Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07065


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Full Text
xxxiv n. m.
SEXTA FEIRA 17 DE SETEMBRO DE \ 8S8.
Por o iik'c adiaatadoi 4^000.
Por 3 luczcs vencido 5UUU.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCAKKEGADOS DA s-l i.-iiurr.vo DO NORTE.
f inhiba, Br. Joae Bodolpha Sontas: Nasal, senhor in-
Umu Marque di Silva '. Araeaty, Si. A. da Lemoe braga ;
Ceari, Sr. J. J.. da Oliveira ; Maraohao, o Si. Joa Taiicira
de Mal* ; Piautaj, Sr. Joea Joaquim Avellmu ; Par. Si.
Juinuo J. Bamoe ; Atuaioua, Sr. JerMjmo da Cualt.
PARTIDA DOS COR REOS.
..... ; illa.
.! fVi.--..
- I I \ i ni mna : n.i [1-V.i-fi'ira
S-l I V S I ... I' |M .,. .
, i- r. I ;...,.,. .;..,- rra.
, < iu, ti*ff. Tal*, AJ l'r.'l*.
1 .... | || <| Mi .'a.
AUDIENCIAS nos TKIBUNAES'da CAPItAI
Tribunal du rom tierno : legunJai quintil.
Sclacao : sertas feirai a eabbadoa.
f.nenda : quarlai tabhadui ai 10 horas-
Julio do eommertio : aegundaa ai 10 horas a quimas as oala da.
Oiio de orphaoa : eegun.lf.aa quintas al 10 noraa.
Primeira vara do civel .- eagundae a aailaa aa meio dii.
eguuda un de ciicl : queras a nbbadoi aa meiu du.
EPUEMBRIDES DO HEZ DE SETEMBRO.
7 La non ai 11 horai e B5 minuioi da manhaa.
15 Ruarlo creeceiile aa 5 horaa a 47 minuloi da manbaa.
*3 La chai a 1 bura da larde.
29 (uariu miuguanit as 11 buras 31 minutos da mandas,
i'id.A.MAi; ni-: mu:.
Primeira a 1 hora a 1S niroutos da maiiha,
.'eguuJa 1 hua a 42 minulu da urda.
DAS DA semana.
13 ScgLndi. S. Aula v.; Ss. Leoncio eSilvioo b. S. Cuido.
11 Tere*. I vil i i.;.i;j da Sania Cru/, S. Girneho p. ID.
13 (.luana. (Temporal jejum ; S. Niconiedcs iu.: S. Mililno m.
16 Quinta, S. Bulemia >. m. S. Angelo m. S. Miela.
17 Sola. S. (Tmpora jejum Al caigas de San Francisco.
1S Sabbidu. S. Temporal jrjum S. tusiorgio b ; S. Sophil.
19 Domingo. As di.ns da SS. Virgcm mol de besa.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPCA'O JO SOL.
Alagoii, o Sr. tlaudno l'alcao Das; Babia, Ir. D. Duprad
Bis da Jauaira, o Sr. Joao l'ereira atarlini.
EM Pl RNAMBUf.O.
O Proprleiarlode DIA8I0 Maoocl Figuetea da liria, aa lu
Iterara, ui.ua da lnder,udaucia ni. a 8.
PAITE irFIGIAL
. ----------------/*--------------------------------------
MiNlSTEMO D> IMPERIO.
t Decrofo a). 2,168 ato ale maio de 1838.
Approvfco regulamento para o treusportu
, do emigrantes.
^ llei nvar bem approvar o regulamento para
"> transporte Je emigrantes, que com este
Inrtia assignado pelo marquez de Olala,
conselheiro .restado, presi lenta do conse-:
Ihode ministros, ministro e secretario de
estado dos negocios do imperio. Palacio do
Kii .1.- Janeiro, em O I" do maio do 1858,
i.-igesimo stimo di Independendencia e do]
imperio Coma rubrica deS. M. o Impera-.
dor.Uarquez deOliuJa.
aja
Regulamento nitorisado pelo ai t 12
da le n. 840 de 15 de selemb o de
1855, para o transporte de emi-
grantes.
capitulo i.
Rela(5o entre o numero do passageiros o a
tonelngem dos navios, o o aspado conce-
dido a cada passageiro.
Ait I. Nenliuma i-mtiarcaQ^o de emigran-
tes poder transportar par o imperio, ou
de um de seus pnrtos para fura dolle, ou aiu-
da Je um para outro porto do mes ai o impe-
rio, maior numero de passageiros, incluinlo
ocapilioe tripolago, do que um por to-
nelada.
Ser considerada erabarcacSo de emigran-
tes, a que con luzir 4 ou mus passagoiros poi
cada 100 toneladas, exceptuados os adiiit-
tidos a mesa docapitSo.
Art. 2. Os passageiros serSo abrigados na
coberta, cmara e tombidillio. ou gaiutas;
e nenhum delles oceupara una superficie
menor de 30 palmos qua Irados, e o leito
iio ten menos de 9 palmos de comprido
sobre dous e eio de largo.
A altura da coberta. cmara on lombaii-
Ibo, n3o poder ser menor de 7 palmos.
Na superficie c inceJi la a cada emigrante,
neuliumii carga sera c.illocada alem dosoti-
jectos necessarios a seu uso a bordo. A ba-
gagem restante s-ra ac iminoiola no poru,
ou em oulro lugar coberto.
\rt 3 No calculo do art. antecdeme,
dous passageiros menores de 8 annos, e
minores de um anno, serijo computados por
um passageiro ; os de um anuo e meuos de
idade nao seri > contados.
Art. Ns viagens pela costa do imperio
em quo o termo medio n3o Tor maior de 3
das, o numero de passageiros sora regulado
pela superficie iivro e desembaragala do
convez, coberta, cmara e tombadilbo. to-
canJo a cada passageiro 95 palmos quadra-
ilos de superficie.
Art. 5. Na dislrlbuio.50 dos lugares desti-
, nados acommoda(;3o dos passageiros, se
proceder de maneira, que os le um soso
liquem separa los los,lo outro sos prr for-
tes divises, que evitem qualquer com mu-
oieacao. Os ClMOS, norem, podc-iJo .sor
traosporta los em um mesmo camarote.
Art. 6 Mci proliibido ao< uavios d croi-
grantes transportar nara o imaerio, loucos,
idiotas, torios, mudos, cegos o entrvalos,
se oo fore'ii acumpaulia los por parentes ou
iudiviluos, que se moslrom em estado de
provera subsistencia daqaelles, o que se
compromettam a prostiir-lbos os soccorros,
de que carecer n. O capitao. que infringir
as disposic-is .leste artigo, suRYera a multa
do dobro do prego da passagem.
Art. 7 Ocapito ou meslre, quo trouxer
i ate >o passageiros inais do que o determina-
do nos arts 1, 3, e 4, softrea por cali um
a mulla igual au imjorle da passagnm ; se
transportar mais de vinte, a multa sera do
dobro do importe da mes na oassagein.
CAPITULO II
Vveres e prorises.
Art, 8. Ser embarcada paraos emigran-
tes, e bem acn lieioai la, a quaut lade su'-
liciente, e de boa quali lade, de comliusli
. vel, agua e mais provises de bocea para
a/ viagem.
aos menores de 8 annos c maiores de I
cabea meia rarSo, e para os de um annj e
monos, neubuma ra<;3o sera abonada.
Art. 9. Se por falla do abastecimenln ci-
ma indicado, a racSo dos passageiros Cor ro-
du/.iJa. pagara o commandaulo, por cada
passageiro, e dia, oa que tiver li lo lugar a
reducQo, I9J00
Art. 10. A rabilo dos emigrantes ser pelo
menos a que compute a um miriobeiro .lo
porto, don le sahir a embarcaQo de emi-
grantes, que os transportar.
CAPITULO III.
Arranjos internos da ombareaelo
Art. 11 As embar:aQoes, que troaxeiem
mais de 50 passageiros, tero :
I. As vigas, escotillas e ventiladores
de lona necesarios, para renovar o purificar
O arda coberta e cmara.
12. Tantas cozlnbas, quantos duzentos
emigrantes se acharem a bordo, senlo
urna pelo menos enlloca la na coberta.
As dimensoes n3o serao menores de
palmos de comprimenlo e tres palmos de
largura.
S 3. lima eufjrmaria separada dos dormi-
torios dos passageiros, o com capacidado
sullicieute para conter l|2 do numero dos
passageiros.
S 4 Latrinas seguras em numero sullicieu-
te, nunca menor de urna para cada cen pas-
sageiros, sendo cobertas o separadas as des-
tinadas para os honeos a mulheres.
Art. 1-2. Km ueiihuma embarcarlo ser ad
miilidu ter em ca la coberta mais de duas
ordens de leitos no sentido vertical, de
sorte, que a cada passageiro corresponda
FQLHfiT.
LEMBRAXfAS JHU'M VIAJANTE.
0 JASI1M DE FILH1NA*)
POR
Eduardo Laboulaye.
N.lo iei se Paria lie como diste Madama de si.nl,
a parla do mundo onde ae poda aiqaecer mili de-
paeua a felieidrfte, mal ha cerlamenle o lugar onda
ha manoi lempo para la cnidar nos amigo*.
Neila cuiifui.ni de aroiilecimenloi, de espaclaea-
loi, da rumoiet, de irabalhoi, da davere, o diai
lavam oa diai, como as vagai, qoe o veoto do oeste
daapela^a-ai na praia : a ooda noa leva, seiri qoo
Dhigaem possa raeonhecer-ae iio inei.i da espuma e
do murmurio. Para a mullida... q>ie procura di-
varlir-ia, Parii lie talvaz um paraizo ; mal, para a-
qoallei que iioslam duseaifo, he uina fumaUa r-
danla onde niuguain raipira, in.n abraza-te no
maio de lodaa as paitai e apeldes desenlreiados.
Sabir dahi lie ser livre, seiihor de si meimo, he
al
V
virer !
Por eisa razo qoal a atiaba alegria quando pai
em aelambro pana lo para lomar a er a minlia
aliara Italia ; ma< qual mo foi ao mesinn lempo a
jjninlia aorprtza, vendo qua fatiam ja' dous aaaoa
fue linlia deixalo Pllhloa, e que ne-u loaaja Inter-
v i lio apenat havia enjaretado una simplea eurla ao
meo valho amigo !
Florencia pareaao-me mais bella do que nunca :
eo eenlia-me ah 15o livre romo em miuhaoasi.e
paraeia-me qua os Kaphaes da tribuna do palaein
"'U lorriam a' miulia volla, corr ao caaeiuo, a.luii-
ret a riqoazd e eliaucia dos BOVOI caes do Amo. e
mais anda ot archivo* que o eaaallieiro ouaini a-
r'Dva de calinear com lano gilo e iciencia no
uim espaco pelo monos de ce n oalmos cbi-
cos
Os lelos dnvem ser slidamente firmados,
e o inferior estar levantado do pavimento
pelo monos um pilmo, do molo, que se
possa fazerom facilidade a limpeza do es-
soalbo
He p rm tolerado o uso da macas, quait-
do delle oo resultaren) inconvenientes aos
passageiros. Quando se emprnga em as ma-
cas, sern ellas arejadas no convez, sempre
que o tampo o permittir.
Art. 13 so o numero de passageiros, cal-
cula lo segund > a tonelagem do navio na for-
ma do art i desle rogulamento, nlocombi-
nar com o qoe resultar .los espacos desti-
nados aos mesmos, conforme o art "2 o o an-
tecedente, prevalecer o menor dos dous
nmeros.
Art. 1. \ iufracco das lisp isicoes dos
arts 10 o 11 .lo presente reguiainento, ser,
punida, conforme a grav la lo da falta, com
a multa de cinco pnr cont dop-eco das pas-
sagena dos emigrantes, a que ta.-s faltas se!
referirem, ou prejudicarem, al ao dobro do
mesmo preco.
CAPITI LO IV.
Medidas sanitarias < do polica
Art I j. As embarcares da emigrantes,que
Iran.p .riar u do 300 iiassageinis para cuna
terSonm medico ouciru gil o, e ambulencia
bem supprida do uio licemenlos, desinfectan- ,
les e iustrum rntos eirurg c IS,
As que transportaren! menos de 300 emi- i
grantes, tero a ambulancia e lesiafectantes
com as declaracOes necessarias, para ap h
cacao dos melicameutos. .
Art ii. t) ca litio de taes embarcacGes se-
r obrigalo a r.zer com que se nianienha a
ordem, decencia e asseio entre os emigran- !
tes e mais pessoas a bordo.
Para este lim devora antes da partida, e
durante a viagem, man lar atusar a bordo,
e em lugar bem visivel, as medidas e re-,
gulaoieiitos, que julgar conveniente adoo-
tar.
Art 17 Empregar a maior vigilancia em
prevenir qualquer offensa ao pudor, repri-
malo com rigor a pratica de actos,que pos-
sam lar un alo mo'ivo d; quuixa aos mari-
dos, paesetutores.
Art. 18. O capitao fara conservar os luga-
res destnalos para passageiros sempre
limpos, mandan lo-os baldear mullas ve/es.
(Juan lo o lempo nao parmetlir aos passa-
geiros subir ao convez por oais de um da,
com suas roupas de cama para sorem oreja-
das, as fara Jesinfectar com oclilorurelo de
cal, ou outia substancia desinfectante.tantas
vezes, quantas fot conveniente.
Art. 19. A bordo devera haveros utensilios
de co/iniia o mesd en un.ero e qualidado
sullcientes para os passageiros, e o capitao
be obrigadoa faiar distribuir por estes as
boras osiabelecdas pelo regulamonlo noari.
Ij o con.er ja preparado, icam prolnbi ios
os utensilios de cobre para o servico de co-
zialia o mesa.
Art. o. \a coberta da embarcaco nao
fioJero ser trans.iorudos oarne. p m > u
outros gneros, ijj poasam projuzr infec-
f5o no ar.
Art 21.Nos prios em que as embarca-
cOea arnbirem, aerSo os capitSes obrigados
asosteutar os passageiros, quer a borlo,
querem torra, quanlo por qualquer unitivo
nao so possara co is rvar embarcados
N 'ses poitos, sempre quo for oecjssario,
se fara nova provisSo do manlimentos, de
agua o do combu.siivel, regula 1 pelo nume-
ro de passageiros, o duracSo da viagem ao
porto do deslino.
CAPITULO V.
Itegras a que estn sujoitis as embrca<0ea
saoidas dos porlos estraogeiros, om que
na rogulauenlos sobre navios de emigran
les.
Art. -21. As disposicoes dos caps. 1, '2 o 3,
soaieate sao applicavuis as embarcaees le
emigrantes,quepartirem de portosdo im-
perio, ou vierem de porlos estrangeifo-, em
queno baja rogulamonto pira o transporte
de emigrantes.
Art. 23. As eabaicic;s de emigrantes,
que tiverein san lo de poitos estraogeiros,
em que estiver regulado o trsiisporle do emi-
grantes, dev.ir j cumprir as disposires dos
respectivos regulaueulos, contaato que as
presenpe/ies subie o espado oceupado por
cada passageiro, e medidas policiaes e by-
gienicaa, n3o sejim menos favoraveis aos
passageiros do que as do presenta regula-
monto.
Art. 2t pela infracc&o das regrasdaquelles
regulamentos, segn lo a gravidade da falta,
O capitao SOlTrera a -..ena de cinco por con-
t do prego da passagem, ato ao dobro do
mesmo prego.
CAPITULO VI.
Das uliri^aes daa capiaei dai eiuliarearet da eini-
graules quau.lo cliegam hu porlus do imperio.
Arl. 83. JuilaniiMile ruin o inauireslo da carita
apresenlara' o eapiiao da embarcagilu de emigraalea:
!. A u'iioii de nulos o, paaaagair i rom ai deca-
raor.ai do. Boanaa, idade, laxo, proOaiSo, lugar do
nascunanlo, allim.i .loinirilio, deiluio que pretende-
ren! lomar, bem cum i .los lu-iaie*. que a bardo oe-
eaparaaa.
2.- Ouira rdaeSaawparada, em que e declaren] os
nomee, ulnmo doaalcilie e i la le da ludos os pa.-.tre-
ros morios desle o mbaique al a cliegada, e dos
que o navio (iver .lesenibartado em qualqaer parlo,
na curio ila viagem, sendo fulo allirmado debaixo
de juramenta.
3." O originaet ou -opias auihenteas dos eonlra-
loa celebradiit entre e le ou uulra peasoa, e os emi-
grantes, tenda por Um a locioa i dos servidos deiles,
uu 1111 r 14 a e .1, i de qualquer unir., ouus oa deipeza.
As fallas de eiaehd.i as declaraces, se n.Jo o-
rein luslificadas cali tmente a juizo da aommisslo da
que traa o capilul i cinco por cent i dn pre^o da passagem dos emigran-
liello palacio dos Klfi/.i. I.auaores llie sejam dados,
ioavores a um ministro esclarecido (I), liaren.', lor-
nou a adiar os seus ttulos de nobreza, reaulheailo
com cuidado piadoso os monumentos de -u i autiga
lilierda.de.
Todava, nao nlislaole tanlai sadueces, ii,1o me
demora! moto lempa em I lorenri ; astava anciesa
de sorprender o eoiiego, qaem nilo lnvia partici-
pado a mintia vizila, e foi rauilo c meme que sub
o carro para follar a Filhina.
lia lem duvida graude prazer para quein ve um
paiz novo ; parem ha om encanto mais suave oo ai-
pecto dos lugares que ja'amamos O viajante deia
umpoucodesi mesmo as arvores do caronlin, e
hesua vida panada que elle recobra sellan lo lem-
hrancas sitas.
Apenas deirei S.lo Donato, quande se desperlon
iogo em minha memoria esl.i cena de adeoses, que
nos havia commovi lo. Foi aqu que Peppino aau-
dou-nos pela uitiiu i vez ; foi all emhaito que San-
dra lolloa o grita de desespero neile lagar estiva
au com o eonego ; nada havia' modado ; a niesma
belleza do ceo, a mesina calma da natureza. mas
onde estavain esles dous manios esquecidos por
linio'.'tiiial fu! o uro. dest romaneo comee ida aos
meas ollios '.'
Nao pule daiiar de enlir eerta emncjto, qajando
emrai am Filhina,a labre todo quando bati na porla
do cooega, esperanlo que Magdalena m'a viesse
abrir, e encontr urna peisoa dosconhecida feliz-
mente n men velln analM eslava em caa. Alravaa-
sci rpidamente o iinmeuso veslibulo, e aem coiiseu-
lir qua ma aiiiiuucias.eiii, abr de inans a porta do
nabinete. Ah se achava elle sentado em sua larga
pollrona, leudo o seu chsro S. Paulo, cara o-le as-
pecto calmo, coja sereirdtde nada piule tra lu/ir.
Ao ruido din mu- pa ine a inao sorrindo-se. Neuhuma aiprobacHo me
rei a respio da mioha neglinenea em eicrevar-lha,
desle esqiiecimento que quasi nunca se cumprehen-
de ero um asi.ando ; eslava trauportadu de alegra
te<. a raspen.i dos qoaes sa deram ossai inaxaelidas, sno, podando e la) eom indo ter losar a arsenal .te
at ao importo do meimo preco. msrinria, ou innin a bordo do navio, mnformao
CAPITULO Vil. presdanle julgar mala acertado.
Iiidu'ciii do disolto .le ancoragem e premios. Arl. 13. O inporla das mullas sera' cobrado pila
Arl. b. I oda a ernbarcactlo do oosigraotae, defi-1 alfandega, senua reinelii.ta au respectivo inspector
nida na segunda parla do arl. 1, lera' diraito a'de- copia aotheulici da seulcnca qae te livor intposlo.
duc.j.io do imposto .le ancoragera na razao de duna I Na ana cobraaea so proceder4 da maama nmieira
toiii'iaias e ineii por colono, que daaeatbarear ero que sobra as multas devidas pala infraejlo do r* gu-
porlo do imperio.
CAPITULO VIH.
l)j jolgamaulo daatafrac{0u .lela re.ulamanto.
Ar. 27. Para \ninnir o estado do navios, e a
lituscilo das emigrantes ahorio. e parajalgar aaia-
t.iiaias desle regulamento, llavera' urna commisijo
le i iU liiipni. a qual sera' eoinposla, oa corlo, do
lumen:., da alfi ..lega.
Arl. i i. A ntiiuri in-ia dai multas impostas a urna
embareacSo de imigranles nunca exceder' ao dubro
do frele pela passagem te lulos os emiuranles.
Arl. i No lim .! cada trimestre, pagas pelo
prodoclo das nisllai ii> despams lailaa com a viaila
eapodanla o jolgainaiilo dos navios do emigraalea,
director .'.'I d.s Ierras publicas, qoe era' o presi- sera' o rstanla n mullido ao hospital da sania casa
denle < com v do, do eirargulo-nir da aun ida. do da Uisericordia para aetilio do Irulamoolo dos emi-
au lilor da inarmlia, do capilao .lo porto o do goarda-: graales miseraaata.
mor da alfandega; aaa proa inriaa e porlos aTfau-, Arl. U Pala ajtiU da cada ama daa embarences
degados, do delegado do director garal daa lacras pu- da amigraniea a juiaaaaonlo daa tnullas, em que li-
blieaa, do provedor da saule, do capiUo do porto, j ver laeorrido, na corle, pereebara' ci.ia um dos
de om medico ou ehrorgilo, nomeado pela presiden- meaabros deliberaues a graliGcaeio de l.ljDOO. o a-
la da provincia e do gaarda-raor da ilfaodga. rnaananaa iia reparlicao d is ierras publico, .'l-jOO e
Art. JS Quando ao porta oa bou ver delegado do o porleiro 33000.
director garal das Ierras publicas, fara' suas vezei o | A inspector da alfandega, o anal swa'obligado a re-1 capilao do porlo, lervira'para a visila do eommitsaiio
mollor ;i delgalo o re-.olla.lo de todos os exim!, de -ein.ui.i.
a as deeisdoa proferidas com os esclarecimonloa ae- ltio de Janeiro, em o 1- de malo de 1858.
Mrquez de UluiJa.
cnsanos.
Arl. Ji. Se o porto na. for alfaagegado, o govor-
noprovidenciara' na forma da sobsiituir a eom-
miiso.
Art. 30.A esla commilsSo le membroi dellbe- llarca o uiiiforina de que devoro usar, no
MINISTERIO DA JUST1CA.
Decreto 1,220 de II de agwto de Is'.s.
da loas luii.'.ais o solemnidades publicas, na che-
fea de pelicia do Imperio e os empregadoa das res-
pootivas seerelarlas, baui cmo os delegados e sub-
delegado, de polica,
llei por bem noetelar qua os eliefes de policio do
ranies tara iueorporados, como eoaaalianlaa, ..s con-
Olea das n.icoes, donde Roslumam vir emigraules,
pira o Imperio, e os prealdeale das sociedades de \
benelicencii asir ingeirat. O coosaloa e os presiden- i
te, que sa acharem na hypothese desle artigo, o fo-;
rao saber ao director garal dai Ierras publicas, para Imperio e os amoragados, das rtspeclivns lecielarias,
ssren raeonheeidot romo meninos cjuaultaiilas, e hero como oa deletiidos e audelegados de polica,
podaren) ser convoca los. | uiem, ao eiafcicie da sua> 'uneciies e solemnidades
Arl. 31. A eommissio, ou s compoala dos raeiu- publica, do. .mil.mus d^ uiploe nos desenho que
broa deliberantes, ou destae e dos mambros Coosul-
tanles, srra' convocada, alni dos casos eaprassos
ueste regulamento, todas as vizes qua o presdeme o
julgar necessario, e sempre que baja requisic.lo de
algiiro de seus m -uniros, ou deliberante! ou consul-
tantes, dirigida ao |-residente, coro raclamicao do ob-
jacio.
Pica entendido que as deeisOM s.lo privativas dos
memliros deliberautei.
Arl. 32. O objeclo dai dilibiraces das commis-
suas lera' sempre ralacao eom a sorte dos emigrantes
a borla, sua receptan nos porlos e seo trutemento
as hospa.larias. Todava po.ler.1o ellas lomar co-
ohacimaalo de oollOI quaesquer objectei. que le-
nbam relacslo eom o estado dos meemos. Nenes ca-
i presidente remetiera' o resultado de quaesquer
examei e iuvastiga{oes, coro lo los usesclareciroan-
los, a' aulondide oroplenle, para'sa proceder como
lur e direilo.
Vil. 33. trmpele ao presidente :
1." Distribuir o SOrvica das vi.ilas das embarca-
cues de emisranlis, incoinuiu lo sa seinaualniauleum
dos cominisarios dalibirantas da visita o insparriio I producto da. duas lotarias concedidis para a mesma
das einbiroaQes de emigrante, que anlrarein'uo i reedificarlo, e actualmente depositada no Itanco
P"'10-, Rural a llvpolliecario desla cuite, calendando o go-
-. Convocar os comminarius deliberantes, quan- | verno fazer a obra por ainprezi, oa administra^ao,
Jo bouver de ser jalgado alguin capilao de navio de i ""no julgar mais conveuiento.
Arl. >. Bicam rev .gidas as disposijoss em coa-
trario.
Francisco DlogS Pareira de Vaconcallos, do mea
consellio, ministro e secretario de lisiado dos nego-
cio da jusliga, assim o lenlia auteuaido e fa;a exe-
cular.
coin este baiain.
Irancisc.i Diogo [erara de Vasconcallos, do meu
eonsellio, mmi oro e secretario de Estado dos nego-
goems da jastieja, o-,uu o taaha enleudido o fa.-a ex
ecutar.
Palacio do Riada Janeiro, em II de agosto de
18jS, trigessimo stimo da indepeiidaiicia e do im-
perio.Com a rubrica de sua magostada o Impera-
dor. Fraueisco Diogo Psroira de Vascoucellos.
Decreto n. 067 de I de agosto de 188.
Anloris.i o goveraa a diipenler al a quanlia de.....
"OiUOUjOO com a reedilicacao da igreja matriz de
8. Francisco Xavier do Eu'geuho Yeldo, e da' ou-
Iras providaucias.
.llei por bem sanecionar e mandar qae se execu-
te a resoluto segoiute da a.senil.lea geral legisla-
Uva.
Arl. 1. O goaerno lica autoriado para despeuder
ale a quanlia da stenla conloa de rus com a reedifi-
rac,ilo da igreja roalriz da fragoeiia .le S. Francisco
Xavier de Enganha Velbo, incluido neila quanlia o
(*) Vilo aDiarioo N. 207.
(I) M. Baldasseroui.
eiuigranle por iiifracj.'.e- deste regolamenlo, ou pa-
ra oulro quelqder lim relativo ao transporte, recebi-
inenlo e cumpriiueiito de cntralo de emigrante.
:!.. Noinaar dous comiaissariat, que si devem unir
ao primeiro nomeado, para verificar as fallas iudi-
| 11- por quelle, formar o carpo de delicio, oovir
lestemunhas, e proceder a minucioso exaroe obre o
navio, qoo nver inlrlogldo as disposi.-oes do prsenle
regulameolo.
!. Deprecar ao loipeclor .lo ar.-,..^i de mariuha,
'na ser., obrualo a prestar os perlloa, une forero
uecosaariog, paa o exente d. navio de emigrantes.
>- Avisar os membroi de ambas as commissdea da
ehegada da embaren(ao .lo smiRraales, pediado-lbes
que por si procedan] iavealigactas au seu alcance,
e commumqueiu de viva voz ou por escripto o que
eullierem.
Arl. 31. Um loa eommiasarios deliberantea visita-
ra sein mal.lienta" as aotbaraaeoat, isguudo a distri-
liairio feta pelo presidente.
Biesla visita examinara", se o estado sanilario dos
|.a.s.ii;airos em gera! be l.om ; inquirir' s dir o tra-
la-iiiiito a bordo duran! i a viagem, o recoubecendo
que a gande dos raesiuos passageiros nada sullreu,
que uenliuma queixi contra u eapiUo he feila, e qoe
abordo n.lo exislein emigrantes da elasae, deque
1 ala o arl. I.\ uem liauve morios e doaotas, decla-
rara- aa capitao qoe esla' hvre de lula e qualquer
molla do presente regulamento, a.dar' de iodo par-
ta a.) presi.lento da coinm asO no .lia minie.lisia.
Arl. 35, Quando os paasagsiros verem solTriJo
em sua nade, aeonlecerem casos de mostea a bordo,
ou bouver queixis ronl.a o capilao por falla de ad-
veres e provises, ds qnaj.quer medi las Ingiailicas
e policiaes, ou pu. oulros motivos gravas, o Controla.
sano da VisiU semanal dar' loga carie o presdan-
le da eammlsUo, pasa dealgoar miisdoai eommis-
sano, qua corr. o primuro. e os perilos aaeossariof,
procedan! a bordo do navio a todo, os exame, c in-
vesligac.ies necetsaiiis pa-a se culiecer a verdade ;
e da ludo e lavrara' termo, issignado pelo, commis-
iras, perilos, (eilem'iuhjs, e pelo oapilSo do navio,
ou i mi siihs vezes lizer, e pelas pn.ua presentes,
que liara isso fnrem convidadas.
t)s eapilftes dos navios, oo quero os repreienlar, se-
nt admitidos a explicar a fallas notadas, contrariar
as arcusaciies, e exhibir qoaesquer provas e duru-
menlos neeossaros a'sua dafne. A recusa, pe m,
de aaalalir -os azamas, ou a nda sua ausencia, quan-
do ni,, oj.im aiicooiraJos, alo embargara' o mes-
mos exame.
Arl. 36. O termo sera' inmediatamente remelli-
.lo o presidente, que convocara' a oommiislo denlro
de tres dia. e avilara ao ;omm para comparererem.
Art. IIT. No lia ileliriiiiiindo.reoiiida a commisso,
lulo o lerino.ouvido os commiaearoa c.ns.iliivos.que
apparecarem, I ero como qualquer defea, que por
parle ile capilao lenhl de ser prolozda, o presdan-
le propora' por escripia a mollas em qoe olgar lar
incurrido o capito, por coda urna das falla-, ,,
matarla deei lira,
Art, 38. A eommissio deliberativa mi podar re-
solver sem estar presente a sua maioria. Opresi-
daole lera' eoto de ajualidada.
Arl. 39. H 11 .ligamento da eommiseaa havera' re
curso, sem suspeimlo, para o goveruo ; e uaa pio-
vlncias para os presideales deltas.
An. 10. Se faltar alguna do commisisrios dali-
heraules, sara' supridu pelo que no respectivo em-
preo li/er as suas vezes.
Arl. 41. Um amanuense da repartirlo geral la-
Ierras publicas servir' de ascralario da commisso.
0_ porleiro da reparlicilo geral das Ierras publicas
lera' a seo cargo lodos os papis e llvros da com-
misso.
Art. 12. A despiza com o expediente da commis-
so sera' feila pela reparlico eral das Ierras publi-
ca, em cuja elac,ao se faro as seisas da rummis-
por lomar a ver-me, e poz-sa a conversar comino,
como se fosee de vaspera. qoe liva urna conversado interroropida ha dous anuos. A aa-
ssncia de Magdalena e de Sandra, a olido que sen-
lin ao redor e mi roe inquielava muilo para n.in
procurar saher o que era feto dos meas velhoi a-
mlgos ; por oulro lado raceiava allligir o meu hos-
pede despertando algama lembraaea |iuueeule, e fui
rnente depois de multas hesiiacOes que viro a fallai
em Peppino.
Kecordae-vos deile guapo rapar ? disse-me
ella. Ma be verdade que eslaveis comnusco no dia
da aua partida para M ir ei...... Militas cousaj lem-se
pasudo depois deste dia, acreieenlou elle, e pare-
ceu-me que siirtacava um sospiru.
Peco-vos que ma contis lado, disse-lhe eu ; ba-
bituasle-roo a considerar voasa casa como se osse
miiiba ; que intere-sa-ioe ludo quanta paass Dalla de
bem uu na mal ; e alem disto, bem sabis que eu
ate iva a Peppiuo.
E Sandra lam'iem, replico-i o conego sorrindo-
se ; nao soi que esperances Ibe .lestes qoe ella mo
ca.iva de fallar em v.'n. I'oraro pansava que Ja' lia
rouito lempo vos havieis eiqoe-ido de ludo, e que
as ii is. as historias de alien nao miera., ii- -m quasi I
nada nos maos sanboras de Pars. Uuvi pois a nar-
ra- "i i que vuu fazer-vos.
XVI.
oAqoi ficamos depois de sua partida; e'moilos ma-
zes paiiaram-ie sem qua recelie.ieino noticias suas.
o Escrever lie cousa rara para os uossas campo-
nacas, e foi aomenle no lim .!<> annu qoe nos cha- '
goa urna carta de l'eppiuo escrita em papal grosso.;
l-.r i dirigida a' mnu ; mas, abrinda a vi que era
destinada a' Sandra, t! honeilo rapaz quiz fatsr-ine
jui/. dos seoa sentimentos, e a su i caria deixava ver
toda a candura de soa alma, por e sa razio guardei-a.
a Aqu a ten le'.-
O ii-_! > linio de urna carUira de papelao um
papel pardo, em rima do qual m.'n n.nica havia
desenliado uro cornejo lrapasad> da tres flacliaa, a
Ii ahi o qoe se segu ; er.un versos, uu pelo rouuos
liabas rimadas
'alano du Itiod-' Jan oro, em 1 da agOto da
IS'iS, :i7-> da m lepen leneia e do Imperio.Com a
rubrica do S >1 a Impopular. Francisco llu.-w
Perora de '.'jsc- %-^i- -.
Decirlo n. 2,221 d Ii de agosto de 1858.
Separa o termo do Monte-Alegre d s de Saiiljrem e
Franca, na provlueia do Par, e crea neila o lugar
dejuiz monicipal, que iccumulara as fanccOes de
juiz dos orptiQo.
llei por bem .lecretar o segoiute :
Artigo nico. I' ca separado o termo de Monle-
Alagre dos de Santarem e Franca, na provincia do
Para', e creado tulle o lagar dejuiz municipal, que
accumularo' ai funrcla de juiz .ios orphos.
I- ..inri-.-.. Dioimi Poraira de Vasconcello, do man
conielho. rolntttro e secretario de listado dos nego-
cios dajostica, o -un o lealia culeiidido e faja exe-
cutar.
Palacio do l',i de Janeiro, oro II de agosto de
1858, 37 da iu lepen-lencia e do Imperio.C.-im a
rubrica de S. II. o Impera or.Francisco Diogo
Pareira de Vascoucellos.
Decreto n. 2.222 de Ii de agosto de IS58,
Altera o segunda uniforme dos corpas de guarda iij-
cioual da provincia do Para.
Atlen.leiido ao que mo ropreseotaram os ollisiaes
da guarda nacional da provincia do Para, e a iufor-
mu.-aado prndenle da roesiua proviucia, lu por
bem decretar o segunde ;
Art'go nico. Os corpas di cuar.li nacional da
provincia do Para, usaram ero pequeo uniforme de
bonels a cavaiguac, dlsllagOHldo-ae as divei-as ar-
mas pela cor dos, frizoi que bordam os meamos do-
nis, sendo a ascride para a arma de arlilbaiia, a
branca para a de man! tria e a verde para a da ca-
ladores.
Francisco Diogo l'ersira de Vaic.mcellos, do meu
eoinallin, ministro e secretario de Estado no uegu-
gocios da ioslicja, as-nu o telaba enleudido e fj^a e-
ecui.tr.
'alacio do Id i de Janeiro, em I de agoato de
is iS. 37' da independencia a do Imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador. Francisco Diogo
l'ereira de Vuscuiiccllo.
Decreto n. 2,230 de 25 de agosto de 1858.
Declara de prim.-tra eiilr,.ii.ia as comarcas do Uto
!'un. i .lo Kio Par lo, creadas ua provincia de
llinas-Geraaa.
Il*t por bem decretar o seguinle :
Artizo nico. Ficam declaradas de primeira en-
trando a c..unirs do Kio Ponina e du Itio Pardo,
creadas na provincia de Miuas-liaras pela Isi da
respectiva as-emlila legislativa numero '.lili de (i de
junlio desle anuo ; revogadas as di*poiic,Oes em con-
trario.
Francisco Diogo Percira .le Vasconcallos do meu
couselho, ministro a sesretario de Estado dos nego-
cio da juslica, assim o letilt i enleudido a laca exe-
cular.
Palario do Hio de Janeiro, em 25 de ago-lu de
1858,37' da tu (aprudencia e do Imperio.Cuma
rubrica de S. \l. o Imperador.Fraueisco Diogo
l'ersira de Vascuucello.
Decreto n. 2,239 t 2S de agosto de 1858.
Augmenta o veucimama do carearen,, da cadaia da
villa lianiliui, na provincia de Minas-tieraes.
lie! por bem dearetar o seguinle :
Artigo nico. Fica elevado a I.1O3 o veocimaulo
animal .lo carcereiro da ca.teia da villa do Domliiu, .
na provincia de Minas-Ceras.
Frailesco Diogo l'ersira de V.tsc, ncellos, Jo meu
COnsellio, mittillro e secretario de Esla.lo do nega-
cios .1,1 joslica, assim o icnln entendido e Ij;i exc-
cutar.
Palacio do Itio de Jauiro, em 28 de a.,oslo da!
1858, 37" da independencia e do Imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Iiaucnco Ung
l'ereira de Vascoucellos.
Decreto n. 2,240 de 2S de agosto de 1858.
Separa o termo do Alagoinhas do de Inhembupe,
na provincia do Babia, e crea tulle o lugar de juiz
municipal, que accumularo' as l'unceGes de juiz
dos ovphaef.
llei por bsro decretar o seauhita :
Artiga ntico. Pica separado a lermo de Alagoi--
ibas do Iuhambupe, na provincia da Babia, e llave-
ra' neile um juiz municipal e de orphos : revoga-
.las ,s disposices em eooliario.
Francisco Dtngo l'ereira de Vascancello, do meu
couselho, ministro e secretario de estado dos nego-
cios ila justica, assim o lenlia enleudido e faca ase-
eular.
Palacio do Rio de Janeiro, em 28 de agostada
1858, '.7- da independencia e da Imperio,Ciro a
rubrica de S. M. o Imperador.Fraueisco Diugo :
l'ereira de Vascoucellos.
MINISTERIO DA FAZENDA
Ministerio dos negocios da (azenda.Rio de
Janeiro, 12 de agosto de 1858.Illm. o Exin.
1 Sr. Tundo cessado os motivos que dcierminnram
jo governo imperial a tomar medidas, ero cxecueiio
da lei de II do setembro do 184G, rom fim .le
I evitar que durante a crise o valor das notas do tlie-
sourodescesse abaixo do par do 27 pense por 10,
e cabendo ao Banco do Brasil o reslabeleciinonto
desle valor aquellas notas e aos sous bilhetes ao por-
tador o a vista, queira V. Exc. communicar
directora do Banco que o governo est disposto
a coadju\a-la com os meios a seu alcance, para o
|qaeV, Exc. me declarar quaes sao aquellos de
que a uesmadirectora julga precisar, alim de que
o cumprimenio deste dever nao traga ombaragos
ao Banco nem ao commercio do Impjrio.
Dos gnardo a V. Exc. Bernardo de Souza
Franco. Sr. tice-presidente do Banco do
Brasil.
Ministerio dos negocios da (azenda. Rio de
Janeiro, 25 de agosto de 1858.Illm. E Exm.
|Sr.Tornando-se urgente a necessidade do medi-
I das que elevem o valor das notas do iliesnuro e do
Banco do Brasil ao que foi marcado ao 13 brasi-
leiro, igual a 27 pense inglezes, ou 40 por oitava
de miro, queira V. F.\e. promover que a respos-
ta ao meu aviso de 12 do crreme seja dada com
brevidade, e nestes tres dias, se fo" possivel.
Dos guarde a V. Exc.Bernardo du Souza
Franco. Sr. vice-presideute do Banco do
Brasil.
Il.'m. o Exm. Sr. Aprcsontei a directora do
Banco do Brasil os oficios deV. Ere. expedidos
em datas do 12 e 23 do crreme, para que ella
os tomasse em cansiderago e resolvesse sobre o
objeclo nos mesmos comido o que enlendesso ron-
veniuitiuineiite ; e a directora ilelibarou qui, para
reslabelcur 3 suas noiaa o valor legal, fazendo-as
E juvaler as do ouro no valor de 45 a oitava, en-
tenda dever trocar as suas notas por moeda de
ouro, domaras medidas de defdza que lites fos-
som aconselliadas pelas circumstancias, e que o
nico auxilio a pedir a V. Exc. seria o do pres-
tar-llio em coma crreme as notas do governo que
porvenlura exislireni as reparlices de arrecada-
gao dos imposlos, p3ra assim stipprir a deliciencia
do fundo dtsponivel quo rosultasse do troco das
suas olas por ouro.
Mas, se a V.Exc. parecer que outras medidas
mais eonviria adoptar-se, e se V. Exc. se servs-
so de radicadas oo Banco, a directora as conside-
ra! ia como lhe compre, para lomar sobre a mate-
ria unta resolueao definitiva.
Levando ao conhocimenlo de V. Exc. esla res-
posta, lenlio cuinprido o que nos referidos oficios
roe fui |ior\ Exc. recommendado.
Dos 'guarde a V Exc. Casa do Banco do
Brasil, no Rio do Janeiro, 25 de agosto de 1S5S-
Illm. i! Exm. Sr. Bernardo do Souza Fran-
co, ministro e secretario de esla.lo dos negocios da
fazenda. Jos Pedro Dias de Carvalho.
Ministerio dos negocios da fazenda.Rio de
Janeiro, 26 deagosio de 1858.Illm. o Exm.
Sr.No seu oflicio com data de liontem, em res-
posta ao meu aviso de 12 do crreme, me parti-
cipa V. Exc. que a directora do Banco do Brasil
entender dever trocar suas notas por ouro, lo-
mando as medidas de defeza que llie fossem acon-
sellia.las pelas circumstancias, sendo o nico auxi-
lio a pedir ao governo imperial o de prestar-llie
em coma corrontc as notas do ibesouro que por-
venlura existirem as reparlicOes de arrecadacao
dos imposto*, do que o mosmo governo fica setenta
e espera qae os resultados desta medida do Banco
llie demuitstiem a necessidade do lornecimetito
de notas do tbesouro para Ih'o conceder, ou por
troco das notas do inesino Banco, ou em coma cr-
reme.
Queira Y. Exc alm dislo, informar-me se
o troco dos liillietes do Banco em moeda metlica
crreme, resolvilo com a medida da elevac.au da
laxa dos desconios a 11 qIO, ja leve coruego, e em
que escala.
Dos guardo a V. ExcBernardo de Souza
Franco. ~-Sr. vico-presiden le do Banco du Brasil.
COMMANDO DAS ARMAS,
laartel gaaeral ao aooanaando daa araaaa de
Fanaamboco aa oldade do Reclfo, ena 15 te
aeteaabro de 1858.
OltDEM DO DIA N. 121.
Constando da ordem dn da do quarlai general do
eiercilo de 18 de agosto ultimo, sob o num o 7d, qoe
per avtoto io ministerio da guerra de 12 do mesmo
mez fura prorogada por mais dous mezas a licenca
que lere psra ir a provincia da Babia o Sr. primeiro
ciruruiao do co.pa desaul, primeiro medieo do
hospital desla gaaruic.lo Dr. I.uiz Lopes iiaptisla dos
Alijos, determina o roareclnl de campo tu......tu lan-
a das armas interino qua lique de uenh-om elTeito a
parto de sua ordem do da u. 112 de 27 do sobradi-
llo maz da agatto, qae declarou ausente o referido
Sr. pjimeiro cirargiao, bsro eomo o respectivo edilal
de diamntenlo.
Segundo foi determinado por S. Exc. o Sr.aju-
.lanle general do eiercilo ero ollieio de do corra-
la, o Sr. lenle do dcimo balalhio de intentara
Esteras Joie" Pae Brrelo deeera' estar promplo a
seguir para a provincia da Babia no primeiro vapor
procedente do norte, alim de servir de le'taniniitia I
uo processo do -un.cilio de guerra a qae esla a Ii
re-p ni leudo por ordem do goveruo, o Sr. ruajor do |
meio balalliSo do Ceara' I.uiz Xavier Torres.
\>sigoado).Francisco Sergio de Oliveira,
C iiifurnie. Horacio de GaVaalo Colho, alfere
ajudanle de orden eucarragado do dslalhe.
1H
OKDEM D DIA N. 122.
O rr.areclial de campo cominaudanle da armas in-
terino, em execuclo a ordem da preiideucia coiumu- i
nicada em oflicio lando de hpiilom, mandando di-
pensar do aquarl.laroento oSr. capitao do terceir, I
balalhio da guari oaeional desle municipio Joo '
Antonio da Paula Kodngues, qae lie lanzador da reo
celie loria ds* rendas geraes nterin, determina a-
Sr. tmenie-coronel c.num m 1 me da dilo batalhoo
que leva a elleilo a citada ordem.
A-ignado.iFrancisco S-rgio de Oliveira.
Conforme. Horacio de Goaioao Coelbo, alfares
ajudaule de ordens encarregado do delalbe.
IITEHIOR.
Marammes-toscanuai, dezamdro de 1851.
o Ksperanra do meu coraedo le minda carta.
a Depois que le deisei bello jaimim do Paraizo,
alvo ero um mar de confasao ; passo os dias o as
noiiei inquieto, sim que nada me consola. Mas es-
pero que anda vira' o da ero que cada uro de mis
contara' 11 que soklreu. i'oslo que esteja longe, .San-
dra, digo-le que uasci para ti, oque por ti quero
morar.
a Pela presente, Saudrada, dou-te novas de qoe
gozo saude, e espero uo Ente Supremo, que tambero
esleas ba. Desde o dia que deisei a collnn, meu
coraran comecou a suipliar. Pauso sempre em Ii,
mea doce amor, e nao limito oulro desejo seuilu tor-
nar a ver-le.
a Vivo uu meio de um bosque, s e sem amigo.
Tudas ss tardes a-Ave Marias,recoulieeo quaula
razau linha u uosso prolector do mandar que aup-
I 11.-. 1 111. pelos que estam louge do seu paiz.
.( Nao ..te ei|oe.;is un las oa.a'.es. tu que na
amas porem, Sandra, nao he a minha solido que
roe efllige, be a Iu. ausencia. Ah l se eu podeaM
ti an-l.iriitai -me em pa-sare. lev Bzas o vnar, tria ler
a essa j mella, ein que irabalbas, e dasejana lien
alu, imita o da.
Espero lau.bem que nAo tenhas de esquecer-le
das palavras que eulre ambos trocamos.
" Como sabes, pronialli amar le. e quo seria sem-
pre teu. I.eiiibr ir-me to leu rollo lao meigo, pen-
sar no tem que le quero, lie o nico balsama que
acalma as penas criieis qua trago u'alma. Adeos,
nvio-te in.tis saud.iees ,!.. .pie lia da estrella em
um ceo de eslo. Espero que nos davemns de ver,
eomo desejo. Dubro o papel, e aiu la qui le digo
unta vezadeos, adeos.
o 'leu Peppino. o
Esla carta den algn) animo a' Sandra, que apeor
de todos os seas esforz* uioilo tbo eostavo contar a
sea ioeniatacSo, eoeealter-ooBoeea pesar. Fn lhe
ver que o pengo se afl'aslava ; Peppino linha p .1-
do as febres .tu euteno, bavla.se liad tualo com u
clima da Maremma, e que I quautos mutlvos para ter cundanca em Dcos e para
esperar que a milo divina nos lima de restituir asta
intrpido rapaz '.' A pobre menii a ouaia-me coro de-
in.tiia la alegria ; acabsi com sssas eunolac,es pe-
rigosaa e cxprobrei-lhe aua falla da juizo. I'regava-
Ihe obediencia e reiignagilo, mas no fundo do cora-
cao dasculpava sua fraqueza, eu valho, que me lenlia
uommovido pela ausencia do uiphilo, que havia re-
colludo, e -up|dictva a Daos todos os dias para que
irnuxesse este menino, quo eu havia deixadu partir
lito iroprudenlemente !
O primeiro dia de maio, be ama fetla para a in >-
cidade italiana ; lodos os mancebos vao a' cidade
diilriboir llores as soa damas, e as laudam com
suas ra115r.es. Era om cruel aunivenario para San-
dra, que ficava m e lrite no mel da alegria geral.
Dede este momento lirou alia Ha cheia de impa-
ciencia, que nao procuroa mais ncrullar ; eu a via
Ir constantemente at o Tiro da avenida esperando
encontrar algom comboy, que viesie de volla das
Marommas; mas oa noisos campooezee n.lo vilo quaii
nunca p .ra aquelle logar ; os de Pistoia, da Lu-
cas ou de Sieinie, mais ambiciosos por diuheiro, se
m-iiein iies-,11 emprezas, arriscadas de marte. O
mez de maio passou-se assim em vas esperancas.
Todos u das de maiihaa l'eppiuo nos devia ser res-
tituido, e lodoa os dias a' noila, diz-a-se mu baixi-
uli-i que ella chegaria no dia segoinle. Junho be o
ultimo lermo da volta : S. lelo, como dizemos, he
queui consola us caraces, Irazeudo para casa o .t-
senle. Nada de noticias i Sandia empalledecia e
aos ncava olhares, cuja eiprohra{So muda eu nao
Pdi.. aoffrer. Sua tuquela.;.!., onoderaa-aa lambem
do niitn ; aa nilo podia ir a' Maremma, mas sabia
qua o companbeiro de Peppino era de Sieune, c em
urna das minlias viagens a' II..renca, loroei a estra-
da de ferro, e fui procurar l.iacitlia ua sua Ierra.
o Nao foi eousa fCil deicobrir o lendairo, mas
eiiilini indicaram-me sua casa em 11111 dos arrabal-
de da cidade. Apenas GiaeTalho vio-ma.estremaceu
e voltou a caliaca para 11,10 ser cunlierida ; porm
cheguei-me para elle, e pirguulei-llie 0 que era
falto da aau primo.
o Mas noticias, sendor alidada, mas noticias le-
lil) DE I i. Mi I Un.
2S de agosto.
O paqoele elmperadom, entra Jo ela manda 1 dos
porlos do ul, Iraz dalas de Monlevido ate 20 do
correle.
O Estado Oriental eontinuava ero paz, cracendo
de conlirinac.'i i as uolicias qua ltimamente haviam
chagado a' capital de moviinenlos revoltosos nos de-
partamentos de Minas, MaldonaJu, e ero outros pon-
tos da Itepudlisa.
A respeito dos boatos que correram sobre o segan-
do dos menciooa los departamentos om correspon-
dente da aKepodlica), de Montevideo, expriroe-se
desle modo :
Oque da nicamente de exacto as noticias que
nos oceupaut de a olliciusidada do chafe poltico, de
Maldonado, que Julgaodo certas as noticias que o a-
migo do Sr. Trillan! babeo, fez aproximar deele e-
partamento algumas partidas, que inmediatamente
loraro uiaudadas retirar pelo curoucl Joaquim D.
I ereira par se. aro desuece.sarios os seus servidos.Pe-
lo que toca aus duas borneas de cr e urna inalher,
lataselaadsM lio uLugar ae Piedrahilau, o qua lia le
positiva al agora he qae doas desertores chegaram a
1 i-a de uro hornero que tem o appellido que o Sr.
Iristaui da' ao lugar, o llie roudararo o selliin e urna
guitarra 1 11
Parece qua finalmente ia ser resolvida a grave
quesllo atura o governo da Kepublica do Uruguay e
o directorio da alfandega da sociedade da IS18.
O governo leve participado offleial de que o en-
earregado de negocios de S. M. lirtianniea acabava
de recebar iastracaSM chagadas palo paquala Ca-
milla para celebrar os accorlos necessarios alim de
ser entregue ao goeeruo a admniiilrdcilo das alfau-
dagaa.
O ajuste celebrado durante o ministerio do Sr.
Carreras, para o qual o directorio julgou precisa a
aulernac.io do governo Ingles, licara purt.into deli-
uitivaroeule concluido.
Medanle easa aju.te, o Roe/orna da Kepublica ver-
se-ba ero breva livre dos ambaracoa que lbe liana
creado o ultimo contrato celebrado com oa accionistas
de 188, o que enlorpeciam a tua aocla, levanlaado-
lue a cada pas.o dilliruldades que imporlavam gran-
de estorvo a' sua roareda ecououiica e administra-
tiva.
So assim podera' o governo da Repblica levar a
- Ileit-i o plano linancairo e a reforma ecouoinica qua
opreocoupa, a qual sem duvida encontrara' tanto
menos dillicaldade, quauto mais livre fr a acc.au da
-droioisiragao, especialiuenla n-j que toca arreca-
dacao da ran las publicas mais importante.
Em Baeuos-Ayres eonlinuaro as coutas no mesmo
estado. Em geral, segundo o espirito dds jurnaes
iueleui.ua' vista, o que se procura com empenho
be maular a agitaQilo do nimos e siluarao anormal
ero que se aeda aquella provincia argentla sod o go-
veruo do Dr. Alsina.
A iropreusa atsalariada prosegue iucessanlemente
em suas calumnias coulra os Estados viziuho. e cou-
tra o Imperio.
N.j obstante, corra no circulo dessa mesma im-
preusa o boato de que o Sr. Sarment havia daixado
a re t.u-ru uo Nacional para vir a asta corle ero
iiieiso especial por parle do governador Alsina !
Diz 11 uBrilith Packela que a inisso diplomtica,
qua o Sr. Chriilie acaba de deienipenliar como mi-
antro da Inglaterra junto do presdanle l.opez nao
leve o exilo satisfactorio que o auugavel recabimeu-
lo faito aquelle cav.tlleiro dera direilo a esperar.
OSr. Juan Carlos (iomez, a' frente da redacc/10 do
i> inonali), eontinuava a raataalar as suasdoulnnas
aero a mesma boa f o leal lade, com o mesmo pa-
triotismo, coro que as apregoara oosuDebates.
Promplo sempre para aproveitar todo os meio
que o seiso oflercce a bem de sua cersbrina propa-
ganda de dxcordia e de anarcliia, he 'Uro qae nao
podia o Sr. d nuez daiiar passardesapercebida a bel-
la i.pp.rluiu.l le que lbe |iioporcionou o autor de
tima carta dirigida ltimamente de Montevideo coro
as iuiciaesC. I., a unta folli diaria desla curie, rela-
tivamente a's iuterveneoes do governo imperial uai
lulas do Kio da Piala.
Coro a nucen lade e com a lgica que Ibes ala pe-
culiares, lomando por lliema a caria a que nos refe-
ramos, diz o Sr. Gmez.
.1 I tu dos deputados drasileiro, as ultimas ies-
--.'s da asssmblaa do Kio de Janeiro que nos Irouxe
o paquete, pergunlou em plena cmara ao governo
se nao linda vergonl.a de ser alliadj do partido
udiancoo em Montevideo .'
a Para o Sr. Fras este deputado de um grasseiro,
om indigno, am alrever-ie asim a chantar MD ver-
g nda a uro governo, a um mini-lro de estado ero
plena cmara.
.. Um arUculiata do uCorraio Marcanlilu do Kio
de Janeiro, defeudendo a intervengo brasileira uo
Itio da Praia, aacreva : Nao se eoudemna a polti-
ca da interven.;."!.., condemna-se sim o modo por que
lem sido praliesda e dirigida, reprovem-se as medi-
das de circunstancia, a falta absoluta ds um plano
polilico no eystema seguido al hoja, qoe nos faz pa-
recer o que n.lo somos, que nos crea inimigoa ero lo-
dos 01 circuios, cada vez qui .(abandonamos um par
tido pira proteger outro, conquistando aIl'ei{oei da
mouieiilo, e desafTeCos para luda a vi.Id.
a 1 m dos llamen oe roai tlenlo do uosso paiz,
qae lem vislo e apalpado de perlo os negocios do Kio
da i'rala, cosluma diZW com a fraoqueza de estadis-
ta dilu e patriota, qualidades que o lornaro um
dillincta culada 1, que us limite do Brasil ou bao
de cltegar ao Kio da Praia, ou dio de recuar ate San
ta Calhariiia.
a Ei<-ahi confesado por om dos sustentadores da
poltica do actual goveruo do Kio aa Praia a poltica
drasileiraabandonar am partido para proteger ou-
lroeitender os lin tas do Brasil at o Kio da
l'rata.
a Eis-adi con es; lo pela parle, coufis-ao qae dis-
pensa de prova, o lim e os nietos da poltica da mo-
uaredia brasilein.
.. O fimde estender os limites al o Rio da
l'rata.
Us meiosaba idonar um partido para proteger
outro ; perpetuar i. guerra civil oo seio do Estado.
He nessejogo le alliar-se >uccesivamcnle a io-
dos os partidos, ala ter vergouha de alliar-se a ama
borla de assassino-,
llevolle-se enibora o Sr. Frias contra 01 depa-
la Ja a os eicriptores brasileiro, qua pe assim aro
transparencia as indignidades de urna polilica qua
anvorgonlia oa compairiolas dos que a pralcam.
Ouando pela primeira vez vimos publicada a caria
a que lauto peto e autoridad* da o Sr. Comea no aeu
ariigo. eiiieudemoiq.ie ote careca de refutara >, nao
s porque a opinu.o fantstica e extravagante de uro
anauy'mo, sobretudo em materia de tinta cravidade,
ueuduui alcauce |..Je te:, como porque em verdade
nao ludamos iialia algama do grande pnneipio que
llie servio de base, estabaleeido pelo celebre eiladia-
la brasileo, qae lambem nao conhecemos, de qua
1 os limitas do imperio estn ter-se-hiam ao Kio da
Praia, ou recuariam ale Sania Calharina.a
Aluda boje, apezar do caslello formado palo Sr.
Comas sobre essi carta, persistimos oe roetma opi-
oilo. lie-.-anana, apeuas que o aotor, por ventara
0111 Oriental apadrinhado cora o titulo de Brasllelro,
exhibissa o uoroe do aitadisla n qae sa refere, e ao
iiicsino lempo ilt-iitrasse o goveruo e o paiz poblicao-
do o seo plano,sejuro e iufallivel de inlervencfio.afim
de coueguir-se quanlo antes o a el-doarado com
que s.mlia para as repblicas dn Praia.
Pelo qoe toca porm ao famoso caslello do Sr. Go-
mas, oppor-llte-liemos, n.lo a opima > de om anony-
mo, mis as pal ivras proferidas na tribuna da cma-
ra dos Srs. depulados por am estadista qae ha pooco
dirigi uu impiriu a reparlico dos negocios asirn
geiros, muilo cjihacido das Repblicas vilinhas e do
proprio Sr. Gomes, qoe cora lana injusticia qoanlo
desabriroeuto u lujunuu ltimamente ao te-I o em
Buenoi-Ayres
O Sr. cousoldeiro Parando, na sess3o do dia i
do crreme, fazendo'sentir o precouceito qae se no-
lava na repblicas vizinhas acerca da uossa ambic.io
por auguaute de territorio, exprimio-se assim :
a Ni nlo carecemos de territorio : carecemos,
sin. de gente til que pove o vato a bello territo-
rio que possUmo. (Apoiados). lie um precouceito
entre os oossos vizinlios que n governo imperial lim
ero vi-tt* ampliar 03 seas dominios. O priaeipio do
.< uli p.ts.i ti 1 consagrado no direilo das gentes, a
qua he a base do direilo territorial de qaasi (odas as
nacSaa, he con..dorado por alguns dos noisos vtzi-
nlto como urna invenelo sudtil do goveruo imperial
para augmentarlo sea territorio. Por eonseguinte,
nao pretendamos esteoder as nossas fronleiras alm
do qoe pjssuini o por direilo origiutro, e em virlu-
de de nos as posses.o
Se fose possivel .1 dmiitir no Sr. Gmez senlimen-
lo de boa f a de siuceridade, nao resta duvida de
qua esta rasposta o satisfara completa mente. *
.A milicias da Confederadlo Argeuliua carecem do
inleresae.
Tinha-se decretado a diisoluc,a"o da gaards uacio
nal, nonieando-se nina commisso para confeccionar
un regu amento que lbe desse nova org.inisacao.
llana cliegada ao Paran" o Sr. coronel Lapido,
cliefe do eiercilo oriental, encarregado de ama mis-
a.lo diplomtica jaula ao governo da Confederac..lo.
Parece que asta mis.a,, respeila a le do direilos dif-
ferenciaes alpinamente alopiado pelo congresso.
O "N icional, tolda do Paran, noticia que as pro-
vincias de Stntiago, Cirdova e Tucum.iu, livaiam
urna pelicitoao congresso contra essa lei.
O general Urquza deeratoo a reronstruecSo no
l ruga \ du monumento levantado em Ramrez.
O mismo general dacrelou igualmente a diviso
contesimal da moeda.
Pelas ultimas datas do Paragllsv sabemos qae no
dia 17 do paseado publicou o Semanario a con-
venci de 12 de fevereiro, celebrada com o imperio,
e a troca da]respeelivai ralificacei, efleeluadas nei-
la curie.
Diz a folha a qae nos referimos qae o secando doi
iiiaueinnados documentos fura colindo do Jornal do
Commercio, pois at aquella dala nlo havia cbsgado
A ss u ro p.;.i o o comroi*s.irio especial da Repblica o
Sr. Benigno l.opez em consequencia dos traustornos
que a.Ilrera o vapor que o rondnzia.
O governo do Paraguay respondeu ultima nota
do de lueuus-Ayras, relativa c-ssieao do aexequa-
lar do comul a a nointacai da commisso para dar
papeletas de uacionalidade aos Parguayoa residentes
iiaqu .-Ua provincia argenliua, nos segaintes notaveis
termos :
.1 Ao Sr. ministro secretario daa relaces exterio-
res do Exm. governo de Bueiios-Ayres. O abaixo
assgnado, minilro e secretario da estado das relares
esleioras da Repblica do Paraguay, recebe aa
duas notas que ero 2 do crrante II,e dirigi o Sr.
ministro secretario das reiacoes exteriores do Exm.
governo de Baenos-Ayres, respondendo As duas o-
las de IS ,le jollio prximo p.t-s-tdo, relativa k cas-
s.iraa do exequtur concedido patente do cnsul
de Buenos- Ay re, a' commisso qoe esse governo no-
meou a' falla de am causal da Kepublica para dar
papeletas de nacionalidade a alguns Paraguayanos,
que requereram essa commisso, e ao protesto a qae
deu lunar este sorprendente procedimeolo, ficando
Igualmente recibidas as copias que anuexou o Sr.
ministro do mencionado requeriroenlo de algn Pa-
raguayos, da decis.lo oelle proferida, a da circular
dirigida aos tres memhros da dila commisso.
V. 5, a diz qae a circuroslancia de envolver es-
se requeriniento algumas recriroinacas contra o go-
verao da Kepublica uduzio u deBaenos-Ayres a mlu
dar-lbe publicidade, exiliado assim ama prova dos
sentimenias autigaveis para cora o governo da rep-
blica, que julgtva boavesse sido devidameute apie-
ciada.
a Acontece porm qae na copia do reqnerimnolo
qae V. S. envioa nao se enconlram taes recrimi-
nacoe.
Sem embargo, o abaixo aisignado levou as dilas
copias a re.poslas de V.S. ao conheeintaiilo do Exm.
Sr. presidente da Repblica, e receben ordem de
pedir, como pede V. S. se sirva aovar copia inte-
gral deise requerimanto, sem reservar as recriroioa-
res cunta o governo da Repblica affirmadas por
V. S., uu qae se sirva fazer ama declararlo formal
de que u;lo existero.Uaas recriroina^es, alim de qae
.-au este couheciroenlo possa o abaixo ussignado in-
ulto a dar-ves ; disie-me elle, fui culpado de levar
ese menino para Maremma. Al o mez de maio,
resisti perfeitamenle aos primeiros ardores do sol e
as primeiras chuvae, mas finalmente foi atacado da
febre e... Giaeiulho paroa erguendo 01 bracos.
Pelo menos nao morrea exclemei :
- tlaem sabe '! respondeu o lenhelro ; creio
(fue ludo esla' acabado. Pobre rapaz, era lao bravo ;
durante quinze das quiz lolaf, mas a febre he um
inao animal, que ninguem lira fcilmente vanlagem
com elle. Foi-me uacaaaario carrega lo a' .-avallo e
andar tres dias psra o levar sem seulidos ao hospi-
tal de (rossetlo ; all lomando um puuco a si, eu-
Iregou-me este annel de praia, o anual de soa mi,
para aquella qua bem sabis. Elle a araava muilo, e
vos quera tambero Palr.lu, porque todas as lardas
me iiuia que, se vos tivesse uuvido, a cuuia teria
sido outra. Em samma, atacado ouira vea pelo de-
lirio, a medico disse-me que u doenle eslava lina-
lizando-sc. Eu u.lu podia li.'ti em IGrosseiio ; a la-
bra havia-me expellido de Mareroma, c aqu esl.tu
para dizer-vos que fui eu, quain tnatou man p-
rente, mea amigo aerescenluo elle aliraudo o cha-
peo no chao e arraucando am puubado de ca-
bellos.
te ele annel I
Nao live animo para lano. I.evar-vos este
annel, eia entrar em VOasaeeea coberto de sangue
de l'eppiuo ; remelle-la seria enviar a morle a' asta
moi.a. Cada um denos leu animo de encarar a mor-
le romsigo rorsmo ; roas ir procurar utna innocente
e cu tar-lbe o pescoco... tive medo.
Toroei o annel e vollei para Filhina. Pelo ra-
minlio retlecli como havia de preparar miuha nIi
Miada pata perder o uuico bem que Ida re.lava no
mundo, a esperan.;;! ; e resolv enleiider.me rom
Magdalaaa, Chagoei larde ; era sempre Magdalena
quero roe esparava ; lnil.ii pois a imite iuteira para
regular minha conduela. B.1I1 ua polla, Sandra fui
quem m'a veio abrir, e lavando u luz ao |int-u rosto,
tecuuu espaulada.
a Que leudes, padrinlio '.' exelamou ella eilaes
I 'enie > N1I0. Ad padrindo, elle morrao !
Disse-lhe ludo. Ilouve enii'o ura accesso de de-
ssspero, de gritos, de couvulses e de lagrimas ;
deixei a clonar ; porque f procaraiam consolar
aquellas que nunca tiveram alllicces, a nao sabeni
por expetiencia quanlo a palavra l.uiu.nia he impo-
tente para acalmar um coradlo que se alimenta de
sea solTrimentoa, e nao quer que Ida arranquera o
muco bem que resta. Chorei com ella ; e ludo
quinto llie pedi depois de urna dora de lagrimas, foi
que oresse contigo e recommendaise a Dos a alma
daqaelle que n linda amado.
Saudra relirou-se, dizendo-mo qoe linha ne-
cessidade de repousu, a enlrou sera sccordar sua
mili, que de mauhiia orhou-a de joeldos, com ni
dlias saceos e a plivaionomia perturbada.
VV1II.
Neile da cada om miJ.ui da anas ociupacoes sem
dizer palavra. Magdalena, que sobretodo era boa
mai, compiebetidia que loda a palavra era pang-
se ; Saudra conceulrava sua dor, pelo manos em ini-
nlia presen; 1, e rodaava-ma de alienen e cuida-
do. Se algum eslraugeiro lioavesse entrado em uos-
sa casa, teria iavejade a ordem e o socego: nada es-
lava rondado ; aao davia apenas mais algum silen-
cio, e una calma mais profunda, que oulr'ura. Po-
rem. vendo a iiidilTereoca de Sandra a o mude, por-
que ella observava por momeutos o annel, que li-
nha no dedo, eu n.l podia en*aiiar-nie sodre o gol-
pe que ella davia recebido. A dr be como urna re-
ligiao secreta : os ditosos do mundo rolo advinbain
Bada mas aquellas que lem s. lindo, se conhecem
entre si ; cuino faziant os primeiros deis; para ellas
era sullicieute um olhar, orna palavra.
.Nao ol,lauta ludo quauto me davia dilo Gia-
eiulho, Sandra couservava anda um resto de espe-
r.inea, e cu f.i/.ia o mesmo. liicrevi para Grosseilo,
respoaderaao-ase, que o nome de Peppbaa nJo esla-
va nos livr.s da obilos,mu que lodos os dias entra-
vara no hospital .lenlas de febre ja em dilitio, qua
inorriam sem qu e oube-sem -eos 11..mese donde
aiaui iiatuiaes.Ero maio, aereeeealava a caria, per-


DIARIO DE PKKNAMBUCO SEXTA FEIRA 17 DE SETEMBKO DE 1858.
mar em eomideracao aa mencionadas resposlae da i rom tinta dt 7 rio crrante, e'e anees dio esea tilla
V. S. I em oetade Mltafaetorio. ISo da (> |> tem leve lugar
O ahaito astisntdo, igualmente de ordem de S.' ali um criase, qm deiloe aquella popajeco dolo-
Eie. o Sr. presidente di Repblica, diz ao Sr. mi- I rotamente unpresti una, linio mais quauto a vich-
nistro que nlo seaila a nio publicidad! que V. S al- ina lueombio m mofitoi depola. Poi obn daa ule
lena como ama piuva Je anteada du sm (averno lo horas da nolie do referido da (i. fiado pan a illa u
da Ropabhei ; e que, pelo coniraiio, a publia.iade Portuguez Erniato Piolo Soares, fui accomin-iiiin
nMM recriminar"" il ira' malbor Idea da conducta i anlre eila OJO litio Grnipapiaho por uin faecinora,
do goviruo de Buenos-A y res no raso de que te que .1.....lo-lne trie eaeeleda*, a......10 alto di caneca
trata, ontra ocbre o naria e a ultima ai elovicula dir*rfa,
O ehavo animado aproveita asta aceitillo para dailon-e do eavalla abis. ; a aeciceindai^a'eiii lo
tegurar io Sr. ministroaeerelario das relacas et- cerleiraa que punen depotaelhaloa u osero o ulli-
U Rvm. Sr. l)r. Jo.quiui l'ranciso- "e Feria eco-
uego Marcelino Antonio Hnrtiei'-'- priioetro como
lirecloi di corp iraeio lill~,,,i egun '" como rei-
lr du Mlabalacimaot'< *< 1**m puupaJo a ca-
lreos para lea" alieno una empraze que ni
linar un- -uonuiiionlo da iininoiieJora aluna pa-
ra o eetaalaOteeimiUlo da qui saj mu dignos direr
tore*
tenores .1 sua mais ilincla consideraran. Nicolai
Vzquez.s
As noticiis do Pacifico cin Montevideo alcaneim
a I da mee referido.
ho Cblla inda ln de novo. Dtia se que mu de-
palado u apraiealir nm projecla pira a eillnrcio
doi loros du clara, queatao que tem dnvldi ha de
sublevar u laaalMna it.queile pa'.
mu inaplro, tem qna da
nem recebeesi o raanor Tro
pretina com que r <;
n una p.lavra, e
medico, ipezat da
rae......i leultalivo rrancie-
ie Paala Catareanti do Alnuqoetqne. O Fallecido
canela qne ora ilgata lana grulha, tinlia alguna
desalTectus; mee nonea proraoveu m I da qualqaar
n tureza eonlri alguem, laereacc ido que ara lalm-
rn-o e solicito da familia. Ile'vnu na viuve/. ama
Fetticida religiosa.Hoja reltliram o* lir-INeele parecer rol lambem de ata a emolirte, ana
canoa a lala daachagai, leu rio hontom
paral eom loria a magnificencia costu-
ii curpj diplomtica raeldenle era Veaieoela sos- mulher, e na orpban la 1 cien futios, leudo o taaior
tentova ama dieeaes3o como governo leaeneiad
oiigin l.i 1 si 1 roana paito en linerda 1 a dleladot Mo-
aagat. o goeerno raenlia rnergie-maala a e--1 1 \>-
ganeia, r-n 1. nda-aa em que ai-preaidanta eilava
submeiiiju a mu jolzo dt residencia,
A lolha doQdi axCraclanios sala noticia rel;'re-se
em uer^i ao **tn ti 1 diplamattco Nioaibaoios loisie
compreliende 1. iiiliem ?> reprtrenlaute aoBrsill.
IU GRANDE DO SIL.
Parto-Alegra 21 de agosto de 1858-
Irlle- s.'i- i nos le i'l il
A polica local ampreaoo lodos os maiai e reur-
soi de que dspuuiia p ira ; eaptri 11 as.iasin i, m -
ligo toda lugrar asse resultado, a uam alud coilse-
aoio-se o oienor indicio sire a cans u o Bator Ju
enme.
cetroi Irjnr
havidu as v
nada.
Waladouro publico. Ma':iMin--e no da l(i
du enrrniie para ii consumo dasla ciJade "iS rezas,a
saber :
Tuii soeiedadaimitoa 13,oatri 9,^JaIoNepama-
renu Aovoilo ae Araujo S, Jet l.urio l.ms e Itar-
nardino A nanelo Aagaslo, la Araujo, \ rada mu, Jo-
i Pranciseo de Suuza Lima, l.oii di (jueiroi llarro
e Jaflo Jos de A lniiiuerque, 3 cada mu, Manuel
Joaqun Duarie da Saaza, Uanaal de Souia Cavares
' J igo Cbryi llomo Joa Manneia deaS ntni, Jeaqnim Jaeinthe, Iteiar-
inino Vive* d'Arouch, ClrrislovAo di Sanliaga La-
la, eManeel .1 m R >surr*ica i, I r,i 11 ra.
liotpilat 'le caridad (16 Esisliam 21 ii'ui ni e 27 muitieres traladcs mil
Orfeta dt these*.Hoje defendeastheieiqaaipre- earldade, ti humea* 19 malhers qoe panma'ei
lenloa Sr. barlure prUctsco Pinto l'a.so.i. fa, e7 prieas doeorpo .ii polica.Total 88.
< atligo quolidiano.lU natural que un pai ca- .v.7,iii toda do dia ll de selemliro :
ligua ao lillni qoaa lo elli, relitlde ;i i lai ai sdmoei"
i i^Oes que llie slo felfas, corra lUsanfreladn na es-
trada da propria perdicio ; ni s qm a fai lodos os
UH banda Oriental as nolicias ijue Ule lenho d das, qu- a fa{a pela menee coosa, que o faca mlim
Jar nao sao boas.
I'.illa-Mj om sublevacau em SanJi.' e Hereedes.
Dizem lambem que o tcnenie coronel Sands.de
Entrerios, passa'ra para o territorio orienial alim
de pdr-ee testa de forjes contra o governo.
O assasinaio do brasileiro Leonardo Jos da
Sileeira, no Auegu, parece licar impune.
O assassioo, Meo Coronel, que eslava preso
em Serr Largo, evadio-se da prisao, se lie que o
nao deixaram ir, e rouiiiiulo-su :i sua quadrillia ro-
lirou-se a salvo, apezar da solicitada com qm; o
sen raza neasno, ao id por eaprlehe, he por cerio
ClOSurieel, reprehaiiiivil e alu panivel em cerlo- rj.
sol. Nesi.i bypotess iclte-se oiu seuliora da aglanaa
que lo di apeoeaa a orna pobre fillia, que ja eii
man mii^a ; a qaal lodos os dui he agellads, he
enciaila ludisiiameula ruin puteadas pela propria
mli !
Cenlam-noa que ea barbara i comprara om
ehicnle ollun qnem val seealar ; lie pnis obvio que para uulrem
iigu heaeno para aasa misara menina que, alen dos
rudfs (rnlia'liM- a qua he appticida, irm de pasear
pele dlaaaDer de ser curta,la ralbo. K nao se.I pos-
"ivel 'iiiiliahir-.p de ligan nodo es-.i 111011111 1 ,1 e-
pai : se u Sr. Ilr. )uii de arplsftoa qaiaasae indagar
dase aegoeia, farla uin asiigoilada lavor .1 humani-
dade, que 11 > 11 e ve-s desprend.
/.'nlit< di* titmriare.Assesrram-nal, que hl
1111.1 rnmpanh a Ue ladroes oraaalaada petos arrabal-
|*j desla cid iie. cafe quariol general ha siloado pa-
ra llandas de Aua Kria, que lem ranilicac^les por
lillerenies peatua, onda \ai Mercando per meiu de -sa houaeram julgaa entos.
xas menibros qoants rapios llm he possivel. Da 1 = Varxea ha u-.s fartaram qualrobols mapsos a' ai.
hnmein, qoe lu direilo ao foro dos lasa la les re-
clamar especiiva oalrega mas ignoratnai o re-
sull.do qus relheo ilesse pano. lie preciso que se
tenha em altenfilo esta astada da sasrsaaSo a' pro-
priedade ; lis preeise que ss I ale de dar rabo desia
quailr.iria de vadioa, que iiilamemeul" quersm viver
a' eu^li a-, suor Incta, deponsle se assaa eeniidara-
lin'i 111 :e\ idas un espritu ne ali liadaucm que faian
dar munida a' bies raalfeitarai. Anula lia pouco lo-
ram, disem, presos pelu Quincaa do l'aisarmhu al-
guna i)elies ; h ova paren li ^ 1 quem so apresentaise
palindo e hiendo a soltura os melroa, dandu-llix
l'or lal lorma Indalte para a proseru^ilo da carreira
enclala, qoe era i-ssim visivelraenle tiroleeiila e fa-
soneada por aquella influencia. Tae- proredimentus
he que cumpre banir ile urna vez para semprt, alim
de au repruduztre e-se ns lelictol, qu lo tanto
man frequsntes qoanlo lia coila a impiini lade.
Lima Santos acaha ds praticar essa operac,8e cirur-
Kiea. cont a maior felicitada e pericia possive no
Sr. hriC'irieiro loaqatn It rnardu de Kiaaseirnde, ho-
mem leplaagamrio, evlrahindu-lhs urna pedra da
baasga rom mats de pallaoa de diameim. Ja nau
leosla primeira vez, que uesla ciliada pralica a Sr.
Ilr. t^arolinn essa operarn dilllcil e por a--s novo
svsicma Irancez ; a bUM atita dando a' pericia Icio
semprs c roa lo o seo Iralidlhn.
.'Ifihj./ \o< liifnrmam-nus qoe, morrendo sin Pao
do Allio u liu de orna pas a residente aeaaa povoa-
{o. ileiiaiulii Ires lillia-, o >nbiinho lora hucnr
all as prunas para sua casa, alim de as educar ; ms
que pur liual de tontas a apresada adoeacto lem
a estribara du hornean.i> Hum seria que se oltiasss
para essa farlocnm alcuina allsncno, alem da voltiar
para qoe iis<> liquem aquellas meninis somento cun
a eriaffla de faaev ljela e lavar roupa.
Kttrada de ferro.lio mez indooro perdanle
cuiilinuara' a partir nos ilumneos e das ssntilirados
a trun de paaeagelros, a cuja suspsnsao ujnverno de-
ra limar.
Mean rnillrn em Montevideo tem tratado deste rasnaelraloi ? Diiem-nas qoe ells he erpba
rio.
Ao assassino JS'tco Coronel reunio-se Jos Nu-
bil', sen comp3nhoiro e cmplice nos assa-s'uialos
da familia Silvi"'ira,o qii.il rtu dia '21 havia tambom
mudo o brasileiro Marciano Machado de Bi r-
la peo de Florisbello do (juadras aquem do
Cbuy.
Uaqui lem nascido terrores e ilesoon'en ln ment
da parle dos Brasileirosque liabilam a Randa Orien-
tal, e se as eousas assim continuarem. temo mais
desamasados e atleutados.
8obre esta provincia nada lia de novo. A op-
posicao continua abatida. A ophiiao publica se ha
de un ino.lo muito positivo declarado 3 favor da
administracao.
O jornal o Poyo conformo me foi commu-
nicado por pessoa de fe, vai desistir da empieza
que lomara contra o Sr consellieiro Ferraz.
OSr. Dr. Bello acctisou ao mesmo Sr. ronse-
lheiro de nao ter mandado construir os nhares da
L.i-'oa dos Patos.
A paixao cega a este Sr. deputado.
A consiruccan do* phaTes foi pedida pelo Sr.
presidente, e orJenada em virtuJa de sua represen-
hffto.
OSr. coronel Jardim escolheu os I upares.
A obra de llapofi esta' em andamento, e en mais
de meio ; as de Cliristovo Pereira, e Rojuru', vo
ter cornejo, e os msteriaes eslo ja contratados.
Antes du ludo isto linlta sido reparado o do Es-
trello e 11 m dos outros.
O correspondente actual do Diarlo do Rio de
Janeiro lie o mesmissimo redactor do Mercantil
ilesta cidade, o Sr. Josti Candido (ornes, e devo-
Ihe diler qun he elle o amor de todas as noticias
inexicUl c injurias dirigidas contra o Sr. presiden-
la desla provincia.
O Dr. Ritlencouit, depois que a redacefio do
mesmo Diario passou do Sr. Dr. Aletirar para
outras maos, nocscreveu mais. aqui p pode
reeonhecer qual o valor dessas correspondencias e
noticias-.
A espacida do actual correspondente do Diario
lie lal que n'uma dessas correspondencias di/. que
as lctlras da ibesottraria provincial estao sem garan-
ta, porque nicamente tem a assignatura do chefe
da repartieao 1 Que miseria !
Este correspondente, sem querer, fez. o ntaiorelo-
'ruj actual administrarlo. Governo contra to-
dos os partidos, n Isto he, que est cima dos
partidos, que se no liga a nenluim.
Ora, isto dito em referencia a urna provionia
onde os pariidos sao pessoaes, o nao teem princi-
pios polticos, he o maior elogio que se pode lazar a
urna administracao.
O Sr. senador Candido Rorges, tal vez na falla
de materia para aecusar o ministerio, leu um desa-
lio feito ao Sr. haro de Porto Alegre, om relajao
manifestarlo dos ofciaes do exercito e da guarda
nacional desla provincia, e conrluio que nio havia
fundamento para esla manifestajao.
O filo de S. E\c. seria por ventura fazer indi-
rectamente alguma fineza a algum enligo ausente,
ou presente 1 ...
3o o sei.
Parece, porem, que S. Ezc. andn mal ; isso
que leu do Mercantil impertava apenas um ar-
dil de defeza ; S. Exc. devia ler a amenea de re-
volia DO coso de nao ser demiiiido o Sr. conselheiro
Ferraz ; o artigo das 30 mil victimas ; e o otilro
em que se demonstraba que temi o governo fallado
ao pacto social, toda a obediencia, como consequen-
cia necessaria, lhe devia ser negada.
Os trechos que conten esla doulrina e ameajas
foram por mira transcriptos, e publicados neste
jornal.
Rematarei esla dizendo-lho que voltou de novo
imprensa o nr. Dr. Flix da Cunta com a sua lin-
;;iiiigerr. desabrida e injuriosa, e na falta de factos
no Mercantil de boje, diz o sepilite :
O mais f requeme he todava a alleraco parcial
do que existia, alteraco caprichosa, e contradicto-
ria, como ainda o devenios repetir.
11 Desses grandes principios regedores de nm go-
verno em sua parte administrativa, slo he eenlrali-
sajao ou fraccionamento ile acjo ; liscalisajo pro-
lixa, ou resumida ; economa conservadora, ou
franqueza fecunda ; desses principios que na pro-
vincia noderiam ser personalisados nos noroes de
Muritiba, e Jeronyn.n Coelho, Galvao, e Sinimbu',
(Ort intil, irrisorio sarcastico fallar ao Sr. conse-
lheiro Ferraz ; os principios sao freios a' imagina-
cao, iio trlhos ao raciocinio, e a inlelligencia do
actual presidente da provincia (se a possue) lem al-
guma cousa de bravia, de selvtica : do estril por
consequencia, diriamos nos, a nao dizerde desas-
trosa, u He assim que procede a opposrao.
(Carla particular.J
Jornal do Cnmmetcio do Itio.
Jlo, branca, I hora, espasmo.
Anua Joaquina do E-piulo Santo, branca, 71 an-
uos, viuva, seides.
D. Mana Anlonia de Barro! Wanilsrlev, braoc,
casa ta. .11 anuos, phtli sica.
Adelaida, paula. 7 di.is, Bspasmo.
Eusebia Mara di A ,-uui| cao, prcla, CHsda, lili
auiius, hydropisia,
.lie ainanluia.
ERRATA.
Na norlaliJade Jo di 1 1"> dau-s o segulills erro :
Caronlni Leopolda, ele.) que devera' |er-se : Caroli-
na Leopoldina Tellei ~u > m/a.
CBR0NICUDICIABI4.
a irriaacjlo dai freguezias do li-eiii. e S. Anl....., dem 99. Ilerdeims de Jos' l'elix da
regando o conlratoque lUargm em a reepeclit -' Cre, casa terrea, arrendidi por. .
moradoras a denoa d n e-iabilecuneitm, e ente.iter dem 101. Irnandale le Sr. S.iuiisai-
queie pule aunuir a primelra cindcio da sua pe- mo Saeramente do Reeife, aaia ter
C*o. a v isla da olllidsde da imprensa, maa dSo a ae- rea, .nenala per......
ganda, por Importir isenrJJo d um aspaslo, croado I lem lo l babel Kibeiro l'ire Par-
par i-i provincial, de que s podsn ssr dispensados| reir, esa 1 terrea, arrendada por. .
Clonarles peraeloi da asaembUa provincial. Idsm 105. Viesnle Perreira da Silva,
casa terrea, arrendada pur.....
dem 109 Severiauo Pinto, rasa larrea
arrendada por........
dem 139. francisco Antonio Uliao,
casa larrea, arrendada pur. .
Idn lil. Mana das Xvo. '.rnoiio
da Calilla, sobrado eeaa urna loja e
unan lar, arrendado por .
dem 1 i'.. Francisco lio trunes da
Cruz, can larrea, arrendada per .
(den I Ti. Plora Maris Uinia Pilhoa
casa lacrea c un um sabradu uj fun-
do, arrendado por.......
lio, 11 117. Marcelioo Jote'Lopes, la-
brado cun urna loja um andar, ar-
re.ida lo por........
Roa is l'issaeem.
IJeni (1. Jos' li.iquim de Uliveira,
casi larrea, arrendada por. .
dem 38. Therezi Ijuiifilves le Jasni
Azeved, r.,.-^ terrea, arrendada por.
dem 7 A. Tliereza Gencalvaa ds Je-
ss Azevelo, ca-a lerna, arrendada
pur .......
dem 9. Francisco d Paula lliai Fer-
nandas, casa terrea, arrendada por .
dem 15, Manoel Antonio do Silva,
casa lerrea, arrsndada por. .
Rea Real.
dem 2. Juan da Rocha Wanderley,
siil.ra lu com ama loja e dous anda-
res, avallado por.......
dem l. Ain,,1 Barbosa Correa de Mel-
le, casa lerrea, arrendada per. .
dem II. Joan Itaiiiasceno Cerrdl 1! 11
ue-, cas.1 lerrea, arrsndada pur
TRIBUNAL UU GOMMHhCIO.
SESSAO' CONTENCIN BU 16 l)E SBTEalBRU
DE 1858.
Presidencia do lixm. sr.deaembargador
Souza.
(Sscrelari'i, lli. \pii;iu fiolaierSei.)
Frsenles ludos us membrus du tribunal, as horas
do Doslume.
eeilaese propesla qui fazem os sspplieanles ...
leiem no Ingas do deposito das rirrefn lealinada te
servici, pipas eheiai d'agus tiara oeeorrer sos Inean-
dioedorante a noiie, fazenlo-osa 1 mira atsignnr
termo, pal 1 qaal ,r isse se ohtiguera, aiiJiaue ama
molla, na [alia de compriinenlo.
(Iii.iudii s.- diseolia o parecer, o Sr. frailea re-
quer u o lu approvado, que a cenara lomen
iniciativa desla objeelo, na parle relativa ,1 isencflu
do Imposto, pedindo-a issembla provineal em
,empu opportunu.
Euiian lo em diienasgo pele,8o qne leoa addia- '
di 111 seiaga iiitaeedente, de A oan. Jas- fieme .
i'iinira resolvea c.....leder-lhe liceuca que 1
para ac bar a su 1 r -,, | i,i.......,. pilmes, liaiui
linpsi ial, ivaoc, ni ella p ra .1 ali ihamealo, vo-
tan lo contra o Sr. Melle.
la oecasllo o Sr. Franca fe ssgainle pio-i
po-i 1 que fui appio.a 1,1 :
Froponho que as diipositosi d poilarai Idi-
i'iona. de U de oulobro .1- 1856 1 Wen lam a roa
I, da fabrica de s.li.li para O sal.
11 1'aci da cunara municipal, t de selemliro de
1858.O vereador, Franea. o
Eini. hispo diocesano sobre o eiiabtlecimsnlo dos
remiienos di Peco I S. LeorenCa) da Malta, decla-
rnu que havia eomprids a sua mi-iao, e que S.
Ele, Rvma. se muslrara islisfailo emo a creacAa da
las- estabeleeiuieiilus, nada Uvera a oppor ; di-
lende que os r*si,.s n tisas deqnellni que fallece-
rn do cholera, e leram sepuiiados en lagar ddi*-
rsnle do escotlli lo para o cemiicrio ile S. I.ourencn,
pediam ssr trasladado! para este, qoaade estiver sn
sala 10 ds recetier curpus.
.qoilaia, tamhsm nos consta que hoave alaum pre-
:|ihmmii ou 1, too 'la Dqoei Ueehanlees.no Pilar, alinde
lar -ido arrumbada a munlhl que t estn lia para o
mar e parle da pona, as falcas de pinliii que esla-
725000 Vim arromadla de encontr ao pare,|.lo da ra aba-
leran e foram Oio poiieaa levida pelu mar. que as
1JH-IHH) arrnjoa na prsia da <.. 1 ;. 11 j e us ponte de Muut-
Serral,
|jii~iinil Ab ni disao lem constanlsmenl paseado na cerren-
te/.a das aguai p ir, .1 nurl- eslilhic, <. inadeiras, ca-
nil vernaa de embareaeaSee, beiaa, carian da podra, ele., lia emit
e vi-ie nos iiiil venial ineoradooros lanchas sem mas-
2103000 tros. I imbem se lem perdido algoni saveirn-, prin-
eipalmeate de encontr aus caes, e afondado alga-
mas i ano, -.
8OO90OO Entraran arribados em eonseqoeneia da tempo-

ril, n brijiie resana de guerra aOliada, que daqoi iras ; a Mouteiro 3| Lepa
17 caixas tedas, leridos de algodSo, de lioho, de
13a e mulos, I volume amostras; a Schafheillim
& r..
1 barril vinho ; a S. I). Wilil.
100 ditos e 100 meios manteiga ; a Isaac Corio
Q <
2 eaias drogas ; a F. de Sooza.
3 canas modal e pellas de marroquim ; a Vfl V
Leal.
1I ditas e ;l rardoi leeidu de algodio de seda, de
pannos, chapos, raleado, sehns ele. 1
volme .1111 isiras ; a 11111111 Monseu 4 C.
'1 eiisas pininos ; a J. Vittnes.
S7 olla- sedas, filas, modas, luvas, ehapos, papel,
quniqiiilliarri, cnteleria, hijjolcria. \i.t-n, psrfu-
11111 lis. cofres ele., 50 ditas velas, 1 totumo amos-
i;h-iiihi
un du i do
sabida do Km
1 rampas, ruopa feita ; a J. .
le porcelana, candeeiros ;
Leal
Nao foram julgada vatioias as habilitacs de fia- dem 2~. Manoel I', reir'i'eixeir: ,"ca-
lores que apreeaotoa Fraoelteo l'eiro Advmrula si lerrea. arrendada or
r .-,.1... I...... .- .---- ;...-...1............____. .. ... .... .. .
lio MESMO TRI-
iil AL, EM lil DE SETEMBR HE IH58,
l'iesiUeniui Jo /;'., i. Sr. deiembargador
Souza.
A's 10 horas da manhaa, arhando-se prsenles
osSrs. depuia ios Bati, Beso, l.eiuis. e snppltn-
le Ramos e Silva, u Sr. presidente decl.irou aberll
a je-sao, elida e approvadi a acta da antecedente.
Leu-ie u segointe
EXPEDIENTE.
Um ollicio da lecrslarii du meritisiimo Iribanal
do eomntrcio da capital do i patio, datado de 2 do
curenle, Inctnindea lelacao das coinmeicianlss ma-!
Iricula tus all, durante o mei de aitostu prximo pas-
sailu.Acense s a recepolu e erehiare-se
Outru do ifrreiariu du minllssimo tribunal do
commerrio do M iranlia 1, da mesma data, acampa-
nliaudn a reln^Ao dos commsrciantes matriculados
lili em dilomer.Tevs o mesmo destino.
Foi presente a col;cno ollicisl dos precns curren-
para podar lancir em imposlos miiuicipaes, a re-
sulveu-se que elle apreaeotaese doi-urriuuius em uri-
ginaei que proven que os liadoiea nada iievero ae-
tuaiiiitute pur si, nem pur oulrtm a facanda geral e
previneial.
Tiroo-sa da cofre e eutre^ou se ao peocasa tor pa-
ra oeeorrer as despe/as con a contiDoacau da ubra
de o. ladeero qaaotia de :'
M iinliiii-se remstler -1 eoranlesaa de adifleafoes
nma palelo de Marciliu 1 jos,- Lopes, allegando ser
desneeesaarie faaer eanes de esgeto de esnaa pla-
stees cin toas c.ias os. 01 i, da ra do Mondeiii'i,
e un ouira da ra eosCoelhoi, por Icrem l.das ellas
lagar para es-e eiaote.
f icou addiadl nina nutra pslic3e de Maximian.i
Anio do Tasares, reqaeronde o lui;ar de lieeal lop-
plonl na frsgoezii dos \l laadus.
leve lugar a primeiri praca dll.rindll amun-
eiadas.
n 'pachinm-se as pelicOts de Amaro Jos Ho-
rnee, BernardiooJos Lell8a,MnadM francisco de
l'aula C;,vilc.i:ili d'Albuqutrque, francisco Sancho
Riheiro, Krsudsea ledro Advincula, Judo Praociseu
Reais, Jos Joaquim da Silva M 11,. Manuel Peres
Campillo d'Almeida, Rom3o do Ileso Barros e
Thsnza (ioncalves de Jc-us Azevedo ; e levantou-se
seesln.
Eu Manoel Perreira Aeeioli, secrelario a eserevi.
Barros^Rego, pn.-presi nte.franca.Rejo.
Barata d'Almeida. Mello. -Olivnra.Oamelro.
3509000
3009000
arjofooo
1:2008000
I92JO00
2509000
1449000
2iO000
1809000
9C9000
I
l.tlhotritu. O Sr. Dr. Carolino Francisco de 'es da prajs, dorniite a sumaiia fiuda. Mauluu-se
archivar.
DESPACHAUAM-.SE :
O rsqnerirneiilo de Aurelimu de Almeida Rodri-
guss Isaac, pedindo eejrlidao do contrsiu de socisda-
; de de Isaac, Curio A. C.Comu requer.
Outru do eorrelor tisuri;e l'alrhell, pedinda o co-
ulierimemo do impusle que juituu, alim de nbler a
sua patente, licando copia du mesmo no archivo.
Como reqoer.
Outru peduiilo pur ceriidau n tlieur da malncola da lirma
Isaac Cario & CD-se.
Oulro de Antonio Aivs Barboza, brasileiro, de
7J anni.-.;e na lo, liiiiinriliadn e esluhelecnlu Mal
consistido em oecupa-las ora no Irabillio de urna ola- I eidJlU| fom armszem de anoear na ra do Apollo
ra, ora na lavajem de roopa da casa em nos alcum M, pedlndo matri anlo distantes rts son residencia. Nu entanlo ho la- I lerntiareadur fiscal.
ro qus para le li.n na visram .Mas para soa eom- (,,, de jd,rf i'.-,,,,,,,,,,, Ferieira, pedlndo por
panb.a. eenn como que sortiolbanle eriace podlam certidao. o regi.lro dn Briaus Desr.iqoe de Beiris,
rsceb.r mesmo em l'a o do Albo, ..ni Ih.s .er pre- coin l0,,05 ,onoU80BI qll, iner.De-se.
riaovtrema praca qoe, espressao do rosne.-, ha olrodo maane, pedlndo o registro da procura-
Vetqueim. Temos noticia deasa loealidade
Salgadeirat.Aeba-ee marca lo o prazo de; seis
me/.es para denlro delles seren Iransferi-las dssla ci*
dade e de seus orr-.li .l.le- povoadOI para olsirino
que demora ao sul t\^ CabiHga, todas as talgadeirai,
qoe o\i|iiiin dissetninades palaa dlkTerealea luiulos da
cidade. lia naits que u islabrtileds publica nrgli
pi r c-ta medida le inleres-, geral ; e a-sim he reli-
rida mais um foco ala loferciio que sxolicaeulre nos,
s.mpre preparado para dilluu lir a dor e o lulo por
utsis.is familias.
Jutij desla cidade.Aeba-ie designado o dia l do
mez vindouiu para a rium.lo da quarla essilo judi-
cia'ia deite t-imo. ueste auno.
ferlamar'w,O llvm0 Sr. vigario da Boa-Vista
queixa-se ue que nao tem rcehidn us eff1linri-is.il eu-
Iretanln qoe havenios rem.tti-lu senipre rnm Inda
pontualida.le.acrescentanil.i que a r.lav;n..1" daqoella
agencia lie estrena ; visto que, quando succele re-
eebe-lsii, slo rolos, us aunaos completamente deifel-
los, e mesmo eom tublrarcao de exeiiiplarcs. Nao he
p.-.sivel que esse t-tado continu, por qus Ira/, um
grvame ronsideiavel ae publico ; por lano espera-
mos que o Sr. administrador dn eoireio, temando
coiih.cimisiitii des,a situaego, d as provioeucias qus
o caso requer.
Confirmai'>.S. H. o Imperador honve por btm
oiifiruiar ein 2 do crrenle o Rvm. Si. Ilr. Aulonio
da Coalla Figueiredo no lunar sitalicio de lente de
liislitutfs Cannicas no Seminario EpiKopal de
illinda, em que servia iuleriiiaiiiiiiie, ha mais de tres
anuos.
Anda a letlicidadt do uminariu de Olinda.
Semprs que v.ii.us deienvolver-se urna devocilo sin-
cera, un rasgo de venlaileira rsliglesidade, pres-
am.-no- em annuncia-lo so publico, vido de
late nolicia. com que minio combina o seu modo
de pensar. Oulro da tallamos su: nma feslivida-
de e una irm tiulade nuvainente tn-lallada no -emi
ario de Olinda ; boje melhor inforiiinlos vamos dar
ama noticia msis minuciosa e mais exacta do inovi-
m-niii religioso que all te prnnunriou.
Os lentes do seminario de Ouda, de maos dadas
cun n raitor e viee-rsitor daquelle e-larialecimento
inaagureram na re.perliva igreja om altsr consegra-
do eu cuito da Virgen dai Doral, com a imagem do
Senhor morlo colimada p. r drbalx i do altar, uu lu-
gar que I lie compele. A Imigem dai Dores he um
primer de esfulplora, e o Senhor Sebaalio execoloii
u eiirarnadn com tanto goslo e perfeiego que os.u Ira
balhu nvalia rom o dos melhores pintores da Eoro-
pa. Eslas duas imaueni lerle beutas com toda a so-
lemntdade por S. Exc. Rvm. no domingo 10 do cor-
rente as 10 horas da manhaa ; depois do que lera'
lu;ar a iuaueurar;ao de una ninsudado, cnmposla
dol lentes, reilorts e alumnos Un seminario, com o
liin nao su de lolennisai as dsjres de nu-sa Mai Sau-
ti-sima, como ds afervorar no coracao dosjovens as
pirantes ao sacerdocio u iimur e de\ur1o a'qoella \ r-
gem. Em -acalda bavera' mis-.i nova, cantada pelo
Sr. psdre f ranciscn Alve l'iqueno, qus leudo de lin-
dar este auno os sm- saludes naquelle sen: Darle, al-
< aiiriui que S. Exe. Rvm. lhe anlesipasso a or lem
de presbjlero |iara cantar sua primaba ini'st enlra
us seus collegas, e solemnisar desle mudo una lesti-
vidade que muito revela o espirito de devorao qae
ihi reina a par das leltras.
O orador la leslividada he o llvm. Sr. corego ho-
oerario da capaila imperial piovis.n do bispade
Praneiaen ape Tasares ds Cama que vai iUr mai*
urna pr va <.. quaino se'.inleressa pelo nosso clero, e
do aui'ir que consagra a'qoella ca-a onde es ao m-
eerradas as eiperanr;ai da Icreja l'ernainbuema. O
orador do oTe-Deumu he o Sr. padre Amonio Ma-
noel, ja hrm ronhecido no pulpito peruamllucano
pelas -usa qoalidades oratorits.
(3o qus ajuma, de Auna Vicencia Das Fernandes.
Usgislie-sp.
Oulro de Km Jaquiuot ^ C, pediiMo o registro
do conlrale da sociedade da mesilla lirma. Hija
vi'la ao Sr. desembargados fiscal.
E nio bavsndo mais nada a tratar, foi encerrada
I ssssao.
JFI/o MUNICIPAL DA SEGUNDA VARA.
Nao houvs audisneiii l'onl.ni '.l." do correntei em
razie de ur sabido 0 respectivo juir. em urna dill-
gsucia de teu ollicio. para fura da cidade.
CMARA MUNC1PAL 1)0 RECIFE.
I. SESSAO ORDINARIAEM6 DE SETEMBRO
lE 1858.
Previdencia do Sr. narros llego.
Presentes os seohore franca, Reg, Barata,
Oliveira, Mallo e Gimelro, abrie-sa a sessao e fui li-
da e approvada a acia di antecdanle.
foi lido o seguiuii'
EXPEDIENTE.
Um oflieio do Eu*. presidente da provincia, re-
mellen lo as .nformac'i.s, por copia, ministradas pelo
director di s obras publicas e iniperlor do arsenal d
CONSULADO PROVINCIAL.
Concliisao dos alteraras fettag no lan-
ramento da dcima da Ireguezia da
Boa-Vista, que tem de servir oo auno
Unanceiro de 18-8 a 1859, pelo lan-
zador Francisco Cat-neiioMacliado los
Jnior.
Ra do Mondego.
N. 10. Ilerdeiros de Jos Autoino l'sn-
na. casa larrea, arrendada por. I'm-iom
Idsin 12. Urplios de Mara do Roll-
rio, casa lerrea, arrendada por 12IMKM)
dem 1i. Viuva e herdeiros ds Jos
Diogo da Silva, casa tsirea, arrenda-
da por.......... 1201000
dem 10. Viuva e herdeiros de Jos,-
iliogo da Silva, can terrea, arren-
dada por.......... 1^0-OtH
dem 1S. Joi Antonio Lopes, casa
terrea, aireada 1a por..... 1089000
dem -JO. Jos Antonio Lopes, ca.a ter-
rea, airendada por...... Uimkii:
ldeni>. Jal Antonia Lope., ca-a ter-
rea, arrendada por ...... 1209000
dem >'i. Viuva e hsrdsiros de Jos
lliouo da Silva, casa terrea, arren-
dada por.......... I2O9OOO
dem -JS. Dr. ChrytOvSe dos Santos
Cavalcaoli, cisa terrea, mondada
por............ 720000
dem 30. Mara Jnsepha Vianna, casa
larrea, arrendada por s iit-;iii
I I m :i_'. Jeenni dn Boiaiio d ui-
naraes Machado, casi tvrrsa, airen-
dada por........ 11-.iu
liloni :!. j 11*1,11,1 do Rotarle dos tiui-
mnraes Machado, casi terrea, arren-
dada por......., .
Id-m :ls. Jos dos Sanios Nuues de
Oliveira, casa Ierren, arrendada par.
dem 40. Simio Jme de A>evedo San-
ios, casa terrea, arrendada por .
dem iH. Manuel Joaquim da Silva
Brailleiro, casa lerrea, arrendada por
mimaba, acerca do afile u desla cmara de 9 de ju- I Wwn '"ll'e"* ^ >aoeiO de Cantahcio
nho ultimo, ...I, 53, repreienUnda sobre a nere.s,- .Cl,s''.1;''^- """"ada por. .
dada de ser cabalo o largo da alMdega, ra con,- M" rlH Carolina Perreira de
prebendla entre 0 aro da CoOCelCSo e aquello lar- L.C,'VLho; c,,i' ',rrM.- arr-"',!"la P"r
go ; issim como de reparar-se o cae: e rampa do la lo ''"" ,('- J",e *'"ouio
no O.ste
I 1 '.i'fanleM, dlzeOde S. Etc. mo poder
ler logar ja' a elaaoflo ds laei ohris.Inteirada.
Um deipaeho do nesmo uoverno, de 2 do eorren-
le, vollando a* cmara o ollicio desla de -JN de ju-
Ibo ultimo, em que propo* a verifleatio da utili-
dad! da lo iioso a praei ''a ina da Rrum, e de que lie posaiiro
leiiv da Cunta Teiaelri, afm de que a camira cuti-
prltsa u dispoilo no ail 1"> da le previneial n, 120
de 'i de mal 1 de 1H11.(loe se respondesse que om
o edilal publicado nis lliariosn n. 172 a 17."1 de
julho agito desle ai 110, milis a camaia aalitfeilo o
preceito do Hito artigo.
Um uflicio do administrador do consolado provin-
cial, pedlndo, para a lioa arreeada(30 de cerlos im-
poslos provinciaes, que esta cunara lhe esilarece.se
acerca dos limites que, pela fregu;.. da B n-Vi-la,
dividem este mantclplo com o de Olinda. yoe se
ofciasse an advocado, para, compulsando as leis
provinciaes, qae eslabeleesm os p.nlos de d.vi-ilo,
informar a' respetto.
Oulro dn procurador, enviando o batanele da re-
ceila e deipeii dista cmara, Jo mea de icesle ulti-
mo, do qual ss v-que a rere.la fdra de rs. 9:5183810,
incloaive o saldo de "i:S2')>'i'ri, que ficiu do mez de
julho, e a deipsza de ri. :O.V)?."i07.A' commissao
de polic a.
Oulro do fiscal do Rei-ife, informando que Villaca
01 Irni.i.is podem eslabeleeer fondic.lo da nielaos, e
fabrica de raldeireiro, laloeiro e ferreiro, em o cai-
1S0 da casa, em respaldo, na roa do llrum, eilre a
ra do Orunle e h do Occidente, por ser ah luear
das giiado para esle l'nn.ConcadeU-M a lleaoca te-
querida patos peticionarias.
Outru do solicitador, cousu'tandu se devia proie-
guir na quealilo contra Paule Jnio (imnes, relativa-
nenle a infraccao a'a poslarai por este coinineltia
na aberuir. de um viveiru, uo seu sillo, margem
do rio, para o que'sera preciso saber do estado em
que se achavan iv.-iro.One o fiscal informaise so-
bre o estado do vive'no.
fui approvado um parecsr da commi*so ds edili-
cajOes, nao se oppnudo qne ss coucedesse a' Ber-
nardiuo Jos Leito a lironra que requereu. para
far.er Irapeira na sua caa terrea 110 boceo da Bom-
ba, nina va; que a caaa asja reedilicada com a. di-
u.eusiies e ireceilos das posturas, e a sacada n.io par-
ta a loinija, nem aaia fura dssla.
Foi mais approvado uin parsesr da rommist?o de
pHn/ia-, dizeudo ttr e> iminado altentamente o ra-
quarimeulo dos ei ladgM l'sdro d'Alesnlara Faria de
Abreu e Lima, e Manoel Martns Plata, que se pro-
P&bdi espuiitansameuie a faier o servico da limpeaa
lemos mailos desla modo ; no hospital, mo ha mal' i-m ni me al ai..;. \ ,m. O men lio eslava da parte
ninguem. e se o Pappino, de qae fallaei, nao esla
de volta para sua Ierra, podis tir ceits/a de que
nao eiiste mais.
Aisiiii e\tiucoio-ts o ult mo ralo da esperanza, e
Sandra cohrio-ae de lulo por seu amante.
a Aos ilezoilo anuos, nao ha dor eterna ; a vida
ln l,io forte nesla idide, que 1101 vence e a nosso
pizar nos domina. Sandra, amalada por suai ami-
ga!, enttoo oolra viz ms reunios* noclurnis. Os
nossos camponezss sflo bons e afectuosos, se n3o
c ms.dar.111 a pobre menina, pelo mano, aifor^a-
ram-se por diitrahi-la. l'or sua parle, Sandra evi-
lava senipre qoe lhe fallassem de I'eppino, eludes
dallaran loga de Ibe tocar noisa chaga viva, se htm
qae estivesse appaienlenienls cicatrizada.
e Nomeiadode agosto honve um casamento em
Filhioa. Era ama das companheiras de Sandia que
la casar-se. e qoe para essa snlemuidade havia con-
tado com ana amiga di infancia e comigo. O noiva
en om dos meus lendsiros, e minha presenta era
meessaria ; nao apparecer, era dar om desgosto a
esta bul gente e fazer-lhe orna injoria. Usando ds
muita ternuia, e jugando com a mu.lia suloridade
Magdalena conseguio qoe aua lidia ms aeompanhaa-
se. Ilavis algum lempo que Cexar rondava 10 re-
dor de essa, e creio que mullas ve/es .Magdalena es.-
probrava-se ditole de Dos de Itr seulido muilo
pouco a morie ds Peppino.
" ''"." ''" ""P'1 ''ra do banquele, detci
para Filhina. As dais mulhsres fraram alraz para
Techar as portas da casa, qusndo no msio da aveni-
da 0111 mendigo, approtimou-se de mim : cousa
mol coromum na Italia para merecer alleurilo. l'or
eolre 01 andrajos, e a lama de que estiva eobrrlo,
divisii urna figura lvida e sitia a ; lirei liguas -era
zieo, que Isncei no ehopco do miseravel e riissa-lhe :
e Meu amigo, tahl dsqui ; se sois do paiz, havels
de saber qoe nao se entra as aveldae. o be-
sen saudou-me com a mao. e como camiubava
com cusi irrimandu-te a om bordao, deisou-roi
passar por elle.
Ja no camiubo, voltei-me para ver si Sandra e
terrea, arrendada por.....
dem 60. Viuva e berdeiros de Jo,1o
Caiinu l'ert.ra freir, casa lerrea,
arrendada por........
dem 76. Padre Frentico Jos lava-
fe. di Cama, ciia larrea, arrendada
P r...........
dem 78. Padre Francisco Jos lava-
res da Cama, rasa lerrea, arrendada
por...........
dem 0. Jos Teixeira Bastos, casa ler-
rea, arrendada por......*
I lem II. Jos Lucio Lina, rasa terrea,
arreniada por........
dem 19. Fructuoso Martin* Gomes e
Francisco das Chagas, eis.i lenes,
arrendada por ........
Idsm 93. Sebastian Jost' da Silva Bra-
ga, casa larras, arrendada por .
Idsm 29. Manoel Jos' (uedss Maga-
Ihaes, casa Ierre;,, arrendada por .
dem 33. Lata Pereira Raposo, rasa
lerrea, arreulada pur.....
dem 35. O menor Elizio neto de Josa
Jaciutho da Stlveira, ella terrea,
arrendada por........
dem 53. Antonio fernandes Lima, ea-
sa terrea, arrendada por ....
dem 55. Padre Marcelino Antonio
llirnellas, casa lerrea, arrendada
por.........m
dem 59. francisco tiarcia Chavea, ca-
sa lerrea, arrendada por ....
dem 67 Ignacio l.uiz de Brln Ta-
bardo, casa larrea, ansiidada por .
dem 7:1. Antonio fernandes I .1111,
casa lerrea, arrendada por. .
dem 77. Irmandade do Senhor Rom
Jesua da Via Sacra, ca.a terrea, ar-
rendada por........
ldemS">. r. Jos' Rodrigues da Pas-
eo, casa terrea, arrendada poi. .
dem 87. Alejandre dos Sanios Bar-
rus, casa terrea, arrendada por .
Ids n 89. Herdeiroi de Mara Joaqui-
na da AuannriacAo, caa lerna, ar-
rendada por........
dem 91. Antonio fernandes lama,
casi larrea, arrendada por. ,
dem 95. I liorna/, de Aquino f onseea
cv Fllhe, casa Ierre., arrendonda
por...........
dem 1)7. viclorinu Jote' daSnu;a Ira-
vasso, ci'., larrea, arrendada por. .
de lina, apoiado contra um doi pilares da porli, com
o roste vollado para a caa, esperando sem lavida
una nova e-mola. Sandia vinlia curren lo, eu
acenava-lhe, para qu* se aprestan!, quBiido em sua
passagem o desaonherldo eslendeu-lb! a mao sup-
phcai.la; e quasi ao mesmo lempa escorregou pela
patede, seo chapeo rolen no chao, sua cabera iucli-
imu sobre o pedo, e tlepois pesadamente baqueoa
por lerrs. Sandra deu um grito lerrivel e lancou-ie
impetuosamente sobre o mendigo.
I lis ella, gritnu illa, he o mea Peppino Po-
bre menino vem para morrtr aqu. Padritiho, acu-
da, ecuda, tsi 11101I0 I
o lorlinei-me subre o deigra^ado foi-ms im-
pnsaivel recoohsre-lo. NAo sabis o que a Mire das
M roii.Mi faz !om as suas virlnnss ; he o mais hor-
rivel dos venenos, Peppino eslava jalado ; seus olhos
semi-abtrtoi estavam ism espreisiu, como os olhos
de um morlo ; em seu psaco;o esmiirado via-se a
ailtria bllH eom tanla furca, qoe pareca querer
rrebeulai ; sen oraban eslava despiiajado. Le-
Vanlimoa e levamos para casa. I'reparou-te-lhe mmediatamen-
i.- u.i.a cama, e com uauviliu de Magdaleua tirei-
Ihe os andrajos e lave n seo rnrpo. Era urna a
rbaga ; as psinss virlam sangoe, os hracot esta-
vam descarnados, e o resto do corpo inchado, cha-
gado e pintado de manchas pretaa.
Cuslava crer qus, nene ei|ada de lufTriinenlo e
fraqu'za, alie podesie ler-se arraslado ale all I
a Peppino eslava fora de si ; Magdalena poda
eonler-ee, mas Sandra, ajoelhada ao pu da cama, su-
lucava como ama louca ; e eu, eiperava cheio de
agona que o disgracado (ornaste a ti. Finalmente
abri o olhos ; espantado, e eom voz sumida cha-
moa Sandra. A pobre menina levau'ou-se bandada
em lagrimas.
a Siro, meu amor, aqai esloa, retpondeu ell 1.
n Apronma-ie, dlsse Peppino, e illa
gou pira junto delle.
Es lu mesmo, meu bom Peppino ?
1;; -1.1.1
108*000
1680000
2WJOO0
192JO00
I689000
8(109000
I209OOO
:arjoon
:100500o
815000
1205000
849000
2OO9OOO
1929000
1449000
I209OOO
I449OOO
1205OOO
12SHH1
'.li'.-llllll
1209000
1923000
1689OOO
120-000
168/000
1209000
3OO9OOO
1105000
l.l'in ::.!. II 1 ic.n.s do pi Ir Jos'
(joncslo, casa terral, arrendada por.
dem .17. Alrun. joae' Ferreira di Ca-
nba, ca-a lerrea, arrendada pur .
dem l. Albino Jos' Ferreira di Co-
nha.e ia terrea, arrendada por .
dem 17. Albino Jos*' Perreiri da Cu-
nb.i, s,.lir.i lo 111111 una loj 1 e um an-
dar, avaha.lu por.......
Mein lil. Joao AntonioCarpiotei 1 di
Silva, rasa lene-, arrendada par. .
Travesa da ma Real uu rna da Esperas;
dem 2 k. Jote' Lurenc eaia larrea, arrendada por. I15OOO
IJein 2 I. Jos' Loureucn da Silva,
rasa ierres, arrendada por. 111-000
dem I I!. Fraurisro da Costa Amaral,
casa terrea, arrsndada por. 965000
dem 5 A. Antonio Jos' Hilarle I lit-
bate, eaie terrea, arrendada por I2O9OOO
I lem "1 C. Juo .lose' dos S.iulos, casi
(enea, arrendada por..... 1929000
dem 9. Antonio Joaqaim Ferreira
Porto, caa terrea, arrendada por 1209000
dem 9 I!. Antonio Josqulm ferreira
Porto, casa lerrea, arrendada por 1209000
Mein '.I C. francisco da ('. isla Amaral,
i'jsa lerrea, arrendada por. I8Q9OO0
Idm 0 A. francisco da Cesta Amaral,
ma ierre!, arrendada por 1205000
Id.-m 9 11. Ilerdeiros de Antonio V.i-
leniiin do Santei, casa terrea, ar-
rendada por........ 180/000
dem !l I. Amonio Joaquim da Cuita a
Silvit, esss lerreo. arrendada por. 120511,10
Mein 15. Vrenle ferreira dus Sanlus,
.- -a tarree, arrendada por. 9G9000
Mein 19. Pedro Monleiro, caa lerrea,
arrendada por........ 969000
dem 21. Jos' Iguaeio Boraer, C3sa
lerrea, arrenda la por..... 1205,100
Rn 1 daa Nimphas.
dem ,'. Antonio (luir, casa lerrea,
arrendada por........ 1209000
dem 5. Domingos Jos' Machado, ca-
si lerrea, arrendada por..... ISO5OOO
Mim 2. Joaqum Anselmo, caas ter-
rea, arrendada por...... 12H-O00
Cspuoga.
dem :! B. Joaquim l'ereira Arantes.
casa lerna, arrenda la por. 20O5OOO
Mein :i C. Joaquim l'ereira Aranlet,
casa terrea, arrendada por. 2MII-U .1
dem 25 A. Jos' Bernardo de Sena,
casa terrea, arrendada por. 1209000
Mem 27 II. Jos' Bernardo de Sena,
esa larrea, arrendada por. 1209000
Mem 29 A. Jos' da Silva Oliveira,
ca.a terrea, arrandala por. 1209000
dem 41'F. Jooe' Antonio da Lima,
caaa terrea, arrendada por. 729000
dem43. Francisco de frailas (iam-
boa, casa lerrea, arrendada por 725000
Travesa da Csponga.
Mem 1. Jniiini francisca de Barros,
rasa leirea, arr.-iida la | nr. .
dem 9 II. Joao Suplala llr, 1.1, eaaa
larrea, arrendada p,.r..... :I005I>|)0
dem 15 C. Antonio Jo.e' l'ereira
Baitoa, cas terree, arrendada por 1209000
Prlmelre seceso do consolada provincial de Per-
namhuco, 15 de selembrn do 1S.')8.O lam ador,
francisco Carueiro Machado Ros Jnior.
salan para n Ro do Janeiro no dia 20 do p. p. ; a I 15 eaita- papel ; a M. I de faria.
N.h. daPenbe, sabida para S. Malheua 4 dilis leeidos da ilgodjh, chapeos, I volume
mrenle ; e a -umaca Perpetua Ha, amo-Iras ; a L. A. Siqueira.
le Janeiro ln 66 din, leudo eetedo l ditas nodal, frii|.is, quinquilhnria, perfuma-
" wpi'rte S......o eom deslioe p ra o Rio lloee. ri, diapcos, ealji'
Uizsn algum homini de ra ir que e temporal de Fragoso.
2:0005000 dio 7 he o me violento e iraiceelre que lem 0| i- 13 caiaa vidro, luuei d
real la nestei ltimos del anuos. a l rae ... ,>, V .lio.
Notoa se apunas que no da 0 eom quantn hoo- 5 caixai porcelana; a Lemos Juuor &
6OO5OOO *eue grande viraello. o 10I eslava muito ardenle, e Ra-,.. K
o "'"elra a" lird. deteeo ...mo bem peueai vezes, n dilat leei lo. de HgodSo, ehapee, modas, ren-
. lalve nanea na B.hia. d, p,,,,., .,. ,.,,, r,lu leairo Vlc. a
11 ealeito en que se ach a hoapielo de N. S. du Perreira & Malheus. "
Moni! Serrat, perlenceute a ordem benedictina, I I calta calcado; a BabSehmelliu ,\ ('
Hge piemplM cuidados par- evlar a eminente 3 eeisii erggoi e vidros, 2 ditas coica s aumiui
mina, que u imiica muito principalminle depoii Iheria a Bailaa qumqui-
ules estragoscaosadoi pelotsnparaldodie7. 19 caixas lilas de sed., lertdijs de linho, de seda
y) emponi, qu- na quinta-r.-tira pela lavas, roupa feita, teeidM de ilgodlo
iliaitlija pareca llaver amainado nm poufi.l, | n19' amuslras ; llenry Bruun i^;
a tarJo torn ni a cahir com violencia, flon-
do o mar t9o embravecido que em alguna
lugares atirava o rolo d'agua a altura de 6
bracas, como acouteceu .turante toda a Ur-
de e at lepois de escurecer, na ra la Agua
lo Meamos e do Noviciado, que Qcou redu-
ziJ.i a uin mar, e pela qual S se poda pas-
sar a pe enxuto pelos passeios nos pouc is
lugares ondeos havia, sendo porem as pes- P'^'^martas. etc.;
soaa que a transiiav m sampre molh i las p,..
las vagas, que, atravossan lo por sobre o pa-
rediii e a ra, lam quebrar-se de encontr
as paredes das casas.
Na Chicada do Bomlimascasaa do lado
ilu mor con ti luirnin a siirrer durante a noi-
le, e cun quaulo os estragos nao prosegus-
sem era 13o gran le escala como us oas an
le loros, com ludo ha a lamnitar-se
al
dos !
ele., 2 volu-
1 caita Itvroi; a GelnirM S Uliveira,
10 ditas queijo. ; a Borle A; Sean.
8 oaixis objecioa de escriptoro. registros,
ipapel,livros,|etc. ; a Almoida Comes, Alves
6 clisas chapeos, rausselinas, pannos, rou-
pa feita, ele ; a 1. C. Ayres. /
ti eaixs palles de marroquim, porcelana^
rfumarias, etc.; a Prente Vianna A 0. r
ditas paitaos, casimiras, sedas, fazeudaf
eolre, etc.; a l. C Ramos.
* caixas e -2 volumes rotias e mercearts S
a l.i ler Piulo A. C.
2 caixas teci lo dealgoj.lo ; a ordom.
10 litas oapel ; a F. S de Araajo.
I barril vinho ; a J. J. de II. Sarment.
*a caixas camisas, rendas, roupa feita, or-
II lis, chapeos, perfumeras, casimras'rel-
guos prejuizos, sendo osmais sensiveis os ^a '" sedas, modas, litas, esporas, pannus
>s srs. Passos. llr. Tilo c seos visinttos at i {"t'^s u na machios, vestidos de se la cha-
Roda da Fortuna: !ftS., "lores, seroulaa, Itvros, etc., etc 'a \l
Nessa noite a passagem do Noviciado para J-.'" v- SeVR & Filhos.
Jequilaia licou iutercoptada pelo mar ale aUc" nacional Tres Irm5os,B vindr. d
(em
a Jequitaia licou iutercoptada
a vasanle.
As falcas de mhIiu da Compauliia dos Di-
ques Mecnicos foram todas arrebatadas pe-
los vagalhAesea.idaram boiando, sendo de-
pois atiradas em diversos lugares e princi-
palmente sobre os trapiches mais prximos,
aos quaes lambem causarain graves e sen-
siveis prejuizos, porque intionetten lo-se
por baxo das respectivas pontes, embara-
vavem-secomas beribas, que as sustenta-
vam, multas das quaes Qcaram perdas, o
mesmo acontecende a n3o poucas falcas.que
aoiar>m botando reluzidas a pedacos.
Foi to grande o numero de beribas
tidas que no trapiche5.a prensa abaleo
Patacho nacional Tres Irm5os,B vindo de
Porto Megre, manifestou o segointe
42'3arrob-.s de charque, 480 saceos fari-
nha de mandioca, W couros vaceuns ; a or-
Mate nacional N. S. da Penha.o viado da
Baha, consignado a Antonio Luiz de Olivei-
ra Azevedo, manifestou o seguinte -
1300 alqueires familia de mandioca ; a or-
dem. "'
Barca nacional Mariana. viada do Bio
Grande do Sul, consignada a Manoel Ignacio
de()ltvtrs, manifestou o seguinte:
11,000 arrobas de charque,'106 ditas cebo
mero de beribas psr- em' r*ma' 68 couros vaceuns; a ordam.
'it;ue nacional eD Luzie, viudo da 15a-
patteda ponte, levando eumsigo um telliei- h'" .consignado a C. C. da'Cqsta Moreira,
ro ; tanibem solfreratn averiasos trapi- maaifestou o seguinte :
ches Moncorvo, I" prensa, 2' Xixi, armazem
n. 13 e o do Sr. Marbak.
Na barra o mar tem desfalcado bastile e
ameaca tanto as proximi ladea dos casas do
Sr, Jos Augusto, como no caminlio que vai
do lo te Ue Santa Marta para o do Pharol,
onde algumas pequeas casa* esliveram a
ser arrebata las.
Durante o temporal, que cahio as 3 ho-as
di madrugada do dia 7, tem constantemente
epparecido muilos cardumes Je aves mii-
timasque raras vezes se veeni dentro da
oossa bahia.
Dizem-nosquen Hapoani ovent^ impel-
lia os banios depassaroscom tal violencia,
que caltiam morios sobre a praia.
I'tltzmeute linnleni serenou muito o lem-
po : o co conliuuuu nublado e o da chuvo-
so. porem o mar e o vento muito mais c 1-
mo, e pe. mittinJoja alguma communicaqao
entre os diversos pontos da Babia
Antes le oniem ao escurecer o forte do
| mar atirou pedin lo soccorro para navio em
perigo, e de feito foram logo enviados para
a galera mgleza David Asmon que linda
perdido os ferros e'estava a disenpeilo do
vento do mar.
tlontom ;.urderant o Trro tembemO pa-
tacito nl'ote d'Alva e a escuna nacional
Estrea
vifit*- t i'imfc*.
Damos hojeas noticias queooJornnl de
I',;, da, pablicou acerca dos sinlstros all oc-
corri los nos dias 7, 8 e 9 do correte, em
consequencia. do vento sol, que ha reinado
e da chava que tem cahi lo naquella cidade,
dan lo em resultado terrives tempestades.
Basas noticias nSo "nconiramos nos Dia-
rios da Babia > de 9, e II, que recebemos
pelo Thamar ; e succedeu que nos jo-naes
da Baha que nos vieram pelo ini'.smo vapor,
deu-seomissau ou descamuihodos nmeros
daquellas d'tas, de maneira que encontran-
do-os na socio lade f'.iimmercial lie.ielicente,
0 sendo nos franqueados, apressamo-nos
emsatisfa/.er curio.idade publica com a
respectiva poblicacSo.
Amanheceu no da 7 do correte innnnda-
da a Ponte do tioitsuladu em prejuizo sen
duvida de varios volumes que all estivam
omvia de despacho. Em vista disso foi-se
logo de mantiSa prevenir ao respectivo ca-
pataz, ahr/o-se a Ponte e deu-se todas as pro-
vi Lucias que a occaaiSo pertniltia etu or-
Jem a minorar o mal soffrido.
A noite do da t foi me.lonha : era urna
tempestado cerrada. Necessariamente devtam
de apparecer este e outros resultados seme-
1 liantes,
(i lempo honiem pela mandila malhoroaelgama
eoosa, com qnanlo o vsntu c.iiilinu isse doro e rispi-
da : mas a lardo a chova lornou-.e impertinente e
Ineenenle. l)s eslretre conllnuerem, o naior. i.non-
io -ii panado a nao lempo he que m lia de ler noti-
cia dos desastres que lioovsr causado ah pela cosa
do ral.
lorain prestidos soccorroa pelo arsenal a '! navios,
que se ochavan no ancoradouro, o qus linliaiu per-
dida os Ierras.
Aqu na Bthil os mal netavel sao o usuinlet :
A destruirlo ii. caes do Pedrose, em fiante da
ra Nova do Comnercio, ou.le a agua cheaoa a en-
Irar pelos arnmens, ilgant dos quaes foram ebrtga-
dos a tapar aoai portas com pana e t&boas.
-Na Koda da l-'orluua aluomas casas que davam pa-
ra o mar >.iiioian graadea perdasumi do Sr.
A les e-la' rom ama grande eieavacBo, e fitoa no
er, e una do Sr. I.ociii.I.i, defronle .(aquella, leudo
ealiido uma imineilial i. por.teu lamben a parede la-
teral, e aneac calilr loda.
A eas! do Sr. Antonio Bernerdu Pereira :\^ l'.ar-
vallio, na Calcada, lambem perdea a tais de janlar,
e todas as ptopriedadei Vizlnhit d.slas, mais ou ma- .
nos foram preju liradas, ja' em seos itiurna, ja' sm
suat dependencias, por causa das grandes etcava^es
causadas palo mar na praia.
.N.. luuar do barrado da estrada le ferro, oa Je-
cv muios
Sobre Londres, 25 I, a 25 IpJ a 60 e 90 d. v.
Pars, ItS r. por fr. a OO d. v.
e Lisboa, IOS a 112.
a Hio de Janeiro 1(2 por 0 o la rebale.
Heseonlode lettr.is, a 9, 10 e IJ por ecnto ao auno.
DUROfinjas beapanltola*. . 301000
Ditas nievicanas....... 31)000 32*0011
Pejas da 6J40C. . 17-JilO 1S5OO0
Moedll de !i50tl0 . 90:100
Hitas re aOf .... 2000
PRATA.PeUteoes brasileir.,-. . 29080 29100
Hilos eoiiiinnari s. . 2*080 29100
Ditos mexiranus . 15SUO
41,1 AMlF.l.A.
Itsodliiiento do dia 1 a 15. , . 201 l8Gfl36
Idsm du is II, ..... j:l 221 229*828
7159961
Uescarreiam linje 17 de selemliro.
Barca ogletallimiooneceaderiae.
Barea dinamarqus,Ceoeordiacerveja e queijo.
Patache porlugue/.l'rnmpiidaocbolas, batatas e
olhos.
Brigoe braiilaireLanrafume e charutos.
HOVIMBNTU iA ALFaNUEa.
Volumes entrados ion faran .ai 1f:>
com gneros .... 221
Valumis s.ihidos eom laisndas
a > om c*ueros
Total
Total
183
2S
143
391
3ui barricas farinha de Irigo, 1203 saceos
farmha de. mandioca, 500 caixinhas charu-
tos, 2a0 inolhos e 50 betas piassava : a or-
dem. '
1 barril vinho ; a Wuttely Forster & C.
Filh C,,X"8 Sardl"u,s S J- Fernandes &
Briguo nacional Sagitario^ vindo do Rio
de Janeiro, consignado a Manoel Francisco
aa Silva Carrito, manifestou o seguinte :
?10 saceos farinha de mandioca, .327 ditas
cale, 560 caisss sabio. 10 barricas arinha
de mandioca, 12 barris toucinho. 27 barricas
ceDo I, calsues chapeos, 1 caixa medica-
mentos, 2i cassamhas, 200 volumes barricas
vastas, lil rolos e 60 latas fumo, 16 barris e
auippolassa, l caisa mrcadorias, ditas
cominbos, 4 barricas mostarda ; a orlem.
2 caisas chapeos ; tJ.P. Rgs do Souza.
1 dito ditos; a Ferreira Marlios.
1dito ditos; a almeida Gomes, Alves & C
Hiate nacional novo Anglica. viudo do
Araca'y, consignado a Prente Vianna, ma-
oireslou o seguinte :
2 i barricas ferragens, i fardo baeta ; a
Braga 4 Aotoaes.
id al iueires sal, 00 molhos oalha de car-
nauba ; a ordem.
Brigue nacionul Laura,., vindo da Bahia,
constgnadu a Antonto Luiz de Oliveira Aze-
vedo, oiauirestou o seguinte :
831 gigos champagne, 123 saceos feiiao,
ICO saceos farinha demaniioca, 30 ditas
laa de barrifroda. 3 duzias toros de jacaran l,
-dcaisoes e 700 caixiobas charutos, 9 Tar-
dos lumo ; a ordem.
200 barricas farinha de trigo, 50 ditas ge-
neiira, 40 saceos farinha de mandioca, l
eaisao charutos : ao consignatario.
I caisa e 2 latmias drogas, 1 c uxinha tin-
ta, 1 saceo cola ; a Lima Jnior v C.
ti Irma?0 cb"ulS'' a J- Anl>iiio da Caoba
II ditas ditos; oL Borges Siqueira.
1 alacho dinamarquez Helene, vindo de
llamburgo consignado, Isaac Curio &C. ma-
nifestou o seguinte :
100 caixas velas siearinas, 1 dita filas de seda,
1 dita cortes de seda e la, 1 caixinha e 1 pacole
amostras : i Joao Koller&C.
3 caixas couros; N. O. Bieber $ C-
10 caixas qneijos, 2 ditas franja de algodao,
deliobo, e obras de sirgueiro, 1 pacote amostras ;
a Antonio Lopes Rodrigues.
12 barris pregos ; E. H. Wvalt.
99 caixas velas, 4 dilas c.ouro de lustro, 2 ditas
dito envernizailo, 1 dita estojos para obras de ouro,
1 dita relogtos, 2 dilas miudezas, 1 dita 'amada
delinlio, 1 barrica oljecios do pedia deloaca ; i
liaba rxC. v '
a mu, sou eu mim u, iniirmuroo elle, e poz-si
a chorar.
a Cbsguei-mi ao p do moribundo, i dissi-lbe
que se cslasse e ficasse liaiiqollo, que so com esla
i'imilioo deisaria Sandra junto delto. Agrodiceo-
ine com voz Inicia e Mu liulio-se mus. Endura
nao liveiss lesea para soltarse no leito, con 1.1,1.1
sa.:.i,.i con os olhos todoa 01 moviinaulos de sua
oanle, e todas as vezes que esta olliava para elle,
ui.i-sas lagrimas lite rodiam aot aillos. Telo que diz
retpeito e infeliz Sandra, cada olbar de Pippioo le-.
pirlava-llie um remorso, a enl.i.i media um enco
na bocea para suftoc.ir odssespero.
o ti medico que man lei chamar, veio augmentar
as nossas inquielacet; abauoo eravemenle a ca-
lala diziodo qui o neui'Cio ca de mais de un da.
Filipino, lindo sua torio 1101 olhos do doutor, cba-
mou-ini para janlii di si.
" Pairau, disse-me elle, esloa para aterrar "!
a Meu amigo, respond su, es muco e Dos he
misericordioso ; mas na dosn^a, sempre he hom que
a geni* se prepon para -ompareeir diaule delle.
a Pairan, loriiou-mi alie com voz impercipli-
vel, priseutemciile liubo esto designio, a ealou
promplo.
MAo, lu nao morrerss! esclamou Sandra,
qoe nao iiulia podido cunler--e ; lu mo me deita-
rls, meu hom Peppino, lu, qoe eu imo lieos ler
pieda.le de us Padrulio, coiiliuoou illa, lomo
por leslf inuiilia a vos, que sois uin homiin de lisos.
Filipino, aqu leus c leu annel ; sou (01 mu-
llur, sou la serva ; quero que dos deilom a
lniir/i 1 para qne leulia o ilnulo di curar de ti. e eu
11 salvan!, l'or amor de mim Ueatle duenle, quem
le ha da curar, too eu.
lato era muilo para Peopoo ; sorrio-te choran-
do, a quarehdo fallar di -mai.iu.
Xl\
o Sandra nao era uma moca ordinaria ; se linba
ocorarininaislen,ii do qtia'Magdalina, nao tmlia
I lili- a voulade menos lorie, 1 alguna das depois, detpn-
1' sou o moribundo, fez-si sua serva, como havia di-
lo, e forru de cuidadus e imor salvou-o. A felici-
dad! e a mocidaila medien mais pe torosos
que os hmrens ; l'appm 1 -i .' atecc.i-se lenlamen-
le, tou.lo eiii; rs ai^umas racahidas; mas por olti-
mo a lebre ecdeu, tres muzis depois da -na chiga-
da, pasteava no jardim, apoiado no braco de sua
mulher, e noi eontava, com.. por um milagre de co-
raii-m, sempre perseguido pela fehre quasj sem-
prea nerrer, arraslou-ae, durante cinco me/es, de
hospital em hospital, de calima tai callana, laiando
contra o delirio e a misara, e so leudo 0111 pensa-
neolo, qua era lomar a ver Saudra e raorrer aos
ases pe<. Com que alesna noa falla vi elle di toas
miserias passadas! e com qae prezsr o escolavamos
un- I havia mlfrido eruelmen|i, porin eslava iura-
do e era amado I a llsot, como elle goslava de ri-
polir, o li .na tratado como lilho prodigo, e o ha-
llo tornoo-se logo meu renleiro ; islo cualou me
aein duviJa. Etistia o primeiro ettabelecimnle, pa-
ra o qaal nio haslava s o poln rapaz, valo qoe o
aligo ren.ieiro havia ctlrsgaile as torras, que dei-
x.iva ; mas, por oulro lado, Sandra era mioha afi-
lliada, e linha sempre contado que eu a dotara.
Peppino he sm homem honrado, Sandra uma
boa dona de casa ; Msgdalsni, qoe aeompa-
nhoU-oe, v.gia suhre.....I ; ininlia colheita g>nhou
com isso, e ja este anuos ot uossos bichos ds seda
di-rain bom lacro.
Uaereis dizer com ialo que hnveii dado a vnssa
e\rellenle semenle a Peppino, e leparlidocom o la
a vossa fortuna.
Justamente, re-pordeu o ronego, pois qm lie
IMI'OBIAt.AO'.
Baica frauceza uSavanilla. viuda do Havre, con-
signada a N. t), Bieber & C, manifestou o se-
guinte :
17 eaias bonete, vestidos, pannos, chapen de
leda, ditas de aot, brinqaedos, rimas e sedas, 1 vo-
lume amostras ; a Arkwright l'ocknesss ^ C
2 caiiss perfumara e merceana, ,'>0 barril man-
teiga ; a F. A de P nho.
100 barril e 100 meios manteiga, aaiaei teci-
dos de algedle, de soda, lilas da dita, chapeos de
sol, chales, ceroulas,'camisas, perfumaras, calcado,
roupa feita, losas, morulla etc., e mais 2 volumes
amo-Iras ; aos couiiguatarins.
2 canas paines ; a C. Amsler.
15 barris e :!0 meios manteiga. 3 caitas ohjeetos
para sirgaeiro, titas de se la, e eiifedes para cabera ;
e A. I,. Kodnguec.
50 barris manteiga, JO -alxaa ve-li I. s de seda, ln>
culos de aigodiio da leda, e millos, chales, modas
ele. 2 volun.i-s amostras ; a Joao Keller 4 C.
83 canas cadetras, 5 ditas queijos ; a J. Piaeger
M ditas vinlios, 50gtgs champagne, :i cainas le-
eidoa de ds..,lio, e m.iis 2 volamos an.ostras ; a C.
J Aitley & C.
dourado dn
2 caixas brinquedos ; a Eilevio da Cunta Me-
deiros.
13 cjxas fazendas mixtas, 5 ditas, dita de li-
nlto, 1 dita, dila de algodao, 1 pacole amostras ;
a C. J. Asiley &C.
1 barrica tinta em oleo ; aScliafbeillin &C.
49 caixas cadeiras, 2 ditas figuras de gesso, 0
duas agua de selts, 1 dita papel; 8 dilas conservas,
43 ditas licores, 1 dita queijos, 50 ditas genebra,
2 dilas linguicas, 3 dilas 7 barris vinhos, 50
ditos cerveja. 5 ditos oleo, 30 ancoras vinagre, 1
sacco gomina arbica, 1 pacote rolhas, 14 gigos 1
cai.xa e 7 volumes garrafas vazias, 3 barricas jogos
de bolla e escovas, 1 fardo canecas de tirar agua,
1 caixinha amostras :i .1. I'raeger &C.
l caixas fazendas de algodao, 9 dilas diales de
la e algodao, I dita fitas de velado, 1 dita oleados,
1 .lila miudezas, G ditas e 10 brns ferragens, 100
ditos lquidos, 4 ditos objecios d9 barro, 3 majos
moilOes, 20 barris alcatrao, 5 di'.os pixe, .3 tinas
Ilcitas, 3 caixas mobilia, 1 d.'la bordados, 100
barris chumlio, 12 balancas decimaes, 1 caixa pe-
sos, 300 ditas velas, 60 ditas pa le, t dita impres-
sos. lt ditas vidros, 1 dila porceina, 4 fardos lo-
via esperimentado someiue para faie-ls inais feliz. fernaata a fnlha. Mis, ae livetaeis visto rnm que ar-
Com elfeilo, duse eu ao aonego, be este um i''"' aa duas malberes eaidaran delta erlecle Viu-
dos Una mais agradaseis para Peppino a Sand.a ; de comigo; quero moiOar-vos a semenli do anuo
mas vos, msu velho amigo, vos sarrifeasles como vmdourn, e veris se a doenc,a pode atacar urna raca
1.1o bem constituida.
1 une, porque nao eraanaa rico para d-r-lhe 1
modo de vida, a aln disto n8 quena qui lile li-
c .ss- feito rreado ; mas, ludo arranjuu-sc por ti
mesmo.
Cexar era ml visto em Filhlna desde que Peppi-
no parta, e tulne ludo depois que voltou, e por itso
quena relirar-se para ouira parte. Achoa om Arez-
Meu charo agrnomo, ditie-lhe eu, ficaria mu
satisfeito de ver a sement dos vanee bichos de seda,
mas latinarla lamlum ver aquellis qoe Bieetn le-
li/es. tillando viajamos, be um priztr immenso en
eonlrarnoa o lemio .los noeeei amigos.
Pota bom. replieoa o eenego, vamos janlar com
elles; e mostrar-vn-hei di neem aacaalao 1 casal
qui nao eonbiceta ainda. Vea mondar nm menina
pravim-loi, alongaemoi um pouco nosso paasei.i, e
vermilhot que sobrisaliiam no luud
eipigat.
Vale, dase o nisii hospede, ha provisOes para
o invern. Por infelicidade a vinha esta sampre
dosnle, e su lerimos sen mezis; mas a oliviira he
boa, e creio que nao tari a sua colheita para o anno.
Lu com demasiada alegra que Magdaleua recabeu
o Francez ; Sandra corou de prazer moslraudo-me
a sua casa ; seu marido eslava oa tollina apanhando
tardos para o nosso janlar. Eslava baalanla atsciada
e elegante a sala, que abraugia todo o andar ierren
da casa. Em cima do panno da chainin brilhavam
grandes pralos enverni/ados. que nos razia lombrar
que sslavamos no pal! da louya ; cal leiras douradat,
ca.sarolas bam eslanhadas. moslravam que Magda-
lona n;l.> linha sabido s do seu atitiuo dominio ; os
uieosilios enlloca los cuidadosamente no comprimen-
in di parada, uma Hpingarda, bolijai enroladas im
trancas de palha, um bello armario enveroindo,
lodo indicav o trabilho e ale a commodidnde; ludo
sorna nessa eneantadora halnla(.to, oude pareca que
o pexar a o tedio u3o podiam entrar.
Pippioo rhegnu qusu lo admiravamoi as soas ri-
quezas, e apertou-me a milo eom tanta forja, como
sempre, porque esta mondado negligente vos ban-
ilonou, indo gozar o seu amor em ouira parle ; an
passo qni licatles aqu soambo com vmsa vilhice.
aban lunado por equollts a qutm enchesles de beue-
licius.
Como aoia livianos, vos Clbsciahai franc.a;as,
para fallardet em sacnlicios, meditee o hom eonego '.'
Ksquecei-vos sampre que etisle all em cima um
pe a um amigo, que pea a nona felicidade em o
nosso dever, e nos soccorri segn lo as nossaa noces- '
' :.'."..- ,t. ...','1"'!'.'.""! ."Il,,,.ravj' has- janlemo. i eamponeaa. I.......i o maneo, e vejamos! Kura, qu.exhalava um aroma activo com os olo-
te ssti anuo anda, emluira isleja muito velho, eu moa ralee do aot; an redor de nos iiiniain inilhare
11.11 vos caitrare ramiuhaii.ln.
\\
Depoia da doat horas de passsin e eonversa, o eo-
nego moslrou-me urna casinha ailoada em ama ri-
banceira e rnm a frente volla.la para o natcenle.
l.-iava separada da estrada por ama borla bem ral-
aigo, e
so qoiiena ennaga-li; mil emfin sua alegra foi gullio de uma joveu mai, a alegra di orna innlher
id 1, e depoia que sorrio (loas vezet, partreu-lhe I que ama ; e era mais do que
que havia dito ludo. E que melhor pollera elle fa-
ier ".' i\> ar qui o rodeava senlla-se a felliidade, e
cada um dos seus geitos pareca di/er : sou feliz.
A mesa eilava poela debaiio de uma grande li-
/'. uma ofltcina mus consideravel, a di/e.n. qus um Uvada e plantada de marinea., que vergavao. 10b a
casamento vaotajoto. Seu pai, ln mem bsbil, porque abundancia doa seus fructos, e biviam-na enfeilado
nriqueceu-se e.n urna abegoana, cuja melade me de cima a bailo com espigas de milho, qoe oceulla-
.letia pobr, quu aeetap......a-la ; e acbon na fralda 1 vam ai paradei ; aa embreirai di. norias e janellas
Uu """"a u.....her.tade maior que a miuhu. Peppi- | -.r dilltrencavaii. peles randet felei de bullios
de nucios, que par momeutoi brllbavam em um
rale de laa. Magdalena, feliz e sobarba do seu en-
ligo tlenlo, liulia-se excedido. Servio-nos de urna
Opa quenle de arroz o couves, depoia do qm ollere-
csu-nos urna fritada da ordem Dopoeile, olrillo com-
potito, di/ia ella, folla de pieade salgado eom ta-
*
11 San! nobii mita poma,
o Clstane;e mollas el pristl copia laclis.
Com pdanle, pedante e meij, dina comi,
eiclamei depoia dalle :
aEtjamsumma proeul villaruio culmina fuuianl,
1. Majorssqae cadoul allis de msolibos umbra>.
A noite j nos sorprenda no inein .la converss^o.
As estrellas brilhavam no eco, e parecan! eipillir
diaule de si om crepsculo mais suave do que a au-
rora. Tuda era silencio a myslerio : ira a hora do
repouso, memento cruel para que seffrem, a cheio
de .locuras pira os que sao folizet. Impellido por
nflo sei que emorflo serreta, loniei a inflo do meu ve-
lho amigo, e inosirii-lhe sua obra ; Peppino sentado
no llroior da porla, coma una enorme tigella de
topa com todo o detembaraco de om bomiin que
nada mais tsm para desejar.
Magdalena, collocada atraz delle, e enlosando a
louca, moatrava-so indolente, levantando os hom-
bros ; e Sandra, em p junto da porto, admirava seu
marido, em qnem linha filado saos bellos olhes. NSo
era mais a mora de labe elevado e delgado ; apenas
poda crusar os bracot tobre soa cintura arredonda-
da : mas im seos olnos brilhavam o pudor o o or-
V
nanea, e eu lodo o
seu espen tur, o bello jasmim do Filhina.
Charos amigos, felizeo esposos I Ecre'vmdo eslli
Imitas, preee.-me que esloj junto de vos. No meio
do tumulto e do tedio, ficho os olboi para rever isa
casinha doeada pilo milho, essa Mni.i.uie qui bri-
Ihava nos voeeaM semblantes, essa doce anua.le que
aqaecia o msu coracao velho e fatigado. Creando
lodos ot das para ot orna vida facticia o uecewida-
des novas, ulgamo-nos ditotos Como sois mais fe-
lizes e mais sabios, meus bons inlgoa '. Em voaea
sunplicidade, tendea contervado 01 uniros bens que
fa/.im apreciar a vida, bats que dao a felieidade ou
Miadas de abobora e biscoutua da arrea anaaeradot. qne pelo menea ebrandam as dores do coracao. beus
livemos lodos os assadosaeinli.lsama.los di Gene- 1 finalmente que lieos olTerece a lodos a a musa vai-
bra : era car;a de Pippino ; e linalminle por sobre-1 dadi repelle : o Irabalho das mjos, a orado e o
mesa 11 venios mocitas, caslaubas e eicellente queijo, hmor I
que deu lugar ao eenego citar-roa o poeta favorito:' fTM.
TaT
TT


DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 17 DE SETEMBRO DE 1858.
I
as, 10 lastros de carvao de pedra, 40 laboas para
formara morada dos colonos, 1 eaixinha amostras;
Isaac Curio \-C.
1 cai*.a colheres ; Joaquim Ramos e Silva.
1 dita charutos, 1 dita agua deselis; i Ordem.
Lugre dinamarqus PS colino, vindo da Ne
Camilo consignado C. J. Asiley &C. manifestouo
seguala :
160 toneladas carvao de pedra ; aos masmos.
UINSUCAUO UKHAL
Hen,inmuta do da 1 a 13. 35&?4s998
IJ.iu do dia 1(1....... Salfil)
35:8601158
1VEKSAS
Heodiiuonlo do itia 1 a
Utfiti d,i da 10.
l'HOVIKCIAS.
1. .
1:6684080
39090
l:6~l77
DKSPACftOS DE BXPOKl'ACAO PELA MESA
.....:o.SSI I.VUO DESTA CIO A DE NO DI \
lli DE Al.ilSIO DE 1858.
LiabasBriiza ruriu^ut/. locomparavel, Amo-
ro Irma*. ISO saceai macar.
"bIhi.uiiiiBni;.|. incisa Staplipn Saraha, Son-
llul Mallvr i.V C, 50 accoj anaear.
LWaapoolBrigoe logloi Trinealo,C J. A~ile\
o, Ci 350 mccos aamoar.
K\I'OKTA(,AO.
Liverpool, burea lugleza lieiievierre, de :lt>2 to-
nda lai. condoli o tecuinla : l.ilM) saceos assu-
car, 1,036 siicca algudau.
KECEBtDOlUA DE RENDAS INTERNAS UE-
RAE l)E PKKKAMiiUCO.
llMidimenio do rtia 1 a l.'i. f 1:507:8906
dem do dia 16....... 7:269087
12:2338993
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendiineulo do da I
Idiu do Ji.i 16.
a I "i
2t:900a427
590a902
VHm
i
Nnviof sabidos no dia 16.
l.ivarpoolBurea iin>leza litnoveva, capitao J.
Tomar, carea aorar a aleudo.
Eiu eoinims*ao, o brigue tirona braiileiro di sur-
ra Xingu, cuininiiidaiile o primairo teiienle
Jatfffret.
&\
I
II
3
su-so
co fi.
I
/loras.
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Aln.ofphera.
r:3bih I Dlftws*
Inlensi'
dade.
K, IC IS. iw o
j j.
Cenliurado
1* tt C!
\\% aomur.
o i Fahrehtifil
ic ~ ~ i
*<, i llygrometro.
-i -.i >i -i -i
- -> a -< ;.. =
<0 O O CS ?
Barmetro.
&Wm&
A cmara municipal fiz publico que
tem marcado o prazo do 6 mezes, contados
da data desie, .-ara, no decurso '"elle, serero
removidas para o terreno ao sul do inata-
douro da Cabanga, as sil.,.leir.s que pos-
sam existir nest cidade, e nos seus arr*bal-
des povoados, {canda sujeitos as penas do
rt l.- tit. 5 das posturas de 30 dejuuho
de 1819 os donos das mesnias salgaderas
que o nSo (izerem no mencionado lempo.
Pago da cmara municipal do Kecifeeni ses-
so nr linaria Joaquim Lucas Monteiro da Franca, pro-pre-
sidente. --Manoel Ferreira Accioli, secretario
O lllra. Sr. inspector da thesouraria
provincial, eru cumprimento da ordem do
Ezm. Sr presidente da proviucia de28 de a-
guslo ultimo, manda fazer publico, que no
da 20 do crrente, perante a junta da fa-
zenda da m.-sma thesouraria, se ha de arre-
matar, a quem por menos tizer, a obra da
bombo sobre o riacho Becupeba, avahada
em 4:1179 rs.
A arrematarlo ser feita na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de IS54 e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessuas que se prozerem a esta arrema-
tarlo comparceam na sala das sesses da
mesma junta do dia cima declarado pelo
mel dia competentemente habilitadas.
para constar se mandou allisaru pre-
sente e publicar pelo Diarlo
Secretaria da thesouraria provincial de
IVrnrnibuco 1 de setembro de 185S.---U se-
cretarioi
A. F. da AniiunciacSo.
Clausulas especiaos para a arremalago.
1. As obras do arco de lijlo da estrada do
Pao d'albo, no lugar denominado Becupeba,
serao ejecutadas de couformidade com o ris-
co e ornamento nesla dala auprovados pela
directora em conselho, e submeliJos a a -
provacao do Exm Sr. presidente da provin-
cin, na importancia de 4:117? rs.
2. U arrematante comegara a fazer a obra
no prazo de 15 dias, e concluir no de 3 me-
zes e meio, contados conformo a lei n. 286
3. O pagamento lera lugar em 2 nrestagoes
iguaes, pagas urna quando se nouver verifi-
cado acbar-se a obra em metade, o a nutra
quando se lavrar o termo de entrega.
5. Em tudo mais se observara o dis1 oslo
na le n. 286.Conforme.O secretario,
A. F. da Anntinciacao.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da ordem do
Eim. Sr. presidente da provincia de 30 de a-
gosto ultimo, manda fazer publico, quo no
dia 23 correte, perante a junta da fazeuda
d. mesma thesouraria, se ha de arrematar, a
quem por menos zer, a obra do rebaixa-
iii-nto de urna descida na estrada da Escada
na jiinc?3o do 4.- com o 3* lanco, avallada
em 3:3Uc rs.
A arreoiEtaciio ser feita na forma da le
provincial n. 33 de 15 de maio de Isa u
sob as clausulas especiaes aDaixo copiadas.
Aspessoas quo se propozerern a esla ar-
rematarlo comparceam na sala das sessOea
da mesma junta no oa cima eclarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E para constar se mandou allixar o pre-
, sent e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambucol de setembro de 1858. Ose-
cretario,
A. F. da Annunciac3o.
Clausulas especiaes para a arremataQii.
1. O rebaixameotu da ladeira do Maugai,
comprehendido entre o fim do 3.'lauco e
principio do 4." de conformidad* com os per-
lis e ornamento approvados pe directora
em conselho, e submettidosa HpprnvacSo do
Exm. Sr. presdeme da provincia, na impor-
tancia de 3:300c rs
2- O arremata uto enruecara a trabalhar no
prazo de 15 dias, e concluir no de 3 mezes
contados ambos conforme oque a tal res-
peito dispOe a lei provincial a. 286.
3 O pagamenla da importancia da arre-
mataco sera dividida em duas prestarles
iguaes, tendo lugar a primeira quando a o-
bra eativer em meio, e asegunda quanle
for concluida, pelo que se lavrar a um termo
de recebimento definitivo.
4. Para tudo o mais que n5o estiver espe-
cificado as presentes clausulas, ser regula-
da de conformiiade com o regulamento das
obras publicas.Conforme. O secretario,
A. F. da AimuiiciacSo.
letra jiO ; di los grandes d to dito com o n. 3
168i; ditos pequeos dilo dito com o n. .'(
1080; pregoa balis oequenos 10,000; di-
tos de Q eias caberas 10,000 ; oleo de linl a-
Qa, arrobas S ; roxo lena, arrobas "! ; azeite
de carrapalo, caadas 1000 ; canelas de lo-
que 20.
Quem quizar vender taes objectos apr-
senla as suas proposlas em carta fechada na
secretaria do conselho as 10 horas do dia 20
do corrate mez
Sala das sessies do conselho administra-
tivo para foinecimento do arsenal de guerr
ra 14 de etombrn de 18.">s. Bento Jus I.a-
menlia l.ins, coronel presidente. Jos Anto-
nio Piulo, leiiuiile-coruuei vogal servindo >l i
secretario.
U conselho administrativo do patrimo-
nio dos orphus tem de levar a hasta publi-
ca, na sala de suas uessfles, o dis 18 do cor-
rente, i renda dos sities do mesmo patrimo-
nio abaixo mencionados, po- lempo de um
anuo, segn lo o que dis.Cem osarligos 28
e > dos estatuios em vigor; a saber
Sitio u I da estrada do i'arnameirim.
Dito dito dito da Mirueira
Ds licitantes hajam de comparecer com
seos (adores na sala dasseses do mesmu
conselho, as 11 horas do uicnctouado da 18
do Corren! i,
Secndaria do conselho idministrativo do
patrimonio dos orpbSos 15 de setembro de
1858.Dr. Vicente Pereira do Reg, .-
Ijtrlo.
TRIBUNAL DO CO vi HERCIO.
Por esta secretaria s.i faz publico, que
nesla data fora:Ti inscriptos no livio dos
coromerciantes o sr. jo30 Cardosg Ayres,
cidadSo brasileiro. 'i'1 16 anuos da i la le ; e
oSr. joSo Jos Rodrigues MenJes, cidadSo
portoguez, de 31 anuos d,i idade, ambos do-
miciiia los e esubelecidos nesla cidade ,
22:49193291 flnella com sua casa de ciramercio de fi-
zendas, oin grosso e i retalho, e esto, com
sua casa ile ommercio de gneros nacio-
ii--s, em grosso e a retalho. Secretara do
triliiiiial do cummercio de Peroarabuco 16
de setembro de is.">8.-- Ur. rtprigio Guima-
ries, oliicial maior.
CONSELHO AUMINISI'RATIVO.
O conselho administrativo, para torneci-
mento do arsenal do guerra, em cumpri-]
ment doarl. 22 do regulamento ue 14 de-
dezembro do 18J2, faz publico, que foram
eceitas as proposlas, para as compras dos g-
neros do presidio de Fernando, de Joao
Carlos Augusto da Silva, GuinarSes & oii-
veira, Miran la ,\ Vascoacellos
O I-' 3 barricas de familia do Irigo marca
- Sss a 309 rs., 16 arrobas de assucar bramo a
> ^UU, 1 dita de farinha de aramia por 6s4U0,
Je t d la de tapioca, por 61400, 1 dita de toucl-
cqlnbo de Lisboa, por l?, i dila de caro, por
^'x|8>, 1 caisa de latra, por 109, 16 caadas ve-
Ihis de vinagre a 29500, 12 medidas novas
de azeito doee a 29500, 4 arrobas de cera em
velas de uiea libra a 15:, 16 libras de velas
de carnauba, por 69500.
02.-6livros deSOOfolhas de papel pau-
tado, por"7:, reamas de papel pautado a
bOO, 4 ditas de dilu almasso a 49300, 1 du-
zia do la, is linos por bOO, 6 garrafas do tima
para escrever a 480.
O 3.- I0U0 papeletas por 25?.
O conselho avisa aos senhores cima men-
cionados que deverao recullier os gneros
vendidos no da 18 do correle, as lo horas
da manhSa.
Sala das sessoes do conselho almiiiislra-
vo, para fornecimciilo do arsenal do guer-
ra 16 de setembro de 1858 ---Jos Antonio
Pinto lenlo coronel vot'al serviudo de se-
cretario.
Pela subdelegada do Poco da Panella
so Ui publico, que foram appretiendidos no
Rio de Ja-
neiro.
Para o Rio de Janeiro sai com muita bre-
vidade, por j ter parta de sua carga promp-
l, o bem conliecld e veleiro PALHaBOlE
PIL'1).\DE, para o resto
ros e esclavos a frete,
da Medro do Dos n.
bordo
ua carga, passagei-
pode-so dirigir a ra
2, ou ao capitSo a
Ri
J:3iieiro
Lotera
DA
Provincia.
Corre sabbado 18 do correle as 10 horas.
P. L-yme
SOCEDADE INSTITUTO
PHILflSOPHICO.
o brigue escuna i). I.uiza, c.apilSo Ber-
nardo Augusto de Carvalno, segu com bre- ,
vnla lo, recebe carga, passageiros e escravoslB

a frete : a tratar com Caetano Cyriaco da i..
M. ao lado d Corri Santo n >.), primciro
andar.
,. v Porto
O patacho portuguez PromptidSn II, de
primeira marcha, forrado e encavihaiio de
cubre, segu para > Porto at o lim do cor-
rente : para carga o passage.irus, para oque
tem excedentes com modos, trata-s com
Elias Jos '.os Santos Vidrade C., na ra
la Madre de OpOS u. 3'2, ou com o capil3o na
praca.
i cara, M ra uhao e Para
O veleiro e acreditado briffue escuna (;ra-
cosa, capitSo JoSo los do Soma, segu
se ni demora com a carga ja contratada, e
com a que mais se contratar para os 3 por-
tos, al o dia 20 do correte : consignata-
rios Almera Gomes, Alvesil ('.., ia ra da
Crua li. 27.
Por ordem do Sr. Prtaidentt, declaro aos
flncio que o inetiiio similor, de cunnirinidade
cinn o arl. -J' dofl Mlalotoa, convoca uina
h--.ui eatraordiiaria para domiiiga l!i do
cuirenle. secrl..ria daiociadade lii-ldiila
Pbiloiopliko, 16 da pelambro de 1858.
Juiiuiauo da Cotia ftloiileiro,
1." SfCrelano.
Os Sis. Hanoel Ki-
beiro da Ponseca
Braga e Jote Fiuza
de M.'lio,i-i he mar-
cineiro morador na Cnbanga, e aquelle loi
caixeiroern urna prensa de tlgod&o do
roitc to Uatto, queiram quanto mies
dlrigir-se a taberna da ra de S. Fran-
cisco n. 08, entender-se com o abaixo
a88ignado a negocio de milito mleresse.
.lose Uendes SalgadoGuimaraes.
Precisarse de ms ama de leite, pa-
ga-se bem : na ra estveita do Rosario n.
j ~> I, terceiro andar.J
Continua-se a-dar porr;0('s nio meno
i res do 5O00O a juros razjavii-, com segu-
; ranga cm p.mbores Je ouro, etc. : na ra da
Cadeia de santo Antouio n 15, segundo
au Jar.
-- D-se700/ a juros mdicos, comso-
guranca em hypolli em de raz : na
roa da Cadeia do Sanio Antonio n 13, se-
, gundo enriar.
DO
CONSULTORIO IIOHEHPATICO
mi. p. a
/Vii ra d Gloria casa do fuodo*
Onde se acham aempre os mais acreditados melicimentos tanto em tintura,
como em glbulos, e preparados com o maior escrpulo e por precos bastante commodo-
Preeos ixos.
*
graudcs.

Critica de tubos
liita de l!V ,,
Hita de 36
Dita da 48
Dila de 60
'Cubos avalaos
Krascos de tinturara
Manual do mcdici'i
Dr. Jahr com o din
de medicina.
Medicina domestica do Dr. Ilenry.
Tratarnento do cholera morbos.
Repertorio do Dr. Mello Mora.es.
de meia onr;a.
liotneoiiHlhica do
onaro dos termes
10/000
159000
209(100
85 0110
30-0011
l'OOO
'2 000
20*000
IOjOOO
aooo
65000



So:
- ^1
O
Leilao
DE
lit:
.os
(Conlinuacao.)
Sabbid > 15 do
oor-
Ao jilio DA EM PONTO.
RA DO COLLEGIO N. 15.
-- Pela repartirlo d'S obras uiiluarea se
tem de fazer no qua-tel 'a companhia dos
artficesdiCTerentes reparos em lulo o qoar-
t"l; quem desta obra se iiuizer encarregaiy
comprela na eferida repartirlo, do ma-
nliaa das !> i|J hitas em diante.
Depois de decorrido as tres audiencias
rio lllm. Sr. Dr. julz de orpb3os, tem de 11 a
praca o airen 'amento por lempo de um an-
uo a cas terrea na ladeira do Varadouro 11.
i7, a qual tem bons comrnolos para familia .
i>or ter duas alcovss e dous 1] tartos, corre- I ^
dor ao meio, boas salas, bom quintal o mu- I v*
rado, com portno para a ra do Bol 10.
O Sr. Lino Antonio Saraiva queira di-
rigir-se a administracSu do correio, alim de
receber una caria.
Precisa-sede um caixeiru de 15 a 18
anuos para casa de bilhar: na luja da ordem
lerceira, a fallar com quem precisa.
Aluya-s.i urna c^sa com bast lites C 1 -
modos ua estrada d;i Jo'io Fernandes Vieira:
a tratar uaSuledadv, del'ruulo da igrtja, ca-
sa 11. 4.
O ab'ixo assi^uado faz scienlo ao corpo
do commercio, que tem tratado com o sr
Matnias Jorge da Silva a co pra de sua ta-
berna sita ii* ra da Praia 11. S, o por isso
toda a pessoa que sejulgar ero lora a dita,
devera a presentar suas cuntas no prazo de
les das, lio los os quaos o annuueiante uo
se res lonsebilisa por qualquer cunta que
possa apparecer. Kecife 17 de setembro 1858 Joaquim Jos de Pinbo
No dia 17 da crtenle, as 11 1i2 horas,
depois ra audiencia do Jllm. Sr Dr. juiz re
orphSos, lera logar a pra? de diversas obras
de prata e ouro; oescripto destas acha-se
om mao do porteiro rio auditorio.
Vende-se u fabrica do charutos da ra
rio Rangel a tr.ilar na mesma.
A irmandade do Ss. Si.cramento da
'j'-'
'} it^t JC RUUCA
$& 11 : r. Ignacio Firmo Xavier, roce- ($
tj beemsua : ie, que dea ao fc*
^ norte ''. estrada da Passagem da *
v' Magdalena, enDe a ponte grande e a
i
I0RERA DOAITE?,


cosdebrilba
'; i les,d>amantes e pero-
as, pulceiras, alGne-
pequena do Chora-Menino, todas as t b '^T'" T^'r* '
w|!5 botoes eaneis le dif-
Loja de ourives
RCiDOIMlGVN. 7.
@ fe
5

pessoas doentes, Bfiancando o me-
liior tratarnento, o maior telo e cui-
dado medico. O local em quo esl
edificada a cas destinada para esse
miste,r as regras hygienicas, sobro /'
es quaes est construida, os comino- ** !
dos de que r|ibp,je> 0 actio, ordem, fc
e regularidade que ahi se encon- ..
tram s3o con lir;oe.....1 tus ira :':
urna breve'cuia o completo resta- C
isoasquequize- i*k r:
rem u prestido po- \? 5
lem dirigir-se ao pateo do Garmo, 'j) '
sobrado u 9, primeiro andar, das (A\
10 horas da manhSa as 3 da tarde, *,
e dessa hora em dianle no seu esla- j
betecimento.
ferentes ,risiris e de
liversas podras de va-
lor.
Compram, ven lem,
ou troeam prata, ou-
ro, brlibantes, dia-
mantes e pe-olas, e
outras quaesquerjoias
de valor, a dinheiros
ou por obras.

por
vapores

leebeiu
todos ^s
da Europa as %
obras do mais mo- %
dent iosto tan- m
to de Franca, co ^
uto de Lisboa, i s |g
quaes vendem \> OURO E PRATA
Aderecos complet &
ouro.meios ditos.pul- j&
ceiras, alfinetes, brin- i|
eos e rosetas.cordOes, w;
transelins, medalhas, \
correntes e enfeites f
pararelogio e outrosi
muitos objectos de*5
ouro. &
Apparelhos comple-ffi
los de prata para cha, 2
bandejas, salvas, cas- w
tQr.es, culheres de so- ift
na e de cha, e muitos lr
outros objectos de;
pr-ta.
Mareolino de Coi ja, n8o po leudo concluir
no na 16 o leilSo ros Uvros, que pertence-' m\"li-f Boa:Vista precisa deesmol*res para
ram ao fallecido desembargador Manoel Sien- "s ,I|S
desda Cimba Azevedo, em consequencia da
grande quaulidilo delles, cuulinua-lo-ha
no dia sabbado, l s do rorrete, ao meio dia
cm ponto, no supradilu aruiazem.
suurciro.
Leudo
IIOJE 17 DO CORRENTE.
I". Souvage & C. continuaro oor in-
tervenido do agente Oliveira, o sen leilao
le grande sortimento das melbores azen-
lugar Cruz das timas, dous eavallos, Sendo
umruco e outro pelrez: quem gejulgar com direito a elles, dinja-se a mesma sub- Ido cori-enteas 10 horas da manhaa,
elegacia, que provando, loe ser3u entre-1 ponto, no seu armazem ra da Cruz,
gnes.0 subdelegado,
Jo;lo Francisco Uo Kego Maia.
Pela mesa Uo consulado provincial se
faz puhlico aos devedores dos impostos da
decima dos predios urbanos das freguezias
desta cidade e da dos Afugadus, de 4 0|0 so-
bre diversos estabelecimentos, de 1O3 so b'e
casas de modas, o de 209 sobre casas de jo-
go Ue bilhar, que setembro he o ultimo mei
murcailo para o rr'cebimenlo dos SOUS dbi-
tos, liu lo o qual terSo de seren remeltidos
para o juizo os que deixarem do pagar. Me-
l.sa do consulado provincial de Pernambuco
31 de agosto de 1858.Antonio Carneiro Ma-
chado los, administrador.
LEILAO
DB
Farinha de trii*
Pela sobdelegaeia de Santo Antonio
cidade do llecife acba-se deposita lo no
depositogeral orna barra de chumbo que fui
tomada a ii'oa pessot que andava ven leudo
por diminuto prego, duendo quo a tinha a-
chadu : quem for seu dono compareca nesta
subdelegada, que liando os signaes, o peso
sera entregue. Villaca, subdelegado.
!
PKliO ACI.NTi:
Pestaa.
xta-eir
Pela superintendencia da companhia da
estrada de ferro do Recile a S. Francisco,
so faz publico que uo mez de outuhro prxi-
mo vindouro principiar a lliavor trem para
,_ passagelros aos domingos, o qual devera
'' partir da estscSo das Cinco Ponas as 9 ho-
,'MI ras da manha, e ra do Cabo rio volla as 3
da tarde, como ros das de Uabalho.
o Sr. Kaimuu lo Francisco r.ibeiro teui
na ra do Crespo n. 7. una carta de muita
importancia que o mesmo senhor far o fs-
vor de procurar, que he negocio a seu inle-
resse.
-- O abaixo assignado tem justo e con-
tralado com 0 Sr. Joaquim Jos de Pinho
sua taberna sita 111 ra da Praia n 48 ; e
por 880 lula u pessoa quo sejulgar ere ora
atresnalara suas cuntas no prazo de 8 das,
a contar da data desle. llecife 16 de setem-
bro de I838.--Malhia8 Jorge da Silva.
;
TESA7EO
o S
SANTA ISABEL
COMPAMIA LRICA ITALIANA
DE
G. MAS1NANGELX.
SAHUADI) 18 DE SETEMBRO.
10a RECITA OA ASSIGNATUUA
t'prf-in( ir-se-lu 1 <-!,i primeira v*f/ ^raiitlt ope-
ra de loiiiz/piii, em li>s acto- :
LlfKECIA OKG
Eecut(ir*s: as Sras. Sarhero, Pairea* o l.iannellis
a os Srs. Saebaro, Giannelli e Turncelli teguuda,
parles, curislat de ambos os nexos lijurantc-.
O billietes ealarilo a'venda no dia do iietlaculo
n,.y--rri diaote.
Principiar,,' u oila horas.
N. B.Para evitar que o Mpaelacoloi sejain per-
luiliados, rosa-s que uinguen, cmi u/j cnaujss ao
lliealro.
17 ilo^cor-
rente
As 10 horas da manhaa'
O agente Pastana fura leilio por contado
quem paricncer no da o hora cima men-
c iouados
DE
'MS barricas do farinha
leans.
23 ilitas 'lita dita SSSF.
No armazem do Sr. Annes defronle daes-
cadinha da alfandega.
de trigo Nova-Or-
*>
clao
HK
MOVIS,
Sabbado IU do torrente
NA Kl A DO COLLEGIO ARMAZEM N.ir,
fara loil.lo em r seu armazem de urna gran-
de quanldade de ob as de marcineiria, de
tolos as quali la les ; o lieui assim da um
inGnidade le outros muitos artigos etc., etc.
cujos objectos sern sem reserva vendidos :
no supralil") Jii as 10 horas da manhSa.
SEGHMMTB4 0F0G0.
COMPANBIA
, 4IiLlAWCK.
I'sta be tejida cut Londres,
m lutirgo ie 1824
CAPITAL
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saunders, Drotli^rs & C. tem a honra do
informar aos senhores negociantes, proprie-
larios re casas, b a quem mais convier, >ur
estSu plenamente autorisados pela ruta com-
panhia para effectiiar seguros sobre edili-
cos de lijlo e pedra, cobertos detelba.e
igualmente sobre os objectos que contive-
rem os mesmos edificios, quer consista em
mobilia, ou oip Fazendas de qualquer qua-
lirlade
- O Sr. Joi Maximiano Alvos Cavalcanli
tenha a bondade de vir ou man lar pagar
50.j, que. o abaixo assignado Iheadiantou de
dous mezes de s 'u ordena o, quo vence co-
mo praticantn 'la thesouraria lo fazenda.
Kecife 1 de setembro de 1858.Jos Esteves
Vianna.
Precisa-se alugar um sobrarlo de um
anlar com com modos, quintal, e em boa
ra ; slis urna casa terrea as mesillas con-
diques : quem a livcr dirija-se a esquina da
Camboa rio Carmo, taberna n 46.
HOW^ PATHIA
PRESERVATIVO CONTRA ASBEXIGAS.
iial mo para todos).
lie melhor prefinir o mal. do t/ut cura-I,.
I.avra lo act almeule a pesia de boxl
possuindo a boraeopathia,meios efJicazes p--
ra preservar de to terrivel mol stia.fago dis-
trbui-lo gratuitamente a todas as pesso s
sem di-iin;.li) de rico cu \ obre.todns os dias
uleiS des le as 10 horas >a manhSa atao meio
dia. A experiencia me aul risa a affiro.ar.
que todos aquelles, quo lizerem uso de taes
preservativos, (carao isentos do mal vari-
lico, e que quando por ventura alguom che-
ue a soffrar, a> pstulas n3o serSo nem
mnito numerosas o nem de ma qualidade.
Nao oecessita resguardi apenas a abstinen-
cia do caf preto. Consultorio central ho-
rneo pathico, ra de s. Amaro (Mundo Novo
n. 6.Dr. Sabino O. L. Pinho.
AVISO.
\ cnnladoria da cmara municipal desta
cidade, visa a todos os senhores donos dos
estabelecimentos de porta aberia, que deixa-
ram dn pagar o respectivo irnposto em m"-
co do correte aono, corno-determina oart.
5 do regulamento de "iti de agosto de 1851,
quo no ultimo rio correte Bnda-se o prazo
para esse pagamento com a multa de 3 por
cenlo, e quo dei os delle licara sugeilos a
mulla no rlu: lo rio valor do imposto.
Cnnladoria municipal do Recite 10 de se-
tembro de 1858.O contador Joaquim la-
vares Rodo va Iba.
-Y\ ftl A DA GLORIA CASA 1)0 FUNDAO*.
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
im r \. lSbo hoscoso
Medico parloteo o operador.
O Iir. Lobo Moscoso, ra consultas todos os
lias e pratica qi.aiqjropiraodecirurgia,
ssira co i o,accu le com toda a promptdSo,
as pessoa8 que recisarem do seu prastimo
para o servico :-partos, praticando so-
, raefies manual ou uislrumentaes, quan-
lo n9o n-si ( u: sbguir rr'.sulta.io por
r- omeopalhia que tantas vezestem ve-
udo dilOculdades, quo parecas insupe-
ravuis.
preco commodo como,
costumam.
/ ...

HE BARATISSIMO!
eguiea
TEIMl, Ji m VEIDE. QEIHi.
' na d.) QiK-iinado n 2, esquina to
boceo do Peixe Frito, continua o PreguiQa a vendor todo o genero de fazen-
das pelo proco mais mdico possivel, entre ellas tem : pecas de chita es-
cura de bom panno e bonitos padrfles a 4,800 ; ditas Ja cambraia lisa branca
com pequeo toque do mofo a a.ouo ditas de breUnha de rulo com 10 varas
a 2,0011 ; atoalbado muilo largo e com ricos lavores a 1,280 a vara ; corles
de ISi com listr.s do seda, fazenda inteiramente nova de elegantes padrOes
denominarla Carmelma, tam 12 covados caria um sob 4 (.almos e meio de
largura pelo baratissimo preco de 5,500 ; Italianas, especie de cambraia,
pintada de coresfixaa elindissimos gostos a 480 rs. a vara; cambraias
[Tancezas linas de pa Iroes novos o bonitos a 500 rs. a vara : cassus pintaos
n ludinbas, cores lisas e pannos linos a :20 rs. a vara ; luvas do lio da esco-
cia, brancas e de cores a 400 rs. o par ; cambraias napolilancs, de quadros
e cores alegres e seguras a 360 rs. a vara ou 220 o covado; riscados francezes
dos melbores gostos, r!e |lstras e quadros miudinhos pelo baratas
do 180 rs. o covado de todas estas fazendas se darao amostras
nhores.
no preco
amostras sob pe-
ffVrece se.
..vS
vr.-
......... .
O sr. Manoel Teixeira da Pouseca Vaa-
concellos, qucir comparecer no scriptorio
ra na do Trapiche u. 40, para receber car-
las do Rio de Janeiro.
t'recisa-se de nina ama de leite forra
ou captiva : na ra do Hospicio sobrado de ;
ioiis andares de Tho-^az d'Aqninn Fonseea. 'dora sua conducta, no deposito da ra de
lionas n. 16 : quem quizer, dirija-se, que
MEDICINA. t achara com quem tratar,
j O Dr. Joiiu Honorio Bezer-a de $ Quem precisar de urna ama para cozi-
gj M il/ s leo lixa.io sua residencia nhar em casa ae pou^a familia ou hommo
5 nesta cidade e pode se.-procura o na g* soltiro, de ponas a deulro, dirija-se a rna
jH ra da Auroran. 62 segn lo andar, gi'1 Guia n. 2
Quem precisar de almoco e.jantar, por
prefo commodo, pode tratar na ra da Sen-
zala Nova n. 6, junto de urna relinaeSo.
Precisa-seda um caixuiro que de fia
-.,
-.
@


aI naeiosiaS
mssqii.
Sabbaao 18do crrente lia/era um baile
nacional masque, no grande BalSo do caes
do Appollo. O administrador do mesm i s-
15o conlinna a f;izer exforQOs para couserya-
c3o da boa ordem, que cousUniemenlo lem
reinado. Os bilbetes para horneo 23 para
gennora gratis.
Srfflatf3tf.
PBLCCaO religiosa.
S.ihio iii/. e acba-se a venda as livrarias
da esquina lo CollegO n 20. e do arco de
Santo Antonio n. 2. o interessanteTratado
ros Dous Precei .is da Caridade, e dos Dez
Mandamenlos da Lei--por S. Thomaz deA-
quino, traduzido em portuguez pelo Dr B.
F Henriqu-s de Souza Abi encontrar o
leitor a expsito a mais bella e sublime
los grandes principios do amor do Dios e do
amor dos homens, o commentano o mais
completo, o mais claro, e o mais philoso-
phico aos preceitos lo Declogo quo so po-
de desojar. Preco do volume-JS000
um& m i*.
COMSELUO AUMl.MSlKAITVO.
O conselho administrativo, para forneci-
mento do arsenal de guerra, tem de comprar
os objectos seguintes :
Para provimeoto de armazem do almo-
xarifado.
RotOes grandes de metal brouzeados com
0 11-8 4200; ditos pequeos dito dilo com
o n. 2700 ; ditos grandes de dito dilo cora
on.9 4300; ditos pequeos dito dilo com
o n. 9'2700 ; ditos grandes dito dito com o
ii. 10 4'200 ; ditos pequeos dito dito com o
n. 10 2700 ditos grandes dito dito com o n. 4
4^00; ditos pequeos dito dito com o n. 4
2700; ditos graddes dito dito com a letra 1;
840; ditos pequeos dito dito com a mesma
&t>iio* ftirtro*.
Telegr
Vende-se o novo roteirodi
|>IiO
GABHSIEJORIGOEZ
signaes do
telegrapho, a Trio re. : na livraria ns. e
8 Por ordem da directora e em virludedo
S 6 rio rt. 46 dos estatuios, 1'bqo scienle que
para maior regularidade da leitura externa
se adootoo o expediente de s poderem sa-
bir os livros por meio do recibos assignad is
pelos socios : portanto os senhores qu.' i.
quizerem formula-los por escripto conforme
o modelo abaixo mencionado, podem exigi-
-:' J--3-W9WIS9 \ los imr.iessns. que Ibes serao entregues no
^ | gabinete. Kecomen4an lo lambem que be
.. no verso do recibo que devem ser mencio-
.." nados os pulidos, pelos '.'.mos de seis obras,
9 para ser entregue a que. stiver na bibliothe-
ca, edeila o Sr. guai la pieencbor o Ululo
^! no luga' ri. sign o pac semelhanto fim.--O
A 1.' secretario, J. (j de \cuilar.
M lello.
Do Sr. guarda do Gabinete Portuguez de
l.eitura nesta ci de red m > volnme 'la
obra prrtencenl ao mesi i Ubiu -
te, para lelle fazer o uso que me h
'lo, e eniregar-lh'o durante das io-
cife o i r. i.- ii u Antonio esla
resi 'mi lo oa ru i do Kangel, pi i ei-
. ro an lar lo sobra !o n 18, un le le
Precisa-so de duas amas forras ou
captivas, para una casa de familia,
sendo urna para servnjo de cosinlia e
nutra para : rular com um menina de
tras annos, pagiru-se bem : na ra
da Cadeia de Santo Antonio u 11
(entrada au lado esquerdo.)
r i..ci*if..as.
Mr II. Clemunce 1 llannetol de '. '.
MauK-vilIr'. propfie-se a leccionar ;'_;-
porcasasparticulares pianoffrau-
i,/.. geograpDia, historia etc. : o
senhores pais de familia que qui-
zerem un 1.-..1 r-st- ib) sen preStlUlO
ja bem conliecido pelas familias
los Sis. barao de Beberibe e Lou-
> renco de Sa' Albuquerque, te-
.vj nliara a bondade de dirigir-ie ao
-;';- lioh I inglez re .Mine Dubois.
'.-'; '. .' '-.-.;:;-:::.:.:;.:
Uadama Koutiei modista franceza, na
ra Nova n. TiS, acaba de receber pelo
ultimo navio os artigos seguintes :
Chapeos para sin horas, di luto fechado,
rulos de se la de tolas as cores, ditos do pa-
Iha 'ara montana, ditos ce abas largas,
meias de seda branca, toncas para baptsa-
do,cuaceos depalba de Italia, lisos, para
senhora, casaveqaes do Instilo branco, c,i-
ellas uhra noivas, enfeites para loto, dito
de cores, llores prata*, gros Ipnaple preto
liso, guarnii;So de fil preto bordado, luvas
entenadas proprias para casamento, vestua-
rios ricos para meninos !. i' 8 anuos, saias
de varias qoalidades, n mlelntes de grosde-
naple preto, ditos a.- i burilado, fuslaO
para casc.veques, plumas de diversas cores
para chapeos de palha, caigas bordadas pro-
prias .ara crianzas, a es do casan ira e le
grosJennple preto, veos de casamento e ;. ra
uioutaria.
__ Offerece-se um rapaz porlugm-z para :.-ti&0}
caixeiro de taberna ou outro qualqu-.ir esta- He chegado a loja de Leconie, aterro
belecimento para tomar eout por balanco ou sem elle, para o qne tem isstanta prati- de rosa branca, para refrescara pelle, tirar
ca ; quem de s .u presumo se quizer utillsar pannos,sardas e esplnhas, igualmente a-
lrija-se a ra do i'.ijllegiii n
16, que achara
com quern tratar das |0 s ;{ horas ua tarde,
ou mesmo sen 1o pr cobra Oca
Precisa-se para urna casa estrangeira
do um copeiro que eulenda de seu ofiicio :
a tratar na ra do Trapiche n. 9.
Precisa-so d; um fetor para um sitio
O mais parto que li poSSVel .testa cida le
preferindo-se portuguez: quem pretender
dirija-se ao pateo do Carmo, sobrado n. 3.
devocao emtodo caso.
A boai conhccid.i luja do una lozas do
Maia, na rea Direila n 102, chegou um rau-
do e completo sorlnnfluto de eslampas de
tolos os sanios, coloridas e em fumo; as
quaes nSo ha quem d xe de comprar, ja
pvlo commodo dispendio e ja pela finura
com que foram debuxadas, que a tudo faz
"squecer, e so lembra a vontade de possui-
las.
Alli
dr
para o poito
O brigue Trovador seguir' com bre-
vidade.para carga epastageiros trata-su
com OS consignatarios barroca & Castro,
na ra da Cadeia do Recite n. 4.
Para Lisboa dove seguir o mais breve
possive!, o brigue portuguez ilncompara-
vel; tom prompto parte do carregamenlo,
e para o resto a frete, ou passageiros (aos
quaes offerece excdlentes commoJos) : tra-
ta-se com Amorim IrmSos, ra da Cruz n. 3,
ou com ocapilo Augusto de Aguiar, na
praca do commercio.
Cear, .4caracu
M^rwiiliao e Para.
Segu com muita brevidale o palhahote
Sobral ; recebe carga para esses portos : a
tratar com Caetano Cyriaco .la ('. M. ao Indo
do Corpo Santo n 25," ou com o Sr. Domin-
gos Jos Pinto Braga.
nhas de mnibus. scie.iUiica ao repeitavel
publico, que domingo I:) do corrento a ani-
versario do Real Hospital Portuguez de Ite-
ii.'licencia ; have-r mnibus em direcc3o
do mosmo hospital ; de manba as 9 e 10, e
de tarde as 4, 5 e 6 horas, ou conforme a
concurrencia quo houver Preco 13 por pes-
soa e 28 passag.m redonda, e sendo crian-
gas menores de 7 annos a 500 e 13 passugem
redonda. dverle-se que qavendo numero
sufliciente de pessoas fora das horas aniiun-
ciailas llavera lambem um mnibus extraor-
dinario para a respectiva conduegao.
Precisa-sa de urna amaquosaiba co-
zinhar e fazer o mais servico do urna casa
de pouca familia : na taberna da ra das
Cruzes n. 20.
Envernisa-se
mobilia milito om couta : ua ra do Tor-
res n. 8.
O' l, amiguinho da ra Imperial [fas-
liodosgomos) be preciso mais acatainento
quando se pretende saber de qualquer autor
re um annuncio, perqu silo nogocios que
dizem respeito a repritago, o quanto a estes
negocios n5o se dave proceder to brutal-
mente como voce, detratando, como consta,
um mogo, que nem por pensamento podes
iKualar no procedimento, conducta e posi-
q3o ; poisbera, lique scionte, que orle no
ha igualilado deve li-ver muilo rsped i, do
contrario nunca pode haver bom resultado.
Com esta advertencia suppoe-so que qnem
tom vergonba deve mu lar de procedimeto.
O pisa-mncinbo.
Qnem precisar lo urna ama secCa para
casa de homom solteiro, dirija-so a run da
Muoda ii. 3.
>
qual |uer hora
o exorcicio
do
da
piociirato
da .'ii la o Mti', pura
medicina e partos.

(Jjuein precisar le uno. ama du leite,
dirija-seae mti a lo Carmo n- t0.
Flix Da.relo, italiano, reii-a-se paia
Europa, e declara ao publico que julga nada
dever, Boeatantu roga quem sejulgar sen
credor apreseuti sua couta n. prazo de 8
dias para ser paga. Kecife 14 de setembro
de 1858
Precisa-se de urna pessoa capaz e com-
petentemente habilitada para padaria, ni o
so duvidaudo dar bom ordnalo : quem pre-
tender, dirija-se a Joto Francisco de Carva-
Iho, praga do Corpo Santo, quo lhe dir
quem precisa.
-- Perdeu-se desde a praga do corpo Santo
ale a ra Direita n. 1)3, urna caria viuda do
lim de Janeiro para o Sr. Francisco Serfico
no Assis Vascoueellos, roga-se a pessoa que
achou o favor do a entregar na mesma ca9a,
quo se lhe licara assaz obligado,
Sexta-feira 17 do crenle, depois de
linda a audiencia do lllm. Sr. Dr. juiz de or-
DhHos, s 11 horas da manha ha vera praga
ISTITiL PtiTOGDI
Ten ri de celeb .. lerceiio aiunver
sano dn instnllagio 'o ;: .. I Hospital Portu-
iez de ilcneficencia uesta cidade, como
i s seus estatutos, no domingo 19 do
coiii'iii', a junta < ni r. '!iv< rio mesmo
convida allos os seph res accionistas e
' feilores rara .-is' re se>s3o solem-
ne que lera logaras 10 horas a manhaa, a
Cuja Hora ,.; c lebran .. sanio sacrificio da
nnssa. o estabelecimein estar pateme a
todos os senhores visitantes de um c outro
sexo, desde as 9 horas da ir.auhla at as2 di
tarde, e dr'sdp ns 4 at as 8 ra noile. Sacre
taria do Real Hospital Portuguez de Benefi-
cencia em Pernambuco 13 do setembro de
1858.-0 secretario,
M. F. do Souza l'arhosa.
Precisa-se da um caixeiro que lenha
pratica de negocio: os pretendontes diri-
j-ini se a esta typogra ihla em caria rcclda,
tecltranlo a oc.cupac.ii0 que tem lido, o no-
mo da ra e o numero da casa aondo mora.


$9M

por venda em urna eserava crioula, de ida-
do quarenta annos, avhala em 50o-?, perln- :.lo.quim Pareira .le Azevelo
cenle aos herdeiros da finada Joaquina Mana | vieira ros Santos, Jos ictor
Kiss'l, relojoeiro francez, vende
relogios le ouro e pi.it, colicorta
.elogios, jolas e mUSCaS, ja i .. i r> fv
connecldo ha muitos annos,babila uo
Mg pnleo do llospilal n. 17. v
Os Srs Mit'iuio Joaqun kntuues,
Praocisco Doarte de Olivsira dos Santos,
llamos, Jos
1 tem
Ida Conceigao.
caitas no armazem 'la ra da t'.ruz 11. "27.
Precna-M de ma ama p.ira u serven lalarao
ouia Odia le pi'.jieiia familia, e prelrre-se rjue srja
-i ....... paga-sa liciu : na roa i i Cadtn do Reelle
11. :!. s-^un lo andar.
Precita-ae re unid auid lacea : na ra do P>s-
CJ..'ore-, '...laii^.
Dm'-m 209OOO r. ra alaanel por am.i pr*l,i
captiva que aaiba eonnhar p i/r o man servico
eiltruo lo urna caa > pequana familia: na ra
eslrtiu .1.1 i 11 rio n. 30, Maoado a.idar.
A peiMH .j.i.' aniimiriou nu .rDuriv .It 11, 11.
211, pretil i- !:.">(Ni^, si'brs iiypvlhee*
* 2 eicravni, i|-eir .iiriiif-s a ruada R."la 11.
II, damauli.l at as S horas e Unte depui da 2
NA'OSE Ol.ll.v A PRECO.
Precixa-ifl e ama criada para cuser e enuum-
mar : na r 1 das Tunehairai u. i i.
Nt sexia-f'.ir--. 17 Jo corrente, depois
la udi ocia do Dr. juiz municipal, vai a
,1 ; venda a casi terrea n -H :1a ra
los Pires, por execucJo rio Antonio Jos da
Ilusa cscrivo Santos ; e Be nao houver au-
dieucia licaia para a ..lim.na do dito juizo
da primeira vara
-- precisa-sa tomar 6:0009000 ao pie- o
de um por cont ao mez, sob by^olheca em
predios nesla ciJade, ou firmas 1 contento:
quom os qriizer dar aanuDci.: a sua morada
para 1 er pocurado.
-- precisa-se de um caixeiro que ji tenha
ortica de taberna : no p*teo dti Carmo,
quina que volla para a ra das Trincbe-
ras n 2
Manoel Alfonso A(|uino le Allin-
rjuerque, retira-te para a provincia do
Ceara .
Vendse no armazem da Compa-
nlii.i Pcrnambucanalatas com muito boa
boiacbiuha de soda, lenJo cada lata 12
libras, pelo diuiiouto preco de 6,0000.
Na ra do Trapicho Novo n. 12, preci-
sa-se alugar um pi elo ,ara o servlgo da ca-
sa, e que entenda decozinhar; e ttmbem
una preta, ambos captivos.
Pela reparticSo das obras militares se
pretende fszer no Forte Huraco diversos re-
paros as miiralhas do mesmo, e bem assim
no qaartel de companhia lixa de cvailari
joi Sanio Amar.', outras obras precisas ;
quem deste s rvico so quizer encanegar,
.ouipaiica na dita renartlcao as 9 1|2 hors
ra manhSa ale odia 18 do crrenle, que ahi
achara o orgau'.cni >.
-- Offerece s um bom cosinheiro de to-
b mas) p to ou hotel ou
outra qualquer casa : na ra das Cruzes,
taberna n. SO.
famadooloo babosa para lirapar e fazer cros-
cer os cabellos ; assim como p imperial de
lyrio de Florenga para broloejas e asperida-
des da pelle, conserva a frescura e O avellu-
ijadoda primorosa da vida.
v"ende-se 1 negra de meia idade, Bas-
tante robusta, 2 negriuhas de 11 annos, 1
mole.juede 14 annos. muito lindo: na ra
rio Livramenio n. 4. Na mesma casa reco-
bem-se escravos de commissao.
jVtteiiQo.
VenJe-se na padaria do la'go do Livra-
11,.'rito n. 32, e em o deposito da ru do Vi-
cario n. 29, bolacha a 9 patacas a arroba ;
aproveitem a pechincba.
Vende se farinha do Santa Catharina,
Saceos ile Iqueires e 1|2 a 109000, ditos
de 2 alqueires a 9j ; sendo porgan far-se-ha
urna pequea .lili -renga ; na ra do Rangel,
armazem da porta larga n 62.
FARINHA
lina de mandioca, om saceos, ebegada da
!latea, e a desembalar dos navios l.aura e
I). Luiza ; no armazem do Campello, junto
do trapiche do algoJSo.
Vende-se urna eserava com um pequeo
achaque por barato prego, eogomma, cozi-
uha e lava perfeilamente : na ra do Viga-
rio n 10, loja de pintura.
Vende-se
!nariiie]ad;i
nova, desembarcada boje ; no largo do Cor-
po Santo, armazem de Palmeira & leltro.
Calcado ha rato
parK lioiifin.
Botina de sola grossa proprios para a es-
tsgao, borzeguins de pellica, gaspiados, em
couro de lustre, ditos de pellica so, a pregos
mu lia i ios para acabar ; na ra do Crespo,
loja aajarella n. 4.
Vestuarios para
mascara?.
O mais rico que tem viudo de Paria, por
pregos muito razoaveis ; ua ra do Crespo,
loja u 4.
Vende-se em casa de
Barroca & Castro na rna
da "-adela i\o Recie n. 4
Arcos de ferro.
Cobre para forro de navios e pregos.
Vinho (lo Porto superior.
Vi me om llagas.
I.inba branca o de coras.
Plvora e chumbo de munigo.
Pipas e barris vasios.
I'edris de moinho e porta las.
PRECO COMMODO.
Na ra larga do Ko/.ario esquina do
o do Pei\e-frito, no seguudo andar
do sobrado n. '.), faz-se cono lodo asseio e
ii.: Ii-leao alnioro, jantar e ocia )ior pre-
co mar. iin nuda do (pie eiu outra <|iial-
quer parte.
miitii Ann
II FGIVEL


DIARIO DE PERNAMBUCO SEXTA FEIRA 17 DE SETEMBRO DE 1 858.
Lotera
DA
provincia.
O Sr. thesoureiro manda facer pu-
blico que se acham a venda no pavimento
terreo da casa da ra da Aurora D. 26
das 9 horas da manhaa as 8da noitc.os bi-
Ibetet da tercera parte da quarta lotera
do hospital Pedro II, cujas rodas deverao
andar impretei ivelraente no dia 18 do
corren te mez.
Thesouraria das loteras 4 de setembro
de 1858.O escrivuo, J. M. da Cruz.
Precisa-sede um rapaz portuguez para
criado fura desta cidade :a tratar no paleo
do Carmo n. 1 i.
^jg O Dr. Casa nota pode ser procura- J
pp do a qualquer hora para visitar doen- j-
;, tese praticarqualquer operaco de S?
W cirurgia. especialmente de partos *
5 em seu .:"
fCONStLTOUlOHOMEOrVTIIUO
gttgHuauasC'ruzrstttt
:* No rresmo consultorio tera sempre
jjs os mais acreditados medicamentos
;' homeopfthicos em tinturas e em
j* glbulos e carteiras nquissimas; ha
y tambera varias obras em trances e
Precisa-se comprar
urna canoa aberta, quo saja muito rasa e
bem construJaj; na ua Bella n 33.
mu
m
o
@
James F.duardo Spars, subdito inglez,
offerece o seu prestimo na qualidade de
machinista engenr eiro para sentar fabricas
de machinas de vapor, nioen as dcima,
rodas de agua, guindastes, guinches, pren-
sas, moiDhos, lamoiquis de fcro, barcos,
alvarengas, lachas, machinas da moer man-
dioca e para padaria, etc., etc., bem conhe-
cido por residir no lirasil a IGannos, sendo
1'' annos coolramestre da funJicSo do Sr.
Starr& C, ludo por mais commodos precos
qoc outro qualquer, e com perfelcao.
No dia 10, 14 e 17 do correnle mez, as
11 horas do dia, depois da audiencia do Dr.
juiz do orphos, na porta dus audiencias,
ir ni de ser arrematada pela renda animal n
cusa terrea, sita na rui Direila n. II*, cora
fundos al a ra das Agoas-VerJes, porten-
rento aos orphos do finado Jos Mara de
Jess Muuiz e sua mulher, a requenmento
do tutor.
Precisa-se de um bom feitor, que en-
tolda bem de jardim : na ra da Cruz do
Recite n. 13, pnmeiro andar.
Precisa-so ulugar urna preta por me-
zes, que soja de meia idaJe, sailia, e que
saiba comprar e vender na ra : a tratar na
ra da Cadeia de Santo Antonio n. 17, aimn-
zem de malcraos, das 10 horas da msnlia
8S 3 da tarde.
Quem precisar de una ama secca para
Vende-se banha de porco em barril e a
retalho a 400 rs. a libra : na ra Imperial
n. 149.
Vende-se urna casa pequea na ra de
S. Jos, por proco commodo : a tratar na ra
da Cadeia do Santo Antonio n. 17, armazem
de inaieriaes, das 10 horas da manhaa s 3
da tardo.
Vende-se froco de todas as cores, por
proco commouo : no aterro da Boa-Vista,
luja de miudezas n. 7-2.
COLHERE-s PAIU SOPA E CH i.'.
As melhores que tem vindo ao mercado,
so com a vista so pode apreciar : na ra
Nova, loja de ferragem do Maia n. 41,
Ap^arelhos de mota! branco par chi
de superior qualidade e por preco commo-
! do: na rus Nova, loja do ferragem do Maia
I n. 41.
Ceblas.
Vendem-se ceblas novas vindas ultima-
mente de Lisboa, por 500 rs cada um cento:
na travessa da Madre de Dos n. 10.
Escravo pee.
Vende-se um escravo mulato, ptima fi-
gura, e ptimo boleeiro na ra de Santo
Amaro (Mundo Novo1 n. 6.
Carro novo.
Vende-se um excedente carro inplez, no-
vo, para 1 e 2 cavallos : na ra de Santo A-
maro (Mundo Novo) n. 6.
Salmo.
Almcida Comes. .Vives C, tera para ven-
der sabSode boa qualidade, receido do DE-
POSITO CERAL DO RIO DE jANEIRO.do qual
sao nesta cidade um dos agentes. O deposi-
to aqui he no armzzom alfandegado, Araujo,
no largo do Forte do Mallos junto do trapi-
che do algodo, ondo pode ser visto, e para
tratar, com os annunciantes n ra da Cruz
n 27.
t
REMEDIO 1MCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLWAY.
Milhares de individuos de todas as nacoes
podum testemunhar as virtudes deste remo-
dio incomparavel o provar em caso nocessa-
rio.que.pelousoquedelle fizeramtem seu
corpoe meinbros iiilciramenlc saos depois
de haverempregadoinutilmcnte outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
Loja de fazen-
das .
Na nova loja da ra do Collegio n 9, do
Albino, que esU queimanda ; pumpolinas de
seda muito ricas para vestidos a 15W00 o co-
eer dess euraVnwra^bo'm MlaTlloni! *adf0' ,s!d8S 'v"d,s c dos peridicos que lh'as relatara todos os' de fustao a 400 rs., camisolas de 15a para
Milho
Saceos de milho nos armazens de Tasso
Irmaos.
Relogios de
ouro ejoias.
Vende-se um lindo soitimento de re-
logiosde ouro para todos os pircos con-
forme as qualiclades e um variado Sorti-
mento de joias de ouro de le : no esirip-
torio ile Isaac, Curio & C, ra da Cruz n.
49, priineiro andar.
Paseadas baratas.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, es-
quina defronte da ra da Madre de Dos,
vendem-se cortes de cassa chita de cores fi-
xas, sendo a maior parlo de cores escuras e
arroxeadas, pelo diminuto preco de 150 o
13600, cortes do cambraia lisa lambem para
vestido a 2;6il0f 2>800 e 35, cassas de cores,
P'ela e rxa para vestido a 00, 240, -280 e
320 o covado, musselinas de cores verde,
amarella, azul, parda e roxa, propria para
vestidos o casaveques a 330 o rotado, chilas
escuras de coi es usas a 140 e 160 o covado,
ditas de melhor qualidade > 200 rs dilas
francezas largas a 200, 28 o 32 o covado,
casa de pouca familia ou hornera soltoiro :| chitas para coherta a 200 e 220 o covado,
cassas pan baba lo a 200 e20 vara, e a
peca a IsOOe ls80f>. cortes de sedas largas
de quadros para vestido a 25?000, albaca
preta de duas larguras a 480 o covado, gra-
vatas de seda de quadinho a 640, pecas de
ganga fra^nceza de cores escuras de muito
boa qualUado para calca ejaque-ta a 25100,
cortos do meia casernira, la/en.la eneorpa-
da, pelo barato proco de 25U0, corles de
casemira a 45, 4550O e 65, panno prelo e azul
de 25'200 a 73 o covado, caserr.iri, preta lina a
25300, 25400 e 2580o, setim preto maco para
colleta a 21500 o 39900, velludo prelo bom a
a 55 o covado, e oulras minias fazendas de
boa qualidade, que a dinheiro tudo se vendo
por lommodos precos.
dirija-se a ra do Vigario n. 20, primeiro
andar.
Aluga-se um segundo andar e soto,
com 4 salas e 9 quartos na ra Direita n.
9, sendo a entrada pela ra da Penha.
33
CMPAHHiA
DE
llliuniiacao a >nz.
A companhia de UtiminacSo a
gaz desta cidade avisa as pessoas
que precisarem illuminar os seus
estabelecimentose casas particu-
lares por meio do gaz de virem
dar os seus nomes em casa c'c
Rostron Rooker <"* C, praca do
Corpo Snnto n. i8, notando-se
(pie aquel les que pnmeiro sealis-
S? tarem sero servidos em primei-
ro lugar.
O-:::-:.:-::::::-: \:%0-0%Q%&
Na fundicao d'Aurora precisa-se de
serventes Tonos ou esclavos, para serviro
debai\o de coberta.
m

o
i
o
Q
<:
&
o
e
V.'
.-
m
G

a

NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO*DAVID W. BOWMAN, %A
RIJA DOBKUM.PASSANDOOoIIA-
FARIZ.
ha sempre um grande sortimento dos se-
guinles objectos .le mecanismos proprios
p?ra engenhos, a saber : moendas o meias
moeudas da mais moderna construcciio ; ta-
chas de ferro fundido e batido, de superior
qualidade e do todos os tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou mimaos, de todas as
rropores ; crivos e bocea de fornalha
registres pafusos e cavilhOes, moiabos de mandioca,
ote. etc.
NA MESMA FUNDICAO,
seexncutam todas as cncommendas con a
superioridado ja conhocida com a devida
prestoz e com odidado em preco
Vendem-se no armazem da Coinpanliia
Pornambucana lata* com muito boa bola-
chinha de sola, tonda cada lata 12 libras,
pelo diminuto preco de 6;0U0.
Milho da torra
em saceos de '26 a 8
cuias.
Vende-se no Forte do Mallos, armazem de
Campello, prximo ao trapiche do algodo.
Potassa da itussia e cal de
Lisboa.
No bem conhocido o acreditado deposito
da ra de Apollo u '2 II, ha para vender po-
tassa da Russia e cal de Lisboa de superio-
res qualidades, chogado nos ltimos navios,
por proco muito razoavcl.
Para leiicccv, toalhas e
cei'oulaP
Pecas de hamhurgo ou brim liso bom com
20 varas, polo btalo preco de 9 o 105, pe-
cas pequentis do panno de linho do Porto do
boa qualidade, c lino a 600, 700, 800, 900 e
I5OOO a vara, panno de algodo de duas lar-
guras, fazeuda muito boa, e que com 1 .'!|4
ou 2 varas faz-se um bom lenf.ol sem cos-
tura a 560 a vara, ou 1^ a I5I20 cada lencol,
panno do lencol de linho o melhor que ha
nesta fazenda com mais de duas varas de
largura que com 1 l|2 e 1 3|4 varas faz-se
um excollente lencol, igualmente sem cos-
tura a 23400 a vara, e ontras muilas fazen-
ias, asseverando se que a dinheiro tildse
vende por commodos precos: na loja 11 50
da ra da Cadeia do llecil'e, esquena defroute
da ra da Madre de Dos.
.Na ra da Cadeia n. 28 taberna de D.
S. Campos, vendem-se em pequeas e gran-
des porcoes bichas hamburjuezas das me-
lhores que vem ao morcado, e lambem sa
a luga ni
Toalhas, guardauapos e
camisolas.
Na ra da Cadeia do Itecife, loja n. 0, es-
quina dofronle da ra da Madre de Dos, ha
para vender toalhas para mesa de jantar de 1 l|2 vara at 5 varas
Lotera
DA
P ROY I MCI A
xa casadeUabcSchmottau &Companhia,
ra da Cadeia i,. 37, vendem-seelegankc
pianos do afamacofabricanio Traamano
da lamhurico.
Vrilhai. Una
branca do gaz a 500 rs .
o covado.
das ha muitos anuos; e a maior parte deis
las s3o t3o sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com esle soberano remedio o us
de seus bracos e pomas, depois de ter ^per-
manecido longo tempo nos hospilacs, onde
deviam sottrer a ampulacot Dellas ha mui-
las que bavendo deixado esses asylos de oa-
decifcnto, para se no submetterem a essa
operacao dolorosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas na el'uso
de seu rocoiihecimento declararam estes ro
sultados benelicos diante do lord curroge-
dor, e oulios magistrados alim de mais au-
tenlicarem sua allirmaliva.
Nioguem desesperara do estado de su-
saudo se tivesse bstanle conlianca para on-
saiar este remedio constauleiuenle segiun-
do algum lempo o tralameulo que necessi-
tasse a natureza do mal cujo resultado seria
provar ineonlestavelniunle: Que tudo cura.
O ungento he ulil, man purlicuarmen le
HOS seyuities t*u.>..
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Cancere.
Cortaduras.
Dotes decabeca,
das costas,
dos membros.
Enfermidades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
Krupcoesescorbuticas
Fistolas no abdomen.
Krialdade ou falta de
calor nts extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivasescaldadas.
Inchacoes.
Inflammacaodo ligado
da bexiga.
w.a-
Innninmiieao da
triz.
Lepra.
Males das pernas
dos peilos.
- de olhos.
Mordeduras de reptis
Picadura do mosqui-
tos.
Pululos.
Queimadelas.
Sarna.
Supurares ptrida
Tinlia, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos,
ulcera s;na bocea,
do ligado,
das arliculacGes.
Veas torcidas ou no
dadas as pernas.
Vende-se esle ungento noeslabelecimen-
togeral deLondres n. 244, aSlraud, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda era
toda a America do Sul, llavaua e llespanha.
Vende-se a 800 rs cada bocetinha.contm
urna iiistruccao em porluguez para explicar
o modo de l'azor uso desle ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soura,
P6 DEMlIQt.'Ea-&AXT0V
ro,
Ra doOueira.iilo,

escravos a 15400, cobertores de papho a 25,
roupas l'ei'as de todas as qualidades para es-
cravos a 15 cada una poca, cortes de meia
casemira oscuras a 2?, luvas de seda para
homem o senhora pretas e de coros a 19280,
e oulras muilas lazondas que se vende por
meaos do que cm outri qualquer parle.
/fu do QueiiM-
DO N. 21 1
A 520 rs
Vendem-se las do quadros miudos com 3
1|2 pilmos de largura, dila mais larga fur-
ti-rores de listras, lazen la do ultimo gosto
a (lo, chitas largas francesas a 20; diio-so
amostras com penhot.
C^cgucn ao ba-
rato.
O Prciiuicji qneima.
Na ra do Quoimado, n. 2, esquina do
becco do Pcixe Frilo, tem o PreguiQ* para
vender por proco baralissimo, um vanado e
completo sortimeijto de fazendas de algodo
la e linho, a sabor : chilas de bonitos pa-
dres e bous pannos, cores escuras e claras
a 140 res o covado ; ditas de outros gostos
a 160, 180 e 200 res o covado : ditas fran-
cezas largas, padioes novos e superiores
pannos a 940, 260 e 280 res o covado : cam-
hraias adamasead>s para cortinados de cama
com 20 varas cada poca, pelo baralissimo
preco de lljOO grvalas pretas e de coros
de mola e sem olla de 800a'1520o cada
una ; lencos de soda de ptima qualidade
a 13000 cada um ; grosdenaplo muito oncor-
pado. do todas as cores a 1->S0O o covado,.
cortes do casimira ol.stica bonitos padros <;Orguraodesoda com flores, covado
a 53000, 59500 e 63000 : cortos de meia ca- | Pan,i prelo e de cores, prova de li-
somira fazenda do vista e duracSo pelo mu- | a0> c<
dico preco do 2-ouO
Recebidas em dii-eitura de
pars.
P.icos cortos do vestidos do sada do
cor e brancos 8
Cortes de cambraia de seda borda-
dos ao lado 5
Crosdcnaples prelo encorpado, co-
vado I56OO a 25500
Dito de cores e branco, covado 13920
Seda branca lavrada para voslido
de noiva, corado l3oo a 99540
Belleza da China, fazenda toda do
seda, covado 1>'00
Setim proto maco- para vestidos,
covado 99700 43500
Velludo prelo o meiuor possivel,
covado 53500
Meio velludo prelo o de cores, co-
v.io 13400
Velbuliua preta o de coros, covado 750
l'olar do Pars de seda com listas
matistdas, covado 15100
Ricas sedas de cores de novos pa-
droes, covado 13920
Diana de seda lavrada mu linda,
covado 13000
Selintias de quadros e listras, co-
vado 900
Popelinas do seda o 13a, padres
novos, covado 13000
Baregede seda, padroos miudinhos,
covado 640
850
Pechincha.
fJVendem-.se sapatoes de lustre para homem
a 238OO, ditos para meninos 25. ditos de
couro para hoo era a 19*280, sapatos de lus-
tre para homem a 15600, ditos para mulher
a 19, botins de lustre a 3/, botinas para me-
ninos a 200 rs ditos ps grandes taxlados
a 800 rs, sapatos do couro para homem a
480. para meninos a 400 rs de marrnquim
a 600 rs., chiquitos, e outros calcados por
preco mais em conta do que em outra qual-
quer parle ; tambero vende-se urna porco
de formas; tanto de homem como do mulher:
na ra da Penha, loja n 29.
No armazem de Campello. junto d
trapiche do algodo, vendem-se saceos com
fu inha de mandioca Ona 1O9OOO cada una,
chegada di Bahia, e anda em descargado
brigue Laura.
Vende-se por proco commodo urna pnr-
Co e lijlos que ficou de resto de umi
obra ; a tratar na ra das Cruzas n. 20.
i-eclinciia.
Vendem-se borzoguins francezes para ho-
mem, por proco de 8550o cada par; na ra
oo Livramonto n 9 e 37.
AlIi'lic;tO.
Na ra do collagio n 10, pnmeiro andar,
vendem-se dous escravos mocos e robustos :
quem os quizer comprar dirija-se ao ende-
reco cima, que achara com quem tratar, das
9 horas da manha as 4 da tarde.
Saceos grandes
de superior farnba de
mandioca.
Vende Antonio l.uiz do Oliveira Azovedo,
no seu armuzom da ra do Vigario n. 22.
&&9 *>0$f<$ i ,
pharmacoutico,
Peruanihuco
na ra da Cruz a. 22, ora
SYSTEMA MEDICO
IIOLLOWAY

Klu!^
PII.ULAS IIOLLOWAY
Estelnestimavel ospecilico, composto n-
leiramentedehervas medicinaes, no con-
ten mercurio, nem a Iguma outra substancia
delecterca. Benigno a maistenra infancia,
ea complcico mais delicada ue iguaimen'
te proniplo o seguro para desarreigar o mal
na compleio mais robusta ; be inteira-
mente innocente em suas operacoes e etTei-
tos ; pois busca e remove as cloencas de
qualquer especio e grao por mais antigs e
Leazos quo sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
de comprimonlo, polo bhrato proco de 153 a este remedio,muilas que ja estavan s por-
125 cada toalha, dilas de cl^odo acolchoa-1 tas motlo, preservando em seu uso s con-
Vende-se na ra do Queimado n. 21 A, e
do.se amostras com penlior.
Atten^&o.
Na ra do Collegio n. 11, e Passco Pu-
blico n. 11, ([ue forma um s estabe-
lecimento de ra a ra, pertencentc a
lirma social Ferreira di Cruz,
existe um completo soitimento de fazendas
baratas que se ven tem a dinheiro.cujos pro-
No oscriptoriodoabaixo assignado na ra irns fazem conta qilcm (,0fla da econc~a
doCoDcgm iv 21^ ^"^"^ff^f'f^ltdo bom e barato) os quaes sao os seguintes:
cambraias de cores seguras e muito finas a

tidos do imposto geral em qnanlia de 100
para cima a dinheiro '>elo soguinta preco
Bilbete 59500 roche 5:000;;
Tambem se compram bilhetes do lotera
rocolhida a thesouraria provincial com o
disconto de 20 por cenlo.
P. J. Layrro.
Precisa-se a.ugar urna escrava de bons
costumes, que saiba cozinbare engnmmar
bem : a tratar na ra da Cruz do Kocifd 11.
13, primeiro andar.

I miLTRIO HOMEOPTICO {
S DR. LOBOMOSCGZ .
f^NA RA DA GLORIA CASA DO PL'NDao'.;;;.
O Dr. Lobo Moscozo faz. scicnte f
a quem interessar rossa que teun 5
commodos em sua casa para re-
ceber alguns escravos nao s pa-
ra tratar de suas enfermidades
como para l'azer qualc-uer- ope- |J|j
racao. Os doentes sero tratados !*{*
@ pela liomeopatlna ou pela alio- J3
tjfj palliia, conforme parecer mais
@ conveniente para a brevidade da
h cura. Adverte que recebe gra-
fji} tuitamente urna 011 outra pessoa
que precise fazer alguma opera- fSg
cao, e que por suas circumstan- fp
cas nao possam satisfa/.er as des- g
pezas de tratamento e no queira
sujeitar-se a ir para os liospitaes.
&j O preco do tratamento dos esera- ^
^ vos regulara' de 2# a o diarios ft
aja conforme a gravidade da moles- 5
^ fia e o tempo de curativo. est
Seguro contra
o

v?
o
O

720 a vara, chitas laryas, escoras, francezas,
bonitos padroes a 240 o covado, musselinas
do cores a 3'20 O covado, cambraias de salpi-
co* a 790a vr*. riscados francezes a 260 o
covado, cortos de easemiras de cores a 43500,
cortes de brim de cores a 13500, brim bru-
en traucado de puro linho e de cores a 15 e
13200 a vara, alpacas pretas finas, chales de
merino de cores bordadosje lisos, di los do
seda e la, e muitos outros do cores, chitas
de diHorentes goslos, lencos de seda, grava-
tas, fazendas de cores para calcas, e muitos
outros objectos proprios da estabelecimento
de fazendas, que so vendero por precos ba-
ratos avista dos cobres.
Vende-se muito superior queijo doSi-
rid por preco comino lo : na taberna da ra
dos Martyrios 11 36.
Est-se quei-
rnando.
Luvas do pellica deJouin, muito frescas
e novas, de cores, para homem e senhora,
com toque de mofo a 500 rs. o par : no ater-
ro da Boa-Vista, loja de miuiozas n 82.
Vendem-se peonas de oma : na ruada
Conceico da lioa-Vista n. 20.
Pentes d tartaruga.
Soares, com loja de tartarugueiro na ra
dasTrincheiras n. 1, avisa a seus freguezos
e ao publico, que recebeu pelo ultimo navio
da Franca um rico sortiraonto de pentesde
tarturaga o mais moderno que tem vindo a
este mercado, que os freguezos avista da fa-
zenda e do preco no deixarSo de comprar.
fogo
COMPANIIIA NORTHEN, ESTABELE-
CIDA EM LONDRES.
/'Premian diminuidos
AGENTES
C.J.Astley fCo panhia.
JOIAS.
Aterro da Boa-Vista n. 7, por cima da ln-
neca de cera, Norat IrmSos avisara ao res-
peitavel publico desla proviocia (com espe-
cialidade seus freguezes), que receberam
pelo ultimo paquete da Europa um grande
sortimento de obras de brilhintes pelo co-
ral mosaique, e de mais apurado gosto dos
melhores fabricantes de Pars. Trocam qual-
quer obra velha e recebom encommendas
para Franca e Itio de Janeiro.
&0mpt 0,
Compra-se eflectivamente bronze, la-
t3o o cobre velho : no deposito dafundico
da Aurora, na ra do lrum, logo na entrada
n 28 e na mesma fundico em Santo A-
maro
Cimpra-se um mothodo Inglez de 01-

1,50C^ rs.
Groslenaples de cores a 13500 o covado ;
vende-se na ra Nova, loja de roupas feitas
n. 10.
Farioha nova
Vendem-se saceos com farinha igual a de
Muribeca ; na taberna grande da Solodade.
Vende-se um escravo da Costa, bonita
(gura para engenho : quem quizer, dirija-
se a ra do Amorim n. 25.
Maceas.
Vendem-se na ra do Vigario n. 8, na ta-
berna de Silva Jnior & C, e na ra do En-
cantamento n. 77, taberna de Manoel Jos
de Oliveira & Irmo.
ESTABELECIMENTO DE CALCADO
FRANCEZ, NA RA NOVA N. 7.
Jatahy $> C
Neste estabeleciciento encontrar o pu-
blico um grande e escolhido sortimento de
calcado fino, ltimamente chegado das me-
lhores e mais acreditadas fabricas do Pars,
e tudo vende-se o mais barato possivel, tan-
to em porces como a retalho.
-- Ven le-se um escravo crionlo, de Idade
do 16 a 17 anuos, de bom corpo, muito sa-
dio, e robusto pas o campo, no que foi
educido : quem o pulen ler, dirija-se ao lar-
lendorir: na ra Augusta, defroute do n 17. goda Assemblca, casan. 0, segundo andar.
do tambora para mesa do jantar de 1 ate 3
varas, e do 13 a 6/ cada u:ia, guardanapos
brancos para mesa, polo baratissir-.o preco
;o 25500, 2/800 e 3-j a dnzia, toalbas de li-
nho pura mos e rosto a 85 a dnzia, ditas de
linho lino com labyriutho o bioo de linho
as pontas a 5^ cada una, camisolas de la
bastante iiioorpadis proprias para a escrava-
tura por evitarom o fri e no penetrar f-
cilmente a chuva pelo barato preco de
I5OO, e outras militas fazendas baratas ; e
do-se amostras.
Nova anua de malabar
Vendc-se esta agua a melhor que tesia ap-
parecido para Ungir o cabello e suissas de
prelo : na livraria universal ra do Golleg'O
n. 20, d-so junto um impresso gratis cus'
nando a forma de applicar.
Vendo-so em casa de S. P. Jonhston &
C, ra da Senzala Nova o. 42, O segunde
sollins inglezes e silhiies, rologios de ouro
de patente inglez, candiolros e casticaes
bronzeados, arreios para carro, lonas uigle-
zas, lo de vela, grasa para errlos.
Vende-se um escravo crioulo com
'2.\ annos de idade, peifeita figura, e
muito sadio, proprio para qualquer ser-
vico : na ra do Rangel 11. -"-O.
j\a loja d;*s seis
portas em frente do Li-
vraineuto.
Cortes do la com listras de seda a 63, tem
lcovaJos e bastante largo, lazinhas de
gostos novos, fazenda fina a 00 rs. o cova-
do, sedas de quadros a I52OO o covado. cor-
tes do ditas com 18 1|2 covados a 203000,
I gollinhas finas bordadas a 13600, dilas a 1#,
chales prelos de merino.
Na loja
das seis portas
EM FRENTE DO LIVRAMENTU.
Fazendas baratas.
Pegas do la com 32 covados a 5/, para
vestidos, tem palmos de largura, ditas de
cassas francezas a 63, com 3.'! covados, cha-
les de morin com llores a 25, colletos de
lustrn a 500rs., ditos de merino preto bor-
dados a 18, lencos de retroz a 500 rs., aber-
tura para camisa a 400 rs., pecas do breta-
nha de rolo a 5*000 ; do-se amostras com
penbor.
Vendem-so quoijos de coalha do ser-
illo, de meia arroba cada um,arroba 14s50o,
e a libra a 500 rs. : na ra do Rangel, ar-
mazem 11. 62 da porta larga.
Superior fari-
nlia de mandioca
A bordo do hate N. S. da Penha, funda-
do confronte ao caes do llamos ; vende-se a
retalho e em po.ro.no : trata-se com Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Croz n 1,
ou na ruado Vigario, armazem 11. 22.
@#@@@@
3$ Lonas, brins e brinzes.
Cobree metal para forro com
pregos.
^ Oleo delinhaca.
5 Barrilha.
Vinlios (nos de Moselle e Joan-
Disberg espumoso, e de Bordeas
em (puntlas.
C. J. ASTLEY & C.
Ven.le-se um mulato porfeito oflicial
detorneiro, e sem achaque, de idade de 22
annos : a tratar na praca da ndependencla
n. 10, loja de calcado.
Vende-se um crioulinha de idadt> de
15 a 16 anoos, a qual faz muito bom laby-
rinthoecose chSo, o com principio de en-
gommado, prefere-se para o mato : na ra
Direita n. 42, ou n. 69.
- Vendem-se moinhos de roda de moer
caf grandes, proprios pira refinacSo : na
ra Nova, loja de ferragem do Maia n. 41.
Vendem-se facoas e garfos de cabos de
metal do principe du superior qualidade, de
mesa o sobro-mesa : na ra Nova, loja de
ferragem du Maia 11. 41.
_----- ,. .,., t vul
seguiram recobrar a saudo o forras, depois
de haver tentado intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mis afilelas no devem entregar-se a
desesperacjlo; fagam um competeute ensaio
doscllicazes cll'eilos desla assombrosa medi
cia, e prestes recupcraro o beneficio da
saude.
No se perca tempo c*B tomar este reme-
dio para qualquei das seguintes enfermida-
des :
Accidentesepileplicos Febresintermitiente
cortes de brim tranca-
do de puro linho de 13700 a 23400 ; corles
de collete de gorguro, padroos novos e
muito bonitos a 33000 ; pees de cambraia
liza con, 8 varas 43400. iCOOO e 43800 a
pee ; ditas lapadas com 10 Taras a 43500,
5/500 e 635OO a rfoc ; cortes do targolma,
fazenda de muito hora gosto para vestidos
desenhor, cor[i 12 covados, polo barato
preco de 3.3OOO ;icrtes de organ lis, fazenda
muito larga e Umita a 25600 ; alpaca com 6
palmus de largara, muito fina propria para
marras e capas de padre a 80o rols o cova-
do ; lanzlnbas de quadros gostos inteira-
mente novos proprios para vestidos de se-
nhora e meninos a 500 res o rovado ; lan-
zuihas de llores, fazenda mu linda e econ-
mica para vestidos do senhora a 360 res o
covado ; chales de la linos com barras ma-
lisados a 43500 ; ditos de merino e de chaly
de diversas coros e qualidades; lencos do
cassa, brancos e pintados a 120 reis ; ditos
mais finos a 160 reis ; ditos de cambraia de
linho a 500 res ; tapetes para sala a 3380.);
chitB franceza larga de ramagem para cuber-
a a -.' 0 reis o covado ; madapolo de todas
as qualidades ; algodozinhos, cassas, bre-
tanhas, b*lns trancados, brancos e de coros,
pannos fiaos prelos e de cores ; mussulina
branca e de cor a 320 rois o covado ; e ou-
tras muitas fazenJas, todas por baralissimo
proco, e de todas se daro amostras sob pe-
nhoros
Milho, arroz em casca, goinma do Aca-
racu', feijo mulatinho e cera do carnauba:
vende-so no armazem do ces do llamos de
Francisco de Paula l'igueira de Saboia.
73'.00
3*900
320
Relog1
H
Alporcas.
Ampolas.
Areias nial de).
Aslhma.
("olicas.
Cuuvulsoes.
Uebilidade ou
ouacSo.
Febreto da especie.
Cotta.
Ilemorrhoidas
{ilydropisia.
Ictericia,
jlndigestoes.
exte-|inflammacoes.
Irrogu la ri da dos da
Debilidadcoufalta dej menstruaco.
forcas para qual-*Lombrigas de toda
quercousa. especie.
Dysinteria. Mal de podra.
Uor de garganta. .Manchas iu cutis.
de barriga. Obstrucco deven tro
nos lins. ,1'sica ou consump-
Durezano.ventre. C'"1() pulmonar
Enfermidades no ven-tRelencSo deourina.
tro. ;Hheurnalismo.
E11fermidades.no figa-jSymptomas secun-
do. 1 darios.
Ditas venreas.
Fnxaqueca.
Ilerysipela.
Febres biliosas
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal).

K
i

Vendem-se estas pilulasno estabeleimen-
to geraldo Londres 0. 244. uStrand, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas do sua venda em
toda a America do Sul, llavaua e llespanha.
Vendem-se as boceliiihas a 800 rs. cada
una dolas conten una instruccoem por-
tuguez paraoxplicar o modo desse usar
deslas pillas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soura
pharmaceulico, na ra da Cruz 11. 22, em
Porua albuco.
Relogios
Vendem-se relogios do ouro, inglezes de
ptente : no armazem de Augusto c. de A-
breu. ra da Cadeia do Itecife 11. 36.
Vende-se superior lnha da
brancas o de cores, em uovellu, para costu-
ra : em casa deSoutall, Mellor & C, ra
do Torres n. 38:
1AC1IASPARA ENGENHO
Da fundicao de ierro deD- W. Bowman
na rua do Bium, passando o cliala-
riz, continua a ha ver um completosorti-
mentode taclias deerrofundidoe bati-
do, le."> a S palmos de bica, as quaesse
ecliamavenda por preco commodoecom
pi*omptidao,embarcam-se ou carregam-
se em carro sem despezas a ocoin piador
Potassa da Russia e cal
de Lisboa.
No bom conhecido e acreditado deposito
da rua da Cadeia do P.ecife n. 12, ha para
vender potassa da Russia e da do Rio de Ja-
neiro, nova e de superior qualidade, assim
como lambem cal virgem em pedra, tudo
por precos muito razoaveis.
Escravos .
Vendem-se 3 molequee 1 negrinha, boni-
tas figuras, chegados do Cear no vapor Pa-
ran : os pretendemos podem dirigir-se ao
escriptorio de Rraga & Antuncs, rua da Ma-
dre de Dos n. 3, que ah acharSo com
quem tratar.
jPechincha a
200 rs.
Ma rua do Queimado, loja de 4 portas n.
37, vendem-se lasinhas para vestidos, de
duas larguras, a 200 rs. o covado: quem
quizer a --.ochincha venlia logo antes que se
acabe.
Vende-se um novo cahrinlet de 4 rodas,
com 2 asenlos, patente inglez : a tratar lia
rua da Cruz do Recife 11. 13.
Vende-se urna urna para deposito de
ossos : na rua de Santo Amaro, loja de mar-
cineiro n. I.
cobertos e lescobertos, pequeos gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
' o senhora, de um dos melhores fabricantes
le Liverpool, viudos pelo ulti-ao paquete
inglez : em casa de Soutball Mello; Cv C.
rua 00 Tor'es n. 38.
CHPEOS A PETROPOLES
N loja da ru do Cmeimado n. 37, re-
cebeu-se ltimamente de l-'ranc um com-
pleto el variado sortimento do chapeos a pe-
tropolds para senhora, os quaes so veudem
conforme a eseolha, e por preco muito com-
modo.'
Potassa da Russia, cal de
Lisboa e algodao da
Baha.
Nana do Trapiche n. 11, armazem, von-
do-so OOtaSSJ da Russia, cal virgem de Lis-
boa, o algodo da Itohia para saceos.
: Aos senhores do engenho.
No armazem de Jos Duarle das Noves,
venden) se moits barricas da mais superior
larinhajfoutana, gallega e odance, a preco
razoaveL
Aviso.
!"o afi-azem de Adamson llowie & C, rua
do Trapiche 11. 42, vendem-se sellins para
homem e senhora, arreios pratiados para
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavi.'llo. etc.
Casemira preta setim,covado 1>700 ,1
Mussolinade cor e branca, covado
Chitas francezas de cor claras e es-
curas, covado 280 a 3G0
Cambraias organdys,novos padroes,
vara a MHf
Cassas francezas finas, padroos no-
vos, vara a 500
Ditas ditas, vara a 3-20
Mantas de Rlond, pretas e brancas 9
Manguitos e golinhas bordadas 9
Tiras e entremeios bordados a
Pulceiras de velludo, froeo e fita 9
Lencos de cambraia, linos, com la-
byriutho
Chales de merino com franja de laa
Ditos ditos do seda
Ditos ditos bordados a seda
Ditos ditos bordados >. velludo
Ditos de seda de peso
Cortes de casemira de cor finos
Colleles de dila e do seda bordados
Chapeos prelos francezes modernos
Gravatas de seda compridas com
annel
Palotots de alpaca preta e de cor,
forrados
Con tolas de alpac* preta e de cor
Haletols de brim pardo e brotanha
Hilos le lusto, ganga e oulras fa-
zendas
Ditos de alpaca preta
Passando o bocea da CongregacSo, do'ad
direito em seguimonto par;, o Livrament a
quarta loja do tros portas com rtulos bran-
cos n. 4u
L^a loja
HAS
Qw.tro portas
RUA DO QUEIMADO N. 37.
Passando o becco da
I90M
49800 i
6:0O0
63500!
lljOOO
CcOOO
9
7J000
:0O0
7
4'-O00
- Acha-so oceulta desde o dia I.* de
abril deste corrente anno a preta Cosma,
escrava do baixo assignado, de nacSocri-
oula, estatura baixa e cheia do corpo, bei^os
grosos e bom fallante, tem um dedo mni-
mo de urna mo cortado, e urna belide em
um dos olhos, ps seceos e foios, acara hita-
dos : quem souber dar noticias dola oo a
pegar, e a lovar a seu senhor abaixo assig-
nado, recobor 509000
Antonio ioxado Soares CuioiarSes
No dia 9 de setembro do correhte'auno
ugio do engenho S. Brai, o negro de nonie
Benedicto, de idade-de 30 annos pouco mais
ou menos, secco do corpo, altura regular,
bom preto, rosto comprido, com todos os
denles, marcas de chicote as costas e as
nadegas, pouca barba, be mui ladino, falla
fina, levou calca de riscado, camisa de ma-
dapolo, chaio novo de palha de arroz, fot
tristoo mesmo dia da rugida na povoacao
de Tigipi, de onde he natural: quera o pe-
gar leve-o ao rererido engenho S. I!rz fre-
guezia do Cabo a seu senhor Pedro Jos da
Cunha, morador no sitio Camarunh, que
ser generosao.enle recompensado.
8 1- ugio em abril do anuo pausado do
fij engenho Tracunhem, comarca de
Jg Coiauna, o escravo Joaquim Cimillo,
< de naeo Congo, do estatura regular,
gj barbado, bem feito, tem a falla arras-
^ lada e representa ter 50 annos de ida-
( do; foi escravo de Cuimares de Tim-
^ hauha, por morte de quera o Dr. Jos
$ Ignacio da Cunha Kabello arrema-
tou-o em hasta publica, trazondo as
j^ costas muitos signaes de acoutes, sup-
pe-so que elle est acoutado nos ar-
9500
3*800
Tasso IrmSos
Tem f ,r;i vender em stus nnni/ni- di
l'oiilt Ni>vi as auaintei familias de triga
olliiuaiueule de friesle
pr.irn da
anegadas
F
Fontana.
Primeira <[naii R & C.
Tambem tendo':comprailo os olljiuos currecameu
toi de 111c-liiu.iii I leeiu as eguinles marcas da<-uella
IgodSo i procedencia
Gallego.
Hnxall.
5)uiilo>.
Gre n-4 fio w.
De iieirivs lera bom
coalioeida
Odanee.
Colunibia.
Gabola.
/o-eneatli.
sorilnieiilii dai Barcas ja
j "i t: ii* assim como diversas mar
cas M de Philsdelphia, Nova llrleiim, Odio Balli-
more lano etlras como superOuas ; aoi pre^oi maii
commodoa do mercado.
Fariiilia do mandioca.
Vende-se farinha de mandioca, igual de
Mang, em saceos, a desembarcar hoje no
Forte do Mattos, armazem de Araujo, ou na
rua do Rrum n. 16, armazem de Sa Araujo.
Vende-se um carro de 4 rodas para boi:
quem quizer, dirija-se a rua do Hospicio,
em casa de Bibiano Jess ftandeira.
Cobre em dinheiro.
Vende-se effoctivamonlo dinheiro de
bre a 6 0|0 : na rua do Pilar n. III.
Agencia
da fundicao Low-Mo
rua da Sensata Ao\
n. 42.
Ueste ostabelecl ment con ti nn'aaha ver
um completo sortimento de moendas e
meias moendas paraengenho, machinas de
vapore la i xas de rerro batido a coado da
tooosostamanhosoara dito.
couipaiiliia
Pornambucana.
No armazem da mesma vendem-se toros
de mangue por commodo preco.
Salvas de casquinho o. pratoadas em tor-
nos de 3 e avulsas do melhor gosto vindo ao
mercado ; na rua Nova, loja de ferragem do
Maia n.41.
ongTejracao,
Neste bem conhocido e acreditado estabe-
lecimento encontrar o publico um comple-
to sortimento de fazendas Trancezas e ingle
zas, bem como sejam : ricos cortes de vesti-
dos de seda pretos com 3 babados a 80 e 90 -
ditos de seda branca com listras assetinadas
a 20?, ditos do barege a 79, sahidas de baile
a 859, enreites pira caboca de senhora a 9}
e 1(l#, manguitos de cambraia bordados a
2/300 e 43500, camisinhas de cambraia com
gollinhas e manguitos a 55000, ditos muito
superiores a 1/300, gollinhas bordadas a 19,
13600 o 4-500 cada urna, tiras bordadas a
800. 900 o. IjOOo a vnra, gaze de seda a 780
e 800 rs. o covado, sodas de quadrinhos miu-
dinhos, fazenda muito superior, a 19500 o
covado, l'olar de soda a 600 rs. o covado, la
eseda lavrada, gosto intoiramente novo, a
1,-?000 o covado, musselinas oscuras a 0O rs.
o covado, casomiras miulinbas proprias pa-
ra cale, collete e paletot a 19500 o covado,
fuslo miudinho a 400 rs o covado, chitas
francezas a 260, 280, "100 e 320 o covado, or-
gan lys de cor a 900 rs. a vara, ditos supe-
riores a 19200, Canela branca a 480 o cova-
do, dita de cores propria para coeiro de
enancas a 900 rs. o covado, chales de soda .
11 e I65, bengalas linas a 4*?, ditas a 2 e 3,
paletots de fusto de cor a 53, ditos de brici
branco de linho a 69, ditos de alpaca preta a
83, ditos de panno fino preto a 20,22, 2 e
253., ditos de casemira decoros al8e29,
ditos do gorguro de seda a 259. calcas de
casemiras francezas a 93, colletos de gorgu-
ro de seda a 79, chapeos francezes a 7 e 8.3,
ditos muito superiores o melhor que tem
viudo ao mercado a 99, ditos de feltro finos
a 5900 e C9, ditos pelle de lebre a 69500,
ditos do Chile sem sor enformadosa 10a, di-
tos enformados a IJ9, cortes de casemira de
cores a 69 e 63500, ditos muito superiores a
93500, damasco de la do duas larguras pro-
prio para colxas a 29500 o covado, saceos
de tapeta proprios para viagera a 5 e 69, vel-
ludo prelo muito superior a 6 e 89 o covado,
camisas francezas peitos de linho a 43500
cada urna, ditas de algodo a 29, 29500 e 39,
ditas de cores pellos de fusto a 29500, cha-
peos amazonas para montara de senhora a
129, chapeos de sol de seda para homem a
63500 e 113, ditos para senhora a 5 e 69, cor-
les de colleles de velludo a 8 e 09, ditos
muito superiores a 129, caset.iras de cores
a 29200 o covado, ditas entestadas a 23000,
3/500 e 49 o covado, tapete aveludado o co-
vado 39500, tapates a 8 e 119, bombazina de
cores propria para capinhas de senhora e
roupinha de criancas a 19500 o covado, gros-
denaple preto a 1;600, 19800, 2g e 29600 o
covado, dilos decores a I36OO, seda branca
lavrada a 29500 o covado, ditas pretas lavri-
das a 29U0 e 5*9600 o cavado, casemira preta
de I96OO at 39500 o covado, pao lino preto
de 39500 at 119 o covado, ceroolas de linho
c0_ a 29500, chales de merino lisos pretos a 4,
dilos de merino bordados a velludo a 80
129, ditos bordados em duas pontas a 109,
ditos de cbaly bordados a 99, cortes de cassa
de cores lixas a 29, cambraia lisa grossa para
forro a 29400 a peca, guardanapos a 39 a du-
zia, meias cruas para homem a 23200 a du-
zia, e muilas oulras fazendas que no he
possivel aqui se mencionar, pelas muitas
qualidades que tem neste estabolecimento,
e entSo com a vista dos freguezos se mos-
trara.
Maiiteiga ingioza.
A filo rs. a libra.
CoiilinOa-se a vender m.inlcig ingltz.i a 640 rs.
a libra, aisnn como lem iiiniin lina para v.irlon pre-
cos : uo paleo du Carmo, esquina da rua de Ilorlaa
D. 2.
Relogios.
Vende-se em casa de Saunders Brothers
& C, praca do Corpo Santo, relogios do afa-
mado fabricante Roskoll. por precos commo-
dos e tambem traDcellins e cadeias para os
mesmos de excellente gosto.
Vende-se um molequo de idade Han-
nos, oplimo para um uagem : na rua Uireila
n. 3.
S* redores de 'Timbauba ; quem o ap- M
m prehender leve-o a seu senhor no so- C*
&S bredito engenho ou ao coronel Joo ttf
& Joaquim da Cunha Reg Barros, na jgj
$ Passagem da Magdaleua, que ser H
^ bem recompensado. ,;
**- m mm&&
I'ugio do engenho das Maltas, comarca
do Cabo, no dia 13 negro por nnme Vicente, idade 20 annos,
pouco mais ou menos, meio vermelho, foi
cavpiaa das Cinco Pomas, e foi escravo de
Teodoria Francisca de Barros, moradora na
Embiribeira roga-se aos capites de campo
ou pessoa que o aprehender, de o levar a
este engenno, ou entregar na rua Nova, ta-
berna do Sr. Antonio Ferreira Lima, que se-
ro generosamente recompensados
.No dia 12 Jo corrente fugio una escra-
va cabra de nome Brgida, que representa
ter 40 a 50 annos pouco mais ou menos, alta,
secca e espadauda, bastante desdentada, ca-
bello pegado como de negro, mas no muito
torcido, gosta de beber e quando bebe fica
muito rogrisla, costuroa andar de chales e
vestido.conduzio urna caixa com roupa ; des-
conria-se que ella tonha.seguido por Ierras do
engenho Camaragibe, ondo tem amisades e
parentes, ou lalvez lenha tomado algum ou-
tro caminho : roga-se a quem dola souber o
especial favor de prende-la e conduzir a sua
sanhora no caos do Raaos, sobrado da es-
quina, que ser pago generosamente.
100 $000.
Continu'a a estar oceulto dosde o dia 28
de marco do corrente auno o escravo Mo-
Cmbique, de nome Cesar, de 48 annos de
idade, pouco mais ou menos, he bom car-
reiro, razoporque esta oceulto, eternos
signaes seguintes : um pouco baixo, bastan-
tanle secco do corpo, pernas e bracos finos,
ps peque.ios e um pouco mettidos para
dentro, tero urna serrilha no nariz (signtl de
sua trra) cor orla, olhos pequeos e vivos
costuma a embriagar-se, j foi encontrado
em Santo Anto com o nome mudado para
Braz Vicente ; foi escravo dos herdeiros do
fallecido Caetano Bezerra Concalvos da Cu-
nha ; protosta-se contra quem o tver oc-
eulto : quem delle der notici certa ou le-
va-lo a rua Augusta n. 19, casa terrea junto
a um muro novo, ou a rua do Trapiche n.
8, recebera a quantia de 1008000.
Fugio do enyenho Limeira, freguezia
de Una, um escravo de nome Pedro, crioulo,
de 16 annos de Idade, pouco maisou menos,
baixo, cheio do corpo, ps torcidos para Tora,
natural do serto, e muito regrista ; quem
o apprebender, leve-o nesta prac na rua
Augusta, a Joaquim Jos Ramos, ou no re-
ferido engenho do seu senhor Francisco Mar-
ques da Fonseca, que ser generosamente
recompensado.
Al i de agosto do corrente *f
anuo fnfjiam os seguintes es- yi
cravos: Daraio, crioulo, de25J^
anuos de idade pouco mais ou menos, al-
tura regular, cor fula, beicos grossos e
muios arrebitados, tem urna cicatriz na
testa proveniente de um couce de ani-
mal, pernas linas e alguma cousa arqueia-
das para tora, esmalmado e espadaudo ;
Jacintlio, crioulo, de 28 annos de idade
pouco n-.ais ou menos, altura regular, cr
preta, beicos grossos e faz certo geito na
bocea quando talla, tem urna cicntriz cm
urna das faces, toca viola, peinas finas e
bebe fumo, o primeiro foi comprado ao
Sr. Joo Francisco Barbosa da Silva Cu-
mar lilho do Sr. major Antonio (lomes
da Silva Curaaru, eo segundo diz que foi
da familia do Sr. Joo Novaes, de Pagei
de Flores da fazenda do Citio e compra-
do na praca de Pernambuco : quem os
aprehender conduza-us ao engenho Sete
Ranchos freguezia de N. S. da Escada ou
em Pernambuco ao lllm. Sr. Manoel Al-
ves Ferreira, que sera' generosamente
recompensado. Ambos os esciavos sao
esmalmndos e de corpo regular.
-- Desappareceu na noite de 21 de ibrJ
do corrente anno o escravo de neme Floren-
tino, com os signaes seguintes: estatura al-
ta, cor mulata, sem barba, espaduas largas,
ps grandes, rosto comprido, olhos casta-
nhos, cabellos pegados, falla grossa, muito
regrista, tom falta deSdentesna frente, em
un dos lados do queixo tem urna listla,
levou chapeo de couro e camisa de riscadi-
nho : quera o pegar leve-o a fundicSo da Au-
rora em Santo Amaro, que ser generosa-
mente recompensado.
W*
PERN.: TYP. DE M. F. DE FARU.-.1858.


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