Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07121


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Full Text

-
-77*"
Terca-feira 27
ARTX* OS OOMBEIOS.
Goiannae Pararhlba, segundas sextas felras.
Ri-Crnde-do-Norte, quintal feiras aomeic-
Cabo,aiar.uh>ni, Rio-Formoso, Porto-Calvo
e Macriri, nol., a 11, 21 decadamez.
Garanhuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Villa e Flore?, a 13 e 18.
Victoria, i quintas felras.
Ollnda, todoi oa dlai.
/Mlng. a I,ae2h.e57m.datn.
_ _,' (Hora a 7, aM.7h.el4m.dat.
Pa.aas M i. }Cre,c. M, 4,3 h. e57 m. dat.
(Chela a22,i6b.eMm.dat ,
Mlng. a 3." as 11 b. c 54 m. da ni.
masaran DI IDR.
Prlmelra ai 8 horas e30 minutoi da manha.
Segunda ai 8 horas e 54 minutos da tarde.
A Agosto de 1330-
N. 191.
raaoos. na. auaaonipqlo.
Por tres mezes (aaliaale Por seis meaei 8/000
Por um anuo .tJa
HAMO DE
DAS XA MAMA.
26 Seg. S. Zefcrlno. And. doJ. dos orf. e m. da 1. T.
27 Tere. S. Jos de Catataos. Aud. do chae, do J.
da 1. v.do clv. e do dos fcilos da faxenda.
28 Quart. 8. Agoslinho. Aud. do J. da2. v.doclvel.
29 Quint S. Adolfo. Aud. do J. doa orf. e do mi.
dal.v.
30 Sert. S. Roa de Lima. Aud. do/, dal. v. do
cIt. e do dos Cellos d fazenda.
31 Sab. S. Raimundo Nonato. Aud. da Chae, e do
i. da 2. t. do erlme.
lJOO 1 Doin. Nona 8enhorada Penha.
- MMHh^sriMMMi-^aiHMaaasaaaaMa
OAMBISa KM 36 AGOSTO.
SobreLondres, 27'/,e27'/'l.por 1/000r. a80dlai,
. Pars, 346.
. Lisboa, 100 por cento. ^_KA _.
Oarre.-Oncas hespanhoes......... 29/000 a <*W*>
Moeda de fofa reinas.. 16/500 a 16/700
. de 6/400 oras.. 16/100 a 16JS00
. de #000........... 9/100 a 9/2UP
/'nafa.-Patacoes brasilelroi...... lJg> '/"
Pesos conminarlos....... l/60 a !/
Ditos mexicanos.......... 1/800 a l/8?i-
MMBI0
v
PARTE OFRCI&t.
GOVERNODA PROVINCIA.
EXPEOffiNTE DO M A 20 HE AGOSTO.
OffJcio. Ao Exm. eomaiandaale da ar-
mas, cara mandar assentar pr**, como vo-
luntarios, o oro dos corneada guarnigOo
desta cidade ao aaiseaos Osario Clenwn-
ino Cordero de Lima Msnoal Jos Alves
Itibeiro, que se otTerecerem para serviros
no exerci*, fram julgados apios para es -
se fita, cerlo deque tem arbitrado a cada
iim dos referidos paisano* a gritiUcacao de
150,000 rs., para Ibes ser paga 50,000 a vis-
ta, e o resto em prestacoea mermaos de ris
10,000 -- Communicou-se ao inspector da
pagadoria militar.
Dito. Ao mesmo, para que mande a pre-
sentir o Exm. Dr Agoslinho da Silva Ne-
vel, presidente nomeado para a l'arabiba,
dous soldados de. careliana para o acompa-
nharem, durante o tempo que cl'e l i ver de
demorar-se nesta provincia. Inteirou-i>
ao mesmo Exm. presidenta.
Dito. Ao director do lyceu deali cida-
de, inrando-ode ter concedido mais dous
metsBfe leenc com ordenado ao profes-
sor aubstituio das caderes de inglez e fnn-
cez daquelle lyceu, Caeiano Kslrlliti Ca-
valcanli Poisoa, a qual aera contada do da
em que se lindar I de que esta gozando.
Intellgeuoiata-se ao inspector da ihcsoura-
na ata 'senda provincitl
Dito. Ao inspector da pagadoria mili-
tar, ordenando que mande pagar ao botica-
rio JoSo Soun, a vista da coula que remel-
le, a quantia de 1:102,920 rs., em que, se-
gundo a referida cnnfi, importam os medi-
ramentos, que elle ven Jeu pan a ilha de
Fernando.
Dito. -3M Upector da Ihesouraria da
fae4aM letal, pira mandar adenla
mai* ao | fciro director das obras pu-
blicas, queHWm 6 requisita, 1 quinlia de
2:000,000 rs. par* conlinuaijao da obra Ja
casa de delenv5o. Communicou-se ao
mesmo engenbeiro.
Dilo. -- Ao commmdante do corpo de po-
lica, para que mande postar na cidade de
Olioda urna guarda de oilo pragas do corpo
*' "-', i"! lUwat estar ali
11 dsposlcHo do juit dedtreitoda primei-
ra vira criuie, emolanlo durar a sesillo dos
jurado* daquelle termo. -- Scienlifieou-se
ao referido jan de direito.
Portilla. Ordenando ao com mandante
do vapor Affomo. que receba a seu bordo e
transporte para a corle o guirda-mirinha
Manoel Antonio Viegas. Communicou-se
ao cummandante do brigue-escuna Canpo.
IDEMDJItiA ti.
Olllcio. Ao Exm. commsndante das ar-
mar, drzehdo qne pode mandar engajar pa-
ra continuaren! no serrco em que seacham
as primas do terceiro batalhlo de arlilharia
a p, mencionadas na relacflo que remelle,
visto que lando acabido o seu lempo, se of-
fereorim pira continuar, cerlo deque tem
arbitrado a cada urna dellas a gratilicaciTo,
que val inJicids na referida relacflo, a qual
I lies ser paga 50,000 rs. vista e o resto em
prestares mensars de'f0,000 rs.
KelocSo a que se rtfere o oficio cima.
Sargento-ajudante, Silverio Jos
Nery...................
PrimeiD-sargeslo, Joflo Paulo da
Silva Porto...............
Segando dito, JoSo Ferreira do Es-
pirito Santo Monteiro ........
Csbo, Francesco Antonio.......
eaada, Oregorio Pioheiro de
llosa.................
Dilo, Doaiingoa Paz...........
Si-guOdo cadete, JoSo Francisco
Soldado,'Joo" Manuel do Niaci-
mento. .................
Dito, Ivo Jos. ............
Dito, Antonio Joaquin Primeiro .
Communicou-se ao inspector da pagado-
ria militar.
Dito. \ Ao presidente da RelaQo, scianti-
fleando-o de haver concedido un mez de li-
ceiiija com os respectivos vepcimentos ao
juiz de direito da comarca do Rio-Formoso,
Caeiano Jos da Silva Santiago. Neste sen-
tido ofliciou-se ao inspector da ihesoura-
ria de'fazenda.
Dito. Ao juiz relator da junta de justi-
ci, declarando que aoianhfia as 10 horas do
dia lera lugar a intuito d* mesma junta,
visto icherem-se nminados, segundo S
S. communicou ajan ofllcio de lionlem, os
procesaosverbaes quelite fnraro enviados
para aereih por ella julgidos. Neste sen-
tido expeliram-se as convenientes ordens
Dito. Ao inspeelor da pagadoria mili-
tar, cotnmnnicanJo que o tenente-coronel
graduado JoSoCuilherme de Bruce, que tem
de seguir para acorto com lieenc, pedio
para dcixir de seu sold sua familia nesti
citado a consignado moasal de 46,000 rs. ,
qne devor ser entregue ao seu procurador.
Scintificou-se ao Exm. coinmandante
das armas.
Dito -- Ao mesmo, para que mande pa-
gar ao commanilante do primeiro bilalhflo
de cateadores, vista da conta qne remelle,
a quantia de 6,6W ra., que elle despenden
com e enterro do soldado do quinto da mes-
ma arma, Seratim Jos Tararea. -- Commu-
nieou-ae ao Exm. cummandante desarmas.
Dito. Ao mesmo, derolrendo os reci-
bos que acompanharam ao seu olllcio de
hontetn, o declarando que devu mandar pa-
gar pela forma ji estabelecida os alugueis
das casis de residencia dos ofllciaea, que
ellas liverem direito.
Dito. -- Ao inspector da thesouraria da
fazenda provincial, para mandar por i dij-
posigffo do engeaheiro director das obras
publicas, que aasim o requisita, a quinlia
de 6^0,000 rs. para compra de cinco casas
pequeas, perlencenles a Joaquin Jos de
Mello, Jos Pedro de Fariaa Sobrtnlio, Seve-
riano Francisco de Souza, Antonio Dom i li-
gues Itodrigues e Manoel lleroardino da Sil-
va Serra, as quaos devem ser demolidas, om
eonsequencia de eatarVm collocadia na di-
reccSo da estrada do Remedio.Inteirou-
se ao mesmo engenbeiro.
Dito. Ao engenbeiro director das obras
publicaa, deelaraiMBpw pode mandar ven-
der a porc2o de ferros reinos, que existe
niw ruspAJilfttf/ia MWmi, t,il i.B.i ua
cesserto queli reparticSo.
Dilo. Ao mesmo, para que mande pro-
lo da conslituicflo, nem eompativel com a
pleita confianca e atitoridide deque ogo-
verno executivo precisa para o devido cum-
primento de seus deveres no exterior, que
um roto de censura nlo rerogade permane-
c recordado contra o ministro encarregado
dos negocios estrangeiressJo paiz ; o como
lord J tiln Russell julgou acertado fazer de-
pendente sorte de sua administragao. o
carcter de seu partido e as relagoes exte-
riores do imperio de urna approveQSo plena
de Inda a poltica straroreira de seu colle-
ga, bem que lamentemos o inconveniente a
que os interesses geraes da na^fio sSo des-
te modo exposlo. Todava muilo estimamos
que esta diacussiln s'ja levada a urna termi
iiacu formal. A actual casa de communs,
no leve anda que dir um voto de mainr
importancia, tanto na materia sujeita como
em suas censequencias, do que esla deci-
sSo sobre o voto de conlianca, proposto por
Mr. Koeburk em favor da administracSo de
nossos negocios ostrangeiros, por lord Pal
merston. Este voto nao he urna mera ten-
tativa para reparara fortuna pessoal de om
ministro desacreditado, porm envolve 1
sorle da admiuUtracjio, e o que he mais. en
volve is relafOes da Grfia-Bretanha com o
resto do mundo e a manutenerlo accidental
da paz. Se elle for approvado, e approvado
nesse espirito de desafio melodramtico,
que caraclerisou o discurso proferido por
lurd Kussel, na sesso de tert}a-feira, urna
tal declaraglo de que os meamos principios
arbitrarios devetn ser invariavelmente se-
guidos pelo gabinete britnico, previnira
todo o melhoramenlo ral naa relacOes ex-
teriores do paiz, e penhorara a casa dos
commuos, para com os resultados ulterio-
res d>ssa poltica, ate a propria guerra. Se
houvi- nunca urna quesldo que oSo deve ser
decidida por mera connextlo de partido, por
prevoiiQo, ou por cousideraQO 's pessoaea,
he esla grande e solemne rtsolucSo, sobre
a qual lodo o Miembro da casi dos com-
muns, be obrigado pelas mais pesadas re-
-lauirjOes do dever, a declarar consciencio-
samenle, se a maneira pela qual os nossos
negocios exteriores tem sido administrados,
be consenlaneo com a dignidado do paiz, e
he propria para assegunr a manutencilo
da paz.
Quando fallamos dos principios que tem
regulado qossa poltica exterior, nao falla-
mos dessos proposifOes faustosas que silo
'liadas nari nrnvnr-- -'" '^ ffajameai
communs,Taes como a nao nitervencao nos
negocios miemos dos estados estraogeiros,
ceder aos reparos e concerlos do palacio do '.8"' reapeilo aos governos da Ierra, quw
180,000
170,000
160,000
160,000
160,000
160,000
I60,0qfl
160.COO
160,000
160,000
FOLIIETIM.
A1KDA O THEATKO. O
aa aitentarmoa para esiai regras (das uua>
unidades; peto lado da einrencia, agrande
prora de nao seren necessarlas lllusao be,
(iuc o novo acbaso no estado d aqol
governo desti provincia de conformidade
com o orcamento, que para esse fin orga-
nisou, certo de que sero postas sua dis-
posiQflo para occorrer as despezas que hou-
ver de fazer, as quolas que requisitar.
Neste sentido ofliciouse ao inspector da
thesouraria.
WF
EXTERIO

VOTO DE COINFIANCV NO GOVERNO.
Londres, 2* <;ko de 1850.
Folgamos do saber que a differenc.a entre
o goreruo francez e o ingler, se acha final
mente terminada pela adopeto daquelles
termoa da convenrjo de Londres que foram
rejeilidos a 11 de maio prximo passado.
N.1o he nosso proposito censurar a lord Pal-
merstoo pela htimiliarfio a que fol obrigado
sujeitir-se, aflm dnescipar das consequen-
cas desla miserere! quesillo; poten de-
ve ser obrlo a todo o mundo, que o mi-
nistro inglez foi Torcido neste caso a ren-
der-se discrifo is nSo muito brandas
representado >s do general Lahitte. Por-
tinto em alguna respeitos ests terminacilo
da quesllo franceza no diminue em nada o
peso da censara contra os orroa que Ihe de-
ram nascimento.
Concordamos com a opinio de Mr. Roe-
buck, que no he consistente com o espiri-
Jejam grandes quer pequettos, a adhesStr
uniforme aos tratados existentes, e todas
as outras verdades da diplomacia : fallamos
|dos actuaes principios praticados, posto que
nSo recenhecidos pelo governo em suas re-
laQes estrangeiras, e patenteados, nSo por
sua lingoagem no parlamento, porm por
hsuas acgOds no exterior. Cretnos que nilo
ha nenbuma dilTerenca essencial nos prin
cipios a que oa estadistas britnicos, qual-
quer que seja a classe a que perteneci, pro-
fessam adherir relativamente administra-
do de nossas tels^oes exteriores: adilTe-
renc,a consisto na applica(So desses princi-
pios ; e a este espeito a administrado de
lord Palmerslon, conlradiz directamente
(oda a seguranza que elle afTecta dar aqu I-
les que o apoiaoi. Foi o membro por Balh
quem primeiro representou a lord Palmers-
.lon como igual a Lucifer : porvenlura os
laconiecimeiitos que recentemenle tem lulo
lugar,ho convencido omembro por SbeDield
do que estas inflamatorias propiedades
conduzem honra do paiz e paz do mun-
do ? Est acaso Mr. Itoebuck .preparado
para renovar em 1850 a sua approvacjlo in-
fundada da poltica seguida a reapeilo da
llespanba, a qual elle) proptio atscou em
18*7, e que lerminou na expulsflo do mi-
nistro britnico de Madrid pela rasSo de ten-
tar subvurur a administracSo existente
d. quelle pair, comquanto essa afTronta fos-
se baixamente sotTrida, e essa brecha nlo
civilmente reparada f | De vera o parlamen-
to approrar por um voto deliberado, os pri-
ncipios que despicharam lord Minio em
urna miss.io incendiaria para augmentar o
excitamnntnaasusladorda pennsula italan-
na.para fomentaros projectos hostseaTbi-
ciosos doPiemonte.e destruir nossa anliga e
essencial allianca com a Austria,fazendo fai-
na imputaefiessobre a poltica daquella cor-
te, e violando nossa propria declaraciln tan-
tsa vezea repetidas, de que sustentaramos
os arranjamentoa tentorues existentes da
ItalaP NSo foi em virlude dos .nesmos prin-
cipios que olTttrecmos aos insurgentes si-
cilianos, reconhecer um principe da essa
de Salioia, sobre o throno daquelli ilha. re-
cebemos seus emmiasarios, equipamos seus
navios, o trabilhamos setn descanco para
desmembrar o reino das Duaj-Sicilias, de-
rmis quando leve lugar a lula final entres
rbelliSo e a autoridade legitima,'a qual
maliciosamente tinliamos retardado, aban-
donamos framente a ilha ao seu destino?
Ao norte da Europa a guerra rebentofl
pela aggresso escandalosa da democracia
germnica e dos principes allemScs nos do-
minios da Dinamarca. Os verdadeiros ptln-
cipioa do caao eram perfeitamentn claros, e
o governo ingle; foi convidado pela Fnnca
e pela Russia, pira obrar de accordo com
ellas e de conformidade com seus empe-
ntaos communs. Dous annos se tem passa-
do em negoriacOes abortivas e nsulluosas;
a Dinamarca acha-se obera la de dividas, e
quasi exhausta pelos nobres esforcos que
ha feto um bloqueio repetido tem inju-
riado o commercio de nossos proprios nego-
ciantes o o norte da Europa ; porm no (m
de todas essas delongis, sahornos que a In-
glaterra e a Russia se acham completamen-
te concordes sobro a questSo como podiam
e deviam ter sido o.n um tempo em que a
maior parte desses males teriam sido preve-
nidos.
No Rio-da-Prata vimos os interesses dos
negociantes inglezes residentes em Monti-
vJeo inteiramente abandonados, e todo o
commercio dessa porco do globo, colloca-
lo debalto da inspccr,flo absoluta de Rozas,
0 qual contina a fazer toda a especie de
insulto quelles que alTecta proteger.
' Na Grecia a historia das injurias feitas
pelas reclamacOes de um Pacifico, e a hu-
milac,3o do um estado que somos expres-
sament-! obrgados a proteger, he lilo re-
cento que no precisa ser repelida ; porm
OJTo pBJn mr~r ^u- oj (iJopdiliodlu.',
tiumanos e rectos communs do Inglaterra,
queiram identiflear-se por um voto de par-
1 ido com a violencia, 1 baixeza eos erros,
Iue desde o principio al o lim, lein assig-
nalado esta desgranada questSo. Ali e em
toda a paite do globo,se tem desenvolvido o
mesmo espirito ; todava cada 'im desses
casos nSo deve simplesmento ser consigna-
do a indulgente esqueciMent, pelo con-
trario deve ser inscripto sobre um arco de
triumpho.
tros deite ou daquelle atado, como lord John
Kiissf I dase por lombaria porcra com a opi-
nio publica do mundo, tanto no esterior co-
mo no interior. Nao sabemos que forja terao
a influencia deuin partido e ai divisei doou-
tro para fazer con que a casa doi continuos
approve essas proposlcfles que eremos em nos-
sos corscVtei lereni Infundadas e lojurlosai
ao carcter e bem estar da Inglaterra. O mi-
nisterio nao poden lo mais recuar deisa fatal
linhade conducta, por se achar nella mettido
muito profundamente, censurado pela casa dos
lonls, condemnado pelo publico, em a coa-
l un .1 d.i Europa, responde, fazendo um desa-
fio calculado, se be poslivel, para reduziro
partido liberal aoines.no perlgoso nivel. Nos
vimos o quesefei por Intimidacao na votafao
acerca do esquadro africano, cque lord John
I! os-'di nao desdehha em taes xtreinos o uso
de nenhuin estratagema ou nmeafo; poivni
atlendendo aos grandes Interesses do paiz no
exterior, inanutenciio dateguranca c da pas,
ao carcter de independencia e tntegridade de
casa dos communs, aos miles provenientes da
lina collIsSo com a casa dos lords e de urna
opposicio opiniao genuina do paiz, susten-
tamos que a rejeico da proposta de Mr. Roe-
buck he mu menor mal do que sua apsarova-
cao, anda mesmo para oa Interesses reaes do
partido liberal e a reputaran dos prlnclpaes
membros do governo.
A emenda proposta por Mr. I tune Indica
com sufnciente candura o estado real do caso,
e a repugnancia de todo o incmbro indepen-
dente da casa dos communs quer em appro-
var a politica eitrangeira de mna parte, qur
em sustentar o governo da outra ; pnin a
adop9ao dessa emenda, qualilicada como ella
he, seria equivalente a unta repeticao indirecta
do voto de censura approvado na casa dos
lords, e a inestna observaco pode ser appUca-
da a qualquer outra resolucao tendente a jus-
tificar a conciusao geral em resposta aecusa-
vao especiea de m conducta no iratamento
da Grecia. A posicao de lord John lie portanto
reduiida a esra alternativa: se a resolucao de
.Mr. Roebuck for rejeitada, o ministerio esta
em desintelligencia cora a casa dos coiniiiuns ;
se ella for approvada, o ministerio tem oapoio
de um certo numero de votos aessa casa con-
tra os outros poderes da constltitlcao e contra
a Irlea creicente do resto do mundo.
( Tima. 1
Cor responde 1 cias.
arte requer aisiitlndo iinotidlaiiaucnti
todos o piiiei a representicdes, em que
Jai nao observan! s e nesta materia
mi Ihor teileuiunho do que o por*
nao conbecead este adistinceo dos diverioa
Keneroi de lllusao, e nao leudo idnia alguiua
theurlca do verusimel d'orlc difluido pui al-
l uan crticos pensadores; nenbuma ideia abs-
tracta, iienliun julzo precedente poderlun fa-
je-li rtceber urna Imprenta de verosimllhan-
foisem aptas para a pro-
al inudancas de aceas destrulsseui
a Unco, esla davera de ser seguramente mais
dearessa destruida no novo, da que naa peasoas
Ilustradas que mais facilmtule sujeitam a sua
fantasa a favorecer as ititcnedes do artisia.
Se dos tln tros populares n>saiiioi j exami-
nar, que caso le baja feilo dessas regras nos
thearroa cultos de todas ai nacoes, vemos, que
no'grcgs BiiSss fsrsm eHe ptas por princi-
pia, ante SBx-ee saniprr o contrario, toda vea
o requera ; que os mal ce-
uialicos inglezes e hespanhoes
ideradoa portas nacioiiaea, nao as
111 ou despiesaram-nas. Para cuintt-
lo,Sbraiin, da extravagancia tem succedido,
que a* mesuios autores fraacasc e italiauus
(*) ComiaaafA. n. 190.
saas^HSHWSssf^fSSBS^e^HsswwfS?'
que as receberam, de facto nao ai observaran)
exactamente; pois sein fallarmos de vlglaces
da uuidade de lugar, que se encoutraiu era al-
gumas tragedias dos referidos autores, das cha-
madas exclusivamente regulares, he bena sabi-
do que a unidade de tempo nao se observa,
nem toma 111 icu estrello sentido, isto be ; aa
igualdade do lempo ficticio attribuido acvo
com o lempo real, que ella ocoupa oa repre-
sentado.
iini em todo o llieatro raute p*! ?l -
tar-ie tresouquatro tragedias que preenchain
eslacondifo. Ilatieitx nos seus principios de
lilter.iliira diz o seguinti :Como he muito
aro adiar asiuuiptoi, que posiaan reduair-se
Vtao esireitos liuiiir*, eusanchou-se a regra, e
a sm eitendeu-se at 24 horas. Com esta e.perie
; porqe aa trana-ccao nao flzeram oa tratadistas outr
Huaa asais do i|uc reconhecer o prejuiao da re-
gra, collocando-se em um pollo, onde dene-
uhuuia sorte ic pdetu sustentar. Ainda se
pode discutir com aqueile que he de parecer
que a aceo nao deve passar alm do lempo
material da represeutacuo; mas quein ha aban-
donado este ponto cora que rasao pretender
que os mais ae contenliaiu em ura limite que
elle tem arbitrariamente eilahelccido? O que
lie que se ha.de dizer a um critico que euteude
podereiu as regras ensanchar-se ? Succedenes-
tajeaso, como eui outras mullas cousas, que
mais ranoavel he pedir o muilo do que
pouco.
Serla para deirjar (dls Marmontel uoneui
elemental de literatura) qoe a duraeo licllca
da aceita podesse limitar-S|iaa lempo do espec-
tculo ; utas be ser initutgo das artes c do pra-
fecundos recursos e de'suas mata peregrinas]
bellezas, lia licencas fchzes, em que o publl
co laciumeotc couvein com oa poetas com al
condicao de que as erapregueua em comove-lo,
eier-llie agradare! (inM numero eutri a
suppoila e Ungida exlensao do lempo real da
.accao theatral.a Mas cora a devida venia a tao
respeltavel tuestre, essas taei licencas ftlius sao
vocabulos deitiluidos de seoio cm leiteratura,
So d'ai|uellai militas expreaides que represen-
tara una ideia clara no seu significado proprio
e coniinuni. e que aqu usadas uietaforicaiueu-
le'encerrara urna contradirn.
Cora cuello, cbaina-se d ordinario llcenca 0
que se laz contra ai regraa proscriptas pelos
uoineni; e nene aenlido dao-se na verda.U
licencas fellies; porque sao seguidas da boui
succeiso. Assim foi irinspoi tada esta expres-
so para a gratninaiiea, e aasenla bem ; porque
sendo umitas das regras giainmalicaes de me-
ra conveneao, e por cousei;uiute alleraveis, po-
lla ura escriptnr explicar-sc tueliior violan.lo
algumas dellaa: mas nat regra Intrnsecas as
arles do bello, o caso ja lie ouiro ; poiquauto
estas devera fundsr-ae na ualureza; sao ucces-
sa'rias, linmutaveis, iudepiiidentes da voutade
dos crticos, adiadas nao ellas c que porlautu
nao podeua ler postergadas sena se fallar ao
Um da inesiii'arle.
t'iuaiuieiiie estas regras impedem inuitas
bclleaai produzein muitos iticonveuienics.
Os seus meamos defensores cuulessam que o
nao aslrlngir-se aos limites reaes de lempo e
de lugar deixa o campo livre para urna imita-
cao limito tuaia tone e variada; nao desco-
nnecrin as bellesas oblidas a dcapeim das re-
gras ; mas afirmara que cuuipre renunciar a
casas bellesas ; pois que para o Ole-1 he uiis-
oir no mverosiuiel. Mal aluda adrailti-
da a objecyio, be dato, que a uiu temida iu-
veroslmelbanea nao seria sensiVel, sena 111
rcpresriiUftio sceniea ; e assim a tragedia re-
uao podetn icguir sera priwar-ie de seus mais (Oraientada seria por sua natuiraa incapaz d'a-
i|uelle grao de perfaijao a que pode chegar a
iragedia, quando s considerada como um
paterna eiu dialogo, l'.lio uuicaiiieiitc para a.
leilura maneira do narrativo.
Era tal caao quem quer tirar da poesa o que
: Que intereise brltannico tem sido ncsles ca-
sos felizinenle defendido? Era qual Jestes ou
outros caros de intervencao activa do actual
ministro dos negocios estrangeiros tem o re-
sultado contribuido, nao diremos para a honra
e dignidade. porm para a poltica ordinaria
e interesses commuui deste paiz? Nao he da
natureza de nossas relafdes polticas, em seu
estado de laude, v ver exclusivamente sobre
termos de ciutne c contenda cora as potencias
eitrangeirai, pelo contrario he da natureada
mesma proteger em conjuneco com estas os
dii eiios eonini 11 ns c interesses de nostos pro
prios concididaos c do genero humano. A ul-
tima parle da resolucao proposta por Mr. Roe-
buck alfirina absolutamente a proposicao de
que a poltica que nos tem indisposto com qua-
si todos os governos da Europa, he pcculiar-
nente qualilicada para mantee a paz. Volar
esta proposicao lie ou negar l'a.tos que 1.10 no-
torios ao iiiiind. 1,011 votar urna contradicho em
termos. Nao ha um hornera versado nos ne-
gocios da Europa, e que conheca os elidios da
polillo de lord Palraerilon naquelles lugares
era que ella tem ildo posta era pratica, que
sio saiba que a adopeo expressa dessa polti-
ca pelos representantes do povo inglez he um
1 oiupiineiito de principios, nao com os ininia-
e lia pode dar, de vera preferir aempre esle se-
gundo genero de tragedia- c n'alternativa de
sacrificar ou a reprcsenlaco 01 aten al ou oque
eonstitue a esieucia do bello potico, quem
pode jamis li. al em dllvid.T lie ce rio menos
que neiiliiiiu outro aquclles crticos que en-
lendeni que as tragedias gregal nunca foram
uperada pelos modernos, e que atroduzem o
siiiiiiiin elidi poctico, nao sendo alias conbe*-
c idas pela leilura Cora isto, todava, nao qufa
:r.::z?irr "" os dramas sera aa te ..nidadea
torneui-se'iiiveroslineis na recita; seno que
1*11111.1 couaequencla procurel faxer couhecer o
valer do principio.
Antes d'cxaiuiuara regra da uuidade de tem
pdede lugar em suas relacei com a uuidade
de accao, boin fra que nos enlendesscinoaio-
br'a sigtiificajo dcste ultimo termo Por uni-
dade d'accio nao se quer seguramente dizer a
represeiilaco it'utii facto simples e solitario ;
mi a representado d'uiua serle de a.-onteci-
iiienlos ligados eutre si. F. ser, porvenlura,
arbitraria essa ligafo entre inultos aconleci-
uienios que os fai conliderar como una accao
nica? Ho de cerlo ; lis a arte j nao teria
fundamento na natureza e na verdade. Exilie,
pois, esse lacn que se acha em a mesma natu-
1 eza da nossa intelligencia. E na verdade, una
das mais importantes faculdade do espirito
humano he esta d'apanbar d'entre oaaoonteci-
nienlos ai relaciies de causa, e ett'eito, de ante-
1 ioridade e eonsequencia que as ligara, he o
reduzir a um t aspecto, e como que por um.
s iiiluic uiuilos lacios separados pelas cott-
dicea do lempo e do espaco, separando os
uutrol facioi que Ihes nSo esto ligados, senao
por coincidencias accidentaes ; e tal be a tre-
la do historiador.
Mas entre o lim do poeta e o do historiador
ha urna diH'erenca, que s'esteude tiecessat la-
mente escolba dos seus indos respectivos.
E nao fallando dessa differeuca, icno no que
icipelta proprlatncnte unidade d'acco, o
Sn.redattores.--Vm facto ha pouco appa-
reeidu nesta cidade, acerca da quesUo ha-
vida entre o Sr. consol da repblica france-
za, e o merelissimo Dr. juiz municipal sup-
f lente da segn t rara deste lermo, Joao
loripes Das Brrelo, nlo dero passar desa-
percebido para a nossa historia, e antes se
deve registrar em nossas paginas jornalia-
tas para em todo o tempo constar, tanlo
mais, que a decso dease facto dere muito
honrar, e caracterisar os bros de urna pro-
vincia, que tem por seu delegado do impe-
rador, o Exm. Sr. Souza Ramos.
Retirado em meu silencio, e fazendo um
juizo das cousas profundas, que em nossa
trra apparecem, cada vez mais me conven-
io da justica co*n que fdra decidida a ques-
illo do Sr. cnsul da repblica franceza.
a verdade proeurei saber a erignm des-
si causa, que deu lugar a ser demandado
o Sr. cnsul Sents pela ndiunnisacilo de
um dehito do Tallecido Reselos, o assim,
0 depois de averiguado esso facto, como
me propuz, conheci que da parte do Sr. Sen-
lis nao havia rasao alguim para deixar de
ctimprir um mandado judicial, expedido a
requerimento do parte, e em forma legal, de
urna auloridade no exerciciode suas func-
cijos. U Sr. Sents, como representante dos
1 imitns dos subditos de sua naQo apurou e
recebeu o lquido producto do espolio de
mi! s.-ii compatriota, e neste carcter ofll-
ci il devia reconhecer, queconstituindo-se
um depositario publico pelo facto da ea-
(uinpae.ni, eslava pelo nosso direito obri-
gado a entregar aos credores de Desenclos
os dbitos, a que este fallecido se havia su-
jeiladoem obrigecOas. Se pois, o Sr. Sen-
ts nao quera reconhecer essa encampaclo,
se pois, o Sr. Senlis julgava que o debito
desse creJor nao era legal, as justieas do
paiz cumpra recorror, provando pelos
historiador propoe-se a fazer conhacer uina
serie iniltHnida d'aconteciioentos, o poeta dra-
mtico quer siitt representar tambera aconte-
ciraenlos; mas em ura grao Je deseuvolvi-
neoto exclusivamenle proprio da su'arle, pro-
curando por em scena urna parte destacada da
historia, noi grupo d'acontecimenlos, cujo
coinplemcnto possa erTeituar-se em mu tempo
quasi determinado. Har separar, pois, assim
alguna lacios particulares da cadeia geral da
historia eoflerec-loi destacados, releva que
o autor seje, determinado e. dirigido f or una
rasao ; que esta raao esteja nos inesmos fic-
tos .- e que o espirito do espectador pona seta
esforco e al com prazer parar lobr'eisa parte
destacada da historia que se Ihe pfie debalxo
dos olhos.
l-'iiialineutc he preciso que a aceto seja uina:
mal existir realmente essa unidade era a na-
tureza dos lacios histricos.' Ella nao existe de
um uiodo absoluto! porque no mundo moral
bcra como uo pbiiico toda a existencia toca eta
outras, e couiplica-se com outras existencias;
mal existe de um modoapproximativo que b.a-
ta para a inlenco do poeta, e Ihe serve de pon-
to de direcrao 110 leu trabadlo. E o que faz
portaolo o poeta ? Kscolhc na historia acente-
i inieiiios iiiteressanles e dramalicos que este-
jara lio eslrdlamente gados uiuao outro e
too fracainciiic com os precedentes e subae-
<|iiciiles que o espirito vivamente abalado da
relacao que entre ellcs ha, reerde-se em or-
mar um s espectculo, apr.lieando-sc avida-
uiente acanhecer toda-, exlensao, toda a pro-
f 11 nueza uessa reiaciio qu o liga, a desenvol-
ver ooin a poaslvel lucidez essa. leis de causa
e d'eH'eito que ai governam. Essa unidade
anda he mais notavel, e imii fcil de perceber
quando entre uiuilos factos ligadoi entre ai
acha-se ura cconleclineoto principal, era torno
do qual vaiu ajuntar-se como indos ou cauto
obstculos. A eaae aconleciinenio priacipal
ne que se da o nome de cataiuopbe.


. <
--.-... .
'2!
meios ordinarios que essa encampano e de-
bito nflo tioham lugar, por nao Ihe compe-
tir o direito vaneado por esse credor, mas
o Sr. Sentis pensando que com o manto con-
sular eslava acobertado de todo e qualquer
procedimento ordinario das leis do paiz,
sen se lembrar que como um curador des-
sa heran;a jacentede um seu confpatrlota,
estava { restrictamente fallando j na obri-
Ra;3o directa de pagar os dbitos appare-
cidos desseseu compatriota ; resisti a essa
ordem legal, como o (ex, para dar lugar a
nutras mus fortes, que o obrigassem a en-
trega do deposito a que deu lagar.
Posta a questao judicial noste ponto de
vista, quer o Sr. Sents invocar a naciona-
lidade de seu paiz, arvorar o pavilhflo da
repblica franceza, e fazer sentir aos seus
compatriotas que a s'ua na;3o se achava ul-
trajada, sem ao menos se lembrar que
era depositario do espolio de Desllelos, e
que devia dar contas as justicas do paiz,
quando os credores de Desenclos Ih'o pe-
dissetn. E pois, justissima e bem funda-
mentada foi a decisflo da la pelo Exm. Sr.
Souza Ramos na qmslfio declinada pelo Sr
Sents ao governo da provincia, e outra de
certo nSo era de esperar de um administra-
dor que se faz distinguir por seus actos de
Justina, e carcter nlo desmentido, defle-
rindo como defferioa pretencCcs exagera-
das e de momento contra funecionarios p-
blicos, que o Sr. Sents julgou do alto do
seu escabello consular devia exigir dictar
a um governo esclarecido, e que sabe dev-
damente respailar os direitos das na;es
amigas e adiadas : portant'o nSo queira o
Sr. Sontis declinar a questflo puramente
pessoal e muito particular para envolv-la
com os direitos de nacionalidade de eu
paiz, que estilo muito alm do alcance des-
sas quesles accidenta es.
Respete, poia.o Sr. cnsul da repblica
franeeza as leisdo paiz, onde reside, nSo
se npponlia a oidens emanadas da autorida-
de legal, que logo ser tambem respeitado,
como cumpre ser, e o be do dever dessas
mesmas autoridades.
Cumprio, pois, o Exm. Sr. Souza Ramos
com aquelle dever que sempre soube res-
peitar aquella que est revestido do p ider
dscrcionario, mandando ouvir a aquelle
magistrado, e dando todas as providencias
necessaras para nflo se levar a effeilo qual-
quer desaguisado, que por bem desse facto
podesse apparecer. O Exm. Sr. Souza Ra-
mos ainda fez msis, mandou investigar por
meio de uui conselho a conducta havids
dos soldados de polica, que auxiliaram
diligencia no acto em que se deu a inlima-
eflo do mandado judicial, i rquanlo, quei-
xando-se o Sr. Sents de que liavia soffrdo
nessa occasiSo urna bayonetada, o governo
proc<*deo neste caso com toda a prudencia,
mandando inquirir por meio desse conse-
lho sobre o facto allegado pelo Sr. Sents,
visto que uo se dando a prisflo em fla-
grante do perpetrador desse crime, nflo po-
da elle ser preso sem culpa formada, por
ser esse niesmo crime aflian;avel.
Explicada a quesillo pela maneira porque
fica exposta, cumpre-me, Srs. redactores,
entrar em urna outra das satisfacas exigi-
das pelo Sr. cnsul da repblica franceza.
OSr. cnsul di repblica franceza exigin-
do esaaa satiafa^Ocs extralegaes de um ad-
ministrador tilo iliustrado, como o Exm.
Sr. Souza Ramos, pz em duvda os seus
vastos conhecimenlos, e prelendeu Ma-
quear a sua boa fe ejuslica, para assim vin-
gar-se de um magistrado, como o Sr. l)r.
Floripes, que tendo consciencia de seus ac-
tos, procede sempre com toda a prudencia
no exeicicio de anas func;Oes, destilndo-
se de um emprego, para o qual fra nomea-
dopor lempo de quatro anuos. Nflo sabe o
Sr. Sents que o cdigo criminal brasilero
eslabelecendo a responsabilidade dos em-
pegados pblicos marcou liles as penas e
Tonnali la.les do processo para nflo seren
atropelladas as regras da puuicflo e absolvi-
lo do innocente ?
Como, pois, exigir o Sr. cnsul Sents de
um governo de juslica, e de um paiz livre
a destilucSo de um magistrado, que cum-
pre com o seu dever, e que nflo pode res-
ponder por fados, quesederam na execu-
;Io desse mandado ? O Sr. Sents deve re-
conbecer as alfadas daquelles funeciona-
rios pblicos, a que pelas nossas leis est
restrictamente obrigado a obedecer, e nflo
julgar-se sobremanera soberano em ma-
terias puramente particulares, porque pro-
cedendo assim, e pelo facto que leve lugar,
dar sempre de si um espetaculo Iristissi-
mo, chamando para ancoradouro de suas
queixas parlicolares os direitos de sua na-
cionalidade. NSo he, pois, assim que deve
proceder o representante de un-a nacSo tSo
illuslrada, como a Iraoca. Quanto desti-
lucSo dos olliciaes de juslica, quoforau
executarosobredilo mandado exigida pelo
.Sr. Senlis, devia lambem ser calculada pe-
lo uobre administrador da provincia, por-
que elle}sSo errpregados pblicos, eeslflo
na responsabilidade de seus actos peranle
a lei : elles nflo fizeram senfloexecutar urna
ordem legal, emanada da legitima aulori-
dade a requerimenlo de parte, e pois se el
les excedern) contra essa ordem, o Sr. Sen-
ts que os faca punir mediante um proces-
an, que para este Um devera inataurar, e
nao pelamanera desabrida, como quiz a
desitui;ao, sem proceder as formulas esla-
belecidas em nossas leis. .
da repblica franceza, e nem offonddos os
direitos de nacionalidade, nenhuma satis-
fago deveria dar o Exm. Sr. Souza Ramos,
p>r nlo se darem as oircumstancias pre-
vistas pelo Sr. Senlis, que prelendeu com
*- do sua naco, a quesles a que a na;3o fran-
ceza nenhum interesse linha, e smenle
os successores e credores de Desllelos.
Refutadas assim, as exigidas satisfazles
do Sr. cnsul Sents, maravilhou-nos por
cario o arrojo com que o Sr. Senlis impe-
riosamente as fazia ao nobre administrador
da provincia, prefixando-lhe horas crias
para essas reparaedes, por elle assim exigi-
das ; porm o Exm. Sr. Souza Ramos so-
branceiro a ludo isto, e sempre caminhan-
do nos limites e circuios de nossas leis tove
.linda por essa occasiSo de responder ao Sr.
Sentis, que elle o saba respetar no carc-
ter oflicial de que se achava revestido, e
que tambem sabia repellir essas mal cabi-
das exigencias, ou repara;Oes todas desti-
tuidas de fundamentos; procedimento es-
te, que muito o honra, e o faz acreditar pe-
rantoa naco brasileira.
Sirvam-se, Srs. redactores, de transcre-
ver em seu jornal, estas liohas que muito
obrigarfio, ao seu constante loilor.B. A.
quo as leis facultan, para tornar ofToctivo
q ti il lo que he dovi o a meds pas.
Pede-lhes.Sra. redactores, ai nsercflodes-
tai linhas. _
V. F, Tavam/.
V \LUEl)\,Jll. "
Srs. Redactores. He inqualiflcavel a ma-
neira audaciosa-, com que oSr. Joaquim l'o-
reira da Silva pretende desmentir o nosso
annuncio publicado em 0 n. 188 do seu
Diario ; e a nflo ser a convic;3i Arme que
temos da leviandade e inepcia do Sr. Pe-
reira, ser-nos-hia difllcil tolerar tal arrojo.
Ora, Sr. Perelra ser Vmc. dolado de urna
reminiscencia tSo Traca, que se nflo lembre
da maneira porque Ihe foi entregue a admi-
nistrado da venda do nosso consiituinte o
Sr. Hanoel Joaquim Goncslves e Silva ? Nlo
se lamn a Smc. que, se ella nSo foi balan-
ceada na occasiSo em que a recebeu, linha-
o sido como Vmc. confesas, pouco tempo
antes, e que sendo-lheapresentado o origi-
nal do bal*n;o faito pelo Sr. Jos de Mello
Albuquerque Monte-Negro, Vmc. Conferio
por elle lodos os ohjeutos existentes nessa
data, entregando-nos urna lisia deaua pro-
pria letra, daquelles que achou menos? E en-
i.io, qual a inflaren;* que se da em ser ou
nflo a venda balanceada em sua presen;,
logo que no segundo caso se Ibeentregasse,
como de facto sa eolregou, o balan;o de la-
do o que contiuha, e que Vmc. novaraonle
coufronlou, declarando ser exacto, com a
simples alleracSo exarada na referida lisia ?
Sr. l'ereira, absurdo, e absurdo inqualifica-
vol, he o seu proceder, e se da sua parle
existo ni esses documeulos que sprega, de-
vera saber que nos nao estamos despreveni-
dos, e alguna documentos lambem possu-
mos, que bastante referencia taem com o
illibada crdito do Sr. l'ereira, ferido tio
cruelmente pela nossa falta ilocaridadc I cir-
cumipeccau ; mas descance o Sr. l'ereira, que
nos trabalbamos unsonos, e de boa volita-
da para llie fazermos sentir a benfica in-
fluencia dessa caridade que nos implora, e
anio serlo suas expressos menos acres
para oomnosco.
Em conclusflo diremos, qne nam a sua ou
a nossa opiniflo a tal respeito, prevalecer,
mas sim a de pessoas competentes ; e decla-
ramos mala, quesera esta a ultima ve.
nos valemos das columnas dasle Jornal, pa
ra sustentar polmicas, porque os uossos
afazeres nflo nos deixam lempo devoluto,
para empregarmos em cousas lio frivolas,
a que devidamenle daremos completo
lesprezo, se porveulura Vine, leimar em
aubmoller ao dominio do publico, quaes-
quer razOas que queira apresen lar.
Com a inser;2o deslas linhas o Srs. Redac-
tores, muito obsequiarlo os seus reapeita-
dorese servos.-- -Zoila da Cotia Lima Juntar,
yoda apliila t'rugozo.
HEFLEXOES SOItlll CARLAMRROCIO, F,
SOBRE A LITTERATURA POPULAR.
Sei, quo varios lu lores do nosso Diaria,
denominaran! massada a historia de Carlarn-
brogio, dizendo, quoalm disto nflo ene ir-
a, sendo -cousas mui simples, e triviaes
tem cooheco..que para alguns nflo tem va-
lor, senflo os foliielins, que a trechos vflo
transcrovendo Romaneas, muilos dos quaes
nflo corrompen! menos OS costuros, do
que a lingos; porque sflo pela mor parte
traduzidos em uma-algaravia, que chama-
re mosaico pela mistura d'um, e d'outro
eJioma. Alm disto eu nflo me propuz a es-
crover para sabios, e doutoras ; porque es-
tas nada tem que aprender de mim ; nem
um peridico be um tratado de litteratura
ousciencia.
Eu s escrevo (tara o povo, isto he ; para
Tiaior numero de meus coheid^dfios fal-
d'illustraclo, e d'estudos ; para o povo
o m
los
uu touriMju ^ruvaua pelo Sr. Sen-
tis a violacSo praticada pelos soldados no
seu domicilio, ella necessitava deautenti-
cidade, e do testemunho publico, invocado
pelo Sr. Sentis, para ter lugar a prisfloque
delles exigir ; mas o processo inquiritorio
que breve apparecer, convencer ao Sr
cnsul da repblica franceza, que tal vio-
lacSo nflo ae deu. E domis, o Sr. Sentis no
seu escriplorio consular nflo eslava inhibi-
do de responder pelos seus actos que pral-
cou, quanto entrega de urna quantia que,
delle ae exiga, e que fazia parte do espo-
lio do fallecido Desenclos, pois que eslava
a relirar-se para a Europa, e linha obriga-
;0ea aqu a cumprir. He pois, evideyle,
?|ue com a resistencia que pralicara, nao
axendoa entiega determinada pelo magis-
trado, que fez expedir a ordem, o Sr. Sen-
tis foi o causador de l apparecerem em seu
escritorio esses soldados, que fram auxi-
liar a juslica publica na exepucfiu de suas
orden. Ao Sr. Seulia, pois, m deve todo
esse conflicto, e culpabilidade. (luanto sa-
tiafacdo exigida pelo Sr. Sentis de que s-J
saudada a bandaira ae sua nacfio com -i
tiros de/ pe;a, quando ellj fr icada no al-,
lo do pavilhflo, responderemos ao Sr. Sen-
lis que nJu leudo ido ultrajada a bandeira
Sn. redactores.Tendo feito pelo Diario
urna declara;3o franca e leal, paraMuieirar
o publico da calumniosa eslratoga, que por
ahi se urda, para me collocar em estado
de n.io poder propuguar pelos direitos de
meus pas, logo preveni que a resposta se-
ria urna consequencia das estratgicas pre-
missas; mas nflo suppuz que o Sr. Jos
Candido de Barros, lomasse a si a imputa-
bilidade, erecorresse ao que recorreu, al-
legando factos, que s seu feilor e assala-
n idus, pdom dizer, em consequencia de
suas vizes.
A exigencia que ha contra a casa do Sr.
Jos Candido de Barros, he pela heran;a de
meus tinados avos, e fun la-so em titulo <
teslamenlo solemne, do Tinado Mapoel de
Carvalho Medeiros ; nflo he de opera;3o
commercial ou marilima, cijo exame de-
mande conheciment o pratica commercial:
e nem para negocios desla ordem he pes-
sa iudispensavel o Sr. Jos Candido de Bar-
ros ; lcando evidente que a i asilo a que s-
socorreu he miseravelescapatoria;pori|uehe
urna queslSo de liern;a, e porque devendo
existir escriptura;3o na casa, abunda este
Pernambuco de guarda-livros commercian-
tese peritos, que com toda a individuado
poem ao claro a negocis;3o mais complica-
da, e nflo ha oonseguintemenle rasSo para
dezejar-se a nflo existencia do Sr. Jos Can-
dido de Bairos.
He falso que o meu cavallo pedrez aervisso
a alguein, excep;3o do Sr. Joaquim Leile
Tavares RoJovaltio, empregado publico,
e urna s vez. Une nflo tem esse cavadlo
":;d'j s 2l^!b,l'', *'* rt"i2;riOt-
te fui uma vez ao Mvitleiro, he facto que
provo com luda a visiuhan;a, com pessas
qualilicadas e iudependentes, e nflo com
assalariados. Quo smeule at> servi;o de
Jia saio, e desdo Ave Maiias estou recolhi-
do, be o que provu com pessas fidedignas,
a nJo com feilor, uetn com dependentes e
assalariados.
Que indicio de premeditado de crime,
he o andar em cavallo pedrez, princi-
palmente volito e achacado ? Devaneo pa-
rece certamenlo ser, fazer patacuadas, pa-
ra dar pasto ao geuio. Como, o Sr. Jos
Candido de Barros me duigio pargunlas,
me permitir que Ihe pergunle: quem
mandou dar um tiro no administrador
du engenho Duas-ltarras, chumado Mo-
rena ; Quem foi que espancou um l'tulu-
guez na ra da Cadeia, chamado Carvalbo'
.Nunca praliquei barbaridade alguina, tem
em uimlia vida commetl crime alum, e
se he inConleslavel que niiiguem do estado
pacilico passa do repente para o de crimino
ao, nflo me pudeui caber intpula;Oes tilo in-
dignas. Se o Sr. Jos Candido de Barro?
procura pretextos para me fazer imliltcios,
eu confio na ininha innocencia e na juslie*
Jo paiie, e nao deixaroi de usar de direitos,
sin, por quem se devem derramar nflo os
enredos dramticos, as intrigas amorosas,
as mximas sensualistas e incrdulas, o
quadros torpes, ou horrivels da sociedade;
mas os sflos principios da religiflo, da mo-
ral, da piedade, e dos deveres: e neste sen-
tido pareceu-me qus muito approveitaria a
tra Iuc;3o desse opsculo, que o sabio Ca-
zar Cautu nosso omtemporaneo compoz na
illuslrada Italia para instruccSo do povo ; e
urna obra de tamanho gigante Iliterario e
que j es' na oitava edi;3o, entenlo nao
merecer o chalaeeiro apodo de massada,
se bem que massada na opiniflo d'alguns
dos nossos crticos he ludo quinto he se-
rio, religioso, grave, moral e sublime.
Entretanto, nSo ha quem nlo reconhega,
e nflo diga, que muito convm Instruir o
povo. ivJuca o povo, instru o povo, fallai
aopovo; s o povo pode ser fun la ment
do bain, s nelle, como fonte de lodo o di-
reito, est a base do tnelhor, e o germen
de loda a til novldade. Eis o que se le,
eouve a cala passo. V3ts palavras .' por-
que quando se tracta de apear se a gente
Jessas ouvens Uo grossas, e tflo altas,
quando se quernrduzir a scieoci i arte, a
persuasSo a factos, ficemos como atnitos,
sem sabermos por onde nos dirijamos, de
que oiinoira proe leresos, e com o tor-
menioso petar d'um desejo impotente. O
mesmo seria, se o moralista grilasse. Fa-
ii o bem, fatel o bem Se o estadista orde-
uasse aos povos. tdt fieos, ie"d felitei ;
se o mlico dissesse so seu doente. Faca
que o seu pulso bala regularmente I
E de feito alguns erem fazer-se popula-
res com formas plebeas, trascurano todo
o gosto, loda a propriedade d'estilo, e de
lingoagem, dizendo desalinhadamenle o
qus primeiro Ibes vetn k ponta da lingoa,
ou da pena, paliando com o none de popu-
ItriJaiea inerte negligencia, e a sua mes-
qumha incapacidade. Outros dam em im-
primir para uso do povo o que d'antes fra
alambicado par poucos. Mas a pomba,
j uufl ........-ri-.oitiMj............w. b(0 .,;
Itiquiultos dos seus borrachos, deve-ae ter
apropriado do cibalbo a criauciuha nflo
mama, senSo o que sua mfli tem j digirido,
e elaborado. Esses escriptores pois pelo
contrario lomam a casca do saber, e picada
e pulverisada atiram com ella ao povo, que
ou acha-a amarga, e a rejeita, ou se a traga,
da ao estomago pezo, e nflo sustento.
0 mesmo se pode dizer dos que expoem ao
povo como conhecimenlos uteis ou cbarla-
lanariss d'impostores, ou ignorancias de il-
ludidos ; que imaginam o mesmo povo por
uma parte cem anuos atrazado, por outra
13o adiantado, que a pura forca querem ac-
commodar ao Brasil ludo quanio se faz na
l'ian;a, ou na Inglaterra, sem advirlirem,
que lo la a nacflo tem suas proprias preci-
sos, seu proprio modo de ver, de viver, de
conceller, o d'exprimir-se. Quem attentar
para a litteratura barata, que por toda a
parte se ha derrmalo, conbecer, que mui-
los desses livros, desses romances, desses
peridicos se cusa ai pouco, ainda menos
valem.
Alguns creem, que lodo o melhorament
du puvu ctfra-se na poltica a seu modo del-
les ; e como aquelle que persuadido, que
andar a cavallo desenvolve as Torcas, Qzesse
montar um menino recemnascido, elles le-
vantan! o povo a urna atmosfera em que
este nada percebe prescindilo dassa oa-
jutella, que se denomina moral, deas'outra
inulilidade, que se chama ReligiSo, aldcs-
i incoucluiencia, que se denomina oppor-
tunidade, realidade ; e discurslo sobre me-
litorainentos, sobre progresso com ideas,
que elles meamos nao tem justas, e acjrta-
das,e ques vezes felizmente Toram reco-
tihecidas por meras utopias, e excitaram o
riso, antes qu'uma atroz experiencia as
houvesse feito amaldicoar.
Todos querem imbar o povo com o en-
godo da lber.lade, que he sem duvda o
primeiro, o summo dos bens sociaes : mas
quando selrata de a desenvolver, ainda mais
de a por por obras, sb pretexto de man-
ler a ordem nflo falta quem d por liberas-
de um estado de cousas, em que u que nio
psi: C'-'!q ;!!? loaro metlid n nrl*e>>
em que priva;ei, e la;os do loda a especia
s.lo un,ojIos para a conservarem, sacrili-
caudo-lhe o socego, os negocios, a familia,
a vida, de maueira que para ae ser livre
desla guisa lie mister contribuir mais, star
exposlo s arbilrandades e violencias d'um
balalhflo d'autoridades judiciarias e poli-
ciaca, em summs goaar de menos direitos,
quanto mais sobia direitos se farfalha.
O povo, que por va de regra tem bom
seuso, o d s cousas os seus tiomes pro-
prios, nflo enteude assim, e vive inquieto
e descontente: mas os seus pedagogos eJ
couduelores, creaturas suas o cita mam de
besta, de desordeiro e ausrchista. Mas nflo
neassim. Sabis quo maia, seuhores roes-
tres e governanles : ponda de parle ludo,
que he lic;flo,usai uflo d'hypolhetes, mas de
realidades, deixai o prestigio dos nomos,
subministra! aopovo os meios de subsis-
tencia, iniralisal-o com OS vossos bous
exornlos, iticul-llie o amor do seus deve
rea, mas nSo loquis u'arca sauta dos seus
direitos, cumpri, ofazei cnmprir religioaa-
ui*mte a le, a Je justos em suinmi; a ve-
ris como o povo vos enlende bem, como
aura dos s -us ver ladairos inleressei, co im
lie verdaderamente livre, e feliz, e deixam
lo ser aos olhos de quem pansa bem uma
bufonera, um ludibrio, um escarneo: entflo
t)3o ser mais uma embicadella oepitheto
Je popular dado a tantas cousas, que de
popular s tem a trvaldade.
Qual he o principal desejo do pobre povo
13o ludibriado.e despresado? He achar um
trabalho, uma industria um' negocio, de
que se mantenha ; e sempre se recordado
fleos, sustentando o culto religioso. Se so
brevm enfermidades, quem raostra tanta
coragem .' Quanlo a morte se avlsinha
quem a eneontra com tanta resigoa;8o O ?
povo, que tanto vilipendais. Entretanto,
este mesmo privo mulasarezes soccorreo
seu prximo, privando-sedoproprio neces
sario. e isto espontanea e cordealmente, em
quanto que minios ricos ou nSo sabem dar
parte do seu superfino ou se o dio, be
com palavras, e tratamentos taes, que tor-
ntil amargo o beneficio, e fazem descul-
pavel a ingratidflo.
Os meamos vicios da nfima plebe como
se converteriam em semenles de bem.se vos,
senbores meus, osoubesses, e quizesieis ?
Mas vos vos engais, queixando-vos de
que sSo desconfiados. Negais-lhes o preciso
para viver, e depois os Inorepiis de ladrees:
nSo os educis, e depois lamentis o serem
ignorantes; ebebidos os chamis ; porque
algumas vezas gastam em um dia na taver-
na o que tem ganho n'uma semana : mas
a bem calculadlos, e-Tico, que pode repar-
tir os seos prazeres da gula por usa mez in-
ieiro, nlo be menos repreliensivel, que a-
quelles pelo que fazem em um s dia.
Mai, quem ha ahi que falle ao povo relativa-
mente aua educavao 1 Quem, que eiteja efli-
vaiinente persuadido de que um bont lavrador,
um bom artlata, um bora commerciante va-
lem incomparavelmtnte mata que utn fidalgo
tupido, vadlo e vicioao? Queta, vendo de que
maneira a falta de educa;Su eipOe os boineoa
fraooa e ignorante s leducoei do vicio, a
groaaeiros gostos, a prazeres brutaei, aoi lior-
rtvela conaellitia da neceaaidade e da fonte, cui-
da etu correglr-lbe a iuiprevidencia e o deaaal
ido, em enilnar-lnes a procurar etn ai inesmoa,
inalado que esperar da landadr. um arrimo
para a< precisoea e para a velhice ? Nada dalo
azein ; e tudo he grllaretn contra a caualba.
(Continuarse-ha)
n~
eparlit^ da polica.
PARTE DO DIA 96 DE AGOSTO DE 1850
Fram presos: ordemdodelegado, Anto-
nio Prudencio Epipbanio, para averiguares
policiaes : a ordem do sub lelegado da fre-
guezia de S.-Frei-Pedro-Cou;alves do Re-
cife, o preto Venceslao Alfonso de Jezus,
para correcgflo : ordem do subdelegado
da freguezia daS.-Aotouio Joaquina Mara
da Conceifilo, por ebria ordem do sub-
delegado da freguezia da Boa-Vista, o preto
Manoel Antenio de Brilo, por furto ; Ale-
xandre, escravp de Marcolino Jos Con-
galves, a requerimento de seu senhor;
Francisco, Antonio, Manoel, Antonio, Nor-
berto e Firmo, que dizem ser eacravos de
Fulano de Tal Lima, morador na Bavia-
gem, por andarem Agidos; eidojuizde
paz da mesma freguezia, as Ingleses Rober-
to lltllez e Marlinho Turlong, por nfio ha-
veremeumprido certafj|ptracto
roMMPacif).
ALFANUECA.
Itendimento do dia M.....6:402,316
beicarretam kaje 7 dt agosto.
Barca IFi/Ja/n-Kuase/l mercidorlas.
Ilrigue A ron dem.
Brigue -- Siren baealbo.
Brigue Yolof farinha.
CONSULADO CERAL.
Kandime'ito do dia 36.....3:534,130
Diversas provincias...... 153,39
9:6o6,594
EXPORTAgAO.
Despacho martimo no Mm 86.
Ass, brigue-escuna nacional Olinda, de
181 toneladaa : conduz o seguate : t barri-
ca bolacha, 1 surrlo doce, 1 dito inhames,
I embrulho saceos, 1 garrafflo vlnbo de ca-
j, 3 gamellas de pao, 50 toneladas de las-
tro de areia, t fardo fazendas, 3 chapeos de
sol, 4 paroabibas de Trro e 1 garraflo vi-
nagre.
RECEBEDORIA DE RENDAS CEIIAES
INTERNAS.
Reudimento do dia 36......483,543
CONSULADO PROVINCIAL.
Kondlmenlo do dia 36. .... 3:03-2,769
NOTICIAS COMMERUAEsV
Borato, dt futko.
Alinear.
Os assucares Reunin Dio fram procura-
dos, por Taita de provIsOes. O Loui-ltGrand
importa 7,343 saecas, porm o genero an-
da nlo desemharcou. A boa quarta sorle
he nominal a fr. 66. Os vindos das Atili-
ntas so consomem fcilmente a fr. 65 pe-
la amostra. A' vista deste preco, t ra tarara-
se em diversas por;es, 393 barricas desti-
nadas para reOnar-se. Um reforco de 307
barricas e 13 caixea de Guadeloupe ebegou-
nos pela demencia. Os assucares estran-
geiros nflo deram lugar a nenhuma tratuac-
clo. Os nossos pre;os slo fixados como se
~~; ; u...a hfanwS rr 7i a Ktl Rant.
Yago louro, 34 a 60 ; Porto-Rico bruto, 50
a 58OS00 kilogrammas.
Cal.
Os 8 das que acabam de passar nlo
xeram molificacflo alguma na situa;9o
mercado. Os nossos pre;os est9o indecisos.
Os compradores fazem ofTerecimentos em
baixa, porm os possuidores nflo esto dia*
poslos a cederem ao pre;osque nlo Ihes
dariam lucio algum. Julga-e que, m
pouco tempo, o genero achara de novo uma
s iluda msis regular. Algumas ordens do
exterior bastariam para tornar os nossos
pre;os mais firmes. As importaedea da se-
mana se d 1 videni como se segu : 3,538 sae-
cas do Lsguayr, pela Abelha ; 663 barrieSs
n 6 barriquintaa 17 barricas grandes a 135
aaccas Sant lago, pela Anlilopt; 53 Caixas
grandes de Guadeloupe, pela Clemencia, c
57 atecas Reunin,pelo Liuis-li-Grand. Eis-
aqoi cjiTio ae provam os noasus pre;os : La*
ttuayra, fr. 130 a 144 ; Sant-Yago, 170 a 180,
em deposito. Moka, fr. 375 a 385,- Java,
315 a 935 ; Myssore, 335 a 350 ; Costa-Rica,
340 a 365, a duiliairo.
Anneri, 6 di tuiko.
****** "^^ laurear bruto,
O genero asta etu boa posclo; Rio obs-
tante os rere-eos considoraveis, os procos
se conservan!,e 6 confianza reoasce nos com-
pradores. Des le os nossos ltimos avisos,
liouveram traosiec" simoortantissimas, a
pouco mais ou menos 5,900 caixas de lla-
vana louro de fl. 13 l|3 a 15 li, e 168 bar-
ricas de Cuba, a fl. 10 1|4, assucar estran-
geiro. Veo leram-se publicamente esta lar-
le pouco mais ou menos 525 oaixes de lle-
vara louro, mais ou menos averiado, e uo
iia 9 do crrante, venderam-se anda em
hasta publica, por caula de averia pouco
mais ou menos 750 caixas dito ; ohegaram
esta semana alguns navios. Consta de 3,113
caixas por Aikansat, 3,310 ditas por Edwurd-
Ctkt, 1,336 ditas por feria, 1,866 ditas por
llenrtj, 1,918 ditas por Jean-Key, ohega-
dos todos cinco da Havaaae 40 caixas e
36 canaatras, 94 saceos pelos vapores de
Londres.
Caf.
As trantaccOet em caf nlo fram de
maor monta esta semana, e e'omtudo, os
precosde todas as qualidadaa sa conserva ai
bem. O de Batavia ordinario est firme a
30 contos; proeura-se difllcilmeiite o do
San-Domingos ordinario a 37 l|3 eentos ;
um lote de boa qualidade pagou-ae al 99
ceios, para consummo ; o do Brasil per-
manece nos antigos procos. Venderam-se
esta semana 580 a 600 saecas do Java 1 1,000
a 1,300 saecas de San-Domingos; 700 a 800
saecas do Brasil e 600 saecas de Costa-
Rio*.
Venderam-se em leilflo, por causa desva-
ra, pouco mais ou menos 1,050 saecas de
San-Domingos de 16 a 5? I|9 centesimos, a
dinheiro, 900 saecas do Brasil, de40t|3
50 1(3 centesimos, por meio kilogramma,
em deposito. As etiega las da 8 das sa com-
poem de 300 saecas por Sttk-Spratu, do
(va-York,-349 saecas por Btptrimca, de
Liverpool, e 116 saecas pelos vaporea de
Londres.
Algudi*.
Estes 8 dias se fin laram com transaecos
de pouca importancia, e pera todas as ven-
das, nflo devemos nolar senlo 150 saecas da.
Americ 1. Esta suspenslo de negocios pro-
vam smente do pouco genero posto i ven-
la e das pretencea sempre mata reeebidas
dos possuidores. He para desojar que re-
cebassemos logo alguna refor;os, afirn-de
poder satisfacer s necessidades que se ma-
nifestara, Unto para o interior como para a
exporlaco. O Sel/i-Spragu; viudo de No-
va-York 1 uiportou 374 saecas, das quaes 168
pelo transito, e via de Londres, receberMi-
se 77 saecas para o interior.
liollcrdain, 6 de juiho.
Caf.
Firme com mais procura esta semana, e
menos vendedores. O de a"^a ordinario
conserva-se a 37 c, e raro
Em qualidades das Indias
zeram-se muilos negocios,
firmes.
Auucar trate.
A precos altos, manfesta-se uma grande
procura, e s se deve atlribuir fraqueza
lo deposito a falta de negocios em primel-
ra mSo. Refinado: mui firma e precos
altos.
aiM.ai,l JTtmtHO. .
A posicSo do mercado pouco varfeaa asta
semana ; o de Java ausleota-se com bastan-
tes negociaces, e o bom ordinario encon-
tra-se dillicilmenle a 37 c. do Brasil bom
ordinario e verdadeiro foi anda mui pro-
curado, porm a escasees ato genera impe-
de as transaeces; em sortea ordiurU?, a
escolha he niaier. Cota-se : o do Brasil or-
dinario, 20-a 81 c ; bom ordinario a verda -
deiro, 23 1|3al|3.
Assucar bruto.
A' excepcSo de uma venda publica de 178
barricas Suriuam, vendidas de fl. 49 3|4 a
35l|4, o que est um pouco cima daata-
xa;0es, nada de importante se fez. Refina-
do : firme : conclnio-ae uma negocia;flo im-
portante em assucares por vapor, a precos
altos : a maior parte dos relinadore silo
fra do mercado. -
pre;o.
eritaes, ti -
pre;os mui
.vlovimento do Porto.
Navios mirados ne dia 36
III11 de Fernando-de-Noronhs 5 dias,'bri-
gue de guerra nacional Catiope, comanan-
danle o capillo-lenle Antonio Carlos
Filgueiras. Enlrou hontem depois do
sol posto.
Parahiba 3 das, lancha nacional Ctneti-
cSo-Flor-dai-Firtudei, de 93 3/4 toneladas,
mestre Eliss do Rozario, equipagem 3,
carga loros de maugue; a Paulo]
lista.
dem 3 dias, lancha nacional Ntva-San-
ta-Crut, de 22 toneladas, mealre Antonio
Manoel Alfonso, equipagem 4, Carga loros
de mangue ; ao mestre.
Aracaly com escala pelo Ass lidia pa-
tacho nacional Sanla-Crut, de 101 3/4 to-
neladas, mealre Joaquim Perelra, equi-
pagem 8, carga varios gneros ; Cela-
no Cyraco da Costa Moreh-a. Passageiro,
Manoel Francisco da Cunha.
Barcelona 45 dias, polaca Itespanhoia De-
sdada, de 135 toneladas, capillo Garalde
Marisiano, equipagem 10, em lastro ; a
Manoel Joaquim Ramos e Silva.
Terra-Nova 39 dias, brigue inglez Siren,
de 931 toneladas, capillo J. Catchpole,
anuiDaaum I.carea 9.936 barricas de ba-
a Le Bretn Scbramm. Fundeou
110 LameirSo.
lo Ass 11 dias do ullimo por-
nacioual Novo-Olinda, de 6 t, 4
ladas, capilo Antonio Jos Vianm,
- equipagem 9, carga sal e varios gane-
roa ; a Francisco Joaquim Pedro da Cos-
ta. Passagatros, o Portugus Joaquim Jo-
s dos Santos e o Drasileiro Trajano /
lunes.
JJticla raques.
1 1 1 .ni '
-Tendo o inspaetor do arsenal de mari-
nlta da.conlrala/ e virtud* de ordem de
S. Exc'o Sr. presidente da provincia, a re-
messa de varios objeclos vindos da corte,
para serem envalos as piovincias da Para-
hiba o Rio Crande do Norte, convida aos
esplines ouroeatres da va\C\ii
canles nacionae ou estrangelrlis q* se
destinem as ditas provincias, queiram
tronsporlar frea os citados gneros, ae
uiilonderem oous elle, aliui de coulratarein
a respeilo.
Iiispeccao do arsenal de marinla daror-
uaiubuco, 22de a gosto de 1850.


!


- Pela segunda ecgSo do consulado pro- baixo. bastante faca, com urna esfoladura
vlncisl annunca-ae aos devedorcs do. im- na ma"o direita do urna queda que levou, Bj
posto de 90 por cento sobre o consumo d'a- uma_ outra no epinhaco, procurandoa in-
go'ardente, que o mesmo se acha cobrar,
sobre a base de 400 rs. porcinada, na for-
ma da dwcisSo do Exm. presidente da pro-
vincia ao recurso que liavia a semelhante
respeito.
Pela subdelegada do Uecife se faz pu-
IIico, que no dia 20 do correlo l'oi recolhi-
do cadeia o preto Julo, o qual diz ser es-
cravo da viuva de Manoel Cavalcanti doGi-
qui. Q seu verdadelro dono dirija-se a
mesma subdelgacia com os respectivos t-
tulog, para Ihe ser entregue.
tjt
Theatro de S. Isabel.
15." RECITA DA ASSICNATURA.
Quarta-fcira, 28 de agoilo de 1850.
Represeutar-se-ha depois da exrnelo
de urna agradavet ouvertura, o eicellente
-drama aro cinco actos euro prologo
PEDRO era,
i que lev e agora nio lem.
'K parte de Malvina ta de Pedro, ser
frita pela Sra. Kelismina Mara Sabina da
Cama.
Rematar o espectculos graciosa einte-
ressante comedia em 1 acto
OS IRMA'OS DAS ALMAS.
Comecara s 8 horas. .
Osbilhetesacham-se venda no lugar do
costuane.
aaa^Majgpaaaaaai i
Publicaeao tierarla.

Acaba de chegar de Lisboa o cxcellcnte
romauce
Christna de Slainville
ou
Os efeilosda boa ou m educacio:
Este romance mereceu tanta aceitacSo
naquella eidade, quecm poucoadiaa seex-
trahirasn o melhor de mil exemplaros : ven-
de-se a 9.000 ra. os dous volumes, na livra-
y je* Independencia, ns. 6 e 8.
Avisos martimos.
Para o Acarac e Ceari segu com bre-
vldade, por ter parle da carga prompt, o
patacho Santa-Cruz : para o resto e passa-
geiros trata -se ao lado do Corpo-Santo, lo-
ja de massames, n. 25, ou com o capito
Joaquim Pareira.
Segu viagem, em poucos dias, para o
Rio-Grande do sul o brlgue nacional Maga-
no, novo e de superior marcha : recebe car-
ga a frete raaoavol, e lem asseiados rommo-
ilos para pftsageiros : trila-se com ocon-
signatario.'teopoldo Jos da Costa Araujo,
na ra da Moeda, n. 7.
Para o Cear, segu al 31 do corrente
a escuna nacional Emilia, de que he capi-
IBo e pratico, Antonio Silveira Maciel Jnior,
coma carga que al essa dala liver a aeu
liordo : qliem na m'esma pretender carregar
ou ir de pasaagem, cute ndase com Joilo
Carlas Auuysto da Silva, na ra da Cruz,
armaaem n. 13, ou com o eapuuo a birdo.
~ Freta-se para os porto de Ingla.terta,
ou Mediterrneo o brigus logiez aven, ao
primeira classe e do lole de 181 lonelladas :
trala-se com os consignatarios Hozas Braga.
& C.
VenJe-se urna barraca nova, construi-
da em mn estaleiro particular, em Cururi-
pe : oa prclendenles dirijam-se ao Forte-do-
Mattos, onde se acha tundeada, ou na ra
do Codorniz, taberna n. 10.
Para Babia salle em poucos diaa o bem
condecido hiato San-ioao : para carga e pas-
sageiroa, trala-se no Forle-do-Mallos, com
Antonio Jos Feruandea de Carvalho.
Leilfto. '""
Leilao de manteiga franceza.
Terca- faira, 27 do crrente, se far le lo
de 40 barris e 60 uieios de manteiga, de-
fronte da porta da Alfandega, ( as 10 horas)
em lotea de 2 barra o tres meioa : roga-se
aos prelendentos que nfio se esquejan, de
apparecer.
JoSo Keller & Companhia farllo leilao,
par intervengo do correlor Oliveira, de um
completo sorlimento de fazendaa de seda,
linho, lila e de algodlo, todas propriaa do
mercado: quarta-feira, 28 do corrente, ia
is da manhfia, no seu armazem da
ra da Cruz.
D. W. Baynou, clrurgiSo dentista, den-
tista, leudo de retirar-ae brevemente, para
fra da provincia, fari leililo, por inlerven-
S) do corretor Oliveira, de toda a mobi-
dc aua casa, consistiudo em mesa de
meio de sala, soph, bancas de jogo, cadei-
raauauaeg, ditas de balando, ditas de bra-
cos, aparadores, marquezas, masa do jan-
lar, quadros, jelusias, toucadores, mesas
de ilill'err'ntes lamanhos, or sellim, um
silhSo, tontas vldros, objecto de cpzmba,
relogio de ouro. dous pares de brincos de
diamantes, e mullos oulros ohjeclus utels :
seita-feira, 30 do corrente, s 10 horas da
manhae, na ra do Trapiche-Novo, o. 14,
nos terceiro e quarto-aodarea.
Avisos diversos.
Jos Joaquim Alves, cidad
tira-te para forado imperios
a companhia ama ana mana de m
ha Joaquina do Espirito Santo e urna id
nba menor. *T?
aqnltn Monleiroda Cruz embarca pa-
ra o Bio-de-Janeiro a sua eterava crioula de
nona Valentina.
--Os aballo asaignadoafazem scienle ao
.publico, eo espuyalidade ao corpo de
commercio, que nada maisdtvem da extinc-
la lirma, porm se alguem sejulgar anda
credor apresente-se no praeo de Irea das
para ser pago. Cuta & Albino.
Alttnco! AUcncao !
Adverte-se aos senbores das cavalhadas
da ra dol|uspicio, que nao ruproduzam a-
erlimeiito, se esliverem de tal cer-
dp, sem que primeiro se julguem sufilcicn-
lmame habilitados e proihplos para o faze-
.rem, aaaim como pede-se-lhes quo tenhaui
em coiiideracHo a escclha de melhorea ca-
vallos. -- Por um apreciador de cavalkadai.
No dia 94 do correle furia rain do sitio da
0a. Este cavallo foi tirado da estribarla com
selimefreo inglez anda em muto hom
estado, e isto pelas tres horas da lar Je por
um cabra que trabalhava no mesmo sitio,
denome Filippe, que representa ter 22 an-
nos de idade pouco mais ou menos, estatu-
ra regular, bem fllenle ; he bstanle serio
quando falla, e est com um talho em um
dos ps ; levou calca de algodaozlnho azul
com liatras brancas, camisa de madapolilo e
chapeo de palha jvelho e grande. Este ca-
bra eos turna n.1o dizer o lugar certo em que
mura ; consta-nos que seguio para Santo-
AnlSo. Roga-se a todas s autoridades poli-
caca hajam de reparar e capturar este la
dio 18o audaz, e qualquer pessoa que en-
contrar dilo cavallo o levar ao mesmo si-
tio, ou na ra do Crespo, o. 10, a Manoel
Joaquim Fernandas de Azevedo, que ser
gratificada generosamente.
Aluga-se o segundo andar da casa n.
24 do Alerro-da-Boa-Vista : a tratar no
meamo Aterro, n. (8, loja de fazendaa.
Deseucamiohou.se do becco doCapim
urna prancba deamarello, forrada as duas
cabecas : quemdella souber, queira a levar
ra da ConceicSu do Uecife, n. 02 : pro-
testa-se contra quem a tiver recolhido e
comprado.
Precisa-se de orna ama de le le : na
ra do Itangel, n. 19, fabrica de charutos.
Precisa-se tirar urna certidSo de bau-
tismo na freguezia de Sant'Anna do Campo-
Largo, termo da villa da Barra : quom dsso
se quizer encarregar, dirija-se ra da
Cruz do Itecife, o. 52, primeiro andar, que
*a gratificar com generosidade.
Previne-sa a peaaoa que diz ter justo
para comprar um sitio no lugar do Rio-Do-
ce, denominado Bocca-do-Rlo, que a ser o
mesmo sitio pertencente ao Sr. I). Meliquet,
iiiio o compre, porque esta su jeito ao pa-
ga monto de urna divida, alim de que para o
futuro nfloapparecam duvidaa.
Quem gasta muito leite diariamente,
annuneiando serilo procurados para ajustar-
se a entrega do meamo em ilandres fecha-
dos, a prer;o muito oommodo, a saber : urna
canala para cima a 160 ra. a garrafa, d-
quatro garrafas a oito a 180 rs., e menos de
quatro a 200 rs.
OSr. Antonio Aroza, que lem annun-
ciado retirar-se para fra do imperio, queira
dirlgir-ae a ra da Cruz, n. 49, primeiro an-
dar, oo annuncie a aua morada para nego-
cio que Ihe diz reapeito.
Luiz Antonio Vieira embarca para oa
p irlos do aul o escrawo pardo de noine Jos
Precisa-se fallar ao Sr. 1'. Vicente Fer-
reira da Cruz a negocio das aeu iuteresse : na
ra do Sol, a. 9.
Quem tiver dividas nos serldes das pro-
vincias do norte, a quiter incumbir a co-
branca dellas pesaos capaz que para all se
dirige, annuncie para ser procurado.
O abaixoaugoado declara que deixou
de ser caixeiru do Sr. Jos Antonio da Cu-
nta dea le o dia 26, e agradece ao mesmo
Sr. o bom tratamento que recebeu, durante
o lempo que esteve em sua casa.
ManflJoaauim fnrtira flaneo.
Aluga-ae unta preta boa eozinheira :
na ra Dirola, n. 32, primeiro andar.
---- JA aa uiha nln-Htr nrrrtt
jadeceradjO Merro-da-I(ua Vis-
ta, n. 73, contigua a matriz, aon-
de os freguezes poderSo encontrar
um completo soitimento do refe-
rido artigo, nio.s para funeraes e
Testas de igreja, como lamben
mu elegantes velas enfeiladas pa-
ra baptisados : tudo por preco
commodo, attendendo a boa qua-
lidade da cera.
- Sexta -feira, 30 do corrente, porta do
Sr. juiz do civcl, na ra das Flores, se hlo
de arrematar, por ser a ultima praca, duaa
osas larrease um terreno sitas uo lugar da
Magdalena, penboradas aos berdeiros da
Jos Congalve? CascBo, por exccuco de An-
tonio Goucalves Pereira Lima.
Pela | llego, se bao de hoje arrematar dona escra-
vos penhoradosa Jos Luiz lunocencio Pog
ge, por execurSo que Ihe move Joilo Mo-
reira Marques, as porta do mesmo juiz aa
horas do eostume.
A peasoa que annunciou querer com
prar carrinhos de mo, dirija-se a loj* de
sapaleiro defronte da cadea que s dir
quem lem.
A Marmota.
sabe hoje contendo um lindo e variado ar-
tigo sobre a noila e dia pintados ou dea-
criplos poelicainaue, alm dalo a dencrip-
cAo de una namoiadeira analisada anaio-
iiiiranieiile ; urna caria dirigida para o Ito
de Janeiro contando todoa os casos nota-
veis que presentemente Um appr,cido em
Peniainbuco ; a completas pueaias novas e
da*varios autores.
-- Antonio Francisco Nogueira, l'orlu-
guez, retira-se para fora do imperio.
- Aluga ae urna escrava muto boa eo-
zinheira, e que lava e engomma : oa ra do
Coilegio, n. 25.
Uesrrivao Silva Reg mudou a aua re-
Itelira-se para fra do imperio Fran-
| cuco Antonio de Mosquita, l'ortuguez, le-
grando em sua companhia sua mulher, IV
loauia da Concaijao Meaquita ; aua iillia
menor, Malina ; aua sogra, Francisca Mara
de S.-Auna ; sena cuuhados menores, Ma-
riana e Domingos ; e aeu ciiado, Juaqum
Goncalvea Vieira, Portuguaz.
Margarida de Jess e seu filho Jos
Pedro, ue Souza Piulo relira m-sa para
Mossaineiles na barca Brackarente, o tendo
de liquidar seus negocios, rogam a todos os
devedores para que venliam quaulo antes
saliafazer aeus dbitos, valo que tambero
precisan! saldar coalas com KUS credore.
Aluga-ai urna boa casa terrea na po-
voacSo do Mouleiro, com 4 quarloa, cozi-
nha fra, com dous quintaes murados, com
sabida para o rio, estribara para dous ca-
vallo.u cacimba : a tratar na iravessa do
Veras.aobrado u. 15. No meamo aobrado
vande-aeum carro de carregar na alfau-
dega.
Vcndem-se dous filelroa proprios para
loja com vidros por lodos os lados, quem
-- Aluga-*e a casi il rui do Mondego, n.
56, com quatro grandes sjlas, cinco quar-
to grande, sendo estes rom janella, um
stSooom o'mesmos quartos ejanellas c
quatro sales, urna grande cozinha fra com
niel las e urna porta, dous fogfles, sen
. o n ni dolles de ferro de duas chapasen
outro da pedra e cal, tres fornos, sendo un
delles de ferro e os dous de pedra e cal com
porteado ferro, grande quintal murado com
llores, larangeras, piobeiras, figueiras, ro-
meiras, bananeira a canelleira.quarlo pa-
ra feitor, dilo para pretos, estribara para
treacavallos, um grande galinheiro de pe-
dral cal, latra* de aboboda e cacimba com
boa agoa : quem o pretender, dirija-se
mesmo cass, que acbar com quem tratar.
Quem precisar de urna criada portogue
za, prximamente chegada, com idade de
40 aunos, propria para reger urna rasa de
homem viuvooude pouca familia, dirija-se
ra da Cada de Saoto-Antonlo, o. 21,
segundo andar.
Manoel Jos Pereira, sua mulher Rosa
deMedeiroa, e aeus Albos menores Mara,
Eufrazia, Mara Luduvna, Antonia e Jos,
todos subditos portugueses, reliram-se pa-
ra Mossamedes.
Precisa-se de um caxeiro para tomar
conta de urna venda, a que d fiador sua
conducta : no largo da Ribeira de San-Jos,
n. 3.
A pessoa que no Pimo de labbado n.
189 aiinunciou querer saber da morada de
Antonio Pereira de Oliveira Ramos e de Do-
mingos Jos Ferreira. queira drigir-se
praca da Independencia, loj n. 19, ou an-
nuncie a sua morada para ser procurado
I'rccisa-se de um rapaz portuguez, de
II a ISannos pouco mais ou menos, para
caixero de urna casa de negocio de fazen-
das e molhadosem Kio-Formoso, eque d
fiadora sua conducta : quem estiver nestas
circumslancias, drija-se ao largo do Livra-
menlo, n. 20, a tratar com Joaquim Correia
de Rozep.de Reg.
. Precisa-sede um pequene que tenha
011 nSo pralica de botica : na praca da Boa-
Vlsta. D.32.
Aluga-se um armazen proprio para
qualquer estabelecimenlo, na ra do En-
cantamento : a tratar na ra da Cadeia do
Itecife, n. 3, botica
Na occasliio que se halanciava hontem
a taberna das Cinco-Pontaa, n. 93, desap-
pareceu, della, ou na conduelo da taberna
a casa 11. 67 da mesana M, um livro de
conlas corrente, pertencente a loja que foi
do finado Manoel Ferreira Dinia, cujo livro
alem de serencadernado, lem urna capa de
brirn pardo liso.j algum tanto estragada, o
anda lem a maior parle das follias em bran-
co; acomode mauera algum a pussa in-
lerassar a outreen que mloseja do casal do
finado Diniz, roga-se a quem tenha em
seu poder de o mandar levar aa Cinco-Pon-
te,, n. 67, ou 82, onde se dar por elle urna
graiilicago hastaLtemenla generosa, ou
annuncie. Uecife, 22 de agosto de 1850.
O Zoilo.
Sabio luz o primeiro numero deste pe-
rio lico, e vende-se a 200 rs o exemplar as
livrarias da ra do Collegio n 9, e do pateo
do Collegio, livro azul. N.s infamas lujas
assigna-se a 500 rs. por tres nmeros.
VVifVVHtmtiatmsa0iaimmmmtsuii^
5 Paolo Caignouv, dentista francez,*
irecenciiegado nesta capital, offerce
Jseu prestimo ao pnhlico para todos os^
^mysteres de sua proflsaSo, quer extra-^
{p>hiado, lmpando a chumbando oa den-ap
>tes naturaes, qaar aubsliluindo-os por<5
a>oulros artificiaes, para o que tem os*
?melhores apparelhos. Pode ser procu-*
*rado a qualquer hora em sua caaa, na'
ra larga do llozario, n. "
estrada do Pombal, de Joaquim Femandes pretender diija-sea becco do Sarpikl,
"Vedo, um cavallo alas.lo, carregadorlloja defronje uo n. 1i.
*rua larga do llozario, n. 36, segnl^
pandar. ^|
*AAAA*AAA**AAAAj|**
A pessoa que no Diario de sabbado an-
nunciou estar uo Cao de ser caixeiru de
venda, baja de se dirigirao largo da ribei-
ra de San-Jos, cas* O. 3. ',
Precisa-se alugar urna casa do dous an-
dares em alguma das principaes ras do
bairrodo Recife, preferindo-ae a da Cruz,
arrenda-se toda a casa altos e haixos, con
vindo ao proprietaro, e afiaufa-se a boi
eonservicSo e zelo no predio: quem tiver
anouncie.
.-Precisase alugar urna prela, que seja
boa quitandeira, pagartdo-se 12,000 rs. men-
s sumpQo, n. 16.
D'o 500,000 ra. a premio de dous por
cento ao mea, sobre penhores de ouro: no
paleo do Carmo, n. 3, loja, se dir quem da.
-- Precisa su de um homem para feitor de
um sitio a Irabalhar de euxada : 11a ra do
Coegio, n. 3.
Quem precisar de dous rr.oleques para
todo o servico, dirija-aea rui Velba, o. 77,
segn lo andar.
No Aterro-doa-Afogailos, casa terrea
n. 80, enfina-se piimeias lettrascum to-
da a perfmciio e desvelo : os cheles de fami-
lia quequizerern confiar seus lillios, diri-
jam-ae a referida casa, a qualquer hora do
.lia, que encontrar com quem tratar, po
deudo-se aaseverar o maior esmero no
adianlamenlo dos meninos, e o maior des-
111 toresso no ajuste do estipendio, ou paga.
-- Manoel Ferreira da (iuuhe, subdito por-
tuguez, relira-se para fra do imperio.
v cunsuiioriu iuMiicopaiuico *&
Oda ra da Cadeia de S.-Antonio, n. 22,0
Qdirigido pelo facultativo J. B. Casano-0
Ova, mudou-ae para o segundo audar oO
Cinesmo aobrado. O
ooooooeooo o06>ooo
-- O arrematante do imposto do ao 1 or
cento, sobre o consumo de agurdenle de
produccSo brasileira, declara que lem esla-
belecdo o seu escriptorio na ra do Rangel,
n. 8, primeiro andar, onde pode ser procu-
rado par a qualquer reclamapSo, todos os
dias uleis das 2 horas s 5 da Urde.
-- Precisa-se de um feitor que entenda
de borla I ice, pomar o encheitar: uo Ater-
ro- la-Boa-Vista, n. 43
JoSo A l ves de Miranda relira-se para Mos-
samedes na Itrueharer.ie : quem com ello li-
ver algum neguciu, dirija-ae ruado Viga-
rio, n. 22, segundo andar. _
Aluga-se, vende se ou permuta-s* usna
casa, em terreno [roprio, sila entre as duas
ponles da passagem da Magdalena ; a quem
convier algum doa referidos negocios: di-
rija se ao segundo andar da casa na ra
Vuve, n. 47, ou annuncie por este Diario.
Outro sim, tamben permulam-se casas lar-
rea por algum sobrado no bairro de Santo
Antonio, quo lenha commodo sufllciente
para urna familia : idemnisando-se o exce-
dente do valor.
Precisa-sede um caixeiro parapadaria,
queaeja maior de 20 annos, e que tenha
pratica, para o que se dar soffrvel ordena-
do, abonando sua capacidade; e tambem
precisa sede um preto para o servico ordi-
nario de paitara, porm que olio beba inui-
ta ago'ardente, d-ae-lhe 12,000 rs. meo-
saos e o sustento : na praca da S.-Cruz, pa-
daria por baixo do sobrado n. 106. Na mes-
ma padara comprase pspel de embrulho
.diarios) a 3,200 rs. a arroba.
BOVVMAN & MC. CALLUM, engenhei-
ros machinislas e fundidores de ferro mu-
reapeitosamente annunciam aos Senhores
proprietanos de engenhns, fazendeiros, mi-
neros, negociantes, fabrican tes e ao res-
peitavel publico, que o aeu estabelecimenlo
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effectvo exercicio, e ae acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfelta confcecflo
das maiores pecas de machinismo.
Habilitados para emprebender quaesquer
obras da sua arte, Bowman & Me. Callum
desejam mais particularmente chamar a
aitenc'o publica para a aseguintes, por
terem dellas grande sorlimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir rom as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em preco como em qua-
lidade da materias primas e mSo d'obra,
a saber:
Machinas de va por da melhor construccSo.
Moendas de caima para engenhos de lo-
dos os tamaitos, movidas a vapor par agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa, moinbos de vento eserra-
as.
Manejos indepeodenles para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilbdes, bronzes echumaceiras.
Cavilhes e parafusos de todos oa tama-
itos.
Taxas, parea, crivos e boceas de forna-
Iha.
Moinbos de mandioca, movidos a mSo ou
por animaes, e* prensas para a dila.
Chapas de fogilo e frnos de familia.
Canos de ferro, torneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidns.a mSo, por animaos ou vento.
Cuindastes, guinchos e macacos.
Prensas hydraulicas e de parafuso.
Ferragens para navios, carros e obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades e porles.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carrus do ino o arados de ferros,
ele etc.
Alm da soperioridade das suaa obras, j
geralmenle ruconhecida, Bowman & Me.
Callum garantem a mais exacta conformi-
dade coro os moldes e dezenhos remettidus
pelos senhores que su dignarem de fazer-
llios cnroinHiendas, aproveitandoa necasifio
para agradecerem aos seus numerosos ami-
gos e"freguezes a preferencia com que leem
sido por elles honrailos, e asseguram-lhea
que nJo poupsrHo esforcos o diligenciar
para conliuuarein a merocer a sua conl
anca.
- F. Itegord & Companhia avisan) a todas
as pessoas que leem penhores em sua inflo
de os i tirar no prazo de oito dias, conta-
dos da dala deste ; do contrario, serilo ven-
didos para seu pagamento, polendn os ines-
rhos procurareni-no na ra da Cruz, n. 1,
vislo ter vendido a sua lujada rua Nova,
ii.IT Uecife, 23 ile agosto de 1850.
Compras.
Ht
Compra-se um silh.lo para montara
de senhora, quu esteja em bom usu : na
rua do Queioiado, n. 2.
Compra-se un boi manso para carro-
Ca, que seja 1 ovo e ftrlo: na rua do 8.-
.\ o uro, 11. 16.
(.oiiii ra-te um braco de balance que
pegue 1111 16 ai robas, com conchas, ou sem
ellas : no Aterro-da-Boa-Visla, 11 14, ou an-
nuncie.
-- Ci mpram-se esersvosde bonitas (gu-
ras, mocos, e com habilidades, para Tora da
provincia : na rua larga do llozario, 11. 48,
primeiro andar.
-- Comp a-.-e urna moenda que esteja em
bom oslado-: quem tiver annuncie, ou diri-
ja-se a rua do Queimado, luja n. 6.
Compra-se urna ca roca com algum
uso, porm em bom estado : na rus Augus-
ta, n. 26.
-- Com ni-se urna escrava moca, que se-
ji do uacSo : na rua Augusta, a. u6.
1. umpia-se um par de ban-
cas e urna soph (le Jacaranda, em
bom uso: quem liver annuncie.
Ventila.
A O Ola n rn*\\7n
Chitas raneczas de cores fixas de gosto pa-
risience, cortes de cassas pintadas a 2,500
rs. : na rua do Crespo, luja amarella, n. 4,
lado do nortti.
r.rinha para esclavos.
Na rua do Rangel, armazem n. 36, ven-
dein-se saccaa com farinha a 2,000 ra.
O proprit rio dois-
Ubdecmento da rua Nova, n. 35, annuncia.
que tem ubi grande o completo sorlimento
de obras feli s, da quaes passa annunciar
seus piecoa que^flo : casacas oaobrecasa-
raa de panno linio de 8.000 a 10,000 rs. ; co-
leles de seda de 2,000 o 3,000 ia. ; ditos de
sarja de 1,000/rs. jaqueu da brlm pardo
de linlio puro Ue 1,600 rs. calcas do panno
lino 4* 6,000 rs. ; ditas da duraque a 3,000
rs j casacas de brirn e riscados a 2,000 rs..
o cudria) niuius lazendaa novas e de bom
gosto a por preco muito cominodoa. Neste
estabelecimenlo lamben* se aprompUm
com toda a presteza e muito bem feilas loda
e qualquer obra que ae receba de enrom-
inen, a, ao ultimo gosto, vista dos figu-
rilla dragados prximamente.
Alexaniirmasj.
Fazenda cm listras de seda, de gosto mm
sublime, a 9,000 rs. ocite com15cova-
dos: na rua do Crespo, loja amarella, n. \,
lado do noria.
Vende-so nma escrava muito moca o
bonita figura, toiw, engomma e cozinha o
diario do urna casa: na rua da Cadeia d
Santo Antonio.no segundo andar da esquina
do|Ouvidor,n. 14.
Vemle-se a venda da Linguete, n. 2,
com os undos vontade do comprador, a
tratar na mesma.
Vende-se por preczSo urna negra mo-
ca, a do boa figura cozinha. cose o en-
gomma algu'm cousae lava bem desabito:
na rua doCollegio, sobrado, n. 10, primei-
ro andar por cima da botica.
Vende-se urna casa terrea com 23 l|2
palmos de frente, o 57 de fundo e ponto
alto: na rua dos Copares, n 17, antiga-
mente becco do Lobato : na rua de Santa
, Thereza, n 50.
Vende-se urna ponjlo de charutos fal-
tos aqu na trra a 7,000 ra. o milheiro,
! pois silo muto bons para se fumar : na rua
da Cadeia, n. 25, se dir quem vende.
N a rua do Sol 11. 9,
vende-se ama porcSo de fazendss, que es-
la va m para ir para o mallo para um estabe-
lecimento, eque por motivos desaram de
r ; estas fazendas sSo das mais modernas
I que ha na praca e muito finas, sendo cam-
I biaiss pintadas, muito finase do muito bons
| psdres chitas muito finas e mais ordina-
' ras; madapoles ; algodSozinho; dito tran
calo, brancoeazul; hamburgo muito fino
le mais ordinario ; brirn de linho para cal-
' esa ; ditos de algndto trancado e de listras,
! muito proprios para cales ; riscadinho pa-
ra calcas ejaqualas; casemiras para cal-
Cas ; riscados monstros : todas estas fazen-
das vetle i: -se tasto em porcSo como a re-
talho por muito commodo puco, s avista
da tazend i he que pdem avaliar barate-
za, advertindo-se que nenhuraa dostas fa-
zendas sSo variadas; tambem se vendem
pecas de linho do Porto o melhor que possa
haver no mercado
D rilinas
Fazenda de seda, mui transparente de co-
resegosto mu escolhido, pelo baratissimo
preco de 13,000 rs. : na rua do Crespo, loja
amarella, n. 4, lado do norte.
Vendem-sc 3 bonitos moloques de 10,
12 e 14 annos, tendo o maior principios de
carpina ; um mulatinlio de lannos, com
principios de sapstero ; um pardo de 22
annos, ofn"cal de alfaiale, e que he bom bo-
lieiro; 4 pretos mocos, ptimos para qual-
quer servico; um casal de escravos por 550/
rs. que trabalham bem de cnxada e pti-
mos para algum sitio ; urna moleca ; una
parda que engomma, cozinha e compra na
rua, ludo muito bom, e se afiance a conduc -
to ; e mais alguns escravos que se vendem
por mais barato preco do que em mitra
qualquor parle : na rua das l.arangeias,
n. 14, segundo andar.
Vende-*e um terreno alagado, sito no
Balde da cidade deOlin la, contiguo ao si-
tio que foi do finado Antonio Pereira da
Cimba; ejuntamente outro terreno fron-
leiro a aquella, ej aterrado, e muito pro-
P'/o pan plantacJo do caoln : na rua da
Cruz, n. 23, armazem do assucar.
Vende-se um palanqun) de rebuco,
chegado rccenlemente da Babia, completa-
mente novo o muito bonito : na rua da Ca-
deia do Recife, n. 34
Vende-se um piano furte, de muito hoi
qualidade e de excellentesvozes, e quaape-
as servio tres me/es: na prac da Boa-
Vista, u. 2, segundo andar.
Clia mate.
Vende-se o verdadero slo Parantgu,
vinbo de caj fabricado em 1845, espirito de
violto de S7 graos : no Uecife, Iravessa da
Madre-de-Deos, armazem n. 5, de Franca &
IrmSo.
Hamburgo a 260 rs a
vara.
Vende-se novo hamburgo com liatras de
cores, pioprio para lences, colxflea, tra-
vesseiros, empaiinadas, etc., pelo barato
preco de 260 rs. a vara ; lencos de cassa com
ccrcaduia de cor, de bonito gosto, para e-
nhora, a 210 rs.; madapolo de 24 jardas, a
2,000 r. e a 120 rs. a vara, e de largura de
lies palmse meio; bem como um com-
pleto sorlimento de fazendas finas e ordina-
rias : na rua do Quoim> da, n. 27, armazem
de r,i/endas, tic. Uiiyuuiido Carlos Leite.
Na rua do Cabue, loja do Duarte,
vendem-se trinas, volante, gales, espe-
guilhase reas propria para armadores,
por preco mais commodo do que em outra
qnalquer parte.
Vende-sepao palisandro para embutir
e marxelar : na rua Nova. n. 45, casa de L.
Pugi.
Na rua do Cabng, loja do Duarte,
vendem-se tesoura para barbeiro, alfaiates
tiara costura e unhas, fabricadas polo me-
lhor cutileiro de GuimaraeS; Caivetes fi-
nos, espcviiadores de casquuha, chumbea-
ras de 2 canos, polvarinbos e frasco com
seu copo, espoleta, bandejaa* de 6 al 24
pollegadas, c ndieiro para escada, a 1,000
is. .chicotea inglezes para carro, a 4.000
rs. pannos de oleado de bom gosto, luvas
do algodfio para montara, a 200 ra. o par,
uharuleiras Pimi, e enapeos para meninos.
Vende-se urna prela moca, que engom-
ma, cozinha a lava; nflo tem vicionom
achaques : na rua de Hurlas, n. 66, loja.
Veudem-se lalernaa de reverbero para
Carros e cabriolis, asmis ricas que neste
genero tem viudo a esta praca, as quaes
com luz deutro apresentam bellas e varia-
das cores ; aa rua do Crespo, n. II.
Na rua do Calinga, loja do Duarte,
vende i -se hotes Pedro II; ditos para ca-
vallaria ; ditos para infantaria ; dito pre-
tos e aniarellos para casaca; ditos da me-
die-penda; dilo para enleites de palitos
de meninos ; dilo branros e amaiello para
libr de psgena;e dito bromeados.
Na la do Cabug, luja do Duarte,
vemiem-se quadros de santos com mul-
l o ras douradas, a 500, 600 e 800 rs.; clun-
gas de vtdro de diversas qualidades ; tran-
ca de laa jiara enfeiteade st los .. grava-
iiubas desetiui;e enfeite de vestidos de se-
nhora.
Vende-se a caga terrea da rua dos Pes-
cador, s, n. 93, a metade de outra na mes-
ma rua, ii. 25, as quaes lem bons commo-
do o bom quintal e cacimba : na rua da
Cruz, oo Mecira, n. ?.


Moends superiores.
NafunditSode C. Starr & Companhia,
em s.-Amaro acham-se i venda moendas
de canna, todas do ferro, de um modelo e
constroctUo muito Isuperior.
* relos de ferro.
Na rundidlo da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Vende-se farinha de man-
dioca, vinda de S.-Gatliarina no
patacho Nereide, Tundeado de-
fronte do caes do Collegio, a mais
superior que ha no porto, por
ntais barato preco do que em ou-
tra qualquer. parte : trata-se a
bordo do mesmo patacho, ou com
Novaes & C., na ra do Trapiche,
n*34.
Vendem-se bezerros para
calcado, chegados agora : na ra
da Gru, n. a, casa deGeo: Ken-
worthy & C.
\ende-se acido sulphurico.
a >. 'i o rs. a libra ; na ra do Ca-
bug, loja do Duarte.
Chegaram novamente ra da Sen-
zalla-Nova, n. 49, relogios de ouro e prata
patente inglez, para homem e sonhora.
Vendem-se amarras ue ferro: na ra
d Senzalla-Nova, n. 42.
Farinha deS.-Catharina.
Vende-se a bordo do brigue Valle, chegs-
do em direitura de S.-Catharlua, farinha
muito superior, esta fundeado defronte do
raes do fiamos ; lambem se trata na praca
do commercio, n. 6, primeiro andar, com
Mannel Ignacio de Oliveira.
Vende-se farinha de Santa-Calharina,
muito superior, a bordo da galeota Saniiiii-
ma-Trindade. tundeada junto ao caes do
Collegio.
Vende-se um escravo moco, de bonita
Ggura, bom oflicial de pedreiro ; urna prela
alta, moca, de bonita figura, ptima engom-
madeira e cozinbeira com perfeicSo do dia-
rio de urna casa : na ra larga do Rozarlo,
n. 48, primeiro andar.
a), Na loja do sobrado amarello, dos t
Q, quatro cantos da ra do Queimado, S
f, n. 29, vendem-se os muito procura- 9
a) dos cortes de tapete para sapatos, (t
a} ao goslo turco, a 800 rs.' o par. fj
No armazem da ra da Moda, n. 7,
contiha-sea vender saccas com superior
colla das fabricas do llio-Crande do sul, por
oreco em ron la.
Vendem-se rodas de arcos de pi para
pipas e barricas ; lio porrete do Porto ; prc-
gosriparec para barrios: na ra da Cruz,
n. 49, primeiro andar.
Cha hysson muito bom :
vende-se na loja de livros do pateo do Col-
legio, n. 6, doDouradO.
Rape Paulo Cordero,
viajado do llio ao Para e do Para a Pernam-
buco 1 vende-se na ra da Cruz, no Recite,
n. 49, loja.
Vende-se um moleque de 13 annos, bo-
nito e proprio para qualquer servido, por
ser muito humilde e hem criado : na ra
1-irga do lio/ai 10, n. 35, loja.
CQOO0000000000
Douralinas $
''^ datoalo mu IronAnoranlai ila onlil. V*
--Vendem-se dous pretos pecas, milito,
mocos, proprios para todo o servico, tanlo
da pracr como do matto ; um iroleque de
10 annos, muito esperto, o quo serve a urna
casa muito bem; urna preta con a condi-
rilo de ir para o matto, e que cozinha, en-
gomma e faz todo o servico de urna casa :
na ruado Collegio,n. SI, primeiro andar,
se dir quem vende.
?f f WfWff t f *
* Vendem-se, 011 foram-se 1,500 pal-*
*mos de terreno, no Aterro-dos-Afoga-*
*dos, proprios para se edificar casal, ou
jj para algum sitio, por ser o lugar mui-j
to bom : na ra da Cadeia do S.-Anto-^;
gp-nio, n. 9, ou na ra do Crespo, o. 10.
z>k**A**M*6
Veode-se o engenho Sebir do Caval-
eanti, por convenci do tutor dos orphSos
do casal do fallecido J0S0 Carlos da Silva
cuntanles, e para pagamento dos credores
Jo mesmo casal: este engenho he um dos
melhores da provincia, moe com agoa e
tem excedentes obras, e trras para se le-
vantar outro engenho j he situado em Se-
rinhfiem, e tem o rio junto do engenbo :
quem o pretender, dirija-se ao mesmo en-
genho, a fallar com o referido tutor J0S0
Manuel de Barros Wanderley, ou nesta pra-
ca, com Manoel Ignacio de Oliveira, na pra-
ta do Commercio, n. 6.
Vende-se superior fio de la-
go lao, proprio para pavioa de ve-
, e redes de pescara : na ra
da Cruz, n. a, casa de Geo: Ren-
4'
de seda, mu transparentes, desubli- .
~\ mes gustos, com cores graves e pa- i"
^ droesescolhidos por urna senhora do ~
O grande tnm em Pars, que as deno- v
O minou Douralinas, pelo brilho de O
G seus dpsenhus: vende-se na ra do C
0 Crespo, n. II. {j
QGOOQOOQO QQOQOOOQ
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo, n. 6, um
novo sortimento de fazendas ba-
ratas,
como sejam : cassa-ebitas muito Anas, de
cores fixas e com 4 palmos de largura, a
320 rs. o covado ; cortes de ditas a 3,000 e
2,400 rs. ; riscado d. linho, a 240rs. o co-
vado ; dito de algodo americano para es-
cravos, a 140 e 180 rs. o covado; dito mons-
tro com 4 palmos, a 200 rs.; zuarte azul, a
200 rs. o novado ; dilo furia cores, a 200
rs. chitasde cOres fizase de bonitos pa-
drees, a 160 e-180 rs. o covado; cortes d
fuslSo, a 600 rs. ; cbales de tarlatana, a
1,280 rs. ; meios ditos, a 330 rs. ; coberto-
res de algodo de cor, a 610; alpaca preta de
cordo e com sele palmos de largura, a
1,280 rs.o covado; e oulras muitas fazen-
das em'tonta.
Vende-se umcavallo de estribara mui-
to novo, de'bonita figura, c carregador: na
ra Augusta, n. 60.
Na ra do Qeimado, loja n. 19, vendem-
se meias brancas de algodld, muito finas,
para meninas, de differentes lmannos, por
worthy & G.
Vendem-se, em conla, 15 caixilhos en-
vidracados, que foram de loja : na ra es-
treita doRozario, n. 23.
Na cochera do Sr. Sebastiffo Lope
GuimarSes, vende-so um casal de burros
dos que ltimamente chegaram de fura.
-- Vende-se vinho do Porto em barrs de
quarto e quinto ; azeitonas superiores ; ar-
cos para barricas e pipas; farinba de trigo
em barricas e meias ditas ; fio porreta ; ce-
vada; pregos de (odas as qualldades.em bar-
ricas; enxadasdo Porlo coeiros de algo-
dSo ; retrozfino do Porto : ludo por preco
commodo : na ra do Vigario, n. 11, arma-
zem de Francisco Alves da Cunba.
Na loja de Moreira & Velloso,
vendem-se lindos loucadores de Jacaranda,
muito proprios para rapazes solteiros, Un-
i pelo qualidade do objecto como pela
commodidade do preco que nao excede a
4,000 rs.: na ra Nova, n. 8.
Agencia de Edwin Maw.
Ra de Apollo, n. 6, armazem de Me. Cal-
mont & Companhia, fazem ver aos Sis.- de
engenho e aos seus correspondentes nesla
praca.que noseu estabelecimento se acha
constantemente bom sortimento de moen-
uas todas de ferro para animaes, agoa, etc.;
meias ditas para armar em madelra ; ma-
chinas para vapor com torca de 4 cavados
taixas de difTereotes modelse de todos os
lmannos o grossuras, tanto de ferro batidu
como coado ; espumaderas, cocos, ele, de
ferro esunbado ; safras para ferreros 1 lu-
do muito bom e por barato prego.
Charutos de Ha va na,
de superior qualidade : vendem-
se na ra Ralkmann lrrnaos.
OJeodelinhaca
em botijas: vende-se
zem da ma do Amorim, ns.
>" e no armazem do Armes, no
caes da Alfandega, a tratar
Manoc| j. Silva Santos.
no arma-
com
Presuntos do Porlo,
de superior qualidade, a 8,000 ra. a arroba ;
vendem-se no armazem de Joaquim da
Silva Lopes, na ra da Madre-de-Deos.
Cal e potassa.
Vendem-se birria com cal de Lisboa, pe-
lo diminuto preco de 3,000 rs. o barril; di-
tos 4a mais nova e mais superior potassa do
Rlode-Janolro, por barato preco: r.a ra
da Cadeia do Recife, n. 50.
noviciado.
Novo sortimento de panno de linho do
Porto, em pecas de 18 vara, a 800 rs. a va-
ra : na ra do Queimado, n. 37, armazem de
llayaiundo Cailos l.eite.
Farinha de mandioca.
Na ra da Cruz, no Recife, armazem n.
13, e na ra da Cadeia, armazem de Cam-
pello& Filho, vende-se farinha de mandio-
ca do Ceare, muila alva, gommosa e de ex-
peliente gosto, tanto em pequeas como
em grandes porrOes, por preco commodo.
" Tratado sobre escripturacSo
comm%rciil, traduzido do francez,
exlrahido do diccionario univer-
sa' do commercio : no pateo do
''ollegio, casa do livro azul.
Papel de Hollande, de gran-
de e pequeo formato, em resmas
e a retallio : no pateo do Colle-
gio, casa do livro azul.
~ Vendem-se dous realejos, sendo uoi
grande contando 31 pecas de msica com
pancadara, e o outro pequeo com 25 pe-
cas, por preco commodo : na ra Direita.
o 3.
Machina.
Vende-se urna machina para serrar ma-
deira, com urna ou duaa serras puxadas por
um cavalloou boi, amelhorobra que para
este fitn aqu tem apparecido : no Aterro-
da-Boa-Vista, n. 27, fabrica de marceneiro.
Vende-se o muito apreciarlo
couro de cotia, cortido e surrado,
proprio para calcado, pela macie-
sa e duracio, em porc3o e a reta-
Iho ; pelles de camitica para for-
ro de obras : na ra da Cadeia do
Mec le, n. 9, loja.
Vemlum-nn Hmis nhradoa de r -_
Mares, sitos na esquina da ra da Cadeia,
ns. 14 e 16 : a rallar na ra Augusta, n. 50,
com Joaquim Teixera Peixolo.
-- Vende-se um flauta de bano com 4
chaves e apparelhada de prata : na ra do
tuca tita ment, 11, II, armazem.
-- Vende-se um escravo pardo de 27 an-
nos, oflicial de tanoeiro, bom caooeiro, aa-
dio e robusto : narua da Cadeia-Velha, n.
40; loja de Francisco Concalves da Silva l'e-
reira.
Vende-se urna preta de bonita figura,
que cose bem, faz lavarioto, engomma, la-
va de sabu, e be boa coziuheira : o moti-
vo por que se vende he por seu senlior re-
tirar-se para fra do imperio : na ra da
MoJa, n. 7, primeiro andar.
Vende-se um lindo escravo de 19 an-
nos, bou padeiro, aein delleitos, de ex-
ceileule conducta : na ra do llangel, n. 57.
-- Vendc-sa um nulatiuli pe,-a, oplmu
para pageui, ou prolocolista por ser fiel : na
ra do ngel, 11. 57.
Vende-se urna bonita eacrava recolhi-
da, de 18 annos, com habilidades, e lie de
boa conducta : na rua do llangel, n, 57. '
Na Loja da rua do Queimado,
numero 3,
defronte do becco do Peixe Frito.
O novo administrador est resolvido *
vender as fazendas pelo mais diminuto pre-
go possivel; e para maior commodidade es-
tar a loja aberta ate s 9 horas da noite.
--No armazem da rua da Moda, n. 7, ven-
de-se sal em pequeas porches.
Vende-se
um preto moco, de bonita figura, bom ca-
noeiroe trabalhador de p, cuja conducta
se afianca ; urna canoa de carga de mil li-
jlos, em muitoJjom estado: na rua larga
do Rozario, n. 48, primeiro andar.
Lotera a matriz da
Boh-Vista.
Aos 10:000,000 de rs.
Na toja de miudezas da praca da Inde-
pendencia, n- 4, vendem-se bilhttes intei-
ros e meios ditos da loteria a beneficio da
matriz da Boa-Vista, que est prxima a
correr. Bilhetea inteiroa a 10,000 rs. e
meio ditos a 5,000 rs. 8
Vendem-se duas escravas, unta da 1,
annoa.e a outra de 23, de bonitas figuras
que cozinham o diario de urna casa, lavam
de sabam e varrella e cosem: o motivo por
que te vende se dir ao comprador : na rua
da Cadeia' do S.-Antonio, no primeiro andar
do sobrado da viuva Cunha CuimarSe*.
Vendem-se su pe ores lonas,
as melhores que ha no mercado ;
bem como briniao, proprio para
velas: na rua da Cruz, n. 1, casa
de Geo: Kenworthy & C.
Vende-se superior rap de Lisboa, em
frascos, vndo agora na barca portugueza
Liaeira : no largo da Assembla, n. 4.
O Para militares. O
O Vendem-se luvas de camurga bran- J
9 ra r na ni do Qnelmailo, n. 19, casa O
<} desirgueiro. Q
COOOOOOOOOOGOOOOO
Vende-se o engenho Armecega, n
margem do rio de Una, freguezia de Agoa-
Prela ; ben, como urna propriedade annexa
ao mesmo engenho, com meia legoa de
fundo e maltas com madelra para toda
construccSo : na rua do Fogo, n. 40, das
7 a 9 horas da manhSa/ou ao Sr. Jos Mar-
ques da Costa Soares, na rua do Hospicio.
Veudem-se sellins inglezec
elsticos, de cabecadas e couro de
porco : narua da Cruz, n. a, caaa
deGeo: Kenworthy & C.
Na taberna de Domingos da Silva Cam-
pos, na rua das Cruzes, n 40, ha bisas llam-
burguezas para vender alugar, laulo por
junto como a retalho.
No armazt m de hias Ferreira, ao p da
alfandega. vende-se sal em paneiros, vndo
do Maranhlo.
lie muito barato.
lSsgniao Ifonstro.
tro palmos e meio de largura, pecas do 10
varis, a 3,000 is.; dito demudo superior
qualidade, a 5,000 rs. a peca ; alpaca de'
quadros muito lina, e de asaento escaro,'
muito propra para vestidos, a 980 rs. o co-
vado : na rua do Crespo, n. 14, loja de Jos
Francisco Das.
Vendem-se relogios de ou-
ro sabonele, patente inglez : na
rua da Cruz, n. 2, casa de Geo:
Kenworthy & C.
Vend m-se ricos apparelhos
de metal para cha: na rua da Cruz,
n. a, casa de Geo : Kenworthy
&c Companhia.
Farinha de Tapuy,
igual em sabor, finura e cor a da uribecc,
e propra para mesa : vende-se na rua da
Cruz, no Recife, n. 13 No mesmo armazem
vende-se igualmente familia, nflo lio su-
perior, mas muito clara e gommosa. Un-
to em saccas como em alquelres, e a preto
mais commodo do que em outra qualquer
parle, anda mesmo a bordo.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de S.-Malheus,
por preto commodo : a bordo da sumaca
S.-Aiiiunio, tundeada em frente do Collegio,
ou ao lado do Corpo-Santo, n. 25, loja de
massames.
Petas de algodfiozinho muito largo.
-Vendem-se petas de algodSozinho muito
largo e muito tapado, com atgujna avaria,
a 1,280 rs., e I imbo do mesmo, a 9,560 rs-,
e a retalho, a 100 e a 180 rs- a vara : na rua
Larga do Rozario, n. 48, primeiro andar.
tf*ffffffffPffffffff
^Depositoda fabrica dej
% lodosos Santos, na \
% Itahia. \
9- Vende-se, em casa de Domingos Al--
aa>*a Malheua. na roa da f>u*a n. sq.^I
primeiro audar, algddflo Irant'ado da-^
quella fabrica, muito proprio para sac-s
eos e roupa de escravos; bem como2
lio proprio para redes de pescare pa-^g
avus para velaa, por preco commodo.4
A**AA***AAA***ff
V inio de Bordeaux:
vende-se na rua da Cruz, n. 10,
casa de Kalkm'anD lrrnaos
Vendem-se 14 escravos, sendo um
oleiro ; urna mulalinha de 13 a 14 annos,
quo coso cozinha ; urna negrialia de 14 a
15 auiioa ; 4 escravos de bonilaa figuras,
proprios para lodo o servico de campo; 7 es-
cravas metas, de bonitas figurai, e entre
ellas algumas com habilidades: na rua Ui-
reita, n. 3.
Anda
existem por vender 10 ou i burros man-
sos 1 quem os pretender, dirija-se rua do
Queimado, o. 14.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
differentes modelos : na rua do
Brum,ns. 6, 8 e 10, fabrica de
machinas e lundicao de ferro.
Bombas de repuxo.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Bruui, ns. G, 8 e 10,
fundc5o dejerro.
Nova Fechincha.
Na rua do Queimado, n. 17,
vendem-se chapeos de sol, de seda cor de
caf, a 4,000 rs., e preto a 5,000 rs. ; case-'
mireta preta para caltas e palitos de homem
e menino, a 1,000 r. o corado; merino pre-
to entrefino, a 2,400 ra. O covado ; esgulo
fino de puro linho, a 1,410 rs. a vara ; e ou-
lras fazendas por bsrato preto.'
Interes&e.
Negocio ventajoso para quem quizer em-
patar poueo dinheiro, ou mesmo alguma
casa para tratar por um terreno na rua da
Aurora, que tem de frente 107 palmos, e
fundos at a rua do Hospicio; como se pre-
cisa de dinheiro, ou couaa que o renda, faz-
se negocio vantajoao : para tratar, na prata
da Independencia, n. 17.
f f f f ffff V f f *f tf fff ('
tinlios de 13a para meninos; papel doura-
do e prateado fino e ordinario.
~ Vendem-se, na rua da Moda, armazem
n. 15, meias barricas com cal Vlrgem ,de
l.uboa, a mais nova que ha no mercado, por
preto commodo.
Caf.
Caf cora casca, muito noro, por preto
commodo : na rua do Amorim, n. 35, arma-
zem de J. J. Tasso Jnior.
He muito barato.
Chitas monstros, a 1280.
Vendem-se finas chitas francezas muito
largas, cor de rosa, azues e cor de ganga,
degostos inteiramente novos e de cores
muito fixas, a 280 e 320 rs. o covado; aa
mais finas cassaa francezas que teem appa-
recido, gostos inteiramente novos, de todas
as corea e de tintas muito fixas, a 72* rs. a
vara; hamburgo muito fino, com tres pal-
mos e meio de largura, a 320 rs. a vara : na
ruado Crespo, n. 14, loja de Jos Francis-
co hias.
Escravos Fgidos.
Predios venda.
A tratar na rua do Crespo,
n. 11, qualquer dos predios
seguintes :
ja. s^y Ba do

A
c
5
Collegio, ns.
r tea. J
tsar Ba Nova, os. 54 e 56. -m
> 7* rtua da Aurora, n. lo.
AAAAAAAAAA AAAAAAAAAAT
Vende-se um molequo de 18 a 20 an-
nos, de boa figura, e he muito bom traba-
lhador de enxada : na rua do Queimado, n.
4, se dir quem vende.
Fazendas baratsimas.
Vende-se cassa-chits, a 840 ra. ; rispados
monstros e francezes de 4 pal moa de largu-
ra, a 220 rs.; casemira preta meaolada,
1,000 ra. ; dita decores, propra para forro
de cairos, 12,000 ra. o corado; cassaa lisaae
de quadros, a 9,500 rs. a peca : no Aterro-
da-Boa-Vista, n. 18, loja.
Ven le-se urna parda de 20 annos O
JjJ pouco maisou menos, perfeita mu- O
O cama, e excelentemente prendada a O
Q respe ilo de todo o aervico do Interior O
O de urna casa, sendo para o matto, ou O
O fra da provincia : na rua do llangel, 9
9 n. II, de manlifla al as 9 huras, e a Q
q tarde das 4 em diante. q
tJQOOOOOO0OOOOOOO Vendem-se os seguales litros: Diccio-
nario francez por Fonseca LobSo, segun-
ilfa iiimas; .irgeo aa Voruma; ovo
testameifto ; Magnum Lexicn ; Meslre da
Tili; Ceometria de Lzcroix e
tria ; Fonseca, diccionario latino e portu-
guez : na praca da Independencia, n. 12
Vendem-se 5 lindos moleques de 12a
16 anuos;* pelos do 20 a 25 annos, sendo
um delles ptimo sapateiro; um pardo de
18 annos, com bons principios da carpina ;
8 pelas com algumas habilidades, e que
lo propriai para todo o servido : na rua
do Collegio, n. 3.
Deposito de potassa ecal.
Vende-se muito nova e superior potassa
ecal virgem de Lisboa, em pedra : ludo em
barrs pequeos de 4 arrobas, por preto ra-
soavel: na rua da Cadeia do Recife, n. 12,
armazem.
Fogoes para cozinha
muito proprios para sitios e qual-
qualquer lugar sonde n2o ha cozi-
nha, por preo commodo : ven-
dem-se na rua da Crui, n. lo,
casa de Kalkmann lrrnaos.
Vende-se canella, a 1,800 rs. a libra :
nasCnco-l'ontas, n. 32.
Farinha de Tapuy
igualmente em sabor, finura e cor a*de Mu-
nbeca, propra para mesa : venJ-se na
rua da Cruz, no Recife, armazem n. 13.
Na rua da Cruz, n. 10,
casa de Kalkmann
Irmaos,
vende-se um grande sortimento de
nstrumentos de msica, com se-
jam :
Gaixisde guerra.
Tambores.
Zabumbas.
I'ande i ros.
A reos de campanhiuln.
Fratos. \
Baixos de harmona.
Trobdes.
Trompas
Pisles.
Glarins.
Cornetas.
Maulas.
rfanos. ,
Cirmelas.
Requinta!.
Violes.
muitoa outro instrumentos.
Tendoha annos fgido da c lade do
Recife para a de Coianna, o escravo rriou-
lodenome Luiz, natural da freguezia da
Varzes, de 28 aonoa completos, cor. preta,
estatura alguma couaa pequea, olboa ves-
gos, ps apalhatados; foi se refugir naquel-
la cidade de Coianna a titulo de forro, ha-
bitando em um dos mucamboa prximos ao
engenho Colanna-Crande, aonde ataetem-
hro de 1849 esteve no trafico de caviar la-
mia, que conduzia em canoa* para os por-
tos daquelle lugar, a entregar a diversas
pessoas, que desse trabalho o
va m : e romo o dilo escravo
rncarrega-
Luiz soubesse
que as autoridades policiaes de dito lugar
haviam dado ordem para ser elle pegado, lo-
mou a deliberado de retirar-se para al-
guna outros lugares de embarques de le-
nhase maiieitas, talvezdos municipios ds
mesma cidade de Coianna, dos de Iguaras-
u, Itamaraca, ou da cidade de inda, que
mais prximos ficam Aquellas oiunicipioe,
onde em alguna delles deve estar no referi-
do trafico de cortare condnzir lenha e ma-
deiras. Roga-se, pois, aa autoridades poli-
ciaes daquelle municipio e mesmo de ou-
tios para oude quer que dito escravo Luiz
se lenha ido acollar, que hajam por bem
expedirem assuas ordens, afim de aer elle
pegado e remullido para esta cidade do.Re-
cife a entregara seu senlior, Jos Lopes Ro-
sa, ir orador na freguezia de S.-Jos, sobra-
do n. 10, da ruada Calcada-Alta, que ge-
nerosamente gratificar o trabajbode quem
o pegar e con luzir.
Ciatifica-sea quem pegar o escravo
Manoel, eiioulo.de30annos ponco maisou
menos ; com alf ons denles quebrados, eflr
retinta, baixo, ebrio do corpo, bastante
retinto, andar aparallado ; he bem rallante:
quem o pegar leve-o a rua do Trapiche,
n. 7, armazem de assucar, de Reg le-
deiros.
Fugio, no da 14 do correle, do en-
engenho l'ruao. da enmare Am r.nUm^,
o crufb Luiz, representa ter 25 a 30 annos,
i-or prela. baslanto ladino ; costuma a in-
titular-se Torro. Roga-se aa autoridades
e'Trignme-l'n>lic',esec*p'",f* e c,mP> 1">e o ap-
io e oortu-' Prl>ndsm e levem-no ao dilo engenho,
que serto gratificados, alm de se pagaren)
todas as despeas.
-Fugio, ao anoilecer do dia 21 do cor-
rente, estando a lavar roupa na Capunga, a
escrava Isabel, magra, cOr retinta ; costu-
ras a trazersempre um lenco atado na ca-
eta ; levou chale com campo azul-ferrete
com flores cor de ouro:[quem a pegar leve-a
a rua Nova, n. 81, primeiro andar, que se-
ra gratificado.
No dia 12 do rorrele, pelas 8 horas da
noite, desappareoeram, da casa de Jos An-
tonio Basto, na rua da Cadeia do Recife,
n. 34, dous escravos. a saber : Zeferino,
pardo, de alluraregular, representa 85 a SO
annos, cheio do corpo, pouca barba, olhos
pardos : Adriano, prelo crioulo, represen-
ta -2-2 a 25 annoa he alto, seeeo, bem retin-
to, a barbado: rales escravos viersm do
Cear no vapor Pirnambueatia, remanidos
por Domingos Jos Pereira Pacheco, do
Aracaty ; silo naturaes da cidade do Ico,
perlencentes a Vicente Ferreira Chaves:
3uem oa pegar leve-oa a dita da rua da Ca-
eia, ou ao Aracaty, a Domingos Jos Perei-
ra Pacheco, que se gratificar generosa-
mente. Advert ndu-si: mais que os ditos es-
cravos So officiaes de pedreiro, o pardo ha
melhor oflicial que preto.
Fugio, no dia 18 do corrente, do en-
genho Diamante, da freguezia da Escada,
o preto Jeronymo, que representa 30 annos,
grosso do corpo, peinas finas, olhos um
tanlo vermelhos; tem um talbo na pona do
queixo inferior proveniente de urna {queda:
este escravo em eua fgida conduzio um
cavado castanho-rscur; presume-aa ter
procurado o Aracaty, onde tem os seus an-
tigua senhores. Roga-se as autoridades po-
liches e capitSes de eampo, que o apprc-
heodame levem-no ao dilo engenho, ou
nesta prata, a rua das Trncheiras, n. 48, a
Hrrnardmo Francisco de Azevedo Campos,
que gratificis generosamente.
Fugio, do Kio-de-Janriro, e suppfle-se
ter vindo para esla provincia, o prelo Anto-
nio, escravo de Rellarminrr rio ai-m mara, O qual tem os signaes seguintes : es-
tatura regular i meio calvo, barba serrada,
com suissas, falto de denles na frenle, bi-
Ss pendurados, nariz chato, representa*r
r maior idade ; quando falla tem o cost-
me de revirar um lano os olhoa: quem o
pegar leve-o a Manoel tilias de Moura, na
prata da Boa-Vala, que lem aulorisatlo do
senlior do mencionado escravo para bem rc-
comrenar a quem o pegar.
- Fugio, do engenho S.-JoSo do Cabo,
pela segunda vez, uo dia 17 de julho prxi-
mo passado, o escravo Valerio, leado sido
ji um vez pegado em Hara-Farinha, de-
pois de alguna das de fgida ; he alto, cor-
polento, cara curta e larga, ps seccoe, ten-
do muito abertos os dedoa grandes de am-
bos os ps e a pelle enrugada e spera :
quemo pegar leve-o ao dito engenho, ou no
ilecife, em casa do Sr. cuinmeudador Luiz
a-a.__.f___'______.;i_
Gomes Ferreira, q
'!ifiSr''^'*"'* A*
80
Na rua do Cabug, loja do Duarte, ven- re. : tambem se gratificara a quem del
ilem-se franjas e requifes pretos, propiios licias do dilo escravo.
para manteletes; toucas de lSa j ISa para I ^___^_^_^^
Vende-se urna litera e um sellim paraj Ibordar; meias pintadas para meninos e |iBaBHaBHBaaaaaaBBamsae>mB
montara de senhora, e u multo bom uso : [.neninas; chapoa de merino ti raneo, a 5/'
ua do Vigario, n. 17, primeiro andar. Irs. ; ditos de sol para meninas, a 1,600 rs. j, Paa. : TT4 RA as u. r. di r.RU. 1150


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