Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07079


This item is only available as the following downloads:


Full Text
k\\i mu R. 120.

o MCTft adiantados 4$000.
Fcrmezes vencidos 5$000.
SEXTA FEIRA 4 DE .IMIO DE 18^8.
Por auno adiantado 15<000.
Porte franco para o subcriptorJ
DIARIO
S V >*- BSCRIPC-VO IKI NOKTE.
Ral, rvenhor Ai-
. *. A. de Lemu Knn ,
aareaaao, f r. JW Imnn
A.elliBr. : Par*, o M.
Se. Jim da Caau.
PARTIDA DOSCORRKIOS.
Otilarla i'id> irn*m hor.-n iii <1ii.
Ignara** ntas-felrae*
&. 4 i' i i <. i-mimn ter^-felra*
S.l .i v \. irMh, l.nti...Mrn, tiraje, iv-ii.-tr. laiteie-
' I -. i.-f..-l;*-lia, Coa-Vi.ta, (>uri. ,irv ,. K Re.* '| naria-i ^ir^4-
Cabo, I] '", Ro Fatmoto, u, Barreir**, A*a-l*reti
CimTi.-r-a* fl Aflt*/: qiiif f*..-f.'ir.i-.
i icrraoi ptrtam *> iu tmrn* da manhla.
AUDIENCIAS DOS TIUBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eotnmercio : aecumlai quimas.
Relacao trci feirai a sabbadoi.
Fazendi : quarlai a tabbadot ai 10 hnrai:
Julio do ci mmf rno : leguiidal ai 10 hora, a quintal ao malo da.
Dito da orphoa : segunda a quintal ai 10 hora.
Primein ara do cut .- Kgunda a taitai ao meio dia.
Segunda vara do civil : quariaic iibbadoi aa meio dia.
EPHEHERIDES DO UBI DE Jl MI"
I Quarto mingeme ai 0 hnrai a 2 minutoi da tarde.
II La nova aos 27 minutoi da tarde.
IX Ouarto creicenie ai S horas a 55 minuto* da manhai
26 La cheia ai 6 horas e 54 minuto da manhaa.
PKEAMAK de uoje.
Primein ai 10 horai 5i minuten da manha.
Segunda ai 11 horai a IM minutoi da larda.
I HAS DA SEMANA.
31 Segunda. -. Petronilla m. : S. I.upirinn b.
1 Terca. Fs. Theup.vio e Greciooo soldad, mm.
' (Ruarla. Ss. Marcellino prest, e Pedro exorostas mm.
.'t IJ.iinta. >> A solrnuiissi lista do SS. riirpo de Chnstri.
I Sexta. S. Quilina b. Ss. Itotilio e Itaciine mm.
5 Salibado. Ss. Nu-ai iu. Appolunio. /encujes e Mu mm.
ti Domingo. S. Norberto I Ss. Eullorgio e Maudio bb.
ENCARREGADOS DA SUBSCBIPCA'O uo BOL.
Alagoai, oSr. Claudino Fileao Diaa : Baha, Sr. D. Duprad
Rio da Janairo, o Sr. Joo Pereira Martini.
EM PEISNAMM l.O.
O Proprlelariodo DIARIO Maoel Fiueiroi da Parla, na ana
Iterara, prara da independencia ni. I a 8.
PhRTS OFFICIAL
tunar hnl *v HCB.
e4a a*vti*nj 4* r.rhiha.
4a V. tie. aan a raaeeaiealrs esa -
^^Hktmiai leras) 4e entrega
J<~- Jquim da
Miau. 4*>aa pre.incia.
aan aaarpra*. 4a ae.ami de zoerra.
a lamia a. aran**.Sir-
I a", tffjnat. ata awatar a. ee rafe*, par* qa
lias. a> f* fii ra ataree a rtaeriaaneate a ala
te a |reenl
**aie..u--e ...
, l'.ris ; o. neenrin do. Ducado', o ilo Cagllari, nnpnlin do transito aclnal pelo rsthma le Sil', ella menle qae ha rigor xressieo n obligar*!* nm par- d, s,e arresrentri ainda qoe ni minli jpiailo o dous o que vinlii fiter nana cas i ara djr lucar as neizo-
em-ire em naspetKflo ; a lesencii ainda prulnuaada so estaheleceu em l'erin, completando daafarle de licol^r a euinprir nm runtraclo cotn utn prainlta la* fin iivnltun qu* mais Habilitado, se mostravam para ciare-, que m arremalanle. mstumaro fa/.er entre
em Iteilim ; o min'-lerio hospanliol em lula, e ai urna fcirma produiosj o leemo da pn.i>a> estrale- fnllivel di na parla, qoanda na Orea pohlicos rito c nlralar e<-a in|ira/a er.nn n. Sis. Mmele Mil- n ;' como taml>-ni p.trqua im. (emm visto que em
r.irte. porlacaaxM qoe se devem renovar no me/, da cica, de qoe ella e serve para e.lender o -u tieso- sanhain com o prrjuio. p.iruenlare. Ma o qae le. Era i'io dizer que o br. Mainule fosse o uuico muilo. caso., abarla a Concurrencia pira cerl.is nm-
junlio -esuinte : rio e lirmar a lamraea da ua marmlia. Senhori "
me paiece raoavel n.sle neoicio ha que se etij i a capaz de contratar
A Franca pon se necopou no m7. pa.r.Ho. me- ; iaoalmeute do ranal enypciu, ella podi em ma.lo al- i conrlu'o da obra para te poder enm certera ivaliar
nos do aaaa proprios necocio. de adminislrer.lo in- j gum denar reiaar a tibra (isaulesca de que. ella se o nHata,
lerna do que de lolo. os laMos la lolilira exterior. | deve aprnveilar mais di que as nutra naglaa. St, RadrigUM da Silva da' om aparte qoe Dan
11 c.irpu legislativo e o senado prosesuem ma seui j Esta lctica n:lo lie nova, a queipas s levantam onvmos.
Iratalhos o orramenlo IIms fui ipraaaallada, ma. o ; de halda, reclamacea chegam de Indas a parles O Sr. Mello Rejo Kaphael : O oifamenlo n"m
orcattiento ha una musa qoe se homolosa e que se ao enverno da (a.-Rrclaiil 1, ella permanece lirl a P'ile fortiecer asan il^dns. n qna rmivrm he que :i
prezaa, o uotemo ve
abriga li a aceitar a ollerta
na dirnle, qae se v, m. qae je niio toca.
ua anlicas Irailir.. Furiificar-.e, eneran lerer as nlira seja cuii'luid.i para que o arremalante rove o ganan.
11 Sr. Sou/a liis: Asiim foi que o nolire depu- do mais cara ; de modo que vem a ser Orna rousa Je
lado di-e .' apralo, urna borla.
O Sr. Melle Ileso Itaphael) Nao ; nao foi e- [ Ua um aparte.
la a inintia tntancfln ; poile s.r que miflhaa palsvras A lei n.io astabeleee 3 enneurrencia c.imo neceara
n;i 1 1 \|inmissem hem o meu pen-amenlo ; m.is aere- p^'.i eni(ire/as ; u BOverno eslava em sen direiln aan
dil" anlea que o nobre deputado fui quero Man- abrindo-a alem de que romo en ja nolei, loteada
1 ratuu-n .le urna medi ta que interrssa menna ao. ua pose*soaa em totas aa
Ir.nc.z-s fitarliis na nal' patru. do qae aquelles urna vez o pe, nSareeoar Da
que lem levado para lunCe della os sena deslinos, ronservar-se sempre prepaif
. lio am panj-elo de le que enatdm modiliraeoes obre plena psr e depoil dos eslorros insoilitns de quasi so do valor da obra par
o nrliga S." da deeralo d. -Si d. ahnl de ISS : a- | toda a Kuropa rivilisada para maiiler a tntegrtdada litada.
parles, onde elle por eieesso que leve, anuo pedir agora 2:5009 aohri n
100a diaote da lata, mal I valar da obra. Acho portinto caavenieole que a
que lem levado para lune della os sena destine*, ronservar-se sempre prepralo para ella. E he em cmara reconsidere 11 neeoeio, e qae avahe o evees-
ho am aaejeetn de le noe eentio modiliraroes obre plena par e denoi. d.is eslorens InaadliM I pro'peata do Sr, Mime le, ja linhi aprarecido nina

\ t.r. e ananlar ns-
a Sdva. qoe
atoataMa.
a lu neniara ala farenia.A'
a caa> * a. :W.l, 1 mulla in-
* araae* anearaeaaaea k ven-
.:. tuarl. n.cionae*
fe Fi.ce* para e*ta c.p-tal
4e rtsaraw e qa.tra re-
\". >. para- ai atiere*
ai, al i ai AaaaBajaeeqaw a a-ta 1- da
nenala m mala -aH aail .le<-ento
a.ana aae Murta eeaiAa aaret; fiej-
...r *^Meal. fel arsitra pro-
He ajaee 4o eaartaer a d-i -/ -
4a laKlara,tl1i'i"ii--e
nanaaairial e rwmmuni-
!---que pelo- lermoe d el* artigo era peoinbnlo
qaalquer Francez, ainda etn p.i/. eslrangeiro, com-
prar oo vender escravos. e liinir pula de qualqo.r
maneira em qaalquer Ir,-fien de^le genero. Oualquer
iofraci;o a este decrel>i nrcasionava a perda da qua-
d.ide da Franee/.; um prian de tre anuos era con-
nadMa aoi Franrezes reUtivanente a estas prohi-
lnuef. ti raracler absoluto dcsta prohibicHo foi
rnudilicato pela le de II
q .- litas, em ln anuos
te ronceilido. ti termo Riada pelas duas leis
da Turqua, he denota que o trotado de Paris decla-
ren solemnemente que a Turqua era d'ora avante
recebida no cuncerlo das srandf. poteneias europeas,
he depois que, o sullSo den o llalli lluimihoom, lie
Xao o esta' porque
t> Sr. Itodrlcne. da S
nao lem eiigenheiro.
O Sr. Melio ileso [Riphael. F. a rimara 'tala-
rla habilitada para dizer que o homciii mereca
di/einos nna em tan circamstancias que se qaer, em i -' >0II3.' Se lem para una coua lem pan ootra.
menoscabo de lado* os tratados e do direito nter-I Porlanto, Sr. presidente, eu vol contra a emen-
Sr. preaidenle, o nobre de;mtado apreciando os I para a esla 'a da esra la >' Esca la, e logo api ap<
da los que apresenle para mostrarque a precu de ca- pareceu a qu o nobre drpuladu sabe para a estrada
di Rus.a.
I ni Sr, Diputado : E para a de Pao d'Alho ap-
parecen .'
OSt. Mello II Rpphael : l.r.11 munlosa-
le qiiem sao <>s empreiteiroa e arrematantes da obra*
ti nobre depuUdo nao qoer atlender que quanlo entre 1101. qua.s a olir-s qu elle tem em visla, poii
o contraa nontiasa a BOtkUOtS, o numero de bracas alo lie o nvssn mundo lito grande que nos nao co-
da braca da eslra la eia raiOBVal, uoatificou-os de ar-
bitl trios 011 antes de inetaetoi, parlindo da eguiu-
te baee : se o Contral 1 deve montar a 800:0009 e >e
a distancia he -t- 1 br..... ni
279000, ma :7 nu 389000.
deveril augmentar. :).'iQ0U0por braca, oo .'Vj.'OOUg
por mil tirara multiplicadas por 17,1101) bracas, dao
."i'.l.".:l:ll I-.
11 >r. Souu Iteis: Eo tiro os Un non para as
be
nliecami
Porlanto, Sr. previ 'ente em negnrin.s derla ordem
deveinoa 1 imhem confiar na lele daquellei que os di-
rigen! por parte d provincia, e no interesse que por
outro lado tenhain un aeraditar-aa aquella qae lo-
mam etsa einprezif. Se o nobre deputa lo porern
metonal, rou^al orna ilha a' l'urqma. NBn se diz da epe'o parecer.
que ella he urna illu deserta e inlciramenle estril a O Sr. Prisirienle observa que nao sendo da com-
de fevereiro de ISt, lusignMeanAe, nao e diz que o estabeleclmento so- petencia di aasemblaa legislli sohre nogaeio* de ea- puntes,
prazo prirailivamen-1 bre este ponto de urna potencia de primiira ordem I mira*sem previa pr pmt. destM, nio poda a enten-1 O Sr. Mella*Reg Raphnel ll-m, tirando o
orna aeoassidlde par o eomincrrio niuveraal. 14a A1 nolue deputado ser admillida. I,ou |15conloi,licam 180:0009. Mas multiplicadas I viva na deaeonfiaoca que aqu mauifeslou, enlao pa-
II Sr. Rodrigues da Silva pede a retirada de sita as 17,0(1!) braoai, por -Jl mil e lautos res, aeha-f* ra isso -io ha remedio,
emenda a que a casa accede. 1S0:IXK)9 rs. ; entretanto qae para chegir-ll loa (istl Sr. oresidenle, qo.ro agora dar omn liseira ie-
Eurerrada a di-cu-ao he o parecer approvado.
Seguodl disco-vio da emenda apreseniada em ter-
ceira ao projaeto 11. 5 deale anuo qu" aagcoanla os
espirara a -JS de abril de 1858, govemo ( Nao se trata lao pouco de mudar de cumporlamento
de.iois de um maduro rame da queslfli un qoe ; neale negocio que comeca a ocrupar as chancellara"
dos eslidoi da F'oropa ; para mamr precisan recor-
daremos aqu summariamenl" 01 f.rto.
A II de fevereiro de IKV7, um stahelecimenlo
de oltadoa inglezas, enviado pelo govemad. r geral
da India, tomn pasaje da ilha de Perin. que perlen-
cia a' Turqua ha al&una seeuloa. A ilha de l'erin
toada a' entrada do mar Vermellio, enlr a frica
aaiiia
se arliavam empenhados o inleressea dos liilios
I < I r*nc^t os do .u minmerci'i e da ua esitencia
evleii ir, appresenlou um prnjeclo de le que Um por
ub.rru> icsular una maneira delinitiva a con 11-
Cl lo- l-raiicrzoa, paaMUidosaa de escrovos em pail
eslrang.iru. e ete pre|aelO respellaodo ao metno
afi- "n', l"'ncipio que linda inspirado a le de 7 de
S. van 17 at< crrenle eob n "''8*8, ibroga o -esanlo parsgranlio : em I e Arabia, forma duaa passasens, das quaes urna, e a
asae 9'mHmrrtt da'iheioo- "ulr"* levaaa*, d*s -ub"iir a inl.riiceio seral j mais larga da doa, a dn oeste, he impralieavel, por
* S.I J1STaS Jl ti...H j Para os Francei. esl ib-lect loa rni p.i'f eslran- I causa .los cachopn de que he rmeada : a paagem
aaaeara nreci-e para efle- '-!*iro*. pos.iiir. romprar ou vender aneravas, e \ de lest,., a uiii.m que os navios lomain, e que podem
aarar~ 4a tmc** barra I- c"l"em penalidade dieta 1a pelo decreto. Mis legi- i lomar, nao lem ,(KKI nelros de largura, Seuhores
* i-io testa ci- '"'* absolaiaineole e san mn licAa de duraeilo : dealn ilhota, na Ingleze emprehemleram construir
I i.- o dirello adquirido pelos Fcanceie propriel.uo* ah um fle. e guau la et forte estiver c in-lrui-
e e-navi.s por urna posse anterior promulgara,! do, elles ah eslaheleceraii urna uaruicao perma-
cotitos do nobre deputado lie predio multiplicar po-la ao nobre deputido que se leba delronte de
nuil, o Sr. Paali Roplisti.
O ri ni- deputado quando falln ha 2 ou ;' das
promett^u entrar na repartirn das obras publi-
ca...
II Sr. P. Baplista : Qnit provir que havia um
destgns mauleilo em desaereditir as arremattcOes I
al 4> aairsalia. Kieo
i 4ai afnraan l.eevariA, as-
i ra* sartenaa Vasar, em ara aat-
rva-rsa 4a paliria.Faca-
aran "* n r >rpo de
Jai. Francsseo Nova r
do drrreto de I81X : 2.' o din ilo que pndera' r.sul- i nenie.
lar para elle ile una acquisirao poeira, proveni- Depois disto, que a Europa eterule pois o sea i s>. I'" dizer anda al-umii coosa em resposla
enl le hrianra, de dadiva, ou de casamento. projceio sobra a rasgamiDlO do isllimn de Suez, que i nobre deputado que se achia minlia equerd
Oepoia da oeclaracaodo trilonal criminal d Od : eilabrleca um ranal eulre as don. mares, a lngla- Sr. Soma Re.) o qual concloind* honlem, proco- que dina o" nolire "denotado t
Itailey, por CUJO termos havia lusar para perseguir Ierra deisara' latterdqullo que ella quasi nao pode u explicar can.a. parque su ndo desslivi, romo I Ha um aparte.1
e refugiado francer. Simio Runardn, sob urna ac- | impedir, mas lera' tomado loa garantas ; lera' pon prim.iramenle dissr, lomar mais parte ne-ledeha-
qoelle prero por 23 ou -J! mil brabas.
O nubre depulado lambem foi buscar um grande
vencimenlns do cirurgiao do hospital de caridade. argomeulo em um lauro da estrado da Victoria, que
lie apprnvada. se acha em praca, rujai bracas rulam 159000.
I.ontinu-rao da sesundi di-cus.e dn orcamenlo ti Sr. Paula Blptlata: 119500 dita minha
provincial no arligo |-J rom todas as mendaa. eonla.
t) Sr. Presidente :teto a palavra u Sr. .Alel.. O Sr. Mello Reg (Baphael): Sr. presidente, a da ..Irada.
Reg llaphael I nobre deputa>lo o'um negocio desta ordem, se ha de I < Sr. Mello Reg (Rapliael):Deelare que na I
tisr. .Mello llego (Itaphacl):Coroprehendo piocitrar o termo mcd'o entre os laes maia costosos eston olfendido cam i-ta, e at agradec aoiioiue'
bem, >r. presdanle, que a ra>i deve dc.eiar antes n 01 mi baratos, vai servir se d'um pequeo lauco depoladu nllerrcer-me a orcasi.lo de explicar fados
votar ito que ouvir discursos e ritOes pro e em fa- isolsdo e feilo n'oiii b m terreno, para loina-lo para que tem i lo mal interpretados, cuno Imho piuva j
coiilralo. porque emendo que ella ja lem un tormo de eompararJIe .' ala! na ni .neira por que o nobre depolldn us euca-
Se en tonMISie o lauca mais costoso da provincia, i roo : ai tes rcreaite que nao e-tou agsetldo.
por exemp o, um da Eseada qoe costn i7t)o() per' nobre ..-pula 10 t-ve inlorniacO is fals s, infor-
braca, nutro da Mas'lalena que cuslou tjrljOOO, e maees que o levaram a formar urna npimao lam-
Ideplanda mesma irgomentirao do nobre depnli- bem filia a re^i.eiio da parte que lomei nos nego-
ilo lirasai dahi a baee para o valor de rada braca, o cos a que ie refer.o.
juizo bastante esclarecido -obre i malilla Com iu- i
do son toreada a demever-me do proposito em que
eslava de n.io lomar mais a palavra no.la dtseoi-
II ao
quenla o
- poi
ru.arao de crime capital, se shriram a 12 de abril i cm uas mao a eliave do mar Vermelho e a do fulu-
ein l.ondres os debates peraulc n grande jurv de jiil- n, canal : Perla sera'para ella una segunda lu-
gamente. | ln aliar. Os ltalo* qae ella ailnl.e pira a possC desle
Siman liernariln era nnbjerli de duas accosacr.ei, ponto imnnrtaute elao lodos relatado
Qoando
para o contrato :!."i^(X10 por h-a-
ialao*Ma d ilirelrn pu- .amento. Iu aliar. Os ttulos qoe ella ixlnl.e pira a poe deste admillidns ; porque na oceasi.io em
- alMfeila a requi- Simao Ilernardo era o objerli de duas aeeoarr.e, ponto importante elao lodos relatado as explica. 'c exprim, declare lambem que e.iavi neite oo
^ | priaaeira de eeraplicidirle e da ler tomado parle na I ees dadas ao parlamento por mu rn.mhin dn ultimo naqnelto intuito, per ealeader qoe minba pilrivn.
. nrlum. 4i -*-nda v.ra J,f"t l*mada por Orsini, Pieri, etc., contra a I gabinete, M. Vernon Smilh. Segundo eilas explica- nao demovenara a ninsoem do proposito em que
rrresl.. feqaei mfeiradi l'.'.'t".'.'"?.'!:'!'"' -N-l"'1'3". """' 'I"1' '" eon,d.*" | efta,a ** Peritn e lorna'ra prupriedide da ln- eslivesse, quando m parec! que cula om doa no-
te, iiando-lhe motivo* e ongetis, que eaiavain inui- f4i ata-oa para um ootra estrada 159 rs., n acresceu
lo lonse^ do meu p^naainenlo e que uein podlim ser Ion am la o nobre depolldo.
Sr. Soozi l'.eis : l'rocu
aja,
4o jm>.
'-. da Silva
"seo ralesradn de haver
lie. no exercirio ,1o
4a e aria 4o L'meUl a,
daqeaMI. dala.I l-
acre aaaarariBMsar..
a* a SaS>raa* ll-''*a* d- AiSoq *.. Vai-., aja *T-i"|id1e dexe aior da
I 4r 1 '-, e i!, nape ,menle ile
*d> aBan 21 alo Sean lile,
il Il1ei inleirado ....|,-,a,ii ...puiviao, mina i|u<- >.. mnmr- j *."c"-, n unn oe rerilll > loma ra p
a 4e Ise-ras. ,. r,1n n* ''-'I1:'!! ingleza como nm simple d.licto, glalerri, ha perlo de til) anuos: n
O
ah.
O Sr. Mello Ileso Rlphael) : Prncor* nm qoe
coslaram 'r e Is mil res, e v.ja qu.l be o lerino
medio, l'nder-se-ha pnrun dizer : deu-se 273
que he vo-dade I >'" peputados lnha asna opinln forma da \ aquillo que em nutra liarle cuslou iS. para se "dizer
que .pma- lo- ponido rom penal rtirrarcionnes ; he que en 1799, IligMarr e jolgendo amentada { SO* mileri. Nao fei, prtanlo, porque nao desse
egatads de complieida.le e de p .rlicipacao no rnm. j p>la expe.licao fraure/.a no Bgyplo eccupi'ri a 'ilha v"lr a oplolfias di Dobrs depolldo, que me meie-
d h mindin cainira as pesiis que foram vulima, .le Pertin eum autonsatau da Turqua, aa tillada.: c'm moito, ale porque partea dalla, ojo foi porque
doillentodo de li de Janeiro, e a le ingleza pone Nestl poca, a Turqua, arhimlu-se aasim romo a repuiase a a maleria depootl motiU, pola be eerlo
cem a pena capital qu dquer subdito inslez reennba-
n lo romi lire te homeet lin : apnliea-ae ella ao- ie-
fagia.los "' Bii-ihi a qneslao resolv.la allirmaliva-
rai-nle pela .. ci^., |*.
I.or.t Campbell, primeiro jnis, primeirn migiatra-
do do remo, prest u i o graode iurv de iceoatcfla : a
loo a evpai na... e dep
uavirain va.ios a- liba.
Inolaleira em guerra rom a Franca, as dua polen- 1" ,le" principio digo que lia be imprtanle ;
ras linham um Inleres rnimnnin em que o .llar ', ne,n 'u' aluda nonos, porque nao quize-.i guardar
Vermelho fo.a fechado, e que e ah pone|ra orna I P*'* r"m 'a II ooosideraijOei que Ihe devo.
frota franca*, nan podes* d'aln ahir. Os Inginas
oceupa-am pois Perim, e ha mais de meio secuto a
bandairi brllinniea vio llohl reappweeido naquella
que os precnl do contrato sao lanos '.'
I ni Sr. Depolldo : En veja55.
U Sr. Mello Ileso Raphael :
lasie esie argumento a ca^.
11-- laSjai
aanaeea da
<*a relar*.
nal -Liudle ***iM l'il lM,'lna frauceza, que .lepo/eralll fictos ro-
ilaialo ,e ''i' '*l,r"* ao allentada, a espl. fio das bombas, a pes-
i hh-i(, t a> f."n. Tenli' pre-
v ase O'-irM a c-mara laiaBBeeipal do
. t*. i-rr. aliiwi". f.7*n4a a 4erl .ra-
aaeer e I 4e aaaaivi-vr*te,. ni loaoalaaila
i esM. *ni-u -
eakvs asen a asla qa- iob-
, e aarrenalaoles Oaieaasaaas
i asa aenxra ... ta.
ve a^.a atlevar asnaa annniripaln
, rrrsnaleaide as aia ren las pelo
eaaoMsraai a reTe" asa anaaveir* d. aaaaar,
ra aaaai. V4-. mm alfne > de d-r-m aro,
releda arrem.l.-
I *e p-^.r ella vi.orar
l JV aVe aa* aala-e eoanaa Vlaa4auri*. qoe he
sjaaiSj* aaaaaai sKvaai'rp.i cirr-nia, d^vende a
> So 4*4rr 4o valar da arrainati-
H-.a arasaarsa r-rir*|~^denle ao pe-
ale asarlab-ai a rVeceasskrei.
4 4e GaSJHaasra. C msom
0> Cara.jn.eia ciilnrun-
aa ton i -, eic, essirn con a iin imhs i do losar
mi |irnre-so de l'.ri.. O inspector de polica K-I--
I a .'.re-rn'oo ao inboaal o revolvrr e o puulial,to-
ma los a Pteri, aengooheiro 1 \'orde Brmingliim
l"po* nlireiidi, o qo- se |ig VI .." 'nrninmeiiia das
granadal que ihe fnr,i feta jor Allionp, e e ap-
preeeula -nao, iuradoi livi cpCII0eiis d* le-
na le IWn.rdo.
O deponn".,ti, .1 is t-sl-mnnh dnroo varias indi-
eicia.. e a I "i >te abril M. E'lwin .1 imes apresent u
* defen i,, iu Helada lilla se esforcjoo pan est--
\- propriis asterees de Mr. Vernon Smilh* sendo
i un i las lars r uno do, | ruain evulrulemeiile qas
l'erim he propnedade da Turqu e IUHI .1. [ogllUr-
ra. I ma vez que a aulonsd.ao da Porta fot neetssa-
ria aos luglen> para eeeopar a ilha de l'erim em
1799, e nina vez qne os IngleZes evacuar.im esta
ilha depnt. da. rireum to oceopargo mm oto se deve coorleir qae i
Part uto calmil,.., gfeandooar-tnea leal ircitus so-
bre esta pasleio oo sen lerrilorio ".'
Em lodo a caso I Turqua protesta contra e-la no-
va urcuparao que se operou sem san lutorliaflo
cm cirrnmslancia nteirimente dilTirenle. daqoel-
l-lerer qu. o .censado nao I ubi parle nena directa I las em que as duas parles se aeiavam em I7!".l.' Ella
nein indir-clameote no ltenla lo de I i d? Janeiro. | reivindica altamente eus direilos sobr a ilha de Pe-
dcsla ordem o que se dira nau se dina, que estiva
argumentando de ma' fe.
O Sr. Soaza R*is : N.io. en nao digo iso.
Isto poeto, Sr. presidente, o qoe lioha a dizer he- Sr. Mello Reg llaphael :Seeu tossepro-
je simptificnu-ae e medifiroo-.e mallo, com a de- corar o lineo maia caro di provincti para rompin-
Claraclo que se l no sDiario de Pernambocoa des- le com o preco do contrato e ichaase que ii"? eia o
la manha.,, qu- devo de tlgomi sorle, lenflo Intel- preco razoavel '.'
ramenle ter desvanecido es recejos que tom nraot- O Sr. Paula Uapl.sU : E houv* lanro i r.
reatado os nobre dcpntad,., quinto a faeoldade que 123000 .'
lem n eui| reiteiro de deaviar-sa 500 bracas paral Sr. Mello Ileso (Riphtel : llnove, porque
cadi um dos lados da eslra 'a lomada para base da dovidl '.'
dlreec. osr. Paula Baplista: Davido.
Um S Depulids :Declirsco que prova os de-1 o Sr. Melle Hego ( Riphiel): Porque di'i- maie raaSoae dava para qoe elle issins
'mis foram os faclis Iraziilos pelo nobre deputado
ao ciiiliecinicul.i da rasa; n primeiro he relativo a 1
absolvirao da multa de um arrematante. Iteferire
u que su passou a esse repeito.
lie sabido que a le jmp mulla do arrematantes
o tormo medio ; que nio aeabain as obras duitro da prazo marra t
I mas alm desaaa mollas tem-se admiilido na condi-
caes.la orrrina! ic.lo una nutra multa para os arrema
j tontea qae mo entregando a obra em lempo, ebtem
t prerocicao. i.nno se v, esta multa nao he rslabe-
! l'cnla jiea le, que aolorisi as prorogaees sem re-
\ Iriccao oem pena ; mal un polo presidente, sob
, proposta .ta reparticta das obras poblicas, O arre-
ii.ii.inie a que so refer.....obre depuulo sehon-
fondado em clenlos | se nesle ra-o.
L'ende obtt lo urna proTogic i ,1 li me/os, e sen-
do una das con ic"8 da ariematacAo a milla de
IU08 pi r ra I iii ; quando elle fea eulreca da obra
o. Iiu-lhe iieccari i recelier a preetaego r.pecliva,
all fez.-se-lhe o deseoolo dos 600) correspondente a
os lar- li m/.'.. O arremalanle lieoo sorprehendi-
,lo com essa rrolucfto, t"r que creio que ale liaba
lomado i obr que foi irreniatadl por oolro, Igoo-
rande lalcoorjiclo, e reeorrau para a preai lencta.
Ora, esta multa nao era como j. diese livs que a
le ere ni ert mulla rrra.it pelo presi teme e qo* ollr
pensar em l'a/.er exrepc.'o's na lei, e tanto
o lizeise.
apresen- I
que se eile foru.reu armas a tlrsini, fura no inluil
ue una Intarreicgo Italiana, e allrihuln alia a' ae-
nni, que nao qniz nein reier graluilamente, nem
vender a' [ilgi.ile.rra. 1) Idilio recusa conce.ier a
ndot nipie ia proroga^iiH um favor, esl
pareca, de le qo* e m irnsjlaiite solfrit um i ili i
por me/ sera islu um livor nimio ouero-
so. I-'m nao ni leiniiio te Uve 'I* inlorinar tobro o*-
w o etn lonho eerlezi qoe nflo dil npiuio por
escripto obro elle,mas acredito que fallan lo a esse
respeitoeaam presidente doenlgo, .tis-e que a is.n-
cao de multas como aquellas eslavem na allnbui-
jiies do eovrrnii. O tocio lie que o bomem receben
r ni enmiaal dirig la contra seo cliente, um raracler firman que se ihe pede para aoloriaar o ra-gamenln
d* peis.ouir.io pniiiira. o ttlternoya geral repl-1 do Istbme de Soer, salvo se a Inglaterra Ib
oo com mulla energa, rune'uio pe lindo I aecnaa- luir Perun ; a Porta mohece o valor qu
rao da Bernardo sobre lo los os pontos. Depoia do inteire, metios o governo ingtoz liga i
re-umo dos debat.s spprrsenl ido por lord Campbell, I dete grande prejealo : nao sea' isto o memn
o jarx se retiren para deliberar sobre os pontos de |l Turquia appeilasse para a F^urnp., para todas as
resii-
a Europa
exeriirao
r es'^aiiva pe ivnaesal,
* a* parerer |lint .
, aso-a aaea-l-re aa r.qaarin>eiilo. t.mli'in
Boa* Aerv.da. arreina*anle
ale. cada le. Comsonoi
i te.i-i.liva pravio-
4a prosinria renlie naa-
a pravinri.l 1 i\.s.
Nieea-se ari inj ec-
.
-SaeaSr ata rrrr'- mn.
aaaaaSaeaa. c*r-le 4* p>ieia.^-S. Ec Sr. i.rri-
aii.li r-ariiriaar a V. S.. que
awaa *i-a-if*aal. p.ra =-rem pa-
. m sfli-i i d- V. i..
a.a.T*. ri-f -- lesfaecaa
14*. pra. pVr- di rllela de
aSaao* eas> aarr *> deraaof 4a> IsVa a marro de
aaaatB. -. Ki-. Sr. prest
anta aeerlarar a f. S que p-l .
i. aea. aa. 7.1. laeoa -en r de -r
f Se*ien OO paiaii,- Mauoel
Jaei* Ir-arier, re lie*.., Jo-c
)r *- S lesli,
4e carrea.S. Exr. o
asada arriar.r a X S.
lata, s* r leaoa a' Ibesaaa-
p c"a-at. 4a a.peza fet. com
4 a"* rao. calata ee xc dos do-
ajea a aftica de V. >.. i,
.TU.
rcusacao que Iba liuliam for lecide ; depoia de una
horade am qaarto de deliberacio, etle fez roohecu
.. -cu veredicto, e declarou o arrusado innorente do
crime de alta Irafcralo. A acco-acao relativa ao de-
licio de coiispiac.,,, labrstii contra o Indaciede, elle
foi admillulo ,i dar caucan para comparacer em
lempo oppurluiio |itrante o Inbuual do banco da
raiulia.
Pen-ou-se que n soverna ahandoniria completa-
mente quilqii r proce-Mi. foi o qu leve lagar im-
tno Malamente : s .hre urna interpellacao de Mr.
Iloeliuciv o rtattoruev seral declarou aos rommuna
qae o gaeVOVno abanOanavt electivamente a accua-
<;.i i .le eonsp r.icao, vala qu. is teste aoohll deviam
ei s me.iua : he priocipio admittido na Inglater-
ra na -iis-iiar um bomem don vz.. a |lgamenlo
p.l. iii.-mo rnme. Contorna mol nko eompreheoder
a apj.iica.-io ,,.-i. principia do direito romeno m.
raso actual, pnffl que ja na se Irala do rnme dr
r..int>lici,!..|e diiecla em un, stesinalO levado anle
i | us prrcedenle. ma. de un delicio da conjanego,
leudo por alvo urna lenlatiia da regicidio. E e as
ie-l^uioiitias oovaMsem ser a nie-nias, a aecu-^cao
era lo ia dlllerente. Simio Iternar 'n eacoolroo a-
mege qoe llae tUram diuhei'o para a caucan, e esta'
lime.
Bis ihi po s o jury inotez que irroinoa a combi-
ii,ir...i polihra Imaginada pos lord Drrbx. que qneri
|. ovar a' I rauca, qoe a legislarlo da t.r.ls-Krelantia
iilliei. ule. Irala-se d'o-a avante de eneber
polencua ignatariaa do tratado de Paris conira esta
viulara.i ii.uife.ia do ieo lerrilorio, r.inlra este gol-
pe desfeehldl na sua indepen.lenrii e na sua inle-
grididi".'
Me poli lempo de embargar na suris nurpaces
om. p ,(enca que viola as preicnpces mais simple!
e mal. palpaveis do direiio das genl-s. que nao res-
peda nem os Irala dos solemnes, nem a dignidad* dos
oulros eslados. e qoe ua sua cegueira insensata, ape-
/.ar das cruais e dulorOMS etperienrias de urna data
mui rcenle se abandona a' sua panno deteufreada
decoaqoieu ea'aoa infeliz mana deengrandeei-
".....'" ^a<' he permillid.i Turqua perder nada,
nem mermo um ruche lo deserto, se a oa admtalo "r deiapptreeido e eseoaado be que e
m familia pililica europea n.io deve redazir-se a um "*!!' c"'n '"* P"nlo.
fritos il>. contrato. j rj
O Sr. M|| Raga (Uapliifl :Derlararan, que <> Sr. Paula Hapiisla : Porque me he licito dtt-
prova a l>oa le qoe da parte i parte, da1
tora de contrito, decanlo qoe serve tambero pira 0 Sr. Barros Btrrele : Porque quer do-
rrmover as deseeoflonajas qoe .Igona nobres depu- vidar.
lado- p ssam alimentar ar-rea da lealdade e since- ') Sr. Paula Biptiala : Nao.
ndade rom qu. o empreiteiro des.ja oxrcolar o roo- | O Sr Barra* ll.rreto : Ku liz om lineo de 600
""" braca por 23:5009000.
0 Sr. Jete Mamerto Alvos lorr.ira, Sr. presl-I O Sr. Mella Reg (Raphael) : Aqui ettln os
; sidenle, asesora que n.-ta ncrasilo dirige ao Exm. mal cama do lempo do Sr. Wautier, un que os jnr- inlegr?liiiei,i. a roa preataeln em descont do
! pretidetiie da provincia urna prepeatt supplemen- mes nao linham Compirteto com os de bo|e -, veja fMtf, li- o faeto apresenlsdu peto i-obie depolldo .
i '"'a"" <|UP ro,"l,,nmeiie snlo fater -obre a es- qae elle diz no seu relaiorio de 1843 : l, e *"m >' """ ""'" '"' a repartici i das ,.luas po-
l Irada tomada por base da diieerlo nenhoma cui va A porfa da .tila estrada regularmenla feila. i binas que man.leu pagar.
em forma deSse nao nal rasos intispensavcis, desde o largo da Magdalena ale ao largo do Ctxan-j O Otro ficto meoeioiudo pelo nobre deputado
pela cirrumsianrias dn terreno, e depon ds came ga'. lem al acora a ornma enorme de mais d f-2'i ref-re-se a eriraa*pae,in de nmi obra. Ha lunhein
i e v.rihcarao por parle do governo,o eontol de ru, dos qaaes lili gastos em administraran. netl* falsas mi .ruiac.....que iii.lu/.iram o nobre | 1.10 Sr. Deputado :Anda mrsuio que o gover-, Dtvidindo a primena quantia pelo eomprimenln lo-1pnlednt um ensao, por qurer cantor o prazo
no nao qu*iri aceitar. Ital.deHl percala da estrada, que ha com pouca dif- la data da as.isnat.ira do legando contrito, e nao
filo Reso (Rapliael Ainda me.nioqae tarenea 2,600 braca-, acha-se o profo medio de is da do despache lo governo, que he de 2V da outu-
rniiiui de res por mil bracas com pouca dilleren- bro, como fiz notar ao nobre deiiala lo qoando elle
ea... o
0 Sr. Paula Btplitll Era
rao .'
O Sr. Mello Rgo (llaphael : Melado era. Se
ea iprseenlir laiKjO* la artualidade, o nobre ilepu-
. lado dir' que iluvida ; para que p.is, hei de per ler | pre aasim se lem leilo, lile foi urna escalpelo que
i oto nolire depulada, de p.iier n emprelteiro fiaer I o meo lempo eem a septieiime de nobre depolldo? eequiz azer contra esse arremalanle. Mas veja o
curvas p-ra alnnsar a distaneil di estrada. O Sr. Paula ilaptiala : lem hlVldo urna diini- "obn depaltde, Pereira de l.xra. depoia ds sslsr no
1 orlaiilo a discossao ueste terreno lorna-se inn- nuic-lo pragrsssiva na prec i d.s arremalaces. izo de cnliato IS ou "Jll rr.ezes requeicu urna al-
l ;la los s reeeios dos nobres deputado devem, O Sr. Millo Reg Rapliael : Mo ha tal; tem lericAo ni obra com allegaran de dilliculdade ele.
me oceupe bavido aosinrnto e augracnlu nalaral, neressariu, loionuda reparlicao deeobraa publicas qm> m
' que todos rouberem. forinou em seu livor e lalvez mais por eompaille
o governo nao queira ace lar aquella senhor, peta I
soa lealdade, pela sua honra, iinp(>e-e a si mermo o
davar de nao se all'aalar da dirercao trcala por
calculo ii inleresse, islo be de nao fazer rrvaa un
orina deSlano nos c-so inditpeossveis, prece-
fdend rscunheelmento dos engenheiros do governo,'
qoe me parece, qua remove .; detonas apealados
por mil bracas rom pouca dilleren-
por ailminialra-
lallava a esseresi rilo. ,\,\,i lie de januro que se llo-
va contar o prazo : afanro ao nobre ar-
pillado que as pitorogaeaV no caso daquella, as mo-
vadles de contrato n'aqiielll caso, sa,i coiil.ilos
sempre da dala das parlaras que as ronce lem. Sftm-
puro ascarneo : he triste que depois da enerra do < Lina "Ulra declararan vem neala rorrespnndencia, ; Sr. presideule, nilo islo para justificar os dados I dlle para lactlilar a execucau da obra, de que pelo
Oriente -e renovem tnligot prelettos de dltaeninei 'laliva a amortltiejad da quantia adianla.ta pelo que apreseiilri a* casi, eo pianare! ao qoe dlssa a no- luud tinento de seus motivo..
Ilicta bem nido a lnglalena !
a. m.
la-niiai encontradas n.s lei ingleza, a em que ler-
as. tata venlicacao ha lado leita } Per um pililo
q.i- .. prr.i Irme Cainphell deiloo encher de ralum-
iiia-e de injuiias indecenl. e grosseirea contra o
...lierano de mn povo tillado, contra este povo, con-
r-araa da freraeria d* Snlo Auto- Ira s.u evercit.., cuiira as s us institoires, pois qoe
- Tal *ic*valar-ac a V. S. a r.- Mogatem deve illoilir, is gritos de alegra e os
a--**** Jai M aael de Castro, \ ipplaoina frenei.c.n que lo lereotoment* relinirim
aasastaa ee a.are^a lustaarado na audiencia do Od llourl. nlo foram luir a los a
r-a >a-alaa furej a Salgad*. Simls Bernarda, presumido ion cenle. A ios rom-
a'-ea eeseaWSa ranstante do of- p'ici lade no crime de Orsini e de sean entiesa, be
11 >. ae 4aaiaTa> ae-*a dala.
L\ DO DAS ARMAS-
4*a
te
aaHvertalmeuie ooiorie, mea a Siman Barnardo r un
i placee ioaiigadar da.allenUda .toli de jiaairo, g
Sim.in Bernarda abselvidn, embori criminoso, a tb-
-olu^.i.. de S ma i ll-rnar lo, os horraba io povo in-
sler., um maipfesio de Mtizini cuja pablicaclo foi
lol.-rada durante e depois to procesan, foi um in-
golar euniraata rom a ovae/le fritas pnbliramente
o novo oinliaix.dor francez, n marechal Peliaaier,
duque' de Melakofl : niu s> abe de que lado eal a
-incarida.le. Ili/.ein que esl aeolhimanto hoaplla-
a l.ira lalve um dever ab-oliilo renovar a lula, a- 2n*er"0- '"" *"" em aparte ao nohre depoladu
lim d enlervir nmi vez pan aempre em semellian- [ 1aiido elle orava a n>r raspeito, que havia desac-
tes i,legalid.de>, a dar a detapprav*(le de lodos os c"ri1" enlre esa amorlisac,,,, e o valnr do contrato ;
p .vos miliaid i a' nnC(to que ella deve ler : re- I'""!'"' 'Ha Imba sido cabalad quinde s. linbl em
M-la levar i e-tr.da atcl'.oiaiin.....o he, mais 12
nu 1:1 mil brac.s o que dava um capital .le mais
de 000:0009. '.toando se reduzio o contrata a pro-
percAei menerex, nao occorrea a quem o lavrou i Ar
a -morlisacao de harmona rom o valor do incsino
contraa.
lmS>. Depolldo Isto n qu> prnva '.'
O Sr. Mella Rogo (Raphael :Ilo podara' pro-
var lodo, meno que os ronliatadore livessem pro-
cedido rom ma' fe...
Um Sr. Diputado Pelo menos houv
s-incia.
bre drpuladu sobre a astimaclo por mim feila do va- ino-i.lcnie mandoo Iszar o novo confalo ; ma
lor da- pimipa, o hoincui a-sun que leve o desparta favoravel ret
Ada o nobre deputado, que o meu caleuld foi } rou-se nao appanceu mais ua obra, dcnuu ptiaer a
PSBiiuiBaGa.
ASSBMBLEA LEGISLATIVA
PUOVINCI.M..
SKSs.\0 OlinirtARlA EM -21 DE MAIO PE 1858.
I'rrsflenria to ,r. Il'irio tic ('iimarngibe.
loilirlll.an.
O Sr. Mello Res. (llaphael : Sr. presdanle, n
no,ir deputado uicarrrgnu-e d. jultlica
misao. FMo den ioformaciiea 1,1o minuciosas, tan
particulares, qu* jualilicam o escriipulo qoe t rima-
ra iiiiiii em i.:r urna -olucao daliuitiva a este ne-
goeie.
Coate pnd.a a eomatatlo saber de Indas essas eir-
cumstanc as refiridas pelo noiiie depolado, da lodos
es-es esrlarecimentna que elle forii.ceu ? N.io ob-
lanle, pnrm, a informaces minislradas pelo no-
lire depiitail i, su continuo a volar pelo parerer e
esotra a emenda. Ado muilo Importante, Sr. |ire-
negli-
O Sr. Mello liego Itaphd ... Porlanto, r.lo
om- er"r*,e' neiaei don. |.....tos, que ja se acbam resol-
ezigerado mireando 120 conio para a doai p mi** .'
Devo di/er-lhe, que lo dos. pontos, rada una da
que** nao deve ler meno* ato 200 palmos, ron li-
nda* de torro, esteios do mrsmn metal, que li le p -
de ser feila aqu, que bade vir da Enrona, leudo
muro de enrollo de tlvenaria. Alten la a talo, io-
torme-se, e enlio vera' que i.n cotilos na* be preco
-a- .
O
obre a falla de ntu.los, soerorrrose a nimba m-
i r irmarlo para proxar que etle nao tlilliam, e qu
por cuiieguinte foi infringida I lei.
Eo nasudo fallei pela primeira vez sobr* *-U
raaleni respondeodn ao Sr. Manuel Civtlrtnli, da-
se que estados completos, deeiivolviito e delalha-
dos, niio havia. Mis que planta para se ler a direr-
tjpe, para ler-ae conbecimento do terreno, para
-itonte, qoe veja-nos a copia do contrato, para a- ber qnantas pontos eram necessariss, quanlas bom-
lirnnos se da d-ta de soa tssigaitura ale a apparic.lo i bas. lio.iros etc. havia.
lo cholera na Victoria, poda o trremitinte ler pos-
to a obra em rallo* estado de adiautimenlo do qoe
o em qoe ella se acbava.
O Sr. Rodrigo da Suva :Nao podia ; porque
a "rrematacao fot em elrmhro oo nuliibrn de 1855,
O Sr. Melle Reg Raphael : O orcamenlo foi
faite em Janeiro e au rappanat que a ramar. tives-
Naranha an> -uu-ntairao *a leiramenle espontanee, e qoe ha por esta protesto *e loso Halado de por a obra em ecoi;ao, mormen- esislencia desse elu.lns aiilecipadamanle.
aaraU. ia--r a'.i 4a -ervir na conira l i lerpreticge que cerina partido queriam I la lendo-o pedido cea iiigenri.i. O nohre depolado nao illendend
lliaowu qae a m"-m.i sr. ri- dar a i veredicto ,|o |*j v, que todas h pessoaa per- I Tamben me parece nina cou-a ln li-pcnsavel o sa- '
as tancar Lia g-v. qae e>t.' pie-l's a se tencenle- a- dastea elevada- da aoriedade, a alta bor- \ her-e do estado da abra para poder-se ra/oavel
suezia e o- olli ais de ierra e de mar, presente em le rilrulir a ni leinnisarau
:-IA N. 12.
raaaao-a i.nt. da armi
a a -a 4a esTeala. Ir. |i.id da fie- torre redo ao guerrairo Franeej nos regie etUciatt,
j, en ra l'-ii I tuataej- que h verdadeiro, qo* a absolviclo do refugiado
roa r-romi-iao no pre- Iranroz den rea mente lugar a ame maaifesttclu in-
l'm Sr. Depulido .E he s ilo o que he pre-;
ciso !
O Sr. Mello llego 'Raphael' :E que quando t.,''" *
meimo nao exinse, asses Irabalhoi n.io eram elles I e eeestariamente raseulir-s* de imaooootri
nectasirlo em vista da mema lei rilada pelo nobre ', '"". **' eerlo inconvenientes, que su a experiencia
depaltde no capitulo qIM. trata .ta empre
inri, or parle do varn e lmente un jane m tpre-
sfiila-se na Ihetonrgril piraa-signar o cuntr-lo, e
iiiIi depois nem te qaer fui dar comeen ao novo
ti il> illm.
t.iiiipreben.li, Sr. presidente, qno ell quera ir
genliaodo lempo, dvizsr ceMr as |inmeirss chuvas
do invern, eaullo a reclamar elern va proruge-
exegerado para urna pool* dtssas pelo menos assim Cao i !. o pretexte de que a aguas nlo o deixsvam
me parore. ir..tialba.. Ora i-so precisava ler um termo, e sejam
Agora, se o nobre deputado qoer recasar Inda a qu.es forero M tollexes qoe o nobre depula.to pona
inloi inacc que eu non, me declare, porqo- enlao ( la/.-r, eu reapondir-lhe-hiji enm o que se ada no
pnupa-me o lempo e trabillas de da-l-. e e e-lar meo i ilatorm, em quo se v, que ., repartiro d.
ftlisiodo a cita coa mil* etetaracimento*. otaras publicas, nlo lem sido rigoroa com o-arrr-
Nle desconbrco. Sr. presidente, os nobres ileputa- ( m .1 intes, nao lem encamtiado oluaa aulas de lempo
ros se acbam enlloca los em poiicSc m..i vanlajusa I pelo contrario lem facilitado o niais qua ha pos -
do que ns que drfendem o contrat : o [luldirn geral vel.
\ ej i n nobre Icptila lo o que eo ilissa acerca
! isa obra, lallandu das que lem sidn encainpa-
la l .
n A segunda, arrematada em -JS de etamhrn de
I85i, enm o praao de 6 metet, f >i enetmpada em ,">
de mtrpo dn annn passado,leudo o arreo,al.inte Irui-
do 29 nu zea e ."i ilias, que nao soube aprovnlar con-
vamenlemanta para fazer saquer um Ierro da ubi a.
lie verdade qoe esla offerece lilii u'd oles, ilgumas
d-> quaes lulo foram prevlltat no orcamenlo ; que
t'inlo.iaciram a ana promptl exrrucao.
d.ii n lempo qoe a trremttinte leve era por de-
mai. eulliciente para dar riimprimeutoio ieu cou-
nnlire deputado, Sr. presiiente, argumentando tiieuleieeili mellior u que lio iccutafle do qu o qo
be defrza.
lu Sr. Depolado : (.toando aaccuajao be bem
fondada.
O Sr. Mello Ileso llaphael, : Conheco o rtoa-
favor com que loto: Drade que se falln em um
eniilralo de lilil ciintoa, entendeii-e logo qije iram
litM) rontos que sahiam .los cofris da provincia para a
algibeiri dn ein|ireiteiro. Ninguea atienden ;is
libras que elle lem de fa/.er, is vaulagens que a pro-
nncia tem de gozar. Ollmo-se loga para o Contro-
lo e.nn prevenolo, e per isso id se vio nelle o que
linde haver di mao, iaa se alen ler que mu contra-
to deales, endn ., primeiro que se faz na provincia, Iratn. t
\ obra foi eneampa la lendo o arrematante *ala-
qual e ndo l\iKe romo icoaditio ine qua
s em o
nonn, a
o arremalanle ler direilo.
Knlrelanln eumiire observar, Sr. prciilenle, qui
o clin era duroo dous mezes, o seus ellailoa po irr-
e-hiam eilinder a qualro ou cinco mc/.r-, o que lu-
to vem a fazer seto, e nns aot tchama* ja' em meio
a minha arsa-
mentarlo, e up; ondo que eu linha da.'o romo rer-
en- lo que nao haviam estados, ann romo que ello
a que por ventura potal i.o .rain aeraaaartoa un eiM de que se trate, recor-
reu a minha informaran e irhoii que eslava em con-
pnde rorri ir, que ni a pralici [nide ensillar.
O Sr. Soozi lt-i* : lie bom ronfrssar.
O Sr. Mello llego llaphael : E o nobre depn-
tadojaalgoa da me vio negar aqu o que be ver-
dadeiro Y
lie betn possivpl. concordo, qae o rnntralo Irnha
deleito!, mas Sr. presidente, ao lado des |rm mullas c.....i. boas, que o lempo ha de mostrar,
tradiecao comiso ine-mo. sr. presidente, o nobre '*m le eondb0** vintajniae, umi diiqatetb
depolado nao deve perder de vista, que ea quando j empedrainenln qae o emprelteiro he obrigado a fa-
tnforni sohre aquella prepotta, ella s e-lrn lia
ato (oianna ; e de fado, do no Artripe para .lian
t-ejeaKFraaeee-c-S-rrs* de Oveira. I.oinlies, se lem in.cript, ni resideOCll do aove
aasas-aae. aa^oascao k(aareSaAV*C.-lli, allere mb.ixader. Os beoqoele* ee lem tuceedlJe pan
BBOatas* ar avavoe. ear-arir; ,la da .Irlaliir. elle C liuuve mn pre-ilido pilo doqoe de Cam-
- I l.rdge.
s^fcaSaEll IMI |i|A K Peiu* o que quizar a osle rrsp.jtn John Bol, ai
**"' *" ** raee> n snmaialanto d.as irirn. m- duvida que corr.m em nuco na opmi.lo poMiet de 1858 sea que o ariematatite leuhi' acabado a te nao ha etudo7nan ra "plinaVl '*slra'"a"n.o7ia ***& btitir o pender di e-lradt I qualro
. ajaaap as-Ja 4*la e ihe apreainleo dir a ciuiservacan da tllitoca aiislo-franceza, pe- I obra.
, $*. aaaaaasBcaaslaMaiiVtTS II mo- zar alas) derlaraaics feila na parlimenlo, aeabtram <* Sr- Itoiirisae di Silva ; Mas sito Ja' pedio
i ior ni, o ministerio pelo boato de que e trata na Inglaterra de lorlifi- provngeclo.
te ata* allMM, pala ex.rc.r a -ua rara, cutas aa principis pi af-a, para aguardar i O S. Mello Reso llaphael : I'rova d queda
' aVcla ras-xiiicia. e d-- quar.qurr iveuluaii lades de fulurn. O proresao parle delle Ism hav lo inoro-i lade de-luxn no rnm-
enlre Bernendo, que segundo diziam os Inglezas, devia | primelo do contracto. E s* como o nobre deputa-
do no cozo do rontrato qu.m !1<) mezes, sem qae li
vesse fulo nem um terco da obra Ora, aclis o no-
bre ileptitado qoe ta homun que atrematou tima
obra por seis mezes, e goza :J un -til sem a concluir,
lem motivo par. queixar-.e'.'Aeha que os engenheiros
l> Ictu ser iccijii ios de ri-orosos com ns arremttaB-
i<- '
o Sr. Ilirrna Brrelo : Acho que devem ser ac-
ci.d.lo. pelo contrario.
i) Sr. P. Ilaptuia : E se souher que o fado n.lo
ee eoiiherimrnln dn terreno que i o.-a levar o en-
senheiro a ler camacienclt do tra'ialbn qae deve er
exeeiiitdo. Ma ale all o que fallava era o Irarn da
estrada o sen niveiuiirnin. Eu ja dias aqui que
esto servia para dar o cusi da obra, que alis tebei
em oulra baae ; aquelle era iiecesario para garan-
raen, aSean la rtamera le o demanstrir toda a leflieiencii da.ua legisltclo, n,io do di,, esse conlraele fei leilo pelo matmo Iheor que tir o inleressei pirliculirai, que pdrsem er nre-
. que iol-iiiia,o-i.- ii,|ii/io e.i. resultado, e esla ureiiinsiancia un- la da. obras publiras, nao sei como o arremalanle judirados pela direrrilo da estrada qoe ale anda-
na belira do referid* nao- .. ua eeeopar So e da lomada de dosss da ilha de Pe- com o prazo dn nm tnno, pdt obler mais de nove de de lioianna a eatradi linhi dr- corlar in.ua 3en-
i eapinlos nina completa con- mezas de prorogacao, qoando nao poda ir alem geiibos, tinba de cortar arrahaldea da rulade. urna
fenria m-
qoa.s n enverno devia
aa--*-* S*r I ira.
. Masarse .- !bo, allere
~*m+ ilhe.
v-, Enq ie lord Palmeriton pe lio que u paiz de ris. ~tte della mema. e consegu Memento
augmentas** aii mas forfa martimas, rereiandu-se| O Sr. Rodriguan da Silva da om aparle qae nao leresies pirleolires, ao
lia
zer toda a vez que o declive fnr superior a I por o Sr. M. Ileso (Raphdel : Nao be cato? Ea de-
cenio. De .-orle que, oo elle sera' obnsarlo a fazer sBli to nobre deputado a' que prove Q contraro.
Sr. presidente o nobre depniadn esta' se nmtlran-
ilo rbeio de aniinosidade rutilia uiiin Peil nllie qu
eu boje cstuu-n traan.lo rom mulla consideraran e
respailo.
Diz o nobre ilrpula I', que oficio nle be eile
qnaiidn clleconsla do meu relatono e he tirlo dos
por rento, ou lia de empedrar os lan^oa, E sabe o
nohre depnlado qoanlo rala cada Iraca de empe-
ilramenln Agort taiabam de er arrematada na
estrada da Etcada i IldOOO, Astim, |av a nolnr
diputada qae nlo ha ee- cramW lurros part o rm-
preiteira, nao bnuve ess* e-queriinentn pelos tnterea. laocamanloi da eicrlptoraclo da repa.ltcau das obra
*.s da fafanda, que o nobre depolado seppoi, e ira-' i oblieas'.'
EXTER1QR.
PAatK
7 atoa*.i M
S- qaa a- qae aWarcapaos a vea i Eorop I, nal
aai 11 mmm taVaaaal *e4a* Ca* x.li'.ii-- q.,m/e-
aea a aaal-arAa 4
rouita do deienvolvimeoto li rutrinhi francezt, do I oovimot.
iiiovimeniio do arsenal do Cherboorg c4o raminho | O Sr. Mello Rege Riphiel):Mis o nobr* d*po-
de ferro que vai prender e-le porto a Pan ; em I ..lo una a*teguron que o contrato linba -i i i leilo
llena cam.r.i dos rninmiins, ello eonslderoo etlet I segondo se fatem o dat obrat publica, a o qae he
facasc*mo om perigoacletl pin i Urla-Bretiabl,' verdtde he que o arremalanle se tcha do gozo de
e islo rom una sullicitadr e tuna preocenpacio le- contrato ha perlo de lre auno.
diizio por iucrea, qoainio no* conloo a historia .lo
na-cimento do contrata, Coa qoanlo nan eitivem*
na provincia quando n.i-ci-u a nica de-se conlral .
posee ieegarar que essa historia nao be esacia. A i
idea de fazer as obras por ernprc/a parle 'la prr-
.ilmenle muitn significativtt.
En que por nutro lado, > absolvirao de Siman Ber-
nr,lo prodozie m Fraaaca nina cria sorureza, e
est* eorprezt e eniaverlea em orna ardeaile indig-
- Bernardo, qoe narlo, quando choBou e Palia o romor del manif**.
,,!, Tunt i para a raarle '* do publico qoe as-nlia as audiencias da "Od
esa aajiliniile ; a lia"- Cort
Suez e em l'- a qoestlo ito i|!imo de Soez lio parfeiltmenli
ti.
Jaranea tuj,,,-
rs.ai.araa da soxer ni .las -na liadic'.ea de usiirnicau perpeloa, ella poder
aiawaterra |i-rt.\ apena m-- e mimaiidar o ranal de Suez por algum pnnlo eslra-
|aaata. a H liaiavsm e a M .nlrne^ri. lecieo, *aim aomu ja' comniaiila o Mediterrneo por
'-W9-. 4a taaeaavean ana Sais. S'ivi entre Malla e tiihralt.r, o Mar Vermelho por Aden, o
a a Taeqaaa ; a. prnsrapa^0* rlu eeper i golpbo do Mxico pelaa Aulilha, na mares do Sal
arsa*u4ies peis cealereucii de por lleligolaud. .Vin couleule de posiuir ja' o mo*
o Sr. Rodriaaes da Silva : Naojia Ires cunes
que foi leilo em oolabro.
ando a Mirado osd ponco adenle do no Araripe,
nao davam-se eps inroiivuiienie. Por eonsequeii-
cia a minha nfuraaejlo nlo pode s.rvir para o ca-o.
nem |iod servir ao nobre depolldo para dizer qo
aqu me acho em contradiran com o que nella
dts-e.
parti da presidencia, *o falo sr. Mamedaqeem
vein lira-la desea inercia em que esta |azia, cono.
disae o noi.ro .lepuia lo. sem iieulmina rsil : por-
que nao -ei e que b que pude aoloristr a qoalilica-
._a i de in.re dada a adinini'lracan da provincia.
ii Sr. Soata lleta : Otial be o teto
conirarto '
que prn\.i o
sr. presidente, cimo esta foram er.campidas mai
3 obras todas nts mismas rireuzDstanclat. Foi en-
i imp i 11 ira de a* Ii :. da ramificar!o do Cabo,
no fian de 35 meze, seddo de om anuo., prazo di
ar.iin lar,i i, 1 o laabera encemp a a obra de um
preslir Inda ipreterrlo jaste : entretanto qae cha- ?.n5 1 fl0".!*.m0'o.**J*7* *J. ??? ?' "N'"' '"' Mtrlint Pereirt do IV lineo da estrada do o
ohri arrematada t campads em i de ago to de ls".7. islo be.dous nnos
tep.ii. leooo aquella arremetate feito tpantiam
torco do Irabtlho, *)uir.. obra foi am ta enrampidt,
112a lenidad* eatrida do ul, qae leit i -i I
arrematada em 19 de abril de IrlT, I d eicimpda
O nobre depolado, Sr, presidente, pegtndn-ee i eeolraria? em 30 de marco pe 1857, qe si dousaoooi de|ioi,
O Sr. Mello R*g0 Raphael : Alea dilo i opinilo queemilti relitivaminte i eecessidade de O Sr. Mello Reg Rapliael) : O arto que pro-! "'"'que olinmem live.-, loto se q.i-r nem a tercei-
emonda nlo reaslve nid* parque he om perecer de I nlo seren runfiadas empresa detal ordem >* ho- va o cont'S'io, qoe prava qa* ella tioha-se posauido M"''e dn serv ,.n Eia lp*r*guito qo* lem lof-
ramuiiaaan. eum parerer nau uhriga a (amara a dar mns que nao fnssem engenheiros, conrluio com do draejo sineero de dar impolto ti obrat d provio- "* arreni lile ; eil como a reparlicao da o-
I iiidemuisiran pedida. ota palavra :quer isto dizer que se devem dar cia. he n qu- o nobre deputado qualifica Ce lesivo, de ''ras publicas lem afusenlalo a concurrencias.
Sr. presideule, nao disn que o peticionario tenha emprezas desta ao Sr. Mimada Al ves Ferreira : Sr.' gravoso a' m*ma provinca He por esta forma, be tolerando aos arrtmilanlcs
on nao direilo to qa* reqoer ; alo entro agort neu priMdenlea esta cnnrlusludo imbre deputado. he, StnhoriS, fallou o nobre depnlado linda na falla m:"- doqae deelt :
*}aa aaaata adiase nna. aro- elu-idall para Inda a Europa, nao devia ser basian- qaesllo, nlo quero exercer esae rigor qoe lalvez o ,a0 >''.'. Ho precipitada mesma, eta" Uo tora He coii-orrenna, e porque na settlo IraniICta lives- s presilrnlr, -i i el- as et| li:acf,es que jolguei
ir.'m le .pera a Inglaterra, ae ndo no lia .m qu* Del as| nobr* depolldo se persuada que pretendo exercir. ,n P*'"ripio qaa eslibelleceu, qna M Ole tai Mmo [
Ea ja' diie sm oulra urrasuin qu. os contractos fei- a qualilique 11 acresrentaret somente asura, que anda quamto ,B*1 *" diatajeslo, visto qu o nobre dspolado
loa ha qualro nu cinco annn. nJC podan hoie 3ei E.i disae enlio e repito hnje, que nao convem que ella foe una conditao ntcemillll da lei, n.lu liana lonleila .1 veracida.ie do que acabo de dizer.
ejecutad.. fielmente pelo prrros de ni.lo, a ne si empreza desta ordem, depeu 'cnles de e-lados e de i vantagem que o nobre deputado soppiie, porque En mandei t ma una emenda aotnrisarnto o go-
qnere que os arrematanlas tenln.ni um pr-jnizn exames, de niveltomrnlos, e plaas, se eulregaasem nlo .i em cniilralo dessa nalureza como eu ja diase, verno a lam-r tale da aoturisstlo qoe Ihe da' i lei
cerln, tpezir de que nao diga lambem que baja ja humen qoe nlo toss.m profiaaiouaes.oo qas nao ti- o governo deve-se levar lambem pela ennfiaura que i do orramenfo de I85G par la/ir o ralcamento por
obgasau de dr-ie urna indeiniijc.au. Acho so-1 ves-em comugo m enseuheiro.pdr fazer esses esto* I Ihi inspira a psoa que conlrila, e a coucurreucit I emprtza, serviulo-se da quola votada do or.imento
e tnji* da quola com qae concorrsm os parlirnlares,
porque Sr. presidente, o meio de a* fazer ena obra
cim presteza, he eonlrtte-li por empeiza, c ale nas-
te poni chamo a ailencan da cesa pira o relaiorio
de >. Pte. qoando Irala dn inesnio ralcamento.
O Sr. IN. Purtella :Sr. presidente, quando hon-
lem o nohre depotado o Sr. Carneiro da Cunta cen-
urava que os impugnadores dos contratos effectaa-
do pelo governo livessem apenas aprsenla to os di-
felos qoe esses contratos em si conten sem qae se
enc.i.-resassem de apreaeuiar orna sai de toas eonve-
nlenriai nu bondadee, encarrsgao-se de aprsseotir
aquellas qua ene lergari nu mismo rontrato.
o Sr. Carneiro da Cunha :fjae me oecor-
rerem,
0 Sr. N. Portolla :(Jae Ihe occorreram na oc-
oin que disrutia.
Eu cutan Sr. presidente, vendo que, tpezar di
nlelligenea erlireddi u n.ibro dearatadu da
esforco que filia para bem pudei expender as van-
''-eii* e conveniencias dos contratos, linha sido in-
feliz nessi .ipreriaja.i, em aparle reaumi essas van-
lagan, e expalas a'caaa de mudo que fitesse bem
sentir I sua nalureza. Itodeu logar a que o nobre
deputado referindo-it i mim disses-e que ea Ira-
tava .to lomar palavraa soltaa c deilaradas e apre-
senta-las a CBM am tom de miifa, e que fura conve-
niente antis que i. suas palavras fnssem compre-
lien tulas e o complexo deltas apreciado ; o qoe deu
lugar inda, Sr. presidente, a que *u respotidesie ao
nobre depnlado c un franqueza que nao ra para
ni ,'.r qo* a.im me expremia e qoe para salisfazer
sosssoa desejos pan cumprebender todas is vaula-
gens por elle aprenn(ad.s em om s olijertn de
diseussSo cu pedia a palavra como cilertivamento pe-
di e agora me be concedida por V, Esc. I
Primeiro qae ladu Sr. presidenta, cabe-me dar
um. rvplir.ic.ao an nobre deputoito. O nobre depu-
In.lo .lev estar eerlo de que sei apreciar muilo seu
carcter e suas qullidl le-, de que o eslimo o con-
idero multo para n.lo poder siippi'ir nem de leve
que o aparto que det leve por ftm mofar do nobre
deputado.
0 Sr. Carneiro da Conlia : Nem eo aereditoi
isso.
O Sr. N. Portilla :llera, lis urna iliafaclo qae
quil der-lhe, que dei honlem e doo hoje; e fazen-
do esta da-larsco, permitli-me ainda o nobre de-
pnlado que Ihe fari ama pergouta : *m que se
fun lava u nobre deputado para responder, como
responden a aereracao que Ihe fiz de pedir a pi-
Itvt i, e qoe ell'-n"v,imenie eo lent de faze-lo 1
O Sr. (". irneiro da Cunha : Os leus apir-
le, ,
i) Sr> .\. lkor(olla :Ea lire. ar> pobre depOfado
que nflo erara mn*?n!e o nieun apunes qoe deviam
1 p.invenee lo de que ea nAo poda guardar ilencio
necia qnH.i5o : n.lo he peh vonade de fallar, nao
he pelo depjo de querer impor a minha vontade
i corno alt? rprlo pitulo ie qoit f-izer ver da parle do
nobre, lrputadn i Sr, |)r. It-ipliola, m-i* pnrqoe ea
er fii-niii- : i pe o enliiniMila de n,1o poier ler in-
I difTerente a MMem, que 0 m hre diputado nflo poda deitar de
eprar que eu pedisne a p-ilivra e fallare nobre ne-
inellmile maten i, alem -le que o n bre depolado
devia rnlir.ir-se qoe pouco das depois de eerae-
r i .* n-> ir.thalh. s desta ca-j, eu requer copia do
FcoolraUi -if--ctu.iilf> pela presidencia com o eirjp-
: nheiro M lid. Aarin pois na la alianlou o nohre
depaH-tdo ('iitiii exprimise no tentido de estar
convensl lo >ie qoe eu pedirle a palavra,
lo. Sr. pre*ioenle, sinio bartehle ler de entrar
na dtoco.|t. que liontem vtm encontrar acilade
neata ce**, ee.ntperqoe lenho de fer abstrae-
r e de eaqaeeer-me romplet-tmente de qualquer
rela*Mo de .imi* i le que poeaa ter com aquelles fnd.-
Vldaoi a quem afleclun os ronlralos sujeilos a
1 iu.'i'mvmc .! i oaa )> tra cmill.r livremente a m.-
, oh i opiiii,,- eoH i"ii t rranqueza.
I'rn Sr hepi.iado :Pareee-me que aqu n?n-
jo-m anilla reetiou nle e-*ses sentimenlos para dei-
\riri| fallar eotll frjtiiqov>za.
0 .Sr. \. PiirlHIl :Eu sei qne ninsosm renia
ante o* sen limen los de amisade, mus nem porque
iMitn aej, a pode delxarde confessir que ha um
; s*nlimenio para quem lem de fallar n'nma quesl.lo
de in.nij'ira t\m node ir de eocmilro aquelles a
quem e vota ansale e he por isso que dico, qna
leiilin 'eiitiro'ni de tomar parle nesla diseuno,
mas faco ab^irdCcHo desdas conslderat;oes e unica-
mente rumptindo .- oliriaacrtes qae ras iinpfe os in-
j tere<*es da provincia nlo posso demr de pender
j altiuinas eoQtH leratjes acerca da materia.
Ku Sr. pre-n lente, nao t-nlia conhecimenle da
I qoe o presidente da provincia procuresse realisar
*einelhante Ha dos controlo, oem tambem deque
e ! priineno dot co ilralanes, e vim a ler conliecimenlu
; de que efectivamente se achavam realisadoi etse
' conlrhtos diaa depois de aberla e*ta ass^mbla ; e
enlata Sr. pre-tdeate, as nnijriasque live da maneira
porque elles linham Mo euecloados, islo he do modo
desvanlajosn por qne triham reilisado quanto
ii'i-i im >r-*"s da prtivinna li/.erini rom que dovi-
da*s de que foem verdadeiras as informacoes que
linha. Ku va ua aimini*lrsco da provincia um
' tnniiem i]u por demai se mostrava leloso doi m-
[(eresiies da rn>ma provine, i e es|iecia1mcnle pelos
; dinheiros do cofres pblicos, eu va ainda que na
administrado da provnine se arnava nm hnmern
qoe nio parela muilo amieo do desenvolvimeuto
! d ifl ohr I rao ta provincia pa aebav um hnmem qut recua-
xa ante a idea di reaBL^Ie do raliaraonto das rua
1 ta eida te dn Recife, nicamente pelas circoraslan-
cia de enlefuier que mo linha poderes llo ampios,
qaanios erara n-re^irins para a realisacflo dessa
i lea embu a ja ?s livese Untos quanlos eram solli-
ci'-iiter' para reahsa-la, sento em sua lotalidade, ao
moni* em nme parle, como elle mesmo confaun em
en relatorio,
1 ni Sr. Deputado :I)isa qoe no linha raeins
para lvar a eleilo o calcarneulu.
0 S-. N. Portolla :Eu via na presidencia da
provincia um homem que me pareca tilo con-
trario ao de-envolvimenlo das obras pohlica,
que, apparocento, no nm homem qualqoer, na-i
qualquer contratante, m,i. om homem as rondicois
daqui'llet que apresenloo o nobre deputado como
apios para enlr; r em emprezas de or-lein daquelles
que foram realuada, apparrcenlo, om encenheiro
i o (I ex, o Sr. l-'rederico le Mnrnay, requerendo .<
preM'lencia, em virtuile de una le que no annn
pateado tu aq ii confeccionada, pela qoal ferias
obras da provincia podan ser etTectuada* indepen-
denie de .irrifi* ios los cofres pblicos, requerendo
itii:> a constrocc^l*de nmi ponte sobre o rio Ara-
Diaran} com o ^nvileaio de ifO annoa, independenle
tle subvengo djs cafres pblicos, e depoia de torem
ido recebidas iufnrmacoes da thesooraria provin-
cial e da reparlicao ios obras poblicas, moito teropo
derorreti sem qoe hoovesse solocSoalgoma, o afnal
apresnlando--e e*e mnmo en^enheuo a pedir 'i
deriso do n-acio a S. Etc. o .Sr. presidente da
proMnria, marcoo-lhe um.i audiencia para o dia
'com, c-ise -nKenhsiro apresenla-se no da se-
?oinle,fe7,-se aunonciar, eperon algum lempo, e de-
pola S. E*e. por elle passoo e niio ihe deu ama pa-
lavsa acerca do negocio por elle requerido...
1 m Sr. Deputado :Poda ler-se esqnecido.
' l Sr. >. I'nrtella :K'i via ainda, Sr. presideule,
que nao era possvel que o presidente da provincia
1 que e mostr vi xcloae p**los cofres pblicos, lanto
i q-ie para re.il ir a i um euaenheiro eilranseiro demorou-a e pedio a
cori.Ijuvac.V" d-n cofres (eraes pelos miuisteiios do
imperio e da manuda.
I m Sr. Depuado:!Hisso obroa moito bem.
0 Sr. N. |\ir ella :San raines para nao acredi-
tar na. ii'fiini mim que linhi, vendo que elle era
Uoxeloae dos dinheirea publico qoe nao realiieva
pot li e -.e .lia: Minenlo, estando alias autorizado pe-
la le do orearaentOe
1 i,i Sr. De^aUda :Porque a quota marcada nAo
ehe O Sr. N. PorlelU :Sao razes que eslon rno-
ir^u l. que me fatua n.lo acreditar na informaces
, que linha a respeito dos contrato-. Vendo amda
que S. Etc. ere Im Mieao dos cofres pblicos, nao
r estes, romo p.ir outros maitos faclos, nao me
era pofslvel acreditar qae na contratos eflecluado*
i or S. bstlC. o linham as laeuttM.o* 'teredos, os vicios
.queme apresnta'--in como existente*. Eu qui*.
portanio, lirar-rae -- |tM e pelTav tolas as
qae 11t.. i, e ei Ifla i oa "> dias depuis do
c.imec'ij.- us Irabathoe da oiaeniNca, requer copia
"mralo, diqnell** que se me apresentava co-
{ mo man deleit io-o, copn do contrato feito com II.
A. Uitlet.
Uoje que eaoH contratos tsm sido discutidos, n.'.o
^ posao daiaar do raaenhecet qoo ato certo poni y')o
' raatlaada as iuormaroei que tiulia a respailo
; delles.
Primeira que lado. Sr. prc-iienle, o diicorso do
[ nobre denudado o Sr. Sania Keit, honlem pronan-
eiado nesla casa, me fez ler aiauma idea do contrato
j elleclut lo com o Sr. M.mede, contrato que en ein-
a ii.V> linha li lo e deu-me lugar ainda a qoe eo
prealasee iota a alleiic.lo ao nobre oraslor, que de-
I p -is delie leve da fallar em sentido favoravel a esse
i mesmo coulralo, e pela maneira porque eslava col-
\ /I


MARIO i>& fKHNAMBl'CO m\i.\ PE1BA I DI. n mo HE 1858.
ea eM*ia Ornar de considerar
latau. 4a teanratad 4 praeedi-
* aseas*, rnea* qae mi he-
qae a ptoeideuria
Aeai-
niiiii cea*
Ni egundt proiesucm 01 t.t.i lot para < conli- falo .1.1 companhia Peruamborana, etlabeltcer esla
rnaga* da estrada ero directo a l.niotiro, com a commonicac..lo que o conlralu qutr realisar
parlante rarnilicac,o para a ridada de Nazarelh, SlaOr. presdeme, presciiidiudo deslas doas con-
l-ndo sido levantada a planta, das Miradas nieleaie,
tai um destnvolvimenlo de oilo le;uas pouco mus
id menoa.n
Em retarlo a etlrada do uorli ea procurai ver
qaa diffarenra ha enlra o lauro que ja esl conclu -
I do. od que ja se eil Tazando, e aquella que tm ul-
limo losar he a|resentido pelo nobre dnerlor dai
*oler-1 obrai publieai como o poni da 1 armiado da ei-
* ^_???."* **"*' l^",, **'* qa* pel r,,,ln' de nobre diputado,
a*-? *'** IJ* ee,a arrematado o K. lanjo, o 9.a ja esta em exe-
f'Alha a cuello, e eilslem maie t lanco ettodidoi
relatetio.
Oe ataito. a
lar a a duda
!-
Vejo anda em rea.; ,10 a Mirada de I'ai d'AIlm,
qu* o oohre director daa obra* pul licas confusa qae
je lease levantado aa planlaa, qon j.i euslim eilo-
ar ea toa- des, ii'nma distancia de S leguas piuco mais ou me-
j no, tjo anda que em rtlacao nasa plaa e est-
cala* .aaadif/'-ea. d da estrilarte Nazarelh a Pao d'Alhn, o nobre
ala central.., dapalado ciprimt-ie otiles trrmoi : (re).
aa (arana di a Parecen lo-me que esta raiinlitac.Vi de INamolli
snleracnes, per miniemos com franqueza, n que he va, reenle-se de vicioa da ordem daqaillea que
tile contrato O que retela ola conlralo ? Eo qna- foram indicados pala riparlicao daa obraa publicas,
ro aa yezes desconfiar e ila inlalhencia da illatlracla'. conlraclo que a assembla 11S11 poda deiaar de eon-
daqiellas squem foi aiijina urna proposta nos ttrmoi siderar coma luivo e gravoso aoa cofrts provin.
ila do Sr. Millel, e nao pono nomprehender me-ino ; cise--.
Como o prndenle da premuna ponda conientir em
de maneira algoma ser indilTerenle ao cunlracln el-
fectnado cura Millel, que iiidiptii-lonltmente da il- | brindo-a bam da mtsma Ierra, alim de imiedir cairos las vozna.
legalnlade da falla da aulori.ar.1o que para ella ha- -que pen.lre o ar. I'easoa que islo pralicou emita aue i, deu lugar a que o se-
_..'1.,k-... 1......"i-T onia que nrjor |he gnlasse que secaliasse. porque em
a parle mordida i.um buraco aberlo na ierra, co- couza ; o matador ralhando com seus Dar-
nH 1.... a ___:___.__________ 1. .. .____
uin contrato dessa ordem.
Vejamos.
Contrala-se a consIrorcAo de 7 mil bracas, t por
Cada mil lirada, lem o rneenhtim 1 Milel '.i.lXXIj e
819 bracas de Mirada licam inlairamente a deirri-
{3o do ansenhiiro Millel ; pode faze-Ut.com a lar-
lora qne liem Ihe tonyier e quizar.
Dan Sr. Dtpulado :Enlrt 13 e i\ palmo.
O Sr. N. l'urltlla :Eutre 12 e 21 palmos !
( Ha um aparte. )
O Sr. IM. PurtellaE quando o enverno a nao qnai-
ra reetber, ha ama molla de t a ;l:nflo? da manaira
que nem meseno a garanta da molla esla tatipulad
Ftilaa estas enn'ideraros, cu deito, Sr. prasjden-
le, de entrar no d^senvuUimenlo de refieiM qu
prelendia (azar acerca de allomas das emtndaa que
foram offtrecldas ao artiga, por enttnder (er fatiga-
do bastante a rasa, por ja me ler falisado baslanle
e por entender anda que a casa esla detejvsa dt
conrlnir esta rtlinuailll
Tenhn dito tanlo quanlo ha bstanla para aalisfa-
ztr nm Haytr que a mim ranmo liuha imposto.
O Sr. Panla llapliata : [Me davolvea oaeu dis-
curso.)
A casa accede na retirada da emenda do Sr. V.
Baptisla e apoia a ie_uiule em sohslilui(io :
Em coulinearo as paliaras dog 5 obras a em-
teja rnesmo de mal. imporl.nria utilidad., de que ronvenitnlement. deixa-te ao ipr.sidenle facolda- pr.e.dei d.^a-se lendo-.t grande altenro a is-
aastrata para I.imoecro. (tulin rerominanilariii nr- dn d imn.,r rf i -mmuw n... .. i..j. :. ._ .. .. ._ .-_B "="'."" es-
-la lea rerele a tatrala para l.imoeiro, ttutio rernmmandado pre-
aa raaaarales qet 1 fertnria nos seoa estodos ; pelo qne brevemente te-
ilelli- rei de levar praaenra de V. Ei.c. os ornamentos
1 e aa* tan. peaa.es la e rada era do prirntiros lan;ns.
a"*"*1*" Pr*- i Enl.lo persnntn a mim meamo, lera' posiivel qoe
' aalaejeae qoe te-. te diga resta rata, que nao haviam asludos acerca
1 a dreer ajee erra- I dea estrada ?
limadla jMeart. I O Sr. Mello itezn Raphael : Nao atienden ao
qee ee disse ha poueo,
ova O Sr. N. l'orlella : En ouvi ( nobre depulado
dizer ain.la ha pouro e repetir o cue ja" havia ilito.
lo he, qoa effertiv mente tiisliam Ml'ldos, t oovi
li. nlem o nobre .laputa lo que Bajera oernru a ra-
deira 1a presidencia o Sr. Carneuo da Cenha] re-
I netir lembtm qoe a esirada do norte tinha atrio es-
telada, mas disst o Robre depatad" ha pooco .|iie o
I estado qoe t nha ai.tn teilu nao era da ordem da-
qoellea qoe aerviram pira emprtiat lae como a que
foi areila pelo ronlratador, que eiam precisjs etla-
doa mais aerial.
(Ha are aparte'.
O Sr. N. I'ortalla : (.lut dr Araripe a Goiaaoa
nJ- ha ealados, porcm que ale Araripe nle ha os
ra mvelimenloa, roa- qae irerra de 1 lanroi da estrada
j' ha al M orramrnlni :.. .
a reatos I aceito como ir. ladeiras essas nformacOai
contrato 1 e oulra coosa n3o poda tazer, e ha do arrordo lain-
e*aa beaeado bem rom ellas qne en ata posso ueiiar da duer, que
'ala a* ne- | e contrato ellectoado pela presidei rtav/a haea-l. a ( troejao desas doas e-tradas ha deftilov, Sa et s-
Me, eslava lm eslud.. neceasarios para landos de estr.i la.
cea- c..mpreliendrdos na exten-o a que r oln :^-.i o -m-
Iraiador. p>>rnntn eo, porqna raz.; > nessr contrata
le, c..i.- i.Ja se eslal.rleceu que o cuUtrMador carra di--a
Mea em- atler.sAo de estrada que ja' eslava eatndada, que ja
e*rrdo rom eslava at oreada, seria obrigado a BegniramMMa
ajr da attribo rjt direccjo '.'
"no ha que a respeilo dasa mxma parte da es-
e'.la aSe eslava em Irada se confere ao empreiteira a faculJade de dea-
vi.i'-se 300 braris t
ea re Ha om .iparle .
celer O Sr. \. I'ortella :A desistencia do proprio em-
i^faara ate ctaarearer. M>, preiteiro, confirma como muito b?m Jisse o nobre
at eeaaeMe aara a proprio 1 drpula.lo os dcfeiioa do contrato.
ha pos- lia outro aparte .
a presiden-1 O Sr. N. Porlella :A respailo da oslra.la de Ptn.
-a drttr- d'Alho a Nazarelh como se T do relatono do pro-
t qaaes vae prio rmhre depolado, porque razflo anda acerca
aVsatM lauros qoe astavam eslndaloae cojos or<;a-
raenioa prttenda em breve o nobre dernlado leva-Ios
ao ronheeimonto da presidencia, perqu acerca desa
enlataaSe se dri\nn anda ao einpri ilciro a farul lade
de afastar-se .'^m bracea '.'
O Sr. Mello Kego (*Kaphael ) di' nm aparte que
nao ouvimos.
ainda a irada de Sanio AntAo e Grvala', rnnlraelando o
dcdaimporde 1 a 3:00091 Oqae'ae v
respeilo do afaslamenio da linha V Pode o omprai-! prrsidanle da provincia a fellnra de.la por empreaa"
a*"in .1*' '"" onde bem "'8 col"''fri m deulro win quem melliuret coudiroes nll'artctr___l)r Ban-
de II) I Macal para qoalqorr dos lados, daquella di- I Hala.
recelo que fnr ileinnada palo mtsmn en-.iil.eiro a Eurerr, |, a di,c,ia,a por nao hatM mais quem
dispesi-
illrrluwa
dape-
t aaa as art. i f le qoe
a raorlesao de
ae lev aara ef-
> ajea a art. I. Matate ele as es-
t lea ruda se en-
'a pala qual
de-
ae e arl. 1" esla met-
aos roi-
lambem
lat qae tea ob

e eela lei e. _-H,
pria
erelsia eon-
sasqac ta acka allee-
lere. a- desperas das
roa|aaaioaJida> na ajoau-
a qa sala qae te ajaer Bea-
aaa aires!** caalralali.r .'
M ae-aprapriar,
dvti dt ser approvata pelo prndenle .la provincia,
e diz no art. 2. ( Ir. )
O Sr. Peiaoto Doarte : E visoria! lamheni.
OSr. N. I'ortella :Apoiado, ach que o nnhre
depulado tem r.i/ao.
o Sr. Mello Hago ( Kapliaer da" nm aparte qne
nao ouvimos.
O Sr. N. Porlello :Eo faro juslira as hoas in-
tenrres do nobre depula lo. a -na inlelllgeocia e es-
lou certo que ae a presidencia ronsalla deputail acerca le poderia .Irisar de dizer que nAo se effeelnaaae.
O >r. Mello Uezo ( K-phael ", :Eu nao eslava
na provincia.
Ha nm otilro aparte. |
O ST. N. Portella :Vamos a condirao quinta. O
qoe I o isto senhores '.' pola isla he cndilo que se
aprestla em nm conlralo '.'
I'm Sr. Hoputid 1 :BuUe qoe s.lo as eondi-
rrv '
0 >r. N. Porlella :Ai que so BeceuartM para
qoalquer estrada e nao se dizer smente que as pon-
lesinhas lerta a iiari>- sern is aguas.
( Ha 11111 aparte. '
Se o presidente da p nvinria Itm toda a eonlian-
ra no empreileirn, enlao so sa Ihe impunti.i condi-
10 alcama, no se diga, qoe a estrada deve ser da
2a2 palmos, nam que as pontesinhas devam ser
de madeira rolic".
1 m Si. Depiii.iio :O enverno lom 01 mei.w pre-
ciis para eziar urna estrada da qual aa lenha van-
lageai
0 Sr. >'. Porlella :O meio estar'aniao 1. oulra
parle, msnos om conlralo.
Um Sr. Hrpulado :All mesmo esta' a garanta
para o gnverno.
O Sr. N. Portella :Se eu nao ronhecesse. Loas
nlen.;. es do nohre depulado...
O Sr. Mello Kego ( Kaphael ) Nao appello para
islo.
O Sr. N. Porlella :Ea appello para islo; se
nao couhecesse as boas laUncjdea de nobre depulado
dina qoe elle 'uppunlia que lodos os mcrolinn
de.la casa s;io cnanra.
O Sr. .Mello Rege I Kaphael ) :Porque ?
O Sr. |,\. Porlella :Porque querer-se dizer,
querer ennvencer-se qoe no contrato se enconlra a
propria garanta do coverno para a boa eiaeorAo da
obra he querer auppnr qoe ni somos rrianj;aa.
.lia om aparte,;
O Sr. .\. Porlella :Mas agora 1 idapen.lente des-
tas ronsuieraries que o ollicio do nobre depulado e
o relatorie a presidencia me "hricaiam a fazer...
entre orna e oulra cousa ?
11 Sr. N. Porlella :Partcia-me, mas pela manei-
ra porque o nnhre depotado le eiplicou acerca da
estrada ale Goianna, vejo que nao ha desaccordo :
porlanto v que nao lenho deaeja dt interpretar auar
palatrsa por modo diverso do qoe elles eiprimem.
Maa abslrahindo deslas comidtrai;es pergonto au,
o0r,.qBo,,arnm^0.','r:,d," C,"0 ""'r"'i Pr V,n'B" i'"'" P'''"-''VrcloV,'a^mV7ndHye;.,.;';" xrz:
da. emn? N. T" F C"1 ""'" "T ""'" ''" """"" Cun,r""- rndnr. apre.en-
s Maa H ^ 7 Un\T'U I" Cfm',-"*i0 Pl "PTlicao da. obra, pmbtJZ, ... qu-lro
^L iV ? *S "P'"" '" fo,,m i,c,il'*- '1, -nal. da propo-la fo admillido
sao Iras amitos apenas a raspe lo das empreza, tem oulr., modilica.-ao (l
'c^ttSU- II. m .-' A ,ll,^"'ri "" "I'"' publica, observon que era
reputado Ha nm pouco omina a le. ^ nece-ario ettlpal..-M hugora d., estrada, enlte-
O Sr. N. Porlella I A garanlia do ron-
Iralo he em favor do soverno 011 do empreileiro '.'
Sr. presi.lenie, se S. Eve. quize.se altender as
ronsidaracoei que frz a directora das obras publi-
cas qeando oi eearoilada arerca desia prepuale, e
as eendlfbM qoe apresenloo como necessarias para
ser ella aceito, por certo. que semelhante contrato
tenao lena realisado porque nelle-e esqueceram In-
das as condici.es anula aquellas que farain apresen-
pera a paiten he o arl. l'Japi.rovaco .din as se-
guiiitea tmcnda* :
S.in Hpprovadas as .p.iiinles einaudas, saodo re-
jetladaa ludas as oulra- :
1. Do Sr. Mello It-go Repine! Ao ; 1 aerres-
renle-se viRortudu a aolMlMTato coucemda ao go-
v.rno pelo ari. 5" la le n. 389.
2. Do Sr. Daros Barrito.Ao i aerres-
eenle-se realilalndo*te o que houv- riibrade do.
propriei :.,-. para o ealeaManlo la roa Imperial.
3. Dn Sr. Souza Kei. Ao ;>-- depois da pa-
lavra rinpreliender di^s-ie rouiiuuarao da es-
trada de Apipuros.
. linSr. Souza Real. Ao S "1 acrreseenlt-
se depon da palacra rremaladas e das que eslao
fazendo por adminislcrr;io.
j. Do Sr. Joaquim l'orlella. Ao ,- ', com
orna ponte sobre a rio Jaboal.io na calrana qoa val
para Munbeca.
ti. Do Sr. .Santos C.avalranli. Ae e re-
hallar a iadrira do Livrameiilo na cilla do Pao do
A1 lio.
T. Do Sr. Ignacio I.ejo. Ao $ .1 depois da
palavra arrematada dia*a-se e com nma ponte
sobre o rio ciiriuhaem no logar denon inado Porto
de Peiras.
s. Do Sr. Souza Rn*. Ao J 5 am lugar de
10:0009000ri. para hospilal Pedro II diga-ie
30:000.
9. Do Sr. Sonza liis Ao S ,". depois das
pala\ras Pedro II arcresrinie-so I cando o go-
veruo golorisada a mandar fazer os reparos de que
precisar ac.ode de Oorycurj.
10. Dos Srs. Ignacio l.e.io e Re^o Uarroi.imen-
da ao arl. licando a governoaatorisade a mandar
continuar a estrada do Sul.
11. Dos Srs. Joaqoim Portella, Correa de Oliveira
e Mello C.valrauti. Ao 5 j rom um acude ou
arqurdnclo que lomera agaa polavel acidada di
Nazarelh, podando ser a obra coulraciadi com al-
guma companhia qna para iaio se oreanisa, nos ter-
mos do art. 30 ds |ei do ore,menlo vigente.
12. Dos Sr. Correa de Oliveira, Mallo Cavalcanli
e Machado Porlella. Ao 5 ."> eora nata estrada
de doianna a' Pedras de Fugo, devendo ser prefe-
rtvel o ineio de conlraclo com alguma companhia.
que para isio se organise los leruioa do arl. 50 da
le do ornamento vsenle, na impossibilidada das-
le ootro qoalquer dos usados.
13. Dos Srs. Martina l'ereira. Corr-a Solt, Paula
Baptisla, Penlo Duarle, Corma dt Oliveira, lei-
zeira dt .Mello e Pas das palavras e-dados giaphicos dig-ee man-
daodo o presidente da proviui-ia proceder eos ne-
cessarias, |>ar.i conhtrer de pralicahilidade da mn-
dtnea do leno do rio liomlo Craude para o do rio
Bolillo, ambos na villa do mesmo noine. e igual-
mente acerca da pralicabiltdade do desagiiamenln
dt om dos lricos do no Taqoara lio rio la, pr-
ximo a povearao do Allinho.
1 i. Do Sr. Paatot e Silva. Ao S ." lando
donseolitos de res rom as obras do recotn nenio das
titiras dt lnaaras.ii.
I.i. Do Sr. I'ania Baplirla. Aa5 em con-
linu.icao aa palavras obras a emprrheiiiler di-
a-se lendo-se grande allrnr.o a estrada dt Sanio
Anlao a (ravalt, cnulinuando o presidente da fac-
tura della, par emprtza com qotm melhnr condi-
laiai t qae eaer m
' *- V eSealtal : Oaee dsr<* qae. se
a Mata, am vaaraaae) a. .se ata qae a ni
"iiVn"'!'..!.!! m ,, I'to^,^aeMMriWiFeTfwldde'aa'raia-1*"*%**/
-sr. n. I ..neila .Maa neste capitulo estao con- 1 la com !:! a 23 palmos, como bem Ihe parecer. Vo Sr- C,I*M Ao ~ c0<" s 1"
Ha 111 1 aparta,) da matriz da Barreirna 1:0009.
O Sr. .N. Portella : Qaal he a segonda con-1 !" "0 Sr. Caldea l.ins. Ao ? f. com as obras
dicao'.' Electivamenle esta' esla rondn-ao e,i,. i a nialni do llio Eormoso 2:000?.
heleci.l., maa de modo qoe nao ollereca sarn-' "* "" *r- Ignacio l.eao com a malriz dcSeri-
,lia alsuina, por que nao .se di/, a qualidadt das "haem 2:(KI0>.
realaa^e.i 7 '""" ''"e ." ,""Dl'aS '|Ue ',e" ,M ,,,r"d-' "fl" ai'" linios
ragalaaaeat. em relsrao as empie/.a. [I6 : arl. 18 palmos p lnn e d.v.m ler es.a, bombas.
Irocarii-se diversos apartes.)
Ttrceii 1 .oii.li.jao
II t etli con licao qut etigio a repartico das obras
publicas 7 Nao. Si. presidente, qoandoa repartirn
dn qoe e.lrada devia ser feita de modo que m
carro com o peso dt 100 arrobas nao podesse enter-
rar os rodee no leito da esirada, 11 ronlralo nao con-
simia assirn, e porque '! Naluralmenle rea renu"
,. Sr. }" PJr empreza.lenhan. procedido todos o. astudo. | nanea que teve o empreiteiro iSISUZJSEZ.
situadas 'odas as providencias quinta- sao necessa-
rias p4ra que seiaui guardados os verdadeiros inte-
ao to-1 re.sea da provincia, para que se seja verdade ra n-
linella .lo. cifres provincial-..
isle 1 irer ? lia om aparte .
per ven-
re-i leticia
ada daxapr*- faia' arejeaiaai a plano e orramenlo, qaando o nao
aa* detiara correr fusem enl. da aaloruarao da menna obra, e em
pela aneaeara por- la lo o casa lonnulara' as ion.lici.es t nidruc.yus que
* prepraaa centra- i deveram guardar-se no seu deiempenho por" adn-
ate e dasapranria- nialrai_ao, arremiljrao. ou empreza.
aa real* 4e hilU en- Desia parle do reuulameulo o que .e %.' .' V-te
nafci! dtpataoa. qae nao qne o regulamento quer que aniei de e proceder
ta* aaaaaa aa lea n. i.. qut iecucAu de )|oalqoer obra, quer por arrematacn.
ale, e
--.. V
carreta ras fleto I"' metino reuulamento juina indisuensaveis.
aa le- E quaes sao oa e.Indos nactssar o. .' 11 uobre dt-
ea* aada newu qur pelado mesmo confessa em sao cilicio.
a laucn O Sr. Mella Rege Kaphael} : bu dai a razan.
fa/ein cm I O Sr. .V Portella :E eo formo lo l.om conceilo
alcas, e par laau s-ja do nobra diputado, qut anda memo que o ate dis-
sree aar elle f*i cearrd. le | tease, eslava bem certo que o nutre depulado havia
de concordar na necas-idade do lodos es>e. Ira-
balhes.
Atsim si ir, Sr. presdanle, que tlem de nao ttr
un.a oriuem Itgal o conlralo tllecluado pela presi-
deuiia, esta' manifeilamenle provado que foi infriii-
mda a eipressa disposirao do rea llmenlo que rece
ai uh'as publicas a reipeilo dess, obra que ful eiu-
Pr\U,d* aa, sr. presidente, eo dire agora, como o nobre di?ao do oonlralo.
lendt o nobre depulado que fallou honlem em illimo lugar, qot
i'ai le les qae e eresideete \ jalao dtsnecesa .na a discusijo, porque nao lenha
' praieiii.au e nem e-peranra de courencer a ninsueni,
: Enle-i.lo que lenho L.istanle docihdade para convencer me a acei-
tar a opiniAo ronda a qual me L-nlio pronunciado,
eee era pastivel ; eo quando vi tun!,ment- bstanles para u fazer ; as-
tllaaerac*! 4o ore- *"n h* qut nao psso deiaar de dizer ao nobre de-
qae ella loase 1 pu'ado, com Irauqutza, que a opin ao que honlem
e mede por- manife.tei tm aparte, antis do otodo da comt.ara-
cu dai leis 11. 296 e 334, de que esta le havia re-
jal he a le osado aquella, he o resoltado de um erro em que eu
:A ara a. 2x.. .-.-..
aar Uale diztr. qae ht
ea ate tiricia de-e crdito.
Alero detsa lei,
tasadas 1
E e e* qaei e.zer islo .'
ar cizer qoe (etreo
:l* da le.
nercoaia no nobre
le roiidi.-.,o ; esta c....di.ao eslava no numero das
que devia n ser aceitas em contrato desla ordem? Ou
o empreileiro linha em vistas apresenlar ao soveruu
urna eslra Ja boa, t anlao nao devia ter repugnancia
em aceitar esta Madiejte, 011 cntao nSo actuando o
que r.vel. ? revela que elle esta' por deroan seeoro e
garantida eora o coutralo que ellecluou e que nao se
Ihe d dt qoe as rodas dos carrol enlerrein-se no
deive de si enterrar.
_ Exige mais a repartirao diclivi uUnca ^maiores da
. por cenlo, o creio qut felizmente aqoi tst esla
MBdiqtai qut nao eslava na proposta le.)
fcsta .liria respeilo aos leludcs dos altanoi, foi ei-
quecida 113 conlralo.
a qoarla con-
l!l. Do Sr. I'eiiolo Hilarle. Ao S <> com a
matriz da Boa-Vida: hOOOS.
20. Dos 6rs. Ptitolo Uuarla e Ttiiafra dt Mello.
Ao S ( com a matriz de Ijarauhuns 1:000a.
coma de liuique l:tl(IOa e rom a dt 1 acanto'
1:0009.
21. Dos Sr. l-rauciscn Pedro, l'iisaira da Mello
e Paitlo Duarle. Ao 5 6 com a matriz de Ou-
riearv que se acha eu. dici 2:'iooj
22. Do Sr. Mello Cavalcaiiti. ao f (- d-ga-e
lando 2:1)00?, com a conlinuar.ua dai obras da
matriz daeidade de Nazarelh.
liada a hora o Sr. presideote maca a arden) do
dia e levanta a ses,au.
sentio-se lugu alliviada, mas qoe em aesuida lor-
nou-se Ihe a dor 1A0 intenta, qoe foi preciso o im- hUa Preena elle na d>"ia fallar mais alto !
prego de arande forja, por parla do om amiao, ifim e lsl fo' bastante, nSo precisou mais, para
delle conservar-se immovel e nao tirar lodo o appa- 1ue infame salnsse sorrateiramente e des-
relho. No Itm porom de tree huras da marlvro, lo- Carregasse urna forte pancada na cahec- de
grou poder adormecer, e nesie estado perman.ee. 1 seu seullor, que o prostrou logo por trra
ll"e,vis^,ac17eC1,u^ZnL I2 I' '" '"" ""t'uando anda o malvado dar caceta-
pI'muV; wSSfittSSSHttS& m'2S vic,li,^a, quandosendf".r-
pecie de suecao maaica. Nesta vi.lade m,dicMriz benlldo P8'0* outros .eus paroeiros foi logo
da Ierra para com um mal cujoi remedios tc hoja por |Buns Perseguido e agarrado, emciuan-
conhecidoi s3o lao incommodoi quanlo inellicaiei oulroei levantiivam do Clliio clieios de pa-
muilai vezes, oilenta-se a nslorezi maii de urna vor odepezar ao seu bom senhor, limpa-
vez prevtdente ; nos he que e-tamos lonae desibir vam-lbe o sangue, eo conduzam a Casa de
""1 /CJio(7Zrm>Vr0'-. ti sua familia ja acompanhados de numerosos
iva amizadc um tal suc-
atntgos
nimal dai 11
emaemprega-o'no curali de"muila ^rnolest'ia'i''e eeMO" Anda Oram ministrados tolos os
que as pharmaciat devem-nn comprar ; por iso nao socorros ao infeliz, mas Dos CDamou SU
diipenda ".ao prodigamenlen, venda-o antes, porque alnia sua santa presenca, e pelas 3 horas da
ra noile grande porCao de amoniaco a- demoilStraces de v
uasjanellns para a ra. veja que a med- *V r
ga-o no curativo de rouila, muleit.ai, e CaMO" A,nla. fo.r,"r
maciaa devem-no comprar ; por hm njo sciccorro* a0 inlell/.,
lo prodiaamenlen, venda-o antes, porque alma i sua santa pre
dislo resulta nina dupla vanlaaem de lucro paia o madrugada ella dcsainparou o corpo ...
senhor,.,le comuiodo paraos qoe pas.,m, cojo o- Seus lilhinhos, alguns de tenra idade, (i-
rVe7qt;,,:d'aU;a.dnT,.Ud0 lao""n"""' 'om" r" espavoridos. .evantam suas preces
.SenAor Cntiiza, par quem he '.' Ainda Inin-
lem o Sr. Cazuza dan incominodos com a sua amen-
cia, que he lao sentida ; ht verdade, portm, que
nSo sa fez chamar por mnito lempo, como era de
co.lume. Sempre he isto um favor que Ihe deveinos,'
esperando qot o complete com a la aroavel preaeii-
ca, alim de nao gaslarem o seonominho.
M*Z Mananto nut .J/O'/atlx.Kontem leve
fim nessa povoac,ao a solemnidadedo Maz Mananno, i
a qual foi celebrada na igreja matriz com toda sj
pompa e lignidade devidas al Ai de Dos, gra.ai ao
zelo do Sr. coadjutor daquella frrauazia, que'della-
se ineumbira.
O hiale braiileiro aCapibarbaa, sabido pira o
Aracaly, levon a seu bordo o sesuinte pasageiro :
Kaimundo Antonio de Uliveira.
ti patacho hrasilairo riEmolarao, sabido para i
o Acaraco' pelo Ceara', Itvou a seu'bordo oiiiguii- ',
ln paoageiros
aoceo para que nelle seja receida a alma
de seu bom e virtuoso pai : seus amigus
hradam a justica para que no deise impu-
ne urna atrot'idade que revolta e cuja im-
punidade muto mal podo causar ao nosso
paz !
I'ti amigo da victima
Srs. redactores.Lendo o seu conceiluado
Diario Je 1\ de maio .prximo limo, la de-
pare! com unas quatro ou cinco palavras
grosseiramenle lloJMTadas pelo sulisigna-
lario Joaquim Ignacio Pas l!-i-!o, qu. i
quena oppr-86 a que asser.il
jica n- con-
cedesse um abatimento impreco da arre-
i.Ine?Ii ^.om" '"l1"'. >!;""".1 d. f',C1""'"'0 ; matacHo ; e s pela sua fe n.. no n. -
quena) diz que tem abundado no mercado
muiM ga.lo, qnando a cmara municipal,
que lem le e merece credii.i, l.z q. n ha tai-
ta de g. Jo. e i;uc por ls^o i-si.i ,1 ca lie ver.li-
por ;.., proco 110 mercad 1 ; .-ss.s cinco ou
seis liabas que. ;.io imprim,ase odidamen-
le publn-ou o c eu antagonista como arre-
matanic que be da alencHo de pesse me-
didas. Dito pode me iraicr desdouro, por
quantn o contrario disto se. vf prova-lo em !
o docuosalo que liz juntar a mmha petiefio,
dorunienli) este, que nao deve de forma al- [
guma desmerecer a meu antagonista, avista
Altes da l'onseca, Kaimondo Nuualnde AraajoCoa-
la, .In.Vi 'lnomc dt Silva e I itcravo. AateOM Kran-
cisio Carnciro Mouteiro Piran. Viitomo de Sonza
Teiieira lleira, Antonio Brvelaq.ia, Joaquim Agri-
pino l'urlado de Mendone,a, I raiicisrn RodiigOM do
Santos, llannqiiela Angu*ia l'erpetii...
O vapor nacional alauarai-u'.. sabido para n.
portes do norte de aaa escala, Itvou a seu bord.. ...
CgalDlM pa-aaeirol :
Anlnnio Candido Anlnnei de Oliveira e I escla-
vo, Sshaiuao Jo.e de Marros liarrelo e 2 escraso.,
Autooio Jse l.eite, Manuel Puihiiro de Meudonra,
Dr. lvoMiqolino da Cunha Souto Manir e I cria-
do, Igolino Anlouio de Souza e I criado, Manoel
Itaplista de Souza 1-ra/o, Aulonin escravo de Ma-
PAGINAAVULSft.
Ilatut/iir.Queiam-ae 01 moradore da roa do
Hospicio, que por all algores, se faa todas as imi-
ta- um eeltLrrrimo batuque de violai, garrafal lo-
cada! com moeda dt robre, cantonas tic. ele. e isto
por tal modo que o imommi da. ISo teria mao qut
st proeairaise advertir aoi laes sambutas qet te
contenham, fazendo-se-lhes sentir que nao osla-
mos na roja, anude lie permiltido lat diverli-
inenlos.
tu anda asara
ensao para roiisenrer-me das npinine. contrarias ] eenrtirge no conlralo.
Pedrosa, 1 imllora e :1 meninas, Pompea Esequiel,
.lo-.- Ji .111:111 Das l'erreira Jnior, Jos l'ilician..
Machado, Antonio Jote Lisboa de Oliviira, Jos
Josqmm Dial lirreira, Jos Kodrigues da Coila, e
Isabel.
Hospital de raridade. 11 de junlm
l-.visiiain 22 homtns e 2.1 mulhere Halados pela
caridade, 13 homens e Ifi mulherts que paaam a ca-
sa, e li praras do corpo de polica.Total 82.
Mortalidade do dia :tl de mnio :
Mara, preta, escrava, solleirt, 34 anonot; apo-
pleiia.
Manoel, hranco, annos espasmo.
Jos Vicpnle d'Albuquerque, pardo, tasado, 11
anuos : iuflamni.ir.lo t diarrhav
David l'erreira de Medciros, pardo, solteiro, 23
anuos ; labre amarclla.
Caslroncio, pardo, 2 anuos ; cancro.
-He amatihaa.
BaUrARTlCamO DA FOX.ICIA.
Dia 30 de maio.
Dat parlicipiooe, recthida coma que foram
presos :
,1'ela iibdelegacia da freguezia do Itecfe,
Antonio Jos, branco, solteiro, idade 35 tu-
nos, irabalhador do gaz, analphaboto, por
furto; o escravo Mignel, prelo, solleiro,Afri-
cano, idade 36 annos, martimo, por in-
sultos.
Pela subdelgacia da freguezia de S. Jos,
lacinttio Comes da Silva, sami-branco, sol-
teiro, idade 32 annos, Irabalhador do gaz,
analphabeto, por desordem.
K pela subdelegada da freguezia da Muy-
beca, o escravo Bernardo, preto, solteiro,
Africano, idade 3o anuos, vive de agriculiu-
Ira, por ter assassinado seu senhor Manoel
da Silva liarros.
-31-
Pelo delegado do priiueiro distrirto deste
termo, o escravo Francisco, pardo, soltclrj,
idade 42 annos, alfaiale, por andar fgido.
I', la subdelegada da freguezia dos Afo-
gados, l.aurenlino Jos Joaquim, pardo, ca-
sado, idade 26 annos, agricultor, por SUS-
pellas de ser desertor.
E pela subielegacia da freguezia da Mu-
ribeca, Candido Jos do Espirito Santo, par-
do, casado, idade 27 annos, analphabeto,
por desordem; e Guilhermina Maria da
ConceiQSo, preta, solleira, idade 22 annos.
lavadeira, por desoidetn.
i)ESPACIUKA.M-SE PELA POLICA.
Dia 29.
Sorberlo escravo de .loso de Freitas Cal-
viio, obteve passaporle para o Itio Grande do
.Norte em companhia do tcnenle coronel Bo-
Camara para
Ha om apaile.i
I Sr. N. I'ortella : Mal se n nohre de- ''"" '"Defronte do quarttl do llospieio
palada eligir do empreileiro otea condirao, tile di- i *"* um terrtuo li.iadn,aon.lt se achaiu enllocados nifacio Francisco I'lnheil o da
raeu nao (tubo ohnaarao de lazar lno aquillo
que pelo contrato sou obrigado, e eu del aos taludes
.!.. atierros .. cabimento necesario.
USr. Ilodriauei da Silva da um uparle qoa nao
minino.,
O Sr. N. Porlella : he as reerai da sei-
encia inanJam que leja assirn, le o einpreiliiro nao
de denar di lazer o nivellaineiiln por esta lorma.
aiaons mocamboi, que ,a i.ahiiadoa por mu- I ser all entregue a seu respectivo senhor.
}::,Tenr,d.%o7So;d^r;.,:,te-am.r d- r., \ T>vzr^Tr*zbr?n p,ssaporne pr
a pas.aaem. denvcl,.ni loda a sua liherl.nagem. |' Ode do Norte em COmpanllia de
.. jnagem
Coinqoanlo eise lugar teja um pouco retirado da
edade, todava esteta nelle algnua tohradus que s'o
habiiadoa por familiat reipeiiaveis, que na 1 devtin
sujeitar-se a observarem tanta immotalidade.quanta
seu senhor Manoel Jos Pinto.
31-
Os cscravos Damiflo e Joanna obliversm
passiportes para o filo Grande do Norte em
lo. e aaera rae diz 1 *t miutias, sempre que le aprese tem fundanieulos I lia um aparte
eileario, que h* q" me fazem convencer do erro nm qoe esteja,
tato a pre-nlealt acaea a aolori- -Mas. dizia eu, qna nao tuiha prelaur.io nem e.pe-'
ranra de que as rtZOtt que apreienlo* possam eon-
Ojae pade aaver duvi-I ei.cer alsoem. e como entendo q.ie oaaigomenlos
I ta ot^roata por ca lor- eprestnud..s pelo nohre depulaoo o S'. Souza Res
OM sentid" amostrar aadefeiloi que Maelamnol
ttl* te p..le eullegir qoe conlralo ellerioado pela presi lanria iom o enaeuhei
effertaaieaa-te contratos | ro M.imcdr,foram de ordem ttl, ciue devinn ler pro-
dolido attll casi impiessio bastante, para que ella I
aafcial d* ana aparte qoe u.1.1 loaaa fundamciilo para apreciar es.e contrato, dti- i
larei de parle o qut linha a diztr, porque me pa-
tale ba-laole nao ter .n- "re que nao seria sena urna repelle 10 daqmllo qoe
lea o casare dapaUda em onlia 1 aatrteoe loi dito pelo Bahre depoleda : a fart alto-
tjsao iald.za.enle nao foi | mas relia.".!'. cp-rH do conlralu e recluido pela pre-
a ineciso dizer idencia cm o ciigenhtiro II. A. Millet.
t ItaUacarii. dos trabalho. Elle.toou a pre-idenria um cntrala rom Millel
do eee atado qoe eu crtio aen d ir ele deuio de 2 ou 3 an ios nina boa e-lra-
Itda eteaaol*. da pr.th ra, que va' d Tama..,la. a niara-iii .lo :
tjae esta ti aeauro de opi- no I na no aaseaha Piabas de II .no. Diiv,.,i ain
tata ne-lt rezaiameii- | d-i 'I1" parle .1 qoealie .la illeaali la le. 011 da Bao au- '
U*ra a.ra eOertuar om '..n-ario rnnvemenle qoe nlia o prndenle aira
ellecluar esse conlralo. n.l. querore me.mu me un- i
p.rlar com a aulorisarao mi nao arilnrisa.-a > que n- '
vesse a presidencia para sem-lhante contrato, por-
que tile he .le urna quanlia lio iataiiDilieaate, qoe I
te pac ventora enieudesse a as-embira provincial I
que delle naba utili lade 1' provincia, a que linha I
-ido (ello nal condicoes de devn-se esperar vanta- '
Ea di<*e. que laaaeniava ler ata, ale recaerla aceitar o fado prtlirado pela | r-
s d't taatStsasacaai qoe roo 1- 'enca ; prescindo pois oa l.-ali.ladi. e pereunlo :
sata rila. I..i a de iileca- estrada contratada pelo presidente devia se-lo. e,
atase au. Vejamos amia eslava as cnmlic.ies dtqacilM que a provincia ra- i
vei* a inroHsei.iencia r'ama de picfercncia a oulras ? .\ao, Sr. pretidtn-
alh pratica simelhaiile gente. Convindo pois acabar companhia de seu senhor o lenle llciirt-
com taes ajuulaiuanios. chamsinos a attenrao de'
sensato o Isl snbsignatario da corresponden-1
Ca quo inl'-lizmente em lugar de atacar-me!
S vai ofl'ender quelle a quem elle deve tu-
lo, menos a vida. Quem tem seu telhaJo de
>idro no ntirc pedras no do visinho, que be
trunco, porque na lula s p le perder.
Com a publicarlo dessas cinco palavri-
nhas muito abrigar3o ao seu constante lei-
tor. Rio Formoso 30 de maio de 1858.
Manoel Mendes B. Jnior.
Senhores re tactores. Se os actos mos cirecam
de publicarlo, mullo maior poblicidade devem lar
os bom ; eis pnrq.it o. al.aivi laaigoadot Otpliie,
piloto e contra-nestre do patacho pertegaeicCeaoro,
oaafraaado nos hanos do Rio Grande de Norte ao
da l:l do rorrele pelas horas da maiihaa, na via-
aeni do Kio I,rinda do Sol para osle de Pernam-
liaco. fallan.m 1 seui deveres se Ma .aur i.sem m,lo
de seu oOiario para asradecerein ao Illm. Sr. ca-
i'iia.i Jo.'io Itaplista Accioli, as delicadas maneiras e
bii.j.ilaliila.ie com que os ricebiu, as proinplas t
acertadas providencias que dea para adquirir o pon-
eos objtctos aalvadot do mesmo patacho, lie muso
naufraaio apenas escapamos mis, nadando dual ho-
ras e nieia, mas felizmente ebesjtada a Ierra nada
nos faltou. tratando-nos o Sr. Baptisla Acioli, como
um pai carinhoso. Praza a IJeos que o aoverno im-
perial encontr sempre boinous como o Sr. Acioli
para todos 01 einpreaos 1 qoe romo MIS Sr. saibam
comprehen lar ..s deveres do seo carao com os da
I111m.1111.la le Permita, pola, o mesmo Sr. que faja-
mos patente a lioaia aritidao ; a-.im como rogamos
ao Sr. Jos de Carvalho Raposo aceite nossos agre-
deolmeotot peloi obsiqumi que nos prttlea na mes-
mr rccanao.
Ooeiram. senhores redaelores, levar ao prelo os
votoi que turnio, pelas prosperidades daquelles se-
nhores.tls niofraaos, Antonio Jota Calado.An-
lonio MI un. da Cosa. Sib ulto doi Santos
du ule.
4Jutcartti> apcDiDo.
I quem competir, para que loma na devida COOtld
; que Tiberio Capistrano.
O Sr. Metan Kego lt.ipb.iel :ludo laso dar'' "lo o qoe levamus dito, e de as providencial qut;
raetivo ao empreiteiro quiilionar, mas nao abriga o 1u,**r. '""venientes.
aoverno a re. eber a en rada como ella qoizer. I. ~''"" de rreupa rehy'i.sa, ou antei >acri-
O Sr. M. Portella :Seala condirao (l.) eoo.Hat snn grande a.linirarao litemos 110-
l..ia ro di.;ao nao se acha no conlralo, de manei-' llcu I1" na fregnetia de S. Fre Pedro l.oural-
1- que quiu.lo se tralar das esravares para na la- ,e!i- "le ama familia qne lem um lilho, e cale
ludes, o empreileiro fara' o qoe loe parecer, porque I '* 'lu'"" '""r.tm, que nao loirjou anda a agua do
rio eontralo nao ha semelbaule rondn-ao. I upl"m, como se flirt i-lo om obieclo de p.ioct ou
O secretario
RulinoA. de Almeid
Zano bt Vtvimmbmo.
ntoeoiaria.
0 Sr. \. pori.Ha :_ Ma>. cabimento ne-
ttatario roint o empreileiro entender.
1 lia uso aparte.,
S o nobre depulado enlei.de, qoe he bastante li-
car islo a jni/o .lo empreileiro, euUo direi. acabe-i
mes rom todas .t eondirtl do ronlrata. subsista so- '
mente a bu fo. e dene-iiio-n... do condiroei.
A .elima ri.iidirao qual he l.)
no cabimento "enhunia importancia. Costa a crer que anda eiis-
-V CONSIDERACAO
Da nobllissima isscinliiea provincia), e
pailiwihinncnte da illustrissima cma-
ra municipal de Olinda, se ol'm< e
o documcnlo inf'ra:
Francisco de Brito Freir, do conselho do
8. Magcstade, commendador da villa de
Mides e governador das capitanas de
Pernambuco etc
laco saber aos que esta ctrta de doiclo e
sesmaria vivetn. que Manoel dn Silva Pinto
me apresentou a peticao cujo theor he o
segiiinte :
Manoel da Silva Pinto, morador na viila
de Diinda, que a ella Ihe foi dado pula cma-
ra da dila villa um po laco de praia, que cor-
re de gorila de Jo fio de Albuquerque para a
parte do norte ule ent star com Manoel da
tocha Villaca defronle da porta da Igrejt do
Nossa Senhora do Carmo, para na dita praia
fazer urna pescarte, e assirn mais lh deram
urna facha do trra que corre no mesmo ru-
mo, e comtinmento da dita praia das trin-
chetras para dentro, e confronta pela parte
da villa com asdemarcaces dos religiosos
de S. Henlo e do Carmo, em a qual pescarla
e trra tem leito elle supplicanle multas
bemfeitorias de oilo annos ests parte, que
tantos ha que esta de posse dellas : e por-
quantoerao anuo de 1655 foi S. Magsslailn
servido ordenar se aggregassem a sua r.-al
coroa estas capitanas, transmutan lo-as em
patrimonio seu, a qual ordem fez dar a exe-
[cucSoo mestre de campo general Francisco
larreto pelo ouvidor e auditor geral Luiz
segu,nie:UeSUCaPUnS UJ0 theor ne
NSo se me oflforece auvida a sesmaria oue
osupphcsnta pede com as clausula' or-
naras de prejuizo de terceiro, V. S. mande
ra o que for mais do servico de S. M.
. Kcife 8 de junho de 1663 annos.-l)a L
n!';lJM'hStn con?t"-m o que allega o im-
petran i.-, e, por |,Bro, e ihe f.co merce em
orne de S. Magcsladed.r de sestn.ria.como
pela presente dou ao dito Manoel da Silva
Pinto a trra, prait e pesetnt, e ludo o
mais quo pede cima a da maneira que con-
ironta em su peticSo n3o prejudieando a
datts mais antigs, com todas as suas aguas
cam aos, matos, testadas, lograrlouros e mais
Biei que nella se acharem, ludo forro e
isento de foro, pnnsSo ou tributo algum
salvo dizimo a leos, que pagara dos fruc-
tos que nella houver, e sera obrigado a dar
caminhos livres por ellas ao conselho para
pon tes o pedreiras. pelo que ordeno a todas
as jiisticas e ministros, a que o confieei-
meuto desta com dircilo deve e baja de per-
tencer Ihe faeam dar a posse real e efloctiva
e actual na forma costumada, debaixo da
clausula cima refjrida e as mais da o-de-
nacao, ttulos de sasmaria. par, lirraeza do
quelho mandet Dasssr esla carta di doacao
e sesmaria de btixo de meu signal e silo
a qual se regisiara nos livros a que tocar.
Dula ueste llectfe de Pernambuco em os
8 das do nu t. .lejunbo. Francisco Dias'da
Silva a fez, aun do nasclmento de Nosso
Senhor .1 :us Chrislo d^ I66JMtnoel Gon-
Calres Corren a fez escrever.Francisco de
Brito Freir
Carta de doac.'io e sesmaria porque V. S.
nm aomc de S. Magesiade faz raerc dar a
Manuel da Silva Pinto as trras, praia e pes-
.ra, que pe 'e emsua peticSo assirn e da
mineira que nella confronta pelos respeitos
cima declarados. Para V. S. ver. Eslava o
sello. Registe-so.De La Penha
liegistada no orimeiro livro dos regislos
da secretaria deste governo de Peruambucii
a que loca a l'olhas 166.
Ker-ife S de junho de 66S Correia.
Pica registada a carta de sismara atraz es-
cripia a folhas 131 do livro dos registos
Ja lazenda de el-ei Nosso Senhor desta ca-
pitana de Pernambucj Recfe ejunho 8 de
1663. Francisco de Masquila.
Estrellido do livro do tombo do mostoiro
de S. RHto, a quem depois passou estetar-
re.io o que o tem possui lo at o presente
sem contestac. ae ninguem. A praia prin-
cipalmente em frente do mosteiro (cuja cer-
ca amurada comprctienJe parte do dito ter-
reno era plantada de coqueiros, os quaes
foram derrubados, porque encohriam a vis-
ta do mosteiro e serviam de coulo a mallei-
tores, eslt fado he notorio em Olinda, e ha
aluda possoas que alcangaram troncos desse
coqueiral. Ha tamhem qaem se record de
que quando se quiz fazer alrai do Carmo
o monte de trra que ah existe, para ejer-
cicio de peca do regiment de ruinara ; o
capii3o general de entSo enteodau-se com
oabbaledeS Bento para Iba dar permis-
sSo. Quanto a gorita de Joao de Albuquer-
que, se bem que se n5o saiba onde foi ha
rom tu lo no mosteiro a tradccao de que no
isthmono muito parlado do forte do Bu-
raco, houve um marco le pe.lra com as'ini-
ciaesSI! -que succedendo cahir talvez a
quarenta e tatitos annos deixou de ser le-
vantado por incuria e desleixo dos religio-
s-os de entSo. Este marco sem duvida algu-
ma deve existir aterrado no mesmo lugar.
Portanto como a lllma. cmara nSo ba de
querer complicar a lerceiros cora demandas
com os verdadeiros senhorios, aforando ter-
renos que deixarao de Ihe pe-tencer por Tor-
ca Ja ordem rega do anno le 1655, deve-se
esperar que d'ora em diante advertida camo
Boa pelo documento acima.se absteoha de
celebrar aforamentos sum perfeito conheci-
mento de seren seus os terrenos, devendo
esno fazer constar pelas folhas publicas
com antecedencia, alim do que os prejti.lt-
cados e verdadeiros senhorios faca o suas
reclainscoes. E serilo da (lima camarade
Olinda esses terrenos, que tem dado em
aforamentos .' Se a lllma cmara n3o tem
oulro titulo em que fundar seu dlreito, se
nao a grande sesmaria que Ibe concedeu o
primeiroou o segundo donatario e sennor
desta capitana Je Pernambuco, de certo
que esse titulo Ihe no pode valer porque
foi derrogado oor essa ordem regia de 1655
e neste caso Ihe nao perteucem |os terrenos
devolutos existentes em Olinda, e os que
estilo a quem e al -m do rio Iteberibe por el-
le abaixo e por elle cima, seus alagados
etc., etc. E so lio posterior aquella ordem
regia, naojpode prejudtear as sesmarias mais
amigas.
Fr. Jos de Sants Julia Botelbo.
Mosteiro do S. lenlo de olinda 30 de maio
de 1858,
&mtttffri#*
de el.e^ar a con- '
aa aaV* padia peoem 1 ir das
a reculan enl. e
* as taroNVf airarla. o pe
fcre detalla le lia te recuar e :
ttr.
A reparUfto eoloadea que nao devia ileivar de es- ,f 'I'"' d" 'trminaram ai familiaa 01 festejas do Me/
laliflecer a largura dtt Jtonlet, enlrelaulo .' Vc-c -"'""no em sj. < casas, o l'utsscm com toda a ra-
que as pontea icrao fcHaa com a largura uaceisana ve"',|f|a ; e lauto man ea is em -c indicar qual ella seja. j sumas dellas se rauslrarain rai|it|iosai ; mas quanlo
OSr Mello Rege lUptiael Ah lera rallo. aeo ettaajaentaa.'! l'.vem.is de observar o contrario
O Sr. >. Pon.lia : Eu nem, .jur r,- "'' "' '" :'-l 'lo m-/. plisado, e stutimos bre Otaaleda steUe eeltr venda que en ttulio ra/ao ; '!ue "' alaomas parts esse reatejo qua partcou de-
ein lado quanlo esiou alteado. | d'cado a Ma.ia Sautissiina, nao passou de um paeo-
11./. aman a oitava caadiclo [l '" '-"l" be amm que vimos em urna caa aoude
Me p-rere que a rejiflrli.'a., aaa ..lira- publicas eve- ,e^lr',; armado um aliar, e n.lie enllocada a iraa-
Na as-.11nl1I1.-a proviniial, depoil do eipedienle.
disiutiosi na atisAo da quarla-feira o projeclo 11. 23
1 de 1835, e foi ap|imvado em senunda Oscussao. Em
tass-ri: srsc, tss&ssz ^ -01 **e ui
a' 'a ,1. feT nTs i*i?n a v'oc'"",t " porqoe se enveroalie deleillt0.,e o parec.r da commiaiSn de obras publicas Marques Romn 1, que com effeito tomou
acerca da preteoro de Amaro Fernaudes Uaitro, o posse dellas como procurador da coroa, por-
qnal licoo adiado depoia de orarem os Sr. Manoel tanlo Ihe he necessario a ellesuiplirante pa-
Cavalcauti, Porlella (Mai.oel, .Millo lUgo (Ha- consertaijao de SU. possa paeilic, que a
Pass'ando a lireeira discuto do orramenlo pro- I ^al., da '1," terr' P"ia pescara seja de
viucial. or.iram os Srs. Soma litis. paminon.tas, "estae, como Lgltimo Aenhor, OU do
- Rapiista, Manuel Civalcanii e Geactlvet l.uiinn.ias, i v- 8. como sismeiro sen, e goveruador nes-
licando a di'cussao adiada pe.a hora. | tas capitanas, visto es'ar elle supplicanle na
Sr. presdeme marco para a ordem do da de posse da dita praia, pescara o Ierra, laa tan-
boja a cuuiiuOarao da disrusiao do orjamenlu pru- tos anuos em a qual vive, o tem feito as
I?^.Kl??f,T!L!idMa*wi,f i5- '?*' be-nfeitorias acuna referidas com dispendio
46, ..gunda do o. ol a larc.ra do .,. J7, todo, e... c,)Ils,deravel, por serem da sua nalu ez
urnas reas salgadas, agrestes e infructife-
asim pralicar : qua misara | '. Uualiiienli Uta-
moa nuticia que ni Boa-Visla... tambero ens-
le orna nulra familia qoe es seos lilhoa it acli.m
pagaos. E alo tara' lata um bello swlenia ?
Profanarla,Nulriamoia- inaiorcs esperanza!
ma qoa
estacadas
lossem tmlaboadas, qu
1-1.. naettatriq para tarandi etjtoa n.esmas po
ota craa4a .aa* para a* eaifroa d-
1 te a mr i^rm.llidi aprn lar ...
dia* d.r.cur das obras
** aajreadeaciadt provincia, por oc
1 fue cela reta.li. I, a teepaiti
data |,arles di-un'la- ;
dioclar dat obras |.ubh-
le. V. Ete. 11A0 ignara qne ba nina rompaiilna que
ja se eoearreuoa da coiislr.ie.;;lo de nina e.lrada de
tarrada Laataedar aara Barreot, e-euun tu ana
inl.rmado e-.a estrada lem de s,.r re.lisa.ta, liavendo aer
p.-n>s hoto a di.u.r.lanria. u muda a n0 scei|a-
rio que lia oe tomar por e.la 011 aquella
a I tem dr .Nossa Senliora, peraole Ella danroo-se qua-
. rjatta ;' ,,""ld<. latnon.at cha'ele. ele. Diflleil sera' isln de se
no cnlieiautn e-ia con tiran qu, repiarlrcAo'eiisio; cr"' '""* "'" alliiroamot porque leslemin.bamoi
foi rfleclivaineiile consianada no conlralo'* Nao nen ''""' "* ""-"" olho,e al fennos ni i^uadn- por ver
acba nelle. s inelliaiite prolauac/i-. Me provavel queesiii mtirnu
relle es qac lenlio feito, .Sr. presidente, em ''"" """ P'aucaraiu cslejam fe-tejaudo u Iroiena-
alinu.
I.etaolna-st a ses C^ommujcalo.
1 i*
I rea
I que
CRIME HORROROSO.
Um esenvo matando o s'u senhor.
.No dia 9 do maio prximo passado, pelas
{ae da
lo.v.lidadf, sen lo que una sup.
I..mandare ira' ao encenho I.11
ras, que com trabalho iuicomporlavel as tem
reduzido a cultura. F. em consideraco de
que as le rus desaproveitadas nao s3o de
lilil lade algumajao princip-s ou a repblica,
e entend' elle suppljcanto haver feito servi-
co a S Magesla le em as oceupar e cultivar,
pela parle que toca ao reo lmenlo dos di/i-
mos, e augmento da dita villa, sem outros
serviros, que elle supplicanle tem l'eilo
PKACA l)D RECIFE, 2 DE MAIO DE IH38.
A'S 3 HURAS DA TARDE.
Cotiroes nlTIclaei.
Desculo de letras10, e 11 lid) ao anno.
Peras dt liJiOOpor ITj-JlK) eida orna.
Frerl. K il illiar.l, presidente.
P. Borges, leertttile.
CAMBIOS
Sobre l.oudre, J \\2 a 110 d.
a Pars, ;|'.M) a 100 n. por fr.
e Lisboa, IOS a 110 por cinto de piemio.
Rio de Janeiro l| por I da rebale.
Hr.ciiiiio.le lellrat, 10 a 13 poreenlo.
OLHOOnras hespanliolail .
ilaa nieiii-anas......
Pecas da tiflit'. .
Modas de 'JjOUO .
Ditas de -1 tj .
PRAIA.Palacei braiileiros.
hilos er.luinnarioa.
Diloi menean.11 .
Novo Banco de
Pernambuco.
KM 2l)i:jl),NH0DE1858.
O Raneo descoma a 10 por cento ao aouo,
na prsenlo semana, e toma dinheiro pelo
premio, o prazo que se convencionar.
0 a tirada de i'emaudarce liia, v.- \. Lvc. ""Il'-""nlo Antonio, e qua p,r.i o da de sen n.niie 1 c ,,
l.-lrabindo da lesal. lade da aaloriaarao para P'ePar ""' paflida a no que devam Jivir- \ b, "?, a? lrde loi hai liaiamente assassina-
1 realrtlo, rtauiUia as -e -un.lea con.i u'rarne-1- '""" > Prosisaiu que o paradeiro sera' certo. 0 """ '*"lva Batios, morador no lu-
.iS^SSS'r^^
AtFANDEliA.
Ktndlm-iiin do dia 1..... ]' 1 li;",-11 .,
Idtm do ,ii. -1....... Ulajjiv,
:li:97ITI
Descarragam hojt iJejunlio.
Ilarca pirln;oer.aProgressisla pipas valias.
Marca poilusua/.aPeninsularo -icslo.
' Male porlu^ntt Voador do Mondego diverso
gneros.
1 llrigni bollan le Iroorkosl genebra. fiijao.
vidros a salitre.
, Raca iiigleaLindamerradorias.
tarea americana1111011raiinha, a fatendas.
lale aiiisricauo-lieorge Darlvfarinl.a da Ira...
Unsue iiiglet Resmamar.a.ir.r,.n.
Brigoe hrasileiroAlmirantediversos Beiietos
MOVIMKNK) DA AI.FA.NEA.
>olnmes tnira.los ertm faien.iai ||.-,
t a tota genero! .... -J:t(l
y
J
*
/
%

Waotw
lljsKKI :10,00o i
179000 1>jij0iJO
9#3
-IrSJiJO
2J080 'JalAO
J#m 2JI00
IJeMX)
Totii y,-.

wti Ol 1 olido a ni ten., e r-
aeat pcece-
1 nalartra
*a- .
rr
- me e:r, u. ,
cjfer.er ida
. err qoe ella nio it ilerai la dos terda-
' provle ; i. q it nil i qa ir, qua .,s
provinri.u -
pela maneiri: porque por eiae reir.ao v.lu -t ,-.-
banj idos
l"'".....I, 'anda p|a qiialldade dt inditldno, I ''''
''i' -n a ... i.v-n,. .1 .,. Mamede AI vea Fer- ""'
isih Inliiaila que i-.m "<" > ..... .....,...-I disl
....' n... qui ir.' iliaaac la
mu
......srstsssstsz B':rrrnr-^-
la i.r.iiiipiaii.enie, ttriamoi .1* la- ; iil:.,r, i-omiii.-ii-u .. i-., .n,.,-...., ,.rma.i.,....... "" ''"'" 10 OltO caminho ate entes-
(i riuel
\ al.n,. .nidos cam faunl.s ,
a t1 in K,aueros ...
Total
CON .ITI.ADO t'.ERAI..
Iten.l.ment do du I.....
I itm do dia 2 ......
ttldeole, .di .
': Cl'i
na .le rcalieaijaii da eatrada .le ei ,
acha toeerrejeada una coanneolia, urna
T ss*W:e direrinr aat oaarae po- accorre, que nAo pode deivar do *r
a*saetea* a .forn-ra* qu* ron-l. mallaroni lerarao para a ra-a. A Corapi
*r aalr* ledi. t*)q a rnovn ubr. namli'irana lem em lamamlar.- un 1 r.11
rei.l.a-i* : f, |n rn aactllt om dos eui va|ior-s : be d
a etlesl* c*loi s.aplurns im, .|rf coropanhla Peni niilni. ana lazer
. ra* aTAIao. % id*ri* e Esrada. porto de Tainandar.. torne se o centro
aaaMaa-aac-s* as nivlame.,1,1. ,|o- inercia daqiiellas localidades l.ials p
* 't"'. eajaarimenl... .. te Mata j.i-iamenle por iilo que dive eiilrar mu
"*"'. "-'"'*.*-*?! "'""" "' "npanhia fa,.er ,-,in que de Harr.i- i,e.,
is l.deiras ru. ba|a romm.in rac...o fcil pira lamaii.larc
7ti2j7il
ii..'lCJl.'i
l:225|KW
DIVERSAS
Rondimtnto do dit I .
Idtm do da J ,
PROVItvCIAS.
IIV-V.S
Ns:to
I Ji,? |S|)
DE FAI'.'' I M. Vi) PELA MESA
Mi DESTA i.IDADE NO DIA
id
re,, e A -mam pfi ^dafe^," IffJX^ffTt^'St
. Ignoramus quae. _
feilo de inodn que li/ase *** designados pela moniciptljdade para I-es salsa- :
com a dita gorita, reservando sempre as es
a,nd.quando..ja,elle.o.,mquc.,r.. ;* '^ii*".^TJ, ont"v6p tantos annos tratas publ cas, e que seodo-lbe necessario
...ivern que una medida apparcr, remo- L e,ulreSdV inda aos laboriosos traba- para raelbor commodo e uso da dita trra
un pa.a ponto segregado da popularan. 'no, da "B'icultura ; no sobrediio da, vin-1 mudar em alguma parle algum carainho, o
do do seivn;o com seus escravo-., entraram possa fazer sem conlradicrSo alguma. po-
is suas cazinhas de palha para des- reo com tal con JicSo.que nao sera em dam-
licindo o infeliz senhor, fora, sen- no nu prejuizn lo povo ; mas antes liquem
umacalQaia. como que pensativo, os passatlicos mclhorados. E II. M
aura itiiietimtite proeedimtiiio, Ma poda I prtci.o ir t botica ; a rjeil cousiittein iairodatir-iale quem sabe su o coraso Ihe dizia algnma 1 E Vista informado do provedor da ta-
re a he A.aripe. por. lalve, orna .tiaii.jto de el. ,., /; "Z'T ?", '"'".'"; I""J'C'" "' '"' -'I""" ,0 "l ~ lle"'"lin V ,, mordednra da cotra.-l.ma I "" '*"-'
de l'a. O'AII... evpri- grnvs. '" C",f le_ ''="' ri;> prc-le... .... apreciando ...menta a vanla- obra ccenleinenle publicada 11... Estados-Li.ido, eSles M -SU
peblie aeslet ter- Ha nm aparte. C'M" ''"' "" i ma JO nfln vejo nem urna offtrott orna rsceila de facilima eucufto, e que lem cnsar, licind
Sr. .\. Porlellai-Enlra ptilmi.; mol. e,i. 1 e?u .-J^LSUST "*** ''".'." '" ''"m" "-,;"""",de (-|ar ale.net de lodoi. .em ser; lado em umt
DESPACHOS
nu CONSCI
! DE JUNHO DE I
I. -boalrisu'' porlusee/. "Relampaso-, T. dt A.
l'onseca i\ 1-ilio, 122 -arcos tjtatear.
porto Bricoc parlagota r, Darroca 4
Castro. |'J cascos msl.
R1.1 da PraiaSumica hespinliola nValeotinao,
Aranaga \ Urjan, l.'i pipas tRoardenle.
EXPORTACAO'
Itio i.ramle do Sial, barca bra.ileira .. I'herexat,
rni 1.1/1.. o taalo : .cJUO cocos, 5o pipai, lo
mena .lilas e 2i betris agurdenle, i ditos espirito,
1,3*5 barricas e 15 taceos com I0,:IJ'J arrobas e II
libras dt assurar.
Araralv, luate nacional .rCapibaribe, de .'l'.l lo-
neta, la-, condiizi.1 o s.goinle : 1>i'i velumts g-
neros es'rangeiros. i.l ditos dilna nacionaei.
Rio da Praia, patacliu poringaet Jarle., cenda-


OlAlllO DE PERNAMBUCO .il.Al.. iJ.ll'.A DE JlNllQ DE h;>*.
\sr
H.674 tro- | cas por envernisar avahado ein 2U3, um o-
rvn.c ivikivis < c go de bancas sem timpo avahado em 1l>a.
i'oir i'a dous J8s ,le bancas usadas, sendo um sem
reas a Mineo.
6la"041 Un,P valiado em '*?,
^taiC com arraaco avallada ei
i .
3aM7.f2l
ac torso
urna 'Mina de Tent
1KB046'com arv--o avallada era 12?, una mesa de
_________i amarello por envernisar avallada em 16?,
1*93V>0 unu mesa de louro com gaveta avallada em
--------------IOS, urna masa menor de amarello usada
a*aov|*ciAL. avallada em ti-;, quatrn cabecciras do mr-
1: mg3t que/a avallados em 8/, urna esdeira de bra-
:69ll.o co do amarello avallada cm M, djesete ca-
deiras americanas veltias sem palha avalla-
das em 10;, cinco tocadores sam vnlros ava-
llados cm 8a, seis cadclras por acabar ava-
hadas em 18?, urna marquezn velha avaha-
da cm cinco cadeiras de angico velhas
sera palha avahad
Jacaranda velhas avahadas em *-, q
macos de cama do vento velhas, avahadas
em la, dous pedacos do custado de amarel-
lo avahado cm 12?, um banco de marcineiro
em l>o n estado avahado em '205 um banco
mais inferior avahado ein ttj, dous iliios de
dito ordinarios avahados em IOS00O, urna
serra de braco, grande, avahada em 5;, urna
cartelra sem lampo avaha ia cm ir, urna
mesa por acabar avahada ein 45, diversas
ferramentas velhas de marciucria avahadas
Maranhao e
Para\
Segu em poneos das o patacho na-
cional Tamega, tem a hordo dout trros
GABIHT PORTGEZ
di:
I'1 ordi-m do llhn. Sr presidente do co:i-
sclho deliberativo, s3o convocados os Srs.
consclhoiros p>ra se reunlrcn cm sesso ex-
da carga, para o reato que Ihc falta tra-| iraordinaria, segunda-felra, 7 do corrate,
ta-*e cun os consignatarios Novaes & C, *s ,: '"""s da tarde, na sala das scsscs do
largo do Corpo Santo n. ti.
Para o Porto, segu o brigue portuguez
Esperanza, recebe mais alguma carga, e sa-
lle at o da 5 do corrnnte junho : para tra-
Ma loja ao p do CoilSCrVlS 1 Scgu,,o contra
arco de Santo Antonio,
Hiu 1.
re c Uaarau' a,
are M. Jeaior.
Coneeir.Vi | .
rapOSe A levan -
i. carca toco- de
l'a*lc l'ernarn-
Catiro r, dt
Catira, equi-
fejio ; a
a FernaeabeK o.
Sertipann b, de
JowaS
*C.
al aoo*s r eaaafeaao.
1 c WallM llame, de
C Kieaaacdaaip. eqaipaneni
alcooae ; a SaeeJei* Bro-
araracr a Gcfara. Vea recebar ar-
para Lmrooel.
I brasitr-ra Flor da Bri-
Jo*e Vrancieo
i 4. carca laraa de naaa*Tee ; a
Vieir.i d enitO?, diversos pedamos de madeiras
X
hados em 'JO/; cojos bens toiam penhorados
a Joaquim Jos do Siqueira, por execufo de
Prachedos da Silva GusmSo, e na falla de
licuantes correr a dita arrcmatac.no pelo
preceda adjudicando. F. para que chegue
noticia lo ios os licitantes mandei passar
eiilaes que teAo allixados nos lugares do
costumee publicados pela inprensa. Dado e
. passado nesta cidade do Ilecile de l'ernam-
. "caT^TaMle;: V <"?0 ?e "?
daale a eapilao-le- lKnac,u oc >res liatoleira, ecnv5o do JU1Z0
' cominercial o iz escrevor.
Viiaclmn Francisco Perelti.
lio dolphn Jojo Barata de Almera, tenente-
coroncl comman Jante do 2.- batalho de
iofantaria da guarda iiKcional do muni-
cipio da r: la le do Recite., ollleial da un-
percl ordem da Rosa, cavaliciro da de
Cbristo, o presidente do conselho de qua-
hlicac.,o da freguezia de S. Jos etc
Ka ajo saber aos que o presente eiilal vi-
! rem, cinleressar possa, que se acham af-
Usadas as listas dos cidadtos quahlicados
Gaaaet l'areua, carga IM mesma frcguezia, tanto para o servico
activo, como para o da reserva, no interior
ida groja do Terco ; pelo que todosaquelles
lBUB.ra., ue angico vemas ; lar, no osir.ptorio de Barroca \ Castro, ra
asema, duas caieirasde d Cadeia do Itecife n. *, primeiro andar.
avahadas em 4-, qualro ar-
PARA U4R8ELHA.
r.ecebc carga a frete commodo. o brigue
francez hordogne,- capitfio Bouis ; para
tratar cun os consignatarios Lasserre A. Tls-
set l'reres, ra do trapiche n. II.
Cear.
ralhabote Venus, capitfio Jacinto Nunes da
Costa segu com brevidado, recebe carga a
tratar com Caetano Cyriaco da C. M., na ra
da cadeia do Recife n. 'J, primeiro andar.
Porto.
A barca remandes I, pr-ten le subir o mais
breve que for possivcl, anda recabe carga e
passageiros par os quaes lem acetados com-
ni idos e ptimo tralamento : a tratar com
CarvalhoA. Irmfio.ou cotn ocapitJona pra?z
PARA OAUACATY.
Segu por estes das o minio veleiro hia-
mesmo conselho.ti secretario,
Rodrigues Pereira.
Manuel Francisco de Xlbuquerque,
| tendo aceitado urna letra da quantia de
5:50(1?, a qual se vencen no da 2t> do pro-
chegou pelo ultimo vapor da Europa um
completo sortmento de cortes de vesiidos
le phantasia bordados enm tres ordens de
frauceza.s.
I. Praeger & C. ra da Cruz
babadosla/endaainla n.lo vista nesta ci- "" s<111^ WgUtaes e B0 pubKoo|
d.depor ser encommenda feits pelo annun-;crn gcral,quc pelo ultimo navio cltcgado
ciantc.
fogo
n. II, ''.O.MI'AMIIA NOinilEN. ESTABELE-
CIDA KM LONDRES.
l'recisa-se. fallar ao Sr. Jos Tlioma/. da
Silva, que morn na ra da t'.adeia do Reci-
te n i. ignora-se para onde se mudou : na
livrana ns. 6 e 8 da praca da Independencia.
da.
atrrsaja pacana braailairo
da >'l*a Baailaa,
a HacU> caalaa L. Sai-
Vicil'Hla a, ca-
i agaar-
capitlu I i-
I Veaoa
i aaaara* de areta.
ajaara' Paaacaa ktaailerca F.ma-
ximo passado me/, de msio, c nao Ihe sendo
apresentada, previne a pessoa que est de
posse della. que haja de mandar receber ;
assim como declara que nao se responsabi-
lisa pelo premio, vislo que odnheiroesteve
e est promplo.
l'recisa-se de una ama para cozinb ;i
o engommar em casa de familia de I! pes-
soas : na ra Nova n. segundo andar, ou
nocartorio do tabclliao S, i ua estreita do
Rosario n. 35.
.No dia I. do correte, desapareceu do
p da ponte Nova da parle du Recife um fei-
xe de abanos ; quem se adiar de posse del-
les annuncie, ou departe na ra larga do
Rosario n. 2~>.
Precisa-sc de um lioaietn .a m-1 j ida-
de para feitor de um sitio mu.to perlo desta '' ',0''' "a P 'Ca por un a
cidade : a tratar no paleo do Carmo, sobra-1zes a '"','"' de sua saude, tem i
Caf do com-
mercio
Itl A DO TRAPICHE NOVO N. 12.
BLAHHHfli AI>E
tem a honra de participar a seus numerosos
freguezes, que acaba d receber pelo ultimo
navio chegado de Tranca, as mais acredita-
das conservas alimentarias dos melhores
' autores.
O bacharel Ivo Minuiliho da Cu-
' nha Sonto Maior, tendo i: retirar-se pa-
ra (ore da provincia nor um a dous me-
llo por cima la bo'
be o francez e tem principios de inglez, pa-
ra qualqucr armazem de iazenda ou loja:
le F.xalacao : quem no mosmo quizer cane-
gar ou ir de passagem, diriia-s ao escrlp-
?orio delhirgel lrmos, ra da Cadcia do 'q
Recife n. II.
SbiHiJft*.
Sallas u, capi-
Capikaribe a, eapiljo
alaCaaU, rara fjira fei*
ir *? i % K 1 | Atmtjrra. <.
1- = : a ll , 1 orfi 1 leccio. ft" o
: I si w c 5 l.leaai-
t-kl.'. I> *.-* O^aarad 3 a
kaK.Ka i !--------"--- Beaomar.
2. 1 1 l.renheil
- c w c -; = | HygvmttrO.
-- r 2 T4r_ 1 a.J-|j i,ia> 0.
ss
que tiverem a reclamar, o deverao fazer na
forma do arl. 20 do decreto n. iiiio de 12
de ma'Qo de 1853 ; estando designa io o dia
16 de junho para a segunda reuuiao do con-
selho.
Consistorio da igreja do Terco :1 de maio
de I808. fiu Joaquim de Alhuqnerque e
Mello, capit3o da primeira companhia, e se-
rreUrio jo ronselho o escrevi.
Itodolplio loSO Koala de Almeida
Tenente coronel presidente.
&9*lHMU *>*>
Pela mesa do consulaco provincial avi-
^.r;: sa-se aos propietarios dos predius urbanos
ta_H das Iregue/.ias desta cidade o da dos Afoga-
a 'los, que os :t0 das uleis pira o pagamento
5 5 : a bucea do cofre do segunda semestre da
= decima do anno Gnaneeiro de 1857 a 1858,!
: isa principian! a contar do I.'de junho viu-'
ji! don
Lelao de movis
Hexta-feira 4 do fr-
rente.
As 11 horas da manhan'
lUia do Collegio, armazem n. lo.
inssioiivi irc bobja
far leil5u em oseu armazem, ra do Colle-
gio n 15, de um esplendido sortmento de
obras de marcineria novase usadas, pianos,
crystaes e porcelanas para ornamento de
sala, ditos para servico de mesa, um ptimo
lustru, quinquilleras diversas, e urna gran-
le quanll lado de mullos uniros ohjectos
quejora desnecessaro mencionar, e que se
acharao patentes no mesmo armazem, aon-
de Srrao, sem reserva, vemldo ; sexta-fei-
ra, 4 do correte, as lt horas da manhaa.
LEiLO DE ESCRITOS
SEXTA-FEIRA DO CBRENTE.
Ao meio dia cm ponto.
Una do Collegio ti. Ii5,
ir.ip./.'ii..
.MIRCO.INO DE BORJ-V, de or 1Pm do
Precisa-se de um rapaz que t"nh pra-
tica de negocio pira lomar conla de um es-
tabelecimcnto, dan lo fiador a sua con lucia:
a tratar na praga da Independencia u 37.
Precisa-se do urna ama que. iac,a todo o
serrino interno e externo de urna casa de
pouca familia : a pessoa que esliver habili-
tada, dirija-se a ra da Sensata Nova n. 14
Boeu'cn Dauhe.
Fricandeau a Oseillc.
Dito aux Pois.
loiidins noirs.
Patcs de faisn Irullis.
Dilo de gihier dito.
Dito trulles vares.
Dito dePerdereatux trulles.
Pieds de montn.
Piedsde pore ti-ufle.
Tt'Ie de vean.
Civel de livre.
Salfixa
.Moldes ail bien.
Gras double.
Bouillon gras.
Jnlienne.
8 Champignonsau jais.
respectivospi-ocuradoi-esnodemseus cons- ,n.f? ;| '"' "'
iseill
de Franca, receberam um espemlido
sortmento das consei-vasmais linas da (a
I,ric a de Bassel como:
Saucisses uaturelles.
Dito trufTecs.
gado as cansas de que liada aos Sis. Drs.
-- OITerece-se um rapaz brasileo que sa-[Jose Leandro de (lodov e Vasconcellos e
Bernardo Galviio Alcoforado, de
.loso
1
tituintes obter as nformacoes necessarias.
~ 0 thesoureiro da irmanlade do Divine
Espirito ^auto, erecta no convento de S.
Francisco, julga nao dever nada a pessoa
alguma, no entanto se alguem so julgar (re-
dor do mesmo. aprsente sua cnn'a ao abai-
KO assigna lo, na travessa do Rosario para o
Oucimado o 3() A, para ser paga. Recife 31
- Precisa-se alugar um p^et, para o ser- A( m,Sa ,, 1s-)8 ..Jo.1o Jog Men,,s. (la Slh.a_
--- l'erdeu-se una carteira contando urna
nota do thesouro de 100c, duas de 509 do
lanco, um palacSoe urna moeda de 600 rs.,
meio bilhete da lotera do Rio de Janeiro n.
vico de casa e ra, .sendo de boa conducta,
paga-se be ni : no aterro da Boa-Vista, lojj
de mili le zas n 58
Km casa de Novaes&C. no pateo do
Corpo Santo n. ti lia ca tas para os se-
guotes senhores;
Jacintlio .Vives Cvale niti.
Augusto Colem da Silva Bios.
Joaquim da Silva Hios.
Dr. Gabriel Soares Raposo da Cmara.
Manoel Soaresde Albergara.
Antonio Cecilio Ferreira Vera-Cruz.
Joaquim de Dos Baptista.
Paulo Antonio da Bocha.
Pedro de Alcntara Abreu el.uua.
Antonio .lose Bibeiro liuimaraes.
Dr. Joao Pedro dos Santos.
Francisco Qunlino Rotlngues Estoves.
.Manoel Cavalcai-ti de Albuquerque.
Ignacio Cabra! de Vasconcellos.
Jos Cabral de Vasconcellos>
D. Augusta Cabral de Vasconcellos.
Hi:fr
ro. Mesa do consulado provincial 23 de lllmSr- wnsul de Portugal, tara le 13o em ,. .
maiodcl858.- O adminisl.a lor, oseu armazem. ra do Collegio n. 15, de Anna Joaquina da (au/.
Antonio Carneno Machado Hios. um ptimo escravo que perlencera ao (nado Dr. Maximiano rrancisco Duartc.
-- Conlinu'a a estarem depositados um subdito pnrluguez Jos Fernn les Torres, I
| cavallo preto e outros tomados por esta suh- no relerido da sexta-feira, i do crrente, ao
delegacia; quem se julgar eoa dircito.com- I meio^dia em ponbx
pareta, que pre.van lo, lites serla entregues.
---- Baa. Sr-* HSJEt
I Sai* aaaiQ le 1858. Osecrc-
u F. ala Amunriarao.
.'UJECnUUl |i\ CIDADKIIK OI.INDA.
daagas Salgueiro, collector de
nciaes da cidade de
presente, que pelo Hr.
alaaa terato, Ihe tora entregue um
i rrc-olmdn a Radea .les-
***'*falKto ao lujar do limbo,
r-se
r viole n annos.
'do contarlo, logo que finalise-se o tempo
| designado por le, serSO remetimos a re.ar-
I lic3o compleme, cuino tiens de ausentes,
da.theanuraria j para lerem destino. Subdelegada dos Afo-
reaolurao gados -2H de maio de 1858 0 subdelegado,
Paos Barreta.
Pela subdelegada da 'reguezia dos Afo-
! gados se faz publico, que se. acham dcpo.sj.
I lados a ra val los apprcuendidos em poder de
; Francisco Jos Raptisla conhecido por \ico
(armala e um seu irma i, acnando-so o
primeiro preso, e o segn lo evadio-sa da
pns.'io ; os cavallos, um he de sella e o ou-
i Iro he um quarto de car ga-llia : quem se
julgar com direilo compar-ea. que provan- !
farenlo da
nda fazer publico, I
prximo vindouro, |
a aarao para aar arrematada ;
facr a obra do lanco da
a n lade de i.oianna e <
adiada em I4:65- rs
se mandna aMixar o pre- '
parJo iHario.
arara provincial de
Grande leilao
.I.V\SFEI.E\r.A
S(";iiiuI i-itll n 7 lo cor-
rentfe,
Ah to horas da manliiuf.
lina Nova n. iii, primeiro .indar, por
cima da loja de atfaiate do Sr.
COLMO DE BORJi
Cm consequencia de imprevistas circums-
Fazendas.
O abaivo assigoado participa ao res-
peitavel publico desta praca cdo centro,
que continan ter urn completo sorli-
nento de todas as I izendes inglezas,
epure, cai-ottesaujus,oselle ac-
commode, asperges, chous de Bru\el-
les, Petits Pois etc., etc.
o bscharel Francisco A>>.gusto da Costa
tem aborto o seu escriptorio de a Ivog i
no pateo da Paraizo n. 30, onde pode S'r
procurado das 9 horas ua manhaa ss 3 da
tarde
Desapi .roceu do poder do sbaiso as-
signado urna menina forra de nome Mara,
d'.r mulata escura, a qual Ihe rra confiada
por seu nal par estar em su* companhia ;
e como ale boje nao tenha apparecido, nem
Premios iliminnidos
AGENTES
C..I -Astley .S-Covrpaiili;i.
li.ua (i Ladeia de Francisco n 11 B
escrptoriadeadvo-
g-aca.
(i bacharel formado Manoel Morei-
ra Cuerra, tam installado o seu es-
criptorio de advocacia na ra da Ca-
deia dS. Francisco sobrado n. 11 B.
onde oll'erece os servidos de sua pro-
fisaSo as pessoas que o quizerem
W honrar com a sua conlanc,a, podendo
- para isso ser procurado qaalquer
hora de todos os das uleis; o mesmo .r
bacharel encanega-se de quaesquer -t
J\ recursos ou outros negocios forenses *
. do interior da provincia, que pe- g
rante qualquer tribunal ou reparti-
do desta capitsl tenhsm de ser ven-
*i tilados, para aue Ihe poderSo seren-
erei;ados cm caria fechada ; no que
' ludo assegura o maior zeloe promp-
tido. aos procos pobres e pessoss
a] desvalidas prestar tojo o trabalho
Na iundicao da Aurorp n'-T^a-se
[de serventes forros ou escravos, pira
serviqo debaixo deeobeila.
609S SS S^@SS
iCasa de saude|
0 !ir. Ignacio Virmo Xavier, roce-
i 8>4 a vs- hue,s dells tenha, previne e roga a quem be e,:. sua casa de saude. que Iica so
achou el Pr lSora"'- lenba acolhido, hala de- S n,orte d- esl" i clarar para ser procurada, protestando tam- Sf MaS dar aue ser be,) contrB 1ua|1UPr abusn,.? possa dar- W pequea do Chora-Menino, todas as
1 | se na pessoa lvre de dita menina : quem & Pessoas doentes, afiancando o me-
se ra do Z '!lor trstsmento, o maior zelo e cui-
rias cenias de assucar : quera a
quizer restituila, dirija se ra Augusta
onerosamente recompensado.
Precisa-se por aluguel de urna
B do um preto escravos, de boas con
Para o servico interno e externo de urna
casada pouca familia ; Daga-se bem : quem
os tiver dirjase ao sobrado da ra de S.
francisco n. 8, como quem vai para a ra
Bella.
-- i.hiem quizer compar um mulato pro-
prio para pageni e servido domestico, com
20 anuos dj idadc, tenha a bondade de di-
i pre,a!,ll'"a cr n,,l'ci. di?ne dirigir-sa
lucias P'',r' cm l"ra ',l' r><>r* n. 18.
\ n.rtn. ,. 1 .. i a. ...__ o.
&
Amonio l.eal de Castro Salgado.
l'recisa-se de tima rnulher para c^.sa de; ^
familia, que saa engommar: na ra do ^
Rev, casa terrea junto ao sola lo de ."> va- V?
randas, e visioho ao edificio qua se esta fa- S
zendo para o t.ymnasio.
0
S
Cera de carnauba.
Antonio Comes da Cimba c Silva rerebeu
rigir-se casa de detcncSn, onde recebera nov" remessa de cera de carnauba de supe-
outros esclarecimentos do digno diiector! rior (iualniarlr>, e est vendendo por preeo
daquelle estabelecimento. commodo, fazendo aiguma diTeriir;a :e
Perdeu-se do Co-po Santo at o meio prego a quem comprar grande porefio: na
da ponte do Recife, urna capinha de senbora, r"a Ja Cadeia do Becife, loja u 5d, delioule
de casemira alvadia, com bandas de vellu-1(la rua da Madre de Dos.
do: quem achou, querendo restituir, diri-
ja-se rua ua I.ingoeta n. 4, segundo an-
dar, quese gratificara.
Jos Nunes de l'aula e Jos Francisco
dos Santos e silva Cszem sciente ao respei-
lavcl corpo do commurcio, que aroigavel-
uieiilo dissolveram a sociedade que nesta I
prac;a gyrava sob a razaodc Paula v\ Santos,
ecr. viriii.lc de molestia do socio Jos Fian-
cisco dos Santos e Silva, li '-i ii lo a dita so-
eie.la le eXtncla desde o dia 31 de maio do i
corronle auno, e cargo do socio Jos Nu-
nes d Paula toda a liquidacSo doaclivi i
0
#
Lotera
DA
PROVINCIA*
dado medico. 0 local cm que est
edilicada a casa destinada para esse
miste,r as rgras hygienicas, sobre
as quaes est construida, os comino-
dos de que dispoe, o aceio, ordem,
e rcgularidade quo ah se encon-
tram. sao condiqos ponderosas para
urna breve cura e completo resta-
belecimento. As pessoas que quize-
rem utilisar-se de seu presta o po-
dera dirigir-se ao pateo do Carino,
sobrado u 0, primeiro andar, das {A
10 horas da manhaa as 3 da tardo, -
a dessa hora em diante no seu esta-
(J5) belecimentn.
(t$^@@-g$ a@@@ @^S^
Defronte ua ordem tercei-
ra dt S. Francisco
CONSULTORIO H0ME0PATHIC0
DR.P. A. LOBO MOSCOS!)
Medico parteiro e operador.
0 l>r. Lobo Mescoso, na consultas todos os
das e pratica qualquer oyeracao de cirurgia,
ssim como,accodo com toda a promptidSo,
:
i
ir.iDcezai e suissas u procos
eonla : nasua lo a ii. 18 atino da lioa-
Vista.
Dii.ii le Borget la Silva.
Bichas de Ilam-
nimio em passivo. Kccile 29 de maio de 1838.
do, Ih" serao entregues. Subdelegada. da I tancias, iranferio o leililo dos movis per-
burgo,
L'ma pessoa chegada ha pouco de fra,
descj arrumai-se cm alguma loja de hien-
das, para o que lem bstanlo pratica quem
precisar annuncie para ser procurado.
-- A Sra. D. Escolstica Tavares de Vas-
concellos Cabral tem urna carta vinda da
l'araluba do .Norte, atrz do Corpo Santo n.
66. primeiro andar, escriptorio.
Rilbetes
Meios
frcguezia dos M'ogados ">8 le maio do 1858.
(I subdelegado, l'aes Harreto.
Pela reparticao das obras militares se
tem de fazer no hospital regimentol duas
divisoes de paredes em' duas salas : quem j qual consiste nos ohjectos ja annunciados.
desta obra se quizer encarregar, comprela -- Henry Forsler & C. farilo leilao, por
na mesina, no dia 5 do correte, com sua linlervenijao do agente Oliveira, de urna por-
lencenlesao llhn. Sr. Hr He-nardo Pereira
do (.armo, que devia ter lugar no dia 2, pa-
ra o dia segunda-feira, 7 do corrente, as 10
horas da manhaa, na referida residencia, o
lielrontc
da matriz
da Boa-Vis-
ta s logara-
sebiebasde
lUmburgo,
--O abaixo assignado, ein virtude da ra-
pidez da sua viagom a Europa, nao pode des- .
peJir-se de lodos os seus amigos, do que!"
pede desculpa ; e sonancia que revogou a
procuradlo que annunciara e a substituto
por outra, deixando por seus bastantes pro-
curadores, em primeiro lugar seu irmao
No escriptorio do abaixo assigoado na rua
do Collegio n 21, vendrm-se aleles da lo
tenada pravincia pelos seguintes procos ^pt^aoM"'!|ue p>MitTrei''e"se'u pratin'o'
sen ode_io>parac.mae a dudimrp a vista. pJa 0 serviCo de parios, praticando aso-
arantidos 59M0 ; peragiles maniues ou instrumnntaes, quan-
S p ai i do n5o possa (inseguir resultado por meio
l. J. I.aymc. da homeopathi., que tantas vezestem ven-
.';3ie'<- dilliculdades, que pareciam insupe-
t.OIANW.Al ILMAlf. | cavis.
Jos Francisca Cellares i, c, faz -'.
d. publico quo na cidade de Coisnna ua ".
;; na .la Conten. !), tem elfcctivo a lo- V ^|-- --- Q
"-.-' do lempo carne do Ceira da melhor '"' i O Dr. Sabino Olegario L. Pinho, tendo de
oailado quf h, pelo pre^o doRe- fl) organisar aHistoria da homeopaihia dn-
cife e mais em conla do quo em f5 rante a epi tema do cholera,roga a todos
Ilomeopathia,
qualquer oulra parle ; os senhores gS I <>s amigos da verdade quer desta provincia,
vindas pelo ultimo vapor da Kuropa, assim'Joaquim Francisco da Silva Juulor, em se-
propoata que ah achara o seu orcarcento q3o de larmlia de trigo recentemente impor-1 como ahmpam-se c chumbam-se dentes a gunio O Sr. Joaquim Lopes de Almeida, e
ouro o pr.-ta, applcam-se ventosas, bolam- lera terceiro os Srs. Tasso Irmiios. Hecile 29
se oiividos em armas de logo, amola-se todo I de maio de 1858.
_ de engenho que por s-?r muitn ami- .,
JJ go delles, que n3o quizerem tor o w
'.? trabalho de mandarem ao Itecife, po- &
m dem dirigir se ao mesmo armazem .-
2 que se prometi fazer todo negocio
qner das outras do imperio, que Ihe lorne-
cam com a maior b'evi lade possivcl, quaes-
quer documentos, informaces ou narradles
exactas, que pnssatn servir para a execurao
desss obra. He justo que sejam conhccidos
Pela subdelegela os Alogados se faz I l'da : seguuda-ieira, 7 ilu corrente, ao meio
publico que se acna deaoaita lo um cavallo \ dia em ponto, no seu armazem sito no caes
do Ramos.
alasSo, que fui rcmettido por Joao Itaplisla
nte e --------'' de
Souza Leraos, por ter pegado em sua
ato avScio de pedreiro, ten lo | "itnl> de cD,m <-ui;m sa Jul"r cnm di?
cas. de sna sanbora na ida-lrelt0' comprela, que provando, ihe sera
a qaial chamava-se 11 joa. i entregue, subdelegada ..osAlugadosl.de
de seusenhor moco Jonbo de 1S58.-l'ac.s Brrelo.
Cordeiro, moradores em

iriaiATio
DE
da Parahiba, fora para
aln para Coroangi, desia pro-
omado o dito seu senhor
companhia de seu p..-
f nome lhcol(;-in, hu
Slm. rommrrrianic em Cu
>- ausentara procurando a
la srankora, fora preso eni Podras
ua h'imem que renda miude-
rapaatoliiiilct-o para esta cidade
nho, sendo intima-1
Tiatbo, e dam re-
de o dem do Dr. delegado I
e pora u. di lo escravo perlenca
0 Chamados quem sobre 1 "-" q" a cnhnrta prorvanrra da or'lip.(ra l-
Leilao.
aexta-ieira h do correle
PELO AGENTE
Pestaa
com oulres geneos que os mesmos i? ns noraes de lodos aqnellos que cm t3o ca-
o ferro cortante
promptidao.
com loda perfeicao e
J. lrancisco dos Santos cSilva.
I'recisa-se de una prels cozinheirs ;'
-S.3&.3 6'3.S*-51# pagando-se bem : na rua do Amorim n. Z6.
t mmim fmecez.
v,"r qui/.erem trocar.
00^^.:0^-.:::,:y::--:--r:::::.^
Na livraria n.Ge 8
a prat;; ua Independen-
ai ao .Sr,
Detaii, que morn lia rua
SANTA ISABEL
SABBAOO, "> DE Jl NHO DE 1856.
I ii lii'iii'lii'in l:i al ri/
5r? | Roga-se ao Sr. thesoureiro das lote- i /. ,
Kiio-ixclenl rua da l.aran- # I rili,sda Provincia, que nao pague senao ao;* fre<'ISr-S i IH I
airas n.t5, na me'maca?a lem anua e poa baixo assignado o premio que por ventura
daairifica. VS s,,hlr bilhete n. 821 da uhima parte da
.;..*ftJlf..t*-''.- -'" -V.-^-^afe j terecira e primeira da quarta lotera a bene-
*.......'' '" -' '...... ,-" liciodo hospital |>edr i II.
Precisa-se de um criado ou unta criada Thomaz de \quinc Pereira da Silva,
para urna casa de familia, quer furro qner
O agente Pestaa far teilo gexta-feira, I captivo para servico tanto interno co no ex-; Antonia de Oliveira Muniz pele presen-
pelas 10 horas da manhaa, apolla do arma- terno : a quem servir dirija-se Ca punga te roga a lo la a pessoa que a ronhece ea
lamitosa quadra soccorreram a alllicla hu-
manidadc. No consultorio central horneo -
pathico rua de Santo Amaro (Mundo Novo,
n. 6.
do Arago <; teve marc
MNDELA LUCCi.
zeni do Sr. Aunes defronlo da alfandeg
DE
5(1 barricas com ginebra de Molienda.
Saceos com arros de superior qualidade
Leilao d queijos.
KotheVnidoolac fr."io leilao, poripter-
cliealia,
lulada
aia se jastgar rom duriio, para no trazo de
ato data do prescnlle, virum
: a Dcsma colleclona na
atrl. ato reg. de 17 ,lc ju'ho de
lid; atoato este yrazo. sera o dito escravo ar-
produCUi recomido a Ihe-I
:ial na forma prescripla nos ,\nl
aVas ato jala reculamento.
t para a>tw aTttegua a o<>licia de todo, man-
wmmmmfnnmu que sera aluzado nos
l pattdlcos e publicado pelo Da-
' i de a,aaraln Rodrigues Franca, escri-
ahaai exceaUda a nava lytaphonla, eomporia <"i-
praaaamaule, e ulUrcrn: i e. ladlaadl a irtiala Ma-
nuela Luc, pelo prafeaMi aetaal raueni u or-
a Sr. Iidiicico Liban.o Colas, in|j-
A IWAlVOIJIalTA,
a' -rena o etrellanl drama em .', atln*
GABEIM
Velha a casa da Sra. viuva i.asserre ao p ,1a seu Hlhn fos Muniz de Souza Rorges o es- (Jjfj
'.i Sr. Bonifacio que achara com quemlpecial favor ri quem delle souber mi no-,
tratar. I licias tiver, de se dirigir rua do Oueimado J (; S CM X li(
. .... : n 11. I
t ma pessoa com as hahihtacoes pre-
cisas se. propoe a .lar hc6es de Iranccz, lin-
gUS nscional, gcographia c historia, por ca- ;
vencao do geme Oliveira, sexta-feira, do f P'I^1^.0^."^0..8 .'?U.C!S: Iollfi so "'rgido par cent-o desta
corrento, de -o eaixas de queijos amengos
de boa qualidade, as M lloras do dia, na
porta da alfandega-
lillio de menor dado.
| falWSlLTORIft HOMEOPTICO %
S DR, LOBOIOSCOZi.- I
-,'t Rua da Cadeia de Santo Antonio.
y>f O Dr. Lolio Moscozo laz sciente ^
.;ij a<|ii('m interessar yossa (|iic toui'^
commodos em sua casa para re- ^
ai afamados charu- f f^ *?aLa?al f SA T fi
y$ ra Irutar de suas cntermidades f|k
) como paca l'azer
neiria.
-*- O deposito principal
MI
do .Sr. (ii-.
.iw.. um, r ,. ,n uv uiieimoo lUJ| i,*, aMij u-:> .11. VallS i :-A como naca tazer mialquer opc- M
ber^^^leJingoI'^riiniro;;'^ tdVO I^p.rle, ac!?t-SC de 1^ <>S edites ser.0 tratados 5
sescha. sem que para este Tira tivesse seu [,.., ,..,, .i;,,,. v ,, i peiaTOineopatliia <>u pela alio- f
consenso. E, suppnndo a annunciante ter .1*- Uliiliie ''Ul LriHH (!('i.;"-4 patina, conforme parecer mais ^
'-*t>'ft->0 alD.:)flHs:4..
Piano mecbanice.
Acaba de (-negar ae Franca pelo ultimo
navio um excellente e harmnnioso piano
meclianico, da nova invenejlo, que obteve o
Pesappareceu no da 28 do corrente as (i Preinio n> l'.xposiQo Universal, e que reno
horas da tarde, o escravo pardo do nome An- I "antagem "r, ,,e P0,,er spr '"cado pp-
ionio, corpolento, estatura regular com fH|. I los prolissionaes como por qualquer pessoa
ATTENCVO.
provincia, por isso que previne a quem S'Wa |)h ietll & C, ril'l da |
competir possa, como bem as autoridades Cl'IIZ fI i?.
n lependencla ns. 6 c 8, que ah. se dir |oc de 0 ,,',, TT a pra8enc, VIS.'
i quem se deve tratar. lo sor n (|( f
io : qncni o quizet homar com a sua con-
litDCa, ple dirigir-se a livraria da pncs
da
com
Neceasita-se saber se exislem descen-
dentes de l'ehciano Jos de Magaihaes Cir-
ne, irmao ilo fallecido Venanci J is da
Costa Ctrne, negociantes que foram em l'er--
nambaeoou Parahiba, e no caso de os ha-
ver, quaes os S'-us nomes e annde residem
Precisa-se para um pequeo sitio, e
Cliariito da
S?Hiia da fabrica do Sr.
Gustavo La por'e.
conveniente para a brevidade da J
cura. Adverte que recebe gra- ^
.-"S tiiitamontc una ou outra pessoa &
. fjue precise lazer alguma opera- iU.
^ cao, e que por suas circumstan- 4K
^ cas nao possain satisfazer as des- A
a pezasde tratamento e nao queira SJ
ga i ij cita r-se a ir para os liospitaes. A
}ji O preco ilo tratamento dos esera- sm
Emcasa de I. Prager t\ C. na da Ciuzi-% vqs reculara' de 2.S a i diai
da moles-
Fratvax-o das Cbagas Salgneiro.,
O llama. Sr. laaspeclor da thesourana
I eaaa-saapnaaen'.o da resohir,dO da
l 'imla ata oda fa;rr publico que
azia de algodao Uo con-
i vai uovamenle a praca na
i prximo vindouro avahado
am i;*7,.-.
saadou allixar
' pdo lliano.
ato thesourana
A. CORO A DUCAL DE PARMA.
lermiiiar.i o tape'larulo com a luida farfa lyriea :
OBEIaJO.
o prc-
Ol
A l,eneliciada ainHa nata vei so rerninman la an
MMraaa pabliea Paraambafam, vaaem lanlodt-
va, a da quam lem rawMda immmmm pri.vaa da
icoiislania pralaeeSa, BMCgairaada Ihe que jamis em
provincial de "uil ?'"" ** **** a reconlar.io ile Malea lavure-
57 de maio de 1858. >'^^'-
O secretario,
A. t. d Annunciaf.io
>ar. iris eclftr da tticsouraria
nim (renla, maula fazer piibheo
I aarffajilara rtu lliaalro
rjoniacara1 S horas.
icia delle e
pegir leva-oa ruadas Cinco Ponas n 6. a
easa desea Sr. Jacinto Jos \m>r,ii Arago,
que sera muito bem recompensado.
zf^Cieia de pas-
khporte ti folha corrid
Clandino do Pego Lima lira passaporte
para dentro e fora do imperio, por commo-
os preten lentos queira:n annuuciar por es-
ta tulla.
Precisa-se de urna ama que engmale
aeozinhe, e lome cunta da casa de un ho-
rneo solleiro.de i lade : na botica do arco
da Conceiciio, doSr. Antonio PeJro das Ne-
vos se dia quepi he.
Precisa-se de urna arr.a secca : r.a roa
lo Hospicio n. 3*
As pessoas que tem prnhorrs na taher-
;^:rr^:^
respeitavel puidico e com espeeiali lade ai>
corpo de co-imercio, que de boje em dianle
se assignar Jiisc de nevado Mi e Silva
por haver outro de igual nome Itecife 31 de
maio de 185S
i\a rua Formo*a. casa do ienenie-coro
nel Vilella, se dir quem eompra urna cr-
lente de s. liento daslss antigs, sem felio,
sim como troca-se UOl oratorio em bom
estado
9tS0O5

12
4
r
a i*^a no dia 10 de. )u-
viaaSouro os contratos abaixo :
airada do sul av.ln-
13:000-
alaa avaliadn em
fstar se mauJou aflatai n ara
ep.biarar |n-lo Mafia
Serrn ala thesourana piov,,,,ial de
*T de maio de is ,n.
U Stcrelal IO,
a. r.
mpeclor
fazear publico, que Oo ia
a ata uarnatt em diante pana-n-se os orde-
Vaa^ezas rovin.-iaes vencidas|
* aaaia prximo liu lo Secre-
a piovinciai de l'ernam-
l.aV jambo d- ls,s.--il -rer. tirio,
l'rrmn da Annuuciarao.
CEARA'
Segu nestes das, para oCeari, o veleiro
patacho nacional Aun; : para 0 resto da
carga s passageiros, Irata-se com Tassolr-
mSos.
MuraaiiSn i?ar
Segu em poneos das por ter a maior par-
te da carga engajada o nrigue escuna Arce-
lina ; para o resto, tnta-se com 1- I! da
d'AnnunciacSo. I'onseca Jnior, na rua do Vigario n, >.).
da Ihesouraria 1 *--a,
Kio ( ran de do
Sul.
f*t
!'s|>'rs-e a qual |uer momento ueste por-
to o brigue nacional Parahibano, novo e de
Fran mu, commen- primeira marcha, o qual depois de urna de-
alordemda aVasaejoiz de I mora da seis diss seguir para o porto de
aalalo comnicrno, ne>u rni.i- seu destino por ter prompto mais do dous
atecale capital da provincia de Per- tercos de SUS carga: para 0 restante que
a> M. Imperador, qudeos 'ella, escravos a frete ou ir de passagem,pa-
ra o que tem asseiados comino los trala-se
-... j, 'com Braga entunes em seu escriptorio,
p>-epresente, em eeSM no di. ru, ,,, Ms(lre dfi l)eos j jmejro an,|ar
icaMreatr anno, cm prac;a pu- i
poiU da Inia de marci- c l.^v-
taireila n 3, de Joaquim .1 os 1^1 dllUad
a haade arrea.atar por venda a .
osobjenos seguintes : urna Segu com brevidadco brigue poilu-
meiro andar ii. W, ou pode ser proenrado
na laberaa lo sr. Manuel Jos Corris, sita
na rua da Cruz u. i(>.
l.'ilOlll pprd^o um patUet drsda a .l.ir.ni dai
Clafia-Ponlaa ale a da Cabo, da raiainho de farro,
iHrija-aa a rasa !.> vicario la'iuetla fregosla, oiiie
Iba -ef.,' rc.1iiiii.lo, dan.lo os raaprclivoa aianaajf.
.No ilia S do porrpnle, lint:i :i audiencia da
lllm. Sr. f>r. jqit de orpliAof -c hita do arrematar
um i >.Mpif ni* parea que o oi| t,-.,. (c-,:, n, eaaa da
olirailo da lre ainlarea n. ;: ni rua lurga do Ro-
sane.
ico Mi) Santa Cruz, dcliaixo ao sobrado do
Sr. Perelti, queiram vir tirados no pipo de
15 dias, rio contrallo scrSo vcnditos para
sbu pagamento.
rio
ehel.
ITll-
ex-maestro do iheatro de S. M
preferinuo-se
Oiiliecid marea Missisipi. I das ,lh*8- P"r" tr*lar *\e um .?** )ft0 da
S^ praca ; a tratar na rua de Arollo n. 24.
,2>*l,n|i,BSS OSr. Antonio Unnlt de Almeida le*
f*t ^* "i-- nha a bondade de dirigir-se rua da Madre
POEMA WDACTICO-HEHOI-COMICO -' "eos, armazem de Jo3o Manoel Pinto
j Bastos', para tratar de um negocio de muito
f interesse.
tJl'. *tflSC r i'l'VVI Precisa-se ue um caixeiro para taber-
Acabadechcgar da Baha, a presente ** ,8nao' n\rua *iitl.
. 0abaixo assignado tem .transferido sua I ?b,a' c"jo prineipal limhe raostrai a ;.. ; ..:;...::-..
residencia do Caxang*. :'ra o segundo au- importancia ea influencia que lem, so-.^a nlir. Augusto ('..rneiro Monieiro da @
Lo lo sobrado n 86 da rua Di'eiU desta ci- iireo|HO-p dade, onde eoiitinua do 1. de junho proxi- n>io de fabricar assucar. Sen autor com- '
no, na prolissao do ensino elemontar, a nue ,,.,.. i i
se ha dedicado ;< aceita memos externos mS OMKuopto de sua obra com I
cmointernos, sonre cojo tratamento pro-jllS ''"'"'1S 'I1'1' no Brasil c\isiem, e pe
mulle a maior solicito o e d> '-vello. O. an- paleBte (pie iieiiiiuma da iiiuoics resul-
anneiante que, a Torea de trabalho e medita- lados, nem sustenta mais o commereio,
c"ono Bxeroirrde slguns annos da enslno, ,i
o lo s publico illlo inpre ha '

"n.| aa.la ... a ... r, i inh, em Londres, a pelido de.noiilas fa- Pimplos e seguros arer
miha : na IravOHI da .Malte te Utos n. I i, pri-
meiro and.ir.
No ureaBem a. 18, rtefroola do Irapirha de
Igoddo, praelSa>N de um cjiaeiro que alia conducl?.
O proprietario ds tynogrsnhla Repu-
blicana te lenitiva Universal offdrece o seu
estabelecimento, na rua do Passeio Publico
ll 19. a todos OS ero los polticos e as impres-
milias a amigos
pilal. annuucia que lecciona o
lo
rem
se
lao c can
o rpieo engrnlio de assucar. Aclia-se
ilos meios mais a' -"endana livraria da praca da Inde-
do progresso ia \ pendencia n. i> e S, por 8s00 rs. dous
cao de seus discpulos, premunindo-: voluntes ;le bella e ntida ijnprc
seeontn qualquer especie de seducco que
., a preco rszosve -. as pessoas qu i quiza- ;i *** bslare corromper-Ibes o espinio.nes- i t
:n a. revenar, leiiham a hon ia'e dirigir- I *** P"Mr"* impulsos de paixOes insensa- ||.-
lao hotel ioglez de meio dia as 2 horas. stisazer plenamente a espec-
os re
giosos
n o viatorias
Pazem-se capas, balinas, samarras, capas
na i na de Apello o. 29.
ir censura contra seos eape-j Kazem-se Iraniss lisas e de lorcal, lan-
a/, este annuncio para pro- ;,, ,|r reitio co
ae Jacaranda avahada em 4IP-, urna ca-; fjue/. Peninsular, tem parle da carga lirmemente, que o dosejo
saa *i'a aagico por acbar avahada nrompta, para o rcto trala-se com os simia urna vez pordespe ldi
S. asa cativa de amarello nova avaha la
em lis. tras camas velhas avahadas
r.! ogr^t"Ol "ovaes SC. largo do Coi- t"****1-
cada | ." itistaque a
soi's svulsas, com a unic* restriceSo d
.iilmitlir a menor
ciaes amigos. Faz esie aunando para pro- .,, de ,,.,,, ,., ,,,. ell(|, lllMll ,,,. rcu
var. quesera tolerancia absoluta nSo existe eomodelSa, prctas, pintadas c decores:
eoncilia;9o. i na rua do Vigari n 10, segn lo andar.
Dr. r.rrios. ... Krancisco Coelbo Biando, leslamen-
t'M PKDID'I. teiro do finado .lose Uihs da Costa, roga a
r .-._-, ,. todos os credores do mesmo linsdo, e da
ltog-se ao Sr Cermano trancisco de Oli-
veita, que faca cora que algum dos artistas
da sna com ai lii.i leve a cena em seu ba-
n^licioa sem are desejada comedia0 Phan-
tasma Itranco tsperamos que desia vez o
nosso pedido sej alten tido, pois eremos
de apreciarmos
a esta comedia he
o aaasi qua aliancamos ao ar-
laliva dos Srs desta esptale do campo, que
o honrarem ooui sut rinliin^a. Entretanto,
i>s inleressades que, solee este assumpio,
prelenaerem mais ampios esclareci
dirijam-su rua da Aurora, casa da i xma.
i Carnciro Lscei la Villa-
. |ua la i sei u ilevidamente informa-
dos ; su Carnoiro da Cunha.
Jos Joaquim luna llair9o>v accinnista
ilO i.alnete l'-.rl ugu ;, le',la Pida di .
ou .- qm m
competir, i|ue d'ora om diante mMiimii
ns mu \)\: noirciioic m-
RECLDO, DE PAUVbLLE-DELEBAKB
)i: pars.
Qualro anuos de experiencia tem sssego-
rado aos peotos le caoutehouc avogs que
11 iSa i m Franca r uno no mun-
do inie sem contradiccSo os n
ates inais Iranios X* IMII'--UI Ufcl LKl.O DO l.M.L-
que nsde tartaruga, sao os nicos qu nao MlhIKO H.W II) \V. KGVi MAN. v\
ahir o cabello,
ira a rua do Oueimado n. 10 pri- 5
eiro andar aonde po le ser procura- ^
.-: do para exercer qualquer trabalho
ele medicina, cirurgia a parios. O
lie chegado a loja ae cacme, aterro
da Hoa-Visla n. 7, excellente leile virginal
de rosa branca, para refrescar a pello, tirar
pannos,sardas e espionas, igualmente o a-
famadn oloii babosa para limpar e fazer cres-
cer os cabellos ; assim como po imperial de
lyrlo le K!renla para hroloejas e asperida-
les da vs a frescura e o svellu-
la lo 1 primorois da vida.
IE0.
. por causa da elrclt 1-
1 lade que contera,accrescendn s estas van
lagnns a de nflo serem mais caros do que a
le bfalo, a esta adnijranvcl invengo de
exnosicSo universal de isjj.
ll -.lili- 11,-IIIIUlJIB .'K.-, ... _. -.v .,.>- L
obra maniata busesr sem que nSoseja coi &@'$-3$90 m,
bilhete seo, pois que o annunciante ha mais 0 lr. Carneiro Montearo na cas de ^J ck
RUA DO UIU M, PASSAISDOOaJlA-
FABIZ.
ha sempre 1 ni grande sortimenln dos sc-
iniitcs objoctos .n mecanismos proprioa
para engentaos, a saber : moendas e metas
moendas la mais moderna conslrucco ; la-
as de ierro tundido e batido, de superior
jualidade e de lodos os tamanhos; rodas
apresenUrsuasconUsua praca da Boa-Vis- d8linno neninroaobra tem mndalo bus- .-'. ua residencia, rua do Uueimado n
la n. I4,aim de serem conferidas e pagas, ,. mis mo.imejlto ,,,;l Ml| 111)llle
istonoprszodeSdlasdadata desle. visto ,,,, Iola a rrequencis
estar em liquidado. Recite 1. de junho de ; f.vllaI ,.. espertases,
!me'" Aluga-se um bom sitio, casa de so- fiso a caviltvoes, melnnoa da aMOatioBa,
Para urna lamilla pequea estrangelra, Alugi-se una casa terrea pequea, sita lirado con- commodos para gran le familia, k- e,r-
precisa-se alugar iim-i prela esersva, que | na .rua Augusta, contando Ssalas, 3 qosHos, tem baixa para capim, coeheira etc., junto M* MESMA FL'XDIQA'O '
daaeja 1
o pi viu por
t. 111 ... 10 primeiro andar, recebe docnlcs ^ d((r,iadaspai a agua ou animaes, de lodas as
pois Para ll''J!1;. m^~ ^ ^^'lf proporeOes; finos e bocea de fornslha e
este -...-:::-: :-r:- : Q egislros le b.eiro,agu11hc3ea, bronses, pa-
raario ......q" ,ew em sru benclicio. urna en-; saiba engommar e que seja de boa conduc- j cozinha fra e cacimba com agua boa. que ao sitio du Sr. Antonio Val.-niiin da Silva seexecutam tonas as encommendas co
^ tm^2lil^^Tl^^w^l^L^L J?~ 'S031-10 Chente real. ta : quem l.ver, procure ns rus da Cruz serve para lavar desahijo; os pretndeme. Barroca na Passagem da Magdalena. os pre- superioridade ja ronhcc.da com devidl
i.12c,umjogodebsn-lNcntiiial-cinandcs, na piara. I Os immigos de venenos e punhaes. la. 4. Idirijam-sc so aterro n 2,segundo andar. 1 tendentes dirijam-so a rua Nova n. 33. I prestezae com odidade em prco.
I I |-a*-*.% #r~


DIARIO DE PF.RNAMBIICO SEXTA FEIKA '. DE JIMIO DE I808.
JHelhodo Cas-
tillio para catino
de n.eninas.
alendes d Albuquer-
inada e a:iprovada para
10 primaria,tro>lerio a
_ 4o Yurano |ra o ailar
JVasrfroate a ipreja do Rosario
aadealem d* leitura,escripia,
graramatica narional, e.nsi-
lnciTadnjffavores, esperando
boa opinto rea que a tem o
i Mirar n Castilho. rxpressa na
sen in-i ~nc methodo.
aa 9>a4esrx ja tem reas mistas
tt aal*rlfas.
IjVImxo de oda a ^aran-
tia.
estabelfcido com loja de al-
a. 52. srientilir ao res-
qoe se acba prompt.i a 4a-
qualquer obra, tanto para
militar, frita pelos me-
costo re i ras, com muito
m, aor preco razoavel.
Vaccina pu-
blica.
matraca a funcemnar no tor-
nas quintas e domingos,
aMBaanssario Tarcinador, ni
3*. em todos os sab-
Lotera
tu
provincia.
: bilhetes de lotera rnco-
ide SOpor cento sej
i ra do Col lepo D. Si.
P. J. I-asme,
i taja afta Cadeia, defronte da RelacSo
s e veadeaa-se superiores bi- !
Lotera
DA
Provincia.
Ultima parle da
niu i i,i do
NoS liillirlcs
assiguado sutura
Ns.1911
2Sir.
720
640
1056
2.". ir,
1003
1651
2*19
141".
I 475
2225
172;.
277
49
2268
77:.
2817
tercena < primera la
Hospital Pedio II.
rubricados pelo abaixo
m os tegumtei picmios:
l:000< 1 mcio.
I dito.
4004
2004
2004
i ooa
1004
1004
1004
504
504
50S
50s
504
204
204
204
20
204
t dito.
Bilhete.
1 tncio.
1 dito.
I dito.
i dito.
I dito.
I dito.
1 dito.
1 tlito.
Bilhete.
1 meio.
1 dito.
1 cito.
1 dito.
I dito.
1
Batatas.
No arniazom do Aunes, defronte da alfan-
dega, vendem-so gigos com batatas, pesan-
do arroba e meia, pelo narato pjeco de 2: o
RiRo.
g3 Galios sortidos da Russia, Cai- t%)
i| ro cManilha. &
fj Lonas da Ixitssia, l'i'ins c brin- $
3 /.-TS.
Cobre c metal para forro com @
i presos. c.v
^3 Oleo de linhaea c Velas steari- @
$ as. gg
@ Estanlio em barrinlias, Bar- @
$ rilha. 6
.-'.j Vinhos linos de Mosellc e Joan- g
nisberjj espumoso, e de Bordcux gj$
cmquartolas. r";.
C. J. ASTLEY & C. m
>7i 20s 1 ililo.
2165 2ii.s I lito.
A garanta lie paga no cscriptorio da
ra do Collegio n. 21.
I*. J. Layme.
Lotera
Provincia.
0 Sr. thesoureiro manda fazer pu-
blico (pie se acliam a venda todos os lias
no pavimento terreo da casa da ra da
Ah ora n. 20,das > horas da manhaa as 8
da noite.um sortimento completo de nu-
4e ara rapaz para criado : a j meros de bilhetes e meios da tereeira
'"**" ** **oUo-- parte da oitava lotera da matriz da Boa-
P>akt#a9aat)Qa99904MNN^ Vista, cujas rodas anda rao impreterivel-
IMH STRlA PLRVVMB CAN.V
|
FABRICA A VAPOR
RA DO BRUM
prxima a fniitiiyo
do Sr. Bowmaii.
as suas acre-
coasi'Osicio : ardem, ^
4rac5o das de es-
ia 15C4) a airoba.
:-. mente no dia 12 tle junlio.
Thesoiiraria da* loteras 2 de junlio
Vende-sa superior linna de algodao
brancas e do cores, em novello, para costu-
ra : em casa deSouthall, Mcllor & C, ra
do Torres n. 38:
Attenco.
'i? Kisscl, relojoeiro franrez, vende
@ relogios de ouro e prata, concerla
fh relogios, joias e msica, ja aqui he
contiendo ha muitos nnos,haliita no
pateo to Hospital n. 17.
N'ovaet i\ C. vendem superior farinha
de trigo da marca SSSF por mdico pre-
co: nc lea armazcm ra da Madre de
I leus n. I 2.
Publica cito jurdica.
Continua a ven ler-se em caa de Manoel
do Naseitnento Pareira, na ra de Apollo n
6, a Theoria de Diretto Penal por Silva Fer-
rao, em 8 volutncs, hrochura, por 14/000 a
vista.
Vendem-sa saceos com milho de su-
perior qualidade, ditos com farinha de man-
dioca, larelo.de Lisboa, gommado Araraly,
cera de carnanba, p.ilha dita, sapatos do -
racaty, tudo por preco mais enconta do que
em outra qualquer parte : no armazcm d
ra cstreita do P.osario n. 29.
GRANDE
PECHINCHA DE UADAPOLAO' COM
PEQUEO TOQUE DE AVARIA.
SSSF
Na loja do Prc-j?
Relogios
coberlos e descobertos, pequeos e gran -
Tasso rmeos avisbaos seus freguezes. 1^"'^* ,'uroI(il,i,te"te in8'ez. P homem
"ti-.;: un- OCUS II rfcuctrs, ( ennhnm* A J aa. ,""*
aa o ultimo carregamento de farinha de! .!e,"2"' 1 Um ?0S mB,lnor,p? fabricantes
Trieste da marra SSSF r.minho se vende ,-," !J,*e P- vmos. Plo ultimo paquel(,
. nieamente em seos armazens, aonde tam-' f:*>'""" i1" soutn11 Mellor & C.
guiea, na ra do Queimado, esquina dobec-lbe^i existo o nielhor c mais completo sor- pv J. 38-
co do Peixc Frito n. 1, vende-se madapoliio timento do farinha de Richmond, l'hiladel- ~~.,n ,n 0Blura* tal,orna ru" das Cin-
com pequeo toque de avaria a 99806 a p*- phia, Ohio e Billimore, tanto extras como com Puc<>s fundos : a tra-
C. ditos largos a 3? e 3">00, ditos ditos fi-1 supnrlinas.
r@
m
-- Vcndom-so 3 ccrat(.s, scmio um mu-
lalinhn deidado de 18 anuos, de muito boa
conducta, urna linda mulalinh* recolhiila,
de idade de 16 annos, o urna preta de idade I
de 30 annos, quitandeira ; na ra iireita
n. 3.
Sa
Vende-se a prazo oti a dinheiro a su-
mara Tereeira Laurcntiaa, com lancha e
prompta a navegar, ha pouco etiegada de ,c.
Miguel das Alagoas, aonde fui construida de
boas madeiras, e do loto de 80 a 100 tonela-
das : os pretendentes a poderfio examinar
no ancorailouro do caes do Gollegio, aonde
ella se acba fundeada : a tratar com os Srg.
I Almcida Gomes Alves & C. ou na ra Nova
n. 37.
Aviso.
!*o armazcm de Adamson llowie & C, ra
do Trapiche n 'i2, vendem-sc sellins prra
homcm e senhora, arreios pratiados para
eabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavallo, te.
Attencao.
Vende-so superior farinha de mandioca, e \
mais barato do que em outra parle : ua ra
do uueimado, luja de ferrgens n. 14.
nos a 43 e 4S500 a pe?a, cambraias lisas linas
rom 8 varis a 2500 e 3? a peca, pecas de
cassis de quadros linas eom alguns furos do
cuplm e com 10 varas a 23800 cada urna.
Venda-so urna escravailpcriencente ao
linado Jos Uias da Costa : na praca da Hoa-
Vista ii. 14.
A Attencao
6
He barato que
admira.
>a ra do Quoimdo n. 37, nova loja de 4
No armazem de Jos Duarte das Naves,
vendem-se meiai barricas 'a mais acredita-
da larinii.i fontana egalega.
Cera de carnauba por prego muito em
conta : em casa de Caminha ,\ l'ilhos, ra
da Cadeia doReeifen. 60, primciro andar.
Vcndom-so saceos com arroz de casca 80?OOO, ditos sem habados a 259
tar na mesma ra n. 71.
Jarditn publico, ra da Soledade n. 70,
tem varias sementes para vender, e salsa a
40 reis a oitava. e he nova.
$*a2?l fK0*.>.
ATTENCAO.
. a. 1 aa.- 1 *" uc HWHK] nUDBl. I
portas,raha-se do recebor pelo ultimo vapor SP(;uintes : represe t
vin.lo de, Franca, ricos cortes de vestidos de rcuiar cor nreta f
seda com_ 3 habados para 30*. 50 60 70 < ^r'^-&
No dia 25 de agosto de 1856 fugio do enge-
nho d'agtia da freguezia de S. Lourcnco da
Malta, tarmo da cidade doRectfe. um escra-
vo de nome Rubem. o qual tem os signaes
a ter 40 anntis, altura
falta de denles, mu de-
-.racado no fallar, tem em urna das
^ orelb.sosignal de um golpe que decepou
.-u,^.v^.;^^-.'--iV.;t..'75,linha a 13/, gollinhas bordadas a 15200. .,,.;.,.'. nrpi.,,
m V-lA ', O, 2S800 o 25500, t.ras bordadas a 800, "^v'nr K
* ^O,o00a peVa,,^ -^aooel.avara.cru-s de barege a 73 gaze ^o'^guma's8
J*L
Era casadcRabeSchmetlau fcCompanhia,
ra da Cadeia n. 37, veudom-seeleganie
ptanosdo afamadofabrirantc Traumann
da liamhurto
Couro de lustre
marca eastello, muilo grande a 4{0oo a pcli
le, c 4400O a duzia : na ra Direita n. 4."..
arroquim
#*
ao receberam o aea
ar, podero mandar pro-
al autor, na GaaafeM do Car-
an4ares m. 38, onde
lajataa 4rsr-*ci.. do publico o reslo
43rada um
,i |s:,S.-_() escrivao, J. M. da Cruz.
::. Precisa-se de urna criada para
Z acosnpanhar urna familia ipie legue para
qg Inglaterra, para Iractar dos meninos dn-
^ rantc a viagem, dando-se-lbe passagem
a|''vic e serve mesmo ate Lisboa: a tratar
2| l no cscriptorio da ra do Trapiche Novo i
n. 12, primciro andar.
Os credores da massa fallida de
Deane Vonle & C. podem vir receber o
e-era libra a lisa ar- I ultimo dividendo que se esta fazendono
" "*- ^ ,escriptono de Kotlie & Bidoulac na ra
pri- ;' do Trapiche Novo n. 12.
-!-..-.;.f "baiso assignado faz publico, que
"" "" : "--".''".': ni's'n .i.ita lien sociedaile i'in scu estabeleci-
Naannca B^-jraphica do Clero ment silo na ra do Livramento a. 24, ao
o, pcio padre l.m do|Sr- aatonlo Jos de Arantes. Reeife ido ju-
Caraaetao Luna. I nho de 1858.--Jjse Manoel l'ereira de Men-
d"" ns abaixo assigna los fazem sciente ao
publicoe principalmente, ao Comineicio que
aasta data tem feilo aociedade no estsbele-
eimento sito na ra do l.ivramcnto n. 24;
e as transaeces do mesmo lera de sir regu-
ladas sobre a lirma Mcndauha A; Arantes.
lienfe de Pornaniluico t." ile junho do 1858.
Jos Manoel Peroira de Mendana, Anto-
nio Jos do Arantes.
Pelo jutzo |de OrpbtOSVai a nraca do
venda duas casas terreas ha r.apung*. na
, ra da Au.i/adc, com quintal e .arvorc 1os,
perteacenles aoieasal do finado llenriques
j Xavier de llollanda Chacn, avahadas urna
por |:000> o outra por 600-3 com o abato da
quinta parto; soxta-feira, 4 de junho, de-
pois da audiencia do mesmo jutzo, as II
horas.
Justino Moreira Nunes Pacheco, subdi-
aVatTters 4 c. tem a honra de to portu^uez, retirs-se para lora do imperio
n aeartmres najrociani">, propric-___________________________________
* a cuem mais convier, que .- .___^. ^
aolonsados pela dita com- >wWtp> 9*
efiertuar sa-guros sobre edifi-I ---------------------------------------------------------
ebrios de telha. c Compra-sc um cavallo que esteja cos-
objectos oue contive- lomado em carro ou eabriolet : quom o ti-
quer consista omjver, falle a Juaqtiim Lopes Je Almeida, ra
de qualquer qua- [do Trapicho n. 36.
r.nmrra-se orna prnpriail;ite l em alaama
I do enpenbo I'cnelinho, ',1* pn"p 'aai d'cila ai lait, e que rniita poo-
am cabra de nome Jos '" m*" ""-'""" aOUjOOO r. annuars, atando o
rahelIrK rr awas cre-po olhos jle |riW rua d, 0ru ^J ,
anz adiado, peito fun- '
ertiatais, pernas lorUs, en- Compra-so efferlivamente Dronze, lao
aa, mios grandes, nao tem tan e cobro velho : no deposito da lumlic-
chdas, idade "JO an- da Aurora, na rua do Krum, logo na entra-
levou um ca- da n. 28,e na mesma tundirn,em S.Amaro
Compra-so effectivnmente na rua das
Flores n. 37, primciro andar, apolices da di-
vida iiuhlica e provincial, acedes das com-
paahias, e da-se dinliei'o 1 juros em gran-
des e pequeas quanlias sobro penhores.
Compra-s urna mesa de jantar elsti-
ca em meio uso : a tralar no pateo do Car-
a N600 a pclle, e 17O0O a duzia, fazenda
sem defeilo c boa qualidadc : na rua Direita
n. 45.
Com toque de
avaria.
A dinheiro vista.
Cortes de musselina larga com II covados
e barra por 2-3 c 3f.V>0, pecas dealgodaozi-
nho liso largo a 23. 250H a 33000 vendem-
se na rua do Crespo, lo a da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Sellins e rale^ios.
SELLINS a RELOGIOS d f pal eme
incier : a veoda 00 armazan da
Roslroi.Konker ^ Cnmpanliia s-'
qnin.i lo largo do Corpo Sanlona-;
mero 18.
covados. 3
Vendem-se pecas de chitas fran- Se
eczas largas com 33 covados padreas H
K novos o bonitos pelo barato proco
'' do 5/500 a pega : na loja da rua do '
J (Jueimado n. 10 de Leite, Arthnr i
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, folsr de
seda a 800 rs. o covado, grosdenaples mofa-
do a 18 o covado, dito limpo boa fazenda e
O-- ... :.--. c-*r?j
Vinho do Porto.
cadeiras, eem urna das pernas cicatriz de
presume-se andar por Ierras da
arahiba do Norte, d'onde lera
algumas vezes preso por capitesde
campo : a pessoa que o apprehender ou del-
le der noticia que possa assegurar a appre.
13800 o covado, dito pre.o a 13600,13800. ",,8ia,' ^ f* ^ancisco
2. mantas preas de fil bordadas i lel9, ?!"jf?"nJ*S^t r .rereI,do n8-
chapelinhas para senhora muito boa fazen- ^n^u'-M.i. ^-SS d' <',,Dh'Bl.1.e"
da a 143. chales de merino bordados 69,8: ^00,0* d^n.' ,fr" ?' T ISElS,'
e 11S, tilos de touquim bordados a 2te. nl^!* d"n r""fic^, de ,0a00-
rrtesdocamhraiadesalpieosa5rr.00.ditos "^J"5JfnSenho, '*gu agio no da 9
desodaprctos muito superiores 80- a aor. ," "" ?" >rrA7 anno^um. cravo de
chales do merino ptetos a 13. lencos de re I "*J*l[*T ')lr'?n0'de ,d"de ?ue re-
troza2^, chapeos de sol de seda superiores f..?"^* ,ehA8h ann0b,' a,llur" reKul0 r
a 103. ditos a 75, ditos de pello francezes 73 I'" ,'PT!eml,,,.Tl 'ie"c"","io c01"-
a 63500, ditos de hl-|"S,'.d^Tbr" n^0 no a"ar' se'
; a 8, chapeos do Icbre
secco do
fe tro enfeiado, Urr C Com falla de d. a 5^500 cr.r- andi,r S,e *,Cravo "blbndo nest cidade
R--.no ah uL ns companhias de armazens de assucar. ou
do Reeife n. 4
/Superior chamico.
ContnU'S a venler-so engarrafado o em : lro linos 5?:>n"' *,i,ns de fel
>arris de mtavo, a proco commodo : no ar- P"" menino superior fazend
mazem do Barroca & Castro, rua da Cadeia aemira bordados a 1500, ditos lisos acoutadZ por |suem pe sua .DDrehen
al-, cortes de brtm de Imito a 2.^500, ditos c3 !;". 6 v su" "PPrehen-
2-S00. ditos de meia casemira a 23800. ca- \t, craifli 1('1u(!,n,,sseur';.,se Pmet.
misasfraocezasbrancas de linho a 43500, '*3 n V-08'qo" p.ie .w ""-
ditas de madapoiao finas a SM00, 2^,00 e 3 *L^Z ,?, a h""1c,sco. Jo5 t;,"""">
ditas decorosa 2,500. ditas de mosqueteir dciraU",,, U d. lel,X d
a >, mussolinas brancas a 320 rs. o covado,
ditas do cor a :20, 360 e 400 rs. o covado
muito linas, chita francez muito superior
a 280, 320 o 360 o covado, eeroalas de linho
muito linas a :?, guardanapos brancosa 3S
No armazem de Manoel Joaquim de Dlivei a du7a' ,uvl,s ,io de Escocia a 900 rs. o
ra & C roa do Codorniz n. 1, em trente do ,':"' m,lltn, l)0i rz,,nd"i fanela branca
Milho e fei
1
metro
Cunba Tei-
-aa.
IOO3OOO de grantificac3o.
Ainda est fgido o preto Antonio, conhe-
eido por Antonio Campello, por ter sido es-
cr.vo do finado Francisco Jos da Costa
Campello ; consta que esta na Capunga 00-
zinhiiido para um eslrangeiro intitulndo-
se forro, o abaixo assignado protesta des-
Nova agua tle malahar,
Vende-se esta agua a molhor que I ens ap-
parecido arn tingir o cabello e suissas te
iceotamenteds Itahia, por monos preco do "$? a" UV*\>* ""'versal rua do Colleg:o
n.20, da-sejunto um
--- Vende-se, fumo cm :'olha chegado ro-
que em outra qualquer parlo ; na rua
tlruz do Itecife 11. 1^., primciro andar.
TACHASPAKA M.EMIO
di
SECTgecOITBOFOGO.
RJaKUA
ALLIAVCE.
Fatal t< mu em Londres
eai lamatxiode 1824
carn-AL
OreOO MUJI" ES DE LBKAS ES-
TERLINAS.
Da fundico de ierro del). W. Bowtnan
na rua do litim, passando ochata-
iz, continua a liaverum completosorii-
mentodc taclias deferro fundido e bati-
do, le5a S pnlinos de bica, as quaesse
, Rchamavenda porprococommodoccom
promptidao,embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas aocomprador tem principios de costura : quem a (irelen-
-~ KsUo para se vender 111 boia proprins der- d,r'J-se a ru" d ^'^' 20, que acha-
para solta : para ver o gado, os pretenden- r* co"; >u.cm trsl"-
tes diritam-se aos curr.es do matadouro -/en le-se um bonito cavallo ruco, bom
| publico, e para o ajuste, na rua das Cruzes and_ador p proprio para senhora por sor moi-
n. 30.
relogios de pa-
tente
inglezesde ouro, desabnete c devidro:
vendem-se a precorazoavel, em casa de
Augusto Cesar de Abren, na rua da Ca-
deia do Recite, armazem n. 56.
To pateo do Corpo Santo
n. 6 esrriptorio de
Novaes ,- C.
Vende-se superior vinho do Porto en-
garrafado, em caixai de 1 e 2 duzia* de
gnalas, bem como em barris de t S-
a preco commodo.
fiandeiras na-
cionacs .
Na rua da Cadeia do Recifo n.|49, defronte
do arma/.om do Sr. llenry Cihson, vendem-
so bandeiras nacionaes iie varios tamanhos,
por menos preco do queso vendem em ou-
tra parte.
Relogios.
Vende-so em casa de Stonden lrolhers .
C\. nraca di. Corpo Santo, relogios do afa- muito enmmodos, cuja barateza faz adnii- j a 53500 o covado, casemi-as pretas a 2?200 ''e l""cl"S',s. c urna cicatriz sobre a junta do
rar : sendo entre ellas chapeos de mola do ate 4> o covado, damasco de 13a de duas lar- e 8r*"de de.um dos ps, no andar firma-
ultimo gosto a 53, capas de panno fino, con- guras a a-son () covado, dito estreito a 800 J.e nas Pon's dos mesmos, defeito que Ihe
su superior a 30/ panno litio prcto a 23400 o rs., velbulina preta e da cores a 750 o cova- .u "'t "^"'B" :. recommenda-se sus ap-
covado, al 7, dito muito lino inglez a 93 o ,|". "filudo preto a 6? o covado, brim bran- 'r''J"*n-ji,o as autoridades policiaes e aos ca-
covado, rorl.s dt- diamantina do seda e ; co de linho a I--200. 1350 e 2a a vara, gra- PI*"8*^"" <*.">PO i dff-ee a gratiricacao do
quadros com 12 covados por 8?, cobertores vatsseum um annel por ..--50o, meias bran-
de laa boa fazenda a 99, chapeos do Clnli de cas para homem muito linas a 7?, 8 e 103 a
mullas qualila es, sarcos ara quom viaja I duzia, cassas francezag muito bitas a 'NO,
na estrada de ferro de 6 a 8?, lencos do ca>- 560 o 600 rs. a vara, collarinhos brancos a
sa, tima dn/.ia por 13, multas OUtraS fazen- 220 raa un, lenfOS de labyrintho a ls. pa-
ctas que o comprador a vista da boa quali- llls do panno, de casemira e de lpica, prc-
dadee barateza nao deixara de fazor liego- tos e tle coros, caltjas de casemira n cohetes
ci il-so fozendas mostrt com penhores I de gorguraotle teda, lodo muito bem feito
e se levam em casas tle familias. Da-se em e para diversos procos, sarja preta para for-
troro prata de 5f a 2?, nao exceuendo dejroa132')0 o covado, corles do colletes de
55000. casemira bordados a Ss, ditos de gorguro
Vende-ico terreno rtue existe entre asedas 3-sflo, o maius mais lazendas que
aponte da Capunea e a pinpuella da Bai-1no "" Poasival aqui razar meaeSo deltas
\' i_ _. t- : .. polas muitas variedades que se eiioontram
va-Verde, com frenteoara a rua Real e aqni nesle estabelecimento : quera quizor
de : tudo muito barato.
i braia de sal picos muito lina a 900 rs a vara,
I fil de linho liso a 610 a vara, dito bordado 1>0.000 TS. lf < t i(i < <<
a 13100 a vara, meias dsela brancas .3 e "', UC -'a''IICa^RO
IS3, boa fazenda. ditas pretas 43, lencos de tdo cnrrcn,c mez dcsappareceu do
i seda para homem a 23, ganga de cor a 300 e rormoso. e suppOe-se ter viudo eom di-'
!Va loja do canto da roa da Cadeia do lie- i 560 rs., bombazina a I3n o covado, panno reca a esta cidade, o escravo llenrique,
rilen. 54, existe urna immensidade de la-; lino prcto a 33, 3;50, ;500, 53500, 7 e 83, cr,oulo. de 19 a 20 annos de idade, cor fula,
zondas de muito bom gosto o por preces dito cor de cal a 33 o covalo, dito azul 33 corPoleelo, tem bastantes e visiveis signaes
Ao bar&teiro.
mado fabricante Roskell. por presos commn-
dos e tambem trancollins e cadeias para os
mesmos de encllenle gosto.
impresso gratis cns'i
pplicar.
O
o
;
nando a forma de
Para luto. O
Camtsinhas e maugtiitos de lito ''
preto : vendem-se na rua do Quei- >,v
:,'; mado n. 10, loja'dc l.eito Arthur Von 1o-so urna niuMnha mnr;)i com 13
a 14 annos de idade. sabe bem engommar e os tundoi para a camnoa lo MangUlnJio, vonha ver e traga dinheiro, que nao vai sem
n. (i fazenda barata
Vende-sc a taberna do linado Jos Das
da t^osta, na praca da Boa-Vista o. 18 : a
tralar na mesma jiraca n. 11.
***. cal^a e camisa azul, e ou-
* *T*** nvataca : quem o pegar
"^malai cataaaatm, oa nesta jirafa,
* '* aa aaca da Independencia,
; .
io cu-
ijnetos mais curiosos, e

,
Stist-ncos do Retro mo, sobrado por cima da botica.
i livrana ns. 6 e 8
aaaie ser
para visitar aoen-
opera^So de
nspiirnlanate de partos
procura- aja
Uompra-se um Virgilio grande
de lodos os tres tomos n'um volume :
livor annnncie.
latino
quem
*'Ki*r-:#
2*
TMuaucarATiii^
ad^lizt s'}{ :
lem sempre ;''. .
ica ment-.
Uateras e em
cartearas fiquissimas; ha
alara em francez e
la
Farinha de mandioca
de superior qual idade ; na ras do Trapiche,
armazem ns. 9e 11.
EM DUNDA.
'" He de lijlos.
-;..- Na ladeira da S vende-se por mujtn ra-
ta, COavel preco, urna boa casa, a qual tem urna
'" porta no oitSo, e o Fundo lica em frente da
''. igreja -lo Seahor do Bomfim. com os com-
-.- mo ios seguintcs : 2 salas na trente, I dita
na parte de detrsz para jautar, 3 quartos,
s\a'*sMMP9j,MaME:V r,,z"""< f'',r. quintr.l, .-lo. : quem a prelen-
aacwecSa asente atas aso-a- *** anouncie para ser procarado, pois tu-
casa de^ots da taberna m> se todo negocio, chairando a dinheiro
Verle, qe aa aajstaamam Vende-se unta mulatiiflia com 12 an-
esu acnea- "OS de i lade, e mais um terreno rom M pal-
ira qa-, nio se pode a mosdefrente, sito na rua Impornl, entre o
sobrado grande e o armazem de sal do Sr.
\ma-o los dos Prazerea quom quucr
comprar, dirija-sa a rua da Praia n i,
-- l>. Mara Lucia de Mendonca Pee Bar-
reto vende um sitio COm casa de vivenda,
baixa do capim, posas as n atas do ongenho
tpipucos que Ino tocou em pariilba por fal-
lectmeoto .lo seu pai o Sr. coronel Antonio
ta Rocha l'aes Ha-reto, todas estas prop ie-
dades s3o noa 4ipucos : quem as preten-
der, dinja-se so escriptorio de Manoel Joa-
quim liamos e Silva.
Atienen o.
o engenho arandu'osj Boa Vis-
si egoas ao sol da ci lade da Victoria,
me euao agua, e tem terreno sulliciente pa-
ra safrejar auera pretender, dirja-se aa
messBO engenho, a tratar rom sen dono.
No largo do Petonrinho, armazem ns.
e 7, le.ii para ven ler fatalo de Lisboa vin
to no bngue Peninsular, assim romo ostoi-
ras de tngoia ver !.i leiras.
\endose na rua lu:
RO p ios de licunira.
e mesmo de notle es-
a berrar.
O earcamann.
^a 1a de domingo
Je senhora. de tono
sea *eca de lila de velludo
aSar da rnissa oa Igreja .a
de >>*.]-> tei (
Cadeia ao arco
a'Aaollo. largu doar---
aa> a ato \'i. o : quem
i-lo lera > bajaida le
d n.
** aira Jecer rer.nuncn-
DaixSa i jran-
-c .Te IL.rta- n. |6,
oe achara com quem
aa .- ii >-" par;
aaraiica hasi.n! rara ar-
** *JmBa*e pira i
lend-ar aaaami
-nado
rjjRTial
~**r*rm arW:. iafos,das i"IM"'sl"l!"l'il'
****** f* a j n
!i~sa-
- afilia ut nma ai
rga>w aaeaaaiu.de
'4* - f**nm d se^am-lo aaal M m ,
~^*,ni*Traaiehe > um relngio as
Farinha de mandioca de superior qualidade,
~~ saceose em porgues grandes o peque-
, a vonUde dos compradores, por menos
mi in = 1r. ,,t, ,. preco do que em outra qualquer parte : no
o, taluva -j armazem de Kmoterio t\ [rmflos, de fronte
L *_ *"* mim !'.s ti- do trapiche do algodSo.
ZZZ?^? Na "anoariii tlefionl.- do trapiche
t-io-in no es- ,i,, r.._l._ i -..'
<)n '-tniia ba superior farinha de man-
rsascke \ove n l.araaa- ', ''!" s'"'ros gnade,
iNa rua do Queimado n. 37, loja de Ta-
zondas, vende-so un escravo possante, pro-
prio para armazem de assucar ou oulro
qualquer servico.
Vende-sc a safra do ongenho Pirapa-
ma da comarca do Santo Antao, avaliada em
2,200 pues do assucar, e Iraspassaso o ar-
rendamento do mesmo engenho ; vende-se
lamben a boiada c parte de oscravos : quem
pretender, dirija-so a esta praga, no jaleo
do Carnin, em casa de Joaquim Manool l-'er-
roira deSoiiza.a tratar con fuilherme Co-
mes deSiqueira liego.
s-.t.!.t;.'..-Ti-4.t.-r'.'.-.tii;a-:.ti-^;ir;T)
... -. -- ...v
A 1,00 o corte
Vendem-se cortes de chitas lar-
gas com 10 covados pelo barato pro-
co de 1580 o corte : na rua do Quei-
mado n 10 loja de Leite, Arlhur
ftC.
llons escrvos
Vendem-se 5 oscravos de idade annos, 2 moloques ocas o 2 oscravos para
todo o servico: na. rua das Aguas-Verdes
II. 16
-- Vende-so urna vacca de leite, parida
de pouco, assim como um encllente hoi Je
farruca, o ao comprador se dir o motivo
porque se vende : quem a pretender, diri-
ja-so i estrada dus AfJFIictos, casa fronteira a
igreja.
Vendpm-so duas pretas de 20 aunos,
eom habilitadas, sondo unta perita cozi-
nheira o. ongommadoira, urna mulata de 18
annos, houita lig'.ira, tambem cora habili-
dades, om preto de m-ia idade, robusto e
i com ofllcio, nm molequo peca com 23 an-
nos i na rua do Cabuga n. 9, no segundo
andar.
-- Vende-se arroz pilado, arroba a 23200:
j no armazem do Sr. Armes defrunte da porta
! da alfandega.
Vende-se arroz pilado, arroba a 2rl00.
o juntamente sacebs de farinha do norte
rom 3 l]4 metida veiha, o boa farinha. por
11-500 : na rus do liangel n. 62, armazcm de
I Concalo At*es lavares.
Vonto-se superior farinha de Mag,
em harneas, chegada ltimamente a.i ar-
mazem da rua da Monda n. .19 : o prc^o he
razoavel.
Vendem-se na rua da Cadeia tic Santo
Antonio ns. 18 o 26, mobilias de amarello
inteiras, assim como cadeiras mui prnpnas
I para sala do jantar, tudo obra boa e forlo,
por preco mais em conta do que em outra
qualquer parle.
vendse, tima oscrava crioula, recolhi-
da, de l.i a 16 anuos, cose e engomma : no
sobrado da iu-rpja do Paraizo.
- Vende-se um oscrava parda com 38
i annos de idade, cozinha o diana de urna
casa, lav#, faz bolinhos o dores, engomma |
alguma couaa e nao tem vicios nem acha-
ques : quem a quizer, ..irija-se a rua do
Collegio, sobrado n 23, primeiro andar.
Vendc-se azeite de carrapato cm bar-
r- o ranada : na taberna da rua das Cruzes
o i.
-- vendem-se 7 ou s pos .lo emberiba,
roprios para maslros de bandi ira, rom st
pal.nos e gi-ssui a sulliciente : em Kra de
Cortas, rua do Pilar n 6.
No armazem de Barroca vV Castro, rua
tta''adeia do Reeife n 4, vende-se superior
linho i'.e algo Jao lira tico o de cores, por pre-
co commodo, para fechar emitas.
.::-}:-..:-:::-,iC-:::-Si? QQQ
A 4J,000 o corte
'- Vendem-se cortes do fazenda es- '-'
J coceza escura malisa la com a lar- <._';
gura .lo palmos o com 10 Covados '.
10 manso : na cocheira confronte a Cruz de
S Francisco.
Vende-se nma mulatinha o um molo-
que, ambos de 10 a 12 annos : na rua do
l'oucinho, casa terrea junto a cocheira, para
ver at as 8 horas da manhaa.
Vende-se tima preta crioula de 20 an-
nos de idade, com as habilidades seguidles :
ptima engnmmadeira, lavadoira, cozinhei-
ra. costureira, e com bom leite para criar :
na rua Angosta n. 99.
e chaos livres : a ti atar no sobrado
da mesma rua Beal.
Agencia ,
da fmidicao Low-.VIo
rna da Vnzala ova
n. 42.
tiesto ostabelecimentocontlnn'aahaver
um completo sortimento de moendaae
meias uioendasparaengenho,machinasde
vapore taixasdeferro batido e coado de
lodosos ta "ian hastiara dito
Vendem-se muito etn conta sapatos do
Aracaty, para livor contas bem como obras
de labyrintho, bicos, rendas etc.: na rua
da Cadeia do Recite priraeiro andar n. 6o-
Vende-se a posso de um terreno de ma-
rinha. sito na rua Imperial, ja prompto para
seedilicar.com 30 palmos de frente e 130
de comprimonlo, confronto a Cabanga, o
una oscrava de meia i tade. muito robusta
o forte : na ru
do andar.
51)3000 entregan 1o-o em liio Formoso a
Jos de Souza liarreiros, ou uesta cidade a
Jos Antonio dr. Cunba Irmaos, na rua da
Madre do Heos n. 3 i
No da 17 de fevereiro do corrento an-
uo, fugio do engenho i urrnhi da comarca
do Pao d'Alho, um escravo de nome Antonio
Cacangc. de idade 38 annos pouco maisou
menos, de altura e grossura regular, can-
gueiro no andar, nSotem barba, tem todos
os dentos, he casado e tem marcas de relho
nasnadegas, foi escravo dos herdeiros do
fallecido CaetanoGoncalves da Cimba; cons-
ta que certa pessoa moradora para as partes
do sol o tem eai seu poder.e desde ja protes-
ta-so contra tal procedimento com lodo o
rigor das leis : quem apprehender dito escra-
vo conduza-o ao refer to engenho, ou no
Itecife na rua da guia n. 64, que sera genero-
samente recompensado.
Desappsreceu na noite de 21 de abril
do correte anno o escravo de nome Floren-
tino, com os signaos seguales : estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espaduas largas,
I es grandes, rosto compndo, olhos cala-
nhos, cabellos pegados, falla grossa, muito
regrista, tem falla de 3 denles na frente, em
um dos lados di queixo tem urna listula,
Invou chapeo decouro e camisa de riscadi-
nho : quera o pogar leve-o a 1'undic.ao da Au-
lo Collegio n. 9, no segn- ror. em Santo Amaro, que ser geu^rosa-
i mente reeomnensado.
Dos premios da oltima parle da tereeira e primeara da quarta lotera a beneficio do Hopilal Pedro
II, eztrahida a *1 ;:
tasasajaw dn p-atias^aaira ol*" mill|o<' feijao, ludo
auim como
2, arma-
ara o "'"" ""'" icijao, tudo por preco ra-
i agradando pafja m "" traUr no armazem' ua ruada
' Madre de Dos n. 12.
Vende-se um atlas do Brasil com o
mappa geral e as provincias pen-iaci : na
livraria Universal, na ruado Collcrio.
O EscnvSo, Jozi Marta da Cna.
S. l'KEMS. NS. I'IIEMS. NS. l'KEMS. >S. I'IIEMS NS. I'IIEMS. NS. l'KEMS. NS. PREJIS. NS. l'IIKMv NS. 1 ItEMS. NS. l'KEMS. NS. l'KEMS N5. l'KEMS. NS. I'BEMS. NS. l'KEMS.
3 ">- 107 .53! i:!7 5| lili i 5| B64 58 1075 59 11291 "? 1199 59 1717 53 1010 59 2116 5| 2362 53 58 2.-,7tl sg 2803 53
5 "'- 98 206 9 15 17 23 22 5 H 53 lili 53 liT 53 76 59 !iT 59 1 .ni 53 23 59 18 59 w "'- 63 8i 5g 8 59
0 53 53 ! .1- 67 58 (iS 53 T'.t 59 1300 59 2 58 24 57 59 50 59 68 ,53 87 59 0 5*
S 53 53 55 >5 TI 53 TO 53 82 59 1 53 . 58 2". SOS 59 53 51 59 70 53 88 59 1 53
9 ."- 53 56 .">; Til 53 T.' 53 83 53 ." 1"- 17 59 29 58 fiT Sg 52 5| 71 5| 91 5 11 103
lo 53 58 O '; Tli 1- 77 53 ST ;i~ 1. 53 23 59 38 '- 71 9 57 59 77 ..- 93 53 13 4(HBa
12 5) 5| .58 "^ 77 53 78 59 90 59 20 5a lo il 5| 73 - 59 s 78 59 98 5- 17 M
IS 53 53 60 ">? NI :.- 70 53 93 59 22 5j II 59 42 59 76 59 62 59 86 59 00 58 29 5
J) 53 -7 31 37 i:l 15 46 17 " 61 58 8 59 8 58 j!) 58 23 .1- ti 58 1.1 59 7 59 li:l 209 87 53 9001 53 21 53
28 53 53 64 53 86 53 s:, '" 1102 > 30 5-5 38 5 15 51 7S 'ir 69 59 88 .1- 3 59 22 59
29 53 58 68 58 88 508 89 ".- 6 59 35 53 13 5| l'J >3 so " '' ">? 89 59 6 59 90 59
31 50 53 72 53 !ll I03 :> - s 59 ,ii. 58 il. 59 :. 58 85 59 11 5j 90 59 12 53 32 59
36 53 '" T 58 !H. 58 6"i 5! 12 59 .18 53 i." '- 59 53 S9 '- T8 59 01 59 11 59 99 "*
37 53 53 75 55 701 5? 96 i~ II 59 11 53 19 53 to 59 91 5g 70 59 95 59 15 99 :w SSJ
:>8 53 59 1 7!l 58 | 53 99 - l'l 5g 2 .".- .1 58 i:i 59 92 5| 81 59 97 58 17 .">- 42 53
11 53 52 58 Sil 53 6 "..- 904 58 21 53 i 58 59 '- 66 53 96 59 8i 58 00 51 53 18 99 15 59
12 5a 60 73 53 SO > 13 53 :i 58 26 58 50 53 1,0 58 71 5g 07 &9 87 > 2100 2 5g 46 53
43 53 "' '.II 208 t "1? 12 53 27 59 58 58 1.". 53 80 51 20OI 59 88 59 1 59 21 109 "J 53
i i 53 75 53 | 99 53 16 5r 15 35 53 t.:i 39 25 > 53 52 51
!l 3i~ 7(i 5 502 53 20 903 17 53 36 53 71 59 TI 20| 80 59 '.1 ;'- 0 :..- (i 53 33 57 59
5.1 "i- 77 8 SI SI 85 .1 53 2! Sf 19 53 14 53 73 53 T 39 01 59 11 5|j .1 59 7 59 43 ->9 6 53
54 53 531 19 53 25 53 21 53 50 59 75 .1? 7f 908 92 58 13 59 II 59 s 59 15 53 61 58
.Vi 53 53 :'.:! 58 26 53 23 ap 54 >*" 77 58 78 :.- 91 59 15 59 12 59 11 59 59 59 64 59
58 ">- 53 34 5a 28 58 26 59 55 59 70 53 S 59 96 53 17 .">- l 58 15 > ,-. 59 Mi 5
62 53 58 > 53 29 58 28 58 63 59 82 ".. 86 59 OS 59 23 5g 17 59 19 50| 58 53 68 59
68 53 !; :ui 53 36 ">5 31 ;,.- :!i 53 6T 58 S'i 53 89 58 99 59 2". - 23 509 31 59 1.11 53 .i 89
73 53 58 37 53 -' 53 37 '- TI 53 90 58 98 58 ISIII 59 27 51 27 59 34 59 62 .53 78 59
7:i *3 58 10 5$ 11 58 l .1- 7j 59 91 53 Ido -- > 59 29 59 28 59 36 59 71 .59 83 59
SI 53 53 17 58 11- 53 59 03 ' 75 59 95 53 i 10 59 31 59 32 59 11 8 81 59 84 5a
M 53 7 53 .il 53 7 53 63 53 T7 "al H 59 1 5a 12 >3 36 53 33 Sf 14 5 86 59 90 59
S!l " lo 58 ;, > >9 56 ''J m - si 53 1102 .*' s *g 1 > '- .17 59 34 59 17 59 01 > 01 59
92 58 .">- il> 53 6T 53 lis ~ S7 59 3 53 1 53 21 '.- 39 11 59 IS 59 93 53 95 99
'.i'i 53 25 '"" 1.1 53 1.0 53 76 5* 89 5b 5 59 10 8 24 5a 15 59 11. 5g 60 59 fi 991 ni 59
:<~ ."i-- _") 1- lili 103 TI 53 77 5f 9S 55 :t i" 11 3 33 :,-? 17 59 .".o 59 I.S '?? !MI V> 53 53 1 Uta
8 - :!ii jI (9 53 1> 1"' 81 V5 1201 59 11 15 103 18 " 53 58 55 59 75 59 -2703 2 53
101 3 .i 53 70 ': 1 1 203 S7 "i- J 5? 1; SOS 20 - 0 56 59 m >- 78 5> 9 3 59
i 53 i i 15 - 7.1 2.; 77 ."ir Hfl 5?) .i 3 14 '- 21 59 52 - :.s 58 61 59 si S9 99 4 los
(i 58 o T 58 7tl .1* 93 .*, *^ U r- i'. 58 - 58 53 53 60 59 62 " Kti 20 " 95 1.; 59 59 ,5c 59 14 53
s 48 5 i 7." 103 80 53 '.H ti '" 16 ' 20 >- 55 59 (.1 58 63 ,'..- S7 59 35 18 59
IJ .">-* :~ 78 "- r--' " 1(1 ' |0t 10 59 _!U "'" 31 53 58 5B 6.1 - (.8 909 95 96 21 59
1 1 i- 53 53 H 1 53 85 58 "> 5q 20 59 25 59 1.) .'.-- lid 55 64 W so > 96 :- .18 99 59
20 S| 53 53 83 '- ss 7 58 21 .">- 11 ."'" id ' liT 5g S-2 39 2503 53 M 23 59
"- 53 57 58 s-( 53 VI 53 15 Jii ! 11 58 55 62 7(1 83 59 i 59 s 24 59
J7 bZ 59 53 til 53 92 >~ |s 58 07 5- O "- 1 i .'." MI 5* Ti 1 * S'.l 5fi 6 59 19 27 53
30 .">- 61 58 OH '~ lili :- - 1 ."1- .'. i ."1- 19 1* 1 ..- 59 ." 1 53 2304 " II 59 54 28 53
31 c ") 58 615 .'1- 99 ''" 2"i "'- 36 ' 50 53 48 :,~ si . > 79 >8 / .".> tii - ..". .11 '9
;;.'. .'>" i'7 5) 17 53 S'KI 29 ..*- M .1- "l .- "il 1005 SS 105 SI Sg s "'"* 17 - 59 TO 59 201 59 37 j3
17 ?y t,S - 19 53 '1 33 ,13 39 ."iT 58 .._' 58 91 53 82 59 11 ,'."* 2 11
19 ^ 70 53 -: 53 1 53 15 le '" (.2 : .".'.i 53 92 :'~ s'i <~ 12 . 28 '; T2 12 -
50 13 7:i i 23 ">S s :(i lAOg 50 59 61 .1? 5-i 33 S") .11 ''- 9 los 11 53 :.ii 5f 70 :,- T0 .'>- 91 5s 05 53 16 .,, 34 59 70 59 58 51 "9
58 S7 5:0008 32 58 II 53 '-' '~ 59 53 T! 59 Ti .V? 99 53 96 59 59 25 59 83 53 59
59 53 S8 58 ::i, 103 1S 53 11 60 53 Ti 508 Ti l'ill 1:0003 !iT 53 2T 59 12 59 85 "- 55 59
(O 53 96 58 .!T 53 -Jl 53 54 53 li.! 59 75 53 TS 58 II 53 2103 5g 28 59 :i HMir ST 53 59 59
63 53 103 58 40 2OO3 2.1 53 56 53 63 53 76 53 82 .'r 1- 58 8 53 39 59 18 *>: 88 53 69 59
lili 53 ti 53 ;i; 103 21 i 53 ti ".- liT 53 78 5a ST 53 20 58 II 59 11 Sg 10 5g S'I 53 76 59
os 58 lo :.- !T 53 27 58 58 59 73 53 so '.- 91 5 29 :,- 16 55 45 59 r. 94 5a 78 5a
72 58 11 53 53 53 :'. 53 59 53 T.'i 59 81 58 '.i7 59 .11 53 2T 39 47 59 55 59 05 53 8 59
7 53 16 53 .*iT :'~ 35 53 01 53 76 59 XI 59 1708 59 33 53 28 59 55 51 59 98 99 8!l 59
75 >- 1!l 53 51 :,ti :,.- 58 07 59 7S 59 91 58 10 5g 36 58 29 59 59 I"? 01 59 280 91 01 59
86 58 22 60 53 59 .'- 7j 58 7t) .1- !'7 "f"1 ti 53 37 58 13 59 60 59 62 59 1 59 02 .-..-
' 53 93 53 62 58 60 53 7:1 5? 88 5| 98 53 14 58 39 51 38 53 61 59 6 i 53 2 53 OT 5a
95 >c 25 V5
'>
1

*
PDUf.IIF, DEM. F.DE PARIA. 18I8.


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EO66U0TFJ_5H6XD2 INGEST_TIME 2013-04-24T15:34:40Z PACKAGE AA00011611_07079
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES