Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07104


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Full Text

*' w
Anno XXVI.
H
rAMTiBi sos oouaot.
Cotanni e Parablba, rgunda eellas felri.
Rlo-firande-dn-Norte, quinta* flra ao melo-
da
Cabp, Serlnhem, Rlo-Pormoso, Porto-Cairo
e Macelo, no I., a II, e 21 de cada mex.
Garanhuns e BodIIo. a 8 e 23.
Roa-VUta e Florea, a 13 e 38.
Victoria, s quinta felraa.
Ollod, todoa o 0ia,
B-
Terpa-fera 6
/Mlng. a 1, ii2h. e57ni. dain.
o..... ,, jHoTaa7.aoi7h.el4m.dat.
*"" "" ) Creac. a 14. ia 3 h.27 ra. da t.
I Oiela a 22. iilih.r 62 m. da t.
Mlng. a 3,' as II h. c M m. da ra.
Priuie-a a 2 hora ebi minuto da larda.
Secunda aa 3 hora e 18 minuto da manbaa.
de Agosto deJWO.
N. %JA.
rmsctjot na axnsoaiQAO.
Por tres m eic (adiemladoi) 4/000
Por seis mcie e/OOO
Por um anno
aa
ZWA1 XA ***,.
5 r. Nona Senhor da Heve. Aud. do J.do
orf.em. 1. t. ... .
6 Tere. S. Tiago eremita. Aud. do chae, el. 1. v.
7 Quart. S. caelano, Aud. do J. da 2. r. do
clK a *
8 Quine S. Ciraco. Aud. J. do orf. edo m.
9 Seal.'' Bomao. Aud. doJ.dal.v. do el? do
do frito da fazenda.
10 Sab. S. prenco.
15*W0 II lom. S. Tiburcio.
IIIi -" '--------
cambios niii agosto.
Sobre Londres. 27'/,e 27 Va d. por 1/000r. a 60 da*.
Paria, 346.
> Lisboa, 100 por canto.
Oaro.Onca heapanhoe......... 29/000 a 29/50*
Moedaa de 6/400 vaina... 16/500 a 16/700
. de 6/4U0 nota. 16/100 a 16|200
. de/OOO........... 9/100 a 9/200
/Vale.Patacc. braaileiroi...... 1/60 a 1/086
Peso columnario....... l/'M a 1/970
Dito mexicano*.......... l/oOO a 1/821-
^aaaMi'ii wr,-, ,
PARTE 0FFICIAL.
i i ii i i
MINISTERIO DA FAZENDA.
EXTRACTO DO EXPEDIENTE DO DIA 97
DEJUNMO.
Ao inspector da alfandrga, em deferlmenln
O que requemara Farla IrmSo, a reapelto
da denrgta de despacho livre para a torna
vlagem da sebrciaicntea* druado a bordo da
galera porlugueaa Tenia Jora, para amiento da
i.ipolacao durante a estad i no porto, e deca-
* ra que em vlla da dlapotieio do art. I J7 do
regulamento de 28_de agoat de 1849, cninbinn-
do cun o artigo 4 na palavraArando sujri-
tc., dere reformar a declaao de que o
.pilcantes recorrern!. O dito]regulimen-
Isentando de pagamento de direto de
consumo o (oOreairiitct da emburoscfirs,
leve M Vala attrabir uialor numero della ao
parto do frall para a:aulellar que parte
desata (obreaaleDtea aejain fraudulrntamentr
desembarcado, para consumo, obrfga oa res-
pectivo capitae a dcposiia-lo osa lugares in-
dicado prlai alfandega, exceptuando a parte
neeeaaarla para uo decada navio durante a es- uli
ldano porto. O que cumpre |erllar. nao he to
queaobrem alguna deaie aobrealentei, mas
que lenham destino dillcrcnte daqurllle para
& ignara delaadoi a bordo. Pode ndo porni
ilecer que, arprrlesto de, ncceasatioi par
consumo, le queii a conservar a bordo maior
Suinttdide de lonrrsalrnles da que a necessa-
a, aenio o abaoluiainenle preciso para o
consumo provavel de cada navio durante a
aua catada no porto.
DEM DO DA 28.
Ao inspector da aliandega, que se denrgou
Sroviinrnto ao recurso iutci posto por Adriano
abriel ar lleal, e em villa do despacho, re-
presrntaco a documento annexoi ao procci-
lo, que sr devolve.que inanifeilain a Inlracco
da an, 227 do regulamento de 22 de junho de
1136, se confirma a iui tkeiiin, mpondo-lhe
a multa em conirquencla do acerrscimo veri-
ficado na nota (lo despacho n. ATO de lo de
GOVERNO DA PKOV.NCIA.
EXPEDIENTE DO DA 29 DE JUUIO.
Olficlo.Ao Exm. presidente da provincia do
Crasa, drvolvenrfo julgados pela Junta de justl
ca oinroccssodos soldado B.ivmuudo de Sou-
zl, Mannrl Guucalvcs de Araujo, Josr! Rodri-
gue de Mrnese, Jadnlo remandes de Moura
*; uucornrla Fortunato Jos de Axvedo, todoa
do rorpo flio daqurlla provincia.
l>ito.--Ao rominandante da armas, dlsendo
que para poder ciunprir o avilo da cretaria
de rilado dni negocios da guara com data de
li do crrenle, fas-ae nrcraiarlo, que 9. Kic.
informe acerca do rrquerimento, ,iue rrmelte,
no qual Juaquioa de Jeiui e Uornlbea Joaqun
na do Sacramento pedem baixado aervico para
eu marido e pal o segundo-sargento do segun-
do balalhlo de cacadure Joo Frli lapiisla,
vilto ler rile flnalisado o leu lempo de praca.
Dito.Ao meatno, para que remella com urv
Re luna aljni de aerem enviada ao Exin. minia-
tro la guerra.que aa rrqueaila, as guia da e-
guudo-cadrir Francisco Cosme Daiullo e o
prlinelro iot de Olivrira Calheirosde Albu-
querqur Mello,.ambos do segundo baUlho de
artllharla api1,'os quaei liveram passagem
par oicorpn, aq'ne csiavam addldos na pro-
vincia de S. Pedro do tul.
DitoAo meimo, communlcando que. c-
gundo fui declarado em avilo do ministerio da
guerra talada de 2 do corrile, capadlo or-
deni ao comiiiaudanle da arma iulerino da
corle, para fuer argir na priineira occasiao
de tranapoi te para cala proviucia asegundo ca-
dete do quinto batallio de fuillelrm Manocl
Francisco ^oares
iMto.Ao meatno, intcltando-o de ter S. M.
o Iuiperadorarguiido fot declarado em aviso
do minlaterio da guerra de 8 do crvente, por
sua Imperial e imwediala resolucao de 27 de
iuoho fiado, tomada, aobre consulta do c nse-
llio supremo militar "<,> u, iaiwcii'rido o
requrrlmenla, e?i que u capatao do tercelro
baUlho de arlilliaria a pe, JuaquUu Ccxarde
Mello Padilha, pedia se llie couiaste a anli-
puidade deiie podo dctde o dia 18 de julho de
1841.
Dita.Ao ursino, comrrtunicando que, se-
gundo eonMou de viso do mlnltteiio da
guerra eoau .Via de 8 do corrate, S. I>. o lur-
ncjrador hourera por bfin.ppr decreto de I do
correte, mandar paasar para a segunda daae
do osWclar do rxercllo no. termo do S 1 do
aruJ da lei n. 280 de I diembro de 1841, ao
major do quinto batalho de fuxllelro Pedro
Pauta de Morara Reg.Intelligeoclou-ir ao
Inspector da pagadoria mlliilr.
litio.Ao mesmo, scieniiHcando-o de haver
S. M. o Imperador, arguudofui declado emavi-
o do ministerio da guerra, pala pagadura uiiliir da corte, c abonaste
mo militar de 15 de marco, iadeferldo o rrque-
limenlo em qne o tenenle do primeiro bata-
Hilo de cacadsrr Candido Prancisco dcSanla-
Anaa cOllvetra, pedase Ihe enntasse a anti-
guldade de referido postodrde 23 de julho de
1844.
ila.Aa meimo. remetiendo copia do aviso
do ministerio da guerra de 8 do crrente, em
qne S. M. o Imperador, ordena que o otnclae
da eslado.maior at mejore graduado sejaui
addldoaao corpos da guarxica? deai provin-
cia para servlrem pelo modo e lempo designa-
do ao metiuo avilo.
/IO.--AO meimo, Intelnndo-o de lera. M. o
I mprrador, por decreto de 20 de Junho ultimo
uomeado o padre Antonio Francisco Gopcalvrs,
caprllao do quarto batalho de allilliarsaa p
Dito.Ao menno. communlcando qae as. M.
o Imnerador.Mgundo Coi declarada em aviso do
luinliterio da guerra de 25 de junho nltfmo,
hovera por bem prnrngar por mal dujmex
a llcenca com que c acba no Hio-Orande do
Mil. o capila do tercelro batallio de.artillia-
rla a p "Joo Rodrigue de Oliveira.lntrlli-
genciou-se ao inspector da pagadura militar.
IJito.Ao mesmo, acienlilioando-o da t*rS.
M. o Imperador, por decreto de 27 de junho
lllino, sfgundW|>aiU|}i de aviso da guerra.
oncedidn paagem no meimo posto para o
deposito de recruta da corte ao alfereidool-
tavo batallio de cacadoria David AineriCode
Ursedo.- CoiBuiunlcon-se ao inspector da pa-
gadoria militar.
lulo. Ao nipeetor da Ihesonrari da
fazenda, ordenando, em cimprimento ao
aviso do ministerio dos negocios da juslic.
flesie mex em diante pague os ordenados
loa junen de direito deal orovineia de cn-
fnriiiiiltle com o rtigo l.o do docreto nu-
mero 560 de 28 de junho (Indo, e bem sm.
que aos juire munieipaes qon suMIilnirem
ios de direito no deve pagar o ordenado,
que competir a estes, ainda. quandn o nOo
recebsm, mas simple Juiz municipal rtini
a graliHcacSo do Hercicio do de direito,
mareada no referido decreto.
Dito. -- Ao chefe de polica, remoliendo
copia do aviso circular, expedido pela se-
rretari de estado dos negocios da justica,
com dala de 15 do correte, em n qual S.
M. o Impera,lor determina, que,sdbsua res-
ponsabilidad*., orgnise, em lempo de se-
rena retnett i dos, os mapoaa erimes de que
fax mencao o regulamento a. 130 de 81 de
Janeiro de I8t.
Dito. -- Ao inspector da pagadoria militar,
oara qua remella com urgencia, alira de ser
enviad ao Esa, ministro da guorra, que
requisita, a guia do alfepetdo stimo bala-
Inflo de cacadores, Francisco Manool da Oli-
veira.
Hito Ao juiz municipal da Mgunda va-
ra drsta cidade. llavendo sido entregue
as Alagas ao capito do primeiro lia tai tino
de cacadures Msnoei Jus d'Espindol, te-
iiente ffrM|gundo da mesm arma, Jos An
Ionio lerreira AdriSo e primeiro lente d
armada Jos WNtello Christa d'Ouro, qae
leram p>ra esta jBUyrincia, conformeapir
lartteipou oKxm vice-presidenle daquell
em oflicio de 13 do crranle os tres Africi-
utis livres mencionados na reanlo junta,
cojos saivii;os fdram arrematados pelos re-
feridos oOiciaes, aerante o jui/o municipal
o d'orphos do termo de .llarei, sssini o
coiDniunico a Vmc. para seu conhecimentn,
e ailin de que promova a curadora dos nvn
i-iunados Africanos, o arrecaderio des sala-
rios respectivos que vilo declarados em dil*
relacfio
Dito. Ao bacharel Jos Quintino de Cas-
tro Lefio. llavendo S. M. o Imperador, por
iecreto de 6 de abril ultimo, uomeado a
Vmc juiz municipal e d'orphos do termo
Je Oliuda, por lempo de sanaos, conforme
villa* do Benito e Agoe-Preta, ser posto
em arremitacBo no dia 9docnrrente, de
cooformidade com o artigo 22 do regol-
"onlo, que baixou com o decreto de 17 de
fovereiro de 18S2. Msnda, portanto, o Sr.
narechal de campo gradu'dn, Antonio Cor-
eia Sears, co-nmandsnte das armas desta
orovinci, ennvidar aos Brs. pharmaceuti-
cos, estbelecidos riesU capital, a eompare-
cerem na secretaria militar, no indicado
li, s 10 hnrss da menhli, onde, perante o
conselhoextraordinirio lera lugsr a srre-
matsclo, setvtoJo para ella de base o novo
formulario que se organisou, o qusi pode-
r* desde jser fisto e examinado pelos mes-
mosSrs. pnsrmsceuticos ns referida secre-
taria.
Ouarlel-genersl n cidade do Recire, om
3 de ago.10 de 30 Ft* Puioa it Laceria. cipil8o,Tsecretsrio do
coinmandodisarmts.
OSr. pudre Leocadio da Puril es-So e S
despachado capellSo para o quinto bstalb.lo
de oeea.tores por decreto da 11 de julho ul-
timo, comrsreca no qu artel-genera I do
commando desarmas, para objecto de ser-
vico.
Qusrtel-geneial na cidade do Recife, de
gosto de 1850. t'ranciuo^ Ca loe Bueno
Desc/iamp, ca pililo ajudanle d'ordetjs.
EXTERIOR

JuSqs d:Udo 3e9dc citada mez, assiai a
coiiiinuiiico Vmc, para seu conlu-cimento,
alim de quo venlia prestir odevido jura-
mento para entrar em exercicio, Ocsndu-
llie marcado o prazo de qualro metes para
a presentado do respectivo titulo, cuja
despeza devers Vote, pagir na thesuuraria
de fazenda desta provincia, em vista da au-
la, que inclusa le reinclro.
pracas do quinto batalho de cacadnre, ora
addldaa ao de'poalto de recruta, a importancia
corsifete, rmi)unto all e acharen, as iarncio-
nadas praca.--Coniiuuuicou-te ae inspector
da pagadura militar.
Uilu.Ao luetmo, cnniiuuiiicando, oliui de
que faca cosas lar ao major Seigio Irrtuliano
t.asirllo /(raen, que leguudo fui declarado em
i lis ir ro da gira, .em data d 25
junho. S. M. o Imperador, houvera pur bi ni
iiomra-l> para counuandar a fortaleza do Pao
AmaeeHo iirata provincia, fieando lem etleilo
a nomeavoque referido major obtivera para
coimuandar taetaleaa do Cabedeilo da Pa-
taltiba,inleirnu-ee ao Inspector da pagado-
ria militar.
Dito.--Ao nifsnio, inlrirando-o de ler S. M
o Imperador por decreto do 1.a do trrenle
segundo foi declarado fio aviso do ministerio
da guerra dr 8, pastado para o segundo li|
lhao de eacadore o ttialor do irguudo de fu]
1,1ro Joo Nenomuct-no da Silva Portel!
a ixiuaera mpawbla drste, o capitn drf
Sin tu da uteaMia anua Joao Hicardo de Almri-
"ejasda s iiliiiio: e-etopa*
Jos bal ipitao do srCtridu segunde
uuuLuuuV iulei-
rou-se ao In
Dito.-Ao meimo, scirmiacando-o de ler S.
M. o Imperador, segundo foi declarado em avi-
so lio Miii.UU.il da Kttaiao-ahrS rio coi rente.
por ua imperial teolucan de i7 de junho An- Oforneci ment dos niedJciSMrttas,.-
de, lomada sobre caastdu do couacih* tuprc- os hospilacs reg mentas eal*beleciJos
Coiumando das Armas.
Qu/irlil gentfl na tidne i Itteife, em 31 de
/Mo de 1850.
ORDEM DO DIA N. 05.
0 Sr. marechel de esmpo graduado Anto-
nio Conga Sars, commaodante das armas,
msoda transcrever na presente ordem do
dia, para qua>4*aha a devida e pontual ob
servaucia nos corpas uo exetciiu i:!?r!|a'
nesta guarnlcSo, o aviso circular do minis-
terio da gu'-rra de 28 de junho ultimo, que
por copla Ihe M en leretada pelo Exm. Sr.
prei dente siesta provincia em dats de
nontem :8
lllm. e Exm. Sr. Observando-se pelos
mappas dss frca do esercilo, que eos al-
ttuns o numero de ofliciaes infeiior.es exe-*-
de a iqutlle que permilte o seu estado rom-
p, to : determina S. M. o Imperador, que V.
Ec. ordei o que sejaiu rebanados os infe-
riores, que nessa piovincia esiojam nasal
cas, recnnimeiid.iiilo ao mesmo lempo,
que pan o futuro no continu semelhante
abuso. Dos guardes V. Etc. Paco, esaS8
Je junho de 1850 -- *mpel-t,l>aida de
ae Millo Sr. pralpate da prouncia
rnambuco. Campra-se e regisire-se.
-Palacin do governo da PajOAmbuco, 88
le iulbo de 18S0 .v.iuaa JIoaxaxaWTLiiufur--
fMf. O oflicial. Anlomio tVi/JMfcfa. a
Itanciico Cmrlot Humo ApJaKw^a,
capilSoJudaote de ordens.

0a
0 BI.0QUF.I0 AFBICAMO.
A bonra da cisa he a rasflo que d Swift
em seos conselhos aos criados para todo o
acto dispendiosoe Ilegal. A mesma ras.lo
e allega tambem para a conlinuico dn
bloqueio africano; he.por sus propris hon-
ra que o Miz deve perseverar ata urna am
reza abortiva'; he por sus ptooria honra
que elle nao deve eonfesssr-se incapaz de
proteger urna qoarta parte do mundo contra
o trafico de esersvalura.
Assim, como oulr'ora emprehendemos
urna impossibilidade, a nossa dignididere-
quer que n.lo abramos mo do vo.esforco
que fazemos emquanto nSo acharmns algu-
na cousa qua osobslitu. Ainda nSo ha
muitos annos imaginou-ae Joueimenle qne
otee desidoratnm se tinhl deseoherto. e
que a fazenda normal devia civilissr toda a
frica, e substituir o bloqueio. qussi 1.1o
elTicaz para o objecto de nepressSo quanto a
oulra o fora para o da rivilisafflo. O pe-
queo artificio para a eonsecueflo de tilo
grande fian, consiste em um syslema de
tratados feilos com os chefes africanos na
eiletisSo de 2.500 1'gSas, e erc-se qua por
meiodesses tratados o commercio legitimo
substituir o trafico da escrav-tura ; poro i
Sta esperan; he grandemente abalada pe-
las proras nolaveis que por to la s parte te-
mos lidoda i ilicacia das tratados ; porven-
tura os I rilados fritos com ns chefes africa-
nos selvagens serSo msis escrupulosamente
o'tservadoT do que os que temos frito com
os estadoi civilisados da Europa eds Ame-
rica meridional E dermis; qusi he pre-
sentemente a nossa conducs? Porveittir
temos diminuido e mitiga lo os horrores do
'rfifO,t)u os temos sggravado t'.ada obs-
tculo que nusso esquadrlo op; 0 i ao em-
barque dos rscravos augmenta proporcio-
na I mente os soffri mantos dos captivos em
Ierra. Qusndo elles nflt no lem ser embar-
cados ea om lugir, s3o levados por crueis
marchas toreadas a outro, onde nflo acltam
ni. qusntidade sudlciente de alimentos;
e onde lem que soffrer tocia sorte de pri-
vacoes e crueldades as quaes lerminam al-
umas vazes por urna matsnea geral para
evitar oais despezas, se as dillieul.lades do
embarque pareceu insoperavois, ou a de-
mora nflo vale o cusi. Ainda mesmo quan-
Jo a bordo os sofTrimentos dos pobres es-
era vos nflodiminuetn em nada; os navios
lendo sido conservados muilo lempo 4 espe
rs driles por causa dos iniedimenlos do
bloqueio, ou leudo sida removidos da um
ponto paca oulro a fin da recebaren a car-
ga, acbam-se. geralmente fallos de sgoa,
e eatelndissansavel artigo lieconseguinta-
mente distribuido aos desgranados captivo*
em ncOes quasi que incrivelmente peque-
as Tarabem para evitar grandes perdis,
no caso de aprisiona melo, os navios em-
-'regaajos ueste servido inferoa^ajo eauita
vetes extremamente pequeos- a mal cons-
truidos, a estas eircnmstaiielat augmen
a> anua mais ossoiiniiientu dos misera-
veis nellesi Mercerados.
Seo navioHe aprisionado quando tc.U ji
frito melada da viageni, os pobres desgra-
nados (sos quaes como por escarneo, se da
onome de libertados^, silo sujeilos a una
repetieflo das ssesuias miserias, e i sao quan-
iojass achamamuma rondicAo menos ca-
paz de 8UBMrta-las e por um pelo que
marre no rsjfsWeiro transito,morrem na vol-
ta drz, ao pasto que os soffrtmentos do res-
to Ato augmentados na mesm* proporeflo.
Aindamis, para evitar as provas do equi-
pamento quosujeitam o navio aoapnsiona-
nelada. Em om aperto destes a mortalids-
de devi* necessariamente augmentar. Ava
liando o sug.nenio de mortalidsde em 10
oor canto, o que eertamenln nSo he exage-
rado, qoal he o resudado? Elle absorve
rada anno ss vidas de 8 ou 9,000 escravn
rnente no mel do transito. Este nume
rn he maior do que o daquelles a que demos
ibe'rdade pelos esforeos unidos de todos os
nossos cruzeiros Re para libertar 5 nu
11,000 pessoas, causamos a mor ti de 9,000 e
gravamos os soffrimentos de muitos mi-
litares msis, reso leve squelle que dissr
que a somma .la miseria humana relativa-
mente ios. escravos transportados atrave?
do ocano,' era sugmentsda pelo systema
renressivo.
i Tenanlo o bloqueio de urna costa de
2 500 militas, como, se o continente d'Afri-
c fura s ilhs de Wight. temos emprehen-
dido urna tarefa em ridicula disproporcSo
cr m as novas Torcas, nflo smento nflo te-
mos Icancado o um que nos propoze-
mos, senSo que al temos aggravido o mal
que intentamos reprimir. Temos feito
ainds peior, O peso de nosso poder, onde
elle hs siJoxercido nflo tem produzido-
do outro effeito mais quo augmentar as
barbaridades do trafico, ese os captivos
Africanos livessem voto na msteria, elles
dirism certsmenle: Abandonai-nos a nos
si sorto, pois rom os esforeos que landes
empregsdoem nosso favor, nflo haveis fei-
to sanio sggrsva-la majs. Os meios postos
m pralica para Iludir vigilancia dos vos-
sos cruzeiros, e evilar a nosss liheitaclo,
lesculpam os nossos solTti metilos. Ossaf*
pois, de ser crueis pra ser.tes benignos
A reaccSo contra a vossa philantropi ho a
causa da mais inernal birbaridade do nos-
sos aprisionadores esenhores.
llaquem pergunle ton) ir de triumpho
qoeootros meios, fra o bloqueio, podem
ser suggeiidos para a su'pprcssao do trafico 1
poim esta* questflo envolve a petieflo de
nrincipio doque o blopueio serve para a so-
prr's;lo,o que lie negado por lodos os teste-
munhos de slguma considerado. Porvcnln-
ra dcver#mos persi-lir em urna emprezs m-
possivel snenlji. porque nenhuma oulrs
cousa pode ser propost om seu lugar ? Ie-
vrremos continuar a dissipar urna porqflo
la nussa forca em um esforco peior do qua
ftil, pois toda o nossa (orea nflo hesafil-
eiealo para a gigantesca tarefa que temos
emprehendi lo ?
T.-iii-sc feito piniuras ptlheticas das con-
sequenciis que se segu.rism em Afric re-
tirad* do esquadrSo bloqueante. Descrip-
COes nao menos afllictivis pdetn ser feitas
dos resultados que a sua c.inlinuac.o pro-
velmento pro lo/ira ; pnrm compete-nos
acaso legislar para a civlsa(Ao da frica ?
Nflo temostpor ventura mais perto denos urna
tarefa d Jtesma nstureza.aoul,n.1o obstan-
te sralgoma cousa menos difilcultosa. tem
todava at hoje excedido' nossi liabili late
eos nossos meios' Nao lem a nWa.leda Ir-
landa maisdireitosdo que a Afr'ca sos esfor-
eos que fazemos para fstiidera civilisac?
B.demiis, segundo mu bem disseMr. Cla-
Istnne, a providencia nflo o'denou que o
govemodeuma nsc3o corrija a moral dar
ouIcas. A trsve que temos nos ollios devr
ser bastante para oceupar-nos.
Nossos syslemas de proteceflo tem ralba-
do em ludo, assim em commercio como em
humanidade. Nos estamos representando
perpe'uamenle o papel de ll Quizle, re-
lativamente so cria lo acoul.i.lo, e colhendo
maldicOes era^ags doi bons ollcios que
exercemos; poim que dcsgrscadimenlr
nflo produiem oservijo que intentimos.
Tiisse que a honra e os interesses do pai7
estilo enipenbados na suslantacTo do blo-
queio ato quaalgum oulro expediento pos
sa ser-lhe substituido, esta he a opioiflo de
SirC. Ilothim, o qual com lulo reconbece
a inelTieacia a os males do bloqUeio ; po-
rm por nossa parte, nflo podemos compre-
hander como a honra a os interesses do psiz
p lem estar ligados com o que he peior do
que fui i I para o seu objecto.
Sir 0 llotbim be de opiniflo que se o tra-
uco f.Vr deixado som embaracos, ser feito
em navios pequeos e poi pessoas destitu
das do capitaes. as quaes prstiesrflo sobre
os infeiizes eseravos urna economia asis
cruel; porm vista das provas que tamos
da pequenez e m qua li Jade dos n avies em-
pregados presentemente no trafico, como
tambem do grande numero de individuos
que nell.s sao apinlioados da escas-, re-
cito *m n '~"~ *" dad iiirimn_
te a cira um, lendo ja acontecido dr-se
um chicara d'agoa para tresdiss, parece
inteiramenleimpossivel que os soffri Ten los
dos captivos, durante a viagem, possam vil
a ser msioresdo que actualmente s3o, sal-
vo se os trapeantes quizer que lodos
morram antes fi ehegtrotn ao lugar do seu
leslino, o quo nflo se pode sdmitlir, por-
quanto sflo iotcresssdos em preservar-lhes
as vidis, visto que espersm fszer lucro com
--lies.
Como prova dos bons effeito* do blo-
tueio, allegaose o augmento do numero das
prosajt; (Sai aquellos que isso fazem, de-
at 1818 0 preco dossersvos no Brasil, com
excepeflo somante de um anno, foi sempro
gradualmente diminuindo, a de 75. libras
chegou i cihlr em 40.
Para julgardiis efTei'os do bloqueio, de-
vem-se observar ss chegadas dos navios ne-
greiros s costas do Brasil,a rilo os emba-
razos que eneontram as Costas di Aflica.
Quando o esquadro faz alguma cousa,
destoca o trafico, mudado de um lugar pira,
outro, desva-o de porlos convenanles pa-
ra outros que o so menos, a silo os des-
granados esersvos que soffrem com esti mti-
illr.ea. Os navios de sua migestade, esta-
mos convencidos disso, nflo conseguirflo
nunca supprimir o trafico de esersvalura,
elles nSo produzirlo jimjs para com o
mesmo sjnflo o eifeilo qo p'oJuzem os
seus cascos pars com a sgoa em que se mo-
vem. Elles o deslocarSo e nada mais.
( Examiner. )
INTERIOR.
lUO-DG-JAftEIKO.
GAUAKA DOS SRS. DEPU-
TA DOS.
SESSAO DE 15 DE JULHO DE 1850.
Preiideneia do Sr. Gabriel hiendes dui Sanloe.
(Tonclusflo dn n. 173.)
manto, elies carecnn de todos os arrinji nain^mbrar-sr qne se'o numero das pre-
metitos Mooesaarios para aliviar os soll'ri- sis tem sugmenlado, be isso urna prova de
melas dos espteos. que o numero dos navios empregados no
Oucanosn iestemuabo de Mr. Clsdstone trafiga.taml.eai lem augmentado. contra-
relativamente s tqnsequencias do tilo- baaiisti nunca se queixa das tomadas occa-
queie : sionaes, elle ss considera como a ailvaguir-
i V>> ivros qoe exislem na mezsl'de de seu sss.mcio; psrquaiitosa ue
ambas as casas do pulimento, consta que fora o risco, hsveria competencia e esta
am 1817 e 1848 i piopoicso dos escravos .destruira o lucro.
transportado*, em se tUter ie Ixii porcada Allega-se tambem como prova dos bons
taas tontad*; como imita itAjgr sales do siTeilos do bloqueio o augmento oo preco
trafico Ser prohibido, fura auati de oittee- Jas escravos nos mercado i de Cuba a do
Ofornecimei .lici atentos pira cratot per tidm dual tonelada, e em alguns Brasil; oas duvidamos muitoda esactidan
cu de aove c dez escravo para urna to-
fJesia noliois. Desde o cossaco do bloqueio
__
O Sr. Ministro dos Negocios Kiirangeim 'con -
cluindo ):--Assim, seahores, o projecto
qneo Sr. I.jmpo de Abren manilni apre-
senUr a lord Aberdeen, era Uo somante a
pxpressflo do pensamenlo do ministro dos
negocios i'stnnge ros do Brasil, a nflo Jo
governo. As principies tlis.iosiijttes desse
projecto cram as seguintes : eslahelecia-.se
urna zona ni distancia de 2 graos ao mar da
cos* dentro da qual o direilo. de visita nflo
poda serKerci lo ; exiga o pagamento das
indemnidades arbitradas por sentones* das
commissOesmixtss, efazenJo enumera-
e*a dss circiimstincias que podam ser eon-
siilersdas como sufilcientes para estihrl-cc-
rem a prcsiimp^flo legal de que urna em-
harcaeflo qualquersn ompregiva no trafe-
go, exigi* para a detenefln um nflo pequeo
concurso dellas ; finalmente estabelecia que
logo que o Brasil po iesse por na costa da
frica um* su Hiriente forr;* naval para a
repressflo do trafico, nossari* o droitode
visita.
Segundo ss pirticipnOes enlflo feitas pe-
lo nosso ministro em l.onlres. este projec-
to foi bem icolhi lo por lord Ab-rd-.-n. i:
posto que se oppuzesse s estipulacdes que
cabo de referir, nao se negou a discut-Us
e tratar. Cabio entretanto o ministerio do
que fazii psrte o Sr l.impo de Abren, e este
projecto de conveiieao que nflo linhi silo
a presentado 10 governo brlanuico da psrla
tando deias de um dos ministros, nflo leve
andamento. Assim se psssou o snno de
IsAtV
No inno de 1817 veio a asi* corte, como
ministro plenipotenciario hritannico, lord'
How.len, e propOz ao fallecido Sr. senador
Saturnino de Souxa e Oliveira, entilo mi-
nistre dos negocios estrangeiros, a celebra-
do de'um tratado de commercio. Julgo
conveniente, para que cmara fique mais
plemmeiile intuir'!, lr a not que lord
llowden dirigi aoSr. Saturnino de Snuzi e
Oliveira, ditidi de ai de dezembro' da
1817.
Legcflo brtinnica. Rio-de-Janelro, em
21 de dezembro dei8f7.
II iva ido S. Exc. o Sr. Saturnino da
Soiizi o Oliveira, ministro e secretario de
estido dos negocios estrangiiros. declirado
ao ibaizo assignsdo, enviado extraordins-
rio e ministro plenipotenciirio de S. II. Br-
tannici, que o governo brasileiro nflo sa
aorta disposto a entrar em a negociarlo de
um tratado de commercio de escravos, que
substitu a revogaeflo do acto do- parla-
mento de 8 de agosto de 18(5 ora em vigor,
o abiixo sssignado tem honra de trans-
miltir a S. Exc. um tratado formal para a
repressflod*quella trafico, aloma a liber-
lade.lo acompaoha-lo dealgumas precisas
observa efin.'
a No anno de 1826 coucluio-se ums con-
venci entre a Inglaterra a o Brasil, pela
qual, no art 1 o Brasil contrablo para com
* Inglaterra urna solemne a permanente
obrigaeflo nos seauintes term..s > sabor
que acabados tres aunos depois da troca das
rali lea (Os daquella conveneflo, nflo seria
licito mais aos subditos do Imperador do
Brasil fazer o commercio de escravos oa
costa d'Africa, debaixo de qualquer pretex-
ta ou mmeira que fosse, Qflo deste commercio feito depois di diti
poca por qualquer subdito de S. M. Impe-
rial seria considerado e Iratido como pin-
urii.
Ora, he evidente que no compromisso
cima nfloAe fax nenhuaM cundido, que
foi livro, explcito e absoluto, a por oonte-
guiule imperativo a obrigatorio, a assim
tambem que o Brasil taii*-lB erfmlnoso de
urna violacflo directa da codvetiala. coa* a
tiras-Bretanha em recusar Iludir, ou di
nfloexecutiros termos da quelle compio-
inisso.
O governo brasileiro, anda que nflo
instituido i voslsde, G ieiu ai Ju de poer
para acabar com 0 trafico prohibido pelo
proprio Brasil, a o governo lintaouico quer
crer que a publiciJada e escndalo com
Jue elle tem sido feito, procede antes da
egunda dis ciusas cima mencionadas do
lo que da piimeira. A determinacSo de
nflo emprif as eslipulagOos do um solemne


-i
.-..a
k-

_Jf*-*

ai
M
<2>

'*-**"*"
tratado, livremente concluido entre as duas
pntncas, equivale a um crime na jurispru-
dencia das naijoes, e longe esl o ahaixo as-
signado ifa pretender fazer tSo grave e of-
fensiva acensaq3o contra a probidad? do go-
verno hrasileiro.
Nto obstante, pite rommercio abomi-
navel tem durante os ltimos inris ido em
nrogrpssn, e nSo consta ao menos que o
Brasfl tenh procurado mitigar seus hor-
rores, donde sn deduz com razSo quo tem
sido pile inhbil par fa7eroqne delle exi-
ge a ha f, a honra e a humanidade.
Nest estado de cnusasuma outra po-
tencia se via. igualmente abrigada, pela
convocan de 1826, para acabar conjuncta-
menle com o Brasil o fraileo de escravos, e
esta potencia era a Ingla'terra. A Inglaterra
tinha com a vontade o poder dei o conse-
guir. 0 veio em soccorro do Brasil para
ajuda-lo na eiecucHo daquella parte do
compromiasn, que elle proprio nSo pod ;
levar a effeito, mas que era para ambos
obrigsloria
< A Inglaterra, procedendo portento
com aquello dheito indubitavel, que par-
tilha com o Brasil, re reprimir o trauco
de escravos por todos os meios necessa-
rios, propuz um bil autorisando o al-
to tribunal do almiranlado, equalquer tri-
bunal de vice-alrnrantado, a julgar os na-
vios pertencentes ao lirasil encunt-adus em
contraveneno ao compromiaso, em que era
o nutro i n tere asado. Este bil tornou-se le
no iliaSduagosto del8l3, e est agora em
vigor.
Postoque o governo de S. M. esteja in-
teiramente salisfeito com a execucjlo desta
lei, rorotudo annuiria em recommen lar ao
parlamento sua revogacSo, urna vez que o
governo do Brasil tivesse ja conclu Jo e ra-
tificado um tratado elTicaz para a repressao
do tranco de escravos.
O governo de S. M. deseja sinceramente
remover toda a sorte de desinlelligencia
entre os dous paizes, e oabaixo assigna lo
experimentara a mais viva e duravel sa-
tisfcelo se fosso bastante feliz para ser o
instrumento em enllocar todas as relacOes
entre a Inglaterra e o Brasil no p da cor-
dial amizade que elle anciosa e sincera-
te deseja. He com estas vistas que elle
transmute o tratado junto ao governo bra-
sileiro, e tem ordem para declarar-Uto que
o governo de S. 11. recebendo a ratificacSo
do Imperador, inmediatamente recommen-
dar ao parlamento a revogacSo da lei de
1845.
* Este tratado he quasi o mesmo que o
concluido pelo governo britannico com
Portugal em 1812, con algumas alteraces
absolutamente necesarias para adapt.a-lo
an seu presente Um, ecomo no etUabele-
ce iienliiiiii ragukmento de polica manli-
ma, ou medidas que nOo considero o gover-
no de S. M, nseparaveis de sus ct; io e po-
sitivamente essenciaea ao olj.cla^quo tem
em vista, he do dever do abano assignado
dizer com franqueza que o governo de S.
M. nenliuma alleracSo pode consentir que
se Ibe faca.
O governo de S. M nSo deseja apressar
o governo do Brasil a concluir um tratado
sobre o trafico de escravos como substituto
do acto que na opiniflo do governo de S. M
se nSo he o tnelhor meio, he lo bom como
qualquer outrn, para cliegar ao lira que mu-
tuamente desejam o Brasil e a Inglaterra,
em conformidale do l. art. da cun'enc^o
de 1826 ; mas como o governo do Brasil im-
pugna este acto I se bem o nSo possa con-
sistentemente, quanto ao fim a quo elle
tende ), o governo de S- M. e em defe-
rencia aos desejos do governo imperial, esta
prompto a acceitar o tratado como esta, mas
sob nenhuma outra con licSo pode o governo
deS.ftf rceommendar ao parlamento a re-
vogacSo do acto de 1815.
O biixo assignado aproveila-se desta
occasilio para renovar ao Sr. Saturnino a
seguranca de sua alta estima, e diatineta
Considersc,3o. A S Exc. o Sr. Si tu mu un
de Souza e Oliveira, Diinistro e secretan
d'eslado dos negocios estrangeirus, ele
etc.. elcHotcden. a
Esta pioposta, ou esta ennvenefio, pre-
senta la por lord Monden, funda-se as %*
yuintes bases: eslabelecia o direito de vi
aita reciproco, ilecl.rava quaes as circums-
tanciaa que poderiara csubeleoer a pre-
so n po legal de que a embacacao sr
empregava no trafico, arcrescenlava que
bastara urna deslas circunstancias par*
que podesse ter lugar a detencflo. continha
a deelaraeo geral de que o direitode visi-
ta n.lo poda ser exercido dentro dos poitns,
nos ancouradouros e maies terriloriae-,
creava coinmissdes mixtas, e declara va que
ossubdilos decada una dasduas na(6es en-
contrados a bordo de cmhaicacdes empre-
gadas no trafico, seriam entregues as res
pectivas autoridades para seren julgado
segundo as leis do aeu paiz.
Esta nota leve asuluclo seguinte, dada
em 28 de fevereiro de 1848, sendo ministro
dos negocios estrangeiroa o Sr Piment
Buena;
O pensamenfo do governo imperial he
pois de tratar com o governo de S. M. B
Desde que houver formulado os dous con-
tra-projectos que tem do substituir naque
foram oflerecidos por lord llowjen, I lie da-
r dellea conhecimento, e o infra-scrioto
espea que eniSo ju tica ser feita aos dse-
jos sinceros do governo imperial.
Do que precede cooclu-so que nSoha
rejeicSo pura e simplea da parte do governo
do Brasil; que os nicos bices que dfll-
cultam as negociacocs sflo o bil aitentato-
rio da soberana e independencia do impe-
rio, a natureza das estipulares olTereci-'
daa, e a meneira extraordinaria e inadmis-
sivel por que se pretende a accessao do go-
verno imperial.
baratadas. Tive tambem de otaminsr e
orocurar aprofunlar outras questfles gra-
vissimas que pendem. Esoerava oecaslo
noportuna para dsr-lhes solucSo : com ef-
feito, senhores, no ponto a que tem choca-
do estes negocioa ho preciso cortar as dilli
ciildades, dar-lhes urna soluqSo prompta,
franca", clara e terminantemente [Nuitot
apoma*.) Quem examinar no seu todo a
marcha que estes negocios tem seguido, ha
de reconhecer que nessn todo tem havido al-
guma cousa de.varillante, de incoherente,
e romo que a ausencia de urna idela flxa
Ora adirntavamos, ora recuavamos. He
muito natural qu quem nfio esliver habili-
tado para penetrar e avahar bem as cousas
que p'oluzi'am esses phenomenos, os at-
tribua falta desixeeridade, ou sumdeso-
jo de escapar sdifliculdades por meios pa-
liativos; mas quem conhecer o modo por
que as cousas se passam entre nos, hade
absolver aos meus antecessores de qualuuer
arguicilo quelites posas ser feita nestesen-
tido.
A cmara sabe que estas questoss, totas
orticas e gravsimas, s9o pouco conheci-
das no pat; a maior parle dos nossos ho-
inens polticos, quando entram para as ad-
minislracOes vio estudar nJilas, e tem toda
a desculpa, porque fra das secretarias nili
se encontram os materiaes indiopensaveis
para bem as aprofundar. \ potado*.) Com
a pouca dura(3o dos nossos ministerios,
com a vida que teem os nossos minitros,
constantemente distrahi.los, ou envolv los
na intriga poltica peculiar do naiz (apoia-
dos), nesse jogo de elmcdis e de partidos,
poucos Instantes Ihes restam parasaoecn-
parent deslas questoas graves, e dahi esta
m relia, que pode ser considerada por quem
estuer pievenido como dubia o falta de sn-
ceridade No estado em que estilo estas
queslOes, ua vista do que tenho exposto,
creio sinceramente que he ndispeiisavelj
subir deste oslado em que nos adiamos,
que he n -cessirio darmos urna snIuc,3o lar-
ga, sincra e franca a todas estas queld>s
.apoiadut); a estas questoes que provocan)
todos os das conflictos, que podem trazer
outros maiores; a estas que embaracam a
nossa mircna para o desenvolvimento dos
recursos e prosperidado do paiz. (Apoadoi.
PoJeria prescin lir de entrar na quesillo
da cjuvcniencia da conlinuacio do trafico ;
poderla deixar de examinar se a sua repres
sSo i (i.ie prejudicar seriamente a nossa
agricultura; mas pergunlarei tquellesque
antendem que a continuadlo do trafico cjn-
vem, se he possivel que <-lle continu, ao
nenos por muito lempo !' [Apoiadut.)
Quando una u.irao poderosa como he a Gra-
llictinlia, prosegiiecom incansavel tenacidadr
pelo eapa(o de maja da 40 annoa o rulpenho d
acabar o trafico caa urna persevrraaca nunca
desmentida, quando ella ae resolve a despen-
der 850 mil libras por anno smente para man
ler oa seus cruzeiros para reprimir o tranco;
piando ella oUtiu a acquieicencia de todas as
nacet martimas europeas e americanas;
i|uando o trafico esl redolido ao Brasil e a
Cuba, podereinos nos resistir a essa torrente
que nos impelle, uina ver. que estamos colloca-
dos ueste mundo? > icio i|S) nao. [Apoitoi)
Deniais. sriibores, se o tranco nao acabar por
esses meios, ha de acabar algum da.
A Inglaterra tem feito tratados comioiiitos
chelea de naces africanas, ha inultos pontos
da costa d'Africa onde se nao faz inass o com-
niercio; c a uivilisac* ha de jai-lo eesaar
completamente aluuiu dia, que talve naoeale-
ja muito longe. Y. deveremos no. coniiuuar a
dormir o somno da indolencia, para d'aqui a
10, a l .'i mi *0 anuos acharmo-noa lao alraza-
dos as medulas qne convm adoptar para su-
bstituir os bracos africanos cuno nos adiamos
hoje? (.Isioaata.) A esiinccao do tratico ha de
produzir algum abalo, ua ja, mas tratemos de
o ir prcveuiudo. O que resulta dahi he qu
devenios procurar os meios para contrabalan-
(.ii esse mal, para aperfelcoar a nossa produc-
cSo; porque inalor valor leui 10 mil arribis
de caf bem pre| arado, do que vinte mil mal
amanhado ; Ij.uindui.) Procuremos arredar das
nossas tidadesessa inultido de escravos que a
eiitiilliain. (Apoutut.) iSiio creio, senhore, que
as medidas de repressao sejam as uulens que
convenha adoptar para acabar com o trafico no
pala, Nao faco tilo poma conta da inieiligen-
cia do homeiii, que julgue que elle nao deva
ser dirigido senao pela repressao ; mas calen-
do (|iic os meios de repressao devem fazer par-
te do i,ysiema que cmivin adoptar, ent vista
dO>stado.da nossa soeiedade e da dilli ni I i-
dea que nao devem ser motivo para que recue
mu, i .l;imui/"J J
U Sr. Paula llapliila : Ao contrario, preci
sainos vanear.
O Sr. mililitro do suaseta. nlrnngiiroi: A
anliiciio que tem de ser dada a estas questdes
da actualidade he una sulucao tniti ampia e
mu importante, e por laso he que en procure!
destcala dos lacios sobre que vers-ram o prl
neiro.e o segundo tpico das ~1nlerpelladcs.
Nao he smente contra' rases factos que deve-
nios protestar, hao he smente sobre riles que
devenios chamar a allencao do paiz, he solo .
o lodo de questdes lao graves, c sobre a retaca >
e influencia que eiercein sobre n pa7, e prin-
cipalmente sobre o sen futuro. (.Ipoi.noi { II
urna queslao mais larga e mais importante,
queslo que devenios procurar lodos os meios
de resolver por inaneira tal que nao concorra-
moa para prejudicar o futuro engrandec me nt ,
do nosso pair.. (putado./
E respnudeiido agora ultima parte da in-
terpellaco do nobredepulado por San-Paulo,
que desrja saber quaes as providencias que
lem dado o governo para evitar e reprimir oa
aggravos nossa nacin ilidade, dirlhe-lu-i
que p governo deu aqaatllas nicas provid n-
(iii i.ip luliroil niliv#ni*'ii*- ',?,'. dl,rml'..;-
do s foruiezas que se oppoi.essem, tanto quan-
to podessem, violaciio do nosso territorio
Mas por ventura essas providencias resolveu
as dilheuldades da nossa posicao ? Kslabele-
cem alguma consa para o futuro? Cerlaincntr
que nao: he preciso resolv-las por outra ina-
ne! ra.
lidade aprsenladlfflcuidades e qu o vnlnlst-
rlo tem a coragem, a inielllgencla e rt*dlcaeo
sufficlenles para as resolver como pedein a dig-
oldade c ps vaBulelros intereases do iiaiz, de-
Ihe tima ampia e Inleira conflanca, (apviadoi)
preste-lite urna cooperado larga e completa.
(.Muid!, ponido ) Ese a cau.na enlende que o
ministerio actual nao he capaz le vencer aa
di fllc ii I da de ta alluaco, p'fu-lha que o de-
clare logo (JVAs apoiidii.)
(fim lianae de wlhtt&o. O acra dar r*eo a
MicHoft* di mmlos jarorlo mimbr.u.)
O Sr. Prointt: A disousso et adiada
pela hora. A ordem do da para ai nanhia he .-
terceira discutsao do projeclo sobre o trafico,
c as mais materias dadas para hoje, i eieepclo
das InterpellacfJes.
O Sr. .Vouta e*raaco i A' eieepcio- das nter-
pcllaoes?:!. ..
O Sr. Prnilnle: ltenla a reol/imacio do
nobredepulado, devo informar que, segundo
aiefonna addlclonal an regiment,-o debate
das inlerpellsces regula se pelo debate dos
requerlmenlos. Ora, os requer ment cuja
ilbciissn nao Hca concluida di misma ess,io
em que teapresentain, do-ae para ou tro da,
conforme parece o presidente.ieguado o inte-
rese publico. Esta tem ldo Umbem a pratica
de algum senhores que me precedern! no
honroso lugar que oceupo. Se a cmara en-
lende que esta materia deve continuar a aer
discutida, dellgnarel novo dia ; maa agora Jul-
go que ha outroa negocio mal importantes
do nne ete par seren discutidos.
0 Sr. Souia Franco: Bem: presentare!
um requerimento de urgencia.
O Sr. PruiAeku : J deu a hora, e estando
marcada o ordem do dia levaotou-a a sesso.
Sao tres hora e meia da larde.
PE NAMBUCO

HOMKOl'ATHlA FURA..
PROPAGANDA.
Nos annos seguinles, isto he, nosjannos
de 1848 > 1849, nenhumas propolfOes se fi-
zeram de partea parle, o bil conlinuou a
ser execulad, e em virluJe delle ronti-
nuaram a ser detidas, apresadas o julgada-
as nosja*nbajcacoea. O Si. Pimenta Bue-
na Un ha preparado o eontra-projecto que
proaiee em sua nota ; o mru digno ante-
cessor o Sr. vinconde de Olinda tambem li-
nlia preparado algum trabalho sobre eate
ponte; mas, ou porque as dslllculdade
da posieSo fos.sem graves, ou porque jul-
gassem conveniente esperar occaaiflo o opor-
tuna, eases contra-projectos nunca foram
a presentados. Quando eutrei para a admi-
nistrado proenrei inteirar-me do estado
desla quoslOes, e rrconheci que a maior
parle, ou talvez todas as solucdos que.ellas
podeeriacn ler.estavam prejudicadas ou em-
4>irri mais ao nobre depulado que, logo que
tenha cessado esse procedimrnio dos cruzeiros
inglezes, e que nao reapparefam essas viola-
ede do nosso territorio, (e tenho fundadas es-
peranzas de que lio de eesaar), o governo pro-
curara por meio de negociaedes, cm que lia de
consultar a dignidade nacional e os lnieressr
do paiz, dar urna sulucao definitiva a estas
questoes, i)ue nos incoiiimodam-e piejudicaiu
ha tanto lempo. Declarare! mais a cauiara,qu-
a aclualidade nSo ha propoiicao aigiMl do
governo britannico ao governo brazilelro, nem
sobre tratado de coniuiercio nem sobre
meios de reprimir o trafico ; ha smen-
le da parte do governo a Intencau lirm, sin-
cera, franca c lea! de cuinprir com a nossa
patarra empenhada o tratado de I826,e de pe
casa inaneira assumfr a forca moral que he ia-
dispensavel para seriaos respeltados. (tmoi
apoiado$.)
O Sr. Pauta BapiUa: He nos dever e la-
leresae. .
O Sr. miaiilrn dot nrjncioi eilrangtirot :C. relo,
senhores, que me tenho explicado com fran-
queza. (Apuindot) Anles de concliiir.poriii, te
aaao ni.
FACTOS -l LRICOS.
Ilomlti earadot dm fibra pelo* nuiicamftoi ko-
maopaMcoi dtidi o dia 2'i de ftvtreiro ale 2 di
abril, (ib diai.)
(Continuado )
Pra?a doCorpo-Saoto, n. 2, oSr. Lulz Amo-
nio barbn de tirito.
lina o Trapiche-Novo, n. 44, o Sr. Jlo Car-
io I. n me. .
Ilua daSeiitila-Velha, a. 70, oSr. Joaquim
Oias de Azevcdo, capitao de navio e sua se-
BuadaCadeiadoRecife. n. Sl.oSr. Manoel
de Almeida Lopes, seu filho Antonio c mais
urna Milu.
Capunga.o Sr. Joaquim Monteiro da Crus.
Ra do Trapiche-Novo, Krauclsco, escravo,
em aasa do Sr. Novaes.
Ra do Trapiche-Novo, o Sr. capitao de fra-
gata Yicenle Jos dos Santos Moreira Lima,
cominandaniedo brigue JJoaro.
Ra do Hospicio; n. 4, D. Elelvina, trillado
Sr. Arsemo Fortunata da dilva.
Rea daCadeia doRecife, oSr. DomingoMar-
lins Ponte.
Rui do Torres, o Sr. Uanoel dos Re Qua-
resiua.
Ilua da Matriz de Santo-Autonio, n. 12, o Sr.
Ur. Antonio Anncs Jacoine Pires soffreu das fe-
bres, e seguidamente de ictericia, de que foi
curado.
Ra Nova, o Sr. S.basti-o Lopes Gulmaraes
Jnior, totnou remedios allopathicos, e estaa-
do mullo mal recorreu houtceopalhia e licou
curado, Duvidet muito do restabelecimento
deste doente.
Ra da Florentina, n. i, a Sra. D. Josefina
llosa de Albuqucrque Wanderley.
Ra da Cadeia de Santo-Antonio, o Sr. Dr.
Joao Dia Couliuho de Araujo Pmbeiro, e um
seu amigo.
Ra da Uoeda, n. 7, toda a familia do Sr.
Leopoldo Jos da Costa Areujo, constante de
sua seohora, irutaas, dos quaes a Sra. D, Fran-
cisca esleve mullo pingosa do vomito preto,
sobrinhos e escravos.
Ra da Cruz, um escravo do Sr. Miguel Jos
Alveschancellerdo consulado portuguez.
Ra do Crespa, n. II, o Sr. Pereira Pacheco,
receiiichegado da Europa.
i aponga, em casa do Sr. Manoel Ignacio de
Oliveira Lobo, urna menina.
I'auagein da luagdaleua, o tTr.^Laelano da
Silva Azevcdo.
Oliuda, o Sr. Francisco Pereira de Souza J-
nior, es luanle de ,lucilo.
Fortaleza do nruui, o Sr. Francisco Ferreira
Alve.
Ra do Trapiche, o Sr. Marcolioo de Borges
Ccraldca.
Hua do crespo, Vicente, escravo da Sra. D
Rosa i. uidida do Reg Mello. Fol rale um do
doenle mais perigosos que tive; estar com
l'ebre'lia 20 dias. quando comecou a lomar me-
dicamento lioinii-opalhico... Fui desengaado
pela allopathia. Ko. Umbem o julgucl perdi-
do; porcia 1U dias dcpols HUva escapo. -A
Mu nao ceden ao acn., ao ars. eachlo..e
.un a nina dose de mis. V.
IluaNuva, n. !>. oSr. Antonio Jos Vieira de
Souia, esleve muito mal. Os vmitos! negros a
dores ua cibeca e no epygaslrio cederam ao
vcr.it'. alb. iiu.iioln eslava em convabcenca
sobieveio-lne iutlaiumacHO das parolldo (pa-
rme) e curou ae coiu una dose de mere, v,
llccco da Penha, o Sr. brig-deiro Joaquim
Hcrnardo de Flgueiredo.
Ruado Coellto. n. n Sr. Antonio t.'arncl-
ro da Cunha. Teve iclericla drpol da frbre. .
ilua do Hospicio, u.4, a Sra. I) l.conisl, fl-
ua do Sr. Arceuio Fortunata da Silva. Febre
complicada de pleuriz.
' tingue jVouro, o y, lente Izac, olliciai da
inaiiuha portoguesa.
Capulina, a Sra. 1). Maria i'arBosa, casada
com o Sr. Manoel Ignacio de Oliveira Lobo.
Ra da aurora, o Si. Anlouio Concalves, em
casa do Sr. Frauciaco Oomes da silva Saralva.
Olinda. OSr. Ur. Marco Autonlo Hodrlgur
uc ouut*.
tua do Collegio, o Sr. Antonio Joi de Oli-
veira depois de ler (amado asiemporaneaucn-
le para a lebre una doe hoiutcoaatliica de
bel., obreveio-lhe o soluco esleve mullo
mal, acudo cuino curtid com a bryon.
fcugenho Capibarlbe, Maria do O', pobre, re-
comu.eudaoa pelo Sr. Dr. Olinda Campello.
RuadaCadeia do Recife, n.30, o Sr. Fuga-
mo da Cana Paiva. calieiro doSr. coimneoda-
dor Manoel Goiicalvcs da Silva.
Ilua da Moeda, n. 7, prinieiro andar. Ale lan-
dre Jos Alves e um aeu filho reotjmnascldo.
Hua do Vigario, n. ib, Frederico, escravo do
sr. Josc Meado deSuuza.
Apipucy, o Sr. JosLopesGiiimarae.
hua di Florentina, n i, Luis, lillio do Sr.
Luis Epifauio Mauricio Wanderley.
Ur. Sabino Uljarlo Ludoro rinbo.
lt'miliiar--*a.)
P. S O nosso diatlncto amigo Joao Vicente
llartiiisja.eacha na Babia. Mullo breve o te-
rrinos rus l'crnaubuco l>eo o conduia.
VABIEDABLS. ..,..
iesHilania di fibm > Vt>-.- Jfiafts 's-
im. Hilalorio abreviado,
1.
prsilmo passado, j pela clnica exterior, j
na enfermarla de ininha caa de mide como
he bem notorio, e depois da mal militantes
demonstrarles e evidentes provas da vanla-
gem superior do trataincnlo pela noasoapalnia
para no curativo desse doente, verificada a
triste noticia do appareclmento de emelb>nle
epedlinia na capital de Peraambuco, onde atlas
nao eslava a nova medicina em man profea-
sionaes e que Ihe podesiem valler todos os seus
recursos a bem do melbor rallo na applleacRO
de seus numerosos meios therapeuticos resol-
vi-nie deixar ininha familia e amigos e seguir
para aquella provincia sem o mnimo temor de
qualquer falalidade a flue por ventura cu me
ezpunha. Meus.boai desojo me davain tne-
lhor coragem ; ininha experiencia e miiihas
conviccOet garaniiain-me os mais lisongeiros
resultados. E eu nao me ingauri!
Anortando ao Rccifi no dia 27 de fevereiro,
a prlmelrat noticias a bordo do vapor eram
sobremodo aterradoras: a febre anotara com
grande forca deade los de Janeiro, accaminel-
tendo iudljtinclainenle o pobre e o rico, o
grande e o pequeo. Toda a popula; cons-
ternada viva como que no desespero, temen-
do cada um a sua hora fatal. A boinoopathla
comecava a adquirir all cnncclto favoravel
lendo ja salvado algumas vida e peno dedi-
cadas e de boa vontade que por curiosas e ca-
ritativas a administrarais, iain sendo entre o
povo estimadas c procuradas como se tnedieoa
fosaem, e at de preferencia a estes pelo ter-
ror Ua inortalidade proporcionalmente malar
aos doentes (raudos pelos receiluarios ordi-
narios do remedio da boticas.
Um dia aate* de niioi havia lamben cbea-
Thcatro de S. Isabel.
18.' RF.CITA DA ASSIGNATURA.
Quarla-fira, 7 di agoilo de 1850.
RepresenUr-se-ha o bem eonhecido dra-
ma em cinco actos e sete qusoros
OS DOUS RENEGADOS.
Comecara 4s 8 horas.
Osbilhetes sebam-sa venda no lugar do
costume.
Os Srs. asignante que eoos a recita pas-
uda finalissram suas sssignsturas, queiraai
lera bondatle, caso prelen lam continuar,
le man lar renova-las, para se a dispr
los cimarotes.
Avisos martimos.
Quem quUer csrregar no brigue atta"
trisco afir, capito M Tadejevicli, para Tri"
este, dirija-se aoTce-cinulado auilriaco*
rus da Cruz, n. 4.
O brigue Carolina recebe apenas para
o Rio-de-Jneiro alguna carga miuda a es-
cravos a trate : trata-se com a Viuva G.udi-
no & Filho, pracinlis do Corpo-Sanlo, o. 66.
Para a l'arahiba pretende sshirohiate
nacional Eipadarte, no dia 8 do correte,
portar a maior parla da carga prompta:
passageiros trata-se
oara o re.-to e passageiros trata-se com o
do a inesnia cldade do tcifi a Ur. Sabinooc-Imestre no trapiche do algOdlo, 00 na ra
gario Ludgro Plnho (*j nosso collega eamigo [do Amorim, n. S(.
com quem tive o prazer de me juntar, e por
um accordor mutuo e espontaneo reunimos lo-
dosos nossos trabalho clnico. Algnns doen-
te j o nosso amigo Iratava e nesse inesuio da
eau que cargamos outros doentes novos live-
uiua de eoecorrer.
Dede logo una esperanf a consoladora pare-
ca redascer em todos o leinblanles que rea-
nimado! bem dlziain a nossa chegada; e em
pouco lempo os prompto curatiroa que a ho-
uueopaihia obteve, arreigaram-nos mais pro-
funda alisfaco, no favorreendo o mrlhor
crdito que he possivel adquirirse u'arte em
lao curto espaco de das 111 Dos era o nosso
nico prutectos? I
Baha, 6 de julho de 185o.
Dr.}. A. da Lu.
( Continuur-ic ha )
"\ I ii I
CUMNIEhCIO.
AI.KA.NDEGA.
Kendimento do dia 5.....14:325,584
Dticarngam Hoje 6 dt agoilo.
Brigue -- Oai'no mercadorias.
Brigue --.Cetar dem.
Bares 'jAr-^nn tem.
CONSULAdaTGERAL.
Kendimento do dia 5 .. .
Diversas provincias.....
Ven de-se a barraca Primeira-Lanrin-
lina, de lote de 30 caitas, bem construida e
de primeira viagam ; na rus da Cadeia do
R-cife, n. 50, luja de ferragans. Na mesura
luja preciss-se de ums ama forra.
Para o Aracaiy segua sin poucos dias o
hiato nacional Ligeir* : quem pretender car-
regar ou ir de passagem, dirija-se i rus do
Vigario, n. S.
Para l'igueira com escala por Lisboa
saln, no dia 15 do crrante tnez, o patacho
porluguei Uaria-i(-Joaqun*, do qual he
capitao Manoel da Costa e Silva : para o res-
to da carita ou passageiro* trata-se rom os
seus consignatarios, Francisco Sevenano
Rabello& Filho
Leilo.
631,945
7,381
639.3-28
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do dia 5......1:132,921
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento ato da 5......430.133
a
O Sr. cnsul da repblica frauceza con-
tinuar, por 'titervenclo do corretor Olivei-
ra.oleililo de grande por(3o de mobilia,
!q ue, por falta de lempo, n.lo po le vender em
3 do crrente, e por ser s*libado, dia de
grandes oceupaf o>s; consiste, pois, a ines-
na mobilia em guarda-vestidos, comiii-
das, mests, cadeiras, cinco leilos de ferro,
grandes e pequeos, com cortinados e col-
chfjes de clioas, lavatorios, mesas diversas,
um carro de quatro rodas com dous eaval-
los earreios completos, sof, lampeos de
cima le aess, trem decozinha e djuiIuj
outros objoctos : lercs-feira, 6 do correle,
s 10 horas da minnSa, no sitio defronte do
do Sr. Dolllno Cong-lves Pereira Lima, ns
Magdalena.
oviraento do Porto.
Nati entrado no* dia 9.
Galho-da-Lima 91 dias, galera ingleza
Ocano, do 799 tonel a las, caaiiSoT. A.
Jones, equipsgem 23, carga guano; ao
capitflo. Veio refrescar, segu para Li-
verpool.
- JUtjll
KDiTAL
Avisos diversos.
0 0'. JoSo Floripes Olas Barreto, juiz mu-
nicipal supplente ds segn la vara em
ejercicio nesla culada do Recife e seu
termo por S. M. Imperial que Deus
guarde ele.
Faco saber a Maris ds C.onceicSo. pro-
prirlria de um tcllniio existente no fim da
ra da Roda, contiguo margen do rio Ca-
pibarlbe, que leudo de ser demolido o dito
telheiro por ulilida le publica, conforme
fui orden lo pel Exm. Sr. presidente da
provincia por despacho de 47 do prximo
passado mez de julho, em consequencia d
representando da cmara municipal deSidn
mesmo mez ; que no pru de quinze das
coulados dods pulilicaco do rresenle, de-
ve a dita prnprietaria Ao- referido telheiro
apresentar as reclamacoas que por ventura
liver que fazer a respailo da desaprnpria-
?n a forma do art. 15 da lei provincial n.
129 de2de ma'o de 1844, finios os quaes
se conlinuardo nos termos da d -sai ropria-
qo conforme aos artigos seguinles ao ja ri-
lado da predila lei. K para que o referido
conste a quem convier mandei passsro pre-
sente que s-r alisado nos lugsres do eoslu-
me, e publicado pela impramsa. Dalo e
passado nesli cldade do Recife de Peruani-
huco sob o signsl e sello deste juio, ou ra-
lba sem sellu ex causa, sos 5 de agosto de
1850.-Eu, Francisco Ignacio de Attsyde,
eKrivSu oescrevi.
pao t'loripit Dlmi Barrito.
Declara^es.
0 collector de Olinda faz publico que a
meia sisa dos escravos que Jantes pagavam
cinco por cenlo da seus valsmas, fieou
re luzida.a dous por cenlo, na oonformi la-
do da novissima lei provincial do cor-
ren'eanno : e para que chega ao conhe-
rimeniode lodos, so uianilou publicar o pre-
sente pela iDprfhsa e lugares pblicos des-
ta cidada Colli-ctoria de Ulinda, 30 sj
julho de 1850 0 collector, t'ranohco das
Chugnt.Sal/juciro.
0 subdelegado do primeiro districln
>ia fieguczia dos Afogadus avisa, que pelo
senhor do engeuliu iDura, Hitiiz, foram ap
prchi-n iidos em tilas lvouras quatro ani-
maes vaceuns, sendo duas vaccas, um no
villn a um grrula : quem o jijlgar com di-
reitoa ditos"animaes'comprela os mesma
subdelegada
Principiamos de novo eom a imprenta, e an-
tes de ludo convm alguma cousa dizer do que
occorreu na infeliz cldade do Ualft durante oa
ineaedt fevereiro amalo.
Depois de haver aqu tratado muf cresclo ....
hodefazVruin pedido acamara. Sea cmara I numero de doentes coinineliidcard. firl ifi- Mrra .enSo pelorque o Sr. J
enuiide ,,u a.iiuafio lie grave, que a aciau-l-/..c<-o 1*Uo meses de outobra a Janeiro
V Foi o Sr. Dr. Sabino quem teve a gloria
de Intradilr em Peraambuco a hoimeopa-
thia. prop-gando-a aa cldade do Recife en
1848, e que nao obstante ser Dr. em medicina
por uina cacla regular ; snliYen all a uirsuia
oSr. J. V. Martina ues-
interesset.
Perdeu-se, no dis 4 do corrente roez
de agosto, na Passagem- la-Magdalena, urna
carteira com fecho de metal amarello, con-
tando o seguinte : quarenta e lautos mil rs ,
sendo quatro sedulas eje lO.onti rs. e o mais
em miiidas, um vale de 388,665 rs. passa-
lo pelos Srs. Mosquita & Huta em 15 ou 16
de julho Ando, pagavel ao absixo sssigna-
Jo, una lettra da quanlia de '200,000 rs. ,
aceita no I.* do' coirenla porSilverio Gui-
lherme de Barros, a doze mezes precisos
psgavel minina ordem, urna letra em ter-
ceira via de 500,000 rs moe la do Portu-
gal, pagavel em Lisboa ordem de Jos An-
tonio Simes, e Iguns pspeis mais que de
na la servem a quem a tiver adiado, assim
como o vale e letra acims mencionados, por
estaiein provenidos os dous primetros e na-
da servir a de J A. Simes por ser urna ter-
ceira via e j eslsr realisada esas transac-
cSo : quem a liver echado e a queira entre-
gar, o po lera fazer na Passagem-Ja-Mag-
dalena, na c si do abalxo assignado, ns. 1
e 3, ou na ra do (juaimado, luja n 19, po-
dando licar o diiibeiro cuntido dentro da
mesma carloira. Panto Penira Si rata.
--E. F. \V. C Bockeudahl, sublito alle-
ili3o, ivtira-ao para a proviucia da Babia
Um liomeui solteiro precisa alugar um
eecravo para pequeuos servidos, Dean lo el-
le a noile cu Cata : guon" tiver, dirija-se i
butica do Sr. B-rtholoineu, ou no lerceiro
andar da mesma osa, oa ra do Rozano
larga, das 7 al s 8 horas da mandila.
Existe na loja da Uaia llamos & Com-
paa, na ra Nqva, a. 6, carta de Lisboa
para Jlo Baptisla Castanna. ausente, Jo.
ou liarlos CasUolia, dirigida por Jos Gui-
Iherme Castanna, de Lisboa.
Precisa-se alugar um moleque para o
ser vi(u de casa de homen) solteiro, que te-
nha pratica de cozi o har ou sem ella : paga-
se bem, conforme o seu merecimenio : na
ra Nova, defronta da Conceiefla, venda
n. 40.
Urna pessos bastante habilitada em es-
crlpturacflo se offerece psrs esetever em al-
aiima caaa'enmmerciai. Com minia n-ife:
cao e limpeza : quem de seu presumo ss
quizer utilisar, amiunrie, ou dirija-sa ao
Aterro-da-Uoa-Vista, luja de miudeut, nu-
mero 72.
Victorino Jos de Souzi, Jlo da Silva
.Uagalhles Itaslos e Jacinlho Simes, subdi-
tos Portunuezas, reliram-se para fra desta
prafa al Porto-das-Pe Iras com negocio, o
que faze.n selenta ao publico.
O baixo assignado roga a todos que
devem i casa que fui do fallecido Antonio
Das Souto, buje perleiiceule ao abaixo as-
signado, que vetilla ni saldar sus cuntas
aiingaveloieiite co u o mosm3 sbalxo assig-
na lo, no praio de 15 diss. Joto Martim
Oonealeet.
Ao amanbecer dodli 4 do crrente fui
fu.tala uina canoa nova demadeirade an-
gelnn, eom 40 palmos da ompri Ja ; des-
confia-ae ter silo conduzda para aa bandas
Jo iorl':, viso iorsahiiiuuina j.iitina .-
quellos lugares no dito dis : rogs-se, por-
lanto, a qualquer pessos que a eneatnlre, ou
delta lentis noticia; entender-ae eom Jofio
Francisco de Athiy Je, na ra t Praia, n.
43, primeiro andar.
Eduardo Combar, negociaMle inglez
nesla praca. retirs-se para tverpool com
10la sus familia, levando como criada urna
preta crioula de itome Libania.
i


*m
Rofa-M.ao.Sr. Joaquina Badrigues Ta-
vares de Mallo, de Porto-Calvo, ou a sen
correspondente o Sr. Julio da Costa Lima
Jnior, de entender-secom a viuva da Bur-
goser Filhoa, no engenho Agoas-Cleras do
Urnc, que oblcr exacto eacierecimento de
toda as precedencias que se leem dado so-
bre o escrafo, pardo, Victorino, que annun-
cioo estar fgido, e diz sor de seu dominio
Aluga'm-ie os fundos Ja padaria da ra
do Burgos Korte-do-Slaltos.que faz fronte
par a roa do Amorim, propria para estebe-
leeimentode pateiro, por ter j do mes-
mo armario: a tratar na mesma padaria,
on na preta do Commerciocotn o Sr. Ma-
medc.
yuem quizer alogar um moleque, que
cozinh o diario - O Sr. Lulz Antonio Favilla Jnior quei-
ra (er ahondado de ir i roa larga do Ituza-
ro, n. 38, segundo andar, ou annunciar sua
morada r procurado.
Offerece-se urna parda para ama de
casa : quem della precisar, dirija-se a Sole-
drde, altiodaSra. D. Mana Cama, que ae
d'irf quem he.
preclsa-aede urna escrava para Tender
fazendas en tabolelro: o ra do Hospi-
cio, n. 34
Itoga-ae 10 Sr Joaqun Jos dos San-
toa, empregado na capalazle do consulado
geral que vnha pagar a quintia de 33,460
rs., a quem nflo ignora ; do contrario, ter
de ver o seu nume sempre tiesta follia.
Tondoailo arrematado o imposto de
21J* aobre o consumo das agoaa-arden-
tes de produccflo brailelra deate munici-
pio do Recife, tem porconsequencl d nrn-
reder-se eollecl sobre quelles que ven-
derem smelhiite" genero, e para que estes
pnssam conhecerse Ibes conveni continuar
vender, neceastrio se Ihes faz saber qual o
preep em que se scha arbitrado cada urna
caada e por isso roga-se ao lllm. Sr. ins-
pector da thesouraria provincial,ou suto-
ridsdes quem competir, que baja de o U-
z<-rcoUr aos inlertsdo por,meto de
editaes, do eonfo'midadecuoi a disp'osicflo
do ait.. 8 do regulamenlo de 28 de Janei-
ro de 1833.
Di'Sfja-se fallar com o Sr. Placido Cae-
Uno Horges a negocio de seu ulerease: na
ra da Cruz, n 2.
Manoel Homingos Maya, subdito por-
toguez, relira-sa para o Itio-da-Prala.
A veneranda imagem do Scnbor Rom
Jess dos Navegantes fica exposta no cru-
zeiro da igreja de N. S. da Cnnceicflo do
militares, tesexta-feira. 9 do correte.
--O analto asignado declara ao respei
tavrl publico que comprou, em 5 de maio
de 1818, ao Sr. James Crabtreeot C. loja
de louc,a com armadijo da mesma ; bem
cjo.o as dividas que deveo mesma loja da
roa da Cuz, n <8, que tirilla sido do falle-
cido Antonio Dias Soulo, declara o mesmo
abaixoassignado que ja saldou suas cun-
tas com' o Sr. lame* Crabtree ir (',. e que
nada mais deve a dita rasa; assim como
nioslra no rectbo'sardo dede conlas.
Joio Manir i Con calves.
Desconta-w uuia letra de 110,000 rs a
vencer no da t> do Brrente e aceita pelo
Sr. Evaristo Pinto djfJtnclia Homero, mora
dor na cidade deOIvm]", cun o batimento
de 10 porcenlo: quem Iheconvier, dirijr..
se venda da biquinba de S. Pedro, na ci-
dade deOlinda.
-- Os abaio asignados fazam sciente ao
respeitavel publico, principalmente ao cor-
po do enmmercio deata prac.a, que no dia
2t de julho prximo paseado amigavelmen-
te dissoveram a sociepade que luiham na
venda da quina da%a doRangel, n. 1, (I-
rando toda a liquidaeflo da casa, tanto o ac
tjvo como o passivo, eocarregada a Jos Ro-
drigues Coelho Pernirebuco, 3 de agosto
de 1850 --Sol Hodrigun Coelho. -- Antonio
ote da Silva CrhpiaM.
A'vista do annuncin que o abaixo as-
signado tem felto nada tem podido conse-
gu -', logo assim pede-so aos Srs. Francia,
co Delgado de Borba, Tito l.ivlo Porto-Car-
reiro, Jnilo Coutinho, que dirijem-se loja
do abaixo assignado : .bom como tem de
continuar com outros Sr*., sem ter. a me
or coT'temi'laQn, caso nfio vonliam pagar
o quedevem. Determinados Simios llolto
--tlm grande aruiiizem por bailo da so-
clelada Apoilinea, e duus pequeos nos
fuii ros da meama caaa, que leem comxuni-
ciclo com-o grande, alugam-ae na ra do
Uiespn, n. 9.
-uSr. l)r. Antonio Ho-g.es t.eflo queir
ter abundada de ir a ra larga do Rozano,
n. 38, segundo andar, ou annunciar su
morada para ser procurado.
Na ra Imperial, loja n. 33, cozinba-se
e engomma-se par qalquer pesaoa com
todo isseio e lmpeza : a tratar na mesma
loja.
Pr.'clsa-se de uma ama que tenha bas-
tante leiie e seja sadia : na ra da Unflo,
penltima casa, indo para a mar.
Boa gralificaco.
floga-ieastutoridales pQliciaes, capitSes
de campo a a qalquer prrsoa do povo pren-
damumrscravo de nome Foitunalo: este
escravn fugio em dia do mez de outubro ;
tem 18 a 20 annos, crioulo, beieps grandes,
oaiielUs compridas ; tem duas (Ululas no
quexo inferior urna decada lado: ornes-
mu iu rmuiiirauo no da '2i o crreme
mez dejulbn rom um balaio, que ia lomar
c'ne em Cruz-de-Almas f a pessoa que o
encontrn dirgiu'se a elle para o prender,
purera Iba nflo foi posslvel por ter elle cor-
rido para um sitio e o perder de vista : esle
moleque tem sempre e-tado no Arr-ial Ira-
balhandu a diversas pessoas, e he conheci-
do por todos aqu lies moraiioics por Miguel,
por ter elle mu lado o nome : cnala que
fugindo pira Beberibo para casa da um Sr.
de noo e Jacinttio, de la fu gira pira outra
parte: quem o pegar leve-o i ra do Livr-
menlo.n. 14, a francisco Cavalcanli de Al-
buquerque, que reconpenssrt geoerosa-
raiuw.
A o Publico.
NasCoelbos.n. 13, defroate do hospital
novo, acaba ate abrtr-ae um estabelecimen-
to para a eoiifeccRo completa de carroa de
le ; > MaiiJsde: : os modelos sSo scra-
pre ito ultimo gosto, ou segundo vonlade
dos faaguezes. Todas aquellas pessoas que
M dignaren! honrar esta estabelecimeoto
com a sua oonflanca, serSo servidas coro
promptidlo e segranos, lauto a respeitodr
ob/B Hft. coui iclalivaiici.U a qualquei
Daguerreotypo
Do artista Auguslin Lettarte
Tira retratos, psisagens, copiss. etc., des
de o tamanbo o mais pequeo at 10 polle-
gadasf. tamaito que aqu ainda ninguem
tirou ) e muito superiores, pela invencao
de Daguerreor, tanto em fumo como colo-
ridos, em qalquer occasiSo, e em muito
pouco tempo, pois que em 12 segundos p
de-se ter um retrato e muito perfeito, e sen-
do psisagens ou coplas liram-se em muito
meaos lempo, firmando e garantinio, tan-
to a durabiliiia Je das cores, romo a perfei-
tasemelhanQa : o mrsmose ohriga a ir ti-
rar em qualqner casa e a |qualquer hora. A>
pessoas que se dignarem procura lo, pdem
dingir-se ra da Cadeia, n. 26, terceiro
andar, das 8 horas ds oisnhSa is 4 di tarde
--Jos Bernardo Goofalves faz sciente que
de boje em diante se assiguar Jos Bernar-
do Goncalves Vieira.
A pesaoa que annunciou precisar de
1:400,000 rs. com hypothecs, dirija-se a
ra do Rangel, n. 36, prlmeiro andar.
\ venda do Sr: Mauoel da
Silva Couto, na ra do Alecrim,
n. a, acha-se embargada por exe-
011930 de Joaquim da Silva Lopes
Aluga-se o segundo andar e solSo de
um sobrado na ra da Penha : a tratar na
ra do Cabuga, loja do Costa Fajozes,
Precisa-sc do urna preta para vender
fazenilas : na ra da Roda, n. 32.
Aluga-se a casa do Mondego, d. 137: a
tratar na rus do AragSo, n 5.
Jft Chapeos de sol fe
Rua do Passeio, n. 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
sorti ment destes objeclos de todas as c-
rese quslidades, lauto de seda como de
panninho, por precos commodos; ditos pa-
ra senhora, de bom gosto i estes chapeos
sflo feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se acha igual sorti ment de seda e pan-
ninhos imitando sedas, para cobrir ar-
marles servidas : todaa estas fazendaa ven-
deii-seem porcSo e a retalho : tamben-se
concerta qalquer chapeo de sol, Unto de
basteas de ferro como de baleia, assim co-
mo umbelas de igreja: ludo por precio
commodo. Na mesma casa ha chapeos de
sol de marca maior, de panno e de seda,
pro.irios para le i lores de engeuho por seren
dos maia fortes que ae pdem fabricar.
tomtvvmmtmmvw wwmwmvt t
llomceopatiii.-i. |
Na Bahia escreve o I)r. Mello Muraos
um jornal homceopalbico intitulado
MEDICO DO POVO, ooqual se desenvol-:
vem as queslOes da medicina homrco-
pathica, e se dilo preceitos praticos pa-
ra o curativo das enfermidadea.
No consultorio central bomceopathi-ig
ce de Pernambuco, rua do Trapiche-
Novo, n. IS, recebem-M assigoaturasa
para este jornal, a 2,000 rs. por tri-at.
meslre.
tliwt!MNii mwwmwsm>s
' -- No botiquim da Cova da Onca, na rua
larga do Rozarlo, n. 31, precisa-se alugar
um prelo para o servido do mesmo, pagan-
do-se-lhe o que for do ajuste mensal.
Troquei o meu eacravo Matheus com o
Sr. Jos da Fonseca e Silva por putro criou -
lo de nome Sabino, o qual no seguinte dia
me fez ver que elle era captivo do Poilu-
guez Miranda, homem rico de MaranhSo, e
que esle fallecendo bam testado deixrs seus
heos a urna lilha bastarda, deixando alguns
esciavos forros, e que elle julgava ser um
dalles, mas que o teatameuteiro Jos Ferrei-
ra Birljo/a u lizera embarcar noite, ma-
triculando-!) como marinheiro, e entregan-
du-o ao meslre da escuna osefina a entrga-
lo nesta provincia de fernaniboco ao Sr.
Jos Biptisla da Fonseca e Silva, o qual o
maniera para a caaa doSr. Joa da Fonseca
cima, e que esle o vender, vendo-se as-
sim captivo na supposicilo de sar fino ;
mas que aasim mesmo me servir i i conten-
te, po'm eu logo oconduzi casa do dito
Sr. Fouseca a averiguar este negocio e des-
trocarmos ditos prelos, mas o dito nflo acre-
ditando o dito prelo allancou-me vocalmen-
te que, sondo apparecease senhor a dilo eri-
duIo sabino, quo se responsabilisava a fazer
a troca lirme e valiosa, oestes termos tor-
nei com o dito Sabino, poin este, passa-
dosqiiinzediBs fui no 1.a de juloo prximo passado, ae poz
em fug, leudo dito aos parceiros que i
para avus senbores, e ver a sua liherdadc :
isto posto, ecomo nflo podesse sshir, e sin-
da poasa estar oceulto, rogo a quem inte-
resaar a sua captura. He baixo e grosso em
poporclo, msos denles, bezudo, testa
grande e cantuda ; levou camisa de chila,
calca de riseadinbo azul e chapeo da palha
Rogo maia aoa Srs berdeiros ha hita ules na
ei Jado do Maranlio, que me fa^am o obse-
quio de informarem-me do cometido neste
anuuncio, na certeza de que se appsrecer,
parante as autoridades competentes irni ilos-
fazer a troca anima, e quando no,. o farei
recolher a cadeia denla cidade ate que ap-
re?; ; ?c.-Js;!=ds otele. 5-i;r.':'?~ ?;
Otttls Arto ftrit l'ernambuco Cuentean ti.
O Sr. Mauoel nas Toledo tem uma car-
ta ua rua das Crines, n. 40.
-- Dflo-se 450,000 rs. a juros s 2 por cen-
to ao mez,aobre penhorca de ouro : no pa-
teo doCartio, n 3, se dir que di.
Mayool Joaquim de Miranda l.obo avisa
a quem convier, que muduu a sua residen
cia da rua do Bom-SucesSo, em Olinda, par
a tua do llom-Kim, rasa dos berdeiros de
Manoel ltiiliuo de Barros, na mesma cidade.
Aluga-se urna csa.ia Capunga, com a
frente para o rio,,co'n Hniilos bons com-
modos para grande famUla, fcheir, estri-
bara, casa para pretos. e com dous quin-
taes murados : a tratar com Sebaslilo Jos
Gomes Pann, na rus do Collegio.
Ouem quie comprar, ou alugar uma
caaa terrea no desierro de S-Theresa :' di-
rija-se a rua de S.-Cecilia,n, 23,
itoga-seao sr. Francisco Jos Duarte
CamarCo que tenha a bondade de>ir satis
fazer o que bem aabe, e a quem nflo ignora;
a, a nflo faze-lo ja, ir-se-ba a mal. .
l'rtcisa-se de um homem pn-
um armazetn
5'
eJv\ .micOes, ... balanco, dando fiador, t
diulur, arreos, Pie*le eslabeciroento a- r /^ uvl' .,^
ha-i veoft JiTs carruigns novts. eja cafcrdO otl fiuvo sem filhos,
dando-se-llie casa para morar : a
fallar com Joaquim Lopes de Al-
ineid, na rua da Cruz, no Recife,
n. 63, de manilla at a> 8 horase
de tarde das 5 em diante.
--Pude-Mao Sr.JoBo Eduardo Chardon,
que antes de se retirar para lora do imperio
ou .mande pagar na rua do Collegio a
quantia de 20,000 rs.de que S. S. nflo ig-
nora ; do contrario, o aniiunciante lera a
honra de o acompanher al a bordo com
este annuocio.
l'r. cisa-se de umamassador : nr rua
Direila, padaria n. 84.
Ollerece-se um rapaz brasileiro, de
boa conducta, e que escreve solTrivel, par
caixeiro de engenno, para o que tem bas-
tante pralica ; por Isso roga-se a qalquer
sennor de engenho que o pretender, de o
urocurar na praca da Boa-Vista, n. 24 ( bo-
tica J, esquina que volta para a rua do Tam-
bia, ou annuncie.
Aluga-se o primeiro andar
da casa n. 46, da rua da Cadeia do
ecile : a tratar na mesma rua, lo-
ja de ferragens, n. 44-
O abaixo assignado faz publico, que
nflo quiz lersociedade com Jnilo Franciscu
le Souza, na aua venda sita na rua da Gua,
n 9, como pretenda. lenla t'emira Bal-
itar.
Precisa-e de dous conloa de ris, e por
seguranza hyoolheca-se um sobrado em rua
publica deala cidade : quem liver annuncie
Uma pessoa bstanle habilitada com
conhecinienlos conimerciaes, propOe-se er-
ranjar qalquer escripturarjSoe conlaa por
mais complicadas que ellas sejam : quem oe
seu prestmo se quizer ulilisar, entenda-se
com o corretor Oliveira.
O.Sr. Joaquim Ignacio Clemente *AI-
medg Sarinho queira no praso de 3 das di-
rigir-se a loja de alfaiate da rua Nova, n.
35, a negocio que Ihe diz respeito.
-- Precisa-se de dous oflcaes de sapa-
leiro para Irahalharem em sapatoes de lus-
tro, sendo peritos: no Aterro-da-Boa-VMa,
n. 58, luja decalcado.
Charutos de S.-Felix
No deposlo do charutos finos da Babia,
na rua da Cruz, no Recife, n. 49, vendem-se
todas as qualidades de bons charutos da
Bahia, por mais barato prego do que em
outra qalquer parte, em rasflo de se man-
dar vir de conta : afianca-se aos comprado-
ras pels qualidade, noUiulo-se que sempre
se est recebendo nuvos e vsriados sorli-
mentos das melbores qualidades que l se
fabrican).
-- lia-se l um conlo de tis a juros so-
bre penliores de ouro e prata : na rua de
S.- Rila, n. 14, ae dir quem di.
Rodrigo da Costa Carvalho mudou o
seu escnplorio para rua da Cruz, n. 25.
- O Sr. Manoel de Souza Perera, dirija-
se rus do Sol, n. 9, paia o lim que nflo ig
oo ra.
Fassapcrtes.
Tiram-se passaportes para dentro e fra
do imperio, deapacham-s rem-se folhaa i no pateo da matriz de San-
to-Antonio, sobrado n. 4, segundo andar.
Quem desejar ter leite de superior qua-
lidade, procure nu Recife na rua do Tra-
piche, n. 44, todasas mantillas entre as 7 e
9 horas ; lamhem contrata-sedar todo o au-
no a um s preco rasuavel: a fallar ao pre-
lo no dito armazem.
Aluga-se I prelo robusto e mogo, pro-
prn para todo o servido: na rua da Guia,
n 46.
Hecessita-ae de uma ama
que tenha hom leite : no A Ierro
da-Boi-Vista, n. !\8, loja.
Aluga-se o segundo andar do sobrado
da rua do Fogo, n. 18 : a tratar no Alerro-
da-Boa-Vista, n. 80.
Pr'csa-se alugar um sitio perto da pra-
ea, que tenha boa cass e arvoredos : quem
otiver equizer alugar, diija-se rua d-
Cruz, no hecife, n. 27, escnplorio de Croc-
ci& Coi'panbia.
Precsa-se de um caixeiro poituguez,
que tenha pratca de venda : quem stachai
tiestas circumstancas, dirija-se, dando fia-
dor sua couducta, roa da Cadeia do Re-
cife, n. 43.
Quem quizer dar 1.400,000 rs a pre
mo, dando-se por seguranza duas mo-
radas de casas e alguns escravos, annuncie
sua residencia para ser procurado para fa-
zer-se todas as declararles necessarias, e o
ajusie que convier as partes.
Quem quizer dar 150,000 rs. a premio,
dando-se por seguranea penliores, annuncie
para ser procurado.'
Joiio remandes faz sciente que de h'oje
em Jiante se assigntr Joflo Fernandas Ra-
mos de Oliveira.
Domingos Jos Francisco Maia faz sci-
ente que de hoje em diante se assignar L'o-
mngos de Caatro Maia.
~ Precisa-se deuaia ama deleite, prefe-
rinlo-se escrava : as Cinco-Pontas, n. 3ti,
sobrado, no Io andar
O abaixo assignado precisa de umeai-
l.'G |mv leinia praiiv* C V^iu c iic |ii-
dor sua conducta : no paleo do TergnJ nu
mero 7.-- Measotl Jos Flix da Ho.a.
Asevera-se gratificar.
Drsappareeeu, no dia SS do crrante mez.
da casa da beira do rio do l'oc,o-da-Pnel|a
o escravo crioulo de nome Ignacio, repr-
senla lur de 40a 45 anuos, estatura bem bai
xa, corpo regular, com marca de pannos no
rosto,cabeca ja pintando, barba regular,fal-
ta de doniea na frente, corpo rom bastite
marcas de gommas, de pannos ede chicote;
levou camisa de algodflo americano risca
do, ditas brancas de IgodSozinho liso, cal-
ca de duraque, ditas de algodflo americano
de listras, dlla de chita preta, collete de sr-
lim msco, chapeo de palh e lenQol de al-
godDiuiho : quem o apprebender, leve-o a
rua de llorlas, o. 60.
Iia-ae um terreno com as melhore>
proporefles possiveis para om engenho o'a-
gua, l freguezia de Ipojuca, a quem o qui
zer levantar pelos annos, que se convenci
nar : os pietendentes dirijam-ae ao engenho
Cixoera da meama freguezia a fallar con.
seu proprietario Theotonio Ja Silva Vieira
Precisare mandar fazer uma porfo d.
carnizas de homem multo bem taitas, assim
como putras costuras miudas. Dezeja-se
perfei^flu e brevidade. A coslureira que se
quizer encarregar desta encommenda, e fi-
carcom a freguezia da casa, pode dirigjr-se
a rua das Truclieiras, n. 1.
A cidade de Pars.
Fabrica de cl-apos de sol, rua do
Collegio, n. 4- '
J. Falque participa ao respeitavel publico
desta cidade, quu elle abri o seu novo es
tabelecimento. onde se encontrar sempre
um grande e bonito sortimento destes ob-
jeclos dos mais modernos e variados, como
sejam : chapeos de sol para homens de se-
tas chamaloladas e lizas, de cores e pretos
ditos de armaQflo d*aco muito fortes coo
sedas de todas ascOres, ditos para aeuhoras
de sedas lavradas e lisas,com franjas e sem
ollas, cores muito bonitas, ditos ditos de
panno imitando seds, rom franja e sem el-
la, ditos de panninho para homem com ar-
maeflo rica e ordinaria, sortimento de ben-
galas de lo las ss qualidades, bsleias para
vestidos, colletes eesparlilhos para s-no-
ra. Na mesma casa concerta-se e cobre-se
toda a qualidade de chapeos de sol e benga-
las, para oa quaes tem boas sedas e pannos
em peC/is : lodos esles objectos vendem-se
m por;So e a retalho, por menos preep do
que em outra qalquer parle.
Os abaixo assignado convidSo aos ere-
lores de Couto Viann & Fiiho, para virem
-m seu escriptorio, no da 5 ou 6 do crren-
le mez de agosto, para receberem o que
Ins locou no terceiro e ultimo dividendo
do producto do resto dos bens dos devedo-
res communs. Gea: KenworthdC.
m<* mmm^*mmmmH*0kwm i
9
S CONSULTORIO CENTRAL IIOMOEO-
PATIIICO DE l'ERNAMBUCO.
Dirigido pelo
ir. Sabino < ligario Luilgtro Pinho. jft
Rua do Trapiche, n. i5.
J Todos os dlai ulcis ae darao consullas :_
e remedios de gra^a aos pobres, deade j
1 pela manliaa al as duaa horas da larde. *
As correspondencias e infonnaces S
poderio ser dirigidas verbaloiente, ou y
3 por escriplo, devendo o doeute Indicar i
dj priuiciro o neme, a idade, estado, pro- &
i finso, e cnisliloiciio ; segundo, aa mo* B
* lestiaa que tem lido e os remedios loma- ^
2 dos; terceiro, a poca do apparecimen- c,
2 lo da molestia actual, e a descripcao mi- ?
nucioaa dos lignaes au syiuploinas que *
9 sollre- 9
H r Sabino Olegario Ludgiro Pinho. $
1 i
Desappareceu, no dia 2 do correnle, da
liiii'l i pi-ra se\t i-l'eira, da serrara de Ma-
nuel l.uiz de Mello, na rua da Praia, n. 49,
um praochflo de cedro com tres palmos de
largura e nove pollegadts de grossura, com
a marca de Unta M : quem della suuber e o
trcuxer mesma casa recebar de gratifi-
acflu qualio mil ris.
Compras.
Compra-se, para mu encommenda,
molecoies de 18 a 22 annos, de boas figuras,
" que nflo sejam viciosos : na rua da Cadeia
do Recife, n. 50, loja.
Comora-se uma burra de ferro em bom
estado : na.rua dn Amorim, n. 36.
C'impr'am-se os Piaros ile Pernarnbuco
le 21,2e 23 de agosto de 4816, ou tola a
c.olleccflo desse mez : no Atterro-da-Boa-
visla, n. 72, Lija de miuJezss so dir quem
compra.
- Compra-se uma escrava de boa figura,
quesaba bem coser, engommar, corlar e
fazer um vestido : he para fra da provin-
cia : na praca do Cuinuieicio, n. 6, primei-
ro andar.
Comrram-se, para fra da provincia,
escravos de ambos os sexos, de bonitas li-
suras, rom habilidades : na rua larga do
llozario, n. 48, primeiro andar.
Compra-se uma canoa que esteja em
hom estado, abert, e que t'iiha rapacida-
le de pegar 6 a 7,000 rs. de lenha de feixes:
ou Koile-do-Matlns, n 7, prensa de Manoel
Ignacio de Oliveira Lobo.
Compra-se, ou aluga-se um escravo
que saiba perfeitamente refinar assucar :
na reliuac.9o do Varadouro de Olinda, ou oa
ua da Cadeia do Recife, n. 50, loja.
Vendas.
Inleress.inte.
Ven le-se um duzia de caderas de mogno,
um aparador de amsrello, um i s, cilio de ja
caranda, proprio para loilet, de excellente
vidro, e hom tamanho, um cama de ama-
relio para casados, do feilio de marquez,
e com sssenlo do palhinha, obras eslas bem
trabalhadas, com pouco uso e por preep ra-
so vel : esles objeclos silo vendidos, por te-
rem sido substituidos por outros, e no se-
ren mais precisos a seu dono : no Aterro-
li-Bo-Vista, n. 48, armazem.
--Vendem-se 5 escravos ; 3 pardos de 14
a 22'annos ; duas escravas de bonitas figu-
ras ; 6 escravas mofas, sendo duas dellas
boa rngommaderas e coslureira ; uma
dita de 14 anuos : ua rua Direita, n. 3.
Vende-se, ofltpermuta-se por um es-
cravo, ou escravo, um casa terrea no prin-
cipio da rua de S.-Miguel nos a fugados, coi
uviilo bom estado, cun duas salas, 3 quar-
los, coz'iiha liae quintal grande com c-
cmb; no Aterro-da-Boa-Vista, n. 17. '
Vende-se uma n grinba de 13 a 14 an-
nos pouco mais ou menos : na rua do l.vra-
meiito, u. 11, se dir quem ven Je.
>a i ua do yueituato,
n .
Ac bam de chegar loja da rua do Quei-
mado, n. 9, as mais ricas manguinhss de
fli para vestidos de senhora.
VendeVae um molecflo perito oOlcialde
saialero de loda obra, e que uto tem vi-
cios nem achaques t o motivo por que se
vende se dir ao comprvlor : ua traveasa
do Corpo-Sanlo, n. 27, loja de sapateio.
-- Vende ae uma porttil e excellente mi- ..,
hia de copiar cartas, rom lodos os seus ruado Viga'rio, n. 21
pertences ; bem com as obras completas de
CainOes, em 3 voluntes, da mais ntidaedi-
eio : ludo por preep commodo: no Aterro-
da-BOa-Visla. luja do Sr. Eslima.
Na lojs do Duarte, na rua do Cabuga,
vendem-se volantes, trinas, galOas e rendas
louradaa e prateadas, eapiguillia branca e
amarell, por preep mil commodo do que
em outra qalquer paite.
Lotera do Rio-de-
Janciro.
Aos 20:000^000-
Na loja de miudezas ds praca d Inilepen-
denca, n. I, vendem-aaos aforlunados bi-
Ihelesdasetim lotera a bonefic dothe-
souro publico, inleiros, meins, quaios, oi-
tsvose vigsimos. Foiexlrahida esta lole-
ria no da 31 de julho, eespera-se s listas
ao piimeiro vapor. Na mee> loj moslr.m-
se as listas da 23' do Monle-Pio e 6- das
obras publicas da cidade de Niclheroy.
Vende-se a bem afreguezada fabrica de
charuto do Alerro-da-Bua-Vist, n 5, pe-
lo motivo do seu dono letirar-se para fra :
a Iralar na mesma fabrica.
Comira-se, para uma encommenda,
uma preta, que nflo lenha vicios, seja ro-
busta e saiba perfeitamente coser toda a
qualidade de costuras, fazer vestidos, en-
gomoir e que seja de boa conducta : na rua
do Rorario larga, n. 28, segundo andar.
Rap Fa lo Cordairo.
Vende-se na rua da Cadeia, an-
ligo deposito, na leja de ferra-
gens de Antonio Joaquim Vidal.
-- Vendem-se qualro bonitos escravos,
bons para todo o servido; um dito bom pa-
deiro e forneiro, sem vicios ; quatro pretas
com algumas habilidades, e muito mocas ;
uma parda, que engomma muito bem, co-
se, he muito carinhosa para meninos e de
boa conducta ; uma escrava de mea dade,
por 250,000 rs.; assim como outros mullos
escravos : na rua da Cadeia do Itecife, n,
51, primeiro andar.
Gavallos churros.
Chegarm alguns burros e cavallos, e es-
to venda, na ru da Cadeia de Santo-
Antonio, das 9 horas do dia em diaote.
Vende-se um prelo de nQflo Cosa, de
25 annos, bonita figura, proprio para rel-
aQflo ou padaria por ser de bom corpo j as-
sim como dous croulos, ambos mocos o
com habilidades : na ruado Rangel, n. 38,
segundo andar, se dir quem vendeos.
Vcnde-se urna geometra de Lscroy :
na rua doQueimado, 0. II.
Veude-se, por precisflo uma preta da
nacflo, do mea idade, que cozinh o dia-
rio de uma casa, e he boa quitandeira, por
178,000 rs. : na travessa dos Quarlis, n. 29.
Liaca de vime,
vend-se por i-recp commolo : na travessi
da Madre-de-Deos, n. 5, armanem.
-- Vende-se urna css terrea na Soledade,
(eita a moderna e acabada ha pouco tempo,
ou tmbeos se troca por escravos : na rua
las Mrangeiras, n. 14, segundo andar.
-- Vende-se uma porcto de enchameis do
sedro, d<30 a 40 palmos de compri lo, pro-
prus para obras : na rua do Vigario, n. 5.
-- Vende-se a taberna do becco do Mon-
leiro,jio Recife, n. 6, proprio para qalquer
principiante, por ter poucos fundos, e es-
tar bem areguezd : a tratar na mesmo,
iefronte do escriptorio da viuva Lasserre,
na rua doVIgario, n. 14.
Vendem-se capolinhos de 13 psra
mennose menins; toocas de !3a para se-
nhora e meninas : na rua do Cabuga, loja
do Duarte.
-'alinea de licores.
Na fabrica de licores do Aterro-da-Bo-
Vista, n. 17, ha sempre um sortimento de
xarope de resina de angico, dilo de mara-
cuj, dilode grozolas, dito de cidra, dilo
de flor do laranja ; licores finos, entrefinos
e ordinarios.
Vende-se, por precisflo, um preto mo -
co, de na?So Cosa, do bonita figura, e de
>i tima conducta ; he gmludor de rua,
e nflo tem vicios nem acnaques, o qu so
afiauca ao comprador : na pra( da Boa-
Vista, n. 2 A, loja de ciliado.
Vende-se uma duzia de caderas do Ja-
caranda, e duas banquinhas anida novas,
por preep muito commodo: na rua Nova,
n 8.
-- Vendem-se dous camarotes de embar-
caoflo, anda nuvos, por preep commodo :
noestaleirodoSr. Figueiredo.no Forle-do-
Maltos, defronteda casa da Assembla.
Na roa das Cruzes, n. 22, segundo an-
dar, vende-se urna crioula, de 20 annos,
que engomma, cose chao, cozinha e lava ;
3 pretas muito robuslss, que cozinh mn de sabflo, e sflo ptimas quitandeiras ;
um escravo crioulo, do 35 annos, proprio
para o servicp de canino.
Na ru do Cabuga, loja do Duarte, ven-
dem-se quadros do diversos santos, com
molduras douradas, a 500, 600 e 800 rs. ; O
chapeos de mola, a 5,000 rs.
Na rua da Mu la, armaiem n. 15, ven-
lem-se meas barricas com cal virgem de
Lisboa, a mais nova que ha no mercado,
por preep comino lo.
Cadeira e pila o.
Vende-se, ainda que em nflo muito
hom estado, uma cadeira de arruar com
dous fortes bracos, para quem queira mau-
lar prepara-!; por um preep asss diminu-
to, assim como um pi|flO| grande de sicuri-
TS T.Zi'.Z jpOKiapuja dir-sc-ia inooiii
Vende-se faiinha de Santa-Cal harina,
muilo superior, a bordo da galeota Santltsi-
mu-Jrmdude, Tundeada junto ao caes do
Collegio. **
Vende-se farinha da Murbeca, propria
pira embarcar, por pre^o commodo : no pa-
teo da Ki beira, 0 23.
-- Vende-se um sitio na rua dos Pires, com #
boa casa, arvoredo e cacimba de boa agoa,
em chflos proprios, que Taz esquina para a
estrada : a fallar com Jos Antonio Corrcia
Jnior.
.. VevNe-se orna bonita eecrav de20 an-
uos, que engomma coziah, cose cbflo e he
de excellente conducta : n rua do Rangel,
n 57
Vendem-sesapatoa torturo de lustro,
a 4,000 rs.; ditos dito de orelha, a 3,500
rs. ; burzeguins de differentes qualidades ;
superiures pelles de lustro. 3.400rs.: n
Vende-se um grande nitro no logar do
Manguinho, que lie defronte dos sitios dos
Srs. Carneiros.com grande casa de viven-
da, do quatro agoas, grande senzall, co-
cheira, estribaria, baixa decapim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grande cacimba com
bomba e tanque coberto para banho, bas-
tajitea arvoredos de fructo : na rua da Con-
cordia, primeiro sobrado novo de um andai.


"J. ,.".. Hlfivi ***+/*-. ...^.
_^,,,
Lotera do Rio-de-Ja-
neiro.
A os 20:0000,000 rs.
Ni praca dt Independencia, Inja n. 3.
que faz esquina para a ra do Queimado *
Crespo, vendem-se hlhetes, meios, quar-
lo, oitavos e vigsimos da 7.* latera a be-
neficio dn ihesouro publico. Nesla loja est
patente a lala da 83.'lotera a beneficio do
monte pi geral.
AosSrs. de engenho.
vendem-ge cobertores escnrog de algo-
dSo, proprios para escravos, por serem de
muita duraran, pelo diminuto preco de 640
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que volia para a cadeia.
--Chegaram novemente ra da Sen-
zslla-Nnva, n. 49, reosnos de onro e prala
patente nglez, para homem e senhora.
- Vendem-se amarras av ferro: na ra
da Senzalla-Nova, n. 48,
Vende-se barato
Para ge acabar
Sapalosdo Aracaty
A oito ceios ris o par.
Na ra d Cruz, n. 36, confronte i ra da
l.ingocta e esquina do becco do Pcrto, ven-
dem-se superiores apatos do Aracaty, pelo
diminuto precode 800 rs. o par; chapeos
de pa)lia ; esleirs ; courinhos da cabra e
sola : ludo por menos preco do que em ou-
tra qualquer parla.
A 5oo rs.
Vende-se cli hysson de superior qualida-
de, pelo diminuto preco de 500 rs. a libra:
na ra do Crespo, n. 23.
Miissas de vapor.
Acha-se aberlaa padara da ruadoBur-
5os. Forte do Mallos, na qual ge achara
ariamente lodag as qualdadea de massas
finas, Irahalhadaa por machinismo; tam-
bem se fabricam excedente pSo e holaxi-
nlia de araruta, ditas nglezas, bolaxOes
quadrados e redondos, e outrag mais mas-
sas ludo obra prima : as mesmaa se achaiflo
no deposito do raleo do Teico. n. 10.
Farinha deS.-Calhuiina.
Vende-fe a bordo do hr giie Valle, chega-
dormdrritura de S.-Calharina, farinha
muito superior, esta fundeado defronte do
raes do llamos ; tambem se Irala na praca
dorominerno, n. t, primeiro andar, com
Manoel Ignacio de Olveira.
Vende-se rap Paula-Cordeiro, muilo
superior: na ra da Cadeia, loja do JoSo
Jos de Carvalho Morars.
Vende-se urna parda escura, de 35 an-
nos pouco mais ou menos, de bonita ligura,
que cose, engomma, cozinha, faz renda, la-
va de sabSo e varrella, e faz lodo o mais
arranjo de ctsa : esta parda he bem pro-
pria para ama de casa; mesmo de homem
solteiro, atlendendo a sua boa conduela: na
ra larga do Rozario, n. 46, primeiro an-
dar.
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na Baha
Vende-se em casa deM.O. liieher & C.
a ra da Cruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar, roupa de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por prec.o muito coni-
modo.
Sapatos de lustro.
Vendem-se sapatos de muro de lustro
para meninas de 8 a 10 anuos, a 500 is. o
par; ditos para senhora, a 1,600 rs : no
Aterro-da-Boa-vi burco da Silva Cumarfles.
Acaba de chegar
loja da ra do Crespo, n. 6, um
novo sorlimento de fazendas ba-
ratns,
enmo sejatn : cassa-chitas muito finas, de
cVes futas e cm 4 palmos de largura, a
SOrs. o covado; cortes de ditas a 3,000 e
2,400 rs. ; riscado di linho, a 240rs. o cor-
vado; dito de algndflo americano para es-
cravos, a 140 e 160 rs. n covado; dito mons-
tm com 4 palmos, a 200 rs.; zuarte azul, *
200 rs. o covado ; dito furia cores, a 200
rs. ; chits de cores fizas e de bonitos pa-
HrOes, a 160 e 180 rg. o covado; corles de
fuslflo, a 600 rs. ; chales de tarlalana, a
1,280 rs. ; meios ditos, a 320 rg.; coberlo-
res dealgodSo de cor, a 640; alpaca prela de
corrigo e com sete palrros de largura, a
1,280 rg. o covado; e oulrns muilas fazen-
daaem conta.
Tecidos de algodo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-San tos.
& ra da Cadeia, n. 82,
endem-sc por atacado duas qurliiladrs,
jroprias para saceos de assucar e roupa de
sscravos.
Moendas superiores.
Nafundicflode C. Starr 4 Companhia ,
mS.-Amarn, acham-se venda moendss
de canna, ldas de ferro, de um modelo e
construceflo muito 'superior.
Chapeos de sol.
Vendem-se chapeos de sol, de seda pret-
enm barra lavrada, a 6,000 rs.; ditos furlaa
cores, a 6,500 rs.: estes chapeos sBo mui-
to bem construidos, muito fortes e de boa
seda: na ra do Passeio, n. 5, fabrica de
chapos di' sol.
Ol! que pechincha !
Fazendas prelag por precos nunca vislo,
em altencoa boa qualidadedellas.
Alpaca de cordflo aue parece barragana,
de todas as cores, a 640 rs. ; sarja de lila de
las larguras, a 640 rs.; merinos, a 1.600,
2,000, 8.000 e 4.000 ra.; panno preto fino, a
3,000, 3,800, 4,000, 5,000 6,000 e 8.OTO rs.,
este he panno o mais fin que se pode ima-
ginar e torn de largura 60 polleeadas; luvas
tirelas de seda i ara senhora, a 320 rs. o par;
e anda resta una rorreo de pecas de cassa'
lisa fina, com 12 jardas, a 2,500 rs. por
ter a duhra de fura algum sujo: no Aterro-
da-Boa-Vista, n> 18.
Aos filniranes de velas.
Na ra dosTanneirns. armazem a. 5, ven
de-se muito superior cera de carnauba, por
menos preco do que em mitra qualquer
.arte.
Vende-se cha hisson de superior qur-
lidade, emcaixase mciag ditas, a lotea a
vontade do comprador : na ra da Alfande-
ga-Velha, n 36, escriplorio de Matheus
A listn & C.
Vende-se um negro perfi ito cozinhei-
ro, bom copeiro, moco, de bonita figura :
na ra do Crespo, n 9, loja.
<*
--Vendem-se piano de exeellentei vo-
zes; le!h*dvdro, em grandes e pcqtie-
nag rorces ; sag fino em barricas de 80 e
160 libras ; cevadinha em garrafOes do urna
libra ludo de mu boa qualidade e recen-
temente ebegado : na ra da Cruz, n. 48,
armazem.
Vende-se lints para escrever,
em garrafas, muito superior : na
ra larga do Rozario, n. 36
Cera de carnauba.
Vende-se cara de carnauba muito supe-
rior, a retalho e em porclo: na ra da Cruz,
n. 86, confronte a l.ngoeta, esquina do
becco do porto.
Potassa da Bussia.
Vende-se superior potassa da Itussia, da
mais p-iva que ha no mercado, por preco
commodo : na ra do Trapiche, n. 17.
Por 22,000 rs.,
vendem-se os maiaasseisdos capotinhos de
chamalote deaeda, de gorgurSo, preto e
de core* : na ra do Queimado, n. 9,
i c "'"PA
minbeor oiuojuy ap nf0| waptQ
ep biu en jopuaA b as-uranutiuoa
'0*9 ?JBO tfjud soquioj*;
mm|9iiiipad v uionSatp
Vendem-se.pa de larangeiraa, boas de
seplanUrem; bencomosemanles de cou-
veerepolho: em Parnameirim, sitio jun-
to a estrada do encanamento.
Vende-se um.bonito preto bastante ro-
busto, canoeiro, trabalhador de pa e enxa-
da ; tambem vende-se urna canoa forte de
carga de um milheiro de lijoloa, na qual p
a>esmoescravolrabalha no aterro da factura
da cadeia ; urna preta de Angola, com ib-
an dar, por preco commodo, a tratar com
Machado & Pinhero.
Vende-se urna preta moca, de na^So,
que cozinha o diario de urna cata, lava de
sabo e varrella, e he boa quitandaira ; urna
dita de meia idade, boa cozinheira de furno
e fogflo, e que engomma, coso, faz doces e
refina assucar ; um molecSo de 30 annos,
de muito bonita figura : todos sem vicios
nem achaques, o que se afianca : na ra da
Concordia, paasando a pontezinha. es-
querda, segunda casa terrea.
Pelles de cotiro de lustro a 3,700
rs. ; ditas de bezerro francs
a 3,ooo ris.
No Aterro-di-Boa-Vsta, n. 58, loja de
JoSo Tiburcioda Silva CuimarOes, vendem-
se pelles de couro de lustro grandes e de
ptima qualidade, pelo baixo preco de 3,700
rs.; ditas de bezerro francez, a 3,000 rs. Es-
tes couros sao os melhores que ora existem
nn mercado, e tornaro-se recommendaveis,
tifio spela qualidade como tambem pelo
diminuto preco ;pois tanta vantagem offe-
reco aos mestres sapateiros como a qualquer
um especulador.
Na loja de seis portas na
ra do Livramento,
contina-ge a vender cassa preta, a 120 ri.;
chitas de cores, a 120, 140,160. 180, 300 e,
210 rs. ; chales brancos de c*s?a, a 320 a
480 rs.; ditos pequeos de chita para na
prio para padaria; um dito, bom Calador
tumbees.ala bonita figura : na ra do lian-
tcrl, n. 38, segundo andar, se dir quem
ende.
-- Itestam ainda 60 ps de coqueiros, ou
ai es m o em menoa. porches para se vende-
rem, em bom estado de se plantar, a 200 rs.
cada p : na ra do Qoeimado, n. 57.
liaratinlio sim, fiado n9o tetn.
Vende-se, na ra Nova, ns vendas de An-
tonio deAlmeida BrandQo dtSouza, ao p
da ponte, n. 71, e defronte da Concei{fo, n
10, o seguinte: manteiga ingleza, muito
boa, a 640. 400 e 200 ri.; dita francez ,
580 rs. ; dita de porco, I 330 ra,; toucu'ho
de Santos, a 120 ra.; espermacete, a SM e
40 rs. ; cevadinha de Franca, a 160 rs. |e.
tria, a 380 rs. ; macarrflo, maoarroneie e in.
iharim, a 210 rs. ; velas de carnauba, a 320
rs ;chi de patente, a 1,920 n.; queijps ,
1,600 rs. ; farinha doMarauhSo, a 100 rs. -
dita deiuaruta, a 200 rs.; vinho engrra-
lo de feitoria, a 560 rs.; arroz -o Uara-
11I1S0, a 70 rg a libra e a 330 ra. a cuia ; di-
to vermelho, a 320 rs.; feijBo molalinho,
muito novo, a 330 ra. a cuia : de ludo Uto
se dfio amostras.
Vende-se nma inorada do casa terrea
mei'agoa. de pedra e cal, na ra.da Praia
de8.-Jos, por muilo diminuto pre^n : na
ra das Trincbeiras, n. 18, sobrado de um
ndar.
- Enciclopedia de Ctographla (em nglez )
contendo a etcnpcBo physlca, eatatialica,
civil e poltica da trra, por Hugo Marrau
ninas, a 200 rs. ; e todas as oais fazendas, tilluslrada com 82 mappas, e mullas gravu-
por preco commodo. (ras, livroindispenaavela todas aacaaae de
escrava que cose, en- commercio, e aos professores de geogra-
fia- ltalo 11 auruipn Am nlljst
n.
Fraca da Independencia,
33, loja de calcado,
acabam de chegar de novo corles de tapete
para homem e senhora, a 900 rs. o par; sa-
palOes do Aracaty.a 900 ra.; pelles de couro
de lustro, a 3,700 ; ditas de bezerro fran-
cez, a 3,500 rs. ; sapalOeg de lustro ; ditog
le bezerro francez ; ditos da trra ; sapa
tos de lustro para senhora e n.eninas : ludo
por pieco commndo,
Vendem seos melhores sapatos falos
no Aracaty, por menos preco do quo em
outra qualquer parle, isto para liquidar
cuntas: na rus Urga do llozario, n. 35 loja.
Vndese a safra do engenho Pirac-
ma. nova, ti arrenda-seo mesmn engenho;
tambem se vende a safra de caimas do enge-
nho Soledade, e arrenda-se o mesmo enge-
nho : ambos moem com agoa, e sitos em
S.-Antao.
.ti irmelada de Lisboa.
Vende-se na ra da Cruz, n. 62, armazem
de Manoel Francisco Martina, marmela.da de
l.isbOs, muilo nova, e em latas de uma e
duas libras, por prego commodo.
-- Vende-fe uma mesa de meio de sala ,
e 3caixilhos de por amostras em cima do
balcSo : na ra larga do Rosario, n. 16.
Farinha de S -Matheus.
Vende-se farinha de s.-Matheus, por pre-
r,o commodo : a bordo da sumaca S.-Anto-
ni, fundeada em frente do Cc-llegio, ou ao
lado do Corpo-Sanlo, n. 25, loja de anassa-
xnes.
Vendem-se pennss muitn alv* fin.c
proprias para flores, ou outra qualquer obra
deste genero : na ra da Croz, armazn nu-
mero 48.
gumaa habilidades: na ra larga do Roza
no, o. 48, primeiro andar.
A foja de livros do pateo
doColIrgio.n. 6,de Jcao
da Costa Domado rece-
beu os seguintes livros:
O Verdadeiro modo de confessar-se bem
com um rigoroso exame, por frei Vicente
Maris de Vicencia.
O Jornal do ChrisUIo, santificado pela ora-
efio e medilaefio.
Ileligifio catholica em triumpho.
Relicario anglico de Jess Chriato, e dr
Marja Santissims,
< Devoto duSS. Sacramento, e do Mara
Santissima.
t:theci.mopara aso dos parochos.
Vida de Jess Christo em a Eucharslia
evida dos clin-t3og.
Regra da vida virtuosa, por Fr. l.uiz dt
Granada.
Caihecismo, ou compendio da doutrina
christa para uso dos meninos.
Vende-se, por metade
seo vdor, um vestido de
branca lavraiJa e ciifilniio a
'lerna, e aue lia
de
seda
mo-
, s que lia pouco servio a
uma noiva: na ultima casa con-
fronte ao oilSo do llieslro novo.
Deposito geral do superior ra-^
& v Areia-I'reta da fabrica %
Vende-se un
gnmms, cozinha e faz todo'o servico de
uma casa bem feto ; uma dita ptima para
vender na rus, ou trabalhar de enxada, com
uma ti Illa de 8annos ; um moleque de 10
annos, muito vivo e esperto para o servico
de urna casa : na ra do Collrgio, n. 91, pii-
meiro andar, se dir quem vende.
Vendc-se urna casa no pateo do Paraizo,
e um terreno no Giquii no lugar denomi-
nado Cassote: na ra larga do Rozario,
n. 23.
Vendem-se 6 lindos moleques da 12 a
18 annos; 4 pretos de 25 annos, sendo um
iclles sapateiro, um p.rdo de 22 annos,
ptimo bolieiro, coznhero e empalhador ;
8 freas com algumas habilidades, e que
silo proprias psra todo o servico : na ra do
Collego, n. S.
Vende-se uma linda esersva, boa qui-
tandeira e de excellenle conducta : na rna
do Range!. n. 57.
Vndese vinho do Porto em barris de
quarto e quinto azeitooas superiores ; ar-
cos para barricas e pipas; farinha de trigo
em barricas e meias ditas ; fio porrete ; ce-
vada; progos de tod-saf qualidados.em bar-
ricas; enlatas do Porto ; coeiros de algo-
dSo ; retroz fino do Porto : ludo por preco
couimodo : na ra do Vtgario, n II, arma-
zem de Francisco Alves da Cuulia.
-- Vende-se una mesa de meio de sala,
em muilo bom uso, e uma carteira peque-
a : tudo por preco commodo: na ra da
Alegra, n. 10.
Lotera do Rio-ile-
Jiupro.
Aos '0:000,000 rs.
Pelo vapor Imperador, sabido do Itio-de-
Janeiro no da 18 do rorreule mez, e ntra-
lo ncsle portu no da 28 do mesmo mez.
recebemt.s bllieles, meios, quaitos. oita-
vos e vigsimos da 7.' lotera concedida pa-
ra indi uinsacfio the.-ouro publico da nres-
tajSo mensal com quo auxilia Joflo Caeta-
no dos Santos: tai bem recebemos, pela
cnrvrta Carioca, lisia da,6.a lotera a be-
neficio das obras publicas da cidade de
Mclheroy e trocam-se os bilbetes premia-
dos desta pelos que dawem correr : na loja
de cambio da vuva Vieira & Filhos, na ra
da Cadeia do l cife, n. 84.
Farelo novo a 5,500 rs.
Vendem-se saccas grandes com 3 arro-
pe
deGantois Pailhet & C.
na fiahia.
Domingos Alves alatheus, agente da
chegadas no ultimo navio
na ra do Amorini, n. 85,
bssde fafelo,
le llamhurgo
casa de J. J. Tasso Jnior.
-- Vende-se una c*cr va de bonita figura
moca, boa engommadeira, e com boas ha-
i
j\ ti va lhas de patente.
Vrndem-se navalbas finas de
patente'para fa/er barba ; estojos
completos de todos os ferros para
* cirurgia, ol.ra muito fina, por pre-
co commodo : na ra da Cruz, no
rlecife, n. 4^* >0ja de Joaquim
Antonio Garneiro de Souzf Aze-
vedo.
Fazendas baratas, na
ra larga do Rosario, u.
48, primeiro andar,
vendem-se pefsa de chitas pardas, cores
multo lisas, e de bons pannos, a 5,800 rs .
e a 160 rs. a retalho ; ditas moJha Jas de
chuva, a 120 rs.; estopa com alguma avaria
de cupim, a 4, 6 e 8 vinU-n vara ; um tule
de folear formigss ; pecas de msdapolflo, a
2,50rs.
bilidades: o motivo per que se vendo so d_
ao comprador : na ra larga do Rozario, n.
48, piimeiro andar.
De Cbaleaubriand.
Vende-se um excellenle roman-
ce, as aventuran do ultimo nbence
rage, 1 v. por 8oo ra.: no pa-
teo do Collego, casa do livro azul.
Vende-se, no armazem do fallecido
Braguez, polassa muito nova, chegada l-
timamente do Rio-de-Janero, por preco
commodo.
Morcira & Velloso
Continan) a vender galheteiros com
4 vidros por 2,500 rs. ; esparlillfo de puro
linho pelo baratsimo preco de 6 000 is.
sapatos de marroquim prelo por 1,200 rs.
par, ditos de couro de lustro por 2,000 rs
o par; luvas de iro^al por 1,000 rs. o par;
luvas de castor verdadeiro, brancas e ama-
relias, mas que s se vendem por 2.C00 rs
cada par; mantas de garca muilo lindas a
5,000 rs. cada uma, e outras multas fazen-
dssqne por agora deixam de ser asnuii.ia-
das; na ra Nova, n. 8, loja.
Vende-se uma mu boa armaeflo de lo-
ja de fnzendas, cuja armario anda est em
p, e cdese a casa onde ella est, e que,
almda loja ter commodos para familia
boa cacimba com boa agoa, porlSo no quin-
tal, e paga 10,000 rs. de aluguel : a casa esl
reparada e toda pintada de novo : as Cio-
co-Pontas. n. 62ou82.
2,fabrica de rap superior Arefa-Prela dar
..Baliia, lem aberto um deposito na ra
.da Cruz, no Recite, n. 52, primeiro an-y
^dar, onde se schar sempre deste ex -
wcellentee mais acreditado rap: ven-O
de-se em boles de uma e meia libra,0
)|ior preco commodo. Q
Antigo deposito de cal
virgem.
Na mi do Trapiche, n. 17,
ba
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muilo commodo.
Na loja de Moreira & Velloso,
vendem-se lindos touesdores de Jacaranda,
muito proprios para rapazes solteiros, tan-
to pelo qualidade do objeclo como pela
rnmiiiodidade do pre50 que nSo excedea
4,000 rs. : na rus Nova, n. 8.
\ rados de ferro.
Na fundiefio da Aurora eni S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de /I i versos mo-
delos.
No armazem de Vicente Ferreira da
Cost-, na ra da lldre-de-l)eos, vende-se
vinho da Figueira, o m|J> superior que a
este mercado lem yintlo^m barris de 5 a 10
ranadas, a 8 e 16,600 rs. o barril.
a- __________ j- 1_____
nu onmiiiui ut tfwai|U!UI tltt
Silva Lopes, vende-se trelo, a
3,ooo rs. a sacca.r fajinlia de tri-
go franceza da mflica Bario, por
preco commodo.
Vendem-sesapatdes de cou-
ro de lustro, feitos no piiz, de
ponto fixo, a 4,000 rs. ; ditoa de
ti es sol.-, a 4)000 rs. y diloe de
bezerro francez, a a,5oors. ; ditos
a 3,000 rs. ; ditos de bezerro da
trra, a 3,000 rs.: na roa da Ca-
deia do Uecife, n. g.
Farinha de S -Calharina
A mcllior farinia du mandioca que lia no
mercado : vende-se a bordo do brigue-ea-
cuna Olindn, por pieco uiai barato do que
em outra qualquer parte, ou a tratar na
ruado Vicario, 11. 19, segundo andar, com
nPrecos que agradam.
Vendem-se caasas-cambraaa, a 200*
? rs. o covado; riscados francezes ; Chi
Tas prelas, a ICO rs. o covado; lencostf
Vde seda enm franja, a 1.000 ra. ; meios#
? chales, a 1,280 ra. ; luvas de seda, a 3*)f>
ffrs. o par ; mei.s de algodflo, a 160 rs ofs
4*par ; bicos prelos de linho e seda, mu -fft
lo largos, a 500 rs. a vaia; eoulras mui-4
9tas Tazendas: na ra do Crespo, n. 9 am
O floja. Z
4J>4a <)
O Ven lem-se boas vaccas de leite, por
O preco commodo : no sobrado da campia
O to Se llerculano, ra aaaledade, ou
leo'do Paraizo, n. 90.
Hoicira Si Velloso
tem para vender as mais su| eriores navi-
llias qoe presentemente se encontram, e
n.ioduvidam provar o que dizem, porque
leem o testemunho de varias prssoas a
quem os annunriantcs leem vendido, o que
ceitifiram gerem as melhores : a loja aonde
nicamente se vendem he na rna Movs, n. 8
Quem a itiiirar
venha ver c comprar.
Na ra do Crespo, esquina que
volla para a cadeia,
veodem-ge pannos pretos, a 3,000, 3,600 e
5,500 rs. o covado; dito azul, a 3,000 rs. ;
dito cOr de rap, muito superior, a 4,000 rs.;
cortes de casemira preta, muito boa, a 3,200,
5,000 e 10,000 rs.; ditos de aelim de cores
para collelcs, a 1,600 ra.; ditoa de gorgu-
ro, a 1,280 rs.; ditos de bnm brinco de
linbo para carcas, a 1,600 rs.; ditoa de fus-
tSo p.i ra coietes, a 600 rs.; ditoa de casta
para vestidos, de muilo bom gosto, a 2,400
e 2.500 rs.; corles de brim amarello de pu-
ro linho, a 1,600 rs.; casia preta, a 140 rs. o
covado ; ditas de cores muito bonitas, a 900
e 280 rs. ; alpaca prela de cordSo, com 7
palmos de largura, a 1,980 ra. o covado,
sendo esta fazenda muitn prnpria para cal-
esa, ftobre-cacaeas A vellido, rwv --- .mm,**
forte econmica em rasf-o da largura; ris-
cado de linho azu'zinho, a 940 rg. o cova-
po ; lencos de seda para grvala, a 1,980
ra. ; ditos para algibeira, a 1,280 rs. ; zuar-
te azul de vara de largura, a 200 ra. o cova-
do ; dito furia cures, a 200 rs. ; riscado
monslro, a 200 rs.; picota mult ences-
pedo, proprio para escravos, a 2t0 180 rs.
o covado ; riscado d algodflo americano, a
140 rs. o covado ; corles de brim de listraa
decores, a 1,000 ra.; ditog com lislra ao
lado, a 1,90 rs. ; ditos esenros, a 1,980
rs.; pecas de chitai.uiiio bonitas, a 5,500
ra.; ditas escuras decores fitas pora casa ,
a ICO e 180 rt. o covado ; diales de tarlata-
na, a r,280 rs. ; meios ditos escurog, a 320
rs. ; lentos de cansa para grsvat, s 390 rs. ;
meias para meninos, a 100 rg. o par; ditas
muito superiores para senhora. a 400 rs.;
Irncos pequeos de 13a com tres ponas pa-
ra escravos, a 140 ra.; cassa de xadre para
vestido a 320 rs. o covado ; pecas de cam-
braia lisa com 8 varas e meia, $ 2,700 ra;
lila muilo Gna, a 640 e 790 rs. a vara : cha-
pos de sol, de panninho com hastes d.
AriedcFurtar, do padre Antonio Vieira,
edico de Londres, 1 volume.
Obrai eomplelaide /-va de CamBet, ntida
edieflo de llamburgo, em 3 volumen.
Vendem-se estas tras obras ns ra do Ro-
zario Urga, loja de miudezas de J. i. I.odi.
Vfilde-se, para fra da provincia, ou
para engento, urna ptima escrava sem vi-
cios nem achaques: o motivo por que se
vende so dir so comprador: no. Mondego,
n. 50.
-- Vende-se cera de carnauba, chegada
ltimamente, a melhorque ha no mercado,
por pre?o commodo ; bem como outra mais
inferior, a 5,000 rs. a arroba : na praca da
(loa-Vista, o. 17.
Na rus do Cabug, loja de quatro por-
tas, do Dusrto, vendem-se meias de cores
de muito boa qualidade, para ir en i nos e
meninas; riquifefrs'pretos e franjas pira
manteletes; caslicas de vidro, a 1,100 rs. o
par; luvas de pellica de muilo boa quali-
dade para senhora ; ditas do torcal; ligas
de seda muilo elstlcaes ; peales de tartaru-
ga para marrafa.
Vende-ae um preto moco, de boa figu-
ra, excellenle ganhador : na la do C/eapo,
n. 9, loja. '
I
Escravos Fgidos.
Fugio, do engenho S.-JoSb do Cabo,
pela segunda vez, no da 17 de julho pr-
ximo passadn, o eacravo Valerio, lendo si-
do ja um vez pegado .a Waria-Farinha.ce-
poia de alguna das deTugida ; he alio, eor-
polento,cara cuita alarga, pes seceos, leu-
do muito abet tos os dedos grandes de am-
bos os vs e a pella enrugada e spera:
quemo pegar leve-o ao dito engenho, ou
mi Recite, em casa do Sr. commondador
l.uiz Comes Ferreira, que recompensar
com 50,000 rs. : tambem se gratificar i
quem der noticias do diio rteravo.
ISO.OOrs.
Nodia 99 de julho do corrente aono, fli-
gio o escravo de nome Rlippe, crioulo. de
34 annos pouco mais ou menos, de altura
regular, cheio do rorpn, bem prelo, cara
no'ps- redonda; lem todos os denles e bem alvos;
lem ums cicatriz no pescoco : quem o pe-
gar leve-o a Luiz Jote de S Araujo, nesla
cidade, cu a ra Hireila, n 70, a Julio Cae-
tanode Abren, que ratificar com 150.000,
Fugiram, do ersenbo S.-Andi, ba I
mezes, os escravos seguintes : Simplicio,
cnuulo.de 21 annos, carreiro, alio, arreo,
sem barba, bocea grande, beicos um pouco
grossos, denles grandes, pernas e |s pro-
liorconaes, falla grossa e alta : Antonio,
lamb m crioulo, e carreiro, de 3o annos,
alio, de grosaura regular, espadado, cor-
cunda, pouco barbado, rosto rorrpfido,
boccaje beico inferior um pouco grandes, al-
guna denles da fente podres, loma tabaco,
a fuma cachimbo; trax e usa de rontas gran-
des ao practico, ltoga-se as auloridadra po-
licisrsecapilflesde campo, que os appre-
liendam e levem-no ao dito engenho, ou na
praca da Boa-Viat-, n. 10, que serlo reeom-
peusauog com 100,000 ra.
i
Machado Ti Pinhero- jleia, multo bons a 2,000 rs.; e outrasmui-
ISi.lt-nr. ,1 rL.;.. las rarendaa baratas que a vista dos coin-
ItClrOZ da fabrica jpradoreasefarflo os precos.
doSiqucirs, no Porto, de todas as corea: I Vende-ae un preto de bonita teure.
vende-se na ra do Viajarlo, a. 19, aoguodo Icorpolenlo, crioulo, com habilidades, por-
OO^OOO.
Fugiram de bordo do brigue
Sem-Por, vindo do Uio-de-Janei-
ro, dous escravos, sendo um dr 1 j
nome Sabino, de cor parda, eata
tura regular, 4a ao annos pooco^
ma* ou menos ; levou calcas e
camisa azties, e bonete encarnado:
o outro de nome Euzebio, criou-
lo, de 34 annos poucc mais ou
menos, estatura alta; levou cairas,
camisa e bonete azues. ltoga-se as
autoridades policiaes e capil3es de
campo, que os apprebendam e le-
vem-nos ruado Trspicbe, n. 34,
casa de Novaes ck Companhia, quo
recompensar.
Fugioom escravo de nome Francisco,
de 30 anuos pouco mais ou menos, o qual
lendo sido vendido a lllm. Sra. |i. Mara de
Carvalho Para de Andradr, em 16 do proxi-
iio passado, por convnc,o se reo beu fu-
Ira vez i he alio, cor preta, nariz chalo.arm
Juntes na frenle, olhos muilo feos; levpu a
roupa que nu, :?:: !o s n-tor pie de al-
godflo Iranado azu1, e chapu de couro.
Iloga-te as autoridades policiaes e captlfles
le campo, que o apprebendam e levew-ou
a ra da Cruz, n. 33, esa de S Araujo, ou
ao Cear aoseu seuhor, Francisco Ijiu Sal-
gado, que recompensara generosamente.
PtlUi. : 1UTT>. Dt m. r. DiraltU. 1850
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