Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07112


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Full Text
- "-
:.-.:.

Anno XXVI.
mmmmmmmmmmmmmmtmm
Sexta-fera
HBTIDI BOf OORBIlOa.
Gnlanna e Parahlba, (rgunda aaexta feras,
Ro-G-riode-dn-Norle, quintal feiras o ineio-
Clbo, Serlnhem, Rio-Formoto, Porto-Cairo
e Macrl, no 1 .*, a 11, e 21 de cada raei.
Garaobum a Bonito, a 8 e 23.
Hoa-Vliu e Flore, a 13 e 28.
Victoria, asquelas felraa.
Olioda, todoeoedlai.
/Mix*. a_l,a2h.e57m. dai.i.
, Nova a 7, oa 7 h. e I-i m. da t.
Paita* ai lo, joeac. aU, 3 h.27m. da t.
I Chrl a 22. i h. e f>2 m. da t.
Ming. al'Hlih.cM in. da ni.
niaiua dk mon.
Primeiri aa 11 hora e 42 minino, da mabbaa.
8f nada aa 12 hora e 6 minuto* da Urde.
de Agosto de I8tt0.
N. 189.
ai
rmzgon da luetaon regio.
Por trcf inerea (adtenladoij 4/000
Por aeit meze a 8/000
Por u anno a 15/000
i*a A inln.
/2 Seg. S. Clarat Aud. do 3. dos orf. e m. da 1. v.
13 Tere. S. Hypollto. Aud. do chaoc. eJ. da 1. v.
14 Qnart. S. Ensebio. Aud. do i. da 8. v. do
civcl.
15 (.luint. ** Aitumpcao de Noisa Sen'iora.
16 aest. 8. Hoque. Aud. do J. da 1. v. dooiv. e do
dos feilos da Calenda.
17 Sab. S. Mamede. Aud. i. do orf.e do m. da 1. t.
18 Dom. 8. Joaquim pai de Nossa Scnhora.
O*BIOS Cal 14 DI AGOSTO.
SobreLoodres. 27'Ae27'/d.por 1/000r. a BOdiai.
. Paria, 3<6.
. Lisboa, lOOporeento.
Ostro. Oncne hespanhoej......... 29/000 a SO/SOe
Hordas de 6/400velba.. 16>500 a 16/700
. de 6/41)0 oras. 16/100 a l'0il
. de 4/000........... 9/100 a 9/2U0
/>rat*.Patacde brasileim...... l/lto a 1/98.-
Peao coinrnnario....... 1/^60 a 1/980
Dito mexicanos.......... l/b00 a IJIBP
Un
paute omctAL
GOVfcRNUDA PBOVINGIA.
FXPEDIENTF DO DA 3 DE ACOST.
Ofllein.Ao Exm. commandanln das r-
ala*, iiitrirando-o de lerS M. o Imperador,
-por decreto de 11 de julho ultimo, segundo
foj declarado em l>o do mlmrterl* da
guerra de II. dignado.se da rordnar ao me-
jor do segundo hat Nepomucenoda Silva Po tella, o lempo que
lhe> falla para cumfvrir pena, que Ihe foi
importa por centenca do ronselho upre-
mo militar dejuaiic* de20demarc'> do cor-
rete annoInielligf nciou-e ao iospeclor
da pagadora militar.
Dit::. Ao ranina, s.gr.iSrando-o de lor S
al o Imperador, por decreto do II de julbo
ultimo, conforme foi clarado em aviso
da aecrelaria doi negocio* da guerra de 17,
dignado-te de paaaar para o primeiro bati-
Ihflo de utilitaria a p, o segundo lenle
do quarlo da mesma arma Antonio Jos Au-
gusto Conrado ; para o corpo liso da pro-
vincia do Ceari o tenante do quinto bala-
Inflo de caladores Antonio Francisco d'Avila
Comn>uiiicou-se ao inspector da pagado-
ra militar.
Dito.Ao metoio, communicando que S.
ti O Imperador, segundo foi declarado em
avioslo ministerio da guerra de 22 de julh
roiimo nndo.bouvera por bem, por decreto
e 16, pastar para aa flleirasdo quinto ba-
UrhOo de fuzileiroso alferesquarlel-mes-
tro liaymundo Jos de alorses, eo alferes-
aeeretario Caetano Xavier de Oliveira, am
bos domesnio balaliiSo.Intelljgdnciou-se
ao inspector da pagadora militar.
DH0.--A0 mesmo, rerommeudanilo a ex-
pedirlo de suae ordena, para quo marche
amanhl* as3iioris da tarde ni batalh.to
de primeira linha, para a frente da igreja !
Uladre-de-eos, afiui de acompanhar a pro-
eiSsSo do Kealior Boro Jezus dos Navegan-
te*, qncle.n de sihir da mesma igreja para
a de N. S. da Conceica) dos militare*.
Dito.Ao men.o, tr*nniit'indo par* ser
archivado o procesao feito ao capillo do ler-
reiro batalliBo de artilhana a p JoBo Fran-
ciaco Catete, que foi abaolvido por enten-
ca doeonselho supremo militar de 17 da
citado ntez.
DitoAo meamo, inleirando-o de ha ver
S. M. o Imperador, segundo constou de avi-
so dos negocio* da guerra de 10 dejunho
ultimo, concedido vais tres mezes do licen-
{ cun sold simple* par* tratar de aua
Mude fra ala curte ao altere do quinto ba
talliflo de futileiros Joaquim Luiz Teixeir
l.ope Malheiru*.Communicou so ao ins-
pector da pngadoria militar.
Hito.--Ao niesnio, tcienlilicando-o deter
S. II. o Imperador, por decreto de II de ju-
lho ultimo, segundo foi declarado em aviS"
do ministerio da guerra de 17, nomeido o
padre Leocadio da Puricujao e Sa, pira o
lugar da eapeliiodo quinto betalhflo do ci-
C'dore*.Cuminunicou-su ao inspector da
pagadora militar
Dito.Ao inspector da lliesouraria da f-
leojs, intelligenciando-o de ler concedido
trea mete* de licenr;* eom oidrnado, ao
promotor publico di connr do llrejo, o
bichar. I IliiioJ^s de Souza --Nesle sen-
tido expediram-se aa convenientes coiuinu-
nicacis.
l)ito.--Ao inapector do arsenal de mr-
nha, scienlilicaudo-o de ler S. M. o Impera-
dor, prorogado por meiaqualio mezes a li-
eeora coa. que so aeha tiesta provincia o ca-
pillo no fragata it'aroiaria nacional Cietino
Alvea de Suuza Filgueiraa.Coiniiiuincuu-
o whUww a iiiaii:i'*
sentar pelo commandante do prmrro ba-
talho de ci<;dore*.Inleiiou-se ao com-
msnilanlR dasrm*S.
Dito.Ao mesmo, para que fara empre-
gar noseeaicorio mesmo srgenal um Afri-
cano bocal, que Ihe aera enviado pelo che-
fe de polica, ao qual fornoeer o necesa-
rio sustenln e vestuario.OITiciOH-ae oeste
senlido ao ref.-r lo ehefe de noticia.
Dito.-Ao inspector do theaouro da fen-
la provincial, mteiranilode hiver approva
lo oorcamenlo e el'uaula* ttoeciaes, cnn><
tanle da copias que remelle, para factura
le (loas bombas na estrada do sul. e preve-
nindo-ode que a mencionada obra devea
ser frita por anematacilo Intelligenciou-
o director das obras publica*.
Circulnr.-Aosjuizes doeivel.capellas ere-
si.I uos dis enmares*do Recife.Caho.l.imra -
ro e Santo Antfio -m CHWprimano an iriso
que me foi expedido pela secretar I de esta-
do do* negocio*do imperio con* dala de 15
de julho ultimo, naja Vine, de e*i*nr-me
i'om possivrl hrevidade urna relicto dis
iriiiiiididcs, confnrias, e quaesquer oulrag
corpor>r.0e* de mSo-morta recta* neese
ler u,o, com deciaraco do* Den* que ella*
poMuesn, natureza doamesmoa, aeus valo
re* n o* titulo* que legitiman) a sui pnsse.
-Igual os juires munieinaes de Olimla,
iguiHU, Cnisnni, Pan-d'Alho, Nazirelh.
Bonito. Carnar, GsrilNluns, Tic^rat,
lloa-VUla, Ex, Urejo, Kio Furmozo e Agoa-
l'rela.
Commando das armas.
Qunrttt g*ntrttl na eitladtdo Kieife, em 14 de
ayudo ia 1830.
ORDEN DO DA N. 74
l>iie.-Ao adiDni>lrador do crrelo, cem-
muiiicaiid" que,'por purtn ii de 92 de junh
ullimo, secundo foi declara lo oiu aviso do
UJinijleiio do imperio da mema dala, Mr..
nooieado alauoel Jos dos Santo* para o lu
garda ajudante da agencia do coneio da
vencimeuto do respeciivo agente, quando o
ubitituir em *u* falla uu impedimento*.
luleirou-ae a Cmara daquell villa.
DEM DO DA 6.
0Mcio Ao Exm. comrnandaalaiaa ar-
ma*, commumcado quo, por despicho de
87 de julho prximo lido, miodou-ieabo
iiardnii* mezes de aoldo adianladoKO l-
enlo do sexto balslbflo de oradores Ma-
nuel l'orlino de listn Aojo, a contar do
truueiro do confine ao ultimo de sclem
.,, rnlnlIV^H
DU0.--A0 meamo, dizendo que pode man-
dar aseentar praga em um do* Corpus da
fmrnicSo ilesla provincia ao* paisanos Fi-
ippe llenicio da Silva Feneira e Anlonio
(lavalcanlr de Albuquerque, que foram jul-
gado* aptos para o servido do exercilo, t
prevenin lo-o do ter arbitrado ao primeiro
dea mepciomdoa paisanos a gritiflca{9o
do 150,000 re, lend > 30,000 rea pigos a
vista, a> reate ea preataeOfl* meuaie* de
10,003 r. e ao segundo a de 120,000 r* ,psr*
ter p*g* 30,000 ris adlanlado*, eoieaio
em prestc0es de 10,000 rla.Nesle senti-
do o)clou-*e ao inspector d* pagidori.
militar.
Dilo.-Ao juiz relator da junta dojuslici,
trinsmtllindo pin ser apre*"iitado em ses
sHo'da mesma junta o processo verbil feltu
ao cadUBo Clementino Antonio Delgado, (
ao segondo-teneiile Antonio Caetano di
ro batilnno deirlilharii i p.Commuui
cou-ae ao commindanle da* anus.
D to.-Ao director do arsenal de guerra,par
mandar tecolher squelle arsenal, is armas
e mai* objectos, mencionados na nota que
remelle, o* quie* Ihe serSo mandados apre-
O Sr. marechat.de campo graduado Anto-
nio Crrela Seara commindanle da* armas,
em vlti di* commuiiicacOes olTiciaeg, que
na data de honteni Ihe dirigir o Exm. Sr.
presidente leal* provincia, spanda fier pu
blico n* gutrnigSo para a devid obser-
vancia :
I.* Que S. M. o Imperador, houve por
sui imperial resoluto de 17 julho ultimo,
tomada sob consulla do conselho supremo
militar de 31 dejunho, reformar no posto
que actualmente oceup* o Sr. tenente quar-
tel-me*tre do quinto bitilhSn de cicadorea
Francisco de Paul S Peixelo, veucendoa
terga paite do reioectivo odo pela tabella
vigente, em conforrnMide do artigo 9, 3.
do decreto n. 260 de 1 de dezembro de 1841,
segundo foi declarado em aviso io ministe-
rio <1* guerra de29 do mez prximo Ando.
3. Que fossem excluidos os Sr*. primei-
ro-teneiile do quarlo betalbSo de artilharii
i p Auguato Frederico de Va-cincel I os
Souza Bahianna, e alfere* do quinto bati-
IhSo de fzileirot Anlonio Jansem Ferreir i.
o primeiro por ter pissido para a segunda
clatae do exercilo, por decreto de 17 de ju-
lho de 1819, e osegundopira o e*lado-ma|or
la segunda clasae, por decreto de 30 d>
abril do correle anno, os quaes ain la silo
mdevidamente considerados em um e oulio
biialhln, conforme foi declarado em avise
de 99 de julho ultimo.
II inesnio Sr marrchal manda ig'ialmen-
te fazer i ublico, que a 10 do correte no-
oieou para inlerinament exe'cer as func-
(0e* de ajudante do forte do l'ao-Amar-llo
o Sr. primeiro-teneole da lerceir* class.J
Pompeo Romano de Caivalho, e declarn
que entra hnje ni fruicSo de ires mezes de
iiceiics que olitiven do governo imperial
por aviso de 26 de outubro do anuo rete-
rito, para ira corle, Iritar de sui saude, o
Sr. leuenle-coroiiel graduado Joo Cuiher-
me de Hlc, vi'tn cuno dip o C'lado
viso n3o a* Ihe permillio-oppoiluamente o
io de senielliante 1'cenc.a. aliento o estado
em que se achava a provincia
I-rancheo Carloe Bueno Dtichampt,
Capilo ajudaute de orden*.
TOlBUNtL- DA HELAC4'.
SKSSAo DB 13 DE AGOSTO DE 1*30.
MXaiDCNCU
PO IX". SIHHO C0-
iKLBKiao izavuo.
A'a 10 hora da manba,ichindo-ie presen-
tes o Srs. deseuibirgidure Runo, Villares,
Baitos, l^io. Sonta, Rebello, e Luna Preirr,
faltando coiu causa |os Srs. deseinbargadorra
Punce e Tclle, o Sr. praaldenie declara abena
aleaMo.
O Sr. prriidrnle leu um ornlo do juit de di-
_-;. j, -*:":ir f anadia en ni.e iiartlcipara
|ueno"dia8 de malo do correte aano lini.a
eulrado no ejercicio do dito lugar.
njLOSUINTOS.
iJifcrai-enrpus.
De Florencio de Harro Montelro. Uandaram
passar ordem de olinra.
Aaffto aV peUct. *>
Aggrannte, Dcane Toule ftC; iggnrado.
Antonloda Cunhi Soare Gulmaraea. De-
ram prorlmanln.
AgVrarante, Amonio Perelra e aua mulner;
aggiavads, Franclaco Ribclro de Hrito e ana
Hiiilher. Nao loinaraui, conheclnicnto por
ter sido ipresrntada I minuta tura do termo
legal.
Petleio do rigaria Domingo Aire Vlein e otr-
tro. Mandaram que uiostraise que o ea-
crivao delira de fater i reiursia do inilru-
BlIitO.
DiiipaacOEi.
Appellinte.Manoel Ferreira da Silva ; appella-
do, o julio. S*
Appellante. Bartholnmeu Francisco de Souza ;
ppellido. Gabriel Aotonin.
Appellinte. Fellelino Jo Henrlque como tu-
tor ae seu neto; appellido, o julio di Ca-
lenda.
IIVI*8X*.
Panno dq Sr. draeinbargador Ramo ao Sr
desembargador Villares a eegulnte appelUcjo
em que sao :
Appellante, Jos GenCalves Tnrre,- appella-
do, a vlora e herdeiro de Joio da Silva
Santo.
Paasanm do Sr. desembargador Villares ao
Sr. deiembargldor Hallo as Kguinte appel
laee em que *ao :
Apellante. Lula nifiire e nutro; appella-
doa, Avrlll *1 Irmao e oulro.
Appelliute, o julio ; ippeliado, Manoei oa-
nuiui do Reg e Albuquerque.
Pasaaram doSr. deariuliargador BaitoiaoSr-
descuibargadur Leo is legulntei ippellicei
em que lio : '
Appellante, o julio ; ippcllado, Doiningoi Al-
vei da Mira.
Appeliante, julao appcllidol, Coime da Ro
cha Hezcrrn e outro.
Appellante, G >tifalo Jos de Helio; appellado,
Joio Dlai Ferreira.
Appellante, F. Poirier ; appellado, Poinateau.
Appellante, Pedro A Ivs Pire;, appellado, Jo
de Araujo Lima.
Appellante, Francico de Pula Pirea Ramos;
appellado. M-m.el Aires Guerra.
Appellante, Miuoel Jos.Montelro appellado,
Deane Youle & C. e outro.
Appellante, Jote Antonio Gome Jnior: ap-
pellado, Joo Pinto de I,.nios Jnior.
Passai ani do Sr. desembargdnr Souza ao Sr
desembargador Hebello a legulntei ippelli-
voe em que sio :
Appellante e appellado, Vento Joi di Coiti
e Jo Joaiiiiim Beierr Civalcante.
Appellante os herdeiros de Joaquim Ignacio
Correa deBrito; appellado, o julio da fa-
tenda. .
Appellaatte, o Dr. Joio Perreira da Silva; ap-
pellados, Caetano Pinto de Veril e outroi.
pisurim lo Sr. deembargador Rebello ao
Sr. desembargador Luna Freir ai legulntei
appellacOearm que sao:
Appellante. Joaquim Percira lloiuein ; appella
do, Jos Leopoldo da Silva e outro.
DKTBIlGIfdU.
Ao Sr. desembargador Kebell o aieguinle ip-
pellicAoein que ln : l
App. llame, Jae Tbomi *tSi Brrelo ap-
pellado, oanla rranetteo de Paula brrelo.
AoSr. desembargador Luna Freir a segua-
te appellacio eiu que sao :
Appellante, Pomateau; appellado, F. Poirier
Ao Sr. desembargador Hamos a teguinte p-
pellacao em qneao :
Appellante, Elias Cnrllio Cintra appellado,
Homingo Calda PireFerreira.
Ao Sr. desembargador Viliarea a egainte
appellacao em que aao :
Appellante, Marcellino Jos Lopes; appellado,
Francisco Joio Carneira da Cuuha.
Levintou-se i sessao.
--OlJP-------L ""
EXTERfOH.
IMPORTANTE NOTICIA TEI.FXIUP1IICA DE
WASHINGTON.
Potifo critica dat rcltfttdoi B'tadoi'VniJot
eom a /Taspaanu.
Waahingtou, 4 de jimiio de 1850.
Em dala do primeiro dirigi o leoretario de
estado Mr. Llayton a Mr,'. Campbell, cnsul
americano em iiavana, ai irgumtci inalruc-
ede:
Pretende o preiidenle repreaenlir que o
Americanos capturados ni ilha Mexicana ou
perla della nada liieram, que merec i morte,
que s pilein er nviiidns pe i >eu proprlp go-
ve;rno e que i guia deve e ha de protege-loi.
'*fft Caiu|ibrl! rxigiri docspiti eenenl de
Cuba entrega dilles, e o prrviuir do risco
de guerra, e foi injustamente derramada una
l gola de aaogue Americano.
| A eaquadra auxiliar a cnsul.
Corre que depoii da retirada do general Ln-
pci leein aportado conaidrravri torcas de in-
vasores ni cosa iiierldiunal da Ilha. Mr.
Campbell est incumbido de averigoar o facto,
e dar i inmediatamente pirte do resultado.
.leneantea an lrei. Annellaaie. Jos Rodrigo Ferrln: ippel-
. l.-.J! lu^B......^. ...nllrvl
lado, o Julio. Connnniram a icntenca.
Drxiotacu.
Appellante, Manoei Perelra Magalhae* ; appel
lado, JaJuiRodilguea do Paco. al anear am
proceder ivaliicio da c*Ua para o Imposta
da chancellarla.
OS PRISIONEIROS AMERICANOS EM CURA.
Itteuia aifnlond ida heipnnkoUu quanlo lollu-
ra itllf InilrucMi i tiqmidr amiriean
Wasblogton. i dejunho de 1850.
Dii i Union, que aabe ter o governo recebido
offlcios do cnsul americano de iiavana, parti-
cipando'que exigir entrega dll 105 penoa
prisionada por um raso de guerra hripa-
nhol na Ilha de llanto y. (Coutny he um territo-
rio neutro; a gente a'lli capturada nao fra en
contraria esisartt'ecli'as linstilidiile i: eslava an
i- tfiiiher^f*a -mdsr;'' e.,.j%p-- > i.
tar nstra o> Eatados-Uiiidoi.) O gorernador
nao linha respondido ao cousul, queomciia
para Washington expondo os facloa e pediudo
niais forca para apoiar a sua exigencia.
Houtein se expedirn) orden aquellas por-
coes da armada americana que se podessem
reunir iiiiinediaiameiile em iiavana, para aju-
darem a instar tobaai exigencia, beo gover-
no hespauhol e recusar a satisfaie-la, o cn-
sul teui ordein de partlcipa-lo ao leu ; e entre-
tanto teein o vaos de guerrateinericino de
cortareiu A comiuuuicavo di lodoj o* Birlos
com o fiarlo.
Dii-sc que ainda aiidam ao mar duas em-
barcacoca com reforcos paaa o general Lopes,
os nuaes linliam ordein para deaembarcar em
dillereute porto da liba. lguora-e quaes
fosiein a sua sor(e e o seu destino Accreceu-
la-se que no casa de seren eisas eiubarcacoe.
apiisionadas pelo Heapinliei, tem a eaquadra
americana ioilruclorr para eiigi-laa do chele
baxpauhol, e le ihe nao loreiu entregue, loiaa-
NOTIClAS DE CURA.
Nova-Orlcana, 3 de junho de 1850.
0 vapor Ingle Tknnti ebegou de Harina a
Mobilc com datas al 27 do
Mr. Campbell, cnsul americano em Havina,
diz que o Hespanhoe estn muito irritados
contri ii autoridades americanas e que c ne-
gavain a prestir Informaco algnnia quinto ao
numero, noines e destino provovivel dos pri-
sioaeiros, que estaram incommunicaveis.
Noticia de Iiavana referem que llnhamlld
fnsiUdo quatro menibro da expedico rjue li-
carain em i antenas.
P. S. O general Lpez j se ach neita cidi-
de (Nova-Orlemi.)
Vubile, l.e dejunho de 1850.
O general Lpez dirigi aw.alean urna lili -
cao ao ciriado de Mobile, explicando a cau-
ta da derrota da expedico. O omei es su-
balternos li/j i-.iiu publica exposicOe justill-
caudo u general I nprz; c abonam no termo
os mal eipresslros a sua bravura e pericia mi-
litar.
Savannak. I dejunho de 1850.
O brigur Zenniin. une cheenii boje de Iiava-
na. donde sahira a 23 do pastado, confirma o
boato de que toda a tropa havia marchado da
cidade para Crdenas em ggande excitament
A impressoque dominara osanliuos de inul-
to cidadfios de Iiavana bem informados, era
que a revoluc.au progrediria.
AS RF.LACAES DO< BSTAHOS-UfilDOS COM A
IIKSPAMIV.
A Impprtantisslini noticia de Washington
que publicamos hontem, e cujos pormenores
apparecem li je ern nnssas columna, dando
um esbocodi correspnndencia diplomtica en-
tre Mr. Clayton. aecreiariu de estado e o Sr.
Caldern de la Varea, ministro hespauhol, in-
ore a recente tentativa uc revolucionar a ilha
de Cuba, lem produtldo consideravel ensacan
ueste pait, cabalado de um modo descouiiuli-
na I an nossos intereises couimerciaes e n.-i-
vaea. Nao ha duvida de que a malfadada. In-
fundada e nilicnli, sean pirtica expedifo,
tem dado origem a grandes dimeuldade en-
tre os Ksladoa-Unidos e as autoridade Hespa-
n bn l is: mas he bem di iliei i de coojecturar al
quepnnto poderao essas diRiculdadci e desin-
lellinrnri.is diplouialicas occisin ir Uin roin-
pimento entre os dou palies, scut se lr toda
a correspondencia e lodos os pormenores oto-
ciaesque possain haver occorrido entre os mi-
nistros das duas potencias ou que aluda pode-
rao occorrer antes de multas semanas. A raca
e o governo hespanhoeainda conservam gran-
de parte du seu antigooi gullio Kste em mi-
trar, em duvida, igual obslinacao,Jp\fSdlu-
co e impulsos populares da parte da repbli-
ca americana, condenaado as maos de um
gabinete : fiaco, ancloso por locar o coracan
nacional. A colliso entre esleadous elemen-
tos pude causar inui grande desorden!; e se os
diplmalas de ainbae aa parles nao llrerem
iiiullu lino e nao e lmuwr.ui com loleraiuiia,
nao no derereiuos admirar de re-Ja terminar
em algiima guerra entre os dou paites
A feapeilu da conducta e poltica dos dou
goveruos relativa s leis das naedes, ao leus
respectivos tratados e ao scuaAegulainrntos
inlernaciooies lambem lie dirasVI presente-
mente forinir urna opiuiao exactaon extensa.
So temos nlicias de jornaes, tanto acerca du
aprestamenlo da expedico, da sua maAlogra-
(ao ein Cuba, da captura dos Americanos na
cnita do Mxico, como da pmvavel exacuco
de alguns, e da reserva do resto para urna mor
le sanguinolenta e Ignominiosa.- 0 governo
Americano tem seu devere naclonaesaeuin-
prlr durante o lempo de pai, O governo ame-
ricano deve lambem proteger as vidas da-
rjuellescidadua. que segundo as nossa leis e
sem se violarein o tratados, nao pndem ser
considerado restrictamente reapousavej. a-
auloridade ousujeitos vingaoca hespanbola
Nao diividainos de que o insiinclos e o linio
sensorio primeiro magistrado do mesmo gene-
ral Taylnr lomar nina parte mais decidida e
activa n-sie negocio, do que o merd orgulho e
p iluic i dos que f rinaiii o ieu imbcil gabine-
te e que buscun e popul.riladc para eucobri-
rein leu erro e coriupfde. Mais depres.a
coiitlarlainos no honestos instinclos dn presi-
dente esercldosaobre um exacto conbeciuien-
lo dos Tactos do que em loda a diplomacia e ein
lodo o tacto que pesca ser ostentado pelo gabi-
nete ou por seus couselbelrs. A impopulari-
dade deste gabinete pode leva-!o noprts.T.ir
dileinrua a iullammara contend e a multipli-
car os dimeuldade entre os dou governo;
mas OouAamM em <|Ue o bom eno e os ins-
tintos anicricaims do mesmo presidente toma
rao aquella decidida direceo e aquella poal-
tlv* lrina, que leude a fazer josllca entre os
direitos dos dous paites, colorme sao reeo-
nbecidos pelos tratados e pelas leis da nacoes,
sem ae violarein por modo algum os dheiio-
iudividuaeado cidadu americanos que tive-
rem iiifelitineiitr cabido na inu da autori-
dades hespanholas.
As ililliculdades ora suscitadas entre os dous
governos terminando n'inna guerra porcausa
de '.'lilla, seria sem llovida ll m iiuivi ren lo llllli
to popular entre certa porco dopovo ameri-
cano. Em tal conflicto geralinenle se enlre-
tem a crenca de que ae a Franca e a Inglaterra
ae cunservassem neetraes. nao poderla have
duvida de que a sua ooncluso seria aeuielhau-
te da receute guerra com o Mxico. As ar-
ma e a bravura americana apuradas pelos
>...*s*ii indas as forca qur navae, ayer terrestres
que a llespanba podesse anrejeBtar ein apoio
do actual governo de Cuba ; e Mrr breve lem-
po seguira aquella ilha o destine da Cilifurnia
e do iYivn-tiexico. Porm tememos que ou
Iras potencias etrngciras tes como a Ingla-
terra,a Franca e lalre a II ussia se iutroiiietlam
e louieui una parte deilaivijstm tal conflicto
Se estas potencias o jufsseTu nreexario, he
mal que multo provavel que a posicao eacu-
Ibida nao foe favoravel a este pan, mu an-
INTERIOR.
le pendiria para o lado da llespanba. tima
guerra naval gcral aeria a consecuencia d'uma
tal siluaco de negocia, e cahiria a destruicao
sobre o uusso cuimuercio em toda a parte de
muudo.
Temos todava eiperancas de que ambos o.
overnna querero evitar lao fatal eaito das
complicadas dilliculdades occorreulea entre a
Heapanha eo Kslados-Uuidos, e provindas da
ultima expedico Cuba; e que a desinlelli-
geuciaa resultante desse facto pddein ter con
ciliada* peles rigorctst nrimJt/tot a* le da*
nacrV. e do tratados snbslstenle entre ella.
Saiiii|uanlo nao vinuoa toda a correspondencia
dlpomallca entre oa minitroi di duaa.poten-
cia, he iiiipossirel formarmo urna oplno
exacta acerca da poltica da cenducta e dos li ni
de urna e de Mitra. {ev-York-Hcrali.)
IHO-DE-JAl?!?t!tO.
CAMBRA DOS SRS. DEPU-
TA DOS.
SESSAO DE 3 DE JULHO DE 1850.
rngiDKia DO SI. GiBIIKL MF.SDls DO* *1HT04.
Urgencia para discutido da$ interpellaeie*
do Sr. Helio Franco.
I Continuarlo do n. 184.)
OSr. Mello Franco : Sr. presidente, V.
Rtc.e s cmara sen duvida apreciarlo s pn-
iir;o em que en me clin coiiocado. *. Exc.
havia marra lo o di 31 deste mez' pi'a nue
eslas interpellagrJes fossem frtila ; V Esc.
nresenriou que o nobre ministro da jus-
tir-a. nSo dlrei par* irivar-me de apre-
si-i'lar as rasOes'quo eu tuiln, e que eu
tenho de comprovar com dncomnto,
as ra.sii'squn iiv.'pira annuneiar minhs*
iuteroellr;rtfi*, como que s rrarertdeu-me
oedindo urgencia pa/* responler hijo a
'-isllll |i'll:icii's anullnci r las. V.K>iC.
-1 he quo urna discussilo deslas, exige docu-
mentos, que eu nao poderia trazer hnje,
onrqtie eslava marcadj o dia 31 para ella
ter lugar. Eu uin posso deixirde sorpren-
ler-me, Sr. presi lente, de que de um meio
semelhante se Unce mflo para lolher op-
nosiefio, ain'li mais o uso de sen direilo.
ll'cl.iroaV. Exc. que tenho alguns docu-
mentos qua deixei em C*a, porque- nlo
pod-ria esperar que fosse sorprendido, co-
mo fui
O Sr. Snyo abalo :--P le-os (presentir
lepois.
0 Sr. Helio Franco : Como, Sr. depu-
tado ? pois lerei ain la de repro luzir a mes-
ma nlerpellacao pira dar lugar a nue S.
Exc. vertha dizerque temos a.icnas 20 das
de sessilo, que a cmara deve-*e oceupir
-m fazer psssar melIJas importantes ? V.
Exc e a cmara sabem que a opposifSo tem
silo nimiimenie pare..:
O Sr. Soma Franco -.Apoialo.
OSr. Mello Franco:- e respeits lora da
vontade da maioria, que sem diiviJi te-
conhecendo i*to, sedignou pprovie a ur-
gencia que cu p.'li, urgencia pela qual
o nobre minislro resulveu ostigmali-
ssr a clmrara por se ter digna lo conceler
ojipiisicHo, a tima opposicili que n.i.i
lem procurado nniharaijir as vista* da miio-
ris V. Exc. ea cunara compretiender.lo
qu ', se por ventura nos nos pro^uze.s'serno*
a euilianiQar as discusses como oulr'ora
prendemos desses bancos, sem duvida nao
nos falta, como lalvez aljroem sunponha,
nem inlelligencii, ncm a cjragem necess*-
rii pira o fazer...
I'ui Sr Deputado :Falta a rasSo.
0 Sr. Mello Franco :N:lo, porque se exis-
t- u ni governo que domim, e i,So governa,
porque governar he administrar a juttit;.
nlo accumular'comhusliveis por meio do
i'tereirio da mais frentica -lela lora, he
cl.iro i| le n.iii l'illinn i oaposieo meio* dj
i osiorvar na sua marcha j mis pelo enn-
l'ario o nosso proposito nesu casa tem si- .
quantn poderdes para salvar o paiz, nSo vos
em haraca remos...
O.Sr. Miranda :--Que remedio!
OSr Mello Franco : -Diz o nobre dopula-
do: que remedio Q.tantas vezos no e*-
livasle* vos nos bancos da opposifu, e.nSo
embargaste* por lo ios os meios os pissos
I* maioiis ?
0 Sr. Sayao Lobato :Pela arma vaienta
I* rasSo.
Sr. Preiidenle :Attencao !
O Sr. Mello Franco :O proced ment do
nobre ministro da jusii;* he tanto mais ex-
traordinario e injusto ( ndo apoiaiot), quan-
iiiS Exc. a respeiln rio ponto prinriii.il da
oiinha interpellario disse nSoconvm ao
governo responder. O governo tem sem
duvida este direito, eu nSo Ih'o posso con-
testar ; mas porque rasilo vem de afogldi-
Iho pedir* urgencia pira respn.ider a ou-
ir.i paite d* iul"rpellscflo que nenhuma
importancia tem 1 Sem duvida para privar-
ne de ipresenlar os factus, os documen-
tas em que eu devia basear estt inierpel-
lr>Ao.
O Sr. Figattrade Mello :--Esqueceu-se de
lo los sses fictos dentro em tres das ?
O Sr. Mello Franco :V. Exc. me permit-
lir nuil en ili nne iO jsnaao .lairap ri*
notar a precipilacSo com que S. Exc. quiz
le alguma maneia privir-me de entrar nal-
la discuss.io.
O.Sr. ^prioia.-Nflij esla fallando?
" .Sr. ,/e//o franco : Diz o nohre deputa-
do que eu esto* fallando ; uo lerei presen
tar agn os documentos que t-nho sohrj
minhi ro.'**/! ar. presidente, se quando eu
liz a liaba fu ter pe I* co, S. Exc. se achas-
so na casa, ou algum Sr. ministro quizesse
immedialamenti responder a ellas, sem du-
vida eu me achava preparado para de ida lo-
go desenvolver todo* o* pontos da muilii
iiilerpellacHo ; mas, Sr. presidente, com sor-
presa sou fuicado a entrar desde ja nasl*
lebate sem presentir os documentos que
u t-'iiho pira fundamentaros pomo* da
ninha ioterpellnjSo ; veu dizer alguitias
palavias, porque, permilts o nobre minis-
tro que eu diga que sobre tuiii a sua inllu-
cnci nSo pic chegar s '-..lo copo chegou
para fazer a maioria revogir boje todoi o
precedente*, lodos oa esiylos al hoje se-
guidos entre nos, e ..
Mullos Srs. Deputaiios :--OIi! Oh.' Oh !
O Sr. Meti Fraaw :--...ato be, qua ago.




tei*'ikSE

wmiJtiat&&&n&^i.
m
r, para reparsrs concesso que tinha fei-
toa orpo^So, epprovoua urgencia como
e&ig n o Sr ministro, declaro que estimo
nao dever-lhe favor aleum...
( Viva reclamactot da parte da maioria.)
O Sr. Presidente :-Altonco /
O Sr. Miranda-Me urna injuria feita
niainria. ( Apoindot.)
OSr. Mella Franco :-Para se responder a
urna pe cunta, que o nobre ministro disse
que nSo tinha nenhuma importancia, airo
pellou-se o regiment, sorprendeu-se um
deput-do. (Apoiados da opposiedo, e novat re-
clamares da maioria )
Senhores, eslais muito satisf-itos quando
vedes um membro da opposico assim sor-
prendido ; mas lembrsi-vos do que no di
em que vos acliardes sentaiJos nos bancos
da o, posico, e quando por vontura eu a-
char-me eom assento nesta casa, a mnete
voz se alevantar para defender a minora,
para Ihe dar toda a liberdade.
Una Vos :.N9o ueram isto durante os
cinco an"ns.
O Sr. Mello Franco :~.>o he capaz de a-
pre sentar um facto s do individuo que fal-
la, que possa contrariar o que elle acaba de
dzer.
OSr Presidente : Peco que se cinja
materia Ja MrrpellacSo.
O Sr. Mello Franco :-Eu creio que me te-
nho contido quanto he possivel conler-se
um homem que assim foi sorprendido, if*fr
assim foi esbulhado de um direito, que elle
tinha o que est possuido de que esta be
iii.ns urna pruva do falseamento de lo lo o
nosso system, da nenhuma garanta que
tcm a oppnsiciln
L'm Sr. Dcpulado :- OSr. he o autor, e o
autor sempreesi prompto.
O Sr. Mello Franco : O nobre depulado
dizque eu nflo eslava preparado para fazer
esta interpelIscSo. Eu clamo por um direi-
to, quero fazer sensivel ,|ue a maioria obe-
dece aosacenos do nobre ministro. ( Pitias
reclainac'S )
OSr Presidente:--Eu nSo posso consen-
tir nisto ; a maioria nSo he instrumento dos
ministros, he urna injuria que o nobre dc-
pulado est f zendo maioria.
O Sr. Mello Franco :~N|ii retiro a expres-
Sn, ilecUrn que nSo he injuria.
O Sr. Presidente : Peco que nflo insista
nella, enlendo que he urna injuria feita a
maioria.
{ frutos-* varios apartes.)
O Sr. Mello Fremeo:o Sr. presidente nflo
disse que era injuria.
AlguniSrs Deputados :Disse, disse.
OSr. Presidente-.Peco tos nobres depu-
tados que nao toruem tumultoaria a dis-
cusaflo.
OSr. Mello Franco: Sr. presidente, co-
mo ja tiva a honra de dizeraV. Etc., pri-
vado dos documentos em que pretend fun-
damentar a minha interpellacilo...
Vm Sr. Depulado : Diga o que consta
delles
O Sr. Mello Franco : -... eu vou fazer al-
guias considerare! a respeito daquillo
que S. Exc. dignou-se responder.
Disse S. uic que, i vista das discusse-
havidas na casa, e no senado, sem duvida
era para maravilhar que eu Ihe perguntasse.
f'm .Sr. Depulado d um aparte que
n3o ouvimos.
O Sr. Presidente : Eu peco ao nobre de-
pulado que nflo interrumpa au orador.
O Sr. Mello Franco: -- Djsde que um mi-
nistro da corda diz no parlamenta que nfiu
polo responder a urna interpellac,9o qual-
quer a reapelto de negocios externos, eu
creio nSo poder dlzer sobro isto nenhuma
palatra mais l apoiados) ; posto que eu es-
teja convencido de que em um pan que de
vera ser constitucional, o governo nao pode
por sua alia recree.5o envulvg-lo em urna
guerra sem demonstrar as razoes e a juslic*
de seu procedimenlo ..
Ora, se me parece que S. Esc. devia espe-
rar isto da parteda oppnsicSo, porque razSo
repito, vcm S Exc. sorprender-me sobre o
outro objecto, se reconhece que elle uflu
te ni importancia ?
Disse S. Exc. que, vista da discussSo ha
vida nesta casae no senado, se msravilha-
va de que eu perguntasse se flcava de ne-
nhum effeitoa amnista concedida a Miguel
Alfonso u a Pedro Ivo. Sr. presidente, o que
eu ouvi ao Sr. ministro da mariuha dizei
foi, sem duvida, pouco mais ou menos o
que o nobre ministro da justici repeli ;
mas S. Exc. como que nos disse que havia
algdma cousa de desleal em fazer urna per-
gunta ile semelhante naturez, quando ella
devia ler sido feita por meio de urna inter-
pellacilo, pura que lodoo ministeiio vieasr
responder. Considerando pois sobre estas
palavraa do nobre ministro da marmita, e
vendo que o nobre ministro da juslic he o
chele legitimo do gabinete, e que, como mi-
nistro ila juatica, devia ser elle que devi
responder a estas inlerpellacOes, conside-
rando inda mais que o nobre ministro do-
negocios eatrangeirus no sealo, contraria-
mente aquillo que tinha avanc*do seu colle-
ga nesta csa, disse: He urna quesillo que
se icriiiinou i or urna amnista. Conside-
rando ludo isto, apreaentei a minha nter
pellacSo para ler occasiSo de pergontar :
qual dos duus ministros fallava verd.de ? O
Sr. ministro dos negocios eslrangeiros ou o
ministro ds marmlia ? Vico euiemleiido bo-
je, o smenle hoje, que as vistas do miuis-
iz".zt ViCTtv UC c C"t: c!;,'f tai* de ue-
clarar, he que com efTeilo a amnista tem
caducado. Ja um meu nobre collega obser-
you em un aparte a irregulandade de um
semelhante procedimenlo, isto he, a revo-
gaeflo de um decreto, sem que ao menos o
tmli sido por ouiro decieto!
S. Exc, para justificar este acto, referi
o decreto de 18(0 Primerameute direi
que nenhuma analoga lein um com o ou-
iro, eanda quando tivesae, a cariilha por
onde eu Dio be a conliluic,o, nSo sio os
precedentes. Em verdade, senhores, o que
ne urna amnis'i segundo a conliluicSo ?
A amnista, na opiniSo de todos o cnmi-
nalistas, da-se em relscSo ao facto, e nao a
pesaos ; o perd&o, un, pode ler appliracfl
individual, e lie mesoio quando tem lugar.
A eonstituicSo diz muito claramente, r, fe-
rindo-sea f.culdade duamnistiar, o aeguin-
te .* Concedendo mnislia em caso urgen-
te, e qu assim aconselhem a liumantuade
e bem do estado
rcrgunlo eu a V. Exc. : Poder-ss-hs nef.
teailigo encabecar o decreto de amnista
ltimamente concedido Sem duvida que
n3o. O $ 8 to n:mo art. 101 desta li
Eu vjo neste artigo, Sr, presidente, no-
tavel differenca com egses decretes que con-
re'lram amnislia iquellns reos. Ora, se a-
nenas este decreto de amnista p'o ter fun-
damento no8 do art. 101 diconstitui-
eo.qne marca a manera pela qual o poder
competente p le penloa' ou moderar as
penas, como V. Exc. insiste em dizer que
a amnislia n3o tem efTeito em vista da cons-
tiluicflo ?
OSr. Taques : Est provando que nSo
ha amnista ?
O Sr. Mello Franco : Eu nSo posso com-
prehender que um governo regular possa
envolver em um decreto de amnislia condi-
e.Vs de contrato ; condicOes de contratos,
repito, porque tanto importa o proced-
mente do governo neste caso, porque exis
te iiii obri/acSo, a qual, sendo aceita pelo
individuo, segundo a opniSo do ministe-
rio, fazia caducar ocaso urgente, a huma-
nidadee o bem do estado que a consalha-
ram a amnislia, e que a li/o-im conceder.
\ amnista, pois, segundo a constituicBo e
segundo a opinio de todos os homens que
teuhoouvido, e dos autores que tenho lulo,
refere-se aoa actos, e nflo pessoa ; he pois
considerando como devo a essas opinies ,
que nflo pdem ser destruidas, que digo
'jue este decreto foi mal aconselhado; e di-
rei ainda que se porventura o poder execu-
livo nilo fsse ludo no Brazil, o ministro
feefereitdou este decreto de amnialia ha-
via de encontrar os tribunaes competentes
mu lo dispostas para o condemoar e para o
punir por semelhante acto...
.Sr. presidente, como supponho que acaba
de dzer o nobre ministro da justic., us ou-
Iros uompronietlidos que tinbain licado n
Hahia, e que forana conjunctamente amnia-
liad.os com o capitSo Pedro Ivo ejiiguel
Alfonso, apenas relirou-se o nobre presi-
dente daquella paovincia foram encaroera-
dos.
O Sr. ministro da luilica : NSo foi isto o
queeu disse.
OSr Mello Franco: Pareceu-me ouvr
isto, assim como foram presos aqu os ou-
t'os snles de Ihes ser intimado o decreto
da amnista revogada pelas palifras dos
Srs. ministros...
OSr. Aprigh: Passaram-se mais de 2
ou 3 das
O Sr. Mello Franco : Bem, he o que me
basta
O Sr. minislio da Justica : Foi em cum-
pi inieiiiu de ortens...
O Sr. Mello Franco : He notavel que as
ordena do ministerio para reprovar o pro-
cedimenlo do presidente da Baha e do pre-
sidente das Alagss smente chegass-mi
luellns provincias depois que os respectivos
,i residentes del las se retiraran!) eu enxer-
go em toda essa successflo de actos, em lo
da esta historia um nflo sei que de miste-
rioso, de mqiialilicavel, que eu me nflo' ani-
mo a qualiiicar com o nome proprio... O
noiire ministro de eslrangeiros disse no se-
nado alto e bom som, paia que o paiz lodo
ouvissj, que o ministerio em cartas e ofii-
eialmente lilil reprovado o procedimenlo
lo presidente d Babia e concluto o trecho,
en qne tocava nesta maten, declarando
que esse presidente nao devia ser respon-
sahilisado, quindo o negocio lodo tinha a-
caliado com urna amnista. Eu lastimo, Sr.
presdeme, que o nnbre presidente da pro-
vincia da Hahia esteja hoje figurando em
todo este drama de unta raaneira nrotnpre-
hensivel, que estara muito li juila se S
Exc. se tivesae demiltido deste lugar de
coiilianca. $
OSr. Aprigio : Isto he o que os senho-
res desejam.
O Sr. Mello Franco: Em verdade, co no
quaiiQcar estas relac/W do ministerio com
um presidente que Unto figurou neste ne-
gocio, que lauto se comproiitelleii, quando
os Ciclos se do tilo claros, tilo ovideules,
que ringuem i o le duvidar...
OSr. Aprigio : Julgo muito ulil s pre-
sidencia do Sr. Goncalves Hartins.
O Sr. Mello Franco : -- P lo ser que o
nobre depulado sclte muilo til osla presi-
denc i; mas eu, que estimo o Sr..Goncalves
Martins, que o aprecio mullo, desejava nfi .
vd-lo presidente com un ministerio que Ihe
faz o favor de o amnistiar em pleno parla
ment, amnista que S. Exc. parece rece-
her.. O Sr. Goncalves Marllns lem mervei-
meutos reaes, pieslou muiosservicosa pa-
ciliracilo de Pernambuco, qflo preciajva da
ainnisti do nobre miniat|S> dus negocios
eslrangeiros. E iiuanlotfpiesdeiile de Per-
nambuco fazia o utesmo, quando os sobres
deputados pela Baha, e enlre outros o Sr
Wanderley, cuja upimSoeu respeito muito,
declarou qud nilo quena dizer tu lo ; otas
inanifeslou-se bastante para maautonsara
jionunciar ainda mais Uo que eu fago nesta
occasiao; como dizer-ae que cada vez se
slima mais que o Sr. Goncalves Marlins
coiitinuu a ser presidente ?
O Sr. Aprigio: potado ; para felieidade
da provincia.
O Sr. Mello Franco : Eu eotendo que
as posicOei quando de alguma manetra | o-
lej ser acoimadas, nflo direi senSo deex-
cessiva condescendencia, eu presumo, e -
crdito que conservar-se nellas nflo he
muito diguo de unihomem que se respaila.
Sr. presidente, qual he o aclo extraordina-
rio que o Sr. Goncalves Martin qui/.esae
praticar, que j nflo livesse sido t-xercido
pciw prcaiiie.uie de re nauuco .' Leonores,
nfiu seis bastante que 300 ou 400 cabecas
existam pronunciadas, que ,000 e tantos
recrulas lalrez em sua maioria indevida-
iiiente recruzados, tivessein sido expatra-
los do Peruambucu, que laUez 1,0 o per-
ataque de 9 de feve-eiro, quando he publi-
co qui perto de (00 desgraeados foram pas-
sados i espala depois que o ataque ji so ti-
nha dado ( rtrlamacots ), quando nilo ha
quem ignore que o presidente daquell pro-
vincia, hoje ministro da marinha, declarou
que lodo aquella individuo que tivesie urna
arma, poda entrar em qualquer casa dar
busca, e prender rebeldes, quando o cora-
ciio daquelle presidente nSo se commoveu
urna s vez em nenhuma circumstancia...
( Jpoiadas da oppositio. )
O Sr. Aprigio .-o nobre depulado nSo
tem craclo mais humano....
O Sr. Mellfi Franco :--....quando sabemos
que o Sr. Honorio, chegando provincia, e
mandando visitar as presigangas, os mdi-
cos disseram que se admiravam de que al-
guem pudesse ter vivido nellas, quando os
llrasileiros da urna provincia Uo importan-
te, e quasi unnime em pensamento, como
a de Pernambuco, sflo tratados como Pola-
cos, oque sedeve admirar he que um go-
verno exisla que julgue conveniente eonu-
n"ar no caminho dos processos o do exter-
minio, em urna occssiBoem que seus maio-
res esforcos deveriam ser feiios no sentido
de reunir a todos os Brasileiros Exlermi-
nio no interior, liumiliacflo no exterior;
que stuaeflo lerrivei.'.., Sr. presidente,
alm de tudo isto, V. Exc. saltea maneira
pela qual se decidi ali a respeito dos indi-
viduos que se echan hoje condemna los ;
V. Exc. sabe a maneira porque seorganiaou
o jury om Pernambuco.
Vm Sr. Oepvtado :Me cousa velha.
O Sr. Mello raneo Porque o nobre de-
pulado se acha assentado neslaa cade iras ;
mas nflo he velho para aquellos que estSo
morrendo de fome e de se le.
O Sr. Oliveira :Quem foi que morreu de
fome ? Diga o nome.
O Sr. Mello Franco :--o nobre depulado
lome a palavra e me conteste
OSr. Sousa Franco :Apoiado.
O Sr. Oliveira :Pois bem.
OSr. Figueira de Mello : Basta um aparte
para contestar.
O Sr. Helio Franco :0 Sr. he Pemamhu-
cano, e acredito que nflo pJe deixar de
commover-se,...
O Sr. Figueira de Mello :--N8o tem prova-
do qusnio itisse.
O Sr. i//u 'renco :He o nobre deputa-
do cnefe de polica de Peraambuc quem
dlStO?
O Sr. Figueira de Mello :Sflo decla-
macOes.
U Sr. Mello Franco :Eu me horroriso do
procedimenlo que se leve em Pernambuco,
do procedime lo que leve o ebefe de poli-
ca daquella provincia.
O Sr. Sottao Franco :Apoiado.
O Sr. Fitueira de Mello :-l odo legal.
OSr. Mello Franco:U nobre debutado,
que he Pernuubucauo, que battmunhou
lude quanlo la uccorreu. mo pode aem du-
vida approvar que o exersso de crueldade
cltegaaae eut au provincia ao ponto que che
gju, como s-biiii te toa aquel I es que acuiu-
pniiiiaraui ese historia eiisaiigueulada.....
(I Sr. Presultnle :Eu peco que o uobr.
depulado se cuija a mate, ta das inlerpel-
lacOes.
O Sr. Mello Franco :He um dos objectos
annunciaooa ein minha iularpellacflu ; V
Rao. sabe que'etl ful sorpreaJido, e agora
ne que eslou dizen lo alguma eousa unica-
meiiie para respunler ao Sr. ministro da
justica
O Sr. Figueira di Melle :-Eslu lou muito
mal a licflo.
O Sr. Mello Franco .-Quando exisle este
assasmalo jurdico com o nome de julga-
iiieniu decretado com juizes designados, o
que adtnia, se dimes, he que os nubres de-
butados por Pernambuco nflo auxifiem ao
individuo qiMjpin a honra de se diiigir a
casa, para com ella implorar justica para
urna provincia tilo di.tmcla, justica para
por termo I peneguicflo de Brasileiros il-
lustres por tantos ttulos.
Sr. presidente, estou fatigado, masantes
de terminar eslas observacOes, pergunlan i
a V. Exc. o que resli desie decreto de
amnista ? O quejdisseo Sr. aiinislroda ma-
riuha aqu, e boje repeli o Sr. ministro da
juslica, ou o que disse o Sr. ministro dos
neglos eslrangeiros no senado, isto be,
que esle negocio tinha terminado por urna
amnista; ou finalmente, o decreto do Sr.
Honorio prometiendo oitn cotilos a que
prendesse o capit.io Pedio Ivo .*
Sr. pie* i denlo, eslou escessi va mente fali-
gado ; ponh o termo aqui as nimbas obser-
vaces; V. Exc e a casa me bflo do fazer
justica, o publico julgar o procedimenlo
a presanc o clual administrador e 0 ad-
virtis da minha parte, do nao se introlu-
tlr no governo das em mais do que Ihtoca, e que cunt* logo
em oomear um recente e os mais ofllcisea
do hospital, habis ecapazes, aiivenindo-
vosqne deveis ter um especial cuidado na
alministracSo deste hospital o nascontas
jue todos os anuos com igual advertencia
levis tomsr so regente averiguando a sua
'*nda como se cobra, e se ha descuido na
rrecadaclo dos juros e na seguranc* das
lvidas, e que ohrigueis an administrador
a entregar ao hospital o valor dos 2 braco
le prala. que nelle estavam, e ludo o que
tem tirado a elle periencente e tambem pe-
la ralla do dinheiro dado a Juro sema se-
uranea e cautelas necessarias e que se dei-
xou de cobrar por sua colpa ou de seu pai,
havendo-vos ni-to com particular adverten-
cia ; dando conta do que a este^fcpeito
obrardes pelo meu conselho ultramarino,
por onde tambem a daris conhecendo que
eate administrador continu em alguma des-
orden! ou so mella nos negocios do hospi-
tal mais do que deve e Ihe he permHtido pa-
ra fazer o que liver por mais justo e conve-
niente. A rainha Nossa Serihora o mandou
pelos conselheirn; de seu conselho ultra-
marino abaixo assignados, ese passou por
duas rias.Jeronymi Jos Coma de Moura.t
Tez, em Lisboa, aos 7 de novemhro de 1782.
Oaecreurlo-Joapuini Miguel-l.opea Lavr* a
fes eemmtutr. Luis Jote toarla *<. ~oio
"tftS'ttCiUUo.
saapacho do cooaelho ultramarino de 16
te outubro de 1782.
E nao se coatlnha mais em dita ordem re-
gia que eu Maooel Rlbeiro Gulniaraca de Aia-
blde Queiroi, eiertvao da correlo da cidade
de Ollntta e eu laaos e villa de Santo-An-
tonio do atcelfe por S. M f. que Oeos guarde,
bem e lie I traalael da propria que me foi en
trege pelo Dr. dCsembargador ouvidorferal
e corregidor da oomarca. Antonio Jos Pereira
barroso de Miranda, dette escrevi e asaignei
neata aobredba villa de Sanlo-Antonio do Ke-
cife. aosK dia Jo mez de gosto da 1784 annot
Kirrevl eaaalgnrl em f* de verdade. Minocl
Ribeiro C.uimanU i AUhidt Qurirot. K mala
je nao coniiuha em dita ordeui regia que ae
acha regiairada Uo livro o% raialutua do hoa-
pilal de Noiaa Senhora do P.iraiao aa qual me
reporto, que o loruel a entregar ao apretaran
ie e val na verdajAe a preaentc sem cousa que
faca duvida conferida e concertada na forana do
rstylo que aubaerevi c aiaignei neala viili do
artife de Peraambuc, aoa 16 de abril de IHI(
annot Fia racrevjr e attigaei. Ettava o aig-
oal publico Eiu teatemunlio de verdade e con*
certado por niim tabelliau. -- afano l Pi'iirt
Dlra.Menotl Antonia Lofet MegtUiie:*
eos de coro sem rozelas, edm diamante,
um annel e urna liga de prat, um coracfio
que parece de metal dourado, urna crte-
ra nova, pequea e vaai, para algibeira,
lous cortes do calcis de brim, 6 varas de
na lipolflo, um lenco de Soda de corsa, um
lenco prelo parlldo para grvala, duas e
neis varas de bretanXa, um par de taman-
gos novos, tres meadas de linha deroriz. e
nais diversos obj-clos de insignificante
valor : o que se annuncis para conbocimon-
to do seu dono.
As malas que deve conduzr
o vapor kffonso para o llio-de-
Janei'o e Bahia principiam-se
a fechar hoje (l ) s 3 horas
la tarde, e recebe correspondencias com o
porte dqplo al s quatro horas.
rtiLMitro de S.-Kraiicisco.
BKIL\S ARTES.
O director, lendo ja um nemero sufficieii-
le de sssignsluras, va darcomeco aos dl-
verlimenios no dia 22 do corrente: ainda re-
cebe assignaturas no mesmo Iheatro, dss
horas do dia ate s 6 da tarde. A hora do es-
ject.culo sers antes annunciada.
COMMERCIO.
ALKAMDEA.
Kendimentodo dia II. .'
CONSULADO GEIIAL.
Hend ment do dia I*.....
Diversas provincias......
10:298.532
2:S7.53
2:597,901
RECEBEDORIA DE RENDAS CEBAR
I.NTEBNAS.
Iteudimento do dia U......1:714,7*1
CONSOLADO PROVINCIAL,
liendlmento do dia II......,9:275,019
i ovi memo do Porto.
Fundeou no LameirSo urna barca Inglez,
do depula jo da oi.posicflo, e apreciara a re- "lio teve cummunlcacflo com a Ierra.
solueftu de S. Exc. o Sr. ministro da juslic.
O Sr. Sonsa Franco.-Muilo bem.
O Sr. Aprigio :Muito mal.
(t'un/i'nu&r--Au.j
iiambucanos livessem pago com a vi Ja seta "/j>' ',"_" "' *''""T'""
erro ; nilo baslava tudo isto a um govero *iMo Aniun; *"' *'
prudente, a um governo que soubesse con-
sultar os verdefle os interesses do palz i O
ministerio, que aconaelhou ao poder com-
pleme para decretar a amnista peta ma-
neira por qu nos vimos, quer muilo mais,
manda continuar os procesaos, quer o ex-
terminio da briosa provincia de Pernambu-
co, como por mudas vezes te tem dito sem
allender que assim, em vez da paz, aecu-
mula combuslivel, e piomove carta vez mais
a desuniSo dos Brazileirot ?! Sr. presdeme,
quando nos sabemos que desgracedauvnle
a provincia de Pernambuc foi levada a es-
le paseo precipitado em consequencta de
urna inudanca inesperada na poltica, em
consequencia de tiumeacOes feita surdi-
ua de individuos criminosos, luimuaduse
malquistos em dillereutes lugares da pro-
vincia de Pernambuco, quaiiuo deverauo
PE NAMBUCQ
ADMINISTRACAO DOS ESTtBKLECIME.N-
illS HE CAIlllUDr:.
Em addilamento aos documentos que se
tem publicado (cerca do hospital do Parai-
in, de cojos bens prelendem os laerdeiros
do marquez do Hecife ser proprietsrios, se
P'J.:.^.": C CC-".^iw ilaiau t.'anaui tpio pa-
ra conhecimunto alo publico. ;*
A'iininisirco geial dos estabeleciuien-
tns de caii lade, I* de agosto de 18S0.
Francisco Uciinhafereirn, presidentA.-'odii
Pinto de Umoi Jnior, esCrivflo interino.- -
os Pire* Ferreira, tbesoureiro. Dr. Sim-
Copla de urna ordem regla.
0. Maris por graca de Oeos, rainha de Por-
tugal edos Algaves, d'aquem d'alm, mar
un frica e de Guie, &c.
Ec "her a vos, ouvidor-gersl da co-
marca de Pernambuco, que se vio b quein-
formasles em caria de 93 de noventn do
uno de 1782, erar observancia da miaba rea
ordem de 6 de novembro de 1780, sobre i
representado do padre Antonio Gurjflo em
que me tinha ex^usto as desorden* ratici-
das na adiiiiuistracflo e na regencia dos bens
da Igreja de ranaaa Sanbnrg An Paraizn.
San-JoSo-de-Deos e do hospital a ella ne-
xo, instituido por D. Ignez Barretoe seu
li 1 lio Dom Francisco de Souia, e sendo tam
bem visto um requeiimunlo de Eslevflo Jos
i'aes actual pa Iroelro e a Iminislrador da
dita igreja e hospital, os docu i.culos que a
Navios sekidus no dia U.
nio-Crsndo do Sul Brigue brasileiro Ma-
fra, capitSo Jos Joaqun) Dita .ajos Pra-
zeres, carga varios gmelos. PaSSageios,
os Brasileiros Manuel JoSo de Amorim r
Vicente Anaslacio.
llio-de-Janeiro Barca americana Antelo-
pi, capitSo R. D. Wlnte, carga a mesma
qaje Irouxe
Navio entrado ao da 15.
Tamandar 6 horas, vapor de guerra bra-
sileiro Thetis, commandante o capilSo-
tenente Antonio Francisco Pereira. Con-
duz 4 officlaes, 91 pragas e 3 recrulas do
quinto batalhSo iecacadores de primeira
linha k
Navio sakidt na meimo dia.
Aracaty lliate nacional Duvidose, mestrr
Jos Joaquim Alves ds Silva, carga varios
gneros. Passageiros, Jos Francisco Li-
ma, Jos Rodrigues da Silva, Manoel Eran
cisco Arrula Alexandre G-imcs da l'ai-
xBo, Brasileiros.
Observaeto.
Avisos martimos.
K DITA ES.
chamada mMtituicCof' e moderando as penas impostas aos reoslbemos do massacra que houve no Hecifei procura lor de minha fazeuda, sendo ouvi-
condeinaados porseojjDuca, a Ifeito a sangue-frio depois ue terminado oj do: sou servida ordenar-ros, cbameis i tos-
Pela inspectora da alfaadega tfn
publico que, no dia 17 do corrente, depois
do meio-dia, e na porta da mesma, ae lia de
arrematar em basta publica tres duzias de
charuteras, urna duzia 18,000 rs. tota'
51,000 rs.; U carteiras, urna 3,000, total
42,001); Ires dutiaa de caetas, urna duzia
2,000, total 6,00); e 24 duzias de bonetes de
panno para homem, duzia 9,000, lolal
216,000 : tudo impugnado pelo amanuense
Goncalo Jos da Coala e S, no detpacbo
por factura sob n. 821 de 13 do corrente
endodila rrmlae.an iy;;lz z -"ltO.
Alfandega de Pernambuco, 14 de agosto de
1850 --0 inspector interino, Uent* os Fer-
nandts llarros.
~- Pela inspectora da alfandega se faz pu-
bliccoque, no dia 17 do crrenle, depois de
meio-dia, porta da mesma, aa hfio de ar-
rematar doze chfeos de pallia de Italia.
cordeles e forros para oa meamos, por f.c-
tura um 1,600, lolal 19,200, impugnados pe
lo ajudante. dos coafarenlea Firmino Jos
de Oliveira, no despacho u 213 d* 14 do
corrente; sendo dita srremsugflo suieita
aos direitos.
Alfandega de Pernambuco, 14 de agosto
de 1850.-O inspector interino, Bento ote
Ftrnandis Bari+s.
-O patacho Astreasegu visgem em pon-
eos das psra o Bio-Gr.nde do Sul, podendjo.
receber alguma carga a frete : qu ;m pre-
tender carregar, enten ler-se-hcom os eon-
signaiario, Bailar & Oliveira, na ruada Ca-
deia do Recife, n. 12, armazeao.
~ Para o Cear sahna, at o dia SI do
correle, s escuna nacional Emilia, de que
he capitSo e pratico Antonio Siiveira Naciel
luuior : psrs carca e pas-ageiros trata-se
com JoSo Carlos Augusto da Silva, na ra
la Cruz, o. 13, aruiazem, oucom oca pido
i borlo.
Segu viagem, em poneos das, pera o
Itio Grande do sul o brigue nacional Maga-
no, novo e de superior mareba : receba car-
ga a frete raaoavel, e lev asseiadoseomiaa-
los para passageiros : Irala-se com o eoo-
signatario, Leopoldo Jos da Costa Araujo,
na ra da Mnd, n 7.
Para o Ilio-Grande do sul pretende se-
guir obligue Piralinim, por ter parte de
seu car re: ment : quem no mesmo qui-
zer carregar, poder entender-ae com os
consignatarios, Amorim Irmfloe, na ruada
Cadeia, n. 39. I
yuem quizar carregar no brigue aus-
traco 4fi>, capitSo M Tadejevich, para Tii-
este, dirija-se ao tice-consulado austraco,
roa da Cruz, n. 4.
--Para o Acarac sahe o hiata Sonros,
meslree pratico Jos lisiioel Itolrgues, no
'lia 19, por ter tratado a maior parle da car-
ga : para o resto trata-se no trapiche do al-
odflo com o inestre, ou na ra da Cruz do
llecie. n. 24.
Segu viagem em poucos diss para
Cear a escuna Maria-Firmina, por ler O Seu
carregamento quasi completo : psra o resto
a psssageiros trata-sa com Jos Antonio
Basto
Para Loan da com escala
por II<>ssamedes
a nova, veleira e linda barca por-
tuguesa Bracharense,forradi e en-
cavilhada de cobre ; deve seguir
com mvjto bretidade: quem na
mesma cjuizer carregar, ou ir de
pasgsgem, para o que lem txcel-
lentes coinmodo<, dirija-se casa
n. G, defronte do trapiche novo.
Para a Bahia sahe, no Om da presente
semana, o hiate Amelia,: para o reste d
carga, trata-se coro o meatre a bordo, ou
eom Novaes & C, na ra do Trapiche,
n 31-
Para o Ass segu viagem por estes diss
o brigue-escuM naeioaal OUndn : recebe
earga a frete por ereco eom modo : trata-te
com Machado & Pinheiro. na ra do Viga-
rio, n. 19, ou com o capitSo Manoel Marcia-
nn SVrrera. na nr*
MMasBBaajajsisj
Leilao.
Jones Pa|nn & Companbla farSo leilSo,
por inlervencao do correlor Oliveira, de um
esplendido soitimenlo le lazen las iiiglez,
as irais proprias do mercado : seguuda-fei-
ra, 19 do corrente, s 10 horas da mauhfla
om ponto, no seu armazem, rus dotrapi-
he-Wovo.
Avisos diversos.
Oeclara^Oes.
-Pelssblciogscis de S.Jos .a> Reci-
fe, foi a ppreJjendido a Antonio Martin* Bal-
hoza, diversos nbjei'tosque confesas have
roubado a JosBaptf&u de Aluieida,osque.-
sflo os srgumies :dtus aneldes de oun>.
um Jaca luda apparelhads de prata, um pe
le IIrelias com crranles de prata, lies bu
lOes de ouro, 44,610 rs. em-diohero, un
cordflo de ouro com urna vara e qusrts, um
par de argolinbaa de ouro, um par de brin
-- Ns ra de Agoas-Verdee, n. 14,! sbra-
lo de um andar, dSo-se bolos do veudagem,
le todas as qualidades, a 80 rs. a pataca:
tambem la'a-se, e engomma-se por mais
n.rato prec.0 do que em oulrs qualquer
fcparte.
No da 8 do correrle desapptrecea da
l.ingoeta um moleeole de nome Anlonio,
tra-iro, de 22 anuos, de n'ac3o Mina, falla
nuilo atrapalhada ; tem o ros'o pequeos
em lalhos, silo e secco ; levuu cale de al-
zodflo cinsenio com assento azul, camisa da
"ila, bonete de panno j valno : roga-se a
quem o pegar leve-o ao mesmo porto da
l.ngoels a seu senhor, que recabar de gra-
tificado 40,000 rs.


tx-

.
Quem pretender vender os ns. 56, 57.
58. 114, 1*3. 1*. 1*5 e 1*7 do Diarto dn
G'vum de Porluyal. do nno dn 1848, pode
dirigir-se i ru da ",dela do Recife.o. *0,
terceiro n lar, dis 8 horas at meio di.
A rs os que ofereccu 200,000 ra. por
uw feh'ul. que aeachaem cai do Sr.
Meroz. pode entender-ie com o mesmo Sr.
pare effectuar o negocio.
Aliiga-se casa di ru doMondego, n.
5", rom qulro grandes sales, cinco quir-
tos grin-ies, sendo estes com anellai, un
intSo com os mesmos quarlos e janellas e
quat'o salOes, urna grande cozinha fra com
tres isnell'se urna porta, dous f..gOes. sen-
do un delles do ferro de duas chapas e o
oulro de pedraeral, tres Cornos, sen.lo um
dalles de ferro e os dous de podra e cal coen
Sor ts de ferro, grande quintal murado com
ores, larangeiraa, pnhei'as, tiguciras. ro-
meifs, bananeiras e ranelleira, quarto pa-
ra feitor, dito para pretos, estribarla rara
tres cavallos, um grande galiiiheiro de pe-
dra e cal, letrina deaboboda e cacimba com
boa agoa : quema pretender dirjase a
mesma casi, que achara com quem tratar.
No di* i5 do correte
I deseoieaminhou se um cavallo
[con arreios de eabriolel; por is-
>ao roga-se a peasoa que o pegar,
ou sooberoade elle esta, que aedirija ac
cheira atrs do Carmo, ou annuncie a su
morada para se Iba poder dar os eignaes
cortos, quesera bem gratificada.
O padre Maaoel Thomaz da Silva f/
publico, que a aua morada be na ra do Co-
lovello, a.73, onde tem aula publica, ealu
he que elevar aer procurado por quem qui -
zar tratar de qualquer negocio, Unto parti-
cular, cooio tendente aoseu magisterio.
--Precisa-se de um eaizeiro para repar-
tir po na ra com um escravo em freguezia
certa, por espigo de urna ou duas horas, to-
dos oa das demanhS, preferindo-ae um
que J lenlia pralica (leste aervigu: o que se
achar as circumstancia, eali-ngar a aua
eapaeidade, pode dirigirse ra larga do
HWnio, o. 18, onde te loe dir com quem
ae deve enten Jer.
Precisi-ae de dous andares com com-
mndos para duas familias, em urna das ruis
aeguintes : Cruz do Itecife, Cideia de San-
to-Antonio, Crespo, Collegio e ra Nova :
aaem liver par alugar anuuncie por eat
twth para aer procurado.
Precisa-se de urna ama de idade pra ca-
fa de pouca familia, para comprar e cozi-
riliar o diario de urna casa : quem estiver
satas circunstancias, dirija-se 4 Fra-de-
Drias, ra do Pilar, n. 70.
Na prag do llr juiz municipal da sa-
gun la vara, no da SI do crranle, as qua-
ti o horas da tarde, na ra Nova, se ha de. ar-
rematar a botte earmagUo do Joflo Perrira
da Silveira, por rxerugfio de I), alaria Anto-
nia da Couceigilo, pudendo lamben, qual-
quer'licitante arrematar porrOcs, caso nao
baja frrranatinta ao lodo.
O _pnor do convenio de N. S. dn Carmo
delta ei.ht le f,z scieule a tollosos foreiros el
peatearattveiMlas ao mesmo convento, que
nflo pagues toro senBo ao religioso Vr.
Kricb de S. Aera, que se echa autorisado
por n# eosn a competente procurado
iclentilica ao mesmo tenn o-a todo* os em-
tiegaooaqueserviram na feta de N. 8. do
aruro e Uu pairurclia-S. Eliaa, celebradas
este auno, se algum se echar ere lor do mes-
mo convenio, queira comparecer para sei
aatiafeitn.
Gonzaga & esquita fazem publico,
que de eommum acromo e amigav. Imenii-
leem dssolvi.lo a suciedad? que ent'e ello
navia na luja da ra do 1'asseio-l'ublico, n
17, Ufando a cargo e sobre a responsabili-
da Je Jo socio Mrsquita todas as iraiiacg>.>
Iiamlaa e por havrr. Pernambuco, 12 ir
agosto ,ro 1850. Antonio Carota di Mei
**tla. Luto hom Cnsela Jnior.
O aballo assignado declara, para maio
esclarec ment do publico, 'e das pessosa ?
ejuem posea tnteressar, que acha-se inleira-
Dieute desligado da sociedade que havia f> i
lo com Antonio Cardosode Mosquita na lo-
ja da ra do Paselo, ni 17, son a flrmt
comuieicial de Conzaga e Mesquila, e que o
socio Mrsquita be o nico habilitado o rea-
ponsavrl pelas negociagOes felis al esta
data, sobre o dominio da meama firma., lie-
dle, 14 de agosto de 1850. Lv.'z Tanta*
Gomiaam Junlv.
O amiuncio publicado no Diaria de Per-
nambuean. 18Jda 13 do cor rente inez, de-
bajso da reapuosabilidade do abano assig
nado, em que roga ao Sr. segundo lenle
l'aulino de Almeida Brilo de pagar o impor-
teda 34.500 rs em lugar por rile cunl)eci
do, be i ole ira mente falso, e originado pelo
equivoco do eaizeiro, que iguorava que se-
mellranle quantia ha muilo se acbava paga.
O abano assignado pede mil desculpa ao
mesmo $. lenle por uo.a falla uascida de
um terdajieuo acaso, que eslava longo de
prever; estando promplo a dar a cn.it ple-
na istisfagflo por um erro que muito o pe-
ualisa. fraucisca Simdei da Silva Uafra
Beseja-ie alugar 4 escravoa para o ser-
Ahiga-seo primeiro andsr do sobrado
da ra d Pcnlia, n. 99, a o segundo andar
da ra liireita, n. 20. com bons commodos:
na ra Direil, n. 93, primeiro andar.
Peljuio da prieneira vara do civel
rlests cidade, em o da m do correte, se
hao de arrematar as casas lernas nos Afo-
gdos, por execufSode Galdioo Joflo Jacin-
ilin da Cunha contra Jos, dos Santos Silvei-
r-a & Filhos, ror ser uliima praga. ^^~
-- No da 19 do frrenle, pelas 4 horas da
tarde, pota do Sr Dr. juiz de orphflos,
na ra estreita do Hozarlo, ir a praca a ar-
nagflo da luja n. 14 da ra do Queimado,
pertenconleaos herdeires de Luiz los de
Souzs, a requerimenlo do tutor.
-- l'iecisa-se de Ma ama para lodo o ser-
vico de urna casa djrpouca familia : no Ater-
ro-ds-Boa-Vista, n. 78, loja.
-- Precisa-se de cinco cuntos de lls pelo
i'spsaaBe 18 mezoa, pagando-se mensa I-
luinliro premio de um e meio porcentoao
rnez ; off i'a em um dos melhores sitios, por ser mni-
to bem plantado, ler ptima casa, cocbeira
<-om grande estribara para cavallos, casa
para escravos, baobo e b-i para capim ,
etc., sendo muito perto desla praga : esta
l"Saibarasado por nSo ser njeito a menor
dependencia de outrs pessoa que nSo seje o
seu proprio dono; que fazodilo negocio
para salaar varias conts que deseja pagar
quanto antes : a quem convier fazer a dita
oipotiieca declare a sua morada para aer
procurado.
"mmmwmmmmmmm m-wmwwmm
Homoeopathia.
!Na Bahia rsereve o lr. Mell' lloraes
um jornal liomceopatliico intitulado!
MF.DIC lio i'iivu, ro qusl se desenvol-i
vein as qurstes da medicina liomcoo-
Spathica, e se d.lo preceitos praticos pa-
ra o curativo das enfermidades.
No consultorio central homccopalhi-
jce de Pernambuco, ra do Trapicne-
>ovo, n. 15, recebem-se assignaturas
.apara este jornal, a 2,000 rs.' por tri
mestre.
'5:
!
vicodecampo, muito perlo da cidade: o. Bm m0 ealade, poia j se concertaran) al
ra Nova, u. 67, segundo andar.
Itoga-saao Sr. Jos Viaira de Oliveira
Maciel, que por sua bondade naja de man-
dar levar a retosla da caria no largo da
nbeira de S.-Jos, venda, poia os purla-
d()IA >* nfl a miprem mata ir rrnpnrir 5w
teuenado.
-- Segunda-feira, 19 do correte, val
praca, t porta do doulor juiz de orphloa
aupplcnte, ni ra eslrcila do Ruzario, um
navio Com ludo ot seu pe. linces, seis
escravotda Iripolacflo oo mesmo navio, di
nkus KrMciaco, /os, Sebastiao, Manocl,
ionio Mozambique. O navio
eslt Uo Ko t?5&j-jialtos.
Precisa-sede 400,000 rt. a premio d-
um e meio por eenio, dando-te por bypo-
tlieca una casa r q liver anuuncie.
-- l'i ecisa-te de oflciaet de encadernador:
na praca da liidepe!ideucA{Ln. 12.
Fiecisa-se de una P/efa quitandrira .
paga-se be.u, respousabiliandu-sa seu te-
nbor pelas faltas ; na ra da Cruz, n. 23,
primeiro andar, das 9 a 4 lloras.
6 ir: mmmww mummwtms
Offerere-se um rapaz brasileiro que sa-
lle eacrever e contar para ixeiro de qul-
|uer estalieleeiaento, o qull lem boa con-
lurta, e livra de qualnurr servigo : quem o
reiisar, dirija-se a esla lypographia, que
*a dir quej. he.
Precia i-sede urna pessoa |para morar
em 1 sitio gratuitamenle,confor.no i s anuos
que contratar: quem pretender, dirija-se
ao primeiro becco d.i Camboa-do-Carmo,
n, I.
Naris Joaquina Romualda faz scicnte
ao respeilavel publico, que seu marido Joflo
francisco dos Santos, s lem na ctst fr-
rea da rut da Roda desla cidade, n. 24, a
quantia de 321,000 rs., poique sendo a mes-
illa casa avalfda em 1:499.305 rs. as par-
tildas a que se procedeu judicialmente por
livorcio que a annunriante oliteve, roube a
esla a quantia 1:175,305 rs daquella ava-
liago. K porque a auiiuiicitntu nflo prelen-
t vonder oque Ihe perlence na dita casa,
fazo presente,alim de que ninguem a ne-
gocie toda.
Precisa se de um caizeiro que tenha
pratica dtenla, de 19 a 16 aunoa : na ra
da Aurora?". 58.
'Aluga se urna escrava insigne cozinbei-
ra, que lava eengoaima SofTrivelmenle :
na ra do Collegio, si. 25, segundo andar
"Pncisa-se alugar urna preta para ven-
der na ra : paga-so beta : na ra das Cii-
oulat, n. 29.
--O Sr. Antonio Jos deSouza tem urna
carta, vm la de Lisboa, ns praga ds Indepen-
dencia, n. 3. t
Aluga-se o trmazrm do sobrado, so tul
Ja fundicflo inglez, em Fra-de-l'ortae :
na Liugiiela, arniazein li 8.
Aluga-se um sobrado com grande quin-
tal e l'om lianlio, no lugar dos Anubados,
em Olmda, n. 1 :quem pretender, dnijn-se
noltrc fe, na Lngoelt, armaiem n 8.
Alugam-ae duas grandes casas novas
teeni porta para dentro, e est em urna mi,
para grande familia, com bons quinlaes mu-
rados, no lugar do Arrombsdn, em Olind,
n 16, a quallem grade de ferro na frente :
quem as pretender, dirija-se no Recife, na
l.ingoela, armazem n. 8.
Fabrica de asphalto, em Fdra-de
'orlas, em lenle do chafarit da
ra do Brum.
Rita massa tem a vantagem de servir pa-
ra toda a qualidade de obra, e lie na venia-
Je ilegrandeeciiuoainje apezar de ser maiaj
caro du que 0 lijlo, he mais barato do que
a pedra, por ser de eterna durag'io.e de mais
perteieAo, como ae v na calcada da ra No-
va, do Se. Roberto, e em outras obras par-
tiawares. UtSrt. deengenhoeproprietarios
pdem aproveitar para ladrilhar casas, tr-
ricos, passeiot de rutt, pira o perfeicoa-
menlo da cidade, tanquea, igrejas, enea lla-
men tos de telhados, por esta maesa vedar ss
agoa, soleiraade sacadas que ae acharen)
afumas; assim como se pode fazer terreiros
para seccar estucar em grande escala, e ce-
reaea com paies no mesmo terreiro, estes
subterrneos, vaos de assentamentos de
caldeiraa, e outraa obrat: para tratar em
una aorica.
Por ordem do Sr fiscal foi removida da
ra da Cadeia de Sanlo-Anloniu para a ra
da Concordia a venda dos liurrot < por isso
ot Srt prrlendentet all tetlirljain para ver
e justar alguna que anda jeslam.
Aluga-se um grande litio a margem do
rio, confronte ponte dvUeha, com gran-
de cata para qoalqner familia, estribara pa-
ra qualio cavallos, boa agoa de beber, gr- n-
Je balsa de capim, acbando-ae parle delle
pianlido e algoina arrores de fructo, por
prest) muilo cummodo no armazem da ra
Nova, n. 67.
Alugam-se tret pratos mocos e potstn-
tei pira qualquer servido, sendo um delles
cozinheiro a canueiro : na rea Nova, n. 67.
Aluga-ae aa bem e aprativei sitiu no
. I lugar du Cordeiro, a aiargem do rio Capiba-
Jos Viel.a de Arauj.],, coni D0. CM,Vquartu par. fritor/aen-
para tres ca-
rdim eom flo-
rea, pomar, Uaalanle liorl.liee, e bailas com
ra.iim .- irata-se na ra do Queimado, n 30,
>egundo andar. ^r
I'recisa-se de um feitor, que saiba tra-
tar de hori, pomar e enchvrtar : no Alerro-
melhor goslo, o ,ior mais commodo prego
do qne em outra qualquer parla
-- Precisa-ede um homcm qife entend
de sitio : no Alerro-da-Boa-Vista, n. 54, ta-
berm.
fCej> $)#
# U !)r. J. S. Sanios Jnior,^
^medico homoeopatha, ultima-^
mente chegado esta cidade,t>
*mora na ra do Crespo, n. io,j
? primeiro andar. m
ttevtfcrt o 9:Q99*mmm
Duguerreolypo
Do artista \iigtislin Leltarte
Tin retritos, piisagens, copias, etc., des-
de o tamanho o maia pequeo al 10 polle-
gadas ( tamanho que aqu anda ninguem
lirou J e muito superiores, pela invengan
de llagueneor, tanto em fumo como colo-
ridos, em qualquer occasilo, e em muilo
pouco lempo, pois queem 12 segundos p-
de-se ter um retrito e muilo permito, e sen-
do paisagens ou copias tiram-se em muito
menos lempo, afirmando e garanlinln, lan-
o a dura huida de daa cores, romo a perfoi-
latemelhinca i o metmote ohnga a ir ti-
rar em qualqner can e qu ilquer hora. As
pessoas que se dignaren) procura lo, pdem
dirigirse ra da Cadeia, n. 26, terceiro
andar, das8 lloras da manhSa l 4 di tirde.
Agostinlio l.eltarrte, tendo de retirar-
te para o tul no primeiro vapor, participa
ao reajieitavel publico, que as pessoas que
equ'zerem utilisar do seu presumo o en-
conlrarfloem sua cata, na ra da Cadeia. O
mesmo parlicipi que tem umi machina com
lodosos seus pertences para vender, e obri-
ga-se a ensinar t quema comprar : quem
quizer, dirija-se i sua casa.
Precisa-se de um preto ou prela rara
andar-enm fizendis, e u lb pessoa : na ra
do Hospicio, n. 31..
A cidade de Pars.
Fabrica de chapeos de sol, ra do
Collegio, n 4-
J. Falque participa to respeilavel publico
desla cidade, qun elle lirio o teu novo es-
ta beleeiment, onde se encontrar sempre
um grande e bonito son imenlo destes ob-
jeclus dos miis modernos e variados, como
sejam : chapeos de sol para homens de se-
das chamalotadas e lizas, de cores e pretos,
ditos de annagilo d'ago muito foiles cu ir
sed-s de Ui-las as cores, di US para senhoras
de sedas lavradas e lisas, com franjas e som
ellas, cures muilo lonitas, -dito ditos de
panno imitando seda, com franja esem el-
la, ditos de patuiinho para homem com ar-
magflo rica e ordinaria, mu tmenlo de ben-
galas de todas as qualidade, baleias para
vestidos, colletes e espartilhos par.i senio-
ra. Na mesma caaa conreria-te o cohre-te
toda a qualidade de cha; eos de sol e benga-
las, paraos quaes lem boa sedas e pannos
em pe^as : todos estes ohjectos vehdem-si
em porgfloe a relslho, por menos prego do
que em outra qualquer parte.
fe Chapus de sol iSt
Riin to PasSt'fo, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sortimento destet objeetos de todas as co-
res e qualidades, tanto de seda como dr
pauninlio, por pregos confmodot; ditos pa-
ra senhors, de hom gusto : estes) chpeos
sSo feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricasfranjas de relioz. Na mesma
casa se acba igual sortimento de sedi e pan-
niuhos iu.'ilando tedas, para cubrir ar-
magOes servidas : todas estas fazendat ven-
de'u-se em porgo e a retallio : tamben se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
basteas de ferro como de baleia, assim co-
mo umbelas de igrejas: ludo por prego
commodo. Na merma casa hi chpeos de
sol de marca inaior, de panno e de seda,
pro^rios para feitores de eugenho por scrom
dos mais fortes que se p lem fabricar.
liupc l'ri lo ord'-iro.
Vende-se na ra da Cadeia, an
ligo deposito, nt *1rja de ferra-
gens de Antonio Joaquim Vidil.
Ao immhecer do dii 4 do corrente foi
fu;tida urna candi nova demadeirade an-
gelin), com 4o palmos de eomprida ; des-
confla-ae ler sido conduzda para as bandas
do norte, visto ler saludo urna jangada da-
queiles lugares no dito da : roga-se, por-
tanto, a qualquer pessoa que a encontr, ou
delta leniia noticia, entender-se com Joflo
Francisco de Alhayde, na ra da l'raia, n.
43, primeiro indar.-
Churu ios de S.-l-eliv
No deposito de charutos finos di Bahia,
na ra da Cruz, no Itecife, n. 49, veiiilein-.se
todas as qualidades de'buus charetos di
Baha, por mais barato prego do que em
outra qualquer parle, em raaSo de te man-
dar vir de cunta : afianca-se aes comprado-
rea pela qualidade, nolindo-se que tempre
te est recebendo novo a vanados sorti-
mento das melhores qualidides que, l se
fabrica as.
Precisa,-se singar um sitio porto d pra-
Cl. que tenha boa casa oarvoruios : quero
o tiver oquizr ilugar, dirija-se ruada
Cruz, nohecif. n. 27, escripiorio de Croc-
ci & Co npanhit.
--Rdgi-se aoSr. Joiquim Jos dos San-
tos, empregadu na capalazia do consulado
geral que vi nha pagar a quantia do 33,160
rs., a quem nflo ignora ; do contrario, lera
le ver o seu nome sempre nesta folha.
Aiuga-se o primeiro andar
da casa n. 46, da ra da Cadeia do
ttecife : a tratar na mesma ra, lo-
ja de ferragens, n. 44-
Precisa-se alugar um sitio pepueno per-
to da praga, ou casa com quintal solTrivel :
quem liver, dirija-se i ra Isrga do Roza-
rlo, n. 28, primeiro andar.
Compra*.
--Compra-sc ummolcque ladino, de 14
a 16 anuos : na ra Nova, n- 23, loja.
Conipra-se um armario de qualquer
madrira, mesmo de pinho, com portas en-
vidraoadas, ou sem ellas, que sirva para
guardar louga, e com slgum uso : ns rus
da Cruz, o. 48, armazem.
Compra-se em segunda mo, um so-
idii, urna meta de meio de sala, 2 cnnsolos,
12 cadeiras, que sejam dentro, ou de ama-
relio, mas quuestejam em bom uso : quem
liver anuuncie
Cornpram-se boiOes vasins que foram
de tinta : ua ra larga do lluzano, o. 35,
loja.
Compra-se urna preta engommadeira
e costureira na ra do Crespo, n. 12
Vendas.
< venua uu
M.
"ihici
ua
em Ufliaei-rta, vinda doMaranhflo : na riiaj,,,,, pirl iCravo, rslribsVii
hr-gM BH.ris.u.aa.sesuadoaiid.r. *,..{,0Jocvrc.do, lendoj.r
- ONere-se una niulher com muito rpm, baalaole liorUlice,
bom lene p>a criar, a qual nlo lem lilnos.
e he muito ssdia : ns ra do Calibouce,
n. 3.
Alugam-saalguna seravot, entre el
les um buiu eauutit : a tratar u* ra di
Vigario, a. 7. Na mesma rasa vende-te um
niulaiiuhi mucima.
Silva CoaUo, na ra do Alecrim,
n. a, acha-se embargada por exe-
cticib- de Joaquim da Silva Lopes
Antonio Sauer avisa tos seus amigns.e
freguezes. que de novo soicha de poseo d
cocheira da rde.d Guia, n. 1, onde pode se
procurado a qualquer hora do di, assrve-
rn lo a todos os Srs. que o favorecerem, e
Ihe confiarem os seus cavallos, de ot dri-
zar satisfelos, tanto no tratamento eile-
rior, como no interior dos asesaos. Ao ci-
ma dito nada mais accrescenta, porque he
bem conbecido nesta praga.
Lotera da matri/ da Boa-
Vista. i
O thesoureiro desta lotera annuncia ao
reapeitavel publico, que muito breve tem
de marcar o dia do andamento das rodas :
as pessoas que term tullirles apartados os
nflo buscar quanto antes, do contrario se-
rflo vendidos. O retante dos mesmos a-
cham-se a vend nos lugires ji aunuucia-
dos.
Ja-BOa-VIsU, n. 33. Precias-se de um pequeo de boa con-
-NaruadurTangel, n. 43, fazem-se es- duela, para c.izeiro de venda! no Alerro-
paosdores, tanto lisos como crespos, do di-Bm Vista, n. 80.
Fazendas baratas.
Ni ra do Qoeimado, loja n. 3, esquina
do becco do l'eize-Frito, anda ba para ven-
derchitas de cOres Itxas.cambriias e cassas,
pelos bayatissunus pregos -j innunciados ;
e bem assim ha panno lino cor de rap, d
muito hoa qualidide, a 3,600 rs. o cuvado
cortes de razinela de lislras, imitando csze-
min, a 2,240 rs. ; ditos de lila, a t,'J80 rs
lito de linio l riscailos francezes, a 180 rs o cova lo ; lin-
dezas, a 180 is. o cuvado lust'im, a 160 rs.;
cliil, n 120 rs ; madipnlflo para forro de
sapatos, a 1,600 rs. a pega, e a 80 rs. a vara ;
liretauba d algo Iflo, muilo boa fazenda, ;
160 rs. avara; excellenlcs lingos de sed.
pretos, #. 9,000 rs ; ditos decores, a 1,280
rs ; e um rvsto dos cortes de chita de 13 cu'
vados em relalhos, pelo baratissimo prego
de 1,280 rs.
Vende-se 18 esdeiras, um sof, urna
i esa Je meio de sal, duas bmcas : ludo de
Jacaranda o por prego commudo : na ra do
l'ogo, sobrado n 18
Mi I lio novo.
Na ra do Rangel, armazem n. 38, ven-
de-se milho a 3,000 rs. a sueca, e arroz pi-
lado a 1,100 rs a arroba.
-- \A\ jc-se uina preti moga o de bonita
figura, de nagflo, que cozinha o diirio d
urna caaa, e lem principios de engommado
coslora : alianca-aa nflo ler vicio neni
achaques : no becco do Tamlu'a, defronte da
easa de capim.
Aos Srs. estnd .ules de prepara-
torios.
No Aterro-da-Boa-Vist, loja n. 58, acha-
ro livrog baratos, pioprios para as classes
que frequeolam.
A loja n. 4j Mi ra do Queirt:ado faz
scie ite aos seus freguezes. que Chegou no-
vameule urna factura de caizas com vas
de cera do curnauli 1 de superior qualidade,
n de 6 em libra, a 320 rs. a libra, em caizas
de urna arroba ; bem como ue carnaub,
pura muito bem Irabalbidas, de 6 cm libra,
e pelo 111 mu o prego.
A c>sa do liv.ro azul acaba de
receber pelo vapor Bahiana as
seguintes o'irasTmportantes :
Primeiras linh'as sobro o pro^esso civil
brasileiro pelo doutor Souza Pinto, advo-
cado no l'.o- le-J -neiro Ai primeiras li-
nhasde l'ereirae Souza de I11 muito que en-
tre nos estilo sem utilida Je, por isso que a
ui'ssa organisafflojii.iiciaria ln muito di-
vero da que em Portugal exislia no lempo
em quj ala excellente obia foi esenpti
A obra qun ora "se offerece suhslitue per-
feitaitlcnle as amigas primeiras lindas.
Cuia pratica do povo, no foro civil e cri-
11.c brasileiro, contendo um formulario
completo de libe los e peligos summarias,
lutot, termos, etc.
Iloutrina das scgOea de Corris Telles,
qurla edigflo consi leravelmonte. augmen-
tada e expressamente accommodada ao foro
do Brasil, pelo doutor Souza Pinto.
Aponlameulos sobre o processo criminal
pelo jury, pelo desembargaJor Pimrnla
meti.
Os mysteriotdo povo, romance d^ Eu-
genue Sue.
Kluber : droit des gens, obra mui impor-
tante e presentemente muito til, porque
trata bem da quesillo que ae agita nesta
eidailt) rom n cnsul fraripe M *!:;.
Conselheiro (el do povo, ou collecgSo de
formulas para qualquer pessoa saber regu-
lar-te em teus negocios.
Prixe forense ou directorio pratico do
procesen eivil brasileiro, conforme a actual
legislacflo do imperio.
A- Vende-se urna preta de nielo de 18 in-
que cozinha o diario de urna casa, la-
va de sahflo, e he boa quitandrira ; nflo tem
vicios nem achaques : o motivo porque se
horas da manhSa at as 2 da tardo na ra di
Cadeia de Santo-Antonio.
Carnauba.
Vende-so superior cera de cirntuba, em
porgo e a relalho, por prego commoJo : no
principio da run do Rangel, loja de cera, de
Alexandre Jos da Silva.
Vende-se urna propriad.ade eom mais
le meia lego de frente o mais de duas dn
fundo, no lugar do 8.-Benedicto, qne Tica
ao lalo de Pancllas de-Miranda ; a maior
parle da* ditas trras eslo em malta vir-
gen), de muitu boa producgflo 'i toJa a la-
voura : no largodo l.ivrainont n. 20, ou
no engeuho l'agK, a tratar com lliogo An-
tonio Rodrigues.
Ns loja do sobrado ama.-lio, na O
& ra do Uunimado, n. 29, ve>.dem-se, O
0 para aeaber, cortes de calca de case- &
0 mira a 3,500, 5,000 c 6,000 rs. ha- Q
rj vendo porglo para os freguezes es<- 3
r^ colherem. 0
Ven le-se um oilanto : na ra Augusta,
n. 72.
Na ra do Uvramenlo, n. 14, vendem-
so Utas com una libra do verdadeiro taba-
co simonte da Babia, chamado da Ca-
choeira. .
Vendem-se, na enliga loja de selloiro,
de Antonio Ferreira da Costa Braga, na ra
Nova, n. 28, defronte da Concelgo dos mi-
litares, tellins inglezes de patente, forra los
decouro de porcu, elistico, bordados o
lisos; silhOiis para montara de senhon, de
todrs is qualtdides ; estribos de metal
branco, ditos de latflo ; cabrgadas inglezas
loligas e chatis de livela cobcrla ; e ludo o
mais que pertrnce a loja de selleiro, por
menos prego do que em oulra quafquer
parle, por se precisar de apurar dinheiro.
Vende-se urna escrava perfeita engoma
madeir,equefz o mais irranjo de urna
casa; afianci-se su condueU : vende-se
por seu seuhor reliiar-se por docnle: na
ra larga do Itnzario, n. 35, loja.
Na ra de llorlas, n. 72, vende-se urna
colchado damasco encantado, nova, por
prego comino lo.
Lotera -do IUM-.de-
4 inciro.
Aos i0:O0(>,OO rs.
Pelo vapor fakiann, chegado do sol a este
porto a 12 do correte mez, recebemos os
mnto afortunados bilh-lrs, meios, quar-
to. oitavos e vigsimos da 10.* lotera a be-
neficio do diestro de San-l'e Iro-le-Alcui-
lara do Rio-de-Janeirn : na loja dn cambio
da viuva Vieira & Filhos, na ra da Cadeia,
do itecife, n. 24.
Sapalo 'si MH> rs. O par
No Aterro-da-Boa-Vista, n. 58, loja de
loflo Tihurcio da Silva Cuimarflas, venden)-
se sapatoosdo Aracaty, dos melhores que
tecm vindo a este mercado, pelo diminuto
uceo desmi rs. o narj su otos de lustro
p pelles de couro de lustro, di 3,600 a 4,000
rs. ; ditas de bezerro frauce/, a :i.O >0 rs.
Na ra da Mo la, armazem n. 15, ven-
lem-se meas barricas com cal virgem de
Lisboa, a mais nova que ba no mercado,
por prego commoJo.
Cli l'dquequer.
Este cli brasileiro, de.superior qualiJadd
e delicado gosto, he fabricado na fazenda
loSr. senadur Aureliano, prximo ao rio
l'aquequer, na provincia do Itio-de-Janeiro :
veude-se em litas de una e duas lihr..s ,
2,560 rs. a libra : no pateo do C.oll- gio,
casa no livroazul.
Venl-se urna negrinha delOannos,
com bom principio de costura; urna linda
mocama, de15annos, com hihilidade de
coser e enoomiiiar ; 3 prets boas quitin-
deiras; um elegante moleque e urna prela
comera: no pateo da matriz de S.-Anto-
nio, sobrado, n. 4, se dir quem vende.
Vendi'-se, na escadinha da alfandega,
no armazem que foi do Bacelar, superior
cera de carnauba, a 7,000 ra. a arroba, di-
nheiro contado, por causa das duvidas.
Ao honrado corpo de
commercio
Cdigos do commercio brasi-
leiro, imprsso na lypographia
nacional por ordem do governo :
vende-se a 5,ooo rs. cada um, nu
|in!i > uw vjcgiu, casa do livrt
azul.
Vendem-se 5 melequei de 12 a 16 an-
nos ; 4 pretos de 20 a 2 annos, sendo um
delles ptimo sapateiro ; um pardo com
principios decarpina.de 18annos; 8 pre-
laS com Iguanas habilidades, e que afio
.ropias -parailodo o servigo : na ra do
Collegio, n 3.
Vende-se urna preta de nagflo, de 90
veude se dirt ao comprador: na ra da annos'de idade, lavadeira.'engomma, cote
Concordia, passando a pontezinha, a es-|cozinha o diario de urna casa, e vende n
querda, segunda casa terrea* se dir quem
vende.
Vende-se um preto de nagflo Costa,
moga, bastante robusto, proprio para pada
ra, ou lelinigflo : da-seem conta, por ha-
ver prensilo : na ra do Rangel, n. 38, te
guodo andar, se dir quem vende.
Hunos mansos.
Vendem-se bunot mantos e gordos : na
ra do (jueimado, n. 14, ou ao p da ponte
da Boa-Vila.
-No armazem da na da Moda, n. 7, ven-
de-setal em pequeas poiges.
-- Vendem-se vacc.s de leite muito boas e
proprias para dar leMe por terem os he-
zrnos pequeos e ett-rem bem nutridos,
ssioj como asmesmit vtccis : boje dai 9
ra: a (rolar na ruadas Roas, no furia do
Mallos, primeiro sobrado do lado rsquerdo.
--Vende-se a veidadelra agoa da-, caldas
da rainha, viuda de Lisboa rea barca l.i-
l'ira, optirrra para molestias do estomago :
quem pretender, enieada-se com Jos- aii-
tunesCuimirfl.-s.
Vendem se missaes ptrt mJssa ; ni ra
da Cacimba, nu armazem por bano rioso-
bradodoSr. vigario Barrcto.
Na Loja da ra do Queimado,
numero 3,
defronte do becco do Peixe-Frte.
O novo administrador cata resulvido a
vender as fazendas pelu mais diminuto pre-
go possivel; e para maior eommodidade es-
tara a loja aberta ate s 9 horas da noite.




AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores escuro deelgo-
dSo.propriospi.ra escravos, por seren de
muiladureefio, relo diminuto preco de 640
rs. cid* un r..\ rus do Crespo, esquina
que volta para cadeia.
-- Chegararo notamente 4 ra da Sen-
la-Nova, n. 4>, relogiosde onro e prata
lente inglez, para homem o senhora.
Vendem-se amarras ae ferro: na na
da Senzalla-NoTi.n. 49.
A 5oors.
Vende-se cha hysson de superior qnalida-
de, pelo diminuto preco de 500 rs. a libra:
na ra do Crespo, n. 23.
Massas de vapor.
Aeha-se aherlaa padaria da ruado Bur-
gos. Forte do Mallos, na qual se achar
diariamente todas aa qualidades de massas
finas, trahalhadas por machinismo; tam-
ben) se fabrican) excedente pfio e holsxi-
nha de aramia, ditas inglesas, bolaxes
quadrados e redondos, e outras maia mis-
saa ludo obra prima : as mesmas se achatfio
no deposito do pateo do Terco, n. 10.
Farinha deS.>Calhnrina.
Vende-se a bordo do hrigoe Tull, chega-
doemdireitura de S.-Calharlna, farinha
multo superior, esta fundeado defronle do
caes do Ramos ; tambem se traa na praca
dorommercio, n. 8, primeiro andar, com
Manoel Ignacio de Olivefrs.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Baha
Vende-se en casa deN.O. Bieber & C.
a ra da Cruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, moito pioprio para saceos
de assucar, roupa de escravos e fio proprio
para rede de pescar, por preco muito com-
modo.
Miirmelada de Lisboa.
Vende-se na ra da Cruz, nv2, rmazem
de Manoel Francisco Martin, mermelada de
Lisboa, muito nova, e em latas de una e
duaa libras, por preco commodo.
IViviIhas de patente.
Vendem-se navalhas finas de
patente para azer barba ; estojo
completos de todos os ferros para
cirurgia, obra muito fina, por pre-
co commodo : na ra da Cruz, no
Hecife, n. 43, loja de Joaquim
Antonio Carneiro de Souza Aze-
vedo.
Fazendas baratas, na
ra larga do Rozarlo, n.
AH, primriro andar,
vendem-se pecas de chitss pardas, cores
muito fizas, e de bons pannos, a 5,800 rs.,
e a 160 rs. a retalho; ditas molhadae d
ebuva, a 120 rs.; estopa com alguma a varia
de curim, a 4, 6e 8 vintenaa vara ; um fole
de folear formigia ; pecas de madapolfio, a
2,500 rs.
Vende-se farinha de Sanla-Catbarioa.
muito superior, a bordo di galeota Santinl-
ma-Trindade, tundeada junto ao caea do
Collegio.
Vende-se um escravo moco, de bonita
figura, bom ollicial de pedreir'o ; um preta
alta, mofa, de bonita figura, ptima eogom-
madeira e cozinbeira com perlero do dia-
rio fie urna casa : aaiualarga do.Itozario,
n. 48, primeiro andar.
Superiores vinhos
Na ruada Cadaia, n. i,
4 vendem-se excellenles vinhos de
diversas qualidades, tanto engarra-
fado como em barra, sendo do Por-
to, Figueira, Bucelss, Madeira, Cra-
cavelos, Colares, Moscatel de Se-
lubal, etc. ; assim como outros
muitos gneros de ptima quelirfad<-, de
que sempreesti prevenido este eslabcleri-
llieolo.
He baratissimo.
Vendem-se sapatos de couro
ee lustro sem urelbas,a a,4oo rs.;
ditos com orelhas, a 3,400 rs. ;
ditos superiores de poni fixo a
4,ooo rs. e de tres solas ; ditos de
bezerro francez sem orelhas, a
9,000 rs. ; ditos com, orelhas, a
i,5oo rs. *, ditos de bezerro da
Ierro, a 3,000 rs. ; e^>ulra? imi-
tas qualidades de calcado por ba-
rato preco : na ra da Cadeia do
Hecife, n. g.
?-*>
a Na loja do sobrado amarello, noa A
S quatro cantos da ra do Queimado, at
n. 29, vendem-se os muito procra-
*j) dos cortes de tapete para sapatos,
0 ao gosto turco, a 800 rs. o par.
No armazem da roa da Moda, n. 7,
contiha-aea vender saccaa cum superior
colla das fabricas do Rio-Crande do tul, por
nrfco em conta.
Vende-se um violto com eaixa, um me-
thodo para (lauta, dos melbores, urna boa
espingarda para cafa : na ra do Uueima-
do, u. 31, lnjf do ferragens.
-- Vende-se um moleque de nacAo Nag,
de 11 a t annoa: em Fra-dtvPortas, ra do
Pillar, n. 85, segundo andar.
Vende-se um paleoquim novo, doura-
do e forrado de damaemo; urna cama de
auiarello para casal: tudo por prego com-
modo : no paleo do Terco, n. 32.
Vi rua larga do Ko-
zario, 1. 92,
vende-se um preto de mei* idsde, propio
para sitio, por preco rasoavel.
Vendem-se latas com mermelada.
caixas de massas finss; salame; la las com
liolachinhi inglez ; garrafas com manteiga
fresca ; conservas inglozas e franrezas;
iaasas para podim : oa rua da Cadeia-Ve-
ba, a>. i.
Vendme-ae barretes para padre: na
1 y a das Cinco-Pon tis, n. 76.
-------' '; ------------
Tecidos de. ajgodao tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-SantoS.
Va rua da Cadeia, n. 8*2,
eodem-se por atacado duss qualidades,
Koprias para saceos de assucar e roupa de
scravoa.
Moendas superiores.
Na fundico de C. Starr & Companhia ,
em S.-Amaro, acham-se i venda aioenda;
te canna, todas de ferro, de usa-modelo e
construcefio muito 'superior.
- Enciclopedia di Gtuurophta (em inglez)
lontenJo a descrjpcSo pliysica, esta tistica,
civil e poltica da trra, por Hugo Marray,
'Ilustrada com 89 mappas e muitas giavu-
ras, livro indispensavel a lodas ascassa de
rommercio, e aos professores de geogra-
phia.
Arte de Furtar, do padre Antonio Vieira,
edicSo de Londres, 1 volume.
brai completa di l.uii di Camies, ntida
ediefio de llaa.burgo, em 3 voluntes.
Vendem-se estsa tres obras na rua do Ro-
zario larga, loja de miudezaa de J. i. Lodi.
I\o armazem de Joaquim da
Silva- Lopes, vende-se farelo, a
3,ooo rs. a sacca, e farinha de tri-
go franceza da marca Sarao
preco commodo.
5=
<*
por
Bichas de amburgo.
Vendem-se as verdadeiras bi-
chas de Hamburgo, aos cestos e a
relaja* : tambem se alugam e vao-
se applicar a quem piecisar na
rua da Cruz, no Recife, n. 43, lo-
[jade Joaquim Antonio Garneiro
de Souzi Azevedo.
Vende-se Urna bonits escrava moca,
que he quitandeira, com urna cria de mais
de anno ; um carro decarregar na alfande-
ga : na Boa- Vists, travessa do Veras, n. 15.
-- Vendem-se arados de ferro de dife-
rentes modelos : ns rua do Brum, ns. 6, 8e
10, fabrica de machinas e fundidlo de ferro.
Vendem-se bombea de repuso, pn-
dulas e picols pars cacia.be : na rua do
Brum, ns. 6, 8 e 10, fundicA* de ferro.
A bordo da sumaca llipiqui, tundea-
da na praia do Collegio, vende-se a reta.
Iho e em porcto, boa farinha d.e mandioca
da procedencia de S.-Matbeus, s melhor em
quahdade, e a preco faVoravel a tratar a
burdo com o mestre, ou na rua da Cadeia,
n. 39, com Aaiorim Irmfios.
Itap Patilo Cordeiro,
viajado do llio so Par e do Paii a Pernam-
buco : voude-se na rua da Cruz, no Recife
n.49, loja.
Acaba de chegar
loja da rua do Crespo, n.*G, um
novo sortimento de azendas ba-
ratas,
como sejam : cassa-ebitas muito finas, de
cores lizas e cum 4 palmos .ie largura, a
320 rs. o covado ; corles de ditas a 2,000 e
2,400 rs. ; riscado d.i I111I10, a 240 rs. o co-
vado ; dito de algodfio americano para es-
cravos, a 140 e ISO rs. o covado; dito mons-
ti o com 4 pelaros, a 200 rs.; zuarte azul, a
200 rs. o covado dito furia cores, a 200
rs. ; chitas de cores lixas a de bonitos pa-
dres, a 160 e 180 rs. o covado ; cortes de
fuslflo, a 600 rs.; cbales de tarlatana, a
1,280 rs. ; meios ditos, a 320 ra.; coberto-
res dealgodSo de cor, a 640; alpaca preta de
Por 52,000 rs.,
vendem-se os mais ssseisdos eapotinhoa de
chsmalote de seds, de gorgurflo, pretos e
de cores : na rua do Queimado, n. t.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem dt Lis-
boa, por preco muito commodo.
a rados de ferro.
Na fundico da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-ee arados de ferrada diversos m-
jelos.
Farinba de S.-Catharina
A melnor farinha de mandioca que ha no
mercado : vende-se a bordo do brigae-ea-
cuna OUuda, por preco maia barato do que
em oulra qualquer parte, ou a tratar na
ruado Vigarin, n. 19, segundo andar, eom
Machado & Pinbeiro.
AKNCIA
la fundicSo Low-Moor,
BU DA SBHZALLA-NOVA, V. 4>.
Reste estabelecimento conti-
na a haverum completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
las, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido t
odo, de todos os tamanhos,
ara dito.
Oleo de linbaca
em botijas : vende-se nos arma-
zensda rua do Amorim, ns. 56 e
58, e do Armes, no caes da Alfan-
dega. a tratar com Manoel da Sil-
va Santos.
Quem admirar
venha ver e comprar.
Na rua do Crespo, esquina que
volta para cadeia,
veodem-se pannos pretos, a 3,000, 3,100 e
5,500 rs. o covsdo; dito azul, a 3,000 ra.;
dito cor de rap, multo superior, a 4,060 rs.;
cortes de casemira preta, multo boa, a 3,200,
5,000 e 10,000 rs.; ditos de setim de corea
para colletes, a 1,600 ra.; ditos de gorgu*
rao, a 1,280 rs.; ditos de bnm branco de
linbo para calcas, s 1.600 rs.; ditos de fus-
lUo para colletes, a 00 rs.; ditos de casta
para vestidos, de muito bom gosto, s 2,400
e 2.500 rs.; cortes de brim amarello de pa-
ro linho, s 1,400 rs.; cassa preta, a 140 rs. o
covado ; ditas de cores muito bonilss, a 200
e 280 rs. ; alpaca preta de cordBo, eom 7
palmos de largura, a 1,280 rs. o covado,
sendo esta fazenda muito propria para cal-
cas, sobre-casacas a vestidos, por ser muito
forte econmica em rasSo da largara; ris-
cado de linbo azulzinho, a 246 re. o cova-
po ; lencos de'seda para grvala,a 1,980
ra. ; diloa para algibaira. a 1,2*0 ra. ; suar-
te atul de vara de largura, a 200 rs. o cova-
do ; dito furta cores, a 200 rs ; risesdo
anonstro, a 200 rs.; picote muito encor-
psdo, proprio para escravos, s 940 e 180 ra.
Na rua do Queimado,
n. 9.
Acsbsm de chegar loja da rua do Quei-
mado, n. 9, as mais ricas rasngulnhss de
tilo para vesiidos da senbora.
Deposito de pntassa e cal.
Vende-se muito nova a auperior potassa
e cal virgem da Lisbs. em pedrs : tudo em
bsrrjs pequeos de 4 arrobas, por preco ra-
sosval: na rua da Cadeia do Reoife, n. 12,
armazem.
Taixas para engenho.
Na fundico da farro da rua do Brum,
scaba-se de receberfl^eoapletosort i me-
lo de tsixss de 4 a arpiaos de bocea, as
'tases schsm-se a venda por preco com-
iedo e com promptidSo emnaacam-se.
eu carregam-seem carros sem ajYV18 ,0
eomprador. ^sv
Vende-se espirito de 37 graos, a 1,000
ra. a caada : no pateo do Paraizo, n. 30
taberna.
He muito barato.
Esguio lfonstro.
Vende-se esguifio de algodfio eom qua-
tro palmos e mel de largura, pecas de lo
varas, a 3,000 rs.; dito de muito superior
ualidsde, a 5.000 rs. a peca; alpaca de
quadros amito fina, e da asenlo escuro,
muito propria para vestidos, a 980 rs. o co-
Vendem-se rodas de arcos de pao para
oipe e bsrrics; fio porrete do Porio;
pregos riosres para barricas: na rua da
Cruz, n. 49, primeiro andar.
t ??** f> *,*
Bous escravos. *)
* Vende-se um moleque de 18 annoa*
Jde bonita figura, bom cozinheiro e ex-J
Jcelieniecopeiro, para erigenho nu fraj
*da provincia ; dcueacravo de 20 a 25*
annos, sendo uro perfeilo cozinheiro, e
qu he ptimo para lodo o servlco de#
I tima csaa mesmo de bomem sulieiro ;fj|
vendem-se sem condiefio: na rua dofj
*Creapo,n.9, loja. j
9 *
Vende-se um escravo de 18 a 20 annos,
de bonita figura, que eozinha o diario du
urna casa soffrivelmente : o motivo porque
se venda se dir ao comprador: na rua do
Queimado, n. 19, loja.
No armazem de molbados por baixo
lo sobrado do reverendo vlgario, aa rua
do Encantamento, n. 11, vende-se rap
i'stilo-Cordeiro, vindo pelo ultimo vapor, a
1,440 ra. o bote.
OO0OOOO090000O eo
O Caneas. O
O Vendem-se duss canoas grandes, de
muito los madeira e novas, por preco
commodo : na rua da Cadaia de S.-An-ft
tomo, n. 9. O
OOOOOOOOOtJOOOOOOOG
Vende-se o engenho Sebiro do taal-
vsdo: na rua do Crespo, n. 14, loja de Jos jesnti, por convengo do tutor dos orphos
Francisco Diss. Ido casal do fallecido Jofio Carlos da Silva
Guimarges, a para pagamento dos credores
!
corilo e com sete paln.os de largura, ?
1,280 rs.o covado; e outras muilas fazen-
dasem conls.
~ Vendem-se duas rscravas mocas, sen-
do urna cabra, que eneomma, eozinha, en
saIma e rose aiguinsmiusa, e a uulia criou -
la, que eozinha, cose e ensaboa : na ru. da
l'raia-de-S.-Rita, no priiteiro andar do ao-
lirado de tres ditos.
0000<300000C
? Deposito geral do superior ra-
pe Areia-Prela da fabrica %
de Gaotois l'ailhet & C-,
na Jial.ia.
^_ Domingos Alveatlalheus, agente da
^fabrica de rap supeiior Areia-Preta da
* Baha, lem aberto um deposito na rua
J*da Cruz, no Recife, n. 52, primeiro an-
Vilr, onde se achara aempre dette ex-C
cellenlee mais acreditado rap: ven-0
de-s em bolea e urna e meia libra,
por preco commodo. Q
9000C
I hii urutnlf s
para m-
sicas.
Vendem-se InsUumenlos para muaicas
militares ; bem como pianos e violoes uiui-
lissiaios ricos: ns rua da Cruz, n. 10, casa
<*u naiKUiailll 11 uicius.
Cadeirus de palhinha,
esohss psra meninas: vendem-se ns ruada
Cruz, n. 10, casa de Kalkmsnn Irmos.
Burras de ierro
do muito boa qualidade, e com segredo pa-
ra as abrir: vendem-se na rua da CrusVp
10, rasa de Ealkmann IruiSos.
(liar tilos de Ha vana,
de auperior qualidade : vende-se na rua da
Cruz, n. 10, Mas de Kslkamann Irmfios.
Vinlio de Bordeaux,
de superior qualidade : vende-se na rua da
Cruz, n. 10, casa da Ktlkmann Irmfioa
Vende-se urna bouila escrava moca,
que eozinha, lava, engoaima acose alguma
cuusa : na rua do llangel, n. 81.
A Vende-ae um bom earravo moco, bom
taaballudor de masaeira, com principios de
forneiro, a muito proprio para padaiia : na
rua da henzalla-Velba, n 94.
-- Vende-se um pardinho de 19 annos,
bonito, com principios de oerrteiro, e que
o covado ; riscado ii algodfio americano, a
140 rs. o covado ; cortes de brim de listras
decores, a 1,000 rs. ; ditos com lislra ao
lado, a 1,280 is. ; ditos escnros, a 1,280
rs.; pecas de chita) muito bonitas, a 5,500
rs.; dil as escuras decores fixas pora cass ,
a 160 e 180 rs. o covado ; chales de tarlata-
na, a r,28U rs. ; meios ditos escuros, a SO
rs.; lencos de cassa para grvala, a 390 ra. ;
meias psra meninos, a 100 ra. o par; ditas
muito superiores psrs senhora, a 400 rs. ;
lencos peqnenos de lfia com tres pontas pa-
rs escravos, a 140 rs.; cssaa de xadntpsra
vestido, a 320rs. o covsdo ; pecas dewam-
braia liss com 8 vaiss e meis, a 2,700 rs;
dita muito lina, a 640 e 720 rs. a vara : ch-
leos de sol, de panninbo com bastes de ha-
lis, muito bons a 2,000 rs.; e outras mui-
las faiendas baratas que a vista dos com-
pradores se Tarto os precos.
Vendem-se ss parles do sobrado de 2
andares, silo ns rua da Cadeia do Hecife, n.
20, o qual rende 8i2,C0O rs. : a tratar na rua
do Collegio, n. 7.
Vende-se urna pedra msrmore com oi-
to palmos de eoaiprido, quatro de largura t
meio de groaaura : na roa da Praia, n. 45,
por cima da lypographia.
No armazrm de hiss Ferreirs, so p ds
alfandega. vende-iassl am paneiros, vindo
do Uaranhfio.
A 1,000 rs. o corte
He muito barato.
Chitas monstros, a 1180.
Vendem-se finas chitas francezss muito
largas, cOr de rosa, azuea a c6r de ganga,
degostos inteirsmente novoa e de Orea
muito lixas, a 280 e 320 rs. o covado; sa
mus finas csssas frsncezasque teem appa-
reeido, gostos inteirsmente novos. de todas
as corese.de tintas muito fizas, a 720 rs. a
vara hamburgo muito fino, eom tres pal-
mos e meio de largura, a 390 rs. a vara : na
rua do Crespo, n. 14, loja da Jos Francis-
co Das. 1
JNa na larga do Hoza-
rlo, n. 89,
vende-ae um moleque de nagSo, bom co-
zinheiro, que nfio se duvida dsr para ae es-
perimentar ; 3 mulatinbos de 8 a 10 annos ;
um moleque de 14 annos, de neefio, de bo-
uila Qgura; urna mulatinlia de 14 annos,
muilo rinda ; urna parda boa co2nheira, e
que lava de aabao evarrella ; urna dita boa
coiioheira e engummadeira, e que sa Ihe
pode entregar urna casa por ser muito fiel.
com uina cria dedousannos; una preta de
18 annos, de linds figura, que eozinha e lem
principios de engonimsr.
Vende-se espirito de 17 graos, a 966
rs. a caada : na travessa ds Madre-de-Ueos,
n. 5, armazem.
--Vendem-se 14escravos, sendo: 9 mu.
latinos, muilo lindos, de 14 s 16 annoa ; I
dito de 30 anuos; um escravo de bonita
figura, oleiro ; 6 escravas de 20 a 93 anuos,
ijue cozinhain e lavam, e entre ellas duss
eugommsdeiras e coslureirss; 3 ditas para
oaervico de campo ; urna rouleflftnha de 44
auno, que cose e engomla liso: na rus
Uireila, u. 3.
ffftfVfVfftVfftfffftf
* Lories de vestido de cam- "
do mesmo casal: este engenho he um dos
memores d provincia, moe com agoa e
lem excellenles obras, e trras para aa le-
vantar oulro engenho ; he situsdo em Se-
riiihfiem, e tem o rio junto do engenho :
quem o pretender, dirijs-se ao mea-no en-
genho, s fallar com referido tutor Jofio
.Manoel de Barros Wanderley, ou nesta pra-
ca, com Manoel Ignacio de Oliveira, as pra-
Ca do Commercio, n. 6.
ala
a>
av
de
1,000 rs. o
calcas.
Vendea-aa brins com lislra ao lado, a
1,000 ra. o corta de caifas : na roa do Quei-
mado, n. 8, loja defronte da botica.
Vende-ae UOtf pela moca, com urna
cria de um aune ; aseegura-se que alo lem
achaques nem vicios, e que eozinha a en.
gomms muito bem, e mesmo pode servir
para cnaralgum menino, por ler muilo bom
leile : na rua Nova, n 21, loja.
Lindos ebaiecs e Ge-
nova.
Vendem-se os atis lindos e de mais mo-
l-ernii goslo clispos de csstor com pel-
lo genovez, de copa baixa eabas peque-
as, intitulados deputados, e pela piimei-
ra vez viudos a este mercado ; ditos sem
pello, do mesmo modelo; muilo superio-
res e modernos chapeos de castor branco,
francezes e inglezes; chapeos da Italia,
n uilo Tinos e da moda ; diloa do Chile, or-
dinarios, entrefinos, Unos, de copa baixa e
aba pequea, cliegados ulliu ament do
Rio-da-Janeiro; ludo por preco mdico :
oa praca da Independencia, ns. 24, 26 e 28
Pecas de algodfiozinho muito la'go.
Vendeai-se pecas da algodfiozinho muilo
largo snuito Upado, eom alguma averia,
a Laso rs., e iimboo mesmo, a s.&ters.,
a a relalbo, a 100 a a 180 rs. a vara : na raa
Larga do Hozario, a. 48, primeiro andar,
Nove methodo
braia-seda.
Na loja do sobrado amarello, nos
quatro cantos da rua do Queimado,
n. 29, vendem-se coi tes de vestido
de cambian com listras e flores de
seda, de mui lindos e modernos pa-
droes, tendo cada corta 16 covadoe,
pelo prefo de 7.000 rs cada corle.
teUAAAAA A4AA*A
* Vendem-fe 6 pretos de bonitas figuras,
hons para todo o ervico ; 1 dito de meia
idade, bom para sitio, bem reforcado; I
negrinha de 10 aunos, coni principio de
tiabilidadr, muilo esperta f"i dits que en*
gomms, eozinha e faz o mais srranjo da
cass, de bonita figura ; t dita de meia ida-
de por 950,000 rs., boa para campo; 1 par-
da que engomma bem, eoae e faz o mais
arranjo de urna casa, de boa conducta, I
cabra que' va muilo bem e be boa para
campo; sssim como outros mullos escra-
vos: na rua da Cadeia do Hecife, o. 51.
Xarnpefeitoral adocante da gom-
itis de angico preparada por Luit
fioltentiiit & (J. boticario chy-
mico da escola especial de Pars.
A gomma da angieo he conbeciMa e em-
pregada a muito lempo peloa habitantea do
interior do Brasil como um asedente re-
medio para as molestias de peito ; mss em
um estado tal de impureza, contando cor-
pcaealrauhos, que muilas vazes impedindo
saos elTeitos, lornavam suapaitaa suss pro-
piedades, a obrlgavam o doente a loma*
uaaa porefio da materias eelraehae, aBo
obstante que inertes, mais que no asanlo
dilUciillav* o seu uso.
Hoja em Um esta gomma he por nos leva*
i" *o 5;:: !tc src -t p"r?i.***m ella preparamos o noaao xardp lio agrada
vel e fcil de lomar como prompto a efll-
caz nos ama resol lado*. Oa mdicos desta
nidada avaavos muitos que teem observa-
Jo seus effaNaa Mvam sus auperioridada
ao" annos pouco
; levou calcas e
Escravos I''tigicio.
&O0#000.
Fttgiram de bordo do Lrigue
Sem-Par, vindo do Kio-de-Janei-
ro, dous escravos, sendo um de
nome jabino, de er parda,
lura regular, de
mais ou menos
camisa azues, e bonete encarnado:
o oulro de nome Kuzebio, criou-
lo,de 34 a"" pouco mais ou
menos, estatura alia; levou calcas,
camisa e bonete atues. Hopa-se aa
autoridades polieiaes e capitaes de
campo, que os apprehendam e le-
vmonos ruado Trapiche, n. 34,
casa de Novaes Se Companhia, que
recompensar.
Aluda cali fgida, desde o dis 96 de
junbo prximo pastado, a escrava crioola,
de nomeMaiia, moca, altura regular, cor-
po reforcado, cadeiras grossas e um tanto
aahidas para fra, bocea regular. bei(0S um
Unto grussos, ps e mfios giossss; lem
marcas de bexigss no rosto, pellos peque-
nos e cshioos, nariz grosso, olhos carnudos,
orelhss na parle do rnfeile grossas e Vira-
das um tanto para cima ; tem urna marra
de ferida de caustico do Isdo direito ou es-
querdo d* coslelas psra os vasios ; levou
vestido de chita preta, panno da Costa, e
um taboleiro com milito e arroz que vem>ia
nodia quefugio : esta preta suppOe-se es-
tar occulta em cass de elguem, ou em al-
gumcalugi, oque se vsi escrupulosamente
endagtr para se proceder contra quem a ti-
ver occulta : ou*errce-se um* boa recom-
pensa a quem 'della der noticia certa, e
guaida-se inleiro aegredo, ou a pegar e le-
va-la rua de lloilas, n. 114,a Antonio Cal-
das da Silva.
-- Fugio, no da 28 do prximo paseado
julho, da cidade de Olinda.as 9 horas da
imite a crioula Cosms, de 45 a 46 anuos,
pe hos estatua, corpa regular, vistosa ;
tem iT. prr::: a:::; 5rosta qua a o'.r,
por ler solTrido de erisipela ; lvou veatido
de hila e pauoo da Costa novo : quem a
pegar leve-a a dita cidade, rua da Boa-Ho-
ra, a seu senhor, Vicente Ferreirs pVsrrtiho,
que gratificara
Fugio, no da 8 do correte, a preta
Mariana, de neefio Cacan ge, represente 30 a
35 annos; levou vestido de cassa encarna-
da ji desbotada; tem um dos tornozelos
mais grosso do que o outro, eom algumas
marcas de feridas; lera falta de dous den-
les na frente : quem a pegar leve-a s rua
da Soledad*, n. 31, que seri recompen-
sado
-- Fugio, no dis 98 do prximo rsssdo,
do sitio rao-dMHeo, distante da |ovoec.V
de Panel las aga legoa, o preto Antonio,
erioulo, deeststura regular, cheio do cor-
no, de bunila figura, heleos um taniogran-
d?s ; h-i ~.-:'.o !do; .tu. nna.iui,. .^
ra o Recife para flear forro, e assentar pra-
ca ; julga-se andar como forro ; levoa s-
palos, camiss de estopa de fardo de fazen-
da, calcas de seliuela de listras de cor, js-
qu.ta de msdspoifio, cbsio de pello de
copa muilo bsixa, um bonete de panno fi-
no, e urna tronza de ruupa em um guania-
ahsuluta parara cura daa inflamacOes do
peito, toces, Sfiaxoa, catarros, esearros d
-angue, etc. ; e appheaa aos seus doentes apo de algodSojiuho ; s'uppoe-se ter*muda-
orno o melhor especifico al hoja conbeei-do da roupa; fui encontrado na* emen-
do rale xaropa j* he bem conhecido nesta Ponase pelo can uno em varias partes;
cidade por suuitaa pessoas que leem feito
uso delta ( contiextarse a vender no mes-
mo lugar ja aniiunciaJo. na roa da Cadeia
do Hecife, n. 25, defronte do Hecco-Largo,
a 1,000 ra. eada gairaiinha acompanhada de
um receiluaiio 00asu autor.
Vende-ae urna vacca nreebe, qua d
8 garrafas da leite, e agora 3 : am S.-Ams-
iariosparao tinlu
los artistas, manufacturas, ofllcios a'
0*1-
pratico e iheorico d* lingo* frtncezi, ou
fie hbil psra qualquer tiutro ollicio, porlarle facillima de aprender com perfeicfio e
preco coiiiinodo, poi haver pmciafio da di-lem pouco tempo a fallar, trsduzir e eacre- (tros diferentes objectos, por Jofio Bsptista
oheiro ; n* ru* larga do Hozarlo, o. 35,1 ver por Burgain : wnde-se no pateo do Col- (Lucio; 6 v.: veade-se no pateo do Colle-'
ijio, casa do livro azul.
veio em um comboi de algodfio de S -lien-
to quem o pegar leya-o roa do Livr*-
mento, loja n. 14, queaera graiiflcsdo.
Vindo um moleque de nome l.uiz, do
engenho Moreno, com um quarto da *eu
senhor, Msnoel llodrigues dos Santos, no
dia 8 do corrente mez, comprar certas en-
cnmmendss, aconleceu que al o prsenle
ro.ait4odepotaira er da cmsa, juntoao* ainda nfio appareceu.o qual lem 99 annos,
i.aaaraaaawbamsaventiauma parda^ com |com urna cicatriz na cslieca. que o cabello
ua ru, cuj, ilidaua ae dirio. ao. encobre; tem um signai em um dol boa-
comprador, bres de umns ventosas, principiando absr-
ColICCCaO D,r> P** *PlheUdo*: o csvallo be cardo-
loja.
Ilegio, cas* do livro szul.
dsm e leve-no i ru* Nuva, n. 65, laberns,
quesera gratificado.
Paaa. : TVT. iu di r. DI palla'. 1850


Full Text
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