Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07050


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Full Text
a
XXVI.
Quart&foira 30
OS CORUEIOS.
puna e Parabibi, t legundas e c*U felras.
mde-do-Norle, todas na quintas felrai ao
, SerinhSrm. lUo-Konoio, Porto-Cairo e
Macelo, no 1.*, a 11 e 21 de cada mci.
('ir.'inhiini e lionilo, a 8
lioa-Vlila e Flore!, a J3*e 20.
Victoria, s quintas felras.
Olinda, todos os diss.
e^-.*A*ssnaB
iranttnHi
-Nova, a 6, aot 36 nt. da t.
tCresc. a 13, aoa 10 m. dam.
Phasis o Lc.cheia- 8|, tos 15 ra. dam.
iMlog. a 28, s 2 horas da t.
rnSAHAB DIHOJI
Prhnef ra 30 minutas da tarde.
Segnoda aos M mlautos da maobla.
d^ Outubro de 1850.
pbioo si v*umir<}i.o.
Por tres meies (adlsattdos) 000
Por sel* mezes 8/000
Por um aono .151006
1
DIAS DA 8XMAMA.
28 Seg. S. SlraaoeS. Judas Thadeo,
29 Tere. S. Feliciano. Aud. do J. da 2. v. da
ci vel. e do dos feltos da faseoda.
90 ',>uart. 3. Serapiao. Aud. do J. da2. v.
31 QUInt. ti. Quint no. Aud. do J. dos orf. e do
h. da 1. v.
1 Seit. ><* FesU de Todos os Santos.
2 Sab. Commemoracao dos Difuntos. Feriado.
3 Dom. S. Malaqui
____________ W. 246.
CAMBIO KM M >* OITTlTaVIlO.
Sobre Londres, a 28 I |2 d. por l.fTJOO rJ. a 60 dias.
Part, 333 por Sr.
a Lisboa, 100. por cento.
Ornro. Onca hespauholai .... 3tyU0O a 30#5OO
Moedas de 6/400 vellias. 16/300 a I8#500
de 6/40.1 nova* 16/000 a 16)200
. de4|000....... 9/100 a 9/OO
Prata.Patacdes brasllelros ... J/-70 a 1/980
Peso oolinnuarioi..... 1/970 a 1/MV
Dito, mexicanos........ 1#W 1/780
BB"*"*
PAUTE OFFICIAL.
LFI N. 381, DE 4 D SETBMBUO DE 1850.
Silabtlm medidoi para a reprendo do trafico
di Afriranm neite imperio.
Doro Pedro por nnH* dn Dos, e omnlme
cr-lamarfio dospovos. Imperador consltu-
clocal e defensor perpetuo do Brasil: fite-
mo?sabir a todos os nossos subditos, que
a semhl geral deor.etou, e nos quere-
mos a le segulote.
Art. 1. As eiiiBiliaocP'a brtsilriras en-
contradas rm qnlqs.'r parte, easestren-
peirs encontrad Ms portos, enseadas,
ancorartouros, oo mares terrtoriaes, do
Brasil, "ido a seu bordo escravos, cuj
importar}* h prohibida pela le de 7 de
novembro Ou 1831, ou bavendo^a desem-
barcado, serio apprehendidas pelas autori-
dades, ou pelo* mvos de guerra brasilei-
rns, e consideradas importadoras de ea-
cravdtv
A ajeas* las que nflo liverem escraTos bor-
do, tta-m os houverem prximamente des-
embarcado, pnim que" encontrarem com
os signaes d-se empregarem no trauco dr-
escravos, serSo igualmente apprelienriidas.
e consideradas era tentstiv de importacBo
de escravos.
Art. 2. 0 governo imperial marcar en
regulamento os signaes que deven) consti-
tuir a presumpcSo legal do deslino das em-
harcarfies sorafico de escravos.
Art 3. SBo autores do cimede Importa-
cBo, ou de tentativa dessa mporticBo o do-
no, O cipttfio ou meslre.o pillo e o contra-
inestredaeo)barcac.lo, e o sobrecarga. SBo
cmplices a equi'agem, e os que coedjuva-
rem o desembarque de escravos no lerriln-
rio Brasileiro.oii que concorretn para os oc-
culiar ao conheclmenlo da autoridad?, ou
para es subtralri r a. apprehemiBo no mar, ou
em arto de desembarque, sendo perseguido
Art. 4.A importacBo de escravos no ter-
ritorio do Imperio tica nelle considerada co-
mo pirstaris, e ser* punida pete seas tn-
bunaes com as penis declaradas no arlieo
segundo da lei de 7 de novemhro de 1831.
a tentativa e a. complicidade sar8o pun ios
segundo'SB regras dos artigos 34? e 35 do c-
digo criminal.
Art. 5. As embarcicasdeque tralflo os
artigos primeiro e sogundo, lodos os lisrens
empregados no desembarque, oecultacAo,
ou extravio de escravos, serSo vendidoscoro
toda a carga encontrada a bordo, e o seu
prodin lo perteiiCer ao) apiesadores, dedo-
/tiido-se um quai(o para o denunciante, se
o houver. E o governo, verificado o julga-
mento de boa presa, retribuir a IripoiacBo
da erobereaefio com a somma de 40,000 ris
por cada um Africano apprehendido, que
ser distribuido ooulorme as leis a respailo.
Ait. 6. Todos os escravos que forem ap-
prehendidos serfio reexportados por cont
do estado para os porlos donde tiverem
vindo, ou para qualquer otUro ponto fon
do imperio, que miis conveniente parecer
ao goverpo ; e em quanto etsa reexportaclo
se rSo vriiiear, serSo etnpregados em 1ra-
baiho debaixo da tutela do governo, nflo
sendo em caso algum concedidos os.seus
servics a particulares.
Art. 7. NBo se darlo n*sporles sos na
vios moicanles para o portos da Cosa da
{frica sem qqeseus donos, espitaos ou oies-
res lenbam saignado termo de nfJo rece-
bet^Bi* bordo.dellea.eacra/o algum pres-
tando o dono flanea de urna quantia igual
o valor do i|.,vio, ecargs, a qual flanea SO
sera levantad se dentro de 18 mezes pruvur
que foi exact-mente curuprido aqulllo
q> 6 se ohrigou no termo.
Art. b\ Todos o spressmentos de embar-
cacOes, de que tratSo os artigos primeiro i
segundo, bmui como a liiierda le dos es
raros ppn hendidos no alio mar, ou tin
coHa,anles do desembarque, ooaclo delle.
ou Lmiiie-iiiitniii'iitei depois eni srn szeos,
dejMilos hilos nas costas e porlos, sarA<>
ps*W*e cia pe.a auditoria de mandil, em segunda
peloconsolnp de estado. O governo um-
cais em regulauenlo a f-ma do procesan
em primeira e segunda instancia, e poder.
crear auditoies de marinha nos portos ondi
c'utaaeulia, Revendo servir de auditores o>
juizes de oireito oas respectivas' comarcas,,
quedara 'sso forem designados.
An. 9 Os audiloies de marinha serBn
igualmeiile coni.ieteut s para proeessar t
jolgar us leus mencionados no aitigo ler-
C-.rc )v ., ufjtiiMJDa na,ca para aair-
la^ea os uiejnios lecursua e appellacOt-s
que, nos piocenao de responsalulidade.
le da 7 de notembro de 1891, que nSo estf
ilesignados no srligo lereeiro de.sla lei, con
liuuai-fio a ser processados, e julgados ni
foro cuHium
Art 10. Ficatn revogadas quaesquerdis-
posiyOes vas cunluiio.
laudamos purUuto a todas as aotorid-
des a quein o eotiUaCiiuayilo e xecueflo d
rajenda ii i peiiencer, que a cumpram, e
faQaoi cumplir, e guardar iSpinteiraa.ente
comouellasjoontui. Oaucrelario de e^
lado dos urgocio* da jusljca faca impri-
mir, publicis coirer.
Daua uo palacio do llio de Jane'uq, aoa 4
depeud*B0la e do laipeno
Imperador com rubica guarda.
Eustbio di Oneiroz Conllnko Malino Camota
pela qual V. U. Imperial
manda exeUr o decreto da asentidos
feral, que < sanecionar, csla-
eleceni HMStdas par a re(rcssflo do tra-
fico de Aficaniis nesle imperio, oa forma
cima declarada. ~
lh
Para Voasa Magestade Imperial ver.
Antonio Alve ii Miranda Vartft a fez.
Rttttbio deQueiros Covtinho Mattoio Cmara.
Sellada na chancellara do imperio em 5
oesetembrode 1850.
Joiiaodo NateimentoeSilva.
Publicada na secretaria de estado dos ne-
gocios da justica em 5 de Miembro de 1850.
Jerino 3o Nounnunto Sifms.
Registrada a fl 135 r. do W. 1 d> leis
.ecretarla da estado dos negocios da justica
em 27 de setemhro de 1850.
ioii Tiburclo Carnjiro de Canpos.
DECRETO N 708 DF. 14 Dr OUTUBRO
DE 1850.
Kitula a exeeuflo da lei que nlabeieee medi-
do* para a repreno do trafico de Africano!
I meiie imperio.
- lies por bem, usando da attribuicflo que
aie confere o art. 102 $ H da constiluifo
do imperio, decretar o seguinte :
" TITULO I.
Doi apretentamentoi feitoi as raido do trafi-
co, i forma de im proceito na primeira ni-
tanda.
Art. 1 As autoridades, e os navios de
guerra brasileros devem appreheoder as
embarcacOes brasileiras encontradas en>
qualquer parte, e as eslrangeiras nos por-
los, enseadaa, ancoradouroi, ou mares ter
riloriaesdo Brasil: 1.*, quando liveram a
Seu bordo escravos, cuAa>porl'eil'> he pro-
hihids pela lei de 7 de novembro de 1831
B *, quando se roconhecer que os desem-
barcaran! no territorio do imperio: 3',
qliaudo se verificara existencia de signaec
marca ios no titulo 3. desle regulamento
Arl. 2.' Se em virtude do que dispde o
artigo sntecedente for apresada em alio na
Iguma embarcscSo, o apresador, de"pois
le inventariar e guardar lacrados, sellados,
edeabsixoda rub'icadoeapItBodo navio
aprsalo, lodos os papis, e especialmente
os menc onuios no art 4 *, e depois) de fa-
ger fechar as escotilhas e mais lugares om
que vierem mercadorias, devera, apenas
chegar so porto, declarar por escripto ao
auditor de marinha o motivo do aprsten-
lo ; o dia e a hora, em que foi efTectuado.
em que paragetn e altura ; que bandeira
tralla o navio; ae fugio a visita, oo se de-
fendu com forca ; quaea os papis mencio-
nados no art. 4 *, que Ihe foram aprsenla
dos ; que explicacBo deram pela ralla de al-
guns j e todas s mais circumslanoias da
presa e viagem.
Art. 3 Quando entrar alguma embirca-
eflo apresada, a visiU o participar lo.o
a pelo telegrapho, se o houver, ao audi-
tor de marinha, que immediatamente ir a
(tordo.
Omesmo Tara a visita qosndo impedir a
entrada, ou sahida de alguma embarca-
eflo por suspeila de. destinar-se-.ao trafi-
co de escravos, ou de se haver nelle empe-
gado.
Art. 4.* O auditor de marinha, apenaa
chegar a bordo, deveri exigir, alm da de-
rlaracn, de que traa o ait. 2.a, os livros e
papis mencionados nos seis primeiros
to art. 466, e nos artigos 501 al 504 do c-
digo commercial, que vBo abaixo trans-
criptos.
Em seguida proceder a busca no navio e
seu carregamenlo, arrreadando os papis
de bordo, qua Ihe nBo liverem sido entre-
Kues. fazendo-os logo invenlariar, ou guar-
dar lacrados e sellados para serem inv nta-
riados depois, fazendg as perguntasquejul-
g.r convenientes, e lavraudo de ludo pro-
cesso verbal Com as sol nulidades e cautr-
ias, que exige o alvaca de regiment d- 7
de dc' mliro de 1796, nos artigos 20, SI t
22, que vBo abaixo iranscripios.
O processo vei.bal devora declarar expl-
citamente se deiiou de ser a presentado al-
gum dos papis, que conforme os aitigns
supraciaitos do cdigo commercial devem
de exi>tir a bordo, se d* algum dalles exis-
te duplcala, e os motivos, que allegaran)
os inieressados para explicar a falta ou a
duplcala.
Art. 5.* Sea bordo forem encontrados al-
guna dos signaes marcados no titulo 3.* des-
le regulamento, o processo verbal devera
fazer de cada um delles especificada men
cao, assitii como das expliraces que a seu
espeilo e dos fados que determlturam o
;r.' ^iiiciilu leiem os miereaasut.2.
As perguulas e resiotas relativas ao a
presamenlo deverflo ser feitag de modo,
vos dessa quaiidade, e entrando se encon-
traren ainda os vestigio de sua estada a
bordo, dests meamos ae tara expresa, men-
eUono prooaaso, faxendo auditor testifi-
car sua existencia por iras teatemnnhsfl-
delignns, e especialmente por ofilcises da
marinha homens roaritiasos.
Art.v 8.* Concluido e asignado o prnce-
o verba!, o auditor fara afllxar, e publicar
pela imprenaa editar* da 30 das at sais
mezes, quando se tratar de embarcarles
nacinnaes, vindaa de pov'.os oaciouaes, e
atnum anno quando a emoaresco for ea-
trangeire, ou v'ndade porto eairangero,
notificndoos interesaados no caso, ou no
carregamenlo para virem defnder aeus di-
reitos. Entretanto prosguir nos termot
do processo e mesmo nos da appcllaco.
^ 1. Achn lo-se presenta o capitSo ser
notificado para ver proseguir o processo
por parte dos inieressados. Na falta des-
tes, dn espillo, do cnsul, ou quem tuss
vezeg fuer, o auditor nonvar curador pa-
ra defender os seus interesses.
2* Os intere8sadosqoom vrtule da P
citacSo edilal comparecerem, tomsrfio a
causa nos termos em que ella se achar. Se
j esliverem con"lusos os autos, o auditor
le mirinha, abrindo a conclusSo. assigna-
ra um termo, nunca maor de 8 das, pira
srrasosrem, e ajuntarem documentos; igual
razo snrt coneedide aos apregsdores, se o
requererem. Se j estiver publicada a sen-
lenca, nada podero allegar e requerer se-
nSn na segunda instancia ,
S 3. NBo podarBo reclamar este favor a-
quellesque, embors reveisna causa, tive-
rem eslado presentes no lugar ao lempo da
pp'etiensBo, ou julgmento.
Arl. 9.* No dia immediato, quando mo
possa ser no mesmo dia do eximes bordo,
o auditor, em presenta dos inieressados que
eomparecerem, e especialmente do caoi-
tBo e olUciaes do navio aprendo, que esti-
veretn detldos, e do navio apresador, que
lifica los na pessna do commindinte, ou de
quem suas vezes Bier, depois de verificar
os sellos, abrir e inventariar os papis, se
O nBo tiver feito bordo, interrogar mi-
nuciosamente o eapilBo do navio apresado,
e seus officiaes sobre o fsclo, ou fieles que
leram lugir ao presamenlo, e sobre as
priuelpan circumstanriaa do processo ver-
bal ;o ini|uirindii as lesleiiiiinhis, e ou viu-
do as pesaoas. que aalaaratar conveniente
p.ra Fsclarecimento da verifade, ou quelh
forem pelos inieressados indicadas, forma-
r de tudo processo summari em termo
breve, e nunca excodendo de oito das, sem
causa Justificada, que dever > sp 'cificir.
Arl. 10. Concluido este proceseo sum-
mario, se os inieressados tiverem protesta-
do por vista, a terSo por tres dias dentro
do cirlorlo pira deduzir, e offerecer suas
rasOes ; sendo os primeiros tres dias para
os apresadores, oulros tres para o curador
beneficio dos apprehensores, com a deduc-
cSo de um quarto para o denunciante, se .o
houver.
Art. 15. llavera auditores de marinha
( alm do geral que existe na corte ) nas cl-
dades de Belm do Para, S.-I.uiz do Mara-
ohBo, Recife, Baha e Porto-Alegre. Este
lunar aera exerci lo pelo juiz de direito,
que frtr pelo govrn designado; em falta
de designacBo especial, servi' o juiz de di-
reito que for ch'fe de polica. Se o chefe
de uolicia for desembe'gidor servir* o juia
de direilo da p'meira vira cime. Os audi-
tores nSo perceberBo por este servico mais,
que os emolumentos que Ihes comoetirem.
Nas suas filias ou impedi-nentosserSo subs-
tituidos pelo juiz municipal, que for pelo
governo, ou pelos presi lentes designado ;
em Mta de designacBo servir o di primei-
ra vara.
Se as circumslanoias o exigirem poderBo
orear-s" novas auditorias em outros porlos
do imperio.
Art 16. Quando o commandantede urna
ress nBo pu'er conduzi-la directamente
s. porto, em que hiji auditor de marinha,
devera lavrar um auto, em que declare os
motivos que a sso o obrigam. Se houver
necessiilade de requerer alguma diligencia,
lever dirigir-se ao chefe de polica, juiz
de diretto, juiz municipal, delegado, ou
subdelegado do lugar, preferindo-os pela
ordem por que se acham aqu enume-
rados.
Nada poder desembarcar de borda da
oresi sem se lavrar auto, assignado pelos
ofiiciaeg do navio apresador, do aprosado,
que existirem s bordo, sem previa commu-
uicacBo a autoridad cima referida.
Art. 17. Se houver necessidade de desembar-
car escravos, cuja importaban he prohibida pe-
la le de 7 de novembro de iS3l, a auloridade
mencionada no artigo antecedente proceder a
respeito delles t deligencias do artigo 6., an-
da quando lenham de voltar para bordo.
forem desembarcados objeetns .que le-
nham algum valor, a menina autaridade os fa-
ro depositar judicial mente, e sendo detalna-
turesa que nao devaui guardar-ie, os far ven-
der em hasta publica a requerimento dos Inie-
ressados, mandando depositar o seu preco nos
cofres pblicos.
A venda deve ser precedida de avallarlo por
peritos, e annuncina pelo numero de dias que a
quaiidade dos objectos e ai circumstaucias a-
cou.elharein.
Art. 18. Se alguma embarcacao for appre-
liemlida em porto ein que nao haja auditor de
inarinha. luda as diligencias queaeale lacuin-
bem, serio deseinpennidis pela aut jridade de
que trata o artigo 16
O mesmo acontecer se forem appreheoldos
escravos, cuja iinportacan he prohibida pela
lei de 7 de novembro de 1831, ein costas ou por-
los, eiu que nao hija auditor.
Art. 19. De todaa as diligencias, deelaraedes,
inquiricoes e interrogatorios, asslrn como dos
navios, escravos, oa quaesquer outros bjec-
tos apprehendulos, dever a inrsina auloridade
laxer remessa o mais breve que for possivel. ao
auditor de marinha mais prximo, ou ao da-
das Africanos, seos houver ipprehendidos, 'quelle porto para onde se julgar couveniente
e oa tres ltimos para os apresados, e fin-
dos estes prazos. nas 34 horas seguintes se-
rios aulos conclusos ao auditor de mari
nhi, que dentro de 8 dias sentenciar sobre
i liberdade dos escravos apprehendidos se
os houver, declarando logo boa, ou m pre-
a embarcacao, e seu carregamenlo, e
ippellando ex-oflirio para o conselho dees-
lado.
Esta appellicBo produzir cffeito suspen-
sivo, porni quando declarar livres alguna
Africanos, estes serfio desle logo poslos'
disposioSo do governo com as cartas de li-
beriiade, aa quaes tilo IhespoderBo ser en-
tregues antes de decidida aatipellacSo.
Arl. II. Sea visita, ocapitfiodo porto,
ou qualquer empregido apprehender algu-
ma iMMharcacflo em virludedu quedispOem
conduzlr o navio ipresado.
Art. 20. O auditor de inarinha. logo que re-
ceber o processo, continuar is deligenciaa
termas que forem necessarios para proferir
sua senlenca.
Quandiijulgarconvenienleencarregaraqua
quer auloridade essas diligencias, poder l'.i-
se-lo por mel de offiulos, ou precatorlas.
Art. 21. Proferida pelo auditor de marinha a
sentenci. e interposta a appellafo ex-oflicln
na friua do artigo 16, o esenvo dentro de 8
dias, deixau'lo traslado no cartorio, entregar
o processo original na secretarla de estado dos
negocios da Justica, e na provincial na respec-
tiva secretaria da presidencia. Se a aecumu-
laco de procesa #s ou outros emliaracus iuipe-
direm a proiuptincaca dos traslados, o audi-
tor de marlnna poder conceder-lhe uiais oiio
das improrogavei.
O recibo do processo original ser junto pelo
O art 1 o procedimrnto dever ser o mes-r escriv.ioaoira.lado que ficar no cartorio.
mo prescripto par. os.pres.mentos feitosf J^J^^^'^^^l.^
por navios em Uto mar. Oapprehensordee u an,,ou,IO,juUe.ou tribunaei. N..i aeua
tf Jl rl IMlJbb ^ S ABB*>;e#*kfl* Ja .nll A llllAlllPa A& K
Us com reherididos no litigo lereeiro dr i"8 nBo oufam uns o que os oulros tive-
reai respondido ; o se em vista das circums-
tatiriss parecer uecessario conservar no.
algum lempo separados, a incommunica-
veis os ofllcaes, IripoiacBo e mais pessoa*
do navio apresado, o auditor dar as urden
convenientes.
Ait. 6.' Se a emk>*rcicfio fr apresad
lenuo a bordo escravos, cuja im. orlicSo he
rohiblda pela lei de 7 de novembro V
1831, o auditor de marinha, depois de veri-
ficar seu nmero, e se Coincide com a de-
cUracQo do apreaidor, os far reliciunar
por nmeros sigo idus de nomes, se os ti-
verem, e de lodos oa signaes, que os pos-
de seleuib'ro de 1850, vigsimo nono di ip- pato qjalinguir, fazendo-os exaroimr poi
peritos, ilim de verificarse slo dos prohi-
bidos. Concluid! esta diligencie, de
idos. Concluid! esta diligencia, de que "" *>"w mvr
se rara pro.ceso verbal eipeciai, os tari de-lVP' couseitso de talado
PAMUr com a segranos e cautelas qua o.
caso exigir, e sobsui respoosabilidade
Seos Africanos nSo liverem sido bapli-
ssdos, ou havendo sobre sso duvidu.o iu-
lilur de mirinhi dever providenciir para
iiue o geim irwBaijataiatneiiip
Aft. Wit nflo existirem a bordo sers-
ve dirigir ao auditor de marinha a declara-
cao dos motivos, e por ai ou por seu procu-
rador ser par' no processo. K como apre-
sador Ihe pertence o producto das vendas,
que manda fazer o art. 5 da lei n 581 de
4 de setembrq de 1850, deduzindo-se ape-
naa um quarto para o denunciante, se o
houver.
Art. 12. Se forem apprehendidos escra-
vos cuj importadlo he prohibida pela lei
de 7 le novembro de 1811 fra da embarca-
ca"o queoslrouxe, mas linda na costa an-
tes do dse nbarque, ou no ictn delle, oo
inmediatamente depois em armszens, o,
depsitos 'tein:: ;-. ou Dorios. er!c
levados ao au titor de marinha, que proce-
der a respeito delles pela meaina forma
determinada para psapprehendidos a bor-
do ; mis, concluido o exame feto pelos pe-
ritos, ssigusr Sdirs, sos inieressados pa-
ra que illeguem,n proven) o quejulgirem
conveniente Igual prazo ser conced lo
ios ipprehensores, so o requererem. e <
curador dos Africanos, lindsqtiaio oBore-
queira.
Alm dos 8 dias sssignsdos fari ifllxir e
publicar poli imprensa cartas de edido-
com os n.esmos elfeiios e prazos, que no
rt 8.* se estabelrcerim para o processo di
ipresamento de navios nacooies.
Arl. 13. Concluido o pnxo dos8 disspa-!
ra todos os inieressados, o processo subir
concluso nas 24 horas seguimos ao audilu
le marinha, que no prazo da-tres diaa pro-
ferir sua senlenca, appeilaodo ex-olllcio
Ait. 14. Se cornos escravftg, caja mpor-
tacBo he prohibida pela lei de 7 de novem-
bro de 183i, forem ipprehanjlidoa como ic-
ceasorias, barros embregados em seu des
embarque, orculUcBo, ou ex*r#vlo, a sen-
Impediinentus ou emquauto nao for designado
pelo governo, lervir aquelte que o auditor de
marinha eicolher.
TITULO II.
Do proemo ijulgamnto doe reos ai primeira
imunria.
Art. 23. Havendo apprrhensao de escravos,
cuja Imporlicio be prohibida pela lei de T de
novembro de 1831, e sendo csaa apprehenso
no alto mar, ou na costa antes do desembar-
que, no acto delle, ou (inmediatamente depois
em arinazene ou depsitos sitos nas costas ou
portos, os auditores de marinha devem exigir
dos apprrheusores uin auto, ou parte clrcums-
tanciada da apprehenso, e lugar onde, e pro-
ceder iiniiieuiaiaiiieuie a um auto de exame
por nielo de peritos juramentados, afim de ve-
rificar se os esenvos sio ou nao das importa-
do! inicuamente.
i. Se tlver bavido apprehenso de embar-
cacao ou barcos emprrgados no tranco, Moa
.que esistain bordo os escravos, cuja liupor-
taco he prohibida pela le de 7 de uovembro
de r83i, mas eiistindo vestiglos, que niostrein
au proiimo desembarque ou signaes que in-
diquen o deatioo ao tranco, o auditor de inari-
nha proceder com pedios juramentados a um
auto de exaine d'ises vestigios c signaes. "
2. Se para o processo de presa ja esliveretn
fritos oa autos, deque trata este artigo, baala
que no processo dos reos sejaiu clles juutos por
traslado.
Art. 24. Formado assim n corpo de delicio
directo, o auditor proceder Inqunico de
testrmunhas. Interrogatorio,, informacea e
mais diligencias que entender convenientes pa-
ra dricourir o criminosos, ou que pelos ap-
prel'ensores, ou pelo promotor publico Ihe tu-
ren requerldoi.
Art. 25. Concluidas estas diligcactas que bgo
eicedero de oito dias, sem causas inuito pon-
lerosas, que o auditor dever especificar no
processo, proferir o seu despacho de pronun-
cia, oas nao pronuncia contra oa reos, que fo-
eia descobertoa, e que s- acharrin compre-
lenea, niia os iulgar livres, eondemnar endidme! >! dciucgor Juar8
timbemos barcos e seu eirrega ment un'*,..""'
da lei n. 58i de 4 de aeteiubro de i850.
A respeito d.^s reos que forem descoberlo,
mas nao se acharen) coinprehendldos no citado
artigo, dever remetter ao chee de polica to-
dos oa indicios e provas que contra ellea hou-
verem, afim de que lejun proessados e julga-
dos no foto commum.
Art. 28. Do despacho que nfio pronunciar,
recorrer o auditor ex-ofloio para a relacao
Art 1t Do deipaeho que pronunciar, ou do
une ordenar a remeisa de algum reo paras
jizocoinoum, haveir recurao. le for tnlenta-
ilo pelas partes ou pelo promotor publico,
pieni taes despachos devem leinprc ler inii
fiaiiaai
Arl. 28. O recuso nao produz effelto sus-
pensivo, e anda sendo de pronuacit deye o au-
ditor proseguir nos termos do processo, al jul-
gamento e appelliclo Inclusive.
A't. 29. Pronunciado o reo, o auditor de ma-
rinha mandar logo dar vista ao promotor pu-
blico para este formar o llbello, que ser oll'e-
rei'ido ua primeira audiencia, e no caso de ha-
ver parle aecusadora poder ser admitiida a
addir ou declarar o llbello, com tauto que o fa-
ca na audiencia seguinte.
O auditor, se no der dual audiencias sema-
naet, dever faie-lo, desde que tenha proces-
sos delta naturexa, annunclaudo pelos Jornaes
o, dias e as horas.
Art. 30. OITerecido o llbello, se seguirn at
a senlenca final os termos eslabelecidos no dc-
cetoh.707 de 9 de outubro de 1850, us arti-
gos 8, 9, 10. ii, I2e26
Art. Si. Nas ippellacSes interpostal dos pro-
cesso! delta nitureta pelo promotor publico,
o auditor marcar ao escrio ura praso, nun-
ca inalor de 30 dias, para que seja o processo
apremiado oo crrelo ou na relacao, sendo
ein cidade que a tenba.
TITULO III.
Oes lionii f im eoailiuam rrttumpfto legal do
dcilino dni imbarcaetii ao trafico,
Arl. 3>. Os signaesqueconstituein presnmp-
co legal, de que urna embarcacio seemprega
no trafico de escravos, to os seguintes :
i. F.scotilhas com grades abenas einvezdas
fechadas, que te usam nas emharcacOes mer-
cantes.
2 Divises ou anteparos no poro ou ni co-
berta cm inaior quantidade que a necessaria
em tmbarcacoes de cominercio licito.
3 Taboas de sobresalente preparada! para
se collocarein como segunda cobeita.
4. Quantidade d'agoa em tonel!, tanques, ou
em qualquer nutro vasilbame maior, que a ne-
cessaria para o consumo da tripolaco, passa-
geiroi e gado, em relacao viagem.
5. Quantidade de grilhdes, coi rentes, ou al-
ucinas, inalor que a necessaria para a polica
da euihircaco.
6. Quantidade de bandejas, gamellas ou ce-
Ihat de rancho, inalor que a necessaria para a
gente de bordo.
7. Kttraoidiarla grandeza da caidelra, ou
numero dellas, inaior que o neceuarlo nas em-
b .rcaces de cotnniercio licito.
8. Quantidade extraordinaria de arroz, fari-
nha, inilho. feijain ou carne, que esceda visl-
Velinente s necessidades di tripolaco e pas-
sagelros, nao viudo declarada no manifest co-
mo parte de carga para coinmerco.
9. Uina grande quantidade d esleirs ou es-
leirdes superiores s necessidadas da gente de
bordo.
Art. 33. Tambero constituesa. prcsiimpcio le-
gal do emprego da embarcacio no trafico:
l. A existencia devasilhame para lquidos
alm do empregado na agoada que nao tiver
sido especialmente despachado debaixo de
llanca de ter destino licito ; ou quando se mos-
trar que este vasilhaine nao leve o J-stl no que
se indicou na occasio de o despachar.
2. A dupliciia dos diarlos de navegaco.
3. A falla dos papis mencionados nos seis
primeiros paragrapbos do artigo 466, e nos ar-
tigos.SO i at ."I I do cdigo commercial depois
que estiver em eseciico.
4. A substitu; o do verdadeiro cap to por
outro de bandeira ou nominal.
5. A fuga da tripolaco ou abandono do na-
vio em presen;a de einbarcacSes de guerra em
tempu de paz. ou ein presen;* de auloridade,
111 > se dirija bordo; o incendio ou darunifi-
>;o voluntariamente feilos ao navio por sua
Irlp ila;o.
Art. 34. A existencia destes signaes estabe-
lece a boa f do apresador, e cniquaulo n > ap-
parecer prova irrecusarel do contrario, justi-
fica a apprehenso.
Art. 35. Quaudo alguma embarcacao le desti-
nar ao transporte de cotonoi, ou a uutra nego-
ciado lidia, que exija imperiosamente a exis-
tencia nordo de algum ou atguns dos sigues
mencionados no anigo 32, dever anticipada-
mente justificar perante o auditor de inarinha
casa necessidade, especificando os aignaes pa-
ra que pede a permisaio.
Art. 36. O auditor nunca admitlir eslasjus-
llucacdos, aeua que a prilflo inicial declare o
proprielario da embarca;ao, o afrelador e o
capitn ; e sem que oa dous primeiros pelo me-
nos sejam pessoas abonadas, bem uouceitua-
das e uo suspellas de interessadas no trafico,
o que alm das averlgoa;es a que pur si mea-
mu dever proceder, far objecto de inquiri-
rn de tealemunha nmh..i.; ^ >i.,ti,*i'*~*.
Art. 37. Antes de julgar a justi6ca;ao, o au-
ditor de marinha manda* publicar pela loa-
prensa por olio dias, edtaes que declamo os
nomes do navio,do proprielario e do afrelador,
e oa signaos, cuja permiaso ae solicita, decla-
rando que assim se faa publico paia que pos-
sainreclamaros que liverem rases, para sup-
por que a embarca;ao se destina ao trafico de
escravos.
Arl. 36 Smente os auditores de aoarinha
credos pelo artigo 15 desle regulamento, e
uo os que de novo ao esubelecerem, ao os
conipetenies para julgar eslas justificaedes,
3ue deverao ter entregues em original los jus-
licanies, litando uo cartorio oa respectivos
traslados.
Art. 39. O ju'gamento da Jtjalificacio dever
ser publicado peta iuiprensa, e tanto essa pu-
blicado como a dos editaes, deque trata ar-
tigo 37, devem juntar-se ao proceiiu original,
e*ao traslado que tein de flear no canario.
AU. 4U. tim urna cerudo authenUa da
julgado, requerer ojuatificaule a persisiwo,
c que iraia o artigo JO, secretaria da estado
dos negados da Justica, se a Jutlfiuayo tivu
sido frita na auditoria geral da corte, alla ao
presidente da provincia, em que huuvar sido
julgada.
Art 41. As llcenca devem onter o nome
do navio, do proprielario ao afreuajor ; ade-
cUrsy a vatjna eaass litas, e dea alga lea
menglonadoi su artigo 32 que fiaamModo per.
Uta


____
miltidos; o lempo do dura;Soda liccnca (nun
en mala de dous annos) com a eipreaaa condi-
91 i de que esta e dever considerar ipso fwio
afn eflelto, e for mudado o un me do uavlo,
oh te este mudar de proprieurio ou de afrea-
dor, devendo em qualquer deuat hj-pollieses a
renovara" da licenca aer precedida de nova
jilstineac.ao na auditoria de inarinha.
Eutebio de Quelroi Coulinho Maloao Came-
ra, do ineu conselho; ministro e secrelaiind.
estado dos negocios da justlca, o lenha assiin
entendido e faca esecutar. Palacio do Rio de
Janeiro, em 14 de outubro de 1)>50, vigesiiun-
nnno ili independencia e do imperio.
Com a rubrica de i. M. o Imperador. Eu-
ebio de (luciros Coulinko Matoso Caara.
r
'Artigos do cdigo commereial a que se refeie o
artigo 4. deite regulamento.
Arl. 466. Toda a emharcacfio brasileira
em viagem he ohrigada a ter a bordo :.
i.* O seu registro-( Art. 460) :
9.* O passaporte do nano :
3." O rol da e quipsgem, ou matricula :
4. A guia ou manifest da ilfindega do
porto hraaileiro donde houver salii lo, feito
na conformidad das leis, regulameotos e
inst-uccO1** fiscaes :
5.* A carta de fretamento nos casoa em
que este liver lugar, e os conhecimentos d
carea existente a bardo, le algutna existir:
6.* Os recibos das despezis dos porlos
donde sabir, comprehendidas as da pilota-
gem, anroragmn a mais direitos ou iinpos
tos de nivegscSo :
Arl. 501. capitao he obrigado a ter es-
crit turaefio refular de tudo quanto diz res-
peit'i a adminisIreciTo do navio, e sua na-
vegacSo ; teodo para este lim tres livros dis-
tirclos, encaderoados e rubricados pela au-
toridad* a cargo de quem estiver a matricu-
la dos navios, peni de responder por pardas
e damiios que resultare ni da sua falta de es-
chpluraco regular.
Art. 502. No pnmeiro, que se denomina-
r h vio da carga -=, assenlar diariamen-
te as entradas e sabidas da carga, com de
clarscSo especifica das marcas e nmeros
dos volumes, nones dos carregadores o con-
si(nttios, portos da carga e descarna, fro-
tes ajustados, e quaesquer outras ciictyns-
tanrias occorrentesque possam servir .ara
futuros esclarecimenlos. No mesmo livro se
UocarSo tambem os nomos dos passagei-
ros, com declararse do lugar do seu desti-
no, preco e condices da pssssgem, e a rela-
efio da sua bigegem.
Art. 503. Osegundo livro ser da re-
colta e despeo da embarcarlo-, e nelle,
deh>ixo de complenles titulos.se lngara,
em forma de conlas correles, tudo quanto
o capitflo receber e despender respectiva-
mente embarcarlo ; abrindo-se assento a
oda um dos individuos da tripolacSo, com
derla aguo de seus venc met tus, e de qual-
quer onus, a que se aehn> obrigados, e a
carga do que receberem por coma de suas
soldadas.
Arl. 504. No terceiro livro, que ser de-
nominadodiario da navegac'ao se is-
sentarSo diariamente, emquanto o navio se
achar em algum porto, os irabalhos que ti
verem lugar a bordo, e os concertos ou re-
paros do navio.
No mesmo livro se assentar timbem to-
da a derrota da viagem, nuUndo-se diaria-
mente ai observarles que osespitfies eos
pilotos s9o obrigados a fazer, todas as oc
currencias inleressantes a navegacH, acon-
lecimentos extraordinarios que possam ter
lugar a bordo, e com especnlidade os teni-
poraes, e os damnus ou a varia que o navio
ou a carga possam snfTrer, as dehberacOes
que tomare ii por aecrdo dos ofliciaes da
ouibarcacfio e os competentes protestos.
Art 505. Todos os processos testemu-
nhaveise protestos formados abordo, ten-
dentes a comprovar siuislros, averias, ou
quaesquer perdas, devem ser ractiflcados
coro juramento do capitn perante a aulo-
ridade competente do priineiro lugar onde
chegar, a qual devera interrogar o mesmo
capilo, ofliriies, gente da equpagem ( ait.
545 ti.0 7 ) e passageiros sobre a veracidade
dos facise suas circunstancias, lendo pre
8"teo ditrio da navegac.no, se houver sido
salvo.
Artiga do atoar de regiment de 7 de setem-
bro de 1796 a que se refere o arl. 4 deite
regulamento.
Ait. SO. Depols de feita a refeirida decl-
melo, passara logo em rontinenl o dilt
governador, ou Justina ao navio p-es do
ou tenha dado fundo em alguma Bahia, ou
entrado no porto; e formar.lo o prncess .
veihal da quantidade e qualidade das mer-
cadorias, e do estado em que se acharen) as
canuras, camarotes, escolilhes, e mais pa-
rgens do navio, que logo farfio fechar e
sellar com o sello que for estylo, e porfi
guardas para terem senti Jo, e cmpeJir qu
sedivinam os elTeilns.
Art. ai. 0 processo verbal do gove'nailo'.
oujusiica, se ha de fazer em presenta do
capilBo, ou palrfio do navio apresado, e na
sua -usencia na dos ofliciaes principies, ou
maiinheiroadelU, juniamente com o cap
tSo, ou outro olllcial do navio ippaaador,
ain la tambero em presenca dos que puze-
rem demanda tal presa, em caso que
apresenlem ou se acharem preanles; eo
dito governador, ou jnsiica, ouvir aus
commkn laiitea, e olficiies principaeg de
ambos os navios, e ilguns marinlieiro-, ae
necease io for.
Art. 29 Se acaso se trouxer alguma presa
seni prisioneiros, passmorte, cnnhecimen-
to a mais Diis, os ofliciaes. sol iAnm^ ..
marinheiros do navio, que tiver feiio a pre-
sa, se lo examinados separadamente sobre
ascircumslanriaa da dita presa; e porque
rasBo veio o navio sen prisioneros, o qual
comauas mercadorias ser visitado por pes-
aoas expeitas, para conhecer, ge for possi-
vel, (Mira quem se fez a pesa.
Artigue ate rrgulamento n. 707 de 9 de outubro
de 1U0 a que te refe o art, 30 de ti* regula-
mento
Art. 8. Oflerecido o libello dever o ea-
c.-ivio p aparar urna copia delta com adi-
tamento, se o tiver, dos documentos, e do
rol das leiteniuntias, que entregar ao reo,
quando preso, pelo menos tre das antes do
sen julgameiilo, e ao afiaocido se elle o.
seu procuradur ippirecerem para receb
lo, ex gmJo leeibo da entrega, que juntara
a os autos.
Art 9. Sao reo quizar offerecer sua eon-
rarieiiade anuate ine sera acceiie, mas >o-
mente SP dar vista do procesan origio-l a
elle ou a aeu procurador, dr.ntro do cario
riodo escrivSo, dando-se-lhe poroi os
ti iiilailKijfinT quizer, independenle de des
pacho. Ni conclusSodo libello, a sai m co-
mo do leu addkamento, e da contrariadade,
seindicarno as testetnunhas, que as parte etprcssOeg conlidas no art. 199. Que (ala
ti verem de a presentar. _
Art. 10 Findo o prazo do art. 8 na proxl-
mi ludiencia, presantes o promotor, a par-
t^ aecusadora, oreo, Seus procuradores e
ad'ngados, o juiz fazendo 1er pelo escrivSo
n libello, contrariedide e mais perss ipr-
sentidas, proceder ao interrogatorio do
reo, o iYiquirciHo das teslnmunhas, s
iues poderflo tambem o promotor e as par-
tes fazer as perguntas, que julgirem con-
venientes
0 interrogitorio edepoimenlos serfio es-
criplos pelo escrivSo, assignados pelo res-
pondenle, e rubrica ios pelo juiz.
Art. II. Alem dis testemunhis offerecilis
no libello e contrariedad., as partes terSo 0
direito de npresenlar, at ge encerraren! os
debates, mais tres testemunhas
Art 26. O reeulameuio n 120 de 31 de
Janeiro de 1849, ser observado em tu lo
i]nantu por este tifio estiver alterado.
Correspondencia.
Srt. fedactoret. -- Mais um ficto para ser
registrado na chronici eseimlolosi aos car-
ros de aluguel que gynm pelas ruis desta
ni.la le e seus suburbios ; mais uro desastre
lesses que urna boi polica preventiva deve
evitar n'unia ciJad populosa como esta ,
para que vid do ciddSo nSo esteja m*r-
e dos ivenlureiros e desalmados especula-
lores que team tuJo a ganhar e nada a per-
ler, he o que vou levar ao conheciroento do
publico e das autoridades polictaes afi m de
dispertar a sua vigilancia.
No domingo, 27 do crrante, pelo meio-
lia, foi chimado o lllm. Sr.Dr. Ignacio Nery
la Fonseci pira visitir unu senbora doen-
te fra da capital, e para issn foi-lbe apr-
sentelo um carro ilugadn em urna cocbel-
ra di rui di Roda no qual se embrcou o
Sr. Dr. Nery da Konseci com im .Ulpo da
roesina senhora ; mis, ao chegar ra No-
va, sem quaalli houvesse iropeco ou rho-
ue ilguari sen lo alus aquella urna das
ras bem calcadas, desroonlou-se o carro, e
nartindo-se de meio a meio, como barco
velho oncalha lo em baixio licanlo o Sr.
()r. Nery quasi estrangulado nos destrozos,
e recebendo urna forte pancada no cereucJ-
lo, e em toda a columna vertebral, a ponto
le perder por algum lempo a sensibilidade
e a falla. Nesse estado foi carregido pira
urna luja, onde lim foram ministndos il-
gunssoccorros ; e dahi transportado n'uma
ciileirinha para sua casa, un le se aclis pros-
irado. Ddsl'arte ia perdendo a vi la um me-
dico prestante, que a cala passo e por toda
i parte va em socorro da bumanidade en-
ferma, e que anda hi pouco percorreu as
fregueziat de Ipojuca, SerinhSem e oi lade
lo Kio-I'ormosu, en car reg lo pelo giivr.
no de socrorrer os indigentes, que lili fo-
ram lecommetlidos das fehres reinantes
Entretanto, que o bolieiro relfuu-se muito
a seu salvo com os eavallos para a c icliein,
lalvez para armar bem depressa aemelhanle
raloetra a outro, a quem ao menos sirva
esta de aviso ede litio; para oque dignim-
se Vv. Ss. Srs. Kn.tactores, de eoncorrer
dando-lhe publiciJa le, e rommenlmdo se
quizer, este laclo como entender que mero-
ces-lo. E nisso far nSo pequeo servido
aos incau'os, e obsequio a
Vm KtcanUalliado Observador:
*t___as_jn -' mmmtmBrmsmvmt^w^t-
Publicago pe.litio.
lllm e Bxiit. Sr. Tondo subido pre-
senca de S. M. o Imperador, com as infor-
ncOes de V. Exc. de 23 de fevereiro do an-
no passadn, ns requenmentus de l.uil Fran-
cisco Pies Brrelo e do coronel Bento Jos
Lamenha l.in, em que pedem ConfirmacSo
dos contratos emphyteuticus que celebra-
ram com o marquez do Recife, e de que -
juntara ai traslado das respectivas escriptu-
ras : manda o mesmo augusto Sr. declarar
a V. Exc. que o governo nenhuma interven-
go pode ter nos refer tos contratos, por-
que a cnnbrmacSn que se pretende nciii he
eicapatorii ? Eu citei o cdigo para mos-
t'irioSr. BraailiCbs, que nSo pode haver
o cme de calumnia sem sujeit03 certos, e
d terminados, o calumniador, e o calum-
niado. Da mintia parte o vn do anony-
mo ico\erlava-me da imptitaijSo de calum-
nia ; o a falta di ilerlaracSo do individuo
ningunm aulorisav.i para quoixar-se. lla-
vera em cdigo algum de entes racioniese
mo'ies iloutrina diversa, ou opposti a esta?
como nfio entend o nosso Cdigo criminal ?
E anda ous filiar em lo.gica um doulor,
que apresentou em letra redondi iquelle
misenbilissimo dilemmi, e dindo-lbe o
epltheto de terrivrl. como quem me tiohi
d rrubado com a clava d'He cules? Grande
|i os!.' Ubinam gentium sumu T Bcce iterum
Critpinml,
0 ilespeto acrimonioso,com que me trata
oSr. Brasilicus, di vehementes indicios d>
que nessi questfio dis csrnes nSo he um
simples advogado, se nfio umi parte inte-
rossada no monopolio. Mas quem he o Sr.
Brasilicus ? Eu o ignoro, e crato, que i mor
eane da po utai;.1ii desta cidade : poror
jS nSo ha quem niosaibi quem he o Ame-
ncus, inclusive o Sr. Brasilicus pelas allu-
ses que mi tem feito, pelas directas, a in-
lirerlas, qui me tem alindo de mineiri
que anda quando eu uzasse d'impropenos
para com elle estes recihiriain sobre um
mero anonymo, o que certamente se nSo
verifica da sua parte a m'u res eito. U
Sr. Brasilicus pessoa desconhecid do pu-
blico nesla queslo nfl.i ignora assim Como
o mesmo publico quem he o Amerious
muilo de propositme olTenle, me doesta,
m calumnia, guando por irritado, e dea-
p uloso do triste papel, que tem feito ni 4
faga dos marcha ules, ctiega a por em letra
o ton la, que eJ outr'ora adher doulrina
dutpitias. nanlos me conhecem gabem,
que por genio, por estado e por tudo aou
incapaz de approvir i minina violenci
li contri omeumaior inimigo. U in-
viduo mesmo que me arranciase a exis-
encia, eu noi ltimos instantes da vida
abraca-lo-hia depois dolhe perdoar. Seja
pus quem for o Sr. Brasilicus, de todo o
corceo I lie perdo essa cilumnia toda nis-
ct.la da sua zanga,
Quanto ao outro dasibifode menino b
que o interesse, que hei tomado por essa
questfio contra o monopolio das carnes
Dio he piulan impa, nem carida.le, nem a -
m ir pelo bem estar das classes loaigentes,
mis estrategia queemprego para populan-
sar-me e assim ter um assento na cunara
qnatrienil, excitou-me um r-ouxo de riso;
caja vez mais me compadecida miseria
do meu adversirio. He verdade, que mui-
to estimo o po ter po ulariiar-me em cou-
sas dio justas, e honestas; e i islo me obri-
ga a minha prolissSo ; porque Jess Cliris-
to foi immineotemente popular. Ma nfio
i Iverlio o Sr. Brasilicus o contra-sango
en que cahio en ennunciar, que advogo a
ciusa dos indigenlea para po ier sereleilo
pillado T 1'ois.j se vio essa clisse desfi-
rirncida da fortun fazer a ninguem depu-
ia lo ? De mais quem h abi que ignore,
que na actualidide seria umi loucuri mr-
ii ia, o pretende til cousi ? E.tou eu por
venturi as bou grabas do governo para
as rar a tanto .' Oa.Sr Brasilicus, anda
mais esta? Poig nflo bastiva para o faz-r
recommendavel Nos aunis da dialctica a-
quelle seu nunca isss lerhbndo dilemmi
furilurn lo. nu lerrivel? Anda icha pou-
co desfrurtot
Concluirei respon lendo ao ultimo tpico
do cominunicado do Sr Brasilicus, que cita
ero favor dos seus Ciros mirchinles o 24
do art. 179 da constituidlo, Quem 1 lio dia-
na) que no caso de formar-se urna compa-
n da para fo-necer de cerne verde o muni-
cipio do Recife coro precos laxados para o
v t"o n o invern, se prohiba a ninguem de
a picar e ven ter pelo preco, que llie pare-
cer.' Sea puzer por mus, que a coafpa-
n'iia, ninguem cerliroenle Ih'a comprar ;
se a puzer pelo mesmo prego os poneos, ou
nenhuns lucros nSo convidarfio a ninguem
a i.ettei-S'i ero til negocio; e por menos
quem cihir nessi ? Essa compinnia,
RENDAS GERAES-
INTERNAS.
Rendimento do da 29 .". .
CONSOLADO PROVINCIAL.
Rendimento do dia 29. .
447,552
385,583
SI
Movimento do porto.
Navio* entrados no da 99.
Baha 9 das, patacho aardo FYtdtrieo, de
148 toneladas, capitfio Joto Gamba, equi-
pagem 9; em lastro ; a Croco & Compi-
nhii.
Rio Grande do sul -- Patacho nacional Ooi>
Irm&ot, de 145 toneladas, canltfio Jerony-
mo Jos Telles, equipigem 13, carga car-
ne secca ; a Antonio Francisco da Silva
Carrlco. Passageiros, Joaqiiim Jos Mir-
tina com aui familia, D. Igoex Francisca
da Silva.
New York 31 dia, vapor americano lVetf
York, de 830 toneladaa, capitao James M
Averell, equlpagem 40, em lastro; ao
mesmo capitao. '
Rio do Janeiro 93 das, barca nacional A-
mrica, de 234 toneladis, capilfio Anto-
nio Pereira da Costa, equipigom 15, car-
ga varios gneros; a Novies & Compa-
ohii.
/Vacio laiia'o n mismo dia.
Bircellona Polaca heapanhola Uni, ca-
pilfio Jos Crous, carga algodfio eniais
genero i.
KOITAES.
- Pali inspectorii da alfandega ge fax po
blicojjJBe, no dia 31 do corronte, depoisdn
meio-illi, ae hSo da arrematar etn hasta pij*
tilica, porta da mesma duas grosas de
nascans, abandonadla pela viuva Lasserre
no despacho n. 308 ; sendo a arreinalicfio
livre de direilos ao arrematante.
Alfandega de Pernambueo, 29 de outu-
bro de 1850. O inspector interino, Binto
loii Fernandes Barros.
Declarares.
la substancia do contrato, nem Ihe pode- -
rii dar mais val lade ou supprir qualquer croar-s-, segn lo o meu fraro entender.
nullidade, se se julgassem os mencionados
contratos o jpostos a legislicfio em visor:
accrescendo que vista da le de 6 de outu-
bro de 1835, so ten sido confirmados iquel-
le< de terrenos vinculados, pertencentes
deve ser de capitalistas philiintropos, que
sustentados pelo enverno procureui abas-
tecer o mercado de carne sem a mira em
grandes lucros
Fra dis'o ainda se po lera sustentar o
Cario* Pereira de Almeida Turres. Sr.
sid nte di provincia de Pernimbuco.
pre-
v.timiij.tuf'.
estabelecimentos pos, hospitaes. etc. co- privilegio exclusivo rara essa companhia ;
mo exceptuados pelo artigo 3 da citarla iporcjun essa liberdade do commercio con-
lei. Dos guirde a V. Exc Palacio do Rio |"'Knida no citado art. da conitiluicSo nfio
fe laneiro. em 6 de marco de 1844 Joie'lnn t3 l,u e b"oIu'. como alguns imagi-
nam. Monopolio legaes, j existem enlre
nos, como sejam'o di remeasa das cartas, o
pao brazil e nutres. E nfio est ah i com-
panliia de B-biribe formada muito depms
di constituiQfio com o privilegio exclusivo
di venda d'agoa potevel .' NSo sei qual se-
r i medida, de que linear niSoS Exc, o
Sr. presidente lia provincia pan sanar o
lerrivel mal do aclual monopolio. Melho-
re en, melho-e a maiorii do povo a o esle
respeito por um meio hon sto, como he
d'esprar. que he o que todos queremos.
Se conseguir-mos tamanho beneficio, quin-
to o Sr. Brasilicus comprar boa carne a 6
patacas pelo invern, por ex a 8, e qasn
do muito 10 na forca do verfio, ter-lbe-h
iritiir-l lente passado a magua ; n entfio
podo ser, tenha la mu remorso da tfio des-
apio nda mente baver ofendido ao
Americus.
.". 's liespoiii-; io que se avivim
mi isas recomm^ridafOes ; e por isso por
cari lade aoonsellio aoSr. Brasilicus que es-
o fado (em que o Sr. Brasilicus nem de
leve locou) de picirem os marchantes da
40 i 40 e tintos bois por da, e fazerem bna
a Importancia de 70 aos arrematantes, do.
imposto de 2 500 rs. por cabecs de gado do
consumo.. Isto, que j est sabido, liqui-
lo e eonfessa.to, basta por si s, sem que se'
ja mistar repizar-mos oulros minios fictos,
3o pblicos, nutOlioS, a grluiente
cotihi'ci los. Por esta psrte poiaatlebalde
se esforca o bom advogado dos anglicos
maiclianies por Irazer o argumento da sec-
ca de 46 e maia os atravessadores ; por-
gue toda esta cidade ja tem formado o sen
juizo asslm como o Exm. Sr. presidente
Souzi llamos depoisde bem e madrameos
te infoi mado.
Muilo me te rlr a evaafio chicinisla, a que
recorrou o galante Sr. Brasilicus pan esca-
par l ju-ta censura d'aqtii lie seu ililenima
lerrivel d'eteroas luminarias, ou gargilni-
das. NSo entend diz o boro do Dr. I o c-
digo criminal ns cilicio, que dalla fia ; at
nem sube fizar urna applicaco lgica das
ANDA IJMA RF.SPOSTIMIU FIMA1. AO SR.
BHASILICUS DO DldHlO DE PFRNAU-
BCO, N. 947.
Eece iterum Criipinus, ele.
Alii temos ouln vez o amaeel Sr. Brasi-
licus ; e pan que ? Para negir a luz ao sol,
islo he, a existencii do monopolio das car-
nes pelo conluio dos innocentes marchan-
tes a pira de camnho dirigir-me um ver-
da Iciro insulto. Nfio tocarei mais ni ques-
186 incidente, se o vocabnlo calumnia he
sjnonimo d'aleivosia, como quer pueril -
inenlento sustenlar o Sr. Brasilicus : mas
tnH. hm qo nnmmlnm !er O O'.Xim nSo
So todos marchantes. O publico Ilustra-
do nos far a devida justica.
Para prova cabal desse monopolio sobeja tnde a lingoa portugueza para"nfio'co'fun-
O lllm. Sr. inspeator da tbesouraria da
fizendi provincial, em cumprimeoto da or-
-lem do Exm. Sr. presidente da provincia de
15do correte, manda fazer publico, que
noj alias 29, 30 e 31 do mesmo ir praca,
nersnte o tribunal administrativo da mes-
ma tbesouraria, para ser arrematado a
quem por menos fizar, a obra*dos concert*
da ponte do Anjo, sobre o rio Serinhfiem.
ivaliada em 939.400 rs., e sobas clausulas
especiaos ibaixo declaradas.
as peggoaa que se propozerem a esta arg
remataCelo coropirecam na sais dis sessOes
lo mesmo tribunal, nos das icmi mencia-j
liados, pelo meio-dia, competentemente hi-
hiltidis na rrrai do irtigo 21 do regula-
mento de 7 de Sao do crreme inno.
E para constarse mandou alllxar 0 pre-
sente e publicar pelo Diarlo.
Secretaria da tbesouraria da fazanda pro-
vincial do Pernambueo, 16 de outubro de
1850. -- O secretario, Antonio Ferretra d'An-
nuncieo
Clausula* eipteiaet da arrtmatacio.
1.' As obras dependentes desti arrema-
tado, serfio feitis de cinTormi lile com o
ornamento, apresentado nesla data ao Exm.
Sr. presidente desta provincia pelo preco
le 939,400 rs.
2 O arrematante comecar ag obras no
orazo de um mez. contado da data da part
oipicfio que Ihe for feiti di ipprovicfio d
arrematicfio pelo governo ; e is concluir!
n prazo de quatro mezes, ambos contados
da mesma partlcipscfio.
3* A importancia d'arremalacSo aera pa-
ga em duas i eslacfles iguies, a primeira
lepnis de ter feito melado da obra, e a se-
gn la deoois de lavrar o termo do recebi-
mentodefenitivo
dir calumniador Com aleivoso; e nSo se des-
cuide da lgica Sim a lgica por causa da-
quelh resecitavel dilemmi. Oh I que di-
Iemana.' Escapou io proprio Aristteles
E i claaaa rndigenta fizendo deputidos .'
Sera pena, que o nosso doulor nSo conti-
nu i regalar o publico com "os seus bellos
communlcidos. Estiva tfio bom, tSo des-
fruclavel / *
mm*wmkwm*mmkmmmmakm
.0.-fmtU|;j,
ALFANDEGA.
Rendimento do rfj 99. ,. || 815,418
Uetearr, qam kojeid de outubro.
Brigue ana fiU* mercidm ias.
iingue Gynihia farintii de trigo.
Bngua Smtv- inercaOorias.
CNSUL Al). GrJllAL.
itoniliaaeQtu uo.uia'9.9..... 253,168
Iriveraaa provincias...... 2,,67
855,235
4' Para ludo mais que nfio est determi-
nado pelas presentes clausulas, seguir-se-
hs inleiramente o que dispde o regulamen-
to das arrematarlas de 7 de miio de 1850
Ponte dos Cartilhos, 28 de setembro de
1850. O eng mheiro chefe da qu>rti seo
(fio, Florianno Dhir Portier. Approvados
pel dir-doria em consellio no dia 14 de nu
lubro de 1850. O director, J. M Alte*
l-rrreira. -- J. L Viciar Uculhier. H. A
Hilet. Florianno Delir Portier. Anpro-
vo. Palacio do governo da provincia, 15
de outubro de 1X50 Souza Batum.
Conforme. O oflical-maior, Vanoel Cle-
menlino Carneiro da Cunha Conforme. -
0 aecretario, slnieao Ferreira d'Annunciacio
O lllm. Sr. Inspector di thesourarii dr
fezenda provincial, emcumprimeuto da re-
siiluc-to do tribunal administrativo de 31
do correte, man la fazer publico que, pe-
rante o mesmo tribunal vai novamentei
p ica no dia 31 do crrente para ser arre-
matado i quem mais der, os livros constsn-
tes di reliQllo abaixo copiada, cojos preco
sofi erfioo sbale da terca parte.
As pessoss que se propozerem esta ar-
rematiclo,corrparecerSo as ala das sessOes
do mesmo tribunal, no dia cima mencio-
nado pelo meio-dia
K pira constar se mandou afiliar o pre-
sente e publicar pelo diario.
Secretaria da tbesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambueo, 26 da outubro de
1850 O secretario, Antonio Ferrtia do
Amumiacifo
Relajo dos livros que teem de ser arre-
matados.
6 ordemuaces do reino, a8,000
ris. 48,000]
obraade Loiz Teixeira sobre di-
reito civil, a 8,600 iis. 60,200
5 ditas, de Ortnlim, legislscfio fi-
nal, comparada, i 3.400 ri. 17,000
35 dita, segundos cintos de Das
a 1,400 ria. 49,000
7 Ollas, llviai i lassivaia pu, tu-
guezas, a 5,600 ris. 39,200
1 dita, colleccSo de legislscfio
portugueza, por 72,000
4 ditas, reportoro de Fernandes
Ttiomaz. a 4,60o ris. 18,400
54 dilas, burros de Salustio,
a 600 ria. 32, too
t diuis, conselho do povo a
2400 ris. 14,400
30 ditas, de Bomim, cdigo pe-
nal, i 1,400 ris. 43.000
14 ditas, de Cnavion, a 1,400 ris. I9,60t
410 ditas, direito natorilde Au-
tran. a 1*00 rs. 410,000
900 ditas, de OriMnn, a 700 ria. 140,00o
100 ditas, philosopliia de Cousin
em porluguez, a 400 rea. 40,000
70 ditas, licOes criminsea a
1.400 ria. 98,000
200 ditas, graanmaticas de Salva-
dor, a 135 87,000
1 dita, de Malvina, por mdame
Cotm, por a.600
1:129,800
Conforme.- O secretario, Antoni Fir-
rrra da Annuncia Perinle o conselho de admlnislracSo
naval, tem de contnUr-se a factura dn 15
fardase 38 calcas de pao asui, 172 calcas e
outras tintas eamisss de brini Inglez, e a
comer de 85 lencos de cada preii para
grvate, 173 piras de aapatfles de couro de
'aqueta de duas solas, para pagamento do
semestre vencido s pness do.corpo de
imperiaes marinheiros destacadas a bordo
.loa diffrreotes navios de guerra aurtoa no
porto ; ponanlo convida-sa aos *jue inte-
essarem em dito fornecimento, a compi-
recerem as 19, horas da minbfia do dia J
do mez vindouro na sala de suas sesSes,
munidos de amostras, e das propostaa ci;m
deelaracOes dos ltimos presos; podendo
os prelen lentes dirigrein-se ao almoxiri-
fado as horas do expedienta, para verenros
modelos das fardas, calcas e camisae.
Sal das sessOes doeonselbo da adminis-
raeao naval, 94 de outabro. de 4850 O ae-
oretario, Chtiitotio SfnHago d* Otiveira.
- Pel subdelega!* Ja Virzea se faz
publico que se acha recolhido eadeia des-
ta cidade o preto Innucencio, que diz ser
escravo de Antonio Ribairo, senhor do en-
genho Arstangy ; assim como foi preso usa
mcleque, que representa ter 9 a 10 anuos,
eandavacomum taboleiro a vender, diz
ser forro; e como seguii a algons ilno-
creves foi preso : quem se julgsrcom direi-
to ao ditos escravos, apresaiiU-se M*-*
subdelegacia, com os seu respectivos do-
cumentos. ^B
i. i i '
Theatro de S.-Francisco.
BELLAS ARTES.
Por nfio terem sido concluido! os l riba-
Ihoa que linda haviim pira execulir-se *
represenUcfio annunciada parahontem, foi
all transbrida pin hojefSO), devendo
ser o eapeetaculo de physicas exoerimen-
taes disjbltem tres actos, pola forma so-
(uinte :
PRIMEIRO ACTO.
( Bm cuadro de nuven*.)
1. Umarlinqim.
9. Urna faisca de pilo volito.
S. Um repudio d'agua.
4. Urna v lia com nev, no -Wo-Artico,
com accrescentamento e diminuirlo da
KSrora boreal.
5. Um caminho de farro e locomotivas em
movimento.
6. Aymsr, n'alta Granada, no invern.
7. Um mninho d'agua, no Rheno, dito.
8. O templo d'Appolinopoles, no Egypto.
9. A cidade de Belm, idem.
10. O palacio de Virfio do Imperador da
China.
11. A ent-ada do palacio do Doge, em Ve-
neza.
ti. O interior da mosquita de Santa Sophia,
em Constantinopla.
13. A capellada llolyroad, na Escossia. ,
14. O lago I/olabella.
15. O palacio do Doge, em Veneza.
16. Acidado de Alexandri.
17. Ascatactimbasdo condeRoland, emLei-
cesters-hire
18. A vista (i'ollios do conde Olto sua mu-
Iher assassinnda.
19. Excellentes bebidas.
80. I's de sapatos.
91. O poeta destruido.
22. Beddy, a vendodora de 'peixe em Lon-
dres.
SEGUNDO ACTO.
( F.m quadro di nuven*.)
1. Um ponch.
2. Um cavallo bebendo no rio.
3. A mesquita Amarem Jerusalem, duran-
te o dia.
4. A mesma ao luir, com lumin.-icao no
interior.
5. 0 interior do Santo Sepulcro, em Jeru-
salem.
6. A capella de Nossa Senho-a, idem.
7- O interior da mesma capella.
8- O castello Katz, no Rheno, vista noctur-
na com relmpagos.
9. Um moinbo de vento, idem-
10- OTyvolli na Italia.
11. O templo de Amor em Theba, no E-
gypto.
12. Balbece, viga da fonte am noite de la.
13 A cathedral de Manvrns. no Rheno.
14. LisbOa pelo lado d Almada. I
15. A erupefio do Vesuvio.
16. A mesma vista de noite.
17. Sedon, cidade junto Jerusalem.
18. 0 interior da grande sala dos senado-
res no palacio ducal, era Veneza.
19. O ten.po Circulo cm Balbece. ._
20. O interior da cathedral de LeSo.
31. O castello de SidOo.
29 A entrada da cathedral de Lincoln.**
23. As pyramides do Egypto.
24. Um porto na Turqua, com vapor em
movimento.
o; r.hi-U...... MjnAnd<1nr /te
tres vinioulo.
26. O mgico.
27. A moitecom aeu faefio.
TERCEIRO ACTO.
Cincoenta vistas diversas de fogos artifi-
cias*. ( Chmocbromo bopes.)
XflSSMtsVV^aBfpe^gjBjpBjBaavi^BsaxajBJBl^PBBJB
Avisos martimos.
Psrs s Baha lie em pouco dias por
se achar com parle da carga promet s su-
mci nacional Calla, para o restante di.cir-
gi e passagoiroa trita-se com o coniigmti-
no da mesma l.uiz Jos da Si Araujo, na
ra di Cruz n. 33.
Pin Lisboa o brigue portuguez Conericai
de Marta, pretenda seguir por todo o maz
le iiovombru, por lar a maior parte da car-
gi prompti, quem no mesmo quizer carre-
jar OU ir de r*|ciii, uirijfl-sD aus DDa
consignatarios Tnoorsz deAquina Funseea
... Iiili", ra do Vigario n. 91, primeiro
udarVOtt ao capilfio, na prac
-Para a Bahia preieude seguir viagem
com brevldad a sumaca nacional Carlota,
meatre Jos Goncalves Simas : para carga e
passageiros traia-se com o mesmo meslre,
- r-------1 "


.
..__


oh com l.uiz orn de Si Aratijo, rua da Cruz
numero 33. .|u
o volcim n bom onahecJo pataefllB na-
cional i/rad" segu viagom para, a Baha
at odia 30 do corrate, imprelerivelmen-
to, por j ter; a bordo daos tercos do seu
carregamento : par, o resto di carga e pas-
pageiros, pra oa quaes offerce exoellen-
Ua comiTiodns, trr.ia-se com o capito, oo
na ra do Vigv.io, n. 11, escriptorio de
Francisco A Ivs da Cuuha.
A escuna Kmllla
de que he ca/pltfloe pratlco Antonio Silvel-
r Haciel Ji ,nior, aegue para oPai no dia
31 'lo con ente impreterivelmenle, tocando
no Ceara, (m dedeixar pasaageiros: quem
na mear na quitar ir de paaaagem para qual-
quer i'.os dous por tos, entenda-se com Julio
Carie.a aurusIo <1 Silva, ou com ocapilfio,
q* r ua da Cruz, armazem Q. 13.
Para o Itio de Jaoeiro a barca america-
no (onrad pretende shir quera feira, 30
do correle ; tem excellenies commodoa
para passageiro* : oa preteadentea dirijam-
se a Matheue AuaVi'o & Cpmpanhia.
Para o Ccar
segu em poucus das o hiale Ligeiro : quem
quizar carregar ou ir de passagem, dirja-
se i ra do Vigario n. 5.
Leiles.
afar Jpjl
O cnrretor Oliveire!r Jailflo, por ordem
do agente do cona,uaado rrancez, em tre-
seme do chancellar $ mesmo consulado,
porcoflU das Hn.iMscoesdos finados Pe-
dro TrbateJo.tilubois, subditos france-
ses. dVu.na Vorc*o de roupa branca, so-
bre-casa te panno, diversos palitos, um
relogio -jcima de meta, urna cama de fer-
ro. "Tiia commoda, um par de botijas de
ou-,0, arias mlndzas, e urna burra de fer-
V-o pequea : quarla-f-ira, 30 do correnle,
s II horas da mantilla, na chancellara do
refesido consulado, na ra do Traniche-No-
vo, na mesma casado cnn-mladoamericano.
, ~'0 Sr. E. Cornber, socio da respeitavel
casa dos Sre. Johnaton Pater & C. desta
praca, ordenou ao corrector Oliveira, pre-
viaiiente sua retirada para a Inglaterra,
o IpIo de toda a mobilia e mais adornos da
cas de ana residencia nocimpn, consistin-
do em aofs, mezaa, eadeiras, tanto ususes
de b'a^os. corno de balanco, tapetes emais
anfeitea de ala de visitas, mesas de charlo
mu deliradas, laaipeoes de brome com vi-
dros, easlicarscom mangas, neW.decostu-
ra com jogo Completo de criadrez, venezia-
nas, relogio de cima'de mesa com corda
para 14 dia, mappas geographicoa, um so-
tWbo telescopio o melhor nesta cidade e
adoptado para observares astronmicas,
mesa elstica para jantar, aparador d mog-
Ilo, guarda-lonca, cadeiras e mais artigo*
para sala de jamar, esleirs destas e para
ou's salas, galhatelras de goslo, ban tojas
fle chirSo, e oulraa qualidades, facas e gr-
fo, cabos de marfim, coberlaa para pratos,
'cafeteira n atoles, oulraa partes de metal
ni responde lites, um egidendido bilhar com
todos os seus perlence, inclusive lampefles
e mobilia, propria para o lugar onde 'acha
ou possa ser collocado, tama linda carteira
de mogiio ron gavetas, armario para livros.
jogo de han Helia, dous globos terrestre
e arniili'r indispenaaveis para o esludo da
geographia e astronoma rom o respeciivo
ompen'io imnresao, composto pelo afr-
ailado mthor Keilh, carteira porttil, jogo
chinez para chadrez, lanlcrna mgica com
linds vistas, eadeiras de molino, commo-
dSf tucadoresiliversos,lelo para casados,
escadinht do dito, guardo-vestidos, lava-
torios com pedra marmore e sem ella, toi-
lele comeapelhn, sof declina, bercog, bi-
d, pollronag, mesas grandes e pequen para quarloa, urna gaiola grande para mui-
tos p.asaro*. m carrinho de 4 rodas para
meninos, machina para engommar uienci-
lins'le cuslnha,ditos para jar lim,vasos para
flo'es, cavallus, arreios, sellins, brilles, cris-
taea de todasas qualidadrs, servicos de por-
rol lana e outros para mesa, sobremesa, cha
eef, e numerosos outros objertos que
a estreitesa de um anuncio nao permit*
designa!, mis t>ea qae usava pessoa de
gni>o e delicado tratar Ter pois lugar o
referido leilfiu, principiando pelo treo de
costana, utencilios agrcolas e cavllos etc ,
setta-feira, I .ia oovembro, s 10 horas d
manhfla impreterivel nente, no sitio d"
lllm Sr. Dr. Jos.Benlo da Cunda Figuoire-
do, contiguo e irnmedi-lu ao do Sr. Henry
Gibson, na Ponte da Uxoa.
Avisos diversos.
Joaqun Joie Rodrigues da Costa, faz
ver aosenhor da ra de Sol, n 9, que o
chamas ua casa, que o annunciante mor*
na ra estrella do Rosario, n. '20, como por
"toiei tem tnnunciado seu negocio, he
a favor do mesmo senhor, tenba a bondade
do dingir-se a morada do annunciante o
qual se achara sempre prompto, pois n8o
lem negocios fritos atrs da porta, nem
que seja preciso chamar-ae pelo jomass.
Jos de Almeida Martina Costa embarca
para o Mraftbo, levando em sua compi-
n|i o seo escravo Agoslinho.
--SebastlSo Affonso do llego Barros ten do
perdido urna letra na quaptia de 130,000 rs.
pausada pelo professor de priroeiras letras
do poco da Panella Jos Antonio Connives
que o paasador ja esl prevenido para a au
pagar sent ao annunciante ; roga-se por
isso a que > a liver adiado de a entregar na
praca iia Boa-Vista .(obrado n. 8, ou em
Apipucos ao mesmo annunciante,
Ua administradores da liquidacBo dos
fondos da compendia geraf exmela-de Per-
nanibucue P mear um agente para aei encsrregadq du
tmballio de andar por fra deaia cidade pro-
curando os devedurea mesma admiuistra-
f;5o pan oi dspvlni pn. virei saiisfaz'i
sus obrigsroes, e para ir fazer quatsquer
outros tr-balhos relativos ss mesmaa co-
brancas, e prucurir quaeaquer informacoet
e esclarecimentosque se rujwn misler; e
teudo considcracBo s que o Sr. Jos Aoto-
niodebouza Machado ja havia sido encar-
regt'dn desse liahailio, procuraran nova-
mente encarrega-lo dessa agencia ; e como
exigiudu o mesmo sr. Mucnaao i;0.uuo
rsannuset, uSo se d.uizesse todava aujei-
tar aa conih^O/s, que se lunitavam ao tra-
balho eoiliBJMciaa que cima esto espos-
tas, inclusive de ira Porto Calvo ; por la-
so os mesmo* administradores team encar-
roado com aa mesmaa rndicOM, e com o
ordenado de 800,000 rs. annuans ao Sr. Jofto
da Cunha Res.
Precisa-ae de m caixelro, que seja in-
telligeolo para ama venia de molhados
quem qnizer, dirija-se ao pateo da Ribeire
n.23.
0 Sr. Francisco de Paula freir tem car-
tas na ruado Vigarion. 19, segundo andar,
escrptorjo de Machado & Pinheiro.
:# HtMHON
Desejs-se saber onde mora a fami- #
lia que morava na ra da Cruz do Re-
cif.) u 34, primeiro andar, para se #
fazer entrega de urnas cartas do Dr. 0
Sette, vindasdo Rio Formoso.

- Preciss-se alugar urna prela para o
servido interno e externo de urna casa, ou
uma ama, no caso de prestar o mesmo ser-
vico : na ra Nova da Praia, ou ces do Ra-
mos, segundo sobrado.
Antonio Jos Soares vai a Bahia.
D. Jos Caza, subdito hespanhol, re-
tira-se para MarnhSo, levando em sua com-
panhia sua esposa.
Perdeu-se meio bllbete da lotera da
matriz da Boa-Vista, que esta proaima la
correr, nao ae sabe directamente do nume-
ro, porm suppOe-seser3,984, est firma-
do as costas com o nome de Mathias Mu-
niz Tavarra. Roga-se a pessoa que o Uve-
ada io o favor 4e o entregar na ra de S.-
Rita, n. 62, que aera recompensado; aasim
romo ae previne ao Sr. thegoureiro da mes-
ma lotera, que no caso de sabir premiado
o dito meio bilhete, no pague se nSo ao
seu proprio dono Mathias Muniz Tavares.
Quem liver para alugar algum sitio n
Passagem. ou no Caldeiriro, annuncie.
O Telegrapho n. 14.
Acha-se a venda ni ra estreita do Ro-
zario, n. 15 ; no Aterrn-da-Roa-Vista n. 58;
no Recife, loja do Bourgard ; no pateo do
Collegio, loja de livros do Sr. Douralo.
0 Sr. Francisco de Paula Brrelo qnei-
ra ir pagar a quanlia de 10,000 rA, que de-
ve na rna do Queimado, n. 16.
Lot riu a a matriz da Boa-Vista.
0 escrvlo desta lotera, cujas rodas an-
dam impreterivelmente amanhla, 31 do
correnle, convida os empregados na rea-
eectiva oxtracQSo parase acharem s 8 ho
ras da manha do referido dia no co'isis
pHodaigrej matriz, declarando-llies qu
acuelles que nlo comparecerem a esa ho-
ra, ser3o substituidos por outros.
-- Frederico Chaves avisa ao respeitavel
publico, que constando qoe a senhora Ma-
ra Antoinete Aglaee Tresse procura vender
o sitio que possue em 8 -Amaro, faz vera
quem o quizer comprar, que elle se acha
arrendado poi umaeseriotur nublica, eas-
sada em 30 de fevereirode 1849, no carto-
rio do tahelliS 1 Giiilhiirme P. U Cavalcanti
pnr lempo de 6 annos, na qual se acha de-
clarado que a dita propietaria nSo poder
vender e nem fazer negocio algum que pos-
sa embarac.tr o uso e fruto dos 6 annos do
dito arrendamento, sol) pena de pagar e
prefuizo que por esto motivo venlia caua>r
a ell" reu leiro, para oque ob'iga ao ases-
mu sitio, por isso que se acha a ateta*
proprietaria embolcada dos 6 annos do ar-
rendamento do referido sitio.
guado andar, ou aunuacie sua
morada.
-- Aluga-se|uma casa para se passar a
fests. com bastantes com no los, e com si-
tio, boa cacimba, e mui'i ii un banho : a
tratar na ra Imperial, o. 27, ou na rus do
Cotovello. n. 29
Alugam-se os segundo e terceiro anda-
res da casa do largo da Assemhla n. 8 : a
fallar com Joaquim Francisco de Alm, no
Forte-do-Mattus, ou com Prxedes da Fon-
seca Coutinho, seu propietario.
VA A QUEM TOCA.
Pergunta-se se he valido um testamento
escripto e assignado rogo por um indivi-
duo caixeiro do testameuteiro, e approvado
pelo sogro do mesmo individuo, qoe escre-
veu perante ss testemunbas, parte das
quaes s5o csixeiros do referido testamn-
telo? O Curioto.
Preciss-se de um trsbalhador de cilia-
da, e que saiba tirar leile em vaccas: ns
Mag lalena, eslrada nova, primeiro sitio de
porlSo de ferro. No mesmo precisa -se de
um bolieiro.
Alugn-se, por preco commodo, ou ven-
de-ses casa da ra da Gloria, que ha mui-
t's annos lem sempre tilo padaria, tendo
anda um ptimo forno para esse Om, c que
pelo preco convida a quem quer principiar
mjgocio : a tratar na praca da. Boa-Vista,
I ija de calcado, junto a venda.
aMI
t? Galera iagnerreana,,
do artista
Aiiifustlii Lettarte. *
9 Tira retratos mui superiores pela in- 9
9 veoc^o dellaguerer, lauto em fumo- #
9 comocoloridosemqualqueroccasiAo,
aflirman loe giruitindo, tanto a du- 9
1J
reetsa-se
alugir
un litio
sendo na Al-igdalena, ou Gapunga
rujo aluguel n3o excela de 100,000
rs. por anno : na ra do Trapi-
che, n. 3, ou annuncie.
Aluga-se o segundo sndar do sobrado
da Iravesss da -Madre-de-Deos, n. 3: a tra-
tar na praca da Independencia, ns. 13 e 15
Preeisa-se de uma ama captiva, ou fur
rs, que saibt lavar e engonmar : na ra do
Collegio, n 1, loja.
Dlo-se 640 rs. diarios pelo servico de
um preto robusto e diligente: no caes do
Ramos, no segundo sobrado.
-- Precisa-se de um pequeo para cai-
v.ei'0 : na rua do Livrameoto, n. 36, S) dir
quem precisa.
Fazem-se sinocos e juntares para fra,
com mullo assein : na rua da Praia, becco
do Ca inca, sobrado da esquina. No mesmo
sobra lo eogomma-se e lava-se com muito
asseio e promplidSo : tambero se cose to-
da a quaii >de de costura.
A linlureira da rua do Padre-Florianno,
casa da esquina que volta para o bacco do
Serigadn, tem constantemente para vender
muito boa tinta de escrever, a 210 rs. a gar-
rafa. A mesma linlureira lamhein compra
garrafas vasi.s, Unge de todas as cores por
diminuto preco, assim como vestidos
3.000 rs. casacas a 4,000 rs. chales a 3,000
js. mantas a 1,280 rs calcas a 1,600 rs.
oliles a 640 rs. e tu lo o mais por prec/
, omino lo tamb. tn se encarrega de mandar
lavar de varrella, eengomma toda a quali-
dade de roupa, com muito asseio e presteza,
jor preco mais barato do que em outra
quaiquer parte
Attencao.
Perdeu-se, na estrada dests cidade que
vai da villa do Cabo, o titulo de juiz dos or-
phSos e municipal do termo di referid vil
la, do bacharel Manuel Firnaino de Mello
quem o tiver echado, queira estregar na-
^uella villa, ao referido bacharel, e nesta
cidade na rua da Aurora, casi contigua ao
general Saara, no sogun lo andar, que (le
por cima do doulor lia p lis la, que ser ge-
nerosamente reco 1 pensado.
*"iuga-aa u (iiiieiro ao.. ii O":
34 da rua do Trapiche : a tratar no armazem
do mesmo.
Quem precisar de entulho, dirija-se
rua da AssumpcSo, n. 36, qoe se dar gra-
luitair.enle.
No dia 13 do correnle furlaram da ca-
sa de Jos da Rocha Paranhos, um relogin
de ouro saboneta patente inglez. com cor-
rente, n. 9,068, fabrioanleJ. Jackson Liver-
pool : quem o apprehender ou delle der
noticia ao annunciante, ser recompensado
Aluga-se o lerceiro andar da casa n
40 da rua da Cruz no Recife ; a tratar na
mesma casa.
Roga-se ao Sr. segundo tenente Jos de
Cerqueira Lima, da Bahia, que mande pagar
uma latir, que se acha vencida ha oito me-
zes; do contrario, lera de ver sempre o seu
nome nesta folba
Deseja-se fallar coui o Sr.
major Joaqun) da Cruz Nevest ou
eort algum aeu prenle, ou pessoa
queiacaauas vetes nesta piafa :
na rua das Larangeiraa, o. i!\, ae-
rabilidade das cores, como aperfeita 9
semelhanca. #
As pessoss que st dignarem proc-
ralo se pdem dirigir a sus galena, e
t examinar os mtelos que sempre
tem Je moslra das 9 horas da ma-
0 nhs at s 4 da tarde.
a) N. B. Declara mais que vende ma- ^
| chinas, laminas, caias, etc., ludo jjf
SJ) pertenconte mesma proflssilo, e sj
quem se oroposer a comprar poder a,
aa obler todos os esclareeimentos com
* a clareza e perfeic3o que he neces- 2
m saris.Rua da Cadei* de Santo Auto- m
t) nio n, 26, terceiro andar. Z
9^99999 9999 9999999
No dia 4 de novembro tem de snrem ar-
rematadas na porta da cas do Sr. Dr. juiz
de orphSos, as rentas das casas seguintes :
urna casa terrea na rua Direita n. 106, uma
dita dita na mesma rua n. 114, um sobrado
de dous andares no pateo do Terco n. 137.
una casa terrea as Cinco Pomas n. 33. uma
dita dita na mesma rua n. 55, um aubradu
de um sndar na rua Aueusla o. 73, um Jilo
dita na mesma rua n. 78, um dito dito n*
mesma rua n 80, um dito dito na mesma n.
94 uma casa terrea na rua do Alecrn) n. 10,
asa dita dita na mesma rua n 13, urna dit
dita na mesms rua n. 14, uma dita dita
na mesma rua n. 16, uma dita dita mei
agoa na mesma rua o. 13, uma dita dita na
mesma rua n. 11, uma dita dita na mesma
rua n. 9, U ua dita dita na rua dos Acougui-
nhoso. 16, uma dita dita na rua Jas Ag ns
Veides n. 51, uma dita dita na rua de dor-
ias n. 78, uma dita dita n< rua do Arag&o n.
14, um armazem ua rua Imperial n. 60.
asquees vsm a prac.a a requerimeqto do
tutor dos menores lilhosdo f Mecido Jos
Maria de Jezus Muniz, ehea ultima praca.
Roga-se ao Sr.Jolo Bernardino de Vas-
concellos Coimbra.que fot aj'jJautedocorpo
policial e empregado uo arsenal de guerra,o
obsequio de dirigir-s ao porteiro do arse-
nal de marinha, ou deanuunciar a sua mo-
rada, flm de loe ser entregue uma carta de
sua familia vinda do Rio de Janeiro.
atinen, ;io.
Na tarde de 13 du crrenle, desappareceo
da rasa do capitao MaranhSo, na rua Formo-
sa, um relogio de ouro lavrado, palele
suisso, tem piula Jo na cubera do lado do
mostrador, que he de louc 1, um ca^adoi
em p diante, deum burro com uma espin
garda na mfio direita, e suspendendo com
a esquerda um animal que se parece com
uma raposa ; tem a mola muito fraca: quem
do referido relogio der noticia no Recife ao
capiUo Antonio de Albuquerque MaranhSo,
e na comarca do Liinoeiru ao respectivu
promotor, ser generosamente recompen-
sado.
Precisa-se alugar um escravo para o
trabalho de um silio p-rio desla cidade : na
rua da CouceicSu, u. 3.
Precisa-se de um horneo para feitor de
sitio, queteuha inteligencia de seu odlcio,
e d fiadora sua conduela : na rua do Col-
legio, n. 13, daa II horaa da manhSa s 3
tarde.
Quem quizer comprar uma lettra da
Juanlia de 56,060 rs. do Sr. Jos Brazalino
a Silva, apparefa na rua da Cadea de S -
Antonio, n. 13, que loto o negocio (se ,far.
Quem quizer comprar urna casa cita no
Porto da Madeira em Bebecibe : dirija-se a
rua da Santa Cruz defronte da ribeira da
Boa Vista, a fallar com a dona, casa n. 54
O bscnarel formado Egidiu Manriques
da Silva advoga e cnsina rethorica e geogra-
Sbia : quem de seu prestio se quizer uli-
sar, o poda procurar na rua d i'or'.u:,
n. m, real lenc'ia do juiz de o.rphlos.
SOCItDAHE APOLNEA.
de Apolnea, lem marcado o dia 9 da no
vemuro poximo futuro para lor lujjar a ul-
tima partida do correnM anuo, e
aosSrs. socios para remetieren) as propon-
as para Convidados ale o da 39 du corren te
outubro.
Jos Llns da Cunha faz Ter ao respei-
tavel publico qu nio faga negocio com
um- letra Ja quaolii de O.OflO rol, a fa
vor de Manoel Joaquim Pereira Uaa, cuj
letra lem embarazo.
Na rua estrella do Razario,W98, se
gniidu andar, se dir queai da dinheiro 1
premio.
Aluga-se um grande armazem em a rua
do Brum em Fra-Je-l'orlas, dosobiadoau
sul a fundido do Sr Calum a tratar coa.
Jos Autums GuiuiarSes.
Pol apprehendida um annelo de oun
a um uiulaiiuho que o audava venden lo n
nouede 22 docoiren.e : quem lor aeu do
no, dirija-se rua da Cadeia-Velha. n 38,
'|Ue, dando os siguaes, loe ser entregue.
O ollicial de pedreiro quequeira incum-
bir-se de concluir o resto da obra de pe-
dreiro que falta na casa do sitio da travessa
do Remedio, n. 31, que deixou de concluir
Joaquim Jos Tavares, nico que a 10 de
dezembro de 1849, a tintia empreilado para
fazer do que existe documento, dirija-se
ao seu proprietano, Caetaoo Pinto de Ve-
ras, na rua do Crespo, n. 14, terceiro sndar
O r. J. S.Santos Jnior, 1
X medico homoeopatha puro ,
0 mudou sua residencia da rua q
do Crespo, n. lo, para a O
q ru Nova, n. 58, primeiro
> andar. q
-- Precisa-se aluusr um moleque de 16
annos pouco mais ou menos, para o servi-
co de uma casa eslrangeira : na rua da
Cruz do Recife o. 3
Aluga-so um muleque bom cozinhei-
ro e comprador, sem vicios, prefere-se oa-
sa eslrangeira, ou hornero, solteiro : na rua
dasCruzes n. 10.
Agencia de passaportes.
Tiram-se pasas portes para dentro e fra
do imperio, por commodo preco : na rua
do Rangel, n. 57.
Precisa-ae de uor feitor, que seja na-
tural das ilhas, enleoda de plantacOaa e tra-
tar de animaes, para um sitio perlo da pra-
ca : na rua da Cadeia do Recife, n 52.
0 becharel formado em direito, Anto-
nio Annes Jacome Pires, mora no primeiro
an lardo sobrado n. 4, no pateo da matriz
de S.-Antonio, onde p le ser procurado.
Sr. Vulichard ( sem ser o da rua Nova )
queira apparecer na rua da Cadeia de Santo
Antonio n. 13 a negocio que no ignora, do
contrario ae publicar qual o negocio
O thesourriro da lotera em
beneficio das obras da Matriz da
Boa-vista, avisa ao respeitavel pu-
blico, que no dia quarta-leira 3o
io corrente, vai tomar cotilas aos
senhores vendedores de biltictes da
mesma lotera, esenessa occasio
anda houverem alguns billietcs
por vender e que com elles iquem
os mesmos vendedores, os podero
negociar pelo preco que quize-
rem ; e at essa occasio se acham
venda nos lugares annuneiados,
pelo seu justo valor de ios' rs. os
inteiros, e 58 rs. os meios. U an-
damento das ro las he no dia j an -
nunciado 3i do correnle i 8
lioras da manha no consistorio da
oiesma matriz. Fernambuco a8
de outubro de i85o. -O the-
soureiro, Manoel Goncalves da
Silva.
Precisa-se de um forneiro queentenda
he do nfficio : na rua Direita, padaria nu-
mero 82.
Aluga-se ou moleque bom cozinheiro :
a tratar na rua da Praia, armazem n. 1.
Aluga-ae para Testa umsiliona Capun-
ga, con bstanles arvore los de fruto, cas-
uar familia, cacimba e tanque para hanhn
e muito perlo dorio: atrs dos Martyrios,
rua do Caldeiriro, n. 46.
999t9999*99*9 91
9 l'aiilo Gaignoux, dentista >
II frnncez. offerece sen prest- 9
9 nio ao publico para todos os
9 iiiystciios de sua proflssao : 9
9 pode ser proeurailo a qual- 9
9 quer hora em sua casa, na
* illa lama 1I0 i.'o/arii). 11. 3G, (>
$ si'iuniiii andar. %
Compras.
Compra-seaima casula de damaseor-
xo, estola, manipulo, veo de calix e pasta,
novos ou com pouco uso : na praca do Cor-
po-Santo, n. 2, primeiro andar.
Compra-seuaj batelSo maneiro, quf
carregue duas a 3 pessoas : na rua do Ara-
gao, n. 18
Compra-sa, efectivamente, prata fina
de galn queimado, em grandes e pequeas
porcOes: noarmzem da illuminacdo pu
blica, na rua deS.-Amaro, e no escriptorio
de Jos Ramos de Oliveiro, rua da Cruz.
-- Compram-se escravos de 10 a 30 an-
nos, de bonitas figuras, para dentro e fra
da provincia : na rua la'ga do Rozario, n
48, primeiro andar, loJos os das das 6 s
II botas da manhSa e das 2 s 5 da tarde
Cumpra-se a obra de Nicolao Machavel,
nova ou em bum estado : quem a tiver an-
nuncie.
Vendas.
Na rua do Rozariu, venda n. 46, ven-
de se prrsuntodo Porto, a libra 330 ris
pan iiriu.i.
Lotera da matriz da Boa.Vista.
Aos lo:ooo$ooo
A commisuo ailministacuva da socieda- Nl |j, de miuii^z.s da praca da Inde-
pendencia, n. 4, vendem-se bilhetes, meios.
quarlos, decimos e vigsimos desta lotera
que corre impreterivelmente no dia 31 de
outubro.
Biihetes 10,000
Meios 5,000
Quattos 2,606
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vnde-se om sitio muito grande, no
porto da Madeira, proprio para criacSo de
gado, em trras proprias, a dinheiro ou a
pra/o : na rus da Cruz, n. 32, a tratar com
Manoel Antonio da Ailva Mntta.
Camisas feitas.
, Na rua Nova, n. 35, loja ile alfaiate de Ja-
cnlho Soares de Menezes. vendem-se ca-
nisas ilu ui.ia superior madapolSo que ha
no mercado, muito bem feilaa, peio dimi-
nuto pre$o de 2.560 rs. cada urna.
No escriplurio de Francisco Alves da
Cunha, aa rua do Vigario, n. 11, vndenl-
as as seguintes obras, vindaa de Lisboa: a
Palavra da Deoa, resencraeJio da humaa-
dada pola revelacSo da organisaeo social,
om volurae de 350 paginas, por 3,500 rs. ; o
Mrquez de Letoriere, de Eugenio Su, -por
1,500 rs ; Max, romane* de Frederico So-
li, por 3,000 rs. ; Uma familia cursa, por
2 acadmicos de Coimbrs, por 1,000 rs.;
lloras do ocio, por M. Mallos, por 600 rs.;
Um qusrto com dus crniu, farfa, na qual
representara s duas pessoss de sexo masco-
lino, por 500 rs.; o Discurso do conde de
i.avra lio em resposla a Costa Cabral, por
400 rs
Vende-se rap Paulo Cordeiro, chega-
do ultimamemle : na rua da Cruz, escripto-
rio de Ho Digo da Costa Carvalho,
Jog-oH para dlverilmento.
Chegaram loja de Maya Ramos & C., na
rua Nova, n. 6, o divertido jogn do asaalto,
sendo uma fortaleza defendida smentepor
dous sold dos. assim como o lindo jogo da
gloria, os nielhores que teem apoarecido
com dados, e flxas psra marcar: tamhem
se vendem jigos de xadrez e de vispora :
tudo por preco commodo.
Na rua do Cabug, loja de Moreira &
Duarte, vende-se um relogio de ooro, pa-
tente inglez, superior.
-- Ns rua do Vigario, n. 9, armazem Car-
neiri & Ramos, vende-se superior cal de
i.isli.i, em em pedra ; meias barricas com
farinha gallega : tudo por preco commodo.
--Veade-se uma porco de barricas va-
sias. que foram de farinha do reino, por
i-ri-co commodo i na rua das Trincheiras
n. 9.
Vendem-se saccas coa srroz pod # '
a 1,000 rs. s arroba : no eses da Alian loga.
n. 5.
Cera amarella do Sertao.
Vende-se cera amarella do sertao, da me-
lhor que tem apparecido na rua do Ran-
gel, loja de cera.
Vende-se ums prela de bonita figura,
boa engommadeira e cozinheira ; 3 litas de
elegantes figuras, tambero com alguroas ha-
bilidades; um cabrinht de 12 annos. de
boa conducta : no pateo da matriz de San-
to Antonio, sobrado n. 4, se dir quem
yende.
iliniii admirar venha ver c com-
prar, na rna do Cre.gpo, loja da
esquina que volta para a Ca-
deia.
Panno fino preto muito bom, a 3.000 e
3 600 rs. ; dito muito superior, a 4,500 e
5 00O rs.; dito azul muito fin a 3,000 e
5,500 rs.; casemira preta, a 5,001 rs. o cor-
ta ; dita muito superior, a 10,000 rs.; cor-
les de fustrio a 320 a 600 rs.; ditos muito
honios, a 800 rs.; ditos de setim de cores,
a 1,600 rs ; ditos de gorgurSo, a 1,280 rs ;
cassas de cores lizas e de bonitos padro-s,
a 240 e 280 rs. eova lo ; corles de cassa
preta, a 2,200 rs; ditas a 140 rs. o covado ;
risca lo de lioho azul, a 240 rs.; corte de
brim de linho, a 1 600 rs. ; ditos muito
bons, a 1,80 e 3,0 H); ditos superiores, a
1.280 e 1.600 rs. a vara ; lencos de sed de
cores, mullo bonitos, a 1.000 ra. ; ditos pa-
ra grvala, a 1,000 o 1,280 rs. ; ditos de
cassa com listras de cores, a 240 e 3*0 rs. ;
ditos com listras de seda, a 5 K> rs ; algo-
lo azul de vara de largura, a 200 rs. o co-
vado ; dito furta-coros, a 300 rs.; picote
muito encorpado, proprio para escravos, a
200 rs. ; viseado d algodao americano, a
itors ; cortes de brim de listras, a 1,010
r*. ; chitas de cores fxas e de bonitos pa-
iro s, a 140, 160.180e 80 rs. o covado;
riscados mon-tros, s 220 rs. ; esmhraias de
quadros, a 3,720rs. a pee ; cortes di case-
mira de algodo, a 1,600 rs.; cseas fran-
chapeos de sol, cum asteas de balis, a l.soo
rs. ; e outras muilas fazendas por preco
commodo.
Lotera do liio de Janeiro.
Aos ao.000,000 de rs.
Na rua estreita do Rozario, travessa do
Queimado, loja de miudezas n. 3 A de Joa-
quim Francisco dos Santos May, vendem-
se os niuilo aciedilaaos bilbeles, meios,
quarlos, oilavos e vigsimos da 13. lotera a
iienelicio das Cusas da caii lade el. lotera
lo hospicio Pedro II: na mesma loja esta pa-
tente alista da 34 lotera do Monte Pi,
< para maior commo lidade dos amanten
leste jogo eslar a .luja aberta ai 9 oras
da noite.
Loterii do Ro-de-Janeiro.
Aos 30:000,000 de rs.
Nos qualro-canlosda rua do Queimado,
loja de fazendas, n. 20, vendem-se os nrui-
tos afortunados biihetes. meios, quarlos,
oilavos e vigsimos da 12,* lotera a bene-
ficio das casas de caridade.da provincia,
cojas listas devem chegar no primeiro va-
por.
-Vendem-se, bom e barato, na loja de
miudezas, de Victorino & GuimarBes, na
rua laiga do Rozario, n. 22, Usncelins pre-
los de borracba, ditos de relroz do Porto,
eui pecas ovaras, chaves para relogio, pa-
pis de rebique, lonetas, escovas Unas pa-
ra denlas, com cabo de balis, oculos de ar-
oacS com aros de ac e de tolas as quali-
dades para tod.is as idades, tinteiros de vi-
dro com lampa a moderna, lacre muito fi-
no, em pies e as libras, Ibozes psra lfite
e sipaleiro, um candieiru grande para cima
dd mesa ou balco, lapis grossas e tinas pa-
ra carpina, ditas muito linas, a 60 rs., II-
felaa para caifas e colleles, pralea las e
douradas, filas de setim Uvradas, escovas
para iaiu, n u quaiiuaue, ditas para ou-
rives, clcheles batios franceses, ditos
pretos miudos, habadosde linho de um a
oous palmos de largura para toalhas, len-
Ces eguamicSo de csmss, rendas de linho
de dedo e meio at 4 de largura, e eslojos
de uavalhas.
Ala loja de neis portas da rua do
I. i v ran 1 cuto,
vendem-se para luto ctesoe chita preta
fina com 11 covados, a quairo patacas 'tili-
ca preta, a 160 rs.: dit lustrosa, e 200'. ;
cassa prets, a 120 rs.; alpaca de S palmos,
440 rs. ; dita de 4 palmus, a duas patacas;
chilea pretos de rede, a meia pataca, cujos
piceos s3o psra acabar, por se ter poroso,
o querer-sedar ewlauco enio se quer in-
cluir em dito btlanco.
Veod iru-ae 20 escravos, sendo um op-
lirno moleque bom bolieiro; um dito car-
rwro e meslra de assucar ; um dito oleiro :
lidos muleques de 14 auuoa; 5 ditos do
.-,01 vico oe caui|>u; uma mulatioba de 13
anuos, que cose, marea, .z lavarinto; 8
escravas boas engommadeira, e que cuaem
bem; 6 escravas de bonitas figuras, que
coziuhaoi, lavaoi e fazem todo O se/fico de
iw cesa: js rua DirsiU, c. 3.
.


^
Leqncsflnos para sen hora.
Vendem-se iinissimos loques rom pluims
n ospelhos, a 3,500 rs. : lia ra ito Queima-
do, n 33, laja de miudezas, juntn a do cera.
Fogoes para co-.ifiha.
muilo proprios para si'ios e qual-
qtialquer lagar aonde nao ha coii-
nha, por preco commodo t ven-*
dcm-se na ra da Crin, n. lo,
casa.de K.lkmann frmSos.
Nn lnja le miudezas da ra da Cadeia,
n. 46. vnndem-se cautelas da lotera da ma-
triz da Boa-Vista, que corre improterivol
mente no dia SI do crrante niez A ellas,
antes que seacahem Prego:qua'tosa 2,600,
decimos a 1,100 e vigsimos a 600 rs.
Trnvessa da Mndic-de-Deos-, ai-
ma'/.cui. n. 5,
Acha-se esiabelccido um deposilo, onde
"iicontrarilo os freguczes lltn bom sorti-
mento de licores, espirito de vinlio. e to-
das s mals caj; chmale; aliagas de vime,a preces
moderados.
Talxns pitra engeiiho.
Na fundidlo de forro da ra do Bru,
rcaba-se de receber om,completo .ortimen-
tode taixas del a 8 palmos de bocea a*
quaes acham-se a venda* por oreen com-
modo e com prouiptido ambaream-se,
ou carregam-se em carros sem despegas ao
cJmprador.
m
"u____'-
Deposilo de patassa e cal.
Vetnie-sa milito nova e superior potassa,
assim conio cal virgemem pedra, recente-
meute chegada de Lisboa, por prego rasoa-
vel : na ra da Cadeia do Itecife, n. 12, ar-
mazein.
Vende-se por muito commodo prego,
urna rica secretaria com estantes par li-
vros, bastante grande, propria para advo-
gado, sendo de amarello e anda nova ; as-
sim como, seis cadeiras e duas mrsinhas
de abrir : na ra estreila do Rozario, n.
28, ultimo andar, das 2 horas da tarde cm
diante.
i"iirinlin de Tapuyu*
igualmente em sabor, Hnura e cor a de Mu-
ribeca, propria para mesa : venle-se na
ra da Cruz, no Itecife, armazem n. 13.
irposito a fabrica de Todos os
Santos un Malla.
Vande-se ero casa de n. ti. leber & C.
a roa da Cruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar, roupa de escravos e fio proorio
para redes do pescar, por prego muito com-
modo.
Teeldo de alirodito trancado na
fabril-a de Todos os Mallos.
Na rita da Cadeia n. :,>.
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
caer vos.
Arados de ferro.
Na fundigao da Aurora em S.-Amaro
vendem-so arados de ferro de diversos m-
talos.
Mociidas superiores.
Nahindigilode C. Starr A Companhia
hu S.-Mnaro, acham-se venda uoendaa
de caima, todas de f>rro, de um modelo e
onstruccSo muito 'superior.
Par i ns Sra. alfaiales.
Vende-se estopa com alg ma avari, a
ROe ISO rs a vara : na ra larga d.i Roza-
rio, n. 48, primeiro andar.
Aos sen h ores de engenho.
vendem-se cobertores esenros de aigo-
dSi proprios para esclavos, por serem de
muia duracSo, pelo diminuto preco de 6*0
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que vulla para a cadeia.
Vinho de Bordeaux:
vende-se na ra da Cruz, n. io
casa de Kalkmann Irmos
--Vendem-se n issaes novos o outros usa-
dos, para dizerem as missas da Testa na
ma da Caeimha, por baixo do sobrado do
'ir. vigario Brrelo
Aos 10:000,0000 e 5:ooo,noo de rs.
Na ru da Cadeia, n. 46, loj=.
de miudezas, vendem-se bilhetes
e meios ditos da loteiia da matriz
da Boa-Visla, que corre imprete-
rivelmenle 110 dia 3> do correnle.
n 11,000 r9. os bilhetos e meios a
5,Soo rs.
Vende-ie cha pre 10 : na ra do Trapi-
che, n 34, armazem de Raymond & C.
--Vende-se urna escrava crioula, de pou-
caidade, ecom habilit-coes precisas para
bem servir urna caa de familia : quem a
pretender dirija-se a ra do Hospicio, cas
do Sr. J. A. Guerra, defronle da do Sr. Ar-
renio.
A.OM0DERRISA1O.
Na i na do Queimado, loja a.
17, vendeni-se asmis modernas
cambraias abertas de 15a. e seda,
verdaderamente 'chamadas baila-
rinas, de padres e go.slos muito
delicados. 5oo rs. o covado.
Dio-se as amostras com os compe-
tentes penbores.
Charutos de Ha vana, i
de superior qualidade : vendent-
se na uia da Crui, n. 10, casa de
Kalkmann Irmos.
Vende-se una escrava moga, quo ser-
ve para o sei vico do ra ; sem achaque al-
gn : no pateo de S -Pedro, n. 3, sobrado.
<"artas de Jogar.
Vendem-se carias franrezas para voltare-
te, a 640 rs. o bafalho ; ditas rnais ordina-
rias, a, 600 ra.: na ra do Uaoimado, n. 33,
loja do miudezas, junto a de cera.
Lnvas para senhora.
Ven'teB.-SS avi s pKiuq para senhor,
asmibniitaspnsiveis. pelo barai,
co de8,000 r. o par; ditas prets da tor-
cal. fazrnda muito superior, a 800 a 1,000
rs.: na ra do Qneimado, n. 31, loja de
jniudwas, jontoa de cera.
de
do
de
--Vende-se farinlia do Sanla-Catharina,
mito superior, a bordo dn galeota Snnfi'M*-
ma-Trindaii'-, fundeaija junto ao caes do
lollegio.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombsde repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Bruui, ns. 6, 8 e 10,
fundicSo de ferro,
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro
differenles modelos : na ra
Brum,ns. 6, 8 e 10, fabrica
machinas e lundico de ferro.
Capotlnbos e manteletes.
Na ra fllova n. 6, loja de Maya Kamos & C,
acaba-se de receber cipolinhos e man
leliles de can.brala branca bordada, da ul-
tima1 moda, e muito bem guarnecidos com
blco a in;ita?ilo de blonde : os piecos con-
vidara aos compradores.
Na ra Nova. n. 6, loja de Maya
liamos S i .,
vende-se.alm dos livros ja annunciados
por este jornal, o novo romance intitulado
Urna familia corsa obrado insigne au-
Kir Aiexaiiore iiuiiia, iiitu bem iiadu/.i-
do, I por mil rs.
Na ruada Cruz, n. 10, casa
de Kalkmann Irmos.
vende-se um grande sortimento de
instrumentos de ni tsica, com ae-
am :
C-;uX'sde guerra, e tambores.
Zabtimbas e pandeiros.
Arcos de campainha, e palos.
fiaixos de harmona, trobdes.
Trombas, pistbes e clarins.
Cornetas, flautas, e pfanos.
Clarinetas, e requintas.
ViolOes.
E niuilos outtos instrumentos.
Vende-se urna parda de 20 annos, com
urna cria de 2 mezes, e com muito bom
leite, proprio para criar : tambem se troca
por urna prela recollii Ja : o motivo por que
se vende se diri ao comprador: na ra da
Madre-de-Deos, armazem de Vicente Ferrci-
ra da Costa.
Ven lem-se meias de algo lito grossas,
muito duraveis, feilas a agulha, ptimas
para conservaren a saude : he ponto este
em medicina, em que no divirgem os di-
versos autores que teem escripto at boje;
i.-to lie, i's queules, ventre desimpedi 10,
cabeca fresca, sSo os signaes evidentes de
perfeita saude, e he por isso que estas
meias so recommendadas por todos os m-
dicos, na* exceptan lo os dignos discpu-
los de Ihinnemaii : quem asquizer va a ra
larga do Rozara, n. 35, loja
A cidade de Pars
Kalnica le chapeo de sol de s
Falque, ra do t'ollogio n. 4.
Nestc novo esUbelecimcnto se acha utn
grande o rico sortimento do chapeos de sol
los o.ais modernos e varia.los, para ho
mens e senhoras, de seda e de paninho, sor-
timento de sedas e panos em pe.cja para co-
brir iirmaces servidas, igualmente benga-
las e chicles, vendrm-se em porcSo e a re-
talho, tainbein se concerta qualquer quali
dade de chapeos de sol e bengalas, lud
com brevidade, e por menos prego do que
em nutra qualquer parte.
Grande soitimento de chapeos do sol
de panno trancado, muito grandes, com ar-
mares de baleia das mais lurtes, cabos de
lataoedepao, proprios para seo ho res e fei-
toros deengenho.
Verdarielros charutos de s. l'elts
a :;.."><)(. rs. a calxa.
Vende-se na ma da Cadeia do Kecifc,
n. 50.
Milhoe arroK com rasca a 2<$5on
1-8. cada sacra.
Vcude-se no armazem dollraguez, a o pe-
do arco da ConreicSo.
Chumbo ih mullirn.
Vende-se no armazem de J. J. Tasso J-
nior, ra do Amorim, n. 35.
- Ven-ii-iii-si .i. ,irr.;s un farro: n
la Senzalla-Nova, n. 42.
-- Vende-se um prela de nacSo Mina,
muilo moca e vistosa, que engomma, co-
zinha e faz todo o rnais servico de urna ca-
sa : na ra do Amorim, n. 15.
Vendem-se cabecadas rolicas e chatas,
e silbas de 13a e loros ; na ru* do Tra-
piche-Novo, n. 10, casa de Jones Patn & C.
Boui e barato.
Vendem-se requifes para enfeitesde ves-
tidos, a 200 e 240 rs. a vara ; carteirinhas
com agulhas, a 320 rs ; agulhas cantoras, a
60 rs. o papel ; lii.has de peso, a 6o rs. a
moiada ; tesmiriiilias muito finas, a 5C0rs.;
apalinhos de la para enancas, a 400 ra.;
escovinlus linas pura denles, a 160 rs.; cai-
xinliaa cora briquedos para meninos, a 480
rs.; bonetes d velludo para meninos, a
640 rs camisas de meo,, rznda omito
supeiior a l,280rs.; suspensorios para me-
::::.C, w u par ; auados sueos, a
120 rs. a vara ; meias cruaa para homem, a
160 is. o par; peoles abertos para prender
cabella, a 360 rs. j ditos (nos de alisar, a
360 rs. ; caivetes de aparar pennas, a 200
rs. j dilos de machinas que se mete a pen-
ba e sabe aparada, a t.iOD ra.; bengaliuhas
d junco, a 240 rs. ; iiiaracs*para cnancaij
30 rs. ; quadroszinhos dourados com
estampas de santos, a 120 rs. ; campusas
pelas ile se,l,, pura homem, 1,000 rs. ;
ditas brancas de algodSo, a 320 rs ; meias
brancas para,enhora, a 320 ra. ; franjas de
algodao;e oulras multas cousas baratas:
na ra doQueimado, n, 33, loja de miude-
zas, junto a de cera.
Redes.
Vendem-se redes muito bonitas, de va-
rios goslos e precoa, proprias para quem
Cor passar a Testa d baixod arvoredos : na ra do Queimado,
n. li,
Vende-se um excedente cabriolet des-
cobei to, com boas mollas, arreios novos, a
elegante molde, em bom estado : na raa do
Colegio n. lii, pi nneiro andar.
Vende-se dous sitios de trra, com ca-
vasasdevivenda. proprias para se levantar
urna engenboca, pela fertilidad*, do terreno
n.0 lugurde Jararaca. ConcelcSo de Coian-
n.i, sendo o preco epmmodo: tratar na
ra do Collegio n. 1<">. primeiro andar.
-- Venilc-se muito boa faria de mandioca,
em barritas grsndcs, quesejulga ler um
alqueire, tanto pelo preco do 3,000 ris sem
o caaco.oomo com o casco a 3,500 rs:lna ra
larga do Rosario n. 22, loja de miudezas de
Victorino S Guimsraes.
Na rna das Cruzes n 22, segundo an-
dar, vende-se urna carda de 86 annos, que
ensomma e .cose chito, cozinha e lava; e
tima preta de naco, que engomma liso,
cozinha e lava ; euma dita da Costa, pti-
ma qoitandeira ; eumhonlto pardo deser-
vido de campo ou mesmo da praca.
-- Vende-e urna escrava de bonita figu-
ra, com 24 annos, cozinha eengomma per-
feilamentamente : no Aterro da Boa-VIst
numero 78.
Veode-ie um perito ofllcial da pe-
dreiro, preto, moco e bonita figura : na
ra da Cruz, armaiem n. 33, da Si Araujo,
se dir quem vende.
Vende-se brim de vella e lona : na ra
Velha o. 57
- Vendem-se 5 lindos moleques de 10 a
18 anuos; 8 pretos de 20 a 30 annos, sendo
um dclles ptimo canoelro ; 2 pretes sapa-
teiros ; um dito coiioheiro ; um pardo de
IS unos, com principios de csrpiru ; duaa
pardas de 15 a 16 annos, com habilidades;
8 pretas de 12 a 16 annos, com algo mas ha-
bilidades, e que sSo proprias para todo o
servico : na ra do Collegio, n. 3.
Vende-se um cavallo grande, proprio
para carro, bom andador baixo e galopea-
dor, hecapado e bem ardigo : na ra do
l.ivrament, n 14.
Vende-se, na ra do Vigario n. 11, ar-
mazem de Francisco Alves da Cunha, os Se-
guintes gneros, todos de superior qali-
dade, e por menos preco do que em oulra
qualquer parte : azeitonas em ancorlas, vi
uho do l'orlo em bar ris de differentes l-
mannos, cevada, cal virgem do Lisboa, ir-,
eos para pipas e harria, fio porrete. relroz
d.iSiqoeira, cha de San-Paulo, canaslraa
com alhose dita, com rolnas.
iilodns fraiieeaauj. ra Nova n. 3.4.
Miiclaine llosa llardy, modista brasileira,
novamenle participa a seus freguezes que
recebeu um lindo sortimento de chapeos
de seda e de palha de Italia, para senhoras
H para meni.as, tem igualmente chapeos
de palha de llalla linos pa>a meninos, en-
fadados e por eufeitir, novos canotiuhoa de
chainuloie, gros de naples e fil de seda,
manteletes de furia cores para senhora e
meninas ale 8 a 12 annos, transas de seda e
de 13,perfumaras, bicos, filas, luvaa, OMW
patos, fil de seda de todas as cores, ere
pe, camisinnas de cambraia e fil de linho
uara senhoias, a 2,000 rs. e omitas, ouuraa
fazen las de goslo que venda por preco
commodo, e das quaes, di amostras a nes-
soas condecidas ou com penbores. Tambem
empiesta a seus freguezns osfigurinos da
mJa recenlea.eute chegados; e faz vesti-
crianzas, manteletes e capotinhoa para se-
nhoras e para meninas, na ultima mJa
e com perfetcSo.
Ven lose jjina mobilia bem [ei
t de Jacaranda, a saber : 18 ca-
deiras, 2 ditas de bracos, dous
consoios com lampo de pedra,
urna mes redonda com lampo
de pedra, um sola, urna secretaria com urna
estante duas cadeiras de balsnco, um loca-
dor, urna cama franceza com lodos os seus
perteoces de Jacaranda na ra da Cadeia de
S Antonio n. 18.
llegraite pechincha.
A 2oo ea4prs.
Vende-sa urna poroto de chitas francezss,
de 4 palmos da largura, rxas, de cores il-
las, a iOO rs. o covado ; cassas francezas
de bonitos padres, a 240 rs. o covado : na
roa do Crespo n. 14, loja de Jos Francisco
Dito.
Manteletes e capotinhos.
Na roa Nova o. 6, loja de Maya Ramos <5c C.,
acaba-.se de receber de Franca umiortimeo-
to de manteletes e capotinhos de seda la-
vrada e lisa, da ultima moda, e que se ven-
dis muilo em conta.
I'ara. vestidos de senhoras.
Vendem-se os rnais asseiados manguitos
para vestidos de senhora : na ra do Quei-
mado n. 9.
Agencia
da fundicao Low-Moor.
ROA DA SENZALt-'A-lOTA, H. 4.
Ueste estabeleciipento conti
ria baver um completo sorti-
menjlo de moendas t meias moen-
laai, para engenbo; macbinas de
vapor, c tachas de ferro batido a
co-do, de todos os tamanhoa,
para dito.
A elles que sao baralissimos.
*Ap
t
9
1
m
SSkco de 3,800,4, e 5,000 rs.; cr-
lemira de quadros, a 3,500 rs. dl-
bonitas de auadros, fazenda mo-
'"".intitulada.passa fosla, peloba-
"ffffW**ffff
epsito^ ra da Molida, n. 15,
lia para vendlr superior cal em pe- *5
dra.receotemente chegada de Lis-
boa, em o brigue Concti ria, por prego rasoavel: tambem ah
se vendem pesos do duas e de urna
arroba,, por preco commodo; ha
tambem efectivamente no mesmo
deposito barris de mel para embar-
. que. -m
**A*MAAMA4i**AA*
ralo prego de 4,000 r. ; cortes de casineta
para colletes, por 800 rs.; pegas de panni-
nho eom 10 varas, a 2,500 rs.; ditas de es-
guilo de aigndflo, com 12jardas, a 3,000 rs.;
e oulras muitas fazendas por diminuto pre-
go. Aos cortes decollete, freguezes, antes
que se acahem, pois he pechincha.
Vendem-se 8 bonitos escravos, sendo
um delicado 18 anuos, bom barbeiro e jar-
dineiro ; um dito bom sapateiro, de 22 an-
uos, esta be bonita pega ; um dita de 25 an-
nos, bom maaseiro i um dito de 16 annos,
cozinheiro ; um moleqoede 8 annos, mui-
to lindo; 5 escravos de 25 annos, que ser-
vem para o campo, ou armazem de assucar,
por serem milito f^rtea e aadina para qual-
quer servigo pesado ;. urna linda negrioha
de 14 ao ios, que ja oasee arranja urna sala;
ulatioha de 5 annos, que enuoiii-
Vendem*-se sapalSesde luslro, a 1^.*.'. 8
a,ooo e a,5oo rs. o que valrm
de feitio : na rus da Cadeia do Re-
cife, o< 9, loja.
Saceos novos de estopa
Vendein-se 120. saceos novos de estopa,
cada um com duas varas : na ra larga do
lioasrio, n. 48, primeiro andar.
Uoif*escrava parda de boa
con luda.
Vende urna mulata de 34 annos, insigne
costureira, ps corta e faz camisas para
laaraam e vestidos para senhora, cosa pa-
litos, colletes e caigas, he boa
deira e ptima compradeira,
engomma-
muito fiel, e
ipiritos ; una bonita e refoica-
da escrava engomma leira e cozinhelra,
ra larga do
* Deposilo geral do superior ra-g
q p Areia-I'reta da fabrica
O dcGaotois l'ailhet & O. O
g na Babia.
2 'Domingo* Alves Mslheus, agente dajg
J-Jrabrica de rap superior Areia-Preta da
**Batiia, tem aherto um deposito na ruaw
-la t:ruz, no Recife, u. 52, primeiro n-
Otar, onde se achara sempre deste ex-W

Ode-se em botes de urna e meia libra,&
por prego commodo. *!>
ti Amigo biraieiro do Passeio
Pubi.co, Firmiano Jos Hodri-
gues Ferreira
l'arlicipa as seus freguezes quo
lem o rnais rico sorlimeoto de chi
tas franceza* lurgas do melbor gos-
lo que presenil mente ha boje no
mercado, e que as vender pi.r
precos que egiadario ; sendo as
amostras francas, ten Jo oUtr<*s
umitas fazendas de gustos proprio
do lempo.
Vende-so urna exceljenle canoa da cr-
reira, bem construida, calafetada e piula
da cun muilo gosto, a qual pega 10 a 12
peasuas, por prego commodo : na ra dos
Cuethos, n. 13, psdaria defronle do hospi-
tal de caridade.
Vendem-se duas partes do engenho
Cuiambuca, sen lo una de 11:872,796 is. e
55o,M02rS i ui'ul ouas partea uu
ei'iK'uno lliailio do l'adre, uoia no valorde
1:800,060 rs. e outr no de 800 000. rs. :
lodos estes engeiilius muentes e crrenles,
cuja valida ae f..ra com grande abale: tr-
l-6 no escnp'.ui io da viuva Gaudino 6 Pi-
lilo, na piacinlia do Corpo-Sauto, u. 66.
! arinlia de maudloca a 'i,"AO rs.
mullo superior em qualidade, por ser mui-
to alvaesem cheuo de barco : na ra da
Cadeia, o 6t, junto ao arco da CouceigSo
--Vende-se urna escrava de 30 aiinus pro-
pria paia com rar e vender na ra, ou para
sitio por ser muito penante : na ra Velha,
u.7l.
Vende-se um sersvo mogo, fiel, e que
he bom official de pedreiro, por modicii
prego : no becco deJos-la-Cosla, n. 6.
Grvalas de mola
Vendem-se supenures grvalas de mola,
pretas e decores, pelo diminuto prego de
,000 rs.: amado Queimado,n, 33, loja
de miudeza, junio 'de Cera.
-- Vende-se um molequo marinheiro, de
20 a 22 anuos, ie mullo bonita figura: na
ruado Viga riu, n. 9, a tratar com Carnei-I
o Altamos.
cuja conducta se afianga : na
Hozario, n. 48, primeiro andar.
A l.oooiH.o par.
Vendem-se sapate* de lustro <>ar* nb-
mem, muilo bem fritos, a 4,000 rs. o par :
no Aterro-da-Boa-Vista, n.M, loja de cal-
gado, junto a de selleiro
* apa toe* para menino*.
VendeflMe sApates par meninos da 6
a 12 annos, slttrbein fttUM : no Atvrro-
da-Boa-Viala, n. 58, loja Javcalgada, Jonto
a de selleiro
lioga-se aos fretfnezes que tenham
toda attencao para o novo aor*
tmenlo que existe na loja da
ra do Crespo, n. 6, ao p do
lampean.
Vendem-se casis pintadas de cores fixss,
a 260e280 rs. o covado; cortes de brim
branco de linho puro, a 1,920 rs.; dilos de
fuslflo muilo finos, a 560 e 640 rs. ; cassa
preta propria para luto aliviado, a 120 iS o
covado ; zuarie de cor, a 200 rs. ; rlscado
de linho pira casacas, a 240 rs. o covadn, e
nutras mullas fazendas por piego Commodo.
Vende-se urna bonita pardinha de 16
annos, com habilidades proprias para mu-
cama, e oulra de 35 annos, propria para
ra por aer de boa conducta I na ra lar-
ga do Itozario, o. 35, loja.
A litigo deposito de cal
virgem.
[Saj/ua do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
no brigue ConceicHo-de-Maria.
Vendem-se amarras de Trro, ancoras,
faleixas, e estanto em verguiuha : na ra
do Trapiche, n. 10, casa de Jones Patn & C.
A 2,24o rs. aacea.
Na ra da Cruz, no Itecife, armazem n.
13, e na ra da Cadoia, armazem de Cara-
i>ello Fillio, vende-se farinha de mandio-
ca do Ccar, de excellente qualidade, a
2,240 rs. asacca.
Vendem-se dous relogios, patentes de
ouro, urna correnle, urna dita para senho-
ra, brincos, annelOes, cordOes, medalhas,
annelfles, cruzes, liotOes de punh e aber-
tura, argolas, urna niuda guarnecida, um
apparelho de preta para cb ; um f.queiro.
2 salvas, casligaes, esporas, urna bride, urna
patena, e oulras obras de ouro e prala ; na
ra eslreita do Hozaaio, n. 28, segundo
andar.
Vende-se a|taverna da ra Augusta, o,
94': tambem se ende manleiga ingleza, a
400 rs. ; dita franceza, a 320 rs. ; cl>* su-
perior, a 1,600 e 2,000 rs.; cal, a 160 rs.;
vinho, a 200 e 210 rs. a ga'rafa ; e todos os
meia gneros minio em cunta, pois nHo se
eogeitadinheiro.
Vendeui-se .pipas Je ago'ardente da
ptima qualidade: na ra do Hospicio, n 9.
X boa pitada.
Chegou novamenle do Rio-de-Janeiro
O famoso ran iri'""1?!, on< "' leina
dilos : sua qualidade excellente se torna
desnecessaria especificar, porque ja ha bs-
tanle garaiilida aoode he oonhecida, lendo
por ultimo a dizer-se que nada ha em deso-
jar a melhor fabricante da Lisboa : vnde-
se na ra do Queimado, n. 25, e na ra da
Cadeia, n. 49, a 1,600 rs. de 5 libras para
cima, e 1,400 rs. eui libra.
Venue-se, por Suo.oatl*.'. urna escra-
va parda, que cozinha o diario de umacasa,
cose bem qualquer costura, be muilo dili-
gente no servigo de cas, c propria para ca-
sa de pouca familia, ou para ama de homem
solteiro, poseer muilo fiel: na ra do Quei-
mado, n.Uflfc dir quem vende.
VB me, ceblas e batatas novas, l-
timamente chegadas de l.isboi,
or preco commodo : na ra d
ladre-de- Dos, n. 3i, armaiem
ao lado da allandega.
Na ra do Crespo, 11. lo,
luja de D. Anua Mara dos Passos Cunta
mogas, com algumas- habilida-
des : lodos se vendem muUu em conta : na
ra das Larangeiras, n 44, segundo andar.
Antes que se acabrm.
Novo sortimento da lindos tapetes de to-
dos os la mandos e cores; grande quant ida-
de de luvaa para senhora e meninas, de ver-
dadeiro torgal : ludo rhrgado ltimamen-
te ; bem como um completo sortimento de
fazendas finas e grossas, e o verdadeiro pan-
no de liaho entestado, a 800 rs. a vara, em
pegas de 18 varas e meia : na ra do Quei-
mado, n 27, armazem de f.zendaa, de Hay-
muudo Carlos Leite.
Farinha de mandioca.
Vende-s? farinha de mandioca muito al-
ia e beai torrada, a melhor qu tem vlndo
o mercado, por ser fahrictda na serra da
aruoca : na ra do Queimado, n. 14.
tdntinua-SB a vender manleiga ingleza,
a 400 rs.; dita muito fina, a 640 rs; lartnha
deaiarula.a 160 rs. a libra: ua ra larga
do Horario, n. 39.
J Vende-se ums casa terrea na ros da
Roda, n 94, com quintal murado, cacimba
propria, e com portfio para o becco Tapido:
na ra do Collegio, n. 19, primeiro andar.
Vendein-se livros para ex-
trahir copias de cartas por machi-
nas ; bem como resmas de papel
para o mesmo objeclo ; na ra do
Collegio, n. 12.
Aos ao.000,000 de rs.
Na roa larga do Itozario, bolica n. 49,
vendem-se bilheles do Rio-de-Janeiro da
primeia lotera do hospicio de Pedro II,
preste a chegar a lista no primeiro vapor ;
e tambem da 12.' lotera a beneficio das ca-
sas de Caridade, pe r>s segulnles piecos : in-
leiroa 22.000 ra., meios a tl.eoora., quar-
los a 5,700 rs. oitavoa a 9,800 rs. vigsi-
mos a 1,400 rs. : tambem trucam-se por bi-
lheles premiados do monas pi,
Vende-se urna preta moca, de bonita
figura, com habilidades, e que cozinba, en-
gomma e cose, he de perfeita conducta e
nao tem vicios na praga do Corpo-Sauto,
n. 2, primeiro andar.
Escravos fgidos.
S
(iuimarfles, veude-*epanno preto, peloba-
-Fugio, no dia 97 do correnle, a preta
Joaquina, de nagSo Rebolo, .de 25 annos
poucornais ou menos; levou vestido de
cassa azul, panno da Costa azul ji usado;
lem falla de denlos na frente. Roga-se aa
autoridades pul ciarse capilfiea da campo,
que a ai'preliendam elevem-na a Fra-de-
Portas, ra do Pilar, i. 145, aua seiBo gra-
tificados.
-Fugio, no dia 27 do torrente, pela ma-
nhfla, urna preta de nomeJoanna, de nagSo
Nag, de 25 annos pouco rnais ou menos,
estatura alta, magra ; lem urna cicatriz pe-
quena na face direila do rosto e aa orelhas
por fu rar; falla bastante embarazada ; le-
vou vestido de chita comjiatras verdese pal-
mas redondas hrano**, camisa de algodffo-
zinho ; consta que amia pala ribeira -le S.-
Aotomo, a rala sroilada com negros ou ne-
gras da mesipa nagSo, os quaes noram na
ribeira ou perlo Roga-sa s autoridades
policaes e capilSasde empo, que a appre-
hendam e levem-na i ra do Vigario, n. II,
terreiro an lar, que serlo gratifica loa. Ad-
verte-se que esta prela ntn sabio para f'a
da cidade por ser pouco hbil para tal fa-
zer, e que aila nesis cidade.
Fugio, em fias de 1847, o mulato Jacob,
qaedeve boje representar 90 a 91 armas,
greco do corpo e espigado; teo cabellos
estirados, e falla de denles na frente ; tam
um pequeo talho na magia do rosto na
marca de um cuslico has coslaa : quem o
tagar leve-o ra Nova, loja de ferragens,
de Jus l.uiz l'ereia. quegraiilicara.
j* ...
XVO Futirm de bordo do brigue
Sem-Par, viudo do Bio-de-Janei-
ro, dous escravos, sendo um de
nome 8abino, de cr parda,b esta-
tura regular, de* ao annos pouco
rnais ou menos; levou calcas e
camisa azues, e bonete -.<><... nado:
o oulro de nome r.uz]< 1 ion-
io, de 24 annos noucc tnais ou
menos, estatura alta; levou calcas,
camisa e bonete atues. Boga-ge as
autoridades policaes e captfies de
campo, que os apprehendam e le-
vc.-mPs ruado Trapiche, a. 34,
casa de Novaes & Companhia, qua
recompensar.
PRa. : sk TtP. dr h. p. dr raniA. 1850


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