Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07100


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Full Text
Annw
irIDii of ooauawoa.
Goianna e Parahiba, argundas etettal felra.
KIo-Grande-dn-Norte, quimas felra! ao melo-
da.
jt Cabo, SeHohiem, Rio-Pormoio, Porto-Cairo
e iberio, nol., a II, e2l de cada sea.
Garanbuos e Bonito, a 8 e 23.
Hoa-ViU e Fiare*. 13 r 28.
s
lclorU. a quintal felra.
linda, toda'!* di**.
PUIII II LOA.
1 Belmeiri ai
Sega**...
BfmrMtiMj.
Ming. a 1, I b, e 57 m. da m.
No** 7.ioi 7 h. e 14 m. da l.
Crcac. a 14, 3 n. e 27 m. da (.
Chela a 22. is6h.eo2ra.dat
* Mlng. a oV a* 11 h. e 54 m. da m.
WUI OK OJB
10 hora* 54 minutos da tarde.
11 horas e 18 inipnlo da manbaa.
Agosto de
18.
mmummmmm
N. 170.
megos da auaeoairolo.
Por tres uteze* (Itsalarfss) 4/000
Por iris ujeze 8/000
PornHanho_ 15/000
MU S IXMABA.
2 Seg. S. Olaro.
30 Terc.S. Kiifino. Aud. do chae, du i. dat, v.
31 Quart. S. Ignacio de Loyolla, Aud. do J. da
2. v. do cirel.
1 Quint. S. Pedro ad vianla. Aud. J. do orf. edo
n da l.r.
2 Seit. Nossa Senliola doa Alijos. Aud. do J, da
1. v. docive do dus fritos da foseada..
3 Sab. Invengo de S. Estevao. And. da Cbanc.
e do J.da2. v. do' crime.
t uom^S. Doinldgos _de_Guj|fifl;
OAHSIOI BM 31 DE JUUIO.
Sobre tendr*. 27'/, 27 e1/ d. por 1/000 r.
Paria, 346.
Lisboa, 100 por cento.
Otero.Oncaa hespanboes.......
Iloedas de ft/4" i velbas
de 6/4(10 oras
de 4/000.........
PtmU.Paucdes braiilelroa....
Pesos columaarios.....
Dito mease np...r.
aWdiaf.
29/000 a
ltiSOl) a
16/100 a
9/100 a
1/trf a
1/V50 a
1/800 a
as/so
16/700
l|20n
9/S00
l/!>8(>
1/V70
1/840
PABtfe 0FFTCIAU
m.< I i ll i lili im
'.iRISTEBlO FAZEND.
DECRETO N. 563 DE DE JUtlIO DE 1850.
Aulorisanrlo o gorerno para rtformar o the-
soura publico l Iheivurariai da* provincias,
llei por bem sanccionir o mandar que se
execule a segujnte resoluefio da sembl*
geral legislativa : .
Artigo nico. O gorerno he Ititorisado
para reformar o thesouro publico e Ihesnu-
raras ,la provincias, pomlo logo em eiecu
ro a mesma reforma, que lera depoissuh-
metlid i approvacBo da sjembl geralle-
gislativa.
Joaquim Jos Roifrlgue* Torres, do meu
conselho, senador du imperio, ministrar
secretario de estado dia negocios da fazon-
da, presidente do tribunal do Iheseuro pu-
blico ntrional, lisita n tenha entendido e
faca xeeutar. Palacio do Kio de Janeiro,
em 4 d jullio de 18S*), vigsimo-nono da
independencia o do impe'rio. Com a rubri-
ca de S. M. o-Imperador.-Joo/uni Jos fo-
drigvn Trrti.
GOVERNODA PBOVlNGiA.
EXPEDIENTE DO DA. 83 DE JjULHO.
Cilicio.-- Ao Kxea. presidente da provincia
da Alagas.-- Tenho honra de offerecer *
consideraefio de V. Eic. na copia ineiusa o
oflVcio do agente do consulado dest* provin-
cia junto 0 rtessa, em que relata o ivulta-
dn numero do sapas de algodfio desta po
vinel, qiio foram espoliadas sem que ella
prceheise osdireilos, que Ihe comnelem.
que foram arrecadados en. proveito da
provfnci, que V. E*c. tBo dignamente ad-
ministra, por mo qe os empregado* do
consulado tii iiegani-se a fazer a arrecadi-
(B* por cotila desta provieeia, e rccu acreditar as informicoeidosexportidurt
e mreas de respeetiro gema.
V.-Eic. nSo ignora que pelo consulido
geral dests f*oitici, sSo arrecrdtdds com
toda a IMeldade os diiellos da esporUcHo
do ilgOdBp. de proibcQao dess provincia,
que integralmente enlrm para'rrespecii-
vos cofres,- tendo que par i> bastante tempe e trabaJho como V. Exe. ve-
r da infoimcSo tamben) por copia, sem
ou mesnib exigido urna gratiflcacBo; en-
ifloji'sto e lasiiBNCl, romo lio V. FXr,, em
duynla algjjm reconliecor o direito que
a>sisle adiinnialrcBo d provincia de Per-
nambuco, de exigir reciprocidmle da rarle
danlnjinislracBoda provincia d*Alagoas.
Nlo devo-me alongar eoi objeclo. em que a
jstica queasatste a administrarse de i>ro-
vinria de l'ernambuco, be IBo manifes'a e
e*iilenle, e ponanlo resuiiiirei a reclama'
(Boque Icqhii a fszer perante V. Ene.
I'eco que se verefique qual a qoantidade
de )g6d3o desta provlnrfa, que fui esp"or-
la'do por esa cocho i r.oduccBii sui, e que's
lP?#l/uM.'WP manieute considerados renda deasa proviu-
cU no exereieio lindo.
Pego na is que dessa presideacia partim
medidas e previdencias eflleszes para' que
de agora em diante se arrenle atii na ex-
portadlo em proveito d provincia de Per-
nambo.*J[ flireitos Jo ilgodJO te sus
pMiTul|tWn1esm'o diodo porque s.lo ar-
recadados aqui ositoalgodlo dessa provin
19 do correte. -ScienliCcou-se.ao mesmo
comman (ante superior.
Dito.Ao inspector da pagsdoria militar,
Inlefrahdo-rTde ler arbitrado aos toldados
o quinto batalhBadefuzileiros I.ulz Do
mingos, Antonio alendes da Costa e a Janua-
rio Jos dos Santos, que requereraot novo
engjameiito. aos ilnus prlnielfos, a grati-
firacS de 170.000 ris a cada urr, e ao ul-
timo a de 160,000 ris.lnteirou-se aocom-
maodantedas armas.
Dito.Ao inspector do arsenal da mari-
nha para que mande indemnisar a pagado-
ria militar, a vista das tenias que remelle,
a quantia de 8,679 ris, em que importa-
ramas despezas fritas na ilhade Fernando,
eom o curativo do dispenselro F.rnando
Alves de Ojiveira Pereira, do carpintero
Pedro Pereira da Coila, e dos marinheires
Candido Martinse David Stuart, pertencen-
tea 4 guarnicSo do brigue Canopa Scienli-
ficou-so ao inspector da mesma pagadura e
ao comedor de marinha.
Dito Ao ins.ector da fazenda provin-
cial, para'mandar pOr em arrematadlo a
obra do decimp-lerceiro lauco da estrada do
l'Au-d'Albo de conformidade com o orca-
mento e clausulas, que remelle por copia.
inlelligeaciou-se ao engenheiro director
da* obras publicas.
BISI'ADO OEPERNAMBCO.
O. Joto da PuriSeaeia Marque PerdigSo.
conego regranle di Sanio Agoilinhn por
gracfdt Uto t da Sania S Apostlica, W*
pode Piaumbuco, do conielho de S. M. I.
if.
Por especial manda Jo de S. si Imperial.
communieado pelo imperial avis de 14 de
marco de 1829, expedido pela secretaria de
estado Jo* negocios da jwBHBfl^^^K
Concurso pelo prsenle edita
igrejas vagas deslx bispado : a de I
Pena do Buriti, a de S. JoiTo rlaptista do
porto-Alegro, a de S. Jos de Cirinhanh, a
deSanl'Anna de Upanem, a de N. S. di
Conceicflo da Cabaceira. a de Ss. Coi
Damiflod Serra do Pereira, de V. '8.1
Monlanbas da villa de' Cimbres, a do
llom-Jesus do Kx, a de N. S. d'ASSUmpcfo
l'Albandra a de S. Flix do BUiqae, a de
N S d* Puririi'aca, e S. f.6nc de N. S. da filoria do Arraial da Corrente
do I!io das Egoas, a de Sant'Auna do Sobral
ea de Sania Quiteri.
Toilo o revriulo aicordote ou elerigo
queqdeira fazer op'posico *s igrejas acimr
refendss, apresente-se com seos ppet*
promptos e correles, na forma do ettylo,
para serem admittidos, fazendo termo de
opposicBo dentro do prazo desessenta dias,
lindos os quaes se far o concurso, e* o
qual respnnderSo os reverendos oppoitn-
res nove casos d morat e eonso'lencia, e fa-
rflo urna exposteflo ou hornilla do evange-
Ilio que asslgnirmos, para proiwirmos a S.
I o liBperador o que *e julgarcm mais dig-
nos na f'rcn* dos sagrados caones e conc
tri I. Dado etk'Cdinda *ob o' sello da chacel-
lana e nosso signal, ad 1.* de agbst de
1850, Ecu, o padre Joaquim d'Assuiapcffo,
csertvo da camera episdoeat o subscrevi.
Joto, hispo de l'ernambuco.
Eatava o sello da* armas episcopaes.
< AstumpcSo,
Edital pelo qual manda S Exc. llvnia. p6r
a Concurso as igrejas vagas desle hispa do,
em conformidade cunas impenaes orden*.
Per V. Eic. Itvma. assignar. .
entender .que deve arbiUax su* da provincia
d.9;WVe> rH"* 'WJ ervSi if<*fl>
Bem convenci.re de que V. Exc. tomara
aa devide cettetdaracBO esta to justa recta
lacBo, del* ja rogo S. Exe. se digne,
de cosanuiMcar-me auas providencial aOm
de coaa alias ser Instruido o respeottvo
agento junto do consulado para o- mtlho
desempeas de sus incumbencia.
Dito Ao Kxm. vice-preiateale do Para,
ceesstde leeebide o omclecom data de 1
de jgufcoullimo, em queS Exc coaimur
"c qusess raso.do aotTtiaitentoj do Esa.
cpnaelhoirs Jeronymo Frauc4co Cqalbe,
Witrara naqualiaUae da prineiru viee-pre.
siJente nadmlrlraca daquella pruvin-
viucia.e inleirando-udequesempre o acha-
ra pnxnplo a enanpnr a* *u* ordena, lauto
reUli*a*oservco peklicu cobo ao parti-
cular,de. K. Etc. .,.,,...
DUo.-AoiComaiandanla da* irm, p;'f
mm4t Afapseqionar *o paisano .Man.ool
Martins Casemiro dos Sanios, quasa oRerm
cxu. nata atnir lalunUfiameolftUi) exer-
Wfo^rVjntfil de*Esldo*-Unf(lesrre-
e IS4, foram rrmetlido* pelo cpmmaod> te da illisWoi'rtrHtrnao ^e bronha, reliti-
veslso banefrsgio.da barca aratricaaa Wi-
sfssfSMlaslaeaado que* aroeuai de ma
rioba desta cidade so acha recolhida unta
lancha pertaRcftnte J| dUAjberoa^.Neste se
tido oiBclou-ssao lOlpeelor do neamo a
t>hb>-Ao ttvtpetoi1 da IbsMuHaMle fr-
zenda, Iransoiiliindo o aviso de uintfretrs
da qusnUaeds5s>,OOftoii tacada pela the-
lide do ,norte_ sobre,
de*i*, e a la
mi-dar.aUrin
ao mroaU Aulni
de pr*u;a
^%Vl.!e^o, ougaa angAJoa pa/aser-
vir uuseMsjo^ toU)||naa guarda pi
d*HlJpuiii
tWlf0 OOiaaH'iate superior erri uflicio e
Cunioiamo das armas
QuarUi genital na ciiladt do Rui fe, em 38 de
jvlho de 185C.
OROEII DODIAN. Oi
U Sr. rriarecb! de cartipo gr*duado.|lknto-
nio Corris Ser, commandant das armas
dest'provincia,l Id.'hiart transereeerasentenca.que em jl-
liina instancia lev*/o Sr. capilSo do tlgun-
do butalhio de artilheria a p Tris tilo Pi
dos Sarrios, em cohselh de guerr, unani-
mente ahselvldo da culpa de que era aecu-
s'atfn, e qae *W dedsrad em ordem do da
do quartel geral, sb n. 21 de 10 de abril de
iCorievrW'aHrftlV
Saf *f da juntm UiuHfcnl'
Conflrmam a seirtnc* do conseMio de
guerrai smffrte por se mo ach*r sullicien-
teraeiiti provdo criminali.lade no rl. s
dos do guerr*. Itecie, em essSo d junta
de jtisliea, de Jutho de t850.-e*l*a Ki-
mos. aje. nimoi.-BaiHn.Atmita:
Mttttta -tantee.
A*slgnde. *>**ei* Cario limeo V%i->
champ, cipito ajudanle de ordene.
i i i i 'i
0 Sr. padre Atilorio rrandseo Concalres,'
rjne por decreto de 20 do mel fiado fOi no-
medo capelhlo do quarlo baUlhBO de ar-
tilhari* p, COmpurec* no qukrtei general
Ido commafido da* ralis- delta provilicta,
|parOhjW:tOrJeaerYieo.
. Quarttl general n* ddde do rtedre, 30
de jomo de tW*. <4k.'/>aeiM Carhi BUen
Dnckamp, e*pita andante de Wes.
Sarment) :En contesto que urna opiniSo
seja mis honrosa do quaoutra ; apoiadoi);
ambas ellas sSo igualmente honrosas quan-
djo sBo conscienciosis, nfio h preferen-
cia entre npinioes ror terem mais boni-
tas ums e mis feis outras, opiniBes nfio
silo objeclo da capricho ou de vtidade. ( i-
paladn.)
Eu convido ao* homens que saiam da re-
gulo positiva pira a do idealismo, quecon-
v.'rsem com os aossoa .fazendeiros do inte-
rior ; ahi aeliarfio pautos, ainla entre os
mais bem intenrioodos"'enlreaeuelleque
ealBo promptos a ftz'-r um sacrificio pira
Hem do paiz, acha'So poucos, digo, que
comprehendam ( nSo digo que queiram)
que comprehendam que se possa fazer
cultura da canni, quando ella esta em cer-
to perioJo, com bracos que nfio sejim fri-
ca nos.
Um Sr. Diputado SeRue-ae dllii que nSo
llevemos acabar o trafico.
, O Sr. Silieira da Malta: Ninguem diss
isto ; os nobres depurados estilo faltos de l-
gica completamente. ( Rilada* )
O Sr. Prndente:- -Altencllo !
OSr. Silvtlra da Molla : llavendo rsti
opinio no paiz que muito demora o dilli-
eulta oa esforcos que se tem feito pira plan-
tar i colonisar-flo europea, havendo esta opi-
nifio no paiz, como se quera qaeem um
piizonde esti opinifio estiva tSo arreigada.
era tSo geral, que os dilTarentes governor
3ue tem presidido os nosso* destino* em
fTerentes cpoCattivnssem frrj* bastante
arrostar esta opini.lo de todo o paiz,
terrear-ge um antagonista dessa opi-
i dominante, porque he preciso reco-
ir queesta fui npiniBo dolimante de
^paz.
OSr. Maraes Sarment : -Que fosse toda a
opiniBo lie o que eu neg.
O Sr. Silteira da Malta :Qual foi o gover-
no quedepois que se extingui o trafico no
Brasil em 1831, qual f.i o governo que es-
tere i test* do* nossi s negocios, de quem
!or ventura sepoderta :>xigir quo livesse i
Orea necessarii pira arniaiar tolos os pre-
conceitos, lodos os i niease que eslavam
compromettidos na nossa snciedade ?-
Urna Vot :--l)osgr*cao daquelle que o 0-
zessel
OSr. Silieira da afolla :-fo\ um gover-
BO frico nascido depon de urna revolucSo,
quindo os lago todos da autoridade esla-
vam frouxos, fui um goremo da regencia
aue n araa'aalfifiHio meto de no. P,r r-
roslar o primeiro impeto dessa opiniSo, em-
bora facticia, embira errada, mas que era
ana opinifioexislente no paiz. II ilguem
4ue possa responsabitisir os diftVrentes mo-
vernos do Brasil, que possa imputar-lites
deslealdade por nfio terem reprimido o Ira-
lico, quando a opitnSo do paiz era essa ?
Esses governoa todo eram fraeos diante
della, porque os governos todos devem ser
traeos dianle da opiniBo mesmo em outros
paizes, como acontece oom o governo des-
e grande povo, com o governo inglez. oo
de he mais inconloslavel, mais inexoravel
esse chamado poder da OpiniSo publica, por
jilo (aclici* ou trtificial que seja, como
he muilas vezes : qual he o paiz em que a
OpiuiSo publica exerce um dominio mais
tyranaico, m.is absoluto sobre o seu gover-
no do que na Inglaterra ? ( Apoiadoi..) En-
treunto, senhores, o govenio desse povo,
que, todos os dias soffre o jugo dessa poten-
cia, qu\e tudas o* diissu aubmette i opjnifio
publica, como nos asamos vendo, tal vez
mesmo a respailo da quesio do trafico,,
porque a opiniSo que tem levado de rojo os
ultimo*ministerio* britannieos, que os tem
encamiuhadu por esu .herede de vileos
cas, be urna opiniBo faaalisada ptUs ideia-
religiQsa, lie unu opinifio ficticia e artifi-
cial, nio s levada pela id.'Ms religiosas,
como eu explico rnitaiiaAtijosa e miis gio-
riosanieiito para o governo bnlininco, mis
tambera por falsas idetas ihdustrjiea, que
julgo que nfio sfioa* que team prelomina-
uo sobre .as, violeacja* uessas. medid>*
quando n* teuio> dejserjulgadospor u
goverop de um gransjUacii\quee curv*
Jse ibald diante da opipiio publica, nfio ha
e'essa grande nacfio reeonhecer qq* o Bra-
sil, fren, Undo obtidp.su independcueia
'rt.WUJ, te.rupo. tendO. sido c mentado por pal* decrepitosn3o.ppdia lo-
go nos primeiro* dias de su* vi la apresen-
lar a perspeeliaa de um grande povo que
resistisse influencia de satis preconceiius,
dja*ui| opiniBo l'or^nto, f. presjdeule,.
tid'pt'eciso reconlicce' che esti umi di*
TiSwgcr.i'duou nrii" imiiiaa iuierpel-
nnfim ) que a iaipuU(IK) de deslealdade que
iequer emprestar ao governo do llrail, p,ir
taVef->e>ftraia*d Tranc^Vlimampu-
t*uj*V> injusta. ( Muiloi opaiaffn.) Os nosso*
gotero oa lodos Um feito m*u ou menos ea- aqollo que quera faier. Cohio o delegado
arcos 'par reprimi-lo (aasadoi.) ; .anda
l ttetUAHA DOS SUS.- MJHO*
-- T"
RESSAO DE t5 Dt JULHO Dt iafitX
clum compnBieUiruiao*daigoverHo. ( A
afcfto.)
alai, Sr, presideqle, -'Matrin wia||iiiiii
coma mesmo o governo DritinnrloTeeo-
ni>eo* em sus* nolis dipl*a*Ucag, eai dif-
(ateides pocas Um feito esforcopara *
repressfio du AfaJico deesoratiaf leodo sus*
Racaaolliciae*, sua correipaodenoia oom o
O* governo, lendo a*ua*aao;*aeBta* to-
matlaaMraJfcajavmo, brilaotiiao a respeit
Ja ineflicicii do cruzeiro, jmcoala d'-Afri-
eado as differeqles opinii* de seu* le-
fax ouvidos a reseeito da queatBo do ira-
~ i.# eciffi* de seus meoa, pira reprimir
nSo te artaucou u governa ntttso-um guarda n*cionl de Villa-Bella, baviam de
de*3aracfio que o comproaelU a mapaito sedee ser ippreliensBo dessa* Africino*,
da eojatiouacflo da tralico '- lodesa le adiar
Uivez- actos de resignac.ui, mas no *e a-
0 Sff lantn do Poco :--He pur* verdide.
O Sr. Silvtlra da Molla : Sr. presidente,
nodi citar com. alguma disliiicc.no, entre
oa'differentes esforcos que se tem feito para
a repressSodo trafico, algunsactosdo mi-
nisterio aetasl, todos elle* firmemente di-
rigido* a este lini ( apo'adoi); spontarei al-
gn* actos imporUnlissimos da provincia
le S.-Paulo, que silo o da ilha de S.-Sehns-
tlBo, e o da prala chamada de l'ernambu-
co na barra de Santos, oda ponta deTaip:
ou aprsenUrei esles factos, e a cmara se
convencer de que o governo al se tem
comprometido com amigos seus.
6 Sr. Moran Sarmtnto : .- Que Ues sSo
el les I
O Sr. Silviira da Molla :O nobre deputa-
lo deve r-ir ifio sincero como eu ; nfio enve-
nene mirillas opiniOes.
O Sr. Moran Sarment :Quera que fosse
tSo sincero como sou.
O Sr. Silvtira da Mola : O nobre depu-
ta do sabe ao que ou me redro?
O Sr. aloran Sarment:iSBo sei.
QSr. /'residente :--AltencSo .'
OSr. Silvtira da Molla :Quando digo que
o governo se tem comproreellidocom seus
amigos...
O Sr. Moran Sarment: -Que taes amigos .'
Africanislas .'
O Sr. Silveira da Molla : Estou vendo
que o nobre depuUdo quera smente fazer
autos de f pira africanistas.
O Sr. Moran Sarmtnto :--Se podesse fazer,
fazia
O Sr Jasen do Paco :Oh .' Nflo quero Au-
to* de f.
O Sr. Silvtlra da Molla : Pois eu declaro
i'iuh nlo fazia. { Apuiajoi.) Eu nunca fui
aficanisU, nunca fui favonvel ao ii afleo,
mis nSo posso condemuar essa apinifio que
se pode tor de muito tfbt f. .
O Sr. Jasen do Pago -He verdade.
O Sr. Moran Sarment :Eu a condemno
Completamente.
OSr. Presidente --AUencBo !
AlguniSri. Diputados [ dirigindo-iiao ora-
dor ):V por dianle, v por dianle.
O Sr. Silvtira da Molla: Nnm sempre
posio deixar de acudir aos parles.
! Sr. presidente, eu nfio quero autos de
f para nonhum* opiniBo. (Muilot apoia-
iot ;
O Sr. Moran Sarmnto :~Par* os africanis-
tas, eu nfio me importara.
, O Sr Silvtira da Molla -Eu nfio admitli-
ri. nem para o* judos.
O Sr. Presidente :Eu pauso a designar no-
nindoienlu os Sr. depuUdos que inter-
romperem o orador. ( Mvilos apoiadoi. )
O Sr. Silvtira da Molla : Sr. presidente,
OS factos que me compro r.ctti indicar sSo
Osseguinles: a camera sabe que por occa-
lifio de um desembarque de Africanos, que
*' diz que honv.i ni ilha de S.-SebastiS i,
o lugar denominado Sombro, o gover-
no, Umlo noticia >?esse fado, mandn im-
nediatainente sabir di'capital da provin-
forca d* prime.ira linha para fazer a sppre-
bensBo, e processir iquelles que esli vessein
enmpr.imeiiidos neste crime, o chefe de
Solicil, boinoin cojos sem menlos nfio p-
em ser posto* em duvid* respeito desti
materia ( e Sr. Theophilo llibeiro de llezen
de), do ideiis inteirimenle ivessss ao Ira-
lico, magistrado muito probo ,' apoiadoi),
fui enviado para aqulle lugar; sua diligen-
cia, purm, nfio corresponden a Ititencfio do
Enverno, e delle ; nSo bouve ipprehen-
fio ; mas o que resultou deste faelo, Sr.
presidente 1 Besultou que o' nivio que se
dizi* qtje tinb levado estes escravos par
o porto do Sombro, na ilha deS.-Sehastifio,
que galera Sanla-Cru* foi incendiada di-
anle do povo de Villi-Ue||a pelo commao-
bante du vapoi inglez Hifieman. Equaln
piocelmenlo das autoridades brasileiras?
U procedimunto dis autoridades brasilei-
ri* foi o menos susceptivel que podi ser
diante de um attentado desta natureza. O
chefe do polica sabendo, pelas indagacoes
hivido o desem-
denuncia, emvirtude
do pelo, presdan-
le d provincia, o chefe de polica, digo,
icomquanto nfio achasso provas, nteudeu
hue devia levar o seu rigor contra o trafico
ao poni de demiuir do* empregos poli-
ptasa de Villa-Bella pesois que sO podiam
ser censidas decompliedide pelo facto de
uSq terem feito a apprebensBo Tote* de che-
gar o cheja de polica.
O Sr. IKrats Sarminlo tFez mriiin k. ~
chefe de polica.
U Sr. Stlvein da M.illa ; Nfio dirii que
fez muito bem, porque nfio se pote res-
puiisabilisar'uiua uiuridade so porque ella
fui impotente, s porque rrB pude fazer
bue fez, que tal^ez livess >
sirqui de que levedenu
il qual elle foi ahi enviade
le Villa-Bella, como o commandante da
conttno-aJ. do n. l J'
Sr. Mi
luco.
se entre lodosos meios de que por tenlura
podessem diapr para fazer a ippreheniBo
neulium esc*pava talvez a esses preconcei-
tos, a esse* favores que iafeltzmenle esla-
vam derramados na nossa populadlo ? Eo-
tiqtevato fram demtllidu*.
Aqui cabe me explicar ao nobre depula-
do, que h* pouco Alo fez juslica 4* uuuuas
depuUdo, he urna expressBo audaz e ealu-
oiosi; o nobre deputado nBo pode itentu-
ra-la, nBo tem didos para isto, he urna pre-
cipilacBo sus.
O Sr. Moran Surmento: Os afrlcanst**
sfio piratas.
O Sf. Meelra da Molla :~Eu estou filian-
do respeito desles Individuos...
O Sr. Moran Sarment : NSo me dirijo a
ninguem, digo que, se sfio sfriemistas, sao
piratas.
O Sr. Pruid'nte [ rom frca) -AUencBo
O Sr. dileeira da Molla Pode dizer quin-
tas poesas qui/er.
O Sr. Moran Sarment :O Sr. deputado
foi quem os tratnu de africanistas.
O Sr. Silveira da Molla NBo ha tal, he a
sua imaginscBo. *
O Sr. Moran Sarment : Veremos o dis-
curso escripto.
O Sr. Silveira da Molla :Sr. presidente,
estes dous individuos foram d'emittMos pelo
governo da provincia nicamente pelo facto
le terem sido impotentes, de nfio lerem
podido fazer appreueasBo de rfhe houve de-
nuncia.
O Sr. M^raei Sarment Peco a palavra.
O Sr. Silveira da Motta: Citarel. Sr.
residente, otitro facto, a apprehensSo i
feila pelas auloridades do governo na villa
le Santos, na puna do Tap, onde, ten-
lo-se feito um desembarque de Africanos,
as autoridades do paiz flzeram a apprelr-u-
sBo de seiscenlo* ou etecentos. Pndria
citar outri) facto de igual importancia na
praia de Peinambuco, na barra de Santos.
Quere-se-lifio provas mais evidentes do
querer o governo a rep'essSo do trafico, do
que ler o presidente da provin i i de S.-Pau-
lo incumb lo o chefe de polica, boje quasi
que exclusivamente, desse uflicio de repres-
ifio, msndando-o quasi lado* os das em
Commissdes especiaes pira evitar mesmo a
importancia das 'sutoridades locaes ? N5o
siii ah o facto da praia de Pernamhucn, na
barra de Santos, quando um lanchBo de
uerra inglez, qiierendn desembarcar nes
nossis praias gente armidi que ia segura-
mente verificar a desconfianca dessa polica
que se tem querido exercer em nossus ma-
es; quando, havendo esse desembarque,
havendo urna collisJo rom pessoas do paiz,
laln res ilion haver um combate, liaverem
foriiios ? Oque se seguio dahl. Sr. pres-
lenle ? O g'ivrrno da provincia immedia-
tamenle mandn processar. Se hnuvesse
da parte do governo a mais pequea negli-
gencia a este respeito, estara, como est,
prenunciado um negociante da praca de
Santos, e pronunciado talvez s 'ni prova al-
guma, nicamente porque pairou sobre ana
cabeci a desconflaiiQ de haver alguii da
fdto ocommercio i Ilcito T Sr. presidente,
nao se pode Je maneira alguma deixar du
reconhecer que o governo do paii nfio me-
nee essa imputacBo de deslealdade aos
nossos trata los. O governo do Brasil (quo
dito urna vez por todas', o governo do Bra-
sil tem feito tudo quinto poda fazer par* a
repressSo, lu lo quanto os preconceitos ou
a opinifio do paiz, lhe (em consentido fa-
ier; nfio tem podido fazer mais Feliz-
mente as nossa* ideias teom-se modificado
a osle respeito a opiniBo vii-se preparan-
do para .lel.it lodos esses preconceitos,,e o
governo do Brasil, apiado ness* opiniSo
que surge, pJehnje, talvez com mais forca
lo que tem tido it agora, fazer o servico
imm-Miso que eneetou de reprimir o tnfe-
go, mis, do reprimir o trofego por si, por
sua conta, e nSo entregan lo o oflicio da re-
pressfio a mfios eslrangeiras, cujo peso os
desdoura e avilta. (uitoi apoiadoi)
Tendo pois, Sr. presidente, Jaesplanado
as principies rasocs que me determinaram
a fazer esta interpellacfin, eu vou igora des-
cer ao* fados, e locar depois as providen-
cias que entendo quo o governo deve dar.',.
O Sr. Presidente :Perdoo-me o Sr. de-
puUdo; creio que o honndo membro to-
uno a palavra para desenvolver os nonloe
sobre que tem do versar a nlerpellaclo ;
indicar porm as providencias que se dev m
dar, julgo nBo pertencer tsinterpellacftes;
penence isto ao governo
O Sr. Silveira da Motta Como as inter-
.ellacrs eu perguiitava ao governo que
providencias tem'dado, ou de quaes preci-
sa, 'e dependa m do poder legislativo, sup-
puz poder tocar, neste objeclo. O que eu
quena, nfio en indicar essa providencias,
nao quera anticipar ao nobre ministro,
bem que, par* desenvolveros ponto da
minh internellarfin esle un di!fo Z
indicar essas'providencias ao governo.ou de
lhe perguntar s adopta taes e taes provi-
denciar*. Isto seria urna verdadeira inter-
pell.eo.
O Sr. Ministro dt um slgml de assenti-
mento.
O Sr. Silviiraad Motta --Todava; nBo
qoerere' entriT T'ffeste ponto; conforme
as rospflstas do nohre'mintstro, seeu *chr
pouco salisfalori** ou u?o is prpvidenclis
que elle indicar, eutfio direi o nieu pensi-
ineolo;, entreunto entendo, como inter-
peliante, qu*estuu no direito de pergun-
tar ao nobre ministro se acaso all acbi uee
e ues providencias proprias e adeqmdas...
< Apoiadoi.)
O primeiro.. ficto he o que occorreu na
ia*. Uoaiens amigo* do governo, O uobre
deputado saba que a nos** poltica tem ex-
tremado o* campos, n.je estes !ose
dherentes, adopum a poltica do governo
actuii. :
OSr. Moran.SarmmU>:-Hlo sBo de poU-
tica alguma ; sao piratas.
O Br- tmidinte -AtteticB /
Ohr. Si/uNra.da Mol* (oom frea) : Eu
reptil* inUarasaeirte a exprsalo do nobre
"iH" f oxpressOes, qual a raso pur que cbiujeiesr barra de Santos enlre a ti ipolaco do um
lanchfio da oiinnha do S. al. BriUnici e
algotnsspeatoas qate moram 110sitiodo Pi-
raque, en lie a* qnie iiouve urna lula de
que raitilu o frimntu do ura marnbeiro
inglez: Pelas inforina<0es que le alio do
lugar, na occasiSo, e interiores, sei que
um yaPPtdjq guerra inglez, que jior teaes
tem entrado na.poilOde Santo*. tetupfO-
curido exercer ahi icio* L.d*appaehqasfc>.
como aconteoeu com o vapor i'aoacf* *San.



1
i
as
i
tos, que foi apprehendido pelo vapor Fiflr-
man, junto Ira das Palmas, na barra de
Santos Por informacOes da occasilo em
r|inieMfac!o ullimo teve lugar, se que s>'
donou o Unchflo para verificara existencia
de Africanos de contrabando, e que islo
deu lugar a essa collis.lo. Ora, cu creio
que b nobre ministro j ter frito sobre este
asaumpto as reclamai,es todas que o seu
ministerio exige ; porquanto, he incontes-
tavel que esse direito, esa fiscalisacln, essa
verificarlo que o lancl.lo ingfez quera
exeroer as nossas praias, desembarcando
gente rmala, he acto de vordadoirn jurls-
diccilo que nlo se compadece com a sobera-
na ou independencia da naci. Portanto,
sobre este facto versou o primeiro ponto da
interpellac8o,porque elle encirra'umverda-
deiro attentado nossa independencia, i
soberana do nosso territorio.
Pcrguntn mais se he ventado que as su-
maeea oacionaes Haltera iCtmciitfo foram
visitadas e aprisionadas i vista da fortale-
za de Santa Crur, do da 16 do corrent
iara c, eee o brigue escuna nacional Polk
si tamben aprisionado no ancouradouro
de Macado. O facto da apprehenslo das
duas sumacas so cbegou ao meu conhec-
mento pela intprensa ; o facto da apprehen-
slo do brigue escuna Polka chegou noticia
d todos, nln >o pela imprensa, mas por
correspondencia particular, e este facto be
sen duvida aUuma uin dos mais flagrantes
que tem occorrido entre us.
O brigua escuna Polka, estando Tundea-
do no ancoradouro de Maeah, recebeu a
sou bordo um olllcial do vapor de guerra
iuglezaque qu z verificar pelos papis a na-<
cionalidade do navio ; nlo estando a bordo
essea papis, como acontece niuitas vestes
eom os barcos costeos, retirou se ofli-
cial, edepois vullou nu mesmo escaler e
fez a apprehensfto.
Na mesma occasilo, ou pouco pepois da
apprehenslo o brigue escuna Polka, oc-
correu um outro facto de igual grvida Je.
que fui o incendio do brigue escuna Rival.
I\esle facto lia um episodio sobre o qual eu
desejaria mesmo provocar urna explicaclo
do nobre ministro dos negocios (estrangei-
ros. imprensa apresentou este facto de
urna maneira que ferio o mais que he possi-
vi'l as nossas susceptibilidades ; disse que
o commandanle do navio da guerra iuglez,
que fez a apprehenslo do Rival, ni?o so
\ portou-se cora toda a offensa do dirnilo.nflo
a portou-se toda a dureza com a tripulado
desse navio, como fez o attentado de cor-
tar em tiras a bandeira nacional! Este fic-
to foi tal vez o que mais acbrdou as nossas
susceptibilidades {apoiadoi), foi o que tal
vez perturbou mais a calma de nosso espi-
rito publico '/He preciso que baja urna ver-
dadera reparsclo, una verdadeira e exacta
explicaclo, ao menos desse facto que ja le-
nlio ouviilo 'couleslar, sflirniando-se-me
quen&o se passou tal qual a imprensa pu-
lilicou. Eu nlo lenho a iinorudencia de
dar lodo o crdito as publicacOes que faz a
imprensa ; entendo inesmu que em assutnp-
tos 13o melindrosos como s3o estes, us
pilo devenios aventurar mesmo considera.
efles smente por noticias de jornaes ; mas
tambem entendo que, a vista da graviJa-
de da offensa, seria um verdadeiio lenitivo
paras opintlo do paiz se acaso da boca do
nobre ministro dos negocios estrangeiros o
paiz podesse ouvir una coiiteslagSo formal
a este facto que tilo doloroso he. {Apoia-
dos.)
A lem deste facto, e depoi de feitas aa inler-
prllacdes, occorreu um outro de naturexa mais
fraveaein duvida, que fui ofactodeParanagu.
O paiz todo aabe boje que um vapor de guerra
iuglez.entrand > no ancoradouro de Parauagu,
apreaou quatro navios que estavaui no pono
aob a proieccao daa noaaas autoridades; todoa
lioje sabeiii que o commandanle deue vapor
rrcebeu al um protesto do juiz municipal de
Faranagu contra a violencia que ae pretenda
furr; lodo o mundo lioje sabe que aendo dea-
ailendida iodaa aa reclauaces daa aulorid -
dea do pala contra essa violencia, houve uin
vrrdadriro combate entre a fortalea e o vapor
t-'o'saorant, do que rrsullou a destruico da par-
le da fortaleza braslleira. Nao sel que*possa
ser opportnoa conslderacao alguufa, de direleo
& retpeito drale facto. Nao lie preciso fazer
ennfrontacao algiima com o mala trivial prln-
. i pi- do direito para pdennos verificar atque
ponto pode ou uo aer considerado como lole-
ravel o procedlinenlo da uiarinha britar.nica a
este respeUo-, he de primeira iuiuiciio qur
liiAUve urna verdadeira oU'cnsa d i noato lerrito-
rlo, que bonve um verdadeiro acto de hoalili-
dade, e que, bavendo um verdadeiro acto de
hoslilidade, o governo est na necessidade in-
decltnavcl de rrpellir esta hoslilidade confor-
me elige a houra do nosso paiz. (Iluiti a-
poiadat.)
Quanio aprovidencias (e be esta a lerceira
parte das Intrrprllacoea), quanto s providen-
cias que o governo lem tomado ou pretende
lomar para evitar r reprimir os aggravos ans-
ia nacionalidad, eu por obedecer mesmo ao
convite de T. Esa., por achar mesmo talve
mais proprio deixar ao nobre ministro indica*
a satrela das providencias que porveniura o
. governo rutole lomar, me guardarei.para de-
poia que onvir o nobre ministro ; conforme a
rrspoata queelle der s min'as interprllaces,
assim apreaeolarel as ldelaa que tenbo a aeme-
Jhanir reipeiio.
Estou persuadido de que o nobre ministro
dos negocios estrangeiros lem aua disposieo
hoja do paix ama) opinio que pode uin duvi
da alguma facilitar, lavorecer limito as medi-
das da reprsalo do tranco. Katou persuadido
de que o obre ininisiro ha de ampliar os mrloa
da opiuiao, recorrendo aos mullos meioa indi-
7CCt m* iMG ri'c l*o"e tancar ralo, fcslou
persuadido de que o nobre ministro nrssa tare-
la ardua que lbe cabe hoje de lalisfazer com-
pletamente as susceptibilidades uacionaes of-
lendidae pelos ltimos ai trillados do governo
brllanoico, que na trela igualmente impoi-
tante que elle tem dtante de si de reprimir o
trauco i 1 licito, saber acomrlodar aa circuins-
tancias do paiz, de tal maneira que nos nem
sejaiuoa comprmettidos como favorecedores
ile um coinmercio que a le comlcinna, nem
tambem deiiemos de sallsfazer ao que ealgem
os bros nclonaes e a consclepcia publica,
multo dolorida pelos ltimos factos. Confio
que o goverAo far com que nao deiiemos dj
saiisfaier, neta recelo de pareceruos favorece-
loies do tratico, a opinio que reclama alta-
mente, como piimeiri eoadicao para fur9a uso
ral do mesmo governo, que a soasa bandeira
seja respeilada em toda a parle, que os nossi
porlos nao srjan considerados como portos de
escala psra a polica britannica. Cumple liual-
niente, aenhores, que o governo do lirasil seja
t5o eveye, lie scvo prr.flig5.J0r -le que fajn,
o trafico de Africanos, como de todos aqurllc
3iie atleniam contra a soberana e diguidade
o territorio brasllelru (Aptitoi; mullo btm.)
U Sr. PmifhMt Tem a palavra o &t. mi-
nistro das uegaetas estrangeiros.
(I'rofaiuto lilnuio.)
1)1,1110 DE KIF,.tlBDCO.
rcirr, si si jtjiho xas tasa.
A expedlcao que sahlo dos Kstadoi-Uuldoa
para a llha de Cuba, nao coQsegulo o fun que
se propoteram aqueltea que a projeetaram. O
general Lopes' coiiimaqlante da meama che-
gou a Cardenuaa no vapor Crnulo com 500 ho-
uiens arreados; e sem eaperar pelos seus com-
panheiroc dasembarcaram neata pequea ol-
dade, cuja guaroicao cjinposia apenas de 80
pracaa, obrigou a render-ae depola de um pe-
Iueno conOloto; inaa sabendoque forcaacon-
sideraveis marchafam de Havanoa contra elle,
e n;io tendo nenbutna noticia do reato da ex-
pedico, deu-ie presaa cm abandonar a ilba
com a sua gente e embarcando-ae novaraenie
no mesmo vapor, voltou para Kty- Wtst. nos
Estados-Unidos. Seua coinpanhelroa foram
iodos presos pelas autoridades daquelle lugar,
sendo-o elle tambem etu Savaona, onde $w re-
fugiara ; mas por falta de pravas, o magistra-
do americano foi obrigado a mandar polo em
liberdade. Corra que o general, o qual fofa
uito victoriado pelo povo por occaiiao de sua
absolvicao, tinba determinado sabir de Savao-
na e uiudar-se para Mobile.
Piibcat^ocs 1 pedido.
Havendo o Sr. Jos Antonio Gomes Jnior
(Vito publicar as aro tencas que oble ve na causa
de llbello, que coiiimigo litiga, apreaso-me em
publicar tamboiu o venerando accordaiu qu.e
foi proferido em meu favor, sendo reformadas
as seniencai que obtivera em seu favor aquelle
Gomes Jnior : os fundamentos de.te accor-
lain sao lo jurdicos,i|e junica tao inconlefla-
vrl que nada he preciso aocrescenlar em seu
abono, fundamentos que mais realce lem pela
illuslracao eiinparcialidade dos dignos magls-
tradoa que o assignaram, e aoa quaea peco per-
uiisio para render a devida homenageiii pela
justica e rectidio com qua se hoiiveram ueste
negocio, e as quaes seopre deposite! Intelra e
completa conRanc a.
a Acetrdam em reltcio, He,
Que reformain a aeutenca recorrida vistos os
autos, dos quaes se musir que a escriptura a
folhis 79 apenas se conten uiua cessao do di-
reito de cobrar o que Ihe deve o appellado Joa
Antonio Gomes Juuior como procurador eui
causa propria, applicando as soiuinas que ae
cobrarem ae pagamento daa dividas all enu-
meradas, o dote proinettido sua filba Alean-
trna Gomes o que muito beui poda fazer nao
obstante a abertura de aua fallencia em 1837,
porque se bem que por esle fieou elle inicrdic-
10 de toda aadiniuistra'cao de aeus bens.coulor-
ne o artigo I lili)do cdigo do ciminerciopcirlu
guez, esle Interdicto ceasou com a homoluga-
co da concordata fulhas, sem restrlefao algu-
ma, em virlude dor|ue ae Ine maudarain res-
tituir, tlrando-se-llie o sello, etc., anda inde-
prnilriileinesjte de rrhabilitacao que lem cer-
tos e,determinados Mus; o que ludo feito, lem
osobredilo procurador ceaaionario de dar-lhr
aconta dos pagamentos feiios; nem obsta o
pacto de quotalilis que se dia verificado pelo
papel de follias 141, o que ainda verificando-se
nada influira sobre a validade da escriptura
folhas 79 em que elle se nao estipulou e nem
era da competencia do appellado o impugna-
la, assim como uem cada uma das nutras ad-
dicedet neste lugar em que he demandado pelo
appcllaute e em nome do cedente. Portanto,
julgando nao provada a cicrpco folhas, e re-
firmada a senleoca folhas. maudain que con-
trare o libello, para o que arjam remedidos
os autos ao juizo a quo pagas pelo appellado aa
cusas em que o coiideuinain.
Recife, 27 de Jnllio de I8M Aterrdo, pre-
sidente. Ritmoi. --Villar.Bulot. 1 tiu.
SOHM.
E nada mais se conlinha em dito aecordam
aqu transcripto caos auloa respectivos me re-
porto. Recife. 30dejuiho de 1850. tscrevl e
assigne em fe de verdade, Antonio loaqaia
Peireira de Carvalho.
ri-1 a-a. i |__ ff
Kcparti^o da polici i.
Rmolumentos de certiddes co-
mo do livr I (I 2.......
Imposto dos'despacliantes ge-
raes, cmodo livroa 0.10 .
I'olio dos litlos dos mesmos,
dos caixeiros dospschantes e
ajndantes ditos, como do livro
a II. 10. ... ...........
Taxa do sello Jos mesmos ttu-
los, como do livro a (1.10..
14,940
995,000
Rf..
Ra seguinle 'eiptciei
Em diuheiro ....". 97:260,387
Em assignados.. 117:863,594
frceila txlrmordinaria.
Novos' e velhoa di-
reitos recebidos
de diversos em-
pregados...... 70.000
Depottl.
Em balando no ulli-
mo de junho. 6:344,389
Entrados no crrante
mez------- .... 4:399,971
4,800
,890
915:193,911
Sahidos.
Existen
tes
10:737.353
6 988,813
3:748,540
Nal i'gvintei eipeciei.
Em dinheiro. 914,930
En letlras...... 9:833.610
Alfandega deP'rnambuco, 31 dejulhode
1850. 0 escrivSo interino, Franeueo ate
Paula Gonfaln da Silva.
CONSULADO GEfUl.
liendimeoto do dia SI 530,409
Diversas provincias .'..,..'
HENDIME.NTO NO HEZ DE JUI.IIO DE 1859.
Consulado dsete por
cenlo
Dito de 9 por canto
Ancor*sem para frs
do imperto.
Dita para dentro da
imperio
Sello fixo
Ditos de (itulos
Sita de 5 por cento
siia de 15 por cenlo
Certidoes
Capatazia
Multas
90:839,669
8,064
-------90:847,733
9:593,150
1:689,831
.-. aa.au W
596,68
15,96
Ilesa do consulado provincial de Per-
nambuco, 31 dejulho de 1850.
O escrivSo da primeira seccSo,
Jo4t I f naci do Reg.
ms&mmkwmsmat-gmkwmsmmmmm
tovimento do Porto.
Naviot enlraioi ao dia 31.
Porto-Ategroeom escala pelo l\io-de-Janel-
ro 15das do ultimo porto, brigue na-
ional NovO'Porlo, de 156 toneladas, capi-
llo Maooal deSouza (ornea, equipagem
15, carga carne sacea ; a Amorim i Ir-
m Sos.
Rio-de-Janeiro -9 das, charra nacional
Carioca, commandanle o capillo de fra-
gata Frfippe Jos Ferreira. Conduc ara
esta provincia tretn do guerra, reparos da
artilharia, plvora a fardamenlos, e por
ordem do governo, ranettidos presos,
Miguel AITonso Ferreira e Jos Corris de
Leal Batinga, e doua grumetes. -- Veio
em commistSo.
K DITA Es.
4:919,9l
IHverm frotinciai.
Dizimo do algodo do
Cear 9,497
Dito dito do Rio-Grande
do norte 9,891
Dito dito da Parahiba 187,419
Dito do sanear daa
58t^880
6li,5M
6,400
11,440
693.805
43,800
97:043,189
P.WtTE lili DI.V 99 DEJULHO.
FiVam presos : a ordem dochefe de poli-
ca, Antonio Eneas Gustavo GalvSo, para
averigu cOes policiacs; Mariano Jos Fer-
reira, por suspeito ; e o ptto Lzaro, es-
cravo de Jos Benlo da Costa, para correc-
co : c do subd'legado da freguezia da
Ba-Visla, Mnotl J. crioulo Aulonio Jos, psra averiguares
policiaes.
DEM DO DIA 30.
Foram presos-: i ordem do delegsdo do
primeiro dislriclo deste termo, l.uiz Rurgcs
le Cerqueira, para averiguado -s policiaes :
a or.le.n do subdelegado da freguezia de S-
Frei Pedro Gongalvesdo Recife, Manoel Joa
liiirn des Santos, por olTensas phisicas; o
preto Julio, eacrao de Jos Mara'de Barros,
a requisicilode seu senhor; a parda Mara de
tal, para correcco ; o preto Severino Jos
Ja Luz, por haver occullado em sua casa a
preta Jo i ii na, escrava de Manoel Rodrigues
le Albuquerque, e esta eacray por andsi
fgida : a ordem do subdelegado da fre-
Kuezia de8.-Jos, oprelo Migele Flix de
tal, para correccilo : a do-subdelegadoda
freguezia da Ba-Visla, o crioulo Domingos
Jos Vieira, por se suppr escravo.
CO3WR.E?aCI0.
ALFA.NIiKiiA.
Ilendimentoilodia 31.....6:382,163
beicurregam naje i de agoio.
.rCa aValsor -jmmm aiwicouwria.
Birca Nary-Uuniell bacalho.
Iliale Uaeiro gneros do paiz.
Etcuna Maria-r'irmina idam.
RENDIME.NTO NO MEZ DEJULHO DE 1850.
Ilendimonto total......215:193,911
Alagas
Depsitos sabidos
Ditos existentes.
885,847
1:990.K>7
9:144,849
1:174,404
98:941,795
Mesa do consulsdo de Pernambuco, 31 de
lulhode 1850.
O escrivSo,
Jaconie Gtraria Hara Lummcki til UiHo.
OHTACAO.
DespasAss aMrffiaaoa aa fia 31
Ceari, brigue nacional Deitino, de 194 to-
neladas : condtit o seguinte : 91 pipas,
qasrlolas e 99 barra violto, 3 quartolas vi-
nagr<, 232 volumes fazendss, 4 caixas cha.
(Couiinmr-*t-ka.)
Direitos de consumo........204:518,988
Ditos de 1 por cenlo de reexpor-
lacflo para os portos estran-
geiros .....*...........
Ditos de I por cento de reexpor-
tsefio para os porlos do im-
perio ... ............. 90,458
Expediente de 5 por *|. dos g-
neros coro carta de guia. .. 290,823
Dito de 1/9 por cento doa gene-
ras do paiz............ 405,196
le meio por cento dos
despachos livres......... 59.440
Armazcnagem de 1 por cont das
niercadorias........... 9:331.146
nU d I pur rento da plvora. 97,562
Premio dos assignados de tneio
por cenlo............. 2:311,047
Multas caleuladss nds despachos 399,739
Ditas diveraaa, romo do livro
0. I ............... 9:484,82|
bacalho, 7 volumes viniios engarrafados,
8 ditos papel, 7 barra azeite doce, 10 ditos
carnes, 9 barricas graxa, 19 Caixas Vinho
moscatel, 10 ditas conservas, 4 dilaa phos-
ohoros, 4 barricas alpiste, 73 ditsa assuear,
I i volumes drogas. 18 ancoretas azeltonaa,
6 caixas msssae, 13 volumes Telas de cera e
estearinas, 9 csixOes violas, Sgarrafoes er-
vilha, 1 fardo alfazema, 3 latas cha, 12 vo-
lumes cbarutoa, 9 pipss sgo'rdante, 4 cai-
tas gsriafaadeago'ardeatadeFrlDce, 1 ca-
uaslra lolhar, 9aaquinhos era vos, 9 fechos
d'arcos, 9 lences o i folhas da eobre, 9 fe-
chos Moa de ferro, I caixinha marmelaJa,
58 Islas labaco em p, 4 gigos batatas, 9
caixas cha, 4 rebollos, 1 caixfio com doce, 3
varan las de ferro.
Ass, lirigue nscionsl fafis-DesHaw, de 199
toneladas : condux o seguinte : 40 toneladas
lastro de areia.
HECEBEDORlA DB RENDAS GERAE8
INTERNAS.
Rendimento do dia 11......9(9,317
iMwui.nuv rnviiuwali.
Rendimento do dia II......309,173
RENDIMENTO NO MEZ DE JUI.HO DE 1850.
Direitos de 3 *fa
Ditoa de 5 '|.
Capatazia
Decima dos predios urbanos
Mela aiza dos escrajroe
Sollo de herancae Jugados
Novos a velhoa ilirartos
Emolumentos dos IMailoa da guar-
da nacional
E noludieuioj de fiswportes da
policio
Escravos despachadas
Matriculas
Consumo de 90 por *|. oa agur-
dente do consu
5:928,*8
5:474.21$
859.140
91:018.744
921.990
462 828
380,142
108,700
4,400
90,440
90,04*
O lllm. Sr, Inspector da thesnuraria da fa-
zrnda provincial, em cuiiipriuienio da resolu-
co do tribunal administrativo de 4 do corren te,
manda fater publico que us das 30 e 31 do
presente e primeiro do prozimo futuro mea,
Ir praea pe rao te o mesmo tribunal, para aer
arrematado a quera mala der, o imposto de 20
por cenlo de ago'ardenu do consumo no mu-
nicipio do Heclf, avaluado annualmenle eu
0:870 000 rs.
A arrematado sera frita por lempo de um
anuo a coniar do primeiro de Julho crreme a
30 de junho de 1851.
Os licitantes que se proposerem a dita arre-
mataban couiparecain na sala das sessoes do
ineaiuo tribunal nos das cima indicados pelo
mel da, com os seus fiadores competentemen-
te habilitados.
Secretaria da iheiaurarla da fazenda provin-
cial de Penfainbuco, 8 d* julho de 1850.
01.' escripturario aervindo de secretarlo,
'y. A. Civmlcanti Cumitiro.
O lllm. Sr. inspector da ihesouraria da
faienda provincial, em cumpriment da or-
dem do Exm. Sr. presidente da provincia de
18do correnie, manda fazer publico, que
nos das 30, 31 do mesmo el.* do prximo
fuluro, parante o teibunal administrativo,
trprtca, para aer arrematada, a quem
por menos flxer, a obra da ponte do l.uca,
avallada em 462,000 rs., e sObas clausulas
aspeciaes abaixo declaradaa.
Os pretndanlescomparecam na saladas
seisesdo sobredito tribunal, nos dtaa ci-
ma' indicado*, pe|o meio-dia, competente-
metilo habilitados, aa forma do artigo 94 do
regula ment de 7 demaiodo crrante anno.
E para constar ae mandou afxar o pre-
sente a publicar pela imprensa.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernamhuco, 19 dejulho da 1850.
O segundo escripturario, aervindo de se-
cretario, Franaiieo Antonio Cavalcanla Com-
eeiro.
a Clamtulai iipecian para a arremalaf:
a Art. 1 Os Ira ios e obras para o
concert da ponte/.inlia do l.uca aerfiu follas
pela forma a aob ss'eondicOes indicadas no
ornamento a presentado sraala data ao Exm
Sr. preatdente da provincia, pelo preco de
442,004 ra.
a 9.' As obrss principiaro no prazo de
um mea, acabarlo no de trseasaaee, am-
bos contados ein confonnidada das artigo 30
capitulo 3.* do regulamento.
3.* t) pagamento do importe" da arre-
matado realizar-seda depois daaattKas to-
das concluidas, a examinadas pato onga-
nbeiro.
4.a Para ludo o maia que no est de-
terminado pelas presentes clausulas seguir-
se-bs inteiramente oque dispOe o regula
ment de 7 de malo de 14*4. Directora daa
obras publicas, 23 de junbode 1850 Appro-
vadsa pela directora em conselho de 15 de
julbo de 1854. ioi Mamada ltu Ferreira
aa*, u,it tletar Litutkivr. H. Hllat
Approvo. Palacio do governo de Per-
--Porania a cmara municipal desta ci-
dsde ira praea, noa dias i, 13 e I* do cor-
rele, para aer arrematada a quem por me-
nos fizera obra do muro que circunda o ce-
miterio publico. Os licitantes podem com-
parecer, competentemente habilitados, na
casa dassessOes da mesis cmara, pos dias
indicados, e ah estar plenle, para quem >
quizer cnsul lar, o orcaroetito da mencio-
nada obra. E, pira que chegue ao conhecf-
mentodequem convier, se mandou publi-
car o presente. Pacoda cmara municipal,
lo Recife, ero o I.* da agosto de 1850.
Fianeiico Antonia if Oiittira, presidenta.
Mantei lirreira Aoeioli, secretario interino.
Declrameles.
Imposto sobre labor as
afevend
Dito dito de tola
Dito dito da boticas
Olio dito de olariaS
Dito dito de fabrieas
Dito dito Typograpbit
Mullas
Juros
andar a reUlhoSJsVnM
25,400
42,445
38.400
12 800
104 544
dea da presidencia de 93 do correnie. man-
da fazer publico, que nos dias 90,21 e 22 do
prximo futuro tnez,|r i prac, perinle o
tribunal administrativo ds mesma thesoura-
ria, para ser arrematado, a quem por menos
flzer, o 13' laen da estrada do Po-d'Alho,
avahado em 18:908.102 rs. e sb as clauau
las especiaesabaixn declaradas.
Os licilantea qua aa propuzeram dita ar-
remateefio comparecam na sala daa sessoes
do mesmo tribunal nos dias cima indica-
dos, pelo meio-dia, cora mus Dadores, com-
petentemente hallulla los.
Secretaria da thesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernanabuco, 30 de julho de 1850.
No impedimento do secretario, o segun-
do escripturario, Franciioo Antonio Caval-
cnnli Counei'o.
Clauulai eipeciaei da arrematacao.
1 Oa tralialhos e obras deste Unco de
estrada serio feilos pala forma sb as con-
d icAe, ff) do modo indicado no ornamento,
planta paral, e mais riscosapprovadoa pe-
la drectoria em conselho, e apresenlado ao
Exm. aras!.lente pelo oreen da IS.-8A8 loa ^
9.' As obrss principiarlo no prazo de
um mez, e serBo acabadas no de quinxe ma-
les, ambos contados da entrega do tormo da
a rrem alacio.
a 3. Em todos os pontos onde a estrada
nova coincide ou eucontn-se com o cami-
nho actual, dever aer dirigido o servioo de
tal modo que baja sempra um transito f-
cil, ou na estrada nova ou no caminho.
4.o O pagamento do importada arre-
mataco sari feito em quatro preatac&aa re-
gulares, como o marca o artigo 38 esptelo
$.* do regulamento de 7 de na i o de 1454.
a 5 Para luJo que nff est determina
do as presentas clausulaa segulr-se-ha o
que dispfle o precitado regula mente da 7 de
salo.
Recita, 12 da juibo de 1450, 0 enge-
nheiro, cliefa da segunda socolo, lt*i Lui<
Viciar Lituthltr. Approvadas pela direcio-
rte sst CuSSSm di* 15 Iq jiiiii de ieo
ioii Mamada Atve Ferraira, director.
II. A. Milu, -loto Luis Helor LiemtUtr. -
Approvo. Palacio do governo de Peniaii-
buco, 23 da julbo de 1850. Soase /tanas
lorme. -- Antonia Laiti de Pinku.
-> Pela inspectora do srsensl de mari-
nhase convida a todos os chafes de familia
que quairam mandar ensinar a aeus fllhos,
ou tutelados, que liverem a idade de 19 an-
uos para mais, o ofllcio da carpinteiro de
machado, a ae entenJerem com o respecli- -
vp inspector em todos os dias uteis as ho-.
rss do expediente.
Inspectora do arsenal de marioha de Per-
nambuco, 24 dejulho de 1850.-- Rodrigo
tkaoioro de Freitoi, inspector.
PAGaDORIA MILITAR.
Pela pagadorla militar desta provincia, se
fas publico naConforinidadeda ordem do Estn.
Sr. presidente, datada de bonlem, qae para
forneciuarata do presidio da liba de Farnaudo.
compra a pagadorla oa segMinies gneros para
os dlfiVrentes inyiteres do mesmo presidia : aa
pesadas que os llvereiu, e Ibes convier vnde-
los, apresentarfo suas prrtnoslas em darla fe-
chada no dia 3 do prximo fallero mes de agos-
to neata pagadorla. do meio-dia at urna hora
da Urde do mesmo, preveulndo-se que os g-
neros que se pretende comprar, serao da ine-
llior qualldade que tlver no mercado, que de-
cididoque seja o preco dos meamos, se aprouip-
t irn dentro de oito dlaa a coniar do da do
ajaste, e que naa propoetasse deveri declarar
o menor preso, afim de se evitar Icilao por rao-
llvoa que fcilmente alo obvios, ,
BELACAo DOS GNEROS CIMA CITADOS.
Vara o lerviea da JorlaUxat.
Paos ou inaalros para bandearas 6, baudiras
impeiiaesO.
Para o fabrico 4a fono da ral.
Tllollos de alvenana batida 12,000, ditos da
ladrlilio para a bocea I.OO.
Pura o stivico rural.
Pollas de embira branca de vlnte bracas 5a,
caldelriiej de ferro estanhadaa para 50 pracaa ca-
da uin2,carropara carrear.couiptetoeuaoinul-
to grande 1, rollos de madelra propraoa para
ellos de carro, com oito pilmas de couipri-
inentoS, cangas para bou 12, caugalhasde ma-
delra, que Ine nao d bixo 25, esleir* fasn
caogalbas 25, caaauaes grandra 6 pares.
Para a lervico du ifrHa.
Casiicaes de madelraprateados20,apaador
de penas I, vaso cota colber de prala para la-
vatorio dos enfermos I.
Par* o lervico mal difercnle oficinas a
obroi da i I ka.
Coritas para andalinrs 500. folhas de Uandrcs
dobradas I caiaa. ferro da anecia i quiutaes,
Carvao de pedra 4 lonchadas, cobre em follia
liua I arroba, lalo diu daa 1(1 libras, acode
molla do chato 16 libras, colla da /fahia 1(3 li-
bras, ealanho em verga 16 libras, chumbo em
barra I quintal, com pacos de ferro aorttdos 10,
ferros de capa cora cepos 6. larraia para arma-
mento I, Verrumascalbraes 25, ditas ripees 25.
dlUa caliaea 25, dilas de guarnicao 25, prgos
de guarnlco 5 milbeiros, buao de peacada 8
litaras, oleo de Mnhaca 1 barril, tinta verde pre-
parada 8 libras, amarello fraucei 4 libras, al-
valada Uno 1 arroba, anll 1 libra. ,
Para a almoxarifado.
Papel alinaco fino 4 resmas, penas de acre-
ver 200, ditas de lapea finas 39, folbinhas para
o anno de 1851 2, livros ein branca pautados
de 2cO folhas 4, ditos dito dito de 72 folhas 4,
ditos dito dilo de 30 dilas 2, papel alinaco pau-
lado urna resma, penacho I.
Para ai dietai do koipital.
Assuear branco 10 errabas, bolas* 20 arro-
ba*, arroi I sacca, cba uma caisa com i3 li-
bras, azeile doce 10 canadaa, saHalqueirrs,
garrai 6 pecas, colher de metal bramo para
aoupa 36.
19,0641 Conforme. --No i npedimento do secretario,
-------------o segundo escripturario. Frandico Antonio
3MiAU\CmmileanllCoumiro. a
Para provimenloi do armanm.
Bacalho 2 barricas, carne secca 20 arrobaa.
Pagadorla militar de Pernaiubuco,30 dejulho
de 1850.No impedimento do escrlvao, 0rn-
ial, JoaoMiM Finir* Bmiloi.
Vsiociaco cotniuercial de Per-
nambuco.
Em cumprimento do disposto no artigo
quinto do captulo terceiro dos estatuios, a
direeclo convoca a raainilo doa Sra. assoeia-
doaara assembla gersl, para quinla-feira,
primeira de agosto, pelas II horas da ma-
nhla, na sala dt.aaabcia(lo. 0 secretario,
Silea Harroam
Pela subi|a#facia do Recife se f>z pu-
blico, que foi apprehendido no da 28 do
correnie um eavallo com cangalha ecas-
soaes, nos quaes linha uma porclo deli-
mOes, sindo dito eavallo depositado : quem
fdr seu dono dirija-sa referida subdelega-
do para Ihe aer entregue.
O arsenal de guarra compra azeite da
coro, velas de carnauba, fio de algo lio
oavios : nuera na meamos janarm aahar
fornecer, comparece no da 2 do correte
mez, Irazendo proposlas com os precos dos
ditos gneros.
Thcairo de S. Isabel.
19 a RECITA DAASSIGNATUnA.
Sabkada, lia atolla di 1850.
Repreaantar-sa-aM bom eonbecido dra-
ma do Sr. Mendei Cf esa cinco actos o talo
qaadros
OS DOUS RENEGADOS.
A nada se tem poupado o admiaistraior
earprezsrio para t) boai dasempenho do
drama.
tsajwcar M f hora,.
Os bilhetes i cha ni -se vegda 00 lugar do
cos u me. T

AvirMM maritimo.
Para oAcarac sana oblata SanJaa,
meslra a prallco Jis Manoel Rodrigues :
ijaern nelle quizer carregar, dirija-se ao
meamo, no trapiche do algodlo, ara na rus
da Graz do lleoife, n. 94.


-
PHtu

--Quem quizer carrcgar no hrigue aui-
(riico Vir, eapitfln M Tadejavicb, para Tri-
este, dirija-se aovice-consulado austraco,
ra da Cruz, n. 4.
Para Lisboa pretende aaliir infalivelmen
te at odia 7 de agosto vindouro o brigui
portuguezJlovo-Vincedor, portar a tnaior
parta da carga prompu : quera no meimo
qiitercrreg*r oo Ir de passagem, para o
que offerecn os melhores cooimodoa, dirja-
se ana consignatarios, T. de Aquino Fonsec
AFlho, na roa do Vigario, n. 19, primeiro
andar, ou *o canllSo na praca.
-Para a Baha galle, com tnaior brevl-
dada- possivel, o hiato nacional Amelia :
quem ao mesmo quizer cirregsr, dirija se
ao medre, na rscadinhada alfandega, ou
Noaea & Companhli, ni ra do Trapiche,
n. 34.
Para o Maranh'Bo coro escala pelo Toa-
r salte, com a maior brevidade posslvel,
o bem condecido briguc-eicuna Laura*.
quem oo mesmo quizer earregar, oo ir de
pssaagem, para o que tem excellentes com-
ancxlof, dlrlja-ia ao capillo na praca do
Commercio, ou a Novan* & Companhia,
na ruando Trapiche,o. 34.
O brlgue Carolina recebe apenas pira
o Rio-de-Janeiro alguma carga miuda e es-
crtvoss frele : trata-se com a Viuva Caudi-
llo & rilbo, pracinha do Corpo Santo, n. 66
-- Para o1lK>-Crande do aul pretende se-
guir o brlgue Piralimlm, por ter parle do seu
carregamcnlo : queo no mesmo quizer car-
regar, podar enlender-M coa os consig-
natarios, Amorm Irisloi, ra da Cadei
Prrcisa-se de urna ama que tenha bas-
tante leile, que nfio tenha fllho, e que laib
a. .
Leilu.
OSr. cnsul di repblica fimcezi, ca-
tando preste* a retrar-se pana Franca, Ta-
ri letISo, por iulervencflp do corretor Oli-
veire, de toda a mohilia da su* casa de
campo, eonsistindoem um oplimo piano de
tres cordas com caixa de Jacaranda, espe-
Ihos grandes com molduras douradas, re-
logioade cima de mata, sof, cadriras e
poltrona de Jacaranda, consolos com pedra
marmore, aiesa de sala, dita de charSo, ar-
mario de amarello e cedro, aparadores,
com modas de amarello e de Jacaranda, lei-
tosde fairo sngalos, e outros com adorno
e mosquleiros, um dito grande com col-
xlo declina, um loilele com pedra mar-
mora, secreta nova, lianhriro com cyln-
dro, paita da filtrar, almario a mesa de
oslen, lomo para pastis, espeto da mia-
hinieatoeom pndula, implementos gr-
colas. guarda-louaa, mesa grande da js n-
tar e oulra, porcellanas, cristaes, entre es
tes um servico completo, qusdro s oleo com
retrato de lelferson, um carro americano
omito lava para um ou dous cavallo* com
arreioa novo*, cavallos para sella e carro,
ciixas de varios tamaitos, vinlios cliain
panha, brdeos e mitras qualiiladrs, garra-
fas vasiss, a asuiloa oulroa artigos utois
iHciSsarnis : aabbsdu 8 da agosto, fo
huras da manilla, no sitio pertencanla au
Sr. Lentos, pasea Jo viveiro e onde mu-
rou or. Bieber, e do mesmo lado, na
Magdalena.
Avisos diversos.

No palco do Terco, a 1, segundo an-
dar, se dir quera d dinheiro a juros.
-- Nodia 1 do correte mez (agosto ), pe-
las 4 horas da tarda,, na porta do Sr. itr
julzde orphflos, na ra do Horario eslreita,
tem de irem praca a srinaeSo da loja n 14.
da ra do Queimado, a qual he re (encent
aosherdeirosdo flnsdu Luiz Jos d Souza
s requerimrnto do leslameoleiro.
Aluga-se urna casa na Pasasgem-di-
Migdalenir entre as duis pontea, con 6
qliarlos, sold, quintal e cozioha, com sabi-
da para o rio : ua ra Uireita, n. t.
-- Os Sra que devem no armazem de ta-
boado da senaria sha Monleiro, defronte d,
ordom lerceira de San Francisco, queiram,
no prazo de oilo das, anidar ditas, conlas ;
do contrario, terSo de ver seus nomes ueste
jornal. F.s!e deposito achs-se hoja no arma
zem por balso do escriplono da companhia
de Beberbe.
- O abaixo assignado sutorisa a seu cai-
xeiro. Anastacio Jote da Costa, a aasignar
os vales do ponto de embarque da ra du
llrum. L, A. di Almeida.
Hoja, SI dejulho, perdeu-se ums letlxa
da quautia de 3:853.410 rs. .sacada pelo Sr.
Manoel Alves Cuerra em o i.de junho d-
i 849 a 91 meses, e aceita pelo Sr. Jos Pinto
da Fonsecs e bilv, e eodoeada pelo* Srs.
JoSo Keiier & Companhia ; por aso se pre-
vine, UOlea aceitante como o endonante
e sicador, n8u fagam negocio slguin com
dita Irtira, a nflo ser com o possuidor JoOo
Jos de Carvalao iloraea, e desde ja se pre-
vine, e se porvenlora alguem achar dita le-
tra a quizer restituir ao dito Monei ser*
gratiUi.ado com generosidade.
-- Cob. em-se clsaseos da molla com me-
rm, por preco muito commodo; na ra
Uireita, n. ISO, loja de barbeiro.
Queso precisar de um cozinbefro eacra-
o, procure na ra da Lingoeta, venda nu-
mero 4.
l*mbr*-s*soa Srs. ficaes queiram to-
mar cuidado as sepulturas que se esta o
abrindo com os corpo por consumir, ooue
pojeproduzirseguuJa peste, daq j -remos que Ss. Ss. nfio tosca pea), se por tal
motivo ella apparecer.
Dao-se 350,000 rs. a juros sb penhores
dsootp: na ra do Hozado, n. a, terciro
andes.
-- Aluga-se o segundo andar esolflo do
sobrado da rus da Penha com fundos para a
ra bireita,*). com 9 qusrtos o 4 salas,
multo fretcos a por barato praco i a tratar
na lojado omam sobrado, ou ua praca da
ludeieiiueocia, n. IX
- Dezeja-ae fallar com o Sr. Jofio Paulo
de Lima pariicular do qua.lo baUlhflo d.
rlilharta. para llie aar entregue aneom-
aieudM do ana familia doAraeaty : na'rua
da Cadeia do Hecilu. n..
~ Pergunta>*a a quem sonber responder,
qual i a raslo da estar no mercadeajleata
cidasJa a arroba de carna.verde a 3,810 r* '
dah|
iinds'mrnos; uta
sale sus
botiquineiro que bem
fatsrde umacrianca ns ra do Hozado
larga, n. 38, segunde andar.
M*noel Luiz do* Res grato os teu*
amigos, tanto nacionaes como estrangei-
ros, pe* urbanidade com que sempre o tra-
taram, Ihe* ofTerece o seu diminuto presu-
mo em Angola, para onde se retira jau-
doso.
Jos da Silva Guimares,
escrivoda armada, lendo de se retirar para
a corle, julgi nada dever nesta provn-
ola, porm como posas haver esqueci-
mento de aua parta, roga a qualquer pessa
que se julgue creior, apresante sua cont*
para ser paga, na ra do Queimado, h. 35 ;
aproveiUndo esta occaaiao para agradecer
i aquella* pessoss com qujm leve relacOes,
0 bom acolbimento que da* mesmas re-
cebeu.
Precisa-ae de urna ama para urna cass
lepouca familia, a qual he para tratar de
urna crianca de 15 mazes, e que d dador
sua conducs : na ra da Cadeia do Reeife,
loja de ferragens. Tambem precita-*o lu-
gr um sitio que tenha commolida tes para
urna familia, e que seja margena do rio,
no* lugares da Pisaigem, al l'onte-da-
Ucha : quem livere queira alugar, dirja-
se ao lugar cima annuuciado.
Perdeu-se boje 31 de julho desde o ar-
mazem do Rufino al o forte do Mallos, um
iri'brulho com quaotla de 1:000,000 ris
em cdulas : sendo tres de 800.000 ris, du-
s de 100,000 ris, tre* de 50,000 ris, ums
le 30,000 ris, e tres de 10,000 ris : quem
dita quautia tenha acliedo o queira resti-
tuir, dirija se a ra do Crespo, loja n. 16,
|u* ser generosamente recompensado.
Dezeja-se fallar nesta praca com o cor-
reaponlente do Sr. Gaspar Cavalcanii de
Albuquarque Uclia, a negocio de seu ule-
rease : no paleo da Penha, n. II.
Desencararihou-se urna lellra da quan-
t de 930,100 rs. sacada por Joaquim da
Silva Cnelho, da Parahiba, contra Me. Cal-
nout & Compaa, deata praca, a 30 das
vista, a favor dos sbaixo sasignados: roga>
te a quema tiverachado de a restituir sos
sbaixosasslgnsdos, vslo.estarem os acei-
tantes prevenidos : a.lverte-se que dita let-
ira tem o numaro 3,691. Declaramos mais
que a letra anda no esta*Armada por nos,
a qualquer trspaco que appareca he falso.
Bernardino toti Monleiro & Irmo.
O sbaixo assignado lendo o Marro de
Pernambueo n. 139 de 10 de junho passs-
Joe adiando um annuncio do* Sr. Justino
la Silva Boa-Vista de lite haverein roubadn
um meio bilhete n. 3,800. da lotera da
matriz da Boa-Vista ; por iaso o abaivo as-
ignado faz aciente ao Sr. tbeaoureiro da
nesma lotera que tambem compaou um
mep hilhele da mesma lotera do mesmo
ii. 3,800 o Sr. -sVancisco Alves de Souza
Cervalho na Ptrahiba do norte, por isso o
"baixo assignado previne ao Sr. thesnurei-
'0 da mesma para se evitar algum tnga-
no. I-ron cuco lavara refreir.
Na relinacJo do Varadouro, em Olinds,
precisa-se de urna pesaos que saibs perfei-
lamenle retinar assurar : pana-se bom sala-
rio : a tratar na mesma relinscSo, ou na ra
da C-dela do Recifa, n. 50, loja.
-O segundo-tente da marinha impe-
rial Buzebio Jos Autune* nada deva an-
ta provincia.
Fui laram.no dia 15 de julho, do en-
genho Socorrro, dous cavallos com os sig-
nara soguintes: um slszlo-rachilo, em grSo.
"spintiaQn comprido, os qualro ps|brancos,
urna estrella na testa e com ferro : e o ou-
tro rozilbo-foveiro, com o* qualro p* bran-
cos, testa brsnos ; he capado, bem ardigo,
passeiro e carregador, ciuda curia, e com
ferro P : consta lerem sido encontrados na
ponte dos Afogados entrando para esta ci-
dade : quem os apprebender leve-os a Cin-
co-Pon tas, n. 66, que ser recompensado.
Na ra do Vigario, u. 19, legunlo a-
ilar, escriptorio de Machado & l'inheiro, de-
seja-su fallar com a Sra, D. I.uiza Mara do
Sacramento, ou annunci* sua morad*
O Telegrapho.
Moje sabio luz um novo peridico inti-
tulado o Telegrapho. A elle, a elle, que he
cousa boa : v ludo; ouvg ludo ; falla ludo
pela, diminua quantia de 80 rs. o acharan
ni loja do Sr. Doursdo, na ra do Coltegio,
n 6.USS mSos dos distribuidores. A elle, rs-
piziada amanlelica, moninas da moda e
tilias gsiatas : a elle a alie.
1 r ib ;t i id a de do Diviiiu
Esjirt'i Santo.
O escrivflo da irmandsde do Divino Espi
rito Santo, em vrtude da resolucSo da res-
pectiva mesa regedor, convida a todo* os
irmflos para comp recerem no lugar do
costume, no da 4 do corrente, pelas duas
horas da tarde, fin de compinharem *
procissflo da veneranda imagem do Senhor
Kom Jess dos Navegantes da igreja da Ma-
Ire-de-Deos, para a da Coneeicflo do mi-
li la rea.
Precisa -se de dou cont* de rie, a por
seguranca hynolheca-se um sobradoetn ra
publica deata cidade : quem liver anouncie
Preciaa-se de um. caixeiro que tenha
bastante pralica de venda, e d dador i aua
conducta : na ra da Lingoeta, n. I.
-- f. pC*au |iuwia llUII,i**, ZZZC
couhecmeolos commercises, propOe-se ar-
ranjar qualquer escripturacfioe coatas por
mais complicada* que ellas sejsm : quem ae
seu prestimo se quizer ulilisir, eutenda-se
com o corretor Uliveira.
O.Sr. Joaquim Ignacio Clemente Al-
meida Sarinbo queira no prazo da 3 diasdi-
rgir-sea loja de alfaiate da ra N0va, n
35, a negocio que Iba diz respeilo.
-- Preciss-se de dous ofliciees de sspa-
teiro para Irabstharem em sapatoes de lus-
tro, sendo peritos: no Alerro-da-Bos-Vista,
n. 58, loja decalcado.
Charutos de S.-Felix
Na deposito de cbaruloa Anos da Babia,
Ha ra da Cruz, no Recifa, o. 49, vendem-se
todas as qualidadea de nona charutoa da
Babia, por mais barato praco do qua em
outraaualquer parte, en raslo de se man-
dar vir de coala : sfianca-ae aoa coarprado-
SociedxifJc harmonico-
Tli-ftlr/.I.
O primeiro secretario scientifica as Srs-
ocio* que* distnbuicl'i do< billiet'S ptra
recita de 3 do correle, sera Mu nos dias
e3atao meio-dia, no saino do thealro :
a roga aos meamos Srs. se digriem sssignar
os biibetes na occasiSo de eutregarem aos
seus convidados.
C. J. Astley &C C. miHlaram
eu escriptorio e armazem de fren-
das para a casa junto, que anli-
gamentefoio Hotel-Fistor.
Aluga-se urna pret* captiva ou forra pa-
ra fazer o senico de ums casa dadaas pes-
soas : na ra do Queimado, n. 22.
-- D-se st um cont de ris s juros so-
bre penliore de ouro e pratal na ra de
S.-Rila, n. 14, se dir quem d.
| Homo- >| tthia pura, g
preparada por Mr. Catellan, discpulo de>
Qllalinemann, e director da prnteirtQ
Qpharroacia homceopatbica especial oq
gParis. q
9 O consultorio homicopalhico
da ra da Cadeia de S.-Antonio, n. 29,
dirigido pelo facultativo J. B. Casano-A
gva, estar aberlo todos os dias uleis^,
Xrlesde s 7 horas da manhSa at is 3 daT
^tarde. V
^ Os pobres continuarSo a receber con-
Vsultas e remedios gratuitamente. O
No sendo parase tratar pels homceo-0
dpaihia pura, he escuzdo procurar oO
director deste consultorio. O
j>0 qq o QOOOOO
Alugam-se os primeiro e segundo a-
ilare* da casa da ra da Madre-de-Deos, n.
36 : a tratar no armazem da mesma Casa,
das II horas da maiihla al s 3 da larde.
- Precisa-se de urna mulher forra, que
aaiba cozinhar perfeilamente : quem esli-
ver neslaa circunstancias, appareca na ru*
da Cruz, n. 53, no ultimo andar.
Rodrigo da Costa Carvalbo, mudou o
seu escriptorio para a ra da Cruz, n. 25.
-- Precisa-se de um feitor que enlenda
le jardim, podar e eocbertar, que be para
um sillo perlo da praca : ua ra da Cadeia
do Reeife, n. 60.
Lembra-seao Sr. N. S. o pagamento
de 38,400 rs. de aluguel de cas* em que mo-
rou ni ru* Imptrial, em margo de 49, e ce
n.lo se dignar faze-lo, *e dir mais slgums
cousa.
Deaeja-se saber se existe nesta provin-
cia Francisco Jos da Costa, natural de Por-
tugal, freguezia de S.-Tiago de villa Secca:
na ra do Collegio, taberna n. 25, a nego-
cio de seu inleresse.
Preciaa-se de urna sma para comprar
a cozinhar: no Alerro-da-Boa-Vista, o.
5, fabrica de charutos.
--Jos Frsncisco deMatozmhosfsz scien-
te ao respeitavel publico que d'ora em dian-
te se sssignsr Jos Francisco de Mallos.
- O Sr. Manuel de Souza Pereira, dirja-
se i rus do Sol, n. 9, paia o lim que nSo ig-
nora.
su* residencia pira ser procurado par fa-
zer-se todas as declaragfles necesssrias, e o
ajuste que ennvier as partes.
Quem quizer dar 150,000 rs. a premio,
dando-se por aegarance penhores, annuncie
par* ser procurado.
JoSo Fernandes faz scienleque d hoje
em diantn se assgnar Jo3o Fernandes Ra-
mos de Olivelra.
~ Domingos Jos Francisco Mala faz c-
enle que de hoje em diante se assgnar Do-
mingos de Castro Maia.
Preciss-se de una ama de lelle, prefe-
rindo-se escrava : as Cinco-Pontas, n. 36,
sobrado, no t andar.
-- O abaixo assignsdo precisa de um cai-
xeiro que tenha pratica de venda e d da-
dor sua conducta : no paleo du Terco, nu-
mero 7. Manoel Jote Flix da Roza.
Assevera-se gratificar.
Drsajpareceu, no dia 23 do corrente mez,
lu casa d
Reata indi 300 e tanto palmos de ter-
reno para ae aforar do avilo do Hospicio, do
fallecido barSo de Itamaric,os pretenden-
tes dinjm-se rus do Pires, n. 19.
Ni rus Novi. loja n. 58, se dir quem
d* 400,000 rs. s juro, com hypolbec em
cii terrea.
Fassaportes.
Tiram-sepasss portes par* dentro e fr*
do imperio, despscham-se esenvos e cor-
rem-se folha* : no paleo da matriz de San-
to-Antonio, sobrado n. 4, segundo andar.
O abaixo assignado, rendeiro do tra-
piche da companhia, e proprietai io do pon-
to de embarque da ra do Brum, faz ver aos
Srs. negociantes desta praca e mais pessoas
nleressadts, que continua a embarcar os
volumes miudos pelo preco de. 60 rs.
L. A. II. de AI me ida
Quem desejsr ler leile de superior qua-
lidade, procure no Recite na ra do Tra-
piche, n. 44, lodasss manh.1as entre as 7 e
9 horas ; tambem conlr*ta-se dar todo o an-
uo a um so preco rasoavel: a fallar ao pre-
to no dito armazem.
Aluga-se I preto robusto e moco, pro-
prio par* todo o ser vico: na ra da Cu i*.
n. 46.
Hecessita-.se de urna ama
que lenha bom leite': no Aterro-
da-Boa-Vista, n. 48, loja.
-- Precis-se de um homem de idade, que
aeja cando, para feitor da um sitio perto da
praca : quem estiver nesta circumstancia,
dinja-se s trsvess* dt Concordis, n. 5, so-
brado.
Fabrica de asphalto, em Fdra-de-
Porta, em frente do chalara da
ra do Brum.
Eata mata* tem vaotagem de servir pa-
ra toda a qualidade de obra, e he na venia-
de de grande economiaje apezar de ser mai*
caro do que o lijlo, be mais barato do que
a pedra, por aer de eterna durcofe de mais
da beira do rio do I'oc,o-d*-Panella
oescravo crioulo de nome Ignacio, repre-
senta lar de 40 a 45 anuos, estatura hem bai-
xa, corpo regular, com marca de pannos no
rosto,cabeca j pintando, barba regular.fal-
ta de denles na frente, corpo com bastite
marcas de gommas, de panno* ede chicote;
levou camisa de algodao americano risca-
do, ditas brancas de algodSozinho liso, cal-
ca de duraque, ditas dealgodSo americano
de listras, dlts de chita prela, colleta de se-
lim msco, chapeo de pslhs e lencol de al-
godSozinho : quem o apprebender, leve-o
ra de Moras, n. 60.
Da-e um terreno com as melhores
propor{0es possiveis para um engenho d'a-
gua, na freguezia de Ipojuca, a quem 0 qui-
zer levantar pelos annos, que se convenci
nar : os pretendentes dirijam-se ao engenho
C'Xoeira da mesma freguezia a fallar com
seu proprietaro Theotouio da Silva Vieira^
Mari Joaqun* de S.-Thom, profes-
sora subsiituti dss cadeiras de primeiras
lettras desta cidade, faz publico, que passa
a reger a cadeira de primeiras lellra* do Re-
eife, por se haver jubilado a respectiva pro-
fessors, D. Mara Theodnra ViannadeCar-
valhu : nortanto avisa as ilumnis d* refe-
rid* aul* que comparecam na casad'aula,
ra da Senzalla, n. 70, terceiro andar.
Acha-se em casa de l.uiz Gomes Fer-
reira, um mulalinho de nome Lncas, que
representis annos, o qual diz ser escra-
vo de Porliro Antonio da Silva, morador em
tilinda; oq-ial procura va quem ocompras-
quem for sao senhor queira dirigir-se
casa do aiinuncianln no Mondego para ser
lelle entregue ou vende-lo caso queira, fi-
cando sciente que se nflo responsabiliss
pela fuga.
No domingo 2K do corrente, desappa-
receu do sitio do Sr. Dubourq junto do sitio
lo Sr. Manoel Gonfalve* da Silva na Estan-
cia, urna espingarda de dous cinos tron-
chados, um pouco msis cumprida deque as
ordinarias, tem na culatra esta marra fe-
chada em circulo-E 1.G *. Roga-seas pes-
soas que tiv.-reui conhecimento da dita es-
pingarda, de apprehende-la e leva-la na ra
Nova, n 22, que se pagara o Irabalho.
Compras.
Compra-se urna casa terrea que tenha
bona commodo, bom quintal a cacimba, e
seja situada no principio de Fra-Je-Por-
tas, ou no Recfe : na ra d* Cruz, no Reei-
fe, n. 64.
Compn-se um* prela que suba bem
engommar, cozinhar e coser, e que nSo te-
nha vicios nem achaques, o que o senhor
allantar : na ra da ordem lerceira de S.-
Francisco, n. 6, sobrado de um andar.
Compra-se um* escrava de boa figura,
quesaiba bem coser, engommar, corlar e
fazer um vestido : he para fra da provin-
cia : na praga do Commercio, n. 6, primei-
ro andar.
--Compram-se, para fra d* provincia,
eacravos de ambos os sexos, de bonitas fi-
guras, com habilidades: na ra larga do
Rozario, n. 48, primeiro andar.
Compra-se orna canoa que esteja ero
bom estado, abert, e que tenha capacida-
de de pegar 6 a 7,000 rs. de lenha de feixes:
no Forte-do-Mattos, n 7, prensa de Manoel
Ignacio de Oliveira Lobo.
Compra-se, ou aluga-se
que ssiba perfeitamente retinar assucir
na reli ncflo do Varadouro deOlind, ou 01
ra da Cadeia do Recfe, n. 50, loja.
Vendas.
Lotera do Itio-dc-
tlaneiro<
Aos 20:000^000.
Na praca da Independencia, n.
4* vendem-ae bilheles, meios,
quartoa, oiUvos e vigsimos da
oleria a beneficio do tliesoti-
ro publico.
Vende-ie umi pedra marmore com oi
to palmos de comprido, qualro de largura a
meio de grdssura : na ra da Praia,
Vndese um preto moco, perito ofllcial
de sapaleiro, e que nflo tem wcioe nem
achaque : o motivo porque s vende s di-
r so comprador: na traveiss do Corpo-
Sanlo, n. 27, loja de sapitos.
Vende-se um esersvo com i lade de 30
annos, carreiro proprio para engenho, em
vicios nem acbaquos : na praca da Indepen-
dencia, n. 12.
-- Vende-se um negro de bonita figura,
moco, bom cozinheiro e ginhidor : na ru
do Crespo, loj, n. 9.
Veude-se ums mess de meio de sala ,
e 3caixilbos de per amostras em cima do
halcAn : na ra larga do Roiario, n. 16.
Vende-se a safra du engenho Piripi-
ma, nova, e arrenda-se o mesmo engenho;
tambem se venda nafra de cann as do enge-
nho Soledade, narrenda-se o mesmo enge-
nho : ambos moem com agua, e sitoa em
S.-Antao.
Quem se admirar venha
ver e comprar.
Ricos cortes de brim coro vivo, muito bo-
nitos padroes, e com tres covadns e meio,
pelo diminuto preco de 2.00 0 rs.; bem co-
mo superiores chitas ranezas, parlrOes
muito lindos, a 320 rs. o covado: chnguem,
fi eguezes, pecbioena : na ra do Queima-
do, n. 49.
Vende-se cobre para forro de navio* e
para caldeireiro, em pequeas poredes, por
preco commodo: na praja do Corpo-San-
to, n. II.
Farinha de S -Catharina
A melnor farinha de mandioca que ha no
mercado: vende-se a bordo do biigue-es-
cuii i OUnda, por pieijo mais barato do que
em oulra qualquer parte, ou a tratar na *
ra do Vigario, n. 19, segundo andar, com
Machado & Pinhairo.
Retroz da fabrica
losirgueiro no Porto, de todas as cores :
vende-se na ra do Vigario, n. 19, segundo
andar, por preco commodo, a tratar com
Machado & Piuheiro.
Farinha deS.-Matheus.
Vende-se farinha de S.-Malheus, por pre-
Co commodo : a bordo da sumaca .-Anto-
nio, fundeada em frente do Collegio, ou ao
lado do Corpo-Sanlo, n. 25, loja de masa-
me*.
Vendem-se dous realejos, sendo um
grande conten lo 35 pecas de msicas, al-
umas com ajaticidaria, e o outro pequeo
com 25 pecas : ambos modernos; n* ra
Uireita, n. 3.
-- Vendem-se 16 escravns, sendo um op-
t'mo oleiro, e outro pedreiro ; um bom mo-
leque de 18 anuos, que cozinha ptima-
mente; um lin lo mulalinho da 15 annos;
um dito de 30 annos ; 10 eacravas moca*,
deis a 22 annos, entre as quaes algumas
"iiu'omrna leira* e costureir** i na ra Di-
reita, n. 3-
Vende-se um pret moca, de nc3o,
que cozinha o diario de ama casa, lava de
sb;lo e varrella, e he boa quitaodeira ; urna
dita de meia i.tade, boa cozinheira de foroo
e fogSo, e que engomma, coso, faz doces a
refina assucar ; um molecSo de 90 annos,
de muito bonita figura: todos sem vicios
nem achaques, o que ae afianza : na ra dt
Concordia, passando a pontezinha, es-
querds, segunda casa terrea.
Um'csvallo
Vende-se um cavallo ruco, carregador
haixo at largo, muito manso e gordo : ua
cocheira por detrs da loja de louca do Sr.
Fragozo, na ra da Cadeia do Racife.
Vende-se umescravo bom carreiro;!
moleque de 14 annos: ambos aem vicios
nem achaques : ns ra do l.ivramento, a.
4, se dir quem vende.
Grammatica franceza
por Burgain.
Chegou loja de livro, de JoSo da Costa
Honrado, no pateo do Collegio, n. 6, est*
g'immatica, {pelo ultimo vapor, e poneos
exemplares restam.
Grammatica franceza
por G. Hamonere,
dividida em qualro parle*, a primeira tra-
um esersvo d t pronu ciacflo, a segunda das varias
partes da oraefio, a lerceira da aintsxe, e a
quarta da orthographia, pontuacSo e pro-
sodia : vende-se no paleo do Collegio, o. 6,
loja de iivros, de Jofio da Costa Oourads)
4 loja de Iivros do pateo
do Collegio, n. 6, de *Joo
da Costa Domado rece-
beu osseguintes Iivros:
0 Verdadeiro modo de confessar-se bem
com um rigoroso exame, por fre Vicente
Mara de Viceneia.
O Jornal do ChrstJo, saotifiesdo pela ora-
filo e meditaefio.
Itelgiiio catholica em triumpho.
Relicario anglico de Jess Cliristo, o da
Mara Santissims.

podem aproveitar para ladrilhar caass, tr-
rico*, paiieio de ruis, para o perfeicoa-
menlo da cidade, tanques, igrrjsi, encana-
mentos de telhados, por eta massa vedar as
agoas, soleirasde sacadas qua ae acharen)
em mo estsdo, pois j se cooceftarsm al-
gumas ; sssiui como se pode fzer ter reros
para seccar assucar em grande escala, a ce-
rearscom paies no mesmo lerreiro, estes
subterrneos, vaos de asscnlanientos de
caldeiras, eoutras obras: para tratar em
diU fabrica.
Aluga-se o segundo sndar do sobrado
da rus do Fogo, n. 18 : a tratar no Aterro-
da-Roa-Vista, n. 80.
Precisa-se alugar um sitio perto d* pra-
ca, que tenha boa caa e arvorado : quem
o tiver equizer alugar, diiija-aa rui da
Cruz, naaecife, ri. 27, esenptono de Croc-
co& Compinhii.
Precisi-se de um caixeiro portugus,
que tenha pratica de venda : quem se iclnr
ueste* eireumslsrcss, dirija--e, dando fia-
dor sus conducta, ra da Cadeia do Re-
cite-, Mr. 43.
(-Quem quizer dar 1.400,000 ra. a pre-
mio, dando-se por segurauca duaa mo-
radas de cuu e siguas esersvo, eonuocie
perfeico- como se v n. calcada da a ^IJiTcIra.^daTfpcWhl."" "' "'
,r.1 "o" "iZ '"' T"" "P1-" -venuem-sedouTrein
ticulares. Os Srs. de engenho e propnelirios
i", humanidad. aratesTda Toati.ua ^m iM'^^l*' ** P
quautouao huu.er,oelbere.ponda. "^2fS^0^!.5.7'"df! l?t
novo variado aorti-
menios du melhores quilidades que li se
iaaa.1
-i vlojo as 4 hora da Urda i or do 8r. Ubrw
trrJ,,t,|i?.0|'.l"ao, "' ".' J10"0 e-1 "rpotheca-*e pela quantia da 660,000
Paii* lm'' Mf^M M d0 W1>1 *at lof. *itl
venuem-se dous relogios de oro pten-
les, urna corrente, dous conc.oe*, 1 appare-
Iho de prata, duas salvas, caslicaes, serpen-
tinas, um psr de esporas, um sssucareiro.
Sima bridee nutras obras de ouro e prata:
na ra estrella do Rozario, n. 28, segundo
andar.
Veade-se um das melhores esas* para
negocio, n* ra da Lingoeta, n. 2, vende-
se com os gneros ou sem elles, i vontade
do comprador : trata-se na mesma ra, nu-
mero 4.
H# ra Augusta, venda de Victorino
Jos Corris da Silva, vende-se superior
msnteiga ingleza a 640 r, ; dita franceza,
a 400i-rs. a libra; cba-hysson inuito superior,
a 1.920 rs. a libra
Veudemrse colleceOes completas do Dia-
rio di fetmmbuco e do IHario Novo dos an-
nos de 1845, 1846, 1817, at o ultimo d*
junho de 1848. Tambem n vende um: col
leceSo compleU e perfeili do dador, e
oulra colleccflo completa do Naeartno e
Diaria dm Tarde de 1847 e 1848, em que prin-
cipiou o tiatareno e acabou o Diario da Tar-
de : no pateo do Collegio loja do livro-
asul, se dir quem possu* estas collecce
para serern vistas, ludo muilo barato.
-- Vende-se ums prela : na ra das Trin-
cheins, n. 42, primeiro andar.
O Devoto doSS. Sacramento, a de Alaria
Santissima.
Cithecismopara uso dos prtaaju*.
Vida de Jess Christo em a Eucharstia .
a viiia aos ctirisiaos.
Regra da vida virtuosa, por Fr. Luiz lo
Granada.
Cathecismo, ou compendio da doutrina
cbristSa para uso dos meninos.
Obreias a 2,000 r#. a
libra.
Vendem-so obreias de muito boa quali-
dade, de urna quarta para cima : no pateo
do Collogio, n. 6, loja de Iivros, de Joflo da
Costa Dourado.
Vende-se urna bonita escrava moca o
sem vicio algum, por preco commodo.' na
ra do Rangel, n. 81.
Vende-se *rroz, 1,900 n. arroba,
a sendo e sacca anda por menos: do patea
do Paraizo, o. 90, tabera*.
Para loja de miudezas-
Vendem-ae doua flteiro* e duas baoqai-
nhaaenvidracadas: ludo de amarello: M
ru do Collegio, a. 1.
Mar melada de Lisboa.
Vende-se na ra da Cruz, B. 69, armazem
de Manoel Francisco Mirtina, minaatada Ja
Liaboa, muito nova, e em latas de nasa o
duas libras, por preco commodo,


PfWP
TT


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4'

AosSrs. de engenho.
vendem-se cobertorfs escoros de algo-
dSo, proprios para escravos, por serem de
milita durazno, pelo diminuto preco de 64f
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que volta para a cadeia.
Chegaram novamente ra da Sen-
zalla-Novs, n. 42, relogiosde ouro e prete
pstente inglez, para liomem e senhora.
Vendcm-se amarras au ferro : na ra
4a Senzalla-Nova, n. 42.
Pechincha
para os amadores da santa
economa.
Urna porcSo de Anas cassaa, francezas de
4 pal iros e meio de largura, de lislras azues
encarnadas, con flores de (odas as cores,
gosto* muito bonitos e modernos : estas
casaae foram arrematadas em leilSo, por is-
f> se vendem pela melede de seu valor, dl-
nheiro a viata.a 240 rs. cada um covsdo :
na ra do Crespo, n. 14, loje de Jos Fran-
cisco Diss.
Vende-se barato
Para se acabar
Sapetos do Ararat y
A oito ceios riso par.
Na ra da Cruz, n. 30, confronto ra da
Linguete e esquina do hecco do Porto, ven-
dem-se auperiorea zapatos do Aracety, pelo
diminuto precode 800 rs. o par; chapeos
depalha ; esleirs ; courinhos de cabra e
aola : ludo por menos precu do que em nu-
tra qualquer parte.
A 5 o o rs.
Vende-se cha hysson de superior qualida-
. de, pelo diminuid' preco de 500 rs. a libra :
na ra do Crespo, n. 23.
A 2,800 rs. o covado.
Ven>-se o mrlbor selim preto meci pa-
rn c< Heles e vestidos de senhora, pelo di-
minuto pn co de 2,S0'i rs. o covado : na ra
compradores.
Mossas de vapor.
Acha-se aheila a padaria da rua do Bur-
Sos, Forte do Mallos, na qual se achara
ariamente todas as qualidades de massa.s
finas, tranalhadas por machinismo ; tim-
ben se fabricam eicellenle pfio e bolaxi-
nba de araruta, dila*s inglezas, boIaxOes
qudrados e redondos, e oulras mais mas-
cas tudo obra prima : as mesntfc se achai So
no deposito do pateo do Te ico, o. tO.
Familia de S.-Calhuiina.
Vende-se a bordo do brigue Volli, chege-
ilo i m direitura de S.-Catheilna, fariuha
muito superior, est Tundeado defronte do
caes do Ramos ; tambem sa trata na praca
docommercio, n. 6, primeiro andar, ruin
Manoel Ignacio de Olivelra
Cha brasileiro.
Na rua Nova, n. 11, vende-se superior cha
nacional, em raixinhas de oilo libras, a
8,000 rs. a libra : tambem se vende a reta-
Ibo, 9,940 rs.
Vende-se rap Paula-Cordeiro, muito
superior: na rua da Cadeia, loja de JoSo
Jos de Carvalho Morai s.
Vende-se urna parda escura, de 35 an-
uos pooeo mais ou menos, de bonita figura,
que cose, engomma, cozmha, faz renda, la-
va de sabBo e varrella, e faz tod o mais
eiranjo do ca : esta parda he bem pro-
pria para ama de casa mesmo de liomem
sollero, attendendo a sua boa conducta: n
rua larga do Rozarlo, n. 46, primeiro an-
dar.
Na roa do Cabug, loja do Doarle, ven-
uero-se volantes, trinas, galnes e rendas
brancas e amarellas.espeguilhas, por mais
coBipiodo prec,odo que em oulra qualquei
paM
Deposito da fabrica de
Todos-os-Santos na llalli
Vende-se em casa de N. O. Piel er & C.
i rna da Cruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, niuil pru^riu para saceos
de assuca r, rodpa de escravo e fo prbprio
para iedas de pescar, por preco muito com-
modo.
Sapatos de lustro.
Vendm-s sapatoa de couro de lustro
para meninas de 8 a 10 anuos, a 500 ts. o
par; ditos pira senhora, a 1,600 rs : no
Atflrro-da-Coa-vista, n. 58, loja de JoSo Ti-
ifiirVio'd Silva GuimerSes.
*4 Vende-se metade da cala terrea sita
na rua dos Pescadores, n. 25, a qual te ach
concertada de. novis e Irfrh bous commodos ;
i ama da Cruz, on Recite, n..64.
Vendm-se, na- rua do Cabug, lej do
liueile, franjas, e liquiifes para mantele-
tes; ISapaa bordar; toncas de ra para
senhora e meninas ; bonelea rara homemj
fharnteirasdevelludo chapeo de sol para
meninas, a 1,600 rs ; l-safeas ira eKuin-
r, berbetro e-pare costure, fabiicadae em
GuimerSes; cealicaes de vidre.a 1,400 rs.
o par : matilinhes pura pegoteo de aenhora,
1,000-1* ; capaila le-flores de laranja ; e
campainhasde nova invencSo, a 9,500 rs.
Wctth.
Na rinaa Collrgio, taberna n. 5, ven-
daat.a* alugain-ae bicha muito novas,
chrgedas ltimamente de lasbua,, por nai
iBMBaU .pr*5 v ajHaai*m .arri* vertirn
parte. ,
ftotera do Rio-de-
Janeiro.
Aos W:0"0.00 rs.
JSa.jia da,Cadeia, n. 17,, loja de1
miudeza?, vei>den-ae heles,
iiiic*, tjilartose vigsimos da se-
tiana loleria a henelicio de tliesou-
roptiWU.-
Hav*r* at. IncTpehd'encia, n.
33,-leja decado,
acabam de ehegar'dtfrt corles'd tapete
i*ie^a*ii>leia*nrtor.,aqi>r. o.par;Sa-
paafcr. d*.Araaii(.a ao**; paMes de euro
atela^*.^fllias-lJ*W/>' "'-
ees, a 3,100 ra.; sepelida,JuaUg ; dito
de bezerro franeez; ditos da trra; sapa

Acaba de fregar
loja da rua do Crespo, n. 6, um
novo sorlimento de faindas ba-
ratas,
como sejam : cassa-chitas muito finas, di
cores Bies e com 4 palmos de largura,
W0 rs. o covado ; corles de ditas a 2,000 e
2,400 rs. ; riscado c llnho, a 940 rs. o co-
vado ; dito de algodSo americano para ei-
cravos, a 140 e 160 rs. o covado; dito mons-
tro com 4 palmos, a 200 rs.; zoarte azul, a
200 rs. o covado; dito furta cores, a 200
rs.; chitas de cores fizas e de bonitos ps-
IrOes, a 160 e 180 rs. o covado ; corte* de
fustflo, a 600 rs.; chales de tarlalana, a
1,280 ra.; meios dltns, a 320 ra. j coberto-
res de algodSo de cor, a 640; alpaca preta de
cordio e com sete palmos de largura, t
1,280 rs.o covado; e oulras niuitas fazen-
desetn conta.
Tecidos de algodSo tran-
cado da fabrica de To-
dos-os-San tos.
tfa rua da Cadeia, n. 5,
endem-se por atacado duas qualidades,
aroprias para seceos de asauear e roupa de
Mcravos.
37oendas superiores.
NsfundicSode C. Starr & Companhia
m S.-Amaro echam-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo
construccSo muito 'superior.
Chapeos de sol.
Vendem-se chapeos de sol, de seda pret-
enm barra lavrada, a 6,000 rs.; ditos furlaa
cures, a 6,500 rs.; estes chapeos silo mui-
to bem construidos, muito fortes e de boa
seda : na rua do l'asseio, n. 5, fabrica de
chapeos de sol.
Ol! que pechincha !
Fszendas pretss por precos nunca vistos,
em altencfioa boa qualidadedellas.
Alpaca de cordio me parece barragana,
de lodasas cores, a 640 rs. ; sarja de Ua de
duas larguras, a 640 rs.; merinos, a 1,600,
2,000, 3,000 e 4,000 rs.; panno prelo fino,
3,000, 3,800, 4,000, 5,000 6,000 e 8.0C0 rs.,
este he panno o meis fino que se pode ima-
ginar e tem de largura 60 pollegedas; luvas
prelas de seda para senhora, a 320 rs. o par;
e anda resta urna porcSo de pecas de cesse
iise fine, com 13 jardas, a 2,500 rs. por
lera dobra de fra elgum sujo: no Alerro-
da-Boa-Vista, n- 18.
Aos fabrcenles de velas.
Na rua dos Tanoeiros. armazem n. 5, ven-
de-se muito superior cera de carnauba, por
menos proco do que em oulra qualquer
parte.
A 1,000 rs. o corte de
calcas.
Vendem-se brins trancados de
listras ao lado, dos mais moder-
nos partios, tendo tambem rr
de ganga, a 1,000 rs. o corte dr
calcas : na rua do Queimado, n.
8, loja confronte a botica.
Vende-se cha hisson de superior qur-
lidede, em ceiiese rreias ditas, a lotea 1
vontado do comprador : na rua da Alfande-
ga-Velha, n 36, escriplorio de Malheus
Auslin&C.
Agencia de Edwfn Sfaw.
Na rua de Apollo armazem n. 6,de M. Cal
monl&Companhia.aclia-se constantemente
um grande sorlimento de ferregens inglezas
para engenhos de fabricar essucar, bem
como taixes do fero coado e balidode dif-
iranles tamandoa e modelos, moendas
de dito,Unto para armar em madeira como
rodas de ferro para animaos e agua, ma-
chinas de vaporde lrca de4eavalloa, alta
presso, repartideiras, espumaderas, ele
de ferro eslaviliado.Na mesma agencia acha-
um sorlimento de pesos para balances,
escovins pan navios. Ierro em barra, lano
quadrado coaao redondo, salra pera 1'crrci
ro e urna porcio de tinta verdeen latas.
ludo por barato preco.
y rua do Cabug, loja do Huirle, ven-
dem-se quadros de diversos tantos, coa
moldures douredas, a 500, (00 e 800 rs
estampas finas; e chapeos de mola, a 5/000
Lotera do llio-dc Ja-
neiro.
Aos SO:0000,000 rs.
Na praca da Independencia, leja n. 3
pe faz esquina para a rua do Uuoniado e
respo, vendem-se billieles, meins, quar-
(os, oiiavos e vigsimos da 7* Interia a bt-
n'ficio do Iheaou'o publico.. i\ele h>j 1 est
patente a lista da 23.a lotera a beneficio do
monte pin peral.
Veodem-so e alugam-se bicha* de llam-
burgo ; lambam vSo so epplicar em qual-
quer parte, por menos preco do que em ou-
lra qualquer parle : no Aterro-da-Boa-Vis-
la', n. 70, ao ( da rfiriacio de assuc'ar.
-- Vende-se rolimpara cadiras: pi rua
-' >*1 'I" V(,DoA I*
w l'ayt itt-, M|y-#; -^.-"' -
^cride-seume escrava crioula, de boni-
ta figura, de 20 a 22 niis, (|ue cose beo>,
engojima, faz renda, cozinha o diario de
una casa, enfio lem vicios nem achaques:
'n"r'iia''Augula,'n.'26, sobrad. '
M' reir & Veliosn
vendem milito bnm damasco de seda de
Vendept-ae pianos de excellente vo-
ze; telhade viiro, em grandes e peque-
as rorefles ; sag fino em barricas de 80 e
160 libras; cevadinhaen garraffles do una
ihra : tudo de mu boa qualidade e recen-
temente chegado t na rua da Croz, n. 48,
armazem.
Vende-se lints para escreyer,
em garrafas, muito superior : na
rua larga.do H.ozario, n. 36
Vinhos Finos.
Na rna da Cadeia, n. 1, vendem-se exel-
lentes vinhOieogarrtfHlos, sendo do Por-
to, Medeire,.Bjoellas, Carcavellose muaci-
tel deSelubal.
Cera de carnauba.
Vende-se otra de carnauba muito supe-
rior, a relalho e em porco: na rua da Cruz,
n. 36, confronte a l.ingoeta, esquina do
becco do porto.
Potassada Russa.
Vende-se superior potas** da Russia, da
mais a'iva que ha no mercado, por preco
commudo : na rua do Trapiche, n. 17.
Por vendem-se os mais asseiados capotinhos de
chamelote de seda, de gorgurSo, pretos 1
de cores : na rua do Queimado, n. I.
tuinbor oiuoiuy ap lo| eiape^
ep etu cu JdpusA b as-uienuiiuoo
:0^9,? 9)r0 vjvi\ soquioi*^
vqatnqasd y raaiiSaiin
Na loja de remandes da Luz & Ir
mi, na rua doLivratnenlo, 11. 10,
vende-seaeiim prelo multo fino, a 500 rs. o
covado ; coi tes de casemira preta muilo fi-
na, a 6,000 rs. ; dita azul, a 6.400 rs.
Vendem-se Clin los mol ques de 1
18 anuos ; 5 pretos de 90 a 95 annoa, sendo
um delles sspeteiro ; um pardo de 99 an-
uos, perito coziohero, bolieiro e empalha-
dor ; urna parda de 90 annos, roa habili-
dades ; 10 prelas com algunas habilidades,
e que sao propriaa para todo o servico : na
rua do Collegio, n. 3.
OOOOOOOOOOOOOGOOOO
na Baha. *
Domingos AlvesMalheus, agente da
unlquer Cr, pois acabem de recebar um
tmuieJuetre para aenhora e meninas : ludo
pfer -.irVentaavaa usaffeta MMi#o.ii>s-.bom j
a*Bre*r*'rua.,diu*Hgel,>,3>eguudo Vende-ae unvlrorromuifo rtlanStr e
9*hb, aa>drqu* ende. latir 1 jualoQajeimado, o. 44.
f ello sorlimento des'sa fezeniTe, que lfito
lie lioaem qualidfde como em pregffcom-
modo : na rua Nova, n. 8, loja.
Verdadeiros de S.-Felx, a 3,800
rs. cada caix
Pelo vapor Imptruihr vindo dos portoi do
bul. cliegou uma ptquena porcSo de cai-
cas com.cliarvtosyamladi'lrsuj8,-Feli, e
su vndeme 2,800 rs cad oeixe ; ua raa
do ucimedo, leja n. 17, junto botica.
-- Vendem se os uiclhores spalos feitee
no Aracalj, por i menea prec* do.quo em
nutra quiaqver. parle, isla, para liquidar
contas: orua larga.do Bojerto, .,$ loja.
4Ja) burro.
JWa
-.fabrica de rap superior Areia-Preta da;?
T^Babia, tem aberto um deposito na rua
jjrde Cruz, no llrcife, n. 58, primeiro en-J*
^dar, onde se echar sempre dsle ex-^
vcellentee mais acreditado rap: ven-<5
Cde-se em botes de urna e meia libra,
CJpor preco rommndo. @
Vendem-se pea de larangeiras, boas de
se plinlxrem ; bem como semenles de cou-
veerepolho: em Pernameirim, sitio jun-
to a estrada do eocenemento.
Na rua do Cabug, toja de quatro por-
tes do Duerte, vendem-se oculoa de tliea-
tro, a 3,500 rs. ; e rseias de cures de muito
boa qualidade, para meninos e meninas.
Veiide-seume bonita escrava quitan-
leir, mo^a, com urna cria de mais de an-
uo : tambem se vende um carro com mui-
lo pouco uso de carregar na alfandega : na
Boa-Vista, travessa do Veras, n. 15.
Vende-se una casa terrea na rua das
Trincheiras, com commodos para familia,
e urna meia egoe no fundo da mesma : na
rua do ltaiigel, n. 64.
1
.2
o
ce *
v u
o"0
aal
Pelo vapor Imperador, sahido doltio-de-
Jeneiro 110 dia 18 do correle astz, e entra-
do neste porto no dia 28 do meamo miz.
reeeberro**S lisias *r 93 lterli o mon-
te pi, e juntamente bilheles, .nietos, quar-
tos. oiiavos e vigsimos da ; loleria a be-
neficio da imperial cldede de Nicthert.y^
Cujas rodas podenio|aHrmer lerem corri-
do no dia 19 docorrente: os ditp&bilhetes
cliem-s"e e vende, todos os dies, des 8 bo-
las da maiihe s 6 da larde, na Toja de
cambio de vva Vierra A"FHrlo.;' na ru
da Cadeia dollecife, n. 94.
Chocoliitc homoenpa tilico
Na Aterre-de-Bod-Vste, 11 17, fabrica de
licores, echarflo sempre 11 peifeilo chocla
le deaaude ehomfleop'atliico, telo preco de
500 ra. e libre.
Vendc-se 0W1 escrevo robusto, aco-
lu.mdo eo servico do campo, por piejo1
oommodo : na rua do l.ivra ment, rf. 14.
. vuv-oo .i^UU(... ^* rrT; _c _^ ,uT'
lidade: na rua doQueimado, n. 21.
Vendem-se, por preicd cqmntdo, Can- Cado o
dieiros de ga*:.tim diccionario cicito,
pharmecop, ecatalogo das planuufme
dicinaesda Kurupa- e Brasil, ultima -edicto)
de 1846; Prosodia en vocoboloriam ftelflnn
que 1 na rua da Cadeia do rteeife, n. II,
foja.
Vende-se a mchica de serrarla
montada para trabarhar com bois, ou ca-
alloa, ptima paraerrgenho, por ser mui-
to propria para agua, ou vapor : noAietro-j
da-Boa-Vlsta, 1 7, a qualquer hWr'doi
da.
Vende'-se urna calr( bicho ) CrM'trtj
muito boa lettefra, propria para dar de me-
nar a.crianca. por ser mallo mansa -e'*s4
lar a isaoeeoslumada: na roa
l'oulaa, 11.112
Vende-ae oan bonito prelo J.?8_ro'
bdlto; canoeird, l.ab>IIedorde pa te,
da ; tambem vende-se urna cupo* (orle
dacadeie ; urna preta
tatiM habilleavMs1: n.
r*ay o 48) primeiro andar.
Antigo deposita de cal
virgem.
Na rua do Trapiche,
n. 17,
ha
muito superior cal rirgera de Lis-
boa, por preco muito commodo.
Vende-se um escravo da Costa, moco,
sen vicios nem achaques, be muito liel,
ganhador, refina assuear e faz oulros er-
ran jos de casa -. na rua Velha, n 61, al as
lOhorssdo die, e na ruado l.ivremento,
n. 22, botica, at s 3 da tarde, onde ae dir
o motivo de venda : tambem se troca por
ooift), proprlo para o servico de catnpo.
Arados d ferro.
Na fundilo da Aurore em S.-Amero ,
vendm-se arados de ferr de diversos mo-
delos
He muito barato
Cassas pretas.
Vendem-se linas cseas pretas da 4 pal-
mse meio de largura, fazenda muito fina,
de quadrinhos e liatras assetinadas, pelo
barato preco de 390 rs. o covado; ditas mui-
to superiores de alreoadeiras," a 360 rs. ;
riscedinho de puro linho, proprio pare ja-
queles, fazenda de 3 palmos e meio de lar-
gura, a 940 rs. o covado; ditos de quadros
muito Ono, a SCO rs. : na rna do Crespo,
n. 14, loja de ioa Francisco Dtaa.
No armazem de Vicente Ferr ira da
Costa, na rua de Medre-de-Deoa, vende-se
Vende-se nm si lio na travessa da estra-
Ja do Arrai'.Ujunloao sitio do Costa, per-
encente e Joflo Goncalves, com bo's bal-
ices e ladeira, alguna arvoredos e Urna casa
de taipa ; na rua das Cruzos, n. 95.
Por precos muito commodos para li-
quidacSo de contas, vende-se una bomba
le ferro, propria para cacimba, com 34 pe-
mos decompr'imento; duas Ojias de pao;
caldeiras de cobre, sendo urna grande o
urna pequea ; 45 bracas de corrente de
JTerro para amarrasfje.8 de qavios; ditas fi-
nas para oselas ; diversos pannos de lona
e. bnm ; msitaros j vergas, retranca, e ou-
lros paos mais; motOes; e oulros mullos
objeclos pertenecntes a navios ; na rus do
Vigario.loja n. 5, ou no Forle-do-Mattos,
na prensa de Manoel Ignacio.
Vendem-se os sejuiotes livros: trigno-
metria, por Lacrois ; Lobfio, segundas li-
ona, 3 v.; Theologie moral pelo padre Mon-
te ; a virgem da Polonia; Diccionario por-
tuguez por Moraes. 3 v. ; DicljooarY englisb
__. ii.;f.M a...in A. n.i.ir. Nnvrl tve.
por Viers ; Segredo da natureza ', -.
netpiacada Independencia, n. 19.
I te
ment: lalpTaca da independencia, r
Vende-se um armario com 15 palmos
le comprimenlo, 12 de altura e 3 e meio de
largura, todo d amarello, e com reparti-
mentos, o qual desarma-setodp. e he pro-
prio para ermeZem de rafeadas pare guardar
sedas, ou oulra quejquer fazenda, por pre-
go commodo : na rua Nova, n. 5. '
Vendem-se pennss m,uito'slves e fines,
propries para flores, ou oufrs qualquer obra
deate genero : na rua da Cruz, armazn i.u-
nero 4.
Ainda asiste Orna porcSo d excellen-
vinho da Figueira, o mais superior que a (e cauell.V ej|a entes quo.se acabe: na
este mercado lem vindo, em barr de 5 a 10 ut de s.-Amaro, n 16.
caadas, a 8 e 16,000 ra. o barril.
--Vende-se, no armazem do fallecido
Itraguez, polasae muito aova, chegada ul-
1 imemente do Itio-de-laneiro, por preco
commodo.
No armazem de Joaquim da
Silva Lopes, vende-ie farelo, a
3,000 rs. a saces, e farinha de tri-
go franceza da marca Barfio, por
prefo commodo.
Vendem-se sapatOes de cou-
ro de lustro, feilos no paiz, de
ponto ix, a /t.ooo rs. ; ditos de
tres sola', a 4,000 rs.,- ditos de
bezerro franeez, a a,5oors. ; ditos
a 3,000 rs, ; ditos de bezerro da
trra, a 5,000 rs.: na roa da Ca-
deia do Becife, n. 9.
O mais barato que. tem
a 1 parecido no mercado.
Vende se urna porcSo de chiles francesas,
as mais finas qne leem apparecido, de as-
senlo azul, cor de jo, rAr de ganga, muito
bonitas, e enciman cor de rosa padrOea
miudos de atrepadsjlre, cOres muito Usas, e
de quatro palmes ermeio de largura, pelo
barato prreo de 390 ra. o covado ; as mais
linas easses que> teem apparecido no.' mer-
cado, de todas as cores, pedrOes de etrepa-
deira, o meis delicado qne se pede dse*
nhar, a 480 r. o covado: de ledo se d
amostra cora o Complanle penhor : na rua
lo Crespo, n. 14, loja de Jote Francisco
Das.
NovidAde.
Acha-se a venda no armazem de fezena
las de llaymundo Carlos Le i te, na rea d-
Queimedo, n. 97, Unissimo panno de linbo
lo Porto, om pecaa de 18 varas, s 800 rs. o
frfffffffffffffVfffVflf
;Nlojs do sobrado amarello^
js> nos qtiatro-canlosda rua do 41
', Queimado, n. 39 vendem-se 2
Corles de casa a seda padrOes novo scom<
flores d seda e com 15 cova.ios-a
^ o corte a 8,000*
?Corles de casia de cores, a 2,000*
?Cravetinhee de seda para Sre. a 1,0002
SLqvas de pellica pare senhora, a 8002
^.Lencos de seilaoere grvala, a 800 1|
Corles de calcas de casimira, a 4,5eS/4J
i*
- Vendem-se alindas mucamas de 14 a
16 annos, engomroadeir.a e costureiras,
uma dallas faz bem lavar luto ; 2 prelas boes
iiuitanileiras ; 2 ditas de todo '< servico, de
bonilss'ffgurss; 2'molequesrl 17'alS an-
nos ; 1 preta boa quileidtire, por 350.000
rs. : no pateo daroetriz d Santo-Aolonio,
Obrado, n. 4, se dif quero vende.
-- Vende-Seum terreno, com 400 e lentos
palmos d funilo'e SO e lentos de frente, no
bairruda lio-Vist, cuja frente bola pere
obccodaalfei'r'e'ik'a*, prqprio; paf* se edi-
ficar duas ou tres moradas de casas: qum
prvtender, dlMi-se ros do Ctovello, n-
meros 29 eSf.
- Vende-se um srtbrado de um endar
rua da Senzalla-Velha, n. 23 : na rua
fasseio, n. 7.loja.
- Vehde-se f-rlriha de S.-Catherine, de
800 ra. o tquelre;
000 rs. ; dlfS com
_ liBOO rs. t no bec-
co do Carioca, amlzem iuTllO ao tabfjtiro.
-Vendem-se doua relogioa de ouro pa-
tentes, orna corrente, 9 coreles, I appare-
Iho de prate, 2 salve, catlicees, serpenti-
nas. I par de esporas, 1 assucareiro, uma
bride, e oulras obres de ouro e prele : 11
rua estrellado Hourio, n. 98, segund- -
dar.
.. Vende-se a taberna sita na rua do Vi-
gario, n. 8, muilo propria para quem qui-
Eer principiar, por lar poucos fundos e mea-
mo por eeter muito afrrgutzede o motivo
por que se vende se dir ao comprador; na
ua do Codorniz, a. 7, laneras.
Marmelada.
Esto a andar-te as le-
liulias de duas e tres libra
deate magnifico confortativo
peiloral: es necassitades de-
ven con tempe) prover-e,
dirigindo-ae rua da Cruz,
n. 13, areswzem.
Vende-se un a casa Ierre* feita ha
Ipouco lempo, com commodos -bstanle
ara Uma femilia, sita na rua da Palma : na
ua do Sol, n. 9, se dir qucni vende.
Vende-se uma marqueza de emerello.
meia duzia de cade ira, um toucador, um
ogo de minges de vidro : tudo com pouco
leo, e por preco commodo : ua rua da l'raia
doCaldeireiro, n. II.
Pechincha fresca.
Vende-se supefine qneijo da senSo, a
400 rs. a libra : nos qualro-cenloa de Boa-
Vista, esquine de S.-Consalo, venda por
beixortosohrsdo n. I.
lisera vos l-'ugi(!os.
venue-se larinna ae 1
muitO boa qualid.de, a 2,80
jaeces com milito; a 4,000
fil'ihh'lliIS.'at.Irreus, i *fl
' Vdi-t rap" Paulo Cor-
deis* 1 a rua da Cadeia do Iteei-
fe.n/SD'.-lojadsPerrsgaoa,de Jo-
s" Das da bilca. .
Vfhafe!\civs.
,Cbegeramlliaainenle rua do Crespo,
loja de quatro 1 ortes, B.ti, nQ> manW-
i:-lciA.?o^r^^^ .u,;:
pela su pesiar qnediaMe bomsi pelea Dn-
d.acocee, veaden>*a>os preoorasoawei.
--N|aMKOaa>rwseaei>S)i,eguaHla en-
iedl llar, ende- es orleuie ae bonita, figur
tu, qusv.engunaaa, ease ca*o,;eozuaa e lana
deaabo ; etuee.ditaa la naci, que coei-
abs* lamdi aaftOa ij perdo (l M
unos, ollicial de alfaiaU-.e que lie ptima
agnai Sjbolteiist; um prelo cnoulo de 30
unos do serv.c,o de campo.
100,000 rs.
Continua fgido o escravo Francisco des
de 1848 quando se eradio do poder do Sr.
I.uiz Jos de S A'raujo em l'ernembuco. Es-
te escravo fol comprado e Domingos de Oii-
veira liiss, morador no lugar Area4i-Ass
ilivla provincia ; dclle nSo ha oulra) aollria
mais, que haver elle tomado pire oa'iitOes
desla provincia. Este escravo'reprsenle ter
vintee tantos annos ; he de esleture ordi-
naria e chelo do corpo; cftr eSbranegro,
cabeflo nSo completamente rerapinhado, e
sim um lento solt ; linha no roalo bastan-
tes borbulhasou rspinhas que lalvez fon-
serve. Pravavelmente lera mudadode nome,
pois que be bastante ledino D-se equella
quantia de SOO.OOO rs. a quem o entregar
nesls enfade ro abaleo assigtiedo, eem l'er-
nembuco ao Sr. I.uiz Jos de S A re u j, mo-
rador na rua da Cror do Reevfe. Cear.
fai-
lS de junho de 1850. JosSmltk
cmcelloi.
50,000 rs. de gratificacBo.
Pugo, no dia 16 de junho, da villa do
Porto-Chivo, comeres das Alagse, psrdo
Viclorienno, de 99 srinos, estatura baija,
groso, 1 rrnas gmasaa, meio acborlado,
noeco, rosto redondo a earnudo, cabellos
CaieaCos, mes sehio com fclles cortedos,
pouoa herb e repede ; levou chapeo de
eouro, remisa de elgodi de tiatra*, Jaqoe-
ta da mesma fe zenits, doas calcas, uma de
algodSo tinto e S ootra de Hslras escuras ;
foleecorltrstl ns estrada para S.-Anllo e
Cartiar-, eemqoalqner distes dous luga-
res elle tem tonhedmenloia e prenles^ lio-
ga-se es aulrtridsdes i-oliciaes e rapiis.es de
campo, que o pprehendam e levem-no
roa de Cruz, no Rerife, n. 20, eass de Joto
da Covta lima Jimior, ou em Porto-Calvo,
Joaquim liodrieuea lavare de Metto, que
rece berilo a greliHceeeo S cima.
- fogio, no dv 9 de junho do corrrnle
avino, do eegenho Sctobel, freguetia do
Calm, um mol.-cotc, desomc Elias, erioulo,

1, pxiaifiro andar.
ce* jaeJuela echapeo pret ; doMls^M fol
eeduzio, e anda pelo Hecife. Iloga-ae a
autoridades lellciaes, capltfior-de easspo
oe entre oalquer eesaea, que aapprehen-
dame'levem-fioaaeii senlKir, loa quita do
HegoSerreto, uavdilo engenho/ ou a H.
mingas da Silva Campoa, na roa das Cru
zea, n. 40, que serlo"-generosaffleale gra
tiQeeiie.
--FetrJosmeaeravode en* Frencsn
de 30 annos pouco rms'O meeo#i -qtr.,
Uodo sido vedido alMiiVsSr. I. Merie d,
Carvalho Paca de AOdratle, erri 16 detrrtJTi-
no pesante,-asas sssaveacSO'se rece We ou-
ira vasa i h aMo;'ea preU, naris chale,aem
denteana nenie, olhea muito reos ateteu a
roupeKloa *>nlie,en loa inaier per lar dl-
gudOa iraiieato hii, e ehapeo de-earo
Kesjeteaa .autorlUaewe pi imaes e capar
de caeaaw, que o apprelienjaw e"4es)e>a"
rua, da .Cruz, p. 33, Casa.de S Arauio, c
eo Clebseusblwr, Fralisco l.tjTsel
lip^'que reedmpensart gettero^njeh'te.^


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