Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07074


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Full Text
APO XXXIV N. 222.
TERCA FEIR.4 28 DE SETEHBRO DE 4858.
Por 5 meze adiantados 4/J00O.
Por 3 mezei vencidoi 5000.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
EISCARKEUADOS DA SUBSCRIPCA'O DO NORTE.
f(inhiba, Sr. Josa Bodnlpho Bomii; Filial, a Seobor An-
lomo Marquer, da iln ; Arcalo, gr. A. da Ltmoi Braga ;
Cura, Sr. J. Jo* dt Oliveira ; Maranbao, o Si. Joie Taiaira
It Mallo ; Piauhj, Sr. Jos* Joaquim AHino Para. Bt.
.oilluo J. Kamoa ; Amaiunn, r. Joioojmu da Cuna.
PARTIDA DOSl'ORREOS.
I l.-.r
s i todof ... -
lcii.tf.i-, (.i mi Paral......
S. 1 l;,..,.Tr ... R miiIj. ,,
8.I .. i ( \
. ?"'" 1.1 tu I',:,
Cobo, luskjkca, awroMeaa, t;,
(To.l... ,.. .
i\*ui :
,el.laa-roiroa.
n, m 10 I
i., da.
itas-felras.
Al"":..... II lrt-r,.|
>. II ejo, Peiojoeira, logas
Ese*, aaa quarua i.-,,.
Borreiros, .-.ftuj-l'.o
molas.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES A CAPITAL.
Tribunal do commerclo : icaunda a quintal.
Belacao .' lereai ferai a tabbadoi.
Faianda : quariaa aabbadoi ai 10 horai.
Juizo do eommarcio : legundti ai 10 boraa a quintil ia mata dia.
Uno do orphooi : tegundiie quintal ai 10 boraa.
Primeira aara do eiial: lagunda itiui ae maio da.
efunda tara da eiral : quina. o iibbadoi aa maio dia.
EPIIEMERIDES DO HEZ DE SETEMliRO.
7 La non al II horai e 65 minutoi da minos*.
15 (uario cranme ai 8 borai 47 minuto! da manhsa.
3 l.ui rhaia a 1 bora da tarde.
29 Ouari,, mingutnia ai 11 horas 31 minutos da manhaa.
PREAMAK DE UOJE.
Primaira ai 10 borai a l minuto! da manhaa.
inunda ai l hurai e 30 minuto! di larda.
DAS da semana.
27 Segunda. Ss. Cisme r liaini irs. inm. : S. Fidcnrio m.
28 Terca. S. Wenceslao duque mongo : S. Salunuio m
ti (luana. S. Miguel arrlianjo ; 5. Fraterno b.
30 Quinta. S. Jeronvmo piesb. card. e doui. mximo d.i |arr.
1 Sexta. S. Remigio b. ; Si. Vrrissiuio e Mxima iri.
2 Sabbado. .>.-. Guarino, Primo e Secundaria nim.
3 Domingo. O SS. Rosario de Pi. Senhora ; S. Candido m.
ENCARREGADOS DA SUBSCHIPCA'O O SUL.
Ajigota, o Br. Claudico Palean Diaa : Babia, tr. D. .inorad
81 da lanairo, o Sr. Joto Peraira Martina.
. E11 PERNAMItLCO.
Proprlevarlode DIARIO Manual Figuelroa di Feria, os mii
llorarla, praee da Indapandesela ni. s.
COUM ANDO DAS ARMAS.
ajoart.'l (aa.ral da aoamando da anu a-
Paraatabuco na aldada do Radio, ero 25 6
lotoaabro da 1858.
OUDEM DO DIA N. 127.
O marechal da campocomroandaiite da, armas in-
terno fai poblieo para omlieciinenlo da guarnican,
qua a prei inicia iio'neou por p,.rl.ru ilal.lt da
hiinttm para n careo de snbdelagadu de polica da
tregen de Tacaralu' ao Si. airares do nono bala-
.ha. ^:^::f^^::^:::z zsrzs&sgsi &^s, "Eass?: kt %z ^X^ L nE,c-,,ra' au"u s. me'no,"a, r***pnr-1* em mtwi ,ie Sr^^ mn*.-* P,d(nM, m, tmzzr,rz,
rts sts&a zsrz ^ a* ttt;- \t^ *< 5? ror r Sa s,:?;" r-"a" "fr -iZ!! -^ zssxttxssxz'rociT- hr "il,,oirpara t os viajames-cui- sr.tsnrirss 5 ,"*
wia- aclM-e ponmuilo fiiinnroinellna, o coinqaanlo n- tro da aienda. am...-----------FI3i.. ;..._____........ .- _-J Harlosn .la rlneai'in .Inmosiif Ho u Ollm ^=~. I* e' r* "o itidlea. o mano, irainf.irma-a ra
ios que hoja ha ja claro que o proMaaaa lemp m con,pir;li;il ,, Me. ORDEMDO DIA.
lo clero od novo tubaidlo de doaa! l'nmeira parle.
piaaira*, lornoo-aa moilo critica a sua Enlra em primeira .1 ,ni.. m a prnposicao da cama
rn..1eMta proeraiao. M.o que impon a m ,ral,'s,can ZwL'ZSr,'''1' ''"' V"'B,e"* <"P' 1u,e f" ""nulado. ..loriann. o overno a mand.r
do, criminoiu, a quein Jo quer .dw" do fn O -, v.m, ."V" I 'V "".'I0.?'"1, ?" "" ". "U 3" 8"" d" fa0"l"art "e madiein.
., 1 a aiiotac.io dot 111-. O {ovariii. feler-l receben noticia ollicial da en- 40.1a cidade O ottndanla l.u.z Francuco Monnalli. 0
,. ._... Irada .lo eiercilo etpeliciuiiarin iih cidade do l.ago- no :( anuo da faculdartc iia dimiin !.. Hu.if. Ci
-La... p...-ond.e,orp.,,1,,.1.rl,d..chri.- 8ld.. O. ormon, p.r.M.nt ro.mdo. *.* Ilpp. d- Mol.dot &S^TSXjtm
Pruvo, e o general Johiiilnu e|iedio-lhei emissariu! parecer da commiata-. de imtruccao pubiiea
alim da convida lu, a virein lomar pos . deiam oecupar a atimr.lo do carpo leitlUIIVO ai.-
aiirmaa., e, tin dos chelea, nun ic no< do llibusleuismo. o les da lerem sido nediiiai ao enverno e ie Mm sne
' ^.H.M"ld: o"""! ?U"".r ?,* E" N- -'" *- i- IrV..'. SSSS.' pr'eVsTTahar
aoroveiiameulo, para a do partido, velho amigo de l.opei "---------
da pr.soaa v*'e deacoberto a lemn,> urna compiracSo no fcfe-
uu peo.leciriaa ra po.ie ser re.olvido por meio leo, e racahiln
doMat umlitulna, que. com aqoi do regiitidor, con milhts de
linoaran aa nana* priidee a aar um epigramma do
tanienle edcalos.
Deposito*ou asilos da mondi'irlade
ti-
re. All.goo-.. mil. a nilependenc, do poder d.WOS da educaa0 dornalic. de SC 1S f.ll.os, cosos ,.,, em em ......
luilinarm. e a perpelu.dade dos ,mr.es como urna da sua reputaCao e por isso viogslivos, aferrados .mpreg.do ; roa, quero poder'aaMuae naioeii,
Ctt?J*T,i P ,'T*' '" """"" a0SSeuS an,i"us Mumea, deseontodos por nalu- 'm*r.ni. e.a ell,.ao dedo,,, malea, de modo que
barga.iores aslao aposeiilados. Sabemos qoo IhU de infautarla Roque Siarai da Silva, que para Fabricaspara cojo ervico caritativo muilos tabelecimenlos.
all 4eilaca. fabricantes e coinpaulna, tero charoido
O iaaroo marechal da eanpo lUlermina que o aar*
viro de Estadu-maioj no, cirpos e o do dia nal com- boticarias ele. coin grande
panhias iaaladaa, i podara' ser feito por otTlnats de moralidade doi operario, e da bolsa dos douos'da fa- Wailiiiiglo'n'd'o geViera W^kr!'
protector em porque aquelle negou-as, te fot por cre-lai injuslii,
patente.
(A.egnado).Francisco 5ereio de Olivaira.
Cunkirme. Horacio de (uamao CoiMho, alfere,
ajudaila de orden, enearramlo do dalalhe.
Dia 2f.
ORDEM DO DA N. I
O rrarechal de campo conmandanl* das armas
interiu* faz publico para iciaiea da guardiero de-
vi 1,. f(Vi,, qua ne,la dala eSr. capilao commau-
liric.
Escolas e collegios.
Caa, d'angailadoa e rodil. gg e ,ii,.
E lioalm-utaeaiai eenl.ae, ou seminarioion te O secretario de Balado cr le-.IAnlonelli acienlifi-
1 |.o,lulanlei priiinpiiim o ,ea noviciado. oou ao bailla Colloredo, lugar lanaot. do magisterio
dades, donde deviain partir os esclareciroenloi
que o senado carece parece votar com jasiic,*.
I.emhra propo'ilo de qua na aessflo do anno pas-
. -aro rou.to roa,de;dau,d.rodo.a^,go.ho,pi-;.e,ra,d.-J.^,em;q;e|d^^ .ronuncan-
ule la tounii.ie da, casal qu ha em lodo o o .an|o Padre approvava a pronos-i-So do railabe a-I vei
que me
parece incancuito he que a perpetuida le dos rnagis-
ou por la adiar lucompelenle para resolver ne'ie Irados be a m-iur faramia de um boro e acertado jul-
tainhim se faraiu ouvidia as respectiva, facul-: gamanlo (apoiado,), e o boin a acera 10 julgaineuto
de dapaude mullo e multo da pericia e do, habito, de
(i) So a Fea
mal
mando.
Aa mis (O CaiM provam
danle a conipanhia de artileei engajoa pira erair I ha am Franca e que ni d>,cnuhecero os qu de la' no, da Terra-suila.
aur roaa ,eis aanus nos lerir., do resiilamenlu qae j querem ludo, lud ., manos o bem leligioio. Rapo- rero de Balar que a Franca po,iue anda urna inno- tppelidon-ie ordim do, eavallairoi de Khodti e mais
meravel quaniidade de 111.molos que dedican,lo-,e modernamenla do, cavalleiros de Malta, a muito
rmenlo da ordem ero eral, e, ero particular da
a mnila cari la I qu fundaban de hnapiciu destinado a recebar o, peragri-
paia ultima
pprovava o qua eul.10 >e discuta ; e, romd nao
liiuou toin 1 decreto n. 21*1 de 1 de malo dasle
uno, o artfice de logo Jo' Franci,co .-Mnliogo,
que porll mutivo renuncioi a baila qua por 111-
lTQidadi dos qoe acabaran) > lempo de aervicj Ihe
fi mantada dar em ordero o da do eiercito sob
n. 82.
(Anidado).Francirco S'gio de Oliveira.
Cinfirme.Horacio de (iaoiao Coeiho, alfere,
afijante da orovns enearregdo do delalhe.
fiXTSOR.
o v oppor-se a e.td, deieja tabar quaudo lerioina o
seu voto.
^O Sr. Ferreira Penna, como roembro da commii-
lao de inalrncelo publica, declara qua etla fui no limilam, que dell
*eu parecer f,\uravel aoi peliciunano,, atlaudendo sol pana de n;lo
a, r.es que allrgavara em >eu abono, o primeiro applicac'o ratoavel
julgar ; quero duer, que nao poda ler b<>m pilgador
como o foi Simn ; lio inhspitos como os JnPo- ZZ^Z^Z
conslanles, que as modisins ; no menos insubor-
d.^a,:enTu';asea,:":l';;!;;s:uca,n ovicio ^Ys^^^sffiMr
l,m jornal srave (Uvllla Calolicao aliadlo j adoolarain urna resolocoo qua lin
ja de paoagam ii 100:0011 religioaai qua a Franca | aulornarilo papal.
A irmaa de caridee na.r dilFerentes
partes do rundo.
'amos dar punliridade um docomento, qoe
mulo deveeiclareaar esta qrsIAo da, irmaai da ca-
riJtle. Mella arhaiS 1 o mu conforln, oa indiffa-
ran>s dusidow, desenganooi inimig.'i vergonha.
le um mippi de todo, onlabelecimanlos da, ir-
ania da cariado al qom Is da 187 lando para
nola que usa s, 7 mesea n.aio a lelembro do
u. 10 a 11 un ,e lun laran endifTerenle parle Dais
O itabelecvnaoloa.
Ele inereatenlo bode hongooro para o inalilo-
lo. pra a in'mci* e para a firexa e deagrar;,. To-
doa que laaem da, comas o instlalo nao iguo-
ram'oe he sih. a hbil idmiitracao do actual 911 -
peric geral, que elle tem adundo grande proipe-
ridae e deseevolvimeulo ; r que paraca qua a
provleneia qoar por elle protcionar 01 remedios
as ntenidadei.
Mi de mai subida valia leirna eila nolavel fac-
i aae allende a que elle eieito do lum que coti-
la 13)00 corabateule, espa.i.tas, pode-ie dizir
qae >r todo o mando, lem ndo guardar Ido hero
o vale pudor que ai eirerjn qoe chegaram a do-
miiiacoro o imperio da vine os mai, viulenloi
influa do mal. a
E rm peregrinarse de miare, de ligua,, nem
o rui, do, .icampameelos, ni o conviver do hos-
pitaeanam o talo dos viajaie, nada, embacia o
eu alente de poriu. E,qco aqu as idsioua-
cea lleuda, da mprenaa imiral ; falla 10 qua n3o
coohei p,ra revelar somet! o hediondo de leu,
sentanlos. Denemo-la na 1 abjeccao.
Se aul nao eslivera o dedoe Den-, romo pode-
rla dare esla maravilha.
Sil. go contra l>eo, o, eilcos dos qua d'enlre
n, qii'.ain eipnliar o tamo llilulo.
Oh !i a peona poelica d>. Mendes Leal se
esercitae n-sle aaaampto nDa-hiria ella acentos
mais vdadeiro, e mai, elevando que 01 dea ar-
gumenta 1 puchada que nal i">va a qoe eilirou
p r tan eolumnaa do ,J ini lercanlil ?o Como
suppom o Sr. Mandas l.aal e ba f, quareri./nos
aber ilie a eiplicac4o detli (fliculdade : eomo,
sen lo v eel a pint.crA de let aobre maravilhuso
iii.ti'iiticomo he que es,a pr,lano p.nou, na, fron-
teiras d. 110,10 pail ? Era pinlpara ser elucidado
por peni lio brilhanle.
Abi a poi, o documento queo, soggerin (oda,
eslai relie,. Conleccionamo-liohre ama eilensa
lisia queemns .1 vi,la reliunido fielmauta .1, pru-
|ion;e, lequi 11, ao noiso prolitu, ucraaeanUn-
do-o co algumas nolai que o|T?ceroo, rom o mes-
ino roa|n .101 signatarios do pristo auti-calholico.
Re icne lodo, os eilabelecinilo, da anociajao
religiw da S. Vrenle de Paoirm|ai da cail-
dada-nA dilfereoles parle, j inOndo al 30 da
uovirhro de IH57.
~
ESTADOS.
Franca (,) .
a Altara. .
Hespanrn(.). .
Portugal (6) .
Blgica ....
Estado, puiillicios.
Piem.nte. 1 .
Parras.....
Toscaua ....
pale, ....
Austria .' .
I'MI.-I.I ....
Suissa.....
Poluiiii Rusa (7).
Ai,triaca.
o Promana.
Inglaterra. .
Levante ....
Il-a.il.....
E,lados-Uidos (8).
Mencu ....
Chin .....
".....
Cliiua. ....
Tolal do iodos os eslibelaeien-
loa......
(1) As casa, de earidadao aqaellai onde a, ir-
m.ia* qoe as habitam se decam .1 viola do, doentes
110, domicilios Maltas lamdiunla balice graluila
paia os puliros doenlea. Jms disaeroos qoe s na
diocesa de Par, al 597 iiaas que babilam aala,
c,a o oe hospiliaa a maiistsheleeimeutus loccor-
0 o. a >
%- a a
23.. 55
U 3
9 70 22 5
8 ti 1
10 9 9
9 a* 2 6
1 s ?
13 i; 4
ti 12 5
- 1
1
8 9
1 (i 8
5 3 2
3 1
8 S 3
4 5 .1
12 37
9 4
S 1
1 \ 0
398 431 186
1015
por um calco.
Esiamoi pela primeira ejplcac.5n por que ha a
plniosophiea e ver ladeira, a segunda lie ab,urda e
degradante para a humanidade.
(j) Ha muito para notar o desenvolvimenlo que
leem (ido ero Hespanha os etlabelecimenlus das li-
Ihas dn ciridade.
Un omero de 101 casas ha de cffuscar A, nossn!
akiinw-uolliiiigislas por quinto se o orgulho hesps-
nliol cunsenle 101 caas da religiosa! sojeita, a uro
geral residente ero Paiiso dirigidas p-r padre, lai-
t.mlas ou ,a ha oe coufessar qae o, llstp intua, ro
menlecaptos que n.i 1 vaaro o mal qua leero em casa,
ou que lao nm iguorantei ne leem formado contra a, irmaa, accucAe, par Inlan-
cnes o que era muito liberal, roas que nos lentos
por libert 110.
Qaem be pois, o que. Jalado de sensn eommum,
.nao julgira' o modo de ver doa Hespauhes preferl-
vel ao daquelles que entre mis se n.V> guiaro seuao
por apprehenaOei ? !
He coro efleito admiravel a lgica denii libe-
ra loes.
Ai irmftai de earidade hilo de ca Irarer immen-
101 males, logo eipul,emo-la, por esle proceno
eipeditu eitflo juililicadas ludas as tyrtnniaa.
ero di/ia que os chrisla .s Iraziam grandes male
ao imperio, e por isio oranisou o marlyrio ; eslis
liberaes devem diter que ero liaba raiilo I
(6) As easas a qoe aqu se alinde sAo o a,vio
d Ajada, o cnlligio dos Cantaea, o de Oeiras, a casi
de Sanla-Marlba, e ueiUbelecimeoto da Vianua do
Alemlejo.
Depois desle aecnsceram o hospilal de S. Fran-
cisco no Porlo e o asUu do, Anjos.
Em todas esto, casas j" boje leriam immansos o,
males que a loa eipulafo prodouris a'pobreta. E
muilo roais incalrul.iva, ,eriam 01 bens qoe se t.iin
imped. ; sabemos do dou, cavalheiros qua para es-
l'helecerem escolas em duas povoacOes roraes s Ihe
loro fallado mealras que agora seguramanle oblenam.
Ala, a cegueira he tal, que pouco importa, que a
pobreta perec a a infancia creica brota coro lan-
o que viugue a expul-Ao das educadoras di infan-
cia e da, consoladoras dos afllcloa.
(7) Que a grande lic.Ao nao da' a Ruilil srjsnali-
ca, absoluta, inimigl den.rada do calholi'ci,mo a
quem lem feito feridas profunda,, a estas intorarna-
lei. cuja vista ae ulTemle cun a mvaa louca da ir.ia
de caridad !
Ditei-nos, homens sem cnmeiencia, come he que
a lius-ia conseule no seu territorio os promuloris do
que chamae, u Iramunlanisino'.'
Ou qualilicaesde tui^revideuie aquella potencia a
quem lindes argido doi roais vastos e tenebrosos
plano, ?
Ilem vedas que por loda a parle vos espttae, em
dilemmai, qoe deshonra 11 a indiligencia.
(8) Neale pau de llbsrdade verdadeira e n.lo s-
manle palavroia, deaenvolvam-se o, insliluius re-
ligiosos de oro modo ailriordiuario.
O Papa lie all mais Pipa do qua em quasi Indo,
o. Estado, calbolicos: he elle quem nomea os hispo,,
qoein diside aadiocesea e erige novas s,, ha elle ou
uro seo delegado quem confere o, graos acadmicos,
a alie ,e recorre nvremeiile e por elle be all livre-
meule cavernada a Igraja !
E com ludo qual ha o estadista da I ii.1,1 que Ir-
me a Ihaocraci. ou o ullramoiilanismo.
He que la' loloi iao parvos, os espirloi eslo
aqui na redaccao do Putlu quela !
Que pulir genle !
(9) Desle algarisuios v-ie qae as irmas de cari-
dude leero 411 casas espalhadas por 18 E-t.idus dile-
renlss, que lodos 110 d ter dos signatarios do Iriate
proteslido Porlnguet caroinham para a Iheu-
cracia e para o ultrarooulaniamu .' K l.ait Na-
poleao sem percollar Pois 1 .n. lem ella em c.i-a
<>0i focos de Iheucracia ? !
E ero o, pereeber, elle, am estadista lia enn-
nmmado He de pasmar Sara' que alie se pro-
pio a grao sacerdote da Iheocncia > Mu enlao o
que sara' do Papa ?
Que grande, cabreas que pur c' lemoi !
(A Vi,..: ,.
ESTADOS-UMDOS.
A liluan commercul no Um milhorado ; o de-
posito nos Bancos e 01 juros sobre seas fondo, aog-
nenlain airoultaneamenle em lodas aa ridader di
Lniiio; lambain dimmoe por loda parte ,1 eifra do,
desrnios da urna maneira con-t leravel. Al impor-
lacoes roantem-se desda o principio do mez em pro-
poreso regular do lerro das do auno paitado qoauto
as entra i.n em geral, e do qumlo quanli ao que res.
peila a, fahiicis de ie1a e de teeidos. Os mercado-
res de New-Vork dasses ultimoa artigo, ero groase 01
parando do lempo o, meios de desenvolver o eierci-
cio da cndale e de inliodu/ir a coloonaclg no. |u-
jaros m que, segundo rcenles iudagacei, parece
fcil rrg.nna-l".
n Segando.A ordem devera adquirir, em Jero-
lalero ou leui arre loras, um fundo tal que se poasa
estabclicei ahi orna caa da commuuitade paia ui
aspirantes, afim de que elle ah preparero auas ca-
purque o meio de se cuuhecer
ivniaiiacn a vai oeuo e purera de um principio he
mimbro, lo, e o segundo 11,10 podeudo 111 Irirular-se na do Re- I alien lar bem a tudas as encpenos que Ihe s.1o coo-
por fin obler a 1 cife por ler arribado o vapor em que taina da Mar- gemas.
Assiro o joiz, segundo o principio, deve sir psr-
peluo ; mas devera' elle oecupar sempre n aeu lu-
gar apetir dos petares '.' Nao ; leudo eoinroetlioo
culpa e indo aondemnado por seulenga perda o lu-
gar, e porque ".' porque se nao perdeaae, o princip o
da perpaluidade neale caso seria contrario a' raiilo
que o diclo, que u rccumibiiidaa bum julga-
menlo.
Mai, se por oulra rallo qae nao aoja a culpa pela
qual o magistrado oflra urna entenca que o de-ti-
lua, nSo puder elle nllerecer a garanna.de um bom
julgamenlo cumu, por exempto, aa e,liver em de-
quero ule iivar urna longa praiica, eipenencia c n- diados que os republicanos da Franca ; e mais mo-
uromada e aturado ludo, lio no qot lcu con- linos e eeminados nne os amigos sv'barilas : norem
siillr a razao sullicienle e fuudameotal de pcrpelut- i nin ho 1 otM. ,.\
daoe .ros m.gisirado,. I "ao "e a e>Pecie Mai a perpeluidade dos magistrado! he um pun- I l>a*
cipiu, he urna Ihenna ;e por is.o moimn que he
um principio, deve cunler em si a, exceprfias que o
cm-niin, o qoe o cui.lirm.im.
ir um principio susceplivel de
----------------------..... re-
cl.111,1 lo ; no entinto tambero nao he contrario 10
projecto.
Eucerradu o dbale, ha adoptado o projecto em
primeira dtscuisAo e paisa para 1 segunda em que
entra o arl. |- com a emenda da coinmuio.
O S. Viscunde de Jequiliuboiiba nao aelia a ocen-
si.lu iiioppurluna para, em vet de se fater urna con-
oasiSo eapecial, esiabelecer-,e uro principio geral
ravana, recebendoo, peregrino! e pre,lando-lhe, que evite o appello do! requerentes i'i corpo legisla-
urna hospilaleira aisnlencia, lauto quanto o porinil- j nvo toda, ai vetes que o guvarno o 11.10 allende ; e
uesse sentido fai diversas comiderai'ea.
tero
s regrai relativas a essaubjeelo.
A direccao do magisterio di urdem declaroo
que ptw.uii ja os meios suDicieulos para a conecus-
sao desse fim, e espera le que o meioi angmeutem
depon da convocaco du conselho dos cliefii dos dif-
le.ania, priorados, que, so tem lodo, mostrado dii-
poslos a piestar ao reslabeleciinenlo projocladu o seu
mais arliv.i concurso.
Tareairo.O novo hospicio .la Terra Sania te le-
vantara sob a protecc,ao Li Sania Se. porque a pro-
lacc;au he o que mais onvein a rdem de Sao Jo.lo
de Jeruaaiem, j, em ratao da soa qu.lidade religio-
sa, qus he a principal, ja em rallo da independen-
cia que guardnu desde sua primeira ustituicao e que
convam cunservar.
Por sda parla a Santa S o cup ir-se-h.i eom o
que cnuvein fazir para que a sania ordem mililar
possa, livre de obilaculos, reslahalecer-se legalmen-
te na Palestina, e ahi nozar da protec;ao e do favor
que as leii do imperio lurco garanten! giralmeule
nai rilarais civi-,
Quarto.He fcil eomprehender qae a prosperi-
dade da mstiloicao qua ie vai faaer na Terra Santa,
depender principalmente da ragularidade de vida
d aquelle, que a coro, ero. O papa espera pois que dea'ox des palavras de S. Esc,
rou conseguir com mais eirlezi bom resultado, a Sania |
S quer qae, peloi cada los di directo do magis-
terio, leja redi.n ,1 nesie lenlido, de comlun ir i .
com o couialho complato, e sobmettido ao juito da
Sania S, am regulameuto diic.piinar modelado so-
nre a base da coiistu.nc.io do 111.Ululo, e, ao mesmo
lempo, em cooforroidade com o que eige urna or-
dem de cavallaria que rene ao ieu caraclej religio-
so a iiecemdadede relafes lucais diarias.
Taei ,3o ai con licfie, a que foi labordiii.dn o rei-
(abelecimenin na Terrra S-nla da iiiilituica,, hospi-
laleira dos cavalleiro. He Malla, condi;is'que o -
rielarlo do Estado Antonelh parlir.ipou a direecio
do magislenu por uro, caria ollitial euro dala daale
roez.
Dando a hora marcada para a primaira parte da
ordem do da, passa-se a'
Segonda parte.
Conliuaa a diicasto adiada na ses<5o anterior do
art. I- da proposiciio da cmara do* depaladoi sobre
a duinislr.irao da jolic.a. com a emenda do Sr.
l"aseoncellus ajioiada ero i:l do mez proumo pas-
sado.
O Sr. Vasconcillns cometa por eiplicsr o motivo
por que nao assulio na aeaala antecdanle M final
do dicono du Sr. Euteliio, obedecendo a oro dever
a que nlo poda fallar.
aNao lendo vista ene discurso e i<> informado dos
pftilus espitaos m que lermimira, apresia-ae 410
enlanto em aneverar a S. Eic' que nao acu,oo de
meuoi leal a sicc,;io do juilic-i do conselho de estado,
poi. que, alrm de fallar naturalmente com a malar
moderaran, nunca o lien lena lau gravemente aos ca-
racteres cuuspicuos de pessoas coro que maulero re-
laces de amitade.
Explicando depeii qaanlo le pan.ira nai conferen-
cias qoe leve com os honrados merobro, da ecco
de joatic, acrescenla que 11.I0 procurno, como se
sondar a opinao do
IPresse).
STEMQH.
rero.lrai..m on vml.im reu o riiieuoula mil pobres, relalho queixam-,e da dillicullade de uassa-los
k.11,,.1 ... -,, .r..... ; a a. wt 1UU1 .____ \. i.________._. ...i. .
velhu, oo enfermai e cuida de 20,000 enancas ad-
1111111,1,11 romo inlernai x extern,, nosprese-
pios, aiiloi, escolas, cu piai, lalai da trabalho
ele.
NSo iao eloqaonles eiteslgirismoi e nao he ama
grande inlqodade querer npedir aqoi u bem que
al.Mn se faz ?
Mas sa se irata de pnbrt de desgrarsdoa, qae im-
porta impiedada a poln, e a daigrac.a '.' I..
(2) Neila rlane anlrimn hoipicioa e huspilaes de
todas as denoiniuac/ieiMol dieu ho.pilal general,
eivil, mililaire. E a reipio doi hospiiaei militares,
ao Sr. eirorgllo Marques qae amina em minSo a
coila do Eilado para eslotr o eervico dai irmla,
no, bu-uiiaei militares, ique veio ah poliliear oiq
relaiorio contradiclorio n que Iraueparece a ani-
ma Iversao aos insllulo'eligiosos. deaotoriaando
ro o seo trah.lhu, aoir. Marques e ios qoe Ibis
'am ai pilmas, direoi que nao ni a Blgica
tem lio. tas, mililare ode eomo ello mismo ean-
fena ai irrrasi faxom bol farvifn ; nao s a Franca
regeila a opinao, queo Sr. Marques defende, do
punco pr ivaii 1 da, irmai nesse hoapilaei para qae
Ihe eolrcgou ha pouco 1 grande hoapilal militar de
Lelo, como ja por oot ocenia > obaarvamoi, mu
lambem 01 la lo, oiaelinmoe qua lomos a' vala ar-
ruman) lulo o easlello le carias deito senhor.
Anm no Pimonle 01 hospiaei militares diri-
gldoi peles irmdas, naiprincipae, cidada, era Ta-
rn, Genova, e Niae.
Ilo diz todo porqoeoira qaem lem viilo a d-
reccSd dada naqoeliepiiz pelo governo aoi interas-
ei religioso!, a prep>nlerancia qoo all tem lido o,
'niinigos das annciaces religiosas, o fado da con-
ervacao di irmaa, nas dilns hospilaes nao lem ex-
pli.aco pemvel saiiHu no raeoiiheriinento d iua
evidente proficiencia, qo> impOe reapeilo aos arrala-
do, libertino!.
<| que dir' a iitoo Sr.Uarqae, T
I amhem nesla cisne de ho.pilaes enlram espe-
eial.dadea nolaveii-hoirilaei de alionad.*, de ve-
mae, de etpoiioa, incuraveis, tordos-mordoi, enfer-
maras (como a da escola mililar dt S. Cirolie ou-
tro, Sr Mirqaei).
..L3] ab ?,U """ vSo mai,, divariai obrai de
earidadeuet to:
Ordinariamonto recebaro nessa poca do uno or-
dens cousideraveis para u iul e oeile, e sram viiitt-
dos por ama mull dio de pas tam a Barateen, Cape-May, Nlagara-TaPt e New-
porl. laiiar.roi-lliei eile anuo as encnmnieudas e us
pasieaduras ; a ausencia diquellaa nao desagrada t-
menle aos merendares; 01 botis lambem queisam-
"a, e mus lardo resultar lambem por iiu um d-
ficit para o caminhos de ftrru.
Como havia annunciado urna noticia liligrapliica,
o gabinete do Whaiigton mandou pelo capillo Hen-
nque inslrurcoei a M. Forsylh, mniislro un Mxico,
approvando o modo porque al boje le lem esle con-
duzdo, e aulorisaiido.o, em caso de conveniencia,
a abandonar o Mxico com lodo o pesioal dt> sua le-
gC?o. Esperamos que na ser uecetsarit isia me-
dida, pon que coiinrma-,e que Zuloaga reliroa o
eu decreto relativo ao ropoilo extraordinario que
deviam pagar os residentes oslrangeiros. Porin, para
preteair ai dillerenle eventaalidadei qae po em so-
brovr, navios de guerra vSo ser enviadoi para as
cosas do Mxico, alim de transpnriarem a M. For-
ytll, te for millar, e proteger os cidadaoi meri-
oanos.
Nada ho mais duvidoio qoe a pnlendida liil.llia
qae le deu dehaixo doi muros de Ouadalaju iva, e
na qual as forsis cunslilocionses, commandad.u por
Degolado, foram batidas por Miramoo. Esta noticia
nao lem om ni canelar lolhenlieo, emqoanio que as
carlai de Monleriy Darram circuinslauciadameute as
miiiuciosi la.le, da entrada om campanha de Vilaur
eom 2.000 liomtni a oilo per, de,arlilharia : olla
deuao general luizua, que dnpOo de 4,000 bonen,
em '/.acalecas, 1 rdem de reonir-se a elle em S. I.uiz
de Polo.i, que vao atacar junio,, amquanto o gene-
ral 11 .Indo BeaT no Estado do Novo l.elo para ,...
gurar os aprovisionaroenlus do exercilo expediciu-
nario. As proeincias do Itiu lirondo e de Coiallihua
expedero lorohein reforcus a Vidaui, qae em troie
conlarA 10.000 toldad).
Por outro lado. Moreno, commandanlo de l.un-
pico, linha feilo pr.iposlas ao general <;arav 1!, o
qual Ihe havia respond lo que a base de qoalquer
neg.ciario seria o recuiiliocimento do govoruo Ju-
rez, e o general Yanet nlo linha acallado ti fonc-
c s de general em ohefe que Ihe linha confiado Zu-
loaga, em tobflitaicao a Oolioi. Vautz pnlare,
RIO DE JANEIRO.
CA.MAl!A )()S SUS. SENADORES.
SESSVO DE 2 DE ACOST.
PrtfUtHSfa do Sr. \l, /. Cavalcanli de I.acrrd:
A's 10:t|i hora, da manhaa.eita a ch.imada, o Sr
presidenle abra a sesio. acl.ando-ie preieules 31
Sis. senadores.
I.ida a acia da anterior he approvada.
O Sr. |. Secretario leu :
EXPEDIENTE.
l'm aviso do minisleno doi negncioi do imperio,
remellen lo um ds aulographns da ris,iludo da ss-
emhla geni cencedendo 12 loteras a IruMndlde
do Saiiliisiino Sacramenlo da anliga S desta cidado,
na qual reinlurao sua magisla le o Imperador con-
seule.
Outro aviso do minisderio doi negoriot da fazen-
da, euviandn a resulucan da aombla geral appro-
vando a poieniar;lo concedida a Jo.1o Salermo Tot-
cano de Almoida no emprego de ajudaule do iln-
soureiro da socca i de ossignalora. Iroco e ragalo do
papel in o i., da cam da .uinriisarlo. na qaal reo-
lurao sin magesladoo Imperador conseule.De am-
bo, o, avisos fica o senado inleirado, e manda-so
roromunicar a cmara do, deputadoi.
Ficam sobre a mesa as folhai de subsidio doi Sn.
senadores r ai do, ompregadn, de leerelaria e paco
do senado, perlencenles ao mez de julho ultimo.
Fica igualmente tobre a meaa a redaccao dise-
monda, feilai e appruvadas pelo senado, a proposi-
rlo da samara dos dopotados approvando a tabella
dos vencimenlos dos magi.irad > e empregadoi do
cuuielhii sopremo mililar e de juslica.
Apreaealaclo de prnjeelos e indicicAei.
O Sr. Silveira da Molla, leudo presentas as infor-
ma(i Rauco de Mau, eslranlia, que tendo-as requerido
no'moz de m no e rocebend.i-a, no correnH, nao so
refiram ellas ai operacOes ilTeelaada nessa inlerval-
lo, duxando o paz pur eon.equenca de conbecer a
elens.1o ila oporacao, em que anda existe alsuro
mysi.rio a sondar.
O Sr. Souza Franco :Se pedir informaron, da-
las-hei.
O Sr. Silveira da Molla emende qoe S. Exc. po-
da e devia ler aeeresrcnta.lu as na, luforroarei
aquelles actos do governo que completaran) a o'pe-
raclo, afim de se eomprehender eom que funda-
mento se juslfica om o espirito da lei de 3 de de-
zombro.
Requer, pois. na Taita doi dadoi praciaoi para for-
mar uro jalzo se: um, que as informarse! re. elu-
das tejam remedidas a urna eommlsso do senado,
ao qual dirao te (lias conteem materias sujiila a de-
bale.
Diz mais que recela ver Imitado o proredimenlo
arbitrario do actual Sr. ministro da faienda peloi
mis loccessurei. qoe tambero podim entender qoe
a rofirida lei permiti que so faca movimenlo do
fundoi do llie.i.u o publico pira suslenlar com vio-
lencia om cambio artificial.
Oeve-se, pois, estabelecer am precedite que li-
mite pira o futura o arbitrio doi artos miuislehaes,
para ngo medrar o nocivo principio da inlcroenr.io
do governo nos uitereaies pirtirulare, de cida in-
dustria, do que resullaria ser elle rosponsobilisado
por aclus ero qoe nao he competente e considera-
do mullas vites como o principia negativo de lodo o
bem
Para evitar estt ealamidadt lie millar que o poder
aceito oo limile em qoe foi reitriclo, nao aceitando
a responsabilidad! da fuocces que u n> Ihe cumpe-
(em.
O orador repele qae leme a Imitado no fitlnro da
conducta do Sr. ministro da fazenda a respeito dos
saque,, eilando convencido de qoe sera' S. Exc. o
proprio qoa.eniao clamara' cintra ella.
O Sr- Candido llorges : Apoiado ; Uso nlo lem
duvida.
OS'. Silveira di Multa diz que ne>ia oceasilo a-
companhara' a oppu-ic i crendo que aaiualmenle
deve ler coniollad.i obre a malaria urna coinmi.sdn
do -en i,,, ie o Sr. mililitro uao acha esla pasio in-
conveniente.
O Sr. Souzs Franco :N.lo, aenhor.
Vero meia o s.iguinle reqoerimenlo :
Que se remed a's romrois.oes de rmsliluir ni
a fdzenda ai nformar/ns dadas pelo ministerio da fa-
O Sr. Eozebio :lio di.se tal. e aisim que a lac-
liea de V. Exc. comiilia em consultar particular-
mente aa amigo, para tervir-st ollicialinante do seu
parecer se Ihe foue favoravel.
O Sr. Vasconeetlos, ag-adeeendo assa explicacao
do nulire leador, passa a roiponder .i segonda parte
do sea discurso.
Emende S. Exc. qoe deve ser incluida em norsas
leis, a diminuco do numero de jurados nos pe-
qoenos ceiros de popalaca.'.
O orador temeo adoptar essa dupoaicao, por qae,
n ser applicado no llranl o principio ila l.i ingleza
qoe eilabelece Ires inolivos de recaa dos jin/e- de
fado, diroinuiria necenariamente u numero unetaa
a lombrou eulo a distmecao dus rrimes aflancaveti
a inafitacaveu reduzmdo no julgamaulu daquelle, o
nomero na, recusas, legundu se praiica uos estados
anglo amen,- ni,-.
Mencionou t.inliein uo sea projecto ama provi-
dencia que julga proficua, dando ao juiz de direilo
a faculda.le de dispensar os jurados anda antes M
reaniao do conselho, que delta maneira nao fie, so-
jeita aos embanco! da ausencia dos que sao sorlea-
doi, ele. ele.
O Sr. Euzebio :Esia medida he muito boa.
O Sr. Va quan.io quer que fiquem nulificados para cumparecer
na sesslo segninte ot jurados que forero dispensados,
Irazendu eisa medida o inconveniente da amedrentar
ai partes com juizei eerloi...
O Sr. Euzebio : Perde-me V. Exc. ; nao me
encarregue de sustentar estas ideas.
O Sr. Vasconcollus observa que se funda ni. m-
formaces que Ihe doram.
Tratando depois da liberdade da imprensa : diz
quo nao deicnnhece n direilo que a euusliiuirao con-
cede a qualquer cnladao de publicar oa seui pema-
crop lude, ou ero e-lalo de ouferroidade permanen-
te, devera elle continuar a eiercer o seo empre-
go '.'IV a o cert unenle ; porque linda netla bypolhese
o principio da perpeluidade seria contrario"a' razio
qoe o dicta e aconselhao bom julgamenlo. Logo,
curopre que baja nesles casos um remedio, urna
eu-pirto que ialve o principio, para que nlo secon-
virla ero alisurdu ; maa esse remedro na deve ler
da inesroa nularoii daqoolie que se applira ao caso
de culpa mi liante umi lentonra ; porm uro oatru
remediu que seja muilo benigno".
Esle rimelio alo be oulro aenlo a apoienladoria,
que repulo um meio Urie razuavel entre o princi-
pio ngurosu da perpeluidade, e a nere,sidarie de
u3o cunseiitir que esleja uceupondo o lugar o ma-
gistrado qua nao pode exerco-lo sem quebn Oo
bom jolgamenln : este reoedio, que considero como
urna da, vilvulai de salvadlo do principio da per-
pelui lade, he lambem uro eliroenlo de govimo na
ordem judiciana : roa, elemento qoo uo deiejo que
c, nlinue a ier exerci lo, como al aqoi, um freio
e iem lirones ; porque pode-ie tornar inrio-iv,, e
fatal a' inciodsde. Se nao he para assegorar a ju-
l>Ca entre os horoens en' na Ierra qae lano t, lem
di,culiilo, inventado a formar de governo, enlao
dire que loda, ellas nSo passam de una e,peeul_
Cao, ero que poucos sao os que g inli.ro. Ho pois
conveniente fater lu lo qnanlo for neressario para
proteger obom julsaineulo,para manter a joad-
ja emlim.
On, parecando-me qoe a parpeluidade he condi-
CSu n,re..arta para a mauuleucju da jmlica, mai
ulu a entendeiidode maueira i.lo abaolola qoe nao
conlenhe toai exiepces naloraei qua devem reger,
conlirmandu lempre o principio.
No projeclo, pon, lomo como ba,e o principio da
perpeluidade; mas retiro o magittrado do exercieio
do lugar por idade avancada, e por mola,na grave e
permanente. Embeleco porm vaniageus diversas
para os inagnira ios aposentados, segundo as raz&es
qae delerminam a apoienladoria ; e o-ldlndir i o pro-
ctsso, que nao i megare iaa cooienianeia e juitica,
eomo larnbem pioleja a suciedade coulr8 o abuso
que porvolluro possa fiaver, oitando esla luor, ,,
inieiramenlo entregue disrrirao do poder eieculi-
vo. O projeclo he o segumie. (I..)
Eicniailu he dizor, Sr. presdeme, que nSo consi-
dero perfeilo o mou Irahalhu: nem como lal o apr-
senlo ; porque Irahalhos desla ordem Dio podem sa-
bir perfeilo, da mao de sau autor ; s a discusslo os
pode aperfeicoar. Nao o entrego seuju. como um
pomo de debales, sobre o qual ouso chamar a allen-
flo da cmara, a quem curopelo emenda-la, substi-
tu lo como entender om sua sabe loria, comanlo
que au se deixe de Iralar desta quesiao.
Cuidei muilo do re-umir e Conduisai al minhai
Ideas para faoililar a discus-do, e porque roo parece
que algumas oolras medidas sern propriat do rtga-
laiiieniu retpeellve. Se o projeclo for comlderado
objeclu de deliberacao, leroi oeeailie de ier man
explcito, e de acrescenlar eipeciei que forero
suaciiada pela lembranca da casa.
I.e-se, julga-se objiclo de doliberacao, e val a im-
primir para entrar na ordem doi dabalbui, o teguiu-
le projecto :
A aisombla geni legislativa resolve :
a Arl. 1- Os juitei perpetuos i poderlo ter apo-
euia ios pela forma e nos casos seguintet:
* i" for idade avanesda : o membroi do Iri-
buual de juslira, lendo 72 aunoa de idade, e ui juizes
de primeira e segunde lualaocia leudo Ii7 annut.
a S -2- Em qualquer lempo, quando sulfrerim
menlo, por esrnplo, urna vez quo responda pelos mulo.lias graves e permanentes qae us privem de
eiercer o emprego.
Arl. -2- Por bem do artigo antecedente, insli-
luir-.e-ha axaroe lubre n causas ecircomslaiieias da
aposenladoria, por urna couiinitlo composla do pre
sideule du tribunal supremo de juslica e qualm ruu
solheiros deilgnados sorle para cada piocesso, a
que a-siilira' o piocarador da corda.
Arl. 3- A coroinisslu devera' proceder on man-
dar proceder polos juitei de prnnoira imtancia, nao
so a' inquirirn da lailemuuhas, como aos examit
pur perno,, e man diligencia, que jolgar convenieo-
los ou forero requeridlo pelo procurador da oora ou
pela parte.
Arl. 4- Depois da inqoiricSo e examos qae o
eaio pedir, a commissao mandara' ouvir por eicriplo
ao magisdado, que podera' juntar documento ; e com
resposta ou sem ella dar' seu paieeer sobre a pro-
cedencia dos molivos da apiiientudoria, para ter pr-
senle ao governo polo ministerio da juilica.
.< Art. 5- Ero vina do parecer da rummisi.io, o
governo, oovindo o cumellio de astado, nagua' oo
decretara' a aposentadora com as vaniageus a qoe
liver direilo o magistrado.
Art. li- O magistrado que for aposentado nos
lirmus do arl. | S I* lero' direilo no ordenado qoo
estiver percebeudo, e a todt ou part da gratificar .o,
ae eonlar -2~> anuos do magistratura, e houver-ie por-
tado sem nota oro lodo o lempo de sorvico.
Arl. 7" O que porm o.- xposeiilado noi termos
do arl. I* Jj 2' lera' direilo ao ordenado proporcio-
nal ao lempo dt iffeclivo i.tmco ; podendo o gu-
verno acreseenla-lu, uo caso de vir a sor lio dimi-
nuto qoe rolo salve a modela sulis steucia do JOIZ,
quaudo tenha bem servido.
a Arl. 8' O magistrado apostillado continuara'
no goto doi privilegios houorificoi do -su cargo ; e o
governo Ihe podera' conceder um grao de accesso,
se o merecer, pelos leruro. relevantes prestados em
sua rlaise.
a Art. !)* Um.i vez neg la a apoienladoria, ni o
podua' sor requerida ou concedida tules de pastadus
duoi annos.
(i Arl. 10. Ficim rtvogadasaidiipoiiciii em con-
Irario.
a Paco da cmara dos depaladoi, 7 de igoslo dt
1858.Cumia Figueircdo.
abusos ; roas julga qoe, a elevar-se a iniorp elar.ln
desse precedo a preferir a freno, a qoalquer sacri-
ficio qoe pretina os abusos, deve-io suppriinir as pe-
nse marcadas para esle, dtixandu-us corngirem-se
reciproc,iincnlo.
Nlo quer de rerlo coartar o direilo eonsliluicfoual,
roas unicimenle regenerar a imprenta.
OtSrt. Pinna e I). Manuel :Apniado.
O Sr. Vasconcelloa Cuiihece os bous sirvicot qoe a
imprens diaria da oiirto lem prestado ao paiz ; di-
rigida por homens habilitadissimo,, ella discute as
m-terias iroporlantas ; porm a par de arligos el.ho-
rados com lalenlo, avulla a maldita lujuria pessoal.
V-ee o doeilo nlTensivo ao bom pai oe familia, au
bonillo fanrcionario publico, cojo responsavel be
om u.i.aia-.rl que mercadeja com o iea uuine, acei-
tando una responaabilidade ephemera, ero quanlo o
aulor do insulto zumba inclume da honra deiia fa-
milia.
Nesse caso ser moito exigir do editor a reiponsa
bili.la le do artigo qoe publica, nao leudo o seu autor
e coragem de rins-lo ?
O Sr. Silveira da Molla :Nene caio npparece um
humero de palha por 109.
O Sr. Vaeoucellos observa que o pe,o do insulto
desappareceria se lal sucedes.e, como ja llocage d zia
no .i u lempo : PAe leu mime na frente, o eit.u
ving.ulo ; e nlo se cunfundina|maii o org.1o ,,1o da
opinin publica com a diflamaco irre,pon A ee repello cnmullno ai dispnsirei libarnet
di legniacao Irancoza de 188 e vio quo esla leva u
eu rigur contra o, reos .lene delicio milito alero das
medidas que piopoz no projecto.
Paitando a parle desle relativa compeleniia dos
juizes inunicipaei para a formaran da culpa, diz qoe
esiabeleeendo-a, quit ob.tar o Incommodo das par-
le, e a dilUcoldade de lerem ouvida, pelo juiz de di-
reilo, uulcaroenle, ai teilemoiihas resllenles no ex-
tremo da comarca.
Terminou confessmdo stnlir-se embarcelo qnan-
do ttm de contrariar o nnbre senador pelo Rio do
Janeiro, coja ainiade proza e aasegurando que ips
urna adverleocia de S. Exc. relirana qualquer ex-
presslo que no correr du sea ducono podosse ler-
Ihe desagradado ; lendo pedido a palavra para pro-
var ao senado qus na falla de cipaoidade para for-
mular boat leis subra-lhe o desejo de melhorar a lor-
te do seu piiz.
Contina, pois, a votar pela emenda.
A dltenotlo lira adiada por nao haver casa.
O Sr. preiidonle marca para a ordem db dia di
sci 1* parte.
Discosilo da rtdacclo depusilada sobre a mesa, o
do reqoerimenlo adiado por se ler pedido a palavra ;
3' diicuiilo da res, lur.io do senado eoncedendo 12
loteras annuies por espaco de (re, annos em benefi-
cio da Imperial Academia de Moiica e Opera Nacio-
nal ; e o reilo da, material ja deiignadai.
2 parle.
Continuarn da di-cus-.i adiada.
I.evnula-sa a sesilo a 2 horas e 10 mnalos.
Discurso do-Sr. deputado .lose Rento da
Cunha Figueiredo, pronunciado na ses-
sao de 7 de agoato.
APOSEMADOUIA DOS Jl I/ES PERPETUOS.
O Sr. Cvnha Flgneirede : Sr. presidente, lenho
de soiimetiei a' eeatidorafl i da cmara uro i rojec-
to que me parece de bailanlo ulilidade. Vert elle
sobre a apoieutadoria dui juizes peiptluot.
PARAKIBA.
Cajazeiras 31 de agosto do 1858.
S para cumprir um fado, ou por mana vou
fabricar esta prsenlo missva ; posto que seja de
nenhuma importancia, coreo lodas as que de mim
vo ter s raaos de Vmc.
Entretanto sempre desconfo que Vmc. nao des-
gosiaria muilo, se alguem l!w quizesse dar urna ana-
lyse mais ou menos circumianciada dos usos, cos-
tumes, occupac&es, moralidade, habilaees e recreios
desies enies chamados sertanejos ; os quaes ( na
phrase dos pracianos) s le.n do senio o ollio es-
qnerdo, ou como disso oulro : (Jual, matulo s
lem de genle a sombra, o sao bem tardinha.
Pois bem nesla vou dar principio, a em ouiras
continuare! a dita analyse, inulto imperfeta, mes-
mo como convem a um vaqueiro. Fallarei em
geral para nao ollender a n odeslia de algucm em
particular.
Os sertanejos seralmenlo sao devotos o carilali-
Us meninos nr. serio criam-sa quasi esponla-
neainente, livrede lodas essas enfermidades, que
a velha medirina da mil nomes gregos, e a homeo-
patbia de balde se cansa em esiigmaiisa-los. Esses
meninos ou sao cscravos, ou pardos, ou braocos ;
se o menino lie esclavo, fica desde logo condemna-
do a ser lido como traste ; ainda que lie urna felici-
dade para um escravo o ter senhor serianejo, em re-
l*Oao aos grandes feudatarios donos de engenbo
do sul, que se comprasem em tratar os infelizes
escravos como puras besias de carga : o a prova he,
que, quando um senhor sertanejo quer intimidar
um escravo, basta dizer-lhe que o ha de vender no
barco. Essa ameaca he para elle um golpe de
raio.
Oescravinho vai logo sendo criado sem esperan-
Qa de ser alguma cousa para o futuro, e isso seria
suflicienle para o aniquillar ; mais ainda acresce,
que quando um menino ( o senhozinho ) acoila e
maltraa o escravinho, sua mami recreia-se e o
louva, por ler sido para divertimenlodo ioiiizinho ;
mas seao contrario o moleque imprudeniemente fez
chorar ao menino, ai delle he tyrannamenle sur-
rado ; e se a mai do pequeo martyr, ferela pela
dor filial, deixa cahir urna lagrima ho igualmente
espancada, por ter (com esse signa!) dado mosiras
de reprovar o fero procedimento da excellentissima
senhora !
Fallo da mai e nao pai do escravinho, porque
ordinariamente elles nunca o lem ; pois entre nos
he linguagem crreme : que o casar escravos he an-
dar com trambolhos. Eu lambem jtilgo ser isso
escusado, uma vez que os senhores gozam do pleno
poder de separa-los como e quando bem Ihes parece;
e por isso o marido e mullier nao so separaram s
por mor te.
Observo mais que sendo os senhores lao zelosos a
respeilo da honra de sitas lillias, lem pelo contraro,
muilissimo prazer com a producto prostituida de
suas escravas ; e quando assim n5o acontece Ihes
dao o injurioso epitheto de quarto Essa familia
vive reunida, esses costumes communicam-se in-
fallivelmenle Que contraste Que harmona s-
na Ora daqui faco uma idea do que podera
acontecer as casas desses grandes capitalistas de
carne humana Porem o melhor he calar-me,
uma vez que de haide tantas pennas Ilustradas lem
'ripio sobre esse assumpto. Avante, ineus se-
nhores, com a escravaiura. pois que infelizmente
vivemos eni um paiz de escravos !...
Cuanta a raja parda, esla pouco difiere da cs-
crava em seus seniimentos, excepte no que di/ res-
peilo a sujeico ; poisenlendem elles que a liberda-
de consisie na vontade caprichosa e ddsenfreada do
cada ii m.
atee um pardinho, elogo he deposiudo em m
inimiindo berreo, porque essa qualidade de gente (no
serum) lem para si que a pobreza he incapaz de
aceo. As comidas tanto dos pequeos como dos
grandes s.io as mais grosseiras ; a casa que Ihes ser-
ve dehabiiagao, lera' quando muilo dez palmos de
frente com outros tantos de fundo, feita de madeira
e Ierra ainassada.coberia de palha, e as melhores do
telhas ; daqui bem se v que os pas, filhos e filhas,
galos, cachorros, bodes porcos e galinhas vivem e
dormem quasi promiscuamente.
Dilosa condicao, dilosa genio,
0\ie nao sao deciumesofTendidos
Gresca assim o menino nesse museo, ou escola
le mmundicies, e a doutrina, que ouve lodos os
dias, he : Que nada de aguantar desaforos !
Desaforos chamam elles ludo o que vai de encon-
tr a seus grosseiros e estpidos pensamenlos, e por
isso antes do menino ser homem j he um cabra va-
lento, e capaz de executar o mais difculioso as-
sa Xico : que o cabra, no dia em que nasce, deve ser
logo preso e processado.
Oaugmento dessa qualidade de genle he prodi-
gioso, porque chegando a mo?a aosannosda puber-
dade, ou case ou nao, a propigaco he infallivel.
Al aqu tenho fallado dos pardos pobres, a que
chamam populara, em oulra conlinuarei a iralar
da demais gente.
Depois da roinha ultima missiva deram-se aqui
dous casos, bem pouco calbolicos : ei-los :
Um tal Manoel Guedes, official de ferreiro, e
porconseguinie bom deslro em bater ferro, lirou-se
de seus cuidados, e foi exereilar a sua arle em uma
pobre mulher casada e honesta, por um nao se
que de cumes da sua cara metade, da qual (ilizem
todos ) elle nao era digno de ser escravo, q.ianlo
mais marido ; de volia da tal facanha espancou
igualmente uma escrava, e a propria mulher po-
cerio nao (icaria livre do instrumente tundente de
tal vuleano, senao tivesse tomado o expediente de
prostrar-se aos ps do furioso algoz. Entretanto ja
foi instaurado o processo, e o reo presin fianca ;
sem duvida no prximo jury entrar em julgar
menlo.
No mesmo infausto dia outro sujeilo de nome
Amonio Dionisio, lendo durante a noile perdido
alguin dinheiro no innocente trinta e um, ao ama-
nhecer dirigio-se a casa do seu honrado antagonis-
ta, e mui pulidamente chegou-lhe barriga uma
perfurante faca de pona e o paciento para nao ver
suas humildes tripas derramadas, vomilou para
all oulra vez o dinheiro. Bem boa moda de des-
forrar dinheiro perdido em jogo sem ceofiar-se
oulra vez a inconstante sorle do baralho.
O aggredido queixou-se ao subdelegado, eeste
conienteu-se em mandar restituir o dinheiro ex-
itorquido, O catnpeao foi logo posto em liberdade,
e esl por conseguime habilitado para fazer oulra
assim ou melhor.
Tudo quanto he bom Ihe deseja.
O Vaqueiro.
casa procura o repon,o nalnral
M-ie, se principian) nraoderalo.
nezS para cornos Europeos; ladroes, como os| quando a. cHibaco.. .o adnida.,tarn.ro-.e for-
pretos dos desertes da frica ; mais voluveis e in- lueieavao viulao e enea dai gueadeiraa. lie mnalet
Hile d'alli ,eja exp-lli lo aquella bando de rarpi Ier-
ras com oseo pastor, p.iia que consume um incom-
modo permanente dos pes,oas que morsm naquelle
pal..
Ameijruo.Acha-,e nnmesdo ecrivli da col-
leeione 'a Cmaro', por portana da laipecierio da
Ihesooraria provincial de 25 do crreme, o Sr. IIy
ino Ferreira daa Chaga,.
linsino dometliro.Em din da semana prele-
rila tarvio-ae uma iiinns aenliora, com loda a oale-
na.D oe esbofelear, na veranda a o au dair da It
Une, ao pacieule marido por vollar tarde para cu-
sa : seriam nove hora, E diiiam aindt qoe he om
sexo fraco, qumdo delle saliero laeo proditjiut de
turca e valor varonil, lie e-sa digna aenhora mesmo
nina americana destas du Eslsdol-L'nidos. cuja li-
berdi.de he illimitada, vai am la alero lo, qneixoi do
marido, qoe nao sSo inviolavea para oo >aui rinco
de.liulioi de orna delicadeza in fariih I. Um* dcaai
heronas estando ero Inaavlerea, nSo deixava canala-
do de a.ovaro as veies ao marido para leu ensillo, a-
peaai da le ingleza nao Barmlllrr que se p..taa ea-
liaucar a qaem quer quesej, ; e eomo islo Ihe fos-
.o ubservado, nol.indo-se-llie que a polica lornar-
Ihe-bia coma, dessa pratica, olla exelamou verdadei-
. iinenla eomlernada e toda palmo :E chaman, j
isio um paiz livro .- e chamsm a nlo liberdade. e no
enianlo nem seqnor den.m a eenle entinar aeu
marido !.. Qoe deeeprao para una cora untada eos.
lumada a laes ensillos Aronielham, i a nossa ex-
eropladora poi, que nSo viaje para bandas da Ira
Alhion, porque nao llio sera mai fcil eosinar o sep
marido, viato qne all nao se coiluma usar dessa li-
berdade ahsoloia tem eearreeele.
Xomeaeti policiaet,for porlariat de 23 e 2t do
coienie foram nomeedos delicado da comarca de Tt-
c.ralu o rapilSo cominan lanle do respectivo desta-
in-iiiu l'iborcio Hilario do Silva Tavaras, subdele-
gado dessa freguezia, o alfere, R iqao Soare da Sil-
va, e subdelegado do Brejo o aderes Manoel da Cos-
a I'ensaca, enmroandante isual-i enle do destaca-
mento des.a villa.
Deftza de thetet,Sabbado concloin-se a defeza
te thesaa apretenladao a conaregncAo da f.cuida,le de
direilo pelo Sr. bacharel r-'ranci.ru Piolo Pessria. t
reibltado da volacAo deo ama approvacao simples.
Desacato a moraldade. A moral.dado pahlira
acaba de pastar por uro desacato no povoado da
li lavirgom, coja individuarao on pormenores cala-
inot por tllencn a derenciaAA parle ollendida,
repratenlada por leo padrioho^pai da criar i ., ira-
loa poii logo de queiiar-te ao impielor d'aquella
loeilidade Nogueira, que, sem cnn rtnleico exisl-nle enlra li e o protector do ollensor,
proceden a lodas pesquins, pieuieo-o e logo reroet-
teu-o ao respeotivo tubdeleg.do ; o qoel a oeu lar-
no p.|o 4 dnoosiro do Sr. inutor chefe de polica.
-Nano negocio a policia procedea oig.ianionle, ten lo-
se lomado reeommendavel prin.-ipalmenle o inapee-
lor Mogooira, qoe, depoi, ne cumprir aaaa arduas
obrigare,, pedio damis,ao para evilar novos ennflic-
tci coro sao cunliad ..^rujo puced roai.lo lem lido ir-
reflectido sobrerooto ; mas o subdelegado recunhe-
cndo que laaa auxiliare, ,3o absolutamente preciioa.
n.ln Ifcfa dea. Cumpre-noa no eulrelaiito pedir que
a inflexlbilidade que at agora lero presidido a averi-
suar-io de lao he lioudo criroe, que he lano roaii ne-
gro quanlo foi pr .lira lo n'oiiia eriauca innoceute e
de remullen la siinpliridade, nao deixe de ler con-
liuuada al lin.il luinico do roiser.ivel delnqueme,
a cujo favor nao fallam roiui leraces algoma,, aem
nesino eisa de fllho de viuva consagrad na lei para
iiencao do recrulamento, vislu que lem nao menos
de do, itin-os ; e ente, ISo oesmoralisa-Us e para
quem nao ha reveno definido, nao devero viver sol-
as n'uma mriedade civiluada.
Sania Isabel.A compnhia ilaliaua deu honlem
a repelioSo do eTurqualo Tssiua.
l'ma noniearao.De carlai parlicularea eonita,
'|oe arlia-se numeadu secreUrio da presidencia do
Ciara' o Sr. Ur. JoaoAlfredo Corre, de Oliveira An-
dnde.
Concurso.Honlem principien o concuo a'i ei-
deirat eigai de inairucrao elementar. San examina-
dores o profetsores desla (idade padre Vicente
Ferrtira de SiqUeira Varejao o Si "plicio da Croz
Hilieiro. Intcreveram-se novo caudidaloi. acharam-
se presentes oilo, mas rnenle sale enlraram om
prnvai. I r-iou e apenas .16" primeira prova escripia.
Festividades religiosas.No domingo realisoo-s*
a l -11 da Senhora da Escada na Conceic,3u dus M i-
lilrei; e na Sanli Cruz celebroo-se do Senhor
Bom jesi.s dos Passo, a qoal eslava devidamenle
luageslosa. Aos e-forcos do liman procurador Frao-
cisco .Vlvesds Carvalho fui tem davidi devido esse
resaltado.
Mortalidade do di% 2fi :
Francelino Poroira ae Audrade, pardo, solteim,
18 onnot, pblbiiicu.
Hita, prea, .scrava, tolloirt, 70 annoe, frioldade.
Candida Kufuia de Portiuucoia, parda, lolteira,
iii anuos, aneunsmi.
Jo.quim tjuedos, iranco, lolleiro, 20 annos, hy-
d/a paila.
Eduvigei, preta, tolloira, 60 annos, maligna.
TI
P*llAlHCtt.
ftaz'to conclwlenle.Um individuo, qae he viga
da e.ua,la de farro, nfto sendo adendido por duui
oulros individuos que, a despeilo do suas observa-
rnos, quizeram paisar pelo lullio, enlrnrieu que pa-
ra concluir aque'iao e livar-lhes a eoDViefae ao es-
pirito, devia recorrer o rateo suprema do ccele ; e
...ini foi applieaii.1.1 Ihe, alguns desse, argumenlo,,
que ,i li. el I tiverain a forca de Iraze los an regu. Ape-
lar de defender-,e aquelle (ilgico do c.reten e -m o
detaslro ha puuco occorridu naquelld islrada, cun- loil i na ur lagmpnlad t ,i ,ua >c le mudada pan
Jos de Trre Bandeiro, brinco, viuvo, 75 amina,
tuberculu, pu'inouirei.
Francolina Mana da Coneeirao, branes, solleia,
6 anuo,, bexigat.
Fraaeitco Antonia ierre ra, branro, catado, 57
annos, interciea chronic.
. Francisca Anglica do Sacramento, branca,
olleira, 7"> anuo,, mil mimaran de ligado.
Aul -mu Jos 1! .o ih i do a, .na, Inauco, solleiro,
60 anuos, gangrena.
Laico, par I-, 3 annos, convulfei.
Hospital e caridait (27 do selembro.)
Exisiero :18 horoens e ) inolhere,, nacionaea ; 1
hoioem, eslrungeiro ; e 1 li uero escravo ; lulal 90 :
sendo visita-las is eulerroarias, pelo cirurgiao Piulo,
ai 7 meno. 5 ininalno do in.inliAa, pelo Ur Dor-
nedii ai 8 e miia e p^la Ur. Firmo as 6 horas da
larde de honlem.
Maladouro publico. No dia 26 do crranle
roalarain-se 90 reiei para rnsumo delta cidade, a
saber :
L'ma sociedada maln 26, oolra 15, Jos Fran-
cisco de Soazi Lima & Fllho 9, Bernardino Aman-
co Augusto do rau|a 7, Jalo Jos de Aibuquer-.
que 6, Manoel Jaquiro Huar e e Souia. e Mam,. I
de Souza Ttvare i, cada um, l.-i vi do Queiruz Bar-
roi :|, J , Pinto, Jos Mauricio dos Sanios, Belarmino Alves
i'Ar.iurh i, Clirislovao de SaubagO Le*sa e Manoel
Paulado Alboquerque 2 cada sin, JuAo Chryotilo-
iiin do Albuqoerqoo, Manuel Jet at Kesurroic-lo
1 cada om.
No dio 27 mitaram-ie como aiima 10:1 rezn, en-
.lo os marchaule os mesmos do da antecedente, a
exrepcAo de Joo Chrysostomo da Albuquerque que
n.i i in.I,ni rez algoma; Jeito Neoomuceno Auguslu
ie Araojo, porm, que nao malou no da -Jii, malou
hojo (27) 8 rtzes.
Mi amanhita.
Projecto de estatutos para a campanhia
nacional da estrada de trro deTaraan-
dare, autorisada pelo decreto n. 1980
de 28 de setembro de 18ii7.
TITULO I.
Da organitarn da companhia.
CAPITULO i.
lin- da sei-f1.i p, r.ipiial, Jura^ao, fundo d reser-
va, iiMtlpinln- ele.
Arl. I'. Sobo uuine enmpar.ha nacional fica cre-
add ne*(a provincia ib Pernaniliico uma locieiaile
annima por acrc para de eoforn iitade com o tle-
crelo ii. 1HS0 K- -JS -le elimbro de 1857 e contrato
a que se refere, Csnftrelr una enlra^la -ie ferro, que
ligue o porlu de Tamandar a margem do rio I n;i,
i>iim cun as obra* accfsturiat que Ihe furetn inli
mmenle liep.ios e eipiora-lo durante o .6 annoi
do pievilegio rnnsianie de ne*mo dt crelo.
Ail. ". A doraclo du socieilaie ta' a mema do
preMteBio, e a una *e te ueta ci la-i di Kecife de
conformidad* c >m a primeira das c* ndic^ues do u-
i 11 -1 .1 lo eonlfalo.
Arl. ."I". O prazo da duracfiO da -"-ciedade podertj

l#J I
nk


DIARIO DE PEKNAMBCCO TERCA FEIRA 28 DE SETKMBRO DE 1858.
i
Tamandar ouando assim o determinar a roaioria, fundos da companlna, prnrogar a viandade.
IVh oaaneira com que so exprime o Itvilm
Sr. vigario geral, parece ujue pilnos pra-
dos accioiiidas, e medanle ajprovac,ao do go-1 reformar os pcente estaflo-, ni polerao lar loma-
_,rn0_ da por voloa c neordes, que representen! raaiuria
Arl! 4." O eipilal eeial sera' de 800 coiioi i abjolola do Capiul elT"l>v" da ciiopaulilj.
dividido era Ni"" aeces, oo apoliCM de re
1005000 cada ama, pudea' sel elevado por deldie-
*ac,a.> da asseuiulfa e.al do accionida, quando for
ouvenienle de maior deaemvu viniente a un preaa,
pela cunslrucc.lo dos rain as deque trata a quinta con
d cea,, do contrato anelo ao i cre j n. 1980 : assim
como parle delle po lera' .er olilido psla emi.-.i.. de ,
titulo ao portad.r, tenceiido em |Btxo lito, e cun ai
CAPITULO II.
Da cn-tlh director.
Arl. I. Ot membros do eontemo director sao elei-
los i>or mu auno, contado da I de joll o qoe seguir
a loa eleic.au, e iflo sulialilutdo- nos .eus iinpediinen
toa, ni .m-eiu iis pilos qao os legutm luiiiiediala-
menie eio velad .
Alt. i. Lugo na tua primaba reunan elegerio
vaulagena qu foreni deteraMnede*.
Arl. 5'. dda apuee tara' direilo, alm da urna
parle eocrtpoodOle boj havares. lucros da com-
pendia a mil ..almos quadradns de terreno par edi-
licacuee ooa qssarleiroe da iiuv.i ci.l.i le de Tauan-
dare, de e.uiform lada com o plano upprovado pelo
governo ; seodo o litlo enlresue gratuitamente ao
tecionteta loga q a l ver pago inalado da iiupoi Lu-
cia da apolice coifespond.^nl-.
Ari. ti-. A retete}! a importancia da apol.ee>
venlicar-se-ha em dinie pagamentos de dez mil res
(IO5UO, cadada 1:111. a praios nunca menores de
Ir. mtzes, leu., a cliamada pelea i Olas publicas cw.i
1j,dia. i.elo menos de anlece le ca.
Art. 7*. A priraetre preatato lie ohrigaloria : o
accioui.l. que Dio a realizar no termo predio, poda-
ra ser eonurigl .. a paga-la |udi.'ialineiile.
Arl. S-. A faila da pagamento de quaesquar das
predaees n 1 piale Mareado, importa uuia mulla da
10 pal can.o em beneficio dos coleta da compauhia,
o nao e.draiuo o a eaptitola ct.iu a preilcan,e a n.ul-
la uo piazo de uiaia ir. tu ir*,, -1 .! ira' lodo o direilo
a aponen, a qoal sera' vtn.l'da em ii -sla publica.
Arl. 9". As apnlice .era.) niuu divas, p >rem'
li.iii.miisiveis por iudosso ; loda, va os eus posiui-
doies nao-er.i recou i.ctios accionista da eompa-
ohia sem lazaren) iverbar o seu titulo 110 vro com-
palanla.
Arl. 10 O tilulos definitivos s serio entregues
ao, accionistas de ..os de p lio" iuiegralojaajto as ac-
56a*. entretanto,.logo na >olr lacio, sera'.laj.. 0111 Ululo provisorio, Iraiiserivel
da conformidad com o ortigo 297 da cdigo com-
mercial.
-Vil. II. O accionista em qnalqoer lempo, e caso
s lie roapoMavel pela valor da soa apolieea, en.
qo.ii.I., ii.'i.i as liver paga integralmente segoudo dis-
poe o lit. lilis d ni^siiio eodlgo*
Arl. \. Ite eais em soi ine*", estabelecer-e-lis
d'eulra is seus membrua un pru-ideol e um secie-
iarto, os quae os rcprcs-iitarlo para todos os nego-
cios correle* ; o presidenta dasigonra1 as iliscu-sdes,
e o secretario renmr.' as acias, sen lo praeitni 3 v-a
los concorde!, par legitimar qualquer decisilo
Arl 3. II ver 1 j. 1o ci n-elli. urna vet por
mea, e estraordiuariaiuenle ledas as .ee- qae o seu
presidente o convocar, ou a maioru d >s memb o< o
eintir assim.
Arl. i. O p esidente nos ausencia, pelo serr -rio, u este pelo membro que o
couselbo d'sisnar.
que so por que lam >e pntalo por duaa veas quando da-
leeado 'i..pente da comarca.
.Nao po.iemos deisar de occir>a KOI caneca de comarca, e Umenlamos a conll,- Vr 1uu .^"enga sera Contra O l.OSSO ami-
BraSo. que a vaidtvoiando, equo dova de contris- i B'>. P'"" '"O d.tsle j Ule antecipamos OS
tor o lodo o Gibo de tioianaa pe/.amos, p tan o mais isso srrje* esperar
De que leem seaijo asses pasquina immnras, es- quantu nSo S o u.esmo IViD. 8r, Vicario
saa correspoadeoeiai iMaerosaa, sem uexo piras geral ha'lito que o padre que Ihe chir
declamantes, contrn os Srs. I)rs. joll de direilo Joflo IMg un>s (,a je ser raacl,ucaao .. /,
Antonio da Araujo Frailea Uenriqoes, proinolor
Julio llarliosa d 1 VaaCOOCelloa. o joiz municipal
Joflo U rcano Maeiel
Sera.1 cap.izs eisas correspondencias elabora las
nos mmenlos do plirenen, marear a replalo de
borneas can.picas com os Srs. Urs. Frailas, Julio
e llircano ?
Km logar de os detcoiioituar, oonctilua para
com o governo, a 2ses |> peis (perioilti-me a es-
prsalo) fedarenloa, reverlem sobre vos lodo os
iniiMii de que se arbatn tmpregnades ; seja pbs-
sivel qoee.-te)an paesaAda por capoeifae, esaes pi-
pis sem ueiihum cunbo da re.pousabili lade, ir-
Arl. ">. Ivu rem.iii'rac.lo dos -em ir.ibaliins os di-! clieuda. de quanla arrieirice ha, fallarn alla-
reclores terie reparliilamenli! 3por cenia dos bene- uieiile no paiiea civilisad-s contra u uossa civihsa-
fcios lquidos reali-.do. pata eonapaiihla, eei.quan- Qlu
lo ii.io funecionar a eslra 'a, recabarlo ISo rnenle -V vista das petacas gradas da comirca. memo
os respectivo lauljs de pr aenaa, sumi ditos Untos, da. ootabilltadae, que conli.ce/11 quali I. les uettas
de ouro devalar e lnuanii d .< prcas da 'K>. Ion lo autoridades, Ihe ire-lam lo 1 1 o apoio, nao pe
de utn I do una locomotiva e 111 a lagtB.lala- damos daiiar de eslabelecer o dilemma aeguinie :
inandareuses Frrea ata d- nutro o relraio de S. As autoridades; mi s.io boas, oo mas, so boas ng
(suas pa-
lavras) como mesmoe rile jolgaaaesegun-
do allgala el jrobataa jamis o leria pru-
iiuuciad i, visto que tolas as testemunh s
juraram a f vor do nosso amigo, os docu-
nieutos ,.ior elle ap esentadoa so de plena
prova ; o mesmo Kvd. pnimulor longe de o
recusar um razSo do aeu cargo, defendoo, e
tu lus os ttieologos e moralistas desta ci la le,
que fo.-am cu snlta los uau tom adalo j-
palavru nao devo ser pniniiti ia la <|uaii 1I1! luila especie humana mas a una reacao vi-
lenla das furias individnaes conira urna preguica
aviliaiiie, e umaenereia resignada,
Uiu laclo coiisideravol, que se pude consi.ler.ir
de-Je ja coinu um dos tnais iinporlames resultados
da primeirn inelade do nosso suciilo, lie que a re-
sistencia moral de que acabo de fallar,, cuconlroii-
se principalmente entre os totnens dejica.los aus
irabsJhas du espirito. As amigas dassas lam-
bem para isse concorreratn ; portn nenhuma em
particular pude conquistar a honra de um protesto
mais especialmente eflicaz. A revolucao quubrou
etn nosso paiz toda unio, toda solidarte.ia.lo, co-
mo era de esperar, eentretanto nao he smente
em notsos das que a acrau administrativa do go-
verno, .11I1 m mus resistencia nos individuos que
nm hornero que nao tem enripio araSo ariigos de impunha-li.es.. d.ver la pwiri* i me.nao,-.'
1 1 Ii-se rgidos 1I11 isleos eslavain long de suppor a
joroaaa, a que dudara lormalnienle que nunca es- ,' lliai>rM lliv.niada do nosso lempo, e Mu cnrnmoda
envera outra cousa. Julgava-se que os tapidos (1Jra a preguica. tgun lo a quat o fiel, penando a
improvisos da impreosa quotidiana nao podiatn qoain be ledireito o Irabalhoderegular seu symbolo
tur a solide/, das obras emuladas ; cria-se que a
nossa vellia lingua acadmica nao convinlia a elo-
quencia pleiteante de um seculo positivo, ora eis
um livro coinposlo de ariigos de jornaes, e esto It-
vro qualquer que seja o juizo que d'elle se forma
M. I. e a legendaIV m. II Itia-. Impr.
Arl. 6. Durante ..s Irahalho- da comlruccSo da
ealrada pide .1 ronselho direelor delegar os seus
polares a um dos seos memliros ; parea e.-a dela-
gacao mediaiile uno 1111 'a ie de votu, e ser sein-
pre revogavel.
Art. 7. As principse altrihuicSes do couselbo di-
rector sao aa siguiles :
1. Orjani.nr lodo o soreico da coipanliii crean-
do o empregos necessarios, m ircando-lbe os orde-
nados e (and os uecessarios regalamentos.
S, Nomear e demittir lodos os empregados, que
enlrein na cathegoria 0 ; chefe de servir e lomar-
Ihes eonl.s.
3. Autorisar lodas as depera necessarias ao bora
anl'i-enlo dos neguCiol da compauhia, denlro dos
limites do orc/imenl a.uioal, volada pela assemlilea
geral, e pagar o dividendo eui-'tr.l de conoriui.la-
de com o diaoMlo 110 arl 12 do cap. I. 111. I.
4. Itepresenlar a coiiipaiilia perante o governo e
o ba|an(o das reea.ila, e detpetas da comp-nlna, e o
locro liquido, depon de pagas lodas as deipeza, do I os Iribanaes.
cosalo, sera' repartid' entra os acc-onislas pruporri- j. Convocar a assembla geral dos
unalmeiile as -a. ap'lieea, deduiunlo-se 10 por cen- | das a vates que julg-r necessano
accionistas to-
lo para o fundo le reserva.
Arl. 13. O fondo de res.rva sera' empreg-do em
oecorrer eideapelaa evlraur.linaria*, que nAo podern
ser compreheo lides no cotleio, e imagnenlo do ma-
lori.il lixo, e volante.
CAPITULO II.
Dos Ierren.. aa Inri.le/., de Tamandar.
Arl. I. Depnij de lirada dos terrenos da fortaleza
de Tamaudare a parle de que Irala a 21" das condi-
c'S almenas ao decreto n. 19S0 pan > servir da
fortalau, ras, pravas e u.ai- lougradouro pblicos,
o a oeeessaria as obra! da e-lrau de ferro de CO0-
eraafjlade com a planta appiovada pelo governo, de
que Irata a coudijao 2<, separar-se lile olio mil da-
tas de mil palmo, qu.. '.rallo- Cada nina, correspon-
dentes a oilo mil aCQOea, que fonnarao o Capital da
compauhia, e o re.lo Picara' perlen.enle por par-
le iguaes aos 3 ruticeionarius do previligio, fi-
cando a cargo :u>rn a rep riicdo das d..l. ao
diversos accionistas, e a respectiva iiisdirao, sem de
pendi da corn|. mUi..
"Art. 21 Caso i compauhia queira vendar parle do
terreno qu- Ihe lica reservado ua planta para as soas
obras, ou algomas das dlas qu eorrespoodareni ..'s
apolicei, subs!.luida por eluigacoe-. nao o podara'
f.uai por .teca menor que o de 100 reis por cada
palmo quadraiio.
Arl. 3" Todos o terrenos que, em virludo da
planta approvada pelo governo, foiem Je.linados
para edificarles parlicuUres, sar.lo numerados a s-
senlados n'uu. livro a lalSo, donde serio exlrabidos
os ttulos passados aos respectivos cessionario, assig-
nados pelos concssioiiiirios da estrada e o presdeme
da assemhla geral du* accionistas.
Ai 1. V A Companlna da' aos cesionarios ns ter-
renos que (o.'.arem a Cada um, cora todo o dominio
qua 1.ellas tem, em virlude da -21 > cundido annesa
ao decreto n. 1980, sena ojatjio a foro, laodemio
ou oulro qualquer ouus, a' eceprao do segunde.
Art. 5' ileverao ditos cestiou-nos edificar no
prazo de 3 anuos, e lo Ja a casa edificada nos lerre-
uos de Tamandar pagara' aiinualmenta do I* a 31
de dezembro a quautia da mil reis por cada andar,
para seren applicadoe aos nielhoramenlos maleriaes
da cilada, calcamenl.. de roas, esgolo das aguas, etc.
Arl. G- Sera'dita ronlriuuic,ao arrecadada por um
procurador a administrador, por u a c raim-o de
3 membrus uomeadouelos propiielarlo dos predios
ti'uma reuniao annuiWque lra' lugar para ease fim
no da 28 de (alambro, e na qoal Cada 0111 lera'
tantos voto quanlos mil res liver da coiitrilioiQn
abuoal.
CAPITULO III.
Arl. 1- A compauhia nacional da estrada de farro
de Tamandar sera' representada as soas diversas
iiianifesiaces por lies orgio priucipac.
! A as.eml.le 1 geral do accionisles.
2- Um cousellio director compotlo de ainco mera-
Itros eleilot, um pe. concesionarios do privilegio,
e os oolraa qualro pela a.seuiblea ger. I d'eulre o
aeciouislas que p..suirem 50 un ruis aceoes.
3" Uma coiuimssao Inc.I formada perinanenl,
composta igualmenle da cinco membros alados pe
assembla geral e pelos concesionario, na inesina
proporfilo de qualro e ......
Arl. 2- Sao privliva da assembla geral as de-
n.e mais importantes, como sejam : augmento de
capital social, reali>ar,ao de empretliinos, mudanza
da soda da companlna, conlrucr;iio de ramaes ou
prolougamento d linhas pnmitisa^, approvro de
..oda e votacSo de urcairienlo annual, elelfo do
membros do conseibo director e da cominissgo fiscal,
a a decretadlo da lodas a medidas geraei que ra-
clamarem os inleresses da companhia e no eslive-
rem prevnolos nos eus eslalulo.
Arl. 3" Ao cu'i-elli direelor pirtince o poder
oxeculivu ; elle be repnsenlsnle da companlna n
suas relacoes com o governo e o particulares, aUui
das altriboir;Oes qu dun^nam dassa pasito ; per-
leuce-lbe na ausencia da assembla geral lomar lo-
das as deeuoea que nao f rain aspecialmcnle reser-
vadas aos accionista! reunido.
Arr.-i- A''cominis-ao fi.cal ee) de vigilancia per-
lauca vigiar sobre todas as npera;bes da companlna.
para cujo tiro Ihe sern franqueados em qualquer
lempo o livros, balance, aroaisn e ofilciliat, sem
que tudavia ella possa intrometler-se u admini-
lrai;ao, qu* pertei.ee eirlunvameote ao couaelho
diieelor.
TITULO II.
Dos orgaoi adminitratitot da compauhia.
CAPITULO I.
In asseu bla geral.
Arl. 1' Todos aquellri qu possuirem legalmenle
utna 1 pulir pele menea da companlna, avarbada no
livro competentes, sAi aptos para coocurrerem a'
reunn'ies d.i aseambla eral, e lomar parle na di.
ruse. ; porem -o podero volar o que passoirem
daz 00 mais apelles,' couliu to-se um vol por dea
apolires, a nao pudendo accionista algum lar mais de
dez votos, qaalqner qua stia o numero da sua
aaces.
Arl. 2' A assembla geral tara' um presidente e
um vice presidente, eleilo por um anuo u'urnp sii
lisia por escrutinio secreto : feda a apurar.!", o mais
voladu sera' o preiidaid e o iinmedialo o vict-pr-
tidenle.
Arl. 3' Hovera' tambero doo secretarios, eleilos
da meiina forma, e p.ra o mesmo lempo qoe o pre-
sidente e vice-presideule, e 1.1110 para esses como
para aquelles, im caso de inorle ou Impedimento,
dsm as ni ios e deugradam ant bou.
Pern, as aiilnri lades de tioiaona agradam aos
bonstvgo .'.........
Ja que eslamo nesse terreno, va' la'dra pala-
vras ao dev-lo do l'ilar. Ficemos maravilb.dos
qoando deparamos .om a sua corrpon Inicia, 1a
parle da Jefe.a a's aoloridades de Goiamia, porque
mois has .lalavras que Serven! do liase a de- i tas dilereiiles ordens do estado. Os hrjmens de
nunriia. o critue d Com ludo o lUil vigano g^ral em sua A cavallaria franena nao conheceu. ao m- ,1-
Ita Mbadorta, oaq algou r.ssi.n ,elo cu.,- |s ,, succe,so de ? w -0 3< |dy f
traiiu pillo cooa .ennlra mi. do qu* lie di- ... .
la o. descobrir era qualro ualavru deslaca- i"lsfde brav,ira- '"vohdade. e elegancia que dev.ain
das, sem consequeiites, nejisubsequenles 0 >e lazar reprosoniar no mundo um papel tao l.n-
trran.leeabo uinavel crine de solicitante phanio. Faltava-lhe muitas ver, seriedade, e
Meu Kvin. vicario he preciso ter n'alma | muralidade. esqueceu a principal funcro da aris-
que erain s
quanlo ao fundo das ideias, he talvez o que em
nosso* dias mais ap[iro\iipa-se a lingua do seculo
a que seden o nume de classico. A occasiaoephe-
mera, produz muitas vezes escripias que nao o sao.
Boaauat, Bayle, Vollaire, c.mipuzerain ob'as sem
lerem sido provocados por fado figuro contempo-
rneo ; os mais Mos livros da anliguidide foram
em seu lempo eseriplos de circtimslancia. IJirei
iotagiaaeae.
Elle amavam os li mis e liam muilo ; copiavam-
os mesmo, e em alguinas dessas severas familias, os
mocos nao linha.ii mais agradavel passa-lempo do
que Iran'crever do piinripi 1 a fim o escripia de
1 San Cyran e do pane Queanel. O habito em qae
. edivain modas vezei os seculares oe reriiar osen
breviario, rep'tiudo a cada passo um circulo, varia-
do em >u.1 mon .Uiiii 1, de aupphcaa, hyinnos e leilo-
n pielosas oppuulnm um obstculo salular a vul-
garizada, a ao doftar correr que d.poi invadi os
b ns eoatumes. Esti.djva-.e a antu'.ii'a I" a mmiei-
ra d Lebeaii, a historia como Holln. Chegava-ie
pela Mriedade, prubi.lade e -lailur.i .10 antigus ao
mesinos piincipio*. a qua a philosopbia do seculo
M aj pi. Uin c.iiniiiho diurielraluienle opposlo.
# -,-... u ,la LIIIUI llliu III iiiii-ihi liliviili vftfitri-t ui
mais: nao se e-la ao abrigo de toila declamado es- ; i,ai Viurenai trtl j. deicuuteriiameniu aubs.
nao quando a necessidade nos foreja a fallar 011 so- \ titulo a gran le pona, eujo senlimento f.dlava em
crecer assim, e quando se
lam aos bous e dessgrauain ao mos, a a ms agr- multa preveilQao para julgar que '.O Jas as
locracia, a defeza de seus di-eilos,
muitos respeitos os direilos de todos, conira a rea-
cqO'.se jal iv.as Ju nosso proxioao sao sso)-
pre lilli :s do mal. Si V. Kvm exercitasse o leza.
milin Iroso miaisterio >e coi.fessor. havia Com e;|)(!cia|iHa(1e da do seal|0 ,7 t0(los
de saber por experiencia que oalbase mui-|os dewre.da rta|Za, se esuntiran.
tas ve7.es ha uecessiJale te su Cizerem aus
penitentes perunt-s que consideradas des-
na veri .le, niaaa parle muilo bu.ora ao obre de- I lacadamente pareceriam muilo mais incou-
6. Faser as ehaanadaa para a entrada das prasta-
eoas. de cada apolle assignar e distribuir lauto os
Ululo* provisorios c 1110 a* .ipoliees definitiva'.
7. Organiar e, ap.i-seiitar as eonlas ornamentos
anuuan, a qose entregara a Cuinruiss3 fiscal a l.~.
de margo de cada auno.
8. Krquerer a sohcii.r quaesqoer molilicar;#s do
con ralo celebrado Com u governo imperial que se-
jam necessano aos inleresses da compauhia, fazer
iiovos eonlralos cois o governo geral e proluciel.
9. Organisar a tabellas de frele.
CAPITULO III
Ua roiiinisao fiscal.
Arl. 1. Os me nbros da commissao fiscal, assim
coiuo ns do coiatlli. direelor sao eleilos por uro am.o
coolados da me-ma forma .1: pilhu a jullio, e subs-
tituidos nos sus ..oseiiris ou iiiipedirneiilos no que
o eguirein na rrdem da votarlo.
Arl. 2. A conimissSo fiscal lera lambem um pre-
sioeute e um erelano ludes por molona de tutos, e
sem allril.uie.s i tentica ao .le presideulee secreta-
rio do couselbo lireclor.
Ari. 3. Reanir-sa-ba uma vez Dor mez am es-
sSo ordinaria, a em ses.ao asir..ordinaria lodas as
ve/e. que seu piesideut a convocar ou um dus ineui-
bro o eilgir.
Arl. 4- A 'ia funcr;0;s sla gratuitas, havendo
todava lenl. s Je pi*teara iguaes aos do cnuselh.. di-
rector.
Arl. .'.. A principal altrihuicjlo da commissao fis-
cal be d apreciar a. eonlss e ornamentos auuuaes.
S vigiar sobre todas a* opefaedas da cumpanhia, po-
en.to, ouvido o conselhu duectur, suspender qual-
quer eo pregado da companlna quandu assim julgai
lll'J.-p u-,.v. 1. >
TITULO III.
DttpolirBti geraet e transitorias
CAPULLO U.MCt).
Arl. 1. Os eoueeaslonarioi .ie onvilio di eitrada
da ferro de Tamandar, cedem a companbin, sem
para esse fim eligir remenarerjla akuma, altn de
pagamento da. d.-pez.s ledas, lien, mime- direilo
que os oais accioui.ia., eicepln n .te nomearein irn
do ." directores a decae, e de proceder a reparticao
dos terrenos de 'tan.andar de conformi 'ade com o
disposlo uo Ululo l.eap. 2. arl. I dos prsenles e-
lalutos.
Ar. 2. O auno financeiro da compaubia era con-
tado de jiillin a julbo ; porem a- eonlas apresenladas
aiiuualmeuia nj mez de abril serAo de Janeiro a Ja-
neiro, abrangondo tesrarie dous esercius dillerenfes.
Art. 3. A priiueira elt-ico para |.rasi lole, viee-
pre-idenle a sscrelario .'a assembla geral que lera
logar logo que torem approvados os presentes esle-
imos, serv. 1 o eleilos al priroeiro de |ullio de
ISU, e proceder-s-i-ha soeces.tvameule a elec,o do
membros do cni.'l ... iiireclor d 1 coinini ja iiomeac.in pertenee a assembla ge. al, os qoaes
lirvlrlo igoalm.nte al o de julho de 189. em
que ced rao o lugar aos eleilos lia reuniSu ordina-
ria do mez de alud.
Arl. i. Lugo lepoia de organisado o eonselho di-
rector, far a primeara chmala e 10 por cenlo so-
bre o valor Jas Hpohee, e tratar com urgencia de
Completar os Ira.iatbos necessarin para se reqoerer
eoncesido e priineiros Irabalho, aulorisaiido al
dupezk j..' fei-s para oblenr^ao do privilegio e Ira-
balli s praparaliv-, e de o f-keradentro dos lemds
do ornamento provisoiio de 20 da judio de 1857. A--
sim Como organisara' para sr sobinellid.i a apprrna-
C-lo da a-se.r,lile.i gers| no rtaz da abril proiimo o
orcamento tas .r (lez.spara o auno finauceiro de
IriV.la 1860.
Arl. 5. O presentes eilalolos nin pndeiiser re-
formados 1(11.11 oep mi de passados 3 anuos, e com as
formalidades do til. 11, cap, |, arl. 12.
GHftSIGUlDICliUl...
olo ; porem perdoe-iso o .levlo do Filar, fui pou-
CO casalliro com o Sr. Dr. Estlida, hoja clitfe de
polica lo Alio Amazona, poli acbaudo-sa o Sr,
'l)r. Caelanu Eslellua Cavalranli l'essoa, longe, e
bem longe n.lo devia o nobr devoto o fenr de rels-
goardn, a' acrimonia com que u oevoto MI, u d Ur,
Estell.la leixa v.r que > devoto -nSo go-lou, nao
KU-I 1. e nem soslsra' do Ur. F.-t II la ; perrideme,
tsso lulo he de devoto, para que tonta reiv *
O l>r. E leo, de replalo, deizoo amigos, que por oeca-1.1.
coii'ideravel Je amigo* assiguaraui um manifflo de
estima a' sua pessoa, ja'como amigo, ja' como au-
toridade.
Os inimigos do Ur. Esleda sao poltico e inimi-
gos polticos silo amigo.
MAo se agasia o nobre Jevolo, as nossas linhas nil..
foram com o lira de o molestar, pois longe de n...
quersrmna oftVuder nem de leve a usceplibilidade
do devoto, e respella-lo al.
Croang feslejod u da 7 .1 selembro c im arrojo,
' 11 .lio apresen!.iu-*e nma illiitiiim..;.. 11 ceir. da
qoal es ava a elluie de S. M. I, a'cima do qualro
e-I 1 uma fila da largura de qualru dedos, de s.lim I
verde, qoe pela Irau.parpucia deisava ler em lefias
da ooro^-Viva a Indepaadeaeia do Brasil. A's S ho-
ras da uuile a msica denominada carangoeiju am
frente da efligi de -i. M I. tocou o bymuu naclooal
depois de *e lerem d ido vivas a' imlepen enea do
Bra.il, a' S. M. I. e<'.. e n' naci bcsileira. A's II
horas h.nive fugo de vista e logo depois tubiu om
ballilo annuiiriaii.lo que Cruangi em IS.8 fe-iejiva
a independencia do Brasil, dando vivas a S. M. I. e
C, em 1818 dava-se vivas a cunslitunile, el re 1-
qua
Em 8 chofero a halas nos toreas do governe, em
58 feudem o ar Ju/. s e duzos de foguetes ao pro-
uunciar o i.nitie augusto de S. M. I.! Mudo se deva
ao Sr. Franeisco X~vier de Araujo, sub 'alegado de
Croang, ao Sr. Canudo Men les da Cunha priroeiro
upplenle do sobdelegado. Cruangi se acba expur-
gada de cerlo vicio, carias bravatas de valenta.
Os ganaros allmautici.s, islo be, a familia, echa-
se de 500 a 400 rs., e segunda-feira deu al 320, a
Carne a 12, I-i. e 113 patacas a arroba, o feijflo a DIJO.
o inilhu a (O anda ludu mudo Caro, a dizem estes
matulo qoe nao tica nesle pr.riuho a farinlia, qoe
ha de subir, pon vencedor da fariuha niio lem coos-
ciencia, modo lera deisado de vender porque di-
sem que eila' Parala ; encostara, com i.n.lo que lulo
vendam a 500 e a 100 r.
Pedras de fugo nao feslejou o dia 7 porqoe ludo
por ca' esla' afleelado Ja mal-lrisle, da lauto bol de
mal-lriale qne por aqu corna-se... \V.
si leradas sto que essa do que he aecusado o
nosso amigo.
n 11111, servir
ao re uso era j, muilo sem duwJa ; porm
anda nao era ludo.
A outra obri"ar;io da nobrtza, que consiste
em represer,lar os privilegios imliviluaes, em I11111-
pode leslemunhar que
se uo ipamos o publico com nossos penaamenlos
e pe-soas, lie porque somos a isso obrigados.
grala a. la poca. Nao era a tristeza ilssanirna lora
qie traz em re g.is do nosso seculo ; mas era a Irisleza feconda que
nuce de orna concepcao grave do destino humano,
Das duas sorles de espirito em que se divide os I como a malracollaa je Albsrlo Durer, me,ir.
Se V. Kvm. tivesse a possibilidadd de lar o poder, em preservaros empos modernos des-
combinar duas i leas baslar-lhe-bia lem
brar-sequo era ircasssn.i que o nosso ami
go estivesse c impletamcn e Jou io para s
atrever a aOlicitar uma uiullier, que elle vio '
pela prineira e unic vez, em lugar distan-
te Jo sua residencia quatrn 1 guas, otando
bospeledo em casa eslranha, inorando ella
no gremio de sua fa .lia, e ten elle da re-
grossar i me ilat^rDellte oara o lugar ie sua
residencia; s se V. Itvrn julga que o nos-
so a-nigi. que e 1a c inseguir o lim da soiici-
tacao al rr. sm > no confessionaro ; visto
que nao litilia probabiluaio de outra ucea-
si n o /!
iNo ontrelar.to o nosso migo sofTre u-na
su-! cnso, esta p ivado de seus inte esses,
lora ita sua porochi- ; sopporlaii.lo as enor-
mes d"spezss de um processo, e deven Jo
aguaedar a caja un culo uma srenietiQa
con lemtiatoria, dilada pela sabedona e rec-
ti in.i do llvn vigario geral du btsb 1 o e
Pernatnbuco! Ali r..eu Uvm. vigario, se
V. Itvm quau lu fui lia pouco cccusaJo de
utn escandalaso ernue, tivosse lambem sof
fi ido uma suspensa.., tivesse sido obriga !o
a defender-se era uizo.n tivesse dependido
sa norjao exagerada do estaco que occasionou a
ruina das sociedades antigs, a nobreza franceza
esqueceu. Considerou seus privilegios como nma
Miperioridade sobre a burguizia, sua prerogativa
foi antes tima causa do desden do que de verda-
deira altivez, uma causa do servelismo e de imper-
tinencia, e nao um dever a rreeacher.
Ii'alii nasceu esse espirito leviano, c grosseira-
raente conservador, frivolo, e rolioeiro, que for-
niou o caraeler da nobreza frunceza ; d'alii esse
vicio interior que o prohibi tornar se o principio
do governo livre. e que fez com que, no dia em
quo esse governo se estabelecei sem ella, houw .le
considera-la como o mais decidido adversario do
rgimen, de que deveria talvez vir ser a funda-
dora, e o sustentculo.
Onde pois exislio a resistencia que lanas ve-
zes 0111 nossa Distara, apezar da falla de inslilui-
cOes regulares, limilou o poder ?
Onde o tei de Cianea acbou a nica forca que o
obrigou a respeilar a opioiao ? Entro os horoens
de genio. Poder-se-bia mostrar por quasi toda a
media ida.le o ocelesiaslico, e, se me be permilli-
Is vontadede umjut, uo havia de ter tan- dodize-lo, o publicisia. guiando a realeza, mesmo
ta vontsdo do tuac.uicarij os pairos, 11 m
terie tanto factli'.alo em sustentar por ca-
pricho uma denuncia dada pela calumnia.
NSo he perseguui.lo ns padres que se mura-
llas o clero, e qu do se quizer fazer essa
moralisacSo ella -leve comecar de cima.
Queiram, Sis redactores, dar publicidale
a estas poucas lindas com o que obrigarSo
O iuimigo de i:n ustiiras.
^u&.teacsvtie fl pcytiP.
ocrcdrsttbenifto.
Aos inanes de illaslra findo o Sr. capiiao Jos Eu-
genio ia Silva Hamo-, Sr do eiigenho Camarag.be
um Seriulidein.
Sobre a plocid campa onde repoueaf,
Klerno gravarei pungente qualro,
De enlutadas ...u ladtl li.rrneiitosas,
(luanl'i lenho, quam vallio e le consagro.
Exallarei-le amigo al aeiu da mor te
Que audaz meviiravel h'o falal c. riel
Cercieu essa vi 1 p.eclara na virlude.
To elieia de pureza, e quanlo infunda
Ser l.om pal, leruo '-.mu firme amigo,
I iiscripean que ruui|iete a leu j-zigo.
Pelo seu amigoF. A. Canalho.
ESTRADA l)E FERRO
DE
TAM AMAR.
Assignaluras.(Vid, Ulano de 23 de selembro.)
ArcOes. Kis.
Tramporle da lista | recedenle 3"ilJl 3511:1003000
Antonio Valentn da Silva Bar-
ruca ,.......
Aoreliano de Almei 1 lndri-
gues Isaac.
TBISUNAl- JJO UOMMErtCIO.
SESSAO' CONTENCIOSA EM 27 DE SETE.MBKO
DE 1858.
Prctidtncia do l'.xm. Sr.d.etembargador
Souza.
(Serelar9, l)r, Apri^io l.uimaraes.)
As 10 horas e mala da manliAa, constituido o tri-
bunal, (aliando u srs lepuladu. Keg e Hamos e
Silva, fol abarla a testan, prncadendo-ie ao tagoiiile
Juramento.
A'signou-se o accordao proferido na esao ante-
cedente, entre partea :
Appellanles, Fortunato Cardoio de Gonvda e D.
laahel llypolda de Armjo Bastos ;
Appe|lado, Jos Pereda da linos.
DtUqtncia.
Appellanles, o herdeiros de A11I01110 da Silva e
ua inuliii-r ;
Appelladoh, os herdainde Antonio Gomes Villar.
Maiiou-se juramentar o curadur.
Pasugem.
Appellanle, Manuel Jo. Ca,calve Braga ;
Appelladot, Jos Fratasen Btlem e cutir c.
Do Sr. decmbjrgadui Silva GuimarSe ao Sr.
desembaigador Guerra.
Appellanle. Joao X-viir Carneiro da Conha.
Appellado, Marcelino J is Lopes.
Pastando do Sr. deseinaargador Villares ao Sr.
desembargador Silva iara-s.
0 Appellanles, o aduiinisiradore da maesa filliJa
Senhores redactares.l.endo o o.l rn.il do Domin-
go.., ie -2ti do rorrenlH, na parte que vem so!, a ept-
graphe : Kolliasao venino, deparei com um artigo,
em que tralau 10 da eiiripinhia lynca, dizqu; a S a.
Ercda Palresi h o dolo das imites do Santa Isabel,
ele, etc., conclua dssle modo : crNao fallemos da
companlna fingolarmenle, fallemos da uielhnr pee, 1
da com aiilu.i, da Sr.-i. Erada Palresi, que he o i's
honnrablli dus insensos do povo.
Sem quererme! de forma algama depreciar a voz
da Sr. Palresi, da qnal ali,.s muilo goslamos e mol-
i apreciamos, tudavia permita o aolor do artigo qoe
Ihe dina, que te a Sra. Palresi s he o 1 'olo das nui-
les doSsuta Isabel ; es-aa noile de idolatra devein
ter sido modo puncas ; pois em bem poucas.lem ella
cantado, visto que a Sra. Margarida Sachero, le.,I a ,
abertora do Ihealro lyrico, que leve lugar a meados I Joi"Ia'1" Elias de Mour 1
do mez p. p., poucas veze tero deiado de cantar, e !.".!'**'" ,f?lllrt,fa_ '"':!"
sempre o lem feilocnm geral e eulhosiaslicns applau-
so, os quaes al hije na 1 lem tidn arrefetido, ha-
vendo sempre a maior concurrencia pnssivel.
E seno nos dlode o poueo couhacimeiilo que te-
mos da arle, estamos btm convencido de qoe a Sra,
Sachero, pela docora a esponlaneidade de sos me-
lodiosa voz, longe ne ir desmereeendo, ira' pelo con-
trallo toruau to-se cada vez insis digoa de maior
apiec,o ; e a etpen-neia ja' vai mostrando que nao
he errada a nossa opiuiao.
Po leraco s lalvez eoin vantacera e sem depreciar
a Sra. Palrrsi, entrar em uma discussao com o au-
tor do artigo aFoll.as ao vento., acerca das vozes das
duas cantoras; dtzemos com vantagem, porqoe
qum romee 1 declarando qne nj falla da compa-
uhia com singularidade, e conclue i/en lo que a
Sra. Palresi he a nica coosa boa Ja mesilla compa
bota, r classilics da soprano a.sua argentina e ura-
Claaa voz de contrallo, deia ver o pouso eonhori-
ineulo qoe lem da materia, e a nenhniii, imptreia-
lidade que guarda era su.i epreciacao. Porem no
queremos por uiuiivi. em nosso enleii ler julos, en-
trar equi em diseoaioa, e apena, limUar-noi-herao
a dlzer, que t ot surdos podeio deltar de sentir o Maooel Jos dos Sanios .
metmoSiue sentmo- e resucito da S-a. Margarida P'aucisco de Paula Hamo..
Sachero; e em Isl oso as soas opinio.i devein ser Jos Anlunio l.opa GuimaiSes
considerada como palavras ao eeu'o.
t> Ambi-voce.)
50 5:000-3000
Fraucis.io de Albuquerque Ma-
ranhlo Cavaicatiti. .
V.rtor.....1 .e S> Albuquerque.
Amonio l.tal da lliire-
Pru leucio Marques da Auioriu*
Francisco Mainade de Aluieida
Antonio P.inysdia 'lit.eiro .
JuSo l.'.iz Pereira l.nua .' .
Jo-e I liorna/ dos Santo Cua-
resma ........
Bacila el Ayres de Albuquer-
que Gama.....mais
Amonio Das Fernandas. .
Manuel 1.UIZ Altes Y., un -. .
1).mingo Joaqun. Ferreia
Arauaga vV Bryan. ....
Manuel Gunr.lves terrena
Silva Jnior......
Antonio Muni: Machado .
Fr.iuceliiui Xavier da pontees.
Daniel Cesar Barrios ....
rVoRaslu Munu Machado .
J'sutnp- Jos Tavares
20
20
20
13
III
10
lo
10
10
2:50030011
2:00113000
2:00030110
2:00'13000
1:5UUoUU0
1:00: .3111:0
1:0003000
1:000301.0
1:0009000
1:0003000
10 l.flOOjOOO
111
li
lilil nil'i'in | < -< w* *. ^ .,.,,--.. ..-^....(
servirn par sopplenles os mais volados ua raspee- at J'" Ir mi A l.ompanhia;
i,,, r leie. Appellado. Jos Am .1110 de Araojo.
Arl. 4. assembla geral reuiiir-s ha em se.sao j E'cnvao Martina Pereirs.
ordinaria no 1 de l.nl de cada anuo ao uieio dia
no lugar determinado pelo seu presidente 110 e.liial
de conv'.caeo que in-n :ara' publicar odo dia an-
te pela follia de.i cdi.de, e oa falla da dita cou-
' vocas}3o uo sda da Astociar;ao Commer.-ial desla
proco, e em .esao aalsaovdionria ludas as vezes que
para esse lim r convocada, quer pelo contelho 1-
reclor, quer pela comunes 1. fiscal, quer pelo aeu
prndenle a pe "ido da um numero de aceiooittat
qoe rapieaaule a ler(a parle do capiltl efleclivu da
compa nhie.
Ail. .1 o da. hora r lagar designado para a
rtuni.lu da as.embl.a gsrsl, julgr-e-h esla cons-
tituida Cum os acci.'ii'slas preen(e", nSo podando to-
dava ser tomad, aviiberaco algum* nesta primsira
reouiio, se o arcimuau presente nao represeula-
rem mais de meude do capital efleclivo da compa-
nlna.
Arl. 0. NSo se leoin manido 110 1 de abril suf-
ficienle nomero de accionitas, lieara' espadada a -
gunda reuma.. paia o da 8 do segunde* e enlao po-
dara' ser tomada qualqaer decitao (o3o reservada)
pelos acciooislas que comparecerem.
Art. 7. Logo depois de constituid a assembla
geral em se:io ordinaria 00 mez da abril da cada
anuo, ouviru'a leilura do rotatorio do comedio di-
rector e da comnvasflo fiscal, ao qoae acumpanba-
ro a eonlas du auno precedente ate 31 de dezem-
bro, eo r>rc,ameolu para o segmnle anuo financeiro
(jolbo a' julhu) e adiar-se-hau para na at3u stgoia-
te apreciar tenielhanlea docomenlot.
Art. 8 Depois de encerrada a dttcaitio approva-
da a cotilas, e votado o ornamento, proceder-se-ha
a elei^.lo da mesa, do eonselho director e da commu-
s.lo li-cal, qu tardo de funecionar do 1 de julho em
dame ; sendo feda a elenjio do couselbo e da coin-
1111-..111 pela me-ma forma que a da mesa.
Art. 9. No caso de volaco unnime qoe n3o
deem om nomero de volados duplo do numero de pe
oas a elegir, far-te-ha uma eleicn" espacial para
sapotales.
1 Arl. 10. Na sessf.es ex'raordinaria, logo depois
da abertura, os aolor .la convocarlo etporjo ot
motivos, ao presdeme, depois de cou,ullada a casa,
pora' o negocio-em discus3o ou adialo-lo-ha para a
IISSAO guilile.
Arl. II. As reuni extraordinarias ser.lo annun-
ciados pslas fulleas com antecedencia de 15 diis, de-
clarando-ie u motivo da convoeaQSo, e 11I0 se pode-
ra' nella lomar decisao algum.1 sobre materias alh*as
ao objecto .1. convcelo, Maim como n.lo se jalga-
ra' o auernl.lea conslituida sem |.-r representado a
in.mria do capital elfeclivo, e n;V se reali.amlo essa
condir;ao, fsr-se-ba nova cnnvocar;ao com n prazo d-
8 das, e entilo deliberar-st-ba com os accionistas
pretiles, qualquer que eja 11 seu numero.
Arl. 12. As deliberarles ledenles a augmentar os
Ao Sr. deiembargador Silva Guimaiaes.
fsada mais houve a tratar.
SESSAO' ADMINISTRATIVA DO MESMO TRI-
BUNA!.. EM 27 |)E bHTEMBRO DE 1858.
PTendencia do Exm. Sr. desembargador
. oriza.
A's 10 hora* da mauhi a, achando-se presentes
os Srt. depuiadot Leiuus e liados, o Sr. presidente
declarou abarla a sio da mero expediente, e de-
ign.i o diputado Lamo para servir de seerttano.
Foi preaenle a colacao ollicial dot prer;oi corren-
tetda iraca, dorante a semana Anda. Maulou-te
archivar.
DESPACHAHAM-SE
Um reqoerimento de Francisco Coslodio de Sm-
pala e Pedro Claudio Dnarle, padindo o registio do
seu contrato de o:iedade.Mand .u-,e ouvir ao Sr.
desembargad .r fiscal.
Ooiro de Antonio Jos de Viveiroe, aidado bra-
sileiio, de 36 anuos de idadn, domiciliado e asiabele-
cidn na provincia das Al.m >is, eom aeu commercio
de 1 ./.ondas Iraneezas e iogliaa, em ^r.sio a a re 1-
Iho, pedlrtdo iii.irici|ar-e.Maulou-s ouvir ao 9r.
dstemriaigadnr fttcal.
Oulro de Tinoco, Barros & Compauhia, pedindo o
registra do dtslralo de ana ocie lade, dissolvida em
31 de agoilo do correule anuo. Foi ouvido o Sr.
desembargador fiscal.
Oulro oe Klhra Jaquiool c\ Companhia, tatisfa-
zendo o parecer fiscal, e pedindo o registro do seo
coqlrato ocial. Vollou a,o Sr. desembargador
Bteil.
(i.tro de Ramos, Hupr.il & Companhia, pedindo
por ccrlidio o llieor de sua uulticula.MiuJou-se-
Ihrs dar.
Senhores redielnre.l.enlo a ciirrespondeucia
do Sr. M.iioel de Barros Brrelo exarada no seu
runceitaaJo aDicirio de 25 uo crrenlo, na qual tra-
ta do cano dal aguas que corrm ha mudos anuos
pelo meu sitio, e qoe l.n mandado obstruir, eo
live de deioblrui-lo ; arhei alaun lano equivoca a
primeira parle desia correspondencia, por nella di-
zer-se que de novo pretend abrt-lo, leudo Ja dado
principio.
Cumpre-me declarar que n3o de principio como
diz o Sr. Barred ; abri-o al eorrer azoa, nao de-
inolin lo inleir.mente por rae ler dito o me-m Sr.
Brrelo, que mandarla enllocar uma porta 110 logar .. V
arr.inbadu pela qoal tiveitein sabidas as......nr- li-
guas para o meo sillo, de forma que nem o meo ti-
llo llenara guas i.eces-arias para a Nao foi, pois da novo qae abr o menno cano, que
alldt nunca aa achau fechado, alm aesa occatiao ;
de modo que leudo eu ciencia da nb. truco.'..., para
all me dirig .fim de dtsfazs-ia, o que de laclo fiz
e eslava no meo direilo ; visto que nao a poda fa-
zer lal ub.lruri;a.>, que viuha ter prejudicial a minha
propriedade, imii meu comenlimenlo.
Com o expolio s lenho em vista a rectificarlo da-
qoelle equivoca, a qoe se predava a sui.ra.lila enr-
respoudencla.e como tile fim estoja Mliafeitu, lina-
liso a-iui.
Son, senhores redactores, de Vmet. venerador e
obrigado,
F. (1. M. Temporal.
Srs. redactores.Recolhido ao lar domes-
tico, e tratando unir mente .los labores da
minha psala vid, so tarde mn chegou es
mos o seu estimavel jornal de 20 do corren-
te, onde deparei om um i'UHo do F.K.m
presidente da provincii, ref. 1 toJo-se s um
outro do Rvd. vinario geral, em qne so diz
sus.eiiso o Rvm vigarln M Cimb es o padre
JosMalhlas liiboiru, e islo pelo crinio do
solicitante, migo desse Itvm. vieran,., e co-
nhecendo mu de perto us costumes e mo-
ral, sorpreheudeu-nos l .1 olli -io I ni gamos
do facto, vimos o processo que a tal res-
peito corre pelo juizo ecclasiaslico o nao
podemos untan furiar-nos a um brado de
indignarlo contra a imprudencia cnm que
Joaqunn Antonio Carueirn.
Ignacio I i.uictseo Cibral Can-
laml........
Joao Francisco Marques. .
Joao Eduardo Pereira Bordes.
Friinciicn Auguslo de Araujo.
B.irlholomeu Guedes de Mellu
Tliomaz Carueira da Conha. .
Joaqiiiui Jos Ferreira Penba .
Antonio Joaqiiim l'.m o .
Hern*r io Teixeira de Moora .
Dominos ild.eiru da Cuuha 0-
livena........
Gemino Jos'da Roa ...
Alexaudie Jos la Basa. .
Jo Goncalve de A buqueique
joe' Gomes .
Aol 1110 Ignacio da Olivvira .
lien.uno I eirena da Silva. .
Mano.I Yieira Civ.Jcanti .
Jo-e Florencio Cavalranti Lima
Joaqu m Ignacn Paes Brrelo.
Serafim Ignacio Pae Brrelo .
Jacnllio liomes da Silva.
Cario Jos' da Silva Caze' .
Blisiario Gome ^e Mello .
Firininu Jnse* Coelho. .
Jotepha Leupol Una ue Jess
Pinto ........
Ventura Ferreir-, Pana .
Umbelinn Gu' i. de Mello .
AJriano Ferreira de Bri... .
II "irique S .idilio Pe.eira .
C.-.idido llniiiqu Pereira .
Joao Baplifta d"S Santos. .
Joao Baplisla Alve .
Jnsqaim da Silva Neves. .
Jolo Allian../.io Cavalcaute do
Albuqurr 11- l.ins .
Anloi'"" Baruardo da I,-na.
Jos' Ignacio doSantos. .
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1111-111 .
3IHI5IHIII
3003000
quando parecia mais rebelde a laes inspirares
A nica poca de lyraniii.i propriainenle dita
que a Franca alravessou, nc se p.le apresentar
seno depois da suppressao dos homens de genio.
O terror decapitando a Franca, l'oi a verdadeira
causa do abalimenio inaudito dos caracteres, que
assignala os uliimos anuexea do seculu 18, e os
primeiros do seculo 19. Por cerlo, seasgera-
ces de 89 e de 92 nao livessetn sido diziinadas
pelo culelo ou quebrantada palo exilio, se tamos
represenlanles eminentes do set ulo 1S que, segun-
do as leis ordinarias, deveriam continuar soa exis-
tencia aleo seculo 19,*e presidir a inauguracao
da nova sociedade, tivessem sobrevivido a revolu-
co.o que aconieceu nao teria nido possivel. Nao ha
comparado possivel entre os a unos que airavessa-
mos,eos primeirosdo nosso-scalo. A sociedade que
nasceu iiniBedialamente da revoluto fot civil por-
que toda aristocracia ntellectual linba desappareei-
do,porque os mate serios exercicios do peasamenio
rednziam-se ento a iraducQe.'. de Horacio,e diver-
sos latinos. Tal nao he o estado do nosso lem-
po. 0 espirito sobre-viveu ao seu apparenle des-
allecimenlo ; psrucios de o dispensar nao foram
ainda descoberlos, e nao parece que, apezar de
pomposas proinessas, alguem lenha descoberto o
incio de agradar sem tlenlo, ou de aileiroar-sesetn
coracao.
No meio d'esle plano uniforme que a igualdade
rr mu em roda de nos, uma u lica ascendencia Gcou
intacta, a do espirito. Censuia-se muias vezes a
I literatura a tendencia que artasla as regies da po-
ltica, e sem duvida lem-se razo, quando loma-se
por poltica as agitarlo de urna ambirfio vulgar. 0
honiem superior applicando s las facilidades a uma
mesquDua direc^aode negocios, ou a miudezasde
administraciui, coinmelle na realidade um sacrile-
gio, a uma falla de habilidade ; a pratica da vida
exige ottlros qualidades que nao a especulacao ; as
altas aspiraces e altas vistas sao de pouco uso em
urna ordem de cousas, onde o que he mesqiiinbo,
e real tem mil vezes mais probabilidades da verili-
car-se do queaquillo que be grandiosamente conce-
bido e sentido. Mas lambem qua a lilteratura sedeva
limitar a um jogo de espirito sem applicaoao as que
loes sociaes que se agilo ein nosso lempo, lie urna
concessao me-quinlia, que de sagrada ao mesmo
lempo a poltica e a lilleralura, e cujo elTeilo seria
levar-nos aos grammalicos da anliutiidade. Se a
lilleralura ho seria, implica um syslema sobre as
cousas divinas o humanas a oolilica por sua liar-
le suppoe um partido tonudo sobre os ftns da so-
ciedade, e por conseguinj! uma pbilosophia. A
lilleralura, a a siioncia nao podem por lano ser
uma cousa inollensiva governada ailministrativa-
nienie, como os espectculos e diverlimenlos pbli-
cos.
As obras verdadeiramuate bellas se nao encom-
niajiaiu -, oliomemcapai.de pensar por si mesmo
nao aceitar um jugo que suppe como primeira
3005000
:iut)-sMio
2IKI5000
douimio
^^ujjlcondicao enlre aquelles que a elle se curvara a me-
, diocridade, e
Total. I'.
2>c! 1. t urtel
A E COLA LIBI.liAI., SEUS PPl.NCil'IOS
E TENDENCIAS.
A honestidade he a verdadeira aristocracia de
nossu seculo ella no tem necessidade de ser
um padree uin padre constituido no milio- Priegida, porque, por mais quo sa procuro desna-
a tentativa de uma lilleralura ollicial
falharia sempre de encontr a dupla inipossibilida-
de de dar originalid.ide aqnellesque a no lem,
e disciplina aquelles que a lem.
I.
Confesso-o cinseramerde, diz M. Sacy em fren-
te da nteressante collrxjao que me sugere estas ideas
oo raudei. Seja virttide 011 vicio, fiquei o mesmo.
Longo de rae lar abalado em minbas convircoes, a
rellexao, a idade e a experiencia, eonsolidaram-mo
u'ellas sou liberal como o era ha irtnta annos.
Creio no direilo, e na juslica como 11 minha mais
enra juveniude. Este principio de liberdade que
o lempo, e as circunstancias, assignalaram na pu-
blica, felicito-me por poder encontra-K. as ledras,
na philosophia, e em ludo quanlo he da esphers da
fonsciencia, e do pensamenio puro. He o que ten-
donamos fazer no Jornal des Debis. Ha mis-
tura de gosto, e de opinies difieren tes, o espirito
pos ajtitita ; lie lambem, eu o espero, aquelle que
se encontrar a cada passo nos ariigos de critica, e
.le lilleralura que formam estes dousvolumas.
Com efleito a gloriada escola liberal, e a mais
conveniente resposia que ella pode dar as injustas
aceoes se a de ter permanecido, no dia que seguio-
se a caiastrophe que parecia arruina-la, a mesma
que era quando a direccao do mundo Ihe ponencia.
Logo direi as eN-cepijoes rom que, a meu ver, se
(CottMitMar-M-Ao.) levem admitlir os principios d'esla esrola ; ha po-
rem um elogio que se Ihe nao pode recusar : o de
uma convieco seria nao se deWando vencer pelos
contratempos, superior ao revez, persistente em es-
perar contra toda esperanza. Nao examinar-se-ha
se a resistencia que ella oppoz as fraquezas con-
temporneas poderte ser, nao digo mais sincera,
porem mais ellicaz.
Talvez desaeosliimado contar com oulros obs-
J
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:PIO:l.(lii-iHi 1
COMARCA Di: GOIANNA.
I lamn-, 15 de seliinliin.
Charo amifpi.Ha bem lempo que n.lo Ihe en-
viiimot a nossa parlillia, nem sempre um corres-
pondente d'aheia lem fado : a Nec semper li-
lia florenl I pelo que s no Ihe mandamos novas
do nosso llaiubi-, qoaudo nos falla i.ccsiio e
lempo.
Na povnar^ao de Pedras de F'ogo, lem se desen-
volv.! 1 a benita, que a na ser o nosso vig rio An-
tonio Rufino Severiano da C nh, e n jui/. ue paz
Manuel Caelauo Fiara l.ima. que como hoinaopa-
Ihas leem pou|iad.i multas viclimas, al asta data
nei.li mi dos doeiites lia soccombido.
Ha .lias o subdeleaadn de l'e.lras de Fugo, o le-
neiiie-corooel Mananno, fez urna oplim. aeqaitlele
de am suj.ilo, que por suas KOollleaaf havia rnu-
bade na villa d'Aliandra KM) e laido mil nii', ola
ulleudeiido aos dental senhores subdelegados da co-
marca, Mohecimos qualidades uo Sr. tenente-co-
iroso cargo de juiz, atira lama das ras a
honra e ere lito de um seu iimiio em habito
e ministerio.
Uue necessidade havia do Kvm. Sr. viga-
rio geral ofliciar nesse sentido a presiden-
cia i' NSo sabe S. Hvid. que par recebi-
meuto da congrua faz-so preciso um atista-
lo do prelado diocesano '! E que o parocbo
estando suspenso, o prelado ja mai* Ihe da-
rla tal attf'sladu '' Para que pois officiar-sn a
presidencia ? Porm mesmo queren !o-sa
ofliciar para que declarar que o motivo Ua
suspensSo era ocrimede solicitante, quan
lo esse r-riine n5oest prova lo ? K pelo con-
trario todas as proas siai) a fav.ir do Itvm.
paronho NSo se lembrou o Rm vigrio
geral, que assim ia cobrir do oprobrio OD
sou trmilo, as vistas de um publico que pe
maior parlo ignora as ri-grus tile ilgicas ?
Na ver lade a lmira cuo um juiz, cuj, prin-
cipal tlislioctivo duvo sor a prudencia coi
um rllii-io ptililico, arroga a um seu irmao o
infamante labo de solicitante, quanlo esse
111 Indo, mis furiiLiiiiln a sua opiniio pela viste es-
pecial e analiclica de cada objecto, oulros por nina
sorte de razao geral e de f em coilformid.ide com
o seu instinclo M. Sacy perience uecilidamenle
asegunda. Nao beum bisioriador, nem um pbi-
losopho, num um iheologo, nem um critico nem
um poltico ; mas he 11111 homem austero, pedindo
a seo espirito justo, e infallivel opinies sobre lu-
das as quesies une oulros procuram resolver pala
sciencta, o pela philosophia.* O historiador recla-
mar contra seus juizos, o poeta, e o philosopbo
reclamara.), e mudas vezes com razao : portn o
bom senso geral tem lambem seus direilos, com
lano que n:io seja intolerante, o que nao procure
loruar-?e n.n obstculo para a grande originalida-
dd : Tal apparece em M. de Sacy ; os partido*
escolhidos por este escriptor lo insinuante nao sao
os de uro espirito, pequeo, recusando a idmittir
o que desordena seus hbitos, e conspirado contra
tildo que nao cumprelietide, sao, se he que possu
dize-lo, os pactos que um corar;o honesto conclue
comsigo mesmo para nao oihar senao para aqu
que Ihe pode ser vantajoso. 0 espirito verdade-
ramente pequeo, au se advarle de sua pequinez ;
cr o mundo limita lo ao horisonte que o cerca, e
lie por isso quo nos irrita como ludo o que he
pretencioso e fulil ; porm aqui ha utn liiniie
querido e sentido, sao prejuizos tetido consciencia
da si meamos e nao procurando impar-se aos ou-
lros. Estes prejuizos nio sendo produzidos |iela
preguica nem pelo coiiiiraiib'imenlo, sao a melhor
garanta da conservaqo de uma multidao de ex-
celientes quali lados necessarias para a febeidade do
mundo. A forca de urna sociedade nao se obs-
tara senao a cusa de cerlo numero de principios
aceites em conQanca, e a respeilo dos quaes se nao
exige a demonstrarlo da razao.
Antei de etaminar o qoe urna lal natnreza do es-
pirito pode produxir ; quando sa o appliea aos geoe-
rut de Irabalho, iulellecluaei, cuja eiseneia con ale
precisamente em ter inoras cousa ao m-sroo lempo
Jabalo da ellencao, a em abracar diversos mundo
n'nma gran le e viva sympalhia. he preciso v-la ap-
nliCada ao seu elemeulo natural, que ha a moral.
Ten talvez algumus raslrie^flesa fazer nos iuizo de
M. de Sacy, critico Iliteraria, e da M. de Saey his-
leriador : poroto nao passo senao concordar absolu*
lmante com as opiniei da M. de Sacy moralista.
N,1o.he a eilemao, nem a penelr-cao, nuil a curio-
sidade do espnito qoefazemu homeiu de bem : a
obstinaban syslematica, l;l" nociva am todu o ra-
mo da especularle pera, be au contra.io a c ... iifiio
me-mo da sabadoria pratica, e seu ion I .ment mal
cerlo.
Uma qualidaJa amavel, a que eu chamirel gnd i
do v-lli 1 ein todas a cousa, da' aos escripias da M.
de Sacy urna uavi 'ade que raras vezes se lem igua-
lado, e que eneerra o seiredu desse tom delicado,
mistura i.i de labtile, e bouoin a, qoe espalha por
I 1 lo u -:u livro u.n delicioso perfume de anligoi-
1,1 le. I'i elle o autor eleva-se quasi al a poesa,
com qua uto este vocabueo nao seja o que contera pa-
ra designar sen .lons omnanos. A poeia c a mu-
ral a.i eom ellulo casia JiiTerentes ; mais ambas
suppe que n homem uilo he um ser de uro dia, sem
I-i; s con o minuto que o precede, sem responsabi-
lzale para rom o infiuilo que o antecede.
O que faz u uiteresse e a nelleza das coutas ha o
cuuliu do lioinem que por ahi posiou, amuu a sof-
freo.
Eu o ronfesso, aerme-hia impossival rezidir, oo
mesmo viajar par nm paiz onde nao houvassem ar-
chivos, ii.u aiitigoidade.
I mi peqoeua cidade de Umbra, com seas maros
Iruscos, suas ruinas roniams, suas torres da inedia
idade.
Suas igreja jesuticas do secu'.o XVII leii sem-
pre mai encantos que nossas elladss reconstruidas
sem ee...r, onda o paseado p it -ce ter ficado em p,
na 1 por seu direilo, porm por graja, como qoe
por um eduruo Iheatral. O pincel qua apao o tra-
eos do lempo, o nivel que faz desapparecerern os
vestigio da vid. humana, sao .. iiinniro ualurae.
da poesi.Assim tarub.in a honestidade he o que
menos se iinorovia ; ella be o frotn da gerae*.*.
Principio algum abitado, philotufico ou religioso
lem 11 poder >'.e criar um loio'io de lem.
Algoas ul .riHin-se de au ler princiad a ser ho-
10 o te bem, senao 11.1 dia em que se converleram.
Ol Que illuso, e como nSo d^*confi.ria eo des
liouein ; e uSo julaasse que linba calumnalo
por um. najara .le rhetorica, e pela necessidade de
sua cua Mudas cousa, cou. eseell-niet na
ordem do apiii(o, sao novas no mundo ; porem nao
acontece o mesmo quanlo a ordem moral : ah nada
resta a inventar imn a descubrii-te.
Em moral vuho he a verdade ; por que ao e-
Ibo he a honra ; o vellui he a liberdade.
! 10atinente n.lo lie om razAo qaeM.de Sicv
ama o pastado ; ellp n3o o conheceu senao pla me-
lhor da suas Ira licr;es. O illuslre Sileeslr de Sacy,
pat do nono publicista, partencia 1 ena sociedad
pira qnem o mime d jansenismo era mnim o ig-
ual de uma dissidencia dogmtica 00 que indicio
de uma proflstao e gravidade, e de regilo aosle-
r. A rnais encauladoraa paginas do livro de M.
Sacy sao, quanlo a niim, as que elle eonsagrou
lemiiianea des pasteo a sua moc lade e de que, enlre ns.ePe he o
ullimo que sobrevive. Como represenlavaui bem, diz
elle fallando de duut respetlavai livreiros car s aoi
bibliriphilos, cninn reprezsnlavam bem essa velhn
burguezia de Par, enriquecida por um co nierrio
honroso, eisas familia coja. proBnoea passivam d>
fraco a filhos romo st lora uma nobreza. com o r-
m ./em muda veze neyro e enfumar;ado do avo e a
anliga Inaignia, bratlo que valia mais que qualquer
nutro Que franca, e graciosa bonomia brilliava elo
seu acuir.uiieiilo, qoe etp'eno de cantora e lea -
dale prfida eslampava se em seos semblante'.' 0
bom lempo enligo ainplamenti rellecl ia-ie tirll.
Nlo havia preteridlo nem vaidade ; moa em sun
maneirai liavia^ue revelarse a humildad do ga-
cho, ou o orguAho da fortuna adquirida. Erara lilo
felizes quanlo!se pode er nesle u.ando, p.la sue-
va, e pacifica onifrmidade de soa vida, pela unido
que nunca se dtsmenlio, pela felcidade que espa-
lliavain a rota de si. Oh se f.-ein r.......ni'l-
fedo os h mei.s .le bsm do outro lem|.o, confesso
que esse lempo era melhor que o pres.nl. O espi-
rito de familia, ah seriado numero das anligoi-
dades feu.laes que abolimos NSo sai a he porque
eu proprin lorno-me velho, porm parece rne que
os bomena que coulieci na inneul.de liiihan ama
originalidad de phisionnmia, e uma viveza de ca-
rcter qae boje ja e nao encontra. VI loda a enli-
ga academia das inscripces. Sem later injusli;a a
alcuem, en"nlra'i im-se difcul 1-.I- para eompor
boje uma igual, ao menos he o que me parece,
leo, e a novo academia perdoiii-m. --e me enga-
o O que he certo he que as primav-: 1, e os ve-
rei erarn ru helios tieise lempo d<> qae nao o silo
boje. (Joein disaero contrario ellaslar e-ha da vr-
Hade. I'orqoe sabio 11A0 se havi. 1 rciulir da
decadenrie universal ?
Aqu devn protestar sineeram'n'* : nova acade-
mia das nter pees : porimi quanlo encanto lem es
idyllio da ra II mlefenille e da ra S/rpente. (Ah !
Ililirlo elles anida "?) e quanlo aborreco a nec.su-
dade deia linha recta que deatrue lodos os dias a
roda de nos a imagem dos anliga coatomes! Como
leudo esta pagina deliciosa vejo reviverem noseot
velho eollega, Silvestre de Sacy, Laujuinaia, An-
quelil-Doperron, C.imiis. I.archer, lio llieil, Vd-
loison, Sainl-Cioii, Daunun e lautos oulros qae
a sessenta aiino, re-rgueram os estudus aballidos !
Comprehendemc lalvez mais cousas, somos philn-
log'i mais sul.lis, crticos nwiis delicados. Depois
qoa pacifcou e a scieuea como ludo o mais, lor-
iioo-se nosdidicil coroprahender soa latas, sua in-
crealnra das apante cousas.
A levian lade moral ,i0 lll)1M i,mp0i he sem da- '
vida o resalla lo da vida e tes tomado mai fcil
e nata al-gre, por cerlo, e o ideal materialista que
siuli.ui alguns refarroaduas viesie a real.sar-.e c
111 ju lo, .invado do incentivo ,|u .odrimenlo, perle-
ra um do moio que mu lem eontriboido para for-
ra ir o hornero om sar intelligante e moral.
O secular oecupando-se da Ibealogia parece no
piizdos cashnlicjt um plienomeno ia.. aingular qoe
111 lilas j.e.sia nSo poderam .er eem surprez, um
liainam envolvido as lulas quuta.,,llil8 uob|ieaf
aria bibliotheca espiritual, e procurar arrancar 1
lilleratira aisseliea >iu deaereddo em que liiii., Ca-
lii lu. Oair.i acreditara qoe o gito por esta especie
da obra implica uma adli-sjo mais pu.iin., <0
que atraille a inedua de fe qu coube aono.su
te iiji.i.
Ei.e he o doplo erro qu naceo da poaca prti-
ca que o nossa teculu lem la cousas religiosas, lie
verdade qoe sa piedad.ehriaia suppunha um.fe
prisa as pocas du dogmatismo theulogiao ; posm
daitou de suppo-la depois que a religiu al.an Im .u
a e-phera da ditpata, pira refugiar- na c.Om
ragilo do '."rmenlo. Em um oulro poulo de v der-se deaealpar o M. Je Sacy, por lar querido
tornar a levantar o gusto palas leitaras eiptriliaes.
Kslas leilura praduzam nuito bont elTedoa, ispe-
cialinentesohr as molieres. Ilislraluam-nai dos
cu dalos frivolo! u inuio vulgares ; uceupasam o
lunar que ludia de er usupadu por ama Idlerttur.i
1.1 ta a immoral. Dando a aua religiito nina base
iii'lividu .1. |.re.orvivam-os dessa avillaute eoclli.
da le, .leeaa al.Jicajio incal qua he o enalto nevi-
tavel de uma tevo;Au quemlu reflecte. Uro doi Ira-
eoa mais caractersticos 1 nova asela ao umoa,
co n grande detrimento rt solida piedade, a direc-
ei das conscieucias, li justaueide a sua uisul-
cienca para crear urna Jleraiura rayslica deuma
cousa sena. Ella mo .b seno injuriar e dupular.
Or ie asido o aaus Tauer ? Onde eslao sa seus
Uenriqa Sute t A Sa doutrina da vida espi-
nlu.l dasapparecerara lalhem deitando rauda vida .
nal almas puras a que nniitravam m molido tufi-
n o de consolacies.
J iiiuraii-i 1 e mi o cico oecopa-me mste mo
miuito : Procuro, n.lo a er lade desla ou daquell
uri'iiea, porm seas effedi sobre o caraeler e o go"-
10. Ora, na 1 te pode uir qae a relignlo eiarc.
uma influencia inuirameie dilTereule abre o desen
vo ninenio inlellecloal 111 ral, aegandu o raed.
por qoe lie aceita. A f, ae a primeira villa paree
a met contraria a ludo tsenvolvimeiilo livro, e-
va mellibra e fortifica oiomem, quan lo h o froo
de urna couvicc.lo a Iquir a pelo eiercicio da rar3.
At contraro o f maior 1 apparrncia, jpprimee
torna mais pequeo aqoa< que a ella qoindo sa aceita como ai jago onTeial emanado e
un a aotortdade etlerio Os uliimos iteulos li
ido muda veze inlulerdes e pooco nclersc en ana creiir ; porm a de nossos das n,v. e
linha pensado em estabeeer como principio, qe
a religiao tiniia par objea aiapensar-nc de ralle-,
lir as coasas divinas, e uoisu destino em uosis*
di'vere.
Era natural qae dep de ler poslo o homem i-
vil e polilieo debaito tuiella adiuinislraliva se
lizss o mesmo a resnlo da couiciaocnis, ,e
lia .ituaase a ver os dogs, aialm como a 1ei, a-
hitem felin de um cen. Infallivel era qae ase
dalo coraprehtnJer-sta nem disculi-las.
J goslo tao proiioncio de M. de sacy pelo li-
gado devia nacesaarismle iniuti-lo a"er seiro
para com o pre tora muda razio. He casides em que o oplimino
(ao involuiilariameme ppor naqoell qoe o '0-
faisa alguma pequnhele espirito, ou alqumaaai-
v.ia du coracilo. Aijuiirlauto algomas eiplic.es
sJa oeeessaria.
Da aecurdo cora M. (Sacy a respailo do ptgo
ario qoe canta sodada moderna a pen de
lanas qaalidades tulida,ue eonslilaiain a fon du
vnlhu mundo, eparlo-rj um pouco quanlo ia-
nsira de apreciar, o mimento iutelleclasl dnos-
.i epoct.
Creio qae nenhum sulo vio tao lene no o
niisaa oa verdadeira .baria do universo a da ima-
nidada ; julgo que m, em algn mtlhaa de
nosso cu.'il.mp.ira'i' isiais penetrara de eirito,
gudeaa, Virdadeirapiijaophia e mesmo de:ade-
la moral do que en I .as o scalos pasad.rea-
liidos ; porm eslaric cultura, a que, quilo a
inim, nada aa pode:onjarar de ep.ca algou, as-
la lora do teeolo eerntobre alie poaca infiMiciu.
LiD materialismo lo.siro, 11.0 apreeiioda rcoa-
iai senao pela Ma (Hlate iinmediala, lele de
mais a mais a tom a ir.cca.. da homanidea, e a
iHn.ir na obscuridv o que nao serve sena para
contentar o gosto dbellu oa a eunosidadepara.
Cuidados de famili cora qoe as sociedades o ou-
tro lampo se praocapavam, apenas te tem I-nade
constdaraveis oocujeM, e as esforcada dilpncia
la o .saos pas, cedatn o logar os mait htaildes
cuidados.
Adople-se emb a lingoagem de qntlqa- reli-
gia, uu de, qualqir philosophia qae se quer. o
liniuem esto' aqui bano para um lim ideallrana-
rendeut, superionus gozo a aot inlere.i. O
progresao raatenaee.iitribuera para apprcimar-
uos desse fim O iaii0, dep.ns da ana tranvrma-
jao, i irn.u-.e ein.u lodo mal intrlliBenl, raa's
houealo, mas caidaoo da hbe'dade, mais sotivel
ao bailo t Ei loda qaesteo. Pode-se err d pro-
greiso sem parlilhar.te op.imismo perigotj |ae v
sem vergnuha a liuilliai;'iii do espirito, quanlo es-
ta liumillia,;do paree (avoravel a cartee mshora-
luantos. Foue emba dimoustrado que agutina
de entre ellas aa pnliuilicaa, estes nelhoamen-
los eriam sempre, pa ai pesaoas bberie. uma di-
minua com eiisacai, pe-da da nica couas qoe'
tornam a vida liui.ua dssjavel e dao-lln um sen-
tido um prer i.
Certameule o pigreio maleriaes uSo devem
r .leaproza.loi, e a na sociedades igualmenle
inlillig.ules e houesia, quat urna iprsenlase
iiinadilaiac) de cnliaiSo etlerior, ea oolra se
achasae privada .leda vatagem ; couvena escolher
a primeira sem hesita. S-ueiite se nao pode admii-
lir, que.um progress^ mertal possa ir conside-
rado como toropeuscaoa uma decadiocia mo-
ral.
O ocie ade he esta indlTenea pela nobres Iotas que
faz com que as grande uatoe polticas pe recan
ecunda.ias a per dai qatoe de imiu-ri.i da
.iimiii.-lrae.1o. Todos o tpolismos se tem fonda-
do, persuadindo a sociedes que cuidara 11 de seos
interesss muilo melhor qi ellas mesma. Assim lo-
dos os povos leaji na sua lluria uma hora de leu-
tarao era qua o seductor la diz inuslrando-lties as
nena do mundo. Dar-le-| Indo isao e mi quizer-
des adorar.
Nao emprestemos ao salo paseados nina forca
moral que tem sido sempro apanagio de um pe-
queo nomero.
A virtude m.ninue ou menta na huraanidade,
segundo a imperreplivel i-lucf acia em que rende.
o deposito da nobreza hanna aclis ou nao uma al-
mo.' hera para vivar e pragar-se.
Ora, nao se pode negar te o grande desenvolvi-
meulo da indostria, levan 1 lo um imposto eoorme
sobra aquelles que nito sdinJuslnusos, 1.1,, he, so-
bre aquellas a qntm 110 ou lempo ch.mou no-
bre. nao obriga de forro aura a reoniSo do inun-
do. Uma lei fatal da aoelade moderna teode de
mais a mais a obrigar a los a cultivaren) o capi-
tal que Ihe coube, a torc impossival a vida da-
quella que nada produz etoiuhairo.
l<". niinoa.)
lura-los, jamis conseguir-se-ha usurpada.
A nobreza acaba sempre por unir-so as quali-
dades que, em certas pocas decisivas salvarao a
huraanidade. A classe privilegiada nascida da
feudalidade quo at a revoluco de I79S represen-
tou em Franca o eslabelectraenlo germnico, co- "a ceder, lem sobre elle muilas vaniagens ;
porm he muito natural que os homens moderados
considerando a liberdade como tina direilo d'aquel-
les que sao dignos d'ella, e nao como um previle-
gio dos atidazes, se achem mais embarassados de
que qualquer oulro, no dia em que se vem for-
ondos a ser seus propros censores. Esle conslran-
gimenio entretanto prnduz excellentes resultados Ili-
terarios : parece que o enobrecimenio do publicista
dala do intmenlo em que n.io Ihe foi possivel fallar
temi deibaiio de eondicao de fallar bem
No oulro tnmpo com diHieuldade dava-so um
laculos alm dos de sita consciencia ; nao tenha'in'*'h''idde,sass rivalidades, e aegaranca as opi-
usado sempre, como airmava M. Guisol em uma
occasiao solemne, de toda a liberdade que linha.
IV10 lendo o estado interesse em levar as colisas ao
cabo, o individuo quando be prudente o resoluto
'/?:- !!
PRACA DO KECIFE, 2DE &KTEMBKDE O
1858
A'S .1 HORAS I. TARDE.
Ootaees nfiiaet.
Descont de letras10 0|0 anuo.
r re 1. Robilard, presidente,
i' .irges, tacretarlu.
Ihia, no iotervallo do mais de mil annos os bene-
ficios da grande revoluto que subsliluio a barbaria
apparenle, porem na realidade a independencia
individual e local, ao despotismo administrativo
do imperio romano.
Farece-me muilas vezes que a nobreza futura
ser composta lanibem daquelles qua, debaixo de
tima 011 outra furnia liverem resistido as ms tenden-
cias do nosso letiipo.quero dizer.a este geral arilta-
menlode caracteres, que despendando o homem do
que liv.i a consi'iiencia puliliea. fa-lo arrollar lu-
do. a esto materialismo vulgar debaixo de cuja lugar na lilteratura 30 homem que se linha dedica-
influencia o mundo so tornara seinelhanie a um
vasto campo de espigas cujas canecas uma s ra-
llo 11 tu dia ao ruda Irabalho de esijrever ; ora eis
que a academia franceza, datada de um laclo lo
jada faz dobrar o e-ladn falal que, quanlo a inim, delicado, para discernir e aconipanliar cada movi-
supposlo crime n3o est provado, quando o'poda levar a huraanidade, nao a sua ruina iesta memo da opinio, acabado admiuir no seu seio
11 oes ; mas lambem que aspereza qae firmeza !
que eslima por si mesmo qoe austeri.lade de
carcter como odiavam como amavam T>-
nham innilos prejuizos ; porm queni sbese 11.I0
devenios iiivejur-lh'iis Tinham orna religiao se-
vera, maa nunca metquinhs. O espirito sectario,
que tinham mulls vezes em soa f, linha
lambem grandes vaniagens, o membros de uma
seda Jiisi lente sen lo quasi sempre individualmente
superiores aoi fiis das grandesigrejas e.labelecidaa,
nicamente pelo laclo dequ a crenr;a para elle be
u resultado de uma eseolha, e suppera um .sf reo
paiaual da raz,1u.
N'uma des,is sabias e palriarcha* esas, embel-
lecidas pela aolera poesa do dever, he que esto-
ven procurar as origen de M. de Sacy. Esse goslo
lio oeliculo pelos trabadlos de espirito, ca collura
Mo solida, e aturada, esta mistura de religio tao
hbilmente inaulid.. por entre diverso ubstaculos,
e onde lio felizmente ciinibiuam-se as vaniagens do
aeptirismo com oa lado l.n- da fe, etsa piedade ao
ine-mo lempo tan sincera e livre, auxiliando a ludo
quanlo, foiti delta, aspira o mesmo fim por 011I10-
eaininhos. todas essas qualidades, que olo !" do
nosso lempo, 011J p.dero sar explicadas -cnio 110.
h lelos esludiusos deuma igreja do ezcellenle, que
em lugar de reclamar a obadieucia caga dos crentis,
Vovo Baieo de
Peroambuco.
EM27 DE SETEMBIO DE 1858.
O Raneo deseonta na preente semana a 10
por cento ao anno, e tom dinheiro a pre-
mio em cotila .'orrente sitiles ou com juros
pela taxa e prtzo que secanvencionar.

.

Al. I A MI II. A.
Rendlmento do 'ia I a 2'.. .
dem do lia -27. ....
391:815S*301
I:18j>aj87
4ll:O0;tiSS
Deacarregsm hnje 28 Je selembro.
Ilrlgoe pirlugaer I.iia 111 diverso gneros,
litigue franrezI'ai.l Ilabulfazendas.
linca pn>higuera(iraihiaidivanes gentros,
Itai.a porluguezuSanta (josdem.
laalera inglezaLaucaslrefazenda.
Ilruua nacionalElviraversos geueros.
TT
TT


DIARIO DE PKRNAMBDCO TERQA FEIRA 28 DB SETEMBRO DE 1858.
MOVIMEMO A AI.H'aNEGA.
Volum#s miradas mili (aun ai .
* i coro generoi ....
Viumi eatiisiee ewn
a m lu'U
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1 letii do di
RAIN i'w S5NDAS INTERNAS B-iSde setemhro de 1858.Eu Francisco lg-i baste somente a boa vontarie ajudala
'di' i *"***BBCO. naeio de Torres Randeira, escrivilo do juizo intel licencia, para que se pos- levara
lia 27 -'.',I-|! especial do eommereio osubscrevi. cucan os lina de utili.lade peral que si
Anselmo Francisco Peretti. -lado lem em vistas, he ndisjensavel n
l&776M6
IMPORTACAO".
Vapor .nacional Persmu ga,n vindo dos
portns .i" Sul, consignado a eom^aaftla, ma-
n fesiou o segunle :
is saceos ilbo, di'os Ha ; a orden.
Hiato nacional Captbaribo. viu !o d.i ka-
su". Coasignado a l. II. de Siqueira. mani-
l'estuu o st-guinte :
ll alqueires e 2 barris sal, 3eaixas e3
barra peino, 1 dito cebo, 5 avos do sol, i
ssci'ij BttXO de pescada. 162 molbos palll de
carnauba, 55 couros niiudos, 2 saceos puntas
de bot, 1 barrica queijns. II couros seceos,
1 garajo peixe, 23 cjjros slgalos; a or-
den
50 coaros miuios; a Guimar3cs & Ro
Cha.
8 gsrajtos peixe; 6 eaixas queijos, 30 du-
ros miu ios ; a L Ferreira da Costa.
790 COOrinhOS, 50 coaros Silgados, 5 ditos
seceos ; a J. Antonio da i.unha Inno.
Brinde niciouel aCamaquam, vindo do
Rio Gran le, mat'ifestou osegaiute :
10,000 arrobas charque. 80 ditas cebo em
rama ; a or lem.
brigue nacional \lol>ho, vinlo da Ba-
ha, consignado a M A. Guerra, manifestou
o segainie :
8479 arrobas de charque, 40 couros soceos
vaceuns; a ordem,
ll.irca purlogoeie Gralidn, viuda da Liiboa,
consignada a Amorim & Irmao, iiiaiiifestou o se-
guinte:
10 pipas e 100 birria inlio, 20 dito* tuucinho, 25
dilo< a 10 pipas aieila, 100 dita* asas ; a l liuin.w
da Aquino Fonseca Fillio*.
178 barril luucmhu, 2 dito Untura e innatirda, 9
caita* vidroa vatios, brochas e mercurio, 1 lardo ar
vas medicinis ; a Francisco Suesiino Kaballo ,v
Filhos.
15 barra vinho, 20 ditos vinagre, 15 ditos aieile,
33 caisole* vellas de cera ; a Manoel Jooquio Rs-
iu s Silva.
19 barris inho. 1 diln vinagre, 3 ditos pr**uiiln,
liuiri.ili chouriras, 13 ditos erva dore, 26 ditos
siiuaa, 1 ancureta azaite, 40 caitas rebold-, 30 p*ra*
cabos de cairo ; a Amornu Irmao.
15'barris loucinho, 100 canas batatas, 2 volumes
penetras ; a Novis 17 pipas vnsiaa ; a Manoel Antonio Ferreira.
30 barricas er, 6 fardos obras de vergoinlia. 1
cu v.de folhelos esalanho preparad^,! eaixas brochas;
a Antonio Luir, de Oliveira Azeiido.
50 barril cal ; a Antonio Gomes de Mirauda
Letal.
10 canias de ferro, 10 lav.lorbs de dito. 123 ra-
xas ceblas, 8 caliles marnela la ; a Custodio Jos
Alvas Guimarae.
100 eaixas bala*; a Antonia Alves Vilella.
17 caixoies canias e cabidos de ferro, I dilo pe-
dras para trastes, 3 ditos feirhadurai, perfomadorea,
marcas de cera e peines de marlim ; a Fedcl Piulo
1 barril vinho, 1 eaixote mercurio; a Vai j I.eil.
25 barris vml.o, 100 ditos eal; Domingos Jote
Farreira Guiroarges.
100 bariis ral; a Prente rianna \ C.
5 pipas e 15 birria vasos; a Antonio Jcronymo
do Keis.
50 bariis cal ; a Joaqoim Jos da Amorim.
SO dilos dita ; a Jos de Almsida Feln.
1 barril bauha de porro ; 3 ditos agoa ra, 3 cai-
x*( drog.x tnedhinaei, tarjas para botica, brochas e
livros de onio, 1 caixa crcuma, 1 barrica sal amo-
niaco, 1 fardo ntalhoi da psllica ; a Augusto Jos
Fragoso.
50 barra azeils doce, 4 ditos alpista, 10 ditos er-
va doce ; a Jos Francisco da 8a Leilln.
50 barris (ouciiho ; a Jas da Silva Regadas.
52 caixai cera :m vallas; a Jos A. Moran a Dias
&G.
4 barril flores mediciones ; a Antonio Pedro das
3 ditos, 7 eaiiw e 3 firdoi ditas melicioses; a
Jos Alexindre llibeiro. *~
6 liar neis floru medieinaa-, 2 ditas mnstarda, 1
dito me!, 3 eaixas drogas, 1 emole brorhs ; i J.
da C. Bravo & C.
4 caixoies inariieladas, 25 Inris alpiste ; a A.
Borgsi Pestaa.
3 barris vinho ; a Joe Fercaides Lima.
1 i .mote braco* le ualauca ; a Joao da Silva lia-
reir.
1 dito marmeladi ; n Aguir Faria.
1 dito impr*aos a Jo*e Nouteira de Souza.
20 barris alpiste : a Lau Jos da ('.nata Amnrim.
45 caiui cara em vellas ; a Jos Baplisla da Fon-
seca Jnior.
50 pip<* vastas ; i l.einos Joaor \ l.eal Res.
1 emole livros,: a Jcaqain Ferreira Alendes
Guimaraes.
5 barris vinho, 3 dilos vinagte, 2 dito* azeile, 1
dito Inucinho ; Tierea de Jess Moreira.
10C barris cal ; n Manoel Goicalves da Silva.
1 dito vinagre ; a Jote Perem da Cunha.
150 eaixas cebolaa; a Molla IrnAos.
100 dilas batatas, 7 dilas ma^ai* ; a A. Borges
Peslana.
4 ranas livros de prali e de oun, mercurio, pa-
pel, pincais da dourir, brnehas, nrcai medicinar*,
1 barril raz de altei, 2 aitos loucislio e chouric,as ;
a Vicente Jos de I!' lo.
50 saceos farelo, 1 caixSn rap, 4 barril vinho ; a
l.uiz Antonio de Sio/ieiri.
100 barris cal ; a Anlouio Lopn Rodrigues.
1 caixa uleo de vetoaaela, 3 (artn malvas, alfa-
zeina e llor do saboga; a Joaquina d Almeida finio.
1 barril agoa raz ; a Francisco .1 Augusto Far-
reira,
4 caixoies frascos ae vidro, 2 dits oleo aromtico,
1 dito e 2 fardos drogas ; a Jo3o Sum >\ C.
1 caitole pinceis, 1 dito agoas rediciuaas ; a Ig-
nacio Jos de Couto.
2 caixoies drogas medicinaes ; a li. Francisco de
Souza.
20 barris vinho ; ordem.
24 pedras de caniaria ; ao* maibros encirr*ga-
do da obra da matriz da Boa-Viss.
Barca ingleza Thrirke, vinda e Liverpool, con-
signada a Patn ivash & G., manfestou a eguinle:
400 louelndas carvio da pedra :aos mismos.
CONSOLADO PUOVINCIAL.
Kendiineiiio da :i,i I a 35, .
I.i.i.i do dio 27.......

2&23I9367
1:437*133
fi;788500
m


.Navios entrados no d'n 26.
Ho de Janeiro6 das, brigne portttgaei al.aia I,
da 270 louela la*, espita i Manu4 Mana .le Ulivei-
r.i, equiputrin 12, em lastro a I- am-isco Seve-
naoo Kaballo ; Killio. Perlence a l.i.b >.
Ra le Janeiro 17 da*, bri-ue lirasileiro uElvras,
de Isl toneladas, eapilno Anloiiiii G"ii.; Ivs d.i
Crui, equipaem 19, caria farinha de m 'n lioca e
mal. eneros a Jos Joaqoirn D. Fernandas &
l-ilho. Perleuc- a P.rii.ni ibaco.
Rio Gran le do lu 23 lia*, brigne braillero Ar-
| n-uiaa, de 1N7 toneladas, espillo Francisco G.
de Olivain, equioagem 12, earg 8,850 arrobas de
carne secca ; a Mauoel A. Goern Junio!
lllo n Janero(i dial, barca frane. Soladora, de
266 toneladas, eapitao J. Manca, eanipagaro 14,
uilaalro; a G J. Asile] & C. Poneuce a S.
Servan.
Liverpool 16 da*, palaeha iiglez Cholea, de 177
loiiela.las, capilo W. Ilolforl, eqnipaB-iii S cai-
ga fazendas ; a Soulh 1 Meilor. i C. P.rlanca a
Seally,
Macelo 2dial, barca hrasilaira.fBoaciea, ile ->l,
(oueledas, rapizo Pe,|r0 No asco V. de Mello,
equipagem 11, em lasiro ; a Amorim IrmaM. Per-
lenco o M.ic-ii'i. Veio icceber pratico e sigui
p:ia o A--c.'.
Navios entrados no da 27.
RioCraule do S I22 ranny Srmela, d-170 toneladas, espilla H.
Gremei, eqjipagem 7, carca osse* ; a rdala. Pr-
lense a Papeoibarg, Arribos i nle porto con
ngua abarla, seu deslinn era par Falinuoth.
Bio de Janei.-o12 .11... brigne brasileo Almiran-
te, de 218 toneladas. CapilAo J laqnim Piulo de
Oliveira, equip;igem 12. crgd TiKI sacos cm fo-
riuha da tjandioei vinho e mais aenarns a Jos
Joaquina Das Feraaudes iV l'dho. I'ilenc* ao
itio de Janeiro.
Navio* sabidos no mesmo dis.
Rio do Janeiroliriaoi briflleira ol.iuer.ili>, rapilflo
.loa,) un C ir \ enrga sssnear aontrosganaros.
Rio de JaneiroBarea porlogeei* Parla I, ca,i-
laaAntoniaHanriane da (Iruz, couj a aaesma car-
g| que Irouxe do Porto e in passageiros.
d.u do lawarilo.
Suspen*
9.
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S. *"
I* B
Ct w es oa
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lloras.
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Atntosphera,
rsr-
Inlensi-
dade.

Genligrado
i- ho ic se so
u.iwK.10. Riaomur.
en kj c 10 cj
SSSSSo Fahrenheit
Hygromelro.
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-' w'i 3
QO ?2
ufar
Baromelra.
>
li
3 o
TRIBUNAL ln GOUMtiRCI.
Por esU aecreUria se faz publico que nes-
ta lata fui inscripto no livro com,jelento o
papel de tracto social, celebrado por Jon-
quitn Mariins Moreira e Joaquim Rodrigues
lluarte, do filiados e eslabeleciaos nesta
cidde, soba firnn Morera & Hilarle, cuja
sociedade tem por fim a compra e venda la
objectos de ouro prala e pedras preciosas,
por es ja50 de 4 annos. que tiverim comeco
do I de Janeiro do correle com o capital
de 160:001*3 ; competi lo a ambos os socios
O uso da urina.
Sofrean do tribunal do OOrnmeielo de
l'ernanibuco 27 de setcmbr<> de 1858.
I ir. Aprigio Guima 8es,
Ollicial i- aior.
-- A cmara municipal do Rccife faz pu-
blico, que, em virtude d ordeai do F.xm
presi lente da provincia de 'i4 do co rente,
estar de novo em prarja no da 29 do cor-
rele o imposto sobre o c ipiui de planta por
mais um lerco da qnaiitia de i:269f porque
foi a remata lo 110 uia 15, ou por 1:692: os
o eleodenles dev-m spresentar liadores ha-
bilitados. i'.:eo la caojara municipal do Re-
cite 25 de setemhro de 1858 Luiz Freacisco
te Baros Reg, pro-piesidenleManuel Fer-
reira Accioli, >ecrelario.
GONSIiLIIO ADMINISTRATIVO.
aiconselbo administrativo, para forneci-
mento do arsenal de guerra, tem do comprar
os objectos seguimos :
Para os armazens do arsennl de guerra.
l-.slanboem verguinbas, arrobas 3 ; chum-
bo em barra, arrobas 4 ; lubo de cPumbo,
arrobas 8 ; l*t3o ea. lencol, arrobas 5 : lijo
em verguinbas, arrobas 4 ; oleo de lintiaca.
arrobas 5; alvaia Jo, arroba 1 ; ocre, arro-
bas 5 ; goinma laca, arroba 1 ; r'oXO trra,
ai robas 5 ; biela verle, cov.dos ; liae-
tilba, eofadoi 200; lanpeOes de vidro ou
globos 2 ; banheiros de madeira c.im lornei-
ras le aetal 3.
"ara o bospital rcgimental a cargo do
10. batalh.lo ile infantera.
Colclies 100; traveceiros 100 rhinellas
de couro ,,ares200 ; fincas de mesa 120 ; frar-
fos de .uta 120 ; colheres de sopa demeUI
Ii.ioi20; ditas de eir de metal fino 34; chi-
caras de louca 24 ; pires dits 24.
Para o meio battlhao da Parar-iba.
Boles grandes de metal am&rello lisos
4102, ditos pequeos da dito dito 2637.
Quem quizer vender taes objeclos apro-
pela
exe-
socie-
ecu-
mular recursos pecuniarios com os quaesse
torno possivel conferir premios, gravar me-
liilbas, eslabi'lecer concursos e eXposicOes,
desenvolver o eosino eaeriplo ou por meio
la escolas, em urna palavra por em pralica
lo 'os os meios pe es'imulara industria par-
tieular e promover efticazmente o interesse
geral.
Pelo art. 5 ; 2 de seus estatutos, aquelles
que querem f.zer parte da sociadaie podem
remir-se perpetuamente pela quanlia de 36,
alem do 12a lo iliploma 'a- socio i'ela qoan-
lia de 48,1 (paga do uma s vez ou por pres-
tacoes) tem os socios o di eito durante sua
vida f, receber animalmente um volume de
6u0 paginas, comeado um manual sobre In-
dustria agrcola OU fabril, artlgOS vanados
sobre as jiesmas uialenas, receitss sobre to-
da a sorte de industrias e ulels na economa
domestica ; tem elaiu Jisso direilo a lonas s
uublicaqoes o,ue lizer a sociedade, a recebei
seuientes, e a obler tscliirecitiienlos sobre
todas as quesles iodustriaes.
As pessoas q'ie aceiiirem este convite.po-
dem dirigir-se na corte ao sr. Jos uguslo
Nascontes l'inlo, Ihesoureiro ua sociedade.
OS JESUTAS
PEMNTE i
POR
OVIDIO DA GAMA LOBO
Leilao
A 28 Ileurique Rrunn A;':, farSo leilSo, porin-
terveocSodo ag-nie Oliveira, do mais eom-
plpl isurtimenio de fateodas dealgo.lSo, la,
liobo e de seda as mais proprias do mercado
e entro ellas militas que ser3o ic(\'\
qualqoei iiero para feebar fadOTaa : terca-
ft^ira 28 do Correle, es 10 boras la manlla,
oo seu armazem ra Oa Cruz, do Reeife.
Lotera
I
Pr
DA
J
Um nlido vol. do 3oO pags. in-8- francei.
11$;
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial em cumpriment da resoluQSo da
junta da fazen la, manda fazer publico que
a arreniatico da obra da bomba sobre o ria-
cho Bicupeba, foi transfer la para ada 14
Je outubro prximo vindouro.
E para constar se mmilou adixar o pre-
senta e publicar pelo Diarjo.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 25 de setembro de 1858. O se-
cretario, A. F. d'Annunciacao.
Analysa-se nesta o;>ra o papel da Com-
:anhia nos diversos ^aizes d'onde ro ex-
pulsa ; iiescobre-so o plano coocertado pelo
Dhilosophimo, pela poltica e pelo jansenis-
mo para destrui-la, nao por seus preten li-
ilos primes e iinbiciio. mas para reslisarem
suas ideas schlsmalicis; ;"ova-se o cons-
traugimeiito do Cl>'m"nto XIV expeiin lo o
hreve deexli(ii;5o da Companhia, e que ella
i'oi e he ainiia, um dos mais esforcdos sus-
tentadores da religiSo, em cuj defeza con-
quistou a coroa de um ver.tadeiro r- ariy i.i.
lieos tifio perfflittio que a iniquiiade losse
commetti la sem licar grava la em documen-
tos aulhenticos e irrecusveis, estes docu
mentes, que tanlo se esforgar-m por sup-
primir os inimigos da Companhia, felizmen-
te poderum ser coiservndos, e tem appare-
dido ltimamente na Franca em diversas
sent as suas proposlasoin caria fechada na obras, que conlinnam a opinio que anda
secretaria uo conselho as 10 horas do dia 29 lormam dos Jesutas os homens imparciaes e
Fu la ram da casa da abaixo assigaado,
na roa das Lar n'ueir^s, os svguioles objec-
los : iuas casacas novas, ama prete e oulra
de cor chamada bro-.zo dorea,a casaca ,,ri:la
tem asabas forra.lns d^ sutim niaeso as
mangas de seda verde, a de cor tem as abas
forra as de setim da ('.bina, i.s mangas de
se a amarella, b toes pretos de retro?, e em
iim dos pones, urna yequena nodos de cara ,
urnas poocas de camisas f.ancezas. com pei
los delinno, e rauitj novas; cali;s b-an-
i a de brnn ; serouUsd: linao, 265 rs. em
dinheiro ; a historia da ttusaia, em dous
volumes. por Lamartine, e o segundo ter
ceiro volumes da historia dos Constitua-
les, p.-lo mesmo auto-, amb*s es'r.s obras
sao completamente nov^s um obaaeo de
fekro sem uso algdm, cor de Cit ; toalhfS
de hubo e colletes de fustn br ico. O ibii-
xo assignante fm descontianga sobre que i
seja o ladro, e est disjoslo a ^roce k- con-
tra elle. Entretanto, enLreganlo-lhe ludo
mi nos o din- eiro, guir lar legrado.
Antonio Pedro deFigueirelo
Compra-se urna cairoca ero bom estado,
para iralialhar com um boi : quem liver e quizer
eoder, ilirija-se a ra da Cadeia do
n. 50
Pergonta-ae r^o Sr. consol de Portugal
sebeverdade que, quando S. s. oursiu a1
Uoiversidaie de Goimbra, os eslu lanas la
su.i aula se amiliria'-.m e invesliuio contra
um lente lbe tiraram os olhos Se por w:.i-
tura sabe quena fo.-am os autores i'esse ul-
tontado Com sua resposla voltaremos.
Um amigo do Matrieus
- Pergunta-s.- ao Sr consol de P.jr ug ,
se beverdade ter cursa.lo os bancos da Cni-
versidade Me Goimbra, e se he formado em
arles, ou alevosas mentiras.
u cascabolho do Rccife,
Da-se dinheiro a juros razosveis: na
ra dn Cruz u. 15, armazom
Corre amaTihJa 29
Vieira & Rolheeil I.
'aillo Ijaipnoox nentisla ru" Sai Laran-
.'v aa'ras n.lS, namesmacasa lm age e ps
:/1 den'-1
do corrente roez.
Sala das sesses do conselho administra-
tivo para foruecimenlo do arsenal de guer-
ra 22 de setombro de 1858. Bento Jos L-
nieiiha l.ins, coronel presidente Jos An-
tonio Pinto, tenenle-corouel vogal serviudo
de secretario.
por ordem da subdelegacia da fregue-
zia de Santu Antonio aclu-se recolhido a
casa ae detengan um preto de natjao, que
diz chamar-se avid, o q jal foi preso ;.or se
suppr estar fgido : que.o for seu legitimo
senhor comparece ueste juizo que provanJo
o sau doffiiio, lhe sera onlregue. Villaga,
subdelegado.
CONSELHO A OMIMSTRATIVO.
Oconselno alminisirativo tem de conlra-
que n3o sSo adversos a S Apostlica.
lie om luado em favor dos Jesutas, entre
nos anda 13o injustamente julgados, e que
nasce da convicgfio intima de que sua causa
lia a da justiga, do ponliiicado e da religiSo.
Assigna-se na livraria Universal, ra do
Coliegio n. 20, a 03 rs.
' -'
:,^..
trttra o
Pon
1
O patacho portuguez Promptido II, de
primeira marcha, forrado e encavilhado de
cobre, segu parn o Porto it o fim do cor-
: rente : para carga e passageiros, para oque
tar 0 furnecimento dos gneros abaixo de- I tHm excellentes omniodos, trata-so com
clarados, para o rancho da companhia de Elias Jos dos Santos Andrade & C, na ra
apredizes menores do arsenal de guerra, du- da Madre de Dos n. 32, ou com o capit3o na
Barca portugueza Santa iraz, vinda do
Porto, consigela a Thomazde Aquino F.
& Filhos, meoifestou o seguhte :
10 pipase 10 bairis vinho aos consigna-
tarios.
3 caixis pentes e lincas. 12 ditas nma-
da, 22 pipas e 50 meias vasas ; a Barroca
Castro.
2caix0es coxins ;a Crviho& Irmfio.
1 cai&a i uros ; a -Anlorio Baplisla No-
gueira.
1 dita chapeos ; a Antoui Moreira Viuha.
50 barris vinho ; a Oliveira Marques
1 caixSo cobertores de linh. 80 ro las ar-
cos de pao ; a viuva Moreira k Filhos.
80 rodis arcos de pao ; a J. 1. Seve.
10 pipas vasias ; a Elias .. Santos A11-
drade
* barricas sebo; a Narciso I da Costa Pe-
reira.
4 caisas drogas; a Albinr Jos da Silva.
43 canaslras aihos, 3 caixai palitos ; a I)
Alves Matheus.
* barricas sebo ; a Antonio Fernandos da
Silva B inz.
1 caixSo obns de palheta, 3 ditas tres san-
tuarios ; a Gaspar Antonio Vieira G.
20 canaslras alhos ; a M J daRosi.
1 caixa pentes, 2 ditas linbia e toalhas,
20 cuuheles velas de sebo ; a F. GueJes de
Araujo.
94 canast'as alhos, 1 caixa liaras ; a J l>.
Regis le Souza.
50 canestras batatas ; a Almeida G imes
& c.
7caixes linhes, 90 ditos airo*, 15 pipas
vinho; a M. Uusrte lolngues.
54 canaslras alhos ; a Joaquim M. de Oli-
veira.
6 barricas drogas, a eaixas palitos, 191
caustras alhos, 270 ca'deiras pao d'olr*, 80
litas de Jacaranda, 18 ditas de mog.10, 130
ancoretas azeitonas, 50 canaslras alhos, 68
ditas batatas, 109 rodas arcos de pao ; a An-
tonio Lopes Braga.
100 saceos farelo ; a Jos Nunes de Oli-
veira.
30 barris o 8 1|2 pipas vinho ; a Cuilher-
mode Garvalho&C.
88 rodas arcos de pao, T caixSo palitos ;
a loaquira Vieira de Barros
8 1(2 pipase 30 barris vinho ; a J. A. Cu-
nha & Filhos.
1 caixSo iagens,274 rodas arcos de pi;
a Manuel J. de S Araujo.
A cmara municipal do Hecif* contrata
a construegao, por partes, da obra do m-
tedouro, e com preferencia a feitura dos
curraes, e nesle sentido aceita proposlas de
quem sequeira encarregm- da execug3o da
mesma obra por este modo
Pago da cmara municipal do Recifa em
sessao ordinaria de 2 de setemhro de 1858.
Luiz Francisco de Barros liego, pro-presi-
dente Manoel Ferreira Accioli, sec.elario.
N3o tendo apparecido quem langasse
sobre o imposto por carga de fa.inha e de
legumes que estove em praga pela quanlia
de 1:5538000 porque fo arram.-tado o anno
paseado bavendo apenas quem por elle ofe-
recesse a quanlia de I:2oo000; a cmara
municipal do Reeife annuucia que vai >ie
aovo em praga esta rend no dia 29 do cr-
reme, pela base ulTeriC: la de i.20i'00g
Pago la cmara municipal do Reeife em
sessao ordinaria de 22 de selembro de 1858
Luiz Francisco de Barros Reg, pro-pre-
si lenteManoel Ferreira Accioli, secretario
O lir. Anselmo Francisca Peretti. commen-
dadiir da imperial-or era da liosa, e juiz
de direilo especial do comfnorcio, nesta
cidadedo Reeife de Pemambuco, por S. M.
o Imperador qu8 Daos guarde ele
Fag 1 saber aos que o presento edital, para
interromper prescrijgSo, virem, em corroo
justicaule Bernardo de Sena Lopes, cojimer-
ciante estabelecilo nesta ci lade co n arm*-
zem de geieros do estiva por grosso, me en-
viou a dizer era sua petigo, que quer nter-
por necessario protesto Contra os seus deve-
dores Manoel Joaquim d ilva Ferraz por
u-na letrada quanlia de 113?C20, vencida em
23 de selembro de 1853. Victorino J as Fer-
reira e Luiz. Moreira da Su va Pinto por urna
letra ve ciJa a 26 de setemhro de 1854, da
quanlia de 97/280, Joan Co-reia Carnetro por
duas letras ambas ua importancia de 1353560,
Jos Joaquim Pereira *p Mello por 4 letras
na inrpnriancia de 5551073 reis, Manuel Bo-
telho Cordeiro por 3 lebas na importancia
de 78S970 reis, Bertiario Rodrigues Cre-
moso e Costa por urna lelra !a quanlia de
de 363220, Sussuaraua St G por una letra da
quantia de 69/075. Viu'a Ros* LV IrmSo por
urna letra da quanlia de 939590, ^arciso Pe-
reira do Vallo po- urna letra da quanlia da
79500, Manoel Jos,- de Cervalho por urna letra
da quanlia de 55JJ00, Mauoel Rirnurlino Ri-
beiro ,aor uina letra da quanln de 475100,
Anloni: da silva Guerra por una letra Ja
quantia do 403, Jos Pinto dos Santos Quei-
roz por urna lelra d^ quau.ia ;)e 41-25."" jara
interromper a prescripgSo; mas achan 'o-se
ossnpplicadns aos ates era luga-es 0S0 sa-
bidos m- requera.que oiuuvesso de admit-
ti-lo ajuatiucar a aoseqbis dos suppltcados
quinto bastass para ser julgada por senten-
ga, msn 1 in 10-se tomar nr termo o s i pro-
t-st 1, e passai cirui nliul por 30 das, alim
le oreliass rem os suplicados intmalos
do refer lo protestla firma la lei ; cuja
peliciio fu defe ida por meu despacho em
18 10 corrente inez de setemhro ; em virtu-
de do qual nas-oiio anppllcante justificar
comtestemunhas ayauseneia dos sujplicados
em lugares mo sabidos, oque foi julgaio
por minha senieaja do tbeor segaiate :
A vista da ioquirigSo de fls. 3 e *. 4, jul
g.) orovala a ausencia dos justificados em
lugares nao sabidos; e mando que tomndo-
se por termo o protesto do justificante, sej
o dito protesto intimado por elitos, passau-
do-se respectiva carta com o prazo de 30
dias : pagas Dlo mesmo justificante as cas-
tas. Reeife 23 de selembro de 1858 Ansel-
mo Fraucisco Peretti.
E nesse mesmo dia, mez e anno foi o sup-
plicaute ernardino de Sena Lopes aocarto-
rio do escrivSo que este subscreveu.e em sua
presenga, e las testemunhas Macario de Luna
ranle os tres mezes de octubro, novembro e
dezembro do corrento sano :
Assucar somenos refinaJo, ca'ccmgro,
cha hyson, p3es de 4 ongas, manteiga fran-
ceza, arroz do MaranhSo, bacalnao, carne
secca, dita verde, farinda de mandioca, fei-
j3o preto ou mulatinho. loucinho de Santos,
bolachas, azeite doce de Lisboa, vinagre de
dita.
Quem quizer faer dito fornecimento apr-
sente as suas propostas em certa fechada na
secretaria do conselho, as 10 horas do dia
29 dcorreiile mez.
Sale des sessOes do Conselho administra-
tivo para fornecimento co arsenal de guerra
24 de selembro de 1858.liento Jos Lame-i
nlii Lins,coronel presidente.Jos Antonio'113 '"ua da Cadeia do Reeife n. 4.
Pinto, tenente coronel vogal seivuido .le se-
cretario. .
traga
-enr, ivliranl.ao o P-.v.-.
O veleiro e acreditado brigue escuna Gra-
ciosa, capildo Jo3o Jos ,de Souza, secue
sera demora com a carga ja contralada, e
com a que mais se contialar para os 3 por-
tos. al o da 20 do correte : consignata-
rios Almeida Gomes, Alves & C, ua ra da
Cruz n. 27.
para o poto
O brigue Trovador seguir' com bre-
vidade. para carga e passageiros trata-se
com os consignatarios Ra roca Castro,
Mirifica.
Urna pasa biManla virsada em trabalhus de
eseriptorio e lando urlica .1* coire| ndenria e
qualquer naeocio axlarlor, ,al,endo hem a ingaa
fraaeeu, al eni eoosa 11 iio|hj, se cffarece a
ircupar om luaar em quilquei cata de coinmtrriu
deca cida le : quem de seu prasluno >e quier uli-
tliar, annaocie per eile jnrnel, qss aera procurado.
Preci-a se alojar una easa terri oo mesmo
parla de oin. Isla lie, oina sala, om qo irlo a locar
para eoxlllbar : quem liver dirija so a esla lypngra-
pitia em c;irta fechada eom is ledras I". C. II.
Aikv.iijjlitTuckm'ss &C. mu- @
0 daraui o sen armazem de fa/.endas i&
; da ra da Cruz n. 18 para a mes- f
fe ma rua n. (jl. .'-.:
Ai'TENCV >'
O aheixo ks'^iii lo na cirifoe'-'iJale dos
eoonncio* publica los n*ste ((Diario. no cor-
rente anuo os. 149, 155 e 156, Taz scienle s
todas as essias que s' drg aram sohscr>-
ver pan a pubc.g'o da ob'a llegras de
Escripcurtijlo Mercantil p ir part 'as lobra-
Recife Ja4> | da subscripgSo, eroga-loes o obsequio do i
i ma ndar sansfazer o r. spectvo importe
na casa i!-i sua rosi (enca, rua sebo, cas
sem nu oero, 'cfronle da de n 2; Passelo
Publico, loj n. 11, dos Srs. Ferreira iV Cruz,
onda recebfrao o competente recibo, fir-
PREGO COIIOD.
Ni rua larga do Ro/.ario esquina do
laeccodo Peixe-frito, no segundo andar
do obrado n. 9; faz-se COm todo asseio e
|hi Icirao almot;o, jantar e ceia por re-
;o mais em corita di. jue em oulra qual-
quer parte.
HOWCf.'PATHlla
PRCSEKVATIVO CONTRA ASBI.XIGAS.
(Cea tu tu para todos).
Ile-tnelhur piecinir o mal, do Lava", lo actual-nenta a pesl? de bexigas.e
possuindo a homeop<-lbia,n.eins elFicaz a pa-
ra preservar de t3o terrivel molestia.fago dis-
tribui-lo gratutamenle atonas aspessos
sem diatnijko de rico oq pobre.todos os dias
uleis desde as 10 horas da manh3a at -o meio
dia. A experiencia me ebtorisa a (ffirmar.
que todos aquellos, que fiz, rem uso de taes
preservativos, lic:iao isent'is do mal vari-
lico, e qie quando por ventura algoem che-
gueesoffrer, es pstulas nao ser3o era
muilo numerosas nao de ma qualidadn.
Mo necessita resguardo, apeoas a abstinen-
cia do caf preto. Consultorio central ho-
meopathico, rua de S. maro (dun lo Novo
n 6--Dr. ebiuo O. L. Pinito.
Eetraios
$e&
utrs
COMPaNHIa NOKTI1EN, BSTABELR-
CIA EM LONDRES.
Pre/nios lu inn uto*
AGENTES
Cal As lev %C* na.
O-: :o v.,305>@@
I^SlLTORIOHOMEOMlCOl
OS. LOBO MOSCOZ?. S
-;; NA RUA UA GlOKIA CASA l)G Pl'NUAO'rg
O r. Lobo Mosco/.o faz sciente
^ aquem interessar rossa que tem ^
commodos em sua casa para re- $3
ceber algunsesclavos nao s pa- @
ra tratar de suas enfermidades *?
fzer

O secretario da cmara municioal da
cidade de Olinda, abaixo essignado. por dc-
liboragoda mesma cmara, declara a quem
conver, que a arrei,atagao anuunciada pa-
a boje 23 do correnta mez, dos imposlos
municipses sobre mscales e boceteiras, dos
00 rs. sobre o gado vaceum, dos 80 rs por
carga de farinha, dos recesos do agougue,
dos 200 rs sobre o gado simio, e dos 10o rs
sobro o gado ovelbuin, ficou transferida para
o ultimo deste m-z, devend.) os pretenden-
les habiliiar-se al o Uia 29. Secretaria da
cmara municipal da ei.la \< de Olinda 23 de
setembro do 1858. Eduardo Daniel Ca il-
canii Vellez de Cuevara-
Pela subielegacia da freguezia de San-
to Antonio do Kecife, foi appreheuii la urna
pulsera que fia achada em man de urna
^reta que a quera vender or baixo prego,
e por isso se descoulia ser, furtada ou adia-
da : a quem so liver desencaminhaJo ou
perdido objectu igual, comparega neste jui-j
zo, que dando os signaes e provando O seu
dominio, lhe sera entregue.--VilUga, subde-
legado.
--' Pela subdelegacia da freguezia de San-
to PaDtOQo do Kecifo, acha-se recolhi lo a
casa de detengan um prelo, que qoanlo foi
preso disse chvnar-se Tnomaz, entretanto
que se declarou na dita csa Je deteng3o
cnamar-sa Ttieodoro, escravo iie Borges,
morador na Boa- isla, o qual foi achado
rd'a de horas na porta da igreja de N. S. rio
Livramenio. do minio: quem forseulegi-
timo dono, comparega neste juizo, que pro-
vando seu dominio e posse, lhe sera entre-
gue.Vi llaga, subdelegado.
Rio de Ja-
A barca Cecilia, caoit3o Gaspar l.eitede
Ferias, segu com brevi.lade, e recebe carga:
a tratar co o Gaelaiia Cyriaco da C. M., ao
lado do Gorpo Santo n. 25.
GONSDLAIM) GERAL
Reudiinante de dia 1 a 20. .
Idim do dia 27......
i0:87199f,
THEATSO
ANTAjSABEL
COIPANHIA LVUCV ITALIANA
r
?;=
-:-:

&
i
J'j como para lazer qualquer ope-
;/ iai;o. Os docutes serao tratados
( pela bomeopathia ou pela allo-
'' patbia, conforme parecer uiais
4;J conveniente para a brevidade da
O cura. Adverte que recebe gra-
-''. I lulamente umaotioutra pessoa
que precise fazer algumu opera-
/j <;ao, e que por suas circumstao-
. aias nao possam satis fazer as des- Q
(2 pezas de tratamento e nao queira *^
.', ujeitar-se a ir para os liospitaes. A
,'; O pieeodo tratamento dos esera- r^j
, vos regulara' de 2,^ a 3$ diarios *
ion forme a gravidade da moles- s
^ tia eo tempo de curativo. p
dO*B9MeBO@ 099s
Na fundicao d'Aurora ;reeisa-se de
serventes forros ou escravos, para serviro
debai.xo de coberta.
a
malo palo abaixo essignado: ou darem
or l ni em suas esas jara ser sstisfeitu dito
impo tea vista do meocionado recibo, .in-
da continua snbscrever-se para a referida
obra nos lugares cun menciona los, a
oa Ja exemplar, broc!iura, e pare os que uSo
subscreveremseu yreg i sor 10 rs. referi-
da obra nao s cont n as regras, o exetnplo,
=ra se esenptur^r os livtos na couformi-
da le existida pelo niisso cod commerciai
mas tambera os usoseeslylos las pragas do
imuerio aaprovsdos pelos respectivos iribu-
naes do commercio, s^gunlo > prese ipto
yelo art. 26 do rcjiulamciilo n 738 de 25 de
noveirfbro je 1850 ; a collaeSo cirono-
loica dos asse.itos oo tribunal 00 com-
mercio do imperio, de a eco ni o cora os
Iribunaes du commercio das pracas da Ba-
ha, Pernambuco e MaraohSo, como prescre-
veoart. 13 do citado regulament ; eore
({ulamento sp^rova lo pelo governo imperial,
par,a a praga do comm^rcio da cidade de Por-
to-Alegre. A rolen la obra acha-se approva-
da por pessoas compete:tes como consta da
mesma, e se vo nng re'eiidos Diarios re-
cfe 28 de selembro Je 18J8Jos Antonio
Comes Jnior.
Precisa se de urna mnlher maior de
40 annos de ida le, de honesta con lucia, e
que lenha aexceilenle qualiiaje de saber
administrar u a csss de um homeni viuvo,
tratar de meninos que estSo na escola : que ~.
assim estiver habilitado, d.nJo fiador a saa
boa conducta, entenda-se com G elano Pinto
de Veras, (sendo a sua s pessoa) no sobraJo
da rua de S. Fr&'icisco n 8, con.o quem vai
pera a rua Bella, das 6 ts 8 boras da manh3a
e das 4 as 6 tarde.
Q*|M achou uro r Je borzeguim de
senhoraV na rua estreita do Rosario, aue
rendo restitui-lo leve-oao ciiafsriz do Gar-
mo, que sera gratificado.
-- Precisa-se de urna ama forra ou capti-
va para o servigo de rua, e casa de u_ a se-
nhora : na roa da Sen/alia Velha, no primei
roandr do sobrado n 79, junto a taberna
do Sr. Zacaras.
pjda-so ao Sr Marinnngeli, que para
variar os espectculos, e mo torna-los rcas-
smtes, leve a scena pela segunda vez na ai-
le de qijrla-felr a grande opera Lucrecia
Borgiatilo vic.orios-monle epplaudjda, em
lugar dos i'uriunose forquato l'ass tilo
frequentemento repiti las. Esperamos ser at
tendidos
Um assigrtante.
Offerece-S" tima senhora de muilo boa $ WaN* !e 'te, Artliar & C.
Atahl Schmilt 5t C, teem a honra de avi-
sar aos s.ius nume osos amigse fraguezes
que em consequencia dos uovos melora-
menlos feitos no seu eslabeleciment estilo
perf/eitaniente htbililadus .a satisfazer todas
as exigencias lendenUs a sua i re.
lloco apparelbos de grandes aimen.- *
das jntueiras fabricas eslao montados par
os divesos procesaos do niara villiosa art,.
do deseuho por meto da luz Gom estes ep.
parelhos elles podem fazer retratos em pou-
to to reduzido que s por meio de um mi -
C'oscopio se po eto divulgar e assim ?'"-
gessivaraente al o tamanbo natural.
Os supra i tos retratistas nao teem poupe-
do esforgos e despez^s afim de darem ao san
estabeleciinenlo o grao de uerfeigSo que na
Europa tem os triieiros nt-ste gene o, os
systemes ineis modernos o -.erfitos sao por
-lies ; do. lados e pralicados. Qualro ,lnl,)-
res francezts e sil- mros d5o o ultimo realce
e pe, feigiao as pinturas sxecutadas no esUbe-
lecimento, col>rindo-as a oleoou a aquarui-
la sobre tela, papel, crystillo ou marfim.
Os proprietarios da estebelecimsnto pho-
tograpbico esperando merecer o fsvor do
illustrado publico deste cidade e seus arra-
baldes gerautem a perfeigSo e s-melhanga
dos retrwtos, assim como a duragSo do dese-
nho e colorilo.
Os retratos tiram-se todos os dias das 8
boras da manh3a as i da tarde.
Cassas oopoUta-
oas.
He com este titulo que aesbam de chegar
as melhores cassas, e eom os mais bonitos
desenhus qu se tem visto, fazenda inteira-
mente nova : na loje de fazenies da rua Crespo n. 5, esquina que volta para a rua do
Gollegio.
9A#99*MNM^ 0"J30S^
^| VE. T1UO a UE SEDA COM IABauOS. jfQ
Ha pura vender os mais ricos e
jj* mais modernos vestidos de seia de 2
w' cores com babados, qoe tem violo
is a este mercado na luja da rua do -j
:' 0ue'aJlQ -le Le te, Arthur ^
Fio inglez.
. Vendse fio inglez, o mais forte e mais
hem torcido do que o da Baha, em eaixas .>
do 200 libres cada um- : na tola de fatendas
da rda lo Crespo n. 5, esquina que volta
para a rua do Coliegio
.'- CHALES DE TOQIIIN lE CORE*. ^
A SSo coega.'os ticjs^lales daatoo- g
3S quin de cores bordados em orna ^
duas ponas que se vendern por com- ^
modo pr^.go: na rua do Quaimadon. ^
>H
I
-a
o
o
o
DE
.i*
G MAPJNANGELI.
ol'ARTA-FEIKA, 29 DB SETEMBRO.
KECITA DA ASSIGNATUISA
Kepresentar-se-h a opera re Doiiizzetli, am tres
actos :
T0R0D4T0 ASSO.
Os billietes estarlo a' vanda no dia doispectacul
no esenplorlo du lliealro, das 9 doras da man,la fin
dianle.
Principiara' as oito horas.

br,aS HllUli
Bueno.
tai
Companhia
'le. paquetes in^leze
At o dia 29 deste mez espera-se 'da Kuro-
ta um dos vapores desta companhia o qual
depois Itio de Janeiro tocan lo na Baha', para pas-
sagentc Uata-se com os agentes A1am-
son, llowie >!v G rua do Trapiche Novo n. 48.
>i---:i
Leilao
DE *
PERFUMARAS finas
Ter^a-fe'ir 8 do cr-
reme
As 10 horas Ja manhaa'
NA. RUA DO GOLLEGIO ABHAZE&I N.15
x-dCatcoetMo t/ lira leiloem o seu arma'.-m no supradito
lia, de um gran le e rico .-..i li ment de no-
vissimas ie. lomaras ioglazes i .is >in w,
que lem epiia -el lo no mercado. Coiisis ui-
do em essi'iiciiis, extractos, liui- aabOes
ele ele, 'in Imdissimoavssos. cojos luies
serSo feitos a vonta le d s compra lores, e
se veoderSo s ;,. resi re argnm
.Nesse eso o di o n-en lo iMite la;;i-
bem fara IimI lo I a- uiiii grande quanlilade
de V'vd.i'l.'.ii > i'iy.i' os d'- Dnniiigos, re
ceniemenie eliega*los. os quaes serte enl a
gii'.' M'M i .'tu .j de qualquer prego maior
que offeregam

DE
MluuiinacAo im.
A companhia Je Iluminaran u
gaz desta cidade avisa as pessoas
pie precisarem illuniinar os seus
cstabelecimentose casas particu-
lares |)or meio do gaz de virem

de ...
alar os seus nomes em casa re ^
Rostron Kooker St C, prara do ^
Corpo Sent n. 'i8, notando-se "
que aquelles (jueprimeiro se alis-
tarem serao servidos em prime!-
:'i ro lugar.
* :-X>v:0':; '--OO "'
Preeisa-se de urna ama fiar* casa duas pessoas : no peleo do Parjizo, no se-
gun lo .Tiiiar do sobrado que volt para a
i ua da Itoda.
-:.z:m d*MM99@@
AvOGxClA.
* O baeharel Joaquim da Costa Dou-
* rado advogado dos au ilorios desta
cidade, po le ser procralo, parad

'..': exerecio da sua proGsso, na i n
. ;, das Cruzas i. 9, primeiro an lar. das
i 9 horss do dia as 3 da tarde.
Ies"je-se lal ar ao Sr. Justino Manoel
H*mos ausente ao Sr JjsC Francisco Ramos,
a negoe;o do nter >sse ; pa roa do Vjgario
ao lr
aj Oireito publico brasileiro. prego .Ti?
^g 95000: aoontamentos sobre o pro- W
Sjf cesso criminal 2' edigSo. prego 83 ; -
Jjj aponte j.entos sobro as formalidades
^ do processo civel '2J edigio. prego
Qa 5$. Estas obras nncontram-sn na
(i* rua do Cebo emfrenle do n. 22.
Kreire e Jo3o Vicente de Torr-s Bandeira, %^lffiK^: .;t: v- .ii"S^:-*
disse, que na conformidade de sua petig'
40:9.'>.i:l)7
lilVKUSVS PHOVIKGIAS.
Keiarliinanto Id.m do lia 27.......
DESPACHO DE HXPOKl'ACAO PBLA MESA
DO CONSULADO- DESTA G1DADK NODIa
27 DE AGOSTO DE 1858.
LisboaBriitua iiorlauuse lacomparevel, Frau-
eiieo Jo**' Augusto Ferreiri, 30 barril intl-
inicial protestava oelo seu contou lo'contra
tolos oscreiores nella esaecificados e de
cobo ssira o disso e proteslou, assegurao
SjOT | termo do protesto con as mesmas testemu-
nhas, e o escrivao Francisco Ignacio le Tor-
res Hndei>a, que por forc da minha sen-
tenga cima transcripta fez p-ssar a p-esen-
te carta de elitos cora o prazo de 30 dias,
2::!ll5SI2 "ela noal e seu theor, intimo, e hei por in-
18jt:IO timado o in licado protesto a todos os suo
-------- I plenlos leve lores aci na mencionados, para
2:3333102 \ o lin de inierromtier a prescupgilo allegada
E para que chaguo ao conbecimento de
lotos os justilicados, mandei pasear editaos
que serao afilia i s nos lucres i-ublicos Jo
cosiume, e uublicado pela lui.ne ,sa
RIO DE JANEIRO.
A Sociedade Auxiliadora da Industria Na-
cional, eslabelccHa no Rio de Janeiro, con-
vi la tolas as uessoss Ilustre do progresso para fazerem parte da n.usma
sociedade, na quali lade do seus socios ef-
l'eclivos.
A sociedade que be mais de 26 annos tra-
balln constan'.emenle pi-ra desenvolver o
8ierfeigor a industria e u agricultura, D9
pie fazer tolos os beneficios que deseja
sem o concurso de tolos us seus concidadaos.
Sollicilando a coadjuvagfio das inlelligen-
cias, ella promnve o bem publico e o intc-
Dado e pissado nasta cidade do Reeife aos resse particular de cada um. l'orem nao

LO
DE
MOBILIAS.
QUINTA FBIRA 30 DO COR-
RENTE
AS 10 HORAS DA MANHAA
Na rua do Coliegio ar-mazem numero i").
MAHCOLINO DE B0RJ&
faja le So em o seu antigo srmazem de um
esplendido sortimento de obres de marci-
n ii a de todas as qualldales, inclusive rao-
bilias completas de mogno, jacarend e
ama ello, ditas avulsas, pa'a gabinete, si;,
le jantar e quartos de dormir ; assim como
de urna inliuidade de uniros mullos arligos
de dilTerentes qualidades, que se acharSo
ostentes ao esame dos Srs. prelendenles no
sobredito dia do leilSo, eque serio sem re-
setva veudidos
conducta para ser ama do om casa : quom
precisar dirjale n rua do Vigario n. 5
Precisa se alugar ma prete escrava,
que saiba comjrar ecozinhar: no aterro da
Boa-Vista n. 7.
- Trocara soqustro imagens doSenhor,
cora cruz e calvario de Jacaranda, com pon-
as o raios aiouraios, ob-a bera feta : no
atierro da Boa-Vista n. 17.
Precisa-se aiugar um escravo : quem
liver poda- drigjr-se a ruado Queimado n.
10, que chara com qu;m tratfcT.
luga-se u.na ama para casa de pouca
familia : quem p elender "irija-se a rua oe
Sania Thereza : >a c^sa que. vira para o bec-
co lo fociulio pegada a taberna
Na rua iSo Monl.'go n. I39 junto ao por-
tflo da olari do Alejandre, se precisa de
m, especialmente escrava, p^ra cozinhar,
eogoiemar e frzer com perfeigSo o mais ser-
vigo de urna o?sa 'le pequea familia, paga-
s-a a contento, e assegura-se bom trata-
mento.
Or im te ceiru .
Recite-
Exislindo vagos os lugares de enl'er-
meiro e enierineira do hospital Todos os
Santos da mesma ordem, em nome da
mesa regedora convido a todas as pessoas
habilitadas para hem desempenharem
dilos lugares e que esejam no caso do
art. !S dos estatutos, a dirig'uem-se por
meio ue seus requerimentos a sohredita
mesa OU aonosso irmao ministro o Sr..
Manoel Ferreira Antunes Villaca. '
Precisa se de um caiseiro oortuguez.
vindo ha pono tem..o, de dade de i2a16
ann-'-s, nouco mais ou menos: tratar na
rua do Livramenio n 13, loje de cagalo.
i'recisa-so de um relo para o servigo
d-ess* : emSnio Anaro, nadara.
P-ccisa se ;.lucir nma canoa qu>> car-
regue 300 f^ix s d cinim, asra-conduzirto-
los os di"s essa qu nu I le de cepim, 'o
porto de lltil, en pi^ueos, para o porto Ja
rus Nova : a pessoa que quizar fazer esse
aluguel com canos i o ou sem tile, entenda-
se n.i tyuograiihia oeste Diario, que ahi se
lhe dir a que Ydeve procurar.
O aba:\o assigu o, leu lo le fazer urna
v agem ,Eatro3B tratar o su i seude. dei-
xa fe socio em ana esa, sita na rua Direita
n.3-2, i Antonio Jos Perein, e do mesmo
esUbelejimenio procurado". Reeife 28 de
obro de 1858 --Jos Maris Gongalves Pe-
rel a.
- n abaixo essignado f ?. saber ao res-
peitavel corpo do co .imercio, que tem justo
e contratado com o Sr Jos Joaqnim Gon-
galves da Silva a sua tab-rha sita no aterro
a Boa-Vista n 8; n3o se responsabHiMD
dn o ahaiso essignai'.o or qualquer debito
que o mesmo Sr. GongaWes Ja Silva tena
contradijo para a mesnu tabern, at ao
fim do crrente Reeife 27 de setembro de
1858 --Antonio Jos de Almeida Goste.
Precisa-se de um homem solteiro para
boleeiio de carros fnebres, pega-se bem :
no psleo do Paraizo r-, 10.
Pele directorie das obras militares se
tem de fazer diversas obras no quartol da
MEli>.IVY.
O lir. Joao llon o io Bezena d
Menezas tem fixado sai residencia gj
nesla cidade o pode ser procurado na iS
rua iia Aurora n. 62 segn .o andar, ^
Dase que faz esquina con o aterro li
Si'.----Vista, omesni i resta-se aquel- S
quer ciiamadoe t;> ora rio da
rt nuite, e d c'in-a-.li-s gratis aus t. '
br. s. g
W ^MTHOrOGO.
GOMPANIA
\lafaI4
Si.:..}>. |< .il Lotlaij ',
eoj -; !g*..' sin i*-2t
CAUTai
CINCO MILIIES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, ftrolhers & C. tem a honra de
informar ios senhores negociantes, proprio-
tarios de casas, e a quem mats conver, que
astSp plenamente autorisados pela dita com-
panhia pira 'ectuar seguros sobre edili- Soledade : as pessias que se qutzerem oro-
cios de lijlo e pedra,
e pedra, cobertos de til .a, e
igualmente sobre os objectos ue conlive-
r.am os mesmos edificios, quer consista em
nobilia, ou em tltOndaS dr qualquer 0:1 -
lidr.ile
He cheg'do a 1b do Leconto, sierro da
Roa-Vista n. 7, o excelloote leite virginal de
rosa branca p^ra reliescar a pello, li.ar pan-
nos, sardas e esi inbas igualmente o afama-
do oleo baboso para limpar e fazi-r Crescer
asosbellos ; assim como p imperial do li-
pr por em PXecugSo as ditas obras, com-
p.iregam na releriJa directoria d.s 9 \\-i ho-
is da mennaa aleo dia 30 do crrenle.
__Tendo de ser solemnisedo o gloioso
S Miguel firchenjnlo no dia 3 de outubro em
suaig'ej*. na Ireguezie dos A fugados, o qual
1 lu de meios ha trinta e untos annos
se tem tteixadp de o fszeb Rnga-soaos fiis
devotos que coucorram com suas esmolas
aflm de poderse fazer a refjrida festa com
a devida lecencia e pomaa : quem quizer
rio de Florenca i-ara berioejas e as pi 11a les contribuir, pode' entregar nesla cidade, na
da pelle, conserva a frescura e oavolludado loja de cera do Deonizio, rua Direita, e nos
da primavera da vi In. i Afogados ao 8r. coadjutor.
-- Precisa-se de urna ama de lollo: na! ~ Vende-se um moleque de 14 annos de
rus do Hospicio n. 9. idade : nt rua da Gloria 11 *>0.
F ij o braneo.
Vende-se feijilo breoco novo, em seceos
grandes : no Forte do Mallos, armazem do
Sr. Ignacio -V"illa
COM TOQUE DE YARIA
A 5, 4, e 5,^000 Crtica \)^i
de 28 c.ovf <>!!
Vendem-se na rua do Queimado, loja n.
17,ao p da (tica, riscadinhos de chita fi-
nos 'e cores lisas, pelo barato prego le 35,
4 e 59OOO cala pega.
/endem-sa 10 casares de canarios do
imoerio, em suis g-iolasou viveiros; sendo
lo les juntos se d mais em couta, e casares
1o rolas que chimara d^ Hambuigo : no so-
brado da roa le S. Francisco n. 8, como
quem vai para rua Bella.
-- Wnde-se um deposito com poucos fun-
dos, no palo de Tercn, esqnine do becco da
Lenha n. -23, muito proario para principian-
te : quem o pretender, dnja-se ao mesmo,
que achara com quem tratar
Vende-se um moleque dia idede 12 an-
nos, uiuito lia:., oplimo para pagem : na
roa Direita n. 3.
Cavallos.
Vendero-se7 queraos maito novns : na
rua Augusta, c-sa defronte da do n. 17.
Feriaba em saceos.
Na taberna grande da Soledade vendem-
se seceos com firinha muilo superior, tam-
bem se venda una balauga eom pesos de 8
libras a 1|, e 3 caixCes para depsitos de
assuca', caf, e amostras, por prego cam-
modo
Quem quizer, sem receo de ser enga-
n do, comprar ura cavallo di cabriolet, gor-
do, e b > u a tolos os respeitos. procure a
tenda lera-rbeiro na ro das Trincheiras,
juotoao c.rtorio do esorivio Biptista, das
10 horas da man tilia ate as 2 da tarde.
No deposito do rua do Trapiche, arma-
zem n. 9, tem para venler uotassa da Rus-
.ia superior, dita do Rio Je Janeiro superior,
cal virgem de Lisboa, e panno de algodo
la Baha, ludo ..or menos do que em outra
qualquer part.
Chifies.
Na rua das Trincheiras n. 1, loja de tarta-
ruguero, tem ai: vender dous mil e tantos
emires muilo bons.
Perdeu-se urna pulseira de ouro desde
o becco das Barreiras al a igreja da Santa
Cruz : quem achou e quizer entregar ser
generosamente recompensado ; na taberna
da esquina do becco das Barreiras.
-- offerece-se urna ama para casa de pou-
ci familia ou homem solteiro, a qual en -
gomma, cose e coziuoa : na rua do Vigario
n. 20. .
Quem precisar comprar 8 primetros
volumes do Panorama, em bom uso, appa-
rega ua rua do Crespo n. H, loja.
Queijo suisso.
Vende-se queij > suisso, superior qualida-
de; em casa deFarias& Martins, no aterro
da Boa-Vista, n. 2 Assim oomo vinho Made-
ra Secca, dito champagne, dilo do Porlo de
todas as qualidades, cha superior a 29100 a
libra, qaejos llsmengos superiores a 29. ga-
rantindo se a sualida le, ludo mais barato
do que em oulra qualquer perle.
Quem livor um carneiro manso para
montera de um menino, para vender, quei-
ra dirigirse ao Corpo Santo, casa dos Srs.
Rostron Rooker $ ',.
Vende-si> a taberna su na rua da Cruz
n. 41, bem aireguezad.< : quem a pretender,
dirija-se a mesma, que adiar com quem
tratar.
-



-
-
Lotera
Provincia.
DIARIO DE PERNAMBCO TERQA FEIRA 28 DE SETEMBRO DE 1 858
Corre quirta-feir 29
horas.
do correlo as 10
P. f- Tv yme.
entes de Tartaruga. 5
Jos Joaquim da Cunha GuimarSes {
com loja de tartarugueirn na ra das &
Trincheirasn S,cora a trente pntala S
de verde, continua a ter sempre bom S
sortimento de Denles de difTerenles &
gestos. Unto francezes como feitos no k
mesmo estabeleciment, caixas para mc
rap, de tartaruga em chapa que tu- E
do vende mais barato do que eto ou- \~*
Ira parte, faz concertos cora prooip- g
tido e precos commoios : principal- k
mente sendo as ,obras compradas no S
seu estabelecimento.
.otena
DA
Wf
Na ra Direita n. 84 ha para vender nm
cavallo muito novo, grande o gordo, muito
proprio para carro.
9 Aluga-se a grande cas* em Ssnlo _-..
eft Amaro, que oi do fallecido Manuel ;
. Luii da Veiga : a tratar na ra do i
&3 Rrum n. 18,prinieiro andar. |
Precisa-se de um menino para caixei-
ro que lenha de 12 a 11 annos, e que queira
ir rara urna loja de ferragens em Mace i ,
prererindo-se com pratiea on mesmo sem
ella : na ra da Cadeia do Recife, loja de
ferragens n. 56.
No escriptorio do abaixo assignado na ra !
do Collegio n. 2t vendem-se bilhotes garan-
tidos do imposto geral em qnantia de 100$
para cima a dinhiuro velo seguinta preco
Bilhete "500 recebe 5:000
Tambem se conpram bilhetes de lotera
recolhida a thesouraria provincial com o
disconlo de 20 por cento.
P. J. Layme.
NA RA DA GLOltlA GASA 1)0 FUNDAO".
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
uo
DR-P. A-L0B0I0SC0S0
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, aa consultas todos os
dias e pratiea qualqueropcracao decirurgia,
ssim como.accode com toda a prompti.iSo,
as pessoas que precisarem do seu presumo
par o sorvico de partos, praticando aso-
peraQes manuaesou inslrnmcotaes, quan-
do n3o >"iossa conseguir resultado por neio
ea homeopatbi que tantas vezestem ven-
dido difGcaldades, que pareca insuoe-
raveis
Telegrapbo
CONSlILfORI nOIEOPATIf
ESTRADA DE FERRO DE TAMANDARE'.
Autoritaia peto'.derreto n. 1986 de 28 de tetem-
bro de 1S.iT.
Os accionistas desta empreza sao convida-
dos comparecerem terga-ieira 28 do cor-
rente ao mcio dia no salSo da associacSo
commercial desta praca para approvaco dos
estatutos e mcorporacao da eomptnhia.
O encerramento das listas de assignatu-
ras fiea prorogado at o dia 25 as 4 horas da
tarde.
A fabrica de caldeiraria e fundido de
metaes, sita na ra Imperial, precisa de offi-
ciaes de fundicSo, latoeiro e ferreiro de for-
ja, e admitte-se alguos serventes ara tra-
balbo debaixo de coberta.
Lotera
DA
proviDcia.
O Sr. thesoureiro manda fazer pu-
blico que se achara a venda no pavimento
terreo da casa da ra da Aurora n. 2(5
das 9 horas da manhfia as 8da noite.os bi-
lhetes da terceira parte da 20." lotera
do theatro de Santa Isabel cujas rodas
deverao andar mpreterivelmente no dia
2!) docorrente mez.
Thesouraria das loteras 18 desetembro
de 1858O efcrivao. J. M. da Cru2.
O Sr. Jos Maximiano Alve&Cavalcanti
tenha a bondade de vir ou mandar pagar
505, que o abaixo assignado lhaadiantou de
dous mezes de seu ordenado, qoe vence co-
mo praticante da thesouraria de fazenda.
Recife t desetembro dei858.--Jos Esteves
Vianna.
Precisa-se de urna ama portugueza pa-
ra o servico interno de una casa de familia
rerto 'delta praca : no pateo do Carmo
n. 1*.
Campos & Lima, loja n roa do Crespo
n. 12, acabam de rect ber pelo ultimo navio
Vende-se o novo roteiro de signaes do
telcgrapho, a 20 rs. : na livraria ns. 6 e
8 da praca da'Independencia.
-- rinda a audiencia do
orphUos. se ha de arrematar por 3 pracas
successivas. nos dias 21, 2* e 28 do crrente,
os bens seguintes : urna Casa terrea de pe-
dra e cal sita na ra Imperial n. 216. avalla-
da em 800, e um escravo cabra, ollici" Car-
niceiro, idade 42 annos, avallado eml 600,
pertencente ao menor Jo3o, filho do (inado
Jernimo de bren, a reqiienmenlo do tutor.
Sera publicado em breve o fnllieto
DISCUSSAO- THE0LOGIC0-.TLRIDICA
SOBRE
O DIREITO 1)0 POiltR TEMPORAL EM NE-
GOCIOS DOS CASAMENTOS.
em referencia a proposta do governo impe-
rial, e com a prosic.3o do Sr. conego Joa-
quim Pinto de Campos, em negocio dos ca-
samentos mixtos e de protestantes
ron
CaRLOS KORN1S DE TOVARAO, lente de
direito criminal da universidade de Pest na
Hungra. Recebem-se assignaluras a 2000,
na livraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
~ O tenente-coronel JoSo Valentim V-
lella venie o sea engenho Gindahy, na fre-
guezia de i'na.
cobertos a descobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patento inglez. para hornera
osenhora, de um dos molliores fabricantes
de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Souti all Mello' C
ra so Torres n. 38.
Escravo pee.
Vende-se um escravo mulato, ptima fi-
gura, e ptimo boleeiro na ra de Santo
Amaro (Mundo Novo) n. 6.
$J5 SEDAS HE (UAhl I.NHOS. >i
it$ Leite, Arihur C. receberam nova %
remessa de se las de quadros de no- 4
c j vos padrfiese vendero por preco ra- %
m /oavel : na ra do Queimado 11. 10. f*S
Vende-se um molecote de ilade de 12
annos, muito lindo, ptimo para um pagem:
na ra Direita n. 3.
Bicos e reidsi*,
Vendem-se bicos e rendas das melhores
qualidades : na ra do Trapiche 11. 26.
Velas de cerfl de carnauba
Vendem-se no escriptorio de Curgel Ir-
maos, ra da Cadeia do Recife n. 11, pri-
mi'in. anJar.
Relogiosde
ouro ejoias.
Vende-se um lindo soitimento dej-e-
Sr. Or. juiz de logios de ouro para todos os piceos con-
forme as qualidades e um variado sorti-
ir.cnto de joias de ouro de lei : no escrip-
torio de Isaac, Curio & C. ra da Cruz n.
49, primeiro andar.
DO
DK. P. A. LOBO MOSCOSO.
Nn ra da Gloria casa do fundo
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos Unto em tintura,
como em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodo.
Precos fixos.
Botica de tubos grandes
Dita de 24 1. .
Hita de 36 >>....
Hila de 48 .
J).ita de 60 *.....
Tubos avulsos a.....
Frascos de tinturara de meia onca.
Manual do medicina liomeopathica do
Dr. Jahr com o diccionario dos termos
do medicina. ....
Medicina domestica do Dr. llenry. .
Tratamento do cholera morhus.
Repertorio do I)r. Mello Moraes
Na loja
DAS
10/000
155000
20^000
259000
309000
i,eoo
2000
2O5OOO
10O0O
2f000
6CO0O
^, l LUKAS I'RLCIOSAS; rfe OUROEPR;
. > -1.
PRATA %&
(i); Aderemos de brilhan-
3 tas,diamantes e pero- I
Loja de ourives
|.as,pulcei,s.amne-;| Rl\ DO CVBtGV N. 7.
\\ tes, brincos e rosetas, SK
-;,; boir.es eaneis dedil- K Rapphpm nnr
h& ferenles gostos e di- eCCOeM por
viso a traba-
Ihadores.
O emoreiteiro da estrada de ferro do Reci-
fe a S Francisco deseja emoregar trabaja-
dores as obras que so estSo fszendo entre
a villa do Cabo e Escada
As vantagens offerecidas neste servico sSo
as qoe se seguem :
t.' Os traba I ha dores polem trailhar to-
dos os diasembora hja chuva
2.* (i ordena ..1 ser 4 patacas (19280) por
dia.
3 F. pago de 15 em 15 dias.
4." llavera casas de mora das juntas ao lu-
gar do servico par os trabalhadores e a
CUSta do empreiteiro.
D-se urna gralfieac3o consideravel a
qualquer pessoa que traga 50 bomens para
trabalhar naestrda e de mais da-se-lhe o
emprego de administrar os trabalhos desta
gente pagando-se-lhe bom ordenado
Pr^cisa-se de urna mnlher de boa con-
ducta para o servico e governo de urna casa
de pouca familia ; na ra Nova, segundo an-
dar da casa n. 58.
nENRIOIT-TriOTOS.
rta,
Ra da Queimado..
6KM0C S03TIrEN7
os
rA:D; "Jj
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iversaspedrasdeva- & fOdoS OS VaOOrOS*
lor- JS I?-. 5

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uropa
ns 3S
Compram, vendem, M <,!,,- ;S|(| ni-.S RSO" %]
m
ou trocam prata, ou- i?
ro. brlbantes. .da- -$ (ieillO i>OSO tM ti-
mantes e perolas. e -J -1
outrasquaesquerjoins S 10 te V Paliya, <*0
de valor, a dinheiros "';.; ..,.. .) I .....^
ou por obras. ,!1 '^ LlSltO, S Hj
WmWWWB@&& qaes vendem por
preeo eommodo como
costiimaiii.
O Sr. llomSo Jos de Almeida, roestre
cheg.do de Franca, um vanado sort.mento | pedreiro. fac. favor de mandar resgatar urna
letra da quantia de 1209 que existe em poder
de fazendas finas, e de gostos inteiramente
noos, como sejam : sedas de quad^lnho^
de linios gostos a 800 rs. o covado, cortes
de ve*t>dos de seda de babados com 25 cova-
doa 2"9, ditos de phantasia com babados,
um lindo sortimento Je Cores para cabeca e
par enfei'.o de vestidos, toocados pretos e
roxos para senhora, chapeos de palha e de
seda para senhora, vestidos de fil bordados
a matiz para bailes, e hrancos para noivas,
e oatres muibs fazeodss que estaro paten-
tes os compradores.
OSO
fe
Atteo^o.
^ Kissel, relojoeiro francez, vende &
J relogios de ouro e prata, concerta 5
W relogios, joias e msicas, ja * i& conhecido ha muitos annos,habita no
j pateo do Hospital n. 17. t_::
~- Acha-se oceulta desde o dia l." de
abril deste corrente anno a preta Cosma,
escrava do abaixo assignado. de nacSo cri-
nula, estatura baixa e chela docorpo, bei^os
grosios e bem fallante, tem um dedo mni-
mo de urna mao corta 10, e urna belide em
um dos oihos, ps seccotre feios, acam bita-
dos : quem souber dar noticias della ou a
pegar, e a levara seu senhor abaixo assig-
nado, receber 50)0oo.
Antonio Rroxado So.ares CaimarSes
Na rna da Aurora ha urna escolente
ama de leite, sem cria, nova, sem doenQs e
sem vicios : quem a quizer alugar, pode di-
rigir-se a casa do Sr. Antonio Luiz dos San-
tos 4 Ri>llin, na roa do Crespo, que dir
queiu he o dono, e o mis que for preciso.
Aluga-se o sobrado de deus andares e
sotao, na ra do Caes do Apollo, numero
5 acahida d reedificar de novo, com
commodos para grande familia, estando pin-
tado da novo e estucado a mu terna, cozinha
fra em ambos os andares, canos deesgotn
para aguas, etc., etc.: a fallar na ra larga
do Rosario n. 36, botica do Sr Bartholomeu
~ Precisa-se de um rapazinho portuguez,
de!4a 16 annos de idade, para estribeiro :
no pateo do Carmo o. 14.
do abaixo assignado, na ra da cruz do Re-
cife n. 62.
Antonio Francisco Martins.
AVISO.
A contadoria da cmara municipal desta
cidade, svisa a todos ossenhores donos dos
estabelecimentos de porta aberta, que aeixa-
ram de pagar o respectivo imposto em mar-
co do correr te anuo, como determina o art.
5 do regulacaeato da 26 ue agosto de 1851,
jue no ultimo do corrente linda-se o pra/.o
para esse pagamento com a multa de 3 por
cento, e que desos deile licam sugeitos a
multa no du^lo do valor do imposto.
onladona municipal do Recite 10 de se-
tembro d 1858.O contador, Joaquim la-
vares Rodovalho.
-- Di-se dinheiro a premio sobre penbo-
res de ouro, em pequeuas quantias : no
C-.mpo Verde, passando o sobrido que foi
hos ital portuguez, na primeira esa da
quina, junto de urnas casas que se estSo edi-
ficando.
0
-- Compra-se efectivamente bronze, la-
ti e cobre velbo: no deposito da fundicSo
da urora,- na ra do Rrum, logo na entrada
n. 28 e na mesma lundicSo em Santo A-
maro.
Receoidas em direitura de
paris.
Ricos cortes de vestidos de seda do
cor e braocos
Corles de cambraia de seda borda-
dos ao lado
Grosdenaples preto ancorpado, co-
vado 19600 a
Dito de cores e branco, rovado
Seda branca lavrada para vestido
do noiva, covado 1900 a
Belleza da China, fazen.da toda de
seda, covado
Setim preto maco para vestidos,
covado 29700
Velludo preto o nieihor possivef
covado
Meio Velludo preto e de cores, co-
vado
Velbutina preta e de cores, covado
Folar de Paris de seda com listas
matisadas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
drOes, covado
Diana de seda lavrada Bui linda,
covado
Sedinnas de quadros e listras, co-
vado
Popelinas de seda c las, padroes
novos, covado
Barege de seda, padroes miudinhos,
covado
GorgurSo de seda com flores, covado
Panno preto e de cores, prova de li-
mSo, covado 3/ a
Casemira preta setim,covado 19700 a
Musselina de cor e branca, covado
Chitas franeczas de cor claras e es-
curas, covado 280 a
Cambraias organdys.novos padrOes,
vara a
Cassas trance/as finas, padroes no-
vos, vara a
Oitas ditas, vara a
Mantas de Blond, pretas e brancas
Manguitos e golinbas bordadas
Tiras e entrerreios bor lados
Pulceiras de vellu lo, froco e fita
Lencos de cambraia, linos, com la-
byrintho
Chales de merino com franja de 13a
Ditos ditos de seda
Ditos ditos bordados a seda
tlitos ditos bordados a velludo
Ditos de seda de peso
Corlgs de casemira de cor finos
Colletes de dita e de seda bordados
Chapeos pretos francezes modernos
Gravatas .e seda compridas com|
annel
Paletots de alpaca preta e de cor,
forrados
Gndolas de alpaca preta e de cor
Paletots de brim pardo e bretanha
Ditos de fuslSo, ganga eoutrasfa-
zendas
Passando o becco da Congregado, do ad
direito em seguimento par: o Livramento a
quarta loja de tres portas com rtulos bran-
cos n. *o.
Q*- tro portas
RA DO QUEIMADO R. 37.
Passando o becco da
!ou{rrega&o.
Neste bem conhecido e acreditado estabe-
lecimento encontrar o publico um comple-
to sortimento de fazendas francezas e ingle
zas, bem como sejam : ricos cortes de vesti-
dos de seda pretos com 3 babados a 80 e 90 -
ditos de seda branca com listras assetinadis
a 20i, ditos de barege a 79, sabidas de baile
a 958, enfeites p?r cabeca de senhora a 99
e 10#, manguitos de cambraia bordados i
2/300 e 49500, carnisinhas de cambria com
gnllinhas e maneuitos a 59000, ditos muito
superiores a 1/300, gollin as bordadas a 19,
lBOO e. 49500 cada urna, liras bordadas a
800, 900 e i>ooo a vara, gaze de seda a 780
e 800 rs. o covado, sedas de quadrinhns miu-
dinhos, 'azonda muito superior, a 19500 o
Adereces completa ^i covado, folar de seda a 600 rs. o covado, 19a
ouro.meios ditos,pul-:;. e seda lavrada, goslo i ntei rpente novo, a
ceiras, alfinetes, brin- 3J| | I9OO o covado, musselinas escuras a 400 rs.
0 covado, casemiras miu tinhas proprias pa-
ra calca, Gollete e palelot a 1S500 o covado,
fustSo miudinho a 400 rs o covado, chitas
francezas a 260, 280, 300 e 320 o covado, or-
gan ys de cor a 900 rs avara, ditos supe-
riores a 1-9200, Snela branca a 480 o cova-
do, dita le cores propria para coeiro de
criancas a 900 rs. o covado, chales de seda -
11 e 16;. bengalas Boas a 4.9, ditas a 2 e 39,
paletots d- fostSo de cor a 5.;, ditos de bri ji
branco de linho a 69, Utos de alpaca preta a
8>, ditos de panno lino preto a 20,22, 24 e
25;., dilos de casemira decores a 18 r 259,
ditos de gorguro de spda a 259, calcas oe
casemiras francezas a 99, colletes de gorgu-
j r3o de seda a 79, chapeos francezes a 7 e 8c,
1 ditos muito superiores o mellior que tem
: viudo ao mercado a i);, ditos ie feltro finos
a 5;500 e 60, ditos ,elle de lebre a
elogios.
Vende-se em casa de 5*unders Brothers
& C, praca do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskell. por precos com mo-
dos e tambem trancellins e cadeias para os
mesnos de expeliente goslo.
fisteiras da Indi.
Vendem-se esleirs da India, proorias pa-
ra forrar sales : na ra da Cadeia Vellu
n 53.
Farinba de
m is''ii snperit r.
Vende-se farinha do mandioca superior,
a bordo do brigue nacional tala, tanto en-
sacada como por mecida, e em porefles a
Contento dos compradores ; advertido-se
que o preco se-a o mnor db mercado tra-
ta se a hor.to, no forte do Mattos
zem do Campello, prximo ao
algodao.

rf
eos e rosetas,cordOes, _
transelins, medalhas, BB
correnles e enfeites ffi
(ara relogio e outr(
muitos objectos de>*?
ouro. ; ?
Si
Apparelhos comple-.;:
tos de prata para cha, '**;
:,i~ bandejas, salvus, cas- W
ticaes, culheresde so- '
na e de cha, o muit
outros objectos de S
prata. K
arma-
trapiebe do


I
.'

-- No da 25 dedezemhro do annopassi-
do fugio do engeoho Mucambique, Treguezia
deS.Lourencoda Mitta, escravo Antonio,
de nac5o, que representa ter de idade 40 an-
nos. pouco rmis ou menos, com os signaes
segnintes : falta de denles na frente, urna
cicatriz no rosto do lado direito, alguns ca-
bellos brancos, e tem no b-aco esquerdo
quasi ao p do hombro um calombinho do
lamanho de una pitomba, e quando se falla
eom elle fie sobresaltado ; foi vestido com
calca de brim escuro e camisa de algodSo
traucao azul, hecostumado a fugir e mudar
de nome,dizque he criooio, equasi sempre
diz ser do malo, de algura senhor de enge-
nho ; foi eserrvo de Rufino Jos dos Santos,
de Campia Grande, que o vend^u a Fran-
cisco Cavalcami de Albnquerqoe desta cida-
de. F.ste escravo egt-ve fugido 2 annos, oc-
culto nasmt'.as de Campia Grande, sendo
agarrado em novembro prximo passado
..... .
69500,: quem o appr. ender e l<-var ao referido en-
ditos do (.hile sem ser enforma los* 10;,di- penho, ou r.o Recife loja da ra do Oji-
tos informados a 125, cortes de casemira de mado n. 10, recebe-a 50U00 legratifieacSo.
9
Relogios
19400
750
19100
U920
19CO0
900
19000
640
850
79500
35200
320
360
1S280
500
320

9
8
0
19090
4-9S0
6U00
6DOO
60OOO
79O00 i $
79000
59000
4^000 fa
HE TiRATISSIMo!
O Preguiea
IEIMA, JA NAO VERDE* OEIMA.

cores a 69 e 6;500, ditos n uito superiores a
95500, damasco !o 15a de duas larguras pro-
prio para colxas a 25500 o covado, saceos
de tapeta prop'ios para via^em a 5 e 6-3, ludo prelo muito superior a 6 e 8; o covado,
camisas francezas peilos de linho a 4?5<>0
cada urna. diUs de algodSo 8 29, 2J500 e 39,
ifcsqSt)
V00.9000
Fugio no lia 23 de agosto prximo passa-
do, do engenho Serrara, o escravo do abai-
xo assignado, ca os signaes seguintes :
Manuel, cabra bem escuro, estatura regular,
corpo bastante reforcado, tem falta d den-
- / ditas decores peitos de fustao a 2;500, cha- tps na frente, representa mais de 40 annos
^sS P''Os amazonas para montara de -
*>/': 129, Chapeos de sol de sed
v rita drj Qitfimado u 2. e.-quin becco .lo Peixe Frito, continua o Preguica a vender tolo o genero de fazen-
das pelo preco mais mdico possivel, entre ellas tem : P"cs de chita es-
cura de bom panno e bonilos padroes a 4,800 ; ditas de cambraia lisa branca
com pequeo toque de mofo a 2,00o ; ditas de bretanha de rolo com 10 varas
a 2,000 ; atnalhado muito largo e com ricos lavores a 1,280 a vara ; cortes
de 13a com listras de seda, fazenda inteiramente nova de elegantes padroes
denomnala Carmelina, tem 12 covados cada um Sub 4 ramos e oieio de
largura pelo baratissimo preco de 5,500 ; Italianas, especie de camb-aa,
pintada de cores fixas e lindissimos gostos a 480 rs. a vara; camb-aias
rancezas finas de padrOes novos e bonitos a 500 rs. a vara : cassas pintadas
niudinhaa, cores (isas e pannos finos a 320 rs. a vara ; luvas de lio da esco-
cia, brancas e de cores a 400 rs. o par cambraias napolitans, de quadros
e cores alegres e seguras a 360 rs. a vara ou 220 o covado ; riscados francezes
dos melhores gostos, de listras e quadros miudinhos pelo baratissimo preco
de 180 rs. o covado de todas estas fazeudas se dar3o amostras sob pe-
nhores.
de senhora a
la para homem a
6;O0 e lia, ditos para senhora a 5 e 69. cor-
tes de colletes de velludo aSelOj), ditos
muito superiores a 129, case iras de cores
a 29200 o covado, ditas entestadas a 2JW00,
3/500 e 49 o covado, tapete aveluoado o co-
vado 395U0, tapetes a 8 e I ls. bombazina de
cores propria para capinhas de senhora e
roupinha de criancas a 19500 o covado, gros-
denaple preto a I56OO, 13800, 29 e 23600 o
cov>do, ditos decores a 13600, seda branca
lavrad a 295U0 o covado, ditas pretas lavra-
das a 2s400 e 29600 o cavado, casemira preta
de I3600 al 33500 o covado, pao lino preto
de 33500 at 119 o covado, cerouias de linho
a 2;500, chales de merino lisos pretos a 43,
ditos de merino bordados a velludo a 8e
129, ditos bordados em duas nontas a 109,
ditos de chsly bordados a 99, cortes deassa
de cores lixas a 23, cambraia lisa grossa para
forro a 23-0 a peca, guardanapos a .'!; a du-
SJKsS) zia, metas cruas para homem a 2920o a du-
muitissimo barbado, ja com alguus cabe||,.s
brancos na barba, e costuma deixa-la toda,
tem no p esquerdo os dous ltimos dedos
de menos porque faram cortados, este signa I
be muito visivel qaer passar por forro
quando foc, j foi oceulto duas vezes por
pessoas be a conhecidas, e eu c comprei na
cadeia de Saut AbISo, onde elle esteve 10
mezes ; sospeita-se que elle fra para Cari-
ris Velbosou Cariris novos: quem o trou-
xer ao -lito engenho, ser gratificado com
2003000 Manoel Filippe de souza Le3o.
500^000
Cobre em dinheiro.
Vende-se eflectivamente dinheiro de co-
bre a 6 0|0 : na ra do Pilar n III.
Eseravos e
Vendem-se 3 molequee 1 negrinha, boni-
tas figuras, chegados do Ccara no vapor Pa-
ran : os preteodentes podem dirigir-se ao
escriptorio de Itraga & Anlunes, ra da Ma-
dre de Dos n. 3, que ah acnarSo com
quem traUr.
s'otnSsa da
C'ie^
"n
m
ha-
de
Russla
Lisboa.
e cal
4>00
Lou^a da k
No antigo deposito da roa do Vigario n
27, vende-se lou?a da Baha de difTerenles
pateo
bren
Vendem-se relogios do ouro, inglezesde ?"at^U8ll,dades'.ass,m Ugui-
tente : no v.rmazem de A,cslo C de A- tZ i IThJ.^ ?"10res q"6 h" "" mer-
eu. ra da Cade,, do Recife u. 36. "l^A"^ ^ ZSSTJl*^."*
Calcado francez
ucs
Dinheiro
5< asa de saudc
s
0
0
O Dr. Ignacio Firmo Xavier, roce-
be em sua casa de saude, que fica ao
norte da estrada da Passagem da
Magdalena, entre a ponte grande e a
pequea do Chora-Menino, todas as
pessoas doentes, aiiancamlo o me-
Ihor tratamento, o maior zelo e cui-
dado medico. O local em que est f9
edificada a casa destinada para esse miste,r as regras hygienicas, sobre S
as quaes est construida, os commo- w
dos de que dispde, o aceio, ordem, tf
e regularidade que ahi se encon- Uk
tram, sao condices ponderosas para 2
urna breve cura e completo resta- {$
belecimento. As pessoas que quize- a*
muito batato.
Na leja de calcado da praca da Indepen-
dencia n. 4, vende mesmo a troco de sedulas
velhas o seguinte :
Horzeguins gaspiados para senhora
Sa patries de lustre com elstico para
lio em
Sapatos de lustre de urna e duas
las para dito
Sapatos de tranca para homem
Sapa toes de lustre para meni
Sapatos de couro de lustre pa*
senhora
Vende-se a taberna da ra da cacimba
n. 2: quem pretender, oirija-se a mesma, a
Iratar com Jacintho do Reg Meirelles.
Umsobr do.
Vende-se um sobrado muito moderno e
com bastantes commodos para familia, sito
na ra estreita do Rosario n. 35 : a tratar
na ra do Raogel n. 1.
No dtpoiilo do largo da Anerobla o. 9, con-
tlnu'a a vender-aa un
co para
uas f
ata a
r
29000
59C00
4:000
1/40O
29500
49000
No bem conhecido e acreditado deposito
da ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para
vender potassa da Russia e aa do Rio de Ja-
neiro, nova e desuie lor qualidade, assim
como lambem cal virgem em podra, tudo
por precos muito razoaveis.
TACHASPA RAE NGENHO
Da fuudirno de (erro deD- W. Bowman
na ra do Urum, passando o chafa-
iiz, continnaa liaver um completosorti-
mento de tachas def erro fundido e bati-
do,de; a S palmos de bica, as quaesse
Bcliama venda por preeocommodoecom
promptdao,embarcam-se ou carregam-
s<; em carro sem despezas aocomprador
@ Lonas, brins e brinzoes.
Cobre c metal para forro com
pregos. g
Oleo de linhaca. S
Barrilhn. 5
Vinlios linos de Moselle e Joan- $g)
Disberg espumoso, e de Bordenx (J
em quurtolas. fej
@ C. J. ASTLEY & C. {
"ente^ dt- tartaruga.
Soares, com loja de tartarugueiro na ra
das Trineheiras n. 1, avisa a seus freguezes
e ao publico, que recebeu pelo ultimo navio
da Franca um rico sortimento de pentesde
tarturaga o mais moderno que tem viudo a
este cercado, que os freguezes avista da fa-
zenda e do preco nao deixarSo de comprar.
zia, e muitas outras fazendas que nao he
possivel squi se mencionar, pelas muitas
qualidades que tem neste estabelecimento,
ecnlaocom a vista dos freguezes se mos-
trara .
QEUBB
wmm
m
rato.
O Preguica qneiuia.
Na ra do Qoeimado, n. 2, esquina do
becco do Peixe Fricto, tem o Preguica para
vender por preco baratissimo, um variado e
completo sortimento de fazendas de algodao
I Ha e linho, a saber : chitas ele bonitos pa-
droes e bous pannos, cores escuras e claras
a 140 reis o covado ; dilas do outros gostos
a 160, 180 e 200 reis o covado: ditas fran-
cezas largas, padrOes novos e superiores
pannos a 240, 260 e 280 reis o covado : cam-
braias adamascadas para cortinados de cama
com 20 varas cada peca, pelo baratissimo
preco de 113000 gravatas poetas e de cores
de mola e sem ella do 800 a 1920o cada
urna; lencos de seda de ptima qualidade
a 19000 cada um ; grosdenple multo encor-
pado.de todas as cores a I38OO o covado,
cortes ue casimira el- slica bonitos padrOes
a 5;000, 59500 e 63OOO : corles de meia ca-
semira fazenda de vista e durac^o pelo m-
dico preco de 2-00U ; cortos de brim tranca-
do de puro.linho de IsTUO a 23400 ; cortes
de cohete de gorgurSo, padroes novos e
muito bonitos a 35000 ; pecas de camb-aia
liza co- 8 varas a 49400, 43600 e 43800 a
peca ; ditas tapadas com 10 varas a 43500,
5/500 e 65500 a peca ; cortes de targelina,
fazenda de muito bom kosIo para vestidos
purrfto e a realho, por pre-
Orem utilisar-se de seu prest'1 O po- 3? 09 comroodoi, o egoini. ganerna : cera da car-
dem dirigir-se a ra de Hortas, so- Vf! ns"b*' vel" de d"'' da ti, 9 13 por libra, icbo
refioado, gola e pellea de c.bra, sabao da fabrica do
Recife. To de algoiao da Babia.
Com pequeo toque de
avaria.
Pecas de madapolSo a 33OOO, ditas de algo-
dao largo com 20 varas a 33200 e 39500, di-
tas de dito sicupira a 39 e 33200 : vende-se
na ra do Crespo, loja da esquina que volla
para a ra da Cadeia.
Mastpo papa
bapca#a.
Vende-se um mastro para barcaca (.le gua-
raroba) na ra Jt, Cadeia do Recife n. 23.
loja.
brado de um andar numero 12, das
" 10 horas da manhSa as 3 da tarde,
e dessa hora em diante no seu esta-
fp belecimento. (k
I)eseja-se saber noticias do Sr. lleliodu-
ro Jacinlno Ferreira Freir, morador em
districlo de Pajeo' de Flores, e por nao se
ter noticias do mesmo senhor a ancos bas-
tantes, se be vivo ou morto, roga-se, por-
tanto, a familia do mesmo senhor, de dar
por meio deste Diario algumas noticias, 00
do contrario fazer o favor de ir a ra dos
Martyrios n. 36, que achara pessoa perten-
cente ao mesmo cima.
Precisa-se de um caixeiro de 14 a 18
annos, com pratiea de taberna, portuguez
ou brasileiro, porm de boa conducta : na
ra do Kangcl n. 6, se dir quem precisa.
vista.
A loja de miudezas do aterro da Boa-Vista
n. 82, quasi confronte a matriz, vende muito
barato as seguintes fazendas, desembarca-
das estes dias : luvas de pellica Jouvin mui-
to frescas, brancas, para homem e senhora
a 29000, ditas de se la brancas eamarellas a
19280, ditas bordadas com bicos de blonde
para senbora a 23, ricos peDtes de tartaruga
virados de diversos gostos para senhora a
12, 15, 18 e 209000, ditos de haleia arquea-
dos para menina 19000, 13a para bordar, co-
res snrtidas, a 89 a libra, ricas franjas o tran-
cas de seda aveilu Jadas de cores e pretas,
tesouras mnito finas para costura e unbas,
facas e garfos de bataneo, muito lindos bi-
cos pretos de seda, ricas charuteiras e car-
teras, bengalas tinas com segredo e sem
elle, botoes de linbo, velludo, vidro de co-
res e outras muitas cousas por precos muito
commodos, que aqu u3o se podem men-
cionar.
AOS SENIIORES DE ENGENHO.
Vende-se superior potassa em barris pe-
queos de 4 a 5 arrobas, por preco muito
commodo : na ra de Apollo n. 12
Vende-se da Trempe para o principio
da Soledade, um lindo terreno de um sitio,
com muila plantado de arvores, e duas ca-
cimbas : quem o pretender, dirija-sea Boa-
Vista, ra da Gloria n. 92.
Casa barata.
Vende-se urna excellente propriedade de
casa na ra da Matriz da villa de Iguarassu',
com muitos commoios, grande quintal,fal-
ta de pedra e cal: na ra da Cadeia do Reci-
fe botica n. 61.
-- Vende-se um boi manso para carroca :
I na ruados Pires n. 28.
ESTABELECIMENTO DE CALCADO
FRANCEZ, NA BA NOVA N. 7.
Jatahy tjr C
Neste estabelecimento encontrar o pu-
blico um grande e escolhido sortimento de
calcado fino, ltimamente chegado das me-
lhores e mais acreditadas fabricas do Paris,
e tudo vende-se o mais barato possivel, tan-
to em porcOes como a retalho.
Vende-se superior linha da algodSo
brancas e de cores, em novel lo, para costu-
ra : em casa de Southall, Mellor & C, ra
do Torres n. 38:
Carro novo.
Vende-se um excellente carro inglez, no-
vo, para 1 e 2 cavallos : na ra de Santo A-
maro (Mundo Novo) n. 6.
Fugio no dia 2 de j-inho do presente an-
no, do engenho Serraria, o escravo do abai-
xo assignado, com os signaes seguintes ;
Manoe', mulato, claro e ac, que ple pas-
sar por branco, cabellos r-retos e estirados,
fio de cara, representa 20 annjs d idade!
haixo, corpo reforcado, perras srossas e
arqualas, se geito para o servico com a taSi esque'da do
que com a direita, anda sempre muito sujo
pelos peitos, braco? e pernas; suspelta-sn
que rugir para ossertOes de Cariris, Pajeu'
e lnbamun, etc etc., donde ello veio ou
que estej por Naiareth e Pao d"Albo. pas-
sando por rorro : quem o tnuxer ao dito
engenho, receber3i>Oj ManoelFilippe de iouza Leo.
Fugio no di-7 de seterrbro do corren-
te, preta Quilerii, crioula. Je idade 38 an-
nos pouco mais 00 menos, em os signaes
seguintes ; alta migra, enveigadi, o braco
direito alejado, ten ralla de tous denles na
frente, levou veido de crit cor de vinho
com palmas bran-as e panno fino da Costa :
quem a apprehoider leve-a a praca do
Coreo Santo n. 17, que ser iem recompen-
sado.
100,000 de gratifica 53.0
A quem pegar e levar tm S. Joao do
Cabo donde fugio no dia i5 docorrente
ou no Recife ja fabrica "ae vinagre das
Cinco Pontaso moleque crioulo de nome
Felisberto, icade de 15 amos, secco do
corpo, bem ladino, foi comprado por
Firmino Cawlcanti de Albuquerque a
Esequiel de Jarros Corre morador na
Lagoa Grancb da provincia da Parabiba
do Norte, lewu cliapeb'feleado de verde,
camisa brana com pola e prihos de azu-
! lao, calca de izulao, camisa de baeta en-
Almeida Gomes. Alves & C tem para ven- carnada aber.i na irente : su der sab3o PSITO CF.RALRO RIO DE jANEIRO.do qual|S
g8o nesta ei !adeum dos agentes. O deposi-
to aqui be no armzzom elfandegado, Araujo,
no largo do Forte do Mallos junto do trapi-
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO*DAVID W. BOWMAN, A
RA DO BRUM, PASSANDO O *.HA-
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
p ra engenhow, a saber : moendas e meias
mnendas Ja nftais modera r.onstruccSo ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de todos os tamanhos ; rodas
dentadas para agua ou >.nimaes, de todas as
rroporcors; ^rivos e bocea de fornalna e
registres ie boeiro, aguilhOes, bronzes, pa-
pafusos e cavilhes, oinhos de mandioca,
etc etc
NA MESMA FUNDICA'O,
seexeculam todas as encoramendas
superiondade ja conhecida com a
presteza e cotq odidade em preco.
ro' a
devida
ubao.
che do algodSo, onde c :e ser visto, e para
Iratar, co>n os annunciantes n ra da Cruz
n.27
S&. PaL"V*.ar-, N povoacao de Santo Amaro de Jabos-
deseuhor, com 12 covados, pelo barato ,- v


Em casadeRabeSchmettau &Companhia,
ra da Cadeia n. 37, veudem-seolegante
pianos do afamado fabricante Traumann
ie Hambumo.
Vende-se muito superior queijo do
sertSo a 720 a libra, dito de coalba a 560,
dito do reino a 29, bolacbinha ingleza muito
nova a 360. macarrSo novo a 400 rs cha
hysson miudmho a 29560, dito graudo a
2/400, doce de goiaba a 1928O, linguicas do
reino muito novas a 720 a libra : na ruados
Martyrios n. 36, taberna.
Vende-se urna casa terrea sita na ra
da Concordit n 16, livre e desembalada :
os prelendentes dirijam-se, depois de ve-la,
a ra .Nova, loja do selleiro n 43, afim de
ajustar a compra.
/tijao brance*.
Vendem-se saceos de mais de alqueire :
no armzem do Campello, largo da Assem-
bla, junto ao trapiche do algodao.
com 12 covados, pelo
preco de 3s000 ; cortes de organ lis, fazenda
omito larga e bonita a ?9600 ; alpaca com 6
palmos de largura, muito fina propria para
samarras e capas de padre a 80o res o cova-
do ; lanzlnbas de quadros gostos inteira-
mente novos proprios para vestidos de se-
nhora e meninos a 500 re-s o covado ; lan-
zinhas de flores, fazenda mu linda e econ-
mica para vestidos de senhora a 360 res o
covado; chales de laa finos com barras ma-
tisadosa 49500; ditos de merino e de chaly
de diversas cores e qualidades; lencos de
cassa, brancos e pintados a 120 res ; ditos
mais finos a 160 reis ; ditos de cambraia de
linho a 500 reis ; tapetes para sala a :l-sl 1 ;
chita franceza larga de ramagem para cober-
ta a 240 reis o covado ; madapolao de todas
as qualidades ; algodSozinhos, cassas, bre-
tanhas, brlns trancados, brancos e de cores,
pannos finos pretos e de cores ; mussulina
branca e de cor a 320 res o covado ; e ou-
tras muitas fazendas. tolas por baratissimo
preco, e de todas se darSo amostras sob pe-
11 h ores.
CHAPEOS A PETROPOLES
Na loja da ru do Queimado n. 37, re-
cebeu-se ltimamente de Franca um com-
pleto e variado sortimento de chapeos a pe-
tropoles para senhora, os quaes se vendem
conformo a escollia, e por preco muito com-
modo.
Potassa da Riissia, cal de
Lisboa e lo 3o da
Babia.
Na ra do Trapiche n. 11, armazem, ven-
de-se potassa da Kussia, cal virgem de Lis-
boa, e algodao da Rabia para saceos.
Aviso.
No ar axem de Adamson Howie & C, ra
do Trapiche n. 42, vendem-se sellins para
homem e senhora, arreios pratiados pir
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavello. etc.
Agencia
da fundicao Low-M ?w,
ru da $e ni tiza Nova a
n. 42.
leste estabelecimento conttni'aabaver
um completo sortimento de moenaase
meiasmoendasparaengenbo,machinasde
vapore taixasde ferro batido coado da
lodosos tamanhospara dito.
Camas de ferro.
He chegado ltimamente da Inglaterra um
completo sortimento de camas de ferro pro-
prias para casal e para homem solleiro :
vende-se por preco commodo na ra da Ca-
deia do Kecife n. 56 A, loja de ferragens de
Vital & Bastos.
tao vende-se urna tabern ha dous mezes
feita, por seu dono ter Tallecido ; na mesma
(em commodos p>ra morada, com 2'salas,
2 qurrtos e quintal at o rio, e ter de fun-
dos 800^000 : a iratar na mesma cas, pas-
sando a primeira ponte, delimite da taberna
nova do barateiro, com a viuva ; e no Reci-
fe, na ra da Senza'a Veloa n. 68, com o so-
licitador Manoel Luiz da Veiga.
.Na ra da Cadeia o. 28 taberna de D.
S. <:ampos, vende-n-se em pequeas e gran-
des porcoes bichas hamburgueas das me-
lhores <|ue ven ao mercado, e tambem sa
alugam
Qucifl nao andar' calcado ''.
Sapatos de marroquim de cores e pretos
de cordavo para senhora a 720, ditos de
couro de lustre, ps pequeos, de n. 35 para
baixo a 800 rs., dos d couro preto de to-
llos os tamanhos a 560, ditos de couro para
meninos e meninas a 400 rs ditos de mar-
roquim a 500 rs sumen le para acabar : no
aierro da Bua-Vjs\a n. 82 ultima loja de
miudezas >
no va, agualde malabar
Vende-se esta agua a melhor que tet'. ap-
parecido ,-ara Ungir 3 cabello e suissas Je
preto : na livraria universal ra do Colleg'o
n. 20, d-se junto um impresso gratis ont'
nando a forma de app'icar.
-- Vende-se em casa de S. P. Jonbston &
C ra da Senzala Nova n. 42, o seguiute :
sellins inglezes e silhes. relogios de ouro
de patente inglez, candieirds e casti?aes
bronzeados, arreios para carro, lonas ingle-
zas, lio de vela, graxa para arreios.
Tasso Irmaos.
T*m para vender em mis armizoa da p ra;a da
Pont Nova aa atcuinle* (arinhas de trigo chafada*
ulliimineule de Trieste
F
Fontana.
Primeira qnalid de.
ft & C.
Tambem tendn'conaprad "' aliimna carregamen
toa de KichmoDd leem aa seuuioles marcas daquella
procedencia
por alftiim traba-
ferro, pede-se por-
a todas s autoridades o prendam
lor ereontrado, promettendo-se
pagar todas a; despezas que occasionar
alem da gratficacao promettida.
* A 14 tanto
onde
Gallego.
Huxall.
Dunlop.
Grenshow.
Odance.
(y iiubia.
C^bocIa.
/2.eiieatli
De (jenova (em bom sortlmenlo dai narcsi ja
coDliecid.ii
MM (eoraclo]
assim como diversas mar
M K ,\ I.
cas M de l'liil.,.leh hn, Nova Orleans, Ohio Balli-
more lano evlr.is rumo superfinas ; aoi ineros ii,.hi
commodos do mereado.
Ven le-se cola da Rahia de boa quali-
dade, chegada recntenteme, por menos pre-
CO do que em outra qualquer parte : na ra
da Cruz do Recife n. 13, primeiro audar.
anno fngram os seguintes es- *i
cravos: Lamino, crioulo, de25"^
annos de dadepouco mais ou menos, al-
tura regular, r fula, beicos grossos e
meios arrebitalos, tem urna cicatriz na
testa proveniente de um couce de ani-
mal, pernas (ns e algumacousa arqueta-
das para fora, ^smalmado e espadaudo ;
Jacintho, crioub, de 28 annos de idade
pouco rrais ou menos, altura regular, cor
Creta, beicos grossos e az certo geito na
occa quando falla, tem urna cicatriz em
urna das faces toca viola, pernas finas e
bebe fumo, o primeiro foi comprado ao
Sr. Joao Francisco Barbosa da Silva Cu-
moni filho doSr. major Antonio Gomes
da Silva Ctima'ii, eo segundo diz queloi
da familia do ir. Joio Novaes, de Pagei
de Flores da fizenda do Citio e compra-
do na praca re Pernambuco : quem os
aprehender coaduza-os ao engenho Sete
Ranchos freguezia de N. S. da Escada ou
em Pernambuco ao Illm. Sr. Manoel Al-
ves Ferreira, que sera' generosamente
recompensado. Ambos os esetavos sao
esmalmados e de corpo regular.
DesRppareceu na noite de 21 de ibri
do corrente aaoo o escravo de nome Floren-
tino, com os signaes seguintes : estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espaduas largas,
ps grandes, rosto comprido, olhos casta-
nhos, cabellos pegados, falla gross, muito
regrista, tem falta de 3 denles na Trente, em
u-*. dos lados do queixo tem urna lstala,
levou chapeo de couro e camisa de riscadi-
nho : quem o pepar leve-o a fundicSo da Au-
rora em Santo Amaro, que ser generosa-
mente recompensado.
lOO^OOO.
Cootinu'a a estar oceulto desde o dia 28
de marco do corrente anno o escravo Mo-
Cambique, de nome Cesar, de 48 annos de
idade, pouco mais ou menos, he bou car-
reiro, razaoporque est oceulto, eternos
signaes seguintes : um pouco baixo, bastan-
tante secco do corpo, pernas e bracos finos,
pes peque.ios e um pouco mettidos pira
dentro, tem umaserrilha no nariz (sigml de
sua trra)cor preta, olhos pequeos e vivos,
costuma a embnagar-se, ja foi encontrado
em Santo AntSo com o nome mudado p^ra
Braz Vicente ; foi escravo dos herdeiros do
fallecido Caeano Pereira Concalres da Cu-
nta ; prolesta-se contra quem o tiver oc-
eulto : quem delle der noticia certa ou le-
va-lo a tua Augusta n. 19, casa terrea junto
a um muro novo, ou a ra do Trapichen.
8. recebera a nuantiade 1001000.
l'KliN.; TYP. DE M. F. DE FARlA.185.


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