Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07043


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno XXVI.
Tera-feira 22
rAHTJDAI eos COHHEIOS.
flolanni e Parablba, i segunda! e sextas felrai.
Ri4Drande-do-.riopU, todas ai quInU feirai ao
iflHbo, Serinhacm. ftlo-Kormoso, Porto-Calvo e
Mcela, np 1., a 11 e 21 de cada uici.
Gn'ranbiins e Iionlto, a 8 e 23.
Hoa-Vlit e Flore, a 13 e 48.
Victoria, i quintas fciras.
Olinda, todo os das.
xraMMwmntra.
* -Nova,, a 5, aoi 2fi m. da t.
.,. ,, ICresc. a 13, aos 10 m. da in.
P.U.ES D LOA. Che|a a 2|> ,5 m dam
iMng. a 28, s 2 horas da t.
FBIAMAH DI HOJI.
Prlmelra ai 6 horas e G minutos da manboa.
Srgnnda ai 6 horas e 30 minutos da Urde.
Oulubefefle 1850.
>rqd
N. 239.
ss
da sxrxsSCRirc-lo.
Por tres metes (allantados) 4JOO0
Por seis lunes 8#UO0
Por uui auno 15j000
das da. simawa,
21 Seg. 5; Mula. Aud.do J. dos orf. edo m. 1 v.
22 Tere. 8. Mara Salom. Aud. do J. da 2. v.
do civel. e do dos (ellos da fatenda.
23 Qurt. S. Joo capistrano. Aud. do J. da 2. r.
24 Qulnt. S. Raphael Archanjo. Aud.do J. dos orf.
cdom.de 1. v.
25 Sest. S. Crlspim e O iipiniaoo. Aud. do J. da
l.t.cedo dos feiloi dafacenda.
26 Sab S. Evaristo. Aud. Ja Chae, e do J. da 2.
v. doclvel.
27 Dom. S. Elesbao.
CAMBIO KM 11 DE Sobre Londres, a 28 1 (2 d. por 1,01)00 rs. a <
> Pars, 333 por Sr
Lisboa, 100. por cento.
Ouro. Qooas hespanholas.....29#000 a
Moedas de 6/400 velhas. 16HHI0 a
de 6/40H novas 10/100 a
de4jD00....... 9/100 a
Prata.Patacoes brasilelrot.... l/"60 a
Pesos coluinnarios..... 1/960 a
Ditos mexicanos........ 1/800 a
I das.
30/O0O
IOjIOO
16*200
9/200
1/880
1/980
1/820
ft&
PARTE OFICIAL.
.. NEGOCIOS E3r
TRGEJROS.
Legacio Argentina. -- Vita a confederacio
A^pentins / Rio >ia Janeiro, 16 de junho
de 1850. anno 41 (Ja llberdade, 85 di in-
dtdp'dfnfcii l di'cbnfftderecao Argn-
tina.
Illco. eKxm. 6r. Paulino,Jos Soaree de
Souxa, do coosejho aSL,M. o Imperador,
aainsatrn a secretario o> esta do dos negocios
estrangeiros.
O goverdo encarregado das relaefles exte-
riores deOnferJerieio Argentina,a cujo co-
nheclm ra d BTfFjt resppsti datifli'i*) de 8 de mir-
co, queS. Exc' o Sr. Pautin Jos Soiresde
otrta den a nota da legar;flo argentina (),
de ISdefevereiro, relativa a invasiodo ba-
rio de Jncohy no3 Estado Oriental, ordenou
o gbaip igjigritdo que rebstesse com as
onsiderarfles seguintes os fundamentos,
ooduiidoa pelo Sr. ministro dos negocios
sflfahgciros, para declinar das medidas
reclamadas en nome dos Estados do Brata
O governo argentino nio tero podido ver,
sendo como urtia Incoherencia, notsvel, a
denegagio de carcter suficiente em spu
mJnTBf8ta cortjJJWI+eeJifflar centra
O elflue ao *mm UrflKy, Prqoa-
deoto do territorio braslieirq ; pois a o go-
verno imperiil nio reconwceu at igors a
autoridade presidencial doExro.Sr. general
D.Mano/Oriawnem por isso se tem recusa-
do* digllMieoma legarlo argentina sobre
tudo qutto tem relsco com os ntresses
daqdefle pafz, entehdendo-xe algurrai v-
zea com o presidente pel intermedio do
agento diplomtico brasileiro em Montevi-
deo, guando lhe parecie.conveniente.
F-ttes precedentes, em completo desacepr-
do aro a indicacio de admittir gestees des-
ea anprema autoridad?, complcam-se mais
oinda, quindo negaao governo argentino o
direito da, reclamar do imperio contra fue-
tos que sendooffensivos sua alianca coro o
da repblica oriental, atacaro simultanea-
inente a umeoutro.
Nem pir sustentar esa politioa pode o
governo imperial allegar ana ignorancia
cerca da extensSoe enndicee dessa allian-
ca. Usando de um direito pvrfeitn, deriva-
do da convengo preliminar de 1828, inter-
pellou ao ahaixo assignado ero 11 de junho
guerra, e o abati assignado coube o hon-
roso dever de satisfaie-toi de urna maneira
tflo explcita e clara, que o governo de S.
Magostado aceitou sem reserva o inquestio-
navel litlo do argentino, para levar suas
armas banda Oriental; e at ollereceu sua
allianca rom a confeieraco para debellsr
seui nimigo, annuociando mais tardeque
a eptrada do general Oribe em Montevideo
nao seria rasSo para aliersr sua neutrali-
dad*. .
Se aocomeear a guerra declarada i Confede-
racoa>ela fuevio monlevideana unida ao es-
ayangeiro, podesse bver heiltaco sobre sua
natureu e seus fina, os successivos acoutrei-
mentos tero por tal mudo levantado o vn, que
nlngumi poderla de boa fe duvidar da afllnl-
dade de vlsus das duas repblicas do Prata,
nem da identldade de seus perigoa.
Eolio comprimida a repblica do Uruguay
pela forca rebelde, preciaava de ineios para rci
vindicar seus dlreiins. A situaco mudou,
quaudo a pinlao nacional encoutrou apnio ; e
a reaccAo ae tornou gersl sombra do exercito
argrntlno, que conllnuava a reconhecer a su-
prema autoridade dignamente confiada ao ge-
neral Oribe, que oenhuiaa lonovacao introdu-
sia noaystema orgnico do Estado Oriental, e
que nSoabrlgava asplrsciocoutrria a sua'i. ais
coiupleta iprprudentia.
O eaercllo argentino e a naci uruguayaoa
dirlglam-se a um rnesiuo inliulgo na autoridade
oppre-sora de Montevideo: um, coosidefando-
acomo autora da gurrra a que a Oonfederaco
foi, a seii Uf zsr, arcada, e o pavo orlrni.l, Diio
vendo nela ifniu o aborto de um motlu mili-
tar, a um eego instrumento da poltica stran-
geira Cotnmuin velo t ter desde logo o Inte
relie da triumpho, a por una consequencla
inesperavel.da unidade de fin, os governos do
Prata chrgarsin allianca mala inliiua, sem ne-
ceisldade de o'utro pacto do que o inslincto de
sua mutua drfeza.
Depoii de 7 aonoi de exliiblcao constante da
poltica dos daus estados, depols que as nego-
ciactes cam os poderes Interventores teem ei-
pargido a lu lobre os deilnteresiados desig-
nios do governo argentino, nao be compre-
henlive! que o do Brasil ignore anda as cundi-
foei itut.ullianet.
Se o governo de S, M. Imperial se tem ntgi-
do 1 r.hnnhrr.r rnw l.nlllma -uUr-dr
do genetaat O Ibe. nio obstante o luflraglo dos
ove departamentos do TJrupuay, e de sua inr-
uivocasesolucao de sualeou-la ; ic tena pre-
ndo continuar i cnteoder-sc com o governo
iotiusa de Moaisvido, nio le perde nem le
deblliU por isso a ooalisao de ambas aa rep-
blicas e quaudo o Sr. ministro ojo visie no
plsnipolencUrio argentino o repreientante
io poderla negar-lhe carcter
ba^^WMfra eiercer os dlreitos do bellige-
ranle avgenUoo na Banda Oriental.
Deslindar que podrsse causar damnoquel-
laai sem prrjudiaar igualmente ao
argentino aaquelle territorio, leria
I assignado um Irabalho superior
i; e emquanto o Sr. Paulino
Irir demonstra-lo, a legacio insistir
ar que aggressoes como al do ba-
__uhy o aaVqurr acto esterno, cal-
i pora perlurHr* Banda OrlenUl; para
eursquecer aa forcaa colllgadas; e para com-
prometier o eslo da cooteuda, spolaodo de
qualquer mnrtw aos ioiuiigoi da Confedera-
tu, jasapHpjpjbilaruien te na Jurisdiccao di-
plom^^H sentante, a que lhe nSo
ciar. j
i calegoricanienv repelllo,
e malo de t847, orna igual res-
trlecao que lhe pretendeu imnor'o barSo de
Cair, pela sua communlcacao de '12 da abril
aquello anno, e a Irg.cao eslava nersuadlda
de que, discutidas posteriormente "lre ella e
o governo Imperial, todas as queltoasJMkfron-
telra relativas ao Estado Oriental, IneWsIve as
occorrldas no mlnilerio do Sr. Paulino a com-
pete.ncla da legaco argentina RoavA fra do
ulterior controversia.
Nio he portantn sustentavel que nao tenha o
abaixo assignado podido, por desautorisado,
odiriilllr reclajuacqe do Brasil pdr nuaesquer
aggravps contra llraiileiros n (tanda Oriental.
A oorrespondencla coiu o abaixo assignado at-
iesta, Sr. ministro, o contri rio, e entreo da-
do* que poderla compulsar, S. Esc. permitlira
cftar-lhe as palavas da legacao de 13 de agosto.
de 1848, dlrigdJbo ir. Souza franco.
' Para fixar ntejuisoe'reivindicar o crdi-
to do meu governo, tenho a honra de pedir a
S. Exo. o Sr. Souza Franco me inanileite se
tem sido prsente ao governo Imperial recla-
maces legallsadas tn"^gaswde f, acerca de
violencias ou nuensas u^ Jalquer naiureza
que sejam, execuladas coi laiubdltos de S.
M. no territorio argentinQpkFIlo do Uruguay,
sob a jurisdiccao de S. Etc. o presidente gene-
ral Oribe, que teiiham ficado Impunes em nm
e ontro estado, por falta de acedes das lela, da
autoridade publica.a
4 Um anno aMSS> a 18 de malo de 1817, repri-
mido o abalinflsafc"--1" aallusaes a aisassl-
natos de B"PH6s que sejls.Il\perpeirados
por partidas do exercito auk. 11111 oUtro fuu-
dameiitn mais do que uinanioe nomes, de-
clarar ao ministerio :
Que uto pudendo reconhecer em governo
alguna o direito de envolver ao leu em aconte-
cimeutos despidos da aulbenticidade osle pro-
vas, e preciando deite carcter a relacSo Indi-
oaaa, repellia em nome do estado alliado a iiu
ftuticao que se apoiaya em lio frgil motivo, e
r"gava ao Sr. ministro que, fazendo investiga-
(fies dignai do aelo do governo deS. Magesia-
de a favor de seus subditos, se lervlne Irans-
miltirao abaixo aislgoado todos os esclareci-
nentoi suficientes para rastriar o eriiuc, de-
clarando como declarava, em f do aeu gover-
no, e em homenagem a repblica Orienta), que
o> rff/inauinl/i umo ves conhecidoi, sitian exem-
plarmtnle cailigadoi.
A' visca desta exigencia da legaco, deste jui-
co severo, sobre toda a violencia que ae hou-
vesse coinmettido nos estados do Prata contra
Braiilclroi: i vista, einfiui, deisa solemne pro-
inesaa de condemnai os ofieosores, como po-
derla comiderar-te a legaco argentina inhabi-
litada para admittir reclainaces que ella naes-
ino provoca?
Assim, as repreientacOes cltatas pelo Sr. mi-
nistro, dos presidentes da provincia de San-Pe-
dro, desde 1845, acerca dos vexamei feilos a
Bra'iieiros, na Handa Oriental, sem deilgnar-
de 1812, sobre O motivo e o objecto dessa aecuoa, poMnaa^scm lugares, e archivado; ate
" na chanconaria ministerial.
'(Jilio iisiprefia m BlarfB 4a rnartici
agora na chancoaiarla ministerial, provarao,
(uando mullo, aexUleucia de informacoes da-
das pelos loteresiados. mas nunca um l'actu e
multo menos urna queixa atlendivel contra as
autoridades limitrophes, iucioraveis para com
o crlrae.
De posse pols o abaixo assignado de repre-
senlacao bastante, lano para receber as recla-
inaces linprriaes concernenles ao territorio
oceupado pelo exercito confederado oriental e
argentino, como para fuuuula-las ante o gaid-
uele de S M tem o abaixo assignado ordem
de repeilir, em nome do aeu governo, por ai e
cuino alli ido do da repblica Oriental, a qua-
liucacaofelta pelo Sr ministro Ja einpren de
vandalismo do bario de Jacuhy e oulros Hrasi-
lelros, uuidos'a anarchiilai orientaos e argen-
tinos refugiados no Rio-Grande,
Taes lacios, jamis couimeitidos por Indivi-
duos vu for.f as legaes doi estados vizinboi, re-
velam claramente sua cor poltica, e naopodem
ser admit cuino ajiroracalus pilo fcnmenlo di impntantei
i'liruin farlimlrtt, e. pilo litado Je comixtuo
in aieit uk* a fovaafSo dai fronltirai do impi-
riv, ifioduiidm fila fcrmcnlifiio I txcilamenlo,
mllanle de coutai que o governo imperial nao pu-
de faier deiappariee .a
A tendencia ostensiva e verdadeira dcstas
manobras tem sido preparar e desenvolver
una guerra entre o l'rasil e as repblicas do
Prala, por meioa Indignos das uaces cultaa; e
nao tem dependida de seus autores, mas alm
de seus revezei, a suipensao de leu vergonbo-
ao proredimento.
U delegado do governo de S. M general Ari-
dra, ex-preatjlgute do Rio Grande, o denun-
cia a sen successor em termos precisos, em leu
relalorio oIBiial, ao entregar-lbe a adininislra-
co daquella provincia.
Do laura preleneio di urna ourrrn mira oi-
ioi vixinhoi (diz a$S Andrea) te origintm oulra
peior anda, t por easvras mais eltvaaai, de obri-
garo governo a lujtilar-ei i vonladi de algum ag-
ladort, acompanhando a lanha dot bandui anor-
caicoi que firramorganar, par aggredir o tela-
do Oriinlal, pela ataque dn /orca empregada aa
guarda de mar [ronliirai, e para arribanharen
quanlo gado podenem, ten ou alhtio, a/Sn de pala-
lo aquem da fina..
Para desconbecer essa tendencia seria necei
saria urna preocupaeo de animo, que nao he
M*. |'*CfU|,,-.b ..w t-.,i,iu UO III,----- ^... -o-
gresso dobarao de Jacuby nao he urna aven-
tura improvisada, mas lisio desrnvolviinentu
de outras opera;r3ei em malar escala, concer-
tadas ha multo lempo contra o catado Oriental,
j pelos selvageas agitadores asyladoi no Rio-
Grande, j sliualtaneainente por subditos de S
H., protegidos por autoridades do imperio, e
at agora impunes, a drspelto de represnta-
teles constantes do governo argentino. A lios-
tilidade Inceisante por longa serie de annoi
deraobre uuia fonte lio profunda, corno Im-
pura, deiie systema fatal para os tres estados,
organisado no Rio #|aode do sul.
E como podenaui occuliar-seao governo im-
perial as vistas sinistrai de Francisco Pedro de
Abreu, quaudo seus libellos, com o titulo de
proclamacdei sor Rio-Uraudiniei e a todoi os
rasilriros ai revellam manifeilamente ? O Sr.
Paulino os 'teve presentes, publicados nos pe-
ridicos do rasll; e o silencio docabecilha
obre sus mesuiaa proclamacdrs, eapalhadaa
com profusao pela provincia de San-Pedro,
prora aua jujthllciiiidf, e dj 0 fi fUo"hl-
nacao.
Nao ba -'rasjfiliir^ poisivel entre essa guer-
ra, ora a^^K astrepMosa, com o ca-
so fortuito na fronalra de Corrientes, a que o
Sr. ministro ,matos
commetidos ida do
Sr. Araujo -Rlhartr. perar JasU-
racao do 8r. governador-de Corrientes, nao s
repellia a rrsponiablUdade.da repblica por es-
se atrox delicio, como mesmo prometteu a per-
seguico e castigo de seus perpetradores, sa-
bidos dos bosques do Uruguay.
Os vexsmes que o Sr. Paulino sssevera
terem sotTrido o Braiteiros na csmpsnh
orientsl, njal. pdem ser preciados des le
jiueS Exc. toca neste poni to vagamen-
te que impossibita toda a iliscussflo ; m>s.
designando a Sr. ministro com espccislida-
le o occorrido na proprielade do bario de
Jacuhy, e de outrot em igual caso ns Rsn-
da-Orientil, hrfo wsignsdr aceita a
eitar;So corno coronario que esclarece o
facto.
0 embargo das pronriedsdes do barp e
os que o Sr. Paulino sllirma lerern sido im-
postos em bens de outros brasileiroi, sSo o
resultado da defraudacio dos direitos As-
eses pela subtrscSo clsnlestins de gados
proprios e slheios, e pela reincidencia
om roubos, coja resliluigilo seria a menor
pena.
O abaixo assignado envin ao Sr minis-
tro um summario judicial com qualorze d>-
elaractei do capataz e piies do bario ; to-
das conformes para provar os tres contra-
bandos, em oulras tantas entradas do barflo
de Jpcuhy no Esta lo-Oriental, e a depreda-
cSo dos gados slheios, srrebatados com a
cooperacBo dos declarantes.
O abaixo assignado espera todsvis o re-
sultado da direceflo dada a esse summario
pelo governo de 8. M., para esclarecer a
verdsde ; e omittio enviar-lhe mais orne
contra outros Brasileiros que se queixam de
iirxames, por que sSo sorprend los na ex-
portaciio furtiva de gados para o Rio-Gran-
de, illudindo as ordens municipaes, e bus-
cando fortuna i custa dos orientaes e de
seus proprios cuncida J3os laboriosos e hon-
rados.
Os Brasileiros inrolvidos no contrabando
fro barflo tlveraro indulto do Sr. presidente
Oribe, e forana restituidos a seus lares ; e o
eslsbelecinento nSo ficou sob embargo, so-
ngo emquanto o bario nio pagasse ao the-
souro orientsl o imposto (ftido pelos ga-
dos que della extrahio.
O Sr. ministro fol informado pelo abaixo
assignado com as prnprias infnrmaQrjes dn
general Oribe Legacio, e o Sr. Paulino nSo
puiiena oeizar de. ver no generoso proce l-
menlo do supremo magistrado oriental
um estimulo gralidi-JdO delnquelo, em
ve Ja um lundamenlo a novas aggres-
daquella autori 'ade s reclamsr;es imme
dialas dos prejudicados.
Competa tambem ao governo imperial
ter ha m.uitos anuos Ceitosahir da fronteira
os fautores destas barbaras incursSss ao
Estado-Oriental a esses rebeldes oontuma-
zesque, asyladns na provincia de S.-Pedro,
tietn conspirado sem ce%sir contra os gnvnr-
nosdo Prata, e laucado sobre a.repblica
oriental quadrlhas de bandidos. Desta
Classe foram as de Figuein'i, Silva, Silveira,
temos e outras, de que o governo brasilei-
ro tem pleno condec menta ; e ltimamen-
te a deJacohy e seus sequazes, que, losig
ne pela depredacio, tem onch lo a medida
da iniqujdade.
Nem se diga que para slcancar a neces-
saris repressio, o governo argentino sele-
nita esquivado a fazer representarles ante
o di imperio. Tem ellas si lo numerosas,
sempre seguidas de honrosa acquiescencia
n do annuncin dn ordens peremptorias, e
sempre esteris pela falta inqualificavel de
sua oxecugio do dilatado espa'co de muilo*
annot.
A' estrsnha tolerancia para com pajes
inimigos da ordem social, ao culpavel pro-
eedimenlode grande parte dos funrciuna-
rips do Rio .irn le para com os refugiados,
e para com o bario de Jacuhy e seus sequa-
zes, he devido o intoleravel estado de cou
sas naquella fronteira ; ede nenhuma ma-
neira a medidas econmicas do presidente
Oribe, na rbita de sua alta jurisdiC(io.
Alm disso" podera um governo ilustra-
do, sem concitar o alarma dos demais, em-
penhar-seem justificar actos que envolvem
relielliflo patria, e ataque deshumano e
nflo provora lo a ma naci amiga ?
Seria ndifferente ao governo de Sua Ma-
gegtadea invasSode um de seus cabos mi-
litares contra um povo com o qual o'impe-
rtoestem paz t Ter valor perante a cir-
cumspeccio do gabinete Jo Rrssil o protes-
to forjado por seus subditos de oflansas oes-Ido Ro Grande do Norte Henriqun Eduardo
toses, verdadeiras ou falsss ? Desde quan- da Costa Gaia, que ser eroprega lo no sw-
NSo duvida o governo argentino que os
estancieiros brasileiros, a par de outros es-
trangeiios -estabelecidns na repblica do
Uruguay, tenham soffrido prejuizos oces-
sionados pela guerra. Mas residindo n-
quel le pau ficavam stijeilos, como os nacio-
naes, as vicis.-itLdes publicas e a todas as
peripecias da conten 'a
A guerra nio fot sbita nem curta. Suas
calamidades naluraes rtlavam ao alcance
lo u enos prevenido ; e desde seu p'incipo
at prohihicio de exportar gados pela
fronteira do Rio Grande mpdou um pen-
lo de annos, durante oqial os fszendei-
ros brasileiros poderlam vjOr sua proprie-
dade a salvo de toda a oontingencia, sem
nutro estorvo, slm do da sua propria voli-
tada.
OExm. Sr. presidente general D. Manoel
Oribe oSo volou nenbum direito, probi-
bindo a todos os fazendeiros indistinets-
mente que vendam ou psfsem para o Rio-
Grande animaes de qualquer especie, e a
marca destes nss respectivas estincias:
nem fol absoluta a probibicio de marca-Ios,
mas antes se consenta tiesta opera(8o,
comanlo qun os proprietaros se sujeitas-
sem aos regula'menlns policiaes, i favor da
propriedade commum exposta, como nun-
ca, ao rnubo dos que por sua qualidade de
estrangeiros estavam isentos de todo o ser-
vico militar.
Sem essa preesucio era mais que difllcil
mpedir que os arrebatadores de gados le-
vassemeom o proprio o allieio, e prejudi-
ossem gravemente aos Orientaes, que, en-
penhados na silvacBo da repblica, ti-
nham abandonado sua fortuna particular.
Todo o proveito da marca tera reverti-
do exclosivsmente a favor de fazendeiros
estrangeiros, desde que os naconaes nio
estivessem presentes, nem podessem a seu
turno marcar seus gados por acharam-se
servindo no exercito.
N3o he equitativo, nam nenbum governo
po feria rasoavelmente pretender que seus
"^""IdldSB esiaboietiJc;' C~ CU'.u odia-
do, thestro de activa guerra, proseguissem
em seus trabalhos a coberto de seus ittevi-
taveis translornos, e que emquanto os ci-
dadios soffrem as consequencits desta si-
tuacio, os estrangeiros continuassom com
esse privilegio, monopolisandu a industria
i riqueza.
Serla erigir ao eslrangeiro na Banda-Ori-
ental em arbitro da produccio e do com-
mercio, e levar aos naluraes a urna ruina
inf.llivel: seria conceder a estranhos a
prerogativa qne em idnticas circuinslsti-
ctaa Ibes nega seo solo natal.
Se independenlemente dos males da guer-
ra, os estrsngeiros padeceo pela violencia
ou pela arbltrariedade; I seus governos
pertence procurar o remedio com o auxilio
le urna franca diplomacia e das leis inler-
nscionies
O do Braai!, o reesb*' rioeiSss ue ub-
iitos seus contra autoridadet orientaes, po-
tera ter encaminliado suas recletnacoes a
S. Exc. o presidente Oribe,quer directamen-
te, quer medanle essa legr>8u, como tem
praticado em outras occasies. Mas anda
neste cea o Sr. Paulino nio ignora qne d-
lo ple um soldado audaz arrebatar a ban-
leiradeseu soberano,e armarse por sua
propria cunta para reivindica; o que lhe
apraz chimar o bros naconaes ?
0 Sr. ministrTISo p lo desconhecer que
tuindo tal usurpacio fosse dissimnlada, a
base ds sociedade ficava commovida, as re-
lajos internaconses a merc do caprictN
ou de una srdida especularlo, e a segu-
rsnea dos vzinhos entregue ao azar dos
soecessos", ou S urna vigilancia dispen-
diosa.
He sabido que as represalias competem
exclusivamente As nachas, e s Ihes sio ga-
rantidas quando nio pdem por outro mo-
lo obter Justina. Ao arrogar-se um subdito
o excorio desse recurso extremo, colloca-
se fra dos direitos da guerra, e assume o
carcter e a responsabilidade inherentes ao

obvia de mais para ser discutida. He cer-
lo qne poder explorar-se arteiramente e
pela discordia ou pela ignoranoia ; mas. o
Sr. ministro, que conhece perfectamente
os imperiosos interesses que a aconselhi-
rflo, nSo p lera ver nella a retirada da
eonstaute proteccio com que a Repblica
doUniguay hospedada aos Brasileiros pa-
cficos.
Portanto, persiste, o abaivo assignado em
pedir ao governo imperial, em nome; por
ordem do da Confedefacio, urna satisfac,lo
queseja sufGcu'uU para reparar o sangui-
nolento aggravo commettido contra os Es-
tados alliados pelas invasOes do bario de
Jacuhy, e seos cmplices, contra a Repbli-
ca do Urugay, e o castigo exampiar desies
reos, bem como das autoridades do impe-
rio que os protegeram ou consentram.
0 governo argentino prescreva igualmen-
te ao abaixo assignado que declare ao de
Sua Magestade o Imperador que os do Rio
da Prata eonsiderarSqa recusa i realisacfio
leste pedido, ou una desnecessaria dilsc-
cio, como negativa de Justina, e como ap-
rovaijo doattenlado do bario d Jacuhy,
o qual eslerilisando o anhelo da legacio ar-
gentina pola melhor e mais cordial iutelli-
gencia com o gabinete do Brasil,o obrigatia
a retirarse da corte imperial.
Dos guarde a V. Exc. muilos annos.
Thomaz Guido.
(Contnvar-ie-h.)
GOVERNO D\ PkOVIlNCIA.
EXPEDIENTE DO DA 18 DO CORRENTE.
Onlci'o.--AoExm. comman-ianta das ar-
mar, cnmmuiiican lo que S. M. o Jmnera-
dur houvera 'por bem permillir, segundo
foi declara lo em aviso do ministerio da
guerra datado de 4 de selamhro ulti no, que
renha residir nesta provincia unr tem>o de
quatro mezas o alfares da companh>a fi inimigo, niodeum individuo, nio de um
governo estrauho, mas do genero bu-
mano.
O direito de amnistiar aos reos de de-
udos polticos ou civis, direito exercido
nobremente em numerosos e memoraveis
casos pelo governo argentino, nio invalida
oda nacilnofleo lida pelo subdito de oulra,
para exigir contra elle a applica^So da ju-
risprudencia criminil ; e a pena nSo pode
ser perdoada, senio por consentimento
commum, ou pela abdica^io voluntaria' da
faruldde do reclama-la.
He tambem inadmissvel que se a tran-
i|mili lado das fronteiras se desoja sincera-
mente, e que semelhantes procedimentos
ao do bario de Jacuhy nio reappareram e
sejio explorados pelos inimigos dos gover-
nos do Rio da Prata, devem estes empe-
nhir-so em fazor desapparecer as causas
que os tem produzido, porque isso s del-
les depende,
Esses governos, Sr, ministro, teem prvi-
do exhuberantemente seu afn para lograro
socego de suis fronteiras,us nio he a ell \s
a quemeom pete castigarlo bario de Jacuhy
e seus collaboradores, nem retirar dos li-
mites do imperio os emigrados do Prata
Estss prov leticias, e o impossibilitar novas
hostilidades he a honrosa e exclusiva tsre
f i do governo brasileiro, d quem pela ul-
tima vez ellesas reclamsm.
Os alhados incorreriam no mesmo duplo-
ravel erro que o Brasil, se acreditassem
que acontecimentos como os ltimos que
so den m tem de ser evitados, ou revogando
o presidente general Oribe a prohibicio de
ex orlar da Banda Oriental gados para o
Re C'v.s, e d s:rss-!cs, gu com a os-
peranca do Sr. n.inistro de que pelas ordens
qua assegnra ter-se dado, nSo se repe-
lirio as inrasdes contra o territorio limi-
irophe.
Se aquellos poderes acetassem urna tal
condiccio, sacrificaran! seu decoro, reco-
nheceriam por justificada a conducta do
barflo e seus salellites, que infelizmente o
ministerio do Brasil desculpa \ daram um
triumpho ao vandalismo; creariam um
precedente de desastrosa transcendencia ;
e para o futuro, qualquer aveotu-eiro, as-
sociado aos inimigos da Confederafio, que-
rerla com suis hordas dictar a le Rep-
blica Oriental.
Assim, tanto um como outro governo.
inda quan lo nio confiassem na probidadej
de sua poltica, e na razio de suas recia-
nnr0es, repelliriam sempre o tneio olfensi-
vo indicado pelo gabinete brasileiro, em
qusnto se limia, sem oerecer repaia^-iu,
a propr aquella soluQiu, como uam ber-
reira contra perturbages ulteriores.
Por butro lado, nio lem o governo de Sui
Magesiade podido desconhecer que essa
economa interna da Repblica Oriental,
invocada como causa mntrix da oltin:; i
vigo que fdr compativel com o i>u estado
d ssu le Intelligenciou-se ao ius^ector da
pagadoria militar.
Dito.Ao inspector da thesouraria da fa-
zen la para que recommende ao inspector
da alfandega, que consinta no despacho
sent de direitos nos termos do 3 do art.
1, do regulamento, quehaitouron o de-
creto n. 633 do 38 de agosto da 1849, de tres
caixotescom objectos de fardamenlo dos
ofTiciaes do segn lo hatalhio de cacadores
e tercairo de aratilhsria ap, osquaes vie-
ran! da corle no vapor Bahiana, remettidos
por Jos Mara Palhares ao Exm. cotnman-
Janle das armas desta provincia.
Dito. Ao mesmo, recoramendando em
atlenfioao que representou o inspector da
pagadoria militar acerca da insulDciencia
da consignarlo de 44:521,666 rs. dada para
""wooioirauo(,roi de maio io comnit anno. "mente: Mae o aBaiio assignado, eoui necia va preceder denegaao ae jusUca por parte I tuio, nSq importa senio urna precauco
as despezas militares desta provincia em o
mez crrente, e vista de sua informarlo
a respailo, que sob a responsabilidade da
^residencia, nos termos do decreto de 7 de
maio de 1849, mande alionar mais a refe-
rida pagadoria a quantia de -22 000,000 de rs.
para s;r destribuida por algumas das ru-
bricas da despeza a cargo daquella repar-
iiQo.--lnteirou-S8 ao inspector da roesma
pagadoria.
Dito.Aojuiz relator da junta dojustici
transmtlindo para ser apresanladoem ses-
sio da niesma junta o processo Teito ao sol-
dado do primeiro batalhio de catadores
Caetano Mauricio.Scienlificou-se ao Exm.
com man lano das armas.
Dito.Ao inspector do arsenal de mari-
uha para mandar dar alta e por em liber-
ta le, por incapaz do servico, o rocruta
Alexandre Bezerra de Souza, que se acha
rocolhipo a enfermara daquelle arsenal.
Intelligenciou-se ao commaodante da forta-
za do Brum
Dito.Ao director do arsenal de guerra,
para que mande aprom >tar naquelle arse-
nal com brevidade cem calcas e outras tan-
tas camisas para recrutas.
Dito.Ao inspector da thesouraria da fa-
zenda provincial, para que emquanto Anto-
nio Francisco Ramos esliver encarregado,
em consequencia de autonsacio da presi-
dencia, de conduzr oreoetuario e reme-
dios necessarios para tratamento dos presos
enfermos da cadeia desta cidade. muido
abonar-lhe o salario de 320 rs. diarios.
Cummuuicou-se ao delgalo supplenle do
orimeiro dislricto do termo do Recite.
Dito.--Ao delegado do termo dn Ronlto.
devolvendo as cortas di despeza feitacom
azeile para a cadeia daquelle- (armo, desde
n I* de Janeiro de 1849 al 31 d marco do
anno crrante, i tim de quo as faca entre-
gar ao forneceJor para elle haver da cma-
ra municipal dalli a sua importancia, visto
estar a cargo da municipal! lada taes despe-
zas pelas respectivas leis do ornamento.
EXTERIO
O FALLECIDO f.ONDK DE NEUI.LY E A 1M-
PRKNSA FRANCLZ.
Eis aqu o que diz nm dos orgios dessa
impiensa, o loumal iu D*aaii, acerca da
uiortodo dito conde:
Urna noticia melanclica foi bontem
recebida em Pars, onde produzlo geral e
penosa impressio. 0 rei Lutz Feliope mor-
reu uu (iia 26 do correle no 77.' anno da
sua idade. A morte deste ultimo rei da Fran-
ca coustucional, causa-nos grande pesare
profunda ifflicflo, por isso que sempre o
honramos, sempre o sustentamos, sempre o
servimos, Sua causa que foi a da roooar-
ehia cnn.il_ln,inri.l| -7 iinio, m jyiii.
Nos honramos sua pessoa, defendemos sua


*"! "W
-"


ntm
poltica, porm. n3o sabemos se ha m
Franca, se ta na Europa um partido hones-
to, um homem do sentimento que nilo sinla
comnosco esse triste fim de um principe
que depois de ,er assegurado sua patria os
mais c.Irnos e prsperos 18 annos de su
historia, foi morrer em sua trra estraogei-
rn, antes de so-cliegado o seu lempo, as-
sim se pJe dizer; porquanto, sua velhice
era ainda verde o vigorosa. Nem o vigor
de sua saude nem a forte tempera do aeu
espirito foram suMcientes Dar resistir a
inzretldfio de sua patria. NSo smente a
vida do re Luiz Felippe terminou no exilio.
senSo larobem foi aBreviada pelo exilio. Se
ello quesalvou a Franca em 1830eqnea
Franca aliandonu em 18(8, se elle que a
sociedade francesa assustada elevou como
im 'broquel nm julho e que sem capricho
do pajz derribou 18 annos depois. livesse
tido ifm corarlo menos francez, ou tivesse
tido um homem menos honesto, a desgra-
na publica depois de feveieiro o leria com-
pletamente vingado. Se Luiz Felippe tives-
se sido .menos patriota do que foi, ter-se-
liia regosijado com a ruina, as humilha-
COes, os desastres e as desgranas de todos
os gneros que violentamente succederam
ao seu pacifico e honrado reinado. Kl 1
ter-so-hia regosijado com essas lulas san-
guinosas que as faccoes la queda de seu throno, travarara sobre os
destrozos do mesmo ; porm nao, to las es-
sas de.s3rar.1s que foram como urna de-
monslr(fio que a providencia, justamente
severa, quiz dar da sabedoria da puliticd
por elle seguida, c margura la >fllc(8o. A justiflca^So que Ihe
deu a catastrophe de fevereiro, sustenlnu
sua consccncta ; entretanto que, despeda-
qov su eoracfio e abreviou sua vida. He
isso o que nos faz pensar que nilo sere-
mos os nicos em lamentar e deplorar
sua niurle. Sua causa (fue antes de sua que-
di era a da monarchia constjlucional ; to-
mou-s depois de feverelro a causa mesmo
da sociedade. Todos tem sentido sao, seai
exceptuar aquelles que tiveram urna parte
criminosa ou imprudente nessa obra de
desliuicAo Todos a reputan) hoje por tal,
ainda n>esmo aquelles que com ella lucra-
ram ; pois nSo sflo ou onte oscnmmerciaii'
tes e os niaiinf rtureirns da Franca que tem
pago a emenda huno able por esse grande de-
sastre pagou-a o proprio governo- em su
mais alt expresso. quando foi porta de
urna prisBopiolilica render homenagem aos
principios conservado'es da sociedade, lia
muitO lempo desconheridos e ull'xjaiii--.
Esta saudavrl reac^Ao da opiniJo publica en
favor da i>oliiica do ultimo remado pfid>
ser manifestada ao re no fim de su vida
por signaes incunlcsUveis. Profundamen-
te aflecta>io pela irijuslic,a do seus contem-
porneos, elle nunca duvidou dajusticad
historia. A historia cooiefou para elle,
ha alguns mezes; seus anlecpados juize*
Ihi; foram levados por todos os o'gilus d
puldicidade, e por todos os ventos quo s-
praram oa trra de Franca para a do exilio.
Esta he a nica consolarse que elle deseja-
va ; ella era digna de sua rssSo esclarecida.
Esta juslice em anliciparSo da futura ella a
colheu em seus ltimos momentos.
l Outio orgSo da imprensa francezs, o
Contlitulionnel, diz o seguinte ;
Esta murte que presentemente he um
espoctaculo grande e patheiico. teria sido,
ha tres anuos um graude e lerrivel aronte-
cimento poltico. Ella teria sido entSo um
nliji-cto de terror ; e he agora um obieclo
de nobre tristeza e decommiseracSo pnilo-
soplitca. Luiz Felippe lermioou a sua vid
melhor do que tenninou o seu reinado. A
J ianga, pde-se dizer assim.licou cheia de
rancor contra elle ao vc-loc-hir do throno
depois de urna luta que nSo soube prevenir.
O sentimento do perigo no qual deixou-nos,
tez que fussem severos para com elle, alud.
mesmo aquelles quetinham sido dedic<-
dos ao seu governo. Fsta lembranca, toda-
va desapparece perante um calillo, e lio-
samente vemos seu fim estoico, sua nobre
rosignacSo como christSo em presenca da
morte.
0artigo conclue da manera seguinte :
tito fallaremos de queslOes estrangei-
ras. A politira tde ter-sa tornado fraca,
porm a Franca nSo esqueccr que deve ao
reinado de Luiz Felippe 18 anuos de paz e
de prosperidade. Houve todava excessos
esusados pela paz j a falta de previsao cau-
sada por um successo constante urna con-
Oanga exceaaiva na forca supposta invensi-
ve! das maiorias legaes. Luiz Felippe ca-
recia da perspicacia que tantas vezes tem
im)irado ao governo inglez quando a resis
tenencia deve cesar,e o tem habilitado para
calcular exactamente a hora das concessOe.-
e dos sacrificios. Elle espiou cruelmente es-
te erro. Luiz Felippe considerou-se a pe-
dra angular da Europa, elle persuadio-se
que toaos estavam tSo convencidos como
elle do servico que prestara ao mundo, i
que este sentimento universal era para ella
um baluarte ihexnugnavel. Alguai temp<
depois de sua qneda oa fados provaram que
elle tinha rasto, eelledisse a um francez
que foi visita-lo. a Veja que lerrivel fue
ral me flzeram, nBoobsiaiile estar eu anda
vivo! A Europa est em chama Todas as
capitaea do continente acham-se colloca-
das debaixo do estado de sitio, ou amea-
cadas deserem bombardeadas, Eu disse a
tT-isf: "Slrs z ao .T.u:r* ";"a snds
lisse, ludo cabina. l'ouco fallou par qu<-
a preiliello se comprisae, e couiquaniu I a. j
que Luiz Felippe entra no tmulo, o mun
do poltico steja sendo restaurado; todava
quanlo sangue e qumilo ouro nao Imiii cus
lado essa renovacfin da ordem A' vala do
gasto que as revolucoea occasionam, deve-
mos liatiallur pira que ellas nao volleiii
mais. O rei Lu* Felippe deu-nos 18 anuo.
de paz com o aeu reinado; elle deu-uus
urna Ii?iO cruel com a sus queda, e a Fran-
ca certa nu uto n3o recusara urna pa leui-
brancaaoseu tmulo no exilio, a
Eis a*ora o que diz o hational, um dos
orglosda imprensa socialista :
A imprensa iugleza annuneia a morte
de Luiz felippe, tantos joizos severos tem
sido nestes olliaos lempos pronunciados
sobre elle que noaaoimamoa a carcterisar
presentemente o papel que representara nos
mccstrcE-"* politice; qs tes tido iugai
depoii'-que sobre os meamos nada poda
dizer: Referir-oos-hemos meramente I ul-
tima litio qua recebeu do deatioo, por ias
que ella contribue par* a publica inslriic-
rSo. Ujis Felippe tinha baseado aua influ-
encia sobre o apoio dos ulereases maie-
ri-ies. Excitando excesaivamante os ins-
tlucios de cobija, offereceodograndes pre
mos a homens anciosos de adquerir e de
osr, tentando to'nsr mais intensa es-
recie do febro indiistrjal, cujos germens
uchou introduzidos em nossa orajanisacSo
social por 15 anm:s de monarchia, elle pen-
s iu que poderla extinguir para sempreas-
sim as tendencias philosoficas que emanci-
pim o pensamanto (Orno as necessidades
immatenaes qae nascern dess emancipa-
5,10. Tal era a enrgica e final palavra des-
i poltica que os collegas coroados de Luiz
F-lippe, admiraram e imitaram. A revolu-
Cilo de fevereiro demonstrou a todos a nul-
lidade da mesma; entretanto, ainda hoje
elles nfioconhecem que os melhoraornntos
silo ligados por urna correlato clarsmente
provala. eque um povo que se torna rico,
tirna-se Ilustrado, e tornando-se tal, li-
berta-se. Se elles nSo conhecem que a
indepencia gera a necessidado de urna liber-
d id mais elevada e mais completa, no
he cortamente, porque os fados nSo Ihes
tenham mostrado q"e tolos os actos de
progresso, bem como todas as natOns
conjunctamente ;se correspondem. Isto
quanto ao passado ; quinto ao presente, a
morte de Luiz Felippe he um acontecimien-
to sem impo'tancia." O nico elTeto que
ella pode proJuzir, he privar a faceto or-
le.nistH do prestigio de rectiISo que a
Isspeito das faltas que o conde de Neully
tinha commeitido, omitas pessoas por ha
tuto ainda llie attnbuiram. Dir-se-ha acaso
que esta morte facilitar a fusSo que cerlos
tlieoncos consideram como o grande segre-
lo da poltica moderna ? Ainda mesmo
lueassim fosse, diriamos sempre que ella
Heum acontec ment de mu moderada im-
portancia. A quesillo permanece anda em
uossa opiniRo, ntreos monarchistas eos
republicanos. Estes ltimos venceram a
monarchia quando esla reuna em torno de
si quasi todas as fo-fas deque ple dispr
no paz; no he portanto, provavel que
quando no exilio e induzida a reunir em
turno de si um pequnno numero de parti-
ui ios os qui.es u.lo representan! uui es-
quadrSo do famoso exercilo de Conde, a
nonaichia triuibpho por sua vez da rep-
blica. Em lodo o caso, a morte dd Luiz F.i-
lippe nao lera nenhuma uiQuencia na cun-
lestace.
IM Clll'ZVDOH INGLEZ IIUMILHADO.
Una correspondencia particular do Se-
negal, publicada pelas ga'rtas de llrest e
datada de 8 de junhu, d conta nos seguin-
les tsrmoade um ncedentedevdo, anda o
creo os assi n, a un governo e que por post-
eo u.lo fez contender um navio de nossa ar-
mad* cntn um cjuza Inr inglez :
A 29 de ina io o barco de vapor Fspadon
le feca il220cavallos ancorou dianU de
Luanda, 45 leguas ao norte da embocadura
lo Congo, com o brigue rgut : ao qual le-
vava ordem de se reo dher a Franca. O Ar-
ge largou pelas 6 horas da tarde, e urna ho-
ra depois o Eepndon levantou lamliem a
ancora e fez-se no ruino do sul, ten lo col-
locadas suaslaniernas de cor. A noile era
escura. O Eipadon linha navegado apenas
d-z minutos, quando um projelil Ihe pas-
sou sibilando pela popa. O fado era tanto
mais para admirar quanto a noiteacabava
apenas de Caliir e neutium navio linlia sido
avistado naquellas paragens. Todava como
era evidentemente una agressSo, nosso
commamianle mandou tocar a rebate, e
cada um oceupou logo o seu poslo de com-
bate.
Durante esta otieracSo que s fez rspi-
lamente e sem confusSo, nosso inimigo in-
visivel atrou-nos dous novos projetis, um
dos quaes rebentou perto da pr6a. e mais
um fogueteqneeslourou lambam a pouca
distancia do navio. Anciosos por dar-lhe
urna resposta satisfactoria, pozemos fogo as
niiss s pecas iloestriburdio e lancemos qua-
tro bailas na direcco do navio aggressor,
que a obacuridade nJo nos permitlia des-
linguir, e depois navegamos para elle.
< Hem depressa vimos distinctaiuente o
nosso adversario : era um brigue-escuna.
O lit/mtl'in n|ir< sentoii-llie entilo o boinbor-
lo o lirou-lhe tres novas bailas, duas das
quaes pelo menos Ihe entraram no casco. A
tiateria foi imuiediatamenle carregada com
bomba; mas o brigue acceodendo entilo um
fogo de Bengala pedio qaequeria coinmuni
Car. O Espadan responden a este siginlcoiii
os fogos de convenci entre os cruza-
dores.
Urna cuma com tres homens e um olli-
cia! se apresentou logo e entilo soubemos
que o brigue era um cru/a lor da cslagilo iu-
gleza. Nosso commandante declaruu aoolli-
cial que se dentro de um quarlo de hora o
seu capilSo nilo viesse ao nosso bordo, con-
tinuara o fogo.
(i coiDinaiidante inglez veiocom effei-
to logo, e moslrando-se inuito pezaroso
pela que tinha tido lugar, disse que o que
dera uccasiSo a 19o desagradav 1 oceurrencia
fdra ler elle sido avisado de que um barro de
vapor brasileiro se empregava no trafico
naquella costa, etc. Esta justificacSo de sfia
conducta era pouco admissivel, porquan-
to por oulra part elle declarou ter-nos a-
vjstauo de da no ancoradouro em campai-
nlix do Argui, e demais nada poda jus
lificar um ataque ISo brutal, um .tal desca-
amento.
Finalmente depois de algumas pralicas,
foi concordado que o comman lanle inglez
rciiiia oante nos oinciaes e da cqu'pa-
giii) aa descuidas que lizera dimite do nosso
coiiiiuaiiiiaiiti-; elle nos declarou comeflei-
lo diante de toda a equipagem reunida na
popa que eslava mullo pezaroso do engao
em que ti una calillo, o brigue chama-se
.N/iyeseu commandante Western.
Eiilretanio a la linha silbido e b'ilha-
va em um ccosem nuveua. Nos tornamos a
pflr-nos em i.ia'dia. A conducta do com-
mandante do htpadon foi firme e digna : he
una homenageoj que nos compraze.nos to-
llos em remler-lhe. Quanto t cquipageni,
eslava ao mesmo lempo alegre e urgulhu-
sa ; ella apreaentava um desses impulso de
patriotismo que uo sao raros entre os
uosaus marihheiros. De nenhuma parte uto
houve desgracia que deplorar
l lournal du Havre. )
mala, acham-ae presentes 39 Srs. ji-
radns.
OSr. Pretidanlt sbre a sessao.
Silo apregoados os reos e testemunhas.
n Sr. HreiidtnU : Va proceder-se ao
srteio do coneolho, que terawjtjulgar o
reo presente, secusado pelo criare de nomi-
ne sorteado o concelhn com as formalida-
des do eslylo. sBo escolhidos os Srs.: Fran-
cisco Jos Vianna, Jos Goncalves Torres,
Manoel Coelho Cintra, Francisco Jos da Sil-
veira, Candido Thomaz Pereira utra, Ma-
noel Ignacio doOliveira Lobo, Onofro Jos
la Costa, Thomaz do Aquino Fonseca Jnior,
loaquim Jos Ferreira da Peona, Manoel Pe-
reira Caldas. Joflo Btptista Fragozo e Luiz
Antonio Vieira, Os quaes prestam o juramen-
to do ostylo.
O Sr. Presidente faz so reo o seguinte
Inttrrogatorio.
JU'SQual o seu nome
Reo-vic -nte Jos Teixeira.
uiz~Saba porque vem responder a este
tribunal ?
/WoSr., julgo torsido por urna calum-
nia que me levantaran).
jHis-Equal foi essa calumnia ?
ReoDisseram em casa do Sr. subdelega-
do, que eu linha assassinado um preto; tal
causa nSo ha.
Jui'sComo se chimava esse preto ?
Romo sel, Sr.
J w'3-E sabe que elle foi assassinado ?
Ro~yio,Sr.
uisKon le e quando foi preso .'
ReoSr., fui preso no dia 19 do mez de
Sanla-Aona (julho). pelas nove horas da
noite, em casa.
JuraE foi nessa dia que asssssinsram o
preto ?
Hinizem que foi nessa noite.
Jui:-y lando foi preso nSo foi levado i
presenca do Sr. subdelegado ?
VoSim. Sr.
Ju/s--Mu se record a de ler tido ossa noi-
te alguma briga com algum preto, e fetto-
Itie alguns ferimentos ?
ReoNao, Sr. ; depois que da venda san,
fui direilo para a casa, e de l fui preso sem
mais ter contenda com nioguem.
jMi'a(Jue venda he essa donde sahira ?
RioAlii doaterrlnbo, quasi confrontau-
lo com a c Jks Em que lugar foi morto o preto ?
/eo-.N.io sei, Sr., quando vim preso, a
plriilhame raostrou, e disse, sabes o que
he isto ? Mas eu uSo vi, por ser a noile es-
cura, e tamben) me maltrataran) bstanle
nelo cam nho.
Jais .Mas em que lugsr foi morto o preto?
ReoDizem que foi defronte da casa do
Sr Mello.
Jm'aMas a esse lugar chama Aterro-dos-
\foga tos ?
Ro-Ha Gigui.
Ji/x--.\So soube at bojequem assassi-
nou esse preto ?
Ro-yao, Sr.
Ju'sO Sr. conhecia-o
Reo -No, Sr.
JuisNunca leve com elle desavenes al-
gum ? .
/--Nada ; nilo, Sr.
Jhi'3-Sabe escreve- ?
ReoSim, Sr.
Ju's E orno o Sr. disse ao subdelegado
quo nSo aabia escrever t
y Ri.oDisse porque suapeitei que elle me
quera fazer grande mal, porque linha gran-
de raiva de mim.
JuisPor isso apparecem duvidas aqui no
tribunal; diz na formado da culpa que nBo
sabia escrever, e aqui que sabe.'
Ro-Sr., elle me disseque tinba 2 baca-
mu i les, e por isso mealemorisei.
O reo que acaba de ser interrogado he
branco ; representa ter 38 annos de K
he bastante barbado, com quanto en
barba raspada ; tem labios extremamente
delgados, olhos pequeos a viejas, testa es
nacos ; sua altura he regular ; vem lodo
vestido de branco, e responde a todas as per-
guillas, que se Ihe fazem com calma, sem
que se Ihe note mnima srlteracSo na phy-
sionomia. O fado de que o aecusam he o
seguinte :
Oio morava no Luces ; veio urna noite
ao CiquiS, e dirigio-sea urna caaa de ran-
cho, onde cosuinava ir; leudo ah adiado
um preto a comer bacalhso, senlou-se
seu lado e comen com elle, acabada a re-
feicilo. sabio com certo amigo aquean con-
vidara para ir lomar com elle un pouco de
vinhu ; e, leudo regressado, dirigio-se ao
mesmo preto com quem eomra, e disae
Ihe. Negro t estas fgido, e eu quero a-
uiarrar-te.a O negio ob.ervou-ltie que era
torro. A esta observadlo respondeu o reo
descarregando sobre uina das faces do pre-
to a folha de urna faca que apanhara no can
toda casa. espeilado, o preto evadio-se
mas o reo, perseguindo-o, pode empare-
Ihar-se com elle na estrada, e ah cravou-
lliea faca no peilo osquerdo. As pessoas
quesehaviam posto a piala) do reo, encon-
lraraiii-no junto ao cadver do preto, dan-
lo-liie com os ps na cara, e dzendo. Le-
vanta-te, negro
Cinco losteinunhas Juram de vista ueste
processo, passa-se as ailegacoeavnr e con-
tra o reo.
OSr. Preeldenlt faz.o relatorio da causa,
C C..Uvfc. ao couceiiiu ioajuiutoo
10
cdigo penal; appellando ex-offlcio par o
superior tribunal da re|acllo.
coHiM^ncio.
>i !-. aain \
JKY RECIPE.:
3.' SESSAO ORIUNAIII.V DESTE ANNO.
Pretidtncia do Sr. Dr. Seiva.
Dia 1* de outubrode 1850.
A's onzeborasda mantisa, feita cha-
1." Oreo Viceeie Joa Teixeira pralicou
o fado, de que fceaccuaado, de ter feito
olTensas pbysicaa nat preto Antonio ?
2* ICssas olfensaiforam graves?
3.' Oesses ferimentos resullou a morte ?
.- O leo pralicou o faci a noile ?
5." Houve no reo superioridade em ar-
mas de uianeira que o offendido nOo pode
d
-fender-se com prababllidadede repellir
ofl'enSa J"
6 Existem circumslancias altenuanles a
favor do reo ?
O jury, teudo-se recolhido 4 sala das
conferencias, volts pouco depois, respon-
Ao primero quesilo sim po' 9 votos : so
segundo, sim pof Otos : o terceiro, sim
por 9 VOtOS- 0 niiarlo. im par 9 voto :
ao quinto, sim pov9 votos: ao aexto, sim
por 8 votos; exista a circunstancia atte-
uuante de n3o ler havido no delinquenle
pleno conhecimanlo do mal, nem directa
iiileuciiu do o p altear.
OSr PrtiitnU. ronforrnandO-ae com .
decisSo do jury, condempa o reo s pena de
gales perpetuas, grao mximo do srt. 193 do
ALFANOEGA.
I'.endimento do dia 21.....:41.T76
Deicarregam hoje 22 de outubro.
Patacho portuguez --Despique dtBeirit
ceblas.
Brigue portuguez San-Manat- meresdo-
riss.
Brigue portuguez ~ Cottctieio de Marta
dem.
Bsrca sarda Affonto i. dem.
Brigue francez Beauieu idem.
Barca americana Conrado farinha e bo-
laxinha.
CONSULADO GEIUL.
llendimento do dis 21..
Divers/Sj provincias .
1:471.459
81,945
1:496,40*
EXPORTACAO.
Despachos mstritimni no ii* 21
Liverpool por Macelo galera Ingina Colum-
bas, de411 l|4 toneladas: couduz o argate :
452 saccas de algodo com 2,298 arrobas e i3
libra, 17 calwa, 81 b.irricaa e 805 aaccos de
aaaucar com 7, i93 arriba r A libras,
Barcflloo, brigue heapanhol Julho, de 303
toneladas. condut o seguate Jj
940 saccas de algodao com S;098 arrobas e 7
llbraa.
RECEBEDORIA DE RENDAS CERAES
INTERNAS.
llendimento do dis 21......341,153
CONSULADO PROVINCIAL,
llendimento do dlavll......1:026,27:
NOTICIAS COMMERCI\ES.
Hmre 3 i 4 de selembro tV 1850.
Algoddo. 0 mercado permanece este
manha na mesma posicSo, n esperance
dos prximo evisos da America. Cotam-se
uestes dOus dias 1W5 saccas a pre?os frou-
xos, principalmente para a designavao mui
ordinaria e haixa.
Caf.-Esl mais em calma esta manbaa,
Com a contiouacSo das altas prelencOes dos
possuidores e da proximidade das vendas
da Molanla, destinadas ter ums grande
influencia sobre a marcha ulterior do ge-
nero. Citsm-se desde hontem, 116 saccas
do Haite, a fr. 53 50; 79 saccas do Rio La-
vado a fr. 62 $0, e um pequeo lole de Ja-
va a fr. 107 SOadinheiro. Odellaile mu
ordinario conserva-s, neate momento, fr.
53 a 51. As vendaa publicas da sociedade
neerlandeza deverSo comecar na aegunda-
feira em Amsterdsm, onda se mostraran
938,257 saccas de Java e 537 saccas de Su-
matra ; conlinuar-se-h a venda delle,
quinta-feira em Rotterdam, e aos II de se-
lembro, em Middlebourg. Amanhfia, tare-
mos o resultado da primeira venda. No dia
4, o caf eslava mais (Irme com alguns ne-
gocios, na esperanga dos primero resul-
tados da venda da llollanda, que nos chega-
ram sment esta larde. Venderam se esla
manbaa, 120 saccas do Haite ordinario a fr.
35 c em diversos lotes, 1,200 saccas de Java
a fr. 107 50 a dinhero. J(
Assucar. No dia 3 venderui-se esta tar-
de 300 barricaa das nosaas Anuidas, em de-
posito, a fr 68 a boa ; qnarla sorle a di
nhero, ultimo preco pago, e ao qual li.
poucos vendedores. No dia venderam-se
557 saceos da Baha, pela amostra, a fr. 21
os 50 Kilogrammas.
mov ment do Porto.
Nav Liverpool 44 das, tingue Inglri Richard, de
999 toneladas, capitn VVillain Whete, equi-
pagem 16, carga carvo : ao capillo.
alliniore 55 253 toodada, canltao W. E. Corten, equlpa-
gem II, carga ariuha de trigoj a Deaae
Youille & C.
aha 7daa, eacuna nacional berenies.de
156 toneladas, capiao Flhppe Nery de Olivei-
ra, rquipageni onie, carga vario) gneros;
a Ollvdra Paiva A C. Paaaagclros, Aotunio
l.ulz Baalc do Re e dou eicravo a en-
tregar.
lacio sahiio no mismo da.
Liverpool por Macelo Galera ingleza Co'um-
bm, capiao Goble, carga algodao e aaaucar.
Paaaagelro, Eduardo de Mornay e aua fa-
milia. '
"tblTAES.
O lllm. Sr. inspector da tbesouraria da
fazenda provincial, em comprimenlo da re-
soluco do trlbuntl administralivo de 10
do corrente, e em virtode da lei do orcamen-
to.viitoule srt. 34, $ 20, manda fazer publi- ,
co que. perante o mesmo tribunal se hs de
arremalsr nos dias 99,'*3e 84 do corrente,
por venda s quem mais der o propHo pro-
vincial denominado Jardim Botnico na ci-
dade da Olinda, avahado em 2:800,000 rs.
As pessoas que se propozerom a ests arre-
matacBo comparecam na Ella dss sessOes
do mesmo tribunat nos das icima mencio-
nados pelo aMto-dia. F para constar se
mandou afllxar o presente e publicar pelo
Diario. >
Secretaria qs tbesouraria da fazenda pro-
vincial de Pernambuco, 12 da Outubro de
1850. -'O secretsrio, Antonio Vtrriira d'An-
nunciafdo.
O lllm. Sr. Inapector da llieonrarla d fa-
zenda provincial, em cuipprlmeoto da ordein
do Enn. Sr. presidente da provincia de 26 do
corrate, manda fazer publico que no dlaa 2,
23 e 44 de outubro proainaa futuro ir a prra
para aer arrematado a quem por riieaoa Oier.
perante o tribunal adiuinlatratlvo da meama
iheaourarta, a obra da ponte de Iguaraat, ava-
llada em 2i388,700 r. e sb ai clausula! epe-
ciae abaixo declaradas.
Oa preiendeatea combarefm oa ala daa
aeude do aobredito tribunal aos dlaa cima
ladicados, pelo inelo-dia, couioet*aleinenle ha-
bilitados na forma do artigo 24 do regulainen-
lo de 7 de malo do corrate anuo.
E para cumiar ae mandou ailar o preiente
e publicar pelo Otario.
Secretarla da theaourarla da fazenda provin-
cial de Pernambuco, 28 de aeteinbro de 1850.
O secretario,
jfnffiai'o Ferreiri tf Annunioci.
Ciaui*'<< especite da arrimalacn:
l.1 As obras da ponte de Iguarasi, serio,
feita pela forma, sb a condife do modo in-
dicado no riacos e orcaineoto juntoa, appro-
vado pela direLtorla eoi conaelbo, c apreseala-
do ao Eiui. Sr. preiidente da provlucla pelo
preco de 2:388,700 ra.
2." A obra princlpiro no praio de um
m, e ero concluida no de qualro meiei,
ambos coatados da entrega do termo da Mr*-
inaiaco.
3." O pagamento aera felto de conformldade
com o arUgoSB capitulo 3." do regulameob de S
7 deiuaio de 1850. ,
4.' Para tufo o mais que nao eal determi-
nado as presente olaauulas aeguir-e-h o
que diapoe o regulamentu de 7 de malo de 1850.
Reflilc, 14 de eiembro de 1860.
a O eogenhelr chai da J,' sessfio,
Joo Luis Vctor Litalhier.
Approvada pela directora ew caoSelbo, *m
aesaaodo dia 16 de aeteinbro de 1850.O direc-
tor, ios* Afama* Altes Ferreim- U. A. Milu.
v-j. L. ficto Llsnlhitr-
Approvo. Palacio do governo de Pernambu-
co, 25 de selembro de 1850. 5uma Jlaatu.
Coufonne. No impedimento do oraclal-
maior, oofflcial, omiatot Jos Sures.
-T-aipaaV
DechruqSeB.
Theatro de S. Isabel.
26- RECITA DA A8S1GNATURA.
Quarla-fsira, 93 aVoailusro di 1850.
Keprasnntar-ae-ha o drama em 3 actos
6'quadros
OS SEIS DEGRAOS DO CHIME.
Terminar o espectculo com a gradse
fsrea
O Chapeo parti.
A parte de Lapoefo sera feita pelo actor
Raymundo, que ctOlarS cora a actris Joauaa
Januaria.
O FANDANGO SaJLQtO.
Comecari s 8 horas.
Os billietes acham-se i venda ao logar do
eostume.
Theatro de S.-Francisco.
BELLAS ARTES. .
Continuam por poucos diss as raesmas
vistas do cosmorama que j foram annun-
eia Jas *
O lllm Sr. inspector da thesouraria da
fazenda provincial, em cumprimento da re-
sol uco do tribunal administrativo de 10 do
correle, manda fazer publico que, perante
o mesmo tribunal, se hs de arrematar nos
dias 22, 23 e 24 do corrente por vendar a
quem mais der, os livros constantes dwe-
Uflo abaixo copiada.
As pessoat que se propozerem a esta ar-
remalacSo comparecam na sala das sessfles
do mesmo tribunal, nos dias cima mencio-
nados, pelo meio-dia.
E para conalar ae mandou aluzar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Scc.'iii -: tSi;5rr; -i f:zsr.ds pro-
vincial de Pernambuco, 14 de outubro de
1850. O secretarlo, Antonio t'irreirm An-
nunciacSo.
Reiac'iu doi livros que leen* de ser arrematados.
Lea ordenaces do reioo, a 19,000 rs.
1 72,000 rs.; 7 obras de Luiz Teixeira sobre
direilo civil a 12,800 rs., 89,600 rs. ; 5 ditas
deOrlolam, legislacao penal comparada, a
5,000 rs. 25,000 rs.; 35 ditas, segundos
cantos de Das, s 2,000 rs., 70,000 rs. ; 7 di-
tas, livrarias classicaa porluguezas, a 8,400
rs., 58,800 rs ; umaditf, eollecclo de le-
gislacfio portugueza, por 108,000 rs ; 4 di-
tas, reportorlo de Fernando Thomaz, a
6,800 rs. 27,200 rs. ; 54 ditas, borros de sa
lustio, a 900 rs. 48,600 rs.; 6 ditas, cona
seltio do povo, 1 3,500 rs., 21,000 rs. ; 30
ditas, Bomim, cdigo penal, a 2,000 ra.,
60,000 rs. ; 14 ditas de Chavion, a 2,000 rs.,
28,000 ra. ; 410 ditas, direilo natural do
utiau, a i,50C ;5., 543,800 ra. ; 200 una
de Orlelan a 1,000 ra., 200,000 rs.; 100 di-
tas, philosophia de Cousineq portuguez, a
600 rs., 60,000 rs. ; |70 ditas, lirOes crimi-
nales, a 8.000 rs. 140,090 rs. ; 200 ditas,
grawmasapadebalvaUur, a 200 rs., 40,00u
ra : 1 dita c3 Malvina. Dor madama rjatam
por' 3,800 rs Conforme:- O secretario,
Antonio Firnira d'Annunciacao.
I>til)licacoes litterarius.
ii i aa III i ~~m
Para qiiantos presam a rellgiao,
a pledarteeos bouseostumea.
Sabio finalmente i luz o j annuneiado
onusculo com o Ululo Observar;** cri-
ticas sobre o romanee ilo Sr. Ka-
genio sur, o Junen Errante, onde
se moslram as impiedades, e o rancor desta
obra contra a sacrosanda religigo de nos-
sos pais, e faz-se a victoriosa defeza da
mui digna, e prestimosa companhia d. Je-
ss. Vende-se em S.-Antonio na loja do li-
vro azul, na pateo do Collegio, Da Bos-
Vista, botica do Sr. Gsmeiro, a del lustOes
cada exemplar.
A famosa licSosobre s pena de morte eom-
posta, e dictada na univeraidade de Pisa pe-
lo respeitsvel Carmignani um dos maiorea
criminalistas da Europa, eslA traduzida do
italiano em vulgar pelo padre Lopes Gama.
Vende-ae em Santo-Antonio, na loja de li-
vros que foi do fallecido Dr. Coutinho, na
esquina do Collegio; no bairro do Itecife,
na loja de livros do Sr. padre Ignacio; na
Boa-Vista, na botica doSr. Gsmeiro; em
Olinds, rus do Amparo, botica do Sr. Ra-
poso. Preco dez tostos.
Publleaca commerelal.
Imprime-se na cidade da Baha um pe-
ridico em inglez e portuguez, quo di con-
t- dG; ."Oiiiiicuiu* iavaiau uai|uoi, pi m-
ca, traz os preces dos principaes generodo
imporlacio e exporticlo, lista do' navios
surtos no porto, cambios, etc., etc.
Subscreve-se nesta cidade em casa do Sr.
F.ll. Luilkens, ra do Trapiche.
Acaba de sahir a luz no Rio-de-Jaaei-
ro a importante obra
Tratado regalar e pratleo de tes-
tunieiitosesucessoes, ou
compendio meihodico das principaes Mgras
e principios que se pdem deduzir das le
testamentarias, tanto palriaa i
diarias Ilustrados e aclarados <
ptenles notas, por Antonio
Gouveia Pinto, sexts edicSo
consideravelmenle augmentada
giscio brasileira, promulgada de
ca da independencia e expresaameule ac-
commodada so foro do Brasil, palo doulor
Eurtado de Meodonca, rente da acaderalf
dea.-Pauiu, voiuiuo e m paginas ; saja
de-ae no paleo do. Collegio, casa do litro
azul. ^
Salaba luz no Rio de Janeiro a4leres-
sante otera seguale :
Utorl-
no de Portagal
e seus dominios, conlendo s discripco dss
a.


"
T*
-T
"ST
w
338-. Ti- ^siCTT^'^Ba. '
sprovlnci, dUtrictos e eolooi, cid-
dns, villas, aldei, elugnre principa ;
V* populc3o, superficie, induitria, com-
mercib, agricultor, produccoes dos tres
nios da natura**, seus rio, montes, pos-
tos, lago e alia notavei cor0*Wdes;
rendimentos, dspota a divida do estado,
forca de Ierra 6 mar, forma do governo, di-
visRo poltica, militar e eclesistica, ca-
rcter e eostnmes doi habitante, ordena
militares e genealoga das raloh, princi-
pes e princMM que em Portugal tam havi-
do,te, etc., etc. D noticia de treseoto
escriotore mais oolivels, eOoalisa coma
sua historia poltica at a pooha actual :
por Paulo Perestrello ala Cmara. 1850.a
vol. grosso, por 15,000 rls cda om : no
pateo do Collegio, casa do llvroasul.
ata
Avisos martimos.
-
Para o Aracaty sega* viagem at o fim
do conente mez o hiale Duvidoto, para sar-
ga e paisigeira, trita-se com Jos Maooel
Martin* ao lado do Corpo-Santo, luja da
mcame o, 25.
Pan o Kio-de-Janeirosahe,
com a maior brevidade possivel,
por j ter paite da carga engaja-
da,, o patacho nacional Nereide :
quem no mesmo quizer carregar,
ou ir de passagem, dirija-se ao
capito na praca do commercio, ou
a Novae-i & C. na ra do Trapi-
che, n. 34
Para o Cear segu em poneos dias o
liiate Hgtiro: quem quizer carregar ou ir
de patsagem.irrija-SA rus do Vigario n. 5.
Par o Ri Grande do Sul, segu com
brevidade a escuna nacional Santa-Crus,
eapitSo Manoel Peteira de Si, recebe algu-
rna crgaeecrvos a frete, a fallar com
JoSo Francisco da Cruz na ru d Cruz,
n. 7. ''
Para, a Babia pretende seguir viagem
com brevidade a sumaca nacional Carlota,
rnestre Jos Concalves Simas : paraJCarg e
passageiro trata- com o mesmo rnestre,
ou com Luiz Jos de S Araujo, ra da Cruz
numero 33.
Para o Maranhao e Para
segu, com a maior brevidade possivel,
etcona nacional Emilia, de que he capillo
e pralieo Antonio Silveira Maciel Jnior :
quem na mesma quizer carregar ou ir de
passagem, entenda-se com JoSo Carlos Au-
gusto da Silv, ou com o capilflo, na ru d
Cruz, armazem n. 13.
Leiles.
Mademoiselle Quentin tendo de seguir
para Franca no primfiro navio, rr leilSo,
por nter ventilo do correlor Oliveira, de um
ptimo armario para modista', dito pira
roupa, urna commoda com espelho, sof,
mesa e eadeiras de Jacaranda, ditas de bra-
cos, caifa de costura, um espelho grande
muito ricoj vasos de cristal para perfume,
um porta-licor, um gilheteiro e um man-
teiguera muito ricos jassim como da alfl
netes de ouro com eamaphens, e de urna
porclo de fazandaa, como ja auspenao-
rio finos, grvala, ewovas, perfumaras,
etc. : terea-fe ira, 29do corrente. i 10 horas
da manhSa, no primelro andar da casan.
96, Aterro da Boa-Viat.
- O Sr. E. Comber, socio da respeitavel
casa dos Sr. Jobnaton Pater & C desta
praca, ordenou o corrector Oliveir, pre-
viamente a su retirad par a Inglaterra,
o leilSo de toda mobilia e mais adornos da
casa deaaa residencia no campo, ennsistin-
do em sof, mezti, eadeiras, tanto usuaes
de bracos, como de balando, tapetes e mais
enfete de sala de visitas, mesas de charSo
mui delicada, lampeues de bronze com vi-
dro, casticie com manga1, mesa de costu-
ra com jogo com i'lelo de cbadrez, venena-
as, relogio de cima de mes com corda
Eira 14 di, mappas geographicos, um o-
erbo telescopio o melbor nesta cidade e
adoptado para observareis astronmica,
mesa elstica para jantar, aparador de mog-
ao, guarda-louca, cadriras e mal itlgo
pr mI de jantar, esleir* dealss e par
outrassila, gilhileirai de goslo, bandejas
decharSo, e outrasqualidade, facaa e gar-
los, cabos de marllin, cobertas para pratos,
cafeler a bales, oulra partes de metal
correspondentes, um esplendido bilhir com
todo o leus pertenec, inclusive lampees
e mobilia, propria par o lugar onde acha
ou possa ser collocedo, urna linda carteira
de mogno com gavetas, armario pira livros,
um Jogo de bagatella, dou globo terrestre
e armillir indispensavais pira o esludo da
geographl e astronoma com o respectivo
compendio impresso, composto pelo afa-
mado autbor Keilh, carteira porttil, jogo
chinez para chidrez, linterna mgica com
lindaa vistas, eadeiras de mogno, commo-
dasatoueadores di versos,leilo par casado,
etcadinha do dito, guardo-vestido, lava-
torio com pedr mar more e lem ell, toi-
lele comespelbo, sof de cima, barcos, bi-
d, polfonas, mesas grandes e pequeas
para quarlos, um gtiola grande para mui-
lo paitaros, uro cirriiilio de 4 rodis pira
menino, macnina para engommar, utenci-
lrosd*elnhs,ditospia jardim.vasos para
f ore, cava I los, arreios, selps, bride, cris-
laes de toda ts quslidades, servico de por-
rellana e outros par mes, sobremesa, cli
e caf, e numerosos outros objectos que
a estrllese de um annuncio nao permitte
deaignai, mas taes qoaes osava pesaos de
gesto delicado trato. Ter pola lugar o
referido leilSo, principiando pelo trero de
cosinha, lenellios agrcola e cavallos etc.,
segunda-feira 28 do crranle, 10horas|d
i ni preter velmeiite, no sitio do
Dr. Jote tiento da Cunt Figuene-
[uoeimmediilo ao do Sr.
I Pona de Uto
mon llowie & C, fai
nc&o do corrector Orive:
eapleaoddo sortimento de fzen
toda propriasdo mercado : qumt
corrente, as 10 hora, Ino seu an
ru de Trapiche Novo.
mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm.
^Avisos divers^.
d ( em u> o d roa ova )
Que i i [lea de Santo
Auto ib nSo ignora, do
. contrario se publicar qul o negocio
A assoelac&o comuierclnl de
Pernambueo.
Tendo a direcelo da associcSo commer-
ciil. em execu$3o dg orden do F.xm. Sr,
presidente da provincia, de organissr a lis-
ta geral dos commercientealaqui estabeleci-
dos, pueseacharem na circuinstaneias de
votar e seren votsdos naseleicoes par de-
putidos e supplaote do tribun! Jo com-
mercio, em conformidade das instrucijoes
do decreto n. 696 de 5 de setembro ultimo,
e ignorando a mesma direcelo o numero
de commercitoles brssileiros mtricul-
do no tribunal da juota do commercio aqoi
residente, convida sos meamos senhores s
prosenUrerrj-se no prazo de cinco dias na
sais d mesma assodscSo munidos de seus
rspectivo ttulos par seres dmitlidos
Ocsndo certos de que o sua falta ser s lis-
ta organisada com os negociantes mencio-
nado na segunda parte do arL ledo til.
nico d adminislrscSo de justica nos ne-
gocios e causas commeciaes do eodigo do
commerc. Sala da associaco commerejal
de Prrnambnco, em 21 de outubraoe 1850.
A. V. da Silva Barroca, secretario.
O Sr. Uanoel Antonio Baplisla queira
ter a bondade de apparecer na ra do Pas-
seio, loj i n. SI, s negocio do seu interesse.
O 8r. acadmico Lobato Jnior do Mi-
raohao, queira apparecer a roa da Cadea
de SanU Antonio o. 13, a negocio que nflo
ignora.
0 abaiioassignsdo, em resposta ao Sr.
los de Almeida!Lima,lembr-lbe que quan-
do se dirigi a sua casa e contratou a troca
das trea verga de pedr do mesmo Sr. Lima
por oulras doinnuncianle, com a volts de
400 res em cada palmo, foi por estar per-
suadido de que as ditas verga fossem supe-
riores a esta, seo Jo que lizendo o Sr. Li-
ma conduzi-las para as obras do mesmo
abaiio assignsdo, eitinde j pigo o frete,
Toi que esle vorilicou que ola estivam ca-
pazos para a obra, por serem muito vellias,
e necessitarem de muito trabalho, que de-
mandarla nao pouca deapeza, pelo que re-
solveu-se a linear mSo das suas mesmas
pedras, e manda-las apromptar para a obra.
Se o Sr. Liana Mter que o a'baiio assigndo
pigueo que nlodeve, use de seu direito.
Paula JmU Gome:
Pede-se encareeidament ao lllm.Sr
subdelegado da fregueiia de S. Jos que
Isnce suas vista para o mercado de hari-
na, pois que o arrematante do mesmo
mercado lem laucado ol vendedores u
frenle dos cougue, onde o causa pre-
juiso l nossss vend, e par mais claresa,
houtem chegou botar vendedores al qua-
s a outra quins, dizendo o dito vendedor
que o arremalanlo o tintn mandado, pois
nos para idjectoriodo mercado damos tres
arcos de um lado e de oulro, porisso pedi-
mos ao Sr. subdelegado, e mesmo ao arre-
matante para que nlu deise passar vende-
dor algum abano do lerceiro arco, da um e
oulro lado, visto o Denso Sr. subdelegado
ter requisitado urna guarda pira o mesmo
mercado, pare o Sr. arrematante a ter a sua
disposicao, raso o vendedor nao queira vir
para o mercado amigavelatente, poii>iisso
Iba pede f-'a oftndtio.
0*bixossigDido nlo aeeitou a no-
meafo e procurarse que Ibe conferirkm
os actuae administradores da ]iquida(So
do* fundos da extiocta coamaaaai geral
delta provincia,
los Antonio d SoMiri Hotkado.
Perdeu-se n noite do di 99 do cor-
rente, desde a prca da Boa-Vista l a ru
d Praia, um lento de cambrai de linlio
com lvrinto e bico em roda, com as eni-
ciaes U. C. S. n. quem o achoa querendo
restitui-o dirija-se s ra da Praia segundo
andar, por cima da Typographia do Diaria
Novo, que ser recompensado.
Da-se 400,000 res premio com pinho-
res de ouro ou praia ; no Atierro da Boa-
Vista, loja n. t, se dir quem da.
Os Sr. Antonio do llago Ueieiros e
Jlo Rodrigues Velloso, lem cartas na ra
do Vlgano II 7.
Precisa-se alugar um eilfo na Capunga
ou casa que seja grande, que tenha baniio,
ou nos lugares do Moulei. o e Caldereiro : a
ir.tar na ra da Cadeis de Heeife, oaj au-
uuucie por sis folha.
Itoga-se ao fiscal do bairro da Boa Vis-
ta, lance suas vista sobre ra da Aurora,
onde ando cabas e bois soltos dislruiado
os arvoreJosque ali plaotoos parlieul
para o bem publico, e pocha em execu
nesta parle posturas rauuicipaes.
O rioilantt.
Na confeltJria da rus do Rozrio es-
treita n. 43, se eneontrr um pessoa que
se encairega de tomar arrolamento de
qualquer quirle'o, nSo so desta cidade,
como de seus atfedores, e a promplilicir.os
mappas que devem ser remanidos a secre-
taria de polica, eouforroe os modellos lti-
mamente baixados daquella secretarla,
inuit rapidez e perfeir;8o. e muito commo-
dyjreco, acha rao os que de seu preslimo se
qHbrem utilisar.
^Uose Adolpho d.e Barros Crrela resi-
enaem Porto Calvo, faz publico para co-
nhvamtento de quem convier, que em seu
poder existe em deposito por ordem da de-
legaca urna escrav crioola que representa
ter de idade 95 anuos, e diz chamar-se
Thomazia, e ser pertencente ao Sr. Anto-
nio :..;., psrtSSS!q-= '"""*?-" d*.
marceueina na ru da Cadeia de Sioto An-
tonio, de cujo poder se evdira m 1648,
e esteve multo tempo pre ; protet-e
pela despeas que lem sido feits com
mesmi al o di d entrega della a pesso
que se spresentar munida com os ttulos
legaea-de seu dominio.
Preci-e um caixeiro dos chegsdos
sgora do Porto : a faltr na ru da Gleria n.
14, reflnasflo.
*-Os Sr. jQflo Leite Re Aires Pinto e Jos
Luiz leem carta viudas.do Porto: na ra da
Crespn 19.
Lemos Amsral & Companhia, fazem
cente ao respeitavel publico que ten Jo-e
Ibe deseucaniinhado una lettia saccada por
il pelo Sr. Jeronymo Emiluno
onseca ds qunti de 171,240 rs.
enhum effello '- mencionada, por
C'itanle ssignido oulri com di-
^^Subro de O.
^^Kio de interesse se precisa fal-
Andr Pires Vilgueira : no
io-VleU, sobrado n. 17, ou n-
Uualquer hornera solUiro q.e quizei
iluur urna ala com dou quarlos de UBI
primei no pateo do Coiiegiu, di-
rija-se mt Nov, n. 83, safando andar.
Tendo-se deseiicamlnhirlo urna letlrr
daquantia de 125, too rs acida por Ce-
gar Kruger, e aceita polos Sr. Joaquim
Montelro da Cruz & C. Uogs-se a quem a
tiver achsdo o obsequio de a r. stituir ; pois
que com a dita le.ttra nenbumi transcc3o
ae poder fazer, por j eatarem prevenidos
os aceitantes
Offereee-se um Portugaaz pr?fornei-
ro de padaria, o qual lem muita pratica :
na travs das Cruzes, o. 10, (averna.
O abalxo signado pretendendo fazer
urna vitgem ao sul do imperio deixa por
seus bastantes procuradores a seu filho Ma-
noel AlvesGuerra Jnior e genro Christovo
Xavier Lope. Arrenda e casada rus da Au-
rora, n 4, com excellentes commodos pa-
ra mii de 40 pessoss. Vende sua cas e li-
tio na Passagem, outra de -2 andares por
detrs da matriz da Boa-Vista, u. 98, com
grande quintal como aillo ; a casa da praca
do Commercio, onde se acha o consulado
geral ; s casa ou prensa do Korte-do-Ma-
Ito, jonto Ifamlega, .ctO, com 110 p1-
euos de fundo e 75 de frente, que amiga-
mente foieslaleiro, e he capaz de recebe
grandes maslros, etc. e desta maoeira se
evitar o andfrem pelas ras, onde o lem-
po os coosomee incommoda o publico.
Manoel Altei Gnerra.
Na ra da Larangeiras, n. 15, engo.n-
ma-se toda a qualidade de roupa, oom mui-
to asseio e presteza, por precu commodo.
Pergunls-se s mesa regedora da ir-
mandide de S. Bom Jess das Dore, em S.
Goncalves, qusndo he s festa do mesmo Se-
nhor, a eleiclo para a nova mesa, e quao-
do ba mesa de conla, ou se querem fazer
patrimonio dos ben* da igrejs ? Pois muitu
deseja saber O ir!* veterano.
Tendo O Sr. Caj incluido o nome dr
meu pai, o Sr. Jos Rodrigues Pinheiro, em
urna relacfiode devedores que lem feto por
veies inserir neste /Mario a pela Imprenta,
cumpre-me declara-lhe que meu pai nada
Ihedeve.como muito claramente provam
os recibos que se scham em meu poder
passado pelo proprio puohodoSr. Caj em
1848,os quaes mostrarei aqun os queira
ver. Antonio Kodriguet Pinheiro.
OSr. Joto Francisco de Souxa queira
mandar receberduas cartas da ilh de S.-
Miguel, na ra da Guia, n. 9, que forera ti-
rada do crrelo, por pessoa de igual nome,
e nesia oecasiSo coucordar-se quem deve
mudar de sohrenome, paia nSo tornar ba-
ver oulro engao.
Chriitovfio Jos Ferreira faz scenle ao
publico que mudou o seu nome para Chris-
tuvSo Pereir Campos, por haver outro de
igual nome.
NSo se tendo reunido, no da 21 do
eorrenle, os credore do fallecido Manoel
Joaquim Goncalves e Silva, Como se liuha
anunciado, avisa-se nuvamenle sos mea-
mos Sr. para cumpa recerein no dia 23, pe-
las quatro horas da tirde, em casa de JoSo
da Costa Lima Jnior.
Precisa-se de urna ama para o servico
de urna casa de pouca familia : na ra Jo
Cotovello, n. 47.
precisa-se saber do correspondente, ou
logista freguez de Ravmundo Candido do
Passos, morador em Ciruar, para iuteres-
se desie : annuncie.
Quera precisar de enlulbo, dirija-se
rus da Assunipefi". a. 36, que e dar gra-
tuita nenie.
- Quem innunetQU querer comprar orna
casa at o preco de um cunto de ris, que-
rendo na rus da Gu, dirija-se ru de
Apollo, n 14, segando andar.
Perdeu-se, n etlrada dest* cidade que
val da villa do Cabo, o titulo de juiz do or-
pbo e municipal do termo da referida vil-
la, do bacharel Minoel Firmino do Mello
quem o tiver achado, queira entregar na-
quella villa, o referido bacharel, e nesta
Cidade na ruada Aurora, casi contigua ao
general fjaara, no segundo andar, que fie
por cima do doutor Baplista, que ser ge-
nerosamente recou pensado.
Chapeos daWol.
Rus do Passeio, ii 5.
Nesta fabrica ha presentemente um rico
orii menlo desle objectos de toda* a co-
res e qualidade, tanto de seda como d.
paiunnho, por preco commodo ; ditos pa-
ra senhura, de bom gosto: estes enspos
sao fritos pela ultima moda ; seda adamas
cada com ricas franjas de relroz. Na mesma
rasa se acha igual sortimento de sedas e
panninho imitando sedas, para cobrir ar-
macoes servidas : todas estas fazendas ven-
dem-se em porcSo e a retalho : tambem se
concerta qualquer chapeo de sol, tanto de
basleas de ferro como de baleia, assim como
umbelas de igrejas: tud* por preco com-
modo. Na mesma casa ha chapeos de sol.
do marca maior, de panas) e de sed, pro-
prios pira feitores de entenho, por serem
dos mais fortes que se pdem fabricar.
Acaba de sahir do prelo no Itio-de-Ja-
neiro a seguiute obra importante offereciJa
as senhoras brisileiras -
Mimo miiiha fllha.
Collec(Bo de bordados modernissimos
contendo os msis lindos desenhos a mode-
los de bordados par lencos, cabeciles, ton-
cas, manteletes, veos, roupOes, salas de-
balxo, camisas de dormir, almofada, chine-
las, vestidos de baptistdo, suspensorios,
colletes e camisa de bomem, cilcas de
eriinca. tairi;?. bedaries) e alaria-o:.
F.stes desenhos feitos por mao de rnestre e
do mais delicado gosto, proporcionam as
senhoras um til e agudavel passatempo.
He tal a diversidad de objectos, que a pr-
senle colleccSo contera para cima de 200
desenhos. Vende- por 10,000 rs. do pa-
teo do Collegio, ca do livro azul.
Aoh s. militare d primeira 11.
nha e guarda nacional.
Sahio luz.-InslruccOe para o servico
das guardas da goar>>ic3o de Pernambueo,
extrahid do regulimento, o iccommoda-
da a disciplina queso pratica no exercito
brasileiro. Esle folheto he eisencialmente
necessario a todos os que lem de exercoi
o servico militar : venue-se a 320 ris cada
exemplar : na livraria n. 6 e8 n prigi da
Inilepencii.
Os devedores di loja do fallecido Jos
Pinto di Fnnceci e Silv ni ra Nova n. 11
qsirss! "ir psgsr seo debito n0 prazo de
Oito dias contados de hoje, findos as quaes
serSo chamados nominilmenle por este
mesmo Diario, e executados es remisso.
-- Alugi-ie o segundo andar di casa n.
ii, da ra Nova : a tratar na L>ji do mea
uto sobrado, <>u n ru da Cadeia do Reci-
te, n. 42, eseriauiiv v Antonio Valenta
da Silva Barroca.
$
$
Oaba'ixo assignado faz sciente ao 9r.
arrematante do consumo das agoasardent-'
e esprilos d? ptoducr;3o bnsileiri, que
deixou de vender o dito genero desde o dia
-20 de outubrode 1850, "na sui taverna da
ra ds Praia.n. 82. Manoel ioi de attos.
HOTEL COMMERCIO.
Ra da Cadeia n. 13.
Desle estahelecimento desenoaminharam-
se 6 carneiros, entre elle um capado, ex-
ta-feira a tarde, foram visto ni ra Nov,
roga-se pesso que delles souber d no-
ticia na casa cima, que se recompenssr.
-JoSo Xsvier da Maia subdito Portu-
guez, retira-ge para o Rio de Janeiro.
LOTERA DA MATRIZ DA
BOA VISTA.
AOS 10:000,000 de ris.
As 8 horas da manhSa do dia
3i do corrente, e no consistorio da
respectiva greja matriz andamin-
fallivelmente as rodas desta lote-
ra. O resto de bilhetes acha-se a
venda nos lugares seguintes : ra
la Cadeia do Recife, loja da vinva
Vieira & Filhos ; 8.-Antonio,
JoSo Moreira Marques, pateo da
matriz ; Fortunato l'ereira Bastos,
prafa da Independencia ; Bernar-
lino Jos Monteiro, pra9a do Li-
vramento; Francisco Antonio das
Ghagas, ra dita ; Boa-Vista, An-
tonio da Silva GuimarSe-, ra do
aterro.O thesoureiro, Manoel
Goncalves da Silva.
Lembn-se ao Sr. Joaquim Correa de
Araujo," mondor na povoaejio do Afog-
ilo de vir acabar o negocio que tera na
ra Nova, loja n. 9.
Pe fe-se o Sr. Antonio Alves Pimen-
tel morador n povoc5o do lltemedio, de
apparecer na roa Nova,loja n. 9, para nego-
cio de seo interesse.
Deseja-se fallar com o Sr.
major Joaquim da Cruz Neves, ou
com algum seu prente, ou pessoa
que faca suas vezes nesta praca :
na ra das Larangeiras, n. 1 '\, se-
gundo andar, ou annuncie sua
morada.
Aluga-se pelos 4 mezes de festa urna
casa tere 1 nos rromhados emOlinl, com
commodos s<.lucientes para urna familia,
com quintal murado, eom cacimba de boa
agua e porlo ao lado para dispejo : quem
pretender dirija-se a Fura de Portas ra do
Pilar n. 68.
Domingos A. de Oliveira retir-se des-
ta provincia.
-- Antonio Pereira de Oliveira faz scien-
te ao respeitavel jpublico, que, por haver
outro de iguil nome.de hojeem diante ae
:is-i^nura por Anto'iio Pereira de Oliveira
Maya.
Offerece-se urna molher para ama de
casa dehomem solteiroou de pouca fami-
lia, a qual d fiador sa conducta : quem
le seu prestimo se quizer utilisar, dirija-se
a ra de Un 1 tas, n. 134.
Offerece-se, pira ama de urna cas,
uina crioul solleir, que engomma, lava
e cozinha o diario de um cas : quem a
pretender, dirija-se ra das Cinco-Pon-
l.as, n. 66.
En dias da semana passada quebraran!
o cadeado e furtaram urna canoa de carrei-
ra.deums pao de cedro, no lugar do
Remedios, a qual anda nSo appareu : quem
lella der noticia, ou leva-la a seu dono, o
Macambir, morador no mesmp lugar dos
Remedios, ser gratificado. ;
Prrrisa-se de 60 OcO rs. a premio so-
bre penliore de ouro: quem quizer dar
annuncie.
--E-t n lo-se procedendo o Inventario
los ben que ficaram por fallecimiento de
o. Ixii'Cia llijsila de Mello pelo juizo do
urpnflos, avisa-se a toda pessoas que se
lulgai em ere lora da dita finada 1 presen-
taren) Seus documentos uo prazo de oito
lias, contar de hoje, na ra das Larangei-
ras n-21, afim de poderem ser attendida
no mesmo inventario. Recife, 17 de outu-
bro de 1850.
Russell Mellon & Companbia mudaram
seu escriptorio e armazem de fazenda da
ru do Trapiche pin o lado opposto da
mesma ru, casa n. 32, na esquina da Liti-
gela.
Precisa-se de um ciixeiro para loja de
sapa tos : na praca da Roa Vista, a primeira,
junto a venda da esquina.
Precisa-se deum foroeiro, que ajude
na masseira por se fazer pouco servico : na
rra do Cotovello n. 29.
Precisa-se alugar urna escrava para o
servico externo do collegio da orphfii : os
.retenientes ilirijam-so ao referido colle-
gio, a fallar com o director.
IIm prelo perdeu ou vendeu um dia-
mante de cortar vidros, cabo torneado e o
quadrado de ferro de jogar e tirar fura, sen-
O Sr. Ventura Joaquim da Roz* hsja de
vir pagar na ra da Cruz n. 49, a quantia que
nSo ignora ; do contrario, ter de ver nel
folha o seu nome t que pague.
Alag-se o primeiro andar da csao.
34 da ra do Trapiche: a tratar no armazem
do mesmo.
No dia 13 do corrente furtaram da ca-
sa de Jos da Rocha Parinos, um relogio
de ouro abnete patente ioglez. com cor-
rente, o. 9,068, fabrioante J. Jackson Liver-
pool : quem o appreheoder ou delle der
noticioannunciante.ser recompend o
aaajfajajasaaaaaaaaaaaaajai
Compras.
Compram-se esersvos de 10 a 30 an-
nos, de bonitas figuras, para dentro e fra
da provincia : na ra larga do Rozario, n.
48, primelro andar, todos os dias das 6 s
II horas da manhSa e das 2 a 5 da tarde.
Compra-sn orellos de panno : ni praca
di independencia n. 19.
Cnmpra-se, e paga-se bem, urna can-
nado Angola, para lipoia. que esiej em
muito bom estalo : na ra estreita do Ro-
zario, n. 31, a fallar com Jos Moreira ds
Silva.
Comprain-se adragoms e bandas de
olTiciaes, defloou canutilbo dourado, em
bom e mo estado: na praca da Indepen len-
cia n. 19
-- Compram-so obras deourosem feitio.
cuma escrava de Angola de Hade de 12 a
ISannoi: ni ru do Livraraenlo n. 20.
o achar, leve-o fabrica de caldeireiro, ru
do Brum n. 28, que ser recompensado.
Franciico Rodrigues de Freili l'imen-
lel, com venda na Emberibeira, faz sciente
ao arrematante de bebidas espirituosa de
prodcelo bntileira, que nao vende mais
ago'ardente em ua taberna :e para que o
Sr. arrematante nao se chame a ignorancia,
faz o presente annuncio.
Aluga-se terceiro andar do sobrado
da ra da Senzalla-Velha n. 70, com muitos
commodos. fresco, e por barato preco.
no primeiro andar do mesmo.
Aluga-se o terceiro andar di casa n.
40 da ru da Cruz no Recite : a tratar na
mesma casa.
Aluga-se urna caga terrea com sotflo
no sitio do Cordeiro, margem do rio Capi-
baribe, com commodo par grande familia,
cozinha fra, quaito para criado, estriban,
cochrir: p:,*s curo, etc.; um dita uiai
pequea no fundo do mesmo sitio: a tratar
no pateo do Careno n. 17, com Cabriel An-
tonio.
Itoga-se ao Sr. segundo tenente Jos de
C.erqueira Lima, da Rabia, que mande pagar
urna lettra, que se acha vencid? h; oito ?*-
zes; do contrario, ter de Ver aempre o sea
nome nesta folha.
Vendas.
Vende-se um par de bancas de jaca-
randa, muito modernas, novas, e feitas to-
das mocifas e sem folliadoalgum: na ru
de II 11 tus, n. 62, casa terrea pintadas fren-
te de azul e portadas brincas.
-- Ven lem-se 3 mei'igoas no neceo do
FaIcio : na ra Imperial, n. 34.
Vende-se um cavsilo que anda baixo
eesquipi : na ruada Uniao, por detrs do
palacete do Exm. Sr. BarBo da Boa-Vista.
Para fra da provincia
vndese urna bonita escrava crioula de 18
'linos, que corta e faz vestidos, e camisas
de bomem, he engommaleira e muito fiel ;
um mol'que do d >usanoos, muito esperto,
fiiho da mesma escrava : ni ra larga do
Hozarlo, n 48, primeiro anlar.
Bom e barato.
Ni rui do Pisseio-Publico, loj* n. 9, de
Albino Jos Oile, vendem-se lencos de se-
da de cores, a 1,000 rs. ; riscado frncezes
largos, a 200 r ; corles de brim de listrae
brancas, a 1,000 rs.; chales brancosdicas-
sa, s640rs ; ditos de chita azul, a 500 rs. ;
cortes de cilletes de fustn amareilo e
de cores, a 1,000 re; chales de tari a la-
na, a 800 ris; riscales imitan lo a li-
nlio, a 160 rs. dilo de linho puro, a 403
r.; chitas de diversos padroes, a 160, 180-,
200e240rs. o covado ; cassa de quadros
propriaspar binados, a 240 rs. a vara;
leno* encarnados di fbrica, a 200 rs. ;
outra muita fazendts por menos prec,o do
que em outra qualquer parte.
A 2,24o rs. a saeca.
Na ra da Cruz, no Recife, armazem n.
13, e na ra da Cadeia, armazem de Cara-
pello Filho, vende-se farinh de mandio-
ca do Cear, de excellente qualidade, a
2,240 re. a eecee.
Vendem-se fiadores de navalhas muito
bem prepara los,e tambem se amolam nava-
Ibas com todo zelo; na loja de barbeiro, na
ra estreits dq Rozrio 0. 21.
Bnxadas calsadan de ac.
SSochegid novimenle ru* Nova, loja
de ferragens n. 2D de JoSu Fernandos Para-
le Vianu, a acreditadas enxadas calsadas
de ac, os Srs. que Ozeram eicommendas,
queiram manda-las buscar logo antes que
se acabem.
Vende-se urna preta ds Cos, que cose,
lavte engomma liso, tambem cozinha e he
boa quitandeira, o motivo da venda se dir
o comprador: n ra da Cruz n. 9, ar-
mazem.
Vendem-ie quatro pare de caxilhos
de mrello, em muilo bom uso, pro irios
jar janellasde peitoril : na ra do Vigario
n. 12. se dir quem vende.
Vende-se um cadeirioha de arruar :
na ra Nova, n. 27
Na ru Nov,loja deilfaiaten. 14. ven-
dem-se obras feitas de toda as qoalidades,
romo sej : camisa brancas, a 2.000 rs.: di-
ta com peitos de esguifto, 3,<00 r. ;
ole decasemir, 9,500 rs ; pililos de
risesdo de linho, a 5,000 rs.; e outra mui-
ta obras por preco commodo. Na mesma
fazem-se casacas e sobrecasacas de panno
lino a 12,000 rs.; caifas de casemir a 2,000
rs., jaquel e calcas de brim a 1,500 rs.
No dia que se prometle nSo se falta.
Confeitarla Cearense.
Ni confeilaria da ra do Rozario estreita
n. 43, vdiideui-so bollnos de todas as qua-
li ludes, bem feitos, proprios para cha, cas-
'anhas coufeitadas econtatos para presea-
tes : bem como carnauba a 8,000 ris a ar-
roba, e dois moinhos por preco commodo.
Lotera da matriz da Boa-Vista.
A os lo:ooo$oooe 5:ooo$ooo.
N loja de miud-zas d praca da Inde-
pendencia, n. 4, vendem-se bilhetes, meios,
quarlos, decimos a vigsimos desta lotera
queuHno s^prcl":TCliiuio iioia ai lio
outubro. ou antes se se tcabirem os bilhe-
tes. A elle antes que se acabem, para nSo
cumprarem mais ciro, como lem aconte-
cido em outra loteriae.
Rilbete 10,000
Meios 5,000
Qusrlos 2,600
Dcimo 1,100
Vigsimos 000
Vendem-se 5 lindos moleques de 10 a
17 annos; 6 pretoa de 20 a 25 annos, sendo
un delles ptimo sipateiro e outro cozi-
nheiro ; um pardo de 18 annos. com prin-
cipios decarpina; 2 pardas de 15 s 10 an-
nos, com Igumas babilldade; 8 pelas de
12 a 25 annos, algumas dellas Com habili-
dades, e que sflo propria para todo o ser-
vico : na ra do Collegio, n. 3.
Vendem-se mergulhos de parrelra|j
capazos de aerem mudados, e psziuhos de
goisba branca de Caianna, ae boas lma-
nnos : na ra do Rozario da Boa-VisU, n.hl.
Vendem-se bride de ac polido, mui-
to bem feitas e mineira : na rus Nov, loja
da ferrige n. 16, de Jos Luiz Pereira.
Vende-se urna pareloa de cavallosaea,oe
din deffeito Igajs, cSssc S? r>nho
Dou Irmflos em Apipuco ; a tratar oom
o donodoengenno.


ir--*
w

PAo modernismo.
Ns ron do Queimado n. 17. vendem-se as
mais modernas cambrniag abertas de. ISa o
ced, ve'dndpirampnte chamados halsarlnas
de padr<58 e (tost milito clicados, 5P0 '8.
oeovado. Dam-se as amostras coro o com-
petente einhor.
Vende-se urna bonita escrava crioul,
que sabe bem cosinhar. engommar ecozer,
afianca-se a boa conducta e perfeito estado
de saude, vende-se por motivo particular :
na ra do Rosario n. 82.
Vende-se urna c!arineta nova, or m-
todo de sen valor : na ra do Crespo, loja
do livros n. II.
Vende-ao urna bonita escrava de nacflo,
de 20 anuos, boa quitandeira, e Je exeellen-
te conducta : na ra do R ngel n. 57.
Superior carnauba.
Vende-so cora de carnauba : na ra da
Senzalla velha, armazem de bolaxa n. 100,
a 9,000 ris arroba a dinhero de contado.
Vendpin-se saccas com um alqueire de
farinha de muito boa quali lade e por preco
conmnelo : na ra da Praia n. 32.
Vende-se uro sitio na estrada d'Agua-
Fria, com casa de vivende de pedra e cal,
coro bastante commodo, tem utra baila p-
tima para plantar capim, e bstanle Ierra
do plantar : quem o qoizer comprar dirja-
se a loja de chapeos na ra Nova n. 46. .
Fogocs para cozinha
muito proprios para sitios e qual-
qualquer lugar aonde nao ha coti-
nha, por prec,o com modo :. ven-
(lctn-se na ra da Gru, n. lo,
casa de Kelkmann lrmaos.
Venle-se multo superior farinha gale-
ga em meias barricas: no escriptorio de
Deano Youlefit Companhia, ou em seus ar-
mazensdo becco do Goncalves.
a i ,<;<>< rs.
Democracia da Franca,
tradcelo porlugueza oin muito bom papel
e boa impresa : vende-se no pateo do Col-
legio, loja de livros da JoSo da Costa Dou-
rado.
A Ious mil rs. a libra.
vendem-se obreias muito boas e surtidas,
al meia quarta : no pateo do Collegio n.
6, loja de livros, de Joilu da Costa Dourado.
Ven iflin-su franjas de retroz para man-
teletes 10 rs. a vara, dita pura sapatos a
200 rs : na praca da Independencia o 19.
Na luja de miudezas da ra da Cadeia,
n. 46. vendem-se cautelas da lotera da ma-
triz da Boa-Vista, que corre impretervel
mente no ilia 31 do crranle mex A ellas,
antes que se aeabem. Preco: quaMos a 2,600,
decimos a 1,100 e vigsimos a 600 rs.
Travessa ila Madre-de-Deos, ar-
mazem. n. 5.
Acha-se estabelecido um deposito, ode
encontraran os freguezes uro bom sorl-
inento de licores, espirito de vinho, e to-
das s mala qualidades; superior vinho de
caj; rhmate; e Hacas de vi roe, a preces
moderados.
Taixas para engenho.
Na fundicao de trro da ra do Brum,
tcaba-se de receber um completo sortimen-
tode taixas de 4 a 8 palmos de bocea, as
qoaes acham-se a venda por prego com-
modo e com promptido embarcarn-.se,
ou carropam-seem carros sem despojas ao
comprador.
Deposito de potassa e cal
Vende-se muito nova e superior potassa
ecal virgem de Lisboa, em pedra : ludo em
barris pequeos de 4 arrobas, por preco ra-
soavel: na ra da Cadeia do Recite, n. 12,
armazem.
Vende-se por muito commodo preco,
urna rica secretaria com estantes para li-
vros, bastante grande, propria para advo-
gado, sendo de amarello e ainda nova ; as-
si m como, seis cadeiras e duas mesiobas
de abrir : na ra estreita do Rozario, n.
28, ultimo andar, das 2 horas da tarde em
diante.
Farinha de Tapuyr
igualmente em sabor, finura e cor a de Mu*
ribeca, propria para mesa : vende-se na
ra da Cruz, no Recife, armazem n. 13.
Deposito da fabrica de Todos os
Santos na Vahia.
Vende-se em casa deiN.O. tiieber & C.
au roa da Cruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, muito pioprio para saceos
deawucar, roupa de escravus e fio proprio
par-a redes de pescar, por preco muito com-
modo.
Tecido do algodp trancado na
fabrica de Todos os Santos.
Na i"a da Cadeia n. 52.
vendem-se por atacado duas qualidades,
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
Arados de ferro.
Na fundicSo da Aurora, em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
.Munidas superiores.
Ns fundicSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amaro acham-se a venda tnoendas
le caima, todas de ferro, de um modelo e
onstruccSo muito lauperior.
Para os Srs. alfaiates.
Vende-se estopa com alir-nia avaria. a
80 e (20 rs a vara : na ra larga do Roza-
rio, n. 48. primeiro andar.
Para quem qnlzer ter bom.
Vendem-se um relogio suiaao muito bom
regulador, sabonete de ouro, horizontal, p
trabslha aobre qualro rubina, por preco
commodo : opraca da Boa-Viala, n. 17.
Aos senhores de engenho.
vendem-se cobertores escuros dealgo-
dB piopriospara escravos, por serem de
muia duracSo, prlo diminuto preco de 64
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que mita para a cadeia.
C<*rtesde calcas a muris.
Vendem-se brins cum listras ao lado,
brancoa e de cores, a dez tustes o corte de
calcas: na ra do Queimado n. 8, loja con
fronte a botica.
Vende-se farinha de Santa-Catharina.
m.ijlii linpri.ir bofIO d9 g!'! StBlitli
wvi-rrtniadi, fundeaa junio ao caes do
Collegio.
Vende-se por preco commodo farinha
muiln upV rio'r, bordo da garopeira fl. S.
da ienha, cuegsda do Porto-Seguro, s tra-
l., h..r,ln d me n'radoTrplien.34. '
Bombas de ferro.
Vendcnv-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Bruui, ns. 6, 8 e io,
fundicao de ferro.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de ferro de
lifferentes modelos : na ra do
Brum.ns. 6, 8 e io, fabrica de
machinas e fundicSo de ferro.
--Vendem-se 20 escravos, sendo um p-
timo carreiro e meslre de assucar; 3 mole-
cotes, sendo um delles bom bolieiro, de!8
annos, muito lindo e de boa conducta; 6
escravos, entro elles um bom oleiro, e de
bonita figura ; 2 pardos de 24 annos ; duas
mulatinhas recolhidas, de 13 a 14 annos,
muito lindas, que cosem, engommam, mar-
eam de linha e fazem latarinto ; 6 escravas
mocas, sendo duas boas engommadeiras, e
is oulras de todo o servico : na ra Drei-
ta, n. 3.
-- Vende-se o engenho sacco, no lugar
delpojuca, de excellentos trras: a tratar no
mes'no engenho.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal virgem de Lis-
!>a, por preco muilo commodo.
Capolinhos e mnnteletcs.
Na rus Nova n. 6, loja de Maya Kamos & C,
acaba-se de receber capolinhos e man
leletes de can.brala branca bordada, da ul-
tima moda, e muito bem guarnecidos com
bico a imitatilo de blonde : os precos con-
vidam aos compradores.
Vendem-se, na ra da Moda, armazem
n. 15, meias barricas com cal virgem de
Lisboa, a mais nova que ha no mercado, por
pre^o commodo.
--Vende-se urna negrinha de 12 anuos,
recolhida, propria para se educar : na ruu
do Rangel, n. 38, segundo andar, se dir
quem vende.
Na ra Xova. n. 6, loja de Maya
Kamos St C.,
vende-se. alfm dos livros j-i annunciados
por este jornal, o novo romaneo intitulado
Urna fau.ilia cursa obra do insigue au-
tor Alejandre Humas, muilo bem traduci-
do, 1 v., por mil rs.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos ao:ooo,ooo de rs.
Na ra estreita do Rozario, travessa do
Queimado, loja de miudezas n. 2 A de Joa-
quim Francisco dos Santos May, vende-se
hilhetes, meioa, qusrtos, oilavose vigsi-
mos da vigesima-quarta lotera a beneficio
do Monle-I'io beral de economa dos servi-
dores do estado : na mesma lojs esta paten-
te a lista da decima-primeira lotera do
thealro deS. Pedro de Alcntara.
Aviso aos Srs. de engenho de
Golaiina.
Na loja de JoSo Nicolao Comes da Molla,
no becco do PavSo, n. 2, vende-se cal vir-
gem de Lisboa, e pipas vasias.
Vende-se, por 300,000 rs., urna mula-
ta de meia i Jade, que cozinha, engomma,
cose, be muito fiel e ptima para os arran-
jos de una casa: 00 Aterro-da-Boa-Vista,
n. 78
Na ra da Cruz, n 10,
casa de Kalkmami
limaos,
vende-se um grande sorlimento de
instrumentos de msica, com se-
jatn :
Caixssde guerra, e tambores.
Zabumbas e pandeiros.
Arcos de campainha, e pratos.
Baixos de harmona, trob5es.
Trompas, pistbes e clarns.
Cornetas, flautas, e pfanos.
Lirmelas, e requintas.
Violes.
V. muitos outros instrumentos.
Operas completas, piano e canto
A casa de livro azul acaba de
receber ae melhores ediedes das
operas seguintes, com eacaderna-
cao solida e elegante, a saber : de
Donezetli. Belisario ; de Rillini,
Pirata e Sonambulo ; de Verdi,
Krnani
Vende-se uina mobilia bem fei-
ta de Jacaranda, a saber : 18 ca-
deiras, 2 ditas de bracos, dous
consol os cun lampo de pedra,
Tifia mesa redonda com lampo
de pedra, um sof, urna speretaria com una
estante duas cadeiras de balanco. um loca-
dor, urna cama Iranceza com todos os seus
iierteiic.es de Jacaranda na ra da Cadeia de
S Antonio n. 18.
Vende-se un> preto de naci de 30 an-
nos, ganhador, bom trabalhador de fina-
da : quem o prenlender comprar dirija-se a
pad na du paleo da Santa Cruz n. 6, que
se dir quem vende.
DIVINA IIOMOCPATIIIA.
Iiitcrcisii aot Sri- de ingenho.
Vendem-se bol cas homccpalicas, conten?
do 120 e lanos medicamentos, acompanha-
daa dos competentes livros : na travessa da
Madre de Heos n. 5.
Charutos de S. Flix a 3,500 rs. o cento.
Vendem-se estes bem cenhecidos charu-
tos : na ra do CabugS, loja doDuaite nu-
mero t. C.
Na ra do Cabugi loja de 4 portas do
Duarte : vendem-se loueas de silim pro-
prias para baptizados, capolinhos de fil
preto para senliora, ludo por preco com-
modo.
-- Vendem-se 5 pretos de 20 a 30 annos,
bons para todo o aervlco; urna negrinha
de 10 annos, eom principio de abilidades;
urna parda de 25 annos. qw ngnmina p*r-
feilaniente, coze e faz todo o arranjo de
u*.

casa, he mu.ito csrinhosa para meninos ;
urna preta da meia idade, por 250.000 ris ;
tres preta que cosinharh e so b qui-
landciras: na ra da Cadeia do Recie n. 51,
primeiro andar. .
Mllhoc arroz com casca a 2$.">oi>
rs. cada sac'ca.
Vende-se no armazem do Braguez, sop
do arco da Concei;So.
Chumbo de municad.
Vende-se no armazem de J. J. Tasso J-
nior, ra do Amorim, n. 35.
-- Vendem-se amarras ue ferro: ns ra
la S'anzalla-Nova, n. 42.
Cera em velas.
Vendem-se caixas com ce- O
? ra em velas, fabricadas no S
Rio de Janeiro, muito bem q
& sortida, por ser de urna a G
iGfm libra, por preco mais z
% barato do que emoutraqual- q
& quer : .ia ra do Vigario, n Q
19, segundo andar, a fallar O
% com Machado & Pnheiro. ^
QO9OQQQOQQOQQQO0OO
Vende-se um preta de nacSo Mina,
muito moca e viatosa, que engomma, co-
zinha e faz lodo o mais servico de urna ca-
sa : na ra do Amorim, n. 15.
V'eudem-se sapatoes
chegados agora mesmo do Araeatf, fetos
a capricho, segundo as recommendacoes
que para Use lem feito, por mdico preco,
parase liquidar: na ra larga do Rozario
11. 35.
Cordns pura violo e rabeca.
Na rus estreita do Kozario, travessa do
Queimado, n. 2 A, de Joaquim Francisco
dos Santos Maya, vendem-se as mnito su-
periores cordas e bordfles para violSo e ra
beca, por preco mais commodo do que em
mitra qualquer parle.
Vende-se urna casa na Boa-vista, ra
doTamhia, n. 13; em S.-Antonio, urna di-
ta na travessa da Bomba n. 10; urna dita na
rus dos Pescadores, n. 31; urna dita na ra
de S.-Rita, n 84: na ra do Cabugi, botica
do Sr. J0B0 Moreira Marques, que se dir
quem vende.
Vende-se urna cass terrea na ra Au-
gusta, n. 20, grandes bem construida, com
quintal murado, cacimba, porlfio, e que
rendo 12,000 rs mensa es ; urna dita terrea,
na ra de S.-Cecilia n. 14, com commodoa,
quintal e cacimba, que rende 8,000 rs
mensaes ; a quinta parte do sobrado de 2
.dares no largo do (armo. n. 7, para ajus-
te de conlas : na ra do Crespo.n. 10, loja.
vtfvfmffvftfvfffw
^Depositada fabrica de^
5 Todos os Santos, na *
? ahia. t
> Vende-se, em casa de Domingos *'*
ves Matheus, os ra da Cruz, n. 52,5
*pnineiro sudar, algodSo trancado da-^'
Jquella fabrica, muito proprio para ssc-^
.eos e roupa de escravos; bem conio^
^lio proprio para redes de pescare pa-^
(.vios para velas, por preco commodo.^;
tktl*
Agencia de Kdwln Msw.
Ra de Apollo, o. 6, armazem de Me. Cal-
moni & Companhia, fazem ver os Srs. de
engenho e sos seus correspondentes nesta
piac", i|uo 110 sen eslsbelecimento se aeha
constantemente bom soiiimento de moen-
uas (odasde ferro para animaes, agoa, etc.;
meias ditas para armar em madeira ; ma-
chinas para vapor com foroa de 4 cavarlos
taixas de diflerenles modelos e de todos os
tamaitos e giossuras, tanto de ferro balido
como coado ; espumadeiras, cocos, etc., de
ferro estanbado ; safras para ferreiros : lu-
do muito bom a or barato preco.
Veodem-se relogios de on-
ro e pinta, patente ingles : na ra
da Senzalla-Nova, n. 42.
Cliapos de sol para scuboras.
Vendem-se chapeos de sol de seda com
franjas, muito ricos, com cabos de marlim
e dos mais modernos. A cidade de Paria,
ra do Collegio, n.4.
Vendem-se chpeos de sol de seda pre-
la e decores a 4,500, 5,000 e5,500 rs. cada
um, com armacSo de baleia e muilo bons.
A cidade de Pars, ra do Collegio, n. 4.
-- Vende-se, na ra do Vigario n. II, ar-
mazem de Francisco Alvos ds Cunba, os se-
guintes gneros, todos de superior q..al-
dade, e por menos preco ao que em outra
qualquer parte : azeilonas em ancorelas, vi
nho do Porto em barris de difTerenteS ta-
111 :ilitios, cavada, cal virgem de LisbOa, ar-
cos para pipas e barris, fio porrete. retroz
deSiqueira, cha de Ssn-Pslo, canaslras
com alhoa e ditas com rolhas.
Chapeos de sol de psnninho com arma-
cSo de baleia, pelo diminuto preco de 2,000
rs. cada um. A cidade de Pars, ra do Col-
legio, n. 4.
Grande sorlimento de chapeos de sol
de panno trancado, muilo giandes, com ar-
maciia.H dp IijIpi das mais lort cnliou <<
laUoede pao, proprios parasenhores efei-
Loros de engenho. A cidade de Pars, ra do
Collegio, n. 4.
Vinho de Bordeaux :
vende-se na ra da Cruz, p. 10,
casa de Kalkmaou lrmaos
Charutos de Havana,
de superior qualidade : vendem-
se na ra da Cruz, n. 10, casa de
Kalkmann lrmaos.
Dein e barato.
Vende-secasemirasa 4,000 rs. o corte ,
ditas (loas de lindos padrOes a 6,00o; ci-
roulas de meia a 1,000 rs. o par; chapeos
fmicezes linos a 6,800; cassas chitas finas
a 240 rs. o covado, lencos brancos de cassa
a 200 ra. cida'un:: e oulras multas fazendas
por preoo commodo : nos quatr cantos da
ra do uoimado. n. 20.
--Vende-se um'pardo de 20 aunos, de
muito bo 1 figura, perfeito bolieiro e cochei-
ro, vindo do llio-de-Jjneiro: na ruado
l'.nllADo. n. 01
quem"vc'nde.
r.tnt.i.n
r.,
-.JAmm
Hegrande pechncha.
A 2ooea4ors.
Vende-se urna porco de chitas francezas,
do 4 palmos do largura, rOxas, de cores fi-
tas, a 200 rs. o covado ; cassas francezas
de bonitos padrOes, a 240 rs. o covsdo : na
roa do Crespo n. 14, loja de Jos Francisco
Das.
Cha a 5 00 rs. a libra.
Vende-se cha hyssun, de muito bos qoa-
lldade, a 500 rs. s libra : na rus do Crespo,
n 23.
Manteletes ecopotlnnos.
Ns ra Nova n. 6, loja de Maya Ramos c C,
acaba se de receber de Franca um sorlimen-
to de manteletes e capolinhos do seds Is-
vrada e lisa, da ultima moda, e que se ven-
den) muito em conta.
Para vestidos de senhorss.
Vendem-se os msis ssseisdos manguitos
para vestidos de senhora : na ra do Quei-
mado n. 9.
OO9OOO90O9 09000099
G> Vende-se farinha de mn- &
dioca muito barata em sc- g
q cas : na ra da Cadeia n. 1. q
A 12o rs. o quarteirao.
Vendem-se peonas muito boss: no pateo
do Collegio, n. 6, lojt de livros, deJofiods
Costa Dourado.
Vendem-se 6 bonitos es-
cravos de a a annos, sendo um
delles bommasseiro ; 1 dito bom
carreiro ; um dito bom bolieiro,
e que tambem entende muito de
tratar de horta, ou sitio ; 2 pretas
de 2o annos ; um dita de a5 an-
nos, que engomma e cozinha-, urna
mulatinha di 16 annos, que en-
gomma, cose e cozinha ; 3 pardas
com habilidades : todos por pre-
co muito er conta : na ra das
Larangeiras, n. i4, segundo an-
dar.
Vende-se, ou permuta-se por escravos,
um sitio no Remedio, s margem do rio, em
trras proprias, com bos csss, cacimba
grande cum bos agoa, porto e rxar a toda
hora : na ra do Itaugel, n. 54, a tratar com
Victorino Francisco dos Santos.
**
ta Cartas sup lluas 4
para voltarete : na ra do Qusima- fe
# do, n. 95, loja de miudezas. 9>
IttMMt #
hoteriudo Rio-de-Janeiro.
Aos 2o:ooo*}ooo.
Ns rus larga do Rozario. botica n. 42,
vendem-se bilhetes da 24.' lotera do Rio-
de-Janeiro a beneficio do Monte-Po, a sa-
ber : inteiros 92,0000 rs. meins 11,000 rs.,
quartos 5,700 rs. .oitavos 2,800 rs. e vig-
simos 1,406 rs.
-- Vend t-se, ns rus da Cadeia do Recife,
n. 39, cha hvasonem es xas grandes, de S.-
Paulo, muilo bom, por preco commodo.
Vende-se cha de S.-Psulo, de primera
sorte, o melhor que lem aqu apparecido, a
9,000 ra. a libra : ni ra do Rozario, n. 1,
taverna do Pocas.
HGEffCIA
da fundicao Low-lfoor,
BOA Dar SKNZAM.A-MOTA, N. [1.
Ueste estabelecimento conti-
na a haver um completo aorti-
tnento de moendas e meias moen-
las, para engenho ; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido
coado, de todos os taannos,
jara dito.
A elles que sao baratissimos.
Vendem-se sapatdesde lustro, a
a,ooo e a,5oo rs. o que valem
defeitio J na ra da Cadeia do Re-
cife, n. 9, loja.
Vendem-se 8 escravos de 25 annos, de
lindas figuras, multo corptentos e fortes,
proprios psra armazem de assucar : ns la
das Larangeiras, n. 14, segundo sndar.
Vende-se, por preco com-
modo, palhinha para cadeiras;
chapeos do Chile milito bons, de
tres qualidades : a tratar na ra
do Trapiche, n. 34, com Novaes
6c Companhia.
Vende-se, por preco
modo, fumo einfolha para c
tos, muilo superior, e para]
lo, mais ordinario ; farinh
mandioca em saccas ; potassa em
barriquinhas : no caes da Alfan-
deaa, armazem de Dias Ferreira.
ou a tratar com Novaes & C. na
ra do Trapiche, n. 34.
Saceos no vos de estopa.
Vendem-se 190 saceos novos de estopa,
cada um com duas varas : na ra larga do
Itozario, o. 48, primeiro andar.
Urna escrava parda de boa
conducta.
Vende urna mulata de 34 annos, insigne
costureira, pois corla e faz camisas para
horneo) e vestidos para senbora, cose pa-
litos, colletes e calcas, be boa engonuBa-
deira e ptima compradeira, muilo fiel", e
nSu bebe esplritos urna bonita e refoics-
da escrava engommaJeira e 1
cuja conducta se afianca : na ras
Itozario, n. 48, primeiro andar.
Vende-se urna escrava de 24 a
nos.de bonita figura: no A terro-da Boa-
Vista, n. 78, (averna.
Vende-se um escravo muito bom ser-
rador ; um dito de 15 annos, muito bom sa-
paleiro ; urna escrava do servico de cam-
po, equa he muito boa lavadeira e quitsn-
. '!!? <* e=---------------- d,5 .li-
ma e cose chBo:ns ruado Livramento, n.
4, se dir quem vende ,
--Vende-se urna preta por 250,000 rs.-,
le meia idade, que cozinha, lava muito
bem serve a urna casa, compra e vende ;
urna dita da Costa, boa para ser quitandej.
ra, pois ba para o que sSu boas estn escra-
vas : na rus do Collegio, n. 21, primeiro
andar, se dir quem vende.
Capeos de 'palha
Vendem-se a t,000 rs. o cento, caixas
com superiores velas do Aracaty brancas e
marellas, sapatinnos de meninos em por-
cSo, couros, sola, farinha de Araruta, bar-
ricas com sebo e couros surrados : na ra
da Cruz do Recife n. 24. t..
Vende-se um pardo de bonita figura,
muito moco, proprio para pagem, e que ndo
tem vicios: na rus daCadeja-Velhe, n. 33.
Lotera do Itio-de-Janeiro.
Aos il:00o,000 de ris.
Na loja de miudezas da praca da
Independencia, n 4, vendem-se
os afortunados bilhel,es, meios,
quartos e vigsimos da a4-a lote-
ra a benefici do monte po
Vendem-se ss seguintes obrss soiri pou-
co uso, e dos me|hores aatoresi na roa do
Amorim n. 33, a saber : Qumtino Durward
4 volumes, mysterios de Pars 10 ditos, ge-
orgels 4dilos, menins emigrada 3 ditos,
donzella 4 ditos, os dois Robisons 3 ditos, o
solitario ditos, a eslrangeira 2 ditoa, ro-
ichedo dos amores 2 ditos, novo compadra
Mathus3 ditos, Galoxo 4 ditos, Panorama
1837 0 1838 9 ditos.
-- Vende-se um moleque de 17 a 18 an-
nos e de bonita figura sem vicios netn a-
chaques : na ra do Amorim n. 33.
Chegaram do llio-deJaoeiroalguna re-
tractos de S M. o Imperador,- litografados
a meo corpe, e os mais bom parecaos que
ns corte actualmente eiislcm, proprios pa-
ra reparticSo publica ou talSo, SuaMages-
tade est fardado de getieralissimo,' com
sua commenda do cruzeiro: cada retrato
u-t I2,0t)0 rs. : na ra do Trapiche n. 4u,
2.' andar.
Vende-se urna excellentaeanoa de car-
reira muito bem construida, calafeta Ja e
pintada de novo com muito bom gosto, a
qual pega dez pessoas a vonlade, por preco
muito commodo : na ra dos Coelhos 11.13.
Vende-se urna baca de rame, que le-
va dous a tres canecos U'agoa, tem um pe-
queo defeito: na rus da Senzalla velha
venda n. 15.
Vende-se um balcSo iua serve para
venda ou para talbo de acougue, por ser
enronta : na ra da Senzalla velha venda
numero 15.
Guia dos Humorados.
Guiados na morados, ou vocabulario dsi
flores, dss cores e das pedras preciosas,
coma lista alphabetica das suas significa-
eoes : a lotera, o jogo das finezas; o or-
culo das Floras} a lotera o telegrapno de
amor; e varias poesas sobre o mesmo ss-
sumpio Segunda edlcSo augmentada. Um
elegante volume ntidamente impresso,
com s seguinte epgrafe. Osmor he ums
gota celeste, que proviJeocla verleu no
calix da vida para Ihe corregiroamargor.
Vende-se no pateo do Collegio, casa do li-
vro azul.
Bancos.
Veodem-se bancos de palhinha, com 7
assentos,.divis3o de ferro, e slguns enver-
uizados, proprios para algum theatro, so-
ciedade ou aula, por menos de aeu valor :
no theatro da rus da Praia, a fallar com
Cuilherme Selle: tambero se vende basti-
dores, pannos, e ludo o msis relativo a
theatro.
Vende-se um escravo de ptima figura,
mestie carreiro, e que lie eic<-llentn para
todo o servico de campo : na rus do Hospi-
cio, n. 9, se dir quero vende. ______
Escravo Fgidos.
Fugiram, do engenho Cuararapes, da
(reguezia da Murilieca, dous escravos, sen-
do um de nome Job, de 20 annos pouco
mais ou menos ; he alto s cheio do corpo,
com falta de um dedo em um do ps : e
o outro, de nome Affonso.de 18 annos, pou-
co mais ou menos, rosto bonito e leve-
mente talliado, de altura regular, eorpo
bem feito : ambos muito estpidos: qaem
os pegsr levo-o so dito engenho.
Fugio, ns noiie do dia |6 do correte,
o preto l.uiz, crlou lo, representa 28 anuos;
he baixo, cheio do corpo, um pouco fulo,
nariz chato, olhos um pouco encovados,
com faltas de denles, esbeltos grandes e
oom urna caforna pequea; lem algumas
ciotrizes pelas costas, e os talbo na cos-
tas da mo esquerda ; levou camisa e cerou-
rasderiscadodealgodao aaul. Roga-se as
autoridades policiaes e oapiISss de campo,
que o apprehendam e levem-no ra do
Cabug, n. 3, loja de selleiro, de Antonio
Ferreira da Cosls Biaga, que gratificar.
900^000.
Fugiram de bordo do brigue
Sem-Par, vindo do Bio-e-Jsnei-
ro, dous escravos, sendo um de
nome Sabino, de cor parda, esta-
..___L.v__j.--------- ______
uiuivguia, uc au un jujuuu
msis ou menos ; levou calcas e
camisa azues, e bonete encimado:
o outro de nome Eusebia, criou-
lo, de 34 annos pquee mais ou
menos, estatura alia; levou calcas,
camisa e bonete atues. Roga-se as
autoridades policiaes e c'apUaesde
campo, que os apprehendam e le-
vem-nos ruado Trapiche
casa de Movaes 6c Companhia, qus
ibo llba-das-lercez,
[ioulo, de meia idade,
uada mo direils co-
l engenho ; tem as per-
: Conrado, baiio, com *l
lo baslautea salientes, nsrlt
}e-se terem seguido para Pajs-
s : quem os pegar leve-os ao
uno, que ser gratificado con)
n, muilu bok coziplieira, e que engom- [P>RN. : na ttp. deh. p. di Paria. 185o


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID EJ711HOFA_MW050R INGEST_TIME 2013-04-24T16:10:35Z PACKAGE AA00011611_07043
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES