Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07108


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Full Text
Anno XXVI.
Sbbado
ri&TlIU XM OOMIIOS.
ftoianni JjWeblba, segunda escitas feirai.
Ric^rande-do-Norte, quintal feiru aomelo-
dla.
Cabo, Herinhaem, Rio-Formoio, Porto-Calvo
Macelo, no 1.', 11, e 21 de cada mez.
Garantios e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Vlita e Florea, a 13128.
Victoria, s quintas felra*.
Olluda, todos os dial.
... jmnaauaain
Pzusii ld. 1^".
(Chata
Ming.
a 1, i2h. e57 m. da m.
7. oi 7 h. e 14 m. da t.
aH, i3 Q.e27m. da t.
a 22. ii6h-.eo2ai.da' t
i V ai II li. c 5-1 m. da ni.
de Agosto efe 1880.
N. 178.
Prlutelra ai 7 hora
Segunda a* 8 horas
c 42 mlnutoi da manlia.
e 6 minutos da tarde.
B
PBltOOe DA
Por tres meaes
Por seis mezas
Por um anno
atrauoniroAO.
(diaatsutof) 4/000
8/UOO
ltyOon
da* xa jsaa.
5 Se*. Hosia 8enhora das Heves. Aud. do J. dos
orf. e m. 1 v.
6 Tere. S. Tiag eremita. Aud. do chae. eJ. I. v.
7 Quart. S. Caetano, Aud. do J. da 2. t. do
civet.
8 Qillnt. S. Ciraco. Aud. i. dos rf. edo m.
9 Sext-'.* Romao. Aud. do J, da 1. v. docr e do
dos tallos da fezenda.
10 San. S. Loureuco.
11 Doui. 6. Tlburclo.
CAMBIOS UISI AGOSTO.
Sobre Londres. 27'/, e57'/>d.por l/000rs.
. Pars, 346.
. Lliboa,100porcento.
Oaro.Oncaa heipanhoes......... ^MS**! *
Moeda.de^OOvelb.. 1MSM a
de 6>4O0 novas 16/100 a
. de 4/000........... IW
/".-Patacdes braailelro...... \t O *
Pesos columnarios....... JISn
Ditos mexicano.......... I/80
iNdlu,
39/M*
16/700
luf?00
9/200
1/98.?
1/970
IJttC
PARTE OFFICIAt.
MIRISTERIO DA FAZERDA.
EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DA 17
1>E JliLHO.
A' iheiourarla do Rio de Janeiro, approvan-
do o que prapwi re rnele de ?!> d -verrlro.
de deverem os rscrlrr das mesas de rendas.
loto qu forrm moneados, prrslsr Ulna lianca
que os torne dneos, para sobitiliiirein os ad-
ininl.iradorrs que lio ao inesmo lempo the-
soureiros.
GOVEBMODA PROVINCIA^
Um. Sr. Hiatem depoli daaquatro horae
da larde recebl um bilhete de V S., dlirndo-
meque officiaes de jusiiea se apresenlaram no
consulado francs pira, o pspktder, e pedindo a
prolrrrao do governo. Ai sete horas recebl
um officlo dixe*ido-nie aelle V. S. quje fra deti
do preso pa chancellarla por homens armados^
que o espancarain e ferliain.Mrescentando y.
n*ntrMheiet qtamto atneaia ssw.eaiiresaw-,
dencla, cont mel melhor de esclarecer le es-
(e negocio. \ taCdaraB*
Deo guarde V. S. Palacio do smerno de
Pernambuco, 8 de agosto e 1850. *. ioti Me-
fonso V Soasa. Hamos. _Hf. Sens.-adaiUl da
repblica francesa.
/fin. Sr-.Temi respondido dous om-
cios seus recebido hontem nolte e boje
orla mst.h, teetio gora outro, em que
V. S.. queisaodo-se da d.-tscr da reipoila,
exp'i com mil minuciosidad s oceur-
rencias, da que tem tratado e conclua exi-
Jrrdo : 1 que o juiz, que assignou o
mandado ( para V. S. entregar, a requeri-
mentode psrle, certa quentiasob pana de
srisilo) seja destituido: 2* quo igual-
mente o sejam os dousofHelses de justica,
encarregidos da exeeocSo do mandado :
3 que sejam preso os sollados, que
vielaramoseu domicilio: *.' que a ban-
ieira franceza incada no alto do mastro se-
ja. salvada com vintee um tiros de petja :
^pumente, que o Oinrfo de ptmtm-
tfeo publique na prteoflicil o cumpri-
ri'ciue''deieH'ado dochefe de polica envladoJHent Jeita reprco. Conclue V. 8. que,
__..Lu>nn!>ai i..o liifnr. -I _. Au>a amona rlun
ror mlm o lugar das occurrenciai me infor-
marla sobre ellas, esperando V. S. a deylda re
paracao. Agora acabo de receber oulr* olclo
de V. 8. com a data d* hoje, ein que cowimi-
nlcando-me' o procesan verbal, que dirigi ao
Sr. ministro dos negocios estrangeiros em t tin-
ca, ao Sr. encarregado deuegocloi da rep-
blica franceza no Riu-de-Janeiro, repele a ex-
poil(to de que o consulado francez fdra hon-
tem cercado por dous annimos acompaiilia-
doi de soldados de polica, r, ao que dliiam,
de ordem de um dos juizes miinlclpaes, sendo
que a* v V. S. aouipesar obligado a accresccn
tar, que a prolrceSodogoverno Ihefaltou coin-
pletameiite por etpafo de duaahoras. Conti-
nuando V. S naesposifo das oceurrencias,
diz mats, que noniem a deferencia com que o
iritam seu compatriotas, o collueou na posi-
cao de poder prevenir, a pciar das proVocacei
. li ....____ .._^ .^1i4b4ii >! iiiilii-i-i lilil
doi dltoi anonimoi e soldadoi de polica, uinav Mlou |ia|,i|il[lo parj*mlllir juizo a
nilli'iao que (erlasMo languloolrnti; mas que :. 0ue farei opportun e conveniente
sabendoque os meiinoi horteiis qurrein hoje .' .i* -------------------------,~-------------
que __
repetir os meamos escesso, com o flm .de o
conduzlrem nrl*ao, se achava V S. deaVe as
olio horas da nianhaa na chancellarla esperan-
do abins uilseraveii que o ultrajaran) huniein,
e que defender, por lodos os ineiui a seu al-
' canee, o derrito das gentes violado em sua pes-
aos, llcaodo aos governos reipectivoi o apre-
ciar a quem caba a responsabllidade da violen-
cia e do lang'ue d*rra>ii*ito. Conclue V. b. com
outrai Inslouajdesque podein por em duvl.ia
orlo com que o governo da provincia busca
proteger a todoi os estrangeiros, e o seu esme-
ro em tratar coma.devida alientan os subditos
da afio fraocesa.
Ao buhte, de qqe a principio tratri,
j del solucfia cabal, poder deiiar de reconhecer que fol a maii
satisfactoria e completa. Recebendo-a por
nao de Iras couipaliiotas de V. S. depuls
das quatro lioraTda larde, e quando ja eslava
fechada a secretaria-, ouvlndo-os. como V. S.
me rrcommendou.apriias pude saber que por-
ta do cumulado francs te achavam soldados
di polica coui o lini de prender, a V. S. por or-
dem de um jui, que os purt dores de seu bi-
lhete nao doignaram | timuediatainenle ma-
del chamar o delegado de polica. As peasoai.
de que leiiho tratado, foram lealeinuunas dos
esfuifns quo emprrguri para o prompto com-
preciiiiento da dita auluiidade, e na presen(a
das mesillas recoinmrndel-lhe que dirigindo-
se ao consulado francez iene censar qualijiiei
violencia que porvcnlura estlvesie V. S. sof-
Irindo; dsse todas as providencial legaes a
se al s dast horas depois do meio-dia, iiKo
tivee V. S. b saliafsgno.que lliu lie devida no
ciractnfa agente do governo francez, se
fulgura inhbil pura proteger a si e menos
ios subditos de sua naci, circumstanci
mu que os pora debaixo di protec(io dn
Sr cnsul de Inglaterra ; so que passo a res
ponder.
MBo ten lo ejitra.lo na (iiicussSo il vera
cidade dos tactos, constantes do processo
verbal, quo aotjrnpaubou um de seus odlcios
interioro^ e dos motivos que i ellas deram
lugar, o mestpo faco a respeito dos relata-
Jos iioolTlcto. que respondo. Indo Ago-
ra oiivir a Utoridade por V. S. argida, e
proceder aemis dj.lifencM que a I-i
em casos taes prescreve.'au nSn posso enem
el juntn\ente eom olros Frinceies, que
all se achavaro; o pavilhfln francei arrao-
oado violentamente e insultado etc.
Compre que Ymc. com urgencia rea ponda
srguic6e especificadas nos ditos docu-
mentos, que pira ese flm Ihe remeti.
Peo guarda V. Me. Policio do go-
verno de Pernambuco, 8 de agosto de 1850
Jo.e//rfe/ois V &> temos S'. bictia-
rel Joo lloripe Cas Brrelo, juiz muni-
cipal suppiente a egunda vara.
Doeu aaen'os a quite rtfin o oficio aetrna.
Sr. PrasiVnta Offlciaes de jostica se -
presentam lio consolado francei, icomp*-
nhados de anidados pra me prenderem.
0 portador ter* a honra da explicar a V.
Bxc. aquillode que se trata ; eu espero a
prnteccSo de V. Exc. para r minha casi.
Tenhoa honra de olTrerera V. Eic. a x-
pressilo de meus wnlimentos de respeito.
O cnsul da repblica frsn-e7a, L. StnlU.
PEItNiMBlJCO, 7 DE AGOSTO DE 1850.
Chancellarla i 6 1 -' horas da tarde.
Si. rreiidente. Tive a honra de partici-
par a V. Exc. que estav retido preso em mi
nln chancellara por Imniens armados que
me tinhtni balido e ferido. O Sr. delegado
enviado por V. Exc. tomou conheciment
dos (actos e eu espero a n'piraQ.lo que me
lie devida e que o ciracter leal de V. Exc
certa mente nSo me recusar.
.Digne-ge V. Exc. de aceitar a protestado
le meus seitifajinlos de alta considefc&0
para com a peno de V. Exc,0 conetil da
repblica franela, L. Scniilt
monte : sen lo quo por em qosnto, como m
te ceden i menle, em materia de tacto me li-
mitarei a nflo aeceilar a confusO que V.
{.pretende fazer de interesses puramente
ndividuaes com os direitos de sua naco,
lando como olTeiidita a nacionlidade
francez pelo procedimento havido para
enn uti individuo em Carcter parlic
rocedimento que dee, par sua qualilici-
Elo, ser ulteriormente examinado nos lii-
unaesdo paiz.
Qulnqo mesino devesie a queitao ser collo-
ca4a no terreno.rni que V.8. a collocou quando
a sua Imuiiinidade tlresse tensa-que V. S
quer dar-llie, ncm assliu V. S. poderla obter
desta pfeiideneia medidas noi irruios, emque
foram eslgldas. sendo alguinas dellas iuiper-
loentes.e entre outras apunta- ri a deatituic.-W
luimedlata d. jui que, a requerlinenlo depar-
te nteressad, eipedlo una ordem contra V.
S. para lallllaier urna obrigafio judicial ; por-
quanto dado o caso de que sfja Ilegal essa or-
dem, nao cabe nasAltribuicdes desta presiden-
cia senao suspenawr o jui. depois de ouvi-lo,
para ler jnlgado nos tribunars, esoffeer, nao a
pena arbitrada por V. S., mas aquella que para
o caso eiliver marcada nos cdigos.
J disie a V. S., e repito.qur a iua quelia val
ser processada nos termo! eitabelecldos pelan
lti- queeiti preiiiencia faroqur Ihe Incumbe
o iidever para a rl rxecueao dannesnias com
apalicacaoa esta occurrencla; e Isto udepen-
lente de considriacOea daordeui diversa da
de ludo disposico, que caulanlemenU acompao a
elle mi esta presidencia, de fazer effecllvas asgarau
liai
tlr aqu; aasiin passarei a reaponder aoi seui
dous ollicios ue que tenlio tratado.
r>o pod deixar de lorprmder-ine a 10-
juillca com que. V. S. diz n>n irr receido a de-
vida |-rotecf au dril* governo, quando pelo qu
c espolio ae leconbece, que fie ludo quanli.
poda ua uccasio.c ai ciicuuiiiaocla doca.o
o exiglo.
Devo tainbein faier reparo ni manifestado
qU f.iz V. s. dadllpoilciiode reconrr aos unios
Eesioaei para s di-leuder, quando V. S. rece*
eu desie governo por meio do delegado de
poHcla as garaoti! necessailas.e labe que nSo
IwaUaui os ufriciaei de)usilva pretender de no-
votaser a diligencia para a cjual proLiiraran
boulem a V. S., leudo entregado ao dito dele-
gado as ordem concerneules a ella. Y. arate
letjwit* apenas julgo cooveoieiHe dizer-lbe
quo cale governo lem bailante cuiden, la do
ara drvrr, e a forfa oeertaaria para prnirgci
os emangeiroi que no paii retlileui, inn qar
estes leja ueceiiaria recoircr i actio indivi-
dual.
leudo cenado o procedimento lioaiem ha-
vido a sen tespeil", c liavcndo providenciado a
que uenbuma violencia se laca i sua pessoa,
nao resta no caso seuu anamUcr-ac > ligen-
ciaa ordenadas pelo leii do jais, alliu de que
eui cooforuiidade a ellaa le MBheca como os
tacto se passaraui, se houve violacio deltas, e
as) faca rttecliva a puuiejo que couer no caso,'
epara ludo uso uetugfiUr se esprdem as or-
dem neceaaariu, devendo V. S. descn(ar na
cesleza de que, eiupatabado o governo da pro-
vincia na fiel ezecufao da lela, se hao de laier
ettecalvaiueiite res|ioniavc1i os que forcm a-
chadoi em culpa pela uccurrenciai deque ira-
taiudaseus o Hielos, e de qu gaporluiiamentr
vai-se conhrcer, guardada a le du processo.
KsU mulla rcspoMa naicee satufacloria, e jul-
go que nao devo^^H^HH^n)o em
urna queitao IsiH ^HE*""" ur ha'
vdo da parte da ij^^Vf* quer a iuteasfio
da tallar s attentoas stevlda a una naro
atulga. Trata-se da ordena de um juiz cinques
tao de Inleresse de parles, que eus oIRciaei
procuraran! exrcuiar na pessoa de V: S,; sea
orden he Ilegal, se os omclaeiexcederam o
modo da esecuj.io, serao reiponsabilisados,
cuuiu dito !!-:, guardadas as formulas le-
gaes.
Nao negar V. S. que tnte-bontom, aoteidc
todaaealaoccurreovl*ii leve a noudade c com-
placencia de despedlr.ac de mliu, e apresen-1
lar-ute o seu subslituto, mas bem v V. S. que
nasu por issu recuso comideralo no eierciclo,
das iuuutc cousulares; o que ierre para
a que tem direito,
qoer os eitrangelroi.
En reipoita he a qu
quer os naci nac,
eu alcance que o caso requeresse, e
me lufoiiuasse: edeleito eseculando
nba ordem deiiou a V. S. em plena llberdade e
seguranf, e a sua pirsrnca collocou a ques-
taojudlv.i'1, deque se trauva^eni inelliur pej. ...
do que aquelle que V. S. delava, como di 4he. e emendo ser sati.fatorla f |e
tudo bem ii.furmado eil V. S., ^acuiu fepe- to V. S. julgar que tai-Iba a, bm
d
tUfJJlpnipre dar-
entretan-
cosrtcr
ii nacional a la questSo pnso.l, r
dar-llie direccao e alcance dlfferenU do que
raaoavel.nente deve ter, prooedera ulterior-
mf.nt- rmfio entender, na certesa porein de_
,iue estando iellberadaj por V, S. a lia vi*.
i,m. he bistsjneVe lufflcienle pra requerer o
direilo dn JssHiloi Fi anese o Sr. oqajicel-
ler.que para isa> ae fnapretatMado; e Oulro-
lim que o Sr. coftaul de luglalerra naopodera
alcaocar deiu preaideucl. en8o o inrlino que
sem a menor dlfficuldade oliiera, ja nao digo o
Sr chanceller do consulado francez, mas anda
'instasever subdito Fraucr, iiU he, a sacia
eseeuSo dai leii do pas na proteccao dada aos
estrangeiroi.e indi man; e neat occasiao de-
vo repellir como meiio cabida a iusintta-
Co (se houe ) de que consi ierscoes e con:,
tnmiitac&ei estranhisaa dever desl pre-
shlenoia, consignado na le de seu. reg me-
lo, pdeos influir em seu proceder.
lieos guarde a V. S. Palacio do governo
de Pernambuco, em 8 de agosiOde 1850
Jota ltdefunto d*Souaa asaos Sr. Seiilis,
cnsul d repblica traocez nesU pro
vincia
Queixinao se wS. -? KrAnc, Hr.
S-nli, que na tarde de hontem fr espan-
cadoa ferido ua casa du consulado, ordeno
< Vmc. que proceda o cothpeteiile auto de
orpo de delicio, eulteiiormente qumo for
le lei ; dando cont do resultado.
D o guardo a Vmc. Palacio do gover-
no de Pernambuco, 8 de agosto de 1850 -
Joi<* Ildefonso d Sorna Kaeta.Sr. delegado
lo prime! dialricto desta cidaio.
Nos documentos, constante das copias
inclusas, queixMI* Mr. Sents, cnsul de
Franca, de arbitrafiaJedeAe violencias pra-
licadas de ordemsue. Jlxendo que houtem,
deuuis das ?horas d larde fOra inlimado
por dous ofllciaes dejuslu;, compnliados
le cinco a seis pessoa pan entregar ao de-
PEBNAMBUC0,8DEAr,0RT0 DE 1850.
6 Aoras ila manhSa.
Sor. presidente.Tive a honra de svisr
a V. Exc. d silnacio em que foi posto o
cnsul da repblica francei, por dous ano-:
nymos ijndados de soldados depolicia, o
quies ohrarim segundo me asseguram, de
conformidade com a decisSo deum juiz
municipal. He com o mais vivo pesar que
sou obrigadu a iccrescentsrque a prnteccao
de V. Exc. me taltou completamente por
epco de duas horas.
Hontem apegar das provoCacOes dos que
me vigiavtm, a deferencia de meus rompa
trilas, pelo que I ti s sou summamente
lr*Jrra lerido, me permittio prevenir muilis
- vezes urna collisBo que teria ido sangui-
nosa, luformiin-me neste instante que os
meamos homens fo repetir os mesmos ex-
eessos, com o (m de me condimrem pr a
Cadeia.tenhoa honra desuauociar a V Exc
que logo pelas 8 hora Havnnnhfla eslairi oin
minha ehancelleria, que ahi esperare! os
miseiaveis que me ultrajaran) hontem, e
que defenderei por lodos os meios ao mou
alcance, o direilo das gentes violado em
minha pessoa. Museos governo* respecti-
vos decidirfio sobre qoem deveri rrclhir
responsabilizado das violenciase do singue
derramado.
Em etlenciio benevolencia con qu V.
Exc. me tem honrado ateo presente, creio
dever cooimunicr a V. Kxc. o processo
verbal que remello para Franca ao Sr. mi-
nistro dos negocios estrangeiros, e bem as-
tri pan o Kio de Janeiro ao a/^gneaneja-
do do negocios de republira. Essa honevu-
lencis que eu me compiazia de assign. lar
em Pars,bem como no Hiu nilo devia cerla-
mente faltar-me em urna causa emque de-
fendo, como lie do meu dever, os interesses
de credores Iraurczes re/ommendiveis, Mr.
J. B. Desllelos e Mr. Qtaesiii t Ir-res, contra
ti empresas de um hcaneni que no lem ne-
uhum direilo, bem corno o piovam'os livros
do detuiito, posto, por mim a dispnsn,no
da JUSUCA Urasiieira, cuja .iecieoeguardoi
com roiitianca e respeilu.
Di^ne-so V. Exc. de aceitare protastocilo
de miiilia coiisideracOo a mais disliocta.u
cnsul da rep jblica francera, /. Sentlt
Hoje 7 de agosto de Ig.'iO, eu abaixo ts-
si^nailo cnsul da Franca en PeriSmbooo
liz o presente processo verbal dos laclo se-
gninles : | ?
Patas qoalro hora da tarde apreteota-
ram-se n ehancelleria do consulado di;
Flanea, dous homens os quaes disseram ser
olllciaes de jusilla, acotnpanhadosde cinco
a seis peesoas, que se qualicatasa de les-
lemuniias, os quaes inlimar.m eo cnsul
que reeolhesse ao deposito publico e quan
ti deoitoceulos mil lis para responder so
pedid feilo contra e tuccessSo Deeencros
por um Sr. Lope de Oliveira, ou de reeo-
Bier-se S*prisfio ; e respotidendo o cnsul
que u3o linh que submetter se nem a urna
uein a oulra destas iiilimr;0es, visto que
elle peava o exercicio do se u posto ao Sr.
chanceller. o nual licav arenle do consu-
lado a guarda dos dupusiloa ; e que o dito
gerente obedecera a decisao do tribunal
qualquer que ella fosse.
Dada est resposta, o cnsul foi eticado
por soldados, os quies laucaran) a inflo so-
bre o cnsul,c um delles o batea com a baiu-
ueta, inultos Francezes allrahidos pelo b-
rullio penetrarin u chaucellaris par de-
fender o cnsul, no caso de ser isso nece-
sario, e fOra assim par* preaenciirem o ul-
trage de que He era obiecto. Tode essas
pessoss foram presas pelos autores do ul-
trage os quaes opposeam-se formalmente
a que uu) Mensa geni luSsB dirigida ao Sr.
presideJkq pSrj. o prevenir do que se passa-
va. H iite por meio de um bilhele Un-
ca aualta e levado por um menino
itxc, pode, ser fui avisado. Eu eaixu
S^^BkIo accrescetilu quqOeudo ordenado
aosMReiro da chancella^Hsje icasse a bin-
iier i'raCcz:, os auidaM e oopozersi
isso por orle o dos individuos que se d-
sddiziam
psito publico i quanii de oito centos mil
ris, pra g.nutu da acetto posta a succes-
sSo do filudo Deseuclos, ou ser preso, ao
le recusdo-se com a rao de haver ?-
ssdo a lunctoes do consulado, e gurd _
Jo deposito* ao ^nceller que perame os offlciaes de juslic*. digo qde
tribuuaas respondera pelas obngscOei to, ELuuaute recusavem deelerar-n
mesmo conevlfdo. fr o mesffio cunsuli- ^U,,U* "CUi",v'",, m"1
lo invadido pdr sold.dos, elle esnsbeado e
ferJdo, retido eei ruao, t neommunioa- Eoito em elisncelleria no dt,
supre. O cnsul de repblica francez.
--rAsaignado.) /. .Se<>'i.~(Assigndos.) L
A. Baudnvx. Brunel, Flix Suuragt, Ncal-
le, J?. Ifconle, Henry Kehm, Snnat.
Nos ebtlxo asignados declaramos que
vimos da ru* do Trapiche a ccAo do (tlda-
lo oppondo-se eque fuse cede bnleir
frneex,-- blitr, 1. Dtni: ,
Por copia conforme o original deposto
nos srch.ivos d ehsnceU"'!"
Pernambuco. 1 de agosto de 1850.O
chanceller.do consulado. Caseuef.
Para legali;3Q da assigoalura do Sr.
C.ssquet chanceller do consulado.
Pernambuco, 7 de agosto de 1840.-0 cn-
sul da repblica francez, L. Sents.
(.11 Wt.F.I.I.AIIIA FKANCEZA, AOS 8 DE
AfiOSTO DE (50,
A's 10 1/9 Aoras damanAda.
Sr. presiJente. DApois de ter tido a hon-
ra de escrever hontem duas vezes, e aind
esta manilla a V. Exc. para commonicar-
I lie os actos de violencia praticados em ai i -
nhi pessoa na chancellara do consulado
francez. nSo lenho recebido nenhuma res-
posta s minhas artas, e como tenho rasSo
de crer que V. Exc. mo se reprsenla exac-
tamente a gravi Jade dos tactos, por isso vou
referl-lu succintamonte a V. Exc.
I'ni joz ordeiinu a ofllciiiesde justica que
prendessem e cnsul de Franca e ocondu-
zissem cadeis, se acaso elle no consentis-
se em entregar um deposito que eslavas
seo csrgo, como administrador da succes-
so Desenclos, e como o cohsul se recussse
a isso, alguns soldados introluzidos no
consulado se lanr,ra/n sobre o mesmo, dan-
do-lhe um delles urna bainnelada.
Ums collisBo ssnguinosa se teria seguido,
se o cnsul no tivesse obtido de seus com-
patriotas que esperassom com calma econ-
flatig a prolecclode V. Exc. Esta prntec-
CBn nJlo chegou, c foi um Conlra-mandado
dojeiz que poz II m n lo tristes scenas
Acrescento que a bandeira franceza foi ar-
ranca la violentamente e insultada pelos
soldados, V. Ezc. sabe que nenhuma nic3o
amiga nunca deu semelhante tratamenlo a
um representante do imperio brasileiro.
Nena situarn tenbo a honra de exigir de V.
Rxc,: ...
1. Que o juiz que assignou os mandados sa-
ja demiuido.
i.' y >ie o mesmo te faca aoa dous oIBciaei
de jusiiea, cuja conducta c provocare turaiu
cscindalosai.
3.* Oue os soldados que violaran) o domici-
l|o sKonsill rjain punidos i-oin pris.io.
4.' Que a bandeira franceza Ifada no alto do
mastn fle pavllhao leja saudada com 21 tiroi
de peca.
5.' Finalmente. Que o Diario de Pernambuco
publique na parle ullicial o cumprimeuto da
reparayes cima.
Se hoje al as duas horas da tarde, V. Exc.
nao liver jnlgado a proposito cooceder-meas
justa sausfardes que lo devidas ao meu ca-
rcter de agente do governu francez, inhbil
para proteger-me a mim lueiino, uaopodercl
proteger o> meus compatriota, e nao me res-
r outro partido mal doquecolloca los de-
lito di proteccao do Sr. cnsul de Inglaterra.
Ugne-e V. bxc.de aceitar a Protestarn de
ininh considerar;lo a mais ili-tineta.
O consol da repnblica franceza.
/. Sents
(aonmiaiKlo das armas.
Q*arttl general na culada do Recife, em 4 di
agosto de 1850.
ORDEM DO DA N. G9
ifsSr. marrchal de campo graduado Anto
nl Co-r Seara, corsvmandante das armas,
em vista das cnnnunlca*dea recebida do
fcsi. Sr. nrrsi.ieute deti provincia como
fecho de houtein, manda declarar guarniyo
ftara teu conheclmenlo e devlda observancia,
que S. al. o Imperador, houve por bem, por
decreto de II de julho ultimo, perdoar ao Sr.
ii) jor do segundo batallio de ca{adorei do
exercilo Joao Nep.....uceuo da Silva Portella,
o lempo que Ihe fallvara para ,-uinprir a pena
que Ihe fdra imposta por sentenca do conse-
Ibo supremo militar e de juitiya, de 20de .icui
eo do crrenle anno ; por outro dito da mesina
lata, patsarpara o priiueiro balalho de arli-
lliariaapc, o segundu-tcneute do quarto da
mesuiaarma, Aulonio Jos Augusto' onrado ;
o corpa fiso do Cear, o Sr. troente do quinto
epara bafalho de cacadorr AnlonloFraucisco
de Avila; e finalmente,purdecreode l6dorefe-
rido me de julho, pasaar para a ftlelra no quin-
to balalho de fuzileroi,os Sri. alfcres-qnarlel
ineslre Kayiuundo Josc de Morac, e secreta-
rio Caclauo Xavier de Oliveira do meimu ba-
lalho.
Uutro lito, manda o Sr. marechal dclarar
que por aviso da reparticu da guerra de !0 de
junho ueate auno, o governo imperial loi ser-
vido conceder mais tres mczrs de I cenca com
odo simple, para tratar de sua laude, fra
da corte, ao Sr. alferea do quinto bitalbo de
iuzileiroi Joaqun) Luis Telxelra Lopes Ita-
Iheiros.
Francisco Carlos Bueno Deschampa,
capitflo ajudante de ordens.
ir^- ti., rJaso: r,,,Ti.J3riia ai.aa.
eus
mes esnoo
INTERIOR.
KIO l)L ,IA>;iKO.
GAM\RA D&S SUS. DEP-
TAOS.
SESSO DE 20 DE JULHO DE 1850.
Presidencia do Sr. Gabriel tiendes ios Santos.
OSr. Maciel Monleiro :--N8o pretendo m-
juiur o requei itnento do nobre membru
OPapciosicSo, nies pelo contrario Ihe pros
to todo meu poto e meu voto. Ped a pi-
lma para fazer aejr tuldils-meoto que repu-1 voto separado inda ha pouoos das
lo importante so mesmo requer ment.
Tr-m elle por fin o solicitar do geroo,
quando por venlurs lioover de ministrar as
pedidas informacsVs, a especiflcwjao ds da-
tas em que foram feitas s diversas distri-
huicOes de Africanos apprehendidos tanto
no mar, como em trra.
O Sr. M'llo Franco:Esta la.
O Sr. Maciel Monleiro -A dula
OSr. Mello Fianeo :l'ois nSo .'
OSr. Maciel Monleiro :--P-receu-mo no
xislir no requerimento esta circumstan-
leie .. .
O Sr. Anido :NRolenn susto.
OSr. Uncid Monleiro : ...Como porm
ella existe, e V. Exc. concedeu-me a pala-
vr. mepermitttrquefacaalgumas obser-
vir-Oes a respeito dos motivos em que o no-
bru deputado funJsmcntou o seu requert-
mento.
0 nobr membro da opposicao, continu-
ando no systema que ae havi propos'o, e
no qual se ha conservado tilo fi-l, de atacar
o governo em consequenem do trafieo, fez
algumas reflcxoes que me parecem milito
mqLcabidas e injustss. Disse elle que o go-
verno ea msioria que o sustenta estavam
arrependidos do seu procedimento, dando
a entnder que em oulra poca tanto o go-
verno como a maioria apoiaram o trafego
{ ao menos he esta a conlsfl) que se poda
tirar de uas palavns )"..
OSr. Mello Franco :--NaO.
OSr. Maciel Monleiro :-- se o governo
e a maioria eslo arrependidos hoje lie
lorque fram pccadores, isto he muilo
duro.
O Sr. Mello Franco: He verdsde, he
claro.
O Sr. Maciel Monleiro :--...mas, Sr. presi-
lente, pirecia-mc que a nobre opposicSo
eslava completamente aeoimida nestaques-
o, que era a menos propria para erguer
urna voz de aecusacao cintra o governo, ou
enntra quem quer que soja. O Sr. ministro
los negocios cslranaeiro, expondo ullima-
m-nte ttiddquantohsvia a respeito do tra-
fegn, Irouxe ao conhecimcttlo da cmara
lados esutistiros de gran le importancia
(aproados), dadqs estalislicos que no fO-
ram organisados no psiz nem por um nem
por outro partido, e que por consequencia
om em seu Uior toda authentcidade, to-
la a autorid-de dsverdslej frsm e-ses
lados ministrados pela commisso Hornea-
da pelo parlamento inglez'para conhecer do
trafico. Desees da los. senhores, resulta que
turante a dominaco de oniinosi memoria,
isto'he, durante' poca en que a actual op-
rJeVic.lo governou opaiz, importar-So de
Africanos no imperio foi extraordinaria...
| Apoiados )
O Sr. Anido : Porque caus ?
OSr. Maciel Monleiro: elevoo-se por
nnoo algarismo, o numero dos Africanos
importados, a S0, a 40, a 50,ooe mais. Ora,-
juizera eu saber da nobre opposicfto se por
ventura o governo de enlSo udo tivesse o
menos tolerado ( au quero dizer autoriss-
loj, n3o tivesse tolerado o trafago, quizera
eu saber so por ventura seria possivel im-
oiiar-se no imperio urna porQlulo grsn-
lede Africanos? ..
OSr. Anida :No discurso do Sr. minis-
ro dos negolios estrangeiros achara a res-
lOsia.
O Sr. Maciel Monleiro : O que quero he
mencionar o fado que durante a deniua-
(3o passada a imiiortacflo de Africanos no
imperio fot de 30, 40. 50 e fio 090 por anno.
Nilo se dando selnelli peito da aciu-il administracSo, e mesmo de-
gellas que precederatn no governo aos ami-
gos do nobre deputado, be claro que quem
juizer juizara respailo desta quesillo em
i'tiscSo a Pro'eccl", ou nilo nroiP*oin do
i'iif-go, referindo-se a lodos os minisle-
>los, no p'edeixir de reconhecer a grave
impuiac.no que a t 1 respeito cabe a actual
oppotic^o...
<) Sr. Anido :Nilo est demonstrado.
O Sr. Maciel Monleiro :-Para mira, he cla-
ro, ho evidente que, se durante a sdminis-
lrac,3o passada nflo tivesse luvi lo nimia to-
lerancia, t.lo giand numero de Africano
nao teria sido importado no imperio. Mas
o nobre deputado que apresentou o requeri-
nenlo em dtscussao quiz inda maiicnar o
partido a que perlencn, referindo pilt-
vrjs iudiscretas de algum individuo quo per-
tenno ao nosso psrlido, quando disse que a
osla d'Africa civtlisou o imperio. Senho-
res, em questOes desta ordem eu me guio
nais pelos tactos do que potas patarras. 0
Tacto he aquelle que acabei de mencionar :
que durante a administradlo passada a im-
portaciio d'Airicanns ioi enorme, aias an-
da quando-se queira lanzar ssserqes ma-
lignas sobre um partido inteiro por causa
da opinio mu particular, e mesmo absur-
la, de um indindusiu inda quando se quei-
ra lomar soliiIsrsjBoi partido inteiro peta
opimSo de um de seos membros, direi no-
nre opposico que ella nflo esta escoimada
de semelhante opiuiflo. Lem tire-se o oo-
lire deputado quo urna das proeminencias
du seu partido, um senador por Minas ( po-
dore noinea-lo sem ser indiscreto, heoSr.
Vergueiro }, be reputado como adhereote
o trafago, consta mesmo (nao serei eu que
o ecuse, porque nao levo a tanto minha
indiscrictVf) que elWtfr* prolecgao espe-
cial ao trancantes. iXirei ais quo um dos
humen, mais illuslradoe dase jarli lo, o
Sr. Paula Souza, em aiguma paMe sustuu-
lou, segn lo se tus aaseverou, 'quee traa-
lo de 1826 j ntr exista, e que, portanto,
o imperio eslava desobligado de qualquer
compromisso que Ihe podease resulur desso
tratado.
Um Sr. Diputado :--E o sustenlou no seu


*
i .t<. ..3lfn....

'2-
O Sr. Mgeiel Monleiro :-Senhores, he ne-
cessaro muito desembarazo, para nSo usar
de mitro termo, para qi/e, quando se dfin
tacto* semellianles, a nobre oppositflo le-
vante* su voz rara rslgmalisare arrusat
seus adversarios .' ( A potados. ) Fice portan-
to sabido, liquido, que se sequizer julgar
pelug fados a respeito da proleccflo ou nSo
protercBo concedida pelo governo do paiz
so Irsfego, nobre opposicBo csbe impu-
tacBo de havcr protegido o traTego quando
no governo. ( Apoiados.) Se sequizer jul-
gar lambem pela opiniSo de um ou oulro
membro de um partido, fiea lambem evi-
dente que a nobre opposicilo nSo est isen-
tn de qualquer imputacfloquo he possa pro-
vir da ooinBo de um ou outro membro de
seu partido; porque, como acabel de di-
7er, nenliuma opinifiu tfio audaciosa, 18o
temeraria, Coi sustentada por membro 'al-
gn do partido no governo, como essa que
srabei de mencionar que o tratado de 1826
n.lo exista, e que por consequencia esla-
vamos inteiramente livres de qualquer com-
promisso...
0 Sr. Antao : E o Sr. Vasconccllos nflo
sustentou tambero?
O Sr. Machi Monleiro : Nfio sei se o Sr.
Va.concellos professava tacs principio* ;
mas o que he verdade he que se elle os pro-
ffssava, nSo exprima pelas suas palavrts
ne.-le ponto a opim.ic da uiuversidsde,
nem i generalidade dos seusamigse al-
Jiados.
tacffo de falta de coragem feita pelo nobre
ii-puia lo he graciosa, como todas as outra*
qni feitas. Nem sei meamo que seja neces-
aria urna coragem desmedida para que
jualquer in llviduo, qoe lem rensndo ma-
turamente sobre os interesms do paiz nest
narte, arroste os interesses particulares que
por ventura possam aioda querer sustentar
o trafego. Coragem sufllciente leve o go-
verno para declarar que eslava disposto
a reprimir o trafego por todas as maneiras;
coragem suillciente teveo governo para di-
/r parante o corpo logislalivo que enten-
da que nBo se poda prescindir de entubo-
lar novas negnci'Cescom o governo inglez
para tornar effeclivo e real o arl. 1. do
iratado de 1826. Portanto, nfio sei bem
como enlende o nobre deputado osenlmrn-
lo de coragem, nBo sei mesmo o sentido
jue elle liga a esta palavra ; pnrquo se he
o verdadeiro sent loque geraltnrnl se Ihe
allribae, enlBo pedirei licenca ao nobre de-
putado para diier que nfio he incorrecto a
este respeito.
SSo estas as observar/tes que tinlia a fazer
a respeito do requerrmelo do nobre depu-
tado; entrelanlo, como esto requorinietito
conten anda urna parte que me parece es-
sencial, direi duaa palavras sobre ella.
U nobre deputado accusou o goveroo por
ter gasto os dinheiros pblicos no transpor-
te de Brasileiros que ae achavam em Ierras
estranhas. Direi Acamara eao nobre de-
putado que tal accusac.lo aasenta mal em um
O Sr. Aprigio: Mss elle explicou muto I individuo qualquer, e sobretudo em um
bem esta inri*. representante da naci que se arroga os f-
0 Sr. Maeiel Monleiro : O nobre deputa-
do, proseguindo no seu systema de aegies-
fio. asseverou que se ma'ravilhava de ver
como o govetno e a maioria que o apoia se
acharo boje tflo cheiosde mansuetude, de
contara) idade relativamente aos Tactos que
tem succedido praticados pelo cruzeiro bri-
tanniro, visto que ha muilo poucus diis
tanto o ministerio como a msonase osleit
tavam tSo bellicosos. Senhores,' segura-
mente o nobre deputado, hbil como he,
cheio de illustracSo, tem falta de urnas das
/acuidades pru.cipaes, que he a memoria,
porque se livesse urna memoria menos in-
fiel, liinbiai -se hia que elle mesmo accusou
o ministerio por (er-se ( airmou elle) re-
signado a sufTrere a callar ; logo o minisle-
' rio nSo era bellicoso. Se se pode usar de
tal epitlielo un nlacflo a alguem, he preci-
samente ao nobre deputado que elle cabe,
porque a cmara se recordar que anda lia
poucos diaa, fallando-se desta quest.io, o
nobre deputado disse, cheio de patriotismo
e de naeionalidade, que elle otfeiucm-.se pa-
ra combater em favor do paiz, empuntan-
do mesmo as armas se fosse oecesssno...
O Sr. Aprigio :Arreglando as mangas.'
Jliluridade.)
O Sr. Maeiel Monleiro :Mesmo parecen
querer fazer resvalar o goveruo as vas de
hoslilidade Por consequencia belicoso era
0 nobre deputado e nao o governo
Um S. Depvtado :Do que o Sr. Antao nSo
go.stou muito.
OSr. Maeiel Monleiro :--NSo comprehen-
do como o nobre deputado, que quera a
todo rusto a guerra oflerecendo-saelle mes
mo i ai a ser um doscampeOes della, venba
hoje mostrar-se tSo mansueto, tBo placido,
acense o governo de ser bellicoso... .
O Sr. Mello frutea :V. Exc. esli so-
pliisn ando o que eudisse.
O Sr. Maeiel Monleiro:Appello para a
memoria da casa e para os factos. i\So rs-
tou sophlsmando. O governo foi aecusado
du uioiiamente pacifico, disse sa mesno
que era improtrio que o governo dissesse
que cumpria solTrer e callar; agora se diz
que era bellicoso. Daqui se segu que o no-
bre deputado he vi:velmente incoherente,
contradictorio ; isto he muto claro,
Ao pasto, porm, que o nobre deputado
aecuse o governo de IBo coudesceudenle
11 ni a GrSa-ltretanha, de haver-se mostrar-
do tfio paciente, tfio conforme, eslranha
todava que se ten lia apresenlado e adopta
do na casa urna emenda que val ferir de al-
guna ni ne ir a os inli n sses britaniros,
estabelece que a emend a que me retiro nSo
1 de ser adoptada pela can.ara, cuuio hos-
til CrBa-Bietanba.
O Sr. Mello tranco :--I)ise que nBo ha
deadopUr, em vista da mudan,,.
O Sr. Maeiel Monleiro -.Mis se o governo
tem essa condescendencia que o nobre de-
putado Ihequiz imputar, como he quecon-
senteque se Ihe allribua o direito de mir
laxas dierenciaesaobte as fazendas logie-
zas? Seo nobre deputado cogilasse meilior
sobre o que proferto, o seu espirito, natu-
ralmente recto, acbaria que o goveruo o
que quer he reprimir o trafego por lodos os
n.< ioa adequados, e quer laiuleni conser-
var illesa a naeionalidade e soberauia do
paiz, reservando-se o direito de empregar
quaesquer medidas extraordinarias, ou seja
como actos de represalia, ou seja como ex-
pediente econmico ou Tmanceiro, Esias
duas cousas csaam-se perfolametite. De
um lado o goveruo quer reprimir o trafego,
e cumplir as ubrigeies que coulrahio pele
Datado, por viro lado quer ser armado
dos meios uecesssrios para chamar a Ingla-
terra ao seu dever.caao se deslise em prejui-
so ou deshonra da uaijgo. NSo lem por cense
qunicia o nobre deputado rasfiu de uiarav-
Ibar-se deatea dous tocios, que alias se har-
____:--^. --- ... ^r
dli..... ... rviHlllmm.(
nobre depulauo anda a este respeito
accusou a naturia da casa e sqs membro
do governo de falta de coragem ; disse que
esas emenda linha nfio sei que de surgalet-
ra, de insidio*, que levelava falla de co-
riijcpi (no sei se refroxelanieiile as p*-
lavras Uo noble oe^uladoj, e inUo accies-
centou que era pieciao que a maioiia maui-
]eslnsse mais ardor, mala roiagem, lives.se
suflieenle denoJo para susl> litar claramen-
te su opimoe. frimetraiiicnle nao sei
que a ipriaeuiafSo e adopto da euieeda re-
vi lie falla de coiagem ; ptlo onlrario ice
pjiece que um goveruo que se ai lia uasc
ui(Oes em que se aclia o uusso, rodeado de
euiiaraeos, leudo de lular roiujima ua^Bo
coa o a GrBa-lIfelauha, e que todava nfio
ni a dianle de uuia emeima queoaulon-
sa paia augmentar os diieilos de ioipoita-
^So sobre a l./enJas inglezas. Be parece,
oigo, que ese governo tern mam testado
sullicieule coiagem e consciencia do aeude-
ver. Se se refere a coragem moral para ar-
roslara opinio que por ventura sustenta o
u alego, me parece que o governo lem dado
pmvkS exuberantes de coragem nesla par-
^:. .(Ayuadot.)
O Sr. Anuo :Tem comecado a dar.
ros de liberal. Eu nBo aecusarei nunca ao
governo do meu paiz por ter ministrado soc-
corros a Brasileiros desvalidos queseacham
em trras estranhas..... '{Apoiadot.)
OSr. Mello h'ra-co:A Brasileiros.
O Sr. Maeiel Uonleiro :-Mo serei eu nan-
ea que acense ao governo do meu paia por
ter soccorrido a indigencia. Nem stt, se-
nhores, he materia nova, pelo regiment
dos cnsules ao governo corre a obi igecfio
de ministrar soccorros o meios de transpor-
te a lodos os Brasileiros desvalidos que por
iccidenle da fortuna foram arrojados em
Ierras estranhas. Esta he a legislarlo do
paiz, lalvez o nobre deputado nBo souhes-
se, e creio que he firmado neste direiio que
o governo tem procedido a este respeito co-
mo assevera o nobre deputado.
Assim tenho respondido nesta parto s ob-
servares do nobre Jeputado.
i.iu.iiiin i oulra queatao de reclamar o go-
verno aquanlia de lio conloa em favor nao mi
de quein, permitla-me o nulo c depulado que,
dando u meu voto ao aeu requrriuienlo, con-
i> su- drade j a eiaclidu da hltloiia que aqu
nos fez driar helo. Nao ael onde o oobre de-
pulado bebeu etaat infurma(drs, uiaa me per-
suado que o governo do meu pata, lo eaclare-
eido como he. u.'io li.ivia de reclamar prraoleo
governo porluguei em favor de aubdilos que
nao fosaeiu brasileiros. Com aa iulurmaco
oiiiiialradas pelo governo lotos easra fados ao-
rao drsbudados, e a verdadr aera cimbre ida ;
mas desde j protesto contra tal asser(o o
governo lie iiioitu esclarecido para ir reclamar
do governo portuguei em favor de eslrangeiroa.
M,.- anda preca pelo lado da esaclido a con-
cluau do discurso do nobre depulado. Aehou
elle que o Sr. ministro dos negocios eatraogei-
roa, quando inierpellado pelo nobre depulado
por han-fanlo. nao fea mata que lr papis ve-
latos. Isto depe, periuilta-iue o nobre depu-
lado que Ihe diga, coaira o aeu criterio, dej V
contra o aeu deaejo dees arInformado daacou-
aas do paiz ; oputadut) pola acha o nobre depu-
lado que a historia aqu desenvolvida prlo no-
bre iiiiuialro dua negoctua eatrangeiros nao
teiiiinleresseneuhu.il? Senhnre, be um dos
nais belloa actos do ministerio [epoitdiu) essa
historia frita pelo uobre ministro dos negocios
eslrangeiroa; be couaa que honra ao governo
do paiz [apoiadot) ocoohecimenlo pleno, apro-
fundado desta qurslao, nu s no que he rela-
tivo s nigociacrs aobre o trafego entre a In-
glaterra e o iirasil, maa lambem entre a Ingla-
terra e os outros estados ; essa historia alias
muito mctliodica, inuito bem deduiida, oll'ere-
clda aos legisladores do Brasil e ao pan iutriro
pelo nobre ministro dos negocios estraogeirns,
faz bonra ao gabinete. (ApoioaW.) Eu devo de-
clarar a eate proposito que, nao sendo daquel-
les que menas acompanliaiii os niovimentos das
lelaciies rairemas do paiz, todava mullo a-
prend com easa Interclame esposicao.
O fcr. (iomt RiAnro : K ludo o Brasilebo.
O ir. Maeiel Monleiro : Acbei nelle muito
faci digno de medilaco dosbomeos pensados
res. .M.n, einfim, o nobre depulado, na altura
em que a tua lotclligcncia e pralna doa nego-
cios o collocam, achou que o nobre ministro
doa negocios eatrangeiros uo fes aenuo lr pa-
pis velbos! Oala que quaudo a nobre oppoal-
iao livease de oceupar a atteo[ da cmara,
uu-U preudraae cun objec'.os de UatS Impor-
tancia, lauto na rrlaeo acientilica, como na
relaco pratca doa negocioa ',..
Votu pelo tequeiiiiii mo do nobre deputado
porSo'ns leitorej ao crrante das exigencias
|ue o Sr. Sents se lembrou de fazer ao go-
verno ra provincia, bom cmoda mancira
enrgica e prudente como S. Kxc. soube ro-
oellir taes exigencias, que tBo judiciosa*
mente qualilcou de impertinente*; sendo
nar notir que, apenas informado deate ne-
gocio, S. Exo. encaminlioo-o de molo a
conseguir que lerminasse o conflicto sem
oceurrencia alxuma desagradave!.
Ao pisso, porm, qne o Exm. Sr. Soma
llamos desatlendeu as absurdas pretendes
io Sr. Sents, se nSu esqueoeu de mandar
orooeder a vistoria nesse ferlmentoqueel-'
le diz havia recebido, nem IBo pouco de
un vir a respailo de suas queixaaao juiz mu
nicpal.sobraquem ellas recahem; probando
test'aite que est disposto a fizerdesaggra-
var as leis, se porventura se reconhecer que
ellas fram com efleilo transgredidas.
Nseessariamente instaurar-se-tu um
processo acerca desto acontecimento, e o
seu resultado demonstrar al que ponto
silo verdadeiras as allegacOes doSr. Sen-
ts ; por agora esl demonstra Ja a pre-
cipitarlo e imprudencia com que elle se
tiouve.
C'orrt'spo.ideiicia.
Sr. rtdactor. NBo haver em Pernam-
b'tco uma s pesaos de algum tino, que len-
do o que por ah se ha publicado sb a as-
signalura do Dr. Dulcamara, lembre-se de
me altribuir taes prodceles, cujo eslylo
nBo he certamente o meu, nem eu costil mo
a escrever com tal desconexfio edcsslinho.
i) Sr. Dr. Sabino Olegario nSo he tSo curto
de intolligencii, quedaixasse de perceber a
litTerenca. bem ubvis, se o nSo cegasse a
paixfio, toda vez que lguem se atreve a por
a sacrilega inflo no seo noli me tangere, que-
ro ilizer, na homoiopathia-
Quem quer que be (que nlo ronheco,
nem me Importa ) deu-se a escrever motejos
a respeito da homocopslhia do Sr. Sabino :
ecomonessas chufas vetn intermediados
pedacinhos de italiano do bfrbelro de Sev-
Iha e rajadas de francez ; logo ( cunclue o
Sr. Sabino ) que he obra minha ; e cumpa-
ra-mepor .so ao gato escondido com o ra-
bo de'fura !!.' Que dialctica! Sera homceo-
pathica?
Quando quiz publicar minhas duvidas e
iitijoccdes acerca da medicina nomoeopalhi-
c, sahi a campo com o rosto descoberto,
nBo procure! escunder-me sb o capole do
ann vino : assiguei o meu uome. Argumen-
te!, lemperei a discussSo com slgumas fa-
cecas proprias du meu genio, sem tudavia
servir-me de improperios. O Sr. Sabino,
em vez de drsfa/er as minhas rases boas
du mas, iffrontou-se-me com quatro pedraa
na mflo, disse, que as minhas objec(es j
islavam respohoidas, ( boa maneira de sa-
lnr despuros !) e pregou-me uma descom-
postura, com oque julgou ter brilhado, e
licarem victoriosos elle easus presads li-
llia a homceopalliia pura.
A'vista de tfio inespersdo procedmento
assenlei em meu animo de nBo mais pele-
jarcomquem recortia a ai'mas tfio desi-
guaes; depuz a peoa a este respeito, nflo
obsta ule reiteradas instancias de m uilis pes-
soas, que havism tomado goslo por essa po-
lmica. De enISo Mra c lenbo cumpridoa
minha promesas. Nunca mais escrevi uma
s palavra a respeito da bou ceopaliiia.
Esta be a pura verdade, para cuja convic-
i;flo basta confrontar com os meus numero-
sos escupios essas correspondencias bem
pouco uu nada correctas, e castigadas de
quein quer que se asina o Dr. Dulcamaia
do elxir o'amur. Se eu quizesse conliuuar
a dive lir-me cusa da homceopalhia, uu-
troa sertam os meusescriptos. Anda muita
musa ca me lieu i ai a ohjectar. Eu faria
ver ao mesmo Sr. Dr. Sabino, que S S. alu-
da nSo enletideu bem o mesmo syslema de
lUniilictnaii,; que ( iuni o devido respeito )
SiuUorum infimluiiil naawru.Eafa retrafo
deaaaa chalaras, e nSo pretenda tornar-ae em
Pernainbuco uma capele de D. Qusole da l-o-
imcopalhia, ameacando a todo o mundo, como
se esllveasc em urna aldela. de descompor, de
injuriar; e at nao tardar, que prometa dar
pancadas, ele,etc. J quelhe franquearan! um
prlourlnho gazrtal para Insultar-me, faca-o
livrcmente ;,quc nao lenbo tnedo, queappart-
fa no publico o meu procedmento, como cl-
dado. Trauscreva, quando qulzer ludo quan-
ae-ha, que nfio ao, aeno descomposturas de
outros que laes Imprudente*, como o Sr. Sa-
bino. ,
Finalmente para melhor orientar ao Sr. Sa-
liiua. concluir!, dlzendo-lh, que quando o
Sr.Casanova eslava mal eou S. S., eprocu-
rou-me para o defender, as pariicularidadea
das auaa relacSea boinreopatblcaa entre am-
bos, cootou-as Igualmente a quem as qul-
zesae ouvlr. Re verdade, que compnz enln
um artigo para aer aasignado pelo dito Sr. Ca-
sanova: maa como quer que eate fizesae as
paiea com o .jr. Sabino, j nao quiz asslgnar
e cu Inulillsel o dito artigo.
Em resumo pode o Sr. Sabino rocurar acre-
ditar-se com drscoiiipor-nic pocrm s ditas
cousas nao conseguir e vem a ser ; que Ihe
relrlbua na ineaaaa meda, nem que Ihe lome
os vidrluboa buinotopalhlco*.
O Padre lopee Gama.
COMMERCIO.
ALKANllECA.
Itendimenio do dia 9.....S:820,s72
De$carrejam koje 10 de agoilo.
Barca Ligiira mercadorias.
iirigue Ceaar dem.
Brigue aino vinho.
CONSULADO (ERAL.
Kendimeato do da .....
EXPORTACAO.
Despacho marilimo no dia t
Parahlba, hiate nacional Espadarte, den
toneladas : cmuluz osaguinte : 37 vulurafes
fazendas,S canas linhas, 37 ditas diapeos.
2 ditas lie de algodSo, I fardo algodBo, 6 vo
lumes e 4 arrobas ferro, |7 gigos champag-
ne, 10 caixas espermacele, 5 ditas genebra,
I barril vinho, I caixa cha, t barril banha
de ;iorco, 2 aticoretas azeilunas, I embrulho
lio, 9 calas drogas, 1 embrulho peoerss, 6
cauaslras alhos, 1 botija vasia, i barrica ca-
Jinhos, 700 arrobas de carne secca, 10 ssc-
cas srroz, 34 laxos de cobre e 6 almfar -
RECEBEDORIA DE REIJDAS CERA ES
IWEIINAS.
rteudimento do dfa 9...... 199,005
CONSULADO .PROVINCIAL.
Rendlmento do da 9..... 576,759
cnsul d'lnglaterra. Recife, 8 de sgosto^ d
1850. Ochaoeellerporinteririi, A. fau-
doux.
-- Etn vrludn ile requisieflo olllcial doSc.
capitfio do porto interino da provincia do
VlaranbSo, far;o publica aviso abaixo trans-
cripto, para conbeetmento de quem por
^entura possa inleressar. Capitana do por-
to de l'ernambuco, 1 da agosto de 1850.
Rodrigo Tktodoro d Freilas, capia do
porto.
0interino rspitflo do Porto abaixo as-
sigoado faz sciente a todos os navegantes,
que o pharol do llactilumim desta provin-
cia de San-I.uiz do Mar nhBo, vsi entrar nos
precisos reparos e reedificarlo, aflin do lor-
nar-se tBo'ulil, como deve ser, e por isso
faz o presente, e declara que se nSo deve
contar com as luze delledo primeiro do
agosto al o primeiro de novembro do cor-
enle anrro, e para que a loios conste, pu-
blica este no MaranbBo, em 15 de jutho de
1851). Sevenano Aunas, prmeiru leuaitlo
da armada nacional e imperial. Est con-
forme. Roymundo Ildefonso de Sonsa Bar-
radas. Conforme. O secretario interino,
os Mareellino Alvts da Fonstca.
Theatro de S. Isabel.
Deixa de haver espectculo boje, 10 do
crranle, por se estar promptilic.n lo o dra-
ma em trea actos e um prologo, composi-
efio do eximio escriplor dramtico o Sr.
Mencles Ltal
A POBRE DAS RUINAS,
que breve subir acea.
Theatro de S.-Francisco.
ii7.5rt| BELLAS ARTES.
irloVimento do .Porto.
A*M
lli.lhW DE l'EhN\HlCO.
acoirs, ox aoosto
na: tase.
Por fallecitnenlo de Desenclos, negociante
francs aqui reaideole, foi o seu espolio arrrea-
d.-i'lo pelo cnsul da repblica lraiitr/a ursta
cid a de, oSr. enlia.
Das depois de feita essa arrreadarao, certa
individuo, que servia a Desenclos como caixei-
ro, apresentou-se como ciedor deate, pela
quanlia de 8G0,0U0 rs,, iiuporlanela dr ordena-
do* vencidos ; e. como aeu crdito foia posto
emduvida pelo cnsul, recorrer juafa do
.-.. r-r- .....- eec:!v? ri>nr> aVaa
du .a 'dever-lbe aquelle fallecido.
O juiz municipal da segunda vara desta capi-
tal, a quem o credor de Desencloa requerra
arralo daqurlla quanlia em nio do referido
cnsul, drpoia de prrruchida aa formalidades
legaes, espedio o mandado de embargo sollicl-
i.i do mas como quer que o Sr. Sents se oppo
zeste a esecufo ue lal mandado, bou ve lugar
a uicamp.fo, que, aegundo a* le* em vigor,
tesa turca de psito.
Katavam as cousat nesle estado, quando cor-
reu na praca que o Sr. benita rclirava-se para
Liverpool na galera ingiera toalla: entilo o cre-
dor de Desenclos reqoerea mandado contra
elle, como depositario da aomma que aesup-
piinba coiu dlreito, e o juia municipal o espe-
dio, com as foi nulas que seiu revestir docu-
tnenios semelliatiles.
Insistente em seu procedmento, o Sr.
Sents nflo,quiz cutnprir este segundo man-J
dado ; em consequencia do que houve lu-
gar o tecursoda fiirga policial para dar ple-
iii i'itiucu a uiiicili uii ji. Etilfcliiiu.
nem meamo assim, 8. S. srripiou candir,
e cntreteve a reapeito, com o Exm. presi
dente da provincia, a cu'respoudeuj
constante aos ollicios, que, como don
melos, acompsobasn o que S. Exc. dirigi-
r cere* do objeclo em questBo ao rooticio I
osdo juiz.
Esses ollicioseaquelles comqueS Exc,
um principiante, que anda sspalpadel-
. Ku. pretenda entrar em una laiga dis-
cussflo a este re*e*lu porque lenbo feito
esludo dessa materia, e chegue a conven
cer-me, que o referido syslema lem um la-
do verdadeiro { que pode ser uiui ulil hu-
manidade; masque releva ser bem exami-
nado, e posto em.pratca coro a sonda de
urna experiencia amisirada, e nBo pelo ce-
g iiuperismo. i^
Mss, de ludo me desgostei, depois que vi
a uu nctra desciimmtiual e desabrida, por
qus roe rcspaS'Je O Sr. Sabino, que no seu
apostolado tiomceoptinco parece um Mu-
sulmano. Sobre haniiL'opaibts o Sr. Sabino
nflo admille opposicBo. lie o ferrabraz da
iiiiprensa periisiabucana. Quem nfio for do
rebanho homrjBopatico, cale-ee; e se fallar
qualquer cousa contra eseafilha putativa do
Sr. Sabino, cont que ser ameacado de ser
inju'riadoemaua vi Ja privada, etev etc. 0
Sr. Sabino lem aasenta do para si, que deve
reinar pelo terror;-e que he este o mel
msis convinbsvel de acredtlar-se a de aus-
tenler a especulacBn das dses da sus ho-
mOBopailiia pura. Nflo sei se segu o me-
lhor caminbo. Trakil sua qumqtie wluplos.
Nao sao porm as ameacaa, e a* bravatas do
Sr. Sabino em o Conciliador u. lO.que me fazem
calar ; porque uaobaveudoUm s >rimrein toda
a minha vida, jao posso temer,que oSr.Sabino
me ponha no aru p. lourinho O que me taz
rrcuar he a minha propiia dignidad; be o ea-
m, ni, rl. vcd?r-;-, ; "fifrr?. natt devo
dar rxemplo. OSr.' Sabino propugna, anda
que deicomedidainenle, |>elo aeu intereaae :
mas que toletease me veiu da liomu-opatbia ?
De mais urna medicina, que cabe em qualquer
ilgiBclr, e que nu na atalrgo vivo, que i.au
possa applicar, deve de MfMiu creacido nume-
ro de sectarios ; e todosVIM aerio ouiros Lo-
las ilesalleicuados nieua sem a mnima conve-
uiencia da minha parte ; porque oa honiens
por via de regra coufuuaesii as doutrioas com
os individuos, que asaferacac. lisies, c nio
outros sao oa moiivos tavais que aumcientca de
ter abandonado a polmica sobre a homceo-
palhia.
Bogo ao Sr. Sabino, que nio arja tao preci-
pitado can juizoa. Se llie aproveua saber. In-
dague bem qual o individuo, que leu* escrlp -
10, sb o ao .ti) mo d Dulcamara, e eonven-
cer-se-lta, que uo JR lanle isso quer, fechaH o olhe alarldeBcU,
prgar-se ao mais bem naradfl, pode coulinuar
a Ueaabafar contra iniui a ralva pueril, qu lbe
lUrCTmara.
/Vario* entrados no dia 9.
Ballimore 50 dias, patacho americano
Harp, de 158 toneladas, capitSo J Kirwin,
equipagem 7, carga breu e farinba de tri-
go ; a Deane Yuulei Compauhia.
Paranagua 17 dias e 18 horas, gslera bra-
slleira Conclusao, de 412 toneladas, capi-
llo Francisco Jos de Araujo, equoagem
18, em lastro ; a Francisco Alvea da Cu-
nta Fundeou no Lamejrflo, veio lomar
pratico e segu para o Ass.
Sanla-C.atharina 18 dias, patacho nacio-
nal Mtrefd.i, de IOS toneladas, ca.itflu
^andffrus Sena Marlins, equipagem 9,
carga fsr inlia ; a Movaes & Compauhia.
Navios sunidot no masmo dia.
Porlos do sul Paquete de vapor San-Sal-
vador, commandanle o yrimeiro-tenente
Antonio Carlos de Axeredo Coulinho.
Alm dos passsgeiros que trouxe dos por-
tos do norte par* os do sul leva aeu
bordo : o capitfio Hanoel Alberto dos Ao-
jos cm sus familia, o padre Francisco
Hanoel da Silva, o padre Pedro Jo>6 Car-

0 director, tendo de abrir nesles oilo dias
a gsler, cojas vistas j fram. anuun-
oailas, convida a todas as pessoas que qui-
zerem suhscrever, a copco'rerem ao mestnp
theatro, que ali acharSo um encarregado de
receber as assignaluras, des le s 9 horas do
dis al s 6 da tarde.
/Ve-fo das assignalnras.
Iloinrm ,S-SS
Kamlliaa um homem e urna senhor* '"Vo!'
Por augmrulo de cada Innaaculiora 2,1)1)0
Mrnir.oa de ambos os sesos da inesma familia
al 12 aaoos gratla. >
Avisos martimos.
v-
-- Quem qulzer carregar no brigue au*>
triaco Mir, raptlfin H Tadejevlch, para Tri-
este, dirija-se ao vice-consulado austraco,
ra da Cruz, n, 4.
- I'nrs o Ararsly segu era poucos dias o
histe nacional Ugeiro : quem pretender car-
regar ou ir de passagem, dirjase rja do
los da Silva com 1 escravo e Joaquim Jos Vigarion.5.
dos SantosCosW -Pata rtgueira coqj escala por Lisboa
RiO-de-1-neiro Brigue-escuna de guerra he, no dis15 do coirente mez, o patacho
n.cional Kndormha, commandanle o pr- Dor uguez Mana-ff-Joogutna do ,u.l i,8
meiro-tenente Luis- da Cut.li. Iloreirsi; fP'> noel da Costa f-tIva : para o res-
l'.sfjge.ro, Srecrulas, I desertor el des- lo d. crea ou passage.ros l.aU-se com os
pensiro: ludo d* armada imperial. T nT^ Fr,nc,sc0 SMerlMO
l verpool- Calera i.iglez* ttonita. Passs> fl'he 'i & l-.lho
les, o cnsul fr.ncez L. Seulis com su!F"VT l,-J}!t^f-otal *?? t
ir,A -usado a* cbaua* do tal Dulcamara
guando Uauueuian apparcceu com o aeu sys-
lema, que cbaacoa, que apodos, que epigramas
nao claovera:u subr'elte! alas Uauueman, como
philosnpho, que era, e firme em suks convba
cois, nao respoudcu con deasioinpostura,
deapresou saturas, e foi por diante que as-
sim faaeiu os beuieua ooascieucioaos.
Nao tema poli o Sr. Sabino, que esses, e ou-
tros eacriplos Ihe venaata tirar as freguesla* ;
OSr. MaeielMoHlrir:Acko qae a impu-faccrlou de respooder a quem os firmara.Iporque davecennara*) leste sagrado, que dia
B
mili*.
ParahitM--iliate nacional kspadarlt, mes-
tre Victorioo* los l'ereira, carga varios
ireneros Passageiroa, o Brasil, iro; ,'!-
cido Keireira da Silva e Jos de Azevedo
, Obstrvocao.
A bi*cs sustriaca l'ersagno, que veio ar-
ribada por agoa abarla, seguio o seu deslino
para Trieste.
Deca races.
OSr. director do lyceu manda faier
Miblico, que em virtode da portara do
Exm. Sr. presidente da provincia de de
agosto corrale, est a concurso a eadeira
Je primeiras leltras deForaaBe-PorU*. em
irtude de'jubilacJhj dai stlvo profe-
sor, portanto os eiJaalH iileiros, que
se quizerem oppor respCWW eadeira de-
verBo comparecer da data desto a M das,
na sala do palacio da presidencia peiss y
lloras do da.
Secretaria do lyceu, 8 de a gosto de 1856.
Januarlo Alexandrino da$Uva MabiiloCa-
neca. "piofessor de desenlio e secretario.
- Arsenxl de guerra tem de comprar
brim branco, esleirs de Angola, ou de pa-
ria de carnauba, sapatos.le sola e tira, pa-
ra promplifiracfio do semestre do primeiro
de Janeiro a 30 de julliu do crranle anpo,
ia compauhia deattiftces : quem laes gem-
ros quizar fornecer, comparecer at o dia
10 do correle mez, muni lo de sua ropos-
la com os ltimos presos em carta lechada,e
as amostras.
n b
S. Exc. o Sr. pretiJente da provincia, a
retnesss de varios objeclos vindos da corle
para serem enviados as provincias da Para
ytu, liu-Cran'l" do norte e Cear, con-
vida aos capitfies ou mestres dss embsrca-
cOes me rea ules nacionaes ou esirsngeiras,
que se dislinem.as ditas provinciss, e quei-
ram transportar a fres os citados gneros,
a se anlenderem com elle, alitn de contrata*
rem a respeito.
- Os cidadfios franceze, residentes em
Pernsmbuco, licsm prevenidos, que d'ora
emdisule eatfio debaxo da proteceflo do
guirobigue Piratinim, por ter parte de
seu carregamenlo: quem no mesmo qui-
zer carregar, poder entender-sa com os
fonalsrnalarlnst. Amotim lrmfin*.. na roa da
Cadete, n. 39,
Para o Cear e Acarac sana o hiate S.-
lot: para o resto da carga e passageiroa
trata-se com o meslre e pratico do mesmo
Joslanoel Rodrigues, no trapehe do al-
godBo, ou na ru* da Cruz do fucile, n. S*.
___________ ^_^______^____
Leilo.

Ricbard Royle far leilfio, por inler-
venffio do correlor olveira, da grande aor-
timenio*Je f.zendas inglezas, todas pro-
prias do mercado: lerfa-feira, ISdo cor-
rente, as 10 horas da maniifla, no seu ar-
mazem da ra da Cadaia do llecife.
Avisos diversos. -
A cambra municipal lo lleeie compra
as collecces "completas das leis do Brasil,
dos anuos de 1839, 40, 41, 42e47: na casa
das sessAes da mesmaeamsra, ou na tua da
San la-Hila, n. 63.
Quem antiuiciou querer comprar duas
carrosas, i de saber quem lem uma para
vender puxada or um boi equasi nova : na
loja do Sr. Jos Bastos, quaa defronte ds
cadeia. A msma pessoa tem uma canda da
csrreir* para vender.
Desappsrecsu na nolle do dia 7 para 8
do corrcnle, do real da ra da Praia, uma
laucha que era perleocenleao brigue naci
Teudo o inspector do arsenal de mari- 'ivstrut, que all se schava encorada,
ia de coulrater, em virtude de ordem de *-n* l'gsdaaom urna fatexa no cadas-
tre da popa, o que aa previne a toda* as pes-
soas que della sobereretn se dirijam a ra
do Vigario, loja do fun i le ro, n. 6, para fa-
zeratti as suss declarares de que serflo re-
compensadas
A tesaos quesnunciou ter um moleqne
que ssbe cozinbar o diario de uma casa: ap-
parece na ra do Rangel, ti. 38, segundo au-
llar, que achara com quem tratar.
I'raciss-sealugar um sitio pepueno per-
lo da praca, ou casa eom quiul.l sutTrivel .
quom liver, dirija-se ra larga do Roza-
rlo, o. 28, primeiro andar.



-._.
. ..
Prlo jnkco da primelra vara do civel
desta eidade, m o da 14 do corrente, pelas
dez horas da manhfla, se tem do proceder,
para pagamento dos credoras, a leilflo do
pcneroa perloncentes a snciadade da Do-
mingos los da Cunta Lagos k Compsnhis,
os quaes 8s acham em seu armazem, ra.....
cijas chaves fram depositadas pelos dito
socio.
. Pelo juizo do ciyel da seguirla tara, es-
rri'So Molta, se esta procedendo o inven-
tario-do casal do finado Joaquim Jos da
Costa I.eitAo : quem se julgnr crodor, rtiri-
rija-se, com sou ttulos, a Joaquim Ribi-
ro Puntes, testamenteiro e inventariante.
--I.. II. Armstrong, subdito britannioo,
retira-ae para Inglaterra.
Pelo juizo da aegunda vara do civel es-
ci i vilo Molla se ha de arrematabas horas, do
cosime, umt meia-agoa, por detrs da
na ios Pescadores, no Berco estrato que
vai para a praia,avallada por 400,000 rs., por
exrcueSo de Jo Moroira conlra Francisco
Mon tetro de Aodrade, no dia 14 do cor-
rele.!
--Aluga se urna casa de sobrado ni ra
da Utiiflo, com excellentes commodos para
urna ou duas familias: na ra da Aurora,
numero 4.
Pasaportes.
Tiiarn-se passapores para dentro e fra
do imperio, desiacham-se escravos, tiram-
80 ti lulos de residencia para sempre: psra
este fin procura-se na pracs da indnpen-
dancia, livraria ns. 6 e 8, e na ra do Quei-
niadn, n. 85. toja de miudesas, do Sr. Joa-
qun Monleiro da Cruz.
A Marmota.
Ahi landos muito cejo f'a .do prelo a
Marmota n. JT, o vende-se nos logares do
costme.
uinta-feirr,8 do correla, desappare-
cu da Lingoeta un ciu cente de nomo An-
tonio, de ncflo, Mina, de 18 anuos, fsl>
muito atrapalhido, tem a cara niuilo pe-
quea e sm talhos ; he alto e secee ; levmi
calca de algodso cinzenln, carniza de chira
e lionet na caheca : quem o pegar leve-o
venda da esquina da Lingoeta, n. 30, que sr
ri generosamente recompensado.
Cosma Canuta de Jess relira-se para
a Bahiacomsua til ta menor.
Por orden do Sr fiscal fol Removida da
ruada Cadeja de Santo-Antonio para a rus
da Concordia a venda dos burros ; por isso
os Srs praleinlentes all se dirijan para ver
e ajustif alguna que anda restam.
Aluga-se un grande sitio a margem do
rio, confronte ponte dellcha, com aran
de capa para qualquer familia, estribarla pa
ra qutro cavallos, boa agoa de beber, gr de baisa de capim, achaudo-se parte delle
plantado e algumas arvores de fructo, por
prego muito cjmmodo : nu armazem da rui.
Nova, n. 67.
Alugam-se tres pretos mocos o possri-
les pura qualquer servico, simio uiaf-delles
rozinhf iro a canoeiro : na ra Nova, n. 67
INMN ****
O l)r. J. S. Santos Jnior, 9
medico horaceopatha, ultima-"
-mente chegado a esta eidade,
gmora na ra do Crespo, n. io,J
pendencia, e ahi dar o seu nome, com de-
clsracSotfs ra e numero da sua morada,
issim como do numero de ejemplares que
luizerem, pelo preco d 1,000 ris cad
-xempiar. -- odo Barbosa Cordeiro.
Besapparecru ou fugio oo dia 15 do pina-
do tima prela de nome Eugenia, com oa sig-
nara irgulntra: lda< anuos, bjlia, bas-
tante magra, cor fulla, falla de quelsaea rm
ambos os lados, Do tallar finge-se maluca ; le-
vou vestido ioo, sala preta e panno da (.osla,
ludo ja velho : roga-se a quem a vlr tipa pegar
8 leva la ao Afogado, ra de San-Miguel, u. 53
que ser recompensado.
-- Joflo Pereira do Csrvalho Jimio avisa
Z'
segundo andar.
O Sr. Jacinllio Jos Cxbral tenha a
hondada da appatecer rr ruada Praia, n
16, a nogocio de seu inteftsse.
-- Bogt-sesoJir. T. A. T. C. tenha a hon-
dada de apparecr na-roa" da Praia, b. 37, a
negocio que nSo ignora.
Passsporles e litlos.
A antiga agencia da ra do iiangel, so-
brado n. 9, contina a tirar pissspoites pa-
ra dentro e fra do imperio, despachar es-
cravos e requerer titulo*, jur com prszO,
ao respeitavel publico, que.tem de abrir su,-Jqur sem ello : tudo isto com anula pres-
a de primeiras leltras na ra Velna da Boa- loza acommodi
Vista, casa n. 55, para o que offerece seu
prastlmo a quem delle se quizer servir para
odltBm.
Precisii-se de 400,000 rs. a premio!
iahdo-se por seguranza urna casa nesta pra-
cs, livre a desembarsgada : quem preten-
der annuncie.
-Precisa-se de urna ama para todo o ser-
rifo de urna casa de pouca familia: no Ater-
ro-da-Bua-Vista, n. 78, luja.
Precisa-se alugar um sitios margem
Jo rio Capibaribe, at s Ponte-do-Ucha:
na ra de Apollo, armazem n. 4.
Aiorani-sc, se isgaja< da mat-
la da-Torre, i ,2oa palmos de fren-
te e 6oo de fundo da terreno de
barro muito frtil : a tratar na tra-
ves da Concordia, n. 5, sobrado.
Urna mulher natural do Ckbo-Verde,
te 20 anuos, quer ser ama de urna casa:
iinfm iie seu reslimo se quizer utilisar.
Jirija-se a Soleda'le, sitio da D. alafia Cama.
Engomma-se e ensina-se a engommar.:
qoern.prelender, dirija-se a ra do lluzario
la Boa-Vista, n. 45.
Offerece-so urna ama portugueza para
iodo o diario de urna cas, oftnos cozinhar :
qum pretender, dirija-se ra do Hoxario
la Un-Vista, venda n. 60, que se dar de-
inicio.
Acha-se justa e contratada a casa ter-
res, sita ni ra da S. Concalo, n. 6, ferten-
cente a F^ifrazio Jos Hibeiro e sua mulhir ;
quem sobre a mesma tiver alguma cousa o
allegar, faca-n neslfS tres lias, ou annun-
'lando, ou dirigindo-se A rus larga do Ho-
zarlo, n. 48, segundo andar, lindo o que se
conclu.' o negocio. Ilecife, 9. de agosto de
1850.
Avisa-so ao Sr. Paulino dosSmtos de
Csrvalbo, que a nfnguem, senflo abaixn
issignaila, ou a pessoa por alia aulorisad,
pague urna obiigacflo'da quanlia de cim mil
iis, vencendo os joros dedous por cento
46 mez, que mesnio Sr. Csrvalho passou
a a*sigiiou em IS de agosto de U4, em fa-
vos dejfrsola Maris da Conceiclo, dequom
os recebeu por empreslimo, visto que S
mencionada obrigagflo^ desencaminhou-se
e.n o da 6 do corrente, e suppoe-se ter sido
perdida em a taberna n. 4, dentro da riboi-
ra da Boa-Visla, onde nesledia esleve a an-
nuociante. li ornno esta obrigaglo
^uem pode aproveilar, senilo i abaixoas
signada, tambem se raga a pessoa que a ti-
ver achaJo e a quizer restituir, o favor de
-la i ra de San-Concaln, casa n. 32,.
(ajprimeiro andar.
** O #*!
Pede-se ao Sr. thesoureiro da lotera
da matriz da Boa-Vista, que no pague
pessoa alguma, se nfln ao seu dono Manoel
Antonio dos Santos l'untes, o que por surte
sabir ao moio bilhele n. 2,143, por ter si Jo
perdido.
Uabaixo assignado, com taberna na
ra do Collegio, faz acianto ao publico, qu>-
por liaver out'o de igual nome s ass'guar
Manoel Antonio dos Santos F ntes. ,*
llanotl Amonio da Silva.
Hoga-se ao Sr. que-no mez da setem-
bro de 1849 fui na venda do Ilecife, D- i5, defronte do Becco-I.argo,
e oinrou car tus gneros na importancia
de 48,785 i*. com o trato de pagar ao fin
de oitodi'S, o que at hoja o n3 > tem feito,
qurjra pagar ate odia*t5 do crrenle; de
contrallo, sera osau'Dome publicado poi
xieftso
(f Alugs-se um prelo para o scrvic/i de fia-
sa, e se entender de padaria melor: no
l'orle-do-Mattos, rus do Burgos, n. 31, fa-
bi ica de bolaelnnha ingleza.
Aluga-se o primeiru andar do SObrsJo
da ru da Aurora, n. 44,
Alpg-se una ceaa na Pssagem-ds
Magdalena, entre as duis puntes, com
quartos, solio e sahida para a Dar: na
la Direila, n. 3.
Na ra do Vigario, n. 19, ha cartas pa-
ra os Srs. Jofco Antonio Pereira Bocha, t
Jos Antonio. Alvcs Bastos.
-- A pomposa e solemne festa da augusU
palrona Nossa Senhora das Neves, do con-
vento da San Francisco da ri dada de Olinda
tranferio-s para odia II desle correntr
mez.- os liis amantes desla .Soberana Se-
iihors poden coucorrer a Uo ficdo-o Ho,
liiii do inereceroiii as tiencllos do reo asper-
gidas orn nouiedesta dislincla rrealura.
-- Manoel da Costa Lima, muraJoi na ci-
di de da Parahyba do norle, vendo no Dia-
rio V Pemambuco. n. 153. do 10 dejplhn
prximo paasado. um annuncio do S'. .Ma-
nuel da Costa, dizriio que, |urhnverou-
tia do igual nome, passa a .i^nar-ie Ma-
nuel da Coala Urna ; e como ole tiooie sej
ideulicuao do annuiiciHiite, por isso mga-
llie o favor de substituir pur nutro o api elli-
do I una, paia evitar duviJas quo pussaui
apparecor so futuro pelo que llio licart
ubrigado.
Oabaixo assignado deseje |atvar ao pre-
lo oa drama original, intitulado 4rra-
Viri4 o* a gltrl* dos Tabayrt* cojo as-
sumitnheextrliidoda historia "00 Brasil <
das niuiuorias histricas drsla provincia:
mas nflo podeado por si s cun a despeta
da iinpreiisSo, neo Ihe convindo esparar
pela vandagem, que d* ordinario eostuma
ser lenta, para acudir de pf atiple sobre-
dita daspsza, recorra n protecejo das pes'
soas aaiaules da poesia dramtica, para que
se dignem coadjuvar com t sua assignatun
a publica;3o desle drama verJadeiramenle
iiaCiOii, iii jilaa pcrnailtbuuauu pOf v-
celleocia, cortos de que com tste auxilio el-
le lalvez posea aer lavado A scana no dia 7
de seieuibrj, faustoso auniversario da nos-
sa iiidepeadeiicia. por ser. o seu assuinple
munorlBllogo a gloria desse uaeional regD-
aijo. As pessuas, pois, que se dignaren
subscreve-lo, podero dlngir-se loja de
livros do Sr. FigueirOa, ai prac,a da Inde-
iue, alm da grahdao, sera recompensado,
rsula Mara Ja Conceifo.
Preciss-sede um pequeo de boa con-
lela, para caixeiro de venda : no Aterro-
la-Boa Vista, a. 80.
Achou-se uoia verga de embarcarlo,
que ia pelo rio abaixo para a eidade de
Olinda : quem fr seu dono, dirija-se so
porto das Canoas do Ilecife, s fa lar com o
caiio< no Jos JuliOo.por anlliouomazia Ca-
pemba, que Tara entrega, recebendo a gra-
lilicaf Ao do trabalhu.
Piecisa-se de um caixeiro para um de-
oosito de padaria, que entenda, un mesmo
'Ioe o3oentend, comlantu que d Dador
sua cunducla : nu pateo da S.-Ciuz, a. 6
O ahsilo assignado participa sos Srs.
negoqianies do tiapich que se obriga poi
lodasjfclransacces que lenba fuito al bo-
je corra firma de Antonio Jacinlho do Cour
tu aares de C., visto lar dissolvidoa socie-
lde. -- Ilecife, 6 de agosto de 1850.
Antonio Jacinlho do Couto Soares.
Jk pessoa que precisa Tallar com Jos
laTonseca Soares oe Figueireido, queira
annunciarsus morada,'sfim de ser procu-
rada.
Precisa-sede uts prela captiva paran
stvco de urna casa francezs : no Aterro
Ja-Boa-Visla, n. l
- Precis,a-so do urna ama : na ra do
Itangel, n. 25. .. '
Precisa-se de urna ama captiva fue
alba engommar e coser com peffeicSo : no
Aterro-da-Boa-Visls, n. 26, primeiro sudar,
aleas 9 horas da inanhaa.
- Aluga-se um sitio nos Afogados, na
roa de S.-Miguel, n. 39 : na ra da Concei-
efio dS Boa-Vista, a. 58. .
Na ruado Caldeireiro, n. 66, ensinsoi-
se meninas s ler, escrever, coulsr e coser :
tudo com muila perfeicto.
Dc-ejfi-se fallar com oSr.
\ntonio Pinlieiro 4a Pontees Jnior, sar-
gento vago jnesuM SJgunilo balalhSo de
cieidores : na ra I *uemado, n. 35, loja
dt miudeas.
res, pomar, bstanle horlsjice, e baixas com rior, como no interior dos masmos. Ao aci-
capim ; trala-se na ra do Qucimado, n. 30, ma dito nada mais accresconta, porque he
bem conhecido nesta praca.
Km 31 de juiho, perdeu-se urna letlra
a quanlia de 2:833,440 rs. sacada pelo Sr.
Manoel Alves Cuerra em o." de jonho de
1849 a 21 meses, e aceita pelo Sr. Jos Pinto
ta FiMisecs e Silva, eenJocada pelos Srs.
Joflo Koller & Companhia ; por isso se pre-
vine, tanto ao aceitante como ao endosante
e sacador, nflo facsm negocio algum com
'lita letlra, a nflo ser com o possuidor Joflo
Jos de Carvalho Moraes, e desde j sa pre-
vine, o se pnrveirtnr, alguem schar dita le-
tra e a quizer restituir ao dito Moraes sera
gratificado com generosidade.
Boa gratiicaco.
Roga-sets autoridaies policiaes, capitfles
da campo e a qualquer pessoa do povo pren-
dan umescravo denome Fortunato: este
escravo urio em dias do mez de oulubro ;
tem 18 a 20 annos, erioulo, beir;os grandes,
CanelUs comprlas; tem duas listlas no
qoeixo inferior urna dcada lado: o mes-
mo foi encontrado no dia 22 do crrante
mez de juiho com um balaiu, qua ia tomar
Carne em Cruz-de-Almas ; a pessoa que o
encontrn diriglo-se a elle para o prender,
porm Ihe nflo foi possivel por ler elle cor-
rido para um sitio s o perder de vista : esta
moleque lem sempre estado no Arnial tra-
balhando a diversas pessoas, e he conheci-
do por lodos aquelles moradores por Miguel,
por ler elle mu lado o nome : consta que
fugando para Beberibe para casa de um Sr.
de nomo Jacinlho, de la fugira para outra
parte : quem o pegar leve-o ra do Livra-
menlo, n. 14, a Francisco Cavalcanli de Al-
huquerqus, que reconpsnssra generosa-
mente.
|i|i.....un necratai (u>'>ttjieao>liCa aos
^^Ccios que os hilheles para a recita
f^^Minaria de 10 do corrate, se dislri-
hiurao ros Jias 9 e 10 no saleo do thealro.
A pesaoa que tiver o quizer vender ti
carrosas, urna que srja puxada por dous
bois, e a oulra que oceupe uo, annanoie.
-- Sabio luz o teroeiro numero do Btllv
Sex, 6 f vrutia DM livail. S Srs.
Figueira, Dourado, e Moral.
Quem precisar de urna ama de leite, di-
rija-se A ra do l.ivranieoto, n. 28.
Aluga-se uan boa e aprspivel sitio no
lugar do Cordeiro, a aiargen do rio Capiba-
ribe, com boa Casa, quarlo para feitor, seu-
didade no ajuste.
- Perdeu-sa, no dis 6 do corrente, ama
eorreolede relogio, de ourp do le, frita
aqui, sendo a corrente chata, com uav'si-
oete tambem do mesmo opr", as ras No-
va, CabugA, Tr inchriras, Criizes, e pateo do
Collegio: quem a achou, querendo lesli-
tui-U, dirija-se a ra de S.-Francisco, de-
fronte do becco do Paraizo, n. 8, pis por-
te nce a Domingos Jos Marques, que dar o
schado,
Precisa-se de um caixeiro para vepda,
de 12 s 16 anuos : ua ra da Senzalla-No-
va, n. 9. .:,
Precist-se alugtr urna pn-tt para ven-
der na ra : na ra Bella, li. 45.
Aluga -se a casa da ra do Sebo, o. 15 :
a tratar ua mesma ra, n. 13.
Aluga-se um primeiro andar proprio
para escriptorio, ou para homem solt iro :
oo becco ds Llngoets, n. 3, taberna.
Passaporlis.
Tiram-se paisa portes para dentro e fra
do imperio, daapacham-se escravos e cor-
rem-se folbas : no paleo da matriz de San-
lo-Aiiloiiio, sobrsdo ii 4, segundo arfdar.
Ao amarillecer do dia ido correte foi
TurUda urna canoa nova de ruadeira de an-
gelio, com 40 pslmps de comprlda ; des-
ronfla-se ler sido conduzida psra ss bandas
ilo norte, vislo ter saludo una jangada da-
quelies lugares no dilo dia : roga-se, por-
tanto, a qualquer pessoa que a encontr, ou
delta lenol,noticia, enleuder-Se com JoSo
Francisco de AlhayJe, na rus ds l'ruiu, o.
43, primeiro andar.
Charutos de S.-FelU>
No deposito de charutos Unos da Babia,
na ra da Cruz, no Ilecife, n. 40, vendem-se
todas as qualidades de bous charutos da
Bahia, por niais barato prego do que em
outra qualquer parte, em rasJJo de se uian-
dar vir de cunta : afiauca-se aos comprado-
res pela qualidade, notandu-ge que sempre
se esta recebendo novos e variados soi l-
menlos das melliores qualidades qua la se
fabrica m. > ^
Aluga-se o pritflBp.-Mdar
da casa n. 46, da ra da -Cadeia do
Kecile : a tratar na mesial ra, lo-
ja de ferragens, n. !\\.
Precisa-se. de una ama que tenha bss-
nin- tanta leite, que nflo tenha filho, e que saiba
tratar de utnaerianca : na ra do Rozaiio
larga, n 28, segundo andar
QVrece-se om rapaz brssileiro, de
ooa conducta, e que escreve soffrivel, para
aixeirude engenlio, para q.qua leo bs-
tanle pralica ; por isso roga-se a qualquer
senhor de ougeuho que o pretender, de o
produVr na praca da Bua-Visla, n. 24 ( bo-
tica ), esquina que volla para a ra do Tain-
bia, ou annuncie.
--Um grande armazem por liaix da so-
ciedad! Apollinea, e dous pequeos nos
fundos da mesma cssa, que leen cumxuni-
cs^flo com o grande, alugam-se na ra du
Crespo, o. 9.'
A o Publico.
Nos Coelhos, n. 18,' defronte do hospital
novo, acaba de abrir-se um eslabelecimen-
10 para a coufeceflo completa de caeros de
tolas as qualidades : os modelos sio,|SJsn-
pre do ultimo goslo, ou segundo i tlMe
Jos freguezes. Todas tqueUts pessots que
iSe dignarem honrar ais}, ajstalielecimento
com a sua conliaiifa, serSo servidas com
pi om pl idAo e segura oca, tanto a respeilo de
ubaa nova, romu relativa plante a qualquer
especie de concert ou troca ; giiarunjOcs,
dinlura, anejos Nesta estaliecimento a-
cltam-se venda duas carruagens novas.
9 venda do Sr. 31anoei< da
Silva Cotit, n ra do Alecrim,
. :, cha-sc embargad por ese
cucao de Jonqujsmda Silva Lopes
Pede-se ao Sr.J^PEduar.io Chardon,
que antes de se retirar psra fra do imperio
va ou mande pagar na ra do Collegio a
quaniis de 20,000 rs. de que S. S. n|p fg-
uoia ;do contrario, o annuncianle WltA a
jionra de o aconipanhar at a borala Com
este annuncio.
I'rrcisa-se alugar um sitio perto da pra-
ca, que tenha boa casa e arvoreJos : queas
o tiver e quizar singar, diiija-se ruada
Cruz, no hecifein. 27, escriptorio de Croc-
cd& Companhia.
Roga-se aoSr. Joaquim Jos dos San-
tos, empregado na capaiazia do consulado
geral que v> nhs pagar a quanlia do 33,4(0
r., a quernjpfl" ignora ; do contrario, lea
de ver o seu-aome sempre nesta fulha.
--Porofem do juizo d orphflos dests
ciiia.il,-, uno de ser arreinstmia du venda, a,
taberna que foi do fallecido Pedro Marciar
no, sita iia ra da Cruz, n. 57, a requer-
ment de seos herdeirus, na praca do moa
mo juizo de 19 do crrenle mez, na ra du
lluzario estreita.Os prelendentes pdem en-
tender se com o coherd- iro JoSo llai lis Fra-
goso, que est aulonsadu para moslra-ls
l o dia da arremata(flo.
Maria Barbara da Cunhi Maya fsz sci-
ente ao respeitavel publico, qno, de boje em
dianle nflo he mais seu procurador o Sr.
Josquim Francisco deAlbuquerqoe Sautia-
gu, o bem asalm.que lem. constituido pui
seu bastante procurador, para tratar desusa
queslOea judicianas, ao Sr. pufino Jos Cr-
rela de Al me I da.
Des*ja-se Tallar com o Sr. Joflo Csval
canli d Albuquerque Mello, oua alguns an-
uos ptssadosse eucsrrrgara de cobrar divi-
ii nu nislts ; lj|o a negocio de seu !!-
nsse: na ra do Trapiche, n. II.
-- Anluuiu S.uer avisa aos seus amigos e
freguezes, qua de novo se cha de posso da
cucheira da ra da Guia, n. t, onde ide sai
procurado a quarauer hua do dis, asseve-
rando.a todos os Srs. que o favorecerem, e
Dwguerreotypo.
Do artista A ugustin Lettarte.
Tira retratos, paissgens, copias, etc. des-
le o iamanho o mais pequeo at 10 polle-
gadas Iamanho que aqui ainda ningueni
tirou ), e muito supeiiures, pela invenciio
de Oagiieneor, lauto em fumo como col
ridus, em qualquer ocrasiflo, e em muito
pouco lempo, pois que em 12 segundos p
de-se ler um retrato e muito perfeito, a sen-
do paisagensou copias tiram-se em muito
menos tempo,afirmandoe garanlinln, tan-
S a durahilidtde das cores, como a perfei-
semolllanca : o mesmose obriga a ir ti-
rar em qualqnercasa e a (qualquer hora. As
pessoas que se dignarem procura lo, pdem
fingir-so ra da Cadeia, n. 26, lerceiro
tildar, das8 horas da manhfla is 4 da lirde
- Agostinbo Lettarrte, temi da retirar-
se para o sul no primeiro vapor, participa
ao respeitavel publico, quo as pes\oas que
se quizerem utilisar do seu prestimo o en-
bnlrarfloem sua casa, na ma da Cadeia. 0
mesmo participa que tem urna machina com
lodosos seus pertences lara vender, e obri
ga-se a ensmar a quema comprar : quem
quizer, dirija-se a sin casa.
O bacharel A. II. de Torres Bandeira,
professur adjunto de rhetorica o geogra-
phia no lyceudesta eidade, propS;-sea dar
licdes da ii psiii disciplinas, e bemassim de
plulosophia e francez : quem de seu pres-
timo se quizer utilisar, dirija-se i casa de
sua residencia, na ra astrcita do Rozario,
n. 41. segn lo andar, *
alia para escravos, iatribaria para tres ca- liba confiaren os seus Cavallos, de os dei-
vallos, toJo cercado, tendo jardim com flo-lxar satislcilos, Unto no tratameoto exte-
Compras.
-- Cumpram-se, para fra da provincia,
escravos de ambos os sexos, de bonitas li-
Sliras, com hahilidaJes : ni ra larga do
ozario, n. 48, primeiro andar.
Comira-se, para urna encomienda,
nina preta, que nflo tenha vicios, seja ro-
busta e saiba peifeitamente cos-r loda a
qualidade de costuras, fazer vestidos, en-
gnntmar e que seja de boa conducta na ra
do Horario larga, n. 2S, segunlo andar.
-- Compram-se dous inilheiros de lijlos
Je fct'veiiiiria grossa : no allerroda Boa-Vis-
ta, n: 16. piimeiio andar, a tratar com Se-
hastiflo Mauricio IFanderle'y.
jaaaV impra-se ums preta de meia idade
que sirva para o servico ih' urna casa, Cujo
valor nflo exee la de 300,000 rs. : em Fra-
de-poris, n 145, taberna.
Vt-iidis.
-- Vende-se urna pequea casa sita na
estrada nova da Soledade ao Manguinlio,
em dolos propiios, a qual est por acabar :
a lisiar no Forte-do-.Mattcs, n. 10, tend de
lanoeiro, ou no mesmo lugar, com Antonio
Jo Espirito Santo Sena.
Vende-se urna escrava perfeita engoma
madeira, e que faz o mais rrrnnjo de ume
pasa; aiianr;a-se sua conducta: vende:sa
por sea se.nlior relirar-se por doente : na
ra larga do Itozario, n. 35, loja.
Lolt ra de l'ei-nambnco
/%os 10:0(M).yoOO.
Na loja da miodezas da praca da Indepen-
denna, n. 4, vendem-se hilheles inleiros e
meios a beneficio da matriz da Boa-Visla.
A elles que esta prxima a correr.
Veade-se muilo superior carne do
serillo, cousa muito superior ; ssslm como
superior atsnleiga ineleta afilo, 560 480
rs.; dita franceza a 400 e 360 ra. a libra;
cha nunto superior a 1920 rs a libra : na
t*ua Augusta, venda do Victorino.
Vndese urna ncgrinlii do lOannos,
com hom principio de costura; um linda
mocama, de 15 anuos, coai babilidado oe
coser e engumuiar ; 3 prelas boas quitan-
deiras ; um elegan|e moleque e nina prela
co'n cria : no paleo da matriz de S.-Anto-
nio, s.obrado n. 4, se (lira quem vendo.
Vende-se um prelo da Cusa, de ba fi-
gura, corpolenlo, proprio pata padeiro, ou
qualquer outio liabalbo de campo ; na mes-
ma c sa aluga-se urna prela que saiba co-
sinhar o diario le una casa : ua ra do
Itangel, n 38, segundo andar.
Vtiidem-sav na antiga loja de selloiro,
da Antonio Ferreira da CosUuBraga, na ra
Nov*, n. 28, defronte da Conceicflo dds mi-
litares, sellms inglezesde patente, forra los
de couro de prco, elsticos, bordados t
lisus ; silhOes para montana de senhora, de
todrs as qualiilailA* ; estribo? do metal
braiicqJTIitos djatflo ; catiecadas ingleza.-
lolicsae chalas de tivels coborla ; e tudo u
maiiqtM pertenco a loja de srlleiio, poi
menos precio do que em outra qualquei
parle, por se precisar de apurar dinhriro.
Vcnde-se um negro de idade de 40 an-
nos, proprio para sitio por, preoo comiso-
do : na ra da Praia, n. 46.
Vendem-se charutos regalia, a M0 rs-
a caita de 100 charutos, e om porc,a 750
rs.: estes charutos sflo excallenles para as
vendas eencomraendas para fra: na ra
da Cru.-n 36, piimeiro an lar.
--Vendem-se 14 escravos, sanio: 3 mu-
latinhos,muito linJos, dalla 16auuos; 1
dito de 30 auuos; um esersvo d<> bomti
ngura,oleiro;6escravasdes0a 22 ann.s,
quecozinharoe lavam. e entro ellas duas
angommadeirag o coslureiras ; 3 ditas para
o servico de campo; urna mulalinha do 14
annos, que cose e engomma liso: na ra
Direila, n. 3.
Vende-se urna morada de
cusa terrea fcita a moderna, com
seis quartos, salase bom quintal
murado, na ra Imperial, n. p4 '
a tratar na ra Direita, n. 5i)-
Nesta casa tambem se venden
muito boas velas Je carnauba, a
8,ooo rs. a arroba, e a retalbo a
9,000 rs.
-- NaruadoQueimado, loja n. 19, ven-
de-se alpaca prela, pelo baratissimo preco
de 560 rs. o corado.
Vende-se um adereco nevo o de muito
bom gosto, com um bonito diamante no la-
<;o, por preco muito commodo : na rus do
Queirr ado, loja de miudezas, junio a de ce-
es, n. 33.
X.arope peitoral mineante da gom-
m de angico preparada por l.mz
Boltenluit 8t C- boticario chv-
tnico da escola especial de Pars.
A gomina de angico he conhecilae cm-
pregada a muito tamno pelos hahitanles do
interior do Brasil como um excelente re-
meoao para as molestias de paito; mas em
um r-siado tal de impureza, contando cor-
pesestrauhos, que mniUsvez.es impedinlo
seus elfeitos, lornavam sus relias suas prn-
oriedadrs, e obrigavam o doente a tomar
nina porqAo de materias estranhas, nflo
ohsianle que inertes, mais que nc ontanto
difTicoliuva o seu uso.
Iloje em fin esta guinma he por nos lava-
la ao mais alio grAu >le pureza, e assim com
ella preparamos o nosso xarupa 13o agr la-
vele fcil de tomar como prompto eelli-
caz nos seus resultados. s mdicos desta
eidado e outros muitos que teem observa-
do seus efleitos provam sua superioridade
absoluta para a cura das nflamacOes do
peito, toces, defljxns. cstarros, escarros de
angue. ele ;e applicam aos seus doentes
como o melhor especilico at hoja conhoci-
io. fcste xaropaj ha bem conhecido nesta
eidade por muius pessoas qua toen feito
uso delle ; e conlinua-se a vender no mes-
mo lugar ja anniincialn. na rus da Caleta
do Becife, n. 25. defronte do Becco-I.argo,
a 1,000 rs. rada garrafinha acotnpsnh-ada de
um receituario do seu autor.
Vende-se urna prela de Angola, de 35
annos, do bonita figura, e que ha prop-ia
para o s-rvco do ra : na ra da matriz da
Boa-Visla, ti. II, sobrado.
* Vende-se por precisflo urna pros de
nteflo, que cozinha o diario de urna casa e
lie boa quitandeira, por preco commodo
na na do Aragflo, n. 8.
Vendem-se as parles do sobrado de 2
andares, sito na ra da Cadeia do Becife, n.
20, o qual rendo 412,000 rs. : a tratar na ra
:o Collegio, n. 7.
Cftl s finas para jas*!**
Venlem-se cartas francezas eportugue"
zas, as mais finas que so pode encontrar,
por preco muilo barato, assim como tarn"^
hem se vende or linarias a tOO rs. o bara."
Ibo : na ra do Queimado, lojts de miude
zas, junto de cera n. 33.
No armauam le recolher, de Campallo
lunior, na ra da Cadeia-Vcllia, n. 61, junto
a botica doSr. |Monio Pedro, vende-se sa
bflo, bastante secco, a 110 rs. a libra ; arroz
leMaranhflo, a 1.100 is a arroba ; farcllo
le trigo com 96 libras cida sacra, pelo di-
mi nutu preco de 3.500; milbo em saccas :
tmlose vende a volitado dos compradores e
o' menos preco ddiaue em outra qualquer
parta-
Vonde-s a venda sita na travesa do
Vigario, n. 3, muito proprla para quem qui-
zer principiar, por ler poucos fundos e estar
bastante afreguezada para trra ios prelen-
dentes diiijain-se s ra do Codorni, n. 7.
Milho.
Vende-se em saces*: no armazem do Camr
nello Jnior, so p do arco da CoBceicAo,
numero 61.
Farinha.
Vende-se pelo barato preco de 2,000 rs.
a sacca : no armazem de Campellu Jnior,
ao p do arco da Conceicflo, juuto a botica
do Sr. AnIonio Pedio.
JKrvilhns.
Vende-se esto excellente le'gume : no ar-
mazem de Campello Jnior, n. 64, aopdo
arco da ConceiQflo : sflo muito novas e p-
dem comer-sa com frango, ou mesmo com
galiana,
l'ntassa.
Vende-se no armazem de Campello J-
nior, n 64, ao p do arco ua i;onceic,ao, em
birris pequeos e por barato prego.
rriiiciziuas.
Sflochrgadas a loja a#i7, da ra do Qoei-
malo, as.nais bonitas eambrsias de cor-
lAosinlio, intituladas princezinas, pruprias
pi.ra vestidos de senhora c menina, a 800
ris a vara ; longos de seds de cores muilo
uperiores, a 2,000 e 2,240 res; cortes de
casas piulada de lindos padrOes, a 2,060
ii is e oulras fazendas por barato preco :
dam-se ss amostras.
Vende-saUma eriouls de 15 a 16 an-
uos, 'de bonita fUure, rngomma han liso,
coz hflo, ejisaboa, cozinha o -diario de
uma'asa, a (n u mais airanjO de urna casa,
nflo lem vicios ero achaqnes: amada
Seuzalla*-Velha, u. 36, segundo andar.
Vende-se urna prensa ou armazem de
recolher no Forle-do-Matos, n. 20, que foi
de Alexaodre Lopes Hibeiro, a qoal tem 71
palmos de frente e 110 de fundos, asanlo
bem titulada a prxima a alfandega, sendo
por isso pieferivel a qualquer outra ua roa
da Aurora, o. 4.
Vende-se um escrava do servico de
'casa, e que be ganbador : na ra Direila,
o. 32, sobrado,


-,..'<> -....-< ti
atui. --. |
AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertores escuros destgo-
dSo, proprios psra escravos, por gerem de
murta dura cao, pelo diminuto preco de 40
rs. cada un : na rui do Crespo, esquina
que volts pin csdeit.
Crregaram notamente ra da Ser-
zalla-Novs, n. 49, relogios de ouro e prala
patente inglez, para homem n senhora.
Vendem-se amarras ae ferro: na ra
da Senzalls-Nova, n. 42.
Vende-se barato
Para se acabar]
Sapa tos do Aracaty
A ol(o centos rl o par.
Na roa da Cruz, n. 36, confronte i ra da
l.ingotHa e esquina do becco do Porto, ven-
dem-se superiores sapatos do Aracaty, pelo
diminuto preco de 800 rs. o par; chapeos
de palha ; esleirs ; courinhns de cabra e
sola : tudo por menos preco do que em ou-
tra qualquer parte.
A 5oors.
Vende-se cha hysson de superior qualida-
de, pelo diminuto preco de 500 rs. a libra :
na ra do Crespo, n. SS.
Ifassas de vapor.
A cha-so aborta a padaria da ra do Bur-
gos, Forte do Mallos, na qusl se sear
diariamente lodss ss quslitlades de massas
finas, trshslhadas por' maehinistno ; lam-
ben se fabricara encllente po e holaii-
nha de ariruta, ditas inginas, bolaxOes
quadrsdos e redondos, e outras mais mas-
sas tudo obrs prima : as mesmaa sesehaiSo
no deposito da rateo do Terco, n. tO.
Farinha deS.-C'alhmina.
Vende-re a bordo do hrigua Y all, chegs-
donn direilura de S.-Calharina, farinha
niuito superior, esta fundeado defronte do
caes de llamos ; lambem se (rala na piaca
do rommercio, n. (, primeiio andar, com
Manoel Ignacio deOIlveira.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Rabia
Vende-se em casa de N.O. Bieber & C.
a roa da Cruz, n. 4, alc.od.lo trancado
daquella fabrica, moito pioi, rio para ssccos
desssucsr, roups de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por preco muito com-
modo.
Vendemseos melhorcs sapalos fritos
no Aracaty, por menos preco do quo rm
cintra qualquer parte, isto para liquidar
emitas: na ra larga doRotarlo, n. 35,loja.
Miii-melada de Lisboa.
Vende-se na ra da Cruz, n. 62, atmazem
de Manoel Francisco Marlins, mermelada de
Lisboa, nuiilo nova, e em latas de una e
duas libras, por [in eo coma odo.
Navalhasde patente.
Vcndem-se navalhav finas de
patente para fazer barba ; estajos
completos de todos os ferros para
cirurgia, obra muito finay. por pre-
90 commodo : na ra da Cruz, no
Kecife, n. 43, loja de Joaquim
Antonio Carneiro de Soaza xe-
vedo.
Fazendtis baratas, na
111a larga do Hozarlo, u.
48, prinir no andar,
vrndrm-se pecas de chitas pardas, cOres
mullo lias, de bons pannos, a 5,800 rs.,
e a 160 rs. a relalho ; ditas moldadas de
rhuva, a 180 rs. ; estopa com alguma avaria
decupim, a 4, 6e 8 vinUnaa vara ; um fule
de folear fui migas ; (teas de madapolSo, a
8,500 rs.
Na rus do Crbug, leja de qustro por-
tas, do Duarlc, \eiulen -se (n t ias de cris
de niuilo boa qualidade, para ncuinos e
meninas; riquifeles pelos e fiarjas para
ms nileles; castices de vidio, a 1,400 is.
par; hitas de | ellica de n uilo Los quali-
tiide para scnlioia ; ditas de Iticsl; gt^
de seda muito rlatlicats; | (Mes de tatlan-
ga para mairafa.
Vende-se um | reto n oto, i'e boa figu
1a, excellenle ganbador : na ita do Cuspo,
n. lij.
Vmdr-se aiioz, s 1,2(0 is. a arroba,
sendo em saces anda 1 or n.enos : no palto
do l'aiaizo, n. 20, taberna.
. Vendt-se una olaiia na ilha do Coe-
II10, junto a oliru do Carneiro, por preco
rommoio; tena terreno propio e muilo
bom con.niodopara o trabalbo da mesnn
otaria : a tratar com Jcs Victoiino de Le
nos, no sobrado amsrello, delronle'ds ma-
triz da bos-Visls.
-- Vende-se rap de Lisboa em fraseos,
chegadu agora na barca Ugtira : no largo
da Assembla, 11. 4.
--Vende-se faiimia de Sanla-Calharina,
muilo superior, a bordo t'a f alela Sanlini-
ma-lrtndude. fundtaa junto ao[raes do
Collegio.
Na rus do Cslug.'loja do Dusrle, ven-
dem-se quadros de uivertos ssnlos, com
molduras doursdas, a too, 00 e 800 rs.; e
chai eos de mola, a 5,ooo rs.
__*~ -^ < tl,i,i iin.iv,ni n. tK T5-
dem-te meiss bairicss rom cal virgem de
Lisboa, mus no>a que ba no [mercado,
por preco commodo.
Superiores vi 11 los
* Na mada Cadaia, n. 1,
vendem-se encllenles viudos de
diversas qualidades, tanto engarra-
fado como em banis, sendo ,do Per-
ito, Figueira, Bucelas, lladefra, Cra-
f cvelos, Colares, Moscatel de Se-
tunal, etc.; assim como outioa
monos gmeros de o|tiaia quelidadr, de
que sembr ala prev uido'We eslabcleri-
nielarlo*
-Tvende-ae, psra frs da provincia, ou
para o mallo, uma Cnula de 18 snnos, pa-
rida ha dous n.ezes, cum uiuito bom lene,
por ser te prlmeirs bariig, e que cozuilia,
ova de ^l'So e varrelrt, rneomma mui
bem': na roa do litngel, n. 54, a fallar con
Vicloiino Francisco dos Sanios.
A iibilobopuii de Cousin.
A i brioaopl i da Cousin, tradcelo por-
tuguesa em S f., vende-se a 1,200 rs. cada
obra r no pateo do Colegio, casa do livro
azul.
Tecidos de algodao tran-
da fabrica deTo-
dos-osSantos.
Na ra da Cadeia, n. 5tt,
/endem-se por atacado duas quslidsdcs,
<>
cado
rap: ven-J^
meia librs.V
wopriss psra ssccos de assucar e roupa de
9CTSV08.
Moend&s superiores.
NafundicSode C. Stsrr A Companhia ,
m S.-Amaro, achsm-se a venda moendss
le canna, todas de ferro, de um modelo
conslrucr.io muito 'superior.
Aos fabricantes de velas.
Ns ra dos Tanoeiros, armazem n. 5, ven-
de-se muito superior cera de carnauba, por
menos preco do que em oulra qualquer
parle.
Vende-se cha hisson de superior qur-
lidade, em caixas e meiss dias, s lotes a
vuntade do comprador : na ra da Allaade-
ga-Velhs, n. SC, eacriplorio da Matheus
Auatin & C.
Deposita geral do superior ra~^
g pe" A rea-Creta da fabrica
O de Gaotois Tailbet & C. O
na Babia. g
2 Domingos Alves Matheus, sgente da^j
:?fabrica de rap superior Areis-Preta da^j
^Bahia, tem aberto um deposito na ra?!
da Cruz, no Becife, o. 5, primeiro an-7
dar, onde se achara sempre dette ex-j;
Ocellenlee msis acreditado
Cde-se em botes de uma e
por prei;o commodo.
OOOOO9O<30OOOOO
Vende-se urna escravs de bonita figura,
moca, boa engommadeira, e com boas ha-
bilidades: o motivo per que se vende sedia
ao comprador : na ra larga do llozai 10, n.
48, primeiro sodar.
Vende-se, no* armazem do fallecido
Rraguez, polasss muito nova, ebegada l-
timamente do Rio-de-Jsneiro, por preco
commodo.
Encych prtlia de Ltogrophia {em inglez )
conlendo a descriptOo physica, estatislica,
civil e politica da trra, por Hugo Narray,
illuslradacom 82 mappas e multas giavu-
ras, livro indispensavel a todas as casas de
commercio, e aos professores de geogra-
phia.
arle de hurlar, do psdre Antonio Vieira,
edic.Ho de Londres, 1 volume.
Obrai ampletus d* lu* de ComOes, ntida
edic.no de llao.burgo, em 3 volumes.
Vendem-se estas tres obras na ra do Ho-
zar iu larga, loja de miudezas de J. J. Lodi.
I>o armazem de Joaquim da
Silva Lopes, ^ende-se farelo, a
3,ooo rs. a saeta* e farinha de tri-
go franceza da marca Barfio, por
preco commodo.
Noaimazrm de Vicente Ferreira da
Costl, na rus da Madie-de-lleos, vende-se
vinbo da Figueira, o mais suierior que a
este mercado tem viudo, em barra de 5 a 10
caadas, a 8 e 16,000 n. o barril.
Bichas de Ilsmbnrgo.
Vendem-beas verdadeiras bi-
chas de Hamburgo, aos centow e
retalho : lambem se tngame vio-
se applicar a quem piecisar.* na
ra da Ciuz, no Uecile, n. 43, lo-
ja de Joaquim Antonio Carneiio
de Souza Azevedo.
Vende-se uu a porco de enrhameis de
sedro, de 30 a 40 palmus de compiido, 110
pries para obiaa : na la do Vigario, a. 5.
Agencia de Edwin Maw.
lita da Ai olio, n. 6, aroiarem de Me. Cal
moni & Con paiiliia, l?i m ver aos Sis. i'e
engenho e nos seis ciricspondenles nrsla
piafa, que iiospu sUbelecimenlo se srba
coi siai.it niei,le I (im roilimrnlo de morn-
uas ludas de fero para animar, agoa, ele,
n.eias ditas par armar t 111 madelia ; ma-
chinas 1 aia vapor com forca de 4 cavallos ;
laixasde difleienles modelos e de lodos os
lamandos e giossurs, lano de ferio balidt
Cono coado ; espumadeiras, cocos, etc., de
unoeatanhado ; safras psra ferreiros : lu-
do muilo bom e por bsralo pceo.
Vindim-ee missaes noves, e oulros j
usidos : no Htcife, rus da Cacimba, aima
zem por baixodo 8r. Vigario brrelo.
Vcndcm-se colltttoes con
oitis de seis lindas vislst, repre
sentando a ponte do Keciie com a
Vendem-se pianos da excellent f 0-
ies; lelhaadeviilraaem grandes e peque-
as porcOes; sag lino em barricas de 80 e
f60 libras; cevadinha e garrafOes do uma
libra : ludo de mu boa qualidade e recen-
Umente chegado; na ra da Cruz, n. 48,
armszem.
Cera de carnauba.
Vende-se cera de carnauba tpuito supe-
rior, a retalho a am porcia: na ra da Cruz,
n. 36, confronte a LingoaM, esquina do
becco do porto.
Por 22,00a rs.,
vendem-se os mais ssseisdoa espolinos de
chsmslnte de seda, da gorgurflo, pretos e
de cores: na na do Queimado, o. 9.
Antigo deposito de cal
virgem.
Wa ruado Trapiche, n.. 17, ha
muito superior cal virgem dt Lis-
boa, por preco muilo commodo.
\ rados de ferro.
Na fundicBo da Aurora em S.-Amaro,
vendem-se arados de ferro do diversos B>e-
delos.
Farinha de S.-Catharina
A melnor farinha de mandioca que ha no
mercado : vende-se a bordo dq brigue-ea-
cuna Olinda, por puco mais barato do que
em oulra qualquer parle, ou a tratar na
ra do Vigario, n. 10, segundo andar, com
Machado & Pinheiro.
Vende-se a bem ifregueefc fabrica de
charutos do Aterao-da-Boa-Vist, n. 5, pe-
lo motivo de seu dono retirsr-aa para Pira
a trstar ns mesis fabrica,
000000
Q Vende-se um bonito molecSo, bom
Qcoziuheiro, e de conducta muito regu-.
lar, sem vicios nem schaques ; um di- rato ptimo pars pigem, ou para servir
r.a uma cass, por ser muilo ladino, e den
boa conducta ; um pardo de bonita li-
5jgura,fle22 annos, com ofllcio de al-
Xfaiale, e que he bom bolitiro ; un di-
lo de 16 snnos, ptimo para pagem jt
dousescravos de lodo o servica; uma^
preta com algumat habilidades; duas
molecas duas [ardas; duas pretasde
meia idade : todos por pceo muito
CJein conta : na ra das Larsngeirss, n.
<> 14, segundo a nd ar. Q>
O0OOOOOO>O
ililiNCIA
da fundicao Low-lSoor,
BOA DA ESZALt-A-NOVA, V. t\1.
Neste estabelecimento conti-
aa a hp ver um completo sorti-
mento de moendas e meias moen-
Jas, para engenho; macbinas df.
vapor, e tachas de ferro batido t
coado, de todo* os tamanhos,
para dito. .
Vande-aa carnauba de primeira soite ^
ssccas com farinha da trra, muilo fina
Vi Inlarlt* aelo niirtas na P'chadoslgodo: qnem pretender, dirijs-
IV a IOja ae SeiS pwi t **a ,e ra da Cadeia do Recife, n. 56. que so
ra do Liramenlo,
contins-ses vender eassepreta, a 120rs. ;
chitas de cOres, a 1*), 140,1G0. 180, 200 e
240 rs.; chsles brancas de esasa, a 520 e
480 rs.: ditos pequeos de chita para e-
ninss,s200rs. ; elodaas mais fasendss,
por preco commodo.
Vende-sa uma escravs que cose, n-
gnmms, cosioha e las todo o servco de
uma casSkbem feito ; umsdita ptima psrs
venderos rus, ou trabalbarde enxads, com
uma fllhs de 8 annos ; umn moleque de 10
sonos, sauito vivo e esperto para o servco
da uma cass: ns ra do Collegio, n.2l, pn-
meiro andar, ae dir quem vende.
iimtif
Preco que a^radamai
Vendem-H cassss-cambraias, a 20
rs, o covado ; riscados franeezes ; chl
tas prelas.a 160 rs. o covado ; lenco
#de seda rom franja, a 1.000 rs. ; meios
chales, a 1,200 rs. ; luvas de seda, a 320
ttrs. o par ; malas de algodflo, a 160 rs. o
ajtpar ; bicos pretos de lindo e seda, mu -0
.0 largos, a 500 rs. a vareiJMBtaHnui-'J
a fazenda i na ra do n. t,2
loja. #
a
fsra negocio a troco de escravos, cass, ou a
prazo sendo boa firma.
Sa ra larga do Hoza-
rlo, n. 22,
vende-se um moleque de nacSo, boa co-
ziheiro, que nSo se duvida dar para;aja as-
oerimentar ; 3 mulalinhorde 8 a 10 snnos ;
um moleque de 14 annos, de nacflo, de bo-
nita figura; uma mulatinha de 14 annos,
multo linds ; uma parda boa cozinhrira,
que lava de sabfio avarrella ; urna dita boa
cozinheira e engommadeira, e que se Ihe
pode entregar lima casar por ser muilo Hat,
flomums cria dednusasnos; uma preta de
18 annos, d linds flgurs, que coziuhs a tem
principios de engommar.
.Vende-se espirito de 17 graos, a 860
rs. s ranada: na travesea da Madre-de-ueos,
n. 5, anaazean.
- Vende-se aarmaego da ven-
da das Cinco-Tontas, n.'91, por
preco commodo : na rnesma roa,
ftffftff.fftf*fwwm
f> Vendem-se duas canoas gran-*
des, de moito boa madeira e-*
novas, por preco commodo:*
na ra da Cadeia de S.-An
HSfrt
^Seias a J,PW IBJ
libra.
Vendem-se obreissdo muilo boa qus
dade, de urna quaita para cima : no pat
do Collegio, n. 6, loja de livroa, de Joflo da y ende_se m^ ebra (bicho)
Coala Uourado. Wf I .,",.. v '
muilo boa leileira, mansa e com
>na ra da Cadeia de S.-An *
ii./a>tonio, n. 9. .
p..ro AAAAAAAA*
Na rua do Queimado,
li. 9.
Acabam de chegar loja da ra do fjoVi-
mado, n. 9, as mais licas mangulnbss de
tilo psra testidds de senhora. -
Na loja do Dusrle, na ra do Cabug,
vendem-se volantes, trinas, galOes e rendas
douradas e praleadas, espiguilha branca e
amarella, por preco mai commodo do que
em outni qualquer parte.
Deposito de potassa e cal.
Veude-se muito nova e superior potassa
e ral virgen da'Lisba, em pedra : tudo em
barris pequeos de 4 arrobas, por preco ra-
soavel saas ra da Cadeia do Recife, o. 13,
armazem.
Vendem-se capolinhos de lis psra
leoninos e menin>s ; touca de !Sa para se-
iilinra e meninas : ns ra do Cabug, loja
do lluarle. '
4 WVVtf f f f f f Vf 9Vf VWf
S> Vende-se duas cssas terreas, sitas na
a>travessa de Peixolo ; um pardo mogo o
^robusto, apio, para qualquer servco :*
*na praca do Corpo-Sanlo, n. % primei-J
a
dlliiiidega, a ponte da Boa-Vista
a cidade de lmda, a ponte do^Cn-
chang, Foco-da-Fanella, e a ra
daCruzeomo arco do iiom-Jet.uk;
bem como duas grandes vistas de
l'ei au.buco : na ra da Cruz, n.
10. casa de Kaikmann Irmios.
Yendcm-se pes ae 1 ra.gen as, noas.de
se planli ren.; bem como seoidilea de cou-
veeiepolho: em Painameiriro, sitio jun-
io a estrada do eucanamenlo.
\mde-e un. txielUnle cal riolet drs-
coberio, tm muito Lom esleto, e com ar
reos iiov 1 s; un elt ganle cavallo de cario :
noAUiro-da-llos-Vibla,cocliciradosliguel,
ou na ra do Collegio, n. 16, piimtiiu an-
dar.
Vendem-se arades de fero de difl'e-
renles modelos : na la do llium, ns. 6, He
10, labrica de machinas e fundicfio de ferro.
Veiiim-so bombas oe upuxo, pen-
dulsse pitla para ca*sba : na ra do
Brum, us. 6, 8 a 10, fundiflo de ferro.
-t bordona sumaca" Heipique, tundea-
da na jraiado Collegio, vci.de-te # reta-
ilioe ta> poreflo, boa lanul.s te mandioca
aa procedencia de S.-atall.euS, a melhor en.
"uailtiade, a preco /avoravel : a tratar a
oip con o uieaire, ou ua ra da- Cadeia,
u. 9, cun Ainoi iu. i. u.saa.
liapc Paulo Cordeiro,
visjado ua> llio ao Para e do Pai a Pernaa-
buco t ^eude-s na ra da Crux, oo^Reoira,
o. 49, loja.
alva ; couiinhos miudos ; esleirs ; chsros
de palha ; farinha de ar.ruia, em dnicas ;
caixas com velas do Aracaty; sapatos em
porcSo, de todas aa qualidades : na ra da
Cruz, no llecife, n. 24,
Oleo de linliaca.
rm l.olijas ; vende-se nos arma-
zrns da ra do Amorim, ns. 5G c
58, e do A mus, no caes da Allan-
dega. a tratar com Manoel da Sil
va Sanios. .
Vende-se um casal de huiros, ou de
maedos, epUsi.a paielba para cario: na
coxeiadoSr, mrjof Sebaatio Lopes Gui-
sa raes.
LIVIIOS 11 niunco.
Em casa de J. li.WoMliora- & C. ra da
Cruz, n. 16, vend-ae vros em branco
de lodo lanaul 11 por prt t;oe commodos.
Uoreiro & Velloio com loja
na tua Nove, n. 8,
apressam-te em snnuncisr a scus fregue-
zes, que se aclis a venda na sos loja : Heos
capolinhos de (haOjajWlr, setim maco, e
pros de aple rom^Bss ssset.nadas, guar
necidos do muilo Nrfranja e fritos | eli>
goslo msis niodemo; Cha|osinhos de se-
da desaliados, proprios psra crianzas de 4
a 12 metes de idade, que se pode sfllanra.
ser, nrqurlle genero, o melhor que squi
lem viudo; chai eos de seds de sjualquer
c^r, para senhora eque nSoexccaem del*
a 10,100 rs. cada um ; iliapeos de 1 alba
para si ni ora, promplos ou sem enfeilts;
chaptaii.dosdepslha aberlos ou arrenda-
dos do feitio dos de senhora, mss que ser-
ven) para meninas de 3, 4, 5e6annos; um
sorlimenlo cmprelo de trancas de seds para
guarnecer vestidos; igual sorlimenlo de
f-anjas prelas, que niats se usam pas man-
teletes; oulrodeulatdesell largase es-
trellas de boa qualidade, lindos psdroese
pouco dii.nriiu ; aapaiu '. nll. ," -
nhoia milito note e bem alvos ; boizeguins
para senhora ; atacadores psrs os ditos;
riquissimos ramo* de flores pars chapeos
espolias para uoftaj sedas de lodss ss cores
ara chapeos; b'lcoa de seda brancos, lar-
osa estrenos, imitsndo multo os de blon-
do ; seds brancas e de cores psra vestidos r
cliamalole pelo da melhor qualidade pos-
siv.l; luvas de pelica para senhora e para
lion-em; frascos de agoa de colonia n. 24,
que conlm mais de uma garrafa ; lencos
deselim pelos de cores psra grvalas,
efinalmente unvescolhido sorlimenlo de
peifumarias de lodss ss qualidade e de lo-
dos oa precos>l
Vtiidt-saatr preco muilo commodo,
farinda do mandioca de muilo boa quala-
dade ; (uno em folda para Capa e milo de
edaruloa; potassa do llio-de-JaneiiO, era
dairiquindas; sSate-raz ; palhinhs preja-
rada para caiieliaa ; chapeos do Chite: no
armazem de Francisco. U* Ferreira, no
iaesds Alf.ndega, e em tasa de Novsts k
Companbia, na 1 Wie, n. 34.
Vende-se um fffda esrr.vs sem def-
feilo slgum, boa cngosjadeira, cozjnhei-
rs, e que cose chao: ns ra do lleogel,n 57.
^ro sndsr.
AiAAA*AAAAAAA*AAAAAa
Taixas para eng-enho.
Na fundicao de ferro da ra do Brum,
icaba-se de receber um completo sortimen-
10 de laixas de 4 a 8 palmos de bocea, aa
Liases acham-se a venda por preco eom-
nodo e com promptidSo embarcam-se,
ou carregam-se em carros sem despezas ao
lomprador.
Vende-se espiilo de 3? graos, a 1.000
rs. a caada : no paleo do Paraizo, n.i20
taberna. M
Carnauba
superior, s 7,500 rs. a arroba : ns rus da
Ciuz.no Recic, n. 24: bem como couri-
uhos miudos, esleirs, sapatos, chapeos de
palha, caixascom velas de carnauba, ara-
ruta em barucas : ludo por preco commodo.
I stevao Gasse.
0 encarreoadn do depoailo de tap gros-
soemeio grosso de (iaste scienlilica aos
seus fieguezes, que o deposito acha-se po-
vido Ce lodas as qualidade*, e con. boa por-
co de meiss libras, de que leve Taita |or
algunadias: vtnde-se de 5 libras para ci-
ma, a 1,280rs. : na ra da Ciuz. o. S*
~Vnide-4e um sobrado novo de um andsr
Je soto, na 1 ua Augusta, 11. 3 A : ba ra da
Mods, n. 25.
-- Vende-se s cxcellenlt. fazenda de criar
gado, denominada S.-EsieSo, sits no As-
su, provincia dO'ltio-Craude do norte, ten-
.oSIfgoasdeaxienaflo, e anda tem algum
gado : foi ah que na grande aecca de 44 se
refugUMaoi obub o "-<*
as Cinco-l'on-
uni cabritinho
las, n. lia.
' -Vndese urna! bonita esersvt mocs,
que de quiUndeira, com tima cria de mais
de anuo ; um carro de csrregar ns slfsnde-
ga : na Boa- Vista, travesss do Verss, o. 15.
__________________^_^_____,
Escravos fr'ugidos.
odas aa fazeu*
vi/indaS: saraiaua ra r'ouuoss, quaria
Casa tenea.
Ns ra do Sol, n. vende-se uma por-
oto de fmulas muilo superiores, como te-
jas :csmbraia de cores as msis bonitas e
modernas que pode haver 1.0 meresdu ; chi-
ta muilo linas e n.sis ordinaria; iiscsdos
oonslios; madtpolao; brim liso; ham-
burgo fino e mais ordinario ; rswnete pre-
la e parda ; duiaqua azul muilo Uno; meia
cateo.ira; riscados da lii.ho lodas estas
aiendn vendem-se lano eos pecas como a
retalho e por muilo commodo prt$o: adver-,
liudo-se que lodss sao muilo modernas
temo menor sValIeilo.
He DjUIq
Lsguai
CMUt-rv
tro palmos tt
varas, a 8,t)00 is.
quslidsde, a 5,0'
qusdTos muilo lina, e
mam
i de 10
Mperior
r lea de
escoro,
n.uilo propri pas vestidos, a 280 rs. o co-
vado : na rus do Crespo, n 14, leja de Jos
Francisco Dias.
Vendem.se superiores bandas para o
ciaes de cctlores: na rus do Crespo, n

He uiiiilo barato.
Chitas monslros, a iOO.
Ventlcm-se finasV.ilss fianrezas muito,
Isrgas, rOr de rosa, arues a cOr de gadga,
degosios iiitriramcnle novos e de COres
muito fixss, s 280 e 320 rs. o covado; as
n.tis linas catras trancetasque teem sppai
recWlf, gosios inteiramrnle novos, de todas
xs cOres e de tintas muilo lixas, a 720 rs. a,
vara ; au.burgo niuiiu iinu, cera ires pal-,
moa e o eio de largura, a 090 rs. a vara ; na
ruado Crrspo, n. 14, loja de Jos Fisncisr
co Dias.
Vrnde-se a bsreaca Frimtifa-Latuenti-
na, de lote de 30 caixas, bem construida, a
de prlmeirs viagem, fundeada junto ao Ira-
-- Fogio, no dia 28 do prximo passado
juldo, da cidade de Olinds.as 9 horas ds
imite a ciioula Cosma, de 45 a 46 anuos,
pe boa estatua, ;Corpo regular, vistosa ;
lem uma perna mais grossa que a oulra,
por ter soflrido de erisipela ; lvou vestido
de hila e psnno da Costa novo : quem a
pegar leve-a a dila cidade, ra da Boa-Ho-
ra, a aeu senhor, Vicenta Ferreira Usarindo,
que gratificar..
Fugio.no dia 8 do correla, a preta
Mariana, de nacflo Cacange, reprsenla 30 a
35 annos; levou vestido de easaa encarna-
da ja desbotada ; lem um dos tornozeloa
mais giosso do que o oulro, com slgumss
marcas de feridas; lem fulla de dous den-
les na^atiie : quem a pegsr leve-a s rus
da SdaWaae, n. 31, que sei recompen-
sado.
-- Fugio, no da 8 do corrente, a parda
srahralhsda, de noine Joamia, de 30 annos,
cara laiga e com algumas barrugas e sar-
das avermelhedas, sem denles na frente,
olhos grandes o apitombadoa, groaae 'do
corto, altura regular, cabello pichis* ; foi
do sertSo, para onde tah/cz se eiicamiubaa-
se ; levou vestido de chita esverdiado ja des-
botsdo, chala de 19a azul com (lores encar-
nadas ja bastante desbolado : que a pegar
leve-a a ra da Cadeia do llecife, n. 51, ou
a ra do Hospicio, casa do Sr. Tliomaz. de
AquinoFonseca, que se recompensar.
Fugio, no dia 28 do prximo paitado,
do silio Po-d'Oleo, distante ds ovosco
de Panellas uu a legos, o preto Antonio.
crioulo, de estatura regular, chelo do cor-
po, da bonita figura, belfos um lano gran-
des.; he muilo ladino ; dase que viuda pa-
ra o Recife para licar turro, e asseolar pis-
t; ; julga-se sudar opmo torro; levou s-
lalo, camisa de estopa de lardo de fazen-
Da, calcas ue setim la de lislras de cor, ja-
qutls de madapolfio, chaio de pello do
copa muilo baixa, um bonete da panno li-
no, e uma trouxa.de roupa em um guaida-
napo de slgodflozmn); suppoe-ae ter muda-
do de roupa ; foi encontrado nss Ciaco-
Honlase pelo cau inho em varias paates;
velo em um coo.bui de algodBo ae S -Den-
lo : quem o pegar leve-o a ra do Lhrra-
mcnlo, loja n. 14, que sera gratificado.
fc Boa gratilicacao.
No aa SI de juldo do crtente anno, fu-
gio. da cidade da Victoria, uma' acrava
crioula tirando a cabra, oe nomo Antonia,
de 18a 20 snnos, alta e chela do cOrpo ;
lem um csroco entre um pello e oulro, pea
grandes; be muilo abeatalhada que pateca
esa ; foi comprada a Antonio I cite de Li-
ma, morador em fianco, para onda se des-
confa que a dila escrava seguase, por ler
sndado gente daquella lugar condecida
della, ou mesmo que soguisse pas o Heci-
fe. ItofS-seas autoridsuea poikisaa, [capi-
iSes de campo a qualquer peseoa, que a
apprehendame levem-ua tua do Livra-
mento, a. 14, a Franeiaeo Cavalcaoti de
Albuquerque, ou a cidade da Victoria, a
J0R0 Cavalcauli de Albuqueique, que serSo
gratificados. '..
Fugio, do engenho Rccsnlo, no da 21
de juldo prximo passado, a escrava Tin re-
za, crioula, de 30 annos, de mediana esta-
tura, corpo secco, dente limados, olhos
.ru,.v.uu. U.. :f '"' >' rirlrld ila
acortes : quem s pegsr leve-o a seo seu se-
nhor, o ttnenle-curonel Joto Florentino
Cavalcanti de Albuqueique, em Serinhflein,
no dito engenho, ou nesia i fanio, na casa da e.-quma, confronte ao
incal o novo.
ugitam, do engenho S.-Andr, da 1
meses, os Sscravos seguinlea: Simplicio,
Ciioulo.de 21 annos, carreiro, alio, secco,
lem bards, bocea grande, beicos um pouco
grossos, Ut lites glandes, lernasep pro-
poicionaes, talla giotsa a alta : A11I01110
lamb 111 ci iouIo, e cairelro, da 30 anno*
alto, de giotsura regular, etpadaJO, cor-
cunda, pouco barbado, rosto cumplid".
bocea e bsico inferior uu. pouco grandes, al-
guna denles da fenle podres, loma tabaco
e luma cacliimbo; traxe usa dacontaagrauj
dea ao petcoco. Huga-se as auloiidaee* ('O-
liciats e capilucs de campo, que os apre-
hndalo e levem-noao diio engenho, ou a
piaca da Boe-VUU, n. 10, que serio iccosi
pausauos coa tOO.OOtf ra.
pka;: ha m.'mW, r. w ria. '8*


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