Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07047


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Full Text
Auno XXVI.
Sabbado
babtii>aj xos cobbeioi.
Colanna e Parablba. ai legundas c cita felras.
Illo-Grande-do-Norte, todas as quintas felras ao
melo-dia.
Cab". SerlnhSem. Rio-Formoso, Porto-Calvo e
ci, no i,', alie 21 de cada me.
Gar naiins e houito, a 8 e 33.
bua-Vi.u e Flores, a 13 e S.
Victoria, s quinta* felras.
Olinda, todo* oa das.
Phases Di LOA.
iracmiDn.
Nova, a ft, aoa 30 ni. da t.
ICreac. a 13, aos l ni. dam.
Chela, a 31, aos 15 ni. dam.
IMing. a 38, s 2 horas da t.
de Ouubro de 1850.
N. 243
PBIAMAR DI HOJ.
Primrira as 9 horas e 18 minutos da manhaa.
Segnnda as 9 horas e 42 minutos da tarde.
mtyo da ktnssciuroio.
I Por tres metes (adiantados) 41000
Por seis mrzes 8/UOO
| Por um auno 15}000
DAS DA SEMANA.
31 Seg. S.rsula. Aud.do J.doi orf. edo rn.lv.
33 Tere. S. Mara Salom. Aud. do J. da 2. v.
do clvel. e do dos feitos da fasenda.
23 Quart. B. Joo caplstrano. Aud. do J. da 3. v.
24 Quinl. S. Rapharl Arclianjo. Aud.do i. dos orf.
rdr in.de 1 v.
25 Seu. S. Crisplin e i-ri-q.miao. Aud. do J. da
I. V. c. e do dos fritos dafazenda.
20 .iab S. Evaristo. Aud, Ja -Chano, e do J. da 2.
v. do clvel.
37 Dom. S. Eleibo.
CAMBIO EM 25 BE OUTBBRO.
Sobre Londres, a28 1[2 d. por l/WO rs.
* Pars, 333 por Sr.
Lisboa, 100. por ernto.
Ouro. Oocas hespanholas ..
Moedaade6"i00velhai.
de (j/IO.i novas
a de4j000.......
Prata.Patacfles brasllriroi ...
Pesos coluniuarlo:
a 60 das.
KMOOO
IbVlloO
30/000
16*400
iSfttjO
9/200
1*180
l/)80
Ditos mexicanos........" 1/800 a l/82y
1/tiO
I/R80
iii\i5i(M}[;ni;\unii(()
PARTE OFFICIAL.
GOVEBISODA PKOVINCIA
EXPErtENTE'W> DA 23 DO OORnENTE.
omcio.Ao Eim commandanle das ar
mis. cotPOionicndo que deferir o requer-
ment em que ocapitSo commandanle da
cooipanhra de artfices desta provincia Car-
io de Moraei Camuflo, pedia trea mezeg de
ol''o adiantado para seos fardmeiilos.
Dito.Ao mesmo, intelnndo-o da liaver
concedido tres mezes de licenca eom 6 toldo
que Ibe competir, na forma dai ordena em
vigor, ao capillo do terceiro batalhlo de
artilharia a pe loflo Francisco Catte, para
ira provincia do Para -Intelligenclou-ge ao
inspector da pagadoria militar.
Dito.Ao Inspector da thesouraria de fa-
zendi, transmittindo o aviso de urna letra
na impottancia de 900,000 ris, sacada pela
tliesoursria de fazenda do Rio Grande do
norte sobre a desta, e a favor de Francisco
Paulino de Castro Barroca.Participou-se
ao Exm. presidente daquella provincia.
Dito.Ao mesmo, communicando que os
hachareis Joaquim Canuto de Figueiredo
Jnior e AfWnso Peres de Albuquerque Ma-
ranMo, este, promotor publico da comarca
do l.imoeiro, e aquella da do Pao d'Alho,
entrarSo noexercicio dos respectivos Car-
itos, o primeiro no dia 5, e o segundo no dii
18 do corrente.
Dito.Ao director do lyceu desta cidarle,
inleirando-o de liaver concedido dous mi-
jes de licenca cp m me'a le do respectivo or-
denado a professor publico de primaras le-
tras do Bom Jar lim.Neste sentido fizeram-
le as conveniente* com nunicac,oes,
Dito.Ao inspector da nagadoria militar.
inleirando-o de liaver o ansoecada Filippe
Nery, eos soldados Antonio Jos Francisco,
Manuel Theodoro e Raymundo Rodrigues,
este ilo Io batalhflo d< caladores, e aquel-
las do segundo da mesma arma, depon de
Hado o ieu lempo de praea contratado nos
termos do decreto e regula ment de 18 de
novembro de 1848, para continuar no ser-
vico do exercito, e ordenando que mande
abonar ao urimeirri, a gratificado de r<
300,000. ao segundo o quarto a de 180.000
res, e ao tercotro a de 150.000, sendo lies
graiificacAes pagas com 50,000 reis a vista,e
o reato em prestarles meneaos de 10,000 rs
Iniellgeiiciou-so ao Exm. comaaandaote
daa armas."
Dito -Ao mesmo, para que vista da con-
ta que remello em duplcala, mande indem-
nizar a eaixa do quinto halalho de fuzlei-
rns da quantia de 6 6(0 ris que se despen -
deu com a iuhumac,flo do ca laver do ex
Soldado do mesmo batalhflo Manuel Kerrei
ra Cavaloanli. Scienlificou-se ao Exm
cummandanle das armas.
Dito \o inspector do arsenal de miri-
nh, recommendando em atlticto ao que
requereu o segundo lente i < armada Joa-
uloi Ribeiro Guinarfles, e em vistas das
nformacOes dadas a respeito por Smc. e o
contador il marinha, que mande adiantar
aquella olTIcial 150,000 ria para ibes seren
descontados das maiurias de adido, que per-
cebe nosla provincia com urna quantia men-
sa 1 correspondente a quinta parte de seu
soldo.-t-Nesie sentido ofllciou-seao mesmo
Contador a ao commandanle do brigue-es-
cuna Cohobo.
Lito -Ao director do orseiul de guerra,
dizendoque,se fornecessario,mando promp-
lilicar to capolo iwra -serem recolliidos ao
deposito do almoxarifado daquelle arsenal,
alim de preencher a falla dos que foram for-
mci'ius ao quinto batalhflo de fuzleiros.
. Liilo.--Ao meamo, para que mande alis-
tar na companhia de aprendizes menores
daquelle arsenal, depois de lavrar-se no
juizo de orptiSos o termo de que trata o ar-
tigo 4 do decalo n. III de 3 de Janeiro de
1812, o menor Nicolao Pereira, que Ibe sera
mandado apresentar pelo commandanda do
uitavo balalhflo da carjadores.OITiciou-se
Ueste sentido ao juiz de orphflos.
Dito.Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial; para que mande adiantar
cinco matea de sold a contar do primeiro
do correte ao segundo commandanle do
coreo de polica Joaquim Jos Pimental,
que vai com man dar o destacamento de
llores, e so commandanle do da Boa-Vista
Hermenegildo Coelliu da Silva, bem como
a* praca* da pret do mesmo carpo, que se
acharo dajalafiadas oas ditas comarcas, quil-
tro mezas a cootar do primeiro de novem-
-.u pi animo viBUOuro.Cuuaiuuuicou-ae
ao respectivo commsudaote.
Dito.Ao juiz de direito da primeira vara
crime desta cidade.transmittiudo umexem-
plrdo IHwia at Ptrnambueo n. 219 de 28
de setembro ultimo, contando a le n. 581
de* do mesmo mez, a qual eslabelece me
didas para a repressflo do trafico de frica
uos neata imperio.-Igual ramease se fe ao
juiz de direilo da segunda vara crime.
Dito,Au juiz municipal e de orphos do
armo du (Juncury, remetiendo o requeri-
henlo da lluliiio Jos da.Cuuba, para que
i'v mande entregar, alim de instruir coid-
lielentemeule dilo requariaiento, juntando
cerud&o da idade, de exameefulna cor-
rida.
brot nSo so apresentaram oreaultado de tra-|algumas dettasquli ver: ecabe aajuldlier qne
balhos que. em partllha Ihes couberam; como I por esteae outros Iguaes moUros Ulvez o con-
discutiram tambera varias qoestfies que foram I seibo se tenha tornado para a municipalidade
suvliadas. I difcil de contentar ; mas tem o cooaelho a
Urna parte doi irabalhos dn conjelho e a re- Icoos lela de que,obrando asslm procura a-
petlcaodos meamos j feitos, e concluidos em proiinar-ae -ol deveres que ihe impoz a Iri
outros trimestres e omra parte, be sempre Ideaua creaolo, e de derramar por esta popu-
IHa de circomslanclas noval: eeata ou tem lo-llaco a certeza deque seui Inlercsses santia-
go urna lahida ouficsps'i ordein do da, ale I ros sao promovido e escoimados, anuimos
mu "o lempo melhor o favoree, par dar-sr quanto be poisivel. era muim; attjatiUdoa, que
EXTERIOR.
Um. i Eim. St. O conselho de salubrida-
de publica vem commuulckr a V. Eac. a suin-
iii dn irt,.i:.n que terede julfco au ulliiuu de Miembro, primeiro trl-
snraira uu quinto anuo de sua creacaoi pro-
cedendo desia uianeira peusa que satislaz o
prescripto no artigo 7 da lei provincial n. 143
que o TOirJtlilo. '**!"'"
8em iatercupfjo alguma, com ardera Mo
Um o conselho celebrado luis seaaBea. falta
loai ai quintas felras, e nellaa os seui mem-
llieproprlo aodameoto ; no primeiro cators-
lo 'os eianies das boticas, que o cooaelho fez
acete trimestre ; e no segundo esl a questao
da conveuleocia ou desconveniencia do enter-
ro no cemiierio ; e no terceiro eit, poreiem-
plo, alm de outroi muitoi, a estallatlca ranr-
tuana desta provincia: por onde j e pode ver
que em todos os relatorios ha sempre um fun-
do que uo he novo, e que nao pode ser muda-
do, poli qne be deste modo que o conselho in-
terpreta litleralineote o paragrapho segundo
do artigo quinto da citada lei, o qual ordena
queieTacain examea frequentes as prlsdei e
casas de soccorruj pblicos: esta ordein de ira-
balhos nao canea ao conselho em faze-la, pu-
r m siiniiiiameiite le entristece de ter de repe
ti-la ein leus relatorios quasi quatro veiei por
anno ; comtudo se nelle ha vetusta ; e repeti-
da materia, ha tambein a nova e frequeate no-
ticia do estado em que aeacbam eslaa reparli-
ces de saude publica, sobre a qual tan o con-
ellio no pouco Intereue.
Quasi deiapparecida est em toda esta pro-
vincia a febre amarella, que reinou em princi-
pios do corrente anno; porm nio completa-
mente estincta; poisque ora um, e muiln de
poli ora outro caso sempre val appareceodo :
aau obstante lito bao conselho nutre a terrlve)
desconanca de que ella reanparecer por-
auanio e esta a triste lembranca que a historia
e aeui apparecimenlo nos ha deiado; e por
isso proema por prevencSo os Hielos de atena-
la. Se anda hoje se nao sabe qual seja a cau-
sa deste phenomeno destruidor que lano inln-
goa a especie humana, sabe-se porm decenas
coincidencias meteorolgica! e topographicas
que ocuuipaiihain-ua ; e no sentido de evita-
las trabaiba o conselho: na ordein daquellas
eit o calor, e uraidade athmospherlca, e na
ardem drstal es tan os depsitos orgnicos em
putrefacto ; s-br-sc niais aioda que no tmulo
te guardara osgermens da reproduccao de va-
lias molestias ; resalla, pois, do que discuti
ento o conselho, e do que Ihe eusina a historia
e os precritoa de hygleue que urna medida ri-
gorosa dirigida a uiua destai causas devia de
er tomada i elle, lem por fnn'corrigir e mesmo
annullar as coasequeuciai do abuso que Ihes
den lugar.
He sabido por todos desta cidade que as pe
Mas encaregadas das covas as igrejas venci-
das por qualquer mcio, que os eocuinbidos dos
enterras einprecarain, consentirn! que nrllas
ie iPplIttasieiii Indfviduoa qae succuiuDiram
da febre, o que fui cxpressamenie prohibido :
este abuso urna vez cominettiJo fcil foi propa
gar-see repetir-se, que pelo leuexeinplo ani-
mando a out'os para o fazer, quer, por nao ler
punido, deinfnuindo o temor da infraccao aos
primelros inlractore; do que resultou flea-
rem quaii, ou indo as coras oceupadas.
Alein dessa pron'bico ha ainda oatva, he
que as covas dos fallecido de peste nio devem
aer aberta senao no fim de 18 i.ezei; pro-
hlbieao que w pecca pelo pouco lempo mar-
cado.
Levada a questao a este pontoo conselho pre-
vio que muitas covas scriaro abenas anda ver-
des, como se costuma diser: 6 que be para o
lempo em que a febre costuma apparecer nes-
la cidade, e faierieu etrgos que se ajunta-
11.un as clrcuinstancias climatricas a iulluen-
cia lio nociva daquella que a Infraccu do ex-
pr esiameutc prohibido deu lugar: e delta ma-
uelra piovado estaque te eucoutrarlalu no pr-
ximo ver3o a etliteucia de dua circumsun-
clas que acompaullam a febre amarella ca-
lor e putrefacao do corpo organieo oada
qual mal nociva, e netc lenlido ajudando
urna a outra.
A previaio do conselho realisou-ie covas
foram abertal c outrai se vo abrindo com ca-
dveres nao completamente dliiolvidoii na
Igreja Santa Rita Nova, urna calacumba fin a-
berta, e logo depois outra, e ambas verdes, o
que obrigou prohibirse o enterro em dita
Igreja; e como he proravel leno certo qua o
mesmo ir succedendo as demais igrejai, con-
vin, pois, tomar ai medidas que sao aconse-
jadas pela observaco e pela hvgiene lito he,
ique desde j se n.iu facain mais enterroi no in-
terior da cidade, devendo ser feitos no Ingar
marcado, e bento para o cemlterio publico i
tomando-ie ai cauteliai precisas para que oja-
zigo dos mortos iria reipeiudo, emquanlo se
nao faiem as obras j encelada!.
Elta medida que o conleibo propde anda
nao fui aceita, mal ella o ser plenamente ie
apparecer a febre, como be de recelar : porm
leinbra que sem ser tarde sua demora podera
at certo ponto Influir e mesmo tomar-se cau-
sa oocalional da mesma febre; Unto porque
ie repellrao os meamos abusos, como porque
se abririo covas fura de lempo.
K ceno que urna polioa mais peiquiador
poderla anda nao so castigar o autore da in-
f,am.S :;2 nmnn ^mn-.l"r nitlrna Wl^lllfl
cons'elho penia que leinpre he melhor preve-
nir, assim como que o veo do esqueciinento se-
ja laucado Mbre tactos deaU ordem; porquau-
lo inuitos delles se achara revestidos de urna
necessidade moramenle justa, e por isso irre-
sislivel para aquelles que pensara deconfor-
niid.de a nossaa crencas populares: entreun-
to se o conselho he asslin condeicendente, nei-
te caio, lleccan ludo era nada declina apw a
medida que apontou.
Alm doi motivos expoitol quiz anda o con-
selho aprovelur-se da dlreccao quecircums-
tauclas iinprevistai a imperiosas obrigar.iu a
populaco a seguir e que em oulras de certo o
povo nao as tolerara fcilmente; na baha le
deu o exemplo, e cinvm delle lber aprovel-
lar-e.
Como cousa inherente a vida do homem do-
ente, c do que elle mais precisa Reste estado,
M boticas desta oldade foram neste treineslre
bem rigorosamente visitadas pelo cooielbo, e
de aeu exame obteve a municipalidade alguiu
prod'jeio. e jy>p!i!;jao ">l! segurausti --sr!
na aaude.
O'Conselho nao ie llinitou lmente a ella in-
dagafo; foi nuils adlante; quix ainda aber
.co> individuo quo admiuiitiavam estes es-
labeleclmenlos eslavam nal condicoes exigida
pela lei e por jiao pedio a illuswe cmara
uinnlcinal n nnm An. hnajearUa. o resiltro de
suaicarUs e a poca emque a obllferaraie^
*9m isto conlinuariairt deseuTreiadamente a ac-
commelier la credulidade como at hoje.
Os irabalhos da repartltao da vaccina teera
sido feitos cora naaalirlilade e apraroveiumen-
lo | o conselho he seVado asilm o crer pelo
numero de vacolnaStos em cada anno e pelos
multiplicados pedidos foram satlsfeitos, nao s por particulares cuino
mesmo por autoridades, e ambas qurixam-ae
de nao ser productiva a vaccina que Ihes vera
do Rio : neste trimestre vacclnaram-se nesu
cidade 250: igual andamento Dio tem a vacci-
na no interior, ai grande distancias, o deleixo
e ignorancia salve teja as causas de leu ara-
lo ueites lugares.
O conseibo ie tem correspondido com os leus
delegados, a quera coiuinunica ludo o que sa-
be, ou pode vir icrutil a laude publica : a
elles tem pedido um relatorlo do occorrido em
leas municipios todos os tres meses, advertin-
do-lhei couio deverlam proceder em suai en
dagaedes; asilra como ordeaou-lbei que ie se
achasaem empedldoi em seus exames ou que
autoridades pouco versadu treipeito dos de-
vere que elle devem cumprlr ie rrfuiaaiem
a coadjuva-loi, inmcdiauuienle partlclpaa-
lem ao conselho, para que ette leve ao conbe-
cimentn de V. Exc. epeca providencial.
O conselho se tem prestado prompUinente
ao convile de autoridades pollclaes para exa-
mes medico! legars, e as meMstaf tem apootado
a que encuitra nocivo a laude publica, e aa
medida! prudentes que devem de ser tomadas
uestes casos.
O conseibo tem posto a maior vigilancia so-
bre a epidemia, porque tena qae ella reappa-
reca, como j disse, e rpidamente seprupa-
gaue : e por Isso leva suas vinas a emoveros
primeiroi focos que vieren ao seu conhecl-
meoto : eassim proceden na exame que fez na
ra daSaozalla Velha, onde encouirou marujos
doenles, que pelo exame qua fax recouheceu a
febre amarella; e todos que drlla estavam
atacados raorrerain: e tu o isso foi rerbal-
mente couimunicado a V. Exc. a quem pedio
varias providencias, aiquaea foram immedla-
tameote dada, entre outra, a de serem se-
pultados estes individuos no cemiteiio publi-
O'i; caio sucuinbissera, o qut aconteceu, e foi
salisfeiu.
Fin inmute Exm Sr. o eoaielho tem entrado
em qucstoei de direito que tlohain ale ent.'in
cado no eaquccimenlo, e que nao ea.Jo devi-
iamente csinenihadis le converterram cu,
porta franca para pauagein de iiumensos abu-
sos. Um ofucial de laude podera curar no Bra-
sil? um cenlncado de collegios de cirurgidei
ter o carcter e a forca de ttulos passados
por academias e uuiver.ldades?
As escolas medca do Arasil estarao aulori-
ladaipara veriflcaremeatei mulos e examina-
remos que com ellei le apresentarem? Sern
validas asearlas dadas aoi farui.cuilcot pelas
cmaras muoielpaes depois da lei de 3 de outu-
bro de 1832, quando j eitavam eiubelecidas
as escolas medicas do Imperio?
Sobre toda! eUI quesles o coosellio pro-
nunciou secontra, depois de haver consultado
ai le! vigentes destas ede outra uaedes: al-
gumai dellai levuu ao conheciiueiito do gnver-
no Imperial; outrai teemsidoexposusa cma-
ra municipal de>u cidade, c de resbluco al-
guma labe at boje.
Deu! guarde a V. Eic. Sala do conselho ge-
ral da salubridade publica, iO de onlubro de
1850. lllin- e Exm. ar. Jos Idelfuaso de Sou-
ta Hamo-, presideule da provincia. Dr. Joa-
suim di Aquina Fonuea, presidente do conse-
lho. Dr. Coime de H Ptrtim, secretario.
Mappa titatilica dm puiotti vaccinada no mu-
nido do Ittcife duran! o Inmtitrc di julho a
mimbro di 1850.
Julho
gosto
Seiembro
Masculino
Feminino
Snos.
Menos deum anno
Da um a tele anuos
De lele em dlanta
Idadu.
Soltciros
Casado!
Arancoi
Pardoi
Pretoi
Indio
blscravos
Eitaoi.
Qualidddii.
Cmdie&n.
Hezet.
89
64
97
250
161
80
88
37
125
238
12
f6
104
57
3
168
82
JVouiraldadM.
Ueclfe 142, Paja i, Uouito i 0, Saoto-Antao
8, Agoa-Preta 8, Garanhuns 7, Una 6, Alagoas
(i. Alagoas 5, Nazarelh 5, Serinhaein 4, Cabo 4,
Iguarass 4, Po-d'Alho 4, Llmoelro ?, Para-
liiba I, Rio de San-Francisco i, Krejo da aladre
de Ueo 1, frica 9, Babia 1. ToUl 250
O&MrwfS".
Foram vacclnado pela primeira vai 250. Ti-
veram vacciuas reculares IOS, liveram pouco
desenvolvida! 9, falhou em 35, nao compare-
cerain 96, foram despeusados de comparece-
rem 4.
Foram vaccinadoi pela legunda ves34. Ti-
veram boa vaccina 14, liveram pouco deseo-
volvlmeno 3,falhou ein 7,foram despensados 2.
F .rain pela teicefra ver. vaccioados 5. Teve
boa vaccina 1, leva-pouco desenvolvida l.uu
oumparcccraio 3.
Neate trimestre nao bonve revacclnacao.
O maior numero de fala crais dadas por
83 recruta que uo comparecern).
Sala das leaadei do couselho geral de lalu-
nrldade publica 10 de outubro de 1350. ur.
Joaquina Fornica.
RA'iO'ES DADAS POR MR. GIIIZOT PARA
NXO APRESRISTAR-SE COMO CANDIDA-
TO Ai LUGAR HE COXSELHEIRO DA
IMSTRCfAO PUBLICA.
fipclco, diz o i i lustre estadista em urn
carta, pode enm succeaso impr ao clero a
universidade orna aceflo commum ; pn-
rm. isto no role ser feito actualmente.
Em gerl quinto mainres e mais disemi-
nadas s.lo em um seculo ou em um povo a
actividade intellectual e a lihe'dade, tanto
mais importante he que sociedade reli-
giosa e seus chefas permanecam estranhos
As tempestades, pulas qnaeg ellas passam, e
qua ss occasiOas de conflicto sejam raras
entre o po-lej-es do mundo a os da religio.
\So convm qua o estado complique as
questoes to governo temporal ja tflo ardnas
e dilllceis, ajuntsndo-lhes quesloes de f e
conllanca. NSo convm que a ig'ejs se in-
tromolta no governo do estado afim de sua-
tentar ahi urna pequea posicilo ; pois onde
ella nflo pnss"R realmente a principal in
Huencia, arrisca mais do qua ganha em pa-
recer participar Mella. NSo ha em materia
de instruceflo publica nenhuma neessidade
absoluta e permanente de estabelecer un
tal communhSo entra o estado a igreja.
uein e n levantar o prohlema difllcil da de-
marcacSo ite suas attribuicOes e direito.
A eilticacilo da garacfln que se levanta, he
um campo naturalmente aberto a todos os
trabalhos, o ha n-lle nm arbitrio natural-
mente incumb lo de escollnr entre m oes -
soas entienhaJas. Pnilosnphos pdem ter
Kiislentado q.ie os meninos perlencnm >n
estado, o qui este tem o direilo de tma-
los quan lo quizer ; governos polem tr ti-
rado na violencia das perseguidas religio-
sas os Mitins do po 1er de seus pas para qu-
sejam o ducados na f da igreja nacional;
porem, taesdoutrinas.e taes actos offenlem
> instincio moral esupremo da rarja huma-
na. Os filnos sflo collocados pela lei de
Heos debaiso da autoridade de seus pas, a
he no circulo da familia que reside o direi-
to natural da educaeflo. Tenia qualquer
cont',it-r esta direilo directamente, e em
principio, declarar que os p >is nSo pode
rSo craar seus linios e deverao envia-los a
estabelecmantos p^ii^ a<<*r "''t\\W'
quer relii;i0c*4. nr-aaT-nm aanu qua ener-
ni o >oiii.', mura repel ir "i ii tal tirannia. Os estaba
lecimentos da educa(3o, distinctos do cir-
culo da familia exisiem somante para suo-
prirsau lugar, e para faier o que ella nSo
j le, nu nflo quer fazer. Ha dous grandes
substitutos, dous grandes auxiliares ti.tu-
rnes do circulo da familia, a igreja a o es-
tado ; a igrej, porque, como a iustruceno
religiosa Ihe parteuee de direito, convm
naturalmenta qua ella d tamb-m a educa-
Cflo moral que esl ISo iniimamente liga
da cotn a iustrurclo religiosa; o estado,
porque como representa a suciedale em
sua totnli lade, he encacegadu de prover a
lodos os inleresses, mories a phisicos que
raclamam sua acQflo. as sociedades mo-
dernas, onde o governo he esencia!mente
leign, e onde a vida civil e a vi la religio-
sa sflo esseiicialmenle indistinctas, a pre-
senta a sceflo do estado no campo da ins-
truccSo publica nflo sflo para esles somante
um direito, senSo lambem um dever. A
corhpetncia livredo estado eda igreja na
educiQSo publica e bem assim a Ivre es-
culla das familias entre os estabalcimen-
t* de ambos, he a ideia a qua os factos oa-
turaes considerados em si mnsmos e inde-
penden lamente de tolo osystema, mais ou
menos exclusivo ou faccioso, evidentemen-
te con liiznm. Circunstancias particula-
res e temporarias, o estado do es .tirito dos
homans, regimens anteriores, a necessida
de de precaurjoes e transieres plem mcv
diflcsr ou retardar a applicacflo desta ideia,
porm, por isso ella nflo deixa de ser a ver-
uadeira e simples ideia, e al posso di-
zer o direito prevalecente nesta materia;
e sempre que sai applicicjlo he possivel
ella dave ser applieada. Ealou convencido
que odia dessa applicacflo he chegado, ou
brevemente chegar pan o nono paiz. 0
priocipipio que serva de base nova lei,
bem como a todas as leis approvadas ou
pruposlas sobre este objeto nos quareota
annoi ltimamente passa lo--, pode ser pos-
to em pratica de muitas maneiras : a direc
;Is ii 5;trus;?o p'jhcs pitS i iiviiiiiia
entre o estado e a igreja sobre condujo-s
mu differentes e em giaos mu desiguaas ;
porem, por neohuma dessas combinafOes
ae obter, nam a paz que se deseja entre es-
les dous podares, era O imperio moral de
que um e outro devem ser revestidos afim
de cumprirem aua missfio.
De que utilidade seria a paz entre o clero
e a universidade, se para obt-la, os dous
corpos fossem enlloca los em urna situadlo
tal que sua aceflo fussa enervada,sua luton-
la le extenuada, sua dignidade compro-
nelti la t N precisamos de muilo mais
lo quo a inteligencia pacifica dos poderes
eslinados a lutar contra o mal moral,de
que nossa sociedade esl sen lo atacada, e
que ameaca apudenr-se da gera(So que se
levanta anda mais que daquella, que'se re-
tira. Nos precisamos dos mais enrgicos
esfurcos, do mais perseverante ardor { e
esees esiurct, rase ardor, esse deaajo de
successo, nao sao combinacoes carrejadas
ie iiegociar;oes de enredos que no-Ios po-
dero dar ; jorm o rgimen da liberdade
real e de competencia entre os mestres da
mocidade. Deaeiivolvain o clero aauni-
rSfi'dada livromtC 10O5 Osbou vi'BS
moraes, cheguem i um aecrdo e traba-I
Ihem eom emularjSn no campo da edoca-
C.So nacional, que ainda assim sempre Ihes
ser dillcil obt-la com successo e em sua
tot-ldade. Ser acaso necessario que en
declare qua por nenhum meio deio privar
o estado do direito de superentendnca
geral, qua Ihe competa sobre tudo o que
cahe dentro de ana alesd* ? Ft" direito
pie ser parfeitamente bem exercito de
manei'a qua nSo cause nenhuma injuria
liberdada r-nl e in l-nen lencia natural
dos dilTerntese8lhalecimanl08 le inat'uc-
co publica, qu-r Iigos, quer reli^io-
*o$. Bem se v, pois que nflo app'ovo
nova lei. Como mali la de transieflo ,
lia p le s-r mil, c al necesaria ; po m
iSo ni parece Imanen como nm syatema
le organisacSo.'nATi como um meio de ver-
la.le ro e duradourocompromisso; cn-icr!-
bo que ella nflo alcancar nam o obj uto
geral de educarlo, nam o fim espacial dn
oaclflcac,So pira o qual foi feita. Po'lan-
to, sou mui pouco proprio para promover
sua exacufflo. Qianto maia considero
tudo o que se est passan lo em torno dn
nos, tanto mais abor ecivel se torna para
mimioila a posit;So falsa, e nada hn mais
semelhante a tuna posqSo falsa, do que
uromover alguem um obra.em cojo mrito
a successo nSo er. He grande Micidads
nara urna pessoa o poder permanecer, nflo
somante por suas accoes.senSo tambem em
apparencia, na vertale do qua pen^a e do-
-eja, e por miaha parle nflo me simo dis-
posto a abandonar urna tal posieflo.
-ERNAHBUG0
PARECER DE COMMISSa QUE SE REFERE
AO UALANCO IM'IIA.
A commissSo do polica encarregada da
xaminar o balanco da receits e despeza
lesta cmara municipal do Rcfa no mez
le se'embro prximo pasa lo, apr^s^ntido
oelo respectivo procura lor Jorga Vctor Fer-
reira Lops, em sesso de 7 de o itubro do
crrente ; tmdo alten'a nenie verificado t fr-
as as partidas da receita, assim cimi os
locumentos das despezascom osrnsuecti-
vos livros cargo di cinta loria achou -os
conformas oom o refer lo balanco, veiifi-
"!an lo u-n saldo nio s dos re.n liment* Ta
nvsmcamafj, m-afcaaaitnrielros queso
ram entregue ao dito procurador para as
obras lo calcamento dos jateos do Carmo
S -Pedro, e cemiterio publico, de ris
1:969,627, o qnal foi apresentado a mesma
oiii ni i ss lo da maneira seguinte :
Em 65 documentos de despe-
zas 3:768 080
Em notas 1:2 ll,517
4 969.627
Pelo qu-jiilea a cnmmssflo que se deve
ipprovar o mesmo balanco dando-se qui-
tacflo au respectivo procurador.
Sala das sessOes, em 17 de outubro de
1850. Pianna. Fermira Est confor-
me. ~ O secretario, ioo Jos l'errcira de
Aguiar.
BALANCO D\ RECEITA E DERPEZA DACA
JtAKA MUNICIPAL DO RECIFE NO MEZ
DE SErEMBKODE 1850.
Rfoeila.
Saldo do mez de agosto prximo
pass.do 387,021
Imposto de mascates e boceteiras
ns. Il7ell8 4.000
Cor leacoes e licencas ns. 118 a 133 105,510
praca da Independencia, ns. 6*
.74 831.729
Casinhis di Soledade, n. 3 ISO.OuO
Ditas da ribeira da S.-Jos, ns. 21
31 3:118,800
Tainos doa acougues pblicos,
ns. II a 31 5U.700
Multas da freguazia de Smto An-
tonio ns. 293 a 331 172,000
Ditas da freguazia de S.-Jos ns.
102a14l 243,000
Ditas da freguazia da Boa Vista ns.
109 a 114 84O0O
Ditas pela subJelegscia do Recite
n 22 O.00
Ditis pela subdelegada da S.-Jos
n. 21 24.000
Ditas pelo jury n. 3 15,000
Imposto de afericjlo n. 4 2:900,503
E straordinari ns. 3 a 5 170,000
8:794,3l
Dtiptza.
Ordenados do mez de agosto pr-
ximo passadon. 12
Jury o eleic/ies ns. 11 a 13
Gustas criminaes ns. 8a 16
f.uzes para a cadeia, n. 3
Dcima dos predios municipaes
n. 1
Expediente ns. 8 a 12
Evenluaes, n. 98 .
Extraordinaria, os. 14 15
Balanco a favor da reoeiti
989.290
237.n0
507.660
43,410
734,317
2i>8,033
13 0U0
1:723.314
4 456,044
4:338,237
8.794.381
Ca/famwW itoi pateos ao Carmo
Saldo do mez de agosto p. p.
Recebido do cofre em 10 de se
tatabro
Dito do cofre em 30 de setembro
214,800
500.000
500,000
-.....ou
------5


1

V -.
-

"
s
tHM
Despea feita em todo o me2 do
alambro p. ji.
Raido a favor da receita
Cemilerio publico.
Sald do mez de agosto p. p.
ecebdo do cofre em 10 de se-
tembro p. p.
Despendido no mez de setembro
p. p.
Saldo a favor da receita
160,560
366810
527,370
Cmara municipal do Itecife, 1.'de outu-
bro da 1850. O procurador, orge Helor
Ferreira topes.
JUHYDO AEGIFE.
3.SE8SAO ORDINARIA DESTE ANNO.
Presidencia do Sr, Dr. Neiva.
A's onza horas da minhSa, feita a cha-
mada, acham-se presentes 39 Srs. ju-
O Sr. Presidente abre a sesslo.
Snii prpgoa O Sr fru dente : Vai proceder-ge ao
sortMo do concelho, que tem dejulgar o
reos presantes.
Sorteado o concelho, sflo esc dhiios o
Sis.: Candido Tnomat P->reira Dotra, Ber-
narda da Coala reixoir, Dr. Jote B Galvlu Alcaifurailo, Joflo Arcenio Barboza ,
Jouq-iim M**a da Silva, francisco Mime.tr
de Alm-i la J inor, Jos G >ncles Torrea,
Jos Arromo Fe reir, J>aM IUoikmI Ignacio de l/liveira Loh.i, Jilo Ma-
na ele Albuquerqua Oliveira e Francisco Jo
so Vianna, os quaes prestam o jurameuto do
oslylo.
. Primetro reo.
Interrogatorio.
luizComo se chama ?
A'"--Cliaino-iiiii Jo-.
luit < liare ou escravo *
RtSoa escravo-
Ja*- De quem ?
Reo- Do Sr. Augusto I.emenha Lins.
Jai -Porque f.n preso?
Jletv-8r eu fui preso, porque, estando
era easa, nrau Sr. mandou-me levar urna
chive, e paasaniio pelo fundo do sitio, v
um b.-rulbo, a 3 t>essoag dentro do s lio d.
m*u Sr. daudo no prelo Fraucisco, quando
fui cheganjo para apartar o barulho, veii.
um mulato, a deu-me urna cacetada ; eu
entflo tomoi-liie o po, e dei-lhe taubem
urna pancada.
JuiaComo sechamav esse prelo .*
f'eo--Chaiiiava-SK Francisco.
Jaia-Quantas pessoas erain ?
Jteo-Eram 3.
Jais-Comoaechamava quem llie deu ?
JWo~NSo, aei, ulo Sr.
JaisEra escravu ?
f-t NSo sei geera ou nio.
Juio-c.oab'ensnu} -puna Luiz-ejcravo do
Inglez Frederico Youll? -------- -
K'iNSo connecia, nSo, Sr.
lapaMe deu ui-sse prelo tambera algu-
Dias pancadas ?
Meo NSo, Sr.
Ju'5--Essh preto Luiz achiva-ge nessa oc-
casio nesga barulho ?
r-Achava-se, sim, Sr.
JaisNao vio se alguem lhe deu ?
Reo Senhor, nao.
Jmz -NSo o vio ferido, deitado sobre o
cb&o?
/feoEu vi ella deitado.
Ju'-Mas nio vio se eslava ferido ?
o-Niio, Sr.
Jais- Sabe se elle he vivo, ou morlo ?
Seo-NSo sei dizer a Vmc.
Jai*Nunc ouvio dizer que elle tinha
fallecido ?
co-MSo, Sr.
JaicLeaibra-sedo dia em que leve lugar
ess< deordem ?
JrVo-Foi em Janeiro deste anno.
Segundo reo.
Interrogatorio.
JareComo se chama ?
HeChamo-oie Francisco.
Ja3- He livre, ou eacravo ?
MtSon escravo.
Jais-Ini quem ?
Reolio Sr. Caelano.
Ja-P.irque fui preso ?
Uro-Fui preso, Sr., porque, indo armar
um curador deroupa, armaio-o longa 4-
cacimba, porque aatm n>'o linha mandado
inhiba sen hora ; quando eu vollei achei mi
nha parce r* fallando, porque eu linh* ar
mado u cndor le<>ge ; a lamben, fallei :
d'ahi v>-ni o frilnr ilaaitiodo liif-lez. qu>
disse : n-g', t s muilo airevido em es
tares iiearoinpou :o a negra dianta de ho-
rnera : eu entilo disse-lhe : Sr eu nflo
lia nudas Vn C e t O Sr. gn acobarda viu-
do lomar vangua'da pel negra. No oulru
da ininha sennora maiida-ino ao rio bus-
Car un| balde d'.got : eu achoi a negra la-
vando loupa jumo ita Cacimba, fui dizer a
niiuha sei.hoia, e ella luinou a mandar-me
diier a arara, nua nln I.. r-j'.-p: !: :
entSo vrin do ailio do Inglez um negro cuo>
mais ut os 2, ediz-me : negro, l hun
lera fallaste dti porluguez, agora apauhas
sempre ; e elli rarn-nu- o pao, eu uflo ti-
nha nada ; enUo arrauquei una eataca da
cerca, que C negro tinha, e deu-lhe urna
pancada coa ella...
JaisE eoaoae chamava esse preto?
l>oNo vi, n9oar...Ao depois vem o
failur ci.ni nal um mulato, e fui quinde
chegou aquello que cala alli (aponUndi.
para o parenro j para apailar o barulho :
emSo o feltor chamou pelo Julio, e disse :
Coi re a casa e vai buscar o meu baCamar-
te. Nos entao corremos.
Jan-Como se chamara esse negro que
deu esa seu paiceiro.'
Raofjuem deu foi um negro, que eu n&o
sei do no me ; foi o mesoio que cabio.
Jai -Sabe do nome desse que cabio ?
AeoSenlior, oto.
jutasabe se esse prelo, em quem vosee
deu a caeetada, morreu ?
Seo-tltO aei dizer: eu fui para a cadeia
logo de larde, nSosoube maig nada.
imif Nunca ouvio dizer se elle tinha
riluiliuO i
HeNSo, Sr. fui ver jurar teilemunbaa
as nSo me disseram que elle tinha mor-
950.22n fido.
2*,570 Findo o interrogatorio, So IMasaa ecas
lo rrocesso e seguem-se as llegacfles pi
1:914,800 i contra oren.
OSr. Presidente faz o relatorio da cansa,
e enlrega ao concelho os seguiotea
QumilM,
Qaanlo ao reo os. Primeira gueitao.
i.* 0 roo Jos, eacravo de Augusto Lema-
nha Lins, praticou o fcto, de que he secu-
tado de ter feito offensas physicag no prelo
l.uiz, escravo do Inglez Frederico Youll ?
2. Essas offensas form graves?
3. Ds offensas, que o reo fez no preto
Luiz, lhe resullou s morte f
4. Existem circumslancias allenuantes a
favor do reo?
Segunda questaO.
1. O reo Jos, escravo de Augusto Lame-
nhaLins, praticou o fclo. de qu> hesecu-
sade, de'ter feito offensa physicas no preto
lofio Francisco ?
3. O jury reconhece que o reo praticou o
factn, de que be accusido, em defesa de sua
pasada.
3, O jury reconhece a certeza do mal que
0 reo se proDoz evitar .'
*. O ju'y reconhece houvea falta absolu-
ta da ouiromaio menos prejudicial ?
5. U jury reconhece nSo ter havido da
arle do reo provocarlo ou delicio, que 0Cr
easionasse o conflilo t
t. Existem circumstanciss attenuantes a
favor do reo t
Quanlo ao reo Francico. Primeira guestio.
i. Oreo Francisco, ascrvo da Ca tao
Francisco de Birros, pralicou o (acto, de
pie he acensa lo, de ter f-tilo oft/)na* phy-
icas no preto Luiz, escravo de Frederico
Youll ?
6. Essas offensas foram gn ves ? .
8 I) ssagolT>nsag. queo reo fez, resultou
1 mivte. mi offin litio .'
t. O juiy reconhece que o 'reo pralicou o
fado, da que he aecusado, em defesa de sua
essoa ?
5. O jury reconheo que houve falta ab-
soluta de nutro malo menos prejudicial ?
7. < j i .y reconhece nflo lar havido da
arte do reo provocarlo ou delicio, que oc-
cagioiasse o conflicto ?
8 Etisiem circumslancias allenuiutes a
favor do leo?
Segunda gueilio.
1. O rei Francisco, escravo de Cinta no
Francisca de Barros, praticou o facto, de
pie he aecusado, de ter feito offensas pby-
ics no preto J.iSo Francisco?
9. O jury reconhece se o reo praticou o
f 'em, nessua?
3. O jury reconhece a certeza do mal que
i reo a pro (O i evitar ?
4. i) jury reconhece falta absoluta de ou-
tro mem menos prejudicial?
5. O jury reconhece nio ter havido da
i le doro provucacSo ou delicio, que 0C-
cssionasse o conflicto ?
6. Existem circumsloncias allenuantes a
favor do reo ?
O jury, voltan lo da sala das conferencias
2 duas horas depois de se ter a ella recolhi-
f-Tttr+attfMS pela fdrma seguiute :
Qadiilo ao rio ot.
1.* queslto il> pn.icira qu'stao. nao por
nnaninidade; 9 3.*, ndo|por uoaoimidade ;
l., ido por unamiiiidade.
1* quesit da segunda quesillo, um por
7 votos ; 2.'. lia* por 8 ; 3 tim por unani-
midad ; 4 ', aiat por 10 vulos ; 5.*, iim por
II ; 6", nao porto.
Quanlo ao reo Francisco.
1.'qnesito da primeira queslio, um por
laiiimdade 2.', t'm por uuanimidade ;
Existem circumstancias attenuantesja fa-
vor do 'o ?
O cnnselho, recolheiulo-se a sala de las
confe'eneas volta pouco depnjg, resnon-
lenloainrroalivamenle e por unanimidade
a todos os quositos, e declarando existir a
circumsUncia attenuant" do 3 do artigo
18. C joiz a vista da decisSo absolveu o reo
e levanton a sessSo.
ini B.ccirB, as o orrroaao vj> lasa.
O sjornaes nua recebemos do Porto pelo
britrue arartn F/ia, entrado hoja', alcanc a 16 de setembro ultimo, por consaguinte
s6 adiantaiu tres das ao* qus linhamos, e
nflo olTeecem nuvidad que mereoa men-
guo. Ficava k carga para este porto o bri-
gua Fiar da Mata, mas nflo tinha dia de
partida.
Correspondencia.
3 ', sim por unanimidade ; 4 ", sim por uua-
nimidade ; 5.', sim por 9 votos; 6., aiai por
8 ; 7 lia por II ; 8.*, ni por 10.
1.* quesiloda segnnda quetlSo, nao por
unanimidade; 2, nio por unanimidade:
3.*, ndo por unanimidade; 4.*, nio por nna-
ni'uidade ; 5.a, ndo por unanimida le ; 6.a,
ndo por unanimidade.
OSr. Presidente absolve os reos ; appel-
lando, porm, para o superior tribunal da
relacSo quanlo ao reo Francisco.
Eucerra-se a lerceira sesa&o orJinaria
.leste anuo.
Rtcl'/icacao.
O interrogatorio feilo so reo Guilherme
Rsymundona sessao do dia 4 do frrente
osquc-itosapresenlados ao conselho que
o devia julgar, foram fetoa pelo modo que
si seguem, e mo como, por engao, ge
acham declarados no Diario a. 926 de 7 do
crrenle mez.
Jai*Como se chama ?
/Mo--Cuilnermeltymundn.
Jm'sSabe porqne vem a este tribunal ?
Reo-tiia Sr.
' Jai*Quando fei preso, e porquem pro-
c ssado ?
Ho- Fui preso em janei'o, e processado
jeloauhdelegado do Hecife.
jNi*--Conhecea Leandro de Souza ?
Jieo-CoiiheQo-o de visla.
JaisTeve com esse Leandro algums des-
uara no oia em que foi preso, a nessa oc-
casiflo o ferio ?
Heu--0 Leandro foi quem fez a dewrdem,
e della por laso aahio ferido.
Jaislleu naaae Lean iro algumas bofela-
leo-NSuSr.
Jai*-Coai que instrumento ferio voce a
Leandro de Souza ?
ReoO iusirumeAito que nessa occasiSo
euimha, era uuia pequea faca cum que
me acbava concertando urna reda.
Jui:-Em que lugar foi preau
Rio- Em mimia casa, em Fra-de-l'ortas.
Jais--Nessa occasiflo uu llie diaserio por
que o [ni ii liam ?
Reo -Nao me lembro.
Uuesilua apieaeutados ao concelho de-
pois da aecuaacao, defesa e lelaiurio da
cauta.
I." O reo Cuilherme Rayraundo, pratirou
o f.cio, de que he aecusado, da ha ver leilo
ufleuaaa pby>icas ua peasoa de Leandro de
Souza.
2*o jury reconhece que o rea praticou
o fado, ue que be aecusado, em defega da
prupria peasoa.
3.* o jury reconhece a certeza do mal
que o r se propoz eviiar.
4.* O Jury recunajece que houve falU ab-
soluta de o.mu meio menos prejudicial !
5." O jury reconhece alo ter havido da
pane ao ieo provocaeflo, ou dilicto, que
occaaiomsse o conflicto!
Illm. a Rvm. Sr. Ptdre Miguel do Sacra-
mento Lopes Cama. -- Antes da lado sou
ciisiSo ; ese algumas de minhas palavras
mal interpretadas, d1o de mim outra ideia,
essa ideia he falsa ;e se algumas de minhas
nalavras no sea tonudo g-muino Ozessera
quo de mim se baja tal ideia. eu me desdigo.
Mas, eu nSo craio por ora que minhas pala-
vras autorsem ainguem, quar as tome no
seu genuino snntido. quar as invarta, a de-
clrar-me, nem suppor-me menos christo;
mas, e ainia assioi tal me supode e me
declara, eu lhe perdo, porque l l>;ot po-
lo julgtr-me.
Sr. Kvd. padre, haveis-me dado a par da
muita honra, muilo prazer com a vnas* res-
po.sta ; e ainda que ella saja uma recusa da
eotiblira seKuir mala seria discussSo -
cerca da homre ipathia, liareis de consentir
que mais de es.iaco vos replique no Medico
do Povo, quetemdeMhirquarla-feira e nos
seguiutes, que regulirmenle sairflo a
quartas-feiras a sahoados, emquauto eu me
demorar nesla ci lade.
A respeito das trullas da cari lade vos di-
rei, senhor. que nflo tem ellas nenhuma re-
lacSo com a homoeopslhia, supposto que
em rein d'Auatna, e em diversas cidades
d'Allemauha hospilaaa ha. em que a ho-
iCBOpathia se administra exclusivautenle
e os doeutas sflo servidos pelas irmlas da
can.lade; e alna morlandale he extraor-
dinariamente menor que u'oulros hogpi-
laes. Mas no Brasil as irmSas da ciridade,
que ja vteram, oceupam-se na cidade de
tfariaiina em Minta Ceraeg, a servir elu-
car mullas orphSag pobres, para s queei 0
Exm. Sr. hispo de Marianna, homein de
exemplar viriude, forca de sacrificios es -
tabeleceu um azilo; e as irmlas que vie-
ren] para a Bahi i, irlo serempregadasno
raesmo sarvigo em favor de outras orphlaa
pobres; e as que vierem, se Dos quizere
vos hosajudardes, para Pernambuco pro-
vavelraeule hilo de vir para oceupar-se no
mesmo trabalho, valo que neata cidade
quaai pode dizer-se que uflo ha um hospi-
tal. Ja veles que So tem fundam-nio ua
escrpulos de ligaoao antre a nomcsopalhia
o as irmSas de Cari faifa. Hoftn-v.a anida
uma vez que nos ajudeis a trazar ao Brasil
laosanta inslituii;! > na qual nSo temos nos
absolutamanle uauhum interesae particu-
lar, sendo i o daejo de ver prosperar o
Brasil, que aempra consideramos como se-
gunJa patria uossa, o nico incentivo deste
iiosso querer,que ha de ser vossu tambera.
Dignal-vos aceitar a expressSo mais sin-
cera de meus respeilos e estima. Jado
Kicsat Marlimi.
V. C. no Itecife, 95 de outubro da 1850.

Hiato Aguia Brastleira sola.
CONSULADO GEHAL.
Itendimento do dia 25.. .
Diversas provincias......
1:695,450
4,000
I:699,430
EXPORTACAO.
Despachos martimos no dia 95.
Ais, brigue braallelro Aero, de 193 tonela-
da e i/4, coudui o acguinie :
2 canai e uin fardo dlveraat fiiendn, urna
caita t uma barrica inercadoriat, > inalat fa-
eadat e d'lat, 2 pat de ferro e 3 ch ipot de te-
da, uma ancorloc umgarrafo com 14 medi-
das de agurdente.
RKCEBEUORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Itendimento do dia 25.....182,349
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendlmanln dn dia 25..... 1:161.421
MI
Movimeuto do porto.
Navios entrados no dia 93.
Psrahiba-3 dias, biite nacional Espadarle,
de97 toneladas,mestre Victoriano Jos l'e-
reira, equipagem 4, carga toros de men-
gue ; a joaquim de Oltveira. Passageirog,
Jos Ignacio Pimanta, Manoel da Silva Ne-
v*, Manoel Jo* de Paiva, Jos da Silva
Nev*. Vicente Jos da Silva Lima.
Acarac pelo Asa14 dia do ultimo po'to,
blate nacipnal S.-Joi, de 45 toneladas,
mestre Jos Manoel Rodrigues, equipa-
gem 4, carga sal; ao mesmo mestre. Pas-
sageirog, Thumaz Joaquim Coelho, Fran-
cisco Antonio dos Santos, Jos Flix Mos-
couzo Salgado, a 1 escrava a entregar.
Porto39 das, brigue porluguez Mari-Fe-
ht, de 166 toneladas, capillo Lourenco
remandes do (armo, equipagem 16, car-
ga vinho e mais gneros; a Antonio Joa-
quim de Souza Ribeiro. Passageirog, us
portuguezs Joaquim Barboza de Souza e
sua senhor, Antonio da Silva Moutinho,
Custodio Jos Rodrigues deOllveira Vei-
ga, Joto Antonio Soares e Hita da Costa
(prets.;
Natos taidos no metmo Jta.
Parahlba Hule nacional Paraktbano. mes-
tre Nicolao Francisco da Costa, carga va-
rios genero*. I'asstgeiros, Cypriano An-
-lorito Rodrigues, Jlo Pereira de Aguiar,
JoSoJosCezar, Uinbelina da Conc-iiclo.
ParahibaLancha nacional Nova-S.-Crus,
mestre Antonio Minel AITonso, carga va-
rios gneros. Passigeiros, Jos Antonio
Pereira GuimarSes, Nicolao Barboza Mon-
teiro da Franca.
Observaco.
Aooareceu vindo do Ags o brigue nacio-
nal Sagitario, capillo Jlo de Daos Pereira,
o seguio o seu destino para Sanios a o Itio-
GrauJe do sul.__________________
Declaraco.
Publicaco pedido.
Illm. Sr. Dr. Francisco Rafael de Mello
Reg. Deaejo merecer-lhe o especial ob-
sequio de dizer-oie ao p deala. com a fran-
queza que o caoicteris qual f"i o com-
purlameuto qualapresontei durante o tam-
po que adminii
da qual foi V.
em chafe, sala
niaueira gatisfaj
mim exig.los,j
nnmia possivelf
dinheirog, que
zea passtvain
precisa dos
Espero, qua|
me esse lestea
do-me que poli
quando, e oo.il
sa hypolhese
meus agraaeuil
. I'rumplo par|
so-rae da aer. I
e obrigado. |
Sua rasa, 21
Illm, Sr. MaJJ
Saliafazeudo
Jevo dizer-lhe
que me achei
rector della, e l
lypogrsphia UniSo,
seu habilissimo redactor
mu, ae prestel sempre de
ra todos OS servicos de
Jnvolven lo a maior eco-
deslribuiQflo de alguna
[ minhas mos poucas ve-
manter a regularidade
^sbalhos sera disperdico.
nio ge recusar de dar-
i da vrrJade, permiltin-
pie prevalecer-me como,
fr conveniente, e nes-
j lhe hypulheco os
fue Ibe fr preslavel pre-
S. ltenlo generador
I Rodrigues do Puno.
ulubro de 1850
Rodrigue* doPasso.
e de mim exige V. S. ;
e durante o lempo em
lyoograuhia como di-
r da Vniao, obaerve
que V. S. piocurva sempre aer exacto no
coinprimeiiio de seus deveres como admi-
uistradur; rt-sultasdo dani que sempre
liquei aausteilo) COID das incumben-
cias seu cago. Devo ainda era abono
verdade deca i ar que o zelo que V, S. leve
pela economa do* dioheiro* que paasevem
por sua mo, eoiioorreu poderosameuta
para reduccao daa deapazat que ge operou
no mezea em quasarvi cora V. S.
IHraaa minha daclafaclo poda V. S. fazer
o uso que lhe fdf conveniente. De V. S.
aUeino venerador Aullo obrigado. Fran-
ci.co Huphoet di litUe Reto.

OUrtiiM&tflolU.
ALlANDfiCA.
Iteudimentododie .17.425,841
bttearretam Maje 21 de outubro.
Brigue purtugue CoHfttifo ue Marta
inercado/ia a MbolaS-
Brigue /Jara Fifi* eebolas
Brigue Gynthia ~ farinha da trigo,
brigue Hmma baoaltiao.
i'alacho porluguez tspiqus de Beirii
mercodoriaa e fexe* abatido*.
Barca americana Conrad- fartnba e bo- dado entregar, pdem maudar recebe-lana
Uolnalii, jsobreditsloja.
Perante o conselho de adminislracfln
naval, lem de contratar-ge a factura da 15
fardas a 38 calcas da pao agu, 173 calcas e
outras tantas camisas de brim Inglez, e a
coraora de 85 lencos de ceda preta psra
gravatt, 173 parea de sapales de cauro de
vaquis de duas solas, para pagamento do
metre vencido as praeas do corao d
imperins marinheiros destacadas a bordo
dos diff rentes navio* la guerra surto* ao
porto; porta nio convid i-se aoa que inte
reasarem am dito fon cimento, a compa-
recerera as 13 hora da maubfla do da
Avisos martimos.
Para Lisboa n brigue porluguez Coneeioa
de Mara, pretenda seguir -por todo o rnez
de novembro, por lera maior parte da car-
ga promota, quam no mesmo qu'zer carre-
jar ou ir de paggagem, dinja-se ao* seus
consignatarios Thonuz daAqu'no Fons-ca
* Filho, ra do Vigario u. 21, primelro
indar, ou ao capillo, os praca
Para o Rio Gran le do Sul, segu com
hravidade a escuna nacional St
capillo Manoel Pereira deS, asate algo- .
m a carga e eecavos a freta, a fallar com
lolo Francisco da Cruz na ra da Cruz,
ii. 7.
Para a Baha pretende aegulr viagem
com brevldade a sumaca nacioual Carila,
mestre Jos Goncalves Simas : para carga e
oassagairos trala-se com o mesmo mostr,
ou com Luis Jos de Si Araujo, ra da Cruz
numero 33. '
Para o MaranhSo e Para
segu, com a mlior brevldade povslvel, a
escuna nacional Emilia, de | he eapitlo
e pratico Antonio Silteira Mlel Jnior':
quem na mesma qolier earregar ou ir de
paasagem, entenda-se com Jlo Carlos Au-,
nuaio da Suva, ou cora o cauiSo, ai via ua
Cruz, armaiem n. 13.
O veleiro e bem conhecido patacho na- -
clonal Alfredo aegue viagem para a Bahia
t o dia 80 do crrante, impfetartvelmeo-
te, por ja lar a bordo dow (arenario sen
carregamento : para o rosto da carga-e pas-
nageiros, para os quaes oBiereoa excellen-
les comrnodns, irala-se com o capito, ou
na ra do Vigario, n. 11,. jfscriatwrio de
Francisca Alves da Cunba.
Para o Havre pretende sa-
hir, na terca-feira, 39 do correntc,
o muito condecido brigne lranoez
Beaujeu, s recebe passageiros,
para o que lem excellente* com-
modos.
Para o Porto segus viagem, com mui-
ta brevidade, o bergantn portugus S,-
Hanoel-Primeiro, capilJo Jos Francisco
Oarneiro : quem no mesmo quiter earregar
ou ir de passagem, dirija-ge ao dito capillo,
iu ao seu consignatario, Manoel Joaquim
Ramos e Silva.
Psrs o Porto, Figueira a Lisboa segu
viagem, com toda a brevidade. a galiota
portugueza u;Uawa, capillo Jola Vieira :
quem na mesma quizar earregar, dirija-se
ao dito capillo, ou ao seu couaignauno,
Manoel Joaquim Ramos & Silva.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- -- --.'
Leilo.
do mez vindouro ni
muaadead* amoslrai
lectaal
os pjataMnteg d
>ado as hora do ex _
am lelos daa fardas, caleai
Sala daaaeagOes do con
nbra
creljro, CMetOtto Sanli
de sua* sessOei
propostas cum
'i i podendo
ao almoxari-
I para verem o*
camisas.
da adminis-
H850 -O se-
Theatro de Santa Izabel.
97 a RECITA DA ASSIGNATURA.
Hoto, M de outubro de 1850.
Reprasnntar-se-ha o excelvente e muilo
applaudido drama em 3 aclos
A CARGAI.I1ADA.
Depois da represantaclo do drama, oa ar
listas Raymundo e Joanna Januarit, canta
rflo o duelto do
Alelrinho e a pobre.
Terminar o espectculo com a graciola
OIRMAODASALMAS.
Altenc.no
Ordem lerceira do Corma.
Pedimos encareodemantea todos os ir-
mos prafassoa, que comparecam na or-
dem a manilla f 27 do correte ) as 8 Doras
lo dia, psra com asaistenci* do Sr. Dr. jaiz
la capailas, tratar-se da nullidade com que
foi feita a elelclo do prior, preleriado-e
com Ha os estatuios di ordem. Esta quea-
tlo pertence a todos, a por isso estamos
parsuadidos que nio denarlo da compa-
recer.
ATTESC\0 !!!
O scrivlo da Irmandade de N. S. da Con-
c.eico da Cnngregacfio, lendo por ordem
irmfio juiz, e da conformida le coa* o
frca,
Comecari s 8 horas.
Os bilheteg acham-se a venda no lugar do
coalame.
Publieucoes litterarias.
Para qnantoa presaiu a rellgio,
a piedade e oa bona eoatuinea.
Sahio finalmente luz oj annuneiado
oousculo cora o Ululo Observncdea erl-
tleaaaobre o romance do Sr. Eu-
genio Sue, o Jinleii Errante, onde
se mostrara aa irapituiaiiea, e o rancor oetla
obra contra a sscrosancta religilo da naj-
aos paia, e faz-ae a victoriosa defeza da
mu digna, a prestimosa companhta d. Je-
ss. Veode-se em S.-Antonio na luja do li-
vro azul, no pateo do Collegio, a na Bot-
Vista, botica do Sr. Gameiro, a del lustOeg
cada exemplar.
A famosa liclosobre a pena de morte com-
poata, e dictada na uuiversida le de Pisa pe
lo respeilavel Carmignani um do* maioreg
criminalistas da Europa, esla Ira luzida do
italiano em vulgar peiopadre Lopes Gama
Vende-ae em santo Antonio, na luja de II*
vroa que foi do fallecido Dr. Coutiuho, na
esquina do Collegio; no bairro do Itecife,
ua luja de livroa do Sr. padre Ignacio; na
Boa-Vala, na botica do Sr. Gameiro; em
Olinda, ra do Amparo, botica do Sr. Ra-
poso. Preco dez tostoea.
--Sabios luz o urania Arco-V'crde u
a Gloria dos Tabayrs, e detia obra
apenaa realam 94 exemplares s dispor, oa
quaes se acham a venda na livraria da pra
ca da Independencia, na. 6 e 8, a 9,000 rs
us Srs. qae subscreveram, e a quem poi
aa ianorar a sua morada, nlocn im m
. 0 corretor Oliveira Tari leillo em um
lote, por man lado a em prsenos do II-
lustriggimo Sr. Dr. juiz- do civel, escnvlo
Molla, da todaa aa existeute fazenda* da lo-
|i e armado degta, penhoradaa patos ere-
lores de Manoel Jos de Souza ; s*bhsdo,
21 do crrante, s II horas da mannla. am
ponto, na referida loja, sita na rua,do Quai-
madii, n. II.
Avisos diversos.
do
arl. 48 do compromisso, convidado a lodos
os irralns i sa reunirem em mesa gem 00
>toi)ingo9i) do crrente pelas 10 horas da
manilla, afim de se procadr a eleclo da
mesa nova; sb modo ae adnirou de ver
qna achando-ae a jgreja abarla deade aa
horas at ao meio-dia, nflo apparacegsam
s-nflo os irmflos, thesourero," 04 msanos
Franciaco Ignacio Ferreira Dias a Jos Jua-
quim Dias Pinto de Magalhfei e o irulo
Joaquim Vieira Coelho, ao lodo cinco .'.'.'
Poriaso.de novo sflo canvidados todos oa ir-
mfios.e com especialidada os irmlos juiz e
mesarios, a comparecerem ao da 27 pelas
lOhorssda manhla no consistorio da igreja,
afim de proceder-ae a mesma elai(3o, do
contrario o mesmo escrivflo de accolo com
o irmflo theaoureiro, paliar entregar a
igrefa e guag alfaias ao Illm Sr. DjvJuiz de
cpellas, ao qual prestarlo Suss tontas.,*) se
desonersrflo dos seus lugares ; pois que ua
realiJade admira que em uma Irmeadade
em que se cootlo mala da sriscentqs Tr-
asloa nflo baja 111 comparecido genio cinco 1
E os mesaroa .' 1.' Que julzo far o pblico
do samelanle abandono/ Dir que a irman-
dade be pobre, nio tem patrimonio que
possa aer aesiruciado, e na easa a rasflo da
alo haverquetn aa d ao trabalho de com-
parecer. 0 eacrivlo por n, cotifh que tan-
to os acluaa* sne* mflos, nflo consentirlo que o publico conti-
nu a fizar semelhaute juizo nosia ir-
mandade, nem que por sua cauta aaja aban-
donada a nossa capella que unto sacrifi-
cios lem costado, hoja que se acba provida
da quaai todo o necessirio am aer preciso
mendigar favores ; o qua decerto alo
acontecer se como espera o etcrivfln, todo
comparecam a eacolheram para aovo."
sano* ir jiflu que por sua pogieao social
leem pleua garaulia da etlaUelidade i
prospenda Je da raoluor.(U^Hmdadeii por
sua vocaclo.
- iTeciga-sa da urna asas par comprar a
cosinuar : aa roa da Cooceiejo da Boa-
VisU u. tt.
__O Sr. acadmico Lobato Jnior dn Mi.
rauhlo, queira apparecer a na da Cadeia
lo Saulo Antonio o. 13, a negocio qua uflo
goora.
-- Jos Lina ds Cunta faz ver so reg
lavel publico que nio faca negocio
nwa lelra da mi
vor de Manoel* Joaquim Pereira Lia, cuja
lelra tem erabaraco.


1
w

' ,.-----
MI
SOrjEDAMi APOLNEA.
A commissflo adminlstractiva di soci*da-
dcAoolim.1. tem marcado o da 9 de no-
vemhrr poximo futuro pr ler lugar ul-
tima partida do corrente anno, e convida
eos Srs. socio tara remetieren) as propos-
Us para conrdsdos at o di 29 do correte
oiituhro.
No dia de novembro tem de s*rem ar-
rematabas na porta da casa do Sr. Dr. joiz
de orphSos, as rf rida das casas segoinles :
uma caa terrea na ra Direita n. 106, uma
dita dita n rrsma roa n. 114, um sobrado
de dous andarla no rateo do Terco n.137,
uma rasa Ierres tas Cinco Ponas n. 33, um
dita dila na misma rus n 55, um sobrado
de um anrtar na rua Augusta o. 73, um dito
dito oa.mesma rua n, 78, um dito dito na
ni'.ama ra o 80, um dito dito na mosma n
91 uma casa terrea na ra do Alecrim n. 10,
uma dita dita na mesma ra n 19, uma dita
dita na mesma roe n. 14, uma dita dita
ni mesma ra n. 16, uma dila dita meia
agoa na ifima ra n. 18, uma dita dita na
MMk* ra n. II, uma dila dita na mesma
ratH.-, una dila dita na ra dos Acougui-
Bhoa n. 16, uma dita dita na ra das Agoas-
Verdes n. Si, urna dita dila na ra de Hur-
tas n. 78, uma dita dita na ra do AragSo n.
14, uro rniaeni na ra Imperial n. 60;
as quaes vana praga a requerimento do
tutor dos menores fllhos do fallecido Jos
alaria de lazos Muniz, e he a ultima praga.
Raaa-se ao Sr. A. II. R S. de mauda
pagar 06,900 ris, a roja de ferragena d ra
Kova n. 16.
A junta de cavados rudados que se an-
nuneiou t venda.no dia quinta seita-feira,
por inconveniente icou para boje aabbado.
das 10 al as 2 horaa da tarde, no mesmo
lugar j se annuncido.
Quem quizer comprar uma caga cita no
Porto da Madera ero Beberibe : dirija-ge
ra da Santa Cuta defronte da ribeira da
Boa Vala, a fallar com a dona, caaa n. 54
i Roga-se a Sr.JoSo R-rnardmo de Vas-
concilios Coiaabra,que foi ajudautedo corpo
policial e eajpreitado no arseoal de guerra,o
obsequio do ilirigir-se ao porleiro do arse-
nal de marinha, uildeannunciar asua mo-
rada, fim de Ihe ser entregue uma carta de
sua familia vinrta do Rio de Janeiro.
-- p oiUvo batalhSo de cacadores neces-
sita contratar para os roezes de novembro e
dezembro do crrente, oa seguintes gene-
ros: carne verde, dila secca, loucinho, ba-
calho, azeite doce,vinagre, p8o de 6 oneas,
fi'iiiha re mandioca, fejfto, caf, assucar e
manteg, todo de primeira qualidade ; o as
pessOS que e quizf rom pr0por a fornecer
queiram compaiecer lio quarlel do Hospi-
cio, no dia 30 do correle, s 11 horas do
dia.
Jratlflcacfio.
Na tarde de 13 do-crrenle, desappareceo
da rasa dtiTapiro MaranhSo, na ra Formo-
aajkn lelogio de ouro lavrado, patente
huraaav tem pintado na cobrla do lado do
rntaubitar, que he da louga, um calador
em podante deuoi burro com urna espin-
garda no ovio dtreite, o suspndanlo com
a esquerda um animal que se parece com
uma raposa ; tem a mola muito fraca: quem
do refei iilorrluaio der noticia no It-cife ao
capitao Antonio de Albuquerque Maranb&o,
o na comarca do Limoeiro ao respectivo
promotor, aera generosamente reoo jipen-

Precisa-se alugar um escravo para o
Ira bal lio de um sitio p-rlo dfala cidade : na
roa da Concedan, o. 9.
O Telegrapho n. 14.
Motivos ponderosos cousiram a demora
da s-hida desta folha : este numero inle-
ressaiiteacbar-se-ha a venda seguuda-feira
impr.terivelaiente, narua Nova, n. 41 ; uc
Alrrro-da-Boa-Vista, n 58.
O bacnarel formado Egidio Hnriques
da Silva advoga e ensina relhoriea e gaogra-
hia : quem de seu prestalo se quizer uti-
isar, o pode procurar na ra de Dorias,
n. 33, residencia do juiz deorphfios.
Precisa-sede urna ama captiva, ou for
re, que aaib > lavar e engo-srsaar : na ra .do
Colleiiin, n. l.ldj.
D5o-.e40 is. diarios pelo servico de
um prelo robusto e diligeale: no caes do
Itamiis, no segondo sobrado.
-- Precisa-se rje um pequeo para oai-
xeiro : na ra do Livramento, n. 28, se dir
quem precisa.
Fajem-se almogos e jantares para fra,
com muito asjeio : na ra da Praia, becco
do Carioca, sobrado da esquina. No mesmo
sobrado engnmma-sB e la va-ge com multo
aaaaio e promplidSo : tambem se cose to-
da a qualidade de coatura.
- Fugio, em flus de agosto do correte
aiioo, do engenlio S.-Cruz, em Camaragi-
be, provincia das Alagdas, o escravo crloo-
lo, de nona Abra ha m, bem prelo, de 2o an-
uos, sem nenhuma barba, um dente tirado
na (repte do lado superior, altura regular,
pnraasgrossas, ps grandes; faz todo ser-
vico eom o brago esquerdo ; foi pertencen-
teaFerafio Soareg Carneiro Albnqueique,
o hoje he de Antonio Mauricio Ab landre
varro. Rogp se as auturidades poli-
HP espitaos de campo, que o apprehen-
da o levem-no a Mscei, ao Ser.'Mera-
nhflo, ao Penado ao doulor Wanderley, ao
sertflo de.Caruai ao Sr. capitao Jos Fran-
cisco do Reg Caj, e nesla cidade ao Sr.
Ij. 1- -- i.rj .\r;u'b **ue -"- --.
nerosaoieule recompensados.
! +
: Galera ra fuer reana, |
* 1, r ti tu
Aaerustlii licitarte.
Tira reiraloamut superiores pela in-
veneno deliaguerer, tanto em fumo- #>
enanoroloridosemqualqueroccasiflo, t
0) aflir%ian lo e g-r.nlindo, tanto a da- #
rahiliitade das crea, como a perfeita
Q sen.elhanca.
fH As pesaoas que m dignaren proco- Sj>
ralo so pdem dirigir a sua galena, o f-
S examinar os molelos que aempra a
tem Je moatra das I horas da roa- %
SnhSa at s 4 da tarje. a
| Kli. baara maia que venda ni-
k hinaa, laminas, caixag, el*., ludo
S prrleuconle mesuia proliasSo, e
^^^Hnuaw a ipr;r poders
..loa o* rsetacoeimentos com
a ra rea | perfeicSo que he naces*
m saria.ltua da Cadeia de Santo Anlo-
eiro andar.

***
Bijjjjajpyjjajjajni iu cun pnho-
nd ]v prata : no Atierro da Ba-
Vista, loja n. (, se dir ausaju di.
A tiotureira da ra do Psdre-Florianoo,
casa da esquina que volta para o becco do
Serigadn, tem constantemente nara vender
nuito boa tlnt< de escrever, a 240 rs. a gar-
rafa. A mesma tintureira tambem compra
garrafas vasUs, tinge de todsa cres por
diminuto proco, assim como vestidos
1,000 rs. casacas a 4,000 re., chales a 2,000
18. mantas a 1,280 rs calcas a 1,600 rs..
Rolletes a 640 rs., e tudoo mais por prego
com modo .' tambem se eacarrega de mandar
lavar de varrella, e engomma toda a quali-
dade de roupa, com muito sseio e presteza,
jor prejo mais barato do que em ouira
qualquer parte.
Precisa-se de uma ama para o servico
de uma casa de pouca familia : na ra do
Coto vello, n. 47.
precisa-se saber do correspondente, ou
logisla freginz de Uivniin lo Candido do
l'assos, morador om Caruar, para interes-
se daste : annuncie.
AttcncAo.
Perdeu-se, na estrsda delta cidade que
vai da villa do Cabo, o titulo de juiz dos ur-
nhBos e municipal do termo da referida vil-
la, do bachsrel Manoel Firmino de Mello :
quem o tiver adiado, queira entregar na-
qoe, vi, >o referido bachsrel, e nesta
cidade na ra da Aurora, casa contigua ao
general Seara, no aegun lo andar, que flca
por cima do doutor Raptista, que aera ge-
nerosamente recompensado.
Aluga-sn o pri oeiro andar da oasa n
34 da ra do Trapiche : a tratar no armizem
do mesmo.
--Quem precisar de entulho, dirija-se
ra da AssumpcSo, n. 36, que se dar gra-
tuitamente.
No dia 13 do crrante furtaram da ca-
sa de Jos da Rocha Paranhos, um relogio
le ouro sabonete patente ingles, com cor
rente, o. 9,068, fabricante J. Jackson Liver-
dooI : quem o apprehender ou delle der
noticia ao a n 11 u lisian le, ser recompensado
~ Aluga-se o terceiro andar da oasa 11.
40 da ra da Cruz no Itecife: a tratar na
mesma casa.
Aluga-se uma casa terrea com solSo
00 sitio do Cordeiro, a margem do rio Capi-
baribe, coro comino ios para grande familia,
cozinha lora, quaito para criado, estribara,
cocheira para cairo, etc.; uma dila maia
pequea no fundo do mesmo sitio : a tratar
no pateo do Carmo n. 17, com Gabriel An-
tonio.
Roga-se ao Sr. segundo lente Jos de
Cerqunire Lima, da Baha, que maii'ie pagar
uma lettra, que se acha vencida ha oito me-
r es ; do contrario, ter de ver sempre o seu
nome nesla folha.
-- Deseja-se fallar com o Sr.
major Joiquim da Crui Neves, ou
com algum seu prenle, ou pessoa
que faca suas \eies nesta |>rafa :
na rua das Larangeiras, n. i4, se
guodo andar, ou annuneie sua
inorada.
-- Precisa se de uma ama de leite, sem i-
llio : na Roa Vista, rua da Santa Cruz, n. 38.
Piecisa-sede om criado para cocheira *
iiuem pretender duija-se a rua da Roda nu-
mero 15
I'arjleu-se na naite de sexta-feira 18 do
co'renle, no ciminho enlroTPresi lencia do
Sr. cnsul Inglez na estrada de Helero, e
ponto do Manguinho, um chicote de carro,
com cali prelo guarnatido com metal brao-
co, quem oachuu queveado restituir ao do
no, leve-o na rua do Trapiia 11. 8, que sera
bem recompensa'
Aluga-se o 9.' andar do sobrado n. 86
na rua d'Agoas Verdes : a tratar na rua
IHreita, loja do bzen.ias n. 7.
Madame Porta, muJou-sedo Aterro da
Boavisia casa n. 8 para a de n. 19.
Aluga-se orna casa para te passar a
fusta, com bstanles comino los, e com si-
tio, boa cacimba, o muito bom banho : a
tratar na rua Imperial, n. 27, ou na rua'do
Cotovello, n. 29.
Dt'seja-so fallar com o Sr. Flix da Cu-
nha Navarro Lius, para se ultimar coro o
mesmo Sr. um negocio que Ihe diz respei-
to : na roa larga do Rozario, n. 1, segundo
andar.
Precisa-se alugar orna ama forra ou
captiva, que saiba engommir o cozinhar,
para casa de pouca familia, e que oto tem
mangas : na rua do Pilar n. 72,' segundo
andar, em Fra-de-Porias.
O bacharel formado J0S0 Floripes Das
Brrelo alvoga no civel e no crime : as
pessoasque de seu preslimo se quizerem
ulilisar, o pdem procurar a qualquer hora
do dia na casa de sua residencia, na rua
Nova, n. 53.
Alugain-se os segundo e terceiro anda-
res d casa do largo da Assembla n. 8 : a
fallar com Josquim Francisco de Alm, no
Forte-do-Mallus, ou coro Prxedes da Fon-
seca Coulioho, sou proprietario.
Precisa-se engajar alguns officiies de
caldetreiro para trabalharem em caldeiras
da vapor, sendo rrebilmioru, ( a que os In-
glezes chamam Itivettr*) dando garaotia i
sua cojiducla : paga-se o jornal de 3,500 por,
da, e d-se passagem gratuita para o Rio de
Janeiro, onde irflo trabalhar na ofllcina da
companhia brasileira de paquetes de vspor ;
adverlin.io, porcm, que se depuis de ai
ebegarem, rom um mez de experiencia,
provarem incapacidade, serlo conduzidos
para aqui igualmente nlo pagando oassa-
gem. Quem estiver neslas circumstanciss,
e quizer o dito engajamento, pede dirigie-
se ao agente da dila eompanhia, na rua do
Trapiche, 0. 40.
VA A QUEM TOCA.
Pergunta-se se lie valido um testamento
scripto eassignado rogo por um indivi-
duo caixeiro do testamenleiro, e approyado
pelo sogrodo mesmo individuo, que escre-
veu peraote as testemunhas, parte das
quaes s8o caixeiros do referido testamen-
leiro .* O Curioso.
~ Precisa-se de um trabalhador de enxa-
da, e que saiba tirar leite em vaccas : na
Magialena, estrada nova, primeiro sitio de
porio de ferro. No mesmo precisa se de
um bolieiro. ,
- A pessoa que annunciou um escravo
pedrerro, no becco de Jue-da-Costa, faca o
lavor de leva-lo k rua das Larangeiras, n
1, segn 10 snoar, que o p^; t:s, *?s-
locomo annuncia, ou aotflo eselareca on-
de be este becco, que s nSo encontr,
-r. No dia 26 do corren!', polis horas
da tarde, na prarja o j'uizo do civel da,s--
gunda vars.na run da Ma Ire-dn-Deo.tem.de
rrumalsr-se do renda animal um sitio com
casa de vivenda o mais bumfeitorlss, na Es-
irada Nova, cuja renda foi av.liada em
JOo/rs. por execuQo riajoflo Keller & C.
contra Justinlano Antonio da Fonseca e sua
mulher : escrivdo Baptista'
O O Dr. J. S.Santos Juaior, O
medico homoeopalha puro
mudou sua residencia da rua 5
> do Crespo, n. lo, para a O
^ rus Novo, n. 58, primeiro
5> andar. o
Na rua estrella do Rozario, n 88, se-
gundo andar, se dir quem da dioheiro a
premio.
LOTERA DA MATRIZ DA
10A?1ST\.
AOS 10:000,000 de ris.
As 8 horas da tnanhia do dia
31 do corrente, e nocoQstr da
respectiva igreja matriz andam in-
r.'illivelniente as rodas desta lote-
ra. O resto de bilheUs acha-se a
venda nos lugares seguintes : rua
da Cadeia do Recife, loja da vinva
Vieira & Filhos ; S.-Antonio,
Jo3o Moreira Marques, pateo da
matriz; Fortunato l'ereira Bustos,
praca da Independencia ; Bernar-
lino Jos Monteiro, praca do Li-
vramenlOji Francisco Antonio das
thagas, rut dita j Boa-Vista, An-
tonio da Silva Guimarle, rua do
Aterro. thesoureiro, Manoel
Goncalves da Silva.
--Aluga-se um* casa terrei.com bastan-
tes commodos para familia : oa rua de Jlo
Mara, por detras do Sr. desembargedor lla-
mos : a tratar na rua do Crespo, n. II.
Aluga-se, por prego commolo, ou vo-
de-s a casa ds rua da Gloria, que ha rnui-
ios snnos tem sempre ti lo padaria, leudo
aioda um ptimo romo para esse fim, o que
pelo prego convida a quem quer principiar
negocio: a tratar na pras da Boa-Vista,
loja de Clgado, junto a venda.
Offerece-se um rapaz po'tuguez para
caixei'O, oqual.dflaior sua conducta:
00 largo du l.ivraroenlo, n. 38.
Na ru da Calgada, defronte do sobra-
do amarello, precisa-se alugar urna preta,
liara o semgo de uma casa de pouca fami-
lia.
Aluga-se um grsnde armazem era a rua
do Bruro em F'a-Je-Portas, dosobiadoao
-ul da fundigodoSr Calum: a tratar com
los A"lunes Goimarles.
Foi apprehendida om annelSo de ouro
a om mulatiuhoque o andava vndenlo na
ooiie de 99 do crranle : quem lor seu do-
no, dirija-se rua da Cadeia-Velha, 11 33,
que, dando os siguaes, lneser entregue.
O oflicial de pedreiro quequeira tucum-
bir-se de concluir o rosto da obra de pe-
dreiro que falta na casa do sitio da travessa
do Reme lio, n. 21, que deixou de coeiuir
JoequiroJos Tavares, nico que a 10 dezeinbro de 1819, a tinha empreitado para
fazer do que existe documento, dirjase
ao seu proprietario, Caetano l'inlo do Ve-
ras, na rua do Crespo, n. 14, terceiro andar.
Precisa-se alugar um moleque de 16
anuos 1 onco mais ou menos, psra o servi-
go de uros casa estrangeira : na rua da
Cruz do Recife o. 9
No da 22 do rorrete, fugio do cerca-
do do silio no lugar da Torre, onde mora o
Sr Dr. Halis, um cavallo russo pequeo,
meio cacundo, descarnado, e acha-se ferido
de selim : a pessoa que tiver noticia, ou pe-
ga-I o, dirija-seso mesmo sitio queseri ge-
nerosamente recompensado.
~ Aluga-se um muleque bom cozinhei-
ro e comprador, sem vicios, prefere-se ca-
sa estrangeira, ou horneen solteiro : os rus
das Cruzes o. 10.
Agencia de passa portes.
Tiram-se passapertes para dentro e fra
do imperio, por commodo prego : na rua
do Raogel, n. 57.
* Chapeos de sol. -.
XC Roa do Passeio, n 5. ^et
Nesta fabrica ha presentemente om rico
sortimenlo destes objectos de todas as c-
rea e qualidades, lano de seta como de
pannmho, por pregos commodos ; ditos pa-
ra senhurs, de bom gosto: estes chapeos
s9o feitos pela ultima moda ; seda adamas-
cada com ricas franjas de retroz. Na mesma
casa se scha igual sortimenlo de sedas e
panninbo imitando sedas, para cobrir ar-
magAes servidas : todas estas fazendas ven
dem-se em porglo e a retalho : tambem se
concert qualquer chapeo deso, tanto de
basteas de ferro como de balis, assim como
umbelas de igrejas: ludo por prego coin-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol.
do Mia uiaior, de panno o ug aeda, pro-
prios pera feitorea de engenho, por serem
dos mais fortes que se pdem fabricar,
Acha-se fgido desde setembro do anno
passado,! prto da Costa,de nome Victorino,
oflicial de carpios, que representa 30 anuos
de idade, com lallios no rosto do oso de sua
lerrs. consta andar trabalbando oceulto em
algumas obras, intitulan lo-se foi ro ; este
escravo foi da fallecida I) Marianna Thereza
de Jezua Siqueira; ruga-sea todas asa uto-
ridadea policiaes o sprehen lam e levem-uu
def 00U He S. Francisco, casa n. 7, por 01 ma
da cocheira do Sr. Fredttrico.
Christovflo Jos Ferreira faz scinte ao
publico que mudou o seu nome para l.riris-
tuvlo Forreira Campos, por baver outro de
igual nome.
Precisa-se de uor feitor, que seja na-
tural das Unas, eoteoda deplautagdes e tra-
tar ile animaes. para um sitio pe lo da pra-
ea : na rua da Cadeia do liecite, n 59.
O becliarel lormado em direito, Anto-
nio Aunes Jacume Pires, mora no primeiro
andar do sobrado n. 4, no pateo da matriz
de S.-Antonio, onde p le ser procurado.
-- Sr. Vulicbard (sem si oda roa Nova )
?:; appaiccr s; :-; -: Cauia de aaou>
Antonio n. 13 a negocio que nlo ignora, do
contrario se publicar qualo negocio.
2ooftooo.
Fugio, na noiie rio riia 16 do corrento,
o preto Lu*, crioulo, representa 23 annoa,
de estatvra e corpo regulares, om ponco
fula, olhos um pouco enoovalos, tero fal-
ta de 2 denles do lado superior, pouca bar-
ba, com algumas cicatrizas pelas costas e
um taino nu9 costas da mflo esqoerda ; le-
vou camiss branca o caigas de riscado de
algodlo or de caf, chapeo de palha j
usado : este escravo tem principios desa-
paleiro; he oflicial de colchneiro e traba-
Iha tamnem de seeiro ; ha noticias que ha
poucos das passou em Goianna, intilolan-
do-se tangedor do boiadae levaya aguiada
na mfio ; desconfia-seque elle siga para o
centro, aonde elle tem conhecimelos, e
mesmo ser natural do snrtSo^ flogs-so ss
sutoridades pollciaes e capitSes de canpo.
que o appreiien I-mi e levem-no rua du
Cabuga, n. 3, loja de selleiro, de Antonio
Perreira Braga, que gratificara com a quau-
tia cima.
t ##*># |
* Paulo GalRnoux, dentista i
francs, offerece sen prest-
mo ao publico para todos os
inysterloN de una proflsso .- 9J
in'tle ser procurada a nial-
quer lima em sua casa, na ti
9 rua larga do Uozarlo, n. 36, *
Un srgnndo andar. af>
? a.*?** l>sjsJ> 9taj, *>a>a>A
p. Preeisa-sede um hornero para feitor de
siti, queteoha intelligncia de seu oflic'o.
e d dador a sua conducta : na rua do Col-
legio, n. 13, das 11 horas da manhSa s 3
tarde.
Quem quizer comprar uma lettra da
quautia de 56,060 rs. do Sr. Jos B'azalino
da Silva, apparega na rua da Cadeia des
Antonio, n. 13, que to lo o negocio 1se Ifari.
Na confeitaria da rua do Rozario es-
trella n. 43, se encontrar uma pessoa que
se encarrega de lomar arro'aroento de
qualquer qusrteiro, n5o so desta cidade,
com deseus arredo'es, e a proroiitilicir os
naopis que derem ser r n-itii-l is a secre-
taria de polica, conforma os mo lellos ul 11-
mamente b muita rapidez e perfe-igSo e muito cororo o-
do preg 1. aeharo os que de sou preslimo se
quizerem utilisar. ^^___^__
m
m
Compras.
-- Compra-sa nrellns de panno : na praga
da Independencia n 19.
Conpraro-S3 alzo oas Trma'l de fazer
velas, marmita, bancos os mais pertences:
na rua A-igusta, n. 33 Na me ma casi pre-
cisa-se alugar uma ou dua* pretas qoe e
tejam arosiumadas a veuderera, e qu nSu
fujam e nem babam.
Compra-s uma easu's de damas?o ro-
zo, estola, manioulo, veo de CaliX e pasti
novos ou eom pouco uso : na praga do Cor-
po-Santo, n. 2, primeiro andar.
-- Comp'a-se urna preta que nSo sej
velhs e nAo lenha vicios cmihecidos, qu--
eogomroe, coss e cozinhe bam ; tambem
se co.opra um prelo pedreiro, para um en
genho : na praga da Boa-Vista, n. 12, so-
brado de um andar de varanda de pao.
Compram-se a tragonas e bandas di
ofliciaes, ilefioou canutilho dourado, em
bom e mo estado: na praga da Indepen i en-
ca n. 19
Cooipram-se escravos de 10 a 30 an-
nos, de bonitas figuras, pra dentro fra
ih provincia : na rua la-ga do Hozario, n
48, prim-iro anlar, lo los OS das das 6 li-
li hura* da mantilla n das 2 s 5 da tarde
Vendas.
Veodem-se pipas de go'ardente de
ptima qualidade: na rua do Hospicio, o. 9
A boa pitada.
Chegou novamente do ftio-de-Jsneiro
o famoso rap priuceza, em botes e meios
dilos : sua quah-'a le excedente se lo-n
desnecessaria ezpecificar, porque j he bas-
tante garantida ondo he conhecida, tend
por ultimo a dizer-se que na la ha em deso-
jar ao melhor fabricante de Lisboa : vnde-
se na rua do Queimado, n. 25, e na rua da
Cadeia, n 49, a 1,300 rs. de 5 libras para
cima, e 1,400 rs. em libra.
Na rua do Crespo, n. lo,
loja da D. Anua Mara dos Passos Cunhs
Guimarfles, vende-se panno prelo, peloba-
ralissimo prego do 3,500, 4, e 5,000 rs.; cor-
les de rasemira de quadios, a 3,500 rs.; di-
ta muito bonitas do quadros, fazenda mo-
dernsima, intitulad passa festa, pelo ba-
rato prego de 4,000 rs. ; cortes de casineta
para coMe'es, por 800 'S ; pegas de paoni-
nho com 10 varas, a 2.500 rs. ; uilas de es
guiso de aigodSo, com 12 jar las, a 3,000 rs ;
e oulras muitas fazendas pur diminuto pre-
go. Aos rones.de collete, freguees, antes
que se acabem, pois he pechi idia.
--Vendem-se 8 bonitos escravos, sendo
um delles de 18 anuos, boro barbeiro e j>r-
dineiro ; umdilo boro sapateiro, de 22 ali-
os, esto ho bonita peca ; uro dito de 25 ti-
nos, bom masseiro ; um dito de 16 anuos,
cuziBheiro ; um moleque de 8 annos, mui-
to lindo ; 5 escravos de 25 anuos, que ser-
vem para o campo, ou armazero de assucar,
por serem muio furtos < sadios para qual-
auerservico pesado uma linda i>e;r!S*
le 14 an os, que ja cose e arranja urna s.la,
uma nioUtiiiha de 15 anuos, que enguill-
ota, eos-' cozinha, e he de boa conduela,
4 escravas mogas, com algumas tialnli la-
des : lodos se veiidem muito em cotila : na
rua da Larangeiras. n 14, segundo andar.
Vende-se, por 300,000 rs uma escra-
va parda, que cozinha u diario de urna casi,
cose bem qualquer costura, he muito dili-
gente 1.0 seivigo de casa, e propria para ca-
sa de pouca familia, ou pas ama de hornero
solteiro, por Ser mllu fiVl: na rua do uei-
niado, n. 14, se dir quero vende.
Vende-so una mulata de 25 anuos pou-
co mais ou iiienua, dd bolilla llgura ; uro
sderegu completo : na rua Fornius, ter-
cena Casa.
- Vende-se a muito acreditada loja de cal-
cado o couros da rua Direita, n. 05, com os
fundos que tem, por baixo de um sobradu
le uauuidac, pra morar quem cos.pr;r
loja : a tratar na mesma loja.
Vende-se uma excedente canoa de car-
reir, bem construida, calafetada e pinta-
da com muito gosto, a qual pega 10 a 12
i-so. ido : na rua dos
coein onla -do hospi-
tal <".e uanaue.
endem-se duas partes do engenho
Calambuca, sendo uma de 11:879,796 rs, o
a ootra de 83">,902 rs mis duas oart-; 10
eneenho R acho do Padre, uma no valoM
I 800,080 rs. eootra n- de 800 00
tolos estes ensenrios moent-s e corramos,
cuja venda se f.r com granizbate: tr<-
ti-senoescnplo'ic la viuva Ciu 1 10 '-
llio, na nraclnha d C.ir.Hi-Sao'.o, n. 6.
Knrlnha de m iniliooa a 2,' Jo rs,
muito superior em quaiidad, pir ser mui-
to alvae sem cheiro de barco : na rua da
Cadeia, n. 8t, jo ato ao arco da Coee-aleflo.
Vende se ca hysson mulo siuerior;
latas cm 1 e 9 libras de marmelada ; quei-
jos do prato ; lata* coro sar tinhas; ditas con
hnrvilhas ; frascos de conservas ; cliocolale
Je Lisboa; sal refinado; massas para sou-
11a : cevadinha ; sag ; araruta ; vinho do
Porto ; dito da Madeira ; dito Moscatel do
s tiibal; dito Framignar ; Carcavellos; Bu-
rdlis; Cognac.; licor marraschino ; e to-
los os mais gneros de venda: na va, n. 3, taberna de Antonio Forreira Lima
dt Compendia.
Ven le-se una escrava crioula, de pou-
ca idad, e com habilitigOes precisas para
bem servir urna casa de familia: quema
pretender dirija-se a rua do Hos.icio, casa
lo Sr J. A. Guerra, defroote da do Sr. Ar-
cenio.
Vende-se uma caars (bixo) coro dous
cabritos, muito boa leiteira e de boa rag :
na rua do Livramento n 23.primeiro anJar.
SaUa-parriUia de Sands
para removor e curar radicalmente todas ae
anfermidad^s que procedem da mpuieza
lo sangue, ou habito do sy-tema.
Esta medicina esta Ojeraudo constante-
nenie curas quasi incriveis, de molestias
me proceilero da impureza do saugue. A
infeliz viclina de molestias hereditarias
coro glndulas indiadas, nervos encolhi-
los, e os ossos meios arruina tos, flcou res-
tabelecidacon toda sua sale e figas. O
lenle escrofuloso, colierto de chagas, cau-
sando nojo a si mesmo, e a quem o servia,
licnu perfaito. Centenares de pessoas que
tinliam soffri I.U por anuos, a ponto de
desesperareui da sua surto ) molestias cu-
uneaes, glndulas, rheuroalismo ctironico
a multasuulras enformidades proCHleutes
lo desarranjudoso'gaos de secrego e da
circulagBu, leeiii-se erguido quasi milagro-
smenle do leito da morle, e hnje, com
conslildiges regeneradas, com prazer at-
lestaro a elllcacia desU iuealimavel pre^a
rago.
tloroqaanto tenham aoparecido grandes
curas al aqui produzidas pelo uso desta
siimavel medicina, comluJo a experiencia
liara aprsenla resollados mais notaveis.
New-York, 22 de abril de 1848
Srs. A. B. e O. Sands. Julgando ser
iro devrir para com vosco e para com o pu-
nlico em geral, reinetlo-vos este certificado
las grandes virtudes da vossa salsa-parri-
10a, para que oulros que hoje esillu sof-
frendoeslabelegam melnora sua cooflanga
e fagam sem demora uso da vossa medi-
cina. >
< Vi-me perseguido com uma grande re-
nda no lornuzelo, que se eslendia pela cj-
nella cima al o joelno, langava grande
uorgo de nojeuia materia, com comiches
iue rae privavam mullas nuiles do meu des-
aliso, e eram muilo penosas de suppor-
ur '
< O Sr. Uiogo M. Connel, que liavia si lo
cor la coro a vosas sal.-a-parrilha, recom-
menduu-me que eu lizesse uso della, e de-
pois de baver tomado cinco garrafas flqdei
, criollamente curado, a
Tenho demorado uro anno mandar-ves
um ceililicado, para recon lecer com cer-
teza se a cu' a era permanente, a leudo ago-
ra a maior satisfago em declarar que 1180
tenho visto, ero sentido cousa alguna du-
rante todo este lempo, e acho-me pe falta-
mente restabelecido. Sou vossa. etc.
a .S'nrii/i f. Inlire. a
24o, rua Delancey.s
Nesta provincia o nico agente deste ma-
avillioso remedio he Vic ule Jos de RriLo,
com botica na rua da Cadeia do Kecife.
Loteriido Uio-de Janeiro.
A os 20:000,000 ile rs.
Na praga da lalepen leticia, n. 4, loja de
miudezas, veudero-se bilhelns, mei is ,
quartos, oita*os e vigsimas da primeira
lotera a beneficio do Hospicio I' -dio II.
Lotera da matriz da Hou-Vista
Aos lo:ooo$ooo
Na loja de miui'Zas ds praga da Inde-
pendencia, n. 4, vendem-se blltietes, meios,
-j 11a 1 los, decimos e vigsimos daista lotera
que corre impreleriveluieuM 00 da 31 de
outubro.
Bilhetes 10,000
Meius 5.0O0
Qanitos 2,6i0
Decimos 1,100
Vigsimas 600
Roupa feita.
Na Injadealfaiale de Jacinlho Soares de
Menores, na roa Nora, n. 35, ha um com-
pleto sortimento de canease sobre-casacas
le panno lluo, ditas de merm o palnos.
Jilas de bnm de linho pardo e de quadros,
(aquetas de panno, merino, alpaca, brinse
rincadus, cuteles de seda e fusUo, caigas
de oanno, casemira, 18a, briin de hnho,
riscado, e oulras mullas obras; assim com-
fazendas por prego muilo barato com di-
Hiciiua iaU : liViuaiu se piuiii.la toda
e qualquer obra que se enco>uuieude com
mulla preseza e ultimo oslo.
Vende-se salitre refinado da melhor
qualidade que* ha no me'eado, por prego
commodo: na rua das La>augeirss, 11. 18.
; Veode-se uma escrava moga, que ser-
ve para o servigo de rua ; sem achaque al-
gum : no paleo de S -Pedro, n. 3, suba Jo.
Cartas de logar.
Vendem-Se cartas franrozas para voltare-
te, a 40 is. o baralho ; diua mais ordina-
rias, 500 rs. : na rua do Qu0imad9^ n. 33,
loja do miudezas, junto a de cera.
I-n vas para sen hora.
Ven lem-se luvas de pellica para senhora,
as nuis bonitas pussivei. pelo barato pre-
g de 2,000 rs..o par; ditas pretas de tor-
ga!, fazenda muito superior, a 800 e 1,000
rs.: na rua do Ureimado, n. 33, loja de
miudezas. joule s fta r.
'ira-vilt* de mol
Vendem-se superiores grvalas de mola,
pretase decores, pelo diminuto prego de
2,000 rs. : na rua do Qurimado, n. 33, loja
do miudezas, junto a de cera.
Lediiesfl""" pnv sc:;h"^-
Vendem-se limssimos loques coro plumas
e espelhos, a 3,500 rs.: ha rua do Queuna-
do, n. 33, loja de miudezas, juutd a de cera


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53J|Hb --j..
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D
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p
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Vende-se om par de bancas de Jaca-
randa, muito modernas, novs, e feitas to-
da* monease em folliado algum na ra
de Hortas, n. 69. casa terrea pintada a fren-
te de azul e portadas brancas.
Snperlor carnauba.
Vende-sc cara de carnauba : r. ra da
Senzalla velha, armazem de bolaxa n. 100,
a 9,000 res arroba a dinheiro de contado.
FogSes para cozinha.
muito proprios para sitios e qual-
qualquer lugar sonde nSo ha cori-
nha, por preco commodo : ven-
dem-se na ra da Gru, n. lo,
casa de Knlkmann lrmaos.
Vende-se muito auperior farinha gale-
ga em meias barricas: no escriptorio de
Deeno Youlect Comnaohia, ou em seusar-
mazensdo beceo do Goncalves.
Vendero-se franjas de retroz para man-
teletes a 4*0 rs. a vara, dita para sapatos a
300 rs : na praca da Independencia n. 19.
Na loja de miudezaa da ra da Cadeia,
n. (6. vendem-se cautelas da lotera da ma-
triz da Boa-Viste, que corre impretemel-
mpnte no da 31 do corrente mez A ellas,
antes que se acabem Prego: qua tos a ,600,
decimos a 1,108 e vigsimos a 600 rs.
Travessa la Madre-de-Deos, ar-
matem. u. 5,
Acha-so estabelecido um deposito, onde
encontrarlo os freguezes um bom soiii-
mento de licores, espirito de vinho, e to-
das as mais dualidades; superior vinbo de
caj; chmate; e liegas de time, a presos
moderados.
Talxas para engenho.
Na fundicao de ferro da ra do Brum,
tcaba-se de receber um completo sortimeo-
tode taizas de 4 a 8 palmos de bocea, a*
qaaes acbam-se a venda por preco com-
modo e com promptidSo embarcam-se,
ou carregam-seem carros sem despozas ao
comprador.
Deposito de polassa e cal.
Vene-se muito nova e superior potassa,
assim como cal virgem em pedra, reeente-
meute chepada de Lisboa, por prego rasoa-
vel: na ra da Ctdeia do Kecife, n. 19, ar-
mazem.
Vende-se por muito commodo preco,
urna rica secretaria com estantea para li-
vros, bastante grande, propria para advo-
gado, sendo de aaiarello e anida nova ; as-
sim como, seis cadeiras e duas meainhas
de abrir : na ra eslreita do Rozario, n.
28, ultimo andar, das 9 horas da larde em
diao te.
Farioha de TapuyiV
igualmente en sabor, tlnura e cor a de Mu-
nbera, propria para mesa : ven te-se na
ra da Cruz, no Recife, armazem n. 13.
Deposito da fabrica de Todos os
. Santos na Baha.
Vende-se em casa de ft. u. liieber & C.
ai roa da Gruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar, roupa de escravoa e to pronrio
para redes de pescar, por preco muito com-
modo.
Teeldo de algodao trancado na
fabrica le Todos os Santas,
Na na da Cadeia n. 52
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
eacravos.
Arados de ferro.
Na fundicao da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
letas.
Moendas snperlwres.
Na fundicto de C. SUrr & Companbia ,
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgBo muito (superior.
Paraos Srs, alfaiates.
Vende-se estopa com algma avaria, a
80 e 190 rs. a vara : na ra larga do Roza-
rio, n. 48, primeiro andar.
Aos senhores de engenho.
vendem-se cobertores escuros de algo-
dSo proprios para eacravoa, por seren de
milita duragiio, pelo diminuto preco de 640
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que voila para a cadeia.
Vinho de Bordeaux:
vende-se na rus da Cruz, n. io,
casa de Kalkmann lrmaos
Vendem-se missaes novos e outros osa-
dos, para dizerem as missss da festa : na
ra d Cacimba, por baizo do sobrado do
Sr. vigario Barrrto.
Vende-se urna preta crioula, da 20 mi-
nos, ptima engomoiadeira a cozinbeira, e
que cose chSo ; unta dita da 10 a 19 annos,
cum piiucipto de costura, propria para un.
pai da-la a urna filha : na ra do Rangel, d.
38. segundo andar, sa dir que vende.
noin e barato.
Vende-se casemiras a 4,000 ri. o corte,
ditas fats de liudus padrOes a 6.00o ; ci-
roulas (1p mpiaa 1 000 rs. o par; chapeos
fr-ncezeS Unos a 6.8UO ; caasas chitas linas
a 340 rs. o covado, Imcos brancos de cas>a
a 200 rs. cada um : e outras n*uit f7pnd
por prego commodo : nos quatro cantos da
ra do yucimado, n. 90.
Vende-se cha prelo : na ra do Trapi-
che, n 34, armazem da Raymond tt C.
Vendem-se velas de carnauba da 6 em
libra, em calzas de urna arroba, de muito
boa qualidede : na rua'|da l'enha, n. 7, du
lado da reja do Livramento.
AUMODbhHlSMO.
Na ra do Queimado, loja n.
17, vendern-se as niais moJemas
cambraias aberlas de Iaa e seda,
verdaderamente chamadas balza-
rinas, de padres e gostos muito
delicados, a 5oo rs. o covado.
liio-se as amostras com os compe-
tentes penhores.
Venda-ae um sitio pequeo, bem plan-
tado, a com bom bauho, por muito commo-
do preso ; urna casa no Poco, a dinheiro, ou
trocarse por urna negra : no Manguinbo,
n. 15.
Vende-se urna preta de 95 a SO annos
propria para o aervico de campo; na ra do'
r mmenlo n. 38.
--Vende-se farinha de Santa-Calharina,
Tiuito superior, a bordo da galeota Sanliiri-
na-Trindade, fondeada junto ao caes do
".ollegio.
Bombas de ferro.
Vendem-se bambas de repnxn,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Bruto, ns. 6, 8 e 10,
fundicao de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
Ufferenles modelos : na ra do
Brum,ns. 6, 8 e 10, fabrica de
machinas e fundicao de ferro.
Vende-se urna pre,ta de 90 annos, de bo-
nita figura, que engomma, cose e cozinha ,
um inoleque pega de 18 annos, sera falta
alguma ; 9 pretos pegas para carregarem
palanquime ganhareai na ra, por darem
640 rs, por dia; um mulalinho de 10 annos:
na ra do Collegio, n. 91, primeiro andar,
se dir quera vende.
Capotlnhos e manteletes.
Na rus Nuva n. 6, loja de Naya Kamos & C,
acaba-se de receber capolamos a man
teleles de can.brala branca borlada, da ul-
tima moda, e muito bem guarnecidos com
tuco a imilagSo de blonde : oa piejos con-
vida m aos compradores.
Na roa Nova. n. 6, loja de Maya
Ka 111 os Ai V. ,
vende-se alm dos livros ja annunciadoa
por este jornal, o novo romance intitulado
Urna familia corsa obrado insigne au-
tor Alezandro Dumas, muito bem traduzi-
do, 1 v., por mil rs.
Lotera do I'.io de Janeiro.
Aos 20.000,000 de rs.
Na ra estreits do Rozario, travessa do
Queimado, loja de miudezas n. 3 A de Joa-
qun) Francisco dos Santos May <, vende-se
bilhetes, meios, quarto, oitavos e vigsi-
mos da vignsima-quarta lotera a beneficio
lo atonte-Po heral de economa dos servi-
dores do estado : na mesma lojs esta paten-
te a lista da deciin-primeira lotera do
theatro de S. Pedro de Alcntara.
i\a ruada Cruz, n. 10, casa
de Kalkmann limaos.
vende-se um grande sortimento de
instrumentos de msica, com se-
jam :
Caixisde guerra, e tambores.
/abombas e pandeiros.
Arcos de campainba, e pratos.
Baixos de harmonio, troboes.
Trompas, pistdes e clarins.
Cornetas, flautas, e pfanos.
Clarinetas, e requintas.
VioISes.
muitos outros instrumentos.
Charutos de S. Feliz a 3,500 rs. o cento.
Vendem-se esles bem cenhecidos charu-
tos : na ra du Cabugs, luja do Duaite nu-
mero 1. C.
Na ra do Cahugi loja de 4 portas do
Duarle : vendem-se loucas de silim pro-
prias para baqtizados, capotinhos de fil
prelo para senhora, tudo (or preco com-
modo.
Bom e Innato.
Na ra do Passeio-Publico, loja n. 9, de
Albino Jos Leiie, vendem-se lencos de se-
da de cores, a 1,000 rs. ; rscados francezes
largos, a 200 rs ; cortes de brim de listras
brancas, a 1,000 rs.; chales brancos de cas-
sa, a 40 rs ; ditos de chita azul, a 500 rs.;
corles de colletes de fustSo amartillo e
de corea, a 1,000 reis; chales de tarlata-
aa, a 800 res ; rscados imitando a li-
nho, a 160 rs.; dito de linho puro, a 400
rs.; chitas de diversos padres, a 160, 180
200e240rs. o covado; cassa de quadros
proprias para buhados, a 940 rs. a vara;
lencos encamados da fabrica, a 200 rs. ; e
outras muitas fazendas por menos prego do
qua em ouira qualquer narle.
Charutos de Havana.
de superior qualidade : vendem-
se na ra da Cruz, n. 10, casa de
Kalkmann lrmaos.
Vende-se urna parda de 30 annos, com
urna cria de 9 maces, a curo muito bom
eite, proprio para criar : tambera se troca
por urna preta recolta la : o motivo por que
se vende se dir ao comprador : na ra da
Madre-de-Deos, armazem de Vicente Fenei-
ra da Coala.
Vendem-se meias de algo loo grossas.
muito duraveis, feilas a agulha, ptimas
para conservamos a gaude : he ponto este
<*m medicina, em que nSo divirgeo os di-
versos auiores queteera escripto al boje;
islo he, pea quelites, venlre desimpedido,
cabfca freaca, sSo os siguaes evidentes de
pvr,.~.. s-u;.c, Z, s pir len e estas
meias sSo recommendadas por todos os m-
dicos nSo exceptan Jo os dignos discpu-
los de llaonemau : quem as quizer va i ra
largs do Rozario, n. 35, loja
Vende-se, por 3uO,ooo rs., urna par Ja
de meia Hade, que cozuiha, engomma, co-
se, lie muito del e ptima para os arranjos
de urna casa : no Aterro-da-Boa-Vista, n. 78.
Vende-sa um escravo de afio, muito
bom serrador; um dito de 15 anuos; um
dito de 20 annos, bom sapateiro. e com
principios de pedreiro ,' urna escrava de na-
c3o, boa para oaervigo de campo, he qui-
tandeas o lava; uoia negrinha de 10an-
uos : lodos de muito bonita liguras : na
ra do Livramenlo, n. 14, se dir quem
vende.
- Vende-se um bonito escravo de lev a
18 anuos, proprio para pagem, por ser mu
lo esperto i ta rus do Queimado, n. 14, se
urs qucui vendo,
Verdadeiros chorlitos de a. Fells
a 3,6oo rs. a caixa..
Venda-se na ra da Cadeia do Reoif*.
n. 50.
Vende-se urna escrava do bonita figu-
ra, crioula. da 90 vano, qua pj, !;?; hss;
roupa, a faz todo o servigo de urna casa.:
na rus de S.-luie, n. 40, aegundo. andar.
Mllhoe arroz comensea a 2$5oo
rs. enda sacca.
Vende-se no armazem do Braguez, ao p
do arco da Coneecffo. _
Chnniho de munlcao.
Vende-se no armazem de J. J. Tasso J-
nior, rus do Amoii.ii, 35.
. Vendbm-M)a^iarras uo ferro: na ra
la Senzalla-Nova, n. 42.
Vende-se um preta de nscBo Mina,
muito moca e vistoss, que engomma, co-
zinha e fax todo o mais servido de urna ca-
sa : na ra do Amorim, n. 15.
Cordas para vlolo < rabeca.
Na ra estrella do Rozarlo, travessa do
Queimado, n. 9 A, de Joaqun Francisco
los Santos Maya, vendem-se as muito su-
periores cordafe bordOes para vIolSo e ra-
beca, por preco mis commodo do qua em
outra qualquer parle.
-. Vendem-se cabecadas rolicas e cbalas,
e silbas de 13a e loros i na ra do Tra-
piche-Novo, n. 10, casa de Jones Patn & C.
Xrope do bosque.
GRANDE CURA.
NSo podendode outra maorira faxer mala pu.
bllca a mlnha gralldao pelo bom resultado que
obUve de em pouco lempo e debido sempre
de nina mi cstajo, como a que tem Ido eites
ultimoa me/es, lampo em que principie! a CU>
rar-ine de una enlVrinidade baaUQle grave
qup ja a mala de aove me tes a aotlrla
Uina Imperiinenic toase que fet-ine pasaar
bastantes nolies sem quail poder reconciliar o
omno ; uioobaiaaleque tempreeaUreaarem
uio de remedioi nunca pude ver-me llvre de
lao aflictiva molestia, a conllnoacio da toase
acarretou-me outra molestia, que junua cau-
savam-ine Unios soffrimenlos, a (#1 ponto que
jutguel multas vetes o fatal termo de mlnha
existencia, que era na occasiao da tosse vl-
rem-me vmitos de sangue ; vendo-ine neasa
trale sltuacao ponco esperancosa, ouvi fallar,
e ful aconsclhado que tomasse o xarope do bos-
que que se vende ha ra do Hospicio, n. 40,
nao Uve logo muito daaejo de o tomar, qnii
primeiro onvlr o conielho de alguin profeaaor,
dirlgl-me a um liein acreditado nesta corle,
ripui-llie o estado de ininha inolcsiia, ouvlo-
inr, e dlaae-me que o meu mal neceasilava aer
curado eom bastante cuidado, porque era ino-
tema que de em pouco lempo se tornarla mul-
to mala grave, perguntel-lhe o que dala do la-
rape do bosque se serla bom, respmdeu-inc
quaaWaae usodelle, pola quejulgavao muito
convaSlenle para inloha cura ; dirlgl-me lin-
inrdlaHm'enle i sobredita casa da ra do Boi-
piclo, n. 40, comprel urna garrafa do dito ja-
rope, assim que ebeguei minba casa tome!
moa dote deate sempre precioao remedio, pos
ineaino na casa do professor ter deilado em sua
presenca una porfo de sangue, e mutua ve-
tea i i ve es lea a laques as ruat e em casas de
alguna dos meus amigos que te admlravain
como eu ainda poda viver com aeinelbante
molealia ; conlinurl a tomar com a graca de
Deo, e o boiu efleito que produtio o xarope
do bosque, em menos de olio das Ja nao dei-
lava mais sangue pela bocea, a toase j era
multo menos, j poda dormir soflrivelmenle,
contiouel sempre a usar do xarope, nao preci-
se! mala do que duas garrafas deate precioso
remedio para ver-me perfrltamrate bom sem
o menor incouimodo, e rritabelecldo ao meu
antigo catado de sade do que poucat esperan-
fas liona da recuperaeio della, o que agora
posto dlier aem HtonJa, que o xarope do bos-
que he nin Insigas* remedio contra as moles-
tias do pelto, pois que antes do uso delle com
nenhuin dos que toinel achri o menor alllvio,
porm coin'n xarope do bosque achel o que
julgava perdido, que era ininha sade.
Esta mlnha declaracao fo frita de mlnha
inulto llvre vontade. e offereclda aoa Sra. noa-
auldoret do xarope do bosque,para ter publica-
da da manelra qnr Ibes convier.para que todas
ai pettoat que tiverem a lufrlidade de soll'ir-
rem o que eu aott'ri, saberem anude bao de
arhar o allivia de tea alee.milla como en
achel.
Rio-de-laneiro. >5deoutubro de 1848 Ra
de Mata-Gavalloa, n. 164. I. 1. Podetla.
Vende-se na rita dos Quartels, n. 13.
Agencia de Ktiwin >law.
Ra de Apollo, n. 6, armazem de Me. Cal-
monto: Companbia, fazem ver .aos Srs. de
engenho e aos seus correspondentes nesia
praca, que no seu estabelecimenlo se acha
consta lilemente bom so> tmenlo de moen-
uas todas da ferro para aniones, agoa, ele;
meias ditas para armar em madeaa ; ma-
chinas para vapor com forca de 4 cavallos;
laixasde differentes modeloa e de todos os
tamanilos o grossuras, tanto de ferro batid
como coado ; espumaderas, cocos, etc., de
ferro eslanbado ; safras para ferreiros : lu-
do multo bom e oor barato preco.
^Depositoda lubrica de*
5 lodosos Santos, na
* Baha. 1
s> Vende-se, em cisi de Domingos Al-1*
ves Malheus, na ra da Cruz, n. 59, J
^primeiro audar, algodio trancado da-J
*quella fabrica, muito proprio para sac-7
Jcos e ruupa da escravoa; bem coinu^
aja.Ho proprio para redes de pescare pa-.j
yja.vios para velas, por preco commodo.<|
9
Vendem-se relogios de on-
ro e prata, patente inglez .- na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Joio Roller V Compiinhiu, na
ra da Crus, u. 55,
Vendem a pregos commodos, vinho mui-
uaiat e eelubal, eos caiaea de uiua iu-
zia; dilu muilo bom de Lavradio a Col-
lares, em hanis de quinto ; dilu de Cliam-
pauh, da mais acreditada marea; dito tin-
lo do Coilaillod, da supeiiur quaiidade;
extracto de absyntb a kirsch ligitimo da
Suissa, em caitas da urna duzia ; verdadei-
ro cognac velbo, e da melhor fabrica de
Franca, em barra da 80 garrafa* pouco
mais ou menos : taoabem se vendem por
prreo muilo rasosvel velas de slearina ,em
oaixaa de 39 libra* } charutos da Babia de
muilo boa qualidade.
-- Vende-se vinho do Porto am barra de
quartue quinto i azeitonas superiores ; ar-
cos para barricas e pipas ; familia de Uigo
eui barricas e meiaa dita* ; lo porreta; ce-
vada; pregos de lodaaas qulidades,era bar-
rica* ; amadas do Porto ; coeiroa da algu-
dnu ; retroz lino do furto: lodo por preco
commodo : na ra do Vigario, n. II, arma-
zem de Francisco Aires da Cuuba.
Veude-ae urna carleira, uuia cliapa para
fogfio, con cinco buracos, urna caixa de
iiinliucom seta palmos: ua Ponte-Veilia,
n. 83, taverna.
Vende-se um escravo de ptima figura,
sestre serrer? .."'e!3e escrc-lc p=r
lodo o-ecrv ico desasar* 1 na ruado Hospi-
cio, n. 9, se dir quem randa.
He grande pechincha.
A 2oo e a4o rs.
Venda-se urna porcSo de chitas francezss,
de 4 palmos de largura, rxas, de cores fi-
zas, a 900 rs. o covado ; cassas fraucezas
de b mitos padrees, a 940 rs. o covado : nt
'ua ao Crespo u. 14, luja de Jos rrancisco
Olas.
Cha a 5oo rs. a libra.
Vende-se chihysson, de muilo boa qua-
lidade, a 500 ra. a libra; na ra do Crespo,
n 98.
Manteletes e capotlnhos.
Na ra Nova n. 6, loja de Maya Ramos & C ,
acaba se de receber de Franc* um serlimen-
toda manteletes e capotamos do seda la-
vrada e lisa, da ultima moda, e que se ven-
dem muilo em cnnia.
Para vest los de senhorss.
Vendem-se os mais asseiadoa manguitos
para vestidos de senhora : na ra do Quei-
mado n. 9.
Koterlado Hlo-de-.Jaiieiro.
Aoa 2o:oooSooo.
Na ra larga do Rozario, botica n. 49,
vendem-se bilhetes da 94.' lotera do Rio-
de-Janoiro a beneficio do Monte-Po. a sa-
ber 1 inteiros 99,0000 rs., meios 11,00c rs,,
quarios 5,700 rs., oiUvos 3,800 rs. e Tigs-
simos 1,400 rs.
Vend '-se, na roa da Cadeia do Recife,
n. 89, cha hyssoo en caixas grsndes, de S.-
Paulo, muito bom, por prego commodo.
Agenda
da fundicao Low-Moor.
BOA DA SJKK2AIXA-SOTA, W. 4.
Neste estabelecimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas t meias moen-
las, para engenho; machinas de
vapor, e tachas de fetro batido
coado, de todos os tamanhos,
>ara dito.
A elles que sao baralissimos.
Vendem-se sapatdes de lustro, a
1,ono e a,5oo rs. o que valem
de feitio na ra da Cadeia do Re
cife, n. 9, loja.
Vendem-se 8 escravos de 95 annos, de
lindas finuras, muito corpolentos e fortes,
proprios para armazem de assucsr : na ra
das Larangeiras, n. 14, segundo andar.
Vende-se, por preco com-
modo, fumo em folha para charu-
tos, muito superior, e para mi-
lo, mais ordinario; farinha de
mandioca em saccas 5 potassa em
bariiquinhas : no caes da Alfan-
dega, armazem de Dits Ferreira,
ou a tratar com Novaes & G. na
ra do Trapiche, n. 3).
Saceos novos de estopa,
Vendem-se 190 saceos novos'de estopa,
cada um com duas varas 1 na ra larga do
llozario, n. 48, primeiro ailar.
Urna escrava parda de boa
conducta.
Vend* urna mulata de 84 annos, insigne
cartamara.tiois east fe* eaoriaes para
hornern a veatidos para senhora, cose pa-
litos, colletes e caigas, he boa engomma-
delra e ptima compradeira, muito fiel, e
nao bebe espirito* ; urna bonita e refuica-
da escrava engomma leira e cozinhelra,
cuja conducta se afiance : na rus larga do
Rozario, n. 48, primeiro andsr.
JBnneos.
Vendem-se bancos de palhinba, com 7
assentos, divisSo de fercp, e slguns euvor-
uizados, proprios para algum theatro, so-
ciedad.' ou aula, por menos de seu valor :
00 I he-tro da ra da piaia, a Miar com
GuilhermeSelte : tambemae vende basti-
dores, pannos, e ludo o mais relativo a
theatro.
Lotera do Rio-de-Janeiro. .
Aos 20:000,000 de ris.
Na luja de miudezas da praca da
Independencia, n. 4, vendem-se
os afortunados bilhetes, meios,
quarts e vigsimos da a4>" lote-
ra a beneeio de monte po.
A 4,ooo rs. o par.
Vendem-se sepaloes de lustro para ho-
rneo), muito bem feitos, a 4,000 rs. o par:
po Aterro-da-Boa-Vista, n. 58, loja de cal-
gado, junio a de selleiro.
Napa toes |iara meninos.
Vendem-se sspates para meninos de 6
a 12 snnos, muito bem feitos : no Aterro-
da Boa-Vista, n.58, loja de calcado, junto
a de selleiro.
Kogu-.c aos freguezes que tenliam
toda attenco para o nov aor-
Ilint'uto que existe na loja da
ii^da Crespo, ar ni do
luiupeao.
Vend. m-se cassas pintadas da cores las,
260e280 rs. o covado; corles de brim
braneo de linho puro, a 1,990 ra.; ditus de
fusiSo muilo fios, a 560 e 640 rs.; cassa
preta propria para lulo aliviado, a 190 rs. o
covado; zoarte de cor, a 900 rs.; rscado
de linho para casacas, a 940 rs. o covado, a
oulrss multas fazendas 1 or prego commodo.
Vende-se urna bonita pardioha de 16
annos, cum habilidades proprias para mu-
cama, e outra de S5 annos, propria para
ra por ser de bos conducta : na ra lar-
ga do llozario, n. 31, loja.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
no brigue Conceico-de-Mara.
Vendem-se amarras de ferro, ancoras,
fateixas, eesianho em verguinha : na ra i
do Trapiche, o. 10, casa de Jonea Patn & C.
---,OlU-3 l> Ca tVIIM lio III U
guata, n. 90, grande, bem construida, coca.
quintal asurado, cacimba, porta, e que reu-J
gBBBggggggg1 "' f -'-
de 19,000 rs. mensaes ; urna dita oa roa de
S.-Cecllia, n. 14cpm. commodos, quintal e
cacimba, a rende 8,000 rs. mnssesj a quis-
ta parle do sobrado) de doua andares, no
largo do Carmo, n. 7 : tudo por prego ra-
sosvel, para juste de contal: oa ma do
Crespo, n. 16.
A 2, Ao rs. a sacca.
Ns rus da Cruz, no Recife, armazem n.
13, e ua ra da Cadeia, armazem de Csm-
nello Kilho, vende-se farinha de mandio-
ca do Cear, de excellente qualidade, a
2,240 rs. a sacca.
Venoe-se urna parda de A0 anros que
engomma, cose, e com multo bom leite,
propria para criar : na ra da Autora, n. 50.
Vende-ge um almofariz grande de bron-
za: no Aterro-da-Boa-Vista, n. 65, loja de
funileiro com urna porta larga.
Vendem-se dous relogios, patentes de
ouro, urna crrante, urna dita para senho-
ra, brincos, annrlo**, conloes, medalbas,
aunelOes, cruzes, bolOcs de punhn e aber-
tura, argolas, una moda guarnecida,um
ppareltio de prata para cha ; um faqueiro,
2 salvas, casticaes. esporas, urna bridaj, una
patena, e outras obras de ouro e prata ; Ta
ra estreita do Kozaaio, n. 98, segundo
andar.
Vende-se urna excellente casa de cam-
po, sita ns margen) do no, conlendo duas
salas grandes, dous gabinetes, duas aleo-
vas, Ires quartos e cosiphs, com um terreno
adja'cenie, que ters cercado mil palmas em
frente do rio, e urna baxa da capim que
foro*co para mais de Irinla fexes diarios
no vorflo, tem bonita vista, arsaudavel,
,e perto da praca por ser antes de oiiegar ao
Pogo da Panella : a fallar oa ra de Santo
Amaro n. 16, ou oa ra da Cadeia do Recife,
com o Sr. Mtnoel Gongtlvesda Silva.
a> Ni deposito da ra da Maeda, D. 13, -el
f> ha para vender superior cal m es-*
' dra, recntenteme chegada de l-ia- *
' boa, emo brigue CoaorfSo-de-Jfa- 2
ha, por preco resoavel I tamben ahi "*
sa vendem peso* de duaa e da urna
arroba, por proco commodo; ha
tambem efectivamente no mesmo
deposito barra de mel para embar-
a> q"-
Vende-se um bergo de Jacaranda, por
preco commodo; e cadeiras a malrquezas
de differentes madeiras, tamben por preco
commodo: na ra das Cruzes, n. 37, loja
de marceneiro.
Vende-se a taverna da rus Augusta, n.
94': tambem so vende manleige inglesa, a
400 rs.; dita frenceza, a 390 rs. ; cti su-
perior, a 1,600* 9,000 rs.; cal, a 160 rs.;
vinho, a 900 e 940 ra. a gairafa ; e todos o*
mais eneros muilo em couta, pois. nao se
engeitu din.'ieiro.
Gomma superior para engom-
mafoB.
Na codfeilon* ns ra do Rossrio eslrei-
ta,'n. 43, vende-se saccas com superior
gomma por preco commodo
?3
Escravos fgidos.
Fogio, em Gns de 1847, o mulato Jacob,
quideve boje representar 90 a 91 annos,
seccodo corpo e espigado; tem cabellos
estirados, n falta de denles ua frente ;" lem
um pequeo talho na nu-ga do rosto e a
marca de um caustico na* eoslas : quem o
peitar leve-o ra Nova, loja de feragen!,
de Joal.uiz Pereirt, que gratificara.
Kugio, na noile do dia 7 de seleffbro
indo fazero drspeijo, a parda oanna, de
95 a 30 annos, alta, ctieia do corpo, cara re-
donda, nlhos grandes, desdentada na fren-
te, peitos catados e cheins, mBos e ps gran-
des e grossos : levou vestido de chita verde
j ussilo, urnas rosetas ftancezas as ore-
Ihas : quem a pegar leve-a a ra Direila,
n 7. terreiro andar, com a entrada pela ra
da l'enha, qua aera generosameuie recom-
pensado.
Fugirarp, do engenho Cuararapes, ds
freguezia da Muriheca, dous escravos, sen-
do um do nome Job, de 90 ann'As pouco
mais 011 menos; be alio e cheio do corpo,
com falta de um dedo em .um dos jes : e
o oulro. de nome Affonso.de 18 anuos, pou-
co mais. nu menos, rosro bonito e leve-
mente talludo, de altura regular, corpo
bem feilo : ambos nuito estupidos: qnem
os pegar leve-o ao dito engenho.
uoo#ooo.
Fugiram de bordo do brigu
Sem-Par, vindo do Bio-de-Janei-
ro, dous escravps, sendo um de
nome Sabino, de cor parda," esta-
fara-regular, de ao annos ponco
mais ou menos ; levou caifa* e
camisa azues, e bonete encarnado:
0 outro de nome Euzebio, criou-
lo,de 34 annos pouco mais ou
menos, estatura alia; levou caicas,
camisa e bonete azues. Koga-se as
autoridades policiaes e capitles de
campo, que os apprebendam e le-
vem-nos ruado Trapiche, n. 34
casa de Novaes &c Companbia, qua
recompensar.
.-- Fugo, no diaiprimeiro do corrente, do
engenho Oncas-Vel has, do Sr. Antonio fe-
reir da Cmara Lima, um prato de nome
Thomaz, de estatura alta, alguma couza
magro, com falta de cor, falla branda, e
descanga ta; desroofia-ae que estiaje nesta
praga : quem o pegar leve-o ao ditu enge-
nho, ou nesta praga, na ra da l'iaia, n. 50.
No dia 90 do coi rente, fui comprada a
Snra. I). Auna Joaquina Perera Arables,
urna e.-crava de nagSu alogaoibique, cOr
muilo fula, enodia 21 fugio, lovando um
tabuleiro com velaa de carnauba a oulio
com bolos, sala prela de lila, (aaynoda Cos-
ta com fiana branca, vestido de chita cOr
de rost anda por lavar, saia branca e ca-
misa de aigoJBozIoho: quem a pegar ove-i
a ruada M.ngueira, Da Bus-Vista, B. ,10;
assim cunio se rojja a todas ai pessoaa en-
carregtdasda polica, lauto dentro como
tora da cidade a captura dessa escrava que
se chana Victoria.
Palm.: ka tyf. db u. r. nrU. 1850
aaaaaat
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aaa.


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