Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07031


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Full Text


Anno XXVI
IVrya-fera 8
FABTIDA ZK>8 OOaiUlOI,
Golanca e Parahlba, segundas escitas felras.
Blc-Grande-dnNorte, qninUl feiraa ao melo-
da.
Cabo, Seriobtem, Ro-Formoio, Porto-Cairo
e Macei, no 1., a 11, e 21 de cadamei.
Garanbuns e Bonito, a 8 e 23.
Boa-Viafa e Florea, a 13 e 38.
Victoria, s quimas feiraa.
OUa4a, todoi oa diaa.
Nora. a 5, aoi 38 m. da t.
Creac. a 13. aos 10 m. da m.
Che, a if, aoi 15 m. da m.
Ming. a 28, 2 h. e 40 m. da I.
fUUB 9M BOJ.
Primeira as 6 horas e M minutos da manhaa.
Segunda a> 7 horas e 18 minutos da tarde.
de Outnbro de 1880
K. 9*7.
a>B.xoo na. aumacaipgAo.
Por tres mezes (uiianUutos 4/O00
4 Por acia mezea tyOOO
""Por um anuo J> U/OBO
BIAa BA
7 Seg. S. Marcos, Aud. J. dos orf. e m. da I..
8 Ter(. S. Brgida. Aud. do chae. doJ. da 1. v. do
clv. e do dos feitos da fazends.
0 Quart. S. Dionisio. Aud. do J. da2. r. docirel.
10 Uuint S. Francisco de Broja. Aud. do J. dos orf.
do ni. da I. v.
11 Sen. S. Friinino. Aud. do J. da 1. v. e do dos
feiios da fazenda.
12 Sab. 8. Cjprlano. Aud. da Chae, e do J. da 2.
v, crltne.
13 Doui. U Patrocinio de S. Jos
ka i ni ma
CAMBIO! r 7 DE OUTUBBO.
Sobre Loodro, a 28 V4 d. Pnr ,#m "
. Paria, 846.
. Lisboa, lOOporoemto.
Onro.Oncae hespanhoe.......... r*75l "
Moedaa de 6/400Telhas.. 16/400 a
de 6/400 oras. 16/100 a
. de/000.......... W'OO
Preta. Patacoes braileiro...... i^** *
Pesos coiuranarios....... *Irui *
Ditos mexicanos ......... 1/B00 a
a 60 dia
9/200
1/880
I/18O
l/>90
DIARIO DK
m
PARTE OFFICIAL.
aa>s8WPa\T8ssjsM8SjMaM p
GOVERNO DA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 3 DOC0RRENTE.
Onicio.Ao Extn. presidente do supre-
mo tribunal de juslioe, remetiendo em eutn-
primento de ordem imperial, um* eollec-
pfio dos otos legislativos da assembla dasta
provincia promulgados al o correte anuo.
DitoAuExm. co'mmandente das armas,
Iransesitlindo guia do corarla da primei-
ro balalnlo da capadoras Josa Razilio dos
Res, que tendo rindo do Rio Grande 9o
norte a bordo do vapor Vernmnbucana, acha-
ae all a sua disuosico Nesta sentido ol-
ciou-se ao Ezm. presidente daquella pro-
vincia eao agente da companbia das barcas
de vapor.
i Dito.Ao mesmo, para que mande postar
ani frente da igreja Je S. Francisco a ma-
ntilla as 9 horas do dia, urna guarda de hon-
ra para assiatir a Trata do mesmo santo, a
Jual dever retirar-se a noite depois do Te
um.
Dito.Ao inspector da thesouraria.de fa-
zenda, interando-o de haver o juit munici-
pal de orphSos do termo de Garuar> l.ou-
rencoFrancisco de Almeida Calanho, entra-
do no exercicio do seu magisterio desde o
dia '24 de aeteaibro ultimo.
Diio.--Ao joiz relsctor da junta de Justina,
transtniltindo para serem' a presentadas em
sesso da mearos junta oa processos verbaes
feitos aos soldados do corpo llxo do Cear
Jos Vicente Ferreira e Jos Pereira do Nas-
ojuiento i'arlicipoiT^se ao Exm. prosi Jcn-
le daquella provincia.
Dito.Ao inspector da alfandega, para
que faca doseo barcar da escuna hndova,
que se actla ao servido daquella reparlcSo o
piloto vellioequasi invalido, qu em cura-
primenlo de ordena expodidas ueloquarM
general da manaba tam de segua, para a
cor te a bordo da vapor Pernambucana e pre
venindo-o de que em dita escuna deveso-
mante ficar o piloto, que para ella fui lti-
mamente ao/peado.--.Neste sentido expe-
diram-sa t aovenientes ordens.
DiniAp inspector da pagadura militar.
aaaaaaaaassssaaaaaaaaaaaasaasMsss.
ponder ao tribunal do jury pelos crime
quelhesSo imputados, e trsnsmittindo pa-
ra oa (los convenientes o documento com
Jos mostra Msnoel Joaquim de Miranda o
estlno que leve o referido criminoso quan-
Jo fol preaa a primeira vea na barra de Na-
luha, e bem aasim a preeatoria em virtude
da qnal se effeeluou a prislo. Neste sen-
tido oftlciou-se ao chefe de policia
Dito. A cmara municipal do Rio-For-
noao, dizendo em resposla ao officio em
ajoe pede autorisacSo para proceder a elei-
de mais dous vareadores para praencher o
numero dnp nove, que devem compor aa c-
maras dss ri lades,segundo sa actia disposto
ledos.* de outubro de 1828, que dev
aquella esmara proceder respeito de con-
fortnidaae com o artigo 117 da lei da 19 de
agosto do 1816,que imndar chamar os doua
immedialos auppllentea.
Dito. A inesms, aprovando a delihera-
Co que tomn da conceder ao advogadn
daquella cmara a porcsntagem de 20 por
canto das dividas a ella pertencentes, qu
judicialmente cobrar o referido advogado,
visto nao poder elle com o ordenado da ra*.
100,000 quo percebe, tomar a seu cargo, a
eobranca das dividas da dita cmara.
Dito Ao delega lo'do termo d'Agua-Pre-
ta -- Em resposta ao oTllsio de Vmo. de 28
desetenibro ultimo, A que vsm junta a de-
nuncia contra o capitflo des Indfds alddeia-
doa em Jacuipe Venancio de tal pelo crime
de tentativa de morle na pessoa do denun-
ciante Antonio Venaneio da Costa, cumpre-
me declarar a Vmc. para au* direeco, de-
volvendo a referida denuncia que devo pro-
ceder no caao como for d tindo-o qua a prisSo antes de culpa forma-
da nflo pode ter lugar pela simples queixa
do supplicante despida de prova. T
rom mando das armas.
Quarlel general na cidade do Rceife, em 5 d>
outubro de 1850.
ORDEH DO DIA N. 100.
O Sr. manchal de campo graduado Anto-
nio Correia S>-ara, rommandanta das ar-
iims, em vists da parlicipac&o qua com dat>
de 28 de seterohro prximo lindo lha fdr
Appellanle, Catharlua Francisca do Espirito
Santa; appellado. Joto I.elie de Aievedo.
aavriaAas.
Passoudo Sr. desembargador Villares ao Sr.
deserobargador Bastas 8 arguinte appallacio
em que sao: *
Appeliante, Jos Pelt de Mello appelladas,
Joae Gabriel de MiiraeB Mayer e outros.
Passaraio. do Sr. desemb'rgador Bastos ao
Sr. deseuibargador Leao aa srgulnles appella-
efles em que sao :
Apprliante, o julio j appeltada, Mara Fran-
cisca
Appellant, Joao Ferrelr des Santas ; appella-
do, los Joaquim de Mesifiiista
Appellanle e appellados, liabel llarhoaa Ro-
drlguea Machado Freir e Francisco Machado
Telieira Caralcante.
onaeaMrfu quemando p.ssar guias de ven- "'"""" prximo noao ma rara
ao teoeote-coronel g-aduado Fran- ."L'l?" _' 2,-r.",-??-te.nl!^.e*ta P''.""
cisjH HRsrde Mello e Albuquerquc, aoca-
pill* asttaraeiro baUlbflo do ariilharia a
p Jos Pedro llritor, e ao primeiro-tenente
do segundo da mearas arma Candido Leal
FBrvtnra.-^lild" lMlll lea de seguir para a
corte no vapor /VrmimoucunaNeste senti-
do expedirui-se as convenientes ordens,
, Dito.--Ao mesoio, iuteirando-o de que o
primeiro-tenonle do segundo balalhfio de
ariilharia a p Candido Leal Ferreira, que
tam de seguir para a corle, pretende deixar
da s-u sold s'su familia a coosignacfto de
23,333 res, que devera ser entregue do pri-
mairo do crrenle em dame ao seu procu-
rincia, manda declarar para contieciaient
da guarnicSo, queS. M o Imperador, hour
por bem em aviso da reparlicflo da guerra
Jo 31 de julho ultimo, conceder tres mezef
Jalicena w odo imples, para ir a cor}
te do Rio de Janeiro, ao Sr. alferea Gullher-\
me Marques de Souza, do oitavo batallio
decacadores, que psra all havta aegudo
com um mes de licenca, segundo se fez pu-
blico na ordem do dia do quartel general,
sli n. 75 de 15 de agosto dasie anuo.
O mesmo Sr. marechal de campo grada
do, em observancia a deliberarlo tomada
pelo mesmo Exm. presidente, em o'licio de
raoor nesta cidade Lufi Francisco de uli-li"^?. d.'L"??Jfi'l?r.",.n!.q.u.a.f-P"11tdo
Teira Liaja.--lutelligebciou-se aocoaimsn-
danle das armas.
Dito.Ao mesmo, scieoliflcando-o de ha-
vereto as pravas de primeira huta com-
prehsn.ndas na relscilo que remelle, de-
pois de lindo o seu t< tupo de servido, con-
tratado de confo-imidade ao decreto e regu-
lameuto de 18 de nvembro de 1848, psra
continuar no mesmo servico, medisnte as
grstificatOos declaradas na citada relac.no,
a ordenando que mande pagar as referidas
pracas as mencionadas gratifica (des, sendo
50,000 ris s vista, e o resto em presUcoes"
mensses de 10,000 lis.- CoiniiiuDieou-ss
ao Exm. commaudante das armas.
I
1
Ai/apto aquee* refere a ofela cima.
Segundo bstsIbHo de cscadores.
SoldsdoVicente Ferreira da Costa 170,000
Mauoel Jos Espindola 170,000
a JoseCassisnodeOliveirs 170,000
Dito.Ao juiz dos feitos ds fszenda,
traosmiilinJo em coasequencis de requisi-
eflo do Exm presidenta do Maranho, um
carta preeatoria passada pelo juizo dos fei-
tos ds fozends daquella provincia pora ci-
lacfiodeJolo Mauoel Correia Vianna.
Dito.Ao conmaodaule do tingue-escu-
na Canopo, iiiieirsudo de haver expedido or-
dem ao ageole daa barcas de vapor psra
mandar dar psssagem para a corle aa pri-
rueiro vapor que seguir pra o sul ao guarda
tuannUa Mauoel Antonio Viegas Jnior.
Dito.Ao sdoimistrador do correia, au-
Uirisando-o a despender a quantia de ris
18,000, com o estafis Jos Carueiio de Au-
lirade, qu i i>iii;:c3e _' delegado da co-
ntares de Florea, couduiio para esta cidade
osolllcios merrcionsdos na nota, que acorn-
panbou ao olHcio do agente do correio
Daquella comarca.
Dito. Ao inspector da Ihesoursria ds
fsienda provincial para que, vista do cer-
tiliaa io passado pelo director das obras
puMicaa, mande pagar ao arrematante dos
conestios do eses do coUegio a quantia de
1 773,090 rs. a que ella tem direitu por ha-
ver leito entrega provisoiis dos ditos con-
cerlos.Communicou-ae so mesmo direlor.
IHt.Ao mesmo para mandar aprompiar
e pora disposi(So do commandante do cur-
po da policia os medicamentos constantes
dg raiafOo que remelle, pedidoa pelo cirur-
Sio-nir do referido eorpo, eucarregado
a enfermara da forca eslacionada em Flo-
res.'InleHigenciou-se ao mencionsds) eoai-
mandante.
;U. -- Ao j niunicipai e de orphSos
rk> termo de Naierelti, dizendo que, visto
se adiar rerolnldo a cadea danta cidade pa-
ra onde fui renii limo pelo Exm. presidente
da Paialiiba o criminoso Lmz Ht Das d>
Rocua deve Smc. requisiur com tempo a
sua ida oara iquilla comarca a Um de res-
premios arbitrados, quer *s pracas de pret
dos corpos do exercito existentes nesta
guarmcSo que contradirn) novos engaja-
menlos, quer aos voluntarios contratados
Qa forma do decreto e reglamento de 18 de
novemtiro de 1818, que se manda dar vis-
ta, seja d'ora endiente tirada no priineiro
pret que se flzer no corpo depois do seto de
engajamento, deven lo Qgurar este abono
aa respectiva relifflo de mostra, c orno a
primeira prestaco, continuando-se as re-
l.i;0es de mostra dos mezes seguales s
ationar-se as prestaces do reslo dos pre-
mios conferidos na raso que se houver de
indicar ns ordem expedids psra o engaja-
mento.
h'raneitco Cario* Bueno Dtichampt,
Capito ajudanle de ordens.
TRIBUNAL DA UELAC^O.
SESSAO DE 5 DE OUTUBKO DE 1850.
raasi.uaacia d0 axn. saNaoa co-
SKLHEiaO ZSVKDO.
A's 10 horas da manhaa, achando-se presen-
tes pa Su. deaembargadorea Rainos, Villa-
res, bastos, Leao, Souza, Habello, Luiia Freir
a Telles, fallando com causa o Sr. desembarga
dor Ponce, o Sr. presidente declara abena
seaso
IDLOSHEHTOS.
Ilatitatcorpui.
Dapreta Mara Judia. Maodaram soltar.
De Jos Antonio de Olivcira. dem.
De Virginio Martina. Nao tere lugar a sol-
tura por declarar ser desertor do seno bata-
Ibio de ca(adorcs.
Aggravo.
Aggrarantes, Antonio Pereira e suamulher;
aggrarados, Francisco Hlbeiro de rltoesua
uiullber.Negarain proriinento ao aggravo.
ApftUacao' crime-
Appellanle, o juizo; appellado, Pedro d'Alcan-
tara do Nsscimenio. Mandaran! a novo
jury.
AppellacSe* liteii.
Appellanle, o jultn j appellados, Cosme da Ro-
cha Bezerra e outros. Contirinarain a aen-
tenca.
Appellanles, Marcelllno Joao de Quelroz e ou-
tros | appellado, Elias Francisco de Sampaio.
Foram drapresados os embargos.
Appcllante, Antonio Gomes Villar; appellado,
Domingos Francisco Tar.res. dem
Appellaute, Manoel Antonio Gomes Kibeiro;
appellado. Jos Ignacio da Barres Leile
Fu rain despresados os embargos.
oasiuntrOis.
Appellanle, Joaquim Pereira Homem; anpel-
lado, aergio Clemenllno sonto Malor e Atbu-
querqne
Appellaute, Antonio Gomes Villar; appellado
joau Prea Ferreira.
Appellanla, Joae Malbeus; appellado, Juuo
Tifeiiale.
Passarain do Sr. desembargador Leao ao Sr.
deseuibargador Sousa as seguales appellaooes
em que sfio:
Appellanle e appellado. Francisco Carnelro da
Silra e Jos Francisco Pereira.
Appellanle, Bernardino de Sena; appellado,
Jos Baplista llibeiro de Faria
AppePvnie, o juico ; appellada, Francisca Ma-
na.
Appellanle, Manoel da Silra Lopes ; appellados,
o curador beranca de Fr. Caelano de San-
la Engracia, o Or. curador geral e o Dr. pro-
curador fiscal.
Pa ao Sr. desembargador Telles as aeguintes ap-
pellaces em que sao :
Appellanle, Francisco Carneiro da Silra ; ap-
pellado, Joo Aires de Carralho Cezar.
Appellanle, o juizo; appellado, Antonio Lou-
renco de Almeida Martins.
Appellanle, Antonio Germano das Neres; ap-
pellados, Me. C.ilmont & C',
.Appellanles, o padre Raphael Antonio Coelho
eoulro; appellada, Mariana TheodoraCoelho.
Passaram do >r. deseuibargador Telles ao Sr.
desembargador Ramos as srguinles appella-
ce* ein que sao
.Appellanles. Francisco Carneiro Machado Ros
e sua mulher ; appellado, Manoel Joaquim
do Reg e Arbuquerque.
.Appellaines, Joaquim Goncalves V ieira Giiiina-
raes e oulro; appeltada, a administraba doa
estabeleciiuealos decaridade desta cidade.
Disraracicdea.
Ao Sr. desembargador Souza as seguinles
appella^ao em que sao:
Appellanle, o julio; appellado Manoel Joa-
quim Paes Brrelo.
Appellanles, Affonao Jos de Albnqu'rque e
outros; appellados, os Indios de Arronches.
Ao Sr. desembargador Leao as seguintes ap-
pellaco em que sao: i
Appellaul*, o JU*i MpaMSto, aurtanaa ioii
Francisca e outros.
Appellanle, Vicente Ferreira da Fonseca ; ap-
pellados, Joaquim Francisco c outros.
Ao Sr. deseuibargador Bastos os seguintes
recursoaem que sao:
Appcllante, Florencia Mara; appellada, a jus-
tlra.
ppellante, J. Daniel Wolphpp k C.; appella-
dos, a rluva de Jos Francisco de Borja.
gi-raraute, Jos Joaquim de Noraes ; aggra-
vados, a vluva Vieira & Fllhos.
Ao Sr. desembargador Rahello a seguinte ap-
iLellaco em que ajo:
ppellante, D. Mara Felismina do Reg Go-
mes ; appellado, Joaquim Aurelio Pereira
de Carvalbo.
Ao Sr. desembargador Ramos a seguinte ap-
llaco ein que sao :
apellante, Francisco Cavalcaute de Mello; ap-
pellado, Jos Francisco Goncalves.
o Sr. desembargador Villares a seguinte ap-
pe llatao eu que sao :
A[,|''fliante. N. O. leber IC; appellados, os
a.1 ministradores do patrliuonio dos nrphaos
d > Vevt <_tou.se a sessao a ama hora e um quarlo.
SeccSo Qoerendo manifestsr desde
ji o desejo que lem de facilitar, quanto Ibes
fOr possivel, a conclusSo dos arranjamsntos
mencionados no artigo 11 do preieate pro-
tocolo, as potencias aoima mencionadas re-
servan) para si ent'arem em urna futura
eonvencS para o flrn de dar um panhor ad-
dicional de estabilidade a ests arranjaraen-
tos por meio de um soto de recimheciment
auropeu. lia concordado que esta delianra-
eSo lea lugar em Londres, e. qua as ditas
potencias darSo aos seus representantes ple-
nos poderes n.ecessarios para este fim.-- Ilt-
aearsW R Ofesiy de f.hinft. f\i ion. Brunnow. ~J. E. Rehautm.
( Times, i
4-
da cimfere
EXTERIO
PROTOCOLO
'treneia que lev* lugar un Landre* na
'aria da reparlicat das negocio* eitran-
geiro* a 2 d agosto do correnle atino.
Presentes : os plenipotenciarios da Aus-
tria, Dinamarca, Franca, Gram-Bretanha,
Russia, Suecia e Moruega.
S. M. o imperador da Austria, o presiden-
te da repblica franoeza, 8. M. a rainha do
reino unido d Gram Bretanba e Irlanda, S
M. o rei da l'russia, S. M. o imperador de
Todas as Russias e S M. o rei de Suecia r
Noruega, considerando que a manutencao
da inieg'idade da monaicbia dinamarqnez
ligada coo os ioteresses geraes do equih
brio ouropeu, he de alta importancia para a
preservacao da paz, tem resolvido, a pedid..
de S. M. o rei de Dinaina-ca, manifestar a
perfeila harmona que subsiste eniro seus
gabinetes ralativamenle a manutencao des-
Ta i.riiieinin ; 'SS autnrisado OS SSHIS nlfl-
niuolenc'iaros reunidos em conferencie *
fazerem em nomo dos mesmos s seguate
declarscAo .
SeccSo !. 0 desejo unnime das poten-
cies anma mencionadas he que o estado
das posseSsOe actualmente unidas debsixo
do dominio da S M. dinamarqueza aeja
tiianlido ea\ sua integrida Je.
SeccSo 8 Ellas reconhbeam conseguin-
lemente a sabedoria com queS. M. o rei de
Dinamarca se determinuu a regular a or-
dem de successfio em sus casa re I para o
fim de facilitar usarranjamenioa peloa quaes
o objerlo cima declarado pode aer alcati-
fado setn alteracSo das relscoes existentes
.nlie o ducado de llulslein a a ConfederseQu
Germnica. .
SajHCo 3 Ellas comprsz<-m-se de que
as neJjVciacOS sberlas em Berlim debaixo
da mediscao da >Jrsm-Bretaoba lentiam ja
conduzidoaassignaiura deum tratado ou-
tre a Dinamarca propno nooaecomo em nmada Confedera^
eflo Germnica ; tratado que lias esperau
liimemeote tara em resultado a reslauracau
da psx.
OS MONGES DE SAN-BERNARDO.
De todas as comas rergonhosas que aislgna-
laram o trlumpho do radicalismo na Suissa,
urna das mais rergonhosas e injustlficaveis fot
espoliacao d mostero do monte San-Hernardo
e a perseuuIcSo leita aos mongrs do mesmo,
que o respeito e gratidan dr toda a Europa de-
reriam ter protrgiJo. Mais de dous annos sao
paisados depois que o governo do Valaii decre-
lun a c.mlisuacao dos bens de San-Bernardo e
desde case tempo os hospitaleiros monges teem
exaurido seus ltimos recursos, de sorte que,
se o seu proprio governo ou p gorerno federal
uo reparar a injustiea de que foram victimas,
a Europa est ameacada de perder unta insli-
tuic.i que durante nbve seculos lem sido p ty-
po da ilnlir.if a i, sacrilicios e milagres da cari-
dade christaa.
Os leitores hao de estar lembrados que de-
pois da guerra de 1817 o gram conselho do Va-
tais supprimio todas as commodldades religio-
sas, anda mesmo as de mulheres. A srinpa-
ihi i universal manifestada em favor de San-
Rernardo fez que elle fosse isento do decreto
de dissoluco, porm comquanlo o governo nao
ouzasse aUrontar a descoberto a opinlo publi-
ca, todava adoptou medidas indirectas para
chegar So fim que se prnpunha. O convento
fol militarmente oceupado, suas portas foram
abertas, o edificio fui reristado, oscollerlores
saquearam os vinhos, viveres c todas as provl-
sdesque eram a propriedade dos pobres esta-'
vam destinadas hospitalidade. O asylo dos
nonges fol profanado mediante outros ultra-
ges, mas isso ainda nao he ludo. Alguns des-
les religiosos foram presos e sujeit is a vergo-
nhoso tratamento e outros ezpulsoa de seus
conventos, e nao tornaran) para elle, senSo pir-
que o drscontenlamento publico obrigou o go-
r-rno a maniar po-lns em liherdade, porm
nao obstante toda essa pcrscgtilcno, csses san-
tos homens s teem palavras de paz eoracdev
para os seus perseguidores. Sempre prmuptoi
a sacrificar suas vidas, no he de admirar que
tbssem 15o prbinptos em perdoar a persegui-
(ia. Algiliua cnusa ba todava1 que riles Sao
obrlgados a defender, porque he a praprleda-
dc dos pobres, a fortuna dos desgranados; por-
que he um deposito sagrado,e inviolavel, rela-
tivamente ao qual nao pod-ro consentir cm
neiihum compromisso. Sonre este ponto cha-
mamos a atlenfo e solicitule naosmente do
governo suisso, seno tambem do govern
france/., o qual tem o direito c o derer de in-
lervir.
Os fictos sao os seguintes :
Por um decreto do mez de dezembro de 1847
o San-lleinardo fui multado em I lmo francos
pagaveis dentro de oito dia. 0 prepsito rea*
pondeuque sendo os bens da Instituala, todos
s pitalidade, nada poda ser-Ibes tirado ; c que
uSo leudo nunca o mosleiro tomado parte nos
acantecimentos politicos, c n.i barendo nada
por consrguinte que justificasse o emprego de
medidas violentas a seu respeitu, elle protesta-
va contra o decreto. Em coniequencia deste
protesto o gram conselho dccrelou que os bens
de San-Bernardo fossem encorporados a pro-
priedade do estado. O proprio hospicio do
.Simpln, o qual tendo sido inteirameiite edifi-
cado pela I rai^ a, Votis vender aos monges,
foi tomado e confiscado. O prepsito protes-
tou segunda ves, pois era isso a nica cousa
que poda fazer. A sama S e o governo fran-
cez protestaran! tambem por sua parte e o ul-
timo suspeudeu o pagamento do subsidio an-
nual que davaaSan-lleriiardo, porque nao que-
ra pagar a um governo espoliados. Poroutro
ladoquando os delegados do governo do Yalais
foram requcier no Piemnnte que os bens do
hospicio Ihes fossem entregues, o governo sar-
do pereiiiptoriamenie os recusou. Neste esta-
jo teem permanecido as cousas por espaco de
dous anuos ; bem como cima j dissemos, os
mouges tendo exaurido seus ltimos recursos,
serio brevemente obrigados a despersarem-se.
Presentemente riles estilo fazendo una forte
appellacan para a justica de seu gorerno, e es-
peramos da mudanza ltimamente operada na
oplnkio publica na Suissa que ella ser attendl-
di. F.iu qualquer caao a questao be una da-
quella* que directamente iuterrssain o goveruo
fraucez e a Franca cumpre constituir-se prole
tora de urna iustitiiico, para cuja funda(o,
dotaco e iiiauuten(ao ella tem contribuido
mais do que nenhuiua outra naco da Europa.
O hs jf rpinado n hiilnria ,1 Frsnea
que nfio teiilia sido assignalado por algunia
demonstraclo de interesas dadaao hospi-
cio No meio dasl'ansformacOes successi-
vss da sociedade europea o mostero amea-
cado pela roica o rapia foi por mais de
urna vez salvo pela Franca. No lempo de
Luiz XV as ditTeremjas oolre a Suissa, a San-
ia S a o Piemonleameacaram destruir pa-
ra sempre s obra de S. Bernardo de Mon-
Ihon. O rei Interveoe porsua decisSo ar-
bitral determinuu que a institiiiciio recelie-
ria urna pensSo da llanca. Este subsidio
aonual tem sido constantemente pago, des-
de 1760 os dous do nosso governo lem for
nudo s quml parte do monte S Bernar-
iii Sa ii:1j fiirain os mongas deste mon-
te, oa quaes deram ao exordio da Italia lu-
do quanto possuiam, Bouaparla nSo poda-
ra ter completado um dos mais maravilbo-
sos feitos Imperador rnnaegamlemenle nono* esque-
cbu oa hospitaleiros mongas; depois de
ter llies- Icilo ricas JotncOes, decrelou que
um hospital seru construido sobre o Sim-
pln no punto mais alio daaduiiravel es-
lirada que mauidta abrir, e que este hospi
ci serie sdministrado pelos monges do
monte S. Bernardo.
Omni lo Desaix foi morto em Mtrengo, o
Imperador disse, A tanto herosmo e va-
lor sonce-iarei tvonras taes como nanharn
mortal jainiis recnlieu. Eudarni a Dnsais
os Alpes por pedestal o os mongos do gran-
deS. Bernardo por guardas.' O eorpo da
Hesaix fui levado ao hospicio, Um mauso-
leo esplendido feilo da memore da Carrara
foi coiiKlruido em Pars a transportado ao
inonlnS. Unanlo a no dia do f ineral, o
general Iterlhiar, principo de Neufchatel, o
qual rapr.iseotlara o Imaeradeu-, dra > Ve-
neraveis monges do Gran le S. Bernardo,
em iiome do I aperador cunfio-vos a espsda
a os restos mortses do guerreiro morto em
Marengo a
Em o monte S. Bernardo ludo, desda o
nome do hospicio, Cass de S. Luiz, al o
mausoleo elevado por NapoleSo, desperta
a lembranca du Franca. Repetimos por
tanto que indo dever do governo france/
tomar a poito a causados monges de S.
Bernudo, e esperamos que elle tonara a
iniciativa de negociar com o governo fede-
ral. Esperamos tambem que o governo su-
isso dar nesta occasiSo urna prova do es-
pirito pru lente e honroso com que ha el-
gum tempo parece ter sido ani nado. A
Csusa do mosleiro do monte S. Bernardo
u3o he poltica, be a dos pobres dos enfjr
mos, dos desgraesdos ; he s,ds caridade, a
da hnmanidade.
iournnl de* Dibats.)
PE>NAWBUCQ
JULVY D UEGlL'i:.
3.' SESSAO ORDIN.MU\ DESTE ANNO.
I'residtneia do Sr. Dr. Neiva.
Sesso em S de outubro de 1830.
A's onza horas da manha, feila a cha-
mada, acham-se prsenles 39 S's. ju-
rados.
OSr. Vresidente abro a sesslo, multando
ios Srs. que deixaram de coiipareeer asm
excusa legal.
Silo apregoados os reos e teste-nunrtas.
O Sr. Presidente :Vai procader-sa ao soc-
nio do concelho, que lem de julgirorn
res-nle,
Sahem sorteados os Srs.: Francisco Jo
s Vianna, Jon AIvjs di Cimillo Por-
to, Francisco Jote da Siiveire, Jos Mara
ie Alhuqoorque Oliveira, Manool Ignacio de
iliveira Lobo. Jos AlTunso Ferreira, Amaro
le Barros Correa, Jos Mara da Cruz, Jo3o
llaptisti Fragozo, Manoel de Almeila Lima,
Francisco Cavalcanti de Mello, Manoel lijar-
lo Itolristuos, os quaes preslam o juramento
do f.i-tylo.
O Sr. Presidente faz ao reo o seguinte
Interrogatorio.
luisComo se chame ?
fleoLeandro de Souza.
lusPorque esta preso?
Rio -Sr eu uSo sei contar a V. S., porque
estava com o juizo fura da cabe?a, pelo que
ne nflo lembru.
Jura -EntSo nSo se lembrs porque foi
preso ?
RioEa nSo ouco milito deste onvido.
Jui's-Sabe porque foi processado t
o-Sei, que foi por amor desse barulhu
queeu tive la e msis o cama rada que foi
preso commigo.
Juij-EntSo lembra-se porque foi preso ?
Rio -Eu vim d*r acord de mim no ou -
tro dia na cadeia.
ji.-.-Mas sabe porque foi processado?
RioFoi porque eu tive essa briga em F-
ra-de-Fortas.
juis-Cuaio se cliamsva esse cmara la
com quem hrigou ?
/leo-Chamavase Guilherrae.
Juia~Kecorda-se de baverferido s esse
Cinlhirmenessa occasiSo?
lie i-No outro da fui que eu achel o feri-
do l na cadeia.
Juis-l.einbra-se porque ti vera com elle es-
sa brigs?
te/--.vio me lembro, nSo, Sr.
Jai aSabe escrever.'
Ro-NSo, Sr.
O reo que acaba de ser interrogado be
pardo ; represents 35 annos de estuura re-
gular ; sem barba, traja cal?a e jaqueta a
coapeo de piiltn; vem calcado, mostra
grande embaraco quando falla.
0 reo ha aecusado poroflensas fhysicss
em Guilherme Raymundo, de quem tambem
Passou-se o faci assim : Leandro de Sou-
za, espancava a urna preta, que, correado,
viera apadrohar-se com Guilherme, este
disse s aquella que dianle de homem nSo s-
dava em urna mulher; e, como Lean tro cons
tinuasse a estancar a preta,Guilher-me deu-
llie duss bofetadas : ent3o o esbofetado foi
a casa, armou-se de urna faca, e veio atacar
a Guilherme. Em consequencia, travou-
se o conflicto, do qual sahiram alies fe-
ridos.
Lides as pecas do processo seguem-se as
allegaijes pro e contra o reo; a, (indas
estas
OSr. Pretidente fz o rala torio da cansa,
e entrega ao concelho os seguinte*
Qtmilot,
1.a 0 reo Leaadjp de Souza praticou o tac-
to, de que he ilccusado, de fazer olTen-
saa physicaa ra Aiessoa de Guilherme Ray-
mundo'? '/
3 Existem circumstancias altenuaotes a
favor Jo rt>.
O jury, quanto ao primeiro quesito, res-
pondeusim por unanimidad, e quanto aa


segundo, sim, deelirou que existiam as cr-
cumslancias attenuantes, denfiohavcr no
delnqueme pleno conhecimenlo do mal, e
do ler elle commettido o crime em defesa
desna pessoa.
O Sr. Presdeme Layra e profere a se-
guate
SenteHfa.
_ A vistai da decsHo do jury, condemno o
reo Leandro de Souzs, pardo solteiro, natu-
ral da provincia da Parahiba, a um mez de
pnaflo simples e multa correspondente
melado do lempo, grao mnimo do art. 201
do coligo criminal; pagas as custas pelo
mesmo reo.
l.evanta-so a sesso as 2 horas da tarde. I
aCOIFE, 7 BX ODTUBRO DE l4.
Temos i vista peridicos do Porto que,
alcanzando a 27 do passado, trazem datas
de Lisboa at 25, de Hespanha at 16, de
Franca at II e de Inglaterra at 17.
Portugal Acara tranquillo, nfio obstante
o empenho com que a opposr;3o procurava
excitar o povo contra o ministerio, que ella
se no cautiva de apresentar como de frau-
dador das rendas publicas, e inimgo da cau-
sa popular ; sendo que, para mais descon-
ceilua-loe tirar-lhea frca moral, escreva
em alguns dos sensjornaes, sem lo la vi
dar o (acto poraverigoado, que em algumas
trras do Mnho reuniam-se roulheres em
grande numero e percorriam as aldeias,
cantando em forma de precesUvrai-noi
Senhor date ministerio.
Tinha sido publicada a nova lei sobre a
iniprensa.econcedendoseaos Jomaos o pra-
zo de dous mezes para se habilitaren).
O conde de Thomar tinha partido para as
caldas da rainha, onde, segundo se dizia la
esperar pelo titulo de marquez, que ser-
Ihe-hia levado pela Senbora D. Mara II em
pessoa.
O estado financeiro do Iteino continuava
ser pouco satisfactorio: pois que fui s-
mentita 3 do p. ssinlii que seorilennu o pa-
gamento dos honorarios de cortos em ore-
gados, relativos ao mez de agosto de 1849 ;
o que prova que os miseros funccionaros
pnblicos pnrtoguezes a uu anuo que nSo
percebem os S8us ordenad >s.
EsUvamperfeitamente ligados no propo
sito defazerem opposicao ao ministerio o
AnUseoSatdatiha
Hespanha conservava-se em pleno soca-
go, sem que nada ah se receasso pela paz
publica.
A rainha eslava completamente resta he-
lecida, e por vozes tinhasahidoa passeiar
com o so'i esposo em carro descnberlo.
As c6nes tintiam sido dissolvidas e con-
voca-las para o da 31 do correte.
A 29 de julho chegra a Madrid lord llow-
den, embsixadnr extraordinario de Ingla-
terra junto acorte de Hespanha, o a 3 de
agosto apresentarasuascreileiiciaes a Su
Magostad a rainha em audiencia solemne.
Ilavia em Hespanha grande quanlJada
de moeda falsa ; s mi.lo que em Ma Irid, alm
do haver apparecido consideravel porcSo
t- pesos columnarios falsificados que s
confunden) com os cimbados eml79, nfio
si"> pela perfeic3o com que silo fetos, mas
muda peda cor o sam de metal, fra desco-
berto pela polica um deposito de billietes
Lile Meados do thesouro.
O generall). Jos de la Concha fra no-
meado capilSo general da iltia de Cuba, e
di va partir para llavana em fins de a-
gosto
A 3 desse mez fallecer o arcebispo de S
Tiago.
F.m Franca fallava-se muito em mu-
danza de forma de governo, para a qual o*
espiritos como que parecan) dispostos
julgar pela recepcSo que se fez a Mr. Cuizol
e que consta do feguinle artigo do Peridi-
co dot Pobre no Porto :
a A repblica t ilr. Cuizol.
A (listribuicilo dos premios do grande
concuaso, que teve lugar hoje, apresenlou
nm curioso incidente que merece ser no-
lado.
As acclamaces que retumbaran) nestn
solemnidade liveram um duplicado fm.
Saudaram a repblica, quando Mr. Parien
entrou.
Eleveram-se para M. Guizot, como urna
homenagem pessoa I, quando o anligo mi-
nislro da monarchia couslilucional tppa-
receu.
Asaim, estes bomens, entre os quaes fi-
guravam os aecusadorrs de M. Cuizot, cho-
garam a rehabilitar a sua poltica o a popu-
Jarisar o seu nomo.
Temos de tal modo andado... para traz,
que M Cuizot encontra-se muito avancado
em ielac,3o a seus antigos adversarios, n
doutrina do progresso e da liboidade.
.Vuma palavra, os honiens que gover-
ii"o a repblica leem exagerado com tanta
deshiliilidadeos homensque governaram a
monarchia, que quasi transfigurara) estes
ltimos em republicanos, quando tiles pro-
priosse disfarc,So em monarchiatas.
* Esta ovacsln do M Guizot, pelos meemos
bomens que acabavam de saudar a repbli-
ca, ndo he pois, como se poderia acreditar,
una inconsequencia. He a critica a mais
Inri.'n mais severa queso pode f7r *
poltica que apparece tiesta sulenuidadede-
baixo da figura de M- Parien. *
O presidente da repblica rercorria os
departamentos, e ia sendo recebido nelle>
com enthusiasmo, aprzar dos esforcos com
que os vermeilios buscaram preparar-lhe sua.-
recetfO s.
O ournal dei Debat de 12 de agosto publi-
cara o seguinle :
A aburrida conteatacSo que recnte-
me!) Le te suscilou no reino do Pietnonte en-
tre o poder temporal o a uiorid.de ecele-
siastice, acaba desgraciadamente de encon-
trar do repenleoccusiSo de fazer estalido,po-
der-se-hia dizor escndalo, que lo tus os lio-
mens de opiies moderadas, devein amar-
gamenle lamentar ; as pessoas de partidos
exiremos sAo.es nicas que podem regosi-
jnr-se, uns porque ele r,-l* i-iaienio anima
a paixSudeuii' faiinlisim cgo, porm ir
(oienie, outros poique epj clo un eulu i-
ilade, reprovado. pela opi. R> publica, for-
neceu pretexto as demonstrarle* que de-
voro alHigir o amigos da igrejs.
Um dos tr.inislros de re Vctor Manoel.
cas de sua familia, os ltimos sacramentos
que um christflo implora antes dse apre-
sentar no tribunal de Dos. A autoridade
ecclesiastica a custo recebeu o seu corpo na
igreja, e Ihe concedeu as ultimas oraefles;
o clero pareceu sement ter recitado corr
receio de um alvoroto, e se cedeu, foi da
maism vontade, protestando quanto esla-
va nelle, pola ausencia das priucipaes dig-
nidades ecclesiasticas da parochia, onde II-
veram lugar as exequias Era um dostes
compromissos da hora extrema queso roen
loterminam pela humiliacBo daquelles que
os consentem.
Vendo aproximar-so a hora final, na ma-
nhSa de segunda-feira 5 de agosto, o conde
de Santa Roza, depois de ter recebido a a b-
solvicSo do seu confossor ordinario, man-
dou pedir ao parocho de S. Carlos de Turim,
sua parochia, o santo viatico e o sacrameeto
da extremaunffio. O parocho que se apre-
senlou junto do doente annunclou-lhe en-
tilo que a sua morte tendo sido prevista j
ha alguns mezes, o arcebispo de Turim ha-
va dado ordem de no Iho conceder os sa-
cramentos da igreja senSo com a condiefio
de declarar-so por|uma retrataccSo publica,
de que o consolho de ministros votara con-
tra a proposicSo da lei Sicardi ou que, no
caso contrario, peJisss perd.lo igreja, e
objurasse esta lei. Tendo esta condicSo
parecido inacceitavel i honra do doente.
parocho retirou-se, e aquelle, apesar das
supplicas da familia, persisti em recusar
os sacramentos. Urna penosa entrevista que
i- ve com a condessa de Santa Roza, nSo p-1
le abalar sua resoluto,de mais era j milito
larde o conde acabava de exhalar o ultimo
suspiro.
Anda que ella tivessa procralo atufar
o escndalo que tal acootecimento devia
produzr, a familia do conde de Santa Roza,
u3o poda todava impedir que o publico
soubesse alguma cousa do que se passava.
Assm nSo lar dou a manifestar-se na capital
grande commocJo, formaram-so ajunta-
mentos as ras, o tornava-so inminente
urna revolu;!! ; e, se no fosse a (Irmesa
lo governo e da gutrncSo, ter-sa-hiam vis-
to renovar em Turim as scenas que fllig-
ram^aris em 1831, porque a opinio publi-
ca ti ralla quasi unaneinemente tomado par-
tido contra o clero. Esta situacSo cruel du-
rou lodo odia 6.
Por um lado o governo tentou acalmar
i init c3o popular, o pelo outro lado cha-
ar o clero a sentimentos de conciliario.
Dous membros do gabinete, o ministro da
guerra marquez de la Marmora ) e o minis-
lio da Justina (ejii ie Siceardi dirigjram-so
a casa do campo de M Franzoni, arcebispo
da Turim, para obter dellequo revogassea
trdem. O arcebispo llies uppozas ordens
absolutas que tinha recebido de Roma, sen-
do ludo o que llies poda cinr-iier, que o
corp do conde de Santa Roza, fosse recebi-
do no da seguinte na parochia Todava
estas concesnOds eram tardas, porque no
da seguiute, quarla-feira 7, a convnocSo
navia tomado incremento; e devemo dize-
louom pezar, osolllcios divinos, sos quaes
naviain concorrido ludos os corpos consti-
tuidos, a magistratura, a guarda nacional o
a populacho em massa, fram perturbados
or algooias scenas de desorlens, quofo-
rain immedialamonte sullocadas, he verda-
le quo ameacaram nSo a igreja, porm as
liabu(0es do clero. Foi por ruedo, ou foi
em con.ii -o, neo i u das ordeus recebidas, que
as prinoipaes autoridades da parochia 3o
comparecern) 4 ceremonia fnebre!1 be o
quo n.io sabemos; por.n o qno he certo,
De quo a ausencia das dignidades eclesis-
ticas Minenle servio de lo nar maior o lusi-
ineiito da populacho que quiz dar s exe-
quias do conde de Sania Roza,
Lis os lacios: danio-los sem outro com-
mentano a opnio a apreciado das pes-
soas sensatas. Ettas saberSo avahar se o
poder pontificio, que em outros lempos
tanto coiitribuio para o desenvolv ment
do espirito revolucionario, o buje sabia-
mente inspirado no inleresse da igreja, c
uo inleresse dessa desgranada Italia que
elle fez prulissSo de tanto amar, suscitan-
do sin,illianles dillicul ludes ao governo do
Piemoule, mostran.io-so iotraclavel, a pro-
posito de urna lei que n3o he por fim, se
iiBo urna copia bein demasiada, um dimi-
nutivo lie ii exiguo da concordata que o
Papa Pi 7 o assgnou com a Franfa.
A'cerca deste mesmo objeclo, diz a Prue
de 13 de agosto :
A commo(So causada em Turim pelos
fados que precederam o seguirn) a mor-
te de Santa-Rosa era tilo grande anda uo
da 8, que o governo julgou, para acalmar
* grande irritado dos espiritos, tomar
urna medida enrgica. A populacho tinha
por una demonstracao solemne dado a co-
nliecer o seu peosamento, e va o m Disto
rio que os seus sentimentos correspondan!
perfeilamente aosdopiiz.
O arcebispo de Turim, Mgr. Franzoni,
foi preso na sua villa Pianeza, econduzi-
do com escolta de caribinciros e soldados
ao forte de Feneslrell. Os padres Servilas
que, depois da missa linliam recusado
fazer em volta do radafalso (blucOai or-
dinarias, foram arrancados a indignacAo
geral o conduzidos pelos carabiueiros e
guarda nacional, aos seus convenios de
Alexandria e Salusso.
Eis sebre este objeclo a narrar,.1o do
liisorgimento : *
?2!
a decalo do governo, e proceder ao inventa-
rlo doa bens da oommoaidade eaosequcalro
dos bens que podem otferecer latereaic geral.
Oa padrea nio fueram reistencla algmna,
pcdlram smeote o rrdlgirem e fazerem uin
protesto em forma contra o que cbamavam
uma expollacao alm disto, tendo sido pre-
venidos deque carabinciros reaes os aoompa-
nhavam ao aeu destino, vlram Disto um pratex
to para inserir no protesto uma phrase emque
se quei>avam de seren arrancados d (orea. Res-
ponderam-lhea que devlam escolher, aosup-
primir a phrase, ou partirem as. Iminedia-
tamenle suprlmlram a phrase, comprehenden-
do bem que esta escolta nao tinha outro moti-
vo senao a sua propria srguraoca.
h Concluidas todas ai formalidades, partl-
ram em duas earruagens, acompanhadoa at
San-Salvador pela guarda nacional, e d'alli at
ao seu convento pelos carabioeiros.
Os padrea aSo em numero de 15. Des vao
para o convento de Salusso, cinco para o de
Aleiaudria. Lcvaram todo oseu dlnheiro e os
objectos de prlmeira necessldade ; o resto foi
entregue admiulatracao. Sao comprehendl-
dos as rendaa desta casa, o que rende a paro-
cliia, nada mepos de 32,000 francos por anoo.
Acluram-se varias cartas, entre otaras o
autograpbo em que Mgr. Framonl ordena que
recusem absolutamente os sacramentos a San-
ta Rosa, senao quizer assignar a reiratacfao
que se Ihe pede; varias coplas desta carta, c
outras cartas relativas ao mesmo negocio, nina
copia autbentlca da prlmeira circular de Mgr.
Franzoni, e varios outros escrlptos.
_ o mismo tempo que ae fazia esta expedi-
dlo, dense ordem para que o servicu do culto
nao lollresse um so da, e linmediauruente pa-
dres seculares foram instalados na parochia.
Ao mesmo lempo um forte piquete de sol-
dados inantioha a ordem c srguraui;a publica,
e nao queremos deiiar passar esta occaslo
sem exprimir os sentimentos de adiuiracao e
degratidao que todas aspessoas teein eiperl-
mrnlado pela conducta da guarda nacional,
pela energa do governo e pelo zelo desenvol-
vido nestas tristes clrcuinstaocias pela nossa
municipalidade, to dignamente representada
pelo maire. Foi cora auxilio e cooperaedo de
todos estes esforcos e de toda esta boa vootade
que temos evitado tnalores malea.*
Km consequencla da decisao tomada em
conselho de ministros e da recusa formal de
Mr. Franzoni de renunciar, a aua s, este for
condolido a Fenestrelle, aonde nio ter j
ineios de provocar drsordens.
Usjornaes de Turim referein da maneira
seguale os ltimos momentos de Santa llosa.
Depois de ter em vao implorado os sacra-
mentos e ler-se ouvldo repetir, como ultima
nmeiica, a recusa de sepultura, fortificado pela
voz que se elevava do fundo do seu coraco,
reno todas as tarjas da sua alma, e rollndo-
se para sua ini e para todos os que o rodea-
vam, ievautou cima da sua cabeca as suat tre-
nuias uios, e prouunciou estas palavras me-
mora ven : Grande Dos! pedeiu-me cousas a
quenaoposso consentir, tenho 4 rillios, e u,o
recebero de seu pal um noine deshonrado !
Alguna instantes depois, -O seu couftsor
deu-lhe a bencao, recebcu-a, beijou o crucllixo
o espirou.n
Inglaterra eslava em paz,
A sesso do parlamento brilanulcn foi proro-
gada at 15 do correle.
Antea de ser lido pelo lord chanceller o de-
creto de prorogac.o, proounclou S M. a rai-
nha o discurso do estylo, dlseodo quanto ao
exterior o seguinte:
Mjlords ecavallelros
Tenho couii inca de que o tratado entre a
Gemiana e a Dinamarca, concluida em er-
llm pela minha inediato, contribuir para em
breve se leslabeleccr a paz uo norte da Europa
Nao pouparei esforcos da niinha parte para
conseguir este beiM>
Continuo na lafs amigareis relaedes ooin
todas as potencias estrangelraf, o cundo que
nada oceurrer, que perturbe a paz geral. Te-
niio todos os motivos para ser graU a lealdade
e ail'el(u do meu povo, e ao mesmo lempo que
cuido deconaervar e uielhorar as uossas in.ii-
tuiyes, confio na bondade do Omoipotenie
que favorecer os meus eaforcoa, e guiar o
destinas desta naco.
Currespuiiciencia.
Illm. Sr. Iteda.ior do Diario de Ptmam-
buco. Seiisivelmcnte pela felicilarjSo quo
me drigem alguns patricios meus. e acrc-
dilando-a sincera, Ih'agradefO cordialinen-
le ; e como prova de quanto destajo ser-Ibes I
ultl no pouco que est meu alcance e
uierecer-liie benevolencia : rogo V. 8 Sr.'
Redactor o obsequio do fazer trasllcrever
na seu inlerressaote Jornal, o arligo se
gni nle exlrabido do n. 2 do Medico do Pa-
vo tm l'trnambuco, que redijo. i
Sou de V. S. ltenlo venerador, I. y.
Martin. Recife, 7 de oulubro de 1850 ,s
l ni iliiiicte itorttiguez de leitu-
ro eiu l*< i-iiantbuco.
Existe be doze annos no Rio-de-J
ro um-oaeineto porlugvei da leitura, creejdo
Os resultados desta institu lefio foram ;
i a sociablidade mais desenvolvida e
imito mais attenciosa e dcil pelas fre-
Inenies reunios de socios no gabinete pi-
ra fins multo honestos o elevados, quaes o
astudo novo e o aperfeicoamento das nsc,0ea
j adquiridas ; 2 a emulaco decente e no-
br entre os socios, qnerendo cada qual sem
leprimir os outros equparar-se aos melho-
res, e por ventura excede-los frga de os
tudo e perseveranrja ; 3.* a omancipac3o da
la intelligencia, procurando eada qual ins-
tru r-se sem recorrer aos outros,e poremu-
lafjflo deixando de seguir os methodos vul-
gares, creando para s cada qual sou melilo-
to mala fcil com o louvavel fim de avanla-
(ar-sa no desenvolvimento de sua inteli-
gencia, o mais precioso dom que Dos con-
fere aos bomens; *. o respeito com que es-
tranhos, que a penco tintiam o direilodo os
aecusar de ignorantes ou menos instruidos,
os tratam j agora ; respeito muito melnor
merecido para bomens qne a si somonte de-
vem o seu agredeclmento intellectual e u-
ma jr.strucc3i superior que Ins era ve lada
conquistaram ; 5. finalmente, com rema-
te o mais precioso, a caridade com que de
seu genio flzersm nascer a sociedade por-
tugueza de beneficencia.
Porque ras8o os portuguezes em Per-
nanliuco, nao h3o de imitar os portugue-
zes no Ro-de-Jatieiro fundando um gabi-
nete de leitura ?
* Os que estiverem do accordo nestas i-
ideias reunam-se por subscripcio ; e se Ihes
mereco algum couceilo, vislo como tenho
l'oito a diligencia de ser ulil a meus patri-
cios, maiidem-rna entregar as listas que
subsreverem ; e quando exceda a duzentos
o numero dos subscriptecs para tSo ulil
"islituit;3o reunir-nos-hemos em sociedade,
e debaixo da proteefio das leis fundaremos
um gabinete de leitura, que bem dirigido,
como ser por sem duvida, pelas pessoas
que para isso forem eleitas pela sociedade,
em poucos annos rivalisar com o do Rio-
de-Janeiro, e poder dar os mesaos resul-
tados.
Recife, ra do Apollo n. 24, 4 de oulu-
bro de 1850. oa Vicente Martine.
P. S. Duzcutos aceionistas a 3 acedes de
20,000 rs. (-termo medio ) cada um prefa
zem a cunta de 12030,000 rs. nominaes, que
a aeren realisado* em tres prestaedrs i-
guaea de em 6 mezes conseguem dentro de
tiius antaea a posee deum gabinete de loi-
tura cok t,M0 volumes, eseleulando a
800 re. fcada volume. As mensalidades de
luzeotfjs accionistas, a 500 rs. prefazem a
quauli. de i 200,000 rs. maior do que he
necessaria para costeio regular do estabele-
ci ment-
se entenderem previamente com elle, fim
le Ibes indicar as horas dos dias uters, em
quo dever ter isso lugar.
Theatro de S. Isabel.
23' RECITA DA ASSIGNATIIRA.
Sabbaio, 12 de oulubro de 1850.
Represenlr-se-ha, depois de urna esco-
linda ouveriura, a inieressante comedia em
tres setos
AS MEMORIAS DO DIUtO.
Personagem.
Itobin -- G. K. de Oliveirs.
O marquez de Losmias A. M. Costa.
O cavalleiro Raplnire R. J. de Araujo.
O conde de Cerny S. F. Meira.
Jo8o Gauthier A. J. D. Clmbra.
Velentim P. B. de Santa Roxa.
A baroneza de Ronquerolles Joanoa Ja-
nusria.
Amelia, sua fllha Emilia.
A condessa de Cerny Julia.
Tia Catharina Rita.
A scona passi-se, o prlmeirosctoem uma
casa pobre junto aos Pyrineos, o segundo
em Paris e o terceiro no casteflo de Ron-
iiuerolles.
llavera no terceiro acto o romance da
mystorosa companhla cantado peto ar-
tista Germano, e repetido pela actriz Emi-
lia, como pede a comedia, e com o qual ter-
nin, dando um bello realoe ao aeu des-
fecho.
Terminar o espectculo com a graciosa
comedia em um acto
Quemcasn qner ensa.
Comecari is 8 horas.
Os bilbetes achsm-se i venda no lagar do
costume.
COMMEHCI.
ALFAMDEGA.
Randimontododia 7.....11:966,909
Oeicurrefam So je ,8 di oulubro.
Polaca ~ N.-S.-do-Carmo ceblas e b-
/ taUS.
Urigua H'iVlioaa-Pn'ej farinha de trigo.
Galeota '.uiirma viohos.
Patacho --' Ckuf bacalho.
a RECEBEORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
ndimeato do da 7 .. 3:335,521
CONSULADO PROVINCIAL.
lmenlo do dia 7. j 1:636,504
Theatro de S.-Francisco,
BELLAS ARTES.
Continuam todos oa dias as seguintes vis-
tas nbvas do cosmorama :
O grande jardim de New-Yotk.
A cidade de Trieste, em duas partes.
A cidade de Tunis, na Turqua.
A viagem de Napoleo sobre os Alpes.
Vienna, pelo lado do jardim da Prata.
A ra de Santa-Mara, em Londrea.
O ultimo acto do drama Precioaa.
O tmulo de I) Pedro I e de D Ignezde
Castro em S. Vicente de Fra, em Lisboa.
O tribunal da inquisigflo, na llespaoha.
A aurora boreal do polo rtico.
A galera estar aborta das 6 horas da tar-
de at stdanoite.
l'ublicaQnes litlerarias.
.ovimeoto do *orto.
Nanos eutrmdos no dia 7.
ce 2 dias, barca ingleza Centvievi, de
362 toneladas, capitSo G. Cooper, equipa-
gen 15, carga assuqar o algodSo ; a Dea-
ne Youle & Compattfeia. Fucdeou no
Lameii3o, veio rurter a mala e segu pa-
ra Liverpool.
Terra-Novs 31 dias, brigue inglez Balclu-
tha, de 241 toneladas, capilSo George
llart, carga bacalho; a Me. Calmont &
Gompaniiia.
J?Wa Saliopsjf Mear no LameirSo o-brigue
de guerra portuguez Douro, comniatidante
o capitn de fragata V. i. Moreira Lima.
EDlfAKS.
0 Illm. Sr. inspector da thesoursria da
por acc,es transmissireia, e sustenidoIfazen la provincial, ni cumprimetilo da nr-
'ra os padres servilas de S. Carlos, pelos
Tactos deploraveis condecidos do todo o
mundo, tinba-se tornado mu viva e mu
geral para que se Ibes permittisse liabila-
ein por mais lempo nesta ci lado. Ha dous
lias, os ajunlameiilos nSo tintiam cessado
liante do seu convento.
lloiiieiu, emquanlo os ministros reu-
nidos em conselho deliberavam sobre o que
baviam de fazer, oc-iuselbo delega lo pe-
la municipalidade volou, unnimemen-
te uma ordem do dia concebida em ter-
mos mui euergicos.para representar ao go-
verno que, visto o comporlamento deid.es
sacerdotes e in itucSo que linha causado ,
a sua estada por mais lempo em Turim, po-
da traze.r- llies os mais graves inconvenien-
tes ; por cooseqoencia, a municipalidade
tomava a resoluc3o de dar as ordena noces-
s rias para manda-Ios retirar o mais bre-
ve plrSSIVl,
F.sla requisicao, coincidindo prrfritamrn-
te com as iutriifea do governo; foram to-
madas inmediatamente as dispoaiccs neces-
arias.
M. Pernali,
m.uuei, 0 llltcujtnte gerll ja dlvisio
o conde de Sania Rozo, ministro da instruc-|0 maire da cidade e Balbono,
i :",n nublica. recusou no leilo da morte. I..,.. .r,.,i,i ,, chi,.u re i
por ni ensa 11 ladesdos accin islas,e de subs-
criptores que desfruclam o uso doa/livros
como os accionistas, porm nada pssuem
do capital, etc. I*) Uto he sabido em Per-
nambuco e eu sO n escrevo para que seja
imitado como o exige a cmlisacflo, se os
portuguezes aqu eslo como la segundo
eu creio, concordes e animados daquelles
bros, que nunca em lempo algum portu-
guezes desniilirSo, de apresenl>r-se em
to ia a parte dignos do tiome que tem bor-
dado o que v3o legaudo.
He uma verdade.que fra ridculo negar,
que alguns, e nSo poucos. portnguezes que
vetu para o Brasil, trazem um bom cab-
dal de amor e habito do trabalbo, mas vem
desprovidos de uma instruccao luterana
que Ibes d cabimento em sociedades il-
lustradas, pouquisaimos s3o porm os que
vni ivnnran.li. i;.!;Uahi i -: -:--- ."
lementos de insiuccSo Iliteraria, e esses
meamos nSo tardan em tomar,como pJem,
Iguma pequea inslruccAo entre os seus
conpanheiros de Irabrllio. E como por
outro lado nfio afio em numero extraordi-
nario os portuguezes que vem para o Bra-
sil poasuiodo urna inslrucc3o vsstissima !
e Como essses sejam deorinario os que
menoj irabalhem para erevar at junios
de si os mais ignorantes ; a necessldade
fez lei : o essa lei da necessidade deu ongem
ao gabinete portuguez de leitura.come a u-
uia escola pratica, sponlanoa, Jacolist*. (**
dlrigiraiii-se
- j"?'!;: :s con-{obslanto u eumnle* !gner"n?i e po-
pesar das supplicas dess es/josa oinstan-lvento dos padres. Servilas para Ibesentlmar Ibreza. Fallaremos le Jacotot. J. V. M,
( J li na Rahis existe outra sociedade
anologa que vai dando os melhores resul-
tados e enriquecendo de dia para dia.
( **) Jacotot foi nm dos melhores ami-
gos da hunianidade, o qual ettabeleceu em
principio e provou com a pratica e mil
oaeuipios, que qualquer pai de familia, po-
bre e ignorante, mas dotado de urna vonla-
dceuargica tanto quanto beneficente.pde
ensillar ou fazer aprender a seus filbns, seo,
dispendio nem mestres, a ler, a escrever, a
^ comer, e a tudo mais que elle quizer, nlo
a ::;.. lohslanln a u
dem do Exnj.Sr. presidente da provincia de
3 do corrente, manda convidar a quem con
vier contratar o fornecimento de medica-
mentos para a enfermara da frc* do corpo
de polica, estacionada em Paje-de-Flores,
segundos nota que existo nesta secretara,
onde devein comparecer os licitantes no dia
8 do corrente mez.
E, para constar, se mandou afiliar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretara da thesourana da fazen la pro-
vincial de Pernambuco, 4 de outubro de
1850. 0 secretario, Antonia Ferreira d'kn-
nonciac&o,.
Pela inspectora da alfan lega se fas pu-
blico que, no dia 8 docoirente, requeri-
mento de II. Fosler fie C. se hfio de ar-
rematar em basta publica na porta da tnes-
ma, depois do meio-dia, os seguintes ob-
ieelna ?-!?;'*0"'l" ha.liie .mpriraim f?r/in-
'klm, urna granadeira, uma lata com cha
um oceulo de alcance, um barril com resto
d'oleo. tres caixinhas com agulhas e una
caixlnha com medicamentos, sendo a arre-
matarlo livre direitos.
Alfandega de Pernambuco, 7 de outubro
de 1850. O inspector interino, Bento los
Fernanda Barran.
A famosa licSosobre s pena de morte com-
posta, e dictada n universidate de Pisa pe-
lo respeitavel Carmignani um dad maiores
criminalistas d Europa, esta Iraduzida do
italiano em vulgar pelo padre Lopes Gama.
Vende-so em Sanio-Antonio, Ka Inja de l-
vros quo fui do fallecido Dr. Coutinho, na
esquina do Collegio; no barro do Itecjfe,
na loja de lvros do Sr. padre Ignacio; na
Boa-Vista, na botica do Sr. Gameiro; em
Olinda, rus do Ampsro, botica do Sr. Ra-
poso. Preco dez lostOes.
Ilnpliai 1. paginas da JiivetiMnIc.
Esta excellente obra de Mr. Lamartine,
chegada recontem 'ule do ilio-de-Janeiro,
vertida em bom portuguez, a wcedida de
um inieressante prologo do tradort ir, adia-
se a venda pelo mdico preco de 3,000 rs. ,
com enc.idernac8o ingleza, oa ra da Ca-
leia do Recife n. 38, e na ra Nova n 6. O
mrito da obra he altestado pelo nome do
autor : nella depara instruccSo ej deleite o
philosopho, o romancista, o poet, e geral-
mente quem quer que queira apreciar um
bello escripto.
Convite litterurio.
Acha-se sb o prelo, e sal ir neates pou-
cos dias ums inieressante obra com o titulo
de ObiervacOet critica tobre e (amato ro-
manee do Sr. Eugenio Sue o iudeu Errante.
Ho digna de ser liis, e meditada principal-
mente por aquelles, que j couhecem o re-
ferido romance, e que a houverero de ler
despidos de toja e qualquer prevoslo.
Uecltiraces.
Pela repartirlo da polica desta provin-
cia se faz publico, que fica prorogado por
mais Ires mezes o prazo marcado para a
subslituicfio dos ttulos de residencia de es-
traogeros, na conformidade da portarla de
Dr. rhefe do polica interino, com dala de 3
dejunho ultimo. Secretaria da policia de
Pernambuco. 3 da oulubro do 18M). Anto-
nio al de Freitai, prmeiro amanuense.
Achando-se s barca de cscavacSo no
exercicio de seus trabalbos, convida, em
consequenca, o capitflo do porto desta pro-
vincia aos proprolarios de canoas e dono
le atorros, que, quizerem mandar suas ero-
AV808 martimos.
Para a Bahia sshe impreterivelmenle
no dia 10 do coneole o brigue nacional .S.
Jo', para alguna carga miuda, passge-
ros e esersvos a frete, irata-se com Viuva
Gaudino & Filho, na pracinba do Corpo
Santo n. 66, ou com o capitfio Jos Ramos
deSouzs.
Para o Ro-de-Janeiro seguir em pou-
cos dias a bem contienda escuba Galantt'
Marta: quem na resma quizer carregaa,
ou embarcar escravos a frete. dirija-sa a Sil-
va & Grillo, na ra do Vigario, o. 4.
O patacho nacional falenle sahe para o
Rio-de-Janeiro no fim da presente semana :
para o resto da carga e passageiros,traJa-sa
com Novaea & Companhia, oa ra do Tra-
piche n. 34.
O brigue-eseuna Laura sahe no fim da
presento semana para o Cear o Marannao
Imprelerivelmente : para o resto da carga,
trata-se com o capilSo a bordo, ou con o-
voaes & Companhia, na ra do Trapiche
n. 14.
Para o Rio-de-Janetro aahir at o dia
15 do correle o brigue PrinctfX'l) .Afonto :
para carga ou psssageiros trata-se com Ma-
noel Joaquim Hamos o Silva, ou coa o cs-
prlo.
Pira o Maranhio e Para
segu, com a maior brevidade possivel, a
escuna nacional Emilia, de que lie capilSo
pratco Antonio Silveira Maciel Jnior:
quem na mesma quizer carregar ou Ir de
passagem, onlenda-se com Jo3o Carlos Au-
gusto da Silva, ou cora o capillo, na ra da
Cruz, armazem n. 13.
Leilao-
Kalkmannirmaua ferio leilflo, por iu-
terfenfflo do corretor Oliveirs, de variado
sortimento de fazendas de sola, I3>, linho
.; de sigo 18o. todas proprias do mercado e
da presente eslacfio : terce-feira, 8 do cor-
Cllie, 9 G llo'B U IIIOIIMn Cm pOnlo, li i
i
i/siicexywa svvctVCI I Uuiuu UallliesIIH 118 T-I I MU', JJS I U ti ui a U el lliaui*
ca a ari; Uma e lodo que ella extrabirt a laeu armizeai, ra da Cruz.


T3
"V
'

Avisos diversos.
&
Azevedo de iraiSo embarcan) pira o Hio-
de-laneiro um su escravo de Dome Cus-
todio.
Ooem precisar de urna ama para o ser-
vico (la uma rasa, dirljo-ae rua do Ran-
gei, pnr baixo do sobrado n. 59.
Precisa-se fallar aos Srs. Alxandre Jo-
s da Luz. Mano) Tetares Pacluco, Ignacio.
Jos da Mello, J080 Antonio Raposo, Amo-
nio Jos Plnheiro, Antonio Rezerra de Mel-
lneSimio Machado Bitancourt, ou a seus
procuradores ou herdeiroa : annuncie para
serem procurados.
Na loja do Aterro-da-Boa-Vista n. t
precisa-so singar um moleque cozinheiro e
uma preta pino eervlgo de casa.
No di 10 do corrento, pelas 4 lloras da
tarde, vio praga, a porta do Sr. lir. juiz
dos orpbSos, de renda annual, os segulnles
predios perlencentes aos herdeiros de Jofio
lia olala Herbater: urna casa terrea no A-
lorro-da-Boa-Vista com sobradiaho no Tun-
do, tendo este frente para o rio, por 550,000
rs.; uma dita com mirante, sitio, coteira,
baixa para apiro, no lugar.da Capuoga, por
400,000 rs. ; outra dita de sobrado da dous
andares e solilo enm quintal murado, na
ra Imperial, por 940,000 rs.
Deseja-a Tallar a negocio de aeua inte-
resses com os Srs. Manoel Joaquim de Cal-
das Ferris e Antonio Flix deOliveira Co-
mea l>eiiulo, aquella natural do Portella de
l'anellaseeste da villa do Wco de Regala-
dos da provincia doMinbo, em Portugal: na
ra do Queimado n. 1.
Pudins.
Fazem-se pudins de Cruda pSo e do ou-
tras qualidades: no Aterro-da-Boa-Visla,
loja o. 48, se dir quem faz.
Alugam-se oa segundo e terceiro inda-
res do casa do largo da Assembla n. 8 : a
fallar com Joaquim Francisco de Alm, no
Forta-do-Mattos, ou com Prxedes da Foli-
cea Coutinho, sou propriclario;
Aluga-se o segundo andar da casa da
ra Nova n. 25, que faz esquina para a Cam-
bo do Carmo : a tratar na luja do mesmo
sobrado, ou na ra da Cadeia do Itecife n.
42, escritorio de Antouio Valeotim da Sil-
va Barroca.
-- Jos Apolpbo de Barros Correia, resi-
dente em Porto Calvo, faz public, para co-
nbecimento de quem convier, que em aeu
poder existe em deposito, por ordem da de-
legaca, uma escrava crioula, que represen-
ta ler'85 anuos, diz ebaoiar-ae Thomasia
ser perlencente ao Sr. Portoguez Antonio
Praca, que tete armazeai de marcenara om
a rua da Cadeia de Santo-Amonio, do cujo
puiler.se evadir em 1818, e esteve muitu
lempo na prisSo ; prolesta-se pelas despe-
gas que teem sido feitas com a mesma al
o dia da entrega delta a pessos que se apre-
sentar munida com os ttulos legaea de aeu
dominio, e quem pretender algumas infor-
muges neala praga, dirija-se a Bastos &
Goncalves, na ra da Cadeia, loja n. 98.
J'oilu Calvo, 95 de setembro de 1850.
abaixoassignado, em resposla ao an-
uncio publicado po'r Joanna Mara da Con-
ceigaM, tjajflara que nunca pretendeu ven-
der as dala mei'agoas que pertencem ao ca-
sal de seu finado pai, que islo be inventa-
do pela amiuaeianle e st-u procurador, para
exlorquir do abaixo aasignsdo u assignatu-
ia de uma partilha amigavel, e na qual be o
mesmo abaixo assignado muilesado; pois
que dito procurador o9o quer dar cotilas da
quantia de 39t,0aa. que recebeu da mSo do
lestemenleiro para man Jar ilizer missas e
ruis desuelas, ueea tus 159,000 rs. que re-
ceheu do reatante fctiima casa vendida a
UernardinoJoaLJo. Anda nSo fez in-
venlano, e procare-ee lodos os meios de il-
ludrealterrar ao abaflso assignado, que
protesta usar d'acg&e que IIih compele.
nao de Bifirilo .Sanio.
No da 10 de setembro do corrente an-
no, as 7 horas da noite, elesappareceu uma
parda, indo fazer o deapeje-na praia. de ri-
me Joanna, representa ter 25 30 annos,
alta, clieia do eorpo, rosto redondo, ollios
grsudes, desdentada na frente, pellos cabi-
dos u ciitius, mfios e pea grandes e grossos ;
levou veatiuo de cbtta escura ja usada e
urnas rosetas fraucetas as orcinas: quem
a pegar ou della souber noticias, dirija-se
ra bireita n. 7, leiceiro andar, com entra-
da pela ra da Pnha, que sera generosa-
mente recompensado.
--((arrematante das afericcs contina a
aer o.oiesiuo lo anuo prximo paasado, e
faz corlo, que do priuieno do crrenle mez
em dame ja se acha aferindo para oanno
prximo vindouro, na mesma casa, ra da
Asauwi filo n. 4.
Precisase alugar urna casa terrea em
qualquerrua dos bairros de Santo-Antonio
e Uoa-Visl, cora- quintal e cacimba, cujo
aluguel menaal nfioetceda a dez mil res:
garaue-se o pagamento : na praga do Cor-
po-Sanlon 9, ouanuuucie.
-- Joaquim Jo. Rodrigues da Costa par-
ticipa a todas as pessoa* que com elle te-
ma renegocio, que mors na ra do Rozario
estrella 1i. 90, segundo andar, onde pJe ser
procuraiio iodos oa dias.
Aiugam-su ouas casas terreas, uma na
ra do Colotollo n. 7, na Boa-Vista, e outra
na travessa dos Mal lyrios, por baixu do so-
brado amarello : a tratar na ra do Anio-
rim 15.
Rohn
Roubaram do abaixo assignado, no dia 99
de setembro, das 6 I,2 huras at as 7 a quati-
lia de um canto Irazento e tantos mil rs.
sendo em sedulas i:26l,0O0rs. eo maia
em S moedas de ouro, 20 e lanos mil rs
em piala e 2 parea e botOea de puobo
quem descubrir um tal ruuno e delle aoubei
recebara a grauMIicacao de 400,000 rs. Este
roubo loi leilodentio de sua serrana.
Manat Cumei da Silva.
Sabio O segundo numero do lirao da
Indignabas, e esta a venda em casa do Sr
bo uredo.
rs., havendo quem d roais, so porque nacionae* como tradnzvtss dos melhores
quem est tslvez seja da amizade. Qergun- autores francezes, ingln/e* esiremfies, va-
ta-se : quem perde he o juizo ou o Sr. San-
toa Nevea, que lambem nos lem de dar
contas, ou sSo os legtimos herdeiros? Ha
tros dias que tem um requerimento para aer
despachado, e at boje o nfio recebi; esta
datado para ver se volla com o titulo.
Pasmamos, vendo o arrojo e descara -
ment com que na Imprenna n. 95 o Sr. es-
tudante Antonio Jos Barbosa de Oliveira
respnndeu ao annonciante do Diaria de Pir-
nambuco do primeiro do corrente. Oh he
Luiz Gongalves Rodrigues Franca ruga
encarecidamente ao lllm. Sr. lir. Neiva,
substituto da seguuda vara, ha ja de deapa-
eliar os requermentos do annunciante coai
a prouiptniaocouique despacha oa do in-
truso Jos RnmOo Gungalves Menes, que setn
rtireito ae iulg er hardeuo do lio do an-
nunclante Francisco Gongalves Rodiigues,
sendo rale sobrtnbo segundo, e o annun-
ciante e ouirua em primeiro grao : o sobra-
do de S andares e loja da ra do Queimado,
que semprepegou 700,000 rs. o Sr. Santos
Nevea o tem deixtdo a revelia, e sem ordi m
do Jmss -ti, ssguado diui, por 55C,cc
al onde pdechegar ocynismo Sr. Anto
nio Jos Barboaa de Oliveira aois um genio
em velhacaria Julgastes nos adiar despre-
venido Enganaste-vos. AmaiihSa seris
chamado a conciliagUo, oode levaremos vos-
sos bilhetes, alm dotesterounho de vossoa
ltimos compsnheiros de casa, e se for mis-
ter prnvaremos com um terco de Olinda a
qnem deveis, que nos queris calotear em
69,000 rs. Alerta, Sr. guardiSo de San-Fran-
cisco, com o horneo) que he insigne nos ca-
lotes.
Precisa-ae alugar um moleque ou pre-
lo para o aervico de casa, assim como uma
ama forra ou captiva, que cozinhe, faga aa
comprase o servido de uma caaa de pouca
familia ; na botica n. 19, junto a polica.
tima mullier que veio do mallo, bran-
ca, capaz e muito zelosa, ae prope a aer
ama de portas a denlro de urna casa de ho-
rneen solteiro, ou de viuvo com pouca fa-
milia, menos a do Sr. Francisco de Paula de
Alhuquerque, srvenle da administradlo do
correio: quem de seu prestalo se quizer
utilisar annuncie.
Offereca-se uma ama para casa de um
homem solteiro de portas a dentro: quem
quizer, dirjase a ra dos Assoguinhns n. 3.
-- A taberna da ra da Cruz n. 28, deixou
ile vender bebidas espirituosas de prorluc-
ri'u brasileira desdo 1 de outubro de 1850.
Na ra do Sol u. 9, precisa-se fallar
com o Sr. Joaquim Jos Rodrigues da Costa
a negocio de seu interesse.
Bernardino Jps da Silva deixou de
vender bebidas espirituosas de prodcelo
brssileira desde o ultimo de agosto prxi-
mo passado, como em tempo annunciou por
isla folha, porque nSo quera pagar oais
do que he devido, sendo que os actuaes ar-
rematantes o colleclaram em minio mais
do triplo do qoe venda. Ignorando o an-
nunciante a lei ou regiment que permit
le ao arrematante desse imposto entrar do
i'alco para dentro do estabelecimnto, cor-
re-lo lodo e mandar virar de um para nu-
tro lugar aa pipas, sem mandado da autori-
dade competente, e a pelo proprio arbi-
trio: pede-Ibes que queira esclarecer o res-
peitavel publico acerca disso.
-Aluga-se uma sala e tres quartos de
um primeiro andar, dentro do Recife, pro-
prio para homem solteiro : a tratar na ra
da Senzalla-Nova n. 40, primeiro andar.
F.milia Candida de McerJa e aeu fi I lio
Jos Joaquim da Costa reliram-se para fu-
ra do imperio.
Precisa-se de serventes psrs s conti-
nuado da obra do caes, sierro e ponte da
ra da Aurora ; bem como quem tivrr ca-
noas e quizer deitar areira no mesmo ater-
re, dirija-se ao arrematante Antonio Jos
(ornes do Correio, ou ao socio administra-
dor Jos Concalves Ferreira Coala, para tra-
larem do ajuste.
Aluga-se uma ama de leite, parida ha
poucosdias: quema precisar, dirija-ee ao
Aterro-da-Boa-Vista n 16.
Rog-se aos credores da lojs do falle-
cido Jos Pinto da Fonseca e Silva de apra-
sentarem suss ennt-s, ou ttulos de seus
crditos em casa de J. Keller & C. no pra-
zo de oito dias, para se exsmirem, e confe-
rir com os assoulos dn dito fallecido. Ite-
cife, 7 de outubro do 1850.
Aviso.
O abaixo assignado faz publico, que, no
dia 1 de setembro do corrente anno de
1850 no lugar de sua morada, denominado
Barra-de-Tiuma, dist'icto da comarca da c-
dade de Coianna, appareceu em sua casa um
casnl deescravos, procurandno annunciante
para compra-Ios, e sendo-Ihe pergunlado
quem era seu sr., e onije morava, disse que
distante da cidade do Rio-Grande do nor-
te duas leguas, e que se chamava Bento,
de que nSo ssbia, e como o annunciante n.lo
llie quer correr risco algum, e nem respon-
sabili;a-se; por" isso faz publico, por este
Diarirt para quem for seu senhor o procu-
rar, e querendo vend-los nSo pora duvida
em comra los. iodo Marmho la/alo.
Precisa-se alugar um moleque ou pre-
to para fazer o servido d casa erua, que
seja fiel : na rua.da Cruz, armazem n 48.
No dia 8 do corrente se lia de arrema-
tar em pra?a publica, na porta da cusa do
Sr. Dr. juiz do civel da pi inicua vara, um
sitio de coqueiros, com casa de vivenda de
taipa, no lugar de Camala, avahado em
i-OO.OOOra., por execticSode Jos AnlSo de
Andrade, contra ignacioJos de Barros: he
a ultima praca.
Neste momento ( 7 horas da noite ) ap-
pareceu em casa do abaixo assignado a ra-
da Henedic>a, escrava- de D. Mariana Joa-
quina Moreira da Conceicflo, dizendo que
sua senbora a ia embarcar com sua parea)-
ra Mara mulatinhr, e que do caminho se
pode evadir, e procurar a prnteccSo do abai-
xo assignado, e como eatas esrrvas eatam
inventariadas, e nSo partilhadas anda, o
abaixo assignado, como procurador dos
mais herdeiros, faz sciente que ninguem
compre aa referidas escravas, e nem podem
ser embarcadas, principalmente a aegunda,
por estar tratando de sua alforria, para o
que ja foi citada a referida senhora Kectfe,
S de outubro de 1850. Dionitio Hilario
Loptt
Koiibo.
Ao amanhecer do dia 5 do corrente rou-
baran; a loja de chapeos n 21 da praca da
Independencia, constatindo esse roubo de 3G
a 40 chapeos do Chile, duas pecas de seda,
anbs encetadas, tendo SOcuvados pouco
mais ou menos, seteouuas de cordOes de
relroz para chapeos de senhora e uma por-
co de gotr.malacar Recommenda-se as au-
toridades policiaea a diligencia posaivel, a-
lim de^ descobrir o verdadeiroladro, e as
pesaoas particulares se offereco a quarta
parle de todo o roobo, ou daquelle queap-
parecer, sendo por ellas denunciado na mes-
ma loja.
Museo l'Ittorrsco
histrico e Iliterario, ou lvro recreativo das
Umiltas, contendo a-descripeflo de monu-
mentos J
riedades, anee tolas, poesas, etc em folio,
com duas estampas oda numero, pelo di-
minuto preco de 4f0 rs. cada numero com
8 paginas: no pateo do Collegio, casa do
livro azul.
--Precisa-se de um home-n feitor psra
trabalbar em um sitio, e mais um escravo
para o mesmo servido : ns ra do Rangel
numero 11.
Antiun nsrnria de passaportes.
No paleo da matriz de Santo-Antonio li-
ram-se pasaaportes nara dentro e fra do
fmperio, corfem-se folhss, liram-se ttulos
do residencias e despacham-se escravns com
a maior hrevidad posaivel e pre?o rasoavel.
Uma pessna habilitada para ensinar
erammaticg nacional e primeiras lettras, ae
offnrece para esse fim, elogo que lenha nu-
mero sufflciente annunciar a abertura da
aula: as pessoss que quizerem, dirijam-se
ra do Rozarlo estreita n. 8, primoiro andar.
Lemos Amaral & Companhia previnem
ao reapeitavel corpo de commercio que
transferram o seo estabeleriment do caes
lo Collegio para a roa doQueimado n. 29
Precisa-se slugsr um sobrado de um
an lar para grande familia, que lenha sotSo
quintal com cacimba, sendo preciso tam-
bero snalugar aa lojis, flto em qnalquer
dos bairros desta cidade, com preferencia
o de S.-Frei-Pedro-Concalves : trata-se na
roa da Senzalla-Nova n. 42.'
--Antonio Brochado Soares GuimarSes
roga as pessoas que se j ilgarem suas ere-
doras que apresentem suas contas pira se-
rem pagas.
- Roga- se ao Sr Flix da Cunha Navarro
Lins o favor de ir ra larga do Rozario
n. 1, segundo sndar, que se Ihn desoja fal-
lar a negocio que Ihe diz respeito.
I.rmhra-se aos Srs. taverneiros, prin-
cipalmente na dn Fra-de-Portas, que teem
o escandelozo costme de ven ierem ago'ar-
lenle, ou consentirem que se venda em
lieenca de s-'iis sonhores, que ns posturas
;la cinara titulo 11 artigo 9 empOe-lhes a
pena 30,000 rs. e na reinsi leticia 60,000 rs.
n 15 dias de cadeia. No entanto, se estes
Srs. nSoevitarem um tal abuso e continua-
re m a vender ago'ardente a escravos com
lana deshumanidade que os vendo j meios
bollados, continua a ilar-lhes bebidas at
cahirem, protesta entregar uma relaco
destes propietarios ao Sr. fiscal para poder
dar cumprimento a dita postura
O queixnto.
Lotera dn Matriz da Boa vista.
O restante dos bilhetes desta lotera, rjn-
corre infalivelmente no lim do corrente
mez, liquem os bilhetes que fjesrem, ven-
de-se, alm de outros lugares, na loja de
Rernardinn Jos Monleiro, ra do Queimado.
Precisa-se alugar, para o servico in-
terno de uma csa ingleza, um pretn, ou
um moleque de 15 annos pouco msis ou
menos, sendo liel : na ra do Trapiche-No-
vo n. 42, ou annuncie.
O Sr. Joaquim Jos dos Santos Barraca
queira ir pagara quantia de 33.460 rs. do
que comeu sonde nSo ignora ; do contrario,
lera do ser sempre lembradn neala folha.
Placido Caetano Borges vsi fazer uma
viagem fra da Provincia. .
--Alguem que lenha penho>es na loja dn
fal'ecido Jos Pinti. da Fnnsoca c Silva, pe-
de ir procura-Ios para os resgatar, em casa
de J. Keller & C., na ra da Cruz n n. 55 :
isto no prazo de oito dias. Recife, 7 de
outubro de 1850.
AntonioJoaquim Rabello Pessoa emais
herdeiros do finado Joaquim Jos Rabello e
sua mulher, Igm z Joaquina Pessoa, tencin-
iiaiido fazer inventario e parlilhas amiga-
velmenle dos bens dos meamos fallecidos,
convidan) pelo presente aos credores do ca-
sal, para q Je no prazo de oito das, conta-
dos da data desle, se spresenlem com seus
ttulos, a f i ni de que reconbeci Ins possan
ser pagos. ~ Olinda, ra de S.-JoSo, n. 15,
7 de outubro do 1850.
Lotera da matriz da Roa-Vista.
No dia 31 do corrente andatn impreleri-
velmente as rodas desta lotera, seja qual
for o numero de bilhetes que ficar, e mes-
mo antes se scaharem os bilhetes, como ha
esperances. U hm para que foi concedida
esta lotera nAo pode ser maia justo, e ella
deve ser preferida a outra qnalquer, por-
quanlo temos de presenciar o emprego do
seu interesse: o restante dos bilhetes a-
cham-se i venda nos lugares j annun-
ciados
Aluga-se a quem quizer passar a Tes-
ta a mu commoda caaa lerrea, sita no Mon-
leiro, contigua an sobrado em que mora o
Sr. Joaquim Correia, e do lado do rio : na
ra da Aurora, n. 48.
Precisa-se de um Irabalhador decnxa-
da,eque saina tirar lele em vaccas : na
Magdalena, estrada nova, primeiro sitio de
pordo de Trro. No mesmo precisa-ae de
um bolieiro.
Um rapaz brasilero se offerece para
cobrar dividas de qnalquer loja, dando ga-
ranta a salisfaco das pessoas que o en-
erregarem de ditas cnbranQas : quem de seu
prestimo se quizer utilisar, dirija-ae a ra
larga do Rozario, n 36, botica.
Preciaa-se de uma ama para o servico
de uma casa de pouca familia, a qual seja de
maior ulato i na ra da Concordia, casa no
va de om andar.
Abjga-se, por proco mdico, o lerceiro
auai uu sobrado n. u, u> 'a pono :
a tratar com Antonio de Moraes Comea Fer-
reira, na mesma casa.
~ Aluga-se, por mdico preco, um sitio
no lugar denominado Sant'Anna-de-Uen
tro, com commodns para grande familia,
baiza decapim, boa agoa, estribara par
qualro cavallos e cochsira : a tratar com
l.uir Gomes Ferreira, no Mondego, ou com
Antonio de Moraoa Gomes Ferreira, na lita
de Apollo n. 20.
(Ilfi lere-se um rapaz para aer caixeiro
de uma casa de commercio, advertindo-ae
que, alm de entender de escripluraciio,
falla per fot la mente francez : portento, quem
ilo seu prestimo se quizer utilisar, annun-
cie por este Jornal.
Quem quizer comprar uma latir da
uantia de 56,060 rs. do Sr. Joa Brazalitn
instrumento que appareca: tambem faz
obras novas, e vende un orgSo proprio para
capella, ou altar mor, com boas vozes, por
preco commodo.
Quem quizer comprar uma latir do Sr.
Dr. Honorio F. de Sigmaringa Vas Curado
da quantia de 110,280 ra., annuncie para
aer procurado, que lodo negocio se fsr.
Roga-se ao Sr. segundo lente Jos de
Cerqiieira Lima, da Babia, que mande pagar
uma leltra, que se acha vencida ha oito mi-
zos ; do contrario, ter de ver sempre o seu
nome nesla folha. \
9 l>aulo (.uUiumii-. dentista *
U franecz, recentemente che- 0
2 gado n esta'capital, olTerece
sen prestimo ao publico pa- %
a* ra todos os misteres de sua
* proflaso, qur extralilndo, fe
* limikando e chnmbaiiilo os *>
* lentes nnturaes, qur suhsti- P
* luliiilo-OH por ontros nrtlfl- 9
9 cines, para o qne tem os me- %
i 1 hores apparelbos. Pode ser %
* procurado a qualquer hora. t>
em sua casa na rna lar^a do
Hozarlo, n. 36, segundo au- $
* dnr aaat.ax m. ^
Jf H^W- pw*JPaj|a^a^ajB^a^a^a^aj)aj|aa;^B^a^
Aluga-se um bom armazem proprio pa-
ra qnalquer estabelecimnto, na praia de
S.-Francisco ; e bem assim um grande cai-
xSo proprio para uma excedente cocheira,
rio Mun lo-Novo : a tratar na ra da Cadeia
ile S.-Anlonio, no primeiro anlar da casa
la viuva Cunha GuimarSes.
Alugam-se e vendam-se, tanto por jun
10 como a rctalho, as melhores bichas ham-
hurgue/'S; na rua das Cruzes, n. 40, ta-
verna de Domingos da Silva Camaos.
Precisa-se alugar um preto para o ser-
vico de uma casa : na rua da Aurora, es-
criptori i de C. Slarr & Compan >ia.
Jos Pereira da Costa, subdito porto
guez, retUa-se para Tora do imperio.
Compras.
a-
-- Compra-se um sobrsdo de um andar,
ou uma casa terrea, que seja nova e em boa
rua : no Passeio-Publico, n. 7, se dir quem
compra.
Si rua da Senzalla-Velha, n. 100, so-
gundo armazem aonde se vende bolacha e
pSo, compra -se efectivamente toucinhu da
tetra, sendo gordo e sem sal, a 5,009 rs. a
arroba, e a 160 rs. a libra.
Compram-se escravos de 10 a 30 an-
nos, de bonitas figuras, para dentro e fra
da provincia : na rua larga do Rozario, n.
48, primeiro andar, loJos os das das 6 a.
II horas da manha e das 2 as 5 da larde
Compra-se uma poica.) de
caibros de boa qualidade para an-
(Jaime : a fallar com administra-
dor da igreja matriz de S.-Jos
do Kecife
Na rua larga do Rozario, n. 15, com-
pra-se papel de diarios, a 2,880 rs.
Compra-se uma bomba de ferro, que
estija em bom estado: no pateo do Paraizo
n. 20, ou annuncie.
Compra-se um roquete: a fallar com
o saetn-Mu do l.ivrainentn, ou annuncie.
Compra-se. ou aluga-se um preto ca-
noeiro, e que entenda do servido decampo :
quem liver annuncie.
-Compram se 4 escravos ou esclavas
que sirvam para o semen de campo : na
rna Dueila n. 3, se dir quem conpra.
Vendas.
Bonetes a 240 rs.
Vendem-se bonetes para meninos, s 940
rs. cada um : no Aterro-da-Boa-Vista. loja
n. 58, juntos de selleiro.
Vende-se uma cadeirinha da Baha,
com pouco uso : na rua Nova n. 37.
A I (loo o covado.
Na loja n. 3, defronte do boceo do Peixe-
Frito, vendem-se cssemiras oscuras de bo-
nitos desenhos em xadrez, ootimas para
pannos de cima de bancas, a cinco polacas
ocovado : esta fazenda torna-se muito re-
commendavel pelo seu modernismo.
A 46o rs. o corado.
DeTronte do becco do Peixe-Frito, loa ii.
3, vende-se ganga amarada de liatras, pelo
baratissimo preco do um cruzado: esta fa-
zenda torna-se limito recommendavel por
ser muilo fina e de padrOes agradaveis.
**## .-# *:, f>e)C
9 Ka loja do sobrado amarello, nos A
9 qualro-cantos da rus do Queimado *>
*, o. 29, |vendem-se as mais modernas a>
chapelinhas de seda de cores para se- #
fe nliora, muito bem guarnecidas ; bem *>
como manteletes dn seda furta-cOres, a>
9 os mais modernos que existem : todo a>
te por preco commodo. 9!
m9*mmnm *#
Vende-se uma preta mo;a, crioula, dn
bonita figura, com habilidades, psra en-
genho ou fra da provincia: na rua das
l.arangelras n. 16.
Cara quem sabe apreciar o que
he bom.
Na conTeitaria da rua estreita do Rozsrio,
n 43, ven lem-se duss redes de rico gosto,
por pre^o commodo.
Confeitaria Cearense.
Na nova conTeitaria cearense da rua es-
trada do Rozarlo n 43, vendem-se superio-
res boliuhos para cha ; castanhas confita-
das e confeitos para presentes : tambam se
vende carnauba superior, tanto em porreo
como a rea 11 io : tu lo por pre;o commodo.
Candieiros.
Na conTeitaria da rua estreita do Rozario
n. 43, vendem-se dous candieiras france-
zes com pouco uso, por diminuto preco.
Arroz de ra-cie farinha. .
No armazem da rua do Rangel n. 36, ven-
dem-se saccascom brinda, a 1,600 rs. ; ar-
roz de casca, a 2,500 ra.; milho, a 2,700 rs.
Vende-se superior rap de Lisboa, em
frascos, chegadoagora na barca portugue-
sa Ligeira : os Snra. freguozes que estilo
acoslu'oados a tomaren) boa pitada, nSo
leixaro de mandar buscar no largo da As-
sembla ii 4.
> V?f WG
'*' Na Inji do sobrado amarello, nos *"
* quatro-canlos da rua do Queimado "_
9 n. 29, venem-se cortes de vestidos
)y. decassa-seda com flores, a 7.000 rs.
. cada corte; ditos de cambraia bran-
rr<'a com barra bordada e adamascada,
4?
9
*
*
>
>

al
da Silva, appareca na rua da Cadeia do S
Antonio, n". 13, que todo o negocio.se Tara.
Carlos Claudio Tresse, fabrican-
te de orgilos e realejos, na rua daa
Florea, n. 19,
aviaa ao reapeitavel publico que concerl
orgos e realejos, poe marchas inoleina;
ue iiuvena
e de factoa histricos, grande copia desle paiz, conoerta piaoos, aarapbinaa,
lUa moraes e iiercsKstcs, '.ctc'caiaaa v kscs, 4coord2os,s qssiqusr
Lotera da matriz da Boa-Vista.
Aos I 0:01111 Simo e .">:o00So00.
Na luja de miudtzas da praca da lode-
pendencta, 11. 4, vendem-se bilhetes, meios,
quartos, decimos e vigsimos destt lotera
que corre impreterivelmenle no dia 31 de
outubro, ou antes se se acabarem os bilhe-
tes. A ellis antes que su ac bem, para nilo
comprarem mais cero, como tem aejute-
cido em nutras loteras.
Bilhetes 10,000
Meins 5,000
Quartos 2,600
Decimos 1,100
Vigsimos 600
Vende-sena rua do Jasmira uma mei-
agoa, com 3i palmos de frente, com peuue-
no quintal, ao ladotudo pruprio : a Tallar
com o Sr, Ferreira, na rua do Livramento
n. 4.
Chnrutosde San-Felix.
Vendem-se os mais superiores charutos
de San-Kelix, que al agora aqui teem vin-
do, osquaes os apreciadores poderSo ver
na rua do Cabug, loja do Hilarte.
Vende-se um moinhn de moer milho,
prompto : na rua deS.-Thereza n. 38.
Enxadas calcadas d'aco.
Sflo chegadas novamente rua Nova, loja
ile ferageus n 20, de Joflo Fernandos P-
rente Van na, as acreditadas enxadas calca-
das d'acn : os Srs. que (izeram encommen-
das queiram manda-las buscar logo, antes
que se acabem.
Na rua da Cruz 11 52, ptimeiro andar,
ha para vender utn bom cavado andador e
bastante grande, pruprio para carro, (.01
prego commodo.
-- (i arreuiaiatite do contrato das alen-
tfies desle municipio vende as freguezias
de fia, comosejam : Afogados, Varsea, S.-
Lourerico, J.boat3o, Murlbeca e. Pojo da Pa-
uellu, por precos commodos.
--Vende-se um moleque de nacSo Nago.
de idade de II a 12anuos; em Fra de
Coilas, rua do Pilar n. 85, segundo andar.
Vi ude-se uma preta ua (.osla, de boni-
ta lisura, de idade de 20 a 22 annos, cosi-
ulia o eiigomma alguma couaa : na ruado
Qeuimado n. 65.
Vende-se um moleque matinheiro de
20 a 22 anno., boni'a figura : a tratar na rua
do Vicario n. 9.
-- a rua das Cruzes n. 22, segundo an-
dar, vendem-se tres negrotas de 18 a 20 an-
nos, que engommam e cosem cuslura chSs,
cozinuam e lavam de eabao, uma dila da
Cosa de bonita figura de 20 annos, quitan-
deira e uma parda de 26 annos com as mes-
illas nauii latios cima, e urna oegrinlu de
12 auno com principio de costura.
Olcm que pecliincli 2
Vendem se coi lea de coi leles de sarja de
corea pelo baratsimo prego de cinco lus-
loes o corte: 110 Pasaeio-Publico, loja o.
11 : chegiim !!:ali'; "s js aCitiS
a 6,000 is.; ditos de cambraia-se la,
ricos e de m"ito modernos gostos,
por differetites pregos, havendo de
ludo grande suri miento para se esco-
Iher; cortes de vestidos de seda, de
gosto muito modernos, e por prego
M cotila ; e outras Tazendas finas e de gosto.
Vendem-se fardos de fumo em folha da
Itahia, chogados ltimamente, de 1.a, 2.a e
3.' sorte : no caos da alfaudoga, armazem
numero 5.
Vende-se uma preta, com idade de 30
annos pouco maisou menos : quema pro-
tn lendrr dirija-se a rua do Pilar em Fra
de Portas n. 86.
Milho.
Vendem-se saccas com milho : na rua da
Cadeia do Recife, armazem n. 64, do Cam-
pello.
Vndese uma preta de 18 a 20 annos,
que cozinha, lava e trata de meninos: na
ruadas Cruzes n. 41,.se dir quem vende.
Aviso aos Turnantes.
Na fabrica de charutos do Aterro da Boa-
Vists n. 77, acha-se um completo sortimen-
to Je mudas qualidades de charutos, lti-
mamente chogados da Baha, os melhores
que teem vindo a este mercado, como se-
jam : abram e vejam, imperiaes areberos,
saquaremas, encantos, liberaos de llavana,
patrilas, cavalheiros, soberanos, imne-
riaes, puritanos, mooarchas, regalos de lla-
vana, senadores, quem fumar saber, de-
putados, melindres, artilheiros, fluminen-
ses. Venus, regala, primores e patucos.
tttiitgtttiimiot #
9 ,\a loja do sobrado omarello, nos
quatro-canlos da rua do Queimado 0
A n. 29, vendem-se as seguintes fa- #
V zondas : *
9 Cortes de caigas de case mira a 3,500, '
9 5,000 c 7,000 rs. #
fe Hilos de dita do algodio, a 2 000 #
Hilos de foleles da fustSo de #
? cores e braneo, a 1,000 #
# Ditos de dito superiores, bor-
dados, a 2,400 #
? Ditos de velludo de cOres, a 4,000 %
4 Hitos de gorgurSo de seda com t)
listras.a 2,0009
o Lencos de se la de cores pira <>
^ grvala, a 800,1,000 o 1,500 "
a) l.uvas de algodilo, fio da Esco-
..: vi-, psrs .'......-1,,, u 4UV
Hilas de torgal, a 1,000
9 Al ac de slgodSo para casa-
9 cas e palitos, o covado a
,3 Dilatos francezes finos, s 6
i
300 m
e 7,000^
liinlii lio n vista.
- No Aleno-da-Boa-Viaia n. 54, venda
nova, vende-se o seguinle : manteiga in-
gleza muito boa, a 640480 rs.; franoza, a
520 rs ; hanha, a 320 rs. farinhi dearaiu-
l, a 200 rs. ; dita do llaranliAo, a lOrs.:
arroz do MaranhSo e cba muilo bom tan-
to em gosto como em qualidade, a 1,920
rs : velas de esparmacete daa anilhores, a
720 e 640 rs. ; dilas decarnauba, a 28(1 rs.;
milhoapista, a 960 rs. a cua ; feijSo mu-
latinho, 400 ra. a cuia ; azeile doce, a 560
ra. a garrafa ; azeitonaa, a 210 ra. a garra-
fa ; e a ancoreta, a 1,120 rs.; bolaxtnha
niil07. g 230 rs.; dita doce de ararula a
640 ra ; caf em carogo a 180 rs. louci-
nlio, a 200 rs.; alelria; a 940 rs. ; macar-
ro e talharim, a ?00 ra. ; e oulros ui.is
gneros que ae fara toda a diligencia para
servir bem oa freguezes e atiangase a bon-
dade de ludo, pola he ludo novo e nao tea*
ICiues, a->a>a uaira.


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1 v '-"".;.""
_ oi;- ".-s-.*: -. .s. *
_.'-
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~ Vende-se farinha de Santa-Catharioa,
muito superior, t bordo da galeota Santini-
ma-Trindade, Tundeada junto ao cae* do
Collegio.
Farinha le mandioca.
Na ra da Cruz, no Recife, armazem n.
13, ena ra da Cadeia, armazem de Cam-
pello Filho, vendo-so farinha de mandio-
ca do Ceara, tnuila alva, gomtoosa e de ex-
folente gosto, Unto em pequeas como
em grandes porches, por prego commodo.
Travesea la Madre-de-Deos. ar-
mazem. n. 5,
Acha-se eslabeleeido um deposito, onde
encootrarflo os freguezes um bom sor l-
menlo de licores, espirito de vinho, e lo
das as mals qualidades; superior vinho de
caj ; cha mate ; e liegas de vime, a precos
moderados.
A elles que i uaratlsalmos.
Vendem-so sapatoes do enero de lustro, a
2,000 e 2,500 rs., he o que valem de feitio
na ra da Cadeia do Recite, n. 9, loja.
Tul xas para engenho.
Na fu mii ello de ferro da ra do Brum,
acaba-ae de receber um completo sorti men-
t do taixas Jo 4 a 8 palmos de bocea as
quaes acham-se a venda por preco com-
modo e com promptidSo embarcam-se
ou carregam-seem carros sem despezas ao
comprador.
Deposito de potassa e cal
Vende-se muito nova e superior potassa
n cal vjrgem de Lisboa, em pedra : tudo em
barris pequeos demarrabas, por prego ra-
soavel: na ra da Cadeia do Recife, n. 12,
armazem.
Vende-se um preto de bonita figura,
bom Quicial de pedreiro, e he de boa con-
ducta ; urna mulata de 18 annos, com um
filho mulalinho de 2annos, a qual corta e
faz um vestido de senhora, corta e faz urna
camisa de homeni, engomma com perfeigSo,
he muito Piel e nSo tem vicios, o que se
alianza na ra larga do Rozario, n. 48, pri-
meiro andar.
Na ca* de modas francezas de Mada-
ma Millochau, do Aterro-da-Boa-Vista, n.
1, alm de um lindo sortimento de chapeos
de aeda e de palha, recebeu-se um suri i-
mento de capotinhos e manteletes de seda
e de filo, e chapeos de palha da ultima mo-
da, para montara, e de gosto amazona de
Paris.
Bom e barato.
Vende-se princeza muito fina e de duas
larguras, a 800 rs.; anda restam algumas
pegas de pannioho fino, com 12 jardas cada
urna, pelo baratissimo prego de 2,500 rs. ,
tem algum mofo : no Aterro-da-Boa-Vista,
n. 18, loja.
A 4?ooo rs. o par.
Vendem-se sapatSes de lustio
para homem, muito bem l'citos, a
4,ooo rs. o par : no Alerro-da-
Boa-Vista, n. 58, loja de calcado,
junto a deselleiro.
Vende-se por muito commodo prego,
urna rica secretara com estantes para li-
vros, bastante grande, propria para advo-
gado, sendo de amarello e anda nova ; as-
sim como, seis caderas e duas mesiuhss
de abrir : na ra estreita do Rozario, n.
38, ultimo andar, das 2 horas da larde em
diante.
Farinha de TapuyiV
igualmente em sabor, finura e cor a de Mu-
ribeca, propria para mesa : vende-se na
ra da Cruz, no Recife, armazem n. 13.
Deposito da fabrica de Todo os
Santos na liahla.
Vende-se em casa dev.u. Bieber & C.
a ra da Cruz, n. 4, algodSo trancado
daquella fabrica, muito proprio para saceos
de assucar, roupa de escravos e fio proprio
para redes de pescar, por prego muito com-
oinrin.
Tecldo de algoilao trancado na
fabrica de Todos os Santos.
Na rna da Cadeia n. 52.
vondeni-se por atacauo duas qualidades,
proprias para saceos do assucar e roupa de
escravos.
Arados de ferro.
Na fuodigao da Aurora em S.-Amaro ,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
-Monulas superiores.
NafundigSode C. Starr & Companbia
em S.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
iionstrucgSo muito 'superior.
Massa de vapor,
Acha-se aberla a padaria da ra do Bur-
gos, Forte do Mallos, na qual se achar
diariamente todas as qualidades de massas
finas, Irabalhadas por machinismo; tam-
bero se fabrican) eicellenle pSo e bolaxi-
nlia de araruta, ditas inglezas, bolaxOes
quadrados e redondos, e oulras mals mas-
sas tudo obra prima : as mesmas se acharSo
no deposito do pateo do Terco, n. 10.
Aos senhores de engenho.
vendem-se cobertores escuras dealgo-
uao proprios para escravos, por serem de
mufla duragSo, pelo diminuto prego de 640
rs. cada um : na ra do Crespo, esquina
que volta para a cadeia.
Chapeos.
A. Colombier, com loja na rua Nova n.2,
atrs da matriz, vende chapeos de castor
branco fios e de bonitas formas ; ditos de
seda francezes para homem ; ditos de palha
lina ; ditos de merino pretos e brsncos ; di-
tos de palba de Manilha ; ditos para senho-
ra, de renda branca ditos de palha com to-
ado de cabello, ditos para meninas ; cha-
peos deso, de seda e panno, para homem
e senhora.
Lotera do Rio de Janeiro.
Aos 2o:ooo$ooo.
Na loja da praga da Independencia n. 4,
yendem-se buhles, meios, qnarlos e vi-
gsimos da 11.' lotera a beneficio do thea-
ro de 8- Pedro de Alcntara.
Os verdadetros ripeados monstros
a 26o rs. o eovado.
Na loja da rna do Queimado n. 3, ven-
dem-se riscados monstros de quatro palmos
e meio de largura, pelo baratissimo prego
v ,m .. B-ii;na :nffu.Ml Lotctia do Rio de Janeiro.
Vendem-se sellms ingieres I Aog ao!ooo8ooo.
elsticos, chegados agora : na rua I ftapraga da Independencia, loja n. 8, con-
da L-ruz n. J, casa aeueo. nen i g mei08iquart0i0it,vos fi vgesimos da
worlhy & C. Itl.' lotera do Rio de Janeiro a beneficiodo
ihestro deS. Pedro de Alcntara, vindos no
ultimo vapor. Na mesma loja moalram-se
as lisias das oulras loteras.
Vende-se um moleque de
24 annos, ptimo cozinheiro : na
rua do Vigario n. 19, segundo
andar, escriptorio de Machado &
Pinheiro.
Chapeos de sol para senhoras.
Vendem-se chapeos de sol de seda com
franjas, muito ricos, com cabos de marfim
e dos mais modernos. A cidsde de Pars,
rua do Collegio, n. 4.
Vendem-se chpeos de sol de seda pre-
ta e de cores a 4.500,5,000 e 5,500 rs. cada
um, com armar.no de baleia e muito bons.
A cidade de Pars, rua do Collegio, n. 4.
Grande sortimento de chapeos de sol
de panno trangado, muito grandes, com ar-
roscos de baleia das niais lurtes, cabos de
latfio e de pi, proprios para senhores e fei-
tores de engenho. A cidade de Pars, rua do
Collegio, n. 4.
- Chapeos de sol de psnninho coro arma-
gSo de balis, pelo diminuto prego de 2,000
rs. cada um. A cidade de Paris, rua do Col-
legio, n. 4.
= Vendein-ae, vinho do Porto, dito Sberry
conaerva, mustarda,alcaparras sa linio, carne
em conserva, sal refinado, corr mas pal a po-
dios, franca branca da mrlhor qualidade, dir
escura, genebra de Hollaada, lijlos para lim-
par facas, licores linos, louclnho de fumeiro,
cha preto superior qualidade, phoaphoroa em
g rozas e a rriallio.cliainpagnhe da melhor qua-
lidade que ha no mercado, verniz preto e bran-
co ; mappas martimos de Macelo, dito da cos-
ta do brasil, dito do golfo de Vcu-za, eicovas
para sapalos, ditas de esfregar, vasioras de ca-
bello para varrer aalas, aieile-doce retinado e
almanaks mai ilimoa para 1850: na rua do Tra-
piche, 11. :I4, armazem de Haymuud & C.
Na loja de Moretra & Velloso,
vendem-se lindos loucadores de Jacaranda,
muito propros para rapazas solteiros, Un-
to pelo qualidade do objecto como pela
enmmodidade do prego que nio excede a
4,000 rs.: na rua Nova, n. 8.
Na rua da Cruz, n 10,
casa de Kalkmaun
Irmos,
vende-se um grande sortimento de
nstrumentos de msica, com se-
am :
Caixasde guerra, e tambores.
Zabumbas, e pandeiros.
Arcos de campainha, e pratos.
fiaixos de barmonia, trobdes.
Trompas, pisloes e clarins.
Cornetas, flautas, e pfanos.
Glarinetas, e requintas.
VioISes.
V. mtiitos ou ti os instrumentos.
,4
Bombas de ferro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na rua do Brum, ns. (,8 c 10,
fundico de ferro.
Arados e fr.rro.
Vendem-se arados de ferro de
riifferenles modelos : na rua do
Hrum,ns. 6, 8 e lo, fabrica de
machinas e lundicSo de ferro.
J o barato cnusa adinlraco
Isto acontece na rua do Crespo,
n. 6, loja ao p do lampeo
Vcndem-se cassa-chilas de muilo bom
gosto, a 240 rs ; cortes da ditas do melhor
gnsto que leem apparecido, a 2400 rs.; chi-
tas linas de boas tintas, a 160 e 180 rs. o
eovado ; riscado americano, a 140 e 160 rs.;
dito trangado, a 180 e 200 rs.; algodSo
mesclado, a 200 rs. ; zuarle azul com 5 pal-
mos, a 200 rs. ; dito de cores, a 200 rs.;
cassa preta para lulo, a 120 rs. o eovado ;
cortes de fustSo muilo boas, a 560 rs.; cha-
les de tarlatana, a 320 e 1,280 rs.; coberto-
res de algodSo de cor, muito encorpados i
propros para escravos por serem muito
quentes, a 640 ra.; alpaca preta de CordSo,
com 7 palmos de largura, a 1,280 rs. ; ris-
cados de puro lnho, a 240 e 360 rs. o eo-
vado.
Antigo deposita de cal
virgem.
Na ruado Trapiche, n. 17, Ii8
muito superior cal virgem de Lis-
boa, por preco muito commodo.
QucIJOH londrinos de 5 c 7 libras.
Vendem-se, no armazem de Manoel Fran
cisco Marlins& IrmSo, na rua da Cruz, n.
AO niipin* lr%nHrinns rtrAannlrta ...ir., flan.
bre ; latas com luscoulinlio ingle/, ditas
Com araruta, cha superior de S.-Paulo, a
2,240 rs. a libra : ludo novo e barato.
Vcndem-se relogioa de 011-
ro sabonete patente inglez : na rua
da Cruz, n. a, casa de Geo:
lVenvvortliy & C.
A. Colombiez, com >oja na rua Nova,
atrs da matriz, vende lengua de cambraia
de 1111 lio, muilo finos, com bordados e bico
em roda ; ditos de algodSo fino, imitando
os de linbo ; ditos arrendados as ponas;
ditos de lnho com flores as ponas ; ditos
de algodSo com cores; ditos brancos lisos
e com barra de cordSo. que servem para ho-
mem ; ditos para meninas, a 240 rs.; ditos
de seda para grvala, pretoSe, de cores ; di-
tos de seda, fazenda superior para senhora
e meninas ; ditos pira .Igibcirs, a 1,000 e
1,600 rs. ; ditos para gravata, a 500 rs. ; e
outras muilas fazendas baratas a dinbeiro a
vista.
Vendem-se 6 burros, entre ellas slguns
mansos j de servigo : ns rua do Queimado
n. 14.
Vende-se manteiga ingleza mnlto su-
perior, a 400 rs. a libra : na rua da Aurora,
prmeira venda.
Vendem-se, na rua da Moda, armazem
n. 15, meias barricas com cal virgem de
Lisboa, a mais nova que ba no mercado, por
prego commodo.
(t^Rap Paulo Cordeiro :,3
vende-se na rua da Cadeia do Recife, n. 51,
loja de fazendas, de Joflo da Cuona Maga-
IhSes.
Feijao mulatinho,
de superior qualidade e muito no-
vo, vende-se a 6,000 rs. a sacca ;
no armazem do Annes, no caes da
Alfandega, a tratar com Manoel
da Silva Santos.
Grande pechincha.
A 4iOoo e 5,ooo rs.
Vende-se umaporgSodecassas francezas
de novos padrees e de multas corea, a 400
rs. s vara, e muito finas, a 500 rs.; ditas
pretas muito finas, a 480 e 560 rs.; chitas
largas francezas, a 320 rs. o eovado : na rua
do Crespo, n. 14, loja de Jos Francisco
Das.
Cal e potassa.
Cunhs & Amorim, na rua ds Cadaia do
Recife, n. 50, continusm a vender cal vir-
gem de Lisboa, e potassa superior, por pre-
go mais bsrato do que em outrs pualquer
parle.
iiiii do Hozarlo larga 11. 22.
Vende-se um preto perito offlcial de sa-
psteiro, de boa conducs, proprio para ser-
vir urna casa, enas horas vagas trsbalhar
pelo ofllcio, pois faz toda a obra de sspstei-
ro com perfeigSo. .
MIIlio 1 arroz com casca a 2$5oo
i-s. eada sacra.
Vende-se no armazem do Braguez, ao p
do arco da ConceigSo.
Chumbo de munlcad.
Vende-se no armazem de J. J. Tasso J-
nior, rua do Amorim, n. 35.
Vende-se urna escrava boa quilandei-
ra, equecozinha o diario de urna casa : na
rua de S.-Josc o. 7, confronte ao muro da
Peoha.
Por 3:000,000 de rs.
Vende-se um terreno com olera e urna
casinha, tendo de frente 107 palmos, e de
fundos desde a roa da Aurora at a ruado
Hospicio, tendo frente para se edificar 15
moradas de casas : na praga da Indepen-
dencia, n. 1T.
Para os Srs. alfaites.
Vende-se estopa com algums averia, a
80 e 120 rs.: na rua larga do Rozario, n.
48, primeiro andar.
Foges para co/iuha
muito proprios para sitios e qual-
qualquer lugar aonde n3o ha cozi-
nha, por preco commodo : ven-
dem-se na rua da Crux, n. lo,
casa de Kalkmann IrmSos.
?Depositoda Fabrica dej;
Todo! os 8a 11 los, na *
llahia.
Vende-se, em casa de Domingos Al-*
ves Malheus, na rua da Cruz, n. 52,*
?primeiro audar, algodSo trangado da-J
aquella fabrica, muito proprio para sac-^
*cus e roupa de escravos; bem cumo^
Lfio proprio para redes de pescare pa-^
m.vius para velas, por prego commodo.*
9M*******
Vende-se urna mulalmlia escura, mui-
to bonita, que cose, engomma, eosinha, faz
renda e o mais servigo de orna cass ; tem
15 annos 1 na rua larga do Rozario, n. 35,
loja.
Vende se um par de consolos de jaca-
randa, novos, por barato prego : na rua do
Crespn. 10, loja.
--Vendem-se dous lindos moleques de
18 anuos ; um dilo bolieiro ; um cabrinha
de 11 a 12 annos, muilo esperto; 2 pretas
de lodo o servigo ; urna dita de elegante fi-
gura, com habilidades: no pateo da matriz
de S.-Antonio 11. 4, segundo andar. .
Vendem-se corles de couro de lustro
1 ara sapalOes : oa rua Nova n. 2, loja.
Vendem-se meias de seds brancas pa-
ra meninas, sapatinbos de couro de lustro
para meninas, ditos de duraquo, a 800 rs., e
botins gsspeados com duraque de corea pa-
ra im ninas : na rus Nova n. 2, loja atrs da
matriz.
6,500 rs.
Vendem-se, a dinbeiro a visla, sspatosde
couro de lustro francezes, forma ingleza,
pelo diminuto prego de 0,500 rs. o par;
chapeos de palha de Manilba, muito finos;
canoa da India verdadeira para fazer beu-
galas : na rua Nova, loj o. 3, atrs da ma-
triz.
Na rua Nova, loja n. 2,
veodem-ae jarros de porcellsnna para flores
na uraes ; naugas para casligaes com p de
vidio lapidados ; lauternas de p de vidro ;
lilas de pede casquinba ingleza lina ; can-
dinos de coroa para ssla ; ditos de bom-
ba ; ditos de corda ; ditos para esludanles;
..-. ...IA..e ,1a miNM H I.i.I.a fArni. ??-!.-?-
bengalas linas; cbaruteirss ; perfumera:
luvas de pellica de cores ditas de slgodio
de cores ; sapalos de selira branco, de lus-
tro, marroquim e duraque ; bolins gsspea-
dos para senhors e meninss ; chioelaa de
tapete o marroquim i tudo a diuheiro a vis-
to liado nada.
-- Vendem-se amarras ao ferro: na rus
la Senzalla-Nova, n. 43.
Cera em velas. 5
O Vendem-se caixas com ce- O
? ra em ve|a, fabricadas no
q Kio de Janeiro, muito bem q
O sortida, por ser de urna a O
& 16 1 ni libra, por preco mais
19, segundo andar, a fallar
com Machado & Pinheiro.
Vend-s um preta de nagBo Mina,
muito moce e vistosa, qua engomma, co-
zinha e faz todo o mais servigo de urna ca-
sa : na ruado Amorim! o. 15.
Charutos fle Havana,
de superior qualidade : vendem-
se na rua da Crur, n. 10, casa de
Kalkmann IrmSos.
--Vendem-se 130 saceos novos de esto-
ps, eom duas varas cada um : na rua larga
O
o
lo.
000000000000000000
do Rozario, n. 48, primeiro andar.
Lotera do lllo-de-.lanelro.
A os 20:000*000.
Na rua estreita do Rossrio, trsvessa do
Queimado, loja de miudezas, n. 8, A. Ven-
dem-se os muitos acreditados bihetes da
11.' lotera do theatro de San-Pedro de Al-
cntara do Ri-de-Janeiro.
Cordas e bordOes para vlolio e rabees,
na rua estreits do Rosario, trsvessa do Quei-
mado, loja de miudezas n. 3, A. Vendem-se
muilo supreriores cordas e bordOes pars
violSo e rabees, por prego mais commodo
do que em outra qualquer parte.
A 1:000 rs. e 1,5oo.
Carteiras de marroquim com chaves,
para commercio, coa oa mezes do snno, s
4,000 rs. cada urna, e dita de tartaruga pa-
ra algibeira forradas de setim muilo ness,
e 1,500 rs.: no Atierro da Boa-Vista, loja,
^Vinho de Bordeaux :
vende-se na rus da Cruz, n. 10,
casa de Kalkmann Irniaos.
AGENCIA
la fundicao Low-Moor,
Rui DA SEKZALT.A-NOVA, N. 4a.
Neste estabelecimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas 0 meias moen-
das, para engenho; machinas de
vapor, e tachas de ferro batido a
coado, da todos os tamanhos,
para dito.
Aos Sra. academieoe do qninto
anuo.
Filas decbsmalote enesrnadas largas pa-
ra cartas de hachareis : ns rus do Crespo,
n. 5, loja de miudezas so p do arco.
Vende-se urna mulata de 30 annos, sem
vicios nem achaques, que engomma com
perfeigSo, cose e cozinhs : o motivo por
que se venda se dir ao comprador: na rua
do Hospicio, cssa terrea com sollo, defron-
te do n. 17, das 6 s 9 horas ds mantilla, e
das 3 da larde em diente.
Vende-se um bom carro de duas rodas,
por prego commodo : na rua da Aurora,
o. 48.
Vendem-se silboes inglezes
para montara de senhora : na
rua da Cruz n. a, cata de Geo:
Kenworthy & C.
Veudem-se 6 lindos moleques de 10 a
18 annos, sendo um delles oplimo barbeiro
e sangrador; 6 pretos de 20 s 35 annos,
seudo um delles ptimo sapaleiro, oulro
cozinheiro; um pardo de 18 annos, com
principios do car pina; duas pardas de 16
annos, urna com habilidades; 8 pretas de
12 a 35 annos, algumaa com habilidades, e
proprias para todo o servigo : na rua do
Collegio, n. 3.
4Jue|iot do -luo,
a 340 rs. a libra, para acabar com o resto ;
cailas com superiores velas do Aracety,
brancas e amarellas ; cnapos de palha, a
16,000 rs. o ceolo ; barricas com farinha de
araruta; courinhos de cabra ; sapalo de
couro de lustro em porgSu : na rua da Cruz,
n.24.
Vendem-se 5 pretos de 25 snnos, de
lidas lguias, sendo um delles ptimo csr-
reiro ; um dilo de IB annos, oplimo boliei-
ro ; duas bonitas pretas de 20 annos ; urna
dita de 25 annos, que eogomms, cozinha e
cose, tudo muito bem, esta s quer estar
dentro de casa, por estar a isto acustuma-
da ; 3 mulatas com habilidades; duas pre-
tas de 30 annos, por 300,000 rs. : lodos por
prego muito em coota: na rua das Larau-
geir*S, n. 14. segundo andar.
Vende-se urna bonita escrava de nagSo,
propria para todo o servigo : na rua do Itan-
geln.57.
- Vende-se una poreflo de travs de
mangue, por prego commodo : na rua da
Senzalla-Veltu, n. 100.
Vendem-se relogios de on-
ro e prata, patente inglez .- na rua
da Senzalla-Nova, n. l\-x.
Veude-se ums loslha de lavarinto, ten-
do urna pequea parte de panno no meio,
he de bretauba de linbo, ou de esguilo fino,
obra muito bem feita, e o lavarinto be de
modelo muito moderno, por prego commo-
do: na rua da Cadeia do Recife n. 24, por
cima da loja de ourives. Na mesma cssa
tsmbem se vende urna outra toalba de bre-
tauba fina com lavariulo nss ponas de 5 a
6 pollegedss, obra mullo bem feita e por
prego commodo.
Na rua larga do Hozarlo, n. 22,
veude-se um lindo mulatinho de 13 annos.
muilo bonito, ptimo para pagem; ums
inulalinlia de 14 anuos, coa principios de
costura e engommado; 2 moleques de
16 annos, muilo lindos ; 2 mulstinhos de 9
a 10 annos; urna preta de naco, de 30 an-
nos, de bolilla figura, perila cuziubeira, e
com as habilidades precisas para urna casa ;
urna preta de meis idsdsde, muito robusta,
por 320,000 rs.
A 10,000 rs. o par.
Vendem-se casligaes de p de cssquinha
com mangas, pelo diminuto prego do 10,000
rs. o par : ua rua Nova o. 3, atrs da matriz.
Vendem-se, a diuheiro e visla, supe-
riores chapos de castor branco, pelo di-
minuto preco de 10,000 rs : na rua Novs
n. 3, airas da matriz.
A tic aguo!
-Ns la do Queimado 11. 27, a cha nv se p-
timos esersvos pars vender, para liqui Jagao
de comas, sendo tres ptimos psra pageos,
por seren bonitas figuras, e urna muala :
(iido por commodos pregos.
Arroz de casca
Vende-se arroz con* casca : na rita da
Cadeia do Recife, armazem a. M.
Arroz a 1,000 rs. a arroba :
vende-se na rua da Cadeia do Recife, ar-
mazem n. 64.
Batatas.
Vendem-se glgos com 40 libras de bata-
tas 1 na rua da Cadete do Recife, armazem
6.
Barricas com farinha SSSF .-
vendem-se na rua da Cadeia do Recife, ar-
mazem n. 64.'
Farelo.
Vendem-se sseess com fsrelo : ns rua di
Cadeia do Recife, armazem n. 64.
Cha nacional.
Vende-se cha nacional, em csizinhas de
4 16 libres: ns ruada Cadeia do Recife,
armazem n. 64.
Potassa.
Vende-se potsssa em barris pequeos:
ns rua ds Csdeia, armazem n. 64, junto a
botica do Sr. Antonio Pedro.
Aviso a pobreza.
Vendem-se sseess com farinha de man-
dioca, a 1,600 rs.: esta pechinchi est se
acabando: na rua da Cadeia do Recife, ar-
mazem n. 64
Escravos Fgidos.
No dia 4 do correte rugi um preto
de nome Joaquim, de nago Cagange. esta-
tura regular, representa ler 20 a 33 annos,
com ponte de barba, cor um pouco fula,
'cara redonda, nariz chalo, mas todo srre-
psnhsdo em roda que parece ler sido quei-
madura ; levou ceroulas ecanns de elgo-
iliio trangado. Roga-se as autoridades po-
licises e capites de campo, que o apre-
henda m e levem-no rua larga do Rozario,
n. 18, que serO gratificados.
Fugio, do engenho Victoria, districto
de t'na, o pardo Luiz, de 18 armo*, cr p-
lida, rosto oval, baixo, obelo do corpo,
bastante prognostico; tem as coslss al-
gumas msreas de chicote ; levou camisa de
algodSo azul, raigas de algodSo de listras
j velha, chapeo de palha.: quem o p-gar
leve-o ao dito engenho, a seu senhor, Fran-
cisco Alexandre liutra, ou nesta'Wraga, a
Francisco Jos Leite, ns rua- do Collegio,
n. l2,querecompenssr.
Fugio, ao dia 10 de aetembro prximo
pssssdo, do engenho Arussagy, termo da
comarca do Cabo, o esersvo Inoocencio. da
nsgSo, altura regular, cheio dq corpo, cara
redonda, com marcas de bexigas, nariz cha-
to, beigos grossos, ps grandes, com urna
pega na peroa ; fui eseravo do Sr. Francis-
co de Carvalho Pais de Andrsde e de outrus
de sus fsmilis : quem o pegar leve-o ao
dilo engenho, ou ueste praga a rua larga
do Rozario, venda de J0S0 Manoel Rodri-
gues Valenga, que recompensar.
Fugio, no da 15 de ebrll do Correle
anno, da cidade de Olinda, a escrava Rse-
os, cabrs escura, de 35 annos pouco mais
ou menos, aleijada dos ps, por ter tido
crsvos usa palmas dos mesmos; tem al-
gumas maress de relho as costas ; he na-
tural do Aracaly : quem a pagar leve-a a
mesma cidade de Olinds, roe oVS.-Juao
a. 15, a Antonio Joaquim Rabello, que se
gratificar
Fugio, no dia 19 de sctemJwo prximo
passado, o escrsvo.croulo, de nome Jorge;
be silo e secco do corpo, cor bom' preta .'
lem falts de denles ns frente, poim he
moco : quem o pegar leve-aao Aterro-dos-
Afoga.los, s Antonio ds Silva Gttsmffo, que
gratificar.
Desappareceu, no dia 9 do prximo
pasudo, um eseravo de nome Pedro, mu-
lato, de 28 annos, corpo grosso, cara re-
Jonda, cabellos torcidos 1 tem um denle po-
dre na frente ; levou caigas de algodSo
zul e camisa de algodSozioho nova : quem
o pegar leve-o rua da Aurora, n. 48, que
ser recompensado.
No dia primeiro do corrento desappi-
receu.ums preta de Angola, de nome Vic-
torina ; foi de umajirmSa do Sr. major
Mayer, e suppOe-se ler se evadido do poder
do abaixo declarado, visto a ter arremata-
do em praga no dia 16 de setembru. Roga-
se autoridadespolicaes e cspitSes decam-
po, que a apprehendam e levem-na ao Pas-
seio-Publico, n. 11, Firmiano Jos Rodri-
gues Perreira, que gratificar.
Carapuga para quem servir.
No dia 10 do prximo passado, fugio, do
engenho Souza, em Agoa-Preta, um esers-
vo de nagBo, de nome Ambrozio, estatura
regular, corpulento, cor um pouco Tula,
rosto comprldo, beigos grossos ; he alguma
cousa vesgo ; representa ter 30 annos ; he
de suppr que este esersvo estis acoitsdoj
em cssa de algum destes bemfeilores da
humsnidsde que estSo sempre promplos
acolherem quanlos negrinhos proeurem sus
prolecS'o ; porrx como todo aquelle que sa
utillsa do sblelosom consenlimenlo de seu
dono, he ladrSo, e o abaixo assignsdo l-
songea-so em suppor que nossa sociedade
n.lo est tSo corrompida que um ladrflo en-
contr protegi naquellesu.ua eiecutama
le, protesta usar com todo o rigor da le
contra quem o livor oceulto, sejm quse
fnrein os ttulos de que se veja circundado
nSos paraharer o eseravo como oa diai
dq seivigo, contados do dis ds fuga: quea
ler noticia certa, ou 0 pegar, ser recom-
pensado. Jos Antonio Pereira.
fifi.eftna.
Fugiram de bordo do brigui
Sem-Pur, vindo do Hia-de-Janei-
roj dous escravos, sendo um ti
nome Sabino, de cor parda, esta
tura regular, de ao annos pouo
mais ou menos ; levou calcas
camisa azues, e bonete encarnado
o oulro de nome Euzebio, criouj
lo, de 24 annos pouco mais 01
menos, estatura alia; levou cateas
camisa e bonete azues. Roga-se a
autoridades policiaca e capitfieadl
campo, que os apprehendam e le-
vem-nos.ruado Trapiche, n. 34
casa de Novaes & Companhia, qu.
recompensar.
aaSJBJBaMBBSJBJBlSaBJBJW
Ptaa. : ha nr. m. r. naranu. 186
J MELHOR EXEMP


Full Text
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