Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07123


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Full Text
......-

Anm XXVI.

Qm'nfa-feira 29
FABTIDAI DO* COHKXIOB.
Golannae Parahlba, segundas eseztas feiraa.
Rlo-Grnde-dr>tlorte, quintal feirM aomelo-
da.
Cabo, SerlDhJem, RIo-Formoio, Porto-Calvo
e MaccUi.no 1., a II, e 21 de cada me?.
Garanbuns e Bonito, a 8 c 23.
Boa-Vlata e Florea, a 13 e S8.
Victoria, s quintaa feiraa.
Ollnda, todoa os < Ming. a I,2h.e57m.da ni.
Nova a 7, o* 7tj. c 14 m. da t.
Creac. aU.aall h. e27 i, ,1a t.
Chela a 22, a 6 h. e 52 m. da t
Ming. a 30 aa 11 b, b 54 m. da ni.
raiMn oj.
Prlmelra aa 10 horaa c minutos da manbaa.
Signada aa 10 horaa e 30 minutos da Urde.
atjaM
de Agosto de 18&0.
N. 195.
rur.aot A o naca i pi.
Por tres mezea (dianuiioi) /000
Por aeia mezea. 8/000
Por um anuo 15/000
dtab sa azar Ajar A.
2fi Seg. S. Zrferino. Aud. doJ. dos orf.e m. da I. v.
27 Tere. S. Jos deCala/.ans. Aud. do chae, doJ.
da 1. r.do civ. e do doa feito da fa/.enda. '
28 Quarl, >. Agoalinlio. Aud. do J. da2. v.docivel.
29 Quint S. Adolfo. Aud. do J. doa orf. c do m.
Jal. Y.
30 Sext.'H. Roza de Lima. Aud. doJ. dal. v. do
clv. e do doa feitoa da fazenda.
31 Sal. S. lia vniundo Nonato. Aud. da Chae, e do
i. da 2. v. do crime.
Dom. Nossa Senhora da Penha.
*-: '
Oimoa ata* 38 DI AGOSTO.
Sobre Londres, 27'/e S7'/5 i. por 1/OOOra. a 80 di ^
Paria, 346.
. Liaboa, 100 por cento.*
filtro,Oncaa hespanhoea.........29/000 a
Hnedasdeb>fuOvelhas.. 16/500 a
de 6/400 novas. 16/100 a
de 4/000........... 9/100 a
/Val*.Palacoea brasilelroa...... 1/NV) a
Pesos coluinnarioa....... 1/WW a
Ditos mexicanos.......... 1/800 a
29/50"
1677IM
16f>fK
9/200
1/W<
!/*
1/A2i.
ERRATA.
Ho expadieatte de hontern, em o officio diri-
gido ao commandante das armas, a gratlilcacSo
arbitrada a ArialideaDuarteCarnefrodaCuuha
e Gama, he de -150.000 ra.- e nao de-160,000
rs.--como por engao se publicou,
MU
MINISTERIO D\ FAZENDA.
LE N. 567 DE 29 DE JUI.IIO DE (850.
Fa: extensiva i apolicei de 1.000,000 ris*
diiposico do art. 4 da le de 15 le owct-
bro de 1837.
D. Pedro II, por grata de Dos e, unnime
accIamacSo dos povos, imperajor consti-
tucional e defensor perpetuo do Brasil, fu -
zemossabera todoa os nossos subditos, qu*
i assombla geral legislativa decretou e nos
queremos a le seguale :
Artigo (.' lie extensiva as anolices de ri
1:000,000 a disposiro do art. t da le 15 de
noveuibro'd 1827, que permitte a transfe-
reucia das de menor valor por me.io de es-
criptura publica,ou eseYipto particular; mas
tari lugar, quer a respeilo de urnas quer de
oulrts, gmente do lempo em queestiverera
suspensas as transferencias na caixa d
amorlisacii..
Art. 2.'A transferencia das apolices not
lirros da caixa a se suspender durante o
lempo preciso para a organisscSo das folhas
do pagamento do. juro ; logo porm que este
principiar,continuar a fazer-se conjuncla
mente a psgos os juros.
Art. 3.' Para que possa ser executads t
disposirao do artigo antecedente, (lea crea-
do mais um Tugar de ajudante do corretor
com o mesmo vencimento do qua sclual
mente existe, Picando abolidos os dom lu-
gares da pralicante da contadoria. Conti-
nuarlo porm a servrr os que actualmente
exislem li que vaguom lugares na caixi
em que posaara ser empregados, ou at que
leiibam outro destino.
Art. A.'Ofajudantes do corredor fajero
psttedopeesoal da contadoria, e fra do
lempo destinado so pagamento dos juros,
serjo oceupados no servico de escriptura-
cJ,o o contabilidade del! promiscuamente
com os demais empregados da inesma.
ati. 5.* NO Um ueraua uxerciclo a conta-
doria da caixa de amorlisac-lo tomara as
canias do thesoureiro, corrector e sena aju-
mantes para leronbocer a responsabilidad?
deles; e 'quando .se achem correnles, a
junta administrativa dalla Idea dar quila-
cao, salva a revisSo das mesmas no ihe-
ouro.
Art. 6.* Picara rovogadss as disposirOes
em contraro.
Mandamos portarlo a todas as autorida-
des a qnem o conherime.ito e execurlo da
referida le pelencer,que a cumpram, e fa
de Janeiro, era 31 de julho de 1850.Joa-
quim Oinit da Silva paria.
Comnianilo das armas.
Quarlil general na tidade do ecife, em 28 de
agosto de 1850.
OliltEM DO DA N. 79.
O Sr. atarechal de campo.graduado Anto-
nio Cotreia Seara, commandante das ar-
mas, manda para os Ons convenientes,
transererer na presente ordem do dia, o of-
cio que na data de24 do corrate lhe ende-
ressou o Kxm. presidente da provincia.
Ofllcio. -Illm. e Exm.Sr. Tendopor
porlaria de hoja concedido dous mezede Ij-
esnea com vencimento ao alfcres do corpo
ixo de Piauhy Joaquim Jos de Uagalh.les,
para ir ir provincia da Babia ; assim o com-
munico a V. l.xc para sua inteiiigeucia e
exeeucBo.
a Dos guarde a V. Exc. Palacio do go-
verno de Pernambuco.20 de agosto de 1850.
Jote Ildefonto deSmsa Ramas.Sr. maro-
cha! commandante das armas. *
Irancitfo Carlot Bueno Deickamps, 4
Capitulo ajudante de ordens.
Paaaaram do Sr. desembargador Hamos ao
Sr. dceeinbargador Villares a aeguinte appel-
la;;'o em que sao :
Apprliante, J te Antonio Basta; apprjlado,
Vlerate Jos de Urilo.
Cao ettmprir a mi Jar to intairemenle co- Appellantr, Manoel do Amparo Caj ; appella-
BMn a> .t 1 .> i Amil o 1** t\ ai 1 rala *in ArkbjAa a. v .. ? l.".....4 _1 ^ .1 A %>__. 11
TRIBUNAL DA RELAC4'.
-SESSAO DE 24 DE AGOSTO DE 1850.
MRSIUKNCI DO EXM. SENaOI CO-
SKLHK1RO AZEVFDO.
A's 10 horas da uianhfia, achando-se presen-
tes os Srs.deiembargadorea Ramos, Villares,
l.eao, Souza, llebello, Luna Freir e Telles,
faltando com causa os Sis. desembargadores
Ponce e Bastos, o Sr. presidente declara aberla
a sesso.
JULOIHIRTOS.
Itivitla eieei.
Recurrentes^Jos" Tully di:. e ontro recorri-
dos Kelly Castello Si C. e outrot___Afclgaraiii
mandando proceder a ratelo etrtre os ere-
dores.
Affillofao civil.
Appellante, Pranclaco i.arnriro da Silva ; so-
pesado. Joo Airea Carneiro Cezar. Foram
recebidos e julgadaa provados os embargos.
niLIGINCII.
Appellante, o reverendo Raphael Antonio Coc-
ino eoutrar appellada, Marlanna Theodora
oelbo, Mandaram avallar a causa para o
imposto de doua por oenlo.
DasiGitieacs.
Annellante, n iulx de .llrelln Knl/i.
TqtflPI'sod', OOinl^oTXfveaaaSTIa.
Appi liante, Manoel Pires Perreira appellado,
Fernando Francisco de Aguiar Montarroyoa.
Appellante, Jos Antonio Gomes Jnior: ap-
pellado, Joao Pinto de Lemoa Jnior.
aavisdia.
Passaram doSr. desembargador Telles ao Sr.
desembargador Ramos as seguales appella-
ces em que sao :
Appellante, Manoel Alves Cuerra ; appellado,
Gaspar de Mcneses Vasconcellos de Dru-
mond'.
Appellante, Joaqulin Rodrigues de Almelda ;
appellada D. Anna Tberesa de Soma Santos.
Appellante, Ignacio Manoel Viegaa; appella-
do, Joaquim Viegaa.
Nao fnrain Julgados os inals fe i tos com dia
assignado pelas faltas j inficionad.
Levantou-sc a sessao ao mclo-S)t.
agaegg~ j-ui.i .ai _x*iJijIa.xzcrm
EXTERIOR.
no nella se conlm O s> crea rio de esta-
do dos negocios da fazenda a fura imprimir,
publicar e correr. Dida no palacio do Itio
de Janeiro, aos 22 dis do mez de julho d*
1850, vigsimo-oo da independencia edo
Imperio.Imperador com rubrica e guarda.
Joaquim Jos llodrigues Torres.
Carta de le pela qua I Vossa Magestsde
Imperial manda execular o decreto da as-
sembles geral legislativa qua houve por
bem sanecionsr, fazenlo extensiva as apo-
lices de 1:000,000 reis a dispo.sic.iIo do art.
4 da le de 15 de mivembro de 1K27, e dan-
do outras providencias, como uella se de-
clara.
Para Vossa Mageslsda Imperial ver. Jos
quita. Mniz da Silva Furia, a fez.Euscbio
deQueiroz Contmho Maltnzo da Cmara
Sellad* na chancellarla do impoiio, em
27 de julho de IWo.Josioo do Nascimen-
to Silva.
Publicada na secreUria de estado das ne-
gocios da fszenda, em 31 de julho de 1850:
J0S0 Maris Jacobina.
Registrada na mesma secretaria do esta-
do no livro primeiro de semelhantes. Rio
FOLIII'TtM.
.ENSAIO U-D.U KOUANCE.
UMA
ROSA NO DESERTO
xlrala
la-
CharaU !*". "."- ".-'' mental o lernissiinn corado, o espirito potico,
o aaiuio foi teniente seniivel da misera Hiifro-
zloa.' Esla cBgracada menina parela um Che
riibim mandado por Dos a peVsgrinar sobre a
Sirra, Da seu sembiaute, da aeua actos, de lo
a" a sua neasoa surga urna prsaiosa hasmunla
ar. Su'al-
corpo
(iue to suave e
fumado, i;!o inislico e aereo, que mente
quera a containplssse oecorreriam estes
ellos versas de Petrarca:
do, Joao Fredesico de Abren llego.
Appellante, Luisa Francisca da Conceic.no ; ap-
pellado, Antonio Reruardino dos Res.
Appellante, Anna Joaquina da Silva //arreto ;
appellada, Mara Joaquina dos Aojos.
Passaram do Sr. desembargador Leao ao Sr.
desembargador Souza as srguinles appellafdct
em que sao:
Appellante, Goncaln Jos de Mello; appellado,
Joao Diaa Ferrelra.
Appella ole, o julio ; appellados, Cosme da Ro-
cha Bezerra e outro.
Appellante, Jos Manoel Monteiro Braga ; ap-
pellados, Deane Youle & C. c outros.
Passou do Sr. desembargador Souza ao Sr.
Jeaeiubargador Itebcllo a seguiotc appella(o
em que so :
Appellante, Antonio Joaquim da Silva Giqulri;
appellado, Manoel Corra de Mello Jnior
Passaram do Sr. desembargador Rebello ao
Sr. desembargador Lana Frer* as argulnlea
appellacdes em que sao:
vppellantes. Johnston PaterV C. e outros; ap-
pellado, Manoel de Souza Giiiniaraes.
Appellante, Manoel Aulouio Goinea Ribeiro ;
appellado, Jos Ignacio de Barros Leite.
Appellante, o jnio; appellados, Manoel Jos
Francisco e sua inulher.
que coatvidava a chorar, a orar e a amar,
uia iuspirava uiu'aura do paralzo. Maa
e alma tlubain nrll.i uto sel que (So su
Qn4tl* aiptttmU ti no digli Jhi,
Coi tulla i murtal, |>aM, m dura.
*
E cpino pudcri.i durar e naujaassar urna cres-
is brandas c dcllcadal formas pare-
an derer-se manchar, como o cristal, ao m|-
iiosnpro eitersto, e jazer como o mercurio
iMioiiietro mais llgelra alleraeo da at-
spbera ? Uina oreatura comparavel a ma
dessas llores, que nascidas em reinlos climas
......wnn";
boocadas
fin vasos chrios de Ierra cstrauha e guardadas
aflb redamas de vldro urna dessas llores que
mais leve bafagem fjz Inclinar e soflrer, e o
mais leve loque uiorrer? O rusto d'Eufroshia
111 tanto plido; asas de *z em eaaaudo
astomava-lhe as faces um raso vivo, fatal an
mineo aoacoracoea materuaes,auuuncio il'uiu
passaiueuio iioio-luro, d'uma lenta c pesarosa
tonsumpfo.
Quein a via, talvez dssesse que a vida lhe era
f digosa, a nao ser ella o Clierublm que ehora-
va o seu desterro do co. Su'aluia aspirava o
inlinilo, su'alma contemplativa chela de poe-
sa continuamente j, transportava para longe
dos objeclos, que a eercavam. arrebalav.i-a a
unta espbera sublime toda diversa d'aqurlla
e-oliera de Un nonea dimetro, de vulgarea
hbitos, de fras elegancias, a que a sociedad,
e scus parentes 4 condemnavam. Nascida paf
ra aamur e para a piedade, destinada para a
culto do verdadelro e du bello viva Kufrosiua
ealianha e 10 lies le mundo de calculo, d'enga-
iia e do baiscia. Sua mente voltava-se para
Dos, d'onde sahfra anglica borboleta. Oscp-
ticiamo c a incredulidade do secuio lhe opprl-
miam a respiracan como ue.< miasma : gyrava
boa e suave por cutre aeres, iiein baos, uea
suaves : era uina rosa 111 deserto.
Todava, se a su'alma foaae entendida, se
fuis amada,"cois o dearjava a mereca. Ku-
l'rosina talvez passasie nina vidastoBga e feliz.
Suasdesgracas, porin. naseta^J|UaJta d'ei|ui-
librio enire-o mundo loiellecluaf'e o mundo
real: ella porcebia o primeiro, o segundo nao
a percebia. As enleriiiidadea, que a atarmrn-
tavam, tiiiliam origem antes no* padeclmenlos
inoracs do que na delicadeza de seu corpo.
raieres que a outras parcelan! fri-
volos, ferlSm-na no centro d'alma.
Sendo anda menina, leve de tragar Um des}
ses tfesprazeres lao m* a acu cui.j.io. peta
severa quasi despatica iudole de seu pai. II
via Kufraaina posto oaeu amor em mu unrdei-
rinho: com elle fallava, com rile patsava dia*
intelros; pareca que lhe coiumuuiuava intel-
ligencia, c que aquellc auimal/.ulio era capas
do doce seu lmenlo da gratidao. Mas como
ESTADO DOS PARTIOS EM FRANCA.
Eis-aqui um extracto de um notabilsi-
mo artigo recentemcnle publicado pelo
Cuiutiiulioncl sulirc o estado dos partidos
em Franca :
Presentemente para cinco milhocs de
csraponezes, pequeos propietarios terri-
toriaes, e pequeos cnmmerciantes, toda s
poltica rasoavel, pratica epossivel esta |j.
Sida com um homem e com um nome, fra
o qua! elles nada conhecem com certeza, a
nada amSocom fervor. Dir-se-ha acaso que
estes millioesdefrsncezes, atrahidos para
Luiz Ronaparle por seu nomo, se tem apar-
tado do presidente ds repblica por seus
actos? Acamara nio pode pensar sssim,
pois que tem cooperado para esses mesmos
actos Se ella tem cooperado para elles, he
porque os tem echado bous, e se elles tem
sido achsdos bons, au se pode suppor qua
diminuam a etima e a confianca da Franca
para com squelles que os tem pralicado.
Evidentemente aos o.ios d* Franca, o
presidente he o principal autor desses se
tos ; porquanto elle personifica o goveroo,
e tem s msior psrteda iniciativa, lia por-
tanlo essa justan que nlo pode ser recusa-
da ao presi tente, que todas as medidas que
tem emanado dclle, etem silo aprsenla-
das assembla lera tidosempre por objec-
to o interesae geral da sociedade, e nunca o
inleressa privado de seu poder.
t) crdito pedido para asdespezasde re-
prcseiliiksjSo tem um carcter especial e
novo. Ligado em resudada a considera-
rles de alili Jade publica, essa projocto cor-
respuii.ua spparcntemetite a um interesse
directo, immediato e execulivu. do poder
presidencial. Elle fui portante, o primeiro
acto pelo qual a assoa>''' Coi chamada a
tramm voro aa conif mes ou de rar* rrerori-'
lianza ao eleito de cinco midios e n>. iude
Francezes. A qucsliln devia manler em suas
mlos os meios de influencia pessoal. Nesta
nova e decisiva circunstancia cada um per-
guntava anciosamente a si mesmo : O
|ue far a assembla ? NSo he cerlamente
de noss* intcncilo fallar com aspereza desss
corporsrSo; poim ninguem pode negar
que o espirito de psitido domina muilo 11.1-
l. Em seus bancos acham-se vellios legi-
limistas, velhos Orleanislase niembios do
tiert-parli, com seus progr.minas, com seus
cliel'es, e com suas rccordscOos e suas es-
peranzas, os quaes criam e oppOem obsla-
culos uns aos outros, por.n se nesses par-
tidos ha homens fanticos o violentos, ha
tambera homens moderados e esclarecidos;
os primeiros esio sempre promplos para
exclamar. Pernea antes s sociedad do
que o notso principio, e siulam como o as-
trlogo com os olhos Utos em luzes distan-
tes, entretanto que o principio do commu-
iiisuiosetc a aberlo debaixo de seus ps
ser encontris. Ningutmcertamento pode
pretender diapr de um futuro remoto, pa-
ra oque he restrictamente possivel ou ira-
l ossiV'l, tolos aquellos que nSoseachsm
leslumbrados pelo espirito de partido, o
entendemesentem. Sai a a monarchia hoje
de l'robsdorlT ou de Claremont para yir a
Pars, que o communismo ehegar primei-
ro que ella. O nomede NapoleSo, pelo con-
trario, representa suilicientemente a libar-
dada para poder resistir is idoias revolu-
cionarias ; elle representa sufllctentemen-
te o poder para dar forra s ideias de or-
dem. Com essa nomeosespiritos crdulos
nTop 'ern ser perturbados pelo ameaco de
urna volts para a feudalidade e para os t-
tulos. Com este no 1 e os interesses, a<
crenchas e as alTec,oes de familia un pdem
ser inquietados pelo temor de conccsses
feitas ao socialismo, ou ao espirito de irre-
ligiSo. Este noate cercado ileuia real a
immensa papulari la.le, e pqssuindo a con-
fanos do povo. he em cnnsaquencia desss
mesma conlianca a dessa populan.la le, >
nica arma com que o communismo podo
ser vencido, bem como a espada de Achules
era a nica arma com que a Grecia poderia
finar victoriosa. Tal Iib a verdadeira opi-
niSo do paiz. A gran lo importancia do
voto de 24 de juho he que elle fez com que
o paiz concebesse a esperanza de que este
senlimento he tambem o da assembla. Se-
r isso smente urna llusfto que o voto so-
bro o projeelo dos ,1/nrej tem destruido ':
Por nossa parte nflo pensronos assirn, sc-
n.ui ilepms de urna nova prova, que a ini-
ciativa individual liar infallivelmente so-
bre a mesma quosto Sob'e este objecto
ap.iellamos di maioria sorprendida para a
maioria alvortida.a
Comniiiiicado.
Ctitfimagide ceurqvi bailltnt eux chimre
L'epcndan o'i'( ton! aa dangir,
Soit pour ("i,loUpour liun tffairei.
* Os segundos, com quanto conserven)
sempie preferencias dynasiicas, sabem col-
loe, r os grandes interesses do paiz cima
de suas alTeiees de partido. Aconteceu por
lano que no voto de $\de juchos homens
illustrados o approvaram, e o paiz saddou
com alegra a ileia de que lia com eiteito
urna maioria na cmara, a qual pensa como
elle, o est determinada a procurar t sal-
vagad ila ijciedadi! onde su uentc ella poli
AI.ACOAS.
///ri(/o da humanidad/: !!!
Oanlo julgavamos que a Ierra houves
se engolido em seu seio um monstro. que
lautas ruinas, tantos estragos tem causado
nesta malfada la provincia, on lo a protec-
Qfio das leis lie um siumlacro, apparece de
novu ; uo mais com o seu comparsa, que
j receheu o justo castigo, alias diminuto,
le seus horrendos crimes, estroiande se-
iriuxla y*z. rurreii-11 do* uianjtittulo?, e pon-
do em alarma os pacilicos habitantes desta
provincia I.'
Oitenla oqualro victimss suecumbirsm
10 puiiiiul e bacamarle dos sacrilegos Jos
Caelano de Moraes e sea irmilo Mancel de
Mira,--, cuja memoria faz horror humani-
dsda !' Estes entes predispostos para o rou-
hn eo assassinio jaziam no olvido nos ser-
les da Palmeira, espera de urra qua Ira
em que podessem por em pralica as suas
sanguinarias propenso:*. Chegou para el-
les. e p.i a opprohrio ds provincia !! A re-
helliilode 1814 ficou vencedora, e os que
pelejavain por um gove no fraco.e IraiQiei-
ro, Viram-so feilos alvos de vinsaneas Ba-
tato o desenfreiaaiento e animosidade, to-
inaram o posto; entes obscuros e desmora-
I isa los f.'irain constituidos em autoridades ;
ilease modo tufrosiua se descuidava dos estu-
dui e do que se cbamavaui Ueveres n'aquella
idade, Ibl-lhe lirado o cordei iulio, o qual ou
porque realmente senlisse a separacan ou por
lhe faltar o costumado pens, velo em poucos
das a inoirer Com Uto a menina quasi per-
de a vida; pois era aquello o aeu primeiro
amor ; eaeos pas lao pouco o tinham respel-
ladu ; porque l:io pouco o perceberaan. Todo
o menino e'civoa-se a al^mii aniuialainho ;
mas com amor inconsiderado, verstil, capri-
-i.._.,.n puc;'.', ur su ni 11, : :.: Luf.M;..a aiua-
va aquelte seu coinpanhciro com mu amor ina-
ravilliiiso para tal idade, com uina ardencla
que devia servir d'arguiueato do sea profun-
do sentir, e do modo por que quando adulta,
teria de amar a mu aer humano.
Uina accidental descoberta havia lhe occa-
siouado una afcruuda le crueliaalina. Julia
uiai de Kufi-osiua dcliuluva-se, c lentautcnte
cainiuliava para o sepulcro opprlinida d'um
mal interno, derldo em grande parle aos es-
forcosque fizera na inameutaco de sua fllha
contra as adinoeslaces dus medaos. Saliendo
disto Kafroslna, pituco faltou para que a prc-
cedesse no aeu termo final, e pensamenlo fui
esse, que loinoii por ella o aspecto d'um re
luorso, e qu* nunca mais a deisou. Uiiltas
fraiu aa contrariedades, inultos os descostas,
que leve de tolerar em seus primeiros auno* ;
mas ella os guirdata em si, nao proferia la-
mentos, chorava s escondidas, e continuara a
lostrar-se faguaira, amuravrl, risonlia para
aquellea iiiesmos, que talvez tem o perceber,
uiiii.M,, Cu.,i,it2'.!:: es;' tiotemn e l'y^daJj
coraco, Augueui auapirava 11 'aquella man
na uina ti lu cu io forte, uuu alias laa pro-
fundamente temperada para a dur ; niiguem
sabia ama-la como ella senta, e entenda o
amor.
Roberto seu pai lluha si lo militar. Elle ha-
e o dominio do tenor coniecou a progredi
na vereda das pirsoguicO *; prtsOes e de-- mortalmente ferido! lamentamos
I o 1,ico s 1111 u-ii a recompensa daquelles
qu< se sacrificaram pela ordem .' I'orm
nSi haslava para meia duzia de coracfte.s
impassiveis esta maneira de vingar, era pre-
cia1) saugue, era necessario victimas !!
Entilo sabir-i n de suas grutas estes Tulli-
dos ligrrs, Jos o M .noel de Moraes, a ma-
tar eroubar impunemente ,1 titulo de vinga-
r.'in a morte de um vigario di Palmeira,
que so ilma seu pai : padre que em vez de
folhearo b'eviario.cingioa espada homicida
conira o governo .'.' ?
Oh .' vergonha Estas autoridades viam
o exterminio de seus melhoras patricios
com ocoraeSo gelado Oh .' nanlas uo
icoutaratn a estes inoustros u seus asseclas
a i nd s co n as vestes manchadas no sangue
le um pai le I'iiiiiIi i, d : um pro ii iclai ni
via seguid com gloria a carreira das armase
ulerenlo o grao de general, quando os subi-
los desastres da caiupanha de Masca o furca-
raoi a rctirar-se para a sua casa. Oshabitos
iniliiares, as feridas, os males prodiuidca pela
pesad i vi la do soldado que no tu mu 110 dos
campos e na perpetua fadlga se "allam, mas
prorouipc.il 11.1 vclhiee, catribulaiu no ocio,
loriavam-no severo, aburrido, risnso e Into-
lerante. Perlgos e guerras eraui seus pensa-
meiitos, suas palavras, seas smihos: nada mais
-1 iieiiiciiicoie ucNcjava. ao. que aucasiauue
rollar a seus charos hbitos. Se lite oascesse
um ftlho. toda a mira de ana educacao acria o
nililii.0 llie no peito a ambicio da gloria mili-
tar, o amor ao ollicio das armas. Como, po-
rm, s livesse urna lha, queria ao meuoa
que se ella inllaminasse com as historias dos
homens de guerra,dos graudes feilos d'armas,
e que limtasse todos os tjus desejos a perten-
ec' 1110 dia a um militar, a vir a ter vaiorosos
lilhos, don ir ina los na mesma carreira que f-
ra trl bada por sen pai c por seu esposo
Mas Co pouco ell'eito lhe fundiaui estas suas
veleidades que atediava-se grandemente, ac-
cuaando a fiha de ter una alma de gelo. (guan-
do lhe elle narrava aa altas proezns do homem,
alie atordira a Europa, e dos excrcitos com-
li.stos de soldadas, que pareriain ter mitra
leuiper.a, que a que at ento a naturesa con-
ceda aos mortaes, e Ih'as uarrava com aquel-
la paisao, que lhe era natural, c.....a eloqucn-
cla de as ter visto, com o sentiiuento de haver
participado dellas, em vri de suscitar em Eu-
fraslaa aq;:c!!a .naraviiia c entntgImBO aftafc
elle esperava, luoslrava-lh'a unas vetea dls-
trahidas coin os ollios Utos no eco, e outras ve-
tes consternadas, e licrimosa ouvia dizer-lbc:
ineii pai, a guerra be um neceado, una bar-
Uarldade, uina infamia. Tal oplnio pareca
uina bUsplieinia ao general Roberto, quaper-
abastado 11 Qusnlos nao abandonaran) os
lugares em que habita va tn deixando os seus
bens, a sua forlun, fngindodestas pesies
.1.111111:1 las, para pedir proleccflo ao gover-
no do ontSo Da que ciladas nao se li -
vrra o commandanto superior taurenro
Cavalcanti de Albuqurrqun Maranho, alvo
da vinganca de miseraveis pigumeus !
Que medidas empregra o Sr Peixoto do
Rrito, presidente nessa poca deploravel !
Dsstacava um ptqtrete de soldados para tal
parte ; mas antes de elle partir, l ia um
espoleta avisara autora le para dar esc-
pula aos Moraes, pois nao convinha desa-
gradar e nm demittir esta aulorjdade,
quando esperava que seria ella 11 m dos sol -
dalos da icbelliio que projectava! Quo
procedimento negro n3o livera esse presi-
dente guando em 1847 perseguindo o coro-
nel Apnlinario Florenlino do Albuquerqu <
Msranlilo aos salteadores Moraes al as '
raas da nossa provincia, onde enconlrou
resistencia departe do delegado da Impe-
ratriz um tal Silvestre, que protega escan-
dalosamente estes monstros ; inandou quo
o dito coronel so retirasse, deixando na
delegacia este cumplir dos Moraes Oh !
miseria Doos que ve do alto e n3o des-
ampara as suas crealuras c na trra alian-
dona las pelos homens, acerlou a mSo do
vincador .'!...
laitfio cumprin-s a palavra do E van ge -
Um, e um dos monstros acabon da mesma
maneira porque havia tiraJo a vida a tan-
tos innocentes! Seu mano cumplice no-
crimes susteve-se, a sua consciencia disses
lhe basla--! D.sapparccou do solo ala
goano, enbrenhoit-se nesses sertas; foi vi-
ver viJ de fras ?
Lancemos um veo sebre esta qua Ira em
qu-) representan a nossa provincia papel
lao triste .' em que fra nelas outras con-
siderada como selvagem!.'......
Quando mal repartamos os estragos da
fehres; q:iam!o apuna': enxugavamos as la-
crimas pe'S pardas de nossos pais, fllhos,
prenles e amigos ; quando o nnsso coracu
is-se abrindo pelo doce influxo da vonta-
le divina nosso inimigo sahindo, reapa-
rece l dos ridos sertOes do Cear, onde su
fra hmnisiar nesta malla lula provincia,
deixando ja aps si mortea e depradarOes .'
Jos de Moraes, nome execrando t Monstro
digno dos lempos de ero, do que de nos
sos das, acht-se nesta provincia a cum-
prir miss.lo do inferno, seus negros planos
I a se manifestaran) na provincia de Pernam-
buco, lias pessoas do lenle -corone! Ale-
jandro de Alhuquc.que Cavalcanti, de um
home n por nome Marcos e de um preto pa-
gem, pela maneira a mais infame e covar-
de. A lOdesle mez, a,1 parecen Jos deMo-
rass com mais cinco sujeitos todos armados
tu fazenda Salobre, com a farra de procu-
raren! escravos, damandam a casa do com-
mandanto superior Lourenrn Rezerra, pe-
d 1 inlo inquinres sobre uns escravos, e co-
mo este se achasse doente, apparece a por-
ta o seu sobnnho Alexandre, e mais um
lal Marros e o preto, pagem ; e depois de
innocentemente responderem s pergunlas
los assassinos, estes dispara m os bacamar-
les, e deitam a correr toda a brida : o in-
feliz leneiile-coronel Alexaudre succuinhio
logo, o pobre homem ji talvez ten lia mor-
rillo, assim como o pagem, que se achava
a morto
de urna pessoa tSo digna, e julgamos que
(Ora feliz u Sr. Loureneo liezerr* achar-se
doente; porque seria mais nina victima, o
talvez a designada nos negros planos des-
ta fera I porque deseja esse monstro aca-
bar com a familia do Sr. Loureneo bezerra?
porque o lera perseguido, e ha pai do Sr.
M .i'.mliii, a que ni este sacrilego vola odio
eterno. Consta mais que no lugar Muluog,
extremas das duas provincias foram assas-
sinadas duas pessoas por estas vndalos :
o que j> sabe se so serSo estas victimas as u-
niess !!
Cumpre, a bem da humanidade, que o go-
verno da l'ernsmbur c.npregue 01 uiems
de capturar este tigre, e seus satlites ; e
de iCCOrdo com o vica presidente dista pro.
mncela longos das sem dirigir palavra sua
lilil: esta, porin, soffria e callava, Julia sem
llovida ama va milito a sua EAfrosina; mas de
una ndole superficial esludava a filha smen-
te as apparenclas, stm nunca internar-se em
sua vidaintfna. De mais dlsso ferida d'uma
cnferinidadc lentamente moi lal,o*eucontinuo
padecer euibolava-lbc o senso moral, esse senso
que as mais pnssuem ein grao suiomo para pe-
netrar e lr no coracao de suas ti I Isas.
Km 1825 coutava Kufrosiua anuos. Nao
,1, i|uemava o uiuuu, uiaa veacs se mosirava
em publico, fra de casa nao linha amisade,
seno una. De Mantua, cidade que a vira nas-
ccivuao con lucia aenao alguos sitios e una
igreja; e esses sitios meamos craui aquelles
que ncavain a mel caniinho d'uma caaa de
educaeoqiie por voulade de seus pas IVequeu-
lava, e un jardiui onde assstia s lices de bo-
tnica, nico esludo permittido por scus pais,
e que simpatisavain com as incllnaces da me-
nina. A igreja.cra a da Senhora das Dores, on-
de enlrava todos os das a orar devotamente,
Umaenlido vago e no definido, um habito
de odiar pai a ocoe de nellc talvez procurar o
que nao encontrara na trra a chamavaiu apai-
tonadamenle i conleinplafo e ao estudo dos
astros; pelo que a astronoma e a botnica
eram as suas ocenpaces predilectas. F.ufro-
siua, obedecendo a Din secreto lasiincto, tl-
nlia-ae apaaentsdo com aquillo que nielhor a
assciiielhava na ierra, e como que a represen-
lava a devia talve/. aeollicr no co,quera di-
icr; as flores e as estrellas. Descobria ocul-
a yinpathlas cr.rc esta: c aquellas, c ua- ;c
gundasdisa inultas vetes que cratu as llores do
llfinamenlo.
ff (CasMiauar -**.)



vmcit, empregue as mais acertadas medi-
il.is. Permitla-nos o Kxm. vice-presidenle,
que digamos que, comquanto louvemos
com toda a effuiaotie nossa alma, a sollici-
tude que lem mostrado, fszenrfo marchar
40 pracas para Quebrangulo, e dahi um des-
tacamento para Palmeira, V. Exc, nflo cor-
ta o mal pela raz; porque, lia autoridades
anda conniventes em quo JosdeMoraes
assole a provincia, como um ten en te-coro-
riel de Quebrangulo, e em Palmeira, trra
que brotou este monstro, existen) prenles
cumplices que se acham feitos subdelega-
dos etc. Portanto, V. Exc.dcvera langar as
visus para estas autoridades, de tccrdo
com o Sr. chefe de polica darem a demls-
sio de cumplices que Toram outr'ora dos
81 issisinatos !!,.
j i. ==.-
Correspondencias.
Srs. redacloris.fepois de ter eu sssig-
nado em acto de cmara um attestado, nflo
em favordo delegado deste termo, o Rvd.
padre mestre Joaqun) Pinto de Campos,
mas em obsequio da verdade e dajustiga,
li do Conciliador n. 18 dona trechos relati-
vos ao mesmo, contendo, um o objecto do
dito attestado,eoutro, constituiido-o man-
dante ou connivente na morte do infeliz ca-
pitfloSimeflo Ferreira Leile Cardeal, trechos
estes que me deixaram compenetrado de
bstanlo sorpresa por ver a notavel difTe-
renga com quesflo desfigurados os aconte-
cimcntos desta villa. Do primeiro eu ja fal-
li'i em o referido attestado, fazendo ver quo
aiiuelle delegado tflolonge esleve de passar
aqu sedlas falsas, que mui pelo contrario
as prohibi, protestando fazer pesar sobro
os introductores todo o imperio da lei : do
segundo posso asseverar pela narragflo de
pessoas probas, desinleressadas, oque as-
sistiram a cssa luctuosa catstrofe, que s
o mesmo capitfloconcorreu para a sua mor-
te, i'vadindo-se do meio da tropa, que 0 con-
duzia preso para a capital. A' vista deste
testeinunho que nSo pode ser suspeito por
emanar de pessoas, que iam conjuntamen-
te presas com Bquellecapitflo, como so po-
der dizer com verdade que o delegado teve
parte em sua morte?
Sr. redactor, nflo sou amigo intimo do de-
legado, que Ihe queira prestar este obse-
quio ; nOo sou lisongeiro, ou adulador, que
pretenda delle alguma merc, mais sou a-
migo da verdade, a transcrevo voluntaria-
mente tal, qual mecontaram cono cima
disse.
Digne- c, portanto, inserir em sua mu'
digna folha esta minha pequea, mas verda-
deira cxpo.Hic.no, com o que mui obrigar ao
seu muitd respeitauor. Recife, 21 de agos-
to de 1850. Padre, Jos Theudoro Cordeiro.
( Estavam reconhecidos a leitra o
nal. )
osig-
Srs. redactoret. -Nflo hesem muilo emba-
raQo quevou oceupar a allengflo publica,
tanto mais por ser com um objecto oIToiisi-
vo de minha honra.
Monten), ao sabir de minha ultima aula
do quarto anno, communicou-me um ami-
go que, peloftecifese tinha propalado ha-
ver eu passado nao sei que quantia em no-
las falsas ; e que neste seotido appare-
oeria una correspondencia do um annunci-
ante.
Apezar de ferir-me tflo profundamente
em minha susceptibilidade urna lal calum-
nia, eu n.lo pude deixar de rir-me da enor-
midade da imputagflo : eslava bem certo
de queesse espirituoso invento de tneus ini-
migos nao seria acreditado pelas pessoas
queme conhecem ; eaua poderia apresen-
tur aos que me nflo conheccm, como salva-
guarda de minha repotaeflo, decisflo dn
respeiUvel tribunal do jury a quem ira pe
dir garantas contra roeus detractores. Nes-
te pensamento, espera va o talsymbolo* da
petulancia e desfagamento de ilgucm, com
acalma e tranquilhdade que caractorisam
a todo que repousa sobre a consciencia de
seu procedimentoillibado. Mas oeste mo-
mento aoube que assoalbavam por alli, e
nesta cidade ter alguem dado 50,000 rs pa-
ra que nao sahlsse alai correspondencia.
Confesso, que esta ultima estrategia pros-
trou-me ; toda luz ae ostenta uelTa o de-
sejo de remover toda a [ossibilidadedede-
l'esa, contra urna calumnia tiio maligna-
mente posta em circulagflo.
Nesta contingencia, rogo a Vv. Ss. quo
permittam que seu acreditado jornal seja
vehiculo de meu desafio a esse ou a esses
infames aleivosos, para que revelen) pelas
folhaa desta provincia este ou mitro qual-
quer facto de minba vida, que me possa de-
sairar ;sob pena do mais bem definido
despreso por essea cobardes inimigos, qu_
fazem proGssfio do mais revollanto meio de
viugsnga.
Cumprc, porem, que a despeilo de meu
espirito de classe, declare que os meus vni-
inin.igos, de quem poderia partir urna
tilo filis tspiiituosidade sflo alguns dos auto-
res de escriplos publicados nos peridicos
de Ulinda, e principalmente no lbum, de
cuja condemnacio Iliteraria temem que se
oceupe aZoilo, peridico deque meattri-
bueni uma paite da redscgflo. Mo sei que
analoga lem o Zoilo coaamigo, massuppos-
to que msistam eir alliinar que existe algu-
ma relacSo entro mim etal peridico j nflo
posso deixar de ronfessar-me admirado da
feliz Hiimco da lgica, que procurando des-
conccituar-me, prora com oda a evidencia
a oriainalidade e sublimulml de ):,<< na.
criptos.
Adeos, Srs. redactores, sem duvida anda
liei de incummuda-los para repellir por
meio de seu jornal outras tspitiluosidadei
nBo menos ndicnlas, e que espero impvi-
damente. -
Ulinda, 27 de agosto de 1850.-7 onymo
Macario Kigueira de Mello.
M
bitraris : he a uniflo fisica e moral d'um s
iiomem.com uma s mlber, que unindo-
sc, completam-s" um ao ouro ; e todo a-
iiuolte que alienta contra o matrimonio ,
contra a sua unidade e santidade, rebel-
la-se loucamente contra o creador, produz
dosordans e males innumeraveis
N.lo faltam livrosesujeitos, que rspalhem
alijectas o licenciosas doulrinas destruidoras
ilo lago conjugal ; e taes espiritos deprava-
dos parecen) querer reduzir o homem ao ni-
vel do bruto, e anda a baixo ; porque em
militas especies do animaos j so descobre
uma sombra d'aquilloque, elevando-se,vem
a ser a ssnta uniflo, de que depende-a per-
petuidade do genero humano. Fizei pois,
por n.lo terdes de aue corar, quando ve Irs
a pomba fiel e pdica, e n.lo degradis o
sagrado carcter impresso em vossa fronte
pelo dedo de lieos.
Entre marido e mullier, os direitos silo
iguaes.e s diversos os postos e as foneges.
A mullier nSo he serva do homem, o menos
sua escrava ; he sim, sua compsnheira sua
coadjutora,carne da sua carne, osso dos seus
bssos.Quanto mais cresce em um povo o sen-
tmenlo moral, mais augmenta a mulher
om decoro e liberdade, liberdade, que nflo
quer dizer i'sengflo di ordem o dos deven s,
senflo de toda a independencia servil. 0'
marido, tu deves tua mulher rospeito, -
mor e prolecgflo. 0' mulheres, vsdeveis
aos vossos consortes amor, deferencia e res-
peito. Dos, dsndo-llies a forg, impoz-
l''s mais graves fadigas; e dando-vos as
gragas, a amablidade, a ternura, tornnu- vos
aptas para aligeirar des a carga, e tornar-
les a inesma fadigauma fonto inexmrivel
de puros e santos prazeres.
Quando a vossa mo Ihe enchuga o snor
do rosto, acaso Ihe nfloesqueccm nese ins-
tante os seus trabamos? Quando tem a al-
ma triste, o ooracflo assoberbado de cuida-
dos, uma pilevra vossa, um vossoolharde
ternura nflo rcsliuem a calma ao sen espi-
rito, e o sorriso aos sens labios :' 0 lio nem
solitario he uma cana, d'onde os vento*
nflo sacam, senflo sibillos lamenlaveis. Para
vos a natureza lio oheia d'ensinos : abr os
olhos, e as mais fracas creaturas instruir-
vos-hflo. Quando as ondas batidas dos ven-
tos do invern esfuman), o rugem, o pobre
passarinho do mar coi) sua companheira
refugiados no cncavo d'um rochedoenn-
chegam-se um ao ou'ro,guardam-se e aque-
cem-so reciprocamente. Minias tempesta
desla na vida : tomai exemplo do passari-
nho do mar, e nflo temeris nem os ventos
agudos, nem as ondas sublevadas.
M i o liin .lo matrimonio uflo he s tor-
nar a vida mais doco e mais fcil : o prima-
rio, he perpetuar com a reprojugflo dos in-
dividuos a grande familia humana. Pas,
milis, qual de vos saber exprimir a in ITa-
vel alegra, que experimentastes a primej-
ra vez, queapertanlo ao seio o primairo
fructo do vosso amor, como que nelle vos
seulistes renascer ? Notos deveres vem nes-
se momento ajunlar-se aos primitivos des-
tinados a estreilar os lagos entre marido e
mullier. Alias o quo seria das fracas creatu-
ras, ,i|iie dclles recebessem a existencia ? A
nifli deve-llies o leile, os assiduos cuidados,
o incausavel sacrificio, de que depende a
sua conservagSo nos primeirosannos. O pai
com a ternura e a vigilante prnlegilo deve-
lliosopao e o vestuario, prever a In lanas
suas precis-s, al que elles possa ni Ira ba-
Ihar e viver por si.
(Jomo, porm, cuidar elle nessas obriga-
gOas se se entrega ao ocio, ou milharata
na gula, e nos prazeres lodo o fructo do seu
11 ab.liiu ? Quem por habito ou por paixflo
deixa-se arrastrar de taes desordena nflo he
porventura assassinodos seus? Sabes tu o
que bebes no copo, que treme em tu i inflo
ombriegada, sabes o que sacrificas i surte
dos dados, ou das cuitas? Sflo as lagrimas ,
o sangue, a vida de la inuliier, e de leus
innocentes lilhinlios. Ksquecem-se os ani-
maos do si mesmos para cuidar someule
da suj prdle : e querereis s;r mais brutos,
quo os proprios brutos ?
Quando vossos filhos tiverem recebdo o
sustento do corpo, nflo creais que haveis
preenchido todos os deveres para com elles.
Vos sois olirgados a fazo-Ios homens; e o
quo he o homem, senflo um ente moral e
inlelligente ? Apien Iam, pois, de vos a dis-
cernir o bem do mal, a armar e cumprir o
primeiro, a fugir do segundo e detesta-lo.
Keprehendei-lhes as fallas ; mas som cole-
ra, nem brutal violencia, senflo com firme-
za tranquilla ealTectuosa Por vossos cui-
dados nflo encontrem, senflo-amarguras no
caminho do vicio. Desda primeira idade
cullivai e desenvolvei nelles os elevados
senlimentos daYiossa natureza, em os quaes
se funda a exislenfilat social*}, as i leas de
justiga o de ordem, a compaixflo, a canda-
do. A inslrucgflo dada sobre os joelhos do
uma mi, e as ligos que partem dos labios
de um pai, contundidas com as doces e mie-
dosas memorias do lar domestico, nunca
( o
--------------. mS
mua com o forro? 0 boi ao menos, vol-
tando do trabalho est seguro de achar ra-
ri e ledo : e tu, pobre povo, tmis acato
essa certeza, tu, que vives da a dia do teu
precario jornal?
Deveis, pois, aos vossos filhos a instruc-
eflo, assiin como Mies deveis o pflo, tanto o
alimento do espirito, como o do corpo Ver-
dade he que a muitns de rus nflo ser fcil
satisfazer esse encargo; porque, limitados
is jnecessidtde materiaes, aponas podis ter
oitro penlniento ; e ilemas, nflo falta
quem deseje, que nflo saiais da ignefrancia,
para que permanogais na escravidflo. Mas.
lie do vosso dever o fazerdes quanto vos for
possivol : que para urna vonlade firme pou
os obstculos sflo insuperaveis ; e grande
ulficacia tem a consciencia do dever.
Pais a mais, he lieos que vos impe esses
leveres para com os vossos filhos. Evos, i-
llnis, apren lei quaes sejam os vossos deve-
res para com aquellos, que vos deram o sers
pois que s obs^rvando-os he que podis
ser felizes. Ilonrai eamai a vosso pai, que
ros transmiltio a vida, a vossa m8, que vos
nutri no seu seio. Ol.' mald icio be aquel-
lo que despreza o lago de amor ede respei-
lo eslahelecido pelo mcSODO Dos entre el-
lo o os individuos, de quem recebera vi-
da / Que cuidados nflo destosa vossos pro-
genitores Estes sempre atteniam para as
vossas precisos de toda a especie, eafadi-
gam-se por satisfaz^ las. De dia trabalham
para vos, e aioda i noite, emquanto repou-
iiis, muitas vezes vejlam para amanhfla nflo
se verem forgados a-respon ler-vos, quando
pedirdes pflo Esperai; porque o nflo
lemos.
i. Continuar-t-ku.)
Keparlicao da polica.
PAUTE D DIA 28 Y)E ACOST DE 185.
Frtram presos : ordem do delgalo, o
Portuguez Joaquim Peroira da Silva, para
averiguages policiaes: e ordem do sub-
'iHlogadu da freguezia de S.-Frei-Pelro^
Gongalves do Itecifa, os Inglezes Thomaz
Co'loii o Wilia o, requisigfl.) do respectivo
emisiil ; o James Enez, porseoppra uma
prisco que sa i i elTectuar.
COivIMERCIO.
ALFANDECA.
Itendimentododia 28 .17:357,589
leicarngu,n koje 39 de agosto.
Ilrigue Tolof mercaduras.
Brigue Slren bacalho.
Brigue Amanda mercadorias.
CONSULADO CEItAL.
Rendimento do dia 98..... 979,899
Diversas provincias...... 4,081
meros, ambos contados de conformidsde
com o artigo 10 do regulamenlo das arre-
mjBlsgOea.
3.* A importancia do prego da arrnma-
lugflo ser dividida em-quatro prestages de
igual valor, as quaes serflo pagas ao arre-
matante segundo dispe o artigo 15 do re-
gulamenlo cima mencionado; a 1 depois
lefeita a terga parte das obras; a 2." de-
pois de se scharem concluidos dous tergos;
3. depois do recebimento provisorio, ea
ultima depois da entrega definitiva.
4.a O prazo do responsabilidadesor de
um anno pelas obras de trra, e de tres to-
nos pelas de pedreiro.
e 5.a Para tudo o que nflo est determi-
mintdo as presantes clausulas, seguir-se-
hflo as prescripges do regulaffento de 11
dejuuhode 1843. Itecife, 22 de tbril de
1850. H. i. Milil. Conforme. 0 se-
cretario. Antonio l'erreira d'Annunciacio.
O lllni. Sr. inspector di thesouraria de
ftzeodt provincial, em cumprimento d'or-
lem do Exm. Sr. presidente da provincia de
26 do correle, man Ja por a eoncurso o lu-
gar vsgo de segundo escripturario da pri-
meira secgflo de contas da mesma thesou-
raria, o qual lera lugar no dia 28 de setem-
bro prximo futuro, devendo os pretenden-
tes serem examinados nos principios de
grammttict nacional, arilhmetica, ni Iheo-
ria e pratioa de escripturagflo e calculo
mercantil.
E. para que chage ao condec meoto dos
interessados, se mandou afllx^r o presente
e publicar pelo Mario,
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de l'aniamiueo,27 de agosto de 1850.
O secretario, Antonio Ferreira u"Annun-
ciacio.
Pela inspectora da alfandega se faz pu-
blico, que no da 29 do correle, depois do
melo-dia, o na port da mesma, se nflo de
arrematar em hasta publica 3 canas com
quatro mil e quinhernas bias, por factura
uma caixa 66,660 rs. tolal 199,980, impug-
nadas pelo foiior e conferenle Pedro Gau-
dianode Itatise Silva.no despacho por fac-
tura sb n. 444 d 28 do corrente ; sendo
dita arrematagflo sujeita a direitos.
Alfandega de Pernambuco, 28 de agosto
de 1850. O inspector interino, Benlo os
Fernanda Uarrot.
rtetny, dito dito, Itaymundo Jos de A-
nujo.
Zeohildo, conde de Bussiores, Silvestre
F. Mein.
Appiani, Antonio Maximlsno da Costa.
Um medio, Antonio Duarte Colmbra.
Coilherme, criado de Sophia, Joaquim Jo-
s Pereira.
Berlinguet, Crosmenu [ camponezes ),
Pedro B de Santa R,oza, Antonio da Cunha.
Um magistrado, Sebastiflo Arruda de Mi-
randa.
Um en feral i io, Jos Frinoisco Montelro.
Um criido, Joaquim Jos Pereira.
Sophia, condesas de Bussires, Emilia M.
Valengi.
Cathirini, Rila Tsvares da Gama.
Mara Joanna, Joanna Januaria.
Margarida, Mara Soledade do Sacra-
mento.
Carlota, criada de Sophia, N. N.
Convidados, camponezes, criados e tol-
dados.
Terminar o espectculo com a graciosa
comedia om um acto
0INCI.EZ MACIIINISTA.
Comegar s 8 horas.
Os bilhetes acham-se venda no lugar do
cos u me.
Avisos martimos.
Decluracoes.
983,980
EXPORTACAO.
Despacho martimo no dia 91
Rio-Grande do Sul, brigue brasileiro Ma-
gano : coiiduz o seguinle : 4,000 telbas e
C.200 lijlos do al venai ia fcrossa.
RECEUEDORIA DE RENDAS CERAES
INTERNAS.
nii,lmenlo Jo Oim no i>r. an
CONSULADO PKOVINCIAL.
Rendlmento do da 28 .... 1:017,292
viovirneuio do Porlo.
mais se riscaoi do coragfio.
vakii<:dv!>i
A SOCIDADE DOMESTICA.
He a familia o primitivo elemento da so-
ciedad?, esuas relages derivam da mesma
natureza. Um ente incapaz de reproducir-
se, he imperfeito; e perfcigflo do homem be
a mulher: uma chama, e suppe o outro :
nflo frmain em dous corpos, senflo a mes-
ana unidade : e os filhos, que dclles procer
cooitnum ; nesles revi vem, e pelas geragff
suocessivas so perpetuam infinitameiite. 0
ji.aliiinunio pois nflo be UfUt instituigSa ar-
Nflo IKes deis, po m, a entender, que os
discursos sflo ludo; quando estes som o
rxemplo nada valeni. Sejam, pois, quaes
li'irein os vossos conselhose exhortag.'s.lu-
lo Picar rslerf se Ibes nflo correspondS-
rem as obras. Vossos filhos serflo virtuosos,
ou perversos, segundo vos mesmos fordes
perversos ou virtuosos. Como queris que
clips sejam probos, compadecidos, huma-
nos, so fallis probidade, se nflo tendes
enlranhasde piedadepara com o vosso pr-
ximo ? Como Ibes reprovareis os grussei-
i ".i ujpi:llLe>, m- t-iii-3 vu> esi.io uusc l.lluu
e vendo atascado na Intompernnca ? Como
conservarlo a nativa innocencia, se dianto
delles nflo temis oil'ender o pudor com ac-
ges indecentes, ou com lurpiloquios Vos
sois o exemplar vivo, pelo qual tem de mo-
delar-seo seuylocn natural; de vos depen-
de faz-los lioim'iis ou brutos.
Attendei bem ao que vos passo a dizer.
Todos nascemos na ignorancia, e um dos
tfleito desta he oavillamenlo e a miseria.
Quem nada sabe o que he, e o que poder
vir a ser no mundo ? Para quo serve um ho-
mem desles ? Apenas lem dous bracos, ins-
trumentos materiaes, em parte infructuo-
sos ; porque a frga physica nflo lem valor
senflo oniiiiianto dirigida pela inlelligeucia.
ii ignoianle he, pois, pouco mais do que
una machina as mos d'aquellcs que t
aniprognm para seu inlerese pessoal. E
queris que vossos (ilhos liquem reduzidos
j tflo lastimosa condigno? yuerereis, que,
jVmi/o entrado no dia 28
Parahiba 3 das, hiate nacional E'padar-
le, de 27 1/2 toneladas, mestre Victorino
Jus Pereira, equipasen) 4, carga loros
de mangue; t Vital & Cornpanhia. Pas-
sageirus, os Brasileiros Manuel Jos de
Paiva, Joaquim GongalvesMedeirose u na
escrava a entregar.
r/aviot eahidos no mesmo dia.
Santos pelo Ast Brlgue-escuna Olinda,
mestre Manoel Marciano Fereir, em las-
tro. Passageiro, o brasileiro Joao da Sil-
va l.oiiniro.
Portos do sul -- Paquele de vapor Impera-
dor, com Hndanle o priinoiru-leiienle Ig-
nacio Eugenio Tavares. Alm dos psssa-
geros que trouxe dos portos do norte pa-
ra os do sul leva a seu borlo : ptra Mt-
cei, Joflo llenrique Piulo Noblil: para t
Haba, o I>". Joflo de Souza Res com sut
familia, o desembargador Joaquim Tei-
xeira Peitolo Abren Lima com I escravo,
F. Duprat, o alferes Joaquim Jos de Ma-
galhflese D. Francisca Umbelina Dantas :
para o Rio-dr-Jaiieiro, Jos Candido de
Barros com 'criaJo, e 14recru|as
Otsirvaets,
A barca ingleza t)ement,\\ da de Port-
Filippe seguio (fseu destino pira Londres.
A ha rea a meriea na lioanuke, que veio do
Faial ciu preparos de pesca de baleia, foz-
sc boje de vela.
0 vapor inglez ^u/coi--ea1>1t!lo F. Par-
ker, que veiu de l.ondreafptra a California,
seguio o seu destino.
ca-
eafp
^OlTAli.S.
lem, nflo sflo nt rcalidide, senflo um pro- _
longanienlu, uma continuagflo do seu ser, decahidos para sempru da humana diginda-
j*, vogetem em um co trabalho, e quasi
infructfero, seinelhtnles io boi, que abre o
sulco para seu senhor, que o guia e o esli-
-Olllm.Sr. inspector da thesouraria ds
fszenda provincial, em cumprimento da or-
dem do Exm. Sr. presdante da provincia de
8 do corrente, manda fazer publico, que nos
dias 27, 28 e 2! do mesmo mez, ir prsca,
peranle o tribunal administrativo da us-
quen) por menos fizer, a obra do stimo lan-
go da estrada do sul. avahada em lit
15:645,256, e sb as clausulas especiaes
abaixo declaradas.
As pessoas que so propozerem a esta ar-
rematagflo coinparegaaa na sala das sesses
do mesmo tribunal, nos dias cima men-
cionado.-., pelo mejo-dia, competentemente
habilitadas, na forma do artigo 24 do regu-
lamenlo de 7 de uiaio do corrente anno.
E, pira constar, ae mandou allixar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da thetouraria dt fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 9 de tgotlo de 1850.
O secretario, .Ihomio Ferreira d'Annun-
clocio.
i Clausulas especiaes da arrematado.
a I.' As obras ao stimo lauco da estrada
com a planta, orgainento, risco e perfil para
ose BrgmimUbt o rpprVSiXes peio
Exm. presidente, teodo ts ditas obras ava-
lladas em 15:645,258 rs.
2.a As obras principiarflo no prazo de
um mez, e serflo concluidas no de quinze
-- De ordem S. Exc. o Sr. presidente da
provincia, o Sr. director faz saben quem
convier, que tendo vaga loa cadeira de pri-
meiras letras do sexo msseolino de Fra-
le-Portas, por juhilagflo do seu proprieta-
r|" i o substituto as cadeiras de primei-
ras lefrae desta cidade, a quem competa o
provimento, em viitude doart. 9cap. 1 da
lei provincial n. 43 de lode junhode 1837,
havendo renunciado esse seu direito, est
posta concursos dita oadeira, cora o pra-
zo de 60 dias, marrados do dis 29 do cor-
rente.
Secretaria do lyceu, 28 de agosto de 1850.
anuario Alixandrinodn Silva Rabillo Ca-
neca, professor de dezenho e secretario .
O lllm. Sr. director das obras publicas,
em cumprimento da ordem do lllm. e Exm.
Sr. presidente da provincia de 21 do cor-
rontwj- mmnJa tm ce. w U l> 111 tf ifuo, ocrNo ron-
didasa quem mais oflerecer, as antigs gra-
des de Trro da ponte do Ros-Vista assim
como, uma porgilo de ferros velbos exis-
tentes nos armtzens da mesma.-As pessoas
que pretenderem a compra dossupra men-
cionados objeclos, comparectm ni tilla di
reptrtigflo das obras publicas, no dia 2 de
setembro pelo meio dia. E para constar, se
miudou publictr o presente pelo Diario.
Secretaria das obras publicas, 22 do sgntto
de 1850. O secretario, hnquim Francis-
co de Mello Sanios
Pela segunda secgflo do consolido pro-
vincial annuncia-se aos devedores do im-
posto de 20 por cento sobre o consamo d't-
go'ardente, que o mesmo se ach a cobrar,
sobre i bise de 400 rs. por cinada, ni for-
ma di decisflo do Exm. presidente di pro-
vincia ao recurso que liavia a seaielhaule
respeito.
JI'I/.O DOS FEITOS DA FAZENDA.
No dia 30 do corrente, porta do Illa
Sr. Dr. jui de diroitoedos feitos da fazen-
da, s 4 horas da larde, vflo praca, ifim
de serem arrematados, ns forma da lei, os
bens abaixo declarados, penhorados por
execuees da fazenda nacional, i diversos
devedores, i saber : 33 candieiros de latflo,
penhorados a Joflo Eduardo Chardon, ava-
hados por 69,50 rs.; diversos movis, pe-
nhondos i Caelano de Asss Campos, ava-
hados por 25,610 ; as ren las de um sobrado
na ra do Livramenlo, periboradas aos her-
deiros de Jos Mauricio de Oliveira Msciel,
e avahadas em 250,000 ; differenles objec-
los pertencentet loja de chi rulos, penho-
rados a Joflo Pereira de S Vianna, e ava-
hados em 9,500; e 96 litros em brinco, 4
Ciixtj com vldros para vidngas e mtls al-
guns objeclos, penhorados t l.uiz Puget &
Cornpanhia, e avahados em 50,090. Os pre-
lendentes dirijam-se ao porleiro do juizo,
para melhormcnte serem informados.
O arsenal de guerra lem de comprar
azeitede carrapalo, dito de coco, velas de
carnauba, lio do algodflp e pavios : quem
ditos gneros se propozer a fornecer, baja
de comparecer at o dia 29 do corrente mez,
trazndo sua proposta em cirtt fechtdi.
Para o Acarac e Cear aegue com bre-
vidade, por ter parto da carga prompta, o
patacho Santa--Cruz : para o [esto o passt-
geiros trata se ao lado do Corpo-Santo, to-
ja de massamrs, n. 25, ou com o capitSo
Joaquim Pereira.
Segu viagem, em poucos dias, pan o
Rio-Grtnde do sul o brigue nacional Maga-
no, novo e de superior marcha : recebe car-
ga a frele rasoayol, e tem isseiidoscommo-
dospara oissageiros : triti-se com o con-
signatario, Leopoldo Jos dt -Costa Araujo,
na mi dt Modi, n. 7.
Vende-so o brigue nacional denomina-
do Amorim, de lote de 196 toneladas, de
boa conslrugflo, forrado de cobre.com todos
os seus perlences, e prompto s navegar ptra
qutlquer parle : quem o pretender, o poda-
ra mandar examinar a bordo, fundea lo de-
fronte do Pisseio-Publico, e pira ijustar
com Amorim Irmfios, ra dt Ctdel, n. 39.
A bordo do mesmo brigue ha um excedien-
te escravo cozinbeiro, de oome Vctor, quo
ttoibem se vendo, e sonde pode ser visto.
Para o Cetra, segu tt 31 do corrente
i escuns nacional Emilia, de que he capi-
tSo e pratico, Antonio Silvein Mtciel Jnior,
coma carga que at essa, dala tiver a seu
bordo : quem ni mesma pretender cirregar
ou ir de passagem, entenda-se com Joflo
Cirios Augusto di Silva, na ra di Cruz,
armtzem n. 13, ouon o capitflo a bordo.
Frela-se para os portes de Inglaterra
ou Mediterrneo u brigue inglez Avon, i*
primeira classe e do lote de 181 lonelladti
trtta-se com os consignatarios Rozas Braj
&C
Vende-se umt btrctgt nova, construi-
da em um estaleiro particular, em C'ururi-
pe : os urelendentes dirijam-se ao Forte~de>-
Mattos, onde se ach fundetdi, ou ni rila
do Codoini7. liberna ii ui
-- Para Babia sabe em poucos das 0 nem
coniiecido lualo San-oao : para carga e pas-
sageiros, trala-se no Forte-do-Matls, com
Antonio Jos Fernandes de Csrvalbo.
LeiiSo.
D. W. Baynou, cirurgiflo dentiaU, den-
tista, ten lo de retirar-s brevemente para
fura da provincia, far leilflo, por lulervea-
gfio do corretor Oliveira, de luda a mobi-
lia do aua casa, consistiudo em mesa de
meio de asa, sopha, bancas de jogo, cadei-
ras usuioi, dits de haltngo, ditas de bra-
gos, aparadores, mtrquezas, mesa de jan-
lar, quadroa, jelusias, loucadores, mesas
de dilTerentes tamaitos, um sellim, um
silho, lougas. vidros, objecto de cozmha,
relogio de ouro, dous paret de brincos de
diamint"s, e muitosoutros objeclos uteis :
sexla-feira, 30 do corrente, s 10 hora* da
manha.ni rui do Trtpicbe-Novo, n. 14,
nos torceiro e qutrlo tndtres.
Thcatro de S. Isabel.
16 a RECITA DA ASSIGNATURA.
Sabkado, 31 de agosto di 1850.
Depois ds execugflo de uma das mtit agr
diveis ouverturts, ibrir-se-ht i scent pira
a rep.resenltgflo do drama em sinco icios
seis quadros, original francez,
MARA JOANNA, MULHER DO POVO,
A pobre udi.
TraducgSodo artista drtmatico Germino
Francisco (!'Oliveira.
Dcnominacio dos actos.
' l.'jOs dous estamentos.
2 O roubo e o engeitado.
3 Ella es'a louca !
4.* A do-tda com juizo.
5.* O medico desmaacarado.
Dislribuicao do drama,
BertmnaVoTicitl dn ctreiuteiro, Certat-
n i Fiinciscu de Oliveira.
Avisos diversos.
- J~-"t- ..... lili. I
Alugt-ae i ciss ds ra do Mondego, n
56, com quatro grandes salas, cinco qutr-
tos grandes, sendo estes com jinellis, um
solflo com os mesmos quartos ejanrllts o
quatrosiles, umi grande cozinht fra com
tres janellas e uma porta, dous fogosa, sen
do u ni delles de ferro de duis chapase o
outro d pedrs e esl, tres fornoe, sendo um
delles de ferro e os dous de pedrs e cal com
porttt de ferro, (rinde quintal murado com
llores, larangeiras, pinheiras, flgueiras, ro-
mepas, bananoiias e cinelleiri, quarto pa-
ra foitpr, Uto para pretos, eilribirit pira
Iros civtllos, um g'inde gilinheiro de po-
dra e cal, lat i na de aboboda e cacihiba com
boi igoi : quem o pretender, Uirija-se a
mesma casa, que achara com quem tratar.
-- Quem precisar de urna criada portugue-
za, prximamente chegidi, com idade de
10 anuos, prooria pira- roger unta cssa de
homem viuvffou do pouca familia, dirija-se
ra da Cldeia de Saolo-Antoulo, n. 91,
secundo indar.
--Precia#>-tei jm caixeiro pira tomar
coola de uma venda, e que d fiador tua
conducta : no largo da Ribeira de San-Jos,
n. 3.
Precfsi-se de um rspsz portuguez, de
14 t 16 innos pouco mais eumenos, para
caixeiro lo uma casa d negocio de fazen-
das e molhados om Rio-Fornioso, eque d
fiadora sua conducta : quem estivernrtlts
circunstancias, dirija-se ao largo do I
ment, n 20, a tratar com Joaquim Corris
de Rezendu Hego.
Precist-sedo um pequene que tenht
ou nflo prtiiei de bolica: na pragA da Boi-
Vista, o 32.
Aluga-se um armazem proprio' pan
qualquer eslabelecimenio, na ra do En-
cantamento : a tratar na rut da Cadeil do
Recife, n.3, botict
Precisa-se alugar uma casa de dous sn-
Jares em sigums dss prir.cipiss r Jo
hairro do Recife, preforindo-se a da Cruz,
arrenda-se toda a essa altos e baisos, eon-
vindo ao propietario, e tliinga-s a boa
consorvago o zelo no predio: quera tiver
tnouucie.


-Pedc-se to Sr. Joo Evangelista liste-
ve Alte, moralorm eidadefdeMaoei, o
favor de mandar pagar ao abaixo assigna-
do, na eidade de Pernambuco, na ra do
Crespo n. 44, terceiro andar, a quanlia de
101,500 rs., que tocou-lbe em sua divida
le 406,000 ra., deacriot no inventario de
sui finada sogra D. Joaquina Francisca de
Araojo, por sen filho (a seu primo ), inven-
tirianleo bacharel Manoel Ferreira da Sil-
va, lato no praio de 30 das, contados de bo-
je 99 do corrate mez de agosto de 1850; e
ae aaaim o nSo fizer o abaixo asaignado usa-
r dos meios, que Ibe sSo concedidos por
lai. Caetano Pinto d$ Feras.
Quem tiver uma tipoia em bom oslado
e a quizer vender, dirija-se ra da Praia,
venda n. 1, ou annuncie.
O Zoilo.
Sabio a luz o aegundo numero deate pe-
ridico, e acha-se venda noa lugares do
costme.
Quem precisar do um caixeiro brasi-
leo de 17 annos para venda, padaria ou
armazom de cera, procure-o na ra Direi-
ta, n. 100.
JoSo de Souza Moreira e Joaquina Soa-
res Barboaa, subditos porluguezes, retiram-
ae para a colonia de Mossamodes.
Precisa-ae comprar 3 ou pares de
dragonas para soldado de cavallaria de
guardas nacionaes : quem tiver annuncie,
ou dirija-aei ra da Cruz, n. 8, das 9 boras
as 5 da tarde.
mtmwmmvwmmmm vnmwmmttm
llomoeopathia.
Na Babia escreve o I)r. Mello Moraes
um jornal hooioeopathico intitulado
(MEDICO D l'OV, no qual se dcsenvol-
vcm as qucstflcs da medicina homooo-
jpathica, e ae dfio preceilos praticos pa-
ira o curativo das enfcrmi Jadea.
No consultorio central liomoappattii-i
cede l'ernambuco, ra do Trapiche-E
Novo, n. 15, recebem-se assignaturasj
Apara este jornal, a 9,000 rs. por tri X
jf|Oie*lre. a>
* Mttmaw wwmmwwm*
No dia5do rriez de aetembro, s qua-
tro horas da tarde, nabora doBr l)r. juiz
dos orphos, na ra eslreita do Hozario,
irSo praca os bens seguidles, de renda an-
nual, pertedccnte's aoa menores, lilhoa de
JoSo Baplista llerbster, a saber : uma casa
terrea no Aterro-da-Bo-Vista com um sn-
bradiuho no fundo, avaliada por 550,000
rs.; urna dita com atirante, sita no lugar da
Capunga, com bafxa para capim, avaliada
por 400,000; e um sobrado de dous andares
esolSo, na ra Imperial, o qual tem quin-
tal murado, e no fundo uma casa terrea com
a frente para o mar, avahado por 240,000,
Na ra do Arago do bairro da Boa-
Vista, casa terrea n.' 33, confronte ao sobra-
do de dous andares, precisa-sede uma mu-
Iher para todo o servido interno o externo
de uma casa, em que a familia liedeSpen-
soas : paga-so bem : a tratar na mesma casa
O abaixo assignado nSo podendo dcs-
I edir-se pessoslmente de todas as pessas
ae Ibes fizeram o obzcquio vizitar pela es-
fiefsjtza doHempo de sua estada nesta eida-
de, ebrevidaJe de xua partida para a lia-
i.., ... ii-. o...i .,..; p. srattecers
eaws peasas, e pedir-Ibes desculp. pui
asa falta involuntaria, offerecendo-lhes o
pu pequeo presumo onde quer' que ae
a che.
Joneuim Ttixiira l'tixoto di Abreu i Lima.
llesapparereu no da 97 do correnle
um moleque de idade de 15 a 16 annos,
bem prelo, reforcado do corno, bem fallan-
te, coui um enlo da frente quebrado, le-
vou calca prela e camisa de riscado : quom
o pegar leve ao becco Largo, n. 15, que se-
r recompensado.
OTelegrapho.
On. 7deste peridico est mais que to-
dos iiitcrrssante, e aclia-se a venda nos lu-
gares do costume.
AinJa esta fgida, desde o dia 96 de
unho proximp passado, a escrava crioula,
de nome Mari, moca, altura regular, cor-
po leforcado, cadeiras grossas e um tanto
sabidas para fura, barca regular, beicosum
tanto grosaos, pos e mflos grossas; tem
marcas de bexlgas no rosto, peitos peque-
nos e cabidos, narrz grosso, olhos carnudos,
orcinas na parte do eo feile grossas e vira-
das um tanto para cima ; tem uma marca
de feridft de caustico do lado direito ou ea-
querdo das cosiellas para os vasios; fevou
vestido de chita prela, panno da Costa, e
uui Ltioleiio com unido e arroz que venda
no dia quefugio : esta prela suppoe-se ca-
tar occulta eia casa de alguem, ou em al-
gurn calug, o que se vai escrupulosamente
indagar pare se proceder contra quem a ti-
ver occulta : olferece-se urna boa recom-
pensa a quem della der noticia certa, e
gnarJa-se inleiro segredo, ou a pagar e le-
va-la i ra do llortas, n. 114, a Antonio Cal-
das da Silva.
O abuixo assignado faz ver ao Sr. ar-
icmatanto do imposto de agoas-ai denles e
espiritos de prodcelo Brasileira, que nSo
tem vendido a muito, aera contina a ven-
der taes gneros em sua taberna no Atiero
da Boa-Vista, n. 54, e para quo nlo se cha-
me ignorancia, Ihe faz ver que j nos
quarteis paseados nfio foi cbl ciado, por
queja tmha deixado de vender.
anoel Mafafm Fernanda.
r. Manoel Ferreira
da Cunha
antes de se retirar para fra do imperio, di-
rija-se i ra Nov,n 27, a pagar o que deve.
O abaixo assignado declara que drixou
de ser caixeiro do Sr. Antonio Francisco
s de Miranda desde o dia 26 do cor-
Ite, agradece ao mesmo Sr. o bom la-
la melo que lecebeu durahte o lempo que
ealtva em sua rasa.- hu Harlint de Catiro.
OOerece-se um rapaz pnrtugucz de 17
annos, para caixeiro de veod, do que tem
muita ortica: quem de seu preslimo se
quizer utilisar, dirija-se a Fra-de-Porlas,
padaria e relinaeSo.
A pesaos que levou 80,0,'0 rs. da ra lar-
ga do Rozarlo, n. 93, deixando Bear urna
crrante, 1 collar e 1 volla sem atacador
(ludo de filagran ) pesando 39 oitavas,
iino indo tirar da dala desle a 3 das, perde-
r todo o direito aos mesmos penhores,
Pede-se a quem locar haja de laucar
anas vistas aobre os guardas nacionaes, que
antes 'o ja irabslhavam, e aiuda
tinuam ca rondas.
Quem precisar de uma ama parda de
honscostumespara ama de casa de pouca
familia, ou de homem solteiro, dirija-a*)
ra da Boda, n. 39, loja que fica dentro do
becco. .
0(Terece-se uma crioula para todo o
servico, menos angommar: no Muado-No-
vo, n. 27.
-No Aterro-da-BsanVista, n. 80, preci-
sa-so de duas criadas para o servico Inter-
no de uma cas* de familia.
Precisa-so de um rapaz poxtuguez para
feitor de um engenho : na ru do Queima-
do, n. 6.
H. Brumn retira-se para o MaranhSo.
Na ra larga do Ilozario, n. 48, segun-
do andajvprecisa-se de uma ama forre pa-
ra cozintier.
Tendo ooonselho de administracBo do
hospital rogfmental da Soledade, a cargo do
primeiro balalho de cacadores de linha,
em cumprimento de oraem do Exm. Sr. mi-
rechai de campo, commandante das amas
desta provincia, de contratar, a quem por
menos llzer, a pintura de todo o referido
hospital, consistindo ella em portas, janel-
lase barras as paredes ; por liso convida-
se a quem con vier, que no dia 31 do cor-
rete, pelas 10 horas da manhSa, queira
comparecer oo mesmo eslabeleeimenlo pa-
ra o ajuste. Omesmoconselho tem de com-
prar para o dito hospital um relogio grande
le parede : quem o meamo liver e quizer
vender, por commodo prece, appareca as
referidas horas.
Ns occaslSo que se balanciava hontem
a laberna das Cinco-Pontas, n. 93, desap-
pareceu, della, ou na condcelo da taberna
casa n. 67 da mesma ra, um livru de
conlas correntes, pertencente a loja que foi
do finado Manoel Ferreira Dinia, cujo livro
alem do serencadernado, tem uma capa de
l.rim pardo liso j algum tanto estragada, <
ainda tem a maior parte das folhas em bran-
co; e como de maneira alguma possa in-
teressar outrem que ajjfioseja do casal do
finado Diniz, roga-se a quem o lenha em
seu poder de o mandar levar as Cinco-Pon-
tas, n. 67, ou 89, onde se dar por elle uma
graliiicacSo bastantemente generosa, ou
annuncie.Becife, 9-2 de agosto de 1850.
A pessoa que no Diario de sabbado an-
nuhciou estar no caso de ser caixeiro de
venda, haja de se dirigir ao largo da ribei-
ra de San-Jos, casa n. 3
Precisa-se alugaruma prela, que geja
boa quitandeira, twgando-se 19,000rs. men-
stes.- quem a tiver, dirija-se ra da As-
sumpeno, n. 16.
nao 500,000 rs. a premio de dous por
cento ao mez, sobre peahores de ouro : no
paleo do Carino, u. 3, loja, se dir quem da.
-- Precisa so de um homem para feitor de
um sitio e Irabalhar de enxada : na ruado
Collegio, n 3
No Aterro-dos-Afogados, cata terrea
n. 80, ensina-se primeiras letlris com to-
da a perfsicSo e desvelo : os chotes de fami-
lia que quizer.em confiar seus lillios, diri-
jam-se a referida casa, a qualquer hora do
dia, que encontrar com quem tratar, po-
dendo-se asseverar o maior esmero no
adiantamento dos meiiinus, eo maior des-
i oten sse no ajuste do estipendio, ou paga
No dia 24 do coi rente fui la rain do sitio da
estrada do Pombal, de Joaquim Fernaodes
de Azevedo, um ravallu alasfJo, carregador
Imlxo, bastante Taca, com uma esfoladura
orna outra no espinbaco, procurando a an-
ci. Este cavallo foi lirado da estribara cim
selime fieio inglez ainda em muito bom
estado, e islo pelas tres horas da larde por
um cabra que Irabalhava no mesmo sitio,
de nome Filippe, que representa ler 92 an-
nos de idade pouco mais ou menos, estatu-
ra regular,.bem fallante ; he bstanle a-rio
quamlo falla, est com um taino em um
dos i s ; levou caifa de algoduozlnho azul
com listras brancas, camisa do madapolilo e
chapeo de palha j velbo e grande. ste ca-
bra cosluma no dizer o lugar certo om qu
mora ; consta-nos que seguio para Santo-
Anlilo. Roga-se a todas as autoridades poli-
ciaes hajam de reparar e capturar osle la-
drSo liloaudaz, e qualquer pessoa que en-
contrar dito cavallo o levar ao mesmo si-
lio, nu na ra do Crespo, n. 10, a Manoel
Joaquim remandes de Azevedo, que ser
gratificada generosamente.
Aluga-se o primeiro andar
da casa ri. 46, da ra da Cadeia do
ttecile : a tratar na mesma ra, lo-
ja de femgens, n. 44-
I.uiz Jos (lias Brandflo subdito portu-
gut-z, relira-se para fra do imperio.
--JoSo Baplista da Silva subdito portu-
gue, rclira-ae para fra do imperio.
- Antonio Jos Ferreira Das GuimarSes,
subdilo porluguez, retira-se para fra do
imperio.
Jos da Silva Muniz retira-se para
Mossamedes.
--Jos Joaquim Alves, cidadSo Irasilein,
relira-se para forado imperio, levando sn
sua companbia uma sua mana do nome fu-
ria Joaquina do Espirito Sanio e uma sobri-
nba menor.
Joaquim Monleiroda Cruz embarca pa-
ra o Bio-de-Janeiro a sua escrava crioula de
nomo Vallcnlina.
Sexta reir, 30 do cerredle, porla do
Sr.juiz docivel, ua ra das Flores, se ti3o
de arrematar, por sera ultima praca, duas
casas terreas e um terreno sitas uo logar da
Magdalena, pendoladas aos htrdeiros de
Jos Concalves Casclo, por execuc5o de An-
tonio i>oni;aives pereira urna.
Antonio francisco Nogueira, Porlu-
guez, retira-se para fra do imperio.
Aluga-se uma escrava muito boa co-
zinheira, e que Uva e engomma : na ma do
Collegio, n. 95.
Relira-so para fra do imperio Fran-
cisco Antonio de Mesqita, l'ortuguez, le-
vando em sua cunipantiia sua mullier, 0
Joanna da CojceiySo Mesqita ; sua lilha
menor, Ideliua ; sua sogra, Francisca Mara
de S.-Anua ; seus cunha^B^Benuies, Ma-
riana e UoDiingos; e se a fiado, Joaquim
Coogalve Vieiia, l'urtugue. -'
Aluga-se o seguudo andar da casa n.
24 do Atero-da-Boa-Visla : a tratar no
mesmo Aterro, n 18, loja de fazendas.
UtaHuminhcu se do he eco o Capim
urna prancha de an.relio, fornida'ifcs duaa
cabeajas : quem della souber, queira a leva
a ra da ConceicOo do Recife, u. 69 : pro-
testa ae contra quem a liver recolbido r
comprado.
-Precisa-ae de. uma ama de leite : na
ra do nangej, u, 19, fabrica de cbarulos.
-- Preeiaa-se tirar uma certdSo de bap-
'.T
tlsmo nafreguezia d S.int'Ama do Campo-
Largo, termo da villa da Itirra quem disso
se quizer encarreeur, 'irija so ra da
Cruz do Recife, n. 52, primeiro andar, que
s ratificar com generosidado. "
\ Paulo Caignoov, dentista francez,*
5[recencbegado nesta capital, offerece^g
-Jseu prestimo ao pnblico para todos os^
i>mystercs de sua profissflo, quer extra-4;
aVIiiudo, limpando e cbumliando os den-45
tes naturaes, quer substituindo-os por*
*outros artificiaes, para o que tem oajj
Jmelhores apparelbos. Podo ser procu-J
s rado a qualquer hora em sua casa, as
Jrua larga do Rozarlo n. 36, segundo^
Candar.
Canelas muito ricas pa-
ra presentes de na-
morados-
Vondem-so riquissimas eanetas para fa-
zer prsenles a jovens apaixonadks: a ellas,
que est.1o-se acabando : no pateo do Colle-
gio, n. 6, loja do livros do Honrado
--Na loja de Fernandes da l.uz & Irmfo,
na ra do Livramento, n. 10, vendem-se
corles de casemira, o mais fino que so tem
visto, o por meos preco do que em outra
qualquer parte. A ellos antes que se aca-
bem.
~ Vende-se a taberna doAterro-da Boa-
Visla, n. 80, com poucos fundos, por seu
donse retirar.
llelogio superior.
Na ra do Rangel, armazem n. 36, vnde-
se um exccllenle relogio de ouro, que tra-
balha sobre 14 pedras, por .preco commo-
do : afianca-se regular bem*.
Karinlia a 1,910.
Na ra do Rangel, armazem n. 36, vende-
se farinha a 1,920 a saces.
Venden.-so Crrenles para cavallaria :
na rita Nova, n. 16.
Vendem-se tesouras finas com parafu-
so, proprias para alfaiates : na ra Nova, lo-
ja n. 16.
Capuchos grandes c mui-
to bem le tos.
Vendem-se muito bons capachos que ser-
vem para se por em lugar de tapete : no pa
-- Aluga-se um prcti boa rozinheira : [leo do Collegio, n. 6, loja de livros doou-
_j ra Direita, o. 32, primeiro andar. rjilo.
aoaoooeo&ooooo&o Gheg em pechinclm.
. O consultorio homosopalliico O Yendem-se cortes de gorgu
rao dealgoJio e seda, muito ricos
padroca para colletes, a i,2oo rs.
Otcrte: no I'asseio-I'nblico, n. 11.
Ainda ha para vender um resto de mu-
ra de Sinto
Quem gasta muito leite diariamente,
annunciando serflo procurados para ajustar-
se a entrega do meamo em flindres fecha-
dos, a preco muito commodo, a saber : uma
caada para cima a 160 rs. a garrafa, de
quatro garrafas a oito a 180 rs., e menos de
qualro a200rs
-OSr. Antonio Aroza, que tem annuii-
ciado retirar-se para fra do imperio, queira
dirlgir-se ra da Cruz, n. 49, primeiio an-
dar, ou annuncie a ana morada para nego-
cio que Ihe diz respeilo.
- Precisa-se fallar ao Sr. P. Vicente Fer-
reira da Cruz a negocio de seu interesse : na
ra do Sol, n.9
--Quem tiver dividas nos sertes das pro-
vincias do norte, e quizer incumbir a Co-
ranes deltas pessoa capaz que para all se
lirige, annuncie para ser procurado.
da ra da Cadeia de S.-Antonio, n. 22,^
dirigido pefo facultativo J. B. Casano-O
Ova, mudou-se para o segundo andar do
CJmesrBo sobrado. O
dQQQOQOOOOOOQQQOG
-- O arrematante do imposto de 20 ror'to boi,"CaneTla,'"e"nova": n
cento, sobre o consumo de agurdente deJA|n8ro n ,6
producco brasileira, declara qoe tem esta- vnde.se por prccsao um negro, bo-
belecido o seu escriptono na ra do Bangel, nju 1)em mo(.0 sad0 pr0prio pl.
n. 8, primeiro andar, onde pode ser procu- M qUB|qUer servico, tanto'do mato por en-
redo par a qualquer reclamacHo, todos os lpfier d8 p|antaces como para praca por
diss uteis das 2 horas s 5 da tarde. Jer bem rj,Unl0. Ila rua da Mingueira, n.
-- Aluga-se, vende-se ou permuta-se uma (9 na u0il.vista
cala em terreno troprio. sis entre as duas, '_.' vende-sc por muito commodo preco,
pontea da passagem da Magdalena; a quem 11|nu rjca gecre|ara com estantes para li-
coovicr algum dos referidos negocios : di-
rija-se ao segundo andar da casa na rua
Nova, n. 47, ou annuncie por esle Diario.
Outro sim, tamliem permutam-so casas ter-
reas por algum sobrado no bairro de Santo
Antonio, que lenha commodo sufllciente
para uma familia: idemuifando-se o exce-
dente do valor.
J se acha aberta a nova'lo-
ja de cera do A terro-da-Boa-Vis-
la, n. 73, contigua a matriz, aon-
de os reguezes poderao encontrar
Tros, bastante grande, propria para advo-
gado, sendo de amarello e ainda nova ; as-
sim como, seis cadeiras e duas mesinhas
de abrir : na rua eslreita do Rozario, 11.
28, ultimo andar, da* 2 horas da tarde em
diante.
Pao de linlio do lortO,
puro nojOes a proco muito commo lo: ven-
de-seno armazem do A.V. da Silva Barroca,
na rua da Madre-de-l>eos, n. 26.
Vndese barato
Na rua da Sanzalla Velha, n, 96, vende-
11 tu completo sorlimento do refe-, se alhos muio baratos, a vista. fz fe sen-
rido artigo, nlori para funeraes e ** UiSVS^SL' "*' P"iWp6'
testas de igrej-, como tambem
iiiui elegantes velas, enfeiladas pa
raj- bspdsrnfos : tUo*0 por prep
commodo, attendeniio u boa qua
lidade da cera.
Compras.
( Oinprani-se esrravos de bonitas figu-
ra-', mocos, e com habilidades, para fra da
vruviiiria : na rua larga do Ilozario, 11. 48,
primeiro andar.
Comp-a-se uma meemla que esteja em
bom estado : quem tiver annuncie, ou diri-
ja-so a rua do Queimado, loja n. 6.
-- Compra-se uma carroc com algn.
uso, porm em bom estado: na rua Augus-
ta, n. M.
Compra-se uma escrava moca, que se-
ja de naco : na rua Augusta, n. k6.
Liompia-se um par de ban-
cas e uma sopb de Jacaranda, em
bom uso .' quem tiver annuncie
Compra-se uma vacca que d. 5 a C gar-
ras de leite : paga-se bem: em S.-Aiuaro,
venda ao p da do .Sr. Cardozo, ou an-
nuncie.
Compra-se n sitio de AU-xandi e Lopes
GalvSo. na Capunga velha, licando ei.tre os
sitios de Malliens Antonio de Miranda e Jus-
tino Antonio Baplista, fazendo fundo para
o sitio da finada D. Florindi, e a frente para
a estrada que|vai ler aorio : se alguem se
julgarcom djreito ao mesmo sitio queira
annunciar 110 praso de 3 dias.
Compra-se a nov lia intitulada Sitio da
Roxella : na praca da Independencia, n 17.
Compra-se um oratorio de lr-'s faces,
com cpula ou som ella, para tres imagens,
tendo de altura dous palmos e meio refuta-
dos e dous e Unto de largura : na praca da
Independencia, ns. 7 e 9.
Vendra.
I'.ipel almajo prim ira
Korte aparaclo,
o melhor a un ha viudo a este mercaiin.""'"
apaiauo rumo por aparar: vende-se no pa-
teo Collegio, 11.6, loja de livros do Uourado
Na rua do Cabug, loja do
Duarte, vende-se sed frouxa de
lindas cies para bordar.
Vende-se cinta franerza com algum
mofo, pelo diminuto preco de 160 res o co-
vado : no Atierro da Ba-Visla, loja n 18.
Veude-se um refe com tercado em bom
estado e por prer,o commodo: as Cinco-
Ponas, sobrado n. 23.
JNa rua do Sol, n. 9,
vende-se uma mulatinba do 10 annos, que i gel, o.
j est adianUda eoi costura, por iaso mui-
to propria para um pai fazer brindes sua li-
lha, por ler muilo bom modo, ser o mais
bonita que se pode encontrare ter sido cria-
da com aiuila lioneslidade.
Kt te i ras amciicnas
muiio linas:
vendem-se no paleo do Collegio, n. 6, loja
de livros do Dourado
Vendem-se bons pshle abacaxis.proprios
para se plantaren), por preco commodo: na
rua da Cadeia em Sanio Antonio, serrara,
i. to
Carleirasde mirfim
iata leiiilir.iiieiv e marcar qua
drill as nos bailes:
ven.lcm se no paleo do Collegio, n. 6, loja
ie livros do Uourado
Atlas modernissim.
Acaba de ebegarum nouv atlas de Geo-
grai lna mo lerno, composto de 40 cartas co-
loridas com lodo o systema planetario em
estampas coloridas por M Cortamber-, pro-
fessor de Goograpttia e hisloria em Paris :
edico de 1847: v.'iide-se no pateo do Col
legio, casa do livro azul.
Vende-se doce de goiaba, de primeira
quali lade, em carnudas de 4 libras : ins
Cii co-l'onlas. n. 82, taberna.
Vende se uma preta de nac-fo, muito
moca, e de bonita figura, que engomma,
c i/nilia, faz doces de diversas qualidades,
i-, lina bem assucar, ehtende alguma cousa
de costura e de lavar toiipa ; um preto que*
i' isinlia e enlende do servico de campo : na
rua do Rangel, n 96, primeiro auJer, das
8 horas da manbSa em diante.
llilheiros de pennas a
4, 6, ,10c .1,000 rs. ,
de superior qualidade e muilo novas: no
pateo do Collegio, n. 6, loja de livros do
Doura lo.
C3"GaIcado.-S>
Na praca da Independencia, loja do Aran-
tes, recetieu-.se pelo ultimo navio vindo de
Pane*.chiquitos de couro de lustro para
meninos; ditos de in oqui ni ; ditos de
briol rorapontade lustro; ditos bordados
proprios para baptisado; borxeguins para
senhora; dito para maainas ; sapalos de
selim para senhora ; ditos'de couru do lus-
tro ; ditos para uienims; sapatosde tape-
te pera homem e senhora ; boizcguins pa-
ra homem ; sapales de lustro; ditos de
sola. Na inesrr.a loja se vendem chapeos
franceze8. a 7,000 rs ; ditos de sol, de pan-
r.;,: 3,0* '? ; pcrs num s !csv
Irancez, a 3,600 rs.; dito hamburguez, a
3,500 rs ; marroquins sorlidos em cores, a
1,9i0 rs. ; dito prelo, a 2,000 rs.
Vende-se um pelo moco o sadio, com
propensQo de marinheiro, para onde pede
que seja vendido, v na rua larga do Ilozario,
n. It. por cima do culiteiro.
Vendem-sa duas pliss de resfriar
agoa, com sua armac-lo : ni o linda, n. 18,
logo ao pe do porto do ttitssnbarque.
- \ende se um [reto de nacflc, moco,
cozinlieiru, e quu he proprio para todo o
servico : d-seem ronla ; um dilo de na-
Cflo Costa, de bonita figura : na rua do Ran-
38, segundo andar, se dir quem
Vende-se um pardo bom coinheiro,
para quem tiver alguma encommende para
fra da provincia : na rua da Cadeia de .-
Antonio, n. 13
Vende-se um mulatinho de 10 annos,
sem vicios nem achaques : as Cinco-Pon-
tas, n.71.
Batatas novas.
Na rua do Azeitc-do-Peixe, armazem n.
t, ven lem-se batatas francezas novas.
Xa rua do Mvramento,
n. 11,
vendem-se sapalos do duraque francez para
senhora, a 1,440 rs. o par; borxeguins do
fazendas de cores, com biqueirs de couro
do lustro, para criancas, a 900 rs. o par.
Vende-se um banheiro de madeira,
grande que leva 5 canocas d'agoa, para ba-
nho : na rua do Livramento. n. II-
Ne loja de fazendas da rua do Queima-
do, n. 45, vende-sc par acabar o resto de
uma factura de velas de carnauba de pri-
meira qualidade, de 6 em bm, a 300 is. ,
regulando uma caixa de arroba 9,600 rs.
a loja de Ferrondes ,a
Luz & Irmfro, na rua
do Livramento, n 10,
vendem-se csssas francezas, as mais mo-
dernas que ha, a 600 rs. a vara; riscados
monstros, fazenda muito fina, a 280 rs. o
covado ; corles de calcas a mitaco de ca-
semira, a 2,600 rs ; chitas francezas, a 260
rs. o covado ; dita a 240, 20, 200, 180 e 160
rs.; pecas de algod3o, a 1,600 rs.; e oulras
umitas azendas por preco commodo.
Fainha fontana e d o
SSSF:
vende-se na rua larga do Rozario, padaria
n 48, a 20,509 rs., dinheiro a vista ; bem
como superior farinha gallega, em barricas
emeias ditas.
Vende-se uma preta da Costa, moca,
lavadeira de sabio, e que cozinha o diario
de uma casa, e he boa quitandeira : na rua
de Hurtas, n. 88, taberna.
Chegwem a pechincna.
S pitocs do Aiacaty
a 800 rs. o par ;
vendem-se no Alerro-da-Boa-Vista, defron-
te da boneca.
Calcado.
\o Aterro-da-Boa-Vista,
defrontc da boneca,
ha chegado pelo ultimo navio francez um
novo e completo sorlimento de calcado do
todas as qualidades, tanto pan homem co-
mo para senhora ; bem como sapales de
couro de lustro para homem, a 5.000 rs.;
burzeguins, a 3,800 rs.; sapales do Araca-
ty, os melhores que temvinlo, a 809 rs.;
pelles de marroquim; ditas de couro do
lustro, a 3,500 rs.; ditos de bezerro iran-
cez, a 2,800 rs. ; condecas de todos os l-
mannos i lu lo por preco mais commodo do
que em outra qualquer parle.
vende.
Vende-se um cabra ptimo, rara qual-
quer servico bracal; um pardo bom ofllciai
de pedreiro : ambos muito mocos o de bo-
nitas iiguias : ua rua do Queimado, n. 46,
loja ds .Vcveo i irmao : prelero-se ven-
der pata aqui por elles terem vontade
d'aqu (carera.
Vendem-se .urnas vaccas com crias e
sem ellas: no Barbalbo. a rallar com Ma-
xiuiiano das Cbagas e Silva,
Lotera do Riiwie-
Janeiro.
Aos JO:000,000 is.
Na loja de cambio da rua da Cadeia do
Recife, ii. 24, recaaeu-se pelo paquete in-
glez nicamente a lista da stima lotera
concedida para a indeuinisico do tliesou-
ro publico da prestaban menssl, que auxi-
lia a JoSo Caetano dos Sanios, empresario
do thealro de S.-Francisco do Itio-de-Ja-
neiro, extrihida em 30 do prximo paseado.
Cba mate.
Vende-se o verdadeiro de Paranagu,
vinho de caj fabricado em 1845, espirito de
vinhode 37 graos: no Recife, travessa da
Madre-de-Deos, armazem n. 5, de Franca &
lrn3o.
Mamburgo a 260 rs a
vara.
Vende-se novo hamburgo com listias de
cores, piopno para lenccs, colies, tra-
vessoiros, empannadas, ele., pelo barato
preco de 260 rs. a vara ; lencos de casia coro
cercadura de cor, de bonito gosto, para se-
nhora, a 210 rs.; madapoIBo de 24 jardas, a
2,000 rs. e a 120 rs. a vara, e de largura de
Ires palmse meio; bem como um com-
pleto sorlimento de fazendas linas e ordina-
rias : na rua do Queimtda, n. 27, armazem
de fa; endas, de Raymundo Carlos Leite.
Na ius do tabuga, loja do ooarie,
vendea-se trinas, volantes, gales, eape-
guilhase rendas prupnas para armadores,
por preco erais commodo do que em outra
unalqner parte.
Na ma do Cabugi, loja do IHiarte,
venr'em-se tesouras para barbeiro, alfaiates
para costura e unbas, fabricadas pelo me-
lhor cntil.iro de Guimarfles ; caivetes li-
nos, espeviladorea de casquinba, chuinbei-
ras de 2 canos, polvarinhqs e frasco com
seu copo, espoletas, bandejaa de 6 al 24
poliegadas, c.ndieiro para escadi.a 1,000
rs. chicotes inglezes para carro, a 4,000
rs., pannos de oleado de bom gosto, luvas
de algodSo para montara, a 20a*rs. o par,
charuteiras linas, e chapees para meninos.
Vendem-se tatemas de reverbero para
carros e cabriolis, as mais ricas que oeste
genero lem viudo a esta praca, as quaes
com luz dentro apresentam bellas e varia-
das cores : na rua do Crespo, n. 11.
Vende-se a casa terrea da rua dos Pes-
cador 'S, n. 23, e metade de outra na mes-
ma rua, n. 25, as quaes tem bons commo-
dos e bom quintal e cacimba : ua rua d
Cruz, oo Recife, o, 64.


P t.': ...
""
mal

Moendas superiores.
Na fundido de C. Starr & Companhia,
em 8.-Amaro, acham-se a yenda moendas
de canna, (odas de ferro, de utn modelo e
construccSo muito 'superior.
,\ rados de ferro.
Na rundiese da Aurora em S.-Amaro,
vendem-se arados de Trro de diversos mo-
lelos.
Vendem-se beierros para
calcado, chegados agora : na ra
da Cruz, n. a, casa de Geo: Ken-
worthy &G.
Vende-se acido sulphurico.
a j.I\o is. a libra : na ra do Ca-
bug, loja do Duarle.
~ Chpprsm novamente i ra da Sen-
7.alla-Nova, n. 49, relogios de oaro e prala
patente inglez, para homem e senhora.
Vendem-seamarras nw ferro: na ra
4a Senzalla-Nova, n. 48.
Farinha de S.-Calila tina.
Vende-se a bordo do hrigue Talle, chega-
ilo fin direitura de S.-Calharina, farinha
multo superior, est fundeado defronle do
caes do Ramos ; tambem se Irata na praca
do commercio, n. 6, primeiro aBdar, com
Manoel Ignacio deOliveira.
Vende-se farinha de Sanla-Calharina,
muilo superior, a bordo a galeota Satilitii-
mn-Trindade, Tundeada junio ao caes do
Collegio.
Noarmazem da ra da Moeda, n. 7,
conliha-sea vender saccas com superior
colla das fabricas do Itio-Crande do sul, |>or
oreco em cania.
Vendem-se rodas de arcos de pi para
pipas e barricas ; fio porrete do Porto ; (ro-
gos ripares para barrics : na ra da Cruz,
n. 49, primeiro andar.
Rap Paulo Cordeiro,
viajado do Rio ao Pira e do Para a Pernam-
buco .- vende-se na ra da Cruz, no Recife,
0.49, loja.
Acaba de chegar
aloja da ra do Crespo, n. 6, un
novo soi limento de iazendas ba-
ratas,
como sejam : cassa-ebitas muito Anas, de
cores fixas e com 4 palmos de largura, a
330 rs. o covado ; cortes de dilas a 2,000 e
2,400 rs. ; riscado dn linho, a 240 rs. o co-
vado ; dito de algodSn americano para es-
cravos, a 140 e 160 rs. o covado; dito mons-
tro com 4 palmos, a 200 rs. ; zuarte azul, a
200 rs. o covado ; dito furia cores, a 200
rs.; chitas de cores (xas e de bonitos pa-
drees, a 160 e 180 rs. o covado; cortes de
fusto, a 600 rs. ; chales de tarlatana, a
1,280 rs.; meios ditos, a 320 rs.; coberto-
res dealgodflo de cor, a 640; alpaca preta de
cordSo e com sete palmos de largura, a
1,280 rs.o covado; e oulras muitas fszeu-
das ea conta.
Presuntos do Porto,
de superior qualidade, a 8,000 rs. a arroba
vendem-se no armazem de Joaquina da
Silva Lopes, na ra da Madre-de-Dcos.
Cal epotassa.
Vendem-se harris com cal de Lisboa, pe-
lo diminuto prego de 3,000 rs. o barril; di-
tos da mais nova e mais .superior polas.su do
rlio>ilc-Jancim, por I arilo preco : i.a ra
da Cadeia do Recife, n. SO.
llovida de.
Novo sortimeiito de panno de linho do
Posto, em pecas de M varas, a 800 rs. a va-
ra : na ra do Queimado, n. 27, armazn de
uymundo Ca los l-eite.
t
Farinha de mandirca.
Na ra da Cruz, no Recife, arnuzem n.
13, e na ra da Cadeia, arrcazi ni de Cam-
i ello & Filho, vende-se farinha de mandio-
ca do Cesta, niiiita alva, gommose e de ex-
elfenlo goslo, lano em pequrnas com
em grandes pon.oes, por preco cornmodo.
Vende-se srmacao da loja da ra do
Queimado, n. 71 e ninas gamelas : a tratar
meirra loja.
Machina.
Vende-se urna machina para serrar ma-
deira, com urna ou duas serras puxadis per
um cavallo ou boi, a nielhor obra que par
esle fin aqu li ni appsrecido : no Alerro-
da-Boa-Vista, n. 27, fabrica de marceneiro.
Vende-seo muito apieciado
couro de cotia, corlido e surrado,
proprio para calcado, pela utacic-
sa e durac&o, f m porc,ao e a reta-
lho ; pelles de camurca para for-
ro de obras: na ra da Cadeia do
ecife, n. 9, loja
-- Vendem-se dous sobrad* s de tres a-
ilares, silos na esquina da ra da Cadeia,
ns. 14 e lii : a fallar na ra Augusta, 11. 50,
cuoi Juaquim Teixeira l'eixolo.
--Vende-Mi um flauta do bano com 4
chvese apparelhada de prala : na ruado
Encantamento, 11. II, armazem.
\ 4 i.il. -<.' um i'sc avo Dardo ih 27 ali-
os, uflicielde tanoeiro, bom canociro, sa-
dioe robusto: naiua da Cadeia-Velha, 11.
40. loja de FraucisvoCuue^lves da Silva l'e-
reu-a.
.-Vende-se unta preta de bonila figura,
que cose bein, faz lavar inlo, eiigomma, la-
va de sabSo, e ho boa cozinheia : o moti-
vo por que so vende he por seu senhor re-
tirarse para fia do imperio : na ra da
ajoda, d. 7, priiuciroaiuar.
-- Vende-se um iiiulaliulic pega, ptimo
para pagoii', ou piolocoliala por sur lid : na
ruado luugel, U 47.
Vende-se um preta de 3o
annos pouco mais ou menos, que
lava perfcilauciite, engomma e
cozinha o diario de urna casa : na
ra do Vigario, n. 19, terceiro
andar.
Vende-se um moleque de 15 aunos,
muilo (tul, oplimopaia pagem :jna ra da
Cadeia de S.-Antonio, u. 14, no segundo a-
ilar do obrado lia esquina do neceo do
Ouvidor.
Vende-se o engenho Sebir do Cava!-
canti, por convenci do tutor dos orphRos
do casal do fallecido Joflo Carlos da Silva
Cuimares, e para pagamento dos credores
lo mrsaio casal: osle engenho he um dos
melhores da provincia, moe com agoa e
letn excellentes obras, e trras para se le-
vantar nutro engenho ; he situado em Se-
rinhlem, e tem o rio junto do engenho :
ijueni o pretender, dirija-se ao mesmo en-
genho, a fallar com o referido tulor Joflo
Manoel de Barros Wanderley, ou nesta pra-
ea, rom Manoel Ignacio de Oliveira, na pra-
ea do Comniercio, n. 6.
Vende-se superior fio de la-
go -ao, proprio para pavios de ve-
las, e redes de pescara: na ra
da Cruz, n. a, casa de Geo: Ken-
worthy & C.
Charutos de Ha va na,
de superior qualidade : vendem-
se na ra da Cruz, n. 10, casa de
Kalkmann Irmaos.
Oleo de Hnhaca
em botijas: vende-se no arma-
zem da tua do Amorim, ns. 56
58 e no armazem do Armes, no
caes da Alfandega, a tratar com
Manoel da Silva S&ntos.
Tratado sobre escripturaco
commeicial, traduzido do francez,
extrahido do diccionario univer-
sal do commercio : no pateo do
ollegio, casa do livro azul.
tfvffmfffmvfvftt^
| lh psito da fabrica de*
Todos os Santos, na*
lahia. I
i> Vende-se, em casa de Domingos Al--*
i*-ves alalbeus, na ra da Cruz, n. 52,*
i*primeiro audar, algodSo trancado da-^j
quella fabrica, muilo proprio para **c-^
coso roupa de escravos; bem como^
Jfio proprio para redes de pescare i'a-<
^vios para velas, por preco cornmodo.M
Agencia de Edwin Slaw.
llua de Apollo, n. 6, armazem de tic. Cal-
moni & Companhia, tazem ver aos Srs. de
engenho e aos seus correspondentes nesta
piacn, que noseu eslabelecimenlo se aeha
conslalilemente bom aorlimento de moen-
Uas todas de ferro para animaos, agoa, elc.
meias ditas para armar em madeia ; ma-
chinas rara vapor com forc de 4 cavados ;
taixas de differenles modelos e de lodos os
tamaitos e grossuras, tanto de ferro batido
como coudo ; espumadeiras, cocos, ele, de
ferro eslanhado ; safras para ferenos : lu-
do muilo bom e por barato proco.
Livros novos. .
A' loja da ra Nova, n. 6, de Jos Joaquf m
Maya Ramos & Companhia, chegaram re-
ceiilemeole o soguintra Inrrttw1, que te vv-
dem por pre^o muito cornmodo, a saber:
(linas oii_'in e- porluguezas:
Poesiasde Alcipe, 6 volun.es escrip(os
pela marqueya de Aloma
liilas da Alrxandre lleiculano, 1 volurae
Obras poticas de AI runda Garret, 7v.
Historia das inqoisu*Aei da Italia, llespa-
iiIih e Portugal, nova edicSo, 2 v.
Eduardo, ou os mystenos do Limooiro,
por J C. de Carvalho, 4 v.
A Feliceira do Honro, romance, 1 voluaic
UsSele peccados moilaes, 2 tumos em 1
volme. ,
ti Menino perdido, roo anee paia a ins-
irui (.Jo da mocidade, oHerecido as boas
11.fus de familia, 1 volunte.
O Cozinheii o completo, ou nova crie do'
cozinbeiro ecupeiro, 1 volume.
(1 .Novo janlini n o, ou n.odo de cultivaros
jardins, segunda edi^ilo augmentada, II,
Tradceles de Lisboa :
Portugal piltoresco com estampas, poi
Ferdinand Denis, 4 v.
Ilisloria darevolu^no franceza, por M.A
Tbiois,6v.
Dita de Napole.lo, por Mr. Norvins, 4 v.
Raphael, paginus do vigsimo auno, por
A. Lamartine, 2 v.
A Soherba, por Kugene Sue, 4 voluDlfS.
A Invi ja pelo n:esil o, 3 V.
A l.uxuria 1 elo mesmo, 2 v.
A Ira pelo mesma, 1 v.
O l'adiasio, por Charles de BYrnard, 3 v.
Mauricio ou o manc.bn alucinado, por
KugenioSgrihe, 1 v.
A Methainorphosesda mulher, ou a con-
quista de urna agoa fuilada, |or Saiuline,
I v.
Jeronymo Paturol. em procura do um*
posicilo social, por llypiolilo Holl, I v.
Mi*loiiadoe3 ias oe levetro de 1818
em Pars, porl.ugenio Pallelan.
O lies inusqueleiruii de Alexandro l)u-
mas, 4 v.
Mana, ou as Hollaildczas, 3 v.
A lio.la da fortuna, por Mr. Aug. Arnauld,
1 volume.
i lirtiii>to. por Julio de Fourneforl.
2 voluntes.
O Cavalleirode llaimenlal, por Alexan-
dre Domas, 4 V
Deosoquer, pelo visconJo de Ailin.-ourt,
1 volume.
Phyaiologia do lionuoi casado, por Pau-
lo do Kock, I v.
Beatriz e o aventureifo, por Cuilh. Ceu-
A SalaiiaiuSI, por Eugenio Sue, 3 v.
Mais obra 01 tynaes :
l'eusamenbs efljaximas
No armazem da ra da Moda, n. 7, ven-
de-so sal em pequeas porcOes.
Vende-se
um preto moco, de bonita figura, bom ee-
noelro e trabalhador de p, cuja conduela
se aflanca ; ama canoa de carga de mil li-
jlos, em muilo bom estado : na ra lire.i
>!o llozario, n. 48, primeiro andar.
Vendem-se duasescravas, urna da 18,
snnos.e a oulra de 29, de bonitas liguiis
que cozinham o diario de urna casa, lavam
desaham o varrella e cosem.: o motivo por
que se vende ge dir ao comprador : na ra
da Cadeia de S.-Antonio, no primeiro andar
do sobrado da viuva Cunha Cuimar&es.
Vendem-se superiores lonas,
as melhores que lia no mercado ;
bem como brinzSo, proprio para
velas: na ra da Cruz, n. 3, casa
de Geo: K.enworthy fk ('.
O Fara militares.
O Vendem-se Invas de camurca bran- C
O ca : na ra do Queimado, n. 19, casa >
(3 desirgueiro. O
oooocoooooooocoo
~ Vende-se o engenho Armecega, na
margem do rio de Una, freguezia 4e Agoa-
Preta ; ben. como urna propriedade annaxa
ao mesmo engenho, com meia legoa vJe
fundo e maltas com madelra psra lod
construcefo : na ra do Fogo, n. 46, das
7 s 9 horas da msnhSa.'.ou ao Sr. Jos Mar-
ques da Costa Soares, na ra do Hospicio.
Vendem-se scllins inglezee
clsticos, de caltecadas e couro de
porco : na ra da Cruz, n. 2, casa
de Geo: Keoworthy & C.
- Pia taberna de Domingas da Silva Can-
os, na ra das Cruzrs, n W, ha Iiixas llam
arguezas pars vender alugar, tapio por
junto como s relalho.
No armazem de Das Ferreirs, so pe da
alfandega, vende-se sal em paneiros, viudo
do Maranhflo.
He muito barato.
ls^uiao Monstro.
Vende-se esgoifio de slgodSo com qua-
tro palmos e mast de largura, pecas do 10
varas, a 3,000 ll.; dito de muito sUferior
qualidade, a 5,000 rs. a peca ;. alpaca de
quadros muito fina, e de assento escuro,
muito propria para vestidos, a 980 rs. o co-
vado : na ra do Crespo, n 14, loja de Jos
Francisco Diis.
Vtndem-se relogios de ou-
ro sbemele, patente inglez : na
ra ta Ciuz, n. 1, casa de Geo:
Kenwortby & C.
Vendnv-se ricos spparelhos
de metal para cha: na ra da Cruz,
n. 3, casa de Geu : Kenwortby
&c Compaulaia.
-Vende-se urna bonila escrava recolhi-
da, de 18 annos, com habilidades, e be de
boa conduela : na ra do Kangel, n. 57.
Vi nde-se um lindo esersvo de 19 ali-
os, boen pi"*^ae. jm a.a<., 4
1 ni........nssJia.M
tadas pelos reos polticos que se
icham na illi de Fernando, em
um folheto bem itnpresso, a 34o
rs. cada um : vendem-se no pateo
do Collegio, casa do livro atul.
Farinha de S.-Catharina
da nielhor que ha no
mercado:
vende-se nos armazens dos Srs.
Antonio Annes, e Dias Ferreira,
* p do lampeJo, no caes da Al-
fandega, em saccas de alqueire,
por muito barato preco.
Mfsicas e retratos.
Quatro nmeros ds llevista musical,
contendo diferentes pecas de mnsica psra
piano, modernss e dos melhores autores
O Beijo, farca lyrica, n'ura acto, para
canto epiapo, vulgarmente Sloia.
Valsa brilhanle tirada do profeta por
Fred Curgmuller.
Dita rouiposta por Judien.
Polka nova composts pelo dito.
Retratos de todos os rea de Portugal,
vendem-se em colleccSo completa, amito
em conta, e tambem 'valsee.
Retratos de varias notabilidades porlu-
guezas, vendem-se muito baratos para fe-
Negocio vanlajoso psra quem qoizer em- lrn,r contas. .....
tar pouco dinheiro, ou mesmo slguoia 1 Vislss de Portugal, orna collcrcSodeS es-
tampas.
Tudo vende-se ni ros Nova, n. 6,
Vendem-se bois mansos e gordos;
quartsose beatas gordas, novas o mansas
'e roda e carregar : no engenho Serrarla,
na freguezia de JaboalSo.
Vendem-se chitas-cassas de cores fixas,
a 180 rs. o covado ; e outrss moitsS fazen-
das baratas: na rus do IVsseio-PublIco,
n, lt. ^^
Aradol Ce ferro.
Vendem-se arados dt ferio de
differenfes modelos : iia ra do
Brnm,ns. 6, 8 e "10, fabrica de
machinas e lundicao de ferro.
Bombas de repuxo.
Vendem-se bombea de repuxo,
pndulas e picota para cacimba:
na ra do Bruui, ns. 6, 8 e 10,
fundicao de ferro.
Nova PcchiisCiia.
Na ra do Queimado, n 17,
vtodem-se chapeos de sol, de seda cor de
esf, a 4,000 rs., e preto a 5,000 rs.; case-
mireta preta para calcase psIitOs de homem
e menino, s 1,000 r. o covado; merino pre-
toetUrerino, a 8,400 rs. o covado ; esgulSo
fino de puro linho, a 1,410 rs. a vari ; e nu-
tras fazendae por barato preco.
Interes.se.
, pelo conselhei-
roliaUo.av. -
O Nonge de Cisl< r, *or Aleaandro ller-
col.lio,-2 v.
MedltatOes e discurses religiosos, pelo
conselheiro Uaslos, 1 v.
U Panorama encadernado em 8 voluntes.
__ Vende-se a taberna de Ni-
KnJrirriifis da Cuuba,

((linle coirluets : 1 a rus do Itangel, n.T7.
Hapel de llollande, de gran-
de e p(|iKtio formato, em resmas
e a relalho : no pateo do Colle-
gio, casa do livro azul.
ft ffttttNttlftM
Vende-se urna geometra J
de Lacroix : na (irnra da In- !
. dependencia, n. 1?. ^
!###
Pi e,as de algod1('7.iiiho muilo largo.
Vendem-se pe(as de algodflozinbo muilo
largo e n uito tapado, com alguna avaria,
a 1,980 rs., e limbo do mesmo, a 9,560 rs. ,
e a relalho, a 100 e a 180 rs- a vara : na ra
Lsrga do Ilozaiio, n. 48, primeiro andar.
Predios venda.
rolan R
no
paleo do l'a raizo, n. 16, com pou-
cos fundos, e ntuilo afr*guadj a
reUlbo : a tratar na mesn, com
IJoi Fereira da >ilv.
A tratar na 1 ua do Crespo,
: 11. ii,qualquer dos predios
a> seguintes :
> i5?-Rua do Collegio, ns.
(^- llua Nova, ns. 54 5G.
C3T fluada Aurora, n. io.
eAAA*AA& a*4!A*AAA**
Vinho de Ilordeiui.x :
vende-se na ra da Cruz, n. 19,
casa de Kalkuiann IrmSos.
Vendem-se 14 escravos, sendo um
oleiro ; urna mulalinbsde 13 a 14 annos,
que coso e cozinha ; urna negrinha de 14 a
15anuos; 4 escravos de bonitas figura,
proprios para lodo o servico de campo; 7 es-
cravas mo^as, de bonitas figuras, e entre
las algunos cun habilidades: na ra l)i-
reita, n. 3.
Anda
it.-jv.'f.or vrr.dt!* -" 12 barres r:
sus : quem os pretender, dirija-se i rus do
Queimado, o. 14.
-- Vende-te urna lileira e um sellim para
montara deseobora, em muilo hom uso:
na 1 us do Vigario, n. 17, primeiro ailar..
lie muito barato.
Chitas monslros, a 280.
Vendem-se tinas chitas franeezas muito
largas, cor de rosa, azues o cor de ganga,
de gostos iiiteiramcule novos e de cores
muilo fixas, a 280 e 320 rs. o covado; as
inri linas castas francezasque teem appa-
recid, goslos inteiramenle nevos, de todas
as cores e de tintas muito lixas, a "0 rs. a
vara ; hamburgo muilo lino, cm tres pal-
moa m u.eio de largura, a 320 rs. a vara : na
ra do,Crespo, u. 14, loja de Jos Francis-
co Diss.
'- Vende-se um appareiiio-oompieio para
ollicial superior da guarda nacional, como
seja : ama banda rica, Re, espada, laiim,
pasta, chapeo armado : ludo eui muito hom
uso, e por barato preco: ao Passeio l'ubli-1
co, a. II, loja.
pat
casa pars trocar r^or um terreno na rus di
Aurore, que tena do frente 107 palmos, b
fundos sl s rus do Hospicio; como se pre-
cise de dinheiro, ou cousa que o renda, faz-
se negocio ventajoso : psra tratar, ns praca
ila Independencia, n. 17.
Vendem-se os seguintes livros: Diecio-
nsrio francez por Fonsecs Lobo, segun-
das linhas; s Virgem da Polonia ; Novo
testautento ; Magnum Lexicn ; Mestre ds
;ds; Ceometris de Lzeroix e Trignomc-
tria ; Fonsecs, diccionario latino e portu-
guez : na praca da Independencia, n. 19.
Vendem-se 5 lindos molequea de 13a
1annos;4 pretos de30s -5 snnos, sendo
um delles ptimo sapateiro; om pardo de
18 snnos, com bone principios de csrpins |
8pretsscom algumas habilidades, e que
sao propriss psra todo o servico : na ra
do Collegio, n. 8.
Deposito de pntassa ccal.
Vende-se muit" nova e superior potsssa
ecal virgem de l.isbs, em padre : tudo em
barris pequeos de 4 arrobas, por preco ra-
soavel i na ra da Cadeia do Recife, n. 13,
armazem.
Foges para co/inha
muito proprios para sitios e qual-
qualquer lugar aonde nSo ha cozi-
nha, por preco cornmodo.- ven-
dem-se na ra da Cruz, n. to,
casa de Kalkmann IrmSos.
Vende-se eanelle, a 1,600 rt. a libra :
as Cinco-Pontas, n. Sal.
Farinha de Tapuy
ij,j.rarJ. iu ul. "'" rAr du Uu-
ribeca, propria para mesa : veuJe-se ns
ra da Cruz, n Recife, srmazem n. 13.
Nn ra da Cruz, n. 10,
casa de 1 divinann
Irmaos,
vende-se um grande sorlimenlo de
instrumentos de msica, com se-
jam :
Caixtsde gu rra.
Tambores.
Zubumbas.
I'andeiros.
Arcos de campanhinln.
t'ratos.
Baixos de haimouia.
Trobdes.
Trompas
l'isloes.
Clarins.
Cornetas.
Flautas.
Pfanos.
(Jai ltelas.
Requintas.
Violdea.
miiitos ontrn instrumentos.
loja de
Maya Ramos & Companhia.
Cu Irado.
Vendem-se sapates de couro de lustro
para hoatem, a 3.000 rs. ; ditos de bezeiro
francez, a 3, 4 e 5,000 rs.; ditos do A raes-
ty, a 800 rs.; borzeguinj de duraque, a
4,ooo rs. ; ditos de camurca, a 3,000 rs. ;
sapatos de lustre para senhora, a 1,900 is. ;
ditos de cordovBo, s 1,300 rs.; ditos a Ou
rs. ; ditos de meninas, a 400 rs. ditos de
clcheles e de IHs, a 580 rs. : na praca da
Independencia, loja) do Aranli s.
Vende-se, ou permuls-se por predios
nesta prses o engenho Una, na freguezia de
S.-AnlSo, com Ierras sufllcier.les para plsn-
tacOes, com boa casa de vivenda, e lodos
os mais perlenees: na tua da Paz, ou do
Cano, n. 40.
m
Escravos Fugidos.
sa
--Ns rus do Cahug, loja do Dnsrle. ven-
dem-se franjase requifes pretos, proprios
pars inanileles; louess de 18a; 13a para
bordar ; meias pintadas para meninos e
meninas ; chai eos de merino brauco, a /
rs. ; ditos deso paia meninas, a 1,600 is.;
castiesesde vidro, a 1,400 rs. o iar; sapa-
tlnhos de ISs para meninos ; pspel dours-
doe prateado fino e ordinario.
Vendem-se, us rus ds Moeda, armazem
n. 15. meias bsrricas com eal virgem de
Lisboa, a mais nova que ua un uieicau, pin
preco comaiOdo.
Gaf.
Caf com casca, muito novo, por preco
cornmodo : n ra do Amorim, n. 35, arma-
zem do J. J.Tasso Jnior.
Vende-se um cavallo para carro, ou
cabriole!, muito manso, e que se ds s con-
teni ; 13 sacadas de pedra do rio de S-
Francisio ) o alambique aseiau, em bom
estado -. na ra de S.-Francisco, casa apa-
lacada.
-Vende se una crioula de bonila figura,
aiioaM, que engomma bem, e cose
-da Cadeia de S.-A-
ilo andar do s-ibrado
da esquina do bdjajhn do Oovidor.
(J J. Aslby & Companhia
vendem em o sen armaaem da rna
o Trapiche, n. 3, baiancas at
oo libras, propriaa p.ra armazem
de assucar ; e carrinhos de mSo.
Has5se de revista ajtreseo-
de 23 anosl*, qu
i-omjfcfrfeicflo : ni
loo; n. 14,
Fugio, no dia 33 de julho prxima oas-
sado, do sillo de doutor.Xeto, na Cass-For-
le, om mulalinho seu esersvo. de nomo
Bonifacio, de 8 snnoe ; be muito conheci-
do por ler duas ordensde denles. Unto do
lado superior como inferior: quem o pe-
gar leve-oaiuada l'enhs, n. 19, tau de
JoBo Francisco Regis yuintella, que grati-
ficar*.
--Fugio, na noilede3 para 34 do cor-
rente, em nota prsnchs de calafate, de bor-
do do hrigue Inca, um preto criotadoAle
nomo Sabino, de estatura regulasr rosto
comprido. cOr um tsnlo fula, seeco'doeor-
po s temdii Jo ..vciii ; miuu-w*,.,
tiranras largas'e camisa de risesdo : quem
o pegar leve-o s bordo do djto hrigue, ou
s casa da viuva Gaudino dt Filio, na praei-
nhs do Corpo-Satto, n. 6, que se gralifi-
ear*.
Temi ha annos fgido da cidade do
Recife para a de Colanna, o esersvo rriou-
lo de nomo Luiz, nalursl da freguezia da
Varzea, de28 snnos completos,Mr preta,
estatura alguma cousa pequea, olltosves-
gos, pes spalhatados ; foi se refugirnsquej-
Is cidudede Coisnna a ltalo de forro, ha-
bitando ern um dos murambos prximos so
engenho Coianna-CranJe, aonde aleelem-
bro d 1849 esteve no trafico de corlar le-
nbs, que conduzis em canoas para os por-
los daquelle lugar, a entregar a diversas
pessoas, que desse Irabalho o encarrega-
vam :e como o dilo esersvo Luiz srtqbesfo
que as autoridades j oliciaes de dito tugar
bsviam dado ordem para ser elle pegado, lo-
mou s deliberscSo de retirar-se para sl-
guns outros lugares de embsrqurs de le-
nhas e msdeirss, la I vez dos municipios ds
mesma cidade de Coisnna, dos de Igusras-
, llamarar, ou da cidade de Olinde, quu
mais prximos ficam quelles municipios,
onde em alguna delles deve estsr no referi-
do trafico de cortare condezr lenha o rni-
deiras. Rogase, pois, ss autoridades ppli-
ciaes daquelle municipio e mesmo de ou-
tros pars oude quer que dito esersvo Luiz
se tenlia ido acuitar, que liajam por bem
expedirem assuss ordeas, afim de ser elle
pegado e remedido para esta cidsde do Re-
cite a entregar a seu senhor, Jos Lopes Ro-
sa, morador na freguezia de S.-Jos, sobra-
do n. 10, da ra da Calcsda-Alla, que ge-
nerosamente gratificara o Irabalho da quem
o pegar ecouduzir.
--Fugo, nos priineiros dias de marco
prximo passado, do engenho Pally, pro-
priedade de Jos Silero de Si, em Cotin-
guiha, urna escrava crioula de ame Cer-
trudes, que talvez lenha mudado de li-
me, de altura o corpo regulares, ffir olu
muilo preta, um pouco rula ; tem falta da
um dente na frente, d 40aunos pouco mais
ou menos, cose, angoouata bem e cozinha
soffiivelmeide: queui a pegar leve-a ao
dito enaenho, quu sari gratificado.
-- Fugio, no da as do crrente, do enge-
nho Uuitaa-Cabraa, da freguezia de Una,
um molequecrloelo, de noine Caetann, qau
representa ter 18 anuos pouco mais ou ale-
menos, meio fula, beicos e nariz grossos;
levou calcas de algodlo azul ji muito dea-
bolado, camisa de a'godo riscado, chapea
de pslhsj usado; foi do Brejo da Wadre-
do-lleo, sendo vendido uesla praca palo Sr.
Antonio Iticardo de llego : quem o pegar
leve-o aohecco du Thealro, por cima do
Sr. I'aivs, ou no dito engento, qaa ser*
gratificado.
Itoga-se as autoiilades polielses e pes-
soas do poro s appreheusao da escrava Tlie-
resa, crioula, que se actia fgida lavou
vestido da chita j* oiuilo desbotado que pa-
rece bi anco, panno da Costa; he de estatu-
ra baixa, corpo reforesdo ; tem urna roami-
eula pequea junto ao nariz: q otar'a pe-
vrt-a a n!ono innn lirnmi Pires.
no caes da Alfandega, u. 5, que recompen-
sar*.
185 0


Full Text
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