Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07075


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Full Text
ANNO XXXIV N. 227).
QL'ARTA FEIKA 29 DE SETEMBRO DE 1858.
Por 5 mezet adiantados 4J000.
Por 3 meze vencidoi 5$000.
Por anno adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SliBSCRIPCA'O DO NORTE.
inhiba, Br. Jeae odolphe 6omn; Natal, Kanhor An-
Iodo Merques di Sil ; Araealy, Ir. A. d* Lernoe Braga ;
."air, Sr. J. Josa da liveira ; Marinhao, or. J.ue Tiiiein
da Milla ; Piauhj, 8r. Joa Joaquina Avillino ; Car*. br.
Judio J. Kamoa ; Atnatonai, a> Ir. Jaronymu da Cuna.
tillada lodoa
[| .0.1.-11', Uia
s. .alio, Rean
... loo.' .;.-,,. I\l.
rj. t
PARTIDA DOS COB REOS.
- .1 .(i.t
i K-iVirai.
*,tB*tnilO >>llM ii.i lerca-fcira.
* ". Lirautr, Hri'j.j, i',-|u.>ii.i. Inftue-
i'iji, Bua-Vi*u* Ouii ry tiu', nal quaru
i, BarruirM i, io-i*r.-i.
tbo, 11-
l'in..-nl, r/- < .\.|i.u yuiniAx- sirafla
rmln* at ntraioa aarM* j fi< ri la

PAUTO aFFICIAL
AUDIENCIAS 110? TIIUNAE*S DA CAPITAL.
Tribunal do eommerrio : tegunda a quioui.
delicio .' tercas ferai a aabbadoe. s*
.iiaiida : quartai a sabbadoi ai ir) horai.
Juizv do commercio : segundas aa 10 boraa a quluaaa a* mal* da
Dito deorphaoi : irgundaie quinlaa ai 10 boraa.
Primeiro ara do eivel iiaunda a aaxua a maio da.
Segunda (ara da civil : quirli, a aabbadoa aa maio dia.
EP11EMEKIDES DO HEZ DE SETEMBRO.
7 La nota ai 11 horai e 85 minuto! da manha.
15 Quino creicenle aa 5 boraa a 7 minutoa da manha.
13 La rbaia a 1 hora da tardr.
2 yuario niinguam n 11 horas 31 minuloa da minhi,
PKEAMAR DE HOJE.
Primaira ai 10 borai e Si minutoa da mantisa,
-Vea-anda aa 11 boraa a 18 minuloi da tarda.
DAS DA SEMANA.
27 Segunda. Ps. Cosme e Damiiio irs. mm.: S. Fidencio m.
'H Terca. S. Wenceslao duqtie mongo : S. Salomeo rn
30 Quaru. S. Miguel arcbanjo : S. Fraterno b.
:I0 Quinta. 8. Jerourmo presb. eard. e dout. mximo da igr.
1 Sexta. S. Remigio b. ; Ss. Vcrissimoe Mxima irs.
2 Sabbado. Be, Guorino, l'rimo e Secundaria mm.
3 Domingo. OSS. Rosario de N. Scnhora ; S. Candido m.
Ficou aohra a me.a o legrante projceto :
A iManjbla seral legislativa resolve :
i libno eulre a
ENCARRECADOS DA SHSCRI PCA'O OO SI I .
eilagoai, o Br. Claudino Faleio Dial; Haba, r. D. Du|.rad
Blo da Janalra, o 6f. .loao Peralra Martin.'
E.V PERNAMBl'CO.
O Propria.a rio d DIARIO Haooal Vifualrua da rafia, na aoa
linaria, prau da Indapaudancia o. a 8.
do orrameiilo do minuleriu taesexemplos alo lio enminunt entre mis, que sua a-
flOVERNO DA PROVINCIA
Expedteute do la IR de scleanbro ilt 185*.
Oflicio ao Eira, pratid.ule da provincia do Rio
randa do Norte.Patio ai mloi da V. Exe. capia
do oflicio que era data de hontem dirlgio-me i di-
rectora da companhia Parnambuiana, em reipoila
t intifti .i i j que, aro cumprimenlo do evito do mi
nislerio do imperio da d da agosto ultimo, I Ti o foi
(alta por mau ofllein de 15 do crranle, a reipailo da
entrada dos ten vaporn no porlo de Vossor, na i |rlr
forma conlralida coto a provincia do Rio Grande do
Piarla.
Dito lo mirerhil de campo commandante dat ar-
ma interino.Sirva-ie V. Exc. de expedir ordam
para que ama pequen, guarda, commandada por um
infinor, va' desde ja postar e no comiilorio do con-
mporleelo e a exportaran lo paix po-, camnenlo da ditctwal
Arl 1. O governo He autoriza ... a mandar ex- Zj^Z2iZ3^&^ SS I *!& ZE2L .....' """" l?*- "* ^" 1" "-
Iralnr neila corle a lolenai deaigna.la< noa p.ra- do actual Sr miautr da raan\lm erar- .?^i.^?I LJ: 1-^lt. i a? ola>e*o d* M-fiaiaMta). he Roa-M om D*)m mor. mo.le leve Mra ui'.i de-
aulor.-a lo rao approv.do e l,.,n M .egu.utei emen la.. lete ; vio-.e ata s a velhi.e mal decrepita e a
ai patarraslaereUria de eiiadu no infancia niais fraea. como lambem virgeus lernas n
araplios sauintis, do valor
urna.
SI. Duas a favor da
da
I20:000|000 cada a faier rnovImanKH de fuuJoi para conservar asem-
prai> o cambio a -S7.
greja matrii de S. E qae aa dira datsai felos ? Qaa a legiilario
Benlo da lamandua-, da provincia de Minas-lie- do pall be imperfeita. pois, em vet de garantir'os
'"i .. usrecurios e as fnrcas d.illiaionro. transforma os
a 5 '2. Lma a lavor da isreja matriz de NeeM Si- miniatroi di fizan la em lulores da pra?i do aom-
nhora da Coneeicio de Cingonhai do Campo, oa inercio com ingerencia eui toda as suas uperajes
mesilla provincia
a Arl. 2. l-'icam revocadas as ilispns .;0i< em con-
a Paro do senado, em .1 da agoito da 1S.*iS.Dias
Cirvullio.
OKDEM 1)0 DIA.
I'rimeira parle.
lie approvada sem dbale a redaejao das emen-
das do teuado a' proposicao da cantara dos deputa-
venlo_d. Noa Senhor. do C.rmo._onde d.v.ra con- doi ,pprovalljd l ,,t.ll^ BO, v(Mlcml.ll(o9 du, ,.
a..;-.* ,- !._. *~.___ a ""' iruiUTHUt; rt l''".IM U1H I'I I CI 11 I U -t U4 Illd- I -01(11JL
' am7X."""' V'Sn^ "V: ".* """"R""" c.M.ih supremo mt.tUr .are,.
da crdito.
Ora, a medrar um lal principie, entender um
ministro que unu le que regula a circular;!.) do pj.
pel-moeda o aulorisa a farer rambioi arlinciaei por
meio da saques, elle pode no Haasil tornar-.o o pri-
meiro agila da praca...
O sr. Seata FraMe :Mas uilo se lurnoo, nem ss
lomara' nunca.
i' Sr. Silveira da Molla: ..... fizando
camino lictelo
(caria XI) que o leabo da MOTatieaiaM eroz conser- mi- Sime-, que era o primoge'iilo, nio ollrendo ca-
van.lo urna vuluda de vi la, orna vi la divina e so- la iffronla, inactiinoi) a mora de ambas ; o que lia-
breniloril ero tai malarii imeaiival e iainrnidi, vendo eiecotato pouco lampo depot, qoanio aflea
conci-lia cala di a preeioa< parcellas |aos deirj.i a regrasiaram de soa foga, obleve de Heraclio a pal
aos voloi de urna i ilinid.de de psoas, sem npre- com carias condicnea, das qoaes foi a primaira a de
. encajas correrem paira ella, como para as honras tnlar todava lunliuma diminuirlo, permanecendo re-liluir a crol da W. S. Jesot Chnslo Amiii rt-
!, '" ,,u lr,umP" ; por issii diziam ue ns rhriiiaos eram sempre o masmo, eimo si nelle se nio liouvese lo- chrou-se a eroz, qualorza anno deoot. nao ella r.i-
,dvo :"B,,,1 de1,om.....****<* eomo que Cade. ,,ira em poder do. Persas ; e Heraclio4voll.ndo a
... T.... .". ""'""""P''"' bavia-oi f.i- Todoi os dias liram-=e parles a1 eroz. romlulo ola Jeroialam. .econdiizio-a aolemnemanle am seus
! acraaranla-see repartiQdei anuea.
Ao S IK acreicsnie-iemais -,:(lH)5 p,i
paroi da fortaleza do Caballito, na provincia'
ralnba da Norle. a
Ao Ji 18 :Picando enverno aotorisa lo para I miliariaado com ene pbantaiana' horrendo, "que lie
o terror de toda a nilureza.
tnc(ao liro de finah. .r-s sagunda-teira 20 do eor-
reute.Comrounicou-se ao lobdelagado da frtguezia
de Santo Antonio desla eidade.
Dito ao chafe de polieia. Comrounlco a V. S.
qui, aesando deelarou-me o Exin. presdanle da pro-
vincia daa Atagoas, am olUoio de 4 do correnta, com
referencia a informadlo do reapselivo ebefa da poli-
ca, neiilium inconveniente ha por ora, em ser con-
aervado na eaaa da delenr:to deta capital o religioso
franciscano Fr. Antonio di Rainha doi Anjos M-
chalo.
Dilo ao impeclor da Ihesooraria de fazonda.
Comanlo, da aviso do i.-.iunleri > da mariulia, aob
inimaro 176, qua foi naqualla dala nomeado o pri-
meiro lenla Jos Avelino da Silva Jacqoes rara
servir de ajudante do sapilflo do porto dista provin-
cia c m o venciroent >a e vanlageus eomo embaraa-
do em transporte : aisiin o commouico a V. S. pan
seo eonhecimanto. Commouicou-ie ao capillo do
porlo.
Dilo ao raesmo.Declaro i V. S. que, como coni-
toa-rne da commumeaclo da secretaria da estado doi
negocioi di ju-lija de 2 do crranle, S M. o Impe-
ralor, por porteril daiuell.i dala, houve por bem a-
provir a propoita do Rvm. biipo deata dioce.e, do
padre Antonio da Coutia e Figueireto para lana da
cadeira de nmrucces canonical do lamimrio epi<-
copal de-Oliuda, cora o ordnalo anoail de um
cont de ret.Officiouie ao olllcial-miior da se-
eretarii da eilado doa uagocioe da juilica, accaun-
do-se i recepto da eommunicaclo.
Dito ao ini-imi.ilametlo por oopia i V. S., pan
eu eonhecimento e diracc.lo, o aviso expedido ptlo
ministerio da gutrra am 10 do crrante, mandaudo
Pigar a Miranda & Vascoiicalloa a importancia dos
lima qoe veudamn err. bol f ao euoielho adrotnn-
Iralivo para fornaciroaiilo do arsenal da gaerra.
. Dilo ao commandante da diviao naval.Accoio a
recepelo do oftlaia que V. S. me dirigi liontem. aob
numaro 122, partieipando a ihagada do Vapor aVia-
inloo, qua, depoii da recebar comhu.livtl e manti-
manloa, aegaira' pira a Baha, a cuja e.tocio perlen-
ee, e li:o inleira lo do qua aconleciu o aobredito
vapor m sua viagem do porlo do Marauhlo para o
Je-la capital.
Dilo ao impeclor da Ihesooraria provincial.De-
farmlo a palllo junta por copia, em que Amaro
Finlands Dallro, irramilanle do rebaixainenlo da
ladairi do eiigenho Velho da Jab miao, pide ter in-
demniado da importancia qoe ie l.m de deipendrr
com axlraeelo de pedrs euconlradas iu r.frula la-
deira, ordano neda dala ao diraclor interino da re-
partirlo das abras publica., eoja informaclo coma
daa copia, muaxas. que calcule e cutio dessa extrae-
rlo, que deve aar lavado em conta.
Dito ao impeclor oe arsenal de marinha.Ni con-
formidad! do avisa, luuln por copia, expedido pelo
ministerio da marinha em 4 do eorrenlt, lob n. l"j,
mande Vine, enllocar no vapor nBeberibeo o vao de
ferro, de qua (rala o oflicio, tambrm junio por co-
pie, ao qaal o mesmn oflicio se refera.
Dilo ao mesmo.Remello por cnpii a Vise, o
aviso do roiiiisleriu di marinha de 2l> de agoshi ul-
timo, iob n. 169, e odleio. aunexos, afim defqoe,
observ.n lo-ie o qae indica o comlruclor do ai seal
da raarinhl da corle, nlo sejam reprodurid n no
hiale que le mandou construir no arsenal sob i tns-
pecro de Vine, o defeitos, qns te notara n >s ar-
rinjiit do Capibiribe,
Dilo lo director do arienil da guirra.Remello
por copia, a Vmc. o iviio expedido pelo mnJislerio
da guerri em 1H do crranle d.lerminindo que os
livim v.nditos por M'randa rSj Vaiconcelloi ao ios-
seibo adiuinilralivo fiquem depostalos nina arse-
nal, afim da aerem comprados peloi commandanles
dos eorpoi a proporr3o qua llus forem sendo neces-
iirios.
Dito aa mesmo.Poda Vmc. remeller para a Ba-
hii, no patacho oS. Joi, eomo propoz no ten oi-
co de 16 do c irante. o cinco candes aonlendo
2,iUi petas da faldamento, qoe .e apromplarirn por
eonla dai que sa tem da lornaeer ao balalhno da
infaiilaria em cumprimenlo do aviso do ministerio
da guerra de 31 agosto ultimo.
Uilo ao direslur interino dai obras militares___
Promova Vmc, por arrematarlo as obras precitas
no qoartal da Soladada. e>n :".nformidala do aviso
junio por copia, expedido pelo ministerio da guerra
em 6 do correle.Cororaunicou-se ao inspector da
llie-ouraria da fazeoda e ao uiarechil da campo com-
mandante das armas.
Dilo ao agente da coropinhia brasileira da pique-
las a vapor.Pode Vmc. fazer ssgair o vapor Oya-
pocko para os portos do norte, a hora indielda em
en ufilcio desla dala.
Dilo ao delegado do 2- dislriclo do termo do Re-
cife.Em raspoila ao aeu officio de 15 do correnle.
cabe-me dizer que. por deipaeho do da 3, le orde-
nou i Vmc. que daclaruse o dia em que comee ni. e
aquella em qua lerminoa o servido prestado por
Francisca Bizarra da Palma, incumbido, de vicciuar
o habilinlaa da.se diitriclo.
Expediente do secretario do goterno.
OITitio ao inspector da lliaiooraria oe fazenda.O
Exm.Sr. prndenla ila provincia mana Irammiltir
e V. S. oa dout incluso! nllici.n da directora geral
da laspiza publica datados de 6 e 11 do cnenle.
Dilo do secretario do governo da provincia da Ser-
gipe.Acensando reeebtdo o oflieio qoe V. S. se sir-
vi dirigir-roe ira 22 do raez prximo lindo com 2
exeroplares do regolamenlo da ucrelaria do gover-
no dena provioeia, reila-me radecer a V. S. a boa
vonia le com que satisfaz a miiibi requisiclo.
Dilo ao ibasouriiro das loteras1. xc. o Sr.
presi lente da provincia manda aecusar a recepco
do oftlcio. qua V. S. Iha dirigi honlem participan-
do lee maulado naquella dala, reeollur a Iheioura-
ria provincial a quanlia de 2:3003 ".. qoe produzio
o hcnelicio da oitava parle da primeira loleria do
gymmsio provinilal, que foi axtrahida era 4 do cr-
renle.
Dito ao lanenle-coronal presdeme do eonselho de
qoalificecao da guarda nacional do municipio de
Iguarasau .S. Exa. o Sr. prndente da provincia,
canee inleirado de haver o comellio da revila da
guarda nacional do municipio de Iguaraasu' eooclui-
do os respectivos Irabalhos, como participoo em olll-
cio de 28 de agosto ultimo : anim o manda declarar
a V. S. pira sen eonhecimenlo, e ifnu da qua o fa-
ca cooslar aoi roembroi do aobredilo couislho.
TBRIOB.
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SRS. SENADORES.
SESSA'O DE 3 DE AGOSTO.
Previdencia do Sr. M. I. Caealcanti de Lacerdu.
A's 103|4 horai da manilla,feila a chamada, o Sr.
presidente abra a lenio. acLando-ia preieolaa 29
Srs. leadores.
Lila a aeti da anterior he approvada.
O Sr. primeiro secretario, d aonla do aeguinto
EXPEDIENTE.
Um aviso do minialirio dos negocios da fazenda,
remellando ai infnrmiciiia qoe Ihe foram pedidas
em 9 do mil prximo panado lobre o contrato fai-
to para a artificelo da can da moeda.A quera
fez a reqoiaico.
Uro offleio do primeiro secretarlo da camira doi
epatados, remetiendo ai pioposi;0es da mairoi
clnica :
1.a Elevando o venciraenloi do oflleial-maior
a maia empregados da secretaria do sopremo tribu-
nal de judie,.
2.* Mandando contar ao solicitador doi felloa da
fazenda de Minas-Cera, Antonio Teiaira Alvn,
aposentado p r dacrelo de 22 de asoslo da 18>.j, o
lempo de servico aulorisado pila proviilo da juinra
de faienda da i 1 da j.intin de 1822.
3.a Approvando a pernio concedida a D. Maria
Pulchra Menna Btrralo, viova do miniilro do su-
premo tribunal d joatiea Jos Maria de Salles tia-
meiro de Mendoncju l'eoanlia.
4.' Approvando a pmaao roanial de 303000
concedida ao ex-capilao do exercito Pedro Jui
Bapldia.
Vao a imprimir olo ettaodo.
e''e jii.iira, aiim de aerem as ditas emendas rimel- O Sr. Dias de C irvalho :Creio qoe nlo ha um
lidas a' cannra dos Srs. diputados. s liomim, que se respaile, que proceda dessa ma-
fcnlra am discuuio o requcrimenlo do Sr. Sil- mira.
vira da Molla, adiado na saisao aiileceienle, pe- O Sr. Silveira dj Molla observa que o nobn
diulo que Mjararaaaeltidas as cominsei de cen-! ministro da fazenda, que se tespeita, prucideu ai-
llBifaa e de I /eud.i ni informi^iies dada-, pelo mi- snn.
man lar conilriiir desdo ja uin quarlel na capital da
provincia do Paian para o corpo fu o da iiiesraa, o
qual e.ir em casa alunada.
Acre verno ameritado a contralor com a companhia de
euraiiaminlo do lleberibe e a comlrurijao de um
chafa.i/ ,ii- sirva ai quoilel do Hospicio ao hos-
pital regiraenlal un Pernamboco, em confonniJade
com o plana deate ultimo adeTieo. a
A o IS :Ficaiido o governo autoriado a p-
p.ra proteger lolerataee parlicu- pilcar a conslrur.Mo de um quarlel na cidale do Re-
cife o pro lucio da ce
um
unterio da fazenda a respailo dos laques.
O Sr. Souza Franco comees por declarar qoe,
qua ii lo dlise na -en.l p anterior ao uobre -en.id,ir por
l.o\ a/, aulor do reqtierimento, qoe nlo se oppu-
nlia a sua apresenla^lo, foi na penijieSe de que
elle pedia imva intorina(ries, e era prever que re-
mellia a duas commisses da casa is que ja nata
prestado.
Na primeira sopposii;no, era vez da querer con- lado a ma debberac,au.
Irariar, eslimava a apreseiilaflu do requerimenlo | O Sr. Souza Franco :Ja etpli
que ihe daria mais um ensejo de explicar o seu aclo ; dita na inhiba palavra '.'
Tornando ao leu requerimeulu, pondera que, a-
presentando-o, poda !ug,erir a's corniDisadas a< ba-
les em que devia Orinar u seu parecer ; ulo leve,
poriu, a menor mlencalo df ho,li|nar o govarnn,
qoena uiiicamenle, como di-se, prevenir falarai
violares da le. e uada leria acreicentado ao seu
primeiro discurso le S. Etc., depois de annuir ao
seo pedido, nlo livesse dormido sobre o caso e relra-
quei-a ; niio acre-
uao concorda, pjrin, era dar issas explicac/es para
lerem lajeilli a um parecer de cummisilo, nem
couheee caso algum em qoe seja isso admillido fura ;
do qua previne o arl. 7- do rrgiilamento do senado
diz que ; Se aus pro|eclos e resoluces vierem an-
nexos dociimenlm que a qualquer leador pai-r -m
dever ser examinados, reqnarendo que vio a alguma
coininiss;lo para na uccaeilo da discusslo podarem
verbalaaenle informar o senado, esle o resolvira' pur
simples Miiecao.ji
Ve-se, pois, que s lem logar a medida TlVopoita
pelo uobre sanador qaando exi'lem documeuloi an-
iieoi a qu.ilqoar projeclo ; o que nao le da' no caso
actual.
Com que fim enllo iriim ai nforma(;oes Ai com-
misses etcollnda? P.ra cue estas apresenlem um
projeclo nlerpralativo da le de II de iilembro ?
O orador atla' convencido de que S. Exc. o poleria
fazer. Se he urna aeettaecjto em forma que se deteja
faier ao ninlllre, nie he no una lo qoe ella dee
app.recer. Declara, puim, que o n;lo receja, io-
breludo quan lo comeo m a reselar-se os bous effei-
toi de soas medidas, de cujo exime em vez da ama
condemiiacaoi Ihe retullariam luuvoies ; pois qoe,
segando o seu calculo, o cambio lobio a asta' hoja
ao par, ao menos para o (hesouro.
Vola, porlanlo, conlra o requerimenlo por julga-
lo contrario aot aslylos ilo leuado, que, ju.lo Como
he, nao o podara' apprnvar.
O Sr. Viscoode de Jequilinhonha, ni amonen do
seo uuhre collega aulor do requeriminlo, he foca-
do a lomar parle no dbala e' a convidar o leado a
qoe invailigue o que disie o Sr. ministro da fazen-
da. afim de legulansar os seu. trabalhui.
Era sua opiuio o proprio ariigo lo regiment em
que S. Exc. lirmou o seas argumenloi Ihe be con-
trario, pon, adinllindo a remessa de documentos ,<
commiites da casa, faculla a passagem do requeri-
menlo que considera como taes as iuforma(es rece-
bida do governo.
Nlo o euleuda asiira o nobre ministro, e teme que
e|aui mal aceilos os ieus esclarecimeolos, que o la-
nado o rejeito e Ihe dirija um vol da censura,
quando o autor do requerimenlo detijou ubler
sobre una queilio 'inporlanle o juizo apurado e ei-
clarecido de duas commiisoes, obrando cm lela a
prudencia, procurando illuslrar a oploilo do senado
e de iieiilnim modo vio!.m lo as di.posices do regi-
rn.ulo.
C inlrariau lo por coimquencia asse requerimenlo,
o nobre ministro compromella-ie, moslrando ler
coinciencia de qoe procideu aoiilra a le, pois a nlo
ler asura uo recetara o llame auiadorecido de
seui icios.
lli muler que o leado os discuta a que se deci-
da se a lii da II de setembro foi belmente inler-
prilada por S. Exc, que abertsininte promelle ra-
pelir, te julgar uecissario, essa excenlrica operadlo
de laqoas, conlra a qual lanas vozes illoslres le
leem elevado.
E, a nlo ser na opiniao das cmaras, onde hin-
cara' S. Exc. a approvaco oa censura de leus acloi?
Diz S. Exc. que a voia;lu do voto de grabas appro-
vou-os, mas se esquece que intn ao meuos foi emen-
dado por aiut amigoi o trecho relativo ai finam.ai,
qoe de ceno mo era o pauegynco da adimuiiira-
5lo, ulo podando porlanlo S Kxc. saber te obra de
eccordo com a inaioria dai cmaras.
O que particularmente induzio o orador a enlrar
no dbale iiisuliudo pelo exama da operario foi a
declaradlo feila pelo nobre ministro de que, em
vez de ceder i reprova^ao da lanloiraprasenlanles
do paiz, continuara a dar lii a moma falia in-
lelligancia ; uola no eulanlo que S. Exc. lem de
alioin molo modificado asa resoloc.ilo noi di;corsns
ullimaraenle proferido! na oulra cmara, como que
rectifican 1o as mas epinioM e demudo entre.ir que
prucaderia diversameula se as cirouinslancias o exi-
gusem.
(Juanlo a eslar o cambio ao par para o thaiouro,
dir o orador nicamente qua he chegada urna qua-
dra em que lodos davem desejar que os anuos ia-
j un mezai, os mazes dias e ai horas minutos de ra-
pdfz elctrica, afin oe se oovir de S. Exc. a de-
inu'nlrao.'io ,o,io maravillia com que quiz como h-
bil nigromante magueliiar ao senado.
O Sr. Souza Franco :Talvez para imitar a V.
Exc. algumai vezis.
O Sr. Visconde de Jeqiiilinhonha observa que la
poisuise lal sciencia laria ha raoilo inaguelitado a
S. Exc., asseguramlo-llie que o resoltado Ihe nlo
lena dasagradaval ; nie taro porciri lal recuno, e,
como lodos os hnmeus de sua lemprra, he exlreraa-
inania franco e lem o crac.lo deseoberlo.
E.pera no eulanlo qae S. Exc. revele ao >e-
nado essa grande novidade econmica, pedin lo-lhe
ao in.-mo lempo para nlo promover pela segunda
vez o escndalo de furlar-se o governo a fiscalua-
qSo de mus aclos, que as cmaras jolgam indiipeu-
sivel.
(Entra no tallo o Sr' Silveira da Molla.)
O orador concloe sustentan h> qoe o artigo do re-
gimenlo citado por S. Exc. nlo ie oppe paisagam
do reqseriraeulo, pelo qual vola.
O Sr. Silveira da Molla, senlindo-ie summamen-
te enfermo, podia crer-sa dispamado de aoslenlor o
aa requerimenlo se o Sr. ministro da fazenda nao
hooveise retraalo a resposla que diu Al ultimas pa-
lavrai do seu discurso, fielmente extraclada e pu-
blicadas am duas folbas diarias.
Dizia o orador que jolgava dever ser consulla la
obre a materia urna commiisAo da eaia, se o Sr,
ministro non achassa asa pasio inconveniente. S.
Exc. responden :Nao, leohor.
O qoe quer islo dizer graminalicalraanta '.' Que o
nobre miniilro nlo se oppunha A molera do reqoe-
riraanlo, que nlose oppunh.i a que as loai infor-
mafOes foisem examinadas por urna commlislo; ajia-
drinhou por consequaucia a sua pretendo e boje nao
pode razoavelraeule juslificar a opponco que Ihe
faz.
O Sr. Souza Franco :V. Exc. no me oovio hon-
tem pedir a palavra para respandar ?
O Sr. Silveira da Molla -.Dep ie de faier a de-
claradlo a que me reliro, da qual se daduzia eslar
S. Exc. diipoito a prestar ao senado noval Inforaaa-
c8es sobre ai operacoes feil.n nos mezes de junho e
julho.
A eiie respailo icreiceot qaa qaando apreien-
tou o leu requerimenlo declarou que nlo julgava
eilar o leoado sulli.-ulilimente asclaraeido. e por
iiio enlendia iar proprio de urna corammlo exi-
gir o complementa das informaces recebulas, para
emillir aobre ellas ura parecer rallecli lo e pro-
fondo.
E por acaso ser innlil a discassao neste terreno ?
A qoe tem harido nlo provea ao piii a illegalidade,
o erro e irregularidide di opinlo dos nquai qoe
sm naceiiidade foi propoiia pelo governo a um
Banco particular, sendo desprezada a etTerla man
vanlajnsa que fa ia o Banco do Brasil ?
E enes tres ponlot da iimhun moda leem sido
esc'sracidos pelo nobre miniilro, qua qaanlo ao da
illega'idade da sua medida apias responda batean-
do-a na le da setembro.
Nlo quer, porm, provocar a condemnacAo desie
acto ministerial J quir maii, quer impelir a la
repr iin-r i no fu turo, vislo que o que esl feilo l
pode-ie remadiai moralmenle.
O orador recouhece lano mais a nacessilade dei-
ii canilla quanlo, no estado em que se acham aa
noisasrelacOes com a pracs de Londres, de qualquer
deisis abaloi mumintaueos qae provm do diseqoi-
O Sr. Silveira da Molla :Acredito uu que esla'
enripie.
O Sr. Souza Franco iAh n3a acredita na mi-
nhi palavra : lomo ola.
O Sr. Silveira da Molla :Ja disse que acre-
dito, mas uao posto acular a relralacSo de V.
Exc.
O orador pondera enllo qon no en riquerimenlo
nAo pe lira, como am seu honrado collaga pela pio-
vincia da Baha, qua fosas interpretado o espirito da
le ; nlo : julgs-o muilo claro, a o que deteja he
que as iiiforma;ois do uobre ministro lejara analy-
sadas ; e a isso nlo ha jnslo que S. Exc. ie nezue,
impedinda a syndicancia de uas medulas e qualquer
-n.ui.Mo que pon. haver sobra ellas alora da que re-
lulia dos debatel parlamentare!.
O maii etlranhavel neise caso be parlir eisa re-
serva de uiu mioislru qua se |arla da ler a teu favor
a maioria da ambas s cmara!; he ser elle quera
ob.la que ie illeclue esse exame, ao qual pode le-
guir.ie um hymuo em seu loovor....
O Sr. D. Manuel:V. Exc. fana os versos e o Sr.
Miranda a msica.
O Sr. Silveira da Molla ; ...colloe.inlo os em
propriui amigoi em urna i oiiro embarazla e dilll-
cil anle esse inexplicavel lyitema di admiuislrar em
lgrelo.
Vola, poii, pelo requerimenlo.
O Sr. Vlieonde de Albuquerqoe mo he dos qae
acredilam na grande abundancia dos cofies publico!,
e por uso quauo apparece alguma medida que Ihes
diz respeilo pinsa que o corpo legiilalivo deve eslu-
da-la e avallar o sen alcance, em vez da fazer niaras
iecrimiiiar.,s ao miniilro que a Ificlua. Naqudla a
que ie refere o requerimenlo am di.cosilo, uben-
lindi-ie que houve eeojM cama urna for<;a miior ;
mas sabe o tenado qual fui esla, sabe se ella desap-
pareceu '. Nao. Es a medida, diz o ministro, f,, au-
lomada pela le de II da setembro, que foi feila
para dar eilabilidade A circuladlo. Uouve oulra le,
a que creoo o Bsneo de Brasil, que deixou de vigo-
rar por nlo praeucher o seu lim ; do que seiiiie-se
que a primeira esta am vigor, e be tulla que se
basia a conduela uo miuislro.
N.iosequer, porm. enlrar na investigarlo das
causas delta conduela, que em lodo o caso sena lou-
lavel, alenlas as circunstancias xlraordinaiias era
qua eslava o pail ; nansa pondera que, eslabeleceii
do a lei qaa lodos os ttulos cora qua se la/en opa-
ratea noi mercados devem refirir-se a 'O em ouro,
e nao se refarindo luanla a criss, era misler provi-
denciar para que se nalabelecesse o equilibrio legal.
lie teso o que nlo n quer indagar, porque lme-
se que o auloiei das aecusaees ao miniilro conver-
lam-ie am real ; porque ulo se quer eonfessar que
era misler um aclo enrgico e prnmplo do governo
ante a recusa do B-nco .1.. Brasil em auxilia-lo no
palriolico intuito da salvar a prac,a d.s calaslrophet
que ameai;avam-a. Nad sa quer declarar que etse
eslsbelieimenlo, que pasta como regulador da cir-
culado monetaria, lie o mon, polis* lur de loda ai
operares, a causa capital da caresta de lodos os ob-
jeclui, u nagillo do paiz, que dille nflo earece. visto
que o abandona, aniiunciaiido dividendo! a 20 por
ceiilo, recusando pagar ai uas nolai, a deixan lo o
governo isolddamen.e retlabelacer a seguranra doi
uegocioi I
Vola pois contra o requeriuieulo, que, Cumo oo-
Iros lanos que lim euclndo ires nwxae de leaelo,
colindar.i de simplus alrapalliaclo ; crendo que da-
llara ser man beui esludados aules do oceuparem a
lltaocla da teuado.
Aniel, porem do concluir, desejarii ouvir decla-
rar ie a circularan esl emlim equilibrada e se nao
deve-ie recelar a r.-prolurr/io doi males a que se deu
remedio, eslaudo c luviucido de que ia nao mudar-
mus de rumo lollreremoi quebra em o uoiso cradilo
na Europa.
Depuis do carnaval, acrescenla, vem a penitencia
e ai de mis se oao uoi arrepeuderraos doi nonos pec-
cados.
O Sr. Dias da Carvalho nlo pode deixar de res-
ponder ao trecho o discurso do nobre senador por
l'eniamhuco relativo ao pagamento qua faz o Banco
do Brasil dai suas notas por bilhele do tbisuuro,
fundado na lei da sua crearon.
O Sr. Candido Baplisla : Mas quando alguem
recusaste esse papel era o banco obngado a pagar
em ouro.
O Sr. Dias de Cirvallio : No ie dedaz islo do
espirilo da lei, e, visto que Le nella qoe aa baseam
as uperarSis do eilabelecimeulo, nao pode deixar de
repaliir a censara qua por esie motivo lanciiu-lhe o
leu honrado colleca.
O Sr. Candido Hipti-ii : Fez o seu dever, mai
ai nnpularei silo fundadas.
OSr. Das de Carvalho desaja que o verifiquen),
e he em n'ome do Banco que pede esse exame, que
talvaz arrede de sobre elle a espacie de exiomniu-
nblo que al ho|e tem sapportado.
Verificando-se nlo haver casa, o Sr. presidente
declara adiada a iliscunlo e d para ordera do da
da segoinle sesiao :
Primeira parle.
O resto das materias a designadas.
Segunda paile.
Continuando da discusso adiada da proposito da
cmara dos depolldos suhro a adminisliacAo da jui-
lica.
Levanla-ie a hh3o as 2 horas a 5 minutos da
larde.
.>'>:S >')ss
503:9*18666
7:5999999
110:0003000
40:000-3001)
lo da frlatela dai Cinro l'on-
las, na provincia de Peniambuco, feila a companhia
da estrada de ferro.
Enlra eni segunda BiieniaSe o Mgolnte artigo do
remenlo, na parle relativa ao ministerio doi m-
gocios eslrangeiros.
" Arl. O ministro e secretario de estado dos
negocios rsiraugeirns he aoloriudo a deepeniler cora
mobjeeloi da.i.iaiia nos se^uinles paragraphos a
qui,.na de717:3869733.
n A saber :
a 1. Secretaria de Estado, moeda
do paiz...........
2. I.agaces e consulado!, ao
cambio de 27 dinheiros eslerliuos
por I.jOOI). ,.....
i :t. Bmpregadoa em disponibili-
dad motila du pan......
4. li.,-../ is axlraordinarias no
exlanor, 27........
Ditas uo interior, moeda do
peiz...........
6. Exercicios finio".....
L-ie e apoia-se a seguinle emenda :
Ao 5 2- acrescenle si :Supprimmdo-se o nr-
lenados dos cnsules garaas em Inglaterra e Portu-
gal, apolique-se sua im.mrlancia da SKtOOf pino
ordenado do cnsul em Nauta
Pa(e dt cmara do. depulalos, em lt de julho
de 1858.J. L. da Cunha Paranagoa.Fausto Au-
gOllo da Aguiar.A. da Cotia Piolo Silva.
Orarain ot Srs. Corroa do Coulo, ministro de es-
lraiiiir s, Brandao e Araujo Cois.
A discosslo fica adiada pala hora.
O Sr. Presiden! da' para orden) do dia :
Primeira parle.
Conlinaaeto da discus-lo das nilerp.llaras do Sr.
Sergio dt Maeedo ao Sr. ministro da fazenda.
le diicosso do projeclo que aulorisa o governo a
mandar ndinillir a exame das utileras preparato-
rias a Gustavo do llego Macelo para se matricular
oa escola central.
3" discassao do projerd qoe aulor -i o eovtrnn a
despender at TOilWajOOl) eom a reedificarlo da
igreja malriz de S. Fraucisco Xavier do Eugeuho-
\elho.
dem do projeclo que dispensa as leis de amnrli-
iac.10 am heiitficio da irmaodada de S. Beuadiclo e
oulras, na provincia do Meranhlo.
Ilem do projeclo qoe declara lerera direile ao
meio toldo u monte-po as filhas do* ofliciaes lo
exercito e da armada, ernbora se leuli un casado an-
tes da morle de .eu- pais.
Segunda parle,
Ciinlinuarao da -.und diensiie do uro menlo
na parla relativa aoi negocio! eslrangeiros.
I.etanla-sw a stislo as 3 horas.
CMARA DOS SRS. DEPUADOS.
SESSA'O DE 3 DE AGOSTO DE 18.58.
Presidencia do Sr. l'iscnnde de faependy.
A's II horas, feila a chamada e achaudo-se reuni-
do numero legal, abre.se a sasslo.
I.i ia a acia di inleoadenle, he approvada.
OSr. Primeiro secretario da' cunta do seguinle
EXPEDIENTE.
Um oflicio do leerntario do senado, commanican-
do qua S. M. I. contente na reoloc,o qae iguala
o ordenadm doi profeuores da lilurgie doi lamna-
nos do impeiio aos dos oolroi proteisores dos mu-
raos seminarios.luleirada.
Um reqoerimento lo padre Jos Kbe ro Goncal-
ve9, pe iin lo diipmsi do lempo para poder nalura-
litar-si oididlo bratileiro.A eommiisao de' po Je-
res.
ORDEM DO DIA.
Primeira parle.
Procide-se a vols5.n1 da mesa, e saliera eleilos os
Srs. :
Viscunde de Baependy, presidila ; A. J. Ma-
chado, viae-prisidenla ; Pies Brrelo, primeiro se-
cretario ; Pereira Pinto, segando secretarlo ; Mon-
des de Alineada, lire> iicrelmo.
Soppleule, Anglo e Millo a F. Campos.
He ipprovido era una nica d seuislo e remedido
eommii.lo de rrdarclo. a pedido do Sn llenri ra^oea ; islo he, oalvador cahin da cruz no lepul-
qoaa, o projeclo que concede um anno de licenca ao I "" e' P"' ama mtravilhoia reparcuaiflo, lodoa os
primeiro escriplurar o da alfaodesa da capital da Povoi calilram a seus ps.
Parahiba do nofle, l-ranci.ro Antonio lionralves de Vele essa concorrencia de genles, qae, de todos
Medeir.n. 0s ngulos da larra, grupam-se em (orno da eroz de
He igualmente apprnvado em urna t disco.sflo : Jess ; que nlo snmenle glorificain-se de Irazer-lhe
a pedido do Sr. Diogo Velho a remet do o commls- 1. lime, mas anida afanain-ss por imllar-lha 01 sof-
sao de red. 1530 o projeclo que aut.in-a o governo a frimenlos, por ler deshonrados pela sua gloria e por
transferir para a primaira ciaste dn exercito o ligan-1 morrar pelo amor delle.
do lenle Joi Anlonio de Arauje. Se entre s amigos alguem desprezava a morle,
Segunda 1 arle. admirava-ie essa finmz.i de coranem ruino urna cou-
Procedendo-se a vnlarJu do requerimenlo de en- sa quasi inaudita ; gracas a' cruz de Jisqs, porim,
_____&ittttfxtuta.
PAGINAS SACRO-BIOGBAPHIGAS.
TRADDCCA'O
do
Bacharel Antonio Witruvio Pinto Bandeira
e Accioli de Vaconcellof.
VIII.
Sania Helena e a exaltadlo da Sania Gnu.
As virdadis de Dos, diz llosiuel, eslavam bani-
das da Ierra ; ludo achava ie ub.cureci lo pel-s (re-
vas da idolatra. Os povos mais civilisados tinham
religioes as mais riduculas ; elles que jnlavain-se
de nlo ignorar nada, eran) com lulo lio rniseraveis
qae deeeonheeiom a Daos; elles que eui fim em ludo
un por dame al ao poni de supporam-se ir.ilagres
ot seus feiloe, a'cerea da religiao, que heo capital na
vida humana, se osleulavam inicuamente desprovi-
dos de senso.
Quera podera' crer que 03 Egypciuspaii di phi-
losophiaos tiren"-me-lres das bellas-arleta os
Romanoslo graves e ISo sensatos, cojas virtudes
Ules davara o predominio geralhoiivessein adorado
a snimaei, a elemento!, a crealuras inanimadas, a
Densas parricidas e incestuosos '.' I
Nao su.nenie as febres e as doencui, porem ainda
os virios mais infames ess paixsi mais brulaei li-
nham templos em Roma. Deot havia abandonado ao
erro estes grandes, mas soberhos etpinlos, que nao
queran) reconhece-lo ; leudo llenado a verdadeira
luz, De. s ni linha obcecado ao poni de nao verem
euusti lio manifeilas.
E o mundo a 01 senhores delle, e o demonio os
conservavam sujeitos e Irernulos sob o dominio de
ervis religioes, de que todava erain alies lo cioso
qoaulo da grandeu de sua republiea.
Eiu erdade, que couia havia de peior do qoe seus
deose'.' da mais supeisticioso do que leus sacrili-
cioi 'f de mais impuro do que seus profanos myile-
rios ? de mais cruel do qns seus jogos, que enlre elles
faiiam parle do culto div-mo 7
Jugos lauguiinlenlO! e dignos de aniraaes ferozei,
em que elles tai t iv am ieui falioi demis de espec-
tculos barbaros e de aligue buinanu !
Sem embargo, lanos philosephoi, lanos ospirilos
esclarecidos, a quero a boa ordam do mundo ira-
pillia a reconhecar a nica divindade qae rege toda
a nalureza, arada que se indiiinasiem por lamanhas
desordans, nlo poderam persuadir aos horoeus de
por-1 lies termo ; lira, cura seus raciocinios t.to su-
blimes, eom iaa!aloquencia omnipolenle, ellas nlo
poderam desabalar os povos de suas ridiculas cere-
monias e da sua religiao monslroosa.
Mi-, logo que a cruz da Jesai Chrislo comeroo a
apparecer ao mu) 1o, logo que pregou-ie a morle e
o mpplicin do Filho da De.n, o craeis embusleiroi
i-mmudi'ciT un ; d reinado dos dolos foi poaco 11
pouco ablalo, e por fim foram elln desmoronadoi ;
Jopiler e Marte, Sepluno e egypcin Sarapis, lodo
qua era aduradu 11.1 Ierra ficoa lepulladu no eiqai-
ciraento.
O maulo abri 01 olhos para reconhecer o Daos
creador, e pasmn dianle da propria ignorancia A
exlravaganeia do cbrislianismo leve n.ais forc 1 do
que a mais sublima philoiuphia ; a a implicidade de
doze peleadores sam soceorro, nem eluqueucia, nem
arte mudou a face do universo.
Esses paseadores foram mais felizes do que Tiran-
Iheo, titilo de C00011, famoso Alheninte que cria
vrr a Fortuna irazaudo-lhe eidades apauhadas era
rele ; porque os apolllos lias suat apauliaram lodos
os povo, para faze-l.n a conquista de Jssus Chriito
que ludo conduz a Dem por meio da sua aruz ; por-
quanlo, convera ilutar, qae em qoanlo Jeios asleve
entre lus, anda qoe lizaise esses 1111 .i -res inaudilos,
que livesie mu labios patavras da vida cierna, leva
poucos sectarios ; e seus proprios amigos envergo-
nhivam-se mullas vezei de 1er discpulos de um
mostr lo desprendo. Mas, apenas pregaram-no a'
cruz, apenas morreo elle nesse maileiro infame, af-
fiaeocia de povos acerrou-ie dalla !
Ha um prodigio novo e incomprehemivelmal-
tratado a ie.rn.sidiTa.il. na vida, ella come;a a rei-
nar depois da mora.Saa doulrina pollo que ce-
leile, sua doulriua que devia faze-lo rpeitar por
toda a parle, da' motivo a qaa seja pregado cruz;
e etsa ciuz infame, qua devia torna-lo detprazivel a'
lodoi, aprsenla 11 careado de inefTavel venerabilidada
a lodo o uuiverso, que ie inclina retpeiloso : logo
que pode abrir os bracos, o mundo inleiro procurou
eoi implexos.
Em myilerioto grao de trigo apenas he ni ira lo a'
trra, mulliplipliea-se por forra da propria corrop-
580 ; e mal germina dahi, conforme pradissera Jess
em teu evangelhu, alrahlo-lhe ludas as ron-a-, a
iransformoa o in-lrnniii o do mais ovillante sup-
plicio am ama machina celeste de conquistar c eo-
O inunJo
ah esta' exporta em (oda a sua plemlude e' vene- hombros ao monta, a que o salvador a liaba levado,
raeflo dos povos: esla virlade incorroplivel, etla o: Um milagro Insigne l-rn m esla accao celebre e
*. a.J" r",i"U.",e. '" "'"alar, do que firmeza inalleravel he o elTeilo do contado dai.a nolav.l. Como Heraclio eitivcs.e cobtrtn de oorn a
1. cl.rislao. de soifrer ; lo las ai inve^M da croel- earne divina, que SolTren a mora sem ser sugeita a' pelras preciosai, foi forcado a parar na porta, que
i -i., i' '.', i'.I.'.e-",? i''H" de n0M0' l"i' ; C0"U,'":'10- condozia ao roonle Calvario ; porque quinto maio
da as pnteiic.as do mundo n..... si empregaram i O hiiionador IScrates diz qoe, icgundo a rrenr, se elle esforcava para ir por dianle, lano mais Ihe
i.e..-.,! ti T r ""a" ue *l0!'l,abil"n'" de Conilanlinopla, mandara Com. parecii qae o relinhim ; o que fizendo especie ao
n*' '1' lamino pr o fragmento da cruz, que a mai Ihe en- imperador e 1 lodoi os demiis, Zachariaa, biupo de
ie neta cruz que o re Jeios raiolvo conqaiilar vtara, ara urna de soat etlaluas ; a qual algum lem- Jerusilem. ditsa-lhe :
.VV'a' '"'"'T fll,"nl>r""te"''e''orviciorioia po depon fez enllocar sobre urna mlemna de por-. Nolai. oh imperador, qne eom essies nrnameo-
...nlrtm.^! L'av'"""1 ,aao- oeiando-01 :,' phvro. na pr.ca de C.n.laminopla qoe linha eu no- loi da Innmpho vi. nlo imities de lorie alguma a
aus.uiiriniillios, e por lso elle sohrepujaram a me, erando qua e,.e lenho agr lo servi.so de g.iar- pohrezi de Jetas Chriilo, e a hamildade co'm aoa
10,10. os povos, desarmaran] seus penegoidore pela ; di o paladio da nova capital lo imperio. S. Arabro- ella carregoa lu iruz.
.'."^".'.r! 1 T S 'mmulando o. corde.ro, rio affirma. qoe Heleni empreaou om vos cravos 110 Eo'lo Heraclio, despindo os trajoi mageslalicos
dc.roi lornar-se-hao por lim lambem cor- ; fabrico d'ura freio para o cavallo de Con.lanlino ; o e Uranio 01 apaios, veslio-ie eomo o. pobres do po-
i.',,, _, : segn lo man loa arranjar em nm dos leus Olmos de; vo, e fcilmente venceo o reito do caminho : elle
,,Za,P 1 1 V ""' Je"JS,Cn,,5l "J' **"- lercairo fin.lraenle d.itar no mar Adria- colloeou a cruz uo Calvario, na mesma localidad! em
i.muol "- ; S"U """ia n,ao '"' ,IC'' ill"n d' Impedir a fraquencia das lempeslad.s,! que a liuham plantado os Jadeos, e l'onde a rouha-
nmiies, p; qo. o nao tem o seu polar ; ella eslen- | o que Dos concedeu saa f. Ete mar lento ido ': nm os Persas. ,.
a por Pela lii-lon j de Sania Maria Egypciaca lemns ro-
d po- ; nbacirnanlo de que, dorante o e-dio, vieham de Alc-
eanlo de xandna multiddas de pe'so.s celebrar em J-ru-,l.in
v,rni">'- a Exallacao da Croz. Havia nesia ocrasiao f.slas e
UrJ '"".' ; !''""",'*" "' """ novo remo, que Conslantino resolvea cobrir o Calvario da edifi- I procissea solemnes: levavaro em expo.iclo e .. Ira-
eurtU.." 'va"-,"bo. P-.r ch.fe a Jesui, o por coa lumpluosot. e ne.le iritido e.craven a'S. Ma- pheo do ehrmianismo. eo novo que corona
estanaarle a cruz. A propria Roma, ai cidae, oepoii de se nevar por lano lempo ine- nadoret ecelesiasllcos nos tem conservado, em que
Miado no laugue d,. roarlyrca da Cbrlilo, Komi, a o contullava acerca da edlficaclo do novo templo
aomiuadora, dubrara a cerviz ; e levara' mais lonae a igualmente acerca dai deipezas, dos arlislas a opa
suas coiiquislas pela rellgilo de Jesui do que o li- ranos necessarios ; a ao mesmo passo ordinoo a
zera oulr ora peta- suas armas ; e vererooi rinda- Draeiliano, governador da Palestina, qoe f .rnecesse
rem-se-llie man honra 110 tmulo de ora pobre pa-1 ao padre Euslalhio de Conitaiilin/pla, confessor di
ca.inr, do qoe no lemplo do seu Romulo. f ni occasiao da pineguicao de Valile, e archi-
Oi Celaras virao lambem abrigar-se ao pe da ledo, lude o qua Iha fosse preciso: Rutebio dea-
cruz. J.sus crucificado quer ver abilida a's suat creve uraniamente a estructura a a maenificaaeii
punas a" maueslada do imperio. Constantino, asse des.a batllica, e he urna das prraeirai noces qua
imperador victormio, no lempo marcado pila Pro- nos ha legado a hisloria.
videncia, elevara' o estaudarle da cruz cima ,|as .No leguiuti apenas Ir'alazimoi o anligo hisloria-
aguias romana-. Pila cruz ella superara' 01 tvramios dor grego.
pela fim dar" paz 10 imp.no, pela cruz con- a O noto sepulcro en como que a eibicafoi
lia: a cruz nra o seo onico Iropho. enriquecido de bellas columnas liradas de templos
.1 f gitlilllllinillaiila niannllv.l. _.. ni. ra .^ _.a_ ai a
lirones, pois qua nao i,m o seu poder ; ella eslen- o que Deus concedeu sua f. Elle mar (en lo
uera sua ilomin5rio 1. provincias mais longinqua, saunli.aio por lal forma, 01 roirinheirot que
asilhasroaii inacessiveis, a'a incoes mais desconfi- ella navegavam, linhain lambem o caidado de
eiaae.us llsrharos eos Gregos, 01 Scylhai, 01 Ara- nlicar-se por meio de jejum, oracoej e ciuti
nes e os Indios, e finalmente todo! os piivui do um- hyrnnoi.
vnto como publicara' lolemiiemiule, qua a ella deve
todas as suas victorias ; a as niloi irapiriaes da Fla-
via Julia Heleno, su 1 ini, cavarlo a lirra para ele-
var a exaliar o inadeiro sagrado da cruz.
He irapoisivel proferir o nomo densa illoitre se-
nhora era liazer ar
povo qn
acompauharaenln, eanlava :
Vexilla legii prudionl,
F'nlget crucii rayilerium
ij'io carne carn Cond.lor.
Suipensus esl patbulo.
Implela sonl quae eoncioit
Dvi 1 tidel earmine,
Dieens ; In nalionihos
Regoavil a ligno Deas.
Beita cujoi brachiis
Secli papendit pretiom,
Stilira Tada corporii;
Pnedamque luln tartar.
coropunha o
anligoi : isla capilla ch.mava-si Anastasia oa Re-
lurmc.a'u, a era lio ampia qae nella podii-ia pre-
gar a lodo o povo. Era seguida havia om esparo 1
descocerlo, ama lorie de claulro cercado de porli-
e da galeriai, o qual dava de um lado Dar
memoria cbritiaa a luubranca I palacio episcopal, e 110 cenlro abrangia a parla fi-
lia cruz, e poi i.so ha que reuoimoi iqoi esses doui I nal do jardira e 01 rochados do Golgolha Ocorpo
no.net e essas do faitee. priociq.l da baslica fo, construido do lado vppo.io
Mama Helena nao leva nada de nolivel em leu 110 santo sepulero. ao Oriente ; e era orna obra dt
!mi'.,r,e"'|U : '",la ."V" lalajadei.o, vaio a 1er | idroinvel propor,1o. O inlerior eslava reveslido de
raunier de um ullicial aveutiireiro chamado Cons- marraore de cre variada!, e o exterior ornado de
aucio, a quera aoclecianoelevoo a'digoid.de de I pedrai tao bim Irabalhadas e lio bera jonUi. qoe
..." 1 ""." p,e"1' "nha '""aaoa bu- m belleza nao erara interiores em nada ao roarmo-
m 1 a.le de sua serva. ,iesiinav.i-a para dar 10 re. O laclo foi caberlo de chumbo, a lira da que re-
inando C011slanl.no, o primeiro imperador que pro- | sisline maii as chuvas do invarno. sendo a parla
ciamou o chrisiiainsino nos campos da hatalha, onda inlarna forrada de madeira lavrada, cujoi ornaloi
a sua efligie gravadoi uas inoedai. C iislaiilino d,\-
Ihe numerosas ci la is, franquea-lha saos Ihesouros,
e cerca-a aa respailo e de alfei5ao ; e haveodo-se
proslernado aoi ps de Ctinslo, e leudo abracado a fo
dos apostlos, Helena cora sessenla e tris annos en-
Io (anno :lll) nio daixou da ap,dicar-ie a' onc,ao
a a praltca das boai miras : euliara larde na aicola
do Salvador, ha verdad ; roas desenvolva tao bem
H divinas litoas, que elle mu da', que pareca ler
si.lo nella educada dede o cmico de sua vida.
Sua ( e seu zelo para com a i'eligio e para com a acabada pelos fin. do
por dentro apoiavarn-se em
bans quadrsda embellecidas por urna mullidlo de
rnales. Do lado do Oriente ensliam tre portee, e
fronleiro a' ellas havia como que ora hemispherio,
que be a sirc.<> principal do eJificio ; era rodeado
de lanas columnas quautos foram os apostlos, a no
alio da cada urna deilai viain-ie grandis cestas da
prala, qae o imperador olTerlara a' Deus em honra
dos doze apostlos, y.
Ess 1 bella igreja da Retorreicta, comegada palos
cui lados e pelo/el 1 de Sania Helena, leudo sido
piedade erara iucoroparaveii, de inanaira que Cous-
lanlmo nlo era menos o primeiro de lodus os prin-
ipai pela fe de sua mil, do qua pila propril ; a S.
Cregoro Masito diz que ella iceudiri uos coraeois
dos lloinauot o amor da f ehrtataa.
Helena choron pur muilo lempo a morle odiosa
do Crispo, e aquellas cruel I, des eilupendas, que
foram os ltimos trajus do paganismo nenas almas
renovadas.
Dos conduzio-a a Jerusalein, para ah procorar a
cruz do aau unignito. Este Iropho gloiioio da re-
dempgao linha sido primeiro que lu lo o objacto es-
pecial do zelo de Constantino ; no Concilio de Nirca
ordenara a S. M icario, bispo de Jerusalein, que man
dos-e lazer excavac/iis para ver sa deseobnr-ia-hiam
as lanas reliquias da palito. Helena, essa caridosa
previdencia doi pobres, em la visita geral a's pro-
vincias orientis, foi a' Palestina para leslamunhar a
Deus seu reconheciraeulo par lanos beneficios ou-
lorgadei a' soa familia, a adiar o vestigial donados
labre a trra por aquelle que por ella passou ti fi-
zendo o bem : alguna Inslorialores pensam que Dos
inspirara-lhe a idea dena paregrioigim por meio de
resl.,r .os celeitis.
Nada a desacorogoa porlaulo, a forca admiravel
de ieu e.pinlo sobripuja a velbice e a fadiga ; e
lendu oblido do imperalor a aulorisi^lo de expallir
a Idolatra da Ierra sania e de desmoronar os templos
impuros e sacrilegos levantados uo Calvarlo, alia
palle, indo achar Jerusalein profauada por homem
impos, que procuravam u al iterar ale 09 menores
vesugios da Chrislo : sob a prolecflo imperial de
Adriano, tintilla erigido unta estatua de Venus no
lunar em qne o Salvador havia softriao e morle pelos
humeas, e urna oulra de Jpiter onde elle resus-
cilara.
Helena visilnu lodos esses lugares sagrados, pu-
r.li.-ou-us e unin .i, com magmliceocia.
I'ma amiga Iradiccao ronhecida de lodoi rezava
que, nlo leudo m discipoks tido a precisa coragem
mm meios para levarim o roadeiro da sania cruz,
01 Ju leuseise conservadores impotentes da Inda 1
verdadeo linhtm occullado na Ierra, no mesmo
lugar do lepalcro, e estimando o demonio, di-lo
Sanio Ambrozio, oroubar a' visla dos homens a e.-
pada com qua tora Iraspatsalo.u .Mas Helena, deide
ni primairos dias de sua ehisada a' Palestina, mi-
Ira o vivo disejo de discobnr aqnelle monuinanlo
illuilre da salva5.1o da hninnnidade, pois nao poda
supporlar a realtdade de vtor uo esplendor e na
magnificencia de urna irapealriz, ao passo que o es-
tndar le da nona alvaAo jazia enterrado e coberlo
de rumas ; rarorrea porlanlo as oracoei, coniulloo
a' chrislaos e ouvio a' .lulos celebres, o quaei con-
viudo tem discrepancia na indicaclo do logar da pai-
x.1o de Jaius Chrislo, ah empregou ella a legiao
romana em abrir excavac/Jes.
Depoia de lerem cavado profundamente a Ierra,
ilasci.iirin-te o sanio sepulcro, a junto delle foram
euconlradas tres eruzei com a mesma inicrip{ao que
havia ildo pregada na de Jess Chnslo, asiira como
01 cravot que tinham-lhe penetrado o corpo. O pra-
zar porm experimentado pela descoberla dese Ihe-
souro, foi para logo anuviado pala diflicoldede d se
podar diffirenrar o inadeiro -olutar da cruz do Sal-
vador daqaella das oulras, que liuhara servido no
auppliclo dus doui l.dres.
Nessa energancia foi preciso reeorrer-ae a' luz de
Dos, vitlo qoe a dos honiaut era inficiente ; e a
rnaio de discriminarn foi indicado por S. Macario,
bispo dejerutalem, prelado celebra por tua sabe-
doria a virdadeiramenle digno de Dos, o qaal aea-
bava de astittir ao concilio de Oica, am qoe linha
poderosamente contribuido para a extirpsco do
ananismo.
Ai Iras rrozei foiam levada a' alta de orna ma-
Itier perigoiamenle enfarraa : Indo o povo poz-ia
era orarlo, e o hispo fez qua saccstsivamenla toras.
se oellas a doenle ; as duai primeiras oao produzi-
ram iieuham i-ll-'ilo, mas apeona locoa na lerceira,
ella levantou-se curada a patfeilamenle reslibele-
clda.
Salzonene, Salpicio Seviro e S. Piolino contara
que fiziram a misma experiencia em om morlo ; o
qual resotritou ao contado da cruz, qui servir a'
redempcln e a' resarieir.lo do mondo.
Sania Helena e lodo o povo precipiloa-ie lobre
o lenho lagrado, e osculoo-o coro respeilo, adorando
o Daos qae nelle linha lido pregado.
Assim, sraras a' sai piedade e ao seo zelo, alia
replaniou nn jardini da igreja easa arvore divina,
arvore .le vida e de mora, com saa folhagsm, suas
florea a leus frudus.
Sania Helena tomn urna porclo detsa rico (he-
souro para levar ao fitlio, que pur este lignal conse-
guir lobre o paganismo nina ur-ude viclona ; e
havendo cucarra lo o reliante n'oraa caua d'0.110,
enlregou-a 10 hispo de Jerusalem, afim de ron.er
va-lo por todos iu senil...: ella foiitaar.lado cuidado-
samente, a o hispo id liuh 1 a facol.la le de dar delle
pedacinhos : o que era nina greca e alma henean
parlicularisiim.i.
Na historia dos piimel'os lempos nos vemos Me-
lania, a av, Irazera S. Paulino ura pelara .11 ver*
dadelra cru/., as,un como etle mandar urna pareada
dede, encasloada am oorn, a' S. Sulpicio Severo,
um dos noeeoe prnneirm hiiloriadorai gallo roraa-
001. S. Paulino retare nos em urna de suai carias
anno du 335, Con.lanlino
eonvoeou um concilio iiumernsissimo para a cere-
monia da consagrarlo. Os bispos foram tratados
suinplaoiamente, e ie ddram grandot esmolas era
dinheiro e ronca aos pobres, qua lriu lam sunpre
as fislas da Igreja.
I ainanii 1, liberalidades e magnificeneias deitaram
vestigios profundos na mimoria dos povos ; Eosebio
compoz uro hero para cousimiar expreisameule in-
das as riquezas iiisdibuidas por Conslantino igre-
ja de Jerusalem; mas, infelizmente para a histana
das hellas arles, este livro uao chigua al loosso
dias.
Santa Helena vitilou todos 01 logares Musir los
pela vida do Salvador, e por toda a parle deixou
monumentos de sua piedade. A caverna de Btthle-
bero, ceoaagradi pelo nascimeulo de Jaioi Chnslo,
linha sido profanada por Adriano, asiim com 1 o
sillo da paixln ; visto que asta principe lizera eri-
gir ahi om templo Adonis, e plantar em roda um
hinque para eiso culto sacrilego e mame ; mas,
nao abitante, uada padera impedir qoe esse canto
da Ierra fost celebre, ainda entre os paalot, como
o lugar do naseimenlo diste Crucificado, qua fazn
lana bulla no mon lo, que emrau lecia 09 orculo',
qae perlurbava al o lomno dos Cezaris.
Sania Heleua einpenhon 10a piulada em adornar
e enriquecer essa caverna santa ; e fez arada edifi-
car na monlanha das Oliveiras nina igreja da lorma
rotunda, mas nao se pille jamis caljar de marino-
re o cenlro della, que era o silio d'onde Jasas Chrii-
lo linha subido ao cea, nem fechar a abobada qoe
Iha licava cone*|> 11..lentamente superior.
A (iiiniildade da Haleoa era mator ainda que rinda lo apretentava-se publicamente uls igreja.
e concoma cun o povo uas assemblai, Irajindo
rao li.lmenle e collocaiido-ie de mistura eom as
raulhares ; curvava-se dianle dai virceos consagra-
da! a' Daos, as quaes leudo era Jerusalein convidado
urna vez para sua aaia, n.lo consenlio qua eslranhos
aa le'viisim ; mas lomando ura vestido de serva,
por suas prnprias maos lavoo-ltiei os pi, servio-
Ibes ai iguarias e deu-lhes a beber.
Era tuda a parta Sania Helena deixtva signiei
de las liberalidades reaei ; alravessnu o linela
derramando sua munificencia palas cidadel, mon-
ges, particulares, soldados, e sobretodo pelos po-
bres ; distribua dinheiro a' mis, roopa a' oolios ;
livrava os pntioneiros ; lirava das minas o revocava
du exilio aquelles que a islo linham sido conderona-
dos ; a finalmeule suslenlava os fracos conlra 09 qae
os iipprnni 111.
Depois de haver deipendidn saa vida, al a idade
de cerca de oilenla annoi, n'uma lerie continu da
de prosperidades, n'uma saude perfeila da corpo e
o om inerivel visor de espirito ; depoii qoe mani-
felou em seut aclos e em ion pslavras 01 fruclos
do virbo divino ; depuis qui recebeu finalmente na
larra diversas recompensas de sua piedade, Helena
foi receber malore anda no co, onda anlrou por
orna morle digna da sua vida, a qaal leve lugar pou-
co dapois de aeu regraiio da Palatina. Ella linha
foliado para a companhia de Constantino, e sentnnlo
qua Dos a chamava a urna inelhor vida, deo escol-
enles iiistrucres ao llho, para o animar a regar-ie
amaneme a si e ao imperio ; exhorlu-o mol par-
ticularmente a qae livesse ara grande caidado de
seos -oh lilas ; daspedio-ie della e dos neloi ; fez
eu taslamenlo am que distribua por elles ai im-
raeniai propriedadaa, que possuia era lodoa 01 ngu-
lo! do imperio ; e morreo cheia de paz o de alegra,
pela ti lia do anno da 32S.
O corpo de Sania Helena foi transportado a Ro-
ma e collocado na calacumba cunlar daos lauros.,, j.
celebre pela inhumacio de S. Marcelino n S. Pedro,
e sobre a qual o imperador mandou edificar urna
igrejinha di figura espherica, sob a invocarlo della.
A lemhrai.ra de Sania Helena ligaaa lambem a
banlica da Sania Cruz de Jerusalem, que lem ama
bella e niyslenosa capaila dedicada a noua Sania, e
sngalas pinturas de Pinluricchio.
Desde o quinto seclo, a igrej conngroa o Inrcei-
ro dii di maio .1 lolaronidade da Inven.;.o da Sania
Craz, e o dcimo quarlo di letembro a celebrar a
Exalliflo da Cruz ; e a atla da ella asiocla as glo-
rilas reminiscencias e os mir.-olosos (riumphoi da
mesma sob o imperio de Heraclio.
O respectivo historiado vamos tomar ao breviario
romano, arca santa onde acham-se encerrados tanto!
Ihnouros de ta tcelo, de sriencii e de piedade.
a Pelo fim do imperio da Phocit, Co Parta., depeii de ler suhjugado o Egyplo e a frica,
e lomado Jecusaliro,onde mandou malar mi I i.a res de
c'n i-to.. Itvou corntiao nara a Persia a cruz de N.
S. Je.s.i. Chrislo, que Helena havia poslo no Calva-
rio. Heraclio, uceeisor da l'hocas. contri,!,do daa
miseria! da uuerra e das pardas qoe ella linha cau-
-ado; pello a paz a Cosmes rom c ni.lices mesmo
mm gravosss ; mas esla irmcipe, a quera aa victo-
rias Lunaram altivo e inslenle, nao qmi conceder-
lira. Reduzdo 11 lal extremo, o imperador recor-
red a freqoenles jejoni a lopplieu continuas, un -
pl ramio com ardor o soceorro de Dos, por cuja or-
dera havendo levantado uro exercito, .leu cmbale
ao ininiigo, e de-liaralnu Iros dos genenes de Cos-
roes cen n raspeclivos aierei
Cosroes, balido por esea reveas, poz-se em
fuga ; e qaando eslava pi.if.imu a pimr"o lijra,
associou na filho Medao ao governo do ramo ;
Eis-ihi do rei dos cos o estandarte venirivil,
o grande myiierio da croz.
O Horoem-Deo, juito e santo, morra pilo ho-
mem culpado ; e morre traspillado de cravoi, que o
prenlem ao ruadeiro.
ot Nos vemos realiadoi os fieii oncoloi, que om
principe dascriveo neslet varso, qusndo cania scien-
le do maior dos milagree :
a Deo reinando pelo lenho, domara'o aniverio.
Arvore diloi, em qoe o Pidre, ero sua juila
batanea, peoo o valor do mundo !
O peso da nosios piecadoi cede a leu peio au-
gusto, o inferno pirde seas captivos, e o seu jugo he
quibrado.
E oihoro doi pontfices, sacerdole e moogis rei-
pondia :
< Todoi 01 reii exaltan a gloria da sania croz ;
exalta-si o roadeiro real, sobre o qaal Iriumphou o
Salvador.
O supplicio de urna mirle fonasla foi abolido,
deede quau 10 elle rompen ni craz 01 lac,oi de nosso
peceados.
a C ni.litu rao-nns escravos pela arvore, roai fo-
moa libertados pela sania crDr.
O frocto de urna arvore 1101 teduzio, mis o Fi-
lho da Deus noi resgaloo.
Alleloii. o
E aps, enlrando-se na baslica, reiplaodecenle de
riquezai, de pedras precioiat, de lustre', por enlre o
tomo do incens do silencio, om biipo eelebrava por
um discano a grandeza e o poder da cruz.
S. Lino Magno c.lleccionoa como que 01 echos
dissisloavore nos fragmenloi, qoe era seguida tra-
duzimoi. (Serm. VIH, De Ftus.)
Depois da elevarlo de Jeiui Chriilo a oroz,
charol irmaos, importa qoe vosio espirito lenho anta
li smenle essa imagen, qae desluranvi os olhos
dus impos, a qoim Jine Moyiei : vusa vida Picara'
como que suspensa aro vona preienra, vos (remareis
da e nuile, e nao crereis na propria vida.
Cora effeito, vendo Jeiui crocificado, ellei nlo
podiam pensar aenlo em sea crime, pendrado! do
temor qua atormenta orna comaiencia injita, e nao
daque'le qae santifica a verdadeira f ; mas em rela-
(o a nos oolroi, qae somos Ilustrados pelo espirito
da verdade, compre-nos contemplar com 09 ulhoi de
um conclo livre e poro a gloria da croz qae brillia
no eco e 111 Ierra, e considerar pela crui intrnseca
do eulendiroento o myslerio qae o Senhor propanba
aos discpulos, quando praticando sobre a paix.1o,
que eilava prxima, Ihes ditse: He igora que o mun-
do vai ser jalgadohe agora qua o principe deita
mando vai ser expellido dellee elevado ao co, eu
altrabirei ludo a miro :
a Virtude roanvilhoia da cruz. Gloria ineffavel
Ja paixao do Salvador, em qoe oslenta-se elle co-
mo o'um tribunal do qoal o mundo he jalgado, do
qaal am Deo crocificado omnipatentes o sen
podar.
o Vos Laven im verdide atlrahido lodo a' i, Se-
nhor ; por que ao lempo em qua etlandieii lodoa os
das as naos a un povo Incrdulo e rebelde, deites o
seutimenlo a todo o universo para reconhecer e cou-
fesnr vossa mageitade.
Vos haveis atlrahido Indo a vos, Senhor, qu.-.n-
do cm exacraclo do crime doi Julios lodos os ele-
mentos eonspiraran-se para con1amna-lo ; quando
as estrellai do co ie cbicorecerara e o dia coover-
leu-se m nile ; qaando a Ierra foi abalada por
coinraocOes extraordinarias e loda as crealuras pa-
recan) repugnar em prestar mais algam servico os
Impo.
a Vos haveis atlrahido lado a v, Senhor, quan-
do o veo do lemplo rasgn so em dooi pe tacos, para
a-.ij.nal ir qoe o santuario nlo devia mais aer servi-
do por indignos pontfice., e qoe a figura davia dar
logar a' verdade, a prophecia a' realisarao manifai-
ta dat musas predilaa, e a lai ao Evangell.n.
re Vn hsveii itirahilo lodo a' vi, Senhor, afim
di que 1 pie Jada das nacOes celebraste era lodo o
univirso a's clarai a sero rebujo os royslerioi, qaa
r eram celebrado! sob o veo dai figuras e no uoic.v
templo da Jadea.
o He agora qoe a ordem doa levitas he mais ii-
lu-ire, a dignidade dos sacerdotes mais ampia, a un-
ci dos puntillees mais sagrada ; pur qoe a fonle da
ludas as bendic&ei a o principio de loan aa graca
acham-se em vona croz, pela qaal os que eretm en
vi passam da fraquaza a' forja, da igoomiuia a* glo-
rie, da morle a' vida, o
Alegramo-noi, a damos os embor.191 ni meamos
por lermoi lido occasilo de celebrar e asaltar a cru
da Jeisos Chrislo hoja que quaii todoi os horneo
qaa aceitam o chrisliauimoregenerador da ha
manida Je por sai benfica influencia e divina mag
uiiii ie nao sao predominados pilo humilde enlliu
siatmo di croz.
lia algum lempo a esla parla coran 00 envergo
nhain-sa de fallar na eroz da Chriilo ; fazem detap
parecer, aob billii phrasea platnica!, toda a reali-
dada da vida terrestre do Homem Daoi ; conside
raro o verbo encarnado como ama eolidade abi
(rada, a qual (odavia dignam-sa de conservar ainda'1
alguma couia de devinaminle potico.
Em referencia porm a ni ootros, diilaramo-l
aqu altamente, a uoisa fe em Chriilo seria manoi
robusta se ella appareeesie ao mundo sabio, grande,
e forte, mas, como Tertuliano, ni eremos nelle, ne*
imamo-lo, porque foi uro impudente de boa qoali -'
dada e felizmente insensato ( abena impodenlem el
filiciler slultum.R ) Sim, aproximimo-noi, estn la-
moi nossos curares sobra a croz.oseulemoi em crui
de roadaira, nona esperaiic,! nica eom o ugual da!
cruz, coro esse stgnal da Itberdada moral he que fo
nos marcados ao enlrar inste mando ; qaando pois
chegar a nnsia hora derradeira, oossn mloi gala
das pela mora nlo lerarai oulra cooia para a cbi-
coridade do luraulo sen.lo ama eroi de madeiri.
Emilio Chavin de Malan.
FSffMAMBUGQ.
FAGINA VULSi-
1SC5)SG Ifjja.! .
Mala cachorro. Cerlae occorrincin tem ha-i|
vido na ailrada da ferro, que pobre illas nao pode-
mus deixar de diier alguma coma do qoe noa consta,
afim de ver se cora a publicaran colher-sa-ha o re- |
sulla li. da nao repro lu.-rio detlai ; porque sao real-
mente desconvenientes. A locomotiva de Irabalho, a ):
qu chaman) chislosamenle o malulo! matachor;f
ro, porque muilos dans animis lera oo vicliinn .i
dalla pela ignorancia do perigo da arommelle la, I
dirigida por ura eipirlla notavel de gaialice, vai-s
loniaud.) o objacto constante do recelo das paisoaa
que transitan) pela estrada geral ; pnrquanto nlo ra-
ra, vezet qoe ie e|ia aproxima dos elmoereve, qua
vera mm Iranqoillus e descuidado!, guiando os saui
eavallos, abr>m una vlvula .lo vapor, pela qual ia- .


DIARIO DE PRNAMBL'CO QUARTA FEIRA 20 DE SETtMBRO DE 1858.
da mendicidade una virlude, o eslabelecendo que
o homom volado a devores espirituaos vive deesmo-
he oro canuJo de fumaba agua fervenle cora gran- o senlimeiilo desla verdade al o parado\o, fazendo
da estridor, a quo chamiui m meamos malulos fo-
guele ; o que nao su origina o espanto dos cavados,
como losla-os sullr.vel'oenle, de man# ra qut lar
gtm-ss illes a correr e a pular, derribando as cargas, las. Kra reconliecor ao menos que ha no mundo
atrepellando os ahnorreves. Nao ha mullos das cousas que nao so pagam, que o espirito nao re-
r^uz7^^v^!;:^>^ ^^ .me, qu,n.io *
ao Binparelliar com o mala-cach >rru, sallaran uin ,ra|a do serucos leilos a alma, relribuica nenliiima
fogaril que queimao1> de um lado, din.lo uin lu-
gar qua elle furioso tan{a>se mo de um bjcmi-
le e dolaste a correr atroz da loe, m diva, alim de
alirar no machn lia, ain ia que, d.tia elle, m no-
ao depois ; mas qoe aqu lie nao quiimaria mais .
oulro. II* crivel que lu Tactos possain ler lugar
uma oo outra vea mu nleiirau malevo la, o > .1
eieep(lo ha de se querer embarcar ludo quanlo ha
sido pretil-.,do sein duvid.i alloma ; mu note caso
ln 11 traille a nverotiniillianre, e por conseguinle
subsiste a responsabilidad! n> >'uI e criminal do au-
lor. Taes aracoioa sao aaalinenta uilupidos, e mui-
lo conten acabar.com ellas. Vultarenu anda so-
bre a materia.
Premio Breaul. Um empresa lo superior da
eata da nioeda de Parii, di BOOM Breaut, lesna em
1819 no iiisiituto de Fr.iniM urna aamiM de 100,000
francos (.'(0:000-5, ao camb o de 3J0 rs. por franco)
alim de ser concedida como pralo a quein deeco-
brisse as causas do cholera ou um remedio el.-az
para cura-lo. O testador delerminou lainhem que os
juros dessa quanlia capilalisailu fuaseui applKaOus
remunerar aquella pessoa que oais lizesse tdiantar
I -ciencia ni quesillo do cholera, ou da oulra qnul-
qutr molestia epidmica, emquanio nilo fossa lalis-
fetu o fin primario da inslilaijao do pranuo. Ale a
prsenle dala ndo fui linda J< teridj a pessoa alguina
iieiihum dos premios.
Cali inga. No da 20, oin individuo solleiro,
de nomo E-pirilo Sanio, morador nesse povoado, 01-
rigiudo-io a' taberna do Na Irou a Eslanisiait Jos de Alcaniaia, que ora admi-
nistra a, com tile quiz Iravar urna ilierea;3>, cu-
ja causa u.lo uos foi referida ; m pellido, n3o deixou comalo de mallrala-lo com pa-
lavras injuriosas, alea de pr..testar etpancar o men-
cionado Alcntara, quanlo o mesmo sahiste ; o que
ia pondo em axecoc.o se na fosse impedido por l-
bumes pessoat. Em pretenda denle e de oulros fe-
los aoalogos, que uaqoelle povoado vau leu lo lugar,
faz-se preciso qoesejamdadas providencias enrgicas,
para que ndo seja pertrbale o socego publico, com-
punjo no eulralinto que sejam substituidos o cab > e
o iuspeelor de quarleirlo rj'alli ; aquelle pur nao ler
energa e valor necesarios para o desempeiiho das
sois funrres policiaes, e es le por nao residir ua lo-
calidad!, e porlanlo ser-lhe impostitel providenciar
a' lempo em qualquer caso oecorrente ; uo ali.,s cre-
se urna inspectora de quarluu ,i i naquelle lugar, me-
dida qoe pii.lt dar fructosde Verdadera ulilldade pa-
ra a seguranza publica, que all v-se em constante
inversao. De cerln, coro essa medida, que collora a
auloridadeem frente do dedeto, nao verse-ha ao me-
nos lio aramde um inte fil'io, que vive em guerra
abarla cora a pro na mal, inatlralandu ora a casada,
ora a solleira eom altribuicoes de verdtdeiro cyuis-
ino, ftilts alio e bom tom ; ttpauc.iudo urna vez a
"Ir.m. euros e Irabalb.i lores da eslr da de farro, co-
mo declaran) para quena quiram outir, e proinuven-
do oulra vez di-turbios e conflictos sanguinolentos.
Esperamot que dem-se as precisas providencias pa-
ra acaolelar-s* o qoe ah Pica notado, qut be a ei-
pressao pura da ver a.le.
Lotera. Correni hoje as rodas da lerceira
parle da vigsima lotera a beneficio do thealro de
Saola Isabel.
Agua Prela.Temos noticias mu recanes des-
sa local i la le, ai quaes do-o'a em pleno soeego. A
noroeajao do Sr. Miguel Allanto Capobre para a re,-
pseuva sobdelegaca, foi ama medida rauilo proficua
para a traoqailidade e teguranca individual dessa
paragtm ; aquella acl.ast ra I ibeleci 1 -i, e esta h-
ii.milis .id toda iiit-irid.d-. Essa raja mnera-
vel que uii.io Bajete a ireballur, mas qut no enlri-
taolo quer auftrir lodstat aulagena que o trabalho
da ; essa rtca que pira com os oulros prtliea a theo-
n.i proudhoiiiaua la propntt c'esl un vol, mas
que nSo a spplica a ai ; os ladres riualmenle Itm
sido devidamente perseguidos, n9o Ibes dando o Sr.
Miguel Affomu Capobre guarida iiein quarlel. Se
livttsenioi mullas autoridades como o Si. Miguel
Aflonso e oulros, que por amor ao servico publicul
abandonan) seus commodos, de cerlo as cousas anda-
riam de oolro modo e com a precisa form-lidade.
Nao merece meuoa na eouaidirsc.Ao dos seus cnncIJa-
daos o Sr. Attx.au Jriuu O ympo de UollandiChacn,
toppleote daqutlli tubdalegaci-, qut mullo lem st-
cuulado a becao policial no seo lano, sem perse-
gui{io nem condescendencia iudtvdas.
Sania Isabellioje leva a' acea a compinliia
lyriee-ilallaua a opera oTorquato Tasto.
I'iclor Hugo t Paslilho.Este, acompanhado
pelo irmao Jos, vai este veril.i fazer una viagem por
varios poutos celebres da Europa, e visitar aquella,
a qoem comidera o primeiro poeta do seculo actual.
ulfeveser para um quadro de autor, diz um jornal
de Lisboa, a entrevista dos doua eminenlas poetas ;
e sobretodo a aJrairac,Ao de Vctor llugu ao ouvir
recitar de cor, em oorrtclissimo francez, e com a
iospiracao que elle proprio sentir, as suas melh ne-
e m ii longas poesas, que o Sr. Caslillio lem lodas
da memoria 1
Fallecimento. Depois de longo tofTrimeulo,
fallettu h ntaiii o felor conferenie da a faudega An-
lonio Bento Frots, empregado houiado, denanJo
qualru li.h.i- em gfan le pobreza.
Concurso.llonltm conliuoarain os trabalbos
resptclivos, sem que leudara anda appartcidu iiici-
denles uolavsit que reclaraera meiiQo especial. Os
candidatos prosesoiram na prova escripia, e nos
aguardamos u ritullsdo fio.il para delle daiiuus uoli-
cia ao poblicu.
Fermento. Aole-honlem pelas 9 doras da
noile um individuo foi lernlo na ra la Ilotas, por
oudo que nao pude ser couhecilu, e cunsegoio por-
se em fuga.
O hiale aSanlai/izi", ntralo de Cimaragi-
he, troaie os paissgeiro< Jos Joaqom de Mcu.lni-
, i e Anlonio da Silea (julorle.
Hospital ae caridaie (28 de selembro.)
Eiisiem i(8 homens e <9 mulheres, naciouaes ; 1
linraem, tilrangeiro ; 1 hoinem escravo ; total n'J :
sendo visitadas as enftrmarias, pelo cirurgtao I' m ..
as 7 lloras meuot (i minlos da mandas, pelo Dr
Dornellut as 8 e 5 mininos e pelo Ur. Firmo as 5
lloras e meia da larde dehonlem.
Maladouro publico. No da 26 do crrenle
malar.iiu-se 102 reies para eonsumo desla cidude, a
saber :
Umi sociedada malou 26, outra 16. Jos Fran-
cisco de Soazs Lima ij. Filho e JoaoNeporoucenuAu-
guito de Araujo. 9 cada um, Bernardina Amanen
Aoguatu de Araujo 7, Jo3o ll de Albuquerque C,
Manuel Joaquim Duarie e Souza, Manuel de Souza
Tsvaret, e Luiz de Qiieirof Barros, i cada um, Joa-
quira Pinlo il, Joaquim Jscintho, Jos Mauricio dos
Sanios, Belarmuio Aivea d'Aroucda, Jefa Cdrjs s-
to-mo dt Alhuquerqut, Chritlovao de Santiago I.
sa e Manoel l'jul i de Alboqaerque, 2 cada um, Jo-
s Lucio Lins, Mauoel Jos da llesurrei^lo, 1 ca-
da om.
Mnrtaliiade do di* 28 :
AIT.insa Jos d No'nuba Vaioncellos, braoeo, ca-
sado, 40 anuos; phlisico.
Metiiil 11 Senhorioha Flores Rraaileira, prela, casa-
da, 46 annus ; multada interior.
Anlonio da Silva, brauco, solleiro, 45 anuos ; bt-
i^as.
Clara, parda, 3 anuos ; dyseoleria.
Manotl Jos Carueiro, braoeo, casado, 38 anuos;
phlhisico.
Lmz, preln, escravo, solleiro, 20 snons ; beiigas.
Aulonio lenlo Froes, brauco, viuvo, 57 airaos ; hy-
pelrophis.
I.i.ureuca, preto, escravo,. solleiro. 32 iudos ; ane-
mia.
Igntz Antonia de Aodade, brauea, solleira, 20 an-
uos,: phlbisics.
Al amanhaa.
CHROMajlICIVBIV.
JIZO DE OBPUAOS E AUSENTES.
Por impe lmenlo do juiz nSo hoove aoJienu hoie
28 de selembro de 1858.
0 crilica procura sempro porque ura elemento. dades para sustentar suas intenedes. Se a Galia, em
novo junto a sus conhecimenlos modifica em al-I lugar de seus instinclos de igualdade e uniformi-
k ESCOLA LIBERAL, SEUS PPINGIPIOS
E TENDENCIAS.

(Conolusao.)
Alguns sectarios do systema moderno confessam
, Ma consequencia, u reconhecem que a industria
lao cessar de ser nociva a certas classes seno
luando todos forem ( a scu modo ) industriosos,
uem nao v que oelTeilo de ura tal estado decou-
is, se fosse levado ao extremo ( o que reconheco
e nunca acontecer) seria tornar o nosso plane-
inhabiivel para aquelles cujo dever he jusiamen-
o de nao sacrificar a liberdade interior urna
aniagem material ? Fareis do artista nm indusirio-
i fabricando estatuas, segundo o mandado expres-
do comf rado. Porem isso nao equivaleria a
prassao da grande arle, evidentonwnte menos lu-
aliva que aquella que se areommoda com a frivo-
Jade e com o mo gosto ? Fareis do sabio um
lustrioso fazendo obras para o publico ?
Porem as materias scientificas quanlo mais rr.e-
" oria he urna obra, tanto menos destinado be pa-
i er leitores.
Um dos mais celebres matliematicos, que era ao
I mesroo lempo um homem completo, Abel morreu
de miseria, lie entao evidente, que para muitas
; -das obras as mais excelleoies da huminidade, ha
; infinita desproponjao entre o valor do trabalho e
aquillo de que di i respeilo, ou para melhor dizer,
I que o valor do trabalho est na razio inversa da-
| quillo de que diz respeilo. Por conseguinle, urna
sociedade era que a vida independente lorna-se de
da em da mais difEcil, o em que o nio productor
be esmagado por aquelle que produz secundo a
iencia do publico, deve chegar a un grande
aviltamenlo de ludo quanto he nobre, ou em ou-
lros termos, improductiva. A media idade levou
pode passar por um salario. A igreja, cora min-
io lino, conservou o mesmo principio : nao admits
ser paga ; proclama-se sempre pobre Possuisse
ella o universo, e dira anda que ni ordatn
das cousas maieriaes niio quera senao o que peda
S. l'aulo, victum et vestitum.
O poder do homem sotu/e a materia de mais em
mais engrandecido lie um bom evidente, e convem
applaudir os progrussos que nosso sculo tom feiiu
nesie sentido, porem laes piogressos nao lem un
valor vuidadeiramento do pritueira ordain, senao
quando cullor.ui.l. o hornera a cima dos obstculos
que a nature/.a 1 lio oppoem, coiilribuain para (aci-
liiar-lhe o preenchimento de sua missao ideal Um
bello pensamento, um nobre sentimento, um acio
de viriule, fazein com mais efficHia do homem o
re da creacsjo do que a faculdade de chegar al o
lim do mundo seus mndalos c seus desejos. lista
realeza esl na nussa alma ; o contemplador dos d-
senos da T'.iebaida, o pensador dos cuines do lli-
mala, a tantos respetto* escravos da nalureza,
eram dell.i com mais razao os soberanos e interpre-
tes segundo o espirito do que o materialista que re-
voluciona a superficie Do globo sem comprelietider c
sentido divino da vida
Sua triste/, a clieia de philosophia e de encamo
valia mais que nossas vulgares alegras, e siles
desvarios fazein mais honra nalure'.a hu-
mana que tantas existencias pretendidas racio-
naos que nao lem sido gaslas senao em clculos
de inieresses ou as luttas insignificantes da ni-
dada.
Assiin pois he com razao que SI Sary quei-
xa-sedo desappaiecimenl') de urna multido de
cousas excellenies que nao achara mais lujar em
nossa sociedade, Estas cousas nao sen.lo ajVa-
qnellas cuja necessi.lado he de todos os das, desap-
percebidamenle aiiseularam se, poruicom o lem-
po peretber-se-ha qual a enorme laeuna que ellas
deixaro no mundo desapparecendo. 0 mesmo
erro que o nosso seculo cotumclte na douirina da
educaro, recusando acreditar que cima dos o-
nhocitnentos especiaos, os nicos que lem urna
applicacfio positiva, ha urna cultura que nao serve
seno para formal o homem inlellectual o moral,
commetta-nos theorias sociaes. Tuda que escapa
a suas cathegorias utilitarias, patece-llie um luxo
e umornaiiienlo. Realmente pode-se deixar de
ler saudades do genlil homam : este nome impli-
cava um factode nascimouto, e os homens divne-
los contam-sa em nossos lias quasi na mesma
proporcaoem todas as classes Porem do ho-
mem de bems devo-seter muita saudade, no senti-
do om que loniava este nome o seculo XVI!
qnero dizer o hemem despido das vistas mes|ui-
nlias de qualquer profissao, nao leuda as maneiras,
nem o ar de espirito de classe alguma.
Cada especialidade do trabalho, arrasta pela
maior parte das vezas hbitos particulares, e mes-
mo, para isso conseguir convenientemente, he bom
ler o que se cha na o espirito do seu estado
Ura a nobseza nao consiste em nenlium desses li-
miles; a disncfo nao pode ser representada se-
nao por pessoas que nao tem estado.
Nao he justamente que esias pessoas sejam ri-
cas, porque nao presara a sociedade servigo algum
apreciavel em dinhei'o ; porin he justo que se-
jam a aristocracia, ro sentido restricto que alias
he permitlido tomar uta palavra, alim de que o
inovimonto geral da> cousas humanas conserve a
sua dignidade, e que a liberdade das diversas ma-
neiras de tomar a vid i. que as pessoas voladas a
funreoes ou de vista,, especiaos, n5o podem bem
comprehender, seja eonvebientemenle raaniida.
Todas as cousas delicadas, e de grande alcance
sollrerao, eu creio, brevemente por causa da es-
trella base que os reformadores da sociedade mo-
derna lhe teem dado Nada de secular tem ficado
possivel.
Tudo o que lem necessidade de duzentos ou
iresentosannos para chegar a madurecer, lem lem-
po de ver no cursn i!o sua existencia o mundo
mudar dez ve/.es de senlior, e do plano. O fim
eminente de toda a poeaia na humanidade nasce da
mesma causa. A pousia est toda na alma e no
sentimento moral : or a tendencia de nossa po-
ca he de substituir ludo o agento moral, pelo agente
material. 0 objeclo mais insignificante o lecido
mais vulgar por ezemplo lornava-so quasi urna
cousa humana e moral, quando centenas de seres
vivos tiiiliam res lirado, sentido, solTrido lalvez em
cada um de seus tecidos, quanlo a fiandeira levan-
tando e abaixamlo allenmivamente o fuso, quando
o lecelo ntroduzindo a naveta com urna cadencia
mais ou menos apressada para isso linham con-
tribuido, entreratlando seu trabalho com seus pen-
samentos, propsitos, e cintos. Hoje urna ma-
china de ferro, sem alma, sem bellza, substiluio
a ludo isso. As amigas machinas, raaravilhosa-
mento approprinlas ao homem, linliam checado
com o tem|io a urna verdadeira unidade orgnica e
a urna perfe'ua harmona ; porm a machina mo-
derna, angulosa, som greca nem proporjao, he
condemnada a nunca lornar-se um memoro do
homem. Humilha e embrutece aquello que a ser-
ve, em lugar dd ser para elle, como a ferramenta
de outr'ora um auxiliare um amigo
0 homem D&O he um ser divino senao pela al-
ma chegueelle a realisar em alguma medida a
perfeicrio inlellectual e moral, e o Gm de sua exis-
tencia ser preenchido. Nada do que pde ser-
vir para este fim sublime he imlifferente, porem he
um grave erro crer que os mel hora memos maie-
riaes que nao produzirem um progresso de espirito
e de moral tenham por si mesmos algum valor
As cousas exteriores nao lem valor seno pelos
sonlimentos humanos a que correspondem. O jar-
dim mais ordinario eucerra hoje flores esplendidas
que no oulro lempo smenie as estufas reaes pos-
suiam. Quu importa se as flores dos campos laes
como Dos as fez, fallavam melh ir ao roraro do
homem, e ah revellavam um sentimento mais de-
licado da natureza ? As mulheres hojo podem
adornar-se como noouiro s era pirmiitido as r3i-
nhas ; que importa se ellas nao sao mais bellas
nem mais amaveis ? Os meios de goso se lem
transformado de mil maneiras e multiplicado ao
infinito ; que importa se o tedio e is desgosios os
envenena, se a pobreza de nossos ar lepassados era
mais feliz, e alegre 1
Os progressos da intelligencia tem sido em pro-
pongo dos progressos da industria ? Pelo gosto do
exrellenle, valemos nos tanto como a gera^o que
nos procedera e que produzio esse moviraenlo bri-
lhantc e animado de que nos vivemos ainda hojo ''
A sociedade he dirigida em um sentid) mais libe-
ral ? Encontra-se nos homens do novo tempo
mais dignidade, nohreza. cultura intulleclual, res-
pailo s proprias opinioes, firmeza contra as se-
duces da riqueza e do poder ? Nao procurarei res-
ponder 5 direi apenas qua o pro- ressu s pu-
de consistir nisso. Al que esse progresso se
realise, ser urna triste consolacao para as almas
bem nasciJas, nao lem em troca das virtudes do
passado seno um augmento de bem estar que nao
os torna mais felizes, e urna seguranca de repouso
que nao melhors.
II
Este instincto essencialmente conservador das
bellas e boas cousas, que faz do M. de Sacy um
lo grandn moralista, lem lao bons e.leiios sobre
sens juizos luteranos e histricos ? Aqui eu hesi-
to em respouder.
O moralista obrando pelo sentimento espontaneo
do que or melhor, e o crtico, obrando pela
indagado independente sem vistas preconisadas
sao necessarimente lavados a divergir em muilos
pontos. O moralista nunca hesila em :ieus juizos,
porque resullam de urna escolha feila urna vez por
iodos, e cujos motivos encontra antes no circulo
de seu espirito do que em um examo imparcial e
por muito tempo ponderado.
O critico hesila sempre, porque a infinita va-
riodado do mundo apresenia-se-llie em sua compli-
i'.idade, eulle nao pode resignar-se som motivo a
fechar os albos a respeilo le faces inteiras da rea-
lidade.
O moralista nao tem nanita curiosida le, porque
para elle puncas cousas lio a descubrir ; a seus
olhos, a regra do bem e do hallo foi realisada em
algumas obras primas que jamis sero igua-
ladas.
guia cousa o lodo de suas opinioes, elle er que o
juizo mais recio nao suppre o que smenle os do-
cumentas positivos nos podem dar ; tambera para
ellos loda a de.-coberta ou maneira cngeiiliosa de in-
terpretes sao f;.ctos de um aconlecimenlo.
O moralista nao preza seno as lilteraluras por-
feilas, e as oirs d urna forma bem acabada
critico prefere as origens o o que esl em caminho
de se fazer, porque para elle tudo he documento
e indicio das leis secretas que presiden) as evolu-
cies do espirito.
O moralista ama o vellio, mas nao o muilo ve-
Iho, porque as craac/ios primitivas ha urna fran-
queza de procidor que desordena seus hbiles re-
fleclidos.
crilico procura em tudo o primitivo ; se co-
nhecesse alguma cousa de mais velho que o \ edas,
o a Biblia, essa seria sua devocao liltararia. A
Grecia mesmo lhe parece muilo joven ; senle-se
tentado a recenhecer que os padres egvpcios li-
nham razao, 'piando diziam que os gregos nofo-
ram senio meninos ageis e delicados, que nos es-
Iragaram unir, mais velha anliguidade.
O moralista e o criliro enconiram-se siiiipiiIo
era um pililo ; porm este poni ga-se a ludo :
he o amor do bem e da verdade, consequenlemenle
da liberdade. condicao de urna e oulra.
O carcter muilo mais que o espirito con
os homens, e as maiores diversidades de opinio
nada sao a par da sympathia moral que resulla de
esperances e de communs aspirages,
A critica de M. de Sacy he urna eritica de pre-
ferencias pessoaes. A liltoratura do seculo Wll
nos lempos modernos, a liltcralura latina na anli-
guidade, lis, segundo creio, os dous momentos
lillerarios do sua escolha.
u Devo confessa-lo, diz elle, em li itera tura
meus gosus sao exclusivos.
Nio toado lido tempo doler tanto como deso-
ja va, nao li seno livros excellenies, reli-os coin-
nua. lamente.
lia urna multido de livros, muilo bons em seu
genero, mi duvido, que todo o inundo conhece,
e com os quaes nunca farei cuiiliecimenlo. He urna
desgraca tjlvez. porm a meu pezar, e porum ins-
linclo de que nosou senlior, n.inha mo vai pro-
curar as bibliolhecas somonte esses livros que os
meninos ja saben! de cor. Nao ha polmicas a
respeilo de goslos, e vejo ludo quinto lem de osqui-
silo o de M de Sacy. Aqui por lano perminir-
mo-hei ver um pouco mais archaico que ello.
Gosto da meda idade, gosto da alia anliguidade
O bello, assim como o bem deve ser procurado no
passado, pnrm nao conven paiar em meio cami-
nho : he preciso ir alm de toda rethorica ; s o
primitivo be a verdade, e s elle tem o direilo de
nos allrahir.
Nao so pode recusar ao seculo 17 o dom espe-
cial que produz as lilteraluras classicas, quero di-
zer nina certa ambico do perfeigao na forma o de
medida ( hia dizer de mediocridad.! ) no pensamen-
to, com cujo auxilio una litteralura torna-seo or-
namento de todas as memorias e o a pan agio das
escolas ; mais os limites que convm as escolas nao
devem ser imnosios ao espirito humano. Por ser
lal litteralura o instrumento (oreado, por deverem
todos dizer d'ella. Puero milii profuit olm, nao
he urna razo para atlribuir-llie um carcter ex-
clusivo de excelencia e de belleza. Esle caracler
exclusivo nao posso conceder em particular aos es-
criptos do seculo 17, quaesquer que sejam as suas
duraveis e solidas qualidades. As nacoes oslrangei-
ras saWo aquellas que nao lem originalidade alguma
lilleraria, nao comprehendom o allrartivo extraor-
dinario que lem para nos as obras d'usse lempo, e
nao vera n'ella seno urna litteralura terciaria,
a vaneo mesmo, um echo da litleraturi latina, echo
lambem por sii parle da lilleratuia ;'ega. Os allo-
mas lo vastos e eclctico em seu gesto, que com
tanl3 paixiotem trabalhado para esclarecer as me-
nores paiticulaiidades ua liltoratura italianna, da
lilleralura espanhola, da nossa media idade, quasi
nunca so OCCUpara do nosso segundo seculo, e com
difbculdade percebem d'elle o inleresso. Commet-
tem um segundo erro, quanlo a mim ; porm a
sua negligencia parle de urna causa muilo grave.
Esla litteraiu -a he exclusivamente franceza ; sol-1
frer alguma cousa, segundo julgo, com o appare-
cimenlo de urna critica cuja patria he o espirito
humano, e cujo proposito he nao adminr preferen-
cias oxelusivaas. Nao se lhe contestar o titulo de
classica, se a deixar ua posse das escolas, a que
ella s pode offeiecer um alimento apropriado a
mocidade ; os cuitosos 5 levam, como lem tudo o
mais, a titulo do documento para a historia de urna
poca memoravel ; os escriplores n'ella (rocuravam
o segredo de exprimir em nossa lingua mesmo pen-
samonlos eslranhos ao seculo que a creou. Com
ludo que permanec ella no sau todo a leitura ex-
clusiva dos homens de gosto, que os espirilos dis-
linclos de lodos os lempos, conlinnem a recorrer a
ella, para elevar-se, consolar-se, csclarecur-so a ros-
peilo do seus destinos, eis o que duvi.lo. Temos
excedido o estado inlellectual era que esla lillera-
lura se produzio ; vemos mil cousas que os homens
mais pendra mes do seculo 17 nao viam. O fundo
do eonhecimenios de que elles viviam, no a nosso
Ver incompleto e inexacto. He diflicil que o favor
do publico que l, nao por desencargo de consci-
enria, porm por necessidade intima, prenda-se in-
definidamente a livros em que pouco ha que apren-
der a respeilo dos problemas que nos preocupam,
onde nosso sentimento moral e religioso, he fre-
quentemente offendido e onde notamos a cada pssso
erros, admirando com tudo o genio d'aquelles que
os coinmeilem.
Em historia, acho-me igualmente propenso
achar M. de Sacy muilo pouco cuidadoso das ori-
gens. Fiel ao seu svslema Iliterario, M. de Sacy
lente que a disctsso dos fados e a diversidade das
opinioes prejudiquem ao bello eslyli la historia ;
julgaquao mais simples seria lomar um systema
ao seu goslo, e segut-lo a risca. Coafessare fcil-
mente, diz elle, que ao aspecto form.davel d'esse
monto de info'iosque fechara a entrada de nossa
historia, sinio-me mais de urna vez presles a mal
dizer a erudiei o e alaslimar que nio lenhumos
grosseiramentc permanecido na nossa origem troi-
anna, e com o nosso bom rei Francion, filho de
Hctor e fundador da monarchia franceza. Elle
diflicilmente perdoa aos mais eloquenles historiado-
res de nosso lempo, seren ao mesmo tempo sabios
e crticos.
Ella quereria urna versao convencionada, sobre
que os historiadores relhoricos e morilislas osTito-
Livios e Plutarcos pudessam livremente discorrer.
O seculo 17 ( excepto a grande escola dos hene-
dilinos ) entenda a historia d'esta mautin ; porem
este he um dos pontos sobre que nos he mais difli-
cil seguir sua iradieiio. A historia he para nos a
vida inmediata do passado ; ora smente a discus-
so e inlerprnlaco dos documentos nos podem mi-
nistrar esla intuicao. Vem lalvez esean lalisar a M.
de Sacy, porim s me fosse permitlido escolher
entre as nota) de um historiador e seu original lexlo
completamente redigido, eu escolheria as notas.
Daria loda a bella prosa do Tilo-I.ivio por alguns
dos documentos que elle lem debaixo das vistas, e
que tem algumas vozes alterado do urna maneira
lo estranha.
Urna colliicao de cartas, de correspondencias de
en mmerci anlcs, de con las de despezas, do bilheles.
de inscripco., me esclarece mais que a narracao
mais clara. iSo creio mesmo que se possa adque-
rir urna noro exacta da historia, do seus limites e
do groo de lonfianoa que se deve prestar a suas dif-
ferentesordons de investigajo. sem o habito de
manepr seus documentos originaos.
O liberalismo lendo a prelenco de bascar-so ni-
camente nos principios da razo, de ordinario acre-
dito nao ler- necessidade de tradices.
Esto be o seu erro. Nao o temos acabado,
convm espera-lo, diz M. de Sacy, com os (i re-
gros os Francos Que nossa liberdade venha ou
nao dos Germanos, em fundo pouco nos importa.
O menino nasceu ; fez-so grande e forte. Se um
reclamasse hoje om nome dos Francos seus anle-
passados, os direitos da conquista, nos Ibes respon-
deramos que em 1789 e em 1830 os vencidos, os
Romanos e os servos, tiraram a sua desforra
sao por sua vez conquistadoras e vencedores
Est bem Nao ; nem 1789 nem 1830 valo-
ran) para fi ndar a liberdade o que valeria ao mes-
mo tempo um fado emanado do barbaros mil
anuos, como urna grande constituico arrancada
pelos hares revoltados, urna humilhacan imposta a
realeza inrasora, urna enrgica resistencia das ei-
dt>sanguinaria, liouve antes diss muilos
lucillos, clorante os quaes a (eudalidade foi
verdadiiiramente pratnarclial ea Igreja ma-
ternal
Creio quedo seculo VIII ao seculo XII,
moderaos, a consciencia da humanidade es-
tn )eu-se muito.
A dignidad); iIh carac'er n a nohreza ja
nao teem simiente con).> recotn.ensa a sytn-
|Mtliia de uin jnrjueiio numero de lina 8|-
os paizes chrislaos |>ie estavain ao abngu mas. seinpre amigas dos vencilos. Syuama-
das incurrios dos Sarracenos e dos .Nmman- ca ja nao faz no vacuo o seu arraznado psrs
dos viviam muilo (ellzes. Nao insistirei oes- os leoses morios, e Boeio j n5o escreve
tas subulezas histricas, se as faltas decoO- ns prisao a sua consola;aij da diilosophia.
Ernest Rena-il.
duela da escola liberal nao tivssein arliJo
quasi tu las de sua pbilhosophia da hist.ria
incouiplela e algumas v.-zes defeituosa. Um
eno a rospeito da revolu;no carlovigiana, a
respeilo dos principios do feudalismo, a res-
peilo do seculo XIII, a resuelto de l'liihpe o j
bailo, u) lie lao noffensivo como er) M
.y
dade, livesse lido algum esvirilo provincial e mu-
nicipal, se fosles individualidades, cerno as cidades
Ja Italia ouos ghildes germnicos se tivessem
podido formar no nosso solo ; se l.yon, Roan.
Harseille livessem em seu caroccio symbolo da
iadependencia dacidode, a centralisacao adminis-
trativa, teria sido prevenida; Fillippe o Bello, Luiz
XI, Kichelieu, Luiz XIV loriara sido espesinha-
dos ; a revoluco au leria sido possivel nem no-
cessaria.
erro da escola hlioral foi lar acreditado qua
he fcil crear a liberdade pela rellexo, e nao ler
visio que um estobeledmento s he solido quando
lem riies histricas.
Dominado por una idea semelhante a aquella
que governa a China seclos, quero dizer por es-
sa falsa opinio do que a melhor sociedade he aquel-
la que he racionalmente organisada para sua maior
felicidade eS(|ueceil que o respeilo^dos individuos
e dos direitos esl cima da felieidauj de lodos, tan-
to quanto um inleresse moral oxele a um inle-
re-so puramente temporal. .V,o vio que de to-
llos os seus esforcos poda resultar una boa admi-
msiijeao, mas nunca a liberdade, porque a liber-
dade resulta de um direilo anterior e superior ao do
oslado, e nao de una deelareco improvisada, ou
de um raciocinio pbilosopbico mais ou menos bem
dedusido.
Dos doos sysiemas Me poltica que dominavara
eternamente o inunlo, um fundando-se no direilo
abstracto, o outro na possessao anterior, a Franca
paiz de lgica e de ideas generosas proferto sempre
o pritneiro.
Quera ousaria censura-la por isso, se he a esse
glorioso defeiio que ella deve o esplendor de sua his-
toria, e a sympathia humana ? Porem lal he a na-
tureza fugitiva de tudo quanlo perlence s sociedi-
des.que a nacao que com urna sinceridade perfeila,
quiz irabalhar para a liberdade do genero humano
foi collocada por isso mesmo na impossibilidade de
asiabelecer a sua. Servos comprando a sua liber-
dade, sol.lo por sold,e chegandu depois do esforcus
seculares, nao a seren iguaes a seus senhores, po-
rem a existirn) a par delles, acharara-se no lempo
moderno mais livres que a naeo qua desde a media
idade proclamou os direitos do homem. A lber- .
.^comprada o arrancada poiico pouco tom ^ '%32SZE* SX+fi?
-;do mais duradoura que a liberdade por nalureza. auelrneule cada cid.de .le Franca recebe de
i fundar o direilo abstracto, plaava-se a j a ua Secret na da ra l.ieilelle, homens que
Heviie des Deux Mon la
^uiicocai> ptbibo-
ELElJVO
lna-se sempre a consequencia do priuci- )" |'i''>ve po de que se part i. Nascilo da idea abs-
traa di; urna sobeania racionel, exerc >a
para o mato' bem da iiai;ii, encarrega lo di<
P nieger odireitode tolose de d senvulverl
a iniciativa -.o cada um. Pela n c >ssi lade da -
cousas fot levado a gnvernar muito. Vio
Com razao que urna auciedade para s tur-!
uar florescente, leve-se tornar muito forte : I
po n eogaoou-se,creodo une o mei>i do r -
tilii'.r urna socialle lie governa-ia mui-
to A pozar de militas mediJss de orecaugao,
a orj.-a qu,! tiutoa estabelecido u susten-
tado, nfi.i sem giona, calilo eia mais ex-
traurdtnaria uas surprezas, que na bistoria
>e encouirem,
,'vo quero lazer o part !o liberal respon-
savii por umasituaeao que nao creou. Um
principio laial u dounnava : a revulu;au a
quei-.lie prendia-se, ola pruduzr ala.iuis-
i 9 m s n.io corpos
O principio que crea as instituices, a sa
brr : a conquista eo direilo pessoal, era
mesmo o principio qu; mprei.eu lia SUjpri-
i ir.
A organisagao da iustrucQ5o publica pare-
ce-me o ex.om,lo mais pro., lo para I'/, r
prenender as graves consequpncias do
oriocipio a iiiiniio pela escola liberal, e c .-
nio este principio h* susce. tivel pur sua na-
tu ei de vollar-su coma aquellesquo o
funda a j
A Inglaterra, a Allenianti's, enliga l'ran
?, tiiiiiam promovido o inleresse da scien-
cia eda educ-co por corporaco >s ricas e
quasi independenlesdo poder civil A Fran-
procuradoret, e mais mordomos e mor-
uonaat por devocao, ene lio le solem-
nizar o Senhor Bom iesus dos Pntot
da igreja da Santa Cruz da Loa-Vista,
no unnu vin iniiiu de 1859.
Provedor-
O Mu. Sr. majar Msnotl do Nuscimento da Cas-
ta Alunleiru.
Prev I i .
A Kvni. m,i. Calhariiia Hice de Miranda
Cuno.
Thetoureiro zfla.lor Oo elttr,
0 Illm. Sr. Fraoeiseo Alvss de Carvalho.
l'rocurH,lores.
Os Il'ms. Srs. Aiiloiiin Alves Vitalia.
a Menoel Joaqaim ie Miranda.
Moriiomiis e mordomee,
1 .1 .-o- 1. v i.t s e ir v.'ta-da Ima^ein do Senlior
Bom Je-us ilos l'a--. -.
Kreuuezia i eseravidao, emquanlO os poderosos baresda Ingla-
terra, muito pono generosos, muilo pouco esclare-
cidos, porem insuporlaves quando iratava-se de seus
previlegios, delendendo-os fundaram a verdadeira
liberdade.
A respeilo de quasi lodos o; pontos que referem-
se a organisacao da sociedade civil, a escola liberal
me parece ler visto o lim que devia ser procurar
muilo melhor quo aos meios para consegui-l. Sup-
primin.lo os privilegios dos individuos e dos cor-
pos, nao podia encarar os illereutes ollicios sociaes
senao como attribuiees do Estado. O poder em
um tal systema sendo exercido somonte por func-
eionarios, e esses funecionarios nao tendo a pro-
priedada de suas funecoes, nem por consegtiinie
possibilidade alguma de resistencia, v-se at que
pomo de tyrannia poder-se-hia ser assim levado.
Canamente se ha alguma cousa iheoricamenie ab-
surda, he a venalidade dos ofticios judiciarios, era
vrtude da qual cenas pessoas compravam e ven-
dan) o direilo de julgar. E no entretanto con-
eehe-se que um magistrado de posse de seu cargo,
collocado assiin cima de todo desejo o esparan^a,
ollerccer mais garantas que o magistrado
funecionaro e por consoguinte dependente daquel-
le que confere a funecao.
Fode-se dizer 'outro tanto do poder execulvo.
A concepto feudal, segundo a qual o rei possuia
seos asylos contra elle, he o inverso da razao. Se
ao contrario ha urna concepto lgica, he a da so-
berania encarada com una dvlegaeao da sociedade.
A historia demonstra que a primeira naoae, por
absurda que seja, produzio o melhor estado polti-
co que o mundo couheceu, e que a superioridadeda
civilisacao moderna sobro as da anliguidade nasce
deque a realeza por seculos nao foi entre nos se-
n.io una cfazenda para com a qual ficava-sc
quilo nina vez que se sali-lizesse o foro eslabelecido
pelos bons eoslumes ou consentidos pelos Estados.
Para ver em toda a sua claresa essa grande lei
da philosophia da historia, que a lgica nao leria
por ceno revelado, convem estudar a China sobre-
nido, A China offerece a philosophia da historia
o espectculo maravillosamente instructivo de una
ella uSu cuiiliece, e que so eticanegaJos
de e lucir seus lilhos, segundo cerlo* regu-
lamentos, na coufecso eos quaes ella nSo
lem a menor ingerencia. Tudo quanto he
relativo ao reparto, as recreares, aos ias
seos, ao sumnu, diz o regulameuto de 1802,
lar-se-ba por couipaaliia.. II versen cada
lyceuuma bibliotheca de 1,50o volumes ,
to las as bibiioihecas conterao as meses
obras ; obra alguma podea se- posta ah
sem uloiisacao do ministro do interior
i Esta creat;ao foi considersda como a
mais hella da poca, a eu seria voluntaria-
mente desla opimao, se me fosse demons-
trado que os Lomens encarregados de appii-
ca uji lal reguliment, eerfiu sempre ho-
mens do un espirito profundo, subtil, dis
tinelo, coinpr. lien leudo con deliesdeza os
problemas da cJucagao e do goveruo dos es-
plritos, norm poiu-se ler esta certeza 1
ni.i so a ni.;; -,-e como possivel a hypo-
iese em que urna tal a.lniliustrat;o cahis
se euireas naos ,ie bomens que ti3i tives-
seiu todas as quali.iaioi que acabam le ser
eiiuuiiieradas, iu,agineja-se as consequen-
cias.
lis interesses mais Ciros do espirito, tolo
o movimento litieraiio, scientilico, philoso-
phico, religioso mesmo soriam expostos, a
una a om mestre tuto mais perignso quan-
to a niacnina de que se servisse para o exer-
cer fosse mais aperfeiros la.
Cesaemos pois de crer qu^ a revolucio
de 1789 nos dispensa de ueuetrar mais Ion-
ge no pas-adii Por mais importante que seja este aconle
cimento produz em nos urna illusSo do de
opilen, Ja mes i a s irle que o ultimo plano
de mootanbss esconde sempre as montanhas
mais altas quo estilo atraz A revolucSo
saduz primairo jela ltivez de suas ma'ch's
e por esse r de apaixooa lo que lera tolas
as historias que se passim as 'ras. Por
muito t 'fiiiiD ell% sedazio-me ; eu conhoci*
perleitamente a medi.icridade Intelectual e
a imuca instruccao los que a li/eram ; po
re me obslinava julgar a sua obra le um
grande importancia poltica Depois reco-
nhecl
Os extractos do livro de Mr. Joseiih Aubenas,inli-
lula.lo Hisioria da iui[ieralriz .losepliina que temos
publicado,teriio posto o leitor em estado de apreciar
o mrito de una obra destinada a fazer conhecer a
vida privada de Napoleo I. Damos hoje om um
lerceiro e ultimo artigo, o lim das passagens deste
livro, onde o autor oceupou-se da correspondencia
intima do general durante a primeira campanha da
Italia
Emquanto o general Bonaparte arrebatava a lia-
ba aos Ausliiacos, os exercilos francezes da Alle-
manha, batidos em diversos enconlros, linham sido
forrados a torear a patsar o Kheno. A Austria po-
lla enlio levar os seus recursos Pennsula. Com
fortes destacamentos lirados de suas tropas ura as-
anle vicloriosas, os rstanles de Wurmser, e um
recrutamemo de I .">,000 Croatas, conseguio formar
nm lerceiro exercilode 00,009 homens a frente do
qual appareceu em meiados de ouliibro. Alvinzi
promeilendo vingar os revezes de seu predecessor,
e desembarazar Mantua, bloqueada por um corpo
do exercito francez. A esso lempo, Veneza e Ro-
mana, tirando finalmente a mascara linham-se fi-
nalmente declarado a favor dos Austracos. A po-
sico era critica. Depois de ler per muito tempo
ouira humanidade se dasaovolvendo quasi sen. con-i i^Jj^J? 13!!V&& os bT."'S
\ ,......., i J aquelle lempo eram to smgelos em polti-
ca como em historia e em philosophia. Ven 'o
poncas cousas ao mesmo t<-mpn, n8o per-
cehoraoquSo complicla he a menina da
laclo com a da Europa e da Asia occidental, e se-
guindo a sua inartha cun um rigor de qi.o as nos-
sas civilisaces muilo mais complicadas nao pode-
riain dar una idea.
Ura a China realisou desdo a mais remota anli-
gui lade o lypo de urna sociedade racional, (lindada
na igual.lade, no concurso o na administraoao es-
clarecida. (J Teheou-li, especie de almanak im-
peiial do tempo dos Tcheou no seculo 12 antes de
nossa era, excede a esse respeilo ludo quanlo os Es-
lados modernos lem produzido.
O imperador e os principes feudatarios sao Cun-
tidos pelos ritos e pelas censuras, e os empregados
de todos os graos, pela dependencia hierarchica e
por um systema de inspeccao perpetua, o povo pe-
lo ensino, queso pode dar-lhe o Estado. O sys-
tema todo lepousa sobre a nica idea do Estado en-
rarregado de promover a felicidade de lodos. Que
se imagine a academia das sciencias moraes e poli
ticas, e academia franceza erigidas em ministerios,
o governamio urna as cousas do espirito, a outra
os eoslumes, e ter-se-ha urna idea justa da consti-
luicao intelectual e poltica da China O ideal
des que soubara lima regra administrativa dos es-
pirilos, realisou-se la muito lempo. Quando os
jesutas mostraran] a Knng-long os erros da astro-
noma consagrada, o imperador recusou deixar cor-
rigi-los, porque esla reforma teria palenieadn defei-
tos nos livros classicos e obrigado a imroduzir pa-
lavras novas. O que ro-uliou desla organisaeao
a p paren tmenle lao razoavel, e na roalidade lao fa-
tal ? Um oslado de decrepilude sem igual na his-
toria, ou nm imperio de 130 milhes de homens
espera que alguns militares de barbaros venham dar-
lhe senhores e regeneradores. O que se deu depois
da invazo do imperio romano pelos bandos germ-
nicos, dar-so-ha na China. Todo o estado que
sacrifica os interessos moraes e a livre iniciativa dos
individuos ao bem estar, vai de encontr ao fim a
que se propoe um pequeo numero de homens
enrgicos, vindo de fora ou do dentro, ser entao
sufficienle para destruir um paiz indiflerente a lu-
do, menos ao descanso, para se fazer acclamar, e
para assim fundar de novo a verdadeira nohreza,
que he a da forca moral e da vonlade
Qualquer predileccao que se lenha boje pela bar-
baria e pelos barbaros, compre reconheccr, diz M.
da Sacy, que nossa civili-acao he romana, nossa
centrahsacao he romeiia, nessaa leis e nossas letiras
sao romanas ; he o espirito romano que acabou
por vencer ao espirito brbaro I Isso he ver-,
dade.
Todo segrel) d* nossa historia resido na!
lula do espirito gallo ro ano,contra o espiri-'
tq grmame.i o que M de Sacy chme bar-
b*i o Gaulez ndo ho'i- r n soberana ii !
vidiJ.i que constitua a feudalidade, e qne-l
rendo sem eessar vitar a a lministrac9o de I
igualdade do imperio, n3o a os primeiros
Cesares, cheia anda de uin certo espirito
aristocrtico, porm a do tenao do Diuclo-
ciaiio que foi sempre o seu idiil.
A revolucSo franceza e o que seguio-se sao
o ultimo acto da lula do es irito gaulez o do
espirito germnico terminando pela victo-
ria difinitiva do primeiro.
.Mu i tos elementos germanices entraram,
euo sei,nosprinci ios da revolur,So,e deratn
Iho urna apparencia verdaderamente liberal,
mas desapparece.ram n lula, e deixaram do-
minar s o espirito gaulez, que, desde a
convencSo at 1815 deu expsnso ao seu
gasto pela administrar;3o uuilaria, e a sua
antipatbia pur Inda independencia. Foi
sociedada humana, quanto is suas condi-
cO'S de existencia ede esplendor graduam-
se imperceptivel i.ent->. o conhecimenu.
acrofundado da historia Ib lia va-I lies absolu-
tamente ; um cerlo emohase de rjjao gosto
eiiurhava-llies o cere3ro e os puuha nesse
estado de embriaguez particular ao espirito
francez, o i que se fazem muitas vezesgran
les cousas masque turna im.iossivel qual-
qu"- previsSo do futuro e qualquer vista
poltica em extensa.
Esses motivos s3o para desesperar e en-
carar o desenvnlvimenlo liberal da Fr,inr-
abatldo sua flor/ Nao cerumente; esses
motivos siio paradobrar de seriedade, e sup-
prir por nossa a.aplicagao as vantagens que
nossos pas nos nao legaram Em poltica
assim como em moral, os verdadeuos deve-
res s3o os de t idos os dias.
Somente s almas fiacrs reguhm as suss
opinioes ora vista successos prova veis da
luturo ; direi que o futuro quasi que nao im-
;in la ao homem de hi ni, pois qje para en
tregar-se as boas e bellas cousas, nilo he ne-
COMaiiO suppor que ellas sejam destinadas a
exalta-loa. Se Bbubuma.clsse da sicieda-
do franceza do- m .e ih >u a tarefa que pa
recia tor-lbe si Jo dada, n3o se Doda con-
cluir se n3o que o se j lugar ainda est por
preencher Toda nat}3o airsvessa a histo ia
arrasian lo com sigo um vicio essencial, que
mina, assim como cada um de nos tr-.z ao
nascer, o principio lo mal que. salvo um
accidento deve arrasta-la; porem urna mul-
tido de acasos vem incessanleinente des-
vir os acontecimentos do curso que teria ra
seguido se livessem obedecid a urna ten-
enra necessaria. \s revoluQOes la dnmo-
(i acia alhenieuse sao ainda hoje o entrete-
nimento do mundo, e entretanto,des le o sen
principio esta democracia era contaminada
pedido soccorros ao directorio, fcil em pronieller,
mas sempre moroso em dar, Bonaparte tinha por
fim receido um reforco dequatro reginentos tira-
dos do exercito da Vendea, e que montava no todo
a S.009 homens, o que reparava as pardas soffri-
das pelo exercito francez. as duas campanbas pre-
cedentes, eo mantinlia nesse numere normal de
30,000 combatenles diligentes que pareclam sufli-
centes a NapobaO como emTurena para obrar ma-
ravilhas.
Finalmente em fins de oulubro, Alvinzi reuni
suas tropas metade,debaixo do seu co.nmando.perlo
deConeglione na inargem esquerda do l'iava.e o ou-
lro nos confins do Tyrol. A 1 de novembro passa o
Piava.
Bonapaneque o esperara, e encontra, a 5, peno
de Drenta, o alaca, desordena, e obriga-o a passar
oulra vez com lodas as suas tropas para o oulro la-
do do rio. Porem o genera! Vaubois encarregado
de oppor-se ao aimigo-no Tyrol, nao tinha podi-
do coitservar-sa om Tremo, nem manier postean
alguma intermediaria voltando desordenadamente
para Verona.
U general em chefe para l marchou a 7 de no-
vembro, fslla com sevendade aos soldados, fa-los
corar pela precipilaeao de sua fuga, e oblem delles
a promessa de reparar um momenlo de fraque-
za, e o pedido de marchar na vanguarda. Par-
ticipa sua chegada a mullier por esla curto bilhete
datado a 9. Cheguei a 3 dias em Verona, tni-
idia boa amiga. Ainda que fatigado, passo b-m.
hera succedido, e amando-te sempre com paixao,
Monto a cavallo. Abraco-le mil vezes. Dous
dias depois o general francez lendo reunido
todos os seus move-sa de novo contra
iuimigo. Era lempo. Pela flaqueza de Vambois,
e marcha retrograda do quartel general, que tinha
sido a consequencia dalla, Alvinzi tinha completa-
mente praticado a primeira parte do seu plano, que
consiava de apossar-se do Tyrol e do paiz compre-
hendido entre o Brema e o Adige. Porem o mais
diflicil, que ere passar a viva forja, o Adige, em
frente do exercito francez, faliiva-lhe ainda Com
ludo acabava de apoderar-se das alturas de Cal Ite-
ro, que dominara urna parle do curso do Adige, e
guardam as proximidades de Verona, e ahi se ti-
nha fortificado. A 12 Bonaparie conhecendo a
importancia dessa posi^ao, quiz a todo cusi apo-
derar-se della. Atacou-a debaixo de urna chuva
tormentosa, que aluia o terreno, e facilitava a n-
trala de nossas Iropas. A posicao foi pritneiro lo-
mada, depois retomada, e o dia terminon-se sem
resultado dteisivo, ecom perdas quasi guaes para
ambos os lados. Porem o inimigo que tinha con-
servado as alturas de Caldiero, julgou-se natural-
mente victorioso.
De volta a Verona, Bonaparte, depois deter-
minada a correspondencia militar escreveu a .lose-
pliina.
Suppoem que elie enlrete-la-ha com esta victo-
ria malograda : porm nao ; um oulro assumplo,
um oulro toca-lhe mais o coracao. Alegra c
tristeza, felicidade e desgoslo, ludo para elle de-
pende das carias ou do silencio de sua mulhor. A
9 alie tinba-lhe dito : Amo-te sempre com pai-
xao. A i tora de si cora urna lingoagem in-
mitavel, e tom quasi iheatral. escreve-lhe : J
nao le amo ; pelo contrario detesio-lo. E's urna
ingrata, muito fa, muilo grosseira, muilo cruel.
Deixasie absolutamente de escrever-me, nao
amas a teu marido. Sabes o prazer que las
cartas lhe causara, e nao lhe escreves seis linlias
trabadas ao acaso I Que fazes entao todo o dia
senhora ? (Juo importante negocio obriga-vos a
leixar de escrever ao vosso dedicado amante ?
baialba de areola, e onde o general francez correu
tantos pergos, e moslrou lata intrepidez. Ue
um s (olpo, como o tinha imaginado, Bonaparte
conseguio a completa derrota dessa novo exeicito
da Austria, Alvinzi oi recliassado alTrenlocom
perda de metade de suas tropas. O general lor-
nou a entrar triumphanie em Verona, de onde 3
dias antes tinha sabido com uro mystrio lal que
a populaco tinha lomado por um presagio de dar-
roia.
Em coinp-iisaQaotevt na sua vol ti ara aeolhimeu-
to eadiBtlaslicB. A a imiraf.An doa Vcronaxes foi
parlilhada por toda a Italia, e alguns Oas depuit pe-
la Franca e peta Europa, cada vez mais maravillla
pur ssts triumphos eresctules, nunca deslusliadis
por nina lerruln. Niassus proprias luirnig.is, Oisse
Naptitia ni alga aMBorla or-
gulho, na podarSo fir.r iiiihllereulrs, e auiilt,vaui
suas liuintnauaiis as dos iio>i it amigos.
fctU campanha linlia sidj 13o tapida, e lao es-
partos., cuino u uui, duas. Porm eslas grandes
' '; "" linliam silo ohlidas sem perdas. O
evercit, [nuce, (,ha neossidada de repuoso. Uo-
naparl. nio jolito eonvenienle ein,eili,ar-se uas
moolanhas de Tyrol, e p,d0 qoe novos sorcor-
ros liv.ss.m pennillido a Alvinzi sulrar cm liuhas,
aparloa coin o, ., f s, c,re0 ae Monimi, ,,ara
la mandos urna parle de suss iropas. Vencedor
unida dos Austracos, sor.lia una ruis doce reoom-
pensa. A >i de Dovambro, ..crevt de Verona : Es-
l.tro eslar breve em leot bracos, nimba doce amiga.
Amo-le coro furor. Tudo vti bem. Wurmoser fot
balido lionlem em Maulua. Nada falta a ten in-
ri.lo para ser feliz .euio o amor de Josepliiua. E
qoereudo causar urna surpreci amorosa a sa mu-
llier, parle sera preveni-la, para ir pastssr quaraula
e o lo horas em Mia.
Porm havia alguns dias, linha mademoisalla Bo-
naparie, tranquilla a respeilo da posicio de seu ma-
ndo, e io es ti-Uo, aeeila lo ura convite inltanlt
reitera lo la cidaile di Genova, e, acreditando brar
litin, linli hido a tasa cidade corresponder ai favo-
raveis diaposi;oes que os Gennvi-zes inoslravarn pela
h'rauc.1. e procurar algumas dislraccsjes ja Di i lhe
offereci o raliro eoulieci lo e monilomo do Milo.
i Foi recehidiam Genova dir. Waller Seo, eom
ama magiuticencia prepara la pelos eidadSos dessa
repblica que era do part lo frute/. Era ainda am
modo de gozar da gitana de seu espuso. Com lulo
ella fez mal de auzeular-sa assim, sem pretamr a
aquelle a quera este contra-lampo devia atllig r.
Sua correspoud-ncia lorna-se tocante. He impossi-
vel eancthur amor mais verdtdeiro, seonbilidade
mais profuu a. Essa Iris! esageracAu, e--e lerno
desanimo, lie a veriadeira lingoagem de am amante
dtsaponi lo.
o l)> MilSo a l'xde novembro__thego a MISo :
precipiln-ma a leu psenlo, tinha ludo deiladn pa-
ra ver-le, para apirlar-le em meas bragas... N.1o
estivas ihi ; perrurres ai cidades tm festas; aoztn-
la-te de mim quimil cheg, uao le assucias com
leu qiieri 'o Napoleo.
a Um coprichi obrigou-la am>-lo ; a inconslaa-
ria lti-te indifTerenle. Acostomado aos pericos co-
uli ; i a remedio para o lidio e para o malta da sHa
A desgrana que -olTro he incaleulavel'.iinha direilo d
nao espera-la. Eslarei aqui at 9 (29 da novembro)
do da. .Nao te iucommodts ; a felicidade fui leila
para li ; o rauudo sera' rauilo felu te poder agra-
dar-te, e s leu marido he muilo, minio infeliz, u
No oia aegointe, 28 de novembro, ascrtve-lhe an-
da. Keoaboo correioque Btrlhier tinba mandado a
Innova. !N3o liveslt lempo para escrever-me, espll-
co-o facilmeole. Kudxda de prazeret e dt jogos. fa-
rias mal st uzeases o menor sacrificio por mim. Ber-
lliitr quiz mostrar-me a caria qut lhe eacrevesle.
Mmha mi Mirlo rijo ha contrariar leus alalos, ntm
as partidas do prazer que tt ao otTerecidas ; n3o
valle a peona, e a felicidade ou infehcilade de ura
homem a qoem nio amas nflo itns direilo IV inle-
rassar-le. Qamlo a mira, amar-te, lomar-* feliz
nada fazer que posia eoulrariar-le, he e destino da
inmli-i vida.
S feliz, nada ma eiprobres, nilo le nlareisrs
ptla felicidade de om homem que nao vite senlo de
loa vida, que nao goza senao leus praxeres, loa fe-
licidade. y lando ttijo le li om amor igual ao lea
laj. mi: par- qoa etigir qoe a renda pesa lano co-
mo o ooro "? Quando s icriflco-te lod.,s os meas dse-
los, t .dos os meus pensarmnlus, todos os instantes
dt roiiiha vida, onetico ao ascendente por teos eti-
camos, ia carcter, toda a toa peiios Um sabido
tomar sobre meu coracao... Soo centaratel, porque
a natureza nao mi deu os adrad,vos pira eaptitar-
le ; porm o qoe merejo da parte de joseplnni, sao
i'uns lerafes, eslima por que amo-a apaixonada-
inetile.
< Ai|os mulher adoravel. A leus, miuha Jose-
phina. Possa a sorlt eonctnlrar nn meu e rajao lo-
dos os deseosloi e (odas as penas; mas'lando a Jo-
sephins das prsperos e felizes quein os merece
mus que ella '.'
Torno a sbhr minha carta para dar-te om bei-
jo.....Ah Joiephiua I Josepliina !....
aBonaparle.ii
Comprhn le-se essa dr loqueme anda qoe
divida quimeras. Porin Josephma, comquanlo li-
vesse procidilo com leviandadt, nao tinha molitot
para exprobisr-se di fallas de consideracao e eslima
por esse marido coroado de (anta gloria, a apodera-
do de lamo mor.
Ells Kinava-o j sinceramente, ainda que com o
lampo, Innie de enfrtquecer a sU ternura devessa
aui:inniar-ie linda. Meslo que njo fo-se fumada
se n3o na vaidade, sna panAo teri si lo real e tiva.
JoNphisM su tinha escripio a Berlhier por que
iauoraa que Bonaparte ettiveise em Millo ; lalvez
raesmo, como nao Imlu recibido oolicias dt stu ma-
rido a alguns dias, nao soubesse onde devia encon-
tra lo: Uirnais, avala dusas lao rtptlidat censuras
a Josepi.ina por nao eicrever, convm acreditar que
se isso indica de sua parle alguma negligencia da
c-racler e descado ereoolo, n8o st deve nisso basesr
urna conclusao fjrmal exlrshidt da collect^ao feila
pela ranilla II orleuna, qoe nao he completa.
Com elfeito, anda que prometa osealilulo, n3o
cii lir.ii as carias de Josepliina a seo marido. F.ssus
fipararo ou perderm-se as nulos de Napoleo, que,
uesia primeira campanha, como em lodas ts pocas
de toa vida, receben de sua inulher grande numero
detsai,
Desla mesma dala devem existir moitas em que
Napoleo accaiaise a recepjao das da sos mulher,
porem es|>ecialmeulo a parte da correspondencia do
general que conlinha essas vives, porm amorosat
censoras, loi escolhida psla filht da imperalriz pan
poder dar bem a couhteer qual tinha sido a paisflo
le Napulaao por sua mulher.
Josepliina ctrlumeiile apressoa-sa em seguir para
Milo, e fez a felicidade succeder a estes reaes sof-
frnnialos.
por un vicui radical. O imperio romano ti-!rv
Iba em si. dado o lempo de Augusto, o ger U81 a a,Ie'C0 *'ue abafa' e faz es'Iuecer amor-
jnen do ana dissolugo j viveu por tanto i
?' u 5 seculos com o seu mal, a na sua lenta
on
ia atravessou o seculo dos Antoninos
Y grande falta que a Franga tem no corac.to
pSo oos deve prohibir as altas esperarnos
5 esfurgos ciii.ilaril-'S
' Certamento se urna s rarja e om s domi-
nio se enten lesse cela Europa moderna, ge
ia narjfles chrislSes formasaem um mun i
unitario, nnalogo aoorhis rom usa le-
t^adencia mm inevilavel, porque fora desle
circulo n.o existnia elemento nlgum dore
| o temo e constante amor que lhe promeltes-tes ?
Quem podara' ser esse ruravillioso, e novo amante
que absorve todos os vossos instantes, lyianiaa toa-
sos das, e impede-vos de pensar em vosso marido.
Josepliina, tomai cnidado; em urna bella uoite.ar-
rombadas as portas, apparecerei. Na verdade
(diz elle depois desla exaltafjao de loticura, vol-
lando ao tom natural) estou inquieto por nao ter
receido noticias tuas. Kscreve-me iiGmediala-
mente ipialro paginas, e dessas amaveis cousas que
cnchem o meu coracao do sentimento, e de prazer.
>,,. biuuiiinu -l.llll uc IC- mt
generaba.! Porerr o princi.no de divergida-1 hsPero ,Ien,ro cm lK,,m aP.ertal'-'u em meus bra-
ropa um obstculo invencivel a qualquer. baiio do equador. Nesle arrebatamento que ler-
aominio univcaal, causar a sslvu-'m :o mina no entretanto, como he decostume, em um
ndo ..'.oderiio. Utna civihsa}3o dividida ; coniprimetilo amoroso, ha algum despeina de um
fe
em recursos quo urna civilisagao unitaria general
i3o conheno. o imperio romano pereceu
porque nSo tinha contrapeso ; mas se ao la-
o do imje'io ronano, tivcssem existi lo
ermanos c Slavos slidamente organisados,
en-
tao que a r.zflo de estado, proclamada pela j so centuriao representante de sua implacs-
riiiHMia vez pelos legistas d* Pbllippe o !'e' patria,
b'llo, toma diliniivaniente a superioridade i i pm PTOS hict.,.. nn.m ,
sobre o nobre rinc,pio da media' idade ad- kSS^S^TS^STSZS'i
?3"m,0,SmP!,,te0 1"'e,l" 's'S "ui,vuU'T toacauaaorroa e gtou persa, ii lo meo"
Mosoudaquelresque cons.deram a atedia autores dos mais ii..l.reS esforros que a h
.dade como um. poca chela de moralidad, ani lade tontou cara el^var-se o ten
ede felici lado porm comtudo me parece Tmi pra s,,m ,r> confondi los n" culo
qao escola l.heral a calumnia. .iumm.rio de santos desco,.hecid"s tato
Amn'ia nlaile nilo foi urna poca atroz,, lusce de que-, nos sculos passa dos. o poder
segunla metade, quando a | jo espinti es'va circumscripto em estrei-
acoslumado a vencer, e soffre urna re-
sistencia inesperada. Josepliina pagou a con-
trariedade do Caldiero.
Coraprimindo porm ao scu coracao, e dando
1> imperio obrigado a contar cora obstculos! toda liberdade a seu genio o marido zeloso e arre-
* com a lbenla le de lora, teria seguido urna balado, cede o lugar ao general serio e altrevido,
narcha inlMramenle d.lTereiite; com eleito que quer reliabilitar-se de um revez momen-
. despotismo n3oi pode durar seniio deb.iso l3ne0i por um golpe brilhante. Depois de ter
la condic3o que todos os paizes que o ro- i j. -L .. i
leamsejam-lheuiidos Esse he o motivo de idad0 lregUaS 80S Pumentes de amor em-
esperar, estoico tinha razao de e.vol- I prc8a. a no,le aos Pensamenloe de guerra, forma
yer-so em spu manto ede desesperar da vir- coms,8 mesmo um plano maravtlhoso que deve,
ude, porque nenltums havia no circulo de !u'e um so 8ll". destruir o exercito de Alvinzi
[erro eai que viva, e at o lim do mundo i No dia scguinie, ao anoiiecer, sem ter commu-
iial.ilavel eiiWo elle leria encontrado o odio-1 nirarjo Muprojecu, a ninguem, sai em silencio
de Verona. como que effecluava urna retirada.
Interna-se pelos charcos visinhos, e por este
rsgo de audacia attrahe o inimigo, muito supe-
rior a elle, para um terreno accessivel smente
por estreiios aterros, onde o numero de nada va-
lera, onde simiente o valor das caberas de columna
decidir de ludo. Alvinzi cabio na citada. Foi
procurar o adversario n'essa posicao escolhida pelo
genio estratgico o mais proraplo, e mais seguro,
e ahi leve lugar essa lula de gigantes que durou 3
O gentral era ehefa parlio pooco lempo depois
como Imha dilo, liiigiudo marchar contra Roma, qao
favoreca leinpra aos Auslrucs. Porm cheuado a
Uolonha a frenle de ama colamnt, contenla-se de
ameattr e inlimidar o governo romano, m, leudo
na real, lade lempo de guiar ama expedidlo para
esle lado, por que a -nonarch a au-lriaca acabava de
Tazir anda om C'aiide tiforco. Soccorros de loda
qualnlade, homens, cavallos. inateri>es, linham sido
enviados a Alvinzi qo. em lins de 1796 echou-.e do
novo a frenle de 80.000 homens, ao passo que Bona-
parte na linda rtetbido sen8> om aogmenlo da
O.IUJO soldados. O xercilo austraco fe-te de mar-
cha dividido tm dous corpos : um debaixo das or-
dtns de Alvinzi, aiacou por MoTitebaldo ; o oolro
-..mu ni 1.11 pelo general Provera, tuioo ptlo Adi-
ge e pela planictis du ?adouan ; nm o oulro mar-
chando pord.ncjOes diversas, para o mesmo Om de
I.birlar Mantos.
Alvinzi mo foi mait ftlir que da primeira vtx.
No principio de Janeiro de 1797. Bonaparte tendo
rosnido ttu oxercilo, pCe-se em movimenlo, e al-
eaasji sobre o inimigo um soccesso coosideravel om
sainl-Michel, coroado e completado a 13 desst mez
pala bailo decisiva victoria de Rvoli qao dtslruio
om i parto do novo corpo de Alvinzi. e pela victoria
la Favarila tm que deslruio quasi inltiramente a
Torio diviso de Provera. Repelle depois o inimigo
at as mn.it inh-s do Tyrol, a do segundo atoraste o
inarechal Alvinzi nao re-tiluo a Austria tonSu 23 000
soldadcs.
Wurmser sabmdo dos desastrosos reolladoi da
haladla do Rvoli. e da mirada delimli, do seo col-
lega, entrega a prar;a de Mantua ao general Sirra-
ncr e ngo a Bonap.irle, que linio nfferecido orna
capilulacJo honrosa ao velho manchal, ia linha re-
cusa lo a sallfar;ao de atslslir a soa humilhacSo, e ti-
nha immediatamenle partido para cahir noalmenla
sobre Roma e pidir islisracao da cumvencia do go-
verno papal com a Austria.
Tinha mandada vr Joiephina a Balonh, por qoe
ja nada rectiava, adan,I,-se a llalli c raiplelaminla
lesembaracada. ahi pitsuu com til. .Iiuu< diis. Em
camiuh,) para Roma elle escreveu-lhe do Ferli a 3
Jo fesereiru :
k Parlo esta noile. Nassas Iropas e.l.ia em Ranti-
ni. O pvii prioeipia a tranqoillisar-se. Eu tduru-
le e doo-te mil beijus: o
A 10 di fevereiro, psrl cipa-lhe qae scha-se em
Ancone, coja cidadeila lomou dapoit de ama peque-
a descarga, por ura ataque repentino.
Josephim- em Bolonhl, desgostavasr. Iaaitle
em aeompanhar o qnarlel-g.neral do ixeirit,,, ,,u-
rom seu marido recusa dizendo-lhe qoe anda nao
esta" ludo acabado, e que alm dis-o o paiz he muito
ins.pida, e lodos ahi tem mel. Porm tile exige
mais que nunca que sua mulher lhe d nolicms suas
lodos os das e lirmina assim : a doo-te um miiliao
de beijos. Nanea me birreei lento como ne-la vil
guerra. Adeo. minha doce anfgi. : pesa em mim.a
A 13 de fevereiro acrescenla f Psrlo meaiala-
menle para alravesiar as monlanhaa. No momenlo
em qu. soubtr mide pararei. mauder-le-l.ei bascar ;
he o voh m.is sincero do mea coracao. Mil e mil
be'jos *
Porm a tristeza e a doen.;a se linha spuderado de
Josepliina, impropria para esla vida de fadigas. Co-
mo ne racil de err, as em.co.s da ue.ra, a qossl
eoniinna separ-cao de sin marido, a ausencia de seos
linios t.nham acabado por locar o seu moral. Boua-
partt escreveu-lhe a 16 de ftverelro.
a Eslas tritio, doenle, nSo me escreves mais,
queres vollar para Parii. Nio amaras mais -" leu
amigo? Eita idea lorna-.ne desgracado. Miara
doce amiga a vi u mi ht iusuporlsvel depois que
suube de tua Iri.teza.....
Per;o-le que le poupe, qm ma ames lano
quinto eo le ton, que me escrevas todos os das.
Minha inquialac.ilo he oilraoidinana. Talvof cu fa(a
paz com o papa, e esleja bravemente ao p de U,
he o mais r lente vol da ni uba alma. Pao-te Cira
Igreja to.nou-si perseguidora, c a leudalida- los limites. Desde o principio dos lempos dias, de l) a 17 de novembro. e que se cham.au a rl''0'' >eecl.ila qafada igiala ao meu amor sa-
r n- ^, .iiiiiii u i nj0 a mulla loqaitlacao. Es:reve-ma lodos os das


DIARIO DE PERNAMBUCO QUARTA FEIRA 29 DE SF.TF ABRO DE 1858.
tu 'ii.'iii.i. Aile*. mullo chara amiga. E rnaud.i-
llie Moicali aiu medico, pin Irata-lt.
Tfea ilia "lee > o H'nernl MtcnM lilil a 101
zer publico, quo no ilia -21 de outubro pro xnno vinloum, erante a junta da fajeada fos de dita 120; colheres de sopa de,metal
.*,- ,..-- r ..-... ...... (
molluT de rlenlinii, part'cipainln-lhe que acib.iva a
de attiRH' P"1 c"'" *! pailr, meilianK a
Cnilo le ItalnnlH, il Feriara e da Romana a* re-
poMIC* de 30 mi lifie* iin prata e olijerloi de arle,
iTix-lh* alta para Boloahn. Paupa-it. *u
le ^upplic rpe-le-lhe. Isl qu^r di/er rom lud.
qui, nada ilueiil ecreve-me MOipre, Klle nao
upporia qaa se paaa* atn su lia **id caria de Jote-
phiaa, por man leglmn-i <|u> iji > ea'i-a !.> n
lileacio, lenpre eaaeava-lh* nn'amu aoffclDiento
iia aetaeRo : k Neahana Mira do tua me, aern-
eonla ; IS >m Beata o qu* lu eu '! .Vt pon ir aenfla
ni li, nein unir Malo a IwMphlaa, alo ivf e-
Dlo por minha miilher. na gowr renSo da folieidi-
d* do taha amiga, a milito* para mtra:r le
-i i ['irlo um Iraiameiil lo r8ro*o"! Miaba mi-
li, eu le opplieo, poatl mal exe* em ninn e e-
crv-nnli.liM india-. Erna doonto, ou
la niesini thesouraria, se ha de -re atar,
a quem por mecos zer a nina dos con rer los
nte sobre o Rio Aojo, avallada em reia
11:5009 oo.
I arreoiBlacSo ser reita na forma dalei
> ovincial n 343 le 15 de maio do I8M, al
sob as clausulas especiaos abaixo copiadas. I
is pessoas >iue se propozerem a esta ar-
dil-
rematacao comparecam n sala das sessfies do corrente mez
lin > 1 i(t ; dllas de cha iIh metal lino 24
caras de louca i ; pires dita 9i.
Para o meio bitilho da l'arahiba.
linio,-s grandes de metal amtrello lisos
i 1(12, ditos pequeos de lito dito-2637.
Quem quizer vouder Laes objectos apre-
Seill as -na* ropoStafl BBI carta Fechada na
secretaria do e< nselho as lo horas do dia 29
nao mi.
,1 ni i r ni iro, e
i ac .' Tu a
antas Cr* que o mu curarlo -eja
iiiimm-.'itr inentiK ioloret*am-le lio ,
qoeni a Batatas* dru o eipirit. a ilojura e a helle-
I*, lu a antea u'i pedia* reina* ......'> Coracilo, lu
que >abei de r lire mim.
Eicreve-ine, peina om mim, aina-me.
Teu aempre devntido."
Kni a nliima eaita d*l periodo dirigida por lj-
iiapirie o -o i ii ii 11. r.
|i vPiu lou.. liiisca-l.i de Boloaha para Milau,
onde pa>- iu algam d a< enlr s lindados de sua
ronqiiida e filn* .tu aau amor.
Seuii ir de Mantua, Bonaparla po lia ailo dar
paulo ao it*u plano apreaeat* lo a direclurio ja' ha
mullo lempo, e a amaaja feita aot genera aoilria-
cos de marchar aenlri VitMina, de rapan a pal ao
imperador, raetmn ua su' Capital. Porein Au quiz lenlar um u.l ni. esforz. Ketirou de suaa pro-
VlMCia* d Ulunu, o arrhiduqu.* Carlos ^ue acaba le
ubter vaataaeM aolne oa l'raiieeze-, e iou-ilie o ruin
inri lo de um quarto eneren i. O princape GarUa
na leve mallior inrte quo aeua aiilicess.ires. A for-
tuna, o t;euio da Bjuapirte egaiam aina. aenta su-
prema | Tova.
Na bal.Ilia do l'agliamtnto, de-lroe ea ultima
osperanra di An tria, B panega* ioimige pelo ca-
nniili.i de Vivinia. A lli de marro clieg* a tiradisra;
.i g'im 1ia dep iis i un i l.aybicti o Trcale ; a 3
entra na Alleoiiiioi, l-vaiul > aoropra olanle re ai
eiercilo do arche.tuque, e a 29 apeslora-se de
Glaagenfurt. O etsrcilo aeha-e enllo a quarenia
lega da eapiUI d< Aoilria ; era 15 illaa Boa*parta
C laeegato o por ein pratica a promeeaa por alio eila
ao directorio A Au-lria luleiroin-nte dexmoraliaa-
da cunfoss.i-se alinil venc la, o a IS de abril os pie-
liminares da pa l'ir un ai 'umprehen ie-*a a alegra oinveml. a adinir>(3o
entha* alica que a maaifoitea em Fraaea, qaanda
no lini de urna Mria nao intarroatpi la da victoria*,
ouvio pronunciar na palavra paz.
P-poi* de cinco anuos da guerra, de lula enc.ir-
iiH i la, um dos uns c i i teravei* unmigos da re-
publica tiumilliava-se em tim. ncmli-cia a forja e
superioridad la Franca, a e-ta in.iravillia era ile-
vida a nm joven eapitio de 27 auno*, que u pn-
meiro pas> a li.intoii-ie a lodo o* geneae de .eu
lempo Alein dioo, anda que tiloso porque era
impotente mediocre, o goveruo de enlao vi eu
seutimentoa aearetoa e*'eJido pelo nlbusia-mn pu-
blico, e depuii ter resistido por algum lempo a
neceasidade e conveniencia de dar a l'onapirle a di-
recc.lo das negociac,flis que devia prodiuir o aclo de
l.exbeu. fii bng i lo pela voz imperioaa da oplliilo
publica, de c*r oa po eres ao general Clarke que
he llnha aido adido, e dar carta blanca a vence-
dor da llalla para negociar com juUa-sn conve
lienta. [Moailear.]
la mesma junta no dia cima declara ,i,
pelo meio lia, co ipetealemente habilit-
is para constarse mamlou allisar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de
Pe nambuco '27 de setembro de I858.-0 se-
rio,
A F. da Annunriacao.
Clausulas especiaos para a arremalacfto.
t. lis concertos la ponte sobro o ri i \"jo
serio l'.-ito- le cnfbrotidade com o orna-
mento i pro a lo rea drectona .
"o, esubmettido n approvacSo do Exnn. Sr.
presi !ent,', ni-, imporiaocia de 11.500; rs
2. O arrematante comeajar os trabalbos
no o de 'ni ez, deendo conclui-los
no de dez ; ambos contados como determi-
na o regulamento das obras nublicas.
3. O pagamento sor em confor i.la le do
que dispSe o art. 39 da lei provincial n. 28G
4. Para tuJu o mais que nSo estiver espe-
cificado nae presentes clausulas, se observa- i caniar-s-i i h-oloro, escravu
lamento
r.


Caixa Filial do B-iic do
lira si I em PeniHiiibuco
EM 27 DE Si:TEMIiRO DE 1858.
Directores de semana os senhores :
Manoel Uougalves da Silva eJosPereira
Vianna.
A caixa desconta letras a 10 por cento ao
anno.
ALKAMiKGA.
Randlmento do dia 1 a 27. .
Idaui do ia 28.....
Deacarregam ho.a 2l de tetembro.
Barca ioglezaLaneaaln[i/enda*.
Galera fiancezPaul .llaberlfa/endas,
llrtgue p rlugor/Lela IIIliveraoa generoa
Barca porluguezaSania Crolideo.
Ilngua braiiltlroAimiranleidem.
OVIHENIU DA Al.l \NUEtiA.
Voluntes nitrados ruin fazeu bi .
com genero* ....
Tolal
Valumaa aalndoa non lazendaa
a > anu ceneroi
Total
CONS0LAM l.KKAb
Heudimenlo da dio I a 27. .
Idam do dia 28.......
ra o reg llmenlo das obras publicas.-Con-
forme. O secretario.
v. I", da AnauociacSo.
O Dr. Anselmo Francisco l'eretti, commen-
dador di imperial ordem da Rosa, e juiz
de direiloesp-cial do comrnercio, uesta ci-
daJe do Recite te Pero buco, por S. M
o Imped dor, que Dos guarde eLe
Faso saber os que o presante edita!, para
nterromper prescripso virem, em como o
justilic nte Bernar.tino te Sena Lopes, cm-
ale e-i beleci lo nesta cidade com ar-
mazem de gneros de estiva por grusso, me
envin a dizer em sua pelifo, que quer in-
teroor o necessario protesto contra os seus da-
r lores Manuel Joaquim da Silva Feria?, por
urna letra da quauti.. e it 1*620, venci !.i em
SSdesetembro de 1853, Viclonuo Jos Fer-
fera e Luiz lloreira d-; Sil-. Piulo ,iur urna
letrs vencida em 6 de selembro de 1854, da
quantia de979280, Joo Cor.-cia Caraelroporl
uas liiras ambas na i'iip.irtancia e .1
1359560, Jos Joi quim Pereira le Mello uor |
4 letras na importancia le 5559573, Mi noel |
Bolelho Cordeiro por 3 letras na importan-
cii de 78/970, Bernardo Rudiigues G-amoso
e Costa por urna letra da quantia de 369220,
siissiiarana i\ C por utna letra da quantia
Je 69;075 Viuvi llosa & Irmao U'na letra
da quantia de 22;520. Narciso Pereira do
Valle por urna letra a quuntta de "3500, Ma-
noel Jos de t;arvalho por una l-lra da
quantia le 559400, Manoel Berna-dio Ribei-
*" ropor urna lena .la quantia de479100, Amo-
nio da Silva Guerra por II na li lia da quan-
tia de 405, Jos-- Pinto Jos santos Queiroz por
urna letra da quautia de 443255, para i nter-
romper a pi es-i i j;-o ; mas achando-se os
supplicaJ is ausentes em lugares n3o sabidos
rao requera que o houvesse de a Imitli-lo a
Justificar a ausencia dos su.plica 'ns quan-
lo bastasso para ser julgada | )- s nteiii; i,
m> o tan io-so lomar por termo o seu protcs-
so. e passar carta elital por 30 dias, alim de '
por ella ser-.i os supplicados intimados do
refei i io protesto na forma da lei ; cuja pe-
tiSao foi deferida por meu despactio em 18
do enrente mez de selembro ; em virlude
do qual passou o su. pilcante i justificar cjm
! teslemunhas a ausencia dos sup, hcados em
lliOOOoiiSS tugares nao sabidos, oque foi julgado por
38:6009781 i minha sentenca do theor seguinte :
a vista la inquinsao de fls. 3 a lis. 4 jul-
go provada a ausencia dos justificados em
lugares uo san ios ; e uiunao que, loman-
iln-se por
s j i luo protesto intimado por e utos
san io-se a especliva carta com o prazode
30 das : pagas pelo mesmo justiitcinte ts
custas. Recife23de sclembrode 1858 An-
selmo Francisco i'o etti
E nesse meamo dia, mez e anuo, foi 0 sup-
plicante Bernardin de Sena I. ipes a.> carlo-
rio do escrivSo que este subscreveu, eeoo
sua preaenfa, a tJs teatSmuahes Mac r
Luna F riien Jj.lo Viceotede rorrea Bandei-
ra, -isse, que ua couformidade de sua peli-
qSo inicial proteatava pelo sea conteudo con-
tra todos os ere lores nell especilieados : e
de com;> assim o .isse e ^ri/tesiou, assignou
o termo de protesto com as mesillas teste-
munh s. e u escrivSo Francisco Ignacio de
Torres Bandeira, que por fort}a a .oinlia
Sola das sessOea do conseibo administra-
tivo para forneci nento do arsenal de guer-
; ra 22 de etembro de 1858. liento Jos L-
menba Lina, coronel iresidente -Jos An-
t mi Pinto, leuente-coronel vogal servindo
de a 'creta rio.
Pela 'subJelegacia da freguezia deSan-
to Antonio lo Kecife, foi apprehendila urna
i plsela que lora ach'da em nio de urna
I i,reia que a quera ven ler sor biixo pre^o,
, e por isso se de-conlia ser fu 11: la ou sella-
da: a quem se tiv r desencaminlin io ou
perdido objecto igual, com areca oeste jui-
zo, que dando os signaos e provando o seu
dominio, llie sera entregue.Villana, subde-
legado.
Pela subdelegada da fregueiia de san-
to Antonio do Kecife, acba-se recolbijoa
casa de d-lenco um preto, que qnan io foi
reso disse chauiar-se Thomaz, entretanto
i|ii se declarou na dita casa de detensilo
de Borges,
morador na Boa-Vista, o qual foi achado
fora de horas na porta da igrojs le N. S. do
l.ivramenlo, do minio: quem Cor seu legi-
timo dono, compares oeste julzo. que pro-
vando seu dominio n posse, lhe sera iilre-
gue.--Vidas, sub lelegado.
Vuth a babia,
O veleiro e hem conbecido palliabole na-
cional Dous Amigos, pretende s.'.,uir com
muit brevulede, tem prometo p?rte do seu
car. ega ment, e par-, o resto que lile falla,
trata-se c ni o seu consignatario Antonio
Luiz de Uiiveira Azevedo. no seo escnplo-
no, ra da Cruz D. 1.
> ra io u
O brigue Trovador seguir' com bre-
vidade, para carga epassageiros h-ata-se
om os consignatarios Barroca & Castro,
na ra da Cudeia ilo Recifc n. ':.
tlSI'
A barca Cecilia, oapUSo Gaspar Lei) de
Parias, segu com brevi la le, roe
A tratare.i Cae inu ( ;. riaco da C. M., oo
la lo do Corpo Si .to n 25.
LEILO
-(- Fiirt.iram da casa do ahaixo assignado,
na tua .'as Larangeiras, os seguintesobjec-
tos : duascasacas novas, urna preta eoutra
de cor chamada bro. ze i tem asabas forradas da setim mac o
mangas de seda verde, a do cor tom as abas
forhi as de setim d.i i'.hin.-i, .-.^ niang s de
se
u m! dos pe tos urna >equei,n nodoa de cera ,
umas poucas de camisas francezas, com pai-
tos de linbo, e im.it> nov s; calcas li an-
c de brim ; seroulasde linbo; 869ra. em
dinheiro ; a hialori da i: .sin, em dous
voliimes. por Lamartine, e o segundo eter-
ceiro volumes da liisioria tus ConstituJo-
les, p lo mesmo auto ambas estas obras
sao completa ente nov s, um cbaoeo
fenro sem .11, c r ue c. f ; toalhas
le inho e C'jlli 1 ; co. O abai-
\ 1 assignante tem desconlianca sobre quem
sej o ladro, e est isuosto a proc ler con-
lle. Enlretauto, entregando-lbe ludo
is o dinbeiro, guai lar s-'gic lo.
Antonio Pedro deFigueireto
- Pergunla-se ao Sr. cnsul de Portugal
se He verdade que, qiundo S. s. cursou a
Ijnijversidade de Coimbr, os esluJantes da
sua!aula se, amotioaram o investa o contra
u rallen te Ibe tiraram os olbos I Se porveo-
tui 1 sabe quem foram os autores 'esso at-
IrnLa lo Com sua resposta vollaremos.
Um amigo do Matheus.
--- Pergunts-se ao sr cnsul de Portugal
.;- ne verdade ter cursado os bancos da Uni-
1 -.i.-.de ie Coimhra, e se he formado em
arb s, ou aieivosas ntentirss.
(1 cascabulho do Kecife,
Da-se dinheiro a juros razoaveis: na
rila da Cruz n. 15, aruiaZdin
' : '..
ISTMADADi FERRO
*^*-3
THBATEO
BE
SANTA ISABEL
COMPAMIIA LVl.irV ITAUVA
DF.
G. MARN\NGELI.
QUARTA-FE1BA, 20 DE SETB11BRO.
I '2a KECITA DA ASSIGXATL'RAi
tepreaeiil.ir-ae-lia a opera de Douizzetti, em Ire-
aclus :
TlIRQUATs) TASSO.
() bilhetes eatarlo a' venda no ilia du lapeclacul"
no eacripl .lio do lliealro, das diante.
Principiara' as oiln horas.
a-.v,",?-.T-.t-J s .t-. t-j.v.T-.ti ,%-jti~.r.-
seguro
rv
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h\ ilo Di
Bu
V
..

139.-601*469
tO.
Direito publico brasileiro, prer^o
1-000 : apontamentos sobre o pro-
cesso criminal 8* edirjSo. preQO 85;
pontamenlOS sobre a< forma h la l-s
do processo civel 2a edii;3o, preijo
59, Estas obras eucontram-sn na
rna do t;ebo emfrento do n 22.
:'

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153
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Ka,
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10:955*070
:.ic2io
I! 10 UE JAKEIB0.
A Socieilado Auxiliadora da Industria Na-
cional, eslabeleciiia no rtio de Janeiro, con-
Vida a tolas as [essoas Ilustra !as e amigas
do progresso para fazerem parte da mesma
socioJade, na quaii tadi- de seus sucios el-
le mo o protesto do justificante, foctivos.
A sociedale que ha mais de 26 annos tra-
baiha constantemente para desenvolver o
a. 11 feiaj lar a industria e a agricultura, n3o
pule fazer todos os beneficios que deseja
sem o concurso de todos os seus concidanaos.
jMOBftiIAS
QUINTA FEIRA M) DO COR-
RENTE
AS 10 HORAS DA MAN HA A
Na ra doCollegio aTuazem numero 15,
MARCQLINO DE B0RJ6
faja leilSo em o seu anttgo rn-azem de 11:11
esplendido sortiment de obras de marci-
n-iria de todaa as qualidades, inclusive mo-Cr.11 .:i8ie> A" C > |)QI lilla.
bilias completas do moguo, jacartndi 8
ams-ello, ditas avulsas, pa-a gabinete, s:la
lejanlar e quartos de dormir; assim coaio
de una infinida de de outros muitos artiu'.'s
dedifferentes qualidades, que se .c ardo do
ptenles ao exame dos Sis. prideudentes no
sobre lito nia do leilao, e que ser3o sem re
sei va vend loa
Leilao
Brcndcr a llranlis & C. farao leilao por
interveiiQJo do agente Oliveira, e por conla
e risco de quem pertencer de \x ,>''<;a; .ie li-
lele de cor. s, da superior qialidade e raras
vezes importado oeste mercado sexti-f.i-
ra I" de outubro, as 10 horas da manira, no
seu armazem rus do trapiche Novo
Leilao
Hoje 21) Ilenrique Bruno C contiuuarao, cor in-
tervenQo do agente Uiiveira, o seu leil5o do
mais completo sorlimento de f>zen !as de
algo 13o, laa, linbo e !e seda, as mais pro-
, ras do mercado, e entre ellas muilas que
ser3o ven idas por qualquer pre^o pa-a fe-
char conlas: quarta-feira, 29 do corrente,
as 10 horas da maiihSs.no seu arma6m, ra
da Cruz do Becife.
:t>**0&
CU.MPANIIIA NORTHEM, ESTABELE
CIDA EM LONDRES.
Premios diminuidos
AGEN1 l-:s
I CONSULTORIO HOMEOPTICO
m. immmi.
;;.\.v ni A i'A GLORIA casa DO im v>ao-;'
0 Dr.Lobo Moscozo la/, scicnt
o ([uem interessar | ossa (|iie U:ai @
..' commodos em sua casa para iv-
ceber alguns escravos nao s pa- ffi
.. ra tratar de stias cni'urmidudcs C'-i
Os accionistas dessa
empreza sSo convi la-
dos co apareeerem
HOJE 29 do crente
1 o meio dia ;a sal associaco commcrcial desta i^ra a para pro-
cederem a approvaQtlo dos estatutos e in-
c>rporai;3o da companhia

'- ArkwrightTuckniss & C. mu- .
v'_; daram o seu armazem de azenda
'i da ruada Cruz n. 18 pura ames- f.'j
-y* ma ra n. 61. (v
%m>...
AITENCMl-
O abaixo assignaio, na c.informida le dos
annunclos publicados neste Diario, no cor-
rete anno ns. 149, 155 o 16, faz scicnte a
todas as pessoas que se digaaram snbscri-
ver para a publica<3o da obra Regras de
Kscripturaijio Mercantil por partidas dobra-
das,que hojo da principio so recebimenlo
da subsciipilo, eroga-lhes o obsequio de
ma ndar satisfazer o respectivo importe
na casa de sua residencia, ra do Sebo, casa
sem numero, defronle da de n 2'i ; PasselO
Publico, loj. n. 11, dos Srs. Ferreira & <;roz,
011 le recebero o competente recibo, tir-
mado pelo ahaixo assignado : ou darem
prd m em suas casas ^arn ser salisfeito dito
impoite a vista do mencionado recibo. An-
da continua a subscrever-se para a referiJa
obra nos lugares cima mencionados, a 5fi i
cada exemplar, brochura, e para os que nSo
! subscreverem seu prego sera 108 rs. A referi
da obra n3o s contm as regras, o exemplo.
para sn escripturar os livros na conformi-
dade exigida pelo nosso cod. commercial
mes tamliem os usos e estylos das yraQas Jo
imperio ao,,rovados pelos respectivos tribu-
naes do commercio, segn lo o prese i.to
pelo art. 26 do regulamento n 7*8 de 25 de
novembro de 1850 ; .1 collec,3o caronologica
nos assentos o tribunal co commercio I*
capital do imperio, de accordo com os
Iriounaes do commercio das pra;as ia Ri-
bia, l'ernambuco e MaranhSo, como prescre-
Pode-se ao Sr. sub lelegado da fieguc-
zia de S. Ai.tomo, que tenha a bondade de
man lar mudar ara as Campias do l'iauny
um curral de vaccas com o seu competente
gollicitandoa coadjuvacSo das intelligen- paidelote, que foi-transportado da ra do
Sil s, ella promnve o Peni publico e o inte- F*0g0 P'-r "'" sobrado da-ra ilr Bola, alim
resse particular de cada um. Porem n3o deque nao saja vista a propagacSo de-ses
basta somante a boa vontadu ajudaia pela animaes.
inteiligencla, para que se puss levar exe- _,,'a escada da ra do Oollcgio n. 2^ ba-
DIVEKS\S PKOVUCIAS.
Kandiraenlo do da 1 a 27. .
Ij.m do da 28.......
DESPACHO DE EXPOKTACA.0 PELAMESA
IX) CONSOLADO HEslA ClUAUB HO BI
27 DE AGOSTO DE 1858.
I.i-tuaBrtgua porlDXoal 'ocomparavelu. I'ran-
cnco Jiiae' Auau-tn l-'eneira, 30 barril tnei.
KECEBi.lHIKIA Di, KE.NDAS iMEUNAs tiE-
RABS DH PERHAMBUCO.
BenJimenin do Ma 1 a 27. I&T769408
lleiu do dia 28....... 1:I.jc7iI
a0:!92ftl49
tolos os meios pe estimulara industria par-
ticular e promover efiicaziuenle o interesse
geral.
Pelo art. 5 5 2 de seus estatutos, aquellos
de interromper a p.escripcao allegada luaquerem f. zer parle da sociedale podern
lObecimooto de to- rHn"r- pertcluamenlo pela quantia de 36,
il:009J280
_________I seiileiicja cima transcripta, tez psar a pre-
sente carta de e lito* cum o prazo de :)0 dias,
2:3339162 pela qual eseu theor,intimo e bei por 1 .ti
119:110 mado o iodica o .roteslo a tilos ossuppli-
Cadcs deve lores acuna mencinalos, oar*. o
-::tii;772
E para que ebegue ao co
dos es justificados, mandei passar elilaes
que s.' 80 afiliados nos lugares pblicos do
eos tu me, e publicado pela impre sa
un 10 e passa lo nesta cidade do Itecife aos
2 dsete itbro de 1858.Eu Francisco Ig-
nacio to Torres Bandeira, escrivSo dojuuo
especial uo commeicio o suhcrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
cuarto os lins de ulitidade gen I que n socie-1 veia lo -os os dias at as 9 horas da rnanhSa
dado tem em vistas, be indis ensavol accu-ilelte t! yacca sem agua a ::20 a gnu ,'
mular recuisns pecuniatios com os quaesse """ 1'eJo-se aoSr inspector Torrea.qne he
to.'ne possivel conferir premios, gravar me- l^o comna iecido das escravas, quando s9o
diilhas, estabelecer concursos e exposiQOes, i castiga !as por suss sen lloras, quo tambem I
desenvolver o ensino escripto ou porulelojs', compaJga de utna nio(a, que no seu
do esc das, em ui: alavra por em pratica qoarteirao l'.e de vpz e :quaii io su'mda.
ve o art- 13 do citado regulamento; e o re
como para la/.ur qualquer ope- rj'3 j "lamento ap trovado pelo governo imperial,
racSo. Os doentes serSO tratados, '"*a Dra" do commercio da cidale de Por-
.-. lo-Alegre. A referida obra acha-se approvs-
da uor pessoas competentes como consta da
mesma, e se v nos rele idos (Diarios. Be-
cife 28 de selembro ce 1858 Jos Antonio
! Comes Jnior.
Precisa-se de urna mulher maior de
pela liomeopatliia ou pela ullo-
patliia, conforme parecer mais fi
conveniente para a brevidade da 0
^ cura. Adverte que recebe gra- (g
j tuilamente
umaououtta pessoa Qi 40 annos de ida le, de honesta conducta, e
O que precise lazer alguma opera- | qn lenna a excellente qualilade de snber
e que por suas circtimstan- @|administrar u.; a casa de um homem viuvo,
CONSOLADO PROVINCIAL,
ftendiraitnlo do dia t a 27. .
Idam ::
29:788951 1
I .';
30:183*003
521

Naaios entrados do dia 28.
Acaracu 20 dias, hiate brallei o Soltra-
iense, de 97 tonel das, ca.dtSo Francisco
Jos da Silva Bats equipagem 8, carga
70O saceos com fannria de mandioca c aiais
gneros ; a C C da C. Moreira. Pe tence
a Pernambuco.
Pela s:ib:elegacia de Santo Antonio do
Becife so faz publico que se acha em dito
j H/.0 u>n de ial e um rgulheiro, cujas ob-
jpictos foram acha los e u iiiao de um meni-
no que disso sjr do a-senal de guerra ; nos
quaes objetos existem diversas leitras 1111-
ciaes : quem for su dono se apreseate, que
daudo os signaes cert js,e pr ivas superabun-
dantes, lhe serSo enlregoes. -- Villaga, sub-
delega lo.
IUIZOJDOS FRITOS DA FAZENDA,
I)emonslrar;o lu movimento da seceso do
coniencios > durante o semestre de janeiio a
jonho d : 4858.
lug*-se um preto para servico leve
quem o pretender dirlja-se a pra^a da Inde-
pen iencia, luja n. 3
Boga-se por obsequio a quem adiar.
Perdeu-se o bilbete n 5044 da sexta lote-
ra do Santissi 1 Sacramento do Rio, con-
ced la pelo decreto n. 728 de 2 de maio de
1854, cujo bilheto esta assignado pelo Sr.
Viscomte E. I.ercont, no verso: quem achou,
quereudo fszer o obsequio 'le entregar, po-
de-se dirigir a ra da Cruz n 3, escriplo-
d rio de Burle, Souza t\ C. Previ ne-se queja
sobre as mesmas materias, receiUs sobre to- ifo1 av'S; P"" Rl ^ea lur^iro, para no
da a sortede industrias e utels na economa i c'50 '1 ahtr r.lgum premio, nao op^gar.
domestica: tem alnm disso direito atoo-asas ~ recis-se de urna ama qu.s sirva para
publicacfles que fizer a socie lade, a receber! tomar conlas de duas meninas e laaer todo
se .entes, e b o^ier < scUrccimentos sobre i 0..S"VI.C0 oomestico do casa, dando-se-lh i o
tudas as qucs'.Oes laduslriaes.
't3
: .

alem de 12; lo diploma ,Ie socio. Pela quan-
tia do 483 (paga do urna s VOZ ou por pres-
tares) lem os socios o 01 eilo durante sua
vida, a recober animalmente um volume de
60O paginas, couletido um manual sobre in-
dustria gricola ou fabril, arllgos variados
cao, e que por suas circumstan-
cias nao postam satisfazer at des-
pezasde tratamento e nao queii
sujeitai-se a ir para os liospilaes. ;'.
O preco do tratamento dos esera- 3
tos regulara'de 2J a 3jJ diarios g\
conforme a gravidade da moles- S
ta i-o tempo de curativo.
OfTerece-se urna ama para casa de _ou-
c, familia ou homem solteiro. a qur. I en-
go'nmo, cose c cozinba : na ra do Colegio
C-JIPAIHIA
Dli
{Ilumnamelo h sraz.
A companhia de illiiiiiinarao a
gaz desta cidade avisa as pessoas
estabeiecimentose casas particu-
lares por meio do gaz de virem
dar os seus nomes em casa de
Kostroo Rooker & C, praca d
Coi'DO Sent 11. t, notaiulo-se **
! que aquellesqueprimeirosealis- ^?-
tarem sei-ao servidos em primei-
ro Lugar.
. i .
Precisa-se de um? ama de leite : na
ra do Hospicio n. 9.
As pessoas que aceitaiem este convite,po-
doui dirigir-se na corte ao sr. Jos ugusto
.Nascenls Piulo, ihesoureiro oa sociedade.


&.
da pro-
da the-
Bahia Blanca 23 dias, patacho inglez Leo, Correspondencia com a directora
de 130 toneladas CapitSo L L Olireire,
equipagem 6, em lastro ; a ordetn. l'erten-
ce a l.iverp 10I.
Santa Catbarina 10 lias, brigue hambur-
guez a Capibaribe, de 260 toneladas, ca-
vutao I. P. Lassom, equipagem 12, em las-
tro ; a ordem. Pertence a lliinburgo
Camaragibe -- 2 dias. hiate brasileiro Santa
Luzia. Je23 toneladas, capitno EstevSo
Bibeiro, equipagem 3, carga assocar. cou-
ro e outros gneros ; a Minoel Jos Le te.
Pertence a Pernambuco.
EBKATA.
Na parte do registro de 24 do corrente on-
de liz a barca "santa Cruz* com 31 dias,
leia-se com 85.
;eral do contencioso.
Dita com a presidencia
vincia.
Dita co n Ja inspectora
sotirarie.
Hita com fiiversns autoridades.
Ditaa coai os procuradores lis-
caes
Dita c.itn os cullee.tores
35 o lucios
9
33
8G
Co >
O "" fl
^ 1 W.
asa
2 5
^3
fia O aa
?:
"5-
oa oc ;
S c 5
B
co 9-
03 I
lloras.
z r.
199
Registro d precatorias para dentro
lora da provincia
Termos de li nc 1
Ditos de contraas.
lutos de aforamemos.
Certidoes.
Unas pass des a 1 i versos devedoros.
Pa.-eceros
409
la
3
9
5
3
<..'>.
o Porf*
Par.
Atn otpkera.
a a /'fi
liirerr.lo.
Iiilrini-
dae.
1:. ic 10 IC li. 1
"-.-TT'r--. Ccnlinrarlo
li, 1- li. ic i
Kiaoinur.
52Z0 Fahrenheil
Hygromctro.
-i -1 -1
-- -. =
>c ce 5
en Ce 3
llaroniflro.
Comas ecerl oes le ivida registradas. 555
1652
1290
415
Is229
ia le
si
-i
c
c.
~.
:**
'i.

O lllm Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumprimento da reaolotjSo ilo
junta da fazenda, manda fazer publico que
a arrematQ3o da obra da bomba sobre o na-
cho Bicupeba, foi transfer la para o da 14
le outubro prximo vindouro.
E para constar se mandou alfixar o pre-
sent" e publicar pelo Diario.
Secretara da thesouraria provincial de
Pernambuco 25 de setembro do 1858.O se-
cretario, A. F. d'Annunciar;ao
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Rita. Sr. presidente da provincia, manda fa-
Tiveram andamento (processosi
p| Pagamentos effectuadog
" I Importancia cobrada 20:49
p| SeceSo do contencioso da lliesourar
fazenda de P. rnambuco 25 de selembro de
1858. -U procurador liso I e nos l'eitos, Fer-
nanda) Alfonso de Mello
Acamara municipal do Becife faz pu-
blico, que, em virt-ido d.i ordem lo Exm.
presidente da provincia de 2 do corrente,
estar de novo em pra^a no ta 29 do cor-
rente o imposto sobro o oapim de planta por
mais um tergo da quantia de 1:269f porque
foi a'iemala lo no .lia 15, ou por 1:692 : os
pretndanles devem apresentar fiadores ba-
bilit los. Pa^o !a can.ara municipal do Re-
cife S5 do setembro de 1858 Luiz Francisco
le Baros Bego, pro-presidente.Manoel Fer-
reira Accioli, secretario.
CONSUMI AilMI.MSl tATIVO.
Oconselho administrativo, para fornoci-
menio do arsenal de guerra, tem de comprar
os objectos seguintes :
Par oa armazi-ns do arsenal de guerra.
Estanhoem verguinhas,arrobas 3; chum-
bo em barra, arrobas 4 ; tubt dechuu.b.i,
arrobas 8; latSo en len^ol, arrobas 5; qo
em verguinhas, arropas ; ule o de lmliaQa.
arrobas 5 ; alvaiala, arroba 1 ; ocre, arro-
bas 5 ; gomma laca, arroba 1 ; roxo trra,
airolias 5 ; baeta verde, covnoos 400 ; bae-
tilha, covados 200; laiteOes de vidro ou
O patacho portuguez PromplidSo II, de
primeira marcha, forrado e encavilha.io de
cobre, segu par- o Porto at o fim do cor-
rente
te
El
d
praca.
(Jeara, Vlaranhao t
O veleiro e acreditado brigue escuna Ora-
closa, CapitSo Joflo Jos ;de Souza, segu
sem de Mitra ciiii carga ja contratada, e
com a que mais se contratar para os 3 por-
tos. ue o na 20 do corrente: consignata-
rios Almeida Gomes, Alves& C, ua ra da
'^ruz n. 27.
AR4 \TY.
Seguo o hiate Hivi loso, j tem ;arte da
Carga a bordo, e para o resto e passageiros,
trala-se coai Martins c Irmao, ra da Madre
de Dos n. 2.
ira u ro de janefro.
O veleiro e tem condecido patacho nicio-
nal Bebenbe, 'le primei-i marcea, pregado
e fuado de cobre,preteu le seguir com mui-
ta brevi lade, tem a seu bordo urna parte de
seu carregautenlo, e para o resto que lhe
falta, trata-se com o seu consignatario An-
tonio Luiz de Olia-eira Aze^edo, no se es-
criptorio, ra di Cruz n 1.
p ra 1 \> ilv: Janeiro.
O veleiro brigue nacional Laura preten'e
eguir com muita brevidade, tem part? de
seu carregamento promplo, e para o resto
que lhe [alta, tral .--e cum o seu consigna-
tirio Antonio Luiz de Olivoira Azevedo, 110
seu escripto;io, ra da i.ruz 11. 1.


tratar de meninos que estSo na escola : que 1
assim estiver habilitado, dundo (ia lor a s ja
boa conducta, entenda-se com ('.ttano Pinlo
de Veras, (sendo a sua s pessoa) no sobrado
da ra de S. Francisco n 8, como quem vai
para a ra Bella, das 6 as 8 horas da manhaa
e das 4 as 6 tarde.
Quem achou um f de borzeguim de
senhora : na ra eslreita do Boserio, que
rendo restilui-lo leve-o 80 cliafariz do Car-
mo, que ser gratificado.
Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va para o servQO de ra, e c^sa de una se-
nhora : na ru da Senialla Velh, no primei-
roander do .-'obrado n 79, junto a taberna
do Sr. Zacaras.
Olferece-se urna senhora de muito boa
conducta para ser ama do unv. casa : quem
precisar dirija-se a ra do Vigario n. 5
Precisa-se a lugar urna preta escrava,
que saba comprar e cozinhar: no aterro da
lita-Vista n. 7.
Feijao mu ti-
nho e milho.
Vendse no Forte do Mallos, armazem do
Cao pello, junto &o trapico, doalgodo.
Dase a quantia de 4:0GOf0OO a juro ra-
zoavel e sob i;s nocessarias garantas : quem
precisar, queira m iicar as garantas que
ufferece, e o lugar de sua residencia, ludo
m carta fechada, que te' a bondade de
deixar na luja n. 6 e 8 da piarla da Inddpen -
dencia sob o ttulo A. M I>
A pessoa que annunciou a tempos pa-
ra comparecer na sua morada a pessoa que
recebe fazendas em casa d t Sr. Paitasen, loja
de sirguciro,-ua Nova,para tingir, achava-se
gravemente lo inte, e nSo foi sabedor de tal
annuncio, o que soubeago a de prximo ;
por isso queia mandar por um bilhele, com
seu nome, numero da casa e ra, em casa
doSr. Pana.-co, ra So va, para ser proc-
ralo.
-- Compra-se urna escrava crioula, quo
sea mor;a es iba cozinhar e engom 1 ar : na
rus do Sol, casa n II.
Vende-se um negro de nar;3o Costa,
que representa ter 40 annos, poOCO mais ou
menos, sea vicios e molestias, ptimo para
qualquer servido, e mu-mente para o agricultura : quem o pretender, procure no
segunlo indar da cas n. 15 da ra do Vi-
gario.
Ven le-so no pateo do Carme, taberna
n 1, un escrava moca e bonita figura, com
tolas as habilidades.
Vende-se um moleque de bonita figu-
ra, idade 19 aunos, he bom canoeiro, e tem
principio de cozinheiro : a tratar na ra do
Seve, casa da viuva Bastos.
-- Vende-se a casa terrea da ra dos Gua-
rarapes n. 14, recentetnente acabada, com
um bom quintal murado, caci j.ba, algumas
arvores de fr.icto, e co -i bastantes comma-
dos para familia ; a tratar na mesma ra
D 20.
Vende-se a quinta e iiclo do dicciona-
rio de Moraes, com muito pouco uso : quem
opretenler, dirija-se ao largo de S. PeJro
n. 4, que so dir quem vende.
Escravo.
Vende-S9 un bom preto escravo, de 22
annos; na ra da Soledade n. 70.
Aos c lia i* t te i ros
Veodem-se caixas vasias de charutos, por
todo o precu ; no pi^eo do Carino n. 9.
-- Vendm-se caixoes que foram de pecas
de chitas, por barato preco ; no pateo do
Carmo n. 9
As as8ticet reros.
Vene-se urna balanga grande de madei-
ra, com brsgo de ferro, muito bem feiia e
nova, por barato prego ; no pateo do Carmo
n. 9
Veniem-se uns caixGes com reparti-
mentos e lampos, proprios para taberna,
pintado, em bom estado ; no pateo do Car-
ino n 9
-- Vendem-83 barato 2,000 couros soni-
dos ; para ver-se, no Forte do Mallos, tra-
piche da companhia dos vapores costeiros,
e a tratar, na ra da Cuia n. 5, primelro
andar.
SVSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
PILULAS HOLLOWAY
F.steincstimavclespeemeo, composton-
teiramentedehervas medicinaes, nSo con-
tm mercurio, nem a Igumaoutra substancia
delecterea. Benigno maistenra infancia,
e a comidenjao mais delicada ne igualmeo,
', te prompto e seguro para desarraigar o mal
I na compltelo mais robusta ; be inteira-
1 mente innocente em suas operaedes e effei-
tos : pois busca e remove as doencas de
Trocara se quatro imagens do^nhor, I qualquer esPecie_e grao por mais antigs e
co eruz e calvario de jacaran
tas c nios lloralos, ob-a bem feita : no
alterro da Coa-Vista n. 17.
Precisa-se alugar um escravo : quem
tiver pode drigir-se a ruado Queimado 11.
10, que achara com quem lr*t- r.
Quera quizer, sem receio de ser enga-
n do, compiar um cavado d>' cabiiolet, gur-
do, e bom a todos' os respeitos, procure a
tenda
tenazes que sejam.
Entre milharns de pessoas curadas com
este remedio, muitas queja estavam s por-
tas morte, preservando em seu uso ; con-
seguirn! recobrar t saudee forcas, depois
te baver tentado nulilnientelodos os ou-
tros remedios.
as m9is alictas nSo devem entregar-se a
desesperacao; fagam um cumpeleute ensao
' -
ADVOGaCIA.
O hacharel Juaquim da Costa Dou-
rado advocado dos autorios desta
cidale, 'Ole ser procralo, para o
exercicio ,1* sua profissSo, ns ra
das Cruzas n. 9, primeiro anlar, das
a 9 horas do da rs 3 da tarde.
sustento e vestir, e o ordenado que se con-
v.racionar : a tratar na ra do Queimado n.
14, piimeiro an lar.
Aluga-se urna ama para todo o servico
deuir, casa de familia : ua ra das Cruzes
n. 26. primei. o andar.
jLeu b ih; .
P.oga-se encarec lamente aos senhores
vendedores ce tssucar, socios da Associagilo
Coiinercial Agrcola, e colilparecerem no
da 1.' de outubro ao meio dia, na sal. da
mesma associ q.'o, para darem seu voto em
objecto que Ibes diz respeito
V
:':
>
lebrbeiro na rus das Trincbeiras, dos elficazes elTe.los desta assombrosa medi
junto ao cartono do escrivSo .Beptista, da*
10 r.oras da manhaa ate as 2 da larde.
-3.
Or leiu ie cei-; au
Francisco do jRecife.
Existindo vagos os lugares de enfer-
meiro e enfermeira do hospital Todos os
Santos ila mesma ordem, em nome da
mesa regedora convido a todas as pessoas
habilitadas pira tem desempenharem
ditos lugares e que estejam no caso do
art. 158 dos estatutos, a dirigiietn-se por
a soltredila
cia, e prestes recuperado o beneficio da
saude.
NSo se perca tempo es tomar este reme-
dio para qualquerdas seguintes enfermida-
des:
Accidntese pilepticosFebres intermitiente
~ ^s JusUno Mafoll meiodeseus requenmentos
liamos ausente ao Sr. Jos Francisco Bamos, 'esa ou ao nosso irmao ministro o Si
a n'-goeio de interi'sse ; na ra do Vigario i Manoel Ferreira Antunes Villaca.
Alportas.
Ampolas.
Areias nal de)
Asllima.
Clicas.
Convulses.
Debilidad, ou
.uaqao.
Febreto da especio.
jGotta.
llemorrhoidas
jHydropisia.
Ictericia.
Indigestes.
este- inflammacoes.
jlrrego la ri da des da
,

:.-'*k^~w^
Comp^uhia
de p ..i. es ing-leses
a val or
Ate o dia 29 deste mez espcra-se da Euro-
so
m. io ta na sala da mesma Associa- $
:. .ao Para negocio tendente a mesma.
vj Sala da Associsco 28 de setembro A
* de 1S.J8.Josqui n Anguslo Ferreira **
9 Jacobina, secretario.
:;XO&&;::;:-:':OyO.'::^.;: ::Q
Hoga-se encarei da mente ao lllm.
Sr. Marnangeti de'subslitur a represen-
Cacao da opera Torquato Tasso, annun-
ciada para quarta-feira ^!> do corrente
pela mu apreciada
Etorgia.
I'ede-se ao lllm.
de tornar a levar a .-i-, na a opera Lucrecia
liorgia no dia 29 do corrente em lugar
da opera Torq.talo Tasso.
O apreciador da Lucrecia.
O abaixo assignado previnem ao
Sr. lliirsoiireni que perderaua o billiete
11. "i da lotera cjue corre hoje, em oqual
se acham iingnados no verso. Sabino
de Albitqueiquc Cavalcanti Luiz Anto-
nio de Freitas.
ASS!}CI\.:iO POPULAR
opera Lucrecia
Sr. Iffariaangeli
11 19. rimeiio an lar
% meuTciha.
O l)r. Joao don.to Bezerra de H
Menezes tera lixado sua residencia ^
nesta cidade e pode ser procurado na g(
3 ra a Auroran. 62 segn 10 andar, >{
asa que faz esquina com o aterro da jS
j^ Boa-Vista, o mesmo presta-8e a qual- 9
)g{ quer chumado a tola hora do dia ou r%
y es noite, e da coasaltas gratis aos po- gi
SEGURd NTHA 0 FOGO.
COMPANHIA
kJVGl
em Loo: <
rgc ile !24
CAPl'AI,
CINCO MILHO'ES I)!'. LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saondors, Brothers 4 C. tem a honra de
Debili Jadeou falta de menstrua^So.
forcas para qual-.Lombrigas de toda
quer cousa.
Dysinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza noventre.
09 i
Precisa-se de um caixeiro iiortuguez,
viudo ha pone*) temjo, de idade de ria 16
annos, pouco mais ou menos : a Ira1 r na
ra do Livramenio n. 13, loja da caiga lo.
Precisa-so de um jreto p-ira o servido
de casa : em Santo Amaro, pedaria.
Precisa se alugar una canoa que car-
regue 300 feixes de catira, para conJuzr to-
dos os dias essa quantidade de capim, do
porto da liba, em Apipucos, para o porto da
ra Nova : a essoa quo quizpr fazer essei
alugunl com canoeiro ou sem elle, entenda- Herysipela.
se na typographia desto Diario, que alii se I Febres biliosas
I especie.
Mal de pedra.
Manchas n cutis.
,ObstrucQ5o deventre
,Tsica ou consump-
Qao pulmonar
Cnferinidades no ven-.Betenc, ao de ourina.
tre. Bbeumatismo.
Eniermidades no (iga-isymptomas secun-
do.
Ditas venreas
F.nxaqueca.
danos
Tumores.
|Tico doloroso.
11! leers.
(Venreo (mal).
lhe dir a quem deve procurar. Vendein-se estas pilulasno eslabeleimen-
O abaixo assignado, tendo de fazer urna to gcralde Londres n. 24*. aStrand, e na
viagein a Europa a tratar de sua saude, dei- i loja de todos os boticarios droguistas e ou-
\-i de SOCIO em sua casa, sita na ra Direita tras pessoas encarregadas de sua venda em
u. 32, a Antonio Jos Pereira, e do mesmo
estabele^im-'iito procura 'or. Becife -2H de
setembro de 1858 Jos Maris Concalves Pe-
rol a.
-- n ahaixo assigna lo faz saber ao res-
peilavel corpo do co :mercio, que tem justo
e contratado com o Sr Jos Juaquim Gon-
(.ilves da Silva a sua tab rna sita no aterro
Boa-vista n. 8 ; n3o se responsabilisan
do o abaixo assigna o por qualquer debito
que o mesmo Sr. Condal"is la Silva tenia
informar ios senhores .ociantes, orotric-, -
tarios de casas, e a quem mais convier, que,coiiirabido para a mesma taberna, ate ao
estilo pienamence autorisados pela dita com-!firn (, c,rren.tP 1!ec,fe 27 de setembro de
panhia para erlectuar seguros sobre edifi-
cios de lijlo e pera, ooDertos de telha, r
igoalmerrte sobre os objectos uue conlive-
rem os aesmos edificios, querconsisii- ,->m
DObilia, un em fazendas de qualquer quit-
li-, '.
He chegado loja do Leconte, aterro da
Boa-Vistan. 7, u excelloute leite virginal de
ro branca p ra refrescara pello, tiiar pan-
nos, s as espintias i/.uilmentoo afama-
do oleo baboso para Ifmpar a fazer crescer
1859Antoaio Jos de Almeida Costa.
-- Precisa-se de um homem solteiro para
boleei'o de carros fnebres, psga-se bem :
no pateo do Paraizo o. tO.
IVU directora das obras militares se
tem de fazer diversas obras no quartel da
Soledade : as pessoas que se qaizerem pro-
pr a por em ejecuto as dil-s oliras, com-
pSrecsm na relon Ja directora d s 9 l|-2 ho-
ras mama ateo da 30 lo corrente.
Tendo de ser solemnisa io o glorioso
c bellos ; .ssim r uno p imperial do li- S. Miguel Archanjelo no dia 3 de outubro em
SessBo exlran i ,i as 7 horas da noite
do -29 ti din,- te, no lugar d.i c.istume.J.
Borges Carneiro, l.- secretario
- Precisa-se le nina ama ara estar com
ama senhora e fazer o servico interno; na
ra Gloria n. 79.
-- Piecisa-se de um caixeiro para padaria,
preferin lo so quem tenha pratica do mesmo Jos i'ires Ferreira,
rio de Florones para bertoejas e as. -ida 'es
i pelle, conserva a frescura e oavc-lludadu
da pri v ira da vi la.
Existe una carta na ra da Guia n. .">,
para o Sr. capiulo Francisco Antonio de i'.a -
valbo.
Auiii de leite.
A casa dos expostos precisa do amas de
leite, a quem paga 15500o por mez e coci-
da ; no aterro da Boa-Vista, casa Jo Sr.
globosa; lian ,. ir US de madeua com tornei- pa om dos vapores desta campanilla o qual
ras te ...etal 3.
Para o hospital regimental n cargo do
10.' halalhao do intentara.
ColchOcs 100 ; traveceiros 100 cbinellas
depon da demora do costme seguir para o
liio de Janeiro tocan lo na Baha, para pas-
sagen* etc trata-so com os ajenies Adain-
son, llowio v C, ra do Trapiche Novo n. 42.
negocio, o qee atjunce a sua boa conducta
na ru- da Senzala V'clha n. 9i.
Aos pas de familias.
lint professo- quo tem h-stante pratica
de ensiuo por casas particulares se offerece
para lecclonar primeiras ledras, grammati
ca porlugueza, arithraetica tola Ibeoric.-i e
praticamente, doutrina cbristfls explcala,
no^Oas de geographia o historia, geometra
lect^lmea, a traduzir e escrever o frsncez
Precisa-se de um caixeiro de dadode
16 a '20anuos, para trabalharem urna fabri-
ca de velas : quem pretonJcr, dirija-se a ra
Direita, loja de Terragens o. 66
As m< las que (em ie conduzir o hriguo
escuna naci ai Graciosa, com
provincias 11 Ce-i a. M.i i .ui'nlo e
sua ig eja, na Iregueiia dos Afogados, o qual
po falta de m:-ios ha trinla e tantos anuos
se tem deixado de o fa/er. Boga-se aos fiis
devotos que concorram com suas esmolas
alira de poderse fa;er a referida festa com
a devida decencia c pompa : quem quizer
contribuir. >oJe a entregar nesta cida te, na
loja de ce i .o Deonitio, ra Direita, e nos
Afogados 80 Sr. coadjutor.
Fogio no dia 30 de agosto do engenho
Berthioga um negro de nome Severino, cri-
oulo, de idade de -2t a 25 annos, carreiro,
toda a America do Sul, llavana eHespanha.
Vendem-se as bocelinhas a 800rs. cada
urna dolas contm urna instruc(3oem por-
tuguez paraexplicar o modo desse usar
destas Diluas.
U deposito geral he ea casa do Sr. Soum
phannaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Poma aibuco-
Retratos.
Alahl Schmilt & C, teem a honra de avi-
sar aos seus numerosos amigos e freguezes
que em coosequencia dos novos melbora-
menlos feitos no seu estabelecmentoestSo
peritamente habilitados a satisfazer tudas
as exigencias tendentes a sua irte.
1)020 apparelhos.de grandes dimensoes e
das primeiras fabricas estSo montados para
os diversos processos de maravilhosa arte
do desenlio por meio da luz Com estes ap-
parelhoselles podern fazer retratos em pon-
to.:.io reduzdo que s por meio de om mi-
croscopio se ponein divulgar e assim pro-
gressivamente at o tamanho natural.
Os supraiiitos retratistas nao teem poupa-
do esforQos e despezas afim de darem ao seu
estabelecimento o grao de perleir/So que na
Europa tem os primeiros neste genero/os
systemas mais modernos e perfeitos sSo por
eltes adoptados e pralicados. Quatro pinto-
res francezes e allemSes dao o altimo realce
e perfei(3o as pinturas sxecutadas no estabe-
lecimenlo, colorindo-as a oleo ou a aquarel-
la sobre lela, papel, crystallo ou marlim.
Os proprietarios do estabelecimento pho-
tographico esperando merecer o favor do
illuslrado publico desta cidade e seus arra-
com os seguintes signaes : altura regular
sem barba, com parte da cabeca pelada, bibes" gara"iTtem "a 7eVfei"co"e semelha'cs
com alguns denles podres na fente, e cara jos retratos, assim como a durac3o do des-
mela redonda roga-se a qualquer autori- nho e colorido,
dadee capiUesde campo que o pegarem, o ()4 rPtralos tiram-se todos os dias ds 8
destino as obsequio de o leva.em ao dito engenho, ao nolss da manhaa as i da tarde.
I 1 ra, lo-;seu senhor Manoel Fcrnandes
do Espirito
Cba-se boje as 10 horas da manbaa Santo, que ser generosamente reconr en-
O abaixo assignado declara quo per- sado.
deu obillu-te n. 1807 da lotera quo corro A pessoa que deu urna pouca de roupa
habilita tambera candi latos as c > lenas de .io da 29 .te sele. bro, O qual est assigna- para lavar a urna lavadelra do Taboca de Gi-
primelras lettras, com perfei^So eem meos do com firma abaixo declarada : ieie-se'ma, por nome Cactana, cuja roupa se acha
tem.ra possivel, e da lic-s a noite em sua Sos Srs. thesoureiii e ciutelistss que nao em urna casa ondo foi da la pela msma la-
casa le qu-lquer um dos ramos de ensino paguem sendo ao abaixo assignado. iva.leira pra guardar, e nao ten lo ella ido
ja mencionados, mediante paga razoavel : j Francisco Alves Gamello. |busc.i-la ha qualro mezes, faca o favor de
quem quizer, ainuncie por este jo nal para] Precisa-se de dous amassadores : na ra apparecer na ra Valha n. 81, que dando os
se procurar. ida Senzala Vcllia n 90. |signaoscertos,ella lhe sera entregue.
PRECO C0IH0D9.
Ni i na larga do Ro/.ario esijuina do
beccodo Peixe-t'rito no segundo andar
dosoltrado n. !, faz-s rom lodo asseio
perfeie/io alnioeo, janlar e cei por pre-
eo mais em conta dj que em outra qual-
quer parte.
i


DIARIO DE PERNAMBUCO QUARTA FEIRA 29 DE SETEMBRO DE 1858.
Loteria
Provincia.
Corre quarta-feira
horas.
29 do corrento s 10
P. L*yme,
!.;
oteria
DA
P *I A


PUNTES DE TARTARUGA.
Jos Joaquim da cunha GuimarSes |3(
com loja de tartarugueiro na ra das
Trincbeirasn 8,com a frente pinta la
de verde, continua a tor sempre bu ni Jj(
sortimento de pcntes de diffarentes
gostos. tanto francezes como feitos no
mesmo estabelecimento, caixas para jgj
rap, de tartaruga em chapa que tu- v*
do vende mais barato do que em ou-
tra parte, faz concertos com prn-^p- \?
UdSo e precos commoJos : principal-
mente sendo as obras compradas no B
seu estabelecimento.
Na ra Direita n. 8t lia para vender nin
cavallo muito novo, grande e gordo, muito
proprio para carro.

@ Aluga-se a grande casa em Sinto .",",
fe Amaro, que foi do fallecido Manoel
Luii da Veiga : a tratar na ra do i
Rrum n. 18,prinieiro aniar.
- O Sr. Jos Maximiano Alves Cavalcanli
tenha a bondade de vir ou mandar psgar
509, que o abaiso assigoado lhe adiantou de
dous niezes de seu ordenado, que vence co-
mo praticante da thesouraria de fazenda.
Hecife 1 de setembro de 1853.Jos Esteves
Vianna.
Precisa-se de urna ama portugaeza pa-
ra o servigo interno de una casa de ramilla
perto desta praca : uo pateo do Carino
n. 1*
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se
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No escriptorio do abaixo assignado na ra
doCollegio n. 2t, vendem-se bheles garan-
tidos do imposto goral em qnantia da 100-
para cima a dinhetro pelo seguinta preco
Blbete St/O rec'bo 5:000
Tambem se compram biihetes do loteria
rccolliida a thesouraria provincial com o
disconto de 20 por cento.
IV J. Layte.
NA RUADA GLORIA CASA UO FUNDAO*.
CONSULTORIO HOMEOPATH1CO
DR-P- V- LOBO HOSCOSO
Medico parteiro e operador.
0 Dr. Lobo Mosooso, a& consultas todos os
dias o ortica qualqueroc cragao de ci'urgia,!
ssim corvo,accodo com toda a prompti 15o,
as pessoas ^ue precisiirem do seu presumo
para o servido de partos, praticando aso-
peragOcs rranuacsou instrnnicntacs, quau-
.!o nao possa conseguir resultado por eio
ea homeopathin quo tantas vezestem ven-
dido dilliculdades, que pareca ius- e-
ravois
Telegr*
Vende-se o novo roteirode signaes do
telegrapho, a 520 rs. : na liviana ns. ti e
8 da piara da Independencia.
Sera publicado em breve o follirto
DISCUSSAO' T11E0LOG1C0-JURIDICA
SOBRE
O DIKEITO 1)0 1'OOEK TEMPORAL EM NE-
GOCIOS DOS CASA MEMOS,
em referencia proposla do governo impe-
rial, e c .m a prosicSo do Sr. conego Joa-
quim Pialo Je Campos, em negocio dos ca-
samentas mixtos c de protestantes
POR
CHELOS KORNIS DE TOVARAD, lente de
direito criminal da universidade do l'est na
Hungra. l!ecebem-se assignaluras a 21000,
oa livraria n. 6 e 8 da praca da Inlepen-
dencia.
O tenente-coronel Joo Valentim Vi-
le! ven le o seu engenho Giodahy, na fro-
guezia de Hna.
cobertos e descobertos, pequeos gran-
des, de ouro patento ingle/, para homem
osenbora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Sout:all Mbllor & G.
ra o Torres n. 38.
Escravo pe?a.
Vende-se um escravo mulato, ptima fi-
gura, e ptimo boleeiro na ra de santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
,1 VERTIDOS DE SEDA COM HABaDOS.
Ha p?r vender os mais ricos e
"; mais modernos vestidos do soda do
& cores com babados, que tem violo
este mercado : na loja da ra do Q
(lueimajd n. 10, de Leite, Arlhur A
& c'
CflSSUTOBI HOHEOPATICO
DO
DK. P. A. LOBO MOSCOSO.
Va na da Gloria casa do fundo*
Onde so acham sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tintura,
como em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodo.
Pre9os fixos.
tubos grandes.

|>ho
Velas de cera de carnauba
Vendem-se no escriptorio de Curgcl Ir-
maos, ra ia Cadcia do Kecifo n. 11, pri-
meiro andar.
Reoslos de
olio ejoias.
Vende-se um lindo sortimento de^re-
logios de ouro para todos os prreos con-
forme as qnatidades e um variado sorti-
mento de joias de ouro de lei : no eserip-
torio de Isaac, Curio & C, ra da Cruz n.
19, primeiro andar.

O
3
9
Di
a
a
B
m
ir:-'

a-
i 2.
3 2
= 2.
o i
si
Campos i Lima, loja ni ra do Crespo
n. 12, acabam dereceber pelo ultimo navio
chegado de Franca, um variado sortimento
de fazendas finas, e de gostos inteiramente
novos, como sejam : sedas de qiiadrbnliMs
de lindos gobios a 800 rs. o covado, cortes
de vestidos de seda de babados com 25 cora-
dos a 20}, ditos do phanlasi oom labailos,
um lindo .-or i me uto de flores para csb?c e
para enfeite de vestidos, toncados pretos e
rosos pura senhora, chapeos de palha e de
seda para senhora, vestidos de fil bordados
a matiz para bailes, e brincos para noivas,
e ootras rauites fazendas quo estarSo paten-
tes aos compradores.
Atkncao.
Kissel, relojoeiro francez,
prata,
Aviso a traba
lhadores.
O euinreiteiro ila cstra '. de ferro do Heci-
fe a S Franciscodeseja empregar trabaja-
dores as obras qu>i se eslao fazendo entre
villa Jo Cabo e EscaJa
As vaiitagens offoiecidas ueste servigo s3o
as que se seguem :
1." Os trabalhadores poJein traLalliar to-
dos os dias embota h"j chuva.
2.* O ordenado sera 4 patacis ((,?80) por
dia.
3." F. pago do 15 em l dias.
4." llave a casas de morajias juntas ao lu-
gar do service par- os trabalhadores e a
custa do em jreileiro.
D-se urna gratificacao consideravel a
qualquer pessoa que traga 50 hamens para
trabalhar ua estrada e de mais da-se-lhe o
em prego de administrar os traballos desla
gente ^agando-se-llie boni ordenado
AVISO.
A contadoria da cmara municipal desta
cidade, visa a tolos ossenhores donos dos
estabelecimeutos de porta aberta, que deixa-
ram do pagar o rer.peclivo imposto em mar-
co do correte anno, como determina o nrt
5 do regula nenio do 26 de agosto de 1851,
que no ultimo do corrent fioda-se o (trazo
l'ara esse pagamento com a mulla de 3 por
cento, equedepois deile licam sugeitos a
mulla no dujlo do valor do imposlo.
Contadona municipal do l'.ecife 10 de se-
tembro de !S58.O contador, Joaquim la-
vares llodovalho.
~ Perdeu-se urna pulsaira de ouro desde
0 ueccodas Harroirasat a igreja da Santa
Cruz : queni achou e quizer outregar ser!
generosamente recompensado ; na taberna
da esquina do becco das barrenas.
nEXRlQlT.fr S1V1W
lua do (laciniado..
GRANDE SOlirUHTO'



Botica de
Hita do 24
Dita de 36
Dita de 48 *
Dita de 60 .
Tubos avulsos a.....
Frascos de tinturara de meia onc.i.
Manual do medicina homeopatbica do
Dr. Jahr com o diccionario dos termos
do medicina. .
Medicina domestica do Dr. llenry. .
Tratainento do cholera morbus.
Kepertorio do Dr. Mello Moraes.
10/000
155000
20.3OOO
SsOOO
309000
1,100
'2-000
I\a loja
DAS
Qwttro portas
ROA DO QUEMADO I. 37.
Passando o becco da
20.-J300
109000
2#0O0
6CO0O
310REIM E DOAITEf' ----'s*f
JASK g- OURO E PRATA #, 8l^'J9 fi
gPKDRAS PKECIOSna
..____ : .. : Loia de ounves
jj!S Adcreijos de brtlhan- 5 '
;J les.dianiantes e pero- *g niI, A ...,. ., _
las, pulceir.s. alune- | RLA DOBlTli X 7.
i tes, brincos o rosetas,
Reeebem
|j botoes eaneis de dif- K
fi,; ferentes gostos e do >&
iiversaspedras de va-
lor.
Compram, vendem,
ou troeam prata, ou-
ro, brilbantes, dia-
H mants e perolas, e
utras quaesquerjuias
; .le valor, a dinheiros
8* ou por obras.
.'.:?.JSSJBSKS 1

"
por
todos os vaores
y da Europa as
|| obrsdo ni;,s rno-
Iti dernO y^osto tan-
|| to de Franca, co
uto ie Lisboa,; s
ongregacao,
Nos te bern conhecido e acreditado estabe-
lecimento encontrar o publico um comple-
to sortimento de fazendas francezas e ingle
zas, bem como sejam : ricos cortes de vesti-
dos de seda pretos com 3 babados a 80 e 90
ditos de seda branca com listras assetinadas
a 20f, ditos de barege a 7?, sahidas de baile
a 259, enfeites para cabeqa de senhora a 99
e 10, manguitos 'o cambraia bordados a
2/JOO e 49500, camisinhas golnhas e manguitos a 59000, ditos muito
superiores a 1/300, gollin^as bordadas a 19,
'9500 cada urna, tiras bordadas a
i'OO a vara, gaze de seda a 780
e 800 rs. o covado, sedas de qnadrinlios miu-
dinhos, fazenda muito superior, a 19500 o
Aderecos completo >^4 covado, folar de seda a 600 rs. o covado, 12a
ouro.meios ditos,pul- '',1 eseda lavrada, gosto inieiraaento novo, a
jjp ceiras.allinetes, brin- :-|i 'S000 o covado, mosselinas escuras a 'i00 rs.
B eos e rosetas.cordoes, Sj 1 covado, casemiras miulinhas prprias pa-
transelins. medalhas. 6 ) Ifa calQa, collete o paletot a 19500 o covado,
elo^ios.
Vendc-se cm casa de Saunders Brothers
& C, pra?a do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fubricante Ro^kell. por presos commo-
dos e tambem trancellins e cadeias pira os
mesmos de excellenle oslo.
Cliifes
Na ra das Triocheiras n. 1, i0j8 ae tarta-
rugueiro, tem para vender dous mil e tantos
chilles muito bous.
Farfolla de
iidioCrf snpeii ir.
Vende-se farinba de mandioca superior
abordo do bngue nacional tala, lano en-
sacada como por rr edida. e em porches a
ennteuto dos compradores ; advertiodo-se
que o pre^o sera o menor do mercado : tra-
ta se a bordo, ou no Forte do Mattos, arma-
zem do Campello, prximo ao trapiche do
algodSo.
I
-1*
I

j| eos e rosetas.cordoes, y
'nselins, medalhas,
rentes e enfeites B
para relogio e outros francezas a 260, 280, :00 e 320 o covado, or-

m
m
correles c enfeites i 1 fust5o miuJinho a 400 rs
o covado, chitas
muitos ubjeclos de '
ouro. ; :4
Apparelhus comple-,*'.
los de prata para cha, :{*
bandejas, salvas, cas- 8;
tiQaes, culheres de so
oa e de cha, e muitos ii?
outros objectos de Jft
prata.
^Ht
i
.
mmmo (J"aes vendem por SJjWo^gaBg &m
preco commodo como
costumam.
vende
concerta
. -------&,
relogios de ouro e prata, conce.rta 52
relogios, joias e msicas, ja aqui be '-'
conhecido ha muitos annos.habita 1
pateo do Hospital n. 17.
">(
\&K:
3VS
Acha-se oceulta desde o dia I." de
abril deste corrente anno a ?reta Cosma,
escrava do abaixo assignado, de naQ.locn-
oula, estatura baixi e ebeia do corpo, beigos
grossos e bem fallante, tem um dedo mni-
mo de urna m"o corta lo, e urna belida em
um dos olhns, ps seceos e feios, acambila-
dos : quem souber dar noticias della ou a
ppgar, e a levar a seu seubor abaixo issig-
nado, receber 5O9OOO.
Antonio Uroxado Suares CuimarSes
~ Na ra da Aurora lia urna excellenle
ama de leite, sem cria, nova, sem doencas e
sem vicios : quem a quizer alugar, podo di-
rigir-se csa do Sr. Antonio Luiz dos San-
ios & Rollin, na ra do Crespo, que Oir
quem he o dono, e o mus que for preciso.
Aluga-se o sobrado de deus andares e
sotao, na ra do Caes do Apollo, numero
5 acabada d reedilicar de novo, com
commodos para grande f-milia, estando pin
tado de novo e estucado a moderna, cozmiia
fra em ambos os andares, canos de esgoto
para aguas, etc.. etc. : a fallar na ra larga
do Rosario n. 36. botica do Sr. Bartholomeu
Precisa-se de um rapazinho portuguez,
de 14 a 16 innos de idade, para estribeiro :
no pateo do Carmo n 14.

Compra-se urna carrnra em bom estado,
para tralialhar oom um boi : quem tiver u quizer
vender, dirija-ce a ruada CaJeia do Recife I tos dtoa bordados a seda
Receoidas em direitura de
pars.
Ricos cortes do vestidos do seda do
cor e brsncos
Cortes de cambraia de seda borda-
dos ao lado
Grosdenaples preto encorpado, co-
vado 19600 a
Dito de cores S branco, covado
Seda branca lavada para vestido
de noiva, covado I900 a
Belleza da China, fazenda toda do
seda, covado
Setim preto maco para vestidos,
covado 29700
Velludo preto o moiior possivel,
covado
Meio velludo preto o de cores, co-
va o
Velbutina preta e de cores, covado
Fular de Paris de seda com listas
matisadas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
dres, covado
Diana de seda lavrada mu linda,
covado
Se limas de quadros e listras, co-
vado
l'o rimas do seda o 13a, padroas
novos, covsdo
Barege de seda, padrea miudiubos,
covado
Gorgurao de seda com dores, covado
Panno preto e de cores, prova de li-
mao, covado 3/ a
Casemira preta seti.fi,covado 19700 a
Muss' lina de cor e branca, covado
Chitas francozas de cor claras e es-
curas, covado 280 a
Cambraias orguudys.uovos aadrOes,
vara a
Cassas francezas na^. padres no-
vos, vara a
Ditas ditas, vara a
Mantas ue Blond, p.. tas e brancas
Manguitos e go abas bordadas
Tiras e ntremelos bordados
l'ulceirasde veiluio, troco e lita
Lencos de cambraia, linos, com la-
byrlntho
Chales de merino com franja de 13a
Ditos ditos de seda
n. 50
Se
^asa de sau O Dr. Ignacio Firmo Xavier, roefc- {$
be em sua casa de saude, que fica ao g*
norte da estrada da Passagem da ?
Magdalena, entre a ponte grande u ^
pequea do Chora-Menino, todas as to
3
s
pessoas doentes, afianzando o me-
lhor tratamenlo, o maior zelo e cui-
dado medico. 0 local em que est
edificada a casa destinada para esse
miste.r as regras hygienicas, sobre
as quaes est construida, os commo-
dos de que dispde, o aceio, ordem,
e regularidade que ahi so encon-
tram, s3o condicoes ponderosas para
urna breve cura e completo resta-
belecimento. As pessoas qnequize-
rera utiiisar-se de seu prestio po-
dem dirigir-se a ra de Hortas, so-
brado de nm andar numero 12, das
10 horas da manhSa as 3 da larde,
e dessa bora em diaute no sea esta-
belecimento.
Relogios
Vendem-se relogios do ouro, ingle/es de
patente: no -rmazem de Augusto C. de A-
breu, ra da Cadeia do Itecife a. 36.
Calcado francez
muito barato.
Na loja do culpado da pra^a da Indepen-
dencia n. 4, ven lo mesmo a troco do sedulas
velhas o seguinte :
Horzeguinsgaspiados para senhora
SapaiOesde lusm com clstico para
lioxein
Sapatos de lustre de um* e duas so-
las para dito
Sapatos do trang para homem
SapatOes de lustre para menino
Sapatos de couro de lustre para
senhora
Um sobrado.
Vendc-se um sobrado muito moderno e
com bestantes commoJos para familia, sito
na ra estreita do Rosario n. 35 : a tratar
na ra do Rangel 11 1.
No dapoiilo do luso ila Asiembla n. 9, con-
llnu'a a veoder-ae em polfflo e a reallio, por prc-
qoi comiumloa, oa (.-ouil/a emema : era da car-
naaba, velai de diia d. 0, 9 e 13 por libra, labo
retinado. ola> pellea de cjlira, libio da fabrica do
Hecift. fio de algojuo da Babia. ,
Com
29000
59C 00
4:000
11400
29500
29500
19920
29500
1C400
49500
59500
19400
750
19100
19920
190OO
900
19000
640
850
79500
39:200
320
360
19280
500
320
9
I
9
9
19000
49800
6-000
6J500
11$000

:->!5^9-@.'
^mmmmmmMm
a-SBssrg
HE PARATISSIMO!
Na
TEIMA, JA NAO VENDE- QEIHA.
ra d<> Queimado n 2,
esqim
.a
do
becco do Peixe Frito, continua o PreguiQa a vender todo o genero de fazen-
das pelo preco mais mdico possivel, entre ellas tem : p?cas de chita es-
cura de bom panno e bonitos padroes a 4,800 ; ditas da cambraia lisa branca
COomnEfqUCn.toque do m0fo a 2,0o ; dlt8S de !relnba de rolo com 10 varas
a 2,O0U ; atoalhado muito largo e com ricos lavores a 1,280 a vara ; cortes
de 13a com listras de seda, fazenda inteiramente nova de elegautes padres
denominada Carmelma, tem 12 covados cada um sob 4 ramos e meio de
largura pelo baratissimo preco de 5,500 ; Italianas, especie de cambraia,
pintada de cores fixas e lindissimos gostos a 480 rs. a vara; can-braias
francezas finas de padroes novos e bonitos a 500 rs. a vara : cassis pintadas
n.iudmnas, cores fixas e pannos finos a .20 rs. a vara ; luvas de fio da esco-
cia, brancas o de cores a 400 rs. o par ; cambraias napolitanis, de quadros
e cores alegres e seguras a 360 rs. a vara ou 220 o covado ; riscados francezes
dos mentores gostos, de listras e quadros miudinhos pelo baratissimo preco
e 180 rs. o covado de todas estas fazeadas se dardo amostras sob
nnores.
HaX3kE3s
pe-
Chegueiiao ba-
gsn ys de cor a 900 rs. avara, ditos supe-
riores a I9200, flanela branca a 480 o cova-
do, dita de cores propria para coeiro de
crianzas a 900 rs. o covado, chalpsde seda >
11 e I69, bengalas finas a 49, ditas a 2 3 3?,
paletots de fuslSo de cor a 59, ditos de brii
branco de linho a 69, ditos de alpaca preta a
89, ditos de panno lino preto a 20,22, 24 e
259., ditos de casemira de cores a 18 e 259,
ditos de gorgur3o de seda a 259. calcas de
casemiras francezas a 99, colle'.es de gorgu-
rao de seda a 73, chapeos francezes a 7 e 85,
ditos muito superiores o mclhor que tem
vindo ao mercado a 93, ditos de feltro finos
a 53500 e 63, ditos pelle do lebre a G3300,
ditos do Chile sem ser enformadosa 109, di-
tos enformados a 129, cortea de casemira de
cores a 69 e 69500, ditos muito superiores a
99500, damasco do 15a de duas larguras pro-
prio para colxas a 29500 o covado, saceos
de tapete proprjos para viagem a 5e 69, vel-
ludo preto muito superior a 6 o 89 O covado,
camisas francezas peitos de linho a 49500
cada urna, ditas de algodSo a 29, 29500 e 33,
ditas de coros peitos de fust3o a 29500, cha-
peos amazonas para montara de senhora a
I29, chapeos de sol de seda para homem a
63500 e 119, ditos para senhora a 5 e 69, cor-
tes de colletes de velludo 180109, ditos
muito superiores a 12-9, casesires de cores
a 29200 o covado, dit.:s enfcstailas a 29000,
3/500 e 49 o covado, tapete aveluiado o co-
vado 39500, tapates a 8 e 119, bombazina de
cores propria para capinhas de senhora e
roupinha de crianzas a 19500 o covado, gros-
denaple preto a I36OO, 19800, 29 e 296OO o
covado, ditos decores a 19600, seda branca
lavrad a 2-3500 o covado, ditas pretas lavra-
das a 2900 e ao600 o cavado, cesemira preta
de I36OO al 33500 o covado, pao tino preto
de 39500 at ligo covado, ceroulas de linho
a 29500, chales de merino lisos pretos a 48,
ditos do merino bordados a velludo a 8e
123, ditos bordados em duas poutas a 109,
ditos de ehily bordados a 99, cortes Je cassa
de cores fixas a 23, cambr8ia lisa grossa para
forro a 29400 a peQ, guardanapos a 39 a du-
zia, meias cruas para homem a 23200 a do-
zia, e rutilas nutras fazendas que n3o he
possivel aqu se mencionar, pelas muitas
qualidades que tem neste estabelecimento,
e entSo com a vista dos freguezes se
trara-
.No dia 25 de dezembro do anno passa-
do fugio do engenho Mucambique, fregoezia
de S. Lourenco di Malta, o escravo Antonio,
de nacSo, que repreienti ter de idide 40 an-
nos, pouco nis ou menos, com os signaes
segnintes : falta de denles na frente, urna
cicatriz no rosto do lado direito, alguns ca-
bellos brincos, e u>m no braco esquerdo
quasi ao p do hombro um calombinbo do
lamanho de urna pdomba, e quaodo se falla
eavn elle fica sobresaltado ; loi vestido com
cal? de brim escuro e camisa de algodSo
trauQalo azul, becostumado fugire mudar
de nome, diz que he crioulo, e q nasi sempre
diz ser do mato, de algura senhor de enge-
nho ; foi escravo de Rufino Jos dos Santos,
le Campia Gnnde, que o vendeu 1 Fran-
cisco Cavalcanti de Albnquerqne desta cida-
de. Este escravo esleve fgido 2 annos, oc-
culto as matas de Campia Grande, sendo
agarrado em novembro prximo passido :
quem o apprehender e levar ao referido en-
genho, ou no Kecife loja da ra do Ouei-
mado n. 10, recebe- 5O9000 de Kratificac3o
.00>OOO
Fugio no dia 23 do agosto prximo passa-
do, do engenho Serrara, o escravo do abai-
xo assignado, com os signaes seguintes :
Manoel, cabra bem escuro, estatura regular,
corpo bastante reforcado, tem Taita de den-
tes na frente, representa mais de 40 annos,
muitissimo barbado, ja com alguus cabellos
brincos na barba, e costuma delxa-la toda,
tem no p esquerdo os dous ltimos dedos
de menos porque foram cortados, estesignal
be nimio visivel quer passar por forro
quando foge. ji foi oceulto duas vezes por
pessoas bem conhecidas, e eu comprei na
caieii de Santo AntSo, onde elle esleve 10
mezes ; suspeita-se que elle fra para Ciri-
ris Velhos ou Cirris novos : quem o trou-
xer so dito engenho, ser gnlificado com
2003000.Manoel Filippe de Souza LeSo.
Cobre em dinheiro.
Vende-so efectivamente dinheiro
bre a 6 0|0 : na ra do Pilar n. III.
de co-
Es
travos
Ditos ditos bordados: velludo
Ditos de seda da peso
Cortes do casemira do cor finos r.-otiO
Colletes de dita e de seda bordados 9
Chapeos pretos francezes modernos 73OOO
Grvalas oe seda compridas comj
annel
Paletots de alpaca preta e de cor,
forrados 73000
Gndolas de alpaca preti e de cor 5500o
Paletots de brim pardo e bretanha 4*000
Ditos de fustau, ganga eoutras fa-
zendas 43500
Passandojj becco da Congregado, do lado
direito em seguimento pare o Livramento
quarta loja do tres portas com rtulos bran-
cos n. ao.
Lou$a da .Baha
.No antigo deposito da rus do Vinario n.
27, vende-so louca da Baha de differontes
Umanhos e qualidades, assiai como algui-
dares de gomos dos maiores quo ha no mer-
cado, e mais barato do que em oulra parte,
saceos vasios, liagas de vimes para ossenho
49000 res tanoeiros a 180 rs. cada urna, e velas de
carnauba do diffeicntes hitlas, em peque-
as n grandes porgOes, por preco commodo.
&:.]. :-.::: oross @@@
@ CHALES DE TOUQUIN DE CORES. Q
t S3o chega.ios ricos chales de tou- *
... quin de cores bordados cm urna e 5if
& duas ponas que se vendem por com- '<^
$p modo pre<;o: na ra do Queimado n.
ji 10, loja de l.eite, Arthur e C. 5
Vendem-se 3 molequee 1 negrnha, boui-
tas figuras, chegados do Cear no vapor Pi-
rana : os retendentes podeni dirigir-se 10
escriptorio de Braga & Antunes, ra da Ma-
dre de Dos n. 3, que ahi acharSo com
quem traUr.
Potassa da Russia e cal
de. Li^boa.
No bem conhecido e acreditado deposito
da ra da Cadeii do Recife n. 12, ln para
vender potassa da Russia e da do Rio de Ja-
neiro, nova o de supenor qualidade, assim
como tambem cal virgein em podra, tudo
por precos muito razoaveis.
TACHASPAUA ENGENHO
Da fuidirao de ierro deD- W. Bowman
na ra do llium, passando chala-
riz, continuaa liaver um complutosorti-
mento de taclias deerro fundido e bati-
do,de 3 a 8 palmos de bica, as quaesse
eliama venda por preeocommodoecom
prornptidao,embarcam-se ou carregam-
se em carro si*ni despegas aocomprador
rato.
o
Pre^uija
qneima
Na ra do Queimado, n. 2, esquina do
becco do Peixe Friclo, tem o Pregui^i para
vender por preco baratissimo, um variado e
completo sortimento de fazendas de algodSo
13a e linho, a saber: chitas de bonitos ps-
dres e bous pannos, cores escuras e claras
a 140 reis o covado ; ditas de outros gostos
500^000
Fugio no da 2 de jwnho do presente in-
no, do engenho Serrara, o escravo do ibai-
xo assignado, com os signaes seguintes
Manoel, mulato, claro e a^a, que pode pas-
sar por branco, cabellos pretos e estindos
faio de cara, representa 20 annos de idade,
baixo, corpo reforcado, pernas srossas e
arquea las, seii barba nenhumi, tem mais
geito para o servico com a m3o esquerda do
quecom a direita. anda sempre muito sujo
pelos peitos. bracos e pernas; suspelta-sn
ios- !q1e rugira Paraossart0es de Cariris, Pajeu'
e Inhimuns, etc etc., donde elle veio, ou
,*


:1
NAFUND1CAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO*DAVID W. BOWMAN, HA
RA DO BRUM,. PASSANDO O OflA-
FARIZ.
ha sempre um grande sortiento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
pr.ra engenbos, a saber : moeodaa o meias
moendas ta mais moderna construcr3o ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos os tamanhos ; rodas
dentadas para agua oa animaes, de todas as
rroporcoes ; crivos e bocea de fornalha e
registres do boeiro, iguilboes, bronzes, vi-
lque este-a por Nazarelh e Pao d'Alho, pis-
m sando por rorro : quem o trouxer ao dito
engenho, receber 3003000 de gratificico.
Manoel Filippe de Souza Leao.
-- Fugio no dia 17 de setembro do corren -
te, a pieta Quitera, crioula, de idade 38 an-
nos pouco mais 00 menos, tem os signaes
seguintes; illa magra, envergada, o braco
direito alejado, tem falta de dous denles na
frente, levou vestido de chita cor de vinho
com palmas brincase panno fino di Costa :
quem i apprehender leve-a 1 praca do
Corro Santo n. 17, quesera bem recompeu-
a 160, 180 e 200 reis o covado: ditas irn- pafusos e cavilhOes, aoinhos de mandioca,
pequeo toque de
a va ra.
0 Pecas de madipoUo a 39000, ditis de algo-
( I d3o largo com 20 varas a 33200 e 39500, di-
2T tas de dito sicupira a 39 e 39200 : vendo-se
*J | na roa do Crespo, loja da
para a ra da Cadeii.
O
esquina quo volta
0
*
(A
O Sr. Romao Jos de Almeida, mesire
pedreiro, faca favor de mandar resgatar urna
letra di quintil de 1209 que existe em poder
do abiixo issignado, ni ra da Cruz do Re-
cife n. 62.
Antonio Francisco Martins.
Quem tiver um cirneiro minso pira
montara de um menino, para vendar, que-
rad irigir-se ao Corpo santo, casa dos Srs.
Rostron Rooker & C.
2 IBITim FRKE. *
9 Pauro daiRiioosaenlUla, ra Ja* l.aran-
gi-iras o.la, na raesmacata lam auna e pos '
.Na ra Jo Mondego n. 139 junio ao por-
tSo da olaril do Alexandre, se precisa 0e
m, especialmente escrava, pera cozinbir,
engommar e fazer com perfeicSo o ma is ser-
vico de urna casa ile pequea familia, paga-
se a contento, e assegura-se bom traia-
mento.
Feijao branco,
Vende-se feijSo brinco novo, em siccos
grandes : no Forte do Mattos, irmazcm do
Sr. Ignacio A-'illa
01 TOQUE DE ATARA
A o, 4, e 5,^000 cada peca
de 28 covados!!
Vendem-se na ra do Queimado, loja n.
17, ao p da botica, riscadinhus de chile li-
nos de cores fixs, pelo barato preco de 39,
4 e 59000 cada peca.
Vende-se a taberna sita ni ra da Cruz
n. 41, bem aTreguezada : quem a pretender,
dirija-se a mesma, que .icbara com quem
tratar.
QIT JO SUSSO.
Vende-se queijo suissO, superior qualida-
de ; em casa ae Farias e< Marlins, no aterro
da Boa-Vista n. '1 Aura Romo vinho Madei-
ra Secca, dito champagne, dito do Porto de
todas as quididades, cha superior a 29400 a
libra, queijos flimengos superiores a 29, ga-
rantind'i sea qualida le, ludo mais barato
do que em oulra qualquer parte.
Vende-se um moleque de 14 annos de
idade : n ra da Gloria n. 4.
(i
Cobre e metal para forro com
prego*.
:i
m
Oleo de linliaca.
Barrilha.
Vinhos linos de Moselle e Joan-
$g nisber{j espumoso, e de Bordeax ^
-;:; 1111 (Hartlas. a
h C. J. ASTLEY & C.
i'entea de tartaruga.
Soares, com loja de tartarugueiro na ra
dasTrincheiras n. I, avisa a seus freguezes
e ao punlico, que recebeu pelo ultimo navio
da Franca um rico sortimento de pentesde
tarturaga o mais moderno que tem vindo a
este mercado, que os freguezes avista da fa-
zenda e do preco n3o deixar3o de comprar.
Cassas nopolita-
nas.
He com este titulo quo acabam de chogir
as melhores cassas, e com os mais bonitos
desenhos que se tem visto, fazenda inteira-
mente nova: na luja de lizendas da ra do
Crespo n. 5, esquina que volta para a ra do
Collegio.
AOS SENIIORES DE ENGENHO.
Vende-so superior potassa em barris pe-
queos do a 5 arrobas, por preco muito
commodo : na ra do Apollo n. 12.
-- Vende-se da Trempo para o principio
da Soledade, um lindo terreno de um sitio,
com muita plantacao de arvores, o duas ca-
cimbas : quem o pretender, dirija-sea Boa-
vista, ra da Gloria n. 92.
Casa barata.
Vende-se urna excellenle propriedade de
casa na ra da Matiiz da villa de lguarassu',
com muitos commoJos, grande quintal,fei-
la de pedra e cal na ra da Cadeta do Reci-
fe botica n 61.
Vcnde-so um moleque da idade 12 an-
nos, muito linio, ptimo para pagem: na
ra Direita n. 3.
Cavallos.
Vendem-se 7 quariaos muito novos : na
ra Augusta, casa defrontc di do u. 17.
Familia em saceos.
Na taberna grande da Soledade vendem-
se saceos com farinha muito superior, tam-
bem se vende urna baUnca com pesos de 8
libras a 1|4, e 3 caixes pin depsitos de
assucar, caf, e amostras, por preco com-
modo.
ISTABEI.ECIME.NTO DE CALCADO
FRANCEZ, NA RA NOVA N. 7.
Jatahy $ C
Neste estabelecimento encontrar o pu-
blico um grande e cscothidn sortimento de
calcado fino, ltimamente chegado das me-
lhores e mais acreditadas fabricas do Paris,
o ludo vende-se o mais barato possivel, tan-
to em porcoes como a retalho.
Vende-se superior linna da algodSo
brancas e de cores, em novel lo. pan costu-
ra : om casi deSouthall, Mellor t C, ra
do Torres n. 38:
Carro novo.
Vende-se um excellenle carro inglez, no-
vo, pin 1 e 2 civillos : na ra de Santo A-
maro (Mundo Novo) n. 6.
cezas largas, padroes novos e superiores
pannos a 240, 260 e 280 reis o covado : cam-
braias adamascadas para cortinados de cima
com 20 varas cada pega, pelo baratissimo
preco de 119000 grvalas pretas e de cures
de mola e sem ella do 800 a 1920o cada
urna; lencos de seda de ptima qualidade
a 1-000 cada um ; grosdeiuple muito encor-
pido.de todas ss cores a 19800 o covido,
corles de casimira eUstica bonitos padres
a 55000, 5S500 e 69000 : cortes de meia ca-
semira fazenda de vista e durac3o pelo m-
dico preco de 29OOO ; corles do brim tranca-
do de puro linho de 57u0 a 29400 ; cortes
etc. etc.
NA MESMA FUNDICA'O,
seexecutam todas asencommeudas
superioridado ja conhecida com a
presteza e com odidade em preco.
derida
abo.
i
P
Em cisadeRabeSchraettau &Companhia,
ra da Cideia n. 37, voudem-seolegante
pianos do afamado fabricante Traumann
da flamhiirjto.
Vende-so muito superior queijo do
sertno a 720 1 libra, dito de coalha a 560,
dito do reino 1 29, bolicbinhi ingleza muito
nova a 360, macarrSo novo a 400 rs cha
bysson miudinho a 29560, dito graudo a
2^400, doce de guiaba a 19280, linguicas do
reino muito novas a 720 a lib-a : iu ruidos
Martyrios 11 36. liberna.
Vende-se unta casa terrea sitl 111 ro
da Concordia n 16, livree desembara^da :
os p'elf o lentes dlrijam-se, depms de ve-la,
a la Nov, luj de selleiro n. 43, ifim de
ajusfar a compra.
-- lendem-se 10 casares de canarios do
imperio, em anas gaiolasou viveiros ; sendo
todos juntos se da mais em conta, e cisaros
de rolas que cha mam de ll-mbuigo : no so-
brado da ra de S. Francisco n. 8, como
quem va i pira a ra Bella.
Almeida (lomes, Alves & C tem pera ven-
der sabSo -1e boa qualidade, recebido do DE-
POSITO <;ERAl. DO RIO DE JAINEIRO.do qual
b sSo uta cilade um dos 1 gentes. Q deposi-
de collete de gorguro, padroes novos e ^"^J'^'V^L"00?.".. ga. ^A?UJ''
muito bonitos a 39000; pees de camb'aia
liza com 8 varas 1 49400. 9000 e 49SOO a
peca ; ditas tapadas com 10 varas a 495O0,
5/500 e 69300 a peca ; corles de targelina,
fazenda de muito bom gosto para vestidos
de senhora, com 12 covados, pelo barato
preco de 39000 ; corles de organ lis, fazenda'
muito larga e bonita a 79600 ; alpaca com 6
palmos de largura, muito fina propria pan
simims e capas de padre a 800 reis o cova-
do ; lanzlnbas de quadros gostos inteira-
mente novos proprios para vestidos de se-
nhora e meninos a 500 res o covado; lan-
zinhas de flores, fazenda mu linda e econ-
mica para vestidos de senhora a 360 reis o
covado ; cbalcs de 13a finos com barras ma-
tisados a 495OO ; ditos do merino e de cbaly
de diversas cores e qualidades; lencos de
cassa, braceos e pintados 1 120 reis ; ditos
msis finos s 160 reis ; ditos de esmbraia de
linho a 500 res ; tapetes para sala a :i-s'i 1 ;
chiti frinceza larga de ramagem para cober-
ta a 240 reis o covado ; madapolSo de todas
as qualidades ; algodSozinhos, cassas, bre-
tanhas, brins trancados, brancos e de cores,
pannos finos pretos e de cores ; mussulina
branca e de cor a 320 res o covado ; e Mi-
tras muitas fazendas. todas por baratissimo
preco, e de todas se da rao amostras sob pe-
nhores.
GHArEOS A PETROPOLES
Na loja da ra do Queimado n. 37, re-
cebeu-se ltimamente de Franca um com-
pleto e viriido sortimento de chpeos a pe-
tropoles para senhori, os quaes se vendem
conformo a escolha, e por preco muito com-
modo.
Fio inglez.
Vndese fio inglez, o mais forte e mais
bem torcido do que o da Rahia, em cilxis e
de 200 libras cada urna : na loja do faiendis
da ra do Crespo ti. 5, esquina que volta
para a ra do Collegio.
Aviso.
No ar aiem de Adamson liowie & C, ra
do Tripiche n. 42, vendem-se sellins pin
homem e senhori, arreios pritiados para
cabriolet, chicotes pan carro, coleiras para
cavello. etc.
Agencia
da fundicao Low-Mow,
ruis, da 3enlnza Nova
11. 42.
lasteestabeleclmontocontlna'atbavfr
a
um completo sortimento de moendas e
meias taocndas psraengenho, machinasde
vapore taixas le ferro batido coado d
lodosostamauhosDara dito.
Ornas de ferro.
He chegsdo ltimamente da Inglaterra um
completo sortimento de camas de ferro pr-
prias para casal e para homem sol'etro :
vende-se por preco commodo na ra da Ca-
deia do Kecife n. 56 A, loja de ferrageus de
Vital & bastos.
no largo do Forte do Mattos junto do trapi
che do algodSo, onde pode ser visto, e para
tratar, com os annunciantes na ra da Cruz
n.27
_ Na povoacSo de Santo Amaro de Jaboi-
tao vende-se urna taberna ha dous mezes
feita, por seu dono ter fallecido ; na mesma
lem commodos para morada, com 2 salas,
2 quartose quintal at o rio, o ter de fun-
dos 8OO9O00 : a tratar na mesma casa, pas-
sando a primeira ponte, defronte da taberna
nova do baratetro, com a viuva ; e no Reci-
fe, na ra da Seozali Velna n. 68, com o so-
licitador Manoel Luiz da Veiga.
Ni rui da Cideia n. 28 taberna de D.
S. Campos, vendem-se em pequeas e grin-
des porcOes bichas hamburgueas das me-
lhores que vem ao mercado, o tambem se
alugam
Vende-se um deposito com poucos fun-
dos, no piteo do Terco, es^nina do becco da
i.enra n. 23, multo proprio para principian-
te : quemo pretender, dirija-se ao mesmo,
que ichir com quem tratar.
~ No deposito do ru do Trapiche, arma-
zera n. 9, tem para ven 1er potassa da Rus-
sia superior, dita do Rio lo Janeiro superior,
cal virgem de Lisboa, e panno de algodo
di Rahia, tudo uor menos do que em outri
qualquer parto.
\uv;j agua ;h: mulaba
Vendo-se esta agua a melhor que Oeji ap-
pirecido para tingir o cabello o suissas de
preto : na livraria universal ra do Colleg:o
n. 20, d-se junto um impresso gratis oiisl-
nando a forma de applicar.
-- Vende-se em casa de S. P. Jonhston ct
C, ra da Senzala Nova n. 42, o seguinte :
sellins inglezes e silhOes, relogios de ouro
de patento inglez, candielros e casticaes
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas, lio de vela, grasa para arreios.
Tasso Irmaos.
T*m para vender em saua armazcos da p rara da
Pool* Nova aa legitimes familias de trigo eltigada
ollimaroeote de Trieste
!F
Fontana.
Primeira qnalid&de.
1 & C.
Tamliem leinlit romprad m ohmios carracimen
loa de Jticlimutid leem aa legitimes marcas daquella
procedencia
Odarice.
Gallego.
HuxmII.
i)unloj>.
Grenshow.
De 11.1% tero bnm
conlieciilai
C.--iuixbia.
Ca nocla.
/itieneatli.
sortimento dat marcas ja
U o 1; 1 assim como diversas mar
cas \1 He PhiluMphil, Nova Orleans, Ohio Balti-
rnore lano entras como superfinas ; 101 presos nuit
conimoilos do mercado.
Ven le-se cola da Rihia de boa quali-
dade, chegada recntenteme, por menos pre-
Co do que em nutra qualquer parte : na ra
da Cruz do Recite n. 13, primeiro indar.
sado.
100,000 de i.raiiic9ao
A quem pegar e levar em S. Joo do
Cabo donde lugio 110 dia t5 to corrente
ou no Hecife na lubrica de vinagre das
Cinco Pontas.o moleque crioulo de nomo
Filisberto, idade de 15'ani-os, secco do
corpo, bem ladino, foi comprado por
1 iimiiio Cavalcanti de Albuquerque a
Esequiel de Barros Correa morador na
l.agoa Grande da provincia da ParaliiLa
do Norte, levou chapeo oleado de verde,
camisa branca com gola eprnhos deazu-
lao, calca de azulao, camisa de baeta en-
carnada aberta na lente ; suspeita-se ter
sido desencaminbado por algura traba-
jador da estrada de ferro, pede-se por-
tento a todas as autoridades o prendam
onde lor encontrado, pi-omettendo-se
pagar todas as despezas que occaionar
alem da giatilicacao promettida.
A 1 i- de agosto do corrente **
anno fngiiam os seguintes es- Ql
cravos: Damiao, crioulo, de25"^'
anuos de idade pouco mais ou menos, al-
tura recular, cor fula, lieicos grossos e
meios arrebitados, tem urna cicatriz na
tesla proveniente de um cotice de ani-
mal, pernas finas e algumacousa arqueia-
das para fora, esmalmado e espadando ;
Jacintlio, crioulo, de 28 annos de idade
pouco mais ou menos, altura regular, cor
preta, beicos grossos e faz certo geito na
bocea quando falla, tem urna cicetriz em
urna das faces, toca viola, pernas linas e
bebe fumo, o primeiro foi comprado ao
Sr. Joo Francisco Barbosa da Silva C11-
mai ti lilho do Sr. major Antonio Comes
da Silva Cumaru, eo segundo diz que foi
da familia do Sr. Joo .\ovaes, de Page
de Flores da fazenda do Citio e compra-
do na praca de Pernambuco : quem os
aprehender eonduza-os ao engenho Sete
Hanchos freguezia de N. S. da Escada ou
era Pernambuco ao lllm. Sr. Manoel Al-
ves Ferreira, que sera' generosamente
recompensado. Ambos os esoavos sao
esmalmados e de corpo regular.
Desappareceu na noite de 21 de abr
do corrente inno o escravo de nome Floren-
tino, com os signies seguintes: estatura li-
ta, cor mulata, sem barba, espaduas largas
pos grandes, rosto comprido, olhos casta-
nhos, cabellos pegados, falla grossa, muito
regnsta, tem falta de 3 dentes na frente, em
ura dos lados do queixo tem urna fistola,
levou chapeo de couro e camisa de riscadi-
nho : quem o pegar leve-o a fundicSo da Au-
rora em Santo Amaro, que ser genarosi-
mento recompensado.
100 ,$OO.
Continu'a a estar oceulto desde o dia 28
de marco do corrente inno o escravo Mo-
Cmbique, de nome Cesir, de 48 innos de
idide, pouco mais ou menos, he bom car-
reiro, nz3o porque esta oceulto, e tem os
signaes seguintes : um pouco bsixo, bistin-
tante secco do corpo, pernas e bricos finos,
pea peque..os e um pouco mettidos pan
dentro, tem urna serrilha no nariz sign I de
sua trra) cor oreta, olhos pequeos e vivos,
cosiuma a emb. iatrar-se, j foi encontrado
em Santo \niao com o nome mudado para
Rraz Vicente ; loi escravo dos herdeiros do
fallecido Oeano Perein Goncilres di tu-
ntia ; prolesta-se contra quem o tiver oc-
eulto : quem delle der noticia certa ou le-
va-lo a ra Augt sta n. 19, casa terrea junto
a um muro novo, ou rui do Trapiche n.
8. receber a 0111 ntia de lOOsoOO.
PERN.: TYP. DK M. F. DE FARIA,-18M.


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