugalhSes, com
loja de l'erragens a miudezas na ra do (juei-
mado n. 30, sendo forgado a entregar as cha-
ves sua propietaria nestes poucos dis,
resolve vende-las om o abale de 10 a 20
stt.25 gsxsrurr. t \ ^ bowes POr 6950o, cr.v.d... **s>,
mni'.o boas, e ,'e. outras qualt lades ate l?200
a duzia, pecas de fitas le vellu lo, estrellas e
largas a 19300, bules e cafeleiras Je metal a
4e 69, apparelhos de dito, soriimento de
b- n lejas, uanellas. cbaleiras e fugareiros,
eolheres, fitas, bicos, e outras muitas ferra-
gens e miudeza.s que so deixa de mencionar
por se tornar muito massante.
. ..-,-..- ,-.-^ ...,......,..^.-.-.....^........-..-. .--
'>V>.:-.'- JsSsSsjJ
Vendem-se fitas para cartas de ba- J
i' chareis -.na ra Nova n. 2, loja de ^
jj Nabuco & C. j|
:, iL^-^lrjir^* i ":^i'-jllS?ii"ia'S?Sf'i
^ij?;!sR;!!3,s;a iisswiivasw
Relogios
Vendem-se relogios de ouro, inglezes de
patente : no armazem de Augusto C. de A-
breu, ra da Cadeia do Recife n. 36.
- Vende-se superior linba de algod5o
brancas e de cores, em novel lo, para costu-
ra : em casa de Soutball, Mellor fc C, roa
do Torres n. 38:
LIVRARIA ECONMICA
Defronte Ho arco de Santo Antonio.
manual
DE
COIS TAS
para a compra ou venda de assucar, algodo,
franqueadas aos compradores, com agrado el coorose outras mercadorias de peso; obra
sincendade na loja da aguia branca nos muilo recommendavel a todas as pessoas que
quatro cntos la rus do Oueimado n 16. negociam cota esses gneros assim como
SGK^^^^SS^-XSxtSS-SOSGSEKSS,"05 sfln"ores de engenbos, por quanto de
- um s relance de vista pode saber-se o im-
porte de qualquer numero de arrobas e li-
bras que pelo methodo usual levara muito
tempo. Esta obra em um volme bem enea-
denudo, acha-se venda na livraria men-
i donada, ra do Crespo n. 2, pelo preco de
'55000.
Carro novo.
Vende-se um excellenta carro inglez, no-
! vo, para 1 e 2 cava I los : na ra de Santo k-
maro (Mundo Novo) n. 6.
Aviso.
ranno de al;;ocl."io da babia.
Linba de ro is.
Cocliins de linliopara montara.
Mercurio doce.
Capsulas e cupaiba.
Encbadas portuguezas.
Pregospoituguezesdo varias qualidades.
Ricas mobilias de mogno.
Papel pautado para livrot.
Coui-o de lustre marca grande, cujos ar-
tigos vende por menos do que em ou-
tra bualquer parte.
ATTENCAO.
Ricas fncas cabos de me-
tal do principe
Vende-se requissimas facas e garios de
cabos de metal do principe para mesa a du-
zia a 168, ditas ditas de sobre mesa a 14;, as-
sim como de cabos de go para mesa de
difterentes pregos e juntamente cabos de
cbifre de viido e de cabos de marfim de mui-
tas qualidades, assim como trinchantes de
differentes cabos e juntamente differentes
qualidades de colberes de mrtal do principe
tanto para sopa, cb, assucareiro, arroz e
terrina e afina! neste estabelecimento os
freguezes do bom e barato acharSo um
completo sortimento de todas as qualidades
de cutilarias, assim como completo sorti-
mento de trem de cosinba, vendendo-se por
menos vinte por cento do que em outra
qualqu?r parte e quem duvidar venba a
ra do Queimado n. 28 loja de ferragans de
Santos uiivelra C:
PECHINCHA
Seda de quadrinhos de lindos gostos a 640
rs. o covado : na ra da Cadeia do Recife n.
48, loja de Leite A frmao.
Brfaantes, ouro e pi ata.
''-'i
Rica do Cabug n. 11.
LOJA DE ORIVES -'Jg
DE %
SERAFN & IRMAQ' g
)g$ Meste estabelecimento o publico ^
B achar sempre as mais novas o doli- J^
g$ cadas obras de brilbantes, ouro e fg
$ prata, dos melhores gostos vindos da ^
}g{ Europa, e mais em conta do que em ^
^ oulras partes, garantidas com reci- ^s
<.^ bns espeeiflead O a qualidade.
Venie-seum cabriolet de du?.s rodas
com arreios e cavallo, sendo este bom trota
dor, ou sem elle, conforme a vontade do
compndor : para ver e tratar, na ra Co
Brum n. 28.
No deposito do ra do Trapiche, arma- Toalbas para mesa
no ar axem de Adamson Howie C, rae
do Trapiche n. 42, vendem-se sellins para
bnmem e senhora, arreios pratiados parR
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavello. le
!|ua da Cadeia do Recite
n. 48
etto torrando.
O Leite o; Irmao
urna 49.
zemtn. 9. tem para vender potassa da Rus-
sia superior, dita do Rio de Janeiro surenor,
cal virgem de Lisboa, e panno de algOdSo
li Baha, ludo por menos do que em outra
qualquer parte.
AlgodSu monstro com 8 palmos de largura,
vara 560.
Bramante de linho com 4 ditos de dita, vara
700 rs.
Meias pretas de laia para padre por 19
Vende-se em casa de S. P. Jonhston 4 Ricos chapeos de sol de seda para senhora.
C., ra da Senzala Nova n. 42, o seguinte : ] Tapetes para sala um 19800.
sellins innle?es e silhfs, relogios d ouro! Paleta de alpaca um 2950o e rcuito bons a 69.
do patente inglez, candielrof ca*lQaes Tapetes oara entrada desala um 4>.
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle- Lengos de linho duzia 29500, 39200 .' 49500.
Il^entes de tar-
taruira.
u
3K
Nao ha m
^ p.ira *& Vendem-se luvas de camurga bran- w
i.7? cas e amarellas para militar : na ra (
$j Nova 11. 2. loje de Nabuco i\ C. -.
3@3!SSMS
peckincha.
No tierro da BOa-vista n.
8, defronte da booeca,
vende-so o afamado vinho do Porto cbamis-
so velho, pelo barato prego de 19 a garrafa,
dito cherez a 1-.'>0, dito de Lisboa a 400 rs ,
dito Ma leira Sueca, dito Bordeaux, cham-
pagne fina, doces de todas as qualidades,
~ Vendem-se saceos muito grandes com ', holachinba de soda em latas, biscoitos finos
farinha de mandioca, vinda de Coianna, por Para cl1. massas linas para sopa, de todas
as qualidades. azeite doce, urna garrafa 640,
vinagre dita 20, e moitos outros gneros
que seria impossivel menciona-los. A occa-
si3o he rropria para fazer sortimento para
I passar a festa, e n3o se deixa de fazer nego-
cio vista do freguez.
prego commodo: na ra do Amorim n. 48.
loja nova
VENDBM-SE E CONCERTAM-SE.
Joe Joaquim da Cunha Guimar3es
com loja de tarlarugueiro da ra
das Trmcheiras n. 8 com a frente
da casa pintada de verde, quem en-
tra do la !o da matriz segunda loja
de tarlarugueiro, avisa as senhoras
zas, 'io e vela, crasa rara arreios.
Farinha de
mandioca
SACOS GRANDES
a 8.000. '
Nos arm.-zens de Tasso lrmos na praga
da ponte Nova.
Ven :e-se no armazem da ra n. 20 de Jos Antonio Moreita Das o; C, o
Cortes de cohetes de cachemira um 1?.
Meias finas par,-< senhora, duzia 39800.
Cspartilhos para senhora um 4a, 65 e 89.
Lengos brancos com lindas cercaduras, du-
zia 2f800.
Cobertores dealpodao com pello a 19280.
No dia 22 do correte fugio o escravo
Antonio, cabra, pertenceute ao Sr. Manoel
da Costa Albuquerque, e que outr'ora j
perteuceu ao Sr, Jo Ferreira da Silva do
lugar de Guarabira, o qual escravo tem os
signaes seguintes : cor parda, alto, ps
grandes, com as costas picadas de relho, le-
vou caiga de riscado e camisa de algodSo
grosso : quem o pegar, leve a ra larga do
Rosario n. 22, que ser generosamente re-
compensado.
Desappareceu do engenbo Nascengu de
Una, termo de Mamanguape, provincia da
Parahiba do Norte, no dia 18 de outubro do
crreme anuo, dous escavos de idtde 20
annos, pouco mais ou menos; um cabra por
nome Lourengo, mais conhecido pelo appel-
lido de Cor Inga, com os signaes seguintes :
estatura regular, cabello carapinbado, cor
alaraDJada, denles limados, maos grossas,
pernas finas, ps torios, nariz grosso, urna
cicatriz em um peilo, e outra em um braco,
entende desapateiro ; outro, crioulo, fula,
I por nome Caetano, estatura regular, secco,
cara com marcas de bexigas, denles podres
na frente do lado de cima : quem os pegar
e os levar ao mencionado engenho, perten-
ceute ao Sr Antonio Ribeiro Pessoa de La-
cerda, lera a gralificagfio de 40(9000.
Fugio o<> dia 25 do corrente um preto
por nome Jaco, de nagSo Costa, porm nao
mostra talho, altura regular, grosso do ror-
ro, tem as nadegas empinadas, ps apalbe-
tidus, anda da Boa-Vi*ta at Apipucos;le-
vou chapeo de castor brance, e tambem urna
carapuga encarnada : quem o pegar leve
ra do Amorim n. 25, que ser recompen-
sado.
Fugio a 10 do corrente o escravo criou-
que tem de man.lar comprar nenies ,),
de tartaruga, quo recebeu pelo ul-
timo navio chegado de Kranga nm
bom sortimento de poutes de dill'e-
tentes gostos que esta vendendo
mais han-todo que em outra parle,
manda-osen casa para as senhoras
escolberem a seu gosto.
,j& seguinte :
Cera de Lisboa eai velas.
Mercurio doce.
Lona larga,
Linhas em nvelos.
Salitre refinado
Folhas de flandres.
Chumbo entongo!.
m
> r

-.
Enfeites eclialvs
vendem-se ricos e modernos enfeites de
completamente sortida.
Calgado francez escolhido as melbores o mais!
acreditadas fabricas de Paris e mais em conta tanto
em porgues como a relalho : na loja Jaialiy & C. ;
na ra Nova n. 7.
Vinho Bordeaux.
Em casa de Henry Brunn di C. ra d
Cruz n. 10, vende-se vinho Bor leaux de dif- i 5 '"I'1 ><> Cunha e silva, ra
fereotes qualidades como Laalles Ch. Leo- il,eclfe n" 50' es1ul"a-
?ilie, S Julien em caixas de 1 duzia por ba- -^ -ff *j~ /I
VaVS lail
e g ios.
-.: .:.......----iurji RWJRsasssca!
Saceos de milho
a 8,000,
Nos armazens de Tasso lrmaos ao p da
ponte nova.
Chapeos para
meninas.
Vende-se chapeos de palhinha para meni-
froco, flores e lilas para cabega de senhora, as e nenios, com enfeites de tolas as co-
ito prego.
assim comochaly de cores com bonitos de-
senhos para vestido, por pregos commodos:
da (.adela do
hO.
Alg-oda-i a Bafeii
Proprio para roupa de escr.vos e sccos
do assucar : vende-se no escriptono de A.
L. de Oliveira azeve-lo ra i
" 11 err j icarami
Tem para venier .ntonioLuiz de Olivei-
ri AzeveJo no seu armezem da ra do Viga-
rio o. 22, para tratar no seu escriptoiio ra
da Cruz n. l.
Vendem-se uns pertences de urna fa-
brica montada na melnor orden para sapa-
tos de tolas as quali lades para senhora,
ms Cinco Ponas n. 140 : a tratar ba ra do
ivramenlo n. 5
Vende se effeclivamente tralo de Lis-
boa, r.as Cinco Pontes u r.3, por menos do
que en outra qualqu.r parle.
Vende-se urna casa terrea pequea pur
Iraz da ra da Gloria, om chaos proprios : a
Iratar no deposito da ra da Santa Cruz
11. 60.
- Vende-se urna toja de fazendas com
muito poucos fundos, para qclquer princi-
piante, na ru Direila n. 85 : a tratar na
mesma loja.
Vende se um bote de bom tamaoho,
ira rio 1 o trafico do ort>; a tratar na
ra da Senzala Velha, tiborna n 50.
Vende-se nade osito di mi Dirrits,
quina do b eco do Ser gado n. 03, arroz de
preda a 80 rs a libr;, lano em porcio como
a retalho, assim cos.0 inaoleiga inglezi a
Va libra.
Ven'e-sc panno azul superior em cor e
Vende-se em casa de Sauaders Brothers qualidad par fardan o cascos militares,
\ C, praga do Corpo Santo, relogios doafa- por menos que em outras panes, assim co-
rnado fabricante Roskell. por pregos commo-1 mo panno lino preto, verde, cor de caf, e,
I dus e tambem trancehins e cadeias para os bronzeado, de muilo boas quali lades, por
I n.esmos de escolente gosto. j pregos commodos : na loja do Cunta e Sil
'###*Sv:3 @?S@@- ',"" rua ,d\9a"iall,( Ueeife n S,defron-
1 es PENTES HC TARTaROCA .,te da rua ,,a Ma?lre de l)eos-
S os mais ricos que tem vindo n., mer- X \| MFIIU I.H'lli S. \IYFSlV T.
W cado se vendem na rua do Oueima- 4LIILJIII UVJiLa .-ILiLS? h-
O Jo 11 10, loja de Leite, Arthur 4 c. ^ \endemiio sen armazem
res ; ditos para baptisados de multo gosto,
honets de palhinha para meninos com en-
Faites de cores, tudo se vende por barato
prego e'!3o-se ar ostras co^' penhor : na
rua do Queimado n. 25, loja da miudezas do
Gouveia & Araujo.
Vendem-se saceos muilo grandes
com superior nullio < por preco commo-
do: na rua do Amorim n. i-S.
Potassa
Vende-se potassa americana da mais
nova que ha no mercado, e por preco
commodo : na rua do Trapiche n. 15,
armazem de Bastos lrmaos.
Espelhos gran-
des
Vendom-se ricos espelbos em ponto gran-
de proprios para lujas ou mesmo sat-s, pelo
barato prego do 25,000 cala um: na rua do
Queimado loja de miudezas da boa finia
o. 33.
rros novos
Vendem-se
muito bons
carros mo-
iNSentos maneiros com seos
arreios : ven om-se tambem
muitos preparos para carros com eixos,
molas, lanteruas boas, galo, encerado, co-
estatura regular, com principio de barba,
pernas apalhetadas, levando camisa e caiga
brinca echapeo preto baixo: quem o ap-
prehender, dlrija-se ao Forte do Mattos,
prensa n. 14, ou a rua Augusta n. 24. a en-
tender-so com Jos Carlos de Souza Lobo, e
na freguezia do Bom-Jardim com o coronel
J0S0 Pereira Frosio, em sua fazenda Orob,
que ser generosamente recompensado.
10OSO00
Alem das fazendas teima mencionadas ba Ko<1ue. com dade de 20 a 25 annos, bas-
um completo sortimento de boas fazendas, l ula, com um dente tirado na frente,
que se vende por barato prego e de tudo se
dar amostras.
AlgodSo monstro.
V'ende-se algodo monstro com 8 palmos
da largura, muito proprio para toabalhas e
lengoes a 600 rs. avara: na rua do Quei-
mado n. 22, na loja da Boa F,
Jo barato
Meias e.runs para hornera a 120, 160, 240,
320 o 400 rs. 0 par, ditas de cor a 160. 240,
3:20 e 400 rs., ditas para senhora a 240, 280,
320 e 400 rs., penles para amarrar cabello a
200 rs., ditos de niassa a 19 e 19*280, ditos de
tartaruga a 4 e 49500, ditos de baleia pira
alisar a 280 e 500 rs., enfeites de velludo
muito ricos, grampas a 40 rs. o mago, colxe-
tes em carlao e caisa a 70 rs boies para
c lea a 240 a groza, borracha de ISa e seda
[prela para calgtdo a 29*400 vara, dil de
| cores a 29, couro de lustre francez a 1/000,
1 loSOO e29 a pelle, tapetes para sapatos a 280
! e 360, bandejas muito linas a is, eslojos de
navalbas muito linas a 29, facas e garfos a
.3-3, 39200, 4-5500 e 69, cixas de tartaruga a
i 49, ditas de massa a 19280, ligas de seda a
320 o par, muito ricas luvas de seda preta
para senhora e homem a 19280, cartas Iran-
j cezas muito linos a 330 e 400 rs. o baralho,
I muilo ricos leques a 29. luvas de pellica a
119800, tesouras e Utas de loda as qnalida-
1 des ; de tudo se d amostra, no aterro da
Boa-Vista, loia de miudezas n. 78.
demos de 4
compeleules
N& loja da boaf
na rua do Queima.U
u. 92.
Vende-se o mais barato que he possivel
encontrar.
Chapeos de seda para senhora ricamente
enfeitados a 159, ditos para meninas o mais
-
ATrF-NCAo
Kissel, relojoeiro francs, vendo
relogios de ouro e prata, coiicrta
relogios, |oiase usicas, ja aqu he
condecido ha muitos annos
no paleo do Hospital n. 17.
wr
rs.
<
Luvas i.- odSo ira os sen-
res gu*r li: >: te 'i de mi 1
n > dia mbru ; na roa >t.. C dlegi
igle^es
Fualnas, fuardanapos e
U ncoes
Novo sortimento clestes artiges, o out'as|
fazendas qae na loja do Cuntale Silva na rua
da Cadeia do Itecife n 50, esquina defronle I
da rua da Madre de Dos, se vendem por ba- |
ratlMimoa pregos.ihavendo toalbas de linho
adamascadas para mesa do jantar de 9 alo 5
varas pelo barato prego lilas de algodo alcoxnados tambem para
mesa de jantar de I at 2 varas e Ue lfi a 09 ,
a duzia, guardanios de algodSo alcoxoados 1
a 2/400. 29800 e 39000 a duzia, ditos de linho j
1 4#e 53 a duzia, aloaibados de linlios ala-
mascados de duas larguras para, toalbas de!
mesB, fazenja muito superior a 2;24 a va-
ra, dito de algodSo tambem adamascado a
l3'i00avara, toalh'Sde linio para mfios e
rosto a 89000 a -izia, ditas de dito finos com
labyrintho e bieo n s puntas a 59, pecas de
panno de linho do Porto b->mde60Oa 900
res a vari, Degas de liaiiburgo 011 brim li liuin para toalbas lengoes e semillas a 9
pega com 20 varas, ilgodSo do duas larguras
proprio para lenuoes a 560 a vara e a 1:19 a
prga com 25 varas, panno do linho Uno de
lengoes o uiellior que ha para esto fio,
ser muito fresco e que com I l|t, 1 112 1 I
varas faz-so um excellente lengol a 2/J0
avira.
PShFOI.RiS. F&ANCEZS,
\ unde-se a bem conhecida agoa do Colunia do
Piver e>n Irascos randese piquenos,(|uadradus,ga-
| ranlido a qualidade; a 500 e 19 reis u frasco, sa-
bonetes .i Id 1 dus|i, canudos de pomada naoilissi-
; mo lina a 100 160 reis, dilus muitos grandes 1
bli:o dababoza ^erdaJeiracoiu muilo bwis
27 iii da ciz *27
CHAPEOS de feltro sorti los d> fabrica acre-
dita 1 de Carvalhu Pinto do Klo de Ja-
neiro
\ BAO' las fabricas do liio de Jiiciro.
VINHO de champagne de superior qualiJ'de
SALVAS, banieijas e outras obras de prata
Vende-se si ecos de alqueirescom fari-,
nha de mandioca muito boa, a prego de 9/ :!
no caes do Bamos,armazem d, esquina n. 1.
.' -ir \J'kl i& <& W ij
Pechiicha.
letras boas proprias para carro de peso e moderno que ho possivel a 109, bonets e
ludo por prego commodo : na cocheira do gorras para meninos a 3,500, pentes de tar-
Adolphe Bourgeois na rua Nova n. 61. i taruga para alar cabello a 59. ditos de dita
Vendc-so feljao branco de superior | virados a imperalnz a 123 e a 169, ligas de
quali lade, em saceos grandes a 83OOO, ditos seda muito supeiores a 19280 o par. lengos
com favas a 69 : no armazem de a. J Alves de cambraia de linho bordados coa) muilo
Teixeira, esquina do arco d ConceigSo. gosto a 63 e a 89, uitos de cambraia de linho
Vende-se qnartoUs de costado de ama- [ com bico largo de liuho em yotta a 29, ditos
habita 9 re"u- que servirn de deposito de azeite, e( de linho ;roprios para algibeira a 49 duzia,
;ue levam do 300' a 40o ciliadas : no cues do ( metas brancas de seda para menina a 2-,">o
llamos, armazem da esquina 11. I. 1 o par, ditas pretas p*ra
9
O
senhora muilo su-
-."? 600 res
l>o*nietl i fazemna Inglaterra, romas, em frascos grandes ubunitosa 19, ex-
' !li : Augusto C. de Abreu, ,.encia l!e ro;n em |ra5(iunils pequeos a -J00 reis,
^ad#a'-li. la muito fina para os dantas, em tubos gran-
I 1 ^ j~| 4l.a* w; cores.
IC SA f tU-VjrJl C5Q nba iniiitis>iinolina em vasos rquissiinos e dedivur-
Em novell s,venle seemcasi de Augus- sosgosios, extratos finissiraosemvidros brancos e
le o Hecife o. 36, de eores, de cristal ; de bonitos e diversos gostos,
O t r e oulras muitas diversidades de perfumarias que
r'- 11 as mi n 'i deixara de comprar na rua do
Queimado na bem conhecida loja de miudeza? da
boa radia n. 33.
CASAYaES BE FUS!
A IC
ife 11. .s, I
. uto
ja
na r ;ma do
lila v. irmSo.
NA LOJA DA 1GUI BRINCA
Vendem-se caixinhas de nialeira com
pecas de dita para ronstrucgao ou levanta-
inentn de palacetes e Cf pellas cujos bonitos
SeseobOS acompanham : eslas obras por seus
bons e molernos gostos gotheticos silo de
summa utilida'le aos mes'res architectos e
bastante curiosase divertidas para enlretc-
nlmento de senhoras reos baratissimos
precos de 1,500, 29. 33 o 4/, ditas cora taboaa
i!.i cores tambem mui proprias para as si
nboras dnlrelerem-se em formar qua iros do
diversos gostos e cores a SI. ditas onrtt >!i-
verlimento do meninos o no-ninas leudo ciif-
I ferenles ligurss e caracteres pintados re-
tires 'iiiiin 'o i ellas e jocozas vistas a 1,500,
39 e 2,500, ditas mu propras ar brin-
quedos 'lo meninas pur su em bonecas com
muitos e diversos vestidos, chapeus etc ,
etc., na mu Isnga dos quaes so toma aprasi-
vel pela IransformacSo que apparece na mes-
ma tigurs a 2? e 39 a caixinha, muito boni-
tas caixas para costura do senhoras, com fe-
chadur- e chave a 2o, .'itas muilo ricas com
mol lur?s para navalhas e mais arranjos pa-
ra barba pelo baratlssimo prego de 39, mui
ricas cnaruteirasou deposito de charutos pa-
ra cii- a de mesa com molduras obra mui
bem caluda, ditas de Jacaranda coni ma-
rbiniamo para trancar os ctianiios, caixas
mui bonitas e bem Celtas com lentos para
voltaretoa 4se 59, ditas maiores matisadas
e do moliior gosto que be possivel liaver a
129. V. muitos outrus objeclos do gusto que
os bons freguezes acbarao a vista : na luja
di *guia branca nos quatro cantos na rua do
Oueimado n. 16.
aviso aos senhores de engenho.
Cal nova i>e Lisboa, em barricas e e :. an-
corss. muito projria para condocgSo de
agurdente ou mol : na rua da Cadeia, de-
l'rcn'o da l'iclsgao n. 28.
4,500
00
i,500
1,000
Co'tes de barege com barra borda-
da a soda, 15 c 'Vados por
Laazinha de cor de bull gosto ."'.ira
vcstitn, o covado a
Pecas de cambraia com salpicos do
COr, com 8 112 varas pur
Csn.'braia de organdy do bom gos-
to, vara a
Chaly de coi com listras de so la, o
covado 1
Cortes r]o caigas de casemira do
cor por
Hitos de dita dita d 1 superior qua-
li I de por 6,0"0
Re es de um s panno acolcboa-
das, por 20,000
Corles de Cohetes de gorgurSo do
cor a 2. 3,iJO0
utos dedito do relindo superior
por 7,000
Ditos de caigas de meia casemira
de cot pi 1 2,000
!' uLlr s o mtas fazendas por pregos com-
modos : vende-se na rua do t'respu, loja da
esquina |oe volia para a rua da (.'adeia.
I perioresa 39, ditas brancas dealgodo mui-
.O JLflteoC ariLlaO, (|lie C*1-; to finas a 3,600 a duzia, Ollas inglezas mui-
Ito superiores a 59 a duzia, cambraias fran-
ja .. ton ando-
rina da Cadeia do Kecife n. S.
Chita franceza cores lisas, o covado 2*20. 240,
260 e .280.
Uusselina toda encarnada' covado 223
Motas de cores para meninos duzia 2?.
Saias para senhora una Is600 o bordadas a
3-000.
Cortes de barege com 17 cova !os a ? o 69.
i Ditos de dito com 20 ditos 1 N>-
lutos le cnaly com 16 UtOS a 55O0.
1,0C0 i Chales de toqui:" a 69e189.
I Ditos de dito p/etos 209.
5.0OO hilos de niorio usos a 49800
hilos de lio borii tos 8980O.
MadapoSo a 29800, 39200,39600, 39800,49,
de grstificaco
a quem der noticia certa, ou apprehender
qualquer dos escravo. seguintes : J0S0, mu-
lato, idade de 28 a 30 anuos, altura regular,
ebeio do corpo. ps um pouco crescidos,
suissa por baixo do queixo, nariz chito,
olhos pequeos e um tanto vermelhos, ci-
bellos crespos, levou roupa de algodo azul,
cbapeo de pello e cipote ; este mulato foi
escravo primeirameute do Sr. Francisco San-
tiago Hamos, proprletario do engenho Tim-
biri, e depois nesta praga escravo do Sr, Joao
Augusto Bandeira de Mello, a quem o ibai-
xo assignado comprou-o ; e julga-se ter se-
guido para a f eguezia e Una, onde consta
ter pai: e Severino, cabra, idade de 25 a 28
annos, altura regular, corpo tambem regu-
lar, (em pouca barba e conserva suissa por
baixo do queixo, tem a ponta do dedo
pollegar cortada, e cabellos carapinbos ; e
consta com certeza que se acha na freguezia
de Agua-Preta : o primeiro fugio no dia 4
de novembro deste anno ; e o segundo no
dia 13 de setembro de 1857 : quem os appre-
hender ou der noticia certa dos ditos es-
cravos codera dirigir-se nesta praga aos Srs.
I Lemos Jnior & Leal liis ou a seu senbor no
engenho Agua-Fria na freguezia de S Lou-
rengo da Malta, que ser recompensado com
a quanlia cima Manoel Tliomaz de Albu-
querque MiranbSo.
200#00
.No dia 1 i-de agosto deste correte an-
no fugiram do engenho Sete Ranchos,
freguezia de N. S. da Escada, comarca
da cidade da Victoria, os escravos seguin-
tes : Damio, crioulo, de 25 annos de
idade, pouco mais Ou menos, cor lula,
beu'os grossos e. raeio arrebatados, tem
urna cicatriz na testa de um coice de ani-
mal, pernas linas e alguma cousa ar-
enzas muilo superiores com padres muito i,eadas a f esmalmado, espadau-
lindos a 700 rs., a vara, dita lisa muilo li- ,, '
oa a 5o a pega com 8 l|2 varas, dita tambem do- a,ltura ^"5 f eSta bu*^ando ag-
muito tina o cot urna vara de largura a 63 era ; Jacintho, crioulo, de 28 annos de
a 6,500 a pega com 10 varas, lil de linbuj idade pouco mais ou menos, altura regu-
bordadocom urna vara de largura a I 400 a i|a,-f COr preta, pouca barba, beieo gros-
vara, chaly liso muito lino de cores muito sos, c lazcerto {jeito na bocea qundofal-
lindasquo p.irecom grosdenaples de cores a '. "
700 rs o covado, barege Je seda com qua-
dros de cores muito bonitas a 640 rs. o co-
vado, potnpelinas muito linas com listras de
sola a 800 rs. o covado, c'ialy de flores e
Ijslrasde seda con padrOPS inteiramente
novos a I5 o covado, grosienaplas de qua-
drinhos e p-drdes muilo lindos e superior
fazen la a I91OO o covado, ditos estreitos
9900,49800, 5/200 e maito lino a 69 a pega ; ta bem de quadrinhos o I9 o covado, golli-

ie'ueiii
p* chincha
Nova t'iriniiM de mandioca, milho e feijSo,
saceos g'andes e baratos, pa-a si^ acabar
na rua
de 20 vari s
Chitas escuras e cl ras de lindos padres a
200 reis o covado.
Cambraia lisa lina a meia varase
39800
Di ti s ,;. sal 1 icos ga ia varas a
.
Ricas golliq las urna 3
l-.'.i! r netos a I i as boi la
Chales decambraia do ultimo gosto um 49
De tudo I se amostras com nenhor.
; poi tante
Vende-so um cirro americano muilo forte,
pintadoe le novo e com gosto, pode
nhas de camraia muilo tina e muito bem
bordadas a t,200, chales de ehaly com lis-
tras de so ia e do lo as f s cores a "9, ditos
de merino trancj lo bordados a mitre e da
mesma cor do chaly a 99, ditos bordados
em 2 ponas a lie, dit.is de chaly muito lino
com barra estampada a 9/, ditos de merino
muilo (no bor lados a velludo a 129,ditos de
seda muito grandes a 199, organlys muito
Tina de padres muilo bonitos a 700 rs o co-
vado, chitas francezas muito linas padres
claros o oscuros a 280 rs. o covado, grosde-
naples preto a 19800 o covado, sarja preta
ht'Spanhola a 2,4u0 o covado, seda br.uica
lavrada muito superior a 2,5o0 o covado, ti-
Queimado n 14, loja de ferrigens LSo .,,,, do Sr M. GonCalvea da Silva.
eir. |v "
Esguo. ifi>Jl
Vende-se esguifio de linho muito lino a
16a 1 peca, com 12 jardas : na rua do Qoel-
an-lar eom om ou dous cavailos, be proprio ras borla tus muito finas a 3?e a 49 a pega,
para ilgumSr. n focante que more em si- enlre-meios muito linos a 15U20 a pega, ri-
ti, e que lenba devirao Recife todos os cas colchas de damasco a 8,500, tapete mui-
dlas : a IMiar no it.-rro da tioa-Vista, loja to superior do padrao muilo bonito a 2 800
de miudezas n 58, o carro he de conslruc- o covado, mantas pretas do tinbo bordados a
se la a 129, veos prelos da mesma qualida-
de a U1***. lengos brincos gandes proprios
para cabega a 400 rs., ditos brancos de cassa
mado a. 22. i loja di Bo Fi
Kscravo pega.
Vend mulato, ptima fi-
gura, e 'iplro boleeiro na rua de Santo
Amaro Mi.n lo Novo 11 .6
-- Vende-se vinho a 29530 a ranada, e a
320 a garrrfa, assim co O mais gneros por
orego comeo Jo : 110 aterro da loa- Vista u.
'88, defronle da matriz.
gh s.
la, tem urna cicatriz em tima das faces,
pernas linas, esmalmado, fuma, tocador
de viola. O primeiro foi comprado ao Sr.
Joo Francisco Barbosa da Silva Cumaru'
filho do Sr. major Antonio Gomes da
Silva Cujnaru', e o segundo diz que foi
escravo da familia do Sr. Joao N'unes da
fazenda do Sitio, em Pageu' de Flores, e
comprado na prac,a de Pernambuco.
Consta que ditos escravos estao emPageii'
de Flores por portadores que mandil e
de la' vieram : roga-se as autoridadespo-
liciaes c capitaes de campo, de os pegar
elevar ao relerido engenho a Bernardino
Barbosa da Silva, ou na praca de Per-
nambuco ao lllm. Sr. Manoel Alves Fer-
reira, (pie serao recompensados com a
quantia de 200,000.
No da 3 do corrente fugio o esenvo
de nome Jos de nagSo, ja velho, grosso,
rosto regular e quanio esta beba lo emper-
tiga-se todo e abro militos olhos para rJis-
farcara bebed'ira, ebega muitas vezes a
cahir, cosluma a fzer e vender vassouras
de palha, usa as vezes palctot cor de vinho,
caiga azul de algodSo ou de riscado, usa de
bonet de panno ou barrete, consta que an-
dou ultimtmento pelo Monteiro
e Apipncos
e de camb aia para algiboira a 2,600 a du- e talvex se encoutre por aquelles arredores
Vende-se um lindo soriimento de relogios e assim outras muuas fazendas que ven- |ou Caxanga, e lera talvez ilo para o mallo,
'dem-se muito barato na rua do Oueimado 1 recommen ta-se aos eapilaes de camoo que
n. 22, na bem conhecida loja da boa f que peguem e o levem 10 sitio de* Eusebio
vara commoi la e dos freguezes so conser- | Kapliael *r\brllo 110 Caldereiro ou no es-
pera abort ate as 8 1[2 lluras da noitc.
No escriptoiio de Domingos Alves
Matheusna rua d'Apouon. 21 teiu para
vender o seguinte :
Ricos eelegantes pianos.
de ouro o prata loarados, para lo los os pre-
COS,.pata homom e senhora : na rua da Cruz
do Itecife 1. 50, primeiro andar.
I
1
Cortes de chita do barra a 23000 o corte :
na rua do Crespo, esquina que volta para a
rua da Cadeia.
en. *,orio de Francisco Severiano "tabello &
filho no largo da ^ssembla que sero re-
compensados e mesmo so gratilicar a
quem der noticiadelle.
PERN TTP. DE M. F DC FARIA:- 1841
miitii Ano


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