Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07077


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Full Text
ANNO XXXIV N. 124.
Por 5 mczcs adiantados 4$000.
Por 3 mczci vencido 5$000.
\ I DE JIMIO DE i.
I
Poi fj i il iptor:
ENCAHREC-ADOS DA SI BSCRIPCA'O 1)0 NORTE.
Pararnos, 8r. Joao Bodolpho Somea : Natal, o Senhor An-
linio Marqrita da Silva Aracalj, o Sr. A. da Lemua Braga ;
* 'ira, o Sr. J. Joie da Oliveira ; Maranho. o Sr. Jos* Teiieira
da Mal* ; Piauhv, o Sr. Jmel Joaqun) Avelhno : Par, o Sr.
Juitino J. Bamoe ; Arnasooai, o Sr. Jsronymo da Coila.
PARTIDA DOS COR REOS.
O.iil'1* tOO* O-tlIiH, || i a) m.M.. Nori- .
i- w'i Gotanak Pali d* n. secarn!
. \ i;.''i'rr.,. It.pru; i. Cru.ir, Alln.'i,
>. I *f* ''"' 'l'AII,.,, V ni.'h. I.nn.....r
>!*, \HI--IM'.. |. ,*M, Ouci
Ofeo, Ipojaoa, &cr*.a.a, I to r .nn...,., Ua, Barctiirot. A.ii.-I'ret
riurnirir*. < .Y,..,/; itaii^fe.ras.
(TadMMMfl..... |'iil"'i *.< tu ht.<* tu mu}**..
da.
* "iiii-ftini,
e aranhaM : na irrc'-^ira-
, Brc-j, Pcsajmira, I **
I.*" rt .- .(.iirM.-tV
AUDIENCIAS DOS TRIBUNA ES DA ( API I Al..
Tribunal do eommerrio : i^Runthi quintal.
Re la cao .' terca feirai a Mbbados.
Fazenda : quariaf a Mbbados i 10 horas.-
Juio do cornmercio : ifRunda ai 10 horaa t qulmai ao mil* da.
Dito dtorpbaoi: afgundaa e quintal ai 10 hora*.
Primeira vara do civel : icguoda aatitai ao tneio da.
Btffunda vara de cual : quartai nbbadoi ao meio da.
EPIIEMEHIES DO MI / DE II MI.
i Quartn minpuanta a* B borai a 2 minuto* da urde.
11 J.ua nota K0t '27 minutos da ti rile.
18 (Jtiarm cfseenn* as 5 borai 55 rninuto< da manilas.
Jii La chela ai fi botaj e H mmui>da manbaa.
KKKAMAH dk iioje.
Primrira ai H horai a .'tt minutos da manbAa,
Segunda ai 8 horas a.' minuto di tar-j?.
DI VS DA SEMANA.
31 L*9ftunda t5. Pclronlla trie 5*. I.upirinn li.
1 T > (.hi.irn. >. V 'i.ri.in.. pmb. ( IV-lr, MOfi \tMS nim.
;t Outiit a entnlsaa tala >. corpo dcCbrulo.
I Re, t. S. Murino L'. Ss. Roiilio r aciano mm.
5 Babbado. Ss. Xir*. 1>. Ap|totuno, /m lides e Mareta mm.
'"> Domioyo. S. Norbeito b. i Ss. i i&iurgio e CIjudio bb
E.NCVKREGADOS DA SUSCUPtA'O DO SUL.
Al.iftoni. o Sr. Claudino Faleo iiai; Babia, Sr, D. Duprad
Rio deJdiifiro, o Sr. Juao i'creira Uartim
EM PERKABUCO.
O Proprietariodo DIARIO Manuel Fiueiroadc Farta.oa ra
lirraria, pnta da Independencia ni. t 8.
PARTE OPFICIAL
QOVEHNO DA PHOV1NG1A.
LE N. itT.
Knvcnolo Aueulo do MasalllM laques, preai-
iUiMb da proTincH de l'ernafnhuco .'
I tu aliar a Indo 05 blra iV-i.I-iiv.i provincial deerelou e cu aancciouai a |
ntalacjii .c^uiute :
An. I. Fw* cread 0111 municipio na fraguezia de
I lores.
Art O 11.1 1 inunici|ii.> ae compora'da fre-!
.MP/1.1 rt1 inesmo nomo lUCiaMte, a frac^ao da Copi-
11 ale o l'o>;n da Crui, e daln i'guiri' rumo direilo!
pira o poaulc ale a faaenda Ju ; dahi pelo riacho i
ata Viv Mima al Maulada doa ||m. ; servindn o
tueiinn riacho de nvi-.io entre o municipio da Villa
delta, llorar, a partir da referida (azenda do
Jila*.
to qae me cab apreciar, qoalquer que seja a pesio por livpothase que ell i;ora ainla, para nrorar
que o lenlia pralicado, eu nata rociio ante considera- que amia aoim nao fra lgalroenle feitu> u con-
.;a-> algnma para que eu me nao ciprima pilo modo! nal"-.
que ciilend.r que l.e conveniente. o Sr. Larnciro da Conha :Ea tinha ouvido
u ar. Larneiro da t.unha : NlOgaem llic uega mal.
a5edi,eito. O Sr. Snuza Res :_nao foi, Sr. providente, ad-
qaaliiicacao de HageMgen lerii m I'm Sr Depatado .Nao foiadmittida .' E111
Anida,Sr. presidenta, anlea da entrar na aprecia- preA n.io e-la' lioa.
r|aa tira .1 ilu '.' que nilo he prMill a con-.
do) ae piKln diier a reapaila delta qn o enipreitei-o a eooc asi
ii.in lem o direllu deabuaar Ea moitrare ao no- ourreacia
bre depiit.iiln como eontraio aniuri>a lodrn0%abusos. A concurrencia be sampre preelaa a' refocilo de
" Sr. 1^ 1 icio l.ao : Da-lliaal o direilo le a- t...i.i-. ,1. obras publicas, nem prooisa meamo que .1
*^r- tai o dua, o li.iui .pii-.i ii i'i 1 pira rcconhace-lo, "
<;ao dos argumento* produaidua em op^osicJIo ao que
a disse, dero (azer aluumas roosideraems a onlro
resneilo.
Na aess.o, creio qnp do dia II, en fu um reqne-
rimenio ne-les termo : (l).
e R'quairo qoe ao Eim. prrsidcnle da provincia
se peca copia dos central"- feit> Josu Maniede Al-
ves l'erreira e II. A. Uillet para o lasimrnlo das
estradas entre o porlo da lamaudarV e a marsem do
rio fia. de Pao-d'Allio a' Na'.arelh oda encenho
11 Sr. Sania Res:Eo admiti a correrr.lo se o
obra deputaio a qoizer nbatitair por outra.
O mesmoSr. Depolado :Nao Ikuvc cuncurrou-
cia ; na- nao Coi adinilldi, n.'m.
OSr. Suata Res:llein ; nao liiure a coocur-
renea,
O Sr. N. Pottella :Na se empregaram os meios
para que houveasa.
O Sr. Sour.a liis :K nao lioova a concurrencia,
porque n.io >e procurou faier cora que houvease
ri
Ar'i. :!. 1 .caro ravogadas ai disposico em en-! nos '"Jo"" 1"' estados previamente te fieram,
,r|u_ 1 quaea lorara aa bases que servir,un para se calcular
o valor das mesmas estradas e se fui ouvido o eoaae-
Iho director das abras publicas, rtincltendo-sa lam-
lim capia do parecer, se boov?, o das propostai que
ii/it.ii 1 os omproiarios.
limh ale alem do rio A'arif ; heir. as.im que poMaa s,b. o nobre depulado e san a casa que a
1M1-- ,..f ..__ .. .,.. J._ ____:_____._ __ 1-_____ ^_.....__ ... _'
Mando, perianto, a todas ai autoridades a quem o
ronueciuieulo o es.ecuc.ao da presente re-nlnr.i 1 par-
leucer, que a cumpram e fac.am cumprir tao inlei-
1 inieul* como licita se coiitem. O sacrelario delta
provincia a Tara imprimir, publicar e correr.
Talarlo do c voino de Pernainbiir aos -Jli de maio
de MB, trigsimo elimo da iiidependencia e do im-
I.....i\
L S.
Banvenutn Aogustn de Migalbaas Taques.
Sellada e publica la
Sr. pccaUanla, eu nao eelav na r^t qaandovia-
ram essas infomia^oaa, porque liva -prviqos nlia profissl. fura de.la rapisl nos rilas I j e lt ; no
eoncurraneta u.-m cato nata podia dar-se senao d-
(*"* tue o govorao lie^sa amiunciar qu. te liaba
da elTaelaar taca eonlraloa, e que aiuelle a quem
ruuvie-.e fae-lus apparecesae ruin sUas propuslas ;
mas uau fui por esta forma que se procedea ; salie-
se que oSr. Mimede iiidepeiidenle de qualquar re-
clama do nvenlo fni por si quem .0 leinbrou n>
apreaanlar una prnpnsla a' respeito ; aquella idea
niesmo nao parti do governo, o governo n.io labia
OSr. jl'.i i; ;< Kaphael :Islo ira noandos qaaodo o nobra 'tirector das obraa publicas fui o
racoma empreta no valor de ">? cuntas de pnmeiro a ruulessar que alo tinba feilo esiudoi?
res. :-r. presidente, cu nia su romo H poasarq rootes-
O Sr. Seaza Reis :Ea njo posto admillii este lar o argumentus qoe'ou lenfao produudo nc-ta c-
........ argamonto, por que o f,ir',n hoste; que se adan- saemopposi 11 intraloa, aam ao demonstrar
i) >r. >ni;i liis :Mas, ,--r. prasidente, atando o nem croio que qaem psl.j.....lorivi lo a mm lar la- lar im it) eontos de reia p ira aeren) amortixa los na ame- ,|? tu que 01 estados previos n.io s3o ueces-
J" ,," "'"I1 ',"rur'0. eu direi qae qniutu a ealra t aer obraa publicas, .1- 111 in le I er im previ linale r iiAo ,1 ."> por cenia, d'on la -- sagne qoe a rjwanti 1 nos para a .iiri-rcio P orcamanto das estrada-, por-
delaodAIno, ainda nos sabemos qaal ha do saa termo ; maa qaanto a estrada do norte na ae arcumontar contra lelo I cantos de reia. Eia porlanlo a basa qae ea rar d......i argumeutas vio oealbar ahi; e per ex :
sane, porque ella tcm de ser Oa lo anda em um I O que ha verdad.....|oa no poila deixar d sCr lenliu, a baso que cada um de us tem. para sebero este arRomento agora oflerecido do qoa o terreno da
ponto comprehaiidido na extaasao de i legaaa. I considerado como regra geral para a foltnra d.....las valor da obra, nao ha oolra, o o valor de Victoria he maia favor.vel, falla ua sua
o sr. uetio Kege Kaphael :-4) governo he qaal aa obras publicas he, qae se des.....tabeleeer acn- que Ibe o hale luir. para que o nobre depalada provaase lirar-mo agorados de reis, os tn conloa litar m estad idascontratadaaeqaeporiste
U 9r. Soau Keis :Pardoe-roe ; nAo ma serve o qae a eoncurrenea 1......1 neeessana para as em- doris nobre depolado diz serem preciaos pa- bem pode a man favorel seja ainda
scu aparte, porque des le o inomenio em que vi o prefas, sena nee.essann.que me mnstrasio um artigu ra as pontea vem a licar nrlO conloa de rea, loe di- oten lendo-qat a braca delll
pre-ideiile da provincia laxar eonlraloa da nalorna de le qae:a .. lazando o nobra
iie-ias que sa diaealam, nia posso esperar senao potado, eo continuo a luetanlar com (oda van
qae elle Continuara a abusar... (Nao apelad n
Camota pode eaperar ororreciivn da parlado pra-
sidenla detarmiuaado o ponto em que lem da termi-
nara airada de Noric.se dasde j* desconfi do- ibu-
."> que te cuniinuarau a co'nmetler como coma
queucia dos meamoa contratos ;
|)iz-se no contrata que a estrada da N ule ler., n
1 1 a concurrencia he tiecessari 1.
II 1 ain aparte,
O Sr. souca Rea:A consequencia he, que ncsla
parte .leve -t ie applicavel o que he eppicavel .1 -
arramal
Mas, -.'niiurr para que eatarm pela
prupn 1 le e ni i.iiu ni nobres di pula 1 -
nomi ro de I r..._ is, q ie catcul 'i em
as estradas vem rada braca costar modo mais
mil rea, pusl 1 ali
.11 \-- 1 orlante \ Es :. S-. | resi l< nle que o no-
br. depa .< i. eng 1a iu-so no seu calculo,
OSr. eo Kaphael :Nao me ensae!,
!"-''! senfio mono-.
O Sr. Mello ite : l'is-o llie asseve-
.
O Sr. Suuza len : Como, o nao fi/erain-.-o
o -111 loi
o Sr. Mal 1 Rago '; iphael ) : EnlSo nao pos-
dia 17 sooLe que es-.is iiiformacatas linham ehegado, de couaa alguma, fm o Sr. M imede quem imaginou
e qoe a' reqiierimeiito do ir. Mello Rege Raphael levar a efleilo as cstiadas du norte c de P.iu d'AlllO,
tinhara idu a imprimir. Ellactivarnenla 110 ova 17
enl.lu apreseutou-se ao governo fizendo-o arcur-
praeente re.oTut 10 neata se- I al,nar,ceri,ln impreasos diversos documentos relaiivoa dar do laibarKo em qoe jazia a respailo das obraa da
.manado governo de Periiamburo aus 21, de maio ""' cn"1"1"'- mas eu nao ,abia e nem sci anda provincia (apoiadea e n.io apuiadu, apresanlou-
de IS*.-Jo.e Rento da Cunhs e Tigueiredo Jnior, ''"' f" """'"" ('am os unieo. que o pro- he .. pr.posli que pde..te aahmetlee a cmsi-
-er'el.i.iii do governo. I sidcnle rcmelleu. porque eu u,1o vi os ilocomenlus lerai.a > da reparnc.lo das obras pubhcas contentan-
seu lermo do sepac* eeaapreliendldo desde alem do instentadore- : 1 contratos, .e v (i
rio iraripe al o engenh Bu. a coneuri >n :\ 1!
lia pr.cisu, Sr.presidante.nJo (sr o menor roohe- O-Sr, II iaaP:Eu sume regulo
cimento dessea lugares para nao saber qae esse es- di udo u re^aUmeiilo da* obras p
pa.;o eomprehende doas taguas. oa- .
O Sr. Mello llego Raphael :Urna lagaa,
O Sr. Sania Reis: lua legoa nao, pordoe-me la qoe est ain vig 1
o nobre depolado. Do rio Araripe, que he jaula- O Sr. Mello Heg.i Kaphael;:lleva si
mente na- proimii ladea da Pasmado, (uianna la-I OSr. Seuza II '-: Kut 11 como prescm )l- da con
zam 6 taguas ; ora, de Goianna ao ii.. I(apirema| correncia qee 1 1 exige "!
depolado he que ea I m 1 lo por base am o ler am coali cimenta pela inspecr,Jla do lugai .'
N Iba i ;a lil -1 a !u- le||M ;
OSr. Soo7a Reis :Oh Sanhores, um engao O Sr. Sou/a Rais: E de Igoarastu' al noudo
no cooli -se aduiitlir um arrmenlo com lem de terminar estrada do norte que d-tsiuia
11 lluro : i na 1 hc
I m Sr. Depolado :E 1 m 11 im| ISr.SI lio Reg Raphael : II; de quatro mil
tant.
II ri< :Sr. presdanle, a n O Sr. Suuza fiis ; E .1 nobre deputado slu-
O Sr. Soozi 'niiil'i ausleu- lo nolavel qaal reuoa comprehendido o eapaco de
Registrada a II 11 i r. do livro i de leis provinciaes.
Se -retara do governo de l'e. uamburn aos 2b de maio
do lsji.Francisco de l.emoa lAiarte, escnplurario
da quarta iecrao.
que pela presidencia nos taran rem-lli os.
O .'sr. Mello Reg Kaphael : Eflata na secretaria
io-se apenas cum as infurmaraa dcaM mesma re-
iarlii;.lu, e, Sr. presdante, eontentando-se da um
O Sr. Souia Res : Nao edao ; la' me disieram molo beaa reo-uravel, porque se ao menos o dlrec-
quoestavaiu na Ivpngraplua. I lor das obras imbicas nao tivesse faito considera-
O qae be verdade, asarero, lie qoe eotre esses do- roes mallo importante., mallo valiosas contra e-a
cumenlos nao vi o que cu ped relativamente as ba- proposta, ambara toaos de opima" qocsn aeeilaaae,
sea que servirn! para calcula- o valor das estradas eu dcsculpana o admiuiatrador da provinria : ina-
aeotratadas, sendo qae por ignora! estas bases, eu nao obstante e-las consieraroes inulto importan-
Dizeodo a i: 11 11 nobre depol ie que as se re,-e
1 regolamenln, eu noto que .1 sua spimn nao
iproveila, porque o proprio ret;. no t*l. J que
Despacho! do da 2"> mato de 1858.
Requenineutn da Antonio Teueira Peuuio de A-
breu e lama.Oll'erecendo--e para servir no eser-(
rila \iireaenle-e a insiiecr 1 110 noirtei eene- pnmaira oceasiao em que me oecupsi deaees con-, lea do director das obras publicas farendo ver que a
ara. aiiMIIJLIS e a roaaaweao M qoarlel Rene- | ,ri,,0,, 0, ,ia preeiei i-el.. I...I0 .la conveniencia, proposla d.vi, r aceda m lae, t.e. .,.0,1,1,,.,-
D1I0 de Aiilunio Viclorino Pacheco.Arrematan-
te do qnsriu lanos da ramiliear.io da estrada do -ul,
pedindo o psgaaaeote da segunda prealacn.Re-
''lii lo ao Sr. inspector da theionrari provincial,
porq
realmente eu nao sci como podarla oceupar- catas 11,1,,, lo a taha de i-(u los previos, qaa alias
m desla quastio, nao tandeos dados precisos para i mn.iilerava muito neeessin.is, o speoas deacolpan-
aval,.r ie de farlo as e-tradas foram contratadas pelo do aera falta pela deliciensia de en-euheiros. ('/
precu mais razoasel
O Sr. Carneiro da Conha : -As liases do orrjamen-
pra mandar pagar a segunda ureotaego requer la. ,So 3< engeilh(lro ,., n, 1Ileu-,e
Z. a '" ,Ue ''"' '"' "" onhecimenlo da, cousas. P
i. ." j. n .. ji f* j- ^ ^r- Soma Res : Nem rom o met poilidn se
IU o de \r.ano Fortunato da siivs.-Pedindo .., e, ,r f
m ,le a,l,a lar-lhe urna trestacao Inmeslr.,! da sl, JSCf ||a, ln3> ,., '
ven.aoeo re da a. supphcanle pela la. provincial ,,,, J re,lJcllle ,, n.
n. un, ansa do sairstaiar qs arranjaa ato ana viagem nisira-laa"' '
para a llalla.Nesta dala se espele ordem no
nlo eaa qoe reqaet a sapplaCaute.
Mw de hic-no los Martina, ei-grumrte do liri-
g'ia e-rona \iugii".Pcdiude pa'sagem para a pro-
viaeaa da Baha.l.ingio-se ao Sr. agente da com-
panhia de paq:i*tes a vapor.*
lulo ,|e rirmiae Barboea da Silva, preso para re-
rruia.l'e lin la ser consirvado em custodia, alim de
allegara isamao legal do recrulauaulo.Concedo 8
da-.
Dito da Jacmllio liarlio-a Maciel.dem.Conce-
do K das.
I '1I0 da Jacintho Tellcs do Audrade.dem por 1".
dia>.Concedo.
I'itn de Man,..I Anlui.ii Mcnlriro de Andrade.
IV Itodo -er elimina lo da Hala dea jurados.Nao ten.
lugsr, vista nao ler sido aprisenlado o recu.so no
piare da le.
Hilo de II. Msria do Rozarlo de OltveJra Mello.
oyreaMera a cad.ira vasa d- primeicas letras, .ve Nea-
ia !'iobo.a d O*, danio de auspeito ao esaunua lo
Viente l'erreira de Siqoeir.i Varejao, o
O Sr. Mello P.ego (Raphael);Eu apresentei-as a
casa.
O Sr. Souza Reis : He a respaila que o nobre
depulado ma devia ler dado, e eo a aceito agora ;
o piirrm lie sacio qoe pela presidencia ,1a provin-
cia nu foram ministradas informa,oes a esse res-
pailo.
0 Sr. Mello Rege Raphael :Nlo podia porque
Data llllba.
O Sr. Sonta Res :Podia, porque segundo o meu
requariiiieuln devia alie enlender-se com a reparli-
i;io das uhras publicas, .-u Ih'as poda ter roinia-
irado, lano qua o uubro depulado as den a' casa,
coinu acaba de dizer.
Eis paranla urna das rates porque me nao oceu-
pei da quc-liij |ielo lado da conveniencia, n que fa-
rei boje m aisla da. informacas qua foram dadas
polo 11 .dir deputado director a. obras publicas.
Sr. pre-ioenle, o uosso nobre cdlega,. o Sr. Car-
". neiM da Uanabs, dis. qoe t luerdeme d., provln-
' I ra eitava aulurisado para reahsar os eonlraloa que
lal contrato Parece que o admlnUtradaK da
provincia devia ler pasado lien, taes OOnsIderacAes
para que 11)11 reoliasM logo essa contrato, e enUii
devia cora 1 proposla do Sr. Mamede abrir a con-
currencia ; he assini que -e lem procedido aeinpre,
nobre dtpuladu que he o director das obras pu-
bllca sabe islo perfeilameole.
I m Sr. Depulado ;por empreas nunca le lite-
1 ,111 uenhuin-ii.
O Sr. Sonsa Reia:Ouaudo por sxcaipie ha a
encampai;,'io d. alguma obra e alguem ull-rece
proposla para leva-la a elleilo, rr.auda-se adnntlir
essa proposla como base para 1 anemalacao da lal
obra. He islo ou nao esaelo t
OSr. Meilu Raga (Rsphael):Em arremala-
fiato he.
O Sr. Souta Reis Nao lacamoi lana ils|incr..
entre arreuialacao e mpraza, qoando a lei a nlo
tu/. ; qu.iurio a lei manda applicar a's emprexaa la-
do quinta Ihe pode s.r ipplieavel e que se da' a re
paila das arremalacooa ; porqae Invern de fater
e-sas disliucroei .' O nobre deputa lo sabe, que no
arl. 43 do regolsmento das obras publicas se diz
'l io irat) sogeiloa a todas as obriLMces dosarrorna-
lanles...
I.'ma vot :Ouem '!
O Sr. Souta liis :O emp.eileirai.
(luir voz :Na,, aa empreot-e,
O .Sr. -son/a KeIS :Eu na,, s( i que dislincrau
I mais be esla. Pois o mpreileiro n.iu he o qoe loma
p. ]". Irala ,1 is empret is est :e
idea previos, orc-nueiiao, plana etc., como se
ve du cap. |, ruja epigrapllC lie : ti alalun- prepa-
latonoa,ese refere a todas as obraa qua aa de
fater assiin por arrem iticao e a l,iiinisli,,,;.in, como
por empres .
rno \
' sr. i ;; ip|| .1 : __i ,nil paiira.
0 Sr. Souza He s :O i re lepnlado nao he ca-
me ,-',. n 1 me m adra ne i
lalo g .r.llli:.! ilo.
1 ni sr. Depolado :Va a iliesaoraria.
o .-.. -.,.1/1 l ;. : \ |i, mrari, tai
lian,a le,] 1 ,. ,ei, mi,| digno i i 1 it
qoem es su. a li ,
O Sr. .Mello Keg Josq, 1:11 :Est engaa lo. be
du regulamenta.
Osr. Souta Reis: 11 nobre depulado ho qae es-
ta -i,
I m_.-sr. Depatado:O orramenlo fui dalo para' o Sr. Mello Reg Joaquina :Quem esta'enga-
ia 1.1 .i, b-ae.i.. nado he o nobre depulado que sin' argamentando
o Sr. Souza Res:Nao f, lal mea ootlega, pe copeioaameato.
loe, o empreileiro nSo coulraloo fazer SflO tirara- O Sr. Sauo Reia :!) senhnrea, dizer-se que
omento, coulralon faz ,r mullo mais doqae islo, nao e-t,,,i arguinenta ido capciosamente, qoando eu ar-
bemeasBe quanlaa bracas val l-ver. Diga-me, goi.....ilo rom as cifras, quaadoeo a'Romenln rom
eu. qu -nlo e-ia' ,,i,j, i, |,|, ., ,.|,ra '.' 1 nu ,-oiilieciinenin da lo lo- !
O Sr. Meilu Reg Kaphaelj:Eo ealcoio em 5'J OSr. uscimeuta l'ortella:Cunlinoa que va,
r Hito- ite ,,.|- iiiuilo bci I,
0 Sr. Sonta Re*:Mas, ae na hoave orramenlo O Sr. Sao u reilo pe!" digno
eomo poleo nobre ttanolado fater tole calculo t a iusportar la ll.eroarana provincial
pode dizer .alo. le). ,;;,.., :l v. Exe. ana sa .el ultimado
1 Vrt 19 do citado rcgulamenl". com o HMnlieiro civil Josa Mamada Alvos Eerroi-
,1. DiscripcaecirrumstanCM'la da natnreza e ra, o contrata da obra Oa estrada de Pao d'Alho a
qoaModa d. obra am lo-las as anas parles com de- edad. deAazarelh e decn, on.ueai,
1 c. .:,,. eoul irme 1 condi
do paisana Antonio I r.iun.ro de Atevedo, ders o
roinunn lanle da guarda du cumulado.KerucKido
ao Sr. |r. rhefe de policio.
Dito do Dr. chafe do palela.Sdicilanlo o paga-
maulo da despeas qae se fez com asstenlo dos pre-
h.es dacadea da Olioda.Remedido ao Si.
rasassoolav da Ihesourara pruvincial, para mandar pa-
Dito ,ta inspector de Siudc Vpresentando a fo-
llia dos erripr-i,l"" do hospital provi.cirio do Pina, e
o csate das despeaos taltal com os .lenles tratados
no ananos hospital.Remedido ao Sr. inspector da
lhe-ourria da faieuda, para maular pagar, e-la,na
no. (erutos tagajos os documento, tonteo.
Dito da inspector do arsenal de marioha.Apre-
venanlo pan -er paga, a caula da despeta talla com
os. pararles engajod ,s para aquella arsenal, os qo;.e
tonel et presntalos 1 21 do crranle.Remedi-
do ao Sr. inspector da Ihcaoururia de fatenda, para
mandar ,111emnar n a,seal da quaulia de que e
Irala. aqaal sera nppurinnaine.ile de.conlada dos sa-
linos dos operarios na forma do respectivo contrato,
TrlIBTJNAX. DO GOMMGI.CIO.
SKSAO JCDICIARI* EU 31 DE MAIO.
'rc'tdcii' ia do Hxm. Sr. Ucsemb'irgador
Souza.
I Itaram os Sr-. dcpulados llego, l.emoa e Ramos
e S'lsa.
Naai bouve jalgamanl.i.
Pausaoem.
Appellantc, Itaaoel da fooseea de Araujo l.ima ;
Appellados, o le.tamenteiro curador de Du-
inmgus Anliiuio liiiun (,,u)a,ae..
Do sr. desemhargailur Villares ao Sr. desembar-
ga lor Silva lioisoarAet.
Nada atis huuvc a tratar.
O secretario,
Di. Aprigio fiimarr.s.
psniiuuijco.
O Sr. Mam el Porlalla :Apoiado.
O Sr. Souta deis .guando auslenlei Uto, disae
qoe quem quer que usientava a validada desses
pora se reahsar com elle o entrlo, e rcalisa-lu de
urna maueira...
Eu, n.io quiten maii fallar no fado do adiaman-
to do a-s-mlili:,, mi. ,iev fallar anda da preripi-
conlratoa nao sabia em qoe I* 1 se fundara o pre.i- I laca, da presidenr,,,. e como prescindir de-e ad.a-
deule para tate-los. e qu* as-im dizia porque, ora ment, quando, Sr. pra.idenl, (ando osla ca-a
ae me l">nlava a le ,1. M> qoe aalurisou o em- pira sa reunir, nao havia dillicu'idade alguma, n.1
presumo de WW conloa, ora me indicava a le lima embarace alg'im em o pretidenle no .eu
regulamentar das obraa publicas, e qaa ale um en- relatarle d,s.er-nos : o Sr. Ma ne le ba proposta
gciilioi.o da provincu me luvia dilo qua a aulunsa- islo, quer farer este contrata, eu acbo-o bom so-
ta,, eslava na lai du orcanienlo vigonle. o que achaes (Apoiados).
Cum ralacAu ,, le 11. J'jb, eu di-se qua ella nao
tazara 1 legosi ; do rio Itaptr.....lao ri Un tazam I
legua, -au por conaeguinlo 2 legass o que se deve
contar do liu ao Ar.nps. quo he o que falla para
comoletar aquel a- fi lega ,-.
Nesse espato que vai do Rio Araripe ao ngcnho
Ilu' ha un., gnu le parle le terrena peasimo para sa
htr orna .Irada, h 1 porm urna parla mallo boa :
e, Sr. presidente, so u uao posso idmittir a intar-
veiicao do presidente da provincia eomo correctivo
au abaso que se pule lar a nao detarmlnaello di
le, mu de-.a reliada, desdo o momento em que ello
resinan um contrato dea.a natoreza, a devo des-
eonOar que es-e ponto qoe se lem de determinar
ehoRoe ot nuda mais conveniente toras empreilai-
ro '. Por ce, lo que -un
I ni Sr. Kepoia,lo :F,u uau m- encarrego de de-
fender aqni n preaidjenle, mas nesta parte nao,
O Sr. Souza II",- : j,| eu quena lirar .al,,. Vemos que nao -" pode taler-
niinai precisnmenle qual seja a evlcus 1 da estrad.i
do nnrle.
O Sr. Mello llego llaplnel :_\,,, hi lal. pde-
le mu,lo bom calcular, alo pouco mais ou menos
I a-jlK) bracas acuna do rio.
0 Sr. s inza II-,- : -liu n nobra I iputodo que se
podo calcular, mal na 1 he islo o qua cousl 1 rio eon-
Iralo ; hc a este qoo eu me reino e .1 q .e nos Boa
devemns referir.
Coaclao, pois, aue nlo pudendo saher-se qual a
extenaao da eslrsTa da norte, porque filatera I,
terminar em um puno no grande capar 1 de 2 le-
guai ; n,i,-. polo saber tambera qual a (lespeza lo.
tal cora essa estrada. Como pois saber > so o pre-
sidente comprio cvariainenie a le que dizera o
brea depuiadoi, que he a que aulonsa o coa
quando essa le determina o valar que lem 1
despendido] nao na, nem pone isvcr 1 10 estodou
Anda por islo pois^r.pi dente.se vqae quando nlo so taz o plan da obra, o nem 10, iu !,-.
mesmoatain.2ufiaulor.aaa.elal......trato, hflo tendo Ora, Se. presidenta, eis-aqui n
s.daexocuiad.i iieiineuici-sa le, nlo pule,-' m director daa bras publicas, Uta aferrado.....
rao conlr.iu ser julg.de va nenio ma. nesta parle pondo-o de parle m-
1-1,1, m. pieaidoote, qaanto ao qae disso o nobre I menta para us tozer sentir que. es c ntrato
1""'"1.....' "" !.....
cato a rni.n. .\gora quaulofao que dase 1 oulro nobrs< Ja vC portanl.. V- Esc q, r
oepotado, que r-\, asstulado .1 minha liroila, direi m iitaoVio-se c ,:., o regaUu.enl di,
que me odmirou bastante que houvtssa elle couclui- conlisca q io u.n
' "'" '"-"'-' decala., ,, ,;.- :.., o|:.n ..f-in i- le, pfqo
* ',"12 m"i," "." .. Pr'prio regulamenta, vislu como
"" Me"" ''"-" R'Phoel) :Mas na meima uc- rain 1. i n un oorcamenlo ss faz :--------a quer
eaaiaopeiH a palavra, modei de proposito. mo considerar como eatudos e orr-amento e
atoaliS^LT- -J~-a,I:.l",-"le' ''"'> -1 :""" ','! '"'' l'"l" moreite.ro. he m
esa. eonclofes oa a questao q......1 lem agitad......1 a opimas do nobre depatado qu- eu .,......,,...', '
obro isto nao moroco a t......dar.. que U,e le......., ,,.,, ,.. I, lp LTservir para cal .
clarado do mol de......,..,,... .ciuaoouel,.......na, c.....arme 1 condicos que a-
S f Medida exacta das diOerentes partei da .....Hicio de V. Exc. .|8 docononte
obra.
I un, los i.,.I,
O .'-r. Mello llego (Raphael] : lie tarrenu mui-
. .-i,".
r. Soora Raia : C.onl.ecido como pode di-
iquoo le,reno he cuntiendo para a feilu.a de
estrada lem liarsrom os oslados gra piucos pro-
priameule dito. .'
i) Sr. .Mello Rege ;Raphiel) : Ate o nobre dc-
0 couhece.
-. Sonta Reis Eu poo ennherer um Ier-
ren" ; mas, ,!mr le he elle ou nao favoravcl, c mais
ain la que nutro para c fuer urna estrada, io exige
niai- nu menos dspotas ele. ele, nao nem mesmo
o nobre depatado sem ler feiio estadas.
OSr. MelloR -, .tapharl': Ha estados de di-
ver-. o
11 sr. .-ou', llei-: Estados proprios para se
fiizei orna estrada, e conforme os exige o regulamen-
ta a que lano o nobre depolado se atierra ; Mludos
1 este resuil ido
Art. 19 :
I. Uiicript.le eireemstoneiada da natnreza o
qualldade da obra m loda as soas parles tura ds-
c.araco do mililu de sua exeCOCSe. o
Esto loa dasta nslnreza o uuhro depatado nao fe
por certa.
OSr. .Mella lleco Raphael): Mas agorase
Ihe dissor quo'pu.soehegor a uu.a base sem fa/.ar lu-
lo ,.'
(i Sr. Su/a Bri. Eu acredito muilo o nobre
o leiiiu o dilo e, lo por liador pora ga '''"''' razse para dizer que me mere,-.
" S As coadicAes o elsasalss es......is para ,., ,, qoe Irau .....1, a qaa muita confianca, ajlas en creio qno nao eslou ada-
'"......er a obra ompiehendida poi arremalasao ... ,UlllilllltlU, ,,, tu- :> a .,r,-n.-,r esta -ua derla- .
"" ,'"li:r'"; |( fconl ... re : ,.....'inlo I I.
I." Valor provavel da capacidade oa 1 um, ,., .... ., j.,. ,,, ,.,.
dcada ,, Matame mas parlo etc. -, : ,. ,. ,
- >. i;.- ipiiui .., 1 g,-, 11 qu- lonstra o 01 no contrata.
cainento c.....|il iln le toda a o
Aonde esta islo '.'
Anode e-la --- ; i
N lo ti,, n ira pode isver po
lo 'au
l.m Sr. lia I un-,., du re-
gola,nenio.

" liga ; .......- exi :i
1 leu un da la sem li luco :
. .rio.
ni ., ,,,! 1 coi
-1..: 1 111., .
1 -.. I Culll I-
satos
. :
1 -
. pula lo, lo ta o seu 1 ,c iriu
. a : lie
... g7 mil re-, le-ap-
|oeo contro-
lo ii.iu he con v.-uien!, -.; nem a oolra he o cousoquen-
fa-
dado
I eati a 1 ,> cnntr 1-- las, p
o sr. .11 -lio 1,,-go Kaphael) : Nao be esla a cun- preiteiro e.-a o manos habilitado para tarnerer <
ASSEMBLEA LEGISLATIVA
PROVINCIAL.
ipajlslfl (i/iniN.VRIA EM 20 DE MAIO DE I 858.
Presidencia do Sr. Sarrio rf< Cnmaragibe.
Canclusao.)
O Sr. Snoza Reis:Sr. presidente, naaessaada
da IS live a palavra nesta casa, e tal olqeclo de dis
saas para m,n oa coolrotaS fe,tos pela preiidoncia
e enuT"^'^^.'' ^"""^ """ T.'V.....** "i." -la"liTTn7qa7ra7oclar
1"."..:.!"'.!.."" ,'V*!"" '. '"*. I''-'I1'I0'! que se aquella qoola dada pelo governo ger.,1 ero
favor da provincia ato fotas oflieiaiita para aj ohrai
sr. presidente, eu creio que se o presidenta da
provincia (ivesse procedido por e-te nodo, elle me-
recerla sem duvida lodos os encomios; porque nao
Ss fija t,iu punco casn do valar a que pode ebegar
senielbanle empreta ; e seja dilo agora de passa-
gem, seulinrcs, que fui somente|or ene lado qoe
eo talle, no valor, nao foi qu ral, a inconveniencia,
i porque quante a mim a Inconve iencia nao esla' no
auturisava esies eoutralos, pnrqoo oa ranilla upimao
eslava revngata, a esta respeilo, Sr. presidente,
eo uo uuvi diter-se urna palavra em contrario ;
e-te meu argomenlo au fui meante apreci.ido. Disse
a aiuda susionlo que essa le sala ravegada, porqae
a le n. ;i"ii posterior a aquella I,avia aulorisado o
emprqslimo de 200:000: para c mesmo fim, para que
"r r .".u,." t! "MU" ," """" ,''lur ; '"" u,n l'abMo.'"coraprme'l.e"
^2.^^--'JV!IL!!!-*?JB- '?*. U",a '" Prn!1'^' n "nl"' ''epatado director das obra
digo que em lusis re
de tan pouca imporlan-
po.lerior feila para o mesmo Ira, que ouira nao ra- publicas em b0(l:0iKlj e au
*5*i2U "'.- u SKI;(MHI?, na,, be om fado
A le.....,-i he concebida uestes termos (l).
,( Para oecurrer a- deapezai das obras decretadas
pela lei
do oreaineulo vigeole, quando o auppn -
nenio que l.uuver de fater o guvernu giral nao
saja sullicieiile, tica aulorisado o governo da provin-
cia a cuulralnr um ampraatirau ale duzenlus coulu
do ris, ele,, etc.
Quaea do aa uhras decretadas pe.a lei do orc,a-
menie vigente .' Vejamoi. (l)
1 Eslrad,, da Victoria, Escad.i, Pao d'Alho, Sul e
Nuria, etc. .le. >
Perguntu : -ao oa nao eala'. estradas, do Norte,
do Sul, a da Eseada, e a de Pao d'Alho aquellas
me.mas obras mandadas tazar pela le 11. J'.li;, que
aulorisou o empresi......de bildo conloa'.' Slo ; por
eoosogoinle le, ;i., foi folla para o mes,,,,. li,
para que se fet a le 11. 296.
E nem se diga, Sr. pre-ideie, rumo se disse aqu
em aparte, qoe essa emproslimo (01 creado pela
falla de Crdito para occorrer as ,|espe;,s votadaa
naqnell" anuo para laes e-Irada-, porque para islo
eslava volado crdito pela ciada lei do orcaruenlo.
En. aulori-adoo emproslimo de .KM cantos para
taes uhras ; deuse regulamenlo para a eaecucao
deesa l"i, crej0 nu lempu lo Sr. Kranci-10 An-
tonio Riheiro, uunca porem ella se txeculos, eo-
Irelauto pelo governo geral foi posta a' dispnsirao do
preaiioatada provincia para liras de-la urna certa
somrea, a assembla provincial lando de reu-
nir-e eilraordinsriamente e por oecasiao de e Ira-
tarde conceder o juro em favor da 1 ,,pinina da
mas nao be .niele por esle lado qne laes conlretos
tarase,.; elles s.lo lambem alaeovaia pato toda
,1a conveniencia. Lu me oeenparoi pois boje da con-
veniencia de taes cntralo. ; enlralanlo, em rrsposla
an* Babees denotados qoe discutirn, em npposnjao a
iriim. eu direi ain la alguma Coasa .1 napoilo du pri-
inaim pealo.
Me paree, r. praaidaata, qoe ns orgoraeotoi pro-
du.'idoa por m;m neda casa r..1o foram da-lroi lo
aolorisadaa rntAo, licava o governo aulorisado a con-
irabir o empre-lunu de 2IK>:0tKlff.
Ja se ve portaolo, Sr. pres denla, qoe eleolan-
lo-se em 600 comas pooco m.ua ou men", o que e
devia diiponder con, eas ofc
o iiupie-iiin 1 da luda e.ia
govarao eerrl concurra com ur
ca jiaia que u presidente o resnlveate por si SO,
poudo de parle ludas as disposi^dea da lei a respei-
lo, para que nao viess. consultar esta casa e pedir
mrsmu o aeu assenlimento.
Sr. presidente, eu qaando digo, qoe o proal lente
da proviuria devia proceder por esta forma na he
porque, caso elle e.liva.se autor,sado a fater. laes
eonlraloa, nao o. podesss fazer p< r si <',, mas he por-
qoe aieudo-o elle poz a margeni lula as dlaposi-
Cos da lei quanlo ao modo porque devia realisa-lo
(apuiados e n.io apoiados. A bavr urna dispusicau
do,le,que o eulurisaiae s fazei lies contratos podis
elle abslrabir de l.las as -uas ili.p,,sit,,.-. quanlo an
modo de raali-a-lns .' i,,, d.via anles ter viudo a
esto casa dar-nos cenia disto o pedir o nosso assen-
tmenlo'.' \poi.11l".. A-sim, sr. presidente, e
leoho deinoi.Irado qne quanlo mesmo a lei ,1. -_'!l||
Ht'vesse em vigor.....lia nao podtatn fundrseos
aobres depulad... para susieular a validado dos con-
Iralos de qu se iraia, porque nao somonte, nao -e
havia realuado anda ,1 operacao de crdito por elle'
aulorisado, como lambem se nao riimprio a d.sposi-
c io nsenciol dalla,i-lo be uao selpromovea a con-
currencia.
O meo nobre collega o Sr. Catneirn da Cantil ne-
ri.ii o havor fdilo que eslava o'prrsi lente satariss-
do a fater esses contratos, e que Ibe faltava o cr-
dito : eo a este respeilo l.ul, 1 dr dizer alguma coa-
sa, mas;, vi-t., de oma oegativa ..
O Sr. Cirneirn da Conha :Daig -empre.
O Sr. Sou/a Res Bm. eslava o presidente
aulorisado, diz o nobre depolad,-, faltava Ihe porm
o reedita ; mas atorisade por que tal ? Pela le n.
296, diz anidan nobra depulado ; porrm se por essa
li se Ihe abri um crdito, aome diter-se qoe Ibe
faltava ojeredito, e que ihe por isso que na lei se
consigna o pensamanlo do empr-limo da 600 conloa'.'
e tenia a le n. 2% ^1,1,^,^,1,, e, empreslimo no
llor apaos de i.ni .-..m,.^. se o cniral.i feilo rom
1 1 los para un. "reamen! qoe *erv,-se de I,,-,' para
,1 guverno contratar, porque lioha do oonlralar com
elle mesmo.
Sr, pro-i.leiile, n v nobre depulado director da.
obras publicas declama ainda a asta casa que pela
uu opinido, todas as obras da pruvincia se fariara
pur e-te 111 uta.
OSr. Mallo ll'go Raiiliiel :N ,0 foi assim.
O Sr. S tuza Reis .Eu eren, que o nolire depa-
la lo disae .,io,la mam, eo n 10 eoncorrerei e,.-,, ,.
meu vol para qae *e taCAin abras desta natoreza
senao pur empre/.., e com ongenbeirnna come
clu-au, nao ailunii
O Sr. Suuta lie- :Ou e merece esla considerarlo, de modo ,iUe o nobre di-
rector daa obra- publica-...
OSr. Mello llego (Raphael : Na,, psjtje sslafas-
labelecendo hypotheses quando ea dei a rata,..
O Sr. Sanas Reis : Ou a questao, repito, nao me-
rece esta considerarlo, de modo que o nobre tapula-
do fe Contena apenas em declara, a e.la ,,
que para por termo a lo1c. fosas qual losse a le ora
que o presld.nl. se baseou para l.ztr e.....l lltralos
llnbaro -idn(bei (eiius; oa que .,< irgamenlo pro-
daiidos por mira noala caa. (refiro me a mira -l-
menle n.io tinhara lano peso que increra.
sem refalacJto, ou linalmente parqueo nobre depu-
lado lem a cerleta de que toda esta diacassao sera
intil.
O Sr. Mello llego Rapael) : Agora de a raijo
qoe eu Jei, seja leal.
O Sr. Souza Re,:O nobre deputado goila muilo
leil. axpretsaorja leal,mis eu nao sa
udo desleal.
o Sr. Carneiro la Contra:E o nobre dtpnla i"
se convelida do contrario da sua opnuao depoii de
ler dito que j.i agora levara a eras ao Calva, io .'
. O Sr. Soasa Res;Ea atoo me oeeopando por
ora ,iu que dista u nobre depala la que se ., sent "'' u""- e nobre depota 1
.1 1 iota da obra hi .
. e nao de li 1. 1 dase o nu-
bre d.|1
osr. ; Ilapbatl 1Qoando forrm
SlKI eontos de res o uoniero de brans aogmeu-
;.,.-. 1'.
OSr. Siai 1 i.i-:l'-rd.n me o nobra deputado, '.
nao pode chegar a a......tsollado. Delermiaou o no-1 ""' presidente cu demonstre
. nto poil ,r.o, Sr. 1 residenle, vem in-
oll recias pelo nobre de-
, para demonstrar q o contrata lie ioeonve-
iiiciito, porque caleuloo 279000 a braca das cslra-
rm ra meu opoio, porque d um 1 ciflercura
ir ,1o eautralo fetu com o Sr. Ma-
: izen la.
: Niio Ion islo por
Irei que no lempo do Sr.
natai un le e tantos mil raia cada braca.
o >r. Souza It-i- : 1"., tambera t,ae estoo obri-
- lo Sr. Waotier porqaa a*n
1 IIJSSS I, 0 ......o,,
1 leo .... ,
1 da 1 -. la la Victoria, o agora
Iradas i -111-
; ole be que he 01-
r do Sr. Mamede
uina diflereuca da ligo 11 por braca de estrada" quo
I.
0 Sr. Mello Raso Raphael ) : Argumentando
n-ll...
II Sr. nza liis : \\, de qoo maneira qaer
luiente *.' Pois quer oms demoostrocao
1 n.u- exacta, mais precisada nao piece leucia da >sua
,,; io e :,, -eu clenlo .'
O Sr. Mello Rege Raphael : Posso ale indicar-
lite lauro- mais baialu*.
ii sr. Souza Reis : Vira' anula mais em' meu
ila o aaloi de ada brafa .
O Sr. Mello Rogo Raphael -!vt.. determi
, i Souza Res :..,, le .'
' -'...... i- I liael : N 1 contracto.
11 Si. ,,., i: :--.\.....
1.
na secsio pastada,
j que o contrata feito con, o Sr. Mamede se uppunhj
I a muil.n diaposifes do .egutaraenio das obras pu-
nte fui contestado do mineira ne*
nhuma ; porque, ssnhorce, a nto po.-o considerar
como ronte-lacio a' esla. i'.uiha arguraenlarao o dl-
nubre dopulsdo direclur das obras publica-,
|ue nao he necessaria a conenrroncla, porque ello
eiprai.oo o nobre de.iulado,leudo dilo ja anles, que .' .....nde que para as ropreras sa nita aplica o 0U se
oanie,.....?euh.iro que elle vi. .,... habida t,. para I ,..,',''' ",;" ..... "- K""! ""'"' disposto ira as srr.malacOes.
entrar eu. erapretas delll ordem ra o Sr. Man ......'"c *" lj I""" eltular em ,,, mt ,,,..r r, iepuUdo fm re.. ,.
I"- "",,,, o Mamado f I ma I,.,,,,"., de
:: si: ss srisrr^'cr L. ,;;" JC' c "' :'...........M ; *;i *****
que eu illsassse, e o Dr. Mano'l da Raaos ,, m c 1 .'
lambem habitat ido de
1 aa loahe| Rodrigue- da Sdva (he li/-- interpetlacSoai
O Sr. Mello Hago Raphael :,1 nobre
lado ,,.,, ,,,,. .,v,,,,,,, i,,a ,,,.. eompr* hendeu.
11 Sr. Sooza Kals :Disae *a eulAo que quando
emp, / lenlo fosaein pra seren
lllralada- ron, i, Sr, M :,i^.;.: mi Q --flan, c
lu Sr. Depotado : 1 > ------
1 au estivam lojeilaa,,. ,..
e",:-.
que as rin.ii ras
a das aricmata-
minba direita; anda leoho de me oecopar com nu-
tra parte du discurso do uuhro dopalado, e mido cu
Ihe responder!.
Eu creio, senhor presidente, que as conclo queco Idilio lirado lao ju-lainenle a- qu
lirar.
Ha om aparte.
11 Sr. Sonta Reis:Mes, asnhor presidente, eo
nao creio que esla ca.a sa persuada de q......s|a ques-
llo n.io leu, esla .,11a cou.nler,,,; u, que eu Ihe lenho
dado ; eu nao creio que esta raa lambem honvrsse
ta 1 ponen apreciado meas
VI alguma inanife-lac.,,. de apota a lie
ll.....|OS isl ra < los
islo 1 ,. i, 1.0, permilta-roe
que Hl- diga, que la, 11. q.l
ir. I)t| uta lo :Oibe que o i>otcs ta
ugar timben, a que o Sr, '','"
Osr. souza II is :O nobre deputado me po-
> da 1 ni provisoria dista
ir. I ii'i Reis: llca a menna naje.
112:0003 1 o nabre depaliu.. nlo e desapega
O Sr. i -II >., alguma pude dai ,: > eo regulamenlo, nao ba as-im '.' Hito irllgu
, 1 1 i, ,1,,-gue an menos a : elade 13 no capitulo que Irotl da empre/as : (16 )
Ita- Os empreileiros do obraa osito eujeltoa a prestar
; :Ha quo as ponle lianca idnea e a todas as obrigaces do arremilaa--
nostroa-se 11
Sr. pres
nobre deputado
fl appareeer,
nao fui eo. que rali, pos.,, tirar nutra rooelasl 1 (
suai patarras. Se o sr. Mamede lie nico onge-
nheiro ii-bilita 11 para emprezaa deala ordem, e se
seinelhaulea emprezas sri devein --, reatisadas com
, -. .
' : diael :Ou cora posso 1
.un n'genh
1) Sr. Souta Res: li lopntado responden
uto qu nido u II, ,,
mena argumentos, porqae eu i i,, ,'. V 1 ........"",'", ': "--------, "' Mp""f
lie-a I turna rousa i 1 I la ou
pier i. i:v :,o ,-..;., bastanl* capital nao pode |i
loaitaira.
O Sr. i iota K .- : .- 10 val a pena fazer a- lum-
ia le.., visto ,u ss de ferro h >je -al,cu,
multo ... a- baratas, cuno lea,, luvido dizer
i Sr. .Mello R'go llapbael :Ha' um aparte
, ouvunaa,
OS, .- :--.',i ,. ,, n |,i depulado .',.,
* "..... alguna a re. p ni,. a Ihe
I1 '. base...... lev- para da,-Ihe- -
',,0,, e o nobra dopals lo no m ,1,,
- col v o o I que nao pode lur-ine.
. :Enalbases 3o oro
lilo antecede,ile.
I ,1 regulamenlo mida Irala das flaneas : .Ir.
\ li in; 1 idnea devera' ser pelo menos igual ao
1 a mais metano, a
II Sr. Mello K( II I Veja tigora o ca-
pitulo antecedente.
11 Sr. Sooza i:c>s : Mas a lianei he a que a tai
nina.
II I, ipliael:'. lianca quem dili.
11,o.
O Sr. Sooza Reis : Ol I senhnre-, pois lei
liado '.' 0 lil. 2. he lodo applicavel
'semprezas, ahi ss fi!'.. 1!.,- Raneas, e se a deler-
ere-o I, ualmenle. -enhor p,e-,lr......,,,. |, ..... ipr.laaado o quo le-[ n .a em um .,1 .0 total da obra e mais me-
epn, adose p..,,, ,, .. ,.,.,.,,......,.,,. ..... .v^..r'*: r.J. ';... a.,-; ra .,p,,te. tade.
cassana: rtm eu ........... -.. ,,,, oemonslr.dp qoe a- I ... Depolado -- Retari-se M brigaeesdo
. nao 1.0 :,'i irremal
ecessana; o assim eo nao vejo raza alguma para -.-. ,i,-.i ,-,.. >, c,- v.. :e m
qaeoaobrerJepoladoeonclui..eoia4i.cur.o,li- _,'1". sendo que ngo tornarla ., osla discusao, que n.1., ,,. .''' '''' '' v" '"L" ',cu al"
lado. qe d.fenderam esaea con"- 2%8g*?? ; fc,'"n-
iralu< ; e en o ntoatrorol. Anles db lo, pmom, seja- ? "-. f'" I0'"'" '" empreat.mo que a
n.e perniid. lo dar nina respaila a aquello que en.
"I, ia, |a '.n ara preriaoi : ". ur """ '"""-. so o .aniraio ,*,... com
qnintis, visto romo u Fr-"ada por tarca desta lei eieadir a 600 coo-
n urna qoola parle, e : ."eve -e[ considerado valido ': No, ina davidl
,ro logar (.lilao.
Sr, pies,denle, o nobre depulado o Sr. Carneiro
00 Caaaa disse qde au havia naodo de un,a liagaa-
1 em Ir,1,.,. ^, ; aei se as-im se pode qu ilificar a
laasaagem deque usei quando pela pnraeira vet
opreeiel 1 coalratoa Mme.le Mulel. Vejamos po-
'* :' l 1 'I que a nobre depulado anana e>a e-
rinidaie da liagaogeea. A esle respeilo disse o no*
lira depulad... que eu havia d lo qae o pre.nl ule
obrara cora p eripilar.au. e que dando as moto dalo
nkaasari 1 lembr.aea o, ,asa para o fac., de ler a
pee.nicle ,1a pmvincia adi.do a abertura da as.em-
1 a.-a par, a lia 12 o abril, lando sido oproseatada
I pr.,| a.ia ,1, >r. Mamede tin feversire e o emitalo
reati.ad era .i de abril.
s"....."" .....le e-i.,' a lerinidade de h,
1 '- -1".......- oeste moda porqae oa me ep>e.
mi para reven! ., ea-a a pteripn.,,.,,, ,| ,,rel leul^
da prav.ri'ia na railMaro de laes coulralosl
Luna., se,; o nobre orada- 1.....ma......disse mais
nada alera dalo : fallna em lincuagem ferina d;, un
aba parle o referi este faca. Ea eaosei, pn,a
oaalm saadta sor I ... q II Rll 1 lingaagem de qne
u-ei.
tj) Sr. Carneiro do Cunh 1 : llisse mais alguma
couaa : 1 t as palanas .1.....dir depulado signlO-
esm n qu* -nam. I
ligada.
O Sr. Sonta Reia : Entretanto, S'. pre-i.lenle,
eu doixa de parle esta que.1,1o, e declaro a ca.a que
o man nobre rullega po-ie ium.-r romo quiter a mi-
foi ou lijo a lei 11. 2% revo-
ass,mblea julguii convemenll aaloriaar, e o fez pela
tai n. 354.
Pargunlo en ainda
gado pela lei n. :I.V,
O Sr. Na.'imenl.i Portada :lilo be evidenle.
O Sr. Sonto Raia:Revegodn essa lei, porgan-
1 ,--e : pede-ieiavoea-l. mais era apno dos eon-
lraloa celebrad,- pelo pr.sidenle eum Mmele e Ul-
tal .' De cerlo qno nao.
Mas, disse o qaando pela primeira vet diaeati :
appunhe-ss ju asi le nao foi revogadi; qual he
a coaaequenca ?ahi qus sondo ella que losa eon-
lraloa onlorisava, doma ?r rverula.ta litteral p in-
tegralmente. V. fe-se islo .' N'io ; nao e fea isto ;
porque primriro i.aoe tinba previamente real
a enerara,. ,e crdito que ella oaloriasva, na 10
pudendo portanl sabir e baviam no nlo os fondos
precisos ; porqosata com o prodoclo des-a operajju pa lee o empreileiro -e atl islar 500 brica p 11 1
de eredlte lie que se deetam fazer laesobia : di/, a la odl e-lra,taaclual.
''' '' .. boj Sr. Depatado :E dar-lhe por Unta a eilen-
e Arl. ,. O prodoclo dela opera, ao de crdito -,i" que quitar.
sera' exeloaioouoaaae empragado na eonstroegaoda OSr. Sooza Reis:Qoo qoizer, a eomo mais roo-
estradas da cada. Pao d'Alho, Noria e Sul. .. voniealolh lar, segando as matares00 menores dif-
s"gando, j orque nao h.nive a concorreneil de licil.la.les qua elle poder encontrar, porque d'ahi
qoe fall o arl. S da mesma ler, concebido uestes re.olla proveito para elle, parquanle a estrada Iba
lar,nos : (l) sabir! por menos ru-lo e traca matar omina de ca-
l'ara eltacluar a obra cima indicada, be o ro- pilal em seu proveita.
virun aulunsa io a conlralar ana feilura total oo I'm Sr. Diputa lo : Mas n3o Itm direilo para
parcialmente cum quaesqner rompaabili 011 parli- i.so '.'
neiiliuraa ; ae algnm cnniralo o prosldonto poda
reallaar por forra de-a le!, novl 1 ler dentro d-. cre-
dito aulortaado por ella, rans nunca de mudo qu o
" 'esse '. e Sr.presidente, se u io sp sabe a ,,,.....|0
p,, lem montar sosia eaira.iaa,pnique se 1, sabe lam-
bem ainda qaal a eslansao que osvem ler ellas, por
qu. o conlr.iu fui feilo segn lo 1. amara de brajas,
de maneira que o empreiteiru lam de recebar rs.
I i"1'? por cala 600 braca, como saber-si se o lo-
tal ,tel,a- eiceds ou nao o crdito lotorisado por ess,
lu e oonsegaintemonle coin dizar-ss qua ,. presi-
denta da pruvincia eslava aatorisado para celebrar
amelhanies contratos, pelo modo pirque o fet .'
Qos eslensao ten. oila eilrada e quanlo eusta-
rao -lias .' nao se sabe.
A respeilo 1, Mi ida de l'.n. d'Alho linda o p n-
10 tu...I dalla esta limitado, ba a r, tade de Nal irelli
e eniao aproximad......ule si pude fater um calculo
ll exleh-.i ,1 1 -Irada, na obstante a coodu.ao de
fallar! inai-; taoioo nobra depolado nao tinlii r
nislo, que I igo dapoi. demnveu-se do -eu roposll,
e ped, a palavra, ha vendo cedido deila hunlem,
tornea a pedi-la hontom mesmo.
Disse o nnlire depulado em raspo.la ao que eu ;;-
vancei relalivaroeote 1 le,tu,a ,le e .rala- que le,
nica porque elle e reg,., a e<-o respeilo ara .1 re-
gulamenlo daa obras publicas, e qoe este exigid oa
eslndoe, sendo oaeessarios. Senhor presdante, en
ndo sei coma nobre depulado enlend.......1 exprrs-
a da le; cu creio que ella alo pe te >. 1 rir ?-
na., aqaellas. obras craqueo eaamo oceular leja
balame para determinar a obra procisi, ni pode-as
j dizer que i-lo lenha applicaca 1 a's ealra tal de que
1 sa trata Creio que au e "par, re.p.....ler aaaim eu
n, ireeiso sena., da epiniSa mesmo la nobre da-
potado emiiiida.....ia Inforn..... lads
<.-. cn.-i.-iu-:., portaolo qae ve. t.ro dai.. lie qu
d| otad perrilla que i,.a -I..-;, se rontl
- ,.. pa o qaa diz na ra p.ien n-
.. inconvomonio que enrontra aa realiaariio .1 .
.I. Mue:,. |,e a falla de roladas pr- ...
'''In dizei nos iqul, senhor presidente, qae a lei
liaba sido eumprula ainda nesta parle, porque ella
fez eeepi ,., palavras- tendoneoesaarloa;le ,a-
nejra qu. parara concluir que oesse cosa n.io eran
neeeaaarioa eases estado. Senhoi presidente, oaos
esta 1.....,.,.,, necesnsrioi ou aAo ; se er.,,, porque
o literam os contratos aero elles e se rulo eraiu,
porqae 1 .ilo,, neltai o nobre depol lo aa -,. 1 intar-
mae.o '.' 11, sslndos era,,, neeessarios, senhor presi-
dente, porqu a le 01 exige, e o bom sonso he bas-
culare, que methores cundirdes ollirecam etc. 1
lt-u--a i.,,
O Sr. Carneiro da Conha Pora qae bule mais
cum es.a |,| ,, .^^ r^ai:llit t
O Sr. Mello llego (RaphaeP :Nao tcm direilo de
abusar.
O Sr. Sonta Reis : Eo faca sempre o prop--itn
,ta nao cortar do I. de mea discurso, porque
r.l i, '" ,r?"" **"*:- porqae tandeen arga- lodos ..bem qae he ,..0 inconvcien... m,n p,"
que p,..,a elle nrar d... miabas expr......s todas u mentado aostsntiado qno essilel da'revogadi, 01 so onvir apartes de-ta ordem riZ C
^c.oso!qo,q,i,,es.e,q,,e.a.,.ee.....a ; porque, I.....,re, depal.de. .uslenlam iosistem anula no .enhores, un, conlralo que ."lor au.ni, qu.li'ta-
Sr, pres.dente, quando I. trato de censura, um fie I pennnirato contrario ; ,ou poil (oreado a .dimitir I de de abusos II poden, dar, atuiados e nao a o -
ii'in 1.1,
0 Sr, i
|UO< 1 painvi ni'.' ,.,. I .1 '. ; ,-.:.,
, rae 1 .pul > 1 ui'ii i se i.-on. | .,,
ta qu .... ili.lade ; e-j m,
0 v, ;.; ,
:u p irei- que II -,.
nu -Irar au1 j eram
l a 11 bre rtcpal ida 1 as 1,1-
-- rom que i-ileol.ir......islo le rada oma
la. el las ndo em 1
lier em om doi urna, relalorios com
OOll IS lita-, algo,,!.,- '.S quae- ..... la '-
lao era Batimento, do que ......liara calentar em
273000 cada linca I .1-.., la- i-.-nPaia la- ctim o
Si M mi le. Mas p ., que o nohrn deput
. tiv.a.e esta reanll id ;. ren ., ,:.e tai 111 1
.. ; ,,
, 11 1
i .. conseqn 1
'er-, "o :- .-r.. .....
.qoo devem ,
lo oa lu 1 -1 I..... ,
le*, pule de- | ,. n ,:, ,, 1
pontea .-i 1 ', ,nin ,le rea, ,- 1 ,,,.., roda
IWI 1- ., ida 1 -io ; 1, ,-l
11 Sr. Su u 1 i;- !, 1.,
e ... Ilu lili.val.
1 u, Sr. Deputa :, A
O Sr. Sooz ...
1 pprovar um cunt ilo na e
OSr. : Masa liain.i n'io pode ser
sena 1 sqo .!., que ., tai lem definido e euln lauto Sr.
presi le,,11-, ni< taso deque e trota 1 lianca foi pres-
id....... ri i ir de hOO '-.
l.--a ,l.-ii,--i 1 ,!a tai, sr. pre-i lente, fui altera-
da poi "fa que manda que em ve/ de -er a lianza
du \ I ir li 11 < ,11a,- melada, aejl de sen decinu- ;
Eu mejulg.....peiiiadu, presidenta, de eo quero ilnnllir aneomo qoo o valor llal das es-
, ., esle respeilo porque o nobre 1 ceios, apelar de ler ja piovadoqaa.
lo o Sr. Paula Baptrata com iutalligcucia napnde ser meneado H00, mas concedido qnl
qu. I-, ... la .i-... natrn boutam perfei- jam 600,- seis decimos sle 600 eonloi seo 369 eonles.e
, se cheg.v. com lemelhan- tal levia ier ovrlur da lianca. Ora, leudo ella sid,.
.-..pi.ia la no va oc .te 50:0009 apenas ha claro que
n.i" 1 v rotaa lei ueali parle.
m Sr. i .cp.it.1 io :Poro qae sarvem ai filaras t
11 sr. > inza Reis : Para garanda doa contraas.
.i mesmo Sr. Ilepulatta:Das mull
i,. 1 1 Reii 86? entlo o mproiteiro n3o
bal tade1? Qoerera' o nobre depo.
qoe osle erapreza nHo osla'enjotta
ain mii la pi ; la da 1 -ir. du con-
lral.1 ruido a ua ergoaaent, r, ,
ten. insirar a com e-
. me parece pois
lirado que tal conveniencia ,,.1,1 ha,
<."", lela ilam nlo f, :. so-nos o o-
la ll 1 le 11, iili.ilu. 1 qu ,1 pro-
le prnposic. o.ereio ineAno que chegoa a dizerqu-
wva om para Mo ; 1 diana- .
irei ni sabemoe perfeitasnenle
|o lie ei do orcaaento ; ellateoLporfio.de-
lerioin r vmprogo das dii.lieiroa da provinaia ue
1 "'er aquello que tom do e.-
, ;fliie qu '
lei '
n Vis t 1 re i. ; jns lera .....::::
'. !,-
il ha. qa
\ ..."inieiil.., -e e, ,,, ..
-1, une ,.: prOhill ,.
II. malo! ,1. I.ei exprs .
ll -i., nl ,. n
.. 1 .1
in 1,11
, ,,-o ,te 11 10 h.ivei
mi 10 rt 1 que

para pr.ilnh- ta ul......iiprsRvudu cu. Eu ci
,11, :, .| a ,1 |0, 0 ..1 r. -
i. inte 1
irui lo. i... r.,m 1 ., .liu.... respo.|a qae po
1
ni nvio nobre depatado recetado" t)u favoi tlraordiu.rta
:- '" '. '* u '}''}_ roa q,11 ,, ,.., ,
, ,. | _
I 1 Mi : lenhon r,3a
..... nvlr ,0, du.....1 I u, pota -
arrematante e.to anjeilo o asna molla, .-a ama t
li|l,'s I lOJOltO :. \el I t/i-i :i oh, I U ,
elle ,1.11 no lempo dele,,.,.,
'.,.,. ...... ...i,, tiiil.i'eu.a extraordinaria, ,te
lllfl'l que duplica 11 val < pe, que ai 1 -(nalun ; a em
. ,, ,-t,' aujeil, a mu niull ,
1 le ilreca do dinbeiio que elle lver
Sera' t 1
O Sr. SlUZ. liis: E por '.eolora, laollOI ; rr .
denle, o rogalamento das obras publicas diapeuia -
esludus pievlus '.' dispensa a concurrencia lias e.:i-
pretas'.'
I. Sr. Deputado:i.
O Sr. Sou/a Reis:Vamos v. r. I.. .
Bil aqu, senhor preidrl, quanlo o regulamen-
lo das obres publicas dit relativamente a's empre-
zas; ora, O nolire drpul I ;,., peifeila,uenle i,je
a nao concurrencia .ana a reapeito da fatinra de .,-
liras publicas urna zeepejlo, e se o regulamenta d-s
obras publicas nenhuma excrprlo faz relaliv,, nenie
as emprezas...
11 Sr. Mello Reg Raphael :(Joer mais ev. r...
O Sr. SoOta Res;Como, senhor .' I.,'- Qaal be
epuiado .l.-i
11 sr. H o/1 II u. '
do a 1 ilorm -11.
Ihv
ein 1 1 tallo
11 1 V.ll '1 : '..-
dente ll proi mei .
lal adisntam do, o va ...g ,,
suios, e o lem luvlrai assim.
I .. oeonl'i ci 1 .
He claro ,; li preciso que o empreileiro re-ei..
li I a i. .:._, la "-
icrta : r ,.i Albo era
ell '. 1 .;! I
'i Sr. Sooza [I
pnbll -,- .,.,
'ir iv lia a das rl
>m 1, ,: me 1,,

1 7
Ha ,,. .
respeilo di
-.-r am .
no tavo-
'" ""' imortizc 01 1 conloa de ma- OSr. dado pn- hontem
'"'"' 1"........" '- '. 1- 1, .,
"" ,':'1" ""' le ta
. -e><, r proal lente( Como ea tinha de-
pa. n- I US caira],, tal l,l" cu.Ir. I
ir le ; ts-aqui cu,a, iei,n i*.t-
1 imbem, que tan lo falbado todas ." ba-
r deputa lo 1 ar., di
nu q do ...i 1, p.,.,..,- fea 1.....c ,11-
itri 1 10 mesmo lempa que e-le,
le ilcissr de ser
, ule e mu, ; ;
1 questao, eu .,,
Sin ts, p", ni" ea vi
lepatad, fuer oms increpir^ae a
bre Colla ',, lo em Iraosae-
cbar.i ai estradas sem ai ..:. ,, Victoria, i" bre depolado o Sr. Dr,
mmtii Ann
11 irri\/n


! .-..,. u iit, v n.ii,\ i DE .ii MiO ,
<:--< contrato fus* feil
r*lr o ni 1 i
> ,-r. xi. iio l. _.! Ripluwl Se o negocio be
H com Me.
" Sr.Soaua lti: Mas a Iransaecio no era
e-ia?
" 9r. Paula l'.iplista da' um apaile que nao pude-
esMoer.
"m.M Raphail] da' um aparte que
oos Olivir.
ira dficit e po loria esto chegar no
300 con) 8, maa 379:000*.
OSr Carneiroda Cunha:C est dizcndo
isla de lioa Ir ?
OSr. Suiza liis:Eu nSo respondo a
esse aparto do nobre deputado.
OSr. CarneirodaCunlia: t: porqoe nao
ha Jo responder '.'
u ,-r. Sonsa liis : Porque! nSo quero,
f??2tttiSteVZ5: Meo nobre dentado oWr-me .
MtoBoaa RasbM :Qeal ha starter lasonlenJ.enJo niesmo o nobre depulado
u/a len :De que se qutr ver ludo i.to 'lu,; se aevia consignar verbas pura eSSBS
a-.r -tm diztr--e 0111a palavra : mas que ** Cl'"' '"i les, o dclk'.L 11.10 Chogaril SOnSo SO
que ei disse-
Mal
otalU a razio qoe deu n nohre depulado. n3o ; eo
** sei me-mo como o Sr. Dr. Piola lliplista possa
ra'trr im oV tua volitada ; nao he ariinisuvil.
--. r.oii liapii-ta da'um aparto ajM nao nea
i pofaiKl aerear.,
Sr. Mello liego (Iiaphacl' :Se se fize-si
contrato que o Sr. quera, este havia de se-
Diuilo bi ni.
" >r. B >uza Re : Senliorcs, n que nio
enasta tu isto n Sr. Mr. 1'. lia (lista matado
por alguem ia p.ra ..ravata, sabendo que se ilavia
aprescnlado una pioposla para cssa cinpre
prorirou levar isio a effeito; mas so-
itoros, ;ratavi-se desses contratos Mos
tas osSr Mamede c Millet, e enUodisse
o nobre depulado que sf assenla a minha
rtireiu o rsr Mello llego i.P.aphael', o que o
obtr arpillado quer he urna lraDsacr.no,
anas fique cerlo, que eu n3o bei do transi-
Trocam-se diversos apartes
t' ^r Sosna r.cis :Mas aonde est a Irsn-
aattcaa.*
Sr. ello p.epo rtapbael): Mas oque
le o oolire depulado r-ini islo ?
OSr. Souza Keis: Oh senbores' pois
lraz-v ao cjnheciment di casa um Dego-
ll p"avc. e eu n3o posso tratar delle .'
aero mostrar, que o nubre depulado niio
raza >, diriginJo-se |><>r esta firma ao
BMCsn coMega o >r l)r. ;'. liaplista.
O Sr. > el.o liego Itapael : Aceito par-
ticalarm nte a admoestaeo, squi nao a-
O Sr. S >uza Res :Parecia-me que o no-
bre depu ado o Sr. lar. Uaplisla se compro-
auetlia a potar o contrato do Sr Mamede,
auna Tez que o nobre depulado, como direc-
tor das al ras publicas, apoiasse a proposla
do pira a estrada de i.ravata.....
M ;.lo llego (RaphaeH : isto no.
<> Sr. liaptista :l;eot, estou satisfeito.
Waaniaaeulo l'ortella : Cntilo ja foi
boa tradr-se disto.
O Sr. S juta Keis : Nesle caso nao conti-
ajarea.us nesle ponto ; lauto mais que.11-
larconsefui o meu lim.
Direi a.guma eoosa a respeilo da emenda
do.V. IH-. I'. BaptisU.
Eo, Sf. presidei.le, estara promnto a dar
aten vol eaj favor da emenda do nobre
icpuUJ", mas cu tenho receio de urna cou-
-v. ; lenti) receio de que a pretexto de se
1erer nicamente ejecutar o regulamenlo
bras publicas, o presidente da provincia
P*hk se importe com o nos dizermos na
le do orvamento,lica o gorerno autoriaa-
00 a contratar la es estradas,porque, se-
bores, be islo sempre o que nos temos vis-
do que serve consignaren!-se ideas des-
la ordem ba le do orcamcnlo ?
sr. Vello liego fP.aphael :Entilo para
que man lou a sua emenda para a estrada de
\ pipieos .'
OSr. Suza Ueis :Eu disse ao nobre de-
pulado, mies de mandar a minha emenda,
<> Sr. Mello Reg ftaphatl : ~ Nao di.-.so
tal, o notre depulado pergunlou-iue se era
bastante
<> Sr. S tuza I', 'is : -- Disse-lhe que cons-
'audo-nie que o presidente dn provincia toai
'ilo que lim lem manda Jo continuara es-
-adade \pipuc"S, porque nAo lem quola,
rara tira 1 o protesto n>andava a emenda,
as que naotinba f em scmelhanle autori-
tario, porque o govemo s faz o que quer.
I oiados .
o quanto l"nlio a dizer rnlalivamento
aiepaii aje e a ineovenioneia d;s conta-
- com o Sr M imede e nao sei te al-
a coi>j me e-caparia.
ra su Iratarc amia de dirigir-me ao
ulalo pelo tereciro circulo....
i sr. Carneiro da Cunha : Pela quinta
nza liis : ... quanto a segunda
puta do sea discurso qne foi o que disse
"lio 's eif;as da |t-i do orcamcnlo.
!o qiii sustentar que uve-
ra o quan lo annunciara o deficit
1 me teoho disoosto a de-
ntal havia aununciado seme-
Ihan'c aV .
, segundo o projeelo door-
camrnto. a despeza eslava calculada em res
Iti3t~tl4;798 : rata despeza combinada com
rcceita ore la. dava em resultado um
1 1303938 : ora ten lo sido a
'ila c a lcspeza calculadas pela com-
aaus, creio que o nobre depulado leu-
do de lerantar-M para annunctar um dficit
nao podu referir*! senlo ao que conslave
Jo scu projeetn.
" -r. ( aneara da Cunta : Esta engaa-
do ; < u d na isto quando se tralava de PUg-
aMOlar is despezas.
onza p.es : 0!nobre depulado ex-
eau forma antes que dissesse
Igeime oaatca: en annnncio a caso que
ulifrn renolianla detie enipreitiruo nao poda ier
nproeado era oulraa obrai : enlretanlo qu< auto-
<.....'o Pla le ". :ii, prnlerior, |i idia 1er en
rin 1.1.1.1- as obrai, a roa nesa trei. Por eonte-
Rtiiute, uta le lian iltilruiu a milia. e -e alsoin con-
trato f.ii feilo em \iitude della, qop>n a fel ulll
nimio licn aalorliado. Ue parece que eila laraon
(rae io lie
eatender.
E 11.i1 tnu eo que inira o enlcn npii a iiiih pettoa entendida, que nio eslava en-
olvi la na qnetllo, pessoa que me merece 1 ida con-
lianea, e a quem Unios nos refpeilamoe, persuntei.
H e le i'ii!en 11.1 que a aeganda It-i revo^av.t a pri-
roelra, e me foi respondido : nio, eila le n,i 1 deroga
a iiulra, poilena sii Ira/i-r aluuma conforto de 11111-
roento -. mas bem pentado o oecoeio, viilo que oa
fluidos derrcladns pe 1 leean la aliraiiceni o Cmple-
lo ile Indas as dwpeai de uurai publicas, nina Dio
po'te ileroir a uulra.
"Sr. ti. l'oilclla da' um aparte que lijo 00-
Villlns.
11 Sr. Carneiro da Cunha :Par i-lo di- que o
presidente e-iiva aalorliado, e nu preeieava da uu-
loriaacao deata casa para os laes eoolraloa reali-
adoa.
Permitla-me a eaia que eu saliimlo desl 1
mentarlo, em que os imputioadoref do eonlralu qui-
lerarn r llocar o> que o deieodem, pana itra er-
mpre-
rei
peior do q
sean 011 -
n 111111I1II SC 'lllrl-
U 1 Dontervarii-me -ili-ncioso por eerlo, eoi >,.. ,, eiie0nlrer.......lefeilos O lenbori que -. .,c-
eido como eaiou de que a eatase .le.e acharja fali- copam de demouatrar a oeooveniencia .10 eonlralo,
^a.ia -e a retposU1 que deu O inlue depulado a um anida urna t |,alavra, aluda urna si. c.a D 1 ..,-||a.
parle nicu, me nao Uvate sidu lao eslranlio r sivel que ine obtigaaie 1 salur do inf 11 pripo.il to a que elle I'iiiicipiari pelo fin do discallo do nobre itepo-
lado, que cura se .mioo. i nobredipotado, im-
pognaodo lodo orcameulu, cuusiderou-o lodo inao
Assitn se eu quizesse imitar o nobre de-
notado Ihe dira que em boa le o que devia
o nobre denutado annunciar 3 casa era o
saldo de 8d:()00 n n5o um deficit do 50o
eontos. Sr. presidento, cu deixo do dizer
mal alguma cousa relativamente ao projec-
to deorcameuto, que na minha opinio te a
intuios delitos, tom militas verbas que jui-
co desiiecessarias, porque me aguardo para
laze-lo na terceira discussSo, visto qua o.relo
ter enfadado ja bastante a casa na aprecia- A
C^o da materia em discussf.o (uSo apoiados) fiZu ^'a'J^n\^" "V.....f '"""i"
i-,u,dito.(Muitob m.) |::^.^rqv.Surar'B,,oM,d:MrM'd,
U sr. Carneiro da Caoba :Sr. iSesidenle, nao || d flicil qn- nos Iraball..,. Iinmano
li ler de anlrar uuvaineiile Desla que*- conirem defeilos. mormenle qoandodefi
olliado 11 roalralo pelo la lo nienoi favoravel, o que ( baria locado Sr, Kesen le. Mi, o nobre depalade dos, qoe desval loi no merece do governa I raneei al
le-se o relalorio do Sr. K'iciiie havji da var quel inspeccao 1.1- escoln e qu- aomina inorme le uM
ala ha unicamenle .1 reeeiir, he o tal desvio de 501
bracas, rondicSo esla qoe nio he lio ampia como *e
di/. ; porque a eslrada lem de ser tolla miro lerreuo
eooliecido o aun lo bem podlim saber os angenheiroi
qoaei os desvos iidispruaavtU para nao ser permil-
e falla a respeilo das fm .- das quintil f ra,
li/ : 1,6.
Iialn ja \r n nobre depulado que o director geral
da iu.irui-ria pobliee recoohaeaa que a loppressao
dai ferial das quinlas toirai Iggravou a soiie do
lido ao emprailairo faze-los de proponlo, inda me.
muiio razoavel, ao meos quanto ao meo mo no caso de se suppor da paite delle toda mi' prohiiorai
f*. 1 1 um aparte.
Anda se disse, que o punto em que tcm O Sr. Machado Portella: Sinhor presidente, a'
ilc terminar a eslrada nSo esla filado no ''"'a dn que eu acabei de etphcar podara' llenero
contrato, e acrescentoo o imbro depulado |or qoe bouve aalto da minha parte, que ea eom-
que se ja acbava o contrato mo, isto a seu
nao ii o Irabalbo em si uiesnio, como por ser obra
ds quem be.
(l Sr. Sou? Iteia .Eo nao disse islo.
I St. Cmaro da Couha :liigu-
q
I Sr. V Portella :liso Tica a quem o defende.
OSr. irueiio da Conba : Ivil.i dividamos a
campo los eontondoreeem doasordens be.....lioe-
ln au de opposilorcs que ja' lem a sua upinito
definida, e paia qm Dio ha maiidiicoulo. (Nao
ipoiedoi.) Pois he possivel que esla empieza irlo
lenlia nada bom, nao traga coiiveuu'iicia nenlium^-
I-aliando no dficit o nobre depolado, procuroo valo q e ale foi feilo o eonlralo deimz do roposloi^
r que elle 1 i" xiilia, qoe ni-'ino ha- rn, n..i liuuve vanlneein
Mam .ras, e accosou-i. n lp-|o 10001
horrorosa importancia "t .iliil;i III Enlrou 1 ai
uciosiis detoiba a ene respailo, e lerminou diaao-
0 qui" era melhor qoo eu itvesse dito qaa 1.- havia
ese delietl era ello por causa das emp -z;- i u es-
tradas, loi ista ponco miis oo mattoeoque dnse o
rii bre d'puli lo ; mas a sua resposla ao nao aparte
foi tal que eu perdi, perimlta-se-ioe a eiprcnao a
Irtmonlana.
ihuina para a provincia,
mai- do que um runlrato lesivo Ol que
1 lo na nio I
lin-r.
Crosamie diversos apartes.':
r.C -nair.i la Cunha :Mostr! qoo o presi-
ilenle linda aloris.icau, porque ,1 le n. ii n.io di--
Iruia a de n. l".I(I, e o que havia do m.ns eu diiei !
Ite'ii ie v qm lendo com raies destruido n lunda-
iiienlo da opraUlo dos nobres depnla ios, as desop*
parecendo 11,10 pola mais prevalecer a argamenlacao
fergantei eu ao nohrs depulado :rln: islo em dos nol.res depulado-.
boa f '.'!) que se euleude nesle caso poi boa f ".' Iro-am se aliona apartas
or cerlo que me n.o referia a* boa l de sea rarae- .1 Sr. Caroeiro :.. Caoba : liso ao hvpolliese
ler, mu de su 1 argumeniacAu. h porque precisin gralailai.
eu lononctar as laes empreas, qoando ellas eran, >0 eonlralo, Sr. presidente, o defrlo qo lem p-
. rece primeira isla, he o desvio das "(10 lira
e Multa
! melli esse L-rande criuue em nao ler apiespnlado
ver o tornav. peior, islo con... nSo poda Z^StJST' *** "!pe,l ''", fe'a'
esperar, i|ue o presidente coiio que a te-
lilla abusado la/en lo csse contrato, denas-
se de continuar a abusar
Parece-me ter ouvjdo isto.
( Sr. Souza Ueis :Sim, senbores, fui cu
quem o disse.
O Sr. Carneiro da Cunta :Enlao he por
aueogoverno nSo quer designar o poni
da eslrada, mas nao porque ello nao opossa :
lie si'i porqoe quer fazer ludo mal feilo-?
0 sr. Souza l'.cis da um aparte que nao nu-
viiuos.
OSr. Carneiro da Cunha :8em, mis nao
hodefeito Lie mralo, porque o presidente
se cha armado 11c -i parle contra o em-
pr iro.
II1 um aparte
OSr. Carneiro da Cunta :\qui se-disse
que o pon 1 nao eslava determinado.
" S'.Sonia liis:X3o esla, diz o con-
trato.
que s.; u lo est designado o ponto no con-
trato, liciodo ao arbitrio do govemo desig-
na-lo, lie antes urna desvantagem para o
empreiler 1, do que. um favor ; e osupp ir-
se que elle nessa parte abusara, be levar
amito louge a desconlane
Jubiladlo e erilificaciio ao professor ub'lilulo das
cidelral .lo ltecife, Silvano 1 homar de Soma lla-
ualhaes.
Qoanfo ijobilacio eu pero ao nol,ce depulado me
remulla que su responda a e-sa sua accoiarao Ble
hoja, mas em oulro da em nue hei de mostrar com
documentos o que hoiive a esle respeilo, iur do conseibo, o lempo que elle leve de servico elr.,
exeretcio como prnfeisor calhe Iralico elr.
ijn mo a uralilicacao : o auno pinado aproenloo
SilvaliO um requ-riineul a esla astamlilea pedindo
una gratilicar,ao por mais de -> aunos ds evercicio,
e-te requerimenlo fui ler a pasu da commisso de
iiniruc^ao publica, eu roe nao confurmava com o
ped 10 desse proles! e ia dar parecer contra, como
a elle inenno declara!, c ao nutro membro da com-
1111-. 1 i, qoe 1111 me record se era o Sr. Mello, 011 o
Sr. Si Pereira, mas sabi da MMmble e o nobre de-
pula 1 que he ripraaenlanle do circulo do It iniloo Sr.
Baptista entrando em meu lurar para arommsfto de
iiistruccao publica, detirio ao requeriment 1 de Sil-
vano e de oulras preten{0n ideotieas, apreieulauJo
um proi-i-io, para que os profSores que tivess-m
cumple! ,mu-ele Ua.uio-, embnra anles da Iti
regalameiitir, tlvaiiam a gratiflaae^o : appello para
o nubre l-'pulado, para a easa e pira a collecco aas
lei. Esta projeelo foi convorli lo em lei, foi sanrcio-
nado.e sanecionado eo nao devia sen.locompri-lo; eo
anuo passado quando eu ja Dilo eslava na easa.qoando
nao li.i'n dado ese parecer, foi que em observancia
da lei. eii ni ni lei dar esa BraltftcieRo : porlaulo nto
Creio que lenli-, .-pipan |i lo a 'i >I r-- ilcp'ilado.
a : quando o enrmenlo a eslava impres- parece primeira vida, he o des
, ..una ate passado em primera dilcairBo 1 I permillidl ao empreileiro esle be n po.it que p'a-
U M. Souza Keis :Anda nao ludia sido a.re- reco liaco. l'orciu dar-se ba o caso que o eroprei.
11 ., 1 naeass. teiro poma abusar simiente secundo sua boa von-
U sr. Larneiro da Cunha :O nobre depulado tade ?
no amea^a um .
< Sr. Cavaeiro
as palavn
<>sr
it d-' 500:0005 I
lunba : Ora pois pc-
ICu estou demonslran-
I e pet-j trabalho da coamissSo se va
juc o deficit era de 3G09 30-038. Mas vamos
augeaeotou com a l.nqe do cor-
:cia "_'. 165/, esta quan'ia reunida
dis.e aqu :O Sr. Carneiroda Cunha, por occasi.lo
do aogmanto de UO rs no sold dossohtadoa de po-
licia, nos aiiniincfiiu um dficit de .i(M):.Hii:;.Per-
lonlo, n.lo se Iral.iva ds auiimeutar despeza .'
O Sr. aouza Ueis :Nao se trata do prcaiueuto.
O Sr. Carneiro da Cunha :O que cu dis-e
ailo ao Sr. l.o Secretario : .. se ims entrarnos a
iiiuienlar as despezas por cala sorle, qu; mo rhp-
sarmos ao orrainenlo veremos que o delieil be luir-
inro.n, mas quando eu persunlava ao iinlire depu-
lado, linda ha pouco, so ar^umanlava nielo de hoi
f, pretaadtl saber se era ero vista desle papel, que
nobre depulado liaba, e que Ibc nao era discu-
nhri'i lo, assini como a mim. (mostraudo o orca-
llienlo.
O Sr. Souza Keis :Nao linba sido ipresenlado
inda.
0 Sr. Caroeiro da Cunha :Pois prescindamos de
man : lembro-me da resposla que o nobre depulado
roe deunao Ihe respondo porque nao qoiroNio
'-ia sesunda uccasiao de roe dizer islo.
lisiare' tual fsilu o oiramento em si, eslara' mal
feilo mesmo pelas pessoas qoe o confecciunarain ;
porque eu cuule-soa iiiiulia incapacidade [alo apoia-
dos. ;
Sel, que n.lo soe capaz de fazer estes irabalbos,
que devo tomar conscllios, e os lomaiei.
1 ro Sr. Depulado :lie rapaz de eoosai mtlores.
O Sr. Carneiro da Cunha :Mas vamos ao 11ro-
jaelo.
I'areeta-me qoe esla casa ja devia estar cansada
leata 1i-ru- jo, porque. S presideole, o i|ue havia
a dizer, pro e contra i.'e-la miteria, qe o que j 1 se
lera diiu ; da que para diiote nio ha senilo repeti-
$to, a meos que alo haa aUuma ratSo occulla,
que eu ignoro.
O Sr. \. Portella :He lalvez para fezer appare-
cer eise occullo que existe.
O >r. Carneiro da Cunha :Se o nobre depulado
sabe, diga-o
0 Sr. n. Portella :Ngosel, nao.
OSr. Carneiro di Cunha .pois arred te que
franqueza nao ficou -1 par um. daos, un ir*--...
1 ia Si. Uepuladi.Ms sii so a lem, qoando con-
vela.
u Sr. Carneiro da Cunha :Apoiado, ipoiidini.
mo, mallo apoiado. Ku declaro, que rolo (eolio ou-
lro iriiereeoe nena negocio, sau.lo aquella que lem
lodo o Pernanibucanii que peni eonhecer loia a
cucara de e-Irada no norte, e os bene'icios que
ellas pnlein Irazer ; nciihum oulro.
o pauta principal em que se basea a opposi(ao
foiia ios contralos.he, dizem lerein ellsa sido fonda-
dos em lei : o nobre depulado acrescenlou linda,
que o- que defendem essss contratos 01a so 10c-
oorrem desla lei, ora d'aquella : e ah que uem mo-
mo o preoiden qua os li/.er.i saina qtal era a
le que o anlonsara.
Por cerlo que ba coueis que nssabemo; e que se
nos peruunla.se de repente qual a razilo d das, oos
nao oceorreni de prnroplo para da-la ; ha comas
que calmil no nosso animo, que luis salterios, senli-
mos, e que passain como verdadeiras Otceuidadtl
mesmo, de que oinguem davlda, c por bu nao pro-
curainusein que se fun lain. Esla be ulna ilellas.
Dilta eu que. o presidente liohl lacul lade para
fezer laes cuotralos, ala -em UN lei da 1: nprestimo
de G00:0009 eoolos, qoealia'i asta'em viger. E Mi
precuava drll.i porque a necnsidadejdas eslrldH de
que nos occupaiiius, lem sido sempre rnconlieci'.
pela aisemnlea provincial, e lano que anida um 1 >
vea nao fm ralirada eelofistcia dada ao presidente
para salisfazer cssa mcissidade. Tudos us annos be
e--1 aiilomacao repetida uetla casa, Da lei do urca-
ineiilo.
O Sr. Souza Ueis: Porque I
O Sr. Carneiro da Cunha : Porque ana ucees
idade anida nao e-ta' salllflil I.
O Sr. Souza Keis : Mas porque sao uecessarias,
segue-ia- que astil..... lOlorilldll ?
'i Sr. Caroeiro da Cunlia : A111 la pelo ornamen-
to niOMnto ha autorisac,lo. 1 se eu fdra pre*idcule
ato precisava de oulra iolorisa(.lo para contralle as
estradas ; poim nem o sou, nao foi ouvido para
factura dos contractos, nao se pedi o meu cou-elbo.
lie preciso presumir urna m fe espantan, ou sup-
por e que o tmpifiteiro querera fazer nao 011.a es-
trada inmsiilt, mas um Irah-lho para ginhar dinhei-
ro e pelos meios assim loipes, nu qoerendo fazaf
urna boa obra, nina estrada a que se ohriga.
tlm Sr. l)e|>utado :Torpes, nao, csls em seu di-
reiio.
Ku nao sai se ainda soaei obriga lo lal- !" ,'""; '' V' "'"'""" ;' i'tP*lg? KalaWtoa q
,__ ,, linha defer lo o re ;a 1 ;aien o de Silvano.
lar sobre esta materia; desde ja, porem,
peco peimissao a casi, para re|ietir oque
ja teir, dilo ; assm como contra o eonlra-
lo eila so lera de o.ivir repetir^Oas, coma
dill'eren(;a, quo os nobres depUlados fallo-
h3o muilo bem, e cu apenas puderci repe-
tir as mesmas palavras, a niesma cousa e
muilo mal
(Nao apoiado9
O Sr. N Portella :Pec^o a palavra.
Ten do dado a hora lica a discussie li-
dia la.
O Sr. presidente marc a ordem do da e
levanta a sess3o,
Kiste oeste iervica>. Mas eotre nos, mu he assun,
entre mis di/, a le : n director geral vi- tara' as as-
calas 011 mandara' em sea lu-.n um das Bsembroi
do coii'elhn (a/er 11 ion vezei : mas sem ao isle-
os ulipoll r-lh"S una sjodl ds costo.
Oaael sSo os m>iuhros do cou-rlho '!
le o rededor do Uymoilio, qne nao deve sabir
11 capital ; I profeoor pobllco primario; e J
do Cymua-io qu Ble dcveiu lardar suas cadenas e
si a do us meinbrus e-tranhos ao inaeisterin, mi. es-
le -10, o Sr. vicario Venoslo que eila na su* pa-
rochi.....oulro o Sr. Iir. Jeronvinn Villol.i que he
lente da facultada e lanibeni na 1 pode nhir. Kis
pon mi,, 1 .iirectoril imposaibililldl de m.....lar al-
-uin iim membros do conselho director fazos e-ta
vi'ila e por isto eu lemhro e>le auna a BOBVeiiieoeil
de se nlorlsir o governo a dar ajuda de cusi a
du.i- peseoas liabllUaaaa para auxiliaren) o director
^eral na Viliti das sscolas.
Mas Sr. picsi lente, parque esias iaspaeCM es-
errnlis pelas delegados Iliterarios ta podem ser
13o eflicazet quinto era pira daiejir que ronero, ole
digamoi que nao ha elegidos cumprldom de hoi
deveres. Eo aooo paseado laei elegioi em mea
r1I.1i.1n:> a dclesados litlerarios que privam-si de
seus commodos, deuam suas occupaj's e accarre-
tam com a respousabili.lade pira irein inspeccionar
as aulla,
l.'m Si. Itepulado:Muitos d.ii allcilidos sem
ireai .i aulas.
-eu visto dspois do vate do detosaito lilteraria, re-
aolvi-me a roandar | Igir a Im \ rufM ; 111a- nao
''"'.........I>re depon-do que ne-a ori-a-ia > oo to-
'"'' |r ''Wandas, vino que e-sa iolrigl ou inimizade
la-se de-envolvendo..
lie verlale. corno disse o nobre depul.do o Sr.
lixeira de Mello. que Macado nflkiou a' dinc-
peo is a opioii. ,1. um !,,., que dizia-se ser lol-
cedi, h-m ms. l" t"1*** que. profesor ..ro-
linuasse o d.leg.d. Iitter.ri^" fi ZV,,l nota
concluir cjnira o eon.elho diteei.. p,
depulado .abe que mulla. ,, ",' \"1^' cionanos.e aeh?, ,,.....r2P*?*
...de^upeuor pode fazer re.ira, um toaVute,"^.
11 Sr. Olivein : Apoiido.
11 sr. Machado Poilella : O consellm ,|ir
poitanlo, priced.u em re-ra : nao ha ah '
ra censura, anles o ha para slojio. p
Sr. presidente, cu nao -si sa houve mais alum,
eplicaca> que se prdisse, ou mais il^um fado alie
gado a que leja preciso responder.
11 Sr. Siqueira Cavileaoli : 11 tvmnisio.'
OSr Machada l'crlella : Ja' pas-ou a hMM.
t^v. Iloiilem quando eirlbni ,| Kvmnasio a di,-
cus.,10 mcoii sobre a in.irucc.1,1 pi imana, boje que
se Irala da iiislrocca > primerli quer-se que se disco-
la o g>mnaiio I l-mos a lereoira dtscussao e enlao o
OSr. Mchalo P irlelle:N i 1 eoiUei,, qe al-uns nobre .Icpulada podara' fallar
Mira proceda..., maa n.io se seSue d\,hi, ,|ue O Sr. S.que.ra C.vilcanl. : Ku nao que vuo-
hijam multo, rumpriliircs de seus deveres e sirva me e.ubora.
isto de raspuda a'aecusir.lo que Ecericaniente o. O Sr. Machado l'orlella :-l-icam oolroi Bail
nobre depulado lanjau. porque se nao -e ,eVre | enlrar nesl. discu-sa,,, ,,. r,|ue ,toUfc.,'u
director ger.l, ritera-ei 101 delegados..: >r. |Te..ie me chamara ,' rdern.
OSr. Souza Reht-Creia que nao p.diameimol Ihscule-.e o artie8- da le. do orcamenio nue
referir-., ao directo, g,,,| lnwM i^raaoie prima,... l. Zl
-Sr.Siquetr, C.yalcanl. :-hu ja declare, que|.,( -, ,,. ,,,.,-,.,;,, ,,,,,, pri.-pri, .I, dizeraWa
Cous sobre oosnero de caJeiras e obre almonas
a medidas q 1- o., de<-.aria moilo que feanul
Discurso .lo Sr. deputado Machado Por-
tclla, pronunciado na essao de 12 do
crlenle.
/.a renla d t,460:279f"I98, em eu sou capaz de Ih'o dar. l'osso enlretanlo di-
ste c>u o deGclt de 387:09W798 o
I"-" 1 a 500.000;.
u na sessao passada e o digno ins-
r d tbeaouraria provincial, nos diz em
>cu relalorio, que a receita pode ain la ele-
var-sc a SJ OdO?, e assim se exprime le .
. I) 'putadn .- -- Isto he urna base.
Miro da Cunta : Ser istoal-
aia.
< Sr. Souza Heis fHas o nobre depulado
v il. iio:istra(;o.
teto op,i"ie se o nobre deputado,dizendo
que um dos ramos de, receit mais im|.or-
laattc b: o da csporlacao do assucar, que he
- ai que csse ramo da receita dimi-
nua muilo e fcz-scal aqu 0 calculo de qua
-aria l|3 ; ora, dando eu como provavel
aupmmlo da raeaiU no valor de 82:000c
q.icji.1 i:ir>.ooo/que existemem ser
do siliH do cxcrcicio passado...
o Sr. Helio liego loaquim) d um aparte
quei n5o ouvimos.
o Sr. Snuza Reis :Fazem 278 eontos que
abatido; do dficit lica esle reduztdo a ...
-.7-798.
\lem disto, senhores, a commisso de or-
;nieiil> fez augmentar a verba d*s obras
n3 me oppunhn a isto, mas
v..^ de iioii-,liai que >> delieil que te nniiiin
1 a,i.. u.aea p.,r I ,n;, |U despe/ls 111-
' 'dull.....Ule ii.-.-.-.;'. 11 i.i-. ; ir na
ibhi 1 '..i ,,. m 'ii1, 1
.

:- ; .\m n3o
e e-.|.-
: dieainii do da eii 1 .
!" ,; l| ido
: .1 I a. .,
I_____
aqu, ..

'' depulado
1 lovar-sc a
contratos d is Si .. Mam le c
zer qu ulurisarao ale e-pecial lem o presdeme na
le 11. li que eata' em ludo o scu completo vigor.
Sr. Saeta Kiis : Islo he que he preciso de-
111 inslrar.
O Sr. C irneiro da Cunha : Mas qocm iln.i mi a
I-i do iiiprc-liun de 6OO."U0UJ para a Mirada do
nuri, "i I'o d'Alho,.acuna citada? Seria a lei 11.
351 Ella le qoando muito subsidiaria, pais q'ue a
ds D.29G nao ludia sido anula aiaeetadl'.'
OSr.Sfl I 1- Bu acallo a dfclararan.
o Si. Carne.ro da Cuaba :Vejamos a lei n. ".i.
Concede ella aolorisacao ao govaraa da provincia
p.ra contiahir um empreslimo de 200:01)03 pira 0C-
corer as despszas (nole-se bem) das obras decretadas
poli lei do ercamento vigente, quaudu naos ja -aili-
cieiile (nole anula a cata) o supplemeulo que hu-
vr d fazer o governo geral.
O fun lamento, pois, que servio para a cot.fecc.in
desla lei foi um 1 calauulade porque passou a pro-
\ ocia: M estragos causados por u.na eheia que li-
emoe. Bulto fumo, pelir soccorro ao ;oveiuo ge-
ral, mas sem sllennos se nos-as suppcas seriam 011
n.io alten.li las, sem saber e nos mnnlariain dinhei-
ro, da-io ou por emprtstimo, era nece-sano tomar
medidas para occorrer de promto as despezas decre-
tadas no orcamcnlo da enlao para os reparos que as
obras evigireui em virtuda doi eslraios da cl.ea.
\i.:s a raan porque se fez. esta le qou nada linli
com e oolra.
Bu vou mis adiaute. Qual he e lim dita lei 1
Quando foi ella feila, quaes 01 molivos qoe mis m-
doxiram 1 ennferciona-la '.' Nao fm, qoando lo Bii-
1111 lempo pediainos e-ni d is por nao haver dinlieiro
ns UO..UScofres A razie be, pois, obvia ; he que
ii.-i se a despeina ordinarias com -.-
11 .11*, ai o 1.1.1..i p,-l i alela, nem su mono b tan
.- uns icai,-s.i.. .i soapresl....., .1 .- l.ibi
- .. 1 .,
i le l.tofi 00 10 Osla noli
moilo especial. Biso qoe dual 1
.1 Para oreornc |l d.-pe.-as ,. otras dwi._
O Sr. Carneiro da Cunha : Pois estar em su
direito o empreileiro fazeudo urna eslrada toda chal
de z.iquezaeues, smente para auguienlar Canillita.
Im Sr. Depulado :Esla tm seu direilo.
11 Sr. Carneiro da Caoba ;.Mas um direilo 1 de
abusar, nio be direilo.
Oulro niel de impucnacJo, Irazido para esta
queiUto foi lamben, o nao talar n eslrada .Mudada.
Si a casa acredita em iniuhas palavra-, eo Ihe asse-
Vtro qua vi esloda-la, qoe vi por muilo lempo o Sr.
Josc Mana de C.rvalho morando em Igoarana' coro
sua familia, e durante ssst lempo oeeupoo teem al-
indara eslrada do norte. Mudas vasal converse!
cun elle a esse respeilo. infnrmacijas loraes roe mi-
nislrou elle, multas difliculdades me apreseuloo ro-
latiMimeiile i MI execucao.
En, poil, m asse -indos desdi o rio Timb ale
Iguarassu' ; islo be faelo, eu o vi, e ah tsl vivo o
Sr. Jo-e Mana, que Heos ba de permitir 11 haj de
reslahelecer, c que ainda boje se ocha docnle coro
mole-lias tdqoerida nes I ni Sr. Depulado : E aonde licaram os esludos
de lodos essea irabalhos, orna vez que o nobra de-
potado director das obrai publicas he nic-mn qoe diz
que nao eilslem ce ti Sr. Cirvalhl da Cunha :As>evero ainda a ea-
sa qoe do rio Timb al Iguarassu', lutoso le cale-
don, cuino se eio.everim esies Iribilhoi, e ha um
lloco qoe foi posto cin arrematarn e endoa era
pTacs, que ninguem quer arrematar. Asasvero pois,
que hooveram irabalhos graphicos 0 lal respeilo ;
11.1 o p mo dizer se completos o que mericiuiento clles
lem porque nio sou engenheiro.
I 111 Sr. Depotado : Mas exi-lern na reparlicao !
i'sr. Caroeiro da Conba:No sei dizer, mas
en .|ii-i.i cbtgar a urna soniequoncia o he que os
desvos que o empreileiro pona fazer nes-.i estrada
esli ja previstos pelos incenhelroi; que nimia me- -
mo que n empreileiro esltbelecesse suas bases sobre
esses ttulos clles ji eialiim. Nao he poil para re-
1 "i r || repetidas curvas que o nobre "depulado diz,
pode o empreileiro fzer.;Senhores, lalve alo rnii-
lipsse a mim dizer nue o nobre depulado director das
publicas qnan lo infoi 11.00 ao presidente dizen-
do quo os Irabalhos upo ae achavaiu compltlos,
seria mismo petigOM conliar a eieeocjlo deesas obras
ao empreileiro, sen. que a reparlicao boavaui feilo
- 1 lodos necstl nos. porem devo nolar qne en-
lao se tratara de urna estrada al l'.oianiM o que al
la nao isuvam completos us esludos.
0 Sr. Souza Ueis :Mas u.lo cunsli rso do n-
fi.rni.icao.
O S.-. Carneiro da Conba :Mas isso salla nm
olhos da siroplea leitura do eonlralo e oflicio. He
verda le que lula o molalo, parece que a inforina-
cia .10 nobre depulado he iuleiraineiile diflcrciile ;
poten) Dio o he, purque elle iiilurinava sobre urna
prop-isla p ira lazcr-se a ealn la de caria evteucAn
e ale la' nao rhegavam completos os ctodos que
eiistlam. Iviirclanlu, como ja disse. 1 Mtradi foi
oslo-lula al Iguoratin' islo eu sei. Naliiralmenle oa
ciiciilitiros que ludo is:o conheciam inoriii.irain ao
praii lenle sem ser por escrito, este pode decidir se
com eonheeimeoto de causa.
1 m Sr. Itcpuladii : Nao be islo n que quer a Iti.
111 nutro aparte.
OSr. Carneiro di Conhl : Ella h I cninlelos J
Mal n i'oulralo se fez sem esludos'.' Nao pul- a as-
ir la chrgar joilnmenle al onde e-ta' estuda '.' Po-
da e me pateca qee be mim.
Ah la oulras cousas se dieuram a ic-peito da im-
porlauei. do contrito; aun o contrato lem um li-
mito, liuiiie esle stm duvida que liiniliiu lambe 111 o
li-ej 1 do pie-nlenle nao levando a librada atessi
ponto dtMjado,
Senbores, aqu se conciderou o presidente baldo
de lodi/s os mrioa, COCO, inerme, lulamlo con. tiu-
preileiro armado de lodo* os mtios, com lodos os re-
eorsoa. aom todos iigiranUas. lie a primeira vez
que ooco dizer nesla rasa que o gaserno nao exist
armado e habililado para obrior um ompreMciro !
O Sr. Mamede he, pelo contrario, quem se acha al-
iado contra o governo, he o forte !
Mis, senhore-, o empreileiro Mame e lem de ver
a sua eslrada inspeccionada.....
O Sr. Sooza Keis:Aonde esla' issa enndicao '.'
O Sr. Carneiro da Cunha : ,Nn eonlralo Ou.
medo be esse di pusilauimidade do galerno, quan-
do cm oulraa oceatiBei o governo he nqu. 11-
presrnlado como una eniidadc quejase nao podt
sopporlar ? Sera' possivel que o governo tonlll pu-
dor para todo, menos para Iular com esse eniprei-
leire i Iteceara' a Casa que niesmo depois .la dilf
eunio h.iM.ia, o pre-id. nio nio ii liolianimado,
cru/e os brar-is e ileise o empreileiro fazer o que
quizer, 10 em beneOcio de tua balsa, e nada em bem
da nina, menospre/.indo a ina honro, a >oa prohi-
ilade. isto anula mesmo qut o Ierren se nao pieslc
aos ibuios ?
tli nobres depuladoi que impuu'navam os rnnlr.i-
los n.io virsm eoudhjao oehboma boa elles, nao
\iram. por evempln, a maoeira porqoe se determina
o declive da estrada, na tiramqoi ni je ealabe-
lecc, que a ullima carnada do loto seja de terreno
arenoso, e que u'oolrot lagares, as luleiras, stja
empedrado.
O Sr. Naacimento l'orlella :Esees f3o as bomla-
dll do eonlralo, nao '.'
O Sr. Carneiro da Conha :E se o dissesse. di-
zia muilo bem, porque nos orc.-iiiienlos das ariema-
laces na estabelece laca eondicAes, nio ia man-
aireiiiaiaiit-. fazer olinia cimada do Ierre-
no ariis a 011 I d.-ilai, que ll-llll 1 seis polegldas di
sobre ,. 10I11 qoe 1 1 ile !
11 '- um ni., l" atril 1 -- I .. he 1 ubi l|
ii j..i. ...
ntrllo nJ.....larain qu.....pen-
ii a", i p dem -er maiore de.".
-I da rclalii 1
me n.io referia ao nobre depul lo.
OSr. Hachado Porlella :Rutandoqoa a prop
sic;to do nobre deputadu|foi muito gene ici abran^t.i
a moilns.
,lla uro apparle
O Sr. SI ichitfo Porlella :Maa o que he i-!o te-
an um i icco- icio '.'
t) nohre depulado referi aqui Ir* fados; um
lopUilai na casa; c mo p, lem leiilin um projaes
'pei-i.i pan, ,preiilar sohri a malina, resirvar-
para ess.i occasiao.
n.e-hei
- >r- ''.o llua.le diz algumas palivras.
O.-ar. Micha la l'jrletla : O nebro depulado
r. leanla l>ua,i, apella para mim a respailo d
OSr. Machado Porlella:Sr. presidente, qun-
do liiiuleui conclu minha respusla ao nohre depu-
lado que acaba de a*sentar-se de-oidiava de que a-
evplicaciies que dei no fassein salisfaclorias e o alo
c.menla.sem, mas creio. e a casa vio, qoe o nobre
depolado se salisfez com ella*, porque boje apenas
Iralon de insistir sobre um laclo de que d'aqui ha
pouco ocenpar-me-hei, o igora (az novas pergunlas
011 eii:e novas explcanos que pudia honlem ler pe-
dido, e a que eu tena I -uiln-in respondidu. Devo
lamhem urna resposla ao nobre depulado pelo circulo
da Plurcs, mas peco-lbe In-enri para responder-lhe
depoi* que satislizer ao oulro nohre deputado.
O nobte dopulado pelo circulo do Limoeiro he
verdade, que romeral dizendo, que eu lilo tulls des-
truido os seus argumentos de honlem.
O Sr. IjoDealve CuimarAes :IJue o nobre depu-
lado rolo mi ludia demovido di idea qui eu linha a
respailo de insIruccAo.
O Sr. Mchalo l'oilella :l'ois bem. Disse o no-
bre depullde, que eu nao havia mandado proceder
investgame, llgnnkai sobre o fado, rjue lile int lia
vil commiiuicailo o anuo passado na aote-sala deata
casa a respeiluaTo profe*sor publico do l.imoeiro, que
eu nao me hifia importado com isso, nem tomado
deliberaran algama, mas que su esle auno depois da
lleir,t he que eu mandara sjndiear a tal re*peilo.
\. rixe. sabe que o auno paasado me acbava tu
com isseoto nesla casa, quando a S de abril, n.io es-
tn lo aluda encerr.iilos o* Irabalhos desla cmara,
live de ir iiiteriiiainenle para a a Im nislraro da
provincia, ahi ennservei-rae al o dia I \ de oulubro,
no dia l foi-me cencedidl una brenca de -t nie/ts.
que Itriniuou nn da 15 dejineiio : lio dia lli entrei
em nenelo. No da iii em que entrei em enmelo
na la ti/. e-e respeilo, n dia IT nio iei se foi do-
mingo, .na- logo no dia IS olciei ao delegado lillc-
rario do l.imoeiro, e aqui esla a resposlt (mos-

OSr. Pernoto Duaile : Para iilo he que scr\em
os iloruineiiliis.
O Sr. Machado Portilla :Ha rasos em que lio
hadisuensaveis. Eu pulla ler-roe escusado de Irazer
boje esle documento, parque honlem a elle me re-
fer, jalao que a casa roe deu endito, roas emlim
Irniixe-ii sempre.
Cm *r. Depulado :Nio precisa ler.
1) Sr. Machado Portella :He bom l-lo sempre:
[*
I din. Sr.Em cninprimenlo ao servido publico,
e tm respusla ao ollicio de V. S. de IS de Janeiro
idliroamtnle lindo.:uo qual ha mais iemo ttnho dei-
xailo de responder poi molivo* valtlodinirios,; ero
rujo cilicio V. S. me pede que franca e circum-lan-
ciodamente infnrme a V. S. a respeilo dos dou* pro-
les, ,trs desla Olla, o de latra e o de iottruerlo pri-
maria, sao a dizer a V. S. que a meu ver nada no- I igJ.j^J'o^j ,ium,los, e
lavel mo consl.i acerca desles dons professores, e nao j^-(>.___, 1 Y<> __
: .ia un- mienta tigeuli qnan lo n tuppri-
nla a 11 Im isa In pelo RAVirno geral i:"., eja tufli- [ '' '- ''
|.....'- ['"-' autoritodo ,. governo di provincia a ron- 0 Sr. Carneiro da 1 u ,!
11 imprisli.no i,- > u ( ,i|; ,
1i111u.il q te n.ia oseada 1 8 par eeillo.
l-'.-ia empreslimo -e lealisira, .nV pela ven-
ia de .plices au par de 1 au ,, ..
le .-arenca de fundos -ira a me I
indo-si direciaineiita 00 arre
ni
. i, 1 a, m, n.. abro om crdito do 1
: Senil irrs, nina nu-
il i;' p ir eertu n.io h um
...... II anille' '. s. -ir| v 11.11 -II', 1 i .
para iinpresado a,,..-,,. i,
roerao dasostradaj da E>cada, Pi d'Alho *i
tul.....rt- ........' .... .,.....,
--', he a qne n fee a eiti le-
das airas Cra>iai por venlura 1 nobret depu-
n.i isla !" punca 1 ,.u po-
derla i ... ra la que leu-
.-'11. por um precio, o 1 onlieeen lo-
, Ira, n atlendendo-st u
rulo o leo
monta al
ri ras depuladoi que iiiih 1 is cou-
lei lora um lim ai, mais costosas be a faciera de piale-. .-
miada contrahir urtiltirose compromillea fize-las. u,lo de iiaoro-
.;,v,.. ,-,;.. um e.p,e,ii,,ou fura da provincia, ou dentro rao temos, poreind. ferro oa podra, com preii, ap-
i 1 11 .Ine depul ido que e-la
tgora perguntn eu, entnndendo-s......uto eapeciil, .. Ma lei na
ha por lanto de qua us ailmoeste, por quanto o pn- |ajaaj_Jjiaij
intlre Manuel Alvares Pereira, leve o anno panado |S-M|_j- .
rien alumnos (tres sao filhos legilin.os do ineimo
pruf.s-.ir, ligaos dos quaea lizerain esames eo-n lo-
d.n 11 forinaltuada, cujos discipulos es icham* aog-
intiilados, como ver V. S. dos roippii e copia- .1 -
eiamet, que ja Iransmilli 1 essa uirectoria geral : he
bom prnlessor, cumplidor do* deveres do seu empre-
go, e que aqu. ja levt l alumnos ; he bem quilla
nesla comarca, e be buin pal de familia, lie verda 'e
que do eolea para ca nao lem batido aquella con-
currencia de ditcipoloi que liantes havia, devido ao
esliago do inesinn cholera ; mas o anligo prjfessor
de Igualas-ii aBo lem deaenerado. Em quanlo ao se-
"ti lo. o profesor publico do lasIracCSO primaria
.1 .mu Tbeodoro de Vaseoncellos Aragn, lamhem
nao Ihe acho motivo para admoeslriiesininbas, nina
vez que lem maU de :ln alumnos, cujos moppai lam-
hem ja iiiaudei, e cumpre os develes do seu miRit-
leiio. lie verdade qoe elle leve tm dia* do anuo pas-
aado, una dovida cun Manoel llamos da Sdva M'i-
reira, por roolivos parliCntares, cuja destecho desse
negocio, no caso de ler sido reprcbei.sivel, jamis era
de minha ittriboicJJo por parle da inslruceao pobla-
ra : e pii-so allirn.'ar a V. S. qne esle prolessor tero
bo.s relace* com lodos desla vi.la, e nada man tero
havldo cairo elles, isto be, enlre o pcofessor Aragn e
Kiniiis.dc lal serle que o* netos de llamos eilito u'.iu-
la si, prole-sur Araban. Maa como quer que nioguom
-lej 1 livre de le. deslfectOS, e estes leao da lo a V.
S. exageradas contll dos supradito* professores, eu
us aruiiselbaiei para que sejam anda inai* aclivi.s
110 rumprimenlo dos eu* deveres, e eslou bem per-
'ii.i lila quo elles coma bornea* honestos que *ao,
.cnlluiaa com doeilida.le us meu- conselhos. Dos
guarde. l.imoeiro, 1U de letereiro di I80S.I Un.
Sr. Dr. Joaqom Pirol Machado Portella, .lir.rloi
BOruI de inaliucr.io publica.Jos l-'rancisco da Coa-
la Gomes, d.legado Iliterario do l.imoeiro.
.la ir o nobre depulado que eu so poda ollriar au
delegado Iliterario do Limoeiro, na qualidade de di-
rector ceral de instraccio publica, quando me achas-
se na directora ; lApoiados,] mas pense o nobre de-
pulado que por me adiar na Rdmnisln(lo da pro-
vincia, ru e-queci-me diste fleta, 1*0 llalli delle '.'
Nio me he passivel ir lotolvor o arrluvo para pro-
i-.i.ar um documeulo, mal se n nobre depulado se
quiirr dar a esto Irabalbo folhee o eipelenle no
iilliaiio.n que hade enconlrar um ollicio meu au juiz
de direilo iiilerino de sua comarca.
He preciso insistir sobre urna cousa. Parece que o
nobre nepuladn honlem e 11.10 sel inesnio se boje, ro-
ma que ilpcliiinii ae li a manifestaran qua desse fac-
i me havia feilo o auno pillado ue-li casi,
(i Sr. lionealvet Goimirlli d..' um aparte qnt nao
OllVIUlns,
o Sr. Hachado Porlella:Bollo foi o nobre de-
putado que me altlria u que c--es fados se linham
ilailn. que havi.i relaxarlo e eu enlao respondi-lhe,
que era prtclto liana. ifarmacAei milito eserupulo-
s, porque \ .....11 iiii.ii ni ...i.-., parliaui da
i-.-... -u.|e.ia bem! Imi i|'i' pieciatl bem ealt
lacle panel me, aenba presidento quo a le I
P.-.I.. .. .,...... ,1 ida q.m le I.....ha r a
ll UVI i.... I i los
Para n.io rain; ir a rasa n.i.i lerel mili nutra -"..i
cin lo delegado lillerario a respeilo dos professores
a. l.imoeiro.
O nobra dopulado quz procurar nutro meio de
11, -n ra -me. e lembrou -e qa- iinh a liavi I i* mi-
nha parte nmi-s em nio Ir.it.ir no meo r.'. it i tu b
I propor algomas medidas I reipeila das feria* dai
.punas lenas qqQ -, |,>, linha ro'ire.li lo aos i I
i inslrucraa secondaria, eatrelmtn que sos
de iustiocelo primaria n.11 htvii conee lidoi
ai. 1. ; e qoe por lano cu devia le apr<
il urna medido.
Primalrartteato, o nobro dopulado nio tabe se pinto
ormldade r ft sores ili-M'in ler lunas as quinlas feiras; < em se
-mi lo loglf me 1. ir.-.-e que o nobre depull lo n.io
leu i. relatorlo tobn 1 iaitruccalo publica, parque
'i- le.....rotatorio do director interino, vena qoi
elle lilla a respeilo das ferias.
Sr. Depulado:Nao leu nada
pois responder-lhe, o permill,i-in que argumnl.n-
11 11 inaneira porque o nubre depull lo argnuientuu
por meio de perguul.is iu .lanibem Ihe dirija al-
gumas .
O nubre depulado enlende que a inslruceao pu-
blica val de mal a peior porque leiiba diminuido o
numeio de cadeiras ? O nobre deputado entend
qut vai de mil a peior, porque lenha diminuido o
numero de alumnos Vai de mal a peior porque os
empresario* incumbida*de velar sobie a iiHtrucciu
publica se lenham relaxado, nao lenhain compndo
us seus devtres'.'
U Sr. Siqueira Civaleanli :Sim tenhor.
O Sr. .Machado Porlella :E qoe consegointe-
menle o director da lstratelo poblii-a lenna cru/.a-
do ot bracos, se tenha toreado luirla e nu teubs
tomado me lirias necessarias para melh rir esle ramo
de servifo ?
OSr. Siqueira Civalcanli :Nao sei se tem em-
praeji lo o* meios.
OSr. Mchalo Portella :Poi* bem.
(nando, Sr. depulado -e avancacem propoie,5es
dessa ordem, dcvem-si exhibir prtci forcando a VOZ,
O Sr. Siqueira Cavalcanli :E os facios que eo
prtientei 1
O S'. Machado Porlella :Eo hei do tratar dos
fados aprescularios pelo nobre depulado.
Sr. prndenle, honlem riisst e repito, se eu avan-
r.i'se a prapnsii.ao de que a mttruccao publica se
acliava n'um eslario lisougeiro, expiiuba-me a qoe
qualqoer ine riisatssemente*,perqu a inslruc-
eao publica cm Pernambuco nao uta em eslado li-
sonjeirn como nao esla em parle ilguini do Brisil e
nem lao cedo edara ; ( apoiarios mas dahi nao se
segu qie a in-lrucri 1 publica leuha rel.ogradado,
e n.lo leuha melhorado :
O Sr. Siqueira Cavalcanli :Oieria que ettiVStM
melhor do que est !
O Sr. Mchalo l'orlella :N.i.i posso deixar de
confessar quo o estado da insln.rc.ao publica ria pro-
vlniia nao he lisonjeiro, mas rialu nao sosegu, que
elle lenlia retrograda lo, que nao Imilla inelhorado.
Se nos consi.lerarmns pelo lado le numero do ca-
deiras, vemos, que com quanlo nao baja na pro-
vincia, 1. i.omiro de cadeiras sunicienie porque lal
vea -aja Pernambuco a provincia, que em propor-
<;.i 1. menos cadeiras tem de primeiras latir*, ledavia
ella tem inelhorado n'csla parle, porque do auno
paitado para ra' se ercaram sis ra Itiras.
lia un. aparte.)
0 Sr. Machado l'orlella :Cera quanlo seja intnf-
licitute o uaiii.' o de cadeiras que ha actualmente,
todava proporcin denle lem boje a provine,
maior Homero do que linha liantes, e nutres estabe-
leciintiilus de imlrorcao que tambero .lantes nao
posiuia. Sera' o numero de alumnos que lera' di-
minuido .' Tambero n3o ; nesle mappi sa v que
nos ollimoa 10 anuos lem elle augmentado.
II* preciso pn.neiio que ludo alten ler pan o que
sao dado* e*tai*liGns e mormenle 110 nussn paz ; nao
ha carleta malhe.nil.ea, nem pude bave la, eu sou
tranco ; roas o que consta dus raappai effleiaes be
lito : (l.)
1 re.pieut rain as escolas em
526 alumnas.Total -J'i!->.
i-2 -JTVl.
-ar essa formali.darie da le
O Sr, Siqueira Cavalcanli :A conlia licr.to ni
esta' irisan.
O Sr. Macharlo l'orlella :Eu vou iriianle. O
cnisetoo mi. 1 cabio em contra ti.-rso, porquanto de-
alaruu n.lo encontrar ailigo neuhum ria Ici que au-
loriasso essa diapente, e eu de conformidade com a
inesma Iti inritlleri o requeruneulo do peticio-
nario.
Mi-, i li/ o nohre depulado : o peticionario pres-
lou-se a exaine, foi
Sr. presidente, riun
a le regulaiueul.r da inilrucrao publica confere ao
pre-ilenle da ptoviaril a aulunsacao para, ouvitu
0 coniiiliu direclor, crear i* cadeiras que julg ,r oon-
ve.uenles; e a>iin juleo qoe be d--uec-s he ocias 1 eslarmos aqui a crear cadeiras parai-ia
OU aquella localiriade ; nao obstante se se apreseular
aluiua idea nesle senliJo, eu loncorrere com o
meu vuio, mas algo dtmoeeMarie.
O nobre depulado o Sr. I'eixolo Duarte. inleres-
aa-sa por algumas cadeiras para a comarca de Cara-
plcnamei.le approvado, roa* nhuus. e ru Ib. respond que me iuleressiva la
sulmiellidas as provas rio exame ao conselbo diroc- \ bem, lano que ja' bata proposlo; e que o >>r rn
lar (ah Jie qui eila alqueaiao ) este enten.leu man... all jmz murhcipal e.dele^tdo hllerarai' r
vaii.i- m'. fti.tl.tif, *.. m
m
401
U-2.
CW-
que elle nao e-lava no elfo de ser approvado.
Sabe o nobie riepulario que o exame he feilo pe-
cante o riircelor geial de inslruceao e dous exa-
minadores, que esse* sao os 111.11* compleme* par
aquilalarem a capaciriale da examinan la nao s
porque em o lemp, que elle emprega em reipomler
aVpergonlai que se Ihe fazem, como lamben] asa
lism da exposir.lo geral, de oulras eircumstaocia*.
Maa o c.iustllio director nao vai aquilatar proprii-
menle da ranacidade do individuo, nem du aclo d-
exame, i*lo lica periencento act eiamina.lorea : 10
provas do exame bt que sao remetii.las ao cori-elli.i
direclor para elle ver se boato alguma irregulari-
darie 1.0 exame, e enlao dar o seu parecer ao pres-
deme da provincia.
O conitlho dirtclnr divergi nm ponfo, o cis o
o pirecer c 1 miaba eaeteae. (L)
Diga-me o nobre dtpnlado em conariencia se ha
aqu fado algum, te ha aqu cousa alciim 1 que pul-
sa depor qutr| centra o director geral, quer contra
o* mimbro* do conselho, e quer contra <>s exa-
mieadore'.' 1
11 Sr. .-siquiira Cavalcanli da' omanule que n.l 1
ouvimos.
O Sr. alachado l'orlella : O nohre depulado
anles de formular eaui aecusarea que s.lo graves,
que nao abramgein a um nem a dous, mis a' mel-
lo! individuos, aeaava eu man prudente que le
de-se ae Irabalbo de lr o regulaiiunlo. e ver quaes
sao ai incumbencias de cada um desses funeciona-
rios, e se elles cumprirain com o que rielermina
Iti.
Ouiro fado que terviu de baie ao nobre depulado
para mostrar que a lstratelo publica relro;radavi
ou ia da mal a prior, foi acerca rio prnfe-sor de
l'esqaeira Valtriaae I!-ierra Cavalcanli, que leu In.
-e iprewntado a exame re reliilnhlara 1 foi julg 1 lo
habilitado, mas na uccasiao em que linha o Co.....
Iba de apreseular o seu.pareeur ao presidente da
provincia alim da poier ese profes-or reri'her as
novas vaulageii* da le, riera in orna .le.iuiiria eou-
Ira elle e nunca se soube o mime rio autor della. .
OS.. Siqueira Cavalcanli : Eu ig.....ava-o.
O Sr. Macha lo Porlella : En que ha aillo
eonira a nuiuicro publica'.' Oque denota en.li
zelo da nade rio conselho direclor, qne lulo obstan-
te ess profeuor ler ai lo considera.lo apto, lando
alguem denunciado ao conselho qoe elle era man
i-uaipi i'lur de seu* deverea, quiz proceder cora pru-
dencia, quiz indagar se linda ou nao fundamento a
ji-c.ii-.il> 1, e l'.v. obstar a' percepcao da gralificaejl.i
pecuniaria.' I.lo louge de ser objeclo de censara,
he molivo para elogio* ao rnusallio director, por IMO
que nao qu 1. proceder com prtcipilarao (apoiados).
Eu que me achava enlao au ejercicio di d.rtrtor.a
c uiiiiiiiiii 1 -,ei islo iiiennn o govorao; oflici i im-
Veja o nobra depulado como o* dados eilatilieos, medialamente ao juiz d. direilo da comarca do I)
expr.mem puuco mais oo menos a iMaaeJUl do paii
meoor numero depois da revi 111 de Isas. Em
18312286 alumnos, e lil alumuas.Total i'Ml.
I>s211)7 630 3097.
1833251-1 ~r\ 3238.
I S">1 -2SII.) "Oti 3JI1.
He praciso, Srs. que eu nesla occasilo fac jioli-
ca an rx-rliroctor da inslruccAo publica o Sr. Antonio
Cotlho de Si e Albuqoerque : a elle lu que *e deta
o augmentu neisi anuo, o que musir o quanlo elle
era d**vellado em recommenlar loda a assiduidario
da* professorts, e frequencia de alumnos.
O Sr. barros Brrelo : Appeiado.
O Sr. Machado Porlella (l.) Em
isiiaqu alumuoi, e T:iJ tlumnas.Total .1fi:l(>.
1856862 S77 3739.
18573273 936 1209,
IIauve por tanto di ISVi pira 1857, um augmen-
to de 170 alumnos ; pareet-me porl?nlo, que por
es lenha retrogradado.
M as, seuliores, disse o nubre depulalo, a initroc-
>'J>j publica lem retrogradado, porqoe os empregado*
inruiiibilus de \rlar sobre esle ramo do servido,
leem sirio iiniisos e deleixados.
Mas como prov islo o nobre depulodo .'
Aluda ti/.ah nutra pergunla.
O diredor ria Intlraecla publica rruzu enlao os
bracos e lornuii-se inerte ?
> 1 .. Sr. presidente, mi 1 Eu n.io cansarei a ca-
si com a leiliira de apnilaintnlns que mandei lo-
mar, ( mn-lraudn nina fulha de papel escripia ) dt
ollicins dirigido! pur mim, acunstlhsiido.admoest.in-
rio, itprelieiiilendo, lomando previdencias, e e|ie-
.lido medidas de algum proveito.... ei-los, exarai-
nein.
O Sr. S. Cavalcanli : O que impoila isso '.'
t) Sr. M. Pulidla : Tanto a directora da ins-
lruceao publica nao lem crazado os bracos e se tor-
nado inerte...
O Sr. S. Cavalcanli : Nem eo o disse.
Um Sr. Depulado : Mo deve continuar nesle
lerreuo.
o Sr. Machado l'orlella : Oaero cumervar-mi
neilc terreno, porque vejo i* balas one vio ler ; e
li/en tu u nobre depulado, que a in-tr iccio publica
lem ido ile mal a peiur, sendo eu director da im-
trurrao publica, cumpre-me resrionder-lne
l'orlaulo. Sr. presirienle, o director da inslroccao
nao lem dorm.lu o somuo da indolencia, o director
serai tem procurado na e.phera que llie he rrara 11
pela lei, curopnr seus dtvere*. ulu lem fechado o
olhos a oiiimis-e* rie seus subalternos, como ja hon-
lim moslrti, lero roaiiriado fazer (uocestos contra
priife-snres.leiu-nos *u5penili'lo ", o duertor geral u.ia
lem-M IWnilldo nicamente tritura da lli rogula-
inenlar, lem procurada e-lmlar um pouco o qut ba
1 1 ttpeilo de-a ..pecillid ule.
HS1.-..1 ivslcmli : Nao rimido.
11 -1 Malulo l'.aielli Eli ptCfl so ll.ibrt
nlu q li .a o meo .,1.1.,. do anuo p> .J-
e vtra' qu nao 1 > u direclor geral como u cenielho
lirector...
11 1 li. liuiraarSc : Nao fui distribuido o re-
laturi.i.
O Sr. M liado Poi 1 eil 1 : Foi ; mas eu inane
lioje tliem* exeiiiplart, e peca ao na ir deputado profer
|OC -.- -asa itul que qui/cr.
iai iirr lo nubre deputado qoe I ia esse rclllorio
f vci.i' quo ni......1 oirecloi coral como o oouselho
director, tem prneiiririo esludir .1- n 11 que entor-
pecen! a marra 1 da in-li tirr."i poblica, lem pi
lo .i|ti leal a medidas p',r;i seu melliurameiilo ; m --
a, in que lalv nao ejtm ellica mas *'.m
in- ilIoii....... considerarlo, que as dscola 1 at|r ul
a.li-pte -- i- n 111 eooven.i ule*.
Sr. proiideale, o a......t issiil 1 eo disse no nir-n re-
. fallo a pie-rn-.a dn nobra diputado o Sr.
Malla- l'ereua que he deleg ido Iliterario e compre
salllfa. loriameale us leul devere ) nem lodos us de-
.111 a re jui-ii,ii.i, lano ollicialinenlt como nur
carias. '
I m Sr. Diputad, .lie preciso qnoli.
O Sr. Machado Poilella :Eo recelo que te ippa-
recer alguma med.Ja designando s. cadeira*. urce-
da coma de eosiume, apparega lamhem um grande
numero rie emendas, e o reaullado sera' cahirem lo-
rias : anda por issojolgo riesnecessirio a aprsenla-
ao de projeelo aatia stulirio, acho mus cuiivemeii-
te volar-se ames urna quola para esse lim, deixan-
rioaoExro. presidente a faculdade de crear as ca-
denas que achir man conven.culis nesle ou nquel-
le lugar. *
Afumas Vozes : Malta ber.
PAGINA AVULSA.
ISm^iiEneie
1 Socieiai /itaio Literario. Ddraisa deiie
ilulo lu mstallala oa casa Ja cmara municipal de
uada, a a aoja acto uuHiraoi miialteres prmi-
rienlt e verearioiet da mesmo cmara, coiDmandanU
lapenor e oflicialidade da guan* aaeional t outrat
niuilas ptjSMtu rie diiUaecl, uina soc.edade eoinpos-
n rie estudiles leadiaieo* da f iculjade de dirella
It-li cida le, rujo p.ograi.1111.1 nao deixara' de ser
muilo provellooa para 1 dessavoltimeato das 11100-
cia-, que eoiii al ni a inoculado br sileira acadeuiuv
procura culliva-li., e ale cerlo puni ha falla nao
pequeos progresos, e polo que 111.1 lourores Ihe se-
jam la los.
Forra eleiiu* para membro da commiasaa que a
deve reger os senhore* :
Presidente etleclivo.-Dr. A n iro J oiquim Ilapso o
Alliitquerqile.
Pi eii leule han inrio. Dr. Nono .Viqoo de Avtllos
Aune- da Unto laglez.
\ iM-presidiBle, Dr. Antonia Aflon.o de Agoar
Witoker.
Primeiro .erretario.Jesuiao Tellt* Negucira Krax s.
segando .secretario. Liooeie Candido do Carmo
Chaves.
Orado..Dr. Jos Antonio de Mendonra.
liiesou.eiio.I.ee.son Muabeau das M*ercs l,urdo,
trocuralor.Amaio Teoln o Casi ir Brasil.
Fetliciaade.Ho da 3l do correle a irman-
dade da Senhof II m lase* das I) H-oa erada na .gru-
ja da .-santa Cruz, festejou rom a decencia devnla ni
eu pidroeiro, lalo luga- depois d. fesl, a ben.-ao
di- haigeni do .seiiher no lloito, do Sinhor Alado a
Columna e lo Sinhoi Modo, lindo reservada para
a larde des-e mesm 1 da a henea 1 das mugen* do
senhof dos l'.issos, San lenlo a Sania Barbiri, o
que tlTaclivameule leve lozr com toril a aolemm-
dade. I)u,i- bandas de ii.usie* induare* do dacinio
b itil!i 11 e da 11111,1 inlii 1 le a.lilices, que para all
foram 111.in I, la* por obsequio, esla pelo director do
arsenal de guerra o Sr. leiieule-euruuel Manos An-
tonio Unci, e aqaella pe'o Sr. leuente-ceroutl Joa-
quim Re lri4u*s Ciell.o Kelly que terviram de le*-
le.uui.his, como que poifii ospalavua as mclba-
res pera* de msicas. O aclo fui bem concorrido, o
nada fallou para o tornar completo.
O quinto e ultimo netn do drama Pedro lera-
do *ceim notheatro de .Sania Imbel na noile de
'.I do corrate. ,\,io lindemos deixar pastar det-
pereabldu u modo intualo purque te porlaraui os
adores que Gcartm 111 antesala do minutra, quan-
do se reprtienlava o qoiaio e ultimo acto du drama
jo, ao presidente da cunara municipal e a onlr.is au-
t n.l.ule-, a* respoalas lorain ludas em favor do pro-
fesor, o foi elle apreseula.lo ao governo como hahili
lalu para perceber as vaniagen* .la le, o eirecliv.i-
inenle c.nnerau a perceha-laa. lia nisto roolivo pi-
ra accuiailu, para coniuri .'
O Sr. Sjqueira Cavalcanli : Ea refro-me a'
denuncia.
O Sr. Machado Porlella : Ent.io quera o no-
breidipuladu qua leu b> havido urna denuncia for-
mal o eouselho croa**e os braco* ? .Ne-ie cas ? lie
que teria logar a accuiarao do no'bre depulado
Mas vimos ao oulro fado, f) nubre riepula lo Iroa-
xe cuino previ de sua priintira propoiiele, islo he. I -Pedro-, que lendo corrido mudo bem, foi nasa
que a ,,,-lruci.i publica ia de mal a paier, o fado uccasiao. para n..s a mal. imponalo, eouiplelami.n-
a su.p.n.ao ilu profetsur de S. lenlo. Lula Paul i- le enterrado ana con.equccu desse grupo estpido
no de Hallulla V1 enea Eu riis.e honieui em a'
parle ao nobre depulado, que alo me aebav* no
exereicio da directora quanlo -e deu o todo da
suspenslo desse protoosor, mas liahl lana confia ir;a
na probidade, jus|ic0 e uteireza rio S.\ vicario ile-
sende e .dus n.ai* oiembrus do conselho director
qut nao pori.a ritixar .le crer o qoe disse, Isto he.
que tiles haviam proce lirio com regularidade e qoe
a senlenr.1 iniu podu ler dena lo de ser fusta, l-.u
Irooxe boje o [troce.so : elle he um pouco valumo-
so e enfa laria a casa sa BlOMI a leilura rie lo .as a*
suat p '.;.'. mas ei-lo aqu, o* pobres depolado*
poderlo cxamina-lo. Devo entretanto dizer ao 111-
Je prelen lenle., que nao c niiprehendendo a impnr-
lancia rio lugir em qoe te aebavam, cnleuderam
que o bom ritseinpenha de seu* |iapei* elava em la-
I.-. faoeclts. a estas lio ru calas que cuiou tborrt-
ciroeulo gtral. I'rovaveh mili 1 iineuagem friura
com que fallamos ule agrada a tssa eule, mas oom
i-so pouco n-is Importa, |iorquc emendemos que he
um a censura be 11 cabida, e Unto mais mees.na
quanlo -e Irala dt currigi- defeilu*, e livrar que por
csusa rielles uniros vruham 11 solTrer.
Muro in-lii.ao.Em po-ie.io fronleira ao vi-
velro do Muniz, logo rio comeen da roa Imperial, o
I DI nos sobra los ullimu* que licam oessa direcrlo,
bn depulado. que desejando eu prute.ler empre |1H uln mur cm fofirH ,u ,nier de palhoca pela
VT. C"!?P''..? l,.rurte"c'_,.a."'l'eilu de la-lns cmno \ parle interior, que leu. lal dt-apruroaninlo em sua
summidade que admira ainda pinar alguim pur all.
.Nao emendemos do-ircllll tetara, por i.tn p le mu-
lo bem ser que e.*e maro mi paradlo seja MBttrui-
esse, quiz ouvir alguma pe*soi iii-u*peila, de lia
ranhuu*. a primeiri auluridade da comarca. A-
cliva-uie eu na arimiiu-tr ieao da provincia e
enlao dirig aojuiz rie direilo, patloa muilo res-
pelivel, o iifllcio que aqu se acha I. .
Aqui esla' a resposla unparcial do juiz rie direilo
e o mea despacho ikvolve.ido o* papis a' directora
la inttrocglo peblica ; ei-lo : <
Depois de um anana a-siguariu de 50 liaii lante*
de S. BentO, depois da quena dada pela conselho de
diilrido liltaia.io, queixa que venias.igual, pelo
delegado, u Sr. francisco Ignacio de Paita, pelo Sr.
tigario Antonio Alves de C malln, ep.-lo.dui
oulros me.niiius rio conselho liltera'io, 11 conselbo
eulruu na a|ireciara> da queixa, 110 i;on!i-cimento
tus faclu* allegados, e nomcou uina commiss.i p ira
a lal respeitu dar o .eu parecer, coromiltaa que foi
cominillo du* scuburet padre Juaquuu iaphail da
Silva e Dr. Antonio llaugel de Torrea Bnodeira. A
cummus.io e aiipal- iu torios o* papis e pe lio au di-
rector geral que se requisila-se ria presidencia
maudaise OUVtr alguem lasuaptito acera da* in-
trigas que se iliziam exi-lir enlre elle e o delgalo
luterano".
I /-. Islo, ve o a respusla, o rnn*elbo
prorat o lavrou eila lenleac l
u o coaoelha director di inviracrui publtea di
provincia, toado asamluadj .1 roprotenlaglu doou
laienli.la que i-outii o if it. 01 p ib Csi .11 Hu
cao primiria da freaooiia de : alo i...- Paulini
da Silva Valenei, dirigir a directora seral 0 cai-
lelho de iii-inea Iliterario da soliredili fregu.ia
spreeou as
da com as pi-oporriies dt equilibrio da torre inrlua-
Ja de l'isa ; mas ainquanln nao livermosessa cerle-
za, iremos sempreaconsellian loaos viandante* a cen-
tolla do passarem fra rio ni ranee do mesmo muro; a
a quem competir lembramoa qu. ha a ncces-ilaile
iu leclinavel de una |irovi. eun 1 110 semillo do veri-
licar-se o tsla.lo eui que M arha o referido muro.
./ drena. Com osle Ulalo sabio a' luz no lia
a'.l um peridico, redigid por aleun* alumnos ra fa-
cul U.le ; pelos redadores lica ininlle.lo que o sen
Un he a ilillis.i das lell'a*, o qual desrjaines cur-
dlalmento que sej.i allingilo no seu de.euvolvlmi li-
ta prit.ru. A lArinaa be man um esparo qne o jnr-
nalismo conquista, e 011 le se ifla ameslrar na* lulas
de reuoint.
Una exeuna ollUl. Ha das deu a poli-
ca n'11111 deiMM iminuiidis i.corlir si de rorrop.a.i,
onde te pral.ca toril a casia .1 linmoralidades se
exereda com ..(Tent dn* bous roslumesa letassidan,
Ingruu po ler n.io ni dattozo-lo, sen.io lamhem dar
lesiino 91 Hbelhas diieiputot e in.-str.is. Nio cante
polica uei.e impendo que tu u Ihe devert' a mu-
rihdade pobliea.
DifO 111 1 ttprci* Par
Ittor -- 1.;, ,-.. 1 que ...... un ,.eio i-i...-. no i -
pediraos a um Stnbar (pie raranrercia all
que nao couve.t.- 0 si-u eslabele.-niieniii em denoilto
prueidende a* furnnli lade* preMriplai na lei regula-,,le quanto operario ingle/ ha a eeaapeahia do caz ;
p.ns que faz.m una algizaira latalerivel, alee do
qoo appiroce do ob*renu quanno ja esli ero meu.
ni-.ii ir .1, ia.lrurc.io publica numera 369 litlo .
ra, al! nico irtieos 103 I 107, ie-o:ve que u riiin
Cm/ Paulino ir I! Iloodi Valinfa Oque
luspetisu .i 1 \ 1 1 rcncimenlos da loa cadeira
por d.His inezi-s, a coi.lar d I -di de,eml ru vin-
looro io iiliimn de iine.rode 1858. eenlormo 1 di
inniii nn irllgo '.'i da Citada lei, vi-' r r > t r .-
v ido que .. sobre.lito |ir. f. u imo :.. ndn |
DI MI eu!.1, e por ler fallad 1 10 1 peilo devldu a 1
1.....'-I'. 1 da .ii-.iri.-t> liilerariu raipecl vo, ni smo pe
Iho din lor.
Sais lo contelbo director da intirde-
jn publica provincial, l.i de novembro de 1857 '>
1 .aiaiirio ll-iirique .le Roiaode.
Dr. Jernimo Vitalia do CastroTivire*.- Joaquim
I 1 oio de Cubro Kanes.J0*4 Soiresde Aztelo
legados lillertrios slo o* mais aplus para iiispeecio-1 l'ariro Jonqom Rapbaol da Silva.Conego Joa-
uar as oselas, ja porque n.io teem ronheciinenloi I quim Piulo de Cimpoi
ra oh eontratos ,p.',, m::'"........ ba o qoe ha de faaar. e aiiim por mais raines qee ao Exm. pre.ideale, iasUlindo apena.....r algum.,. ari.aulados como 1 I11...1.. quo lem loito a ante lasoprol......r,?tu
,'!;,'. til ,. .,.,,,. "-,.,, ic ., ......,,.. p..r ,.,,,,p,..... ,,, .., ,,, .,.,-,, das modida opreseniadat am meui ralaloro.....le- n-p.-u... Lea o nobre deputodo a le francezi di .., inlrai 1 del le II
BKUr a uba He obras publicas, oesse Ca-Uento' Iradis du sul, wu\Wa!|'. 2''',"' !!!' '.'' .....'1 ',!''"'' .........'"'" ''' :,'"|tr" '""" '"'" 1"''" '7tei r"'" '''," lc'ei>v"'v'"'""1" '" ? 'arco d. liuo, lea .. qut -obroeae aasomp- me do pe.......id, a.
1 m. ..nu.!, uu su uune 1 lau-d Albo, o di- I to em quo cilio. Ida uiiiiha parle euteudo que eammnli loqmi em ludo, os pontos cm que ja i tu dutm Mr. Aodlsy, e eulros e vera'que cuida-1 ineulu u director ge
por
Irlle Ihe neg i--.' I alle-la I,,, mi irmei-
Ittli 'ivna, e vendo que pilo roxolo-
Ueral nao eslaxa aJilriclu c pr o
eaminbo di man*le 1! e.-N,. A e-.-#, nonerosdt pia-
.Inreii e-ruig-ra r .-'.imam tjontir se, l de vez
em qajtn ''. oolros de produe*lado |> 1/, qpo, por
iinui.1. |ii.-!i muterid ia patricias 1lora da
1.1 ia i-.ih-.i -"gnu-!- um fieeto Mcriplor, fn-
,-. li na I 1 .e-peilarem. pedidu ha
: 1 jueno, 1 colitsm u -er ier\i los.
II "> "s que acha-s, na pov.....
do* Aiag-'..-. dr-.,sil.-la -in c.i-a de es.na eopea
iihi.i tai Irma nis'i.ir ile |7 MnOS, ;i q.l.l icitnr-
stnla coa, di-ndid 1 11 1 -1 u pudor -.irgni.1 p-ln (ir
1 ... Compra qut is aolori lade erlmintea
iMnliquein do fa de, alim .le .pe ole pns-e dc> iper-
cebide ese confunda no ilpbio .tas ctimea Impbnet,
maii esle que lana i. ni de htdiondoqeant.de eonira-
rio s leis da nalureza. .N.in adianla.em .- 1 I a ll ,-n.
mi tm apreciara >, nem faremos cemenlos a --m-
tanle aclo de COncepitcencla brutal ; |ton que ar-
enes Im, a qu ir. n nli 1 .i le exprimir me aot d > que
i mera e*p i-.r."n dellaa na propria nudrr.
torle Co:'.: 'i '. lal.- a- mal-s.....in.-nm-
inod ido. us morad iret lo ral ria* Tnncheirii pur
- 1 oulro, qn les? .. --.i ten o a ehamsr em alta vo/ :
I .1/07.1. Casan sem que < 1.azora apparer. ; nn
eniirianti qoe sampro un hirmonia tai reipanden-
de I. voo. la mi llr. .*- Cazuza, rbegue Ing.t,
liara n.lo ui.-.ir .1 1.1.1,1 gente, qne inui-a Ihe lea
mal, e que tapera rn*recpr-lhe esle lavar.
r.Vir'ipii.."' 1 mora <\-\ Peona hi om dopotl-
to .tes-es venc.....pie ''- n 1'""' escravn* Una aprr-
ciiii, na iguuuucia cmplela dos seus termina- e(.
s
MIITII AHO


MAMO J)K PERNAMiiliCO lERCA FLlllA i DE JlNllO DB 1858.
eelai. Sr. aStal, d uin piiscio por all, afim de << R semtlhaiile, sim o 1 . varlH-ar a IUIIH.
Iwrt, ara pardiuho, qoe dirru r alilhado do Sr.
Haa.el Carene, da Mallo, lomando banho, e qne-
snto singular a asigiiilura da letra da nula con-
loa.
(juirio, nolaram lamhain que na vinle cinco le-
tras aprsscntad.s por ktllrr, sa vi'- q:ie o sallo lem
do que uaa da firma social em 1856, e que aqu
Bao eslava ao lempo do descont da letras altas.
Em rel.,i;,io ulluna parte dcsle topiro, u;lu adi-
laii.io ntai* a analyse, que lenham feilo no primeiro
MraVMMr a rio de um lado pira milco ato- H dala* poileriore a's datas doi saque, e lias duas [ etame obra tarjas, numerar.,, etc.) basta pon,le-
ren-se, par mus dilisenciat qoe litesatm para
mu i ea cadver, nao foi pmsival encuilrs-lii,
-enJo. imrraa, sepelido duem, visto um oulro por
ealre an< rn taques ao rnesmo lu^ir da Torre, a i|ue
***!;. >r Iba tiaver cabido a mesma sorte, eoro a
aafler-ara parra da partear ler sido a morle desle
raa par esltr vastido, e a daquelle por iinprudeu-
m aaa.
n-Aieirnt.Na da 30 do eorrent* no aterro da
Bas Vi-ta. den carros de alusoel, um que sol.ia e
asir qbc de-cia. ambos a tiota larso. deram lama-
alia abalroaJa aro no oulro. que um dellt licoa em
aainraastado.senilo que por fcliridade nenbiwu delles
r*4ana pt > aba* de andarem <>< carros irmpre a ear-
was Hla ha o memo que clamar no deserto,
atannae a cansas rontiuuam la m**mi forma, njla
ahalaale basar um arliso na po.tu.as mumeipaes
. t-4* preli'ae, mas que se n.lo observa por ser cou-
rr:ee letra aorta. StgnaSe cenia a familia do
>s. etinte-coroue| Krancis'O Carnetrn Machado
Utas, a hir da musa na BMlril da l(ia-\'uta, qua-
aa fc pisada pr um outro cirro, que vinlia a
rvr-. S. (Ira e ama coaa deslas.
Cmrne podre.Ctnta qua o lical da frecuezi
4a rUj-Yista. mandara deilar lora duas arrobas de
rarar rorrapta, de am novo arouzue que se abri
a pita da Sania l>ar, e que duem pertencer rv
'arla raaipaaliia. Ma principio, BCoagiia novo eom
rara* *eaks. e esta podra 1 !
.K.K-init".No da :10 do correnls foi barba-
raaaeala essassina lo a ccele na Iregeea da Mari-
nera, aa Pwtoiue/.. por seo escravo, pelo que foi
i e reralbid .i eadeia. Ignoramos qoal fii o
te dea losar a semelbanle alternado, roas
que alie f<*a, jamis deveria anlnrisar a
a pratiea-lo, a por isto deve sol er lodo
tic aaa pana da lai.
.Waeifa e.ryorida. Sahio para a Europa na
ai ansia iada em diversos navios i;77.:; sendo em
nadas da tro 5:7131 e em ditas de prata 1:06 10.
O hrigue belga a Charlaa Itisier af vindo lelraa falsas as dalai du sello,lie do din anterior a' da-
ta do saque.
Ooinlo, que os alzaramos, um e dous da ilata do
taque da lelr,, ,lo escriplna rain lila mais otara
que a dat nutras letras com que e anadea os elaroi
das letras, sendo a tinta com que foi csrripla as da-
tas das letras nual em cor a'com que foram es-
ciiptas a palavraiceilamoa firma da 1. Keller
vSl C| c o enderero a este, nevando e-a asesina
diflerenca entre as nulas rom que f.uain crptos os
alearamosum o molo;,i.iii! un pulado em ditas letras, aendu. quo lia de trinla eoli-
to a tinta be msis clara.
Sexto, qoe a firma de Kallar & ('.., bem assim
as pdiviasacollamosqua e den mi letras
lalsaaatldo grosseiranraole imitadas, e nenliuma ae-
melhanca tem com as firma que sa viram as tri-
la e dna letras ((no Mies faram apraienlad is atslsni-
la rom esta lirina ilc I. Kallar & C, que Inmbem
eeharam qu na* eiia* apraaaaladM por K^iier e
por elle |ia^a, depoi da quantla do valor da I-Ira
estaescriplaa as leeaintel palearas-em dinheiro
leital, em unas, e em oulrasem moeda loeale
as dua fil-a- na li I e-ls decl ii ; i i, Ulan i ris-
cado o espado em qne devia eslar escripia. K nes-
le arlo pela directora da caisa filial do Banco fo-
rm apressnlada tinas Ulra firma las por N. O.
Bleberj) C.. faecaiai labra Soutlia 11 Mella* \ *'..,
ambas-aceailas a II lo curenle meir, e aceita por
ele, urna do valor de dmete cunto", e ouir i .lo
valor de qualorzc ronlo, a quaas eram de chapa
dillerentp, e irla lindan letras nrm no centro, nem
na latine nem niim nr.ii, a que< Itlras foram
siril idaa a Irinli di ,s prtciio da ua dal l, as quaes
letlras polo nr ole da aasa c immicial de M. O.
Ilieber $ C. a Cactoa Lait Filipp llook, |ior eie
foi derlainilo qua as rccuiilieria por ver.la Itiras. IC
pola directo! ia f ii cqoerido | i" o perifliH evaini-
nasem sa te la as tirinas, e meama os euderecos dr
" aalia a lat h fal i- eomblnain de naod ojnc
*a paaaa [ulejar qoe roram rartadas amas pela ou-
ir. i ohrriion.ii>- un letra sobre ootra Iclra e
rar que lal cousa nao disieram os perito, e nem
inesmo se pode remotamente indozir de suas pala-
ara, que li' un transcriptas, a a nie-nia ra/.'.o que
liara iato se deu, nada lem de rommiim com a sti|i-
l'OS'clu que se fez, ei-laa porque em oulrai letras
te aeliaiu dillertnrnt, que nao unporlavam para a
pos.ibilulade da bieldada; rute, qua por nenhuma
furnia eonrlue pala supposir.ni indicada emodilo
provimento, como resultado das derlaraecs des pe-
rilo.
I ira por tanto domonstrado que o.secundo r\ame
n3o altern o primeiro, e apenas o molilirou em re-
l-eio e um dos diverwa fun.lamentos, em que ba-
tean, que o primeiro etava em p, pon que lio foi
desvanecido por aenliuma outra prova, ou pre-
snmpcilo.
Ora, se n primriro esame subsiiia, e e-la' a rm
| como bem o eutendeu o jui/. iggravado, e resul- i ipecaeaanha......
l.euha de ochas cramles
o de mira........
cabra rnrliiloa .
earneiro.......
llore du cabla.........
i o goiaba........
o serco..........
B jaba...........
Espanadorea srandei......
n pequeos.....
Ksteiras de preperi......
Estopa nacional........
o cslranceira, inao d'nbra
Fariuha de ara rula.......
i' o mandioca, ....
o iiiiiiiu.......
Feijad..............
l-'iiino em rolo bom.....
ordinario ........
em Iblna bom......
u urd nano.....
i> reslollio......
tiengibre...........
tiomma.............
l'm
J.'iilU
SiOO
19000
SD300
ICilMI
300
1960(1
I3OO
IjOOU
Alqueire Isooo
O. L'-",t|0
alqueire
I
urna
(u)
Vn-.i. Irnoie a sea bordo o ecuinte pas:;eiros : lendo pelo Dr. chela de pulira deferid 1 o qoe aa
*
I.. #|-rfwif-* pxrx o areiil de ni innli.i.
t bnc P-trtv. ItTWi 4 *u borda os Ramle pigeif os :
Je K. < SntM Silva, Oomingo A. I.iim niims
Anun* 1; m! H Carralfao. .S-rafim l;. T-vires.
HaMpi/j/ r e/tridade. (il lo esrrenle.)
I t!* j htiiiipus _' mutheron (rai;idoi polrt
ratnatade, ti Mmen 17 malht*rt* que pasan, a ci-
a, ? i*rf;a -%rorpn d# polica.T*M X'2.
Nmrt*t%446 o 4ia "M\ to rorrtnte :
Man*. bm|j, snU-tra, aicrava, 1~* annm ; act(p.
Petra Alaiandnno, pardo, olleiro, 40 annoi ; be-
A la aaa Mana Maule, prala, viuv>, 00 anno> ;


I Cavalcanli de Albnqoerqae, pardo, solleiro,
St aaa ; febre amarella.
Anelmale l.ima, parda, solteia, i")
: casara intente.
>. parda, 4 mires ; dvarrhaa.
Jaae de Sicramenlo, prclo, aasado, 60 an-
ntapar.
ptaio. j aenaa ; ataque cerebral.
. prrdi, 6 aanos ; renanlaSea.
Air amanlia.
Timto U tytvmmbtito.
Nastesso de hontrm, deOOlS lo mpoilien-
l* oeeapmi-se a assemMca provincial com
* primeara aUaeusiQ do projeelo quo croa
frguezia deGoianiuha, oran lo sobre elle
>cs. Kpttntnon las, Portelli Uanoel), Cor-
rra 4 Otireira, Mello Cava loan ti, e Soilza
fc* Fm approwdo.
rascando a tere'ira diSClMSSo do projoclo
ort;aiaenlii provincial, agilara m-sc di-
Tlo-s do orilem, cm que tumarain
parte r-> >rs. E|mmin indas, Sou/.a Res, '.ar-
earo da < unlia, e Marlins Peraira, as quos
"*>jli las. orarain sobre o projecto os Srs,
<^tieadc:rurnrr'oiiJ,il|iV('iracSouza Keig.
'Ja ahora ficou a discussaii a.Ma la,
aneado o Sr. prcsi J -nt" para a nr lern lo dia
ala) Mjr iimeira discussaii dos projertos ns.
i* l lj7, r 47 dcste anuo, o continuaran
ala te hon'rm.
I ramou-se a arasSo as 3 ho ras da lar lo.
Ql ESI Ai) Jl KII'!i:a.2.' parle,
e artafa tjaa ha cnstiauarao e eomplemenlo | contra oKitlico; declararam mal (qua
* l*Mer<. paMicalo no u Ulano, n... ob a mesma Ironladas as nuco letras dn c^\t de siieola'o
-\
a. na prajranlio a apreciar o nutr fumla-
. esa rar aa liaseou o provimenlo do aauravo
e* ^-^^ ^ Halan em dito piiineiro aligo, em re! i-
|no n larla, Hla he, a apreciaran dos dou evan*-',
t"*Pnva a qne te referi a ineuno provimeulo.
Ei* a waa palavra.
Nn atiariio avame. presciu lindo da minu-
^n-a4a>o* ^ue se l-mbrar.in ai expertos alheiiit,
J r^nra 4a fat*eetea> declararam elles que as dmis
i*Maa ajnaaa4as, pala qu- leoliarii -ein-li ne; is -e-
ac- eaa> nalras entaparadas, eom lu lo lindara lsl -
rea- aaaTereai'ta par * "* renaa pnae habito de firnia-laa ; porque
aaRatle carcter itlico, sello anterior, cl-
-aaa avSareara de linla no aceites e euderecot.
^a neeaaraa evaae porem, comparando as mc-
" aaara en a anlrat, qae I iran apresenladas, i-
deraanaa aiau peritosHKitlico e latinos :
sraa a carcter dat letra he emeihante ao de cutral
aaiaaaa 4e IXVb de IS.iT, sendo que a csa de >.
>- Tiihat ata de firma, da diverso caracteres, -e-
raiite a anrrsi4a4e dat serenes, em reir lita e
aw a ca ecreer as firma, ou mues soeae. pelo
aaa a tarea ajan aadificavain a suas loliservacoi
*e*ae pmnetra esame. nao adoptando inais para
lalsidade das letras, a aualvse que ti-
oabre Urjo e nuinerare, porque em
tenrt asiliae>idillereiica. que nao unpnrla-
aasns-anliaaaa da :-i,|j le. Ivo-ullaud..
* ajaos saare antas a prova da veranda le e
r. i-aaae das Intta, que .a* seinrlhante em carac-
ferlnt i"Bl-raimente pelos diwneea ocie,
i aslnaas. co-n i canela atan ltta de at-
area loierroci'o. aalaa, as propotirnet
aaadar.o mu e-iao campriaanienU
atas ** pnla-n |n-e>tluzir pre.uinpcao ile falsi-
a a tlateare arlna.
laiir aaa urianeiro luear que o provimenlo
lautaaelaa da* auaarioiJa les, isto lie. das ra.et a
* aaatteraa a pento- para esldielecer a fa aida-
**. a 1H cnalaa do ceme abaivu lraucriplu,
"saa uMaahas a prova da mesma fal-ida le, setn
nanita saae a ra/.e. e pretumpeoes que concor-
rtaa para c-l.belecer a faNidale das ler, qUP Se
ttalasa de inr>li;ar. e sent mi, ate aran nern i i-
**ee aa etaraahas prava desea feMdade, c ao
t a para este liui fat er lena lo porqee eram
da cnnvirc,o : quainlo nao be possivel
1 a lataadadc aifuria par ltlemunb<,s, ou con-
aMan.sc recnaie a' coni|.arHr,ln das lelr- e a's cir
ran- ni aa. eje* cartrerreiii para eiivil ar aaa r, in-
rsa-araa. poraee. cuan du a le rumana j i citada, a
ver liara par leslemuntia, eomparacJ '
, arfisun.'nln e qna-quer vasticio. da
" > as aul, re> ja- citados Itmhem por
' mearte, ainja leves, e anu) nao sr
' dat cirram>taiicias, das razo-, le-
tadet] qoe eilnb.rain os peri-
i jan, ate porque u joiz deve
le jar peta ptavada. e a sai ronviccn te deve far-
aanr aa* civisas elemeni,, qcef >ui>ce o proeoseo.
tn,ii lares avaisanaasteetgansta e\me rnnfron-
trn, e da atnhot nAo resulta o. qoe
esa dita prnviaaalo.
atante declararam o perilo, qiie a
nanees a qae arecaderaa pela compara-
ev-tenle na tjnea leilras, com 00-
eat uolrat lellra. a mais evilenle no
l pela refperliva diracloria. e ou-
etas la rales, aaa rmder de K-ller por ja a (er pa-
*^-oaa aaa a#eret-ia para -rr*ui eonfronlaaaa, ran-
ee e-ta* eaa naaeio ila vinle e cinco, a quaos a-
een tecrada a tah a s-tlo do |,nco, e qoe nest
aspara a leu de .erein liradas a a-
. as dilas eMe c uro telr., e pelo s.me
i laaaea prncelidj em oilenla letras as-
aaanaat par eVeaet ,ae innia a daaa aaanjnadat per
d"**er. e ila- --i- paaaoadat pelo Koniio, decl .i
anai ajan Baaaataaaaaa que ettae eram falsas pelai
reqoerera, pa.-eram ns peritos a faier o dito esame
pela de qual declararam quo o enderaMot das
duas letra parereu rnente qne foiain escripias so-
hrapond<> uma a outra letra, divorsIHeand loda aa
mais amcnatiiras, bem come a palavraaceitamos
nos espaol que oceup un.
Pelo eereule da casa da N. O. Ilieber iV C, que
ta eehava prelenlesToi rcqaeride que se deciarassc
plos perilosem rioni i|. qiiein liuli i -idn fcila a
propo-(a para o descont ilai lelra', por noenj a-
sicnada e a firma dessa assicnaliira, e sao.lo defo-
rido o que requerera o dito ceranle. pelo Dr.ehefe
de pelieia: deeltraram ot peritoa que a retena
proposla e-ta' iMhinada du modo oKnioU :l'or
Ilieber v E., II. Campara.
E nada maii davendo a declarar, etc., etc.
Ueste csaina se ve havrrem os penlus derlarado
formal e positivamente que a dua lelraa accionada
eram falsa pelas diversas raiftre, ipie OJedotiraro da
compara^ao das firma e da lelra, qua Mtamina-
raui, e qoe iinlnm eslr-ita rel'c,ao cuna declara-
eflo da falsidade, e cabe anu notir qoe as duas
nicas letras entra as muitas confrontada!, e eiaini-
uadas, que nao lindan -ido Macadas as chapas de
qua sempre u'ou a firma social de N. O, Ilieber (\
C, o foram a trila diat obre Sonlhal Motores ,\ t; ,
o que uao destrua, nem modilicava a regra ceral
MROlda por esla rasa de sacrar as letras em chapa
cornos caraclrn.lieos indicados pelos peritos, e
mandados estampar eipressaroente pera o seu uso,
porquaiiln ja antecedentemente o s ,cio da ineiini
caa Invia declarado por este Diario c no inler-
roRalorio, que corro impres-,,, e a ojne se ref-rio o
provimenlo, que as letras com o praio de dia- usa -
va de nolra chapa, que inaiidava eo nprar no mer-
cado, porque eonlonde ai chapa-, que nnda lilocra-
phadas a rtecla.c.lo de motea, a raisa filial nlo con-
senta que foniam dosooiiladas letra i com esla pala-
vra risrada, e substituida por dias e por anta r icio,
3 tale cate otavade lar chapas nao estampadas
expresamente para na casa : as duas lalroa cima
indicada eram a imita dlai de piato, aoMnindu
airn a regra em que fundaram os pintos em
telarse a este fun lmanlo.
No Reganda etanio derleraram o tabclli.les que
examinando a lelra de -21) de piiiho lo IKjT daquau-
lia re IWi conloa de reta, Baratada km Nicolao Ol
Ilieber i\ C, com en tereco a Joan Kellcr v\- C,
acharam sobreome Biabar eaeripta eom oH
llatlCO, e o merme -ubre o noine do iii'loio com
II latino, confrontadas estaa a-'-icualoras com
atdat lelraa ns. 7,147 a 7,148, dilatas a dore de
novemdre de 1857, dio etn resultado qoe o leu ca-
rcter em ciral lem semellianra ninas com a ou-
trs, e o rnesmo e da' em ten letra que foram po-
tentea ladea da casa de Nlcelae OU Ilieber >\ c. do
auno de 1877, tendo que em nenhuma desta a en-
con-
Oll
la claranienlc do que tica expolie, seu) mesmn re-
correr as declarantes que no acto fi/.eram os peritos,
que correm Iraprustos, se este enme devia pruduzir
plena f, como ai lo probatorio, fito judicialmente,
e na preienca din partet inleresadas, o que nlo foi
posto em duvida no procosso nem o pnderia ser por
uin juiz illuilrailo, claro asta' qoe fazia prova ulli-
cienle para o reeebimonto dos embarcos, tem cnu-
dernnai lo, nos termos do rtico 258 do rscnlamentn
de ES., lano mal qoanlofdri ronroborada por
prova a presuinpcies, como ja' foi demonstrado no
primeiro arlt_o. e que anda nAo foram desvaneci-
da, e nem o podoriam ser Mmenla peron foram
accionada as letra, que com jcslo fundamento fo-
ram argidas de falsa.
S improctdenle he o fundamento do provimenlo
em relacio ao dimito, nao menos o he em relacTo an
relo, valo como se ha-eou em falo ipposlo, que
lira completamente desvanecido, e ferc* he concluir
que a decirao fallada foi menos con irme a lei,
loiiinna dos jurisconsultos e ron-oun.lemeiile me-
nos justa, e como tal n.lo deve servir de are*to para
as cansa* idnticas, que se promovern! no foro com-
mei i il.
Presumo afio ler filiado as conveoienciaf, que so
devein guardar em uma diieattao deala nrdem, e
poto que reei.nheca que e devern reepeitar a de-
cltdea do triiiiiuacs, e esleja nos meus hbitos faze-
lo, ainda que as considero mal fundada-, ou rnesmo
inju-lis, com 'ulo enleudn que n.lo he desrespeita-
l.is, o apreeia-as, o valit-las em termo comedidos,
como bei feilo : a cravidade da q'iel4o, o iuteret-
es de alta irar.orlaocia, que invuive, nao si pecu-
niario, como orincipalmeute da repntacflo e crdito
das tirinas, que licuram lias lelra fsisas, e a inde-
pendeneia da |irnliao que eterc;o, qne jmala ahdi-
care per quaesquer cons leraenes. e ainda a olili-
dade qoe remita para a boa adminislracao da jus-
lica, da diteaasia e e*tu lo ihoIm queiloe, tnt deler-
minaram a levar esta uccocn a iniprensa para que
seja devidamcolc apreciado,
Kecile 25 da nidio de 1858.
J. II. ('.. Mcoforado.
alq. <
!
. rento
a pequeuas..... a
a o i toros.......
1'rancliOes de aiiiarcllude ro-tad s uin
ii a tiln o......... a
Coalado de amaren de35 a 40p. le
e. t 2 ;i i:; de i.....
>' de dito usu.ics....... a
l.o-tadinbo de dito........
^".illm de dito........... ii
Forro de dito........... a
Costado de louro......... o
Eu-ladinhii ile (lito..........
Soalho de dito........... a
Fono ,le dilo........... i)
redi............ ii
Toros ile tal.ijtiha.........quintal
N.ii.i- ti>* pereira..........lozia
aeoildadas........
qilllls..........
lilii ulnas rodos de
, 1852, lindo esto prn/n, sera o dito e-rravo ar-
1 rematado e o seu producto rocjlbido* ilic-
lsoura:ia provineial na forma presoripU QOK
arts 4 c ."i do dito regulamento.
E para que chegua noticia do to !osa nian-
dei pascar o preseote qae s ri nllixado nos
logaras mais pulilioos c poblicado pelo Dia-
rio. Collectoria de Oiioda i de maio de I85S.
I'ti Juan (lo.ioalves Rodrigues l''ranr;a. cscri-
vfn o subscrovi.
francisco das Chagas Salgueiro.
O Hlm. Sr. inspector da thesouraria
proTincial nm cnmprimciiio da rcsolneo da
urna da ftzenda manda faier publico que
ocootratoda capatazis do algodSo do coti-
sulado provincial vat novamento a praca na
dia io Je jiiniio prximo vnnlt uro avallado
annualmente em 2:*74
E para constar so man Ion allixar o pro-
sele B publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial do
Peroambaco -2~ do maio Je 1858.
n secretario,
A. F. d'Annunciaeo.
) Hlm, Sr. inspector da lliesouraria
pravinctal em riimprimento da rcsolneo
da junta da fazenda, inania fazer publico! Rodrigo da ijinha.
quo vo novamento a praca no dia 10 de ju- Cario de lien lonri
nho prximo vindouro os contratos ahaiso : Anm, :ls anuos. .
i 5000
103000
r.-tHi
123000
FJ900II
b?!U0
29000
i-Jim
323000
2350(1
13500
!:!:< WO
359000
259000
i eixoa
Mol...........
Mildo.........
l'edra de amolar .
)i lillrar .
a a rebolot .
Piassava em moldot. .
I'onlas de bol.....
Sabao .........
Salea parrilba.....
Sebo em rama.....
Sola ou vaque la .
Tapioca........
I libas de lioi.....
Vinasre...... .
ticopira para r. par
cauada
alqueire
, nina
ll.NNal
123000
7-O00
' ->,io
10 IUMI
69000
NHKI
-IHHt
I 9280
I^KI
13920
ir2o
3090011
209O0U

-ii |fj
30*0
Ql AlUA-IKIIIA, o DE .11 MI DE I8.58.
A BIKlriCIODO ACTOR
I.EIIMAM FRANCISCO D'OUYEIRA.
Sabira' a' tena, depola da eiecuc.lu de una et-
Colhida lymphenla pela orchettra, a etrelleule co-
media-drama cm :l actos, do Sr. rnetlo Bil -ter, re-
[ireenlado pela priineira vez no Iheotro .Normal de
l>. Mari. II, em Janeiro da 1856, que lem per ti-
tulo :
l'ara n Po,i0 ._ u -
Esperanca, receb-1,g.'c,.",br,Kuc portuguez
ha at- o da 5 do COh"S,"" carBa, e sa-
lar, no oscriptorio do Bal r""" v*rt tr.
da Caleta do Itecife n. 4, prtu*<:,jtr>. na
_____________________________' andar.
Pe-uecesario se torna tecer elociut a' ea coinpo-
e.io, pois qua njuizo critico dalo pelo illustre dra-
malorgn pi rlognas, 0 Sr. Metidas l.eal Jirtnor. com-
tuova asss o ieu mrito, e os applausos grangeadna
em sua primeira represenlaco, foram um laurel de
doria para a frontt de sen autor.
PBRSNAGENS.
I.oiz, > anuos.......
I'aubi, jo dilu.......
Dr. Albuqoerque, 'i-ditos .
M an-li.il Soria, 60 ditos .
18:5003
allixar o pro-
I-1 lati(;o da estrada !o sul av
do rin
14. dito dito avahado em
V. para constar se man Ion
sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria provincial de
rernambuco 21 de maio de 1858.
O secretario,
A. I'. d'Antiuticiac.a'o.
l.ima.
Silve-tre.
(ermano.
Alve d'Araojo.
Lisboa.
Itozendo.
I'. .lu nina.
II. Manuel.
D. Menard.
(.ondeca Joba.......I>. Jesuina.
Terminan' o espectculo eom a comtdia em um
acto, ornadd de msica :
i Jiidiih, -2\ ditos.
13:000>:> I'1"'1- IMil
ilfl.
HIV LICiO DE CL.VRW.
no, esparando ainda nina ve/, qua e dicnara' Imn-
- O Illm. Sr. inspector da thosouraria |'a-to com sua prearur,a, prettaodo-lda a meama
provincial, em cumplimento da re.-olucao
da junta da (azenda, maula raxer publico,
quo. aobia do 9.' lauco (a estrada da Ksca-
da, vat novamento a pratjn no da 1(1 de ju-
i-:mhii nho prximo vindouro. fiara ser arromata-
. u m
rento
.
. ineio

. ceutu
.pipa
1-;!,( H i
9200
lyiOO
9120
209000
69000
i-.MHI
9200
332U
lOKKW
^i^;.. .-,:, pi
do a quem por menos luer, avaliada cm .
16:9123 rs.
E para constar se mandnu alxar o pre-
Sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da lliesouraria prtivinrial de
Penianibtico 18 o maio de 1858.O secre-
tario,
,\. r. Ja AnonnciacSo.
:4i:3ac54fl
C-*
CAMBIOS
Sobre Londres, i") t\> a 90 d.
a Parts", 390 a 400 ra. por fr.
Lisboa, toa lili prcenlo de premio,
o llio de J ineiro Ij-J por i'io de rebate.
I'eseontod" li tiras, III a 12 por eenlo.
OI'KOOn'as hespanholas. 30:000
lilla metical as.......318000 329000
Pecas de fi|40C. tT-.mo I89OOO
Moedas de 930110 9f300
Hila- de 203 .... 2H?-.(Bl
l'UA'l'A.Pa'arAei brasileiros. -Jjnso 2f|eo
Ditoa enliimnanes. iptiSO 23IIK)
Hi 01 meiiranos IfSUO
Caixa Filial to Banco do
Brasil era Perntrabuco
EM.il HE MAIO DE 1858.
Directores da semana os seobores :
\nionio Maiqaes de Amonm, e loSo Pin-
to de Lomos.
\ caixa iliscoiita letras a 10 porcento ao
anuo, e recebe dinheiro a premio de con-
formtd.ide com os seus esla lulos.
Al.bAMIEl.A.
r.endiinenlu do dia I a 29, .
Idtm do dia :'!......
311:0119222
I7:03ta09:i
358:048981"
NaviO allanos lio illa til.
Rio de laneiro 17 das, polaca briiiltiri a /.elosa
II, da 259 toneladas, capillo As-slinho I, inri
da Suva, eqnipagam II, em lastro; a Isaac Cuno
,V (.. Perteuce a l'erii.imliiiro. Arnbou com agua
aberla, seu detlino era para o Astc.
Aniers 3S das, bricue delga -Dhartes lto;ieni, de
I "di toneladas, capil.o Joan Mollar, tquipauem 9.
caraa varios enero ; a llratider a lirandis. Pei-
tence a Antuerpia.
Navio saludos no rnesmo lia.
Porto Briiroe potlogoet tAmalia 1", ctpilie Io|o
A. da Silva Malliao, caria assucar r me|.
Kioda PralaSumaca detpaudola ttmoralda,
l'itao Jos .Melb'l, carca asucar e a;uar1ente.
Liverpool Barca muleta ejodn M.rlino, capitao
II lierln Illar, com a mesma carga que irouva de
Ma-.ein. Suspenden a- lamarAo.
Liverpool(alera inglata ellagarilh deaiinen, ea-
pil.io Alilki'ii, cuma mesilla Carga pie trouie da
Babia. Sotpendeu do Itotaro.
Em commissdti htate de ituerra naiionil l'ais-
lubanoo, rnininaudante o primeiro tlenle Manuel
Antonio Vital de Ohveira.
Navio entrado no dia 31.
Itio de Janeiro 16 illa, brue nacional -Almi-
ranle, de Jis toneladas, capilao Jet Pinto d
I Mi vena e .Silva, eqaipagtm 13, carta toja i, cato
e man genaroa ; a J. .1. Das Fernandet Pido.
Perteuce ao Itio de Janeiro.
Navio sabido no meama dia.
Rio da Prala Brigoa heapandel nDoni Joaqu m,
eapiMoJuan Alcina, carga attoear e agurdenle.
prolcc.lo e benavoh'iicia como tc boje Ihe ha feilo,
ilan I i por eslfl modo mu inirnilavel jo/ a' su.i im-
mmred tura gralidno, aprovellanda icualmente o en-
sepi para retiibu'r a c-ie pn\o bosnitaleiro que -em-
pre 13o francamente o arollieu, os -ou* mais linceroi
emboraa.
r.omecara' s M horas.
Ds lii|lilcs aedko-ta em mao do beneliciado no
escriplorio lo Ib-alro.
Ilieber & '.., taecades no anuo de iKoti com aa tete
cima mencionada, nolaram dlfTreii{as quo proi e-
l-ui dat Oivrr-i tales dos ii.a% raui ornas e oulras, coo-orvaudo era todas ellas n
IIitlico no obrenome Kielier, lantn das linn i
dat letra,como dos indatsoe no versn drlla- : pelo
I li. a vita di pr.imiscui iad de caracteres deque]
oa a casa commercial de llielier por seus arenles
nao ha urna regre lisa, e p-ir esta- ob-ervaees que !
aesbam de ev|ieu ler modifican! a que lorai emil- t
lidat u i primeiro txame com relacaa ao foadaman- Volomot
lo da falsi laile (las duas letras de i oveinbro quauto
a firma de Nieola'o OU Biebrr ,\ t... p r h.nver em
nina detla oRitlico i lenltee ao qoe arab:.....le
examinar na lelra do valor de trinla coitos de rlt,
ja mencionada
I", n 11a mais da enncliisaodcsi. aeponilo esame,
e das nbservaces que o precedern), se v que ot
peritos niio declinaran! de juhto consii-nado no pri-
meiro, nio aliereram a declaraclo all feita de -
rem falsas aa letra, declarando tmenla eaa am
vista da pramitenidada dos earaelere de que otara
i liini.i si.nal ,le |S. I), lli.ber & C. por seu< earenlt
a daa ohstrvacc qoe acabavam dn exponder, mo-
.lilicavamaa qne furam emilli.lasno primei'O
exame eom relelo ao fundamenti da faltldade da
luis lelras .le nuvrmbro, quanin a tirina de N. O.
Ilieber ,\ (.., por haver ;nola-e bem) em moa dallas
Ritlico idntico aa qne acal im de ctaminar
na lelra do valor de 30 conlos de vi it.
Oes'-arrecvm hoja I. de nnlio.
Esenna rraneot iMarannaomereadoriat.
Minie perlocoaiVoadorfejao e cavada.
liana ameriel laElleralierarinda de Irigo.
Brlgoo inginaReginaodjeclotpara e gaa,
barca perlugooaaPeniMolardiveraot generes.
Brigne hollaudei Irourkoel trrox, pimanla, e
aeuebra.
Barca americanaInionfarnda e papel.
linca bratileiraAmelialiversos genero*.
barra porlugaeta^-Progreatiala diveraot ganaros.
MOVl.Mli.NII) HA Al.l ANUhi.A.
Mitra los eom fa/eii a
a com seneros
76
Tola!
Valomas sabidos rom taren te ...
a i tom ceneros .
Total
tMNM I.AIin liERAL.
liendimento do da I a aO. I07:277v307
Idain do dii II....... S:M,B6I9
278
:ini
582
DIVKRSAS
Itendimeutn do da 1 a
llain do dia 31 .
112:1429926
PROVINCIAS.
-'9.
5:8063076
164*351
5:9609(27
^aaatata, ajee teda at Irli... qae f.,ram apreaen-
InOna a 11- [,. bel ..a qi, ||.
aaae de nascaanr Hatham ao la do eqiir,io .la pala-
ana araraaatl.nr.i. a aniner-ri.. -rnpia em alga-
reaa a nxc-pca d- i ana dn inte cineo
rntea dnuta dn !l de jnlli > de |s",T. o oalra da
eW ranina anta ti nm .ir abril do matate ann,
p-ttaicead" eOt dna. lelras lliesuin ,|a- vinle
arnneai a|eaeaudaa por Kel er. e pal elle pajas ;
qne nanearan na papel em qoe faram patsadat as
aanlaarasv, asaraalreaa muila dulereaca rnlte r-ia-
nan-aanasra, aentlo as .iillrrenras mu tenaive!
, a cn*i-leia ne --^ouile, que na- dnat
'a < lalssa qa< na oulias lem. em o
naaleau" a-rn,.r~ a roma N. n. Batbar ,\ i;
anna lar,-, n *r acha repellan anta nima forma
aa tenraa ka^nra- n cenl.o da lelra, em qnante
*"n- aa 4na- letras aan ha ei-- ftgaoee, a no cen-
"etln ta aetu e-mi : i em le I ras branCtt il.u r-
* ta aVatl rat rarartere dillcrtnte de das on-
No primeiro oame em que toi declarada a faUi-
daili* das letra -e fundaram os peritos em diversas
raaoet, qne cima ficam Irantcriptaa, e na lerreira
daas ra/es. mi motivos se i o seauinle : oque na
letra do valor rte :l(l ronlnt de re' alrm de er mu
en-ivel a .lillereiica doI".an- etce que oII
lo o.une Ilieber he de earecter i alieo, e em lo las
aa iMicaaieraa quaalaa viram, i irlnsiva|a dat m-
- dn- propriat leir.is falsa, em iienhiima dellas
e v olt itlico, .ii ,, p irianlii tingul r a ta-
tignatora la lelra de .'ill ionios de reis.ii
Salla pola ao nidos pela timplea eonfronlacSo dot
don eiamet que os peritos no lagundo deixaram to-
mante 'te adoptar, no ulgtram na i preaedenle a -e-
gnnda rwAo declarada no lerceiro fundamento an-
u a Iranterlpto, porque, <.i a sim proprias txprea-
n-h.iram um-V-italirii em ottra lelra, mas n.lo
que formattem juno diverso, ama vei que ando da-
do iliver.. ra-ues da fahidade des lellra, modiliea-
lam as ol.-'rvarues litas no ptiu oiro evame em ra-
la; lo a ele fondamenlo da laltldlde por haver tido
notado am-ll-ilahcoooi um, ,|H- lelraa faltas, e nao
qtiaulo .ui> iiiiirns, que ticaram tndsietiadn, e -olire
o su es ii.it literam modilicacAo alauma, nem me,
inn qaanlo a prnn-ira raso dr)te lercriro lunda-
ni-nlo de haver dillerenr.a mu n-ivel na lelra
-r..-
A iuinroceileneia de urna ou oalra rallo dad! pe-
lo- peritoa mo destrua a declara,;,"o de faltldade, lir-
io.ita em nutra, e diversas, qu tiratam em vigor e
o contrario ta poder a somonte ostaverar a nica
rar lo da falsilla.lo, que tiiHivessem dalo os perito
no primeiro exame, loase da ser encontrado o-r-iia-
lico em uma ,|;.s leltras falsas, e nao as atjjbrat
aomparadat com ella, porque en ti o Rearia preivdi-
i-.nl.i a ra-lo aa fali lado, ma se i contrario ete ex-
nreasamenieconaignado no diloocame, be evidente
qoe a iutelliaeucia dada a rste legando exame, he
alein de toreada, manifelarnente contraria a's pro-
priaa ivpiess.ies Ins peritos,e ao seu -tulido natu-
ral c obvio.
Carece poii ilc fun lamento, a lie contraria A evi-
dencia a asterco de que o gnn 'o axama datvane-
ceu o primeiro, e qu- dalles sa conclua anies a ve-
raciitaae c realidade da aalgnalnrat, do que a pre-
siimprilo de falsidade J o ninlrino roolta da lim-
pie! leiima e eonfronlaaaa doi dnns examen, como li-
ra demonstrado, alvo e da deelaraeSa, qae fitetnm
os peruoi da seiem falsea aa ltr:i; qoe e iminarain,
te deve lir.ir prreiaiiieule a nn .lo..io cuntan.i o
oa verte.
I un loo -1 an 11 o provmanl
So tame declararam ot i r
airas ha aemelhtnle a de nutras
' I s ,. ven.lo que a en-1 da
usada (inn .s .i- ivertoa cararlere
ram quo mndifiravam at ohterv r
er 3: CIO \-r-3 i Hora*,
< o O) rr O "* r. 5? Q m Almosphcrt. f
O <= n 7 ~ - 1 ,,111,2 | llircctao.
5 * ~ 5 o c S Inlensi-* dada.
3 5 2v-a!' Cenligrado 1 J ~ c 3 > 'c
1 S EU ata ta o e SSSHiS. |;e iiiniur.
XIIIl 1. is-.i-co 1 l'ahreiiticit
3 c J- 7. ? X 1 =-'-* o j llijgrometre.
5. = o' ir c & C -'^lll Raromctr t.
c

J
r-
%
a.P
PC
c
r.
>
o = >
DESPACHOS HE fcXI'iiui a<\<> PELA MESA
HOCONSI LADO OBSTA CIDAUB MI l'IA
ill HK MAM HE 1858.
CanalBligna muir/. Harleysa, James K>der A.
11., fiOU taccoi i--ni-ar.
tlanalEscuna i igleza Marv lilork, James Itvder
,\ i... 1,000 lacena atsueati
MarseitiaPolaca francaza aFrancoia Loiuso, >. O.
Ilieber tv, C., 2,200 taceos estocar,
PoitoBarca purlogueta ol-einandes la, M. J. de
Sa Arauj i, 10 harneas a--o rar.
llio da Piala Pslacda ha-pauhol o I-arliio, Arnonin
Irmaos, :iin barricas estocar.
Uin da l'ralabrizne daspaaliol aVigilaole, No
I les iV C, 210 barricas aocai.
Itio da PralaBrigne Iwepandot Saltan, Arauaga
Li-lniaUrrjie porlngnrc -Ri-lampaaoj, l;. S. Hi-
belln ^ billio, ln cascos niel.
KXPOUTACAO'
ll.implon Roa ls, barca inale/a -Saplion, de 195
loueladat, pandoalo o seuutule : 5.800 saceos eom
23.000 arrobas ue assucar.
liibraltar, litigue inaler. oAsia-, de 297 tonela-
da, c.....lu/io i -esiiinte : 3,900 tace c.....
19,500 arredaa de awnenr,
RBCEBliOORTA DB RENDAS INTERNAS UE-
KAI S DE PERMAMBUCO.
Hendimeiito do dia I a 29. 27.*073a95H
Idam dn d!a il....... 7109666
r-. -i r-.
* r ir 3
I
//oro.
= = e =
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.lln,t"phrtl.
'r. 'x. 1 e P!s C Dircrr.V. e
, = = = ? Inlt-iiM-cJ.ule.
K i: i k iw f C r (aOnli^rulci a c n C
Y ~~< =T; O Ura-ininr.
x cx^; -j IrilinMilicil
x e z ao llyj/ro or TO*
-I I 'A -I I -
Barmetro.
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.- i .ni .
loe .'
.t it irlu .!. is'.f. -
\. i). Btbr (\ C.
r\u fin rti*te-
f-it;i- ni: iiil -
27:7819621
CONSULADO IMIOVINCIAL.
K-n lmenlo do -lia I a 29.
dem do da 31.
65:1903131
-'::.,lj'ISI
67:5423112
PAUTA
dos araros i-mitnirt ifo tuturar, ajgwtSo, mih
fentvw vr NtaicftTt nocfotides qne se aVta/>4-
rAam un m a mi trmitnfi ilr il de moto-i .", df jinifii ilr. 1858.
Assucar branro. .
o ni.i-cava l(,.....
,. refinado .....
AlgodSo a-ni pl una de I.

sorla
I
apa* >t firma d# N. r. Ilieber m- ilaas
"as P*^ leatiam atnvelh u i- ^-rac rom nolra
a erdadevra, o no eutanlo visiveis a
ras, lana enveo, qae na falsas, as letras es.
alrnm aranliameulo, reveland i
Mrrevcn aaa linha o habito de Ira-
, e r*m molla espetiali lade o eCn
ntapattastra A I... eaa as da latas faUas nao s,)o
laarjtat cta aa-sata atagaama, que uniros dasou
resreUade qoe hauve demora no Ira-
n lelra da valor de Irlnta contnt,
asa ntai aestaivel a d (lerenda do a C a ac-
ate K f dn nm Ibeli-r lie lo cir^clar
Rae esas todas as oulras aoaignaluras
viram. o narJasive et das indoaso das pro-
Mrns fataat, a em ocuhumi dellas se >0 um
meiro et.ui. nAo n i pian lo mal* p ira preomii -se
le il i letra a ai,.h-.-, qne n o lu o, feilo to-
te I ir] a nmei i ;flei 'giorqua cm oalrts lelra
tu un e acharam differenras, qne na iroportavam
par., a pnssihili la l>- >l i 1 |si lede.
Esle lopiro ii.i.i esta' d acrerdti i-i^m n relori lo se-
snnde ixame o peril nao m irenaram o lermns
do provimenlo; leclararaan nm que confrontadas as
ditas letras davam em resoltado que a aeu carcter
em geral linha eemelhancasde ornas com a- entras
o qna he mu diverso exprime m.traord m le ideat
e ja linha -ido declarado no prn eno txame, e nao
destrata nem mnerooatem va a falsidade reeonbe-
eida, nuil ver qna qnem falsifica "-m Arma procura
imita-l.iquaiii.i dn.....ivi, eairmelhanca que em
geral asienta t raliiffeacao, a nao cvrlue, e nem
prejo be i a- raiDi -, daa qaaea ronelne :
l.itnlicm n.io abala nem me-no enlende eom o i
reronheciuieiito da fltl inda a .1, I iracflo dos peritos
i qoe bu i.mi n da lo differenc qoe pri es liem da i
divcr-uiade dos ni tivtduns, qi (. Iiavim taciipln
uma e entres, ja porque os peritot naja rdtlaram .
i ios diiTerencaj, e nem aellas Inudaram a inito da
falsidade, ji porque sendo diversas as pesaoaa que ha-
viam firniadu as letras'rle IS'i'i e de 1X77, nio po-
diam deiiar de htvar eas ilitlemicas de qoe os pe-
rnos nao fizaran cabadal e consideraiam ealianhas
an exam-, a datii se nao poda tirar arrunenlo, illa-
; io ou niesniu conjeclurli para nio subsistir a falsi-
dade declarada no primeiro exame, e CoaBrnwda
[>elo -o;'iiii| i, tanto mais quanlu t vcriu>cac,1o a ftzer
em ,ii en.........
Agoas rdanlesni.....ti, oo espirito
i 'agurdenle. .
a de en boa.......
a de (aun.........
o dislilada e do temo. .
Ijenoliia.............
Licor ...............
Airo/ pilado.............
n em i asea...........
A.'riie d" niainom......
>' men i.......* de eoi
a a de por.e .
Aves araran ......
n papagaios......
Periquitos...........
Bolachas ...........
Riseoitosj...........
Cacan ............
Cachimbo*......., .
Cafe bom .......
o em t.io icsl-dlio .
a com casca........
o moiilii..........
Carne secea .........
Cera de carnauba cm \>7i\i. .
em velas........
Chambo* bous........
ordinarios.....
regala e primor .
Cocos seo aa.........
Couros de boi salgados ....
ii seceos o espitados.
verdes.........
.'.-',n
J-C.ll
:,~i o
,s- 0 i
o illm. Sr. Inspector Ua thesouraria
provincial, rm cutBprimeato da rtwoliisjSo
da junia da fazenda, manda fazer publico,
que nu dia lOdejunho prximo vindouro,
vai nova monte a praca para ser arrematado a
quem per menos Dzer os reparos da ponte
de i.uiaim-, avallados em 4:0329 rs.
i: para constar so manlou aluzar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da tlio.souraria provincial do
Pernambuco 18 de maio de 1858.-Osecre-
tario!
A. F. da Aniiuncia^ilo.
O Illm. Sr.* inspector da^lheaouraria
provincial, em riiiii|iriniciito dn rcsnliu3o
da nula da fazenda, mana 'azer publico,
qne no dia ni do junho prximo vindouro,
vai nova mente a praca para .ser arrematada
a quem por menos Dzer a obra do l.meii da
estrada dn norte entre a Ci lade de Goiaon e
a ponte -lo l'.iijary, avallada em 14:652) rs.
i', para constar s" maudou aluzar u pre-
sente c publicar polo lliario.
Secretaria da thesouraria provincial de
IVrn iiniuici) ls do mato de 158. Osecre-
tarto,
A. I", da Aiiniiiir.iacilo.
COLI-ECTRIA n \ CIDADE DE OUNDA.
can.ola
ranada
botija
canaria
-arrala
arrolia
I.- i i
- mi i
e2M0
-'.. I
-.11
600
o |ucire Iniio
i an ila l.-'ijn
II l-O-lll
2.y20tl
;l-iimi
I -......
i -s.,,|
urna
un
rraiu-iscn il a I li .
diversas rendas
oiinda etc.
Faz publico polo presente, qoe pelo Dr.
delegad i leste toi tno, Ihe utra entregue um
escravo, que se aeba recolhido ti cadcia des-
la cidade, | rebendido no lugar do i tmb,
i i| i i (lela-,ou chamar-se Manoel, pretn
crioulo, representa le rinte n un annos,
com principio do olDciu de. pedreiro, ton lo
ausentado-sa-da casa de sua souhora na i li
de do 10 aiinos, a qual
<|iiina, em companhia de seu senbor moco
de nome Lnurenco Cordeiro, moradores em
teuabira da provincia da Parabiba, lora par-n)
Larangeira.se dahi paro Coroangi, desta pi i-
vinefa, onde morrendo o dito sen ,e
mofo, elle iic ira cm companhia de fv.i pa-
s"""' (Liuiio de ciinsiiia do noine Theodosio, ho-
in'iibcir.i 'vi'ii'i "n branco, solleiro, commercianto e
arroba 5--S200!ro*,t donde se ausentara procurando a
i. i N| companhia da sculinra, lora preso em Pedras
de l'og por um bomem que ten lia miude-
'/.as, o qaal conduztido-o para esla cidade
podo evadir-so em camiobo, sendo utiima-
mcite preso no engenho l'i ab, e dabi re-
meitido p. eadeia de ordem do I)'. delegado
desle termo : e porque dito escravo perlenca
ans bens de evi nto.so chamados quem sobre
""' i, i,
;., | elle se jolgar rom diretlo, para no ra/o de
i G0 das con! idus da dala dopreseatle, virem
5221) reclaun-lo perante a mesma collectoria na
ijo'fornia doarl, Gdo rcg. de 17 de jullio di
-- Acha-se depositado um sacco com mi-
llio, quo se ignora quem seja seu dono:
quem se jnlgar com diretto a elle comparla
nesta subdelegacia, que novan lo, Ihe sera
entregue. Subdelegacia da fregaezia de
Sanio Antonio do Recite 29 de maio de 1858
Villares, subdelegado.
Pela mesa do consolado provincial avi-
sa-so aos prnpricl.arios dos predios urbanos
das fregueziss desta cidade o da los Afosa-
dos, que os :10 dias uteis para o pagamento
"" a bocea do cofre do segundo semestre da
dcima do anuo linancciro de 1857 a 1858,
SO principian! a contar do I.-de junho vin-
douro. Mesa do consulado provincial 23 de
maio de 18."i8.- O administrador,
Antonio Carneiro Machado Itios.
Pea subdelegada da fieguezia dos A-
fogaios se faz publico, que so acha deposi-
tado um cavallo, com sella e froio, que foi
reniellido a este juizo, bontem as 5 e tneia
horas da tarde, porSebastiflo Luir, do Hol-
lando Cavalcanti, tendo ncliado o dito caval-
lo as 10 horas da manha do rnesmo da, no
quintal da casa de sua residencia, ignoran-
do quem seja o dono ilclio, quo encontran-
do o portSo da Casa uo sua residencia a lici-
to, o individuo que condiizia o relerido ca-
vallo aiii n deixou, pelo que, quem se julgar
com direito a elle, comparece, que provando
Ihe sera entregue. Subdelegacia 31 de maio
do 1858.Jos Corgonio Paes 1! arelo, suli-
i delegado.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
l'or esta sec-ctaria -e f.-.7 publco, qu" ties-
ta data foi inscripto no livro do registro das
sncii- ladea commerciaes, o dstraio da so-
cieda le de Jos dos Santos Souza Lins, eJoo
Jos Pereira, quegyrava sob a lirnia de Sou-
za iv Pereira, eslabeleeida nesta cidade, eom
loja de couros, calcado, eollicina de
tarja, liean lo a liqm lacSo da mesma lirnia
a cargo do socio Pereira.
Secretaria do tribunal do corr.mcri'io de
l'ornambuco, .'11 de mai.i de 1S,i8.
Dr. Aprigio GuimarSes,
(lllicial-maior.
fnspeCCSo do arsenal do mannha
Faz-se publico que a commissSo do peri-
tos dests arsenal, passanlo a examinar na
forma determinada no regulamento acom-
panhatidn o decreto n IT.o'i do 5 de feverei-
ro de 1854, o casco, machina, caldeiras. ap-
parellio, niastreacao, veame, amarras e an-
coras do vapor Iguarassu' da Companhia
l'ernamhiirana da navega(3o costoira, achou
tu lo cm bom estado. InspcccSo do arsenal
de marinha de l'.irnamliuco em 31 de maio
de I8'i8.- O inspector,
Bliaiario Antonio dos Santos.
Pela adminislracao do Corrnto se faz
pnhlico, quo as malas que tem de conduzir
o vapor lsuarassu' para os porlns do norte,
scro fechadas hoje as :l Horas da larde.
ti ollicial papelista,
Ismael Amavel Comes da silva.
-- Continu'a a estarem depositados om
cavallo proto e outros lomados por est.-. sub-
delegada ; quem se julgar rom direito.com-
pareca, que prevanuo, [hes serto entregues,
lo contal lo, |ni;o que Unallse-se O lempo
designado por le, serSo rcmetlidos a re ar-
litjocompetente, como bees de ausentesi
.ara tere destino. Subdelegacia dos Afo-
gados 28 de maio de 1858.0 subdelegado,
Paes Brrelo.
0 conselho administrativo do patrimo-
nio dosoiphS is, continuos a por em hasta
publica, na sal de suas aessOOS no dia 4 de.
junho prximo vindouro o arrendamento
:as casas do meslo patrimonio, abaixo
mencionadas, por lempo de um anuo, que
tem de decorrer do 1 de julhn do correle
anuo a 30 de junho de 1859. segundo oque
di,-| Ge os estatutos em vigor, a saber :
Una do Atiuirini.
55-- N. 24.Casa terrea.
543N. 26. Id"in.
Kua dos II irgus.
68N. 18.Casa torrea.
69N. 21.dem.
lina do Vigario.
TIN. 22.-Casa de sobrado de tres an-
dares
72N. 27 dem de dous andares
Kua do Encantamento.
7 tasa terrea.
9.I lem.
ua da senzala Velha.
16.Casa terrea.
18.dem.
lina da Guia.
83N. 2-i -Casa le rea.
Una do Trapiche
85S. 30.Casa do sobrado de tres an-
dares.
P.ua da Cruz.
K7--N. II.Casa de sobra lo de dous an-
da i i s
B8- V 39.dem i le n.
m n i dem dem
90N. 12 dem i lem.
fura dn Porl
91N. I'1"- -Casa terrea.
92i> 103.dem.
. \. 101.I
... 9g ___|
; .
tis licitantes '
1 fiadores
chan-ava-.se I). .loa- consolho s II horas do
le jiiiilin.
Secretaria do ronselho adminislralivo do
atrimonio dos or h3os 29 '.' mam de 18 i8
l>r. Vicei '' Peretia du R
PCI otario.
LEILAO
Sutball, Mellon & C. faino leilSo,
por interv nqo do agente Olivcira, do
man completo sortimeztto de fazcntlas
nglezas todas propriat do mercado> ter-
ca-feira 1 de junho prximo, as 10 ho-
ras da manhSa no seu armasen! na do
Trapiche.
Grande lcilao*
Quarta-fera 2 de junho.
Aa tO horas dn niiiiiliitr.
Una Nova n. (10, primeito andar.
M4RG0LINO DE BORJA
enearreg.ido pelo lilm. >r. Tir. Ilernardo l'e-
reir do Carmo, que se retira brevemente
i desta provincia, apresentar concurrencia
le este o especiar,.!,. r,oe o heneliriaio lem o ora- i I"""'!," em l*j*S' n" Z?1**!** da S. S ,
rerdeofTerecer aalllo.lrado p.blieo PernamboVt- rua Nnva ." 6!> primeiro andar, lodosos
seu movis, conaistlndo em um escolenlo
piano forlc de Jacaranda, moderno, rica mo-
bilia de Jacaranda eom pedra do ultimo Kos-
ln, urna dita de vinhalieo secretaria, fruar-
da-roupas, guarda-vestidos, linio tuilnt de
roarmore, espelbosdesala, ditos de vestir.
excellente cama franceza de Jacaranda com
cortinados, sofas, poltronas, causeus, con
solos, banquinhas de costura, estantes para
livros, candelabros e lantcrnas do cryslal,
um cabriole) de i rodas em muito bom os.
lado, e um esceleule cavallo para carro, ele-
vasos, calmitas c mais enfelles de porcela-
na e, alabastro para sala, lapessaria, corti-
nados, apparclhos de porcelana para almii-
?o c imitar, dilos para o servico diario, o vi-
Jros completos otra mesa, aparadores, mesa
elstica, ditas de engommar, cadetras o ou-
Iros movis para sala e jantar, quarlos de
dormir gabinete, utcncilios diversos, truns
de cozinlia, e urna inlinidade de oulros
muilos ailigos, qne su com a vista polem
ser avahados, e que sero vendidos sem re-
serva alguma,no supradito da quarta-rcira,
- de juilio as 10 horas da rnanli.la, na rua
Nova n. SO, primeiro andar.
Lcilaode movis
Sexta-feira 4 do cr-
lente.
As 11 horas da manhai
Una do Colhwio, armazem n. 15.
)l\W:oiil\0 DE BORJV
far leilflo em o Seu armazem, rua Oo Colle-
gio n 15, de un esplendido sorlimenlu de
obras de marcinena novase usadas, pianos,
crystaes e porcelanas para ornamento do
sala, ditos para servico de mesa, um oulinio
lustro, quinquilhanas diversas, c una gran-
ie quanti laiii! de muitos outros objectos
nm o.
a'-W-
ci".\i;\ .
Segu nest.es dias, para oCcarfc, o velciro
patacho nacional Anna : para o resto da
carga e passageiros, irsta-se rom Tasso Ir-
maos.
Tara o Rio de Janeiro.
Pretende seguir cum milita brevidade o
veleiro hrigue nacional Fluminense, tem
paite de seu carregamentO ( otado, para o
resto qu Ihe falta trnta-se com o sen con-
signatario Antonio l.uiz de llviira Azevc-
do, rua ria Crul n. 1.
Para o {\o <\e Janeiro.
V barca nacional melia, pretendo seguir
com milita hrc.vidadc, para o resto da sen
carregamentO lrata-se com.o seu consigna-
tario Antonio l.uiz de Ohveira A/.e.vedo, rua
de Crin n. l.
Para o*Rio Grande do
Sal
segu com brevidade o hrigue hrasilciro
Adolpho : para o resto da caiga c passagei-
ros, trata-se com Mtnoei Alvcs Guerra,na
rua do Trapiche n 14.
Maraalnlo v. I 'ara
Segu em poucos dias por ler a maior par
le da carga engajada obrigue escuna Aree- floejtra desneeesaario mencionar, e qua se
lina: para o resto, trata-se com J. |{. da acbariio patentes no rnesmo armazem, anu-
de 8r-r3o, sem reserva, vendidos ; sexla-fet-
ra, i do eorrente, as II horas da manli.la.
LEILAO DE ESCRITOS
SKXTA-FEIRA i DO CBRENTE.
Ao ineio dia cm ponto. ^_
Rua do Collegio n. li,
armazem.
MXRCOLINO DE BOrUeV, de ordem do
Illm. Sr. cnsul lo Portugal, far Icilaoeiu
o seu armazem, rua do Collegio. n- '"'i da
um ptimo escravo qae pertencera ao tinado
subdito pOrtUgUOX Jos l'rr"' inav. Jj'----.
no relerido dia sets-feira, do crrenle, ao
mcio dia em poni.
Fonsecs Jnior, n> rua do Vigarie n, -j.)
Rio Grande do
Sul.
r.spern-so a qualqucr momonto neste por-
to o brigne nacional Parahibano, novo o de
primeira marcha, o qual ,Ie nis de lima do-
rcora de seis das seguir para o porto de
seu destino po ler prompto mais de dous
tercos de SUS caga: para o rstante que
falla, escravos a Irele mi ir de ptssagem,pa-
ra o que lem ssseiados commodos trata-se
com Braga & entunes em sen escriptorio,
rua da Madre de lieos n. 3, primeiro andar.
COMPANHIA
B ras i le ti de piquetes ;i
vapor
lo Huarlc, espera-M- dos portos do norte
am soguimenloaos do sul al <> da 6 de
junho Iteeebe-se desde ja passageiros, fre-
le de dinheiro e eneommendas, e cngaj-se
a carga que o vapor poder conduzir sendo
os voluntes despachados com antecedencia
at o illa i do rnesmo : agencia rua do Tra-
piche n m.
Uaranhao e
Para5,
S(';'iic rm poucos dias 0 patacho na-
cional Tamcga.tcm .i bordo dous tercos
da carca, pura o resto que Hie falla lra-
ta-se com os coiisijjnalarios Kovaeso C,
lu go Leiluo
Qnarta-i'eira *1 do tor-
rente.
PELO AGENTE
Pestaoa.
0 agente Pestaa far leilo quarta-eira
2 do correte pelas III horas da manliaa, a
porta do armazem do Sr. Aunes defronlo dn
aldndega
DI-
ns eaixas, 200 mcias c 20') quartos com
passas.
ti?' #ct 4Dv0iygt>$a
O Sr. Joo (tostaos Ribeiro Ae. Avd-
lar, lom uma encotnmeada viuda do Rro
du Janeiro, na, rua do Trapiche .Novo
n. (i.

as S ilgueiro, eollector de
,,i ,n mciaes da cida le le
71-N.
75N.
81-N.
RJ-.N.
PAEAO
CEiRA^MRANHaVOEPARA,
O veleiro brigue escuna Craciosa, capi-
ISo e pralico Joan Jos de Bouza vai seguir
Ii>erto Fren-
ehel.
ln 1 1 om
na sala Oes !" mi
1.1 una lo da \
11 13000
l> '.i-mu
> t.-ii,,
II
1. 1-2*000
ren lo -!-I.l.l
11 --M
23500
SAMTAISABEL
ex-msestro do tlieatro de s. Magostadas a
Rainha, em Londres, a pedido de^muitas fa-
milias e aniigos ila eslalieleecr-se uesla ca-
pital, annuncia que. lecclona o jiano ecaii-
[to, a prei;o razoavel : as pessoas que qui/.e-
rem airoveilar, lenham a bonda-ie dirigir-
se ao hotel ingle/ do mino ia as '2 horas.
As pessoas ,:tie lem pciihores na taber-
na que foi do Sr. loSoOiaS lloreira, no pa-
leode Santa CroE, dchaixo Jo sobrado do
Sr. Perclli, queir un vir tira-Ios no prazo do
15 dias. ,lo contrario scr3o vendi los para
seu pagamento,
1i'0;')0f, de granl(c.ac.3o.
Ainda est lug do o prclo Antonio, conhe-
cido por Ahlonio Campelio, por ter si lo es-
cravo do finado Francisco Jos da Costa
Campello ; consta que ostt na capunga co-
zinlKtido |iara um eslrangeiro intilulando-
se. forro. Oebaiso asstguado protesta des- '
de ja contra quim o lver acolitado, e pio-
seguira com todo o rigor da lei; assim como
coro brevidads aos portos Indicados paraos offereca aquantia cima a quem o levar a
Francisco Baptlsta de ,\ndraie,scu legitimo
Senbor, na rua Imperial n. 167.
Precisa-se por alugtiel de tima preta
e de um preto escravos, le boas con lucias,
para o servirlo interno e externo dn urna
casa de punca familia ; pag-se tem : quem
os liver dirijas. SO sobrado da rua de S.
francisco n. S, como quem vai para a rua
Bella.
-- Ouem qui/iT coinp.ir um mulato pro-
prio para pagem e servico doniestico, cum
20 annos da idade, lenha hondada dedi-
riglr-se a casa da deteacSo, onda recebera
outros esclarec montos do digno director
da |uelle estabel'*cimento.
-- Pordcu-se du Corpo Sanio al o mcio
fa ponte do Uectfe, urna capiuha de seOkora,
de casemira alvadia, com Pandas de vello-
.lo: quemaclroo, queraodo reslitir, diri-
ja-se a roa da Cmgoeta n. 4, seguirlo an-
dar, que SO gral ilieara.
ii iliesou'e ro da trmaTlade do Divino
Espirito Sanio, erecta no convento de s.
Francisco, ulga nSo dever nada a posos
alguma, noenlanlo se siguen se julgar crc-
dor do mesmu. aprsenla Sl" eenia ao ahat-
so asotgoado, na Irsvossa do Rosario pora a
Oueima lo B. M \, para ser paga, llecife 31
juacs tem gratule parle da Ma carga piomp-
I-, ; paran res.ante a tratar com os consig-
nalarios Almei a Comes. Vives di C escrip-
lorio na rua da Cruz n. '27.
PARA HVRSELHA.
Recebe carga a rretecommodOi o hrigue
f'eneez nDordegne." capitn Rouis; para
Iralar com os consignatarios Lasserre & I ts-
sel freres, rua do rrpich n II.
(i vapor nacional Pe i, eom-
mandante o 9.* lente Joaquini .vives Mo-
rena, sabe para o porto de lltpissuma no
dia 27, as 6 horas Ja i anhSa, o vallar na
8, Ko dia :i de junho seguir para os
portas do sul de sui esc la, e s recebe rar-
: i qual ser la n'i
...::! -.i compan : acom anhada dos
Livos despacho- i conheciraenios.
rar.*.
palhabotc Venus, rapilaoJacinto Nunesda
Costa segu combre.\ lado, recehe car^-a a
Iralar com Caetann I.....la C v? na rua
,ia tadeia do R.....fe n ', primeiro andar.
BhIiii.
muita brevidade o
P I!
i'rel^r ,
veleiro eb ni ronh*i lo b I ha bote Dous I de maio de 1858loSo J sMendeedaStlvs.
\ini:;.)s, lem parte es 'U rarrcgamenlo fre- Perdeu-se una cari,-ira cunlenlo urna
lado, para o re; u qu Ih ta-so com nata do tbesouro de loos, duas de sin do
o se i consignatario Antonio Luiz de Olivcira lanco, um patac'oe uma moa 1a do 60(1 rs.,
Uevedo, rua da Cruzo I. meio bilbete da olera do Rio de Janeiroo.
11811, tim inteiro ds provincia n 821, e va
Para O KIO < UlCirO riacoaUs do assucar: quem a achou e
ti vele; o nacional Beberibe, de quizer restitul-la, dirija-s rua Augyta,
cenlo
Tanda
ma ,,'in
C'rmaiin lranri-eo rte Oliveira alna___
renta mesdejanho para |...,ier ie lawr aiKuns es- i regatnan., para o resto que Ihe falta traa-
peeiaeulnsm ueiitiicio dos artistas da sua cumpa- *e com o seu consignatario Antonio Luiz de,res doouro ou
nina, lera' lugar o pnuiciro etpectaculo ua Oliveira Azcvcdo, rua 'a CfUZ II. 1.
n Ktm.Sr. pre.ii.ni- da previnei. por primeira marcha, pretendo seguir eom bro- sobrado amarello, primeiro andar, qu/sora
i i ca uro mu o ",i [
'Motidego n. ti!
a Iralar na rua
do
miitii Ann
n criwtr.


DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FEIRA 1 DE JTXIIO DE 1858.

jtleilioilo Cas-
tilho pira eusino
de meninas.
j, .-cilla Senhorinba Mondes de Albuquer-
.^.teaado sido examinada a?provada para
le instrucc-lo primaria,transferin a
saa escola da mi Jo Vicaria pan o -2 andar
*o obrado n.39,confrontc a igrpja do Rosario
V S-.Vnlonio, onde lem de leiturn,escripia
raaatatolidadc e grammatioa nacional, cnsi-
"*"* CT5?""' ,,nrJ:,aoae lavnrcs, esporando
raaiabarar a boa opiailo ern que a tcm o
-saa. Sr. conselhoiro (.astillio, expressa un
.rta edic.> do seu iiisigu BMtbodo.
Claad.o IHibcux
para Malar foranga.-.
ja tem velas mistas
Aluga-sc om granJc sal jo por rima lo
irai7(a de assucar do caes do Apollo, cn-
ua*dus pontos do Recite, propno para
jaslqurr estahelecimonto : quem u prelen-
"" eliriia-ae ao dilo aimazem.
Lotera
Provincia.
O Sr. tSesoureiro manrla fazer pu-
Mir-nqjoc se acharo a venda todos os dial
no pavimento tem i -1 casa da na da
Auroran. i das'. doras da mandria as S
la imlc um soitimculo completo de nu-
eaarroi. de bflhebt e mcios da ultima
parte da Irrcnra c primen a ra quarta
Nmi rio hospital Pedro II, cujas rodas
aasdarao iinpix le mmente no (lia do
proxiiao roe/ di'jiinlio.
nr"sottrar das lotrrias 22 de malo
deis:.- ._ ,,, J. M. da Cruz.
OSr. Jas Alvos l.oureiro, natural do
ewiwjao oe Bastea, rm Portugal, vinin pa-
va BaaiHfinem I" i1' mi 1850, qu-ira CW-se a roa dt l'.a lea Volha dohairrodo
*>**> o. Si, a u<-c .rio de familia. Roga-8e
a raulqaer pessoa que tenha ronliei imento
a ataticii anliea ou moderna do dito Sr.
laaarvam, a favor di o participar na dita
*sa. peta que se Ihe licara summamenle
au-nnVciao.
Debaixo dr toda a jaran-
t i;t.
estahelerido rom laja de al-
aa raa \ova n. 52. scienlilca ao rps-
pwNiro, que se acha oromplo a .(e-
c qulquer obra, tanto para
pra militar, feta pelos me-
irs e costarciras, rom muito
proaipii i>, por preco razoevel.
Vaccina pu-
blica.
X npiitteSnroilinua a funrrionar no Inr-
rri da altaadega as quintas e domingos,
a casa 4* rnnimissano vaccinadnr, ra
*va-ma d roste-., n 3*, em to ios os sal.-
Lotera
f'A
provincia.
!ra que de hoja
" daaaAe campea hilh- tes de lotera recu-
i por canto m j*
jait'Ttjijiaantia : ua ruado i n. 21.
P. J. Layme.
i roa la < Urente da H
nai-s e \ei.jeai-
e*an. aataarf m 7a.
retacas--- je un rapa? para criado : a
asaaaraaaraa d< smale n. Ji.
- STRIA PERXAMBl CANA ;.-
rMUUCA A VAPOR
Caf do coin-
mercio.
1U A DO TRAPICHE NOVO N. 12.
ms\\\\ AIRE
tcm a honra de participar a seus numerosos
freguezes, que acaba de recelier pelo ultimo
navio chegedo de Ir; oca, as uns acredita-
das conservas Mime -liaras dos melhores
autores.
Na ra do Cabogi n. 11 (botica) prcei-
sa-se de una ama quo sailia COZinhar hern :
paga-se bem.
- Na caga do abaixo assignado, ra Im-
perial ii. 173. apparceeii um mulatinhu ilc
nome Jacintbo, que foi dlscipnlo na l.ja de
marcineiro do Sr. Jos da silva Oliveira, e
como o aliaixo assignado ignora onde mera
osenhor do mesmo, faz o presente, afim de
quo o mande buscar, licando certo que nao
se responsabilisa pela luga ou mortc. Recife
2fido maio de 1858
Joaquim l.uiz dos Santos Villa Verde.
I'ede-se encarecidamente aos mora-
dores da segunda casa depois da taberna no
lugar do campo Verde, quo se abslenham
dos continuados grites, e sussurros incom-
modativos, de maneira que, nao se pode a
ora r.eiiiinma do itia. e mesmo de noite es-
tar-sc sem ouvi-los a borrar.
O carcamano
- No 1. dojunhc vindonro, na sala das
ndiencias, as ti horas, linda adojoizde
alsenles, se lirio d(- arrematar o resto (.'as
Ierras da roa Imperial, da heranea de Anto-
nio da l'rindadc, com ora avaliacan.
Fugio no da :8 do correle inoz de.
maio un muUo acaboclado de nonio Ma-
noel, com idadn de IK) anuos, pouco maisou
menos, baixo, rosto descarnado, cabellos
cortados,falla muri descansada, sem denles
da parte de cima, levou calca branca, camisa
azul, chapeo de courj, e col le te lio m Sino
couro ; desconfia-ae que talvcz tomassea
estrada do S. Antao, Cravata, Itpzerros, e
Garlns, ate a barra do Jardim, provincia de
t.ean : portanto, pede-se as autoridades po-
liches, ou capitSes d.i campo, ((ue levem a
polica, oua casados Srs. Monleire&Soares,
rus larga do Rosario n. 48, que gralllica-se
bem :i quem o trouxer.
Quem precisar de alguma quanlia de
dinheiro a Juro razoavel, dando as neceasa-
nas garantas, baja de annunciar para ser
procurado.
No da 2.: .lo corrente fugio do enge-
nho S. Braz, um mulatinho de nome Pedro,
que representa te 16 anuo do idade, pouco
maia oU meaos, e ro vestido de camisa de
nacado e calca de algodSo azul, lera urna
Cicatriz em cima da um dos olhos, cabellos
eaxeados, falla deseancida ; fugio levanto
comsigonra cavado castanbo, o qual teni
um deleito em nina das nulos : pnrtanto
roga-se as autoridades policiaes ou aos ca-
p laes de campe a apprehensSo do supredito
mulatinho, poderSo leva-lrf ra do Cal-
leireiron. 42, ou no lito engenbo, que s ri
generosa mente recompensado.
"Precisa se alugar um sitio ou casa com
quintal, na Estancia, Hondego, Soledade ou
Loem ,-.; ,!r,-,j Me 0 Monje,, ii7 ou ao
'"'i-" do Peixe Frito O. 1, terceiro andar.
-- Claudio Dubeux faz scientn que des-
ped" o sen caixeire Agostinbo Perreira J-
nior m. ,lia l's ,!,, eo rente.
S ;:: O O:
OOr.Casanova pode ser procura- -'
-/J do a qualquer hora para visitar doen- ?Z

os religiosos
Fazem-se capas, batinas, samaras, capas
viatorias na ra do Apnll<> n. 39.
Kazem-se franjas lisas e de torcal, lau-
to da feitio com i de venda, tanto de retroz
como de 13a, pretaa, pintadas c decores:
na ra dy Vigario n 10, segundo andar.
Francisco Coelbo BrandSo, teslamen-
teiro do tinado Jos Das di (aisla, roga a
todos os credores do mesmo (nado, oda
firma de Jos Das da Costa l C-, queiram
Bpresentar suas cjntas na praca da Koa-Vis-
la n. 14, alim de seren conferidas e pagas,
isto no prazo de 8 das da data deste. visto
estar em liquidacao. Recife 1. de junlio de
1858
JosNunesdc Paulan Jos Francisco
dos Santos e Silva fazem sciente ao respei-
Mvcl como do commercio, que amigayel-
mente dissolveram a sociedade que nesta
praca gyrnva sob a razSode l'auh ,\ Sanios,
em vrtnde de molestia do socio Jos Fran-
cisco dos Santos e Silva, licando a dita so-
ciedade extincla desde o dia 31 de maio do
crrente anno, e cargo do socio Jos Nu-
nes do Paula toda a liquidacao do activo e
passivo. Recife 20 de maio de 1858.
-- 0 abaixo assignado, em virlude da ra-
pidez da sua viagem F.uropa, nao podo des-
pedir-so de todos os seus amigos, do que
pede desculpa ; e annuncia que revogou a
procuraco que anuuncira e a substitu.>
por nutra, dcixando por seus bastantes pro-
curadores, em pnnit'iro lugar scu irmro
Joaquim Francisco da Silva Jnior, em se-
gun !n o Sr Joaquim l.opos de Almeda, e
em terceiro os Srs. Tasso irmaos. liecife 20
de maio de 185S.
J. Francisco dos Santos c Silva.
Preeisa-sc de urna prcta cozinheira ;
pagando-se bem : na ra do Amorim n. 3S.
I.'ma pessoa chegada ha pouco do fra,
deseja arrumar-se em alguma loja de fazen-
das, para o que tem hastanto pratica quem
precisar annuncie para ser procurado.
~ A Sra. I). Escolstica Tavares de Vas-
concellos Cabra I tem urna car'.a viuda da
Parahiba do Norte, atraz do Corno Santo n.
fifi, primeiro andar, escriptorio.
mps \&.
Compra-se um cavalio que esteja cos-
tumado em carro ou cabriole! : quem o li-
ver, falle a Joaquim Lopes de Almcida, ra
! do Traj.ic.ho n. 36.
Compra-M ama propriedade ?ia em alsnma
dat principan ru:i* il'nta ci^ad, e ,,e renda pon-
to mala oo manoa 5(MJSOOO ra. anouaea, filando
predio em bom siadu, e dataanbaracado; qu,m
quiter, trate na ra da Croa, aeeriplorio 11. i!).
_ Compra-se eiTecti va mente bronze, lao
trio e cobro velho : 110 deposito da fundica"-
da Aurora, na ra do Rrum, logo na entra-
da n. 88,e na mesma fundicJ(o,eni s.Amaro
Compra-se eirectivamer.to n ra das
Flores u. 37, primeiro andar, apoliecs da di-
vida publica e provincial, acedes das com-
panhias, e da-so dinheiro a juros emgran-
les e pequeas quantias sobre penliorcs.
compra-se um moleque ou preto que
'soja bom cozinhoiro : na casa 11. 15, defron-
te da Igreja do Corpo Santo.
Batatas
ltimamente chegadns, em cauastrs a
2,S)oO por arrolla : na 1 na da Cruz n. 27.
CALCADO FRANCEZ
Para homens <' senhoras.
J Falque participa a seus freguezes, que
rccebpu ullimamente de Franca um bonito
sortimentodo horzeguins do diversas cores,
com gaspea e sem ella, de duraque, do setim
preto o do cores ; horzeguins do couro do
lustre com pellica e duraque. para homens,
sapatos de couro de lustre, entradas baixa,
para ditos. Este calcado he de superior qua-
lidadc, e vende-so por prc<;o rasoavel, ra
do Crespo n 4.
--- Ven leni-se saceos com milho do su-
perior qualidade, ditos com familia de man-
dioca, farelo.de Lisboa, gomma do Aracalv,
cera do carnanba, palha (lila, sapalns do A-
racaty, ludo por preco mais enconta do.qup
em outra qualquer parto: no armazem da
ra cstreita do Rosario n. 29.
Vende-se a prazo 011 a dinheiro a su-
maca Terceira Laurentiaa, com lancha e
prompta a navegar, ha pouco chegada de S.
Miguel das Alagoas, aon.ie foi construida de
boas madeiras.c do lote de 80 a ICO tonela-
das : os pretndante! a polerao examinar
no ancoradouro do raes do Collegio, aonde
ella se acha tundeada : a tratar com os Srs.
Almeda Comes Alvos & C. ou na ra Nova
n. 37.
rolo (listo.
Farinha de mandioca surerior. denomi-
nada suiuby, viuda do Rio do Janeiro, pe I
COStO de 25- a barr ca : venrle-se uo arma-
zem do Sr. Paula Lopes, na escadinha.
Francolino Izidoro Leal 0. lem no
armazem do Aunes grandes saceos com fa-
rol.) de Lisboa, o melhor possivel, por preco
eommodo; o mesmo tem una porcao de
cera em volas, viuda de Lisboa, quo a vende
por preqo cjmmo lo : no largo de S. redro
u. .
Aviso.
1*0 armazem de Adamson llowie & ('.., ra
do Trapicho n 12, vendem-e sellios prra
hom-m e sen hora, arreios pratiados para
cahriolct, cUiaotes para carro, c.olciras para
cavcllo, ate.
Altenc/ao.
Vndese supprior farinha do mandioca, e
mais barato do que em outra parlo : na ra
do iiioimad), luja do ferrageos 11.14.
Vendem-se
Casemiras pretas inglozas e infestadas.
Copos para agua o clices para vinho de
vidrns ordinarios o baratos.
Frasqueirasde gonebra especial para mesa
Fns jogos de podras de marmoro para sa-
la, milito superiores em qualidade.
Lonas da Russia e outras.
Ti lele de reres, ludo por preces mdicos :
no armazem de (irn 1er a Brandis do Trapiche .Novo n. 16.
Cera de carnauba por preco muito em
renta : em rasa de Caminha iVKilhos, ra
da Cadeia do Recife n. 60, pnu.eiro andar.
Vendem-se sacros com arroz de casca
de superior qualidade: no caes do Ramos,
armazem n. 1.
Vende-se um cabriole! cohorte de
rodas elaasentes, para um edous eavallos
no falco do l.iviamento n 25.
A bordo do hiatenacional
l\. S. Farinha mullo superioi molida de al-
queire velbo.
Lm porcao trata-se no cscriplorio de
Antonio l.niz de Oliveira Azevedo, ra da
Cruzn I.
* A 5,500 a pee*, |
covados.
gj Vendem-se pecas da chitas fran- it?
\ co7as largas com 38 covados padrOos H
Hv novos c bonitos pelo barato preco .-
>; de 5*:>00a poca : na Inja da ra uo ;:;
ij (hieimado n. 10 de l.oite, Arthnr -V.
*......- -
- --
PADARlA ETABERNX A VENIU.
Vende-se a padaria da poToacJto do Uon-
toiro denominadaAmorim--e a taberna an-
-- Na taberna n. 18 da ra da Roda ven-
de-se urna porcSo de velas por preco muito
daZdTues,,vfQ0tDelnsnd0 ^ d,t8 Pr3 "robs
r.al" A,nt'>nio Jos A,cs da Fonseca, procu-
rador de seu pai o Sr. Joaquim i I ves da
fonseca, vende na propriedade de C.xoeira.
comarca de (.aranhuns. tres partes de ter-
n,q.m .,.oc"'"m1.no "iventario do finado
Joaquim Alvos da Fonseca Jnior, como po-
SSSF
Tasso Jrmaos avisan aos seus freguezes,
que o ultimo earrpgamcnto de farinha de
Trieste da marca SSSF raminho se vendo
nicamente em seus arroazens, aonde tam-
bero existe o melhor e mais completo sor- ,
tmenlo de farinha de Richmond. Philadel- 7** VBr "s compradores no cartorio do os-
phia, Ohioe liiltimore, tanto extr/.scomo cr,v,3 dc "baos e ausentes na villa de C.a-
superflnas.
Attencao
He barato que
admira.
raobuns o Sr. Francisco Jos Cordeiro dos
santos, sendo urna das partes em Caxooira
avahada em 228-oo, outra em Pao Ferro, no
valor de 50, a outra no lugar do Cacundo,
1 o valor de40: as pessoas que as prolen-
dprcm, queiram dirigir-se a ra da Cruz n.
>/, que se fara todo o negocio a dinhoiro a
Jardim publico, ra da Soledade n. 70,
lem vanas seoicntes para vender, e salsa a
40 res a oilava, e he nova.
[Na na do Queimdo n. 37, nova loja de 4
pnrlas,caha-se do reeeber pelo ultimo vapor
viudo de Franca, ricos corles de vestidos de
seda com 3 bahadis para 30?, 50, 60, 70 o
80-000, ditos sem babados a 25-, sabidas do
baile a "23-, 2*, 85 a 30/000, enfeilcs para
Caneca do melhor gosto que se pode encon-
trar a 10r 12 o li-uoo cada um, manguitos
bordados de camhraia a 2/300, 3 e 5 o par,
camisinhas bordadas com manguitos e gol-
linha a IV, gnllinhas bordadas a 1-200,
i-cno, -2-200 e 2-500, tiras bordadas a 800,
!10O e 1? a vara, corles de harege a 7?, gaze
f ecta)p8 ft^tii.
ATTENCAO.
No da 25 de agosto do 1856 fugio do enge-
nhodagua da Ireguezia do S Lourencoda
Malta, larmo da cidado do Recife, ura escra-
vodenomeRubem, oqual tem os signaes
segointes : representa ler 40 annns, altura
regular, cor preta, falta de dentes, mu de-
sembarazado no fallar, tem em urna das
00 e. isa vara, corles Ue lia rege a 7-, gaze ,irii <,i ..," um ua
de seda a 700 e a 800 rs. o covado, (uar de amS SJff",2 qUC d""PU
seda a 800 rs. o covado, grosdcnaplos moa-1 "Z 'S^JESX a- CT'.d? Um
.- j-.. 1. \ "os pellos cicatriz do urna nunhalida e
do a 11 o covado, dito l.nipo boa lazenda o umlmi nin neh. a. hr., S. 1' c
l?S00 o covado, dilo preto a 1-600, 1-S0o a
89, mantas pretas de fil bordadas a 9e 12S,
chapelinhas para senhnra muito boa fzen-
da a 14.-. chales de merino bordados a 6, 8
e 11i?, litos de louquim bordados a '205,
cortes de cambraia de salpieos a 5-fiOO, ditos
de seda pretos muito superiores 80? a 00?.
nexa a mesma padaria, cojos eslahelecimen-: chales do merino pretos a tf, lencos de re-
tos acham-se respectiva e precisamente (ros a 2, chapeos de sol de sedo superiores
montados, ouerece mais a vanlagem de ter a lo-, di'os a 7-, ditos do pello francezes 7j
as mesmas propriedades urna boa casa de
viven la com sitio plantado de escolenles
a 8, chapeos de Ichre a ficoOO, ditos do. fel-
tro linos a 5r500, ditos de feltro enfeitados
u-nleirasquesealuga conjuntamente as ca- para menino superior fazenda a 5.-500, cr-
sas dosdeusesUbelectmentos : quem pre-,os ,ic rascmjra borda.
tender polo dirigir-se a na do Auioi ini 11
43 a tratar com l'ravassos Jnior v C.
ados a 65500, ditos lisos

tes e pialicar qua quer oporaciio
urorgia especialmente
en seu
de

lo partos '-"
'tt
LTORiaOOMEOPATHlCOf
lia dusCViizt s!}{
.' - ae editados medicamentos
homeopathicos em tinturas e om
globul -as nquissimas; ln
: imbem varias obras em francaz a
em portugqez.

ivrueu-x- n.-i madrugada de domingo
30 do p. d um alflnete de senhora, de ouro
lavrado, s guro a um iaCo de lita de velludo
encarna la, ao sahir da missa na igreja da
Madre de lieos (on le desconna-se ter cani lo
em seguimeuto da rua da Cadeia no arco
da COnceiC lo, caes ,r,\ |l0< |r{, ,1() ars.
nal. rua dolrapicbeata doVijtaiio: quem
_ o aebou e quizei restituido tera a bondade
eva-lo a rua da Cad.iia do Recife loja
I> I ~ \ 1 \ i I> I> TT Al ,9, 1ue.1,8m (1''' sn lh- aBradccr recompen-
proxini: i fu diva)

' Sr. Bowmaii,
eaaVclivamenle as suas ncre-
iaa>de>ni1osicao : ardem,
a riraaa duraco das de es-
, e rnsUn I.V'O a arroba.
1 taca de carnauba mais ur-
MtT em libra a 12? a ar-
j al 1, esa eaaxaca.
-aa>oqui fabricado he de pi
'.o que se garante. ';-
!* .-- v. .-. ... ... ... .., .--. ...
..-W-V---ki; :.: ..r..::.-:i;
1 Heojjnapliica do Clcix
Madre l.in do
asiao l.im 1.
> tns Srs. q;; .rr>ni assig-
aiada n' ram o seu
9**- mandar pro-
idost'or, na CamboadnCar-
aaraaa le dau aaada nade
oscau do publico o resto
pea a ir rada un.
. .^.. ...
abilila-
ar eii col-
aasasa c* gnin-
'aa* : r.'neez. peojra-

4* Mig'ia patria : qu ei
'Mr procure n* rua da
E *e > iaai aaawna a II R eatrada
M laaia raBjuudo. que achara
* jar-asa 4r*Ur
aa
com
sehii cora a o fogo.
0>MrAMlIA
4LL1AHGE.
-" f < Londres,
em ;- uta lL'4
OFITAl
cr\or> jhi.i: RUJJXAS.
. tera a honra de
a xTaftore- ix*gaciantes, ipno-
a quem | r, que
lea pela dita eom-
-
asee a*-.: .-.a, c
Baaaate .-..,. (k n! .,, ;;- c.'ulive-
-.* an**ar --:.!i*. -, qcerc. .; isia 0111
h,oa esa '
Precisa-sealugar urna casa, quem ti-
verannuncie ou mande em carta fechada
a? comas iniciaos a. F, nn Iivrarla da praca
;:. da Independencia n <; e8.
OlTerece-se um cajxilo de pinho gran-
de para Jeposilo : na na de Moras 11. Ili
quem quizer dirija-se que achara com quem
tralar. M
Obilheten 1255 da ultima parto da
terceira e primeira da quarta lotera do Hos-
pital ivdro 11 pertencea Exm,1 sr. n Ma-
na R. df p.
I m rapaz que est arrumado em urna
easa ingieza (araazem des,.ja mndar-se de
arrumacSo para outra, por motivos justos,
os proteii Ioniosqueiram anuuuciar por es-
ta lolba. K
* ni ndade de Na S ConceicSLo dos Mili-
ta res.
A mesa regod .ra tendo de tratar de II [O-
cos importantes para a mesma irmandade,
cuja eliberaco considera excntrica de
auaaatlribuicOes, resolveu para pssefima
convocacfl de urna mesa geral, e nesta con
rormiua ic envida a todos os ii mSos a com-
i,"''''1' !1:"' I 1 ijunho, pebs 9 horas
ulirla no respectivo consistorio Iteci-
r ..1 do iiimo de 1858. 1 secretario,
noel Jos Victi na de Rorha.
Roga-se ao Sr thesouroiro das lote-
api ovincia, quo 1180 pague sea.:., ao
assignado 0 p enuo que por ventura
sabir iiubiinele n 824 da ultima pane da
terceira h primeira da quarta luteria a b.-ne-
CiodO hospital Pedro ||.
Ihumaz de .quine Pereira da Silva.
Anl oua de Oliveira Uumz pelo presen-
te ruga a to ia a pessoa que a conbece e a
sen tubo Jos Muniz 1 e Souza Borges o es-
pecial lavor de quem delleaouber ou no-
ticias trver, de se dirigir a ruado Oneimado
n 41. loja, visto a aununciante aepjar sa-
ber M a on le se dirigi seu 101)0, ou on le
cha, sem que pan osle lim livesse seu
c inaeuao. K, suppondo a annunciaute ter
> se dirigido para oMoxotc, centro desta
provincia, por issu que provine a quem
competir possa, cjtou bem s autoridades
' ', vis-
t'---ei o 10 ieu lilho d menor 1 la
--Pea urna familia pequea estraogeira '
precisa-so lugar urna preta ascrava
-- Vente-so urna niulatiuba moca com 13
a 14 anuos de idade, sahe bem eugommar e
lem principios de costura : quem a ureton-
der. dirija-se. a rua do Pilar n. 20, quo acha-
ra com quem tratar.
Vende-se um bonito ravallo ru<-o, bom
anda 'or e proprio para senhora por ser mui-
to manso : na cocheira confronte a Cruz de
S. Francisco.
-- Ven Io-so urna mulatinha o um mole-
que, ambos de 10 a 12 anuos : na ruado
PouCOho, casa terrea junto a cocheira, para
ver al as 8 horas da nianhaa.
Vende-se urna taberna na rua das Cin-
co Ponasn.91, com poucos fundos: a tra-
tar na mesma rua 11. 71.
Vende-se a posso do um terreno de ma-
: rinha, silo un rua Impela], ja praniplo para
seediflear.com 30 palmos do frente e 130
do comprmeme, confime a Cabanga, o
urna escrava de moia i la de, muito robusta
o lorie : 111 rua do Collegio n. 9, no segun-
do andar.
Vende-so a taberna do (nado Jos Dias
da Costa, na praca da Roa-Vista n. 18: a
tratar na mesma Taca n. 1|.
-- Vende-se urna escrava pertencento ao
linado Jos Iiias da Costa : na praca da Boa-
Vista 11. 14.
Avs Nenhores de eligenho
No armazem de Jos Duarto das Noves,
ven iem-se mcias barricas da mais acredita-
da familia fontana c galega.
Vende-se una preta crioula do 20 an-
nns de idade, com as habilidades seguiotes :
ptima cngoiiiiiia.lera, lavadeira, cozinhei-
ra, costureira, e com bom leite para criar :
na rua Augusta n. 22.
Na rua do Oneimado n. 37, loja de Ta-
zendas, vcude-.se um escravo possaule, pro-
pno para armazem de assucar ou outro
qualquer ser vico.
Vende-se a safra do angenho Pirapa-
ma da comarca de Santo Antao, avahada em
8,300 paes de assucar, o traspassa-se o er-
ren Jmenlo do mesmo engenbo : vende-se
lamber, a hoiada o parle de escravos : quem
pretender, dirija-aea esta praca, no ateo
lo Carino, em casa do Joaquim Manoal l'er-
reira de Souza, a tratar com r.uilherme (o-
mes de Siqueira Reg.
en lem-se 7 ou 8 pos de omboriba,
proprios para mastros de li.ndira, rom 67
palmos e grossura suflleiente : em Forado
Portas, rua do Pilar 11 fi.
Kstopara se vender 111 bois proprios
para sola : para vor o gado, os pretenden-
les dirijam-se aos curra es lo matad ouro
publico, e para o.-juste, na rua das Cruzas
n. 30.
No arma/- t do Rarror.i & Castro, rua
da i'adeia do Recife n 4, vende-se superior
hubo de algo ISo brancoe de coros, por pro-
co comino o, para fechar emitas.
<.f '^-.- .. .; ..:.^..;
PC
de
tente
gios
pa-
mglezesdeouro, desabnete c de vidro:
vcndcin-sc pncoi a/.oavcl, em casa de
Augusto Cesar de Abreu, na rua da Ca-
deia lo Recife, armazem n. (i.
To pateo do Corpo Sanio
n. 0 cscriplorio de
NOvaes iV C.
Vendse superior vinho do Porto en-
garrafado, em caixas de I < -2 duzias de
garrafas, I ,u como cm barris de e 8-
a preco eommodo.
aaideiras na-
cionacs..
Ka rua da Cadeia do Itecifo n.149, defrnnle
doarmizem doSr. Iloury Gibson, vendom-
SO banuotras nacionaes le vanos tamanhos,
por menos ,rec.o do que se venden em ou-
tra paite.
cloir/ios.
Vende-se em casa de Sauaders Brothers
(v C, piaei di Corpo Santo, relogios do afa-
mado alineante Koskoll. por procos commn-
dos c tanibem trancellins e cadcias
meamos de excedente gosto.
inho do Porto.
.Superior chamico.
Conliiiu'a a ven ter-se engarrafado o rm
a 49, cortes de bnm de linho a 2-500, dilus
a 89800, ditos de mcia pasemira a 2-S"0, ca-
misas francezas brancas do lnho a 4?500,
ditas do madapnlao linas a 2-400, 29500 o 3,
.lias do cores a "2-500,
tamben em ambos os bracos cicatriz de pu-
nhaladas, e iguacs cicatrizes nos feixes das
cadetras, eem urna das pernas cicatriz de
um tiro ; presume-so andar por ierras da
provincia da Parahiba do Norte, d'onde lem
viodoalgomas vezes preso por capitSes do
campo : a pessoa que o apprehender ou del-
lo ucr noticia que possa assegurar a appre-
heiisao. pAJc dtrigir-se ao Dr. Francisco
JoaoUrneirodaCunha, no referido engo-
lillo d Agua, ou ao Sr. Flix da Cunha Tei-
xeira nesta cidade. morador na rua do Pilar,
os quaes darSo a gratlicac3o de 1005000.
lo mesmo engenho d'Agua fugio no da !
dimaio do correte anoo um escravo do
nome patricio. Africano, de idade que re-
presenta ter 48 annos, altura regular, cor
rula, pouca barba, rosto descarnado e com-
pndo, dccmbaracado no fallar, seceo do
anuar rste e.soravo trabalhando nesta cidade
'1*1 III- i.om r,n .. K 1____
ditas do cor a 320, 3fi0 e 400 rs. o covado
muito linas, chita franceza muito superior
arris de olavo, a preco eommodo : no ar-1 a 280, 320 e .160 o covado, ceroulas de linho
mal 'in .!< Barroca > Ostro, rua da Cadeia
do Recife n. 4.
muito linas a :!-, guardanapos brancos a 39
a duzia, Javas de lio do Escocia a 900 rs. o
par, muito boa fazenda, frmela branca a
480 o covado, ditas do cores muito linas a
900 rs., grvalas de relroz a 2?, ditas de se-
tim bordadas a 3, ditas de seda a 600, 800 e
1 eada urna, cortes de seda branca com lis-
tras a/ues tssetinadas a 80 o corte, cam-
braia de salpieos milito lina a 900 rs. a vara,
fil de linho liso a 640 a vara, dito bordado
a -OO a vara, mcias dsela brancas | e
5^, boa fazenda. ditas pretas 4, lencos de
seda para homcm a 2, ganga de cor a 300 o
560 rs., hnmhazina a 15100 o covado, panno
Na rua do Arag.lo 11. 36. ven lem-se i "no pl*tO a 3, 38500, 49600, 5-500, 7e89,
queijos de manteig, hileiros
ne secca em libras.
cohertos e descobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
esenhora, de um dos meihorasfabricantes
le Liverpool, viudos polo ultimo paquete
inglez: em casa do Soutliall Mello- & C.
rua po Torres 11. 3S.
as companinas de armazens do assucar, ou
aooutado por alguem : pela sua apprehen-
sao ou por noticia que assegure, se promet-
i a gralihcacSo de IOO3, que p<\Je ser rece-
bida do mesmo Dr. Francisco Joi5o Carnoro
da cunta, ou do Sr. Flix da Cunba Xei-
xeira.
Fii(r;o 00 dia 28 do corrente a pe-
la crioula de nome Lucinda de idade 2.">
anuos pouco mais 011 menos, alta, bonita
Ggura, tcm noollio direito urna belide,
que so se alimiando lie que se conlicic,
quandoanda lie depressa e curva-sc um
lano para diente esta pela linha salii-
Jo 110 da 11 a larde com venda c 110 acto
"lo, velludo preto a 6- o covado, hrim bran-
co de linho a I-200, 1-500 e 29 a vara, gr-
valas com um annel por 5.-500, meias bran-
cas para homem muito finas a 7\ 8 o IO5 a
duzia, cassas francezas muito linas a 480,
560 o 600 rs. a vara, collarinhos brancos a
turnado dia 28 qtiando a mesma pela
ugio com receio le ir para casa, e foi
vista no bairro da Boa-Vista ; desde ja
protesto contra taet officiaes, se por aca-
so a pela nao appareecr, roga-(e a quem
220 cada um, lencos do labvrinlhoa 19, pa- '' Pega>" leva-la a rua da Moeda casa no-
Itts de panno, decaaemira e de. alpaca, prc-j va n.." sepurdoandar oue sera'bem tra-
tse de cores, calcas de casemira o colleles i (ilic-xlo. &
as para os
n,r\ ,"" .,"/-'1""lm'ir!' 'vcvedo, tem cifen. 51, existo urna immensidade le ta-
para vender nojseu esenptorio, ruada Cruz zondas le muito bom gosto e por pr-cos
rmazem da rua do Vigario i muito commodos, cuja baraleza faz dmi-
No armazem de Manuel Joaquim de Olive- ;
ra v C. rua do Codorniz n. 16, em lenle do
becco da .Madre de Dos, vende-so milho a
7- rs. n sarco, feljao amarello, branco, ra-
jado, fradinho, arroz de casca, farinha, gom-
ma de mandioca, esleirs de carnauba, e ..
mullos mala gneros de nnm. ira m -, 1- S?!,'" ?!&*? S* '"tUS "~ ^wo
de : ludo multo barato. ''- M !a a r' sM'- 1,u,l ''" qu
nao be possivel aqu fazer mencao dellas m\:t alta, e posta de andar ponteado temo
pelas multas variedades quo se encontram 1 dedo do p junto ao miaimotSo pequeo
aqu neste eslabeleeimcnto : quem quizer que lica muio dentro dos outros, sempro
venha ver o traga dinheiro, quo nao vai sem anda com camisa do mei, so, ou com ou-
Na loja do canto da rua da Cadeia do Re- rZl,"u l>rata.
de gergorSode seda, ludo muito hem l'eito
e para nivelaos piceos, sarja preta para for- Inda est fgido o moleque Antonio, e
I roa 19800 o covado, cortes de colletes de consta que anda pelo Recife carregando as-
sucar, elle representa ter 18 a 20 annos, lio
bem preto. e talla como cnoulo, tem gafu-
arteipo
n. 1
n. A, vinho do Porto em caixas de urna e|rar: sendo entre ellas chapeos de mola "do
Ultimo gosto a 5-, capas do panno lino, cou-
sa superior a 30# panno lino preto a 89100 0
duas duzias, e Jacaranda superior.
Nova agua de malabar.
Vende-so esta agua a melhor quo tem ap-
parccid. para Ungir o cabello e suissas de
Prel ''}* l'vraria universal rua do Colleg o
., da-sejunto um impresso gratis enf-
ilando alorma de implicar.
Nova s & C. ven,
de lr;
CO :
SSSF
ele
;/t
eiifj ..m.i. e ja ie b .
;. procure na rua
".
le
couduc-
da Cruz
r.
-s l-' s'' m dosecn-
, ente de Feliciano Jos de Magaihues Cir-
- 11 fallecido Venauui j
. e no caso dos a-
,oude rcsideni
-'''- equeno i Uo. e
""S,*'''- gr:i.,e-, au tem sa de oouca ramili. nm i-
Soasad"
asna,,,,-
ion .,, 50, das
'. as 5horas dat
!na lo, lendo no Diario de
! "rnaml ico sob o 11 12;. una eo res on
'' 11 im buscando d -
T. 'le .-("el .id
,,.,,
S r,v.i
A ',000 o corte
Vcndem-Se corles de fazenda es-
._: enreza escura malisa la com a lar- "''
..._ gura de 4 palmos o oom 10 covados .'.'
cada corte : na lija da roa do (luc '
-...' mado n. 10 de l.-ite, Arlhiir v ('.. V?
;'..'''. ':; -. -.". .............
'- -- -- '-.- -.- ...- .. ... ... ... "
Vende-se um atlas do Brasil com o
mnppa e.-i-il c as provincias (wrt'iacs : na
livraria IH- ersal, na ruido CoHegio.
1,800 c corte
Ven \ 11." cortes de chitas lar- "'
y gas eom 10 1 iva los peb p -
C" '-' 19800 o corta : na rua do Qu
mado n 10 loja de Lcite, Auhur -;
vi;
. ...
?!'
dem superior farinha
0('a marca SSSF por mdico pre-
e scu armazem rua da Madre
Dos n. 12.
Relogios.
Vendem-se relogios de patento inglez
casa de Arkwrighl Tuduiiss ct C. rua
Crin n. 1S
'''. f : r\ -v <-v rv f^. m .-% .-.
em
da

>.
n* hilo.
2" Camisinhas e manguitos de fil '-'
-.: preto : vendem-se na rua do Quei- i '
..? mado n. 10, lojajdc l.eitc Arthuret C .'"
Q OO^ O- -O :::. S\
CAFE' DO COMMERCIO.
Moa do Trapicoe i 12.
O dono deste estabelecimento tem a satis-
raco de avisar aos seus freguezes em geral
quo acaba do reeeber pelo ultimo navio ctie-
gado de Franca 0 bom Coiihecido e afama lo
tabaco caporal a marylande ; assim como
acharito sempro a conliecida e deliciosa pas-
telera franceza
S. STIEBIEL i\ C, banqueirosene-
ffociantes, estabelecidos lia muito* anntw
em Londres, teem a alisfaceao de par-
ticipara seus correspondentes e ao nubli-
pioiiieiiies c ao pt
00, pie acabam de tundar casas Gliaes
nos principies portes e distritos manu-
factui-ciros de Franca, Alemanba, Blgi-
ca e Hollruida, conservando alemdisso
covado, ale 79, dito milito lino inglez a 9o
covado, cortes de, diamantina de seda e
quadros com 12 covados por 8-, coherlores
de laa boa fazenda a 2?. chapeos do Clnh de
multas qualldades, saceos para quem viaja
na estrada do ferro de 6 a 89, lencos de cas-
sa, urna duzia por 1?, militas outras I../.o-
das que o comprador a vista la boa quali-
dade e bar^teza nao deiXari do fazer nego-
cio: d-so fazendas musir com penhores
e se levam em casas de familias. Da-se em
troco prala do 5 a 89, nSo exceuendo de
59000.
Vende-seo terreno que existe entre
a ponte da Capungac a pingiiella da Bai-
\a-Venle, com frentenara a rua Real e
os fundos para a camboa lo Manr/uinho,
e cbos livres : a tratar no sobrado 11. (i
da mesma rua Real.
H Vestidos com babados
a 7,000
Q Vendem-se vestidos de cimbris 3
. de cor lina com .'t e 4 ordena de h-- ;:'
... hados pelo barato proco de 75 na loja "':"
.-.; da rua do tlueima ion. 10 de Lene,
.-- Arlhur & 1^.
Pllhheaci-i juri llCI
Conlinu'a a ven ler-se (m casa de Manoel
do Nascimi-nto Pereira, na rua o, Theoria de Direito Penal por Silva Fer-
rad, cm 8 volumes, brochura, por i/noo a
vista.
Vende-so superior linha de algodSo
brancas e do cores, em novello, para costu-
ra : em casa de. Soiilhall, Mcllor & C, rua
do forres n. 38:
Vondem-se muito cui conta sapatos do
Aracaly, para lixar romas h-m como obras
de lab; rintho, bcos, rendas etc.: na rua
da Cadeia do Recife primeiro andar n, 60.
Acaba de ebegar para a fabrica france-
za de calcado do atierro da Roa-Vista n. 52,
pela barca france/a (Muida, um grandissimo
soiiiniento dos bem jfajnados calcados de
Sozer e Nantes para homem) rapaz o meni-
nos, couro de lustre e bezerro com lita c com
burracha, assim como que pela priiocira
voz apparecem os sapatos elctricos nova
invencSo que receben as rnaiores recompen-
sas por seus benelicios salutarea
.-.... .. ;- ;;;.
-.- ... .. -..- ... ... ... ,^ ,........
..-... !B -'
... i Attencao.
' Kissel, rclojoeiro Irancez, vende *
"i.? relogios de ouro e prala, cone.erla
logios, joias o msica, ja aqu be

/kagencia
da fund cao Low-Mo
ma da Senzala
n. 4.
-- Vcndom-sc 3c*cavos, sendo um mu-
lati nho de idade de 18 anuo-:, ,|(i muito boa
conducta, urna linda miilalinha recolllida,
de idado de t. annos, o urna preta de idade
de ao annos, quilandeira; na rua jnircita
n. 3.
t- ..... .--... ... .. -...-.,. -...--...- -....-,.-.. -..
S CalMSSOrtidoS da Russia, Ca-
i'.'i 10 t> Manilh. r:
Q Lonas da Russia, brias c brin-9
;.; "'"?
Colore metal para fono com
3 pregos.
Oleo de linli.iea e Velas steari-
nas.
Q

tra por cima ; quando fugio eslava serviudo
ao Benedicto, Italiano, e era quem carregava
a raixa da fazenda : quem o pegar leve a
travessa do Trapiche n. 9.
Fugio
no dia Sdneorrenio urna escrava donme
Ihereza, crioula, com idado de 85 a 28 an-
iios.c tcm os signaes seguintes : baixa, gros-
sa, bem preta, falla grossa, pos pequeos ;
desconha-se que tomasse a estrada da villa
de Iguarassu', por ler sido dalli, c vendi.la
nrsta praca em lezembro do anno prximo
passado : recompensa-se hem a quem a
irouxer a scu seabeT Manoel Marques do
"Itvoira, na rua da.Moea n. 15, primeiro
andar.
T10A RECOMPEN84.
Continua a estar fgida desde o dia 18 de
abril de 1853, a escrafa Cosma de idade pou-
co mais ou menos de 40 annos, com os sig-
naes seguintes : altura regular, as costas
eom duas costuras sendo urna no meioo un-
ir 110 hombro esquerdo, no lugar da nuca
tem urna costura pequea de ventosa, ps
campridos o secos, ., ao esquerda um tan-
to lormenlo por ler lino um panaricio, ca-
bellos cortados, orelhas graodes, pernas ti-
na-, be h!ha do Rio Crande do Norle, cons-
tou ser ell. rasada lri mesmo sendo o mando
rorro, fo. escrava do Sr. Dr. Setto.depois de
U. alaria Feliciana de Oliveira, fez varias fu-
gidase foi pegada urna vez na villa de igua-
rassu : roga-se as autoridades policiaes e
qualquer particular que souber dola se di-
rija ao aterro da Boa-Vista n. 17 a fallar
icom Frederico Chaves.
(euflem que fu^to.
1 No dia 16 do corrente desappareccu a mu-
lata Emilia, de estatura regular, cheia do
corpo, cooi urna marca do talho, no rosto,
fui escrava c nasci la em Apipucos aonde
lem a mai que be escrava de urna senhora
rmria do Sr. tenente-coronel Sehastilo. tom
O ^l,l'n)V'rs^"%css',lul?,,r-et'onbem em Bcbn-
Ksi.mlio em barrinhas, Bar-A
ven eni-seiin 1 -. 1 cadeia do Recita "anco de qualquer genero
Nestonstabelerlmenloeontlnu'aahaver
nm completo sortimenlo de moendase
meias moondasparaengenho,machinasde 4
p Propriascasasanteriormentc eatabe- iX^I^V?; e"'il" d'
eciciai as cidades mais importantes, e
portosmaiscommemaesdadra-Bretanlia,
era posicade otterecer grandes
van .eos as pesaoasque possam necesitar,
1 em Londres como em outro qual-
ponto da Europa, de nina casa para
compraou venda de artigo, bem como
para os negocios detransac^Sode crdito
O1-1 loqciPi di
varia.
Ba^BBBBaV al,'-
aaaaaa
I"
-
n. 25, 1- he na, 50 barricas de holachiirha va-
-ias. muito bem acond ciona s c >m os
Seus trun..os minio CPrtO;.
Venle-se um escravo cabra o idade
unos muito robusto, dandn-sea pre-
ferencia a que 1 o compre para lora : n tra-
anla inri do Collegio II. ir,, terceiro andar.
- Vende--.- ,,,||, 1 ,.,
.(lilemente da Babia,
|i em oulra qualqu
legai
As pessoas que nao forera conhecidasdot
anniiiiciantcseveraoacompenbarsuasor-
deus cora os fundos necessarios pata sua
exeucro; licando entendidas que osan-
or minos pi. po
parle ; na rua
nunciantes nao teem difliculdade em adi-
antar T."> (i|0 sobre os gneros rerebidos
0 re- .mies de Jua Venda.

- sen
" -I
.e nvi-
- no inventario, o
-- :. - r, ha n uito bom
- -
os
que rorcm cava-
11 r o se 1 non",!
' ai e quo na esta dis
.
a do nooiiymo, e apoiando se no
. pjea iu salvo injuriar sem ser;
Recife :;i ,1 maio de 1858.
ntonio ilv. ira Mam I Jnior.
-- Josr de a/evedo Hala I./ sciente ao
"el publico e com especialidade ao
corpo do < mercio, quo de boje em dianie 1
- ara Jos de tzevedo Mia e silva
; er I, ue ouUo de Igual nome Recife 31 do '
maio de 1858.
com a ca
e mbi i i i,
.ni/, do Recife n. 13, primeiro an lar.
GRANDE
PKCmxCIl* D MADAPOLAO" COM
pi:.mji:xp toque di-: avaria.
/Vil 8 r '
a
re-
guica, na rua do Queimado, esquina do boc-
eo do Peixe I rilo 11.-J, vende-se madapolao
COffl pequeo toque I- avalla a 29800a pe-
ca, ditos largos a 39 a VSOO, ditos ditos li-
nos a 49 e 4:500 a peca, cambraias lisas unas
com 8 varis a 2|50o e :ir a peca, pecas de
cassas de quadros linas com alguna furos do
euplm e cora 10 varas a 2?800 c*da uina.
Os precos con entes c mais nformaroes
eommerciaes, que lorem pedidas, serao
enviadasgratiiitamentc, salvo o porte do
con-eio, [lodcndodirigir-sc aos annunci-
antcs.
A dinbi iro v-.i .
(iirtes de musselina larca com ti covados
....r'?- e 3*500, pecas de algndSozi-'
nho liso largo a 23, 39000 v,
se na rua do Crespo, loja da esquina
volta para a rua da Cadeia.
Sel lins e relegiog.
SKI I INSeRKI.OlilOS .lpateme
'""I" : < eiida .....irniazen de
II Irm Kooi.er ,\ Cnmpanliia e
.i... 1.. lar; .tu Corpo Santa Da-
mero 18,
nina.
Vinbos linos de Mosclle e loan- ^
nisliei;; espumoso, e le Bordeux ^
cmquartolas. ,,'!
C. J. ASTLEY & C. r
-.yOO-.-y.:. ::/. :.;-.;:-.:--:>^:::^q
odrto da Jririiiia e fio de
liiOtia >.
No eseri.-.torio de Aotnnio Lu/ de Oliveira
ive le. 10a da Cruz 11. 1.
Batatas.
No armazem do Annes, defronte da alfan-
dega, vendem-s 1 gigos com hlalas, pasan -
o arroba e meia, pelo barato p-ieco de 2- o
gigo.
Na tanoana defronte do Irapielie
1 Cunba ha supe ioi lai nha de man-
dioca em sac fji au I. assim como
bom mi I lio e 1....... ludo por preco ra-
zoavel ou tratar 1 .,1 da rua da
.Madre. !c DeOS 11. 12.
Da
na
rACIIASPARA ENGENHO
un I i rao de l-i rodcD. NN'. Bowman

ni
do, L: 3 .1 S palmos de Mea,
echama;venda por precncommodoecom
pix>mptidao,embarcam-seou carregam-
se em carro sem desnezas aoeomprador
Vende-se azeile de carrapato em bar-
ris e caada : na taberna da rua das Cruzes
11. O.
"1 c* ittau -Comp.nhia,
rua da Cadeia n. .-7, veudem-seniegante
piae.,s do afamadofabricante Traumann
Hambur&o
11 rua do Buim, passando chala- ^'n,'"r'">
', continua a liaverumcomplctosoiti- ,11113*0 Sl> IsiuS't'/k
nentode tacbas delerro fundido e bat- ^",** U Ot IUvSIMT
[uaesse marca castcllo, mullo grande a i;ooo
le, c 41-000 a duzia : na rua Direita
a pel-
11. 15,
Velas de car-
nauba.
Na travessa dos expostos n. 16, por traz
da matriz de Sanio Amonio, vendc.m-sn ve-
las de carnauba de primeira qnalidade, de
todos os tamanhos, de fi, n e de 13 em libra,
mais baratas do que rni outra qualquer par-
le, e a Iverte se qne nao (lcrraiii.10 nada.
Vende-se
rroquim
a N600 a pplle, p (79000 a duzia, fazenda I preso do qne em outra qualquer parte: no
sem defeitoe boa qualidade : na rua Direita i armazem de Emeterio ^ Irmaos, defronte
n- *3- do trapiche do algodSo.
farinha de mandioca de superior qualidade,
em saceos cem porcOes grandes c peque-
as, a volitado dos com .ra.lores, por menos
libe : roga*-si a (odas as autoridades poli-
ciaes c capitaes da pampo a apprchcnsSo da
mesma e leva-la a rua do Moras n. 70, a sua
senhora I lorinda Isabel Kinot, que genero-
samente gratificar.
50,000 rs. de ^ratificaeo
No dia 4 do corrente mez dcsappareceu do
Rio Formse, c suppOe-se ter vindocom di-
receSo a esta cidade, o escravo llcnrique
cnoulo, de 10 a '.'0 annos de idade, cor fula'
corpulento, lem bastantes e visiveis signaes
le I. caigas, c urna cicatriz sobre a junta do
dado grande de um uos ps, no andar (iroia-
s Das ponUs los ntasmoa, defeito que Ihe
DCO 1 das b higas reeommenda-se sus ap-
ITehensae s autoridades policiaes a aos ca-
lo ifles de campo ; d-se a gratilicacao de
509000, entregando-e em Rio Formosn a
Jos de Souza Barreiros, ou uesta cidade
Jos Antonio da Cimba ft Irmaos, na rua da
Madre de DeOS n. 34
--- No di 1 17 de fevereiro do corrente an-
uo, rucio do engenbo Curcabi da comarca
de Pao d'vlho, um e.cravo de nome Antonio
Cacange, de idade 30 anuos pouco maisou
menos, de altura e grossura regular, ean-
gueiro no andar, nao leu barba, ten todos
os denles, he casaoo o tom marcas de rclho
nasnadegas, foi escravo dos- berdeiros do
tallecido Octano (encalves da Cunha; cons-
ta quo ceila pessoa moradora para asparles
do sul o tem em seu podor.o desde ja protes-
la-so contra tal procedi.cuto com lodo o
rigor das leis : quem apprehender dito escra-
vo conduza-o ao referido engenbo, ou no
Recife na rua da guia 11. 64, que sera genero-
samente recompensado.
I'i-sap trocen na noite do 21 de abril
do corrente anao o escravo donme Floreu-
11110, cem es Signaes seguintes : estatura al-
ia, cor mulata,sem barba, espaduas largas,
ps grandes, rosto eotnpride, olhos casta-
nnos. cabellos negados, falla grossa, muito
regrista, tem Taita de 3 dentes na frenle, em
um dos lados do quenco lem urna fstula.
levou chapeo de couro e camisa de riscadi-
nho : quero o pegar leve-o a fuidcao da Au-
ror. em Santo Amaro, quo ser generosa-
mente recompensado.
PERN. TVP. HE M. F. HE PAR*.. tSSt.
V
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MUTiriLinrr
II FRIVFI


Full Text
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