Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07062


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Full Text
ANNO XXXIV N. 210.
Por 5 mezet adiantadoi 4$000.
Por 3 mezet vencido! 5*;0OO.
TERCA FEIIU 14 DE SETEMBRO DE 1858.
Por anno adiantado 15j|H)00.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARREGADOS DA SUBSCRIPTO D NORTE.
Parahiba, 8r. Joae Bodolpho Sumil; Nilal, Senhor in-
laoiu Marques da Silva ; Aracar, 8t. A. da Lam Brasa;
' r, Sr. J. Jos da Ohteira ; Maraohao, o 8r. Jote Teueira
i* Malla ; Piauhv, a Sr. Jos Joaquim Atellino : Para o Sr.
Jumoo J. Jimm ; Aroasunai, Ir. Jarenjmu da Cuta.
PAR II DA DOSCOBREOS.

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s.i .i \ .
r.i, I .... I I |
Car* l| i,.. ., i.. .
'"'' .|i|iiil...-l. ira
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. I ll. i la .114.
i. I lili... |
I Mi II

i lerca-felra.
,,Aaa-l'i
i-...........-
AUDIENCIAS DOS TRIDUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio : aeiundat quiniaa.
Kelacao .' teres! fer.n a labuado.
FtMDdl : quarlaa aabbadua ai 10 borai.
Juio co eommercio : legunda ai 10 horai a iiulr.Ua mai da.
Biso de orphaoa: segndate quiniaa ai 10 buraa.
.'hineira aara do cival ; segunda a aanaa ao iriaio da.
".tund tara da evl : qaanai a iibbadoi a* maio da.
EPHEHERIDES DO ME/ DE SETEMBRO.
7 La Hura aa 11 horas e 55 minuloa da manhaa.
15 CJuarto crecceole aa 3 limas a 47 mioulut da manhaa.
La chai* a 1 hora da tarde,
-i guari mtoguama as 11 horas 3t minutna da nianlija.
PREAMAK DE tlOJE.
1 run-.ra ai 10 horas e 54 miuulo da manhaa.
Runda as II horas e 18 minuto da lardo.
MAS DA SEMANA.
13 Segunda. S. Ama \. : Ss. Leoncio eSilvino b. S.Guido.
1 i Terca. Exall ,,. io da Sanl i Cruz, s. Cornelio p. m.
i., (.luaru. Tmporas jejum S. Nieomedes m.; S. Mililino m.
16 Quima. S. Kufero v. na.; S. Angelo m.; S. Edkla.
17 Seila. S. rem| ra jejum. A chaga de Sao Francisco.
18 Sabbado. S. Temporal jejum S. Euiiorgiu li ; S. Sophia.
m Domingo. As d.....da SS. Virgem mal de D na.
ENCARREG iDOS DA SUBSCRIPCAU JO SI I-
Alagoaa, o$i. Qaudtao Faieao Diael Baha, a *r. O. Uuurad
Kio detaaaire, u Si. Jote Caraira Mariina.
EM PEKNAMBGCO.
O r'rupriatariod DIAIUm Manual Fii.uei'ua di Kan, na la
livraria, praca da lui.,.1i.Jr.:cia na. a 8.
ABTI aFIIGlAL
RELATORIO
presentado a' astemblea geral legislati-
va na segunda sesxao da dcima legis-
latura, pelo ministro e secretario de es-
tado dos negocios da Marrana, .lose An-
tonio Saraiva.
A -iguslose dignissimoi seiihores repreieutanle da
liar. ni.
A dministrario cenlr.ii.
A lei o. 874, de l< da guila de 1856, nao fui an-
da ixerul.. lo.
A iiecssidade|que*liiiha de ntairar-me dos virios
1 i iiusaa actual urgaaisardo superior da mariuha,
p.ir.i estojar e conhacer hein o modo niais couve-
tueitle, a pralico de desenvolver e fortificar a lefia
do miuislerio a meu aargo, por maio da reforma da
-'.'el iru a qaartel general, que deve harmonisar-
se cora a do constitu naval, justifica-me perfeila-
" iia. por haver demorado a realisarjo do pensa-
iiieuto, einiieuleiiiento til, da creacao do um eanlro
permanente e lumiuoso de Irudirjoe imporlaoles,
que encele, n.io direi aioda, o entinto e a sulurio daa
grande qaesloes que se preadem ao deseo olvi-
iii- nlo de musa fiiariulia da goerra, porein, a diaari-
miuarao e regulara-jfto dea mulliplicados e variados
-'|vh;o navaas, base do una aJininisIracao provai-
loaa a eeonomica.
Carpo do- ofliciaos da armada.
Sua Maijestude o Imperador liouve por bein con-I
aiderar os serviros do, ollioiaes da armada por urna
promov,i garal, que leve lugar no eu felu a ul-
timo aiiniveriano.
i'.'ovjrno imperial aempre manilesloo ao corpo j
l'iinlativo o seu sincero drs-jo de estanler mari-
nha da guaira o baneficiu das promor;oaa annoai, de
que goaa o eiercilo : e pon, deu o primeiro pasao '
uesse caminho, com a -e. ui un; i de que allendia a ;
urna das mait justas Mpira{5ai da brioe* corpurujilo i
da armada.
Ero mullos dos relalorios do ministerio a meu
cargo se tam escriplo um protesto contra a defectiva
lenisiaroo, que rege as promociia.
Essa reclamarlo eneri(iea, e que assinala |uin vi-
ciu grave no mi lo da ramunerar os aervifos, e apro-
vailar o mrrecimento dos oilin.n- de marinlia, i-i.i
aaudo meditada palo corpo legislativo em om projec-
lo, que pende do tame e tUn-.i > do sellado.
Seiu entrar nos delslliss desse projeclo, qua ma
parece um trabadlo de minio uiereciiuenlo, nao po-
de > goveruo imperial absler-ie do mala urna v<<
maulle,(ir o deaep rleme, qua lem de o ver con-
vertido ero lai.
lia seguramente dilli.-il don I r qual dos dous priu-
eipios auii^unlade e escolhaJeva predomioar m
urna lei de pn.iiiurlo.
II primeiro he aainpre defendido com o maravi-
llioso successo obldo a sua s.nui a pela prnneira.
N irao miriluna do muulo.
A esfolli i. que h a uaranlia do mereeimenlo
dos lerviroi. lem por si ludo, e contra i somante os
abusos o erroj dos govarnoi.
O iTojaoio da promovi, a' que alludo, ni r\
clue 3 nenhuia dos dous principios : da' porm
esculla urna parle larga e importante.
Esse alvilre ma parace o m.iis rsoave!, e o nico
lalvaz adoplavel em um pai/. como o uosno, oude,
lie misler confassar, nao lia dacidida predilecto pala
vida de mar.
N,lo podemos jamis possoir urna mirnilu de
guerra forte, e digna deise mime, sem ofliciaes, que
leuliam lado* os habilos da vida de marinlieiro.
Elia vida mo se improvisa, e lie o resultado dos
oais longos e penosos embarques.
I na lei de promices, puie, que anime, e estimu-
le o de*ejo da servir no mar : que mate e auiquile
niesm i as siiiciUcas de empreus de Ierra, am
qoanlo o ollicial de inarinba nao liver altingido urna
patente superior, ha a meu ver, um dos maiorea be-
neficios, que o corpo le-i-lainu pode fa/er ao futu-
ro grandioso di: orna inarinba de guarra.
Taiiho, ha metes, negado licanras a lodos o ofli-
ciaes, que se leem queri lo eni[iregar lias eoiiipanliijs
da vapores marrantas. > una boa lei de promores
nullilicasee o lempo da serviro panado em vapores
das coinpanhias aubveociuiia I .s, o Bfl pafl outro lado
essas eompanlna-ni iiilive--ein abordo de seus na-
vio! urna tal, ou qual diaeiplioa, dio veria incunve-
iiitnia na conre-sao de laas lieenfaa, durante um pe-
riodo certo, terimuado o jual, vullasse o ollicial para
a armada.
Es>a tendencia pronunciada da noasos olllriaes da
marlulia, para o euiprego em vapores do commar-
cio. revela bam a deficiencia daa v -nlugeiu pecu-
ni.iiias, que aucoulraiu un lervieo dos navios de
guerra.
O govarno imperial deie,a ar.lei.leuu-nla, qua oa
recursos do astado permitan! ao corpo legislativo om
lame seri i negrea do que s^ po 'na duer com o
Om de melhor.ir a sorle de nina daa corporar^as, que
m irires serviros tem prestado ord.Mii e i, inslilui-
s;'s do paiz.
i'enho a -aii-farlo da commouicar-vos que os nos-
sos olliciaes da mantilla team continuado a mostrar
no Iti i da l'i 11a,un le esta sempre urna grande parte
de uossas forras uavaet, a manir disc'plioa, e una
conducta digna a todos os re>peitos, o que mullo
honra o ili-.ni.rio commandaiile da divisad.
dino chafe do quarlal-general procura com o
maior zelo lurnar a corpora^ao, a' que perleuce, me-
recedora da especial consideradlo dos pu Ierra do
Estado.
FOLHETU.
LEMBRA\C\S DE II VIAJANTE
0 JASMIllrFILHINA;*)
POP.
Eduardo Laboulaye.
VIII
Os dias, que seguiram-se, taran lio Iristea, como
a. os diaa de invern. Peppino, semelhme a urna ave
eipanladas qoe vai quebrar as azas noa ngulos do
lelo, fogia para lodns oa cantos, alim de escapar a1
liu,;u i infleiivel de Magdalena. Sandra n.i i loll'ria
muios, anda que n9o daiaase sua mi um id ios-
lanle. Sa paliando por jonto de Peppino, ergua o
olhoa, Magdalena I lie etprobava seu amor e sua im-
prudenea i a* sbaiiava a cabera, eeiisiirava-lba aua
compau.lo. De.le modo, separado de sua amante,
embora vivendo junio delta, o iofeliz sii oncoutrava
aoeego no jardim, e ara all qua soltando magua los
toepiro* a revulvando a Ierra com desespero, prucu-
tava alguin repouso e allivio.
Eu o va all quasi sempre, e ron versa va cordial-
menta coro alie, emquanlo o coiiego visilava seui
pobrei. O aceaso me hara felo seu coufilaiita ; era
> isto bstanla para que elle me procurasse. A moci-
dale isin necesanlade da es.paalir.se, qaando ama,
e Peppino pedia-me sempre um uovo couaelho para
S o projeclos aem fim. que revolva na mana, picar
em caa do conego lian era convenanle, nem poui-
vel ; o damais era sullicieuie urna palavra da Mag-
dalena para que o deitassem dalli para tora. Perma-
necer no logar ; era cousa am que no se devia pen-
sar oais ; Cesar era primo de to las aa pessoasda ci-
dade.e ninguem ousaria otTender um homem 1,1o ne-
caaaario a lao temido, rom < era o farreiru. Mas par-
tir era para Peppino o despegar-se de lodo quanlo
Binan. Sua vida eilava ims inos da Filluna. N2o
sabia pom <|u-resolor.u) dara lomar. I'inai vezei
quaria paisar-aa para a Algeria, afim de alialar-se
na legilo eslraugeira, e sobictudo para se fazar ma-
lar, como se a morte deveisa reslnuir-lhe iua que-
rida Sandra ; as roais das vezei, porm, menos am-
bicioso, quena ir a' llurenra servir como creado ;
outtai vezei fioalmeule penaava am roltai para a
ua larra, onde talvez oSo o livesiern eiqoei'.ido ;
mas de qualquer modo qoe sa ratolvesse, era-lhe
-. preciso orna fortuna prompta, porque raceiava os
manejos da Magdaleua e uio poda viver looge de
Sandra.
Ah senlnir, ma dijtia elle moitas vezas, qoan-
lo lolTre quem ama '. N,i-n urna vaz t a morro
em vezas. Quando vaju aqualles helios olhoa, que
tilo loda a minlia aip-ranra. meo coradlo se desfaz,
como o sal n'agua ; quando nSo a vejo,as lagrimas me
aera da alma, (loedevo fazer '.' meu Deui! qoa da-
vo fazer
, E vollava-se para urna janella, onde havia algans
jarroi rom maogericao e eraveros.
He all, dizia-me elle, qua a vajo s todas as
niaiihaas. Quando ella appareee, lodo >e enche de
luz, a anda se v om clarSo, dtpnis que ella se tem
relindo. Sou bein infeliz por ve-la s desle modo ;
mas quaodo eu mo poder re-la da ncuhama sorta,
(') Vito cDiaria H. -iOti.
Corpo de saude.
Ecculei a aulonsarao, que o ari. j da lai n, 863,
de :U) de julho do 1Sj4j leu ao govarno, para reor-
gamsar o corpo da sauda.
Nataa reorganiaa(3o lave se em vista, principal-
maule, habituar o ministerio da inirinlia com maior
numero de cirurgies, para os navios oa armada, e
crear eslimuloa fortes, a palos quaes o corpa de
saude nblivesse pesioas do mereciiueiilo, e eonsar-
vasse os seus malhoresollirlaes, nao sirvilo im-
plesmeule de tirocinio aus joveus, que se dedicnu a
proSno medica.
Confeuo, que, aa o gorern i fe/, o que po lia e de-
via fazar, uAo le/ quanlo deiejava, a quanlo jalgo
necessano para, crear urna carreira o fundar un eor-
po de saude, que mu- larde, e, quando o imperio
liver tfe desanvolver seus recursos, poaaa lallfater .
cornplelaiiianie sua inissflo.
As vaulageus qv.a lile deu o governu impasria -I i
as de qoe goza o curpo de sauda lo xereilo. Ellas
nao poderao talvez anda prender a marmita da
guerra os muros de talento e de futuro, porque a '
vida do mar, para o homem de esludo e de ttesela,
ha Orna vida pinosa, que su a ambllo de glor a, ou ,
de urna posicAo vanlajoaa, pode fazer supporlai-.
Entretanto, o overiio imperial iiAu poda faser
roaia do que fez a essa clasae, qnaudo os olllriaei
cumbatrnle ie queivaiu da euguida.le da aeus i
vencimenlus, em ralarao as necessidades e impor-
(aneia de aeu servido esprrisl.
O mappaCro mostrara o estado do quadro do
corpo de saude aelnalmenle.
(Illiciaes de fazenda.
Esta' i .i ni I, i n i ejecutada a autonsa^o, que foi
concedida ao goveruo imperial pelo arl. i da lei D, j
H. de I de julho de ls", para a reorgausao.io do i
corpo da fazenda da armada.
Depois que se comerou a dar especial allencao ao
modo da di.lnbuir e alar o material dasiinado aos i
usos oavass, ara nnpossivel. sem grave esqiiecimeuto I
dos iutarasses publteos, dailar de reorgautsar-sa u i
corpo da fazenda.
Essa orgaoiaaeSa nao era, lauto regular a manen a
da raceber, guardar, escriplurar, e dar s>hida ao ma-
terial embarcado a cargo dos commtssario-, provi-
deuctando tudu de moda que cessa-seiu o, desperdi-
cios a os abusos ; como inelhoiar o pessoal do corpo,
iiiirre-s.in I i-o por sua posiro, assim como por suas
qualidades pessoais, na liscalisacao e eronomia dos
geueros e diniieirus perleuceutes a' fazeuda pu-
blica.
Aiitigamenla nao desejava aer commissario, sau.'io
o individuo que a ludo se sujaitava. para satiatazer.
seos inleressas, ou o homem de bein. que u.lo po-
da contar com outro mein de vida mus digno a lu-
crativo.
E mu., n.io era de eslranhar que com eicep(ao
someute dos poneos commissarios de numero, que
linham urna lai ou qual posiflo, e que er.im apro-
veila.los nos arsenaas, e eslabalecimenio ilanticos, os
olliciaes de la/en,la fossem freqoeuleuienle subsinui-
dos, a as mais dai vezti despa mos, por seus alcan-
ces, ou por sua ma' conducta habitual.
A miseria ara o premio dos bous, a o estimulo,
seuilo a jaflificac-lo do procedimeulo dos in s.
O novo regulamanlo, pola Iratou dedestrar prin-
rjpalmeute o vicio original e orgnico do curpo de
fazenda, alargando o respsclivu quadro, e daudo a*
seus empregiilns urna posirao. que Ibes per,mil i coo-
servar a bordo, a a par dos olliciaaa coinbateiiles, urna
certa iude,ien tencia uacessaria ao boin e\ercieio da
suai fuuc^es, e aleta dicto meios de subsistencia,
cora os iij.i. possam estar acobarlu das pritutirai
necessidades da vida.
Seje somenle a reforma considerada dabaixo desse
ponto de vista, a julgada meam sobre a presao da
despeza qoe rreou, e anula assim ella parecer' -o-
l.' ni inrir.i uiil a lodos os que .poderem avahar o
que era, o qua ja he, e o que poda ser o corpo de fa-
zen la.
As iiilorm-, ,irs qoe deeidiram o goveruo imperial
na deleruiiiiaivlu do numero dos ofliciaea, o lavarain
a dar ao reapeclivu quadru pouca largueza. Julgo,
porein, poder remedur-se ese mal com o proposi-
to em que esta' o goveruo, de substituir os ufli-
ciaes Je fazenda us araenues e campanillas de meno-
res por amoragados, qua oto perleucam ao respecti-
vo quadro.
Otliriaes do culto.
I.vi.lem anualmente HI eapeliej, dos quaes l
oro perleuce ao quadro, seudo os deioaia cvlrauuuie-
r.irius.
Esse numero indica a falta quasi alnolola do ele-
mento raligio. o ,-iu m.ssa mar i n h i da guerra. Noi-
sas guriii,;rea nao enconlraiD na hora suprema o sa-
cerdote, de que lena neceaaidade, e que po lena ser
uui auiihar poderoso da disciplina, se eomprehen-
desse seu grande desliuo, e (|uaula inllueucia ezsrce
no aspiilo do inartiiiuiro, sempre inclinado a Ir, a
palavra viva e sincera do mililitro de Dos.
A aulomar i com que habilila.les o govarno pa-
ra a reorgaiusar-lo do corpo ecclesiaalico aspiren com
a lai j ti i, u i em que se arhava.
Olliciaes de nutica.
No anno passado di/ia meu antecessor; uEsla clas-
se de olliciaes, salvo una ou ouira axeepedo, pouco
prumelle ao servido da mantilla de guarra : be po-
rein um elemento que uo deve ser eliminado J.n
guarnicoes.il
Pens da tuestas forma.
iNo da em que sa po 1er conseguir o preetichimi-ii-
lo das ragas de segn lo tenenle por guardaa tnan-
nhss, deve cessar complelameule a nacesudade da
classe de Pilotos, como aunlur da dos ulliciaei da
armada.
Desse da em liante, anda poda ella ser cunseraa-
da, parque o eslad deve ler sempre em seus navios
que sera' de mi ni '.' Ah leuhor, se sois entendido,
como he meu amo, dizel-me, qoe faz quem ama,
se nao \e o objeclu amado ? Purventura n.io tleve
morrer '.'
Empreguei entilo loda a miiiha rhelorica italiana
para dar a l'epptuo cousellios de sabadona, em que
au raesmo pouco cria. O pobre rapar, apelado n.i
pa', oovia-me boque-aberlo sem ler oos tuaus dis-
curaos mais f do que eu mestno tn.lia ; mas fazia-
ll.e bem ouvir fallar de seu amor a de Sandra, e au
sempre o deisava meuus abatido do que quaudo che-
gava. Apodarava-se da estieranja ao seu menor vis-
lombre; aceila'va a veiilura mais impossivel. Aoi
viola anuos qoeremos amar e viver ; n.io compre-
llaudemas o abanJoiio nem a morte.
Peppiuo n.io 11iili-s chegado ao lira de suas prova-
<;es ; o que havia praviito, o qua receiava, mece-
deu logo. Inquieta e aborrecida de sua preaenea,
Magdalena contou tudo ao conego, o aomo inullier
aslula. Ihe fez o elogio do iuimigo, qua quera per-
der. Pinlou-lha vivamente os perigol, que Sandra
corra junto de um homem lao lento e tao auiavel
como reppino. O conago, depon da pumeira sor-
preza, fallou em caiamenlo.'
Sandra uao Ihe pareca de origem tilo uobre, que
irlo podesse esposar aquello a quem aun va. Magda-
lena oppoz a mocidade e a pobreza de Peppino.
Empregou primeramente a autnridade material,
depois chorou, e lantu fe/, que o meu velhn amieo
reconheceu a imprudancia, que havia cnmmeltido
receben,lo ein sua casa om uainorado. Magdalena
nao Ihe quera monos mal. Algutoas horas depois
Sandra, livre desla vez, vioha loda banhada em la-
grimas communicar a Peppino a lernvel aeeoa, qoe
aua mai Ihe havia contado. O golpe eslava dado.
Peppino liaba muilo orgulho para licar por mais
lampo uesla caa, como un covarde e um mendigo
(eram aalai ai palavras erueis de que Magdalena se
liaba nrvidu); oera soa amanle tem dizer pala-
vra. Siodia, aterrada com eite silencio, qoiz taze-lo
fallar ; mas ludo quanlo pode conseguir delle. fot
que a tornara a ver antes de lomar urna rtaolunlo.
O pobre rapaz correu para o jardim ; era hora
coalumada do ooiao encontr, a au era seu amigo.
Peppino n8o eslava em ai u orava a Daus, para que
Ihe liraiie sua vida miseravel. Nao o interrompi ;
deixava qoe la dr se acalmasse pelo abatimenlo a
pelas lagrimas, quando vi om eilrangeiro, que se
encaminhava gravemente para noa. Era om homem
de ilion mediana, magro, tez morena, eabellai cai-
taiihos. lina dome luna, nariz arqoado. olhos de
aguja, cabellos corladus e espesms bigodes, davam-
Ihe urna danai figuras, que nao se eiqoaceu jamis.
Ealava vestido a' camponeza ; mas com garbo. Tra-
lla, om chapeo de aba largaa, coleta encarnado de
bolfies doorados, urna grande grvala de seda, cal-
enes e vesta prelos, cinto escarale e gratulas polai-
nas de muro amarellu, das qoaea sahiain dua espo-
ras recurvadas. Aproiimoo-sa de mis balaurando-ie
sobra os quadni, cuino um cavalleiro ou um vende-
dor de cavallos, e poudu-se dianla da Peppiuo, cun
as peruas alunas e a man uas cadeiras, olhou lia-
niMite para elle sem fallar.
Ccns! tn Giaelolho etclamou Peppino ali-
ran,lo--a nos bracos do raesm-rhegado.
T acabas de dizar, primo, raspn leu-lhe o
descouheeidu com urna voz dura e o rosto impassi-
vel. Dai anuos mo fazem esqoecer om prenle,
leudo no, es-ida le 'le eomptMI por iqni algn, p.'-
Iros, nao quz pimi lio perlo do Filhioha sem tor-
nar a ver o meu Peppiuo.
Para onde vas '.' que fares 1 pergunton o man-
cebo elliiudo com admirarlo para o vesluartu do sen
de gue/ra urna pmir.'n oue offereca aos que se qui-.
zerem liainhlar para a .hrorfilu o gaverno di itnti-
tiha Hirrame ; e parqaa nao ha inconveiiieiile em
se aprovetltr am urna molerla carreira ludas as ap-
liiloes pralieaf, que nao pomm aspirar a' pusse de
aslodoi regulares.
Sb a nilluenria tletaas principio! tralei da exacit-
lar a aulorisacu ruin que habilillatei o govertio, pi-
ra melh irar asarle dos olliriaes de nutica. I lel-
iles o qoe coiivinha dar. As prov Uncas qua (lavaza
delaruiinar preciiameule a sua sorle, e a sua poai-
(3o ni mirinha da gira, devetn ser consignadas
na lei dt |irotuoi;es.
(lilinaes de Apilo.
Eiacolel aolonraco iiue liaba para melborara
sorle dos olliciaes ,|e apilo.
O ^ verno proeurou r illoca-lol em un i -ilii.:;i,,,
corre-pon lenle com a inip irlmcia dos servir,,- |ue
pie-iim. e regolou o aeraMo as classi*s aoperlorea
pela hirma que Ihe pereceo mais garanlidora de -bus
direilos, e mais em piopotrao aom a inslrucrao pos-
svcl ue-sa rlasie l.io pre.limoia, a lio til disci-
plina das guarnirnos,
Corpo de imperuei marinheiroa e eampanhiaa de
apreu li/es marinheiroa.
Ninguem que oalnda a situaran de uossa marinha
de guerra, den ir.,' de raeonheeer o serviro assgna-
la lo, que Ihe prallon ininisiro, a quem cabe a glo-
ria ,ia rrear ;,i ,i,, r rp, .la iinpariaaa mariohairer.
I) ealadu eflaelivo .less. eorpo aogmanlon com I 17
prarss, e as daaercss lobirain nimenla a s, -i be,
nieu is .pl do que no anuo aulerior ; farain cajitu-
radas ,raras.
Esia dimiiiuir,o nas detercOei deve ler a iua ori-
gem o.i pequeo melliorameiiin da eon4ie8o daa pra-
Sai do corpo. ano empa iho que lem mostrado o go-
veruo em dar baixa a quasi ludas qua lem cun,luta-
do seu lemp>, de serviro.
O mappa F mosira o estado deesa corpo ; e o
mappaIIu iia compaiihia da Mallo Groaso.
O mappa!ninsiia o e-tadu das corapanhias
de apreu,lizas manares da corle, Babia e Para'. Esse
estado he liaoogeiro.
O giiveruo ja' deu eieeorAo ao vonn pansamanlo,
crejudo nutras em l'amamboco, Sulla Calharina a
Malo UroMo, que cumecatu sb falizes auspicios,
pois a da uruueira provincia lem ja' l pravas, a da
eegunda 35.
Noia-se anda raoita repugnancia da parta dos
pai e tutores em auliegar leus lilbus e luala,los
para as coinpanhias de spreudizai.
O r.-rr o lamento de nieuore he um alvilre da poo-
coi resolladoi.
Aquella repugnancia, porm, ira' desapparecendo
com o lempo.
A orpliandada dasvalida, e o- fillios de pesseas in-
ilig-ules nao poderiam adoptar urna profisiao mais
honrosa, nem encontrar um amparo mais rodea,lo
da cuidados palernaes, do qoe em nosso eitabelaci-
iiienios de meuorea ni -inliriros.
Nlo obslanle, os juizes da orph.los nilo tem mos-
trado empeiihn na exerucio dai ordem que a seoe-
Ihanle respeilo Ibas teto sido Iraumttli las palu mi-
nisterio ,1 ju.llr i.
Preferem dar os orpliaus a' soldada, e emi riga-loi
na criadagem, a' remeile-los para os eslahelecimeu-
los de e.lur.irau m na luna creados pelo Esta 'o.
Tenciuno oblar una eilatulica doa minorss ni.li-
geule do imperio, e oulroi dados indispansaveis,
para avahar bem quaes as medidas qoe eonvira' de-
l'uuiivaineiite adoplar-ie, pata que as n.....o oompa-
ulnas de menores leuliam um progresso descante.
BaUlhao naval.
O mappa K mosira o eitado desse corpo, que teva
augmeiilo, e poHoe :I10 praca de prel.
o anno prozimo passado desertarara ii, e foram
eaptoradaa lo.
E-ie eorpo, qua inbatilaio o e*lineto balalhle de
arlilhana de marinha, fui raorgausado pelo le.relo
'le ^i da uovemhro de 1852 com H campanhias, da.
quaes duas de atiilharia, a (i de infanlaria, lula com
n meamaa diOieuldada que o outro no preeuchi-
niaulo de ieus qaadro*.
I'.iiilurariu de diversa ordem, e mu principal-
raenle a neeenilada eonilaola de gente para embar-
| ques, e a falla de uarios apropriados a enercicios de
; logo, lem impedido o itesenvolviraaulo da instruci;iu
pralica desse corpo e do da impiriaei mar ni unos.
Ardficas de embarque.
(I goveruo, usando ila ,uii r:- ir.l.i |"a Imba, re -
| gulou os veucimenlns a a posi;.lo dessa classe.
huir essas irlificaa ocrupam om logar imprtante
i os iriacliiuiBlas, cuj,,s direilos e obrigacoea furam de-
| larminadoi em um regulamento que lixuo anula as
| coudiras de sua admralo no serviro ua man ha de
I guerra.
Por muilo lempo senliremos a falla de pessoas
convenanle mi-,|. habilitadas para o metindroM Ira-
balliu das machinas de vapor a burdo dos navios, a he
tima necesiidade I creacao de una e-cola especia
em qoe aeja preprala esas elane da artistas, assim
romo a de couslruelores navaei.
No arsenal da coi le eiiaiem 01 aleinanlos assen-
Ciaai de laes escola-, a o goveruo Irala de o orga-
uisar e reduzir a um ensilla regular e pr-vveitoso.
Mais de um ministro tem sentido naeeeeidade de
dar urna ergaoiea(io nulilar aos arlifioes que Iraba-
Iham nos ar-en ir- e su deslioam anda aos lervtcoi
de bordo.
Os ensaios tantalios nSo lem produzi lo bous re-
sollados, em cousaquencia de falla de svslema, e
per-cversiira nessa pensameuto.
lie assim que se arhain quasi axtinctas, ou anlcs
nunra tiveran. orna eiialencia real as duas compa-
nhiaa de arlifir.es mil lares, creadas por decreto o.
">, de 26 de oolubro d-s 1840.
velho eamarada. Pelo qoe vejo, ten- sido feliz, ajun-
lou elle com um suspiiu.
Para onda v.ni J respundeu Ciaeinlho, vuu pa-
ra Maremma, como lei.iore. ( que faro '.' sou ear-
nieeiro, earroeiro, mioairo, terrapleiiad'or, ferrairo,
tillo o que quizares, e, eimtinuuu elle balendo lio
cinlii, uude lima dinliairo, (enho silo feliz, curau
dissesla. Mas l que lona felo '.'
Eu. disse l'eppini. sou aqu mais miseravel do
queem Sieniia ; nlo leiiho mais emptigo, uem ami-
gos, no,ii esperance.
No leus mais amigos' duse o r.t-niceiro sem
se mover, aqoi eslou au : oa amigos velhos afo os
inelliurea; nao leus inris emprego ? vem pan Ma-
remma ; ha logar ala para lo lo o mundo.
Para Maremma, lisse Peppino hesitando ; di-
zem que la eiisle a febre e a morle, e que quem pa-
ra all vai. mlii valla m iil.
Alguinas vezea, respon leu Ciaciiitho, deiiei
inaia de um nos arredoras de Groeiello ; mas nin-
guem naseeii para apadrecer no iiissmo lugar, como
um cogumelu. fazem sen anuas, qua vivo em Ms-
reuiuia lauliia felo all pola-sa. leuho lavrado; bam
ves poii qoe uem aempre alli se morra.
E pode um liomira fazer fortuua em Ma-
ramma '.'
Pode ; o Irabalho he ruda, mas o salario he
bam lie um i loleria arrs'a-se, mas tambera te-
mos bellas probabilidades. E deinais ninguem lica
lodo o anuo nos brejs ; quando appareee a febre,
cada um vi passar o vern em sua larra.
Irei comlgo, disse l'e,piuo. ledozido pela es-
perim;a de urna prompta fortuna ; eu te icguirei a
Maremma. (.loando partes V
Iliije a tarde. Maodal adiaote lodos o meas,
que devem esperar por mira ao p de Sao Donato ;
vuu apartar-la a mo, e nadi mais.
Hoja ti larde etclamou o apaizooado mance-
bo eiupallideceudo ; hoja a larde e olhou para un-
din um semblante perturbado.
Se ha por ventura alguma oousa, que te rote-
aba aqu, disse Giaeiolo sorrindo do um modo ea-
lr i ii lio. mo le iiicimm ,le. ; coiiluz-ine at a gra-
de, onde me espara meu cavallo, e adeos I
Nao, mo, parto ; vou diier dua paiavns ao
palrao a sigo-le. I.eva-uie, primo ; In lr,e dars o
animo, de que necaeaito, porque es furte, Giaciuto a
quando eo era menino, eras tu quera sempre me
uflentara.
E loman lo o braco do carniceiro dirigise para a
casa. Pata >ua agitadlo, palus teus gesloi desespera-
dos e sohreludo pelo mu lo, pirque Ihe mostrara a
jauallade Sandra, bem se via que Peppiuo Iba Cuu-
lava tudo.
\
Apean entraram oe doua amigof, o cnnego.com
sua hondada ordinaria, auiinm a l'eppino a fal-
lar, ouvio-o com alteucdo e a.iprovou a sua roso-
ltate.
lie urna eicellente ida, disse elle, ir a Ma-
reinina ; mas, meu lilho, corres mais de um porigo ;
he rerdede qoe alo vas por cobija, i.u querer ha
joslo ; espero qua Dos la ha fe proteger. Ouero
somenle que mo aala* de tllluia, como um fog ti-
ra ; vai preparar o "barrueiiiu ; quero acunipauharte
al Sin Oeoito. Alrasessaremos a cid.nle jootot),
liara iiiie lodoa saiham, que te ralirai comn um ho-
mem nnnradn, e rom a estima de lodei mu. tolos
os nnsso rolos, tudas as nussas sopplicas la acom-
nanlnro, e quanlo rollares em malo, paliaran am
Plhina enm a cabera erguida e intrara aqui como
iim amigo. M ma s casa sera' a tua, e espero que es-
ta (erra osera' sempre tambero.
Como eu cnlra-a uesie ruoruonlu, o aouigo locou
Korra naval.
O mappaEmoatra, qu leinoa preseDlcmiitle
anu los \1 navios nirlu oda i transporte!.
Na anuo pastad i atea cifra subi a i, o que es-
labeleee a aeguinla dikTaranca.
I'ara maisII ns vapore* Pedro II. a CarnacD .
Para meneeI m brigoe, una barca, ama eicuua,
nina eanhoneira, e dous irauporlet.
Esia dilleraura provem de le em silo eondemoa- ;
dos qiia-i io 11, i........avioa |,,e aeah i da roene.....ar
e que n.io deviain cop.lionar na serviro por seu pes-!
uni ealede.
Alera dessa forra lemos a flolilhl de Malo Groa-
ra, que consla de qualro can iniriras e algumas ca-I
n.ii-, e que foi augmentada eem doos v.i|iores.
Os 12 uavioi qoe etlio armado alo guarnecidos:
por .'t.ui pracj,-.
A guar,arlo los 16 do anuo anieriar elavou-se
apenas a 3,660.
Alean doi referidos n.ivius. exislein 1,1 aesaima.ioi,
de algons dos quaes podiriainos ditpl em qualquer
eveiilualiila.le.
Julguai coovenienle ordena os reparos de que
tiren-.i a Burela D. Francisca, que pode lio Ii tet
um encllenle navio de guerra.
A trgala aCoostitoicle leve apenas eer reparada
para servir de dtposilo e escola de m inuh -geni, pois
que s3o quasi unnimes as opitiies acerca da uico-
vemeuea do se despender coi n ella para cima de du-
aeote conloa de res, e>o qua he orra lo o fabneo le
que jirecisa, para recuperar suas qualidades uau-
lic -.
A iiecessitade que linhainos de navios apprupria-
de navegado do Rio da Prala, do Amazona e de
-eus .llloentes, resolveu o goveruo a mandar eoni-'
iruu na Eoropa lo eanhoelrat a vapor, qoe se acham
prompta, e devem estar em viagem mira o imperio.
ao digno rice almirante, Joaquina Marquei Lis- ,
( boa, aiicarreguu o ^iiveruu dessa larafa, que tul de-
empoobada saiisfaciunamenie.
i Era precito anda substituir por uovos navios os
que oram c ni em id.,*, eeram deslitialos aus nos- !
sos cruzeiros ; e bein asaun adquirir algutis vpnres,
] qoe fossem amoragado na navegado do Alto l'ara-
j guay arto Sao l.ourenro ; poia que era sumuiaiiien-
ta dispendiuso e iucouveiiieuta fazer setnalhaula aar-
i vico cora vazos da guaira de grande forja, e calado
| e&caasivo. Com essa raolivo o govarno imperial re-
solveu mandar fabricar 4 patachos, seudo om para
, trauspnrle. '2 vaporea da forja da cavallos e cala-
j do d .( a i palmos ; ecomprou anda ao bar.lo de
j Maua mata doui vapores nuros, quasi iguaes aos l-
timos qoe msuciouei.
Alera dasses navios foram comlraidut oulros para
diversos oiisteres.
Com esta material, qoa rennva e augmenta consi-
deravelinenle os nossos recursos uavais, podemos
achar-nus habilitados psra salisfazer com proveilo as
diversas necessidades que lesm de ser providas pelo
ministerio da manulin. Eiitrataniu, e apezar dai
grandes despezas, que loas, e tantas cuiisirucjes da-
vara ter originado, uao posso esquivar-ine ao derer
de vos declarar que precisamos de continuar a (azir
maiorea sacrificios era beneficio da nena mariuha da
guerra.
NSo he not pequeos navios, nos cruzeiros, na
uavegai.an dos rios, oo servlco da transportes, qua
te pode adiar a escola das guarnici.
Os gruidas navios, em os quaes polam ler logar
as dilliceis mauobras e etercicios regulares da fogo,
tao a verdadeira escola das lnpolajiJe9, a forja real
da urna inarinba de guerra.
S.lo elle*, que entreten] a de9euvolvam o espirito
militar, e a indiligencia dos ofliciaes, que tam da
defeuder em qualquer ev*ulualidade a huiira do pa-
rtidlo nacional. Sa> ellas anda os que podaui servir
para as grandes visgens, e para mostrar a no.su hati-
deira em remotos paites.
Cumpre, pots, que nao lias desrui lenms da acqui-
1(10 de laes navios. Nao posiairaos actualmente una
su fragala em estado de servir. As nas.as crvelas s.lo
oui pequeo numero, e nem indas podem durar por
iiiulu- anuos, e conltnuar armadas por longo lempo.
0 governu imperial convencido da verdade do
qua allego, orden -o, como vos nolicin ja o meu an-
tecessor a construerso de orna corveta, qu vai leu-
do om fabrico demurado, palas razues que era ouira
parte voi dare, e qu deve ser um pertailo navio da
vela auxiliado por urna hlice, movida por mactiiuai
e forja de 2U cavallos.
1 enho a salisfacao de coininunicar-vos, qoe a cor-
veta linpeiial Marinbairon ehegou de sua viagem
aos porio- do Mauilerraneo. e da Mancha, em os
quaes deram os nossos olliciaes a m ,imbuiros prora
emtanla, de aua disciplina, e de siu brioso curapor-
tamunhi, o que Ibes vale.i o mais cordial acolliimni-
lo. Este successo, qoe no. devu lltiltizof, honra
sobramaueira o disliucto ollicial, que commaodou o
rafundo uavio.
Viaaeus semelhantei concorrera muilo, para fi-
zer-nos conhecidos nos paites, em que o imperio be
jolgado-por inexacla inforoiajOet de ealrangelro.
pouco cotiheeedores ,1 no.sa nvtlisarau, e de nossos
recurso-.
O iirigoea ultaparica, e M i'.uih.i n eonduiiram
(amlieui os Aspirantes en vlagata de iotlrocjlo ale
Moulavidro a liba de Fernando.
Ol rnappis respuclivos inoatram, que uo anuo (iro-
viniu lindo se litaram .">2 alislanieulo, sendo de
vuluuiirios, e 537 de recrolas.
Neate periodo reiliaram-e 132 deserjes, e 90
baiai (ior motivos diversos, e foram capturados 64
deserto'es.
A differenja, poia, em favor das entradas para os
cornos de mantilla, foi da 2i i.
Por maia da urna ver se vos tem feito sentir as
a campanilla, e Mag laleoa e Sandra appareceram
logo. Fui ella quem aiiiiuuciou a partida de l'app,-
no, lonvan.lo sua re.,,Inri e sem fazer llodo a'.
causas da partida. Eu observava as doas inulberes.
I ni rain da alegra paatoo pelo roslo de Magdalena ;
mas. como se receiasse, que se podesse ler u seu Bao
peiisamenio, abanou a cabera e rallou-se. Sandia
olhou para Indos us. om depoh do oulro, como lia-
ra pejir-iios orna palavra, um soccorro ; depois eor-
rao para l'eppino, que alcanjava ja a porta a lugia
o seu olhjr amtajador :
\ as a' Maremiua '.' perguutou ella com umi
voz severa.
llevo ir, dissa elle, de-viaudo os olhos, .le-
vo ir.
Nao, n.io ira, gtou ella, loraando-o pelo bro-
to O puxaiido-o para o malo da sala. Nao quero
que me deixes. Nao partirs, ou eul.lo pitans so-
bre mira. Dize-me, poia, qu ticas ; se lie que me
amas I
Sandia I disse o couego eom um tora se-
vero.
A pobre insiinii deteve-se, como lu.se fulmi-
nada e deixoo cahiro braco de l'ippuiq, que desap-
pareceu.
Mulla filha, diice o conego aproiamando-se de
tua alilhad, a pegatido-lbe .iliecluosamenla nas
indos ; miuha filha, uo devenios impedi-lo, Pri-
meiro que tudo llave ibedecer a loa mil ; Dos he
quem o urdcoa. Se o Sanbor mamlar-te provaje,
resigua-te a agradece-lhe alom disso a tua bondade,
li.rqu eisat provajoes s3o menos duras para Ii, que
licas cotnnosco, do que para oulros. Talvez seja pa-
ra bem leu, qua l'appiuo nos deixe.; mas seja co-
mo lor, elle cumpra sea daver, e uio lopeiteuc
impedi-lo.
Emquauto n eonego fallava, Sandra Imba o corpo
todo tremolo ; via-se que ella lu/i.i um esforjo so-
brehumano para conlere.
Chora, mulla filha, disse Ib o conego tambera '
bastante eommovido, chora que sso le dar allivio. j
N.I a, nao, etclamou ella, endireilaudu-ie ; nao
lia lempo da chorar. Nao queris vos aooiiipanha-lo
alo San Donato, deivai-me ir tambara eomvosco '.'
Da mu boa voulade, minha afilhada, respon-
den o eicellaute homem, depoi de ter felo com a
raluri um sigual a Magdalena ; bem vs que teiiho
plena conlianja era leu valor e era la razao.
Magdalena saino e vollou alguna mumeulos depois,
Irazeudo uus alfurges, uus quaes liaba deiladu pao
carna, laranjas a azeilonas. Sin hom humor reap-
parecia, e riualmeuie talvez qoizeiso a l'eppiuu me-
uus mal do que peusava
Estando pr,implo o harroccio, ni quatro monla-
inot neaaa radie eqopagem, eorapoita d ama su
banqueta ius|ieiiliiia por liras da coOro entre duat'
grandea redua, que cobrem do poira os que liell i i
vio. O conego, que o diriga, me fez sentar ediante
junio delle ; Peppinti e San.Ir i, dando-no a cosas, I
t mi ii am os dous assuntos de itelraz. tiacnto nos
segua de longo, motilado em um civallo negro. Pelo
lenno e alisiiineiii dos dous amaiilas, e pelo ar !
saveio le l.iaciulo, dirsv-hia que eram Cendemni-
d is que um soldado ia escollan lo para a cadiia v-
zinba.
Poi a passo que Itravesiamea Filhia. A vista da
nussa equipageui alralua mais da um carilo, e o
mui-gi vio que Peppiuo reeebll os aleases ,| seos
imigos. Cadi um fa/.ia mu oh-ervares poblieamea- '
I, a como ns amores de Peppino nilo eram em ie-
gredo para ninguem, n.io poapavem a Magdalena.
embora Sandra Mlive-te presenta, lie coat ilngu- i
lar que em lodos oa pai/es se lombe do qoa te I
amara, e que liualraeuie te venda a dar-Ibes raido.
> tagalo man o ayilaaaa ingle delnmo dsnwe
puilo de visia, lu parque he mullo dillieil a urna
najlo martima, qoe eucila a sua r-rreira de glo-
dilliruldades, eora que luiarans, pira oble man- O reorolamento fot o anieo malo do que me larri, Del an eatodasj pralic. s, e a burdo tambera lodo o
nhagero. e qoe deu retultados. Moderei o eoa aflallo, qaan- daenvelvimBlo poasivol.
Cora a elevarlo geral e sempre cresceule dos sala- lo me foi poi-ivil, alien lalo a Indas as recia i ajes O aspirante lie abrigad las vezes par niez a ei-
rio, eipecialmaiilo da gente do mar, essas diOi-ul- jntllt, a mermo de eqaidad-. Ordene! que na Eoro- ercicios de app,relnu e manobra em navio sobre a
dadea crescem, a uupoe ao goveruo s necessidade de pa se eiigapisse inariuh.iguiii. e cotilo qua as calibo- vela.
musanles esforjos, para na.i vr ns navios degoar- neir.is venbain conveoiet.....nenie iripoladn por ma- nbarea apnealmeole, e faz umi ,iagem de Ir
ra sem guaruijOes, e ul carpus di/.ituada pilas bal- rinheiros eslrangejros, o que considera umi rinll- m i* em uavio a gueira.
tas. gem, musiuo para a m irinha mereinte meional, que No lim de seu curso, em Ierra, qoa he de Ires an-
Cotiiieceis perfeilamenle as causas de semelhanlu os recebe, logo que terminara ellaa seus eng |iman noi, e que polo lee menor, logo qoe sa organiia o
-'lu rj 10, qoe foram bam averiguad;.s por meu ilion- lo-, e ino por virlude desai landeiicia. Mal a uisri- eiisuio praparalono, elle tetn de estudar a bordo o
Ir anleres ir, que as quiz coiiibater cun n-'lcrelos uha de guerra, e qua convem enmbater com mais ultimo .mim, e adquirir em tongas riageoa lodos na
in. 1,465 e 1,466, de 2", de uulubro da IH. ellicacia, pa a topea > de qnaesquer uiadi las, que ha lulos do mar, e utua, educar,io ortica, forte, elli-
Eiilrelaulo esaas canil tobsiitem pela furra das vos parecerem priferivaii as qoe ligeirameule Uve a lai e muilo proveilosa.
rircuinslaiinas, que as rrearara, e sa leera turnado honra de recordar. A rafurmt, pola, dando desanvolv.meulo s raala-
perinaueules e uns gravi. A-a lamia de mantilla. ra do entino, nlo o tez absolutamente a cusa do
Os estimlo croado pelo referidos decretos, em Os meus Ilustrado anlccesiores nunca se enquece- lempo de embarque, qoe aogmenl u e regulansou.
livor iioa ali-tmenlos voloiilarios, iirnhuina ener- ram de ullererer a vou eoniiderajlo lodo a san
gia po Icr.lo ter. em preseuja das va llageos ofiereci- peoieroonlO acerca da melh ir maoeira ue preparar,
das pela in amiba mercante nacional e eslraugeira a a educar us olliciciaes da armada.
pequea popularlo m intima, de qu dispomui.e qoe Sua constante soltciliide pelo entino revelava a sua r|a, aprotimar-.e muilo de urna najlo puderosa que
nao guarda propurjilo com aa uecess dades, cada vez iniporlancia, a o itilerasse, que linlia o govurno iiu- Pde praaciudir da exigencia e ausiiii de mallos ei-
miiiires. de nuss cuminercio. peral de o melliorar coiiveiiieuiemeute. lulos Iheorieo, porque disjie de urna alia civiliij-
Appeller para o r.-rrul ninut- he o nico alvilre, O regulamento do I.' de maio crreme he o resol- {,9o, a ocha sempre para a soa marinha de guerra jo-
qoe ranla ao ministerio da marinha, para oblar goar- lado da aeus esforjos, a provad de que os a om- reo purfeiamenia edaeado por -ua araatoaeraeia.
tiiriius. Ciira esse meio pdeme, dillicilmeute bu panhei no desojo sincero, e hlo ardenle. que mosira- Ella forlific-u o eii.iu i, nn -i, p,,, meio das van-
v-rdade, supprir a deficiencia dai araras de prel. rain pela lefonna dos eiludus e da academit de mi- lagem, qu ollerareu a' apuduea m,is bein atercidas
Elle porm he demasiadamente inuficaz em re,ir.io rinha. im magisterio, como pela clasie de uppositore, que
a inaniihagem. Da i que o regularoeulo he o resollado de seos e- creou e mleressiu ei.cuciahneule uas lices e ua edu-
(1 rerrutamenlo nos navios da nona grande a pe- forros, urque, na laminosa eiponejlo de seus prin- cajo dos alumnos,
quina catiotageui desperla una mulliiihcidadu de cipios, acerca do assuuiplo, a lustas e enrgicas reclain.ijes, que se fundara na res por alies adquiridos, e qu coiitinhain a opiui.lo m.is saber dos candi lalos de mais i lade, poique a ex
coiivatiiiucia de nao auiuquilar a m.uiuha raer- de grande numero de pexeoaa illu-lradas e proBaSIO- ; piriencia lem moslrado, que he mai fcil ser ma-
cante, mes. eueuntrai os dados, de que na -erv, e com oa nnheiio embarcado com manir dada, do qu apreu-
\m aoina coalas, o om lodo o uosso etleuso lito- quaes avenguei as necessidades mais sentida, e a t der malhemalicas, anies no lempo da refleao.
ral he elle quasi uupoasivel. providencias mais orgeules. que cumpria adoplar-te Parecen ao goveruo qoe o intrnalo era urna ne-
O pequeo eussiu da laieripjio e polica martima em beneficio do raelli i'am-nl, da uislrucjao Ihaori- i eessidade da nossas circumsiaucias, porque alem de
qua tunlamoi coma creacao das eapiteaia, descanta ca, e pralica dos olUclas de nossa mariuha de I dor a'e uostas provincias a facilidad de ter mullos
subra um terreno enva lo da dillicul lados, das qaaea' guerra. de lOOl lilhos pubre na uobre carreira da mariuha,
a menor lu a Talla de ineioa e de recursos, de que Soria superfino recordar-vos as diflicolJadei, qoe he o meio man ellicaz du ,!e--nvolver era o m .rus
sin dotadas as respeclivas aatoridede. Entretanto essa reforma offerec, para esperar que a julgueit espirito de subordinajilo e di-cipliua, essencial I
he talvez ua inscripjAo martima regnliriiida, qu com demasiada benevolencia. i bordo muilo mais do qoe ara Ierra.
podimut achara lolujtlu dona jaud difliculdade, | Duas grande queslet apenas separram os espi-' Eslou persuadido deque a reforma podara ser
de que me occopo, e qoe olula o deseiivulvuneuio ; rito mas distiticlot, que haviam prunonciado teu motilar, e mais proveilusa, se fosse realisada sobre as
de uossa ni mulii de gaeara. Comprebendo batu lo-1 jallo sobre u modo de educar a ullicialidade de ma-1 vistas de utn ministro professiutial, e mais illostrado.
dos os impero., que em um paiz como o uosso, en-
contrara' o deseuvolvimeuto a rualisarao desse peu-
sameuto.
Cenvm mesrao qiie teja elle lio prodenlemente
rinha.
.V da conveniencia de ser feilos o estudos ui-
vaes a bordo, e a do intrnalo.
A primaira ollerece senas dilliculdade era iua
atecolado que nao desainuie, e ao eonlr.ro acororiie olujao, que am minha opiniao, dependa csen-
lo 1,1- as landeiioias etisluulas, e ludas as iucliuajea cialmeute da exteu-aa dada as materias do eusino.
prniiunciailas pTI a vida do mar.
Jamail deaajaria ama ineripajla martima asseu-
lada em medulas de rigor. Qaeru-a ruteada de fa-
A segunda, menos dillicil de resolver, n.iu poda
deitar de ser considerada era rearao a's circums-
laucias especiaat do irspario, o qua modifica coiuple-
vores e de isenjOet para os in-criulos. collocala em ; laueule os teui termos e a tua conclusao.
lerreiiu, que uao ameace o fulmu de todas e qoaes- le urna escola noval em un navio fondeado, he
quer indailrias, cujo deseiivolviiaeulo teja o deaeu- o raesmo que te-la em Ierra.
volvimeulo deiiai familias crea lis a' beiraraar, al A etpertencia ja nos fez sentir todas as dasvanta-
Ijiui i las para os Irabalbos martimos.
Com a u.srripr.i mariliiiia deve coincidir un,a
lena de medidas, que nlo temos, a tem as quais era
balde se procurara formar mano ngeni.
Euleudo, porm, que easa circoinslaucia nao era
om motivo para adiar-se um melhurameiilo l;io til,
quaudo poda ouvir, como ouvi, todos oa que me
pude.-s.'tu dar eoDsellioi nleis.
{Contina.)
COMMAMDO DAS ARMAS.
alnartiM general do somatando daa anua ale
Peraambaco aa el da de do Recito, em 12 de
aeteroliro de 1858.
OKDEM DO DA N. 121).
Em cumprtmeuto a ordem do da do qoarlel ge-
neral do exercilo de 12 da agosto ultimo subre o nu-
mero 7*.. determina o marechal de campo cumman-
glus a o nenhum provello dease pensameuto.
A que-lio puis da. vaulageus de sereiu feitoi os '
eslu los navaes berdo ou em Ierra, re,luz-e a saber; rtan,e das ar,na,i '"'arino, que o Srs. commauJaules
se convem educar os ollioiaes de marinha em trra au i de c"r>"" e cempaohia iioladat se apresenttm oo
Enumirarei alguniss, que me paracem assen- em um uavio escola qoe esleja coustaulemeiile labre i 1uarl'11 general as 10 hora da manh do da 13 do
ene. : i a vela. | correla, afim de preelarera o juramento da que
Isenra.i da lodo o servijo militar era trra para a Por mnoi qu se pense nessa quislJo, sa com-1 ,rala cilaJa ordem. Delern.iua outro im, qoe oa
popularan martima. praliemie logo a nnuion-a dilliculdade, lenle tmpos- m'srao nr.bores commanianlea quando liverem de
Prazos curtos de engijameoto. sibilidade de adiar em ura navio, em viagem cous- """"oar reqoerimeulos duigidoi ao goveruo impe-
Augmenlo proporcional de vanlagens na raijo doi' asila, tudo quaiilu ha da misler para oa alta los re- '"' floe os 'equerentet estejam fura desla cidade,
reeugajameiitoi feilos pula marinha d guerra. I guiares Iheoncos que ligera ocego, coramo lids-' deverau "D om "ra dt P^POl. qoe ijaolarao aos
l'euses molleas aos inaruiheiros, qoe servirem de-, lempo e um pessoil de leules mullos quahra- requerimenlu, fazer semelhanle declaraijao, meu-
duranie um eertn lempo seguida, ou penodtea-
liienle.
Distincr.lu da servir. ordinario a extraordinario,
sendo este lmente exigido no lugar do domicilio,
que lera o diitiicto das estajous.
dos, e com habiios iucoiDpaliviii cora a vita inaii
luna.
Acrescenle-se a isso a considerajUo das despezas
extraordinarias que deveriam ser fuilas com d ais e
mais uavios, someiite destinados a' semelh inte lim ;
He pussivel que com esta combinaran de fivora. I avaliem-se todos ot embsrajos de diversa ordem
pouco ta ohieiiha creio, porein, que sem el les con- que -lauu da enumerar, e atsaltam a talas as uilel-
luiuar esse e-lado, qua dejilorainos, eqiie sii he bem ligencias, e diga-se-me sena possivel raaiiter por
apreeiado por aqaellas. sobra quaio pesa a obrigajilo : rauito (ampo ura syetema de eusiuo lai dispendioso
do lar navios preparados, a proraptosfpara o servir i e lio dillicil em sus execuj.lo.
du imperio. s,aJj parece Ina4 liejg j^ ue lltl ., que uln ur.
O anguieiiludedeipezaeoinodeienvolviinanloda Ocial de mariuha deve ser educado no mar, xi.-
accaoda aulundade ladiipoonfal pira a realisar;!., iralanto, nada he maia inexequivet ao lystema dos
da in.cnpcao martima, alo sena etoes.ivo. Com qua o quurim com grande copia de eoobecimaolo,
nlo da despeza, que lena por hm dar aos que entenla da luJoqoau)u pode ler relacao cora
capihles dui parios, am lodo os pontos, autiiiares
mais qualiiicadus do qoe os capatazas, a urna tal oo
qual organitaco militar populara.i martima, se
podara latiifazar diversas necessidadet naoinnaes.
Niio arrarei talvez, as-everando, qua poderiam dis-
pensar ot aeaaoa croziros, se podessemo erginutr
sua prolitsao.
I'urleojn ao numero daquelles que admirara mais
uo ollicial de matiuha tua pericia e curagetn uo mar,
do que a variadede de seus caiiheeimautos.
Devo porem confessar, qu quasi lodos os que se
por aquella forma urna polica martima. O 'trafico Inelinavam pela oducajaa teila 00 mar, nlo cidum
de Africano!, que feli/mmiu he baje apenas una es- nadi abiolulaineute uo deseuvolvinieoto dos eslu-
peranca dos negroiroa, castaa de dar o menor cui-
,111 i ao governo Imperial. As malas uacionsev. que
encerram nossas melheres maduras de couslrucrao,
seri,un liada vigiada por esses agiles do ministerio
da marinha, enearregadoa da loaeripjlo martima.
dos ; o que tornara a ua opinnlo ioaeoilaval pelo
goveruo, ao menos einquanto os nossos recursos na-
vaes u > offerecerein um numero sullicieulo de ua-
vios da grande forra.
i.'u ni i digo hasta, para quj comprehendai os
He dillicil avahar que influencia ronluioar.i a erabarajus, ara que me achei, para resolver a ques-
exercer a navegarao a vapor lobre a necessidad le 'lo-
gante crea la ii mar para o HrviCO do navios. A miaba opioies e o meu desejo de fortificar a
Comprelieudo ainda, que o desenvolvimeiilo das educajio pratica dos ulliciaei de niaruiba, me incli-
r.'iiipaiihiat de menores, que he ornadas esperanjas oavam a ver os a.piraules sempre no mar, sempre
da luanuha de guerra,pude ato certo poni dispeutar
ana organitajlo militar, de que tralei.
Sui bem quanlo tem servido armada brasilea o
corpo de impuriaes marinheiro.
Coiicebo que ha mullos meio- de ler gente. O
quema pareoe purera certo, he qoa loduissohe
man diipeudio-o e mais fallir!, do que a orginiu-
r-lo intlilar da populajao manliuia ; subre lodo
que lie indispensarei dar aus maruiliuinis, e am ge-
ral ,is prajas da armada, vaulageus superiores aos
soldados de Ierra.
conitantemenle adestrando-se uas inanubras e adqai-
rindo essa eoragem calma do marinheiro que to be
dada por longo anuos de embarque.
Entretanto, romprehandia todas at dlliculdadet de
um en.iiio (hionm, regular a desenvolvido a bordo,
e viu-me impossibilitadu de conseguir ludo quanlo
desujava
A reforma dos estudos foi elaborada sob a iullueu-
ciuii i, d i o lugar oude se acham.
Amgoido).Francisco Sereio de Olivaira.
Conforme Horacio de (iusmau Colho, alfere
ajudaule de ordena eocarrsgado do datalhe.
ca das entisiderajss que acabo de exi/nr-vo
Ced a's rechinar,les sobre o desenvolvimenlo dos
1 estudos qoanlo pude, e tanto, que teiilin a couviejao
Com algura esforjo pude halulitar-me, para dar ] de qoe sera' um espirito eullivado em lodas M me-
dalla a quaii loda as prajas. que acabaran! sau tem- | larias. de que pule prcis po de -en v i, e augmeular cousideravelmenla as uo-
sas guanujes.
(Juasi no maio da cidade vi urna foija inllunmar-
se. Em unta bigoroa exposla ao ar livra, um vigo-
roso operario ta/ia fuzilar falseas de urna barra de
farro em biaza, qoa elle converta em mu utensilio ;
era Cesar. A voz publica Iba lilil a innnueil lo a
partida da l'eppino ; o campo era seu. I.ogo que uus
viu aprotimar, deixou a bigorua e nos saudoo com
um ar inslenle, que me fez vallar. Pulido a mo no
corajao, olbando para Sandra, e depois chimando a
seu rival ua sei que u une lujurioso, deilou a liu-
gua de fura e Ib muitrou o puahu. Peppiuo, em-
bora abatido, como eslava, argueu-se, mas San Ira
deleve-o, a elle lornou a calar sobre a banqueta ga-
meiidu. Dor, exilio, ultrage, lulo o allligia a um
lempo.
O (rumpho de Cesar nlo foi de longa drtela ; a
vinganja aprotimava-su dcbaixo da figura de Gil-
ci ii lo, que cora ura, forte chicutala casligou o fer-
reiro. Cesar, furi no, vollou-se, mis fui de enconlro
ao cavallo, cabio no chao. 1 inmediatamente apa-
nhou urna pedra ; mis antas que seu inimigo esh-
vesse le p, Giaeiolo liulii passado a perua por cima
do pescojo do cavallo e luvia-sa apado. segurando
com umi dat in,ios o ferrero pela abertura da ca-
misa, e com a ouira agitava o abo .lo chicle.
Sa a lir.,io nao le foi sullieieiile, Ihe disse elle,
vou ensiuar-ta como na Mrintiii coituxiatuos cas-
ligar um ni-i,lana.
O aspeclo de Giacioto, a ro la/a du sua voz e a
forja do mu puuhu, de-guslaran Ciar de entrar em
urna lula desigual; a lu nu meio das rilada e gri-
tos da inulhdao que elle vollou para u seu ant.o,
alim de esconder abi eu forur e sua vergouha. I,ra-
jas a amizade, ain la esta vez o da era da Peppiuo.
O resto do caminho s passou tra-iquillaineule.
Eu e o conego coiiversavamos sobre diverlas sonsa ;
elle 11nh i vivido|inoito, e eslava oceopado da pena-
meiilus rauito serioi para -a allligtr cora a dor doi
uussu amantes ; uu lalvez fizesse esforjoi para tur-
nar agradavel urna viagem bastante trala. De lem-
pos em lempos eo volltva a cabeja para observar as
lu n victimas. Sandra linba conservado a mi de
Peppiuo entra as suas, mas alo dizia palavra ; tam-
bera o pobre rapaz stava mudo ; suspuava e olhava
Iriitamciite para o campo, ao paisu que (li.icinto.
sempre era distanna, fumava grvame ite sen ca-
chimbo, e partcia occopar-ie sumante do seu ca-
vallo.
Aprnximaudo-se da colime, q sobe pan San D-
nalo, Giaeiolo passou pur diaute de inii, afim de
reunir-sa ,i caravana, que o esparava en, ama cam-
pia, (jampunha-sa ella de uira tropa le horaens,
qua larrigivam nos jumenloa lodoa os loarlos ne-
ceisariot aos Irabalhadores das M.irumra cotupridos destinado- sem duvida constaurjao de
ama barraca, ama forja de campo, uteusi'ios da toda
a especie, alforges pesados, bania, saceos, redes, es-
pingardas. F'ra ama colonia era marcha, mas nina co-
lonia sem mutilares e sem meninos, ou entes era
iim eternto qoe ia combaier a unialada- a a febre,
e que mi devi.un luiitiom oidor a victoria, sinai
coiiiprr.udu-a a' cusa de too melln saugue.
Era eltegada i horl di leplrajlo ; apeiaino-nos, e
liiariiilo irouxu um de seus cavsllos para sen piimo.
Peppiuo beijoii a mi do conego, receben sua ben-
jo e Ihe pedio que Dio o esqooress era tuas ora-
jies ; depoil tomn a nido da Sandra, e cora es,a n.
d'ili'ienr i apparenle, did.itxo da qual o cimpoiiez
eaconile lautos pe/ares :
A'leus, Sandra, disse eller, recoranicuda-rne a
loa mal,
Adeus, Peppiuo, responden illa, Doos lu Inga
em loa santa pez.
Logo que l'eppino se achou montado era una sel-
aqoelle que aproveilar o teu lempo uo curto actual
da escola.
la, rujas arrei eram lao allos, que Ihe chesav.uu al
os pellos, duu-se o stgnal da partida. A tropa ino-
ren.se ; os jmenlos collocarara-se um airaz do ou-
tro, ao paseo que os piltros corrala livreiiieule uir /
das eguas e folgavara par todo u catntiiho ; (jiaclnto
lie ni por ullimo para fechar a marcha a liuha o pri-
mo jonlo de si.
Parlamos, dissa-me o conago, qua nao qoiz
prolongar urna emojao penivel; a mul se aproxima,
e s<> ciiegarem.. a' I- illiuia crin ai estrellas fura.
Siiidra olhou para mira, como urna roulher colla-
da a' Ierra, e que n.io quer iiam pode partir.
Sean a necessidade de uma.divers.'io enrgica para
conler o couego.
Sabis, dise-lbe eu, qua tenho pensado em
vussos lliuiiiaa, a qua mo eram ara voisa descoberla'.'
Primairu que tudo, laudes por ventora a certeza de
que ot e-trusc- nao tiubain em teu alphabilo a lel-
Irao'.'
Cama '.' dissa-me alie, moito sorprendido d
minha ignorancia, n.io conheceis o alplnbeto da
II miar/ i J K comerou a dar ir cora a bengala, da di
reila para a esqoerda, a serie de leltras elruscar, ac*
cumulando as razn mal fortes para conveucar-mi.
Eu nao o ascutava. Em quinto elle fallava, eu se-
gua coin oa olhos a caravana, que suba serpeando
essa langa colima, esclarecida pelos ltimos ratos do
ol. Por mumiiui is, urna sinuosidad do terreno uus
escinidia l'eppino, depois o vtanos reappara-er, com
o chapeo oa m.iu amarrado com urna larga fila azul,
lembraiijj recibida em melhores dias. Pouco e pou-
co a tropa elevavs-se na montauha e aproiiruava se
do cirao, entretanto que Sandra, pausando somonte
em seu amante, seguia-o com ua olhos e com o cora-
jao.
Quanlo chegaraui ao alio da collina, liiacinto ti-
rou o chapea, loman a mSo do primo e nos disse
luua com umi voz tonura. Depois desapuireceo.
Peppino, arrestado e sutn poder fallar, calilo para
Iraz estn Ion lo os brajas, coma i'ara eslreitar em
eu ullimo ahraju ludo,qusuto Ihe logia, palria, fa-
licidadu. amor.
Peppino tneu l'eppino gritn Sandra. E tai ca-
lar suspirando no hombro do eonego, que eiqoeciu
utelruscos para ron-alar uobre meuina.
XII.'
A volla foi triste ; mais de una vez procurei dii-
Irahir o meu velho traigo, porm em v.1o ; o grito
de Sandra liuha-lhe penetrado o eorajdo, e a idea
do Huiliento Ihe fazta esqnacer lulo.
Tomoi as reden, qoe elle daixou calar : Sandra
derramava copiosas lagrimas e nlo ai enchugava se-
lo para O|i|irimir-uos c,tii exjirobajes.
Vos o Balareis, dnia ella, elle nao voltura' ;
elle Dio he forte, a febre o vencer'. Padriiibo, vns
responderse por i-so .liante du lien-.
conego eslava callado e pareca ouvir a cous-
ciencia ; ara eu quera censurava a' Sandra sua iugra-
lidlo e su. fraqueza ; OOllO susinrava pedlnde per-
dan; in i, logo qua ama arvore do caminho lile tra/ii
umi roeordiclo, mflammva-o de uuvo, ao paiao
que meu pobre amigo tatpirao lo pudia-me que la-
la dusesse, e o disculpass de iguaes fraquezas.
Enlramot ileoaioo am Pilhlna ; a mul e a fadi-!
ga linham abatido a San Ira. Magdaleua nos espe- |
rara na grade eom orna lantarna ; cada om de uus
relirua-se Irislamenle para o sau quario. Ene Ca-
li, qae eu luha visto Uo alegre, pareca agora um
descro.
XIII.
\o lia saguinle, qu me pareca msit longo que!
oa oulrusdi.il, (ui a' lardulu a cid I, '..i Ave-
llana, o sillo I r iva, e por eolio n 01 .'puseIIlo VI |l-
gumas mulherus, que eutravam ua villi.i igreja de
KIO DE JANEIRO.
CMARA DOS SRS. SENADORES.
SESSA' DE 36 DE JII.HO.
I'reiiiencia do Sr. M. I. Caealeanli de Lacerd:
A's 103(1 borai da mauhaa.feila a chamada, o Sr.
presidente abre a tessau. achaudo-te pieseules 2'J
Srs. senadores.
Lila a acta da anterior be approvada.
0 Sr. primeiro Merelarie di' cout do segrale :
EXPEDIENTE
Lim oDicio do I.- secretario da cmara dos depu-
tldos, remetiendo a proposa.-.li da mesma cmara
declaraudo qua at loteras eouaedidas pelas leis prn-
vinciaes de Pernambuca n. 370 de 15 de maio da
1855 o ii. 102 de I! da abril di 18VT aos religiosos
caira-nas do liedle esiao cun, retundidas oa di-
po.ijio do arl. 12 da le n. 585 de (i de selambro de
18-VU.Vai a nnorimir apropasijio, uiu e-tan do j
impreita.
1 ni raquoiimeiilo da Joa Mariana da Silva fon
les, pedm lo appiovar i da proposJ.*lo que Iba diz
respeilo.lira reservado, para te tomar em cooside-
rajo quando t Iralar dele neg .ci.
Sao sirio i los para a depulajo qoa tem da ir feli-
citar a S. M. o Imperador no da 29 desle mez, an-
uivurs.irio ualalicio de S. A. Imperial, ot Srs. Diat
de Carralho, Silvera da Molla, M'randa, Sinimbu',
viscoudede llaburahy, visconde de lirogiiay, D. Ma-
nual, Araojo Kibeiro, Fonseca, Nabuco, Muniz, mar-
que/, da M.iul'Alegr, Pilenla Dueuo e marquez de
branles.
Comparecarara durante a sesio mais oilo Sr. le-
adores. *
O Sr. Manoel pelizarJo toma n palavra pela or-
dem para pedir que a commissao a quem esta alTecto
um projeclo da cmara dos deputadus sobre o perdi
do pagamento de um arrun lamento do rincao do
Saicao, na provincia do Rio Grauda do Sul, luja de
lar o seu parecer a tal respeilo.
Filhina. Eu a aegui. Segando o costme resavam o
rosario. A igrej mal eslava Iluminada de modo qoe
quasi urna pessoa n.io poda ver quem eslava liante
da ti,um padre achava-ie oo aliar,e comejava em voz
alia algara Palor a Ave, que a multidao acabara cora
elle.
Para qaera asta' looge la ma Ierra, as igrejas leera
um alralivo iuditivel ; he nella t unda o viajante
ii,io seute-se estraogeiro. Ajuelhei-me juuto da una
columna,e qoando acabei miuha orejan, e raeos olhos
te bat tu iran cora a obscuridade, vi Sandra de ora-
ra ergmdoi, da maos crussdss diante da urna molo-
na. Depois da orarn, rodeeram-a e fiqaei admira-
do da ver a doce piedade com qua cada ama dis
mullieres Ihe fallava.
Compare!, mao grado meu, etia bondade com a
alljhili.ls la de uossas grandes cdades. Temos feito
do amor urna loucura e um ridiculo, qua sa deve oc-
cullar a todni os olhos ; alli, pelo contrario, nin-
guem v o-,l- -eud.i urna enfermidade cruel, e cada
um iraz alguma esperanja para o corajao ferido.
Sandra saguio aommigo o caminho de casa ; no
principio, faliou-rae da Maremma c da febre, e io-
uolilmeula procurei auiraa-la.
So tenho conlianja era Dos, diste-me ella ; por
tso acabo de rezar a' madoua, qoe he boa, a Gabriel,
o mais bello santo do paraso, e a S. Jo.li. prolector
da Maremma ; he no co ^ e motlrava-raa as estrella)
he no cuo, onde a decide a raiuha sorle.
(Juan lo nos aproximavamot d cata, viraos sa ir
ura liomum : era Cazar. A avenida era muilo es-
trella para qoa ella nos podesse avilar ; aviziuhou-se
ue nos. e com urna voz que proeurou-moderar.
Boa noite, Sandra, diss elle, Dos ta acoin-
panhe.
Sandra se dirif/io para o ferrero.
Cezar, dtse ella cora urna voz elieia da aslra-
uli.i gravidade, acabat de ver miuha mai ; nao le
deixet illudr cora mai eiperanjai. vvo.ou m rio,
Peppmo sera' sempre senhor deate corajao, e te Dous
nlo ni o resliluir, nenhum oulro hornera m.i mu
mando. Kar-me-he religiosa de csanta Clara ; ea
o jurei esta tarde a' matlona. Procura, poia, ouira
raulher, e Daos te castigue ptlu mal que leus felo
iir-ia cata.
Dipuis de ler atsira fallado, passou orgulhusamente
por liante do ferrero qua olhava para alta como de-
sesperado.
Sandra, exclamou o cyelope rugudo, Sandra,
qoe ta fiz eu '.' Porque rae arrancas a esperanra '.'
Amo-te mais e l.i/.ta-ta mais feliz, du que jamis
nao ll la' os-1 creanca !
StlV.
Alguna das depois desle aronleeimentos deiiei Fi-
lhina ; meu velho amigo rondu/.io-rae am seu bar-
roccio ale Montuvarcln, e pelo caminho demonslrou-
me lie a evidencia lo la a grandeza de sua detrober-
la. Proruelii-lhe gu ,r,lur s.-gredo ale o da em que
MU meinuna, que davia abalar o mundo, appare-
cesse na celebre colleeQao da ac lemia u degli Arr.i-
biati i> sabia cora|iauliia de pbilotophos. qoe lem
correspoiidniles era toda a Euro|ia. Separamo-nos
depon de mil aparto d man e mil promenat de oo
lomar a ver oalro auno em Filhina. Por lodo o ca-
minho penan era Sandra e Peppiuo ; nem as mara-
vilhat du Porosa, uem a eascala de Tern, nem a
ponte romana de Nirnl pideram arreda-los de mi-
uha ineinoria ; eu os eollocava por loda a parte na
ni, e imaginava-ma ve-Ios em cad volt do
caminho ; mas ehegindo a' Itonia. esqueei lodo.
Qoa penitiuenlo olo deaappareee dianle dest ct I -de
elri ni!
i 'ontimiar-M-l


DIARIO DE PERNAMBUCO TERCA FEIRA U DE SETEMBRO DE 1858.
OKDEM 1)1 DA.
Primein parta.
Continua 1' diee>*Sa, adiada na 9es5o ant*c*-
deuie, do arl. Mparado a propatta do ore imanla
do anuo paua >, tifa os vencimuioa d.m ollinaes
reformado-, com.*! nrojeclo apr?senlatlo rumo emen-
da pela coinmi-sao da m i:n'ia e uu.rrn, e rom a
meada d i Sr. Miran ia, apoiada na najama -essao.
O ."-r. MiraBda .uela ordem] lembra que o Sr
ministro o faiea la pedio a p.lavra na nUima seao
para dar a* inform-ice pedida por elle otadvir e
id r 'cerra da emenda que dn
por oulro uobre sen ._
reapailo aus uionle-pios, pmsoes inrio* sold, e I illailrajo dltaa-lhaa
como emende que nao e pude prueiudir desmol- i eaiuala. vm sois os aenlur
volar r.nn o Sr. ministro, e aiuda mail quau.lo vir
uina oppealOo daapailoaa.'acidloaa a atrapalhadoia.
K a experiencia lie que lite leu) eusmado a proceder
as-im, porque mu.lo. males team viudo ao pau do
principio da alrapalhac. Nao concorda, aom as
f mandas, mas peda a co .perarao do ahr, d.i llus-
Irafao do aobro naadof e de oulros, para que allo-
ma cuuia -' l.n; i, ptraqu* se auuli* o Sr. mililitro
no ieei boas de.ejos.
Ilecuiila-ke a este respailo de urna eipreiso qua
emiue.ou que lalve iill'eu.le'se aliians ouvidos. !{,-
cimliecendu a postilo dos nnbres leadora*, a tua
Siobor**, dai-uos urna
la Ierra n Vio -a de-
lenlimeolo de horror mu pronunciado eui qurm ao pela sua posirAo ullictal de delegado daquall* lu-
o. couhace, por ver iielUa a quimlo desee o liouitm! Mr. porque ain aumiu esli' no seo direilo de p-lu
Na comprehensivo desle principio esta' o CISO que
pasiamos a relatar, l'ui moro caiieiru de urna casa
de lit-hi i,i. da ra do Trapicha, saiupre zeloio e d-
llKule no servico da raa, tinlia CiHiquisla lo a es-
lima do respectivo patrao. Da-** portn que, por um
Irme e lameulavel acaso, em cario da em que
deapragars una barrica de carreja, cahleaa-lfaa em
um dos ollios uiu prego, que o va-ou tonitiu-o
ceg. E, ussira, o pobre e infeliz, rapaz comer. a
Iralare, diipeadeodo cun mdicos, reeaitat ele.,
suppoudo que o plr.o I.,..,- man humano a ni n-
justo para eom elle, aaaim como maii itraio e mail
furmaedoa, requer a :i llamelo do pro)telo ate que real ofleodor c un ido. Os nobre senadoras 030 ifto j recuuhecido a seusbuis iar\Tlc*i, No enlrelanlo com-
S. Bic. H a \ eiu i meta o aegoiole requcriinanto, que he ap- eoareqaenela flus laclo, produno este resultado. Os
provado s,-ni dbale
a Itequeiro o adiamanto da discussao ale o c m-
pareriineuto do Sr. inimslro da i i/m 1 .
a l'aeo do senado, 26 de jalho de IS"s.J. A. de
Miranda.
I otra em |i digeaaala a prop.nieio da cunara dos
depul do- runreilea lo Sweied i le (I.....tica do lliea-
nobres Mnadorai aalo na ubrigacSo de despir-se
le prejui/.m, da j/ei um gran ie -erviro ao pan, de
Irazer as con** a virdedairo caminlio, como con-
fesia o proprio uobre senador |>.'lj K o de Ja-
neiro.
Elle dis-e : o A no.-a iutenejo fui auxiliar o po-
der, que se achara varillan!* ; buje vemos .ue o
Iro d- S. francisco duas loleriaa annuaes por tspa- po ler se aclis .km i
co de dous aiinoi. dando a abu>ar, he neees.ario cnarcla-lo,* O|orador
Depon .ie lignina* ab*r*acSe doaSra. visconde I cala'pronplo para aeompanhir o nobre senador;
de Jaqnitiohouhi e miaiatro da joalica, ha apoiado I veuha a esm la, acatla-a. II a esta a eiphcieao da
e tein dbale rpprivad..u argale requerimeutu
a Qae o projeeld -t-ja reiiielliln ao governo tara
informar .obre campanilla peticionaria.Vis onde
de Jequiliiihoiiliii.ii
leiu in^.r a 1' diFCii>sao a paisa em dbale a se-
gunda e dasla para lerce.r?. a proposieao di merma liberdade, chama a polica e muida leva-lo para lB-
eamare coucedendo qualro loleria" em lunelieio d^s lar pra(<. E lato ala e faz nos serios ; he as ca-
matnzes de Nos-a Senh-ra da dlor.a e Santa Ttiere- i pilae, au pede gorerao
za. do municipio de Valeeea. O Sr. mioalro da (aalica he o proprio que reconhe-
Sagaa-aa i dieeaaMo do projecto da eommiaaao c (|ue estas coaaaa dareea ler termo e que a respou-
de l'azenda Conce leudo |-J loteras annuae- em be- salinidad dos june nao se faz eli.clu.i.
? elisio en Imperial Academia de Mu-hm e Optr.. Ja' nao eslan na poca esa qu vi^orava a le-
Nacional, o qual prejeclo patea se impugnarlo para gdajio porlagoau, que nao pnuiilia qu os juiz*
a :!' ducussu. recebts.eiu viailaa. Iloje ebaga um juiz ao lermo
propuir;ao da cmara dos dapu- PW (jenle mais ou menos expiria qoe procura inlluir I l.dos lio tirpemeiile, ou te o despudor que osteula
veuciiiiiulus dos inonsenhares a sobre elle : nem aera' fora de proposito recordar o I o tal senwtueiro em suss praliras asquerosas, un
l'roseaue a i' discus-So, a.li^il i na res-jo de 12do j onde vi ser\ir, he logo prorurade, comprimcniado
precedente mez. a p
do* augmentando o
eaaegoo da capaila imperial. '*" '" Mijpilo que arrendoa ao jan a chaeara esleril
O 8r. Vairuueellos, .le,.o de mostrar que, egun- i e depoil m iDdava llie excelieuies laranjas, dizendu
do a ln(orm.ii;iei que mandou a me-a, a daspeza rom | joe eram merma da sua ri acara.
o aogioeutodoi veiiciment.- dos empreado- das di(- [ Val paia o lernio um jai z, moco bem educado, de
ta-lhe qoe esse patria procura um novo caixeiro, e
Indo ubre lal enlender-se rom ella, ouve de tua
prepria baeea, que isio era ver.i id, a que ja' o llana
por despedido llavera' alaatlfleaeja part um pro-
celmenlo desle quilate? E esse pobre muco, que
cagoa no aerrico de uina casa, he assim despedido
e deshumanamente tratado por seu brbaro pairan !
Nao podera o tal senhor, cajo uome anida omillnnos
por ora, cliain i-lo ao servido di pola de curado, e pa-
i.iitainai.te refreaio ; e ja lea- j gar-lhe llorante a enferuii lade|i pequeo e amesqui-
1 uha lo ordenado, em silencio lulo m ao seus bons
terrinos, como inda > estar ells uaquelle alado de
mulealia adquirida no Iraballio de sua casa :' Ni es-
peramos anula que o Sr.... corrija a sua dsshuiua-
iii i.ide pralica la para rom pestoa que be ere lora
pelo contraria das suas boas grafaff.
Srrm'io tem ser enr mue Hilado. P-ra ban-
das ila fraguezia da Boa-Vltla ha om individuo qoe
quando impregna-sedas primicias de Baccho, ha de
por lo ri l-er lajaoella da pr.pria casa um pul-
pilo ; e d'aln, em alias uza>. iraca a resenha do que
ha de mail melindroso na vida privada de alguns vi-
zinhof, que seiu dunda Ihe nao ancoinmeudaram o
senuo. Aiu.11 quarla-fnra S do crranle, pregou
elle a sua pralica favorita, iiiliriueada de letlus de
rerdldelra iniolencia, sam que o inspector da ra
do Colovallu ae deise por adiado Nao .abemos por
cerlo o que admirar mais>e a paciencia dos insl-
ate a ilireiU do l'adra bleiuo oo no meto das Ouze
Mil Vugeaa, mas todas as vezes qoe para asa bana
udulacao arrojar se s prelruder marear a illili.nl.
repuiacn daquellt Boato amigo, moco qoa aqui
seinpre lem gozado da toda estima e coDsideraco,
hade sahir-se uacesariaiDenle eoganado e arropen-
dido, porque enronlrara\a devi a represalia aillo
por albo, e denle por denle.
Na eslarada capramos o lal c rre-pondenle de
Ouricury so em jusla defeza do dito noo amigo,
a-egur.iiido-lli desdeja que eslamoa mu Oteosla*
a nao racuar dessa discussao, a pulverisar ludas ae
m- calumnia, e ni,una- muir elle dirigidas, bem
como a deiii.i-i-arai a quem auda ou inculca-se or-
denado tom rarereada falsas.
II \ .nladeii o.
Kecife, III de selembro de ls..s.
D. Angela Mal ia de l.uua irma ilu lllin -"> 'anas bslaiai. "i ditas ceblas ; a Jaco Nanee. Ponas de boi .
e l'ivinil Sr Dregador da capella imperial Oliveira.
padie Lino do Monte Carmello. callao chapeos, ^ ditos esporas, estribos e roie-
I). Corlla Mar. Muiiloiro de I'aiva. mulhcr l" ; '""'" Al"01"" VwM t"""""a"-
Sabao
Salsa parrilba
Sebo em rama
rento
Q
@

). ( or tu a Man Jiiinteiro ue raiva. mu ner ,',,.....r ,,..... ------^,...... : i ........... iU
do.llm.Sr.alfer1.SJoar,mJoS,.!le1.a,va \fi-*'S^* '"'" .gy- ~*...........&
l). Leopoldina Carolina de Oliveira Quinte.- i 53 caoaMras alhoa, 54 dUaa batatas ; a J0.I0 Pinto l'nhas de'bol" i '. i i i......JL
ro, mulher do lllrn. Sr. teneolo Miguel It.ge. Soaaa. Vinagre............""
Bernardo (JUIllteirO. > canas pomadas 1 5.3OOO
aojodo
6aOO0
35800
l-IMKI
-;-i
ill.XK)
Sua estire.-a
Os jul/e. aa os enlinre da Ierra : riianjam pren-
der a quem querein, dispam da propriadade dos el
da laol Como Ihe- parare. AbsoUe o ju\ a om in-
diciado ; o juiz de din n >, aulas de o maular pr em
roraotes calhediaea do imperio auda em inais de
70.000;, e de declarar que he o primano a reconhe
cer que esse empresadoi >e achio muilo mal pagos,
aprsenla algumas duvidas que lem sobre dillereu-
les dispo.icrs do projeeio, duvidas que no seu en-
lauder dev,m ser eonrideradas e resolvidas por urna
ou mail coinmis-es i\a Ca para que o senado, em
visla do re-pi divo parecer, dan la como eulalider
11.aie rouveuieule.
Vai mesa e entra em discussao o seguiule reque-
iinif iilo :
u Ktqueiro o nliamento do projecto al que a
cominis-ao de aogocios ecclesusticos de sobre elle o
sen parecer.II E. Penna.ii
Depon de algumas observacoes do Sr. vi-conde da
Jequiliiihoiiha eoulra o adiameulu, tica esta diicus-
-,'i.j adiada pela hora.
Seguuda parle.
Continua a discussao do artigo 1 da proposirao da
oulia cmara allerando algumas duposicoe da lai de
.I de tlazembro de ISil, Ciin a eiueuJa do Sr. unuis-
Uo da lu.tira
t) Sr. viscouda de Albuquerque reconhece que vai
entrar em urna di-cus-.o ei..haiaci la, u.io -u po'que
considera como a mais dilli'ultosa larela a perleiln
tir;an -.ic.io de om poder j -alelarlo indepeiideula,
como porque nao poder eimar na queslo em Ira-
zer a Ifiubrauca do senado a M-luiia do paiz em re-
bele legislacao sobre e materia, e nes historia
poda enunciar alguma proposicSo que va' offender o
->.|ema da Cuucili ic.'io, qua tanlo deseja ver re-
lizalo.
Concorda cun o nobre senador pelo l'.io de Ja-
neiro, o Sr. vncunde de Lruguay, cerra to rea*
peito que cumpre tributar a eraasvaacjlo judici-ria
de Portugal, da qual he lilha a do impriu, e lam-
bem tela' de accordo qu> nlo aos defeitoi da me--
mi orgauisacao, que pelo Brasil fu.mi herdados
quaudo declaroo a sua iudependencia, e quandu, causo.
qoahdadee. A giil. que des le logo o crea diz-lhe :
a leino- rleices, o Si. ha de ser u nosso represan-
laule. d Ora, quem he que nao come palha '.' ( ri-
ta :a< ). Os sub-litulo. que querein paacar a servir,
apolam logo a idea, eeham-a jusla. Os aimigoi do
juiz Ismbeiu a aprovam, porque querem descarlar-se
dalle. A'- uua> por lre asa' o jul/. uiellido na po-
ltica, e ah vai a perpetuidade do magistrado, e a
vara parar uas uioos dos leigos.
Pa ii.iii-.ro ,la jn-tia t p:npo/.s-e medida ledenles a
arab.r com wojoiios muniripaes, a augmaular as co*
uiarcds a ti |uizes de direilo a a etaboloear as in-
compatibilidades absolutas. Mas isto he Irabalho que
llave ser mullo poetado, nao ubjerto da rien la.- re-
dimidas em cima da joelho no correr da dis-
cussao.
Vullaud > ao que dizia sobre os jura lo-, acrescen-
la que o uia'o ell'il que produ'Ziraiu dtm lugtr ao
epparecimeiito d i le de 3 dezeinbro de tSil, le es-
Iraniia completaun-nte a' Irauquilli lade exilenle no
paiz, e a qual eoireiaulu iudevidameuie quer-se al-
Ir'liuir asa beuelicij
A lai de t de .1 /eniliru, pelo contrario, ni i lera
tilo uli! ao pail ; l.n urna lei perl n..maule de par-
tido e que nos lem felo malas. Nao quer i-so dizar
que uiio deva st execut.i.la o repellada emquaiilo
lulo ti'ir revogada ; mal o que nao tol.ra he qua se
Ihe allribua a paz publica de qoe o Brasil goza.
Nao fui, cam elimo, a le de 3 de dezembro que
paciQcou as provinaia tle S. l'aulo e de Minas. A
le que ai p cilicuu lai uina que o nobre marquez
de Cala* conhece bem. Fui urna grande le que
coustilur todas as esperanzas da uacao : o raspeilo
devido a' cora.
O iiic-iiio diz a raspeilo da iiacilicaco do Bio-
Grind* do Sui, da Alauoas em IHil ou lbi.i, de
Peinambuco, por ocea-iilo da eecutao da le do
peles iusliluire que linh i abracado, (ireci.i va or-
gaiusai um poder judiciarin in.iepiidenle dos ou-
lros poderes do astado. 9
O governo que entilo ranina lodos os podaras,
observa o orador, foi poueo a pouro promov-ndo a
ell.-divida le da sua divisao. A pruneira lei que
se faz em relacen ao poder jud ciariu foi a que orga-
aos o supremo tribunal tle juttii} ; in-s e-s,i
'"gaiiisaeao nao ara certameute a do poder judi-
ciario.
Essa lai foi promulgada na primeira legislatura,
e na segunda orgauisou-se o cdigo criminal, a l.i-
ram creados os joizrs de paz, juizee que preitaram
mu bous servaos, mas qua foram depnis atropella-
dos de um modo inaadilo pela legslacao, commel-
tcii.lo-e lhi> orna inlini lade de aliribuices que
Ihes era impossivel desempeuhar. Alein deesa crea*
Cao houva tambem algomas leis sobra policia, mas
nada se faz que estabelecesse a independencia do
poder judiciario, ua fauna da conililuicao
Os juizes eram anida os da lesisiae,"u porlu-
gueza.
Uepois do lastimoso acoulecimenlo da abdic-t;3u
organiioo-i* o cdigo do protesto ; por essa erra-
sitio os ministros aprtseniaram alguns magistrados,
duendo que o poder judiciario exigido pela conali-
luicio anda nsiia.que d'aln por diauls ha qua ba-
ta a mdrp'u.jeut'la de.se poder.
Kusie como fos-e, be corlo que no cdigo do pro-
cesto he que veio o grande principio da indepen-
da do poder jodieiario, porqua foi elle que estahe-
leceu os jurados uo paiz, a a constituidlo qoando
falla no poder jodiciano diz exprestameute que elle
sera' rorapolo dajuizea a de jurados. Mas porvan-
lura eslabelecidos estes empiegram-se ludos os es-
forr is para qoe fos-em perfeilos ? Ninguem o
dir' : enlrelanlo licou-se logo assuslado por um ou
oulro desvio, proveniente nao dos jurados, mas dos
defeilos da lal, a lem-tt querido ir ao cxlrsmo op-
poslo.
E por esla occasio declara que discurda da opi-
nio do nobre -eualar pelo Bio de Janeiro, coja il-
|ii-lrai,u a app|icacA< se mustia todas as vezes que
f-llo : i in-liluirao do jurados nilo he. Como disse
S. Exc, um. in-iiluic,"u deiim. ralira. Nio diz que
seja emineulrmeiile raonnrehic, mas cun emiiiaiiteineule cu iserv.nl ra. propriada a todas as
fonuas de governo, (raudo eut-u .ido que nao ui-
clue n'cllas o governo desptico porque o juica uina
encpelo, um oslado auurmal da sociedade. ile
verdade que lodus os governo, seja qual for a sua
forma, po.icm ser desplleos ; mas onde houver ju-
rados he muilo dillicil haver dc.polismo, de sorle
que ainda pude dizar que os jurados i.o aoii-des-
policus
N'9o (em noticia de nenhuma rapuhlira da Euro-
pa oude baja essa uistituirao. Exista nos Estados-
Laidos, como lembrou o nobre senador, mas all
fui herdada da mouarcltia, e a mouarchia mgleza h.
a que lem da'o maiores provas da m itprudencia e
lber,Iide dos jurados, para feliciaade dos eubdilus
oesse paiz.
Nao po en lo, p, ranlo, haver iudependencia do
poder judiriario sem exi-lucm jursdos, ruropra, a
querer-se essa indepeudencia, enipregar iodos os es-
para bem firmar aquella ui.liiuicao. E a esla res-
pailo reeomineudara'aus illoslras jurisconsollot qoa
leum a reforma nnfissima da legislarSo judiciaria
criminal da nsflo porlogocia, abano de cuja illus-
Iraejla nao poderao considerar do Brasil.
I'on os Porluguazes podero eslabeleeer os orados
qoer na pronuncia quer na aeeuarao, o nos nao o
podaremos fazer ? Nao pude a leeislacao porlogue-
aa srr au sillar nos etludos, nos tsforfot do legisla-
dor brasileiro, para dolar o paii com urna legislarlo
propria e adequada a su n instilo Cuas '.'
Llir-ie-ha qoe em Pnrlogal ha om pequeo ter-
ritorio inuilo mais paveado do que o Brasil, o que
all n,1o ha deserto. Ma, se Portugal lem om pe-
queo lerrilono onde pude funreinuar fcilmente a
iu-1 luirfio do jurx, tamben! lem seos dominio- ul-
tramarinos, i|u- sao mullo mais distantes do que os
os de-erioi do Brssil, e otases ha a inesma iusli-
tjrifee.
A misao i'o jurado, romo he sabido, consiste em
verificar um fado e se lal individuo pralirou ees
fado ; ma> queinjnlga, quem applica tl.i he juiz
t- lu! jurado. Se o joit he illustrado.e se os jranos
aeguem o grande piiucipio; nao facaie a oulro o qua
au qoereis qu* vos [acamnao prtcieam graurte
illuslra{ao, nem he riecat.arjo tata cenao de riqueza
em que lano te fulla. Nao quer, porem, dizer rom
iiso qoe se detem commeller as fuucres de jurados
ao vadio o mendigo.
Concorda com o nobra sanador pelo Rio da Janei-
ro em qoe a emenda do nobre minislro nao melho-
ra em nada a lei de 3 de dezembro.pui que nao acha
potsivel extremar policia da juslica -em o conve-
nanle ealabelecimeolo d s orados: mas lie sua eran-
r.,e fortalecida com a esperiencia rom as informa-
cuesqua tem|ac*rca da leiiislar.ao novissima porlogue-
za.que se pode ler jurados para a prenuncia e para a
aenleuca. Nao o asulam a distancias do illustra-
Calo. Nao diz qoe nos termes onde em cada 10 le-
guas ha om boraem se va crear um conselho de jo-
rados ; mas em lodo os grandes povoados deve hs-
ve-lo. lano para a pronuncia como para a .enlen-
t) que a lai de 3 de tiezembrn fez, ua opinitln do
orador, foi acabar com a iudependencia to poder ju-
diciario, foi coarelar es direilos dos eidados brasi-
lero!.
Foi ella o frucio de urna rearlo; e he preciso re-
rouhecer que a uppa-ir.io alrapaibadora que se Ihe
ler, de.cuuheceii.lo os lucilos da manira, u.l.. dei-
xou que pa.sassem emeu las que se uulra tiveis* sido
a direCCtfo da discus-,"u lalvez tivessem sido recebidat
pela malaria.
Vieram represeulaces contra e--1 lei, fazen lo ver
que ella quena acabar com a grande garanta do ju-
rados, etc. Mas o orador nem approvou a linguagem
em que estas representjc's foram concebidas, nem
va que a poca fos-e para isso bem escolluda. Tena
sido prudente confiar mais na aecio do lempo, quau-
do as paixes eslive-em mais arreferidas.
Mas vieram as represeulaces. O Srs. conservado-
res, que estavam no uiiuislerio, proinovaram a dil-
-olui.a previa da cmara do* tlepulados, e fi/eram
nina exiiu-ia.Vi que preerdeu u tlrcrelo, na qual tli--
eram herrorec eoalra o seu* anlecaseorea. O orador
iiiasmo vio-se obngadu a reclamar pela iiuprsusa pe-
lo que Ihe dina raspeilo.
Appareceu emao nina r,\ .luc.Vi prejudicial ao
paiz, na que alojee lena dado se o mioitlerio fosse
menos provocador.
Ora, ns Sr.. rou.ervatores quan.lu eslo uo poder
nao iieiv.im nedra i*bre padre...
i) Sr. Presi lente re'ummeu la ao nobre senador
que e cuiji mail ao ohiaclo da ditauaflo.
O Sr. Visconde de Aluqneique julga eslar muii i
na ordem ; mea, se u Sr. p'esulente enlende qua es*
las observacoes silo coulrarias a' couciliarao, n.'io pro-
seguir*'.
O seu lira era reeordar certas verdades aos senhn-
ras da Ierra, que se di/em conservadores, e pedir-
Ilie que auxilieui o Sr. ministre da juslica, que lao
boa vonlaoe roosira de corrigir os deleito da le de
3 de dezembro.
Mas obe'iecen:o ao reclamo do Sr. presi-
dente eresumindo, diz, em conclusSo, que
n3o se opjje a elevigHo do numero de jura-
dos a 100. N9o aclia nesU mi-di la os incon-
venientes que se tein querido enxergar. No
que desde ja leclara que no concorda, e em
lempo competente, dir jorque, he ua r.lava-
cao .lo senso.
Quizcra como ja fez ver, que se acabasse
com os juizes municipaes, au^mentado-se o
numero e os vncinientos dosjuiz'Sde di-
reito, e estabeleiendo-se as incompstibili-
da les absolutas. Antes, puieo de sentar-
se pede pe: misso para fazer urna observa-
gao.
N3o deseja revolver o passa lo ; mas quau-
do considera que no B asil tnem sido pro-
clamados como os primetros bomens de es-
tado aqu lies que entraram na i aire ra 'poli-
tica [i'oiiii'is da man lenla.le, e que scba-
ram na n ueza, diz sempre : ^ue eser.iplo
para a morrliade do paii Sim, a esses a ri-
queza e as cods erat;des, ao passo que sSo
esquecidas na jobreza as Familias de honra-
dos servidores do estado, que pobres vive-
ram e pobre-, morreram. O orador termi-
na dizendo : a \' vista disto, n3o posso
deixarde exclamar: Desgranado do meu
paiz a
Verilicando se n5o haver casa o Sr. presi-
dente declara adi da a discussao o da para
ordem do da
Primeira rarte.
Alm da conlinu cSo da discussao adiada
da proposiraj que augmenta os vencimentos
dtis monseuhores, o conegos da capella im-
perial ;
I." riiscussSo do projecto da commissSo de
Fazenda.auprovandoa pens3o annualders.
6W2 concedida a D. Mana Secundiua Feruau-
des.
l'. < 2 discussao das seguintt'S propo^i-
Coe- a catun los to pula -:os : i.- conco-
dendo qua tro loteras em beneficio das obras
da igreja de Nossa Senhora la ConceicSo da
cidade le Aracaju, na provincia deSergipe ;
2.a trovando a penso annual de 4005 con-
cedida a viuva e lilhos menores do bacharel
Manuel Joaquim Kodrigues Veo ; 3-. autori-
sando o governo i ara mandar matricular no
3\ auno da F-culJa le de medicina desta ci-
dade o estudante Lua Francisco Murinellie
e no 3- anuo da faculdade de direilo do Ke-
cife Killppe Motta de A?evedo Crrela, com o
respectivo parecer da commiss3o de instruc-
r;3o publica.
3.- dlscussSo da proposito da mesma c-
mara, a provando a a josentadorta concedi-
da ao juiz ne direilo Antonio do AraujoKer-
que a*m re.peilu a ti mu alleucAo ao publiro, vai
despejando o que Ihe vem a acaldada imm*gin*c IN'o enlrelanlo, he inca qut se reduia esse preijador
de petat aos limites da decencia, fazeu lo-se que
alie compr.lleuda, que quem ). na bem e molha o
bocado, dte ir dormir para facilitar a digastao.
Um reparo. I mus repaiado que regentes de
orcliesira ha, qua incoiumu lam ver.ladeirameiile aos
oovlnle* cun lanas e too repetidas pancadas, qua
eoelumam dar para marcar o completa ; lim qu*
psrece-noi po lerim Consegoir sem o emprego dae
pliiene-i que de-envolvem Uo discouveiiieiilemeute
qu* mulla veze faz sucrombir as vozes de aigun-
caoloret. lisie defeilo qu* ora censuramos, il.'
sempre repelindo- leuha o seu periodo de cessacio, que e-la dale da
agora por dianle.
A musir do menores do arienal de guerra.
I>a uoil* de i> do correule ouvimos ctecular eisa m-
sica varia pecas, qu* mulle nos agradaran!, n., su
pela escolha, como pelo da.empeiiho da msmas,
lauto mais quanlo he ella composU tle menino* cuja
dad* anda de olio a dote anuos. O a'iaiitameulo
em que acham-se e-.e. meninos, a puulu de eiecu-
tarem pecas de bailante dilliculdade com perfeu-a,),
he uina pruva mainfesla do cuidado qua o respectivo
meslre ha lid* com os seus discpulos ; pelo que he
digno de elogio.
ExonrafSo e nomeario.liaven lo sido con-
cedida a demi.-ao pedida pelu r. JoSo da Silva
Ramos do lugar da inspector da saude publica, que
exrrcia interinamente, fot para ellas uomeado o Dr.
Ignacio Firmo Xavier.
Impottoi proviiuial e municipal. No ultimo
do correla mez eipiri o prazo para o pagamento
d*U*t imposlos relativos ao anuo financairo de I8S7
a I8."i8. Os imposto provinciaes su decima urbana,
i por cenlo sobre diverso* eilabalecimeutos. 4115 so-
bre casae de moda e Ms sobre r de bilhar ; e o
municipal h* sobr* ctlabelecimenlns de porta (her-
a. O primen,.., no serem pago al esse prazo,
lerSo os rasperlivos debilos remellilu para juizo,
anu de serem accionados 01 devedores ; e o seguu-
du, incorretu na pena de pagamanlu duplo os eon-
Iribuiule qoe o uto pagarem dentro deise piazo.
No enlrelanlo. lano ii'um como u'oulru ja exi-le
uina mulla da 3 por cenlo, por nao lerem sido pagos ]
no verdBdeiro lampo, qu* era para os prion-iros an-
te de finalisarein os semestres, e para o leguudo o
mez le marro prximo pastado, como dip)e u arl.
I ."i do regulameuio de -26 d* agoilo de I8.',|.
O Mate nacional oNovo Anglica, viudo do
Aracal\ e As-u', Iruux* a seu birdo o
Vicenle l'erretra tle Caslrot
Hospital de caridad (13 de selembro.)
Exisliam j botaran* e J molhere tratados pela
candada, II homeut e 10 mulhens qu* paaam a ca-
a, e (i praca docorpo de policia.Total SO.
Morlulidade do dia \-> de selembro :
Vicente, rabra, 10 anuos, gastro luiente.
huneSo Alveade Mello, pardo, Sulltiro, 50 annos,
plilln-ica.
Agostando, pardo, olleiro, 50 auno, plillusioo.
Mana, branca, I dia. convilsOes.
Dia 13.
Iranreluia Dia da Conceirao Veras, branca, ca-
sada, -28 aunas, rongeslao cerebral.
Jlo, branro, .1 ineze, ferida na rabera.
M Ira lien-cliid do Sacram*nlo, I,ronca, sulleira,
90 anuos, velha.
.Manuel Jo-e Pareira I10111; il.es, brinco, solleiro,
34 anuos, g. minas cancerosas.
I.eoudra Mana de Jess Viairi, branca, solleira,
45 anuos, philnsita.
.Miiciana Mana Kamos, parda, viuva, 50 anuo,
pliilusira.
-M ,-an la, preta, \ mezes, convulsss.
Srs. redactores O Sr. Wood, em una
(mi 11\-,.ou leticia que hojo appareceu em seu
estimado jornal, se esforija po' explicar
folin.'Siar un faci notorio, isto be: que
lora publicado um f.ilheto com appendice,
sem que lal appendice acompanhasse a Irs-
dnctjSo que delle aqu foi feila. o empenho
para arredar de si a falla, lanzando-as sobre
o traductor e os im.ressores, parece-me que
em liada Ihe -proveita.
Se, com efTeilo, se qui7er dar ao Irabalho
de reflpctir um poueo sobre o contexto da
carta do Sr. E deMoray, ver-se ha que olte j MajoVlexandre Augusto de Fras Villar*,
senao queisa da demora oa impress3o do ap- ,,aJpliao ,|Hrcu|Hn0 A|ves da Silva.
penl.ee, mas sim le haver sido suppnmtJo Teneilie (leraldo Crrela Lima,
na ira luce.ni publicada.
As censuras asx'iilain sobre a pressa in-
decente que houve 01:1 imprimir e di-tribuir
o l'olhulo sem o appcnJice complemnotano,
antes de estar tolo o Irabalho promplo, e
nao sobre a moralidad do tra luclor e dos
impressores. Sou ele etc.
O observador.
13 de selembro de 1858.
. Alejandrina Adelaida de lirito, mulher
do illm. Sr major Jos Comes de Altneida.
D Flora llmbeliua de Almeida Xavier, mu-
lher do lllm. Sr.;!).-. Ignacio Firmo Xa-
vier.
I). Maria Marliniana de Campos Oliveira,
mulher do lllm. Sr. teuonie Aostinho
Jos ae Oliveira.
1) Hara Mirandolina de Moraos, mulher do
lllm. Sr. Jos Crispiniano da Silva.
D. Joaquina liosa de Lima Vires, mulher
do lllm.Sr. capiSo Francisco Luz.VerSes.
I). Mura do Santa Anua C.arnciro LeSo, mu-
lher do lllm. Sr. IternardiDo ltbeiro
Colho.
Protectores.
Os lllust rissi'- os Senhores :
Coronel l.uiz Jos Ferreira.
Tenenle-corouel Francisco de Miranda Leal
Seve.
Delegado J0S0 Francisco xvier Paes Br-
relo.
a Carvalliu
RECTIFICACA'O.
A caria du Sr. Iraucncu Kaidiasl di Mello llego,
publirada no oiariou de honlem abaiso dos do-
rumenlos dt> Sr. Woed, superintendente da estrada
de farro, fui produzda a pedido do Sr. K. do
aferoey.
tynbcadtt a ptJtbo.
ESTRADA DE l'EKK
lie
TAIANDAlt.
Assignaloras. Vid. Diario da i d* selembro.)
ArrfiPS. Hus.
Tramporte da lista precdeme 2015 201-51MI3000
passigeiro
Al umanhua.
0Carrcs5j?iju>ettciaJ.
Srs. redactores.Em selembro do anuo passado
Clmenle Soares d Cirvalh deuonrioo como ees-
sua do puvundo sr. cap lia Manuel Joaquim Ferrei-
ra F.sleves, pelo fenmeiit. pralicados em Josu Joa-
quim d* Sania Auua, cm principio do auno de 1819
na ra Imperial imputan u a'quelle us ferimaiilus
que este recebeu na ucestao de se effecluar sua
pnsao (por causa da longa e tleseiperada resislencia
que a ata prirto oppl) e dus quaet e disse haver
resultado a mor* de Sania Auna dous dias depois.
t) proceda foi instaurado e pioseguio no meio de
Orna mull,1,10 que acumpanhava ao deuunrianle, e
q-ja encina a sila das audiencias, o qoe lollicieui*-
meuie eiplica o motivu dessa daiioncia e o lim a que
com ella se propoiiham ns du Liberal.
Trala das liles da e'eicSo provincial o Sr. f
noel Joaquim Ferreira Eleva, nao querando deisar
d* volar, requeren na qoalidade de eleilor a sospn-
..iii do procersu na {urina da lei ; I, go depois do
prazo legal rqoereu elle meiiuu a -11,1 r uiIiihi r.iu a
qual Ir-,le enlAo foi sempre protelada pelo deuun-
onule, sendo, qoe so as reileralas pelh;e do de-
nuuciadu veucero afroundao e desanimo dodenun-
eiante, procaguindo u processo ale o interrogatorio.
Agora que o procisso se acha ua r.mclu-.lo do S'.
Piulo juiz municipal lupplanl, lie que aparece no
ul.iberalo um artigo de fundo claman lo contra o es-
caudalo auapoier iiiflueucian iu Sr. Mauoel Joa-
quim Ferreira Esteves.
Neise mesm.i artigo eipi 0 o facto a seu
modo, para prevenir o iuizh do publico ; e como d*
muiba parle na quiln..la de advogado do Sr. capi-
tao Mamul Joaquim Ferreira Esleves no leuha a
minh,, disposicSo um jorual para nella *cr*v*r ar-
tigos da fundo un sanlido qu* seja favoravd a derj-
ilo l*ssa caosa, vejo-me obrigado a recorrer as pa-
ginas no sau uDiarios para protestar contra i*me-
llianle mauepi.11 sea assigmnle.
C>pnano Fenelon C. Alco'orado.
Escriptorio na ra da radcia d* Sauto Antonio n.
11 E, VI de sedmbro 1858.
Srs. redactons.Ua por cario loleravel, ate ad-
misiivel, que ae queira elevar a nuveus um amigo,
00 como se dizmatler o Padre caramas pre-
tender faza-lu a custa, ou com o sacrioio da repu-
lacSo dllieia ha o que aa nao pode supporlar, faz
desaliar um brado d* indignaran, porqu* uele mun-
do BiOgoem *ta disposlo a a.r alvo dos caprichos e
.i,.._ali a... ,ie oulros ou alias a servir de dei*mpale de
raivnsos.
Ksl* acert varifiea-se no faelo practicado pelu
pseuduuymu olmparcial apreciad, r do merituo, qu*
iirmou urna correspondencia publicada 110 -Diario
de PernamhocoD de 12 do mez passado, na qnal
houve por b*ra por sua aoula e risco de endeosar o
seu hroecapilSo Jos Fraueiico da Silva, na qua-
lida'e de dalegado do termo de lluncory. tiraco-
rando ao metmo lempo para isso rei.anar e ollauder
o raronhecido mererinieuln do nosso amigo amigo
Dr. juiz municipal rio me.un termo, a poni .le
ousar disec eom lodo despu 1 r que horroruam o
seu actoi.
Sementante calumniador, e inju-lo aisassino da
Jos Teiieira Ha-tos ....
Capillo Fraderico de Souza
(.mull 1.......
Caeiene Francisco de Barros
Wauderlay......
Francisco de Barros Waoderiej
Francisco da Rocha It.rros
Wanderley......
Pedro Ignacio Wan<)erle> .
Dr. A. Kiliriru Lime, .
Auloulo Francisco Morira .
Jos Antonio Moreira Dias v\
Companhia......
Auloino Bernardo Vaz de Car-
v.illiu........
Francisco do Kego Barros da
l.arerda........
Jue Viclurinu de Paiva. .
Manoal Claudiuo de Oliveira e
Cruz........
Abiho i-'eraaudesTrigo da l.ou-
reiro........
Jernimo l.uiz Riheiro. .
Barharel P. Pedro JoaC utios
Pedro Delgado de B rba .
J au da Cunha I liunnais .
liygnu Jos Coelho ....
Joaquim Antonio Al Btbeiro
Anlooio de Souza e Si'. .
Thomaz de CilVlIbo Soires
Itranl.iu .......
Praxed'S Comes de Souza Pi-
tanga........
I. E. H her.......
l.uiz da Cosa Porlocarreiro .
Jo.Vi de Piuhu Borges. .
Mauoel Loorenco de Mallos
Jos Viceule de Csrvalho .
Joaquim Budngues de Souza .
l.uiz Jos Rodrigues da Souza.
Francisco Xavier da Oliveira .
Can li.lo Allonni Moreira. .
Anlonio lleiirique Itodnguei .
Francisrn Maye Cortes .
Uuarle Borne- da Silva .
Travsos J. C.....
Francisco Jote Ararrtas .
Jos Francisco Franco. .
Manuel da Silva Ainnrim .
AlllOlllO Jll.'l 1 l'.lllailu .
Placido Jas do Reg Araojo .
Antuoio Botelho Piulo da Mes-
qoila Jnior. .
Aulouio Marques de llullauda
tiavalrauli......
Amonio Altes Barboza. .
Jarinlho Jos de Mello .
.loan Cario de Men ii.ur 1 Va.
concellos.......
Auloiiio Juitiiitano l'.e- Br-
relo....... .
Joc Fraticlsco Bello .
Lourenco Avelina de Albu-
querque Mello ....
Jos NicoU'o Pereira dos Sanios
Amonio Joaquim I,-mas .
-nioino I .iu- de Alboquerqua.
Auloiini Machado Carnes Freir
Jos Lint oe Barros ....
Fraiici-cu Aulunio Pareira de
Mello........
J0S0 Lina de Barros Vascon-
celos ........
Canos Roberlo Coll ....
Joil 1 da Cunhl Neve .
Jua 1 Mar mi,., de Souza l.eSo.
Je.uino Ferreira da Silva .
Aiiloiuo Teiieira Lima .
Joaquim Jos Tavarai da C'
lato Franrisro Pereira .
Manuel Meudes Bau teira J11-
niur. ... .....
Dr. Sebasliao A. Acciuli .
Beulo Savenauo PiHNeea Pita
lsiiacio Alves da Suva S-nlus
AlfradoiAlve da S Iva Freir.
I rauci-cu Santiago Ramos. .
Franci-co Cavalcanli de Albu-
qurrque .....
M .miel .1 ,.,. de Oliveira .. .
ifyiiaa Jos de Oliveira Coelho
Luz t, une Ferreira. .
Joie' llaoriques Machado He-
ierra ........
Joo Bsroardino Botelho .
Joaquim l.uiz da Silva .
Jos' Jernimo da Souza Li-
moeiro...... .
Mauoel Pareira de Figuenado
Tndela.......
Josa' Mara Ferreira Bnga. .
Dr. F'rederico Relava ,
Mauoel Jos' tle Fariai SimSe
Jos' Filippe Nary .1 Silva. .
Pedro Ramos Lleudar ,
Fredarico Augusto de l.emos .
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10 1 :OU0500T.
10 1:00115(100
10 1:0005000
10 1:0005000
Atieres Manoel Joaquim da Silva llibeiro.
Josiiiii 1 Ferreira da Silva.
Tenente-coronel Manoel Florencio Alves de
Moiaes.
Procuradores.
Os llluslrissimos Senhores:
Alferes Manoel los te Oliveira.
Virgilio Jos la Molla.
Umbelino Mximinode Carvalho.
Antonio Andinas de Campos Quaresma.
Simplicio Kolrigues Campello.
Mauoel Autonio de Ai., ej la Cataaho.
Hermenegildo Jos de Alcntara.
Tito Avelino de Barros.
I.nrai regados da fesla
Os lllms. Srs. Firmino Jos de Oliveira, e
Joaquim Sperid 3o da Silva t.uimaraes
Mor lomos.
Todos os devotos e levotis da Senhora do
Carmo do Frontispicio.
AssiguadoFre Antonio do Monte Car-
mello, prior.
EPICEDIO
a' mrl* prematura da Eima.Sra. I). ('andida Fran-
cisca de Sa' Brrelo, esposa do Sr. Benlo Corraia
de Si', nilereci lo ao sau saudoso primo meu col-
liga E. J. M. de Azevelo a Sa'.
/ tilde candidas ruzas, accenos.
I uide roxat sauiadtt
Orualltai, trttt laorimas, os c'rsos.
r.'ue Ao de acampo adornar por miin depostas
Em holocausto a' victima da mortfi.
(i jnralve- Das.)
Flor de bellezaformuso'a e gracas,
Dore uperant;, do ma s puro amor,
Onde la orcullas sem mais vida a -eiva '
Onda eihalasle 13o fragrant olor'.'
Planta virosa de frondentes ramas,
Entregue ao culto de zeloza m3o,
Que sol ardenle (a creslou tflo celo '.'
Que nurle rijo le proslou 110 chao '.'
Sineara pipnlariuhoia e meiga.
Onde deipiram-se os criollos leus '
Onde no ouve* o verter do pranlu
Do lerno esposo, alo* prenles leu ?
Ah h na larra qu'essa flor definha,
Sem vida e seiva, sem mais grato odor I
Ah he na eampa que repouza a esposa.
F. com lia as arar-, virlode, o amor !
Que ledo* sonhos Ih'embslava a mente
(Jue meiga csp'ranca lli'esmallava o rir 1
Tudo, bem cedo, e esvaece murcha,
Tudo n'um tmulo ella foi despir !
Na flor da idade !... com o rubor ni facei,
Urania sorria-lh* a eiisenria em flor !
II 'je I... bifeja-lhe o bulco da mort,
Enrolla em crep de fonerea cor 1...
Mas h qu* a Oor ou iniliii Irosa plauli,
S* inur.ha e p.lli la nu cha cabio,
Seu duce aruma, perfuniandu us eres,
Dus aujos puros a' inantfio subi.
E a chara esposase om jazigo a' anrolve
Sua alma candida p'ra u eco vuou,
Qual tenue inseuso que o thorib'lo leva
Ou aero hymiia qu'ao Sanhor chegoo.
E a' fra lagern qu* o sepulcro frha
Adorutm palmas de Irulonha cr ;
K os tristes ramos que o c> preste deila
Gullegeni p'anl d'iucassaule dar.
Recif* 12 de selembro de 1S58.
M. de II. Machado Paiva.
% :' '
vr.i. impressus e ele. 36 cauaslras albos
i\ Irmao.
7 barril presuntos ; a Jnaquim Vieira Ramo.
1 cana boinas, renda- de palhela e reros ; a Ma-
uoel Joaquim lli.s Castro.
'<(> canas, 0 pipas viuliu ; a Antonio l.uiz de Oli-
veira.
I (ana COlim e lualhas, 2 dito chapos ; Igaoro.
100 rodas de arcos de barril ; a Ferreira
reiru.
Vi brris, 1 eailic prego*, i dHee foure, r,ti ca-
naslra- ilhoc,20 sacros ui.lhu, 27 dilo rolliai, i \\.
totrolltoea; Manuel Duaile Rodrigues.
1 canao iialeois, I bail pretanlM, 50 caaitlrai
balatai ; a Al.neida Come Alves A. C.
2 cana llor de sabuj.ueiru ; a A. J. Vas de Mi-
randa.
caur.e chapcoi 1 Hurle Sousa \ C.
T, aucnrela ,i/eiluiia, I cail.lo obras de prata ;
a Vnlnnio Jase Cimbra Goimara**. '
i canas fech-duras e marlelloi, 2 barricas enia-
da- ; a Viial -\ Basloe.
12S caixo* 50 barias, .', pipas vinho. 2 pipil *-
uagie ; Josu Antonio da Coubi ^ Irmao
1 celtio peines. I cunheie renda de I11.I10, 1 cai-
ta. 1 ignoro : a Thomaz Fernandos da Cunha.
2 bairi vinhiis ; a J. 11 Kerraira.
5 -accos Iramoco ; a Ju-u Baplisla Braga.
1 cauao livrt,s, pautas e traslados; a 1,minarais A
Oliveira.
1 dita livros ; a Josu Barbota de Mello.
Ic.iiia.i pragoa, tivelas e argolla ; a K. C. di A-
breu Gnimaraei.
2 vivairu. canarios : a Jo3o Pereira da Silva.
1 barril -,r :inli-.s, 2 cauailras batatas ; a Ignacio
da Silva Ouvnlur.
1 cana. 11 a in-cds ; a Sebasliao Jote da Canha.
21. ditas ditas ; a Antonio Jos Tav.re-.
'. caixes cadenas desmauzada, 5 duzai dilas ; a
liraga A, Aulooe.
1 bainl vinli ; a Cosludio Jos Pereira,
1 r,.na 1 prtsuutos ; a Joi Mureira Lopes.
liarca inglesa ailin iu.-. viudo de Liverpool
consignada a Saunders Brolhers 6 C, ma-
inii'sto,, o seguate :
5Ks>shK3t>sj

Navio -ilii lo no dia 12.
Rio da Pialalirigue liespanliol Roger de Floro
eepilio l'e ir,. Mesuia, carga assurar.
.Navio -Lirado no dia 1.1.
Lou- Aracalj e Amo' IS dos, e do ulnmn pnrlo 10,
I, ale 11 cual a.N.iH, ngel C". de 3 |. Heladas,
iu-tre Jos Joaquim Alvo* da Silva, equipageni
6. carga sal e palha a Prenle Viauna. Perlaece
a l'ern,.mriurii.
- 2 1 ;r> o Ti c X. u c z-3 O E. t ^ 5 ^^ E. o c 5 en ara o n o' B -I lloras.
B o" 5" Almosphera. O M
o r 9 Dirccriio. *\" < >
a. o 3 ~ "1 n o Inlensi-dade.
m K. & i le Kj X X Ccnligrado -i o c : O
S 3 ,. (.' * Reaumur. ?2 c
-1 -a -i -i -i C. ~l A -= i Fahrenheil ri
2 i -i -l j llugrometro. > r/J
cr o -i-i-i -i 1 | Barmetro. 1
"f^ic! fc
O lllm Sr. inspector da thesonraria
90 farlos e 58caixas fazendas de algod3o, provincial, em cumprimenlo da resolurjao
1 lardo fazendas de !ii, 1 dito pegas de tilla. 1 da junta da fazenda, manja fazer publico,
volume lencos algod3o, 76 caixas 32l|2di- que a arreniiitagjo dos concertos la poni
las cha, 200 saceos arroz, 85 dilas pimenta, Jos Carvalhos foi transferida para o da 16
50 caixasqueijos, 50 ditas canella, 50 barris do correte E para consta/ ae mandou alli-
unio de porco, 50 ditas chumbo, 2 barricas xar presente e publicar pelo Diario
esianho 100 caixas folhasde llandrcs, 72 gl- Secretaria da tbesourorla provincial de
gos, 10 barricas lour-a, 50 toneladas ferro Pernambuco 10 de selembro de 1858.O se-
hruto, 50 barris manteiga devacca. 115 to- cretano A F da Annunc8CSo.
neladas csrvao, 10 barris alCatrSo, 24 pegas Acamara municipal do ftecife faz pu-
cordoalha, 2 caixas fazendas de linho ; aos ollco, que tem estacado para o dia 15 do
consignatarios correte a ultima praga jara a arreraatacSo
200 baTicas cerveja ; a C. J. Astley t\ C. das suas rendas annnunci-das ; bem como
1 caixa folhasde cubre ; a liarroaa & Cas- que lra P*la primeira tezem praga nos dias
tro. 113, loe 22 desle mesmo mez, o imposto.se-
20 far los fazenda de algodSo ; a N. O. Bie- ; Dre carros de aluguel e outros vehculos ie
ber 4t C. conduegao, pela quanii* de 5:0009 rs. : as
1 caixa torcidas, 2 ditas e 7 barricas fer- habilitiges dos lia lores so as mesuasja
ragetn. 2 volumes, 1 sacco e 2 gigos amos- ;aiinunciadas E para constarse mandou pu-
iras ; a Jos Antonio Moreira Dias A; C. blicar o presente. Pago da cmara runici-
ISrigue nacional uAlegrete, viudo do Rio Pa' "lo Kecife em sessao ordinaria de 10 de
(.rancie do sul, consignado a Manoel Congal- : setembro de l8s l.uiz Francisco de Barros
ves da Silva, manifestoii oseguinte: j Reg, pro-piesidenle.Mauoel Ferreira Ac-
6060 arrobas charque, -J0 ditas cebo em coli, secretario.
:i
3
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700*0011
.")OII.;0IHI
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OOsOOO
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..OOSIMXI
5009000
..IKI;U(HI
5O05OOO
OOcOOO
,'itKliSKIO
OOJOOI
.5003000
OIljIKlO
ll(i- 5OO9OOO
:,(iii-mhio
500)000
.'iOOsXH)
lOttrMKMl
.VMI^lOO
OOJOOO
'.003000
lit.i>0oo
4005000
:100900o
.'1009000
:I009000
mooo
2008000
2005000
20O5OOO
llHl-^'OO
CAjVBIOS
Sobre Londres, 35 l| a 25 1|2 a 60 e 90 d. v.
Paris, .18.) rs. por ir. a !K) d. v.
* Lisboa, IOS a 112
o Itiu de Janeiro I .' por Oo d* rebate.
Des-nnto.le lellras, a '., 10 e 12 por cenlo ao anno.
.109000
329OOO
OL'K(Jorjas despalilllas.
Dilu meiicaoae....... 3I9OOO
Pegas de 69OO. 179200
Moedas de ',19000 9*300
Dilas de 20a ... aVV500
FHATA.l'alaces brasileiros. 29O8
Ditos columnaries. 251 .SO
Dilos meiicauos 1$800
189000
29100
9100
NOVO BANCO
DE
g*. L'ma ver qoe naja jurados para a protincia, reir Jacobina, e autorisando o govenio para
garanle-se melhor as hberdadea pul.lica e nao ha meltiora-la.
conlu-ao de ju-lica com a polieia.
O nobre senador ponderou qoe a inaior parle dos
jurados nao podia abandonar as uas iodu ir a' caber do lermo, qa* ah nAo achava onda
hospedar-ae nem commod para seu- pagein, am-
maei, *lc. sao cumie acua etaclai, mas e se quer
a ladilnicio porqu* n,1o s ha de aosillar es jurados,
remouera-lo Os meimos eiemplos do E.lado-
I ni.I paii qoe foi cilad pelo nobre senador, nao
sao frianles para nos J E o que se pralira hoje no
pan'.' Os jurados au multadus : mai porvinlura os
cofres dis municipalidades rtcebem estas mullas 1
Compre alien,|., ,.,,. e 00|rs fa,|0s. sem preven!
cao, sem espirito de partido, e palpar as necessnlodss
do paiz.
O metmo Sr. minislro da juslica qoan.lo se Ihe nu-
toa que era um abusu a prisao por mais de oilo das
a*m culpa formada ropuudeu qoe quera orna i|ij-
sigSo de le qo* marra.se praiu que na s* p detae
exceder ; sem is-u h,vi 1 de cmitinuar a ahusar-se,
porque a dispoi{So eiislenle eslava em riesoio.
E aqu d*v* fat*r om reclamo a' etpehencia, a' il-
loslracao do nobr* senador a quem e lem referido
para allender s ueosiidadet do paii ; leelami a oa
cooperario ao uobre minislro ila juslira, que lem
mnitradu a maior dncilidade, o maior desejo de con-
ciliar os espinlos reuunoiando as suas pionhas opi-
nias, admitlinio emendas de quem quar que saja,
em urna palafra, provando qua quer acertar. K
por tua parte declara que uo caso de duvid, ha de
Keis 305:7009000
(Continuar-se-ha.)
EI.EICAO' DOS JUIZES E MAIS DEVOTOS
QUE IIAIV DE FKMTEJAK A SENIIOUA DO
CAK.Mt) Di 1 FRONTISPICIO NO ANNO DE
1859.
rama, 15 cutiros vaceuns seceos : a ordem.
CONSOLADO GEKAL
Keudimanio d da lat. 28:2579617
Id*m do dia 13....... 2:l70j2:l
:iO:i:t:l8K52
DIVERSAS PUOVIWCIAS.
Keudinianlu do da 1 a 11. .
ld*m do dia 13.......
1:3559151
255a445
1:6101596
DESPACHOS DE a.XI'OK'1'AC'AO PELA MESA
DO CONSULADO DES1A CIDADE NO DlA
13 DE At'.OSlO DE 1858.
LiverpoolBarca laglcaa uCruzador, Paln Nash
cS. C, 55* arcas algodao.
I.iverpuulllura maleza atienoveveu, l'.ilnii Nsh
6! I... 51 saccas -laudo.
Liverpuilllarra iiulera uCruiador, Johoslon Pa-
ler ,\ C, 20 arcas aUndan.
I.ierunal Barca ini Brothers i\ l.., 119 (areai algonao.
EXPORIACAO.
(..mal, bricoe purtunuez ultiu Voogao, de 202 lu-
neladas, cuuduzo o segmnte : ,liOO saceos as-
surar.
Itiu da Prala, brigue he<|ianliol licor de Flor.,
da 279 toneladas, cot 101I0 o seouiule : 1,153
barriras aorar, I1S pial a^uard.nle.
KECEBDOKIA DE KE.NDAS IN1EKNAS CE-
KAES DE PEKRAMUL'CO.
Rendimeoio do dia I a II.
dem do dia 13.
8:4299873
1:079325
9^099198
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia I a II. .
dem do da 13......
15:4398757
798887
1(:2:l8j(;i
PAITA
dos precnt correntes do assucar, algodo, mais
eneros e produredes nacionaes que te despa-
chan! m ment do consulado de Pernambuco
nu semana de 13 a II de selembro ae 1838
Pernambuco.
Sao convidados os Srs. accionistas a re-
ceberem o 1* dividendo de 2,s por accao.
Escriptorio do novo banco de Pernam-
buco V de setembio de 1838.Manoel
Joaipiim Ramos e Silva, presidente da di
reccao.
I\ovo Banco de
Pernambuco.
EM 13 DE SETEMBRO DE 1858.
0 Banco descoma na prsenle semana a 10
por cenlo ao aune, e toma dinheiro a pre-
mio em conta correnle simples ou com juros
pela tasa e prazo que se convenciuuar.
Caixa Filial do Banco do
Brasil em Pernumbiico
EM 13 DE SETEMBRO DE 1858.
Directores da semaua us senhor.es :
Joo Pinto de Letnos, e Antonio Marques
de Vmiirim
A caixa desconta letras a i0 por cento ao
anno.
Afincar l>ranro.......
i) ina-r.i-.iiln..........
11 refinado........
Algodo em pluma de l. surte
o i> o 2.a 1
o i> i. o ;.-t i>
o em earofo.........
Aguas ardenlesalrool, ou espirito
d'agoardente. .
o de eachaoai.......
b de canil;........
b dislilada do reino. .
tit'lirlil.i.............
B ...............
Licur...............
B
B
B
orna
mu
B
(10
O lllm. Sr. tenent.' coronel Francisco Anto-
nio Per -ir ,ja silva, propriotano do eu-
enliu Caten le.
(illlin Sr. capitn Manoel e Souza Lelo
Jnior, proprirt^rio do engenho Guijau'
Juizes protectores.
rr|nit re .laiuili no-n) .imij.i. Lem devera capa- O lllm. Sr. major Manoel l.-nacio Brucio,
AI.HANDEliA.
Kaadlmenlo do dia I a II. ,
lilain do lia 13.....
Continua^ao da I."' discassao da proposi-
to da diia cmara autonsanlo o governo
para auxiliar dura.ite 10 annos a imperial
companbie de navegacao a vapore estrada
de ferro de Potro polis actualmente, como
re>pictivo parecer da com misso deempre-
zas previlegiadas
Continuaijar da 1 discussao da proposi-
to da referida cmara, concedendo cerlas
isenrjOfls da estrada de ferro provincial en-
ir 1 as 11 imles do Kecife e ulir.ua, e estendon-
do-as a outras emprezas projectadas, com o
parecer da comnii>sSo de mprezas privile-
rjit-das a sen-lliante respeito.
Segunda parte.
Conlinnaciio d* discussao adiada.
Leva na-se a sessao a I 3|* horas da tardo
$M*AMmVIQfi.
1 *
AVULSA
Deshumandade.lia ceris faeloi que, por
sua oriiiin.lidada ou mais propriameule fallando
logularidatla, fazeni pasmar, e iletparlim logo um
riiar-se que nj se loma erivel o inculcado horror
dosacloi da um magiiiralo como elle, que pan al-
l foi iein forluna, lem vivido nicamente di--en
leoue* veiirirnanlus, e pobremente Tallara' no lira
dos*aqualri*nuio, no maio da maior paiseguitAo
poisitel d* eerlns nembros d.. Incalidade, a quaes
illutliram-s* considerando-^ dcil idstrumanlo para
eos siinslro plauoi, ao paiso qoe alguns para ah
vilo como delegados leudo lano como S. Sena! lo
lem de aalces, poocoi .encmenlo parcebem doi
cofre publico, eolrelinlo vivtm rica laula-
mtnle, como principes, e deuam esseespinhu-o e
nao lucrativocargo opolenlo como Ocio*.
Nesla cidade he bsm ronhecido o lioneelo. probo
e brando aracler, e bourosos precdanles daquelle
amigo para sa repelhr logo, e nao acredil.r-se ua
aclroa cala nia Contra alie dirigida por qoalqoar
enle miseravel, que s respira drepeito e rancor, de
ler pralicado fados horrorosos, a<> passo que lalvez
elle- pos-am s*r imputados a qonn sem igual edo-
cac;ilo peaiaa lalvez. uina chronica lorpe, caudalo-
sa, como fcil sera' pr no olliu da 10a. sem a me-
iiur eereinoii a (para que ja edamns iinmn la.lu- se I
por v iilur.i o lal preador de ei nnl encominemla- I
do, sob a falsa ileiminiiara.i da uf inpareial aprecia-
dor do merilii, no sa cohibir e oua- aiula vollar
a carg., sendo qu* depois nao sa queise J nem diga
au s uberatal aie proaveana.
Esse aolor da predicta con*pondtucia deve capa-
niai-i,. ainda, qu* a )iila defeza h de direilo 11,1-
lural, e por couiagoinl* nao he muilo para eslra-
nhar, que a rearlo lobrepuga a acr;ao, p. rque nem
sempra he poisival coarcla-la oo retlringi-la.
Continu pon eite eorrespondent* a queimar seu
podra iusinsu ae Sr. capitao Josu Erauclsco da Silva
director do arsenal de guerra.
O lllm Sr. capitSo Joaquim d Albuquernue
Mello.
Juizas.
k lllm Sr.. D. Anna Luiza d6s Santos Pon-
tual, mulher do lllm. Sr. Francisco Anto-
nio Pontual.
AlllmaSr* 0. Maria Cuilhermina Borges
Diniz, (Iba do lllm. Sr. capitao Joo Her-
menegildo Borges Diniz,
Juizas protectoras.
A Illm.a Sr. I). Olimpia Candila CuimarSes,
lilha do lllm. Sr. tenente-coronel Sebasliao
Lopes Cuimaraes
Alllm.-Sr D. Maria d'Annunciar-ao Caval-
canti Lins, mulher do lllm Sr. Dr. Jo5o
Lins Cavalcanli de Albuquerque.
Escrivaes.
A IM"-. a Sr. D. Brasilina Augusta de Campos
Luntachi, mulher do llro Sr. Jacome Ce-
ral '.o Maria l.niiiacln de Mello.
A Ilim 1 Sr.' D. Thereza de Jess Cerqueira
EscivSes.
O lllm Sr. Dr. Auto lio Epaminondss de
Mello.
0 lllm. Sr. major Faustino Jos dos Santos.
Protectoras.
As lllustrissinias Seuhoras :
Descarregam hoj* 11 de selembro.
Barca francezaSavanillamercadonas.
lirigue inglezTrinculomercadorias.
Barca inmezaHiiiilnnirrot e qoai|0.
Patacho portuguezPromptid3o ceblas, btalas
e alhas.
Barca dinamarquezaConcordiacerveja e qaeijo.
MOVIMEN10 l)A ALFaNDEA.
Volumes aulrados um faiau.lai .... VI
* com genero ....
V*lom*i lahldt* aom fazanda
< oin gaoeros
IMl'OHIACA'.
Patacho porlauucz l'rnn.ptidao.o viudo do Pnr-
lo cnmiguado a Elias Jote Sanios Audrade ,\. C,
inaniieslou o secuinle :
7 cane feirhaduras, SI harris prego, 71. dilos
oca, 12 cunhele in-ha la-, 12 dilos machado, m 1 -
tellu-, intcliadinlitis, foure etc., 1 c.iu-n lio de vela,
3 dilos loosa para esrrever, i saccas rolha, 2 eailSei
louiai cra>es, I dito ferro de encommar, G dilm
pomada. I dito flor d* sahuitutiro, 1,823 re-lia- de
all s, I c.m.in pe.lra de aliar, I dito macolla, 1 dilo
penles ; aos con'ienalano.
1 calillo obras de prala, 21 dilos aztile, 3 diloj pui-
gae de t.urco, 1 ti lo s.lpicoes, I dilo seda, damas-
co, naM 1 da palhela, bandas de seda, franja de re-
le, ele,, a 1 embrulho damasco ; a Joao Francisco
de Arauio Lima.
Arroz pilado...........
em rasca.........
Azeile Je mamona ......
b b menilob'ot de coco.
b b de pei\e.....
Aves araras .......
b papagaios.......
Periquitos............
Bolachas............
Biscnilos............
Cacau ............
Cachimbo*......., .
Cafe liom...........
b em grao reslulho ....
b com casca.........
a muido...........
Carne serca ..........
Cera de carnauba em pao, ,
* em vul.is........
Charutos bons .........
- ordinarios.....
b regala e primor .
Cocos seceos..........
Cuuros de boi salgado.....
b seceos ou etpixado*. .
b verdes.........
b do onra .......
b b cabra rorlitlos .
B r .1 neiri,......
Doce de calila........
b o guiaba.......
b secco ..........
b jalea ..... .....
Espanadores grandes.....
b pequeuos ....
117:7969.170 Esleir de preperi.....
1.">:990a382 tsluPa nacional .
11 eslruugeira, nio
163:786j'J52 Familia de aramia. .
b b mandioca..
B lilil.- .
Feiji...........
Fumo em rolo bom .
i. ordinario ....
i. em folha bom. .
a u ordinario .
b b reslulhu ,
Gengibre........
(minina.........
Ipecacuanba......
Leuha de adas grandes
', a b b pequenas..... 1.
o a a Inrns....... b
-\ l'ian.li.ie-. tle aniaiello tic 2 ooatadoa um
\i o louro......... B
Costado de ainurellu de 35 a lo p. de
e. e 2 j< a 3 de I.....
v de dito usuaes.......
i,usiii,linliii de 1I1I11........ 1.
Soalho de dito........... ,.
Forro de dito........... b
Cotlado de Itnii.1.........
I'.o-t.idiiiliu tle dilo........ i.
Soalho tle tiln........... i.
Forro de tlilu ....
b b cedro ...
Toros de latajulia .
Vara* de pareira .
b b aguilhada.
b b quiris.......... b
Em obras rodas de sicupira para c. par
alaos b b b b
".-lio
29600
5s300
8j.....
89100
T-Tiiil
25125
9880
.-lio
9500
9720
9I0
92 iO
|600
1300
29200
alqoeire 1*000
caada l?'.i2o
n 2sOtK)
2>200
I29OOO
39000
I9O00
9180
85000
59500
milheiro I9OOO
arroba
caada
caada
botija
caada
garrafa
arroba
d'ol.ra
I) 1-IHIO
3 69OOO
0 10-4W0
0 I29OOO
cenlo 2J0O0
u S00
1 2>">0
cenlo 39000
. % 9215
. 0 250
* *> 9140
. ini IS9000
> 9IHI
> 9 00
9500
940Q
i> I9OIH1
9*00
. mu 3 . > I901X)
uii.a 30U
. 1 latido
. u I9000
@ 39000
.Alqueire ogOOO
n 29.VO0
alqueire TnKio
. 1$ 1 us 100
- O lllm. Sr. inspector da tbesouraria
provincial e. cumprimento da ordem do
Esm. Sr presidente da provincia de 28 de a-
goslo ultimo, manda fazer publico, que no
dia 20 do correnle, pivante a junta da fa-
zenda da mesma thesouraria, se ha de arre-
matar, a quem por menos lizer. a obra da
bombo sobre o riacho Becupeba, avahada
em 4:1179 rs.
A arrematasao ser feila na forma da lei
provincial a. 343 de 15 de maio de 1854 e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoes que se prozerem a esta arrema-
lagao comparecam na sala das sesses da
mesma una no dia aci- a .velaraJo pelo
mel dia competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diarlo
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 1 de setembro de 1858,-0 se-
cretario,
A. F. da AnnunciacSo.
Clausulas especiaes i'ara a arrematadlo.
1. As obras m arco de lijlo da estrada do
l'o d' sero execuiadas de con/ormidade com o ris-
co e ornamento nesla dra a .. rova los pefi
directora emcons-lbo, e submetiJos a a -
provacao do Esm Sr. presidente da provin-
cia, na importancia de 4:117o rs.
2. O arrematante comecara a fazer a obra
no prvzo de 15 das, e concluir no de 3 me-
zes e meio, contados conforme a lei n. 286
3. 1 p. gamento lera lugar em 2 irestaces
iguaes, pagas uina quando se r.ouver veri-
c.iJoac'ar-se a oura em meta le, e a outra
quando se lavrar o termo de entrega.
5 Em tu 10 mais se observara o disposto
na le n. "286.Conforme. O secet-.rio,
A. I", da Aiinunci-CO.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cum,rimento ta ordem uo
Exm. Sr. presidente da yrovincia de 30 de a-
gusto ultimo, mana fazer publico, que no
dia 23coneiile, per nld a junta da fazenda
da mesina thesouraria, se ha de arrematar, a
quem por menos lizer, a obra do rebaisa-
mento de una desci Ja na estrada da Escada
na uiiccho do 4.-com o 3.'lanco, avallada
em 3:3009 rs.
A arreniEtacSo ser feila na forma da le
provincial n. 343 der 15 de maio de 1854, 9
sob as clausulas especiaes abaiso copiadas.
As pessoas qua se propozeren a esta ar-
remaiaqao comparegam na sala das sessdes
Ja mesma junta no lia cima aeclarado,
pelo meio dia, competentemente habilita-
das.
E ptra constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 1 de setembro de 1858.---0 se-
cretario,
A. F. da AnnunciacSo.
Clausulas especiaes .ara a arrematadlo.
1. O reliaixami'iiiu da ladeira do M'ngar,
comprehendido entre o lim do 3 lauco e
principio do 4.- de conformidad- com os per-
fis e ornamento approvados pela directora
em conselho, e submeitidos a approvacSo do
3*800 t-Xfn 'r- presi lente da provincia, ua impor-
tancia de 3:300-3 rs
2- Oane-Tiataulo comecara atrabalhar no
prazo de 15 dias, e concluir qo de 3 mezes
contalos ambos conforme oque a tal res-
peito dispoe a lei provincial n. 286.
3 O pagamenta da importancia da arre-
111 atacao sera dividida em duas preslacoes
iguaes, tenuo lugar a primeira quaodo a o-
braesttver em meio, e. asegunda quande
for concluida, p lo que se lavrara um lermo
de recebioieiilo definitivo.
4 Para tudo o mais que no estirar espe-
cificado ns presentes clausulas, sera regula-
da de conform lade com o regulameuto das
obras publicas.Conforme.--- O secretarlo,
A. 1". da AnnunciacSo.

ra pui.
Tolal
Total
II barr (iresunlo, 35 canaslra* aillos, 1 csixao
I. Mana Ca lula Luuiachi -la .tocha, mu- U1I111 ,mpBllll ne pr,if 1>300 ro.li.i de ceblas, I
Iher do lllm Sr. capiiao de mar e guerra".unh.t* raua a Baliba v ihvalra.
Fernando Vieira da Itocha. I 1 caixio obrai d* prala ; a Moiaira & Uuarle.
Corrt-o g'er ".
l'l 10,1,1 das cartas seguras exis:. tiles na ad-
niinistri'.eo do correio, para os senhores
abaiso declarados :
9OOO Antonio Coelho de Sa ilbuquerque (2)
I11-000 Antonio da Molla Monteiro.
690001 Francisco Pereira de Barros e Silva.
tS'jM! Gaspar de Menezes Vasconcellos de Drum-
Sg moni.
-iKH)! llenrique Tiberio Caplalrano.
1 iAooo Jo quim Marcelino da Silva.
3230001 Jos Antonio de Figueiredo.
295001 Jos lliirnardino de Queiroz.
19500 Jos Moreira oa Silva.
129000 Mariano- de Barros.
369000 Manuel Ildefonso do Souzr. Lima.
'"""" Manoel Jos da Silva Pimedlel.
Paulo KmilioTavares Cascaes.
O oflicial papelista
Ismael Amvel Comes da Silva.
Pela subdelegada da treguezia dos
1 J\ xl"r-:i l's se faz publico, que se aeltam legal-
inhh, me"10 ''PlX'Sila es um cavallo, u.o sacco. e
um capote velbo lulo remetl'nlo pelo admi-
19000 nis'raJiir do engeuho Giquia, tendo sido to-
IjOOO m!ldt) em a noite do lia 6 par- 7 do correnle
1 -mi a um ladrSo, que con Juzia, o qual sen 10 per-
l-i.i"! seguido pelo sol !ado da barreira .lo nie^mo
i-.i_ii Giqma. pode escapar de ser preso, sala)
iii'iiil'i co ,H,nDem so cha depositada urna vacca
109000 ',Ue '"' reaett'd,, Por JoSo Bapusla de Souz
Mel................caada >2H0 'J,"mos> PPg"! em seu sitio, hoje, dentro da
Milito.......'.'.'.'.'.' ." alqueire IJOOO Pli,ula lle su C*-,im : quem ae julgar com
l'edra de un..lar.........urna 9640 dlfoito a esles objectOS co.-npavea, que pro-
Dllrar.......... 11 | -.hhi vando legalmente Ihe serflo entregues. Afo-
rehuios......... i-.00 gados 7 de setembro de 1858. Paes ar-
l'ij-sava eiu uiullius.........um 9200J reto.
o
B
B
B
alq. 2
ceulo
I.59OOO
259OOO
209000
I69OOO
o
u
quintal
tlu/ia
f
% a*l


DIAKIO UE PERNAMWUCO TERCA FEIRA IV DE SETEMBKO DE 1858.
CONSELHO AUMaMSRATIVO.
O consellio administrativo, te ai de co ,-
prr pura o presidio Ue Fernn ~,o os objectos
Beguiates :
Para diatas.
Tres barricas de farinba de trigo marca
5sS; 16 arrobas de.-ssucar brinco, i dita
de araruta; 1 dita le tapioca lo Macan
1 caisa Je let'ia ; I arroba le loueinhu i
Uiu de caf ; 16 me i! s v. illas de vinagre.
Para a ig pja.
l ni >ii \-.-j, novas de azeito doce ; arro-
bas do cera em velis de mei libra.
I'ara o almos n liado.
1000 papeletas confo m o lelo que
exi-te na sala do conael o; iresm i le .-.-
pe Botado; (ditas almc.o; I2lauis; ti
g i: iras ile Una preta ; t 'liv os 'in branco
de 200 tullas; it libras de volas Je car-
mn
Uuem quizer vender tacs < re-
senle as suas pro ostas m carta fechada
na secretarla "o conseibo as 10 horas di
(i lo correte
Sala das SessO s do cooseloo administra-1
vo. para forneciment o ai guer-
II desetembro de 1858. BentoJoaLa i
i Los, coronel presi lente Jos anto-'
mo, tenente-eorouei vogal servio io de
etario.
lela mes-; do cons lado provincial se
i publico aos evedores dus i m pos tos da
lecima dos predios urbanos jas freguezias
desta ci '* le e a uigAfogados, de tOjOso
Para .- > im j ;iieno.
O velleir i <> bem cjhect lo pi.tacho nacio-
nal Beberibe, pre e firrado de conre,
de iirimeira marcha, lendo parte de seu car-
reg.inento a luir.lo. pretende seguir com
ma br -vi l.i ('. pa s o resto que Ihe falta,
trata-ge com o u c asignatario Antonio
l.uiz deOlivelra Aievedo, iua <.a Cruz n. i,
par. n po ; 4
O brigue Trovador seguir' com bre-
vidade. para carga epassageirot trata-se
com os consignatarios Barroca & Castro,
na ra da Cadeia doRecife n. .
- I i Lisboa dev< seguir omaisbreve
.'. i tingue portuguez Incompara-
vel; tem proi p'o parte do carregamento,
apara o r i l> le un >*assageiros (aos
. sci lenles c ramo os : tra-
i -se com .....m Irmaos, rua da Cruz n. 3,
ou com ocapiio lugusto de Aguiar, na
praca do i o nmercio
Mi
'
eu-
Para o Rio de Janeiro sai rom milita bre-
viade, | or ja ter arle de
oara o juizo os sue deixarein de sgar. Me-
sa do consulado provincial de l'ernambuco
31 Je agosto de 1858 -Antonio Carneiro \ia-
cbado Ros, adi lnlstrador.
cha-se sequest'ado ,ela collectoria
provioci I de Villa Bella, como bens do even-
to, un escravo de nonie Flix, de i ladede
M aunos, o qual foi nascido e criado na fa-
zenda Derra Jeira-Varzea, do Sr. Jos da sil-
va l.eite. Diz o mesmo escravo que acerca
de 10 annos foi conduzi lo por um genro de
seo senhor de nome Jacinlho Comes da Sil-
va, e vendido n ctale do l'ene.Jo a um
negociante de escrsvos, o qual o embarcou
.i ai outros para a ciJade a Baha, onde
sendo todos atacados da fobrc amarella, o
Sr. os deixou, e nunca oais leve noticias
ti elle escapou, e nao sabendo '.'ar;; onJe ir,
procurou seu ;,iinieiro senhor, d'onde foi pp-
prehendi lo por bens de eveiito : porlanio
quem se julgar com direilo mande a villa
bella, onlese icha sequestrado.


eilo
DR
MOVIS
Quart -feijrn ISJdo or-
re n te
NA RA DOCOLLEGIOBMAZKM N.15
MODISTA
Brasileira.
Deln/ da mi' Nova, casa nova de tres
jani'll.is que (iz quina para a rua ae San-
io Amaro, cose-se com a perfeico precisa
qualquer costura de senhora, com. se-
jam : vestidos para noivas, cas&veques, sa-
ludas de baile, chapeos, enfeites", e etc.
etc., pelos liguemos modernos, e por pre-
sos comuiodos.
Kupio do engcnlio l.imeira, freguezia
de Una, um escravo de nome Pedro, crioulo,
de 16annos de i i..de, pouco maisou mei os,
h xa, cheio Jo coran, ps torc los para fora,
natural do serijo, e n-uito regrista : quem
o a aprehender, l-ve-o nesta praca na rua
lugusta, a Jjaquim Jos Hamos, ou no re-
ferido eogenho do seu se ihor I- raocisco Mar-
ques da Kunseca, que ser generosamente
recompensado.
Precisa-se de 2 hmeos portugueses
ara o serVCO ue urna distilaQao '11 leguas
distante desta cipiUI, e tirnbem um pira
caixeiro leengenho: afianca-se bom tra.a-
mento : na rua Augusta, casa defronte da do
n. 17.
Roga-seao sr. Jos Fenera de Cont,ou
I') Coito Portuguez, qua ha 8, ouioauuos,
pouco niais ou nietios.diriga aqui nesta ci la- |
'le urna taberna Je molna ais de Ignacio Das
Luna, quandoeste retirou-se pora Portugal,
ou a aluiii prente do mesmo oulo, ou
pesgoa quedeste tenha couhecimento o CtVOf
da annunclar por este jornal,que se pagara o
i porte lo annuncio, ou de o declararan) na
ru do Padre Flor la no n. i>7, on le existe un
peasoa que quer eommuuicar um negocio
multo de inieresse, e so de patlicular inte-
resse do mas.no Coulo ou de seus herdeiros
no caso de ser este fallecido.
tenda bem de jardim : na rua da Cruz do
Recife ii. 13, pnmeiro andar.
O
- TA
Neste estabeleciment de tSo grande ntiiidade havera to ia as6hom
da nianhaa at as 10 ou 11 horas da noite b.nhos fros simples d'agui c rrente (.oras
panbia de eberibe, ditos aromticos, ditos de choque e chuviscos, banhos momos sim-
les e aromticos, assira como banbos m-dicinaes sulphorosos c slgalos, viudos de
Paris, das mu acre litadas phsrmacas de Mes. jarband, Vauqu lio e Pehetiei Pai&Filhos.
Chmanos a atteu^So dos Illms Brs !)(.>. em medicina para este estanelecimeoto,
quepodera facilitar-Ibes al;u mente separada para as familias
Pi E?0 DOS BiNHfS.
Trinta cartOes para banhos Trios com len^ol do linho...... 154
Ounze titos dito dito....................... 88000
Sete ditos iiL:> dilo ,................... 9000
Trinta ditos .ara banho momo de choque, chuviscos ou farclo. .
com lencol de linbo e toalna propria............ 2a00Q
Ouin/.e ditos dilo dito........................ K
Sete ditos dito dito........................ 500n
Um banho avolso fri ou momo rom lencol e toalha....... isioo
Hito aromtico, mais o valor da essencia.............
Banho medicinal artificial salgado................ I?5o0
Rito dito dilo de Vicby...................... 39000
Dito dito dito de llarego........... ......... ?l>0
Os abaixo assigna-ies esperam merecer a coadjuva^ao do respeitavel publico, e a.1-
vertem que os cartdes nao sao transferjveis. Aguiar & Freas
EsMELMmo"^IfoMPHico
---;
i ara
O
-
ti;
c.


-
Precisa-se de um bom feitor, que en* | OSr. Jos." Rodrigues Calasso e o ir.
los- Joaqmm Ayres queiram appareeerna
rua do Cabuga, oja de miudezas n. I B, a
negocio de seu inleresso
Aluga-se o quartoand>re solao da ca-
sa da rua do Torres n. lt, bastante fesco i
com excellen.e vista : a tratar no primeiro
sudar do mesmo.
a pessoa que annunciou querer 3U0j a
juros.dirija-sea rua Imperial, em casa de
Jos Paulino da Silva.
-- Continua-sea dar porches nao meno-
res de 50^000 a juros razoavels, com segu-
ranza em p ntio es le ooro, etc. : na roa
Cadeia da santo Antonio n. 15, segundo
an lar
D-se 700# a juros mdicos, com se
guranca em hypotheca e bem de raz : na
i ia 'ia Cadeia dj Santo Antonio n 15, se-
gundo andar.
~ Aluga-se um escravo moco, cdziuhei-
ro, e de inuito boa ccnlCta : que i preci-
sar, lirija-se a ruado Cabug, luja u. ;l
t'ordetiaz tn roa Nova, na casa
j'nellasque faz esquina para a rui de Santo
Amero, lava-se e enfcomrr. i-se cot lodo O
1 lll VSi/,.
A companhia Je illuminacao
gaz desta cidade avisa as peuoai
que precisarem illuminar os seus
:' cstabelecimentose casas particu-
lares pormeio 'I" gaz de virem
. dar os seus nomei em casa de
Rostron Rooker C, naca do
CorjM) Sent a. iS. notando-so
que aquelles que primeiro se alis-
ta rem serao servidos em primei-
ro lugar.
.Na lundicao d'Aurora precisa-se
,. 'I'iibiu, lava-se e entom
serventes torras ou escravos, paraservico aceio preciso, e por presos muitocommo-
debaxo de coberta.
@ PaaloGalgooot lenliala, rn das t,arao-
u-iras n.15, Da meamacata lem anua e pos
dos.
J (kiilrififr.
"" '. :'rV

lie clieg'Hio a oja le cecoute, aterro
da oa-Vists n. 7, excellente'
~ Joquim Jos de -eisss Jnior e Jos
Joaquim Pires boare-, gra lecem cordial-
mente a lo las aspessoas que na tarde de 10
do corrente se dignara*! a assistir e acom-
^ psnaar oo cemilerio i nblico os restos mor-
s Jp seu prezado pai e sogro Joaquim Jo-
- sdeSeixas.
-- A viuva de Jo5o Evangelista da costa
o virginal f''va> estando procede ndj ao inveutjrio do<
annos, sar I is e esi inhas, igualmenlec a-
le rosa branca, para refresca a elle, tirar be."ldo'e.ttc,Ml- pe'ojuiz. deorpbSos, es-
'envao Cuiroaraes, rrga a totas as pessoa.-.
Ale. ro da Boa- i ista u.
12.
ALERIA i; OFFIC1NA A REZ-DB-CHAO
Nao' confundir com a offcina de daguei reotypo na mesma rua-
THSLLTSO
S
ANT5 ISABEL
C01PAMIIA LYRIfA ITVLIVXA
DE
G MARN ANGEL.
QUARTA-FEIKA. i DE SETEMBRO.
9.a RECITA DA ASSIGNATUUA
A PEDIDO GERiL
repelir-.-e-ha pela oilaa v*i urainle opura cid Iret
aclu, de Itelbiii :
Toma-se a juros, com as condicoes e
lempo que se convencionar, a qjantia de Retratos tira los.seguudo os proc.ssas os mais molernos sobre crystal e pape
1:500$, e d'-se por garante ema escrava, e em fumo e com colorido aguarella, ao licacfto de lindas aizagensno cimpo do retbalo,
um escravo crioulos, robustos, de tolo *orv- Miniaturas para alfinetas e cacol tas imitando a pintura sobre marfim.
co, sem vicios nem o menor lofeilo, ambos I lelratos de pessoas fallecidas em qualqner generoelamanbo.
mo^os, d^ excellentes con lucias ; a escrava I Ricas caixiritia-i, duqueza, pompadonr velludo, tartaruga, marro ?uim eic ,e,r.
lie escllenle lavadeira,cozinheira, ehe boa Retratos em lamadlo natural sobre lela, desenbo da machina monstro chamada Me-
quitandeiiadi-que tem muita praticaegosto. gascopo e pintura a oleo por mao de ertislas francezes.
9ya I ambos mu liis e biiniildes.enao fogemoque Semelhanca e duracao garantidas
ara leilSo em r seu arma7em d urna eran- SB finca e gsraute-se :e n?o se duvida dei- Reproducgau de vistas, desenhos e outros objectos de arlo. Collecjio de vistas dos
dequantidao ie obras de marcmeiria, de : s,r umils dous em potar de quem empres- "aballes e da estrada de fcrroa.
fa-nndo oleo babosa para limpai e T-zercres
cer os cabellos; assim como p6 imperial '.;
lyrio de Floreo?a >ars !>: rida-
pelie, conserv a frescura e o avellu-
ar i morosa da vida.
-. ,..:..

,.

csjae/a
lo las as quali ta les ; e bem assim de um lar d'"l>ei.o. conforme o ajuste que so ti-
N. R. POR MAIOI! CUMMODIDAIJU; DAS ILLTJSTKISS1M.1S SENHOKAS
inlinirde de out.-os muitos rticos etc.. etc. ier 1ue convier este negocio annuncie : FAMILIAS A (ALERIA SFRA' ARKRTA E CONVENIENTEMENTE ESCLARE-
cujos objectos serSo sem reserva ven 1idos
no sfranlo dia as 10 liaras da manba.
Lel
9
llavera' laiubim um
DNS^DO
pelai Srai. Virginia Ferrari Cilharina Ko-
Mgaall.
O bilheles'cslarilo'a' venda no dia dnttpeclaruln
no e-rnpluiiu di lliealro, da< II horas d. luanhaa ui
cliaule.
Principiara' as olio horas.
FOBUUCiO RELIGIOSA.
Sahio luz e cha-se venda as livrarias
da esquina do Colegio n 20, e do arco ile
Santo Antonio n i, o interessanle tratado
dos Dona Preceitos da Caridade e dos Hpz
Mandaireotos la Le, por S. Tbomaz le a-
qulno, tradnzido era portuguez eloDr, t.
I llenriq^ies de Souza Ani encontr-.r o
leito'a exposi^So a mais bella e sublime
dos grandes principios do amor .le eos e do
amor dos homens, o commentano o mais Qeaa ramaVaaDera/EmmoaT^elc^i'ete!
C >i pleto, o mais claro e o mais philoso-
pbico aos preceiios du Declogoque se j-
de desejar. Preco do vulume 29000.
TJBR^A-FEIRA i 4 DO COR-
RENTE
To anuazeiu do agente
Pestaa.
No dia cima designado c pelas 10 horas
da manha, o referido agente'vender'
emleilao.no seu armazem, ru,a da Ca-
deia
Ricas mobiliasde Jacaranda'.
Movis de todas as qualidades complc-
i.is e avulsas como camas francezat, te-
cretarias, sotas, cadeiras, guarda roupa,
mesas de Ierro com pedia marinle, ca-
bides, quartinheiras e urna infinidade de
ol) celos de fjosto e utilidade.
raletots de alpaca de seda .:c cores.
Ditos de casemir.
Coletea pretosetc,, etc.
LEIUO DE CHAHTOS
QU.irtrf feira iii do cor
rente
l'ELO AGENTE
PeSTAIN
O referido agpnte ven lera em leilo Dor-
ta u armazem d. Sr. Aunes defronle da
alfandpga pelas io da manhSa
900 caixas com charutos .as melhorfs c
mais aere 'ii das marcas da llahia taes como
Regala, Senadores, Imperaes, Depuludos,
para ser procurado.
Precisa-se de nm caixeiro para toma'
coiita de uina taberna eso S. Amaro de Jaboa-
tSo ; da-se bom ordenado : quem quizer ir
ja:a esse lugar, pode di'igir-se a rua do
Q li nado n: 4(i, loja do Sr llezerra, quea-
cbara com quem tratar.
- Na mantiaa de 5 de selembro do coi-
rente anuo, fugio o esciavo Fraucisco, com
os signaes seguintes : estatura mediana, par-
do, cabillos deum cresao sollo mesclados
de branco por ter 50 e lanos annos de idadn.
CIDA AS NOITES DE LUAR.
CilXStULvUHlO HOMHfATl
bo
DE. P. A. OBO HIOSCOSO.
V;j rua da Gloria esa do fuiido.
Onde so acham sempre os mais acredi;ados medicamentos tanto em tintura
pouco mais ou menos, cheio docurpo, es- como em glbulos, e.preparados com o maior escrpulo e por preces bastante com mudo
padauto, tem urna d s pernas mais curta, o
Prejos ixos.
Kssel,relojoro francez, vente
;-- relogios de ooro e prata, concerla \-J.
elogios, oias e msicas, ja >qni b
conhecido lia moitos anuos,habita no
-. pateo do Hospital n. 17. ; .-

laB'
Gompauhi
DA
ESTRADA DE FERRO DE TAMANDARE'.
Autorisada ielo decrtln n. VM) Ue 28 de setem-
bro de 1S.77.
Concesionarios [.ni/, de Carvalho Paes de
Andrade, Antonio Marques de Amo-
rim e Henrique Augusto Milet.
Capital 800 contos divididos em 8.000
apohcetde 1008 cada urna realisavelem PRESERVATIVO CONTRA ASBEXGAS.
que sejul^arem credoras do seu casal, de.
a|i esentarem os seus itulus de dividas em
a casa de sua residenc*, rua da Cruz do
Kecife n. -i\, oestes oito dias, afim de seren
descriptas no mesmo Inv nUrio.
S^ ^sa de- *aude
@ 0 br. Ignacio Fi. no Xavier, roco-
#) be emsiia cas* de saude, qiie lica ao **.
I+. norte da eslrada ca Passagem da x
Vj? Magdalena, ent<*e a ponte grande e a
7 pequea do Cbora-Menno, todas as
essoasdoentes, alanzando o me- ^
Mz Ihor tratamento, o maior zelo e coi W
d dan0 aiPdico. O I0c.1l em que est f$
f edilicada a casa desiintda para esse ft
miste,r as r^gras h/gieaicas. sobre S
as quaes esta construida, os comrao- 1
dos de que dispOe, o aceio, ordem, ^
e regularidade que ahi so encon-
tram. sao condi^es ponderosas para
una breve cuia e completo resta-
0) bclecimeoto. As pr'ssoas quequize-
'ein utilisar-se do su prestimo po- '
den. dirigirse ao pateo do Csrm'o, '&
(k sobrado n. 9, primeiro andar, das j
_ 10 horas da manilla as 3 da tarde, Sj
. e dessa bora em diante rio seu esta- W
(@ beleci ment a|
0

H0MO.>ATHIA-
que da-lho umbalango no andar, olhos 11-
zues, cousa n5o commum aos pardos, e pa-
recen-, estar semp'e Dcrimando, bocea re-
gular,porm u:n uoucocontranida.algunsca-
bellosgrossoasobre a ponta do nariz.hebcn
carreiro e solTrvel cozinheiro, tem a falla
grossa, comuassada, e um tanto tremola, he
muito regrista ; levou camisas e caigas bran-
cas e azues, urna rede e um surro ; tambem
leyou chapeos de couro e do Chili usados,
e jaquetss. Foi escravo do MUci io Sr- An-
tonio deSiqueira carvalho, com quem andou
desde o Oara al a Baha e conbece espeeial-
mt-nte o Itio Grande do Norte, onde res.dia
o fallecido C.arvalno. Ilecommenda-se a sua
c ptura asauto.ijaiies policiaes e eos cipi-
Wes de campo, eertos de que sero gratllica-
los generosamente. Devo ser entregn 1 no
Kecife a sua senhora I). Adelaide Emilia de
UirandaHenriques, em .vlayoas > Julio da
Sllveira Lobo, na P-rahiba em .amanguale
ao [>r. francisco Antonio de *lmeida e *l
liuqu rque, no Rio Graude do Norte ao Dr
Jos Mara de Albuquerque Mello.
Rotica de tubos grandes :
Rita de 2* .
Hita de 36 .....
Dita de 48
Dita de 60
Tubos avulsos a.....
Frascos de tinturara de meia onga.
Manual de medicin. homeopathica do
Dr. Jahr com o diccionario dos termos
de melicina. ....
Medicina domestica do Dr. Ilenry. .
Tratamento do cholera morbus.
Repertorio do Dr. Mello Moraes.
10/000
15 00
ao'-ooo
85*000
30>00
1*000
2 000
SOsjOOO
108000
20OO
68000
SPEORAS PRECIOSAS*
n< __ W
Aderecos de brilhan-
.3.? .&." ..YU" J UilUPOll-
. 3 tes,diamantes e uero- SR
<$< las. oulceiras. Hie- R
Lcitc pur
o.
_ las, pulceiras. alhue
%j tes, brincos e rosetas, '-?
botoes cais Je di I'- R
fi; ferenles gostos e de >
versas pedias de va- {4 todod
POEIRA E DAITE
0URO E PRATA.
Loja de ourives 9
__, +\; '(.creeos com.ileti s ;
RUA DOBEGY li 7. I 22-Sftf*!*pS-l


Para o Aracaty.
O bem conhecido hiate 1-Alialaco seguir
iinprelerivelcente no principio da seguinle
semana ; para o restante da carga e passa-
geiros, lrata-.se com Curgel Irma is. ruada
Cadeia do Recife, primeiro andar n. 11.
r*ara > Porto
O patacho portuzuez ProraptiJo II, de
primeira marcha, forrado e encavilha lo de
cobre, segu para o Porto at o lim .'o cor-
rente : para carga e passageiros, para o que
tem excellentes ommodos, trata-so com
Elias Jos dos Santos -Vndrale l\ C, na rua
da Madre de Dos n. 32, ou com o capilo na
praca.

Companhia
-':! saceos com feijao branco.
3.1 garraloes com sevadinha.
Leilo
DE

T^O
4
Quinta-feira 16 do corrate.
AS 10 HORAS DA MV.MIAA.
ijtia c> <#IIi"o;i anua*
Ztlll ii. 1!$ -
MARCQLINO DE B0RJA
o'dem lo llltn. >r Dr. juiz de orpbSos,
requerimenlo do inventarianle dos bens do
fallecido desembargalorMaiiol M>n les da
Cunha azevedo, tara leilSo da importarais
sima livraria que pcrtenc;>ra ^o dito linaJo
desembargalor, a q'jal consta de mullas
obras de uireito, litleratura, historia etc ,
los melborea autores antigua e motemos:
quinta-lena 16 do crreme as 10 horas da
manhiia, no-arinazem do t gente anuuiician-
te, rua do Cohegio n. 15.
U:
Todos os dias pela manbaa havera pu o
lene do vacca a .120 a garrafi : no deprsito
di no lo sr. fluctuoso, em frente ao Dcco
do liosa, io de S Antonio.
No dia 11 do corrente desapparsceu
um boi pequeo, cor castanha, com urnas
cintuiaas brancas, e tem urna tend no ca-
chaco; a pi-ssoj que o tiver appreh.^adido
d arte na rua Nova n. 48, que se pagar a
despeza.
O abaixo assignado roga ao Sr. the-
soureiro das loteras da provincia, o ao Sr.!
P. J Layme, que nao paguem o premio qu
sabir nobilhete iateiro n. 1330da terceira
parte da quarta lotera do hospital Pedio II,
que corre no da 18 do orrente, seuao a seu
proprio dono abaixo assignado
Manoel omingues da Silva.
Vende-so um escravo crioulo, de 35
anuos, bom cozinneiro, bom padeiro. e com
outras mais babelldades, MuitO fiel, sem vi-
co nem achaques, e a vista do comprador
se Jira porque se vendo : na rua Dimita n.
| 78, sobrado de um andar.
Comprase urna mobilia de Jacaranda,
que esteja em bom estado : na rua do ynei-
mado n. 31
Na rna doOueimado n. 1, ha pata
venderumricooratariode pao pido.
l lor-

Co'iipram, vendem,
S.,; ou irocam prata, ou-
ro, brilh-iili's, dia-
mantes e perolas. e
nutras quai'S ;u>Tj uas
le valor, a diuheiros
;:; ou por obias.
m
ti a
'tceeiii po
os vapore
liurr.i as
ti obr isuo 2is..ia mo
teriip grosto !m-
1
para relogio e
muitos objectos
ouro.
ApparePios comple- :*!
tos de preta para cha,;
bandejas, salv.s, cas-
10 prestacoes de 10J000 com o intervallo
nunca menor de 7> mezes.
No dia 20 de selembro prximo futuro te-
ra lugar a primeira reuuio das accionistas
desia emprpza pelo que ficarao encerrados
no dia 15 do mesmo mez as listas das assig-
naturas.
5ubscreve-se nesta praga no escriptorio
de A. Marques de Amorim rua da Cruz n.
48, e em Taman laie em casa de 11 .V Milet
sifiUftt amn o fugo.
COMPANHIA
stabele : eoi Londres,
en c S24
CAPlTA
CINCO MILHO'ES DE LIBRAS ES-
TERLINAS.
Saundera, Brotbers & C. tem a honra de
ifianles, -iroprie-
uem mais convier, que
- K..,..,.,..i.,,- .uvorsados pola dilacom-
cnieites r (,a!, ,a para aijaetuar seguros sobre edfi-
atros|p c'os de tijolo e aedra,
..- t-^ > rranc, <'
a .- d cha, e muil
O e .l-' t S ']; outros objectos
m&^r^^..;,.;Jl quaee vendem {> ,- |.K
preeo commodo
costumam.
obertos de tetba, e
igualment, sobre os objeesos iue contive-
rem os mesmos odilicios, quer consista em
mobilia, ou em Eazendas do qualquer qua-
lidade
-- O S-. Jos Maximiano Alves Cavalcanti
tictes, collieres le so- t'nlm a lion iade de vir ou man'ar pagar
50a, que o abaixo assignado lheadiantou de
dous mezes de su or tena lo, que vence co-
mo pralicanlii da tnesouraria 1e fazenia.
Itecife t deseteitibro Uei858.~Jos Estevos
Vianna.
como
,4tteii$
ao.
Leilo
:ie paquetes in
a varor
'ZC-:
No dia l espera-se do sul o v?. orTamar,
CommandanieSellicor.oqu.il imjs da ,<,-
mora do custume seguir para Soutbi m ton
tacando nos portos de S. Vicente e I i.-.!i ia,
para passagens etc. Irat'-se co i>s agenles
Adamson, llowie & C. : rua do Trapiche No-
vo n. 4-2.
N. B, Os embrulhos s se recebem duas
. horas antes de se fecbarem as malas e depois
mais nma hora pagan io entao u a palacio
\^ alem do frete.
i na a Baha,
O veleiro e bem conhecido patacho S. Jos,
pretande seguir com milita breviJadc, tem a
seu bordo dous lerqos de seu carregamento,
pa'a o resto que Ihe falta trala-se com o seu
consignatario Antonio Luiz de Uliveira Aze-
vedo, rua da Cruz n. 1-
Pan a Baha.
O veleiro e bem conhecido palhabote ous
Amigos, pretende seguir com muita brevida-
ue, tem parta de sen carregamenlo promplo,
para o resto irata-se com o seu consignata-
rio intooio LOIZ de Oliveira A/evedo, rua
da Cruz n. 1.
Para \racaty
o hiate Duviloso sthe at o dia 15 do cor-
rente, recebe cr.rga e passageir.is ; trata-se
com Martiiis & IrmSo, rua da Mi Ir do Deo
n. 2.
Hoj. 14 do corre i't-,
Soutliall Melloisi C. faro Icilao por
intervencaodo agente()liveiru,e por con-
11 e risco de quem pertencer de tics cai-
vascomrend lalgodao averiadas, vin-
das de Soul'i nnptou pelo vapor l'ainai :
Icrca-lcia do-o ren!:'as II horas da
manba eui ponto, no seu armazem rua
do Trapiche.
S?5
}%%%
i@*3'
ciitpfcOi e t:Q
feites jm;, senhora.
Na loja de Adriano & Castro, ven-
de-se:
Chapeos de seda ricamente
enfeitados a 13,000
En feites delicados do ricas |
O
::
lio es a

y
HE BARATISSimo!
Leilo
Mi
raiihao e Para,
v. cura,
Oveleiro e acre lita lo brigue escuna (r-
elos', caoilao Joao los Oe Souza, segu
sem demora com a carga ja contraa ja, e
com a (iU j mais se contratar :ara os 3 por
tos. i o e.\r -i do corrente : consig.ala-
nos Almeida Comes, Alves C, na rua da
Cruz n. 27.
A li> docurf te
Ilenry ForsterA t'.. (aio leilo, por
intervencaodo agei.te Olivcira, econta >
risco de quem pertencer, com assistencia
do Sr cnsul dos Estudos-lnidos, d 2~i*
lardos contendo Slli ||'i caixasde passas,
inclusive algumas destas avulsas, para oc-
coi rer os gastos com a barca americana
Delgate, capio Silvestre Chase, arri-
bada a este porto ua sua actual viagem
procedente de Malaga com destino ao fto
de Janeiro : quarta-feira 15 do corrente,
as 10 lioras da manliaa. mi armazem do
Sr. Aratijo, caes d'Apollo.
HKicos
.:.

3
.GOOG-...:-. -...:..::,:.:. :.:-.,
--James Kduario Spars, subdito inglez,
offerece o seu ..restimo na qualidade de
macbiiiisla eogen! eiro para sentar fabricas
do iiin.i'inas de vapor, moen las de c una.
rodas de agua, guinlastes, guinchas, pien-
sas, mollinos, Mamniqu s de fe ro, ba eos,
alvarengas, lachas, machinas da moer iii:.-
lioca e para padaria, etc., etc., bem cuime-
ci Jo por residir no llrasil a 16 annos, s.iudo
14 anuos contrameslre ja fun.ic.iio du Sr.
Starr^i C, tudo por mais commodos ,ioi;os
que oulro qualquer, e com perfelco.
/io publico
A fest-i do Senhor Bom Jess dos Passos
da igreja da Santa Cruz fica transfer la oo
dia 19 do correte mez para o da 26 Jo
mesmo, em consequencia de minias l'eslos
uaquelle da ; assim como le a lugar dila
festa na madrugada do referido dia, o a noi-
te o Te-Deum I.u lanos
Us encanegados da Testa.
Loja de fazca-
da
v-.-
m
.<-

m
\
V"
TEIIA, JA NAO VEHDE. QEIIA,
ruad Queimaflo li 2, e*-quiii -lo
becco do Peixe Frito, continua o l'reguica a vender to lo o genero de azen-
das pelo preco mais mdico possivel, entro ellas lem : p-cas
^ .te chita es-
cura de bom panno e bonitos padrOes a 4,800 ; ditas de camhraia lisr branca
com pequeo toque de mofo a 2,00o ; ditas de hretanh de rolo com 10 varas
a 2,000 ; atoalhado mullo largo e com ricos lavores a 1,280 a vt,ra ; corles
de hla com listrss de sed, fazpnd inteiramente nova .e elegantes padroes
denominada Carmelin', tem 12 cova.tos cada um sob 4 almos e meio de
largara pelo baratsimo preeo de 5,500 ; Italianas, especie de cambraia,
12 000 fl /".. "'6l,(1 de ores Bxts e lindissfmos gostos a 480 rs. a vara; cambraias
'i^< frencezas linas de oadrfles DOToa e bonitos a 500 rs a vara : cassas untadas
ludiuh's, cores lise pannos finos e 330 rs. a vira ; luvas de lio da asco-
ca, brancas a de cores a 40o rs. o par ; cambraias napolitan s, de qua tros
c3 e cores '"'es e segaras a 360 -s. a vaia ou 20 n cov IU ; riscados francezes
; dos melborea gustos, ie listras e quadros miudi m s pelo bar
r.'/7 ''e 180rs. ocovaio de todfs estas fazeudas se drao
53 nliores.
&IM "*>l-K$4.
Tel

|>l
O
do
simo prco
aaiusl' s sob pe-
Sfplit .
ecisa-se alngr u
(Gratuitopira todos
lie melhor prefinir o mal, do /uecura-lo.
Lavrauao aciuaimenie a pesie de bexigas.e
possuind'i a horoeopathia,meios eflirazes pa-
ra preservar de 13o terrivel molestia,fago dis-
tribui-lo gratuitanieDte a lodas as pessoas
sem distincao ie rico vu pobre.todos os dias
uteis desde as 10 horas da manhaa at o meio'
da, A experiencia me aulorisa a afllrtnar,
que tolos aquelles, que fizerem uso de taes
preservativos, ficario isentos do mal vari-
lico, e que quando por ventura alguem che
gue a soffrer, as pstulas nSo ser5o nem
muito numerosas e nem de ma qualidade.
Nilo necessita resguardo, apenas a abstinen-
cia do cgt pelo. Consultorio central ho-
meopathico, rua de S. amaro (Mundo Novo)
n. 6.Dr. Sabino O L. Pinho.
O Dr. Ribciro, vai ao Ceara' e pede
desculpa a seus amigos de nao se ter des-
pedido pela tapidez de sua viagem, assim
como tcnciona estar de volta nestes quin-
zedias.
AVISO.
A contadori* da cmara municipal desta
cidade, visa a tolos ossenhores donos dos
estabelecimentosde porta aberta, que deixa-
ram de pagar o respectivo imposto em ma-
co do corrente ar.no, como determina o art.
5 do regulamenlo de 26 de agosto de 1851,
s>ue no ultimo do corrente Boda-se o pra/.o
para esse yagmeoto com a multa de 3 por
cento, e que de; os delle ficam sugeitos a
multa no du.lo do valor da imposto.
a.ntadoru municipal do Recife 10 de se
tembro de 1858O cantador Joaquim Ta
vares Kodovaltio.
1 COMLTOIMI HOMEOPTICO
DO
::
que
Tr s assi-se
macJlu na rua Direila n. 57.
P ehn cha
a c iafe or compra
da
:ia da campi a da
tratar Da m. da l'.o-
Ven tem-se ceOolas em restas qoa de- ~
vem desee ti c ii .j leu!, ebeg lo em _"'
perfeito estad, ale n le e le graude
tamanho \ I9W0, .; -ollas a la : nos arma-
zensdoi'.xm ello ti largo da \ssembl
junte ao trapiche do alga iau
Ven le-se n- pi -". i um escravo le
naQo, pr iprio para > s i vi ;o de rasa e de
campo: na rua i, Guia n 26
.i lj se a ni"i
rua da Alegra n. 11 : .
da o. 15.
Ven !.'in-se queijos 'o codhadoser-
d meia r oba cada um.arrob' I4$500,
e a lltr a 500 ra. : na rua do Rsngel, ar-
inaeiii u. ti:' poi ti la [a.
Manoel da Silva \eves Jnior deixoa
de ser caixeiro ia c sa commerctal dos Srs.
Tasso Irmaos desde o di- t do corrate, e
aproveita a occastSo de agr lecer aos mes-
mos sensores o boin iral un'tno que rece-
lien du ante o te ipo que estove em sua
casa. Recife 14 de selembro de 1858
-- Ja3o de Araujo fama e Jos Maiia Jor-
ge de Azevedo, abaixo assignados, avisara
Ra nova loja da rua doCollegio n 9, do ;' rpsPoilfvo1 PUD||C" c c,),n e*Piali tale
albino, qne esU queim.ndo Tmpolinaade ^'^"-P" J.com.ne,c,o, que no d,a 31 de
seda mu.to ricas para vestanla l/oOO o co- \*?* V,T-T, Tt^" d,,SS 1"Vein"n,a""Ka-
velmonle a sociedcde que tinbam n\ taberna
Vende-te o novo roteirode signiaes
telegrapho, a 30 is. : na livrarian$. G e
8 da pi ara da Independencia.
- Hoje (14 havera leilo n-sala dasau-
i'>ncias, s 11 horas, leais de linda a do
Sr. Dr. julz te aosent 's, de to los os oDieetos
pertencentes a lieranga do liuado hespanliol; bem 1er, escrever o contar : na ra da Cruz
Jorge. I do Recife u. 31.
vado, s tas lavradasa 19, cortes decolletes
te lustao 1 400 rs.. camisolas de li para
escravos a 1MO0, robe lores le pa >ho a 39,
roupas feuas de todas as qualidades .rtra os-
cravos a 15 cada una peca, cortes de meia
casemir escuras a '2?, luvas de se'a pa'a
homuin e senhora :.r ;is e.te cores a ls280,
e outras muitas fazeu las que se vente por
meos do que em outri quaiquer parte.
- Desoja-se arromar em urna loja de fa-
zeudas, um ranal portuguez. de li annos,
ltimamente chegado do Porto, saliendo
sita na rua da Gadeia de Santo Votonio n
I i, que ttyava sob a lirma .le Araujo cv \-
/ev.'l 1, lie ndo o socio Jos Man Jorge d.'
Azevelo de posse do eatabeleclmemo e
obrigado liqui lacSo do aclivo e passivo da
ex ti neta lirnin social. Recife o de agosto ie
I808.I080 de Araujo l.una, Jos Mara Jor-
ge de Azevedo.
No dia 14 do corrente, as II l|9 horas
li m ulula, depois ia u liencia do liltn Sr
Dr. juiz de orphflos, lea lugar a praca '
urna |iorc;5o de obrus do prata, e j tas d 1 ou-
ro j oescrjpto destes objectos se acha em
mao do yorloiro do auditorio.
ItA NOVA A. i,;.
AOtiga loja le \n o las roupa feita le
M A. Caj'i O 1 onlesc. ,^ie seus aul >-
fl guezeg eiicontiarat, .. n completo sorli-
inento etodo e qualquer lato tendente a
rou feita, como sejam casacas, sobre.casa-
cas, paletolS iie panno, casimira, s da, me-
rino alpaca, gangas, brutaiha, brim, gn-
dolas, jaqueias de alpaca, brelanha, e brim,
vestidos de merino para montara, casave-
ques de seta rea e de cores, calcas de ca-
simira preta e de cores, de brim de linbo,
branco e de cores, lilas de algodSo, ur.i sor-
timenio de mias para senhoras, hnmens e
meninos de ambos os sexos, a idades, cha-
peos de ni.'ssa Irance/es, linos, ditos de sol
le seda ingleza, para senhora, ditos de pa-
ni'iiio, luvas linas ara senuoras ebo
um grande sortini uto de fazendas para f4-
zerqualque .: a presteza, camisas
-. linas, com paitos ae linbo,.ditas
d 1 dita frauc /as. cor com eiios
de luslao, el I m'co mais la/oa.el do que
em outra qualquer parte.
-- IVecisa-se de uma ama captiva ou for-
para o servico de u a casa de duas pos-
Antonio Barbosa de [tarros co sala de
bal beiro na rua da Cruz n. 51, primeiro an-
lar, rarticiDa ao publico que acaba de rere-
be" pelo ultimo vapor, urna grrnde Rorqao
de bichas de llamburgo, as quaes se vendem
aos centos e a relalho, e alugam-se mais ba-
rato do que em out.-a qualquer parte ; com
a \ ista os preteu lentes uo ueixarj de com-
prar.
Precisa-se de uma ama de leite: quem
sejulgar habilitada di'ija-se a rua do yaei-
mido n. 8, segn '.o and*r, ou mande dizer
onde mora para ser procurada.
Precisa-se aiuga- uui sobrado de um
andar com commodos. quintal, e em boa
rua ; alias uma casa terrea as mesmas con-
dicOes : quero a tiver dirija-se a esquina da
Camboa do Carmo, taberna n. 46.
-- Aluga-se o segundo andar da casa da
rua do Crespo o. 9, proprio para escripioio
o j bomem solleiro : a tratar na loja da mes-
ma ca? 1.
>>:.
a pessoa para ;
1 ma de u-iia casa de mui'o pouca fa- k'j
mill 8 lel'iie-se se l'O" escrava: S
isso Ihe convier diiija-se ao w
1 o lo Terco n 51.
'.;.......'. j
GiBIP TE PORTUGUEZ
DE
Puro..; da '.1 ecl iri a em virtuile do
6 do 1 rt '16 dos estalelus, f<;o sciente que
para maior regularidade da l> uura externa
se ado toe o iv,H- liento do s poderem sa-
Ir os livros p< r meio de recibos assignados
elos socios : portanto os senhores qui n3o
dizer 1 firmula-los or esc i to conforme
0 od> I aliixo mimclonad 1 ,odem exigi-
los iiii 1 ess'os, que bies aerSo entregues no
gabinete. Reeommendando 'fmb! quehe
no verso ,'0 recibo que devem st menci.i-
nados os pedidos, pelos eno ife seis obras,
liara ser .nlregue a queestiv. r ,ia bibliol'ti-
ca, e jella o Sr. guar ia preenche' o ttulo
no lugar designa 'o para semelbanto fimO
1 secretario, J. Q de %guilar.
Uodello
Do Sr. guarda do (iabinete Por.uguez de
l.eiluia nesla cidade recib o volurre ia
obra perlencente ao mesmo liabin-
t" ca elle fazer o uso que me he couce-
di o, e enlregar-lh'o durante dias Re-
cife de ie 185
. lobo tmm. 5
; -%v rua da gloria casa do pindao'^
;.- O Di. Lobo Moscozo faz sciente ^
.; aqueminteressar rossa que tem
^ commodos em sua casa para re- gg
^ ceber alguns escravos nao s pu- P&
Jj ra tratar de suas enfermidades Jcj
I como para fazer qualquer ope- f&
3> rarao. Os doentes serao tratados A
-. pela liomeopathia ou pela alio- A
3 patliia, conforme parecer mais Afc
A conveniente par,a a brevidade da A
^ cura. Adverte que recebe gra- ^
.;';. luitamente uma011 outra pessoa ^
;T-j que precise fazer alguma opera- ^
^ cao, e que por suas erreumstan- s
gj ciasnao possam satisfazer as des- tj
iezas de tratamento e nao queira g?j
\ sujeitar-se a ir para os liospitaes. ^
,-3 O preco do tratamento dos esera- cjj
-S vos regulara' de 2^ a 5^ diarios q\
mforme a gravidade da moles- v>
liaeotempode curativo. jj
>A !U A DA GLORIA CASA DO Fl'NDAO\
CONSULTORIO HOMEOPATHICO
UO
DR-P V L0B0MOSC0SO
Medico parteiro e operador.
O Dr. LoboMoscoso, ja consultas todos os
Jas e ortica qualqueroperac,3o de crurga,
assim co o,accode com toda a promptidSo,
aspessoas rae recis em do seu prestimo
para o servico le partos, pratiesndo aso-
peraoOes n;annaesou instrn.mentaes, quan-
o n3o ossa conseguir resultado por noo
ca bomeopa't ia. que tantas vezestem ven-
dido difliculdades, que pareca insupe-
raveis.
O i>r. Pedro Antonio Cesar esta
residinlo na rua do Rangcl, prijei-
manda 'o sobrado n 18, onde vle
ser procralo a qualquer hora do
dia ou la no le, para o escrcicio !a
medicina e partos.

U(MS DE PARTIDAS OBRADAS.
METH030 PRATIGO
RUA NOVA N. 15.
O ahai&o assignado mu ou a sua residen-
cia p ra a casa cima inticada, e contina a
soas : n 1 a te do Pa raizo, segundo andar! recebar discpulos todos os dias uteis das7
or ci na du acouguo que faz quina para o!nori,s *? 9 da noito. Preqo 20^000 pelo cn-
bacco do o vidor
i'iecisa s alugar um escravo que seja
bom cozinheiro, paga-se bem agradando :
na rua do Codorniz 11. 9.
sino- al. Fonseca de MeJelros.
Precisa-se de uma ama secc para casa
le pouca familia no largo da ribeira de S.
Jos n. 1, taberna da esquina do Santa Rita.
1 Edi&acfto pa- S
% v meninas, g
@ Mell. Clemence dTlannetot de ^
Manneville, prope-se a leccionar
;.'; por casas particulares piano.ttan- s^
;;; cez, geograpliia, historia etc. :o ^
.-. senhores pais de familia que qui- tj
. ; /.cictn uritisar-se do seu prestimo @|
% ja bem conhecido pelas familias 3
; .les Sis. barfio de Beberibe e Lou- .; ;.
,. renco de Sa' Albuquerque, te-
nliam a boudade de dirigirle ao ^
fj hotel inglez de Mine. Dubois. tt
Seg
LI
con Ira
COMPANHIA NOKTHEN, ESTAIIELE-
C1DAE.M LONDRES.
Premios diminuidos
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C..I .Astiey S^Co paithia.
ft I I
rr


DIARIO DE PERNAMBUCO TEKCA FEIRA H DE SETEMBRO DE 1858.
Lotera
DA
provincia.
O Sr. thesoureiro manda fazei pu-
blico i[ue se ucham a venda no pavimento
casa da ra da Aurora n. 2(i
Milho
Saceos de milito nos armazens de Tasto
Irmos.
Reloffiosde
ouro ejotes.
Vender una lindo sortiment de re-|
I lorrios deouro tara todos os pircos con-
Ida noitc.o I- forme asqualidadese un variado sorti-
ment de joias le ouro de lei : no escrip-
torio ile lsaae, Curio & C, ra da Ci uz n.
Millio da Ierra
em saceos de 116 n 4255
cutas*
Vende-se no Forte do Msttos, armazem de
Campolln. prximo o trapiche do nloiiao.
lineo da
II
ules da terceira parte da quarta loteria
do hospital Pedro II, cujas rodas deverao
andar mpictii ivelmente no dia 18 do
correte mes.
rheKouraria das loteras A de setembro
de 1858.O escrivao. J. M. da Cruz,.
Precisa-se de urna ama para o ser*igo
interno de urna casa de pones familia, em
Fura do Portas, ra do Pilar, taberna n. 84.
A olliclna e galera de dsgucrreotypo
'.l, primeiro andar.
Fazendas baratas.
Na ra da Cadel do Recife, luja n. 50, es-
quina deronte da ra da Madre de Dos,
vended-ge cortes de cassa chita de cores li-
sas, sendo a maior parle de cores escuras e
rroxesdas, pelo diminuto prego de isoo a
I06OO, corles de cambraia lisa tambem para
da ra Nova n. 18 primeiro andar por cima vestido a -2;60, 88800 e ?, cassas de cores,
da lojade alfaiate do Sr Caj, feixou-se no P'eta c roxa para vestido a -200, 240, 280 e
da !) du corrento, em consequeucia do ar- 320 o covado. musselinas .Je cores verde,
tistaseu proprleteno ter seguuo para o sul amarella, azul, parda e rosa, propria para
nu Tucanlins. Por tojo o mez de no- vestidos i cisaveques a 320 o covado, chitas
vembro abrir-se-ha uovamente o mesmo es- escuras de cores lisas a 140 e 160 o covado,
tabelecimento. ditas de mellior qualidade 200 rs ditas
Fllin-n nu Psrrn francazas largas a 26o, 280 e 320 o covado,
tUKTOOUPEl.fU. chitas para coberta a 200 e 220 o covado,
a^essoa aquem for offericldo, cgssas p b h a200e2i0 a vara, e a
Roga-sc
o, P, 'e i"" "'i l IS" ^ Pea a 9H> 1 1?80. Cortes Je sedas largas
o uro.cora dous frisos Uvrados eni.e os de Jros 00 ,^
"-it,0eiD 8S ""Te \\ \ Slr P"l ,le duas larguras a 480 o covado, gra-
5 r'"j pandar a roai Augusta a. 3, wUl, (seda de fe a ao | de
que alea, de se ic.r obrigado se iccom^cu- B,nga france/3 & C()rcs ^."^ *ul
boa quaii .a le i -ara cuica e jaiitt -la a 2500,
Joo da Cunda Magalh3cs faz publico cortes de meia casemira, lazenda encorpa-
que desta dala em dianto deixou de ser spu a*. pelo barato prego le 2540, cortes de
caixeiru Antonio Pereira da l'.ocba.
11 de setembro de 1858.
Kecife
Lotet
1 A!
DA
casemira a 4;, 4>500 e 63. panno prelo e azul
de 2o200 75 o covado, casemira preta lina a
89300, 23400 e 29800, setim prelo macao para
jcollete a 2o500 e 39*200, velludo preto bom a
i a 5j o covado, e outras mullas lazendas de
boa qualidade, que a dinlieiio ludo se vende
por conimodos pregus.
PROVINO A
No escriptorio do abaixo assignado na ra
doCollegio n 21, vendem-se ttilhctes garan-
tidos do imposto geral em qnantia do I0oo
para cima a dinheiro uelo spguinta orego
Bilbete 5?>00 reetbe 5:0003
(
a

$
o

8
- & r. \.-;.,:; -. .-;- r-::-.
O lr. Casanova pode ser procura-
do a qualquer hora para visitar doen-
tes e praticar qualquer operagao de
cirorgia. especialmente de parios
em seu
gCONSlLTOUlOHOHEOPVTHHr?
3 '1H fctua dHsCrti&esttU
No mesmo consultorio tem sempre .-".
os mais acreditados medicamento-- -
homeo?thicos em tinturas e en
glbulos e carleiras riquissimas; ha
*f: lambem varias obras em
$3 em portuguez.
tm cusadeltabeSchmettau cCompanhia,
ra Ja Cadeian. 37, vendem-se elegante
Siano-* do afamadofabricante Traumann
a Harnbunzo.
iriliantna
r*oo
branca do gaz
a
rs
@SQCG3G@@^e
Precisa-se de urna ama que cozinhs e
engomme, pa^a duas pes.-nas : na ruj do
Collegio n. 20, primeH-o andar.
-- O aliaiso assisbado avisa pela secunda
o Ci vado.
Vende-se na ra do Queimado n. 21 a, e
' do-s amostras com penhor.
Afteii^o.
\.i ra do Collegio n. II, e l'asscio Pu-
blico n. II, que forma umsestabe-
leciment de ra a ra, pertencente a
lirma social Ferreira & Cruz,
existe um completo so'timento de fazendas
francez e i baratas que sa venaem a dinheiro.cujos pre-
1 eos fazem canta a quem gosla da economa
do bom e tiaralu) os quaes s5o os seguinles:
cambraias de cotes seguras e muilo linas a
720 a vara, chitas largas, escuras, franezas.
Li-oja das laui-
lias econmicas.
Esta bem acreditada loja na ra
do Crespo n. I i, sobrado amare!-
lo, tem continuamente pechinulias
para as familias que gostam do
bom e do barato como sejam :
cortes de laacom \ palmos delar-
(ura e II limlos propiios para
roupoes a2jj c. corte, cassas de co-
res de muitosvariados gostoseG-
as a '''I rs. o covado,cbitasmiu-
dinbas a 160 rs. o covado, chita
do gaz i 280 rs. o covado, chales
de merino liso de liana de cor
milito linos a b$, meias muilo su-
poriores para lenhora a 3jf500,
lencos de puro luiho a 3$500adu-
zia, camisinhas com as compelen- L3[
tes gollinhas bordadas a l.s-, tiras
bordadasmuito linas a 500 rs., al-
paca lavrada turtacores a Sti rs.
o covado, ricas grinaldasde llores
com que a imperatriz dosfrance-
zes enfeita o cabello nos seus p.is-
.j seios nos jarJins das I iiilleriasetc.
(i etc e muilas outras lazendas de
Fj gostoque se vendern ;i vontade
:< (las pessoas econmicas.
1
otassa da itussia e cal de
Lisboa
No bem conhecido e acreditado deposito
KE.MIIO IMCO.MPAKAVEL.
UNGENTO UOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacOes
pode ni I estenio aliaras virtudes deste reme-
dio iucomparavel o provar em caso nocessa-
rio, que, pelo uso quedclle li/.eram tem seu
corpo e membros inteirainente sflos depois
de haverempregado intilmente outros tra-
tamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas niaravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as re'.alam todos os
dias lia muitos anuos; e a maior parle deis
llassSo t3o surprendenles que admiramos
Inedicos mais celebres Quantas pessoas re-
eobraram cois este soberano remedio o us
I de seus bracos e pe as, depois de ter k\ter-
I ma ni ti do Imigo tempo nos hospitaes, onde
deviarn soffreraamputacSol Helias ha mui-
tas que havendo deixado es-.es as\ los de pa-
deci ento, para se nao subaietterem a essa
operagaodolorosa foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas na el'usao
de seu recoulieeimeiito declararan! estes re
sultados benelicos diante do lord correge-
dor e outros magistrados aliui de mais au-
tcnticarem sua allirmativa.
Ninguem desesperara do estado de su-
saude se livesse bastante contornea para en-
saiar este remedio constantemente segiun-
do algum tempo o tralamento que necessi-
Usse a nalureza do mal cujo resultado seria
provar incontestavelmente: Uueludo cura.
O ungento he til, vas particularmente
nos seyuiniet casos.
ilnfiamiiuicao da -..a-
Alporcas.
Caimbras
Callos.
Canceres.
Cortaduras
Doies de cabera.
das costas.
dos membros.
Enlermidades da c
lis em geral.
Etiformidades doanus
Krupcoes escorbticas
Fstulas no abdomen. Supura^es ptridas
Frialdade ou falta de Tinlia, ein qualquer
tn/.
Lepra.
Males das ternas
dos pe tos.
de ollios.
Mordeduras de reptis
Picadura do mosqui-
tos.
Pulmoes.
Queimadelas
Sarna.
ATTENQAO.
Vende-se um cavado castanho novo
em lioas carnes, e varias vaccas sendo
todas muilo boas de leite: na ra do Seve
outr'ora lllia dos Hatos, casa terrea de
sotao de duas varandas.
Batat s.
Vendem-se batatas franeczas, em gigos
que pesatn de 36 a 40 liDras cada um, pela
barato prego do 13280 : na travessa da Ma-
dre de Dos n 10.
/iua do Queimn-
DO N. 21 4
A 520 rs
Vendem-se I3as de quidrus miu los rom 3
1|2 palmos de largura, dita mais larga fur-
ta-cores de listras, la/en la do ultimo gusto
a 60, chitas largas Traucezas a 20; dao-se
amostras com penbot.
Cliegucm ao ba-
rato.
nEMilQlIftitVTOS
ina da Queimaio.
CftANDE SORTiatBIl)
i [. .:
til'-- :\


ISCA11SI0 jr"L r
'-
VJSR
lltceoidas em direitura de
pars.
do
calor nis extremi-
dades.
l'rieiras.
Gengivasescaldadas.
IncliagOes.
da ra de Apollo n l 1$, lia para vender po- InOammaco do ligado
^.-
tasas da l'.ussia e cal de Lisboa de superio-
res ipialidades, chegado nos ltimos navios,
por preco cuito razoavel.
Para lenices, toaihas e
ceroulai*
Pegas de hamburgo ou brim liso bom com
20 varas, pelo barato prego de 9 e 109, pe-
gas pequeas de panno de linho do l'urtode
boa qualidade, e lino a 600, 700, 800, 900 e
19000 avara, panno de algoJao de duas lar-
guras, fazeuda muito boa, e que com 1 .'l|4
ou 2 varas faz-se um bom lengol sem cos-
tura a 560 a vara, ou \ a I9ISO cada lengol,
panno do lengol de linho o melbo' que ha
tiesta lazenda com mais de duas varas de
largura que com \ \\1 o 1 3|'t varas faz-se
um exctenle lengol. igualmente sem cos-
tura a -2?4O0 a vara, e ontras multas fazen-
das. asseverandosp que a dinheiro ludo se
veude por comertodos pregos : na toja n 50
da ra da Cadeia do liento, esquena deronte
da ra da Madre de Dos.
Na ra da Cadeia n. 28 laberna de D.
S. Ca'npos, vendem-se em pequeas e gran-
bonitos padroes a 240 o covado, musselinas des porgues bichas hamburgueas das me-
Ihores que vem au mercado, e tambem se
alugam
Toa *
guardna es
de cores a 3'20 o covado, cambraias de salpi-
COS a 720 a v?ra, riscados francezes a 260 o
vez aossenhores credore* dol'nado Joaquim covado, cortes de coscmiras decores a J500,
Antonio Ferreira Vascnncellos a virem ou corles de brim de cores a 19500, brim bran-
msndrem reeeber o quarto dividendo que co traugado de puro linho e de cores alce
restou em rateio do seguido pr.iducto do <-2oi) a vara, alpacas pretas linas, chales de
resto dos bens daquelle casal, arrematados nierin decores bordados clisos, ditos de
em praga ; advino que me acho em casa i seda e laae muitos outros de cores, chitas lde fc
manhaa ale as 9 horas, e de tarde de 1 as .'!. de ditfurentes goslos, leucos de seda, gr.va- l
Neste mesmo seniido j avisei aus meamos I *! lazendas do corespara calcas, e muitos
senhores em 27 de julho prximo pissado outros objectos proprios da csiabelecitiienlo
Manoel Antonio de Jess. u''fl zendas, que se venderao por precos ba-
O abaixo assignado declara ao res?ei-' ralos avistados cobres.
-- Vende-se muilo superior queijo do Si-
ri io por prego coaruo lo : na taberna da ra
1 dos Martirios a. 36.
e
da bexiga.
parte que sejt
Tremor de ervos.
Ulceras;tia bocea.
m do ligado.
m. das articulages.
Veas torcidas ou 110
dadas tas pernas.
Vende-se este ungento no estabelecimen-
t geral de Londres n. 24*. abtrand, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanba.
Vende-se a goorscada bocetinha,conten
urna instruegao em portuguez para explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral be em casa do Sr. Soum,
pharmaceulico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco
STSTEMA MEDICO DE UOLLOWAY
Vavel publico, que venleu ao Sr. Joaquim
Mirtinhii da Cruz Corris a sua botica e
drogara, sita na ra da Cabug n. 11, assiin
como lila perlenceo activo e passivo da mis-
ma casa, sendo o activo com O Sr Novaes i\
C, asto ^ Lemos, Moreira & Fragoso, e
Antonio Feliciano Ai ves de Azevedo
Augusto lose Frgoo.
-- 0 abaixo assignado scientifica ao res-
peilivel publico, e com especialidode ao cor-
po do commercio, que elle comprou ao Sr
Augusto Jos Fragoso a sua botica e droga-
ra, sita n ra do Cabuga n. 11, assim como
ficou a seu cargo to lo o activo e passivo da
mesma ttotica, senlo o activo com os Srs.
Mr reir & Fragoso, Basto & Lomos, Novaes
iV C e Antonio Feliciano Alves do Azevedo,
de Lisboa.
Joaquim Martinho di Cruz Correia,
No dia 8 da correnle, pelas 5 boras da
tarde, desapdarecu da casa do Sr. J. Hun-
des, mestre de slfaiate, estabelecido na ra
da Cadeia de Santo Antonio, um mulaliubo
de nome Jorge, de idade de 13 annos, de es-
tatura correspondente a mesmt dade, bas-
tante claro da cor e olbos meio azues, o
qual estava entregue ao dito Sr. llunder pu-
ra ensin>r-|r nerosamente a quem o apprehen ler ou der
noticia delle, e protesta-se proceder contra
quem o tiver seduzido e oceulte, :omo por
justos motivos se suppe ; na ra do Crespo
11.16 A, loja de Jos Azuvedo de Andrade.
-- Precisa-se de um rap>z portuguez para
ciado lora desla cidade : a tratar no paleo
do Ca-mo n. 14.
Ordem terceira
lo Carino.
O abaixo assignado, como thesoureiro do
altar do glorioso Senhor Bom Jess dos Pas-
sits da veneravel ordem terceira de N. S. do
Carmo, participa aos devotos e devotas do
mesmo altar, que no dia 11 do correte mez
tem de principiar o orlmeiro dia de setena-
rio do mesmo Senhor, assim roga o compa-
recimento de todos os seus devotos e devo-
tas para este fin. Recife 9 de setembro de
1858.0 thesoureiro,
Luiz de Franca Souto.
Precisa-se de um pequeuo que saiba
ler e escrever, para caixeiro de taberna :
quem o tiver dirija-se a Capung, padaria.
Precisa-seda um feitor para um sitio,
porem que .trabalhn tambem de enchada,
prefere-se destea que chegaram ltimamen-
te : na ra da Praia, luja de fazendas n 34.
Acha-se vaga a capellana do hospital
dos lazaros : aquelle seuhor sacerdote que a
desojar, pode dirigir-se ao thesoureiro da
adminislragao dos estabelecimentos de ca-
ridade.
- Precisa-se iiugar urna escrava de bons
costumes, que saiba cozinhar e engommar
bem : a tratar na ra da Cruz do Kecife n.
13, primeiro andar.
Sellin* patente
ingleze..
lodrigo pinto Moreira tem para vender na
sua loja de selleiro na ra >uva n. 29, os
melhores s-'lluis patentes iuglezes que lia no
mercado, a saber sellins de buramas em
volu, ditos sem buramas de couro de porco
patentes, ditos lisos de sola ingleza com es-
tufo grandes, ditos seu estufas, grandes e
menores, alm de om grande sortlmetilo de
sellins e silhes de todas as quahdades fa-
brcalos no paiz, assim como es llegadas in-
glezas de lo las as qu?li lades, loros de ditos,
camisolas.
Na ra da Cadeia do Kecife, loja 11. 50, es-
quina del'rontc da ra da Madre de Ueos, ha
adamascadas
para mesa dejautar de 1 1|2vara al 5 varas
de comprimpnto, pelo barato prego de .'!"? a
129 cada toalha, ditas de slgodSo acolcboa-
do tambem para mesa de jatitar de 1 at 3
varas, e de ls a 6^ cda urna, guanlanapos
brancos para mesa, pelo baralissino prego
de 2;jiG0, 2/8OO e3s a dnza, toalnas de li-
nho para nios e rosto a 8.3 a duzia, ditas de
linho lino com labyrinlho e bico de linho
as ponas a .">? cada utna, camisolas de 13a
bastante incorpadas proprias para a escrava-
tura por evil.tr-111 o fro e no peuetrar f-
cilmente a chuva pelo barato prego de
IsOO, e outras multas fazendas baratas; e
dao-se amostras.
Attencao
Vende-se verdedeira gommt de mataraua
a 800 rs. a libra na ra Nova n. 71.
PRESUNTOS 1SGLEZES
Francisco Jos Leite, na ra doCollegio,
silbas de 13a dito" estribos de metal priu- I recebeu nova remesas de presuntos inglezes
cipe (como n5o ha no mercado:, ditos deago'Par'1 hambre, o sortiinenlo de bolachinbes
anteados, alera de urna immenci lade de ob-
*.!. S3-J.V.-.
PILULAS UOLLOWAY
Estelneslimavel especifico, composto ni-
teiramentedehervas medicinaes, nao con-
tera mercurio, nema I gumaoutra substancia
dolecterea. Benigno mais tenra infancia,
ea compleig3o mais ueiicaaa ne iguaimen,
te prompto e seguro para desarreigar o mal
na compleigao mais robusta ; be inteira-
mente innocetile em suas operagOeseetTei-
tos : pois busca e remove as doengas de
qualquer especie e grao por mais antigs e
teuazes que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
este remedio,muilas que ja eslavam as por-
tas morte, preservando em seu uso ; con-
seguram recobrar a saude e Torgas, depois
de haver tentado inutiluieutelodos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas n3o devem entregar-se a
desesperacao; lagam um competente ensato
dosellicazes effeitos desta assombrosa medi
cia, e prestes recuperarse o beneficio da
saude.
N3o se perca tempo eas tomar este reme-
dio para qualquerdas seguintesenfefmida-
des :
Accidentesepileplicos .Pebres intermitiente
Al portas.
Am polas.
".reas H.al de).
Aslhma.
Clicas.
Coiiviilsoes.
Debilidade
nuacSo.
Ricos cortes de vestidos de sed
cor e brencos
Cortes de cambraia de seda borda-
dos ao lado
Grosdenaples prelo eucorpado, co-
vado 1;600 a
liito de cores e tranco, covado
Seda branea lavrada para vestido
de noiva, covado 19400 a
Belleza da Cpina, fazeuda toda de
seda, covado
Setim prelo maco para vestidos,
covado 2;700
Velludo preto o meior possivel,
covado
Meio velludo prelo e de cores, co-
vado
Velbutina preta o de cores, covado
Folar de Pa>is de seda com listas
mitisedas, cuvado
Ricas sedas de cores de novos pa-
droes, covado
Diana de seda lavrada mu linda,
covado
Se innas de qnadros e listras, co-
vado
Popelinas de seda o 13a, padroes
novos, covado
Barege de seda, padroes miudinhos,
covado
O Pregui*?a qneima.
Na ra do Queimado, n. 1, esquina do
becco do Peixe Fncto, tem o Preguics para
vender por prego baratsimo, um variado e
completo suri miento de fazendas de algodSo
13a e linho, a saber : chitas de bonitos pa-
droes e bous pannos, cores escuras e claras
a 140 res o covado ; ditas de outros gostos
a 160, ISOeiOO reis o covado : ditas Iran-
cp/as largas, padroes novos e superiores
pannos a 240, 260 e 280 reis o covado : cam-
braias adamascadas para cortinados de cama
com 20 varas cada pega, pelo baratissimo
prego de ii.>uoo grvalas P'etas e de cores
do mola e sem ella de 800 a l3'20o cada
urna ; lengos de seda de ptima qualidade
a 15000 cada um ; grosdensple muito encor-
pado.de todas as cores a 1^800 o covado,
cortes de casimira elstica bonitos padroes GorgurSodeseda com fiores.cova 1o
a 53000, fOO e 63000 : cortes de meta ca- j Panno peto e de cores, prova de h-
semira fazenda de vista e durag3o pelo mo- nao, novado 3/a
dico prego de 2^000 ; cortes de brim tranga-
do de puro linho de l3700a 23400 ; cortes
de collete de gorgurao, padroes novos e
muilo bonitos a 33000 ; pegas de cambraia
liza con. 8 varas a 43400, 49600 e 4-3800 a
pega ; ditas tapadas com 10 varas a 4-3500,
5/500 e 6.-500 a ppga ; cortes de targelina,
fazeuda de muito bom gosto para vestidos
de senhor, com 12 covados, pelo barato
prego de 33O ; cortes de orgrn lis, fazenda
muito larga e bonita a 23600 ; alpaca com 6
calmos de largura, muito lina propria para
sanurras e capas de padre a S0o reis o cova- i Pulceiras de vellu Jo~ frco e lita
do ; lanzinhas de quadros gostas inteira- Lengos de cambraia, linos, com la-
mente novos proprios para vestidos de se-
nhora e meninos a 5I) reis o covado ; lan-
zinhas de flores, fazenda mu linda e econ-
mica para vestidos de senhora a 360 res- o
covado ; chales de 13a linos com barras ma-
tisados a 43500 ; ditos de merino e de chan-
de diversas cores e qualidades lengos de
cassa, brancos e pintados a 120 reis ; ditos
S
3
23300
13920
23500
1-100
:500
5;500
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGF-
NHEIKO DAVID W. BOWMAN, iVA
RA DO BRUM.PASSANDOO PIA-
FAR IZ.
ha sempre um gsande sortiento dos te-
guintes objectos Je mecanismos proprios'
psra eii,:enho, a saber : moendar o meias
moendas ta mais mo chas de ferro fundido e batido, de suoe'rior
Jualida le < de todos ostamanhos; rodas
enladaspara agua ou animaes, de todas as
rroporcCcs ; crivos e bocea de fornalha e
registres ie boeiro, aguilhOes, bronzes, pa-
pafusos e cavilhOes, .oinhos de mandioca,
etc. ele.
NA MESMA FIXDICA'O
seexecutam todas as encommeudas
superioridade ja conbecida com a
presteza e com odidade em prego.
Sabao.
Almeida Gomes, Alves Si t tem para
der sabSone boa qualidade, recebido do I.
PSITO CLKAI. DO RIO DL-JANEIRO.do qua
s3o nesta ri lade um dos agentes. O deposi-
to aqu be no armzzetn alandegado, Araujo,
no largo do Porte do Mallos junto do trapi-
che do algodao, onde p le ser visto, e para
tratar, com os annunciantes na ra da Cruz
n 27
co
^H'^ssssesooo
13400
750
13100
139 JO
m
B
Casemira prela setim,covado 13700 a
Musselina de cor e branca, covado
Chitas francezas de cor claras e es-
curas, covado 280 a
Cambraias organdys.novos padroes,
vara a
Cassas rance/as Unas padroes no-
vos, vara a
Ditas ditas, vara a
Mantas de BlonS, pretas e brancas
Manguitos e golinhas bordadas
Tiras e eotremeios bordados
Lonas, brins e liruuoes.
Cobro e metal para forro com ^
pregos. ^
Oleo delinliaca. Z
Rarrillia. ,;?
Vinlios linos de Moselle e Joan- ^3
r msberg espumoso, e de Bordeax @
l-OoO $2j emquartolas. :";
C. J. ASTLEY& C. I'-1-.
futes de tartaruga.
Soares, com loja de tartarugueiro na ra
tas Irincheiras 11. I, avisa a seus freguezes
e ao publico, que recebeu pelo ultin.o navio
da Franga um rico sortinvento de penles de
tarturaga o mais moderno que tem viudo a
este ntetcado, que os freguezes avista da la-
zenda e do prego n3o deixar3o de comprar.
Vendem-se no armazem da Companhia
Pernambucana latas com muito boa bola-
chinha de sola, tendo cada lata 12 libras,
pelo diminuto prego de 63000.
iielotfios.
Vende-se em casa de Ssunders Brothers
(\: C. prag do Corpo Santo, reloglos do afa-
mado lubricante Roskell. por pregos commo-
dos e tambem trancellins e cadetes para os
mesmos de excelleuie ioslo.
900
1300o
640
850
79500
33200
320
360
I998IJ
500
320
9
3
0
9
Febrcto da especie.
<;otla.
jllemorrhoidas
ilydropisia.
Ictericia.
IndigestOes.
ou exte-jinflammagoes.
rregu la ridades da
Debilidadeoufallade| menstruagao.
forgas para qual-'Lombrigas de toda
Compra-se uns arreies para um caval-
lo para cabriolet, que esteja em bom estado,
ea ferragerade aoiarello ; dlrijam-seao lar-
go da praga da UniSo n 8.
Compra-se um arreio para cavallo de
cabriolet. que esteja em bom estado ; nesta
lypographia se dir quera compra.
~ Compra-se efectivamente bronze, la-
t3o e cobre velho : no deposito da fundig3o
da Aurora, na ra do Brum, logo na entrada
n. 28 ; e na mesma lundi$3o em Santo A-
maro.
9G&
-- Vendem-se 3 molecas pegas, crioulas,
de idade de 13 a 15annos, 1 bonito mulato
de idade de 22 annos, 3 escravos de 14 a 20
annos, 1 escrava de 30 annos, perfeita en-
gommadeira, doceira e cozinheira. 1 mole-
que perfeito coziuheiro: na ra de akuss-
Verdes n. 46.
PRECO C0MI0D0.
Na ra larga do Rozario esquina do
becco do Pcixe-frito, 110 segundo andar
do sobrado n. !), faz-se com lodo asseio e
I ren .loalmoeo, janlar e ceia por [uc-
eo mais em canta do que em outra qual-
quer parte.
jectos que seria im-jossivel innumera-los,
que tuilo se vende mais era coata do que em
outra qualquer parlo.
Parii lia oV mandioca.
Vende-se farinha de mandioca, igual a de
Mang, em saceos, a desembarcar boje no
Forte do Mattos, armazem de Aranjo, 011 na
ua do crum n. 16, armazem de Sa Araujo.
Superior fari-
nha de mandioca
A bordo do biate N. S. da Penha, fundia-
do confronte ao caes do Hamos ; vende-se a
retalho e em porgao : trata-se com Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. 1,
ou na ruado Vigario, armazem n. 22.
Velas de carnauba.
Na ra da Cadeia do Kecife, primeiro an-
dar n. 11, escriptorio de Gurgel Inicios, ha
muito excellentes velas de carnauba para
vender-se ; lambem teeui solado de supe-
rior qualidade.
Vende-se urna casa ha pouco edificada,
com terreno bastante para um pequeo si-
tio, na estrada do rraial, para ca da casa
amarella, confronte ao sitio do finado Joao
Jos do Reg: a tratar na ra do Queima-
do 11. 8
Vende-se um casal de escravos mogos
de booiUs Figuras : na rus Direila n. 3
Est-se <|uei-
mando.
Luvas de pellica deJouvin, muito frescas
e novas, de cores, para homem e senhora,
com toque de mofo a 500 rs o par: no ater-
ro da Boa-Vista, loja de miudezas n 82.
Vendem-se pennas de ema : na ra da
ConceigSoda Roa-Vista n. 20.
BARTH0L01ED FRANCISCO
DE SOUZA.
Ra larga do Rosario n.
36, botica, vende :
Vermfugo inglez, em vidros.
Xcrope do Bosque.
Pilulas vogetaes do l)r, Krandreth.
Arrobe anti-syphlitico de L'Affectenr.
Ellixir anti-asmatico, em vidros.
Pilulas contra sezes e febres intermitentes,
em caixinhas
Pilulas Holloway
l.'nguento Holloway.
Salsa parrilba de Bristol,
Dita de ands.
Vende-se em casa tie
Barroca & I astro na ra
da ada do Recife n; 4
Arcos de ferro.
Cobre para forro de navios e pregos.
Vinho do Porto superior.
Vime em Dagas.
I.inha branca e de cores.
i'olvota e chumbo de munig3o.
Pipas e barrts vastos.
Podras de moinho e portadas.
V nde-se uro cabriolet de4roJas, no-
vo, para om caval o,do muito bom gosto, dos
viudos ltimamente da Inglaterra: na rus
do lirum, arniazeui n. 20.
em latas proprias para cha, que ludo vende
por baralissimos pregos, garantindo a qua-
lidade
ova agua de malabar
Vende-so esta agua a melhor que tes ap-
quer cousa.
Dysinleria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no,ventre.
r
especie.
Mal de pedra.
Manchas ua cutis.
ObslrucgSo deventre
Tsica ou consump-
gao pulmonar
parecido i ara tingir o cabello e suissas de tnlerniidadesno ven-iKeleng3o de ounna.
preto : na liviaria universsl ra do Colleg:o
n. 20, d-se junto um itnpresso gratis enf
nando a forma de applicar.
Vende-so em casa de S. P. Jonbston &
C, ra da Senzala ^ova o. 42, o seguinte :
sellins inglezes e silbOes. relogios de ouro
de patente inglez, candeiros e castigaes
bronzeados, aneios para carro, lonas ingle-
zas, fio de vela, graxa para arrelos.
Venue-se milbo
desembarcado esta semana do Porto o de
Mareaban, saceos grtu t.'.- de 30 cuas, e de
superior qualidade, efarelo de Lisboa ; ven-
de-se tambent sarduilias a 2^500 ao inilhei-
ro : no armazem de Manoel Joaquim de Oli-
veira ov C na ra do Cordomz n. 16.
Vende-se um escravo crioulo com
2i annos de idade, perfeita figura, e
muito sadio, proprio para qualquer ser-
viro : na ra do Kanjjel n. 30.
f\a loja diss seis
portas em frente do Li-
vramento.
Cortes de 13a com listras de seda a 6s, tem
11 covados e bastante largo, ISazinhas de
gostos novos, fazenda lina a 400 rs. o cova-
do, sedas de quadros a 13200 o covado, cor-
tes de ditas com 18 l|2 covados a 203000,
gollinhas linas bordadas a 13600, ditas a \,
chales pretos de meri-
Na loja
das seis portas
F.M FRENTE DO LlVRAMElMO.
Fazendas baratas.
Pegas de laa com 32 covados a .ty, para
vestidos, tem A palmos de largura, ditas de
cassas francezas a 63, com 33 covados, cha-
les do merino com llores a 23, colletes de
(usl3o a 500 rs., ditos de merino preto bor-
dados a 1j>. lengos de retroz a 500 rs., aber-
tura para camisa a 400 rs., pegas de breta-
nha de rolo a 29000 ; dao-se amostras com
penhor.
NOVIDADE.
No deposito da ra do S. Francisco n. 6,
ba calungas com movimento, que servem
para cima de mesa, e para brinquedos de
changa, em quadros, com lindas figuras ale-
gricas.
I
4,500 rs.
Grosdenaples de cores a 13500 o covado :
vende-se na ra Nova, loja de roupas fettas
u. 10.
Vendom-so os escravos seguintes : 2
bonitos pretos de 20 annos, seudo um ta-
noeiro, I bom mulato coziuheiro, 1 mole-
que de 17 annos, copeiroo proprio para pa-
gem, e mais IgUDS escravos, que o compra-
dor ver : na ra do Collegio n. 21, tercelro
andar.
Cera de carnauba e pelles do cabra su-
periores : no armazem do (.uerra, defronie
do traptebe do algodao, por pregos razoa-
veis.
tro- Kheumalismo.
Enfermidades no liga-iSymptomas secun-
do, "danos.
Ditas venreas. Tumores.
Enxaqueca. Tica doloroso.
Herysipela. Cceras.
Febres biliosas Venreo (mal).
Vendem-se estas pilulas no eslabeleimen-
togeralde Londres n. 244. Strand, e na
loja de todos os boticarios droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e llespanna.
Vendem-se as bocetnhas a 800 rs. cada
urna dellascontmuma nslrucg3oero por-
tuguez paraexplicar o modo desse usar
deslas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na ruada Cruz u. 22, em
Pernambuco-
Relogios
Vendem-se relogios do ouro, inglezes de
patente : no armazem de Augusto C. de A-
breu, ra da Cadeia do Kecife u. 36.
Vende-se superior linha de algodSo
brancas e de cores, em novello, para costu-
ra : em casa de Soutall, Mellor & C, ra
do Torres n. 38:
TACHASPARA ENGENHO
Da fundicSo de Ierro deD- W. Uowinan
na ra do llium, passando o cliala-
riz, continan haver um completosorti-
mentode tachas delerrolundidoe bati-
do, ile 3 a 8 palmos de bica, as quaesse
echara a venda por preco commodoccom
promptidao.embarcara-se ou carregam-
se em carro sera despezas aocomprador
Potassa da Russla e cal
de Lisboa.
No bem conhecido e acreditado deposito
da ra da Cadeia do Kecife n. 12, ha para
vender potassa da Russia e da do Kio de Ja-
neiro, nova e de superior qualidade, assim
como lambem cal virgem em pedra, tudo
por pregos muito razoaveis.
Escravos .
Vendem-se 3 molequee 1 negrinba, boni-
tas figuras, chegados do Ceara no vapor Pa-
ran : os preteudentes podom dirigir-se ao
escriptorio de Braga >\ Antuncs, ra da Ma-
dre de Dos n. 3, que ah acbarSo com
quem tratar.
Pechineha a
200 rs-
Ma ra do Queimado, loja de 4 portas n.
37, vendem-se laasinhas para vestidos, de
duas larguras, a 200 rs. covado: quem
quizer a pectiincln venlia logo antes que se
acabe.
Vende-so 1 moleque coziuheiro, e2
eseravas engommadeiras, coznheiras, e cos-
tureras : to paleo de S. Pedro n. 6.
Vende-se um novo cabriolelde rodas,
com 2 assentos, patento inglez a tratar na
'ra da Cruz do lenlo ti. 13.
byrintho
Chales ue merino com franja de laa
Ditos ditos de seda
Ditos ditos bordados a seda
lutos ditos bordados i velludo
Ditos de seda de peso
Cortes de casemira de cor finos
Colletes de dita e de seda bordados
mais finos a 160 reis ; ditos de cambraia de | Chapeos pretos francezes modernos
linho 500 res ; tpeles para sala a 3380o
Chita franceza larga de ramagem para cober-
ta a 20 reis o covado; madapol3o de todas
as qualidades ; algod3ozinhos, Icassas, bre-
tanhas, biins trangados, brancos e de cores,
pannos finos pretos e de cores ; mussulina
branca e de cor a 320 res o covado ; e ou-
tras muilas fazendas, todas por baratissimo
prego, e de todas se darSo amostras sob pe-
nhores.
Milho, arroz em casca, gummi do Aca-
reen', leij3o mulatinho e cera de carnauba :
vende-se no armazem do eres do liamos de
Francisco de Paula l'igueira de Saboia.
e seda couipridas com|
preta e de cor,
^
cbenos descobertos, pequeos >i gran-
des, de ouro patente inglez, para homem
e senhora, de um dos mahores fabricantes
de Liverpool, vindos pelo ultimo paquete
inglez: em casa de Soutball Mello C.
ra oo Torres n. 38.
CHAPEOS A PETROPOLES
Na loja da ra do Queimado n. 37, re-
cebeu-se ltimamente de Franga um com-
pleto e variado sortimento de chapeos a pe-
tropoles para senhora, os quaes se vendem
conforme a escolha, e por prego muito com-
modo.
i"otassa da Russia, cal de
Lisboa c nlfodao da
Baha.
Na ra do Trapiche n. 11, armazem, ven-
do-se potassa da Kussia, cal virgem de Lis-
boa, e algodSo da Bhia para saceos.
Aos senhores de engenho.
No armazem de Jos Duarte das Neves,
vendein se meias barricas da mais superior
larinha foutana, gallega e odauce, a prego
razoavel.
Aviso.
No ar azem de Adaroson llowie & C, ra
do Trapiche n. 42, vendem-se sellins para
hnniem e senhora, arre ios pr--.tia.lns para
cabriolet, chicotes para carro, coleiras para
cavello. etc.
Tasso Irmaos.
Tm para vender em sus armaztos da praoa da
Pont* Nova a- tagaialM familia de trigo chibadas
alninaueule de Trieste
SSSF
Ponante.
Primeira qn.ilidfcde.
H& C.
Tambem lendolcoroprado o uliiin.it carregamen-
loi de llicliiiiitud (ceni a> ieguinte marca daquella
procedeucia
Gravatas
annel
Paletois de alpaca
forrados
Gndolas te alpaca preta e de cor
Paletois de brim pardo e bretanha
Ditos de fustSo, ganga e outras fa-
zendas
Ditos de alpaca prota
Passando o becco da Congregag3
direito em seguimento para
quarta loja de tres aortas com
eos n. 40.
IJ000
800
6*000
6*500
HjOOO
6f000
7CO00
-r000
5S000
*"000
A:500
3:800
W$C9 r>-#

Acha-so oceulta desde o dia f.* de
abril deste corrente anno a preta Cosma,
escrava do a ba i so assignado, de nagSo cri-
oula, estatura baixa e cheia do corpo, beigos
grossos e bem fallante, tem um dedo mini-
mo de una mao cortado, e urna belide em
um dos olbos, ps seceos e feios, acam bita-
dos : quem souber dar noticias della ou a
pegar, e a levar a seu senhor abaixo assig-
nado, receber 50?O0O
No dia 10, 14 e 17 do corrente mez, as
11 ho-as do dia, depois da audiencia do Dr.
juiz de orph3os, na porta das audiencias,
lem de ser arrematada pela renda annual a
casa terrea, sita na rui Direita n. 114, com
eac3o do lado ,unJos 8l(i a ru" das Agoas-Verdes, perten
o I ivriment,, Cenle "0S orPh3os J0 nado Jos Mara d.
i rtulos bren- !f?.o'lU"Z e SUa IDulher' '^tment,
I\Ta loja
Gallego.
Huxall.
Dunlop.
Grens/iow.
Oijanee.
Columbia,
Caboela.
/fo>enealli
De t,(nU\. tem bom sortlmeDto dai marcas ja
conlieeiii.n .'. e '?ra' aisimcomo ditersas mar
cas M de Pliilailelpliia, Nova llrleaoi, Oliio li.tlli-
more tanto eilr. ruino superliua ; aoi pregos man
commodo9 do meriado.
FAKINIIA, MILHO E FEIJAO'.
Vendem-se saceos com farinha de mandio-
ca, superior qualidade, saceos com milho a
S$, saceos com farelo de Lisboa, gomma do
Aracaty, feij3o mulaliubo e preto em saceos,
velas de carnauba,superiores queijos de qua -
ina a 600 rs a libra, a arroba a 169 rs., tudo
por prego commodo : no armazem da ra
estreita do Kosario n. 29.
Cobre em dinheiro.
Vende-so eSeclivamenle dinheiro de co-
bre a 6 0|0 : na ra do Pilar n. 111.
Agencia
da fuidic&o Low-Mo
rui. da. Seniaia rfov
n. 4*2.
Hes te estahelerimont oeontlna.'a ha ver
um completo sortimento do moendas e
meias moendas paraengenho, machinas de
vapore taixasde ferro batido coado da
lotlosos tama n hospai a dito.
Ven e-se em l^uarassu.
lima grande cas terrea de pedra o cal.
no maior local daquella villa, ra da matriz
n. 2 : quem quizer dirija-so a ra da Cadeia
do Kecife n. 61.
Vende-se urna linda mulatinha de 7
annus, por prego commodo : na ra das
Trlncheiras n. 38.
Vende-se urna carroca nova com um
boi muito bom e novo ; na ra das Cinco
l'onlis u. 6i.
Qn tro portas
ROA DO QUEMADO N. 37,
Passando o beeco da
oniiTe-M<;o .
Ncste bem conhecido e acreditado eslabe-
lecimento encontrara o publico um comple-
to sortimento de fazendas francezas e ingle
zas, bem como sejam : ricos cortes de vesti-
dos de seda pretos com 3 babados a 80 e 90 -
ditos de seda branca com listras assetinadas
a'20, ditos de baege a 75, sabidas de baile
a 259, enfeiles para cabega de senhora a 9s
e 10#, manguitos de cambraia bordados a
2/300 e 4s500, camisinhas de cambraia com
gollinhas e manguitos a toooo. ditos muito
superiores a 1/300, gollinhas bordadas a 10,
I?600 e 4-3500 cada urna, tiras bordadas a
800, 900 e 1;00o a vara, gaze de seda a 780
e 800 rs. o covado, sedas de quadnnhos miu-
linhos, fazenda muito superior, a 18500 o
covado, folar de seda a 600 rs, o covado, 13a
eseda lavrada, gosto iuteiramente novo, a
icOOO o covado, musselinas escuras a OO rs.
o covado, casemiras miudinhas proprias pa-
ra caiga, collete e palelot a 13500 o covado, i
fustSo miudinbo a 400 rs. o covado, chitas
francezas a 260, 280, ,'iOO e 32o o covado, or-
gan ys d cor a 900 rs. avara, ditos supe-
riures a 15200, flanela branca a 480 o cova-
do, dita de cores propria para coeiro de
criangas a 900 rs. o covado, chales de seda
11 e 16o, bengalas lii.as a 4o, ditas a 2 e 35,
paletots de fustSo de cor a 5o, ditos de bri ji
branco de linho a 6o, ditos de alpaca preta a
8o, ditos de panno lino preto a 20,22, 2 e
25o., ditos de casemira de cores a 18 e ao.
ditos de gorgurSo de seda a 25o. caigas ue A*
casemiras francezas a 9o, colletes de gorgu- ^ an
rao de seda a 70, chapeos francezes a 7 e 8o, '
ditos muito superiores o melhor que tem
viudo ao mercado a 9o, ditos de feltro linos
a SoOO e 6o, ditos pelle de lebre a 60500,
ditos do Chile sem ser enformadosa 10?, di-
tos euformados a lio, cortes de casemira de
cor, a 69 e 63500, ditos muilo superiores a
: 0, damasco de 13a de duas larguras pro-
prio para colxas a 20500 o covado, saceos
de tapete proprios para viagem a 5 e 65, vel-
ludo preto muilo superior a 6 e 85 o covado,
camisas francezas peitos de linho a 4o500
cada urna, ditas de algodifo a o, 29500 e 3o,
ditas do coros pellos de fstfio a 2o500, cha-
pros mazoias para montara de senhora a
12o, chapeos de sol de seda para homem a
(.-oo e it,-, ditos para senhora a 5 e 60, cor-
tes de colletes de velludo a8el0o, ditos
muilo superiores a 12o, caseiiires de cores
a 20200 o covado, ditas enfestadas a 29000,
3/500 e 4o o covado, tapete aveludado o co-
vado 30500, tapates a 8 e lio, bombazina de
cores propria para capinbas de senbora e
roupinha de criangas a 10500 o cuvado, gros-
denaple preto a I96OO, 10800, 28 e 2o600 o
covado, ditos de cores a I060O, seda branca
lavrad.- a 20500 o covado, dilas pretas lavra-
das a 2ooO e i600 o cavado, casemira preta
do 1?600 ate .'o500 o covado, pao tino preto
de 35500 al 119 o covado, ceroulas de linho
a 2o5O0, chales de merino lisos pretos a 4o,
ditos de merino bordados a velludo ase
125, ditos bordados em duas pontas a 109,
ditos de cbaly bordados a 9o, corles de cassa
de cores lixas a 2o, cambraia lisa grossa para
forro a UoOO a pega, guardanapos a 30 a du-
zia, meias cruas para homem a 20200 a du-
zia, e muitas outras fazendas que nSo he
possivel aqui se mencionar, pelas muilas
qualidades quo tem neste esiabolecimento,
e entao com a vista dos freguezes se mos-
trara.
e
...ment
do tutor.
No dia 9 do corrente fugio do engenho
Mallo l.rosso de JaboalSo, um escravo pardo
de nome Aniceto, idade, pouco mis ou me-
nas, 20 a 25 anuos, secco do crpo e muito
vivo em todos os seus movimentos, he mui-
to conhecido nesta praga. por issojulga-se
elle seguira para o centro de provincia, foi
montado om um cavallu rugo bastante an-
dador : roga-se a qualquer pessoa a apare-
hensao do dito escravo, fazendo favor diri-
gir se ao dito engenho, ou a ra do Queima-
do n. 13, pelo que generosamente se recom-
pensara jo appiehendedor.
Fugiu ua manhaa de 10 do correte o
escravoJob.de nag3o Costa, estatura regu-
lar, muilu maos dentes, falla muilo airaves-
sadameute, tem urna malha do tamanhode
urna moeda de cobre as costis, o segundo
dedo de um dos ps cortado na junta e uni-
do a outro : quem o ao>reheuder leve-o ao
engenho Cuararapes, ou a travessa do Quei-
mado 11. 3, que se gratiticar generosamente
Atteitfo
Parahiba do Norte,
Fugio no dia 29 do mez de agosto prxi-
mo > assado, do engenho Velho, siluado no
termo da capital da Parahiba do Norte, o es-
cravo negro Joaquim, cora os signaes se-
guiutes : baixu, rosto redondo e muilo bar-
bado, phisionomia alegre e bonita, olhos
grandes, falla branda, quebrado das veri-
Ihas, tranzendo por isso urna funda france-
za. representa ter 30 annos. mais ou menos;
levou caiga e camisa de algodSozinho azul,
camisa de madapolSo, e chapeo de feltro
preto. Este escravo fez o anno atiasa 10 urna
fgida, e foi ter a essa praga do Recife, e
esteve em casa de um senhor que o procu-
rou compra-lo ; he natural que para l te-
nha-se eiicatninhado tambem desta vez : ro-
ga-se porlanto a policia que estenda sobre
elle suas vistas perspicazes, e aos capitSes de
campo que o capturem e o levem a seu dono
o Dr. Antonio Carlos de Almeida e Albu-
querque, no referido engenho Velho, que
teio prompta e generosa recompensa.
A 1 i de a,:osto do corrente as
8
Vende-se urna preta crloula, de idade
de 22 annus, pouco mais ou menos, sabe
bem engommar, eoziuhar e coser, n5o tem
vicios nem achaques, o que ludu se alianga :
a tratar na ra da Senzala Nova n. 42, se-
gundo andar.
- Vende-se I mulata de idade 20 annos,
snda, sem vicios nem achaques, propria
para mucama de qualquer casa de familia,
com as habilidades seguinles : perita bor-
dadeira, engommadeira, corta vestidos e
camisas, faz costuras chSas, o cozinha o dia-
rio de urna essa : quema pretender, dirja-
se a ra da Cruz do Kecife, casa 11. 17, se-
gundo andar.
anno fhgiram os seguintet es- i
ciavos: Damiao, crioulo, dea"^
anuos de idade pouco mais ou menos, al-
tura recular, cor lula, beieos grossos e
meios arreliitados, tem urna cicatriz na
testa proveniente de um eouce de ani-
mal, pernas linas e alguma cousa arqueia-
das para lora, esmalmado e espadaudo ;
Jacintlio, crioulo, de -28 annos de idade
pouco mais ou menos, altura regular, cor
preta, beicos grossos e faz certo geito na
bocea (nando talla, tem urna cicatriz em
uma das laces, toca viola, pernas finas e
bebe fumo, o primeiro foi comprado ao
Sr. Joo Francisco Barbosa da Silva Cu-
mai lillio do Sr. major Antonio (lomes
da Silva C.uinaiu, eo segundo diz que fot
da familia do Sr. Joao Novaes, de Page
de Flores da fazenda do Citio e compra-
do na praca de Pernambuco : quem os
aprehender conduza-os a6 engenho Sete
Ranchos f'reguezia deN. S. da Escada ou
em Pernambuco ao lllm. Sr. Manoel Al-
ves Ferreira, que sera' generosamente
recompensado. Ambos os esciavos sao
esmalinados e de corpa regular.
Hesappareceu na noite de 21 de abri
do corrente anno o escravo de nome Floren-
tino, com os signaes seguintes: estatura al-
ta, cor mulata, sera barba, espaduas largas,
ps grandes, rosto comprido, olhos casta-
nbos, cabellos pegados, falla grossa, muito
regrista, lem falta de 3 dentes na frente, em
u.. dos lados do queixo tem uma fistola,
levou chapeo de couro e camisa de riscadi-
nho : quem o pegar leve-o a fundi$So da Au- *
rora em Santo Amaro, que ser* generosa-
mente recompensado.
Fugio ni.lia,5 do corrente um negro
crioulo de nome Manoel, estatura baixa,
grosso do corpo, cor um tanto fula, com uma
sicatriz nr.- queixo do lado direito, recendi-
da de dor de dentes, este escravo ja esteve
fgido e pegado em Mazareth, e recolhido
cadeia da cidado de Olinda, e como mo ap-
parecesse seu egilimo senhor, foi vendido
em hasta publica por bens de evento : roga-
se as autoridades policiaes, capitaes de cam-
po de pegar a leva-lo no Kecife ra da
Cuia, padaria de Manoel Martins de Cirva-
|ho, que ser generosamente recompen-
ado.
FIIN. : sTYP. DEM. F. DEFAKU__1858
/
-."
ir


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