Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07113


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Full Text
Aimi XX\h
Sabbado 17
VAnTZBAl IX OOBBCM:
Cotanna e Parahiba, eegundaeeexta fer*.
Ric-Grande-do-Norte, quinta felraa o meio-
Cabo, SerlnhJem, Rlo-Formoao, Porto-Calvo
eMacei, nol., all.eQI decadamex.
Garanbun e Bonito, a 8 e 23.
B-Vlta e Flore, a 13 e 28.
Victoria, iqulntae felra*.
Ollnda, lodo! o dial.
(Ming. a J, 2 h. e57 m. da ni.
, Nova a 7. oa 7 h. e 14 m. da t.
PufUMLD*. Cre*c.al4, i*3h.e27m. da t.
(Chela a 22. (i h. eWiu. Ming. a3.'allh. cDlui.dam.
ratmii di moj
Primelra ao 30 minuloi da Urde.
Segunda aoi 54 minutoa da inanha.
.?* Agosto de I8S0.
Jl. 185.
rasaos da arjauonirpAo.
Portresmeze (adianladoi) 4/000
Por acia mezea 8/000
Por uui anuo 15/000
a*** da inram.
18 Seg. S. Clara. Aud. do J; doi orf.e in, da 1. t.
13 Tare. S. Hvnoliio. Aud. do chae. eJ. da 1. v.
14 Quart. 5. Kuaebio. Aud. do J. da 2. v. do
civei. ,
15 Quiut. ** Aasuinpcao de Nossa Scnhora.
Ib' Seat 8. Roque. Aud. do/, da 1. V. dociv. e do
dosfeitosda (a/.enda.
17 Sab. S.Mamcde. Aud.J. doaorf.edo m. as 1. v.
18 Don. 8. Joaqulm pal de Noss Senbora.
CAMBIO' Mi AOOS*5.
Sobre Londre.. 27'Ac27r J.porl/OOOM. 80di.
. Paria, 346.
. Usboa, lOOporcento. MMM. a1lmM
-..-OucS he.pnhoe.. .....WO0 a g
MoedaadeW400elU.... USTO a b/700
/.r.U.-P.Ucae.brSro;...... IJ J l/gg
Peo.co.uoario........ 1/jjbO a IjgHO
13
2
15
15
5
10
PAUTE' OfflCIAL.
t.OVERNDA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO OA 6 DE ACOST.
Oflicio.-Ao director do lycau detU cid-'
de, inteirando-Q da ter jubilado o prolaajor
di cadera de primeris letra* de Fora-de-
Porta do bairrp do Reclfe Francisco llodri-
gues Xanda, por ssim o luver pedido, e
contar mai* de vinle annos de serviQO, e or-
denando que ponlia coocurM a mencin'
da cadeira.lolelron-ae ao inspector da
theaouraria da faaenda provincial.
Hito.Ao inspector de Ihesourara de fe-
zenda, aclenli8eanflo-o de haver concedido,
a vial de sa infbrm*vao, tres mere* de li -
cenca com o respectivo ordenado para tra
lar de aua sau Je na provincia da Babia ao
porleiro daquella Ihesourara, Jos Romual-
do da Silva.
Dito.Ao mesmo, inteilgenciando-o d"
ter concedido um mez de lidenca em ven-
cimento ao iulz municipal e de orphlfo do
termo de Coiinna Francisco de Paula Ro-
drigues de Atmelda.-Neste sentido flzeram-
se aa conveniente* communicai;es
Dito.Ao juiz relator da junta de Justina,
Iranamittndo' para ser apreaentado em ses-
sBo da mesma junta, o processo Yerbal do
soldado do oilavo batalhSo de caladores An-
tonio Lopes de Moracs.Communcou-se
ao eommn Jante daa armas.
l)iio.-Ao inspector do arsenal de mari-
nha, para que contrate a conducho para as
proVhKfiaa da Parahiba, Rio-Grande do nor-
te Ceart, doa objectoa mencionado* as
Iras relaee* quawemeHo, os quies acbam-
M reeolhidos ao arsenal de guerra, onde
Knie os dever mandar recebar:
Relacdo dos obiectat que devtm ser remelttdos
aro a provincia da Parahiba.
Reparos a onalre para calibre 18
luto* 24
Ch*pu:es para os ditos
Palmeta* para os ditos
Poltora fina, 5 barrcoa 10 arrobas
Dita grossi. 10 20
Hclatio dot objeclot quetemdeserremetlidos
por* o llio-Uronie do norte.
Clavioott* do adarme 13 com pedorneiras 20
Pistolea a
r (em um ceixSo) 40
Polvura<6n, 5 barr* com 10 arrobas &
Olla uros, tO > > 20 10
Reludo dot obtsetos que vao ser remitidos
para Ceari.
Espingardas doad. 17 com baioiietase
perdeneiras, canos euvernsados (-m
C caiies )
Patronas com cartuxeiras de folba
Crrelas de olla para as das
UandoJeiraa de dita
Ciaturoes com cananas
Cuarda feues
Eacovinbaa com aguthetas
Corrias decouro eoveruisad para as
dita*
Bainh de balonetas para ad. 17
Muxilaadebrim
Boroaesdedilo
Marmita de folha para urna praca
Panellas de rolha para 8 praxis
Saca de brim para as ditas
Corrias de sella para as ditas
Ditas a a mutilas
Ditas > capoles
Ditas caoliz
Cahtz de madeira
Em doze caixOes.-Nesle sentido fizeram-
sa ka necessaria communicai;0es.
Dilo.-Ao director do arsenal de guerra.
Heapondo ao ollkio de Vec :!e 3 do corren-
te, auloriaando-o a despender a quanlia de
244,400 ris, sendo 144,000 ris para a com-
pra de una duzia de laboasda asscialho de
aiuatello, setataboas de cedi e-dous costa-
do* de amatello para os trabalhoa-das oflici-
naa de primeira e segunda claase, e 69,600
ri para compra de um bail de salitre re-
unido, e cinco resmas de papel carillo par-
do, para a manufacturacHo de vellas de
composic.no no respectivo laboratorio, e
30,800 ri* com a acquiai^So de 8 meios de
sola para mangueiraa da bomba de apagar
inceadio, e 25 varaa de lita de 13a para si
Ihaedeque precisa auQicina-de corregiros
drsse arsenal.InlerrorT-se ao inspector di
pagadria militar.
Dito.--Ao inspector da tbesouraria da fa-
ifjida provincial, par* que mande adiantai
aonngenlioiio Jo3o l.uiz Vctor tieulhier,
por ioiiS; Q he renuiailailo n njfsfifirs
director daa obras publicas, a'quanlia de
500,000 ris para a conlinuacSo dos eatmlos
graphicos da ejtraJa do norte.Cou.mu-
mcoii-se ao dito engenheiro
Dilo.--Ao mesmo,para mandar adiantara o
eogenbeiro director das ob as publicas i
qtinntia de doua cont* de lis para ronli
nuac9o daa obras do theatro, visto acllar-se
esgotado o ultimo adiantamenlo que se Ihi
matfdou fazer para o mtamo lim (ntelli-
gencion-ae ao esmo director.
Portara.- IIvq*JUo o coronel Josl'edro
Velloto da SiliOrrr eunlralado com o ins-
pector do arsenal de nieriiilm deata provin-
cia* venda de seis duzial'de taboasde cos-
tado de amarellu em pranchoea de 2 o 3 cos-
tados com 50 palmos de cumpri.nenio, e 90
a 32 polegadas de largura, de 4 duna de
taboaa da meiina qualidade e grosaura em
pranchOe semelhanle aquelles rom 40
lniiiiu lie comprimeulu, o 11 dua; de n-
boas lambem em pranrhOes de 3 a 4 taboa
com 30 palmos de cotpprimento e 18 a 22
legadas de largura, teudo essa maodeirt
corlada ns mUs das trras que o meimo
coronel posSue na freguezias da Ecada e
Biiaiio, e entregue na quelle arsenal at i>
lia de ooveflibM proaimo viudouio o
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alflkda provincia, eai vista da reqoi- ser approva'l a decisotom! pela mesma
n dr^tencionado insoector daUda de 1 presidencia, do mandar bomr aos offlciaes
iloexercito, quanlie para alugueisde ca-
sa, or ser isso expreaoenle vedado pelo
rt. 3G do decreto de'.lO de Janeiro de ItttS.q
qual dlapOe.que nos casos em que elles tivei-
rem direito a aquartellamenlo, nBo hven-
lo ccjiuntoJarjo nos quarteis, si aluguem
as cas n'cessaria?, por cont do ministe-
rio da guerra, pagndo-se os alugueis aos
proprlelarios : e asaim V. F.sc. o ficar*. en-
lendendo e fara edmprir.
Dos guarde a V. Eic. Palacio do Rio de
Janeiro, em 29 de ultio da 1850.Monotl
Ft l i tardo de Sonta < Mello.
Francisco Cartot Bueno Ditchampt,
Capitfio ajudiute de ordens.
Quatttt general natldmdedo Recife, em 6 de
agosto de 1850.
ORDEM DO DA N. 78.
Tendo de seguir para a nrnvincia da lia ti i e
com o quarlo batalhSo de rlilba-a a p, a
que perlence, o Sr. segundo lente Firmi-
no II rculcno de Moris Ancora, (cando
por isso exonera lo do emprejgo de ajudan-
te de ordens da pessi ilo marechal de cam-
po graduado, commanlandante das armas,
que declara baver osle odicial desempenlia-
lo as funegOes de tal emprego com criterio
e digoidade.
O mesmo marocha! noma para o referido
empreo de ajurtanie de ordena da pess, o
Sr. cabillo do halalhao primeira de cacado-
rus Manuel Jos Espindola
Antonio Corre/a Sera..
t
sieo^Wiencionado insoector datada de i
do corrente, recommenda as autoridades
competente*, quo nao ponha-n impedimen-
to ao curte e condcelo das referidas ma-
dairas,. lando cuidado afim de quesenflo
daem abusos por occasISo desta permissSo.
Scientificou-se ao mesmo inspector.
Dita.O presidente da provincia resolve
supprimlr o dialricto de subdelegad de
Beberibo, pertencente freguez! d S.
por ser'desnecessiria a sua c0nserva5S0.lt-
caado reduzida um 6 distrlcto a referi-
da rreguezia.--ComraitW"J"J*e**o'^hefe de
polica.
DEM DO DA 7.
Officfo. Ao Exin. presldcote do Maranhao,
reinetteado a f de BM* do soldado do teveel-
ro baulhao de artilhari a p Joa Mariano da
Caaeercao.
Dito. Ao lnpector da theiouraria de fa-
ien Ja, remeltendo-lhe por copla a repreaenta-
{*> e tabella queao conlifcimento desta pre-
sidencia trouxe o inspector do arsenal de ina-
rinba demonstrando a Insufficlencla do crdito
aberto para a deapeaa do pharol, barca de
soccorro e corpo de armada no corrente eaer-
cicio, e pedindo o augmento de 1:738,720 rs.
para a primeira daa mencionada rubricaa, o
de 980,000 ra. para a segunda, contlderando-se
annea a da capitana do porto, e ode?;01l,I00
r. psra a tercelra, e porquinto J ditaare-
preaeotaede e tabella forain por V. S. vista e
examinada, sendo o leu parecer esarado ein
ofnelo do corrale niel que eat demonstrada a
inaufficienclado crdito aberto na menciona-
da rubrica; ordeno em conforaildade ao dia-
posto no decreto le 7 de malo de 1842, e sol
iiiinha reaponaabilldade a despeza de 394,151
r. que corresponde duodcima parte do aug-
mento pedido pelo Inspector do arsenal de 1111-
rinbapara lupprlmento do dito crdito por ser
urgente o pagamento do respct!o orri9'is
preitailo no uiez de Julho lindo, senda que pa-
raos pagamento* do inexe subsequentes de-
ve-e esperar deciao do ministerio a que per-
lence ota deipeza e a qucut eiu lempo ere-
presentou.
Dito. Ao conunaiidaute auperior da guar-
da nacional do municipio do Recife, para man-
dar dlapenaar do lervlco ao guarda do esqaa-
drao de caVallaria sdb sen couiinaudo superior
Joio Ignacio de Mrdeiro Hego, que se acha no
exerciclo de cnsul da repblica do Per nesta
provlucia.
Dito. Aocommandanle da tilia de Fernan-
do, iiiu-irando-o de ter mandado paasar titulo
a Joaquiui Pedro de Lima para servir por mala
trea anuos o lugar de almojarife que actual-
mente eierce ua tneiina llia. Cominunlcou-
o ao laaaaaa*'' da pagadura inlhiar.
Ulrur^Baeai> dimeatalo qnf o acwun-
cladoa Joa Leandro larbosa e Antonio Jpae
da Silva, cujaa guia acompaabarain ao omcio
que Ihe fot dirigido enr 17 de junlio ulliuin,
exittem na cadeia deata cidade, tegnudo infor-
ma o julx inuutcipal da primeira vara.
Dito. Ao director do araenal de guerra, pa-
ra mandar alistar na companhia de aprendiiea
meuore daquelle arsenal, depoi* de e lavrar
o termo de qjie trata o artigo 4.' do regstrauen-
10 a. 113 de 3 de Janeiro de 184, menor A-
reslidea Fraascluw da Rocha.
Dito.__Ao inesnio, iiiorisandc-o a despen-
der a quantia de 373,140 rs. com a compra dos
objeclo constantes do pedido que devolre, o
quaes sao necessarios para fardaiuento daa
praca* da companhia de arlillces. lnlclligea-
ciou-ae ao inspector da pagadoria militar.
Dito. Ao inspector da tbesouraria da fa-
xikda provincial, para que mande eutregar ao
secretario da directora daa obra publica a
quanlia de 100,000 r. para occorrer a depe-
aa de espediente e asseo da casa daquella re-
parlicao conforme requilitou o repeclivo di-
rector. tnleirou-se ao mesmo director.
Dito. Ao momo, para mandar por nova-
mente em arreiuataco no termos do parecer
do procurador-Bical daquella llietourari* a
que se refere a sua informa;o ; o iiupodo de
20 por cepto sobre a agurdenle do consumo
nealemunicipio pela quanlia de 12.000/ rs. que
oSereceuTboinaide Aquino Carvaluo, uqueui
sci eiilregqe o ramo da arrematado no caso
de uau apparecer qein oU'ere{4" uaior lan;o.
Cominaiido das armas.
Quarlcl general na cidade do Recifa, em ib de
agosto de 1850.
ORDEM DO DA N.75
O Sr. marechal de campo graduado Anto-
nio Correia Sera commandnle das armas,
em virtude de commuaiea'oe*, que Ihe f-
ram endeveeatlas | elo Kxm. Sr. presidente
la provincia, as data* de 13 el* do cor-
rente, manfla fazer publico na guarnirn
para os convenientes (lns:
l.'Que S. M. o Imperador, bpuv* por
bem por decreto de 20 do julho ultimo, no-
mear ao Sr. alferesdoealadn-naior da**
guada elaaae muz wiaoe K. r..,~, p:r; o
la r de ajudante do gurda^r da alan-
dega desta p-ovincia, seguneM_fol declara-
do em aviso do ministerio da ( tanda de 2(
do referido mez do juttNr.
9* Qua por aviso da seercttri de estado
los negocios 14 guerra, do i'J do citado
me*, abaixo transcripto, se declarou con-
traria dipoaicSo do art. 36, do regula-
nenlo que baiiou com o decreto Ue 10 de
Janeiro de 1841, *inndida adopta Ja provi-
soriamente pula presireiicidesl provincia
a 27 de abril ultimo, publicada em ordein
dodia doquartel gaaWal-ile2do maio, sh
o n. 30, acerca da* gratiOcacOes estipuladla
para aluguois de casa* dos otTiciaes do exer-
cllo.'etn falta de aooomodacOes ue* respec-
tivos quar tola.
3. Finalinente, *e o taaa Sr. prasidea;
14, por portara Ue hontfm, conceden um
ittez de licenrm com anido, para ir a coi le
do Rio de Janeiro ao Sr. alferea do oilavo
batalbao de caladores Guilberme Marques
le Souza.
Aviso.--lllm.elMi. Sr De ordem do S.
imperador, declaro a V. F.xc. em res-
posta ao olllcio dessa presidencia diia.ro de
l de malo ulli no, st) u. 450, que Do ud da-feiia prxima futura
EXTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO. DIARIO DE
PERNAMUCO.
Pmrii, 19 de unko de 1850.
0 nosso tim he atalhar em Fnnca todo o
genero de agilacSo Agora a* ra* estSo so-
cegadas ; e os anarchislas expelli los ; mas,
em lugar de molins as ruis, temos n do
parlamento. NSo recelamos urna collisSo
com mSo armada, mas sim urna agitadlo
que, em vez de espingardas, tem com armas
boletn* de votaces
Segundo a cnnstitui^So, o presidente tem
de salario 600,000 francos annuaes Ora eo
rao he necessarlo em Franca que o cnefe do
poder tenha certa r*rr**^**aaay^Jf^Mu
que viva com grandeza, que d DtmJB*SV.
anime aa rlese o luxo, esoceorra os infe-
lizcs, esta snmma he Insuflicienle. O* auto-
res da conslituicSo bem saiiiam disto, pois
declararan! ao presidente que, afora o orde-
nado concedido 4 su pessna, receberia 011-
tra somma mais forte, a titulo de gastes de
representa(3o.' Poucos me/es depoi* de elei-
to, elle manoou propr i assemtda consti-
luinte tlxasse esses gastos. Bem deslava
ella recuso-los, visto er iuleiramcnte los
til a Luiz H na parte, mas nSo o outou, te-
niendo azedar mais contra si a opiniSo pu-
blica ; contenlou-se com reduzir essas des-
pezas representativas mdica quantia de
600,000 (raucos Mais do que ella gasta, an-
imalmente l.iz Roitaparte em esmolas e c-"
ndades. Todava isso nSo o prohibi de
continuar a preencher dignan enti os devo-
res de sua siIuiqSo ; o que deu ctusa a que
elle contrahisse muilaa di vi Jas.
Semelliante estado nflo poJia durar por
milito tempo. A nova assemlila devia re-
parar a* injustifas da enliga, restiluindo o
presidente a urna siluacao conveniente. NSo
quiz o governo dar-so pressa em agitar urna
que.stSo pecunltria ; mes, tendo vencido a
anarCSia e rc:-Ubs!ccdo a paz r,as ras,
aehou que chegra o momento de regulai
esse negocio financeiro : e, pois, apresen
tou, no da 4dete mez, i assembla um
projeclo de Ici, o qual propOe que se fixem
le tres milliOes por auno os gastos de re-
prcseniacSo do primclro niigistradoda re-
publica.
I'aecia queesi proposla n3o devia en-
contrar obstculos ; pois a maioria era
favoravel ao presidente, e todos convinham
em que seus ordenados, nSo estavam na
proporr;3u de seu lunar. No cntanto, des-
de que o projeclo sd | res nlou, dividio-le
a maioria. O partido legilimista, que iu1u
quer d modo algum augmentar a influen-
cia a a atjtoridade de l.uu liona jarte, oppoi-
e a eisa projeclo com toda a frc.a.
A assembla, por uso cenatanle, quando
o governo liie propde um projeclo, nomos
una comuiissao uncu regada de examinar
e indicar, se se de-,e adoptar, rejeilar ou
emen lar csse projeclo: 15 commissarios f-
ram, pois. designados para esses trabalnos
preparatorio; massS opintran que se
adoptasse a proposta do governo. Um, per
lencento a opposic,3o, fui de opitiiau que se
elle rejeilasse, e os outros nove aceilaraui
o t rojecto eoaa-parte l'e le.n que a somma
sej.i reduzida* 1,600,000 francos e concedi-
da ao presidente, nSo a titulo de gatlos de
representacio, m* sim de tntlallaco e pri-
meira estabelccimenlo. Este parecer prevaie-
eeu no seio da comrnissSo; apezar de ser
enrgicamente combalido pelos ministros.
Basta saber qual sera a decisSo da as-
sembla. Se votar no sentido da eomms-
s3o, pode Vaic. ter a ceitea de que o pre-
sidente receker semelhanle voto romo nm
astillo peaajtal, cunte que entre os dous po-
lee *o e* ado surgir un conflicto cojas
coasequencias *8o lucaicueveia. Ku o po-
^^b (acto dus incidentes deste negueiu,
que agora pieoccupa excrativame.ile u povo
l'raticez. O relatorio da commiasSo sera a-
presenia Jo aniaiihSa ou depoi*, e lio prova-
vel a discussSo publica se encele na segun-
Alguma importancia I1S0 tido os outros
trabalhos da assembla dorante esta ulti
ma quinzena. Foi volada definitivamente a
lei relativa a deportarlo ; ms n8o obstante
os esforcos do governo, a miorii n3o quiz
que ella fosse applicavel ao individuos
provisoriamente delidos em Franca. Nflo
se poder*, como quer o governo, transpor-
tar esses individuos a* ilhas Marquezas
Elles do fundo de suas prisfles conlinuarHo
a fomentar desorden*. Eta voto foi menos
bem pensado ; pois tira 4 lei sua principal
efflcacdade. Outro voto da assembla me-
rece plena approvacSo, e na o da lei que ve-
da os clubs durante um annn. N3o ousirSo
(ornar definitiva esta interdicen ; mas, an-
tas que cabe o anno, o governo propor a
assembla urna le orgnica, a qual consa-
grar est prohibido Por urna dciso a
que applaudiram todas as pessoas honra-
das, a assembla recusou as pensOes qu?
Ihes toram pedidas para os homens que
cotnbsnWam ou ficararo feriJos cammez do
fevereiro ; sin lie para os que desSBrsm^a
oonarehia. Esta resoluo4o da asemillen
tem alto valor : ella aniquila a insur-
reic3o,'*Jfe ucrn 1ufl *] triumpllante. e
Je algum modo, he a sentenca condemna-
toria dos departamentos contra'Paris, que
tantas ve/es s-i revolta mo gradoaFrahQ
Luiz Miilippe, ultimo rei dos francezes,
aclu-se gravemente enfermo, e relirou-se,
ha pnuco, para urna trra que comprou jun-
to a Urighton, chamada San l,eonarlo*Jul-
gava-se que a proxim'idadedo mare o ar pe-
netrante das costas Ihe reslabelecram a
sld le entretanto, as mais recentes noticias
d*ru->enlender que o mal empiora.Seusan-
tigo ministros foram airesentar the suas
humenageiis, n que produzio aqui vivissi
ma sensacHo. Espalharam, a esse respeito,
boatos falsos; diziam que osSrs. Tliiers,lt-o-
glie, Cuiot, s im a Ssn Leonardo urdir
intrigas polticas e rranjr um accorJo en-
tre o ramo primognito e o mais novo. He
mentira : he honroso e alheio da politica o
senlimento que inspirou esses homens d'es-
tado.
bate que ha entre o governo
ponencia icerc* do arranji do negocio
grego. Pois bem ; esse debate in la nSo
esta acabado.- o nosso ministro dos nego-
cios estr.ingeiros persiste em suas justas
exigencias, e lord Palmerston anda resis-
te Mas eis um incidente que complica sin-
gularmente* situac3o do ministerio brit-
nico oque porvenlura o fara baquear.
Lord Stanley, chefo do partido Tory na
cmara doilor is, interpellou nte-honlem
o gabinete Inglez aerea dos -negocios da
Creca. Anda n3o sabemos de todas as par-
ticularidades desse grande dbale ; apenas
vinos o discurso de lord Stanley, que
critica amarga e merecidamente a politica
do nobre visconde. O Megrapho acah de
transrqitl ir-nos o resulta lo da discussao.
A moejio d- lord Stanley, que censura o
proceder do ministerio, foi adoptada por
maioria de 37 votos.
Ess* vol he importantissimn; e, com-
quanlo nSo importe a immediala relirad
d6 gabinete Wigh, obriga-o, segundo os
usos ptrlamenlares da Inglaterra, a solici-
tar immediatamente da cmara dos com
muns um voto declarativo de con(i"ca ;e
parece quisi mposatol que lord Palmers-
ton ( condemna lo pW todos ) obtenha dos
communs semelhanle testemunho.
O que decide ao lord nao he aciment
considerado das injusi;as que lord Palmers-
ton ba platicado; he tambcui o deploravel ef-
feito que o proceder desse mlnitra'tem pro-
duzid na Europa. Nao foi a Franja que e
ouendeu da conduela deise lord para com a
execulivo acaba de 1er eomtltuido no l.antao.
ecompde te do homena mal intelllgente
e enrgico do par Ido conaervador.
PirmonU. BrilliantUilnia reU foram da-
da eoiChamberyoTuriin em bonra do duque
defienoa e ua jovem e*poa, filhade el-rel
de Saxonia e subrluha de cl-re da Pruna. A
diiqueza.para teale'munhar gratidrfo aesse bom
aolliiniento.decidio que a eust do eu cofre e
naeassc escola mi itara pensao de dea rapa/es
escolhido do oorpo da artilharia, que seu es-
poso commanda.
IMTEBOR.
UIO-DE-JANEIRO.
CAM\lt DOS SRS. DEP-
TADOS.
SESSAO DE 2 DE JULHO DE 1850.
PISIORVCIA 00 S, OlORir.L MKSDS POS SANTOS '
Urgencia para discussio das tnterpcllacSet
do Sr. Mello Frcinoo.
I ConlinuacSo do n. 182. )
O Sr. Pretidente: Pediram a palavra : pro
0 Sr. Souza Franco, o contra, o Sr. Pernira
da Silva ; prtenlo tem a palavra oSr. Pe-
reira da Silva
O Sr. Pneira da Silva : as hilerpella-
jfes nBo h pro, nem contra ; o Sr. Sou-
za Franco pedio a palavra em prioieiro lu-
jfciW
O Sr Presidente :- Perde-me o Sr. depu-
ta lo ; segue-se a mesma marcha de outra
quRlquer discuss3o...
O Sr. Pereira da Silva :Cedo por ora a
palavra.
O Sr. Presidente : Tem a palavra o Sr.
Souza Franco.
O Sr. Pereira daSilea :Tigora pee/) a pa-
lavra.
O Sr. Souza Franco : Sr. presidente, os
estvloi a respeito Je interp.ellacOe.8 constam
lo "regiment, e esto na memoria de todos
/na/aferra.-Vmc. nHo ignora o grave de-lquo team assislido aos nossos trabalhos, 011
te que. ha entre o governo francez. e essa lueteem loma lo parte nelles. No art. 3
ile 6 de jullio de 18(5 se diz
CrTcUi a P.uh 'Austria lambem prot'-
li rail enrgicamente; e alm dlo havla ou-
trarfeia F.sse louco visconde quasi que
iralou a 'l'u.-can.i e aplecomo aGrecla. Lon-
tra toda a noce do direito dasgenle8 elle
reclamou d'eiiei dous" govcrnm iiideiuuisa-
6e consideraveis por lupposto daino of-
ridospoi subdilos iuglezes durante o cerco de
Lime e a guerra de Sicilia. A pretenjao era
extravagante, e o 3r. deNesselrode protestou
contra ella cm una noUkanui bem Untada. Se
rrgras que iuvoca law^aluicritnu, fossein
adinlssiiel), lodos o governo civiliaado de-
veriam reeusar ao Ingleses o direito de resi-
dencia, e l'ugir dellct como da peste. J he
Uempo que a Inglaterra e livre de um inalfa-
aejo huinein de catado, e que reliabilile-ae aos
olhos da Kurnpa, volVendo .i poltica larga e
lisa de lord Aberdern.
Fraila. El-rei Frederlco Guilberme rei-
tabeleceu-*e lenta e penoaamente. A ferlda
que recelteu do assiiiao tclologc complicou-
e com um ataque de gola c no dia II do
AnPrn, 1. 5-zzhVr "'a- *<*nlheu-o
o povo com graude eothusiatino. Nada acia-
be anda do iciultado do proceuo contra o al-
amino; mas julga-se que elle be um I nitro-
ueato demaggico, euipregado pela socieda-
des secretas.
A vilila fcita pelo principe Henrique de
'iussia ao imperador Nicolao d aisumpto pa-
ra largos conuiienlarioa fainas allemaei. O
principe foi bem acolhido ; ma uinguem ere
que o imperador desse raiao Prussia contra a
Austria, o que elle quer he que uo liaj guer-
ra entro eta duas potencia A diplomacia
sabera coinpo-las. O que agora te dev* fa/.ei
be aniquilar a deiiiagogiaTHluibai. ella j
poaerain mi a obra: pois jliavia una or-
dcui de el-rei da l'ruaaia liuulandu a libcidadc
da impreusade maneira a lereiii tertno os ex-
cesio demaggicos. Excellenle medida be es
la : lodo o homens da ordem a approTnrain,
e errio que ella ser imitada pelos outro es-
tados da Allemaiilia. El-rei da Saxonia j deu o
eXemplo.
lapi,.'.a. Cpra-sc caa IniUnlc s f"
todarainha. Um decreto real decidlo que o
ncrdelro immediato da cora tomar, como
d'antes, o tilulodeprincipe da Asturias.
bulla. A demagogia perde trra mesmo
11 SuUsa. Eu J disaea Tmc. que oeantao de
sVeruu havia dado a maioria ao conservadores
u* raeiijo do mu grande canselno. O poder
las emen las
|ue cada deputalnlem direito de interpel-
lar os ministros, prevenindo-os em sess3o,
com anticipacno pelo minos de 48 horas,
sobre o objecto da inlerpellc3o. O meu
houraJo colleg, depulido pela provincia
I Minas Ceraes. prevenio com anteceden-
cia ao Sr. ministro dequelinha de fazer
urna inierpellac ; ecomo ella nSo 00 lia
ser'hem compreh"i.dida sen i o vista dos
luesilos sobre que lint. de recahir, formu-
ou ello esses quesitos, e mandou-os 4 me-
sa. V. Exe. ha de saber que lambem se acha
lelil-Miniad* a platica das nlerpellacO s, e
vem a ser que, no dia fizado para ellas, o
orador que tem da as fazer apreseula-as o
as desenvolve, e responde-lheentSoo mi-
nistro ou os ministros competents. Se-
gue-se perianto que as interpellacSes de
|ue tratamos n3o tinham anda sido feitas,
mas anniniciad is ; n3n obstante V. Exc.
onsentio que o Sr. ministro viesse respon-
ler hoje 4s inlerpetlaces qud no estavam
alad* fe i las .'
O Sr. Presidente :PerJ6o-me o nobre de-
pulado ; a cmara deci lio que o Sr. minis-
tro poJia rosponderhoje ; portento esta fil-
iando contra o vencido, o que o regiment
prohibe expressamente.
O Sr. Soma Franco : Eu tenho direito dii
referir-me quillo que se passou na casa, e
estou-o referililn' claramente, para que o
paiz todo saiha como as cousas aqui se l'a-
zem, para entflo sermos julgados porquern"
tem direiti d julgar-nos. l'eco, pois, li-
cenc* para declarar que semeinantes estra-
tegias nSo s3o propras de um ministro da
eiirJ. ( A potados da oppoticoo. feelauuifes
da maioria. ) O Sr. ministro da Justina, apre-
seni..n Io-sh hoje a repon ler a interpella-
Ces quo inda n3o estavam feitas (ndo aaom-
dot, apoiados..). quando 0 depulado que li-
nlia do as fazer devia acompanha-las com a
leitura do documentos, que nSo poda tra-
zar por iiq ser o dia designado, empregou,
re uto, urna estrategia que est muito abai-
xo da dignidade de um ministro da cora.
( Vivas reclamatoes da maioria ) Sim, nSo
se pode negar isto ; e fex-ae mal : consen-
tio-se que o Sr. ministro respondesse a in-
lerpoflaccs que anda nSo estavam feitas
( apoiados, nao apoiados), e que so veodu as-
s m que fossem feitas I
Bu admiti, porque tic do regiment, que
quando se annuncia urna interpollacJo, o
minMio -curoqsczz'.i pr-"'" -ri res-
ponder na occasiflo em que ella frapresen-
tada, para o qoe o deputado tem 48 horas ;
mas quan-lo se tem marcado um da, quan-
do o deputailo interpellante se dispe para
esse da, quando o publicse dispOa tam-
sem para ouvir a diseuss3o do miteria que
buppOo impurlanlissima, discussio a que
lem direito diassistir ..( Apoiados. )
Fo;ei;-Ah.l... Ah .'.. He isso !... *
U Sr. Souza Franco : Qi Srs. deputados
11.I0 queretn que o publico assista {reclama-
roes), tem medo M publicidado ( noo apoia-
dos ), recuam ante o juizo que a opiniSo pu-
blica illustrada pode apresentar, pois pre-
ferem para taes discussOes as occasioes em
que, se loase poasivel, ailo lossem oundas
porpesso neiihuma. [ fio apoiados )
AlguntSrs Vepuluiot!?-.'discussio be
publicad no Joraaf.
0 Sr Sstaa Franca:Como dixia, na anes-
ma occaViSo em quaa interpellaco he a-
presenuda, os ministros da coro* poJem
edir a palavra, e declarar que estflo promp-
toa a responder immedalameuto, islo he,
a responder quando as 48 oras ella for
feila ; mas, nSo lereB feilo essa deolaracSo,


-
..ftr>
e vir o Sr. ministro responder em nm dis
que o eslava marcado 1.....S. Exc. hade
lera hondada dadizer-meem que parla-
mento eocontrou esses estylos ? Seria no da
Franca, no da Inglaterra, no do F.stados-
I-nulos ?...
OSr. Aprigio :--No regiment da casa.
OSr. Soumm Franco : Maravilha-me de
que o honrado deputado continu com os
seus apartes, quando no quer nunca en-
trar as discusses, qusndo, tendo dito ha
dousi das que eu procurara um pretexto pa-
ra nUo discutir urna materia importantiss-
ma. nflo se atreven entretanto a scompa-
nnar-me nella, assim como nSo se atreve
a discutir esU, ese limita a apartes. .
.. Sr- !*P"9' Poda responder com
inuita fscilidadea esse montSode palavra's
sequizesse razero papel que o senhor est
lazendo.
O Sr. Presidente .---AUencSo [
OSr. Sonsa Franco : KSo he capaz de
fazer este papel; nunca sera capaz de o
fazer.
O Sr. Aprigio :N >qi quero.
O Sr. Meti Franco :-Esl fazendo um pa-
pel muito digno.
O Sr. Soma Franco :--ltepito o que disse ;
convido o nobre depotado para esta discus-
sfio, para a das premocoes do exercito, ou
para qualquer outra em que queira entrar ;
at mesmo apanhado de sorpresa, como
agora nosapanharam, mesmo tendo os se-
nliores o direito de fazer encerrar a discus-
sfio sem que tenha mos fallado, prohibindo-
eslrsngeiro, e se elles forem justos e legaes.
cont S.Exc. que tora a nossa approvecfio,
Quanto ao terceiro quesito, S. Exc. disse
que tioha sido preso o editor de urna folha
que se publica no Rio-Grande do sul, o
l'karol, porque eslava pronunciado em cri-
me Inaflancavel. Nos duvidamos disso, por-
que o que se tem dito he que a sua prisfio
f fora preso em virtud de um acto adminis-
trativo, e nao pelas justieas do paiz, por ter
infring'do as leis do mesmo paiz e estar
pronunciado ; c sabe-so mesmo quedepois
de commettida esta violencia he que se pro-
curou, e houve meio de o fazer pronunciar,
lia sobre isto que queremos todas as expli-
cares para avaliarmos a moralidade e le-
galidade do acto. Nos estamos, promptos a
reconhecer a Justina do acto da prisfio de
quem quer que Soja que tenha sido pronun-
calo devidamente; mas, temos tambem o
dever de censurar o ministro que consenle
em taes prisOesanles da culpa formada, an-
tes do competente processo.
O Sr. Aprigio : Nos crimes que nBo ad-
mittem (anea, poJe effecluar-se a prisfio
antes da culpa formada.
O Sr. Soma Franco : Sim !... Nfio o sa-
bia, e o nobre deputado pde-me dar llcOes
Mas he inelhor que entre na discussfio.
O Sr. Aprigio : O senhor persuade-de
que para responder a iiso he necesario
muito esforco?
O Sr. Soasa Franca : Pois tome a pala-
vra (risadas), faca b que eu fiz, quando me
'2>
ns resionder, como tem sido prohibido Jdesaflou ha das, queentrei logo ni discus-
porvrzescomo nt ditcussfio dessss nter- "
pellacoes tilo importantes, em que o minis-
tro da coroa veio ler aqui extractos de um
opsculo de que tolo o mundo tem conhe-
fimonto, na quai nao seconsentio que nr-
nhum de nos responderse, e se derfio por
victoriosos I
O Sr. Presidente:- Eu peco ao Sr. depu-
tado que se cuija materia das interpella-
ces. a
O Sr. Sonsa Franco :V. Exc. tem direito
de faser-me essa advertencia ; mas nfio se
se ter muita ras.lo de prohibir-ma que res-
ponda a estes apartes repetem. Nfio se se ter rasfio de prohi-
bir-me, porexemplo, que eu estrauhe que,
quando a das oravao meu nobre eollega
por Minas-Geraea, e orava com aquella-eon-
viccfio que se lite reconhice, com aquella
frca de rasio e de eloqueocia que so d a
jiitica da causa, houvessa quem dissessn s*m a xecugflo das lea,que reconhecem os
como ae l no Jornal de hontem, que eu me
eslava rindo Como se algueni se podesse
rir do que diz um deputado tilo Ilustrado e
tilo consciencioso como he o meu collega e
.imigo !
Mas, senhores, eu ia perguntando em que
paiz se encontram os estylos abracados lo-
je pelo Sr. ministro da justica f Em que
paiz se responde a urna iitorpellacfio para
que se mircou um da, dous ou tres das
antes, e de repente, de sorpresa, quando o
interpellante nfio traz os documentos que
devia produzire podiam derramar toda a
luz na queslBo?
Eu quererei anda perguntarao nobre mi-
nistro da justica, nSo obstante o que obser-
vou boje o meu honrado collega, se S. Exc
j est declara Jo chefe do gabinete. Eu
compre tiendo as interpellafOes do meu no-
bre collega como pertencendo a diversos
ministerios. Havia, por exemplo, essa ques-
tfio sobre poltica exlerna ; e creio que o no-
bre ministro da justica nao tem a pretencfip
de suppr que poda responder melhor a
ella do que o seu collega ministro dos ne-
gocios eslrangeiros ; eseisso ponencia
sua reparlicfio, como nfio se apresentou ni
casa o nobre ministro dos negocios eslran-
geiros para responder ?
O Sr. CniM Machado ; O ministerio he
solidario.
05/. Sonta Franco : Senhorcs, um mi-
nisterio he solidario para responder pelos
factos, mas o conhecimento especial de ca-
da urna das materias corre pelas diversas re-
partieres ; a cada urna deslas perteoce dar
os respectivos esclarecimentos. Quando se
faz urna ir.lerpctlaco a urna reparlnjfio a
um ministro, he precito alguma razfio mui-
to especial, de molestia, ou qualquer oulra
admissivel para que se aprsenle a respon-
der o ministro de outra repartiefio que nfio
O interpelado.
Sobre o primelro ponto das interpella-
c/>es o Sr. ministro declaron que nfio poda
responder. Ora, o meu honrado collega
n.lo teve occasifio de expr o sentido em
que quera fazer es nterpellarSa. Esta
poderia versar sobre incidentes, a respeito
dos quaers nao se exija esse segredo, e por
consequencia o Sr. ministro dos negocios
eslrangeirus poder ia daros efdarecimentos
se ouvissse o meu honrado collega.
O discurso do orador que faz as interpel-
laces, he um addilamenlo a essas interpel-
lacoes, he elle que explica o seu sentido ;
por elle heque sejpodia saber quaes os tactos
sobre que esplicadamente elle guerra es-
clareciriienlos ; por consequencia, etnquan-
to nSo soobe se o sentido em que o meu
nobre colitga quera interpelar, nfio po-
da S. Exc. refenr-se a esse segredo como ae
se Iralasse de quesloes anda pendentes.
Ao segundo quesito respodeu S. Exc. que
se mandara sabir do imperio um subdito
fiaucez porque, tendo j urna vez sahido
por ordem superior, vollara sem licenca. Eu
pe^o a S. Exc. que nao "infunda as ouea-
toes : ou ers um rstrangeiro mandado urna
vez sahir para fora do paiz, e que, rollando
a elle, poda conservarse pacifico e obe-
diente, de sorte que nfio houvesse motivo
para de novo o fazer sabir. Ese os anteces-
sores de S. Exc. e o ministerio actual li-
li liar consentido que elle se conservas no
pas, tmente novos factos deviam ser pre-
cisos para tornar a tomar essa medida de o
fazer satlir do paiz. Ora, S. Exc., ou as fo-
Ihas que tem fallado nesse acontec ment,
dizem que elle foi mandado sahir (orque
se prestara i publicado ds opinies mui-
to contrarias sos interesse pblicos e in-
tegridade do imperio, epofsforam novse
nfio antigua os motivos da expulsfio. Decla-
ro que eslou-proniplo para acoinpanhar o
ministerio en medida1 legae que eslejam
de aecrdo com a constituido cuntra a-
quelles que tentirem contra a integridade
do in,ip,!, sss d*c!rn tamben: que nun-
ca consentirea.os que, com este pretexto,
ou com algum oulro dem ico, se tomem
, medidas que nfio eslejam na rbita das ieis,
e nfio sejam autosissiias pela conatitui(Bo.
Por Consequencia, explique-ae S. Exc. sa-
tisfactoriamente, digne-se dizer quaes sfio
o* verdadeiros motivos da deporlacfio desse
silo sinda despreparado, e o nobre deputa-
do furtou-se a ella, e furlar-se-ha anda a-
gora, esempre limitando-se aos seus apar-
tes. De novo o desafio para que entre uas
diCUose'*.
O meu honrado collega j explicou satis-
factoriamenle o direito que nos assiaUl de
pergunlar pela sorte do capitfioPedrfMve
de si'us companlieiros de infortunio. F. nfio
lies o dWeio,lioa,ecessidade,lioa obriga-
c:1o que temos de o Tazer. Aquelle que na
sua casi, no selo ttwauas familiasgozyn de
todas as vaatagens dsocedade, aqVelles
que nfio leein.sokTriinentos, devem se lem-
brar de que os quesoffrem merecem algu-
na altengfio, merecem proleecfio e favor.
Devem lembrar-se que o capitSqj'dro Ivo,
criminoso ou nfio criminoso, depois da am-
nista Ajm direito a proleecfio das leis; e
(rao se.oeve estranhar que aquelles que que-
direilos da humauidade, paguem em seu
favor, etragam presenta do corpo legis-
lativo, dos factos que Ihe dizem respeito*,
nSo s urna, mas inultas vezes, e repitam
todos os das inlerpellaeMs e ixigencias
em favor de perseguidos, como tem sido o
capiao Pedro Ivo e seus companheirs.
No entinto, apenas farei um pouco mais
sensivel o que disse o meu nobre collega a
respeito dos amnistiados ds Baha. Elles
eslavam amnistiados e nfio deviam ser man-
dados prender, quando o nfio hajam sido
antes da amnista. Eez-se com elles, porm,
o que se faz com o capilo Pedro Ivo .' Con-
fiados na fe das promessas, apresentaraai-
se e tanto houve promessas, tanlo foran,
nfiu so particulares ao capilo Pedro Ivo,
mas extonsivss sos oulros implicados, que
dez ou doze dos principses chufes se apre-
seut ira ni ; nfio se a presentara m se ufio fo-
se nessa esperanza, se nfio contassem com a
particjpacfio as promessas. E ufio ae pode
suppr que o presidente da Baha desse s
proiccco especial ao capilfio Pedro Ivo, e
que, sendo este o alcance de suas promes-
sas, os outroi, chefe s comprehendesseni
como extensiva a todos, se apresenlasSem
to los, com excepcSo de um s, e comludo
a recepQfio e o trata ment fose o mesmo
para lodos, psrsoque se diz protegido e
para todos os oulros que se diz que
nfio o eram. Ora, se elle se presentaran!
nessa supposiQo, c esliveram sollos ante
>la amnista, manda-Ios prender na occa-
si.lo em que eslavam amnistiados, quero
dizer, quando eslavam rsquecidus sous cri-
mes, he urna cousa inexplicavel! Ern meu
abono trarei principalmente o procedimen-
lo dos presidentes da Bihia e das Alagas ;
se estes presidente os liuhsm conseivado
sollos, foi porque os julgan
ou antis com direito sTsso, o direito dasj
promessas. E quando o ministerio, sahindo
dir iiileirainciite desla poltica adoptada
pelos seus agentes, que comecaram, como
todos saliera, por insiuuacas partidas tal
vez do mesmo ministerio (nio apoindos),
tendo recuado o ministerio dessa polilid,
leudo reprovado os acios dos seus delega-
dos de urna maneira tfio'publica e fulmio|-
dora, admira que mere^am anda a sua m
ianca lie verdade que, como eu j'di
na casa, eo meu honrado collega odisse
anda hoje, o Sr. ministro dos negocio e
trangeiro explicou muito bem esta cr
cumstancis. Foram tambem amnistlsdos o.
presidentes da Baha e das Alagas, e acei
laido a cundico da amnista, so conser-
vadas, no seus posto
Sr. pres lenlepara mtm he in lubilavel
que as inlerpellacOes nfio se fizeram ; quan-
to a mim V. Evc. lem o dever de sustentar
o regiment dando-av para o da 31, porque
o rr eu collega anida nUo explicou as suas
interpellace, nao teve occasifio de produ-
zir os seus documelMos que temos sobre as
questes. Nos esperamos que no da 31, as
interpellace se facbp na forma do regi-
ment e dos elylo4_dos oulros paizes, pui
que, senliores, ja 08o oasiava lereui-su tu-
rnado tamas medidas pars tirar S opposi-
co a occasio de fallar, medidas que, alias
enxertada no regiuienlo, so executadae
com rigor de que nfio ha exemplo em pan
algum. Anda se veio adonllir estrategias
destas para privar a opposicSo at do uyv
to de inlerpellar os Sis. ministros I Sfio es-
trategias que, quanto s mim, nfio deviam
ter merecido a approvacfio da cmara ; mas
ella assim o decidi Eu espero que esfb so-
ja maisvuasdo ni uno fsetos que hfio de
tornar a ajRlicaapIteaiinaiile tfio odiosa ao
paiz, co*jq7 marece ser, e mais do que o
dente : Eu devo declarar que
pellaco feita todas asvezes
iimento do Sr. deputado inter-
pellante "lin mandado a mosa ; pois cnsul
ando lodos os estylos ds cass, nu..ca se mo
lirstaa as interpellaces.
Agora devo observar que a urgencia ven-
cida nfio fui declarada. Eu enlendu que era
s para se alterar a primeira parte da ordem
do da, por iso julgo dever consultara c-
mara a respeito do sentido em queadimi'.e
s urgencia.
O Sr. Anido ( pela ordem ): Eu catea-
do que nSo tendo sido dadas as intorpella-
rilos para a ordem do diada boje, e temi-
te vencido a urgencia dolas, foi para pre-
ferirem s outra materias dadas ; ors, co-
mo ss IntorpsIIsQes, na forma do regimen-
t team a marcha dos reqaerimenlos,psrece
quedeve continusr a discnssfio at ao en-
cerramenlo, de preferencia a qualquer ma-
teria, vista a urgencia que se venceu.
O Sr. Presidente ;O mesmo nobre depu-
tado me d argumento para urna inlelli-
gencia diversa. Se as interpellacss se-
Kuem s ordom dos requerimento, segue-
se que tem hora marcada como alies...
O Sr. Anido:Isto he em um dia deter-
minado ; mas hoje nfio estavam as interpel-
lace na ordem do dia, vsnoeu-se s urgen-
os, deve continuar a drscussfio al ull-
msr-se.
O Sr. Presidente : Tenho duvidas neste
negocio pelos meamos motivo que apresen-
tou o nobre depatado; por isso passo a con-
sultar a casa.
OSr. Atiplo Ramos: -Peco a palavra pela
ordom.
1) Sr. Presidente:Vou consultar a casa.
O Sr. Angelo liamos :-Quixers expender
mirilla opinifio...
O Sr. PresitUnie: Emflm, tem a pa-
lavra.
O Sr. Angelo Hamos Primeramente no-
larei a irregulandade de se pedir urgencia
para urna materia que nfio foi dada para a
ordem do da.. ( Ora, l Oral)
OSr. Presidente :Perde-me o Sr. depu-
tado ; isto esl fra do debate.
OSr. Angelo Hunos :-.Eti segundo logar,
quando se marca u'mdia para Interpella-
?i5e, esta oceupam toda a sessSo ; prten-
lo julgo que, visto que se venceu a urgen-
cia, ufio deve prevalecer essa divisfio de pri-
meira e segunda parte da ordem do dia, is-
to he, deve proseguir s discussfio das inter-
pellaQoes do mesmo modo que se se tiresse
Jado para ordem do dia. Pnanlo, neste
idiitido, julgo que V. Exc nSo lem necess-
dsde de consultar s casa.
O Sr. Presdeme : -- Tenho obrigsefio de
consultar a casa todas as vezes que tenho
Juvidss, como no caso de que se trata.
O Sr. Angelo llamos ".--Mas isso me parece
que ser habilitar a maioria a tomar urna
nova deliberacfio qua Ihe parecer conveni-
ente.
O Sr. Presidente:A urgencia foi vencida
para primeira parle da ordem do dia, mas
nfio se so se estende segunda parte,
i O senhores que entendem que a urgencia
vencida deve continuar at terminar a
quesillo da interpellace queiram levan-
tar-se.
A cmara decide pela aflirmati va por gran-
de maioria.
OSr. Presidente :Tem a palavra o Sr. Pe-
reir/ds Silva ,
(Coni'nuaiw-Aa.)'
.IHIO HE MNIHIIICI).
BBOirs, 18 DS AGOSTO DI ISJS.
Pela barca William-Russell entrada hoje
neste porto, procedente do de Londres, re-
cebemos gazetas inglezss desde U de junlio
at 8 de julho-
A hora adiantad em que nos chegaram
s m.los ditas gazetas, nao nos permiti dar
noticias circunstanciadas das oceurrencia
europeas, o que faremos no prximo nu-
mero.
O facto que em toda a Inglaterra e em
Pars monojolivs a attenefio publica, he
a morte de Sir Robert Pell/-
Todo o jornallsmo francez englez consi-
derava. sen elhanle accontecimento como
urna calamidade publica, e lamentsva a la-
cuna que deia esse grande homcm de esta-
do no dominio poltico. Pela nossa parte
nfio podemos deixar sem manifest injusti-
4a de tributar as nossa elTuscs saudusas
a memoria do homcm, que nfio obstante 0
seu humilde nascimenio, nobre pelo tlen-
lo a pelo inereciinenlo, soubc conquistar o
primeiro lugar entre a aristocracia ingleza,
e influir de um' modo tfio importante nos
rara dignos disse, destino da Europs.
Em Bosnia teve lugar urna iosurreicflo, e
para esta provincia o governo da Turqua
enviou viole mil homens com o tim de suf-
focar o movimenlo.
O gabinete llespanhol anda contina nos
preparatorios bellicos ; e alm dos navios
de guerra j comprados, como snnunciamos
em uindos numero precedentes, mandn
p.epsrar mais oilo vasos.
Em Franca alm das noticias queselem
na carta do nossa correspondente, scres-
centsremo por hoje, ijue em l.ion lizeram-
se alguma pnsesem individuo* implica-
do na conspiradlo que se descobria em
Oran.
O consolidados fluctuavam entre 96 7|8
e97.
SSSBB^BB^SBBSBBBBBSSSm
silo me devora tocar, porm a nada at-
t^ndeu.
Entfio me vi foreado a demandar o Sr,
cnsul, como detentor e curador da heran-
ca da Desanclo; o como quer que o Sr. Sen-
lis houvesse vendido em ieilfio os bans per-
lencnntes so espolio, o prelen lia remetter
pira Franca o producto de taes bens, para
proteger os herdeiros e os direito de ere-
lores francezes, eu que nfio devia ser for-
eado a litigar en Franca, requer um arres-
to na quanlia de oilooentos mil ris, que
me pareceu sufllciente pars garsntir a rai-
nha divida Mandou o Sr. Sentis lavrar o
termo de arresto psra assignsr o deooslo,
mas, depoit de Isvrado, pedio que Ihe dei-
zassem o termo, que elle depois entregs-
ris, e com eOeito flcou 4|u>osse do termo
Diversos das procurSaJBfc a entrega do
termo ; mas o Sr. consuf^fttextsndo sem-
pre um motivo frivolo, nfio m'o entrersva,
e tendo-se passado algum lempo sesjM|B o
termo fosse entregue, tanto inste!, rflKso
das intences do Sr. cnsul, que esTame
man Jou entregar o termo, dechrando-me,
porm, que nfio estavs resolvido a assigna-
lo. De ludo isto dou por lestemunha o Sr.
Joaquim de Albuquerque Mello, que enifio
agencisva algn negocios por parte do
contul.
Vendo entfio eu que M. Sentis nfio obrara
Com boa f, e que esse procedimento de-
nuuciava a firme vontade de remetter quin-
to antes o espolio para Franca, pretextan-
do dspois, ainplatftji* mais bens em seu
poder, e que com a rom essa do espolio ti-
ri ha ni termioado ss suas funccfles de arre-
ndador da heranca, r queri que o deposito
fuste eocampa lo ao Sr. cnsul, a assim se
fez, nada allegando ella contra essa encam-
padSu.
Garantida assim a minha divida com este
arresto, prosegu nos termos do lbello, que
eu havia intentado conlra a succassfio, o
tendo sido a causa laucada de prova, tiiiha
eu requerido a exhibiefio do livros do fal-
lecido, para, por arbitros competentemente
nomeados, verifiesr-se o que liouvera eu re-
cebido por conts, e fazer-se o respectivo
descontnos meu ordenados.
Eslava a causa neste termos, quando,
apparecendooSr. Sent em cass de meu
advogado, o Sr. Dr. Feilosa, este Ihe fallara
demiohs quesifio, eempenhra o cnsul i
pagar-me amigavel ji nle, poupando-me as
sim despozas, que em minhs circumstan-
cias muito me pasavam. U. Sentis snnuio,
dizendo-lbe que Ihe mandasse urna nota do
meu pedido, ao que se prestou o Sr. Dr. Fei-
losa, sondo eu proprioo portador da carta.
Neste interlm annunciava o Sr. Sent a
ven Ja 4e seus movis, por se ter de retirar
para Franca, e instando eu com o Sr. Dr.
Feilosa, para que nfio me deixasse ficar sem
garanta, este me respondeu que confiara
no Sr. cnsul,e eslava persuadido que se el-
la nfio retirara sem terminar esse pequeo
negocio.
O Sr. Senil inaudeu o Sr. Iladout acata do
Sr. Dr. Feitota, a quem por fim foi declarado,
que elle ettava deliberado a teguir o libadlo, e
esperar pela tentenfa ; matao paato que o ne-
gocio assim se diriga, o Sr. Sentis tratava de
aprestar a sua viagem, al que tendoebegado
a fonilt, foi nolorio que nella te retirara no
ineauii dia da clirgada, o Sr. contul francs.
Enlo apreiiei-ine eui requerer para o de-
posito geral a remocao da quantia encapada,
sb at penas da lei; o mandado paaaou-ac. e
ful deridamenle indinado; mal o Sr. Jfmil re-
sisti, a elle, e declarou que nfio eolregava a
quanlia. UsofBetaea eucarregadoa da eancu-
co deraui disto cerda, com a qual requer
lor(a ao juli, e tendo ettt concedida Iratou-te
de cuuiprir o decreto judlciario.
Foi enlo, que Uve de ver e admirar o Sr.
cnsul defendendo os nieus oitocenlot mil ris.
Pareca um possesto; agglomeroualguns Fran
nf

rcncla te porlou de maneira pouco digna ao
carcter que devera rcpraaenlar.
ALFAiSDEUA.
ftendimento do dia t .
Destarrega hoje 17 ds agosto.
Barca Willitm-Hussell-- mercadorias.
CONSULADO GERAL.
Keudiaento do dia 16.
Diversss proviucias .
969,636
63,657
1:033,983
RECEBDORIA DE RENDA8 GERAKs"
INTERNAS.
Ileudimento do dia 16 .... 931,761
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimeoto do dia 16......607,466
NOTICIAS COMMERCIiES.
Liverpool, 5 di julho U 1850.
Aatucar.
O mercado contina firme e avulladlsslnaaa
endas se lizeram neste genero.
Ca.
0 mercado eat baataote animado, e os pre-
cos conliuuam a subir.
Atgoilto.
O mercado do alajodao contina mais fir-
me, posto qu cstja (batunleiueota auppri-
do. Os especuladorea compraran eata se-
mana 11,870 saocat da America, ,570 de Sur-
rale, 4*0 da Aabla, 260 do Maranbao e 480 do
Egypto. Para eiportacfio 5.350 da tmerlca, 100
de Suri-ate, 540 de Pernainbuco, 80 da alila e
50 de Carinanaa. A* vendas da aeinaaa orea-
ran! por 60.450 taccaa. A linportacao delta
semana he de 37,201 aaccas. A luiporucao t
eata data montara em 874,902. O deposito he
estimado ala boje em 515,100 taccat. A tape-
culacio at eata data conttava de 373,370 ac-
cat. Para exponacao 94,290 taecai.
Hovimento do Porto.

Navios entrados no dia 16.
Liverpool 39 das, barca ingldza WilUam-
Hussett, de 998 toneladas, capitfio J.
Shelford, equipsgem 16, carga fazejtdas;
a Rusaell Hellors & Companhia. Passa-
geiroa, os Inglezes Thomas Hlakley, Ja-
mes Robert. Esta barca be a que hon-
tem deu fundo no l.ameirfio.
Faial 42 das, barca americana Hoanoke,
de 250 toneladas, capillo G S. Iltnd, e-
quipagemts, carga petreto* de peses da
baleia; ao capitfio.
Liverpool 39 das, brigue ioglez Avon,
de 181 toneladas, capilSo J. Drummond,
equipagem9, carga fazenlas; a llosas &
Braga.
tOITAES.
preparado par urna resistencia for-
mal, esqueceu-ie da alta fuuccao quedeaatl-
neuhava edt utapaii catrangeira, e leve a ou-
Sadia de atlrarHia puobada n'uiu dos agen-
tes da forca publica, do que retultouque en-
contrando a mi no S do ceuturao do tolda-
do de polica, soQ'reu uina pequea etfoladura
no dedo. Mas em toda cala acea, nio houve
o menor desacato e deareapeito aua pesaoa.
Filialmente, atirarain-lhe da ra uina ban-
deira com a qual lora ni cuberas ai armas, e
etta bandelra foi convenientemente reapeitada.
Estavam as coutat ueste estado, quando ap-
pareceudo o Sr. delegado Barata que lotervi-
uha por parte da preaidencla, tudo ae accal-
uiou, tomando o Sr. sVarata oa mandados, dis-
pertando a forja e oa grupea que ae haviain
reunido.
lem si
OSr. H
julgo a
que o nq
( orr< sj)o,,deMci.
Srs. Redactores. Teir lldo lugar a oc-
eurrencia com o cnsul francez, M. Sentis,
por occasifio de urna acefio, que pelos meu
ordenado propuz contra a succestfio do fi-
nado Dusenrlos, arrecadada por aquelle
consol, cuoipre-me expr ao publico resv
peitavel as circumsUncns daquelle facto,
i* i a qua luhuhh, uw u..-. -...vm. m u-
vidimenle apreciada ; visto como se tem
adultera lo o facto para se ihe dar carcter,
que ni verdade no lem.
Tros auno* fui eu caixeiro do fallecido
fiesencl. mediante o ordenado de tresen-
to mil ris, c l ufo apena recebido algu
masqusnlias por cunta, licaju-me este res-
tando paito dos Mos ordenados. Adoecen-
lo, e nfio tendo quem o iralasse, fui solici-
to em seu Iratameuto ; o, bavendo elle fal-
lecido, o Sr. cnsul Sentis iucumbio-mede
cuidar de seu enlerrsmeuio, prometindo-
me at gratificar. Fia ludo quanto esleve
em meu poder psra honrar os restos de meu
finado patrfio ; e pondo todos os seus livros
e msis co.usas no melhor arranjo, eutreguei
leal mente as chsvea da casa ao Sr. S.filis.
que se mostrou salisfeilo com a minha con-
ducta. ,0,
lleclami, nfin j a minha Bratificac.lOj
mas sim oque de mausordenados se me
cara restando. Palliou oSr. Sentis o
pagamento sb diversos pretextos, at i
por
dir*
F.is como o cato te panou ; pelo que avalle
o publico sensato, avaliem os eslrangeirus que
coiuprehendem o que he ponto de honra, se o
Sr. Sentis aoube fazer reapeitar o lugar que
Culrc us uCcUpara, e que ja hsvs uiiuiiu, A
honra do paviiuao fianceiein nada toffrea, e o
-sr. Sentii poudo os oiiocentoi mil rit em ter-
ritorio frauc, quiz em nome do governo frau-
cez apadriobar um procedimento meaos deco-
roso que o illuslrado governo nao pode deixar
de censurar altamente.
Rio fui cu quem ha detacatad o goveruo
da repblica, nem a pettoa de seu cnsul e
ae ha de queja ajSr. Sentis tenha quelias, he
ter lamente d tea mesiuoi compalriataa que
nao o pouparaiu, mesino pelas foihas publicas,
quebrando-lbe todoi ut dlaa a forja moral.
Nem o meu arresto foi o primeiro que soll'reu
o Sr. cnsul, que deve estar leiubrado do Sr.
Praduiet, que lendo preleocet contra urna
auccestao, requereu um arrestro. "4 Sr. cn-
sul Sents quiz lomar o mandado e rompe-Pi ;
uetsa lucta o auiarrolou e rompen um pedaco;
inat como oa offlcliei dejuttlca ae nreparas-
aeiu paradur ccrlido de temellianl ptveedi-
uienla, o Sr. cnsul voou casaduSr. r. Fei
^..-^ imK fru Advocado do lr. Pradines. e ah
se etabolou UUW acommodacao de que re tul-
luu ser o Sr. tiiMnet embolsado.
Queise-ie tJilvSeotiltle leut mesnios coni-
palriotas, que todos o* das no Diario i Ptr-
nambueo Ihe dirigiam criitca inoideiites, ora
censurando o leu procedimento para com uina
creada francesa que deixou ao desamparo, ora
fatendo IlluaOes ao seti primeiro olltclo que
dUiam ter de al/tiate ; sendo que at ltima-
mente foi publicad uni artigo, em que, ligu-
raudo diversos Frtuc,asi eui diveraas litoidea
eilraUidat da historia natural, era at auali-
sada a vida privada do Sr. Sents, a'queuio au-
tor da artigo, uiaiiejaudv com espirito a sua
lingua, parecebaver deiioininado. MeilnSenlii,
attlgnando-ie no arllgu. Cenlimilri.
Fraaoeiet como eslrangeirus gozaram
semprc da proleccao das leis, e pediudo eu o
againeulo du que sa me derla, no Injurie! o
cruo FranceX neau o seu cousul na pessoa
Pela inspectora da alfandega se faz
oublicj que, no dia 19 docorrente, depois
do meio-dia, porte da mesma, se ha de
arrematar em hasta publica quatro csrtes
com quatro duzias de grvalas da eeda a
mola, por factura duna 14,000 rs. total
56,000; 10 Irascocom pastilha, tmtto 6 de
ortclfia-pimenta, 2 de framboise|o 9*e flor
de larangeirs. por factura um <,k00, total
12,000: tudo Impugnado pelo amanuense
Jufiu Cancio Gomes da Silvs, no despacho
por factura sb n. 931 ; sendo e arreraata-
cSo sujeita a direitos.
Alfandega de Pernambuco, 16 de aguato de
1850 O inspector interino, Btntei os Fer-
nandes Barros.
Pela inspectora da alfandega se fax pu-
blico que, no dis 19 do currante, depois da
meio-dia, i porta da mesma, se hfio de ar-
rematar em hasta publica 50 frascos de pos
le Roger, por factura um 800 rs., total
40,000 rs impugnados pelo guarda Anto-
nio Francisco Das, no despacho a. Sil ;
sendo a arremetacSo sujeita aos direilos.
Alfandega de Pernambuco, 16 de agosto
de 1850.-U inspector interino, Bento Une
Fernandes Barros.
Deca rucad.
A sahida do vapor Affonsn
foi transferida para o dia90 co
correte, receben lo as malas
psrs o Itio-de-Janeiro a Babia
10 horas da manhfia.
i vinos martimos.
ZT
Seulis.
Els, senliores redactores, o que te a liana di-
terSobre o facto ; pelo |aa reipeia ao direito,
> he elle de-Alnha alcsJBt; e por laso multo
pactejra que o meu advogado, o Sr. r. Feito-
..1 a, se digaste de dar a este respeito alguns es.
fim decarou-me que provasso o meu !?'.:? %.^1 il ar"* speito alguns e*
to uelat iuslicaa do naiz t renresentd cl"''"atoa, para que alguna lenbores Fran-
lopea juatiias ao pan j represeiitei- tltl -u> jelll llluo de direito dateeri-
Ihe que era pobre, e nfio poda despender ut, comoe.i liquen, oa inleira periMatio de
com a JasUca o pouco que daquella ueeef-lque foi o teu contul quem cm toda etta oceur
O patacho ,4>/res segu viagem em pou-
co dias para o Rio-Grande do Sal, podando
recebar alguma carga a frete: quem pre-
tender carregar, enteiider-se-licoin os con-
signatarios, Rallar A Oiiveira, na rus da Ca-
deia do Recife, n. 12) armazem.
Para o Cear aahir, at o dia II do
crrenle, a escuna nacional Emilia, de que
he capitfio e pralico Antonio Silveira al acial
lunor : para carga a ptsssgeiros trate-se
com Jofio Carlos Augusto da Silva, na ra
da Ou?, n. 13, armazem, ou com oatpilSo
a bordo.
--Segu viagem, em pouco dias, pera*
Rio Grande do aul o brigue nacional Maga-
no, novo e de superior marcha : recebe-car-
ga a frute rasoavcl, e lem asseiados commo-
lospara passageiro* : Ira la-te cora oeon-
::....r;n, Lc.;p:do r=; J: Ccs!; Ar:uj=,
na rus ds Moda.n 7
-- Para o nio-Crande do sul pretende se-
guir obligue Piratinim, por ter paite da
seu carregamenlo : ouem no mesmo qui-
zer carregar, poder eniendrr-se com os
consignatarios, Amorim IrmBos, na rus da
Csdeia, n. 39.
Quejo quizar carregar no brigue aus-
traco km, capitfio II Tadejerich, para Tri-
este, dirija-se ao rice-consulado austraco,
ra da cruz, n. 4.
Para o Acarat sshe o hiate Srm-JftV,
meslree pralico Josslanoel Rodrigue, no
dial, por ter tratado a maior paite da car-
ga : para o resto trsta-ae no trapiche do al-
godfio com u mestre.au na ra da Cruz do
Recife, n. SI.
--Segu viagem em poucos dias para
Cear a escuns Marin-firmina, por ter o sea
carregamenlo quasi completo : para o resto
a psssageires irats-se com lose Antonio
Basta
ira s Baha saln, no (Ira da presenta.
temaos, o hiato Amelia,: pars o resto da
carga, trata-secomo inestra a burdo, ou
com Novoet & C., ha ral
o. S.



r-7 ,;

Pura o Ass segu vlagem por estos das
o brigue-oscuna nacional Olimla : recebe
carga a frete por preco commodo : trata-ae
con Machado & Pinheiro, na ra do Viga-
rio, n. 19, ou com o capitSo Manoel Marcia-
no Kerreira, na pr.ca.
Para llnssamedes e
Loanda.
Os Snrs. que inscreveram oo
seus nornes para seguirem de pas-
sagem para a colonia, e os que
leram notas de carga para embar-
car na linda, nova e veleira barca
portugneza Bracharcnse, que pa-
ra aIIi vai leguir brevemente, d-
rijam-se a casa n. 6, defronte do
trapiche-novo, afitn de serem in-
formados do que cumpre a fazer.
Leilao.
Jones Patn & Coaipanhia farSo JeilSo,
porinlervencHo do correlor liveira, de um
esplendido sortimento de fazenJas inglezas,
ae mais proprias do mercado : segunds-fei-
ra. 1 docorrenle, as 10 horas da mauhaa
om ponto, no seu armazem, ra do Trapi-
che-Novo.
Avisos diversos.
-Oab.lxo .asignado faz scente so res -
Recife, n. 98, sogumio andar, ser genero-
samente recotnpens ido.
Oa Srs. Henriqtis Jos Brai-
ner de Souzi K.ogele Tristao
Francisco Torre, aquelle escr
v5o de Po-do-Alho, e este apon-
lador de ama das estradas nov.ts,
queiram por favor de dizer quan-
do estarlo nesta cidade, para se
lhes fallar, afim de evitarem a de-
ca racao do negocio por esta fa-
lla, pois nao o ignoram.
Mara Ignacia dcCusmo e Lira, pro-
pietaria e moradojflnesta cidade, lendo
principiado a mar dina nome ha um an-
uo pouco mais ou menos, antes di qual
lempobajua-se assignadu aempre em lo-
ele., turnl Ignacia Tavares da, Gusmlo i e
recejando que esta difirenos de nome ori-
gine duvidas, ou quesioes no presente, ou
no futuro, acarea de seus negocios, e ve
"lia preju Jic.r a sus nesso, ou a ou-
trem, participa pelo presente ao nspeitu-
vel publico a sobrodila muan? de seu
nome.
--Ainda est Tugida, deade o dia 96 de
jnnho prximo passado, a escrava cnoula,
de Dome Mara, moca, altura regular, cor-
po reforjado, cadeiras groases e um tinto
sabidas para lora, bocea regular, liseos um
tanto grossos, ps e mitos grossas ; lem
marcas do bexigas no rosto, peitos peque-
nos e cabidos, nariz grosso, olhos carnudos
^*5SZa2Zt"*'. jr:'L; de ferid. de c.ustico dolado direitoou es-
danta di cidade d
da qnanti. de 340 000 res, sacesda em 3 do
corrento, pelos Srs Carvalho & Iroi0os,
contra oSr. Manoel Concalves da Silva, ne-
gociadle desta praca, acontece que a dita
ordena fosso furlada da malla do- correio
particular do commercio da mencionada
provincia da Parahlba. o que o annuucian-
te fz publico pira conhecimelo do Sr.
Concalves da Silva, e para poder obter dos
Srs. C.rv.lho & Inultos, por urna segunda
vis, nova ordem para oanounciante poder
hatero seu dinheiro.
Trancitco Tataru Concia
Precisa-se de um. ama de laile, parda
ou preta : na ra Direita, n. 68.
- Desspparereu desta tvpographia u
pardo claro, moco.com o cabello cercilha-
do, comousam oi.abocios do Para, o qual
chims-se Tud, e'fnrtenc aoSr Francis-
co Csvalcnti de Mello: quem o pegar le-
vc-o ao mesmo Sr. ou nesta typographia,
quesera recompensado
I'erdeu se um meio bilhete
n. 3,956 da stima lotera a bene
fi:iodo thesouro, o qual nao tem
assignatura : quem o achou que-
rendo restituir, dirija-fe a loja de
cambio da viuva Virira & l'ilhos :
adverte-seque o tlilo bilhete
o premio de ioo.ooo rs. nadj
rou.
bs, urna orJem|qUgrJodMeo,le|is pira og Vislos
vestido de chita prela, panno da Costa, e
ou es
levou
at
ti
--Quem preciar deura moco portuguez
liara caiselro de qualquer arrunucao, pre-
ferindo-so venda, do que tem bantante
pratiea, annuncie.
DBo se 500.000 rs. a premio de 9 por
cont ao mez, sobre penh'ores de ouro : no
pateo do Carmo, n. 3, loja, ssdir quomil.
Quem perdeu um aiinelln de ouro
junio a ponte da Boa-Vista, procure no
Aleno-da-Boi Vista, n. 3, pnmeiro andar,
que, dando os signaes, Ihe ser entregue.
Quem precisar de um rapaz brasileiro
para caixeiro de qualqoer negocio, a que
l nadar sus conducta, dirjase ra das
Cinco Ponas, n. 68.
-Na | ra rUreita, n. 78, precisa-se de
urna ama de leile, forr ou captiva, para
tcabar da criar um menino de 8 metes.
Alinelo.
OVeee-se urna mulher para ama secca
de urna casa capaz, a qual dar Dador
sua conducta, se preciso for : no pateo de
S.Pedro, n. 9.
--Precisa-se de 9 ap-oodizes de sapateiro,
quasejsro forros eentendim alguma cou-
sa do oflicio : na ra dos Coelbos, n. 9, ca-
si de um Francez.
Acbeu-se una canoa grande de earre-
garUjolo : quem tor seu dono, dirija-se
"i", Uurinc o j Jo Sr. Csrdoi.
-- B. Laase a.lie da provincia. "
OTelegrapho.
sahioluz deslc brlhanle da de tieje o
4. numero Jeste poriodico : ellea meus
amigos, Ule procura-lo na loj do Sr. Uou
rado. no pateo do Collegio, u. 6, e om mo
los distribuidores.
A Marmota.
n. 39 sabio hontem e est boje i venda nos
lugares do costume, coi.ieudo um rico e
variado artigo explieaudo o>que he poesa,
seus estola., propriadade a quisitos para
aer poeta ; urna bella correspondencia do
doutor Dulcamara; diversos avisos ; poesas
i'scolhidase*anadas e uo sej-uinio num-
raiahii urna nica e decisiva resposts aos
maullos do Patulla.
T-^ug'ram, do engenho Ca-
'"".....j"o jibuauo, os seguinles
pseravos : Jos, crioulo, que reprsenla ter
25 annos, baixo, grossu, muito fallante,
olhos pequeos, rosio ledondo. parnas pro-
I orcionaes, es bem feiios, trabalh de rar-
reiro, enxada o fouce; fuglo no mez de Ja-
neiro de rorrela aono, vindo para esta ci-
dada, aonde aleve homlzado, e de
seauseniou; Domingos,
present! nuos, um po
o priaieK groso do oa/i
pequeos, rosfo redondo, prnas baai.les
grossas,pes grandes e mal feitos, traba-
ba de carpina eem casa de caldeir.s im.
bem fuglo no mez de Janeiro do corrente
uno: quem os pegar lafe-os ao dito en-
g'nlio, qne .ser recompensado com loo/
for cada um e 200,000 rs por ambos.
--iosDuarle da Silva l.isfea, mestreda
barcaea Glorta-t-Maria, perdeu, no dia 15
do crrante- rfijjjj o i nrij.n; eow
4'>0,0O0rs. para entregar a diversas pes-
oaa, no Forlc-do-Mallos, junto ao cbafarii,
cnibruihado ludoem um lenco amarcll.
um tabolei.-o com mho e arroz que venda
oo da quefugio : esta prcta suppOa-se es-
lar oceulta em casi de alguem, ou em al-
gumcalugi, oque se vai escrupulosamente
indagar pura se proceder contra quem a li-
veroceulta: offerece-se urna boa recom-
peas* a quem delln der noticia certa, e
guarda-se inteiro segredo. ou a pagar a le-
va-la ra de llortas, n. II, a Antonio Cal-
das da Silva.
A quem per lencer.
Roga-se aos Srs. ahaixo declarados, que
tenhan a bondade de virou mandarem
pagar suss coritas na ra Nova, loja de al-
faite, n. 18 : Dr. l,ournc.o Avelino de Albu-
querque e Mello 19,800 rs., de 1846 a 1817 ;
Dr. Po'icarpo Cezar de Barros, na Babia, r.
I0.000.de 1846; Dr. Antonio Joaquim guirelo Scabra, promotor do Limoeiro
82,480 rs. de 1844 ; lenle Manoel Caval-
canti da Silveira, natural da Paraliib, rs.
53,520, de 1849 ; alfares Reg Brrelo, mais
conheciilo por Carapinima, no Para, 40,980
rs. de I84i ; padre Pedro Bubosa Freir,
em Coanniajie, 15.500 rs. de 1814 a 1847
padre Calila Correia da Nobrega, na Pa-
rahlba, 20J.S80 rs. d 1842 a 1814 ; Caela-
no Jos Colno. ra do Brum, 97,180 rs., de
1844 a 1845; Caetauo .uraliano de Car-
valho Coulo, empregado ao consulado, rs.
11,400 de 1842 a (843 ; Francisco Castao
l'ereira-Cirtsrtesa.OOO rs. de 1845 ; Jlo
Leile do MoJaval, em Appucos, 32,000 rs.,
de 1837 ; Uaralul Joaquim de FigueircdoSea-
lira 4:1,780 rs. da 1844; Jos dos Santos
no Limoeiro, 31,000 rs., do 1845; liento
Marilas Concalves Lisboa, ampregado no
arsenal de guerra, 91,500 rs. de 1844 ; Jo-
s Homoaldo Comes dos Sanios, emprega-
do na pagadoria geral, 6,000 rs., de 1847;
Francisco Soares da Silva, morador no Ca-
bo, 12,000 rs., de 1843 ; Manoel Theodoro
deAlmeils e Albuquerque, na i'arahiba,
13,000 Fs. de 1842;Frauisco Iteranger de
Almeida Cuedes 10,000 rs., de *5 ; Jos
Joaquim de Figueiredo, no MaranhSo, ra.
21,000, de 1842; Jos RoJngur'Pinheiro
20,640 rs. .de 1818 Manoel Rodrigues Pi-
nheiro 3,500 rs. de 1841; Jos Tliomaz da
Silva 17,400 rs. de 1843 ; Manoel de livei-
ra Cavalcante 3,000 rs., da 1845; Francis-
co de Paula a Albuquerque MaranhSo ris
18,000, de 1845; Joaquim i;urebio 7,000 rt.,
Je 1841; Jos Pe re ira da Costa, engenho
Mulinole, 8,000 rs. de 1843 ; Manoel Jua-
quim do llago Barros 12,000 rs., de 1845 ;
Manoel da Rocha Los, no engenho Bom-
Ki m. 83,000 rs de 1844 a 1845; Mano-I Joa-
luim de Mello 8,000 rs. de 1849; Filippe
Diniz Cavalcanti. no Timb, 9,000 rs., de
1843; Antonio Alachado Bitancourt 8,000
rs. de 1813; Tliomaz deAquino da Silva
ii>so* ,4 n., de 1843; Manuel Porfirio
Delgado, eoi Bananeira, 74,940 rs., de 1845;
AiiloaioSuzano da Coala Teixeira, no Rio-
rauje do Noite, 8,000 rs., de 1846. SerSo
lemlirados os mais, que e:tierem compre-
beudiJos no maaoio tempo, e nio Uvcrem
dado cumprimento de suas contas.
O Sr. alfares L. J. C. tenha a bandada de
mandar pagar 10,000 rs., que dve dosde
1847, na ra Nova, n. 18; se o nao flzer vo
Otsenhors abis i decl nudos queiram
vir pagar oque ilovem n i loja do alfaiate da
ra Nova, n. 18 : Francisco de Paula Olivei-
ra Macel, em Iguirass, .11,333 ris, de
1844 s 1846; Bernarlioo F.rrcira de Arau-
jo, no engenho Ciqui, 17,580 ris, de 1843 ;
Tliomaz de Aquino da Silva Bastos, 6,400
ris, de 1844; Antonio Morcira Pinto Bar-
boza 21,000 ris, de 1845 : va-se declaran-
do mais, visto nSo qnererem satisfazer suas
contas.
Por ordem do joizo da orphSos desta
cidade, tem de ser arrematada de venda, a
taberna que fui do fallecido Pedro Marcia-
no, sita na ra da Cruz,' n. 57, a requeri-
mento deseos herdeiros, na prac do mes-
mo juzo de 19 do corrente mez, na ra do
Rozarlo eslreita. Os proteo lautas podem
entender-se com o cohordelro JoSo Baptis-
la Fragoso, que est aulorisi I para mos-
tra-la ateo da da arremataclo.
-Saguiida-feira, 19 do corrale, vilo i p-a-
C. porta do doutor juiz deorphOos sup-
plente, ni rus eslreita do Rozario, o brigue
Sagitario com lodos os seus partnces e seis
escravos da tripnlac.lo do mesmo navio, de
oojies Francisco, Jos, Sebaslio, Manoel,.
Joaquim, a Antonio Mocambique. O navio
est no Forte-do-Maltos.
A viuva da Banto Jos da Costa Cuima-
raes convida a seus credores a apresenla-
rem suas contas no dia 19 do cnr-enle, s 10
lloras da manira, para Ihe ozpr o estado
le sus casa.
Avlsa-se ao publico que Francisco Jos
Duarte Camai ryi est sen lo demandado por
sua mulher, pelos alimentos pretritos e
futuros dola e fillioe; portanlo ningu m con-
trate por ora com elle sohre nenhum de
seus beia, por seren do casaj, eassim su-
je tos ao debito alimenlal, e nem Ihe pague
o que acliar-se a dever-lhe, sb pena de
nullidada.
Na prac do Dr. juiz municipal da se-
gunda vara, no dia 21 do corrente, as qua-
Iro horas da larde, na ra Nova, se ha de ar-
rematar a botica earmacilo daJoflo Pereira
da Silveira, por execueno de D. Maria Anto-
nia da ConceicSo, podendo tamben, qual-
qur licitante arrematar porcOcs, caso nSo
baja arrematante ao toJo.
No dia 19 do corrente, pelas 4 horas da
tarde, porta do Sr Dr. juiz de orpb.los,
na ra estreits do Rozario, ir a praca a ar-
macBo da loja n 14 da ra do Queimado,
pertencunleaos herdeiies de l.uiz Jos de
Souza, a requerimento do tutor.
Passaportes.
Tiiam-se passapor.es para dentro e fra
do imperio, despacham-se escravos, tirain-
se ttulos daresdencia para sempre : para
este fin procuraran na praca da indepenA
dancia, livrVj ns. 6 e8, e na ru do Quei-
mado, n. s5,'toja de miudesas, do Sr. Joa-
quim Monlero da Cruz.
Precisa-se de um caixeiro>na ra da
Catleia-de-S.-Antonio, n. 13, loja de serra-
ra.
Precisa-se de dous portuguezes, um
nara caiseiro de venda e oulro para feitor ;
ambos para Caranbuns : annuncie.
Precisa-se alugar um preto robusto,
queentendaou nfio de padaria : Daga-sc
bem : no Forte-do-Maltos, ra do Burgos,
n. 31, padaria
A abaiso aaalgnada, viuva ioveoUawan-
te do fallecido Joaqun Jos da Silva Cas-
tro, por esta faz ce'los sos co-berdeiros du
mesmo. contemplados no inventario e par-
tidlas que se procedeu pelo juzo do or-
pbSos, escrivao Unto, que pJem vir, ou
mandar receber a palta) relativa do espolio
do mes no Castro, mostrenJo-se legalmen-
te aulorisados para receber, o que devoran
fazer no prazo de 8 dita, sb a condic9o de
o nao fazenilo serem racolhidos ao deposi-
to geral. TlttaUura t'rmneitca ia Eipirilo
Santo.
Precisa-se de dous offlciaos de funi-
leiro : no armazam da illuminicao, ra de
S.-Amarn, ao p do sobrado do fallecido
Mesquita, a tratar com Miguel a$ Anjos
Mandones.
Os Srs. Joaquim Pessoa Cesar da Cunba
Francisco Berenger de Almeida Cuedes
liajamde mandar pagar a quantia do ris
57,880, importe de fazendtta que compra-
raro na loja do Passeio-Publico, n. 9, lia mais
de umanno, pois que, cmqusnto nfio satis-
dzerem a dita quantia, tero de ver os seus
nomes diarianieiit nesta folha.
Aluga-se, na roa do Padie-Florlanno,
o sobradinho, n. 69, altos e baiios, poi
14,000 rs. mensalmente : na ra da Cadeia
do Recife, n. 51, cgutidu andar, aas
En 31 dejulho, perdCu-se urna leltra
la qjiantia de 9:833,440 rs. .sacada pelo Sr.
Preeisa-se de ofiiciaes de encadernador;
na praca da Independencia, n. 12.
Precisa-sede urna preta quitandeira :
oaga-se bem, responsabilissndo-so seu se-
ihor pelas faltas .- na rui da Cru/, n. 23,
jrimeiro andar, das 9 as 4 lloras.
O Sr. Antonio Jos-Viclra de Araujo
tem urna carta, vinda do Mar nhfio : na ru
larga do Rozario, n. 92, segundo andar.
-- Offerece-se urna mulher com muito
liom leile para criar, a qual nSo tem fi I tos,
e he muito sadia : na ra do Calabouce,
n. 3.
aaa^aaaaaasaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaBa
Compras.
-- Compra-so um uioleque ladino, de 14
a 16 annos : na ra Nova, n- 23, loja.
Compra-se um armario de qualqoer
inadeira, mesmo de piibo, com portas en-
vidracadas, ou sem ellas, que sirva para
guardar louc, e com algum uso : na rus
la Cruz, n. 48, armazem.
Comora-se urna asnada com lalin,
nina farda de guarda nacional : lulo em
iiom uso : na ra de Apollo, n. 30.
-- Compra-se urna cabra (bicho) que te-
nha bastante leite, e nfio se olhar ao pre-
Co : na Ponte-do-Uchna, no sitio pertencen-
te ao IIIm. Sr. Dr. Jos Benlo da Cunba Fi-
gueiredo, ondo mora o negociante luglez
Comber.
Compra-se urna preta que coznhe
bem, engomme soffrivel, como lambem um
noleque de 14 a 15 annos, os quses nao
nham vicios nem achaques: na ruado
Hangol, n 38, segundo andar: na mesma
vende-se um preto por preco rommodu.

libra.
Vendas.
Nomazem da ra da Moele, n 7,
continum-se a vender saccas oon^aMerior
colla das fabricas do Rir/4firanJeWo sul.
por preco om conla.
LoteijU a matriz da
BVvist."
Aos 10:000,000 de rs.
Ns loja de miudezas da prac. da
pendencia, n* 4, vendem-se hundes ioie.
ros e meios ditos da lotera a betieficiffdai ** Vende-se um
lude- 4"
iaiei-fve'
matriz di Boi-Vista, que est prosiaaa
eoajer. BiHieles inleirus a 10,000 rs. e
pura muito li.im trabalhadas, de 6 en)
p pelo mesmo preco.
Venlo-se urna preta moc> e de bonita
(igura, de naci, qne cozinba o diario de
urna casa, e lem principios do engommado
e costura : aliancn-se nao ter vicio nem
achaques : no beccodo Tambi, defronte da
rasa decapim.
A esa do livro azul acaba e.
receber pelo vapor Baldona as
seguinte< obras importantes :
Primeiras Dubas sobre o processo civil
brasileiro pelo doutor Souza Pinto, advo-
cado oo Rio-de-Janeiro. As primeiras li-
nhas de Pereira c Souza de ha muito que en-
tro nseslSosem utilidade, por isso que a
ni ssa organisacHo jmliciaria he muito di-
versa da que em Portugal existia no lempo
em que esta encllente obra fni escripia.
A obra que ora se ollerece substilue per-
feitamonle as amigas primeiras Molas.
. Cuia pratiea do povo, no foro-civil e cri-
me brasileiro, ciiendo um formulario
completo de libellos e petice-i summarias,
autos, termos, etc.
Doutrina das accOes de Correia Telles,
quarta edieflo consiJcravelmenU auginen-
tida e exprcss'imente eccommodada ao foro
do Brasil, pelo doutor Souza Pinto.
A pon t amentos sobre o processo criminal
pelo jury, pelo desembargador Pimenla
lili -ll.l.
Os mysteriosdo povo, romsnee de Eu-
genue Sue.
Kluber .- droitdes geos, obra mui impor-
tante e presentemente muito til, porque
trata bem da quesillo que se sgita nesta
cidsde com o cnsul francez, M. Santis.
Conscllieiro (el do povo, ou colIcccSo do
formulas para qualqoer pessoa saber regu-
lar-se em seus negocios.
Praxe forense ou directorio pratico do
processo civil brasireiro, conforme a actual
legislac3odo imperio.
-- Vende-so urna preta de nacfto de 18 an-
uos, que cozinha o diario de urna casa, la-
va de sabHo, a lie boa quitandeira ; nSo tem
iciosnem achaques: o molivo porque se
vende se dir ao comprador : na ra da '
Concordia,) passando a ponlezinha, a es-
erda, jegnda casa terrea, se dir quem
ende.
preto de nacHo Costa,
MabaUios a 5,000 rs.
- Vend
Manoel Alves Guerra em o 1.a de junho de
1849 a 24 meses, e aceita pelo Sr. Jos Pinto
rao seu nome porextenso. al que pague f Vine, a se porvenlura alguem adiar dita
--Preeua-se afogar urna preta, que eejaltra a a quizer restituir ao dito Morae* s
bo* quitandeira, oegando-se 12,000rs. men- gratilieado com generosi lade.
saaw.-queai a tiver, dinja-se ra da As-
ia Funseca e Silva, eendocada pelos Srs.
JoSo Keller & Companhia ; por isso se pre-
vine, tanto ao aceitante como ao endocante
e secador, nQo facam negocio algum com
dita leltra, a n3o ser com o pussuidor Jo3o
Jos de Caivalhu tluraes, edosde j se pre-
n-
sera
suinpcao, n. 16.
Perdeu se, no dia 4 do corrente, da ra
du Rozaiio larga at a,do Livramenlo, um
bonel do merino azul alaro, bordado do
marca
>
II Lili
seg
Deseja-sa asber a residencia do Sr. Jo
s Concalves Laranjo, natural de Angra do
llerols no, para negocio de seu interesse :
quam a souber annuncia por osla folha
--Precisa-88 alugar urna preti para cast
--Aluga-se urna casa de sobrado na ra
da Uniflo, com exeellentcs commodos para
urna ou duas familias: na ra da Aurora
numero 4.
o,8que1 "o*. aoll.ro7,U. ..ib. cozinh.'r, ."
iuco mais oJ t"uatr e lav,r: ql""n *"' '"ja-se
In^olod tXttW"'' qU "- J,rV C'm ,,uem
Quem annunciou no tWar/a da Ijdo
corrente querer comprar Um sof una me-
sa de u.eiu de sala, dou&coostilos e 12 ca-
deirasneoleo ou a/oardllo, ,a> bom uso,
Miido queiM um sof, urna mesa de meiu de
a a, duas bamiunUiasa II cadairaa da ama-
rallo, dTrija-sa sTfabrica de caldeirairo da
ra do Brum do llocife.que sa Mae dir que
venle. .Jfc
- *"*" *B".do raya, aosr.-aicra-
-fio daa hypolhecds o favWcle responder-
jSttin i.- q ? "-Muir .os Srs. Limi multo obrigar ao ou, ate. -- JoaUim Smr-
Juuior Compaobia, ua ra da Cruz, uo preco do que em
parte.
No dia 8 do corrate desappareceu da
l.ingoela om molerole de nome Antonio,
catraairo, de 22 anqos,*de nc3o Nina, falla
muito alrap.lhada ; tem o rosto pequeo e
sem talhos, alloe secco ; levou caifa de al-
godo cinsnto com assento azul, camisa de
chila, bonetada panno j veino : roga-se a
quem o pegar leve-o ao mesmo porto da
Lingoela a seu senhor, que receber de era-
tiflcac9o 40,000 re.
Alugam-sealguna escravos, entre el-
las um bom canoeiro : a tratir na na do
Vigariu, n< 7-. {la mesma casa vende-se um
mujallelia mucaana.
Aluga-se o arimeiro andar do sobrado
da ra da PontM.li. 29, a o segundo andar
da ra Iterela, 0.40, com bons commodos:
"* '^WW1'. 93, p, inrcira sedar.
u -:*< aoSr.JosiVicira de liveira
Macial, que por .ua bondade naja de maii-
dr l*'" a rcsjusU da caita no largo da
rboirai de S.-Joa, venda, pois os porta-
dores J nao quereui mais ir procurar, pelo
seu enfado. r *^
dem-se duas moradas de casas em
ch3o proprios,, era Olinda, no Bom-Suc-
cesso : a- fallar cora Francisco do Paula
ifomba, no becco largo.
Kfcdos horda(Us.
Na ra do ItangeT, armazem n. 36, ven-
d ni se redes bordadas de gusto, para quem
sabe apioci.r o que be bom.
A venda do Victorino, ni ra Augusla,
achs-se de novo solida com s boa carne
do serlfio r-ius ptima, os feguezas n3o se
lescuidem, anles que se acabe.
Vendc-se um mulalinlio de idade de 12
annos, bonito, sem virios oem defeitos, o
qual se vende por precis-lo : nesta typogra-
phia se dir.
-- Vende-so a venda, sita no largo da Hi-
beir. djSan Jos, n. 5, com poucos fundos:
quem quizer dinja-se mesma.
^viso ao. pas def-imilias.
Venliam ver e comprar sapatezsinhos de
orellus muito hemfjilos, para meninos de
12 anuos.para haixo, por rommuido pieeo.
no beeso Largo, n. 2, segundo andar, at
as 8horas da manilla, o daa 3 da tirda poi
diante.
Vende-se um*preto proprio para enge-
nho ; ararula, a 2Q0 rs. ; vinbo, i 160 rs. *
garrafa ci paulist, a 2,000 rs.; dilo t.y-
t, a. 1,800 rs ;manteiga ingleza, nova, a
80 rs : ua ra Direita, n. 14.
Vendem-se queijos superiores, a. rouit"
f escaes, chegados ltimamente do Ceara :
na ra do Livramenlo n. 20.
>"""'armazem de molhados por haixo
a> sobrado do rarerernlo vigariu, na ru
do Encantamenln, n. II, vendc-se rap
Pauio-Cordeiro, vindo pelo ultimo vapor, a
1,410 rs. o bote.
ende-sc ari.iha fa man-
dioca, vinda de S.-Catharina no
palaclio ISereide, fundeado de-
fronle do caes do Collegio, a tmai.-
siipcjior que ha no \orto, por
mais barato nrpeo ao nnp em ou-
Ira (jiiilquer parte ; trala-se a
'icdo do ineajno pataclio, ou com
NoVaesSc C.,*na ra do Trapiche,
n. 3,.
Vendem-se 10 accOes da companhia de
Beberib", as quaes se achaui em dia : na
ra da Cruz do Recife.jj l. f
Vende-se rarinha^einilhogrossaa) fi-
n porlprecus com modos* vontadaulos com
prado'es : na ra das CiiicurPontas, venda
defrunle da ferial za de nm de Medeiros
Ra| o/o. Na mesma casa precisa-se de'um
preto para vender pilo com um caixeiio.
Vertde-se urna prensa ou armazem de
recolherno Forie-dn-Matns, n. 20, que foi
da Alexandre Lopes Kibeirsf a qual tem 71
palmos de fente o 110 de fujdos, estanlo
bem titulada e prxima aalfandega, sendo
i.or ;zo i'iuiciiici a ijuaiqner ouira : na ra
Ja Aurora, u. 4.
J Pastaros,
em-se 2 bxudos, um. sahi da mal-
la, I encontr, t coii, urna porcSo de ca-
narios de Portugal : todos muito bons can-
i, bstanlo robusto, proprio para pada
i ia, n;i lelinac.ni : da-so ein conta, por ha-
ver precis.lo : na ra do Rangel, n. 38, se
guudo andarse dir quem vende.
Burros mansos.
ajr
Veadem-se burro mansos e gordos : na
roa dn 'jueimado, n. 14, ou ao p da ponte
la Boa-Vista. ,
r-No armazem da ra da MoJa, n. 7, ven-
de-se sal eio pequeas porcOes.
Carnauba.
Vende-se superior cera de carnauba, em
[niren i e a retalho, por preco commo lo : no
principio da ra do Rangel, loja de cera, de
Alexandre Jos da Silva.
Vende-se urna propriedade co-n mais
de meia lego, de frente e mais de duss do
fundo, no lugar de S.-Rnedictn, qne lica
ao la-lo da Panellas de-Miranda ; a maior
parle das ditas turras estilo em malla vir-
gem, da muito bou prnducc.lode toja a la-
voura : no largo du avruneiil i, n. 90, ou
no nngenbo PagS- a tratar com Diogo An-
tonio Rodrigues.
Ni bija do sobrado amarello, na O
9 ra do ueimado, n 29, vende.n-s*-, O
O para acabar, cortes de calca da case- Q
5 mira a 3,500, 5,000 e .O00 rs. ha- Q
Q vendo porefio para os reguezes es- j
(j colherem. ^
Na ra do Livramenba, n. 14, vendem-
se lalascoin una libra do verdadeiro taba-
co simona da Babia, chamado da Cs-
cboeira.
V. ndem-sa, na antig loja da sellciro,
la Antonio Fereira da.Coita lirada, na ra
Nova, n. 28, defronte da Conceiclo dos ini-
MUres, sellins inglezesda patente, furra os
decouro de porcu, elsticos, bordados a
lisos ; silbo -i para montarla do senbora, iln
todrs as qual.dades ; estribos do metal
branco, ditos de lallo ; cabefadas inglezas
i oligas e chatas de flvela cohcrla ; e ludo o
mais que pertenca a loja de selleiro, por
menos preco "do que em ouira qualquer
parle, por s,i precisar de apurar dinheiro.
Vende-se urna escrava perfeita engoma
naJiira, e que faz o mais rrrauju do urna
casa ; 1iai>ca-se sua conducta : ven le-se
pnrseu senhor reli'ar-sn por doenle : na
ruj larga do Rozario, n. 35, Joja.
Saj>alo?sa 00 rs. o par
No Aterro-da-IIoa-Visla, n. 58, loja dn
o Tiburrio da Silva Cuimanles, veudem-
sapatOesdo Arncaty, dos melhores que
teem vindo a este mercado, pelo diminuto
preco de8B0 rs. o par; sa.atos de lustro
para senil.ira, a 1,600 e 1,900 is. o par;
pelles de courode lustro, da 3,600 a 4,000
rs. ; ditas de bezerro francez, a 3,00 rs.
Cha l'aquequer.
Este cha brasileiro, de superior qualidade
edelicado gosto, he fabricado na fazenda
do Sr. senador Aureliano, prximo.ao rio
l'aquequer, na provincia do Rio-de-Janeiro :
vende-se em latas de urna e duas libras,
- S.Ois. iira : no paleo do Collegio,
casa do livro azul.
- Vende-se urna negrinha de 10 annos,
com bom principio de costura; urna linda
nocama, de 15 anuos, com lubilidade de
coser eengoinmar; 3 preta* boas quitaii-
ladores, e em g.iolas muito bem l'eitas: '''iras ; um elegante moleque e urna preta
ludo muito barato : em S.-Amaro, taberna lco" cri.a n<> pateo da matriz deS.-Anlo-
da casa do Sr. Carduzo.
Vende sc_
um preto moco, de bonita figurl-
noeiroe Irabalhador de p, cuja
se a flanea; urna canoa de carga de
jlos, em muito bum estado: na ru
do Rozarlo, n. 48, pnmeiro andar.
Aos Srs. e.stud.ijites de prep
torio.
No Aterro-da-Boa-Vista, loja n. 58,.cha-
rfio livros baratos. uropTio para es elssics
que frequentani.
A loja n. 45 (da ra do Queimado faz
scienle aos seus freguezes, que chegou no
va mente urna factura de caixas com velas
de erra d_e carnauba de suprrior qualidade
r. de em libra, a 320 rs. a libra, em caixas
ds urna arroba; bem como de carnauba
nio, sobrado n. 4, se dir quem vende.
- Vende-se, na escadinha da alfaudega,
no armazem que foi do Bacelar, superior
cara do carnauba, a 7,000 rs. a arroba, di-
nheiro contado, por causa das duvidas.
Ao honrado corpa de
coininercio
Cdigos do com merejo brasi-
leiro, mpresso na typographia
nacional por ordem do enverno
vende-se a 5,ooo rs. cada um, nu
pateo do Collegio, casa do )ivrt>
azul.
Vendem-se missaea para raissa : na na
da Cacimba, no armazem por baixo do so-
brado do Sr. vigario Brrelo.


Ite.M- -*vu.
i >y*rt> --,>*.'. ,-HJit i-*tB
jStu
, ....
a
AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores escuro* dealgo-
dBo, proprios par* escravoa, por screm de
muita durag&o, pelo diminuto prego de 640
rs. cada utn : na roa do Crespo, esquina
que volla para a cadeia.
Chegaram novamente i ra da Sen-
zalla-Nova, n. 49, relogios de ouro e prala
patente inglez, para bomem e senhora.
Vendem-se amarras ae ferro: na mi
da Senzalla-Nova, n. 42.
A 5oo rs.
Vende-se cha hysson de superior qualida-
('e, pelo diminuto preco de 500 rs. a libra :
na ra do Crespo, n. 23.
Massas de vapor.
Acba-se aberta a padaria da ruadoBur-
pns. Forte do Mallos, na qual se achara
diariamente todas as qualidades de massas
Tinas, Irabaihadas por machinismo ; tim-
bera se fabrican) eicellente po e bolaxi-
nha de ararut, ditas inglezas, bolaxes
quadrados e redondos, e outras mais mas-
sas ludo obra prima : as mesmas se acharfio
no deposito do paleo do Terco, n. 10.
Farinha deS.-Catharina.
Vende-se a bordo do brigue Pa//, chega-
doem direilura de S.-Catbarina, farinha
multo superior, est tundeado defronte do
caes do Ramos ; tambem se trata na prega
doeommercio, n. 6, primeiro andar, com
Manoel Ignacio de Oliveir*.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Baha
Vende-se em casa de fi. O. Bieber & C.
a ra da Crnz, n. 4, algodSo trancado
aquella fabrica, moito pioprio para saceos
deassucar, roupa de escrlvos efloproprio
para redes de pescar, por prego muito com-
modo.
y I armelada de, Lisboa.
Vende-sena ra da Cruz, n. 62, armazem
de Manoel Francisco Martina, mermelada de
Lisboa, muito nova, e enralas de urna
duas libras, por prego commodo.
Nava Ibas de |>ateiile.
Ycndem-se navalhas finas del
patente para fazer barba ; estoja
completos de todos os ferros par*
cirurgia, obra muito fina, por pre-
co commodo : na ra da Cruz, no'
Kecife, n. 43, loja de ^foa
Antonio Carneiro de Souza
vedo.
na'
Tecidos de algodan tran-
. cado da fabrica de To-
dos- os-Santos.
va ra da Cadeia, n. SU,
endem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roopa de
sera vos.
iVfoendas superiores.
NafundigSode C. Starr m S.-Amaro acham-se i venda moendas
le canna, todas de ferro, de utn modelo e
sonstruccBo muito (superior.
No armazem de Joaquim da
Silva Lopes, vende-se farelo, a
3,ooo rs. a sacca, e farinha de tri-
go franceza da marea BarSo, por
preco commodo.
Bichas de Hambnrgo.
Vendem-se as verdadeiras bi-
chas de Hamburgo, aos centos e a
retalho : tambem se sngame vao-
se'appcar a quem precisar.- na
ra da Cruz, no Kecife, n". 43, lo-
ja de Joaquim Antonio Carneiro
de Souza Azevedo.
A bordo da sumaca Hetpique, tundea-
da na praia do Collegio, vende-se a reta-
lho eem porcSo, boa farinha de mandioca
da procedencia de S.-Malfeeus, a melher em
qualulade, e a preco favoravel : a tratar a
bordo com o niestre, ou na ra da-Cadoia,
o. 39, com Armario) IrmSos.
Rap Pabilo Cordeiro,
viajado do o ao l'ar e do Para a Pernam-
buco : vende-se na ra da Cruz, no Recife
n. 49, loja. v
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo* n. 6, utn
novo sortimento de lanudas ba-
ratas,
#
sh
mm
ha
F a/.ondas baratas,
ra larga do Rozado, n.
48, primeiro andar,
vendem-se pecas de chitas pardas, cures
muito lizas, e de bons pannos, a 5,800 rs ,
e a 160 rs. a retalho ; ditas moldadas de
ebuva, a 120 rs.; estopa com alguma avaria
de cupim, a 4, 6 e 8 viotens a vara ; um (ble
de folear formigas ; pecas de madapolSo, a
2,500 rs.
- Vende-se farinha de Sanla-Catharina,
muito superior, a bordo da galeota SantiM-
ma-Trindude, fundeada junto ao caes do
Collegio.,
Vende-se om escravo moro, de bonita
figura, boin oflicial de pedreiro ; urna prela
alta, moca, de bonita figura, ptima engom-
madeira e cozinbeira com perfeigSo do dfkv
rio de urna casa : na la larga do.Roza rio,
n. 48, primeiro andar.
Superiores violtos
Na ruada Cudaia, n. i,
vendem-se escolenles volios de
diversas qualidades, tanto engarra-
fado como em barris, sendo do Por-
to, Figueira, Rcelas, Madeira, (ira-
ca velos, Colares, Moscatel de Se-
lubal, etc.; assim como outros
.multo* genero de ptima quelidadr, de
queseropra.esta prevenido este estabcleci-
meuto. I
li baratsimo.
Vendem-se sapatos de couro
ee lustro em orelhas,a'a,4oo rs ";
ditos com 'orelhas, a 2,4<>o rs. ;
ditos superiores de ponto fixo a
4)000 rs. e le tres solas ; ditos de
bezerro fiajncez sem orell.as, a
?,ooo rs. y ditos com orelhas, a
a,5oo rs/. ; ditos de beaerro da
Ierra, Vo,ooo rs. ; e oulray mul-
tas anualidades de calcado por ba-
vato preco .* na ra da (aieia do
Recife, n. g.
]***
*^ Na loja do obrado amarello, nos t)
8 qualro cantos da ra do Queimado, 2
n. 89, vendem-se os muito procura- m
SJ dos cortes de tapete para aapatos, J|
2 *o goslo turco, a 800 rs. o par. et
,*?**>?
No armazem da ra Ja Moda, n. 7,
uuhhii-w ".'nuc mmCCkm tull superior
colla das fabricas do Rio-Grande dosul, por
orego em conla.
Vende-se um palanquim novo, iloura-
do eforrado de damasmo; urna cama de
amarello para casal: ludo por preco com-
modo : no paleo do Terco, n. 3-2.
Ka ra larga do Ro-
zarlo, n. 31*),
vendo-te na preto de meia idade, proprio
para aiMo, por prego rasoavel.
Vendem-se lata* com mermelada.
caitas de masas Anas; salame; latas com
liolachinha inglea ; garrafa com manteiga
fresca ; conserva* inglezas e francezas;
passas pata jaedim na ra da Cadeia-Ve-
iha, n. 9.
Vende-a um eicravode 18 a 20 annos,
de bonita figura, que coiinha o diario de
USi Casa auiTfiSSils ; O BCtlVC pSr ijui
ee vende ae dir ao comprador : na ra do
Cjueimado, n. 19, loja.
Vendem-se leites de espeto : na ribei-
rada Boa-VisU, n. 9.
Vende-se urna armado de venda : sa
ua do Collegio, n. 17. I
comosejam : cassa-ebitas muito finas, de
cores fixas e com 4 palmos de largtira, a
390 rs. o covado ; cortes de ditas a 9,000 e
2,400 rs. ; riscado do nbo, a 940(1. o co-
vado; dito de algodSo americano para es-
cravos, a 140 e 160 ra. o covado; dito mons-
tro com 4 palmos, a 900 rs.; zuirte azul, a
200 rs. o covado ; dito furia cores, a 990
rs.; chitas de cures fizase de bonitos pa-
drfles, a 160 e 180 rs. o covado; cortes de
fustflo, a 600 rs.; chales de tarlatna, a
1,280 rs. ; meios ditos, a 390 rs.; coberto-
res de algodSo de cor, a 640; alpaca prela de
corilo e com sete palmos de largura, a
1,280 rs. o covado ; e outras niuitas fazen-
das em conla.
Agencia de Edwin Haw.
Ra de Apollo, n. 6, armazem de Me. Cal-
mont & Companhia, fazem ver aos Srs. de
engenho e aos seus correspondentes nesia
praga, que noseu estabelecimenlo se acha
constantemente bom aorlimento de moeii-
uas todas de ferro para aoimaes, agoa, etc.;
meiasditas para armar em madeira; ma-
chinas rara vapor com torca de 4 cavalloa ;
taixas de differentes modelos e de todos os
Unannos e grossuras, tanto de (erro batido
como coado ; espumadera, cocos, etc., de
ferro estanbado ; safras para ferreiros : lu-
do muito bom e por barato prego.
fffffffVfffffffffVVft
^Dtnositdda fabrica dej
tj Todos os Santos, na
Rabia.

e
c
gj. Vende-se, em casa de Domingos Al--*
as-ve* Malheus, na ra da Cruz, n. 52,*'
St-primero audar, algodSo trancado da-*
aquella fabrica, muito proprio para "ac-J
?cos e' roupa do escravo*"; bem comoT
fio proprro para reJe* de pescare pa-^
avos para velas, por preco commodo..*
i44 ff*
-- Vende-se urna bonita escrava moca,
quecbzinha, lava, engomma ecusealgunu
cousa : na ra do Kangel, n. 81.
--Vende-se um bem escravo mofo, bom
Irabalhadorde niasseira, cun principios de
forneiro, e muilo proprio para padaiia: na
ruada Senzalla-Velha, n. 94.
Vende-se um pardinlto de 13 annos,
bonito, com principios de corrieiro, e que
he hbil para qualqaaer i uiro ofllcio, por
pre?o commodo, por bvcr precisSo de di-
nheiro : na ra larga do Rozario, n. 35,
teja. V
Na loja de Moreira & Velloso,
veneeui-se lindos totteadores de jacarnm,
muito proprios -para rapazes soltiros, lan-
o pelo qualidade do objeclo como pela
ciiiiiinod idade do preijo que nao excede a
4,000 rs. : na fu Nova, n. 8.
O Canots. O
O Vendem-se'duM canoa*grandes, de
O muilo boa madeira e novas, por preco
<>commodo : na ra da Cadeia ae S -An-Q
tomo, n. 9. #
000
VeDde-89 o engenho Sebir do Caval"
canli, por convenci do lulor dos orphSos
do casal do fallecido JoSo Carlos da Silva
Guimarfies, e para pagamento dos credores
do mesmo easal: este engenho he um dos
lliores da provincia, moe com agoa e
llenas obras, e trras para ae le-
ird*Mgenho ; lie situado cin Se-
anein o rio junto do engenho :
retender, dirija-se ao mesmo en-
fallar com o referido tutor JoSo
de Barros Wanilerley, ou nesla (ira-
n Manoel Ignacio de Oliveira, na pra-
qa dO Commercio, n. 0.
Vende-se un* poiclo de aljofares sor-
tidos de diversas cOres, pelo barato proco
de 480 rs. : na ra do rogo, u. 18, segundo
andar, com a csc* defronie u b^jco do
Padre.
. Veode-se um sitio na ra Hireita dos
Afogidos, com casa com 5 quailos, duaa
Por 22,000 rs.,
vendem-se os mais asseiados capotinhot de
chamalotedeaeda, de gorgurBo, pretos
de cores : na rui do Queimado. n. 9.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17,
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
arados de ferro.
Na fundieBo .da Aurora, em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Farinha de S.-Catharina
A melnor farinha de mandioca que bao
mercado : vende-se a bordo do brigue-es-
cun Olinda, por preto ma* barato do que
em outra tjualqoer parte, ou a tratar na
ra do Vigario, 11.19, segundo andar, com
Machado & Pinheiro.
AGlNCIA
\ fundicao Low-Moor,
DA DA SEMZALLA-NOTA, V. ^1.
Reste estabeiecimento conti-
na a'ha ver um completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
las, para engenho; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido
o^do, de todos os tamanbos,
ara dito.
Oleo de b'nhaca
em liotijas : vende-se nos arma-
zensda ra do Amorim, ns. 56 t
58, e do Annes, no caes da Alfan-
dega. a tratar com Manoel da Sil
va Santos.
Quem admirar
venha ver comprar.
Na ra do Crespo, esquina que
volla para a esdeia,
feodem-se pannos pretos, a 3,000, 3,600 e
#ro00 rs. o covado; dito azul, a 3,000 rs.;
dito cOr de rap, muito superior, a 4,000 rs.;
cortes de casemira prela, muito boa, a 3,990,
5,000 e 10,000 rs.; dito* de setim de cosas!
para colletes, a 1,600 rs.; di losle gorojB
rao, a 1,980 rs.; ditos de bnm branco de
linho para caltas, a 1,600 rs.; lUldl de fus-
Uo para colletes, a 600 rs.; drts de casia
para vestidos, de muito bom gosto, 9,400
e 9,500 rs.; corte* de brim amarello da pa-
ro linho, a 1,600 rs.; casia prela, a 140 rs. o
covado ; ditas de cores muito bonitas, a 900
e 380 rs. ; alpaca prela de cordBo, com 7
palmos de largura, a 1,380 rs. o cavado,
sendo esta fazenda muito propria para cal-
cas, sobre-casacas e vestidos, por ser muito
forte econmica em rasSo da largura; ris-
eado de nbo azulzinho, a 940 rs. o cova-
po ; lentos de ,seda para grvala, a t.MO
rs. ; ditos para algibeira, a I, rs. ; zafar-
te azul de vara de largura, a 200 ra. o cova-
do ; dito furia cores, a 900 rs ; riscado
anonslro, 200 rs.; picote muito encer-
pado, proprio para escravo*, 940 e 180 rs.
o covado ; n.-cado de algodio americano, a
140 rs. o covado ; corles de brim de Iwlras
de cores, a 1,000 rs.; ditos com listra ao
lado, a 1,980 rs. ; ditos escuros, a 1,980
rs.; petas de chitas muito bonitas, a 5,500
m. ; ditas escuras decores fizas pora casa ,
a 160 e 180 r*. o covado ; chales do tarlata-
na, a r,280 rs. ; meios ditos escuros, a Si 0
rs. ; lentos de censa para grvala, a 320 rs.
meias para meninos, a 100 ra. o par; ditas
muito superiores para senhora, a 400 rs.;
lentos pequeos de Ida com tres ponas pa-
ra escravo*, a 140 rs.; cassa de xadrez para
vestido a 320 rs. o covado ; petas de cam-
braia lisa com 8 varas e meia, a 2,700 rs;
dita muilo fina, a 640 e 79P rs. a vara ; cha-
peo* de sol, de panninho com hastes de ba-
lis, muito bons a 2,000 rs.; e outras niui-
tas fazenda baratas que a vista dos com-
pradores se farSo os pretos.
Vendem-se as parles do sobrado de 2
andares, tilo na ra da Cadeia do Kecife, n.
20, o qual rende 812,000 rs. : a tratar na ru*
do Collegio, n. 7.
__Vende ae urna pedra msrmore com ci-
to palmos de comprido, qualro de largura t
aieio degrossura : na ru* da Prai*, n..55,
por cima da lypograpnia.
No armazmi de Uias Ferreira, ao p da
alfandcga,-vende-se sal em paneiros, vindo
do MaranbSo.
A 1,000 rs. o corte de
calcas.
Vendem-se brins com listra ao lado, a
1,000 rs. o corte de calces : na ra do Quei-
mado, n. 8, loja defronteda botica.
Vende-se urna piel* mot*, com um*
eria de om anno; a*segura-se que nSo lem
achaques iiem vicios, e que cozinha e en-
gomma muito bem, e mesmo pJe *ervir
para criaralgum menino, por ter multo bom
leite : na ra Nova, n 23, loja.
Lindos rhai eos e Ge-
Na
ra do Queimado,
n 9.
Acaban de chegar loja da rui do Quei-
mado, n. 9, as mais ricas manguinhas de
fil para vestidos de senhora.
Deposito de potassa e cal.
Vende-se muiti nova e superior potassa
ecal virgem de Lisboa, em pedra : ludo em
Barris pequeos de 4 arrobas, por p%to ra-
soavel : na ru* da Cadeia do Recite, n. 12,
armazem:
Taixas pata engenho.
Na fundido de ferro de ra do Rrum,
acaba-sede recebernnijpmpletosorlimen-
t de taixas do 4 a Sfsrtnos de bocel, as
Ioaes acham-se a venda por preco com-
odo e com promptldSo embarcem-ae,
on earregam-seem carros sem despasas ao
oompvador.
He muito barato.
Es-guio IIonstro.
Vende-se eaguifio da algodSo com qua-
tro palmos e meio de largura, pecas de 10
varas, a 3,000 rs.; dito de muito superior
quslidade, a 5,000 rs. a peta; alpaca de
quadros muito fina, e de assento escoro,
muito propria para vestidos, a 280 rs. o co-.
vado: na ra do Crespo, n 14, loja de Jos F>nstrucao
r-raneiscot/iss.
He muito barato.
Chitas monstros, a 280.
Vendem-se tinas chitas franceza* muito
largas, cor de rosa, azue* e cor de ganga,
de goslo* inleirimente novo* e de cores
muito fixas, a 980 e 320 rs. o covado; as
mais Ansa csssss francezas que teem appa-
recido, gostos inteiramenle novo*, de todas
as cores e de tintas muilo fixas, a 720 rs. a
vara ; hamburgo muilo lino, com tres pal-
mos e meio de largura, a 390 rs. a vara : na
ra do Crespo, n. 14, loja de Jos Francis-
co Uias.
>a ra larga do hoza-
rlo, o 22,
vende-se um moleque de nacfto, bom co-
zinheiro, que'nflo se duvidadar para se es-
pei'imentar ; 3 mulatinlios de 8 a 10 annos ;
um moleque de 14 annos, de nato, de bo-
nita figura; urna mulalinha de 14 annos,
muito linda ; urna parda boa cozinbeira, e
que lava de sa tifio e varrella ; urna" dita boa
cozinbeira o engommadeira, e que se Ihe
pode entregar urna casa por ser muito fiel,
com urna cria dedouaannos; una prela de
18 annos, de linda figura, que cozinha e lem
principios de engommar.
Vende-se espirito de 37 graos, a 960
rs. a cenada : na travesea da Madre-de-Deoa,
o*A armazem.
NftVVffVfffff*fffff9
lilil lili H iTm^mmn .
-- Vende se a taberna sita na roa do Are-
gto, n. 36, com||oucos fundo: a tratsr na
mesma taberna.
Farinha de Tapuy,
igual em sabor, finura e cor a da Muribeca,
e propria para meaa : vndese na ra da
Cruz, no Hecife, n. 13 No mesmo armazem
vende-sa igualmente farinha, nao Uo su-
perior, mas muilo clara e gommosa, tan-
to om sacca* como em alqueires, e a preto
mais commodo do que em outra qualquer
Darte, ainda mesmo a bordo.
Vende-se um preto: na ra Diroit, n.
32, sobrado.
Vende-se a loja de fazendas da urna a
porta, alta na ra do Livramento, n, 34 : a
tratar na mesma loja.
Vende-se urna escrava de 14 annos, de
boa figura, recolliida, que cose, faz Isva-
rlntoeCozinha o diario de um* casa: na
travessa do Vigario, n. 99, segundo andar.
Na mesma casa preciaa-se de um* afta ido-
saede bons costumes, que cozinhe e en-
gomme.
Venda-se a colleccSo de leis provin-
cises do correte anno, a 480 rs. cada
exemplar; assim como a collecto das
mesmas de 1835at o presente: na livra-
ria da prata da Independencia, ns. 6 e 8.
- Vende-se a sumaca S -Antonio, de lote
de 93 toneladas, prompta a navegar*, de
brssieira, chio ao mar o an-
no paseado, e acha-se fundeada em frente
fo collegio : a tratar ao lado do Corpo-San
lo, D. 95, loja de massames.
Cortes de vestido de cam-
braia-8eda.
Na loja do sobrado amarello, nos 2
qualro esntos da ra do Queimado, *
n. 99, vendem-se edites de vestido *?
de cambraia com listras e flores de "*
seda, de mui lindos e modernos pa- T
drOes, teodo cada corte 16 covadoa, 2
s> pelo prego de 7,000 rs esda corle. ^*
tAAAAA aA*AAAA*
Xarope peitoral aclocante da goui-
n>a de angico preparada por Luiz
Boltentuit & C. boticario chy-
inico da escola especial de Paris.
A gomma de angico he conlieei la e em-
progada a multo lempo pelos habitantes do
interior do Rrasil como um excellente re-
medio para as molestias de peilo; mas em
um estado tal de impureza, cociendo cor-
PCIfjfcaiibos, que muilas vezes impedlndo
taatHfeWeilos, lorhavam suspeitas suis pro-
priedadrs, e obrigavsm o doente a tomar
urna portHo de materias eslranhas, nSo
obstante que inertes, mais que no entanlo
difilcullava o seu uso.
Moje em fim esta gomma he por nos leva-
da ao mais alto grio de pureza, e assim con?
ella preparamos o nosso xsrope 18o agrada
vel e fcil de tomar como prompto e ef-
caz no* seus resultados. Os mdicos desta
cidado e outros mullos que teem observa-
do seus efTeitos provam sua superioridade
absoluta psra a cura das inf1ama(0es do
peito, toces, deflsxos. catarros, escurro* d
saugue, etc ; e applicam aos seus doentes
como o melbor especifico al hoje conheci-
do Elle xarope ji lie bem conhecido nesla
cidade por muitas pessoas que teem feilo
uso delle ; e continus-se a vender no mes-
mo lugar j annunciado, narua da Cadeia
do Recife, n. 95, defronte do Recen-Largo,
a 1,000 rs. cada gairaflnha acompanhada de
um receituario do seu autor.
?*
Bous escravo^.
Vende-se um moleque de 18 annos J
, de bonita figur*, bom razinbeiro e ex-J
Jcellente copeiro. psra engenho ou fraj
* da provincia ; doos cscravos de 20 a 969
{annos, sendo um perfoito cozinheiro, e"
queheoptioo para lodo o servigo de#
pBuma cssa mesmo de liomem tolieiro ;9
Jpvendero-se sem condiojo : na ra doflj
< Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de S.-Mathe&a,
por prego commodo : bordo da iuafeaoa
S.-Anionio, fundeada em freule do Collegio,
ou ao lado do Corpo-Santo, n. 95, loja de
massames.
H* ra do Crespo, n. to,
vendein-se chites finas de cores seguras,
pelo barato prego de 160 rs. o covado ; cor-
tes de cambraia de seda, a 4,000 rs.; ditos
de cambraia bordadas, a 1,300 r' ; aedas
brancas proprias para forros, a 400" rs. o
covado ; lengos pretos de grvala, a 160 rs.;
franja de cores para cortinados, a 3,000 rs.
a pega ; cortes de lila par* caigas, a 800 rs.;
los de linho brinco, a 3,500 rs.; bicos bran-
cos e pretos, a 80 rs. a vara ; renda lis, a
60 rs. a vara ; mag is de meia* brancas Unas
, ara senhora, a 3,000 rs. ; mantas de Illa
para meninas, a 940 rs.; brim de palha e
linho, a 900 rs. o covado; cobertores da
lila, a 1,300 rs. cada um, znaite com 4 pal-
mos de largura e9l covadas a pega, a 3,500
rs.; lila (raneada cor de caf a 900 rs. o
cavado; I uvs de seda de cores para me-
ninas, a 100 ra. o par ; golas de cambraia,
a 160 ra.; panno encarnado, a 2,600 rs. o
covado.
Vende-so urna escrava com alguma*
habilidades : o motivo por que se vende sa
dir ao comprador: no pateo da nbeira de
S -Joi, n 16, aobrado de um andar.
Vende-se um lelheiro com urna estri-
bara que accommod* 16 cavallos, por pre-
go commodo : na ra do Sol, n. 15.
mmamaUmmmmgiimSamSBmimmSmmmm*
Esc ra vos Fgidos.
nova.
Vendem-se os mai* lindos e de mais mo-
derno gosto chapeos de castor com pel-
lo genovez, de copa baixa eabaa peque-
as, intitulados depubdos, e pela priinri-'
ra vez vindos a este mercado ; ditos sem
pello, do mesmo .nodelo; muilo superio-
res o modernos chapeos de castor branco,
francezes e inglezes ; chapeos da Italia,
muilo finos e da moda ; ditos do Chile, or-
dinarios, enlreflaos, finos, de copa baisa e
aba pequea, chegadoa ultinmenle do
Rio-de-Janeiro: ludo por prego mdico:
na praga da Independencia, na. 94, 96 e 98
fegasde algodfiozinlio muito la-go.
Vendeai-se peca* de algoddilirho muito
largo e n uilo tapado, com alguma avaria,
a 1,280 r*. e limbo do mesmo, a 2,560 rs. ,
e a retalho, a 100 e a 180 r*. a vara : na ra
Larga do Rnrio, n. 4?, pricieiro auar.
Novo mthodo
pratico e Ihenrico da lingoa franceza, ou
arle facillima de aprender coui perfeicio e
salas o cozinha fra, lodo murado, com dif- lem pouco lempo a fallar, traduzir e escre-
Colleccao
dereceitase 6cgredoi psiticulares, neces-
sarispara o tintureiro e para a maior parte
dqaf artistas, manufacturas, nfllcios e ou-
tros differentes objectos, por JoOo Baptista
Lucio; 6 v. veilde-so no paleo do Colle-
gio, casa do livio azul.
Arados < e f rro.
Vendem-se arados de ferro
rlill'erenles modelos : na
de
do
de
frentesarvoredos de fruclo
ladala cidade, o. 78.
ra
Hrum.ns. 6,1 t io, fabricj
machinas e lundicao de ferro.
Bombas de repuxo.
Vendem-se bombas de*.repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
rat ra do Irmu, ns. 6, 8 e io.
undico de ferro.
-- Vrnde-s om* negrloh* de 8 annos.
: na ra Direl-lvr por Burga i n : vende-se no pareo do Col- Imuito esperta eaervifal
llegio, casa do llvro azul. |,-Vellia, n. 134, segundo
na ra da Senzal-
andar.
No dia 12 do corrente, pelas 8 horas da
noite, deaappareceram, da casa de Jos An-
tonio Basto, na ra da Cadeia do Recife,
n. 34, dous escravo, a saber : Zeferino,
pardo, de altura regular, reprsenla 25 a 30
annos, cheio do corpe, poca barba, olhos
pardos : Adriano, preto criolo, repreaen-
la 28 a 25 annos ; he alto, seepu, bem reta-
lo, a barbado : estes escravo* vieram do
Crar no vapor Ptrnambucunn, remellados
por Domingos Jos Pereira Pacheco, du
Aracaiy; s&o natnraes da cidade do Ico,
perteuceotea a Vicente Ferreira Chaves :
quem os pegar leve-os a dita da ra da Ca-
deia, ou ao Aracaly, a Domingos Jos Perei-
ra Pacheco; que se gratificar generosa-
mente. Adverlindo-se mais que os ditos es-
cravos sfio ofciaes de pedreiro, o pardo ha
melhor ofllcial que o preto.
Pugio o crioulo Lzaro, de 95 a 90an-
nos, cor prela, rosto compri Jo, uariz e bei-
gos grossos, estatura regular, secco do cor-
no ; lem o dedo ndice de um dos ps fora
de seu lugar e um pouco levantado para
cima ; levou camisa de riscado de algodlo
americano, e caigas azuea do mesmo algii-
do : quem o pegar leve-o a ra de Apollo,
n. 16, ou no Chora-Menino, casa da Jlo
Ignacio de Medeiros Reg, que recompen-
sar.
Fugio, no dia primeiro do corrale, a
prela Anglica, da Costa, de altura e gros-
sura regulares, j pinta, beigoa um tanto
hidos; lem nos bracos um bordado, fu-
ma. Roga-se as autoridades policiaes e ce-
pilles de campo, que a apprehendam e le-
ve aa-n a a ruado Codorniz, n. 3, fabrica de
charutos, queserSo gratificados.
-- Fugio.no da 14 do corrente,' um preto
de nome Antonio Caiana, crioulo, de 19 an-
uos ; levou caigas e camisa de algedSozinho
trangado, chapeo de palha ; lie de altura re-
gular, sem barba; lem urna orelha meia
torta, res grandes: quem o pegar leve-o ao
Aterro-da-Boa-viata, u. 43,"
-- Fugio,oo da 98 do prximo paseado
julho, da cidade de Olinda, as 9 horas da
nniie a ciioqja Coama, de 46 a 46 annos,
pe boa estatura, rorpo regular, vistosa ;
lem urna perna mais sjrossa que a outr*.
per ter 0WM..UW Cioi|>cia i-i.. ;mmu
de chila e panno da Costa novo : quem a
pegar leve-a a dila cidade, roa da Boa-llo-
ra, a aeu aenhor, Vicente Ferreira Marinho,
que gratificar
Fugio, no dia 28 do prximo pasudo,
do sitio Pao-d'Oleo, distante da rovoaeBo
de Panellaa orna legoa, o preto Antonio,
crioulo, de estatura regular, cheio do cor-
ito, de bonita figura, beicoa um tanto grao-
des ; he muilo ladino; disse que viuha pa-
ra o Recife para ficar forro, e a asentar pra-
ga ; julga-se andar como forro; levou ae-
palos, camiaa de estopa de fardo de '*e0-
ds, caigas de selineta de listras de cor, ja-
queta de madapolSo, chaio de pello de
copa muilo baixa, um boaelede paaoo fi-
no, e um* trouxa de rtupa em um goerd-
nano de algodflozlnho i*uppf>e-ae ter muda-
do de roupa j (o encontrado oas Cwco-
Pontaae pelo caa>inho em variaa panal;
velo em um combo* e aigoao de -.-
to : quem o pegar leve-o ra do Livra-
meuto.ka n. 14, que aera gratifleado.
PM.: ttf. K **
-1850


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