Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07090


This item is only available as the following downloads:


Full Text
\

ANNO XXXIV N. .37.
Por 5 mczes adiantados 4S00O.
Por 3 mczcs vencido! 5/jOOO.
OUMA FEIKA 17 E JIMIO DE 1858.
Por anuo adiantado 1$O00.
Porte franco para o subscriptor.
I.NCARREGADOS l)A SUBSCRIPCA'O DO NORTE. I
Parahiki, a Sr. Joee Bodolpho Goma ; Natal, o 8nhor An-
ihi a Marque da Silti ; Ararais;, o gr. A. da Lemoi Braga;
(a. Sr. J. Jot de Oliveira ; Maranbao, o 9r. Jos* Teiieirt
da Malla ; Piaub;, o Sr. Joat Joaquim Atellino ; Ptrt. o Sr.
Ju rao J. Karooa ; Amawnaa, o Sr. Jernimo da Coala.
PARTIDA DOSCOBREOS.
Olinda latea aetiaalai < m.-ia hora. Ib i ir"-1', Gol. l i,.i tetaaaaa e .eitaj-reirat.
a, I ,: i;,; i,l iraara', Aliieao a Garaaaaae: naterea-felra.
S.Loan-afo, l'to il Alr.0,1 Kaiarelli, Lim-ioro, llrejo, Pasaeeirt Ingaaei-
'. f" >' ..-V.H, Ouricur, eEa*, aaa auitaa-raitee-
fjtta, laajae, lartaateai, u, Krni0,( Una, Barroiros, Agua-l'r.ia.
eimentciraa natal: ajtahlaa-reiraa,
1 Todui oa corren,, juri'n aa 10 aura* da nanhia.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commerrio : icrunda quintal.
Relacoo lercn feira a aabbadoa.
Fazetida : quarlai t ubbadoa ai 10 horaav
Juiro do commercio : aegunda aa 10 boraa quintil ( mala da.
Dito daorphooa: segndale qulnlaa ai 10 boraa.
Pnm -ira tara do cival.- aegundaa aailaa ao meio da.
Segunda rara da mal : quarlai a aabbadoa aa meio da.
EPUEMERIDES DO MEZ DE JIMIO.
4 Quarlo mioguinti aa 6 boraa a 2 minutoa da tarde.
11 La ora aoa 27 minutoi da tarde.
18 Quino crecente ai 5 hora a 55 minutos da manha.
26 Lua cbeia aa 6 horai e 51 mioutoida maohai.
PhEAMAR DE MOJE.
Primeira aa 10 horai a 0 minutoa da manliaa.
Segunda aa 10 boras a 30 minutoa da urde.
DAS DA SEMANA.
II Segunda. S. Barilio Magno b. rfoutor da igreja.
15 Terca. Ss. Vilo. Dado, Lybia, Lenidas e Manijes mm.
III (iiarta. S. Jnao Francisco Regs : S. Anrrliaiin h.
17 (Juinti. S. Ther.za retaba v. ; S. Rainero ; S. .Nicandro m.
18 Sena. Ss. Leoncio, Tribuno cTheodtilo mm.
1! Sabbado. S. Juliana de l'alrunieh s. ; S. I rcissine m.
2o Domingo. S. Silterio p- m.; S. Silsiuo m.
ENCARREGADOS DA Sl'BSCRIPCAO DO SIL.
Alagoai.oSr. Claudino Falcao Dial; Babia, Sr. D. Duprid
Blo da Janeiro, o Sr. Joo Partir Martina.
EM I'ERNAMBICO.
O Proprleiariodo DIARIO Manotl Figuelroi da Valla, di ana
lirraria, praca da Independencia na. < a 8.
1PABTK OFFICIAL
MVERHO DAPHOV1NCU
'alacio do governo de l'trnarobuco, 21 de mato
le 1KV.
Accoso reeeprlo do olTicio, que em dala de 18
I corren!- dingio-me o Sr. .uperintandente da ei-
ti 111 de ferro, em referencia ao relatorio do enge-
ii leiro li e o da Sr. superintendente de ->\ de abril, a que
r'spondi a-Jli di rotsmo mez. No relalono do eu- ( S. A.
geuhetre li*c.il ae a r aa reala eteeatar na primeira seceso para que Sa-
l aa recule concluida, d'accordo coro o que se re-
ruerea por parla do goveroo noa precdanlas rela-
1 n ... l'reten lindo da conslruccao de estacOe,
permanentes noa ponina atiramos da seceso da subs-
tituidlo do malseguro viaducto da Cabanga, que
re tem procurado remendar, e da differenc,a que a-
pretenla a ponle do Pirapama, ha necesa.irio conli-
nuir em oolras obraa, tem ruja concluido iijj pode
li/er conclu la a pnmena seccilo.
O relatorio do enganheiro fiscal moilra a extensa,,
los aterro* que necaisilade ser alargada assim dos
la los de cada urna dat qualro paules, como no Bre-
J" e no Pao Seco, a falla de esgolos, e da paredes
< o. reveaumenlo dos pterros junio ao encontr das
l'onies de Jaboatao e Pirapama, u ruin estado de
iloos bseiros. a falla de clacadas partimlo do en-
miro das palies, da estacada eom lao^amento da
roncrelo en? turno dos pilares das ponlcs, como li-
te a seguranza, a collocac.io de portei fora de lu-
i ate*, eslrailand a estrada poltica a falla de pe-
uenas eslaciies intermedias e de accoirmo lacnes
i i il' Cabo, e be assim a necessidade de ser co-
I -iia a plataforma da Mtafie das Cocn-Ponlaa. Nao
'lest|o que oslas obras, que nao conteste sa possam
>ieeular em pooeo lempn como declara-me o Sr.
luptrinlendeiilt, tejam feitas com pracipilafao pra-
luJicial a oulros sernrns impurlanlts ; mas nao
i prescindir da prumessi e frmaza de qae ellas
serlo feitas brtsementa.
A cnmpanhia e o governo conlrataram um cami-
ho bero roiistroido e mantido conTenienlemenle.
l-.na sabiam ptrfeilamenle que dooa carris e urna
locomotiva eonsliloem um caminho de ferro, cnmi
o* qua aa tero improvisado ain alguns lugares mea-
mo no meio das operadnos da guerra e aro frente dos
aierrilos : mas de uenlium modo tara fu inleurao
obra sementante.
Dcnsu I > paranlo de parte a anhstoi(ao do via-
. dissimos. A concurrencia no no lia aer maior, era
j sobretodo nolavel o grande naiiinro de aenhoras.
tiver logar qua mude .icloal ordam de coosas.
De taes projectos se deprehande, que esta goierno O provincial e prior dos religiosos Carmelitas des-.
g,o. 'Be "C,dem":o' ",0 '" a ba,in'- C,P ,\i*^Aei*r<*'** volu,..ariam.le, lia- -denle da conre.lerar.ao sanectone tci?amenle
Na conformidade do disposlo por el-rei, os oon-
tal
O Sr. Soua Reis :Sr. pre-i lenta, deslecontrato ; em favor da dignidade desla casa, da honra, da pro-
bldade, de lodoi esses objeclos graudiotoi c roagna-
nimos em torno dos quaea mu doremos eil.tr tem-
pre a preitar cultos. Jlas eu nao posso deinr de
olliar eom ceno desprezo, a com ceno ridiculo, pa-
. deitem da -
da que oslensi/ament nio Se< coagido. toluCio. qietoriSS, qu"e"ne ome."mo"que'diz'er de1857? ,pprM,d' a r,d,CS0 do pro'c, n" 40 '.'.'f.^./i"''!0""'1"" ?! "-?. "*""> | 'J e-a. de.lamace. banaai. qqe lodos o
E, da lo tal caso, jaman a cipandilha. que o cer- face a1 face em quanlo vos. L'rnuiza, tm sirtu le lie tambam lido t mandado a imprimir o seguinla
:. v N. a rainha, fa- M, por qualaour do. sea. membroi, o podera' subs- da constituiQao asliyerd.s no poder, nao qu.ro en- precio : imprimir seguinte
A commissao de pcllres alien leudo ao que re- :
zen lo orna profunda tenia a SS. MM. el-ral o ae- liluir. Se-lo-ha por
nhor D. Pedro V, e a el-rei o Sr. D. Fernando, e a preste ao arranjo com
commercio prosperara
protoitn milito sensivel para o coulrataule.
I m Sr. Depuladu : Mas he fcil suppor que o
alf,om bom patrila qoe se trama eommonhia. nao quero ana eontLIutco \r A ct.ramis*ao de pcllres allemlendo ao que re- "o Srsu/a RaT-Os faci demnnstram o con-
.' Mv,"J* .*) '' ";'" qa "f c'",r A mar municipal aprese.Hoo-s. com farda-, tama, qo. o onilme """ dos (",r'"' *-| %2S*2XZSl3u T2^'^ ~\?f'^j& *T**'** V""* "* '"-""""" & &WST?L.
memo pequeo e nao con! os aiKigot trag-s mun- Nio se p.n.a iue ,, u adrer.0 ao Sr governador O g.n.ril UrZz. havM ch .,'do .. P.r.na- l ""' '/T C !' i a "' """'' "'* "-*" I"" "u enirelaulo
cipaes. Islo ha contra o decelo qte autor i.on os Alsina. Avallo im alta escala su inr.idadenu No dif *. L,IIV i. P"na Arl. 1. 1; ca concadid a aoc.adade das Arles Me- eu possoallirmar tasa quo me fui dito por unta au-
raado.e. a usar.m de farda. N1. occs,6e, ao-: tica, seos lltfi l5S!^ loridade po.icial qoe por mullas veies l.vou ao co-
ados res-
n deita-
massuas
illomina-
e olirigi-
Depois SS. MM. e S. A. fui arn dar um passeio
pela cidade. laon em caleche discoberlo.
llonlem foram SS. MM. e AA. as.iilir a' repre-
senlarao nu lliealro de D. Mana II.
Logo que SS MM. enlraraoi locou-ie o himno
esponsalicio, e acabado e.le, tolo o publico tollou
dous clamoroso, vivas ao. regles esposos.
S. M. a rainha vesta um salida da selim azol,
guarnecioc de cuslosas retidas, com apanhados da
llore. ; no peilo brilhava-lha urna preeiusa hstwla
guarnicao de lina pedraria ; Italia a banda da or-
den, de Santa Isabel.
SS. MM. reiir-.r.im-si! depois do ttgundo aclo,
sen i., victoriados saluda do (lieatro polo multo po-
to all rbunido..
A tala eslava singrla mas elegantemente deco-
rada, (itinal los de llorea ornavam os camarotes, e
na parte etlerna destes v;a-se o brazao de Portugal
leuniJo ao de tloliauzoliern, e na parte superior a
cifra real.
A. damas que ornavam ot camarotes attavam ri-
camente vastidat, e as entradat e sabidas de SS.
is claro do
:erlo, que
m retalla-
peticio-
1 a*- a af i ---- vaa^i miui tni Hite
reta. i (ucrou *
s\mpatnia aigumi. aempre uliei perp.lradoret! Todoi o goternaloras das I! nrnvinciai ra fon-! lia aoorotadn na.'e.~. n.-. v- .
lalvez que seu carcter hoja esleja mddilicado ; promellem a aotiliar o "'".....- -.....~ r~..V.._. ... > a;.....=_ a. .. 'aau> se '" anirmoo hoje,
todava nao aliste estrema de acensantes graves.
directamente.
dudo da C.baiiga, nao tratando da eon.iroccjo dai MM. na tribuna re), a sala ol'ertcia uioa villa bri-
eaiaroav pa'inaneutei, e na esperanza de que cotm brevemeula as pequeas ehras refei idas no
relatorio do engenheiro liscal, darei o prazo de qua-
lro mezet para sa lazeietn na eslar;.ao do Cabo os
arraujos preciaos para a devida arrerad'cao dos ge-
nero* e accommodarao do. (laasagcirns que nao po-
dem licar etpo.tot a intemperie.
\ i i tgtaageer* liai-al 11 ,"i. cutnp. I" levantar plantas
e faia. dr.-nliin de obras, no seu relatorio disse
multo precisamente o que ht a fater. Pela fal-
di. aatofotai a tero de lazer urna il-docao itot jnroi
proporcional ao valor da obra diminuido no capital
' ule a itera, como pmpuz o Sr. tuperi
lenle m ) de|aneiro e Ihe declaret de eonform
dade com as tu.trucees do govtrup imperial tm 1'.'
de abril.
llevo pirern nrd.ir qu admirtin.lo-.e neste ponto
o arbitrio propo.lo. nao se raconheco o direiio de
i'.irmcir a ooip.pina as obra* romo Ihe parecer
tujeii.in lo-se a de locces -emelh intef. Nao duvi-
do que a cainpanhi) tema exerutado oalras obras
''nleinpl.i i-s entre asrequarila* pelos enge-
nheiro. do Kovarno ii'Dente por ci^nveuiencia do
hautissiina e piltoresca.
Ilouleiii leve lugar a dialribui(ao do bodo loi po-
bres na freguezia do Sacraman o. Como he sabido,
(ot o Sr. Pntenla, regedor daqjella freguezia, quero
proinoveu a sub.cnpeao para o bailo.
Euram .O os pobres contemplados, e recebe-
rant um pao um arratel ds arrot, e 2.0 r. em
dinlieiro.
Durante a dislribuiejo tocou a pliilarmunica Mi-
nerva, que a isso se prestou ge -ro.amente.
Ilooicrn rommemoramos o holo distribuido pe-
los operarios da fabrica da tecidos de laa, a'a A mo-
jil. reirs. Esle frstejos inleirainnule populares, a de-
r,. i licados r celebr<;ao do ron.jrco d'el-rai, sao u
claro lesiemuulio do quaolo o povo svmpathi.a com
o inutiarclid.
Aquellcs bom operario!, anda nao ha muilos me-
zes, e-tenderarri a mAo a' candtde, porque um. ca~
lainnlade publica ot privava do trahalho ; agora pa-
ra lestejarem um sucee.an I i > grado ao mouarclia
dos Poriugoe/.ei, slo elle, qoe se liinhiain de 10c-
correr oa desvalidos. _
Este povo ha bom, os seu. InaUDctoa ao genero-
publira e ben-li-io p.i m. nenie da liiiha como ola- '". e o matute j dave aln i--- d( Dosaai 0 eo-
rj -n r- mat lato nlhi p.d ittl
despe.a la- o ara) dee.mriaa delta pira outra o--
Par;o e.lat declar ino-s para demnuslrar que sou
imparcial. Como e-lianeiro, presencio, ourjo e for-
mo o meu juizo.
Desie coucurso reinita lulo quanlo hai dito.
Pela descripclo que vos fiz desstt arraujos da di-
vida inglezt, arranjos altamtntt lainosos, retalla
naturalmente a con.eqoencia inevilavel de que as
liuanea. Jes le E.tiJo, raientem-st bstanla da mi'
ge.Mo.
Kalla-se na emis?o de 30 milhes em fondos p-
blicos, mi im moeda papel, para oceorrer a's deape-
zasde paz armadaem que eilsle. As forjas mi-
litare, absorvem mais de melada das rendaa, alm
las outras despezas eitraordinarias, no entretanto,
eihibe-se mentalmente um balando, em o qoal siem-
pre figura tan eiceiso a favor entre a receila e a
daspeza.
Receita de abril......
Oetpeza.
Cmaras legislativas e crdito
blico.......
* ------- |m uuibi mi a i uji i Cl
presidente para um tal liin, \ Continuarlo da 3.a diicosiao do projeclo de orea- qoe elle tinlia ate e.e lempo sido \endido a tiO:) rs
sendo que em algam.s dallas se con.ullou o povo camento provincial. ,8( he, ametade do preso que servio de base para
ton seguida tAo a mesa eitas rmenda que 3o -
ajioiadaa *
7.:ir-?7.8
E, ae a guerra fr declarada, o Brasil enlrar
como belligeranle, comn ha feilo crer o general L'r-
quiza as suas per;ai ofliriaes ?
Nao o quiz crer. O Brasil rieva ser neutral nesta
lula. Ot seua mais caros interas.es Ihe ditam a neo-
Iralidada.
A organie.-ie>..o de um grande estado no Prata nao
Ihe pode aer ulil, embor.t Ihe nao seja oiTennvo.
O Brasil, segurando bem as soas fronteiras, deva
apenas impr a soa Influencia benelica por bons nf
ficios, por bons conselhos, pela amenidade de anas
relaonps ; todava, temperada! por urna altitade dig-
im, mat forte.
O Brasil nada ganharia natiliando l.'rquiza. Nelle
ou not succeiinre poderia crear inimigoa, que (eria
a comluter. Ha n
Acrescente-se licandn o governo aulorisinlo a
cootralo, aagan lo elle proprio diz, havendo por
tanto un provettn delle um lucro de calilo por ceoto.
Poit, Sr. presidente, eisa diminuicao no prejo do
fazer a despeza precisa eom a remora i da reparticao azeite, essas' fallas de illurninaclo d'e qua resullat
l.i..ri"..|,"_J":7? '"ra uma ca,a apfopfiada.Mel- j ecuuomias anllalas em provatto do p.licrooario,
lo Reg K iph.iel .
Addilivo.
tica o governo autorsado a dar novo regalamenlo
para a cobranza do imposto das liirreiras, tob ai te-
gjintes liases : 0 rs. por cada roda de cabriole!, se-
g, traqiiilana, caliche etc.. 30 rs. por cada roda
de carrosa puchada por um cavallo oa boi; SO rs. p< r
cada rodada carrora de mais de duas roda., carros
de eizos fino e oolroi qaaesquer vehicalos emprega-
dos em sertlco agrcola.Mello llego (Uaphael).
letieira de Si'.
O Sr. Souza Res: Sr. presidente, oovindo
pa-
lela Oes interioras,
exteriores
fazenda
guerra
r. Ha nestas regies eterno odio de rac,a :
lia n riuine i).i preponderancia hrasileira. O Brasil j hoiilem di.cntir-se acerca de uma emenda que amo-
jamis lera'amigos sinceros e dedicados, rita o governo a dar orna indemniorio ao con-
fciprimo-me. como Braiileiro, e fazendo-o com- tratante da illaminaan desla cidade, eu ped a pa-
.OlS promelio-me. Nao obstante, leral firme no mea de- '"
1:-2>u;-J.>a sigui.
WS063 O gabinete imperial dtve almllir o agente con-
8869873 fidencil que sa projecla euviar ao Rio de Janeiro,
i:iilillj7G0 't por parle de l. Avre--.
Sendo
-un. I o :
Metal.
Papel .
o bal.nieo qie paisa para maio o ie-
:i-!IS7
(179585
Ja se
despeza
vi: que nj<<
rsiao etcriploradat infinitas
que enes iilgaimnoi repreienlain lellrai
etc. ; emfim. he um -nlsncele dcficienle, mormen-
te ee for atada, como creio, esta emiiiao de qua ia
fallei.
O commercio cada vez soffre mais. J?arecia que a
ciinlianca se re-latieleceria, porque bao cesiado oa
lleiloa da cris europea, ou a nao vinda da letras
protestadas.
Iiiopinndameiitc api a chegadt do vapor Ca-
millln circu, u a llutieia da fo^a do abafa da Caa
M.ilinez llarm.no l). Emilio Marluiez Nielo) o
prac.a ;Per-
r..;o- -u. -.-l, -uiMUo. um tlirotio, que a-s.uta mi
solidas bases do amor a di c nvicrSo prnfuulade I qoal Hulla mullas relaces com essa ,,
i mellior firma di I irvitj i los por- 11" el-rei lie o seu priuieiro represeulanle, e repre- nambbco\ Rio de Janeiro Havaoa e nrjeai a'Eu-
i;:-ril. pelo Sr. luperiilmilenle insistndo .sentante liberal. ropa etei '
soin-iiii- p ir nra pira que enes leja colloeados nos hirnal do Commercioi Lisboa.)
seu. lujar'..
l.ii 'i i-i |,'r.uncllen1o os Srs, tuperinlen-
ten irme e enateflbeiro da enmpantra que serflo
rnurluilas lirri'mente eu no prazo marcado as o-
b.as de qoe leabe traa.In coniiiiu.ni lo
BUKNOS-AVRES.28 le maio de I858.
I"
I aro anda esla na duvida sa as mtnhas duas an-
necessa- tenores Diis.iv.is (3 de abril e I do mato) ehegaram a
-imciji i .'iiira as desperas de con.lruecao e as | vo>so poder e loram dewdaineule Iranscriplas no
de enoaervaro na primeira aerea i para que at pri- i vosso Diario de Pernambucoii ben: como te as mi-
mrira-unais vrnham a rahir .obre a retida a n.li
t it.re o capil.tl e lican to entendido que te por falla
da. obras por tegurauc,! e caulela reeommendadss
pcli aagaabaira fiscal vierein a soffrer as punes, oa
o* alenos os seus reparos c irrcr.ii por cotila da
rompaiiliia. e nao tnlrarao no rstelo, a qOe da
mesma HMia se proceden' na substiluic,.to do Via-
dori i da Cabanga admtliire que romece a garanda
do-joro, la primeira leceao com a le lu.-,- n> roen-
n ma la. e de.sa dala em dianle nao sendo me DOI-
iisel em lace do arl. IS dai coudiaits amiste* an
derelo de 7 de agosto de ISY2, e da mulita corres-
P'in len-ia Ir-irada rom o S'. superintendente eni ti
de fetceiro 19 a 2li da abril e A de maio crreme,
reconi.eca como que-tao a decidir o pagamento loe
aros d.' te dala anterior como pretenle o Sr. au-
parini^u lenle salto melhor deliberarlo do governo
impertal aa qo-l pode sempre a companliia dirigir-
rta I preslar Ihe lodo o autillo, logo que se mostr
tesr |utia a sua conce-.in.
Itemvenolo Augusto de M igalhaes Taques.
11.l'.io de Janeiro.Ministerio dos ne-
gnrio. do imperio am 21 de mam de I8VS.
Illm. a Ettn. Sr. Teulio prsenla o ollicio de V. I a commisiao dos tunda le do
El -. la .! do correte aeb n. lijl, rom o nual me da que inlarviasse com o inllut
eimenlo da corresp Miden -ia trocada enlre V. s-ula. para que as calamidades que impenden) .ubre
Etc. e o superiniandene di estrada de ferro dessa este Estado se nao realisassem ; para que a iitusr;aj
nliai rabi.cadrllas vos iiileras.nrarn e aos numerosos
leilnre* que lem e^i teguit loTima Brasileo.
Caaflado p m Dt tona reconliecnla indulgenci., e
na especlaliva favoravel da a|.iero as duas .interio-
res, ton principiara miarte q je contraen com vosco
a hoje com o. vo.sos leilorei.
Esle governo pceeagoe i.'oma poltica qnt nao
pule deiiar de ser qu.lilicala ruino.a e de falaes
couiequeuciat.
Continua a repellir a todo o ttnse qnalquer con-
vamn que tema a evila' ot de.islre. que inevilavel-
menta vao em breve ler logar.
Digo em breva, porque a e-e lempo j e abrira
as sassas do Congresso da C, ilederanio no Paran':
no qual te pass ir' inroulluen'e a tra'lar da que.i.io
da iiiuao datle Estadopor I n-inlo come, nada
as iiegi.ciacoes h..o pro luzidii.
Sim. Ai negocaseles de mais de Om auno elabe-
Weidat per vanos notabilidades nanonae. e e-tr-n-
geira., ii.lo talludo contra a vontade lirrae,
tra o nesiguio do circulo da (erro, que circunda a
governador Alsina, para que se nao verifique.
r. o Sr. Clin.lie, inhti.lro lirilannicu junto ao pre-
sidente da Confederaran Argentina aisttn o declamo
ininercio ingle/., para
da naeao que repre-
pravineia, icl.ltva a garanta dos juroi da primeira
i >L iii-.ini eIr-a la, chamando V. Etc. a mi-
iiin particular allenr.lo par a ultima parle do olli-
rio do diio tuperiiileii tente da :. I de abril ultimo.
em qu-' elle declara que n> copia do arlig.i IS da*
r a aCjtaCt anneta ao decreto de 7 de agoilo de
1^ ij.-ol.miol.lra la a' directora em Cendre, pela
leajBagaw) bra.ileira uo ae eucontra a pilavraenn-
. i I. jue ah.'s e-ia' insera no dito decreta ta-
(ireaao na co!lerc..o di. ajeaoiaa I-i-, emitaao esla
na quil o iiie-ino .uperi ilcinl-iil- funda a im
. i--inia.ilasao para reclamar o pagamento dos juroa
da l.i -ecrao de.de que ella foi franqueada ao pu-
lilicn.
Ena rvpe.l.i lenho da figniftear a V. Etc. para que
Ot crditos ore.m de 2 a :i milhes ; lendo qoe
'na dena, porque coma que ficticiamente bata
vendido as suas estaueiai a divenos : enlre ot quaes
um canhado.
Sa o et-commercianle dessa praei, Nono Mara
deseitas, te.se praiicadn, como e.le, vendido
pnanlattieameota o seu. valtosoa predios, qaando
regorgilava de credit, esses predios un valor de
mus de aSTJOa cotilos ; nao aertam arremalaniis por
cousa de -iO.. eonlos'. E ella, atua misera familia
vivendo do pao da mi.en i, como he bam publico ;
e nei-a a nisia lu notorio.
Em cooseauencia dosle choque, a descoofian; te
espargio. Catas da maior respeilabilidade carecem
de crdito, fallando-.e de L. Lavallol, da Narciso
Btarlinet. etc., caaas muito solidat, posto que com
ot teus bens h>polhecados ao banco.
E, phenouieno raro Casos de pouco vollo, me-
mo nova., surg-m com eredilo : tuai firma, procu-
r.das. K sobra eslas devo mencionar a de Dager A;
Aveliue que leve a felirilada de encartar a sua-
transacres com o atlerior, e ron.equenlem.nl nao
sollreu os cieno- : nao lave perda: e o sea crdi-
to altingio um li.ongeiro grao.
Oscredore de Martnez Hierra toda, as diligen-
cias para o esptorarein, porem da balde. Calrula-sa
que lavara de III a 13 mil oacaa de onro : alm das
e ron- I estancias que possoe ali oulros nomes.
O inovnnenlo commernal dssa c.m esla pr-r a
Altean -
-_ .ineulo de
vera ubi-r regulares nrer;os.
A' carga para es.a esta- a polaca hespanhola al'e-
pnloi), com ah urreameaio de charque.
I'aliam vinlios lo Me literroneo, e em gern os de
mais pro lucio, dali
.. nanaimanit eiill III -rn.l o*s.a c .m esta p
foi a da chegada da Inret hespanhola Pepe
lina, com cachara e assuear, cuj i Carregsine
----------1 esessearam.
cominerctal em relaea a CoufeJeracao, que desde De assuear ,, depo.no he dimitalo nao e,re!>n-
lampa malla .eflra, c.sse. 'do de :l.n,.....1rric.s. O p,c4 d, gg -.,- p.,
mu Mra ingle retpendea : que o. seui Wlor- \ arroba. A cachaca de 83 a SO palare.. linda ato
eos de tnats de um anuo hao nido baldados ; que as
ni- liaco.s na5te pail ha i sido sempre tmprnlieuas, e
appella para as de iHln, a quciu declara ou sciui-
selha sob tal poni de vltta, que na mao, na vonla-
de ,l,s c.....inerciautes Ingleze., pla opulencia do
eu commercio e consequ-nt preponderancia, por
satis lilhos nascidosno pair, i pela ceniUtaifia por-
lenlii-, como l.ies sujeilos ao oiiut do se'rvieo da
arda nacional ele, podiam. detiara irapiir a'este
governo este convenio alias lio uecessario, de (So
illa Iraiiscen leticia para o commercio.
Logo apoz as.e mnu.lro regma para o GrogMJ a'
i rnininauqua a i tuperiiilendenle, que anda .id- conlerenciar da astea cora a aeneral L'rquiza, aendo
i 'lli io qoe ni decrelo rilado nia viesse inserida a que ura e oo'ro ja' eslao no Paran'.
rl lu.ala eta qoesiao, o pagaratulo do. juros nunca
I > irria ler lagar, tala depois de concluida a I.*
aecc,.li>, poia que o contrario s.ria absurdo. O gover-
iie ajo uega o pagamento doi juros desde o da em
qua al-> arelo da eslrada foi aberla ao publico ; o
que purera nao qoer he etTeilue-lo, nole.jV. Etc.
I.ein. antas que e-lejam de leda concluidas at obras,
qaa o proprio tuperinlendeiite confes.ou que fatla-
Vem, marcan 1o um prazo para isso.
O sen nao tmha ubriga^ao de con.enlir na
abertura da e.lrtda anlat da concluan de lodat a-
* oe.s obras ; te cousenlio fot por mero favor a'
ceuipanhia, que nao pode dalti inferir om dtreitti.
Ueos guarde a V. Etc.Mrquez de Oliuda.Sr.
I resilenie da provincia de Pernambuco.
Curapra-se.Poruimbuco I da junho da 1838.
I aqaes.
Coiifurm. Ai.Ionio l.eila de Pioln.
Palacio do gavera de Pernambuco em 2 da janho
de 1*.,.s.
Che-me a satisfarn de Iran-millir an Sr. snpe-
rmien lenle ila ealrada de ferro de-la provincia a de-
eisaa do enverno itaptrial constante do aviso junio
As dilliculdades por tanto uascein tn e unicamen-
le da pane detla governo, e mait allante eiagera-
rei, robuslecere esla ataerejjn,
CaoJteeaado este gnverno que aaa silua^ao he
falsa, que grites rteos lite impeudern, traa atout
oolranse,da captar a benevolencia da Inglaterra,
rranea e Pteraonte.
A* Inglaterra nao sendo it luciente esse rainnio a
iniiliuaiu'eir.i arranjo da dn di ingleza, em virlude
do qual Ib. !l,/,000 recabida, pira lina espeeiaei a
Jm.ia reconhecida pelo earogreaa das provincial
uuidas do Rio da Prata I82 |, por es.e arranjo, por
esiet juros accumulados. pa.ia a pagar g papel 09)
rciscadaum; lil::iill:tKH>. sendo que t os jur'us
ecendem a o 11 i,,20,000, prrmillio qoe se nomeas-
era cotninis.ariospara inutai.inaiite conhecerem das
reclamare. parlicularas dossub Utos inglezet eper
fas el per nefasum algansnio grandioso lera' o ef-
fsilo. Cuntas a' D. Pacifico na Grecia te exhibirn).
E a pilula naturalmente sera' engolilla, no nioil
de conlentarem o ministro inglez, ou o seu governo
para que possa obstar aos elleito. da nu'erra, -e cuino
essa governo o Brasil InlereiBr na lula que impen-
ror copia, rtpel lo pela stcrelart.i de estido dos ne- de como elliado da Confederae.io.
s >ciM.i.i imperio em 2i .le mato ultimo, relativa- No in-siiiu seulido s nomearam commisiaroi para
ala ae caaaafa da garanta dos juros da 1." secano., a divida Iranceza e sarda.
E-la aterala, me detc ser huanle agradavrl a cora- i Calrale-se qual a con.aquencia inevilavel de lae
pioln, presta am la uma vez a cquidade do gover- arranjo. Todo para te permanecer na ailaaele faln
n.. e u es,.i, de beatveleaeia, d- que te echa em que unta mi1 polilie, um odio pcs.oal "iasio ou
a itin.do oara eorn a companhia. lienveniilo Au- injusto enllocara es|. governo, .en.lo amliicao det-
lae Martin.. |a1u. .\o Sr. James lemple- mesurada e imqua de um circulo mu resnelo riue
l.n \\ood. upa., ntendenle da estrada da ferro do circunda o Sr. governador Alsina
Kecife ao rio S*a 1 rancese.
Conforme, Antonio Lehe de Pinito.
CMUANDO DAS ARMAS.
taavrirl (aneral I. c1Jd da araaaa 4o
Pentaasbaco na cidade de Roclfe en 12 do
junho de 1858.
OaWEM DO DA >. 7.1.
i> marechal de campo romm ni lame das armas
tatarata la pabltea, par e mbeelinenle da guariil-
rio, que a pre.i lela n .iii-iiu p ir portaria datada
.|i hniilein a Sr. alteres da nono bjlalh.io de ialin-'
lana Anlomn Ralntanda Campalle, pira servir in-
terinamente o empresa de ajudanle du director da
cidoma milil.r de Plmenleira.
\.-una-lo. i-ran cisco Sergio de Oliveirn.
I.oaforrne. Horacio de Gupala Cnelho, alferes
a.aiaute d'ordent anearragade da delalhe.
EXTERIOR.
consiam os preea qae obteve o al'tpe Alicanlin i.
I) charque a ."> palares i|i|.
O banco desla desgraciadamente nao presta lo.
tthoao commercio. As garantas eligida .ao ra-
li iMieela oa pelo menoa ruinosas. As principies lir-
mat sa. rejeitada.. A. hyp dhecas s.lo o ten forte.
E sim he que Narriao M.irlinez e hijos Llavalld,
ele. se virara (orrdos a ti/.erern Ihe hypolheea, ili-
zem que esla por 1 milhes e aquello, por 3,300 ti XI
paUeOet.
11 sal lo ilesle pstabeleclmenio do mez de abril pi-
ra tale, aguiiJo publicado :
Metal........s. 7-2-J.fMio
, 1>aPel........5 8,!!,S
Os juroa que pagou :
Km mol.I.......g :,2. a .''. S :io:iii,o2.),l
fc, nao obstante a o tribuna, folha olcial, can-
sara altamente a sua direccao pelo nenhum aoccor-
ro dado ao commercio pelot vetames e exeluses
etibe o etemplo do banco do Brasil que toccoire o
eominerco, o da Londres, etc., etc.
E, a Reforma pacifican da' esse eatalielecimento
como fallido, sustentado tu pelo crdito qut lite d
0 governo, do qual lie uma perfeila Ihesountria, por-
quanlo endo o sea capital lao smeote de 5. .
1 il.initi.tKJO, dte mais 12 vtzei (al capital u'rcaudu
a l.70O.000,O(K) di ; !
Avahe-ia que crdito possa ler (al eslabeleci-
raenlo.
Ai .'.un iras legislativas fanerionam desde o pri-
meiro do correnta mez. Nada ho feilo. Se amlns
as cmaras bao feilo durante a mez, 5 ses-oes he a
milito, tstat sessdei sao nocturnas e doram poucr.
O debales nao se prolongam. Eslao mui longe de
se compnr.rem as nossas cmaras legislativas ao
inesino proviuciaea. Sao mu riros 01 oradores.
E.la falla oa zelo na eteru;ao do mndalo pode
lerdescoipa em cerlo modo, porqu nao recebem
subsidio como no Brasil.
O governo acaba di solneller a' sua approvaclo
cinco projeclos de les, sendo :
!. Propoodo om grao a favor de lodo, o oflicia)
expedicionarios a' campanha, eom os Indio.
2." Propondo a elevacilo doi coroneii D. Barlhn-
lomeo, e I. Emilio Mitra, Granada, PaOnero e Co-
neva ao grao de gtueiaes.
3.; Disinbuinio de terrino..... Baha Blauca an-
ollicttes.
i.- Propendo a creacJo doi postos de cornuel-
LISBOA
21 de mam da 1838,
O cortejo e beijama da lioiilum esliveram lin-
As geracst (ulura, vao ser gravemente all'ee-
ladas. E se a couia proseguir a.Mill como vai, sein
que una nova poliliea econnmira-finaiiceira subs-
litua .1 setual liueno<-.\>r., cora poderosos ele-
mentos rleiiqu./.i, s; nivelara' a Re|iublica dn l | m or a hrigadeiro.
ruguay, tanto mais .e a guerra com todo o seu cor- >-- Propondo a .,usiao da nni.,0 a' confelerac to
tejo de falaes rnusequeiicia liver lugar, como pa- "los pelo seguitite mudo '
rice, deva acontecer. |.- (lue reconhece que a provincia de Befores faz
E, no mel dealea t-han imenlo, a divida m.iis p*'le '"legraiile da confederaeao desde a proclama-
sagrada ; aquella, ruin o pro lucio da qual liveram '''" inilP",C'icia em 1810, como saneconou o
e-tei povos a 111.lepen leneia, palia e liberdade, es-1 cul,r!r**"> consliluinle ;
ia'por pasar, no valor det^O tOOOf aee herdel-l 2- (loe cnnlnm.ra'essa oni.o, nao nlerromnida
m. do norte-americano ronimerrunie While, cojos Bn tos os 10 aunes de qua falla a eeiMlilnieio ra con'
herderoi all vivera na mittlia -, lando qoe es.., u. federacao n ou antes se as circunstancias'
vida foi recunlii'ida p.lot luccessivm congressos
uivernns, O a Iminisirar.lo d'albun dos quaes
prinripiaram-llies a pagar quolds pelot ren iiineulos
d'alfandega.
Tillo islo ha COmpirado para qae a npinio nu-
bliea, .i 2 1 ;: me quero, a ra hficanrin
d'iim modo -orpreii 1 dor.
A! i"; 11 ;. mil horror n
nome de Urqaii, e nteemu a anille ceafedera-
r,io. O pmprio commercio aatim penuca. Hoje,
as opinies eslo modiBeidai. B se a opinilo for
itessa ptogres>ao ascendente, le umj rivola(ao nao I quo.
o permil-
lirem 11 ;
3." yoe chegada es. caso, lluenn.-Awet dispen-
sara' (odas a conceisoei e lacrifieios para um tai
tira ;
I.- oueeanlioaara' nolnlerim por ana le, fi-
naneairaa conservar a polllira da pal e ronfrater-
nidada com as provincias ;
... Que evitara' quinto pnssa r.o n>n da su.t sobe-
rana exterior, (udn quando poeta dillicollar essa ra-
cotislroc^ao nacional.
OV finalmeute. Oue continuara' a mtnler o slala
He occaiio de alguir.a cousa fazer, no sentido of-
fiaioio.
Deve rain -luir essa nomcac,3o enm oulra.
Dte na eacolha ler em vltla uma rapacidade que
atienda aos inleresse do imperio, lb lodos os pon-
to de vista.
Deye ordenar que os inleresies do impario, que a
sua rlgnidade, que as suas rlrcumstancias sejam de-
fendido,, sustentadas e apreciadas. nao correr n'um
deileixo ignoiniuinso como at aqu.
A febre amarella ha qoasi desapparecido. O
invento qu oriueipioo forle a afugenlou, nao tem
algoma morlali lade real, malar q-je a exihida ofli-
cialmanle. O terror f,.i maior qnc a realidade. Os
ma ticos iirr.aainuaram um grande, numero pela ig-
noran'h dn (ralamento proprio.
A mor ilidade 110 mez de abril orcon a 4(10. 00 por
di. II. Todava, dit-se que a estalisiica nao ha
exacta.
A do mez actual, raleada nao dar.i. S ao da, se he
certa a morlalidade que os jornaes Irazem.
A maronari.i pretenda prestar grandes Srvico,
easn seo auxilio e precisasse.
Effeetivamciite se comproa tudo quanlo fosse ne-
ce.sario para sa receber n'um leu lazareto particular
00 enfermos.
Nomeoo 12 rommssoei parochtaes, iguaei s 12
freguezia., e orna commi.sao central, todas alias cora-
po'l-s cada urna de 3 meinbros majaes.
O. cofre das loja. foram posto, a dipoii(ao da
eommis... central. Ilaviam mdicos majoes prnmp-
tos, e o. enfermos feriara ncolha de quem qui-
zessem.
lelamente nao fui necetiario por em quanlo laei
servaos de alia importancia, e pelo que uao se pode
deuor de Inutar o tenlimento liumanilario e phi-
laulropico que diloo taes providencias.
Hoovaram eales dio. as faita, Hala, islo he, a
fastivid.de de 3 das pelo annversano da indepen-
dencia.
Te-Deum, parada de Iropa, arlequius, fogo da vis-
ta, illiiminarao, etc., foram as testas.
A parada exibi > como 2,300 homens lnlia e guar-
da nacional, enlre as divena armaa.
II iuv.1 un os Iheatros, Colen, Victoria, etc.
A repeclica Oriental do L'ragoav, segu sempre
em deploravel rtrcam.taiicia, pelos" lleiloi naturaes
da guerra civil que leve logar.
As carairas all funecionavam, a segundo as ulti-
mas noticia, os nuisos datados 1,1111 ser sujtilos a'
soa approvac,ao.
Piesume-se que ainda haja aleara opnosi.iao, el-
les pastaiilo.
Em obsequio a' -verdade clara, es- tratado digsra
emhoracolorado, e blanquillaso contrario, he
einineiitemenle favuravel ea.a tepublica.
Por esset irjlados se Ihe dispensa favores qoasi
Igoaea aos qoe ai proviuciaa bra.ileira. gozara.
O odio da rara, o ciuma que infelizmente exilie, o
temor da incorporaran, obscitrareu lae, aervii-os, lal
abuegaeao. Difiicilinenle te achara' a gralidao.
Coiiliuuava o presidenta, a Sr. Pereira, a engajar
\ i-coi fruirezei e liespanhoes pira org.niiar;.lo ou
coiiiplemenlo dos rnrpo..
A rorainissao nomeada para ex-minar a getllo da
directora d'Alfandeg, d-o om parecer totalmen-
te daafaveravel i essa dtraclorla. Ignore-H por
emqitauto quaes as providencial que o goveroo adop-
tara a' respeilo.
atea capital, o commercio he lodo contrario a
telual sii0,c,ao : a melhor hecolorado !
lavra e o fiz ua oceisiao em que ouvi aunanciar-ie
casa qae essa indemnisarao podia cliegir lalvez a cm
eonlos de re.
Seja-me permiltido dizer Sr. presidente, que ne-
sa occaiiao me parec*u descubrir na cata, pelo me-
no, em sua maioria, aisenlimento a essa medida...
lim Sr. Depuiado : Poda ir por ahi que vai
bim.
O Sr. Souza Reis : .. e islo produzio em mea
aainio uma tspacie de desconteiit.imenio.
nao chegam ainda para coropeusar esse alto prerjo,
que se diz que tem cltegdo o azeite ltimamente'.'
Esse favor que a aiaembla Ihe concedeu, inatlen-
do-lhe as algibairas III ou 12 eonlos de ril, com o
a di intrnenlo do (0:0009, tambam nao iir.i algara
cousj para coiupeusar ea.a falta de lucros que elle
diz ter lido agora '.'
Sr. presidente, eu vejo entre as coiiJic.oes do con-
trato esta : a qoe o conlrataute serubrigado a man
lar pralear os reverbero, dos candieiro. .sua costa.
Sr. presidente, pode-se aftinnarsem medode errr
que nao lia um su laropeao com reverbero praleado.
O Sr. Oliveira foram lodos.
O Sr. I.. 1, i.in.r.ie. :Nunca o foram.
O Sr. Sou/.a Re :Eu nao vi um so' assim, e bo-
je procurando saber se islo Unha sido pralicado, rae
disaerara qu nao s fez islo.
Da Sr. Depuiado .'Foram lodos, mas o contrato
nao diz qae te cotiservassera.
OSr. Souza Rea :Botao para que era o pratea-
mento ? Seria tem o lim de ser o momo pratea-
mento conservado J
O Sr. Oliveira :Foram pratealos.
O Sr. Souza Res : Cnn.ervou-os a.sim ? Tem
feilo de.pezai para 01 conservar pralcados ".'
Sera' possivel, Sr. presidente, qoe esla casa aalo- nobre depuiado examinar, e ver ae'a ha um su
I tai lim 1 ni 4ntn as. !_>.*> _u_ m. -- ________ 11 .. _____ -a^
se levantara ; nao posto deixar de censurar o proce-
dimenlo daquelles qua arvorando-.e era senlmellas
de unta honra ficteta, de orna probidade imagina-
ria, ve o tolos os dia baratear ihuKui as repula-
ee. alheial.
O Sr. Souza Reis:A quem se dirig o nobre
depuiado '!
O Sr. Bpanaiooo las de Mello :Eu me reliro aos
que a/.em linputaroes viga: se he cinsoravel a-
quelle hornera que nao tela o aofres pblicos, que
11,10 (era diguiJade, que nao (em probidade ; nao
ineno. censuravel he aquello qu sem de.criiniuar
terdaJeirameiile aoude esta a honra, probidade, e
a digai late, faz dectama^et infondadas, ergae cai-
lello no oc, ostentando apenas zelo pharisaico.
o Sr. Suata Rtn :Nao sei a quem se refere o
nobre diputado.
O Sr. fcpaminondas da Mello :Reliro-rne ao
felo, a rita serie de faci, que existem, quise
eiiumeraram conlra esta petirao, e em geral se lem
trazido Contri todas as peticnes ; refiro-me a quem
quer que pretende fazer prevalecer opioiaode qoe
aqoelles que defeiiilein a ementa n3o zelam o co-
fre pblicos, nao lem probidade, nao sabera con-
tervir a diitoidade de representante da provincia ;
e digo eu ; se alguem quizer tazar ap11lic.15.lo, au
me refirire aos individuos qne a fizeram, direi que
sao uns declamadores banaes, um improvisado-
res, que nao rasneilam a honra, era a dignidade,
Blo <<* coiihecim, tem as sabem destingnir aonde
ella se acham. Nao lei mesmo Sr. prndenle, se
ser muii.i conveniente as nossas deci.Se qoe sa
eiga qualquer am dos membros d ra, e.seja o
priineiro a dizer que tala attembla loma a iniciati-
va em ealianjar o, dinheiros pblicos.
O Sr. Souza Reii :E porque n8o ?
O 8r. Epaminondas de Mello :Nao sei me.mo
sa a inmunidad du depala lo, se a inviolabilidada
que a cenilituicJ Ihe garante, Ihe d direilo de ir
al o ponto de lam-ar sobre a propria corporacSo de
que elle faz parle lujaras 13o poiitivat.
O Sr. Soaza Res :lnii.li' e.l a injuria ''.
O Sr. Epaminondas de MeM :O nobra desa-
lado di.se que ja nao era o governo, que nao relava
o dinheiro das cofres publico ; qae ja nao era ii-
lo deque seadoiirava, porque a propria assembla
luna 1 a a iuiciativa em defraudar os dinheiros da
provincia.
O Sr. P. I! ipii.la lie cerlo, foi modo forle.
O Sr. Souza Kei,:Eu nao duse dttiraudar, mas
e 111 lim...
0 Sr. Epaminondas d Mello :Defraudar, s-
banjar, nao zelar 1 s cofres pobliroi, s.lu piras, y-
uouiuias ; m-s eu nao admiti o faci, nao admiti
que a inviolabilidad do depotado chegna, tem pro-
\ is, era cotiveniennia, ao ponto de fazer impata-
eoes desla ordem.
O Sr. Souza Reii :E se o felo se provar?
O Sr. Epaminondas de Mello .Agora vajamo
. a o nobre depuiado leve jusilla, leva razao para
reverbero praleado. O valor desla despea, por tan- j fallar com lenta acrimonia "sobre o pronouciamanlo
lo, qae elle nao faz, reverten cm seu beneficio ; e se j favoravel que ella imaginoo le apparaeldo na casa ;
a fez. ra-l.ii,ii mal que le nao poude conservar ao | e nette proposito procorare dizer algoma coas,
meiioi por (i anuos. | priineiraineiile a respailo dos argumento! com
o sr. .ilmoel Cavalcaini : Nern ao menoi por ( que foi hoiilnn combatida u emitida que s dit-
diae. 1,llis_.it.j j Cute. *
O Sr. Sou/.a ll.'is : A decima 011 lirai se refere ] O aebra depuiado o Sr. G. Guimaraet cornecoo
nio poder o euiiiralaiita allegar nunca prejuizoi, houleni dizendo que nn conlrato exista uma renu-
para pedir in lemiiisaca.i seja qual for o caso por cia lodos o. abales e 111 '.muisat-nes, para todo, os
mait extraordinario qua se .'.' ; a, Sr. praaidinte, I cato forlnito. e uo foTtotta, lollto e insohlus,
con iicoi's desla ordem M inrluem em un cjnlrat < dlannoe e preiuizos : e se admirav re qae o peli-
luatllmenle ? ,riu nio (ive-ae hem em memoria, bem m lem-
Ao menos, srt., fijamos repeit llos auiorinamos, nao tejamos os pritneiros a aulonsar lia la I iniiisaces. (J nobre depotado qua boje fal-
0 -cu iibu-o. Iiu. lunlieui fino u-se tiesta comilo do contrato
?r. praiidenle, para mim ha um argumento mais j invocan 10-a. leudo a sua di,poncho, fazeudo era
forle que lo los centra ai indemmiacts qoe se coa- 1 seguida a de.rnpc.ao do dispoito no alvar de 22 de
luiuao padir, a he este : se aquelle que contrata com | dezenibro de 1701, que diz qae taei reclamacesnao
a ralenda, em tez da ler prejuizns, liver lucros ex- | se admlltaa.
cessuos, temos mis o diceilo de ir exigir dalle es.e O Sr. Souza Res:O alvatk he citado pelo cou-
excas'O de lucro '.' Nao, e se mis nao leraos o direilo liato.
le exigir o excesso de lucro que elle, tiverem, como
ter,lj elles io de no vir pedir lae, indeminasacoes!
rua ama indemuiia;ao qua pde chegar a HKI ou 120
cunto de ri....
O Sr. Maooel Cavaleanli : Se for justa porque
nao !
O Sr. Sooza Reis : ... em favor de um indi-
viduo que fez om conlrato, no qual ae preveairam
lodos 09 ettos ordinarios a extraordinarios solitos
a inslitos cogitados e nao cogitado, tlerlarando-ic
l que ele reuunciava a Indo e qualquer direilo de
111 lenilli.ar.1o, ou abata "' e a pretexto de qoe Sr.
pie-idenle A pretexto de qae a base enllO loma-
da para te fazer sementante contrato foi de preoo
muilu b.nxo do eotle do azeile, calciilando-se e-te
em 1-5200, sendo que lal preco se elevon 1 1)000
JsIJtt.
Ma<, Sr. presidente, quem nos diz, quem nosas-
sejitr.i que esla foi a base que servio pora seindliaiile
contrato I
U Sr. M.moel Cavaleanli : E que fosse.
OSr. Soaza Res:Ouem nos diz,quem noa anega
ra que ainda a-.nn houve a perda allegada ? A llte-
sooraria nao assegura que aquella fosse a base do
ciinti..lo. a theiourari.i usa desla expressao parece-
me que foi esla a bale ; mas nisto nao ha aflir-
111 H3o alguma.
i-.la'por ventora verificado qae o contraante da
illuinniatjo publica nao linha oulro meio de levar -a
efleilo esla illuminar.lo senlo usando do azeile de car-
rpate, que foi justamente o que se elevou em (ire-
Por loria, aiclaa ,,-.,, C. ____ ----------..,. n.u9 noa..,, i|an attm- |>- i-.^. .,i, ao np.oacin.iii. c, aroiu -1|||
di oue sen m Zl'J.'J f a' ^ V ''"i '"'" 'g,m he"^"' P''". comu se nao nobrt. depuiado, que ,.s.s palavras e clau.ulas por
',A.q"-I!,,.l'J|m.d!S?-,l,,n,i,n,*,,,?'v'nd'''e*1,,,nn,) bl"'a>"'n o. menos considera los pralicados pela j elle, ciada, nao pod.m nu:.ca mai, solfrer reclama-
pnmeira autondade da provincia. Invenios mis (am-1 C"" contra da parle do conlraladores '! Ma e 01
bem de acumpanhar ena torrente de favore al o aebra deputailo, al rain prnpoiice vagas, como e
panto de exaurir o* cofre ? as defender, como ,e as responder !
O Sr. Manuel Cavaleanli :Nin nio acnmp>nha- Sr. presidente, lae clau.ala e palavras sao como
mol, empurramos a atilorilade ,. commelter e.scs | se diss I.....tm ipalavra tahelli.s da todas as ee-
,c'"' i enplura a contrato), ella nao embarazara o direilo
o !>r. tranza Re, :Eo relo, Sr. pre-idente. qoe \ que ai parles tem de requerer, quando ella pod-
is aatim, mi. cavamos a notsa ruina, rein prnvar evideiilemcnle, que prejaizos e letSes
O Sr. Epaminondas de Mello :Sr. pniidenie,
ea iiiiu pinto anda deixar de nolar a facilidade de
por prejuizos qie multas vetea se prtvm, e .m o certas durus.ei ; eu nao posso deixar de me adiar
menos demoiislrarem evidenlemeiile que de facto aa em dilliculdades, quando vejo as propoiicei urna
dorara lae, prejoizo. certa abslrarc-lo. um vago, uma falla da tolidez que
Sr. prndenle, ha preciso um parndeiro a estas nao he possivel aquilatar, discutir a rorabater. Se
coosas ; desle modo nao sei tanda mis iremn. parar, 01 nobres depnladus lem ama npini.10 fita sobre e-
porque, como se nao fo.se bastante que o presidente I le ponto de direilo, porque a nao deaanvolvem, por-
j'.!1"'''' izes.e eonlralos illegaes. que alia, p- j que nao te apresenlam claram-nle ? Entendera os
da
Cinlinuaa iniernipi_i 1 das relae/ies eommerciaas|Sr. prendenl
cora e-la estado em prejuizo ao cummercio mutuo.
Sendo admiravel que a diplomacia qua em ludoee
lugire nao haja acabado cum tal siluacao anom il j
prejudicial.
A repblica do Piragua, segu sob a palamai
adiiuui>trar,.iu do teu diclalnr o .sr. Lpez. O qual
mandando rahi.rar para o sea a S.roao.rio o esbinja
algunt insulina aos Estados L'nidot dele que ou
b que st prepara, para coagt-lo nao a dar sa-
litfaeio di insultos e aggravo, mat a' indemnisar
prej'iizusde subdilos daquella poderosa naco, 111
clo,ive o ex-coiisul Hopkini, que le diz, ierar de no-
vo para all nomaiado, a sobre essa n nueacao voci-
fera a diz que uao lera' recebido.
O Sr. Lamore, mililitro, que se diz etta' nomea-
do, arranjara' tila questao, e nao podara' deixar da
tambera aqui arranjar a rclamac,ao While de qoe ja
fallei antenormaole.
paraceu que a maioria da casa menta em temelhan
! iinlemnisaeao ; deiconlentainauto por nao ver ra-
zie plausivel pata te conceder a intemnisacao ,
de.eoulenliimento por ver que os cofre da pro-
vincia anida nao podem corresponder as necesida-
des della, desconlenlamenlo por ver qua ja' nao In
'.miente da part da pre.i enra da provincia que
Pa,le,n do qoe teodem a compromeller ot cofre-
pblicos, e a e-banja-los, mas qua esla casa lamben)
l ma a iniciativa para assim proceder.
Cruzara-se diverso, apartes. )
Eo Sr. praiidenle. li hoja cora loda a attencao a
pelic,ao do coiilraiiinte da illuiniuac.i... e nao \'\ em
loda ella ama razao plausivel para o teu pedido,
nem descohn nelle..en o o animo deliberado em qua
h 1 minio esia esta hotnetu de vir pedir a eita caa
favores.
Muilos apoiados.)
I Sr. Depuiado : Tem bom goslo.
O Sr. Sooza Re. : !Vio ha a primen
prndenle, que o contraanle da 1
viudo a ena casa pedir tatures.
o Sr. Manoel Cavaleanli : Qoaii
si's.'io am que elle ca nao venha.
O Sr. Souza R.is K enlrelaulo nao sei pirque
elle dtz .qui na sua policio (leudo) : esla assembla
nao deva por ceiln estar a formular actos que leudara
a ueneliciar particulares ; fie soineule por amor dos
inleretses pblicos que ella le rene, que ella pre-
en s"i, nrios.n
0 Sr. M laoel Cavaleanli : Sim, he para deixtr
para os bons fiegue/ei.
O Sr. Souza Rti. : N.o ser
vez Sr.
disto, e em occa.ian man opporlutta ventiquaraos j tode
tambera
Ca
e.le Vigor, (ota esla imDorlauria qoo os uobr
guia IndemniucJJO na le do oreainenlo a este res- Ihe. nina motle prorapla.
peno, nina mino, qae poura alienlo uis raerereu 11 lina Voz : Tauha pinta le :
umin.irao leiii|gociotanseri.,e que neuliuinaalencn temos p-,ri com OS'. Epamimmdas de Mello :Eu peco aalten-
;ssa eommistjlo, a quem siihinelleu-se o conhacmen- I cao da c i-a.
qae nao ha
islo um carneo
Ouando mis vemos que em urna
otbate paisadaa essa mesrao horaem veio pedir a
esla casa um adiaiilamenln, creio que a pretexto de
que .. im,., contratado a illumiuaeao a gaz e que
com isso tmha prejuizos ele.
I m S-. DapaledO : Mat pedio |abi(e ?
I) Sr. Souza Iteis : I'tde agora.
L'm Sr. Depuiado : Pelo contrario, o qoe elle
pede he augmento.
0 Sr. Souza Res: E cedeu esse adiantamtnlo e entretanto ealcola-ie
o prejuizo que dahi reiultoo para o cofres da pro-
vincia Diz-ie nao houve prejuizo quaii nenhum,
porque Huta o peticionario de receber em presl.ce
ena quanlia e (ila fui a.iinrlisi Ja dentro Je om
auno.
Cm Sr. Depuiado ; Ha de ser.
O Sr. Souza Re : Hoave prejuizo para os co-
fres, digo eu, porque podando 1er applicado esse di-
A uolicias do Pacifico s3o anligai, ai ultima! "heiro as necessidade da provincia, e priocipalm-n
flu"'ilo a : le aquillo a que ella eslava obrigada, nao o tu, por-
I.lula : cifram-.e a i.'.ier que uro Ierro das ca-I <1c i,e dinheiro fu dlrahido am beneficio de um
muras he oppoticiomila, por isso menno, que bouv 1 particular com o que iste lucrou nunca menos de
plena liberdadi elnloral. I2.'00(rs ; de maneira que em vez de se Ihe Harem
Havia chegado a Valparaizo o general Vivanco ei- WsOOOJ que unicameule liulia diieito deram-ie-lhe
presidente do Per', am fuga com alguna o par- I J2:000o !
ctaes. Mas esse favor ainda era poucs ; esle anno vem
O comraandanle d esquadra peruana, depoi da '"'1 Para aqui o Sr. Cuimlo pedir indemnisar;ries,
derrota do ex-presidente, se apresenlou cora ella em e pedir indeinuisaees, Sr. presidente, de cou.ai qoe
1 : e si i.'iz a disposijao do novo prndente ge- !,e relerem nao a poca actual prupriarnente, mas ao
ueral Castilla.
Mxico.O ex-presidente Commoufo't, era faga,
havia chegado a ,\. 1 Ir lean..
O general Sania Anua apoiado em forras navaet
he.panholas, havia desembarcado. Nao 'se duvida
qoe el[e de novo asiuma as rodea do governo para
ahi eaiar ale qu? o expillam, se ainda desla vez ti-
ver a feltcidade de eicapar.
Mais nadi lenho a noticiar-vo
aqui.
PEBiaauca.
ASSE.MBI.KA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
MSSiO ORDINARIA KM 2 t,E ll.tllll DE 1 858.
Pretiitncia do Sr. Bario de tamaragibe.
A's II 'j hora da manda., aborta a sesao, lie
lid. e approvad a acia da anterior.
0 Sr. I'iecretario faz leilura do .egoitile
EXPEDIENTE.
1 m oflicio do rrelario da provincia, participan-
do que .e lemetie.a ao Bim. prelada dloCMana a
pmjecto 11. 'ii decte anno.Int.orad.
Oulro, declaraudo que foi Ijausmillul.i a Iheionri-
tmpo que lem deeorrido desde 1856. Poit l-
menle asura, Sr. presidente, foi que o peticionario
reconheceu que eslava soflrendo tantos prejuizo '.'
O Sr. Manuel Cavaleanli : Achou boa a occa-
lUo.
O Sr. Sou/.a Reis : Oa esperara algoma cousa
que o aminasse a app.ireeer agora ?
Eu creio, Sr. presdanle, que se proccdermni a um
Concluo 1 balanco exacto entre o, deveres que linha a ramprir
o peticionario a aos qua elle saiisf?/,segundo a, con-
| diee do conlrato,he elle qutm deve indemniiar os
oros da provincia de sotr.ma tnuilo superior,, ella
qu pede.
AppliDuo, muilo hem.)
Eulrelanto, Sr. prest tenia, he
lo dessa prelenc.io ; porque, seuhores, a Mumieeo
pe lio inorioarries. as.as iiifortn.ces ehegaram ca-
sa, ma. 11,10 eaperoo pe 1 pare'erda comuii-sn.
e quer-so que raMlvamo. nnlependenla di.to 1 O
qoe qoer islo dizer'.' Enllil pira qua strvcm as
commi u-s. ,;. parecer, e os dados que ella, not po-
dem fornecer, se ns mm esperamos qus ellas emil-
tatn o sea juizo ?
Por lulas eslas consderac,ei, Sr. presidente, au
vol conlra seinelhanle emenda a confio que a ca.
rae acomnanhar.i neste proce lmenlo.
A oulra emen la, Sr. presidente, he a qu pede a
ab.olvii;.lo di mulla imposta a Uaphael Lucci.
En.Sr. prtsidente.faQo parle ila cominitilo qoe dea
o seu parecer a respeilu de un. papis que foram
mandados para e.la casa pelo presidente da provin-
ria, e dos quaes apaita consta uto : o qo S. Exc. o
Sr. presidente da pioviocia manlava reroeller a as-
sembla provincial a portara pela qual mulloo
Kaphael Lucci, e bem assim uma pelillo que a e.le
respailo fez o meimo Lucci aniel da lar maltado.a
A comini.ao de queeu faco parte di.se uo parecer,
con lo-lho apresentadns os papis relativo a islo :
he d parecer que fique ssiembla entendida do
proce lmenlo de S. Ele. mandando-se archivar os
mesmo documentos. Eu creio, Sr. presidente,
que o lim nao podia ser o parecer da commissao.
Im Sr. Depuiado :E fn approvado?
O Sr. Santa Re, :lliave quero pedi.se a pa-
lavra e ficou addiado. Ma, agora, Sr. prndente,
vejo apparecer uma emenda, mananlo Inrnar de
ncuhom effeito esa mulla ; ma, fondado em que'.'
Ripiiael Lucci pedio aknma cuiisa a eta casa '.' O
r Porque parea pide htvef enlre os tobredilot
casos algn, que se facim dignos da minha religiosa
e indceclivel clemencia ; reservo para o mea im-
rnedialo eonueelmenlo a deci.ao do, casos em que
cuncorrem aquella, circumslancias, para nelle* man-
dar proce ler rumo adiar que he mai, justo ; sem
que cora Indo esle remedio extraordinario possa
servir da impedimento eo, roeios ordinarios, com
que na forma delta lei se proieguirem ai exeenees ;
emquaulo nio honver immedida e especial ordem
minha para ncllat sa obitar, ara lodo, ou em
parle. 11
O Sr. Epaminondas de Mello :Ja vern poi, o
nobres dtpuladea que he a propria lei que estabe-
lece excepcao a sua regra ; ja vtm o nobre de-
pulalos que a lei prohibe que sa facum reclama-cei
le indemniar-ao pirante o poder judiciario : ahi o
arrematante n.lo podem ir reclamar imlemnisaraa,
se fosse nao seria altendido, porqaa a lei prohibe
que pelot meio, ordinarios e no juizo elle possa re-
clamar contra essas palavras e clausulas, que exil-
ien. 110 seu conlrato ; mai o poder sopreroo reser-
vn para si o direilo, com todo a toa independencia,
de alien ler 00 nao a e.ias r.claimce.. Ei, ah a
propria lei e,lahelecendo a excepcao, commellendo
ao rei o direilo de avahar da ju.tica de lat recla-
raacijis.
O Sr. Sonta Rei : E quem Ihe negoo islo t
ouem Ihe dis.e que a anemblea provincial nio era
competente '.' S eu assita o entendis ler-lhe-hia
dito qae a emenda nao potia ler artila.
O Sr. Epaminondas de Mello : Se poi mi, a ai-
pre-l lenle da provincia no. ditse que haviom duvi- i mhlt provincial nos contratos da arreraalr.o da
'as, ou qua elle mesmo Imita duvnlas lobre o h.iver | ""' 'as provincioes figur.imoi como o imperante no
oa nao hem a leu lamente imposto e-n malta ?
N.ln, nada no. diz, nao faz mai, do qne communi-
cacar-nos um acto sto feilo em virtad.da lei a n s.a
delibei.ieao por lano nao pode ser oulra leno dcla-
rarinos que lie irnos entendido.
sr. prndente, a pelii;ao da Kaphael l.neri cons-
l.inle des.es papis nao f-.i no sentido de pedir uma
revog.sa 1 do acto de S. Etc., foi sim no lealidn de
pedir a entiega do lliealro, a islo ante de S. Exc.
Iba haver 'imposto a mulla ; mas depois que essa
multa Ihe foi imposla, Kaphael Lucci nao pedio
mai nada. Com pal, Sr. presidente, autonsar-se
a revogacaod">a mulla ? fundado em que '.' Nem
ao menos aquella que a sollreu reclamou ou pedio
algam canal a ete eait. Ea porianto, Sr. prcii- 'riuxe nara a disrossao, entre oalrai cousai que dis-
denle, vol conlra ella emen la. SI"i "* grande lacro que o peticionario lioh.t lido no
contrato das rendas geraes ; te poi, a propria lei
nos reservn o direiio da apreciar enes catot con-
forme ai .uai eircumilanciat ; loda a questao se re-
Antonio da Silva (jusrao.
O Sr. Sooza Reis : lando em vista sempre ena
enn lieiu do contrato.
0 Sr. Kpaminondaa de Mello: Nao; porque
es.a eondletlo para nos, nao nrve de nda : lervi-
ri.i de muilo, terveria para que te na. attendesse ao
peticionario se n fuemos um tribunal de juilic,a,
lt' te litesse a reclama^ao.
O nobre depuiado o Sr. G. Guimaraei, hontem
ni'.i eita emen
Eis, Sr. presidente o qae lenho a dizer a rtspeito
das emendas que o (trapo rae permiltio apreciar.
O Sr. Epamiiioinla, da Mello :Sr. pre,denle, a
discoa.aa lienttm havida .1 respaile dssa amemla
justamente o con- i,|e ,.-, eombelida, obricoo-rae a pronuuciir al-
rano ,ue .a quer fazer: c m. pois.vel que esla ca- : *,, .,,, ,,,., "g .
I ah a neces-i |, |a da vir li qe j. que o nobre de-
O Sr. Mm le Cavnleinli .Ora Porque n.lo
O Sr. Seaia Res : E o lata .' Njj -.eik com o
meu vol.
Sr. preiidenle, conslanlemenie eu tenho ouvi lo,
desde que ii fez este contrato, qoiixasdi sua m,i
execoc3o,qaiiias no stnlido da falla de illuminacai.
pelo menatdorante o tempo em qoe o nelieloniiioera
abrigado a coneetva-la; en mcino.'M. presidente,
.,.11 leileaanh 1 ocealar de qua em mallos da al i
e mais horas da uoile.ein nolles de escuro,em alguna
lujares por onde laulio passado, uo se \> li-
rio provincial a reanlo nominal do. Sr<. depuiado, luminac>i.
que tm mez prximo lindo coraparecerain as eisi I O Sr. ti. r.nimaraei : Diz-se que foi ero noite
desla Bssemlilej.iDlciiada. 1 ue moilu en(o.
pnmeiro periodo do seu contraa : troaxe a falla de
um cerlo numero de lampias qoe se linha dada du-
rante o contrato : e dahi roncluio que o con tratante
se havia locuplatado com a differenra do preco qae
se pagara pela illumiiiar.'i >.
Sr, me-; lente, eis ainda oulra declamacjo, eis a-
nda uulia nuputacao grave.
OSr. ti, (uiniarAe :Ora, n3o ha nada que nao
sejam declamecoe Eu r,ao moro em Carnar.
OSr. Kpiminondas de Mello :N.lo te agona ;
declam.ieii ha alo ama fi-ura de relhorica : allegar
O sr. (,. dolmariat .Mesmo antea-disto Ulava a uo prnvar, he declamar.
Eis ahi ainda .mira imputarao grave qae n3n de-
va ser proferida na caaa, seuao provada convenien-
temente. Mas, Sr presdanle, em que fundou o no-
br di i iio s.., jatio para as.evcrar a casa que
.....o marcada
no coalrato nflo eela1 eomi
O Sr. Barro Barrate :Ea lenho am documento
ollieial a este respeito.
O Sr. Epaminonda de Mello :Em que fonte foi
o nobre' depatado bascar 1 verdade delta asser^ao
pal le lanto insisti sobre -se ,'issurapto, di/er al-
guinirnusa mais desenvolv Jmenle em favor da
opinilo que tenho.
diepoato.
0 Sr Eparoinonlas da Mello .Admiro o dom
que l"in o nobre depuiado de ler em minha rout-
Cieneia.
O Sr. Ir. Goimirae:Tanto q rn pedia que
en filia''" I 1".......pieria resp nier-me.
O Sr. Kpamino 1111 de Mello :Est engallado ;
nao Ihe p.di semeltianle COOM.
Sr. pen lanle, eu ae alegro rauto qaando ve-
jo se irgeertm 1111:1 cm favor dm cofres publico,
I I
l\ /


DIAIUO DE PERNAHBUCO <$ IM A 11.IKA 17 1>E JIMIO DE 1858.
.. --. i./. Kc- :No prwadtmenlo do inspector
l IMI Ulalli.
ii m Lpaniinan.las de Mello :0 nobre derola-
.l.i .'./ era qoe a foole deala emecfjia lie oin aclo
Iketaararia -r. > un litis : Wm m aqu: e nao ha qucm
ai*. *i.a '1 -
. >r. BfMNttM la de Mello :Mi* nolires de-
ptliloa apreciara. liem cal* acto da (liesourana,
ew ainirnu-no. s.di-in qa-ies as iuj* conseipicncia*,
qul o Mullida delliilllto'.'
i Sr. Soii/a Pus :Ora, se tormos procarar o re-
alale drliuitivo au l.etn >ei qual he...
< --. fcpjmiuondas al Mello :Si.- presidente, a
di-t-ibuico e a collocacS* doi lampeOes nao foi falla
eai a Jevid* rMali*a ajoea i**o eslava incumbido, asst.tio, verificou, (creio
ja* I policial a riferida eollocac>>.
cid Sr. Diputado :Kniao. o piuntiro que con-
taa h lirnpeia n,1o era poder competente?
O Sr. bpaminouda de Mello :Ku eilou fallan-
do anal, condirao do contraso, com a exposic,3o Ins-
n seo principio, digo que a polica txainitmu
e jo* os lampeea i*l..vam enllocados nos luaa-
lencia do anini gordo para provar quo os lurr.ts .lel-
le conipensariain iis perdas do auno magro ; ma*
conceden.lo que liDiive laes lucroa, cunipre *ab*r te
ellis e*l.lo quem ou alui das perdas aciones e e\-
cessivas.
O nul.ro diputado que hoje tomen parte na dis-
cuao, Irouxe para ella razci e arut memos, qne
nao lein nada com a que-lAo que nos oceupa ; qne
pdenlo influir para demonstrar o carador de*se
arrein it.inle, mas que na la alan para a que-lan. O
nobre depulado dase,aaae boinem tein lindo lodos
o anuos fmer aqu reclamac."'*. aempre vein pedir-
no favorea. Eu creio que n.lo lie isli exacto, n.lo
me consta que bajam inuumeroi pidiilug desla aire-
matautt a respeilo dos moilos contractas que lem li-
to com a fazenda ; pelo contrario o q le me coma
be. que seudo elle ha muitos anuos contrarame com
a fazeuda publica, nunca pedio ludcmnisiires nein
abales, nem moratorias.
Lu Sr. Uapalado :Eilava-s* resinando para
agora pedir da maii.
O Sr. Epaminonda de Mallo :Peri o porm esi*
empreilimo com o qnal diz o nobre cepulado qne
e fez um damno as nutras naceasidadis da provin-
i. de Bralifleafo devida .i profesa ra i. Mari* Ce- dei>ai lingual etlranlrat, r turnar um arlisli Ij po-
incnii.a d Figaeiredo. Paula Baptiila.V. Vil- grapho, nao um bomoni de vastos coabecimeuloi,
lela.
lie 'imbam apoiada a aeauinle emenda :
eaad --o previamente a eiiiteucia -ios prejoito* que
liz sollrer o arremalaule por RMio de liquidadla 00
qualquer entro que o govemo jalear conveniente e
ntceasarto, podando na indemulurlo faiet u< roodi daquella At*oeic.o, como a? roinhai reipailoaai fe-
ficaoe que entender de juilira. (aspar Drum- licilaroes.
mai cr.iibecedor dai|oillo i|ue Ine be uecessario para
o bum dpsemptnlio da prapria ni te.
Como orgia da A.sne>ac,floT\poRrapMra l'frnsm-
bucana, cojos senlimenlos bel manifestado, pcnnil-
lam-me lia Muslrados cavalleirus qne Ibes apr-
senle n.lo ->i os mala puros volea de cimera gralidilo
iron 1.
l)o;i i- ile algorras considera^oes .'.os Sr. Uoncal-
ves GainaarlM e Manoel Caralcanli em oppoilflo as
emendas que maudam dar indemuisacao a A. da S
(U-llli.l.
Tendo ja dado a hora o Sr. prasi lente marca a
ordem do da levanta a seasao.
PA
res cafa jetales ; nao obstaute isto a theaouraria se- ca, porqu esse dinliairo podia aer applicado a ou-
caud me informam, lamhem por si verilicno osle i Iros objectoa de importancia. Eu creio que islo nilo
lacle : tasim conlinuou a inpec(;ao da Iluminaban ha assim ; porque o nobre depulado sa le que o que
per anu .a aunoi a* carca da polica, nunca a poli-I ella pedio foi que se Ihe adianlassc a presla^o que
le devia pelo seu contracto e salie o nobre depu-
lado qoe tsla prestacan eslava volada n'uma verba
especial do ur^amtnlo, e que durante o anno do ein-
preslimo essa verba nilu poda ser deslocada para
oulro qaalquer objeclo.
O Sr. pnuza Keis :O qoo, senbor? !
U Sr. Epaminonuas de Mello :Digo que a \'-'..:i
do empreslimo eslaudo determinada m li do orna-
mento para illumiuacao da cidade do Kecife, ola
podia de forma alguma ser applicada para oulro ob-
jeclo, e aasim nenlium prtjoizo trouie aos cofres pu-
blieos o ser ella adianlada ao arranciante.
O Sr. Souza Reis : De maueira que desde o
principio do anno eslavam guardados us iO coolos
pera a illuminar.lo'.'
O Sr. Epaminondas de Mello :Sim senhor, goar-
darem-se, ou n.lo poder se fazer oulra apphcac,So,
be a merina cousa.
O Sr. Manoel Cavalcanli :Al ha urna caia es-
pecial para se guardaren) oa 40 conloa !
O Sr. Epaminondas de Mello :l'ortanln com o
empreslimo n.lo havia prejuizo para i 'alenda ; ma
aiuda quo assim nilo fo*se, nao ae pode diier que es-
se horneo) lem pedido muitos favores de forma a in-
fluir isso para a queslSo actual.
O onbre depaiado anda dase fazen lo um halan-
do entre os direitos e os deveres do arrematMite, que
elle he qoem nos deve alguma coosa, que elle lie
qoein deve a fazenda e fallou-nos nos lampees apa-
gados, nos lampeas ilaslocados, faltas essas que nao
eslo pruvadas; mas lie necesaria que se diga que a
respeilo de lainpees apagados, euale no contracto
ama mulla muilo forle, porque cada lampero acce-
ao cusa a fazeuda 180 res, e por cada um qo se
aclis apagado, paga o arremalaule urna multa de
1?. E a pulicia a' cujo cargo esta' a iscaliiaflo da
illominarao, lem sido 13o vigilanle, que nao lem
dmailo nunra escapar lampeao Ipagadv, aeni|ire
que eaa falta se deu, o arreinalaiite lem sollrido a
mulla qoe effectivamente tein pago : e as ver.es in-
justamente, purqne sabe a casa que um lampean ou
oulro pode-se apagar conforme a for;a da eslaoao,
por qoalquer circomslancia independenlc de des-
anido do arremalaule, succadeudo que muilas vetea
quando vem ebeg udo o acen ledor, ja' lem paasado
a ronda a multado o arremalaule por que o lampean
eslava apagado.
Eu esirauho. Sr. presidente, qoe quando esla as-
aeiuLloa aa diflerentet commisses ca casa ja' lem
dado pareceres a favor de arremataulet tle cnnlraclos
com a fa/.anda provincial, quer quarloa inlemui-
saeea, quer qoanto a abales ou mullas, por causas
geraea qu n nt poliam ser removidas, que lodos ns
conbecemna ; que se queira fazer urna eaceprSo au
pelicionario.
Um Sr. Dtpntada :Que commi?*a '*
(I Sr. Epaminondas Oa Mello :E al eale anno
apparaceu na casa um projecto em que se diz, que
fica o guverno aulnrt.ado a conceder abales a lodo
os arrematantes que tiverem sitio preiudicados.
O Sr. Mello Reg (Kapliaei; : A absolver das
mulia*.
O Sr. Epaminondas de Mello :Absolver das mu
las ou cousa que o valha.
O Sr. Souza Res;1-so be cousa milito dlffercnle.
O Sr. Epaminondas da Mello : vlas ha oolro
projeclos e pareceres especiaos, fa/en :o eoneaaaOea
deata ordem, ha oatroa mullos netos legt'laltvol re-
conliecenilo lodas e*sns circumslaucias e\lraor lina-
rias que ti peticionario allega e chama en) sen favor;
tle maneira que para lo lo o mundo os salario* 00-
Inram, as matetUs primas nuplicar; m tle va or,o
azeilo Iri.dicju uu qnadiuplicnu, mas nada dtslo se
da' para o pelicionario, porque o peticionario Ma
n'am mando a parte, nto esla* no munioem t|uc
nos vivemos] : quando todos ptrdem, elle por torca
ha da Icr lido locroa iuunensos.
O :ir. S iura Iteis : Pelo contraria.
eia dtseobii > um Dumero menor ile laropaea do que
j-iicI, qoe o contrato exiga, a theaouraria tambem
verifica, u e aclaou qoe era acto a numero dos lam-
r-eta c llocadoa em le'erencio ao conlralo feilo, pe-
le qae i agave as presia^ei devidi* ; eutrelaulo, nao
eei oc.T i. ao sei movido por quem, ha pouco tem-
pe, eale anno, appareceo o boalo ou o dito de um
fcaantin. qoe kavia u'um dia, ou n'um dia a manhtla
rtvrridJ ladaa as freguezias, e acha'ra que fallavam
lanos, M quintos lanipees. Creio qoe Milla.
D8. tira Keta :l'oi aaaim que le fez a pri-
aaeera coi lagem "
O Sr. Epamiuondas de Mello :E como foi".' As-
fian eoai ciier.
Em rirlade detle fado o governo oflicioo a the-
eavsararia, e a theaouraria oIcku ao contratante, im
pande- h h maltas, oo faiendo-llie o descont daa-
s lam sees. -No memo da en qoe o contratante
recebia par.cip-cao, responde immediatamente que
era loe cacto, qne era falso, que elle pedia a venli-
cac,Jj la coi lagem, cpntagem que se fez novameule
csea e mesmi) homanr, acoropaiihado de pesaoa da
coeCao a do arrematante. E para facilitar a conla-
ceaa furam-sv numerando os lampeOes, e afinal a-
cboa-ae, qoe Dio havia falla net boma.
O Sr. Soun Reia :Oual das duas conlageos ha
a ser.lawleita. alo aintias t
O Sr. Barroi Brrelo : N.lo til ha o numero, maa
lem.
O Sr. Epamioondia de Mallo :O qoe he verda-
de he qie o grvento convencendo-ae da raalidade
ase numero eiarlo dos lampeoes collocados, mandn
ordem a thesootaria sospaiidendo a primeira, e elle
asi fei multado ; contastam oa nobre depulado es-
la aetanda crde.n *
A caara me permiltir qne en laia alguna docu-
mentos aohra eale poni, docomento.i que o propriu
arremalaule alcjn^ou, requerendo a's autoridades
policiaas qoe verTicassem por si semelhanle conl.t-
tem e Ine deven disto um altaalado. (lo,'.
e III n. Sr. Dr chefe de policia. Diz A. da Sil-
va (jas nao, que | recua a bem de seo direilo, que o
aobdel ga 1o da fr-suezn da Boa-Viata Ihe alleste,
qeanla lampedes .inslem na dita freg loi.t, inclusi-
ve a penle, e se lem eslado eOtetivamcnle collocados
eleAlile qneiendo. SeereUna .le policia de
l'arnanibuco. 1VI de maio de I8-Vs.A. I,, da Cama.
loforme o Sr. m-peclor do 12' quarlmro, a qucm
aelorisc para a eonlagem dos lampr&es.Subdelega-
ra da Ireguezia da Boa-Villa, -JO da mato de 1838.
'.. de J Imai taEm cumprimenlo da ordem de V.
S. lenh i a aignilie.il -Ihe, que proceden lo ao enaina
ale estado m qne se acham oa lampeoes, que Ilumi-
nan o ...no da lioi- Vista, achei o sen eslado satis-
factorio ; asim como qoe o numero d^s roesmos mon-
tan) a 338. ti inspector do 1'J* quarleira i Jos Atld-
ala Uata.Deferido com a itifonn ..;.To jimia, a qual
val por mim rubricada.Suhlelegacia i'a Ireguezia
ala Boa-Visla, ele Crrela de Alineide.
Aiie qoartei'n. eAiatein ne-la Ireguezia. ct Mcalos 182
latnfces. e todos cu bom ealado.SubJclegacta do
Reeaf', 21 de m.io tle IS'iS.Guilberme Jos Pa-
leiri.
Sebea a informarlo tos inspeelorea de quarleiran,
Jo Isi ta Alvares Ou ttlal, Olimpio de Souza Galvlo,
elaartara \iitie> I impeli, a quem i omeei para
verifi-arern o numero dea lampetVs aiislentif ne*la
'.-e;oeia. j|ielu qut evialem -J' lampeOH, neit i
I e.-tir/ta.> ili 'eleg cia de Si i J M -lo Itecife, 2!
de aaatedi ItCift. K laerde Prederiea Biaka.
Ten'.--o deaeneaBLnhado utna pelton de Anto-
nio da Silva Cusma i, -i tpie i o lia que Ule a 11
qe.r |CB enlloca toa fiesta freg'iczi..
c.eclaro qae ettaiem tilt-livanunlo cnllnra lea !lll lam.
pe*""- .ios Afog.i lo*, 21 le ni do de
- Sobdelegado, lose t,orgoniu Taes liarrelo,
upriti lu a parlara da V. S. lisiada de 2' do
rajada mez. alie.lo qae contando o* 1 impres da
ilion-, abalea rjesta ireguezia, acln i 27li lam-
pe*e>, pirlencenles a e-la fie^ue/ia, i*lo be, nttn in-
clointaoa lantnr..* das ponte* to IVec.le, 'n.iva e
I i .la 11 v -Vala, e iuclumdo H lamponas
qoo ealln col orados na ra que deila a frente para o
fajaja da itreja de >n;a Seuliora da l'iha ; seoiii
ila err virluded* ileclarar-m* n encarregado lo
rentolante da illnmnarao pabHra*, qoe ooiilemplavn
es* Irea Uri.(ie..e< c mo de-la frcguc/i.t ; a nume-
rara* rto* lampeoes lie seguida, paitin lo ta esquina
de sebeada) do comm -ndailnr Magalhaes llaatns, e ter-
ar.i.-.u lo na Camboa do (;armo : os .'I lampe fa-
leea p*rte di nonier.ir.i > aecnioa. Terceiro quartei-
ija .: dial irlo da fresosla tle Sanio Anln-
i.. S de mam de I838.0 inspeclor Amonio Ma-
n-iel l'eraira Vieuua Juniur.
Lnlregai-e a 3 sopplicaule a informa^o do ins-
perlor deata sobd'-logac a Antonio Manoel I*eretra
V tama Jnior, qae s.ti pee mim lubricada, com a
qeal altalo.Sea)aleia>gacta n.i freguezia de Santo
Antn do Iteci'.e J?) de malo da IS-S.Villaca, sab-
dilezi lo.
Sr. Epaminmidia de Mello :Ja v pois .1 c-
mara qtieelom da verifica^ilo primitiva feila pela po-
lirii, aa orc.t'in da eollo*-acAn feila pela Ihesouraria
o preprio arremalaule rerorreu a policia pedindo
nova cmiagea, e ohteve e*les documenlos que aca-
bedelrr. Mar hoje oa oobre depulado* tli/.em em
aparte qoe o fac he eale : que a primeira vez se
eaaotariir. e nao eiistiam toloi os lampeOes, que da
> a e ronlaram e ie acbavam carto*. Sr. pre-
nden!. ea nto eei qoe necea-ida io lie da losislir
n'ean ngano, qaiudo a verdade se deacobre.
i Sr. S.oza Keii :O qoe falta he provar-se que
havove encauo.
'' Sr. Kpaminondaa de Mello :Mas prove que ca.
sa prirneira veiilieacao he a verdadeira : eu digo,
qoo niaa, por qoe foi om homcm qoe o fez u'utti.i
nanhli, oa em da e meio.
Obi Sr. Depotado :Mta qnem di*se islo ao nobre
Jopo atol?
Sr. Epaminondas de Mello : Era lmpossivel
que i ronlagem dos lampeOes, se tueste por esla
mane ri: lao depresa.
OSr. Mello Rceo Kaphael > :NlO foi n'um dia,
nem n'oma mtnltai, gistaram-se os dias quo Inram
paaamtaa.
' S-. Epaminondas tle Mello :l'ois digo ao no-
bre depelade, qoe esle proptio Itomem deelarou pe-
anle diversas pesaoa*. (segundo eslon informado,
qoe, t *ha feilo a primeira eonlagem n'tim dta pouco
mala oo menos, ja se v qoe foule a qoe os nobre tle
t alad se referem nao merece credo ; por que ao
obre depalado disae urna rou-a, e a oulros qoe in-
loraavma mim, di*e onlra cousa difirante.
I o'tinle esse juizo tos nobres tteputadns pode ser
denle e a erro, e engao, e lano a base nao he segu-
ra, qie na secnnda eonlagem mandada fazer pelo go-
vernc. e numero ia? lampeOes eslava eerlo.
Ofer Saeta Res :Aasim he fcil argumentar.
(I mT Epaminondas de Mello :Eo nao sei como
i apresentar ama irgumetitacio que agrade aos
ras depolados.
i tr. C CoimarSes :O verdadeiro ha dar-ie a
mama aim|ia.
O Sr. Epaminonda* de Mello :Nao conlra o nu-
mere dea lampeoes deale : pergauto porqu*, como
se vet.lacee '.' Fui em Itomem que o *or contar^ um
iMoaoai qoe Bao eslava iniciado no.*y*lema da coq-
c*; dos lampsei ; mas sop,-ionl.a--e que conloo
rom iodo o coidade a eneonlrou s filia de 20 lam-
a vial* dislo exije-ae a oillerenca do preco do
aittanle, mis eale unmedialamenle reclama', diz
ajae ladea os lampeOes eslao collocados, pede verili-
caajjae. fai-se vanlieaco, vsie meamo homem he a-
rempankaile de onlro, e acham que o numero de
lamp'ftcs cU' cerlo, que he verJade o que diz o ar-
remalaule : o qoe be que hade prevalecer aqu sera'
0 dito do homcm provedm as perdas c prejuizos.
O Sr. Manoel Cavtleanli :He a verificaban. \--nn a casa deve apreciar esle ponto : eiiste ou
11 Sr. Epamitioud.s de Mello :Se cu desle mo- nlo eesa tlillerenea enorme enlre o prer.. que servio
de ai lo arguiu-i:!.. brin, n.io sti rumo >e po*aa r tle- ; tle basa pira o conlralo p o aclttal'.'
a artnmrniai. |.. no lenhodemasiada amor a' redicha da emeii
i M .....H i -. .l.-t.i, ,ii,' ,i ^tiio^iil* im,i .1-, .|.i sh .i ti.., he ininli.i. maa me parec- t|ii- rit.
aWkam, r eu |.. i i, .te -i,,. ,.! n ... i.t. .le ion r i, nm iwmoe raovaniaBlea ; ala va>]o qae a oiiien de
.l s. i obligatoria como qnaram tlguna honrados na
Epaminonda- de Mello :De a qoeira que j mombros, poique a emenda diz o governo da
provincia ea aulorlsade a conceder a iuderonisa-
cao : ella a coneedera' ou n.io, nlo lem na la de
brigatoria e o govarno enhlu apreciar*' esa., qoesllo
QIH& AVSJLSA-
XSSDSfZ IffiH^ !
lgtin em Olinda.Entro Indos os malos o que
maifl alUlga oa habilanles tlaqtiplle abandonadn e
Mqoeeido lugar he a falla d'agua pnlavrl. Ale cerlo
lempo era a agua do pantano a de que se servia a
populacho, maa a inalfadada obra do Varadooreha-
via causar mais o damno a" Olinda de priva-la d'agua
pnlavpl, pondo em eommooleaclo a agua encallada
lo Keberibe com o hra^o de mar que se prolonga
al Olinda, e para cuj t separaran BieralTI os aulig.is
o anligo Yaradouro. Mais urna razan que osto,. o
promplo acabamenlo ta ponle to Varadoura, lie
que emquanlu ella nao estlvef cnneluitla, Olin la
nao lera' j.ma. Quaudo porom sureedera' islo .'
S.ihe-o someute a consciencia du Sr. arroma-
taule.
A refarm d projecto de reforma das ealac/iea proviuciaes foi apro-
seulado na asiembla em sua prxima reunido ;
e aiuda,qoe nilo enlratse em discuao, nao deitam
todava as ideas uelle consiguadas de ter fun lamen-
tos de uliliilade, uo obalanle olferecer o meamo
projeclo o ioconveiiiento de urna ampliJao de re-
iurinas que englobadas como foram nelle iniciadas,
deveriam sem duvida merecer mais ineiliiarai, a ler i graos le CoaijOes inventadas pelo Sr. liur-
uma solurA-i menos acodada. Ha tle presumir, que I gos, a?ora trataremos de outra calumnia, s
por esse mutieo pedase o a ni autor para que foasc compra i!a jiistira
d.^clm!.^JSSi a ,"""'ru a,u'u 'le I is, > 'Jo um meio mui seilico do intri-
duaa cummissnes da asseinbloa ; asquaes, de pasea- | ,
gam seja dito, blo apresenlaram nenlium parecer so-
Saerelaria da AssociacSo Typegrapbiea Pornam-
borana, em ti de junlio v'e JrljR.Jurenria .ture-
liano da ('uiiha (dar, I." secretario inleiino.
Ao lllm. Sr. Joaquiro Jos de Lima
Bairilo, em signal deamiaCade.
SONETO. .
Na aras sarroanlaa d'amizade
Meal callos voa depr ebeio tle gloria,
Encomios a lecer tle alia mamona
Ao homem que potsge rara boudade.
falcando da tuonja a falida''o,
(Jilo a li ma upjinino na vileza tngloria,
Sem noine eu poaanll na Itnmana lii*toria
En ergo a iitbtl voz lem Icr vanlade.
A li, am'gn, s mou pobre ranlo,
A li, que eu |.reo, porque lena no peito
i ni nohre geulimenlo heroico, aculo.
I mi* ragns de amizade, en grat > aceito.
!\osle- versos lamban aceita o qu.inlo
Encerra i gratuo no abraco ealreilo.
Joaquim Jote l'ereira,
QUEST40'BURGOS.
Babia.
J vimos como se evaporaram os diversos
Hitj mexicanas....... ::ishki ,.'......i
l'oo.i- de rjpfOO. . 173200 IBjOOO
.Mo.it* de 09000 . 91301)
Hilas de 203 . Jti.-Ml'l
PltAlA.Pataedei braiileiros; . l'-IIStl j-l ti
Iiiits coluiiiii.irios. . .. -1 11 2JI0U
Ditos meiicanos . 1-jBOO
Novo Banco de
Peroambiico.
EHUDEJUNIIODE1858.
O Banco Jcsconta a 10 por cento ao anno,
na presente semana, c loma dinheiro pelo
premio c prazo que se convencional.
...'-Mu da disposico do artigo acuna ctalo, o faz ,,.,,. ... ,i
-'transci-ever. pa,H *'<- <1('' Jaiifilfi.
. Niaguem poder matar e esquartejar yeleiro e bem conhecido patacho nacio-
re/cs para O consumo do povo SenSo nos "''I lleberibe, de primoira marcha, pretenda
matadouros pubiceos, ou parlicalares cora seguir com muita breridale, tem a burdo
licenga tJacf.iiia municipal, sob penado dousterijog la; seu carregamento; para o
le multado em ic: rs., e na perda di carne*. *''*} 'I110 "|0 filt*i escravos a fete e passa-
i; para ii ue nao ha ja ignorancia da parle gems, para os quaeslem excelleatea eom-
tlas referidas pessoas que commerceiam na modos, trata-se com o seo consignatario An-
venda da carne de purco, c de carneiro, U_nioLuizde Olveira A/evedo, no seu es-
qne como hn claro ei(3o comprebendidot criploiio, ruada Cruz n. i.
AI.IANDEGA.
itendlmentn to dia I a I j. .
dem do avia li.....
173:7639303
20:..2(l;lil2
l'.li:2.SI3l|.,
i) Sr. Bpaminondaa de Mello :Elle rege-ffl por
leia Npajeiaee, e nfio com as Iris aftb en quais im lo-
dus Mvrmoi.
O Sr. Sua Uais:lio jnaiamenle o contrario.
O Sr. Epaminondas do Malla : I) pelicionario
nao fallou em Indos os seus jirejui/os, nem apresen-
lou Indas as dil!, -ni la tos com qQe le) lulado ucsae
conlralo de illuminao.'io ; allegon al:utna cousa, a
norte do* escravo, o augmento dos salarios, a enea-
recimeulo tos objectoa proprios para os lampeoes
sua adminislracao hoje ruis cara qoe d'anles, etc.;
mas o ponto prin.-ipal em que sa lima fui sobre a
alca evtraiirilinaria, incoucebivcl, inqiiililicavel, quo
se deu uo pretil do ay.eite qse rvio ce bae ao con-
trato para o preco do ar.eite na aelualiditda ; e-te be
o ponto pr ncipal sobre que informuu a rop,rliov,
compleme, a Ihesouraria to fa/on 1 a qual diz que
com efleilo o pmoo do azeite que servio de baie pa-
ra n conlralo, fui pouco mais ou meuos o que deu o
pelicioui.rin...
O Sr. Sonsa Keis : l'ooco nuil na menos!
O Sr. tpainiaoudas de Mello : .Agora pergenio
eu aos nobres deputados : o praco d-ssle genero oc-
lualmenle, a qti ponto se lem elevailo ".' Me infor-
mar que o que cu-lava 205 (tima cargal, 11 iquilla
apoca, cus boje 100s; ha na casa mullos senltore*
depolados que fazem uso deste genero em seus eu
genlios, poderfio diter-oos se he verlade yue com
elatlo lem havilo eas.i dilTerenca enorme.
O Sr. Manoel Cavalcann : N.lo, ata he lauto ;
pouco roai ou menos, eaaim be.
O Sr. Bpamioondat de Mello : Porlanlo, eis-
aqui o ponto importante, que deve ser apreciado
pe 1 ra-a.
O nobre depulado liontem o. boj", o honrado mem-
bro a quem especialmente respondo, dil que n.io li-
uha o arrematante ubrigarao de u-.ir do azeite de
marrona, mas qoe poda usar de qualquer azeile.
Mas eu nAc sei se o oulro azeile de que elle poda
usar que he o de pene fino, uflo he de um valor
muilo mais elevado que o de mamona...
II Sr. Soasa Iteis : E preeiaea do fino '.'
OSr. Epaminondas de Mello :fl fino he tle um
valor o.ailo mais subido que o de mamona, e o eom-
mum ha de valor igual ao de cariapato, alm de
111.10 para a illamifjeelo.
O Sr. Sooza Keis : A pessoa que me informou,
inlornitiii me que he mullo mais hara'n.
O Sr. Epaminondas de Mello :\ cate remello
nao esiate aqui dado algum ; maa eo appello para as
informaclei parlicalares que qualquer Sr. depalado
quizar lomar fra tleala casa, e verlo o que Ibes res-
ponden!.
Maa, Sr. presidente, ao passo que o* nobres depu-
tados combatan) a emenda dizende que oa prejui-
zo* to arrematante nao eslavam provadns, foram o*
prapria* nobres dpputadusque deran as prosa* mais
evitliuiea de que taes prijuijoa oiisl-m ; porque fa-
zendo a eonla do prea0 do azeite, que servio de bi- !
se para o conlralo a do preco actual do azeite, fo-
ram elles quem disseram que a intemnisar.to che
garia a cento e tantos conloa de reii....
O Sr. Sooia Iteis : Isso he a favor da emenda '!
O Sr. Epamiuondii de Mello : Isso prova que
com eleilo o arremalaule empreando o azeile pelo
preco porque ae o compra presentemente uo merca-
do, lem feilo de detpaza cento e tantos conloa de
ris de mai*.
O Sr. Souza R;is :liso he_ie 00 o livesse como
eerlo, o que neg.
O Sr. Epaminondas de Mello :Os nobres depo-
lados foram quem a Imilluam o pre<;o escessivo qua
alia* be real ; lano admtttiram que corobaleram a
indemiiisacno por cbear a um eicrsao extraordina-
rio ; e ehegava porque .' porque os nobre deputados
bre a materia, altas imprtame, aobmetlida ao sen
exame. Sem embarco, a assemblcn compenelroo-se
sempra da aeeeul lada das rsfunnas proposll
para obviar qtidesquer enlravea, cninmelleu-:
aulorisjeoes a' prcidenuia. Nao ha dovida que o
projecto a que temo-nos referido, comprehendia pro-
videncias mui ueceaianaa, e que a eiperieucia e a
praliea lem aconselhado. A reforma da repailtc.lo
ua ohras publicas, separando a parle leclinica da
administrativa, he neceasnlade reconbecida e de
grande importancia. Uegolarisar, puis, nessa re
panicrio o syslema de daspeza. allerar o modo to
pagamento dellax, melborar oa vencimeiilos dos eui-
pregados, do vaulageiis que MOlO conlailam e qua
Jevem dar ua praliea os resultados que a Iheona 11
un indica. A reforma da Ihesouraria prov acial,
aecrclarta do govemo e cumlalo provincial nao
delta de ser conveniente. A Ihesouraria lem de-
flos regulamenlares une importa remover ; necea-
sila mesuio novo syslema de organilaflo, bem como
o consulado, que realmente esta' motila I, com pro-
pon-oes que parecem eiage.-ad.is. A idea de reduc-
Qilo de pessool e tle melboria do veucimeulos, sobrt-
aceitavel be de palptame eeeeetidade ; o que lu-
i'raio tic cerlo as ptiac/.-s publicas com um pasaosl
superior ao sea movnnenlo natural e nao farlicio !
A refirma tas colleclorias nao pule Mr igualmente
contesta la. porque asas eslaces accessorias a' Ibe-
aooraria, asilo subordiuadai a um lyatama incom-
pleln, que da' como collorarlo a peior fiacallaacao
poMivel, abundo ensauchai a' malveraa^oea, coma
a' (emoa presenciadu por ves**. A idea da araacSo
uu eslabiiecimenlo de urna cdlecloria cenlral, quo
nascc di-asa apreciacfl" nao he nova ; o digno Sr.
Dr. Sabino ),'avcnlou-a em anuos paseados no re-
ciulo d*a**embl*i luslenlno-a mui bem, indican
do urna a uina as respeclivas vanlageus, que muilo
'obie-ahiram pelas cores tlasua aigumenlacan per-
suasiva e franca. Nao deixa de ier de summa van-
llgern, pois, qualquer cenlro fi'Calnador daa collec-
loriaa, deallgado da ibeaouraria, e com losptcflo
directa e fjesaoal sobre as colleclorias parciaes, qaal-
quet que so;a a forma e denomiuaco que se Ihe de.
com linio t|ue uflo traga compliearea as operacx
e nem Ihesejam dadas propor{6e* de urna reparii-
{lo convenlenlementa motilada : a su 1 matar ulili
1.1 I* deve consistir un ler o caracier.de algom lan-
o \ ilanlr, pata garantir a fiscalisacilu iinmediala e
pessuai, na mesnia compruheusao le'nloral da Col-
tacloria. Em tolo o ca*o, quer viuguem aaidai
do projeclo com aadopajlo dallas por S. Ese. na re-
forma que Ihe fai coiuiiictlida, quer nao, lio foraji
eonferaar que ellas ala boas o Riba* legitimas da
ob.ervncilo e do criterio,
He incorregnel '. O Sr. Cazuza da ma da*
Tnuclieiras, a' uuiie paseada 1*1 das suas cosluma-
'! 1 dando Iu2ar a sorein Ineommodados os oulroa
com a monotona do Cazuza, Caseta. Men senbor,
se Vme. be (lo mal procedido, lecommende qui n
deiiem do chamal em alias vozes e a' horas discon-
venientes ; pois nem tolos gustan) do saber da vida
all.eia, e nein a In la a vuinhaiira importa quo ande
Vme. toda a noite pela ra, ou que dunna fora da
prupria r^d.
Ponte 7oa Carvalhos.Nesse pnvnado ha um
mando que, sera alienlo as eileriorida.les que o es-
lado social esiga, e a ileapetlo da delicadeza e mu-
tua deferencia requeridas entre marido e mulher,
enlenleu espantar a infeliz consnilc a cada paaao
que a aua brulalidale e carcter bailo redamara MM
iucenlivn. A infeliz, nesse estado de continuado
sollrimenlo, ve-sc forjada ora a ir a*ylar-se na casa
.le um irm'10. vr.t 114 tle um cuuhado, ora mesmo na
de um ealranho, cum lano que se reaalve eamente brutal que a fnrea Ihe inflige I'ui flagicio
deli ordem nao deve passar desapercibido, visto
que a sociedade deve lana proleccao ana seos mem-
bros man fraeo quanla aoa mais forles, parreendo
ale que a pende! o b.llanca para um lado, be de lle-
var se-lo para aquella tos mais fracos. Nao aban-
donen) poriaulo as auloriiiades locaea a causa deasa
dosillos,) mulher. que procurando no caaamonlo a
ventura de una fasto de p*naamenlns, ni foi encun-
Irar o fel qua deslillam as almas vulgans, que n.lo
cninprehendem a sublimidad* 1)0 rouaorcio de dous
cor tos ; providaneiem d* alguma soile para que,
alean do mais, nlo se veja a cada passo flagellada,
ludihriada uu que ha de mais sensivel, a dignidade
pesoal.
Tentitira de UltU*in*tQ Na noile de 12 do
crrenle, don* aasastinoa qoe se It-imii emhoacado,
duparaiam dous Uro* ua cas* em que resude o dnu-
lor )0i* de direilo da comarca do lloinlo, na cidade
to Caruani, os qtiaes tiro* nt olleiiileram, porque
foian dadn. na occanao em qne o dotiiur Corta la-
ma se ditpoiiha a itallar-se. Quem quer que lanloo
contra a preciosa asistencia do digno juta de direilo
Curreia Lima, sabia o lugar onde eie eoitomava
Irabalbar parle da nuile, pota ns Oros o leriam ollen-
dido a uno o tar-se elle recolhido om muco mala
cedo. Seolimos dizer que nao furain picaos os a-
genles nesse algurin.eoulra quem ou conlra os quaes
a ophnao publica ae ergueu ; maa esperamos que
providencias enrgicas sejam loma aa uo sentido de
fazer-se reapeilar a urna auloridads as circnnialan-
cias do doulor Crrela l.ima, que laulos servidos ha
preslailo a comarca, onde eterce lunecoes juli-
ciaiias.
(I briga* portogooi '.olampagn.B vindo de bal-
boa, ronduzio a seu bordo os seguinles pasaagoiro..:
D. Joaquina J. de Meneies e 2 lillms monnro*, An-
tonio r. Ooulert, Joao K. CoeUM Juniur, deardo
A. Itinsaca e p* iro Kernartliuo T Macli .,10,
Hospital de caridade. (Mi de juubn)
Evisliam 22 hornea* e 22 inulheres tratados pela
candade, II li uncu e lli mulheres que pegam a ca-
sa, e 13 praoaa du corpo de polica. I nial S.
Ale amanh'ia.
Descarregam liuja 17 dojunho.
Ilnnui ingleslloiile' acal lian.
Ilrigue inclczllalcalidero.
Hriguc inglez.Armsearvlo.
Hatea ingieraWarrior (Jnenidem.
Barca ingieraEdgatfamilia de lugo.
Ilrigue inglozIteglnaobjcrlos para o g../..
Ilaica ingieraLindadem.
Ilrigae mglez(ieorgemercadorias.
Ifirca porlugue/.a Maria Josdiversoa generes*
Itrlgue mglez(owarilinercatlorias.
Patacho dtnamarquezAun Hallen diversos g-
neros.
Sumaca hespanhola Ardilla vinbo, e azeile.
Escuna dinamarquera llolateim genebra e gar-
rafis.
Escuna brasileiraLindafumo e chirotas,
MOVIMENTO DA AI.IANUEUA.
Volomes entrados om fazen aa ....
a a com gneros ....
no termo rezes, lavre o presante que seri
publicado pele imprensa.
I tscalisiqo da freguezn de S Jos do Re-
cifo Uiie junho de lo8.
Joao Xavier da l'onscca Capibarihc.
3&* para n uihia
A escuna Travista pretenle seguir com
niuila I11 vi lade, parte tle seu cariegamnnli)
esl tratado; para o resto os prctendentcs
enteudam-se com o seo consignatario An-
tonio Luiz de Olveira Azevodo, no seu cs-
cnptorio, ra da Cruz n. I
Aracaty.
Sepile em poucos dias, por ja ter a maior
pane da carga prompta, o batn Sergipano,
para o resto e passageiroa, irata-se com
j Horges C C, na ra do Vigario.
Alaranhao c
Para.
Pela a iiiimistr.ic.no do correio se faz
publico, que o vapor costelro Pereinung,
recebe a mala para Macei hoje (IV'do cor-
rente as 2 Iteras Ja Urde em ponto,
I'ela subdelegada da ireguezia dos
Afogados, se faz publico, que se acham lo- .jno Horges & C.\ nai ruii do'vigan
galmenlc depositados dous cavallos, sendo
um pedrez, magro, rataettido pelo inspec-
tor do Peres, o qual foi ichidono canaviar:
do eogenho Peres, e o outro ruco.que foi re-
mettio por JoSo de Alleino *in t,ma C.is-
neiro, por appirecer em trras to engenlio'
lluza, vagando sem conductor: quem he jul- Omllial.oic Novar ii-'i n..-. ni>.
Bar com direito aelles compareca, que po- |''"*">oic .-.ovac s sli.i p.n.i n I ...
vando IhesserSo entregues. Subdelegara com pscal'' Pcl i>lai-tili*'0 n.slcs S
dos Afogados s de juulio de 1858.Jos lias : li'm abordo dous Icivos da Carga,
Gorgonio Paes Brrelo. prii 1 o resto trata-sc com os' contignata*
COriSBLHO aDMirtlSTRATIVO. ri Novacs C largodo Corno Santo n.
TgUESES?1 deCOm'!'i ;".rocapi0 e piatico Josc Ma-
Azeile de carrapato, caadas INK) ; lio de noel l,arl,o!l''-
ar ; e .al he a tlcsmoralisago da nossa so-
ciedade, por se n5o tar posto um freio a
maledicencia e n calumnia, que aquello que
o em algum letigio ou pretendi se conhecc
em falto de justica levanta logo alai antfona,
do maneira que se se fosse dar crdito a
quauto por ah se diz, era de suppor que,
desde o primeiro funeconario iiuhlico at o
ultimo ri la 13o ludo he venal, e a tal ponto
tem chegndo esto vicio de deprimir c desa-
creditar altribuindo-se ludo a peita, que
ainda ha bem pouco lempo, tiuanlo na as-
semblea provincial se discutiam os contra-
tos sobra carnes verdes, um Sr. depulado
que ern traquejo de bois n5o se Ihe pode con-
testar eotihecimenlos praticos espuolia
suas convicr;iies oppondo-sc aos contratos,
nao fallarar.i vozes que dissessem que elle
Isso faria pt.rquc eslava comprado por reis
2:00'); pelo .zevedo 00 corral., o qual ape-
zar dri fazer par'.c de urna das com.ainas
que requeriam o contrato, "desejava antes
que se nao celebrasse contrato algum,lican-
do as cousas como estavam, nao se impor-
tando a maledicencia nom do tcotonismo,
nem do estado do Ilustre depulado E vejam
quantas infamias em uina so calumniaum
representanlo da provincia volando o povo
lome, vendendo-o a um carniceiro estran-
geiro pela miseravel quanlia de 2:000c hn-
iretanto qual seria o homem eensato e ho-
nesto que isso acrelitasse i1 Uta inimigo crea
e divulga urna calumnia.
Nao basta que se diga que vieram vinte
conlos de res resta provar. Esla foi lo-
go a primeira noticia que espalhou o Sr.
liurgos.o qual a chegada de cada vapor rece-
be cartas (a: de l'ernamhiico nnliciaudo-
Ihe remessas de novas quanlias, dez conlos,
quatorze conlos etc. ele, de'forma que se
liouvesse quem se tivesse da lo ao trabalho
de ir somanto as taes remessas excederan
hoje a cem conlos !
OSr. burgos pinta ao Sr. commendador
Siqueira como Itomem ue um odio implaca-
vel, (b) traiQoeiro, satiguesedento etc. etc.
etc.: entretanto esse homem poicroso e as-
sim malvado, quiz anlcs abalar sua fortuna,
quo nao he das maiores, com o dispendio da
euurme quanlia de vinte contos, do que re-
correr a meios mais suinmarios de que usa 111
os malvados como talvez o Sr. Burgos n3o
ignore Ora isto nao pode acrcJilar quem
livor um B*9UCaCt*Qiao de acuso, era viaiu de
15o grosseira co'itradiCQao.
Bespondamos esta torpe calumnia com as
proprias palavras da Ksma. Sra I). Thereza.
Dizendo-lbe um dos dignos membros da
relar;ao inelropolilana que se falla va em
ella, ou seu pai pretender vencer a causa
por meios infames etc. ; perguntou-lhe a
mesmn Sra. oflercceu-sc alguma cousa a
V. S. : N3o, respondeu o illuslro magistrado
San di/.er-mo (toinou-lhe a Sra,) se se ofle-
roceu algum dos outros Srs. ? iNo, e mn-
guem a isso se atrevera, respondeu anida o
diguo magestrado. l'ois nlo se ve exclamoo
ella, que ne urna intriga vil e haixa du met
marido.' Basta elle dizer para acreditar-sel
Minlu presanc aqu com tantos incommo-
dos nao be um solemne desmentido a essa
calumnia ? Quem coniia ne-ses meios faz o
que eu acabo do fezer apresenlando-me aos
lo la I
V*lorr*i sabidos cum farenda
* ciin gneros
Total
CONSULADO GERAL.
Kenilimenlo do da 1 a Ij. .
dem do dia lli....... l:bl:"i.li
27:109a399
. w. ."^.ij, ....,.....,., >-\, ,,,, ,,0
.Jjjj algodflo, arrobas 3; madeiias de qualida-
1 des, para mastios do bandoiras, tendo 75
palmos de comprmento.
Quem quizer vender taes objectos aposen-
te as suas propostss em carta fachada na se-
cretaria do Ciiselbo ss 10 horas do dia 18
do corrente mez.
Sala das sessoes do consclbo administra-
tivo para lornecirrento do arsenal de guer-
a II de junho de 1858.-Ment Jos l.adic-
nba Los, coronel presidente. bernardo
Pereira do Carino Jnior, vogal c secretario.
485
lli
363
DIVERSAS rtiovinciAS.
Rendiinento do dia 1 a 15. ...
ldttn do dia 1(i. ......
1:6981647
I7j787
1:71 (.:<.:, i
DESPACHOS DE EXPORTA CAO PKI.A MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
Ui DE JUNHO DE 1838.
Sania FKrigne uo-ueguense oBrunelln, Amorini
Itiii.i is, 500 li.rrii'.* assucar.
Luandalarca portugueia Progressisla, T. de A.
1. rS| lilhos, ^0 pipas agurdenle.
PorloBarca porluguea olerDandes lo, Caivalho
i\ litiio, Itlcascos mel.
LisboaBngoe porluguez .'lVninsul.ir Novaes o;
C, 7 caacos niel.
PliiUdelpliiaBorea americana tiUoioii, Malheo' sa"SC aos propretarios dos predios urbanus
Capitana do porto.
Fm virtude do aviso expedido pelo minis-
terio da marinna em 2i maio ultimo, sobo
n. 128, rcmcllido por copia a esta repartir-dlo
pela presidencia desta provincia em 2 do
corrente, manda o lllm Sr. capittto do por-
to fazer publico, que S. M. I. houve por bem
determinar, quo se julgue fintio no ultimo
de dezembro do correnle anno o prazo de
tojas as lcenc.as concedidas para corles de
madeiras em matas dr catado.
Capitana do porli d Pcrnambuco em i
tle junho de 1858t ecretario, Alexandre
Rodrigues dos Anios.
Pela mesa do consulado provincial avi-
Sd?.?*,
-Lcilo
di:
Ausltn ,\ C, :i'is conroi aalgadoa.
Liverpool Calera ingie/.a ttllermioneii, Sconders
Brolliers & C, lli aaccas algodao.
EXPORTACAO'
Aracaty. biale nacional Duvidosoo, de \'.i tone-
ladas, conduzio o seguinle : 133 volumes gne-
ros eslrangeiroa, SO ditos tinos nacionaes.
Porlo Seguro, lancha nacionrl N. S. da Ajodan,
de 30 toneladas, coiiduno o segaiule : 200 al-
queirts de sal.
Rio (irande do Sul, hrigo* brasileiro nAdolpho,
de 212 loneladas, condozto o seguinle : 2 caixaa
suapeusorios, 1,007 barricas e 250 barriquinbas com
8,ti->l arrobas e 13 libras de assocar.
RECElitDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERflAMBUCO,
Rendiinonlo do dia 1 a 15.
dem do dia IB. .
12:ns-;:;i,
815*14-2
13:3039778
CONSULADO PROVI.NC.iAL.
Rendiricnlo do alia I a 15
dem do dia 1G.
33:596*992
2:737c2liO
36:334*339
%U,v
1
Nato entrado no da IU.
Talcabiano66 das, barca americana nCope llor-
ne.u 2M) loneladas, capitn W. II. Almy, cquipa-
gom 21, carga 1,600 barris com azeile da peise,
ao capilao. Velo refrescar e segoio para New-lled-
t'it.l. l'eilence a Darlmoulb.
Navios sahidoa no mesmn dia.
Rio Grande do SulBrigue bra*ileiro oLinda Flor.
capillo Manoel Jos Machado, carga a uear.
Lisboa lliigue porlugoe/ Relmpago, capildo
Rodrigo I. Correa, carga assucar e mil.
Canall'alacbo francer cMaraobao, capilao For-
reslier, carga assucar.
Rio da PrataSumaca hespanhola Valentina, ca-
pilao J So Carea, carga assucar e aguldenle.
CanalEscaua liamburgoeza Alfred, capilao J.
C Janssen, carga assucar.
das fregueziasdesla cidade o da dos Afoga-
dos, que os .10 dias uteis para o pagameulo
a bocea do cofre do segundo semestre da
decima do anno linanceiro de 1857 a 1858,
sa principian) a contar do I.'de janlni rin-
douro. Mesado consulado provincial 23 de
maio de 1858.- O administrador,
Antonio Carneiro Machado Bios.
Batalhao de in-
fantara ti. 9.
2.e SEMESTRE DE 1858.
O conseiho oconomico do mesmo batalhao
precisa contratar para a alimentacHo de suas
pravas drame o semestre cima, os gene-
ros que se seguem, sendo de boa qnalidade:
paes de 6 e 4 oncas, caf cm caroe-o, ssucar
b.anco ou mascavado retinado, n.anlciga
franceza, carne verde, carne secca, ba-a-
Ihao. loucinho de Lisboa, familia de man-
dioca, fcijfio prelo ou mulaliitbo, arroi pi-
lado, azeite doce, vinagre, sl e lenha : os
scnlior.'S negociantes, pois, qoe se qtii/.e-
ro .. prestar ao rornccimenlo, comparcqam
na iinTrlo; ia uo momi.i riaialbiis no qugr-
irl ca Soledadc, no dia 28 do corrente, pelas
10 horas da i anida. Ouartel na cidatle do
Recife 12 de junho do 1X5S. 0 tenante se-
cretario, Jos Francisco de Moros e Vaseon-
cellosa
MOVIS E^DE ESCRAVOS
As I lloras cm
ponto da inanlia
Em virtude d* graude
quantidadeuc objectos-.
RA DO COLLEGIO ABHiVZEM N. 15.
>^vUaceecnc> ac Oot/a
[ara'lcilao hoje em seu armazcm (nao o
tendo l'oito hontcm cm coiisc((ueiicia da
cliuva) de um esplendido sortimento de
obras de marcineria novas c usadas, vi-
dros, loucas, enfeiles de sala, quinqui-
Ihariat dirersas e outros muitos arti{*os
etc., etc.. inclusivo urna excellente mo-
lidia de acatanda' moderna c todos os
demais movis de 111114 casa, pertenecntes
a urna familia que retira-se para lora da
provincia, e bem assim urna esclava pie-
la de elegante Ggura, ptima coziabei-
ra, urna dita excellcnte cn(rjommadera c
com principios de costura,labyrintbo etc.
urna bonita negrinha de anuos, ntei-
ramentcradia, c dous molecotes pecas os
quaet serao definitivamente vendidos bo-
je no supradito armazem.
mtoM.
meas juiz s? E quando mesmo houvesse al-
guem, o que neg, que prclendesse abusar
da mutila hoa f n5o leria isso se desvaneci-
do a vista do conhecimento que tenho da
probi lade e independencia de cada uiu
dos meusjuizes .' Para quem bo pois essa
quanlia '!
Ora o qae deve prevalecer, o dilo do Sr. Borgos
que s-ih porque Ihe conlain, 011 o desmeulido so-
lemne da Einn. Sra. D. Thcrea, qoe protesta ron-
Ira eia intaiiiia .' Creio que esle proleito tranquil 1
aria conscinicia mais susreptivel, ie o jugador
deeeaae ta aliara ta cadeira de magistrado para oa-
vir iiilrmai.
Por a*M occasi.io tlis* ella, meu marido he capai
de sualeiil.tr utna mentira ronlra o lealemonho de
Indo mumlo com o maiur desembarazo e ares de ver-
dade, nao se vio na o nciliarao qu.tiulo eu o aecu-
aav.i de minlias infelicidadas, chainaDdo-o meu ver-
duao, frescura com qoe elle diiianilo es (u que
dirs lato, tu sempre me quiteales bem !
lia quem possa, meo Dos, coro esta impudor !
lit'l 'Mi.u 1 ill.i.
I'nndii de parle esa alloso e infunta amaaca ao
resi.eilavel inlional, qoe ainda ha bem poor-o foi es-
r.riplo em ledras de ogro, mas qoe j' hoje, depoil
da viada ta Exma. Sra. I). Tlwreza, menee a dea-
coolinir.i du gf, Bu'os, 'receios da propria eona-
ciem i 1, 110 Mgainl* trecho de um d*a**i eacriptos ahi
|.idlica.Ha que sti por mera formalidade, un-
romo qoe conliando-ie em oolrns meios
(e) se mandnti untar a eaaea auloafaremo* apena*
a aecuiute ralleio. Tao prevaricador he o juiz. qoe
recebe dinheiro, como aquelle que pelo recaio qoe
1)0 THE URO I)E S. ISABEL
Concedido pela bem conhcida bondade
de S. Exc.o piesidenie da provincia
ea lllm.a directora do theatro.
Tcr lugar na noite desatibado 1!> Jde ju-
nho de I8."i8 as 8 lloras
LEILO
C. .1. Asllev iV C. faro leilao por n-
tervenrao do agente Olveira, do mcllior
sortimento de fazendas nllemas, suissas,
francezasc inglczasdc loda asqualida-
det. sexta-feira IS do cotTente ei 11) hu-
as da inanliia, no Seu armazcm ra da
Cadeia do Kecile.
Leilao.
3
no a, .iia.li, ine |.rorure ionio alvof|*do(
r. M-llo Inalraiti ;ArgaawnU aiuilo bem;
uat i* duaida.
0 -r. Epaminotidaa de Mello : II bonrada mem-
hrm cu* li.moa hoi,|m parle na diac-uatno, latino em
leMp* d* cniiraclo cm ijua honve eanboa e Umpo
Je e.:r lo -ue lie hoja) ni que nao h* ua-
laaa i i i.iu, j, ,11ro in.tia un lueniii deale
*B*ad. : s* i, arremalaule |a canlu-u un* aiiitns pas-
' l< nli i alumnos paudas,
i ai i-,i's |kimag iva ame-
norneiile.
Ku ir.o-i'. i i ..;, provea ejoe ha
: i qua portante o run-
kadaatM i ,,K
' i"'- 11 : qual prova de qoo o ai
raaaatanle I ., periodo ? pulido I miel i m d i
i,a L-curi: :-. aam rleaa nada Ubamares-
. na ni f ;;,. ;,,t. o, m i ,,*.,,.
I'o".. Depo '. i.....i. o nobre depalado po-
de i
11 ndaa de Mello:Maa repite, o nn-
o ijiit ipie eiie luciou no* prineiro*
.liit.s lem cerina *11 >, .'
1 ~r. t,/j Hela :o nobre
| er^-eu noaoul.-oa alios f
* ae. h; iiniiiondas de Mello :Eu c*lon apre-
<-- aazumenln* dos itoliiei tlapulailos, beld
a-"e;ir a' silimi pule, a da* perdas posteriores, e
!' niais para adunia. Se n.lo ciliio provadns os lu-
evM de primeirn periodo, mo le pode argumentar
C:>ai taes lacro*. i argaineolar com a ens-
jJccn.imhuc.in.i.
Sendo epprovada em aesso ta assemhlca le.isla-
-. (iva 1 provincial de '.) d* maio do correnle anuo, *
1......un conhacimento eaiaclo e verilndetro deque o rnicessao de qoalro lolnas de rento e vinte con-
preco lo genero era infinitamente eiceaiivo em re- Us de ma cada uina, em beneficio da A.-ntiiiao
lacao ao preco qoe servio de base a* contrato : con- TyposrapMe* Pernumbueaia, para o fin, de es-
ced.da a ele.acao exlrema do preco do aieila, eslo | brlecer ueala provincia, sob seua auspicia, uina Iv-
pourtphid motlelo, oinl* com principios c niclliiiti-
caineula possam aqoalles qoe sa ileilieam a .irle ly-
puurapluca, ailquerir coiihacimeuloa Iheorleo e pra,
lieos ; >, t-oiisalito director tln referida Aataaaria^lle,
reunido em a rt :i lii do ineainti me/. |iilgoli dever
tiil.iili, ,,|u?ll .1,. in ,'.H p.r*ri.>. :, l \ illuatri
B|ir*ieni*iile* dq pravinria, nai qaaea p.,t en-
i nlinientoa oo progre***), bnllia a acpiracjjlo d*
um porvil di riqueza* para a provincia, um Vola .lo
elem i rtroiiiiet-imauto por molivo lo plan.'.ivel.
Espresaan.lo per i.:) modo a a^alidio tle qoe em
eral e *eha pouida a Associacilo Tvposraphiea
de fado pelos muiloa meios eiecui-oa qUe lein ao Pernambocana, para com oa dignos eleitoi da pre-
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Exm. Sr. presidente da provincia de 10 do
coirenle, manda fazer publico, que no da 21
do mesmo vai nuvamenle a prarja, pata ser
arrematado, a quem mais der, o rendi-
menlo dos podagios das barreiras abaixo de-
claradas, com o batimento da quarta parte
sobre os presos da ultima arremalacao.
Magdalena, por anno 6:075,000
.iquia, idem 5:33S,0O0
Joboato, dem 3:832.500
Cachang, idem 3.082 500
Motocolomh, idem 2:022,666
Ponte dos Earvalhos, dem 1:000,000
Tacaruna, idem 525,000
liujary, idem. 12.50
As arremataees scro fcitas por tempo
de 3 annos, a contar do 1. dejuho do cor-
renle anno, ao lint de junho de 1861.
As pessoas que se propozerom a esta ar-
rciTialac. deverSo ficar habilladas al o
dia 17 do corrente, e comparecerom uo dia
cima declarado pelo meio dia, com suas
propostas em caria lechada.
I. para couslar se uiandou allisar o pr-
senle e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de
l'oniamliuco II de iiiiihn de 1558.
O secretario,
Antonio 1'. d'Annunciaqio.
O lllm. Sr. inspector da Ihesouraria
I).
MU MCE UTO
dado por
ADF.LAYDE LA RUMBE R
ALHEIiTO PHENCHEL.
Os bilhetes cham-se cm mao do I). AJe-
layJe Larumbc no hotel Ingle/, n 3/Oo rs ,
0 poJcm ser procurados lodosos dias.
tragos &&.
Para o liio de Janeiro.
Vai seguir com brevidade o velciro hriguc
nacional Damo, de primeira marcha, por
ter parto da carga prompta : para o resto,
passageiros e escravos a frete. para o que
tem escolenles commodos, trata-sc com os
consignatarios Jos Joaquim Dias remandes
iv Filhos, roa .da Cadeia do Itecife.
Deara'.
DE
soseiligadelle.ou per ameaca. falla a ju.lica Ira-| provincial, em cumprimento da ordem do
!do,V?.a,T'r,,"<',a- J,"l"lcm,,f0Dlr,,"l,,-xin.Sr. presidente da provincia de 11 do
le";:: ^jstjsssus xszrt *!*, -v* i-b.ico,qUeont.
homem sem maculas nao receia os delriclores.
Qaallfiea se l/on l palarnada a conciliar",, pc-
lida paloSr. |!or0' Palaroada um aclo philanlro-
pieo, extaido pela* leia civis. e aconselhado pela iRre-
to da capatasiado algodOo da mesa do con-
sulado provincial, vai nuvamenle a praga no
da 21 do mesmo, para ser arrematado a
quem por menos Oler, pelo novo orcamento
ja em qualquer ela.io do proresao, porque soas vn- : de 3:092-?5OO por tuno.
la*, *eu eir.penhn he conciliar rs conjn^es em beua- i A arremataQaO ser ft'ita por lempo de
hcio meamo da socie lade 1 Palaeoaaa um aclo lao ires anuos, a contar do !. de olho do cor-
uravee solemne, asislido por digna sacerdotes, cada rente anno .. 30 de junho de 1851.
qual man .mpciihado nesaa coiicili.oc..1o E*la croa- ,.- nar. P1l5lar se matulno nllitar n nrr
sena sera' de (enlo oo por Mica '.' O que o btreo I ', ParS f""Har "'.dOU alliSar o pre-
da' ... a tamba lira. Pega*-** ahi em um vaqoeir SRnlc Publlcar I"'10 "ll,rl" -Secretaria da
facam delle um re. queira se elle fazer tlelicado, Ihesouraria provincial de l'ernambuco 12 de
suas acones aomprc e bao de resieolir de grossena, junho de 1858.O secretario,
rud.ia e llanta. a. K. d'Annunciacao.
l*lo diz lustanl*
o padre Verser. "" l"m- *?. luspeclor da Ihesouraria
N. B. O Sr. visarlo Horha Vianna diaaa no oDIa-' provincial em cumprimento da resolueiio da
rio., qoa .. >r. Harona elefM moi do dnl.ro o dol junta da lir/enda uiaiida l'j/er piiblieii que
..lo. .i- ,r,. ,,e racel.ru de-eu aoro, e nO di* <' de jllltld prefini vindoiirn, vSO
nt* mallo* ionios de novamentea prac para ser arrematado a
''" I quem por menos lizer os contratos abaixo
declirados.
Leilao
de......
i.lH V la
i.is rom o MO il-vi ii io. Muilo enrna lem lid* 0
leiiaeie* desle pobre homem pela imprenia.
t> padr* Vargcr.
seo dispt'.r e o poder' fazer n.uilo mellior do que
n..a, ruin inais exaclitl.To e ri^or.
II. mn aparte. 1
O Sr. Epaminonil.is de Mello :}|sa e-s i aprecii-
ro nao ha ilc ser a' merco, nem a 11 nladfl .t.. con-
Lralador, o governo h* ale i preciar i convenieole-
menl* C fa/.er a liideinni ar.io ent lermo*.
t rn/, m-sr ..( II te-.
0 Sr. Kpatnin. n.i,- de Mello: l'oi* bem. neste
raao pnladei raeara *n rn .... :. r._
i,
1 in Sr. I>i i ul :" I rabalho i er ti lo !
i Epaminonda* ate Hallo :Porque 1
(i 'o he verdl i < mbla r i
un, n. Iiiiiii-ai.a ella nao podi delermiaaro __
i|ui.nltiiii perqeo nlo pode lr -i-nri.i,
io ,lo qti.iiiin i .ti.i de titile e.nla limp-o. quinto
depulado (alie que
Vinel*, erilen le o eouaelbo direclnr ser do seu ngo-
n lever declinar oom eapecialidadt, como devido
tribal n
da a.-etn
bla l*eisl*liv*o projecto .1 referida comea so m
fovor do iiii'.ini .',....ii.,,j,. |'\ porr-tplue.i : !'..*.
neres
Peii
de Olveira pelo mais vivo inlercsse que I u ou
naqoell.1 r.i i, n eiquecend ,i rr cii\ t eo o-
1 |. lca o podares pelo apelo qoe nella
euroiilrot a Astciir.to T>pograplllca l'crn.i.til.tj-
eana.
As.im, c.-in o produelo das loleriai coneedidts,
rmpregado na compra di Ivpographia, Bcand rea-
liaado o li.n da renctctilo, Uca liabililail* igaabnen-
; '

"- -<-* .> i"'aa -l-ati. ao a i a o -1 i_ l fia! i|r |i|ll
, o nome do cavalleiroi qoe esponlaneamen I rRACA DO RECIFE, 16 DE JIMIO DE 1838.
' imuDcrecev a' cooiideTc;3o da tsaem-1 A'S :t HORAS DA TARDE.
iSialilivao projrclu .li referida mn-e -"... om Cnl.ires ofliciaea.
o.,, .lo m. .-ni i .', .-ni ., -i i rvpoffrsphica : Dr*. c,,.,, i .... ... ," .- ,.
.aii de Albuquerqae Uarlint PerVira. (...par .Ma- "'" ". V'e ,{l" ''" '"lt* im '" I1"'
,eres ,le V.isroVello* Dr,,,,,,,,,,,, 1. padV. iVitin.eo %& !22 P'.Ti^l '" *""-
ei ... Da. ri-, o lllm. Sr. m.jor Amo..... .1 .s sXi T T a, ""nn-
t ni,,,.,.. .t.......i. _.. ;............ l.au.bmM'bre j II.iIim|., di.is a p r.
rara o liio de Fanciro
pretende seguir com brevidade 0 Irigue na-
cional Elvira, por Icr parle da carga promp-
ta ; para o resto, passageiros c escravos a
frele, para o que tem excellrntes commo-
dos, trata se eotn os consignatarios Jos
Joaquim Das FcrnaiiiJ.es i\ rilhos, ra da
Cadeia do Recife.
Porlo.
A burea l'ernantles l, pretende sabir o mais
breve t;ue l'or possivel, anda recabe carga e
passageiros para os quaes lem aeeiados com-
itiodos e ptimo tralamento : a tratar rom
(larvalho ,\ Inno.ou cum o mpil.ln na pra?
ifio (irande o
Sal.
s
i
Farinhade trigo
PELO AGENTE
Pestaa
O agento Pestaa far lcilo, por conla
c risco do quem porteneer de 300 barricas de
talluda de trigo de diversas marcas, hoje 17
do corrente, pelas 10 horas da manliaa, na
ilorta doarmzem do Sr. Aunes, defrontc
pa porta ilaalfaudega.
Francisco de Paula figueira de Sa-
boia (ara1 leilo porintcrvcncodo agen-
te Olveira, e por emita c risco (le qucm
pertenec'csem limites cm precos, dos
seguate* Kcncrotfrcccntcaicnlc clicrjados
a este porto pilo hiatc Castro c palaclio
litnulanio, a salicr: cerca do ,000 sac-
eos de superior tarinba de man Jioca, por-
r'it's casca, de leijfio soilido c miilatinlio, as-
Scgue com muila brevidadn por ter parla sim eomoile 1,000 meios ele sola : iiuin-
da carga a bordo o pr Ibabotc Venus ; para ,.,.fc,.,( )7 ,io correnle ns 10 horas da
o resto c passageiros, Irala-se com ('.aciano
<'.. da (,. Mereira, na roa da Cadeia do lleri-
fe n. 2, primeiro andar.
Hura o Kio de Janeiro.
Vai seguir com brevidade o brigue nacio-
nal Almirante, por ter parte da carga prom-
pta ; para o resto, passageiros e escravos a
frete, para o que tem encllenles commo-
dos, trata-se com os consignatarios Jos
Joaquim Dias lenatitles & Filbos, ra da
Cadeia do nccilc.
manluia, no seu armazcm do caes do Ra-
mos.
Fred. Robilliard, pretidenle.
P Borgei, secretarlo.
tteil* hoje, ipiaiiin cuitas eu. relajo ao le a Aanciicao T)pographie* Pemambaeana a bt-
preto, que *ervio de b.i-e ao conlralo, ele., ele, as- ver ns meloi de que caree* para allinftir o* nn-
>t,n, a einen.la, aulo.i-aiitio o gevrao he a mais que se propoe. diffandindo e arraigando por esle
convciiieiile ; *lleeerrera a devid.i li'calisacao, i-I- modo o amor pela- ladro, eo rosio p.l.is arles,
le proceder a nina liquidara.) nos lermoi mai. ,e- Mas nao param ainda elu as -ua. vista., ell,, viaa
.iiliiga, e.1* inodnqota par da jn.dr,, e eqaidad* am berhonle miis dilatado, porm taml.rui man
qae te deve ao arremaunia pellctonario. aSo ie com* Renerno, na illnuacao do eipinto doi refeeouvo*
uiellam aliu.os conlr i a economa da fazenda pro- ; membrot, para cuja co.iseiuc.lo empreijara' c uno
V"!f ... i r mcio 'alie* a crtacJo de atlaa da linsoa verncula,
OSr. Paula Bapliila |uslilica ir.au !.. a misa a a<*im como da fraoena a iugleu, mperando coru
tBuiiile einenl.i : uv* auxiliare* poder remover oo obviar alcuna oba-
o ro aruy; 3digt**e incluida a qoialia do SS39lUealei que seinprc se enconlraia ua composij.lo
i BIOS
Sobre l/mres, -j) :i ., -j-, ,i 9q t,,,,,. v_
Paria, 390 r ioil r. por fr.
Lisboa. 105 a 110 poreenlO de premio.
Ri de Janeiro l|i por 0|0 de relale.
DeMonloati leiir.i, |0a I2poreenlo.
ii ROOncas hespanhet**. .
12' lan<;o da estrada do sul ave-
liado em 11:tO()i'tHi
1 i laen dito dito dito de 18,.iO 000
(leparos da ponte de Goianna ava-
llado cm 4:032 000
I. para rtin-!?r so maudoo ?l!ixar o pre-
seute e publicar pelo Diario.
Secretaria ta tnesouraria iprovincial de
pernambuco 15 de junho de iss.
o secretario,
Antonio terrena ii'.\nnunraeao.
j. "o Xavier da Fonseca Capibaribe, fiscal da
Ireguezia tle San-Jos do l'.i cife, em vir-
lode da le etc.
Faco publico, em viitude tle ordem sope-
I ruir, para conbecimenit) e devida execucSo
, ,i ,. u-Looii-oiiiirc
t de todas a.* pessoas rjuc iralicam em mair |ern excelleatea ct
poneos eearneires nesU riegenla, que eslBo SPU con8gnatario AntT* Lax'd
obrig.dOS a litlr-r.il .lis ...sicao do art 1. do Al0Ve lo (;rll, ,
tu. 4 das posturas muniripaes de "0 de ii-
Segue com muila brevidade o In-ni
conbecido brigu-i nacional Firma, tem
parte da carga prompta para o resto tra-
ta-se com os consignatarios Novaes > C. venlia.
i i .. o ,. ludo sera xanili.io sem reaetv
larfo ilo Corpo San!., n. b on eom .. ca-
pitao Manoel de Freitas Victo i
iu:ru;iMi\iiFainii;!i
exta-feira til o cor
rente
PELO AGENTE
Pcstaoa.
No din acicna determinado, e pelas 10 liu-
rasda inanha, aporta do arma/em do Sr.
Aunes dcl'ronto da EseadiolWi vender-sc-
hSo
400 barricas com faritilia de Trieste.
; LEILAO DE M081LIA
A <;ol|M' ;lt- iiisiitcllo,
Quinta felra 17 do correnle
NOAHMAZEH DO AGENTE PESTAA.
(l aficnte Peeteaa par., larniinar venda doa olijee-
l i. que tt acliam em seu arma/em, fara'UiUerM
da a -una de'in.i lo e palia 10 lloras da inauliaa de
?Iolnliaa de Jacaranda' com pedia e sem pedra.
Hilas de relie.
Movis avulaos. como cadena*, sof*, inirquez,i,
mi**>, oarda roana, gaarata loatj*, secrelanas,
cemmodat, in tltlaC*, CDnial**] quarliubeiros,
cabnles, ele, plr.
h nina iulinidide de olijecloa de variada m-
v ra o ro de j nciro.
A velt: I irca nacional Amelia preten lo
seguii eom multa brexridadei tem prompto
paite ile seo carregament J para 0 resto,
escravos a frete e passageiros, para ns quaes
mmodos, trata-se eom o
de Olveira
lalas caria* do Sr. Barrio*... eu aei
ipars ae ..o de jo-
olio tle tK 19, procedendo a matoneados
I rozos nos respectivos maiadouros pblicos
de preco.
- Oegente Olveira fara' leilao do
magnifico, elegante e bem construido
...lina moderna de I andares, otSo e
muanicom armazcm terreo no lundo,
sito na ra da Cadeia do Recife n. '<. o
qual por teacbar collocado era posij8oa
eiiniiiieieial desta cidade, torna-sc
hu is valioso, lano (|tie, i einb litio 2:000.$
nnnuues pode o aluguer ser elevado a
preco imcomparavclmente maior, o que
eleilo por
Para o RIO (le Janeiro. ate agora n*3 se ha levado a
li veloirn brigue nacional Fluminense pre- motivo de amizade para eom
mo tpiecom.ne.ieii *ua ,"hV, KdzVdV^JV"BtV- "" ''"''^L'"" c0,.n ct>W camara mu- i.n.le seguir com muita brovi lade, lem par- iespetaveil locaUi ios Sis.
uo., a qu-m recalieo com apralo cm ma esa. r.lae nicipal, mo devendo por consoquencia con- le de seu Crregamento prompto; para 0 r. ',__ ......11: ,1N;,|..m I,-,
rloniodoieeora elle por oilo auno.*, preslando-lli- l,"ui,r Ptica da matanca de tes rezes reslo trata-se cun o sen consignatario Auto- ^''si">' I"' '."l |'llsl"" ""
nlo pouco* lavorca. | em suas rasas, como abusivamente bao pra- nio Luiz do Olveira Azcrcdo, rea da Groz *,eu estabelecimento ae lazendas por ata*
ticado, seudo que para meior intelligencia|n. 1. 'cado : sabhado l'J do corrente ao meio
os adunes
Barroca di
anuos


'i
Islo nao lie meara .'
ii rriwiri


*
da rm |onlo, no escriptorio do refendo
ote, a qucm os pielciidentes podem
antciipadaincntc recorrer pera examc
das cscripliiras narnclhoroidcm. legal 011
P'ia Bjiuesquei esxJaremontos.
Lcilao.
ynii;-f ira 17 do cor-
rente.
no AMfZEM DO agente
Pestaa
Hs) da* cima designado, e pelas 10horas
Ja manea*, vetadas*-se-hSo cm leilao as se-
'uintos pecas do obra do posto francez para
ochar conts. e pelo que vcuder-sc-ha sem
rva do proco.
" palituls >!lelcs de diversas qualidades
:!7 calcas de biun.
9 palitotsdehru.i
DIARIO DE PERNAMBUCu QtlMA rlflKA 17 DE JIMIO DE 1858
Livros de
sortcs.
Na livraria ns. 6 o 8 da pmc da Indcpeu-
leSJCia, veiidom-se os scgoinles livros, para
recraio das noiles de S JoSo e S. Pedro.
A urna falal
los destinos humanos ou snrtes ilivorti tas,
Irseobclas nasescjvacocs do Pompea, com
iihi versos sobre dilferentcs .-ssumptos da
"ida ; preco 1-jCOO.
o livro de Pag
>'ii sortos para os diftVcntes estados da vida,
segni las do varias poesas e charadas pro-
co l;O00.
A sybilla de Baj
nnlendo dilTereiiles sortes, elas quaosse
t oonhecor o futuro do cada pessoa : prc-
;o 320 rs.
Acasos da fortuna
m livro de sortcs divertidas, pelas qu*es so
pode conhecer o estado, riquezas, herancas
1 torlunas que cada um lera, augmentado
DSS. iim mol luido de fazer mais de mil de-
imas, unicamente com 2 dados, e seguido
lo tratado dos signos do anno, pelos quacs
>e explica a signa em que cada um nascc :
preco 500 reis.
Com urna colbecilo dcstas differenles sur-
tos nao se p le deixsr de passar urna noite
tuii11 divert la.
-- Precisa-so de urna ama para o servido
Ir urna casa de pono familia : na ra da
M angucira, casa n. II, lioa-Vista.
tnstruecdos militares
.Na livraria ns fi e 8 da praca da Indepen-
doncia, venlem-se as inslrucccs para o ser-
vico das guardas, extrahidas do regulamen-
o de inTantaria, o acommodadas a discipli-
na do cxercilo, pelo diminuto preco de 500
res
Bichas de nam-
hur
pto
Na un estraita do Rosario n. 3, loja de
liarheirii, ven lemas muilo boas bichas ham-
h argucias chegadss co ultimo vapor da
Europa, eos ceios e a rcla!ho,o por um pre-
;o bstanle comino io.
A viuva de Mnno| Francisco r.iboiro,
libradora na na do Sol n. 7, cometa a fazer
i Masrior cangica de milho verde, tanto de
coco ; recebe as encnmmcn-
- "i Os das rtfaliveis s3o todos
p esperas de S loBo o S. Pe-
- -irais occasioesi quo hajam
raeonaiee
A aessoa que loni anniinciado lingir
izeSMla na Snlelade, como soja para preto
i las a-; coras, Blas, retrot o chapeos, faz
Mito de recebar e entregar, dentro
, toja .i cMc-do na ra da Cruz n.
lo r. \aaelmo Jos Codrim. eSanto an-
toaio, na rua Nova n. -Ji, loja do cirguoirn
lo >r. Antonio Joiqiim Panasco.
A aomeacSo do Sr. los Jnaquim Ta-
vi > !a Costa para secretario (enm o que
aiagaem so deve zangar, por ser da eonflao-
eaeolhs do comman lante' do I." hata-
hito da guar'a nacional de Haeei, revela
ais ii-n acto riejustica praticado pelo Sr.
UHMOte-eomnol Heira. O Domeado alem do
rr moco d" intolligencla, Ilustrarn o, hon-
radez, retine mais as qiialiilaics ile linio
aparrada adncaeSo : be olio Pernambiioano
digno de subida protOCCS i dos homens do
;"iisn. cm cuos actos somprn devem rnluzir
i justica o nada mais : parabens ao Sr. Ta-
caros, oiie Ihc da o sen constante amigo
Jos. Francisco do Moraes e Vasconcellos
Esa resposta a derlaracSo do Sr. Cor-
nano Francisco de Olivaba, publicada no
Diario de 15 do rorrete, disculpando-se p-
ra com o eo' 'O nca temico a respoito da on-
. qae se io zera para coiu alie, tomos
izar :o eorpo acadmico se jnlga mui-
lo cima de eousas lio ridieol
ir o ni taos boa
destitu IOS de fun.lamen
.!iivi<1a procodo de espectculo de sab- -
balo, cm qoecoacorreu pira elle grande
iiimero de sea lamios polas sympathias
que dedieavaSB os benofioiados, ou por con-
vitadeakxaRsde seos coilegas, nunca ten-19
do em vista sen-rio, ou a distraern de urna '"
noile. ov prestar aos beneficiados um con-
inte de *tia parle, para que fossem mais ;'
ou menos bem succelidos. Tein, pois, por
i liirn.i iii/ep.i]ue lie calumnia
Ra Nova
n. 60,.
Precisa-se de nlliciaes o roslurciras de
toda a obra : na loja de alfaiate na ra No-
va, esquina ao p da punte.
Fazem-so bolos do diversas qualidades
e diversos modelos, anfeitados com capellas
le allinim, ramos e flores i a multo boni gos-
to ; na me.sma casa fazem-se bao lejas de
bolos, tanto ra/.'is como de armaoSo, por
muilo commodo proco, fazeoi-se pastis de
nata o mais sobro-mesa : na ra Direila so-
brado do um an lar n. 3> ao p da loja do
louca.
I M PEDIDO A POLICA.
Iloga-se ao lllm. sr. subdelegado da fre-
guezia d !s l"r Pedro Goncalves do I'.ccife,
te lancar su-s valas sobre um individuo,!
que, morando em Olinda, vem lodos os das
para a cscadinha da alfan '.;ga fallar da vida i
privada de tolos os commeroianles do lugT, |
ca insultar aos quo pJe, tudo com o lim
de lucrar, quan lo por acaso, algum dos di-
tos commercianteso repel rom das insolen-
cias que o mesmo individuo pratica. Faz-se
este pedido ao Sr. subdelgalo, porquo sen-
do o mesmo in lividuo um perfoilo vagabun-
do, que, niio leudo de quoviver, assim pro-
cedo ; ese o s-. subdelegado quizer saber
qucm he o mesmo individuo, all peguntan-
do lodos lho dir.'.o.
AVISO IMPIIKT.VNTE.
P1 tilas depurativas do Dr. Alian.
Os falsilicadoios nao descancam o procu-
ram todos os meios para iir.ila' essns pilu-
s. Alem de torom encommendado os vi-
dros, ltimamente quizoram manda fazer o
papel das aireocoes. Tenh) cm eonsequeii-
Cia julgado conveniente mu lar a cor dos vi-
dros, os quaos scrao de boje em da ule ver-
deados, cor mais escuras que os ltimos. As
lampas sao sempre douradas. Tenh o lam-
betn feito fabricar um papel de proposito pa-
ra as direcces com o soguint.) escripto en
letras o;acag : Plalas depurativas do Dr.
Alian. 0. Palmer, propritario, sohre nm
fundo cor de rosa coberto do desenbos trans-
paientes. As duzias s3o em caixas de pape-,
lilo, embrulhalas em um papel tanib.ni fei-
to de proposito, de outri cor, mas comas'
mesmas letras e dosentios ; o mais um le-
treiro riscado, levando no oval do centro
minha assignaluia od letras brancas sobre |
um fuudo cor de rosa. Pre.vino-se o publico I
como garanta conlra os flsilica lores, que I
tolas as pessoas que vendem as ferdadeiras I
pi{iiil- s -i-v.-iii aer inuni las de um certilicn- i
do assignado por mim, o quil deve sor pen- i
durado n'um lugar visivel a lo las. As mes-
mas pilulas ven lein-se unicaaieiite no Itaci-
fe, uo eseriplurio de Vicente Ferreira da
Costa, a lc-OUO a duzia de vidrus, c a IcOUO
cada um.
Goldcn Squarc,
Londres.
Os Brasileiros e Ponuguczrs quesediri-
girem a Londres, para passcio ou para Iratar
de negocios, nSo podem adiar urna casa que
lbesseja mais conveniente do que o hotel
de J. C. (ihvoira n. >, Goldon Squarc, onde,
alem de todos os commodos o confortes da
vida, eocontram a facilnade de serum en-
tendidos uas linguas portugueza, ingleza,
bespauhola e franceza, e urna pessoa desve-
lada para Ihes dar todas as informa" 6M que
preeisarem, mui activa e desojosa de os
acompanbar a sous negocios e passeios. Mili-
tas pessoas notaveis do Brasil alli se|tem
hospe,lado, |que muito bem podem informar
as vaiitagcus que se cnronlram. Futre ollas
citaremos o Sr. conselocro Gonsalvea Mar-
lins, viscoude de Cdndeixa, visconde de
loores, visconde de Carvalbido, o deputado
Joao Augusto Correia, Dr. Muuiz Brrelo,
Dr. Francisco I mil icio do Abroo, Mr. NttneS
deOliveira, (Metano da Silva azevedo, os
commandanlos I,. Amazonas e Segundino de
Gomensoroi Miguel loadRaio, Cavalcan'i de
Albuqoerqoe, j. Eugenio lavares. Antonio
Cuines Nelto, Soares Pinto, etc., etc., etc.
-- Prcrisa-ae de urna ama pr.ra o servico
de uma casa de pouca faulia : Da ra ua
Mangucira, casa n. II, lio- -\ isla.
Aluga-se no atierro da Boa-Vista, se-
gundo andar do obrado n., um escravo
robusto e proprio para lodo o servigo de ra
Aluga-se um moloque de i lado do 15
anuos; qucm quizer, dirija-se a na da Glo-
ria n. 110.
Joaquim Bernardo Barreiros, constitue-
se dever ao abaixo apaignallo, a quantia de
sessenta mil rea, daaqoaes Ihe passou um
val em 3 de maio prximo passado, a por I
cuja quantia ja se riequereu embargo. Hua '.
do .sr. ISum Jesus ils Crioulaa n 33,liz o pre-
sente para constar ap puhlico.
Joaqim de Oliveira .Main.
- llonlem, depuis do meio dia, urr. me-
nino que se suppe tor sabido da escola,
earreg,u do paleo d- S. Pedro, casa n. 7,
ama cachorrinha do remo, que por casuali-
dade seachava na porta, ii portento roga-se
ao pal oh m;"ii deste menino, que a mande
restituir ao sen dono, na meseta casa, c
mesmo faca com que este menino soja mais
Bs rnpnloso empegar no slbaio, poispde
perder-so para o futuro.
J\ko.
Tendo sido tirados das obras da es-
trada de ferro, carrinlios de mo coutros
mateiiaes para uso particular faz-se o
presente avisopedindo a todas as pessoas
pie tiveiem tres mateiiaes em suas casas
ou predios que mandem entrega-Ios as
obras da dita estrada dentro de 15 dias
da dala deste. Passado este lempo em-
pregar-se-lia os termos da lei, contra as
pessoas em cujo poder se acharen] qnaes-
rjuer materiaes suppra mencionados. As
pessoas que poderem dar taes inlorma-
efles ao empreteiio que podem resultar
em convccao c castigo los transgressoees,
soi,Vi gratificados com SOjcada umguar-
dando-sc o segredo : qualquer informa-
cao deve ser ilada no cscriptorio do em-
pieiteiro nosarmazens novos, i ua Impe-
rial, Cinco l'ontas.
Compa nhia
1)0
Lotera
jj.^
Bebe;
ri)P.
N3o se tendo realisado a arrematacilo do
rcudimciito dos cbsfarizes, boje, a direcco
leni mareado novame.ito o dia 17 do corren-
to ara tor lugar essa arrematado as 12
lloras ilo dia no cscriptorio da companlua
i ua di Cabuga n. li. fondo ou por bairros
ou euglobadainentecomo mclhor convier
direc^ao e sob as mesmas beses c conlic-
jOes annoneadas.
Escriptorio da Compnnliia do Beberibe io
demaiodo 1858Guilhermc .selle, sec -
tario.
^*ar>H ti1^^-arceafiig
Para Santo Antonio, S. Joao' e S.
Pedro.
Ohegaram reeentcmente da Furopa, o se
acb..ni ven Ja as livraria Universal, es-
quina do Collegio d 20-Academica, ra do
Coilegio u. 21Econmica, esquina do arco
de Santo Antonio : jogos de dous baralhos
de cartas, contendo mimosas e divertidas
quadras, Ilusivas as pessoas que, as mys-
teriosas nuiles das [bgueirss, e enlodas as
occasiocs em que as familias reunidas care-
cem de uma recreado honesta, quizerem
consultar o destino acerca da sua sorte, sen-
do um baralbo de pcrgunlas para homem, c
outro de respostas para senbora. O acert
das respostas liradas ao acaso, e sempre de
accordo com as pe guillas, sua joeosidade,
que provoca irresistivel hilandade, dao a
esto mctiio o de entretcnimento prereremia
decidida sobre quaesquer uniros mais ami-
gos e complicados ; pudendo s?r, de envolta
com esles, de uma apreciavel dlvcrsao. 0
numero desses jogos le baralhos mgicos he
mui pequeo em comparac.ni ao das pessoas
de gosto, a quero sao especialmente recom-
mcniiados : seu preco he a quantia de 2?000.
Madama l'ou'ier, modista, na ra No-
va n 58, acaba ha |iouco do sortimento de manteletes de seda preta,
e de la I perto do ultimo gosto, um rico sor-
timento de casaveques ricamente guarneci-
dos, camisas bordadas, golas e manguitos
bordados, do lilo preto e de cambiaia, bar-
retes para baptisado-, entalles para Uro,
chapeos do Amazona, ditos de luto fechado,
dilos de pal ta de Italia, bicos de seda preta
com aijofres, llores pretas, Iranjas de algo-
dSo c Je soda prcta, grosdenaples preto liso,
saias, rustSo para easaveqnas, sapatinhosde
baplisadoSi veos pira chapeos,
@ :
; j (l Dr. Carnciro slontciro ua casa do .
-.lia PAh.Imm. >_ A~ .k,.~._~.l.~ _
PliOVl
"Ski
Lotera
DA
a
0 Sr. tbesoureiro manda fazei pu-
blico- que se acliam a venda todos os dias
no pavimento lenco da casa da ra da
Auroran. 26,das'.' horas da manbaa as 81
da noite,um sortimento completo de n-
meros de bilbetes e meios da segunda
parle da primeira loleria da cnpelta da
Fsi.ineia cujas rodas andarSo impreteri-
velmente no daSo dejunho.
Thesouraria das loteras 12 de junbo
de 1858.--0 escrivao, J. M. da Cruz.
O agente Pestaa previne as pes-
soas que ttvercm olijeclos em seu arma-
zem para serem vendidos, quese osno
forem buscar ale o tila I (i do corren te, j
que serao vendidos no lcilao do dia 17
pelo maior preco que se offereccr.
Dma pessoa que rene todas as habili-
tacoos e qualidades que constituem um pro-
fessor, por terlon^i pratica leensino deam-
bos os sexos, e por estar autoras la pelo go-1
verno provincial1, se propOe a ensinar fora j
desta cidade nSo s a mstruccao primaria,;
como at mesmo alguns principios da lingua
latina : qucm des. u presumo se quizer uli-
lissr annuncie ou uirija-se- a loja n. II Da
ra do Crespo
Arrenda-se um sitio que lenha casa do
sobrado com suflicientcs commodos para fa-
milia, com cocheira e haixa para capim para
* cavados, c alguns arvoredos do fructo, nos
lugares seguintos : do Mondcgo a Ponte
de l'choa, no Cajueiro, Soledade, ou lugar
prximo a estes; d-se um oudousannos
adiantados: no aterro da Boa-Vista, sobra-
do D. .'!7, a entender-se com o coronel Drum-
mond.
--- Qucm quizer possuir um escolente
carrinho muilo maneiro, para um e dous
cavallos, e acabado de pouen, podo ir a co-
cheira da ra da Cadeia n. 12, que achara
rr.uito acntenlo ; assim como alguma pa-
rolha de cavallos para o mesmo.
DEPOSITO
provincia.
Oabaiso assignaln declara que do boje
em diante compra bilbetes de lotera reco-
midos com o descont de 20 por cento soja
qual for a quanlia : na ra do Collegio n. 21/
P. J. I.ayme.
-- Precisa-sede um ama quesaiba cozi-
nhar e fazer todo o serviQO de casa ; na ni i
doCaldeireiro, taberna n. fio.
Ao amanbeoer do da 15 do cnrrcnle,
furlarsm do porto da ponte Volna da I! n -
Vista, uma canoa de carreira de um so pao
toa de amarelln, nova, pintada de verde,
pode conJu/.ir l pessoas, leudo de amar-
ra urna crrenle lina com um cadeado,
sonto propriedade do Sr. clmiro Augusto
de Almcida, morador na ra da Santa Cruz
n 78 : quem d 'r noticia da dita canoa ser
generosa ni cu i o recompensado.
Uanoel de Souza Pereira previno ao! for, quartos pira pretos, estribara, com
respeilavel corpo de commercio dosti praca, dous excedentes vlvciros com bastante pei-
o menino a pessoas particulares, que na la xe : a Iratar no mesmo sitio que tem o por-
COLLEGIO DE SiNIO
ADBE
O abaixo assignado. director c pj^o irieti
rio deste estabelecimento, avisa aos pas,
tutoreae enearrega los dos collegiaes inter-
nos, que do da 22 do correte mez silo
los a pagar a importancia do trimes-
tre oc julho a setembro deste auno, c que
esses pagsmentos so terao lugar alo o dia 8
de julho, passado o qual deixar-se-ha de i.
ceber, e de continuar no collegio aquellos,
cu jos pas, tutores e enearrega loa se nega-
ren] a csBrs obrigacOes.
. n Ir Alves da Fonseca Jnior.
ESCBIPTl'BACAO
ii i);: pcaaoa que tcinal^iinia pra-
tlca ITcrccc- Lotera
Quarla-feira, 23 do corrente, vespera do
Slorioso S. Joao, audam as rodas da loleria
ia, e no aterro da lioa-Visla n. 56,
acbam-sea venda bilbetes iuteirose meios,
de muilo boa numerac3o, e troco para os
freguozea.
Precisa-se do urna ama con bastante.
leite hom e sem lilho, paga-se bem agrrdan-
do : na rua do Collegio n. 25, segundo an-
dar.
O HINOCIJI.O MGICO.
.'.inda ponco visto nesta cidade, c de mui-
to enlreieninento e recreio para familias.so-
ciedadese curiosos : quem o observar hca-
uca I fRrrlptrt, oITercce-se parn ,-, encantado pela sua singular recreaco-
ln/.ev alguma e*ci Iptniacao, gran- no atierro da l'.oa-Vista. loja de miudezas
c!c ou pcejuciin : (jnrin timo < quizer itUlfsar annuncie oirerece-sc urna pessoa com todas as
por e-te Diario, ou dirija-fe i esta livraria. que. se ti-
r qnal ; pessoa que annuneion,
--- alnga-se um sobrado no lugar do San-
|to Aman, com 4 salas, (> quarlos, cozinba
deem ou pagucm por ordem, divi la ou cun-
ta do annu ociante, sonrio ao mesmo annun-
ciantc ou a pe.-soa que exhiba ordem de son
piinbo escripto o assigna lo, sob pena de niio
tomar o annunciante a responsabilidadc des
ses actos. Recife IV de junbo do is.s.
Precisa-se de t:5009 a 2:0009 a premio
de um por cento ;o rae/., dan lo-se para ga-
ranta 2 escravos : no paleo da liilieira de
Santo Antonio n 17, se dir quem pretende
LSo eni In ule da canilla do mesmo santo.
Jom: Joaquim de Abren Cerdoso Ju-
nio-, icm ju.-to com o sr. Joaquim Bernarda
besen a a taberna sita no boceo Largo n. 6,
o mesmo o3o fse responsabilisa t>ur divida
algutna que a mesma casa devaatesta da-
ta. Recita 15 de junbo de 1858.
An rua da Cadeia, defronte da l!( lacao
n. 2s, alegam-se e vendem-se superiores bi-
chas hamburguezas.
m Nsssm
DO
*

r*
Ri
DS NSSAS niAS
vi
> sua residencia, rua do (.lueimado n. j
10 pnmeiro andar, rtcebe duuutes **
para tratar.
wso jniga mu- i/eeiai a-se a ipieiii Conviei <|U
ols, e nunca al audiencias do Suizo de naz di
latos tSo frivo-\*. > .
mo. Tudo isto ife I"."".''110 di.stiicio da Ire^uezia d
-' r-.-M.:':-. i

Deciara-se a quem convier que c
lo i
do
SS. Sacramento do bairro de S.
Antonio dcsta cidade continuam
a ser nos inesmos dias tercas e
sextas-feirns, nas nao as 7 horas
da laido iiimo eslava sondo esini
as S lloras, na casa publica; eque
se despacham as pe roes etc. a
qualquer In ra do dia que nao fol-
ia
i?
H
3 lelo iui/. de ..
najor Anto-
de quem;,,".
teja, o ter algu-m nlrigado-i !.- wntilieado ou fer
para com o Sr. Germana Se o beneficio de ps em exercicio o
aaMkada foi grandemente concomio pelo i ) nio Jos de Oliveira.
carpo acadmico, so nili deve por forma al- ......._ ,. .
puma altrlbuiri Intriga de qnalqupr nessoa
e milito m-Mioi dos benelieiados, pois sao' Una senhora de muilo boas quahda-
in ligaos de tal commotter, c o coto ac- ; Jes, se oKercce a sr arca de casa de homem
deaaTea so aoha muito superior a cssas bii- solteiro : ua rua de Hortas, casa terrea n. 78
x>'zas, a que jamis rodera cbogar. -Antonio .Mximo de Barros Loite mu-
L'm de entre muitos. lou a sua residencia p*ra a rua de Apollo
Aluea-se por ou 3 mezes, um sobra-! 26
b> que lentia cotomoloa suffidieates paral Joao da Silva M roira yai a Furopa c
urna familia pone i numerosa, d-se prefe- deixa por seus procuradoies : primeiro os
rencia a loloaqueile quo cstiver enllocado
"ts melhorcs ras desta cidade ; paga-se
1 : quem tiver queira dirigir-se a rna do
Collegio n 10. primeiro anda-.
-- o abaixo assignado faz seieno ao pu-
blico, que uingu-m faqa negocio algum com
a taberna de Joaquim Bernardo liarroiri em
qu-nto s" e&o ntendr com o abaixo assig-
nado, o qual se acha do posse de um val de
uO passado pelo dito Bairciro, ten lose
ja requer o embargo.
Anloni i Pereira deOliveira Maia.
Aluga-se um casa terrea ita na rua
Augusta, contendo 2 s> liabas, :: quartinhos,
* fora, quintal e cacimba por lijOOO :
os (iretpn i-otes dirijim- secundo andar, que acharao cotn quem tra-
tar.
rs Jos Joaquim da Cunba, segundo Thco-
lonio Flix de .Mello, terceiro Antonio Pinto
de Azcvcdo.
C0Z1.NIIEIR0.
Aluga-se un preto cozinheiro, proprio
eara qualquer casi estrangeira de tratamen-
to ; pode dirigir se a rua da Cruz n. 45 no
Recife a esso que pretender engajar os ser-
vicos do ref'tiio escravo, que alem d ser
de boa conducta, he perfeito em seu oflJcio,
e muilo la lino.
AttenfSo.
lima pessoa cnmpelenli mente habilitada
eusina em sua cas, o tamben por casas par-
ticulares s grammaticas portugu za, efran
ceza, arithmetica, philosuphia e rhetorica :
a tratar-se no pateo do Pira izo n. 8, segun-
do an lar
BLAMIJ k\m
RUA DO TRAPICHE NOVO ti. 12.
Participa aos amantes do hom chocolate,
que tam de receber pelo ultimo navio chc-
gadode Franca o bem conbecido cboeol ile
Sanie Cara ue .Maiagnan.
Ma loja ao p do
arco de Santo /uto nio,
Chegou novo sortimento de bicos e rendas
da ierra, largos e estreitos, assim como se
vende cambraia de cor, fazonda muito lina a
210 rs. o covado.
O procurador da cmara municipal
desta cidado precisa contratar deiu propri-
acBo do terreno onde estove edificada a casa
terrea u. lio, perlencento a lllma. Sra. D. Ig-
oacia Joaquina Lope* da Silva, o para isso
roga a mesma senbora que se digne mandar
a casada mesma cmara, pessoa habilitada
para esse lim, ou declare sua morada.
Jorge victor Ferreira Lopes.
Aluga-se um^mnlcqun cozinhoiro, di-
ligente e liel : quemo protn.lo-, dirija-se
a loja da rua do Crespo u. 16.
Piocisa-sedo um amassador, agradan-
do paga-se bem : na rua da Senzala \.la
ii. 90
~ Precisa-se de um cria lo ou urna criada
para urna casa de familia, quer forro quer
captivo para servico lano interno co no ex-
terno : a quem servir dirija-so Capunga
Veiiia casa da Sra. viuva Lassorre ao pe da
do Sr. Bonifacio que achara com oui-m
tralar.
na estreit do Rosario u.
12, risa cor tic lii io.
Na casa cima mencionada acha-se rooon-
temente aborto um leposito de doces e mas-
as linas, onde bavera constantemente ludo
guamo be pertencente a estabelecimentos
desta especie, cono tambem proparam-so
bandejas com delica !o gosto, o enearrega- <
se de qualquer encomroenda de maasas ou
doces ; juntamente previne-se a rapazeada
que se acha proparado no mesmo estabele-
cimento um bello o arejado salSo com todas
as proporcoes necessahas pr.ra se saboriar
uma chavena de caf ou chocolate, ou mes-
mo um naco io presunto com seu compe-
tente squito, do que se acha prvido do
melhor; tem entrada pela rua estreitadol
Itosario ou pela rua das Larr.ngeiras
Rodolpho
0 LUCO ASSA5S1I0
Fiiwtssco aSm pissoa de
BARROS
Esta no prelo este pequeo romaneo, que
pozar de couter pouci.s paginas, com tudo
ro o rcllectir co multas horas lio sem du-
vida. trabalho imperten., or sor de lal au-
tor, cm quem alem de faltarcm os conheci- ]
mentes necessarios para uma boa execuQSo
sobram as diflicullades e contrariedades,
com es quaes encontra-se sempre cii seu
mais pequeo passo; mas confiado na pro-
tecciio do publico, que condece ser sempre i
paciente, edesejoso de animar qualquer ac- '
cao que contenha algum principio de reoia-
lulade, espera tambem desla voz para si uma
boa ventado e coadjuvacSo lao valiosa, ni-
camente bastante para i,r,o desanima-lo.
>ubsoreve-sc ucsla typograpbia, 1 volume
Precisa-so de uma ama para rasa de
(amiba na rua da Aurora n. 42.
NA lll \ DA ([.ORIA C\s\ un FUN DAO-.
tnachaio sempre os mais acreditados medicamentos lantoem tintaras como
' g lobejos, preparados con o maior escrup loe porprecog bastante commodos
F*ROE?S FIXOS
Botica de tubos rand' Ifli
. i. 1 :>; l W
Dita de 3
Dita de ( a a
Dita de co d a 3
Tubos avi Isos a....... IB
Frascos do tinturrsdcmcianntja.
Id medicina homeopatbica Ao Hr. Jabrcom dic-
ario dos termos de medicina -
estica do Dr. llonry .,,.,
rratamento do cholera morbos..... ,
' ertorio o Di M-Uo Moraes ....
lOfOOl
2/oei
(feo*
l'I.I'UAS PRECIOSAS
Aderefosdc lirillianlrs.
diamantci e perol
. alfinclea, brinroj
a rozetaa, boltiea e aanaia
da dilierenlii turtos e de
diverjas pedral de valor.
- .... .
Rua do
icelj
. t
ROEI'BATA. -
__ ?
lerecoi aompleaf da i
' >uro, meios doa,palsei- ?
ra, ilBatea, briacoi o -
i tai, eorddea, Iraneel- J.
medalhaa, corronics *
pan luir I a enhila para rcloalo.e S
|'" nnlrna mnllm ithiael><< W
a' n 7.

comm3 ; como cos liman
-- .....
ODr Augusto Carneiro Honleiro di
r Silva Santos, milln sua residencia .-'-.
. j para a rua do Queimado n. lo pri-
;.;; meiro andar aondo po le ser procura-
-- O deposito principal!, ~Al^?e"Mi,eroi "l
I ronel lose Candido do Barros, en
dos mais afamados charu-
tos da Baha do Sr. Cus-
tavo La porte, acha-se de
hoje em diante em casa de
Scaaphletlin & C, rua da
Cruz n. 58.
P?a livraria n. 6 e 8
da praca da independen-
ci.i precisa-si 'alr ao Sr.
i>etan, que morou na rua
do fag&o e teve rnarci-
neria.
pessoa com todas as
habilitacOes precisas para se encarresar de
escriptorafdes commerciaes para qualquer
dos inelhodos : a tralar na rua do Collegio
ii, 15.
PEDIDO.
O Sr. estudanle.que indo no dia 12 do cor-
rente, a urna casa aonde cosluma ir, e qu"
por grnr; cu por veras, tirn de uma gaveta
i.cia nota do R por urna pessoa da casa, queira restituir ao
mesmo lugar a referida nota, se nao quer
1 le se diga a seu pai, e que so publique s u
nome.
Pretcnic-sc um primeiro andar, ou
casa terrea com bastantes commodos, com
nreferencu ao biino de Santo Auluruo, ou
lloa-Vista, sen lo eni qualquer urna das ras
ao quo nao so olha n preco : qum tiver
queira drigir-se a rua da Cruz do Recife, so-
brado n. S primeiro andar.
AttencAo.
constando-nie qu.; algumas pessoas que
me bao procurado para seren curadas com
o reme dio secreto com que costme a curar
os mordidos por animaos atacados do mal
da hydropiobii, as occasies em que essas
pessoas me nSo tem encontrado, algueiu
(mesmo prenles; as tem Iludido, inculcaii-
do-se sabedores deste importantsimo rc-
mc-lio, so com o lim de lucraren! alguns
vinteus.sem se impoitaremcom as Funestes
onsequoncias que de um 15o roprovado
procedimento possam resultar : o abaixo
assignado, a bem da humanidade. e para
sal-?r o crdito do seu remedio, adquirido
no longo espaco de perto do 70 anuos, do-
clara ao respeilavel 'publico, quo d'ora cm
diante as pessoas que do mesmo remedio li-
verem prccisilo, deverao dirigir-se nesta ci-
dade casa de seu cunhado o lllm, Sr. joao
Xavier Carne'ro da Cimba, a entendercm-se
com su- Exma. senbora, e as Candeias on-
de reside o annunciante. com o capit3o Mi-
guel drehanjo Lopes da Fonseca, unicamen-
te, morador ua povua;So da Venda Orando
do mesmo lugar, que sero conveniente-
mente salisfeilos
JoSo Sergio Cesar de Andradc.
SEGURO CORTEA 0 F060.
COMPAMIIA
.AIJLIAffCE.
ibeiecida em Londres,
em i:.rec de 18124
CAPITAL
CINCO MILIIOES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Brotbers A C. tem a honra de
informar aos senhores negociantes, proprie-
tarios de casas, e a qucm mais convier, que.
BStSo plenamente autorisados pela dita com-
panbia para eliectuar seguros sobro edifi-
cios do lijlo e pedia, cobertos de tena, o
igualmente sobre os objectos que contive-
rem os inesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas do qualquer qua-
Iidde
Aluga-se um mualo de 16 annos de
idade, muito esperto c proprio para o servi-
co interno e externo de uma csst : qucm
precisar, dirija-se a rua cstrcila do. Rosal io
n 10, segundo an I; r.
enente-co-
m Sanio ,\-
aro, e ponto alio, com quintal bstanlo
grande, tolo mor coca ira,estrib-
is e qui feilor, cacimbas c vivei-
ros, propria para qualquer eslrangciro ou
qu -o trate : a rallar i a rua da Ca-
deia do Recife com Joao da Cunba llaga-
Ibaos
Da-se SOO/OoO sobro hypotheca de uma orS|inisar aistom
oscrava ou c sa livre e desembarazada: a |ra"li; epidemia do cbolera.-roga a I
tratar na rua do Quoima lo n 13. "'' ,mg ,i)' verdadequer desta provi
Homeopathia,
f&

Publicaban cariosa.
O Indica lor dos objectos mais curiosos, o
de alguns monumentos histricos do Reino
de Portugal : Ven le-se na liviana ns. 6 e
da praca da Independencia.
Bicha
s
ac iiam-
hurgo,
,.- -";> .-Jkv- Defronte
t. Jl""^- da matriz
UfFf:to:* P'Oa-Vis-
Kasg bVch,,;
^^^~^***^ llamburgo,
rindas pelo ollimp vaporda furopa, assim
como alimpam-sc c ebumb-.m-se denlos a
miro o prata, applicam-se ventosas, botnm-
se nuvijos em armas de fogo, amola-se todo
o ferro cortante com toda perfeic3o o
promptdSo.
Aos religiosos.
Fazem-se capas, batinss, samarras o ca-
pas vi'.torias : ua rua de Apodo n. 39
Precisa-se de um bomvn que da lii-
dor a sua conducta, para o logar de Hel a
bordo do brigue barca llama ac, dan lo-se
preferencia a pessoa de maior idade.
Ar.il n-se
aborta urna asslgnatura par o drama.Car-
los oa os effeit s dojogo e das palavras mal
pensadas : na loja da ; raca da In !.; en Ii n-
cia ns. (i e S.
ESTABELEG1MEHT0PH0T0GBAPH1C0
AUG. STHL COMP.
Aterro da Boa-Vista n. 12,
GALERA e OFF1C1NA A REZ-DE-CI1AO
Nao' confundir com a officina de agaoiTeotypo na mesma rua.
Retratos tirados segundo os prnenst a os mais molemos sobre crystal a papel,
tomo e com eolorido agoarella, applieacSo de lindaa aizagens...... mpo do rctabulo.
HiBiataraa para allinetes e caoob>las imitando a pintura son o m G .
Retratos d pessoas fallecidas em qualquer g ineroe tamaobo.
Ricas caixinr.as, duqueza, pompadonr, v-iiudo, tartaruga, marroqnim ne., le.
ralos cm tamaum natural sobre tela, desenbo da machina mon tro chamada Me-
.; o o. tutu ra a oleo por mSo de ?rtisl?.s l-ancj/.es.
Humea c dura^So garantidas.
i eprodaecan de vistas, desenbos o outros objectos de art". Collecao de vistas dos
arrahaldes eda estrada de ferro.
\. I!. POIt NAIOK COMMODIOADE DAS ILLUSTR1SSIMAS SENH0RAS E
FAMILIAS A I.ALERIA SERA* ABERTA E CONVENIENTEMENTE ESCLARE-
CIDA AS N01TES DE LLAR.
'-'-rmazcni
de ina i : 'ocas d<
illllgU ';
. Ferreira, i ,
' O.fO, di
Neste novo esl ibel os
materiaes piecisos para seree ili-
cacao d casas, e mand i-se I ur as i
com promplido; assim como se aiugam
c rrocas com b< is para cond
riaes, trastes, etc.; todas as vendas o sin-
guis sao
pagosquandose apn si tai a coolit as ; -
soas nao conhecldas deverSo pagaradian-
lado.
Prroisa-se de um menino ou prelo ido-
so, para acompanhar um homem que tem
filia de vista nos dias segundas, quintas
ssbbados da semana: ni pateo do Ca mu
II. G.
Queni tiver para arrondar um sitio com
casa ofl'rivel, ba baixa do capim, cercado
para vaceas e mala terreno para plantaces,
dirija se a rua do Caldeireiro n. ts, que
achara com quem tratar.
| fiOMLTOftW HOMEOPTICO 2
un
o DH. LOBO MOSCZ". 8
v^;-NA ROA DA GLORIA CASA DO H NUAO'
". i 0 Dr. Lobo Moscozo faz sciente
:.:- aquem interessar | ossa que lera,
commodos cm sua casa para re-
tar alguns esclavos no so pa- ;'.?
i: ra tratar de suas enfi rmidailes fV.
.? como para fazer qualquer opc- SS
O carao. th .lenles BCrSo ti
'..'; pela liomi opalhia ou rx I. alio- '
','i patliia, conforme parecer mais ij
c veniente para a brevidade da ;';
cura. Advertc que mvbe gra-
uinaottoutia pe* 11 -;
;_; que precise fazer alguma opera- -:,
i, e $ cas au |oss,un satis fazer as di -
;'i pezas de tralamento e nao queira g
:_'; sujeitar-sc a r para os liospilacs. .\
, (; preco do Irataracnto dos esera- .;''
| vos regulara'de --.s aos diarios ,:.
conforme i fjravidade da mole -
. "-. lia c o lempo de curativo.
., .-; .--...'.'
.-.: ..:.:...-,:-.:
Preci*a-se de una sala e aloova que I
sejam em primeiro andar: nesta lypogra-
phia so dii

'i Dr. Cas nuvi pode ser pi n u b-
:'\ lo r. -
as e praticar qualquer operacSo de
^ cirurgia espceali irlos ':
n seu
O.WLTOl
::- : CVi
; ;. So I .'si;
ni >s
ni up thicos i is e em
. i ha
lie chegado a loja ce l.econtc, atorro
la loa-Visti n. 7, excellente leite virginal
o rosa branca, mr? refrescara
pannos,sardas e espionas, igualmenleo a-
famado oleo habosa para limpar e fazer cres-
cer os cabellos ; assim como po imperial de
lyrio de (loreaca parabroloejas eaperi desia pelle, conserva a frescura eoavellu-
dado da primorosa da vida.
I)a-se a quantia e 93S;000 por mez a
urna ama que tenia muito leite, c niio traga
lilho ; assegura-se bom tralamento : na rua
da l'raia 11. 5t, primeiro audar.
.- -.- ...... .... .
Roemur & Weiler.
Cliegados ltimamente da Europa,aca-
liam de cstabelecer-se ua rua to Hospi-
cio n. 21, comj forradores decarros, es-
tufdores de mobilias e taneeariai de sa-
O
O I)r. Sabino Olegario L. Pinho, tendo de
da honieoaatbia ilu-
todus
ocia,
qner das ouiras do imiierio, que Ihe forne-
?am com a maior b'evi lade pOSSvel, quaes-
quer doeomeotos, ioformaojlea ou narrieO s
exactas, que possam servir' para a execueai
dessa obra, lio justo que sejam conhecii'os
os nomes de todos aquellos quo cm lao ca-
lamitosa quajra soccorroram a alllicla hu-
manidade. No consultorio central horneo-
as e camas de bnm gosto, e em cujas ar- palhico rua de Sanio Amaro (Mundo Novo,
les oosam chamar a attencSo do publico' "' G_
e proprietarios de co. Iieiras, vista a pe- Cv^t@ @@ S"^^SS@f^
ieia, bom ;;i>sio, promptidao c procos
commodo* com que proracttenasatisfacer
qualquer obra confiado ao cuidado dos
cima lulos.
Casa de saude|
O r. Ignacio Firmo Xavier, mea-
t} be em sua casa de saudc, que Tica ao fcjj
: ?i norte da estrada da l>a:ii'pm da *1
! <# Magdalena, ent'c a ponte grande o a
gnABOQl!i,Al)0N.48.g
cilliiO &
geiitin
POEMA DIDACTICO-1IER01-COMICO
pelo
Dr. Jos Ferrari.
Acaba de ebe^r da Babia, a presntela n,,^"r as \ K'as 'yKienicas, sobo
. a> quacs esta coislruida, os commo-
Passagem, da
te gr
na uo Chora-Menino, todas as
: ;A pessoas doenles, abantando o nio-
f Ibor trata cenlo, o maior f lo ecui-
\\r) dado medico. 0local em que est
P edilica la a esa destinada para esse

W
ira .
Fazem sciente ao respeitavel pu-
blico que em seu novo estabeleci-
mento e.ie.uili nao (raiule sorlioc-i-
' de fazendas de seds,lfie seda,buho
/ e algodSo tanto por -lacado como a
-'" reta lho, assim como .ropa feita de
;'; todas as qualld des, calcado rraaeoz
. de ludo qaanto se precisa, obras de
'..: ouro io ui ihor gi sto possivel, rolo-
.;' gios patente ioglez e meios ebrono-
metros, por menos loqueem nutra
.- qualqner parte, assim como perro-
. marias e quin juilheras do) m
qu lie possivel, ricos vestidos .lo
: pluntasia para baile; o estabeleoi-
. -t.-, aberj.0 a coito para miis
... commodo das senhoras que quiza- .
- rem escolbei o que precisar que en- i
. contrario tudo que desejarem. .' \
... -.-
- ... .
i'li'U'..-.... ... ....
- Claudio Dubeux ja tem velas mistas
para malar forangas
obra, cujo principal lim be mostrar
importancia ea iullucocia ciue tem, so-
bre o piogresso da sociedade, um enge-
ii!i) de fabricar assucar. Seu autor com-
para o assumpto de sua obra com todas
is fabricas que no llrasil existem, c pc
;:" I Hlenle que neiibuiii.i da' maiorCS rcsul-
'' lulos, nein sustenta mais o commercio,
.I. queo engcnlio de assucar. Acba-se
'" a' venda na livraria da praca da Inde-
pendencia n. ii e S, por S.sllOii rs. dous
volumesde bella c ntida impressao.
Alt-; i Quem der noticia de um siiio junto a pra-
c para arrenJar, agradando, receberi urna
gralilicagSo na rua lo seve, ootr'ora liba
dos i! tos casa desotlo e portan, uniese
est tazando o Gymnasio.
Na paiiaria de Ponr.iano Salgado, pre-
cisa se de.u.11 boa1 rornciro; paga-se bom
ado.

(i) dos de que dispon, o aceio, ordem,
a e regularidade que ahi se encon-
S? tram, sao con.liceos pon lerosas para
tri una breve cura e cmplelo resta- (j*V
^ beleei ment. As pessoas que quiza- t\
r-se de s u prestimopo- J?
ao pateo do Carnio, 3

. tonio, S. Jlo e S, Pedro, que se ven-
. lindas mantinhas da velludo, i.[i
_ golir.has decambraiade linho e man-
_ gilos 1 ices lenco-de cambraia de "
1 bor ia los de valor de las, 2
'ido Ra -
:. in utilisar
'*7 don .liri^n
JJ sobrado 11 !), primeiro andar, das {Jf
"^ ni horas da inaobBa as 3 da tarde, ?.
bu a em Uiaute no sea esta-
\f; belecimento. (J)
NA RUA DA GLORIA CASA 1)0 I'L'NIIAO-.
CONSULTORIO HOMEOPATHlOjJ
00
1R P. A. LOBO BOSCOSO
Ivledico parteuo c operador.
O Dr. Lo io, iia consultas lodos os
as e pratica qualqueroperaLcSodecirursjia,
assim como,aCOdo rom toda a promptiaao,
las pessoas u preeisarem doseu prostimo
Oflerece-se um rapaz, isentoda guar- para n servico de partos, praticando aso-
ua nacional, para caixeiro dequalquei o es o instrumentaos, quan-
le negocio, me os Ii 1 berna epadaria, o resuludo por meso
beta : quem la bomeopalbia que tantas vezestem ven-
'.ruz no Itecifo, I cido lifliculdades, quo areeian insupe-
r.-.v..'is.
O
>&
lenliflJi, ra 49* \. n
seguro contra

airaa n.15, na mcanicaia (io agna e i>.
sa
COMPXNH1A MORTHEN, ESTABELE-
io. CIDA EM LONDRES.
.- ....
- -. .
-
V-
i i. i pa i

.. ,
m y



az
as.
i em



.
olera
r I sobre ai apre '

l n d
ie anho de i
... P
izo, o .- -i liiiu i i;
de i n c.iiado
!e 8 illas, con landados, das
ruzn. i. Recife II 1 bo as o da tarde: na rua do
,'i. 7.
11 bai.vo a ao res-
ivel publie ita prai i i do c miro,
i i c ':' ti I
menl ios inglezas,
:;iiito cm
i : na sua lo.a n. IS aterro la Boa-
Vista.
Duartc Borpes da Silva.


No escri: lorio lo al- lixo B! signada na na
do Collegio d ai. vendem-s kil Les da lo-
tera da pro incia pelos seguintes
sendo do 1009 pa a ci c idi beiro a vista.,
B Hieles garantidos .'.
Meios ditos -'IjO
P. J. Lajrao.

CI i.i 0 I qu i'i 'fronte
coSr. J s Pereira, ou annunc
Diario.
-- Avisa-sea todas ss ; essoas que forem
deve I s do casal do Una lo I) imiog
Ionio Comes (uimarrs, que as par
mesmo casal estSu peud ntes no Tribudal
la BHarfio, avisa do que nSo devem por
em quanlo igar i bitos, emboi i haj
quem se i u bilit ido a re-
ceber, menos quo nao queira sujeitar-so a
pagar segunda *ez.
0 abaixo assigoado c se enearrega- Precisa-sede uma ama que saina eo-
o sobrado de um andar e so- zinhar e engommir, paraca icafa-
ISo S'to na rua do H n i:i, e mais inilia, pref.Tindo-s i va; i t ... ir na
"^' i : enoconliguo aos fundos do mesmo ruadas! Deosn 7.
sobrado, c i ... o 6 e
fundo poi isso quem pretender, dirija- el
em c i la a p ac H la-Vista, bo-
tica n. -2%, indicando o lugar o as horas ci i
.as para ser procura lo
Joao Octavio de Moura.
Vaccma
blica.
pu-
Pe le o abaixo assignado i 11 ssoa que
15, ii ao annuncian-
.i rerartiqSo continua a runccioner no tor-
re!! da elfandega as quintas o domingos,
le, o rar certa e na casa do comroissariu vaceioador, rua
duvida, ou de declarar sua morada para ser I estrella do Rosario o 30, cm lodos os sab-
P'ocurado.- Manoel Ferreira da Silva. loados.


DIARIO l)E PEUNAMBUCO QUINTA FUI KA 17 Di: .11 NI 10 DE 18>8.
'.iso tus deliberes (ic en=
gento.
francisco Jos Augusto Ferreira, com ar-
n azem ni ra da Moeda n. 2, confronte ao
ti a piche lo i unha, compra mel desencas-
( i in e grandes porc<*us dando elle os barris
pira seretn rheios no eugeiibo : quem cou-
vier este negocio dirija-se ao mesmo arma-
ana, para tratar a safra toda.
Francisco Jos Augusto Ferreira, vende
ot conta e risco de quem pertencer 25 pe-
dias de ca tana de Lisboa, sendo oito solei-
r;s, palmo 8.3, I, 10hombreirasde 12 1|2
1.1, dez ditos 6,1,1 : a tratar na ra da
M u-da n. 2, confronte o trapiche do Cunta.
;.'IV,.V.iJ-.ij &&u & .WJJiliJiXi::
JJ l'm moco habilitado e de boa con- \j
i? ducta olFerece-se para dar ligues em su
j\ casas particulares, tanto de primei- .'-
i ras lettras como de fnncez e gram-
*t
matica nacional: pode ser procurado
i em sua casa no pateo do Paraizo n.
. 4, primeiro andar.
Aluga-se urna grande casa terrea com
7 nuartos, na ra Imperial junto ao Sr. Gus-
m5o, a qual est em bom estado para urna
glande familia morar com descencia : quera
pietender dirija-so a ra Direita n. 49, loja
Aluga-se o segundo andar da ra do
l; ngel n. 10, aara urna ou duas pessoas : a
tritar na mesma caa.
Juan NaleullUl \ niela e Sua niulliei
D. Isabel Ignacia de Gusmao Villela,
agradecen) summamente a todas as
pessoas que se dignaram tomar parte
em sua d"-, assistindo ao funeral de
sua querida mai D. Mara Ignacia de
Gusm3o lira.
-- O m que aiiuuiiciuu querer arreiua>
una propnedade sem lucio, distante da
pri^a duas leguas e meia, com bastante ter-
reno que admi.te 16 ou 20 escravos. 2 casas
litas, bastantes larangeiras,limas, limito do-
ce e jacas : precure fallar na ra Direita n.
St, terceiro ardar.
4)
m
m
{isa i tova n 69 st-
and ar.
yunci
Joo da Silva Ramos, medico pela
universidade de Cuimbra, recebe em
sua casa das T as 10 horas da ina-
nha e da- 3 as 5 da tarde as pessoas
que o quizer em consultar e pres-
ta-se com promptidao a qualqu.-r
chamado, para dentro ou fora da ci-
dade. de quem precisar de sous ser-
(g\ vicos mdicos, cirurgicos, e de par-
teiro.
Tembem recebe em casa alguns
.lenlas pelo mesmo prego, com que
geralmenieso tratados em outras
casas ; para o que teaj os.melhoras
comruodos.


Livraria Acadc-
mica
21 Rl.4 DO COLLElilO 21.
LIVROS NOVOS.
Bachelet el Dezobry.
Dictionnaire de hlstoue e'. de gcographic.
,Esla obra he muito superior a de Kouil-
let).
Vergani.
Prosc c pocsie. Raconti historici.
Mozn i.
J. promessi sposi.
Carcano.
Duodicc noyelle.
CesarCanlu.
Margberita Pustcrla.
(Kstes livros sao proprios para quem quer
esludar italiano).
Lamartine-
Viedes grandes homes, Nelson, Gutem-
bere-
Heloiseet Abailard, C. Golombo.
Orsini (l'abbi).
Paradis terrestre.
Pajoulat.
Historie de Jerusalem.
Kdiciio de luxgv.
Julos Jainni
Les etrangersa Pars.
Vende-se urna negrinha de 12 annos,
com algum principio de costura : no paleo
de S. Pedro n. t.
- Vende-se urna mulata e 1 negrota de
ltSannosdeidade.com habilidades, 1 negro
de 20 annos, de bonita figura, 2 negrinUas
do 12 annos, e 1 preto de meia idade : no
pateo de S. Pedro n 6.
Hebrard ra do Tra-
piche iVovo n. 22, vnde-
se : chocolate francez da
melhor fabrica de Pars,
fumo caporal verdadeiro,
moldes para fazer cigar-
ros iiiaiiilha, tubos para
ditos ditos ditos, superio-
res sigarros chamados ma
nilba.

Senhores redactores. Iluas pessoas, qUe
sempre receberain bom tratamenl0 no hotel
' Sr. Carvalho, da ra largo do Rosario,
nao podem deixar de fazer sentir o seu re-
conhecimento, i.ara com o tal estabeleci-
m.-iito. Continu, pois.Sr. Garvalhoa pr>-
ticar o mesmo com todos, o que nao no de
esperar-so menos, que iguaes reconheci-
m -utos ter, e toruar.se-ba 'tais frequenta-
dc o nosso hotel.
_ Dous anonvmos.
fttt
gj ^ Em Sanlj Amaro estrada de Lui ^. do llego adianle do hospital inglez "2
* e na ra da I undican ha para alu- *&
(^) par 4 casas tu las acabadas de novo
%.} aotoea corridoscom jaoella no oi- (&
fg) lioc lonas quintaos murados com *S)
cacimba : a tratar com Jos Goncal- jZ
(^ i ves Ferreira 'osla (g)
- Precisa se de 2U0; rs. a premio de 1
1| i'pnr canto, daodo-se a gajantia que con-
wr eonfor e o contrato que se fizer : na
lu do Han.-el n. 77, so dir quem precisa.
Dosapparecea no domingo 13 do cor-
le iie um molecut de norce Feliciano, com
gasea segrales : levou calca branca de
bnm, jaqueU preta, chapeo de massa bran-
i velho ; becioulo secco do corpo. pos
com os dlos muito abertos, anJa
i:i uto vagaroso, costuma andar aqu no Ke-
; desconfla-M que lenlis ido para o en-
grnbo de S Paulo, que ho aonde elle tom
teas manos: portante, roga -se as autorida-
des policiaes ou capilSes de campo, que o
ai prebendara e levem a seu senhr na ra lar-
ga do Rosario, bolcquira u. 27, que ser re-
compensa lo generosamente.
--- No da 12 de marc.li do correntc anoo,
fugio do engenho Muribequmha um escravo
cabra, do 14 a 15 enoos de idle, cujos sig-
naos sao os seguintes : cabellos estirados,
i l compridos e chatos, secco do corpo, le-
van lo comsigo camisa e cal? de algodo, fe
chapeo de palha ; o qual escravo foi do es-
cr.vSo Postumo : roga-se, portanto as au-
to -idades policiaes n capilaes de campo que
o Hipstbendam, o levem ao pateo do Terco
i" 4V, a Manoel Kleuterio do Reg Barros,
ouao dito engenho Jluribequinha.
0 sr. /.eferiuo Ferreira Velloso, quei-
r abnnlade de apparecer na ra do
rorrea n i primero andar, ou aununciar
a sua morada para ser procurado.
Pfccisa-se alugar urna preta que ven-
da na ra : pateo do Carmo n. 24
~ Vende-se a loja do calcado da ra do
l.ivramento n. 3: a tratar na mesma ra
n- 9.
Attenco
He barato que
admira.
Na ra do Queimdo n. 37, nova loja de 4
portas,acaba-se de receber pelo ultimo vapor
vindo de Franca, ricos cortes de vestidos de
seda com 3 babados para 3"S, 50, 60, 70 e
809000, ditos sem babados a 25?, sahidasde
baile a'23?, 24, 25 a 30/000, enfeitcs para
cabera do melhor gosto que so pode encon-
trar a loo 12 e 149000 cada um, manguitos
bordados de cambraia a 2/30H, 3 e 55 o par,
camismhas bordadas com manguitos e gol-
lmha a 13/, gollinhas bordadas a 19200,
19600, 29200 e 295011, tiras hordadas a 800,
900 e 19 a vara, cortes djj barego a 79, gaze
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, folar de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 19 o covado, dito limpo boa fazeoda e
19800 o covado, lito preto a 1-60(1, 15800 a
2>, mantas pretas de Qlq bordadas a 9 e 12o,
chapelinhs para senhiire muito boa fazen-
da a 145. chales de merino bordados a 65, 8
o ii, litos de louquicn bordados a 209,
corles do cambraia de salpico a 59600, ditos
de seda prctos muito superiores 80: a 909,
chales de merino pretos a 45. lencos de re-
iroz a 2-5, chapeos de sol de seda superiores
a 105, ditos a 79, ditos de pello francezes 79
a 85, chapeos de lebre a RIMO, ditos de fel-
tro linos a 59500, ditos de feltro enfeitados
Farfulla de
mandioca.
Na na do Vigario, armazera n. 31. por
baixo do esoriplono do Sr. Antonio Jos de
Castro, ha para vender muito superior fari-
nha de mandioca, por precos mdicos.
Vende-se 1 escravo pe$a, reforjado c
sadio, com 25 annos, 2 molecotes, um com
14, outro com 10 annos, 1 negrota com 16,
com habilidades, 1 Dardo com 30 anuos, 2
negrotas, bonitas figures e honradas, 1 ne-
gro da Costa, bonita figura, 1 escrava com
duas filhas mulatinhas, urna com 6 annos
para 7, outra com 2, mu galantes, a mi
das ditas mulatinhas be perfeita engorama- dg
deira, cozinha bom, e lava perfeitainente, 1 ^
bonita escrava com filho e bom leile para
criar, a filha tem 2 mezes o a mi 18 annos
no pateo da ribeira de Santo Antonio n. 17
se dir quem vende. Na racsoia casa vende-
se um par de esporas de prata com pouco
uso, 6 varas de bonito bico largo feito na
provincia, com um palmo de largura, relo-
gios de ouro, ditos de prata dourados, ditos
chapia los de ouro patentesuissos, tanto pa-
ra homem como para senhora, um rico ap-
parelho de prala para cha, obra prima, do
trinque, com o peso de 1,200 oitavas, prata
de lei, alguns maracaes para enancas, de
prata dourados, do melhor gosto, tado ven-
de-se barato.
Vinho superior de 1854.
Em caixas de urna o duas duzias; vende
Antonio Luiz de olv ira Azevedo, no seu
escriptono, ra da Cruz n. 1, ou no seu ar-
mazera, ra do Vigario n. 22.
Algodao da Babia,
trancado, o melhor que ha, tanto para sac-
eos de assucar como para roupa de escravos:
vende-se no escrlplorio de Antonio I.uiz de
Ulivcira Azevedo, ra da Cruz n. I, ou no
seu armazem na ra do Vigario n. 22.
Antonio Luiz de Oliveira
Azevedo
lem para vender no seu armazem da ra do
Vigrio n. 22, cola da Itahia, primeira qua-
lidade, lio de algodSo, fejo de diversas
qualiJades, milbo em saceos grandes, fari-
nba superior.
Domingos Alves Matheos tem para ven-
der em seu escriptorio na ra de Apollo n.
23, por presos rao lieos,os seguintes arligos:
l'anno de algodao trancado, da Babia.
Jacaranda superior.
Azeite de palma, em cascos.
Fio de algodo.
Cochinsde linho para montara.
Retioz do Porto, sortdos, muito superior.
Mercurio doce em caixas de u aa libra.
Couro de lustro, marca grande.
Superiorescutilherias, e linas.
VENDAS,
Quem precisar de um escravo pe?a, de 20
annos de idade, muito fiel o sem o menor
vicio, bem como I linda negrinha de 15 an-
nos, 1 escravo carniceiro, de 25 annos, 1
mualo ptimo boleeiro, I boa escrava da
.osla, insigne quilandeira, 3 lindas mulati-
nhas com habilidades, 1 mulata, boa ama
de casa, dirija-se a ra da Aguas ,Verde>
n. 46.
Vende-se um cxcellente escravo, pro-
prio para servido de campo, ou domestico,
por ser lias ante robusto, e bem ladino : na
ra do Crespo, loja da esquina, que vira
para a na da Cadea,
Vinho do
porto.
Vinhos engarrafados, em caixas de duzia,
das bem acreditadas marcas Duque do Porto,
Rezerva Especial e Victoria Itegina, e em
barris de 5.- e 8.-, tinto de superior quali-
da le. proprio de engarrafar, bem como p-
tima jeropiga branca : na ra da Madre de
Dos n 34, loja.

A
I
'-
Attenyo.
Kissel, relojoeiro Irancez, vende
relogiosde ouro e prata, roncera *
jj relogios, joias e msica, ja aqui lio ~S._
condecido ha muilos annos,habita no *
& pateo do Hospital n. 17. 9
Qeijos
Vendcm-se quaijos os mais novos do mer-
cado a 29500, trocando-se nots : na ra Di-
reita o. i..
@ @@ese
I A 1,800 o corte.
*& Vendem-re cortes de vestidos de ^
,' chitas francezas escuras e claras com @
10 covados cada corte pelo barato n
& prer;o le 19800 : na loja da ra do &&
5 Queimdo n. 10. v';:
A 7^000 o sacco.
Milho ameMcauo da melhor qualiladeque
tom vindo a este mercado : no armazem de
Cuedes & Alcoforado, ra do Araorim n. 50,
vende-se a 79 o sacco, sendo de tamanho re-
gular.
SYSTEMA MEDICO DE IIOLLOWAV
fc
BICHAS DE H4MBRG0,
Na ra estrella do Kosano n. 11, junto
ao beceo, vendem-se bichas hamburguezas
a in.-r-. o cento, e alugam-sea 320,e sendo
em porr3o. por menos de pataca.
i ara a noitc
e S. Joao.
I'i.-tnlas. ditas de cores, tragues, rod
nlias, sorles de estalo, e outros brinque los
-,'ara as l.-.n.illas se diverlirem na noite de
23 do correntc, tudo muito bem felo : no
aterro da Boa-Vista, loja de bilhetes n. 56.
No largo do Pelourinho, armazem ns.
5 e 7, tem para vender faielo de Lisboa vin-
para menino superior fazenda a 59500, cor- do no brigue Peninsular, issim como estei-
PILULAS II0LLOWAY
Esteinestunavel especifico, composto nl-
teiramcntcde hervas medicinaes, nao con-
tera mercurio, nema Iguma outra substancia
delecterea. Benigno a maistenra infancia,
ea compleigao mais delicada he igualmen,
te prorapto e seguro para desarreigar o mal
na compleiiSo mais robusta ; he inteira-
mente innocenteem suas operaccseeffei-
tos ; pois busca e remove as doeneas de
qualquer especie e grao por mais autigas e
leazos que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com
este remedio,muitas queja estavam as por-
tas morte, preservando em seu uso ; con-
seguirn! recobrar a saude e forras, depois
de haver lentadb inutilmentetodosos ou-
tros remedios.
As milis alllirtas nao devem enlregar-sca
desesperagao; laeaiii um competeole enuaio
dosellicazes elVeilos desla assombrosa niedi
cia, e presles recuperaro o beneficio da
saude.
N3o se perca lempo em tomar esto reme-
dio para qualquerdas scguintes;eniermida-
des :
Accidentesepileplicos.Fcbrcs intermitiente
AIpo reas.
Ampolas.
!H 8
les de casemira bordados a 6:500, ditos lisos
a 4-, cortes de bnm de linho a 29500, ditos
a 29800. ditos de meia casemira a 29800, ca-
misas francezas brancas de linho a 49500,
ditas de madapoln finas 25400, 25500 e 39,
ditas de coros a 29500, ditas de mosqueteiro
a 9, musselinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas de cor a 320, 360 e 400 rs. o covado
muito linas, chita franceza muito superior
a 280, 320 e 360 o covado, ceroulas de linho
muito finas a 35, guardanapos brancos a 35
a duzia, luvas de lio de Escocia a 900 rs. o
par, muito boa fazenda, flanela branca a
480 o covado, ditas de cores muito finas a
900 rs., grvalas de relroz a 25, ditas de se-
tim bordadas a 35, ditas de seda a 600, 800 e
15 cada urna, corles de seda branca com lis-
tras azucs assetinadas a 90a o corte, cam-
Inaia desalplcos muito fina a 900 rs a vara,
fil de linho liso a 6i0 a vara, dito bordado
a I900 a vara, meias de sed; brancas 49 e
55, boa fazenda. ditas preta:, 45, leos de
seda para homem a 25, ganga de cor a 300 e
560 rs., bomhazina a 19400 o covado, panno
lino preto a 35, 35500, 4;50C, 5500, 7 e 89,
dito cor de caf a 39 o cova lo, dito azul 35
a 55500 o covado, casemi'as pretas a 25200
at 49 q covado, damasco de Uta de duas lar-
guras a 29800 o covado, dito estreito a 800
rs., veibuiina preta e de cores a750 o cova-
do, elludo preto a 65 o covado, brim bran-
co de linho a 1;05, I55OO e 29 a vara, gra-
vatas cora um aunel por 59500, meias bran-
cas pera homem muito finas a 79, 8 o 105 a
ras de angola verdadeiras.
Compra-so prata ou se lulas miudas,
para trocos : na ra do Cabug, loja de raiu-
dezas da Aguia d'Ouro.
Compra-.e orna propnenade tila em alpoma loia, cassas francezas muito linas a 480.
ladt, e que r.ud, ,.- r,60 e 600 rs. a vara, collariiihos brancos a
220 cada um, lencos de labyrinlho a 15. pa-
m aa ..a awai 500)000 rt. aonuaes, ettandu o
I"" 'i" '"' lien e*tadj, e desemkaraeadu; qutai
qi iier. Ir; le na rus da Cruz, crlplori n. 49.
Compra-se etJclivamente nronze, lao
tao e cobre velho : no rleposilo da fundica-
d; Aurora, na ra do Krum, logo na en ira-
d n. 28,e na mesma l'undieao.e.m S.Amaro
Compra-se effectivaraente n ra das
Flores n. 37, primero andar, apolices da di-
vida publica e provincial, aceus das com-
pnuhiis, e da-se dinheiro a juros ero gran-
dos e PMMMI quantias sobre penhores.
t'.nmp-a-se uma escrava de 16 a 18
annos de idade. c que nao tenha achaques
nam defeito algum ; a tratar com Jos Car-
ies de Souza Lobo, na ra Augusla n. 21,
OU no Forte do Mattos preusa n. 14.
Compram-se moedas de 69400, volhas,
or 179200 : na ru do Oueima n. 8.
COMPRAM-SE
das escravas qu saibam bem engommar e
ser, e que sejam de boa conducta, e bo-
n.ta figura, psgam-se bem: na ra das
A;uas Verdes n. 6.

-- Vende-se uma negra crioula de 22 an-
uos de idade, propria para engenho por sa-
be' trabalhar de cnchada : em Fora de Por-
tas. rUa dos Cuararapes, casa do professor
publico.
-- Vanle-se o muito lindo e veleiro p*-
Ihabote americano llenrico, construido em
Killimore, de lote 16S toneladas, carrega
lils de panno, de casemira e de alp'ca. pre-
tos e de cores, caigas de casimira e rolletes
i de gorgurode seda, tudo muito bem feito
e para diversos presos, sarja preta para for-
ro a 19200 o covado, cortes de rolletes de
Icasomira bordados a 55, ditos de gorgurSo
de seda a 3-800, e muitas mais fazendas que
nSo he possivel qui fazer mencao dellas
pelas muitas variedades que se encontrara
aqui neste estabelecimenlo : quem quizer
veo,,a ver e traga dinheiro, que nao vai sem
fazenda barata.
Vendem-se multocm conta sapatos do
Aracaly, para fi\ar contas bem como obras
de labyrjritho, bicos, rendas etc.: na ra
da Cadeia do Kecife primeiro andar n, 6o
Vende-se superior hrha de ilgodSo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Southall, Mcllor & C, ra
do Torres n. 38:
Loja d- s lami-
as econmicas.
Areias(malde).
Astb na.
Clicas.
Convulsoes.
Oebilidade ou exte-
nuadlo.
Dbil idade.ou falta de
forcas para qual-
quer cousa.
Dysinteria.
Iior de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
JFebrcto da especie,
(olla.
Hemorrhoidas
llydropisia.
Ictericia.
Indigestes.
InflammaQocs.
Irregu la ri da des da
menstruacao.
lombngas de toda
esnecie.
'Manchas n. cutis.
'(ilistrucgaodcventre
Tsica ou consump-
c8o pulmonar
Em casadeUabcSchmettau e. '"'.onipanhia,
ra da Cadeia n. 37, veudem-seeleganto
pianos do afamado fabricante Traumann
de llamburfio
Agencia
da fundico Low->Io
ra da tnsala ova
n. 42.
Nesteestabeleclmentocontlnn'aahaver
um completo sortimento do moendase
meias mocndasparaengenho.machinasde
vapore taixasde forro batido e coado de
todos os ta man hnspara dito.
Couro de lustre
marca rastello, muito grande a 48000 a pel-
lo, e 449000 a duzia : na ra Direita n. 45
Marroqu!
a l<60o a pelle, e 175000 a duzia, (alenda
sem defeito c boa qualidade : na ra Direita
n. 45.
Sellins e relegios.
SEI.MNSeRELOUIOS eptenle
inslez : a veuda no armaicm da
RosIronRaoker & Companhis, es-
quina lo largo do Corpoanlonu-
ineio 48.
TACIIASPAUA ENGENHO
Da fundirlo de ferro deD. W. Bowman
na rua do liium, passando O chala-
riz, continua a liaver umcomplctosorti-
mento de tachas deferro fundido e bati-
do, le a S p limos de bica, as quaesse
ccliama venda por prerocommodoecom
promptidao,embaicam-se ou carrerjam-
(e em carro sem despezas aocomprador
Vende-se a loja de calcado do aterro da
Boa-Vista n. 24; a tratar na niesma
Milho a 7#500
Vende-se milho desembarcado esta sema-
na a 79-500 a sacca.e sendo em porco se fara
um egradinbo : no Forte do Mallos, arma-
zem de Hemeterin & Irmo, confronte ao
trapiche do algodo.
Ma loja
das seis portas
EM FRENTE DO HVRAMElYo.
Para acabar com algumas fazendas.
Lazinbas para vestidos com 5 palmos de
largura a 400 rs. o covado, cambraia musse-
lina a 500 rs. a vara, gollinhas linas borda-
das a i3, sedas de quadros finas a 15200 o
covado, chales de laa rom llores a 'li, mus-
selina encarnada a 320 o Covado: dao-se
amostras com penhor.
Na loja das seis
portas ein frente do Li-
SSSF
Tasso Irmaos avisam aos seus freguezes,
que o ultimo carregamento da farinhade
Trieste da marra SSSF raminbo se vende
unirameute em seus armazens, aonde lam-
ben existo o melhor c mais completo sor-
t ment de farinha de Bjclimond, l'hiladel-
plna, iihioe Baltimore, tanto extras como
superfinas.
Vinho do Porto.
Superior chamico.
Continua a venler-se engarrafado e cm
barris de oitavo, a preco commodo : no ar-
mazem de Barroca 5i lastro, ra da Cadeia
do Rocife n. 4.
GRANDE
Reiogios
cobertos e dcscobertos, pequeos gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
esenhora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : emeasa de Soutball Mellor a g
ra po Torres n. 38
Publicado jurdica.
Continu'a a vender-seem rasa de Manoel
do Nascimento Pereira, na ra de Apollo n.
6, a Theoria de Dircito l'enal por Silva Fer-
rao, em 8 volumes, brochura, por 14/000
vista.
*
9

PECHINCHA DE MADAl'Ol.AO' COM
PEQUEO TOLE DE AYAR1A.
Na loja do l*re-
guic,a, na ra do (Jueimado, esquina do bec-
eo do Peixe Frito n. 2, vende-se madapoln
com pequeo toque de avaria a 25800 a pa-
ca, ditos largos a 3; e 3/500, ditos ditos fi-
nos a 4s e 45500 a pega, cambraias lisas finas
com 8 varas a 2J500 e 35 a peca, pecas de
cassas de quadros finas com alguns foros do
cuplm e com 10 varas a 25800 cada uma.
l\o anligo
deposito de assucar da ra do Vigario n 27,
vende-se por menos do que em outra qual-
quer parte, velas de carnauba do differenies
hitlas, em pequeas e grandes porgues.
atatas.
ICnfcrinidadesno vcn-|Retenr;5o de omina.
tre. iKheumatismo.
linfermidadcs no figa-lsymplomas secun-
do. I darios.
Ditas venreas.
Cnxaqueca.
Ilerysipela.
t'obres biliosas.
Tumoies.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulasno eslaheleimcn-
lo geralde Londres n. 244. Strand,',e na
loja de lodos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoasencarregades de sua venda em
toda a America do Sul, llavana ellespanha.
Veudem-se as bocetinhas a 800 rs. cada
uma dellascontm uma instrucqSoem por-
tuguez paraesplicar o modo desse usar
destas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmacculico, na ruada Cruz n. 22, em
Pernambuco.
REMEDIO 1MC0MPARAVEL.
No armazem do Annes, defronte da alfan-
dega, vendem-se gigos com batatas, pesan-
do arroba e meia, pelo barato pjeco de 2; o
6'go-
Oh que pechiu-
eha.
Na ra do Colleeio loja n. 9, vendm->e as mais
ric-n paii|,|mas para itnidos a 1jO0o rs. o covado ;
'edas hvradas a 13200 r. o covado ; corita de cam-
braias, lindos padrocs a ;(3 r. ; rnur,ulioa branca e
d cor a ,'120 r. ; chapeos de sol de panno a 15800
rs. ; camisolas de la para escravo a lsOO r, ; rou-
pa feia, caiga, camisa e jaqueta p i,a escravos a 13
. cada pega ; chales de merino finos com palmas a
10*100 rs. ; elida lisos a 55000 rs. ; eorles de caigas
800 e I3000 rs. ; lavas de sed* p.ra homem e se-
nhora a lytOO rs. o par ; dilas liraucae de algodo a
300 rs. ; grvalas de seda a I3OOO rs. ; capoles para
" mato H '13, ? p 8| rs., e oolrai mullas fazendas
man baratas do que em outra luia.
Calcado fracez
Na loja de Seranhim i& lrm3o. ra do Ca-
bug n. 9, vende-se calcado francez pelo ba-
rato prego, sendo horzeguins para homem
le 8 a 109000,ditos para rapaz de 7 a 89000,
ditos para senhora de al 65. ditos para
menina de 3 a 43, sapates de lustre para
homem com borracha na frente de 6 a 75,
ditos com lila a 6/, ditos para menino com
borracha de 4 a 55, ditos de bezerro para
I homem le 4 a 53, ditos de dito para menino
' de 33500 a 43000.
-- Vende-se em casa de S. P Jnuhston &
C, ra da Seuzala Nova n. 42, o seguinte :
sellins inglezes e silhots. relogios do ouro
de patente inglez, caodielros e castigaes
bronzeados, arreios para carro, lonas mgle-
zas, fio de vela, grasa para arielos.
Taimas de
fuslao
Vendem-se taimas de fusto bordadas e
enfeiladas para senho-a. assim como casa-
veques de cambraia e fil, manguitos, golli-
nhas para senhora e menina, romeiras de
para veslnio de supeiior qualidade, 1 cambraia, camisinhas com guiase mangas,
o prego de 320 rt. cada covado, fa-; ijr8S e babados, ludo isto bordado do me-
rs.ocodo.;|,lor(?osto> emoe,os llllelrameme n0OS,
dos mais "modernos de Paris : na ra do
Crespo, loja 11 23.
Vestidos com baba-
dos a 7,000
fjg lia pare vender novos cortes de
a* vestidos de cambraia de cor fina com
5? tres e quatro ordens de babados pe-
5 lo barato prego de 79 cada corte : na
:.*i loja da ra ao Queimdo n. 10 -'"-
Attenco.
Vende-se superior farinha de mandioca, e
mais barato do que em outra parte : na ra
do Uueimado. loja de ferrigens n. 14.
Com prejuizo.
Vende-se com prajuizo farinha muito su-
perior de Suruhy no armazem de Luiz Pau-
la Lopes, na escadinha.
Vende-se por 9005, ultimo preco, um
bom preto de meia idade, sadio e robusto,
escellente cozinheiro, e tambera com olli-
co que gauha 156OO por dia : a tratar na
ra do Cabuga n. 9, segundo andar.
-- Vendem-se 2 escravas de idade de Yo
annos, lavam de sabSo, cozinham o diario
de uma casa, c propria para todo o servico :
na ra Direita n. 3.
Balanga romana.
Vende-se uma balanca romana, com todos
os seus pertences a tratar na ra da Cadea
do Recife n. 4.
Vende-se uma bonita escrava parda, de
18 annos, com habilidades : na ra Nova
n. 36.
-- Vende-se i mulata moca, e 1 negrota,
embas cum habilidades e 1 cabra pedteiro
e boleeiro declarado, por 700a : no pateo de
S. Pedro n. 6.
Vende-se uma preta robusta, propria
para engenho. por 600srs : na ra dasTrin-
cbeira.. n. 29.
-- Vende-se ou permuta-se um sitio bem
plantado, com chSos proprios, na travessa
da Soledade para o Manguinho, denominada
ra da Esperanza : a tratar no largo do Ter-
co n. 1, segundo andar.
9$wmp9fnt$irt.
23500
13920
25500
15 i00
49500
13400
750
una do crespo n. 14, so-
l^rado amarello.
O proprietarin desle importante estabele-
cimenlo tem a honra dean^iuneiar aos seus
numerosos freguezes, que ltimamente re-
cebeu de Paris militas qualidades de fazen- T'ras entremeios bordados
das do ultimo gosto, que, como serapre, Pulceiras da vcllu o, froco e fita
Lencos de cambraia, linos, com la-
llecebiiias em direitnra de
pars.
Micos cortes de vestidos de seda de
cor e brancos
Cortes de cambraia de seda borda-
dos ao lado
Grosdenaples preto encorpado, co-
vado 15600 a
Dito de cores e branco, covado
-e la branca lavrada para vestido
de noiva, covado I s 00 a
Belleza da China, fazenda toda de
seda, covaJo
Setim preto maco para vestidos,
covado 2-3700
Velludo preto o rneihor possivel,
covado
Meio velludo preto o de cores, co-
vado
Velbutina prela e de cores, covado
Folar de Paris do seda com listas
matisedas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
droes, covado
Diana de seda lavrada mui linda,
covado
Seimtias de quadros e listras, co-
vado
Popelinas de seda e laa, padres
novos, covado
Barege de seda, padres miudinhos,
covado
CorgurSo de seda com llores, covado
Panno preto e de cores, prova de Ii-
tiio, covado 3/a
Casemira preta setim,covado 1-70" a
Musselina de cor e branca, covado
Chitas francezas de cor claras e es-
curas, c ivado 280 a
Cambraias organdys.uovos padres,
vara a
Cassas francezas finas, padres no-
vos, vara a
Ditas ditas, vara a
Mantas de Blond, pretas e brancas
Manguitos e golinhas bordadas
vramenio
* liarato para acabar.
Cassas chitas de cores a 160 o covado,
chitas escuras tinlas seguras a 160 o covado,
lencos de retroz a 500 rs., chitas para co-
berta escuras 200 rs. o cavado, cortes de
colletes pretos bordados a 13, chales de
ganga a 19. ditos de 13a cora flores a 23O00,
lencos de seda linos a 800 rs meias para
meninos e meninas a 240 o par, cortes de
cassa de salpico a 23, pegas de.brelanha em
rolo a 25, chales pretos de I5a| a 13630, len-
cos para meninos a 100 rs. A loja estfl abor-
ta das 6 horas da maullan as 9 da noite.
Vende-se azeite de carrapato em bar-
ris e caada : na taberna da ra das Cruzes
n. 40.
Farinha de mandioca
de superior qualidade ; na ra do Trapiche,
armazem ns. 9 e 11.
Oh que pechiocha
Lindas laa*
pelo baralissim
zenda que sempre se vendeu po
na loja do sobrado amarello, nos qn'tro cantos da
ra do Qoeimado 11. 29. dp Jo*6 Moreira Lopes.
Cera de carnauba.
Antonio Comes da Cunha e Silva rec.ebeu
nova remessa de cera de carnauba de supe-
rior qualidade, e est vendendo por prego
commodo, fazeralo alguma differenca de
prego a quera comprar grande porr;3o: na
ra da Cadeia do Recife, loja 11. 50, defronte
da ra da Madre de Dos.
Liuha superior
No armazem de Rarroca v Castro, ra da
Cadeia do Recire n. 4, ha para vender supe- misas de todas as qualidades e modellos
rior linha branca e de cores para costura, ,|Ue convier ao comprador, por precos com-
por pre^o commodo para fechar contas. Imo'os. e mandam-se emeasa para mais
rni)Lnilir-kLi wvlk (,m'I">Jida'1e das pessoas que assim o dese-
LOUSerVaS Illliie- Jom: narna do Cres,..., loja n. 23.
UNGENTO IIOLLOWAV.
COMPLETO
Sortimeiito
DE RODPA FEIT1
\endem-se palitos, calcas, colletes e ca-
--- No dia 17 de fevereiro do correte an-
no, fugio do engenho Curcahi de comarca
de Pao d'Alho, um escravo de nome Antonio
CaQaHge, de idade 38 annos pouco maisou
menos, de altura e grossura regular, can-
gueiro no andar, nao tem barbe, tem todos
os dentes, he casado e tem marcas de relho
nasnadegas, foi escravo dos herdeiros do
fallecido Caetano Connives da Cunba; cons-
ta que certa pessoa moradora ptra as partes
do sul o tem em seu poder.e desde ja protes-
ta-se contra tal procedimento com todo o
rigor das leis : quem apprehender dito ecra
vo conduza-o ao referido engenho, ou no
Recife na ra da guia n. 64, que sera genero-
samente recompensado.
Desappareceu na noite de 21 de abril
do corrente anoo o escravo de nome Floren-
lino, coro os signaos seguintes : estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espa las largas,
pes grandes, rosto comprido, olhos casla-
uhos, cabellos uegados, falla grossa, muito
regrista, tem falta de 3 dentes na .frente, em
um dos lados du queixo lem uma fstula,
levou chapeo de couro o camisa de nscadi-
nho : quom o pegar leve-o a fundicdlo da Au-
rora em Sanio Amaro, que ser genarosa-
menle recompensado.
ESCRAVO FGIDO.
No dia 25 do mez prximo passado, fugio
o escravo Gonzalo, cr ioulo, idade de 45 a 50
annoa, estatura regular, cor fula, magro,
rosto descarnado,olhos avermelhados, levou
calca de casimira cinzent, e camisa de al-
godaozinho de listras ; este preto foi do fi-
nado Sebastio dos Oculos Arco Verde Per-
nambuco, e foi comprado ltimamente a An-
tonio de llollanda Arco Verde Cavalcanti :
roga-se as autoridades policiaes ou capiUes
de campo a sua appreheosSo, e que o levem
a ra do Mondego n. 95, padaria do Saraiva,
que ser bem recompensado.
No dia 10 de junho correte ausen-
tou-se o escravo Geraldo, cabra escuro, re-
prsenta 40 annos, pouco mais ou menos,
tem a m3o direita aleijada.ou torta para den-
tro, por ter sido quebrado o braco junto ao
pulso, odedo mnimo da mesma rodo tam-
ben, iie torio, signaes estes mui salientes :
tem as costas com bastantes verges, tem
barba quasi s em roda da bocea, esta lovou-
a grande, baixo, ebeio do corpo ; tem-se
visto aqui mesmo na cilade; ba 8 mezes
que foi comprado, vindo da provincia da
Parahiba (Mamanguape): pede-se a quem
o encontrar, o leve a seu senhor, ra da Ca-
deeia vina n. 17.
Z^S.
Farinha de
ATTENC40.
Vendom-se conservas inglezas, cm caixas
i ie uma duzia Je Irascos : em casa de Ar-
M,'lhafe".-l'.nil!,AU0S.d.C t.oda? a? naOes .kwryhl Tuckmes & : ra da Cruz n 18
Cera de carnauba por preco muito em '
conta : em casa >le Caminha \ l'ilhos, ra
podem testemunharas virtudes dcste reme-
dio incomparavel e provar em caso necessa-
rio.que, pelo usoquedelle lizeram tem seu
corpo e membros inteiramentesSos depois
de haverempregadoinutilmente outros tra-
lamenlos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as relatam todos os
dias ha muilos anuos; e a maior parle deis
5,500 'as*So tao sorprendentes que admirara os
mdicos mais celebres, guantas pessoas re-
cobraran) com este soberano remedio o us
do seus bracos e pe as, depois de ter ^per-
manecido longo lempo nos hospilaes, onde
deviam soffrera ampulaco! Dellas ha mui-
tas que haveudo deixado esses asylos do pa-
decimento, para se no submetlcrcm a essa
operago dolorosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
15100
15920
13000
barricas le Farinhade trigo: quem
; iur traUr, dentro 00 prazo de 3 dias, di. cotitVu'a a vender por precos mais em
nja-seso eseriptorio dos Srs Boslron Roo-; u que era oulra qualquer parte, a saber :
ker& '... prace do cono >nto n. 48. franceliaas deseda 500 rs, o covado, ditas
M-nie-s.u.ns.tionapovoacn,.doi;1r- de quadros a 600 rs., cortes de blonde cm
r" '",i;.....' Punios de frente c 60 de fu 11- babados a 969, ditos de gase de se la a l>>
"'l !. "endo uma de ditos da seda muito ricos a 98, se las lurt,'-
e outra de O, cercado cores a 19500 o covado, setim de todas as
cores para sombras a 800 rs o covado, ea-
pinhas de merino de cores enfeiladas a 209,
ditas de seda a 305, sahidasde baile de me-
rm a 259, ditas de velludos 50}, ditas de
I gO'gu.-So com barra de velludo a 50r, sendo
esl 18 do mais apurado gosto que tom appa-
recido no mercado, manguitos de cambraia
uma pequea fabrica de velas de borlados a 25500, ricas gollinhas a 23500
rjrn n (a, eurai BorcSo de casUnbas deca- ricas camisinhas a 15, tiras bordadas a 13500
j. : 111 tal erua grande da soleda.le. | a vara, chapeos de todas as cores para se-
Vende-se urna preta de meia idade, nhora a 153, luvas legitimas deJouvinpa-a
robusta, comp a, cozinha eensaboa bomens e senhoras, lencos do linho borJa-
perleiUmente, e engomma pooco; vene-.-e dos ricamente, o de todos os preces
900
15000
640
850
79500
300
320
3 SO
15280
500
320
3
3
5
5
da Cadeia do Recife n. 60, primeiro andar.
Farinha a 6.500 rs o
sacco de 20 coi. s.
Vende-se na travessa da Madre de Dos, -,;j
taberna deloaquim Vieira de Barros u 61 ;;'!
Rap.
Cliegou nova remessa de rape francez : na #L
ra do Crespo n. 12, loja de Campos & Lima o.
relogiOtS de
tente
p^-
maniiioca.
Vende-se superior farinha ile man-
dioca por prcro mais barato do que em
outra qaalquer parte : no armazem n.
5 defronte do trapicho do Cunha.
Cortt-s de (tilica a ^
,500
Existem na loja da na do Qi
mado n. 10, uns cortes do meias
semiras ene irpadas que se est3o ve_
dendo pelo barato preco de 2-3500 v;
A's soniii res d engenho
No armazem de Josc Uuarte das Neves,
vendem-se meias barricas da mais acredita-
da farinha fontana e galega.
js provincia aa rarahiba do Norte, d onr
,ei. :: i viudo algumas vezes preso por capit
ca_ 2 camP : Pessoa que o apprehender o
ten- ^ le der notil;ia 1ue possa assegurar a i
Zte-
Ninguem desesperara do estado de su-
saude se tivesse bastante conlianca para en-
saiar cs'.e remedio constantemente segiun-
do algum lempo o trulainchlo que uecessi-
tasse a natiireza do mal cujo resultado seria
provar incontastavelmenle: uue tudo cura.
o uii'juento he til, wui$ particularmente
nos seguale* casos.
Relogios.
Vende-se em casa de Sauuders
c C praQa do Corpo Santo, relog
lirotbers | a
| vv %j., yi B-,o un \j\ji y%M wbhiu, .mulls do ala- I ,j>
mado fabricante Roskell. por precos commo- **
dos e tambem trancellins e cadeas para os
mesmos de excellcnle gosto.
de Un en .. com bstanles .milienas e la-
: aogeir 5 DOVSS, ilg:in.as ja de li ucto : quera
anHen ter, dirija-se ao collegio da Aurora,
>ue achara comqoeai tratar.
fabrica.
por precisio : quem a quizer dirija-se a roa
'a do Rosario, primeiro andar n 27,
que chara com quem tratar.
para
noivss multas uutrrs fazendas srSoi
exposicao, aondo a senhora mais capricho-
sa comprara a seu bel prazer.
byrintho 13000
Chales de merino com franja de laa 4-800
Ditos ditos de seda e^ooo
Hitos ditos bordados a seda 6^500
Ditos ditos bordados a velludo luj'iid
Hilos de seda de peso a
Curies de casemira de cor linos 6-000
Colletes de dita e de seda bordados 3
Chapeos prctos francezes modernos 73OOO
Grvalas de seda compridas com
annel
Palelots de alpaca preta e de cor,
forrados 7-000
Gndolas de alpaca preta e de cor 59000
l'alelots de brim pardo e bretanha 4:000
Ditos le fusto, ganga eoutrasfa- 33800
radas 3380Q
Ditos de alpaca preta 43OOO
Passando 0 beccoda Congregac-lo, do lado
direito ein seguimento para o Livramento a
quarta loja de Ires portas com rtulos bran-
cos n. 40.
Alporcas.
Caimhras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores decabeca.
das costas.
dos membros.
Enfermldades da cu-
lis em geral.
Enfermidiides doanus
ErupcOesescorbuticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as eslrcmi-
dades.
Prieiras,
Gengivasescaldadas.
IncbacOes.
Inriauiiiaco da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
i'ulmocs.
Queimadclas
Sarna.
SupuracOes ptridas
Ti 11 lia, em qualquer
parlo que seja.
Tremor de nei vos.
Uicerasjna bocea.
do ligado.
. das articulacocs.
vi?

A .iiOO

inllarania'.ao dogado Veas torcidas ou no
da hesita. I dadas nas pernas.
a pec.
Veniem-se pecas de chitas fran-
cezas de rores modernas pelo barato
preco de 59500 a i-eca: na loja da ra
do tjueimado n. 10.
.......
!KSSKT,tS!....... 1 -.-..:....:.:.
Nova l'.io de mata bar
Vende-so osla agua a melhor que tees ap-
parccidii'-ara tingir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal ra do Colleg'o
n. 20, d-sejunto um impresso gratis ens
liando a forma de applicar.
Aviso.
Bo armazem de \damson Howie & C, ra
do Trapiche n. 12, vendem-se sellins prra
homem e senhora, arreios pratiados
cabriolet, chicotes para carro, coleiras
caVBllo, etc.
rins c brin-
es.
Cobree metal para forro com
presos.
Oleo delinliaea c Velas steuri- @
lias. @
Estanho em barrinlias, B-11- Q
rillin. A
Vinlios linos de Moselle c Joan- gi
; msberg espumoso, e de Boideux ga
.:', em (puntlas. i-;-.
> C. .1. ASTI.EV 4 C. S
ansio

NA FUND CAO UEFKIU'.O DO F.NGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMA.N, ;>A
UUA l0 I5HUM, PASSANDOOlIA-
FARIZ.
No dia 25 de agosto de 1856 fugio do enge-
nho d'agua da freguezia de S. Lourenco da
Malta, tarmo da cidade do Recife, um escra-
vo de nome Itubem. o qual tem os signaes
seguintes : representa ter 40 annns, altura
regular, cor preta, falla de dentes, mui de-
sembaracado no fallar, tem em uma das
orelhas o signal de um golpe que decepou
um pequeo pedaco della, em cima de um
dos peilos cicatriz de uma punhalada, e
tatrbem em ambos os bracos cicatriz de pu-
nhaladas, e iguaes cicalrizes nos feixes das
cadeiras, eem uma das pernas cicatriz de
um tiro ; presume-se andar por trras da
provincia da Parahiba do Norte, d'onde tem
tiles de
ou del-
_ appre.
henso. pode dirigir-se ao Dr. Francisco
JoSo Carneiro da Cunha, no referido enge-
nho d'Agua, ou ao Sr. Flix da Cunha Tei-
xeira nesta cidade, morador na ra do Pilar,
os quaes darSo a grallficacao de IOOjOOO.
Dessappareceu do engenbo l'enedinho,
termo de Nazareth, um cabra de oome Jos,
alto, espadaudo, cabellos crespos, olhos
grandes e brancos, nariz afilado, peito Tun-
do, ps grandes e chatos, pernas tortas, en-
castando os joehos, mSos grandes, tjHo tem
barba sobrancelhas fechadas, idade 20 an-
nos, pouco mais ou menos ; levou um ca-
ivete, uma rede, calca e camisa azul, e ou-
tras pecs de roupa nranca : quem o pegar
leve-o ao referido engenho, ou nesta praca,
livraria n 6e81a praca* da Independencia,
que sera recompensado.
IOO3OOO DE GIUT1FICACA0'.
s Fugio do Rio de Janeiro, no dia 23
jU demarco do corrente anno, um par-
- dinho de nome Fredeiico, o qual cons-
ta que ruudou onoxe para Pedro, de 14 a
15 annos de idade, bonita figura, com os sig-
naes seguintes : alio, tem um dente partido
na frente, beicos grossos, gagueja um pou-
co quando se assusta ; tem mSi e irmaos
para o lado do Calteted'onde he filho. Quem
o levar a ra da l'enha n. 6 recener a gra-
llficacao cima. l>esconf8-se que ande em-
barcado de ajudante de cozinha por ter al-
guma pralica. Protesla-so contra quem lhe
der couto.
30,000 rs. de rratficaco
.\o dia 4 do corrente mez desappareceu do
Itio Tormoso, e uppe-se 1er vindo com di-
a
hasempre um grande sortimento dos se- rccva<> esia cidade, o escravo llcnnque,
para guiles objectos de mecanismos proprios criulo, de 19 a 20 annos de idade, cor fula,
para ;ima engenhos, a saber : moendas o meias <;orPolento, tem bastantes e visiveis signaes
1 moendas la mais moderna conatroceSO ; ta- "|e ''cchigas, c urna cicatriz sobro a junta do
Fardo de
boa *
chas de forro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos oslamanhos; rodas
dentadas paia agua ou animaes, de todas as
Vende-sejeste ungento no estabelecimcn- ,
lo geral de Londres n.SW, Strand,e na I JT irClO 11" JLilS-
loja de todos os boticarios droguistas c ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanba.
Veinlo-se a 800 rs cada bocclinha,conten
uma iostruceSo em pnrluguez para explicar No armazem de Manoel Joaqnim de Olivei-
o modo de fazer uso desle ungento. ra, ra do Codorniz, era frante do becen da
O deposito geral he em casa doSr. Soum, I Madre de lieos, vende-se farelo de Lisboa,
pharmacculico, na ra da Cruz n. 22, cm multo mais baralo do que em outra qual- I superioridade ja conhecnia com a
'Pernambuco. 'quer parle. presteza c com odidade em preco.
dedo grande do um uos ps, no andar firma-
se nas ponas dos mesmos, defeito que lhe
licou das bechigas : recommenda-se sua ap-
proborcoes; crivos e bocea de fornalha e prehensao as autoridades policiaes e aos ca-
registros 'e boeiro, agnilli.v-s, bromes, pa- Psae campo; da-se a gratihcacao do
rafuso e cavilbOcs, noinhos de mandioca, V'"""" entregudo-o cm Itio hermoso a
eic. etc. Jos de Souza Barretros, ou uesta cidade a
\.\ MESMA FL'NDICA'O,
seexeculam todas s encommendas coks
devida
Jos Antonio da Cunha & Irmaos, na ra da
Madre de Dos n. 34.
PERW. TYP. SEM. F lfi FARlA. ~ lt*.
A
-i*
i
I
i

1% #1


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EHLDI5FDB_3HU6CA INGEST_TIME 2013-04-24T20:21:38Z PACKAGE AA00011611_07090
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES