Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07071


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Full Text
ANP XXXIYN. 210.
Por 5 mcze* at.'iaitados 4o'000.
Por 3 meze wncido* 5*jOO.
SEXTA FEIRA U DE SETEMBRO DE Imuj.
Por anno adiantado 15JO0O.
Porte (raneo para o subscriptor.
ENCARRILADOS aSLISCUII'CA'O DO NORTE.
Firabiba, Sr. Jai* S,-llt,he 8m i Natal, Sinhor i n-
i.dio Marque* da Silra ;f'J. A. da Le.no! Braga ;
Ceari, Sr. J. Jos* da '*" : Maranhao, or. Jos Tiitaira
ala Mal* ; Piauhj, f lo* Joaquim .vallino ; Para. Sr.
Sueliuo J. lamo* A'""""' *' Jaronjm da Coala.
VAlU'IHA DOS COR REOS.
l.un- a todas
IgluraSSlT, i; ...
S. v
S. bull
ra, I .. I
Cali
-. II mi
l.-ll.-llo

.1 ti. f.
I SI
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\ / i ,. Lun..
lu.Oar
u, Ipojaea, IterinMera, Ke I
lewaterae a Platal; Bbiis*e-riiras.
lnlUhC"''"1!' .ii'cii j /(I SoraB (i
de. da
.r .::.-.
i -i ...
Una. i
nanlija.
la, Mraa.
auna : ni lerea-telra.
I' i. In_. i/.-i.
. .. ...,.,. Mr.
irreirua, Aiee-Pn :a.
AUDIENCIAS DOS TRI1IUNAES DA CAPITAL.
Tribuual do commerelo : teeunda t quintal.
Relaeao .* terr,ai feirai a aabbadoa.
Faianda : quarlai labbadoi 10 hora*.
Juizo doeommereio : leiunda ai 10 borai quimil aa mala da.
Dito diorpheua : segundan quintal ai 10 borae.
Primeirt vara do cual .- eegunda senas la meio dia.
fuLji vara da civil : quarun labbadoi a* maio dia
EPUEMEKIDES DO ME7. DE SETEMBRO.
7 I.ua noa ai 11 horai e 68 minuto* da manhaa.
15 Que rio creiceole ai 5 horai a 47 minutoi da manual.
13 La chaia a 1 bnra da tarde.
29 Quarto mtugiunu ai 11 horas 31 minutoi da n ania.
PBEAMAH DE BOJE.
Primeira ai (i horaa a 8 minuto! da manhaa.
Segunda ai 7 borai e 1H minuto! da Urda.
DAS DA SEMANA.
20 Segunda. S. Eustaquio m. ; Ss. Prisco e Glvrerio inni.
't Terca. S. Mltheua ap. e evangel : S. Joas "prof.
22 (.luana. S. Mauricio ni. ; 9. Digna v. m.; S. Sanctino b.
''I Quinta. 8. Lino p. ni. : S. Tbecla v. ni. : S. Xanaiti m.
Seita. Kcssa Senhora dai Mercez : S. Geraldo b. m.
25 Sa libado. S. Justina v. m. ; Ss. Senador e Nilo mm.
2'i Domingo. S. Cicutas ; S. Firmno b. ; S. Solemuio m.
ENCAJtREGA0O8 DA SUBSCBIPCA'O DO SUL.
Alagoai, o 8i. Claudino Faleao Dial; Baha, Ir. D. Duprad
Bis da Jaoairo, o Sr. Joao l'eriira Mari. ai.
EN I'ERNAMBLCO.
0 Proprleiarlo de DIARIO Manuel Figueiroa da Varia, na lu
linaria, praej da Independencia ni. a 8.
tAM* IFFIGIAL
parilho de luz la quurla otlem, grande modelo, do da nosia moeiil.ult uini direcciu lienlea, valo cu- procurou di- algum:! sorle alacar esse mal, que ara- S |4, Navios desarmados.
15.'
RELATORIO
tudrdos negocios da Marmita, Jos- An-
tortO Saraiva.
Hospilaes .
11 i'fur m idos.
12,565:9320
5.2813889
9,188609
1,008.0049145
1,250:80755013
'
(Coutinaac3o.)
Diques.
('di ilhas dan Cobras prosegu soh a direcc.lu do
in,eiiliiim l.;i, i-un qOem 1" >i contratada a sua con-
cuaao, cuiaoja aa vos enmmunicou.
A sen remello informa o engeuliero Francisco
A Humo liapoeo o seguinte :
a Desde a assignatura do contrato da obra do di-
que, era abril do auno paisa lo, em que fui ella en-
tregue aa emprezano, aleo principio do crranle an-
uo poucoou uenhun avanjo leva ella.I.imitoaia ne-
le iiilervallo o Ira'.i-llio ao qu interior da cava, nos logares era que a rocha finita
Iluda de ser detinoulada, a cninirucc.lo. c i-11 n r h i; .1. i
e irranjo das roachtiMs, apparellms e oulros meios
eligidos pelos di>arsos servidos, em qae i* liulia de
entrar.
a A demora por causa deilas preparativos indis-
pensaveii, parle dua qoaes erara nicoinmendas espe-
radas, den motivo a que o pesioat dos leus operarios
fosse reduzido eraquaulo se n,lo monlava aquelle
etvico. sobreludo o dos guindastes para a r-m ;! >
dajpedra arrabent.Jj, que alravincava o fundo do
dique e lagares do traballio. De Janeiro porm para
ti ) avanzo tero .ido lensivel cura o esluhelecimen-
lo dai machinas que y funcciuuam, e com o psssoal
de 00 operarios, ora empreados dus diversos ser-
VIC.JI, achara-te presantament revestidos de canla-
na regalar, conformementa ao plano da* obra, na
parle em que o revealimenf" assenta sobre ora gros-
10 roagame de alvenaria, fallo c ni ciioeulo hvJrao-
lici, quaai 4,000 pea quadrados da superficie tule
fiar do dique, ezleusAo qae prximamente urn letto
da sua sup-rlicie total. Cotiervanilo esta andamento
que corresponde an avanzo de 1,800 a 2,000 ps qoa-
dradoi por mez. ticar ames de um anuo conclu lo
todo o Irabalhu do revaslimauto inferior ; a abertu-
ra do pojo para o sMiabilecimento dai bombas de es-
goto procede lambem regularmenta, aja si aeha na
prufoudidade de 12 ps abaiso do planu, era que te-
tra eumeno.
o Depois deslas dnas partes da obra e das nutras
icceisorias de menor difllculdade de eiecucao. a
mais importante, a que n.lo pude ser eraprahen lid i
sanio por utumu, he a do raegamento da rocha al
0 resultado dessa avengaaciu e dos esclarecimen-
los qu me foram fornecido pela conladoria, raos-
Iraram :
1 (.lie fura eii-outra ta no cofre a falla de ren
2:l:il:t-l no dii do |iresami1o arrombamento.
.- Que no receiiseainenlo f-ito no da :tl de de-
zembro u limo devia-se ler verificado nos cofres, pelo
menos um i falta ,ie Sl6:l09tV826, -en 1o 6,I09f826 do
e\etcicio de is>li a IS"i7, e L'il.iMHI-HikU do carrate
A somma de todos os crdi-
tos no oxerricio do <]uo so traa
subi a ris ........
A ildspeza no mesmo e\erci-
eio, con forme os dados de ruo
est de posse a repartido com-
petente, pode bem calcular-se
em ris.........
C,044:3025.">99
sysiema de l'reane4ll. rao finta.precisamos de lioraens de Islras como de bo de recordar.
O referido auparelbo fui. em 2i de outrbro ulli- habi|tlai;oes qoe sirvam a toda! II Industria*. Sinto dizsr-vos qae verificoa-se ura desfalque na ^
I mo. aiicommetidado tiara a Europa. Iladeufji d i raanil de marinhi da edita. piudorii de miriuha, que. se trata de rehaver por S "^*
Os pharoiotes da l,aga dos Calos, cajo astado foi | O eaverna imperial nao etqaeeenlo a noeestidide meio de aueaclo cintra os bem do alcncelo, ou 5 21.- Material.
ApieSLilli asacmitiea {,11.11 '^'slau" I(U waoo MHaanaa pelo coronel Ricardo Jos lio- de assentar & arsenal de mariiiha era um local mal. da seus (alores"
va na>Cgunda SetSaO da decima legis-' mes Jardim, lira man ou menos necessidac* de re- ronvatiienle e eipafoio, encarregou o angeahaira Na dia 25 da Janeiro altini o intendente me cuii-
l.tt'.ii-, pelo ministro esecretario de es- Par0'- Lew da eatado deoia grava queslao, e pedio-lhe sua tnunicoii que a pagador Ihe declarara ler aehlde 01
Deterroinou-se que lo nina as torres dos ph.iruleles do Eslreilo, Rujur, e O dislmclo enculiero de qoe acabo de fallar, lava as chaves. A justificac-ao desle crdito consta da exposieo
ChrisluvAo l'ereira, sendo -ulisliluidos os catidieiros cnrre eiiitenles por uniros He melhiir luz. ollerereu-lhe 011 plano Combinada de duras e di- lirei-iiie recommeu lu lo ao digno clt'-fe de polica a |ej 1)e|0 minislerio da fazenda.
O pharulele de Rirlra Negra foi concertado, des- versos outros melhoramenlos, i.Vi bem elaborado, m uucios.i averiguaba 1 rio CIOO,
peudeiidii-se a quanna de li'.l'.ll-i u. que julgnei aonvouiente sojeila-lu a' Toaaa esclareci-
Krn II de aovojnnro manduu.se verificar a con- da consilerac^Ao rom as respectivas plantas,
veuieucia de um pliarolele na ion: 1 d Itaqui barra Essa plano, que sen aulor fojtrflca e que inandarei
da Amarra<;.i,> na protmcia do l'iauhy, que be re- examinar liada por proflirioniei distlacloa, residan-
clamado. tes no paiz e fora delle, he digno da mais seria al-
A exlens.lo axlraor linaria de nss costas, em as teiic,ilo. porque rosolve granjes dilli:ulda4es adrai-
quaes eslSo situadas ludas as noMM cidlde eommar- nislralivas, e tende a mudar n.o so a face do com
ciaas, exiue que se au^tnenla o numero dos pharoes, mercio da nassi primeira ri lado man un. como o
e seja roalharado convenientemente o estado de mu- : aspecto do futuro de nossa ranrlnha de guerra.
loe qua eii-leui. A reoni;lo de I idas as ie|nrlicoes do ministerio a ejercicio de 1S.">" a IfCiS. se o pagador fiva.se apre-
Isso reclama o dispenlio de grandes quaulias, e meu cargo ; o dafenvolvimantu do tiussu pnineiru senlado os documentos que 'C-olliiu, e tmportavam
am s\sieraa previamente asseniadu, e qoe va sendo arsenal, reilfeado de confonnid.ide com o que a tiaquella quanlia da 2ti:1011^826
eiocolido. por forma qoe lejaoj altendlda am pri- icianeia e a etpeneucia lem aconselhado como mais V Que a eonladoria alo den por falla dessts do-
meiro lugar as iiecesiid ules mais pa|,iilaiiles. lOlciz para oblei-se mullo em o menor lempo e cuiiunlos. n3i> s porqu; o Ihe.ouro n.io cuslumaa
O desenvolvimeiilo desse servan depende da eos ; com o mais ilimlnata trabdlho ; a construccito de eommunicar-lhs a anlresa das ituanlias. queiece-
e o Goveni) nu se esqueoa de s\sieroalna-lo era bem novos diques ; h Iscallneio e economa remtanles b>a o pauador, mas anula porque o recen.eamenlu caijao das sobras naquellas verbas em que se da in-
do commercio. de iodos rases mcihnramenloi. sao vanlagens taes e se talla em eiata dos documentos qoe o referido pa- sullieiencia,0 Jeliriise reJuiiria a l,0S0:989v291
Ananaes. I da tto grande alcnce para a aossi mirinha di goer- ga 'or apreseniiva. ris
Eiles eslabelecimeiilos vio adqurindo cada Vez ra, q ie rompen-anam as despezas previslai ao orea- i." Que, pelo que fica referido, j no exercco. y 1 so 7 iKR
milor desaavolvinreoli), o leem constantemente me-I memo relalivo a' grande obra do errasamanto da anterior comedera a apparecer o desfalque como r.xercicto ao l>o/ a 135o.
iili. dai Cobras. musirn o anote da eseripforaigao. A somma designada para este exereido pela le
Poderii dtapeniir-ma de asaignalar aqoi as van-; Coaiegainlemeote licaa averigalo, que no ha- n. 884 do 1. de otltubro de l85(j, o oulras dis-
tagens coinmercidis do plano geral, do que me oc- vend no da t> da Janeiro no cofre a quontia de ri.
vavelmente se
poder fazer
at o lim do
exercicio
Ainda ha a des
pender. .
i.ljalru hoinans qae poderam segrar-se ao cairo,
I qui ia 11,1:1 submergin comoletamanle, foram salvoi
: pala Inp ilarm da galera Adamaslorn, eujo capito
mandeu otn escalar accudir os naufragados, qoe
590:0005000 1.027:3093394 bradav.nn oor mecorro.
________________________________ A'i II horai da noite o vento abrandoo am poaco
da soa furia, e pareca que a tempestada tiuha ler-
.... Reis 1,728:1863102 Este ncegn porm, foi do corta danrjo. O veo-
--------------- to parecea cess.r pan rumec.ir de novo com maior
Alm desla despeza pagou-se mais pelo tbesouro impetuosidade. lobrand do N. O.
nacional at o fita do mez ultimo, em virti.de de nZES^ttClSSES."-
dillerentes avisos, para occorrer a diversas presta- .is fazendaa da outra banda ji Babea, sofrido bas-
coes de vapores da mesma natureza, confarlados 'tinte ; manas arvore tmltsm sid derrabadas, mai-
com os citabelecimeatos da Fonta d'Ari-a, e de: u' !"" e casas linbam lido arcoimdai.ealgumas
I.:. r- si 1 einbarcaceilmliaiu solfrido granei avarias; mas ilo
Joao & Francisco Miera, e de outros. que se com- ,,,_ B0 era ,, nee,m,ia qa'.,lla e,.
; praram, a quantia de rei 444.-3G7S350. lamidade, ja grande para o estado decadente di pro-
Da sorte que por conla da autorisacio cima re- """a, fosse anida maior, man ompleta.
I ferida, pude bem avaliar-se o dispendio do corren- i ''''">"'"' '' 1' horas dei-oi. do socego iilu-
r oro ine-aooA .. >-. -...,.-.-.. lorio de que fallamos, o venia ss desencadeou fu-
.i,808:421?8S0 te exercco em cerca de res 1,471.7363744, nao j -,0,o do X. O.
fallando no que ainda ha a pagar pelo mesmo
iliesoureiru, proveniente dos referidos contratos.
lieunindo toda a despeza paga e por pagar do
Sobra. ..Rs. 175:S777I8
Se nao (osse o preceilo da lei que prohibe a apli- crreme exercicio, segund o que fica demonstrado,
anlo a respeilo do crdito ordinario como dos es-
reci lo a altenc.ao do goveroo imperial.
A sua reorg luisac^io lie coala aiaenfida, e para a :
qoal acho-me romplelaraeule hahililado por vos, e
pelos es.-lartciineulos e luforinaces. ,|p qoo preci-
so, e astau em graade parto regalariaBdoi.

o mar ; espeta todaia o imprezaiio coro os meioi de <*ue mbaracara a reelineio desees Irabilhoi. e que
qun ora dupOe, e oimireha em que procide, dar ">*"iem priucipilmenle na d.licieucia absoluta Je
ludo promplo deutro, ... i4i-M ,Mii do termo do Dmues.
cntralo, o "i Por ",n. porque as referidas alDCielnai nao
Di trabalhos do dique t0 Maranhao roarcham com ,eel" ''''envolvimenlo indispensavel e di ocej. ,
cupo.
As facilidades creada por elle para o commarrio,
Tnho a esperanza de reali.a-la sem a creara.1 de ; e para o crdito e transarc/ies roerranlis ; e a 1111-
novos empreados, a de urna raaneira a mal otouo- danca profunda, one opera era beneficiii da renda
mica. 1 publica no sytema de Hsealisaclo ilasneira, sflo
l'aa que possaes bem avaliar o estado desst ser- anda vanlagens. que n.lo poden dallar de inclinar
VICO .ill re de cada um des arseuaes. Cumpr4-me, o espirito o mais imn purmr dizer-vos. qua o g iv-rno imperial deve mu- do e prudente em favor do bem coneebilo projeclo
to ao zelo e boa volitado de srus niepeclores e luten-, do Sr. I.av.
denles. .N.lo obstante deeila prejilecriio, qae tenlit
Arsenal da Corte. | pelo projlrto, de que (rato, roucebo que elle he
Esle pst.ibelecimento vai melhuraudnsensivelmen- 1 liraudioso e que ptecisa de sir meditado e couside-
te : a oflicina de machinas e a de tmi-n u,-e.ij na- : rado.
val, confiadas a habis directores brisileirol, leem Enipenhados em einprezas que demandara enur-
recabido os methores operarios, a se acham em es- mes capilaes, obnuados a cuidar dos melhoramenlos
lado da etacular os Irahalhos mais delticeis e deli-
cados.
<> nossos navioi leem por ellas recibido lodos os
nielh.runenlos e reparos da que teem lido nacessi-
dade, nao obslaule a continuac.lo das dillicu!cade.
a regalartdada posaival. O director deises trabalhos
da' cunta dilles pela iigui.ie forma :
a Durante o auno lido L-aram cheios 01 alicer-
cet da ftanle, servido que eravito com rouilo tra-
h-lho, e somanta lias occnies I, balsamar d'aguas
vivas. Desde entilo, purera, trabalhos se lem
feito com man faciliiiade e rpida.- C| purqoeago
rn ja se achau 01 gronoi piredei (, frente a um
toreo di sua altura, einorado em i,r|,. o esqueleto
do acude, em breve licar^o taas Irabidos reduzdus
as coiidir^ii das ed flcacdes urdiu.nas,nor nu de-
pon derem das ma cs.j
Da cantara encommendada pala Cisma recehe-
ro-se uo mez de Agosto do auno Uodo ..',9 pedias
cora 9.363,0 palmas cabicus, u.i lllporl.inca lolil de
fi:(i2S?2lili, incluin sembarque ; qae cum i cantara aileriurraente ra-
cebidi a fneucii.nada uo ralalorio qie 111 anuo pus-
aado ie deu ao Eim. Sr. ministro demarinha prefuz
3,190 pedral com 75,943, 39 palmos ulncus no valor
total de i3:0S.'oi2l>. Dos deinais mleriaes itistam
em deponlo ni obn os segointes : ol commom de
ernamby I.21HI alqoaires ; Ierra veraelha 6,400 ll-
qua fazemos cjuslrurcori no islranceiro.
Compre, porm, que peinemos 1111 meiu de sabir-
mus deesa dependencia, que ndu sera' bia mis lar-
de, iiem pelo lado de ecunomia.
A oflicina de machinas araba de assentar no vapor
Anhambayn um j igo de machinas, que (ez, e sahio
icelleale.
No anuo ultimo iespendeu-se com as ferias dos
operarios a quantia de 430:7.V2"s000.
Esses operarios furam aaapregl lai nos fabrico*
das fragatas aPrlneipe Imperial e Cons|ituic,ao,D
crvela ul). KranciscaD e nova uNicleroliy ; O nos
concerlot e reparos de noiioi navios,e bem assira em
diversos uniros misleres.
Teuho procurada adquirir para este arsenal o ma-
chinismo de que precisa, e ordenado alguut melho-
ramenlos importante..
Sei qoe ai despezai desem subir ; porm, 11.I0
duvido ga.tar quaudo o gasto tem por lim tnellio-
rar.o lervico, e ecuuuuiisar grande! suinmas nu fo-
luro.
Xesle asi se acham os marhiuismos eurommen-
dados para as olllpinai de uiashuias, o de serrar ina-
indispeusaveis ao proeresso de nossas provincias,que
nao ilevem ser esquecidas, no devimos lomar um
compromisso filo grave, 11-ra filo serio, sem mulla
medtlac.to a eartoil d* resoltados.
Nano pruiijsiio esla' o itoverno. Se o eorpo le-
gislalivo, pelo cstudo da malena. o qolter aulorisar
liara fazer lauma eousa no sentido do plano do ^r.
LiW, eiiconlra-lo-ha cauteloso no augmento dos
ciimproratsso* do Estado, e crajoso na adopc.lo da
idea, la ella nilo poder alfeclar as empreza* encela-
26:1099826, n.lo podia ser roubada no da 2'i do
mesmo mez a de 23:4139128 ; sendo que rom os di-
nlteiroi do. doeumetilos ocrulladoi aiguma despeza
hasta o pagador latlloito na importancia de.....
2:696|698.
Remallendo lodos 01 papis e doaomenlos necessa-
rioa ^ proronior puli'ic. para verificar uo juizo
compalenla a raiponsabilldldl do paga tor, i-ampria-
me resolver sobre sua demissao unmedi llmenle, ou
esperar pelo resultad) do processo. Adoplei o pri-
meiro alvilre, qua me pareceu o mais conforma com
os meas devares, e coto a grtvidade do acoulici-
mento.
As tabellas que regulara o fornecimenlo de viva-
res, moiiices e oolros objectos aoi nav s da arma-
da, lim lido a possivsl execuc.lo, e vao realisando
grandes economas. O eaveruo esluda os malos de
impedir que esses objectos tenliam punca durarlo a
burdo, o qoe depende sobreludo do zelo dos com-
111 ni 1,mies e d'is otllciaes de fazenda.
lenho resolvtdu o concert e preparo de alguns
armazeus qae augmenten) os recursos da inten-
dencia.
A guarda das madeiras menee principalmente coi-
dados especiaes. Tenho procurado systemniisar 01
peciaes, pude calcular se, desde j, o dispendio
total do mesmo exercicio em reis 8,802:5083915:
Esta somma, senhores, comprehende dispendios
de to subido alcance, para o nielhoramenio e cn-
grandecimento da nossa marinha de guerra, que
posices comidas em actos legislativos, foi de ris 1 liem dispensara qualquer justificacao.
4,595:5819273.
ltimamente porem, ;i vista do que me foi de-
mrni>trado pela repartirlo competente, reconheci
11.10 ser aquella quantia sjllieiente para todas as
despezas at o fim do exercicio ; e enio, cabendo-
me providenciar nos termos do S 2 do art. 4 da
lei n. 583 de 9 de selembro de 1850, abr um
crdito supplementar de res 2,558:6823119, au-
lorisado pelo decreto n. 2,157 do 1. de maio cr-
reme.
Esle crdito lem do ser ilislribuido pelas verbas
segu mes :
2 Ouarlel general da 1.1a-
rinlia.......
3 Conselhc supremo mil lar
s, 4 Auditoria e execulona .
5 5 Corpo d'Armada e clas-
ses annexas.....
9 Conladoria......
9:1003500
Gastaremos provavelmente m3is 2,830:9000
reis do que gastamos no exercicio passado.
h.sle augmento proveio, como ja vos tem dito,
da previdencia de futuras e provaveis compli-
caoes exteriores, que aconselharam ao govemo
imperial a acqusic,o de material naval em grande
escala.
Elle resulta ainda do mtiilos melhoramentos reali-
sados em os nossos arsenaes.
A prova do que digo esl em que da quanlia,
que despendemos lica-nos um material, que nao es-
l usado, e que he destinado ae servido dos exerci-
cios futuros, na imporiadcia de parto de.....
4,000:0003000 em navios novos, machinismos,
1:2008000 munr.es de guerra, e outras especies de materia
dea, e for roeenbecida nos tirmos de obler ama depsitos deste material, e regular a sua icquisi- S '" Intendencias eaccessorios
e\eco;,lo, que alliame sueresins e dissipe Iotas as 1 cao de modo que na aconteca dar-se o faci de 11 Arsenaes.. .
j 13 Forea naval, e navios do
queires; aria de mina 4.000 alqueire ; cal hydrau- n',lra*i a coberlura de ferio para a carreira da cor-
lica 033 alqueires ; podras de >etett>nanto do Jaca- ,e'il Nielharoya, e Indas as ronsirurr;es foto
my lavradas 2,590 ; peirae por lavrr 80 ; pedral '."^ '' 'erro c"ln coinpelenle guindaste para as
para alveaaria lavrada para reveitijento interno i oficinal Je caldereiros. etc.
dos paredSes um volume de 6,000 peinas cbicos ; j Arsenal da Rabia,
pedral nao lavradas pira 01 meamos sr ricos 13,000 ''"''' eramal, que he o segn lo eslabelecimenlo
palmos cubico. > 1 naval do [mperto, tem tambera recebido ilgun, me-
Logo que o acuda esliver fechado, o que lera' ""'rmenlos,
por eitas duus mese, vielo crescersmrapidameute ^eu eipaja he acanhado, e rnnviria pensar em
os paredoes da frente, aslar prompla quast toda a |su:l modanra : dillicilinenlo, a rom grande disuon-
madeira para o acu la, ha de ser pracis. admiltir-ie J"1*' >e ,al couquisian 1.1 lerreno sobra o mar.
na obra muilo maior numero de Irabalkdnres ; mas I lem-se rnidado em construir a;c nnmo laces pa
. .._ I ra as sesses do almona rifado, era reparar a rasa di
ideucia, e em diversas oulras obras, qoe lena
pelo que tenho observado, para Consegu os que ac-' rtl a8 'esses do almut.rifado, em reparar a casa da
lualmeute eiislem, pens que grandes Jilliculda les ''tendencia, e era
etlenso enumerar,
ipparacarao para 01 obler, o por laso aeco liciuca
para repetir o pedido anteriormente feie de se ei-
pedirim la precisas ordena para qae se'eculham a'
ci lade, a lim de seivirem da srvenles 'i obra, os
escravos di nae.i.i. qai eiistem tas (azudas nacio-
mei mal proiimas, e me consta qua uelii nada a-
zem de preveilueo para o estado. A roupi o lusten-
to, e raesinu urna pequea graltfca(3o diria, que a
laes escravm se der, Hilo eteedera' por crio ao jor-
nal de 600 rii, que se lem pago a cada savenla dos
de primeira clase, jornal qae em breve tremol da
augmentar, porque os bracos sahem consliiiemenla
da provincia, e ja os qua eitstem no saoos aulii-
cieutei para accudirem a todas as obras, qor publi-
ca!, quer parlicularas. Al despezai felas uo auno
lin lo eom ai obras do dique moutaram a......
57:9805555. b
Pralicagem de barrai.
O servico de pralicagem dai binas u3o eti ainda
regula lo em loda ai provimiae.
Por aviso di 31 di julho do anno protimo asiado
Sflo taraliem numerosos os (alineo, dos navios et-
isleiiies, e que lodos leem silo com diligencia iepa-
ratlos.
I 11,1111 mandados vir da Europa machinismos pa-
ra eslabalerer-sa urna ollicina de lun Helo : a pre-
para-sa a casa para rieabe-los. O govemo imperial
dar' ainda mais de.eiivalviraento a e>sa 1 llicina,
porque islo be requerido pelas uejjassidades de nos-
sa marinha de guara.
Mandei vir tambera para esse arsenal urna machi-
na de serrar maduras ; nrdeuei o engajamenlo de
operarios para aquella ollinni, queja se verificoo.
e a acqui.ic.ao de alguns outros objectos reclamados
pela administrarlo provincial.
Cora as ferias de operarios uetse arsenal despen-
deu-sa 110:9539565 no anno ultimo.
Oceopa-se agura ene eslabelecimenlo na conslruc-
e.lu de duus hule..
Arsenal de Pernamboco.
E.|| arsenal lem g mli mulo nos ltimos lempo
su.piilas da Inetequibilidade e inopportuuidade. termos grandes suinmas despend las em madeiras,
llevo prevenir-vos di que incumb a uraa com-! uu.a grande ceumula(Ao rtellas, e fallar-nos as de
miss.iu de fazer o clrolo do calla do tu las as cons-1 que precisamos liara as cooslrucces deliberadas.
IruecOes publicas, e particulares da lilis das Cobras,
eise cosi he de 22ih2O59l90 rs.
llosml.es.
53:0533-200
23:2009000
64:4619600
301:3019304
transporte.
foram acrasceoladas algamas providencias a leiu- 1 '0,llecei adquirir u espado de qui precisi autori-
limenlo da pralicagem di barra e baha de .'. Mar-
cos na provincia do Maranhao ; e por avisos d 16 de
Dovatnbro. 11 de dezsmbru, o 8 de fevereiro tilinto,
etpi liram-ss ragulameulos para pralicaaao das
barras do Rio Gi/nde do Sul, do Rio Paruahba no
Piauliy, o de Paranagua, na provincia do P.rus, a
foi provisoria minie adoptado um para a bar a da
Seri.lgo.
Por seta forma esli n'esla provincia, a na de
Parnambuco, Hiaohy, Harauhdo, Para', Paral,', e
Rio Groa le du Sul, orgautsadus os servicos di pali-
e i 111 das barril.
Delarmlnoo-ia ao presidente da provincia de !ar-
gipe, em 8 de uatubro do aun protimamenle Hido,
que miudasie examinir pelo eaptlau du porto o da-
do das liri.n de van Barril Rio Real, e verilear
o queeonvirta fazer em beneficio da 11.ve2.i1au,
Para realiiacio de algumas medida lambraas
pelo prisideule lui-llia aberlo um crdito di seis cm
tos de reis.
Tiva por conveniente mandar engatar ni Ilollanta
alguns mannlieiros adestrados na pralicagem e ser-
vira) de barras de difllril aeceaio.
Pharoai.
Aclualmenle isistam ; noi portos e eoslas do im-
perio, 12 pilaron 10 pharoleles, inclusive a barca
ph mil, na bucea do rio H. (iotifalo.
E'l.lo dtslribaidos pela furma seguale ;
Na provincia do Rio de Janeiro: um 1111 Cibo
Krio, e nutro na liba Rasa.
Ni Bihia : am ni barra, nutro no morro da S.
Paulo, a urna luz fia no I-orle di Mar.
Nai Alagoaa : ura no porto de Macelo.
Em Pini imliucu : um no Recite.
No Ceira' : um no Macurtpe.
No Msranliau : um na lili, da Sant'Anni, oulro
era Ilacolomy ; a tres pluroletei na barra, baha de
S. Maraes. Alcntara.
No Para' : um as Salinas.
Em S. Paulo : am na lina da Muela em S mos.
Em o Rio Grande do Sul : am ni barra, e aeis
pharoleles na Lagoa dos Patos.
O pharol de Cabo Krio, que, como aabeii, nao
presla absoluta uenle auxilio llgam 1' navigacilo,
devi ier removido ; o governo lem ja promploi lodoi
os aiamei, de qoe preetn pira eonnrucc,ao di um
novo, qoe est oreado am 60 conloa de reis, o qoe
procuro raalisar por empreiladi, para a qnal ja fo-
ram chimadoi coucorrentai.
Desdi 2 di jolito ollimo c imicou a fumaionar a
lu fin mandada colloear no Korta do Mar di pro-
vincia di Rabia.
Ordonou-ie ao commandaule da respectiva eilacSo
naval qua fzesie continuar o tnbalho principiado
pelol" tenante Ignicio Joaquim da Konaaca, afim
de varificir-10 com eiaetidao qoil das llhai dos A-
brolhoi ha a mais conveniente para lar um pharol,
que seja proveiloso a'i smbarcacin, qua dimaudd-
rim o porto do Rio de Janeiro.
No Maranhao aulorliaram-se ai obrai neceisariis
para ieguraur;a da torre do pharol de Sanl'Anni,
deu-ai pira uso a 1 quantia di tres conloa de
reii.
Os raparos, de qos precita o pharol di Ilacolomy,
oreados em .">:()"itrjOOO. foram autorisados pelo mea
nlccissor em 7 de abril do anno prolimo pretrito.
Essa auluris*cao subsist.
O lugar, em que se ha va mandado enllocar o pha-
rolete aulortsadu pilo avtao de 16 de agoslo de 1855, ensino, q
na barra do lu da provincia de Sania Calharina, foi I tai, dar'
julgad improprio, e delerminuu-se 1 sua modanca machinil
para a Pona doi Naufragados,diveudo nr o nu ap-1 mente po,
indo a deaapinpriaco e compra de duus predios
que Ihe mo contiguos ; e conlmuare a dar-lbe aua-
menlu de terreno na propm ro que o ornamento me
permtllir.
t.oiii nu un as obrai para fecha-lo, e para me-
Ihorar -uo oflicinas.
Esta' quasi prumpl a cobeilora di ferraris, onde
se acham montadas as furjas.
Alguns ma'ch nismos ja' tem viudo para esse esla-
beleci i.anio, para o qml au mandil vir lambem
ti 1 a machina de serrar, porque qoiz acudir em pri-
meiro logar aoi dous arsenaes importantes, e onde
se fazem grandes conilrucces. O governo imperial
espera, porem. dula-lo eoin ene raelhu articulo no
esercido (ue val cjineear.
Oi operarios oceuparam-se era differenles coni-
Irucces navaes, coran a do Inale uCapibaribui, que
esta' conelui lo, e a de om novo, que ie urdmoo.
Foi aulonsado o presidite para mandar engajaT
na Europa am machiiusta e dilTereulis operanoi.
Anenal do Para'.
Ella anenal deve ier ainda um dos nossos maiores
istabelecimenlos navaes ; porque sera' de futuro o
que tara' perto da si as melttores madoiras de cous-
truc5ao.
Vai lando o desenvolvimento posiivil.
Nao lenho ainda mandado renovar o corle di ma-
deiras all, mas pens nesla maleria.
Convera melhurar a nflicioa de ferreiros dar des-
nvolviinenlo a oulrai : o governo imperial alo se
etquace disso.
Cunliiioatii eom algum incremento as obrn em
- iciieau, e dai quaes depende a boa acommodar,Ao
til nITIcinas.
t E-filo concluidas algumainbrai impnrtantia, como
o\ luarlel dos apieuiizes marinheirus, easa de appa-
n ho, ele.
1 Trem naval de Malo Orosio.
N'essa provincia etisle ura peqaeno Irem naval,
di miado ao fabrico e nparoi das cinhone.rai e ca-
no 1 que ah servem.
I digno presdeme nomeado foi autorisado 1 dar
m ores proporees a esse aaiabelecimenlo 1 a tor-
na o capaz de laliifazer as oeeesiidades de nossa
ou .gaejo fluvial no Paraguay. Tive por convenieo-
le a trir-lhe para isso um crdito ni importancia de
100 0009. tendo-se fiile ja'remiisa de algum ma-
ten* 1 indispensavel.
Pi alendo para all cuvur parle doi operarios ai-
tima mele conlratados ni llelgir ., e qae ja' e-t,io
trabt ilhando no arsenal da c'.rle.
Coinp.inliias da menurts dos arsenies.
A 1 ll ciitta esta' regulansada sabio da fragata
nPrin cepa Imperial pura a rui de Rraganra, onde
a eoll oquei, para qat podesse rs-eher os uielhora-
metilo s que rea isei em sua organiai^ao, e se pnzesee
cobro a' perdicao moral des oiph!-is confiados aos
cm l.n los do govirno.
Com if bem 10a nov vida.
Aa d e Peruamboeo e Bihia, ja' aulofsada, breve
receba fie organitaQflo definiliva. l>uero ver le
as eolio co ludia iob es niennas bases, e seliarraoniso
esiai ba rom a reomauiiar;o dos arseuier. Esse
desejo I ia lagilinin, e via a conveniencia doservico.
Kun 'i 1 nessas coiupanhias a esperanza de operarios
para os aisenan.
O gon 'i'o imperial, convencido dlilo, prevjnde
ortainsai ensiun nesses eslabelecimentos, eesse
0:111 du diotieado leja somanta a esses artis-
O'da curte esta' em o mais satisfactorio estado, o
que he em grande parle devido ao zelo de seo
chefe.
Ai mas tloze enfermaras, das quaes t orne fonc-
ciunam, n.io silo suflicieules. Pretendo ir melhoran-
do-as. sun esqoecer a necissidade que le deve pre-
ver, da mu I,ne 1 desse oslabeleeimeuto para oulro
local.
Boa riiiisileracao itnpede o governo de encelar
novas conMrurcOes, que facihlem commodos, para
os couvalascentes e casas da operacoes e de ba-
llll s.
Foram Iraladui, durante o anno qae lindan,
J.i'.IS doenles, dos qaaes ficaram curados 2 258,
t'iido fel ecido 1011. desalado 2 o ficado em trata-
manto 1 t.
A inori.ilid.t le foi de -\ por cenlo, o que maito a-
biua n servir 1 me lie'. mullo principilraenle run.i-
der indo-se; qoe em alguns mezes do anuo a febre
ainarella alacou muttus mariuheiros eslrangeiros 10
servico da armada.
0 arsenal de marinha, illa be. no local o mais impro-
prio para urna casa da sai le.
II' urna uecessi lade a sua remoran, o pretendo
oceupar-me desse objacto, logo qua "me ache habili-
ta 1 1 cem os recursos necesarios.
.Vio obstante, oque acabada dizer, a mortalidad!
fui ainda ini-uur do que "a curte, e Dio subi a
mais de 2 por cenlo ; pois qoe, sendo a entrada dos
enfermos un anuo lindo le '.)7ll duentes, sabiram cu-
rado. '.100, morreo la 19, e filando em tralainen-
lo .'il.
A enfermarla de Pernamboco esta' lambem col-
larada uo arsenal, o daveria achar-se em oulro
local.
A morlalilatle desse eslabelecimenlo fui de qaa-
si 1 parenlo. Enlraram .">0.N enfermos. Foram cu-
rados li, murreram 21, s ficaram era Iralamen-
lu2l.
Por aviio de 21 de abril cr.1enou-e a rreacilo de
una enfermara no arsenal do Para', em que foi-
em tratados os minoras e as pratJH doi navios all
Tundeados.
Essa enfermara esla' eom| lelamiute monlada, e
fuicciunaiido.
Continua era Monlivido s fonecionar a enferma-
ra, qua all creamos, para o lialamanlo das piafas
da nossa divide. O seu servico be regular e econ-
mico, sin relaeo ao qoe deipeti liamos em ho.piiaes
particulares, O mappaRiudtca o sea movi-
menlo.
Intendencias.
A rfirgan..it iu das iiileudeurias, feila pelo regu-
lamento dituetu ao decreto 11. 1,769, de 16 de junho
le IS.Ii, vai produznulo os retallados esperados.
Anula nao es au em etecuc.i 1 lo las ao dispos'Caies
do referido regalamenlo. algumas das qaaes depen-
dam ta prepararlo de edificios apro: ri ido. ao b un
acut licin.ment dos diversos objectos a cargo dos
AlmoKarifes.
A oircamilancia di ler resnlvido o govimo ceder a
eompanhll da eotradl de ferro la Pedro II. dous las
arm t/eiii I) Alinoianfado, acnnselhou meo -tren-
daiiienlo do trapicheFlorunna 11 laa das Cubras,
que realisei da raaneira a mais vanlapisa para a fa-
zenda pobliea, anda que sol a pre--'i > de urna na-
cessidadi urgenle, cread* pelas etigeucias da referi-
da campanilla, que a final pude dispensar o tirrino,
qu* Ihe titilia sido proraelt'do.
Esse a 1 -nd -menta dcu-nie meliiores e inaii am-
pias acora.n idaru.s para o depois dos ganaros preci-
us ao consumo da armada, e lirnou po,siseii alga-
mas obras indispciisavais lu deseuvolmeulo do ane-
nal da corte.
A casa de arreeadacnn esla' funrrionando, e seu
servido he regulado pelas tnslrucces, que exped
com dala de 31 de julho do anno paseado.
As casas de deposito de inuleii lambem foram ins-
lella.l is, sendo regalatla a sua es.-i iluiacao por acto
do governo da 16 do referido mez.
Ha 110 regalamenlo, que renrganisou is intenden-
cias, um isqueciraenlo, que julgo couvinienle de-
clarar : os liis dessas easas, verdadeitos almosarifes
pela responssbilida deinais liis, qui servem sob esp ukuIhIi lade e tli-
rect;ilo alheia. Conviria qoe os dous liis das doaa
casal de deposito fossem substituidos por um almo-
s iriie, porque mais vale um empregado bom e bita
pago, do que dous mal relriboidos para fazerem o
servido, que om podara mcular.
Com o lim de facilitar a eterna! 1 dessa pensamen-
lo deizei de provar niti doi lugares, que reun pro-
visoriarainte ao oulm.
Ja' lao observados os modelos para a escrituraciio
da pig 1 lona de marinha.
Nao he possivel haver icalisacjo sem nm proceiso
maii ou menos demorado da entrega da maleria pri-
ma da que precisan! as oflicinas. Isso prmluz recla-
marais fundadas, qae mpe so govarno obriga-
cSo de continuar a eiiudar esse poni de reforma,
para ver le Ihe he po.iivel, sem prejnizo da fl.calisa-
1;a i, diminuir as cautelas impoilas ios pedidos e en-
tregas de gneros.
O modo de oblar o fornicimenlo do material ne-
ceseario lodos os servicos navaes, precisava de ssr
convenientemente definido, e islo se fez pelo regu-
lamenlo que baunu com o decreto n. 2I0S, de 20
de fevereiro ultimo. Eisa materia he nina das mais
importanle, porque entende eom a fiscaliiarao de
grande! soturnas despendidas na compra de vveres e
tle material de toda a especie ; e por isso foi pelo
governo considerada com muilo cuidado.
Tenho a esperanza de qne melborara' considera-
velmenle esse servijo, e quo se ira' gradualmente
dimiitiiin lo assa classe da furneeedores dulosos, que
cercan) os arsenaes, espreitam suas uecessidades, es-
ludam as dalongas dos prorasioi das compras e dos
pagamentos, e Boniogaom e' cusa de ni l eilraleg.11
afugenlai os' tiegucianlas honrados, que no podem
!j 23 Despezas extraordinarias
o eventuaes.....
Para oblar o fim que lenho ira vista, ordenei ja : S '3 Hospitaes .
1-, a claesiflcac.au e arranjo pirfeiio das madeiras ; 21 Material.
etislenles, no qua aa Ira balita ba 3 meiea ; 2', que i S 22 Obras. .
se lizassem os mualos das diflerenles pacas de ma-
deiras apropriadas aos navios, ou eonstrucees da
diversa ordem, e que podem ser realisadas am con-
seqtieiicia das uaeessidadis da nossa marinha di
guerra ; 3', que os contratos sa fu;-1:11 para acqaisi-
eao das madeiras para ura navio determinado, sendo
ellas convenienlemenln clasuli:adas, e depositadas
as provincial nu na corla.
Se c inseguir buin elleito o que tenho am vista,
Dodeieraos nao s poupar muilo diuheiro, como exe-
cular em pnueo lempo qualqnar construcfo qoe le-
ja nsolvida pelo governo ; liavenJo dentis a gran-
de vantagem de 11H0 se fabricar cora madeira nova, o
sito com madeira valha e de grande durar/u.
Conladoria.
Esta repartido coulinua a funecionar nos termos
do decreto e 'agalamenln n. 1,730, de 26 de marca
de Is'ili, anda com o mesmo pessoal que Ihe foi
mrcalo provisoriamente pelo aviso di 2S de maio
do dilo anuo.
Fizeram-se os trabalhos da compelencia da con-
ladoria com a ponlualidade do costume, excep-
to de alguns, que pelo novo regula ment foram
accumulados s funefes da mesma conladoria, e
nao poderam ler andamento por falla do pessoal ne-
cessario.
A lomada de conlas dos diversos responsaveis
tic gneros e dinheiros da reparlicao ila marinha,
foi um dos objectos de maior empenho da conlado-
ria, especialmente depois das providencias dadas
por aviso do 20 de agoslo do anno passado. De
sorle que existindo por lomar cm 31 de marco de
1856, 166 conlas, e Imendo entrado depois al o
fim de marco do correlo anno, 224, o que perfaz
300, foram lomadas durante esia poca l4i ;
adiando se ainda por liquidar 24.',.
Abalendo-se d'estas 2l conlas 150, amigas,
quasi todas de inventarios de mestres, que por fal-
la de documentos se nao teem podido liquidar ;
veiii a ticar 95, das quaes csfiio era liquidaban 16.
Esla servico, a continuar o sysiema adoptado
por aquella aviso, nao tardar a Bear em dia
Os alcances, que resullaram das conlas tomadas
imporiaram H0 total tle reis 24:473*9884.
De-la importancia a maior parle ja foi entregue
no tbesouro publico nacional, e sobre a restante
trata-se de exhibiros competentes Mofas eorrenies
para se promover o nece'ssario embolso da fazenda
por meio da direcloiia do contencioso, a quern pela
lei sao alTectos semelhantes negocios.
A remessa para o ihesouro publico nacional das
conlas tomadas pela conladoria, para all serera re-
vistas, ainda nao pode ter um admenlo regular,
pela niesipiinlitv. do pessoal que lia dispor para
cuidar desse mister.
O ratonante traballio dos inventarios recom-
mendado pelo re^iilamento em vigor, para se po-
der ler feito conhecimemo de todo o material 1110-
vel e immovel ta reparlicao de marinha, nao dei-
vou de ter o maior andamento possivel ; tanto que
desse material ja he conhecida a avullada somma
de i,702:8028135 rei.-i : entran,I 1 casas, navios,
machinas o utensis, artigos bellicos, navaes, ete ,
O goveroo cuida em dar exeeucao ao artigo 1
do decreto e regulamento de 26 de inarr'o de 1856,
agora que a experiencia ja tem domonstrado t|ual o
pessoal necessario para o servido da conladoria,
alim do poder obler desta repartirlo o complemento
de lodos os seus Irabalhos.
Alguns melhoramenlos se lem feito na escriplu-
rario, e no movimento da cnnlabilidade das diver-
sas esiacues sujeilas presiacao tle conlas na con-
ladoria, depois dos ltimos regulamenlos ; e eguar-
da-se a conclusao dos inventarios, que so estao fa-
zendo na segunda e terreira serano do almoxarifa-
do, para se entender lambem esse melboramento
estas reparuedes e depois aos navios ; visto que lu-
do deve andar em harmona.
193:8219523
14:317?656
l,73ii8646ll
40:8808880
122:1318146
Rs. 2,558:6728V19
A justificacao desle crdito consta da evposicao
e tabellas que vos serao apreseniadas, na forma da
lei, pelo ministerio da fazenda.
A somma votada veio assim
a ser de ris. ......
E a despesa, conforme a os-
cripluracao, e esclaiecimentos
de que tem conhecimonlo a re-
parlicao compleme, deve subir
provavelmente a res .... 7,0B3:8418163
Sobra. Rs. 70:4129S29
Se no fosse opposto lei n encontr desla sobra
com a deficiencia que se conbeceu, o delicil se re-
duziria a ris 2,488:2593800.
Diversos crditos especiis.
Pelo 1 do art. 16 da lei n. 840, de 15 de
setentbro de 1855, autorisou-se o governo a fazer
tudas as despezas necessarias para a prompla reali-
SaQao da obra do porto da provincia de Periiam-
buco.
Por esle motivo designou-se por aste ministerio
para semelhante obra o seguinte :
Por aviso de 20 de fevereiro de
1857......... 160:000?000
Por aviso de j de fevereiro de
1858........ 100:0008000
1) naval, que abastecen! os nossos almoxarifados.
Devo ainda informar-vos de urna circunstancia
que convm saber ; e vn a ser se a acquisicao
deste grande material na previdencia de complica-
oes, que felizmente nao podem ser mais receladas,
fnr-feita tambem de accordo com as uecessidades do
estado ordinario, e em que j nos adiamos, e de
sorle que nao ficassern perdidas grandes sommas.
Tenho a salisfaeao da declarar-vo?, que nada
perdemos com a arquisic.ao desse material.
Todos os navios novos foram construidos de for-
ma, que podem servir em nosso estado actual, e em
qualquer emergencia extraordinaria.
'Podo o material de guerra foi obiido por forma
que nao fica desaproveilado. A acquisicao de ma-
rinhagem, o augmento de guarnices, o accresci-
mo de operarios nos arseoaes, e os dispendios au-
torisados em Mato Grosso, constituem nma serie de
medidas, que derero acr tomadas mesmo sem o
receio de circunstancias extraordinarias porque o
corpo legislativo vai dando ao ministerio da ma-
rinha obriga^oes que nao tinha de servicos de que
nio eslava eucarregado, e que leem por fim espe-
cial o niel hora ment da oavegaeao de nossos gran-
as rios.
Eslou promplo para dar-vos lodas as informa-
coes da que possaes precisar para adquerirdes a
convi;o, de que foram liem gastos os dinheiros
pblicos.
Ornamento para o exercicio de 1859 a 1860.
I'e.lio-se para esle exercicio 110 ornamento e la-
bellas, que vos serio apresentadas por parlo do
minislerio da fazenda, a quan-
lia total de......5.95:1020025
Esta somma. comparada com
a quo foi concedida para o exer-
cicio anterior pela lei n. 938 de
26 de selembro de 1857, na im-
portancia de reis .... 4,975:9645913
7,154:2535692
Toial Rs 260:000-5000
Despendeu-se por cunta desla importancia o que
se segu:
Exercicio de 1856
a 1857. 103:6289183
de 1857 a
lfs.'S. .
Despeza provavel
a fazer al o lim
do dilo exer-
cicio ....
68:0213918
48:0008000 219:6505101
ao imperio os inelhore comlruclores e lacompaiiha-loi em mas Iralicancias commerciaes.
H, o que he um bem, icuilo principal- I A necissidadi das caolelli da fiscalsscAo be pan
qae secomecara'aisim a dar a' educa' oI elle, a orlgim do grandit lurros. O rignlaincitln
Ainda sobra. Rs. 40:3495899
Pelo 3 do art. 1. do decreto n. 885, de 4
outtiliro de 1850, autorisou-se o governo a fazer
construir no porto do Rio de Janeiro um Dique
destinado aos navios de guerra.
Por virlude desta aulorisaco contraiou-se por
este minislerio em 26 de abril de 1857, como he
sabido, cora o engenheiro Henrique Law, a conclu-
sao ta dita obra, pela quanlia de 7."i,000 libras es-
lerliuas, que corresponde, ao cambio de 27 dinhei-
ros, a rs......... 663:6529749
Por conla desta somma despen-
deu-se j, segundo o con-
trato o seguinte :
Exercicio da 1850
a 1S57 64:8045864
da 1857 a
1858 65:4548545
Despeza quo pro-
vavelmente se
tem ainda de fa-
zer al o fim do
exercicio con-
formo o contra-
to .....65:4545515 195:7738954
Crcdilot despezas
Exercicio do 1856 a 1857.
Tendo o meu antecessor previsto, no seu rela-
inriii, a deficiencia da somma votada para occorrer
a todas as despezas d'esle oxercicio, veio com
effeito a realisar-se isso ; e foi necessario, por
tanto abrir-se um crdito supplementar de reis
1,256:8683013, quo foi autorisado pelo decreto
numero 2,010, de 31 de oulubro de 1857, nos
termos do 2- do artigo 4- da lei numero 5S9, de
9 de selembro de 1850.
Esle crdito foi distribuido pelas verbas segra-
les :
2.- Quarlcl general da ma-
rinha........ 1978932
3.- Conseibo supremo mi-
litar........ 2133333
4.' Auditoria eexectitoria. 405000
9.- Conladoria .... 23,9333339
10.- Intendencia se ac-
cessorios....... 31,3649958
13.- Forca naval e navios
fo transporto..... 106,077*482
Ainda ha a pagar nos exercicios
seguintes. Rs........
407:8788795
Pelo j 12 do art. 16 da lei n. 938, de 26 di
selembro do 1857, autorisou-se o governo a des-
pender, desde j, a qt.antia que fosse necessaria
com a acquisicao de vapores apropriados navega-
cao dos grandes rios do imperio.
Fundado nesta dsposc.ao atilorisei a legarlo ti.;
Londres a despender no corrento exercicio de (1857
a 1858) por conla deste ministerio, conforme os
avisos de 9 de julho e 10 de agoslo do anno passa-
do, para occorrer a' diversas encommendas desses
vapores 310,000 libras esterlinas, que, ao cambio
tle 27 dinheiros corresponde a rs. 2,755:5558550
Por conla desta
somma a Lo-
gacao realisou
j al o lim de
dezembro do *
1857,sogun-
do as canias
que llalli vie-
ran!, reis 537:30933(14
Despozaquepro-
Duras rajada! se succediam rapi limenli urnas t
uulras, augmentando lempre de (- rea.
Os uuaceirus se loroaram mai- imiudados e vio-
lemos.
I) co escuro, caliginoso, nao deiiava perceber
ama s estrella.
A eseundadi medonha da noile vinlta aogmenlar
0 torror das scanas que esle grande Iraustorno da na-
lurezi proluiio.
O transito ira irnpossivel as luai da cidlde in-
tiutidadas de agua ; e a areia levan ala dai praias ra-
demoiuhava as ares, elevando.se a grande altura.
As casas, ainda as mais solida.', Ireimasn coma
violencia impetuosa do vento, qun derrubava tudu
quatiio iconlrava.
A chova copiosa enchea as lasas, rauitas irvorn
e allomas coiossaes foram derrubadis, e os arbustos
1 plantas rastiirat ficaram aueiraados pelo vento
srossos remos foram viulentamenie irrancidos dos
troncos, e lavadoi a grauda distancia.
Todos estes sous sinislros* roirlnrados aoi gritos
dos iufelizss, que por iiilervslloiiobrisahiim horro-
roso! ao sv hilar do venlo, levavam o terror, e o sub-
i a* populara consternada da cidade.
Muilos tectos e paredes das pidilas da Miitanga
foram arrebatados pelo vento, mullas oulras ficaram
quasi eulerradas na ait-a qae o mar a o vanlo laiic,a-
v.t sobre a tilia.
Mis esla tormenta era horren sa e midonha em
(erra,qoanto mus o nao deveriaella ler sobre o mar,
lili oude a lodos os horrores do temporal, liana a
icrescentar anda a furia do mar eneapellado, a fra-
gilidada das embarcarles, a escaridio medonha da
noite e impossibilidade absoluta de espirar toccorro
alheio ; deveram ser bem cruen as horas de angui-
lla anim pasiidui pelos iotalites qoe o temporal co-
Iheu sobro as mbarca(0ea, frageis refugios contra l
violencia da ama l.lo temerosa tempeslade !
Qaaado o viuto se loraou venia tetramente terri-
vel, islo he, depon dai II horas da noile os pn-
galos comee ira m a descahir uns sbreos oolros, sem
pudenm nem legurar-se neiu entar-ie. fado foi
desorden),conusao e terror !
Entilo era triste oavir os gritos desesperados dos
infelizes, que vendo a unirle .liante de si, bradavam
soccorro, e lavaulavam os brac/is pira Ueo, que s
os poda salvar.
Canfringia oavir esses gritas dados por lioraens e
er-auras no maiimo desos.ero ou quaudo mar os en-
volva e ameacava eugull-los, ou quando arrojados
a' prala, vinha.-n daspedacar-sa coaira o ro-
chados.
Resulta a diflerenca para mais
de reis .......
969:1975812
Esla dilTerenca procede em geral :
1. De varios augmentos concedidos nos venci-
menlos de diversos officiaes empregados, inclusive o
resultante da promecao qpe nltimmente se fez no
corpo da armada.
2. Das reformas aulorisadas por lei as repa r
lines da conladoria e intendencias, e nos corpos de
saude, fazenda, e mais classes annexas armada,
como sejam os officiaes de nutica e apilo.
3. Do acresciino de despega proveniente nao s
de mais algumas companhias de aprendizes mari-
nheiros, que se crearam em varias provincias, mas
ainda dos jornaes que ltimamente se mandaram
abonar aos operarios dos nossos arsenaes, alem do
maior numero de pessoal pedido para estes esla-
belecimentos, o para os hospilaes.
4. Do augmonto nos vencimenios das pracas em-
barcadas, por causa das novas organisaeoes dadas
aos corpos, e classes cima referidas.
5. Do maior preco do material, e mesmo da
crescida quantidado pedida, por motivo do augmen-
to de navios que passa a ler nossa armada.
Rio de Janeiro era 14 de maio de 1858.
Jos Antonio Saraiva.'
EXTERIOR.
HOC AMBIQUE.
3 de abril.
No dia 1.a de abril a cidade e diitrictn de Mozam-
bique sillreu os elle.loe de urna lempesl'de hotroro-
sa que era menos de 2t horas destrato muilas fortu-
nas, maloa muilas esperanzas o roubou a vida a um
grande numero de peisoat.
Nao timos linda noticias circumstanciadas sobre a
cileusao das perdis, que o temporal causou.
Esperanto! que nos njam lurnecidas pilas auto-
ridades competentes, mas infelizmente potemoa des-
de ja informar o publico, que ellas foram muilo gran-
des, tanto no mar como na (erra.
O porto de Moe.imbique centava tundeados os na-
vios seguinle : ~ barca francaza Charles el Geor-
ge,> galera porluguezauAdamatlor, brigoes ttAmi-
zade," olios Irmilos, en N. S. do Soceorro, a Flor
ihi Mar,o lualis (il)eieuove de Maio, uEsperancan a
11.i\ r.im.'iti >.- ; *9 pangaios rabes, e i ".oala de
guerra (ranee?.. oL'Egll.
U lempo linlia litado inconstante desde n da _".i
de marjo, algus aguaceiros, vanlos variaveii, a a
iihiiiuspiira coberla de grossas novins, carregadas
de eleclricidade, foram principios do lerrival tempo-
ral, que comee iu na manhaa do l.- de abril.
Ale as 11 lloras do dia as agnaceiroe farle doS. O.
nSo linhaui (ido nada da extraordinario.
Mas ao meio dia o venlo cornecou a toprar com
furia, os aguaceiros foram mais fraquenles, e os ho-
risootei mais curios e carrujados.
O vmlo foi conilantemenle crescendo, e o !mar
eom elle, de lorie qua depois das } horas da larde
alguns p.ingaioi, os hieles uDezenove de Main e
ul.ivramento, e os outros navios, haviara garrado,
esdendo a violencia do vento.
Al ri-adai foram aogmantando para a noile, de sor-
le que o temporal era ja' furioso an por du sol.
Desde anlSO foi elle gradualmente crascendo.de mo-
do que lodos os pangaios, escoplo um s chamado
Maiitallaii, perdenm at suas amarraron, o algons
del les. bem como 01 h' ale. I le/eiios e di M sino e
ul.ivrameiilan, forim arrojado, contra a co.la da C.t-
baceira, e ah euealharara.
i Inale al.tvriminlo, lanr;ado primiiramenle so-
bre a cosa do noria do porto, vrun-ic, e dep is de
ler -ido impalli lo sobre a outra banda veio oMobrar
ao ineio do ranal grauda, qu iii lo 0 venlo mu ni
para nma diroccao oppotta
A'guns pngalos sossnbrararo, oulros viiram que-
brar-. inletramante na praia da ilha.
Os leslnu; < uomirosos que la encontrara pela
P'aia atteitam ao mesmo lempo a violencis do tem-
poral a eitensSo da calasirophe. Com elle, elgom
cadveres tem sido euconlrados aiuda que no em
grande numero.
Smenli poderam lonservar-si as imamcSes os
tres navios que mencionamos, a galera Adamaslor.o
a barca Charles et (ieorge.ii e o brigaa oAmisade.o
A guela (raneen L'B'g'. que poda saslenlar-
se, a seguodohi di crer, ficaria (Irme sbreos ferros,
tiutbim garrou depois das II horas da noile, em
ennsequencia di duus pangaioi que cahinm tabre
ella, e dos qaaes pode anida salvar 14 passoas.
A pericia a intiepidez dos ofliciaes, a disciplina da
gu.rnir.lo e os meios de que dispuiiha, nao pode-
ram evitar que a guela pertleste alguus ferros, o le-
nte, e cum outras avahas ene ilha.se. Felizmente a
solidez da sua con.lruccAo a praservoO de abrir agua,
hnje esl salva, depois de alguns esforeas felizes.
O hiale do ailado uDezenove de Maio,o lambem foi
laDc.do sobre a praia da Cabaceira com pequea
'snia no casco, e bem astim am psngaio mandado
do Iho, e relido nule porto, a bordo do qual eila-
am qualro pravas portoguetas de mariohagam, que
uada sulTrenm.
Alem dos navios a pangaios perdidos durante o
temporal, nm grande numero de lauchas e oulras
euiharcar/iti anudas foram feitas com pedacus'cuutra
praia.
Os brigues Haas IrmSos, N. S. do Soccorro a Flor
do Mar,o variados na praia da i 1 lia om mais oo
manos avarias, linda si poderSo nliliaar, fazendu-
Ihes os graodes connrlos de que carecem para na-
vegar.
Na (erra firme (Ooln banda) o (imporal dettraio
i'jumas casas, dercubou muilas cabanas, .irraucoii
muilas arvore, maln algum negros a gados, e ar-
rasou palmare e plaularei inleiras.
tsenhuma propriedade all deiioa di loffnr e os
estragos, ainda qae al agn nos nao sejam miuda-
mente coohecidos, sabemos qne sao muilo considera-
veis, e devem causar, seno a ruina completa dos
proprietarios, pilo menos graves pardal. Na tardo do
da > a tempestado foi gradualmente declinando
al cenar de lodo drame a noite desse dia.
Einfim, atte temporal foi urna calamtdade qne af-
feclara mais ou menos toda a provincia, no s pe-
los resi.Ha los immedialoa, como por aquellas que
e Ihe lido de trgoir.
Todas ai providencias posiiveii se adoptaran) pan
previnir os roubns desordeos conseguinles a seme-
lhantes caiastrophis. Abrlo-se alfandega, poali-
rara-se poslos militares em divinos pontosonttr-
raram-se os ea laveresfizeram-se recolher alfan-
dega os objiclos naufrigadot, e emlira. apaiar di
gran le numero de escravos de que a ilhi abunda,
nao ha nem gran lis rooboe, era desordiui algoma a
lamentar.
A' medida qua oblivemos nformaces, iremos
dando cunhecimento dallas ao pablico.
Confiemos na Providencia, tendamos animo e re-
signarlo, e esperemos que o governo di melropole
nao vera indillerinle esla ealailrophe, qoe lao lerri,
ven effeiloi produzio sobre a fortuna doi habilanles-
devendo retardar ainda maii o desenvolvimeulo agr-
cola e coramereial di proviocii, ja poaeo prospero,
lie de jutlir.1 meneionar qae o Sr. juiz de direilo
Silva Campos, o capilao do porto, os empregadoa do
arsenal, o capilao Pareira di Almeida, teuente Car-
valho, o o ilfens S Nogaiin, ollicnes do eslado
maior, o Sr. Fonseca escrivao interino da fazenda, e
os ofliciaes de marinha Olivura o Souza de Andra-
de, arompanh iran o governador sml, e o coadjuva-
r.im rom o seus serviros, comprimi as orden, que
Ihes foram dadas qoe as circumrlancias eiigiam
com todo o zelo e prompt d.lo.
(Bullelim commereial do goveruo geral da provin-
cia di Mocambiqoe o. 14, do 1858).
N. 37. lllm. Sr.No dii 1 do crrenle mez a
ama copiosa chuva, soprando do sul rijamend desdo
a- horas da larda, sobreveio s 8 hons ds noile
ora temporal do SO. arrasando arvore, abalando
pihoras em grande numero e descobriodo o ledos
das mais bam construidas.
A's |(i luirs, abraudaodo por alguns minlos, sai-
loa ao O. um secando furacSo que complalou rui-
na a durou 5 horas, arrojando por (erra tudo quanlo
o prlrneiro nao linha devastado.
Pilas 'i horas da inanhAa correu no qoadnnle do
NO. mais aiguma cousa enfraqoecido ; e pelas cinco
horas e maia aponlando ao N.,abrandou.
A chuva, a Uo copiosa, qui ha anuos si nao lem
esperimeulado igual, e amulecendo os terrenos am
alguns rifle*, houveram palmen a- de braca e nina
que le enterraran! al ti olas.
A'i C> horas, vta-ie lodo o districto roalhado da ar-
voras derrubadas por Ierra, e semelhantemenle nos
limitrophei a dislnelo de Qaintangoolia aonde Irai-
bordou a pona do rio que coudoz ao tilio denomi-
nado Sunhule, lubmergiudo-se casas, gado e genle.
Algumas pissoas praias morreram abafadas com a
queda dai palhoca : finalmente l :'i vista so pode
apreciar un tal esiragu : o que ludo se dignar levar
ao couhecimenlo do Etm. governador geral.
Dos guarde a V. S., Mussuril i de abril de 1858.
lllm. Sr. Jos Mana l'ereira de Almeida, cspilaV
ajodaule de erdeo en.-arregado do espeilianla mil-
lar servindu da secretario geral. Theobaldo Allo-
mo da (, >ina, majjr, capito-nior e coiumaadatito
das Ierras firmes.
I! Ilelim n. 15 I858.)
ki iTTr~Krtrv


DIARIO E PCKNAMBUCO SF.XTA FEIRA 21 DE SETrMBRO DE 1858.
lITEHlfl.
aulicipaQao pndrssa
RIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SRS. EPL'TADOS.
SESSAO UE :(0 DE IIJI.Au UB1858.
Presidencia do Sr. risconde de Ilaependy.
Aa' ti bofa, feri* a chamada e acliando-e reuni-
da numero legal, abr-se a aaMio.
I.i.l,i a acta 'la anleceleule, he approvada.
0 Sr. primeiro secretario di conla du seguiuli :
EXPEUIEME.
Uro odieio do Sr. diputa l.' Sallas Tones-llo-
roem, Ciuiimuuicaudo nao polrr compaiecer eiles
dous diai as scftes pur *e adiar lucuiumodado.
lulocrada.
1 id iiquemeute de Pairo T>hichi, pedind.) ser
niluralisadu ruladao brasileiru.A' cominoslo de
podares.
l>ilo do Hr. Slaiiroiano Marque de Carvalho,
pedindo que a c.iiii-;ne una quanlia sufllcmile perianla-nos o limar denomina lo Pere. que lipa
?ara que o eovtriio li.jue habilitado a por em pa- e|re itarr Verro.iho e T-gipi, esta' compreli.n-
a- -lido na ar,enlataran daquella cnn-ervacAo ou n.i., .'
ulo. j Parece que nao esl.', porque do contrario ver-se-
hiamalli os Irahalnadorcc da conservado em ser-
vir; >, vsIIki desobstruidas de arjia e ausencia de
accumulaoao denialo.de que r inulta damno aos
morador e ruma a' istrda, que por all passa. E
a proposito, perguntarrmos lanrbein, para quem
nos quizer responder faze-lo, e esta' e por quem
aulorisado um arrematante para obilraris
jttawfaj -O Dr. pron olor publico da conur- Requerimenloi. pelo Sr. Ama ral, he que tive noticia Je SOtTie
ca do Brejo, Man-el Pnele de Miranda Veras, runa- O .Untador da fzta provincial, areu.oo por ih,,!.. fsclo e se Com
te-no. que foirainovidi para a pnmolorie de la- [parte deeta a peabori contra -
earatu'.
I'm rato/tetro. Vnlehonlem uin dee hroes,
na falla da cousa mellior, ia ctrregamlo um Me de:
aassooi.,- de uino la' erna da ni ila Cambaa do Car- I
nao ; mas foi a lempo presenluln, de inaueira que I
foriin-lbe loinadi.s as vaasiiurii, a ella foi preao.
Era did pralo tirando a cabra, que e dizia escravo e
chegado lia pouco do Para' ; e insislia em que o fene
da vasoura< ulo fora por elle loralo, que uin su-
geito Ih'o niodera carregar conio gauh'idor, sendo
elle por conseguinle victima de um qoi-pro-quo
insigne. Como quer que ja, o (,ne he verdade lie
que foi preso, e tambera qua o solalo conductor
amarrou-o a corlas; porque, diiii elle, nao queria
ao lar a' carie rm airar, do mesmo, que alem do
tiln paracia estar meio locado da pilricia. I-. i el-
ce que boin sena que nao se re| io li t\ a jui na ci-
dade.
Conserva! ~to da trtrada da I VcfnriaAlgu<
|)oiiu-s'j ili/.or i|iii estos faclos produzera-se buje, PaPl de um Giotlo moderno a ftf. MilWh).O pin-
roin nina opporluiiiilailo particular. Quem O aere-1 J?r '"a Mo P,
g rila piltoreico e caracteres de al\l>, o A-
Frreira Mshiihn, herdeirn.
Maimel Antonio
Vl.aa, viuva de tiaudino AgoHinho de llanos, Ale- cieVeUo Sr l or M h i Z
landre J* ttaraelle., jota Dapli.la goaree, her- \" 1 S?! '" '
deiros de lleniHien.. dos Sai I ., t ova e berde.r... 8um i"1^, lendo flu correr le 8U88
lira o ivaletm qua elle ni lie i para promover a sa-
lubridad desla cidad e o seu
A' coiuuiis-a,' de nudo publica.
Julga-ieolijsciu ue thbera<;a,o e vai a impri-
mir para cuitar na ordeu do Irabalhea um pare-
cer da conimistdo de fazenda, coacluiudu com uin
projeclo que concede o lo Meriai do Instillo Epis-
copal Haliuioso, e.|..bUcido ue.-l.i coi le.
pprovain-ie letn dbate as redaci.cs dos pro-
jaclus
Ouacontede urna pensao anotial de ':0005 a O.
Mara Pulcltra Ustiua Barrito, iota do con.alliet-
ro Gamatru Pe.;anba ; e ao ei-cspilo Pedro Jos
Bapttsta a pensao tueusal de 305, pelos sirvios
pre-lados a' independencia do Brasil;
Oua muida cunlar ao solicitador dos leilos da la-
zenda da t-roviocia de Minas Antonio Teiteira Al-
ces, para sua apusenladona, u lempo que esteva in-
justamente sein esrrcicio ;
Que auitmenla os venciinanlos dos empreados do
supremo tribunal da jusilla.
ti Sr. prancu de Almeida reclama contra a
'ietaCtlsUa cin qua lurmn poUieadM > seu apar-
tes dados ao (liseureo do Sr. Fausto de Aeuar.
O Sr. Ferreira de A|u r pede que seja dada pa-
ra segunda p.- ra da ordem do da de amaubaa a dis-
CffMajM do orcatoenlo.
Cuusullada a cas, esla d-ci le pela aflirmativa.
ORDEM O DA.
Arhan lo-se linda a hora dtsiunada para primei-
n parle da ordem do da, passa->e a'
Scguoda parle.
Conlinoa a segunda diaeosaSo do ornamento na
parte relativa ao mmiMerio da marinh".
Oraram os Sis. Obvira l'.tllo e I' e r r e i i. i de
Aguiar.
O Sr. Paranagoa' prupOs o eucarramcnlu da dis-
cossle.
A cmara comente.
Proredeodo-se a' votarlo, lie o crsmenlo ap-
provado em tudas as suas ceibas, e bem assim as
seaomU emendas :
" Ao ; ."i acresceute-srFicaodo o governo au-
tonsado a conservar no coipo de saoda o cirurgiao
da enfarmaiia da Parnambueo Joaquim Jos Alces
de Alboqeerqoe.u
Ao 16Picando o governo dssde ja aulori-
aado a mandar collocar uro pbarol na pona de
(Huida e nutro un cabo de Santo Agostioho, lia pro-
vincia de 1'eiiMrpbuco.
i Ao i |i>. I.uioin.io-se a qoanlia h 30:0IX)5
para a cunlruecao de um pbarol na barra do Ca-
bedellos, uu no cabo Bratco, da pruviucia da Para-
biba iie Norte, daada ja.a
Au artigo pliarss.Ficatido o governo aolo-
riaaiopara mandar c. linear desde ja um pbarol
na entrada da barra de Paranagua', provincia do
Paran'.
O govarno (ca aotoiisadn a mandar proceder
ao estados protinionats qoa forem precitos para se
ciiubecer quaes os msllioraimutos de que seja sus-
eeptieas a berra da capital da provincia de Sergipe
e oulras que esUvvrein no na*smo caso, deveurio pa-
ra cese serctee eunlraiar dentro oo [uta do paiz os
eogeiilteiroa neeesaarioa.
c Ac J 22 accresctile stO:0(KIO, destinado a's
deepeza* de novo exame e esluiiu que o uoverno
maneara' fazer sobre o rrelhoramenio material da
barra da provincia do Rio Grande do Snl, podendo
cenlralar dentro ou fra do imperio um engenhtiro
habilitado para asea ccreico. j
Com o qoebramenlo de urna pedra que existe
a barra do rio Caiihau', na provincia do Rio-
Grande do Nuria, afirn de permttlir a entrada de
vapores no referido riu, a quantia de :10.0005.
Ao 22. Com a cuiisIrucrAo da obra do ciie da
Sagracu, na provincia do Marauhao, em cez da
10:00119 disa-se 20:0005.,,
a Ao lj 22 aereien:e-eCom a desobstruidlo
de porlu de llapemiriin, na provincia do Espinto-
Ssnio. onda eiiile um penedo de fcil remocao,
30:0009.
Sub-rmuda a' do Sr. Tobas.l-aca-te e-
leosiva a satorita^ao da emenda aos rios Areguaya
Tocanlios.o
Sub emenda a* do Sr. Tobas.Faca-te etlan-
iva a aotonsaciio da amen a aos rios Maraoguape
e Prahlba do .Norte.,,
Aehando-se etgnlada a sgonda parle da ordem
do dia, patea-se a' primeira.
Conlinoa a disemino do projecto que cotcele
om anno d lieeuga eom todos os seu veneimeutos
ao conselheiro Aolonio de Cerqueira Lima.
Le-se, apoia-se e entra em ditcu>s3o a segniote
emenda :
Km lagar de eoro lodos os seos cencimen-
tos, diga-sa com seu drdeuado. Barros Pimen-
tal.
a Oraram os senhores Paes Brrelo e Sergio de
Macedo.
A discos-ao fice encerrada, nio ae podendo volar
por nlo hacer casa.
O Sr Presidente da' para ordem du dia :
Primeira parte. Oscutsilo de requrrlmentot,
prectdeudo vol.ico do projeclo, cuja di*cusiao ficou
encerrada.
Seauuda parle.(Meia hora depoisdo meio dia)
segunda diseustao do ornamento, na parte relativa
ao ministerio da guerra.
I.evaula-ie a aes-iio as 3 horas.
Descance, pois, itaiii|uiilo em su^ coas-
ar
ex-
pressOeSO merino bom- empregaJu para
u sua arle ao menina lempo inspida o envenenada
sera ('untar rom os jin/os que Icrein tal composico
era particular a transGguracio por ex. : onde acata
iiionsiruosidaJe infinita, esta alma loda de.bypo-
e J.>ao d Silva Smlut, Jos Clandiuo l.eil-, Bn-_ r
deiru d Fr-nc.-r,. g ,.,.;ai.s Rodrigoes, ScbaMlio c""> "'" homem.qoo o lia impamente alea crisiaa que representa Jesut-Chrisiodando 'cha-
Jo-e da Sdca Braca. Si-bnsuao Lopes Gomaraea, Minado, e a nao ser er'o de imprensa, dr
Franeiieo Rtbsiru Pires, Frclerico Aagoalo de Le- cer.o eu me a Imiraria niuito J idj-s .levo
m.,sOtreriose. crer uo o foi, mis que alom ue ouiros, vi
au tiilr.r.'n* .' ."i"."" ?u" *"b, P"8a" ,u Msu' "ssiunaiura substituido pur Litio o
au tielicia li-aneui assi^ua, os o i i, da el aos her- .>. i i <, ,,
deirosdo padre l.omiop.s AB.n.0 Ri,u.ira M na "" "" '-Ul' >V'" l,"Mm-|,|? al!' "U,' e : >
Jos, Jos Paulino da A'm.ida, lienioiros de Ja-1 .rl1J<'- Purtailto, cert O Sr. Ar.i-rel, n3o
noario Al'sandrinn da Silva Caneca, Autiuiiu t'.ar- su nun, relo, mas Cuma lli-, que o SBU
doso de Qoeirnt Femee, Vietorioo Franenea dos ll,""e absolutamente rovella um homem hu-
intul- I Santos, Lorza M
e insul-! Santo', Loiza Mari- da Concen-ao, Joaiioini Jos' de i Ueslo
n terreno Siqiicira. Manoel Uonccleea, viuva le Marcelino I
lunacio Ferara da O Ha, Franciseu de Pai la Cor-
ifs de Araujo, Dernrlno de Azevedo Lisboa, her- I
di'in s de Kran .i quim Lenca
alheiu, contra a vontada de sau dono, dispretandn
as juslas reclamaroe.i e prole-Ios do prupnelario, a
qum gnrtinla a con-liluicAo do i npetio a plenilude
do seo direilo, deiuaiieira que Hie (letliaeraram a
frente do lerreno completamenle por rrieiu de eca-
vacao acallada, que ah foi abe la despticamente
para ama bomba, que para tud servir', menus po-
rem para o fin a-tiuiiado a' a conslrucr;ao ?
XomtarSo poli'inl.Foi nomeado obdelgado
da [raueiia do Allmha, por parlada de 17 do eor-
rnita, o ciunman laala do respeclivo deslacameulo,
leneute Francisco 'e Assis GoiuurAes.
FMiHdad dm Dora em Oiinda. No da
ID leve lunar, como liavtamos ai uiinciado, a festivi-
dad" e a Inau^nr 'i;ao do aliar ,1 Virgen! das Dores
no Seminario da Ulinda. Foi urna ceremonia verda-
deramente tompoia que bem.iranifesloo a davorilo,
de que se acham posutdo os lentes a directores oa-
quelie ettabelrcimeiilo. As 10 horas da mandila S.
Ele. Rvm. prinripiou a bencao solemne da i'aceiu
da NasM S- ubora e do Senlior .Mario, depoi du que
vieram I. dos os seminaristas ajoi-lliar de uous a doos
aos pe ilo altar, ou le o Rvm. Sr. Or. parias e eo-
uego reilor Ibes lan^avam a Dsisiiiia da irmandade,
qoe be una lila azul emu a magea das Dores pen-
dente
Foi virdadeiramente tocante este aclo onde se
viam os jovens br.:sileiro de infiranle provincias
do un,, .i,, aeodirem prestaros aos pea da Virgam
par s alislarem as lileiras di sua noca confian.
Na ncca tampas da Virgem des Dsra, as msis perfeilas que
lalca leaiham.viudo de Franco. Eslas estampa n-
tibam sido benlas diaule do' iov pelu unco cele-
brante, e S. Ele Rvm. concedeu VI das de iudul-
aencias todas as vezs que ae rszar una salve rainha
(liante de qonlquer daquella e lampas. O senn.lo da
fet'Vid ide, pregado pelo Rvin. Sr. conego provisor
fot muilo anlogo ao aclo. D>| ola de Hallar na Do-
na de Mara, u orador hbilmente se apraveiloo do
entejo para persu dir eos noCua filios de Maria qoe
no sacerdote principalmente deve a devoran andar
sempre unid ao estado, e ambas (eunrorrer mulua-
mente para o enaraudarimeiito da relegila uo ira-
prio da Sania Cruz. O Rvm. Sr padre matlre Fr.
Maura 'senvolveu na fil vi iade do seminario o
lelo e dedicacao qoe transr.d,) na festividades qoe
no sao convenio Ibc sao ene irrigadas.
Saudainos os eossos aatnl lelas de Oiinda, e fa-
cemos votos para que elles. guiados palos seus dig-
nos lales o reiiore se pon lam i frente do progreiso
raligioso que par do proiirnuo malarial pareee par-
tir de-la provincia para lodos os angulot do imperio.
Cumarra du reja. Altu da* milicias que
respelto dessa comarca Co mseri t em oolro lu-
gar, ionio, mais alientas que huuvemoa de fonlt
pora, e qua oruain por publiesrac. O- habitanlta da
Jlosol qoe nai eapo>am a vnlencia, achamte
ii'uma situaba, meliculisa pelo receto, que incule
naquellat parsgeut um 1.1 Joan Vellin, murador em
Sacro-brande, onde coai uin sequilo d< faccinaras,
inclusive aquelles dsorJeirus qoe em Flor mala-
ram um sargento de guard nacioiul. val eiereeudo
d| rd..ce. em quem Irn.Ha por all, como aluda
ha pouco qnii fazer em um portador do juiz de di-
railo da G ranbuus. Bsae dvseola lie o mesmo que
perpetrara ^illnrenles murts. iim da realisar om
roubu em Crrenles, e cujo cu-reo chamado Cvrino
da )alI ja fui sentencalo portal crirae. As aotonda-
das nao devem ser indillereniat a ee>e aslado de fal-
I de seguranza da v da e de propriedade, d
ora retante aquella Incal :ade ; si Ib fallecem
os msios malenaes para a eiluu cao de Jsrmelban-
I foco de faccinoras, leqneirainii'os de quem Ih'ot
deve prestar. que por cer.lo se nao negar a i-lo.
As chuvas conliiiuain com e>ce>to.
A necea porloguea Santa Cruzo, entrada do
Piulo, trouje o patsageirns Jo-e Rodrigues, JoSo
Seu .-sgnenle.
X.
lo tllivora, Ulrimariea, h-rlen, da
Joan de Manos, herdeiros ds Manuel Tbomil da
Silva. Sameao Coria Cavaleanle Macanibir, I s
Goucalves Silsitiu, herdearos de Manoel Gonraive>
Silvino. viuva de Thome' Pereira Lagea, Misuel
Gonealve Sllvino, herdeiroa d Jos-' Bibciro da
Col.,, Iterdeirea ne J"A Muniz de Soaaa, Pedro
Dia de Assis, herdeiroa de Manoel Pereira de fclo-
raes, Joao rtiu de Mallo, Manool Francisca da
Silva Carneo, herdeiroa de Clan lino Pereira de
CarcaUo, yioca da Lola Jos'Nunas, herdelros d
Joaqun; Caelano da l.oz, berderm de Mariano dos
Pacaos, Manoel Ji.st' Ferraira d Gasmlo, herdeiros
de A"'.....0 Cbavirr da Silva, vina de Joaquim Leo-
cadio de Olivaira Gunnar.iei, Mara Tbeednra d'A-
sumpca, berdeirot de Manoel Mendos da Cuaba
Aievle, vioca de Joa Antonio de Lima, Joaquuu
Silveriude Soiiza, Ag stnibn da S'lca Nve, viuva
de Jotquliu de oiivcita Souza, para virem pawai
em julado a tenanos centra lljs proferidas.
Deferiu-ac,
O solicilador Magallnles, por Jos Joaqottn de
Lima Balrlo, arensou a cuacan ftila au Or. pro-
curador li-cal. ata de se loovar e ver Inuvar-sa pin
penlns que preeedam au exame da fabrica do seu
eouallluinle.Deferio-e, louvando-se solicitador
da fazenda em Claudio Dobeiit, e i) tolieilador Ma-
galhies em Joio Piulo Reglo de Souza, iiraiidu
marcado p.ra dito eiaine odia'LSdu Crrenle a's 3
huras di tarda.
Nada iiijis se reiiii-reu.
NO MESMO JI'I/.O.
Audiencia do uia 22 de ii'lcur ro da 1S.",S.
Solicitadores prsenle Alves, Correa, l'eruainbu-
co. Oa e Costa.
;Escrivilo Miranda.)
I"-iiii publicados.
Nao liouveram julgamcnlos.
R'quenmentot.
O solicitador Correa, p.ir parle da fapeuria, assig-
noo 2l horas a Joaquim Pereira n> Mendoura, o
pe par pagar importancia da eiecuc^lo que lite nioce
a me-iiM fizando.Dafarlo-se.
O mesilla solicitador arcu.soo as penlioras cuntra
Ignacio Joaquim RibeirA e loaqaioi Pinhriro Ja-
come, e aniyuou-llies os dez das. Oeferio-se.
COMARCA DO BREJO.-2I da selembro de \K
Ha mullo que nada llie digo desla comarca por de
Raieneia d)maleria, nao qurantn imitar a oulros,
queeiirhem a suas mitsivas de tudn, suppondo qua
com Isa* se loruarii aabichas, licando atsim nisipiaa
ai correpuiidncias.
h-t.i lre-ue/i., gou de sania paz rlepoi do ultimo
aeonlecimenlo do assassinalo du infeliz capilao ller-
luiuo de tan los memoria, n.i i t.n lo felizmenls
apparecido fado alaom contra a sgnCanei indivi-
dual e de propriaiaje. As auloridades do termo
rumprsm a seu decer, e lodos em om t corpo se es-
forcam em ni-mlcr a ordem e reprim, o crime.
No din 20 du correnta o Or. juiz da direilo fez a
audiencia de anear/amanl i da cormifo e deu lu-
minosos provimintos: desla ve?, osescuvaes Mblrafll-
sc bm, tonda aproveilado as gima que liveram lias
anteriores coireiees. O Dr juiz d direilo be um
magistrado eomplelo, e sabe barmnnitar a iridulgen-
il.11f;r'il c""'" "ZT da lei. e n.lo fa/ garbo, como inui
los, de suspender e respuusabilisar aos sus eomller-
not ; porque lie humano e bem abe pesr a fraque
za humana : bniuu -um liumani ni a me alisuom
palo.
Estamos, ha mere, na interinida le de proml r,
0 que be um m.il para a comarca, pol mo he poafi-
vel que o orgilo da jostija eja confiado a om homem
No dia 30 nao funeciunou o senado.
nuel Gomes a Mlva, e J se Pereira.
A barca potluguaza aGrabdaoo, enlrsda de
Lisboa, Ircaze os pastageiros Antonio Joo de Al-
mei-, Joaquim F. da Sonto, Benlo Joaquim de Oli-
veira, l'arquiuso i. Abreo, Carlus Goucalves da
Silva.
Ilotpital (le earidade. (23 da telembro.)
Eiislem 39 hoceens e iS molbcre, narinnaes ; 1
bomem, atlrangei o ; e I homem escravo ; lol-l 8!) :
sendo visitad* ai enfermarlas, pelu cirorglao Piulo,
es 7 horas e .'i m-lutos do da, pelo Dr Doruella as
8 3|t, pel> Dr. irino as 6 lloras menos ,"> minuto-
e o cirargiao do rurpo de polica as 5 l|2 da tarde
de honlem.
Fallerer.,m dous; um de anlia enrracada o oulro
de l,n nrlule rlllonicr.
Mortalidade dn dia 23 :
Miquilina. pitia escrava, 1 anoo ; esembuto.
PorCris. pavee, oaerava, G meze; beiigac.
Adao, prelo, ascravn, 3 m-zes ; bengas.
Miguel, prelo, errrvo, 18 meze- ; convabnes.
Senhores redactores.Nao devendo o publico es-
eieira, vniv de Joa- i lar salisfailo com a lacnica respo-U dada, e a-si,;iia-
I, no Diario de 21 do cerrante pelo aobdelegade
des Alsalos e Sr. Jos G. e com a qua u Bramo se-
nlior sobre u aiionvino V. V. fez publicar no Dia-
rio! da b.ije, as qo.ie- mal -e detobrio em injurur-
nie peasoalmeula d > que se oecapoa un eooleelar
cerdada do lacios d^ au.e Ihe rgai em am eam-
municclo publicado no lltlariOl da val,hado IS do
euneale, cabo me o dizet que ignoro qoae mo-
llees da despello q ,e lenlio para c un o Sr. Jos G >r-
2 uno, visto qoe desle -enlior nuura -ollrl nem too
lesceplicel de soOrcr efTenia alguna pts-oal, phtsica
ou ni' ramenle, a pelo centrar u lete elle sempre
l,id., iiisiniriivani'iila comer-te uot limitas de sua
sobenissa c. n lii;ao p ra comjgo.
Nunca espirea eotrer com elle parelba de douto
ou nie-nio de sizudu ou honesto porque para uto
talvez me lo-se praciao prcslar a miaba prole
rav II, s d libe as Jolinas, ou pelu iiuii s a peleti-
queiroa que o fozein detapparecec de um para oulro
moni ulo.
Sob'eiuaueira indignado pelos desmandos de urna
aaloridade desmoralitada fu qua ma abaleneeta
cb uia-ln ,i ordem e liel cumi rmenlo de seus devaras
parante o publico : este publico a qoem o Sr sub-
delegado davia man resuello e roni eracao, inrum-
bindo-llic o defender-: das argei{0>s quo Ihe liz com
mais vi ii inda, a ni i aHribuiodo mo factu inve-
rosimci Como a prrceguiCjiede um papagaio e lau-
cando sol,re inim epteto luggendoa por sua re-
voliada s-ibinissao pan Oamiga, u para meior
dizer manhosa tagaeidude para com o mismo publi-
co que o lein de julijar.
Sun, senhor subdelega lo Jn- G., vamos para o
a impo da m r-lnlade, unde o senhor nao tabe com-
baler defeuda-se ah coroo e defeudeiia urna aa-
loridade h' nela e qoe pretasie a sua digm.lade e
repelaeiol E e acha dilliruldade na defcia dos fac-
faetos, ja i,r mini argidos, e Ojarar para ella maior
iiI.h-.io, \a-e Oiepondo a coute-lar a cerdada de
mais algn que Irte anuido a publico em forma de
reqniito. relativamente a sua aulorulade :
Primeira, a qum perteuriaui e em qua deposito
seaehavam os IrM cafallul lunados pelo lal Xieo
Bereniala, ne temtm em qoe os ir* Bihoa de >. s.,
Sr. subdrleuado i.un nellet inoni.nl..* para u Recle,
como b peblira e notorio uel freguezi', ?
Segundo, quefirligo coiiililacioiisl, le ou resul-
menlo confer,, so subdelegado o direilo de inter-
ceptar a abrir cartas particulares, r villar os respec-
livo teiredo, cuja inviolabiliilade lano a nossa
conitilun .i,,, como u nnssu cmlidu penal bao l.iu ei-
pressanienta tl-ranli Jo'.'....
Respunda salisfacloriaineul este duus quitilos Sr.
J. (i e dafeuda-se maio da iinpul.u'So crimino-,
qua uelles se canteen cunlra S. S. Como prova da
primeiro, ollereco a nutnriedada publica desla fre-
uu-zia como ja' Dea Jilo. E coinii docoiuenlo do
Mundo exhibe a apreciacao de S S. e do publico o
se.ii'.iie ragitlro :
Foi e-la ubeila pelo subdelegado ahaiio issiona lo.
Subdelegada ele 12 de malo de 188.JasGor-
lionni Paat liando.
.Vi,, ,e etqusca tambein o Sr. sublcltgado ^t dar
as raadei qu- a bAo delcrminado a conservar u u-
peelnria la Imli-ribeira o inspector Baiideira; ce-
ir o qu ,1 tiue S. S. que pesaui notorias emputa-
(6aa le riinnialidada, qute a de -pancar pestoai
hves (cod. crim. art. 201 a le de 211 de oulubro de
1811 arl. 5) e da tirar para si contra a vomade de
en dono- coasas allmas, (Co1. crini, arl. 2J7), sen
dn conveniente qu- pan iaso ufo cunlino a descon-
siderar a queias qoe Iba fizeram as pardas Micae-
la e sua fillia Tbeudura espsucada uo dta 18 do cr-
ranle uiez pelo dila inspector ; e ju,,lamen! peca
iiiforinai.oes ao dignissimu lenteeeronel V.....ua
sobre o furlo ua mandioca ua pruprie iade de Leo-
nor o d lal, pelo quat teve u mesmo inspictor de
ser preso por ordem do mesmo Sr. Vianna quando
diL'ii subdelegado desla fregue/ia. Couiiuuaiei.
Afogado 2.3 de -i tomn o lie ls',s.
i'rancitco Carueiro M. II. Jnior.
ves do paraso a S. Pedro. Apressanio-nos em di-
zer, o ultraje nao parti do nosso paiz. fjnaes-
ijuer que lanbara podido s*t em materia de arle os
arros da critiea franeeza, nunca Be lem lido occa-
siiio de cansurar-llw semelhanles temeridades Se
mesmo Se livesse encontrado enlra ns um liomein,
que pela novidade do facto livesse tentado censurar
o genio de llapdael, sua phaotasia, ceriaroeoie au
encontrara cmplices. >a Inglaterra as eousas
passavam-se de oulro modo O Pre-RaphaeJi-
li;m J ou o Pre-lxaffaellil-in segundo a orlo-
grapbia adoptada primeira por M. Ruskio e revista
depois pur \l. loung, nm de seus adversarios, he
lioje una doalrina publieamente professada por mis,
piedosamenie aceita por oulros, olhada com serie-
dada |ior quasi ludo mundo, salvo a prodozir al
aqu mais escriplos manfestosdo quequadros. e a
formular-so valorosamenle as especulares da llieo-
ii i esperando as demonslracoes da pralica.
O prerapnaelitismo palacra pedantesca por
qualquer raaneira que se n escreva, a teja dito de
passagem, quasi laa dasenxabida eomo a idea que
exprime,o prerapliaeluismo lie urna negaeio pu-
ra da arle ul romo a lem praticado m successores
de Perugino, e cm particular seu illusire discpulo,
tira em noine de que principio peOM-se supprmir
assitn tudos us progressos ollecluados desde o scu-
lo 15 i
o o o un de percebelaa e denuu-
cia-lo. I-so evphca ; ha mulle dil'.iiil, por ei-
emplo, qu,,ndo le Visita a Cui.im ,|, .\--itnalurii
00 I lie,no, reevnheeer lieaaa C mar v niro me-
iiio d'oiida s.lnr.uu os Itagellos que lorluram a ai le
lia Ires-aenlos. Faltos da adverleucia cunlra ia, arre-
dita-e ntramenle em face le bnlhanles rhcfea o'o-
bra dignos de sua fama uinve-s-l, e dispe-s lao
pouco a resistir a idrairacAe qoa se esperimenla,
|iie u cun-onluneuto de lodos auiarisa esla impre-.i,
I. M. Ru-lviu nao suppc que o erro sa pro-
longu.
cauladoras que sejain
le ? I'om'iii por mais eu-
i.-Bii,auoras que s,- am i, ... ,
A, ^ ultras deviias ao ncii',os
de.i,* disr.ip'i os da n.,v .,___ n ?"*"'
,-_.__. arle graen-n irenlmo, ei-
i- a-uiiaoin qu o sei^.,,7.................. '... ..
qu- u ',,,, t BaJBreaa Viva se
,!"!., ,""7 Cn" "' A nleJIlgenei. da
-a"l' c, fu 1""na ':'""lar ,lu "'"'a dann-ida
e-a iliibni i le e u ne., Mie,n:,,
o, ra lie, es Wm p,r.llSlm dUer Se
um i aura alias |l iretitm, a
mii- e-l-reis. C>ra eTeito em,
squizas -n.io aluda
ue meslre pruva '.
Trata-se tle uss rcforuii da pintura no
ponto Vista my.-tico, ilo urna reaccab do pa-
ganismo da "rt'ii'issanre no
para a Italia. Tf nliamo-lo por dio, anida que lo lo
o ni i n.io teolu lalvoz partido d'ah, e que se poisa Kra J'1 ma'10 Ia" '< pintor bolonez^,, rflicaz-
enconlrai nos monomeuloa anteriores, no poema de "eule declarado autor do ademiravel re,i oe ho-
OhiiI entra oulros, aluuns syinplomas de uina de- : m,m 1ue Mari no grande calilo do Lo.rfl que
eadaueaa .naloga. al agor se lenba albiboido a Rapbael. DalaLla
Poder-se lua anda objelar que ISo vizinhas que i "n,,' e('m Apollo parece-nos grande impuenca
esMa uin ,1o oulra, ess-s Jos frescos a lli-pui, du C"ID diflicullada cemprehandemot que a inaira
Santo Sa raimriilo a O Parnaso rcoiiimendam-se !''."''''" esquiva, o seillimeiilo um lano esla, do
alinal pela appropnacAu de esl) I', pela elevarlo del ''aaeia, salenll, podido confundir cora este ,t\lo
sentiiiietiio e pela pee cao da forme, em uma'pala- lao clar'' aatH me icf,.,. tiu fina, Ficaria, 4a
vra, por urna incomparavel raanllo de lodas as qua-
bdades qoe eenslituem o pintar ; puriu uardare-
ino-uos le insistir.
yoal o bem qu. resulta da diieaaso das senlin^as
do p. ua; haelisia Ota les, be fier Ihca |uslica,
porein o i..is acertado a atle respeilu lia de-conlr
do bom sent 'o lulos ; demai he cbegldo o mo-
mento de lemb-ar ao pioprio Itapbael parados, qua
-ua. obras suscitan! e da oppdr um le-leinuiiho iio-
l lecialo '.' icu i: iuo aos attaqu.s da urna critica sein
termos e de om dogmaliesM em razan.
C nlr.^le ungalar, ful nieiiuu em Londres, quasi
no mom-iiioom que a escola preraptiaatiafa fot oa-
lava iii.il pal. iiiemeiit teas preHaiiOies, .M. Rus-
kim suas mais violentas requi-.i ,na-, que um novo
quadro de Kaphael ful p -i em eipusieaii. K para
que a iu\lo fon .,^ st%,,ri, linda, o desment lo pe-
cc'o do :a- ""'l'-ono em todut os pout.,, jolaou se que sla o-
setlllJo dos Prlencia a primeira inaueira do meslre, e por
IIm.8. c,""e:uinle a poca em que elle deca ingeiaamen-
les, eao mesmo lempo lem deitado de promover c-
cu-a,.s bem merecJdee.E se lem de aceaaar uo jur)
islo be galana : leva lecrpto o sen aruBul, e diga
depara a defeza o que qnizer, Domine.'
Ja h de saber qua raamos ero preparo de elei-
rts mnnicipaes por lerem sido uulla palo governo
imperial as que ae havlain feilo no priuripiu d le-
gitlalur. Reipeilando u aclo dn governo, diu'o-lbe
que fui eilemp, r.uira ota uullidale, pruiripalmeni
ja se estando Bo maildo da legislatura. Nenliiim dos
lados polilleot ganbou Com isso ; porque na elei^ao
paaaarli bouve relmenie urna eenertli{ie ao parti-
dos, a' modo qu na cmara e nos |uizns de paz.er-
viam bornea, quasi am un ,i numero, das dan api-
uies ; e a' visia disso he I. eprrr que nao liajam
tantos esforco. de qualjuer dos lado p ra extermi-
nar om ao oulro. Mesmo, que importancia lem hoja
pela, centro aa municipalidades 1 A avaliar-se pela
desla, lem eludo em ditcrediio ponto das peaaois
mal consideradas nanqoererem servir, diadl moli-
vo a que se compnulia ella de snpplenies, que obti-
FAGINA AVULS.
1230KXC iBUaW
A bem da terdade.Un cuimuunirante f-lso
e cheio de odiosidad, desnalurou a virdade do fac-
i qua honlem foi aqui referido, sobre o amo de um
nado porlugoez, de cuja casa se dase al com m-
nlfesla injuilira que era om rasa de lablagem.>
A inilao-c.io melindrosa do faci o a nrcum-laucia
notavel da ser o criado devolvido pelu Sr. consol ao
aopradilo amo nos arrancara eile voto a' venia 'e.
Ua aim qoe n rspndemo a otra eommuniea-
r;io qua hoja se nos remelle, e qua Irampira o odio
oais encarnirado. Salvar a reputarlo iiijusl-manle
ulTandida be am ,,dn-fmp,e dtgfio.
Defeza de hese*. lem hoja logar a defeza
das Iheset spreseuUdas pilo Sr. baeharel Fiancisco
Pialo Pessoa.
yfnn'cenario.lioje h o innivarsario do bi-
to de S. M o Sr. D. Pedro I.
Instituto Pi e fJIteraro.H obra de um
mez inslallaram allana etladanle do Collegio das
Arlet orna tociadade puramente philosophisa, a qoe
ilannminaramIiittiloto Philosophiao;mas cairo
d'ei.lre aqoelles mssmos inlalladoras, cidos d di-
poram d um campu mais vasto, por ouie o espirito
podaase espraisr se sam limite-, emprehenderm e
reformaram affectivmenle os tallo, modificaran)
a denominaran da primitiva oeiedade, a ampliaran)
mu- o fien qoa ella linhapor hnritontenoseo dasen
volvimeolo. Deesa rciirgaiilsarjjn socisl pon naaceu o
Instillo Po e I.Mlerario,cujo fin roamam-s
na cuitara do espirito doi respecticos aiocido, e
na prestc3o de moluis sorcorros aqoelles a quem
fallcrerem meios para a cnnoeofllo de aua edura-
cSo Iliteraria. Para desenvmvimeiito d'essea flni lil-
terarle-phrlaniropicos emprega o inatiluio eomo ins-
trumento a discmsSo de materia comprehendlda
no airalo das bellas lallris, ja' pela tribuna, j
pela iuipren-a ; asma romo a coneeisao de om sub-
sidio aa "i000ll para adjulorloda matricula do pn-
meiro auno, logo que e matricula em algoraa das
nonas academ' o subsidiado, nlm de parle da-
qoelle que antes p-rcebia. (Jma sociedad oo as riaj.lo litltraria qua leu- por divisa a consoladora
masima do EvangelhoNon polest arbor bona malos
fractui facer,e que alem ilis-u propOa-se a lim
Igo nobrea e de verdadaira earidade social, daca me-
recer aana ailencao a ser sicondadl pelos doman
ccledanles. para ^ju prosiga e lenln elTaclvidade o
eicopo primordial de sua iiul,iuic;lo.
Infeliz anda depoii de morto. No dia 20
fallecen am Fra de Portas om individuo, cojo aorpo
pelas 7 horas da aila iodo sar depoailado na igrej i
do Pilar, dizem qua a principio o saehrittao no
qoi/era consentir neis praiiea de piedad, ma que
ao depois sempre reolveu-se pelas ostanala* feilas
a' daita-lo all, onde permaneceu desde qoella ho-
ras do dia 20 li a's dez do de ant-hontm 22 do
eorrente, am que foi eonduzldo para o cennieno I
Esse individuo era pobre, nao (nina familia ; e te
mo Qzessem sentir ao inspector daqaella localidade
qoa cump la-lbe providenciar para a sua eundoec,an,
reqoareodo ao raspertitn subdelegado' a viuda do
carro da candada, anda hoja talvez all eiislisse o
cadver em plena putrefacto, ssra que algoem se
lembrasse de que era homam, e qu Ihe alo devera
ar atlraiiho o que se refere i' hamaoidad, qoe na-
quella conjunciare apresaalaca-te e-n lio degradsnle
ejpoticSo. Foi infeliz por earlo anda depon .de
mor,, e xo anda quanlo ja' ara o puto dos eermes !
Homicidio.Em principios do crranle mez
fu asaaeaiuede barbaramenla o delegado do termo
de Ingaseira, em oteasis em que eeiava com era-
X B^p ..TdeMe ,o'. prZ" Vd o \\"" "P""*-'"- I. duz de voto, tomao-
Francisco Ferraira A,e!. pi.do ".o,,., 'o "^! t,,' ^ a u^illtr" ZfZZl ""' '7
nos ; unlia vrravad. "_'a una lulice brig.r para sar vareador, que be
Cessrio Joaquim Monteiro, pardo, aolleiro, 25 an-
no ; lironrliil ebronica.
Adelaide, parda, 2 mezes; besiga.
At amanhau.
i:siomi:\ .iriii:i\u\.
THIStIKAL DO uOMMESCJO.
SESSAO' CONTENCIOSA EM 23 DE SETEMIIKO
OE 1858.
Presidencia do i:.im. Sr.dcsembargador
Souza.
(Sacrelario, Dr. Apri,io Coiu-araas.)
As 10 bous a maia da mauhSa, couililuido o tri-
bunal, I .i abeila a sas Julgamentos.
Appellanles, Fortunatu Cerdosa de CoovOa e D.
Isabel llv pulila de Araujo Bastos ;
Appellado, Jis Pereira da Cues.
Fui refounada senienc .ippellada.
Appellanle, Ellas Emiliana Ramo ;
Appellado, Manoel Custodio Paixuto Sacres e
oulros.
Foram desprc.ad.is o embargos.
Passagtm.
Appellanle, Minnel Pereira de Macalhle.
Do Sr. detemb.irgadur Luana ao Sr. desi-mbarga-
dor Villares.
Nadmai hacend a Iralar aneerruu-se a sessgo.
SESSAO' AOMI.vISTRATIVA OO MESMO TRI-
BUNAL, EM 23 DE SETEMBRO OE 18u8.
Presidencia do Kxm. Sr.detembargador
Souza.
A's 10 hars da nianlni,,, achando-se prsenle
oaSr. depuia-tos Basto, Reg, I.eraos, e supplen-
te Ramos e Silva, o Sr. presdanle declaroa aberla
a lesso, elida approcada a acta da anlecadente.
DESPACHAKAH-SE
Um rrqnerimeiito de Kiben Jaqnino & Cnmpa-
nha, pedindn o regi.in, da seu contrato social.Sa-
tisianun o parecer fiscal, e elirauetn a palavn__
Ulei do arl. 2."
Oulro de Antonio Alves Barbla, pedindo rnatri-
cular-se.Como raquer.
Oolro d Joaquim Martin Moreira e Jiuquim
RouriUis Doarte, socios da firma Moreira t\ Uar-
le, pediada o regutro do seo coulratu social.__H-
gislre-ae.
Oulro da ciuca p. Tliaieza da Jsas Moreira
Candido AITnnia Mtreir a I-ranrisco Joacj Pacheco
de Oliveir. pedindo o registro ,1o diilralo d soa so-
riadide, qua iinham sob a rszao Vlova Moreira
Fillm & Cnmpaiihie.Begslre-se.
Oolro d Rostron liooker & Companhia, pedindo
cerli lao da procuracio ,1 ul i por |,uiz Antonio Si-
qocira, a Franciieo Joao de Usrros. Como re-
querem.
(futro de Uarle Birge d. Silva a Francisco Joa-
quun da Cosa Fialho, pedindo n registro do conlra-
lo de ociedade qoe tjonlam.Ilaja vista o Sr. de-
sembargadnr li-cal.
E nSo havando msis nada a tratar, foi encerrada
a sesso.
JLI7.0 PRIVATIVO DOS FEITOS DA F A/EN DA
PROVINCIAL.
Au lienria em 25 de selerabro da 188.
Ksrrnva Mir-inl -.
le os publicados.
Ac^So execeliva, nulor. a fazenda provincial, reo,
Bsirao & MaredoFcrara despretadus os embargos
e roiirmada a -menea embargada.
NolficacSo coiDinaloria, autor a fazenda prnvin-
pr.n'a mora.
Mnilo me admirei cora a leitur.i de doos nmeros
do iibibaral Pernambuaan, a respailo dista eleijao,
em que insuda o puvo, e ao ...Us amigos para o
venrimenlo, e Iraz por cavilo de batalba ou pedra
de loquea moMe do Infeliz leniiilH-corouel Cordel-
re Ora, a que vem no Kl' boa eiicon.ni.-n la.
e boa concilla can .' Oeclirn-lhe que goslo de ler lal
ftiibkacao apebibo.
lllin- Sr.O bacliare Joao Francisco Duar-
10 Jnior, juiz municipal e de orpbos des te ler-
mo, vem requerer a V. S. que, nao havendo in-
coiivenienle, ?o digoedo dar o seu valioso leste-
munlio ora um atteslado- sobre o coioponainenlo
do inpplieanla nesia comarca, quer romo particu-
lar quer como amigo funecionario publico ; seus
servie-os ou nao na administraBio da justic,, e em
des, ni|ieiilio do encargos de cunfiauca, do que a
bem da causa publica lia sido o supplicanto In-
cumbido porV. S. o pelo Eud. governo da pro-
vincia .
Pede a V.S., Illm. Sr. I)r. juiz de direilo da
comarca, se digno deforir-lho com a verdade e jus-
tii;a que costima.
Villa do Garanhims 9 do sel-mbru de 1S58.
Joo Francisco Ditario Jnior.
Atiesto que o sopplicanie, eomo particular, ba
ura encllenle pai de familia, c um cidadao de con-
diii'la exbmplar ; cromo funecionario publico tem
sabido ruraprir os seus deveres, sondo minios os
servims que lera prestado com toda a dedicacio
e conimuooo em parte a ua poltica ; ma, 7.elo e honra lamo polica, como adminisiracao
destavaiarheieiiemporinaa e ,......mt,.....aH ., -,; .,.,____*" uunui-iraiao
doalrina. Diz o Liberal que a murle do Cordeiro
foi premeditad.,, porque elle era ura obstculo ui-
.iicivel ra eleirfips. Sa quero juslifirar a moile
esse preslanli.sinio homaro, porqua esla' mais que
preced qoe foi Riba souienleda soa proeipilaela uu
iuforlonio, a da malvadeu requisitada do iolddo ;
o que ua comarca ,i Ignara quem de propotilo oc-
fulla a carda le, oo a nao quer saber para seut lins:
bem dizia o Prophela Kei, que lia bomens qua nao
qoerem saber avenala, para poderem praticar o
mal : o Niiloil iulalligere ul ben agerel.
i.i.iam,, a'causa qie deu u-otivo a morle na
dajusiiea desla comarca.
Garanhuns 0 de selembro de 1858.
0 juiz de direiloJos liamleira de Mello.
SctenciftS e atte&
Os I
reraphaelistas i proposito de um
quadro de Rapbael.
Se coubo a alguein o privilegio de prender Bem
opimao do o Libralo, he li-m fuld, ou asta' elle \ iniorruprjo a allencao da posleridade, so albura
moilo mal Informada. Pode ignorar que nao he nes-' mcstre lioova de quem obras parecetn a muilo lem-
sena, anda menos ,,0 classilicadas, o os progressos suecc-ssivos denii-
e inundo pessoa alguma roai
em Orna comarca ou fiaguezia'.' Cerlamenl que nao.
Se o Liberal,, toajisses a ebronica do Bnju, nao a-
Vaneara lal proposi^io.
Saiba pois que, quando o Cordeiro vico e bem vi-
vo, por ser prefeilo da comarca, lm de urder elei-
efia, a ponto de eus candidato, a que Ib aran ib-
commendadns pelo gnverno. ficarim era minora, e
varaenle trovados, foi sera duviila o pintor, illusire
ntreos illustres, do Sposalitio o dos aStanze,
das avirgens e da traosSguraeio.
A extraordin.il ia eclebridade que oblevo durante
a vida, a symp.uhia que inspiram, mesmo as gera-
o da oppisr;5o de enijo, eiilr'oalros o reverendo 'fOos que sobrevem, as bellezas da alma e do corpo,
Ur Joaquim Francisco de Farlai, obleram a oiiaui- 3S gloriosas o eucanladoras lembrancas de urna vida
roidade do collegio, e d.hi pan rao o seu deso,,- ... .,-,
luscora o II. da Boa-Visl. guando na ffi Lf* 'nu"1 f"''o.-l"do dovia concorrer para
du lerir.n o lenle-coronel l'homar. Alces, e juiz 'lvrar a Kaphael da inilillrenfa 00 dos despresos da
municipal o llr. Cilantin, leva o Cordeiro de per- historia ; ludo asSQgUrava memoria, do u divino
n!rV'i,,,,i' "n7 "'*"' P/" qq9 em" arlisla' -^'i"- 'o aos mais iMSniiicaniesi,,,L,-
pr.o.'u lodas as suts forcas, que foram mal: i- u ? ,
sadas. H Hios que ,|et\ A' visla do eipnilu fiqoe crrlo o nl.iberal que o
puvo do Brejo nito se esrravisa a um aoraeiu, e m-
mu a urna familia, para que peas .rnenle aoro elle aloum i,..|,
a' frente veneer etaicSe.
Teroni lido muim iuverao, e os vi-eres lera le- ""ravcl seapada ate enlao as Iradtcoes, e aos cata-
cresr.ido, os agrledtorea se i-rham animados com lW.s. Tal lio, por oulro lado, a eterna novidade
eiperancade b,-a sorra d'aluodao. das obras do meslre as mais universal menta conbe-
J^*12Sff2&^XZ2Z *t- '",0 *"vre al:"""'.....>a a dK"""rir e
lo. falla a ccele. Acha'-Se preso nm prelo escravo 3 louvar nas mesmas e"< <|uo us iunnncniarios |>a-
da om linio do coronel I', nnle.lo. a a aaloridade 'ecein por daraais superfinos, o esgutadu lo la- as
la' na pasquiza para descubrir a fonle, donda parliu formulas de elogios.
lao nefando alleulado. Auecs.
Porein lal foi a ininvel fi-cnudidadu desse pin-
i "I, qua anda em nossos dios, manifesia-se. por
iinlin imprevisto, pur alguma peca ad-
O Cnnrilidor.
[Carta particular.)
< pectiva familia, e na propria cilla: Iteferem nosquel cial, reo, Manoel de Barros Acciolv, como a
dera origein a eisa hasnieldlo o ler o fallec lo con- tiador de sus mulliar Auna J -aquina de Itlendonca
servado detanto um nilrviduo qae havi sido ib-
iiivido u desprononria lo d om crime porerae for
P'<"siilo, afim de f-zer oma veriflescSo, ml(ndo-o
poren. para logo. Mas ene individao que linha jura-
doi qua >||e nlo datarla maii a outram, apena foi
relatado c, pritao, camprio i oahonrada palavra
assastinanio-o por aquella modo de ora caoibalis-
rou pronunciado.
Luis.Keformoo-se a ienie.1,1;a embargada, man-
dan lo-se relacbar da reqotslro procedido, lodosos
bens obre que venaram os embargos.
Aecao ordiuaria. autor. I). Igaacia Joaquina I o-
pesda Siiva. reos, Barnarda Alva Pinbeiro Jnior
e a fazenda prnvineul, por seu proearador bseal.__
Oespiexailu os emba gos, mandou-se cumplir i iso-
ieiic,a embargada.
Srs. relactoresCora elTeito, he p ra ad-
mirar, que esse Sr. Jos Luiz Pereira livesse
o arrojo de em publico disfeitear ao Sr An-
tonio Luiz do \inaral i; Silva, Uto digno de
acatamento porsua conducta, e pelas .rocas
que te-> sempre dado Je sua aducaQo, o
prestimosida le : parec^-me que devia ver
pejado este jornal de direoces ao Sr. Ainit
ral, nSo o defenIonio porque D&O precisa ;
mas compartilhanlo o soirrimento re seu
es.iril-i pelo ullrajp e insulto porque no pu-
blico passou : criminosa convenieucia, que
ocobre justitja !
Fique o S. Amara 1 cerlo qi*e mo precisi de
defeza; cnnlinueom sua conducta exemplur,
que do da em iiia mais se recommendara,
nios a mim. mas ao publico, que t3o rio-
recidimenteo lem al hoja aporeciado;
econlii muito no Sr. Amare I, que fn por
contmnara merecer a mesmiapreciscHi).
Agora, pelo quo li ueste jornal, escripto
A poucos annos, a pintura a fresco de Sam'O-
nofrio, era Floronca, foi oxposla a admiracao pu-
Mir.i lepois de iresentos annos de esi|tiecimanto : e
agora um pequeo quadro de nm carcter inleira-
uienio dillerenie, mas nao sera duvida de menor
morociraenloApollo e Marsyasacaliava de re-
velar-nos a fecunda adolescencia d-sse nobro ge-
nio. Depois que M. Passavanlo publicou, a
respoito da vida e Irabaltios de Itapbael, nina reu-
niao do faclos o documentos, o que na apparemia
poder-se-bla ajuntar aos esclarecinienios forneci-
dos por esto livio, que resumo e completa todas as
iiifonuacoes anteriores ? K todava eis que tratan-
do do um objecto anlogo, tomando mesmo por
ubjeolo principal do seu iralialho as pinturas do
nioslre que umitas vezes letn si-lu esiudadss, o au-
tor de ura Knsaio sobre as pinturas do Vaticano,
H. (ruier, ada o sagrado de louvar a Kapliael
sum cahir no plagiarlo, de completar pur slgumas
uteis observafei as informacees e nolieias que lau-
tos ,'scriplores us tnbam dado anlos dolle.
fiuaidada a propor^ao cnlro a importancia dos 2
relos a deseobefti de um quadro do Kaphael e a
publicado da um estado iudiciosu sobro osSionzo
II). Tambein a luui-inados preraphaelistasl'e*''' '"-anuida,i
de Lililes, nsda tem-le commum com as-1"1
cetisino pilhorosco du II. Overbeck o de seus
discpulos.
NSo be para restaurar a arte religiosa se-
gundo as formas da exoressao primitiva que
ella condemn.iGs aperfeicoam>>iitos mtrodu-
zidos na execuv'i material pelo Rrphael e
os oulros grandes mestres italianos. Ile-
pudta esses p-ojelos nao emquanlo cou-
cessOes ao realismo, oulra palavra i*mper-
t/nente do vocabulario moderno, mas pe i
contraiio a ululo de imiiac.3o inaufficiente
o de tcanscnpga Iiiliel la realnlade.
Parece que sta iucapucidade de compre-
benderos cnefes a'obra da escola ilaliauo, e
em neral as con Jico s ideaea da pi.uura, he
na luglalerra um veto do temperan.eulo
nacional, ;orque os uiais elevados espritus
mesmo n.lo lem sido lirrties oeste pumo.
Lord llyron escrevia da Italia a M. atur-
ra y :
Nada c.mheco da pintura e a deleslo,
sompre que ella nao me lenibre algnma cou-
Sa que eu tenria visto ',u qua crea possivel
ver. tsse he o motivo po-que eu cuspina vo-
luntariamente sobre lodosos tantuse oulros
objectos demeUdedoa quadro* queeocon-
tio nas Igfejaa e palacios. 1),: lo las ts a tes a
pintura be a menos naluial.a mais arlilicial,
a que mais impiirj a ignorancia IOS Dmeos.
Ku nunca vi quadro ou eslalua que n3o sli-
vesse urna legua cima ae minti coneeptSo,
mi "> i-iinlia escectaejSo ; vi porein mmi s
inoutaiiDas, mares, rise sillos onde ,se un-
comravaai duas ou ires mulberes.acresseuta-
rei aimla alguns csvallos, o le3o de Alli-ls-
cba e um ligro de meuagerie de Kx'ter-
Chsngc NSo sabinos seos prcra, liaelis-
ts se aiitoiisaraa das palavrss de lord By-
ron, porm-pode-ae dizer tiue a selvagem
proflssSo de fe do poea.coniem cm germein
loda sua doutrtoa.
Com tireiio a que lend essi doalrina A
apossar-se tanto do arlilicial que a arl
acba-se pelo mesmo golpe suppnmida, ou
que pelo menos lem por nico litn h afliga
aa realidade fora dos limites. N3o ha iubis
iiiterprelac.no nem estylo, nem ssntimeuto
pessoal a pardos modelos u,ue se quer re-
produzir, o fado palpavel, proseguido at
suas imimas cuusequencias, a iudividuagao
aceita sem contioversia e formulada sem re-
serve, sem mo lificagao alguma, tal ser o
objecio uo trabaiho a simpncidade brutal do
instrumento pbolhograpi ico, sao as con:i
(Oes de v.racidade impostas o pintor.
N3n examinamos anu como os aristas in-
glezes lavairi-se da mancha que lanqv-u-lhes
's | ro,li,Oes de M Itiiskn, ueui rocuramos
os primetros sympUimafi do i a iicalismo ac-
tual mis quadros de M. Turnes e do seus dis-
cpulos, obras prerapnaelislas se o quize-
rem, bizarros sem Juvi-la, de que o escup-
tor servio se primeiio como de argumeutos
para suslenlara sua these.
ItecorJam-se se-n duvida dos quadros da
nova escola que liguravam na expoaiclo uni-
versal, abeila em Paria em is Oulros en-
saios deprera.haeltstas leai sido examina
das aqui mesmo a ululo de lesttltados-
e julgados como Ues muilo receiilecr,eu-
le. _u qne queremos in iiear be somenie
espirito om que be concebida esta pretendi-
da reforma e o genero de aecusacoes fe i laa
Ra nai-1 pelas ilieortas to part lo.
Se a smee idaile lo sen limen lo em face da
natureza he o pimcipdo e a conlirai, neces-
sarla de iota obra de arle, em com.eusavao
aua de mais desasado, de menos sympalbia
do que o eslorco por parecer ingenuo. O que
s! dizia do Celimiene procurando asseme-
Ihar-se a Agnes, ou de um anciao que em
testeiiiunlio de sua cainlura, se pozesse vo-
luniaianienlea balbuciar linguagem das
cnaiiQas ? lio pois a tste galanleto lisfarcado
com a innocencia, esla ingenuidade syste-
malica, que os pretaphaeiislas pretendem
reduzir no nosso icuipo a inspiragao e as for-
mas pintorescas.
Alie, lando-s para psrecerem lageni os, correm
risco l, ser ccui ios de lotice, qoereudo muilo iei
tincan,., nao roiiseaiiiram semli tornarse indiscre-
tos. Motil um por ura, se |uitr,le, mil accideu-
le em qoa a vina e u espirito uada pudem fazer,
poiem nao lai-uos por uoagaus da verdad aa ser-
vilismos do vu.-o pineel. porque dessa verdad, cojos
canclerai cunpre deliuir e resumir, vu lereis ape-
n.is conseguulo sobrecairegar a appareucia e quebrar
a eipressao.
A i'oiivriican rolina, di* M. ll-iski i a seus dis-
citiulos, lem falsifielda o goslo poblic-i : nos he ue-
ci-ssario rehabilita-lo a lulo o lacla, raruuduar a
arl a seu caiiiiubus hilarles. .Na ia imlhor sa se
Iralaiaecameut da raagir cunlra o excelsos da pr-
l'ca. A escola ingle uesle inoviiiien'o de relurno
cunlra prii ripios que os iioitldorai le Sawrence ,!
cdiibacerim ingQlirmnli, levarla viutigeai sobre
s ilFseuliadurcs -lo vuihelas e pintores c uilempora-
ii ,s de paisagens e deanimaes. luftli/iueule, cm
ca de referirero- cura- acosar a]uell-s naaanMM Ja quem na be per-
niiltidu dr-.ronliar-se ; em vez de acu< r a fl-a fa-
ciltdailr, o callo da receilas e das Iraiiic^e vuiga-
raj, esiolln-iulo him parto de si etamplos roucludeu-
le>, prorura-sa separar o sjinptoma do mal aliava
dos seclos a nas obras do manees mestres. Oue
ligo 1 ra pouco lomar ems ulico melra- repu-
savei |ielos allraclivos que sagairam : era (ir-ciio
qua sua iraaginaclo pessoal ou sua sciencia fos>e
resolutamente cuudeninaila em nome do prograaai
inodariio, que a reiuireicSo da arle ua luglaiirra
no secuto XIX fiesse ]asli(i a' rcurrii..io italiana
do secuto XVI o lodo sem prejudiear as viugan-
<; qu -lias leviam ser oxercula, em Franca nos
Paiies-ll,i\ is, |ior atpmplo. M. Kuskiu, entre oa-
Irus bosquejo qoe lecominen.iam-ii ao menos par
um iiirulestavel novidad, n.i assiunaloo em
llembrandl e Carrsg enoa falaea e coulante no
raprego do ciar, obscura/ Nlo mo'lrou elle laci-
d.imenld a leu aioeloeunenla em Claudio L-rrain,
e nao medio a tisl niela quesep-ra isla prtli-ndidu
me-lre ora ana Inielligencla acanhl 'at, ora nos ins-
liuctos de icorrer^ao ftil de M. Tuiusr, enviailo
por Den- como um pro,hela para revelar o my-le-
nos ,1o Linveisi o, M. Toruer, qua se dirige cuino o
grande aojo do Apocalyffs*', ,o e.do por um, uu-
cein, croado por um arco-Iris, e temi na m.o o -l
a as estrellas ".' Conrebe-*a que depois de sanie'hau-
les l-nt.sias lyrieas o mesmo escriptor, o mesmo poe
la, devii eu dier, uao linha recetado allribuir o
po f.z sobiasihir o earieta-
verdadeira ; nunca uin obra
u mellior o luuilte i-nii a dlisddell e a
me quiuhez, cutre a precisio a .. curijstdaJe minu-
ciosa.
Sem duvida nao era anda ehegido o lempo em
que pialar da Apollo a M.r-yM devia lo-
mar poeta da ii mes,, o, em que ,eu piusel dscil do-
minar todas as formas, seu genio todas ai coiidices
le uro objeclo. por ora. Kapha-I elimina e esluda
a si mesmo. Se ua hrsiia, ,m fae de su barril,
oatc aatreair-M p.oco ao que .ente, d.. medo de
aspruiilr inromplataineiite o que quer, esta des-
Coiilianc.a irahe se por alguma cou.a de formal e
da luexperiente ao m- o lampo ; porem qiiaula
;a exista aua inecperlenri i mesma qu fraaea-
as apparom-ia. Ilrnidas, qo en-
ra de im-.^ui ,r.n, nesi
cania lora mistura de secreta iiideeuieiiria ede di
ciplina, ,1 originalidade pei>o.,| a de apdao para
assemelliar-se a s ineril.isoa dscuherlas de oulros |
S.ibe-se-o, rte da Raphial assim eomo a de M -
rart, b a reomao de lodas ai quahdades que os ou-
lro mestres pouirain isoladameute : o piquen*
quadro ile Apollo e Marseyas proroelt la s-a
lai-iit.id- oberana da porreeclo e d liarmonia. le
ao mesmo lempo om lost.monlio dos proprio) iu
lindos de Kaphael e om resumo de ludas ni pro
grMM, dg lodos os movimenlus que luccadcram se
na e-cola llbana disde o da em que o vclh mes-
tres II,reimos popularisaram as primeiras no;6es da
verdade :.ie o moaMnll em qu o etemplo da anli-
guidade erepa vieram revelar .> segredo do brllo. E
aa o noria pensainenlo parlir da obra para i nbr-iro.
eoroa.nlo sentir por este una lema admirarlo?
magma -a nse helio joven de nulo te cirgeai, fron-
te doce e radiosa, trabando ruin urna u ao inspirad
lormas noine- como seu peiisami,lo elegantes como
sua peisoa : nao e lera' s monte urna imaieir. d
iteino em ua Ibr ; preicenlir-ie-ha o ideal mesmo
da perfelej humana.
Jeau Jarquis Knos-caa, pra pintar o despertar
ou os primeiros tonho do am r, ino-lra-not em sUa
Emilia una joven eajo roraco. esperando em ice
.....'.''. ab-lraclas, bre-se a urna psix.lo ruinauesca
por loleniaco.
Ab 1 como Sophia leria melhor impregado sos
ternura s. em lugar de remontar as idades e ao be-
roes fabulosos, livaasa parado no serulo d lta,.i,,el
e no pn-prio Kaphael .... Porm voltemo ao fado
actual, a essa qiiadr-, tal como nosso- odo ,, veem,
lal como pod.inos boje jalgi-lo. E primeiro esla
obra he aulbenlira Teai ella uina ungem eonheri-
da, urna historia ? Em urna palavra, por mais ia-
couleslavel qoe se.a o eu monto, deis ell, a res-
pello da que.i.iu de allnbui;,iii, lugar a duvida oo ao
desnrezo.
O qudro I Apollo e Manyas, transportado
a pouco para Pan, fui adquir la em Lundre-, no
mei de marco de |rl,"m, por um humera cuja penira-
gt am maleria de arle, iusciIhu, miis 1- urna vi
muilo graves ambarar-os ana direcloret' da N-.-io-
nal liallena, Uisla vez mais b-m inspirado anida
que os versados de pi,|isao, II, Mam. Moorasoube
reronhecar um chefa -i'ubra anse pequeho quadro,
que s liiib, depois da mor iu ultimo possuidor,
polla a venda Coiu oulros objeclo de un, qu> um
singular erro da catalogo allriboia a Andrea Mui-
legna,
Cninqiiauto fosse publicamanl-, exposlo durante os
6 dias qua precederam a venda, o Apodo n.n, fui
verda-leirameiitp posto a visla seno de-da n mo-
mento em que M. Moor olTereceu-o e reronu-nen-
dou-u a admirar;."!,!,;! mulla,!,,. No mundo dos ar-
lislaa e ronhei-e lores deinlressado, mu,I, gnte o
applsudio. Quaes I r.un Miniante ai comaquciiciai
d publicida le a-la ao chefe a'obra que se Ignrate
va ou d mos iu auar, anida que cerlo fado publicado pela
impelala iuKle ;ao a este respailo, a.lar-no.-lia dizer qoe, por
uu. imciilir c.....cnlencia, no moineiito mesmo em
que n novo quadro lo Kaphael eeroecaca a excitar
a epialo om desenlio leiiiilhanla a este quadro, e
conservado mullo lampo na acad.inia I Vene/.,
eessava de figurar enlra o uulrus deseulios da ga-
lena.
Seiia islo uro limpies elTaito do aeaso i inten-
{So de supprmir om tacana d cinpa-.i,;i 1,1o f-
voravel a eaosg serta eslranho ao faclu de>le d.sip-
paieciiiieuiu 1 Enifini, pouco importa. O le.enbo
reappreceu ; ala' tnscrpt no calaloen do objec-
lo de rle da academia di Venrza debaiio lo nome
de Kaphael ; assim pode-sc coioeilar a aulhenlici-
dade do qnadro pelo esludo d om lerendo -erlara-
do aulbeuliro, a colocar depois nests approxunaro
eleinenlus prerioioa de convicc/io.
A per;a qu pasme a academia de Veoeza ha, como
a maior paite dos de-enhoi de Kaphael, no lempo de
sua pruneiralmaneira cu-rula la bico le prali. Me-
lle alguns eanllatanlrai menos do que a composicjV,
pinta, mas esla dilfarenca alo existe senAo nocsm-
po da icen, sendo todava as dimenies da fisorai
exactameute as nesraas. De mais a eiecii(.lo dissss
ligaras he, no d-.eniin, muito mal idiinllda, rnui-
lomai precisa que a execujao bis objedos que a
eercam, como acontece de ordinario quando um pin-
lor nao quer ir;r ena om carian ; isto be. um
modelo que lvara' depois para n pernio no quat,
as linha. accesorias ama vez indicad s. applique-e
ai estudo de iliiumas forma principal, ai modelo
de crrlos pedacos esenciaes.
Insist nos Daalai rainuciosid3dos inii.-riaei,
us daaigaaldndca i, t,abalh> de
recurso extremo, a bypnthase de om mrsire des0_
uiieriio; mu enlao seria nccei-aiio uroittir i
-- meslre nenhuma oulra cousa prodozio, ou q,
lodoi os sao qoadror prdran-e, porque exami-
uar-se-ba> toda as motoras anonvmas da pora, e
em parle nenliuma qu -lulad.s qua apparrcem >qui. Assiro pois, com
explicar mlhnc -ui-ul r enlre asta q|uli la
des a aquellas que kjo propriedade de Rap'i -I ".'
Como soppor que q, alidada ia,i clararaenle axeep-
couaes lenbam cabido a doos ni livilaos, d duas
orgnii;oes gemsas di alguma sorle ?
A m.llior razio para erar que o pintor do Spo-
silrdaa be lmbeme, piotor do Apollo, he qae m-
nham. excepto elle, tena sido capaz d Iralar assiro.
a-a obra. A provn hisloriea de aalheulicidada
lalham al crto po p, ; embr, ha urna caira
son de evidencia qae deve preval.rr sobra o i-
lencio do bingrapbos, ,bre o dafeilo cir intoffi-
ciencia das i, a.licc -s. e nSo sabemos, ero igual caso,
de Indinas mais seniros, de lealemuiihos ni.rs eon-
clu lentes, que o carcter mesmo de obra e o genero
de belleza deque eeta revestida.
O quadro de Apolo e Marcai marca a qua lr< In-
terino liarla enlre a apoca do primeiro nsaios do
Kaphael para lib-rlar seo talento e o momento em
que es. talenl,, una vez junio ana meslre de Flo-
renca, acaba de er-nli r-e e defmir-sc. Pira ser-
vir nos de termos consagrados, mar-a a paeiegem da
prime.ra a' segunda roaneira. O nApollo,, daca en-
lao tr su pntalo depois do Sposal'zin e um
pouco ,-nlei da 'llepoair-ao n tmulo qae orna a
galera II ,rglise em Koma, por conseguinle entre o
anuo. i;>|i e IjtT. I.to he o que resalla, pzar da
dilferei-;a dos objectos, do goslo da eieeo;9o com-
moro o< tre qaadroe a do desencnlvimento pro-
ure.sivo dos meamos principios. Com na maior
parte das obras de Kapb.el anteriores ao uStanz,
a penpecliva he aqu multo simples, a eomposi-
;a,i i.-p,:,, da qudqaer appa elho dramatice. A
julgar-se, no ponto de vista de naeeac idls moder-
nas, a raima dn axpressOe a das linhas, admirar-
e-ba lalcez loe du < i-rrsouazeni ; da qoae ora
al la c no esforz em eitigoialisar a oalro, pinsaiu
arhar-se assim fac a faea aim moloimenle leile-
monliarem-se a anlypalinas. Segaaraiita os pin-
tora da asela hespanliula nao mlenderim amm,
uro seculn ni- i tard. o m-nin, .ojelo, a quando o
proprio Kaphael o tratar ama s-uuds cez nos mo-
ro do Vaticaoi, ja na te roo'ntsra' com eisa o-
briedadi no gestu e com e-sas aliilulet tran-
qailsaa.
Comludo no principio eecalo XVI, o goslo
da reali Iade vilenlas palliado i:a Haln, pacularmenle na escolas da
Totean e la Ombra,-nde s prpaiaavm as dou-
trinas do -qualboce'liiUs.
I.embreinse s -"ra* dastes ; excepto as aceas
da vida d? Consta-tino, pintada p r Piero delta
Franei.ro, na igrl San-Kranciico cm Arezzo, fres-
cos de Loe Sigr>relli em Orvielo. e certas obras da
paulo | c'li-i.ini F.oreuca o monomenlus que nos
reslam da artilaliia do acolo XV nao accum
moilo viva rreoccrpaOes dramallicat, nem mesmo
a oeaqoiza Jo mmtmento. Todo bi raspira ama
mag'Stad-xranquila, ahi lado exi-le. ngo certa-
ui'nte emdonneiiia, prra em repouao. A desco-
berl de Iresroenna antigos o coito de qae tor-
n rain ,d ji-cl-i n.i linliam coiilribuilo pouen para
desenvolver e-sa tendencias calma pillnric,
alias natural enl todo os gran Ira mestres italianos.
Recesando por sa vez agitar o Iraco da ees h-
roe e linha u ciinposn;ao. Ksphael nSo .eguiu
somenie leus insucloi : nbi lacia tambara urna lei
commum e coiihaava um Indican.
T-daviai ex ha um dos canelares essenciaes
do quadrua esre,Ti, por mais precisa qu sja,
aqui nao sa an quilla, c-mo -bra do Persegi-
uo, s,b o anelio nm pooco afTaclidodo aspecto. A
paix.1o para iluifeslar-se dicritimenle, nao ha
sacrificada, nr ausente. Apollo, ero p a dirrita,
com m bra^olobrado obra aa qaadris, e o uiro
levntalo a agr da enber-n ao I uigu de nm basta
cu| i buba inHivel soslenta e faz-nbresahlrem os
lelsados a rrornos do eorpo. Apilo escota eon)
urna serenidat desdenh-si o fracos sons qui liri
la fraola o s prlandido rival.
A catire. a dos, radiante de moeldada e de bel-
leza, f-i lemfar pela forma e (ambaro pe elegin-
(a collocac^om toncado, essas cabeca de mulher de
f-onle dasentcti, de masera curia, de cabellos lia-
ros nn lanle eujo principio enconlra-ss nas lon-
/ll.is do Sprazio, o lypo acaba o nas cirgem.
Es..i c-li-,;., Apollo, delicada de caractar e de en.
--ur;;, ,, he o algoraa lorie a aaogaatora meim di
IIi, lial ; l s prov.ina a authanlicilade do qis-
dro, lodvia a m.1u que o pintn nao se Irahissa
por le-leiniibos l;lo pouco equicoeo. Os brac.n e
'ronco, ip'els.los nas psrticolaridadas eoro urna
sinjulao diicadeza, e nn lodo coro muita amplidSu,
revelar, harsrdade, mais elaraminl que n tra-,n
da cara o dudo las estatuas anliga* ; porm nesta
anparenen emprestadas o entirnento pessoal do
meslre paiulea- anda. Alguma cou-a dessa II .r
avia,
nes-
para
,,'ilieie que
i idro. Tem-
i recenle-
da gracaiue desabrochara' ma nas figuras noai
l) Sabe-se que esta denominado de.iquat-
troceolisti se applica na Italia aos anuas
qu,-vim ni no scculu 15 como a de << tre-
ccnlisti desigua aquelles do seculo 15 .
tornar pal, ni,. os vicios de urna Iin
leu leri, ., tlibaleeec a prioridad! do i
o pretendido com allello temo ou
in-nle esta npiniao reprodutida em
que dirie-se sp-cialm-nle ao a-M-l
,,2.t!!!!I.,,2."ef,0I,,.,H-,,.,'M ",""U ** arl racler e a,p,cio icoslo
d dn he v d KHph"t'' CT"",U-0' '"" "" f""' '"'" t"e 1
dado pr.ua d- cegneira ou de infi lelidade unporlu
na. como Irria elle modificado cerla minaeiosid.i
dei para nh-iinalameiile diminuir-lhes o encanto
como explicar moilo nnlavei differenca.....las s
periores a obra pintad, na nrlenarao das linhas q,
mol luram a rlaai seenas .' Na ceir,, da eanpocicJ i
desenliada por exrmpln, dbuxa-se uina arcore s i
proveito para o aspelo pnp rc-ro e livide o fan .
m d.ia parle Iguaes ; aa monlaubas qoe elevam- e
ao horisonle vem drsenconlradaminle embar^car- e
na cabeca de Apollo na alio,. ,ls olho. I\da ia
Igual no panno, ou para fallar com mais exarii. io
no painel. A arvore n,1o exi.le ; o honsnnle ab- i-
xa->e ao nivel da aspadua, fe maneira a deim a
eahei-a do dos dominar eslimpanlo se no cea S
d..enho pracedeu a- qaaJra, o que ha da maii f-
cil explicarte qae eslaa rariacoes na compsic> o :
tornam-aa melhnramnl inlroduzidos pelo pic >l a
medida que empreheude Iranscrecer ou reverf al-
um dos dalo primitiva. Se, ao conlrarin, o qu otro
he anterior ao deeiho, se Kaphael nao Ion ,o o
crayon ei,ao para exerulir urna ubr da ., isla,
cumpre ennbecer (ue nao enlendin o lexlo 0ri( mal,
que drsnatiirou h o termos. que m nm s O'
am luear. .., raiae^ao proc.d por conlraeea so.
T di vi illi nlo |,i,ha eo-lnma de desagradi r as-
sim eos mn,l-lo, a foi assim que ella Iradurio pou-
co antes o IVOgino. Na.i, o desenlio a o qml ros.lo
lo niesuio ulor ; resull.im um do oulro n as eu,
sent (o on>o l'cer, .mo o fresco da Bwola d Athe si aro
Komi ranilla do c.nao posta boje era urna sala da
bilil,. (era imbrmians, em M lo.
I ro.de das: ,-u Kaph.el he n autor do -' esanbo
rl'.m.q0; i"' ? """.'? ,,e C.....<'1U',,"" ni
ple-ment la obra moilo leg.iimamenle allnt aula ao
sen ,,., ,,. ,||e ni. f.z ,, ^^ %
q.e o u,., Hhir enlr. o irlnrla, ena mpora-
mos um meilr. tojo nome possa, co,u alg.n ., ppo-
reucti di juslici,iubstilgir ao seu "
f

de Je as.im dizr li'rfoinar a maneslade solemne da for-
ma, f.mili nao ha al as pamas, quasi .finas Ion-a
de dalicaeza no con! rrnos e no vnculos, qoa nao
acabam a persuadir o olbir, a recelar o pincel cul-
pado ilaias exsgerai-oes encanladoras.
Senlan, a' ciati de Apolla, m um colina, cujas
linhas mi lamente fortuita* diixam a,levinh-r a
mesa aa qna o qosdro eslava awenlado na oflicioa,
Marsii repreienl a cerdade em so accapcAo toda
human. As formas do torpo, nlo vulgares, mas
helio i um cerlo bello coinraiim, a cor da carnes
crssliia, o eabilloi castaohos e cortos plantados em
orna fonle sem no reza, ludo contrasta eoro a ele-
-auriylB desenlio, i frescura dos a, landos, expres-
ado o Inielligencla que snract.risam a aulra figura.
II raro que oppondo a belleza sublime de Apollo a
bellea da algiiuw cousa grosaeira de Manyas, Ka-
plia I qoiz drixar antever inferioridad iniellec-
luale grosseira caidada desle.
bdavia alo baja angano a rpilo dos mios de o
Irtuzir. Aqui mi-sino a Imilacio da realidade na
li'io absoluta que prohiba to la a libe riada de Ib
lefirelaca,, loda aipira(ao ao melhor. Apenas islas
iifFnc'u- p.raui em modificac/ies da supartici, am
,;, .orle do Ideal exterior qoe a largara di ixicq-
i reame define luda.
Nada lia mais importarlo tem duvida no poni di
lisia do objecto, mas tambera nada da roai desiaa-
ii qoanlo a pralica, sobre lodo se reparr-se na *\ -
toldada la figura a da |io*u\lo que Iha foi dada. To-
ros aquelles, cuja experianaia fsroiliahsou com as
..,n.oa- roateriacs da pintura ronliece-n as diftical-
ia,les que ofiereca a encavaban anatmica, para fal-
,ar na liiuoagein dus professiooaes ero certas allilu-
enllecflii Ues em que a forma, uin pone alterada por urna
lcilio-sa in,n alireviacdo, conserva olretanlo em parle o ee-
Vnaza era) racler e asDirlo aeoslomado. Qualqoer m-ieci-ao na
desando iroinobili.e, ou tor-
ne-so panda : qaalquar excassu de ."-uelrardo ao
contrario, laia' Com que o qua devi indurar uu, inu-
\imeulo delicado, innque urna a,ilac,i, |>edanlsca.
O |ijiu,--iial punto ero tal caso he conseguir fazer au-
lever a e-irurtura interior sem explicar da mais e
ler cuidado nas desligorscas p.irciaes do involucro,
ein por i-*n falsificar o su principio. Fiualmenl
ciinvem, aqu> como no dominio lillarsno, aaber a-
cenar a palacra nica, a nica graduarlo que cor-
responde exaolameule a lublilesa da iiiieurap, e li-
\r,:r-*e lano das exprsdes forjadas lomo ilos ter-
mos -le pouco mais mi maucs.
Cerla parles do Marsyas, a unilo do piicm;o e ds
upa las, ui bra,; e as m.iu-, cujo raovimeuto he
i,i., com maravilhosa jusleza, e ero geral (odaa aa
parles superiores da figura sao bellezas acabadas
cora o esp rilo da precisa* e resaiv. O mesmo sa
pode dizar da paisagero que serve de fondo a a.ena,
dos terreno qu farraam o primeiro plano a do di-
verso- acc "s.uios qu, dude a lyn e da aljaca de
Apollo te o patsaius qua vao no co, inleressaiu
a' visla ie n d-sMa-la do objeclo principal asuburdi-
u.un-s io effaito do todo sem nada prdr de sua
ignificajao propria : mrito raro sobretodo nesta
poca em que a arte II ueninia, atada embarazada
palas iradir-aje da medea ididi, besilav, na repre-
seiil.,,;lo dos objectos secundarios, enlra u:na sim-
plicidale di eiecnr.lo as vezes eicessiva e uraa ixac-
lu'.a.i snuiu minuciosa.
C inipi -a a Paplnel conciliar em face da natureza
inanimada, a amplidao do e.tylo inaugurado netos
glolb'iehi e a p-nelrante sagacidad d,> piuii rss
do serulo XV. Acre-cenlemo qua apropri-mlo-se
da qu.--liladcs diversas dus grandes deienhadoris
saos .inleiessores, ampreslav Uinbem dos culauslis
saoi couleroporane-i e lirme/.a de cor a de elfito
de qoe a asela! lombarda veneciana pareriat
sin poisuir o sgrtlo. A paisagem, no Apollo e
Hariyaaa, rezume os pragresco futas desda niao
pilos"raisicii, pur mal differanles qua tcohamiido
mitii Ann


i
DIARIO DR PERNAMBUCO SEXTA FE1T.A 2i- DE SETEMBRO DE 1858.
aa pirare, e o nifiliii'o 'I da dll*t< O eo naelsanal, .1 iiMlincto rnlliuMmo da billo, me-
claru a ilourlo oumo CM c>-" Se Crpatele, banlia I infria a o cail'n 101 el. tu da obra.
eocn 0 btritoait e M lerraiin* l-.ni 1.1 I n-isa -c.iIh .le ule", "u menos mlic 11 que luc o rttpeila ori-
eores par,lac.ul*s qaa |ir*paravam Guia laCamena- anlapasia tus. teV'ioMs uiesinoo Kapliaal,
11.1. 1 h Umu. >" i in'i.i ,1.1 qu.ir.i ana eantinha iar4i raaioao earpeit i'iiUe oiiieirinlia* 011 le Bastara ar-1 ate Ttiarata Biido aeria o IVru^iiM a Laarrtnea o
bn-i i~ dataahail na estjl.i du Peraaino, a parde-m Julio Romano, KaynoHU ba olead c ni um ri-
p*r de ir >i i< 1..... !.....nenie complloailos alero u t eiteaaivt por M. ttaqksn e pu* seus adherenles,
1 |aaca vawaa-eaas tin *Ji tea da od ribalra.dt-* | que nto rooairaro leapfilo da Wilfon, naii !-
Ii mu teelell Oaaqaeado da lorrese lorriohai:
orada tutu feadel, MpaUttdi lia efli ueste objerli*
myih.iljic.i. mu, 11 ponto ,1 vial* pilhoraacu, fe-
li/'i ni-- r iin Lttna *u c.un liniias da fun.1.1.
Vjiii paalo que I 'rua e oajlr......alalia plair,
Rgora) 'iiliniidineiile pequea* unila<;ao dl inuu-
alur.is florentinas, vio e vein a p 011 a cavallo, eut
diligencia neis nsita jatltca.
Lava h ellai alem ilosi. Se qt>iterem rmn r as
glotia* que Ihst iirrlencem. se -*;ra 11r iU 's Raudal
aio eoa>pen**{So M. Tarnai a ntastiat da arle
ingleta, eio .M. ituii 1 e eui M. Molis o i pactlo*
do nov.i atangalho, ruinare am mais lulero
que no* na quesillo ilcfnler un Matado menoi rico
i|uiin.v no nninei'.i plum plaolai lloras ilPsenliHitai Mro .luvila que o das Optra* eaeolas, porn q.ia lo-
can eitrenff din aria pecfaiclo leinlirain, oh form hi*ii s reprehafitiveia aunt-', o i;'islo e a maneara de
M antegaa.
\7'-(\ 11. p riiagens lano 'omn ni* lisuras, o que
diattogao *> gaadroda Apollo a Manya* di obra*
pintadas aateftanatnla uelu Kapiiari. he ao nHenau
lampo un eniinieoio 111:114 peaaoal qoamo o fon.I >
a, qo.uii.i ae modo da ueoc>, uun aeieneia mi
prefan la da) r.'cur< ia pltltoraieo) puai atreala-
jlo pelos oulrji meslrs. \|ui o progieaM lie o -11-
aiilaMVe>. 11S0 ni sobre o eSpoealilloV, mal l.imbeiij
aobre o San Gor.e e o pequeo San Ulgoai can-
aeraadaa amb no m ia de Lendrtt, obre < aSonho j raiieos. c imprabandaram qaa he
d C^valleiro que uostua a S^cioitil li llariau. e tu lo inais ulil. pegar a verdad*
divia 11S0 lie fallo da honra. I'orin qae o aapirllo
rt^ revolia* apire muit. m'ia.qoe a propria nagaflo
iIh arle refiala-aa eom a forma* de um Iralado e^liie-
lico. e o daaprezo pelo irendaa artiatat eom a appi-
r*iii'ii de 1111 opiutd.i lekUliun. ia ,1 .ju* Inrna-M
mala perlgoao, e n que or encontr ir.-.' menos re'ic-
nadot. Cam '.11 lo nada etacerem >a : tim mal pola prudunr algom bem. Tal ral inesrou ni
Inglaterra, apparrearam novo* Iheorir.s que. ero lu-
;ar de emprear seo I'
mpn
au parado\u< a or-
iiir-unlo o Apollo dae ler sejuidi de muilu parlo
... 111 lr,n qa aiabamoa d- mencionar.
Km que p'ca foi ell. puna lo ? S-ria l^merida-
de pretender determlua-la, ae bem qoe. o i|i.em o
Apollo veja evidfotemanie aul*riur a lamu'n qoe ve ni I,.,llena iiorhe-e. Naaari fal-
la, tem e.ii.'-ili ar-llie* oa ohjectns. da d.iu< q-u lro<
da Kiphael. dui*nle .1 ana eeganda estala am Flo-
reneaodaa}aepor elle a TaMeo Tadlal igojadroa,
lir o ea-:riptnr, qae oarlieipem ao meama lampo da
anii^i mineira de H'dro /Perovino) daaaa oulra
mvieira muim pr*faril?eim nuia lor \c se ,lir.i ojaa
K'phial deven a seu novos aala loa, o O rhefe i'o-
bra qne n i< oeeapa aer algom da<.e- I un qu idm '.'
Perleneeria enlia ao lim AO auno de1.~>0t 011 ao prin
ripia do anuo da l'itl'i e 0 junen iulre le-lo-hia
eilo aos '21 anno. b-in deva-aa ouieclurar qu* o
Ap dio foi piulada no lem 10 em qu It u.li.el, depois
da lar deixado Kloranca, faVlo em Urbino. perla da
qo"lle< qua liuhain iilo seu primairos pruteeUrea ? i
Avaim a aipliearia a e>ileuna ilo quadro emln-
ulalarra. pra onde (alvaz live^se si lo Iranaparlado
ile-1 a arignaa'
i'.oro etTeilo aabr-se e 11,*- livemos oecasilo de
lid nnp ,^ive| ,1. anlijrus clisf-i de obra, a cloiili-
c rio mmpromMIadora de alaos I,denlo* eonlemp..-
e mai* loftlco, e aabre
em lime dos mea-
ire* un que preserever e*lt* em minia daverla'-'
l'alv-z que M. M'llaJl e os oulrui jovens arlisls. cu-
11 laleutu buje perlorba*ee, deliaram a aoa pon^o
da aeclaiios, e a decidir.1111 a cunsaii'ar au ealuilu da
erdade a< furjas que eaperdiraio em u ^a luti esle-
ril i-,m real.
A escola inglesa, enlresm' desde o corn^go
do seculo 10 kosId oonveiicioiul e facticio,
lera lir 1 lo assnn alauni proveito >i v sen ra-
iicalisiaao actual. Qimnto ao preraphaelitis-
mo proprament dito depois ile poralKi'm
tem M ter despertado no publico una es o-
cie de curtosidide, esta dootrioa, quo tira
seuQDico valor da cxceiitncidaiie dos f.riu-
cijios, iio po ?rs escandalisar a ningoem.
Dar-ae-ba eom elle o meamo que se lego dad
ji can pequeas igrejaa que tem procurado
nsiallar-sa sobre as ruinas dos dogmas 000-
si(?ra I .s 1 i^.s ver la lea ter tas. Como a Sel-
la ios theophilantropos s iceoilbia, a ses-
sentt annos, sob o pesi ja in lifferenca e io
riJiculo, u fireraobaulitisino breve caiur.i no
brasilciro tPrincza de Joinville,] eom-
mandante ( 1. teoente Antonio Ca los Ko-
driR es da Silva Passageiros i escravos a
entregar.
ERRATA.
Por encano deixou fe saliir o nome Ja g.i-
lera fianoeza pnlrjila 22 do correnle, (|tie
he Paul lloiiba t.
?o ?>
s =;
2 -
S 3
W
c.To 5-0 .- 5- 3 lloran. 1
n c 0 = 3 c c 1 Almaiphera.
""a Uireci-.lo.
* s - Inleii-j-dade.
1'- |C 1- l- K C- 1 1 r 1 C5 C; ti Centgrado
lw Iw IC IC 1*. Itaaumur.
0 oe x g Pahrenheil
-i-ii s siei -1 = Ilyqrometro.
' S = Ilti'omelro. 1

5-2
P!
K*a
II
o
1
m&&$
lembr.r que o duque Gaidabalda I p.a rade.|.|escredilo e esquecimento, e, cum re con-
r/JSktlr ??s& ; J0rga,napropea.loee.mme..dad, R.ph.rf, eom *-"-^v.'l nem 11 m castigo mus merecido.
..filero eiprewa 10 pinlor de ornar a pama eiqotrdal Atl No< timbeo em certo sent io temes
do sanio eom as Inaigaiaada ordem. ] os ossos p-praphaelistas, e nao hesitaremos
Nio he po*lvel que o pequeuu quadro otTereei lo! em fazer a respe o de sia doutrina um vol
a Hanrique Vil, nve-se i1o acompauhado no um semelliaute para o futuro, se essa Jo trina I
oulro. o qoe pacmille atlribuir eela oneem ao Apol- existisse real ninte : se esse titulo de realis- |
lo, lie o pr.ipno carcter a ubjaclo da obra, cararler
alia's conforma aoa gostos aachaolocicos, ai d-li-i-
riaaaaa da tiutilubaldo e doa lelraOn* que eaaape-
iiham a saa corle. N >ste caso R*phaM larta pintado
Apollo e Manyas ua i.l.ide da -1! aunoi e 110 annu da
t.-MKi.
De ma, que imporla esla ooailflo de data ae a
dilfarenc 1 < pol-na coaaiatir em um erro de alguns
tas, escolhido por aquellos que nao pelem a !
materia que pens", que nollie pedi-m aeofio
que exista, implicara apenas falta de senso e
intengOes, quiga, muilo benignas. Nisto in-
novacilo alguma existe, nenhuma ostentarlo
de Uteoria. Toro ndo a tomvr sem ruido,
sem grandes ivros, sem p'ogramma sober-
-- a cmara municipal do Itecifecoulrat3
a COnstrnccSo, por paite*, ila obra do nia-
tadouro, e eom prefereneia h Feitnra dos
curraes, o ueste sentido aceita pro- oslas de
quetn se qneira encarregar da exeru.<;ao da
tnesma obra por este modo
paco da cambra municipal do Hecife em
sessii ordinaria de '2 de seiembro de 1858.
Luiz F aocisco de llanos Reg, pro presi-
dente Manoel Ferreira ccioh, secretario.
!S3o lerdo apparecido quem lancasse
sobre o imposto por carga de fa inlia e Je
legomes. que esleve em pri;a pilaquantia
de 1:5539000 porque fui arrsmatado o juno
passa lo, liavenJo api lias qunm por elle olfe-
recesse a quantia de l.otioOO; a cmara
ni-.iiie:.ial do Iteeif," anouucia qu) vai de
novo em praqa esta rondg uu dia 29 lo cor-
ren e, pela base oller.'ci la de |:a200900g
Paco da cam ra municipal do Hecie em
sess'io ordinaria de 22 de selembro de 1858
I.uiz Francisca de Barros Kego, pro-pre-
siJente.Manuel I'erreira Accin, secretario
i
metes f O que compre eeUbelrcer, lie a aetheniici- b(, algutna cousa da obra tentada na oulro
.(.de da obra aejam quaes forero a ua ongem e ida- te.n(l) M Ange|o ,1e Caravage e por
da exacla- Ora a ele respeiio nao pola h-*r duvi- Vll. ,, .|T*| .,._, v.
da. O qaadrod. Apollo e Mar-vas b. pe.fei.aroei.le .S'"0' ;'"* contemporneo n3o
aolhanlirn. | aspira, segundo o que sabemos, renovar 111-
Ao notsover alian he mai. que qoalquer doa ou- I tPiramente a arte, uem mesmo ensiear a es-
lea qualrm anonymoi lana quaulo he a aimira- : Cola laaticeza o qu:reria,- salvos n3o ser lo-
vl Sania Familia", de Miguel Algalo, que Bgdrava | mala ao serio.
recanlemenie na axpatale*a le Manchealer, e qua di-1 p,ir ninguem, chamar a si elguma da at-
gat>aedepaM*gam, M. MoiruMoore foiigiiahn.nle|le!,53, qUe damos voluntariamente a tu lo
u puroeiro a "-igualar, embora o dis>esem posle-
riurra ufllcaea quereudo se altribuir a honra da Saa-
coberla. Deroaii, evarainein-ae os qua.tro* de peque*
ua .lirn-nsi.i pinladiis da Kaphaal na poca de sua
primeira inaneira, o entre ellea 11S0 re eiiconlrara
um s que prometa lauto os chelea d'nbra que -e
vo seguir. Eo-ano-me, o Apollo he mais que urna
piomeasa. Manileala j* a* uicoroparave* quali ta le-
do nie.lra, a etae in-liiirlo da parfai^Ao ni todo ge-
nero eom qua o co linda dolado sen harmoninui
genio. A harmona he eom elTe'to o mari lo por e
quanto lem algum caracier dlsti nctivo. mes-
mo que t cusa do mais, offerece alguma ap-
paveoia denovidaie. a tiumildada do dog-
ma realista hasta para nos assegurar, se nao
ha, no futuro, senSo pliantazias quasii noffen-
sivaa ?
Nada mais (jueremos do que acreta-lo,
appreciaudo o perigo de urna seguranza ex-
cessiva ueste ponto, a saude Jo espirito pi.de
iriit". -^ iirtimuiiia 110 r,,ui riienu iii.ii \"*i r%- -
eellencia de Kaphaal. He essa aptldlo para compre- Perder alguma cousa neste contacto, mesmo
hender a conciliar todas as condires pitloresra, lo- momentneo, Com O erro, e 11 mais acei lado
doa os elementos da erdaie. tudas as firmas d> hel- i por certo seria affastar-se de u^ia atv ospbe-
lo, qoe da' a" suas obrai um valor e urna serenida- ra onde o nosso gosto pelo menos a1 risca-se
de suprema. a viciar-se s grandes cxemplos cont ji-
lle eonhacida a legenda dee dous pintoras dos pura(,eos oricipiam a faltar nos a mono lo-
que., um joigava-se se.n rival cor que pedia com a dos d d ,
m.1o levaniala Iracar um circulo perftito em sua cir- -..,. *." <"* at,ooui uus
rurof.reneia. o ool- appirec.u qoe. sem hesitar, 8" esfo1" : s,e,r "* niomeoto de f cua I s
raarcoo um ponto u*t*manie no centro d> circulo,
liuardada 10 la propor^Dn entre a destreza o geaito,
po lia-se comparar ao ulllmo facto o papel de l .-
phael na histuria Ja pintura a 110 genero de pragrea-
so que ella dalerminoo. Os meslres auteriures li-
nh mi, abriudo-ae caminho* difffrenlea. percomdo
11 campo da arle al os ltimos hm las. Fatl-aa abra I
car Ibes a eilrmao am uu. golpe de visia, mamr o
ponto central em qua eoatergariaRl lodos esses ca-
rninhos : pur um privilegio que miiguem devia po-
suir dep es della. Itapbael sooba achar esse eni-lo
inaio. Suas d*scoberlas psames, as InsjnracOa uu a
aeieneia de saus an1eces*oraa, foram 111,mi I-* por
ella ero lo oslo equilibrio que a perfeirao da arle
parece ler-te personificado nell*.
S entre todos pintores, produzi > oliras irra-
pieh misivsi* sem friese .magislraes sem partido lo-
mado apparenternenla oem sacrilirio algum. >.!
olhos ao raa!, nao devenios pelo contrario
augrnenlerde vigilancia para obsura su 111-
rtnSioJ Anda urna vez, o realismo mo sera
a causa ilo nosso passado, de uossis instinc
los. de nossas !'< ihranc .s amigas e recen-
tes, tile mo se poderla impl ni., i- na ruma
I da arte frauceza, da ai le do l'ussin e l.esueur
continuada ate agora por tantos Jiscipulcs
liis; porem lie muilo ler de sollrer iguaes
.eii'aii .'i*, devam ellas, cotno o esmerarnos ;
proluzir apents urna emoco passageira.
ua.ut.> ao prerapbaelilismo inglez, lem, no
se pide negar, tendencias muilo mais revu-
lucionanas. OJcia a arle de todos os tempes
e do tolos os oaizes, as famas mais subidas,
os principios mais umversalmente respeita-
ver'didea irregulaie*. dir-aa-ba. Parmnla Uei que 1 dos por mais seguro que se possa estar a red-
ellas ciro effeilo parr^am l*es, e que, uo dominio | peitj do xito das duas em| re/,as, deve pre-
das artes romo de qnalqner oulra coosa, o logar
coroaium teaha-uos animado contra os paraduios e
aopbiaaaaa,
Algomas vezes a erilica deve iii'isl r ne>sas banali
de iaa aaos, que, familiaraa a longo lempo a lodo* os
e-j.irnos, em.certos romneotoa parecem n.lo laf con-
venrida a iinij'iein ; espacie de mol crranle de
que todas servem-se por habito, sun verifirar-lhrs o
pezo, 11 111 o tilula-, iinporlan1o-aa pouro com as len-
lalivaa que, para deprecta-la, faz o chtf lalanism" es-
Ihflico. Il.ije m*im 1 leinbrar ero lermus ausclulhas,
o direilo de ll.iphe.el a nussa adroirac^Au, sera, ae o
quierem, cahir fnrrosameule am repetirlo e admo-
eslar pessoasja coiiverlidaa. Nflo acontece pois con
aa verdades da arle o msona que com as verla la*
perlencenles a urna ardan moral muilo elevada V
N.lo he ueceaaario, sob pena le deitar a f vas-
cular a deifilleeer, fizar valer mesmo ao* cenles as
razes qua ellea tero para crer a as ma&iraa* que as
obrig*m ? Jio-sa epoea, aabe-se-o, am materia de
arle uo pecca por ama e.ceasiva absliuac.l 1 uot
principios.
Mulita nuiife*li<;e eonlradiclorias, muilas en -
ni-i-sroiis 011 agre.sies iiipislas, muilas inn.lMi;..*
am (ilo seulido no* tem eosinado, lemer nesle poni
os raprichus da npiin.lo. E quando sa v, > progres-
so em prngresao, o erro ou o espirito de dilTamacfio
alaear t a gloria a mais legil'ma ; al o 1 ..mi n
mais completo qoe o man lo lem couhecido, julg*-
te, mesmo em risco de lomar am cuidado superlloo
aulori*ado a reeorrar as provas ja cem vezas invoca-
das. Sobra ludo esla-sa aolorisalu a anim*r, com
um augmento de ympalhia, os Iribalbos inspirado*
palo /.lo da ver.la le, onda se nao enconlr* inlen-
i;;lo viidosa, nam phrasa pedantesca, n*m prelenqaa
a esse pinlilica lo asllieliro qae lao fa'ilmenla ar-
roga-sa am nossos das Tambam am livro ds qae
fallavarnos ao prneipio : ha o bemvmdo aro nossos
lampas a na alroosphera qoe nos ro.laia : o ensaio da
M. C.royez sobra os araseos de Kaphaal no Vatica-
no obra meritoria e digas de ser consultado am
qualqoar lempo, lem bo|e o caracier de urna obra
de eircuinstancia e a ulilidala de um traalaio.
O autor do astada sobre o* Stauze nao qnie to-
dava entrar directamente 11 s quesillo para delleuUer
a causa de Kaphacl.
A julgar-se pe 1 calma de sua argumentarlo e pe-
la quielacAo da sua f pesioal, dir-se hia que elle
qussi que ndo 'suspeila que h ja inrrsduli lade em
pane alguma, ou que, para fazer jusiica aos daava-
rioa dos uniros, basla-lhe Opor simple.menl-i as
verdade qna ronheea. Assim pois essa livro n3o con-
ten m. que orna reputarao implcita das fal*as
' doulnnas qua acabamos da azpor, porm por mu*
inlireclo qaa pare; 1 0 quinao, no lem por isso mus
dovidnaa significaban, nem menor imporlsncla. Tra-
ta-aa por-aiamplo de atpliear a propositu da aCa-
mara da Assignalar.i, essa aemelliauc* de daaa e
as, nina chnstaii, oulra raylssoloaiea, ciai que lau-
to se eneommoda M. Ku'kni : n-nliuin s |i*l ivra
allusiva aa censuras fjimu idas p-l 1 eaeriptoi pra.
ruphaiiisla. Unieameme, para quf u..s pr^viuaiuos
eoulra algom rea anlogo, o historia lar de Kai.htel
moslra, de passa^en, o fsrrdadeira ea'acier, e, mes-
mo ne poni da vi.la religioso, a r-unnaii Isia dos
dous ubjaclo-. Em frenta la uUispoiau .lo Santo-
Sacramento. que resume diz elle, a legenla aa-*
Iholica 'las idades farvoroaas... aEscola do Attienas
C o Parnassomostra tolas sa ribedmias e loda as
glorias poticas da hilmanidade alopiadas palo chrii-
lanismo. e am seu noma racnnciliailas. A profun-
dando assim a iniein;?. 1 moral qua ezprime cada oro
dos object"S, ajuntan lo a appreciacilo judici i*a de
cada minuciosi ade consi leracdes auhre a cnilcran
de obras que deisou Ksphael no Vaticano, sobre os
progressos do m*sl'e, e obre o inoviroenlo das ideas
fsclui no maio dos quaes viveo, o aulor des*e en*aio
deu-nus um livro muilo m.i* laslrsjellvo, muito
msis completo em to loa os sentidos de que os traba-
Ih'is da simples dvsertpr^o publica los pnr b*llurj
sobre os Slanza no seculo XVII, e por M. Paolo
Manfagiiaiii a Irinta annos.
(Jm oolro manto dessa livro merilo maito raro
entre os escriplo coniemp n neos sobra a Italia he
que, celebrando o v gor a a fecundidade da arte au-
tiga, aecusa com lana sevehdale quauta razo a es-
tar.IMada presente. O autor n.lo falla ,1a a'-miracAo
que llialnspiraro os grande* uu-lie- da remiissance
para ultrajar seos ltimos descendentes, pira notar,
cuma ur.I 11 in Hlenle *efat. orna d * importancia radie.es l aunle as nppoiluiiulades fal-
tan! lano 111 lealldl le coma as f..rr,a. Sua ra-erva
a esle respeiiu, 011 antes sua sympalbia, hlo he se-
uo ju'lica.
Por mal. decahido que pires n dominio das iV-
les o genio M I Uno, lem tidn todasia, mesmo em
iiii.ii irinp 1, bnlli iii.'s lembanr-sde grandea. I)e-
111 ua, se lia pn mu lo c*n dos artistas lascan -s ou runanos hbitos resignados
em eicesso, aini tendencia muilo puu*o combatida
para accomma lar se a 111 ic^ao, compre ellogisr o
qoe alies piojosamente conservan), o que lev.nn
mais alio qu* oiuguetn o seatimeiilo da liguidadi
curar-so assignalar-lbes a audacia ou a po-
breza.
Foi porexemplodo proprio Kaphael que
nos pareceu opportuno co ha ter as fuueslas
doutiinas, e tristes amhicOes
(llenri Delaborde )
.
Pela administrarlo do correio se faz
publico que o vawor coateiro Persinunga, re-
cebe a m-la ..ara Haeei amaunaa (5.1 do
correnle as 2 horas da ta-deem ponto.
TBIBUNAl. 1)0 COMMERCK)
Por esta secretaria se faz publico, que ua
data infra, foi inscripto no livro competente,
o distrito dasociedade entre I. Tfiereza le
Jess, Candido Alfonso Moreira e Francisco
Jos Pacheco de ulivena, sob a firma Viuva
Moreira, Kilho <5i C ; .cando tolos sugeltos
ao resultado de urna iransacgo que resta
liquidar, e o socio Pacheco, desout rado de
todo o activo e pnssivo da mesma socie lade.
Secretaria do tribunal do commercio da pro-
vincia da Pernambuco 23 de seteinbro de
IS58 l)r. Aprigio Guimaries, ollicial-
tnaior.
THBATSO
SANTA ISABEL
COMPAMIIA LYWC4 ITALLUM
DE
G. 1VI AS 1N ANGEL
8ABBADO 25 DE SETEMBHO.
hECITA EXTRAOUDE1VAHIA.
. LUCRECIA I5URGI1
Neala recila leriio valor es b Hieles que foram ven-
didos para a repre-enlacila qge devia ler lugar no
dia 0, que fi removpla por indispusicilo dp leuor
o Sr. SaadatOi o qual se aclis reslabaleaido.
Os poacus bilhelrs que anula aiislem serao veudi-
dus rumo de coslume no ihealro.
Principiara' as 8 horas.
PKACA DO KECIFE, 23 l)K SKIEMBIIO DE
I8.X:
A'S 3 HORAS DA TAKE.
Colacn-* .illlciaaa.
Uescoulo de letrasII 0|0 a> anuo.
rreu. Kobilliard, presidente.
i' Horgas, sacrelarlD.
*I.KAM)EtiA.
Kaodlmento do dia 1 a 22. ,
l.ain do lia Si.....
312:0*2>97
29.898)695
Sil .-94131670
i)e*carrenam hoja 2i de selembro.
Barca intfleallimloomercailonas.
Bnijua inglezUaulehacallno.
I'alscho dinamarqneiII aleemerca.lar as.
Barca dinamarquezaConcordiadem.
MOVIMEMO iA AI.K-.MJEGA.
Volumes aulrades tura razen as ... .
. a com gneros ....
Total
Valumas sabidas eom
a a iuiii
' a/.and .s
raoeros
229
JbO
80'J
IC'J
em
Total
LONSBLAOO liKHAL
lien.lmame d* da l a 22. il):0Vl7S(i
Idsm do dia 93....... 34*830
orwtati:;
OIVEKSA-S PHOVIRCIAS.
Kendimaiilo do na 1 a 22. 2:252(620
idam do da 2:1....... 36(563
2:*S!'3'ni
OESPAt lE .M'HKI-ACAO PEI.A MESA
UO CONSULADO HESIA CIUAUE SO DlA
22 DE 4GOSTO l)E 18.
I.1.I103It i^ua p.ninjuez ilncomparaveln, Amo-
rim Irmo*. 350 leer k assucar.
KECliBiOli! v UE KGNUA8 IM'EK.NAS 0E-
ll\t;S lE PHKHAMBIICO.
ItaiiJiineuiii lo da 1 a 22.
dem du dia 33.
16:7601205
1529939
I7:213|t43
CONSULADO PROVINCIAL.
Renlimem.. do dia I a 22. 26664*)52l
dem da da 33....... 368038
aile nacional
Sabbado 25 do crrente havera um baile
nacional masqu ni grande BalSo do caes do
Apollo. P iuclpiara as'9 horas da note, e
acabar as 2 horas da noite. Oaloinislra-
dor do mesmo Bal8o cosluma fazer esfo (jos
para a conserva^Ho i)a boa ordem, que cons-
tantemente tem reinado. Os bilhetes para
liomem 2?, e para seuhora gratis
parsi o ro O veleiro e bem conheci.lo patacho Bebe-
ribe, de primeira marcha, pregado e forrado
de cobre, pretende segui: com mulla brevi-
ilade, tem a seu bordo uarte de seu csrrega-
mento, para o resto que lhe. falta trata-se
com o seu consignatario Antonio Luiz de
Olivo ira Azevedo. ra da Cruz n. 1.
para o Rio de Janeiro.
O bem eonheci'lo brigue nacional Laura,
pretende seguir com muila brevidsdc, lem
paile iie seu carregamenlo prompto, para o
resto que Ibe falla, trata-secom o seu con-
signatario Antonio Luiz deOliveira Azeveo,
ra da Cruz n 1.
Para o Porto
O patacho portuguez Promptidn II. de
primeira marcha, forrado e encavilhad) de
cobre, segu pars o Porto >t o Jim do cor-
rente : para carga o passigeiros, para Oque
tem excellentes commodos, trata-so com
Elias Jos dos Santos M'drade C., na ra
d Madre de Dos n. 32, ou com o capitao na
praca.
Para a Baha.
O veleiro patacho nacional S. Jos, pre-
tonde seguir al o lim da presente semana,
tem a bordo dos tersjoa de seu carregamen-
to, para o resto lrla-se com o seu consig-
natario Antonio Luiz de Olifeira Azevedo,
ra da Cruz 11. 1.
Para .i Baha.
0 veleiro palhabote nacional Dous Ami-
gos, pretende seguir com muila brevi la lo,
tem parte de seu carregamenlo proni to,
para o resto trata-se com o seu consignata-
rio Antonio Luiz de Oliveira A2eedo, ra dr
27^1325559
*8$ IQ.V. ....,
Navios entrados no da I.
Baha5 dias. brigue brasileiro *dolpho,i>
de 313 toneladas, capitSo Augustinho IN
da Silva, equi;iegem 13, carga 8400 arro-
bas de carne socca ; a Manoel A. Guerra.
Pertencea Pernambuco.
Liverpool- -42 dias, barca ngleza Lancas-
tro,i>doJ35 toneladas, capitSo W. I.isler,
equipagem 14, carga fazendas ; a B. Wyati
Pertence a Mery-Port
lltmbu'gO" 65 lias, brigue hamburguez
Thereza. de 136 toneladas, capitao P. J.
Derks, equlpagem 9, carga fazendas e mais
gen iros; a Seve Filhos & C. Pertence
Hamburgo
Lisboa---32 dias, barca portugueza Grati-
d i,i) de 257 tunela las, capitSo A P Bor-
ges. equipagem 13, carga vinho e mais g-
neros ; a Amorim IrmSos. Pertencea Lis-
boa.
Porto85 dias. barca portugueza Sauta
Cruz de 33) toneladas, caoiiSn Joaqoim
lieii i.jic de Oliveira. equipagem 13, carga
vinho e mus gneros ; a Thomaz de A. K.
& Fiho. Pertence ao Porto.
Navio saludo no mesmo dia.
Itlo de Janeiro e portos intermediosVapor
Cruz n. I.
Mi
fe
A barca Cecilia, capitSo Gaspar Leite de
F.irias, segu com brevidade, e recebe eaiga.:
a tratare.) Cuelan.1 Cyriaco da G. M., ao
la o do Corpo Sa io o. 35
- Para a Parabiba, a barc^rja CnnceicSo
le Hangoaba, mostr Luiz de Franca Sil vn,
sabe no !ia -25 do correte mez : oara o res-
to la carga l-ata-si com J080 Jos la C La-
ges,.rua ila Senzala Nova 11 30, sobra lo.
Madama Koutier, modista franceza, na. --- Francisco Antonio de Oliveira itoclara
ereceberpelo ,,r|> rT,*e01^ la se no respansabilisa m
Iquerobjccto que em sea nome ge tome
se 1 1 que se lhe ap eseote ordem sua por es-
Vova
..- ii;.i ii.
:1 timo pavio os artigos seguints3i :
Cha pe s para aenboraa, de luto ( criado,
ditos ds seda de to! s ase nes, ditos de pa-
Iba para montara, di toa de alias largas,
meias de aeda branca, toacas para baptlss-
do cnstieos de palba de Italia, '
ATTENC
C." i oto.
Keclfe 23 de selembro de 1858.
- Precisa-se N 11 na ama le raeia i
Mra Pr" ?0S'"'! rB, r,'fr'",is servlcj ''' "''
seuhora, casaveques de fiis.5,,' I-,':,, .C ^o.P "" *'*****
pellas para novas, enfeitea para luto, di toa I
le Coras, llores preas, grosdenaple prelo
liso, goarniacBa ih* fil preto bordado, luvas
enfel adas proprias (iaia casumenio, veslua-l
1 ios ricos para meninos de 4 a 8 annos, sajas
de varias qualidadrs, manteletes de gro-ele-
naple preio, ditos de lil brdalo, fusta 1
pa a c saveques. plumas de diversas cores
para Chapeos de ;.;,lia, caigas bordadas pro-
prias para criaDQts, ca s de casemiraede
groa leqa le prto, veos de casamento para
montara.
( -:. i
*" w -. -. ..--.-.......

.
ea; -
Si xt i-feira 2 rente
No armazcm do agente
Pestaa .
0 referido agente vender' em seu arma-
zm ior c.nita de quem pertencer as to ho-
ras da i!,piil,Ha do d cima mencionado
A CO n l-avess5o24 cinastras com albos
PAK--15 fardos com lio purrete
1 dito com bu inglez.
1 caixa com cosins.
1 dita con 20 iuziasdn loalbas de linho
para mris.
dalias e meia de camisas de llanella in-
gloza. '
17 duzias de pedras de aliar.
371 pares do sapatos do Ar.caty.
Diversas obras do ouro como aderemos,
meios aderegos, pulceiraa, alfinntes, roze-
tas. rrelalhas, aneis ele.
Obras .1e marcineiria de Jacaranda, mog-
no. amarello, cerejeira em movis do goslo
e servontia.
Lellao
A -24 O afrente Oliveira tara' leilo por in-
tervenrao do Esm. Sr. I)r. jui/. ili- direito
especial do commercio, a reqiii'iimenlo
ilos administradores da inassa Mara de Sei\as.dosiem-nucentesda rao-
biliaquefoi da casa deste. eonsistindoem
cadeiras de pao americanas, commodas,
armarios, camas, baoquinhas, quadros,
lantemas, globos e mangas de vidro, ad-
vertindo-se que o estado destes objectos
nao permitte limites e por isso tmlo se
vender'por qualquer preco : sexta-feira
24 do con-ente, as 0 horas da manha,
no sen escriptorio, na da Cadeia do He-
cife.
i
Kissel, reb.jociro francez, vend
g relugios de ouro e prata, concerta ",;;
'--' elogios, joijas e msicas, ja tqui he
-;^ conhecl lo lia muitos annos,habita no
-.;;- pteo do Hospital n. 17. .;-.!
-.-'.. ... --. -.
Manoel Ailonso Aquino de Allm-
querque, retira-se para a provincia do
a'ara".
:-. \.. .. ....
Ct)?AHHI
'-a.-
M
lllim iiiM<;o 1 '.-/..
A compaohia de illummacao a
.
t.'3
gaz desta cidade avisa as p ssoas
.., que precisai-em illuminar os seus ;-'
.'" estabelecimentose casas particu- ;.;
: lares por raeio do gaz de virem
.:.',' dar os seus nomes em casa ce
-; Kostron Kooker& C, praca do
Gorpu Sent n. 48, notaido-s,
-' cpie aquellesqueprimeiro sealis- .' .
-. tarem .serao servidos em primei-
ni lugar.
Os aba izo assignalos corlialniente
agra-it cem a to los os senhores, assim
como aos dignos carmelitas que Ibes
lizeratna honra de asistir as exeqm s
le sua presa mSi D Anns Isabel
Teixeira ce Menloiija. NSo po'.endu
dirigir-se a cada um dos mesmos se-
nhores em particular, se praftalace des-
te meiu pelo que sde desculpn,
Hecife 33 de se'embr-i d-. 185 i
Bernardo J is Hartin P reir.
Manoel .\nt nio Martina Pereira
M'nnel Pe-eg. in.i I* Silva .
Ouen- precisar de orna mi.lhe- p-ra
casa de pouca frmilia, ou ,'e liomem solteiro,
que seja capaz ; dirija-searua do Padre Flo-
nno. c ga Ma esquina que vira para o beceo
los afoogniohos u 41.
(irTerec>-se um rapaz portuguez para
c^ixeiro'le taberna ou outro qua.quer es-
tabelecim ni 1, a^a lunar con ti por balen-
c ou se-n elle, par o que tem bastante pra-
tica : qum te seo prestido sequizeruti-
lisi r, dinja-se a r'.a do Collegio n. 16, loja
I bahus, que Rc'iarr eom quem tratar, ou
mesmo sent para cibranca
Precis-se alugir um preto canoero,
paea-sebem : no p leo do Carmo, sobrado
11 3 pnr cima da botica.
F -1 de IV. s. da con-ti
Ceicft'l <; ESc:i ; ii
9 jrrej.ide n. s.da con- B
-:'5
cen
OS
- 1 u t- r s
ncarrega les T8 festa de N. S |
Na fundicaod'Auroraprecisa-se de 'A C^'Mo da Escada w igreja ios
, c MiMtres partict ;m i-dos os le- 2
rventes forres ou escravos, para ser vico Q volose ,,ev0,rs (|JJ| fegU ,,, mes. g
ser'
debaixo de coberta.
C; MKiiilw. 9
JB O l)r. Joao llon >rio Ileze-ra de S
Menezes tem Diado sua residencia *%
neata cidade e pode ser procurado na
maSenbora tera logar no dia 26 do
lorreute ez, s n lo orega mr dn S
;t. Evangelhou padre mest-e Lino do ''
Monte Carmello Luna, e do Te-I)eum
: padre meslrn Antelo Manoel da as- '-'
5 sumpcao, convidamos aos ^rs ir- ga

eilo
aa. e qoe ntenla lecozmhar; e t.mbem
urna preta, ambos captivos.

c
*'
)^
n) '7 (3o cor ente
llenrv Forster & C. laro leilao por
inlervencao do agente Oliveira e conla e
risco de quem pertenec-, com asistencia
do Si. cnsul dos tsl idos-Unidos, de ii
barris de iizeite doce de superior quaiida-:
de, e de 1(50 barris de I pede l|10eml
pina de ptimo vinho branco, para oc-
correr aos gastos e costeio da barca ame-
ricana Delgate, capitao Silvestre Chase,
arribada neste posto na sua actual via-
gem procedente de Malaga com destino a o
Kio de Janeiro: segunda-fi ira i~ do cor-
rente as 11 horas da minhaa ern ponto,
no arina/.emdo Sr. Araujo, caes d'Apollo.
Provino;
1.
DE
OM CBRIOLET INGLEZ.
AS 11 HORAS |)A MANHAA.
PELO AGBNTB
Pestaa
O agente Pestjna far leilSo boje lio-a
cima declarada de um cabriolet inglez de
4 rodas com um cavallo, no armazem do
agente cima.
de Janeiro
O brigue escuna I). Luiza, capitSo Ber-
nardo Augusto de Carvalho, segu com bre-
vi da te, recebe carga, passageiros e eiscravos
a frete : 8 lratr com Caelano Cyriaco da ,.
M. ao lado do Corpo Ssnto n 25, primeiro
andar.
Vndese um brigue novo, bem cons-
truido e forrado de cobre ; assim como dous
escalercs em separado : a tratar com Gaeta-
no G. da Costa Moreira, atraz do Corpo
Santo.
(Jear, Marauiao e Para.
O veleiro e acreditado brigue esc ana t;ra-
Closa, i'.-, .lilao Juan los de Souza, segu
sem demora cora a carga ja contiatada, e
com a que mais se contratar para in 3 por-
tos. at o da -20 do correnle : consig-,ta-
nos Almeida Gomes, lves G., na ra da
Cruz u. 27.
para o poto
O brigue Trovador seguir' com bre-
vidade. para carga e passai;eiii5s trata-se
com o*consignatarios Barroca cv Castro,
na ra da Cadeia do Kccife n. 4.
Troca-se una casa por aluguel no bair-
ro da Boa-Vista, por urna no tiairro -le S.
Jos, sendo as roas seguintes: pateo de
S. Jos, rua dos Pescadores, dita do Padre
Flonano, dita do Nogueira : quem quiter
fazer este negocio, dinja-se a rua da Con-
ceiQn n. 47.
-- Precisa-S'J de urna ma poitugueza pa-
ra o servico interno de una casa de familia
?erlo desla pcac,a : uo paleo do Carino
n. 14.
Campos S Lima, loja na rua do Crespo
n. 12, ac ta m de receber pelo ultimo navio
chegado de Franca, um variado sortimenlo
de fazendas linas, o de gostos inteiramente
noios, como sejam : sedas de qnailr nli >
de lin los goslos a 800 rs. o covaJo, cortes
de vestidos de seda i?e baba 'os com '25 cov -
dosa 21)9, ditos de phanlusiii com hallados,
um lindo sortiuient Je llores para e- U-x-i e
para enfeile de vestidos, tonca ios pretos e
rxos para senh ira, chapeos de p.-lha e de
seda para senhora, vestidos de tilo bordados
a matiz para bailes, e hrancos uara noivas,
eoutr-s inuit's faxandas que estaro paten-
tes aos compradores.
^(. S. r5o 'Sosar. erp ti
ta iiiritri/, (ii> Corp
SsotO.
\ mesa regadora convida seus charos ir-
Baoseuiger.il iuuh'ii'-:i-s no respectiva
consistorio no di.-> 27 "o correte, pelas 4
lloras ds t r le. para n lim de elegir a mesa
qui d-ve Fucccionar no fulu anuu de 1859
-- N daS8 lo corren! mez, ilepnis di
aodieucia do lilra. Sr lir.juiz municipal u 1
primeira vara, em P'asja publica, que lera
lugar ua casa ilas audiencias, se h5o de ar-
rematar as Jivi las aciivas Jo finado los
AI ves Xavier, cojos nonies dos deveJores, e
quantias, constam ilos anlns do inventario
no cartn.) do Sr. cscrivao ll'plislii, e do
escriplo em miio do po'tei o los auditorios.
P.ecife 23 de selembro de 1858. inventa-
riante, Antonio Manoel Baatoa.
t> mas de ferro
He chegalo ltimamente da Inglaterra um
completo so-tmenlo de canias de ferro pro-
prias para casal e para liomem solteiro :
v>odc-se por pre$o commodo na rua da Ca-
deia do Hecife u. 56 A, loja de ferregens de
Vi tul & Bastos.
Desappareceu no dia 23 do corrente,
da estrada nova, rancho do /.ese, um cavallo
roalo, grande, com duas manchas pretas
em urna ds pas, esta gor io, e anda muilo
pouco de carrego, sendo ob igado, lem mais
manchas preas po- tolo corpo, e iio he
castrado ; quem delle tiver noticia, dirija-
so a ru de Apollo n 22, escriptoiio de An-
tonio Jorge Guerra, que sera recompensado.
Aluga-se por anuo ou por testa urna
boa casa na Capunga : a tratar na rua da
Calcada 11. 6.
$ rua da Atunra n. 62 segundo andar, 5*j a mosa comparecer, m a dita festa em g,
H casaipie faz esquina com o aterro,la r.i S particular pedimos SOS moradores da %
*fy Boa-Vista, o mesmo presta-se a qual- ji '-- rua i\ova rara Iluminaren, as suas
j^ quer chamados tola hora do dia ou & varandas muta do dia da festa
B fia noite. e da consultas gratis .os po- | $ ^ v
S> Js^sWKy.?rr ?--?\-rx-'v-i' BSS fesrwwS sum::Coo?o '^^cimn lb3'cass
sa-sea.og.rnm preto ara o servico d,ca- ^ @@ @@@S.
p) ;> >r. Ignacio Firmo Xavier, roe ^
gft be em sua casa de saude, que Mea ao 4*f>
^ norte da estrada da Passagem da X
v Magdalena, entre a ponte grande e a af
fy peuueua do Ch.ira-Menino, todas as *
:< es>oas doentes, afianzando o me- -^
S 'nor tratamento, o maiorzelo ecoi- 5?
9 dado dedico. O local em que est <9
edifica Ja a casa deslin>da para esse *J*
^. miste,r as r-gras hygienicas. sobre 2
W as quaes est construida, os commo- w
^l dos de que dispoe, o aceio, ordem, j&
e regulan lide que abi se encon- ^
2%. tram, sao condiQes oonlerosas para *?
** urna breve cura o completo resta- <>
^ beleciment. As pessoas quequize- /%
Y. rem utilisar-se de seu prest o po- *
*,', dpm dirigirse a rua de Hurtas, so- tjf
{^ brado de nm andar numero 12, das (k
10 horas da minhaa as 3 datarte, W
, e dessa hora em diante noseu esta- w
\f belecimenln -jj
I)a-se diaheiros a juros sobre hypot .e-
ca em bens de raz dentro da colad- a I por
centa ; a lr> lar na rua do Aragao do bairro
du lioa-V'isln 11 ;,.
He cheg do loja do Lerontc, aterrn da
Roa-Vista u. 7, o excellonte leite virginal de
rosa branca pora refrescar a pell9, tirar pan-
nos, sardas e espinbss igualmente o afama-
do oleo baboso para limpar e fazer crescer
es cabellos ; assim como ,< imperial uo li-
rio de FlorenQa para bertoejas as.ieri la les
a pede, conserva a frescura eoavelludaJo
('a pri .1 -vera da vi 'a.
O abaixo assigned'o, ua qu.-.li 1a !e de
testamenleno e iiiveulariaute dos bens do
finido Manoel Jos Pereira Concalves, con-
vida a todos os que se jnlgarem ere lores do
mesmo linado, qm hajam de comparecer na
I rua du Crespo 11 23 A, ir.unilus dos rom-
. tules ttulos probatorios dessas dividas,
,;Iim de que se possa effectuar a venlca<;3o
a proceder-se a descrip^So dellas no respec-
tivo inventario. Rccife 18 do s-tembro do
1858*Antonio Gonealves de liveira.
Seg
Vende-se o sitio denominado Taepe, sito
na villa le ig.iarsssu". com muitas arvores
fructferas, comosS) lar-ngeif-s, sapotizei-
r.is, mancas e planiacao de caf ; igualmen-
te tem baixa para japim ou para plantacSo
i- Mima, mtRs c.im boas mdeiras e le-
nhas, rio com esc II ate agua para banhos,
e mais de meia legua o. t rra : a quern con-
vier, proeo e na pa Isria do sobra lo, uo Ca-
minho Novo da Sol; lade, aoud achara sein-
precom quem Ir il ;r
-- Ven 10-se urna escrava bo cozinheira
eetigommadeira : na rua da Cruz n 24.
-- Vende-se um mol cote de i la le de 12
annos, muito lindo, ptimo para um jiagem:
na rua Direit* n. r.
Precisa-se tomar Dor cinco mezes 3
qnantia de40(19000, danlo-se sjgurancaem
um mol tin o de 10 annos, porm hcando
' to mulatinho no po '.or de seu senbar :
quem quizer fazei esto negocio annuncie.
Ua-se para morar, um armazem, a ho-
mem te meia ida le, e qua n5o tenba fami-
lia, dan In conhecimento de sua conducta:
quem estiver nesta circumstancia, dnja-se
o pateo do Tercci n 40
-- OsSrs. inspectores ou subdelegado da
freguezia do KeC fe. quej, langar suas vis-
tas que na ru d Seuzaja Velha no domingo
11 .0 corrente pilas 5 horas da larde em
urna casa um pai quasi mata um dos filhos
qoe tem, com tanta bordoada que Ibe deu,
pois parece que para isso deve haver jusiica.
Vei::sie:er *ie crn-4iib!i
Vtndem-se no escriptorio de Curgel Ir-
mSos, rua da Cadeia do Recife n. 11, pri-
inei-o aniar.
P^ PENTI.S DG TARTARUGA.
)g$ Jos Joaquim da Cuniu GuimarSes
10, com loja do tmarutueirn na rua das
%% Tincb"irasn 8,com frente pin'a-la
g{ de verde, continua a ter sempre bnm
^ sortimentti !e rentes de dfferenles
Ufa gostos, tanto francezes como feitos no
yj, mesmo estabeleciment, caixas para
^j r>p, de tartaruga em chapa que tu-
'^ do vende mais harato .0 que e-n on-
g tra parte, faz concertos com pro?ip-
^ tldSo e precos commo los : priucipal-
>*k mente se-ido as obias compradas no
^ seu esta'ielecimeuto.
)m$& &mot manas/asm
INo da 21 .10 corrente perdeu-se da
ru Nova a rua da Cadeia do Recife um
anel com briIh ule, eslava com o aro um
pouco arr.assado : quem o achou queren lo
restituir irija s:1 a rua do Rosario da Boa-
Vtsta n 04, que ser recompensado.
O S'. procura lor do patrimonio dos
or.mi.is, queira ir a rua Direita n. 8 para re-
ceber foros das casas da rua de Santa Rila n.
8* e rua dos Pesca lores 11 31, ou annuncie
sua morada para se ir pagar.
'-' ':-.".::,.;.- .>.::.{:-::.;::;.-:; :',.;;.;
i3 Aluga-se a grande casa era S'nto ^
Vmaro que foi do fallecido Manoel
. I.uiz da Veiga :a tr-star na rua do
3 Bnm n 18,prioieiro aolar
Os abaixo assignsdos participam an res-
' eil vel publico que tem exposlo a venda
bilhetes da lotnri da provincia, garant los
dos 8 porcento do imoosto geral, nos quaes
se iibrigarn a pagar o mencionado imposto
apenas saia a lisia geral, na praca da lude-
pendencta loja n 40.
Preco de cada bilhete. 65OOO
KmpoicaodelOOpari cima 59500a linbeiro
Vieira Rolhechild.
:- m& O-:

7
.:-
PauloGaignoaadeotiila, ru- das Laran- iJ
ceiras B.I5, ua idesniacasa tara anua e pos -1
^ ilanlrifica. -.;
SE6DRI miU 0 FUGO.
COMPAMIIA
.4LLIAWCE.
stHbele -idfi <.: Lo>i a .
em rc de i>2-i
CAPITAL
CINCO IWILHO'ES DE LIBRAS ES-
TEKL1VAS.
Saunders, Brotlirs A C. lem a houra de
informar aos senhores negociantes, propie-
tarios de cases, e a quem mais convier, qne
estilo plenamente aotorisados pela dilacom-
panhia para flectoar seguros sobre eili-
ci is lie lijlo e nedra, cobertos dteles, e
igualmente sobre os objectos eue contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou em fazendas de qualquer qua-
lidade
Sabbado 28 io corrente vai ser ven 'i-
do em leilao. em Macei, por conta e risco
^e quem pertencer, u casco e mais objeclos
salvados da barca ingleza aMalil te, naufra-
gada naquelle porto em 8 do cbrente mez,
a qual se acua eucalbada na arca eui Jan-
gua no porto cima.
Precisa-se de um caixeiro hbil para
balcSo, e quo escreva bem, para ir paia una
das ..rinci aes casas de commercio, de Ma-
cei ; dS-se bom ordenado : na rus do cres-
po n. 11.
om pequeo toque de
it varia.
Pepas de mailapolao a SaOOO, 'ilas de ..Igo-
d9o largo com -Jd varas a 39M0 e 3?500, di-
tas de dito sicupira a 35 e 39200 : v> na rua do Crespo, loja da esquina quo volia
para a rua da Cadeia.
m
^
W-
eoulra
astro piar^
3>arca a.
Ven 1e-se um mastro par 1 barcaca (de jns-
soraba : na rua da Cadeia do Recife 11. 23,

revf ii A c. sa de lijlo n 6, sita na rua do Rosa-
rio da cidade do Rio-F 11 inoso esla sujeite ao
.1 n. ui.i de cToi 11,1 e o premio estipu-
lado et a r saQilo do mbolso da referida
qui nti mr bypotheca e-p cirl, como cons-
ta das notas do tabellio Gnimhr, la mes
1 a ri.| le ; un cin. i q.,e iis iiypothecan-
"s Francisco do Reg Lima sua mulher,
nesta occasio debito algu u deviam, a ex-
cepcSo de urna lel'a iie?i. praga do trezen-
t >s e tantos &11I reis, e rento e vinte na tnes-
ma cidade, nSn estando este debito le.^ali-
sadopor documento algum, o mesmo terem
os bypolhec ules dentro do esta beleci ment
em gneros 7i0a, eer dividas 2.OU00CO, e
uina esc av que se ach" nesta prac.8 em cu-
rativo ; bens estes sullicienes para gtrantir
os pequeos direitos mencinalos; para
que pesMia tlguma nao allegue ignorancia
no futuro, se laz a presente declarado. Re-
cife 21 de selembro de 18S8.
Hoje (24) as 11 horas da manhSa, de-
pois da audiencia do juizo do orphaos, ter
lugar a nrremataco da renda da casa da rua
Direita 11- U4.
(
ltO.
Hesappareceu desde odia 19 do corrente
um gito de c' amarella, bastan'e manso,
com urna colleira do ma.-roquim euc'ru.du
e u gurzo de prata ao pescoco : a pessoa
que o livt. qneira lor a bouda le de man lar
levar ao largo do Carmo n. 16, que se. gra-
tificara, on aiiputicie para ser procurado.
Precisa-se de um raiaz portugue dos
ebegados ha pouco. para urna arrumadlo :
na ruada Roda n. 15.
COAIPAXHIA NOKT1IEN, ESTABELIC-
CIDA EM LONDRES.
Pretil ios di tti tu n idos
AGENTES
C. iihVt.SC" ii.i lili
9 r^SULTOBia HOIHBOPjTIGO S
B. LOBO I05C0I.
.;";> v rua pa Gloria casa uo plnoao'^
(: Ur. Loho Moscnzo faz scicnte ^
; 1 (jucni interessor rossu que te.n @
commodos em sua casa para re- Vi
ceber aluns escravos nao s pa- A
ra tratar de suas enfermidadi-
-'J como para fazer riiialqucr ope- S
"';. raco. Os doentes serio tratados
yjl pela lioincoii.illn.t tiu pela alio- tg;
*'< pathia, conloi-me parecer mais &
''3 conveniente para a brevidade da &
cura. Adverte que recebe gra- fj
,'5 tml unente urna 011 oulra pessoa S
: 3 que precise azer aljjuma opera- .'j
p .1 1, e pie por suas circumstan- ^
cias nao poss.im Satisl'u/.ii- as des- .';,
"3 r"*wis de tratamento e nao queira fS
". !ij.':tai'-su a ir para OS I ospilaes. 5
1$ O preco do tratamento dos esera- SA
; vos regulara'de 2$ a j diarios t'\
-, conforme 1 gravidade da moles- j.'j
, tia e o tempo de curativo.
Aos mentos de ig fja
Antonio Fernandes da Costa lima, autigo
e bem conheci lo manufactureiro de toda e
qualquer paramento de igreja, declara aos
seus l'regiiczes e ao respeitavel publico em
geral, que mudou sus resi lencia para a rua
la Cambo di Carmo, sobrado de nm andar
11. 21. n- esquina do primeiro becco Ahi com
muila facilidnde podar ser encontrado a
quOquerhora o di, pois que continua la
encariegr-se de obras, dando as fazendas
de superior qualidade e as obras promptas
por mu razoavcl preco.
Precisa se de um pequeo para cai.-
xpiro :
nova, dau !u liador a sua cuii-iucia, se dir
quem precisa
Sitio para lufar,
Aluga-se um sitio na povoacSo dos Reme-
dios, defionto da igreja, com a encllen-
te. C'.sa ree llBCada e mala de novo, cikq
errar;.i e varanda na frente, cocheira, estri-
bara e quarto para pretos: a tratar na rua
da Cadeia do Recife n. A.
Bit*iis e rendas,
Vendem-se bicos e rendas das melbores
qii'l"1*vl.>s : jy rua *> Trniche n 36
Francisco JoSo !e Barros, Jos Fran-
cisco Marques. Ludovina Felizarda
Margues. Emilia Ludovina Marques,
Jo3o, Florencio, Manoel Francisco Mar-
ques, auna Joaquina do Sacramento
Marques. Francisca Antonia de Siauei-
ra Marques, vntonio Joaquim de Rar-
ros, Henriqueta .Matlnl les de Jess
Marques, e J;)So Lucio Marques, re-
conhecidos para com todos .os seus
amigos e senhores, qae se dignaran
assislir asr-S"quias fanebres de corpo
presente, feitas na matriz co sCorpo
Santo em 18 do corrente mez de sft-
terabro, por morte de sua muito pre-
sada esposa, filha, i re Ha, cuobada e
prima Mara Ludovina Marques de Bar-
ros, vem cordial e vivamente pene-
trados da mais pungente dr, agrade-
cer tanta honda le,nao s por esse acto
dereligISoe sumsr.a ^ci-rida fe, como
pelo duplo obsequio dos procurarem
em sua actual e quasi que repentina,
residencia da Passagem oa Magdalena-,
para Ibes manifeslarem os seotimentos
de que se achavam possuidos nessa do-
lorosa affligao que os dominava em
razSo de tan irematuro quanto ines-
perado rassamento. Difcil, se nSo
irapossivel, de se dirigirem cada um
de per si f'o's memos sennores, se pre-
valecm deste vehculo e 'implorara
descul
Precisa-se de um menino para caixei-
r i que lenha de l a II annos, e que qneira
ir rara urna loja de ferragens em Macei.
preferindo-se com pratica on mesmo sem
ella : na roa di Cadeia do Recife, loja de
ferragens n. 56
p?rir>iii|

. J?
ESTRADA DE FERRO DE TAMANDARE'.
aiii,irisada pelo decreto n. 1980 de 28 de selem-
bro de 1S57.
Os accionistas desta empreza sao convida-
dos comparecerem ten;s-feira 28 do cor-
rente ao mcio dia no sa'ISo da associacSo
comme'cial desta praca prra approvaqo dos
estatutos e incorporacSn da companhia.
0 encerramento das listas de assignatu-
ras fies prorogado at o dia 25 as 4 horas da
tarde.
Aviso
O Sr. que levou para amostras 4 toalbas
de '.ahynntnu do da.oiito n 6 da rua do S.
francisco, queira fazer o favor de as ir en-
tregar, visto que .ara escolher he bastante o
temoo que a lem em seu poder ; livrando
'.esta forma o iucommodo de o caixeiro as
ir buscar.
Precisa-se alugar um preto robusto
para lodo o servigo de rua : em Fura de
Portas, rua do Pilar n. 120.
Ama de iettf
Precisa-se de urna ama que n3o tenha li-
Iho, e que o S"U leite seja de poucos mezes
ou dias : quemsajulgar habilitado, dirja-
se a rua do Queimado n. 8, segundo andar.
Rua n-'V n. 60;
Precisa-se de urna ama para o servico de
urna casa de pouca familia : na rua Nova,
quina ua ponte.
A fabrica ue caldeiraria e fundi;3o do
metaes, sita na rua Imperial, precisa de olli-
caes de fun iic5o, latoeiro e ferreiro de for-
ja, e a imitte-se alguns serventes para ira
balho debaixo de conerta.
Lotera
DA
provincia.
O Sr. thesoureiro manda fazer pu-
blico que se acliam a venda no pavimento
terreo da casa da rua da Aurora n. 2(i
das 9 horas da manha as 8da noite.os bi-
llietes da terceira parte da 21). lotera
do theatro de Santa Isabel cujas rodas
deverao-andar impreterivelmente no dia
2!) do corrente me/.-
Tfacsouraria das loteras 18 desetembro
de 1858.O escrivSo, J. M. da Cruz.
-- O S'.'Jos Maximiann *.lves Cnvalcanti
tenha a bon lade da vir ou man lar pugar
50-5. quo o abaixo assignado lhea.liantou de
dous mezes de seu or leado, que vence co-
mo pralicatite da tnesouraria te fazenda.
Recife l desetembro do i8js.--.ioje Esteves
Vianna.
-sr


DIARIO DE VKRNAMBUCO SEXTA FEIRA 2'* DE SETEMBRO DE 1858.
Lotera
A
PROVINCIA
No escriptorio do abaixo assignado na ra ,
do Collegio n. 21, vendem-se feilhetes garan- I
tidos do imposto geral em anantia de 1009
para rima a dinheiro celo sguinta prego
Bilbete 55500 recebe 5:OO03
Ta id be m se compra m bilhetes do lotera
recolhida a tbesooraria provincial com o
disconto de 20 por cento.
1'. J. Layrne.
Alugam-se duas moradas" de casas ter-
reas para passar a festa, no lugar de San-
t'Anna de dentro, com bons commodos, e o
lugar he o mais saudavel para a saude : di-
rija-se a ra estrella do Rosario, armazem
n. 29.
NA RA i)A GLORIA CASA UO FUNDA.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
UO
DR-P. A. LOBO HOSCOSO
Medico parteiro e operador.
O Dr. Lobo Moscoso, aa consultas todos os
dias epratica qualquer operag3o de cirurgia,
ssim como,accode com toda a promptidSo,
as pessoas que precisarem do seu prestimo
para o servico de partos, praticando aso-
perages manuaes ou instrumentaos, quan-
do n3o possa conseguir resultado por hoo
cabomeopatbia, que tantas vezestem ven-
dido dilliculdades, que pareca.- insuue-
raveis.
Telegrapho
' Vende-se o novo roteiro de signaes do
telegrapho, a 320 rs. : na livraria ns. G e
8 da praca da Independencia'.
-- O Sr. Francisco Antonio Femantes Fi-
nheiro Filho tem na ra da Cruz n. 64 urna
carta vinda de Macei.
Finda a audiencia do Sr. Dr. juiz de
orpbSos. se ba de arrematar por 3 pragas
successivas, nos dias 21, 24 28 do corrente,
os bens seguintes : urna casa terrea de pe-
dra e cal sita na ra Imperial n. 216, avaha-
da em 800, e um escravo cabra, oOicio Car-
niceiro, idade 42 annos, avahado em I 600-?,
pertencente ao menor JoSo, filho do finado
Jernimo de Abreu, a requerimenio do tutor.
Ser publicado em breve o follicto
DISCUSSAO- THEOLOCICO-JL'RIDICA
SOBRE
O DIREITO DO PODER TEMPORAL EM NE-
GOCIOS DOS CASAMENTOS.
em referencia proposta do governo impe-
rial, e com a prosicSo do Sr. conego Joa-
quim Pinto de Campos, em negocio dos ca-
samontos mistos e de protestantes
POR
CARLOS KORNIS DE TOVARAD, lente de
direito criminal da universidade de Pest na
Hungra. Recebem-se assignaturas a 29000,
6 e 8 da pra?a da Indepen-
cobertos e descobertos, pequeos e gran-
des, de ouro patento inglez, para hornera
esenhora, de um dos melhores fabricantes
de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete
inglez : em casa de Sout'.all Mallo.- & ',:.
ra no Torres n. 38.
VESTIDOS aQUILIIE. $
Vendem-se os mais bonitos vesli- g&
dos de cambraia aquilhe. s3o do mais J
moderno gosto de Para, conforme -.'
trazem os figurines : na ra do Quei- tf
mado, luja de Leiie, Arthur &. C. g
-SS3@& &-:
Escravo pega.
Vende-se um escravo mulato, ptima fi-
gura, e ptimo boleeiro na ra de sanio
i Amaro ;MunJo Novo; n. 6.
- SEDAS DE QADlllNHOS.
ijg Le te, Anhur 4 C. recelieram nova
i| remessa de se las de quadros de no-
te i vos padroes e venden por prego ra-
3UUU0
tmi sus1
i;
T
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NIIE1RO DAVID W. BOWMAN, ih
RA DO BRUM, PASSANDO O flA-
FARIZ.
ha serapre um grande sortinento dos se-
guintes objectos de mecanismos proprios
pura engentaos, a saber : moendas o meias
moendas da mais moderna construcc3o ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e de v.odos os tamanhos; rodas
dentadaspara a^ua ou snimaes, de todas as
rroporces ; crivos e bocea de fornaltta a
registres de boeiro, aguilhes, bronzes, >a-
pafusose cavilnoes, loinbos de mandioca,
etc. etc.
NA MESMA FUNDICAO,
seexocutam to>ias asencommendas
superioridado ja conhecida com a
presteza e com odidade em preco.

na ra do Queimado 10.
1*1
co a
JoTida
Sab
na imana n.
dencia.
LIVR A RA ECONMICA
. Defronte do arco de Santo Antonio.
Manual
DE
CON TAS
ft zoavel
Vende-se urna mubilia.de amarello com
pouco uso: a tratar na ra de Sania Cruz
n. 48.
Relogios de
ouro ejoias.
Vende-se um lindo sortimento de .re-
logios de ouro para todos os preos con-
forme as qualidades e um variado sorti-
mento de joias de ouro de lei: no escrip-
torio de Isaac, Curio & C, ra da Cruz n.
V9, primeiro andar.
Ca?0IU0 HOlESPAMv-
DO
DK. P. A. LOBO MOSCOSO.
iVa ra da Gloria cusa do fundo
Onde se acham sempre os mais acreditados medicamentos tanto em tintura,
como em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por pregos bastante commodo!
4 lJrecos fixos
Tecos
Rotica de tubos grandes 10/000
Dita de 24 155000
Dita de 36 203000
Dita de 48 2f>000
Dita de 60 3UJ000
Tubos avulsos a..... 1*000
Frascos de tinturara de meia onca. 3f000
Manual de medicina homeopathica do
Dr. Jahr enm o diccionario dos termos
do medicina. ..... 20-000
Medicina domestica do Dr. Ik-nry. lOaOOO
TratamentO'do cholera morhus. 'j;<)00
Repertorio do Dr. Mello Moraes 6S000
m* iMOEEIRA E BIVilTBW*-
PEDRAS PRECIOSAS* ""*""* l'ua*l
GRAKCE
IIEXRIQIT& &A.M-0S
Ra do Oueimado.
RTiKEgTfl
rAJtriDAS
. S t d i
'W
m
i&>
para a compra ou venda de assucar, algodo,
couros e outros obiectos proprios de pesos,
e que regulam de um a seis mil reis por ar-
rolla ; obra muito recommendavel a todas
as pessoas qne negeciam com esses gneros, |
asslm como aos senhores de engentaos; pois |
com um s relance de vista pode-se saber o I
importe de qualquar porgSo de arrobas e
libras o que levariam lempo a fazer. Acha-
se venda esta obra em um volume em oi-
tavo, bem encadernado. pelo prego de 53 :
na livraria cima tudicada.
Precisa-se de um rapazinho portuguez,
de 14 a 16 annos de idade, para estribeiro:
no pateo do Carmo n. 14.
O morador do sitio do largo da Trem-
pe, sobrado n. 1, que tem venda por baixo,
em consequencia de Ihe ter morrillo sua ge-1
nbora, tem de se retirar do referido sitio
com muitc brevidade, e por isso vende por
diminuto prego urna porc3o de ps de sapu-
tlzeiros em barris e caisOes, muitos ps de
craveiros e rozeiras em vasos, alecrim e mui-
taaoutras flores de jardim, urna gran le pnr-
Q3o de forquilhase varas para parreiras ; ai-
guns trastes de casa como sejam ; mesas,ar-
marios, marquezas e outros utensis de
casa, entrando um apparelho de cb dou-
rado.
Na roa do sebo defronte do n. 23, pre-
cisa-se de um criado.
-- Um rapaz europeu prope-se a ensinar
em algum engenho perto da praca primei-
ras lotiras. francez, lalim, msica e piano{;
quem precisar, dirija-se a esta lypograpbia
por meio de carta fechada com as iniciaes
A. 1- C, nomeando na mesma carta seu no-
mo e lugar, para ser procurado.
O abaixo assignado roga a pessoa que
r.a noite de quinla-feira, 10 do crreme,
fra a sua casa e com chaves falsas abrir a
porta da sala e duas gavetas de urna rom-
moda, tirando de urna gaveta urna corrente
de ouro, e de outra urna porc.3o de dinheiro
e outros objectos, que venha restituir esse
roubo dentro do prazo de 8 dias, do contra-
rio publicar seu nome, e usa a dos meios
legaes, visto aa provts que tem.
Jos Theodoro Gomes.
Jos Rodrigues da Silva, subdito por-
tuguez, por baver oulrode igual nome, as-
signar-ge-ha de hoje em dlante por Jos
Antonio Rodrigues da Silva.
Na liba dos Ratos, por traz da obra do
(.ymnasio Provincial, precisa-se do nma ama
para o servico de casa, forra ou escrava.
Precisa-se de urna ama para o servico
interno de urna casa de pouca familia : no
paleo do Carmo n 20, sobrado.
Sesta-feira 24 do corrente, depois da
audiencia do illm. Sr. Dr. juiz de orpbSos.be
a aultima praca do arrendimento da cas ter-
rea da ladeira do Varadouro da cidade de
Olinda,junto a cocheira.
~ Na padaria da ra dos Quarteis, hoje
do Rosario larga u. 18, continu'a a fazer o
eicellente pSo de familia, n5o s pela sua
qualidade e tamaobo, como pelo barato
prego do laO rs. a libra, de meia libra para
cima.
O Cnente-coronel JoSo Valentim Vi-
lella vende o seu engenho Gindahy, na fre-
guezia de Una.
Aluga-se o terceiro andar da casa da
roa da Cadeia do Recife n. 4: a tratar no
primeiro andar da mesma ; asslm como o
segundo andar da casa da ra da Senzala
n. 22.
J. Hunder, alfaiate, avisa ao respeita-
vel publico, principalmente sua especial fre-
guezia, que mudou-se para a ra da Cadeia
de Santo Antonio n. 11 R. onde continu'a
fabricar qualquer obra de sua profiss3o.
de quadros e lis tras, co-
t laa, padres
Receuidas eia drettiira dt
pars.
Ricos cortes de vestidos de seda do
cor e brsncos 3
Cortes de cambraia de seda borda-
dos ao lado 3
Crosdenaples preto encorpado, ro-
yado 13600 a 2*500
Dito de cores e branco, covado 13920
Seda branca lavrada para vestido
de noiva, covado I3'i00 a 23500
Belleza da China, fazenda toda do
seda, covado
Setim preto maceo para vestidos,
covado 23700
Velludo preto o meibor possivel,
covado
Meio velludo preto e de cores, co-
vado
Velbutina preta e de cores, covado
Folar de Pars de seda com listas
matisedas, covado
Ricas sedas de cores de novos pa-
dres, covado
Diana de seda lavrada aui linda,
covado
Se lionas
vado
Popelinas de seda
novos, covado
Barege de seda, padroes miudinhos,
covado
Gorgurao de seda com flores, covado
Panno p-eto e de cores, prova de li-
m3o, covado 3/ a
('.asentir preta setin;,cov8do 13700 a
Musselina de cor e branca, covado
Chitas francezas de cor claras e es-
curas, covado 280 a
Cambraias organdys.novos padroes,
vara a y
Cassas trancezas finas, padrOes no-
vos, vara a 500
Ditas ditas, vara a 320
Mantas de Blond, pretas e brancas
Manguitos e golinhas bordadas
Tiras e enlremeios bordados
Pulceiras de velludo, froco e fita
Longos de cambraia, finos, com la-
byrintho
Chales de merino com franja de 13a
Ditos ditos de seda
Ditos ditos bordados a seda
Ditos ditos bordados r; velludo
Ditos de seda de peso
Cortes de casemira de cor finos
Cohetes de dita e de seda bordados
Chapeos pretos francezes modernos
Gravatas de seda compridas com
annel
Paletots de alpaca preta e de cor,
forrados
Gndolas de alpaca prete e de cor
Paletots de brim pardo e bretanha
Ditos de fust3o, ganga eoutrasfa-
zendas
Passando o beccoda Congregag3o, do lado
direito em seguimento para o Livramento a
quarta loja do tres portas com rtulos bran-
cos n. 40.
13400
3500
53500
13400
750
13100
13920
13000
900
13000
640
850
73500
35200
320
3S0
Almeida Gomes. Alves & C tem para ven-
der sabSode boa qualidade, recebido do DE-
POSITO GERAL DO RIO DE J.WEIltO.do qual
s3o nesta cidade um dos agentes. O deposi-
to aqui he no armzzom alfandogado, Araujo,
no largo do Forte do .Mallos junto do trapi-
cho do algodao, ondo p e ser visto, e para
tratar, com os annuuciantes n ra da Cruz
a. 97
Vende-se urna taberna na ra Direita
dos Afogados n. 40, bem afreguezada para a
Ierra, e na forga do commcrcio : quem a
pretende', dirija-se a mesma.
Vende-se um ricocabriolet de rodas,
patente, de gosto molerno e por prego
Commodo : a ver-SP, na cocheira do Sr. Joa-
qun, na ra das Flores, confronte a casa do
Sr. Quinteiro ; vende-se tambem um bum
cavallo para o dito, na mesma corhnra.
Na povuago de Santo Amaro de Jabo<-
tao veode-se urna taberna hi dous mezes
leita, por seu dono ter fallecido ; na mesma
tem commodos pra morada, com 2 salas,
2 quartos e quintal at o rio, e ter ae fun-
dos 800000 : a tratar na mesma casa, pas-
sando a primeira ponte, defronte da taberna
nova do barateiro, com a viuva ; e no Reci-
fe, na ra da Senzrla Veltia n. 68, com o so-
licitador Manoel Luiz da Veigi.
Vende-so urna escrava mulata de 14 a
15 annos de idade, bem prendada, engomma
liso, cose chio, co/inha e faz labyrinlbo :
na ra de Santo Amaro n 28, taberna.
Na ra da Cadeia n. 28 taberna de D.
S. Campos, veiidem-so em pequeas e gran- .'V
des porgoes bichas hamhurguuzas das me- '."
Ihores quevemao mercado, e tambem se "V?
alugam
Quem nao andar' calcado i
Sapalus de marroiiuim de cores e pretos
de cordavo para sen hora a 720, ditos de
couro de lustre, ps pequeos, de n. 35 para
baixo a 800 rs., ditos do couro preto de to-
dos os tamanhos a 560. ditos de couro para
meninos e meninas .1 400 rs ditos de rnar-
roquim a 500 rs smentc para acabar : no
aierro da Bua-Vjsia n. 82 ultima loja
miudezas
m
Aderegos de brlhan- L^ df> OUrive9
l tes.diamantes e pero- '; ..... .,._., ....
Mas pulceiras. ahiue- $ Rl\ DOBLl \ N. 7.
lee, brincos e rosetas, Hl
f tiotffes eannis de dif- lf? "o,>k.
rerenlee gostos e do RecebeiB por
I diversas pedras de va- fg todos OS Vapores %
i da Kuropa as -g
|S OUROEPBATA
m
Compram,
fm ou trocam
i u.
obrisdo mais nso-
vendem,
.. prata, ou-
o, brilhante
H mants e pero
?J5 outrasquaesquerjoias |i IO (16 t1 1'ailC
* de valor, a dinbeiroa S -un !=> I,i ou por obras. ,,iu t,c I-ilMXrd
_^^-o quaes vendeo
i
Aderegos completa *4
ouro.meios ditos,pul
ceiras, allineles, brin- :
eos e rosetas,cordes,.-
transelins, medalhas, .5-
correles e enfeitesf)
para relogio e outros '
muitos objectos de :;
ouro. R
. I
m
N& loja
DAS
^u tfo port
RA DO QDEIM4D0 H. 37.
Passando o beccoda
Agancia
da fundicao Low-K. >v
rus do Senlnza Hova a
n. 42.
i Apparclhos comple
oa, vu- m -' r. -tl
, dia- derno >'osto tan- m ks 1epr,u,p"r"chm
rolas, e S t .-T C, bandejas, salvas, cas-
uerjmas w to de t ranea, CO ;- u?es' c,,lherps t?s- '
s
preco commodo
costumam.
Da e de cb, e muitos ?
outros objectos de :3>
prta W
ICii' : ...

como
;/'"
de
\V9 acabar.
A 400 rs. par.
Tamaqens de couro para homom, seniora
e menino a 400 rs. o par : no aterro da Boa-
Vista, loja n. 82.
Nova agua de malabar
Vende-se esta agua a 'nellior que ter- ap-
p:irecido para Ungir o cabello e suissas de
preto : na livraria universal ra do Collogx
n. 20, d-sc junto um impresso gratis cus'
nando a forma de applicar.
~ Vende-se em casa de S. P. Jonbston &
C, ra da senzala Nova n. 42, o seguinte :
sellins in^lezes e sillioes. relogios de ouro
de patente inglez, cindielros e castii;aes
bronzeadus, arreios para carro, lonas male-
zas, lio de vela, graxa para a'relos.
Lonas, brins e brin/.oes.
Cobree metal para fono com
prego.
Oleo de linhaca.
Barrilha.
Vinhos linos de Moselle e Joan-
;. -. tusberg espumoso, e de BordeHx
r,-i em quartolas.
JO C. J. ASTLEY& C.
O
i
:/...
HE BARATISSIMO!
teguiea
TBIU. JA NAO VENDE- MIMA,
Na na dj Queimado n 2, esquina do
becco do Peixe Frito, continua o Preguiga a vender todo o genero de Taza-
das pelo prego mais mdico possivel, entre ellas tem : pcas de chita es-
cura de bom panno e boniius padrOes a 4,800 ; ditas da camhrzia lisa branca
COnmnPft(,U,!n0,t0',,Ue rte mfo a 2,<,0 ; dlt,s de l"etanba a J.ouu ; atoalhado muito largo e com ricos lavores a 1,280 a vara ; cortes
de 13j com listr.s de seda, fazenda inteiramenlc nova de elegantes padroes
denominada C.rmelma, tom 12 covados cada um sob 4 calmos e meio de
largura pelo baratissimo prego de 5,500 ; Italianas, especie de cambraia,
Pintada de cores hxas e lindissimos goslos a 480 rs. a vara: carrbraias
trancezas liuas de padres novos e bonitos a 500 rs. a vara : cass.s pintadas
n-.iudinhas, crtres fixase pannos finos a ,!20 rs. a vtra ; luv.s de lio da e.sco-
cia, brancas o de cores a 400 rs. o par ; cambraias napolitanas, de quadros
e cores alegres e seguras a 360 rs. a vara ou 220 o covado ; rscados francezes
dos melhores gustos de lislras e quadros miudinhos pelo baratissimo prego
de 180 rs. o covado de todas estas fazendas se dar3o amostras sob
nitores.
pe-
1 >ongreiaca. .
Noste bem conhecido e acreditado estabe-
lecimento encontrar o publico um comple-
to sortimento de fazendas francezas e ingle
zas, bem como sejam : ricos cortes de vesti-
dos de seda pretos com 3 babados a 80 e 90
(filos de seda branca com listras assetinadas
a 20?, ditos de b.-..pji) a 7-3, sahidas de baile
a 253, enfeiles pera cabega de senhora a 93
pin.', manguitos de esmbraia bordados a
2/300 e 43500, camisinhas ir cambr.ia com
gollinhas c manguitos a 53!'00, ditos muito
superiores a 1/300, gollnl as bordadas a 1,
13600 e 4350O cada urna, tiras bordadas a
800, 900 p. 1300o a vara, gaza de seda a 780
e 800 rs. o covado, sedas de quadrinhos miu-
dinhos, fazenda inuito superior, a 13500 o
covdo, folar de seda a 600 rs. o covado, 13a
eseda lavrada, gosto inteirarrente novo, a
I3OOO o covado, musselinas escuras a 400 rs.
0 covado, casomiras miu linhas propriss pa-
ra caiga, collefe e paletot a 13500 o covado,
fustSo miudinho a 400 rs o covado, chitas
francezas a 260, 280, 300 e 32 gan ys de cor a 900 rs. a vara, ditos supe-
riores a 132P0, flanela branca a 480 o cova-
do, dita >'.e cores propria para coeiro de
criangas a 900 rs. o covado, chalpsde seda
U e I63. bengalas finas a 4.3, ditas a 2 e 33,
paletots da fusto de cor a 5.3, ditos de brim
branco de lindo a 63, ditos de alpaca preta a
85, aitos de panno tino preto a 20,22, 24 e
253., ditos de casemira de cores a 18 253,
ditos de gorgurSo de soda a 253. caigas de
casemiras francezas a 93, cohetes de gorgu-
r3o de seda a 73, chapeos francezes a 7 e 83,
ditos muito superiores o melhor que tem
rindo ao mercado a 93, ditos de fellro finos
a 535O0 e 6-j, ditos pelle de lebre a 63500,
ditos do Chile sem ser enformadosfe 103, di-
tos enfermados a 123, curtes de esemira de
cores a 63 e 63500, ditos muito superiores a
93500, damasco de 13a de duas largur*s pro-
prio para colx8s a 23500 o covado, saceos
de tapet? propnos para viajera a 5 e 63, vel-
ludo preto muito superior a 6 c 830 covado,
camisas francezas peitos de linbo a 43500
cada urna, ditas de algo !3o a 2o, 23500 e 33,
ditas de cores peitos de fuslao a 2o500, cha-
peos amazuiis para montara de seuhora a
. 123, chapeos de sol de seda para nomem a
65O0 e II-, ditos para sr-nhora a 5 e 65. cor-
les de cohetes de velludo aSolOj, ditos
muito superiores a l'3, case- iras de cores
a 23200 o covado, dius entestadas a 23000,
3/500 e 4s o covado, tapete aveludado o co-
vado 33500, tapates a 8 e 113, bombazina de
cores propria para capinlias de senhora e
roupinba de criangas a 13500 o covado, gros-
denapla preto a I36OO, 13800, 2o e 20600 o
covado, ditos decores a 13600, seda branca
lavrad a 2-3500 o covado, ditas pretas lavrs-
das a 2300 e 23600 o cavado, casemira preta
de I96OQ al .:500 o covado, pao lino prelo
de 33500 at 113 o covado, ceroulas de linho
a 230OO, chales de merino lisos .reos a 4s,
ditos de merino bordados a velludo a 8e
t2o, ditos bordados em duas pontas a 103,
uilos de chaly bordados a 93, cortes de cassa
de cores lixas a 2^ cambrai lisa grossa para
forro a 2300 a peca, guardanapos a 33 a du-
zia, meias cruas para homem a 2320o a do-
zia, e multas nutras fazendas que nao he
possivel ;qui se mencionar, pelas mullas
qualidades que tem neste eslabelecimento.
leiteostabeleclmentocontlna'aahavM
um completo sort.mento do moendas
meias L-o.mdascaraengenho, m achinasde
faporo laixasdc ferro batido coado de
todos os tama no os para dito.
e ionios.
Vende-se em casa de Saunders Brothers
& C, praga do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fbricante Roskell, por pregos commo-
dos e tambem trancellins e cadeias par* os
mesmos de excellenle cosi.
Relogios
Vendem-se relogios do ouro, inglezes do
patente : no .rmazem de Augusto C. de A-
breu, ra da Cadeia do Recife n. 36
CHxPtOS |'ara gENHOBA S
J.T. Venle-mse os delicados chapeos para
* snhora enfeitados com bicos de
** blondee flores, sao da ultima moda
? de Paris. chegados no ultimo navlof
fjf na 'ua do gueimado n. 10, loja de
3 Leite, Arlbur & C.

S2:>
i&
--o
i

/.
i -\-
/'
ffsj
Faroba de
ni* ndioca superior.
Vende-se farinha de mandioca superior,
a bordo do brigue nacional tala, tanto en-
sacada como por medida, e em porgoes a
omento dos compradores ; advertiiido-se
que o prego se< o menor do mercado : tra-
a se a bordo, ou no Forte do Uattcs, arma-
zem do Campello, prximo iao trapiche do
algodSo.
No atierro da|Boa-Vista n. 80, ven le-
sa azeite doce a 560 a garrafa, dito de Lis-
boa a 640, garrafn de vinagre branco de 5
garrafas a 2a000, o garraf3o.
Vende-se urna escrava moca, boa
cosinlieira e principio de engommadeira e
sem vicio algum : na ra da Aurora n. -42
primeiro andar.
.: i\ '3
:-':<
'
Cheguem ao ba-
o
<
t:J
REMEDIO IMCOMPAKAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nagSes
podem testemunhar as virtudes deste reme-
dio incotnparavel e provar em caso necessa-
rio, que, pelo uso que del le lizeram tem seu
corpo e membros inteiramente s3os depois
de haverempregadointilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que lh"as re'.atam todos os
dias ha muitos annos; e a \naior parte deis
las s3o t3o sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres Quantas pessoas re-
cobraram con este soberano remedio o us
de seus bragos e pe as, depois de ter voer-
manecido longo tempo nos hospitaes, onde
3
3

9
13000
43800
6^000
6S500
11'OOO
V
60000
73*00
73000
5^0"0
4^000
43500
% deviam soffrer aampulagao! Helias ha aui-
5-S@@ 6>V3i;C''" vl-v^-^-r- tasqui-havendo deisado esses asylos do ?a-
t. I l t deciento, para se n3o suhmetlerem a essa
' eilte-i (le tartariJ>*a. |operagaodolorosaforam curadascompleta-
Soares, com loja de ta'tarugueiro na ra mente, mediante o uso desse precioso re-
das Trincheiras 11. i, avisa a seus freguezes medio. Algumas das taes pessoas na efus3o
e ao pun ico, que recebeu pelo ulti .0 navio '; de seu reconhecimento declararam estes re
da Franga um rico sortimento de pentes de sultados benficos diante do lord correge-
tarturaga o mais moderno que tem vindo 4
este mercado, que os freguezes avista da fa
/.piula e do prego n3o deixarSo de comprar.
Jatahy $ C
ESTABELECISENTO DE CALCADO
FRANCEZ, NA HLA NOVA N*. 7.
Alporcas.
Caimbras
Callos.
Neste estabelecimento encontrar o pu- j Jw'udurk-
blico um grande e escolhido sortimento de !
calcado fino, ltimamente chegado das me-
lhores e mais acreditadas fabricas do Paris,
e tudo vende-se o mais barato possivel, tan-
to em porges como a relalho.
dor e outros magistrados alim de mais au-
tenticarem sua allirmativa.
Ninguem desesperara do estado de su-
saude se tivesse baslanle conlianga para en-
saiar este remedio constantemente segiun-
do algum lempo o tralamento que oecessi-
tasse a uatureza do mal cujo resullado seria
provar inconteslavelmenle: Que tudo cura.
O ungento he uhl, mas particularmente
nos seguintet catot.
InDammago da a-
tnz.
Lepra.
Males daspernas
dos peitos.
mompt .

Compra-so efectivamente brooze, la-
13o e cobre velho: no deposito da fundigSo
da Aurora, na ra do Brum, logo ua entrada
n. 28 e na mesma lundigfio em Santo A-
maro.
m$x&v*.
Lou?a da Ih
No antigo deposito da ra do Vignrio n
27, vende-se louga da Rahia de diferentes
tamanhos equaliaades, assim como algui-
dares de gomos dos maiores que ha no mer-
cado, e mais barato do que em oulra parte
saceos vasios, hagas de vimes para os sonho'
res tanoeirosa 180 rs cada urna, e velas de
carnauba de differentes bitolas, em peque-
as e grandes porgOes, por prego commodo
GjranuV pectTncna %
5 RA DO OlEIMADO N. 27. &
Vendem-se sedmbas de quadri-
9S? nbos miodos a NapoleSo, fazendi 5
@ muito superior pelo bartissimopre- ft
6 go de 640 o covado, enales de meri- /os
^ n bordados a velludo franja de se- SS?
^ da muilo grandes a 8b500 e 9S0( 11 ''
W cada um, vestidos para meuinos o ^
5*3 meninas muito lindos de todas as co- &
fiA res a 5/ cada um. ri
s
mt
Vende-se urna escrava crioula, com 22
annos de idade, propria para o servico de
campo por ter sido criada em engenho, e
saber trabalbar bem de enchada ; alcm dis-
so cose, cozioha e lava roupa : quem a pre-
tender, dirija-se a cidade de Ulinda, loja de
fazendas dos Quatro Cantos, ou a casi do
Dr. Ferias na ra do Amparo da mesma ci-
dado.
AOS SENHORES DE ENGENHO.
Vonde-se superior potassa em barris pe-
quenosdel a 5 arrobas, por prego multo
eommodo : na ra de Apollo n. 12.
Dinheiro
vista.
A loja de miudezas do aterro da Bo-Vista
n. 82, quasi confronte a matriz, vende muito
barato as seguintes fazendas, desembarca-
das estes dias : luvas de pellica Jouvia mui-
to frescas, brancas, para homem e senhora
a 23000, ditas de se la brancas e amarehas a
19280, ditas bordadas com bicos de blonde
para senhora a 29, ricos pentes de tartaruga
virados de diversos gostos para senhora a
12, 15, 18 e 203000, ditos de baleia arquea-
dos para menina 13000, 13a para bordar, co-
res sortidas, a 83 a libra, ricas franjas e trali-
gas de seda avelludadas de cores e pretas,
lesouras mnito linas para costura e unhas,
facas e garfos de balance, muito lindos bi-
cos pretos de seda, ricas charuteiraf. e car-
teras, bengalas linas com segredo e sem
elle, botoes de linbo, velludo, vidro deco-
res e nutras muitas cousas por pregos muito
commodos, que aqui u3o se podem men-
cionar.
Bolacha barata.
Na padaria da Senzala Velha n.f,9i, vnde-
se bolacha a 2$560 a arroba.
Farinha, milho
e feij? o
Vendem-se saceos com farinha de mandio-
ca de superior qualidade, saceos com milho
a 89, saceos com farelo de Lisboa, gomma
do Aracaly, feijao mulatinho e preto, quei-
jos de coalba muilo frescos, velas de carnau-
ba, palh diia a 500 rs. o cento : na ra es-
trella do Rosario, armazem n. 29.
Vende-se um carrinho de 1 rodas, com
arreios para 1 ou 2 cavallos, muito maneiro,
e pelo mais bartlo prego : no becco do lam-
ina, na Roa-Vista, a tratar com Pedro da
Alcntara.
Vende-so urna porg3o de retroz torgal
preto, proprio para bordar e casiar ; na ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 11.
&&&&$&&&$&@$
^ ROtJl'A I FITA ;-
6 Os melhores paletots de pauno que gjj
ff tem vindo a este mercado, so ven- 5?
*&> dem na ra do Ouefmado n. 10, loja $
m de Leile, Arlhur & C. @
iieos e renda*.
Vendem-se bicos e reas feitos na trra :
na ra do Rangel, segundo andar do sobra-
do o. 59.
.;<: CHALES DE CAXEM1RA. ^
a Os mais bonitos cnales de caxemira J de barra estampados, receberam Lei- g*
te, Arthur & C. ra do Queimado
n. 10.
Em casadeKabeSchmottau &Companhia,
Doies de cabega.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em gera
Enfermidades doanus
Erupges escorbticas
Fistulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivasescaldadas.
Inchagcs.
InOammagaodoligado
da be&iga.
de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Queimadelas
Sarna.
SupuragOes ptridas
Tiulia, em qualquer
parl que seja.
Tremor de ervos.
:l 1er 1 as na bocea.
-. do ligado.
v- das articulagOes.
Veias torcidas ou no
dadas as pernas.
rftto.
. um ; grosdenaple muito encor-1 fbte remedio.muiUs que ja estavam as por-
dasas cores a 1>8i>0 o covado, Itas morle. preservando em seu uso ; con-
simira el-stica bonitos padroes seguiram recobrar a saude e lorgas, depois
Vende-se este ungento no estabelecimen-
to geral de Londres n. 244, nbtrand, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocelinha,conten
urna instrucg3o em portuguez para explicar'
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral be em casa doSr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, or.
Pernambuco
-- Vende-se um carro de 4 rodas para boi:
quem quizer, dirija-se a ra do Hospicio,
em cssa de Ribiano Jess Randeira.
Cobre em dinheiro.
Vende-se effectivamente dinheiro de co-
bro a 6 0|0 : na ra do Pilar n. til.
O Pregai$a qneima.
Na ra do Queimado, n. 2, esquina do
becco do Peixe Fricto, tem o Preguiga para
vender por prego baratissimo, um variado e
com ;leto sortimento de fazendas de algod3o
13a e linho, a saber : chitas de bonitos pa-
droes e bous pannos, cores escuras celaras
a 140 reis o covado ; ditas de outros gestos
a 160, 180 e 200 reis o covado : ditas fran-
cezas largas, padrOes novos e superiores
pannos a 240, 260 e 280 reis o covado : cam-
braias adamascadas para cortinados de cama
com 20 varas cada pega, pelo baratissimo
prego de U3OOO grvalas p'etas e de cores
de mola e sem ella de 800 a 1320o cada
urna ; iengos de seda de ptima qualidade
a 13000 cada
pado, de toda
corles ae casimira el-stica bonitos pa
a 53000, 53500 e 63OOO : cortes de meia ca-
semira fazenda de vista e durag3o pelo m-
dico prego de 2-000 ; corte de brim tranga-
do de puro linho de l3"o0 a 23400 ; corles
de cohete de gorgur3o, padroes novos c
muito bonitos a 33000 ; pegas de camb'aia
liza co 8 varas a 43400, 43000 e 43800 a
pega ; ditas tapadas com 10 varas a 43500,
5/500 e 6o500 a pega ; cries de targelina,
fazenda de muito bom gosto para vestidos
desenhor, com 12 covados, pelo barato
prego de 33000 ; cortes de organdis, fazenda
muilo larga e bonita a 1:600 ; alpaca com 6
palmos de largura, muito fina propria para
samarras e capas de padre a SOo res o cova-
do ; lanzlnhas de quadros gostos inteira-
mente novos proprios para vestidos de se-
nhora e meninos a 50(1 reis o covado ; lan-
zinhas de flores, fazenda mu linda e econ-
mica para vestidos d senhora Ti 360 reis o
covado ; chales de 13a finos com barras ma-
tisados a 4.--500 ; ditos de merino e de chaly
de diversas cores e qualidades; Iengos de
cassa, brancos e pintados a 120 res ; ditos
mais finos a 160 reis ; ditos de cambraia de
linho a 500 reis ; tapetes para sala a 3.-800 ;
chita franceza larga de ramagem para cobor-
ta a 240 reis o covado; madapol3o de todas
as qualidades ; algodSozinhos, cassas, bre-
tanlias, brins trangados, brancos e de cores,
pannos finos pretos e de cores ; mussulina
branca e de cor a 320 reis o covado ; e ou-
iras muitas fazendas. tolas por baratissimo
prego, e de todas se dariio amostras sob pe-
nhnres.
e ent3o com a vista dos freguezes se mos-
trar-
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY
: .

PlLULAS HOLLOWAY
Estelnestimavel ospeemeo, composto ni-
teiramente de hervas medicinaes, n3o con-
ten mercurio, nemalguma outra substancia
electerea. Benigno maistenra infancia,
ea compleigao mais delicada ne.iguaimen,
te prompto e seguro para desarreigar o mal
na compleigao mais robusta ; he inteira-
mente innocente em suas operagtfes e eFei-
tos ; pois busca e remte as doengas de
qualquer especie e grao por mais antigs e
tenazes que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
Escravos
Vendem-se 3 molequee 1 negrinha, boni-
tas figuras, chegados do Cear no vapor Pa-
ran : os .iretendentes podem dirigir-se ao
escriptorio de Ifraga & Antunes, ra da Ma-
dre de Dos n. 3, que ah acbarSo com
quem tratar.
Potassa da Russla e cal
de Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito
da ra da Cadeia do Recife n. 12, ha para
vender potassa da Russia e da do Rio de Ja-
neiro, nova e de superior qualidade, assim
como tambem cal virgem em podra, tudo
ra da Cadeia n. 37, veudem-seelegante I Pr pregos muito razoaveis
pianos do afamado fabricante Traumann
de Hamburo.
Cs3 SAI AS.
tf Vendum-se sajas de novo modelo, X
ff que tem a vantagem de armar os **
*P vestidos, sem fazer grande roda co- W
?P mo as saias balOes : na ra do Quei- @
$ mado n. lO.loja do Leite, Arthur & C. 45
Carro novo.
, Vende-se um excellenti carro inglez, no-
vo, para 1 e 2 cavallos : na ra do Santo A-
maro (Mundo Novo) n. 6.
l'ACHASPAKA ENGENHO
Da fundq3o de ferro deD- W. Bowman
na ra do Bium, passando o cliafa-
riz, continuaa liaver um completosorti-
mentode tachas deferro fundido e bati-
do, de ~> .1 S paliaos de bica, as quaesse
eeliam a venda por preco commodoecom
promptidao,embarcam-se ou carregam-
se em carro sen despezas aocomprador
-- A padtria da ra das C.uzes n. 30,
avisa aos seos freguezes e ao publico que
tambem vende o seu acreditado p3o de fa-
milia a 120 rs. a libra.
CHPEOS i PETROPOLES
Na loja da ra do Queimado n. 37, re*-
cebeu-se ltimamente de Franga um com-
pleto e variado sortimento de chapeos a pe-
tropoles para senhora, os quaes se vendem
conforme a escolha, e por prego muito com-
modo.
Potassa da Siussia, cal de
Lisboa e f.lgodfto da
Baha.
Na ra do Trapiche n. 11, armazem, ven-
de-se potassa da liussia, cal virgem de Lis-
boa, e algodao da Rabia para saceos.
Aos senhores de engenho.
No armazem de Jos Duarte das Neves,
vendem-se meias barricas da mais superior
farinha fontana, gallega e odance, a prego
ra zoavel.
Aviso.
No ar-.azem do Adamson Howie & C, ra
do Trapiche n. 42, vondem-sc sellins para
bntnem e senhora, arreios pratiados >ar
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavello. etc.
Vende-se superior linha da algodao
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em cas deSoutball, Mellor & c., ra
do Torres n. 38:
-- Vende-se o engenho Prei, no termo de
Coianna, donde dista 5 legoas, moento e
coi rente, com muito boas trras de planta-
ges para cannas, rogas e mais legumes : a
tritar com o seu proprietano Vicente Perrei-
ra (juedesGondim, morador no seu engenho
Sipo Branco do mesmo termo de Goianna,
ou na mesma cidade, ra do Meio, casa
n. 50.
No btequim da ra largs do Rosario
n. 27, tem porg3o de verdadeiro doce do
Coiaba para vender por barato prego.
le haver tentado inuliluieiiletodos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas n3o devem eutregar-se a
desesperago; fagam um competente enuaio
dosellicazes cfFeitosdestaassomhrosa medi
cia, e prestes recuperarlo o benelicio da
saude.
N3o se perca tem;o e tomar este reme-
dio para qualquerdas.seguintes enfermida-
des :
Accidentesepileplicos Febresintermitiente
Alporcas. Febreto da especie.
Ampolas. Colla.
Areias r^al de) llemorrhoidas
Aslhma. Ilydropisia.
Clicas. Ictericia.
Conyulses. IndigestOes.
Debilidade ou exte- inflammagOes.
oua?ao. Irregu la ri da des da
Debilidadeoufalta de menstruac3o.
forgas para qual- Lombrigas de toda
querco^sa.
t'ysinteria.
Dor de garganta
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
especie.
.Mal de pedra.
Manchas n cutis.
Ohstrucg3o deventre
Tsica ou consump-
g3o pulmonar
Enfermidades no ven- KetengSo de onrina.
tre.
Enfermidades no fig-
do.
Ditas venreas
Enxaqueca.
Herysipela.
Febres biliosas
l'.bcumatismo.
- .symptomas secun-
darios
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no estabeleimen-
to geralde Londres n. 24*. aStrandJ e ca
loja de lodos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanha.
Vendem-se as boeetinhas a 800 rs. cada
urna dolas conten urna ostruccBoen por-
tuguez paraexplicar o modo desse usar
destas pilulas.
deposito geral he esa casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
Tasso Irmitos.
I'un para vender em mus armizens da praga da
Fontt Nova as secuuit" fannnas de trigo tingadas
ulliiuameaie de Trieste
l"* ufan .
Primeira qnalidde.
U& C.
Tambem leudo romprailn m alliin.ii rarresamen
toi de Kiehmuud leem asse^uioles marcas daquella
procedencia
Gallego.
Huxall.
Dunlop.
Jrensi'iow.
De Genov" l*m boro
conheeida
I Odance-.
CluiLbia.
C>il)Ocla.
Ru .ciieatli.
sortimento dai Barcal ja
c .; 1 assim romo diversas mar
cas M de Pfiladelhhia, Nova Orlean, Oliis Ralli-
more lano extras como superfinas ; aoi presos man
commodos do mercado.
Vi'ii la-se cola da Rahia de boa quali-
dade, chegada recentemente, por menos pre-
go do que em outra qualquer parle na ra
da Cruz do Recife n. 13, primeiro andar.
-- Fugio no dia 17 do corrente meza pre-
ta Quitea, crioula, de idade 38 annos, pou-
co mais ou menos, tem os signies seguintes:
o brago direito abjado. tem f.lta de 2 dentes
na frente, levou vestido de chita cor de vi-
nhocom pal as brancas, e panno finoda
costa : quem a apprehender, leve-na
pr-ga do Co-po Santn 17, que sera bem
recompensado.
No dia 14 do corrente desappareeeu o
escravo de nome Feliciano, levando vestido
caiga e aqueta pretas ja usadas, com os sig-
naes seguiutes: altura e corpo regulares,
rosto comprido, nariz chsto e ps grandes :
roga-so a quem o apprehender, de o levar no
btequim da ra larga do Rosario n. 27,
quesera recompensado generosamente.
--Fugionodia 17 de setembro d:> corren-
te, preta Quiteria, crioula, de idade 38 an-
nos pouco maisou menos, tem' os signaes
seguintes; alta magra, envergad, o brago
direito alejado, tem falta de dous denles na
frente, levou vestido de chita cor de vinho
com palmas brancas o panno fino da Costa :
quem apprehender leve-a a praga do
Con-o Santo n.,17, que ser bem recompen-
sado.
100,000 de gratificac3o
A quem pegar e levar em S. Joo do
Cabo donde fugio no dia t5 do corrente
ou no Recife na fabrica de vinagre das
Cinco Pontas,o moleque crioulo de nome
Felisberto, idade de 15 amos, secco do
corpo, bem ladino, foi comprado por
l'iiinino Cavalcanti de Albuquerque a
Esequiel de Barros Correa morador na
Lagoa Grande da provincia da Paraliiba
do Norte, levou chapeo oleado de verde,
camisa branca com gola eprnlics deazu-
lao, calca de ezulao, camisa de baeta en-
carnada abertd na frente ; suspeita-se ter
sido desencaminhado por albura traba-
lliador da estrada de ferro, pede.-se por-
tante a tedas as autoridades o prendam
onde for encontrado, prometteudo-se
pagar todas as despezas que occasionar
alem da giatificaeo promettida.
% A 11 de agosto do corrente j
anuo fngiram os seguintes es- *i
cravos: Damio, crioulo, de35"^
annos de idade pouco mais ou menos, al-
tura regular, cor fula, berros grossos e
meios arrebitados, tem urna cicatriz na
testa proveniente de um couce de ani-
mal, pernas finas e algurnacousa arqueia-
das para fora, esmalmado e espadaudo ;
Jacintho, crioulo, de 28 annos de idade
pouco mais ou menos, altura regular, cor
1reta, he iros grdssos e faz eerto geito na
>occa quando falla, tem urna cicetriz em
urna das faces, toca vicia, pernas finas e
bebe fumo, o primeiro foi comprado ao
Sr. Joo Francisco Barbosa da Silva Cu-
mar filho do Sr. major Antonio Gomes
da Silva Cumaru, eo segundo diz que foi
da familia do Sr. Joo Novaes, de Page
de Flores da fazenda do Citio e compra-
do na praca de Pernambuco : quem os
aprehender conduza-os ao engenho Sete
Ranchos freguezia de N. S. da Escada ou
em Pernambuco ao IIIm. Sr. Manoel Al-
ves Ferreira, que sera' generosamente
recompensado. Ambos os esciavos sao
esmalmados e de corpo regular.
Desappareeeu na noite de 21 de abr
do corrente anno o escravo de nome Floren-
tino, com os signaes seguintes: estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, esoaduas largas,
ps grandes, rosto comprido, olhos casta-
nhos, cabellos cegados, falla grossa, muito
regrista, tem ralla de 3 dentes na frente, em
u-i dos lados do queixo tem urna fstula,
levou cha ,eo de couro e camisa de riscadi-
nho : quem o pegar leve-o a fundieSo da Au-
rora em Santo Amaro, que serA generosa-
mente recompensado.
Acha-se oceulta desde o dia I.- de
abril deste corrente anno a preta Cosma,
escrava do abaixo assignado, de nagSo cri-
oula, estatura baixa chela do corpo, beigos
grossos e bem l'aliante. tem um dedo mni-
mo de urna m.'iu cortado, e orna belide em
um dos olhos, ps seceos e feios, acam bita-
dos : quem souber dar noticias dola ou a
pegar, e a levar a seu senhor abaixo assig-
nado, receber 5"r()00
Antonio Broxado Soaros GuimarSes
lOO^OOO.
Continu'a a estar oceulto desde o dia 28
de margo do corrente anno o escravo Mo-
gambique, de nome Cesar, de 48 annos de
idade, pouco mais ou menos, he botn car-
Miro, raz3oporque esta occnlto, eternos
signaes seguintes : um pouoo baixo, bastan-
lante secco do corpo, pernis e bragos finos,
ps pequemos e um pouco mettidos para
dentro, tem urna ser ri I ha no nariz (signal de
sua trra) cor preta, olhos pequeos e vivos,
costoma a embriagar-se, ja foi encontrado)
em Santo AntSo com o nome mudado para
Rraz Vicente ; foi escravo dos herdeiros do
fallecido Csetano Pereira Oongalves da Cu-
nta ; prntesta-se contra quem o tiver oc-
eulto : quem delle der noticia certa ou le-
va lo a tua Augusta n. 19, casa terrea junto
a um muro novo, ou a ra do Trapiche n.
8. receber a quantia de IDOOOO.
PERH.: TYP. DE M. F. 1)E FARlA.-la.
-4 =~
-sr


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