Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07125


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Full Text

-
.. 6'
jjj
Li

Sabbado 51
riHTIDM IKM OOBBSIOa.
Goianna e Parahlba, seg anda (Kitu feiru.
Rio-Grande do or le, quintal feiras aomelo-
da.
Cabo, Srrinhaem, Rlo-Formoso, Porto-Calvo
e Macelo, do I.', a II, r 21 decdame!.
Garantios' e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vista e Plore, a 13 e 28.
Victoria, l quinta felria.
Ollnda, todoa o* dial.
YancMcmiDBa.
MIng. a 1, i* 2 b. e 57 ra. da ra.
Rova a 7. ios 7 h. e H tn. a t.
Creie. a 14, a. 3 h.r>>7m. i t.
r.hr, a22. Gh. eMfn.,l t
' Ming. a 3.'a II b. e 54 in. da m.
a* ni vora.
Primelr ai 11 hora* e 42 minutos da manbaa.
Segunda ai 12 horai e 0 ininutoi da Urde.
de Agosto de 1850.
! I
ratatOOa da Barawoaii-po.
Por tres meiea (adimttmdoi) 4/UoO
Porieisrue/ei 8JU00
Por uui anno a_____l&iWO?.
na da asatAarA.
26 Seg. S. 'Merino. And. doJ. dos orf. e m. da 1. v.
27 Tere. S. los de Cal izant. Aud. do chae, (loj.
da 1. v.do clv. e do dos feltos da fazenda.
28 Quart S. Agmlinlio. Aud. do J. da 2. v. docirel.
29 uint S. Adolfo. Aud. do J. do orf. e do m
da I. t.
30 Seat. 8. Roza lie Lima. Aud. do J. da I. v. do
cir. e do 'riot feito da fazenda.
31 Sal. S. Hayinundo Nonato. Aud. 4a Chine, e do
J. da 2. f. do erime.
1 Doiii. Nona Senliorada Penha.
unioinji i AooaTO.
Sobre Londf. 27'/, e 27'/* d. por 1/000 ra. a 80 dato'.
Parla. 346
Lisboa, 100 por cesto.
Otro. Oncaa taespinhoes......... 28/000 a
MoedaiderMOOvelbai.. lbf&("l a
. de 6#i(Mi acras.. 16/100 a
. de 4/000........... 9/100 a
PrtU.Pataefies brasileiro...... jt-M a
Peini columnarloi....... I/loO a
Ditos ineslcaoo.........., l/tiw a
110 DE
i2o/Bfl
16/70*
i 16/20
9/2(1
1/0*"
1/lftc
I/e*
.-*

EXTERlO.
-t DIAMANTE Ktll ll-1-MIJIi (MONTANA*
DE LUZ.
Londres, 1 de jan ho'de 1850.
O fapor ingles Urde acaba re chegar a
rortsmouth com urna carga oais preciosa
em ralor nouiinal ilo que quintas fram
transportar1! em outras era do Per par
Cdiz. O major Mwk-son. oflleiil benem-
rito e distincto Irnuxe cnmsiitn o famn diamante do Oriente denominado pelosf-
I luis di Alia Koh-i-mur( montiuhj de In )
o qual danois de syitiholisar as revoliicfies
de riel fteracfle por su passigem de uo
conquistador par oulro, vnm agur no ter-
ceiro secuto (le ana invenoflo para a
priia remlas di Inglaterra como peni di
infidelttlide oriental e premio do valor -
xonm.
r'oi nn inno ile 1550 antes de ler sido es-
Ubelecida a dynislia Mogul pelas proezas
do grande Akbar que essa maravilhosa pe-
dra foi adrada na celebres mina de Col-
conda. O reino desle nome constitu um
dos sete Miados mahometanos que nos fns
do seclo 15 aeformaran no necean. Asini-
nas diamantinas que o tornanm tflo tamo-
so na historia, eslavam situadas alguma
distancia ao oriente di cidade capitil, perto
da actual estieo de Condapilly e se acham
jpresentemente em nosso poder, liem que
a ha muito nflo recompensen! mais, nem
convidamos ir baldos dos procuradores de
thesooros.
Quinde os principes Msgos estenderam
suas preleecoes sobersni do Deccan,
Ketub eShah, entilo rei de Coletuda, leve
que lutar com Shah Jelunn, o imperador
reinante, pai do grande Aurungzebe. O
primeiro ministro de kulub Shah era riesse
lempo o famoso jlir Juala estsdistasque a
talentos polticos de extraordinaria excel-
lencia, ajuntava um conhecimento singular
das padres praeiosis. Klle tinha sido com
elTeito por algum lempo mercador de dia-
mantes, e eslava por conteguinle peculiar-
mente habilitado para apreciar os tliesou-
rns de Coleonda.
Shah Jehaun nflo era muito inferior a
Mir Jan, I no conhecimento das podras, por
quanln, Uii . j.;,(.
Mpei-
todo vilorda um certo rubi existente n
laeeouro imperial em lempos em que elle
iinh sido destronado e preso por seu pal,
essa pedra ihe foi remetiida para que elle,
vendo-s decidiste a quesillo, noustaes ca-
racteres eram beta proprios para a tianstc-
cAo que depois teve logar. Shah Jehaun de-
feadeu a causa de Mir Juni contra seu so-
berano e o Koh-i-mur passou de Goleand
pm Delhi.
Al que 01 reiqos do ne.rcan fram suc-
cessirtmeate ibsorvidos no dominio culmi-
nante dos Mogus, o Koh-i-mur permaneceu
entre os thesourosdo Delhi imperial, onde
2 de noverobrode 1665 foi visto pelo va.
jante francez Tavernior, ao qual, pela in-
iiulgeocia extraordinaria de Aurungrebe,
foi permitiido pega-lo, examioi-lo e psa-
lo, sendo o primeiro eithoje provavcl-
mtnte o ultimo europeo que gozou da tal
privilegio. U grSo Mogul eslava sentado
em sen throno de estado, emqusnlo o guar-
da des joiat a presenta v geus Ibesouras etn
ilouspralns de ouro para que elle os vase.
A magoillcencia da eolluccao era indacrip-
lirol, aorm o Koh-i-mur exceda tudoem
esplendor, estima e valar, limas vetea Ira-
sida pelos Mogus, outras vetes adornando o
famoso throno do pavao, essa p^Jra inesti-
mavel ora seguramente preservada era Delhi
t que ara 1789 o imperio recebeu o golpe
fatal pela invasao de Nader Stiah Entre
os despajos da conquista que o guerreiro
persiino levou comsigo em Iriumpho para
Kboratssn,e que lem sido avUiados na aom-
mi de 30 90 milnes eslerliuos, o Koh-i-
nur foi o Irophoo mais precioso, porrn el-
le esteva destina lo a deixar a Persia li >
promplsmente, qoanto esta ephemora iu-
FOLHETIH.
ENSAIO ir-UM ROMAWCE.
IMA ROSA MQ DESERTO (*)
Einrruinto Carlas eecupava ie d'Eufroilna,
im iH.. menina nar iiiitruir. rita llnin
iitu o>He o centro de aeui praiancaHM. teni
deieobilr a raaSo, lem aaber Ade Iriaui parir
aqaattei aro pemainentoi. Carlos lava prc-
a quinto ella fatla. Real diatogni com ai
Hore it i'oiao ineerloi e vago, lu correi-
lnidei com ai eitrelloi at nlan initica c
adquirido umieaildo, viV-a-
v.iiuiob ^^^Blta determinado. A ninas e
a- aarM rgunuva par Cario. Upia flor ni ur-
etra antei da tarde, um itro rnaMpaltldo, ne
oV cswtuiae gntneawiM uum eifraca qu
aatakcava a Carkii.
Aasiaa pmaraiu a din d'Bafraiina. das ftr-
lue) mai breve, k vida corria-lhe ftctl e fe-
ve. Todo o dial agradeca a co o ler-lhe
iiiaaeado Um meslre, um irinio, mu imlgo e
eJQwela, a dore do pasudo ha Imprvidos
prarei"fde presente. Era urna nolte doou-
lono O ea ameaciva borrasca. Uvenib era
aiuaatoava e enegrlcii a iniven, ora lopraa-
ilo etn lurbilhao udeipedaca e deifaz. Tru-
voes rlDoadMm lo lo age o rrlaupagos anc-
i' dciu-ae risMaineate. Kulrotlai paaieia pelo
jaaMa enera U'luellavet melancola : parece
"[iprlraMe da atmnaphrra : e pdeme irar-ir,
irar-ie-hla cjnlra a novena que Ihe lirarii a
VHU 1 in,,A,. I gaja^vall i3, co que
premicii, em vrtude di qoal tnha sido sd-
querido. Nadir Shh tinha conservado em
seu servio um coren de Affghsns da tribu
Mi.lali delmuo do eommsndo de Ahmed
Shih. o qual timhem servia a seu amo em
a cspacidide de thesnnreiro, e qusndo o
eonquislador persiino foi icsassinido por
seus vasssllos, os Affchins, denois de pro-
curirem em .vflo livra-lo >ui vinna-lo, nlo
olielanloserem ipenit 4.000, fram abri-
lo cirnlriho mu smss proprjas froiiteirss
por entre os soldados dn exeroito persiino.
iiiriaindo esta intiepid relinda Alimed
Shah levoueomKo.othesooros qae guar-
lava, e. foi iirovave/inent; ijodido por al-
ies, bem como pelo seu |irn,>riA.*slor qu
nnseguio consolidar o novo esta do q >ie de-
biixo do ttulo, boje familiar de imperio
nuranini. fundou *m Cabul. Parece qu o
Koh--nur levara oomiigo soberana do In-
dosiilo, pois as conquistas dn Ahmeil fram
tSo decnvss qusnto i* de Nadir, e fot por
ua nomeaalo e patrocinio que o ultimo
imperador subi so throno dos Mogus.
No principio do presente seculo os the-
souros e poder de Abmed, pssssram pira a
pessoa de Zemaun Shah incessantemente
ex posto sos assaltos de seus psrentes. Um
lesses assaltos foi-lhe ffnslmente fatal, pois
no anno de 1,800 vio-se prisioneiro dis-
posicSo ilo seu irmSo, Shah Shuj, o qual
Ihe scuccedeu no throno,, porrn o thesouro
deCsbul careceu de seu mais praejoso or-
namento t que por lio o Koh-i-ff'or enge-
nhosamente occullons parede daprisSode
Zemaun Shah, foi descoberto Foi oito sa-
nos depois deste tempo, qusndo ind s
moosrehic Duranni ert bastante formida-
vel para causar inquieluSu ** potencias do
trente, que Mr. Plphnstoae icreditido por
lord Ment junto do principe AlTghan, se di-
rigi psra o queer entfioa remota e desco-
ahecida cidadade Peshsssur,oadeemsusr-
oopQ.'u o K,qh-i-nur brilnou ontrs vez de-
nois de um intervallo de tsntns annos os
olhos deslumhrados de pm europeu. Shah
Shuj, depois cliente e prisioneiro-d com-
painh da India oriental, trajivi ness oc-
casio urna tutuca de veludo verde bordada
de ouro e psdris preciosas. Em seu peito
Via-se urna coufa;a de diamantes formada
como duas flores delirio achatadas, e em
um bracilete que tinha no braco deito, bri-
Ihav a jola inapreciauel de Calconda. O
principe deu una audiencia graciosi sol.1
SB>aKIWr Oepois, da qual JIr. TIphfnsfone
retroa-se ; porrn, o Koh-i-aurnflo era des-
tinado a permanecer por muito lampo em
poder da dividida e vacilaole rs.nili* das
oulras oris poderosas Abdiilis.
A embaixada tinha apenas tornado pas-
sar o Indo, qusndo Sliah Shuja foi expulso
de Cabul, levando comsigo o famosa dia-
mante em su fgida. Depois de aullas
vecissitudes de exilio e coatestacSo, e
chou finalmente um refugio equveoo de-
btixo da protncSo do poderoso eapiUo que
tinha eniao consolidado os dominios dos
Sikhs em urna heraii( real para su pro-
pris familia. Ilunjit Singh era piaaamenle
competente qur para a defesa, qur paria
restauMiji) do fugitivo, porui sabeodo, ou
re.speitando o thesouro que este linhi em
seu poder, desejou dquin-lo. Elle collo-
cou o Shah debaixo de utai estricta vigi-
rancia, e peJio-lhe formalmente a Joia de-
sejada. O principe Duranni hesitou, previ-
ricou, temporisqu eempregou lo Jos os r-
tilicios da diplomacia oriental poras? de
balde. Ilunjit du.dicuu o rigor de suas me-
didss e por lim o di I." tle junho de 1813,
foi lindo para nelle ser entregue n grande
cho que estiva presenta, a qual retirndo-
se, por um momento, oltnu depois com
um pequeo peote qae- depz s obre o
lapete i igual distancia d >< dous chefes.
Urna pausa sezuio-se outra vez, mas a um
signal dado por Runjit o osete foi desfeito
eo Koh-i-nnr hrtlhou entilo com seu Incom-
Daravel e indisvel esplendor.
Deste m.1o monlanh* tte luz nassoii c>-
m i (iraemb atiade ra D.'ii. ile< li-ilhi itav Mit pin Cabul, ede d&brU para Lthore justifi-
can lo pela e.tima om qu > por lo la parle
foi lid i a perspicacia e Juitn de Mir Juila ( o
Mirsimols das visgens de Tavernier ) e ilo
principe Shah Jehaun. Etr-e tundi> sspre-
loncfles slgum tntO duviloSSt da pndra
brasilie que* faz parte d< joill da ep> i de
Portugal, o Koh-i nur h" o maior diamante
condec lo qu-i ha no munlo Quinto eilef ii
da lo* Shiii Jehan ichav(-se anda bento,
e oeste estado dizem que pesav mais de
100 quilitos, sen lo depois reJozilo pela
inhibilidade do artista a 372,, eu peso ac-
tual. Klle foi I j vrado por llortensio Borgea,
veneziino, o qul em vez de receber um
raiounerirSo pelo seu trabalho, foi con -
dnmnado pelo Mogol enfurecido a psgsrs
somma de 10,000 rupias pe destruidlo
que nelle fez.
Pde-se formar ums i lea exacta de su
forma e ttmanho, conceben Jo-0 como i me-
lado potrtuds de um ovo pequeo de gali-
nha, bem que se diga que elle nSo fra
augmentado mais de meis polegsds pe
gmmlcSo de ouro que Runjit mindou por.
Seu valor no se pode bem calcular; mas
isso nflo obstante, dous mildes de libras
esterlinas 'I6.000,#ao,000 de rs. potieo mais
ou menos) lem sido determinados como
um prefo que p le ser justificado pela es-
cala usad no conmercio. 0 (flamante Pitt
trszido de madrasta pelo'av de lord Cha
than, e vendido 10 regento Oreins em 1717
por 125,000 libras, pez apenas 573 quila-
es ; o grande diamante que sustenta a a-
gta no cuma do scetro rusto, nflo pesa 266
quilates. Tal he s joia extrtor linaria que
por dlrelto de conqist e de sobnrinis.pas-
sa agora para o dominio d liglaterr. Ella
foi prudentemente as segurada entre a s pou-
cas de valor que restam do thesouro de
l.ahoro no comerlo da ultima iosurreifflo, e
posto que o Seu proprio vslor nominal seja
ums compensacSo inadeuu^la par o eusto
fas guerras sikmr/Tnfiris podemos consi-
ferar a sua acquisicflo como um symbolo
conveniente desss supremaca que ISo bel-
lamente gtnhsmos.
f Timti. )
' i as THi r
pregada para o venc ment de eleires nes-
t provincia, e comed orador tenh decla-
rado que o mesmn Sr. Pinto de Menionr;a
js se lem servido dola para este fim ; o
nobre visitador, esquecendo-se do Suas ves
tes acerdolaes exclamou furioso que nflo
tema so Sr. Barroso nem dentro d* assem-
blo, o nem lora del I a ; e como sso nflo
no pareo oulr cotiss mais do que um
lesfio de duello, nflo podemos deixar de
ii'isiirtr que um eccle.4iaslieo, quecoinn
le'egs lo doSr. bispo deve dar exemplo de
mo leraeln sos mais sacerdotes da provin-
cia, cu.rde ISo pouco respeilo a si uiesino,
ja que o nflo guarda a asse nbls.
I'"
Corj*espoTicf2iicas.
IIIAH1 i)K PKBSAHB1JC0
.oir, ao de aoobto na aaa.
Sri refactorei Tendo de seguir para a
corte do Rio de Janeiro no vapor hontem
chegado, e ichando me conseguintemente
njuin sohrecarregado de fazeres, so boj
28 do corrente e a puncas horas, he que me
foi possivel ler a corrrspondencia limada
pelo Sr. Verlsto de FreitasTavares, e pudli-
cad em seu Otar/o de hontem, na qual esse
senhor dirlando-se as explicaedes que Ine
pedi, repete que a nossa casa deve a seu
psi, e acibs com insinuace,, que certa-
ni Miti nflo posso deixar de responder, e
como soj foresdo i faze-lo, direi mais al-
gum, posto que o mais sunccnlmente
possivel.
Muito desejaris que o Sr. Verialo decls-
rssse qul era esse debito em que est a
nossa casa para com sau pai, e que segando
elle diz, te furnia em Ululo testamento to-
lemne ; pois ignoro qual seja esse titulo, e
emque parte do testamento Jo tiosso finado
av, vem esso dehito consignado; tnns-
crevs sso o Sr. Veiiato, e o publico, a quem
esse senhor, tanto procuia Iludir, far delle
o verdideiro juizo, se he que ja o nflo faz :
s depois de inteirsmente exsminadas as
transacoes havidas entre a nossa casa ea
la nosso v, be que se poder saber se ha
Jebito, e contr quem : por ora o debito que
condecemos he contr a casa de nosso av e
contra oSr. Veriato, a quem j pozemos um
libello pelo juizo da primeir vara do civel,
em consequencia de nos nflo querer pagar
o que de to ha vontade Ihe emprestamos.
Quanto o que diz o Sr. Veriato acerca do
(.avallo pedrez, no qual foi visto monttdo
Vrn dos fndiVfJuos que' me lem procurado
issassinar, nflo duvido que com eiTeito o Sr.
Veriato'o tivesse emprestado algums vez a
esse senhor de que falla em sua correspon-
dencia; mas isso nflo obst a que elle de ou-
lras yezes tivesse tulo destino diverso; nem
a v i si ii ha ii ga para quem o Sr.Veriato tflo an-
cho ippella, est s oceupada em observar i
do> que o Sr. Verialo tem consciencia, d
qoe procura calumniar-me : esse factn cor-
tamente siii.....iIpIii ha lalvez dezesis annos,
me he apenas conhedd, por o lr otivido
referir ; e anola ninguem me Impitlou nem
esse faeto, nem slgum oulro semelhante :
Uo infame calumnia s pnderia cahr da
inmunda pena do Sr. Veriato ; e o desafio
para que pela sus Ualdade e frnvquii decla-
re so'ii rebujo, que relaoSo lem enmmigo
esse faflo d Moreira, e denuncie a polica o
seu miluir ; justica pnhlica ganhar, e o
calumni'dor sr desmascandn.
Quanto ao ficto de ler espanca'o na roa
daCadeia do llecife, a um Po luzuez, eu o
conf sso, e aceito toda sua responsihili la-
de : dei, he verdude, ilgumis pancadas nes-
i'nritixue/, porrn em def-i de um nu-
Iro l'ortiiguez e velh", a quem este Porlu-
guez tinha seguro pela gola da casaca, in-
juriara. ameac*va, e eslava prestes a espan-
cr dei-lhe como civalheiro, as oito horas
lo dia, e com o instrumento que naquella
ocasflo trazia vindo cavado ; nflo recor-
r ao drago infame e issalariado do assassi-
no, como os cobardes e infames proceder.
Este Portuguez velho, cuj defezi tomei,
era o ncaso fallecido av Msnoel de Crva-
Iho Medeiros, eoque entflo flz so seu sg-
gre-sor, farii ao mesmo Sr. Veriato, se es-
livesse presente, qusndo elle ousou insul-
lr a esse velho, como umita gente sbe, e
eu o posso provar, com tima carta do pro-
prio pondo do nosso av, que existe em
meu poJr, dirigida so pai do Sr. Veriato.
Terminando esta lembranca o /Veaeo
leal Sr. Veriato, quo para o publico conven-
cerse d boa conducta, de quo esse senhor
tanto so jacta, seria bom que elle decliras-
se, como vivi em Cacilhas so sul de Lis-
boa, que obrigou seupii a minJi-lo para o
lirs:l ; porque motivo nfloquizseu pai af-
liaiioa-lo para poder ser elle empregsdo cai-
xeiro,do que existem documentos em nosso
escriptorio : porque meu falecido pai tam-
o-mii o nflo quiz em seuesociplorio, c final-
mente porque sabio elle di casa do Sr. Jos
''~n lido de Carvalho Medoiros, pira a do
Sr. Albino Jos Fsrreir di Cunda, d'onde
lornou pira a casa do mesmo Sr. Jos Can-
dido, depois de feilas s pazes.
Sou Srs. redactores, etc.
llecife, aos 28 de sgosto de 1850.
hit Candido de Barrot.
diamante dos Mogus pelo chefe AbJalli
dynaslia ascendente dos Singhs. Os dous
principes reunirsm-se em umi sala marca-
da para esta fim, ambos smtados no chao
Segua s> depois un silencio solemne, o
qual continuou por espado ta urna hora
Por filia a impaciencia de Ilunjit veicau as
suggesles do decoro ashtico, e elle orda-
nou em voz baixi.a um critdo que desper-
lasse a memoria.9o Shag. U principa exi-
lado nflo diste um s lavr em rosposta,
porlm acenou com os olhts para um cum i
Em urna caris que, sb a rubrica compe*
(ente, inserimos ueste n do Diario, pro-
cura 0 roverendo Sr. Minoel de Lim e Al-
buquerque por em duvida quanto distemos
em um dos ns. anteriores fierca do proce-
limento deste senhor, na assembla pro-
vincial do Cear pa'S com o Sr. Ilarroso ;
soccorreudo-se al o testemundo dos pe-
riodieos da-opposiiflo daquella provincia.
Sem nada dizermot sobre ss phrases pi-
cantes porque comeo citada cart, por-
que, com a mflo em nossa consciencia, re-
eonhecemos que elhs nos nflo sflo appliea-
veis, limitar-nos-hemos trasladar para es-
ta pagina do Warin o artio do Pedro II n.
916, que servio de bate as nossat'assercdes
co n referencia ao mencionado Sr.%onego
visitador, Pinto de M -ndonr," eternos fe
que lodos os q06 Icrem, r-tios-hSo a jus-
tiga di decidir que, en vex ile exagerarmos
a noticia, da slgum soite a modificamos
par'igo he osegiiint" :
llouve hontem (U de agosto) na assem-
bla provincial, urna acea desagradare!
provocad por um aparie, que o Sr. Pinto
la Mondnos, deu ao Sr. Barroso, negando
que i foro public. i tend jamis sido om-
inas o
CU posto, eiluiluando o lado do or le
leu AVlur nao apparecla.
J po* varios alai elle le nSo deiiava vr e
Kufrssina eiperinientava nina pungente amar-
gura. -Ella etpera, Vaga, chama, ludo em v-o.
O vento cetia o eu furor ; ai uuvens equlli-
brando-ie, ,ilarg gro obre a ierra, dentara cahir copiosa chura,
de que e resguarda Eufroalna,- mai a mel do
cauiuho ii'ut ps topam em um objeclu der-
iiibado pelo vento: era o rato dat mas charas
,-l'>ll>. l..-ll-.* nn*nH ^ |.d,.ii A Cjia.
para calcular ui diftuut causados pelo reulo c
prl quedl. KUa ral lacrlioos. ; luat ule de
entrar no quarto onda eslavam eus pai
coinp0e-ie cntr palllda lim, porem serena.
All te Ihe intolhi nina bella baudeja de prala
e dentro mu Iludocaitellu de dace e con'
Olha, aiirolina-iei,pr, pergnnt
oil cnrlosldade o rpieilgnitcavii^^^|
re Eofruima! Ah na
quriao eurenuiiado rtl* doces lsi,
ira'ia una ora era para ti, urna era de iuter-
alnavel angustia, titea rein annuuciar te que
o leus bellos lunlio lein-se a*esvaneeidi*<^^H
u ten Artur, que as tais eperp(as esli porj
o vaso dai las violen. Desd ei-1
lesse senhor e o seu cavado. Nesta occasiflo
.'releva pooderar quo esse cavado nflo he ve-
lho, como se inculcs ; pelo contrario todos
os que o condecen, o reputan muito azado
para lies emprezas : o feitor o reconheceu ;
e iquelles que tem conhecimento do feitor
o do Sr. Veriato nflo p lem deixsr de pres-
tar todo o crdito ao primeiro.
Ksse reconhecimento do cavado empresta-
do a um assassino, alen de outras circums-
isncias, coencido com o que disse o Sr. Ve-
rialo em ciss do Sr. Jos Candi lo de Carva-
lho McJeiros, a que foi presenciado por
pessoa fidedigna : o Sr. Veriato issm se
exprimi a meu respeitonioha lia auto-
risa seu lilho fazer loucurak; bem j elle
saber par quanto prest o marn(:eirinho,
u ella hi de chorar lagrimas de singue sem
remedio.-- *s-
ChimadooSr. Veriato pieseno do sub-
delega lo da Ba-Vista, e sendo por elle in-
terrogado sobre esse faci, confessou-o ple-
namente, menos ler usidoda expresso la-
grimas de eangue. A vista disto que juizo se
devera fazer do Sr. Verialo, que se inculca
de Uo bom,tflo innocenteeseinpre tflo/Van-
ee e tflo leal ?...
Pelo que toca a insinuarlo pervers, que
He dirigi o Sr. Veriato franco e leal, relati-
vamente ao assassinato do Moreir, admi-
nistrador do engeuho Duas-Barras, respon-
al coatemplasiVe iiotum
nervoso : t
M-M ItaraaO-a
peior qae urna
r, illaastenta-scno
(*) Y Diario a. 194.
ierra, como
te di a dr viajar caiutigo na ralle do I
ierro.
rlt um presente para ti, mioha Eufrosln
(rrtpondi-lhe uiiljahi eit turf liado bllhelfr
que icoiiipanhl o presente ; l*-o. hila o faz;'
e nlsto Oure-ie um estrondosissimo trovlo
Kul'roiiaa nalida, nioribiiuda, deia-se cahir
no braio* de sua iaM,' (rilando inlnha mal
iniiiia mai, boCCvv*BU, e. rita diz-ihe : qne
he lata, Ath inliihi? Poli tem inedo d'uin tri-
vio T Mil o generll, loll'rendo dore das su.it
leridas ein rarso da olio teiikpo, acresceutara :
el abi, Kul'rnsiii, que eitragas a taade e ca-
ber : eti o fccHo frutoarue colhrsie do tea e
tiauho modo de virer. 'A,o!/do, o alinelo,
systeiua nervoto : tu esta
erlanca de tre annoi, e tieuus da cousa mais
natural deite mundo.
bufroiiua, apenas tornando a >i, ouvio aquel-
la palarra, vio aquel es semblante teveroi,
conhiceu o* eogano de icus pal, com Indis-
vel etforco recoucentrou oo fundo do coracau
a plenitude d'auguilla que quera proromper,
e caluu-ne. O bilbele era de Cirio, que dava
a seus amigos parte dn leu casamento com uuia
crnzrlla heansnhola. l'.nooll por n.isri-
nienlo a formusuri, c eiiviava-lbe, como l-
pralicam, doce e coufeilo, cauto um
da protiina felicidade e das dmenl-
os do seu noro eitado. Que Lul'rosi-
na leste toda o biUtetc nao lie proravel : mas o
que he inait que certo he, que do mesmo pou-
co que leu, ccendeu-c-lhe no peito em carac-
tern de foguala senlnca lu tinha grande
inior a Cirlb, e Carloseit perdido par II.
Pelo decurso do lampo nao foi taaia possivel
ao general resistir ao seu genio, que o irrai-
jcriva poderojameole para a Grecia. Klle dase
um longo adeo i aua familia ; e fi>l lerar sua
enca, o eu valor, sua vida em, tributo a
lie pavo, como afeuii, rcnaicididas pro-
Ainariisiiiti foi lepancao ao
___biina; uta nao erl este o ulti-
su< fortuna Ihe prepara va. Ai
eute 'que se lem felto alvo d'uina grande
ventura/ Parece que urna lulUietMU utallg-
ra ie acummular de*grcas urnas
labre a sua cabeca, ate" p-lo uo
jHBaVh.'0. c bracos com a desesperadlo !
o vulgar proverbio de ij." :::: dcgra(i cna-
(ra, he uina da mi dolorou verdades
que tem de registrar e no llvroda rlda. Eu-
(i-oslua rirfcriuou e l a allligla o nao poder
prestar iniii os aacuprio que de alia etn dia
lelhc fw.lam mais predios, alaquindo o ci-
tado delta ggr|rou-a de dia aut dia, d'uut
BBB
I DATA INCORRETA
.tt-uauuuicaciuor, Lufrosma (uaii poi iniUgrc
recuperou i laude ou ao menos n.ioquii mus
seulir-ie, nem duer-se enleriiia. De quo boa
vontade antea inorrera ella, que eaccus*va de
com o oascimenio baver lomado enferma aua
obara mai I Quio voluoiai'iiinenle sacricaria
todos os eu das para dquirir-lhe uio e
quer, sem acoessos e tornientus .'
rodas a mas potencias inlelleclui-a elhicas,
eslavam eniprcgiJas cm alliviar a euierna, em
cerca-la daquella amorosa solicitude que lano
ci"""'.. e ,if. as vpe faz (Pilan 1*1*., i\n Hnr
um lugar de reconhecimento e d'alguna praier,
Kufrosuu abamluoado jinlia por sua mai a flo-
res c as estrellas. J nao viiitan a primeiras
seoo para colher urna dellas, e deposita.ta so-
bre aqutlle leilo, aliiu de que I enferma lida
esperinienia.se urna teosacao agradavel; nao
ialerrngava mais i tegunda, senao sobre 01
feitos da Grecia para levar a m.ii algum feliz
agouro a respcila do seu charo porvir; e foase
por acaso, por iaitatjrc d/ S ou por virtude
d'uiiia polencii oculta, ella mullas veiet co-
Ihli de aeus estasis aquillo que tuna carta, das
depois, vinhi coulirinar. ala todos ai voto,
todas os esforeos da angelka menina j nao po-
diam suster a vida nos atenuados e quaal con-
sumidos inciaihrui da moribunda Jalla.
Longo a Slorostuimos foram o ltimos
collo(|uta*iilre a mai e a litha ; mu dio eram
ella dita almas goveruadis pela mesma bar-
inoiiia. A palavras di priusetra eratu couae-
llios par que sabase d'uma vida to meditada
solitaria, par que se emregasie u rsiudos e
oceupafca tull mundanos, idinoestacea
respeitu iiu eseuina u um esposo, o da mudaa-
ca desudo, fcan patarras daspedacavam a
buirosina ; por Ihe siguillcareui que a olba
maternal atada aoo liuka sabido ler em sou co-
raAo: eraiu oousellios que cahUio Irlo, cuino
llocos de nev, em Ml'ardeule alma j lio iul'e-
11, e que jmila couientin uuir a ua orle
l
Srs rtdadorei.k maledicencia, com que
se procura deprimir o conceito bem adqui-
rido dos homens honestos, infelizmente he
hoje urna funesta consequencia das agita-
cOes polticas !
Leudo em o Diario de 28 do corrente,
urna transcripoflo quefar o mesmo respec-
tivamente s urna ocrurrrenoia, que tero lu-
gar na assembli provincial do Cear entre
p llvd Sr conego visitador Pinto de Mendon-
Ca, e um oulro deputado mesma assem-
bla nflo podemos deixir de lastimar, que
a repulaoflo do Sr. Pinto fosse 13o acremen-
te barateada nesta provincia, onde as suas
nobres quididades nao sflo bem condecidas.
Nos somos daquella provincia ; mas nem por
isso nos dispensamos de pro luzir sua defesa,
tanto mais honrosa, quanto elle esta bem
longe de o poder fazer.
Ninguem que conhecer a boa ndole do
Sr. visittdor Piolo, o acento grave e cir-
cunspecto de seu carcter, e a cortessni,
com que todos trata, por eerto se conven-
cer, de que elle he capaz de um procedi-
le" lo nflo correspondente a sua alta posi-
Oflo ? Os seus inimigos daquella provincia
ile adrede idulleram esse ficto com o in-
tuito n3o smenle de solipar i bem mereci-
da influencia do Sr. Pinto ; mas anda de o
fazer desconceituado ante a respeitavel pre-
senc* dostxm. prelado diocesano.
U ficto, i que a, transcripoflo se refere foi
publicado em os peridicos da opposioflo
daquella provincia, e estes alias nflo sus-
peilos, e que nada ao mesmo conego per-
loara, limitam-se smente em dizer, que
o Sr. visitador em justa represalia a urna
falsa impnticflo da parte do seu antigonis-
a, pedin una prova mais exuberante de
t 1
d um II'miiciii, tima vez que aqueile que lite
pareca mandado por Dos tinha-se Unido a ou-
tra : e beijindo as mos da moribunda ella re-
pela Pctdoa-me, chara mai ; perdoa as do-
res que hei causado a leu materuai caraco.
Ne eslava em mim o mudar a minh'alma : se
o podesse faser, por U otariafeto: depois ac-
crescentava Miaba ini, ora por tua llllia pira
que Deo depreita a cbame a unir-se ll__
Carlos, o Ingrato Carlos, e alada mal ccga>
que ingrato, ia nimias vete vizila-las, ia dai -
Ihed ront 1 dus ni-i'iii'iiK da flrerla, Affll#l.fte
da iiumenaa tritteu da Sua anliga protegida ;
mas nao buscava cm outra cousa mais a ra-
ses disao, do que n'auzencia do general e na
desesperadas disposiedes da mal; e lie Nie-
laros, adiier a verdade, baslavam. Man pre-
sencia de Cario era la! pobre trahida tu-
frosina. Su'alma toda voava para elle: seus
olhos sobre os delle se fisavam como por fas-
cinaran, o som da sua vo/. a punha enleiada e
fra de si. r'ntao a seu peiar esquecla-lhe a
mai, Iranscurava o eminente perigo, retardava-
Ibe os so-corros. Nao fallara, n:io atisfaiia
perguntai de Carlos; sollria, e usaa ro ma-
ligna Ihe mumurava ao ouvidos, estas ier-
radorat palavias Amar e nao ser amada I : I.
Coulimuar-M.k*.)
TIIEATKO DE SANTA ISABEL.
Por moleslia de alguna actores f a Sr. Jo-
anna, e o Sr. Raymundo ) delaou Ve fearer
espetaculo desde o dia 17 do correte : o-
trrtanto tivemo-lo no da 18 |e le levada
seeai pela terceira ve a Ja acm coiahe-
eido drama l'eto itm com policio da
Sr. L. A. Buigaln : ua cxecu(u foi ba, nem
poda deliar de aislin ser pela terceira re*
eria muito para censurar se houresaem falu
eiaenciae: loalavia achaino alada alguma
digna de advertencia aa pcaoas cm< dcsattt-


-'.
, ;tK
- **wa* .,-.-..

lu accnsacSo, o que fo logo prometlido
pelo seu gratuito provocador; ms Miz-
mente leituri da peca oOlcial, de que te
fazia carga ao Sr. Pinto, mostrou a inexac-
tidSo do accuaador; e por conseguinte o-
justca, com que o quera desabonar. O Sr.
Pinto nessn Tacto nada perdeu ante a opi-
nio publica ; pois todos viam a provoca-
rlo injusta, que se Ihe razia," e o desafio nilo
foi maia que um exctamento aprovas da
parte do seu contrario, e nflo no sentido em
queosseus inimigos o manifestrn.
Releva anda dizer, que os bons hbitos,
contrahidos pelo Sr. visitadorem uma edu-
oac.lo scientifica e polida, eoseti procedi-
mento quando deputado assembla geral,
por certo 1.80 comportan) o recurso, de que
tilo Msa e deslealmente o accusa o jornal
Pedro II da provincia do Cear.
Dgne-se, Sr. redactor, dar publlcidade a
eatas linhas. O seu verenador e criado.O
padre, Francisco Manoel de Lima i Albu-
querqut.
Srt. redactores.\,\ com sorproza as per-
gu utas feitas no Patulea n. 23 pelo seu re-
dactor ao meu amigo o Sr. subdelegado de
S.-Jos, nasquaes pessoa algoma acredita-
ra, por isso que o Sr. Carneiro he condeci-
do de todos, e incaraz de prsticar os fictos
3ue nella se nenciouam, pois que a sua vl-
a, tanto publica, como particular acha-se
no dominio do publico a quem compete a-
valiare julgar o procedimento do cidadSo.
O Sr. Carneiro no txcrcicio de subdele-
gado tem feito juslica a todos, sem olhar as
opinies polticas de quem quer queseja,
qualidad esta que o tem tornado benquis-
to de todos, excepto dos criminosos
dos que vvemile jugos prohibidos, e que
tanto estes, como aquellas tem perseguido
em seus covis. Kstou persuadido de que o
Sr. redactor do Patulea oi mal informado
quando fez ditas pergunlas, e que dovida
nenhuma ter em retira-las. No pertenco ao
iado poltico que actualmente governa
psiz, e por isso nSo sou suspeito.
Queiram inserir presente de seu venera-
dor.-*.
COMMERCIO.
ALFANDF.GA.
Reodimento do da SO.....10:140,,
Deicarrtgam koje 31 de agosto.
Barca William-RusseU morcadorias.
Brigue Loper dem.
Brigue Amanda idem.
CONSULADO GERAL.
Rendimento do da 30.....1:005,389
inversas provincias...... 37,878
1:043,167
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 30...... 474,104
CONSULADO PROVINCIAL.
Reodimento do dia 30......799,8-29
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuee,27 de agosto de 1850.
-- O secretario, Antonio Ferreira d'Annun-
cordo.
O Illra. Sr. inspector da thesouraria da fa
zenda provincial em cumprlmento da resolu-
co do tribunal administrativo de i do corra-
te manda fazer publico que noi das 17, 18 e 19
de aetembro prximo vindouro Ir pracapa-
ra ser arrematado a quem mais der, o im-
posto do diiimo do gado cavallar oes inunici
pios seguintes:
lirclo avallado annualuiente por 61,000
Cimbrea 122,000
I-lores e Florala 324,000
Boa-Vista e Ei S46.000
A ai reuiataco aera felta por lempo de tres
annoa acontar da primelro de jullio de 1850
.10 de junho de 1853.
Os licitantes que se propoierem a estas arre-
inalacoes, comparccam na sala das aesses do
ursino tribunal nos dlaa cima indicados pelo
nielo dia, com aeus fiadores competentemente
habilitados.
Secretaria da thesouraria da fa/.enda.provin-
cial de Pernambuco, 5 de jnllio de 1850.
O 2.* escrlpturarlo servindo de secretario,
Fanelieo Antonio Cavaleanti Coneiro.
Pela inspectora da alfsndega se faz pu-
blico que, no dia 31 do corrent* se ho de
arrematar em hasta publica, na porta da
inesina depois do meio-dia, 980 peess de
cassa com avaria geral; sendo a arremata-
dlo livre de direitos.
Alfandega de Pernambuco, 30 de agosto
de 1850. O inspector interino, Benlo Jas
Ff mandes Barro*.
Declara 5 oes.
De ordem S. Exc. o Sr. presidente d
provincia, o Sr. director-faz saber a quem
convier, que tendo vagado a cadeira de pri-
meras letras do sexo roascolino de Forst
de-Portas, por jubilacSo do seu proprieta-
rio:'e o substituto as cadeiras de primeC-
rf letra desta cidadr, a quem compela o
provimento, em virtude do art. 9 cap. 1 da
le provincial n. 43 de 10 de junho de 1837,
bavendo renunciado eaae seu direito, est
posta a concursos dita cadeira, com o pra-
zo de 60 das, marrados do dia 39 do cor-
rente.
Secretaria do lyceu, 28 de agosto de 1850.
ansiara Alexandrino da Silva Rabillo Ca-
neca, professor de dezenho e secretario .
Por nilo apparecer opposilor a cadeira
de primeiras lettras para o sexo mascolino
da jtovoacSo de Ingazeira, cujo coi.curso
devera ter lugar no dia 37 do crrante, o
Sr. director do lyceu, em virtude daa ordens
do Exm. Sr. presidente da provincia, man-
da fazer publico, que a referida cadeira es-
t novameote a concurso com o prazo de 60
das, contados do dia 3 de setembro prxi-
mo futuro. Secretaria do lyceu 30 de agos-
3. Ella est louca !
4. A douda comjuizo. ... _
5.' O medico desmascarado.
Dtstribuieno do drama.
Bertrand, ofucial de carpinteiro, Germa-
no Francisoo-deOliveira.
Remy, dito dito, Raymundo los d A-
raujo.
y.'iobaldo, conde de Buisieres, Silvestre
K. Meira.
Appiani, Antonio Maximlann da Costa.
Um medio, Antonio Duarte Coimbra.
Guilherne, criado de Sophia, Joaquim Jo-
s Pereira.
Berlingoet, Grosmanu { campnnezes ),
Pedro B. de Santa Hoza, Antonio da Cunta.
Um magistrado, SebasliSo Arruda de Mi-
randa.
Um enfermeiro, Jos Francisco Montelro.
Um criado, Joaqun Jos Pereira.
Sophia, condessi de Bussierea, Emilia al
Valerica.
Catbarina, Rita Tavsres da Gama.
Maris Joanna, Joanna Januaria.
Margarida, Mara Soledada do Sacra-
mento.
Carlota, criada de Sophia, N. N.
Convidados, camponezes, criados e sol-
dados.
Terminar o espectculo com a graciosa
comedia em um acto
O INGLatt MACHINISTA.
Comecar ts 8 Doras.
Os bilhetes scham-se venda no lugar do
cos u me.
Avisos martimos.
. Para o Acsrac e Cear segu coas.bre-
vidade, por ter parte da carga promata, o
paiaoiio SantaCruz : para o aestn e passa-
geiros iraU se ao lado do Corpa-Santo, lo-
ja de masas mes, n. 35, ou con O capitao
Joaquim Pereira.
Vende-seo brigue nacional denomina-
do Amoriui, de lote de 196 toneladas, do
Cruz,
to de 1850. anuario Alexandrino a Silva armazam a. 13, ou coas o capUo a bordo.
Vlov.meiito do Porto.
Navios entrados no dia 30.
Baha8das, sumaca nacional Ftor-de-
Anoelim, de 99 toneladas, mestre Bernar-
do de Sou2s, equipagem 10, carga va-
rios genero*; a Luiz Jos de S Araujo.
Barcelona e Malaga 49 das, e do ultimo
porto 34, patacho hespanhol Rengo, de
127 toneladas, mestre Antonio Colomer,
equipagem II, carga violto e mais gene-
ros; a Joiio Pinto de Leos & Fillio.-1'u n-
deou no LameirSo.
avis tahios no mesmo dia.
Camaraglbe Hiate nacional Novo-Destino,
capilSo Eslevo Ribeiro, carga varios g-
neros. Passageiros, os brasileiros Jos
Francisco de Atliaide, Eugenio Boa-Ven-
tura. Jos Joaquim Ramos, Clara Kausti-
na de Souza Lobo, Cypriano Luiz da Paz
Jnior.
Calilornia por Montevideo Vapor ameri-
cano Comodore-l'rebble, capitfio Colim
Hallard, em lastro. Conduz os mesmos
passageiros que trouxe.
KD1TAKS.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria de
fazenda provincial, em cumprimento d'or-
d-m do Exm. Sr. presidente da provincia da
36 do correte, man Ja por a concurso o lu-
gar vago de segundo escripturerio da pri
melra seccSo de con I as da mesma thesou-
raria, o qual ter lugar no da 38 de setem-
bro prximo futuro, devenflo os pretenden
tes serem examinados nos principios de
grammatiea nacional, arithmetica, na toco-
ra e pralica de escripluracflo e calculo
mercantil.
E, para que chegueao ronhaeimento dos
inleressados, se manduu aflixar o piesenle
e publicar pelo Diario.
prnliaram as difidentes parles do referido
drama. Nao somos l.lo rigorosos, que quri
ramos oceultar o que ah adiamos boiu ; neni
to pestanlaa. que nos Inculquemos o non flus
ultra a respeito dr coulierinieiitoa thealiaea
pelo contraro, temos srmpre confessado, e
confrssainoa anda uma ves por todaa, s
inaiiifestamos nosao juizo a respeito da nos-
sa companbia dramtica pelo que sentimos,
sen que una silva de regra o boin, ou mo gos-
tode algueui; e,anda quando nosdlrighsi'inos
partido, porque observamos que o publico sen-
salo e judicioao iiin acolhldocom i-ntliusiasmo
os bons artistas, collocando ein primero lugar
aosso mili digno compatriota o Sr. Germano,
cajo mereciinehlo so pode ser obscureeldopelo
pedaoli-mo insuporlavel, r nunca pelo rape
dador Imparcial, recio e Justo, que ri do
que he burlesco, e applaude o que be su-
blime.
Ros nao assistimos is doas primeiras re-
presentacoes do t'edro itm, nada podemos dl-
ser coiiiparalivamenle; fallaremos sdinenle
desta.
Pedro sem ( o Sr. Germano) nada nos dei-
xuu a desejar. No prologo foi o favorecido
ingrato, que depois desediuir torpemente a
fillia do sea bemfeilor, e deshonra-la, es-
quece-se da lodos os beneficios recebidos, e
deslNBibrado pelas riquezas iininenaas, que
espera por merle de seo pairo, a queai 1-
lude com seus embustes, veni insultar em
aua propia casa aqurlle que Ihe servio de
b. escamar a viriima de ana ardueSo;
sem $* Uasbrar que o velho Joo Goncalves,
recuiueiidando-o ao seu amigo, concorren
para este seu estado de felieldade, o assas-
sioa, qffando este Ihe exproba aeus crlsnes.
Nos quatra actos vimos o ambicioso especu-
lador, qaa j senbor de (rosaos cabedaes, do
jeja anda uiais, e euiprega o fingiiuenlo pa-
llabello Caneca, professor de desenbo e se-
cretario.
Pela segunda seccilo do consolado pro-
vincial annuncis-se aos devedores do im-
posto de 30 por cento sobre o consumo d'a-
go'ardente, que o mesmo seacha a cobrar,
sobre a base de 400 rs. por caada, na for-
ma da decisSo do Exm. presidente da pro-
vincia ao recurso que liavia a secaelhaote
respeito.
BltiTiSH CONSULAJE PEflNAMBUCO.
Thesubjecls of ller Britanie Majesty re-
sllenla here, being duly qualilled un der
tho acl. C (leo: .4.*cap-87, are invite 1 toa
general meeng on matlers n said act pro*
vided l'or, to be bel I on Monday Ihe 9.tb
Sep nexl at noon at this consulale. Per-
nambuco, 30 August 1850. Hy. Chrislo-
pkers, vica-consul.
CONSULADO BRITANNICO EM PER-
NAMBUCO
Os subditos de Sua Magostada Brilannica
aqu residentes, que se acbain qualilicados
debaxo do acto 6 Jorge 4 cap. 87 sao con-
vidados para um ajuotamento geral por ne-
gocios no dito acto designados, a ter lugar
segunda-feira, 9 de setembro prximo, ao
meio-dia, nesle consulado. Pernambuco, 30
de agosto de 1850. lly. Ckrisiophers, vice-
cnsul.
cebando ou pagando. Becife, 31 de agosto
le 1J50. Manoel.do Nascimento Pereira.
Intonio Marques de Amorim.
pede-se a todos os Srs. vendelhOes exis-
tentes nesta cidade, que deixem de vendei
iebidas espirituosas de prodcelo brasilei-
a do primeiro de setembro em dianle, t
iquetles que assim o flzerem publiquen)
seus nomes por esta olha, para se sabor *
itue ficam vendendo.
Crasas Providencia que os MM. de-
pois das seis horas da tarde j vendem a se-
to e a oito patacas a arroba de carne fres-
ca, porque,os froguezes demanh.Ta a nSo
compram, uns por causa doalto preco, e
outros na desconfianga que ella seja da tal,
teem medo que Ihes rafa 'mal, o que nSo
acontecera sea vendeaaem logodemanhSa,
da pnmeira qualidad, a 1,880 rs., confor-
me a vendem para a marinha e enfermara
ala mesma; dizem que ainda compran a
1,900 rs. e a menos, para a venderem por al-
to preco; a vista disto, Sr. Boliguineiro,
queira continuar com seus annuncios como
promelleu, e diga mais alguma cousioba a
respeito : isto Ibe pede
Vmdosdo povo.
Precisa-se alagar nana prela e um pre-
to que sirvan para vender- fazeodas : na
ra do Trapiche, armazem n. 44.
Precisa-se de um cont de res pre-
mio de um e meio por cento, da-se uma pro-
priedade nesta pra^a por garante, pelo pra-
zo de tres snoos, e os seus rendiraentos pa-
ra os juros deste dnhelro, os quaea sSo de
dusentos mil rs.-. (.-e'Hj pretender ou qui-
tar dar esta dioheiro, annuncie.
AUer,?ao.
Fazem-se ricos bolinbos frsncezes de to-
las as qualidades, e tambam se enfeilam
bandejas riquisslmaa con pSo-de-l frsn-
cex, no meio, ou de outras qaalqosjr quali-
dad de bolos, tudo por preco commodo :
na ra da Concordia, a. (. '^
- Cypriano Fenelon GueJes Alcanforado,
procurador fiscal interino da thesouraria
provincial, tem escriptoro na ra do Quei-
mado n. 39.
Mf construcllo, forrado de cobre.com lodos MU- Aluga-se oa compra-se un eteravo
os seus perdures, e prempto a nawgar pera que enlenda do serrico de padari*.: na ra
qualquer parte : quem o prener, o pode- Diraita, n. 89.
ra mandar examinar a bordo, fondeado de-
fronte do Passeio-Publico, e para a justar
con Amorim Irmos, ra de Cadeia, o. M,
A borJo do mesmo brigue ha um excnllen-
te esersvo coznheiro, de nome Vctor, que
tamben) se vendo, eaonae pode ser vuito.
Para o Cear, eegue at 31 docorrente
a escuna nacional Kmilia, de que heeapi-
tlo e pratico, Antonio Silveira Maciel Jnior,
con* carga que at essa data tiver a seu
bordo : quem na amasa pretender carregar
ou ir de passafasB, enlenda-se con Joao
Carlos Augusto da Silva, na ra da
Theatro de 8. Isabel.
16 RECITA DA ASSIGNATURA.
Iluie, 31 de agosto ds 1850.
Depois dji execuQo de uma das nais agra-
daveis ouverturas, abrir-se-lia a scena para
a reprf (entacSo do drama en sinco actos
seis quadros, original fraiiccz,
MARA JOANNA, MULIIER DO POVO,
00
A pobre tndl.
Tradcelo do arlfsta dramtico Germano
Francisco de Oliveirs.
Denominando dos actos.
I. Os dous cas raen tos.
3. O roubo e o engaitado.
ra illudn seu lio o vellio aiauoel ttibeiru
consentir no casamento de sua filha a virtuosa
Joseplia, nao obstante as cautellaa de suaav,
Mariana, cujo crdito soube gaatsar por nielo
das ailiinanbaa de l.ourenco, boiuem per-
verso, que associou a si para a coajtoneao de
seus depravados fins: aluda mais ; vimos
o ni heinriii que, sem refleclir que cosn
mesma facilidade com que casas riquriaslhe
vieniu s mos, as poda perder, deltas abu-
sav. e deltas se servia, nao para alliviar a
,,.> do nobre. inaa nsri nuirinenlar o Wn-
inero dos sena Krlme querendo comprar
com ellas todas as inulberes, como se todas
ellas, meuospresaiido a sua bonra e a de sua
familias, se vendessem a troco de ouro. {lo
quinto acto, porem, nao podemos deisar de
verter algumas lagiiinas ao ver esse lio:eu>
repeiiliiiaiueute precipitado do lime da a
buudancia ao profundo abismo da uiUerta
iusullabo de lodo quantos o coiibrceram,
mendigando n pao, para sua subsistencia sem
ontro lecio mais do que o ceo, sem oulro
kilo que a dura trra, e s acolbido pelo
venerando sacerdole, o padre lena, a quein
noa risonlios diaa de sua prusperidadrs, ostv-
ses das esa que afroniava osmder do mes-
mo Dos, lamo escarnecen, e quem tan-
to zombou. Km todas estas dlaTeieotaja fazes
da vida de Pedro ceas nao liremas Uma ao
falta que notar do Sr. GennsJaVMpie conti-
nua a merecer nossos elogios, e aceitacao da
publico. K quein nao elogiar o Sr. Ger-
mano ? a prissirlro a rusia draanalieu que vio
Pernambuco ? Nao leaos a ventura de co
nhecer o Sr. Joao Caeano, inaa .vmw. Sene
as inelliorcs iuformaces; alguna amigos a
quein temos consultado, iinparcialmentc noa
dizem que este r. pode ser considerado o
pilinrlro no Brasil, mas que o .Sr. Cernan
Xtode-se una barcada nova, construi-
da eitMn eslaleiro particular, em Cururi-
pe : os iretendenles dirijam-se ao Forte-do-
Mattos, onde se acha fondeada, ou na ra
do Codoroiz, taberna n. to.
Para Babia sahe em poucosdiaa o bem
conbecido biate Saa-Joao : para carga e pas-
sageiros, treta-se no Forte-do-Mattos, com
Antonio Jos Fernandes de*Carralho.
ls?arca?a.
Vende-se uma barcaca ora, con lodos
os apparelhos, proinpla a seguir viagem,
por pre^o commodo : para Ter, no caes do
Hamos, e para tratar, na ra do Collegio,
n. 13.__________________________
kLeilao.
Scliafheilln & Tobler farle lello, por
intervenido do currelor Olivaira, de un es-
plendido sorlimento de fazees de todas
as qualiJade. e ss mais p.opriaa do mer-
cado : lerQa-feira, 3 de setembro, s 10 llo-
ras en ponto, no seu arnaxem, ra da Cruz.
Avisos diversos.
- No dia 4 de setembro se ba de arrema-
tar em praca publicado Sr. Dr jais muni-
cipal da segunda vara um sobrado de tres
andares e sotao da ra do Torrea de balrro
do Itecife, palo valor ds 10.000,000 ra., ca-
jo sobrado foi do fallecido padre Domingos
Germano Alfonso Regueira, e vai praca
requerrnoslo do testameateira, para cum-
plir o testamento.
-- l'rccrsa-ae de un moco ortuguet de
14 a 16 annoa, de Lona coslumu, para cai-
xeirode venda, que tentia pratica e d fia-
dor sua conducta : na ra da CajB
Itecife, n. 9}, ae dir quem preci
Nos abaixo assignadoa participa
publico, que boje au,igvelinetlte
mos a sociedad que gyrava com a firn
outro : bem se v, pois, que sendo estes oa
priineiros, be o Sr. yersaano o primelro eiu
l'ernainbuco, e Ij/t Joo Caetano no Ido
de Janeiro : e paja* nao coslumamos di
senu o que sentimos, UmbcUl nao
caremos ter r|ilado peta Europa, e
proprlo genio dramtico; e, alada ql
*- Precisa-se arrunar de caixeiro de ven-
da, do que j ten pratica, un pequeo
braailetra o qual dar fiador sua conduc-
ta : quen delle precisar annuncie.
Matheot Ferreira Franco, Portoguez,
retirs-se para fra do imperio.
Lotera da matriz da Boa-
Vista.
O thesoureiro desta lotera annunca ao
respeitavel publico, que muito breve tem
de narcar o dia do andamento daa rodas:
as pessoas que teem bilhetes apartados os
nSo buscar quanto antes, do contrario se-
rio vendidos. O testante dos meamos a-
cbm-se venda nos lugares j annuncia-
dos.
A cidade de Paris.
Fabrica de chapeos de sol, ra do
Collegio, n. 4*
J. Falque participa ao respeitavel publico
desta cidade. uuo ella abri o,
taneleclment, onde seencoi
on grande e bonito sorlimento
jectoa doajpals modernos e var
sejam : oNeos de sol para bj__
daaehamaloladas e lizas, de corea e^ajJtoa,
ditos de armacBo d'a;o muito fortes coa
sedas de todas aa cores, ditos para senborss
de sedas lavradaa e lisas, com franjas e sem
ellas, corea reuilo benitas, ditos ditos de
fianno imitan tads, com franja e tem el-
s.ditosd laho para homom com ar-
toaria, sortimento de ben-
l at qualidades, baleias para
fiaapartilhot peca aenho-
ra. 1U m a cana concerta-se e eebre-se
Siualidade de chapeos de aol a beoga-
i quaes tem boas sedas e pannos
!: todoa ettes objectos venden-se
i ea retalbo, por menos preco do
jira qualquer parte.
Leja de modas frunce zas
na rui Aova, n. 32
Madama Theard
bem conbecida nesta provincia, tanto pe-
l bon goslo de seu Irabalbo, como pela
xactidlodesaas ettugas, tem para facil-
litar seus fregus aherto uma rica loja de
modas, por baixo da sobrado onde foi se-
ero sua morada, l ter seatpre a vista cha-
peos de seda e Je velludo da ultima moda e
nuin ricos, tanto para senhora como para
tos de Mlha da Italia, aber-
Jifos de psiha de arroz ; di-
tos de cTmsfe e trancas
manteletes e ca-
po rta-cres,dechamalole,de yel-
mento lie. encarregado d.^lS9oAit Lfl.,6, "/" u "^'r ^^ U*"
t..nsacc0e.auese.8c4irem pVndentes, re- \^&2fVl*M d "iiu'l ***** *-
aae ro
t de bloode e
nao seria motivo
para ni
do S3
arlistat
aaaaaaaaaaaal
o use
de San
jeos elog-os qu
_
nao nos
">lxo e vil, i
escripias- que
livaselas feiloj
ter qua oSr.
e que .est m
i-i no. Quaatd
rain jumos nn
da HaJila nao
aduiiulstrador
vista do Sr.
dar ao ira bal
ahla, ah ve
dan ao Sr. Oer
como as nossos,
senle a um pre
ao vil o nause
asaaaasui
Mara (a 8ra. Joanna) sallsfez-nea coni|
mente, e s merece elogios. A Sra.
pela groada pratica e aturado estado,
senhora da s.-eua e he actriz pe'fela.
Lourrnco o Sr. Silvestre; dese
feltainenle a sua parle ; deseuvotve
nlo sempre Jovial, e muito aatisfrz ao* e:
lado res
Padre Mena (o Sr. SebasliSo) esta
sellamos nielhor a sua voz e propria
clauafao ; notamoa-llie todava ama
nos lirou toda a lllusao : quando o padre' __
na_ fiiluiiuava sobre Pedro Ceas a uialdifo dr
aeav Guoyaivca, o Si titiHiv pareca In-
citar e leraniava tanto os hombros que os col-
locara mullo cima das orelhas, ac,o esta
'mpropria. O actor, coinguanto v flogli
sua accao deveinser naiiiraes, lodo e qualquer
esforco de lingunento, disirabindo o especia
btraa tuda a 111
i bom i
Ico, que em al-
o ipplaudio.
cosaf a cabeca:
ico, (|uireiuos v-
ui para servir
IMS
I algumas sce
, duente, eque
f uesse di; lemos a satla-
a n i lia vai melbo-
esjt breve ba de
i toi VSra. Emilia o que
i exigir muito e quasi ubi
^Tjina pequeua pratica
muito ricos ; turbantes, capellas e onfortes
le cabeca para catamentos e ssrot; enlej-
es de trancas, boletas e franjas da todas as
corea para manteletes e vestidos ricos ; os-
.lartilhps muito ron.modos e bem feitos ;
,'rand tortimento de blondes, bieos o ren-
'as de seda e de iiolio ; fitas de teda de to-
'as as cores e larguras ; dita de garca ; di-
tas de velludo ; trancas e fianjas de todaa as
cores; flores multo lindas; e mu i tos outros
objectos que serSo patentes. Madama
Theard tem em sua companhia urnas se-
nborss muito halieis, e por isso pode encar-
regar-se de dar com multa promptidlo e
perfeicflo todas as encommendts de vesti-
dos, capolinhos eenfeltei de senhora, tanto
para ea smenlos, como baptitados, bailes e
saraos.
Ilomoeopataim.
Na Baha eterave o Dr. Mello Moraes j
um jornal homcoopalhlco intitolsdc
MEDICO DO POVO, no qual se desenvol-:
ven as questOes da medicina homceo-
pathica, a se d.lo preceltos praticos pa-i
ra o curativo'das enfernidades.
No consultorio central homcBopalh-|
cede Pernambuco, ra do Trapiche-j
Novo, n. 15, recebem-se assignaturasl
para este jornal, a 2,000 rs. por trr-|
mestre.
8 WtJaYeawtaVtStJHaWa tjf tVMWttHsMil
AinJa estt fugda, desde o dia SS de
junho prximo paasado, a eterava crioula,
de nome Maria, moca, altura regular, cor-
no reforcado, cadeirat (rostas a um tanto
taidas para fra, bocea regular, balos un
tanto grnssos, pt e mSot grossss ; tem
marcas de bexgas no rosto, peitoa peque-
nose cabidos, nariz grosso, olhoscarnudos,
orelhas ns parte do enfeile grossaa e vira-
das um lauto para cia j ten uns marca
Ja fonda de caustico do lado direito ou es-
querdo das costellas para os vatios; fevou
vestido de chita prela, panno da Coala, a
um taboleiro com milho e arroz que vendia
no dia que fugio : esta preta suppOe-se es-
tar occulta em casa de alguem, ou'em al-
go m calugi, o que se vai escrupulosamente
indagar para se proceder contrs quem a ti-
ver occulta : oflerecc-se uma boa' recom-
pensa a quen della der noticia certa, e
gnarda-ae inleiro segredo, ou a pagar e le-
va-la ru de Dorias, n. 114, a Antonio Cal-
das da Silva.
a- Aluga-se a cata da ra do Mondego, o
56, con qualro grandet talas, cinco quar-
lot grandes, sendo estes com janellas, un
sotao com os mesmos qutrtos e janellas o
quatrotiloes, uma grande cozinba fra com
tres janellas e uma porta, doua fogosa, sen
do un dalles de ferro de duss chapas e o
outro de pedra e cal, (rea foroos, sendo um
datlea de ferro e os dous de* pedra e eal com
porlssde ferro, grande quintal murado com
flores, Israngeiras, pinlieiras. figueiras, ro-
meias, baiianeiras e canelleira, quarto pa-
i eitor, dito para pretos, estribara para
trsjaaavallo.s, um grande galiuheiro de pe-
dra e cal, latrina de aboboda e cacimba com
boa agoa : quem o pretender, dirija-se a
mesma casa, que achara com quem tratar.
l>epoisa.aa alosar urna casa de dous an-
dares em alguma das principaes ruai a0
bairrodo Recife, preferindo-te a la Cruz,
arrenda-se toda a casa altos o bsixos, eoii-
vindo ao propietario, e a(aaca-se a boa
conservaefio e zelo no predio quem tiver
annuncie.
Deaappareceu, no dia 96 do corrente, o
moleque Joaquim, de nacflo, masque pare-
ce crioulo, levando calca de riacado azule
carniza branca*; be cambado, muito regris-
ta e bastante conbecido por vender conti-
nuamente fructas, leite, etc. : quem o ap-
prehender, leve-o ao Recife, prensa d Mi-
noel Ignacio deOliveira Lobo, qua ser re-
compensado.
Paasapoites e ttulos.
A antiga agencia da ra do Rangel, sobra-
do n 0, contina a tirar paasanortes para
dentro e fra do imperio, despachar etera-
vot a requerer tilulot de residencia, qur
com prazo, qur tem elle : tudo por preco
multo commodo.
Maria Filippa Lima Souto, viuva de An-
tonio Diaa Soulo, faz publico, para coahe
cimento de quem convier, qua te acham
pagos e satisfeitot todos os creJores to seu
finado marido, como te v do recibo abaixo
transcripto ; e declara que lende fette en-
tiega de todo* oa bena do seu eaaal, ntto he
mais reaponsavel por qoalquer debito de
seu finado marido, que por ventura .Boasa
apparecer, visto como os Srt. Jamas Crab-
trae & Companhia fra^n o oaixa, a como
taeaencarregadotda liquiatacOo.
a Nos abaixo aatignados a>cla/amos, por
meio deste, que estanca pagos eeatiefeitos
d oa nossos dbitos com o fallecido Antonio
Das Souto, da forma que concordamos con
a Sra. D. Maria ;Filippa Lima Souto, viuva
lato mesmo Sr,, assim como igualmente s-
de linha, tto ns outros erednret que ronaordarsni
nasa: agora que tem o 8.
oca Sra. Joanna que a Instrueiii ral
potico inelhoranao.e com isto noa de-
satislazer, ja nao be posaos o desejo
__slra de aperfeicoar-se.
lUnoa (a Sra. Rila) achaino-la escesslva-
nienle caracterisada, e nao aos agradou i este-
multo desanimada, e aua talla nao era de
lia.
Tberea (a Sra. Maria Soledade) a Malvina (a
ra. FelisiniuaJ nada podemos alada dizer des-
la* duas dainaa, que paja prlmelra ves appare-
crrain ein acea do tncalro de Santa-Isabel:
aguardamtf-aos para diante, or acora nn. n.
snllareiuos aduar que a priiuelra nos nao des
agradou pelo semblante e bom corpo, c com-
ben!
uma personsgesn, dte coinluco fazr persua-
no esii mu longe delle, e qae entre esiea dar aa espectador que be a propria persona-
dous insigues artistas nao se pode coliocar geni que est presente, a por lato aua falla e
anos de prunuucla, os quaes sem duvida serau
corrlgidos com a coutiniiacae e estado. A se-
gunda est quasi no mesmo caso': nao pode-
mos deisar de adverllr-lhe que soltou ana um
nitabalecir que noa fes estremecer oa oavidos.
Ambas nos dao bem boas esperaaeas.
. Mauoel Riiieiro (o Sr. Rayinuudo) ato nos
agradou, pareceu-nos que o Sr. ilajinuodo ao
gosu desta parle; inda uo segundo acto esle-
ve so'rivel por ser lodo alegre c folgazao, mas
no mais foi tudo forjado esobre seuuatural
:f::h- o iayu.r,.,. ..,<- ;
costellas, asas fomos infirmados que so-
da os iiicoiniiiodus de uma queda ql
qual mullo the molesmu o bravo. rtsuioi
ter de notar cata falu do Sr. IWymuaqiotjcu-
ulieaemos <|u i> be culpado : nao pode ven-
cer a nlurcaa, mas teaba paciencia. .
Fiudon o espectculo com a coinedia em um
. acto Os /rawds d< AIoms Tomaran parle
, sem escola aao poda oclla o ir. S.nla Rosa (Joige) a Sr. Co'lsalua
~^Fellsberlo| oSr. Silvestre (Tiburslol 3 Sr. Jos
Alves (Souaa) a Sra. Rita (velhaj a Sra. Jeanoa
(tulalla) e a Sra. Emilia (Laiza.)
U Sr. Sauta Rosa releve beta caracterial do
mas sem illusSo : ariloa, polou, esteva ioUira-
menlc burlesco, tez nr muito a platea mtS
entendemos que escedeuse, uo mostrou todo
o ar do lij-pocrita. que serve-se da carolada
para ein sanio ocio vivera custa daIgreja, Bea-
ta parte esteva multo nielhor o Sr. Jos Alves.
A Sra. Joanna desempeuhou perfeiiisslm i
uienle a sua parle; ao tesaos termos com que
o possamoa slgnUlcar a [naturalidad* CfA^K
aSr.. Joanaa irabalhom estevr ci:n; rf'
aeipressio.
Sr. Germana, aa
villa da Estancia e.n Sergipe para o de Santa-
Isabel em Peruaiubuco, nao nos desagrados! a
sea va, posto que encontrasteuos alguna vl-
luanloj tenlia representado, com ludo ba al-,____
*m"i 0i"e"in.fa c mo pequea do tbeaueda bem; liavemos de ser eusquauto nao Idr'istu
taaaalas ? Ainda l vimos
esta vergeuba: setemas riuOirrasahM) pois
mudado,
/-->


*-

ft<
necIfa.aTo agosto de 1850. Jama Crab-
'trte&'Companhia, encarregados pelos de-
mais cradores n conformidade da escriptu-
ra assignada e concordata.
Preciaa-se alugar om escravo para o
snrvigo de casa no escritorio deC,,Starr
ti C.: "a ra da Aurora.
Offerece-ae urna criada portugueza, re-
centemente chegadi, para caaa da familia :
na ruado Torrea, noescriptoriodor. Jo!lu.
Pialo de Lemos, ae dir.
S Aluga-se, por mnito commodo pre- as-
go, a excellente caaa de quatroanda-
Sres, na ra da Cruz, em queesteveo A
escrptorodoSr. Rduardo Bolly : oa %
m pretendentea podem tratar com Do- 4
m mingos AlTooao Nery Ferreira, queae fe)
Saehaauloriaado para elTectuar dito 9
srrendamento. *
Pitcisa-te de urna ama Torra ou captiva,
que aaiba engommar, coaiuhar e engom-
Mtr, para urna casa estrangeica de pouca
familia : na ra Nova, n. 18
_ Precjsa-te de un forneiro edeuma-
mscador, e que venda pilo por fra : a tra-
tar na Boa-Vista, quatro cantos, n. 116.
_ O abaixo aaaigna Jo.lfaz ver ao Sr. ar-
rematante do imposto de agoardente e es-
piriloa de producc.80 brasileira, que de hoje
em vanle nao continua a vender laea gene-
ros em aua taberna na ra dos Tanoeiros
doRecife.n. 1.--Recite, 29 de agosto de
1850, GtorgiFiuh.
-- Perdeu-M urna culher de prala con-
trastada, com o peso de II oilavas pouco
maia ou menos; com esta tirma no cabo
1. V. O.: qoem achar annuncie ou leve rut
da Cruz do Recite, n. 46, qoe ser gratifi-
cado.
OSr. Giovanni Teveni, nascidoem Dal-
macia n'Austria queira dirigir-ae a ra
da Cruz. n. 4, para se Ihe dsr noticias da
aua familia.
Attencao.
Se algum mofo que no tema o ser-
lco, asequizer associar com outro, para
um negocio que offereco grandes vanta-
ens, nSo sendo neeessario entrar para dita
oeiedade, coi inais do que 900,000 rs. a
1)0,000 rs.: dlrija-ae ao becco do Carioca,
rmazem de arroz de Jos Cordeiro do Re-
g Pontea
Precisa-se de 80,000 rs. por 6 me jes, a
S por canto, sobre firma.
A abaixo asignado Taz saber anreg-
peitavel publico, que o aeu mulato Joa-
Suim de Olegario de Macelo, altura regu-
la, grosao do corpo cara redonda, nariz
meio chai*, ten os denles quebrados,
cabello pexaim,eanda calcado, he captivo;
portento, pede-aea lodosos ca pitaes de na-
vio e mestre* de baroaca, que nSo dem pas-
aagem ao dito cabra ; e toda aquella pssoa
que Ihe dr paisa porte ser nullo porque
he captivo. Franclita Joaquina di Macedo.
--O Sr, Francisco Joaquim de Desquita,
que annunciou retirar-se para lora do im-
perio, baja de na se retirar sem se enten-
der com o aeu crador ioSo Tarares Cor-
deiro.
--Aluga-seom grande armazem em P-
ra-de-Portas, por baila do sobrado que fica
o ul J- runtUyau Ingle**.
Pede-se ao Sr. oto Evangelista
ve* Alvet, morador na cidede'de Macelo,
favor de mandar pagar ao abaixo assigna-
do, na cidade de Peniambuco, na ra do
Crespo n. 14, teredro andar, a quantia de
101,500 rs., que tocou-lhe em aua divida
de 406,000 rs descripta no inventario de
aua tinada sogra I). Joaquina Francisca de
Araujo, por sen filho (a aeu primo), inven-
tarianle o bacharel Iranoel Ferreira da Sil-
va, lato no prazu de 30 dias, contados Je ho-
je 29 do correlo mez deagoslo de 1850 ; e
ae aasimonSo fizar o abaixoaaaignado usa-
r dos mos, que Ihe sflo concedidos por
Jei. Cailano Pinto i Peral.
Aluga-se urna casa con aol.lo, grande
quintal com arvoiedoa e tanque para ba-
tbo, no lugar da Soledade, n 44: tratar
na anean caaa, ou na ra da Cruz, no Ile-
cife, n. 16.
Aluga-se urna grande casa ( que sSo
duaa), com aeut quintaea lodos murado, e
grande terreno na frente com sua grade de
ferro, sita no Arromhado, u. I, em Olinda ;
niais oulro sobrado no me amo lugar, rom
grande quintal e bom tianho para a fes la :
a tratar na ra da Cruz, no Recite, n. 46,
armazn.
-- O abaixo aaaignado declara que da
pristo que soffrera no dia a de Fevereiro,
nadadevedeobrigacoes a sua soltura, re
no aos dignos Sr* commandtnle de poli-
ca Joo o Reg Barros Falefio, a Antonio
Jos de liveia, e nSo a um oulro qua> ae
Suer a rogar a iato ; e aaaim como lamb m
rolara que sua priado n.lo passara do quar-
tel de polica ; o pelo presente faz certoa
quem tanto ae a roga a cale direito, que o
abaixo assiguado nada Ihe deve, antea es-
ta no desembolso de certa quantia, diiihei-
ro eale de aeu Irabalho.
Mantel Goncalve* tinmboa. ,
Aos pala de familia, e maia pessoa*
que roucurreram para a compra de sapa-'
lOeszinhos muito btimfcilos, o de gosto pa-
ra meninos de 12 anuos para baixo no
becco Largo, segundo andar do sobrado, 0.
9, que a rasSo de o nao encontrar, foi porl
0 annuneianle ter adoeciJo lora desta pra-
ca e agora de novo roga as mesnms pessoa*
que tiajam de procurar hoje e amaphSa as
meamas horas, e de segunda-fe ir m dian-
te que acbarfio piomplo a prealar-lbe toda
atiengSu que fr possivel.
Desejanao saber ae os bardeiros do fina-
do Beatos pretenden! alugar a ciai terrea da
ra da Baquinha, em linda : querendo,
podem annuneiaf para serem procurados.
Yende-ae rap<< .'aul* Cor-
deiro, chegado ltimamente do
1 lio-de Jauer j.- na roa da Cadeia,
toja. n. 5g, de Jos Dias da Silva.
Para algum principiante.
Aluga-se urna casa terrea na ra Direila
da povoacflo dos Afbgados, cujo local he o
uieleor para qualquer eslabelccimento, por
Sio rominodo : quein pretender,
ij-** caaa daa aferige*.
Engomma-ee rou'pa com toda a perfel-
' i e aeeio : na ra do Heugol, n. 55.
Renaco.
Precisa-se de urna pessoa que saiba refioar
a majar, a coaB*-so um Hffirarr rtlinatlam
na ra Ua Cadeia do Recite, n. SO.
floga-se ao Sr. Joaquim Jos dos San-
tos, empregado na capatazia do consulado
geral que venha pagar a quantia de 33,460
rs., a quem nHo ignora ; do contrario, Ibr
de ver o seu nomo sempre nesta folha.
0 abaixo assignado, eslabelecido nes-
la prsga com taberna no pateo de S.-Pedro,
ii. 1, avisa aos seus conhecidos da fregu-
ziade N.-S.-da-F,sc*da, do Cabo, e S.-Ao-
go. 9endo senhores de engenlio e lavrado-
res, que estando breve a chegar'S safras,
que aquellas que quizerem mandar entre-
gar os seus asaucares de commissSo, dir-
jam-se a lodo lempo que quizerem; pols nSo
so vender assucar, como comprar* o que
as suasrelaQOesmandarem.poisafianza que
ninguem melhorlhes vender comprar
lo que o abaixo aaaignado; em llm qoem
>e proposer sabara se fica ou nSo salisteito.
Joti Antonio da Cnnka.
Offere-se um rspaz brasileir que es-
creve e conta soffrivel, para caixeiro de
engenho, do que lem bastante pratica, ou
para qualquer estabelecimenta: os praca da
Boa-Vista, n. 94, botica.
Oflerece-se urna parda capaz para ama
Je urna caaa de pequea familia, ou de ho-
mem solteiro, para o servico loterno : quem
i precisar,dirija-se a ruadas Triocheiras,
o. 31, casa do nicho.
Precisa-se de urna preta captiva para o
servirjo de urna caaa franceza : no Aterro-
da-Boa-Visla, n. l.loja.
Precisa-se arrendar um sitio que tenb
baixa decaplm, estribara, e banho parto
da casa, sendo pelo Monteiro, Cordeiroi
Torre, ouwsmo mais perto: quem o ti-
ver, dirija-se a ra Jo Litramento, n. 14.
-- O eacrivSo Silva Rogo mudou a sua re-
sidencia para a ra da l'euba, n. 7.
Aluga-si urna boa casa terrea na po-
voa(So do Monteiro, com 4 guarios, cozi-
nha fra, oom dous quintana murados, com
sabida para o rio, estribara para dous ca-
vados e cacimba : a tratar na traveasa do
Veras, sobrado n. 15. No mesmo sobrado
"ende-seum carro de carregar na alfau-
dega.
saes.-quema liver, diiijn-so ra da As-
sumplo, n. 16.
DAURORA
C. Starr & Companhia teem a honra de
aviaar aos seus freguezes, e ao publico em
geral, que a sua grande fundiefio em S-
Amaro alm do Mrtimento que constan-
temente lem acha-se de novo provida de
muitas moendasde canna, e de varios ta-
maitos faltas no mesmo estabelecimento
pelos maia peritos olciaea, e com o maior
cuidado e perfeicSo; tanto assim he qus
os snnunciantea se ufanam em garanti-las
pelo prlmeiro anno. As moendas inteiras
todas de ferro construidas naa officinas
dos annunciantes silo multo superiores a
quaesquer oulraada mesma natureza que
at agora teem sido aqui ofterecidas, pois
aquellas encerram em si eertos e importan-
tea melhoramentos, resultado de mais de
20 annoa de experiencia e pratica no paiz
IIUU
Compras.
-- Compra-se a
Qoem tiver urna tipoia em bom estado rtoxella : na praca da Independencia, n. 17.
, Compram-se escravos de bonitas figu-
ras, mo'eos, e cora habilidades, para fra da
provincia : na ra larga do Itozario, n. 48,
primeiro andar.
Compra-se um par de' ban-
cas e ama sopb de Jacaranda, em
bom uso quem tiver annuncie.
Compra-ar Flos Sanctorum de Fr. Dio-
godoRoxario: na ra da Senzalla-Velha,
n 106, armazem, ou annuncie.
novrlla intitulada Sitio da
^^larga do Rozar i u, n.
> Kecil-
a de ferragens,
a a quizer vender, dirija-se rut da l'raia,
venda o-1,ou annuncie.
-- Qoem precisar de um caixeiro brasi-
leir de ,17 annos para venda, padaria ou
irmazemde cera, procure-o na ra Diroi-
ta, n. 100.
Jofio de Souza Moreira e ioaqulm Soa-
res Barbosa, aubditoa portugueze, retiram-
se para a colonia de ilossamodes.
Precisa-se comprar 3 oa 4 pares de
dragonea para aoldado de cavallaria de
guardas nscionaes : quem tiver annuncie,
ou dirija-se ra da Cruz, n. 8, das 9 horas
as5da tarde.
No dia 5 do mez da setembro, s qua-
tro horas da larde, na porta doSr. Dr. juiz
dos orpbSns, na ra eslreila do Rozario,
irfio prar;a os bens seguinles, de renda an-
nual, pertencentes aos menores, fllhcs de
JoSo Baplista llerbsler, a saber: urna casa
terrea no Aterro-da-Boa-Vista com um ao-
bradinho no fundo, avahada por 550,000
rs. ; urna dita com mirante, sita no lugar da
Capunga, com baixa para capim, avaliada
por 400,000 ; e um sobrado de dous andares
esotfio, na iua linpeiial, o qual lem quin-
tal murado, e no fundo orna casa terrea com
a frente para q mar, avahado por 240,000.,
kw iro !* *t ttoiorieiiier *
ue de idade de 15 a 16 annos,
MO, reforjado do corpo, bem fallan-
te, com um dente da frente quebrado, le-
vuu cal^a prcla e camisa 3e riscado': quom
o pegar leve ao becco Largo, n. 15, que se-
r recompensado.
O abaixo assignado faz ver ao Sr. ar-
remalanlo do imposto de agoas-ardontos e
espritus de prodcelo Brasileira, qus no
lem vendido a muilo, nem < la a ven-
der laes gneros em sua taberna i
da BOa-Vista, n. 5i, e pan
me ignorancia, Ihe faz ver que
iiuarteis passados nflOJBoi col
que ja linba deixadu de vender.
Manotl Marquti Fernanda.
A, pessoa que levou 80,000 rs. d la lar-
ga do Rozario, n. 28, deixando ficar urna
coi rente, 1 collar'e 1 volla sem atacador
( ludo de filagrao ) pesando 32oitavas,
mo indo tirar da data desta a Salas, perde-
r todo o direito aos mesmos penborea,
Quem precisar de "mi ama parda de
bouscostumes para amado casa de pouca
fimiii.i, ou du luiniem solleiro, dirija-se
ra da Roda, n. 39, luja que fica dentro Jo
becco.
UfTerece-se urna" crioula para lodo o
str*i(o, menos angommar : ao Mundo-No-
vj, n. 97.
S Paulo Caignouv, denti
a^rocenebegado nesta
^aseu prrslimo ao publico p
-?mfstcres de sua profissao, q
>hfndo, limpando e chumban
les naturaes, quer substituind
iaes, para o qi
, arelbos. P6de Ser
uer bora ern sua
Compra-s; um calix de prata dourada:
na ra do l.ivrament, n 31, loja.
T
pndfls.
aples naturaes, q
j^outros arlihei
JE'melbores appa
JVdo a qualqui
36,
Yendm-se vcllaa de carnau-
ba por preco' commodo, na ra
Pormosa. n. 5.
Meias de laa para pa-
dres.
Vendem-se superiores meatde laiapars
padros, a melhor que lem apparecido no
sssrcado pelo diminuto preco de 2,000 o
par, tambe'm se vende fila prnpria para vol-
laa a 320 rs. a vara : na ra do Queimado ,
loja de miudezas junto a de cera.
Vende-sea casa da esquina da ra do
Cano, a que osla com ooillo abaixo; aa-
sim como a visinha ; na ra Augusta, n. 26.
Vende-se cera de carnauba em aaccos
de 6 arrobaa : quem a pretender, dirija-se
ao Recite, ra da Cadeia, loja n. 53.
Vende-se um sel un ingle/ com pouco
uso, ju n tu menta) 66 panel, vdradae para
du.u m -..f -a Imli(all'iideiwiayjoj*-a
calcado, o. 33.
Palha a 500 rs. oniollio
Na ra do Rangel, u. 36, vendmn-se
porjunto50 mullios de palha, a300rs. o
mol lio.
Vende se urna preta de 23 a 25 anuos,
ongomma peifeilamenle, boa cosinheirs e
lava de sabio : a fallar com Manoel l.uiz da
Veiga, que dir quem a vende.
y"-- A venda da ra do Rozario larga, n 99,
acha-se de novo sortija de gneros todos
novo, offerecendo muila vantugev a quem
diariamente gasta o seu cobre, lano por
miudo oomo por atacado, sendo desneces-
aario annuociar to loa os erecos daa nerca-
Joriasque se veudem uaqui lio estabeleci-
mento, ssseverando-ae aos bons fiegueaes
o menor preco possivel, como saja : clia hy-
son, muilo superior, da i,30i) a 1,900 rs ,
sendo em caixa se far* algum i dilfereoaa ;
presunto do Porto, a 360 ra. a libra ; roan-
iaiga Ingleza, muilo superior, a 720 rs. ; di- a>
la mais inferior, a 300 r*.-; vinagre do Por- l
to; viuhos do todas as qaalidadea e procos, ]
o ludo mais em proporclo se vender maia
barato do que em outra qualquer parte.
Chitas runcezasa 280
ris o covado.
Chitas mu modernas de cores lilas de
to mui excedente, a 280 res o covado :
do Oros; o, luja aaiarella, n. 4, lado
norte.
- Vendem-se ienciohas de seda de qus*
ponas para seobora, pelo diminuto pre-
1,50(1 rs. : na ra da Cadeia, n. 47.
ie-se um o- atorio grande com urna
4o enlipr Craa licado, sonrio
uer missa na ra da Cadeia, loja
izas, n. 17.
sa um proto que enteude do of-
iate, bem moco o aadio : na tra-
i Dique, n. 9. "
ndem-se as verdeiras b-
"aaburgo, mais baratas do que em
^^frtei assaveraado-so que
abdas, le neo saalugam :
lata, botica do Sr, Gimui
uatomarem
A Flor.
Cambraas francezas mui finase transpa-
rentes, de gosto mui sublime, cores fixaa, a
600 ris b vara : na ra do Crespo, loja a ma-
rella, o. 4, Jado do noria.
Vende-se um palaoquim novo a boni-
to, por p(eco commodo : na roa da Cadeia
de Sanlo-Antonio, no primeiro andar da ca-
a de Viuva Cimba Cuimaraes.
A ultimo gosto.
Vendem-se chapeos da Italia, muito fi-
nos de copa baixa eaba pequea, para d-
mense meninos, ebegados ltimamente do
Rio-de-Janeiro, por preco commodo: na
pra^a da Independencia, ns. 24e26.
Na roa das Trincheiras, n. 16, vnde-
se um sopb, 9 cadeiras, ums mesa de meio
de sala, duas bancas, meia commoda, urna*
cama de armacfto, 1 caudelro : tu lo por
pre?o commodo, por sua dona ter de reti-
rar-se.
Loja amarelLViMia do
Crespo, n. -i.
Pecas de cambraia adamascadas, brancas
e de cores, a 3,500 res, lencos brancos de
cassa a 120 ris, ditos com cercadura de
cores a 80 ris, duzias.de suspensorios de
meia a 800 ris, cortes de cohetes de gurgu-
rfio e casemira de cores a 1,000 rs. e800 rs.,
meiaa para meninas de 6 a 9 annos a 160 rs.
o par, e outras muitas fazendss por barato
preco : na ra do Crespo, n. 4, lado do
norte.
O Na loja do sobrado amarello, nos o
O quatro-aantosda ra do Queimado, q
9 n. 29, vendem-se corles de cambraia q
m de seda com flores bordada, pa- q
q drOes muito modernos, a 7,000 rs. ;
q. ditos muito auperiores em qualida-
de e gosto t que por ah intitulam _
S douralinasj.a 14,000 e 16,000 ra. o >
i corte ; gravatinhaa de seda para se-
*? nhors, a 1,000 ra.; luvaa de pellica
^ para as mesmas, a 800 rs. e muito O superiores, cOrdo canna, a 1,600 rs. O
9 lencos de gar^a, a 1,440 rs.; ditos O
O com flores bordadas, a 2,500 rs.; e O
Q oulras fazendas por procos rasoaveis Q
_ Vende-S9 a obra Confidencias de
l.imartine, e rejreocOesphilosoficasdo ra
dre Theodoro de Almeida : na ra Nova,
n. 16.
Vendem-se espingardas para caca de
qualidade lina, com espoleta, e msicas no-
vas para pianito : na ra Nova, n. 16.
Para liquidar.
Vendem-se cortes de cambraia com 6 va-
ras, com lislraa de cores a 3,500 ris, ditos a
3,000 ris, ditos de Indianas a 2,409 ris,
corles de Victoria fazenda de muila du-
raco e cor fixa a 3,200 ris, cacnhaa
parn meninos a 320 lis, suspencorios
de meia moilo fino 900 ris a duzi
mantas delSa e seda a 9,500 e 3,000 rs.,
lencos dsela para grvala a 2,000. brim
de quadros escurosde puro linho a 360 rs.
o covado, corlea de coletea de s Ja de 1.000
t 2,000 ris, lengo da sJa pura para al-
giheira a 1,600 ris, chapeos de castor preto
a 3,200 ris : na ra do Crespo, loja de 4
poi las, n. Tt. ". aayaaWi'.-.
-* Vende-se urna prela de nacSo. muito
boa vendedeira de na, e ptima lavadeira :
na ra larga do Rozario, n. 35, loja.
Ao bom e barato.
Vendem-se luvasde pellica com bolotas,
a 1,280 is.; ditas piulas d rede, a 800 rs.
sapatinbosde lila, opimos para entufas,
500 rs.; camisas de meia para homem,
fazenda muito superior, a 1,280 rs., fran-
jas p>o>rias para cortinados, a 3,500, 4,000,
mala
Escocesa
loja de qualro portas,
[porcilo dosta delicada
Sos de seobora, a bOa
feitor i
do, n. 6.
-- II. Ilrumn relira-
*-0|
vincia
branca'
duige,
na ru
>*ooi
Oda ruata Cadeia de S.-Antonio,
Odirigido pelo facultativo J. B. Casal
0va, mudau-ae para o segundo andar
Qmesmo sajando.
Quem gasta multo loila diariame
nnnunciando serflo procurados para ajos
se t entrega dodieamo em flandrea *
>, preco muito com
:anaJa para cima a UOia.'a ganafa. dejum sob'ra'dinho ua ra Bella, que"rende a-
ilar
va-
ani-
fazer um vi
bra s Ja,
fjmraodo, ea
palmoa.
i-se um sitio na Capunga, unr-"
^iressaule e Staeno Capibariba,
i de moradia assotiradada, com
ara o mesmo, a qual acaba de ser
| de nova; lem baiaa para capia*,
Tufa pete*, estribarla para 4 caval-
tae araoroa de tracto, ptrtioular-
arangeiraa ;aeu readimonto lem si-
imodo, a saber : uma|'. Vt-nde-se igualmente
cuatro garrafas a oito a 180 rs., e menos de| nuaiuienle 380.000 rs., e um caixSo com ca-
quatro aSOO rs. pacijade para,. quaUo morados da oaaaa, na
- preeiaa'-e alugar urna preta, que seja mesn ra : a tratar na ra da Praa. com
boa cWn>deira, pagaado-se 19,000r*. meo- Jos d Silva Campos.
1,500 e 5,000 rs. a pega f Iranciahas do Ua
la todas as aires ; linha de peso, propria
para lavariiilo ; dita de carrilel de 200 jar-
las; aieias para meninos o meninas; sus-
pensorios ; carteiraa de a^ulhas, a 320 rs.
litas eincaixinhaa; igulbas canlofas ; sus-
pensorios par* meninos, a 80 rs. ; bonetes
le velludo para meninos, a 610 rs. ; meias
le seda preta, a 1,800 rs. ; e outras muitas
cousas que se vuudeu) barato : ua ra do
nado, n. 33, loja de miudezas, junto
' e cera. ^-'~
?*-****
Ultima moJa. 9
> Na loja do sobrado amarello, nos 9
# quatro-carrtos da ra do Queimado, 9
9 11. 29, ven le se um completo surt- a
oiouto de chapis francez>'s da ulli- 9
aj ma mod i, por precos rasoaveis a
tM*a>*9 ** ata* t
Na rus Augusta, venda de Viclorino Jos
Corro deS, lia para tender boa carne do
serl9o, maulas muilo gordas,e manteiga in-
glezi bora 640 rs. a libra ; dita franceza,
< 360 rs. ; cha llysson superior a 1,920 rs. a
libra; superiur toucinho do Lisboa a 320
rs. a libra dito pe Santos a 200 rs. a libra ;
vnho da Figueira a 200 rs. a garrafa ; dito
do Porlo a 320 rs, ,
Onlas
poi tuguvzas e
frapcez s para jugar.
Venlem-ae finissimas carlaa porlogue-
zas e francezas para voltarete, -advertindo-
se que das francezas ba de 3 quslidades pa-
ra i ,0 >0 rs. 700 rs. e 400 rs. : naTrua do
Uueimedo, loj de miudezas junto do cera,
II 33
Optal us aricipa |ji 1
montara.
Em casa de A da mo n Howie
ck C. na ra do Trapiche, n. !i,
acba-se'. venda o mais luzido aor-
timento de arreios para mo.itaria,
snnilo proprioa para realsarem as
prxima* grandes paradas dos dias
7 de setembro e a de dezeaibro;
asyim co%o os adrada veis passeios
isqnho lempo da iesta, a sa-
l er ; se Utos inglezes com seus
pertences, mantas de casemira
branca guarnecidas de cores, ea-
tr:bosdcv j.olido, Cabezadas de
couro branco, ditas com corrente
para prisoes de animaes, chicotes
para carro, ect.
Vendem-se boas pesle ab*c*xis,propi o
psr* se plntrem, por preco commodo: n 1
ra d* Cadei* em Santo Antonio, serrara,
o.19.
Carteiras de tnarfim
para lembraoca* e marcar qua-
drilbas nos bailea:
vendem-se no pateo do Gollegio, n. 6, loja
Je livroa do Dourado.
Vende-se doce de goiaba, de primeira
qualidade, em caiainhas de 4 librea : as
Clnco-Pontas, n. 82, taberna.
Milbeiros de pennas a
4, 6, 8.i0e 13,000 rs.,
de sperorquaiidade e multo novas : no
pateo do Collcgio, n. 6, loja do iivros do
Dourado.
C3rCalcado.,jfe>
Na pra?a da Independencia, loja do Aran-
tea, recebeu-se pelo ultimo nsvio vindo de
Fanc*, chiquitos de couro de lustro para
meninos ; ditos de marroquim ; ditos de
brim com pontade luatro; ditos bordados
proprioa para baplisado; borzeguins psra
senhora ; dito para meninas ; sapatos de
setim para senhora ; ditos da couro de lus-
tro ; ditos psra meninas; sspatosde tape-
te para homem e senhora ; borzeguina pa-
ra homem ; aapalOea de lustro; ditos de
sola. Na mesma loja se vendem chapeos
francezes, a 7,000 rs. ; ditos de sol, de pan-
no, a 3,000 r*. ; pollas de couro de lustro
francez, a 3,600 rs.; dito hamburguez, a
3,500 rs ; marroquins sortidos em cores, a
1,920 rs. ; dito pr.eto, a 2,000 ra.
Vendem-se duss pedras de resfriar
agoa.'com sua armaQSo : era Olinda, n. 18,
logo ao p do porto de desembarque.
- Vende se um preto de naclo, moco,
cozinheiro.eque he proprio para todo o
servico : da-so em conta ; um dito de na-
c3o Costa, de bonita figura : na ra do Ran-
gel, n. 38, seguulo andar, se dir quem
vende.
Cha mate.
Vende-se o verdadeiro vinbo de caj fabricado em 1845, espirito de
vinho de 37 graos : no llecfe, traveasa da
Madre-de-Deos, armazem n. 5, de Franca &
IrmSo.
Na ra do Cabug, loja do Duarte,
vendem-se trinas, volantes, gales, espe-
guilhas e rendas proprlas para armadores,
por prego mais commodo do que em outra
qualquer parte.
Na ra do Cabug, loja do lujarle,
vendem-se lesouras para harbeiro, alfaiates
para costura e unhas, fabricadas pelo me-
lhor cutleiro de GuianarBes ; caivetes li-
nos, espevitadores de cssquinha, ciumbei-
ras de 2 canos, polvarin'ios fraaco com
seu copo, espoletas, bandejas de 6 al 24
pollegadaa, en lieiro pira cacada, a 1,00a
rs., chicotes inglezes para carro, a 4,000
rs. pannos de oleado de bom gosto, luvas
de algodo para montara, a200 ra. o par,
charutetras finas, e chapeos para meninos.
-- Vendem-se lateritas de reverbero para
carros e cabriolis, as mais ricas que neste
enero lem vindo a est praca, as quaes
com luz dentro apresentam bellas e vsria-
daa Cores : na ra do Crespo, n. II.
A loj 1 de 6 portas, no
largo d>> Livrameiai<>,
continua a ler cassa pela, a 120 ra. o cora-
do ; ganga azul, a 100 rs ; chitas, a 120,
140, 160, 180, 200 e 240 ra. muilo finas ;
chales de aeda, a 7,000 e 8,000 rs. grandes
e linos ; um com pelo sor tmenlo de fazen-
das por prego rasoaveis, que convidare a dar
principio a prepararen! Oi vestuarios das
familias com que devem ir aos aprecaveis
banhos do Capibariba.
Vende-se graxa em hexigas,
muito superior, vinda ltimamen-
te do Kio-Grande : na ra da
Praa, n. i?.
Sapa I oes de bezerro a t ,60o ra.
No Aterro-da-Boa-Vista, n. 58, loja de
Joo Tihurcio da Silva Cuimaraes, vendem-
se sapatOes de bezerro da Ierra, a 1600 ra.;
ditos do Aracaty, dos melhores que tere
viudo a esta praca, a 1,120 rs. e maia or-
dinarios a 800 rs ; sapa los de lustro para
seahora, a 1,900 rs. o par; ditos para me-
ninas ; cooro de lustro, a S,50 rs. a pelie;
bezerro francez, a 2,800 ra. a pelle; bone-
tes para meninos, a 320 rs.
Canoa.
Vende-se o troca se por oulra qoe saja
maior urna canoa da um so pao, quasi no-
vr : ns ra da S.-Cruz, n. 36, na Boa-Vista.
Vende-se una canoa de carreira, toda
de amarello : na Boa-Vista, ra das Barrei-
ras, n. 7. _.
Ao bom gosto.
Vende-se um elegante candicirn de duas
luzes, propriu pac* qualquer casa de ne-
gocio : ua ra Nova, n. 56.
500 rs.
Vende-se cha hysson de muito boa qua-
lidade, pelo prego de 500 rs. a libra : na
ra duCrespaju/23.
Queijos o ser la o,
de qualha, muilo frescaes; eaixaa com ve-
amarellas e brancas ; courinhos de ea-
oraje ui ; aapaios ue uiversas qualiaaees,
em porgo ; esleirs novas; araruta em
barricas a sacca : ludo chegado do Araca-
ty no patacho S.-Crus: na ra da Crux,
11.24.
Papel almaco primeira
sorte aparado,
o melhor que b* vindo* este mercado.tanto
aparado como por aparar : vende-se no pa-
leo Coliegio, n.6, loja de livroa do Dourado.
i\n rut do Sol, o. 9,
vende-se urna mulatinha de 10 annos, que
j est adiantida em coatura, por laso mui-
to propria para um pai tazar brinde aua li-
Iha, por ter .muito bom modo, ser o mais
bonit* que se pode encontrare ter sido cria-
da com moita honeslidade.
Na ra do Cabug, loja do
Duatte, vende-se seda frouxa de
lidas carea para bordar.
Farm ha a 1,910.
Na ra do Kangel, armazem a. M, veade-
ss farinua a 1,920 a sacea.
____________.


na?
'.**,-. "t^-
__l*xl .'.rr -".a-u ~'.-*"*
<._,.->.-.<
Vende-ge, ru pernmta-s or predio
nesla praga o su -pnho I'n, n fregus! de
S.-AntSn, com li -r si>flicip"tn psrn plan-
tacoe, com boa cas de vivenda, e todo*
o mis pertences : na ra d Paz, ou do
Cano, n. 40.
M o en das superiores.
Na rundigo de C. SUrr A Companhia,
om S.-Amaro, cliam-se 4 venda moendas
de canna. todas de ferro, de um modelo
construcgSo muito 'supYior.
Arados de ferro.
Na fundido da Aurora eni S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
le I os.
Vendem-se beierros pare
calcado, chegados agora : na ra
da Crux, n. a, casa de Geo: Ren-
worlliy &C.
.- Veiieni-.se amarras ae ferro : na na
da Senzalla-Nova, n. 49.
Venda-se farinha de Sanla-Calharina,
muito superior, a bordo da galeota Satilini-
nw-Trindade, fundeada junto ao caes do
Collegio.
--Vendem-se rodas de arcos de pi para
pipa e banica ; fio purrete do Porto ; pre-
go ripares para barrica : na ra da Cruz,
O. 49, primeiro andar.
ltap Paulo Cordeiro,
viajado do Itio ao l'ar e do Pira a Pernam-
buco .- vende-se na ra da Cruz, no Kecife,
n- 9. loja.
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo, n. 6, um
novo soi tmenlo de fazendas ba-
ratas,
como sejam : esssa-cbitas muito finas, de
cures fixas e cum 4 palmos de largura, a
330 rs. o covado ; corte de ditas a 3,000 e
3,400 rs.; riscadp do linho, i 340 rs. o i-o-
vado ; dito de slgodAn americano para es-
cravos, a 110 e 160 rs. o covado; dito mons-
trn com 4 palmos, a 900 rs.; zuarte azul, a
900 ra. o novado ; dito fuita odres, a 300
rs. ; chitas de core fixase de bonitos pa-
drOes, a 160 e 180 ra. o covado ; curtes do
distilo, a 600 rs. ; chale de tarlstana, a
1,980 rs.; meios ditos, a 320 rs.; .coberto-
res dealgodOo de cor, a 640; alpaca preta de
cordio e com lele palmos de largura,
1,280 rs.o covado; e oulra muitas fazeo-
dasem conta.
Presuntos do Porlo,
de superior qualidde, 6,000 rs. a arroba :
vendejn-8e no armazem de Joaquim da
Silva Lopes, na ra da Madre-de-cos.
Cal e potassa.
Vemlem-se barrig com cal de Lisboa, pe-
lo diminuto proco de 3,000 rs. o barril; di-
tos da ma is nova e mais superior polasrta do
Rio-.de-Janeiro, por baralo prego : na ra
da Cadeia do Itccife, n. SO.
IXovidatle.
Novo sortimenlo de panno de linho do
. Porto, em pegas de 18 varas, a 800 rs. a va-
ra : na ru do Queimado, o. 27, armazem de
liaymundo Carlos l.eite.
Farinha de mandioca.
Na ra da Gruz, no Kecife, armazem n.
13, ana ra da Cadeia, aro-azcm de Cam-
pello& Filho, vende-se farinha de mandio-
ca do Ceai i, muila alva, goromoia e de ex-
cellento goato, tanto em. pequeas como
em grandea porgues, por prego commodo.
- Vendem-se dous sobrado de tres an-
dares, silos na esquina da ra da Cadeia,
n. 14 e 16 : a fallar na ra Augusta, n. 50,
com Joaqun Teixeira Peixolo.
No armazem da ma da Moda, n. 7, ven-
de-se sal em pequeas porgflea.
Na ra do Cabugi, loja do Doarle,
vendem-se bolOes Pedro II; ditos para ca-
vallaria ; dito para infamara ; dito pe-
los e ainarellos para casaca ; ditos de roe-
dre-perola ; ditos para enfeites de palitos
de meninos ; ditos brancos e amarello para
libre de pgens;e ditos bronzeados.
Ns ra do Cabugi, loja do Duarle,
vendem-se quidros de santos com mul-
duras douradas, a 500, 600 e 800 r.; caln
ga de vidro de diversas qualidades ; tran-
ca de ISa para enfeites do vestidos; grava-
linhaa de srlim; e enfeites de vestidos de se-
nhora.
Vende-se um prela de 3o
annos pouco ni ais ou menos, que
lava perfeitamenle, engomma e
cotinha o diario de urna casa : na
ra do Vigario, n. 19, terceiro
andar. **:
A boa pilada.
Vio he elogio, porm aim a qualidde,
quem garante o novo rapa) l'rinceza, chega-
do ltimamente do Rio-de-Janeiro; este
rap, nao so nsquetla provincia lom mere-
cido a sceilago geral, como em nutras aon-
ire a sua boa qualidde Km Sido experi-
mentado, nada dentando a desejar ao me-
hor fabricante em Lisboa. O'unico ddrosi-
to neala cidade, he na ru do Queimado, 11.
i, ja o iiuuezas, aoude se venda c 5
libras par cima a 1,300 rs. e relalbo 1,400
Sa ra do Sol n. 9,
vende-se una porgSo de fazendas, que es-
tavam para ir para o matto para um estabe-
leeimento, oque"por motivos deixaram de
ir ; estas fazendas sSo das mais modernas
que ha fj>raca e muilo linas, sendo cam-
balas pintadas, muito finas c de muito bons
padrOes ; chitas muito lints o mats ordina-
rias; aiadapole; algodozinlio ; dito Ira li-
gado, tranco e azul ; hamburgo muito fino
h mais ordinario ; brim de linho para cal-
cas ; ditos de algodJo trancado e de listras,
muito<|jVoprios para caigas ; riscadinhos pa-
ra caigas e jaquel; casemiras para cal-
gas ; risesdos monstros : toda estas fazen-
das vndem-se tanto em porgo como a re-
talho por muito commodo prego, so vit
da fazendi beque pdem avalisr a barate-
im, iSvuSdc se que ncshins dcsUa fa-
zendas ato variadas; tambem ae vendem
petas dp linho do Porto o melhor que posea
liavwjMjtwncado.
Vende-e um preto mogo e ado, com
propenaSo le marrnileir, para onde pede';
Vende-se o engenhn Sebir do Caval-
'anti, por convergi do tutor tos orphBos
lo casal do fallecido Jofio ('arlos da Silva
f'.uimarSes, e para pagamento dos credores
*o mrsaio casal: esto engenho he um do
nelhore da provincia, moe com agoa e
tem excellentes obras, e trras para se le-
vantar oulro engenhn ; he situado em Se-
rinlilcm, e tem o rio junto do engenho :
iuem o pretender, dirija-se'ao mesmo en-
zontio. a fallar com o referido tutor Joflo
Manoel de Barros VYnd*rley, ou nesta pra-
g, com Manoel Ignacio de Oliveira, na pra-
ga do Commerr. n. 6.
Vende-se superior fio de la-
^oilao, proprio para pavios de ve-
' s, e redes de pescara: na ra
daCrux, n. a, casa de Geo: Ken-
worthy & C.
Charutos de Ilavana,
le superior qualidde : vendem-
se na ra ta Cmz, n. 10, casa de
kalkmann JrmSos.
Oeodelinhaca
em botijas: vende-se no arma-
zem da fuadoAmorim, ns. 56 e
8 e no armazem do Aunes, no
caes da lfsndega, a tratar com
Manoel da Silva Santos.
fVfVffffVffftffffff**
;Dt poitoiiu fabrica dej
lodosos Sanios, na *
Uahia. %
' Vende-se, em casa de Domingos Al--*
a>ves Malheus, na ra da Cruz, n. >2,
*pnmeiro andar, algodlo Irangado da-J
*quell fabrica,muito proprio para sac-s
g,cs e roupa de escravos; bera conio^
fio proprio para redes de pescare pa-^g
vios para velas, por prego commodo..4
A&*
Vendem-se relogios de ou"
ro e prata, patente inglez .- naru"
da Senzalla-Nova, n. 4a.
Faixas para engenho.
fundigSo de ferro da ra do lirum,'
41
.ias.
a
*

Vende-te um apparelho completo para
official superior da suarda nacional, como
sej : um banda rica, fiel, espada, talim,
pasta, chapeo armado : ludo em moito bom
uso, e por baralo prego: no Patselo-Publi-
co, n. 11, loja.
Vendem-se superiores lonas,
>s melhores que ha do mercado ;
bem como brinzfio, proprio para
velas: na ra da Cruz, n. 3,casa
de Geo: Kenvyorthy 8t.C
O Para militares.
O Vendem-se luvas de camurca bran-
O ca : na ra do Queimado, n. 1, casa *
O desirgoeiro. O
<3000)0<3000000000
Vende-se o engenho Armecega, na
ly, oamelhore que temvindo, s 800 rs.;
pelle de roafroquim; ditas de cooro d>
iiiato, a 3,500 rs.; d'tof de bezerro fran-
cez, a 3,800 rs. ; cndvest de todos os ta-
maitos i ludo por prego mais commodo do
que em ouira qualquer parte.
Vendem-se clutas-CHSsas de rres fixas,
a 160 r. o covado ; e oiitra mmtas fazen-
daa baratas: na ra do Paiaeiu-Publico,
n, II. 10.
Arados e ferro.
Vendem-se arados de ferro
differenles modelos : na ra
Brum,ns. 6, 8 e 10, fabrica
machinaa e lndicSo de ferro.
Bomba de ferro.
Vendem-ae bombas de repuro,
de
do
de
m.rgemdoiodetIn.,fregueziade Agoa- pcola para cacimba:
l'reta ; ben. como una propriedade annexa r~ _l "r
>o mesmo engenho, com meia legoa de
fundo e maltas com madeira para tod
construcgSo : na ru do Fogo, n. 46, das
7 ia 9 horaa da mantilla, ou ao Sr. Jos Mr-
quea da Costa Soares, na ra do Hospicio.
Na taberna de Domingos da Silva Cam-
pos, na ra das Cruzes, n 40, ba bixas Ham-
burguesas para vender alugar, tantopur
junto como a relalbo.
Atlas nuodernissimo*.
Acaba 4 chegfruffl novo allaa deCeo-
graphia moderno, eompnsto de 40 carias co-
loridas com lodo, o ?yst'ina planetario em
stampas coloridas por M Corlamber-, pro-
fesor de Geographia e historia em Paria :
ediclo de 1847 : vende-se no pateo do Col*
legio, casa do livro azul.
Vendem-se unas vaccaa com crias e
em ellas : no Barballio, a fallar com Ma-
ximiano das ('.bagas e Silva.
V.ndem-se relogios de ou-
ro sabonete, patente inglez : na
1 uada Cruz, n 3, casa de Geo:
Kenworthy & C.
Vendem-se
ia do Bruui, ns. 6, 8
j. 14, sor cima do culileiro.
%
Na
acabi-se de recebe* um completo sortimen-
tode tsixas de 4 a 8 palmos de bocea as
quaes achain-se a venda por prego com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
ou carregam-seem carros sem despezas ao
omprador.
-r Vendem-se colleecoes com
mais de seis lindas vistas, repre-
sentando a ponte do lieciie com a
alfndega, a ponte da Boa-Vista,
a cidade de linda, a ponte do Ca
changa, Poco-da-Fanella, e ra
da Cruz com o arco do fiom-Jesus;
bem como duas grandes vistas dr
Pernambuco: na ra da Cruz, 11.
10. casa de Kalkmann limaos.
Dunas de ierro
do moito boa qualidde, e com aegredo pa-
ra as abrir : vendem-se na ra da Cruz, n.
10, casa de Kalkmann Irm&os.
Agencia de Bdwin Haw.
Ra da Apollo, n. 6, armazem de Me. Cal
moni & Companhia*, (azem ver aos Srs. de
engenho e sos seus correspondentes nesla
praga, que noaeu csltbelecimenlo se acha
constantemente bom aortimeoto de moen-
uas lodasde ferro para animaos, agoa, etc.,
meias ditas para armar em madena ; ma-
chinas para vapor com torga de 4 cavalloa
laixas de diferentes modelos de todos os
tamaitos e grosturas, tanto de ferro batido
comer coado ; espumaderas, coco, ele, de
ferro estanhado ; safras para ferreiro : lu-
do muito bom e por baralo prego.
Na ma das Cruzes, n. 22, segundo an-
dar, vendem-se duss escravis crioulas, de
18 a 20 snnos, que engommam, cosem chSo,
cozinliam e lavam de sab9o ; duas ditas de
nagiio, de 30 anuos, que cozinham, livSo
de sabSo, esSo ptimas quilaudeirss ; urna
parda de bonita figura, de 26 annos, que
engomma, cose chao, coziniia, lava, e he
ptima para tomar cotila do arranjo de urna
caaa ; urna mulalinba de 14 annos, com va-
rias habilidades ; e um esersvo da Coala de
elegante figura.
O mais bello gosto.
Vendem-se riquissimas casemiras, tanto
em gesto como em qualidde rna ra do
Queimado, n.9.
Helias cores
Vendem-se luvas de seda para senhora e
homem, de ricas cores e lina lazenda : na
1 ua do Queimado, n. 9.
Vende-se urna carroga de carregar pi-
pas por baixo, cqm o le lo em bom estado
e cotu as rodas novas': quem a pielender,
dtt-ija-se ra Imperial, n. 37, que le din
<4cui temi. -
Vende-se a taberna "de Ni-
colao hodrigues ta Cuuha, no
pateo do Pe raizo, n. 10, com poti-
tos fundos, e muito afreguezada a
l-etaiho : a trattir na mesuta, com
Jote Perena da Silva.
Fatinha fontana e de
SSSF:
veode-ae na ra larga do Rozarle, padaria
48, a 0,500 r., dinheiro a vista; bemj
como superior farinha gallega, ajaj barricas
e meias ditas.
r- Vende-se urna preta da Costa, niega,
lavadeira desabSo, e qi.e cozinba 0 diario
de urna casa, e he boa quilandllra: na ra
Ue llorta. n. 88, taberna.
[Cheguem pechincha.
Spatcs do Aiacaly
a O rs. o par .
rices apparelho
de metal para cha.- na ra da Cruz,
n. 3, casa de Geo :
& Companhia.
tWfffffffttfftfWta
Predios venda.
Lenworthy

10
A tratar na ra do Crespo, m
^ n. 11, qualquer dos predios %
seguintes :
^LTBua do Collegio, ns. 4
1 ea.
<3" Ba Nova, ns. 54'e 56.
C3T Ba da Aurora, n. 10.
AAaUa
Vinho de Bordeaux:
vende-se na roe da Cruz, n.
casa de Kalkmaon lrm3os
Aos Sis. cheles de fa-
Avia o novo administrador da loja, n. 3,
defronte do becco do l'eixe-Frilo, que tem
um completo soit'mentode fazendas, e que
passa a designar o prego de algumas deltas :
mseadinlios francezes finos de differentes
padres pelo baratissimo prego de 160 ris
o covado, riacados de algodSo de differen-
les qualidades a 200 rea o covado, cam-
braias da California a 380 rie o novado, di-
las plisense de differentes detenhos a
3S0 ris o covado, tengo de cambraia de
cores muito finas a 500 ris, grvala bran-
cas de fitiissima cambraia a 1,000 ris, cor-
tes de caslorim para caiga da Ires e meio
covados a 1,134 ris, e outraa fazendaa palo
mais diminuto.prego poisivel.
lia m burgo a !M0 rs. a
vara.
Vende-se novo hamburgo com I istia de
corea, pioprio para lengei, "colxOes, tra-
vetseiros, empalmadas, etc., pelo barato
prego de 260 ra. a vara lengosde oasaa com
cercadura da cor, de bonito goato, para e-
nhora, a 910 rs.; msdapoIBo de 24 jarda, a
2,000 r. e a 120 rs. a vira, de largura de
tres palmo e meio; bem eomo um com-
pleto sortimenlo de fazendaa Guate ordina-
rias : na ra do Queim do, n. 97, armazem
de hiendas, de Ha\mundo Carlos l.eila;,
-- Veodem-se 3 bonitos moleques da 10,
12 e 14 annos^leodoo maior principie
carprna ; um mulalinbo de 16 anno, C
principios de sapateiro ; um pardq
annos olllcial de alfaiate, e que be bom 00-
lieiro; 4 preloMogos, ptimo para qua
quer servico; um eaaal de acrasW 450/
., que Irabalham bem de ornada e pti-
mo para algum sitio; uma moleca ; urna
parda que engomma, collada e compra na
ru, ludo muito bom, e e efianga a condue-
lo; e maia alguna aajjravos que se vendem
por mais barato *%> do que em oulra
qualquer parle: na rus das Urangeiaa,
11.14, seguado andar.
- O propriet rio do es-
._ jviviiMiuio ua rna rwyg, n. jo, anumi
que tem um guilde c ce
de obra feiti, da quaes passa 1
seus pregns qu >cas e
cas de panno lino de 8.000 e 10,000 ra
tete de ed de 2,000 3,000 ra. ; dito de
sarja de 1,000 r. ; jquel de brla prdo|
de lioho puro de l,604). ; calcas de panno
fino de 6,000 rs. M^MHdur;
rs.; casaca de brim e riscados a
. oulra muitas fx4JMs novas I
gosto e por prego muito commodos. Neita
eattbflecimento tambem ae apromplam
com toda a presteza e muito bem Tejas toda
qualquer obra que se recebada encom-
ienda, ao ultimo gosto, i vista do figu-
rina chegados prximamente.
Cajeado.
Xo Aterro-da-6oa-V isla,
defrontc a boneca,
lia chegado pelo uliirno navio francez um
novo o completo sortimenlo de cargado de
luda a qualidades, lami para homem co-
mo para sentiors ; bem cntvr* aapatA-i
fundicSo de ferro.
Nova Pechincha.
Na ra do Queimado, n. 17,
vendem-se chapeos de sol, de seda cor de
caf, a 4,000 ra., e preto a 5,000 rs.; cate-
mrela preta para cagase palitos de homem
e menino, a 1,000 rs. o covado; merino pre-
lo entrefino, a 2,400 ra. o covade ; eaguiao
[lino de puro linho, 1.4U) raHrvara ; ou-
traa fazendas por baralo prego. v
^_ lnleregc.
Negocio vantajom para quem quizer em-
palar pouco dinheiro, ou mesmo alguma
caaa para trocar por um terreno na ra da
Aurora, que tem de fren'e 107 palmo, e
fundoa at a ra da) Hospicio; como se pre-
cisa de dinheiro, ou eouaa qua'o renda, faz-
se negocio ventajoso : para tratar, na praga
da Independencia, n. 17.
Deposito de polassa ecal.
Vende-se muit nova e superior potasss
e cal virgem de Lisboa, em pedra : todo em
barris pequeo de 4 arrobaa, por prego ra-
soaval: na raja da Cadeia do ftecie, n. 12,
armazem.
Fogoea para co/iiiha
muito proprios para sitios e qual-
qualquer rugar aonde n5o ba cozi-
nba, por preco commodo ven-
dem-se na r>_a da Crui, n. lo,
casa de Kalkmann IrmSos.
Vcnde-se canella. a 1,600 rs. a libra :
naa Cinco-Pon tas, n. 32.
Farinha de Tapuy
igualmente em sabor, finura e cOr a de Hu-
r beca, propria para mesa : vende-se na
ra da Cruz, no Hecife, armazem n. 13.
Na ra da Cruz, n. 10,
casa de Kalkmann
Irma os,
vende-se um grande sortimenlo de
instrumentos de msica, com.
jam :
Caixas de guerra.
Tambores.
Zabumbas.
l'andeiros.
Arena de campanhinha.
Pratos.
t harmona.
TrobCe.
cozinh, faz doces de diversas qualidde,
r-fina bem assucar, entende slgums eousa
le postura e de lavar roupa ; um preto que
cosinha e entende do gervigo de campo : na
ra do ttangel, n 26, prlmeiro andar, das
S horasda matihSa 0 VlPle-se, por 9,000 rs., na casa da re-
tidencia do doutor Lou'engo T ig#> de l.ou-
eiro, n ra da Saudade, defionte do Ifos-
uicin, e na llvraria da praga da Indepen-
lencia.^P 6 e 8, a segunda s-rie do ndice
''hroolico da legialago brasira do
1850, comprehendendo o cdigo commer-
clal do imperio. Nos meamos lugares se
vende por 5,000 rs. o novo compendio de
praiica ilo pruces'o, obra inlereasante por
ua breidade e exactidflo para todo que
procurar ao foro.
_-- Vende-se um lindo cavado ro'ado,
muito gordo, novo, bom andador baixo
l meio, e he de muito bonita figura e bem
feito: na ra Formosa da Boa-Vista, ter-
I0i ceira casa terrea, vindo pela rus da Aurora.
Vende-ae'uma escava de 90 annos, de
bonita figura, que ooae soffrivelmente, e he
perita lavadeira, rendeira e cozinheira : na
ra das Larangeiras, n. 16, ae dir quero
vende.
Escravos Fgidos.
se-
Trompas j
Pist6es. ;
Clarins. -
Cmelas.
Usutas.
Pfanos.
Clarinetas.
Bequintas.
Violos.
* E muitos outro instrumentos.
Na ra do Cabugi, loja do Duarle. ven-
dem-se franjase requifes pretos, propiioa
para manteletes; touca de 19a; 18a par
bordar; meias pintada pra meninos e
menina ; chipis de merino branco, a 5/
lilosdesot pata meninas, a l,600i.;
Ir, a i,m ra. o par; sapa-
uira meninos ; papel doura-
iTino e ordinario,
endem-se, na rus da Moda, armazem
, meias banicas com cal Virgem de
Lisboa, a mais nova que ha no mercado, por
prego commodo.
Gaf.
Caf com casca, mu i lo novo, por prego
commodo: na ra do Amone, o. 35, arma-
zem de J. J. Taiso Jnior.
C J. Astey & Companhia
vendem em o seu armazem da rna
6oo
de a1
Fugio, no lia 29 de agosto, o preto
o" l.ui. de Angola, de 35 anno.; levou Cami-
la de algodflo azul, raiga de dito de listras,
ule estatura regular, secro do corpo, nariz
(achatado, bastante barbado, porm rapado,
eom falla de denles do lado s iperior da
frenle, com chapeo de palha pequeo e bas-
tante velho: este preto velo ha pouco do
ertflo de Caranhuns : quem o pegar leve-o
ifua do Collegio, n. 1, que era genefo-
amente recompensado.
SSOO^OOO.
Fugiram de bordo do brigue
Sem-Par, vindo do Hio-de-Janei-
ro, dous eseravos, sendo um de
nome Sabino, de cor parda,* esta
tura regalar, de ao annos pouco
mais ou menos ; levou calcas e
camisa azues, e bonete encarnado:
o outro de nome Kuzebio, crion-
lo,de a4 annos poucc mais ou
menos, estatura alia; levou calcas,
camisa e bonete atues. Roga-se as
autoridades |xiliciaes e capitles de
campo, que os apprehenda'm e le-
vem-nos ruado Trapiche, o. 34,
casa de Novaes & Companhia, qne
recompensar.
Fugio, do Hip-de-Janeiro, e svppfie-se
ter vindo para esta provincia, o preto Anto-
nio, eacravo de Ilellarmino de Arroda C-
mara, o qual tem os aignaes srgninte : os-
lalurs regular ii meio calvo, barba serrada,
com suissss, falto de denles na frente, bei-
gos pendursdos, nariz chato, representa ser
de maior iJJ. t ,..J. fmU toa. m.u
me de revirar um tanto oa olhoa : quem o
pegar leve-o a Manoel Kliaa de Moura, na
praga da Hoa-Viata, que tem aoloriatgflo do
seuhor do mencionado escravo pira bem re-
com ensar a quem o pegar
Fugio, no dia 91 do corrente, do, enge-
nho Pinto, o eacravo Antonio, de nagSo
Congo, alto bastante, representa ter 40 an-
nos, perna* finss, ps granataa apalbeti-
dos: quem o pegar leve-o a dito enge-
nho, oua ra hreita, n. 191, que aeri ge-
neroaamenle gratificado.
Fugio, do engenho S.-JoSo do Cabo,
pela segunda vez, no dia 17 de julho prxi-
mo passado, o escravo Valerio, lendo sido
ja um vex pegado em Mara-Farinha, de-
poia da alguna diaa de fgida ; he alleyawr-
polenio, cara curta e larga, ps seceos, ten-
do muito abarloa oa dedo grandes- bos os ps e a pelfe enrugada spera :
quem o pegar leve-o ao dito engenho, ou no
Kecife, em casa do Sr. coinmendador t.uiz
Comea Ferreira, que gralifloari com 50,000
rs. : tambem se gratificar a qaem der no-
ticias do dilo escravo.
Fugio, no da 18 do correle, do. en-
genho Diamaote,da fregue/i da Eicad,
o prelo Jcronymo, que representa Mannos,
grosBO do corpo, peinas flnaa, olhoa um
tanto vermalhos; lem um talbo na pona do
queixo inferior proveniente de uma (queda :
ate esersvo em sua fgida conduzio um
cavallo castanlio escuro ; presusne-se ter
procurado o Aracaty, onde lem oa seusan-
tigo aenhorea. Roga-se ss autoridades po-
licii.es e eapitaes de campo, que o appre-
heodsme levem-no ao dito engenho, ou
nesla [raga, a ra da*Trinclieirae, n. 48, a
Bernardino Krancisco da Azevedo Campo,
que gralillcaii generoaamente.
--No dia 12 do corrente, pelas 8 boraa da
noite, desappareceram, da (isa de Jos An-
tonio Bgato, na ra da Cadeia do Iteeife,
n. 34, doue escravos. a aaber : Zeferiho,
pardo, da altura regular, repveaenta 95 a 30
annos, chelo do corpo, pouca barba, olhos
pardos Adriana), preto crioulo, represen-
ta 92 a 25 anno ; h alto, seceo, bem retin-
to, barbado: ralea escravo vieram do
ue'sej vendido : na rua'la'rga do Rozarlo, Jieridem-ae no Aterro-da-Bo-Vila, derron-jcouro de lustro para hoinem, a 5.600
' -----___.*__.. a. 1 *. I al. A* I.Aiian.
1 e da boaeca.
>prias para armazem
l carrinliosde nio.
S.-Cathan'na
or que ha no*
mercado:
j trmaxens dos Srs.
mes, e Dias Ferreira,
pe do lampeSo, M> caes a Al-
J ueire,
hal&r./.-- -<- 'Ciar nn Mnr 1'irHtBih-A.mn remellilto
por Domingo Jos Poreira Pacheco, do
ak,


Iborxeguiu, a 1,800 rs.; sapa toes do Arsca-
An
ao|J^
fandega, em saccas de
por muito barato preco.
^Keadeoi-ee duae eacravaa, urna de IB,
Bos, e s outr de 99, de bonitas figura
prazinhamodiaroda uma caaa, lavam
|Hpbam e yarrella e cosem.: o motivo por
que te vende aei ir 0 Cuiprador : r. mi a
da Cidei de S.-Antonio, no primeiro andar
do sobrado da vluva Cunha Cuimsrfle.
Veude-ae uma meas e duaa banca de
jacarandi, em muito bom uso : ns rus
\egusta, defront da casi n. 17.
Vende-se uma preta de nagfln, muito
moca, e de oofsila figura, que eojjomma,
Aracaty ; silo naturaes da cidade do reo,
pertencenlea a Vicente Ferreira Chavea:
3uem os pegar leve-o a dita da rata da Ca-
is, ou ao Aracaty, a Domingos JoslaMei-
ra Pacheco, que. o gratifica* generos-
oienle. Advcrlindo-se maisquo oa dito es-
cravos 0o olficiao de psdreiro, o pardo be
mellior ofllcial que o prelo.
(Jiatilca-se a quem pegar O escravo
Hsnoel, ciioulo,de30 annos pooco mal ou
menos; eom alguna denles quebrados, cor
retinta, baixo, clHo do corpo, bstanle
lelinto, andar aparallado; he oe* fallante:
quem o pegar leve-o a ra do Trapiche,
n. 7, irroazem de aasucar, de Reg Ha-
de iros.
-- Ilesappareceu, no dia S do crranle,
um molecote catraoiro, de coma Antonio
da Cos, espigado, nOo tem aignaes no re-
lo, rosta msUs piqawo ; levou .-slgis d"
algodo cinzenlo com asenlo azul na ns-
degas, camisa de dula, e bonete azul velho :
quem o pegar lave-oao dito porto, ao aeu
dono, que gratificar com 100,000 rs.
Pim.: m. s* o r. t*a>au. 830


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