Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07139


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Full Text
AMNO XXXIV N. 2G.
MMiMtM -
Por 5 mezei adiantadoi 4$00(>.
Por 3 mcze vencidoi 5#000.
IJIARTA FEIK.V 17 DE KOYEMBRO DE 1858.
i !...
Por anno adiantado 15J000.
Porte franco para o subscriptor.
?
ENCARREliADOS DA SUBSCUIPCA'O DO NORTE.
Parahiba, Ir. Jhi Bodolphe 8omt; Natal, Benhor 4n-
l.oio Marques di lilea Aracaij, Si. A. de Lemas Braga ;
Seara, Si. J. JoM* da Olivaira ; Maranhio, ol Jos Taiaira
eta Malla i Piauhj, Ir. Joa Joaquim Avelhno ; Par. Si.
SoMina J. amos; Amiionai, Ir. Jeieejme da Cotia.
PART HA DOS COR REOS.
Olinda tojos os das, as ae Bela). tiarae do da.
lf!uara.*u', Goiaoaa Parahiba, na. aagaadaa aaestae-rolno.
B. Aatlo,fl i, i .. Alnfeo a Garaahaa*: aa loraa-fain.
o. Loaivaf i. d a aiareui, Llaaoeira, Braja. PeaOjoalrai fagaaei-
ra, Floraai Villa-Bolla, Boa-Vista, Oarictacs; Bao', Rae qaaitaa-rairaa.
C.i><, i|iiijura, SeriaMeaa, Rio Poraaoao, Lu, Barrairoa.Anal-Praiai
Pini'-ntt'lr.T.. -\a;t/: jaiaua-reinae.
(Todo, o. corrcio. ;i.r(eia .. 10 boraa da atala.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommareia : eejtundas o quimas.
elacao lertae fairaa aabbadoa.
Faianda : quanat aabbadoa aa 10 boraa.
Juia do eommareia : nauoda aa 10 horaa a outnise aa Balo da.
Dilo deorphaoa: segundas a quiolai ai 10 horas.
Primeira rara do eiral.- segundas aanaa a* maio da.
legunda rara da lirel : quarlaa aabbadoa aa maio da.
EPHEMERIDES DO MEZ DE NO VEM BRO.
B La ora aa 2 borai a29 minutos da mantisa.
13 Quario crateme aa 6 boraa a 23 minuloa da urda.
ti La ehafa aoa 5 minuloa da mai.baa.
>7 Quario minguanie aa 3 lloros a 19 minutos da manht a,
l'REAMAR DE HOJE.
Prlmalra as 2 horas a 30 minutos da manbaa.
leteunda as 2 boras e C minuloa da larda.
w
PA1TB OFIICIAL
OOVjBBMO DA FBOVINCIA
EXPEDIENTE EM ADHITAMKM'O AO I) DA
! DE OUTBrtO.
Kjpedicnle do secretario do gocerno.
Oficio ao 2- supplenti) do juiz municipal rio
ierran da EscadaS. Exc. o Sr. presidente da
provincia manda aeeusar a recepeao do oftlcio, quo
V. S. Ihe dirigi em 21 de selembro, prestando
as nforniaces exigidas no de l de raara-o desie
anno.
Ignaes aos :
Juiz municipal do lermo do Garanhuns, arcu-
sando o de S. S. de 10 de setembro.
Prestando as informajoes oxig'tdas em 23 de
marco.
SubJelegado 1 supplente do districio de Cru-
angi, freguezia de Itarab, aecusando o de V.S.
de 14 de setembro.
Subdelegado 5 supplente da roguezia de Goi-
anoa, aecusando o de S. S. de 18 de setem-
bro.
Subdelegado da freguezia de S. Dent, aecusan-
do de S. S. de l> de setembro.
Juiz de paz do 2 discriclo da freguezia dos
Afogados, aecuzand') o de S. S. de 30 de setem-
bro.
Juiz de paz do districto do I'050 Comprido, fre-
guezia de (iaranbuns, aecusando o de S. S. de 20
de setembro.
Juiz de paz do 1 districto da freguezia de S.
liento, aecusando o de S. S. de 19 de setembro.
lui/. de paz do 2- districto d freguezia do Mu-
vibuca, aecusando o de S. S. de 2S de setem-
bro.
__
Delegado do termo de Nazaretb, aecusando o de
S. S. de 22 de setembro.
Delegado do lermo de Pao d'Alho recusando o
de S. S. de 15 do setembro.
Juiz de paz do 3* districto da freguezia da Es-
cada, aecusando o de S. S. de 21 de setem-1
bro.
Prestando as informajOes exigidas em ollicio de
1 li Je marc,o.
Juiz do direilo interino da comarca do Rio For- '
raoso, aecusatijo o do S. S. de lodo setem-
bro.
Restando as informarles exigidas cm 23 de
inarr;o.
SubJelegado da freguezia de Grvala, aecusan-
do o de S. S. do 1 do uutubro.
Subdelegado do districto de I'anellas, roguezia 1
de Bonito, aecusando o de S. S. de 22 de ouiu- '
bro.
Juiz de paz da freguezia de Papacara, aecusan-
do o de S. S. de 14 de oulubro.
Juiz de paz do districto de Jup, freguezia do
S. liento, aecusando o do S. S. de 16 de se-
tembro.
Juiz de paz do 1* districto da freguezia de .\'a-
zaretli, aecusando o do S. .S. do 22 de setem-
bro.
Subdelegado da freguezia de Sania Mara da
los-Vista, aecusando o de S. S. de 13 do
agosto.
Sobdelegado supplente da Jri.-.'jc/.ia do Pao
d'Albo, aecusando o do S. S. de*j3 de setem-
bro.
-28- '
OlUeio ao mirorhal de campo commandante dai
armas interino. Tomando ern cotysidaracao o qua
V. Esa. pondera ain seus ollieit .'le 7 e 27 do cor-
rete, lando a declarar-lite que aiutoriso o comin- danta da companhia fita a realasar. como V. Etc.
propde, sob a inspecr.io do di/raclor dai obras mi-
litares, os aoneerlos to que nacessilam as cavallan-
'.' is da mean cump 11 lua, podiendo con) isso despen-
der-sa al a quanln de 300a. Communicou-sa ao
uiipeclor da thesouraria dt Tazouda e ao director das
obras militares.
Dilo ao mesmo. MaorHe V. Ec. abrir asseiita-
menlo de prar;,i aos rc.iulai Ju.tiuo Jos .Uves a
lialilino Lopes da Lima aos qaaas se refere o scu
oflicio da homaro, iob 11. 635.
Dito ao mesm.Mm, da o recrula l^oacio Be zarra, que foi jaleado inca-
paz do ser vico do eieici lo, como coma do lerinn de
in-pacrlo aniieio ao o I" licio de V. Ec. de luuilem,
sob 11. 62b' Commum.cuu-se ,10 chele da polica.
Dilo ao mesroo.Fa 50 apresentar a V. Exc, para
ser inspeccionado, o recrula Antonio Joaqun).
Commuuicoo-se m r'iiefe da polica.
Dito ao iiiesinu. Uuciia V. Esc. informar aobre
n incluso requeiim auto dosorneiUado de Sevcriiio
Mariini de Faria. ,
Dito ao niesmo. IJoaira V. Eie. iuformar sobra
oque, no olTicio/ junio ualado de lioteru, prope o
cunselbo admin'istralivo para forneciiuenlo do arse-
nal de guerra. .
Dito ao eom mandante superior da guarda nacional
do mouicipio de Naiareth.Ao sea ufTifio de 10 de
agosto ultirrW, sob n. 6"), e hontero recebido, res-
pondo deca rau lo qie ja loram nomeados o com-
inaudaiiloj'do batalhio 11. Is de infanUria, e u capi-
lio iijafartel inealre desse cummau lo aoperlor, como
sj/fommunicnu a V. S. em ollicio de 2f do crranle.
*^ Dito ao mesmo.Tanho presenta o oflicio que V.
S. me diripio em 211 da setembro ultimo, sol o. SO,
e no qoal manilesla os iuconveucntes que resullsin
da deitaram os ufliciciaas da guarda nacional o ei-
arciaio de saos po de policia, com detrimento do servido da mearua
guarda, que dessa molo nao pole ser salislaclom-
m.ute reilo, como (em acontecido, deisaudo de rni-
nulrar-ie as rel2c,Gea da conducta t relatnos do
eslado dos carpos.
E em resposla eabe-me dizer que, nao convindn
que os oliciaes da guarda nacional lej-tm piivados da
prestar os aus se viras ni poln-, segundo o bem
publico eligir, resta que V. S. providencie alna de
que os cllie que liveram da oceupar interina-
mente os poslos, cumprain as orden* espedidas aos
>eui antecessores, os quaes. todas aa vezes que Ibes
eoubar entrar em servido effeclivo da cargos de po-
lica, n 1 podein asercer taes poslos em virluJc das
(i spo-.ii.oei em vigor.
Dito ao commandante superior da guarda nacio-
nal da comarca da Santo Anulo.Inlsirado de quan-
lo me comuiunica V. S. em sea oflicio de 19 du cor-
rente, lenho a decl.rar-lhe qua devem ser logo en-
viadata presidencia a< listas das qailifieares leitas
na guarda nanau-I sob sea coinm^n lo supsrior, re-
mell-ii 1"-- as qua anda f iltarem ao passo que se
foram apromptando.
Dito ao Dr. Jo.lo de S*ua Heia, jaiz de direilo da
comarca da Boavisla.Fien mteira 'a ils liavrr Vine,
eomo participa em seo oflicio de 3 do correte, no-
meado o cidad.lo llelariniuo Ferreira Pa tiln para
exercer interiuaminle as fuucce* de promotor pu-
blico da comarca da B lvida.
Dilo ao ineini'i.Pelo seu ollicio da S do corrente
fiquei inteirado da haver Vine, dado turneen i cor-
relejlo, e convocado a sesj- > do jary do termo da Ci-
brnb'para o da :> desle niel.
Dito ao director interino das obras publicas.
Faca Vme. construir a eorinha do palacio do gover-
110, segundo o plano que lumlem aprcscnloo-me.
Dilo ao coinmi-sario vaccinador provincial.Com
esle ollicio remello a Vine, un envoltorio contando
pos vaccinieo.
Dito ao agente da rompanhia brasileira dos pa-
ineles a vapor.Considera Vine, aem afeito as per-
lada! que aioda estiverem por coinprir, conceden lo
lugares de pa'iag.i'os de astado a quaesqoer pessoas
que nao forem olliciaea e piaeat do exercito ou ar-
mada.
Dito ao mesmo.Kerommendo a Vine, que as
parlicipa;Oaa qae dirigir .1 presidencia, acerca das
chegadaa de todos os paqaetes perltncenles i com-
p.mlna brasileira, declare sempre se ha ou n.la la-
garas desocrorjadoa para pasaagtirot tl'estado, e lis
caso flirroalivo, o uurutru -dieses lugares e as clas-
ses respectivas.
Dito a cmara municipal de .Nizaretli.Kespon-
dendo ao oflicio, que em 1 do corrente, me dirigi a
cmara mauicipal da Nazareth, lenho a declarar que
appiovo ai nrremalaroes dos impontoi, que consli-
luem as rendaa dessa municipalidade, por lempo de
una anno a contar do 1- diste raez, obiervando-ie as
eslipulacet cointanles do termos, que acompanha-
ram o citado olilrin.
Circular aos subdelegados de to las as fresnezias.
Ilaja Vine, de organtsdr, alim da ser enviado a
osla presidencia, alo o dia I," da Janeiro prosuno vin-
douro, o mappa da poptilarao livre e escrava dessa
Iregnczia, com todas as declar.itdea iadieadaa no mo-
-elo incluso, cuinprin lo que se leulia lodo o einpe-
nho em que esse trab esartidno, que for possivel.Ignaes, eaotalis mu-
tandt-', o aos mbielega-los de Indos o* dlflrielos.
Portarla.O presidente da provincia, atlendendo
an que requeren o segn.lo escrlplurario da lliesou-
raria provincial bachar.l Aulonio Wiirnvio Pinta
liinleira e Aeeioli de Vasconcelos, e tenJo em va-
la a informaban do respectivo Inspector datado da
21 do rorrele, sob numero :t"0, resnlve conceder-
me ; me/es de liceu;a com venciinenloi na forma
do artigo i'.t do regul nienlo dr II da ngoilo do 1852,
para lialai de toa sauJe na provincia do Ceafa.
h.ipedienle d secretario do goieruo.
Ollicio ao mareelial de campo rniuiim tanta das
armas imerino S. Ec. o Sr. presidente da provin-
cia manda derlarar a V. rite, qua nesla daia se
Iransmitte a Ihetoararia provlneiat, alim do proce-
derse na eonformld 1 le di informaco jaula, o te- I
queriin.-nl 1 que acompanhou o olli-ice de V. Esc. de:
S do corrulla, sob numero |SS, e no qual alfares :
do ti- iiIo'.I.."m ile 111ldi1l.111.1 Joto Bapliala Itispo pe-
de pagameiilo da quaulia de 7llrUtl res, que dea- I
pandee cuna o fornaeirnaato de luzes para o quarlel
do deelaeamenle de Barreiros, no tempo decoin.io
do de dezembro de 18">7 ao ultimo de ulho desle
anne.
Dila eo juiz de direilo da comarca da li.iraiihans.
S. Esc. o Sr. presidente da provincia taanda acen-
sar a 'Oeepelo do uflieio, que V. S. Ihe dirigi em
9 do crreme, s 1I1 numero :!:!, rom m rnappas ela-
ij.ti-. .1.1 segunda ac.-au da jury do termo de liara- '
iihuns, liaviio no crranle enno.
Dito ao director geral de niliueeao publica.Sa-
li-fai.ettilo ao que V. S. s? servio reqoisitir-me, em 1
se 1 -eo oi'ii-i 1 desla dala, remello 7 exemplarn ila !
le numero i.i .11 I i de maio de 1855, restando a-
penss que licam 110 archivo desta eecrrlaris.
Dito a Belarmino Feneira Pili ha, preaaollor pu-
blico interino da comarca di Boa-Vista.S. Ese. o
Sr. pre-i lente da provincia minia acensar a reeep-
jo do olflcio, que V. S. Ili dirigi em ."> do Br-
renla parlielpando ler entra lo no eiarcieio interino
das fone^oes do |tromolor publico dessa rjmdrcj,
por nomearao do respectivo juie de direilo.
Dito 11 sobdelegado eapnlenleda di-dnrio de Cor-
renles, Iregurzn te liiranliuus.S. Ksc. o Sr. pre-
sidente da provincia minia acensar a recepto do
oflicio, que V. S. Ih. dirigi em 21 de setembro
presla lo as iiil'orin-iciics esigi las na eirenlar da 2:1
ile marro do corrente anno.Igoal ao |t.i de paz
'lo mesmo disUClo, ac.ru?ando o de S. ?>. da 21 de
selemuro.
Dilo ao jaiz de paz presidenta da junte qnaliflca-
dora di rrecueaia da Sania Mara di ttoa-Vieta.
S. Etc. oSr. presdanle ila proviocia mana aeeusar
a raeeoeflo do olli-iu, qae V. S. Ihe dirigi em 27
deaeteaibro ulinno cun a coma aulheutica, logan-
do fo exigido, da acia dos Ir.baltio* a que proceden
uno a junl 1 quatilicadora dessa frogtjezia na
Gonlorinidade do irugo 22 da le legularmenlr nu-
mero yS7 de 19 de agoalo de 1816.
2il
Dllieio ao mareehal do campo eoinmandanle das
armas inlsr 110.Visto o qae informo* o inspector
da iliesouraiii te, c.ibe-mede larar a V. Esc. em raspala a >eu
oiReio de 2'l de gasto ultimo, sera devi lamente sa-
le a despena, que ier com o Iralemenlo da.
prac.ae de deslacameulo de Villa Bslla, poden 10 ser
tneairegad 1 d.bse tratamenio o luojico, Girurglo ou
euf.rmeiro que Iiouver no lu_ .
Dilo ao meiaiv.Vlslo o que V. Ese. me com-
munea em aoa effleo de 5 do crrenle, e iiiformou
o in,pector da lliesoiirarta da faeen la, cabe-ine di
zer-lha que o ollcial que Ufar de seguir para tur.i-
nlnis, levara' recebar ua |tbesourana de falendl a
qiiaulia de 'lOll? rs. para o pagamento das crasas do
destacamento da povoaelo de S. Bento' o neila eoxi-
(0 mi 1 de podera X. Ese. expedirs ordens ueces-
sarias, commanicando-ma o imiita da ollcial,a quem
deve ser aolregue aquella qoaBlio.
Dila ao me.ino.(%|ueira V. Esc. pnviar-me a re-
! lac.ao dos olliciaes do corpo de engenlieiros, eiisleu-
: te Deata provioeia, assim como dos que liverem o
! curso complelo da escola militar.
lino ao mesmo.Pelo seu ofBrio de lioutein, sob
' n. _'>, fiquei nleirede de haver V. Ese. uotueado
I o aleles do S- ImialhAo de iulantaria. Alanoel Joa-
; quiui de Olivaira i.urclialnt para rendar nu dasla-
[ caiiieuto de Tacaralas1 o alfera. Boque Soares da Sil-
; va, quo fui transferido do!)- para o 12 biialhao de
infatuara.Cotuinuuicoii-se ao ebefa de polica.
Dito ao enuselheiro delegado da repulirlo espe-
cial das Ierras publica-.Para axecuc.a'o do artigo
I j. do regulaiueulo de 30 de Janeiro de IV. i, voa
recommoiidar a V. S. que prepare para eer-ine pre-
I sen i r urna tarifa dos salarios e emolumentos, que os
julzei coinmis.arios, seus escrivAea e agrimensores
! .ii-s .".1 recebar das partes pelas medieOes, que lize-
rain, e da illosIracAo e le\0 je y. S. coulij o cabal
, desempeuho Jeste Irabatbo.
Dito ao in>pecior da thesouraiia de f.zends.
. IJuetra V.S. informar sobre a materia do incluso
leqitertmeiilo do capildo do '.)' balalliao de inliula-
na Fumino da Conha llego.
Dilo ao coniinandante superior da goanla nacional
da comarca de Uaranhune.Ao seu ollicio de H do
1 crrenle respouao daclatando que deve ler o coui-
pra-sedesla presidencia a patente da redima do
. majar da anh^a guarda nacional Chrulovao l'eixai-
ra de Macado, que proemluda as-a formalidade
podera' a mesxa pateulo ser publicada sin ordem do
da.
Dilo ao coronel Jos de Carvalbo Arauj Caval-
ranie.Pelo seu ollicio de5 do cunele liquet 111-
leirado ds baver V. S. n'aquelia data, reassumtdo o
esercicio das loucc.es de commandante superior da
guarda uaciunal da cutnarca de liaranhuns.
Dilo ao iuiz de mreilo especial do rommereio.
j lid' riiian lo a adminilrarao geral tos e-labeliei-
mentos de earidada de que, aliento o crescldu nume-
ro do aliena los, e a falla de nece.saria seguranija
dos qoirloa do hospital de candada nao polo ser n.1
leadaaitlido Joa Carreiro da Silva, que, aehsndo
indiciado em quebra friudolanlii, foi atacado de
alieuac.an nenl.l, convin que esse individuo seja
coiuervalo na ca-a de delensao, onda sera traa lo
pelo medico re-;.erltvo.
A-sini respou lo an tllicio de V. S de 23 to tr-
renlo, deruiveuJo-lhc os papis, que o aconipa-
ulniam.
Dilo ao direelor interino das obras publicas.__Po-
de Vme. autansar o ajudanle da engenhsiros desea
reparlito Felis Ramos Leieolhier a proceder na con
formidade dos tres ped lus, que fez no ollicio que,
pro copia, acoropanhou o que Vme. me dirigi hou-
lein, sub n. 332, que tica assim respondida.Com-
muni-uiise ao inspector da Ihetoararia provincial.
Dito ao director do arsenal da guerra.Mande
Vme, por cotila do ministerio do imperto, preparar
e enlresar ao eiigonlieiro Bacal da estrada de fetro
os movis constantes da rels^o junta, nao llevando
porotal a aoa importancia exceder a 250301H) rs.
Commoiiicou-se ao en^cnheiro fiscal.
Itiln ao direelor tas obraa militares.Pude Vme.
cuntrdtar cun Fianeisco Joaquim da Coila, que apr-
senla para seu fiador Manual Jos l.one-lves, s fac-
tura das obras de quarlel da guarda nacional pela
quanlia de 2699000 r., c quanlo as obras d, quar-
lel de Sanio Amaro, js se pr.ivi tenciou pela furnia
declarada em man olli o > bonlem.Comiuuuicou-
ae ao Inepteler d 1 Ihasooraria de fazeuda e ao eona-
mandaute das armaa interino.
Dilo a a1inioislrar;ao geral dos eilabalecimentos de
candad?.Ao ollicio, quo honlatn dingio-me a ad-
ininisirat.i 1 y..? -I dos esl.beleciincntos de carlade,
respondo declarando que, visln n3o liaver nrilo
concedida por lei, compre que s jato pagos os diret-
los devidos pelo despacho dos objeetoa viudos da lu-
ropa para o servido da cm dos esqostos.
Portara.O presidente da provincia, conforman-
do se cora a propntta do Dr. ebefe da polica de 5 do
corrente, sob 11. 920, te-nlve iiom^ar a J0A0 Carnei-
to Leililo de Mello, para o logar I igO da sulidelegado
de polica do segunde districto da frehuezia do S.
Loureuca) da Malla.(. itumuul:oa-se ao chsfe de
pe ti 1.
Dita.O presidente da provincia, atlendendo ao
que Ihe requer rain os prnfesiores pblicos Joso Iri
neu da Silva Sintos, e Masimiatto Narciso Sobreira
de Mello, resolve transferir o primetro da eadeira de
lnitroc(3o primaria do curato da S de Olinda para
a da povoac,ao de Ipojuca e desta para aquell 10 se-
gundo dos rnsuciiniados professorea, fazendo se as
convenientes declaraeoes nos ttulos de ambos.
Cotnmuoieoa-ae ao director (-.al de nstrocrao pu-
blica.
Dila.O presdil!; da provincia, lendo em vista o
que represeulou o director gei! de iBsIracc^lo [iu-
blica, reaolve iiomear o Dr. Manoel .'otm Car-
neiro da Cunlia, para o logar vago da delegado S
dhtlrielo Iliterario das fregueztas da [gnraaa e lia
maraca, visto ler-se mudado o Dr. Adelina Antonio
de Lena Freir, que extrcia o sobredilo lugar.
DAS da semana.
15 Segunda.?. Clementino aa. 8s. Pliilomenoe Veneranda mm
1l> Terca. S. Gnucalu de Lagos Ss. Elpidio e Valeria mm.
17 Quarta. 8. Gregorio Thaumaturgo b.; S. Salnica v. f.
18 Quima. 8. 1 id..11 ab. : S. Esiquip m. : S. Han ella ni.
ID Sella. S- Isabel viuva rainha ; 8. Ponciano p. m.
20 Sabbado. S. Felis de Valois; S. Octavio m.; S. Theopazio m.
21 Domingo. Ss. Honorio e lleliudoro mm.; S. Gelazio m.
ENCARREGADOS DA SUBSCBIPCA'O DO SUL.
sVlagoas, o Sr. Claudino Falcao Dias ; Baha, o Ir. D. Duprae)
BJo da Janeiro, o 8r. Joao Paraira Martina.
EM PERNAMBUCO.
O Proprlalarloda DIARIO Hanoal Figuelroa de farla, oa so*
Uvraria, praca da lodapeodancia cu. I a 8.
Communico-se ao director geral de ioslrucco pu-
blica.
Expediente do secretario do gocerno.
Oflicio ao chela de polica.S. Ese. o Sr. presi-
dente d provincia manda aeeusar a receptan do olli-
cio, que lioutein Ihe dirigi V. S., sob o. 988, com
rnappa .10. Ixabalhos da promotoria publica da co-
marea d- liaranhuns no mez de eeltmhro prosimo
lindo.
.) to ai inspector da (beeonraria de fazenda.S.
Esc. o sr. prealdeete da provlnetd manda declarar-
Ihe que liveram o convenieule deatino os cilicios, que
arompai h iran na de V. S. de 22 e 2S do corrsnle,
sob na. '|S| e SJ.
Dito an eonsetho administrativo para fornectmenlo
du arsenal ,|a guerra.O Esm. Sr. presidente da
provincia manda cntiiiiinuic r ao consello adminis-
Iralivo qae. por desfacbo desla dala, aulunsoa o iue-
peelor da Ihesuraria provincial a mandar pagel a
Francisco J.1 Baplista a quanlia de tijiO rs., im-
porlaticia dos ot*jec(os, que elle vondeu ao meimo
caiiselbo com destino a casa da detent.io
ItiO DE JANEIRO.
7 de novembro de 18'iS.
lustiiutii Histrico.O instituto Histrico lieo-
graplneo Braslleiro relebron aute-hoolem saa aas-
s:ln honrada rom a augusta presenca de S. M. 1.
Arh iram-sa presentes os Sis viacoude de Saptiea-
h>, corjselhetro C. Baplista ds Olivaira. D-s. Maca-
do, Lagos, Fonles, Figuairedo, Pereira Pinto, l"er-
nand.a de Barros, Jirdim, comm.Mida tur Lonlia
Maltos, Nobertu, Suares, e Fernandas Piuliciro.
Coosloa 0 eipedienle de am ofll.-io do Sr. Ao-
gnslo doMenetei ollTeeendo urna biograpbla de
Aulnnio l'raneiseo Lisboa, cei >bre escolptor minei-
ro. mais ciiiheei 1o pelo appellidn de Aleijadinho.
I t-tti 1.1 S-. Ignacio Jn-f de Maraes Juuior re-
mellen to a olna intitlalaOMuata, Carembe o
I'.vos Maravea, Chevue, Muiros, Murum.ias, Lri-
das e entres da frica ostral, diario ila espelirAo
pnrloguezi commana.'ida palo major Mouteiro,a
qual piarn) t.So se receneu.
SAo eflerecidas pelo Sr. J. A. Teiseira da Mello
0 seo livro de poesas denominado ((Sombras e So-
nhos e varias jarnaes de diversas provincias.
Le-sc e approva-aa uin parecer da commiss.lo de
admtssjlo de socios, pmpondo qua se espeta o diplo-
ma de membro cunespindenle ao Sr. J.'R. Gsba-
! glia. Ficou sobre a mesa, mas lando o Sr. Dr. La-
- 'i proposlo a urgencia, procedeu-se a* immediala
v 1 it.io, sendo o Jilo Sr. Gahaglia admitlido ona-
nimamenle.
L.-se a tica sobre a mesa um pareeor da commis-
ao de geographia sobre o compendio desla materia
1 do Sr. Dr. Prasedas.
afJreeenlou-ea ama proposta asiignada pelos Srs.
1 Dts. I'eruaudes P tilieiru, Macedo e Noherto, pro-
pindo cara socio correspondente ao Sr. Rodriga lo-
se lerreira Brelas, autor de un SMbociO bi igraphiro
sobre o esculplnr mitteiro, o Aleijadinho.A'
cemaaiaalo.
O Sr>. Porlo-Alegre e Coraja communicam que
deiiam de compirectr por insommodados.
> i 1 hsvendu inaia nada a liatar, Jlevatilon-se a
aassio.
.Nacionalidades dn* lilhua de eilrangeirof nas-
cidos no patz.
I.om a maior Insistencia lem a diplomara ealran-
, ucira suscitado qtie-lao acerca da naciotialidade dos
- de eslrangeirus aqu residentes. Em presenta
. da disposie,:io lerminantissima da nossa consliiui-
.' ', qae n:io so declara Brasileiros lodos oa nasci-
do. no pair, mas ain la mais especilicadatuenle de-
-i-na oa filbos de eslraugeiros que aqu residirem
ua 1 sendo am servido de ana narao, essa quasla.i n,io
; deve subsistir, porquajito a lei fundamental do Es-
tadu uAu pode ser abalada pelos inleresses o cotn-
tnidus da alguns que contra ella leclamam.
.Na espeeialidade to direilo estatuido no nosso
I pacle fundameiit il, o lugar do nasctmenio he o ca-
racterstico determinativo da nacionahdade, a lano
, que ao pasco que be cidadilo brasileiro o li'lio de
eslrangeire oasctdo no pai, o liiho de Bresilelre
nascido em patz eslrangaico 11A0 he considerado ci-
I dadlo, sean quandu no Brasil vetilla ealabelecer o
aeu domicilio.
Erna legi-larao sera' pnr ventura logiea, conclo-
danle, lera' sau apoio ua rallo '.' Logo o esamina-
' remos, e esperamos ser lao felizes que moatremGS
; qoe nesse ponto n.i.i elaadicaram, na 1 se desviaram
dos saos principios os que esereveram o nosso pac-
to fundaiiienlal. Por ora basta dizer : Tal be a lei;
11A0 ha queslao : tal he a lei, o o estraugeiro que
aqu vem rendir deve saber della : aceilou-a e \o-
, I'ii: an mente se Ihe submetleu..
Tal he a lei, a le iiudatiieulal : aquellas a quem
ella desagrada tein em suaa mitos um recurso para
l e.ila la : qae niuguem ha obrigado a permanecer
. em om pan a enja lei, a cujas instituices mo ae
quer sujeilar. Entretanto a diplomacia n.lo nter-
rompe as suas esigeitcies, para que seja ravogada
esea lei ; para qae os lithos de eslraugeiros aea09
coii-i jerados ailraogenos, eomo seus pala.
i'-tn virtude da ins sleneia nessa redamatao, ja o
governo lom sido obrigado a Tachar os olhos am al-
gamas oecasioas em que o titulo da cidadgo trazia
alguin encargo do servteo publico para 01 lilhoe de
: eslraugeiros ; assim lem consentido em que nao ss-
j-m enaguo* ao listamente da guarda nacional o*
; IiIIiob de lngle*s; e'qnasles. graves se lem dado ja
I na Bolonia de S. Leopoldo, no Kio-tiranlo do Mil*
I Para evitar sentes tem-se recorrido a IrattaaetSe*
(|ae sempre alloem a forea moral da auloridade.
lira, recebando o imperio de da em da maior uu-
1 mero de ealrengeiros, provoeandsi cora todo o em-
| peuhn anda maior alllueucia delles ; seudo com
; tanta la/.io, vido, insaciavel de rolouiaa^ao, quaudo
altea le ja s urgencias da saa lavoura, ja a' un-
uiensidad* do seu tairitono, he de prever que tees
, queslasi. da da em da se multipliquen).
1 .ami.ro pois liqoida-las.
Sibemos que n direilo da cidadao I ra-ileir.i. a
n.io ser para quelles qui prelondem empregos |.u-
I Dlieoe, Iradu/.-se mais em encargos do que em vau-
1 ij-iis ; e qna da laes encargos eslo livres os aa-
Irangelroa. I) cidado br.alleiro legnos deleito an-
uos e dos dazoito ale os cineoenta esl.i aojoito ao
recrutamentn ; deve pertenter a gu ir la nacional ,
pole ser arraucailo a sitas occupares para Iraen-
lar-se durante longos das na. cadeias de juiz de
Tacto. Da ludo isso su utna compensaban : a gloria
de levar seu v : 1 urna parorlual em uia de elei-
ees, o assim concorrer com ama mnima pancula
paia a Teilura do eleilor que lem de concorrer para
a eler;lo do depulado ou senador.
V. assim mui n*turalmente lodos os que se deaU-
, natn aa pr fisses in luslriaes, ao coiittnertip, a' la-
: voura, se nao lem um grtnde zelo patritico, pre-
; Terem ser cotisiderad.ia estrangeirns, poia livram-se
I da incommu los e de sacrtlieius, lano mais quanlo
na liora em que, mal succedidus ua earreira indus-
trial, pretenderen) algutu emprego publico, netihu-
llla itnpossibilidals 11* lolhe, po.tet.1o reviu.Iic.tr o
seu titulo de nacioualldade ; a queslao estar' em
BChar padrnhos e protectores.
Compreheode an allalameolo ua guarda nacional, quaudo se aeham
espustos a' le do lecrutameulo, oa lilbos de eslran-
g iro >e lembrem ta escepr,ilo peremploria ; n3o
s 11 lirasileiru, s iu da patrio de mea pal ; o til lio
! segu a eoltica paterna. >
Infelizmente, anda ha mais : a nossa legiala(Ao
sobre a arrefladacJIe de Lorancae da nuseutes, s une
j admniatraro de ben* de mentiras he depluravel: o
< flaco de um lado, du nutro a ju-lita com suas por-
eautagans, seus aseriviles, seus ineinnhos, suas cua-
tas, sugs Hvahaces, suas arremalaniet, qoaudo ca-
bem sobre um jialrimouio daiaam-O 1.1o redu/.i.lo,
1,1o anniquilado, qae htm se pode diler qae no Bra-
sil em geral u jui/o de uiphaos o Asco san colier-
deiros inevilaveii em tolas na haronear. A impren-
sa lem de sobeja clamada conlia osea legislat.m,
realmente Indigna da lionesti lade brasileira ; con-
tra e-ses reguUmentos que parecem do teaaiiio am
que o direilo de alhinagio era admittido pela igno-
rancia e pelo espirito de latrocinio : todos o re 0-
' nherem, por diversas v.zes tetn-sc promet!.lo a(-
lender a esses clam ires da opin,lo acabando coro
seinelhaole rgimen ; entretanto vai elle conti-
nuando.
11ra, o ealrangeirn qae sabe qae, por sua morte,
o seu patrimonio seria conservado sem dilapidatra
para aeu* filhoa, raso I --am estes eslraugeiros, a
prese quanlo serA este minguado palas cuelas a por-
cautageu*, por serem ellas Braatleiros, procara, l-
valo pete iueitamenlo da amor paterno, sublrahi-
los a urna condtc,ao ooarosisiima, e que Idea impoe
tantos coherdeiros.
Sao esees os Ires motivos eardiaes que aeloam so-
bre aqoelles qila repellen) de seus lilhos a diepeoi*
i.o generosa e liberal da emi-tiluitao brasileira.
Coufesssraoi que silo elle* procedentes, especialmen-
te, o ultimo : porm essa noisa legislac.lo, poJe,
deve, dave necessartamante ser modificada e ha de
ttVio ; cumpre que, rumpendo por contempla(Oes
tanto lempo guardadas para com inleresses abusi-
vos, nao leuhamos mais, quanlo ao patrimonio dos
meii-ree a lieranr.* dos ausentes, um rgimen que
inspira vontada de repellar o titulo de cidadao bra-
ajleiro.
.N:lo lamo a ninmi importancia aos doas oulros
motivos ; n:1o seremos dos qae, levados por eisa
ton,Ira.1 da inferioi 1 tede em qae os encargos pol-
ticos collocam o eidadlo, compatado cora o estran-
gcsr), peiem ama reforma anli-aconointca 111 iiossj
legislatio do comtnarrio ; dos qae ne lem ama cs-
pite.lo sobre os eslraugeiros que vivem das (irofi*-
se* tu luslriaes, para cumpensar a isent a o de que !
goaam de concorrer ps.aoaiiuenle para a mantenga I
ila ordem publica; dos que qnerem que oaaliohsa]
da guarda nae oual sejam alist 1 los o* e*trangeiros ao
cabe de alguns anuos de resideucia. M.lo, ala que-
remos quo para obviar um mal que he consoqueneia
necessaria de nm bom prncipio, se eommaltam er-
ro* muilo mais fataes do que poJe ser aqualls cou-
sequencia.
Pelo contrario, o qae ententemos he qae cumpre
alliviar o ssrvirn, de*tnilitari*ar a orgauisar;o da
n.i-s 1 guarda nacional, de modo que seja urna hon-
ra qae ennobreea, a nao um encargo que atormen-
te, o aehar-aa nata qoallflcado ; cumpre azer da
bunra de ser jura lo. nio um encardo odioso, nm
imposte sobre o tempo. mas urna das melhore* ga-
rantas dada au clda lo contra a* posaivea opprei-
stles da jusliti Criminal cumpre, j que n.lo lia'
poaaivel tornar de tolo appeleeivel o servico mili-i
lar, deapir o recrutameulo ios saui rigores, da sua '
arbtlrariedade, o tornar mellur a cuudij.lo dj aul-'
dado....
Mas o deseuvnlvimcnfo d'Sses |ionte* ja nos vai
levando mui longe ; baila o que alii (i-a .Mu para '
moetrar o caramba qae cunvira seguir para destituir
de lo lo o fun lamento plausivel as repugnancias I
com qae pelos filh is de eslraugeiros he rep.lli lo o !
titulo de citadnos brastleiroS que Ibes confere a eons-
tltniflo. I'orquanlo entendemos qae a ilisjiosir;IIo I
eonaiitaaional nao devo assim continuar na incerte- |
la em que a enlloeam a* reelaraa^es e iusiatenciat I
diplomticas ; entendemos que cumpre einlitn qua
" governo do Brasil diga bem claro e terminante-
mente :
Seohores, a le lie esta, o he lei Tunlaineulil,
le que na 1 < revog senilo por Iramttes cscepcio-
naes a qoasi revoloeionarioa, ao cabo dos quaes te-
mos a couvoeaean re ama a.semblea quast consli-
tainle e soberana ; ora o abalo de semelliante cou-
vocai;ito puiena ser Tunastissirno ; e poi* ce.sera re-
clamaries que nao podein *er alien nJas, o a qae
oppomos urna eseetiriio p-remptona : he principio
con.tiiucional brasileiro !
E agora, para o governo qoo assim fallasse have-
ria anida o a|ioio da ra/:ui e dos principios os mais
saos de direilo publico. A patria, o nascimento e
da : o oasriinenlo, que infunda am nossa corceo
essa inexplicavel doeora, de que falla Ovilio, qua
nao deisa esqiiecermu-nis deila. Aceitar com loda a
atnplidao o lugar do nascimento com) condigno da
patria, confundir a lo bu os eaaeidoa no territorio
nacional em urna posinlo de igualdade, dando a to-
dos o carcter mus elevado de eii'iobreeimeulo qoe
no paiz pade haver, e dignidade da eidadlo, be o
prioeipio maia liberal, maii progresstvo que pole-
mos eotii|ireli?n1er; o coutianu seria una triste obe-
diencia as vellias nrejecapse,oes thiuezas ^lle ex-
ciuem o 1 irbaro, que levam essa exclnsga ate os sos
descernientes.
Se nao fosse 13o razoavel, tio liberal o principio
firmado no nosso pacto fundamental ; se devenom "
rieea-lo para poupara alguna filhoi de ealrangeiros
os incommodus dos enrarg- s cvico*, a que 1
seriamos levados? Na populando do p a i /. enlram, co-
mo elemento importantsimo, os eslraugeiros de di-
versas nates, Porluguezes, Francezos, Allemas,
lngler.es, Suissos, etc. A popularan eslrangeira aug-
menta e dsva neeessariameute Hugmeutar ; ora, ca-
lilo ella se recrula, em mais da nove dcimas parles
de horneas, e quando muilo, de urna decima parte de
mullieres, segue-ae que um grande numero de-ses
eslrangeiro eaaam-se com Braslleiraa : a rata poli
de origem brasileira leude a diminuir, por virlade
mesmo do elaslerio que val leudo a popularan ea-
Irangeira.
Neaae estado de couaas, qual deve ser a ooitatanla
preoecupat-ao do estadista que prev e calcula o fu-
luro ? Nacionalis-.r o maii poastvel a populu^ao es-
Irangetra : bomogenisala o mais possivel com a po- '
pulae.lu nacional : o pnnci[>io constitucional para
issu poderosamente concorre ; em vez da abela-lo,
como pretende a diplomaeia, devenios antes corro-
bora-lo facilitante as naturalisaces.
t-rgueira dos inleresses humanos em quanlo a
cada luatanla se nos recommenda que fagamos lais
de naluralita(,1u gauetosas, Itbcraes, pelas quaes fa-
cilitemos ao eslrangeiro a adopta 1 da nosaa consti-
tuido generosa. Itberrina, n principio pelo qual a
palria adopta como ssus filbos tojos quanlo* celia
uasrerem !
Vejamos, porm, as cunsequencias do qae He nos
ss esige. O lho do estran seguc a eondiflo de aau pai sera Brasileiro aumenta
ae o qoizer, quando chegar a sua maiorida te ; bem,
mas onl3 1, e>se joven, desde a infancia considerado
eslrangeiro, educado como eslrangeiro (puis he da
patria de seu pai, o nao da qua Ihe dau o nasciman-
lo), sujeilo em seus nena, no caso de orphaudade,
prulec;ao de um consol eslrangeiro. querera' 01 00-
eargos de etdadao brasileiro, rariasimamenle, qoasi
que [injeramos dUer : somente quanlo qut2sr ser
ampregado publico. Fora dalia aunservar-si-ba no
gOZO las isentoes do eslrangeiro.
Assim eonslilolr-ae-hla dentro de pouco lampo,
no eio do paiz Sera' essa classe una classe tos
eslraugeiros naeidoi no patz dos que viverem
das prufisses odoalriaoa, na 111 lependensia do com-
mercto, da lavoura, das prnfiaaoas liberaas !
E uisao podera' n.io parar ; ao lado da ama po-
pulante eslrangeira nasri la no paiz, podemos ver a
geracalo lilba deata geiatao de estrangoroa aaaeldoa .
no pal* e le pai/ ;a nascido 110 p-iz '.
Cunlinuando por diante, aos Cabo de poacos secu-
tes |.o tetemos no Brasil alguns Atlemaezinho< e Iu- I
gleaiohos, cojos ascetiJantes, quat a perder de me- !
mona, sejam oeseidos no pus A eonsequencia ab-
surda pruva o absurdo do principia de que parlio.
Nein dessa absurda coufuaao estemos longe. Para
evitar o elisiamente na guarda nacional ja vimos
inuitos mocos naaeidoa no Brasil, de paii tambera as
cito* ler no Brasil, reelatnarem a patria desea av,
darem-se por AHetniles Amotinados, por.era*n em
pengo a ordem publica na cotona de S. Leopoldo, e
obrigarem a auloridade a transigir, eseolhendo para
as honras do utbcialato da liuarda a individuo* que
aua origen eslrangeira mais inllueneia linham Bo-
bre os seua espritus, e com essa influencia os aeel-
massem.
Cumpre que tac* anomalias n.lo miilinuem : a le-
gi-latao do Brasil, as determinaroes mais sabia* e
libertes do nnss> parto tuudatneulal lulo podein ca-
tar tuerce dos inle'esses e commotloa de urna clas-
se de cidadao* que busca a |>rotetci1o da diplomacia
eslrangeiro: a le. be lei sera escepcao, para lulos os
presidentes no paiz; a constituidlo be o pacto fut-
tl.aiDoiii.il que a todos nos liga, a a qoe o individuo I
11,1,1 s, pode ubtrahir, am quanlo reside no poia.
N8a liqoein os principios da rotisl,luirn, aa le-
gras lisas da lei, re iiizidaa a Buhas sem valor de !
um alroiilti mo raapeita 10, a Centra aa quara os mais
ridiculos inleresses da alguna individual |)idem re-'
clamar, dalcimiuaudo o afbtlrio que as auuulle.
I :is;tiii|-iilas rivisi.
DUAS PALAVRAS A'CKRCA DAS DTJAS PAUsARAS A*
RROP'i^nil l'A CARTA DES. S. PI IX. AO RE
lit; SMlliKMIA, DATADA DE 10 Dl SETEMBRO
DE 1852, ESCRUTAS PELO Mt. C. I.., F. KBS-
roNDIDAs PELO MilAltto spebidia'o.
O|iportet nes omni obsequio esse inbdi-
los nugitlrabus, princJbiu etpro-
teslatibus, sed hura limites discipli-
na:... ab idolatra lupremur.
Tr.iuiL. D IboLAts. c. -5.
I.
lemas lilleneieaamenla estutado as tendencias
dos aaphritoa nos ultimo* lent|>oa, temos ubier.adi.
o molo porque se lem manifestado a oquio as
modilieanies porque ltimamente ten paesodo a nos-
sa sociedade, lanos am sill'Ocio acompauliadu as
diacossOes o alias vozunas que maia ou menos de-
sarrasoadas, te tein levntalo a respailo do clero do
jos principia circa, lacran, a em geral acerca
de aseumptos que respailara aa cousae ccelesias-
ticaa....
Nem sempre o same das fados, o aerio estudo
das materias e a boa f leeui presido a laes dia-
anasdei : ideal |>erigoeas o altamente otTeneivaa a
religiao toe,n sido proclamada*. 1 eraos visto lio-
mana, alias 1 'Coiniiieii lavis por seu saber, e qui-
ta por suas intsnc,ea, provarem |iraiicamenle qoe
silo ilumnenle* malbemalicos, mediros disliuclos e
eruditos Iliterario-, mas que iguorain as conslilui-
toes e'a economa da igreja... Tam-se acreditado
que todos aslao habilitad >s para tratarem ques-
Ies 13o arduas e de lo grande alcance. Este per-
suata a lavou o esludado seriatueiile, cabio era gra-
ves erroa. Seo trabadlo be a causa etlleianle do
presaule escriplo, lo intad,. de gravea defeitos.
A sociedade, em garal, bs o resaltado da facul-
dsde natural,da asiocia^an coucedida aos bomans
para mutuamente ae servicem de apoio e de com-
plemento a' esla vida fraila e individual ; a cnin-
inutndade e iteulidale do lins queso lem em viala
conatitue o lodo moral, ai por isso o larri couimum
procurado he que llie iui| rim-i o carcter. A es-
culla dos fins funda-se incontettavelmaute na na-
toreaa homana, am oraem a eonaegair-ae a saiis-
fac.io da certas necessi la les ph\ sicas ou maraes.
Aulas de ludo, pas a sociedade lie urna iosltiuiro
moral.
A fonnit;.).', |ni*, dasoeielade nao se funda em
om acto civil ; as les sobiiiinitlrain os meios o cou-
dttes eslenores qua lacililam o dasenvnlvimeuto
da sociedade e a forma de governo adoptada indica
o mo lo porqaa a auloridade dave esercer o poder,
i*to he. ha de conseguir o fim 011 bem cnmmttm,
animante, casligaudo, premiando o rapreliendeud>,
Como diz Slirchao.
Sobre o horaem, ente racional o livre, ninzuem
|in le .:rrogar-*e auloridade ou poder algam ; p >r
que, sendo a sociedade, como diz Abren*, a reu-
niao de ora numero maior ou menor da pessoas, que
livreraenle se obrigarara a procurar por seus eslor-
(oe reunidos um fim e btm comanum. mo sendo
ella um estado arbitrario, eomo jiensa llobbe*. para
admlllir que a auloridade te deriva desse fat; sf.
ria mialer soppor-lhe dir los antes della existir.
lia por isa.i qae julgamos folia a propoiieloo po-
dar temporal fun la-sa 11,1 voulada social, o espiri-
tual ais vnailade de lieos.
Nao; tola a auloridade vem de Dees, um e 011-
Iro poder funda-te em saa voulada soberanna e
abia. Se, romo pensa o Sr. C. L. o poder tempo-
ral se Ton lasaa na vonlade social pora o simples-
mente, pudrr-se-liia dizer cora Kousseau : oOue
quulquer povo pude mudar as suas lais, einb.ira sa-
bias e justas, i.orque elle quer faxar mal a si pro-
pio, e ninguem pudo veda-te.- (1) Oque K.us-
aoau allribaiio ao pevo, Hobbas den ao principe.
Sendo, cuino pensara os melbure* autores, loda con
vaucioii.il a auloridade dos -veriles, a i calecie-
tlate(arrasainenle ae atloelam as de soberana e
i" lar, predicado, que s e-. Usos ac encontrara, e
que delle resallara.
A soberana do povo, do reis nu dos ariilocrali-
tos diz utu escriplor moderno comidera la de
rao lo absoluto, conduz a BagafJIo de toda a verdade
e de toda a juslira. leva a' destruirlo da socio lade :
porque concedida, ella ua> encontrara limites, nem
na inalica a nem na verdado, que se ihe tornaran)
interiores. Nao he, o Sr. C. L., em vonlades inron-
leslaiiles e mudaves que se Tunda a auloridade e o
polar ; ella perlence ao que he unmulavel e naces-
no lieos Totile do toda a juslira.
O progreeao a o aperfei{oamento phvsico e moral
do homem, segando graves autores in lependenle-
menle do suaa crenjas ou opintOea religiosas, tal he
o fim que lem em usas o poder civil. Ao poder
religioso porm com ele a ordem espiritual: len-
te aaststtdo ao homem no beico, londo-i alentado e
aeompanhado durante a tua larigrinafao na letra,
ao podar eteletiaslico, a' religiao mais restricta-
mente atada, a" igreja, compele prepara-lo para a
autra vida. Tanto o oslado, pois, como a igrej,
lem fins cumprir, e couseqoentemeuie poderes
aindependentes, leudo determinada rbita em quegi-
rem, posto que de maos dadaa, elles lecm o direi-
lo ila estabelerer regraa que airvam de norma a seus
subordinados.
.N le porm o Sr. C. L. qae o estte eserre o
'11 podar na leira, lem em valas litis conlingenles
e terrenos, p le dizer qfie til poler nao passa da
Ierra ; a Igreja eserce poderes na Ierra, eala' na
ierra, lem de atlender a Bocesailadea hainanas,
mas ella visa fina celesliaee. He preci.o alefaiar
da ignqa nmquid metaphysieo, ou urna entelada
de razao cuino \ queris. E sem duvida, quando
JessChristo institua a Igreja, dea aos seus chefe
a 1 odor tte est.ibalecar lea, tpscopus... regere
etetesiam Dai, inesro porque eomo dia Altar
I' 1 igio epruomptaesom et aseerere quo 1 abeque
canonibua aaerii per solara Brbliam vei Theologiam
llieorciiee.n reg poieet eaeleaia saucta Del I
Interprtanos, eitlior, mal as eacriplurae, forras-
tea aeu seutidj e CavillosaiDonte voa servislas "dos
sanl s padrea, especialraaule de S. Thomaz, o glan-
de doulir cuja, obras tein sido sabiamente eotnmeo-
la.las e adtninislr.das pele Alleioanha moderna,
para provar prnposites implas. Va diaeeslea qua
entre o cathulico e o he rege apenes havia dill'arenra
de cuite estaar '. Dude, sanlior, em que parte das
obras de S. Thomaz leales lal blaaphemia '. '. Eo
voa digo que he hernia :alie um erro pertinaz e
Voluntario contra algotraa verdade da catholira,
au, iel 1 qu-. pn.fessa esla mesma f. Ls|a defiui-
tlo, coina obterva o Sr. biepe do Bio de Janeiro,
lie elaaalea : Tomistas ou Scotiatas, Taeioriataa oa
Probabillslaa lodoi os thaologos a aceitam .
Eu disse que ha riela mal Interpretada a Biblia.
(Juauda Jess Chriato dlz-nt que: (tBsgaom me-
111:1 non esl de hoc mundo () falla lalvez da igreja
Iriomphanle, como dizem us Iheolegea, falte das
clrcuiBataociaa em que se ac leva e nao do poder ou
la justificarlo da igr.ja urailitante.a -..Non etl tafia
eoii.lilionis ut llelum roinini imperit perturbel...
coilegiasem mtllitis qui pro me fortiter dimicarenl.
elju.leurum me perder voltulium resisl.reul. As
sim se aapreesa o doate Natal Aiesan.lre 6). Quan-
do pregando ella diz a alcaeni que o interroga
juis mecoiisliluil julicem aul divisaren) anper-
No* '.' Le. 1214 ililiue su., uitssao e establece,
ae qalzerdaa, os limites de um oulro poder, aftaa-
poudet ad metilom interpellinlis, diz o citado ao-
lor,qu ilion lamilluu rogaba! quam hanc velut of-
ctl ejus funetionem eipotolabal do terrenia bonis,
quam soirlualibus el cteroia magia lolhcilus: qus
me manas illud Iribuil val demandavil judicandi li-
le, da rebu* lerrents es arlas, vel familia! erciscun-
dir. sen dsvidetidaruiu Inrre lilaluin .' Ijuasi dieal.
Noa fie misaionis mece fiaos, e a puieslale un
nulo.o
lamben) a eslabelece qaando manda dar Casar
ojjue a Cesar perlence. (Luc JO. j. e Malt. -2>.
IT.i Ciiuelno, pois, que com o* testos u.lo podis de-
monstrar voasas propoaijOea, e que se o podesseis, o
ser moral chimada Igreja oruar-se-bla um ente
de razflo.
Noa eslreitos limitci desle trabalho BlO cabe esla-
belecer ou, rom Pedro de Marra e oulros jariscon-
sultos, etamiuar qu es as raas que servam de mar-
cos a uin eootro poder. Eslabeieceinns qoe a' igrr-
ja rmpele inlcrv r era tuda o que respaila a' pal
dj cou-cicnci.i da seus filhuf, eque, em urna pala-
vra, a igreja nao compele iiitiometler-sa naquellas
causas que, alleelando ua itiierestes terrenos ae seus
lilbos, ao 1 c 1t civil eselusivaiuente compelem, (inia
qua a elle cumpre regular o que lie meramente tem-
poral.
Sem duvida nenbuma o modo por qae se devem
iriMiusar as suciedades coinniaiiditartas, o budget, as
foscas de mar o letras e um miihao de oulras cou-
sas, nao lito da Competencia da igreja.
Dsse-tes : o Aquello que alt.ibue a igreja a Tur-
macfto da t imilla, base da sociedade civil, um direi-
lo esrlusivo, de-coiihece a mieaao paramante espiri-
tual da igreja. i> t, uiiijirc d zer-vos :NlO voa an-
leiidemos ; cumpre dizer-vos : a for^a de sar-
das profundo lornais-vos enigmtico.
Prosigamos.
11
Irma lei civil, que suppondo ser o sacramente
separeval do omtalo te mal amonio entre calmb-
eos pretende regular sua valnlade, coulradiz a dou-
Iriua da igreja, usurpa seus dtreilos iualienaveis, e
na |iratica colloca na mesma linlia o eoncubinata e
0 sacramento do mainmoino, sauccionaudo a ambos
Como legitimo*. 1 7
Taes s.u as palavraa de S. S. escrevendo ao re de
Saidenlia. Sera' tal doulriua conforme .. razao e
aquella sempre na igreja pregada '.' O Sr. C. L. o
uega, a como eempre, hoinfeBz em suas prevas.
Vamos ver.
Uuanlo iralam do matrimonio, os Idelogos O ca-
nonistas, a bem das ennveineucias, que o etludo re-
quer, eoBsIderam ao matrimonio como sacramenta a
cuino cuntalo, e sob este* doas pontos de vista esa-
miuam as queslues que se suscitara. Consequente-
iii e ia le nada 111,11- fazem do que servirse da una
dislinerilo da Scholla, dielinccao que nad 1
leudo de real e iiosiliva, mo pasta de urna Boflo
pnratueole eepeealativa e sem valor na pratiea. O
autor das ditas patarras que tein ti to lautos
Ihetilogo, e canonistas, nao se apercebeu disto : da-
qui nasce a grande confus.lo qoe reina em leu Ira-
balllo.
liraude itnjiorlaticia da sociedade civil sobre o
matrimonio, de modo que a miu illirmos lodaa aa
i leas do autor, de dednecSo em dedac^o, ebegaria-
mos a seguiute couclusan o matrimonio da unta
intlt'uir.lii meramente civil ; roiitlii.au a qoe, sem
duvida, naj lera em mente chsgar, mas que lem sua
(I) B.OUM. Conlr. Social, nv. -2. cap. l.
2 La Femerc, Druit publiq. et administralif,
I Ig, '1, ed, da Paria.
\lv, Pefag. De Plancln Ecclec. L. 2. cap. -2D.
(5) Tlteolg. Moral.. 2" ed. lom. 1 pag. 38 130
I II ele.
(6) Joans, 18:!li.
(7) Nal. Ales. Espnsii. S. Evang. T. 3, nag. 231.
5d8.Vil, Vanel. 17SJ.
origem na falsa base em que asseula seus racio-
cinios.
Entra lodos os povni e em lodos os lempos o na
Irimonio foi encarado como um acto importante, e
1 jior isso aeompanhado de ceremonias religiosas ; na
Talla de outra prova, esta bastarla para demonstrar
que o matrimonio be de iusliiuicao divina. Temos,
porm, desla vedsda evidente prova no can. 2. v.
IN, :T> Jo Genasit.
Dahi se conalue, diz Bergier.que o matrimonio he
a sociedade lao smente de dous individuos, da dif-
ferenle seso, que be livre e voluntaria, que lano o
divorcio como o polygamia repugnam a sua nature-
za, que reciprocamente lem os esposos cerina direi-
tus uaturaea, que lendo de produzir lilhos, para a
a repu. luctao da especie, sao obrigados a edu-
ca-los. (8)
Nos lempos palriarchaes os cheles natraes da fa-
milia eseretaiii lambem o sacerdocio, a elles cuin-
petia esclusiv.inenle Uzer os eaaaraeotos da seus
lilhos .llenas. 24. 7.) :t Captla familiaium earou-
dem, diz Cornelia a Lapido, eran! sacerdotes.....
Jus enim saceidolii alio tmpora per generatiouem
camalera davolvebatur 111 1 usleros, scilicet in pri-
I mogeuilos. 1 Entre os povoa potylbeistas cartas di-
indades presidiara ao melrimnnio.
Entre o* romanos, o casamento confarreatio
era celebrado na oeeasiao de cenas ceremonia* re-
liglosaa e a dado aos patricios ; alie eslabelecta certa
i^uaidade entre oa eonjogaa, e, rigoroiarneole. si
j elle era reputado legitimo : urna lei das XII laboas
1 vedava o eaaamente dos patricios com mullieres pe-
did*, o casamento assim contribua dava a mulher
: inaler familias o diraito de bsrdar de aeu ma-
; nd > e do seus filbos. \o casamento dos p|ebos
roemplio a mulher apresenlava-se parante o al-
tar eotn Ires meadas, daa quaes dava una ao espo-
so ; este casamento, cun quanlo lambeta legitimo,
nao diva a mulher usor seuao bem poucot di-
reilos. Ousucapinao passav.i de um concubina-
1 > legal, e era aeinelhaute ao morgheu gabe dos
aiilign caulezet, malriinontu que edes conlr,imam
nao conforme aa lais da igreja e disciplina de en-
I.11. mas conforme ososos barbaros a a lat slica.
Sob a I-i evanglica Jetos Curate quaiendo resli-
tuir ao contrato natural e divino sua primitiva pu-
reza, elerando-o a' categora de sacramento, nada
1 mais fez do que Complala-lo. Lamo pois separar um
do oulro '.'
Os luteranos, cavilnislas, zoinglianos e oulros re-
cusara conloa o matrimonio no numero dos sacra-
mentes ; elle dizem que dH,< encontrara proras na
Escriptnra. Batana que attendeaaem ao qoe diz
9. Paulo, al Ephea. c. .1. 32, e nem era mvaler
que o Concilio de Colonia de t.":lli o dcimo diaaa : o
testo he claro ;I d Car. 77., Os reformadores ns-
candee matrimonio 00 numero dos aacrarnentos,
caliiram em ama ronlrndirc.go. Se, como pensara
, elles, os sacramentos por si nao produjera agrace,
mal apenas nos que 01 recebara escilam a te qae
justifica, para que ncar, a eate do numero de.lea '.'
II* escnpiore* dos pnmeiros seculos sempre repu-
laratn o matrimonio Sacramente, o nao lizeram a
raapeito distraerlo alguma : S. Clemente da Ale-
jandra, Strom I. 3 ; Tertuliano, Conlr. Hercios, I
"i ; al IJior. I. 2 ; e outrus alleslatn aaia verla-
de.l'J)
Se a igreja com 01 protestantes que negara e cara
; o autor podesae coinprehender o matrimonio doe
liis lora do Sacramenta, separan lo dest'arie squil-
10 qoe 1.1o intimamente esta' liga lo, devia necessa-
riomente Consentir o divorcio, a que tanto horror
tein. (Conc. Trid-nt. sess. ^i Se he possivel sepa-
rar o contraa do Sacramento, se, como quer o au-
1 lor. poda dar-as eaaamente entre lies, inlep?uJeu-
lea 1 ule do Sacramento, liavemu* de concordar coai
1 os prolestaute-', islo de, para aermoa locieos de-
venios di/.er qua ti...> de Sacra maulo, ou palo mono.
ae o he, ha bem uispensavel, Anda mais, devenios
I admitlir o divorcia oes cauta adullerii, o toril,m-
do-se aaeln dleaolotel e matrimonio, podemos os-
cusar esta turne com Lulhero, que peruiillto ao
1.111 -agrave de lle'aa ler duas mullieres (BsaauOt.
llist. des \ anal. I. (> etalib.)
Se idmitlirmus as ideas que sustentis, Sr. C. 1...
1 o m- Irimonio per leu io o carcter que Jess Chris-
to ihe imprim,, lornar-se-lia tneru contrato, lita.
I lieni sabets que era lados os contri los tratando-se de
obrigaeoes que leetn !e ser saiisfeilas por acl.n mo-
mentaneoa, ease cunlrato, esse casamento qualqucr
de que f.ra a forma, qualquer que seja o appara'.o
, de que o rodearen), ha de eer sempre um conlralo
e cuino tal sujeito aa variajes inherentes huma-
na vonlade, i-lo he ha de ser em certos edades hs-
potdeses tnfalliveis. E quem me.diz que o mutuo dis-
senaa nloaera motivo plausivel para a dtsaulubili-
, Ja !e '.' Sim ; jiorque, como diz Troloog, ae quizer-
: m.'S nos collocar em o pauto de visla que encara o
, matrimonia cuino um desees contratos consensuase
do qae a vonlade be a bate, n.lo aera' a consequen-
cia de sementante juizo qae urna volitada cuulraria
: pode diisave-Io '.' (10) l)ir-me-heis, iso de muilo
1 Immoral, essa doulriua ha subversiva ? Eu nao o
j neg. Mas, leude jiaciencia ; eo estou tiran lo pura
e Bimpleementa aa conclu.es de vuaaaa theona*.
Quando copiando a Gonset, diris : Malnmo-
niiim ul SicraiueiHuin delinilur Saciamsutum BO-
ere legas graliam cunlereus ad legiiiui-m vtri el mu-
lieris eonjunctionemaaoelificandam etadprotem-
pie suiclpieu lato el saueioque aducaudam*. qoe
daln se con-lue iieees contrato e Ao Sacramento ; qaando forc,andu as es-
prossOaa do sabio hispo to K'O de Janeiro, (Theol.
1436 quaado adjveaeobel prezer, sem lerdee bem
evnninado o caso, vos seris das derises do S. P.
Banl 1 XIV para corroborar a provar voseas pro-
lusitoes, senlior, comelleis o ra-is grosaeiro so,-tes-
ina, nu o mus abltraso parallugismo '.' K, cora um
verdadeiro lom de Inspirado dizeie-uoiquem ai-
guineiilar de boa fe. e despite de interessa de elas-
ie, BlO achara' na E*cri|ilura uin leste que voa
ronirarie.fi.it achara1'.' nltisum lenaatia'.'... O
peiur cgo he aquelle que nao qu.r ver.
lie, pois, claro, que mo de possivel separar o con-
traa do Sacramento, donde, como pensa o douto a
po Folon, se diriva principalmente a indiaaoln-
bilidade (Feti'l OEuvres spiriteell, c. 50. Dg-m-
11-s muilo euibors rom Uodealino, celebre discpulo
de Ulpiano : Noplios sutil coojnnelio maris el te-
u mina*, at coi-sorlinm ointiis Vllae disini et human)
a jurlacommonicaiio. a L. I. 1). de Nup.) Dire-
mos e o divorcio ? Tertuliano, n.t lisurera, diz
a Kepudiam, quod pertnis n dibel.... lutn quil quud Deus eonjansil, non sepa-
rabil homo, scilicet non contra II; 11111 facial sep.-
K rabil autam, non per duritiam repudii, quam ra-
0 probat sed debilutn morlia. O mesmo diz
Cuulr. Har. I., i. c. J, e S. Jeronsmo, Epil. ad
Amand. :i. 221.
Diaaemea que sempre a Igreja teve borrar ao di-
vorcio, o islo prova-se com a bislorle. Segundo Go-
lliofredo e Saldan, as repelidas instancia* dos blspos
lev.rain Coustanlina a publicar a C. do anua 331,
que reduzia a tres as intiumeras aau6as de divorcia
: L. I.C. Thaod. de Reptad.), lei que em 1*51 foi al-
terada por lloncrio. Mais tarde areiloa-ae a doulri-
na o maitiinonii) esla' no sacramento no tempo
do imiierador Lefio ; iNorell. 7 ; l'Nov. 89), dou-
! trina que sempre v gorou. Se a agae.a po-lesse prati-
! ramenle fa/.-t eala divisan e separatao que queeis.
Hollinar, lalvez o mala dato dos jorircuniultoi pro-
lestanlr-s, 11,1,1 se espressaria do seguiute modo :
tt Quo 1 raciliorea sese pru-hoeruul poultficas indis-
(i aolvendts coojagiis, si impedimenta mera june
k eccu'iiaslici... ao itiiqutores el diQiciliuiee fuera
1 in divorliis coneedendis obcauaam juslam soper-
.1 venieulem. Nollilall caosia, pasilis scilicst impe-
a dimentis, nimiuin auseiunl, el lia in escessu pee-
ftrunl : divorlii dotlnnam adeo caarlarunt ut
a tere as nulla causa tel lie, seu quoad vincolam
concedan!, ni in hoc caso in defeclu peceoverinL
o I inte protestantes opiime fuetunl. quod in bar
o cau.a a jara rauonici lecessenul, el divo lia ad-
11 miaerit II
Kilo podemos pois, ra|irlimos, rdmillir voseas dou-
triuaa, Sr. C. L., porque catholicos como soma -,
nao potemos a tiinllir a diiotnna do professor Da
Ferriates a La iiiariase an lout qu'il esl un Con-
Iracl eivil, rctoil >n ire el sa perlection e la loi
du priuce, el* de l'anetorit des magialrals ; c'est
puur quoi 011 annanlerail l'au:lorite royale, dans
le iiniace el dan les deposileires de san poovoir, si
l'on u'en f.isail dpandre la validit, que de la puis-
lu Soeverau Poulifice ; 1. c. da igraja. ;I2)
Paaaemee a outras qoesiOes .
A doutrina de que ao poder civil a ao acclesiaslico
igualmente compete -tatuar impedimentos be |iroTes-
s da por distinetos Iheologo* ,1,1, prevalecando-voa
della queris suslenlar que ao E (8) Berg. Dictien. da Theol. vol. 2 art. Mariage
ed. de Litlede ISi.
9 Btllarro. daMatnm. lom. 3. Opar. ; Drnain-
BeSacram. lom.l). liv. 10 ; Peipeloit de la foi,
lom..". pag. mili. 1195 et seq...
Iu Troplong. lullueiic. du cdrislian. sor Is droil
reman, pai I. 2. c. U.
11 Bochn. Jus Eccl. Protestan!, lom. i. L. i.
tu. 19. pag. 316, ed.lda Halle da 1710.
\l Ha rerriar, llict. de droil Tora. 2. pag. -7ti*
ad de Pars de 1755.
, dir da validade do matrimonio, doulriua esta que ha
a eonseqaencia deata falsa o impa proposicao :
o i.'in-'.o inslilnitido o Sacramente a confiando
igreja o direilo da alministra-lo, nao quiz com isso
dizer qoe s era legitimo o matrimonio qaando san-
lificado pelo Sacramento. O que entendis vos por
legitimo f Se a copula o nao o mutuo assenso fosse
a causa efllcieole do matrimonio, seria lalvez possi-
vel admitlir lal e lao mal soante propositan.
Lulhero soatenlou qtfe a' igreja nao compelia eala-
belecer impedimentos, a faculdado de Ideologa de
Paria, em 15 de abril de I j:ll, condemnou esla don-
trina ; o que fui confirmado pelo eoucilio de Trente,
se.s. -2i, c. 4 o pala bala aoetorem fidei, de Po
VI. de 28 de agosto de 1794. Parece-nos, seguindo
a opiiiao de oolros theologas, que, no eslado actual,
i igreja e 'ti i igreja compete eslabelecer impedi-
menloe. He o que vamos ver.
O casamento dos liis eom os infieis sempre foi
prohibido na igreja, qua ae fundava na doatriua do
Apostlo (I. ad cor. 7, 39 ; II. 6, 14.) a disso dao
[ testeoiunlio os mais respeitavelg e auligoe documen-
tos."O Concilio'de Laudieea de 306 ou 367, qoe tan-
to raapeito sempre mereceu por suas deeiaOcs, pro-
hibi o casamento cora jaleos, hereges e pagaos, e
n.lo conila-qae para taes decisuei inlerviessa oa con-
sultada fosse 1 auloridade civil. Btngliam, Orig,
I Eeeies. Ltb. 22) Os edeilos do easamen'.o, effeitoa
ospiritaaes e que se derivara no Sacramento, so a
; iRreja compelo apreciar, e por isso o Concilio de
, Trente reeervou aos jutzes ecelestastieo* a decisao da
qaettOis matrimoniaes. As leis que regalara a subs-
tancias do matrimonio iutereasau-lo, nao a esla oa e
aquella igreja particular, maa cummum lade c-ldu-
lira, mo de possivel qua estejam a mare deate oa
! daqaelle governo. As les civis permiltiam o casa-
metilo entre cundados, no ent.nlo o Concilio de Neo-
1 cesar de 314 pelo cao. 12, prohibi taes casamentes ;
muilo antes da lei da Justimano o voto era impedl-
mauto, como aseadamente pensa Jueiiiu.
Coiihego, Sr. C. L., oa fados qae apont.istes, co-
nhe^o a nones assaa louvada obra do Sr. b'spo do
Km de Janeiro ; e, compre dtzer qae era taes ma-
terias a opinio desse doalitsimo Iheologo he de mal-
lo valor ; em urna maleria, porm acerca da qual
divergen) os ascriptores, creio, qoe por maior que
sja o respeilo que tributamos ao Sr. hispo, nos de
dado pensar de molo diverso e asaim acorapanhar a
oulros Idelogos.
Das doulriuas espendidas nessa obra sanhor, qui-
zesle tirar eaiiclu-es que nao sa achara as prenus-
sat. Sel qae ao eilain algumae lea imperiaas qae pa-
recem dar motivo a suppor-se que os imperadores,
de ni du-; mprij, alguma* vezea statuiram impedi-
mentos a i malriraouio dos fiis. Palas leis romanas
era permillido -aos primos casarem-se, (14) Theodo-
sin, poiui, prohibi taes matrimonios. As novellas
21 e 123, de [Noptiis, declarara o casamento dissol-
vido quando os esposos professam era religiao ; mas,
observa o carlea! Muzzarelli, taes faetos nao bastara
para provar a farsa da auloridade civil sobre o con-
lralo de casamento em relarao ao Sacramente ou
como materia do Sacramento. Seria, pois, melhor,
i provar qua laes leis haviain sido promulgadas, nvi-
j la ecclesia.o e qoe esla havia sido TorKda a aceita-
las ; o contrario he fcil de provar, com) lambem sa
I pude com igual T.cihdade pruvar que a igreja, dan-
do ai raaos ao poder civil, adoplou manas leis por
I elle promulgadas 011 induzio-o a promulga-las. S.
Gregorio Ul, em 712, escrevendo a S. Banifacio pro-
hibi o casamente entre puente* al o stimo grao,
; progenitor, snam iiuumqucmque usque ad aepli
mam generalionera ubservara decrcviinua.probi-
, lucilo que dala o lempo daS. Gregorio Magno, e que
lo concilio Lalerenensa de l^7j reduzo ao qnarto
\ grao. Se lana importancia lera m materia o poder
Civil, |iarque, apazar .1 is sjlicil.1c.0es da corte do
Kranrja, o cancilio do Tremo nao deela-ou .tallos
os casameutos do* fithos familias, contrahidos sem o
conseus paterno '.' [15) Eate impedimento, se po.-ai-
; vel fosie, ja asistira na igreja brasileira, grae.se
* boa vonlade dos uosso legisladoras, ndo s eate porm
itiuitos oulros.
Dir-se-iia qae em Franja taes matrimonios sao
severamente prohibidos : sem duvida ; mas compra
: analyaar e esplicar taes leis. Taes proinbinias s
respeilam, nao a subilancta do contrate, mas a seus
i etl' ilos eslrinseeos ou civts. Natal Alesandre asaim
1 esprime : ti llegara chrisliauorum edicta, quae mi-
. tnmouia tilloram familias, invilis parentibas, inva-
i lide contracta declaran!. Iuvalide inquain, quoad ef-
teclas qaoslam civiles, non quoad ralionera Sacra-
menli, vive quoad substanliam cotitraclos, qut ma-
teria Sacrameuti prosima ett.a rhaoloj. L. art. 3
ele.; Esla doulriua lie profeieada lambem por Ha-
ber!, C'tbiesaci-j, Fetsel, Bisle, Blondeaa, Boucliel
o oulros. Pergutitar me-dao : o qae resta ao poder
civil '.' bsarainar se as leis acclesinalicas qua regem a
materia sSj eumpridas palos mag sita to* oiecutores
.lenai, e tomar conhecltneuln da todas as questdea
suscitadas a respailo do malrimon o e qae derem aos
inlerassadoa direilo a ptopor urna acrao lejilima no
foro externa civil.
Sa oa principes aem o direilo de staloir impedi-
mentos, parece razoavai qae elles pastara conceder
! dispensas ; e porque nao sa arrogaran), apezar da
: iirubibitao no concililto, que, tlga.an disse estar
: ravogado enlre nos, oa principes o direilo de jolgar
, s cautas matrimoniaes T Em 1635. sob Luir. \I|I
lendo Gasta.) de Onean* coiilrab|.:o um matrimonio
j contra as leis do reiou a cleio e nao o parlamento
j foi chamado a julger a cansa, lomai, seuhur, uota
I desle laclo. Mein, da clerg. vol. 5.)
Kepelimoi, nao querein.-s dizer que oenltuim iu-
gereucia tein no caso oa poderes elvia, Sr. C. L., ne-
gamos apenas qua poasam tiilervii lauto como que-
ris. CjueeJemos, e seria irapotsivcl nega-lo, que os
prineipae podara aatabalecer solemnidades que re-
gulein o m iti iidoiiio em quanlo a seas elteitos civis;
o raaininotiio assim coulrahido sera altamente illi-
cilo, ii.ii produzra' seus elleit' s civis, maa na-i sera
uallo urna vazquo se lenhaiu observado as formali-
dades 11 ro--ctipias pela igreja.Bera sabis qae am con-
lralo qualquer pode eer juelo, legitimo e obrigalorio
ijutudo faite segundo o direilo u itur.il e divina, e
j no entonta mo pruduzua' eeue effettos no foro as-
1 In no par falla de formalidades. Urna promessa de
teluro casamento dada e aceda por individuos aera'
j obngatori*".' Cario qae eim : dar' parm direilo a*
at,; Vi'.' A' visla do qae d spe a lei de 6 de oulubro
I de 1784 lie fura de duvida que nio d tal direilo.
i s.-tenamos qoe, pas taes raslrimonios sao illtcitos,
i mas validos; S. Thomaz, que tanlo gostats de ailar,
] a cujea lestes adulteris, Sr. C. L., asaim falla : Di-
I a cendutn quod tu ilrini uuum non tantn) esl Sa-
, o ciainentum sed eliam ul in ollicium ; Ideo magis
a sobjacet or.linationi minlslrorutn ecelesiaa quam
e bipiisraos, qui e*l Sacramealum tanlom qaia si-
' cui catilractus et ollieia humana determina van-
a tur legibus butnaols, ta contraclu el ofiieta s.iiii-
' (( lualta lagibus .-celesiii-, (Da. id. q. un. a 4 ed 2).
o l.icel non einl irrita, seu invalida 111 rali, ne Sar
crameiili, veromqae vinculum milnmonii nter
laliter conjgalos con'istal, sunl lamen quedara,
a molo nu 1.1. quoad effeelus civiles qaibaa v< ho-
ruin ediaiorum desttiuuntur. (Vid. a respeilo o
que diz Van Esp. Jus Eccies. vol. 2 par!. 2 lit. 12
aec. 1 cap. 4 SS 21 e 25).
Ja vi* o autor qae enuu quando ailirmau que, ins-
titulndn Jess Chrislo o Sacramente, e leudo eonfia-
I d i a Igreja o dlreito de aalra.iii-ira-lo, nao tornou
uiseparavel o conltato da Sacramento.
Po iiamus fazer mais largas consideran^* Sr, C.
L. desgraciadamente os estrello* limites aque eeta-
mos eircumiciiplue, graras a naltirera desle traba-
lho, uos mo permitiera. Nos esperamos aluda, Deo
juvsnte, lar de discutir e tratar taes aasoraptos em
opporluna occasISo Terminando citaremos algomas
|- lana* do daulo e celtbre Xavier de Feller. Se a
val lade do matrimonio depende somente da aulo-
ridade prolana, quem podara impedir os chrislaoe de
desposar anas irmft ae como os Potolomens tilo illas-
tres e todo o Egypto? eslaDelecer a commonidade
das mullieres, como quera u lucomparavel Plal.ia a
como o itralicava o illualre e grave Callo? serem
P ilj gamas como os sectarios do propdeta rabe '.' re-
novar as bodas abominavais de ero e de Sporus'.'...
Nao se me me diga que a lei natural se oppOe a tao
graves desordena. Conhecaimo-la melhor que Plal.lu,
Cilio. Sacales, etc '? N.lo sabemos porvenlara, que
da ualureza o da razao lem feito e se fara' todo o
que se quner, todas as vezas que a religiao as nao
proteger. Ets pois, as coiisequencias a qae ser.lu le-
va loi os neaaoa adversarios, grabas ao sea amor dos
paradoxos a da singalaridads, os grandes motores e
a regra directora de suas opiuies. [Fell. joaro. his-
tor. e liller. fevr. de 1791 '.
IV
Nn,i acompanha-lo-hei, senlior, na qoeslSo dos
ti< mentos mistos ; porqua pens qoe nao he a luc-
idor orcasiaa de disculi-la ; vos enten leis que o Es-
lado deve regular la por si laca casameutos e qae a
Igreja deve recauden--loa. Is fie uma blaaphemia.
I : .Maule Tdeolog. Moral lom. 3. Ira!. 4 e. 18 a
19 2' ed ] I'.-ni ler. d'Aligera lom.!) pag. 324 et aaq.
el. I'aria 1788 ; BavL Theolog. tora. 6 pag. !3i o
I8i ed. I.ug.l. de ISit) e oolroa.
(14) Caurroy. Institu, de Jostin.. pag. 20, Brux.
te 14 : Opuscul. de Muzzaral. lom. 2.
I"i Pallavacin. Iltslor. Lib. 22. cap. 49 ; Toruoll.
TOl. 8 da Milrim.
ki ITTiT A r\rt


DIARIO DE PBRNAMBDCO QUAK1A FEIRA 17 DE NOVEMBRO DE 1858.
renta ja dimtmo!. Einqonio aos ra*am*nio* dos ?sr:^rXiS!*no,iHcar,uwrpara presur iian8- sbh **"*>. m..
* ................ do nrl*i:iil_ l i.aII .nu :
lasa M9I|sk h que rasiihrem mu E-I lo* : a Iire;a
deplora surte dosso* inlelire* que nfio eilao nu (ri-
mio. a lr.ja que nao ha iulolerante enlande que
riles nuii oaad inquietando Nele ponto iniln
ideas re l'eleuu, u campeo da lit.erilads de con*-
nencia.
Na la diremos un respaila an que dis*ite acerca
do casamenta Kerlh ; posto aliiriuar-vos que a-
ilaste* a re.pail poarn avisado t mal info'msdo.
O casamento Kerlh le rouilu barallio. a icipeiiu
delle mu o se disss e mullo se ribicuu ; pautara-
*e em acrao as grandes machinas ; falli-u-*o em
mlolerancia, emlibertarte. eminlera.ies da
snloniiauao, ele, ala. Vivero." m reculo das la-
tes, em ama epoea de conciliario a em lempo da
liberdadi ; porlauto lodo o qualqaer jagode* poda
datar discutir ai mais arduas qu*siu*s. Nao admi-
ra, como dina o boro Gregorio de Mallos :
Que pregue oro douto sermfto,
Tin alarse um a.nairilo.
E que csitriroa em I 111 i-i*
Quero nunca la' na Sophtu
Poube por um argumento.
Ja dissemo* que os casamento* mulo*, ulo lie uin
ealhulico o oulro contrllenle, anulo hereg. So*
prohibidos pela igreja Van Espen, ilu-.i a e-
que emm ullus negal, qni catholtci (rasis-im-
pecssre toleaul, rum ha-relicis uiatrim ma mcun-
do ; liu*c matrimonia ol moltip icia incoromud 1 ;
ac praeserlim praesenlal prrirulam pervertanos n 1
haereeiuin usrli calholicae use non prolibu* eu m-
neos esie plaua dele-tan u, i> Melatichloii, a eab.ca
mata pensadora da refoima, penra quaa na por
Evangelium prdnberl msi quod lagibus naluralihu
repugnan!, n Calvnio, que incnulestavelineiil* era
uro hornero de talento superior t nao vulgar illu*-
ira^ao pensav* do mesmo modo. O eap. 73 do D*u-
leroiloinio prohiba o eosaiueiilo* dos lbreu* ernn
os gemios ; asstm lambe m o prohiben! o d. aalho-
lieos com hsregas o concilio de (Calcedonia, can. I i
u Eliberilano, can. I", o 3. de Csrlhag, can. 12
ii papa Bonifacio V. L'rhauo vlll. Beuediclo XVI,
l'io VIII, lirconn XVI e mallos oulro*.
No i 8 o aalor qsi nsuslrar-u > as eteelleiirtas
dos casainsntoe civia, porni nao o fet ; saris um
pedazo curioso. Falln anida ua qoestau Kerlh, a
no inod'rno easamantu (aladica, asm asida S. S
n-lo medio o alcance de suas palavras, e se medio
ful inqualificavelinenle leviano.
Vamos terminar. A muro, Sr o ph*ri*a*o res-
pailo com qae fallnu do Pupa, cu|as dacises uu
voseo modo da pensar nao somos ot.rigado* a cel-
lar. Ela prop S11..I0, sanhor, he impa e lutcrodftia,
eu puder-vos hia diier eom Horacio :
81 taha disents donn lal.u, aul ridebo. i>
Mas nao. Sabe!, seuhor, que sm maten** qie
re*peilam ao dogma eos cosame*, o Papa decide
em ppellsgao, porque oPapa he infalltvel.'. .
I.i-I*. aeohur. em m rrjeiitus da calma o hvn de
1)1 Manir Do P pe, publicado em Ltao em 1820.
2 vola. ; o Ensayo sobre la upreiuaci* del Papa.
l.iroaltrJDI ; a refutado de Fallar iu livro de Jalo
Nicolao II .niimni, vulgo I'*ebrouia<, publicado sol
o ltalo Traite dn goavorneineut de l'eglue, Vene?.*
1768, 3 vols. ; iCde a* r*flotoa* enlicaa ao mesin.i
lelo >abio/.acaila ; lele linalmenle para saberlo
qaid esl Papau, oro opsculo a re por um protestante.
A que veio, seuhor, lembrarvos desle grande
vallo qae bgura na 1 dada media, ee.mli.-ndo oom o
nome de IMdehrand Nao creio ue apezir da ler-
das lijo em historia, btm apreciis a idade media, e
paseado ; sero'huin qua depots de leides lido
iiielhodo da saludar a lu-l rij. I*ais Voigl. bisf, da
ragolre 7. traduc. dejager; llurter, lusioire de
lunocenl. 3, Irad. de llohbsr ; pnuvoir du pape au
muyen age pelo abbade M.. ; lile, seuhor, e rae-
dilai, pois iiflo vos falla tlenlo.
l.reo. Sr., qua po*lo que perfuncloriainsnls, le-
nho iii slra lo qua a doulrina que sustenten nao ha
a ni'llior e a mais pura. Talvea me pergunleis o que
pen-o da Brujalo presentado Carea dos caasmen-
iii! Diga voa que enlend que ella nAo Mlistai no
san lira, que he pauco orlhodoto, e qus tauho gra-
ve* duvidas acerca de sua con.i tuitonalt Ja le- Has-
ta ; m,is larde soltramos.
Capivary, ^U ua agodo da 1858.
O vig.irio Speridiflo.
(Comi Mercantil.)
de prtsjo.
Inventario da Joaquina Jeronima de Jess, in-
ventarame Faustino Jos dos Santos.Mandou-
se dar vista ao Dr. curador geral e procurador fis-
cal provincial.
Inventario de Domingos Francisco da Cruz, in-
ventarame Mara Eugenia ds Cruz____Julgou-se a
partilha por sentones.
Inventario de Marianna dos Passos da l'ucar-
narjo, inventarianie Antonia Mara de Jess,
Mandou-se dar vista ao Dr. curador geral.
Nuda ruis houve.
TRIBUNAL DA RELACAO.
SAO EM lli l)E NOVEMBKO DE I808.
SESSAO
Pratidenea do E1111
mu llermetiuo de
Patl&laAMISGa.
PAGINA AVULSA*
Miiracatu'. Ha na rus do Colovello om corre-
dor de olaria que alm da servir de da para oulo
le vadlos, serva de noita para |mito de reaniSo dos
prelos. os qaaes ah vo fazer o seu maracalo' In-
rummodaudo horrivalinenle os moradores vninhns.
Pedimos a polteia qae ponha embargas a |ao inier
nal brtuqaedo em bsmli.io das familias da inesma
roa.
Sr. cuiissll
l.*Jo.
A's 10 horas da manha, achando-se presentes
os Senhores desemliargadores Silveira, (iilirana,
Lourenco Santiago, Guerra, Silva Gomes e Cae-
tano Santiago, procurador da eora, foi aberla a
sesso.
Passados os folios e entregues os distribuidos,
procedeu-se aos julgamenios seguintes :
AagraVu de p-li^ao.
Aggravante, a cmara municipal ; aggravado,
Basilio Alves Xarejo.
Sorteados osSrs. desetnbargadores Silveira e
Silva (romes.
Negara m pro vi ment.
Agj;ravanle, Jos Leile Pita Oligueira ; aggra-
vado, Saliisiiano Augusto r'imenta Peres.
Sorteados os Srs. desembargadores Silveira e
Lourenco Santiago.
Negaram provimetilo.
ggravante, Jos Moreira Lopes ; aggravado,
0 jlltzu
Sorteados os Srs. desembargadores Lonrenco
Santiago e Silva (ionies.
N'egaram provimenlo.
A queixa dada pelo lenenle-coronel Mottloiio da
Franca, contra o l)r. chefe de polica
Sorteados os Srs, desetnbargadores (>itirana e
Sanliagc.
Julgou-se improcedente.
Recurso crime.
Recrreme, o juizo : recorhda, Francisco Iu-
glez Xavier.
Sorteados os Srs. desembargadores Gilirana e
Silva Gomes.
Julgou-se improcedente,
Appellaco civel.
Appellanle, a cmara municipal : appcl'ado, o
solt.11- |.,r dos resiluos.
Coi lirmaram a senlen^a.
Mandaram com visla ao Sr. desetnbargador
promotor da jusiica as seguintes appel!ai;Oes .
Crimea.
Appellanle, o juizo de direito ; appdUb, Joa-
qun Jiibeirode Brito.
Appellanle, Jos Jatpjin Correa do A'aujo ; dem I L. O mesroo.casa terrea ar-
appellaila, a jusiica. /""'" "*........
Appellanle, o jizo ; appellado, JoseJoaquim lfe!^2TT,.T ,."r.",.,';
Q3 *il*. Idm I .VO mesuro, rasa leriea ar-
Appellanle, o juizo ; appellado, Francisco An- rendaila par ........
tonto da Silva 1 '^Ml> *Sfhalifio Jos Gome* Peu-
, ,1 ... ., na. rasa leire* arrindada |ior. .
Appellanle, o juizo ; appellado, Vtcenle Bar- ,oeill ,_;, utima oa 01ttf tti
rozo Peres, |(rea arrendada por......
Appellanle, o juizo; appellado, ClauJino de dem l.Herdiros de Manuel Anlo-
Lurena Luz. "'" "'"""'ue*. cass tarrea airoii-
Appellanie, Pedro Jos de Mallos Tainba ; ap- dem II.Scbsiino'joeiJumei'p*nna
pallado, o juito. 1 caa lerraa. arru.dada por. .
Appellanle, o juizo; appellado, Jo? Bento de, ''"" '.O iu.suo, sainado com :
F"ueiroa. 'i um aodar e solilo, arrsnlaJo
Appellanle, o juizo ; appellado, Antonio Ku- tua di ('iicorilia!
frasio de llollanda. Nomero (i.Bailboloroea Fraicnco de
Appellanle, 0 juizo : appellado, Carlos Jos -s'U'a. c.-a terrea arremla la por. .
Barboza. T1* l'eln. da Slvs, casa
.,' 1 si 1, larrea arrullada por......
Appellanle, Alexandre braz de Mello ; appel- dem 10.Jote l-raiicisco Ferreiri Ca-
lado, O juizo. la', rata lerrea arrendad! por .
Appe'llante. Justino Jernimo da Costa ; an- Id-ml -A.....nie Mariin* oarle.
anoel do Nascimento Reg,
noel Bezerra de Men-zes.
Apellante, o juizo ; apellado, Lourenluo Fer-
reira de \ estoncellos.
Por subsiiiuico.
Apellante, o juizo ; apellada, Claudina M. de
Jess.
Ao deserabargador Silva Gomes.
Aggravo:
Aggravante, Manoel Alves Cuerra ; agravado,
Joaquitn Nunes Bairao.
As appellaQoes civeis.
Appellanle, o juizo ; appellado, Jus da Cosa
Duarle.
Appellanle, Jos Rodrigues de Araujo Cipo ;
appellado, Thomaz Ignacio do llego.
1 ocurso crime :
Recrreme, o juizo; recorrido, Manoel Hcnri-
ques Gardino.
As appeliacoes crimes.
"ppellanle, Joao Jos de Mello; appellado o
juizo.
Appellanle, Amonio Jos deMoura ; appellado,
0 juizo.
Appellanle,o juizo ; appellado, Antanio.Ioaqnim
de Almeiiia.
As 3 hora da larde, incerrou-se a sessao.
CONSULADO PROVINCIAL.
Condumio das alternries feta no lan-
ramento da decima da Ireguezia de
S. Antonio, que tem de servil- no auno
iaanceiro de IS58 a 1859, pelo lan-
rador Joao Pedro de Jesus da Mala.
IIua da Palma.
Nainam ~.Viuva e herdeires de Jo3o
leiseira de Souza, casa lerrea ar-
rendada per.........
Idero^AO inesino. casa terrea arren-
dada p.,r.........
dem i IIII. lursni'is, casa larrea ar-
rendad, por........
dem i K. Pedro Auna, lilhos do
Dr. Pe nula Ath-vle Lobo Moscoso
casa leirea ariendada por. .
1J*in B.Joaquiin Jos de liveira,
c-sa larrea anendada por ....
dem '2 I).I'rniicnco i'bere/a Bilten-
coun. c**a lenea arrendada por.
Man -1 V,.A iiisima, casa tensa, ar-
ifil.a.i pr........
1 i*in 21. Prarlaoea Pareira Freir,
ei-a ti-rrea arraudala par. .
Idrm !.Padre .Iii-iiuim Pereirs l;r*i-
re, ca*a Ierre* arrendada por. .
1 leni I i;.Joaqu ni Jos de Oliveira,
vasa lertea. arrendada por. .
dem I l).O mesiuo, caa lerrea ar-
reuda la por........
Mero I E.Tiloma] I-,rn tules da Cu-
nt*, rasa Ierre- ai rendada par
dem 1 J. Dr. Ju.lo Ant tnie de Souzs
B'llrao de Arau|0 Pcretra, Casa Isr-
r^a, errendadi por......
Mtin I K. O misino, caa lerrea, ar-
rrllda a por........
Po'se.O Eim. Sr. general Jos Joaqaim Coe-
llio raassiimio commando das armas de,la piovlu-
ca no oia |j do corren!*.
- Somearao.S. Eso. o S presiteula da pro-
vincia, por purlaria de 15 do crtenle, n n-nu vo- \ ,
gal do conselho adroinislrativo do arsenal ds guerra, riguetredo.
o Sr. coronel Franritc Juaquim P reir Lob.i. Appellanle, ojuizo ; appellado, Amonio Fran-
Termo o Ruique. No di* 30 do mez r*ado cisco de Mello Bacamarie.
no sitio drimiiiiiiadu BarracasJosquim Xavier
_ ai|unn
de 1-reilas- as'asstnuii bsrbarainenla a enclalas Ma
noel de tal ; de.iois do que pz se ero luga.
t'reyuezia de S. Fre Pedro (onraliii do fe-
"/ Em Vi du corrriile, a' Bella. Pedro Francis-
co Nvior. moneo do batathao de arlilbant a pe,
d.o ama fac.da em Her.lra Mara do Espirito San-
io, eoudo levado or molivo* frivolos. F"ogio logo oe
pois de perpetrado o delicio.
Termo de Caruaru' Ignacio Francisco dos
Sanie*, indicalo oonio cmplice nos a*assinalos de
.laiii Bapii-tae Jo-e llaplista, fui capturado pelo
soblalegado ds Ireguezia do Altinho, eoadavado pe- i
lodo dislnelo do rlebedooro. O delegado do termo
le seguir para a villa'do Umoeiro uroa escolta alim
da conduzr para a eidade de Caruaru" o criminost
de .luirte Antonia l.oiz de Abreu psio sobdrls-
iad.i de Taqusritiuga fura preio a requisicao d'a
quelle alegado.
.tpparelltos Ac illummarao a gaz. Con que no aterro da Boa-Vi.t*. usas iiil-z qua lea lo- !
dos os apparelhos uecassarios a illuroinae^o a gaz, e n"1"' Simoes Kibutro.
qoa te propunha, por commodo prre,.. a "loroar a si i A novo jory.
a colloc5ao de ricos lstrese lampeo, em casas
ap-
c i-a Iprrea, arren la la v
- Ideiu Ib.-. mr-iiio, ra*a lerrea errrn-
appelladu, .los Marque*: dada por..........
Idfin i.Usoriqae Jorge, caa tiuu
arrendada par........
dem-Jli.Fiiliu* ds Jo-e Padre da Sil-
va, c-a lerrea arrendada por. .
dem -ti A. ll-.ii ii- Jorge, cae
jarreadevidida em .'> qo.rloi, estan-
do II arrendado por.......
dem 2ti B.O ascfrBo, c**s lerrea de
mader* devnli ni tni arrendada
por...........
M.m -26 C.A mssrua, caa larrea
arrendada por .......
dem 211 D.u me eudada por.
pellada, a jusiica.
Appellanle, o jui'.o ;
de Albuquerque Melo.
Appellanle, Joao Lucas Evangelista ; appella-
do, o juizo.
Appellanle, o juizo; appellado, Amonio de
jouza Arruda
Appellanle, ojuizo ; appeliaJo, Pedro Celestino
Appellanle, o juizo ;. appellado, Joaquina M-
ximo Rodrigues.
Appellanle. o prouolor; appellado, Antonio dem c, E.o u......,, ca*a lerrea ar-
Ribeiro de Paiva. atiideda par. ]......
Ap|ielianle. o jui/o ; appellado, Manoel Mar- i ,JS" 'v--v'''" l*rdelro de Joao
._-- s5~ < l'iveira de Souza, casa terrea arreu-
ques frerreira Coco. dad. pac. ........
Mandou se com vista ao Dr. curador geral a dem 1 II.O* mesmos, casa terrea ar-
appellarao segunle : rendada por........
f ivi Idrm 1 C Os mesmos, casa lerrea er-
u,vel- nadada por........
Appellanle, Joao Das Caelano de Araujo Pe- 'd'"1 I.Pedro Anua, ninas da Dr.
reir ; appellado, Antonio lia i liosa. Ifadre da Alhajrda Lab Mosaeeo, *a-
II., sa l*ifea arrenda.la or.
Julgamenloscrimes. Id-m :. C.-Joaqu,m Jo- de Olive.r,
Appetlanie, o jut/O ; appellado, o vigatto Can- | sainado c rr. urna loja e um andar,
dido Jos CoelllO. arrendado por........
. novo jury. !'"':t B.O me-ro-, casa leirsa rom
Appellanle.; o juiz de Direito ; appellado, Ma-1 ,1 "-^S^ e*d..ra, i,
terrea arreinla ia pm......
Id-m | | Vn,va e herdiros de J -se
Appellanle, Uenrique Jos de Santa Auna ; an- 'looc-lse. Perraira e Silva, cas( ter-
parlicol.res, eneonira ent.avss por parle da conipa-i pe|laJo ;..:, r>a emendada por. .
lam alia e-tipolad... II. natural queso o referido m- ppellanie, Manoel Concalves Lima ; appella-
glsi lusislir em sua idea, nao adheriu lo a roonopoiiu da, a jusliii.
da ooinpaiihia. leolia de recoli er granlas lucros, o A n-vo i'urv
qaa nAo aconlecara' se de oulro modo proceder. ,
.Iciso. Clula-,e p,r ah laasa iiumorslidades |
de mu cerlo sujeilo, que por casas
particulares se
oceupa da insinar prunairas ladras a d< versas mitii-
us que iio podemos denar de chamar sobra ella a !
aliento do* pas de familia, para que na eduracHu ;
do -ii iniiocante* fullas, nao consentir que pr tal j
modo se implsale tu.iume. depravados.
Temtica de ectuao No da 15 d crranle !
pelas ciuc ho lavain empreados nos trabalhos das obra* publica- Novo ju-\.
..laudo beira do r. carreando ar,-,., .prov.iia- Ass.^,ou-se dia para julgamento das appellacoes
Appellanle, o juizo ; appellado, Manoel Pe-
reira da Cosa.
Improcedenle.
Appellanle, ojuizo ; appellado, Manoel Apo-
linaiio.
Novo jor\.
C i-la,
Jorge,
iJem 5 A Jo-e Franeisea da
caaa Ierre* arrendada por.
Men'i 15.Hernias Adelas/da
ca-a tortea arrendada por. ,
Mein 17.Theodoro ll'llto do* >anlo,
caa lerrea arren tada por. ,
Travesea da Concordia.
Mam 3.Manuel Anlonio Visira, esa
lerrea, arrendada por .. .
dem i.O meimo, casa terrea, arren-
Appellante, o juizo ; appellado, Jos Filippe ,,!'''?''"'; ".'......
11, dem !>.i) u.i-mo, ca,a lrroa, arren-
i.ida por......
. seguintes
Crimes.
Appellanle, ojuizo, appellado, M. domes de
ram-e de estar muilo vasir a msre a a mu lempa
evadiram-se procurando o logar onde se echa u de
psito do gaz, e segui.am em difieren!** direcjos :
a fors* poblica, |wrcm, que e*lava vigilante os s
guio de modo que no oapafa de i rniniloe eslsvsm I Lima
lodo* r*eolhidos as suas pn.es. Eis o ficto. O des- ,.' n i i
lacsiueiito de polica o csete *arui,<, Aamar rom *PPelwnlei Ignacio-lose de Meira ; appallada,
algumas B/aOM ea priineira llliha que rninpaulian a Ia JUsliCa-
guarda p.e.iaraui valiosos servicos. O adro.ui.tr.-i Appellanle, o juiz de direilo ; appellado, Ma-
padrsho e|nuelLui/. dos Alijos.
Appellaule, Amonio Alves da Silva Baluiga :
com tenes ar-
leirea ar-
terrea, ar-
lea ar-
nor das obras publicas com elli-iaes d
rarapina laiubam multo coadjuvararo. Os empre-
;sdon da ca-a de delaur;o nos siui puslos eaapriilo
sus devaras.
O vsp-.r brasileiro oPeriinauga, sabido psr*
Macero couduza os seguintes pa-ssgeiros :
. luibeliiia da Casi e Silva, J.jfl,, V/eaaa Cabral,
i.audioo da Costa gaatiaa Jariuiho Paes M de M. e
I escravo. Amonio Dimz Moreira de Mandonee,
(uiihtrine George da Molla e I escravo, Fall'de
Barros Piinenl.l, Franci.co Msrl us Ua Fon.ec-, I,.
Mauoel Fumino da Mello, Estanislao Jos Au-
luaes.
O brigue escuna b-asileiro, enlr.do do Mar
uhao. srctaaa para asta provincia u pasiageiro Anlo-
nio Jiio Ci ld*.
Matadouro publico. Malaram-se un da lli
de mivembro para o con-uino dala cidada 2 rezas,
a saber :
Urna sociedade 7. nutra I. Jo Lueio l.in* 8,
Jos Fraocisco de Soaz* J.ima ot Filho e Joaquun
Piulo, 7 cada um, Jo.io Jos de Albuqaerqua 6
Manoel de Souia lavaras 5, Joaquun Jaemlho i.
M.iuel Joaqunu Duarle Sooza a Francisco Can-
dido da Paz a cada uro. Jo.e Mauricio dus Sant s,
l.lirilovao de Sanliag i l.essa Manuel Jos da Ke-
ssurreico e Luiz d. Qua.roz Barros, I cada um.
Ilorpital te caridaie (15 da uovembro.)
Eil*ni l beoisvM o -2 mulhares. nacionaes :
2 lioinsus eslcaiigeiro*. e > homens e.crsvos ; total
'M l-oram visna las a. enfermara., pelo eirurgiaa
Piulo, a* 7 lloras da m-nbaa, Dr. Doruellas, as 8
horas da mantisa, Dr. Fumo ai 5 dorase uie a da
tarde de hoiiiam.
Mortalidile do dia 1 Isabel, parda, I!) das tumor.
I ui* cnauca, atposla na porta da matriz da Boa-
Vala.
Msnoal Soares, pardo, eaiadu, ;iO aunes, tliaua-
-.ao.
Joao Cesar (ioines deOliveir, pralo, sollsire, -22
anuos phlisicu.
.(/ rlrliarift'id.
O aggravo de
ag-ravado, o
CIIKOMC.V JUDICIARIA.
JUIZO DE OllPIIAtlS E AlEMES.
Audiencia do dia 12 de novembro.
E'rrivao liunnarAe*
SoliiilaJores prsenles Senna Das, Magalliaes,
Albuquerque e Rufino.
Feilos publicado-.
Inveniaro de Francisca Joaquina Pereira de
Carvalbo Lisboa, inveniarianle liomao de Souza
Lisboa. Approvou-se o tutor proposlo;
Invonlario de Manoel .Moreira de Jesus, inven- Barros Wanderley.
appella,lo, o JUIZO.
Disiribiiiram-se.
Ao Sr. desetnbargador Silveira :
petyio.
Aggravante, D. Anua Lima ;
juizo.
Appellaces civeis :
Appellanle o juizo do ausentes.
Appellado, Andr UmUelino do Almei la.
Appellanle.Jd'aqum Goncalves Hasios ; appella-
do, Joao Vamim Vilella e outros.
A revisla crime :
Recrreme, Manoel Joa piiui Bacellar,
Recorrido, a justca.
Appellacoes crimes :
Appellante.Fr Anlonio da Rainlia dos Aojos-
appellado, Jos Francisco Nunes.
Appellanie.o juizo ; apelante.Francisco de Sales
Lima.
A:ippellanle, ojuizo ; appellado, Francisco Luiz
Ao Sr. desetnbargador Gilirana :
Aggravante, Joaquim F.ancisco Duaite aggra-
vado, o juizo.
Appellarao civel :
Appellanle, Dr Marianno Joaquim da Silva.
Appcllada, D. Mana Bosa Moreira.
Appellacoes crimes :
Apjiellante, Vicente Ferroira de Souza ; apella-
do, o juizo.
Ap|iel amo, Luiz da Costa Lira e Albuquerque :
appellado, o juizo.
Anpellante, Francisco de l'aula Azevedu,
A|ipellado, o juizo ;
Por lobafituieao.
. Appellanle, o juizo ; Apellado.Juaquiui Correia
Brasil.
Ao Sr. desembargador L. Santiago.
As appellacOas crimes :
Appellantes, Antonio Jos de Carvalbo San-
tiago.
Appellado, Dr. Joao Jos Pinto.
As appelaces civil :
Appellanle.o juizo ; apellado,Ueuriques Lui de
cara lerrea, ar-
ar-
ar-
lerrea, ar-
por .
larrea, ar-
ld*m S l) incauto,
re>ala la por. .
Mein 10.-O mesuro, casa l.trea ar-
ledala p6r. ....
Mein 12.O momo, ca-.
rendada por. ,
I lem 14.O me,u, ,, Cil.
rendada por. t
Mein 16.O iiiesioo, casa lern
ijenaada p
I laisn lli A.O mesino, caa leriea ar-
i anda la pur. .
dem Ki H.ti aaeama, casa terrea,ad
rendada por. ....
Idrjn KiCO mesmn, ea'ia lar'rea'ar--
rendada por .
dem l t.O uie-ino ca*a terrea ar-
rendada pur ....
Id-ni 16 E) menino, casa terrea ar-
rendada por ....
dem 2o C a.-rllar.him'.Vnleio'lli-
inos. r-n t.rr-a % randada por. .
dem 2fiE.Francisca das Chagat Por-
l'lla de Carvalbo, casa Ierren, ar-
fendada por .
Mein 5.Dr. |>,,|, |.,crr'a y.{,ti'0
d Aiaupi Pereira, labrado ean u na
I n, um andar e suia,,, arrendado
por.........
lien 5 B.t me.iua, ca"*a ierrea,*ar>
rendatla por ....
Mein 7.Ilenriq.,, Jorf,t Cabi| \et'A\
arrend la por. .
dem I.t) iui
rendada por .
Mein II.O meimo, caa lerrea,
rendada por .....
Mero 13.O rneaao, casa terrea.
renda i,t por .
I Uro 15.O mssuM, casa' terrea,
rndala par ....
Mero 17.(I nesme, caa lerrea
renda la pur ,
Mein t)._(J |0fa|Ui ca
rendada por .
Prail do Caldereiio.
Mein 2 B.Jotapna Filomena Firrai-
ra, easa lrrea, arrendada
Id-m I F. A mesan, casa
rendada por .
I lem | ti.A moma, casa lerrea, ar-
rendada por .....
dem I. II.A metma, e.isa leriea',
arrendada pur.......
Kua da Csdsla Nova."
dem 7.Franeloeo Pereira di Silva
Santo*, uro quintal com S meia agoas
arrendado por.......
I lem 'J.O mesmn, ca*a em mixta, e
um armirein no fundo, arren lado
por ......
Id-m 17.O rus.mu sobrado can um
andar em obra*, e uro* luja airen-
da ia por........
id-m 6.Domin*oi Jir. di Snv.i,'*o-
Inado <-, una loja e um anJar, ar-
rendad n pur.......
dem 14.Irroaudaded'AlMHda Ka-
eif. ra.a ierre i, arrendada por. .
dem 18.Manualllranciico da Silva
2UO5O00
I.I29UU
lls^MW
2UUPI10
12030011
1205111)0
lOrt^HX)
I685OIH)
2iO;IH>0
1009000
UKKfOOO
25-';0iKI
2Ht55000
2869000
288|000
3r38|O0O
2883000!
2105000
att09000
2'iOjOlMl
240*000
57l>?000
I2tl.~llllil
l-JOSOOO
1 i5000
i^gooo
1929000
IO85OOO
200.5000
iiosooo
2705000
819000
8I9OOO
120-000
IIO501W
110-000
2009000
I689OOO
12-OOil
2io;ooo
192(000
1509000
1:105:100
2169000
1000000
19-29000
r>-j-.....
I'.IJ.-5'KMI
1023000
I49OOO
1419000
I449OOO
I iI3000
II 3000
I449OOO
1449000
1449000
2005000
1503OIK)
S.O3OOO
'.H30O0
1205000
JtOOOO
Cairuai, sobrado eom 2 lujas a 2 au-
dares. .lleudado por......1:2003000
1 lem 20.O mesuro, aebrado com ama
leja e d 111 linares arriudado
Pr...........1:1009000
dem 2i.Irmauda le das Almas da
Becile, sobrado com urna luja e om
sn lai, arenla o por..... 33000
dem 30.Viuva e herdiros da Mi-
euel Jo- Kibeito, suhiado cun urna
loja e um andar arr*n lado por 4003000
dem 32. Urdan lerreira da S. Fran-
cisco, casa lerrea. arrendada pur. 3008000
dem 36.Mana Francisca da Coucei-
cau e uutro, sobrado com orna loja
duus andares e solSo arrendado
P"f........... 7909000
Mem 38.Viuva de Domingo! Jos
llai husa, sobra 10 com ama I ja e 2
lindare*, arrendado pul..... 4JC3OOO
dem 12.Manuel Jus da Silva Bri-
lla, ca-a leirea anendada por 1209000
dem 48.Jo.io da Silva Moieira, so-
brado com um* loja e om audar, ar-
rendado par........ 0003000
dem 52.Tiborc o Valeriano Baplia-
la, obrado eom doa* tojas e um au-
dar, arrendad pur ...... 2503000
Mein 02.Jas Juaquun de Novaei,
sobrado cun una I 11 e tres audarai,
aiientad. por........1:3003000
Mem 00.Jos Rodrigo*I de Ar-ujo
Porto, sobrailo ruin urna loja a 2 a-
il rea, arrendad por..... 8003000
Mein 7.J io da Silva Murena, sobra-
do com una loja a um aud.r arren-
'-do por.......... 1O5OOO
Id su II.Ju* de 11-rro* Pimentel ,
sobrado c.iii loja e ilous andares, ar-
rendado por ..... 8OO3OOO
[.lem 15.U dera lerceira de S. Fiati-
eilCO, solirado rom una loja um
andar e sulao sii'ulo?* 10 por II5OOO
Mein 17.A inesma, cusa lerrea, ar-
rendada pur........ 30054100
Idom l'.l. 1 man lade do S. >acisuieu-
lu di Santo A nloiiiu, casa lerrsa, ar-
rendada pur........ 3003000
dem 21.Joao Pinto de IJiieuox, ca-
sa leirea eom tollo, an*ndai pur 3OU300O
dem 23.Mana I lnula de Catiro
Carnea), rasa leirea. arrela la por 3003000
dem 20. Viuva e herdeiru* da Jos
Uonfalves Ferreira o Silva, caa ler-
na, anendada pur ...... 2W9OOO
Mein 31.Anlunro da Silva Gusmio,
casa lerrea, arren ada por. 2005000
Mein 37.Laurencio Jos de Mura?*
Carvailia, sobrado rom ulna leja, um
andar o salgo arrendada por 5523000
dem 39.Ordem Inc. ira d* S. Fran-
eisco. caa lerr-a, srrendad* por, 2109000
dem II.Drd.iii lerceira de S. Fian-
ci-eo, ca-a terrea com um quarto ci-u-
luo'i. anenlkdu por .....
Mein 5.liuilheriiie Aucil-to Bodri-
liues, subiado com urna loja e 2 a-
ilare, arrendado por..... 7505000
Mero 47.D Ladgero G-malve da
Silva, sobrado curo duas lujas, deus
andares e um qusrlu 110 fundo, ar-
rendado pur........ 8OO3OOO:
Mein 33.Daroiao IjuOCalvel Bodri-
tue-, e Adelo J s de Meudoii-;a,
c.i.a lerrsa, arrendada p.ir. .
dem 55.lliamai de Aquinu F'onse-
ea. easa terrea com nlau arieudad.i
pur...........
Ideui 57 Herdiros de Anlonio Frail-
esco Branca, s-dna 10 de uin andar
e daa* loja, arren lado por .
Id-m 75. Itiuinaz de Caisallu: Soares
Brandan, souradu com uroa loja e
deas andares, arren 'ada pur .
Id-m 77.Francisco .111101110 de Oli-
va ira, sobrada euro.....1 loja e duus
amUies, arrendado par.....
rraveesa doCarcereiru.
Numero 5.Ju > Casada 1.11114, casa
ierren, arrendada por.....
Mem i.Manuel Joaquun da bilva
Brasileiro ca-a lerrea arrendada
por...........
Mein 5.Alexamlriiia Truena Sanio,
a Joaquim Jva de Almeida, casa
lerrea, i.rreiidada por.....
id.in 7 JuAo Mslheuf, casa lerrea,
arreudaia por........
Mem 15. Iiiuandaie du SS. Sacra-
mente da Sai-, i-ta, casa larrea
airen.ada por........
Traieis* do arsenal.
amara 13. Manuel Francisco da s.
C irrigo, sobra so rom urna loja e um
au lar lien 1.1'iu p r......
Itua .I I'raia.
Mein .Orlem 3." da San Francisco,
ca-a le rea, arreuda la por .
dem (i.A mesilla, casa lerrea arren-
dada pur....., .
Maro 8.A inesma, casa lerrsa anau-
dda or..........
Mein 10.A*,rar*me,.casa Ierre arren-
dada por..........
Idean 38.(iuilherm* Auguilo Ko Ti-
ses Salte, cass tenca arrendada
P <........... 1923000
Mam 02.l-rai.ti-co Jos Dial da Cos-
ta, ca.a lerrea dividida em duas ar-
rendada por........ I83OOO
dem us.Manu'l liourjilves Fsrreira
la Silva, casa terrea arrendada per. 1089000
I lem 27.t.ui lieni.fi Augo ues Setie, *obrado coro 4 lujas e 1
andar arrendado por.....1:0383*100
Mem 29.Jala Thomaz Pereira, 10-
luauo com urna loja e 2 andeles ar-
11,-i-OOO rendad, par........ 3923000
Mein 31.O ine-mo, sobrado.com urna
luja e 2 andares, arrendado por 0003000
Mero 33, Constantino Jet Kiposo,
sobrado cun orna luja a 2 andares,
sn..i e uro lalheir. uu fundo, unen-
dado pur.......... 7209O00
Mein 13.Manoel da Cunha Guima-
res Fereua, lobrado com una luja
e 2 and- re- a solio arreuda o por t. 9003000
Mem 42.-^ Viuva e herdeiru* de Joic
da Molla I! lelil;, S'tirado eom urna
loja, 2 ai-dar", laUa e um lelheiro
no fundo arrendado par..... 7803000
Morolo.M-noel Luiz de Mello, so-
brado cun urna loja, 3 andares la-
ida e uro lelheiru nu fundo, arma-
da lo por..........1:00034)00
I lem 51. Francisco Jos Raple e
seos lillios, sabr.lo com uin* I >ja a
3 an'arase uin lelhairu nu fuudu
arrendado por........
Mem 33. Bruardo Anlonio de Mi-
ran la, easa lerrea com soto arreu-
da la por.........
Mein 55. Jos ll'-ino da Miranda,
sobrado com urna luja e 3 andaras,
aireiidado pur.......
Ba Nova da P.a'a.
Namaro 2.liento Jos Kamoi de Uli-
veira. Sobrado rom una loja, um
andar a aolflo, arrendada por. .
Mein 1.Anua Isabel Hamos de ili-
teira. sobrado com nina loja, uin
ulular, e oio arr-ndado por .
idtm (i.liento JJui Hamos ile ilivei-
ra, caa lrrea arrendada pal .
Mein 8. O meimo, ca*a terrea que
-erve ds rmasela, arrendada pur .
Mein N A.O uie-ina. uin corredor
Com porlaa de trapiche, e 11111 aruii-
/*'in mlernu ariandade por .
Mem 10.O 111 sino, casa tarrea que
sere de arma/em, arrendada pur .
I lem 12. \1111a Isabel Hamos da Oli-
verra, e?,' lerrea qua sirve deaima-
tam arrendadi pur ......
1 lem I i. A meiiui, casa lerrea r-
vlldada po'.........
301I5IIOO dem lli. A inesina, casa lerrea que
sarna aa armaaem aneudaia pur .
1 d-111 10 A.tiuilherins Auauslo Ko-
ilrntues Selle, uro caisu, arrendado
por...........
dem !H,llerdeiius de Joao Jos do
R*go, labrad 1 caes um andar, solo
e una l.-ja, conleudo l'i qoarlos, ar-
reuda la pur ........
4805000 Icleni 26, Jeras llvcmode Miranda,
sob ada cu111 orna luja e 2 andaies,
2049000 ar.....talo par.......
Mein 32.I) ine-ni sobrado e.un una
K85OOO luja, I andar soto, arrendado pur.
I.-' Ira -essa da Piala.
1449000 amara II.(.a iiirnie Ancnata lio
. riuue, >eite, easa lerrea cum sulo
1689900 anendada por........
:!.* Irave-sa da Praia.
1149000 Samen 2.Joao Uoiiuell, raa terrea
unen M la pm-
1443000 Priineira serijao da me*a da consulado provincial
de Pernambucn, de 12 novembro da |s",s
IIW3OOO <) lancador,
Joo Pedro de Jess da Malla.
3OO9OOO
br'ellas lem taThero competencia, e inspuc-
q3o o j iz de direito em correiQ3n, a vista
ooart. 47 do decreto n. 834 de 2 de outabro
> 1851.
Sbre o sexto ponto da presente consulla
pens, que s au governu impe lal compete
confirmar os compromissos le lrman la les,
depuis te religiosa, a vista do art 2|lt da carta de
Mi de 22 de selemb'O de 1823, salvu o di-
reito cabivel >s tsse-nibleas prooociaes para
legislar subrea mesma materia,na conl irmi-
dade lo art 10$ 10 do acload licional, como
ja foi explica lo peloa avisos de 18 le abril
le 1841, em n. 173 lo 1.- de agosto de I8>3 ;
sen io que sem essi a)provavao, ec.ii.fir-
marjai) do compromisso n3o po le subsist-
irmindade ou conlrat ia algumi.elem de ser
dissnlvida, nos termos lo disposto no art
4 5-, I dodec eto n 831 da 3 deootobro de
1851. A Prelita confirmado docompomis-
so p-ga novos e vellios di'eitos Le o '215
d. 30 de novemb o de 1841 gs, 35e 36. assim
cimo sello lxo Oecreio n oSidelOdeju-
llio de 1830.
Aceica do stimo e oitavo pontos deata
roposta parece-me que embora o alvara de
'20 le julio ue 1793 lelerminasse, que as
confrartas dn Saniissimo Sacramento licas-
s-mexce la 1as da aa bitivas da releoQ'-o e adminislra(3o dos
heos imTOV'is, qua oossuissem, lem do
annoe oa. Ord liv. 2 lit. 18, ele todava
a provisSo de 29 de marco de 1820 deca ou,
deseasquei o uculu, a til o uro par. u euaenl.o Be-' "I"6 n3 P0,e e,,len ,e'-se- 1UB s J,,i's ''"
anlpe de vista van(ajoinimo psia aligar meo gran-
de microscopio sobre a e. lado d* ti la um.
l!om aflailo, sendo como ha esl* eidade toda bor-
dada de kllsnaa aardllhaira, cubeila de s.herb.s e i j .ge
vrenles arvored*, uenhnni pulu he mais elvenle, '
bello e vnnlajoso aos calculo, da oplics, cumo o em
que me anaei ; me calillo foi o piimeiro que ficou sub minhas obiervs-
^oes, porque s all loi para ver, ob-ervar, |sr, e
esersver ludo quaulo d* mais nolavel a grande lente
do meu oeulo podesie >lcanr;ar.
Venda que nada de cunuo *si*lia nssle pontu do
Capibaribe Metrim porque lulo estav em seus et-
sos ; alirei-ino lodo para u centro da ci lade. A
im come^ava raiar por liaz de minhs co-tas s
ua face, bella sempre, de-la vez era bar-a, amarga,
e fern-nli.i, annoviada rumo u aspecto gnuso de um
vermelho rasliru : nolaveis eram s uudulafAes sl-
mosferica, cujas grossas carnadas sobre pasta* amas
as oulras impediam nao punco a razan do calculo
observatorio.
E com quanlo parece-se que a ordem regular do
globo estivasse uin pouei rev luciunada, o silencio
era profundo, eu padia de*empanliar bem iniuha la-
refa.
Como quer que fose, pira quem enlenle divo de-
clarar, que o paulo do meo a,eiio licuu au noile
do grande meridiano ,iO0 300' 150" ; que o nutro
ramo da msgnlialura B.rburema que au sul nis -
cava frunleira f.ria o vale de uro- leaua po.lugueza
em lalilu le ; e que cometa dessiandu-se um pou-
co para u puente tirando de i dua* rectas latera**
sobre aquell. bise f.rmava um i-osceles oSo visto
ale boje por aslrol ge aUum, em con.equeucia de,
ua pomposa cauda rerla e bem perpendicular
le-anl ir no vertir du triangulo niivu isusrelvs tan
amiaoea qoe dciaava percaber us ubjeclo* nie.-mo m
mai* iinpercaplivtis.
Apruvei|audo-;ne pii* deile |ihenomeno sideral
ndad'S
KECEBtlOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERMAMBL'CO.
Rendimecto do dia I a 15. ... 8:810cMll
dem do dia 16....... 1:374C4
10:I67600
jarf
I m lti.-o larao xaprAi de apncairana detsava-
e ver hermticamente pregado no frontal da ca.a ie
viveadl.e nelle inscripta em mancum a seguinle le-
genda lecepfo lunuiiaiite. Furqullha gru-a : ua
b-se da pared* e&tsliain mullos vultos negros Irapi-
Iflel, limi-n*. coro M denle aperla 'o* de foine,
eiirreganlo s-ibra us hombrus liim s de grano ca Une
para pr*garem as nadegas de um salino septuagena-
rio, a qoem s.udavam por e-l i foirua.
>oso ingina Xmlid,
Qoanda quer penar Ierra
Paz Iron.ba de fera
OH l, oh iii, oh l, oh Id.
Agara o Ruiiii
Foi ao Rui de Janeiro
Truin* liinia* pr'u esqueiro
Uh lo, uh l, etl : ki, uh : Iii.
Em vez de sopri
lli guarda de-la loca
'I'rnuie eeMe um l-lmca
4)h l, oh l, oh Iii, oh l.
Maqaamala he \mlui.
Por que uila quer gaitar
Tudo Ihe sai azar.
Ou lo, oh Id, ch Id, oh hi.
A" Rio o Ruf
Slaadon, ma- eu diuheiru
loma ii ni.i pr'a isqoetro
Fia, liau, oh lii, uh l.
Ouvindo tiros a dlreita, a o snm de um i harmo-
niusa monea m retal -nipurrei o quadranle para o
lado du puente, vi uroa lauta fe-laiiei no E'.g-nho
Novo. Parela qoa a aurora alli havia desabro-
xado com toda sua gala. I res metal bsm provi-
| da* de om nu ern lem cunta de dill-reutes iguaria*
192|000 **' P"*" aaartiia al a humo Foram Franqnaada i
I mais da qualroreutas peesoai, qae leram obsequar o
iioinea locnniuiandante *op.ri..r da guarda iiaciuiial
138*7000 curo",l Antonia Alves Vi una.
O- mullos, a variaros Vinhnl : o* rerre-o.!o In-
dis as especie* runbnram a aliento do gran te a'a-
lll.i' os co
da b-m eenhasiia Iraiiaoeza do dt*tuirlo cron-l
m
BcarSo habilita las para novas,
maiores e illiaiita las adquisi-jj'-s, pelo
que se a irmandade nu cunfraria deqtiese
li>la iio obleve anda a liceuga u dispensa
das lela oe emnrlis<;So lo francez e amo--
lir cav jur. cn. s 18, pot. n, 53 Vaoes-
pen. liv. t lit '29 c*p 3 n. 19 cap. i n 3,
etc.;, a qual he concedida pela assemble
ger> legislativa. Constituido do imperin
art. 15 s 15. segundo opina olio do conss-
liii-iin Maia nos seus a peona mentos de le-
gislaco de tazeoda pag 33, ou lias pelas
ass. mbleas legislativas ..rovinciaes* tor tor-
ca da geiie'alilade da disposir^So do art I0
S 10 loacio a 1 licDinl, como nsinua o dis-
lincto lente cathei trauco da facltale i\f.
di etto desta cda le. Sr Dr. Loureiro em
sua excellenle obra lnsiiluicoes de direiin
Civil Brsileiro (primeira edicdo; liv. 2 tlt 1
n.ita ao ^ "209, he claro, que as Ierras reivin-
dicadas jior essi irmandade, e constitutivas
1o seu plrijjO!HO nao podein por ella ser
ja afundas, sen io qoe quaudo mes-no a
predtta liceuca Ihesej* dada, o >Crame-tilo
.i-v-ia ser felo em hasta publica, a (u -ni
mais der, precelendo e lilaes e preg s o
Tinte tlus. m b jem de insanavei nuin lade,
na confomtdsde da or. liv. 1 lit. 62.S5
lei de 5 de julho de 1776, etc.
Assim p.'iisn e opinn, sslvo melhor juizo
Rectfe15 :e n ivembro de I8i8 O advu-
gado, Amonio de Vasconcellos Menees de
Drummond.
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 13. 16:133j002
Idam da dia 16. ..... 1:2839635
__________________________________17:7ll>p635
HXt >ot itw m po*t*
Navios saludos no dll 15.
Macelo e porloi intermedios Vapor brasileiro
aPersenungaa, couimandaole o segundo leneute
Joaqom A. M .rer.
Paralnbs Bngua in l Spray, capilao Hanry
K .per, ruin a inesma carua que ironse de Toire
Nova. Sospendeu dn LamarSo.
"vio enlrado no dia 16.
Maranhao21 das, brigue escuna brasileiro Ca-
rolina, de 14:t t..ne||a8i capilo Ja qumi Anto-
nio tjaneah.i Sanios, eqoip-gem II, carga farl-
uha de mandioca arroi e mais gener ; a C. C.
da C. Moreira. Perlenee ao Rio de Janeiro.
Kio iaj.neir_15dia*, barra iiglea Precanor,
de 101 i.uieladas, raposo i. Ttionion, eqaipasem
16, em lasir ; a viuva Auwrim i Filhos. Per-
ence a Une--.
Pljmoiilb e San Vicente 30 diai do primeiro e 13
do segundo porto, vapor brasileiro de r.bqoe
alncousolsvelv, de 49 toneladas, capillo John T.
Th'in-z, eqaip-grin 14, era 1-stru ; a or lem.
\ -io recebar carvo e segu para o Rio de Ja-
neiro.
Navios sahidos no masmo da.
Par 1. liaIliala brasileiro uConeeieio Flor das Vir-
lnde*o. capitai Al-i-n triuo da C. e Silva, carga
iii r.me- mercaduras.
BostonPaterna Americano ijoseph Parku, eapi-
i,in W. II. Pa k, rarg, a-sucar.
Himplen Koads Brigue inglsz "Aguiso, capilao
J. Abboll. eerga a-socar. a
Macero Brigue inslei Fnyii. eipojln T. Farrea,
e ro a ni.suia carga quj trouie de Terra Nova.
Su'pendeu do lmanlo.
He nolirea lyra qtianrlo cania o nierilo ;
He vil, he baxa ijuando o vicio una.
(Bolivar.)
lieas^uioin liunlem o exercicio do cominando
ennasiia Iranqaea do drstinclo Coronel le general conselheiro de guerra Jos .loatiuim Coe-
Aaiealo Alves, mrmenle vendo am ana presenta Ii- llio, iue lao anciosainetile era esperado, para com
be--*, e conserva .res, qu. -e reg".i,,vam promis- a |10nra lez, ediii.iade. cavalheirismo e iusl.ca que
cumenle cun a us criada nem.aeao. Fui eullu s u ; i j ,
que p.inc.p,., anular a oUIarenr;. plp,.ai.l.,qu.S80"""i lnl'ernU)S d'S'f > reparlirao destU
dorninava an mesmo lemp i, a no me-nio du a- du s carro
est-ern ladea de urna pequea Imua que se esleadia Os lionorilicos .ireceilenle Jesle distinelo general
cn,nB;',!a.,,a,"EOi!!"'rh,0 N"V ," a'"' "' mmp S:' a Prova mais evidenle do |ue acabamos de ma-
rom Mas piulas abarlas mostrando a pompa inages- ,.
t ta de sua soberana : alli n occa.o pret... negro .. nesUr, e seria um Irabalho superlliio de nosa
lOh-MHKJ afainacjado do ni is rarrega.ln dia de invern : aqu o paite se quizesemos de novo apresenla-bs, visto
tilo, a alegra, a dansa, os prazeres, msica .(es- como eslo ae alcance de lodos o sao bem cotilteei-
empenhals p r baben arlntii, faiam o cortejo de I j-,
uroa fest, de verdadeire aleg.ia ; alli u maree l
S 3 fSanl i.. t-o = Sri"! I-! o* mSt 3 5 i 5 o" E. =3 =5 < 3 " C w ^ xa 1 c-,' t ,, f 9 1
n c s s e b 9 c e Almotphera. O a 33
0 S 1 D'ricc,a-o. 1" S 0 lo OsBj *: ii 0
Inlensi-= = == = dade.
2 S aa 2 "v = 2 S 5-3 i e 0 te le li l eO 1 c 1 3 O | -s 0
H K. 1 ~ tw M L| 1-. C.1 IO w Keaamur.
s a. T I XX3CX la- a a_*. ---toco i tahreiiheit 0 0
e 0 -1 ^i 0 y: y. x -1 -1 .. 0 i u. er -4 0 i fygromet ro. >
gaga 1
6
-,- 00
ocooo
tanto assim uue a tristeza e melancnlia que
Ungida P r etmpe* entregue, a nudez e a fuui-, em Por lodos os lad3 dtvisavamos us roslos de quasi! 66266*. Juus mierose ipios e 24 vistas
bn gado* com a lerineniataai de earapa po ir re- : lodas as forcas d'esla ouarni;ao lom iu o seu estado
pre-entava o Criqne na *ua manir nedlondax. Oie primitivo com a reassumpeao de lao Ilustre ebefe,
darepetl, fulniinanle Oue taboca de a.rom- j qlI(J com ,no que |l|a h9 naIra!ie ren,JSo que
laja retirar.ms, qaandn onvi levantarse um u c
ilMIjOOO i rooc" som que bem me parecen TrUSo langendo a lodos os seus siibordiiiailos.qualqiier i|tie seja a sua
tua bu.ma no mel das o-.d.s em rsvoiacSo. Tie- calegnria e poaieo, elno se deixa levar por insi-
1111 de liorrnr cueii'* o o^ulo cLurouo-ine a atl-uro t
para es. poni ; um [rio aloeial eabria-m. d. c.b.- n"a,;oe5,; "anejos, so proprios de almas mesqui-
qi aos ps: trem e vadle! ; vi ; a o que vi'.''.' n'l0S e ds senlimenlos baixos.
.................. A plena ciinvn; que nutrimos do carcter in-
O proscripto.
IVIi mspeccaoda aiUn.iega se faz pu-
blico que no dia 17 do correte mez depois
de meto da, se b3o publica a porla da mesma repartido, sendo
a ar ematuc^o livre de direilos ao arrema-
tante, os seguintes objeclos, appreben 1idos
le citiiiK.. ida I- c.im o ari. 2i4 do reg. de
22 de junho de 1836 Urna secretaria de jaca-
reo ia no valor de 50, doie grozas de cae-
tas de pao em 235t0, vinle tres catxas de bu
I loj-ara ra. era h5, dous cortes le palitots
de fuslSo em 5a, viule tiras de cassa em 59,
seis d zias de can>iss para bomem, com
petlo de machina em 60/, ama prensa para
copiar em 20/ irittta drjzias da peilos deai-
godo par camisas em 9f-5, duzentas e qaa-
renia gravatas de seda simples em 80>, cento
td"u* ueut s de tartaruga ^ara trinrja em
em
iOOcOOO
4005000
4005000
1:000^)00
5009000
I:i00p000
1:000.3000
800-000
5003000
:i50rooo
3503000
AOMEH1TISSIMO TKIBLNAI. il() COMMER-
CIO UE PEIt.NAMBLCO.
Soneto.
Se n uii*u tribunal indep-iideule
.Yli quer ujuzdas parle* ser lesado,
It- gloria e*se Iropheu Ib* seja dad...
P'ra qoe sej* o seu zelo assuu plenle.
Poi* elle, que lio sbla. a justamente
Do rummeicio es demandas ha j-.lga.ln,
Merec* er par lodo* decana to,
E a son gloria a todos ser presente.
E ininha fracs vm desronheci la
IMter de aljar nlo p s*o selnalmenll,
Cantando a gloria sus t;1o devida.
Pois desse tribunal lao eminente
lleve ser a Inlelresa eanheci la,
IJue ajoatiija nao deve estar laleule.
yt&iaiti&tei*
COvSLL'l'V.
Uavendo urna igreja matriz, irmanlade
lo S. S., com ptr-nia approvaua por conuro-!
missi; e exnrcen lo por dimito que tenia;
ailmini$lra<3o da inesma igreja, pergun-
la-se:
!.- Quips os objeclos pertencentes ao pa-'
rocho, e quaes a irmanlade, isio sobro os
vazos sagra los ta caixa liltal do banco do Brasil nesla
l'olerit o parocho, ter um aeo srcris- piovincia se luz publico para conlu'ci-
*. vate e seis microscopins para relojoei-
roem 52;, tres cartOes com etiquetas em
66B9, vuue e um feninnos pira ouriveis en
islingue divide com impan-iali.lade a jusiica por 60u r^- dozo limas em 400 res, Jus duzias
r Je lencos de linno em 1113800. nlfandega de
'ernambuco 13 .le novembro de 1858 -- O
toapeeior Bento Jos Fernu.des B rros,
Pela tn-pi-ci,':'!.) da alfanleea se faz pu-
blico, que a aremaiacao Jas 400 caixis aba-
tidas 110 valor de v!0iil},aben lonadas por Hen-
ry Fiii>tcr Alfandega de Pernambuco 13 de novembro
e 18>8 -O inspector, Benio Jos Fernaodes
Ba rus:
--- le or.lem do Exm. Sr. director desta
farol aje, barao de Camaragibe, se faz pu-
blico pur esta secretaria, que ao- bacharel
Joaquun Jos.de Miranda fot 1 arcado para
d--'i-/.a das lueses, que apreaentou. eflin de
nliicr o g ao le doutor, o da segunda-feira
2i loco, rente as 10 huras da ntaiiDaa, de-
veudo ap eserttar-se nesla secretaria no dia
19, s8 nor s, para tir.r o ponto da disser-
iac,3o E para que cbegje ao Conhecimento
de .0 los. e lo mencioni lo bacnaiel se pu-
blica o presente. .Ser. eli'Utli faculdaledo
tlire 10 Ja Kecife IX de novembro de 1858
O secretario, Jos Honorio Bezerra de Mene-
zes
De ordem do lllm. Sr. inspector da
thesouraria ite fazeada desta provincia se
Taz publico para ciuhe.iasento dos interes-
sados que a arrematado de (um terreno de
mantilla silo por del-az da ra de Santa
Itua, ltimamente annuiiciada para o dia 13
do crrente (ica tr-usier 1 la para o dia -i0 do
mesmo mez Secretaria: da thesouraria de
De oi-dem de S Exc. o Sr. presidente i lazeuda de Pernambuco 1 5 de novemb o de
I88 ullisial mator, Kmilio Xavier Sd-
breira de Mello. '
legerrimo d'este nobre jeneral, tpie lem sido pa-
lenteada nos difireme* caraos que Ihe lia conliado
o governo imperial e os quaes tem-se elle lano
desvelado para bem desempenlia-los, faz-nos crer
que desappareoeratn por urna vez os arbitrios e
prepotencias que ltimamente lem por aqui appa-
leciio.
Nao foi o servilismo e a lisonja que nos moveo
a levantar a nossa Iraca voz em prol de S. Exc.
nao. por que aleiu de ser o rne acabamos de ex-
pender urna ver.laile evanglica, accresec mais a
caga devoeao que irilnitaiuos ao inerecimenlo, ni-
co iduld a que curvamos a nossa fronte e queiina-
ino< incenao.
Receba pois S. Exc. as nossas cordiaes fecilia-
ees e a guarnirn de l'ernambueo os nussos since-
ros emboras pola sua reslaura^ao..
Recife II de novembru de 1858-
O rnonge de Santo Amaro.
i', ixi fi'ial
ment dos interedados, que o expediente
da mesma caixa continua em vii lude das
ordens em vigor, a cornejal- nos dias uteit
as 11 horas ta manliaa impreterivelrnen-
le.O guarda livros, Ignacio Nunes
Correia.
I'KACA
DO KECIFE, 16 DE NOVEMBRO
1858.
A'S 3 HORAS DA TARDE.
CotacvM iiiVic.'ii'a.
ica 1000
I, i- KM
tS.i, in.lepen lente io da irmandade, o ciso
posaa ter, que funcc-Oes eserco o mes rao na
igreja.
3 Pode obispo nomear sacristSes pafa
s mrejus matrizes, tendo a irmandade o
seu.
4. Ten lo a irmandade a IministrxjSo de
sua igieja, sera obriga.la a dar um consisto-
rio ao parocho para ter este o seu archivo,
ou este nao lem direito ao mesmo consis-
torio.
."1. Oque se milenta por faluiqueiros, e
que objeclos estn a sua guarda, que func- i Cambio sobre Londres26 3|1 00 d|v.
d ; i-xercem elles na istre-j* i Descont de letra*9, 10 11 0,0 a auno.
(i Se se pode vigor.-r o comorom.sso no-I Erad. Rbbtllerd, presrieuie.
vo, independ-ule da atiorovagSo -os pode- '"Stsi sierilarlo.
res competentes, somenle com o do juiz de
I ca>ells.
1:000900o I 7" Ten lo a Irmaod'de do S. S. revindi-
cado o seu patrimonio constante em trras
m urna villa, se ella pode aforar terrenos
ainla no oceupa los por posseiros.
8.- Su he nec.-ssario a mesma ir inania le
reqtieer dis-eusa ua lei da amortisagao,
ou se esta dispensada pelo airara que a este
respeito trata.
RESPOSTA.
^*i
DE
:lo09000
'i.",i -!KXI
:.;ooo
4I.KAMIEGA.
Kaadlininlo do dia I a l. .
Uam do ais lli ....
L'.i:i;.MT.O
28:sa569
:i7J:ss,i-:!i'.i
Descarrejam hoja 17 de novembro.
Ilarca IngleaVelucidadefarr" e carvilo.
li ir.-1 ainericaiiu .Mioiesotafarinha a bulacha, vi
las, pi|ie| e cravo.
Barca anurwanaAnn Egrenlfarinha.
liirea fraileisItaoulpipa* aa vinbu.
Rspondo ro primeiro, segunde e qoarto Barca iiii{le/a Snou.luubacallio.
1.109000
l:0J0cOOO
'.'"ilCitlKI
9009000
ai8jooo
2 111-01111
19-20000
IOS-000
1081000
108)000
388.-000
1802000
I VI-......
'IO1J9000
Ui-SIKI
OominitiUcaDo.
quesitos da presente consulta com o danos-
lo na provis3o regia de 7 de setembro de
1807, que (llenamente resolve tolas essas
qoesles,
O'ianto ao tereeiro ponto parece-me ca-
bivel ao bispo, e por sua delegacBo aos pa-
rochoa aotorisaco par- nomear saertstaes
para as Igrejas matrizes, nos termos da roa
tituicSo aynodal liv 3 lit 39. 'o decelo doa
rilos de lli de lezombro .o 1703, e al mes
rao porque na instituica dellas, em seus
comproniissos sempre sao reservados oa di-
reilos, e a subordinr;ao ao paa'-or parochial
! qoia fuiictions parochiales al parnclm n
1 pertincut, vel proptir atiniaiem, conuexio-
nem et depen lenliam. uuam habent a jure
me parnchiale* vel ralione ollicii pastoralis
qi. vices (?ent Epiaco i ia regimine cae
animarum.....nullo g u leol privile-
gio nisi eoojnnct vtvant, el com Ipaia claus
iralmus immo entur seguujo Benedicto
XIV, etc.
Ao quinto quesito dest propost enten lo.
que o os fabriqueiros ou fabricanos sSo -
qoellea, quo alministram os beos eeclesi-s-
ticos, e os seos rr-n limnnios para conserva-
llri.'ue lira.-'ileirnDamodiversas genero*.
Bnaiie francei liladialeur pipas i barra de vi-
udos.
IUiuii *up'nHealef.renda-.
Escuna hallan. I-/.Csrrler taren Jas.
Brizne knRltiBveulaofaiendoi.
Pjloca sar laCliantultivero general.
UOVIMBNTO ha AII siNDBUA.
Voluntas Snlradei c m faieu a..... 178
a cun general .... i 19
Total
Veame* eahidas mm fazandis ,
a a suiu gauerai .
Tull
CONSULADO CKRAI.
Kendimanlo da lia I a lo. 30:9939521
Idam da dia Ib....... 6369800
:,;i7
:JS
153
si
31:6509331
DIVERSAS PROVINCIAS.
Kendimanlo do da I a l
Idam do dia Iii.
l:-059533
9
1:2059533
Sanbadn 13 a f'imie/ia <)* S. J .s di Piranhus cieada OM le
|i ovinrial numera 15 de 7 de o ilutiro de 1818, a
qual esleve em olvido al u presente, quaudo o Esm. i
prelado, e-te tu >o de raiidade, laudo scieuria da lei I C5o c reparo das ig i-as, e tlespeias neces- DESPACHO DE XPMKIACAO PELAMESA
. tu-, saiu.s e-piriiuaes da.iuriies de seus filh-e \ sacias para a culto, fura das noss-s ei ladea RO CONSOLADO DESTA CIDADB MO DIA
' quasi sempre he o parochoo fanriqueim,. '<> "E NOVEMBKO DE 1858.
desfilo de haor oavtsnde 31 de.gosto'navre-Barc. franrep,rn:,mbocou, Lasierre *
1781 declarado,que ess nlltcto e a tolo tem-
"oral, e ale impeditivo do parochial. Toda-
va, essas funcc/ies sfio ejercidas petas ir-
mandade*, on confrarias n s ign>jas onde
ja as ha erectas Ao diocesano compete o,
ireito de visitr as fabricas das iprejvs, na
for oa lo conrilio, seenn lo a provisto de 20
dej>neiro de 17*9) Essea fabriquei-os Sao
anda nomealos pelo dm-esano. como d-
clarnu o aviso n, 115 de-27 de ab il de 1855,
e presiam suas coplas pe'enle o juizo mu j
nicipal, ou da provedoria de capellis, e so-
cu'ii O zelo que sempre o aaraetriiaf man luu pas-
ear |irois,lo de p.rocho, eincoiiimeudadti no p.die
J aqnin l-'.rreia da Silva .laq.ella *obrelila fre-
: eiicheu da pra0r e >1e eterna u- al 11:1o os coraees
doi hahilanle da S. Jos de PimuIio*.
Deo* qu.ira prolonaar o* preci sos dias do Pal
rommuin do bi*pado de Pernaiiibucu.
*&ublicaed< # pedido.
K'xm dua* lloras da manhaa do da da honlem.
lia mullo costo pule trepar a escarpada colina,
que Tica por irai da casa da Jon- Francisco Cav.il-
cault de Alboqoerqa* siiihor do eugiubu Jacai,
TIUBUN I. DO lOVIME^RCi J.
Por esla secre aria se faz publ-ice, que ne-
ta ilata tica inscripto no cotnpet'enie Itvro, o
contrato de sociedade celebrado Vior 11 Mara
Francisca Marques le Amorim.o.n.loDio Mar-
ques de Amortan e GjnQalo Jos Alffonso, es-
labelecidos nesla eidade com o caiital de
*0.Oo?000 sob a Ii m* de \. U. de
& C cuja sociedade durar do 1.* do
eme ale 31 Ue agosto de 1859, compelinloi
uzo la tirina ao socio /tolunio Marques de
Amorira, ea gerencia da sociedaJe ao socio
G Jos 'to i so,
Secretaria lo tribunal do eomraercio da
provincia > Pernambuco, 15 da novembro
1858.Ojollicial-maior, Dr. Apngio Cnima-
rles.
Caixa Econo-
mice.
A directora da caixa econmica convida
a lodos os Srs. acconistas a irem recebar
des le o da 16 a 30 do correte em casa do
Sr. thesouieiro. o divi leuda do f s-mest'e
em act.Oes, entrando com as quanlias que
taltarem ..ara complets-hs, o que s faz ab-
solutamente necessano para a n-gularidale
da escripia. Recife 15 de novembro de 1858
i' i. ne Barros
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
ii intiM Um a imi tsi ativo, para Ibrneci-
mento do arsenal de gu-rra, tem de com-
prar os objeclos aeguiulea :
Para diversos corpos.
Panno verde, covados 5''4 It2 ; mantas de
13a 680 ; ban las de ISa 47.
Enfermara dos menores
I.ivosde papel de dolanla pautado eom
ljOili.s cadaum2; dito de dito dito com
100 fulhus 1.
Enferoaria do presiliode Fernando.
Aitss lOtO ; mappas 100. Tudo confo-nie
o mdelo que ser3o apreseotados pelocon-
se.lio.
Para o 7.' batalh3o de in'fotaria.
Panno alvadio,covados*2 ; casimira bran-
ca, corados :0
Provimenlo de armazotia do arsenal
de guerra,
l'abois de refugo. louro de duzias .
Uuem quizar ven 'er laes olijectos apr-
senle as suas pro >ostas e-. cana fechada na
secretaria do conseino as 10 horas da ma-
nhaa do lia 19 o crrente.
Sala das aesaoM do conselho admioistra-
lis-ot-frer.*. 800 eouro* saleados,
liba ds San M'Coel Escolia iiarluanera Raii.ha
dotAC*ie Jos Bi^-lisla da b'vmsa Jnior, 21
ea*r.,s au i iritenl".
lili i de S. Miaual Esenna pirtucueza uRaiiiha dos livo para forneci -ento do ar-t.-nal de guer-
Ac,uresi>, M-n-el .ta P.nte Araii|o,
EXPORTA'.: \0\
Himplan Hn* i*, hruue i.. e/. uAe"**, da 366
tonelada, eaa lata o s-uuinte : l;t caitas a ^.'>22
safras com IS 177 arrabas de assu-ar.
Parabiba do Mora, lancha Cnneeir^io Flor das
Virtud**, de 26 toneladas ron lutio o iliiutule :
101 volumet teinros eilraugeuoi.
menha Lins, coronel presidente.Jos An-
tonio Pinto, leneule-coronel vugal servindo
de secretario.
-- Detrlem do lllii. Sr: Dr. procurador
fiscal da thesouraria provincial, se faz pu-
blico que aclianJo-se em juizo a relasSo dos
I
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l I I
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DIARIO DE PKRNAMBDCO QUARTA AFEIRA 17 DE NOVEMBKO DE 1858.
devedores de dcimas do municipio de Oliu-
di lo nno financei o de 1857 a 58, da se o I
prazo de 'jodias, contatos de boje, q 'tiles
que esjontaneame'te e sera .'.es.ezas judi-j
ciaes qulzerem pgr seus dbitos com guias
i!a mestna proeu adoria, asquees poli m ser I
solicitadas no seu escriptorio da ru* da Ca |
deia de santo Ant >nio n. ti F., das 9 da m-
iihSi as 3 la tarde IV cifi- 6 de novembro da
1838. O solicitador da fazen a provinciala
Jola Kirmuio Corris de \rnjo. ^^^_____
PARA A
ilha A escuna Itainha dos? Acores seguir im-
preterivel mente no <1ia 20 do 00' rente, ain la
recebe carga c passageiros, a tratar com Bar-
roca & Castro na ra da Cadeia do Itecife n. 4.
!>-. i.
THBATEO
DE
SANTA ISABEL
tOMP.VMIIA LYRIfA ITALIANA
DE
G. MAR1NANGELI
HO*Tn:
yUARTA-FEIRA 17 DE NOVEMBRO.
28a RECITA DA ASSIGXATURA
Itepri-seiitar-e-lii a granja opera em 4 dos:
.81UVABH.
0 billirlaa ularSo a' vnd no dia ito pariacuto
n escriptorio do llinlru, das 9 lloras da nioiihA.i ai
diaiile.
Principiara' as oito lloras.
G. Mariiian>'bli, tendo de
re(irar-e para n provincia do M-nanlifl eoin a coinp.mhia lyriea, anle* de a*sini fz?-lo deavjas-ber
dos .enriare* asmunanlei se querem c ntinoar c m
44 aas tiiunaluras para a f l-nn do anuo 1859 prximo, quuiidi ella IMrcwai daqualla ci-
ilaJe : aqavlle que quitaren) tentun a boinlade de
eumuarrcer no e.cripiorio no Ihealro de Santa Isa-
bel al o da 18 do crrenle, e aquellrs que as ii.ln o luaiem julgir-ae-ha que nu qutrerjo euiili-
nuar com as us aaatgaalarai.
O bailo as-itnado declara que a soa compa-
nliia srra' augmentada com maia dei ou rfozs ar-
lislaa e com alguna pfofsores de orcbe^lra, com
luslrumeulos que mo eaislem no pai/., cumo sejm
obae, agciies, corne-invle, ele.
Entre nutras operas, tudas p ra o guata mtis'cal
mulo desenvolvido de'le illutlrado publico o m-
? pre/ario prelvu le laiubeiii levar a seeni op'ra de
ran le appar-lo Mov no Enypto. L""la le
Leilao
Quarta-ffYa 17 do cor-
rente
PELO AGENTE
Peslaoa.
NSo se tendo oo'ido concluir o leilSo dos
sslv los da barca ingleza Mathille, no di
em que leve lugar, o referido agente ven-
der quar a feira 17 do corrento no largo
do Cor 10 Sanio
Tolo o vllase e 2 vira lores de linho.
Leilao
9f*'f0* SWi
99
FOLHIKHAS P8A 1859
Acham-se a ven 'a na livraria n. ti o s da
praca da Independencia, as loltiinhas loan-
no de 1859, para as provincias de Pernam-
liu m, Ceara, l'.iu brande do .Norte,Paiahiba e
Alagoas, das seguinies outli lades :
F'dhmba do propiieiario agricola
conten lo alem las materias do cos-
lume, s leis e regulan,etilos das tr-
ras publicas, nidadas com todos os
visos e orde s que >s tem esollcado
e ampliado al o mez 'e sele' bro ul-
limo Estas lolhiuuas sdu esseneial-
meotc necessarias a todas as pessoas
que possuem de um palmo de trra ja-
ra ibais, [os com ella eslSo habilita-
dos para n3o c iiii. ni em mullas e
nSo seem Iludidos: preco rs.....
I'nliiinha religiosa, a qual alem
das materias do coslume, co tem
lucios, exercicio para gauliar o juby-
lo, modo de visitar as imagens do
Sentior, je Nossa Senhora, e qualquer
sanio ou sania, e orat}3o ese S. Bene-
dicta e a semana medilaUva, e diffe-
novenas. preco rs..........
Kolhinha de porta rs......... 160
Fulhmha ecclesislta ou de resa fei-
tapeoKvnil. ir. cooego penitencia*
ci da S de Olinda, segundo a ruin i-
ra eprdens da Santa S rs........ 400
500
Clchete
Jos Alves da Silva Guimaraes, tem '!'-
va lo a sua fabrica de clcheles a um ponto
de poder supprir todo o merca lo desla pro-
vincia, as-im como Cear, Parahiba, Ala-
goas e l'alna e outras, para o que sempie
ter pr.itnpto n3o menos de 6 ou 8 mil du-
zias de caixinbas com clcheles de tolos os
ni.meros. ioga pois a todos os seus fregue-
zes t.an sn destas oriwi -cas Como das mais
que precisem deste genero dingir-se ao de-
posito na ra iio Cabuga n 1 K, quo ac :a-
rSo sempre um completo sorlimento pron-
I i (irn lose a fazer qualquer remessa que se
Ibes pessatn tanto a dinheiro como a prazo,
.sendo de pessoas rapa7es, alem de so acbar
bem montada a dita sua fabrica anda espe
ra no piimeiro na'io cuegar de Franca o
novo machinismo a jerfe^oado alim de que
seus fregueses s'-jam bem servidos
rsovo BANCO
Per
DE
i a ni
Precisa-se a lugar urna ama que cozi-
nhe : na ra lo Hospicio, casi terrea, defron-
do collegio de Nossa Senhor do Bom Coo-
selho.
A diroccBo da companhia Utilidade
Publica convida aos Srs. reci' rnsUs a com-
parecerem no di 16 do curenle ao meio
da, no escriplorlo da mnsnia, para lite ser
apresentado o balanco do anno lindo o dar-
se execuqSo o ai t. 41 dos estatutos. Itecife
9 de novemliro de 1858,
Lui|)( ?>e< de atuguel
para illumnat;o e hiliantismo de qual-
qaer festividadereligiosa ou profana : na
na Direita n. 47.
Trasp ssa-se o arrendamento do enge-
. nbo Pedregulho na comarca de >'aza'elh-
com ln bois de corre, 12 escravos, e 28 bes.
tas de roda, rom safra fundada para 1,500
p3es da sssuear, a margeni do rio T acu-
nhom, boas trras de planta(3o e exce len
le sola para gado : al atar como lente
coronel l.uiz de Alhuque'que MaranliSo, do
engenho Aldea da inesma comatca.
uco.
30
*4^s* C
I 'idiiioiiiin i|'.(,-a
Failiero. ele., elr.
Kecils 15 de uoverobro de 1858.
G. Marinangel
DE
MARCOLINO DE BORJa
rs leilSode um casa terrea cora bastantes
commolos, sita no hecco da liomba n. 7,
qual ser vend i elo mio- p'eco obtido :
quinta-feira 18 do corrente ao meio da em
ponto, no armazn do referido agente, ra
lo Collegio n. 15.
Leilao
MOBL1AS
HAEC0L1S0 DEBRJA
fari leilSoem seu rmezem ra do Collegio
n.15 de divers-s mobilias de jac A iliivi'ro convida os Srs. accTonis-
tasa lealisarem a terceira nresta^o de
25 por cento sobre o valor de suas res-
pectivas accoes, ate o dia '1 de tie/.embio
prximo. Recite :'.'.! ae outubrode I8S.
___ ManoelJ.aquim Ramos e Silva.
Hotel iiii; I 'i
O proprietario destoeslabelipimento tem a
il.TIl. honra de p evenir ao resneilavel publico,
numero ts. qunelle cuba de obter um excellente CO81-
beiro francez. O propriei>rlose proeoealja
dar petiscos de 9 de uoverobro em dtaiile a H
10 la e qualquer pessoa que se digoar honrf-
UABINETG
DO
DR. F. A.
AlbDICO
de Uto';, Semiranii, Marino mogno e amarelio, cnni, lelas e oniros mul-
los avalaos ; a-sim como e urna munida 1e
te objectos de
tf|i*0*
lifferenles quali'ates, que
fora impossivel mencionar.os quaes seacha-
r3o patentes no refenJo arn-azem, aonde
ser3o ven li los sem reserva de p eco no da
----------------quinta feira 18 do corrente as 10 horas da
: maoh3a.
Rio de Janeiro.; leiOde vimodecette.
QUINTA FEIRA (8 DO CB-
RENTE
Segu cora brevidade o patacho oJacobi-
na, recebe ca'g- a frete e passag-iros : a
tratar com Caetano Cyriaco da Costa Mnrei-
ra. ao lado do Corpo Santo n. 25, primeiro
andar.
Maranhao e
para.
novo e veleiro patacho Alfredo, capitao
Antonio Trav ssos da Rosa, segu nesles
dias para-os portos inlicados, os seihoies
que preten lerem canegar no mesnio navio
queiram eolender-se co. os consignatarios
Almej* Con.es, Alves i C. ra da Cruz nu-
mero S7.
-- Para Lisbo carreg a bem conhecida
barca portugueza CratidSo, tem proaupta
parte do canegoento para o eresto a fe-
te, trata-se com Amorin, Ir aos na ra do
Oros n. 3, ou com o ca; tifio A. P. Borges
Pestaa na praga do Commercio.
i>--------->
PELO A c; ENTE
Xnreferido *\n vn1er bti le'13o publico
porl da alfanJega por conta de que u
perteocer
Pipas de vinio de Cette.
In lo ft;in:rv]
l
i\3o se liba a pretjo.
I'recisa-so de urna ama de leite eonlra
par coznhsr e faser compras : na ra cs-
ireita lo Roa-rio n. 28, segundo andar.
Precisa-sc de urna ama para co/.itihar <
comprar para casa de hornera solteiro : na
ra do Oueimano n. 5, loj.
- Os Srs. Antonio de Uliveira Cardoso
CuimarAe.se Cduardoda Silva Uabello, qnet-
ram vtr ou man lar a repartido do coi re 10
receber cartas.
AMA DELEITE.
Precisa se de urna ama de leite, que seja
limpa e que lenha b mi leite : na ra 'lo
IJaeimadn n. 28, lercejro an lar.
Preeisa-se de entulho, se hoaver quem
o di1 no bairro da Boa-Vista : a tratar "lia ra
do Vivario 11 31.
tis abaiio sssignados len lo apartado
amiuaveiin-nte a soctedade que ttnham na
taberna a rna do l'.angel n 81, quo eyrava \
sob a rzao ;ee Mallos v\ Costa, declarsm
queess lirma nada deve de presante a (.ra-
ca ; assim como que dota dala em diante a!
referida taberna s perlence a Florencio Ter- '
tullan) do llego rosta Uanoel Jos .-e Mat-
tos.- Ploreocio Tertuliano do Reg Cosa.

w-... > ...
8{ Mabuco A C com loja na ra .Nova <
;^< D. 2.acabara de rec-ber pelo ultimo *
navio francez ricas chapelinas de sa-
^ da ara m ninas de 10a nis, chancos
g| dsela e de palha enfeil dos pa'a
1 irii-s so baplistrem, chajsos de
|S sela para h ,* pretoebranco, ditos do Chili, bonets
j g| uje palha para menioos ele tulo por
fy precocoiimo.lo.
Nev.
No primeiro andar da casa n. 3 da ra do t.luei-
niado, ha sorvete lodos os dias das 6 1|2 boros do
tardo as 1(1.
que se
lo com a sus presen;, sellando das 8 horas
da nailhS as 8 ilp noite que poder desejar,
encarr.'ga-se iu luiente de qualquer en-
COBUDenda para a citado e de qualquer es-
pecie de massas ; varios salos s3o reserva-
dos par as pesso's que quizerem comer sus.
O b:_'m conrtecido deposito de cal e po-
tasas da rja do Appollo n. 2 B, mudou-se
tiara a mesma rila armazem n. 16, junto ao
ihealro; os fregueses encootrarSo ah sera-
re a bou o. 1 de Lisboa eii pedra, assim co-
mo a veMadeira polassa da Itussia e do Rio
do Janeiro, sendo o prego desla a iO res a
libra.
ESTRADA DS FEhR
. DE
Convidam-sc aos lllms. Sis. Ijilanlesdo rpiinto anuo du Fa-
culdadedeDireitodo Recife a vi-
rem comprar litas para suas
caitas He bachareis : na ra Nova
11. 2, atrazda matriz loja de Na-
bucoiV C.
Precisa-se t!e uraaraailc leite. Jan
do-se pr< fereocia 'captiva : na ra das Cru-
zes n II, segn io andar.
Manuel K.ne linu do Reg va! .-nca, (,
jb doutnrem medicina, avis
1 dests ci lade qu resid
^/
OSC.
Motos armazens
Na ra Notvi n. 24 e na rita da Cadea de
Santo Antonio esquina dos sobrados
novo do Senhor Gomes Ferreira.
DE
HAROEL ANTONIO DOS PASSOS OLIYEIRA & G.
Nesies doos estabeleci-rentos achara o respeitavel uublico um es-
plendido sorlimento de mobilias, e urna numerosa quantidade de obras
avulsas, sendo tulas estas obras muito recommendaveis por sua sega-
ranga, gusto e elegancia, e ain la mais porque ludo ser vendido por
menos prego do que em outra qualquer parte.
fe**
ou
EBC1PB A S* FSAHCISCO
Pela supe Inten 'enca da mesma se Taz publico que do dia I* de no vero bro prximo
futuro era dianle, a actual tabella dos precos de passagens sera snbstitnida pela segaiute,
; ] a saber :
Das Cinco Pontas
ta era 24 horas,
vol-
CLASSES.
Afogs.dos.
Prazeres.
Ponteziulia.
sa ao pubi- e Ilha.
. i** ac : lauo |tl0 rvssdO (la TU a da a*. Cabo
; Croi n 49 orle o.idera ser procura- yf Das Cinco Pontas
::i do cara o xerciciii de sua prolissau. 'S '.
r?.1 Consulta e alis aos pobres." CS Afogndos.
-..;...;: ;;.. !:rpzRrpS:
i IMntezinhs.
O l)r. Firmo para maior commodidai'e llh.
das pessoas qie desejsrem mandar doentes Cabo.
para serem tratados em sna cas de sau lo _______________
ia Passagem da Mg lalena, da condugilo pa-
ra os mesmos, da a la Je ao ;scu estabeleci-
mento.
1. 2
1,000 800
2 1.00 1,600
3,600 2 800
4,000 3.200
5,000 4,000
1."
700
1,400
2.400
2.-'
500
1,100
1,900
2,700 2 200
3,400 2,700
3 *
400
00
1,500
1,700
2,100
3 -
300
(00
i,ooo
1.1C0
1,400
Do Cabo e
horas, a
volla em 2
CLASSES.
Ilha.
Pontexinha.
Prazeres.
A fogados.
Cinco Pontas.
Do Cabo a
Ilha.
foctezinba.
C'azeres.
Afogados.
Cinco Ponas.
1. 2.' 3.J
I,o00 800 400
1,500 1,200 60o
3,100 2.400 1.30o
4,000 3.200 1,700
5,00o 4,000 2,10o
!. 2' 3."
700 500 300
1,000 800 400
2,000 1,990 900
2,700 2,200 1,100
3,400 2,700 1,400
JMsutn alinelo.
lianoel Rodrigues Costa Magalhes, com
loja de fercagens na ra doQueimalo n. 30,

Leilao
, 4 !7 ce noven
mmm de
i'l'O.
M
mn
Para'
velei'o
qnete C
e acreditado hiale l,in'o
it3o Jos Pinto .N'iines,
Pa-
se-
gue uestes di'.s para o porto indcalo; os
senhores que pretenJerem carregar no mes-
mo navio queiram entenderse coe os con-
signatarios Almeida Comes, Alves & C, ra
da Cruz n. 27.
Papa o
de ordem do Exm Sr. pr juiz especi 1 do
ommercio, requerimento 'os deoosita-
rios d mss fallida ie Jos. Carreiro da
Silva, fr leil3o da taberna sita as Cinco
Pomas n 71. consistindo era todos os gene
ros, es ei-ri'i-s e raals arligos existentes na
mesma, e bem assim de todos os movis de
Leilao
DE
tf.sjaaa Salle cota multa brevidade o
nhecido brigue nacional Sagitario de pri-
meira mareba, o (itial ja tem a maior
pai te da carga prompta, |iara o resto e
passageiros trata-te com Manocl Francis-
co da Silv.i Carrico iik roa do Yigario n.
17 primeiro audar ou com o capitao Joao
M a noel Fiuza. L
LISBOA
O patacho portuguez Soberbo, forrado de
cobre e de boa marcha, est proropto a re-
receber carga : trta-se com os consignata-
rios Almeida Cuines, Ivs &C ra d Cruz
n. 27. ou com ocapitSo do raesmo navio Se-
bastiSu da Silva Martha na praga do Com-
mercio.
,CEAR\'.
Segu com breviiade o hi te om Amigo,
recebe crg e passageirus: a tratar com
Caetano Cyriaco da C M., ao lado do Corpo
Sanio n. 25
A*s e A rae y.
O hate Novo Anglica sahe para estes
porlos no dia 20 do coi ente uor ter prum.i
la a maior parte le su carg ; uara o res-
tantes da mesma epass'geiros trata-se cot
Parn'e Viaunst C,, na ra da CaJaia do
Recife n. 67.
Para o Rio
de Janeiro
Segu com brevidade o brigue nacional
Almirante, por ter parle de seu carregamen-
to prompto; para o resto, passageiros e es-
crav is a fiel, para o qual iem escelleoles
commodos, trata-se com os c tnsignatarios
Jos Joaquim Das Fernn les 6; Fllhos. rta
da Cadeia (lo Recife n. 63.
Rio de Ja-
la nv
Pmlo, avisa a
que nest lata tem aotonsado aoSr. Manoel
Alexnlre Gomes de Mello, para tratar das
cub>ancas do qu deve a mesma m-.s*a. tan
lo amigavel como judicialmente. Recife 8
de naveoibro de 1858 Domingos Alves
Mathens Antonio l.uiz de Oliveira Azeve-
djMa oel Tavares Carioso.
Alu*a-se, par passar a fest, urna
cas na Varzea Dar familia, com duas sa-
las grandes, doUS quailos, cozinha fora, boa
encimo, quint! grande, multas laangei-
rs, Itmeiras ile u btgo e da percla, goibas,
liman, pimenlas, rumias, ludo muite car-
regado e de fruclo, casa 'la ra tn-is perlo
i lo banho que h : quem pretender dirija-
c.sa, obras de ou'oe out.os muitos objec- gea mLm, ,raUr c,,m 0 dono bet. co-
tos etc .etc.. neaencen'es a "erid. mawa : (incul M,noe, Aoselmo Correia de Figue-
qna'ta-f'ira 17 do corrente ss 10 horas da rtJ(j0
rnanba, dlinitlvamento na supracit.da la- VrPCitl.sli (ie UITJa cass lflr,e,> aue
"* lenha quintal e cacimba, e que esleja em
bom estado, sendo ra Direita, Hurtas, llar-
tyrios ou outr. qualquer ru, sendo perto
destag rus : que,n iiver pode annunciar
,oresle Diario yara ser procurado, n5o sen-
do U"ra mais de 15 ou 205 rs mensaes.
Ma Jama Mili, retira-se para lora 08 pro-
vincia
Prccisa-s' de un' ama queengomme:
e cotinae para dnas pessoas : na ra da l'raia ;
COR" 39, '>'in''ro "ndar.
~'.\ tendsm-se i casas, sendo urna gran 'o
e ou'ra pequen, co.m bous commodos para j
passar a les a, estribara eca.iim para c-
vallos, sitas em Hebenbe junto a ponte ; a 1-
verte-aei que se arren tamiambcm separadas :
Iral r na ra da Cuuceie.au n. 21 ou no,
niseO'o sitio
Pedimos ao sr. Mariningeli quo por sus
bomlade mande I var a scena ? opera Ta- j
vala e esoeramos que ao menos esta vez
nos fae.a a vonlado.
[Os dilectantes.
Pe le-se encarec la ente ao Sr. Mari -
nangelij que se iiigne de man iar levar s sce-
na a o^ere Travista. -
Os ciucoenta as"sinantes.
Ocun-eib.i ir einr ila cun .aina nct nal de T-mandar e Una provine aos Srs.
accionistas i'est emp eta que de confo*mi-
da de com os estatutos maicou o prao de
30 lias entila los do I" ite iiovi-mhro do CO'-
lenteanuo tiara entrarla <1a Ia prestarn de
i 0|0d. iin,:ort Os ttulos proviso tos dos quaes constara a
Ly entrada da prestacSO se'ao entregues nests
D'aQ no escr i olor io do Ihegoureiro proviso-
alniso assicnados administradores rio Antonio Valenli'n da Silva Barroca, em
do fall ctdo Manoel dos Sinlosl Tamrndar na do engeubeiro llcnrique Au-
loilos -leve lores da mes a gusto Milet.
Recife 22 de outubro de 1858.
Os direcrotes.
Si.......'. ,....:*.....;..:....
;;<
m\
..:....'.!...; i.
mtfr
m^g
D\
Csa terrea s!tq
Poiitas ti.
71.
iiico
beT co- Qt'AUTAFKIR\ 17 DO
MENTE.
<-s&6atcouno ae

le ordem e c >nla >'o proprieta rio da casa
terrea sita as Cinco Ponas n 71 aonde s
arlia I alienta pertencente a mass fallida
de Jos Carreiro da Silva, que tem de ser
arren aleda a 17 di car en'e, f*ra leilSo '
mesma cas, limiten o ou a pr/o. segundo
se convencionar : qnrl-letra 17 ,1o crren-
te as II orrs da manli3, na ocCasiSO em
que tiver lugar o lellSo do estabelecimento
da dita massa, na mencionada casa.
Leslao
DO
A 23 DE NOVEMBKO.
PATACHO TAMEGA.
ucao
A cs de pasto do b eco do Abreu n 9
qua girva debaixo da lirma do LOOPS Gar-
fa li- n in qu fu entreguo aos credores, perten-
O agente Olivei a far leilSo no
cadoa oorta d associa^no coi merci! des-
la praca, cor des acho do Exm. Sr Dr juiz
de direitn e especi! do commercio, a re-
querimento do depositario da mass fallilo
de NovaesK c. du referido bem construido, I cor caMa bixo, cara I rga,eom urna g'au-
veleiro e linio patacho n'cinnal TAMEGA, I de cicatriz entre utn loa 'ledos grandes do
de 116 toiieitiias, com lodo sen aparelho. | P= e loi vesiido com urna cale nova de ai-
rela me e mais ertences tal qual secb'^ na ; godSozmhoszul, c mis du nie-iuo de lis-
ancoratinuro deste po to, defronte do trapi- liase ena odecouio, tem silo \ isto ga-
ESTKADAUEFEKRO
I) :
Os Srs. accionistas da com antii u'cional
de T*matiilare e Una qu quize-em dar um
psseio al Tunan lar terSo passagem
fra'.ca par i la e voPa no vapor Camaragibe
que sahira deste porlo sabba 1o 20 do cr-
tenle, a meia i oite e rollar no domingo 21
as mesms horas
Recifj 13 Je novembro de i'sjs.
Os directores.
DmaCriada porlug eza chegaila nlti
mmente do Porto orerece-se a quem qui-
zer conliatar os s-us sei vicos mensaes ou
annuaes, sabende ella engoma ar o cozi-
uliar a tratar i.a ra do Cabug n. 1 1>.
Hotel da t>--.ppa
aliado Trapiche Novon *i
Pedro Puech iroprietario deste eslabele-i
cimpnlo tem a honra do participar ao res-i
peilavel publico e a seus frrguezes que ac-
li de fazer unta mu anea vanlajosa no seu !
hotel, nSo tem pnttpado nada para o bem ser
dos amantes da bu comida Bous bous bi-
Ihares eslSo a disposi^So dos fregueses.
Ter todos os dias do meio dia em diante
sorveles durantes eslaco du vcro.
n'A PUNDICAO DEFF.I5RO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, *A
RA DO BKUM.PASSANDOOoHA-
FARIZ.
ha sera tro um grande sortiMento dos se-
precisa-se de urna ama para casa de
duas pessoas, que fa^a tocio o servico : ni
ra da Cruz co Kectfd loja o. 6.
ogios.
Vende-se um linio sorlimento de relogios
sen lo r rcado r emregr a esa a sua i ro- de ouro e orata dourados, para tojos os pre-
p ietaria e nSo leudo son le botar suas fer- qos. p>a homem e senhora : na ra da Cruz
r- gens e miu lezas, r;sole vende-las com o do Itecife o. 50, primeiro andar,
abate , tos, por isso qualquer pessoa que tiver fal-
la de trens de cozinha ou dequaesqusr ou-
tras mercadori'.s. deve -se vi- munir e apro- um escravo
veilsr esta pecbinrba,
o sitio o ortnrae nos
' HToffid s.
O baixo sssigoado Taz publico para que
p sa ir, alguma faca negocio com o sino Cor-
lumeoa poroa^So dos i (Togados, por ser
aquella proprjndade bens de'orpbfio,o qual
acaba de habi|;ta--.se cumuletammite para
luga-se
crioulo, iie 20 annosde idade,
com bonscostumes : quem o pretender po-
der dirigir-se a ra Diroita, no prioieiro
piular do sobrado n. 3ti, que achara cora
quem tratar.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Esteves
loNascimento : na praca da lnde,enleiici
livraria ns e e 8. a negocio imDOrt' nie.
Piecisa-se alagar urna ou duas negras mo-
cas e li
res, Boa-Vista, Santo Antonio e Recife, ffu
niesmo alguma casa noMonteiro eseus su-
burbios, que tenna banho perto, e que nSo
s?j muito cra, n5o excedendo de dous con-
tosatres; quem a tiver djnja-se a ra do
Aragaoo 43, que se dir quem pretende.
Compra-se um brco de batane, con-
cha, e 5 arrobas de pezos j servidos : na
ra do Apollo n 20 seguD io andar.
Compra se os selliro ioglez era segon-
la mao, que esteja em bom estado: na ra
das Cruzes ti. 33.

arinha de
mandioca.
entrar na posse e dominio daquelle sitia, duvidando pagar muilo bem : na ra dus Guarara-
que lhe perten?e por sua legitim < materna, pesn. 32.
e consta dd invena,,., fel.. na vil! ds Se- ^ )QQ.~: v )Q:^QQ rlOO
r;n!i"em, por falleclmenlo da mao do orphiio
(boje em maior idade) Ignacio Francisco de
Ar-.uj i tanto h' assim que o juiz municipal e
de orphSos daqoella villa acaba de expedir
orna carta preeatoria d diligencias dirigida
ao lllm Sr Hr. juiz municipal e de orphos
desta ci'ede, par o lim de ssr impossado J
seu legitimo senhor e dono Joaqui-n Fran-
cisco Correia de ArujO, como ludo se pode
ver no crtorio do Sr escrivSo Brillo, na ra
las Trincbeiras, e para que nincuen se cha-
me a Ignorancia,e queira ser incummolado
se faz o presente aviso Kecil'e 16 de novem-
bro de 1858.--Joaquim Francisco Correia de
Araujo.
Precisa-se alegar urna prela para ven-
'.cr fazen lag pelas ras com nutra pessoa : a
tratar na ra dos Mari y nos n. 36.
Ns fundidlo d'Aorora em Santo Amaro
precisa-se de ofciaes peritos de cerpina.
en. *
$ los do qualquer nalureza a qualquer

CALIST4 UNIVERSAL
AMERICANO.
Mr. Spy.rs ltimamente chegsdo
'os Estados-Unidos da America do
Norte, acba-se residindo no hotel
Ioglez na ra do Trapiche Novo n. 3
a isposi^o do respeitavel publico .
dest cnladc, ron le elle extrabe cal- 9

Paola Galgnoai lent'ila
Reirai D.l, ua mesaiac.
ru ,lai l.aran- %$ \ ~
3

Saceos de tres quartas, muito slvs e com
mpas, que saibao lavar e engomar, nao se bastante gotnma sem gosto algum de barco
propri pra mesa ; vaode-se por meos do
que nutra qual juer parte, para fechar con-
ta : no armazem da ra la Cruz n. 26.
r.oni inua-se a vender brides do mode-
lo de Ipojucs, pelo bsralo prego de 2>: na
ra Direit n 64.
Venlemse espingardas de espoleta,
guarnecidas de co, muito linas pelo prego
le 93 cada urna, facas e garios de todas as
qtulidales, ferragens e miu lezas de todas
as qualidades, por menos 5 0|0 ao que em
outra qualquer parte : na ra Direita n. 64.
- Vende-se urna cma francey.a, uoia
commola, um lavatorio cjm pedra e utia
mesa, ludo ae araarello : na Iravessa do Ve-
ras, sobrado n. 13, na Boa-Vista.
,'otassi d* Russia e aine-
9
.}
hora do da exceptan lo das 6 as 8
d manliaa, por seren estas horas
dedicadas a pobreza gratis ; qual-
quer pesso que deseja ter os seus
calos ettrabi los pata nunca mais
sercra atormentados pur elles nada
melhor poiem fazer do que ir ao
domicilio do aiinunciante vtsita-lo,
onde po lem em menos de 5 minutos
ser aliviados da ueior de tolas as ?
dores (um callo), o annunciante na- ;<;;
da peiceberasa os calos nao furem pB
exUahtdos a satisl'se,3o do pase onte' g-.
assim c 'mo se o pisciente sentir al- 5?

- "" M*I>S| i, 1 ll'.-iili-t tKJ il-UO 15 (MIS -_ 'IT
riilrijr. '. ,-V
.-:: ?:-::;.o casse- ;:
lem agua e p ^ | w guma dor ou algum sangue for tira- J
Futa senhora viu7a so offerece para
eozinliar em sua casa para 4 ou roais oes-
sossa os preten lentes dirijtm-sa a ruada
Senzala Nova o 6, a o pe Ua rclinaqao.
Carros nov)s
do da parte afectada n oeeasISo da
as, opcacJo nenhuma paga Sda exigi-
ua USr. Spyer espera que estas ga-
rantas que elle acaba de oflVecer
serao suflicienles para sitisfaxer o
respeitavel publico quando nao elle
aproveita-se de diversos at'eslaios
9
O
1 rnns de 4
romoetciites
ci>e do aleo 19o no Forte do Mallos, ondeos
preteu 'enles sSu rogados e convidados a lu-
do rxarainamm com antecipsgo e segundo
o res. o;tivo inventario ent mao do supra
dito depositario Sr I) Jofle Anglala filho,
que pro pamente se prestar a exbibi lo
a qualquer hora, no escriptorio dos Srs.
Aranaga& Bryan. ra do Trapiche n. 6.
LEILAO
A i7 do corrente.
J P. Adour&C f-ro leilfio or inter-
vengao do agute (Hivetra, de grande e va-
ria (o sorlimento de lazendas francezas e de
miudezas, ioclusivo lin los chapeos e outros
adornos para senhora : quana-feira 17 do
corrente >s 10 horas da inauhaa, no seu ar-
mazem ra da Ctuz.
ce des'e boje 17 de ovembro a Francisco guiles objectos le raecauisraus proprios
Romeroipor ier compra la eos ere'.ores de : y- ra engenhon, a saber: mneular e meias
cuja Ibes f ze boa ven la moendas la mais moder ilruccSo ; ta-
Atedias fugio o escravo l>el!ino. de chas de ferro fundido e batido, de superior
tuali lade e de Unios os tamsnbos ; ro las
'iiintadaspnra agua i es, le todas as
rroporcOes ; crivos o bocea de fornalu c
reilis'.ros c boeiro,aguilliOes, bronxes, fa-
atusos e civil 0.;, oiiijos-le mandioca,
ate. etc.
NA MESMA FUNDICA'0
seexeeutam todas ssem as coi a
suierioridade ja conhecida com a :
urostez- e com odidade em preco.
Sahe com milita brevidade a bem co-
nhecida barca nacional Recife, de pri-
meira marcha, a qual ja tem a maior
parte da carga prompta. para o resto e
passageirospara o que.teui aceiados cora-
modos trata-se com Manoel Francisco dt
Silva Carrico na ra do Vigario n. 17
primeiro andatoucom o capitao Manoel
Jos Ribeiro.
Para o Rio de .Janeiro.
O elleiro c hem conheci lo brigue nacio-
nal Laura, preten la seguir al o |m d pre-
sente semana, tem doun tercos do su carre-
gament a bor to, para o resto que ihe falta.e
passagecos.uara os quas lem aceiados com-
mo 'os e escravos frete. trata-se com o seu
consignatario Antonio Linz de Oliveira Aze-
veo, uo seu escriptorio da ra da Cruz n. 1
i' ra a nillia.
A vellaira sumaca nacin-1 Hortencis,pre-
tende seguir com mua brevidade, tem a seu
bordo meta le le seu crregamenio, para u
resto qne Ihe falla lrata- .sgnala tu Antonio Luiz de Oliveira Azevedj,
no seu escriptorio da ra da Cruz n. i.
i-i-ats
eilio
DE
linar no Itecife: quera o capturar dirija--?
padre Iranquillino labial Tavafes de Vas-
concellos morador no Semiimu em Oliu \r
que sera recompensado
Fugio nodotni"go 1 do co'rente o
QSulato kie nome Joao, de i 'de -22 anuos
pouco mais ou menos, sem brl>, rusio re-
don 1, alio e cbeio do corpo, leviu camisi
le alguefiozkibo branco e c-lga de nlgoiSo
grosso, cbapo reto de feltro. lia um unlo
risouho, li de sup or ter mud-do de trajo
i>or ler lvalo inats ron ja, Jolga-se an lar
pelo Mojileiro, Casa Forte Pneo ou nastal
praca, ore. desconfla-se ter lomado a di-
reegiodo centro po- se' lilho lo Sera,;'
ruga selporuoto as autoridades policiaes o]
favor de captura lo e remelter so seu Sr. j
li'i'ii'i'i Jos Teixelra Bastos na ru d'Apol
lo n. I \ segn lo andar ; assi n con,o pe e-se !
a iodos os capilSes de campo bajara do o
dei gur ta lo o trabalbo
Precisa-sede um raiaz portuguez para

or
Se
O bacbarel niogoVelhn Csvalcan-
$a ti de Vlbuquerque, ten do obtido exo-
H n*ragSo do c- rg.> de uromotor publico
S da ci 'a Jo da Ar, dedics-ae exclusi-
fjf smente a adv,,cac, c lano no furo
<3 dests ci ede on le reside como no
yzl das villas clrcum"isinl..is; encarre-
!"? ga-se de causas civeis, cuntes de or-
'*< ..baos e comme cites.
cilo,' diurna s. d. mlh."o.T."c^."- 3^8* VBSXSL 3K
FAZEN DAS
ouiota eira 18 de no-
vembro.
Barroca & Castro nesti dia continuaro o
seu leilao defzenlas inglezas e francezas,
pars hqniiscSo de co- tas, inclum lo algu
mas rece teraente despaciad' em seu ar-
mazem da ra da Cadeia ;,, Becife n. 4.
le le N zareto, dan lo nanea a sua con lela,
nio se luvt la dar bom ordena o : quem es-
tiver tiestas circumstancus di'lja-se a ra
I da l'raia II 40, para tratar da ajusle.
No dia 25 de oulubro p. pessado fugio
: o escavo de nore Solero crionlo, cor bas
I tanta prela, altura regular, muilo ladino,
! quer pssr por Ib'ro : ruga se as autorid-
j des policiaes o capitaes d ;c tnpo sua c >-
tura e levsr ru da Ca leia do Itecife n. 42
: ou em Rio Formoso ao Sr. Jos Bunio de
Miri.nda, que serao recompensados.
Leilao
19 Ama.
Na ra do Queimadn n, 46 loja, precisa-se
de urna ama que salb coznbar bem, pa'a
casa de homem salteiro, dando-so prefe-
rencia a escrava.
Quem jirecis r de un
Borle, Souza & C. faro leilao por inter- perfeito cozinheiro italiano, de fo-no, fo-
ve'cSo do atiente Olivt-i a, do m is v-rlado i g3o massas em luda as quali lades, diri-
sortiraento de miu le'as e mi-ilos a tigos de; ja sea praga da Independ ncia n 21 e 26
vnsln proprios para irnos, os quaes s-r3o; Koga se ao Sr. Att'oniode Mello Ma-
vn li los por quaesquer precos : sesla-feira (aliiSes, que declare por esta l'olha a sua
19 do corrente, >s lOborasda manbSa, no i morada, pnis se ihe deseja fallara negocio
seu armazem, ra da Cruz. i de seu particular iuluresse.
Vi n iem-so
muito bous
carros m-.i-
sssentos maneiros cora seos
arreios: venlem-sa ta bem
moitos rrepsros par* erros com elxos,
volas, lante.rnas boas, galSO, encerado, co-
leiras boas prnprias para carro de ceso e
tu lo por creQo commn 'n : n eocheira de
Adelpho Bonrgeois n rua Nova n. 61.
Precisa-sede 1:500a po'4 rnexes co*
hypotheca em 3 escravos pec's, licanlo es-
Ues e-n poder do senhor, pagt-ae mensal-
mente o premio de nra e meio por rento:
quem qnizer dar ennuncie para ser procu-
'ra Jo.
Precisa-sede 400 a jures dando-so por
; g'ranlta d oi-tanlia or sitio perto dest pr-
ca : quem tiver sminucie par ser procu-
rado
'Juem peci?r re tt^ cria !n on bnleei-
I ro o qu'l da fl-inc de sua condect, snnOB
ci po' este Diario.
Desappareceu ds companliia de S"u
mestre o menor de nome Cosme Damin,
c ionio, com 6 annos pooco mala ou menos
de i 'ade, a pessoa iua snuber noticias celle
f-r um grande favor remello-lo a rua Im-
perial n 171.
OITereee-re tima nulher branca capaz
ara fazer com anh-a a umasenhorae mais
algumasdirec.ces: qum precisar dinja-se
n roa da ConceicSo na B jaVista n 2.
A.^ iso aos qne \ adecein de
ertsip i. .
M lefonso Llanos G idinc7, Hespanhol, dou-
i ,r em medicina, p omotilica-se a curar tu-
da e qualquer qualida 'e de erisipela, as pes-
- .. que soffro'em tilo terrivel molestia
mesmo no estadoebrooico. NSo recebe p-
gs alguma dos doentes sen que eil s cott-
fessem estar com'lelamente curados: s
pessoas qne deseaie1"! conanlta-lo podem
proeura-lo na roa do Trapiche Novo n 30,
--. un loan lar defronle do ilancu onde he
sua morada.
Precisa sede uma ama nara o| servigo
le una casa-de pneo* familia; na rua da
Mangueira n. ti, Boa-Vista.
Aluga-sc por : mezes um excedente
casa de pe ira e cal na povoa(3 de Santo
Au.aro de Jabo 15o, pintada de novo, com
.T. palmus de lenle, 2 sals, 3 quarlos, 1
gabinete, grande cozinha fora. he a rrolor-
na, o rio Jatioa'.ao pass- no fundo do quin-
lal, tem mobilia de araarello : os preten-
denles podem procurar na rua Direita Q. 95,
a fallar com o dono, e na mesm povoagao
com Tbeotonio JoSoda Cunhs, paro-de-meia
da mesma.
Aluga-se o primeiro andar do sobrado
na rua da Pecha n. -2 A.
Co!~panhi 4 do
Ueberibe.
O Sr. caixa da companhia (commendador
- O b. charel A B de Torres B-.ndeira,
professor da lingua franeexa no gymnasio,
couliniia a ut lir0es partic llares desaa mes-
ma lingua, e bem assi n da lingua ingle/a,
10 rhetonca, philosopbia e geograplua Pro-
in-se alctn disto, aab ltimos trepa.ralorios rara aquelles que se
quixerem spromptar para os exaniesno prin-
cipio do anuo futuro.
O enstno de taes disciplinas be na csa da
residencia do annunci-nle, na rua larga do
Rosario n. 28, segundo and'.
O annunciante nflvrece-sc tambem para
dar lines dos mesmos preparatorios em
qualquer collegio ou estbelecimentode ins-
l ucrSo secundaria, e e o casas particulares.
Os novos cursos comecarao do da 3 de
novembro em liante.
Quem qnizer tomar conta de alzuma
roup Je humeas snllei-os para lvar de
barrella e engommar, lulo com perfeicSo
e responsabilisando-ae pelo estr-.vio de toda
ou de p ra ; iiode dirigi-se ru ,1 l'raia
10. Na mestna ain la ha psra vender alguma81 Manoel Ooncalves da 'Silva' esia autorisado
Calas de 2 a 4 libras de mar nelada do Bio
tiran 'e do Sul. sen lo vermelha.
I'recisa-se d um ama secca : na Ira-
vessa de San i ci.ru n. 10, sobrado.
a pasar des le hojeo 2\ di vidcn:.o a taz3o
de 33 por ct;3o
Cscripturio da com.anlii 9 do novembro
de 1853.Cuiluermc Sclte, secretario.
-.'} 'le lem em seu poler de pessoas re-
. si lentes ueste cidde<
;:?:-:.:.:>:>. s-
A mesa regedora da irmandade do
Santissimo Sacramento de Santo Antonio,
cor ida a lodos os ir roaos hajam de com-
parecerao dia 21 do torrente mez as 3
horas e meta da tarde para aeompanha-
reui aprocisao deCorpus Clitisti e roga
a todos nao falten] a este aclo tO hon-
roso.Joo da Silva l.onreiio, encarre-
gado da cotumissao.
Oll'erece-so urna senhor para lavar e
engommr o melnur possivel: quem neces
sitar diiija-se a travessa da Concordia n. 9.
Ordem farceira de Sin
Francisco do Beoife,
Temi sido por S. Ese. Rvra. convidado a
nossa veueravel ordem para aeompanbar a prociso
da Corpus Clirisli. que lera de sor emposta a vista
dos fiis na larde do dia -21 do eorrenie.sahindo da
igre'a iiiatii/. de Sanio Antonio, e loitilo sido aceito
dito convit pela mesa regadora, em nomo da
mesma convido a lodos es nossos charissiinos r-
I compareeerem DO referido dia as 2 horas
,1o larde, na igreja de nossa orjom, paramenta los
de saos hbitos, para entvrpora.los aeoinpaiiliareni
a referida procissao.Pedro liarral da Costa Soa-
res, si:cretario.
Aluga-se uaa excellente cas ro Pojo
da l'anella. perlo da ig ej s quem lo so-
brado da vi ,va de loa. l'ires Ferreira : a
tr Urna rua do Querado n 14, las 6 s 9
horas I manba, e ntaur o da B.ia-Vista,
! o., .i faz n las, esquina do hoco dos Per
., das 9 la m nula as 6 huras da tarde.
___Quem an lunciou por est jornal pre-
cisar de 4'JO? sol bvjn beca de utn sitij,
dinj i-ae 'ua ti >va n. 3.
A pessoa que por este jornal snnun-
ciou precisar de 1:5003 com hypolhec em
i escravas, dirija-se a rua da Guia n. 9, que
se dir (Juera ,a.
___Preelst-se de um bomeni quo esteja
habilita lo para servir na exercilo, e que
queira substituir a um soldado a quera falta
o lempo de qulro mezes para compltr o
servico, a que he obriga !o ; nesta lypogra-
hia se di'a com quem se deve tralar.
... o aliaiio assignado d clara que desta
lata em dame se assigna Antonio da Bocha
Vieira Camiuha, e nao Antonio da Kocha
Vieira, por havorcm outros de igual nome ;
e para constar ao publico e atormente aquel-
las pessoas com quem tem t snsacSes. faz o
presenle.AntOQio da Bocha Vieira Cao.i-
nlia.
Pergunta-se a quem competir se ss Al-
mas da malriz do Santissimo Sacramento de
Santo Antonio, se acham lao pobres que o3o
se fezollicio como sembr loi de costume.
O observa lor.
- Precisa-se alugar urna prela escrava,
que lave de sabaj e varrella : no pateo do
(.armo sobrado n 9.
- Piccisa-se alugar urna ama forra ou
captiva, para casa de pouca familia : na rua
do Hospicio n 3 i
Compra-se um sido pe-lo da praqa ou
niesmo uuia casa lenca dentro dos t,es bair-
ricait
Vende-se potassa da Russia suoerior por
menos do que em qualquer parte c dita
americana superior de barato preco a
ISO rs. a libra : na rua do Trapiche p.it
armazem do Fon seca.
Mobilias de ferro
leitas em Pars; as mais moiernas e elegau-
tes que lem viudo a este me-ca lo e por pre-
go commodo : na rua da Cruz do Becife ar-
tuaafjm n. 7.
Gamas de Trro
fabricadas em Psris e de modellos muito
agradaveis e bem construidas e algunas
ten lo mollas e lona : ven lem-se por precos
razo- v,'is na rus da Cruz do Uccife, arma-
zem n 7.
Mates e saceos \r\ra.
viagem
Ns ra da Cruz do Ucife armizem n. 7,
tf m para ven ler malas e saceos para viag-m
sendo de couro brauco e enve nisado, bem
tachiaia, com fechadur-s.repartimentos ote.
etc por prero commodc.
Panno de algodoida
Baha.
Proprio para sccos deassacar ou rouia
le escravos, ven le-se no escriptorio de An-
tonio Lun de Olivei Ateve lo, rua da Cruz
n. 1 ; no mesmo se ven te vioho do Porto em
cais'S da urna e duas duzias. collada liahia
de p'imeira e segunda quslidade, farinha em
sacce* grandes-
Na eocheira de Cladio lluheux, existo
um bonito carro chegalo ha poucos das do
Rio, arreios de metal de principe, a raljjr
c>m Cn lido Pereira Monleiro, por cima'Co
Irlhar do Sr Paiv, irimeiro andar.
Venle-se um c*rroc com um ptimo
b ii, e tambem se ven le um cbra carrocei-
ro : na rua das Cuco Pontas n 6i.
Queijo suisso
V*n1e-se qu"iju suisso no aterro da boa-
Vist junto a loja de Flandres n 2, era casa
de Parias & Msriins, de superior qualilade a
900 rejs, f uclas era caldas de doce sort ios,
presuntos de Lsraego inteiros, a retlho a
600 -eis libr assim como violto Madeira
S>cca, dito Xerez, dito lior lesux. chanpa-
nhnda melhor quahdade, maihos ingleses
para carne e para .eixo ; bolachinhas de so-
da finas e sorti las ; venie-sa mais baralo que
em outra pa'te.
Venle-se um moleque, sadio, criou-
lo, iiade pouco mais ou menos 12 a Me-
nos: na rua Direita n 91, p-imeiio andar,
le manhaa at as 9 horas e de tarde das 3 era
liante.
km Fra de Portas n. 95, eraqnanto o
vento esliver para o no'te tem indos os dias
aeixe de coral das g horas ale o meio dia, e
quaulo as oja'cs Tur im mais lar le OU mais
cedo, se dir as pessoas que quizerem com-
prar.
ftua da Cruz do Becife
arniBzem n. 7.
Tem recebido da Eu'opa pelos ltimos
navios e vende por precos 'asoaveis, o se-
guinte : espelhos ovaes com molduras don
ra ios, pentes de tartaruga para tranca do ul-
timo gosto, dito para desembaraza', arma-
rios le trame de diversos tamsnhos para
guariar coi idas, coba tas de rame para
pratos, a'anlellas de cryslal psra ill.uTiiuar
sal(s, slereocopos com diversas vistas, rol-
letes de casimiras borda ios a retroz, grava-
tas de saias pra ho'cens, tpetes para alca-
tifar sallas, ditos para entra la de sallas.cor-
tes de s das para vestidos, lnt;os de seda pa-
ra algtb ira, caixinhas com msicas e per-
tences para costura, fitas ricas de sela, um
gran svli i ento d miud^z'-s. etc. etc
Vende-se um excellnele cabriolel comcobir-
la, e um bom cavallo para o mesmo: na coxeira do
Sr. Francisco l'aulino.rua do Cano.podera ser visin
das 11 Loras da maalia as i da larde.
li trrii\/iTi


IARO DE PEHNAMBUCO CUARTA FEIHA 17 DE NOVh.YIBI' E 185*.
FABRICA, FELTROS
da ra da
FLORENTINA
Numero
14. Especialidade de CHAPEOS de todas as qualidades N. 14.
MACHINAS DE COSER, GARANTIDAS
Chapelciro, selleiro, costureira, sapateiro, alfaiate, etc.
Camas de Ierro
Vende-se a taberna do pateo do Ter-
Ico n. 12,com pqucos fundos: para tratar
Crande sortimento de camas de ferro de no primeiro andar por cima da mesma das
todas as qualidades, cbegado a loja de fer-
rigens da ra Nova n. 20, loja doVianna.
AGOIA BRANCA.
Vende-se muito bonitcs bonels de palba
Iva para meninos, enftfilados.com ricas 1-
6 as 9 boras da manhaa e das as 6 da
tarde.
g{ Vendem-se luvas ao camurga bran- j
% ca o amarcll'S para militares : na ra
B Nova n. 2, loja de Nabuco & C.
Carros para Pechmcha.|
Use plumas pelo baratlssimo prego de 9 e *
-',jOO. assim como chapeos de palhinha de- **-*'**<:' |i*^mw^y^wi
..liados rara meninas com ricos enfeites de %. *a f.oflC lO ll~ftilll>
utas, llores e bicose outrosmui proprios pa- Jut/LUI5 UlC/ II1&II1*,?
ra baptizados a i? o Estes objectos sao t\t\\
uicontestavejmente baratissimos a vista de &. O,0u04
suas pcrfeigOes as quaes inQuem a comprar ^j armazens de Tasso lrmos ao pe da
anda mesmo a aquellas pessoas que pouco ponte nova.
desejo tiverem, e porque a festa est perto
aproveitem a occasiao da comprar o bom,, ,
bonito e barato : vende-se tambera moi bo- ; @ *" ?J d* *>?"' ^ n? rua "E
nitas pulceiras e eravatas derroco pelo di-! ,ft'"; *fdeff,Usmde.chan:'aIoto
minuto prego de 35 cada cousa, assim como % 1""^ ,..,-,' .rmandades que
golinhas tambera de froco guarnecidas de ^r..?f^l^*x.^^.;v., ......... .r:
plumas a 55, ditas gran les que acompanham W&\3V';.'''? ^-;:\Jii;\:':.: :_.
as capas ou sahidas de baile, obrado subli- Vende-so urna escrava moga de bonita
me gosto a 75, capellas mui lindas e ricas ] figura, sabendo cozinhar e engommar pou-
com bonitos caixos de flores para uoivas a co, e faz todo o servico do urna casa; na
7; e 95, bonitos caixos de llores para cha- praga da Boa-Vista, sobrado n. 12
passeos oe meninos
Muito elegantes e muito lindos, por prego C 5S ao barpKe com barr8 borda-
multo commodo: na loja de miulezasdo
aterro da Boa-Vista n. 83, quasi confronte
matriz.
Piano
ras e pregos, ditas de garsa mui bonitas e
propriis para fa$os, enfeites ele. Alem disso
ama infioidade de miudezas que enumra-
las se tornarla infadoiiho, mais que serSo
franqueadas aos compradores, com agrado e
sioceridade na loja da aguia branca nos
quatro cantos da ru, do Queimado n. 16.
Vende-se un muito lindo e elegante piano
de jacarandi, do armario, com muito boas
vozes, por prego muito commodo : no aterro
da Boa-Vista, loja de miudezas n. 82, quasi
#####$3$S'@&- confronte a matriz.
i Romea vallo
Vende-so um cavallo muito novo, anda-
| dor do baixo a esquipar de redea sola, sem
achaque ou defeito algum ; no aterro da
i Boa-Vista, loja do miudezas n. 82.
Vendem-se saceos com farinha de man-
\ dioca de superior qualidade, saceos grandes
com milho e feijSo mnlatinho, gomma do
esleirs de pa-
frescaes, tu lo
na rua estreita
da a seda,15 covados por
l.aa/inha de cor de bom gosto para
vestido, o covado a
Pegas de cambraia com salpicos de
cor, com 8 l|3 varas por
Cambraia de organdy de bom gos-
to, a vara a
Chaly de cor com lislras de seda, o
covado a
Cortes de caigas de casemira do
cor por
Hitos de dita dita de superior qua-
lidade por
Reies do um so panno acolchoa-
das, por
Cortes do rolletes do gorgorSo de
cor a '2,500 e
Ditos de dito de velludo superior
por
Ditos de caigas de meia casemira
de cor por
Vende-se um excellente terreno na
Vista, na esquina do caminho novo do
Dguinho, rua da Ksperanga, para onde tem
palmos d frente e 140 para a rua da So-
' ledade, ptimo para qualquer edilicago ;
-qq principalmente para padaria, por ser all
' permillido pola cmara municipal: a tratar
OO "a rua t* ''iDUK* 9 n0 segundo andar.
por metade
de sen valor.
i,500
1,000
1.0C0
5.000
6,000
20,000
3,000
Ao barato
..00
560
Meias cruns para linmem a 120, 160, 2*0,
320 e 400 rs. o par, ditas de cor a 160, 2*0,
.120 e *00 rs., ditas para senhora a 2*0, 280.
320 e 400 rs., pontos para amarrar cabello a
200 rs., ditos de massa a 15 e 15280, ditos de
tartaruga a e 4o500, ditos de balcia para
alisar a 280 e 500 rs., enfeites de velludo
muito ricos, gramoas a 40 rs. o mago, colxe-
tes em carto e ca.xa a 70 rs botos para
c.lga a 240 a groza, borracha de \:.\ e seda
prota para calgado a 25*00 a vara, dita de
cores a 2j, couro de lustre francez a 1/000,
7 000 '550 e 25 a pelle, tpeles para sapatos a 280
je 360, bandejas muito linas a 4, estojos de
n navalbas muito finas a 25, facas e garfos a
B outras muitas fazend.s por pregos cm- ?< ^>*?V^^T^ !
relogios, joiase msicas, ja aqui he
contiecido ha muitos annos, habita ?=)
no pateo do Hospital n. 17. ch
Farinha.
Vendem-se saceos grandes com superior
farinha de mandioca ; a ella que he pichin-
cha : na taberna grande da Soledade.
Vende-se na rua Nova n. 2 loja de
g Nabuco i\ C. ricos vestuarios de seda f>J
ji e de merino a Puritanos a souave a .-;;
Turca, a Norma, a Torqualo Tasso, a Z
Traviata, para moninos de 2 a 7 an- ?
nos ele vestidos de cachemira o do
Zf seda para meninas tambera de 2 a ~ :'.':
annos. 2
sos @@
Frese pt;
Calungas muito bem fetos e proprios pa-
ra enfeitar ora presope, por ja eslarem so-
bre montes, com reivas etc etc., tem no
deposito da rua de S. Francisco n 6 ou no
pateo do Carran 9, primeiro andar
Vende-se doce de caj novo a 15 a Ii- cal virgem
modos : vende-se na rua;do Crespo," loja da
esquina qoe volia para a rua do Cadeia.
No deposito do rua do Trapiche, arma-
zem n. 9, tem para vender poUssa da Rus-
ala superior, dita do Kio de Janeiro superior,
de I.islioa, e panno de algoduo
bra, confeilam-se castanbas para encom- da Bahia, tudo por menos do que cm outi
monda, eofeitam-se hcelas etc. : na rua do! qualquer parle.
M.lbi.sKerreir.n..2,acia.dodeOlind.. NoVa agua de ma|abar
Vi IIIIO I IIO Vende-so esta agua a nielhor que loa ap-
parecido para tingir o cabello e suissas de
*-. ditas de massa a 15280, ligas de seda a
320 o par, muito ricas luvas de seda preta
pira senhora e homem a 15280, cartas fran-
cezas muito linas a 330 e 400 rs. o baralho,
muito ricos leques a 25. luvas de pellica a
15800, tesouras e litas de toda as qnalida-
des; de ludo se da amostra, no aterro da
Boa-Vista, loia do miudezas n. 78.
(Prende sortimento de
bandeijas de chareto
imitan 1o char3o de costo moito moderno.
Barege do- seda de novos padrdes,
covado
Chaly liso do todas as cores, covado
La e seda de cores com quadros,
covado
I'roudclina de seda com listras, co-
vado 650
Case de seda de quadros, covado 700
Duqueza de seda de ramagem, co-
vado 800
Sedas de quadros de novos dese-
nhos, covado 800
Setim da Escocia e diana de seda,
covado 15000
Popelina de seda de lindo gosto,
covado 15000
Mauritania de seda com 5 palmos de
largura, covado 15500
Seda branca lavrada para vestido,
covado I5400
Velbutina de cores para casaveques,
covado 720
Velbutina de ramagem para vesti-
dos, covado 900
4eio velludo de cores e prelo, co-
vado 19400
r'.assas francezas de cores, vara 320
Ditas ditas finas, vara 500
Ditas ditas muito linas, vara 640
Cortes de cassa chita novos padres 25000
Rua do Queimado n. 40, passandoo becco
da CongregagSo, do lado direilo em segui-
mento par. o Livramcnto a quarta loja de 3
I Rices chapeos e toucas
para meninas
Ruado Queimado nova loja n. 33A.de
<.u 1 maraes & Bocha tem chapeosenlranga-
! dos com.palba e crina, enfeiUdos ricamente,
; maiores e menores para 59 e 69, fazenda nos
I va e propria para os passeios da (esta ; es-
: pelhos grandes com molduras acuradas e
64_ i pretas, ovaes e quadrados a 49500 e 59 ; lin-
dos toucadores de Jacaranda de columnas,
tamaito espantoso a 69 cada um. Na mes-
illa casa encontra-se muitos arligos de modo
c gosto, que ludo se vende por pregos com-
modos.
f MH &$ @$
@ Na loja de Nabuco & C. na rua
igj Nova n. 2, vendem-se ricos basqui-
a nos de fustSo, musselina e de cam- *m
^ braia guarnecidos de trangas e fran- jg;
1? jis, para senhora etc., espBrtilhos @
i com mola e sem ella para senhora e &
igj outras muitas fazendas de gosto e fi*
& por prego commodo.
Sor vetes.
A loja de sorvetes do aterro da Boa-Vista
ao p da ponte, continua a merecer a sua
antiga reputagao, os sorveUs sao sempre
bons, duros, macios e grandes, o servigo li-
geiro e aceado, todos os dias sorvets de
abacachi e de qualquer outro fructo o nre-
qo he de 320. y
l>recisar.
iua de
Superior vinho lino do Alto Douro, em Proto :na liv.aria uuiversal rua do Colleg:o i que muito deve agradar aos freguozes que > Borl8s com rtulos brancos de Heunque
barris deoitavo, mnito proprio para casas 1 D- 20 da-so junto um impresso gratis ont' ;
particulares e para fazer presentes, especial- Dando a forma de applicar.
mente na quadra actual da festa, em que se Vende-so em casa de S. P. Jonhston Se
torna t3o recommendavel j pela excellente i C, rua da Senzala Nova o. 42, o seguinte :
qualidade, como pelo accomraodado prego : I sellius inglezes e silboes. relogios de ouro
vende-se no armazem de Ferreira & Marlins,; do patento itiglez, candielros o castigaes
travessa da Madre do Dos n. 16. j bronceados, arreios ara carro, lonas ingle-
Vende-se feijo branco de superior zas, lio ae vela, graxa para arreios.
qualidade, em saceos grandes a 85OGO, ditos g
ti iii7.'es.
{fc Lonas, brins e
A Cobre e metal para forro com
41 pregos. ;;
3 Oleodelinhaca. @
A Barrilha.
Vinlios (nos de Moselle e Joan- @
ntsbcijj espumoso, e de Bordcnx ^
em quartolas. fi
C. J. ASTLEY & C.
Aos ca adores!
de rapoza. J
Vendem-se bonels de marroqu ni ..'.
proprtos para cagada de rapozas Ki
na rua Nova n. 2, loja de Nabuco "
cidades e paiza-
gens.
Vcndem-sc muito finas e lindas eslamcas
das principaes cidades da Europa, e tambera
multo lindas paizagens : no aterro da Boa-
Vista, loja de iniudezas n. 82, quasi confron-
te a matriz.
Nabuco o C. com loja na rua No- J|
va n 2, vendem-se paletots de brim ?%
de liubo de cor a 35, caigas de meia vi;
casemira a 55, cclletes de fuslao de y
cor a 35.
i
i
He baratis-
SllliOo
O pre^uica continua a
queimar.
Na loia
das seis portas
KM FRENTE DO LlVRAMEINfU
rrtes de seda com babados e com 27 co-
vados a 205, ditos com 19 ovados por 189,
ditos de 13a, fazenda nova, com 12 covados a
5#, manguitos borlados a 55500, gollinhas
finas a 15600, ditos a 19, camisiuhis com
gollinhas a 2}, lengos de sela encarnados e
trancos a 800 rs., filo de nho preto de Bal*
pico muito tino a 19200 a vara. Dao-se amos-
tras com penhor ; a loja esta aborta al as
0 horas da noite.
PERFUMARAS FRANGEZS
V ende-se a bem conhecida agoa da Colunia do
Piver em frascos raade? e piqueuos,quadrados,ga-
rantido a qualidade a 500 e 19 res o frasco, sa-
boneta) a 15 a dusia, canudos de pomada muilissi-
loo lina al 0D 160 res, ditos muitos grandes a
600 res, oleo de baboza verdadeiracom muito bons
aromas, em frascos grandes o bonitos a 18, ex-
rencia de roa em frasquinlios paqnenos a "200 reis, ,
opiata muito fina para os dentes,.em tubos gran- 1 ,!o'zeg'-i|rJS de pellica c panno para
des de melal a 800 e l5 reis, pds para dentes. ba-1 ni,hnom,eomi^ 6,0, 8,5 ,?
" ,' Ditos de bozerro com uelhca a
nha mu.lissimofina em vasos r.qmssimos e dediver- ,)Uos para senhora a v
sos gostos, extratos finissimos em vidros brancos e SapalOcs de lastre com'elastico a
da cores, de cristal e do bonitos e diversos gostos, hitos com litas a
e oulras inuias diversidades de perfmanos quo Ditus de bezerro a 4,500 o
quero as vir nao dcixaia de comprar na rua do Ditos do bezerro a 4,500 e
Queimado na bem conhecida loja do miudezas da Holinrs do marroquim para menina pa-
ra todas rs idades a
Na rua do Queimado, esquina do becco do
Peixe Frito n. 2, continu'a o preguiga a ven-
der toda a qualidade de fazendas por prego
o oais mdico possivel, entre ellas tem pe-
gas de chitas escuras de cores lixas a 55200,
ditas de cambraia lisa branca com pequeo
loque de mofi a 25 cada urna, ditas de bre-
tanha de rolo com 10 varas a 28, atoalhado
muito largo cora bonitos lavores a 15280 rs.
a vara, italianas a especie de cambraias pin-
tadas, cores fijus e llndissimos gostos a 480
a vara, csmbraiss francezas de cores fixas e
lindissimos padroes a 500 rs. a vara, cassas
pintadas miudinbas a 320 a vara, luvas de
lio de Escocia brancas c de cores a 320 cada
par, cambraias napolitanas do quadros, co-
res alegres e seguras a 360 a vara, o a 220 o
covado, riscadinhos francezes niiudinbos de
quadros a 180 o covado, cortes de seda de
lindissimos gostos e com pequeo toque mofo a 1i8 cada uro. bramante muito largo
para lengoes a 2/400 a vsra ; de todas estsa
fazendas se darao amostras sob penhores.
com favas a 65 : no armazem de A. J. Alvcs
Teiseira, esquina do arco da Conceigao.
Sal.
Vende-se a bordo do brigue nacional El-
vira, superior sal do Assu : a tratar com Fer-
nandes \ Filhos : na rua da Cadeia do Re-
cite, ou com o capit3o a bardo.
Labvritithos.
''icos lengoes para cama, tnalhas redon-
das e de ponas, saias, trotinas, bicos e ren-
das largos e eslreitos, pera lodo prego : na
rua da Cadeia do Rocifo n. 60, primeiro an-
dar.
Espelhos gran-
des *
Vendem-so ricos espelhos em ponto gran-
de proprios para lojas ou mesmo salas, pelo
barato prego do 25,000 cada uro: na rua do
Queimado loja de miudezas da boa fama!
n. 33.
Farinha de
mandioca
SiCCGS GRANDES
a 8 000.
Nos armtzens de Tasso limaos na praga
da ponte Nova.
- Ven le-se no armazem da rua da Cruz
n. 26 de Jos Antonio Moreira'Diasik C, o
seguinte :
Cera de Lislioa em velas.
Mercurio doce.
Lona larga,
l.inhas em nvelos.
salitre refinado
Folhas de fhndres.
Chumbo o-n lengol.
Silveira & Costa, com taberna na rua No-
va n. 65, avisam aos sou? (reguezes e ao publico
em geral, que tem para vender suporior marmelada
em caixas de 1 libra a 600 rs., bolachinlias de so-
da em latas de 12 a 11 libras liquida a 65 e a
retal! o a 500 rs. a libra, superior presunto de
fiambre a 640 rs. por libra, bolaxinha inglc/.a a
2 0 rs. a libra o um grande sortimento de supe-
riores vinhos engarrafados de todos os pregos.
a Cadeia do Recite
n. 48
O Lcito & lrmao estao lorrando.
Toalhas para mesa urna 5.
AlgodSo monstro com 8 palmos de largura,
vara 560.
Bramante de liohc com 4 ditos de dita, vara
700 rs.
Meias pretas de laia para padre por 15
Ricos chapeos de sol de seda p'ara senhora.
Santos.
Carro novo.
Vende-se um excellente carro inglez, no-
vo, p?ra 1 e 2 cavallos na rua de Santo A-
maro (Mundo Novo) n. 6.
Aviso.
No ar->a7.em de Adamson llowie & C, rua
do Trapiche n. 42, vendem-so sellins para
hornera e senhora, arreios pratiados para
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavello. le.
Agencia
da mdico JLow-tJow,
rua da Senzala Nova


Aviso aos via-
jantes.
Veudem-se lindos saceos de tapete (tk
para viagem : na loja de Nabuco & 1
C. na rua Jiova n 2 3f
*~* ....
C^l?ado fraiseez
Fende-se para se acabar
elogios
Vendem-se relogios do ouro, inglezes de
patento : no armazem de Augusto C. de A-
breu, rua da Cadeia do Recite n. 36
Aviso importante
Vende-se um carro americano suito forte,
pintado e forrado de novo e com gosto, pole
andar com um ou dous cavllos, he proprio
para algum Sr. nrgocianto que more em si-
tio, c que lenha de vir ao Recite todos os
das : a fallar no aterro da Boa-Vista, loj
de miudezs n. 58, o carro ho de construc-
gao igual ao do Sr. M. Congalves da Silva.
\ ende-se 20 Larris com azoile de poixe e do
molhor quo lia nesle mercado : para ver no Trapi-
cho Novo e a tratar com Jos Pinto da Costa, lain-
benj se vendo a retallio a 400 rs. a garrafa, na
rua Direita n. 14.
Vende-se um escravo de 25 'nnos, bom
ollici.-.l do pedreiro: na rua Direjlo n. 3.
-- Vende-so una parda de muito bonita
figura, boa co/inheira e tem principio de en-
gommado, com muito boa conducta : na rua
Kormoss, segunda csa. Tambera se vende
urna mesa redonda do mogno, duas mangas
de vi Jro e um banheiro de cobre.
Ka rua do oji i nado n.
53 A.
.Nova loja -de miudezas de GoimarSes
Rocha vende-so para acabar com o pouco
que resta, sbemeles inglezes a 18600 a duzia
ou 500 rs. o pacote de tres sabonetes, quem
precisar previna-se porque lie muito barato.
Ricos rezilles para senbora|(enfeites com vc-
drilho para a cabega) novo gusto a 55 pretos
e de cores ; um completo sortimento de gol-
las o manguitos baratos e caros a vontade.
e pi*ra que se veja so darlo amostras, ha
muito temos gollas de pomo irlandez a 500
rs. cad urna, e pares de manguitos (gollas
e manguitos) a 25500, 35 c San; agulhas fran-
cezas muito superiores para 160 rs. o papel
longue e dimilonguele sortimento de extra-
Lengos brancos com lindas cercaduras, du-
zia 2/800.
Cobertores de algodo com pclloa 18280.
Alem dis fazendas cima mencionadas ba
um completo sortimento de boas fazendas,
que se vendo por barato prego e de ludo se
dar amostras.
eiteos.ibeleclmentocontlnn'aabaver
am completo sortimento domoendase
meias raoendas paraengenbo, machinasde
vapore taixasie ferro batido a coado da
lodosostamauhosDara dito.
Ratos logrados
machinismo infallivel de pegar os ratos sa-
bios e tolos.
Vende-se 3 tartarugas vivas de 2 a 3
Rua Direita n. 10, vendse marmelada palmos de comprimento, em Olinde, rua de
de primein sorte, ebegada uit'mamente Me Mathias Ferreira, casa 11. 28. Na mesma pre
Lisboa, a 500 reis a libra, e troca-se dinhei- cisa-se de um otlicial para fazer palitos de
ro comprando o freguez de quatro libras pa- fugo,
ra cima. .
Marmelada
Relogios de
Feijao a 5#
cada sacco : vende-se na
armazem n.50.
Vende-se um escravo pega, crioulo,
de 25 annos de idade, com olcio de sapa-
teiro : a tratar com Jos Carlos de Souza
Lobo, na rua Augusta n. 21.
Vinho BordeauXc
Em casa de Henry Bruno C. rua da
Cruz n. 10, vende-se vinho Bordeaux de de-
ferentes qualidades como Lafalles Ch. Leo-
vilie, S. Julien em caixas de 1 duzia por ba-
rato prego.
-- Vende-se doce de ciju' de calda o mais
bem feito possivel a 600 rs. a libra : na ta-
berna da rua larga do Rosario n 25 ; assim
como vende-se o mesmo doce secco a 18 a
libra,encommendando-se com anlecedeoda.
Vende-se um carro novo de conduzir
gneros, por prego commodo : na rua dos
l'ires n. 12.
e*trs*o9fiftv*.
rua do Amorim
ouro ejoias. 37 BU DO QlEIMADO. 37
Vendexeum lindo sortimento de,re- Luja de quatro portas dt
logios de ouropara todos os preco con- empanada encarnada.
Forme as qualidade*e nm vanado lort- rtecebeu-se pelo ultimo vapor vindo do
ment de joias de ouro de le: no estnp- |iavre, lieos cortes de vestidos de phantasia
dos melhores goslos que tem vindo ao mer-
cado para 205, 305 e 35j000, casaveques bran-
cos todos bordados, muito boa fazenda de
torio de Isaac, Curio & C, rua da Cruz n.
19, primeiro andar.
Cortes de chita de barra
na rua do Crespo, esquina
rua da Cadeia.
I
a 25000 o corte :
que volla para a
Potissa,
fostao, e de cambraia de 205 a 255 cada um,
saias bordadas a 4 e 65 cada urna, golinhas
de cont irhndez a 500 reis, ditas francezas
a S00 res, 15 e 15200, ditas inglezas de tras-
, passo, superior fazenda a *8, 55 e 68 man-
I gitos de punhos bordados a 25. ditos com
j golinhas bordadus a 55, 65, 80 e 12-5 muito
I boas fazendas, liras bordadas de todas as
mais: larguras, inglezas e francezas. Entre meios
Vende-se potassa americana da
nova que ha no mercado, e por preco 'Je grosdenaple preto e de cores, sortimento
1 1 r 1 .;. de lazendas linas e por preco commodo.
commodo : na rua do lia piche n
atina^em de Castos limos.
13,
Potassa da Rnssia e cal
No bem conhcciJo e acreditado deposito
da rua Ja Cadeis do Recife n. 12, ha para
vender potassa da Russia e da do Rio de Ja-
neiro, nova e de superior qualidade, assim
ctos linos, francezes e inglezes, que ludo se como tanibem cal virgem cm Dedra,
Em casadeRabeSchmottau (vCompanhia,
rua Ja Cadeia n. 37, vcudcm-seolegante
pianos do afamadofabricante Traumac
le Hamliiirco.

?Jk Vendem-so litas para c.rtaside ha- ffij
Daris : na roa .Nova n. 2, loja de s
;: Naliuco&C. ;
Vende-se urna porgao de Darns mu
be~> construidos e nSo servidos : quem os
quizer ver e comprar dirija-se ao caes do Ra-
mos, armazem da esquina.
Vende-se superior linha da algodao
brancas e de cores, era novello, para|costu-
ra : nm casa do Southall, Mellar & C, rua
do Torres n. 38:
Ao eite& '
vende por barato nesta loja.
m -. -.......... ... ......
n rt Ven le se na rua Nova n. 2 loia de ;A
};'y :\at)nc.> o C. ricos pentes de tartaru-
^ ga virados para senhora por prego','
rfi'i cummoio. tfi.
ltcn^no.
Vendcm-se escravas mogas sendo urna
perita engommadeira e todas de boa con-
ducta. 1 dita cozlnheira por 1:3009, 5 escra-
vos mogos proprios para lodo o servigo : na
rua das Aguas-Verdea n (.
LIVRARIA ECONMICA
Delronle do arco de Santo Antonio.
ai inao, que es-
tilo tonando-
Uua da Cadeia do Recife n. 18.
Chita franceza cores lixas, o covado 220, 240,
260 e 2i0.
Musselina tola encarnada, covado 220.
Meias de cores para meninos, duzia 3$.
Saias para senhora urna 15600 c bordadas a
3-000.
D 1 Cortos de barege com 17 covados a ">; o 03.
9.CO0
8,000
5.C00
6 000
5,000
5,000
;2-S&3225-aBS3B33* PrCo, na loja da esquina da rua das Cruzes
5: n. 2.
Cogii
Cognac superior em ciixas de | duzia,
g vende-se cm casa de Henry Bruiiu & C. rua
w da Cruz n. 10.
boa fama n. 33.
IllMafMKi
Briihantes, ouro c prata.
Wunrto Catmg n. II.
LOJA uL OURIVE
DE
I SERAFIf.1 & RWUO'
Ueste estabelecimonto o ^oblic
ja achara sempre as mais novas o deli- j
%% eadas obras de briihantes, ouro e Si
>t\ prata, dos melhores gostos viudos da S
jej Europa, e mais em conla do que em \ jo< oulras partes, gi.rantid'S com reci- Si
*j{ bos especiliraii 10 a qualidade. j i
1,200
Chiquitos de lustre e marroquim por barato il,alcs de toquim a 63 e 184
Hitos de dito com 20 ditos a 8.
Hitos de chaly com 16 dilos a 5500.
/ealejos e vio-
loes patentes.
Realejo com cornetts, tambor ecampai-
nhs locando 27 pegts, entre ellas os ln-
cenos, trovatore, traviata, caxusa, vals s,
etc., a tambem muitos linios viol0es; tl-
vez os melhores quo tem vindo este mer-
cado : vende-se no aterro da Boa-Vista, loja
Domingos Alves Matheos lera para ven- i de miudezas n. 83, quasi confronte a matriz,
dor no scu escripiorio da ruada apollo, os I && a g
seguintes arligos-. ricos e elegantes pianos,! aflHIlM f Vil f\O*rJtt
panno de algodao da Bahia para shcos, cola -*** *t CtSIS < ^t<
da Bahia em saceos, cochins d^ linho para muito nova, desembarcada hontcm, vende-
monlana, cnchadas portuguezas pregos ae as libras, meias, etc quartas o oncas,
r'Tluguozes de varias qualidades. ric-s e pelo barato prego oe 9|560h libra, c se lor-
olegantcs mobiiias, papel do Hollanda pro- na muito recommendavel s seuhoras, tanto
prio para livros, coeiros do algodao; cojos pela qualidade romo pelo prego : no aterro
arligos vende por meuos do que outro qual- da Boa-Vista, loja de miudezas n. 8-, quasi
quer. 1 confronte matriz.
Dilos de dito pretos a 205.
Ditos de merino lisos a 45800
Dilos de dito bordados a 69800
MadapolSo a 25800, 35200, 3rfi'in, 3-sno. ,-,
49900,49800, 5#00e muito lino a 65 a pega
de 20 varas
Chitas escuras o claras de lindos padroes a
200 reis o covado.
Cambraia lisa lina pega do 8 e meia varas a
39800.
Hitas de salpicos pega de 8 e meia varas a
3-S00.
Ricas gollinhas bordadas urna 35500.
Entremeios e tiras bordadas
Chales de cambraia do ultimo gosto cm 9.
He tudo ds-se amostras com penhor.


.
1
BE
por pregos moito rszoaveis.
TACHASPARA EN'GENHG
Da fundico de ferro de!)- W. Bowman
na rua do iium, passando o chafa-
v'-, continuas haver um complelosorti-
mento de taclias deferro undido c bati-
do,de 3 a 8 p timos de bica, as quaesse
ecliainavenda por pceocommodoecom
|)ioinptidao,cml)arcam-se ou carregam-
se em carro sem despezat aocomprador
assa.
por prego commodo.
sedas muito baratas para
os tbeatros.
ESTAM-SE ACABANDO.
Vcndem-se grosdemplcs de seda de cores,
com pequeo toque de mofo, pelo diminuto
prego do I5OOO o covado, ditos sem neuhum
defeito a 15500 o covado, ricos enfeites para
cabegade senhora a asOOO, a elles antes que
0 se aeabem : na rua do ijueimado n. 22, na
loja d boa le.
Aviso aos senhores de engenho.
Cal nova de Lisboa, em barricas e en an-
coras, muito propria para conduego de
agurdente ou mel : na rua da Cadeia, de-
fronte da Relagao n. 28.
a nova
Ainda existe a venda na rua de Apollo n.
12, um resto de potassa de superior qualida-
de, para fabrico iln assucar; vende-se em
lotes a volitada dos compradores, o por pre-
go muito commodo.
bcos e rendas da trra.
Superfina fazenda, das melhores ren-
deirasde Pona de Pedras: i.a rua Direi-
l n. 15.
Vende-se um engenho nioente e cor-1vende.
rente, sito na freguezia do Cabo, distante
da estagSo da estrada de ferro menos de
meia legua, a niargem do ameno l'irapama,
muito recommondavel a todas as pessoasqne com boas ierras do Dlinlagao, largueza para
negociara com esses gneros assim como | safrejar at dous un piles, len lo os odilicios
mhores de eogenhos, por quaoto delen>ptimo estado, e lodos qu- sBoneces-
s relance de viv* ;, le saber-se o im-isarios, eomosejam boa cas de vivenda,duas
NT^S
para a compra ou venda de assucar, algodin,
couros e nutras mercadorias de peso; obra
completamente sortda.
Calgado francez escolliido as melhores c maia
acreditadas fabricas de Pars e mais em conla tanto
em porciiea como a relalho : na loja Jaiaby & C.
na rua Nova 11. 7.
Algodao monstro.
Vende-se algodao mouslro com 8 palmos
de largura, mullo proprio para toabalhas e
lengoes a 600 rs. avara: na rua do Quei-
mado n. 22, na loja da Boa Fe,
~ Vende-so a dinheiroou a prazo 1 mo-
leque do 1* annos, I dito de 18 a 20 de bo-
nita ligura, 1 preta cora habilidades, 1 dita
de excellente ligura com I cria de 6 mezes :
no pateo de S. Pedro n. 6, se dir quem
cobertos e doscobertos, pequeos a gran-
des, de ouro patento ingloz, para hornero
o senhora, do um dos melhores fabricantes
de Liverpool, vindos polo ultimo pasuete
inglez : em casa de Soutaall M-.llor i (;.
rua po Torres n. 38.
Escravo pega.
VcnJc-se um escravo mulato, ptima fi-
gura, e ptimo boleeiro na rua de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
um
porto do qualqu> bras que pelo methodo usual levara muito
lempo. Esta obra em um volu le bem enca-
deroado, acha-se venda na livraria men-
cionada, rua do Crea on.,2, pelo prego de
89000.
Chegiiein
peehineha.
Nova I rinha de mandioca, milho e feij3o,
saceos grandes e baratos, para so acabar :
na rua do Queimado tt. Ii, loja de ferragens
de Jos RoJiigues Ferreira.
Esguiio.
Vendo-so esguillo de linho muito fino a
I63 a pega, com 12 jardas : na rua do Quei-
mado n. 22. na loja da Boa l'.
Grande sortimento de la-
senzalas novas e de gosto, exceileilecaval-
Isricp, casi de engenho, de caldeira e de
purgar, cslula e todos os perteocas, nova c
muito boa casa do bagago, tudo de lijlo ;
emli ; urna escolenle oropriedade e em es-
tajo ile lucrarse somente e de r.ada des-
pender : quem pretender dirija-se ao lllm.
Sr. "J0S0 Pinto de Lomos Jnior, que dir
com quem tora de tratar.
Aviso as seuho-
ras de bom gosto
lie>> a loja ao p do
arco de S. Antonio
velludo u patrezi com llores do rnelhor gosto
que se tetn vislo liaste mercado a porgao he
punca, a elles antes que se aeabem, pois he
a nica fazen la para vesl.idos das seuhoras
amantes do thei tro
elogios,
Vonde-se em casa de S'aunders Brothers
v C.i pr8g do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell, por pregos eomrao-
semproe minia sorlida loja de ferragens se-dos e tambem trancellins e cadeias para os
aucontrara 11a rua .Nova loja 11. 20, do Viinna. | mesmos de excellente oslo.
Infeitts para cabeya
de sen horas.
Na loja de Adriano & Castro rua gg
, i'n Crespo n. 16, esquina, vendem-se 5i,
" lieos enfeites para cabega de senho- w
%& tu a 85 cada um, o mais rico possl-
@

Iheres para
hn mesa
CSC
mesa e so-
de todas as qualidades o nutras muitas cuti-
d 1 todas as qualidades. que nesta
llicos bino culos a
Cliegar-m relo ultimo navio do Havre ri-
cos e lindos binculos para o Iheatro, vidros
moito linos, os quaes se vendem mais bara-
tos do que em qualquer outra parte: ua
rua da Cadeia, esquina da Madre do Mos.
Cortes (le la muito ina
para vestidos a 4^f.
Vendem-se cortes de vestidos com 16 co-
vados da la muito lina, de padres muito
bonitos pelo diminuto prego de tacada cor-
te : na rua do Q leima :o n. 22, na bem co-
nhecida loja da boa f.
Apparelhos de metal do
prncipe
Crande sortimento de apparelhos de me-
tal do principe loleado de prala, riquissimos
para almogo, salvas do dito, colberes para
sopa e cha do dilo, citas para arroz, ditas
para terrina.
Fogio no dia 18 do corrento um escra-
vo denome Firmino, crioulo, idade 25 an-
nos pouco mais ou menos, bastante preto da
cor, tem um dos olhos acalombado para fora
bastante grosso do corpo, altura regular, le-
vou vestido camisa e caiga de algodio da Ba-
hia, soppe-se ter seguido para os Apipucos,
pois nesse lugar foi elle preso, por estar f-
gido de outra vez: quem o pegar levero a
rua da Cuia, taberna n. 9, que seta generosa-
mente recompensado.
200*000
No dia 1 de agosto deste correte an-
no giram do engenho Sete Ranchos,
freguezia de N. S. da Escada, comarca
da cidade da Victoria, os escravos seguin-
tes: Damiao, crioulo, de 25 annos de
idade, pouco mais ou menos, cor fula,
bcicos grossos e meio arrebitados, tem
urna cicatriz na testa de um coice de ani-
mal, pernas linas e alguma cousa ar-
queadas para fora, csmliziado, espadau-
do, altura regular, e esta' bucando ago-
ra ; Jacintho, crioulo, de 28 annos de
idade pouco mais ou menos, altura regu-
lar, cor preta, pouca barba, beicos gros-
sos, e fazcerto geito na bocea quandofal-
la, tem urna cicatriz em urna das faces,
pernas linas, esmalmado, fuma, tocador
de viola. O primeiro foi comprado ao Sr.
Joo Francisco Barlwsa da Silva Cumaru'
lilho do Sr. major Antonio Gomes da
Silva Cumaru', e o segundo diz que foi
escravo da familia do Sr. Joao Nunes da
fazenda do Sitio, em Pageu' de Flores, e
comprado na praca de Pernambuco.
Consta que ditos escravos estao em Pageu'
de Flores por portadores que mandei e
de la' vieram : roga-se as autoridades po-
iciaes e capitaes de campo, de os pegar
e levar ao referido engenho a Bernardino
Barbosa da Silva, ou na praca de Per-
nambuco ao lllm. Sr. Manoel Alves Fer-
reira, que serao recompensados com a
quantia de 200,000.
Fugio no dia 8 do correntn um mole-
que crioulo de nome Soteno, de idade de 17
a 18 annos, o qual lera o dedo grande do po
esquerdo muito aberto para fora, tem as
costts urna grande marca de escaldadura,
qual consta que anda nesta cidade no
bairro de S. Antonio ou S. jos, tem sido
visto na rua estreita do Rosario e supe-so
que nessa rua ho que est acoutado*. quem
o pegar leve-o a seu senhor na roa d'Apollo
u. que sera gratificado.
Attenco!
S
Fogio no dia 8 do correte o escravo Se-
verino, de idade de 50 annos, baixo, secco,
pernas arqueadas, cor fula, icm o olho es-
querdo quasi fechado, devido a um lalho
quo deu sobre o mesrao : quem o pegar le-
ve-o a rua da l'enha n. 1, que seta generosa-
mente gratificado.
-- Continu'a a estar rugida desde o 1.- de
maio do correte anno, a preta Angela, cri-
oula, do idade do 40 annos, pouco mais ou
menos, coas os signaes seguinles : estatura
regular, o dedo da mo esquerda junto ao
pollegar cortada a primeira junta, o queiso
de baixo um tanto puxado para tora, falla
grossa, ar fechado; julga-se andar em Coian-
na, por ter l urna filha, ou acoilada aqui
em alguma casa : quem a pegar leve-a a es-
trada dos Alllictos, sitio, cojo portio tem
urna cruz, que sera generosameenle recom-
pensado.
Fogio no dia 18 do corrente mez um
preto crioulo de nome Conrado, natural do
Par, idade 22 annos, pouco mais ou menos,
estatura alta e chelo do corpo, cor Preta,
vistoso e muito bem fallante; levou comsigo
camisa branca e algumas caigas ; consta 000
anda pelos arrsbaldes do Manguinho, Alllic-
tos etc.: roga-se as autoridades policiaes
e rapitSes de campo a captua de dito escra-
vo, eleva-lo a roa da Cruz 11. 10, que se re-
compensara* generosamente, e protesta-se
contra quem ooceultar.


PEKN. TYP. DEM. F- DE FARIA:-1 S .


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